Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11871


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Full Text

AMO XLV. NUMEO 139.
PARA A CAPITAL IDGARES OJBE IA0 SE PAGA POSTE.
Jor tres mezes abantados................... 64000
Jar ais Utos idem.................... !2000
Por un ano ido............ ....... 24400?
Cada minaro avuko.................... L(jaaO
DIARIO DE
SEGUNDA PEIRA 21 DE JUNHODE 1869.
PAKJ| DEHTRO FOSA DA PBOVIHCIA.
Por.tres moies adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por k>\ iditos idem .
Por iim armo.
f:::::::::::::::
63750
i3800
27J000
Propriedade de Manoel Kg^eira de Faria A Filhos.
!'
A ACJEWTE
Os Srs. Gerardo Antn Alve A Filhos, no Para; Gorjftfves 4 Pinto, no Maranaao; Joaquim Jos de Otveira, ato Cear; Antonio de temos Braga? no Aracatj; Joao Mara Julio Chaves, no Aw; Aatonio Marques da 8ilva, no Nata}; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;> Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba; Antonio *>s Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Sanios Btdco.! em Sanio AntJo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth; Francino Tavares da Cesta, em Alagas; Dr. Jos Martins Al ves, na Bahia; e Jos Bibeiro Gasparinho, no Bio de Janeiro.

i

i
PMTEflFITCIAL
tonrn lia provincia.
ISfACHOS DA VICK-MXESIDESCIA BO DA 17 DK JUNHQ
DE 1869.
Alexandre Christano de Oliveira.Coneeda-se
a uceas* requerida, porm sem vencimentos.
Antonio I.ui$ de Oliveira Azevcdo & C-Sejam
entregue, passando os supphcantes recibo.
Antonio Gomes Ferrera LetaoConceda-se,
cora ordenado smente.
Cypriano Cosme do Souza.--Indeferido.
Francisca Ludoviua de Borja Ribeiro.Informe
o Sr. Dr. directo'' geral da nsiruoeo publica.
Padre Francisco Verissimo Bandeira Indefer-
do, avista da informarn.
Heraclo Constantino de Paula MonteiroIn-
dcerdo.
Jos Jacome Tasse.Sejam entregues os docu-
mentos medanle recibo.
Jos da Costa Cavalcanti Guimaraes.Concedo
a lieenea pedida com ordenado, na firma da Ici.
Luiz Antonio Vieira.O recruta de que trata
foi posto em liberdade.
Padre Pedro Manoel da Silva Burgos.Dirija-se
a thesourara provincial.
Pedro Civalcanti do Reg Albuquerque.In-
forme o Sr. inspector da thesourara provincial.
VicenteFerreita da Cosa MirandaInforme o
Sr. inspector da thesourara provincial.
Reparilcao da polica.
% seceo.-Secretaria da policia de Peraambuco,
19 de junlio de 18G9.
N. 891. Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhecimenlo de V. Exc. que, segundo
consta das partcipacoes recebidas nesta repar-
ttjio, foram Imileni recolUidos casa de de-
tengo os segrales individuos:
A minha ordem, Jos Luizda Costa, como cri-
rainaso, c Gaspar Gomes da Silva, como suspeito
do ser scravo fgido.
k ordem do Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, Jas dfronlo, para ser processado por crime
de estellionato.
A ordem do subdelegado de Santo Amonio, Ma-
lliilde, oscrava de Severna Francisca da Costa.
por ser encontrada depois de 9 horas da noite sem
bilhete d sua senhnra.
A ordem do da Yarzea. Manoel Jos do Kasci-
ente, por disturbios.
Dous guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manuel do Nascimen-
to Machado Portella. O cliefo Jo puliria merino
F. oV Auii- Oliveira Mac-iel.
PERNAMBUCO.
selho 40 estado em cel uao assemWa de Mattu-
Grosso, no ijual se v eninregada a palavrae-
uuOktd onde oonciuio elle ser ama o a mesma
eeuse denunciae queixa naaccepcao emprega-
da pete j dito acto addicional no S 7 do art. 11,
sendo que a nao ser assiui intil se'tornava a di*--
I>osicio do irl. 150 do Coi. do Pruc. Crim., B-
nhuma signlftcacao tinha o art. 154, (piando con-
cede ao esjrangeiro o diieito de o faztrem causa
I iropria tmenle. *
Sr. uresWeule, desconaeci o nobre dopnlado
neste memento, e affianc. a Y. Exc. que, lalvoz
por demto'meu, nao-pu.le coniprehendor a for^a
de sua argumentarlo : no entretanto procurarei
responder-1 lie.
Senbores, queixa o aclo pelo qual a pessoa
que lem soffrido por efiito de alguin crime, infor-
ma d'elle o jnizo pedindo a punicao do delinquen-
le mediante a aecnsacao que se propoe agitar.
(Pereira e Souza % W e 89. lindas crimmaes.
Denuncia a participarlo do crime publico ou
inaffianfavel feita autoridade competente, para
que a justTca proceda amlra o delnqueme.
J se v, pois, que a primeira cabivel em to-
dos, om quaesquer crimes. ao-passo que a segun-
da tmente n'aquelle/em ipio o procedimento cri-
minal pode ler lugar, j pela nalureza do crime,
j pela miserabilidade do t(Tendido.
fa queixao queixoso acompanba a todos os
termos do processso, e- nos de responsabilidade
pode addir o libeo, ao passo que o denunciante
(nao sendo o promotor publico) nada lem ccm_o
processoque flca cargo d:i jusliea publica.
A queixa, Sr. presidente, ode ser pelo offendi-
do apresenlada contra o immigo capital, porque
o besito que itic perlence para pedir a repara-
cao do mal que lhe foi causado por esse seu ini-
migOb
A denuncia nao pode ser dada pelo inimigo ca-
pital, e Bel* aceita emjiiizo emtaes condlcoes.
Em facftd que lenho dito, senliores, claro
como a luz do dia que se a queixa ou denuncia
leem pontpsafe contacto?, porque sao Barracoes
de fados defletuoss, o meius nlbs quaes se inicia
o procedimento criminal, tambem tecm pontos dr
differenca, e por isso nao podia ser confusamente
applicaia,como quer o nolre deputado, a palavra
queixa no precitado art. ll'S 7 do aclo addi-
cional.
Mostrada, como tenho feito. a differenca que
existe entre quoifflkie denuncia, como wu clara-
mente diz o aviso de 31 de marco de 1863 nos
termos seguintes :
a 2." seccao.Ministerio dos negocios da ius-
t tica.Rio de Janeiro, em 31 de marco de 1808.
Illm. e Exm. Sr.A' Sua Magestade o Impe-
rador, foi peseme o ofli'-io de V. Exc. de 12 de
junno do auno passaflo, iransinitiindo por copia
c o que o cliefe de polica dessa provincia dirigi
ao dek*gado do lermo de Braganca em soln^ao
< consulta : < se lilho pede apresentar queixa
t pelos crimes commetlidos contra o_pai. O
nesmo augusto senhor, ouvida a sefao dos no-
gocios de'justica do consolho de estado, bouve
t pitr bem, por sia immediata e imperial resolu-
t gao de 28 do correte mez, mandar declarar
i que sendo a queixa negocio pessoal, nao
pode ser dada senao pelo ollendido, ou por ou-
t trera nos casos exceptuados nos arts. 72 e 73 do
Cod. do Proc. Crim., e tratando-so de legitiini-
dade do> pessa para poder propr urna accao
ou procedimento criminal, materia que de le
nao pode ser supprida p^r una inlerpretacao, a
a que nao se presta a letra do citado arl. 72. O
quecommunico V. Exc. para seu "conheci-
ment, e para assim o fazer constar ao ohefe de
c polica. Deo? guarde V. Exe.Joao Uns
u Vieira Cansawfao de Sinimb.&v. presidente
t da provincia do Para. Diferenca que se co-
nhecc at na propria deflnieao que d o eonse-
Iheiro Pimenla Bueno era seus as-enlmenlos cri-
minae ; diroi ao honrado collega que o art. 152
do Cod. do Proc. Crim. nicamente exigi mais
condeses para a aceitacao da queixa ou denuncia
nos crimes de responaabilidade, do que nos crimes
communs, determinando, por exemplo, que hou-
vesse o reconheri ment da assignatura do quei-
xoso ou denunciante, e que se juntassem docu-
mentos comprobatorios do delicio attribuido ao
funecionario publico, ou a declaracao concludente
da impossibilidade do apresentar Ues provas, mas
nao revogou o arl. 7 e 74 do mesmo cdigo :
nasa 'ellas fez excepcao as crimes de responsa-
bilidade. Ora, se nestes mismos crimes a queixa
ou denunc;a dee conter todos os requisitos exi-
gidos pelos citados arts. 72 e 74 do j dito cdigo,
claro que nenhuma conlradicTto so encontra em
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Discars proferido pelo S t. Dr.
aspar UruiMuaond. na es-
ao de 11 de malo.
O SR. GASPAR DRL'MMOND : Sr. presi-
dente, aceito a discussao com o nobre deputado
pelo primeiro districto, sobre o parecer das Ilus-
tradas cuiumisses do conslituico e poderes c
Justina criminal em relacao denuncia pelo mes-
mo nobre dopntado apresentada contra o actual
chefede polica, Dr. Francisco de Farias Lemos ; e
sustentare! o mcu voto em separado.
m Sr. Dkutadu :Mas se j foi retirada a
queixa.
O a. A.ivtMO Tavaiif.s :Nao, o roquenmenlo
se discute conjuntamente com o parecer.
O 8b G. Duimmomd :Me parece, senhores,que
tenhs a faculdade de expender minha opino,
pori|ue o parecer que se discute e o requerimen-
10 do nobre deputado, l pode ser approvado de-
i e a discussao fr encerrada.
Sr. presidente, a denuncia do nobre deputado a
quem respondo, attribuia ao chefe depolicia fac-
tos, que pelos arts. 129 4." e 134 do Cod. Pen.
sao verdadeiros crimes e sujeitos snccao penal.
Fiz parto da commissao de Justina criminal, e
nao eoaeordei com os meus honrados collegas :
as razoees do meu vol acham-se no parecer em
separado que ha das foi lido ante a assembla.
Neaie parecer, Sr. presidente, tres foram os
pontos de miaba discordancia :Io, falla de com-
patencia do nobre deputado para iniciar o proce-
dimemo criminal contra o chefe de polica, de ac- taes artigos, ncm tao pou<:o procedea.dei tornai
cto addicional.t, desnecessaria a disposicao do arl. !W) ao Loa ao
curdo com o art. 11 j 7. do M
falta de ckunpotenca desta assembla por nao ser
o chefe de polica magistrado.3, impossibilidade
dosta assembla em constituir-se tribunal de jus-
liea, por uo liaver lu alguma determinando a for-
ma a segati'-se em laes julgamentos, e sua iucom-
lietonca para fazer semelliante le.
Sobre este ultimo ponto, Sr. presidente, o nobre
deputado nao disse urna palavra, pelo que me pa-
rece que aceitou a doulrina expendida no voto em
separado como verdadeira. Aeompanhando, pois,
ao honrado loembro, apresentarci os fundamentos
do voti> em separado, e demonstrarei que a im-
pugnacau do rncu Ilustrado collega nao proce-
dente.
Sr. presidente, o art. H 7 do acto addicional,
eonfeno a ssembla provincial o poder de sus-
pendor o demittir os magistrados por crime de
responsabilidade, precedendo queixa : desde o mo-
mento, pois,m que se nao verificaron! todos, ou
altar qualquer das condados estatuidas no preci-
tado art. c fra de toda a duvida que esse po-
der ha desapparecido, e nao tem mais fundamento
lgal
O que fez o nobre de.ouladoqueixou-se do
ciiafe de polica Procurou pelo meio estatuido
uo art. i I g 7" iniciar o procedimento criminal
contra esta autoridade ? Sirvaui de resposta as
primeiras patarras do nobre deputado.
Usando do dreito que a todo o cidadao con-
code o art. "i 2. do Cd. do Proc. Crim.
Esta artigo permute a denuncia. E', pois, fora
da toda a duvida, que o nobre deputado demin-
ctou daquullc funecionario publico por crime de
responsabilidade, eastim tornou saliente a compe-
ieacia desla assembla para o procedimento crimi-
nal, porque s o deva fazer uaii^ameaW por meio
do queixa, a qual por corlo nao poda ter aprsenla-
ta pelo nobre deputado, por nao ser elle o offend-
d j, e nao se verificar cm sua pessoa os questos
do aligo 72 do citado codiao, nem ser uuseravel
0 oflenaidi) ex vi do arl. 73 do mesmo eodlgo.
Senhores, o acto addicional uo art. 11 7 pre-
ci^ou a competeuca da assembla provincial para
conhecer dos direilos dos magistrados, detern-
aando qual o meio de uiciar-se o processo.
J o Cod. do Proc. Crim. havia determinado
ues meio no mesmo art. 150, citado pelo nobre
epatado a quem respondo, ante as autoridades
i^ciaria: e se o legislador quitaste coacedur
as assembieas provinciaes o poder de quaiquer
tosM de proceder contra o magi*tfaao-^iria,
haveado qieixa ou denuncia, mas nie e limitara
nrimfiiw hfpotbese. E', pois, fra de toda a du-
ra, oue nji endo por queu HiietadB o pro-
cagQ, nada podemos determinar eom tribuaal de
jusliea contra qualquer magistrado.
Disse. porm, o nobre denotado pelo primeiro
districto -E.sla doulrina naeeUasal, parque o
iiislador w arl. 8 T do acto aidtaioaal tr-
wou a queixa como sypaoimQ de ^awnei, nao
fiasndo difforoqca atetna, em aamo de sua ppi-
n.Io cilon o niustraao memoro o parecer d con-
Proc. Crim. para aquelles que consideram que o
legislador nao tomou como synonimos e na mes
ma accepeo, as palavrasqueixa e denuncia-
porqu o direito de queixar-se ou denunciar ja
eslava permittido pelos referidos arts. 72 e 74 do
Cod. do Proc. Crim.
Senhores, este argumento nao procede, como aca-
oe de dizer.earazao'mui clara. O legislador per-
mute a denuncia a qualquer do povo em todos os
crimes communs, onde cabe a acgo offlcial, ao
pa.so que querendo revislir de mais garantas o
funecionario publico s permute esse direito ao
cidadao brasileiro. concedendo ao estiangeiro so-
monte o direito da queixa. Finalmente o art. 7
e 74 do Cod. do Proc. Sniores, sao a regra geral,
limitada na parto relativa aos funeconarios pbli-
cos pelo precitado Cod. do Proc., art. 150.
O honrado membro no mesmo Cod. encontrar
exemplos iguaes a esto c r.or certo nao concluir
serem desnecessaros os artigos que autorisamtaes
exemplos.
Veja o nobre deputado o ort. 5o do Cod do
Proc. Crim., e lera o seguate : -
Os debites em que tem lugar a iianca, pres-
crevem por seis annos. estando o definquente
presente 9cm interrapcao no lermo e por de
estando ausente em lugar b5o sabido com tanto
que seja dentro do imperio.
0 art. 150 fallando dos crimes de responsabili-
dade estabelece por t'rez annos a prescrpcao do
direito de queixa ou-denuncia, e para accSo offl-
ciai oRo annos.
Da combiaa?ao de taes artigos v se que no 1.
o legislador estabeleceu a regra geral para a pres-
crpcao dos deudos e no 2. exceptuou desta
reara os de responsabilidade; e por ventura se
poder dizer que desnecessaria e inutH a dispo-
sicao do art. 152 do Cod. do Pro., porque j o
art. 53 havia determinado a eemelhanie respeitoT
Por certo que nao. -
Sr. presidente, nao" aceito a redacc;ao do parecer
doconselho de estado eomi prora em favor da
opino do nobre deputado pelo i._districto por-
3ue a questao que se ventilava entio era a falta
o le, para que a assembla provincial se con-u-
taissetrbuual de iuslifac nao qual o meio de
niciar-se ao protedimento criminal ante a assem-
bla, e milito bem podia ser que sem reparo es-
capasse na redaeco a palavradenuncia.
Para que este parecer podes3e anadrinhar a opi-
no do nobre deputado seria preciso que nos con-
vencessequeaasseraWa^rovineial de Matto Gros-
so tinha procedido coma o chefe de pohcia em
virtude de denuncia, e no conselho de estado este
meio tinha sido considerado legal e competente.
Era qaanto o nobre deputado assim nao o flzer, o
eqnivoeo do parecer nao pode jusliflear a opiniao
que aewUio.
Sr. presidente, tenho cata es recursos de minha
traca inteJligeacia deon nstrade, 1. que o nobre
deputado deeunciou de chefe de pi-licia desta
pro vieta, t (jus asairtWda provincial nao tem
poder para iniciar o procedimento criminal por
meia de denuncias; e assim nao pudia acceilar a
do honrada collega. Esta opiniao por inini emt-
lida esta cnsinada por jurisconsulto mu disinclo :
redro rae ao Exm. Dr. Olegario de Aquino Castro.
Lea-se a pratica das cjrreccoes ua pag. 33, e
ver-se-ha osegtin.e :
Compre porm notar que embora as aaseru-
blas provinciaes exerciieni nesle ponto jurs-
diccfn eumulativa ooin as relacoes; lia semprc
ah urna notavel differenca : ssemblas s po-
dem proceder conlra os uug-trados em virtude
de queixa, entretanta que ai relaees podem e
devem a vista da le proceder contra ellos por
va de quoixaou denuncia e tamaem ex-ofllcio. >
Un Sr. Deputado :Queixa ou denuncia urna
e a mesnia cousa.
O Sn. G. DatmiOND :Se V.lxc. me livesse
prestad-, altencao conheceria a diferenca, e mes-
mo o Exm. Dr. Aquino a Castro estabelecendo
trez meios para o niciamonlo do processo,crimi-
nal, sineme diz que a assembla-prupncial tem
lelo primeiro jurisdiccao eumulativa com as re-
laees.
(Trocam-s apartes).
OSr. AaU'MHAS*:Mas para que serve este
tambera?
O Sh. G. DaiMMONO :-Esto tambem quer dizer
que alm dos dous meios indicadosqueixa ou
denunciaha um terceiro o cjc-oflkfOpelo qiml
o tribunal da relacao pode e (leve iniciar o proce-
dimento criminal contra os magistrados.
Um Sr. Depitado :Se o aulor quizessse seguir
a opiniao do nobre deputado diraa assembla
pode proceder contra os magistrados por queixa,
e a relacao por isto por denuucia, e tambem ex-
oflicio.
O Sr. Felisbino :Se o Dr. Olegario quizesse
seguir a opino de V. Exc. diria: A assembla
s procede contra o inag>trado por queixa
Sr. G. Drimmo.nd :Desde,o momento, meu
nobre collcga, que o Exm. Dr. Aquino e Castro
desenvendo as altribiiieo,.'.; da assembla provin-
cial e da relacao acerca do magistrado declara
que urna e ouira tem attiibuicao para proceder
criminalmente, mas que a 1." e por queixa, ao
passo que a 2.- por queixa ou denunciae tam-
bera ex-oOicioe claro que fez distincejio mu sa-
liente que destroe esse castello de duvidas por V.
Exc. levantado.
Sr. presidenle, em 30 dejunbode 1861, o Sr-
visconde de Jequituihonha requeren no senado
i|c, consultada a cantara dos Srs. deputados, se
nomeasse urna commissao mixta para iiiterpreta-
rem-se alguns anigos do aclo addicional. Com
pequeas alteraives do finado senador Ferreira
l'euna, foi o rcquerimenlo approvado, e na cmara
dos depulados houvo ampia discussao, na qual to-
marain parle os Srs. Drs. Zacaras, Jos Bonifacio,
Villela Tavares e onlros, e nesta occasio se disse
4ue a cimipelonca das ssemblas provinciaes para
o procediineiilo criminal contra os magistrados,
era por va de queixa,e nenhum mais.
illa um aparte).
0 Sr. G. kl'mmond : Senhores, pao se diga ime
a assembla tem o direito de proceder criminal-
mente contra o magistrado, c que o meio do che-
gar ao seu conhecimenlo o fado delictuoso, e.de
iniciar o processo queetao de palavras, nada
emlim, porque se assim fosse, sendo um destes
meios o ex-ofjicio, tambem a assembla dalle se
poda ulilisar contra os magistrados. (Nao apoia-
dos).
Sr. presidente, nada me resta dizer sobre a in-
competencia do meio empregado pelo nobre depu-
tado para iniciar o procedimento criminal contra o
Sr. Dr. Faria Lemos, porquanlo j com argumen-
tos tirados do cdigo do processo criminal, j com
a opiniao do Ilustrado Dr. Aquino c Castro, e do
Sr. consclheiro de SinimlR, j finalmente com a
opiniao dff liberaos mu dislinctos, eu fiz saliente
essa incompetencia. Agora pissare ao segundo
ponto.
A assembla s pode proceder criminalmente
contra o magistrado ; c o chefe de polica nao
magistrado.
O magistrado, senhores, perpetuo, ari. 153 da
constituico do imperio.
O chefede polica tempoaario, arl. 22 do re-
gulamento o. 120 de 31 de Janeiro de l^S.
O Sr. FauswNO :Deixa de ser juiz de di-
reito 1
O Sr. G. Drcmmond :J respondo a este argu-
mento de V. Exo.
(Trocam-se apartes)?
0 Sn. G. Drummo.v :0 magistrado nao pode
ser demittdo, c s perde o lugar por senlcnca
eondemnatoria, art. 155 da conslituico, a menos
que nao seja por escandaloso abuso do ministro da
jastca como o consignado ao decreto de 30 de de-
vembro de 186311
O chefe de polica pode ser demittdo ad libilum
do govorno imperial, art. 23 2o do citado regula-
ment n. 120 de 31 do Janeiro de 1842, porque o
seu lugar "de pura coniianca.
O magistrado spode ser suspenso pejo Impera-
dor como cliete do poder moderador, ari. 101 7"
e 154 da constituico do imperio.
para julgar taes fimceumarios, o que *alisurdo di-
zer-ue em face do acto addwional, arl. 11 7o.
O Su. Fkusbimo :Eu nao sostente a theoria de
que o magistrado se condece por siias altri-
buicoes.
Um Sil D^-utado :E os juzes municpaes sao
uiagisirados '
O Sa. Pklisbin- :Nao sao magistrados ?
O Sn. G. Drlmmond : Pbdcm ser considerados,
porque exereem a jurisdiccao civel di amigos
juzes de dirwto do civel, o tem aKribuiroes mui
disliuctas das do chefe de polica. Os (pie teem
attribuices iguaes sao os delegados no seo ter-
mo, e os subdelegados nos respectivos distretos.
J v, pois, o nobre deputado o absurdo-s, que da-
ra lugar a acceitaQao do seu parecer.
O Sr. Fblisbiso :'Se o delegado fosse juiz do
dreito, a assembla poda julga-lo.
O Sr.G. Duummo.no :i)uando o dtlicto por elle
contmetliilo fosse no exereicio do lugar de jurz do
direito. Disse anda o nobre deputado se o chefe
de polica nao magistrado, porque metivoso
tribunal da relacao porto conhecer dos crimes de
responsabilidade por ello commetlidos.
Um Sr. Deputado :Porque est estabeletido na
lei, assim como o delegad e subdelegado respn-
delo peanle o juiz de direite.
Outro Sr. Deputado :Mas o chefe de polica
commettendo um crime como chefe dt polica,
quem o juiz ?
O Sn. G. Dri mmond :Responde perantc arela-
caoLegem habeinus,eh a minha resposta, da
mesnia forma que o delegado e subdelegado pc-
rante o juiz de direito.
(Ha um aparte).
O Sn. G. Duummo.no :Passo Q Iralar do terceiro
ponto, que o segrate :
Sendo inconlestavel a competencia desta assem-
bla para julgar o chefe de po|ica, emface da
opiniao da Ilustrada maioria da-' eoininssiVs reu-
nidas, qual a formado processo a seguir-si; 7 Como
dever a assembla conslitur-se em tribunaljle
jusliea? Disse a illu-trada maioria das commissoes
de constituico e poderes, c jusliea criinnaV pela
forma determinada no art. 205 do regiment do Io
de abril de 1835. Sr. presidenle, o nobre deputa-
ddpelo I" dislrieto pedio em urna dassessoespas
liVar:
5"
ellas brigadas a conformar-se com as 1
raes dt> imperio, nao 9 quante qualinearao
' do crime e imposicao da pena, como tambem
(juanto at> modo porque to de proceder, isto ,
quauto a processo.
As assemMas provinciaes, nestes caeos, tor-
* Mam-s verbdeiros tribunaes de jusliea, e eo-
mo laes devem observar as- leis geraes a que
i todos elles eseo sujeitos. Qbe ellas sao rerda-
< deiros tribunaes de justea bem se collige do
mesmo art. 5.: Se este artigo se dirg-seni-
camente determinara maneira porque devem el-
las proceder no exereicio da faculdade que Ibes
d o 17o do art. 11, i.lo a indicar que ellas de
vemobrara sememanca dos tribunaes de jusliea,
observando asformnlas aqneestesestaosujeils,
sem perderem por isso o carcter de poder po-
Utico, diraprocedem como tribunaes de jusli-
cae nao simplesmcnte como tribunaes de jus-
lieaexpresrao esta que denuncia verdadeira
- autoridade jndieiar>a Quando esta razao nao
(i baslasse, oulra se aprsenla no mesmo art. 5",
que confirma aquella ssercao.
Na segunda parte deste artigo se diz que as
< ssemblas provinciaes impoem penas, que sao
as de que falla o 7 do art. 11 da citada lei de
1834. A imposicao de pena suppSe autoridade
judiciaria, se a isto se accrescentar a applica-
" cao das leis criminaes, e a observancia da forma
do processo, o que tudo indica exereicio de po-
i der judieiaro, parece dever-se concluir que as
-- ssemblas provaneiaes. segundo a declaracao
do arl. 5 da lei de 1840, sai verdadeiros tri-
ce bunaes do jusliea, quando exereem' tafacul-
< dades que Ibes outorga o 7" do art. 11 da lei
. de 1834 I
Nos casos pois de suspepsao e demisso dos
. magistrados contra quem haja queixa por cr-
me de responsabilidade, conforma lei s assem-
i blas provinciaes a aut irdade judiciaria.
Mas ellas nao a podem exercer senao do mo-
t do e nos termos em que eslo mitorsadas. Pa-
ra que, pois. se possa sustentar que com esta
autoridade tem ellas tambem o de regular a
forma do processo para taes crimes fra mister
que Ibes fosse dado este poder espressamente,
visto que sao poderes differentes,j que se nao
nao se acha
s que se chamasse o processo a ordem. e que deduzem um do outro ; isto porjpnao s
manda por elle dada conlra o actual chefe de nem na le de UM. e nem na d*'*-
sadas
a denum-la por
polica fosse ieme.ili.la a MM commissao cs|K-cal,! Ai' parte do arl. ,V nao tem-per tlm decla-
e citou o art. 205 do ja dito regiment do 4 de | rar quaes as penas que podem ser impostas
abril de 1835, como fundamento do seu pedido : pelas assemMeas provinciaes, isto o^raesfflo
oppuz-ine porque me pareccu extravagante alem-
branco do nobre deputado, mxime (|uandoes-e
regiment ora datado do (irinieiro da da lJ sesso
da Ia assemlila provincial desta provincia, c esta-
0 chefe de polica pode ser suspenso, nao s
pelo governo imperial como pelo presidente da
provincia, aviso de 29 de Janeiro de 1844.
Do exposte, Sr. presidente, se conheee que o
chefe de polica na.-pode ser considerado magis-
trado, porquanto faltara todos os attributos que .-o
inherentes esse cargo. O nobre deputado polo
1 dislrieto disse-nos, porm, em seu aparte qne o
chefe de polica nao deixa de 6er juiz de direito
quando exerce semelhante cargo. Senhores, esta
razao do nobre deptauo nao procede, porque as
attrbuoes do chefo de polica nada tem de com-
mum com as do juiz de direito, e su por.este fado
(osee elle considerado magistrado e sujeito a esta
assembla em materia criminal, dar-se-hia o ab-
surdo de que a nossa competencia estava firmada
nao para o chefe de policia, mas de conformidade
com o grao que na gerareha judiciaria oceupar
aquello que exercesse aquelle cargo. <
O Sr. Fklisbino :Qual o foro especial do
chefe de policia ? E' a relacao, e se elle aSo fosse
magistrado respondera no foro commom, podia
ser jugado O Sa. Drummoi -.Por esta razao nao, por-
que o delegado de policia e subdelegado nao sao
magistrados, e comtudo respndela em foro ou
juizo especial.
(Ha um aparte).
O Sr. G. Drummomd -.^-Senhores, o cargo de
chefo de policia pode ser exercido por um 'Jeeem-
bargador ; e nos eiri face do *cfo addicional, art,
II | 7" e art. 4 da lei interpretativa de 12 de maio
de 1840, temos competencia para decretar a sus-
penso e demissao de am desembargador ?
Um Se. Dwi'taoo :Nio.
O Sn. G. DrummoiI :Logo como dizer-se que
do cargo oeenpado antes |wr aquelle que exerce o
de ehafe de policia se der. va a competencia desta
assembla ?
va assignado nicamente pelo illuslre Sr. Gervasio
Pires Ferreira ; e quando eramos preseiitemenle_
dirigido* por outro, e nao jkii- aqoeile regiment a"
que se e.-cudav:.' o honrado nteiiiliro. Tive a for-
tuna de ver acecita a minha oppo&cle e regeitauo
o requeriiiiento do nobre dejuilailo, boje veidio de-
clarar ante esta assembla que y tal regiment do
Io de abril de 1835 foi um simples, projec o ofiere-
ia discussao pelo seu illu.-lre autor, e o art.
2i)5 na seseas de 4 de abril de I83G. io! expressa-
mente supprimdo por ducso desta casa.
Assin, poi, esta revogada a lei indicada pela
illusirada raaioria das coounissoes reunidas para
regular o precesso do chefe de policia Dr. Francis-
co de Faria Lemos!!!
O Sr. Felisbino :A prova desla revogacao ?
O Sn. G. Drimmo.nd :Consta das actas das ses-
soes de 14 e 22 de abril de 1836. tenho o livro cm
que eslo Janeadas em minha casa, mas all esl o
nobre deputado pelo terceiro d-trictn ( o Sr. An-
dr Cavalcanti a quem moslrei estas actas *.
O Sr. A.ndr Cavalcanti : Euli as actas donde
consta o que o nobre depulado afflrraa.
O Sr. Fixisiii.No :0 Sr. ooBseliteiro Baptista
aflinnou-nos o contrario.
O Sn. G. Drummond :Eu eslava presente quan-
do o illuslre conselheiro diese ao m-bre deputado
que o regiment de 1 de abril de 1835, nenhuma
alleracao tinha soffrido, e estava anda em vigor I! '
Aflirmo a V. Exc. que tinha a pouco me imposto a
que o tal regiment fosse lei nossaeacreditc-me
o nobre deputado, que Qqoei contrariado com a
affirmativa do indicado conselheiro, e arrependido
de ter arriscado proposices contrarias no que so
me dizia !! No enlretanlo, Sr. presidente, recolhen-
do-me a casa procurei examinar niiiiueijsaraeuta
todas as ac'as. e na de 14 de abril de 1836 oncon-
trei o segrate : Que o Sr. Dr. Pedro Francisco
de Paula Cavalcanti de Albuquerque hoje. visconde
de Camaragibe, requerera a suppressao d>cap. 16.
onde est comprehendido o arl. 205 do lal regi-
mente, e o seu requeriniento foi approvado.
O Sr. Felisbino :Mas um requerhen'to pode
revosar o regiment ?
OSn. G. DnuMMOND :- Ja me disse a anda repi-
to, que o tal regiment do 1 de abril nae foi mais
nem menos do que um projecto de regiment que
pode ser alterado na discussao por me:o de emen-
das requerimentos. etc.. etc. '
Do exposto, Sr. presidente, se ronhece que nao
ha possibilidade de ser approvado o parecer da
Ilustrada maioria das coinini-ses reuuidas.
O Sr. Fklisim.no :J desist da queixa.
O Su. G. Drummond :Mas me corre o dever
de elucidar a questo, embora V. Exc. desistisse
da denuncia.
Senhores, nao haveoilo le, pela qual esta as-
sembla se deve constituir em tribunal de justica
para proceder comra o ebefe de policia, qual o
alvitre que devemos recorrer1? Estabeiecer por
lei nossa essa forma?
Nao, senhores, porque as nossas atlnbmcoes
nao se encontra, sto da compdencia do poder
legislativo geral, a de assim proceierraos : lego o
raminho a seguir deve ser a nao aceitacao da
denuncia do nobre deputado anda por mais esta
artigo as palavrasimpor taes penasja e
' suppoe declarado. Ella serve somenie de mar-
car os limites da jurisdiccao desle tribunal em
conformidade do citado $7 do art H : expli-
- raudo os casos em que ella se pode exercer,
f que sao os de responsabilidade sujeitos quel-
las penas, assim como tambem o modo porque
* se ha de exercer, que pela observancia das
i leis criminaes e das do proeesso anteriormente,
t estabelecidas.
A primeira parte do artigo nao era bastante
para se conseguir o lim da lei, que intreprc-
< lar a de 1834.
w Urna ve dectarade- .que as ssemblas
vincaes procedem como tribunaes de jnstlca
convnha para toda clareza, determinar bem o
exereicio desta auloridade, para sensivelmente
a destingair do poder poltico, que ellas exereem
em oaa? as mitras materias ; isto o que se fez
na i' parte do artigo. -
e As palavras observando a forma do processo
para taes casos anteriormentente estabelecda
i devem ser entendidas no mesmo sentido das ou-
o Ira, a que ellas (penas) estejam impostas por
a leis criminaes anteriores.Se essas leis nao sao
da competencia das ssemblas provinciaes.
razao.
(Ha um aparte). ._
O Sr. G. Drummond :A opiniao que aeabo de
emittir, sto d qac a le reguladora da forma de
processo ante a assembla provincial, deve ser ge-
ral. .
OSr. Amtsthae :Ora niiute obr.gado i
O Sr. G. Dbummond :Tem autoridade no con-
selho de estado que a sustenta, e depois se-
guida por Ilustres liberae; chefes da seitt dos
nob res depulados. '
O Sr. marquei de Ollnda totis timns, susten-
tou em seu luminoso parecer. ._
Um Sr Deputado :Hoje. serve a opiniao do
Sr. marquei de Olinda !
O *r. G. Drummond :Eportraonao sou o
primeiro a reconhecer a sua trlustracao, e o eilo
ao? nobres deputados como um dos" vul'os impor-
tantes da finada epocha progressista I !
(Crsam-se apartes). ,
6 Sr. G. Drummoxb :O Sr. ronquez de Olinda
em seu luminoso parecer de 18 de junto do 1846
assim diz:
(Trocara-se apartes).
O Sr. G. Drummonb ;--Senhores, lde as atR;l
buices do chefe de policia no arl. 4o da le de 3
de dezerab de 1841, e veris que nada teem de
commum com as do Juiz de direito, e sim sao iguaes
as que pertencem ao delegado em seu ttate, e
com paum excepcSes ac subdelegadoam sen dis-
tricto. Ora, se pelas ai tribuic3es inherentes ao
cargo de chefe de poliels elle oonsiderado ma
O Sr. vlseonde dt
Na>) tendo eoaco
cao, na parte em
t mm-compete re
a casot em ^ne as
ceden como trF
ver emor as
opir.au deste modo:
o parecer da see-
da autoridade a
do prueesso nos
provinciaes pro-
da justica, julgo d:
mmha opinfSo
le de (I de mao de 1840y interpretando a dft
* de amsto de 1834, declara no art. 5, que
* na deoretacJo d 9uspensa0 oc dm'rss2o fwa
t magistrados prow eiaes eomo IribuBal de jastca. No exereicio
tambera nao se pode dizer que o sejam as que
regulam a forma do processo. Portante, a ex-
presso anteriormente estabelecdafallando-
i se da forma do processo, nao pode ter pensa-
- meuto difirentc do que exprnem estasleis
eriniiuaes anteriores.E como estas uilimas pa-
lavras nao significara que as assemWas pro-
. vincaes. possam por sua autoridade estabcle-
cc-r essas leis, mas sm que devem observar as
tpie existera, o mesrao devemos dizer que cx-
primera as primeiras, quando tratara da forma
t do processo.
t O arl. 6- da mesma lei de 1840, que declara
t os termos em que deve ser concebida a sen-
o tenca (que nutra cousa nae o decreto deque
aqu se trata1), nao tem por fim senao applicar
a este julgamento, quanto peeeiwl, a forma do
processo por jurados, mandanfc guardar a bem
i entendida differenca de quesejo de fado o ques-
t tao de direito. Como nesle processo acham-se
t reunidos as mesmas pessOas as- funecoes de
juiz ede jurados, exige o artigo nos tres ques-
tes : 1." que se separem as questoes, as quaes
t seo aquella circumslancia, sertam decididas por
juizes dilfeirentes ; 2." ue alm disso se funda-
mente a deciso. o que parece ser exigido pela
uatureza desta forma de julgar. Esta sabia dis-
posicao fazia-se neeessaria para dar mais se-
guranra ao reo, pois que os juizes poderiam-se
julgar dispensados de guardar aquellas formu-
las, que lo protectoras sao da innocencia. E
considerada esta disposicao era si mesnia ue-
. nhuma relacao tem com a autoridade, a quera
a compete estabeiecer as luis do proeesSo, que sao
i cousas bem differentes.
0 direito que tem as ssemblas provinciaes
de regu ar em seus regimentos internos a ma-
neira porque se bao de haver no desempenho
de suas funecoes nao pode favorecer a opino
contraria. A autoridade de taes ssemblas de-
ve ser exereida segundo as leis que a cua-
cedera.
. Nao pois, pela aeuldade geral que ellas
tm de fazer seus regimentos que se deve deci-
dir a questo, mas sim pela extensao do poder
que lhes oulorgado. Se ellas nao sao senao
executoras das Iais, como no caso preseate, em
que sao declarados tribunaes de justica, e se
estas leis regulam nao s o direito de obrar,
mas tambe o modo pralico porque bao de
exercer esse diueito, que oque pode ser ob-
jedo de reg meuto, claro tica que Ibes fallece au-
loridade para nrescrever o modo de proceder.
& Paieco-me vigorar rmnua opiniao anda no
caso de se MUteatar que as ssemblas provin-
ciaes nao sao tribunaes de jusliea propriamente
fallando, posto que tenham de obrar como taes.
Se eUas conservam seu carcter de poder pol-
tico anda julgaudo, e smente sao consideradas
tribunaes de "justea para so regularen! por elles
uo procedimomo que devem ter, alada nesta hy-
pothese nao Inca compete a faculdade de orde-
nar o processo. As assombjas. Mrinciaes nao
tem seao aquellas faculdade ,qon lhes sao da-
das pela le du 183i cora, as explieacoes da
f Se ellas nestes juJgameulos deven proeejer
como tribunaes de Jusliea, e nao de ouro mo-
do, limitada est sua autoridade. E oomcesses
tribunaes estao obrigados a observar, as leis
que marcara a'trma do procosso evidente
que tambem ellas eatSoigualmente cireuuscriptes
i a observancia desaas lea, Se ellas podem ragu-
. lar a forma do proceisp, apezar de n^o poda-
ren) obrar seoau como tribunaes de jusliea, a
poder judieiaro, nao l!s compete marcar *
forma do processo porque se ho de reger, do-
< mesmo modo que lhes nao compete stabele-
< cer as leis criminaes relativas a esses meemos
casos.
Alm desta opino respclavel, tenho a do Sr.
senador visconde de Maranguape, coacebtda oes-
tes termos :
O Sf. Lopes Gama opinou as^m :
A constituico no art. 17!) 11 diz : nin-
guein ser sentenciado senao por autoridad--
compleme, e em virtude de lei anterior, e na-
forma por ella proscripta.
O | 7o do art. 11 da lei das reformas copsti-
tucionaes fez das ssemblas legislativas provin-
ciaes autoridades competentes para o julgamea
te dos magi irados, pudendo-lhcs appiicar a pe-
na de suspensao ou demissao por crmiesderes-
ponsablidade.
A lei que interpretou algumas deosas reor-
mas declara no art. 5" que na deeretacau da
< suspeusu ou den sso dos magistrados as assem-
blas nao sao uias do que tribunaes de justica
e por isso devem impor somenie as penas que
estiverem estabelecidas por leis anteriores, ob-
servando a forma do processo para taes casos
< tambera anteriormente estabelecda.
. A-forma do*processo, porm, s por lei pode
ser estabelecda, porque assim expressameiite o
determina o art. 179 11 da constituico ; por-
tanto, nao para mira urna questo se a forma
do processo de que se trata objecto de lei on
do n-gulamento de cada urna daquellas assem-
< blas.
A questo que resta examinar :=a quera
compele fazer essa lei de processo t
t No meu entender perlence assembla geral
legislativa-; 1.-, porque na emuneracao oosob-
jectos sobre os quaes podem as ssemblas pro-
vtneiaes legislar nao vera comprebendida a fr
raa do pocesso dos magistrados sugeitos ao seu
> julgamenl- : i.", porque a lei das reformas no
art 10 11 s permute s ssemblas provin-
ciaes legisUireui sobre a forma da suspenso ou
demissao admnsiralivanieiitc dada aos empre-
< gados provinciaes, o que basta para convencer-
me o> que ellas nao tem essa attribuicao legis-
lativa quando se nata da suspenso ou denus-
- sao de empregados geraes. cooio sao os magis-
Irados, que tm de sur julgados petas mesmas
ssemblas como tribunaes de justica ; 3., fi-
Mlatente, porque quando alguma obseuridade
houvesse ueste pone de direito constitucional
elle doveria ser entendido no sentido que eu
(sustento, por ser mais conforme comas nossas
Inslituicoe* sociaes, secundo as quaes o mais
i inforior dos empregados geraes tem por garan-
lia em todo o imperio urna forma de processo
decretada por lei geral : nao sendo possivel dar-
se razao alguma de dueo publro para urna
xeepcao contra os magistrados, lano mus odio-
sa, quanto pode dar lugar aos abusos de que j.'
lemos exemplo em Malto-Grusso. >
Anda, Sr. presidente, opinan) de igual forma os
Exras. desembargador Joo liaptVta Gontjalves
nmdos oiiii.menlos^da magistratura bra-
siloifa, e o Sr. Frauci-co Jos'* Furtado e outros,
como os nobres depulados poderlo ler na repre-
sentaco que dirigiram ao presidente da provincia
do Para contra o acto da assembla daquella pro-
eia, eslabeleceudo a forma do processo a seguir-
se no julgamento dos magistrados, e nesta repre-
sentacao^ senhores. em estylo claro e conveniente.
a questo de direito foi completamente eluci-
dada.
Eis a representacao :
Illm. e Exm. Sr. O elu-fe de polica desta
proviacia do Pai, os juizes de direito da pri-
ineira e da segunda vaia da comarca da cap*
tal, o juiz municipal e de orphos do termo da
i mesma, usando do dreito oulorgado pela cons-
titu^o do imperio a iodo o cidadao no 30 do
< art. 179, c na qualidado de membros de um dos
poderes polticos, cuja existencia e indepnden-
cia garantida pela mesma conslituteo nos arts.
9 e 10, vera respetosamente representar contra
< o acto da asscmlile de.-ta provincia, pelo qua!.
> usurpando attribJ4coes que i lie nao competem
decreten pelo eaoilo o mais irregular a forma
do processo para o juigamento de magistrados.
Oado addicional uo art. H 7o, conferio as
i ssemblas provinciaes a jurisdiccao dedecre-
tar a suspenso e anda mesura a demissao do
- magistrado, contra quem houver queixa por eri-
> me de responsabilidade, sendo elle ouvido e
< dando-se-lhe lugar a defoza.
t A lei da interpretarn do acto addicional de-
t termiaou no arl. 5" que em tal deeretaco pro-
cedem as ssemblas provinciaes como tribunaes
de justea, e que pmulo listo como Iribu-
. naes) somenie podem Unpr peuas por crime de
i responsabilidade que ellas estejam impostas
por leis anteriores, observando a forma do pro-
oesso para laes c*sos (casos em que se comer-
t tem cm tribunaes de jusliea i anteriormente es-
tabelocida.
i Nif ha lei alguma estabeloceudo a forma do
processo dos niagisjrados ante as ssemblas
c provincias; e sem essa lei as ssemblas nao so
podem constituir tribunaes de jusliea; e consti-
t tuindo-so infrugem manifeslaniente o art. 5."
t d'onde dervam a sua jurisdiccao, bem coma o
t 11 do art. 179 da constituico; ninguem
ser sentenciado senao por autoridade corape-
tente c em virtude de le anterior e ua forma
pofella prescripta.
Nenhum artigo da constituico, acto addicional
ou interpretacao deu as ssemblas provinciaes
a faculdade de legislar sobre forma do processo
para os casos em que ellas se convertem em
tnhunaes de jusliea; antes essa faculdade lhes
i claramente denegada pelo art. 12 do acto ad-
t diclonal o art. I." da le de 12 de maio.de 1840.
Nem era justo, poltico ou conveniente qne o
tives9em.
A magistratura de um mesmo imperio nao
de va ficar sugeia a ser julgada pelas differentes
formas de processo que as ssemblas das pro-
vincias qnizessem estabeiecer. Tao grave mal
s- pode ser evitado pola uniformidade de um
proeesso que o poder legislativo geral decretar
113ra lodo imperio; e foi para obva-lo que a
ei de 12 de mao de 1840 determinou o que se
v no art. &.
c G aresto da assembla do Cear com a sua
lei de processo de 14 de seiembro de 1837 nao
pode prevalecer contra a" constituieao do im-
perio. J antes da interpretacao era_reconhe-
cido qae as ssemblas provinciaes nao podan1,
legislar sobre o processo, como foi magistral-
mente declarado e demonstrado pelo Av. de W
de dezembro de 1836.
gistrado, e firmada twra a wmpotencie da aasanv ^0Tta*a autoridade qne me?
bla proTiteial. entio com aal nuao oevaseri rt. dajeiej
considerado o delegado e snbdetegado d< .itli^e! materia, te^,"
por C9nsequencia flitndi) tambem o nosso poorr oeano as
* quem fallece scmelnante atoridado, nao sel co-
c mo se lhs. pode negar o poder de esiabetecer
t as leis criminaes relativas aos casos de que se
trata : m> ask a> tm wijn nada que autorisel
essa differenca. ___ ___
< ConcluaVpS^ftt fWWlefy i limlauas as a;e#Ha^a^aff.aoaeBg a,
Icrtar,on carera como po^^^co.otkcomfl
E se essa lei de Ceii au caducou peta in-
terpretacao, foi ex-vi do art. 8." da citada lea de
11 de maio d 11940, qae deixou subsisteates as
leis provinciaes era contrario, at qae bssem
exprossameata revugadas por actos do poder le-
gislativo geral.
Nao obstante disposicoes tao claras c termi-
nantes assembla desla provincia, prendo a
toda o transe constituir-so tribunal JndicBurio,
adoptou na sessao de 6 do mez cadente por urna
simriles votacao o alvitre de sou presidente: -
i que.a lei do processo* para o julgamento dos
inaitraQSrpela assembla nro"'*}6!11 eI?
15 de outubro de 1827, especial para a resion-
. sabilidade dos-ministros ecoasell ^-
do, leique.r^coiups MPf^JWgJ
. das aiembteas i l00 ,^?-** ?
. ainfr ncm W por H algnm ^pitada ao ma-
.


Diario de Pernatribuco Segunda eira 21 de Junho de 1869.

gistrados. Imtneliataracnte nomeou-se, eoiiio ?
assembla provincial fosso a chumara des depu-
lados, nina commissao, segundo o art. 10 da c-
tada lei, para dar o seu parecer ecrea de urna
i]ueixa contra o juiz municipal desta capital,
artuindo-o do inaudito criine de haver pronnn-
ciado c prendido a um estraogero que liavia
subtrahido uus autes que obtivera conlidencinl-
mente entregndoos depois da prisa i.
< A commissao na Uui 10 iku o parecer-cons-
' tantedodec.n. 1, decidindo que a referida lei
de 1837 nao era a^wgr.lad ira do processo
senao nos casos onmlfe, devenda sefuir-sc o
Cod. do Proe. Crin, o ollcg. das rdacocs mu-
tatis mulandist E na sosso de 23. foi appro-
vado quasi unnimemente lao singular parecer,
regeltada a emenda o florecida pelo nnico inem-
tro disaidente, o qual propuzera que, vi-to nao
haver lei de processo, se abativesse a assem-
bla de eonstituir-se tribunal do justi;a e re-
motlesse a queixa a V. Exc.
Na falta do lei de pr< cesso, na impossiblida-
de ser ella decretada pela toOOtuMa, nao .anto
- por ser isso exorbitante do suas allrihuicSes,
como porque devia contar que V. Exc. em obe-
diencia a constituirlo nefaria a sua sanecao i
- loi iniciada, ou suspeiule-la-lia, se osse adopta-
da or duus tercos ; como porque urna tal lei
seria posterior a'o facto, e nao servira ao empe-
uho do seus autores, recorreu-se a urna fraude
- legislativa, docrelando-se-a lei por um pareeor
de eommisssao para subtrahir-se a medida
sanecao, nao obstante violar-se o art. 13 do
acto addicional.
Eis a conclusa* do parecer, ou antes os arti-
ros do proiecto de lei: 1." que o processo da
formaco da culpa deve sor feito na furnia do
art. ff>9do Cod. do Proc. Orim. comWnado cora
- os arts. 12 o 13 do Reg. das relaces doim-
nerio, e o julgamento nos termos dos arts. 16 a
do predito regulamento; 2., que deve recor-
i rer-se a lei de 15 de outubro de de 1827 cumo
direito subsidiario tan somentc nos casas ouiissos
ou imprevistos em que absolutamente seja isso no-
eessario ; 3., que procodendo a assembla por
- esta forma segu justamente o processo estabe-
lecido por leis anteriores ao acto addicional que
at boje existem em em pura os erimes de
respoasabilidadc dos magistrados, guardando
- unifonnidade com os que sao formados pelas
relacdes e pelos juizos de direito 31 tacs
casos, i
' E claro, a olhos vittos, que sob a foima de
parecer decretou a assembla nina vertadeira
i lei, snbtrahindo-a sanecao. A' iucouslitucio-
nabilidada substancial do acto accresse a da
< forma; !.", porque appiiea a todos os magistra-
dos o proco so dos empregados privilegiados,
' quando alguns nao sao prvilegidos, como juizes
i mnnicipacs e de orphaos, acerca Eos qnaes pelo
Cod. do Proc. Crim. a forma do processo era a
- dos crme.; communs, e pela le d 3 de dezem-
Iiro de 1811 a do art. 2.*, 1." a 3.", Reg.m.
- 120 de 31 le Janeiro le 48p, arts. 39fi a M '<.
6 na i o processo do art. 1" e 13 do Reg. de 3
de Janeiro do 1833 apptieado pela assembla;
sendo que este Regulamenio so em grao de ap-
pellaco e sugunda instancia era e applieavel
aos magistradi s nao privilegiados, e nunca em
primeira instancia : ., porque nem aos roagis-
- traaos privilegiados em caso algum applieavel
- a lei de !"> de utubro de 1827, que a aseerabla
- no da 6 declarou a reguladora do processo, e
no dia 23 reservou-a para os taso omlssos,
eavia, pois de priunira igluioao, que deixar
ao arbitriod*> asscmblas Sitevincureri :i escolha
deleis feitas para jnizes muibnuues lio diver-
t sos, fura duixar-lbes um'wbitrio mais ampio e
perigoso do que aquella qieprotendeu coatetar,
c de frito coarctou pela d B^sicao di art. 5 da
interpret'acao do acto ad> licienal, preceituandu
du novo o que'e-xistia nj 'll fio a'rt. 1
constituido que as a?
< quando constilunte e
mente podem appcar
-deniissoes imptijes per
ves (ios actos apguidc|
iblas
itnimti 4* jusli
as de suspejB^i <
oriminees aulcrio-
t'guado a nuia do
f rocen para.tees casos<(paia o.juj.iaiueirtodos
processo (IoJl...
oerante as asseblas p^ovHK^^es.exlstlalnaol*,
iip. do .rt addkional, como di o parecer
--lei (pie nos temos referido, ouo o art. 5*
Ja iatcrprelacao teria dito : efundo a forma
-do processo eMinUt, ou : segundo forma do
(irocesso, estalwlecidia para o jalgiwoolo' dos
magistrado^ peraute os juizes e tribunaes judi-
. ciarios, ou eousa som'jlliante. RretoHder-se quo
a autoridad da* leis somonte em relaoio ao
acto addicioaal, e nao principalmente aos factos
< ac-.-asados, t um erro grosseiro ou crass. Por
essa iutelligeucja oii as leis do procosso nunca
suriatu aiterada. ou anda yuo ueJ'onnadas
subsisliriam seu^ire para os casos em que as
* assenblas prowaciats se quize i eui tribunaes de justica : os magistrados nao
- privilegiados seriaui julgados segundo a forma
do processo pecante o jury, que existia ao tem-
| po do cdigo do processo criminal e autes da lei
de^de dezembrode 184 i.
'Soria muito pata v>r esse proceseo transpor-
lado para uma assembla do 28 menibros!
N5o ; a le o que gaiz foi vedar cxprausainent'1
que a leis crimuaes, tasn como as iojproces-
so nos casos que se referia, tivessem etleito
retroactivo, c que as assemblas provinciaes po
' dessem oonstituir-so em tribunaes dejuauca
i -iin, lei especial que regulasse a marcha Jo pro
* cuja existencia 6ca ao arbitrio da assembli ou
da parte della declarar segundo as nccessjindes
da oceasiao, ao passo que o aeeusado nao po-
i der atinar de antenno com ellas. E' orna lei
de umitas caras eomleninada pelo aphorismo de
> Raeon aon placel Janns in legiiius; 3., por-
- que sendo a referida.lei de 1827 especial para
os ministros e conselbeiros de estado, nao cabla
- as attribuicoes das aasaoblas provinciacs am-
- plia-la aos magistrados arrogamlo-se um direi-
< to que o poder legislativo geral nao julaou ter,
-tanto que para ampliaba a"S deputados e sc-
nadores nos erimes de re^ponsabilidade, foi no
cessario decreta-lo expresvamente por um arti-
go de lei, qual o art. 170 do (iod. do Proc.
Crim.; e nao obstante esta ampliaeao nao se
jidgoa comprehensiva dos crimes' inlviduaes
dos deputados e senadores, e foi necesario de
novamente df termina-lo pelo Dec. n. 284 de 14
junho de isil. A assembla provincial do
Para applica a citada lei de r327 e mais dnas
ou tres por um simples parecer ae commis-fio,
ejleduz um processo ineerto e monstruoso que
nao se pode deduzir pela mais arrojada inter-
pretaciio dalrluaria I
i Arranjar um processo, apiweitando as diver-
sas disposicoes de-sas leis reguladoras * cessos de nvponsal.iiidade, ora pecante um juiz
nico, ora peante tribunaes collectivo's, que
< nenhuma semelbanca tcm com uma assembla,
ora finalmente peante dnas cmaras legislati-
vas, u:na das quaes serve de jury de aecusacao,
- outra de sentenca, supprimir instancias e re-
> curso* o dizer que esse processo imaginario
exista, e a ella se refere o art. 5o da interprc-
tacao do acto addicional, zombar da razao e
do bom senso.
O terceiro artigo dossa lei informe e monstruo
sa denominada parecer nao s falso como
contraditorio com um principia proclamado no
a rolatorio, quando diz que o inconstitucional
processo decretado pelo parecerleiera o es
tafeelecido pelas leis anteriores ao acto addico-
i nal, que at boje existem em vigor para os cri-
< mes de responsabilidade dos magistrados, guar
" dando nniformidade com os quo sao formados
pelas rolacSes e pelos juizes de direito cm taes
> casos.
' Como fica demonstrado, e muito sabido, o
< processo dos magstrados*bo previlegiados (co-
mo juizes municipaes, de orphaos, etc.,) corre
- perante o juiz de direito em primeira instancia,
i nao segundo as leis anteriores ao acto addicio-
< nal, como erradamente aflirma o parecerle
i parni segundo as disponicos da le de 3 de de-
zewbro de 1841, art. 25. g 1 e 5, o art. 396 a
' 405 do regulamcnto n. 120 de 31 de Janeiro d>-
I82, posferiores ao acto addicional; e somonte
em segunda instancia por meio de recurso ou
de appellaeao, e ainda nestes casos sogundo ou-
tras disposicoes que nao as dos art. 12 e 13 do
1 regulamcnto de 3 de Janeiro de 1833, e*peciaes
para os erimes dos magistrados privilegiados c
- outros empregados, eujo processo desdo a for-
macao da culpa comeca c corre perante a rela-
c5o.' Mas em caso algum, qner se trate de res
ponsabilidade dos magistrados nao privilegiados,
> quer privilegiados, nenhuma applicacao tem ao
processo dos mesmos as disposicoes da lei de 15
de outubro de 1827.
E poli como dizer-se quo a forma do processo
segundo o art. 25 | 1 c 5 da lei de 3 de dezem-
bro de 1841, e arts. 39fi a 405 de citado regula-
> ment de 31 de Janeiro de 1842 c lei de 15 de
ouiubro de 1827, e regulamento das relaijoes
art<. 12 e 13, a que estava estatuida para o
m: gistrados privilegiados e nao privilegiados por
i leis anteriores ao acto addicional, quando sobra
notar, que o processo dos magistrados nao pri-
vilegiados era a esse tempo o dos crimes indi-
viduaes e communs com pequeas difTerencas
at a formacao da culpa, seguindo-o inteiramen-
te depois e perante o jury, como se v dos arts.
17S e 174 do cdigo do processo criminal, que
nesta parte foi alterado pela citada lei de 3 de
dezembro de 1841 T Como o mosmo processo,
se o creado pelo parecerlede 23 do corren-
te supprime instancias, recursos, etc., estatuido
a pelo cdigo do processo e regulamento das re-
facocs, le de 3 de dezembro de 1841 e regula
ment n. 120 ? Que lei decretou ou aulorisou
semelhante processo, para que uma assembla
provincial se abalance a dalo como preexis
i tente?
Ainda mais. No relatorio do parecerlei
se confessa que pela legislacao citada esta
classicados por categoras os unecionarios pu-
blieos dando-se a cada um o seo juiz, a qnem a
lei marcou a forma do processo que deve se-
gulr.
Ora, se essa legislacao citada, como confessa
o relatorio, nao s d a cada urna categora de
empregados o seu juiz, como tamben) marca ao
juiz designado a forma do processo qne deve se-
guir, o se ao juizassembla provincialnao
marcou uma s dessas leis a forma do processo
que deve seguir, consequencia necessaria e ri-
gorosa que elle nao pode julgar, visto como nao
wu marcado o pryeesso que deva seguir segan-
do o principio reconhecido pela propria assem-
bla.
E constituir-se tribunal de jnstca sem essa
le, e marcar.se a si mesma a marcha do proces-
so que tem de seguir um acto inconstitucio-
nal e reveluccionario que nao commanda obe-
< dienci.i.
a 8o o legislador quizesse que as leis concer-
< nentes ao processo dos crimes de respoosabili-
< dade perante o juizes e tribunaes judciarns e
ao da responsabilidade dos ministros e corn'e-
' lheiros de estado fossein applcaveis ao julga-
* flBciaas, lena feito menclo da lei ou leu appli-
scosso, auo ellas deviam observar couw tribu-
naes dejustca. E' isto o que rc-ulta da letra
eespirito da lei e dos principios. O mais seria
urna tieoessidadn ou uma inutilid; de, o qne se
nao pode suppr; pois que aquella lei leve por
Mn especial reprimir os abusos das assemblas
pro vijtci aves.
E, ,pi*is, fica sobeja e evidentemente demons-
Irado : 1., que aresalucao da assemiila pro-
viscial de 23 do cadente, sob a forma de um
parecer, uma verdavdeira lei de processo, lei
i na..* auteriur ao faelo, porra exposto o fado,
contra a lettra e espirita do art. o. da lei de 12
i dentaio do 1840 e 11 doarl. 179 a consttui-
.cao ; 2.", que urna usurpacao do poder legis-
"lativd feral, *isto como nem pelo acto addicit)-
t nal, nem pela lei que o interpreten, podem as
asseinWas provinciaos legislar sobre a tJrnia
dos proeessos, e ibes isso vedado pelo art. 12
do acto addicioaal ; e esta opiniao tem tido o
apoio de todos o* governos, ainda daquelles que
mais favaraveis.erani.is frauquezas provinciaes,
' o ainda muito antes da lei do 12 de maio.de
1840; o sirva de prova, entre outros, o magia-
tral aviso de 12 de dezuinbro de 18 : 3, quo
> sobre a' inconstlucionalidade substancial do ae-
,to c da forma acoresco a viola^ao das regias
.proscriptas no afl. .11 Io do acto addicional
i sobro o modo de discutir qualquer projecto de
' le ou rosolucSo ; 4., que linalmente esbulliou
a presidencia do direiio de saneco e volou o
' art. 13 do acto addicional soccorrenuo-se urna
fraud de fqrma para eucobrir a usurpacao.
Assim a deliberago da assembla na sesso
de 23 do correte se'.embro manifestameute
exorbitante e con-aria eoiistituiyao do estado
e contra esta nao poden prevalecer os decretos
das assemblas provinciaes, como diza um emi-
nente estadista em o a\iso de 5 de noveiubro de
1838 n. 417. E j en; io e por muitas vezes se
uiandaram suspender projectos de. leis ofensi-
vos da consiii,iiicao ou dos interesses geraes,
posto que es respectivos presidentes os tivessem
sauccionado. A face do art. 7 da lei de 12 de
niato de 1840 a deliberaciio da assembla est
no caso de ser suspensa, e os abaixo assigna-
dos esperan) que V. Exc. era obediencia cons-
tituicao, em defeza das attribuicoes do poder ge-
ral usurpados, e da independencia dos magis-
trados tumultuaria e revolucionariamente amea-
cada suspender o acto da assembl&i provincial
4e 23, <|ue decretou uma lei de processo para o
julgamento dos magistrados.
Ni m pode embargar a providencia, que res-
peitosos solicitan) de V. Exc, o nao ter o acto
revestido a forma de projecto de lei, nem ter si-
do remetilo a V. Exc. O acto publico e no-
torio; a forma nao diminue a inconstitucionali-
dade substancial antes a aggrava, porque de
industria assim procedeu a assembla para que
V. Exc. nao frustrasse logo o intento. E se por
tal chicana devesse a presidencia fiear inhibida
de suspender os aftos das assemblas provin-
ciaes que violassem a constituirn do estado e o
acto addicional, enlao tudo pederan) eilas tentar
mediante pareceres, e destarte inulilsariam o
direito do saneconar as leis conferido aos presi-
denles das provincias bem como-o de suspend-
i las, quando nao bastasse a recusa da sanecao ;
< e assim este direito que na phrasc do aviso de
< n. 118 de 6 de novembro de 1838, nao s cons-
tituc urna prerogativa da presidencia, mas Ihe
ornece armas, a que habilita a impedir c obviar
os males que podem resultar de medidas preci-
pitadas ou apaixomdas, seria nullilicado me-
diante um ardil de formula da assembla nsur-
padora.
Portanto esperan) os magistrados abaixo as-
signados que V Exc. nao tolerar o acto, contra
o qual reclaman), e que j transpoz o recinto da
assembla; que nao esperar que prduza to-
dos.os seus damnosos effeitos esse acto inctras-
< litueional, que nao pode commandar obediencia,
o de goito a gerar conflictos que podem pertnr-
i bar os intereeses pblicos e privados.
Paracidade de Belm, 27 de setembro de
1856.Joo Baptista Gon^alves Campos, rhele
de polica do Para.0 juiz de direito da 1.* vara
crimo, Afftnio Artkur de Almeida Albuqtifrqut.
o juiz de direito da 2.* vara, Francisco lote
' Furtado.O juiz municipal do termo da capital,
Jos de Araujo Rosa Davim.O juiz de orphaos
ilo termo da capital, Maximiano Francisco
uarte*
O Sr. Pemsbino :Mas l'si ouvido o conselho de
estado, o den parecer contra.
O Sr. G. hummond :Mostre-mc V. Exc. a con-
sulta do conselho de estado sobre a representacao
do Sr. conselheiro Furtado e cutros.
O Sn. Fblisbino : Ei-la (mostrando um li-
vro.)
O Sb. G. Dri'mmond :(Lendo). Perdoe-me V.
Exc, a consulta que me riostra em relacao a
facto que teve lugar na assembla do Matto-Gros-
so era 1846, e a represeoticao a que me aliudo
datada de 1856. V. Exc. enganou-se.
O Sn. Felisbino :Aqui est a representacao as-
signada.
O Sr. G. Drummond :Veja V. Exc. a consulta
e conbecer qne nao tem relacao com a represen-
tacao, qne a consulta se refere ao caso de Matto-
Grosso, e as datas do parecer e da representacao
extinguen) toda a duvda.
(Ha um aparte.)
O Sr. G. Drummond : Alm de autoridades tao
respeitaveis, senhores, eu vos poderei citar a opi-
niao do Sr. conselheiro Silveira Lobo.
O Sr. Demosthknes Lobo :O que disseelle?
O Sr. G. Drdhmono : Na cmara quatiiennal
em um sea bem elaborado discurso, sustenton que
as leis deterraioadoras da forma do processo dos
magistrados presente as assemblas provt .ciaes so
podiam ser feitas pelo poder legislativo geral e por
esta razio convinha na commissao pedida pelo Sr.
vsconde de Jequitinhonha, no que foi apoiado pe-
lo Ilustre Dr. Jeronymo \illela de Castro lavares"
e outros jurisconsultos distinctos.
Sr. presidente, em face de tudo quanto hei dito,
me parece ter justificado o mea voto era separad
a respeito dfcdcnuneia do nobre dnputado peto
l.JditrictoWRra o a-tual chefe do polica Dr.
Francisco de Parias Lemos: ponho termo a dis-
Foi aposentado o Io cscripturario da 31 seccao,
Joan Manuel de Castro.
Faran orneadas : o amanuense Manoel Jos
de Campos Barbosa para aquello cargo ; o colla-
tbsrador Silvino Antonio Rodrigues, para ama-
nuense ; Ovidio Pergecttno de Souza e Minervino
J.'ITerson Pereira deOli-vjira, para coHaboradores.
DELEGADOS L1TTERARI0S.Por deliberagao
yroviuciaes (f;e ^ do corrente. ferun comeados: Joaquim
itonio da Silva Lyn. Antonio Manoel do Reg
Barros, o FranciscaCwilein Civ.Ucaate, delega-,
11- liiierarosde S. Caet.ino da Raposa, XazafelJ
do Cabo, e Itamarar.
DOUS DE JL'LHO.A sociedade paWolica dessa
lara crias
pparece-
sobrad )
/Ola ra da Aurora, com as criancas, o nomo,
o inorada do sauhoe, nome da mal. idd,! o prer i
yin alWrra. A socteado acceita de preferencia
riancas quo aiuda uo leuhain sido bap isadas.
PRFES60RA t CANTO.Aclia-se de presen-
te oMrc nos, viada a Europa por via da Babia, a
Exma. Sra. D. Julia Beltramini Marinangeli, dcs-
incia prima-dona que foi do nosso theatro. Vin-
6.0 residir entre nos,-desde j pe ella dispo^icao
das Sitia. Pernambuaanas o seu presbino |ara o
ensino da msica e canto, de cuja arte e una ver-
dadeira cultora.
Artista de mrito, c se hora de qualidaies des-
uncas, torna-se- ella recommendada todas as
pessoas que desojara aprender a cantar com gusto
o mestria; o por isso nos apresentando-a ao$
ebefes de familia, recomnendamo-la como a me-
Ibor aeaaisicao que se pode lazer para o comple-
mento m educaeo das nossas com provincianas.
111liEIRA DE S. J08E'.Os contihuados desas-
tres que tem-se dado na cacimba que existe no
meio do mercado do peixe, e a nenhuma necessi-
dade desse foco de miasiias putiido?, pelo depo-
sito de quanta immuidicia ha, aconselham
ipte-aeja ella entulhada o jnais breve possivel.
Chamando para isso a atiencao da cmara munici-
pal, esperamos que se dignara attende-la con-
venientemente.
cusso congratulando-ine com o nobre deputad
pela desistencia reaaerida. Assim, senhores, o
funecionario honrado, o magistrado distinelo foi
desviado dessa tortura que se Ihe procurava in-
flingir pelo nico crimo de nao adherir as ideas da
politiua decahidal l
As palavras no nobre Reputado cheias de fel,
arremessadas ao Ilustre chefe de polica, nao o
podem ferir, nem desmerece-lo na opiniao publica.
porque, senhores, um nome Ilustre dignamente
adquirido, nao desapparece, nem se nodoa ven-
tado ou pelos caprichos dow nossos adversarios.
Tenbo dito.
REVOTA DIARIA.
SECRETARIA DO WVERNO.-Por deliberacao
de 18 do cmate :
THEATRO DE SANTA ISABEL.-Subio, sabba-
do, neste theatro seena o pomposo drama Pira-
las das Savanns, que tantos applansns merecen do
publico parisiense, quando foi ah representado,
proniovendo ao emprezario cerca de 300 noites do
verdadeiras endientes.
O drama foi montado cora muito gosto, tanto no
apparatoso da scena, como no arranjo dos trajos
dos artistas ; sobresahindo aquello a linda scena
da queda d'agua, cercada de altos o escarpados
rochedos.
A execuco correubem, sobretudo da parte dos
Srs. J. Augusto, Velluti, Zulmira o Couto Rocha.
Este ultimo artista principalmente elevou o papel
de Ribeir conveniente altura, o quo nunca o
vimos faz ir.
O theatro estove literalmente chafo.
A enipreza cncerra os seus trabalhos no dia 30
do corrente, o este o ultimo drama que sobe
scena.
Faz amanhas beneficio o syrapathico e intel-
ligente artista Euardo da Silva, com o drama
/16el e Cahn, do Sr, Mendos Leal. E' a primeira
vez que este drama >be scena no anno corren-
te, pela actual companhia.
O Mariinho traballia pela ultima vez na presen-
te poca theatral.
TRANSFERENCIA.Nao podendo ter lugar hon-
tem a toissa ooe por alma do finado Joo Bento
Para, mandivam celebrar os membros da firma
Goocaives Paw A C, fui transferida para boje 21
as 8 horas da manha, na matriz de Santo Antonio,
e.jiifonne o annuncio que se acha em outro lugar.
S. JOAO.Em nome do socego c do ulerease pu
buco conven: que os amantes dos buscaps proco
re:n os largiB mais desertos da cidade. para drem
ampio deseiivolviraento ao seu flagelloso gosto, vis-
to como esse semi-barbaro divertimento causa se-
rios atropellos aos transentes, quando tem lugar
as ras.
TRFLHOS URB VNOS.Pedera-nos que lembre-
mos, quera do direito, a necessidade de cortar-se-|
algnns ramos de arveredo, que na direccao da-
Suella via frrea, pendendo s a, embaragam e at eneommodam com pancadas
quem se acha sobre o tejadilho dos carros dos
respectivos trens.
Outrosim pftdem-nos que reeommendemos ao
Sr. gerente daquella empreza a conveniencia do
restabelecimpnt de um trem diario sahindode Api-
pueos depois de 9 horas da note, com escala por
todas as eslaces.
ESTRADA DE FERRO DO P. FRANCISCO.-
Qucixam-so os passageiro; d'essa via de comrau
nicacao, com toda razao, eontra o estado actual do
pate da estacan da Cinco-Pontas, onde no tempo
secco ha um areal de metler medo. e nos das cliu-
vosns ura lamacal do desanimar quera tem ne-
cessidade de ir a estaeo, sem contar o mal que isso
causa ao traiect de vehculos de toda especie, que
para all se dirigem.
Seria, pois, mister que qnanlo antes so desse
comeco algum raelhoramento.
LOTERA.A que se acha a venda a 111.',
beneficio da igreja de S. Pedro Ap stolo de Olina
que cirro no dia 28.
B1LIIETES OFFERECIDOS. Numeracao dos
bilhetes da lotera 111." offerecidos pelo thesourci-
ro das loteras, para auxilio das despezas da
guerra.
Bilhetes ns. 2181 a 2490.,
LEILAO.0 agente Martm3 faz boje leilao em
lotes, no armazem da Allian^a a ra do Imperador
n. 57, de um grande sortmento de molhado6.
CEMITERIO PUBLICO.Obtuario do dia 17 de
junho.
Carila Josephina dos Prazeres, Pernambuco, 30
annos, casada, Boa-Vista : tubrculos pulmonares.
Silvestre, Pernambuco, 46 annos, Boa-Vista; he-
uatito.
Marianna, Pernambuco, 25 annos, Boa-Vista ;
tubrculos pulmonares.
Joanna, Pernambuco, 1 dia, S. Jos*-; hermorrha-
gia umbilical.
Rcsana Maria da Conccicao, Pernambuco, 38
annos, solteira, Boa-Vi>ta ; bexigas.
Gabriel, frica, 35 annos, S. Jos; frialdade.
Jacntha de Sania Amia, Pernambuco, 40 annos,
soltcira, Boa-Vista ; ttano espontaneo.
Jos, Pernambuco, II Beata) Santo Antonio; den-
tieao.
18 -
Mari?, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista ; hydro-
pesia.
Antonio Lourenco, Santo Antao, 50 annos, viuvo,
Boa-Vista; enterite.
Maria, Pernambuco, 15 raezes, Boa-Vista ; den-
tieao.
Auna, Pernambuco, 2 annos, Recife ; apoplexia
fulminante.
Mara, Pernambuco, 17 annos, Santo Antonio
bexigas.
Florencio, Pernambuco, 50 anuos, Santo Anto-
nio ; hepatito chronica.
Felppa, Pernambuco, 21 das, Santo Antonio ;
bexigas.
Mara Honoria da Concecao, Pernambuco, 27
annos, solteira, Boa-Vista; pleuro-pneumonia.
Irontdes Pernambuco, 2 annos, Santo Antonio;
queimadura.
Joaquim Marques Velloso, Pernambuco, 30 an-
nos, viuvo, S. Jos ; febre perniciosa.
reedificar os muros de seu sitio na freguezla do
Paca, que eahiram com a cheia do dia 7 de fe-
vereiro passado; declara que nada tem a oppr,
st^uiudo os raesrao3 o aliuhament* dos que ca-
Jiirara,Coneedeu-se.
O.itro do em seu requeriraento, Joaquim Lfllz Vieira, para
oonstruir um armaiem no caes do Apollo, tem
a dizer quo nada ha a oppr, precedeudo a com-
itente coroeacao.Wanaou-so cordear.
Outro do mesrao, informando o requeriraento
ea) que Senliorinha Cezaria da Cruz Medeiros pe-
de para construir dnas casas na Baxa Verde da
Capunga, teve por despacho, que so Ihe desse a
-cordeagio, e esta fara dada era 5 de fevereiro do
anno passado, faltando somonte agora o despacho
definitivo; o que tem a dizer sobre seraolhaate
preteiiao.Coneedeu-se a licenea.
Outro do fiscal da freguezia de-Sano Antomo,
apresentando, de conformdade com o 2 do
MI. 8." do regulamento municipal de 12 de agosto
de 1841, o relatorio sobro o estado da meaina
freguezia.A commissao de polica.
Outro do fiscal da freguezia da Varzea, com-
municando que a cheia ltimamente ha vida, ar-
rombou a estrada municipal, o no lugar do ar-
rorabamento ficou a mesma estrada intransitavel.
Inteir.il).
Ontro do mesmo, communicando ter entrado
no exercico do dito cargo no dia 12 do corrente,
e havendo-se entendido com o seu antecessor, pa-
ra dellPJ receber os livros o mais papis tendentes
a (lscalisacao, Ihe fra pelo mesms dito, que nada
linha, por ter-se desencaminhado' eom a cheia, e
isto mesmo j havia participado ; roga a cmara
que so digne ordenar que Ihe sejam fornecdos os
fivros necessarios. O secretario declara que com
effeilo o antecessor do fiscal havia communicado
a perda dos livros e ollicios que achavam se sobre
a sua mesa, addiado o requeriraento do Sr. Dr.
Souza Leao.Que se forneca novos livros, e se
indague do procurador at que tempo o ex fiscal
da Varzea recolheu a importancia do que arreca-
dou pelos enterramentos feitos no cemiterio d'a-
quella freguezia, e que o actual administrador do
dito cemiterio que declare o numero das guias
:]ue recebcu do sea antecessor.
Comparece o ex-procaralor, e apresenta nao s
uma relacao da, letras dos diversos contratos fei-
tos, como as mestnas letras; dessa relacao consta
que quarenta e nove letras nao foram anda ac-
ceitas pelos arrematantes e seus fiadores, sendo
destas, vinto e seis de Libanio Candido Ribeiro &
C.; onze de 7W*625 cada urna, onze de 1:2715123
cada ama, e quatro de 1245500 tambera cada
urna; desosis de Landelino Antonio Ferreira,
dozi de 1:2630750 cada uma, o quatro de.......
1275251; quatro de Jos Lucio Lias, tambem
cada uma de 1273250, e tres de Belarniino Alves
de Aroucha ; sessenta e quatro aqpeitas pelos ar-
rematantes e fiadores, senjlo onze de Bellarmino
Alves de Aroucha de 403330:), quatoiv.e *de Ma-
noel de Souza Tavares, onze de 3035230, e tres
de 4923500 ; quatorzo de Bel miro Jos Ferreira,
sendo onze de 204*875, e tres-de 353750, tres de
Antonio Marques da Silva, cada uma de 5603000,
onze de Manoel de Souza Tavares de 5693230 e
onze de Anglica Maria do Lima, de 1343875 ;
estas vinle e duas ultimas nao esto aiuda assjg-
nadas pelos fiadores.Examinadas e conferidas
estas letras, deiiberou-se que se recolhesse ao co-
fre as que estivessem promptas, e as outras, que
se chamassera os contratantes e fiadores para as
legasar.
A commissao de polica apresentou o seu pare-
cer, relativamente as pretences do Libanio Can-
dido Ribeiro 4 C. e Landelino Antonio Ferreira,
e depois de haver sufflcienlemente desenvolvido a
questo, concluio o mesmo parecer no sentido de
se informar a presidencia que as arremtaces
feitas por Libanio e Landelino ficassem por "tres
annos.Assim se resolveue foi approvado o pa-
recer.
O Exm. Sr. presidente marcou se sao para o
dia 23 do corrente.
Despacharara-se as peticoes de Antonio Gomes
Netto. Bernardin Jos Leito, Flix Pereira da
Silva, Francisco Candido da Silva, Joo Christia-
ne, Jos Jacome T.sso, Joanna Maria Bapti-ta da
Conceieio, Jos Maria Ferreira da Cunha e Af-
fonso Moreira Temporal, Jos de Azevedo, Jorge
Jaeome Tas boza de Jiveira (2), Luiz Alvos Correa Lopes,
Manoel Frederico Adolpbo, Manoel Francisco de
Carvalho Paes de Andrade, Manoel Joaqun) Bap-
tista, Pocas & ., Pedro Americo da Gama Duar-
te, Salustiano Augusto Pmenta de Souza Pires,
Senhorinha Cezar da Cruz, Thereza Carneiro Lins
de Miranda, o Wvantou-so a sssao, deixando de
ser assignada a presente por falta de numero pa-
ra approva-la.
Eu, Francisco Canuto da Boa^riagem, secretario
a escrevi.Sarao de Muribeca, presidenteDr.
Pedro de Atltaiide Ijbo Hoscoso.Jos. Maria Frei-
r Gameiro.Bento Jos da Costa Jnior.M. de
Burros Brrelo Dr. Joo Maria Seve.Ignacio
Joaquim de Souza Leao.
Duzembro 31. dem idem
Janeiro .'11. dem idem.
Fev&rciro 8. dem idem.
Harto 31. dem idem...
Abril 30. dem idem...
dem derh. dem das
petinas d'agua.......
rldem idem. dem de di-
versos......v.a-----
Crdito.
Novembro 3 j. Despendido
neste mez...........
Dezembro 31. dem idem.
Janeiro 31. dem idem..
Fevereiro 28. dem idem.
Marpo 31. dem idem...
Abril 30. dem idem___
dem idem. dem com o
pagamento do 41 divi-
dendo ..............
dem idem. dem idem de
atrasados............
dem idem. Saldo em
caixa,nesta data, o qual
passa para o seguinle
semestre............
0:473#832
: 475*8.'} :>
:i7SjJ83.
G: 4755832
17:!89>396
2:478*005
109:2985888
2:604)318
2:121$698
1:4415358
4:8225518
1:6155558
7:6065344
28:8515000
405.5000
119:8315095
Dr. Prxedes Goihes de Souza Pitonga.
0 caixa,
Thomaz d'Aquinn Fondea.
Dr. Miattt do Nnstmento M. Portclla.
Dr. Joao- Jos Pinto Jnior.
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Jos Jtrmijnw Montmo.
Domingo Antuncs Villara.
S. E. 0. 169:2985888
CAARA MUNICIPAL.
SEXTA SESSO ORDINARIA AOS 18 DE MAR-
CO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BABAO DE MURIBECA.
Presentes os Srs. Dr. Souza Leao, Dr. Seve,
Dr. Costa Jnior o Dr. Hoscoso, (altando con
causa os mais senhores, abrio-se a sessao e foi li-
da e approvada a acta da antecedente.
L-so o seguinta
EXPEDIENTE
Uma psticao de Joaquim Jos Bello, viada da
presidencia para a cmara informar, na qual o
supplicante declara haver exerodo o cargo de
fiscal da freguezia dos Alegados durante 31 an-
nos, pede a S. Exc. se digne aposenta-lo.A'
commissao de peticoes.
Um offlcio do advogado, dizendo que os docu-
mentos quo juntou o supplicante, Candido de
Souza Miranda Couto, lli; parecem afficientes
para provar as condcoet da lei o. 176, que sao
exercico do emprego por mais de trinta anno?, e
iinpossibilidade de eaBmar nelle, por molestias
adqueridas ; o como os empregados municipaes
o achara comprcbendidni em dita lei, pela le
numero 493, Ihe paree* attendivel o que se re-
quer.Posto em oiscritft, resolveu-se informar
a S. Exc. o Sr. presidente da provincia que o
amanuense. Canudo de Souza Miranda Couto,
toin com efieito prestado os servic, n do sea em-
prego, a pela assiduidade com que comparece a
reparticao, mostra que nao soTre nvilestias que o
impossibilitem de continnar a presta-Ios, e que
por tanto a cmara de parecer que o supplican-
te nao est no caso de ser aposentado.
Outro do engenheird (sorteador, informando so-
bro o que pede Fraocis:o trafique Cal9, para
Companhia do Beberib e
(CONCLUSO).
Srs. accionistas da Companhia do Bebe-
ribe. Os balances da companhia, do
anno prximo Ando, estao de conformidade
coma escripia dos livros Diario eKazo;
notando-se nestes a falta de uma Cunta
especial, a nova linha de canos, cujo dis
peudio se tem levado emita de despezas
geraes, que n3o pode admittir senao os
gastos da manutenc5o da empreza.
0 moviinento jla companhia e estado de
suas obras hao de ser trazidos segura-
mente vossa presenca pela Ilustre di-
reccao, em seu relatorio, que tereis de
apreciar, mas a geral situacao da companhia
parece autorisar-nos a propor-vos um voto
d'agradecimento Ilustre direccao, pela sua
boa gerencia. Recife, 11 ie junho de 1869
A commissao d contas da companhia.
Joo Ignacio de Medeiros Reg. Jos
Jo3o de Amorim.Luiz Antonio Vieira.
O CAIXA DA COMPANHIA EM CONTA CBRENTE
COM A MESMA NO ANNO DE 1868.
Mito.
Maio 1. Saldo ero caixa
nesta data...........
dem 31. Rendimento dos
chafarizes...........
Junho 30. dem idem...
Julho 31. dem idem...
Agosto31. dem idem..*
Setembro 30. dem idem.
Outubro 31. dem idem.
dem idem. Mem das
pennas d'agua........ 15:3235296
dem idem. dem de di-
versos.............. 2:0005140
Escn'ptorio da Companhia do fieberibe, 7
de junho de 1869.
O caixa
Thomaz d'Aqino Fouceca.
BALA.NCO DA COMPANHIA EM 31 D OUTL-
BRO DE 1868.
Activo.
Empreza do cncanamento:
Pelo seu custo primitivo.. 336:8005000
Apolices da companhia :
Pelas que pertencem ao fun-
do de amortisacao das
mesmas............. 6:8695471
Caixa :
Pelo dinheiro existente
nesta data, q que passa
semestre.. 110:776^295
ao seguate
654:443A706
Passivo.
A capital :
Pelo valor das 10,736 apo-
lices, enjillidas a-----
50#000 cada uma.....
A' fundo de reserva:
Pelo dinheiro existente nes-
ta data..............
A' fundo de awrtisacao:
Pelas 101 apolices desta
conta...............
A* dividendos de semes-
tres anleriarez :
Pelo que se resta a pa-
gar ................
A' 41 dividendo:
Pelo que se destinou para
pagamento da respecti-
va folha, 3#U00 por
cada aeco..........
336:800f)000
75:614^295
6:8C9fH7l
2:95i000
32:208000
6;4r44Sl766
Sscriptorio da Compa hia do Beberibe,
20 de nuvembro de 1868.
0 escripturario,
Marcolino Jos Pupe.
BALANCO DA COMPANHIA, EM 30 DE ABRIL DE
1869.
Activo.
Empreza do encanamento :
Pelo seu custo primitivo. 536:800^000
Apolices da companhia :
Pelas que pertencem ao
fundo de amortisacao
das mesmas......... 6:869^471
Caixa :
Pelo dinheiro existente
nesta data, e que passa
ao seguinle semestre.. 119:8Hd094
663:500^565
103:413f)603
5:947046
3:516786
6:i75,?8l2
6:475fi(832
6:475432
6:475^32
Passivo.
capital :
Pelo valor das 10,736
apolices emittidas i...
50ii)O0 cada uma-----
A' fundo de reserva: ,
Pelo dinheiro existente
nesta data...........
A' fundo de amortisacao :
Pelas 104 apolices desta
conta...............
A' dividendos de semes-
t> es anteriores:
Pelo que se resta a pagar
A' 42. dividendo:
Pelo que se destinou para
pagamento desta folha,
na proporcao de 3#0O0
por apolice..........
158:i0i19U
Crdito.
Maio 34 Despendido neste
mez................
Junho idem. dem idem.
Julho idem. dem idem.
Agosto idem. dem idem.
Setembro 30*. dem idem.
Outubro 31. dem idem.
dem idem. dem com o
pagamento ao 40." divi-
dendo.......#.......
dem idem. Saldo em
caixa nesta data, o qual
passa para o seguinto
semestre............
2:0465578
2:486<5fl8
3:091(51478
1:6754838
1:759,5:68
3:6940104
30:610^000
110:776^295
336:800^00
81:7170094
6:8690471
5:906#000
32:2080000
063:500,5565
PUBLICACOES A PEDIDO.
Questao Aratangil.
O Sr. J.iao de S ji nao faz mais questo de ter
o Sr. Gaspar invadido cora for^a armada o enge-
nho Aratangil.
Ora valha-mos isso ao menos Porra, diz^
Ainda mesnra que sua entrada c invasao no
engenho fosse s cora e-eravos o desacompanhada
de gente armada, nem por isso llie assistia direito
ou razan alguma.
Deixenios isto para depois. Antes preciso nao
passar por alto a circumsianca de ter ou nao na-
vido da parte do Sr. Gaspar a tropela o arruido
que llie attribuio o Sr. Joao de S.
S. S. falla nisso agora tao vacillanto c sem dar
ao ficto a importancia quo elle teria, si fos?e vor-
dadeiro, que nos faz lembrar o adagio, de que
mais depressa se apanlia o mentiroao de que o
coxo.
M, "acarnos justica ao Sr. Joao do S. nao o
apanhamos; foi S. S. liiesuio que se entregou.
O publico deve estar lemorado daqaelle grande
escarcen, de que o Er. Gaspar linha liiilo tiara o
engenho Aratangil acoinpaaliado de um formido-
loso esquadro armado de poni em branco, como
para uma conquista. O Sr Joao de S abalou cu
e trra, pedindo soccorro at as onze mil virgens.
Ora si o faino se tive>se dado assira, o Sr. Joao
de S insisistira nelle, como em um forte e inaba-
lavel argumento contra o Sr. Gaspar.
Entretanto, diz agora: ainda mesmo qne tal
nao houvesse, nao alfirma o procedimento do
Sr. Gaspar foi Ilegal.
Pois bem: isto importa a confisso do que a
fallada invaso com gente armada nunca se deu.
Acecemos assim a questo, nestes termo?, nos
termos da verdade, que le sagrada entre caval-
leros; e beijaraos as nios. do Sr. Joo d.- S pois
demitlio de si aquella aleivosia tao miseravel.
itesta por tanto s a questo de direito.
Pensa o Sr. Joo de S que os pareceres que
trouxe para a discusso sao valiosos ? Engaase.
Urna proposta tuda capciosa, como fui tssa que
S. S. formulou adrede paraobter 10-posta sfavora-
veis dos advogados a quem consultuu, alguns
delles seus ntimos amigo?, um verdadeiro con-
trabando, que nao deixareraos passar. Tenha
pjsciencia.
S. 8. liiniton-se ingenuamente a fazer a seguin-
le exposico do caso; Pedro movendo contra
Paulo a;cao civel obteve tal sentenc,a.
Mas do que natureza foi a acgo era que ins-
tancia se proferio a sentenca, moita, porque nao
Iba ('../.a conta precisar a questo.
Assim al nos llie daramos a mesma res-
posta.
S. S. devia formular a proposla desta maneira :
Paulo foi condeuinado por sentenca a entregar
um engenho de que se acliava de posse como rea-
deira. Pedro era proprietario por titulo de heran-
ca, tendo posse civel cora eneilos da natural ; e
Paulo tiaha apenas o direito que llie conferia o sea
arrendamento : que era millo.
Declarada nullidade de dilo arrendamento e
Paulo condemnado a entregar o engenho esm per-
das e interesses, extrado Pedro carl.t executoria
principiou a execuro.
No termo de 10 das para is>o assignado vcio
Paulo, pho vista e apresentou os embargos qua
tinha, de nullidade provadada do ventre dos autos
e de retenco de bemfeitorias.
E conhecer d'elli's, esta despresou-os ; mandando
quo Paulo entregasse os campos do engenho aco-
ra cm maio a"Pedro para esii fundar a sua safra.
Foi n Sr. Joo do S.
Assim era que devia ser formulada a proposta,
nao como o Sr. Joo de S a fez, deficiente e ca-
villosa, para ageitar a resposta a seu avor.
Houvo portanto execuco e embargo?. E c
Ord. liv. 3 t-i. 80 815, dispoe que o executado
veulia com os embargos que tiver dentro de 10
das.
Ning em pois prescindi da execuco : ella
que (icn terminada, desde que os embargos que
linha o Sr. Joo de S foram julgados, desde que a
relacao os nao recebcu c ordenou a entrega dos
campos do engenho parte exeqnente.
Dizer, pois, que se suppriuiio a instancia e pro-
cesso da execuco, e que o Sr. Gaspar quer fazer
juslica a s mesmo, substituindo a aeco privada a
arco publica, torturar a verdade dos factos.
(onfuudc o Sr. Joo de S o accordao de que se
trata com a sentenca exequenda. Nao. Antes
d'elle o Sr. Joo de S j havia sido condemnado a
entregar o engenho por um outro accordao. Esse
foi o que despresou os embargos do S. S., a oxecu-
co da sentenca exequenda.
S. S. portanto nao tem mais recurso de que use.
Apoiado, porm, na proteceo do juiz munici-
pal, pode ludibriar o aresto judiciario, sopbisma-
lo, expedir o Sr. Gaspar de sua propriedade : ma>
ha de Ibe costar.
O escndalo e a injustica nao morrem, ao con-
trario vivera e actuara na cousciencia publica para
vingar a le^
Continuaremos no segualo artigo.
Attenpo
Escritorio da Companhia do Beberibe,
7 de junho de 1869.
O escripturario,
Marcolino Jos Pupe.
ORCAMENTO DA RECEITA E DESPEZA DA. COM-
PANHIA, PARA 0 ANNO FINANCEIRO DO Io
DE MAIO DE 1869 A 30 DE ABRIL DE 1870.
- Receita.
Chafarizes e bicas...... 78:0000000
Pennas d'agua......... 36:7140480
Juros de fundo do reser-
va ................. 3:6000000
Dividendo das apolices... 6u60OOO
Eventuaes............. A
U8:92O0i8O
S. E. O. 158:1040199
Escriptorio da Companhia do Beberibe,
20 de novembro de 1868.
O caixa
Thomaz d'Aquino Fonceca.
O CAIXA DA COMPANHIA, EM CONTA CBRENTE
COM A MESMA, NO ANNO DE 1869
Debito.
Novembro 1 Saldo em
caixa nesta data...... 110:7760295
dem 30. Rendimento dos
chafarizes........... 6:4750832
Despeza.
Dividendos 42 e 43.... 64:4160000
Ditos atrasados......... 3:0000000
Pessoal da companhia... 8:4000000
Conservaco das obras... 2:5000000
Obras da 2* linha do enea- k u
namento............ l6:fr)O0OOO
Ponte provisoria........ 14:0000000
Despezas diversas.
Porcentagem do caixa da
companhia...........
Restituicao de pennas
d'agua aos arrematan-
tos.................
Para fundo de reserva....
2:0000000
2:6000000
5000000
5:5040480
H-:92O048O
Escriptorio da Companhia do Beberibe, 7
dejunho de 1869.
0 vice-director,
Dr, Symphronio Cezar Coutinho.
0 secretario,
Ainda esta vez sou obrigado nlerromper o si-
lencio que me havia imposto para com o noticia-
dor do Liberal, em relacao- ao termo do Iguaras-
sii, o que somento faeo em con?ideracao ao pu-
blico.
O communicado de 2 do corrente, inserto na-
quelle peridico, ataca por maneira inslita e vil,
no que ha de mais sagrado e melindroso.
Nao devo entrar na aprecaco de todos os tpi-
cos desse libello famoso; apenas ao publico sensa-
ta uma satistacao.
Diz-se quo em vez de defender-me das justissi-
mas aecnsactes que me foram feitas no Liberal de
31 do margo, contentei-me em insultar parcamen-
te qnem me era superior por todos os titulas I
Aquellos qne leram desapaixonadamente a mi-
nha resposta, decidam, se fulminei ou nao o mes-
quinho detractor, so foram ou nao refutada as
falsidades com que prelendeu abncanbar os actos
do moa exercico como delegado de polica do ter-
mo de Iguarass. Appello para aquellos que tcm
o uso pleno das facilidades, que raciocinan).
Para aquelles que nao foram sequer dolados do
rastille to dos irracionae?, para os que nao sabem
respetar at o que os mesmos irracionaes respei-
tam, nao e nao.
Polo communicado de 2 do corrente. fiquei sa-
bendo que o nnticiador de Iguarass, segundo so
inculca, um dos grandes homens do imperio, se-
nhor de muitns ttulos, que o tornam superior
minlia pequea individualidade ; sim, concordo
nessa superioridade que ha celebrisado o notieia-
dor, mas superioridade essa que os homens que se
przam repellen), e nao mveiam, preferindo antes
a mais cerrada obscuridade i
A superioridade de taes titulas, nunca far cu-
bica aquelles que sabem dar valor e significaco
honra e i honestidade, encontrando apenas imi-
tadores e adoradores nos prostbulos onde se adqui-
rem laes ttulos, onde se bebem os principios quo
sdem nrofessar e ostentar os cynicos inimigos da
verdadeira moralidade, da honra e da vorgonha.
Diz-se qne no curto espaco que e'stive na dele-
gacia oceupandb-me era perseguir os ladres e
assassinos, nao persegu ao hojo chrismado em
Antonio Pedreiro, que ha annos, condemnado
gales perpetuas, por ter assassinado na cidade do
Kecfe um padeiro e um preto conductor de
pao, fugira da fortaleza do Bram, assassmando a
sentinella, e vivendo tranquillo no distrctu ondo
moro I Que mea protegido, e at j fez o assen-
lamento do mea engenho 11 Miseravel mentiroso f
E' outro embaste igual ao de Sebastio I No mcu
engenho me tem feito servicos de assentunentos
Bento Dmaso de Souza, pardo, mico, oascido e
creado na povoaco de asmado, e Antonio Pe-
reira da Costa, pardo, tambem moco, naseido e
creado na povoaco da Tres-Ladeira?, baptisado
cora o seu proprio nome que Antonio, e o mal
nunca mudou at boje, limo do veltao Antonio Pe-
reira da Costa.
Nao conheco, nanea ouvi declinar os nomes do
Jos Barbado Jos Camarina. Ou estes crimino-
sos sao inventados com o fim de se acensar a po-
lica, ou viven lies com o nuticiador, porque nao
ha neste distrieto quem Mies posta dar no-
ticia I
Se real a existencia desses criminosos, porque
> I
1 r
i
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4
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I


I


' .'I


iario de Pernambiio Segunda feira 21 de JRinho de JfW9.
_____ -
denuncia o n hijos ando
Ptiraq 10 uo pri
A pu aquiHo
que somonte o notielador ter* razao de. sabuf. E
se laes kidivid n. como diz. desde longo?
anuos impunemente vi vendo no termo de guaras-
sil, o que fez o moralisador, o lypo da honra, o
tais titulado entre...... durante o dominio da
poltica pmgressisto ? Para que consenlio, tolerou,
o tajvez conviesse eom semelliantes entes? Haver
respo-ta pleusivel este raciocinio, senao aquella
tao coraczinha, a dos lupanares?
Porque nao:pul;licou o u^ticiaoor o nome do
cruel facinora, e apenas seatirou cun allusoes?
Temera declinar o nome ?
Se ellas se derigem a rafia, cnmprc-me dar ao
El-Supremo, ao Hiais venturoso Kan, ao afortuna-
do Cala ao embriagado das delicias do escuro
harem, a resposta que un grande vulto dea a
i|nem llie enviara como presente, una bandeija
cot pvntns de boi, revcrtendo-a de flores c dizen-
do ao conductor, leva entrega, cada qual d do
que tcm
O alto superior, inexeadnel titulado, deva ser
mate parco ein dar tudu qnanto seu; a prodiga-
lidade p.'ejudica.
Consid ro-me pago com usura, rhando-sc o no-
ticiador bciu conhecido pi los seus escriplos.
Para o publico sensato estou justificado.
O cobarde, o detractor vil c infnoudo, cocuma
esconder o nomo, HeMfrasoi Rasga o veo do
annimo, declina o nome, como eu o faca
Mas que ? A superioridado do verme, est na
pervorsidade!
Vivo desde o anno do 1814 ala boje no termo
de Iguarass lenho oecupado cargos policiaes c
polticos.
A nvn!ia vida ta conbocida, que eu faeo o
mato solemne e posiv.i appello. provoco mesmo
aos tiomens de bem do termo onde habito, que
declarem sem rebufo qual tem sido sempre a mi-
nha condiftt civil e moral. i
Paitan, expriinam-sc como severos janea, como
orgios da verdadeira opinSo publica, que a loa
senteofa, mecurvarei submisso c sem reflexao.
Nunca os latidos dos gsot c dos inmundos;
tero vigor para macular a honra d'a pielles que
se considerara eom jin aos verdadeiros ttulos que
nobililam os homcus ante a sociedude morali-.
sada. .
A baba peconhenta do malsn, nao poden si-
quer infeccionar.
A clan (1 iniquos, e dos que desconhecem os
diques que se devem oppor a desvairada razao, e
as regias da ducaco do mais abjecto Cafre,
estao os boinens de bem, que servem de baluartes
honra e virtudes albeias.
O juizo de uin tal noticiador, nao dezar para
ningueni, honra aos iosaliados.
Nao responder! a calumnias, sem ver assigna-
turas que mcrecam resposta.
Declinem-se Domes, a devida responsabibdade
ante os tribunaes, que me enconlraro promovendo
o que devo.
Jo'to Cartuiro Uilo de Mello.
O Sr. baubarel Francisco Joo Carneiro d:i
Cunha e o major Marcelino Jos Lo-
pes.
O engenho denominado d'Agu'a do dito Sr. ha
charel Francisco tyao, me esta hypotliccado, em-
bargado e peuhorado para pagamento de heraneas
do pai e lio de miaba esposa, proseguindo as ex o-
eucoes pelo juizo municipal di vifla de Ignaras-
_j5j_o,lm aasim est o dito engaito obrigado ao
pagamento das disposieoos testamentarias que an-
da faltam ser cumpridas; como seja o acabamea-
to da capclla do dito engenho, para qual deixott o
testador, Henriiue Popoe Girao, senhor que foi do
dito en^enln cinco contos e quatro centospara
dez orpuaos sendo testamenieiro o Sr. barao do
Rio-Formoso, que ha muilo recebcu a ventena ;
fazendo 13 annos que a parlilba foi julg.ida ppr
sentenca. sem que neste espaco tenha o Sr. barao
prestado cotilas, nem declarado no juizo que o tes-
tamento esl cumprido; tendo-se separado as
parlilhas o dinheiro nceessario para pagamento
dos legados e mais disposicoes do testamento de
Girao tio de minha esposa e da do Sr. bacbarel
Francisco Joao, que foram herdciros das remane-
concias de sua fazenda.
A religiao, a sociedade, minha esposa e as cin-
zas de Girao, do qual o Sr. barao dizia ser ami-
go, clamara pelo final cumprimento do testamen-
to e capella. na qual estao sepultados Girao e sua
mulher; e por isso devia ha milito estar acabada
c com asseio etc. y
Ajuize o respeitavel publico que o Sr. barao do
Rio-Fermoso, esl pago da ventena ; o Sr. bacba-
rel Francisco Joao foi o inventarame dos bens de
Girao, resid ndo no engenho desde o fallecimcuto
de Girao, e ainda o testamento nao est de todo
cumprido I!I
Girao pedio no teslamento as suas duas sobn-
nhas, que o mesmo fosse cumprido, tal e qual co-
mo elle dispunha; assim poi*, quando cumpro
com os meus deveres, nao me importa com as
eonsequencias: tenho cinco Hitaos para defende-
rem o meu direito. etc.
E constando-me que o referido engenho d Agua
est para ser vendido, venho declarar que a venda
nao se pJc effoctoar sem que as ditas herancas
sejam pag s, que por lei tem preferencia a quaes-
quer dividas e mesmo com hypothecas, e cum-
pridos os legados, etc.
Recite, 7 de junho de 1809.
Marcelino Jote lapes.
Hontem, pelas 9 horas da manhaa, celebrou-se
a primeira denunciacao, o acto csteve solemne, o
chicote fez a primeira parte, nao ficando em
termo porque o sacerdote novo, do entanto mos-
trou grande babilidade, o Razar da M... servio
de padrinho.
E' de suppr que as seguintes edicoes, serao na
forma do cosame mais correctas c augmentadas.
Tib.
-lio nnrtR-allemaoMtriefern
ho norte-alloraao.Jnkn Cari jA'
Barca ingiezi-Jiiw luriafarinii
i purliipueEnAl$a(tndre Hercuhna-
Brigne naeioaalAlnetdti Tcharque.
Brigue norueguense=.4//cccarvao.
Barca iiigleza=Co Brgue inglezReguiatorbacalho
HECEBEDUIUA DE RENDAS INTERNAS
*VaES DE PEHNAMBl*!
GS-
propostas em caria fecliad. ap'esentada n*
inrsina occaeiao, on rales- no escriptorio,
I onde tnelhor se dever) eselarecer e infor-
mar-se da* s do contrato de arre-
mlacao.e dclara-sc ijue ic-a a venda d'agua
para o mar exclusivariente-fea no bairro
do Uecife.
Bases sobre asqoaes so d*e lancar:
Bairro do Becife
rteodimento do dia 1
Idtm do dia 19 .
at.
4:??*?^ Chafariz e bica do caes da al-
1:60:3*668
CONSULADO PROVINCIAL
lcndimento do dia i
Idom do dia 19.
a 18.
t8:636AM0
3:882*277
10V.538*387
PRAGA DO RECIFE
EM 19 DE JI.'MIO E 1860, S 3 HORAS DA TARDE.
REVISTA *i;HA\AI..
Cambios.Saccou*se sobre Londres de 18 a 18
1/4 d. por 1*000, sendo o valor dos saques effec-
tuados nesla semina do 30,000.
Algodo. Wndeu-se o de Pernambuco, de
13 1900 a 135600 a arroba, o de Macei posto
bordo a 17*200.
Assue.vn.Vendou-se o mascavado purgado de
300 a 3*330 a arroba, o o bruto de 3*000 a...
3 280.
Ar.uMiDEfiTE.Yendeu-se de 90J000 a 9i*000
a pipa.
Counos.Os seceos e salgados venderam-sc a
2C0 rs. por libra.
Arroz.O pilado da India venden-sc a 3*300
a arroba.
AzKiTE-DOCR.Vendea-se o d? Lisboa a 3*100
o galo.
Bacalho.Venden-so a retalho de 205 a 21*
a barrica, ficando em deposito 3,200 barricas.
Batatas.Vcnderam-se a 35009 a arroba.
I! iLAciitxiiAS.dem a 4*300 a barriquinlia.
Caf.dem de 5*800 n 6*400 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*850 a libra.
CervbivA duza de garrafas vendeu-se de
5*000 a 5*100, e a Bass a 8.*.
LougA A ingleza ordinaria vendeu-se com 420
a 430 por oento de premio sobre a factura.
Man-teioa. Vendeu-se a ingleza de 1*200, a
1*300 a libra o a franceza de 830 a 860 rs.
Massas.-dem a 10*800 a caixa.
Oleo de limia<;a.Wer a 2* por galao.
Passas.dem a 7*100 a caixa.
Presuntos dem a20-> a arroba.
QuBUosOs flamengos venderam-sc a^800
cada un.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. a libra.
Toucinho.Idemode Li-boa a 11* a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 120* a
125* a pipa.
Vi.nhos. Venderam-se es de Lisboa a 2J a
220* a pipa do tinto e de_230 a 260* o branco,
e o^ de outros palees a 205 5
Velas.As de conrposieo regularan! de 660
a 670 rs.o pacote de 6 velas.
Fretes Para Liverpool, carregando em nnsso
porto 1/2 d. por 1* de algodao em vapor, e 3/8 d.
5 pir cento em navio de vela, para o Canal a 25,
a 27/8 em navio de vela.
MOVIMENTO PO PORTO.
Navio entrados no dia 19.
Rio-Grande do Snl28 dias, patacho brasileiro
Garibaldi, de 226 tonela'das, capitao Domingos
F. Aroca, equipagem 10, carga 11,000 arrobas
de carne; a Rezende & C.
Navio sahido no mesmo dia.
ParahybaBarca portugueza S. Miguel, capitao
Joo Cardoso Meirelles, em lastro.
Navios entrados no Ha 20.
Babia8 dias, sumaca hespanhola Aoro Rnio, de
137 tonelaaas, capitao Pedro Marislany, equipa-
gem 9, em lastro ; a ordem.
Rio-Grande do Sul20 dias, barca brasiloira .!-
drade Neves, de 263 toneladas, capitao Jos Al-
ves Ribeiro, eqnipagem 13, carga 15,500 arrobas
de carne ; a Oliveira Filhos & C.
Observagao.
At meio dia nao houvoram sabidas.
EDITAES.
faodega................ 5:6000000
Dito da ra da Cruz....... 5:2005000
Dito da ru do Bruna...... 4:0005000
Dito e bica do-Forte do Mat-
tos...................... 5:^005000
20:000:5000
Bairro de Santo Antonio.
Ciiafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso-----
Dito da prac-a de Pedro II...
Dito da ra do Sol........
Dilo. da ra da Concordia..
7:000,^000
:6005000
o:
3:1000000
2:500d0i 0
3:8000000
22:0000000
Bairro da Boa-Vista.
Chafar e bica do caes do Ca-
pibaribe...............
Diio da na da Aurora......
Dito da cidade nova de Santo
Amaro................. 2:2000000
Dilo do lugar do Campo-Ver-
de....................
Dito do largo da Soledade...
Dito da caixa d'agua dos Pi-
res ...................
Dito da prafa da Boa-Vista..
Dito da ra de S. Gonfalo...
3:0000000
1:2000000
8000000
1:7250000
4:875,5000
5:0000000
1:2OO0OOO
20:0000000

Bairro de S. Jos.
Ciiafariz do largo daBibeira. 9:5000000
Dito da ra do Terco....... 5:0000000
Dilo de defronte da Cabanga. 2:0000000
Dito da ra Imperial....... 5:0000000
Dito do largo de Nossa Se-
nhora da Paz de Afogados 2:5000000
24:0000000
Passagem- da-Magdalena.
Chafan/.' do largo do Viveiro.
Dito da entre duas pontes.
Capunga.
Ciiafariz da na das Pernam-
bueanas...............
1500000
2400000
3900000
1200000

1200000
Total... 80:5100000
Escriptorio da Companhia do Beberibe,
17 de junho de 1869.
O secretario,
l)r. Prxedes Gomes de Souza Pitongo.
De ordem do Illin. Sr. tenenle-coronel pre-
sidente do conselho de qualifleacao da freguezia
de Santo Antonio do Uecife, sao chamados os
guardas nacionaes do primeiro batalbao de infan-
laria que requereram passagem para a reserva a
comparecerem, sabbads 19 do correntc ao meio-
dia, alim do seren Inspeccionados na forma da
lei.
Sala do conseibo, 16 de juiilio de 1868.
Ignacio Nery Ferrcira da S. Lopes,
Alferes secretario.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 19 DE JUNHO DE 1869
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Assucar canal 3i000 por arroba (hontetn.)
Couros Beccos salgados270 rs. por libra.
Descont de letras8 0/0 ao anno.
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
O Pr. Jos Eustaquio Fcrreira Jacobina, supplentc
do juizo de orpbos c ausentes nesta eidade do
Recife e seu termo, por Sua Magestadc Impe-
rial e Constitucional que Deus guarde, etc. etc.
Fa^o saber aos que o presente edital virem que
pelo juizo de orpliaos e ausentes do termo e ci-
dade de Vianna, da provincia do Maranhao me foi
deprecado lizesse constar n'esta provincia ter fal-
lecido n'aquelle lugar Thomaz de Aquino dos Reis
natural desta cidade de Recife, 'n testado e sem
herdeiros presentes, afim.de serem citados os que
tivessem direito a herinca, que se arrecadava
n'aquelle juizo para reclama la devidamente ha-
bilitados, cuja precatoria sendo por mim comprida
o escrivo a quem foi destnbuida passou o pre-
sente edital e por meio d'elle sao citados os her-
deiros, successores, inleressados, c todos os que
tiverem direito a heran?a de Thomaz de Aquino
Mos Reis para que vcnliam habihtar-se, e recla-
mar a mesma heranca no prazo de 30 dias que
sero contados do dia da afixaciio. c aquellos que
os conhecerem Ibes darao noticia do presente edi-
tal, que ser publicado 3 vezes pela imprensa e
mais afixado n>: lugar do cosame.
Dada e passada n'esta cidade do Recife de Per-
nambuco, soh o signal deste juizo e sello do tribu-
nal da relacao n'esta cidade do Recife em 3 de
junho de 1869.
Eu Galdino Temistocles Cabial de Vasconcellos
escrivo o subscrevi.
Jos Eusta juio Ferreira Jacobina.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 18. .
dem do dia 19.....
718:9405827
36:226*823
DECLARACOES.
n
Santa Casa de Misericordia
do lecitfr
- A.lllma. junta administratiia da Santa Casa
de Mi>oricoidia do Uecife, na saLude suas se.-
pelas 3 horas da tarde do dia 25 do torrente, re-
cebe propotas para o foroecimanio de pito, bo-
lacha e carne verde que houwrcm de ser consu-
midos pelos eslabeleeiineni s dm a seu cargo,
tanto nesta cklade-eomu na do Madft, nos muzes
de julho a seUinbio vindouros.
Os prelendentes deverao apresentaro prefo des-
tes gneros por kylogrammas e nao por libras.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recife, 18 de junho de 1869.
O eseBivao,
______ Pedro Rodrigues de Mu-a
DO
BEBERIBE
7X5:167*650
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Voluntes entrados com fazenda9
dem idem com gneros
41
No dia 23 do coi rente pelas 12 horas do
dia lera lugar no escriptorio da companhia
ra do Cabug n. 16, a arretnatagao dos
chafarizes e bicas por bairros, nao se ad-
41 Imittindo propostas que comprehendam mais
de um bairro, nem por espaco maior de um
,anno, os senhores licitantes comparegam
000 com seus fiadores ou declaraco dos mes-
Darcainglezr-^o/-^W''-mercadorias. Irnos no menciona Jo dia, devendo ser as
Voluntes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
2-7
213
Santa Casa e Miseri-
cordia do Recife
A Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Mirericordia do Becife, recebe pro-
postas para o fornecim,ento dos objectos pre-
cisos para a secretaria da raesma Santa
Casa, conforme a relacSo abaixo, pelas 4
horas da tarde do dia 25 do correntc na
sala de suas sesses:
Papel pautadoFiume, resma,
dem idem liso, idem
dem idem linho azul, idem.
dem linho liso, idem.
dem para officios, timbrado,
dem florete,
dem linho, pautado.
Hollanda grande, caderno
dem Jes, idem.
dem Resin, idem.
dem idem. idem.
dem Ec, idem.
Mata borrao, folha.
Par de pastas para guardar pepeis.
Pennas do ac Perry.
Caetas.
Pes de obreias.
Tinteiros de lati.
Garrafas de tinta.
Taloes de conheoiraentos (mpress&os,
encardenaco).
Livrosem branco de 16 pollegadas.
Livro sem branco estreitos.
Livros em branco 13 pollegadas.
Lapis pretos,
dem de cor.
Pedras de louza n. 1 para o collegio.
dem n. 2, idem.
dem n. 3, idem
Creioes duzi, idem.
Tinta preta, garrafa.
Fita de linho, duza.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 4 de jtraho de 1869.
O escrt\3o
Pedro Rodrigues de Souza.
Malla Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. hua administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazerjHiblico quena
sala de suas sessoes, no dia 2idejunlm, polas
quatro horas da tarde, tem de gen arrematadas
quem mais vantagens olferecer, pelo lempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
IUia Direita.
obrSa]p de dous andares n. 8. 1:007000
Ba do Padre Fluriape.
Casa terrea n. 47....... 170^000
dem idem n. 63...... 176-J0O0
Idem n.47. 49....... 170J000
Rita das Calcadas.
Casa torrea n. 30...... 1775000
Ideiftidem n. 3i....... 168 5000
Idamidemn.36....... 178OoO
Ra do Calaboucfe
Casa terrea n. 18.....". 300^000
dem n. 20....... 242^000
Ra da Mocda.
Primeiro andar do sobrado n. 37.. 765O00
Scguudo andar dito...... 9C$000
Aral do Forte.
Casa tfrrea n. 1....... 100^000
PATRIMONIO DOS OPIIAOS.
Ra da Senzalla Velha.
Sobrado de dous andares n. 13lt 6005000
dem idem n. 131...... COOOOO
dem idem n. 132 0 600000
Casa terrea n. 18...... 206000
Casa terrea n. 16....... 206000
Ra da Gui.
Casa terrea n. 27...... 144^000
lina do Trapieo
Sobrado de tres tan-lar n. 39.. 65200
Ra da Liugucla.
Sobrado de dous andares n. 14 >76000
Largo dolVrai/i>.
1.a luja da fronte do sobrado n. 29 1615000
3.a Iota da travesea...... I2l0o
3." dita dita ........ 73000
Ra de S. Goncalo.
Casa terrea n. 22 1963000
dem idem n 24. 0 1'JiUO
Ra da Madre de Deus
1." c 2. andares do sobrado n. 1. 3005000
Lnja do mesmo....... 8003000
dem n. 4......... I:0oi3t00
Azeitc de Pcixe.
Sobrado de um andar n, ti 650.5000
Casa terrea u. 2...... 452^000
Rita da Cacimba.
Casa terrea n. 5....... 150J000
dem idem n. 12 '. liSOOO
dem idem n. 10....... 865000
Ra do Burgos.
Idem n. 21......... 4463000
Ra do Viftario.
Sobrado de tres andares n. 22. 8523000
1. andar do sobrado n. 27. 240000
Ba do Encantamento.
Casa terrea n. 7. .'..... 2005000
Idem idem 9........ 200000
Madre de Deus.
Sobrado de um andar n. 9. 360 5000
Casa terrea n. 22. '...... 1:0005000
Ba do Pilar.
Casa terrea n. 105 ................ 1465000
dem idem h. 103 .. :............... 2025000
Idem n. HO.................... .. 2035000
dem n. 98..................'....... 2033000
dem n. 96.......................> 2025000
dem n. 94........................ 2405000
dem n. 100......., ,...........,. .. 2O1JS00O
Sitio n. 3 noForno da Cal........... 1503000
Sitio grande do Pamameirim n. n. 4005000
dem da Mirueira u 4..... 106000
Os pretendentes deverao apiesentar no acto da
3
o
-o
a
o
rs
co
3
s
o
o
THEATRO
DE
A ISABEL
EMPREZA-COMBRA.
GRMDE E^PECTAClJIif^
Terqa-feira 22 tle junho de 1869.
BENEFICIO DO ACTOR
EDUARDO ALVARES
Subir a scena, pela prim ira vez por esta companhia,. o magnifico damaaia
em 3 actos, original dbSr. Mendes Lea: .(Antonio)
ABEL E CAIM
No qual toma-.parto toda a companhia.
Seguir sc-ha, execu^ada pela onMiestra, a linda schottfsch
composicao do distincto maestro pernamburano o Sr.
.F. COEIIIO JMKft-OS.l
Em seguida ^beneficiado recitar
UM MONOLOGO DE GRATID&O
seguindo na mesma occasiao, pela Sr." D. Apolonia Jordani, a chistosa sanijoneta
em francez
O DUQUE DE BYSANCE
Terminar o espectculo com a applaudida comedia em 2 actos, osnada de
msica
O ECIi^TSE BE iStl.
Pazem partP os artistas : Msrlinho, C. Rocha, Jordani, D. Clea e D; Apolonia.
O bmefletado pela primeira vez nesla capital,, tudo confia da generosapro-
lecc5o do Ilustrado publico pernombucano, com especialidade do distincto corpo
acadmica c honrada ciaste commeicial.
O resto- ds bilhetes acha-sna casa do benefiaiado, ra de S. Franciscon.32.
Principiar s horas do costnme.
C
-G
=
.
cr
r.
s-
^-
C
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3
d
a
o
3
-
a-
6
Q
BEFIO DO ATOil EDUARDO^
i
Terca-feira, 22 do andante mez, vai a praca
um annelfio de oaro com urna esmeralda e dia-
mantes, fmda a audiencia do Dr. juiz de orpliaos.
COMA NklSILEIR.1
m
O inspector interino da alfandega faz publico |
que tendo vind do Liverpool, no brigue norue- l
guen^c Alk-e, entrado neste porto em 28 do mam j
Paquetes a vapora
. Dos pontos do sul esp-rado
SoTorrente anno. 50 toneladas de cnrvo de pedra j fH^Qv at o dia.22 do corrente o vapor
consignadas ordem, e nao sendo por consegran-, T^^rTf^^ Guar* commandante o primeiro
le conhecido o seu dono ou consignatario, se faz o Sfe-ffiygfsSa tcnente P. H. Duarte, o i|.mi de-
nresente convida ido quem de direito for, para %BgggS& pois da demora do eostume se-
no prazo de 13 dias, que lbo 6 -marcado, vir des- gnir para os portis do norte,
nachar a referida mercadera, sob pena de, (Indo Desde j recebem-se passageiros e eng.Tjaise a
elle e a revelia, proceder se a sna venda eai hasta carga que o vapor poder eondnzir, a anal dever
publica por, eont'a de quem pemneer, como aban- ser embarcada no. dfa.de soachegada. Eocommen-
lonadn nos termos do art. 301. do regulamento do- das e dinheiro afreteatas duas horas da dia da
19 de s'etembro de 1800, tudo. de conformidad* sua sabida.
comoprecoituado no 2" d art. 454 do citado-j Nao se recebemxomo encommendas senao ob-
rculamooto. leclos ^c pcqnsno valor e que nao excedam \ 2
Xllndca de Pernambuco, 17 de junho de 1869'. arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de. medicao.
__O inspector interino, L. rf* 6". Paes deAndrade.. Tudo que passar.desleslimites dever ser embar-
paz- do 2* d.stneto da ITremoa da Boa-Visto, se^ M agencia ra daruz^ 57,
rao arrematados os movya que "^ I*nnJ^ \. Mdjir escriptorio de Antonio Luiz- de Oliveira
a Mana, Francisca da Luv por execucao ae-aia AKyaAn'llt r ,F
noel Domingos Jannario._____________________ |------
arrematacao as suas flaneas, on comparecerem
acoinpanlados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 17 de junho de 1869.
escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
Santa asa de Misericordia do Re-
cito H de junho de 1869.
A illustrissima junta administrativa da Santa Ca-
sa de Misericordia do Recife, manda fazer. publico
que tcndo-lhe sido- requerido o arrendamento p<;r
nove annos do sobrado n. 23, sito na da Gadeia
do Recife pertencento ao patrimonio dos estabele-
cimentos de caridade, pagando o arremaUuite a
renda annualdc 1:000500:) e concorreado eom o
donativo do &0005000 para auxilio do cofre res-
pectivo, e fazendo a sua custa, tanto a frente do
predio que deita para a ra da Gafete, como a da
ra do Encantamento, segundo o systoma moderno
conforme as posturas da cmara) com portadas de
podra, canos para esgoto, toda a coborta, traveja-
raento o soalhos novos, com repartimientos ou em
saioes, crapregando na obra materiaes de primeira
qualidade, aproveitondo o que estiver cm bom es-
tado, obrlgando-sc a coaiecar a obra dentro do
prazo de tres mozes e araba-la no de doze mezes
fazendo-a seb a inspec?o dos mordomos de pre-
dios ; e podendo acontecer que existom outros pre-
tendentes que mais vantagens possam offerecer,
recebe propostas aeste sentido, na sala de suas ses-
soes at as 3 horas da tarde do dia 2o do cor-
Secretaria da Santa Casa do Misericordia do Re-
cife 14 de junho de 1869.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Correio geraL.
Rolado das cartas registradas existentes na
administrarlo do correio desta cidade,
para os seguintes senhores :
Arthur de Carvalho Moreira, Alfredo Pereira
Barbedo, Antonio Gonealvcs Torres, Antonio Mo-
reira Porto. Antonio de Souza o Silva, Antonio vi-
COMPANHIA BARSILfilRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norto esperado
at o dia 28. de junho o vapor
Paran, commandaate o capitao
de fragata Antonio Joaquim de
eentedoNVc"inientoFitosa,CosroaJosdes San- ^SFtiSRmtF Santa Barbara, o anal depoisda
tos Callado Candido- Alfonso Moreira, Christovao demora do costume seguir para.os portos do
Gomes Pereira, Euzebio Raphael Rabelto, D. Gui- sul.
Siermina de Siquoira Wva, tenonte-coronel Desdo ja recebem-se passageinos e engaja-se a
Hem erio Jos Velloso da Silveira, Ismael Cesar! carga que o vapor poder conduzr a qual devera.
CuTrteRilSrl, Joaquim Antonio de Carvalho,; ser embarcada no dia desna chegada. ncommen-
Joainim Caetoo da Silva, Joo-Joanuim Ferreira dase dinheiro a frete at o da da sua
da Costa, Jos da Costa Bispo, Jos '
Silverio de
Souza, Dr. Silvino Cavalcanti *to Albuquerqpe,
Tobias Barreto de Monotes D. Virginia b. Ser-
Adreinistracao do correip de Pernambuco 19 de
junho de 1869. ...
0 administrador,
Dominga dos Pantos Miranda.
Grand concerl
Donn dans les salons du Club Pernambueano,
vendredi 25 juin par Mr. Nmry. avec le eoneours
de Mine. Mane Dalrcsnv, chanteuse legre, Vr. Jos
c. ,lho Barbosa, tenor, Mr. Salustiano, ltistc, et
Mr. Gmbaro, pianiste. "V
On se procure dos billots d'entre clu
ry, hotel de Franee.
sahida as *
horas.
Nao se recebem cemo encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor c que nao excedam a duas
arrobas do peso ou & palmes cbicos de medievo.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previnc-se aos Srs. passageiros qne suas passa-
fens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
3 andar, escriptorio d Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & 6,
Sez Mr. Nou
Coniinando das armas
De ordem do Exm. Sr. brigadeiro commandan-
te das armas, se faz saber senhora (que mora
nesta capital) mulher do voluntario da patria se-
gundo sargento Joao Manoel Roma Jnior, que
desta provincia marebou para a camnanha do Pa-
raguay em abril de 1865 no corpo n. 11 do volun-
tariws.eque actualmente esta servmdo no de n.
46 da mesma denominado, que o governo llie
mandou abonar, por aviso do ministerio da guerra
de 3 do corrente mez de junho, urna raco de eta-
pa, para o que pela presidencia se expediram as
convenientes ordens.
Secretaria do commando das armas de Pernam-
buco, 11 de junho de 1869.
'Francisco Camello Pessoa de Lacerda,
Tenente-coronel-secretario.
Maranliiio
Segu com a maior brevidade o galbabo-
te Emilia, ainda recebe rlguma carga
freto: tratar com Sa Leito Irmos, a ra
da Madre de Deus h. I.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
BE
Xavega^o coscira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Aearaca e Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Eunaquio, seguir para os portos ci-
ma no dia 30 do corrento as S horas
da tarde. Recebe carga at o dia 28, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
z horas da tardo do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
Hh de S. Miguel
Para o porto cima segne com muita brevidade
o patacho portug-iez Jorgense por ja ter prpmpta
quasi toda a carga ; para o resto que llie falta e
passageiros, para os quaes tem bollos commodos..
trata-se com o consignatario Joao do Regd Lima, a
ra do Apollo n. 4.
I
COMPANHIA PEHNAMBUCANA
DE
Xavcgavo costelra P* vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, commandante Penna, segui-
r para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
horas da tarde. Recebo carga, encommendas,
passagens e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Para Lisboa
Segu com toda a brevidade a barca portugueza
Constante III, por j tersarlo da carga prompia ;
para o que le falta e passageiro*, trata-se con os
consignatarios Oliveira, Filhos A C, largo do tor-
pe Santo n. 19, ou com o capitao na praca do
oammercio. _________,___________________
Para o Porto
sabe at o da 27 de junho o brigue portuguez
Triumpho ; para o resto da carga e passageiros,
trata se com os consignatarios Thomaz de Aquino
Fonseca & C, ra do Vigario n. 19, 1 andar.
!-
CABUGA
esquina
da ra larga do
Rosario.
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortmento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
A vista da qualidade e do pre Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele-
vados.
A toja est aberta at s 9 horas da noute.
CABUGA
esquina
da ra larga do
Rosario.


Diario de Pernambuco Segunda feira 21 de Junho d 1869.
GOMPANIUA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor
Porlo do Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
mfffDf O vapor Parahyba, commandante
JLXjL Mello, seguir para os potros arimu
mmm no da 21 do crrenle a meta noite
Recebe carga, encomeaendas, passageiros o di-
nneiro a frote, n escriptorio do rorte do Mattos
n. 12. __________.
C0MPANH1A PERNAMBUCANA
llK
Navegafo costeira por vapor.
Macci em direitura e Penedo.
O vapor Jagunribe, eomman ante Moura, scirui-
r para os porto cima no dia 2 do crrente
as 5 horas da tarde. Recebe carga at o dia 21
as 3 horas, cncommendas, passagoiros e dinheiro
a freteat as 2 li iras da taran do dia dasaliida :
no escriptorio do Forte do Mallos n. 12.
Carta.
0 Sr. lUytnDdo Antones de Oliveira tem urna
carta n roa do Hospicio n. 23. ____
Precisa-se alugar uta escraVu
da ra da Praia *. V7.
partira
O palhapo do leilo.
PARA LISBOA
fCSegoir com a rnaior brevidade possivel o bri-
giie portuguez Constante I, por ja ter grande par-
te da carga prompta; para o restante o pa-sagei-
ros, trata-se com os consignatarios Oliveira, Filhos
A C, largo da Corpo Santo n. 19, ou eom o capi-
tilo na praca do commcrcio._________________
ro m in
Segu em brevidade para o porto cima, o bri-
gao nacional Dmelo ; lera parte do sed carrega-
hento engajado, para o resto que Ihe falla tratarse
cm os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Asevedo & ('.. ra da Cruz n. o7.___________
Para Lisboa
vai sahir por estes dez dias a barca porlugucza
Alexandre Herculano, eapitin A A. de Almcida,
por ter parte do carregamenlo proiupto ; para
carga e passageiro-, para os qn.ies tem exeelMB-
teteommodos : tratase com E. R. Rabello, ra
do ComnK'ivio n.-Sl.
JrTTENCAO.
O secco e magro rato frito
Que sacuda com aversao
Nos concurrentes do leilo
Peca do fazenda e algodo.
Eis o retrato do palbaco :
E' magro, feio c catharrento,
E' marinbeiro insolente,
Tem bigode, pe ir, e nao carteira.
Sem patria o com coleirr.
Foi socio na Nova-L'nio,
fo quadro urna bofetada offertra
A um ex-socio digno de pudor.
Foi para Europa, e a pe?* voltou t
Nao deixando l os habites brutos,
Para America reconduzio-o
Eni pratica sempre apto a por.
E' logista as quemaduns,
Nao digo cm que altura,
Tem bigode, pera, o nao carteira,
0 seoco e magro rato frito.
\ ch.vvc u mm
00
ARTE DmMTOWA
M
Madaine Linek.
Colleccao de novissimas sortes para as
nortes de S. Joan e S. Pedro, I volunto n-
tidamente impresso, liOOO, a venda no
[bazar acadmico ra da Imperatriz n. 13,
e na mesma raa no Gaf Iirrperatriz. E'
tim dos otethores livros de sortes esco In-
dos para divertimento; da presente epoeha;
contundo, alem das interessantes sortes,
diversos inigmas em linguas estranReiras.
Recife, li de junho i 1839.
O espectador.
Para o referido porto segu com multa brevida-
de o palbabote pnrtagarz Noot Protegido, por ter
a Bator paite da carga tratada ; e para o resto
|ue Ihe falta traa se com o consignatario Joaquiui
Jos Goncalves Beitrio, a ra do Commercio
n. 17.
LEILOES.
de ferragens para fechar cotilas.
non-:.
O agente Pestaa far leilSo por conta e risco
de qui'in pcrttici'i e para fethtt' tontas de diver-
sas ferragens. como espingarda*, ("cebaduras, ca-
deadbs, eastieae*, palmatorias, facas, tachas, agti-
Ibas franrezas fund lloarado milito boas e outros
artigns. os quaes ser o vcnilidos em lotes no dia
atiesa de segunda-rcira I do curente s II ho-
ras da uiaahaa, na ra do Vigario amiazem
n. 21.
LIJ
Da arm.icao, gneros, gaz c perlences do
armazem da Alliatira da na do Impera-
dor n. 57.
O agente Martius far l'il a vquerimento do
depositario da massa fallida de Joao Ferreir da
Costa Soares e por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz
especial do commcrcio da arniacao, genpros, paz e
peilencesdo armazem .Mlianea n. 67, ra do
Imperador, em um ou mais lotes.
IIO..
As 11 horas do dia no mesmo aimazem, os
pretndeme* podem entendcr-se com o referido
agente si bre qualquer iufoimacla. ____
CASA DA (OBTUSA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n. 83 e casas do costume.
O abaixo assignado ter.do vendido nos seusmili-
to foliase billiotes garantidos 1 meio n. IS03 com
a sorte de 700., 2 quailos n. :1273 com a sorte
de IMA c nutras umitas sortes de 100#, 40 e
205 da lotera que se acabou de extrahir em be-
neficio da matriz de S. I.ourenco da Malta (110'),
convida aos possu dores a virem receber sens
respectivos premios sem os descontos das leis,
na casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 2' parte da. lotera a
tieneScioda groja de S. Pedro Apostlo do He-
cife (III") me se extrahir segunda-feira 2b-do
crrente mez.
Procos..
Bilhete.....-4*000
Meio......2*000
Quarto.....1*000
Em porcia de 100* para cima.
Ililhete.....3*500
M->io......I*??
Quarto..... < _.
Manoel Martina Fmza.
^Hsi rugido, desde o dia lo de Janeiro do
correte anno, o esrravo Felippe, com os signaes
egntates : cabra, idade 25 a 27 anuos mais ou
mends, enrpo e altura regulares, sobrancelhas
pretas e serradas, cabellos enroscados e acaboco-
iadoR, querendo principiara barbar, vezes in-
ehauv-Uie as peinas : tem urna marca de caustico
do lado dircito sobre o ligado, quando anda Sea
duro e com pasaos avani-ados, tem o ventre um
pouco errscido, pescoco grosso, muiti regris-
ta, equand foge diz que forro, c tem por cost-
me trocar o nomo e botar a camisa Tora da calca.
Este eseravo foi preso e esteve na cadeia por an-
dar fugid : levou calca de brira do quadrinbos
pretos eaarittde mada'polao, chapeo de laa preta
redondi, natural do lunar Canholinho da comar-
ca de liento desta provincia, e foi escraVo do Sr.
Jos Eduardo Alvos de Mello, morador no mes-
mo lugar. O referido eseravo j Col visto em Glo-
ria de Goiat, districto de Pao d'Alho, e em I-i-
mneiro ; presume-se que se conserve nestes lu-
gares : pedB-M s autoridades policiaes o aos
Srs. rapitaes de campo a captura do mesmo es-
crrvs, e enirega-Io ao seu senhor Jos Freira de
Miranda Cunha, morador no Recife, caes de Santo
Amare sobrado n. 22 do fallecido Manoel^ Custo-
dio, ou ni rita da Cadeia do Hecife n. 35, que o
mesmo gratificar generosamente.
De GO caitas eom passas.
Terca-feira do correnle.
O agente Pestao far leilo de 60 caixas com
sujieiiorcs passas em m ou mais lotes terca-feir.i
22 docomnle as II horas da manliaa no arma-
zem do Aunes defronte da alfandega.
LEIIAO
De movis e urna alcatifa,
A SABER:
Um piano forte, urna mobilia de Jacaranda com
1 sof, 1 mesa, 2 consolos com pedras, 2 cadei-
ras de bracos e 12 de guarnic>ao,'2 ditas do ba-
lanco,'! espelho, quadros com estampas, 1 relogio
de cima de mesa, 2 venezianas, I transparente. I
mesa de jantar, cadenas, guarda lonca, 1 appara-
dor. 1 commoda, 1 quartinheira, 2 candieiros a
gaz, 1 cama franceza, 1 cabide, 1 guarda vestidos
e muitus outros objectos existentes no segundo
andar d > sobrado da rua do Crespo n. 2 por cima
da loja de livros.
Terfa-feira 22 de junho.
O agente Pinto far leilo por conta e ordem
de una familia que mudou de residencia, dos ob-
jectos cima descriptos existentes no 2o andar do
sobrado da rua do Crespo n, 2 por cima da loja
4e livros.
Principiar as 10 l|2 horas._______________
LEILO
(juarta-feira 23 de junho as 11 horas a
porta da Associagao Commercial Bene-
icnlft.
O agente Enzebio venffer por conta_ e ordem
de diversos os seguintes predios e aecocs :
:"i0 acciies da companhia do Beberibe.
Urna casa terrea den. 15 sita rua de Santa
Rita, cujas chaves estn na de n. 8 na rua de San-
ta Rita Nova, cuja casinba tambem se vende.
O sobrado n. 18 "a rui do Rrnm e 2 casas ter-
reas, nos fundos desta, com frente para o caes.
Urna grande barraca em eou-trueco com cerca
de 2 tercos feitos, o que est feito bum e as ma-
deiras sao propras e de pnmeira qualidade. se
acha no esahirodo Sr. Joaquim Antonio Bodri-
gnes junto aquetVe sobrado de n. 18 na referida
rua do Brum.
AVISOS DIVERSOS..
MAIS ] OC-O.
# Adriano & Saturnina,
Firma to cunceiluada,
Por desgraca ou triste sina
Vai ser prestes liquidada.
Esta tirina bern roceote,'
J posse muitos freguezes :
Quando a sucia cabe doente
O socio faz >uas vezes.
Ella boa e bgm esperta,
Ello faz servieos leves:
Mas toem a falfencia aberta,
Requerida pelo Neves.
Vai, pois, liqoidar-soa tenda,
Tetemos nerda totaf;
O cupim ileu na fazenda,
L se foi o capital I
Cobertaiuja.
Ftofio de hontem para hoje urna escrava de
Mine Rosa, mulata, alta, gorda, de 30 annos de
idade ; foi de Caruar e comprada ha pouco tem -
poaoSr. Amaro Fernandes T. Galindo : quem o
trotuer a este engenho ser generosamente grati-
fkado Ta era 19 de junho de 1869.
Ha ama carta vmda do sul para eiiurgar ao
Sr. alferes Temoli > de Albuquerque Maranho,
morador em S. Lourengo da Matta na seis mezes:
anuiaUaperatriz n. i, armazem de molbados.
LA LIBRAFRUi FRANCAISK
9 lita do Crespo 9
Mei en vente la deruir & inouvante publica-
tion de Vctor Hugo, L'llomme qui Rit, 4 beaux
rols. relies^_____________________________
Sociedade Fatroca
Dous de Julho.
A direeco convida a todas as pessoas que quei-
ram alforriar crias do sexo femenino, preferindo-
se as que ainda nao tiverem sido baptisadas,
camparecerem no dia 23 do correnle, pelas 4 ho-
ras da tarde, na rua da Aurora u. 70, I" andar,
com as respectivas enancas, devendo acompanhar
una nota com os seguintes esclarecimentos :
Fulana, escrava de Fulano, morador na rua de
tal, lilha de Fulana, nascida a tantos de tal dia,
mez e anno, alforria-se pela quantia de rs. *
A direeco espera que os senhores de ditas
crias torio cm coHSideracao o patritico fim desta
sociedade, e par isso nao exigiro preco superior
ao razoavel em consideraco a idade.
Recife 19 de junho de 1869.
Domingos Al ves Mathcas.
Agencia de jornaes
Rua do Crespo n. 9.
Nesta casa recebem-se assignaturas para todos
os jornaes de Europa e Brasil, polillos, littera-
rios, Ilustrados, de leitura, de andas para senho-
ras, de liguriuos para aliiates, cabelleireiros, cha-
pellaria, de religan, de pliilosophia, de djreito, de
jurisprudencia, de medicina, de phannacia, de
commercio linancas e economa poltica, de agri-
cultura, das arfes engenhaiia e arcliitectura, de
sciencias, de historia geographia e vi*gene, de pe-
dagoga, de pintura e msica, de phntograpliia, de
ci.ca, de magnetismo, da maconnaria, de spiri-
tnho, etc. As assignaturas pagam se no acto de
subscrever.
LrVRARfA FRANCEZA.
O Dr. Ermirio Cputinho, reside \ rua
da Cadeia n. 64, onde tem abarte o seo
consulto! io me Uro, c pude ser procurado
quaiijuer hora para o exeracio de sua pro-
(isssao.
O Dr. JbaoJof Ferreira de Aguar, fS
tendo de ansentar-se desta cdade por =5
algum tempo, deixa incumbidos de suas 8
causas o escriptorio os Srs. Drs. Antero ffi
Manoel de Medeiros Furtado e Julio Au- 35
gusto da Cunha Guimaraes, devendo a |
correspondencia ser dirigida este ni ti fln
mn, rua do Imperador n. 75, prmeiro ^
andar. fe
COMPANHIA
D08
TRILHOS URBANOS
BO
RECIFE A9 OliIMDA
Precisa-se comprar para as Obras dos
trilhos urbanos para Olinda e Beberibe 7
ou 8 mil sulipas. Quem pretender esse
fornecimento pode aprsenla!-, at o dia 15
de juiho, stia proposta em carta fechada
rua do Commercio n. 32 2o andar, es-
criptorio da compatiuia, declarando os pre-
fos. As sulipas devem ser de 2 25 m. de
comprimento, 20 a 25 centimetms de largu-
ra e 10 a 12 de grossura, *- das seguintes
madeiras: sicupi-a, embiriba, mariapreta,
harab, arueira, oiticica, baliatimao, pao
ferro, jaiob, coracao de negro, sapucaia.
ou pinho creosotado. Todas estas madeiras
deverao .' cr do milo edirigidas ao
Superintendente,
Andr Port.
M \E(0CI0
0 commendador Tasso,
leseja alugar por mdico
prefe as bailas e adaga-
dos do seu sitio do Co*
unda, s quaes v5o des-
:e aponte d* estrada no-
\ a de Beberibe ate quasi
a esUd.w vciua ao lugar de Agua Fria,
comprehendendo urna grande ilha, qual
assim como as referidas baixas se prestam
muito a plantario de captm, arroz e qual
qaer outras plantas que percisam de trra
fresca todo o anno.
O referido commendador nao duvida fa-
zer arrendamento desses terrenos e alaga-
dos por 6 ou mesmo 9 annos, e dar um
anno do fo^o Aorta a quem der fianca
idnea e se obrigue a rotear" os mesmos.
Precisa-se alugar um prmeiro' ou segundo
andar que esteja linipo e que seja na freguezia de
Santo Antonio : a tratar na rua da Cruz, armazem
ii. :8, das 9 as 3 horas da tarde ; ou na rua dos
Ossos ns. 2 e 24, a qualquer hora.
m
Precisa-sc de nina ama para todo o servico de
casa de urna familia composta de tres pessoas : na
rua Bella n. :t.
O pro'essor da Utim da freguezia de S. Jos
desta eidade, abaixo assignado, declara ao publico
que cont.na a estar aberla a matricula de sua
aula : quem se quizer matricular na mesms, di-
rija-se ao sobrado n. 5, no largo da ri eir da re-
ferida freguezia.
Ha para alugar-se urna Portuguesa, na rua do
Torres n. 42, '!:' andar. Na mesnia casa precisa-
se de una engommadera.__________
1T1
Precisa-se de urna ama livre ou escrava,
de bons cstumes, que seiba hem cosinhar,
para urna casa de familia. Diripir-se rua
Bella n. 37, sobrado da dons atilintes.
Manoel Fraucisco Coelho.
Precisn-so de lira Irabalhador do padaria
na rua do Rangel n. 9<
Preeisa-se Je .\u;t amas para engommar c tra-
anle urna enanca, ou para eozinhar : na rua
dos Pires,taheroa n. 18, se dir.'v quem quer.
o aliaixo assignado declara s pesseaxpe
teh cuntas antigs em sen estahelccnieiito, escni
que as lenha liquidado, por mais que lentam sido
as deligcncias ompiegadas pdra dit'i flm, fue no
praxo do lo a 20 dias as venham saldar ; porque
depeis do referido prazo, vr-sc-ba tufada a pro-
curar os meios judciaes para a liquidacao d'ellas.
Recife, 2G de mao de 18G9.
Mnjnel Gomes e Silni.
O advocado
Alfonso do Albuquerque Mullo inudou o seu es-
criptorio para a rua das Cruzes n. 37, defronte da
typographia do Diario.
ANA DE LEITE
Aluga-se urna mulata de 18 annos, escra-
va, com bastante leite c de primeira enan-
ca, muito sadia : ;i tratar na rua do Quima-
do n. 10, segundo ailar.
Criada
Precisa-se de urna criada para tratar de crian-
cas e sabir a passeo com ellas, e tambem lavare
cagmnmar : na rua do Queimado o. 39, 2o andar,
sendo a enlrada pelo largo de Pedro 11
Lava-se c enguinuiase com todo o aceio e
promptidao, e por commodo preco : atraz da ma-
tri da Roa-vista n. 2t>. priiue.ro andar.
Bellarmino
Evado-se do engenhn Marrecas, na comarca de
Porto Calvu, e no dia 18 de niaio do corrente an-
uo, o eseravo Bellarmino, cabra escuro, de idade
de 28 annos, alto e secco do corpo, sem barba, ptj
grandes, tem estado nesta eidade, o o seu maior
passeo pelo bairro da Roa-Vista, pode ser que
elle se eucaminhe para a freguezia da Escada.
onde foi elle criado, e condecido : quem o pe
gar c levar ao referido engenho, ou nesta praca,
ni rua da Cruz n.51, Ioandar, receber boa gra-
tlicaeo.
Precisa-se de una ama para eozinhar e
comprar : na rua da Cadeia do Recife n. 'l,
ItlEIMCO
O Dr. L. J. Correia de S usa de sua profissao;
para o que poda ser procurado a qualquer hora
d i da em c;,sa de sua residencia, rua das Nim-
phas n. 17. D consultas gratis aos pobres todos
os dias, das 8 as 10 horas.
Precisa-se alugar dous pretos escravos que
l^ntendam do servico de campo, para trabalharem
em um sitio nos arrahaldcs desta eidade, paga-?e
o aluguel iensalnieiite : a tratar ua rua do Im-
perador n. 79, 1" andar, de meio da as 3 horas da
tarde.
Precisa se de um caixeiro que lenha pratica
Je taberna, de 15 a 16 annos de idade, dando
tianca de sua conducta : a tratar cm Santo Ama-
ro com o Sr. Antonio Alves da Costa, rua do Lima
n. 64. -
Procisa-se de urna ama para casa da pouca
familia, para eozinhar c engonimar : na rua dos
Pescadores n. I.
ATTENCAO
O Sr. Man Muniz, Urbano e Florentino nao po-
dem tomar a defesa do seu amigo chora minha
amig, jera previa licenca do rabequisla mor do
feeeeo, o Carvalho nangud.
Zenha.
Egoa caneada.
Man Capto.
Aluga-se urna casa qne tenlia dous andares,
ou mesmo um, com aconimodacocs para grande
familia e para escravos, tendo na bija quintal cora
caeieaba, sendo no hairro da Boa-Vista, oo mes-
mo terrea, eom os eomrnodos exigidos: quem a
t ver,
  • rua da Palma em casa do Sr. Torres Galindo, que
    dir qup.mj>retende._____________________
    Declara$io.
    Enearrgando-se alguetn oficiotamente de pro-
    Salar em alguns circuios, que sou eu um dos re-
    actores da Illustraro Acadmica, declaro, alio e
    bom aoro, que nao sou nuvido nem chelrado para
    negocios queAgam respeito esse jornal, e que
    nao tomo parte alguma directa ou indirecta em
    sua redaeco.
    Fajp esta doelaracao simplesmoute. para deafo-
    go e tranquiidade das couscitneias no qae me tht
    respeito, e allm de que d'ora em vante se fique
    sabendo que nao faco, nem faroi parte de redac-
    ta! de jornal algum em que nao possa figurar os-
    tensivamentc o ojeu nome.
    ._______Jet Leandro Martius Somres.
    na roa Nova n. 39, loja de fer-
    ragens de Souzihv. (inimares.
    Os proprietaros desle cstabelecmento avsam
    ao respeitavel publico que existeni a: amostras dos
    mais lindos fogos artiliciaes para os f/atejos dos
    dias dos gloriosos Santo Antonio, S. Joao c S. Pe-
    dro, das melhores fabricas desta eidade, assun
    como diversas qualidades do fogos eliinezes, pro
    pros para senhoras e enancas, comprehendendo
    tambem una nova qualidade de traques america-
    noe, os quaes admira sua bondade pelo seu pe-
    queo tamanhn, o que s com a presenca dos com-
    pradores, podero cerlificar.se da verdade.
    Precisa se de um fetor paraum sitio,
    qurf seja morigerado e de conhecimento Jo
    sua conducta : no sobrado n. 21, que foi do
    linado Manoel Custodio, no caes de Santo
    Amaro.______________^^^^^^
    D se i:000?5 a premio era casas nes-
    ta eidade ; no escriptorio desta typographia
    se dir. ______________________
    Admiravel!!!.,...
    E' na verdade admiravel qne se venda urna
    saco com superior farinha da Ierra a 35300, no-
    va e gostosa; ssm como miraguaia (peixe secco,
    superior ao bacalho) a 100 rs! a libra eo 500
    a arroba ; nao se adm'rem, venham rua do
    Imperador n. 28,
    _________ARMAZEM DO CAMPOS._________
    COMPANHII
    de Seguros nuiritimos c terrestre Fideli-
    dwle, estahelecida ito Rio de Janeiro, ca-
    l>iu 3,200:000>O0O.
    Antonio Luiz de Oliveira Azevodo & C.
    agentes desta companhia, tomam seguros
    contra fogo e a risco martimo. Itua da
    Cruz n. 57 prmeiro andar.
    No escriptorio de Tasso Irmaos precisa-se
    fallar com o Sr. Joaquim dos Santos Figueiredo.
    .11
    Precisa-sc do urna cozinheira, preferndo-so es-
    crava para urna familia cslrangeira : a tratar no
    largo do Corpo Sanio n. 81.
    Maia & l.andi'lino teein para vender saceos
    cen farinha de mandioca : na rua estreita do Ro-
    sario travesa do Queimado n 18 C.
    CARTAS FATDICAS
    Perguntas e respostas em versos para S.
    Joao, S. Pedro e Sant'Anna. A' ellas an-
    tes que se acabera.
    Na rua Direita n. 2, loja de funileiro, ou no
    povoado dos Montes, precisa o abaixo assignado
    entenderse com o Sr. Manoel Calisto de_ Souxa a
    negocio de seu inteaesse ; isto no prasS de tres
    dias. Recife 18 de mao de 1869.
    Pedro Duarte Rodrigues Franca.
    Acham-se expostas venda, pelo demi-
    nuto preco de 10000 no BAZAR ACAD-
    MICO na da Imperatriz n. 13, no Caf
    Imperatriz na meswa rua. na Aguia Branca
    rua do Queimado, no Gallo Vigilante
    rua do Crespo e na rua Nora loja n. 9, as
    expelientes *..*?
    -
    A FLOR BO FUMO
    e
    s
    -
    e
    a
    s
    2
    AVISO AOS APIIECIADORICS
    DA BOA FUliACA
    -----DA FLOB DO FUMO-----
    Acabam de chegar novas
    remssas de fumo picado,
    e cigarros especiaes do
    tabaco do serto do Par
    e Amazonas preparado por
    Jos Julio Sampaio Pires,
    (do Para), premiado na
    exposico nacional, vende-
    so em seu nico deposito
    em Pernambuco, praca da
    Independencia n. 39,- loja
    de Porto & Bastos.
    i
    m
    I
    A FLOB OO F1IO

    Precisa- se de urna ama
    para a casa de familia, a
    Queimado o. 69.
    forra ou escrava,
    tratar na ruado
    Acba-se fgida ha oito mezes a preta es-
    crava, de naci, de nome Maria.eom 40 annos o
    idade, baiica e cor fula, consta que djz ser forra, e
    anda vendeflde na froguezia di loa-Vista, eem
    urna bandeja pintada de encarnado, eom que
    ugio : gutokarisa b#m a (mu a apprabaodar t
    teva-la a rua Imperial b. 133.
    Preeisa-se de urna "bea ama leiM sem fi-
    Iho; taferma-se na roa Aognsu n. 69.
    Eoupa eng'ommada
    Xa rua do Caldeireiro n; 16, engomma-se per-
    feitamente roupa, tanto de homem co.ro de se-
    nhora, e pnr presos razoaveis.
    Ao commercio
    Jos Domingucs Perera, com negocio rua das
    Boias n. 8, com quanto julguc nada estar devendo
    nesta ^raca, roga a quem se julgue seu credor a
    apresentar-se o mais breve possivel a cobrar do
    annunciante.
    Am'A de, leilc
    Quem precisar de urna ama de leite, dirija-se
    rua Direita n. 82,2" andar. _________________
    Faz-se bolos para S. Juo c S. Pedro com
    mestria, promptidao c limpeza : no pateo do S
    Pedro n, 26.
    Desde o dia 9 do corrente est fgido um ca-
    bra de nome Joaquim, baixo, grosso, olhos espan-
    tados e com falta, de um dent da frente, levou ves-
    tido camisa e calca de algodao da Baha, cosluma
    apparerer aqui no Recife na rua da Concordia :
    quem o pegar poder leva-lo ao Arraial, sito do
    capito Vianna, que gratificar.
    Anton% Goncalves de Azevedo, Marcelino Gon-
    calves de Azevedo e Manoel Jos' Monleiro Torres,
    rogaui aos seus amigos, e aos de seu socio Joao
    Rento Para, fallecido na eidade de Caruar, o ca-
    ridoso obsequio de assistirem a missa do stimo
    dia, que por sua alma mandam celebrar segunda-
    fira 81 do corrente, na matriz de Santo Antonio,
    pelas 8 horas damauba.pureojo favor anteeipam
    sua gratdo acuelles que se dignaren) comparecer
    a tan po e religioso act".__________________
    Criado
    Precisa-se de um criado fiel e diligente, livre ou
    eseravo, para urna casa de familia : a tratar na
    rua-Bella n. 37, sobrado de dous andares.
    O abaixo assii.'ii.i publico e com espe ialidade ao corpo commercial,
    que tendo de retirarse para a Europa a negocio
    e temporariamente deixa na gerencia do seu esta-
    belecimento sito a roa da Cadeia n. 36, o seu cu-
    nhado o Sr. Carlos Frese e o Sr. Leonardo Anto-
    nio do espritu Santo Porto, competentemente au
    torsados e habllados para este fim. doga-se
    portento aos sens amigos e freguezes que conti-
    nuem a dispensar a mc-ma conlianca, com que
    sempre se dignaram hnralo, certo 'de que suas
    ofdens sero executadas com zlo o actividade.
    Francisco H. Caris.
    Oymnasio Campestre
    E/ ao Sr. Procnpio de Sena Santiago,
    ponto deste theatro, que s deseja fallar na
    rua Bireita n. 89, a negocio que nao Ht*
    deve ser estranho.
    ........t..... ________________i, _
    Precisa-se de urna ama: na rua do Foge
    n. 31.
    WMM& PkD AJil A <*
    As econmicas e importantes machinas para
    cortar bolachas de todos os lmannos : sempre
    venda na ron Direita n. 84.
    Anda restam algumas collec^oes de
    BiograpiiavS de alguns poetas, e outros ho-
    mens Ilustres da provincia de Pernambuco,
    tres tomos escriptos pelo commendador A.
    i. de Mello: rua Augusta n. 04.
    Trocam-se
    is notas do banco do Brasil- e das caixas ftliaea,
    '/xa descont muito razoavel : na praca da Inde-
    lendencia n. 22.
    COMPRAS.
    FOGOS
    Compra-se um escrava de meia idade. que
    saba eozinhar e bem : na praca da Independencia
    n. 39, se dir.____________________________
    Compra-sc um eseravo qut
    entendado ollicio de torneiro:
    a tratar no escriptorio deArao-
    rim Irmaos & C, na rua da Cruz
    n.3.
    Comprase un eseravo de meia idade, acos-
    turnado ao servico de campo : na rua Direita
    n. 8.
    Sednlas geraea
    Compram-sc com premio seduias miudas de
    203 para baixo, sendo quantia superior de 100* :
    na rua do Vigario n. 3, escrpturio de Johnston
    Patcr & C.
    Na antiga fabrica de fogos de artificio da viuva
    Bufino, existe um completo sortimento de rodi-
    nhas, craverosepstolas, objeetns propnos para
    os festejos das noites de Santo Antonio e S. Joao,
    tudo por commodo preco, e como seja a fabrica
    distante da cida'de, as pessoas que qnizerem fa-
    zer suas cncommendas, podero leva-las no arma-
    zem da bola amarella, no oito da secretaria da
    polica, onde tambem acharan as amostra.
    ATTENCAO
    Dclmiro Gaudencio Bibeiro l'essoa dexou de ser
    caixeiro do armazem de drogas da rua do Impe-
    rador n. 22, desde o dia 8 do correute. Recife 17
    de junho de J869. _________^__^
    Compra-se
    Na rua Direita n. 36,
    obreas muito cm conta.
    veudem-se "hostias e
    AMA
    Precisa-se de tima ama para eozinhar, dormindo
    fura : na rua da Cadeia n. 10.
    Precisare de um feitor para o servico de en-
    gmho, preferc se que seja portuguez : na rua do
    Pilar n. 127.
    JAL
    Piecisa-.-c de urna ama para engommar : em
    Bemlica, sjtio do Sr. Barroca, ou na rua d*Ca*
    deia ti. 'i.__________________ ________
    Frederico Maia
    Cirnrgio dentista pela escola
    de medicina
    do Rio de Janeiro.
    Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
    co desta capital e seus Suburbios, que tem aberto o
    seu gabinete de-consultas e operares dentarias a
    rua Direita n. 12, prmeiro andar, onde pode ser
    procurado todos os dias das 8 horas da mantea as
    3 da tarde. Elle aeha-se competentemente habili-
    tado para com perfeico coilocar denles artificiaes
    por qualquer dos systemas, e bem assim desempe-
    nhar qualquer outro trabalho conecrncnle sua
    proflsso. O mesmo, reconhecendo que nem sem-
    pre nossivel s seuhoras ou crianzas sahirem a
    procm sr o remedio, offerece-se a* remover qual-
    quer obstculo, declarando/|ue na eidade so pres-
    tar a qualquer chamado sem que issoinflua cousa
    aiguma na commodidade dos pregos de seus traba-
    Ihos, e quando para fra della asim mesmo ser
    precedido de um ajnste rasoavel, garantindoee a
    segurancae perfeico de sens ditos trabalhos. Em
    sen gabinete se encontrar constantemente excel-
    lenteps dentifricio, elixir e outros medicamen-
    tos odontalgicos : a rua Direita n. 12, primeiro
    indar.
    ih ww^ mmmm
    EMPRSTITO S0BRE1
    harrs vasios de banha americana, que esteja em
    bom estado : na roa das Grates n. 7.
    Moedas de prata do cunho antigo, corapram-
    se por preco alto : ua rua do Cabug u. 5, loja
    da Esmeralda. "
    Ouro e prata em obras vellias, assim'
    como liiilliantes sondo de primeira quali-
    (lr.de ; compram-so por maior i reco que
    em oulra liarte. Na loja de joias (Esme-
    ralilm nudo Cabug n. 5.
    COMPRA-SE
    urna carrera, de caixo, .de ditas rodas, com
    carrito earreios; quem tiver e quizer ven-
    der annancie por este Diario, ou dirija-se
    ao sobrado n 22, que foi do fallecido Ma-
    noel Custodio no caes de Sanio Amaro.
    Na praca da Independencia n. 33, loja de ou-
    rives, compra-seoiire.prata, e pedras preciosas,e
    tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
    jodo e qualquer concert.
    0 muzeo de joias
    Na rua do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
    e pedras preciosas por preeos mais vantajosos do
    que em outra qualquer parte.
    PBATA
    Compra-se moedas de ouro e prata e
    bem como libras slerlinas, na rua do Ca-
    bug n. 0, relojoaria.
    MOEDAS
    DE
    OURO E PRATA.
    Compram-se, offerecendo-se muito maior van-
    tagem ao vendedor : no Coracao de Caro n. 2 D,
    rua do Cabug.
    Compra-se nina negrinha de"i~a 10 anno>
    de idade : na rua do Pires n. 5.
    .Papel para embrulho
    Compra-se papel para embrulho, ua loja
    doPavo, rua da Imperatriz n. 00.de Flix
    fPereira da Silva.
    Compra-se una casa terrea nesta eidade,
    assim como um eseravo e una escrava at a idade
    de 40 annos : a fallar na rua do Oueimado, loja
    n. 46, de Bastos & Irmaos.
    Coinpram-so dous escravos do meia idade,
    aroslumados ao servico de campo : na cocheira do
    Thnmaz, na rua de Santo Amaro.
    Compra se jornaes para einrulbo : na rua
    do Crespo n. 23, loja da esquina,
    No prximo vapor, qne se espera dos pintos
    do norte, tem de chegar a esta capital o respeita-
    vel Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
    Em toda parte onde anda essedistinctissimo me-
    dico, nao se esquece de empregar seus esforcos
    em favor dos progressos da honxepathia e da hu-
    mandade.
    No Maranho acaba elle de publicar regimens
    muito jem coordenados para uso dos seus doen-
    tes; tambem um livro para apanbamento dos
    svmptomas, para o uso de todas as pessoas que
    empregam a homaepathia.
    Ease livro indispensavel a quem a quizer pra-
    ticar com seguranca, e se acha a venda na phar-
    mncia etpecut homapathica, rua Nova n. 43
    custa cada exemplar 45000.
    Coonana-se a vender oa melhores medicamen-
    tos, e o thtsonro honuepathko pelos preeos coobe-
    eidos.
    O professor em hommpatha,
    Jet Aku Ttmrio.
    Gerente desta unarmacio.
    Quem acliou mu acola de armacao de ouro, e
    quaira restuui-loiao dmo^ leve rua da Gloria a
    94, qne ser recompensado.
    Em casa de THEODORO CHRIST1
    .WiSEN raa da Cruz. n. 18, encontram-se
    eflectivaraente todas as qualidades de vinht
    Bordeaux, Bourgogne e do Rheno.
    ftucisa-so de urna ama captiva ou forra para
    - rtu de S. FtaaaaaB
    eeetahw'e engommar; na
    B.M.
    (SEM LIMITE.)
    Na Iravossa da rua
    das Oros n, % pri-
    S meiro andar, da-se qual- |j
    m quer quantia sobre ouro, |
    prata e pedras preciosas.
    O dono deste estabelecimento, |
    competentemente autorisado pelo
    governo, esti as condiedes de ga-
    rantir a transacco que se fizer em
    sua casa, prometiendo todo e zelo
    e consideraco s pessoas que se
    dignaren! de honra-lo em seu esta-
    belecimento.
    Na mesma casa compra-se ouro,
    prata e brilliantes.
    Compra-se moedas de ouro e prata, bem
    como libras sterlinas por maior prego que
    em outra parte: na ruado Crespo n. 16
    primeiro andar.
    Vendem-sc dous bonitos escravos, uin mo-
    lequc de 10 annos, bom eozinheiro, e um cabri-
    nha de 10 annos: ue terceiro andar do sobrado
    n. 36 da rua das Cruzes.____________________
    Compra-se
    ouro c prata e pedras preciosas, no arco
    da Con :eicJo, na loja de ourives, no Re-
    cife.
    VENDAS.
    Criado.
    Na rua do Crespo n 16, 1* andar, precisa-se
    de um criado para andar nos arrabaldes da eida-
    de, paga-se bem, porm quer-se garantas de boa
    conducta.
    Deseja-se fallar a negocio de in-
    teresse a rua do Crespn. 17
    Aos Srs.
    Paulino Ferreira da Silva.
    Dr. Francisco Pinto Pessoa.
    Francisco -freir de Arruda Cmara. (Sr.
    de engenho.)
    Manoel Jos Fernandes Barros.
    No armazem alfandegado -da rua do
    Apollo n. 26 de James Ryder o^fc armaze-
    nas-se fazendas as seguintes fpdiccoes.
    Fardos 800 rs.........)
    Caixas 640 rs.........) por ves mezes
    Fardos de estopa a 1iJ600.)
    Taberna
    Vende-se a taberna da ma da Concordia n. 94,
    a qual est bem afreguezada e tem poneos fundos
    prnpria para algum principiante; o motivo da
    venda dir-so-la ao pretendente em particular : a
    tratar na Pon.te-Vetha n. 14 das 6 as 9 da ma-
    nha e desta hora, em diante n'esta typographia
    Com dinheiro vista vende-se o sitio Linio
    na povoacao dos Montes, ao pe da esta rao de Usa:
    a tratar com Jos Paulo do Reg Barreto, na villa
    do Cabo.
    bllia de Flandres
    no armazem de Silva Barroca, rua da Cadeia mi-
    mero 4.
    LEIAM.
    Em ama casa de familia, a rua estreita,
    do Rosario rr. 35 Io andar, fornece se coin-
    dorias para fra, mandando-se levar as
    casas que nao tiverem portador, e garan-
    tindo-se o aceio, promptidao e commodida-
    d na prs?o, portante convioVs aos 8rs.
    estudantes c negociantes a honrar-nos com
    ag suas assignaturas.
    Na rua da Imperatriz n. 88, 3o andar,
    ha para vender doce de caj secco, mata
    barato que era outra qualquer parte, assim
    como bollos do S. Joao.
    Vende-se em Olinda urna casa terrea, aa
    rua de Cocho n. 16, defronte da ladeira da Boa
    Hora, a qual tem quintal non alguns ps da ar-
    voredo : quem a pretender, dirija-se a raa da
    Madre de Des n. 80, no Rtcife.
    VENDE-SE
    velas enfoiudas de muito bem gorto, e magsta de
    cera de toda qualMad, ^or Watissiroo pesa :
    a* loja de cera do pateo do Ligamento n. 3$
    Para bolos.
    Vende-se massa de mandioca muito fina pret-
    oria para bolea de aaew >> '* i **-
    mesma se tu bolos da baca de mmmmmdH <
    taraaa-ae bandeja* pasa neameoaw de i
    eraos : na rua dos Pires n. 81
    /
    V
    *


    Diario de PeraaitibOco Segunda feira 21 de Jtmho de 1$69.

    i
    r-
    Ccordeiro providente
    Rila do elinrwlo u. tu.
    Novo e variado soriimento de perfumaras
    tutus, e oittros objcelos.
    ABa do completo sortiraento de perfu-
    marla*, de que efectivamente est provida a
    loja do Qordeiro Providente, ella acaba de
    receber aim outro sortimento que se torna
    notavel pela variedade de objectos, superiori-
    dade, quafidades e commodidades de pre-
    os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
    8 espera continuar a-merecar a apreciacao
    do respaitavel publico em geral e de sua
    boa froguezia em particular, nio se afas-
    Uno Me de sua bem conhecida mansidao
    e bartela. Em dita loja encontrarao os
    apreciadores do bom:
    Agua divina de E. Coudray.
    Dita verdadeira de Murray d Lamman.
    Dita de Colegne ingleza, americana, fran-
    ceza, todas dos melhores e mais acreditados
    fabricantes.
    Dita balsmica dentrificia.
    Dita de flor de larangeiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
    Elixir odontalgico para conservacao do
    assdo da bocea.
    Cosraetiques de superior qualidade e chei-
    ros agradaveis.
    Copos o latas, maiores e menores, com
    pomada fina para cabello.
    Frascos com- dita japoneza, transparente
    e outras qualidades.
    Finos extractos nglezes, americanos e
    francezes em fraseos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino e a grada ve 1 chei-
    ro de violeta.
    Outras concentradas c de cheiros igual-
    mente finas c agradaveis.
    Oleo pliilocome wrdadeiro.
    Ertraeto d'oleo de superior qualidade,
    com escribidos che ros, cm frascos de diffe-
    rentestamanhos.
    Sabonetes era barias, maiorese menores
    para mos.
    Ditos transparentes, redondos e em figu-
    ras de meninos.
    Ditos muito finos em caixinha para barba.
    Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
    fructas.
    Ditas de madeira invernisada contenda fi-
    nas perfumaras, muito proprias para pre-
    sentes.
    ununs
    QUE S LIQUIDAM
    A DIHHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
    DE
    Fi:i/IV PEREIRA DA SILVA.
    O proprietario d'este estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
    pital a vir suftir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como ie
    lei, assim como de um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
    pessoas que negociara em pequea escala, tanto da praca como do mat.>, aesta casa
    podero fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porces, venden lo-se-lhes
    polos precos que se compram as casas inglezas ; assim como as excellentissimas fami-
    lias, podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se llie as mandam
    levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabelecimento, que se acha aberto con-
    stantemente desde s 6 horas da manha s 9 da noute.
    Explendido sortimento de
    Alpacas tarradas de edres a 5o
    Alpacas a 500 Alpacas a 500
    Alpacas de cores
    Na loja do Pavao ra da Imperatriz n.
    00, vende-se uns -poneos de mil covados
    das mais lindas e modernas alpacas lavradas
    cora as mais modernas e bonitas cores,
    proprias pira vestidos e raupas para meni-
    nos, tendo entre ellas azul, yrio, roxo, cor
    de canoa, verde claro etc. e os lavrores
    muito miudinhos assentados em urna s
    cor; para se. poder retalhar esta fazenda
    pelo barato preco de 500 rs. o covado, foi
    preciso fazer-se urna grande compra deste
    artigo, o qoal grande pechincha.
    Aos dez mil corados de cassas
    francezas
    Covado a. 300 Covado a 300
    Covado a 300
    Covado a 300 Covado a 300
    Covado a 300 'rs.
    Vende-se na loja do Pavao rna da Im-
    peratriz n. 00 urna grande quantidade de
    mil covados das melhores casas franeczas
    Ditas de papelo igualmente bonitas, ta- para vestidos, tendo padres miudos e gra-
    bem de perfumaras finas.
    Bonitos vasos de metal coloridos, e de
    moldes novos e elegantes, com p de arroz
    e boneca.
    Especial p de arroz sem composiro de
    eheiro, e por isso o mais proprio para crian-
    fas.
    Opiata ingleza e francesa para dentes.
    Pos de camphora c outras dilTerentes
    qaalidades tambera para dentes.
    Tnico oriental de Kemp.
    Anda mais coques.
    Um outro sortiraento de coques de no-
    vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos
    e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
    estao todos expostos apreciacao de quem
    os pretenda comprar.
    GOLLINIIAS E PUNHOS BORDADOS.
    Obr.is de muito gosto e perfeicao.
    FIrellas e Otas para cintos.
    Bello e variado sortimento de taes objec-
    tos, ficando a boa esculla ao goste do com-
    prador.
    FLORES FINAS.
    O que de mclhor se pode encontrar neste
    genero, sohresahindo os delicados ramos
    ominados para coques.
    dos, assentados cm todas as cores.
    Vinho degestivo de
    chassaing
    PEPSINA E DIASTAEX.
    Remedio por excedencia para cura certa
    das digestes diflkcis e completas, acalmar
    as dores gastralgias, e reparar as forcas
    produzindo urna assimulacao completa dos
    alimentos; sendo mais um excellente tnico.
    VE*E-SE
    PHARMACIA I ROGARA
    DE
    Bartholoincti & C.
    3 iRA LARGA DO ROSARIO34
    Libras esterlinas, na ra da Cadeia do
    Recife, n. 58.
    FUNDICAO DOBOWMAN
    Una do Brnm n. *Z.
    PASSANDO O CHAFARIZ
    Tem sempre deposito de todo o ma Cinis-
    mo empregado na agricultura da provincia,
    entre o qual:
    Machinas de vapor, para assucar e para
    algodo.
    Rodas d'agoa.
    Motores de diversas especies.
    Moendas de cann.
    Rodas dentadas, para animaos, agoa e
    vapor.
    Tixas de ferro, batidoi fundido e de
    cobre.
    Alambiques.
    Aiados e instrumentos d'agricuHura.
    Desea rocadores d'algodao etc. etc.
    Havendo em tudo variedade de Umanho
    desde o menor at o maior que se costu-
    ras emprear. ____________
    Vende-se m.inteiga inglrn muito boa a 900 rs.,
    U, e 1*120 a libra, muito lina, presunto de La-
    niego a 800 rs. a libra, carne do serto a 360 rs.,
    lingnica fln em latas alta libra, farello, sarco
    de 4*100. eoJo Lisboa lino a o'*400: no pateo
    Panizo n. 20.
    Encanamento de agoa
    e gaz.
    Canos de ferro eslanhado e com porcelana, ditos
    do chumbo do todas as grossuras.
    Pesos pelo nov sistema
    Temos dos novos peros completas e a retalho :
    venda, rna do Qneimado, Azeveda A Irmao.
    CHAVEIROS
    E* um lindo e innofensivo fogo de artificio, pela
    sua qualidade, quasi impo-sivel rebentar, so se
    for Wlo p*r quem nao souber : garantimos os que
    se fabricana na amiga fabrica da estrada de Juao
    de Barros, da viuva Rufino, e as eneommend.is
    para os que so fazem em dita fabrica, recebem-se
    no armazem da bola amareis, no uio da secre-
    taria de policia.
    Attenpo.
    Na roa dn Pa.lrc Florian n. 3t vende.-se man-
    dioca preparada para bolos a 300 rs. a, libra,.
    W
    m estas
    cassas sao propriamento francezas," tendo
    transparentes e tapadas, com tanto corpo
    quasi como a chita, e alm dos padres
    serem muito bonitos, s3o todos lixos e seria
    faada para milo mais dinheiro, mas re-
    talha-se a 300 rs. o covado.
    Kspart Sinos a 3&QOO na loja de
    Pavo
    Vende-se urna grande porco de esparti-
    Ihos modernos com o competente cordo,
    tendo sortimento de todos os tamanhos, e
    vendem-se a 30 cada um.
    MADAPOLO ENFESTADO A 3,->600, S
    NO PAVO
    Vendem-se pecas de madapolo enfestado
    com 12 jardas, sendo muito incorpado pelo
    barato preco de 3-j>000 ris, assim como
    pecas de algodaosiulio com 10 jardas
    USOO e 5*000 ris. .
    ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 500
    RS. SO O PAVO VENDE
    Covado a OO rs.
    Covado a 500 rs.
    Covado a 500 rs.
    Covado a 500 rs.
    Covado a 500 rs.
    Covado a 500 rs.
    Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
    60 vende-se .urna grande porco de alpacas
    lavradas com os mais lindos padres listra-
    dos e com flores matisadas, sendo este ar-
    tigo urna grande pechincha, por se terem
    comprado urnas poucas de caixas e vende-se
    pelo barato preco de 500 rs. o covado.
    Chales
    PELERINAS DE CROCH A 80, 105000
    E ldOOO
    Chegaram para a loja do Pavo as mais
    \ modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
    rinas de lil e croch que se vendem a 8 e
    w e m
    GRA1B PECHINCHA
    EU
    FEItC AULAS
    . A pataca o covado
    PERCALLAS A 320 RS.
    AOS DEZ MIL COVADOS
    PERCALLAS A 320 RS.
    Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
    00. vende-se urna grande porco de per-
    callas francezas proprias para vestidos, sen-
    do de c&res fixas e mais larga que as chi-
    tas, tendo os pannos muito encorpados e
    com os desenhos mais bonitos que tem
    vindo ao mercado, tendo padrSes miudos e
    grados e vende-se pelo baratissimo prego
    do 320 rs. o covado, garant;do-se estar esta
    fazenda cm perfeito estado, e vendendo-se
    por este baratissimo preco para apurar di-
    nheiro.
    RRAMANTE PARA LENQOES COM 10
    PALMOS DE LARGURA A 1(5800
    Chegou para a loja do Pavo, ra da
    Imperatriz n. 60, urna grande porco de
    p. cas de bramante com 10 palmos de lar-
    gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
    mento de um lencol, o qual se faz com um
    metro e urna quarta, e para cama de casal,
    com um metro e meio; e vende-se pelo
    barato preco de 16800 ris cada metro,
    tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
    plicaces para arranjos de familias, sendo
    grande pechincha pelo preco.
    CORERTORES DE L PARA 0 INVERN
    DE 30000 6)5000
    Chegou para a loja do Pavo> um gran-
    de sortimento dos melhores cobertores, de
    12 de carneiro, sendo muito grandes e
    muito encorpados, que se vendem de 34
    at 6#(HiO cada um, em relago s dille-
    rentes qaalidades, pechincha: a elles an-
    tes que se acabem.
    ATTENCO
    PEqKHAS QUE SE LIQUIDAM
    Wloja DO PAVO
    Cortes (Usprgandy listrados com 10 va-
    ras cada um e que tarabem servem para
    luto a 35000.
    Lanzinhas de cores para vestidos a 200
    rs. o covado.
    Cortes de cambraia com barras bordadas
    e muito finas a 34 e W060.
    Cassa toda preta para vestidos a 320 r,
    a vara.
    Chita preta ettreita com salpicos para ves-
    tido a 240 o covado.
    Brtas ditas lisas a 166 o covado. ..
    ' pechincha para fechar contas.
    Casemiras da moda
    NA
    IiOJA DO PAViO
    Chegou pelo ultimo vapor francez, um
    grande o, verdadeiro soriimento das mais
    modernas e mais linas casemiras para eal-
    cas, paletots e coletos, tendo lisas, com lis-
    tras o com listra ao lado, tendo para todos
    os presos, e alianca-se venderem-se muito
    mais barato do que em outra qualquer par-
    te, assim como das mesmas se manda fa-
    zer qualquer peca de obra, a vontade do
    freguez, para o que tem um bom alfaiatc.
    Aos quinhentos palitots
    a 18S e20^000.
    Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
    60, vendem-se una grande porco de pa-
    litots sobrecasacados, e propriamente so-
    brecasacos de panno prcto, sendo obra
    muito bem acabada pelos baratos precos
    de 18(5, sendo forrados de alpaca, e de
    20)5 forrados de seda ; esta fazenda a nao
    se ter comprado urna grande compra, seria
    para muito mais dinheiro, porm liqudase
    esta pechincha pelos precos cima.
    Laziiihas a 940 rs.
    Vendem-se lazinhas para vestidos e rou-
    pas de meninos, sendo to encorpadas
    como chitas, pelo barato preco de 20 rs.
    o covado.
    POUPELINAS A 500 RS. 0 COVADO.
    Na loja do Pavo, na ra da Imperatriz
    n. 60, vende-se um grande sortimento das
    mais lindas poupelinas ou lazinhas trans-
    parentes, proprias para vestidos e roupas
    de cranlas, com as mais modernas e bo-
    nitas cores; padros com listrinhas miudi-
    nlias, que se vendem pelo barato preco de
    500 rs. o covado," pechincha que se acha
    nicamente na loja de Fex Pereira da gil-
    va, na ra da Imperatriz n. 60.
    AS CAMBRAIAS DO PAVO
    Vendem-se finissimas pecas de cambraias
    lizas transparentes tanto inglezas como suis-
    sas tendo mais de vara de largura, pelos
    precos de 5)5000 at 10)5000 a peca, assim
    como flnissimos organdys branco liso que
    serve para vestidos de bailes, por ser muito
    transparente a 1)5000, a vara, na loja do
    Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
    reira da Silva.
    Cortinados
    Para camas e janellas.
    Vende-se um grande sortimento aos me-
    lhores e maiores cortinados bordados pro-
    prios para camas e para janellas, que se ven-
    dem a 125000rs. cada par at 25,5000 rs,
    isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
    Pereira da Silva.
    roupas feitas
    NA LOJA DO PAVO RA DA
    EMPERATRIZ N. 60
    Acha-se este grande estabelecimento com-
    pletamente sortido das melhores roupas,
    sendo calcas palitots e colotes de casemira,
    de panno, de bnra, de alpaca, e de todas
    as mais fazendas que os compradores pos-
    sam desejar, assim como na mesma loja
    tem um bello sortimento de pannos casemi-
    ras, brms, etc. etc. para se mandar fazer
    qualquer peca de obra, coma maior promp-
    tido vontade do fregnez, e nao sendo
    obrigados a acceita-las, quando nao stejam
    completamente ao seu contento, assim como
    n'este vasto estabelecimento encontrar o
    respcitavel publico um bello sortimento de
    camisas francezas e inglezas, ceroulas de
    linho e algodo e outros rauitos artigos
    proprios para homens e senhoras promet-
    tendo-se-lhe vender mais barato do que em
    outra qualquer parte. Na ra da Impera-
    triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
    ra da Silva.
    COLCHAS PARA CAMA A 5,5000.
    Vcndem-se colchas de fusto adamasca-
    las para cama, pelo barato preco de 5(5.
    grande pechincha, na loja e armazem do
    l'avao, ra da Imperatriz n. 60, do Flix
    Pereira da Silva.
    O atoalhado do Pavo.
    Vende-se superior atoalhado de algodSo
    #m 8 palmos de largura, adamascado a
    !<5200 a vara; dito de linho fazenda muito
    tuperior a 33200 a vara ; guardanapos de
    inho adamascados a 4f5500 a duzia e muito
    Inos a 8,5000, e ditos econmicos a 3*5500
    t duzia.
    ALPACO DE CORDO PARA VESTIDOS
    A 10000
    Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
    co ou gurguropara vestidos, sendo n'es-
    te genero o mais moderno e mais bonito
    que tem vindo ao mercado com differentes
    cores, sendo mais largo que alpaca e ven-
    de-se pelo baratissimo preco de 1)5000 o
    covado.
    Xovidade Vovldade
    GURGURES DE SEDA PARA AS FESTAS
    DO MEZ m JUNHO
    Chegou pelo vapor de 14 do corrente,
    para i loja do Pavo, ra da Imperatriz
    n. 60, um brilbante sortimento dos mais
    modernos e mais bonitos gurguroes de seda,
    para vestidos, tendo padroes miudinhos e
    grados, com lindas listras matisadas, as-
    sentadas as mais delicadas cores, como
    sejam, verde, bismark, lyrio, azul, perola.
    etc. etc., assim como ditos lisos de todas
    as coras, garantindo-se que na actualidad*
    nao ha urna fazenda de mais gosto nem rit-
    mis pbantasia do que estanqese vende por
    preco muito rasoavel, no estabelecimento
    de Flix Pereira da Silva.
    1 I-RA DO QUEINADO-ll
    DE
    AUGUSTO PORTO & C.
    Rccebcram superiores vestidos de blond com manta e capella para noivas. que
    vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
    SAHIDAS DE BAILEde cachemira branca o de coros o que ha de mais lindo.
    BASQUINESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
    elegante.
    CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
    RALOESbrancos e de cores para senhoras e meninas, espartilhos, saias bor-
    dadas, e saias de la com barras de cor.
    GORGUROde seda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
    tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, bombazinas pretas,
    alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
    ftu

    BAZAR UNIVERSAL
    80-Rm NovaO
    Carneiro Vianna
    Neste RAZAR encontra-se um complete
    sortimento de todos os artigos que se ven-
    dem por precos commodos como sejam: Um
    completo sortimento de machinas para cos-
    tura de todos os systemas, mais modernas
    adoptados na America e approvadas na ul-
    tima exposico serviros a electos para ahue-
    co o jantar, salvas, bandejas, taboiros, bol-
    sas e malas para viagpm, indispcnsaveis para
    sr-iliora6, randieiros para sala e cima de mesa,
    parede e portal, mangas, tobos e globos do
    vidro, machinas para fazer caf, ditas para
    hater ovos, ditas para amassar Cariaba, ditas
    para fazer manteig, camas de ferro para
    casados, solteiros e crianca, berros, [cadei-
    ras longas paraviagem, ditas de b.'lanco,
    espelhos de todos os tamanhos, m( Idnras
    para qnadros gaz, baldes americanos, gu r-
    da comidas, brinquedos para erianr; s, um
    completo sortimento de cestinhas, o eados
    para sala e nesa, tapetes para sala, qbarto,
    frente de soph, janella e porta, capadlos de
    Sparto e efico, objeclos para escriptqrio e
    muilos outros artigos que se encontrarao a
    venda no mesmo estabelecimento cquqvalc
    a pen ir examinar.
    Para enfeitar bol*
    Papal lino arrendado proprio enfeit
    bolos: no armazem do vapor francez n
    .Nova n. 7.
    NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
    Agua-florida de Guis-
    lain
    Tintura ndelevel para tingir os cabellos,
    sem manchar a pelle.
    A bem conceituada agua-florida de Guis-
    lain que ento era des:onhecida cm Per-
    nambuco, j hoje estimada e procurada
    por seu efficaz resultado, e anda mais se-
    r, quando a noticia de seu bom effeilo e a
    experiencia tornar de lodos conhecida.
    A agua-florida de Guislain composta ni-
    camente de vegetaes inoflensivos, tem a
    propriedade extraordinaria de dar cor pri-
    mitiva aos cabellos, quando estiverem bran-
    cos, e lhcs restituir o brillio perdido, c as-
    sim como preservar do embranquecer, sem
    ser prejudicial de modo algum
    E' porm necessario fazer conhecer, que
    o bom resultado pr'oduzido pela agua-flori-
    da, nao instantneo, como muitas pes-
    soas tal vez supponham, miis sim ser pre-
    ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
    e logo se obler o lim desejado, como bem
    provam testemunhos de pessoas insuspei-
    tas, e d'ento por diante, basta usa-la dnas
    vezes por niez, contando sempre com o bom
    xito, podendo a experiencia ser fcita em
    ratra qualquer cousa.
    Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
    da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
    ra do Queimadon. 8,
    A Aguia Branca, contando cora a protec-
    $o de sua boa freguezia, tambem capricha
    em nao Ih'a desmerecer, procurando sem-
    pre corresponder a idea favoravel com que
    a honrara, e em prova ao que Oca dito, d
    como exemplo & explendido sortiraento
    que acaba de receber, anda mesmo achan-
    do-se bellamente provida do que de bom
    e melhor se pode desejar nos gneros que
    sao de sua competencia.
    Haja vista aos necessarios livros de missa
    i oraco, obras de apurado gosto e perfei-
    cao, sendo: com capas de madreperola e
    tocantes quadros em alto relevo.
    Ditos com ditas de marfim igualmente
    bonitos.
    Ditos com ditas de velludo, outros im
    lando chario machetado.
    Ditos com ditas de marroquim com cruz
    e guarnico, dourada ou prateada.
    Gordas e tercos de cornalina.
    Assim como.
    Grande e bello sortimento de leques
    todos de madreperola, madreperoja e seda,
    sndalo, sndalo e seda, osso, osso c soda,
    e faia efe, etc. tendo nos de sndalo alguns
    com i vistas, o outros japonezes enfeitados
    de flores.
    Bonitas vollas grandes de aljofares azues.
    VoltaS de cerrente de borracha.
    Mciaa do seda para meninas o senhoras.
    Ditas de fio do Escocia abortas, tambem
    para meninas o senhoras.
    Ditas muito linas d'algodao, alvas, e
    croas para meninas e senhoras.
    Luvas do fio d'Escocia, torcal, e seda
    para meninas e senhoras.
    Majas de la para homens^ mulheres e
    meninos.
    Gollnhas c punhos bordados obra de
    muito gosto.
    Entre-meios finos tapados c transparen-
    tes com delicados bordados e proprios
    para enfiar lita.
    E OS PRODIGIOSOS
    Anneis e collares Royer para creangas.
    Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
    e selim para meninas ou senhoras.
    Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
    Delicadas caixinhas de vidro enfeitadas
    com pedras, aljofares, etc.
    Ditas de tartaruga para joias.
    Bonitos albuns com msica.
    Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
    Novos e delicados ramos de flores com
    marrafes para enfeitar coques.
    Bello sortimento de trancas de palha.
    Fitas largas para cintos.
    Cintos de fitas largas com bonitas rama-
    gens.
    Brincos e alfinetes de madreperola.
    Ditos esmaltados, obras novas e bonitas
    Vende-se em casa de live|ira
    Filhos&C, I;ngo do Corro
    Santo n. IV
    Libras esterlinas.
    Vinho moscatel de Setuhal.
    Potassa da Erassia, cm baran e mpios
    ditos.
    Carvo animal de superior qualidade.
    Panno do algodo da fabrica de Ferno
    V'elho, para saceos c roupas de escravos.
    VENDE-SE
    Pipas vasiea, bar s de 5, e um dcimo
    tudo em perfeito estado, frasqueiras pro-
    piias para frascos com genebra de Hollan-
    da, urna porco de garrafas vasias e botijas
    paracervej, e urna pipa com 80 can?tas
    de agurdente de canna superior chegada
    ltimamente o mato : no dep< sito da na
    do Lima em'Santo Amaro, n. 30, das 9 ho-
    ras da manha em dianti.
    BQRDEAUX SUPERIOR:
    CHATEAU LA ROSE.
    CILITKAU ICAUZAM
    Em cas* de Rabe Scbraettau & C. Corpo
    Bjno| ap soojoq op ezo.io
    e
    cui.vip enijc moa eje.ucy
    008 *00 '009 '008
    soioui-ajjua o soquipequy
    '.008 05 '001 '08 ?sop
    -eppnb se SBpoi ap ojsuoqcs
    b Bsoqeq 9p 09|o moa soosb.u
    00^1 ? 8}0||oo BJBd oje 9p saojog 091
    OOS ........opuso.v OOVI
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    '008 'OO sojiaqa yjoa soasBJj o?C
    OO b oqand Bjed saojoq op sajfij
    005 "soijuj BJBd sojuejq soju^i 006*
    008 cqaoj biuij tnoa sbjbjjbo
    -loop oxreqB so^oafqo so opnBunanb ?^sg[
    TVHWHil Vffl3H0Ii OSiVOMV
    n
    HXTS&U 11B4 :iI ITOI
    s, v-oaviiia ni o IflI EVi
    Com este titulo peroorre as mas da ci-
    liado todos os dias uteis das 9 horas da
    manha s 5 da tarde, urna caixa contendo
    artigos das ultimas modas de Parspara
    SK.MIOHAS
    Como sejam:
    Ricas e bellas chapelinas.
    Lindos e elegantes cliapesiihos.
    Casaquinhos de guipure.
    Fichs do renda pretos.
    Delicado sortimento do cintos.
    Corpinhos de cambraia enfeitados.
    Borin'is de lan e seda, claros.
    Coques enfeitados e lisos, etc. etc.
    E muitos artigos de novidade tanto paro
    senhoras como para homens e crianzas.
    As pessoas que pretenderem alguns des-
    tes objectos, queiram ter a bondade de
    mandar dizer suas moradas noBAZAR
    DA .MODA,RA NOVA N. 50alira de
    ^erem procuradas.
    Os propietarios do=BA7.AR da moda,
    certos na optimescolhaa |destes artigos,
    por seu mu hbil correspondente em Paris,
    julgam-se no direilo de affiancar que ven-
    c seP! dem suas mercadorias por precos as me-
    -,!Bfoo uioa bijuii op soiiOAOK i ,nores condirrjos a.dinheiro.
    .icqjoq.ejEd SBi|in| op SBjqi'i
    a s.i 001 c l'lu!l mo:> soasejj
    ........ b SBqunj
    o BJinsoa BJBd SB.raosaqx
    .........B SBU
    -IU9UI BJBd BSS8AB.IJ 8p SatUO^
    B BJIOpBpjO\ J8A1J
    emo|oa op boSb ujoo soasejj',
    Joaquim Jos Gon-
    palves Beltro
    i:i'im
    MENCO DI ONRA
    Venda-te b Ucuom
    DE F1GAD0S FRESCOS DE BAC1LHA0 ft.fti*w*
    l*res, phnnci Hom,
    DI
    i!m
    2, ru de OwtigUooe,
    em Parit.
    As etn> os pirfci, d'um chairo fone, e mais composicSas feitas com leos
    de peixes eooiaiuna, ues cama *4tqma!, arrala, o phoca^a Uta, os olent ita$ armadorespfteadoru,
    S meamo o> oleo' veqrtaet, foram imaginados para substituir os verdadetmia leo* de lga4o
    frrac de Bacana ta de Terra-Neva. Estas eleea coramutM ou tooa aaininaaaaaa ato
    ohtidos Da industria pur presea aui bal\os, em quanto que os rerdadeiros leos de ligado de bacalhao
    fresco sao rotativamente multo caro, visto qoo para obtel-oa freno* e $tm miihtra. compra ezereer
    grande vigilancia e ter os maiores cuidados nos proprios lugares du pesca, assim com* Meada farer
    M. Hogg desde o anno de ISafl. Kstea aleo-, paros de Bacalhao da Terra-Xova de
    jeagfirnm para este precioao me
    uerofutoHu e lympkauctu, a mag
    esa dot uno,etc.,e por isao.dcrara logar a nocivaa a
    KoU. O alea de Bom mui fcil de digerir, dleangoeae entre oa outras oleea pela tas
    cOr de pata*, o eo ebetro anave e delkado, e
    O RELATOR10 fumn- do cht-l do*
    PVKIS com loe como segu i 0 oteo edr de MIM
    elalaa aet a* me* a tw* m efees paria t
    rauar* e'ealea, axmle > ekaVe aaton
    BAVaastoee esa eadaa e pl.....aaa ato, >>, e dos paUee
    guate de aardina fresca.
    ! chymicot da FACULnADE DE MBDtCWi
    Ma V J. Hogg fxitm tma Urt parto eV p_
    Me epreacaJa 1041 dos inc*,Mni$mtu esa* as

    RA DOTR.VPICHE N. 17, 1. ANDAK.
    Sacca por todos os paquetes sobre o Bas-
    to do Minho, em Braga, e sobre os segut-
    tes logares em Portugal:
    Lisboa.
    Porto.
    Valenca.
    Guiraai-aes.
    Coimlira.
    Chaves.
    Viseo.
    Villa do Coade.
    Arcos de Val de Vez.
    Vianna do Castello.
    Ponte do Lima.
    Villa leal.
    Villa-Nova de Famalico.
    Laraogo.
    Laajos.
    Cnvilliaa.
    Vaasal (Valpassos).
    Mirandella.
    H-Mt.
    Barcellos.
    Parte, 36,RaaVivUnne, WT
    CHABLEmedCin
    BAStNPKKMIUAUAS IHUStXUAKS, as
    flMft r-trr anra. p._altkiuqorsdo sanoix.
    D OOOeeraa das im/'tnafM
    Ef-RATir-
    SANC
    n
    se, trtctosaj do
    11 tiru, $ alltraeom
    do s.inyue.iXareee egesaleeei aaercariw. epsr-
    raMrae eagaea < MINBKaBB
    tomao-se dona por senaaa. segaiedo o tracunaaM
    Pet'wrattW).- (ei-regatoa>a lifln notastiaa.
    lata laroea CiiraeM da
    eaCHABIJi. ca
    1 asaedlasasasai eatt os fluxo Joras traaaaa das aaieare.
    Esia*JeacaoaaWeara*eeeeaiaXareaa4i
    Otrmtob #Srra. __
    BetoarcaldM. Couda *e aa ear* a* taaa atoa,
    POMADA ANTlM8RPETIC*l____
    Canlrai aaa ajtoaa numn ti miaj
    MLULM VSwA0IMttW*t
    DLUS ne
    COPAHU

    a foibata.


    6
    Diario de Peniambuco Segn la feira ,21 Je Juuho de 1869.
    UIACAO
    OVFMM BE M
    ' 45 HA
    HA A
    DE
    MEDIDA
    TASSO IRMAOS
    SOB
    ni u i: r r \ a '\\ miiit n n \ t 11 V T
    ile-se p-fas de madapoln entestado' vcnne-se dtww ow m.
    ardas 3*500. dito do 2 i jardas ou largura pan lences, a >. a
    os :. C -. 0*300, 7550 '. SVOOO e PEPAS DE ALGOD..0 i
    \ so pecas do algodo
    corp.
    tole
    72. Ra da Imperatriz. 72.
    Alerta freguezes
    l e Arara \ a cantar,
    Para vender suas fazendas (baratas)
    e muito ha de agrad.ir.
    O proprietario deste eslabclecimento. tido grande poreSo de fazendas em
    ser, va proceder uina liquidacte em todas as fazendas e roupas foitas existentes no
    esUbelecitneoto, agora que ocoase de quein (em poocg dintioiro poder se vestir de
    boi fazenda cbaratissima cojhj se poder ver no annuncio afeaixo mencionado.
    :." VDAPOLO BARATO A ZS&R. i BRAMANT8 PARA LENCES A 2#.
    Vende-se pecas de madapolao eotesUdo' Vende-se bramante enra 1 palmos de
    d? 12
    -.\: met
    9*000.
    [HAS FRANCESAS A 280 rs.
    ' chitas francesas para "oli-
    dos a 80, 320 rs. o covado, ditas escuras
    muito finas 360 rs. o covado.
    ftaailn mnito 51 u o a srs.#
    Vende-se cialin para vestidos ie* senliora
    800 Ts. o covado.
    PERCALES A lifl R8.0 COVADO.
    i'-se percales uito linos para ves-
    tidos de senliora a 440 rs. o covado.
    Brilhanisas fi4 rs.
    Veode-se briihantinas ou mursulinas,de
    cures para vestidos de se horas 440 rs. o
    covado, liazinbas omito linas para vestidos
    rie senliora 500 rs. 0-590 rs. o covado,
    ditas do quadrinhos 240 rs. o covado.
    ISCADO FR INCEZ A 300 RS. 0 COVADO
    Vende-se riscado (rancez para vestido
    ii senliora .100 rs. o covado.
    Lasnhas a 8 iO rs. o corado.
    Vendem se lasinlias para vestido de se-
    Ehora a 240, 2S0, 320 rs. o covado.
    Cseas francezas a 280 rs. o covado.
    . lc-se cassas francezas 280 rs. o
    covado, chitas francezas linas a 280 e 320
    rs. o covado.
    chales de merino a t4.
    i chales de merino estampados
    3 le i 150 i ida uva, para acabar.
    iORTESDE LAS ABERTOS A2-H00
    Vende-so corles de lia para vestidos de
    senhora, 2-5 '00 cada iiri.
    ALPACAS I)'.: CORES PARA VESTIDOS
    Vende-Be de cores para vestidos
    de senhora, ;i 720 e 800 rs. o oovado, di-
    de" liseras 700 e 700 rs. o covado.
    Chitas |rissian:as 3.
    Vende-se chitas prnssianas de listras de
    cores mnio bonitas a :(50 rs. o covado.
    CHITAS PARA COBEBTA A 320
    incorpadas paracoberta
    i 320 rs. o c >vado.
    Bailes de 56 a 35 arcos
    a* Vende-se balees de 20 a 30 arcos i
    1/1500 cada um, balos modernos brancos
    ede core
    A DIRECCAO'DO MUITO HBIL ARTISTA
    "no, alfakttc.
    Os propietarios des! monto, lendo experimentado a necessidade
    urgente de ter na direceo de su napas por medida, um artista perito, tero
    contralado o Sr. Lauriano Jos (i .a tal mister, convictos de que satisfar
    com lodo o capricho a vontade do I.
    Tem o mesmo estabelucimentu u i s roupas de homem, como sejam: casimira 'ir, indos padrOes, completo sortimento de
    p ana os finos, preto c de cor, casimira prola, grande sortimento de brins brancos c de
    coros, merinos de diversas qualidades, bombazina. lindos cortes de gorguro para collete,
    gorgurao Pekn, superior qualidade.
    Os freguezes encontraro ainda um variado sortimento de roupa ^ feita, camisas
    inglezas, collai inlios, ceronlas. grvalas pretas e de phantasia, meias para homens, se-
    nliora?, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoalhado,
    balees de diversas cores e modelo?, cambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
    tigos que a modicidade de scus procos incita a comprar.
    A ra da Cadeia n. 45
    a vara.
    A Mi.
    peces do algodo muito en-
    5& 65800o7 i,
    ranos eeonoaaicos a 3O a
    duzia.
    Vende-se colorinhos econmicos a 320
    a (I tilia, s se vende assim barato por ter
    grande porcio.
    CASEMIRAS DE CORES
    Vend-se cazemiras de cores para calsa
    c palill 24 2I500 e 3 o covado,
    Algodo enfesado !#
    Vende-se algodo enfesta lo proprio para
    lences e toalhas, 10, a vara ou 900 rs. o
    metro.
    BRIM PARA CALCAS A 400 RS. 0
    COVADO.
    Vende-se Urim para calcas e pal-itotsde
    homem e menino, 400 e 440 rs. o co-
    vado, dito lizo a imitaco de ganga a 360
    o >ado.
    /llgodo de listras a SOO rs.
    o covado
    Vende-se algodo de listras para roupa
    de escravos a 200 rs. o covado.
    CORTES DEBRLM CASTOR A 040 RS.
    Vede-se corles de [ brim castor para
    caira de homem, OiO 800 rs. cada um.
    CARTEIRA PARA VIAGEM A U.
    Vende-se carteiras para viagem 14
    cada urna, cobertores de algodo l^oOO
    cada um.
    Cohertas de chita a l^SOO
    Vende- se cobertas de chitas de cores
    1^800 e 23, cada urna.
    ALGODO VRANCAItO DK EUAS LARGURAS A
    1200.
    Vende-se algodo transado de duas lar
    guras^proprios para lonces c toalhas para
    mesa, se vende a I:>200 o metro.
    Mantas para gravata a SOO rs.
    Vende-se manas para grvala a 200 rs,
    cada urna. lencos de seda de flores, a 640
    cada um.
    ATOALHADO PARDO A 2^500.
    Vende-so atoalhado pardo para toalhas,
    do mesa 2-5300 a vara, toalhis escuras
    i 15. cada urna. Ra da Imperatriz loja
    da Arara n. 72.
    INJECTIOR BRO

    llyclrolri, luuillvrl e Prf enatlv, absoluununiu t unir que cura stm nenliuiu additivo. V, -ui
    d prlDdpars belieu do mundo. (Eligir InitracfM i ato). (10 unos de exisunci.) F*ri, M
    4. iiTNt*r BIOD. bMlmH Mwenu. ni.

    0 Garibaldi principia
    Certamente lia de agradar,
    Que pelo pre^o que vai vender
    Mnguem o pode igualar,
    O proprietario deste estabelecimento denominado Garibaldi, declara ao resp ta-
    vel publico e seus fregoezes, qu- tem recebido grande sortimento de ["
    constantemente rec-bendo por todos as vapores que chegam da Europa novo soitimen-
    le de fazendas da moda, e que vender por preco mais barato de que em outra quai-
    oner parte, garanlindo se a qualidade e cores, na ra da Imperatriz n. 5b, fle louiuico
    Pe eir Mendes Guimares. _ft
    CHITAS LARGAS A 280 rs. i angas para calcj a '
    Vendem-se ch tas francezas de cores fi- Vendem-se gangas de cores para etfp c
    nfe a* ininons o. meninos o r. o
    rs. o
    _ uival m m\m
    "ita do Qucimado ns. 49 e 57
    lajas de miudezaz de Jos de
    Azevedo Mata, est acaban'!"
    com as miudezas de seus estabe-
    lecmeutos por tsso queram apre-
    ciar o que c bom c baratissimo.
    Pares de sapatos de tranca fa-
    zenla nova a......
    Pares de sapatos de tapete
    (s grandes) a......
    Duzias de meias croas para ho-
    mem a........
    Tramoias'do Porto fazenda* boa
    epelo preco raelhor 100 attos a
    i.ivros de missoes abreviadas a .
    Duzia de baralhos francezes muito
    finos a25400 e.....
    Silabario portuguez com estam-
    pas a ........
    Bravatas de cores c pretas muito
    finas a ........
    Duzias de meias para senhora fa-
    zonda boa a ......
    Redes pretas lizas muito finas a
    Cartees com clcheles de lato
    fazenda lina a......
    Abotuaduras de vidro para olete
    fazenda fina a.
    Caixas com peuna d'ago muito
    finas a 320, 400, 500 c .
    Cartes de linha Alexandre que.
    tem 200 jardas a
    Carreteis de linlia Alexandre de
    70 at 200 a.....
    Caixas com superiores obreias
    de massa a......
    Duzias de agalbas para machina
    Libras de pregos francezes di-
    verso tamanho a.....
    Livros cscripturado para rol de
    roupa a.......
    Talheres para meninos muito
    finos a. ,.....
    Caixas com papel amizade muito
    fino a........
    Caixas com 100 envelopes muito
    finos a........
    Pentcs volteados para meninas e
    senhoras a.......
    Thezouras muito finas para
    nnhas e costuras a. .
    Tinteiros com tinta prcta muito
    boa a 80, 120 e .
    Varas de franja para toalhas fa-
    zenda fina a.
    Duzia de phosphoros de segu-
    ranza da melhor qualidade a
    400 e........
    Pecas de fita branca elstica
    muito fina a......
    Novellos de linha com 400 jardas
    Resmas de papel de pezo azul
    muito fino a...... ^500
    Pecas de fitas bordadas com 3
    varaf a .......
    Ditas de ditas bordadas com 12
    metros de 2^000 a
    Grozas de botoes de louca muito
    finos a........
    25000
    1;)500
    3;)800
    5200
    2^000
    2W
    5320
    5500
    4S000
    5320
    5020
    5500
    15000
    5100
    5100
    5O40
    2^000
    xas a 280, 320 o covado, ditas matizadas palitots de homens e meninos
    covado, brim de edres a 400 e 440
    escuras a 360 rs. o covado.
    MADAPOLO ENFESTADO A 35500.
    Vendem-se pe?83 de madapolao enfes-
    tado a 35500, dito inglez de 24 jardas a
    55. 6>, 65500, 75500,85, e 105 a peca.
    ALGODO TRANCADO A 15200 0
    METRO.
    Vendem-se algodo de duas larguras pro-
    prio para lenco, s e toalhas por ser muito
    largo, a 15200 rs. o metro:
    RISCACO FRANCEZ a 360 rs.
    Vende-se finissimos riscados francezes
    proprio para vestido de senhora e roupa
    para meninos por ser de bonitas cores a
    360 rs. o covado.
    BRAMANTES PARALENQOES A 25 A
    VARA.
    Vende-se bramante de dez palmos de
    largura proprio para lences a 25 a vara.
    Chitas auizonas a 360 rs.
    Vendem-se ricas chitas de listras de um
    de nome amzonas, para vestidos de se-
    nhora a 360 rs. o covado, deste preco e
    qualidade s na loja doGaribildi.
    AOS SENHORES DOXOS DE COXEIRAS.
    Na loja do Garibaldi, ha urnas casemiras
    de listras muito encorpadas proprias para
    forrar carros, e se vende mnito barato por
    ser muito largas, preco a 25500 o covado.
    ALGODO ENFESTADO A 15 A VARA.
    Vende-si algodo enfestado muito largo
    proprio paf a lences a 15 a vara.
    ALPACAS DE COBES ARA VESTDOS A
    i 5vj0 rs. O COVADO.
    Vendm-se alpacas estampadas de cores
    a 500 rs. o covado propria para vestido de
    senhora.
    CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35500.
    Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
    ta a 35500 cada um.
    BRIM HAMBRGO A 85000 A PECA.
    Vendem-se pegas de brim lizo de Ham-
    bnrgo com 10 varas a 85, 95 e 105 a peca.
    Cortinados para Janellas a ?#.
    Vendem-se cortinados para janellas a 75
    o par, ditos para camas francezas a 145 o
    cortinado.
    5240
    5120
    '5240
    5700
    5600
    5320
    5500
    5320
    5160
    500
    200
    60
    500
    35000
    16C
    EiOJA
    DO
    GALLO VIGILANTE
    lina do Crespo n. 9
    Os projirictarios leste bem eonheciilo estabetc-
    cinieno. alin dos nimios objectos que tiiiliam ox-
    nosios a precito ito respeittvel publieo, nian-
    darafll vir e acaban) de roceber neln allano \-apor
    da Europa m completo e variado surlimeiito de I
    linas c raui delicadas especialidades, as quaes e?-
    lao resolvidos a vender, como de sen costume,
    por preco* muito baratinlios e commoUos para to-
    dos, com tanto que o Gallo....
    Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
    cas e de mui lindas cores.
    Mu boas e bonitas gollinlias e punlws para se-
    nliora, neste genero o que ha do mais moderno.
    Superiores pentes de tartaruga para coques.
    Lindos e riqusimos enfeites para cabecas das
    Exmas. senhoras.
    Superiores trancas pretas e de corea com yidu-
    Ihos e sem ellos; esta fazeuda o que pode haver
    de melhor e mais bonito.
    Superiores c bonitos leques de mr.drepcrota,
    marflm, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
    com lindos desenhos, e estes prctos.
    Muito superiores meias fio de Escossia par se-
    nhoras, as qnacs sempre se venderam por 30*000
    a du/ia, entretanto que nos as vendemos poi O,
    riera totas, temos tambem grande sortimento de
    outras qualidades, entre as quaes algumas muito
    BOM bengalas de superior canna da India e
    casto de martim com lindas e encantadoras figu-
    ra* do mesmo, neste genero 6 o que de melhor se
    pode de nuanlidade de outras qualidades, como sejam, ma-
    deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
    Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
    de outras qualidadns. .
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as meias.
    Boas meias de seda para senhora e para meni-
    nas de 1 a 12 arara* de idade.
    Navalhas cabo do martim e tartaruga paraazer
    barba : sao mnito boas,e de mais a mais sao ga-
    rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
    bora asseguramos sua qualidade e delicadeza.
    Lindas e bellas capellas para noiva.
    Superiores agulhas para machina e para croxe.
    Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
    labvrinlho. .
    Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
    como os tcntos para o mesmo fim.
    Grande e variado sortimento das raclnares per-
    fumaras e dos melhores e mais conheciios per-
    fUmSlaS- COLARES DE ROER.
    Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
    facilitam a denticao das innocentes enancas. So-
    mos desde muit recebedores destes prodigiosos
    collares, o continuamos a recebe-los por todos os
    vapores, aum de que nunca faltem no mercado,
    como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
    TeinjaiT en armazens, alm do ou-
    tros, os seg
    Papel para imprimir.
    Perlina azul.
    Greve pautado e liso. W
    Viahos em caixas de doze garrafas
    " Bourgogne.
    Hery.
    Madeira ,'
    Hermita^.
    Chamblis.
    Licor d curaco de Hollanda em caixas de vin-
    le e quatro botijinhas.
    GESSUj
    Nos armazens de Tasso Irniaos.
    Grades de ferro
    para jardins, porteirasetc.
    Nos armazens de Tasso Irmios
    CARRIKIIO DE FERRO
    Para servias de grandes armazens, para remo-
    ver barricas ou caix5es de nm para outro, lado pelo
    medico preco de 12*000 cada nm.
    Farinha de trigo de Trieste
    Das memoras marcas Panonia rerdadera) Fon-
    tana e grande sortimento das memores marcas do
    farinhas americanas.
    Saceos de farinha de trigo do
    (Me
    Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
    zens de Tasso Irmaos.
    Cemento romano
    Nos armazens do Tasso Irmaos.
    Cemento hydraulico 12$
    O melhor para ludo que sao obras para agua, eo-
    mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
    posito, taHques d'agua, etc., etc.: em porc5es de
    cincoento barricas se far reduecano prego : nos
    annazeu (!> Tasso irmaos.
    Cemento Portland
    O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
    Irmaos.
    Grades de ferro, cercas, por-
    teiras, etc., etc.
    De differentes qualidades para cercados de an-
    maes, cbqueiros para gatinhasou jardas: nosar-
    Inni
    A NOVA ESPERANZA
    21= Ra do Queimado=2)
    Advertencia!
    les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
    Mfanta aonde sempre encontraro destes verda-
    vigilante, v
    deiros collares, e os quaes attendendo-se ao Um
    para que sao applicados, se venderao com um mu
    diminuto lucro. ,.___^_
    Rogamos, pois, avista d js cbjectos que deixamos
    declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
    comprar por procos muito razoaveis a toja do gallo
    vigilante, ra do Crespo n. 7-_______________
    lASTulASMllCARADAS
    DO
    DR. PATERSON
    De bismiitli e magnezla.
    Remedio por excellencia para combate'
    a magreza, facilitar a digesto, fortificar
    estomago etc.
    DEPOSITO ESPECIAL.
    Pharmacia de Rartholomeu & G.
    34------Ra larga do Rosario------34.
    mazens de Tasso irmaos.
    Barris com breu
    Nos armazens de Tasso Irmaos.
    Velas doesparmaceie verdadeiras pora lan-
    ternas decanos: noarmazem de Tasso Irmaos.
    Vinho do Porto fino superior: no armazem
    de Tasso Irmaos.
    O melhor cognae Gautbier Frcres : no arma-
    zem de Tasso Irmaos.
    Macarthy
    Machinas de descarocar algodo.
    Hoje que est reconhecdo que as machinas de
    serrote prejudicam e quebram a fibra do algodo,
    6 preciso recorrer a machinismo menos spero,
    que produzindo o mesmo servico que aquellas, e
    faclidade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
    para que cssa possa obter-nos mercados europeos,
    a differenca que ha entre o algodo descansado
    por aquellas mencionadas machinas, que estao fi-
    candoemdeuzo, peloprejuizo que tem causado,
    eo daantga bolandeira, que nao pode competir
    pela morosidade de seu trabalho. E' assim que
    estas machinas se tornam as mais proprias para o
    nosso algodo, porque ao par da faeidade e
    promptido conserva a fibra da la, que limpa por
    ella, c qualificada na Europa a par da melhor bo-
    landeira, valendo assim entre 11 20 por 0/0
    mais do que a la limpa pela machina de serrote
    Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
    estao adoptadas no Egypto, onde as de serrote
    foram inteiramente abandonadas, e por isso o algo-
    do daquella procedencia, sendo da qualidade do
    da nossa provincia, obtem hoje de 10 a M por
    0/0 mais do que o nosso : vendem-se a 130/000
    nos armazens de Tasso Irmaos.
    Oleo de amendoas
    Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
    nos armazens de Tasso limaos.
    Ago de milao.
    Nos armazens de Tasso Jrmos. *
    BARRIS DE SALITRE
    No' armazens de Tasso Irmaos. _______
    CURA DOS CALLOS.
    PELA
    Pomada galonpean.
    Deposito especial
    Pharmacia de Bartholomeo 4 C.
    34------Ra larga do Rosario-34.
    A Nova Esper?nca, roa do Qoeimad
    D. 21 tendo em deposito grande quantidade
    de miudezas, e como se approsima.o tem-
    po em que tem de ser dado o balanco, por
    isso desde j previne ao respeitavel publi-
    co, que est resolvida a vender suas mer-
    cadorias pelo baratissimo preco, para assim
    diminuir a grande quantidade das que
    tem: assim pois, venbam os bons fregue-
    zes. e os que nao forem venliam ser fregue-
    zes, em tempo tao opportnno qnando A
    NOVA ESPERANCA convida-os pechincha-
    rem, pois que para comprar-se caro, nao
    falla aonde e aquem...
    Elle quere ella quer
    E' sempre assim.
    Elle (correspondente de Paris) quer sem-
    pre primar em nos remetter objectos de
    gosto e perfeicao, e ella (loja da Nova Es-
    peranraj quer sempre dividir com seus fre-
    guezes o que de bom constantemente rece-
    be, e por este lidar eontinuo (d'ambos) A
    Nova Espera'nca rna do Queimado n. 21,
    alm do grande sortimento que j tinba,
    acaba de reeeber mais o seguinte:
    Bonitos broches, pukeiras e brincos do
    madreperola.
    Papel e envelopes bordados c mati-
    sados.
    Papis proprios para enfeitar bollos e
    bandeijas.
    Brincos pretos com dourados (ultima
    moda).
    Fitas largas para cinto.
    Modernos gallSes, franjas e trancas de
    seda e de laa, para enfeites do vestidos.
    Botoes de todas as cores e moldes novo
    para o mesmo fim.
    Trancas pretas com vidrilhos-sendo com
    pengentes e sem elles.
    Botoes pretos com vidrilhos eom pingen-
    tes c sem elles. .
    Luvas de pellica, camurca e excossia.
    Finas mci3S de seda para senhora e me-
    ninos.
    Delicados leque de madrepernla, mar-
    fin, osso e faki.
    Espartilho simples e bordados-.
    Bengalas de baleia.
    Finalmente, um completo sortimento de
    miudezas ra do .Quemado n. 21, na
    Nova Esperanca.
    Collares anodinos elhctro-magneti
    eos contra as convulces das
    creancas.
    Nao resta a menor dvida, de que muito
    collares se vendem por aoi intitulados o
    verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
    pas de familias nao creem (comprando-os)
    no effeito promettido, o que s pdem dar,
    oS verdadeiros ; a Nova Esperanca, porm
    que detesta a falsificaco principalmente no
    que respeita ao bem estar da hamanidade,
    fez urna encommenda directa destes collares
    e garante aos pais de familias, que sao o*
    verdadeiros de Royer, que a tantas crean;
    Cas tem salvado do tenivel incommodo da
    convulces, assim pois preciso, que va-
    nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
    n. 21 comprarem o salva vida, para sen
    filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
    dos do terrivel mal, quando ent5o ser di-
    fficil alcancar-se o effeito desejado, embora
    sejam empregados os verdadeiros collare
    de Rover.
    covado.
    I,asn1ias de quadrlnnos a
    2 40 rs.
    Vendem-se lasinhas de quadnnhos para
    vestidos de senhora a 240 rs. o covado,
    ditas estampadas a 280 e 320 rs. o covado.
    POPELINAS EM LA A 040 RS.
    Vendem-se popelinas em la da listra
    para vestidos de senhora a 640 c 800 rs.
    o covado.
    CORTES DE LA A 20460 RS.
    Vendem-se corles de laa de hstra arpa
    vestidos de senhora a U 400 rs. para ac-
    LAA CHINEZA A 500 RS O COVADO
    Vende-se la chineza para vestido de se-
    nhora a 500 rs. o covado.
    Casemlras para calcas.
    Vendem-se casemiras cor de caf, preta
    e azul escuro com listras, para calcas e pa-
    litots, fazenda muito encorpada, propria
    para o invern, sendo de duas larguras
    que 1 ?A Mvad s d urna calca para ho-
    mem p-lo pr.co de 2*500 o covado.
    Alpacas lizas para vestidos a
    800 rs. o covado.
    Vertdem-se alpacas lizas c dobradas para
    vestidos de senhora 700 e 800 rs. o covado,
    BALES-DE ARCOS A 15500.
    Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
    10500 cada um, por este preco s na loja
    do Garibaldi, n n
    BRIMTRANQADO PARDO A 800 RS. O
    METRO.
    Vende-se brim pardo trancado a 800 rs.
    o metro, dito muito fino a 1(5200 o metro.
    BALOES MODERNOS A 5*000.
    Vendem-se baloes modernos e de cores
    a 5* cada um.
    CASSAS FRANCEZAS A 280 RS.
    Vendem-se cassas francezas para vesti-
    dos de senbora a 280 e 320 rs. o covado.
    CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10*.
    Vendem-se chapeos de sol de seda a
    10< e 12, na ra da Imperatriz, loja do
    Garibaldi n. 56.
    Scbonete de alcatrdo.
    Antonio Nunes de Castro.
    Este acreditado preparado, que to boa
    acceitacao tem merecido n'esta provincia,
    muito se recommenda para a cura cerU
    das impigens, sarnas, caspas e todas as
    molestias de pelle.
    Deposito nico,
    Pharmacia de Bartholomeu d C,
    34ra larga do Rosario34.____
    Libras eouro nacional, moedas
    de 5 francos.
    edoende-seno arco daConceic5o na loja
    Vurives, no Recife.
    G GAZ GAZ
    Chegon ao amigo deposito de Henry Forster A
    C, ra do Imperador, um carregamento de ga>
    de primeira qualidade; o qual se vende em partida;
    e a retalho por monos prego do que em outra qual
    quer parte.
    RAP POPTJLAB.
    DA
    FABRICA NACIONAL DA BAHA
    DE
    TEIXEIRA FREDEBICO & C.
    Acaba de chegara este mercado urna porgad des-
    te ptimo rap, nico que pode suppnr a falta do
    princeza de Lisboa por ser de agradavel perrume.
    E' fabricado com superior fumo e pelo mollior
    svslhema conhecido, tendo tambem a vantagem de
    ser viajado, o que para este artigo urna espe-
    ciahdade. as pracas da Bahia, do Rio de Janeiro e
    outras do imperio tem o rap Popular sido assas
    accolbido, e provavelmentc aqu tambem o sera,
    logo que sejafeonhecido e apreciado. Acha-se a
    venda por preco commodo, e para quem comprar
    de 50 libras para cima, far-se-ha um descont de
    5 0/0, e de 500 libras para cima o de 8 0/0 : no
    riptorio de Joaquim Jos Goncalves Beltraq,
    do
    escriptorio
    ra do Commercio n. 17.
    Vende-se um piano de Jacaranda em bom
    estado, de armario : na ra do Padre Flonano n.
    71, 2 'andar. ________
    I 97.
    i
    De superior qualidade da mui acredita-
    da fabrica de Risquit Dubouch &C, em
    cognac urna das que mais agurdente de
    cognac, fornecem para o consummo do
    Reino da Inglaterra.
    Vende-se em casa de Th. Just, ra do
    commercio n. 32.________
    Tabellas vermicidas
    DE
    Antonio Nunes de Castro.
    Vermfugo eficaz, e preferivel a todos os
    conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
    do, ej pela fcil applicacao as creancas.
    quasi sempre mais atacadas de t3o terrivel
    e muitas vezes fatal soffrimento.
    NICO DEPOSITO
    NA
    Pharmacia e drogara.
    DE
    Barthomeu A C.
    34 Una l^arga do Rosarlo84
    ^.CM%
    Vende-se a verdadeira graxa do bem conhecido
    abricano Day & Martin n. 97 : no armazem de
    , A. Moreira Dias, ra da Cruz n. 26.
    PECHIMCK A.
    Lindo sortimento de laas de cores mescladas
    para vestido a 320 rs. o covado ; na loja de Alva-
    ro Augusto de Almeida & G.rrua do Crespo nu-
    mero 20 B.
    BAL4NCAS
    PELO NOVO SYSTEMA DE KILOGRAMMA
    COM OS RESPECTIVOS PESOS.
    Vende-se no armazem de J. A. Moreira
    Dia's, ra da Cruz n.ffi._________
    Cabras e ovelhas
    Vendem-se tres cabras muito mansas e boas
    de leite, proprias para criar meninos, c que estao
    mui prestes a parirem ; e tambem urna ovelha
    mui grande, mansa, e que d muito leite : quem
    as pretender, dirija-se a rus do Imperador n. 15;
    defronie de S. Francisco.
    MASSA e XAROPE
    DECODEINADEBERTHj
    Prcconisado por todos os mdicos contra os I
    DEKLUXOS, CATHARROS, E TODAS- AS|
    IRR1TACOES DO PE1T0.
    M. B. O Xaropt de Coidna que mereci a\
    honra, alia bem rara entre 01 AletUcamentoiI
    ovos, de ter regiiti ado como um do* medir*-1
    menwt ofllciaet do Imperio Franeet ditpen$a^
    qualquer t'ogio.
    AVISO. Por caus da repreliemivcl falsi-I
    ficacao que tem mscitado o relia resultado do I
    Xarope e massa de Berita somos jorcados a I
    lembrar que tes mcdicameutos tafl justamente |
    conce.iuados kJ te
    vendem em caixin-
    hasefr;isci'= levando
    saignalura em
    fenle.
    46, fue des eoln, e na Pharmacia Cenlial I
    de Franca. 7, fue de Jony, em Paris, c em I
    todas as l'liarr.iui'
    BOM VINHO
    DO
    DOMO
    Chegou pelo brigue TriHinpho e consignado
    Flix Pereira da Silva, nina nova remessa de bem
    conhecido e exeellente vinho puro doJDouro em
    barris de 5o e 10, garantindo-se que nao tem con-
    feccao alguma ; nesle genero o melhor que tem
    vindo ao mercado, e muilo proprio para usar as
    horas de comida, e vende por preco razoavel :
    na loja do I'avao, ra da Imperatriz n. 60.
    PARA AS NOITES
    DE
    S. Jodo, S. Antonio e S. Pedro.
    Acharo-se venda sortes para homens e se-
    nhoras, um tanto agradaveis para essas occasioes
    de divertimentos e' prazeres : as llvrrias france-
    za ra do Crespo n. 9, na Econmica ra do
    Crespo n. 2, na Popular ra do Imperador n. 67,
    nadoSr. Cardozo Ayres ra da Cadeia do Reci-
    fe n 31 na do Sr. Jos Barbosa de Mello* ra da
    Cruz n. 52, na do Sr. padre Lemos ra do Impe-
    rador n. 15, na Encadernaeao Parisiense rna do
    Imperador n. 71._______.._________
    AS^WTSHEffiBB
    Bartholomeu &C.
    VEIDEM
    SALILRE refinado de I* qualidade.
    ENXOPREeracylindro
    LIMALHA de ferro (muito nova). .
    DITA d'aco (idem).
    DITA d'agulhas.
    E todos os mais preparados para os lin-
    dos fogos de cores na sua drogara ra
    larga do Rosario n. 34.____________
    Vende-se um preto de 18 annos de idade :
    trata-se na ra da Imperatriz n, 13.
    Alegrai-vos inyopes, e presbytas, j po~
    deis ver de longe, j podis ver de perto^
    n5o ha mais vistas curtas, ncm caneadas.
    F. J. Germann acaba de receber pelo ulti-
    mo vapor um rico e variado sortim nto de
    oculos, lunetas, pince-nej, face -main, lor-
    gnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim,
    ac, bfalo, ncar, unicornio emelchior;
    assim como binculos de urna a tres mudan-
    Cas para theatro, campo e marinha, da ulti-
    ma invencao duquezas, vienexas de 6, 8 e
    12 vidros, ludo dos melhores fabricantes da
    Europa.
    0 mesmo vapor trou-
    xe urna exeellente ma-
    china para graduar e.
    observar numero dos
    vidros qoe senecessita
    conforme a vista de
    qualquer pessoa.
    Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
    tos de matliematica, barmetros, vidros de
    chrystal do rocha, e de cores para resguar-
    dar a vista; eoncerta todos os objectos
    precos commodos e com promptid5o ; tira
    o mofo dos vidros tr encarrega-so de toda a
    encommenda relativa a ptica.
    Recebeu tambem os excelentes relogios
    do antigo e afamado fabricante Jtoberf Gerth
    &C, os quaes vendem preces commodos
    garantindo a sua superior qualiaade.
    Novidades do Campos
    para S. Joo
    Interessaotefogo d'artlflcio para
    sales. vindo da corte pelo
    crParan rende-se na rna do
    Imperador n. 28.
    ECONOMA DOMESTICA
    Superior farinha da trra em saceos, o
    4 tndem se vende por monos, sendo
    porcoes.
    AOS ESTABELECIMENTOS
    Medidas para seceos, conforme o novo
    systema mtrico decimal.
    Tabellas indispensaveis, facis, e mais
    adoptadas al hoje nos estabelecimentos que
    cmprame vendem a peso, porque mostr;
    ellas com a maior exactidio,a redcete*
    peso e preco entre os doussystemas: Miras
    e kdogrammas, recomendadas de preft
    renciaaoutra qualquer tabella, peta su
    fcil comprehenso a.nda para as pessoa
    menos habilitadas em commercio e clculos,
    acha-se a venda tudo ama na ruado Im
    perador n, 28 _
    Armazem 9o Campos,
    (
    V




    Diario Je Pernamouco
    de Junho
    ESMERALDA
    Moreira Duarte & C. tendo feito urna
    completa reforma no seu estabelecimento
    de joias da ra do Cabug n. 5. (junto a
    Iqja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
    peitavel publico, a quem offerecem um es-
    plendido sortimento de joias as mais mo-
    dernas e primorosas que teem vindo a esta
    prapa, e por prepos o mais resumido possi-
    vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
    dras preciosas
    _J. 5 RA DO CABIGAI5__
    0\FEIT.Ull DOS ANMZES
    16- RA DA CRUZ16
    S. AATO \ I O, S. JOAO E S. #PEDRO.
    Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, poins, pies de l, bollo inglez,
    presuntos, ditos em feambre, pastis de differentes qualidades. Papis para sones,
    bollos simples e enfeitados, amendoas confeitadas e confeitos. Vinhos finos engarrafa-
    dos, superior cha Hisson, preto e miudinho, frucU em xaropes, ditas seccas e christa-
    irsadas, assucar candi, xaropes refrigerantes.
    Recebe-se encummendas de bandeijas para casamento, bailes e baptizados, com
    ftwtas arraaroes de assucar, sendo estas preferiveis as de papelo: bollos etc., paes
    M io enreitados, qualquer encommenda para fon ser bem acondicionada.
    FARLNHA DE
    MANDIOCA
    XAROPE PE1T0BAL
    IE
    RABO DE TATI
    Superior farinha de mandioca recente-
    mente cbegada de Santa Calharina, vende- pi i \T \
    se a proco comoio a bordo dobrigue alie- e F 0 BRAIL
    no* Lina, Tundeado defronde do trapiche / Plorante ,e reuendad as
    ,!oG*m. r. I.arao do Livramento; a tra- aMOC3 do Pp.m. hronchite chronica, he-
    lar a bordo do mesmo, ou no escripterio
    de Joaquim Jos Goncalves BeltrJo, ra
    lo Commercio n. 17.
    Novenas
    Acbam-se venda as novenas da gloriosa San-
    I .tena e de N. S. do Mont do Carmo : na ra do
    'mperador n. 15, defronte de S. Franciseo.
    'gnlnhos ehfoezes artfflci es
    pmrx noltes de Manto Antonio
    e H. loio
    Acaba d chegar grande sortimento dos mais
    oteressantes uguinhos chinea e de bengal! ar-
    ".i6eM, proprios para meninos soltaren) dentro
    Je salas, sem qijeimar ou oflander por serem fa-
    ?rieados especialmente para ditertimento de
    aucas : no armazem do vapor francez, roa
    Nova-n. 7.
    niopti.se, e tosse chronica.
    PREPARADO POR
    JOAQUIM DE ALMEIDA PINTO
    PHAIIMACEUTICO
    Pcrnambuco ra larga do Rosario n. 10.
    Balas de cores
    Pistolas para noute de S. JoSo com lin-
    das balas de cores, fabricadas pelo melhor
    artista deste genero : acha-se sort'mento
    completo no armazem do vapor francez na
    ra Nova n. J.
    Bffilho
    Vendero-se saeeos com milho, no trapiche da
    Companhia : a tratar no mesmo, e no Io c 2' an-
    dares da ra da Cadeia velha n. i.
    RIVAL Si
    Ruado Quimadon, 49 e.57 loj
    de miudezas de Jos de Azeve-
    do Mata e Silva conhecido por
    Jos Bigodinho.
    Est queimando tudo quauto tem em seu
    estabelecimento para acabar o fazernovo
    sortimento, por isso queiram vir ou manijar
    vero que borne barato.
    Garrafas com ,agua florida ver-
    dadera ...... \ylOi
    Garrafas cora agua divina da me-
    lhor qualidade l^oOO
    Latas com superior banhafran-
    ceza ...... -$200
    Caixas com 12 frascos de cheiros.
    proprio para ujimos 2?)S0O
    Dita com|0 frascos muito finos 800
    Oleo baboza muito fiao que s
    a vista ...... Sabonetes de calunga muito bo-
    nito ...... -jiiO
    Caixas de p de arroz muito
    superior ..... J600
    Pecas de babadinho com 10
    varas ...... #500
    Caixas redondas emitando tar-
    taruga ....... i-jsoo
    Pecas de flta de eos qualquer
    largura a..... 350O
    Escovas para unhas muito fi-
    nas ...... 500
    Escovas para dentes fazenda
    muito fina ..... 240
    Pulceiras de contas de cores
    para meninos 200
    Caixas de linha branca do gaz
    com 50 novellos a 800
    Caixas de linha branca do ga
    com 30 novellos 600
    Pecas de tranca lisa de todas
    as cores ..... 04
    Resmas de papel pautado muito
    fino ...... f000
    Pares de botes para punhos
    muito bonito 126
    Libras de laa para bordados de
    de todas as cores 80O8
    Pentes com costas de metal
    muito finos 320
    Novellos de linha muito grande
    para croxs #320
    Duzia de linha froxa para bor-
    dado ...... 480
    Grosas de botes madreperola*
    muito fino ..... 500
    Sabonete muito finos 60, 120,
    160, 240 e..... (9320
    Pecas de fita de laa todas as
    edres Jj. .
    Espelhos dourados para parede
    l000 e .....
    Espelhos de Jacaranda muito
    lino ......
    Pecas de trancas brancas e de
    cores de caracol i .
    Pares de meias cruas para me-
    ninos ......
    Caivete muito fino com 4 fo-
    Ihas ......
    Cartilhas da doutrina as mais
    modernas t .
    Frascos de sdudaio e patccnoiy
    muito finos .
    1APSULAS MOLES
    DE
    ALCATRAO
    Remedio por excellencia para cura rpi-
    da e completa das coqueluches, bronthites,
    catarrbos, tosses convulsivas, escarros san-
    guinos, e outras molestias do peito.
    VEXDE-SE
    NA
    PHARMACIA E DROGARA
    M
    Bartholomeu C.
    34RA LARGA DO ROSARIO34
    Sortes de S. Joao
    Na rna da Conceioao n. 38 vende-pe bonitas sor-
    tes a 3f000 o qento,' recebe-se tambem qualquer
    encommenda de bollos bem feito e por commodo
    preco.
    PESOS
    KYLOGRAMMAS
    Parafogos.de Santo Antonio,
    8. Joto e S. Pedro.
    LIMALHA DE FERRO (muito nova).
    DITA D'ACO (iflem).
    DITA D AGULHAS.
    Vendem-se na botica c drogara de Bar-
    tholomeu d- C.'
    3iRA LARGA DO ROZARIO34
    A' venda,
    Irmao.
    ra do Queimado n. 32, Azevedo 5c
    Baloes aerostticos
    Interessantes baloes aerostticos de cores
    e ttmanhos proprios para meninos e mocas
    poderem saltar as devertidas rennioes
    campestres aoute deS. Joo: aindaacha-se
    sortimento no armazem do 'vapor francez
    na ra Nova n. 7.
    Mflssa batida.
    Valdvino da plvora vende boa massa parR fogo
    a 720 rs. a libra, assim como boas pistolas : no
    seu armazem de sal. na ra Imperial u. 2i9, pou-
    co alem da fabrica de sabo.
    MliTO BARATO SE KM 1!
    NO
    ?500
    i^SOO
    ooo
    .S060
    ,^320
    iM
    ^400
    13200
    Nltto fresco e audaveB
    Vende-se um sitio pequeo, murado, com boa
    ca^a de sobrado, casa para feitor, cocheara, estri-
    bara, boa agoa dt beber, grande cacimba com
    bomba e tanque para fcanho e para lavar r> upa,
    muitos arvuredos e de muitas qualioades, ete., si-
    tuado a beia Jo rio, no ponto mais alto da Tone,
    e o mais saudavel dos arredores desta cidade : a
    tratar na ra Nova n. 19, I' andar.
    _ Vendo-se carnario secco a 28Q| rs. a libra,
    13a de canna a 160 rs, a libra : no pateo do Car-
    mo, esquina da ra de fruas n. 2.
    Manoel Alv-s Ferreira.4 C. teeui para ven-
    der muito superior rinho 4o Porto 'c Clarettc, em
    caixas de duzia : na ma da Moeda n. ?, segundo
    andar.
    RU NeVA N. ESQUINA DA DE SAN-
    TO AMARO
    Os pfoprietarios Jos de Seuza Soaros &
    C, alm dos baraiissimos precos por que
    eslo vendendo a grande variedade de arti-
    gos de -moda e aovidades ^e bom gesto,
    tanto para homens como para senhoras e
    meninos, vendem:.
    CHAPEOS a moda imperial, de castor
    branco para homens, fazenda ina, a 10!
    (o preco li;5O0O).
    COQUES enfeitados paranoivas, grande
    novidad a 4??50O.
    DITOS -sem enfeite e de delicados mol-
    des, sendo de seda imitac5o 4e cabellos
    a 3# e 35300.
    MEIAS superiores inglezas para homens,
    a duzia de pares 7#880 (o preco de Dij
    a KI0OOO).
    LEQUES de madeira sem differenca de
    ndalo a 2^000 e 2-J500, (grande pe-chin-
    cha t)
    DITOS com lentijoulas a 3> e 4^000.
    BARALIIOS de cartas francezas boa fa-
    zenda, a 200 rs.
    PAPEL inglez fiem punta, formato po-
    qrjo-O e fazenda superior, am pacote por
    imo.
    LINDOS cintos de palha enfeitados para
    senhoras (grande novidad em Paris) a
    2?>50O e : 00* 0.
    DELICADOS corpinhos de cambraia bel-
    lamente enfeitados a 6#500 rs. (admira o
    preco!)
    UMA grande variedade de lindos ob-
    jectos para mimos, assim como muitos ar-
    tigos de novidad e de apurado gosto que
    se vende por precos baratsimos
    No Bazar da Moda.
    FOGO FOGO
    ra Direila 11. 51
    Ha pata vender um completo sor-
    timento de fogos arliliciaes, tanto
    paraSras.,como para crianzas, pis-
    tollas brancas e de cores, cora 3,
    4, 5 e 6 blatas, tontainas, cravei-
    ros, rodinhas singellas e dobladas,
    fogaetinhos, buscaps, Ilumina
    toes baloes de seda de 2 pasmos de
    altura etc, etc., feito por um dos
    melbores artistas deste genero.
    Tambem ha para vender salitre, en-
    xofre,. breu, fio, facas e garfos
    de diversos precos e qualidades,
    bandeijas finas quadradas e ovaes ;
    alm do grande sortimento de fer-
    ragens, niiudeaas, cutelat ias e trem
    para cozinha, etc, etc.
    Ra Dtreita n, 53,1 oja de Manoel
    Bento de O. Braga ti C.
    Batatas baratas.
    Vondem-se a 8ofl rs. o glgo : mi travessi da
    Madre de Iicob n. 46.
    Salitre
    Vende-sc saHlro reUnado a 5& a arroba : na
    ra do Qnfimaflo n. 30, luja de Brragens.
    Batatas
    a l52'Xt o cii-'i : na rna da Madre de Dos n. 7.
    Sigo eom 33 lihr.s, multo boas.
    uro
    E. A. Borle *C. temfara vender libras
    Sterunas e moeda* de vinle francos.
    Vinho
    Vinho Bordeau.v superior quaiidade, mar-
    as j conhecidas; c o verdadeiro Cognac,
    CO mesmo cstaheleclroento.
    WeiHcates
    Sementes novas de hortalica : na ra da.Cadeia
    do Becifo n. 30.________
    - Vende-se a diafcew ou a praso a padana a
    vapor sita em Una, a qual se ada livre o dtpeni-
    liarar.id.i : os.prciiiaents podem entender-se no
    mesmo Inpr.r rom seu pnipiictario, ou rain ocha.
    Lima & Guimaraes, na ra da Cadeia n. 40, e IV-
    comedes Mara Freir, no caes de Api'II*
    At que chegaram
    SYSTEMA DE-SIMA,
    Grande faclurade 1,500 senes de
    pesoskilograramas em series com'
    : pletas de todos os tamanhos, me-
    i Ibores de eomprehender do que os
    que tem vind- ao mercado, assim
    eomo medidas de metros, chegafam
    smente de encommenda propria
    para a casa 4e Maneel Bento de
    .Oliveira Braga & C, ra Direiian.
    33, e com venham em.tempo.
    Veadem Augusto f. deOliveira & di TV
    Comawreio, n. 42.
    Ptjcimeha
    Vendui-se vidros para vidrara, sonidos e de
    boa quaiidade, e beni acondicionados, a 12$ a
    caixa, em porcao e a retalo : na ra do Vicario
    n. 17
    Vende-se a taberna sita ra do Phanr n.
    10, em Fi"a de Portas, com lodos os sens perlen-
    ces, com poneos fundos e inuiw afregnezada, ten-
    do a mesilla .bastantes ommodos para familia, e
    propria para um principiante tirar bom resultado,
    e o dono a vende porque se quer retirar para
    ra.
    Vonile-sp nina machina de costura em r-
    fcilo estado : na Ireyeaa do Queimado n. 1, pri-.
    meiro andar.____________
    Vendcm-se ;io barris de 5o do muito*" bom
    niel de fure, proninto a embarcar : na ra dotu
    de Santa Rita n. 19. armazem
    Contina fgido o escravo de nome Btne-
    dicto, periencente ao ab;iixo assignade, teta os
    sifmaes seguintcs : preto fulo, altura regular,
    faita de dentn da parle superior, p^s granda,
    muito ladino, e pca barba. SuppSc-c star
    acontado nesta enfade. Junde fugio -.'omrimo B5fc
    lata pertincc:;le i D. Geaoveca Cetas*de Aranjo
    Albuqaerqoe, tambem .-om os sientes scgnintrs :
    cabellos amellados, nariz chuto, falta de den'-; da
    parte superior, ps pequeos, tndo fm o dircb
    urna cicatriz, trata beldo no cilio esquerdo c aiu-
    ra regular. Os enliores tanto do escravo como da
    cscrava proles! un contra qualquer que os tenba
    acoulado, pelos d.-imnos causados, bem como r,-
    gam as aiUoridadcs pcciae- ou qnaesquer outras
    pessoas que se dipnem de ntZe-lDS capturar
    mandar Uar so esenptono uY Leal & Irmo, <;
    reeontentarao com ^nerosidade.
    I.vjz de Ubutiitaquc Mai-nithiia.
    Vende-se urna parte do urn sobrado sito
    ra lincita n. 127 ; a tratar na ra eslrea do
    Rosario n. ib', luja.
    un i mm
    FIO DEVELA
    Barbante
    Em CMS de Rabo Sclimi-tau & C. Corpo
    Santo n. 15.
    SHERRY OLOROm
    Gelo seal.
    OGV4C HEXWE^Y.
    Em casa de Rabo Srhmettau i<: C. Corpu
    Santo n. ISi.
    CHAMPANIIA
    SUPJSRIOR.
    Rousstllon, earte blaache.
    Km casa de Rabe Scbmettara &
    i. Corpo Santu u. 1&,
    Do engerido Jacobina, l'reyiezia do Cab^, na
    noile defi para 7 do torrente. I'ugiram os esmvns
    scgumtes : Salvador, crioulo, cor preta, ba:;or
    jrrosso, idade de H annos mais ou menos, baria
    ja pintada, rosto redondo e traba.'lia de caranjrra.
    Estc> escravo foi eonprado ao 8r. Francisco Josa
    de Arcujo. morailrr na riflado do Recite.-Mani.el,
    preto, alto, barbado, bom corpo, pernas finas, et-iu
    alalia um pooeo descansada, representa W z
    anuos mais ob menos. Levou calca de a'godao
    americano, camisa de madapoia i j velha e cha-
    peo de couro : este CMravo foi comprado ao Sr
    Junas Suriano de S.'i, morador cm Muxot. para
    onde de-sconfia-se ler seguido. Rogare s sutori
    dades policiaca e .-.os capiraes de campo a appr-
    bensao dos referidos escravos. c entrega-losan-
    seu senhor Antonio Carnoiro Lins c .Mello, lo en-
    gcnio acuna referido.
    tugio do engenbo Papagaio, termo de PVrto
    Ulvo, na provincia das .Maguas, o escravo Lucia-
    no, criouio. preto, idade de 32 annos, porreo m;"'*
    ou menos, altura baixa, barbado, besa fallante env-
    briaga-se muito, o intitula-so forro, tem offl-o'rte
    sapateiro. e tamban raneiro, consta que arda
    em Gnyanna, em Pernambnco ; recomrrenda-ve
    a todas a, autoridades poliriaes, assim cm; o a
    qualquer pesson que o encontrar, que o prenda e
    reiiietta-u ao sen senhor que o capito Jos Caa-
    i ido das i\eves, no eng.jolio Papagaio, ou na na
    Je Apollo, armazem n. 32, que se pagar toda e
    quaesqner dimezas que houverem de ser feitas
    cun a pnsao do mesmo escravo. assim con"o
    gratiiiear.-T penorosaniente a quem der BXMicia
    exaeta do referido escravo.
    de gratifioacao a quem pegar c levar nt. a*.
    niu-imado n. 1.1. a pserara parda, Joseplia foot-
    pradi ao Sr. commendador Jos Joaqnim de Lima
    Bairo,e fnada do sitio n. 7, na estrada de JoSo
    ternandes Viera, em flns do mei prximo Mssk-
    do.com os signaos seguinles : cabello bom o cs-
    tuma tra/e-lo amarrado, algumas cicatrbes de
    chicote nas costas, cor escura, magra, ar alegre
    muito nsonho, levou no dedo um annel, e condw-
    zio una irouxa com porcao do i r-npa, cocuma an-
    dar de borzeguim e a trajar bom. Prote-ta-se
    contra quem a livor oeeulta.
    LISTA GERAL
    7.
    DOS PREMIOS DA I PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 402, A BENEFICIO DA MATRIZ DE S. LOURENCO DA MATA, EXTR4HIDA E.M i 9 DE JUNHO DE 1869.
    17
    24
    K
    57
    31
    0
    51
    G6
    57
    Gl
    70
    72
    73
    83
    86
    88
    95
    100
    1
    8
    14
    15
    16
    17
    26
    *9
    31
    38
    33
    36
    41
    51
    55
    57
    65
    71
    76
    77
    83
    64
    68
    401
    4
    5
    9
    ' 18
    1
    10
    SMS. Rg. r REMS. m. PREMS. I
    u 228 a 423 41
    O" 31
    30 33
    38 34
    40 40
    18 ii>
    49 47 iOOj H 31 _
    M 68 "2 i
    71 m .
    - 77 61 , ,
    84 71 _
    8--; 8* 72
    92 41 82 _
    99 88
    "^~ 300 89 __
    ~~~ 1 308 __
    3 11
    i 14
    6 t
    7 18 _
    11 30
    20 33
    34 36
    37 39 401
    i 38 42 41
    M 42 14 __
    . U Si
    u -^ m
    4 67
    CO __ 70
    61 . 82
    67 97
    68 81 600
    69 41 2 81
    70 3 a
    71 81 9
    7* 81 13
    82 M 19
    86 22
    81 88 25
    41 90 ^ 30
    94 31 MH
    402 3o
    _ U __ 39
    12 _ 44 81
    . 14 43 41
    18 54
    21 66 f
    669 41 943
    72 So
    77 81 59
    78 41 61
    89 63
    94 08
    708 ^_ 69
    12 _ 75
    30 __ 82
    30 92
    38 1000
    44 m> 1
    48 1
    i7 M
    60 23
    62 26
    6?; 30
    70 32
    71 84
    76 81 58
    83 41 02
    92 09
    801 75
    6 83
    7 89
    8 97
    9 1110
    23 11
    31 15
    33 3i
    39 ^ 38
    47 - 40
    52 7
    63 03
    73 81 67
    78 81 41 1
    91 76
    94 79
    9o 82
    99 84
    904 81 92
    19 41 94
    26 1202
    32 3
    37 4
    41 5
    42 8
    44 9
    il
    85
    41
    201
    41
    81
    41
    N8. PREMS. |NS. PREMS. NS. PREMS. 1
    1225 41 1434 2l)| 1673 4
    31 42 41 74
    37 44 75
    40 45 76
    45 ^_ 55 87
    47 __ 61 92 81
    53 ,^ 63 93 l|
    54 _ 68 96
    58 __ 70 99
    63 _ 72 1707
    67 _ 82 10
    69 _ 84 11
    70 .^ 93 17
    77 __ 98 33 __
    81 __ 1501 39
    87 _ 4 43
    93 _ 6 - 51
    98 ... ' 9 53
    99 __ 14 72
    1309 16 78
    10 23 78
    11 26 84
    22 28 90
    23 _ 2 1806 _
    24 18 30 40 9 12 u 4*J
    32 38 ~ 41 46 15 20
    41 _ 73 * 28 a
    42 _ 74 ** 33 8
    43 75 mmm 36 41
    46 77 38
    50 _ 83 41 ...
    54 86 45 M
    57 _ 88 63 __
    68 91 65 _
    73 94 66
    78 1600 77
    83 1 m 83
    87 14 85
    91 21 87
    92 . 28 89 _
    1406 48 98
    9 51 1903 -i
    14 54 _ 4
    16 4:0001 57 10
    17 41 65 15
    22 68 . 16
    24 71 20
    NS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
    1923
    27
    31
    32
    36
    37
    38
    43
    44"
    4o
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    97
    2004
    9
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    ol
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    85
    41
    % __
    4| 2756
    63
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    42
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    2900
    3
    8
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    38
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    201
    4*
    401
    4*
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    65
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    71
    73
    76
    81
    83
    90
    97
    98
    3025
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    40
    46
    48
    56
    60
    Ci
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    70
    71
    72
    81
    96
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    3100
    >
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    43
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    57
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    74
    77
    81
    H
    NS. PREMS.|NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
    84
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    40
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    41
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    92
    96
    3504
    6
    11
    16
    39
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    45
    48
    50
    52
    54
    62
    92
    3601
    2
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    12
    1
    16
    17
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    19
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    49
    50
    58
    59
    61
    62
    63
    67
    68
    70
    71
    76
    I 82
    81
    3691
    99
    3705
    7
    9
    13
    20
    21
    33
    43
    49
    57
    62
    68
    69
    70
    78
    84
    3804
    9
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    32
    47
    61
    64
    80
    9G
    97
    3902'
    9
    10
    12
    16
    17
    18
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    25
    29
    39
    42
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    54
    62
    63
    64
    86
    88
    41
    84
    41
    8|
    41
    3991
    4000
    3
    5
    6
    10
    13
    22
    24
    31
    39
    45
    48
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    83
    94
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    4107
    10
    12
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    99
    4201
    3
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    51
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    503
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    205
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    41
    81
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    4604
    8
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    15
    16
    2*
    35
    36
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    65
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    72
    73
    78
    82 *
    84
    86
    87
    94
    4/00
    7901
    44


    8
    Diario de Pernarobtico Segunda feira 21 de Juho de 18^9.
    GERAL

    CMARA DOS SUS. DEPUTADOS
    SESSO EM 2 DE JUNIIO
    MKUQF.NCIA DO M. YISGO.NDE DE
    GAMAWAGIUi:.
    (Continuaco.)
    ko anuo financeiro de 1 i a 1
    da guerra
    gara I
    8'
    (1
    exeedeu a despeza da receita
    i 30,659:690/}, no seguate de
    a 18 em 61,45! :637a, uo de

    1966 a 1807 em 59.243:U9?, no immc-
    iato de 1867 a 1868 em 107,057:3880
    P(i> corrente exercicio de 1868 a 1 860, se-
    gundo a estimativa dos quiltro ltimos mezes
    alculadi pela receita e despeza verificada
    aos oito mezes anteriores, ern79:19i&000.
    Temos, pois, um excesso_ de despezas
    sebre a receita no quinqueimio de........
    342.000:000 fiacces desprezadas. Re-
    sulta e9se exeesso ou dficit principalmente
    dos gastos extraordinarios da guerra pro-
    longada, que sustentamos, e que tein sido
    um sorvedouro de gente o de dinheiro.
    (Apoiados).
    Resultou de liio excessivos ^dispendios,
    !\uue a nossa divida fundada no exterior
    :,ubio de cerca de sete inilhoes de libras
    esterlinas cm 1861 a H milhes, que pelo
    cambio actual importa pouco nais ou menos
    om 1SO,000:OOU; i*, que a divida interior
    Consolidada augnientou-sc de 30,000:000*
    a-!3l,O0O:OU(S; 3", que a divida flocul-
    ante representada por bilhets do tliesouro
    que se na > emittiam seno at somata
    de 8,000:000$, como antir.ipaco de re-
    cala, attioge hoje 63,469:018*; 4, que
    o estima e se deve comprehender aiuda
    um dficit do rercirio do 4868 a 1869 em
    sais de 43,0::09J : c 5* cmlim que o
    papel-moeda ern circulado cresceu de
    37;oO0:00O* em 1864 a 127,220:722o.
    importancia actual. E' esta a somma total
    da oossa divida al 30 de junho corrente
    Assim pagava o tliesouro em juros de
    divida em 180i terca de 8,000:000
    annuilmente, sendo a receita publica d
    66.000.050-5 sto 1/7 da renda; esta
    subi cm 1869 a 73,300:000:5; os jiiro&4publica
    da divida conlraliida, calculando-se e reimm-
    do-se corea de 1,000:000> para ac onvei-
    iSo em divid i fundada, do dficit de 1868
    a 1869, de 13,090:001'* exceden da quantia
    de m lis de 30 03J:0JJ.j, isto de mis de
    um terco d3 receita geral, posto que ele-
    vad! esta a 17,000:093;$ mais do que no
    anuo de 1884.
    Quando se amortizasse o papel-moeda
    existente na circulaco c se pagassem os
    juros por elle, a despeza dcstes subira a
    irais de 40,000:0005. o que importa mais
    da mstade da receita geral I
    Este qiiidi-o nao portanto agradavcl
    ao paiz. (Muitos apoiados).
    Mas a verdade, segundo os documen-
    tos offieacs prodnzidns pelo thesouro e
    conforme aos esclareeimentos prestados no
    relat'trio do honrado Sr. ministro da fa-
    xenda, que cu nao tenho expresses bas-
    tante encomisticas para elogiar pela fran-
    queza e lealdade com que instruio os re-
    presentantes do paiz, nada Ihes oceultando
    da situaco do thesouro. (Muitos apoiados).
    Estamos oceupados aclualmante com o
    orcamento da receita para o anno financeiro
    de 1869 a 1870. J a respectiva despeza
    foi votada na importancia de 83,i35:000;>
    nao entrando era linlia de conta os gastos
    extraordinarios que tem de exigir a couti-
    nuaco da guerra. Neste orcamento, que
    s comprehende servidos ordinarias, a re-
    ceita apparece iaferior despeza de cerca
    de 10.300:000,*. No caso de converter-
    mos em divida fundada o dficit calculado
    de 48,000:000,$ para que j a cmara con-
    cedeu crditos aogoverod. oque relativo
    ao exerccio de 186 s a 1869, a interiori-
    dade a r.'ivita para a despeza ordinaria
    no anno fioauceiro de 1869 a 1870 sera de
    11,500:000*000.
    Convert nesta contingencia cruzar os
    bracos, deixar amontoar os defiets, e im-
    providentes do futuro, nada fazermos por
    hos que melhore a situaco do thesouro.
    que o livre dos perdis que o ameacam, e
    que sustente o seu crdito ? Nao de cerlo.
    (Muitos apoiados).
    E' na verdade critica, desgracadissima
    esta situaco linanceira do paiz, mas c de-
    .-sperada, irremodiavei? Nao, mil veres
    nao I O paiz tem recursos iuutensus, e
    novo ainda, mas fulgura-lhe ura grande fu-
    turo ; no povo haveoM| de encontrar o pa-
    triotismo sufhciente pava aos eoadjuvar na
    ardua empreza de restauradnos as nossas
    financas; falls-se-lhe a verdade, eand^m-se
    os meios e remedios a applicar; governe-se
    betn, e elle nos auxiliar. (Apoiados.)
    Sabis vos de onde deriva para raim essa
    confianca e f-nos recursos do paiz e no
    bom senso e patriotismo dos neus compa-
    triotas ?
    Porem de que, apezar das calamidades
    que nos tem acabrunhado desdo 4864.
    em despeito da situaco dillieil eangwfiada
    do thesouro, no moio das desgraras que os
    cofres pblicos e particulares tem legado
    os acoulecimeolos, encontramos urna face
    agradavel e risonha, ao notar que a roccita
    publica tem ido em progressivo augmento
    desde 1864, que a agriculturae a industria
    prosperam, que a prodcelo cresce, e que
    portanto ha escondidos neste paiz abenc-oado
    pela Providencia muitos thesouros de ri-
    queza, muitos elmeentos de futuro bson-
    geiro, muitos recursos de valia, que cum-
    pre animar, e aproveitar parque ormam a
    base, a garanta da nossa salvaco. (.Muitos
    apoiados).
    Nao teriamos chegado a situaco calami-
    tosa actual se os governos anteriores pos-
    suissem urna dse necessaria de provi-
    dencia. Nao dirigrei censuras a borneas
    que j nao oceupam o poder, e nem a
    partidos nao representados na actual cmara
    alero do mo gosto seria falta de cavalhei-
    rismo. Uo passado s desejo Icmbrar-ine
    para lico, e nao para thema de aecusares
    que excitara as I utas partidarias, exacorbara
    is espiritos e eriam odios e rancores. 0
    que desejo todava dizer, decluro-o com
    franqueza, porque na sessfio de 1867
    nesta mesma casa j o cnunciei, que os
    governos que comecaram esta guerra co-
    lossal do Paraguay, e a oonlinuai ara durante
    tres annos seguidos, eflectuando enormes
    despezas extraordinarias isem pedir ao paiz
    recursos igualmente extraordinarias, cono
    sem pratcaros governos avisados, legando
    assim ao seus successores na administracao
    difliculdades inaudita i (muitos
    apoiados), e contentando-se com empres-
    limos ruinosos necessariamente por faltan
    de garantas nos orcamentos de receita
    para seu gradual pagamento c amortisaeo
    (apoiados), commetleram um grande erro
    urna inquahficavel improvidencia. (Apoiados).
    S no anno de 1867, e -me satisfacto-
    rio profer-lo, s na sesso de 1867, epela
    primeira vez compareceu um ministro da
    fazenda, o presidente do gabinete mus-
    acto, a pedir ao parlamento oovos impos-
    tos que elevassem a receita publica, afim
    de nao deixar amontoar-se as ruinas das
    nossas linancas!
    Infelizmente, indo declarar qu" nem os
    impostos pedidos e.votados foamsufliciea-
    tes, e nem mesmo os que o corpa legislati-
    vo approvou, sob nspirac) do governo (Je
    ento, tiveram a garanta de um estudo se-
    rlo e reflectido, e foram os inelhores lem-
    brados no momento.
    Occupava eu ento o posto de opposftio-
    nsta nesta casa. Nao neguei todava os
    recursos extraordinarios pedidos pelo go-
    verno; prestei-lhe at apoio. ajuUanuo-o
    na discussao^i apresentando d,is que me
    pareceram preferiveis, mas que infeliz-
    mente nao foram por elle adoptadas. Peco
    liconca cmara para ler-lhe um trecho de
    um discurso que profer na sesso de 22
    de agosto de 1867.
    alfandegas o recurso que eu thes lembra^tphto nos seus progressos pela guerra pro-
    longada, que oomeeou em 4862 (muitos
    e o resultado foi que se nao cotheu o aug-
    mento da renda exigido pelas despeaas
    publititts, e apenas cerca de .000:0004
    1867 a 1868 e 6,170:000 no exerccio de
    1868 a 18o9. .
    Nao se pedjnav durante tres
    sdio algum extraordinario
    lira do tercuiro anuo, coi
    buta-lo ni lis ittsufikiciiteraen
    os erabaraoos deviain crescer, tornar-se
    com o andar do lempo ranis graves e peri-
    gosas as circumstoncias, a actualidade lo-
    ma/ aspecto pejor que o passado, e ser o
    futuro verdade i raiH'.'iite assustador a najo se
    adoptaran a,'ora providencias energcapa-
    ra preveni-lo. Menores terian sido as.exi-
    gidas actualnente pelas ocepnrencias, se
    aiiteriorareutt se hoovessem prevenido,co-
    annos sub-
    ; so no
    u-se tri-
    i claro'que
    FOLHETINI
    OS CASACAS PRETAS
    ROMANCE
    por.
    Paulo Fval
    Primeira parte
    A IIA4, Al. liil'R.tDO
    IX
    mdr A J iiia.
    rContinuaco do n. 436.)
    3 de juIho.O meu somno foi pesado e
    povoado de sonhos. E tu, Julia, passas
    peior : \ mm, parece-me que era mais
    forte nos nrimeiros dias. Ha oslantes em
    que o andamento destes preparatorios me
    tonca em desesperos verdadeiraraente lou-
    cos. Depois caio prostrado. Nao tenho j
    vigor nem energa. N'outros momentos,
    espere com impaciencia infantil as horas
    om que devo ser chamado presenca do
    juiz ; desejo ver o Sr. Raland ; tenho ne-
    cessidade dp As visitando Luiz sao as minhas gran-
    os distraecues.
    Solicitei alguns minutos le passeo no
    pateo da priso, e o Sr. Roland nenhumi
    resistencia oppoz ao meu desejo. Mandam,
    porm, retirar toda a gente quando l vou,
    e g pateo para mm mais triste anda do
    que a celia.
    Deixou esta manha o Luiz cahir lgumas
    palavras, das quaes conclu que por inhei-
    ro se eucarregaria gustosamente de entre-
    gar qualqucr carta. S pude eiconder
    uas vate napoleoe. Como eu os dara
    gostoso para conversar comtgo, e com
    elles urna porcaodomeu saugua I Tiz-me
    porm desentendido. Hei de sapportar al'
    ao im este snpplicjo de Tntalo. Qfalquer
    imprudeocia os pora na^ua pisto. 0 Ca-
    saca Preta sustenta va urna csrreapoidencia
    , seguida com gente una.
    Giram as perguntas n'am circulo vicioso ;
    o Sr. Rolana nlo sao da ficclo^uo adop-
    E' o segunte : J eu disse que para
    obtermos remedio serio aos nossos males,
    e nao contentarmo-nos com paliativos, ou
    continnarinos cora o principio dos dia-
    mentos das crses convinha orear mais
    I6.<>:00i)->900 de receita annua. De-
    pois de examinar a proposta dos impostos
    e declarado que ella era insufiicient*;, pro-
    fer as seguales palavras: Eu, homem
    da opposicao, ouso dizer ao governo: isto
    nao vos basta, iuteiramente insufiiciente.
    Proponho, pois, medida que s as alfan-
    d'gas, isto na importado, recebereis
    um augmento de receita de mais de......
    .0,000.-000^600.
    O governo, porm, e a maoria da c-
    mara de hontem preferiram tributar direc-
    tamente o povo era vez de procurarem as
    ton. Nao digo que a haja creado, nota
    isto bem, porque a minlia estima pelo seu
    carcter cresce le da para dia, e cerlo
    que elle so curva fatal pressao das appa-
    rencias ; agrupa-as, consolida-as, apoia-as,
    e quando apresentam algumas lacuuas, es-
    forca-se por dar pontos no tecido roto. Ha
    horas em que vejo isto desapaisonadamen-
    te. Cada officio tem os seus altractivos
    irresistiveis, c aquillo um officio.
    Ha lambem horas em que sinto apode-
    rar-se de mim triste repugnancia pela nossa
    miseravel nalureza. Que ha nesto mundo,
    que maior seja do que a propria sociedade,
    mais altamente elevado que os homens que
    tem por miss5o protege-la ? Que havemos
    de respetar, se repentinamente descobrimos
    fallas na le ? Resta Deus, verdadoi!
    Deus I promessa eterna, aos ps de quem
    hornese cousas apenas sao um pouco.de
    p !
    Mas estou triste, reso mal; precisava de
    ti para orar bem.
    Isto nao passa tal vez de agora, O ama-
    nilla o animo voltar.
    5 de julhthHontem oada escrevi. Tudo
    te disse. S ha de novo a febre que me
    assaftou. Mandaram-me um medico. Or-
    denou que rae dssem vinho de Bordus o
    assados. Luiz est com ioveja. Nao tenho
    foim nem sede.
    Qboveu e.ta manbaa, e sent ochero das
    arvres raolhadas, porque o ar livre pene-
    tra pelas grades da minha janella. Louva-
    doDeus! gostovas tu deste perfume, e
    chegavas porta para ver os pingos d'agua
    luzirem na folhagem das tilias. Onde tu
    ests, chove 9 e faz-te isso saudades mi-
    nhas ? Sinto-me doente.
    1% dejulho.Nao creo questves6e om
    perigo de morte, mas a doenca pregu-ra
    ao leito. Ontfltao "da prisco chegou a vr
    visitar-me tres v*tgs ao dia. O Sr Roland
    mani'estou itteresse por mm. Julgariue,
    porm, culpado. De hoje em diante tem
    augmontar-se, posto se exluurisse o seu j
    tli isouro publico.' (Apoiados).
    Laacai os olhos Wbre as receitas publi-
    cas de 186'. a 186S.
    Ei-las:
    Foi no anuo
    financeiro
    de...... 186i a 1863 36,993:928*000
    1865 a 1866 58,323:370*000
    1866 a 1867 62,406:607*000
    1867 a 1868 67,833:302*000
    1868 a 1869 73:036:000*000
    Cumpre notar que s nos ltimos annos
    liouve o augmento dos oovos impostos co-
    mo j expliquei sufiicientemente.
    E" a produeco agrcola que crescendo
    offerece abase (leste aspecto lisongeiro.
    A batanea coraourcial .publicada ltima-
    mente nesta corte expca-o pelo segunte
    modo :
    Elevou-se o valor dos productos expor-
    tados no auno de 1863 a 1866 a.........
    136.726:O00->O00, deixando mn saldo de
    cerca de 3.000:O>0,->000 sobre a importa-
    rlo : no anno de 1866 a 1867 a.........
    13G.27:0K);R00, deixando um saldo de..
    7,Q0O;OpO400: no de 1867 a 1868 a...
    18!.731:0()0.->OO deixando um saldo de
    10,000:000:>000.
    Sh. Cnrz Machado d um aparte que
    nao ou vimos.
    0 Su. pKiiKir.v pa Silva:Est enga-
    ado o nobre depntado. Nao procedf a
    cifra dos valores nicamente da alta dos
    precos, e sim principalmente do augmento
    da piintucro. A i-hm\ oh lli'n aj^gsentO.
    O algodio exportado em o anno 54867 a
    1868 chegou a 9,380:260 arrobas, na im-
    portancia de 33,929:t)39A000 ; o caf a..
    I'i,53:773 arrobas na importancia de-----
    83.633:151,$000; o assucar a 8.710:930
    arrobas, na importancia de 22,735:428-$.
    0 fumo, a borracha, os couros e mais g-
    neros do paiz lograran) progresso inden-
    tico.
    0 Sn. Cnrz Machado: Nem eu disse
    que foi smente.
    O Sr. Pi.ki:ii;v da Su va :Estes faclos
    provam a foica fecunda e productiva do
    paiz para nos nao desanimarmos n meio
    das angustiadas circunstancias que nos ro-
    deiam. O que convm saber aproveita-
    la, procurando impostos que nao vo ata-
    car as fontes da riqueza nacional, e das
    quaes brota a apmtda prosperidade, mas
    smente os que olTeudam as parles menos
    sensiveis do paiz.
    Todos estes faclos provam que nem
    m- smo podemos fazer urna idea do quanto
    estara em adiantada prosperidade este
    abencoado torro, se nao tivesse sido peia-
    apoiados', e dura anda desgracadamente
    E emquanto durar esta guerra, nio vi-
    vemos todos nos, governo e paiz, seno de
    espedientes. Ao passo, que exhaurimos as
    fontes da riqueza nacional, que arruinamos
    o thesouro publico, que desbaratamos at
    as fortunas particulares, andamos tentando
    a situaco com paliativos, ignorando os sa-
    crificios pecuniarios que nos exigir anda
    a prolongac5<) da guana, desconliecendo o
    futuro, nao podeodo anda apreciar devida-
    mente a situaco final das fhancas, assen-
    lar bases necossarjas afim d' 'segura-la c
    garant-la permann8env!0te. Marchamos
    para o desconhecidd, vvendo provisorn-
    mente, procurando apenas firmar o presen-
    te, empobrecendo-iios diariamente e cada
    vez mais f
    E. senhores, cumpre dizer a verdade.
    A peior situayio papa ura paiz qualquer
    a pobreza. Seja rico, anda qne pequeo
    em territorio, e p suindo acanhada p%w-
    laco, ei-lo garantido na sua ordem interior
    e respeitado, conceituado, procurado pelos
    estranhos, ganhando serapre posicio polti-
    ca avantada. As naces pobres, em exten-
    so e gente, sao tracas diante de todos,
    porque o dinheiro a molav erdedra ques
    move o mundo. (Apoiadoa.)
    Ha historiadores que chamara milagro ao
    fado de durar tres anuos a eolgaco. eu-
    ropea contra Napuleo 1. A todo o ins-
    tante surgaui brigas, lutos, divergencias,
    di'speilos entre os alliados, e tres aunos, de
    esse milagre qae soiuava a
    , todos os, momentos os lacos da.allianca
    ! prestes a dissolvei*se ? dinheiro da In-
    glaterra que chegava sempre a lempo pre-
    ino se devia, estas eventualidades. (Apela-
    dos). -O legado do podar em circomnston-
    cias tao criticas nao era para invejar de
    ceilo. (Apoiados).
    E' necesario, pos. expr com Snceri-
    Jade a situaco du thesouro, pedir auxilio
    ao paiz, appellar para o sea patriotismo,
    reclamar-lhe novas sacrificios, que elle n3o
    faltar com a confianca que Ihe devem ins-
    pirar a lingungem da verdade, e a convicco
    de que se~ticta com todo p cuda,du da
    gerencia dos negocios pblicos, e de liqui-
    dar e solver mais o passado mesmo qae o
    proprio presente.
    Quem pude hoje negar ao paiz recursos,
    ao paiz que mostron contra a espectaliva
    quas geral que podia enviar para a guerra
    demiento a cem iml solados e gastar sustentou-se | frm
    durante cinco annos dn soa dur.n.ao ceKa mJmH) ,<. milaTreaae sol
    de 3i2.000:000,>000, continuando todava'1
    a sua produccio agrcola e industria
    Digo qoaoio ant^s, porque nao podemos
    sustentar por muito mais tempo esta guerra,
    que urge terinioar porque continuaudo a
    arruinar o estado do Paraguay, arruinamo-
    nos a nos todo. (Apoiados.)
    Quando tivermos fit alisado alguerra que
    reconhecerenjo* ao certo os encargos e r#-
    ponsabildades do thesouro f que pedere-
    mos diminuir despezas com exercito e ma-
    rinha, e coro Qutros serviros que se ligam
    prolongacio da luto e s devem cessar
    com ella ; reor^nisar definilivajaente as
    Imancas, fixandoos ajeios de consolidar toda
    a divida.publica, garantiudo-a cora rendas
    certas a iprppriadas, e seguindo novos ho-
    riaope, rem as profundas feridas
    que a jaerra nos legou; reganhar forcas
    no intOj e regpperar o perdido; extin-
    guir Hcro roedor do papel
    moeda, que jbaixndo o cambio, desapre-
    blicos e particulares, elevando os proos de
    tudo o que necessario vida, w*corre
    poderosissimamente para as calamidades
    gora s qae soffreraos com tanta paciencia I
    um do.s naiores agellos esse que nos
    persegue duraotd a guerw>! K quem cau-
    sn foi p governo do paiz! Se se nao ti-
    vesse creado tontos bancos de emisso, se
    a lhe nao houvesse perraittido elevar a
    quantidade dos seus bilhetes toncados na
    circulaco, animando s loucas especulaeoes,
    que causaram os detrocos commerciaes de
    1864; se nao consestisse que fossem irrea-
    Hfcavcis em ouro as suas igdas, nao seria o
    goveroo compellido em 1866 a tirar-Ibes o
    direito de emisso. (Apoiados.) Se o go
    verno em tempo, apenas encetada a guerra,
    tivesse pedido ao. paiz recursos extraordi-
    narios, elevaco de receita para as despezas
    da guerra, nao seria consteangido a ser elle
    augmentar as despezas annuas com os ju-
    hros e amortiHco da divida contrahida.
    Demais nao sabemos uantos sacrificios
    mais nos exigir a proleagayo da guerra,
    como j fixa-Io* ? 9 orramenlo xfttado
    para o estado ordinario e normal. Se a
    guerra continuar, tanta mais despetas ella
    reclamar, quanto mais losemos de aovo de
    pedir ao paiz essfs sacrificios, aun de
    salda-las. Para o anno segunte exigiremos
    mais impostos, conforme os gastos da pro-
    longaeSo da hita no Paraguay, e por isso
    mesmo que, cuidadoso d futuro, eu di-
    go ser preciso quinto antes se acabe a
    guerra. Vale mais termiqa-la' ero dous,
    tres, quatro mezes con neieres dispendios,
    e o governo m nao deve poapar, pres-
    tando ao general em chefe do exereito to-
    dos os meios para levar ao fim a suamissao
    .honrosa,
    ' m
    , no mais bnve prazo de tempo.
    ift das fortunas e tnns pu, ^ que n3o C0Dvem ,procUM-la. tato
    opiHKlunu, e pie importava era va- PruP ,u successer dos banco? na emissao
    do i>apel-moeda, 'como remedio extremo
    para saldar compromissos de honra do the-
    souro.
    Por essa razo o papel-moeda em circu-
    laco altingem presentemente somma de
    127,229:000,>. queajuntada de........
    _. 153,9 5:045,>,de moeda-papel dos bancos,
    ^ porque nao realizavel em ouro, prefez a
    ciso e
    rmha de coudo. trazendo a paz o a Mar-
    moma. (Risadas.)
    A primeira necessidade, pois, do nosso
    paiz acabar a guerra. (Apoiados.) E' para
    ah que devenios convergir nossas vistas..
    Usa Voz :Mas como ?
    O Sr. Pkreira daSii.va:
    roso (apoiados), pela forca das armas, com
    a condico de ser em breve termo, ou por
    urna paz que nos d todas as garantas da
    navegaco livre dos rios, da seguranca das
    fronteiras e da independencia do Paraguay.
    (Apoiados.) Nossos nicos interesses all
    sao estes actualmente ; j provmos exhu
    berantemeute que sabamos -vngar nossa
    dignidade, e sustentar a honra das nossas
    armas com os|tiiumphos constantes e repe-
    lidos, que tem realcado de glora os nossos
    generaes de exercilo e marinha, apezar das
    difliculdades naturaes de-um paiz desconlie-
    cido do mundo, e apestar mesmo du valor
    do povo paraguayo, que Ihes tem opposto
    desesperada resistescia, (Aooiados). Nem
    por outra formase poderiaacabar a guerra,
    atim de se nao perderem os fnretos das vii'-
    toras explendidas conseguidas, e os rios
    de dinheiro derramados em paizes pstca-
    ntos e em proveito estranho. (Apoiados).
    leuho f em que brevemente consegtii-
    remos este resultado. Se o exercito brasi-
    leiro lamenta a falta do bravo e valente ge-
    neral que conduzio victoria c gloria nos
    mcraoraveii dias^
    porque soffrimeif
    niss to robusta f como a do christo
    na. A duvida afiigu
    atrot: tem medo de duvidar.
    le divina. A duvida affigurar-sc-loe
    -hl
    Lvantei-me hoje pela primeira vez. Du-
    rante a febre, oavia mais distinctamoate o
    rumor surdo que vem. da celja visinha.
    Nio dilBcil fazer fallar este Luiz. 0
    meu'visinho rta outra celia ebama-seaLanU,
    bert, e era teadeiro no becco e S. Claudio;
    aecusado de ter morlo um homem, e
    duve ser como eujulgado as prximas au-
    diencias.
    Creio que ha instantos de febre em que
    augmenta a lucidez do espirito. Estou
    certo de que nsto que algumas vezes
    consiste aquillo a que fros observadores
    chamam delirio. E todava nao a febre
    que d estas ideas ; fermenta-as, porm, e
    deseuvolve-as.
    Em seguida um dos ltimos interroga-'
    torios, Uvera eu como que vaga percepeo
    de que um homem hbil e ousado poda
    explorar a fatalidade judiciaria de que
    preciso um citlpido, lesumida e completa-
    da pelo axioma bdta um culpado. Nao
    me posso lembrar de qual fisse o dito do
    Sr. Holand que cm mim fez brotar esta
    dea.Agora I Pronunciara elle estos pa
    lavras oh cousa parecida :
    Para admittir o seu systema de defesa,
    era esseacial suppr um h' um demonio, que levasse a malvadez at
    ao genio, e tratasse, ao mesmo tempo que
    commettia o crime, de preparar os meios
    detransviar a justica.
    E impossivel isso ? perguntei desde
    logo impressionado por esta idea.
    Nao respondeu. Existe o-germen
    desta concepeo em terdos os malfeitores.
    0 que trata de fugir tem como a caca a ins-
    tinctiva necessidade de destruir a pista...
    E singular como neste momento me
    occorrem claramente memoria aspropras
    palavras do magistrado. Accresceotou
    elle :
    Isto, porm, puramente especula*
    tivo, e na bypothese augeita seriamos obri}
    gados a fazer ao impossivel enormes con-
    cessoes. Neste caso devia o imaginario
    culpado n5e ter combinado o pjano de ;
    espoliaco, j de .si to engenhoso que che-
    ga a parecer romanesco, seno tambem ter
    escolhido os meios de tal arte que fosse o
    instrumenta empregado accusa-lo justamen-
    te ao senhor que estova innocente, e que
    logo desponlasse acctisacao um coojuncto
    de apparencias atrozes...
    Calteu-se e encoteeq os hombros.
    E, eairetanto, coalinuou prevenindo a
    minha replica, jamis reconheceflios em nos
    o direito de substituir a rao ao ioquerto.
    As ooaaasi investigares precedern de ha'
    muito as swas suspeitas. Havia dous bo-
    de dezembro de 1868,
    physicos o coa>{iram a
    r tirar-so 'db campo das operacoes milita-
    res ; se por essa razo deixou-se de apro-
    veitar os triumphos de Lombas Valentinas e
    Villeta logrou ojdictador do Paraguay tempo
    para fortificar-se no interior, e reunir e re-
    fazer os restos e destrocos de geqt que
    lhe escapram das batalhas, foi pelo gover-
    no mandado corno general em chele um
    prncipe valente, activo e brioso, perten-
    cente a urna familia de bravos, inspirado
    pelo notore desejo de servir o paiz que adop-
    tou por patria, e de provar quanto deve
    merecer dos Brasileiros o iligno consorte da
    prnceza imperial, herdeira do throno.
    (Muitos. apoiados.) Confio no Sr. conde d'Eu
    para levar ao cabo e quanto antes a mss
    delicada que como sacrificio acetou e que
    como soldado deserapenhar cabalmente.
    (Apoiados1). Confio que os seus compa-
    nheiros e cabos de guerra, o exercito e
    marinha que tontos louros colheram sob o
    commando de Caxias, Qsorio, e de outros
    geaeraes Ilustre,' mostraro anda que
    conservara as mesmas virtudes, cora-
    gera, patriotismo e disciplina. (Apoiados)
    porqi
    enorme massa de 184,009:00;)^ que, con-
    servando baixo o cambio, exige sacrificios
    maiores do governo e do povo e amonta
    difliculdades, embaracosgravssimose peri-
    gos mesmo situaco, pesando fatalmente
    sobre todos os interesses legtimos.
    Emquanto porm se nio terminar a
    guerra, com ur orcamento o de 1869 a
    1870 era desequilibrio, em que a despeza
    ordinaria exceder calculadamente da F-
    c-ita era iL3OO:O0Oj., com o accrescirao
    estimado pela consolidaco e juros da di-
    vida proveniente do dficit que deve verifi-
    car-se no anno financeiro de 1868 a 1869 o
    que nos cumpre fazer ?
    Eis i questo que oceupou a atter.c/o da
    1* commissao do orcamento, e qu est
    agora sujeila deliberarlo da cmara,
    qual peco a sua benvola attenco.
    Lxaminados c conhecidos os encargos
    que pesara actualmente sobre o thesouro,
    le abra os recursos para satisfaze-los, sal-
    vando sempre o seu crdito, e maniendo
    a confianca do paiz e do estraugeiro, ao
    passo que prope a convr*3o om *ida
    MMoHtkda fle toda a fluctuante, porque
    esta embaraa mais a marcha da adminis-
    tracao, autorisa para esse fim o governo a
    ieffectuar opraces de crdito. A eleva-
    Cao de impostos como recursos calcula-se
    na imporlancia de doze a treze rail contos,
    visto-conao a superioridade da despeza or-
    dinaria calculada aproximadamente em
    H,300:000>. Desejando sempre araorti-
    sar e extinguir o papel-moeda, retirando-o
    da circulaco, para o fim de a melhorar e
    limpar paulatinamente de semelbanle flagel-
    lo, opina a commissao que todo o excesso
    proveniente da receita sobre a despeza se
    applique ao resgate do papel-moeda.
    Mas nada se d para a continuaco da
    guerra, quando se autorisou o governo a
    cont nua-la no 1" semestre do exerccio de
    18*9 a 1870 por um crdito de 26,000:000*
    j votado nesta mesma sesso, disse o fi-
    lustre representante do Paran.
    A razo eu lh'a declaro : no orcamento
    comprehendeu-se nicamente as despezas
    ordinarias. O nico meio de salda-la
    tomar emprestado as soturnas precisas, e
    proporco que se ortica esto operaco,
    mens... nao na situaco -em que se v,
    apanhado em flagrante delicio moral, se
    permittido exprrair-me assim, tanto as
    pro vas o apertam e anniqilam... mas
    eralim, dous homens que nos podiam sV
    suspeitos. N5o havia contra elles sjno
    coincidencias. Saltando pelo facto de qae
    a sua culpabilidade os absolve, voltmos
    para elles as vistas da justica. Ura delle.s,
    o mais importante, eommissario de urna
    casa commercial, e que vendeu o cofre
    Bancelle, estova ausente de Caen na occa
    sio do crime; o Sr. eommissario de polica
    tem conhriHrnento possoal das provss de
    ausencia. O outro, que era um pobre ra-
    paz que procurava oceupaco, tinha pedido
    asylo por aquella noute ao mesmo funeciu-
    nario, o qae exclue toda a idea de empreza
    nocturna ; este... Ouca, Andr Maynoite,
    vej.a a differenca : ao passo que sua mnlher
    se esconde cono se a torra se houvesse
    alerto pan no-la .tragar, este metteu-se
    com o seu ve:dadeiro ume caminho para
    Pars, onde vive, e sempre com -o seu ver-
    dideiro nome, em condico modesta e mu
    visinha da pobresa. Este, aflirmo-lh'o eu
    que enlendo disto, nao fcv.u de Caen qua-
    trocentos mil francos, rio E de mais,
    deve compenetrar-se de que nao sou o tri-
    bunal era o jury : sou apenas encarregado
    do processo pteparatorio : o senhor ha de
    ter juizes.
    fui tudo. E d'aqui nascen a idea, que
    Mogo cresceu, e se me toraon depois o ali-
    mento da febre.
    Deu a febre cerpo S idea : vio um ho-
    msm, o sugeito das pravas de ausencia,
    ou o ontro, o tal que andava procura de
    conmodo e que ora est em Pars, en-
    trar .com premeditaco no meu armazem,
    na noute do crime, eroebar o bracal, nao
    s como o instrumento mais apropnado para
    a perpetraglo do crime, seno tambera, e
    principalmente, como arma defensiva contra
    o castigo. {
    patrn aqiwjle homem serrateiramente
    no me ti tagurio. Sorria; esteva seahor de
    si; e retirava-se tranquillo levando de nos-
    sa easa mais que o producto do crime,
    levando a impiinidade.
    Basto um culpado. Amairava-me aquel-
    je individuo ao seo crime cono quem amarra
    ura desgrasado, sorpnoso em horas de
    SORBO.
    mais, que tendo a gunjra o carcter de in-
    vaso, uo deve d.'ixar ao inimgo repousoe
    descanco que lhe do lempo para fortalecer-
    se de novo refazerelementos'de defeza.
    (Apoiados).
    Adoptada a idea de augmentar os impos-
    tos, como recurso ao thesouro, afim de ele-
    var a receita a mais de 12 13,0(HH)00t*
    annuos, cumpria commissao procurar
    aquelles que podiam supportar oaugmento,
    sera offender as foates productora*, sem
    seccar a industria nascente do paiz, sem
    atacar de frente as classes mais necessi-
    tadas e objectos mais precisos i todos.
    Ha pessoas que tem lumbrado impostos
    directos. J no anno de 1867 creu-se o
    denominado pessoal, a que prestei o men
    apoo. Confiou se muito nelle e nao deu o
    resultado previsto, porque s loodeu cerca
    de 400:0004. DesejoK, porm, desenvolvi-
    do c pratcado entre nos aind asmo
    produzindo pouco ao principio, porque ha
    de ser a base do conhecimento das fortu-
    nas partic iares, ha de ser o fundamento
    do direito eleiloral no futuro, quando me-
    Ihorarmos a legislaco respectiva c acabar-
    raos a eleico primaria e indirecta, perfeita
    anomala, verdadeiro filtro que transfor-
    ma a opinio nacional.
    Alguns espiritos recordara a idea de um
    imposto territorial. Mas, meus senhores,
    quem conhece e estuda o nosso paiz, nao
    pode querer applicar-lhe tudo o que o es-
    trangeiro com proveito admtte. Os usos
    do povo, a dfierenca dos coslumes e at
    da ndole, a extensio de territorio, os d-
    senos que nelle encontrara, as povoaces
    soladas e sem meios de communcaco, o
    pequeo numero de habitadores, e outras
    tantos difliculdades se oppe innocaces
    proprias de outros paizes, mais naptaveis
    no nosso. S se pode acceitar o que se
    pode executar e fr praticu. Para urna
    naco europea, de povoaco aggloaierada.
    de pequeo ten'itoro, cortado de caminhos
    ferro c de telegraphos elctricos, cobram-
    se fcilmente imposces directas, e a prova
    particularment- a Franca. A propria In-
    glaterra, os Estados-Unidos, a Italia con-
    tam como verba principal da sua rendaos
    tributos indirectos.
    Vamos pouco e pouco fundando e des-
    envolvendo a pratica dos impostos indi
    rectoo; mao dos qup n rostUOie tem SanSC0-
    nado, que se executam j sem o odioso e a
    opposicao dos contribuintes; o futuro me-
    Iflorar o systema, e alargar-lhes-ha as ba-
    ses e proporces; no entonto nao confiemos
    muito nelles para augmento da receita e
    augmento immediato e urgente como o que
    necessitamos.
    16 de jtilho. A febre dirainue de dia
    para dia. Sinto approximar-se o meu
    restabeleciraeoto. Estou sobremodo tran-
    quillo. Comprehentfo que seja difficil ad-
    mittir esta enfiada de argumentos que des-
    cancam n'uma bypothese. Contino arrei-
    gado minha idea, Julia, infeliz esposa da
    rainh'alraa. Houtem, c era o que me fazia
    febre, afligurava-se-me a idea to clara,
    que nao conceba eu j a possiblidade da
    dtifi a.
    Heflecte, porm, sobre isto : tem em seu
    poder o culpado, iuteiramente revestido de
    provas que o condesanam. Porque aberra-
    Co ira a justioa, abandonando a presa pela
    sombra, seguir um fogo fatuo, um demo-
    nio, como diz o Sr. Roland, um ser invisi-
    vel e phantastico ?
    E todava, tudo nesta causa singular.
    Devia isto por de sobr'aviso estes espiritos
    to perspicazes e expedentes. Urna vez
    que a mesma combinaco do crime eo-
    genbosa at ao romanesco, segundo as pro-
    pri23 expresses do magistrado encarregado
    da astaaraco do processo, porque have-
    mos de parar no meio do romance ? O
    que teve o peosanento de deixar o meu
    bracal as garras do mechanismo, pode ter,
    deve ter tido igualmente a idea de me
    deixar as mos da'jastica-.
    Tenho anda bem! fraca a cabeca. Tor-
    na-se fia aquella idea e ha de acabar por
    me enloaquecer.
    Fallei nisto ao Luiz, que me responden :
    J ouvi fallar dessa partida Diziam
    que o Casaca Preta fazia dessas.
    Nao ento invenco minhajf urna
    partida, como elles diziam, urna formula
    mechanica, um processo conbcido, empre-
    gado...
    Jess! como eu^me vejo' a sos Que
    falta me-fazes, minfca Julia! Parece que
    tenho nos ps urna torrente, que no fundo
    deste abysroo me separa da,outra margen,
    aonde a salvaco' re|ide. Esta idea, que
    a verdade, ou aates testa revelado, porque
    tem a autoriiade do | que nos ven do co ;
    esta idea a pranoha com cujo auxilio ou
    atravessarta o sSrveflouro. Juatando am-
    bos os nossos esforcos, podanos levan
    ta-Ia.
    Recua espavorido, o espirito : e o estudo
    applicadp ao mal, o aperfeicoimepto scien-
    tico da perversWade, a pftosophia do
    1 o resulta-
    governo o
    -Soccorreu-se, pos, a commissao aos in-
    directos e particularmente aos impostes de
    consummo de gneros estrangeiros.
    Nao opinio nova minha. Eu a expuz
    nesto cmara uasesso de 1867.
    Nao foi acceita ento, e qua
    do? Em vez de encontrar o
    augmento suflicente de rendas, nem a me-
    tode conseguo do que careca, posto muito
    esperasse de alguns impostos directos, que
    se crearam ou se desenvclveram.
    A' respeto da3 alfandegas admtto ape-
    nas o augmento dos diretos sobre mercado-
    ras de luxo, organsando-lhes nova tarifa,
    e isto pouco produzio.
    (Continuar-se-ha)
    crime. E ha nada mais simples ? O es-
    tratagema elementar como todas as gran-
    des invengoes. Dous lances fui vez de um,
    ah est que se reduz, e lica instUuido o
    seguro contra a justica. L'm adrante para
    ea proventos, outro atraz para a seguranca.
    Deste modo,' tem a conlabilidade criminal
    as suas partidas dobradas : a victima de
    um lado, o culpado do outro. o deve e ha
    de haver, o crdito e o debito. O outro
    methodo era a infancia da arte.
    Tenho a conscienca de que pens fria-
    m-ote ; esto, porm, ooraesmocaso todos
    os alienados ; abi tee o que me punge.
    19 de julho. O Sr. Roland tem-me por
    malvado Uabilissimo. Fallei: fiz mal. Ap-
    plica-me mim quanto d'antes eu dizia dos
    malfeitores philosophos.
    Ha no juiz um lado artstico. Quem
    entendedor nao pode deixar de ser aprecia-
    dor. O Sr. Roland sorrio dzendo-me :
    um systema de defeza curiosissi-
    mo.
    Estuda-me com certo goslo.
    O processo preparatorio, em vista dos
    elementos que possue, nao poda ser longo.
    S o brazal pode p'assar por una prova
    evidente, e tenho razes para crer que se
    juntam contra raim outras decisivas. Hoje
    dsse-me o Sr. Roland que hei de ser julga-
    do as prximas audiencias, que vo abrir
    por estes dias.
    Amanha ou depois hei de lomar conhe-
    cimento dos articulados da aecusaco, o
    bao de trazer-me o advogado, nomeado ex-
    oflicio, quemedova defaoder no tribunal.
    Sei o nome delle: chama-se Coctentin de
    la Lourdeville; anda moco, bastante rico,
    muito bem aparentado e deseja eievar-se.
    Nao ebega a gosar da reputaco de ser
    o eloquente como Mirabeau. O meu
    amigo Luiz nastga quando falla nelle e
    chama'-lhe. E tal e tal. E' segundo pa-
    rece, a alcpnha que np.tribunal ten; Pouco
    me importa a escolha do meo defeaaor. S
    eu poderia advogar a minha causa, ae o aso
    O permittisse e eu tivess dom de jpatovra
    homem oontinua bablhando minha
    ilharga. Mal. sabe elle que tem un confi.-
    dante.
    (Continuarse^)
    tip. ixriAino^eA d cRVtts <
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