Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11869


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Full Text
. < r
AMO XLV. NUMERO 137.
PABA A CAPITAL E LUGAIES OJTOE IA6 SE PACA PORTI.
Por tres iMiesaMMdM.................. ejOOO
Por seis ditos idam.................... 12*000
Por wn anuo dem.................... 24*000
Cada amnero valso.........., ,...... *320
MARIO DE
U
SEXTA FEIRA 1$ DE JUNHO D 1869.
PARA DElfTlO l PORA DA P10TOCIA.
For tres raezes adianlado...............
Por *s ditos idem................ .
Por no\i ditos idem................
Por im anno.......,...,'.'.,
134560
Ls-
Propriedade de Manoel Figrneira de Faria & Filhos.


___


ri-
S.4 AGENTES:
Os Srs. Gerardo Antonia Aires A Filhos, no Para; Gonpilves A Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de OJiveira. ao Cear; Antn de Leaos Braga, no Aracaly; JoSo Mana Julio Chaves, no Asso; Antonio Marques da Silva, no Natal Jos Justino
Perda d'Almcida, em Mamanguape:; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peaba; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em"Nazareth; Francino Tavares da Casta, em Alagoas; Dr. Jos Martins Aires, na Balsa; e Jos Bibeiro Gasparinho, no Bio de Janeiro'.
PARTE OFFICIAL.
ver uo da pro vlacia.
DESPACHOS DA ViCH-PRESlDESClA DO DA 8 DK Jl'.VHO
DK 1869.
Andr de Abreu Porto.Como requcr, devendo
o suppliraate om voz de tianca obngar-se a ver
demolir a sua cusa os pa radios no caso do nao
principiar a construcco das puntes nos prasos
marcados.
15-
Antonio Francisco Pass de Mello Brrelo.In-
torme o Sr. ehefe da repartinao das obrav pu-
blicas.
Major Antonio Fcllosa de Mello.D-sc nao ha-
vendo inconveniente.
*)io Paule de Sonza.Depois de apresentada a
planta sigila peloartig II do decreto n. 4,105
le 22 de fcvereiro do IKiiS. de preencaidas as
formalidades legaes, c pagos os dreitos devidos,
para o que lia temp suficiente, como Infbruia o
Dr. procurador flaca!, ionio reqoer.
Jeeo de Assis Pereira Rocha.Concedasconi
ordenado simiente, na forma da le.
Jo- Firra i Pereira do Lago.Volte ao Sr. co-
ronel rommandante superior interino da guarda
nacional deste municipio para indicar o batalhlo
que o uppliranle'Aove ser aggregado.
Jwao ttaplisla Gomes Peiina. Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca do Caruar ouvinlo o
juiz municipal respectivo.
Mara Fraueisca de Lele BrancaInforme o
Sr. desembargador provudor da Sania Casa de Mi-
sericordia.
Qaiteria Mara da Ceneeiclo.Inflarme o Sr.
iaspeeter da thtSrwrarhi provincial.
Srvtnn Rento Zldanes.Nesta dala providencio
para qne saja, ministrada a nfotjaacaa exigida
acerca da pretenca do supplicaale.
Repartinao da polica.
> seceso.Secretaria da polica de Pernambuco.
17 de jnnti* de 1869.
N. 8 *.llhn. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segundo
eeaaav das partlcipncxSes recebklas nesta repar-
rie*o, fM'.im hntem reeolHidos casa de de-
Wacao os segiimtes individuos :
A ui ni i ordem. Joaqnim Jos Perrcira, como
desertor do corno de polica de Maeei.
i ordem do subdelegado do Recife, Francisco,
eseravo de Lniz Cyriac* deCarvalho Mureira, por
fgido.
oru>m do do Santo Antonio, Antonio Francis-
co, pflr desorden* e Joi> Fmnqjsco Ferreira, por
insultos.
ardeni do da Boa-Vista,. Lniza Ignacia Fer-
uandes, Francisca Mara da Conceieao e Josepha,
scrava ilo Dr. Chrietovao. por offensas a moral
pnblic i: Cusma, esciava de Mana Claudina, por
ser eafontrada depois de nove horas da nolte.
ordem do da Magdalena, Goncalo e'cravo da
viuva de Joao Raposo da Cunha Reg, por fu-
trido.
A ordem do da Vanea, Thom Francisco dos
latea, por disturbios.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vico-
pre-idente da provincia Dr. Manuel do Nascimen-
to Machado Portella. O cliefc dfrpolicia interino
F. de Asst Oliveira Slaciel.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SE'iSAO ORDINARIA EM 2 DE JUNHO.
1'UKSIDENClA DO tt. AlT.lTO DE SOUZA LSAO.
(Conrrutdo).
3. di^cnssao do projerto n. 65 deste anno, qne
restaara o logar de 1. tabelliao de notas da cida-
de do Rio Formoso, sendo o lugar exercido pelo
escrivl deorpliaos.
O Sil. G. QRUMMOND combate o projeeto, man-
dando a mesa o segriinte requerimento, qne re-
geitado :
o Reqneiro que sobre o projeeto sejam ouvidas
as autoridades JudteiaTias dn Rio Formoso.G.
rummnitt
O Sr: G. Prummo.vu requer que a vota^ao seja
nominal.
approvado o reqnerimento e votam a favor os
Srs. Atres Gama, Columbano, Eparfinondas de
Barros, Cicero, Amynthas, Tibnrtiuo, Hisbello, F.
Tivora, Ainaral e Mello. Reg Barros, Goncalves
da Silva. M. Amorim. Lopes Machado, Mergnihao,
Pina e Tiburiia* Nogneira ; contra os Srs. Arrai-
nio Tavares, Hoveira Lobo, Emygalo Marques, G.
Drnmmond e Silva Ramos.
1.* discu'tio do projeeto n. 66 doslc anno que
manda aniiexar ao districlo de Caruar a povoacao
da Alagoados Galos. approvado dispensado
do intersticio a reijuerimento do Sr. Lopes Ma-
chado.
Contina a 2.' dtscnsso dos arligos addltivos ao
orcameuto provincial.
Vai a mesa, C lido e apoiado o seguinte addi-
livo :
O presidente da provincia mandar restiluir
ao cofres publico todas as quantias pagas pela
verbaeventoae* empregados nao creados por
lei, devendo Trajano Dias Gomes dos Santos resti-
luir desde j o que tein recebido pela verbaeven-
luaescomo collaburador da secretaria do gover-
no.G. Ofwmmand.
O SR. AYRESGAMA :-rSr. presidente, tendo de
roo oeenpar de varios artigos additivos, apresnta-
dos ao orcamento, nao sei fe poderei englobada-
mente tratar de todos rom aquella precisao o cla-
reza que eu desojo; porque a impreseao que possa
fazer a agumontaeao sobre cada om dalles, ir se
desvanecendo a medida que tiver deoccpar-ine
de outros.
Nao lainlia iuluocao oppor-me sysumaticamen-
l e todirf ai emenda e additivos que te apresen-
ara agora a* disposicCes geraes do ornamento,
nio ; e pelo daatrariu de todos esses additivos em
discussao a me ocCoparei con aqaaklw pelos
quaes nao posa votar e que, segando' meu fraco
injdi daeahnder, aom mesrao devhmiser aceito*
e muito iMOaa#aero ser approvada*, porque ott
rao do encontr ao regiment, ou sao inteiramen-
te despttfiM dflr atldade para a provmeia quaado
alo sejam oapeat im egiaoa Mterassesda
raesma.
Me parece talsiramente saperflua eeeiaaa a ao-
torisacio coaeedida pelo primelro das additivos
apresentados a eiSo de hoiltenve que vem na
frente di#s apre*?r.i no Diario de boje, para con-
tratar a emstruccao das pontos da Magdalena e
Catanga, pirque nesse inesuio Diario vem um edi-
ta! da secretaria do goveroo convidando os con-
curreatM a asna obra para irem examinaras plan-
tas c orcaaeatos fm de apresentarem as saas
proposu para a factura das meemas abras.
Um Sji. Dwtai" : Pode ser precia urna
quota.
O S*. Anpa, Gama : Nao sei se os cofres ge-
raes concarro eom esses estragos da ultima ebeia
e por isso esto* resolvido a votar pela segunda
opi
zar
na para
maa o que
e

redundancia a vista da inioiativa quesent ossa au-
torisa^ao toniou o.mesmo presidente da provincia,
o que me leva Mttr que talvez eslejam os cofres
Seraes habililadb concorrer ao monos com parte
:is despetas ebn os re laros dos estragos mitos
pala ulma-e calamitosa inctente do Captbarlbe e
de alguns outros rio dosla provincia.
Me parece, portanto, ociosa cssa autorisaco,
mas se a casa entender que deve votar por ella
nio Ihe vejo oulro inconveniente senao a redun-
dancia).
Um Sr. Dentudo :E elle pedio quota ?
Oitro Sn. Dkputado :Pedio.
0 Sr. Arminio Tavares : Communicou a as-
sembla a medida de uif encia que tinha remado,
athn deque ella providemie.
O Su. Avrks Gama : Por isso entenlo que a
assembfa deve approvar a 2." parte do artigo,
fomecendo moios para levar a elteito essas obras.
Na toearer como j di se nos additivos a favor
dos quaes estou disposto votar; examinarei so-
mente os inadmissiveis, verbi pratia o seguinte :
-lira o presidente autorisado a remover a actual
nrofestora de Ipojucn para a cadeira creada no
lugar Camirtio Nbvo desta cldide.
Este additivu nao pode por forma alguma ser
approvado por iluas ra*d<|Ss prneira porque a au-
toriacao para as i-emocijes j existe na lui : se-
gunda |Kiri|iie seria detBnuinart ttmoeao de nina
professora para urna cadfira qneaiada 3oexiste
creada por lei. Portanto. aem awmo o auditivo
poda ser adiuiuido porque nao existe a cadeira
para onde >eqner fazer a ren lo como o
projeeto creando essa e otiras cadmras 1 foi aqni
approvado em ** discussio- mas nao Mi ainda
sancaao c nao devemos priori cfaaijl|Wr como
lei sem a competente sancho.
Um Sn. Dki-utado :0 presidente pede remover
em-cortos casos, a assembla p6de determinar que
elle remova em quaesquer condigoes.
O Sn. Avrks Gama :Apoiado, mas preciso
primeramente que essa cadeira do Caminho Nov
seja creada por nma, le e nao basta: para isso o
projeeto.
O S. Amtktas :-(M.
O Sr. Avnts Gama :erdat>, o prujeclo ainda
nao teve sanceau, prtanlo, n|e.^lyi0r quando
iiiuito urna resolucao, mi s Wca de lei
Alni dist. me parece qne osj| Mmvo conten
nina disposicao permaneite. e,''enTvista do regi-
ment, nao pode ser Incluida ao orcameuto, Com
efeito o regiment dk muito elaFHnente : fie) as
iiscHvZn do avyimento nao terao admtiaas M$-
-posites que nao sejam avnu'az.
; 0 Sn. AflMi.sio Tavares : A autorisacao an-
nua.
(Trocaln-se maia apartes.)
O Sn. Arns Gama : Pois ento o nobre do-
putado quer fazer-nos cror que a disposicao que
autorisa urna remocao de emprego vitalicio 6 au-
nua ? Confesso qne nao romprehendo qne seja is-
to urna disposicib anima e desejaria milito queo
obre dnputado me dementa; que a autorisacao
para remover essa profess ira annua.
OSa. Silva Ramos:O nobre 1 secretario
quer que a antorisao seja annua!...
O Sr. Atoes Gama :Passarei a dntro additivo
que diz : (l) o ajudante co procurador fiscal ser
substituido em seus impedimentos pelo ofliciel da
seccao do contencioso.
E' outra disposigao permanente e conseguinte-
mente inaceitavel na lei do orcamento. Me parece
que a casa tambom nao a pode approvar. nem
mesmo tomar eonhecimerto deste additivo, nao s
porque esta disposicao implica urna emenda ao re-
gulamento da thesouraria provincial, que ainda nao
est approvado pela assenbla, e que por isso eu
podi que nos fo*se sutmettido com urgencia.
Quando se tratar da approvaco desse regulamon-
to,a assembla julgando queessa disposicao con-
veniente, poder adopta-la mas nunca no orca-
mento, onde s podem ser incluidas disposiroes
annuas.
Um Sr. Depotado :Mes o regulamento nao
vem, e fica prejudicado v bom expediente da re-
particao.
O Sr. Atres Gama :Embora, mas nunca deve
a casa proceder illegalmente. admittindo urna dis-
posicao incabivel no orcamento.
Poitanto, esta disposicao alias aceitavel, como
j disse, no regulamento, porque uiaa disposicao
perenne, nao pode, segundo o regiment, ser ad-
mitlida na lei de orcamento para 1869 i870.
A outra emenda diz: (l) fica concedida a
quanlia do 400* Sabino Antonio de Oliveira.
alumno da Escola Normal, para completar o seu
curso.
Desejo sinceramente que a casa auxilie -esse
estudante, porque conheco-o como um dos bons
alumnos-moeres, c justamente alumno do f
anuo, onde lecciono, bem como o nobre collcga
deputado pelo 4 districlo, e qne nao tem recur-
sitepara concluir o seu eurso; mas o que nao sei
al aonde se estende a competencia da casa nesse
sentido, nem at onde poner arrastar-nos o pre-
cedenlo que vamos abrir. D'aqui pouco aconte-
cer como quando esta i asa formulou o primeiro
projeeto mandando-se admiM* por conta da pro-
vincia um alumno no Gynmasio. Concedido um,
todos us dias apparecem lovos pretendemos, e to-
dos com igual.direito. E nlo ser isso um
abuso T
O Sr. F. Tavora :Isto nio abuso, um au-
xilio em favor das lettras.
O Sr. Avnas Gama. :Nao abuso, mas um
precedente que fica afcerlo.
Diz a outra emenda :os primeiros sciiptnra-
ios da thesouraria provincial terao mais 300i em
quanto nao forem creados, os cliefis de seccao.
Este additivo est as mesmas condicedes do ou-
tro de que pouco me oceupei e que trata da
substituicao uo procurador fiscal
Um Sa. Deputado :Nao inconveniente em
que essa disposicJo permtneca por am armo, at
approvar-mos o regulamento.
O Sr. Atres Gama :De maaeira qua o regu:
lamente dividido ein duas parles, urna que ser
permanente, outro que vigora smente pelo anno
de 1869 1870?
Isto nao curial, contra e regiment, come
pouco dernooslrei.
Um onlro adJitivo diz0 presidente da provin-
cia mandar restituir oes cofres da provinctq a
quantit que foi dada ao secretario tiartituiar do
conde de Batpendy tituie di fralificacio dt set*
vicos prettados como oflcial de gabinete.
Confesso que nao esperava que nessa casa ap-
parecese um adcjtivo nesses termofe
N|o indaga ret si foi ou nao legar e acto do* pre-
-ddeale da provincia qne te pagar pelos ofres d
provincia o offlcial do galaneta da jp-edeneA*, la-
gar que verdade nao existe criado por W, mas,
que ero quasi seno em todas as demais provincias
existe e paga eomo o> demats empregados a
secretaria do governo pe os cofres da prometa.
Nao poaso, portanto, cbamar legal eacio do pre-
sidente nomeando um empregado qu nao e*t x-
pressameme criado por lei; mas o que me parece
-qu o roeiode corrigh- este abuso, i quererem
chamal-o assim nio este. Podamos nao appro-
var esse crdito, temos poder ubarano para fa-
lei-o, temo* igualmente q podar de'jtfnnatisaj-o,
naas mma qne le: ives c*nr#e*tH&sr o que
ip esseaddiliw, isto naadar.-nsfadr tstt
Ka, ta^A m^Wtto a*% f nokr *>
palacios que o culpado, U o ha, nao o empregado
goe ctjmprio as ordet e tribalhou enectiva^
. da desbeza com estas obras
>'at a eaMaa:m>e approvar
do aotive qtie-plrace-* w*
e'.tao a assembta nao pode condemnar um abuso
da adniinistrae**?
r. Avrb Gama:Pude, ninguem o contesta,
mas nao tratado direito do condemnar, o qun diio
, que nao voto por samethante additivo porque na-
o aclio conveniente; nio digo qus a assoinblca
nao esteja no seu direito Tazendo-o, mxs elrndo
seria mdhorregeital-o.
(Trocam-se apartes).
Sao modos de peasar; eu apenas digo o que
pens ; dou as razoes porque voto contra o ad-
dtfvo.
Por lauto, Sr. presidente, eisem ponoas palnvras
as ratees pelos quaes tenho de votar contra esses
addilivos, urnas por irem de encontr ao regi-
ment, outros por serem contrarios ao vencido, e
esta ultima porque enlendn que nao cavalheiro
votar urna emenda desta ordem.
O SR. G. DRUUMOND justifica os seus additivos.
0 SR. AMARAL E MELLO:Sr. presidente; a
missao do nobre depurado hoje come todos ou-
vimos, trazar ditnculdades para os seus collegas.
O Sr. Silva Ramos :Nao apoiado.
0 Sa..AMA*AdL c mello :Disse o nobre depu-
tado estudei a quistan, estou muito par della,
sei eras nao me repondchi, e trago mesmo aug-
mentos para por os nobres deputados om diffi-
(fbldaiies. Foi assim quo se expressoa o nobre
deputado que acaba de sentar-i.
O Sr. Silva Ramos :Se elle o disse, entaj re-
tiro o meu aparte.
O Sn G. Dmimmond:NIsso nao me eonrpreheu-
dom, eu referi-nie ao nobre depulado que me deu
um aparte.
0 Sr. Amaral e Mello :Eu peco licen^a ao
nobre deputado, para dizer-lho, que nessa deffleil
posicio em que o wjo solado ne-*ta casa, o en-
contr muita ver oflrecendo argumontos estuda-
ili> e todos pos o .temos visto sempre oppondo
difficutdades, difflculdades que ao pen-ar do no-
bre deputado resultam da serie de abusos que
denuncia ao paiz praticados por aqtu'lles qne hon-
tem deixaram o peder. Nao assim
O Sr. G. Drlmmonk: Eu ainda "nao aecusei
ninguem nosta casa.
O Sr. Amaral e Mello :Sempre que se le-
vanta nesta assemblcaa voz deum dos nossos
collegas denunciando ao paiz este ou aquello abu-
so, al vem o nobre deputado pelo 3.- districlo
querendo justificar 0 abu^o deuuuciado com outro
abuso mais vlho. (Ap nados).
O Sr. G. Drummov) : Nao apiado.
O Sn. AmaiiAi. e Mello : Pois bem, Srs., on
quro dizer que esta a vida e a morte de todas
as faeces, esta a surte dos partidos que mais ou
menos tornam-se dignos do poder que se mantem
pelos abu O Sb. Silva Bamos:E' urna verdadi.
O Sh. Amaral e Mello : -Purem nao pertcnco
a nenhum desses partidos, nao perteneo a essas
facepos.
OSn. G. Drcmmond :E' earthaclnez.
OSH. Amaral e Mello -Mdseu carthaghiez,
perteneo a ees pequeo numero que se v nessa
facedes qne se desculpam do abuse de hoje pelo
abuso de hontem: perteneo a c>so pequeo nume-
ro que lastima o abuso pralicado por qnnjuer
das tacedes, qne condemna-o sempre em todas-as
occasioes.
Mas deixemos >sto, nao agora o momento de
dizervo a que poltica perteneo, vatros a nossa
questo.
0 Sn. Arminio Tavares:E' reconbecida a po-
lica do nobre deputado, o liberal muito distinrto.
O Sr. G. Drlmmond :Nao liberal, dem-
crata.
Outro Sr. Depotado : E' antpoda da nobre
deputado pelo 3." distrietn.
0 Sn. G. Drumwo.id :E" demcrata, creio que
nao est commigo, nem com V. Exc
0 Sr. Amaral e Mello :Estou muito prximo
da maioria, vim trazido pela minha forca, que
trouxe aqu a maioria da assemMa, e por Isso me
cumpre trabalhar no mesmo terreno, alm de ser
hoje, o nivelamento igual para todos.
Mas, deixando de parte esta qne;tao, deve ex-
por a razio do additira assignado por mim
Senhores, ouvi lr no dia da abertura dos nossos
trabadlos, pelo Sr. conde de Baependv que lihha
trazido um seu amigo... elle nao disse amigo,
que tinha trazido um honem da corle para seu
auxiliar.
0 Sr. Lopes Machado -.Domestico.
0 Sr. G. Deummond : Era um oflicial-maior da
secretaria, que nao pode ser domestico.
O Sr. Amaral e Mello : Pois seja bravio, ape-
zar de ha ver do esticos mais altos que os officiaes-
maiores.
OSr. Pika :Era um confidente.
0 Sr. Amaral e Mello -.Vejamos se ha razio
para o additivo.
Disse-nus 8. Exc. que havia trazido da cort um
homem para seu offlcial de gabinete, isto no seu
relatorio que nunca mais me foi possivul al-
canzar.
Um Sn. Diputado :Foi publicado no jornal.
0 Sr. amaral e Mello !Mas eu nem sempre
leio o jornal que se comprometi forte na lula
contra os que sonrem.
Dis>enos S. Exc. que esse homem conliou
trabalhos de gabinete, arvorou o em sen offlcial
de galnnete. _. .
0 Sr. conde foi instruido da corte em sentido de
considerar-se com poder para tudo em Pernam-
buro.
O Sr. Lopes Machado :Rra seu comensal.
O Sa. Amaral e Mello :... mas nio batendo
verba destinada, para es empregado, elle man-
dn dar-llio 200 racnsaes polos cofres da pro-
vincia.
BBo foi isto o que disse S. Exc. ?
Seubores, que o Sr. Baependy, depois do famo-
at dia 16 de jullio, tinha poder para trazar raaior
carga, ua onda que o arrojou as plagas pernam-
bucanas, sel perfeitamente ; e lenhe tanto modo
das ondA? do sal, qne tenho descoiiftanca de qne
mn dia a desappareder. .
0 Sa. G. DauMMOND :Proclame-se a separad-
cao do norl.
Um Sb. Deputado :Nao predso.
O Sa. Silva Ramos :Felizmente foi'elle o ati-
rado s plagas desta provincia. .,
O Sr. Amaral e Mello :!tab s deixo de res-L
pender ao fdiemente do nobre deputado, com* r,
lastimo a situacao presonte do Brasil; por ser
coinproinettedora.
Que o Sr. conde tinha o poder de trazer major
carga para os, eu sabia, todo nos o sabamos.
Fidalgo velan, tira* de Junto >do pace on deden-
tro do paco par* presdante da provincia de Per-
aambuco, e preaident lio poderuec, qoe nao q#i
pssar para os peroambcanos como degolador de
novos cundemnatkw, cerno degolador ero partido
rsahia do poder, tanto que prirMilrd se fe* ola, se yarrra o carrpe em quaetodevia panr,
poda trazer para ns sauitos eropregado ae fio
estlve?sem creados palas lea da provinci
dttto; mas nds, os *jHtdo irrcrrlrcciaBs
aovme asa lMtfaatorlsar um dwtpata quemu>
presidente podedeso julgoa dever Miaadu (asee
pos cofres da prorwcia? Mi, nie-o davemoa
^O* G.Drmmsioxii t-tfqaetbt feit/por'oatr^i
em caso idntico. .
l>b Am4e*l Mello :Qnaaa-paje Mditfvo
O Sa. G. DnuMMONo :Isto prora qua os actos
desse presidente, que podem merecer censura, sao
esses e outros de igual importancia.
0 Sa. Amaral e Mello : Nio chegnda a
hora : infelizuiento o lempo vai passando, e ainda
nao ciiogou a hora para tuuM oesia- casa-e a-
numero de eri'mcs que se f'm commettido at
hoje.
(Troeam-se multes apartes.)
O Sn. Amaral b Mullo : Isto que o nobre de-
putado diz, muito vantajoso para re>pouder a
essa charada que se aprsenla ao paiz, que conti-
na a estodr o combinar as regras de decifrar o
que se pretende do Brasil, to cansado de esperar
o ijem o supaortar o mal, que na lingiiagem d
conservador alio nao vem de baixo...
Poli bem, digo qne, quando apresentei o additi-
vo, sabia que o Sr. conde, poderoso no paco, e
IHirtanto, senaor no Brasil...
O Sk. G. DiiUMMojm : Naopoiado.
0 Sn. Amaral e Mello :-jC no meu modo de
entender. (Apoiadi\s.) 0 Sr. conde, com pxler
para mandar fazer t\ degula e vir di?|H>s represen-
tar > papel de eem nada ti;r futto, e sahindo
peior duque enlrou, porqoosahio ml com gregos
e trvanos, porque Os seus correligionarios mes-
mos entendiam que elle era carga pesada, nao ne-
cessaria elles, e ns nao temos nm s lenitivo,
cu sabia qne o Sr. conde tinha poder
un s*retario c mais que quisesae ; agora o que
eu nao quera dizer, en o que disse o uubre de-
putado para obter Justifica^au do irregular proce-
dimento do presidente que dosagradou aos corre-
hgionaritis e prejuilieou adversarios, emliora com
dous secretarios, isto um mais que os outros.
U.m Sai Deputado .Tem o seu sccrctari.
O Sr. G. Drummond :Eu disse o que ?
O Sn. Amaral k Mello :Eu achoque isso
rao para o Sr. conde, pois qne di a entender que
nem mesmo os correligionarios lira rain salisfeitos
com um presidente to viajante como S. Exc. que
deu par*estudar o interior da provincia.
0 Sn.^G. Drvmmond : Nio me incommodou
com as aaas viseos.
Um Sa. Deputado : Incommodou mnKos
conservadores.
O Sr. G. Drummond :E' um cidadao muito
distinclo.
8 Sn. Amaral e Meli/i : Mus disse o nebro
depulado que o Sr. conde precifava de (.ente que
fizesse o servico que cabia elle fazer...
O Sr. G. DrumMomd :N.lo sisse isso.
O-Sh. Amahal e Milld :3ao.fo assim .'
0 Sn. 6. Drummond :O servio" de expediente,
nao ; o servico de presidente. V. Exc. para que
torce a minha argumentacau '
0 Sr. Amaral e Mello :0 pobre deputado nao
sabe que a secretaria do gvorno esta montada
polo s'ysiema do Sr. Sergio de Macodo, que alli ha
empregado? para wde o servico ordinario, e ainda
sobram empregado* para conversar com o presi-
dente ?
O Sn."T>. Di-.i-mmosd :Nao apoiado : ha ralla
de peseoal extraordinaria na secretaria do go-
verno, e s para satisfacer o que pede esta assem-
blea. nem o dobro era sulficienle.
0 Sr. Am.uul e Mello :Para a (libados a fal-
ta immensa, mas o numero de afilhado; extra-
ordinario.
Mas difso o nobre deputado que o Sr. conde
piecisava do que nao precisa o actual vice-presi-
denle. E porque precisava o Sr. conde de Baepen-
dy de man do que aquillo de qut precisavam os
outros presidentes ? Porque os outros dispens*-
ram esse mais que o Sr. conde exigi da provin
cia de Pernanibuco 1 Responde-so a |Me porque
era velho ?
0 Sr. conde prerisou de mais o preeisou d'a-
quillo que nao precisa o actual viee-presidfn!e...
O Su. Lebas Machado :Porque este moco.
O Sh. (i. Drummond :O Sr. conde adminislrou
a provincia em lempo muilo diverso.
0 Sn. Amaral e Mello :Tinha de fazer de-
nrissoe* ?
As demissoe? o Depois, para fazer essa lista de deiiiioe; e no-
meacoes cleitoraes, nao ora preciso o Sr. Leal que
veio"da corte, e elle .nesmo nao eslava habilitado
a dizer :este homem acaba de fazer urna reyo-
lucao, respondeu a um processo porcrime in-
aftiancavel de que nao est absolvido regular-
mente.
O Sn. G. DnuviMONb :Era trabalho muilo dt-
rados todos do Sr. conde, curvar-nos a essa pro-
va de poder que elle quiz dar-nos, mandando pa-
gar 20000 mensaes ao Sr. Leal ? A assembln
verso.
O Sr. Amaral e Mello : Eserevvr editas
para a corte sobre a malograda candidatura .sena-
torial de S. Exc. ? Nao quero que se pague esse
servico perdido pelos cofres da provincia.
O Sn. G. DtWMMttH: Para que leva a ques-
to para esse terreno ? S. Exc. est to altameate
collocado, que torna sem importancia a argumen-
tado de V. Exc.
O Sn. Amaral b Mello :Meu collega., os que
overnan> neste paiz desgranado, estao sjmpre in-
elizmente muito alto collocados para despresar a
miaba voz, assim e mo Y. Ex*;, diz que tem sido
a sua voz d presada as pocas em que nao tem
estado no poder. Infelizmente o Brasil assim.
Suba quem subir, entrando I na portr. mgica,
pode desnresar o Brasil inteiro, pode despresar a
naci, pode zumbar da lei quanlo quizer ; s
temos consciencia da qae somos bra^ilairos e de
que a naci brasileira pertence a si mesma cora
todos os poderes que conterio e pode c.issar. 1T
por isso qne qiralquer nuilidade est tem enllo-
cada, por isso que qualquer que vem de fcra
como graode nuilidade, est TneUter coHocad* do
que nos. (Apoiados.)
0 Sr. G. Drummond :Reffrome coiwidera-
eio deque gosa o Sr. conde, fortuna de que dis-
poe, que o nio levara a praticar urna b^ixeza.
O Sr. Amabai. e Mello :Eolio a grande for-
tuna obstculo para o me procedtroento Pa-
gao de sua algibeira o Sr. Conde ao seu socre-
tarioLeal. ... ,
O Sr. G. Drummond .Mas e que o Sr. Leal
nio eslava empregado no servir do Sr. cofeMt d
$im no da provincia.
OSilAmabal b Msllo :Nao ha t ; para
,o servico publico tinha empregados etu numero
snfficwnfe, e para o servico particular do donata-
rio desta capitana, nma sentnella a vista contmha
os mpetus do Sr. Baependy.
0 Se. G. Dhummoiid e Silva Ramos :Nao apou*
|09. .
0 Sn- Amara!, e Mello :Virraade dia e a noi-
ta, talvez para ai abasar e transtorear ee Brran'
jos combinados, todos nos sbeme* disse.
0 Sa. Lopes Machado : E o ntjbre deputado
sabe tambem,
; 0 8. G. D*Biew>: En nio se,
i OM. tonoMaDuno:Deyedizer efee a se-!
'naUalevonoalaoBio.
! 0 Sb. G. DaumNo;-lh senhores Pas en-
itao s. Exc. eslava as* condioes de nao ter tmi
i O Sb. Amaral e Mello : Eu nio cstonaoB'i
ideado, ao Sr. conde ; diga que lio t um Ulular
respetravet. nm brasileiro rico, nm homem sim-
ples, hMioceiite, qne pao tam voMade de finen**!.
Diga-w imo rae nm bon etogo i pvrtm eoiloea-
lo aaaitura de amioisuador djiwovinaia.de Per'
nambuco, aonde as paixiSes poliQcas, tjisgam a un
fero de int' miatade tal de prodnzVr o odte e al
vttagaacas, ale, na ella foij. *> rrj*H*.
08rv 99*t*v*tmm* >iea. atoie rtwfciteaii
v

sei se ser boafte, ou aatesi de cavar por quo'pensd; ? ^i^eealiHa, hfvaaWra mMia de
iheirisroo a aaeeiaMa l-gilar neateaaaaae. firoz para eeatanr o aotn,^ ^iBar.Ti)f*raui certeza
0 Sb.' Amaral e hsuo Se sari bonito ? Pois da rejce
nao so levantaase a maioria da aaAMnbwa provin- | uiuatas ^jmasadaa, aat^ habito, aaalaas (Mar-
cial e me acnaase eu t t 'wAmi, tfafk maneara nades, ftnanoeute um norrtci
_ Jotfleai que vasto dm d
gala, atlrahe as vistas; majr ftht dlssrf
E emao devemos oda, e anate a *m dea
provincial de Pernambueor o ultimo posto que res-
ta aos liberaos de l'ernambuc hade consagrar es-
sa-prewdp-podrr que nos qniz dar o Sr. conde
de Baependy, que poda dizer I para a corte
o que enlendesse ao governo acerca da manetra
porquedevi.mos ser governados? Nao, senhores,
nao pens que cheguemos ao ponto de que o Sr.
coude zumbe de nos por esta forma.
0 Brasil vai acordando, meu coliega, eu nao
acredito, tenhamos de rollar a esses lempos, a que
procuran) arrastar-nos ; o nobre depulado pense
insto. O Brasil est muito mais adianlado do que
muita geule peusa, que nao sabe o que est ru-
gindo debaixo dos [>es.
Foram estas as nzoes que me levaram a fazer o
additivo.
Agora ligeira resposta a alguus dos argumentos
do nobre depulado. Veio Ozias...
0 Sn. G. Din MM"Ni>:Oue era propheta.
O Sn. Amaral f. Millo :-**. servir do prova,
ou de juiilicacio para approvacio da despeza de
tXIHM) que o Sr. conde mandn que os cofres
proviuciaes dessem ao seu protegido. Pergunto
eu, o oniprego de Ozlas nio est de alguuia ma-
neira reconhecido Diz o nobre deputauo que nio
pnra trazer "-esta no regulamento da secretaria. Agora os es-
clarecimenios. que eu teulio : ouco dizer que exis-
te numero regular de empregados com uidenados
e gratificacoes, isso. verdade; mas existia traba-
lho que nao pudia ser vencido na secretaria da
provincia por esse- empregados...
0 Sr. G. Drummond :D um aparte.
0 Sa. Amabal e Mello* Eu nao interrompi
muilo ao nobre deputado.
Existia trabalho agglomerado, haviam papis
destru'ind-se e j quasi qnt- se perdendo, o presi-
dente da provincia traton de evitar a perda na
poca que o uobre deputado chama de ferro ou
de brouze...
0 n. Arminto Tavares :Mas nao foi de forro
para o nobr deputado !
O Sn. G. Drummond :Nao gnzei do3 favores.
O Sr. Armonio Tavases : O partido liberal
mandou-o para aqu.
0 Sn. G. Drummond"EnganPe, foi o orpo
elekorat do meu districlo.
O Sr. Akmlnio Tavap.es Cbmppsto de libe-
raes.
0 Sn. G. Dbummond :E conservadores.
O Sr Arminio Tavares :Esse districto man-
dn oito liberaos e o nobro deputado.
O Sn. t. Drummni' : Nao enirei nunca em
chapa de partido.
0 Sr.. Arminio Tavares deu um aparte.
O Sn. G. Drummond : J Ihe disse que nunca
fui membro da assBuibla provincial por torca do
partido liberal, apreseniei-iiie sempre com a inaior
indepeadencia.
Su. FT Tvvona;. E' bom.que tome nota oe
tudo i-
O Sn. G. Drummond:Pode tomar.
O Sh. Amaral e Mello :Bu reeonheco no no-
bre depulado umitas habiliwcoes, sei quo tem
ailas relacoes uu tei ceiro dislricto, mas nio con-
sinto que faca esta offema ao partido em cujas li-
leiras eu milito, ao partido que me habililou a pon-
i de chegar aqui, nio consinto isto. O nobre de-
putado tem nimias relac-s uo terceiro districlo,
mconteslavel quo tem relceos que pesam na ba-
tanea tloiloral, lano que jiode se dizer mesmo, ar-
rear a concha, mas preciso que o nobre depuT
lado nao queira absolver-se de urna culpa que
de todos os partidos: o partido que est em cima
faz os depatados que quer fazer, os deputados at
que os ministros mandan) quo se facam. Portanto,
se o nobre deputado solTresse guerra do partido
pioqressista nao estara aqui. purque existem ou-
tros conservadores igualmente dislinctos na pro-
vincia de Pernambuco.
0 Sr. Arminio Tavares : 0 nobre deputado
acaba de ser excluido de um districlo que repre-
senta ha quatorze annos rom muita distinti.
0 Sa. Amabal e Mello :Era isso que eu que-
ra dizer.
0 presidente da provincia, tendo necessidade de
aecurrer a trabalhos urgentes contratou indm-
duos habilitad para copiar, e a esses individuos
assim contralados por cincoenta mil ris mensaes,
a a>seiubla mauduu pagar, e esses individuos to-
maran-, a denominara de collaboradore, e ah
esto nos orcamentos votadas as quotas de 600$
para esses hmens qne tinham por Um esse servi-
co, a sua missao ora fazer esse trabalho, copiar
asse* livros que estavam se apagando. Ora, isto
muito diferente de offlcial de gabinete.
0 Sr. conde com o seu offlcial de gabinete quer
nos mandar approvar urna iliegalidade, quer mais
do que aquillo que Ihe podemos permitlir.
Um Sk. Deputado : E tanto nao era preciso
que luvou-o coinsigo.
0 Sr. Amaral e Mello :Pur outro lado, disse
o nobre deputado membro da commissao que nao
achava buuito o que ia-mos fazer. Senhores, eu
nao estou distante dos sentiraentos do nobre depu-
tado, acho que de alguraa raaneira urna censura
maudar eaee homcw restituir o que reeebeu, esse
tioiuein que foi illudido, que pensava que o br.
conde, tinha poder, que nio linha, mas a assem-
Ma nio pode pensar assim, a actual assemblea
de Pernambuco nao pede deisar de mandar reso-
tulr aos cofres pblicos essa quantia, para que u-
que isao como iicu ao Sr. conde e a outro qual-
quer seriher conde, para outra occasiao quando
rier aqai desmjntar partidos nao trazer amigos,
pensando que" vera para o deserto aonde nao ha
quem veja. E' preciso que demos essa iicao, em-
Lbwra ella nao aproveite ao senbor conde, que II-
Pcou muito satisfeito pela boa administracao que
fez, pelas viagons que raprehenden, palo modo
porque xannvu ae estrada, pelas retaedes que
travon coua os arrematantes, pelos almocos mesmo
que receben desses hoihens contratantes com a
fasenda, pelo gtande peso que fet reeahir sobre
saas eorreligionario' nesses pa*setoa, verdadeiras
para os seus amigos, mas fique a nos a
consciencia de termos votado urna reprovacao ao
acto do Sr. conde de Baependy, mandando resti-
tuir essas quantias por mais pequeas que ellas
sejam. (Apoiados, muito bem, mudo bem.)
O SR. SILVA RAMOS :Vou apreseutar sim-
ptesmeate um additivo; nao quero involvar-me na
(uiio de algumas emendas que seussio, daelar. porm, eaa qu voto contra
a qaanrgaa pagamento da gralifieagio qw.0,51"-
conde da Baependy mandou dar a seu efflcul de
gabi deie.
Procedo deste modo porque, nio estando pfeee
Is paVtM- pe-lilico algum, entendo que nao devo
IdaruDivmo poltico, e este par mim, nasuques-
tfto teiWclusivamento esle carcter, (io apoia-
^V ^-_ ...
TaWea esteja ata prto, mas e coavteda' aiaana.
igo isto* #. priaWpate, porque se o Sr. eoade
e Baemndy loase api presidente de awcao po-
itica ditiBiQria dMla casa; o qne tivesse fetto o
nuealleW*^**"!16* de **>m grade aao-
WaaWaT'aieafMltaT>eatinais.
(>Ja. mm. a Mai-'-o:- E! a theona das ac-
|&b. SRJva1 RSKW--E- por nio ver no meu
lenio-lactjM peHticas, que abandone a Ba-
lea.
lUilei- aas feira da partido progresswta;
ta casa muilas vezes com calor' dqendT os
jefes deste partido das aecnsaeftee qae) Ihe fo-
am dirtpdas ; tftas Sr. presidente, vi fititaneate
e o partido a quem eu servia eem tanta atusa
sao e desinteresse nao era mais til ao neu paiz
do que os outros, que aspiravam a sua governa-
' Eu vajoana administracao dos negocios pu-
, succederem-se os homens e os
Lucos
permaneoeado sempre o ttat ha mullos annos com grave prujuzo para o paiz.
v ejo em todos os partidos horneas distiactos pelas
suas qualidades, e outros dignos de exeeracio por
sua conducta, mas veio sempre o- interesse indi-
vidual supplauando o bem geral, e o paiz soflrea-
do em seus interesses.
Estou neste proposito, Sr. presidente, vejo suc-
cederem-se os partidos seui uuoca tratarem du
realisr una ideia, so dos que inaerevem em suas
banderas, quando nao eslao no poder. Eu nao
vejo senao ctpatr-se as assembas provincia.',
de todo o imperio urna como lauainha de tudoi
os santos, constante do aecusacoes a presidentes
iwrque nomeou um ladran de cavatt delegad.)
de polica, poique fez um assassiuo eomtaaudant?
superior, pori|ue o o juiz de tal parte criminoso
etc. etc. (Nio ajioiados)
E' isto que se tem dado sempre, e tanto ver-
dade que, depois qne cabio o partido progres-
sista, eu tenho lido correspondencias d'aqui pa-
ra a corte, dizendo-se que o partido consena-
dor tem nomeado para os cargos policiaes ho-
mens caberlos de crimes...
Um Sr. Dkputado : Isso inemitavel.
0 Sr. Silva Ramos :.. .homnsque foram de-
legados e subdelegados nomeados tambem pela
poltica transada.
Eu nao declino nomes, mas tenho visto censu-
rar aquelles mestnos que servirn com o partido
decahido.
0 Sn. Lopes Machado :Porque nao declara al-
gum desses nomes ?
O Sr. Silva Ramos : Y. Exc. sabe tio bem
como eu.
(Trocam-se apartes).
0 Sn. Silva Ramos :Chegado as cousas a este
ponto, eu estou retirado inteiramonte da poltica e
nestas condicSes, nio dou um voto que s tem al-
cance poltico.
(Trocam-se apartes).
O Sn. Silva Ramos :A necessidade de um ofli-
cial de gabinete foi reconhecida por mais do urna
vez, e por mais de um presidente progressisia.
O Sh. Amvrthas :Embora reconhecussem isso,
ii' nimio se animen a numea-lo.
O Su. Silva Ramos ;Que descobcrt fez e ne-
bro deputado I O que estou mostrando nio
apenas a necessidade do lugar ?
Nao estou por ora justificando e arto.
( Trocam-se apartes ).
O Sr. Silva Ramos :A noeessidade do lugar
reconhecida, por muilas vean ouvi lamentar
essa falta...
UmSr. Dkputado:Porque- nio nomearam?
0 Sr. Silva Hamos :Porque nao quizerau.
mas o Sr. conde de Baependy nomeou. S. Exc
nao sabia que nio havia esso logar, e trouxe urna
poRsoa de sua ronlianca do Rio para o exercer
por pensar talvez que linuvesse.
Os nobres deputaJos sabem. que o lugar de of-
flcial de gabinete um lugar de nleira conftanca,
chegando aqui e nao adiando o lugar cn-ado,
devia mandar retirar a pessoa que tinha fraude
para ess* emprego?
0 Sr. G. Duummond :Apoiado. ( Nao apoia-
dos ).
O Sn. Silva Ramos :Eu vou terminar, restan
poucas palavras a dizer sobre esle ponto.
Se nio fosse esta urna questao meramente po-
tica, nao havia necessidade alguma de se ridicu-
lerteat o Exm. Sr. conde de Baependy, do se ata-
car com tanto desabrimento um carcter respei-
lavel como o Sr. conde de Baependy.
0 Sr. conde de Baependy nio poda agradar por
forma alguma aos progressistas assim como aos
conservadores nunca poderam agradar os presi-
dentes desse partido, nao ; e os partidos do nos-
so paiz quando fazem opposicn, nio recusan an-
te consideracio alguma, a dignidade. a honradez,
o mrito do adversario ludo calcado aos ps ,
portanto o Sr. coude nao poda esperar melhor tra-
tamento.
A juslica pede que se d mais consideracio ao
Sr. conde de Baependy, que se portou senapr
con toda a lioiiestid i Je, e que goveruou a provin-
cia sem odios nem paixr>es polticas.
Tenho concluido acert-a da parte poltica.
(Ha um aparte.)
0 Sn. .-ilva Ramos : Aqui c;t a minha emen-
da, Sr. presidente, pretendo ver com ella ae se
quer remediar urna falta muito sensivel que sr
sent nesta cidade, que a falta de Iluminara,
as noiiies de luar, mas em que a la nio appa-
reco. Pelo contrato a companhia obrigada a for
necer luz por seis horas, mas acontece qne h.i
noutes chuvosas, em que nao se acendera oa oooi-
bustores e a cidade fica em trevas completamen-
te. 0 contrato previne que se possa esiabeieeer a
illuminacao em todas as noutes, e oque eupro-
ponhn pela minha emenda. A MM decidir eomo
entender.
Fica o presidente da provincia autc*ado
modificar o contrato de luiminacao a gaz desta
cida Je, de rao Jo a que os candieires sejam aeetos
mesmo as noutes de luar, isto segundo o quo es-
tipula urna das clausulas do contrato. Sitra
Ramos.
O SR. MERGyLHAO :-Sr. presidente, nao vou
oceupar-me rom o- additivo que acaba de diseu-
r-se, vou oceupar-me com om outro.
Entre os additivos oQerecidos ao crcametao
provincial, eu vejo o seguinte .fica o presiden-
te da provincia autorisado a liquidar o pagamen-
to de dez ceios de ris evidos Manoel Parts
Campello de Almeida. ,
Sr. presidente, descouheeo os motivos, as ra-
zies justificativas em que poderiam fundar-sn os
sobres deputados, signatarios deste additivu ; e
desconhecendo essas rasdes. eu nao poseo deiiar
de pronunciar-me contra elle, e_ muito especial-
mente, Sr. pre&iuaaL, parque uaa na ainda inul-
tos dias que preteneao de Manoel Peres Cam-
pello do Almeida, foi regeitada nesta casa. Satk'.
Sr. presdante, urna incoTioTencia nranrfeWa, regei-
tarmos hontem nma medida e Bppwa-la aojo.
Me parece mesaao qne o additivo da qae saa at-
cupo nao poda ser aceito e submettido a discus-
sao, porqoe, Sr. presidente, tendu ido rebella-
da e mdeierida pala nobre commissao de eoras
rrtibiicas, a pretancie de ManoH Peres, eaa aai
bem etaharado parecer, approvado par eata tata.
me parece que nao poderia ser segunla vai
submetda aa presente sesso, po se davereett-
siderar j vencida.
O Sr. Lorm Machado Por aW na vai aaa
O Sa. Mehoolmo : O aareeefdsi eoaaalisau
de obras puaiicas, approvado por esta assaoata.
indeaerioa pretoncao de Mhaoet Pera CainpaaVx
reeonbecendo que a tnetottraaasl partiaaal ao
(he devia cou do esse parecer, reasaaeeea igualmenta qne a
Jlieaouraria provinf ial nada devia a esae' pafauM
ente, eomo aaerer-se lntje qaa ella- raaaaaata
#saa tnesma divida, ceja itilaaa a prodanca
aegou t E' ou nao urna coniradiccio a>Pi*a>a
Kl lerw a casa pparocerqae aaaaapaaans
as aaprovainoa. (L.) .
Se, pois, a IhesoWri nio-dar oou alga*-i
aMaiel^reCapeJlo, wmo tai por oqt.ra>
eoatos de riis, dcSdos a esa protaafaala?
0 Sr, AMiri>.,r>vAES .-Nem pal. reataaato
poda ser aceito, porque nwtofia venaida, fci
\ aceito por engaa.


*
m
m



111131 ATX32 Diario ^ **raambuo -!# Sexta feira 18 de Junhe de 1869.

.yjx
O Sr. Mergclhao : Portento, Sr. prMidentc,
pediado a palavra, ti ve em vista aprassaawam-
ides justificadas do meu voto, porroie me pareoe
pie semebinte additivo nao pode ser approvado,
urna ves que isso equivaleria a adapftrows boje
<|ne regatamos hontem.
Tenfio-eearlui.U ',. .
"illilili nao baver casa,.ne dissjissao
adiada. .
O Si. Prrside.\te designa a rdernuo dl*jL le-
vanta a-sesio. r
EX VISTA SIRRIA.
ACTOS OFFIOAgS Nl" sidencia, de 9, lie 13 dWTtte, fonm.noinea-
dos :
Maneel Francisco (".avJhtBte--- Joaqmm Jos de
Mello, e Jos Ignacio do f antaatiuaresriia, para
regerem ruiam^e^nicdia! a .gratilicaaau.
anuual de 6005000 a cada un, as cadeira* de ins-
truecao publica primaria de Tacaratii, de Ingaiei-
ra, e de'Varas.
Antonio Dias da Silva Cardoal, te do subdelegado da freguezia de S. Jos.
Para couipr o conselho que tem de julg_ar
o ex-tenentc do corpo de plici.iFrandseo Xavier
Rodrigues de Miranda, pelo crime previsto no arl.
ll do regulamcnto de 2 do dosembro de 183:1 :
Presideate, o major Antonio Feilosa de Mello.
Vogaaacaitaes Francisco .Bueges Leal e Ga-
millo Augusto Ferreira la Silva, tenantes Luii
Fellppo Cavalcante de Alburenme, Joaquim Her-
culano l'ereira Caldas, e Joaquin da Motta e
Silva.
THEATftO.A etnpreza dramtica do SanU
Isalwl aimunria para amatriia a-t* representacao
do drama eni emeo actos Ospiratas das Sata-
ns da pena dos Srs. Anicelt.fiTmrgeois e Fer-
nando ufm.
Tendo tillo o drama, podemos afirmar que e
una magnilisa composicao, que prima, nao s
pelo intrincado do enredo, comotarubem pelo jogo
. iUmtre.wii ceir, tendo mtrita atiiinacao o
^fvAine&'Tis j ssp ; appclk,da'
Do Sr. desembargada!- Almeida Albuquer,que ao
.Sr. 4es6ffibargador Motti.Appellaoocs civ9: ap-
nellante, D. Joaquina Benedicta Viei^a Silva; ap-
pelado, Joo llibeiro Pareira de Lcenla. Afpel-
1antc, Jos Antonio (oncalvs Pires; appellada,
O. Mara Cordeiro. impelanle, Jos Gamillo do
Reg Barros; apoellado, Dr Francisco Joao Car-
uetro da Cun|ia. ^^
Do Sr. deseinlrargadiir Metta aSe.e?cmbarga-
ior Doininguos da 9M>a A|ipellaees eiime:
ppeUsate, o juio, apellado, Jos Al-vea Ca-
raira. Aupellaiite, o jaita; apaelUdo Fraici9eo
Cardoso de Campos 8a 3-a.'
4)o*Sr. desembtrgidnr'Oamingttasila Silva aoSr.
lesembargaxloiSoaza.1 eo,AoaeHa<:3o civil: ap
peUaato, a irmaadadt'-do Bhiiio Espirito Santo;
appeshdt, a innandade de Mc^sa Scnltora So-
^ppEi.LAcTfrcRtMF.. -- appetautc, o juizo: rp-
apiwlladu, Geraldo Jos-S Pereira.
>S0
70
33
45
<
e deoorscao
vida.
scenira. tendo mtrita animara*
Ha algims tjpos no drama de perfeita conrep-
cao, e o di'senvolvimentodaacco prende a alteo-
cao at o-Anal desenlace, que, como algumas ou-
tras seenas, tem o seu quanto de-trgico.
Cremos, pois, que foi excellente a escolha para
o eneerrameato da presente estaeao^theatral, assim
como estamos convencidos de qe o drama agra-
dar qoem o for ver.
CORRER) DO RIO-GRANDE DO N0RTE.TSo-
mos iuformados que, sob proposta do Sr. adminis-
trador do correio dessa provincia, foi supprimido o
servico de estafetas entre a capital dauella e a
nossa provincia eom escala pela eidade de Ma-
manguape e villa da Penha, despiezando as conve-
niencias publicas de urna tal linha.
Aenando-sc exquisita semelbanle deliberacao,
nao podemos dcixar de reclamar da directora ge-
ral dos correios o rjstabelecimcnto dessa linha,
cuja supprossio poz os habitantes da villa da Pe-
nda na contingencia de crearem urna linha sua,
mandando seu* estfelas com cartas e jornaes sem
dios, perdendo o governo a respectiva importan-
cia, visto que desprezou os interesses pblicos,
lalvez que para satisfaz t caprichos de alguem,
que s cuida de locuplotar-s.
i
pellante, -
Assignou-se dia para julgamento das 4*pel!a-
ce.s criuies.
Appellante, o juizo; appellado, Lobtcdco, es-
cravo. Apppellante, o promotor, appellado, Joa-
quim Jos Freitas Luna. *
Appbllaao civit. Appellante, Josc Mara de
Souza, appellado Joaquim de Souza Oltveira.
Ae meio-dia encerron-sc a sessao.
AELATORIO APRESENTADO A ASSEUULEA GERAL
DOS ACCIONISTAS EM SESSO DE DE Jl'iSHO
DE 1809, PELO DIRECRTOR INTERWO DR.
SMPURONlO C. COIJTINHO.
.$rs. accionista da Compaabia de Bebe-
ribe. Satisfazendo a ilisposicSo do art.
44 V dos nossos estatutos, vcnbo boje
dar-vos cont do estado da coiupanbia, no
ausencia do nosso digno director Br. Jos
Bentoda Cunha e Figneiredo,scoH)ido pel-
governo para um eraprego na alta adminiso
Irago do paiz.
O breve tempo de minha admiaistrai.o
e as ausencias que nesse intervallo tenho
sido obrigado a fazer desta eidade, nao me
permiUem satisfazer o desejo que nutro e
o empenbo era que me acbo, de vos minis-
trar mmuciosamente todas as inferracoes,
e propr com acert todas as medidas uteis,
que me parecer de indeclinavel necessi-
dade para o bem estar presente e futuro
de nossa companhia ; confio,. porem, que
seris indulgentes para comigo, e relevis
as faltas inherentes um trabaio feito em
condictes t5o desfavoraveis, tendo em conta
os esforcos que nao me tenho poupado
em ordem bem curaprir os meus deve-
res.
ABASTECIMENTO D'AGUA i CIDADE DO RECIFE
Os receius de que a companhia se acharia
Esperamos da Ilustrada directora (lis correios | ^entro ern POUCQ fcupo impossibilitada do
o restabelecimento dessa linha de correios. !ftrnecer agua regular e abundamentc ae
FORO DO RECIFE.Tendo-se encerrado os Ira- \. R f pr,|,.am.efl nfaH/mpntr
balhos da assembla provincial, assumio bontem banto do Hecile, ro,ilisaiam-se oieilzmenie
o exercicio interino de juiz de direto da primei-
ra vara, o Sr. Dr. Arminio Coriolaoo Tavares dos
Santos, passando a funecionar na primeira vara
juunicipal o primeiro supplente, Dr. Joaquim Jos
de Miranda.
O Sr. Dr. Francisco de Carvalho Soares
Brando, assumio o exercicio de juiz de orphaos.
SOBRAL.Escrevenirnos desta cidado, em 26
de inaio :
i 11-mtem, 30* dia do fallecimonto do Dr. Jero-
nvmo Villela de Castro Tavares, foi, pelo Dr. J. C,
Bndeira de Mello Filho, que aqu se acha, manda-
da celebrar urna missa seguida de memento, por
.alma daqaee distinelo lente da Faculdade do Di-
reto dessa -eidade.*
Assistiratn a este acto, para o qual houve
convites espeeiaes, muitas pessoas gradas, entre
is quacs o Exm. senador Paula Pessoa, coronel
Jlo Thom da Silva, commandante superior da
Hoarda nacional, tenente-coronel Jos Taboca, os
rs Rodrigues, Thoniaz Pessoa, Jos Francisco
Jorga de Souza e outrog hachareis, que, como o
Dr. Daudiirs Filbo, tendo sido discpulos do flna-
lo L'r. Villela, qtiizeram assim render memoria
do Ilustre mestre, esto dever do piedado e re-
-u.
INSTITUTO HISTRICO t PIHLOSOPHICO.
R'iUBki-se honlem esta sociedade com assistencia
ilos Srs. Silva Pinto, Albuqaerquc Barros, Valla-
lares, PrazeVes, C. Lto, Demetrio, Pyrrho, B.
<:tiave<. Hullanda, l.oyolla, faltando o presidente e
viVe-presidente, o Sr. S. Pinto oceupa a presiden-
cia como Io secretario, siistituindo-o o Sr. Praze-
res, e procedendo se a discussao dos estatutos fo-
ram approvados, depoi* do um pequeo debate em
que tomaram parto os Srs. Prazeres, A. Barros,
Valladares, Demetrio, Hollanda, C. Loo, B. Cha-
ves, c nao havendo mas nada a tratar oncerron-
msio seguinto a apresenterao de theses o discus-
.^o de vara? propostas.
LE1I.O.O agente Martins faz hnje leilao de
movis e de um viveiro com diversas qualdades
de passaros, no armazem da ra do Imperador
B. i%.
LOTERA.A (pac se acha a venda a Itt).*,
lienefico da matriz ile S. Lourenco da Matta, que
corre no dia 19.
CEMITERIO I'raLICO.-Obtaario do dia i' de
iinhodo 1869.
Albano de Amaral Bolelho, Portugal, 22 annos,
solteiro, Boa-vista ; tubrculos pulmonares.
Mara Joaquina do Monte, Pernambuco, 16 an-
uos, solleira, S. Jos ; erysipela.
Manoei, Pernambuco, 8 dias, Boa-vista; con-
Vlllsoes.
^ Giiilherme da Costa, frica, CO ancos, casado,
S. Jos; insuficiencia das vlvulas.
Jos Francisco Brantlo, Pernambueo, 3t annos,
.asado, Boa-vista; cncephaite.
Joao, Pernambuco, 2 annos o 4 mezas, S. Jos ;
confetti*
Jos Gama o Nascimento, frica, 70 annos, sol-
teiro, Boa-vista; anemia.
Joaquim Ca"ange, frica, IQf annos, solteiro,
JJoa-vista ; intente chronico.
Francelina Joaquina dos Prazeres, Pernambuco,
28 annos, viva, S. Jos; lebre fvphoide.
,-16-
Joaquim, frica, 60 annos, Boa-vista ; omphe-
sene.
Josepha Lenidas Gomen, Pernambuco, 27 annos,
viuva. Poco; phtysca de garganta.
Pedro, frica, 48 annos, solteiro. Boa-vista; tn-
lereulos pulmonares.
Um prvulo encostrado no porto de Santa The-
reta, enjo nome ignora-se.
Jos Honorio, Minas-Gerae?, 70 annos, solteiro,
Roa-vista; epato spleaite.
Candida Mara da Onccicao, Pernambueo, 46
asnos, viuva, S. Jos ; nephrite.
Anna Dativa do Sacramento. Pernambuco, 43
annos. solleira. 8. Jos ; patysica milmonar.
Carolina Mari Medina Serra, Pernambuco, 3#
. nnos, viuva, S. Jos ; phtyslea.
f HRONIC.i JUDIIURH.
TRIBI Yf> DI rtULlCtO.
SES&AO EM 1S DE JU.NHO DE 4869.
aesmE.vciA do bxm. sr. co.nselhkiho cabtaho
SANTIAGO.
As 10 hraa damanliaa, presentes os Srs. desem-
bargadores.Gitirana, Lourenco Santiago, Aiiueida
\buquerque, Motta, Dominguea da Silva o Freitas
Hennques, fahaudoos Srs. dosembargadores Guer-
ra e Souza Leao, aLrio-so a sessao.
Paseados os feos deram-se os scgoinles julga-
mentos:
AfPEUAOoEs orues.AppellaaM o promotor;
appellaaa, Jos Reges da Silva.Nubo o proesso
pellado, Justino Jas do Nascimento. N#vo jary.
Appellaoia, Joo Mnoel Frisan; appellada, a jns-
j*.Nao se tomn conlwcinwMo.
PASSAGBfS.
Do Sr. deaeaibargadar Gitirana ao Sr. desembar"
gjdnr Gnerrx AppeUaean civil: appellante, Lnlz
Justinian de Souza Boro; anpellado, Justino
Tolxnira Sorba.
A Sn 4eftnbargador Lontunco Santiago.Ap-
peUacao crime: appellante, o Jnizo; appeHado,
Podfa Gvjmes da Costa.
Do Sf. hembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desemrfdor Almeida Alboqticrqne. Ap^
pellases erh*e*: appellante, Antottio'Cypriano dos
Sanl>s; ppelliida, a jastica. Apuellante, Antonio
Pereira de Souza; appelada, ajastiea. Appellan-
te, o Jnizo; appeUado, Izldoro Ferreira de Olivelra.
Appwaate, ojuito; appellado, Ht&xl Feppo
no prolongado vcrSsdeste anno.
Auxiliado por todo o pessoal da com-
panhia, empreguei -.odos os meios meu
alcauce para evitar a
certas horas do dia,
mais altos (o do caes da Alfandega e o da
ra da Cruz); nao me foi, porem, possivel
conseguir sempreesse resultado to dese-
jado, particularmente nos dias em que foi
indispensavel cons;rvar provisoriamente
concertados dous unos da ponte proviso-
ria, quebrados pelos choques das alvaren-
?as nos dias das grandes mares deste anno.
0 concert definitivo dos dous canos, exi-
gitido duas pecas fundidas por moldes es-
peeiaes, nao poda! ser immediatamente
feito, e dorante quasi todas as noutes.
pessoas mal inteneionadas destratara o tra-
balho provisorio, determinando assim grande
perda d'agua.
Urna causa accidental veio seu turno
concerrerpara determinara escassezd'agua:
Ha cerca de dous annos nao temos tido
abundantes invernos; e se esta circums-
tancia tivermus em conta os prolongados
verSos, acharemos a explicacao da fraqueza
das vertcntes do Prata, a ponto de produ-
zir um abaixamento consideravel no nivel
das aguas do acudo.
Tendo-se conseguido no comer do
vero augmentar o volme d'agua forne-
cido pelo encanamento velho, pondo-o em
communicaco com a parte j concluida do
novo, e contando-se fazor segunda commu-
nicac3oem condicoes muito mais vanta-
josas antes de (indar a estaco do
invern, esperava esta direceo vencer
todas as diffieuldaths; a falta, porem, de
chuvas nos raezes em que ellas s5o mais
certas, veio flludir todas as nossas pre-
visoes.
ConformandoHae com a opinio do en-
genheiro da companhia, entendo que deve-
nios quanto antes tratar de collocar urna
linha de canos na ponte da S. Isabel e
Campo das Princeza.-;, afuii de tornar a abas-
tecimento do bairro do Recife tndependente
dos outros bairros da capital.
Nao devo deixar de vos expr franca-
mente minha opinio, acerca do modo por-
que feita a dcslribuicao d'agua nesta
eidade, c quaes as medidas a tomar em
ordem a satisfazer os reclamos dessa ne-
cessidade publica.
Nao de boje que reputo defeituosa e
nimiamente deiicieuie a destribuico d'agua
nesti eidade, e sem afastar-me do respeilo
que devo consagrar memoria dos dignos
fundadores desta empieza, nao po&so deixar
de convir que a ine);periencia delies, des-
cnlpavel sob muitos pontos de vista, e
subsequontemerrte alguma imprevidencia
das pascadas admicistraces, concorreram
para crear os embaracos que hoje procu-
ramos remover.
Nunca se te ve e,m conta a quantidade
d'agua a .destribuir porcada habitante, nem
nos meios de facilitar sea consummo ; e
por esta razo os habitantes desta eidade,
na maior generalidad, linbam e teem de
pagar por elevado prego um caneco d'agua.
A companhia nao tinha anda estabetocido
o ajioma -* de aproxitoar o Consaraidor
do productor, e de eliminar, quaotopos.i-
vel, os iotermediariM.
Pelo quadro que adiante vos exponho,
veris a quaotidade d'agua que toca (termo
medio) cada habitante das cidades men-
cionadas, e jalgareis quanto insuffieiente
a provisSo que (oea cada habitante da ei-
dade do Recife.
se o systeaw da
destribuico- 1.740,000 208
Maactaeetcr. .- 'fiO,()0 S
yraxcHas..... SS.OOO
Pliadelphia. ... 250,000
Bdwborgo..... 195,090
Havre. 2,088
Recifo. .>-. -tW/fl
On, ter-gtia boii e abomLiale,
elemento de corriBfcidaJBdanein
'le saie, ]witiaolirm.te. sb k zOjir*
dente ^OjBPropio?. Esta fompaMiia, que
j te inicilo si'K>> ^fliioranferitoe,sa-
lera remediar a &Hi a>iitfa o htfMntc do He0f>-tMaai.-.lkore-s comli-
c^esJfwai ojiasif em iiiefqRii OQfcjcaflo do
novo encanamento, que teria maiores di-
menses, -se pnjvalece.sse minha, opinio.
As dftTraiiio des ebra^evemos, sem
hesitar," fiar"cmeco constraccao de urna
torre hydraulica, que, facultando a subida
d'agua todos os andares das casas, faci-
lite e augmente o seu consuin^.|.. r ,, ,
Com a prudencia de horneas reflcctias
procuremos atravessar esse periodo um
tanto ilillicji para nossa empieza, e nao re-
cueinos ante embaracos de hoje que, venci-
dos urna vez, serlo logo novas fontes de pros-
peridade.
EST.VDO FI.NANCKIIIO HA COMPANHIA.
E' lisongeiro o estado financeiro di com-
panhia, considerando-se o augmento de
sua reedita ; outro, tanto porm, nao posso
dizer, considerando seu fundo de reserva.
A companhia, organisada em urna poca
em que nao abundavam capilaee, e em que
nao havia espirito de associacSo, sem rece-
ber subveacSr) alguma do governo, obrigou
se, diferentemente de todas '* companhias
que posteriormente foram organisada, a
entregar todas as obras especificadas en seu
contrato ao governo, sem indemnisacJo
alguma no fim do praso de seu privilegio.
Essas obras, consistindo principalmente
em canos de Trro, n3o podiam durar por
todo o praso do privilegio flsem deterioracao,
c mais ou menos obliterarlo produzida pelos
depsitos internos de oxido de ferro que,
obstruindo assim urna parte dos canos, deu
em resultado tornarem-se insuflicientes para
o abastecimento regular da eidade.
Nessas circunstancias, a companhia re-
sel veu lancar mo do fundo de*reserva
existente, destinado a indemnisar os accio-
nistas, qupndo expirasse o privilegioque Ibes
foi dado pelo governo, p ira construir urna
segunda linha e completar a despeza com
um emprestimo. ou com a emisso de novas
accoes. A segunda linha por conseguinte
tem de absorver nao s a reserva j l'eita.
como tambem as sobras da recolta durante
inda alguns annos.
Lembro, porm, quei.aose adiando a se-
escassez d'agua em gunda linha incluida as condicoes do con-
nos dous ciiafarizes | trato primitivo, e nao havendo nenhum con-
trato posterior, nem augmen'o de favores
que compensern o seu custo, fique ella per-
ten-C'.'ndo companhia. findo o praso do
privilegio, oa ao governo, se quizer dar
urna indemnisaco rasoavel.
rendimeto pos ciiafarizes e re pennas
d'agua.
0 rendimentodoschafarizesimportou em
76:221#000, superior verba do orga-
mento da receita e despeza para o anno
financeiro lindo em 7380000.
Sou de opinilo que. sempreque fr possi-
vel contratara ve^da d'ag ia por|am preco
rasoavel, devemo% preferir ao sjstema de
administraco, dillicil sempre de ser bem
executado, penoso e complicado, para que
a direceo possa altender sempre com toda
a promptidao s diversas e variadas exigen-
cias do servico; entendo, porm, que nio
conveniente levar o rigor do systema ponto
de submetter-se a companhia s exigencias
dos arrematant s; e quaudo ellas furem
desarrasoadas, devemos aceitar, como um i
necessidade e um mal menor, a venda d'agaa
por administraco.
0 baiiro do Recife, que so acha era con-
dicoes mais desfavoraveis, e d'ondc partem
sempre reclamaces, por ser abi que se faz
a venda para os navios surtos no porto,
parece-rae que, com manifesta corapensa-
c3o de vantagens e inconvenientes, poderia
(icar separado dos outros bairros, e seu
servico feito por administraco, mormente
sendo alli o numeio dos chafarizes limi-
tado.
0 rendimento das pennas d'agua tambem
temcrescido,e eleva-so hojea30:714#180.
CONSERVACO DAS OBRAS.
A conservac-o das obras foi regularmente
feita, c teria sido menos dispendiosa, se a
inesperada cneia do mez de fevereiro nao
occasionasse um aecrescimo de despeza im-
prevista com a colloeaeSo de um cano pro-
visorio nos andaimes levantados para a
construccad de um lanco da ponte da Mag-
dalena, o depois com o assentamento de
canos de oito pollegadas no paasadico all
construido pelo governo. A despeza total
foi de 823(5200 com o pessoal da conserva-
cao do acude, e de 28#>00 com a acqui-
sico o conservacd de pequeos objec-
tos.
A conservacd das obras da cidado cus-
tou 1:3175220.
Importaran1, pois, todas as despezas cora
a con8ervac5o em 2:1664920.
Esse servico tfnha sido calculado no or-
namento em 7:300,jK>00.
ves aprsenlo a sua descriminaeo
pitlos :
ftjsoal........;......
rrocas empregadas errf'"
aterros .............
Material...,...........
Transportes............
I
porca-
8:018*860
- 64S.O00
1:525*328
4:9426480
107H8O
16I&0
I&C864JQS0
As remessas de material e ferramenta
viudas de Inglaterra soberna 6,938; de-
ve-se, porem,abater d abi ae,uan:inde 238
valor de torneiras e canos vindos para o
Lsfivico de coa*a^vac3o# e a de \ >t'i8
imporOMxia A&S faftO dtdlWW^
dos Companhia dos Trillaos Urbanos e aos
Srs. Cardoso & Irmaos.
Reunindo detpeza feita no-annofinan-
]ceirg fie. 1867 l868, temos gasto com as
obras da segunda linha 19:2^5^050, em
Pernambuco, e em Londres 6,700, que
reduzidas ao cambio actual de 183/* va"
lem 83!760/W00. Nessa somma acham-se
incluidos oa juros pela demora na remessa
dos saques para pagamento ao nosso hon-
rado e dedicado correspondente Knowles -
Forster, o que julgaraos mais conveniente
do q'iesaccarimmedidtamente com um cam-
bio 13o desfavoravel.
Sendo o fundo de reserva de........
81:717*091 e mais 8:080rJOOO represen-
tados por 101 accoes preco de 80*000,
teremos de recorrer no prximo anno finan-*
ceiro urna operacad de crdito, ou
einissad de novas acedes, alim de podermos
fazer face ao> compromissos que con-
trahimos conj a compra do material em Lon-
dres.
PONTE PROVISORIA
O governo da provincia exigi repetidas
vezes que esta companhia mandasse remo-
ver o encanamento da ponleprovisoria, pelo
qual abastecido o bairro do Recife, de-
clarando que tinha resolvido mandar demo-
lir essa ponte, por se adiar em muito mo
estado.
A direceo da*Companhia do Beberlbe,
nunca se persuadi de que o governo se
resolvesse a demolir urna ponte dentro
desta eidade, as condicoes em que so acha
a provisoria, sem construir logo um passa-
dico, ou outra que a substituisse; foi, po-
rm. myster acceitar o. faci.
Resolvida a questo da demolica j da
ponte provisoria, e recusando o governo
companhia consentiraento para collocar um
encanamento na ponte do Recife, foi indis-
pensavel mandar construir um passadico,
para o que compramos a velha ponte pelo
valor do orcamento com que tinha de ir
praca para ser arrematada, feito o abate do
trabalho de demolicao.
Fiz recolher ao cofre da thesouraria a
quantia de 1:627*650, que com a despeza
feila com material e pessoal, eleva a-----
3:310*450 o que j temos gasto com esta
obra.
0 ngenheiro da companhia informou-
me que orcava toda a obra em cerca de...
18:000*000 aproximadamente.
TRANSFERENCIA DE ACCCOES.
No anno financeiro findo, foram transfe-
ridas 662 accoes, sendo 541 por venda, e
121 por evuluco de herncas. O preco
dellas regdtou de 80* 85*000. conforme
a poca mais ou menos prxima do divi-
dendo era qile tiveram lugar as vendas.
O premio di 60 70 /0 que tem alcan-
cado as accoes testa empreza no mercado
de nossa praca, mesmo na quadra actual
em que est esgotado o fundo de reserva.
quando temos importantes obras a rea
lisar, demonstra o crdito e confianca de
que gosa esta companhia.
DIVIDENDO.
Nenhuma redcelo proponho a fazer nos
dividendos que se hlo de destribuir no pr-
ximo anno financeiro.
Tal medida prejudicaria muito particu-
larmente aos nossos pequeos accionistas,
sera trazer compensadlo que avultasse.
FONDO DE RESERVA.
draorRtri#4 Jf^viilMfo^calsaM^^^u^na^lbe perniiltiriam assislir
9 }J
e fcilmente podereis apreciar o estado de
nossa companhia, que Seria muito lisongei-
ro, se nao tivessemds de xecutr actual
mente obras to importantes", e cdja (er-
minacao n3o podemos adiar sera prejiiizo
para a companhia e sem vexarae para os
liabitanttflMa aftbl
Tarnbem vai anuexo ao presete relato-
rio o bataneo caniptrativo da despet comj
o orcamento, por ende veris que alo fo-
ram excedidas as vertas do oreammto;
tendo, porm, abeB^sob o litlo de evea*
j tuacs, um paragrapfi^speeial pare incluir
nelle a9 despezas cgm-impreisfies,. itipoCr
tos, sollos de Icttras, anrmncios etc., o or-
tro onde se v as despezas feitas com o
i>as,aadeo, o que nao podia ser previsto.
as verijas para construcclo da nova li-
nha e conservaclo das obras existentes
houveram saldos em nosso favor. -
tJUESTES A RESOLVER.
O contrato feito com a Companhia dos
Trilhos Urbanos para Ap'puco, quaud pe-
dio Companhia do Beberibc que lhe per-
raittisse passar pelo aterro e bomba da Ja-
queira, ainda n3o foi cumprido.
Tal demora em cumprir urna condicao
resultant-1 da natureza da coucesslo bem
estranhavel. *
Como sabis, a passagem dos trens pelo
lugar da bomba, obrigava remover ores-
piradouro, que abi existia, ao que a direc-
elo desta companhia accedeu, obrigando-sc
a dos Trilhos Urbanos sua collocacao em
outro ponto, sob certas condicoes estipula-
das ; e at boj -, passados tres annos e meio
depois da assignatura do contrato, anda
nao foi feita essa obra.
Receio que o favor prestado por esta
companhia .dos Trilhos Urbanos, sem re-
clamar a mnima indemnisaco nem fa-
vor, resalvando apenas o direito de em
caso algum sermos prejudicados ou emba
racados por quaiquer forma as obras que
houvessemos de fazer, acarreto-nos alguma
questo vista da demora que tem havido
em cumprir esse dever de honra.
Para evitar quaiquer allegaco de igno-
rancia do proposito em que est esta com-
panhia de assentar urna segunda linha de
encanamento at esta eidade, j officiamos
aos emprezarios dos Trilhos Urbanos, pre-
venindo-os para que em tempo possam to-
mar as providencias necessarias, alargan-
do o aterro feita por nos no sitio da Ja-
queira, qu preparando urna estrada provi-
soria para a passagem dos trens, em quan-
to durarla collocacSo dos canos n'aquelle
sitio.
PENNAS D'AGUA.
Pelo quadro que vos apresento, veris
o movmento desse importante ramo de
servico, que prometi tornar-se a fonte da
mais poderosa receita desta companhia.
Bairros
Ba-VistS e soburbios..
Santo Antonio........
Recife..............
S. Jos e ArTogados
Total
N. de Renditnento
pennas annual
197 17:149*200
87 H:645*70
39 4:570*720
39 3:3480*10
SEGUNDA LINHA DE ENCANAMENTO.
Prosegue-se na execucad das obras da
segunda linha, cora a maior rapidez possi-
vel.
ltimamente tendo o governo mandado
proseguir no recrotamente, diminuio por
este motivo o numero da trabajadores,
ten Jo chegado a falta ponto que foi pre-
ciso elevar o salario, com o que conseguio-
se o resultado desejado.
sensivel a falta que se nota no contrato
Com o aecrescimo que leve neste anno, o
fundo de reserva ficou elevado ........
81:717*094.
Cumpre, porm, nao esquecer que os sa-
ques que temos de fa er para Londres no
prximo anno serlo superiores esta
quantia.
Os interesses da companhia reclamam
alguma providencia de vossa parte, era or-
dem pialicar-s) regularmente as disposi-
coes do art. 51 dos nossos estatutos.
0 augmento do rendimento da compa-
nhia d lugar que durante o prazo de
um seis mez-s fique em deposito um ca-
pital consideravel, que, posto era conta
corrente em um estabelechnento bancario,
daria um aecrescimo de renda importante.
A despeza mensal da compaabia de
1:700*, e a sua receita ser provavelmente
no prximo anno de 120:000*: fie ara por
tanto em deposito sem interesse algum
para nos, e mensalmente, a quantia de
8:300*, termo medio.
Abatendo-se desta* quantia 300* para
despezas imprevistas, pde-se calcular sem
receio de errar em 8:000* a somma que
seria posta em conta corrente por mez,
sem prejodicar le modo algdni o movi-
mento do pagamento dos dividendos que
sao fritos por semestre.
Afira de nlo causar algum embarace a*
caixa da companhia, em oonsequencia do
augmento de despezas com as obras e sua
conservacd, deveria o eagenheir > licar en-
ea negado de remetteM at o dia 4* de cada
mezo orcamento da despeza a realisar-se
no segrate mez.
AddiciOnndo-se este pedido a impor-
tancia da despeza geral, ter-se-hia a sora-
362 36:714*080
Tenho-me esforzado para estender e dar
animacad ao estabelecimento de pennas
d'agua, at mesmo as ras que demoram
mais afastadas do encanamento geral.
Corto estou de que, terminada a segunda
linha, e funcionando a torre hydraulica de
que j vos fallei, este ramo de servico
tomar grande extensad, satisfar urna ne-
cessidade publica e compensar abundan-
mente os sacrificios que fizermos.
Como experiencia, e armado na boa in -
formaclo do nosso ngenheiro, resolvemos
mandar collocar urna linha de canos de
duas pollegadas na ra da Gloria, pedido
de diversos moradores, qne aceitaram
condiclo de prestarem algum auxilio para
esse fim.
Peco que firmis urna regra para servir
direceo nesta questo, autorisando-a
fazer por conta da companhia, quaiquer en-
canamento geral, urna vez que os preten-
dentes nos auxilien), e seu numero seja tal,
que produza um rendimento capaz de com-
pensar a despeza que houvermos de fazer
para esse m.
Diversas reclamacoes foram aposentadas
pelos contratantes do pennas d'agua.
A' todos mandei atterder, visto como nao
era possfvel regular completamente este
servico, sendo-se obrigado todas as noutes
a fechar a torneira de communicaclo com
a eidade, isto mais ou menos, conforme a
altura d'agua no reservatorio da ra dos
Pires.
Sonriente deixaram de ser atteodidos
p/omptamente alguns contratantes do
bairro do Recife, que tinham os depsitos
muito altos, e os que tinham o encana-
mento obstruido de modo tal que, tirando-se
o registro, nd corra agua com suffici-
encia.
Prefer altender assim todos os con-
tratantes que reclamavam, a dar lugar
desgostos e questSes, e depois abusos
que exigiriam rigor de nossa parte na exe-
cucad dos contratos, ou mandar cessar o
fornecimento d'agua.
PESSOAL DA COMPANHIA.
ao ti abalbo do manMRi tionfc, c nlo
ter pratira era obras de ponte, prefer,
apezar do acruecimo de dtsfcsa, convidar
urna. pessoa habilitada pora' administrar
este servico.
Ao Trifljj|alrado/ dmijbns do campo,
%n est tambriu .nratfgado da adminis-
traciif) das obras da seMa linha, mandei
dar por esta accresciioo de liabalho urna
gratificarlo Hieasadc 25*000.
OftCVMEMD.
Junio arhert'i o > remenlo para o anno
nanceiro vtodouro, e ne veris que o
saldo .tffbr *^lttJHb*^i80, o que.
junto ao fundo de reserva existente em
especie, eleva-se a 87:2I*574.
Nlo se tendo anda fixado definitivamente,
por causa das osrilIacSes do cambio,a poca
em que devemos fazer os saques para
Londres, nao devemos incluir esta verba
no orcamento da despeza, mas ella figura
no balanco do activo e passivo, para que
nenlium de ttj Srs. aeciniHas, possaes
tei* a mais! ligeira duvida sobre o estado
real da companhia.
CONCLLSO,
Tciminoaijui otrabalho, qucmeimpunha
n dever e apo^ico qire oceupo entre
vi'is InstroMf apenas' por fo breve no-
viciado, tenho o direito de reclamar vossa
indulgencia.
Finda hoje nosso anno financeiro, fe con
forme o que preceitua nossa le funda-
mental, idus proceder escolha da nova
direccio, que no biennio futuro tem de
dirigir nossa companhia : escolhei d'entre
os nossos consocios os que tiverem a de-
dicacd pelo trabalbo, e ardentes disvellos
por esta instituirlo.
Nlo hesito dizer: com algumas adtni-
nistracoes zelosas, empreheudedoras e nlo-
eivadas da inerte paixlo de rotina, a Com-
panhia do Beberibe atlingir, dentro de
alguns annos, urna prospendade invejavel.
Mui cordialmente agradece aos meus
Ilustres collegas de direcelo a valiosa
cooperarlo que me prestaram duranle o
breve espafo em que exerci o cargo de
director, e cites confesso-mo profunda-
mente reconherido pelas reiterada!- provas
de confianca com que me honraram.
Sala dassess5es da Companhia do Bebe-
ribe, 12 dejunho de I8G9.
Dr. Syniphronio C. Coutinho.
PUBIICACOES A PEDIDO.
Comarca de Mazaretli. 90 de
abril de lS6f.
Res non verba.
Na presente f*si do jury dese termo, tov, lu-
gar o julgamento de celebre bocinora Emiliano,
autor do morlirero espancaroealo do houwtu cida-
do AnUiuio de Moura Darbosa Corduiru, c contra
a expectativa de curtos conplieus da liga, publico>
protectores de Emiliano, I'oi tile condemuado no
grao mximo do art. 20o do cdigo crimianl. tendo
vindo do Recife para se encarrtgar de sua defeca o
Di. Antonio Uorges da Fouscca, sogro do juiz mu-
nicipal Dr. J-fin Baptista do Amaral e Mello.
0 processo instaurado contra Emiliano, preso
pelo i Jim municipal supplente o Dr. Jor Jero-
nymo Pacheco de Albuquerque Marannao, tora
julgad iinpiooeJeiite pelo 1" juiz municipal sup-
plente, rujo julgado fura sustentado pelo juiz mu-
nicipal effectivo o Dr. Joao Baptista do Amaral o
Mello, do quo recorreu o promotor publico Dr. Ma-
noei Barata de Oliveira Mello para o juiz de direi-
to Dr. Joao Paulo Montciro de Andrade, que refor-
mando a dada e sustentada despronunna, prooiui-
ciou no referido artigo a Emiliano, e seu cmplice-
Antonio de Albuquerque Mello, conhecido por
Tota, quo estando preso por este crime, fura sollo
por habeas-corpus concedido pelo juiz de direito
interino Dr. Amara) e Mello.
Agora com a decisao do justiceiro jury da co-
marca, que condemnou Emiliano no grao mxi-
mo, quem julgou com espirito de justica o impar-
cialidade ? O Io juiz municipal supplente c o juiz
municipal effectivo, ou o Ilustrado e integerrimo
juiz de direito Dr. Joao Paulo Monteiro de An-
drade t
O advogado do reo appellou para a ivlacao do
districto, de quem cofifiamos a sustenlacao de tai
sabia e justa sentenea.
A' oxcepeao dos oceultos co-ros de Emiano e
seus prpteclores, todos os habitantes deste leruio
extiltaram de prazer, por verein que desta vez fi-
cou desaggravada a sociedade com a condemna-
cao do tao desalmado faccinora.
O Jardineiro, escriptor d'aqui para o peridico
Liberal, contina qual cao danuudo a abocanhar
as illibadas reputacoes dosnos-os dignos amigos,o
aromotor publico Dr. Manoei Barata de Oliveira
[ello, o commandante do lutalhao n. 18 leiiente -
coronel Jos Cabral de Oliveira Mello, e major
Affonso de Hullanda Albuquerque Maranhao; po-
rm estes Ilustres cavallieiros, tranquillos em sua<
consciencias por suas maneiras de obrar inteira-
mente pautadas pela boa razo, dosprezam a>
avancadas hydrophobicas e de emboscada, que Ibes
d aquelle covarde escriptor, que ni' tem a cora-
gem precisa para assjgnar o seu nome nos escrip-
ia que rabisca para Liberal, para que entao se
lhe podesse maudar responder convenientemente
por um seu igual.
0 tnimiyo do crime e da calumnia.
COMMERCIO.
da companhia, relativamente sealo dQ^nna toiaj a dedu2jr da ronda d* cada mez,
ames dos cldadei. Pojjulacub
Roma moderna.
Nevr-Yofjt .
Besancon. .
arcassone
17,300
Vi,000
4.V300
18.000
AfMfortu-
cida par
diacad*
habitante.
?4 ttros
Marselha..... 15,000 186 .
Reamond .... ,*# m **<'
BortUai..... 140,000 170
Genova...... 140,000 40
Glascow..... 329,000 100
Londres..... 2.500,000 95
Paris (destribuico
actual)..... 1,720,000 90
Pars completando-
recrutamento para os seus trabalhadores;
no entretanto tal isengo tea obtido compa
libias estrangetras.
Se nao fosse a difilcnldade do obler tra-
balhadores em numero sutieienle por pre-
icqs rasoaveu, j estara terminada a collo-
cacao de dous mil canos, o quo s ficar
.concluido no ;orrer deste mez.
h fizemo a encommenda de mais mil
canos.
Em consecuencia da clieia de fevereiro,
das chuvas torrencies que entao houve-
ram, fiearam cm man estado alguns pontos
estrada, por onde passa o encanamento,
s todo islo achar-se hoie,ifeparado.
A despeza que ae lem feito c >m as obras
a segunda linha de cncinaroento.durante o
innri fifianceiro de l(W 1839, chegoa
13:8U450.
A fim de me:hor potlerdes ajuisar domodo:
por qae^fbi realisada wm despeza, aqui
para entad ser applicada a differenca em
coota' corrente.
Com a base provavel de 8;000.3 por mez
em coe corrente dprante, seis raezes.
sem aceumulaclo de juros, toriamos 5 %
urna rend de 700fi por semstr e con-
seguintemente um afxrescimo de 1:400(5
aun lalmeote em posee oroaaoffio. Coa-
veri resolver sobre esteassumpio.
Tambem iotgo convttWerrt qo prestis
vqU9 attencao para o facto de ir todos os
annos auguwotaada a sommo a pagar por
dividendo* atrazados, o que fica em deposi-
to, sem pplicacso algdia, quando tambem
podia ter o m&uao destino quo o fundo de
reserva.
Se apparece8se(>qualqoeT pedirlo de pa-
gamento (rttraordlario, fcil ment seria sa-
tisfeito i costa do rAq&mepto mensal.
BALAMCO 9t AOHVO E PASSIVO.
Junto acharis 0 balanco da coraptnrjia
Co prazer vos annuncio que os npssos
empri|edos cumprem bem os seus de-
veres.
Nao temos seno crescentes razdes para
nos appliudir da escolha que fizemos do
ngenheiro qu- dirige os nossos trabadlos.
Illudiram-se aquellos que jlgavamquasi
urna prodigalidadea creacio de um lugar
desta ordem. As economas verificadas ulte-
riormente, a ordem e regolaridade observa-
das em lodos os nossos trabalhos tecktncos,
comprovam a satisfaco dessa necessidade,
da qual resentia-se esta companhia.
Eu vos proponho um voto de louvor
esse amigo de nossa empreza. Durante o
impedimento do escripturario Marcelino
Jos Pope, por motives de prolongada mo-
lestia, fui substituido pelo Sr. Domingos
da Silva Ferreira Jnior, quem mandei
abonar por est trabadlo urna gratfficacao
de lOflIKXK).
Reconliecendo-se que o escripturario nid
podia cumprir pontualmente as suas obri-
gaedes, sendo lo mesmo tempo (j'ncarre-.
gado da cobranca, foi designado pelo nosso
digno Caxa, para este servido, o Sr. Do-
mingos Ferreira.
Para dirigir os trabalhos da poma pro-
visoria chami o Sr. Barros, umpre0a4da
r^partico das obras publican, que, panl
este fim, obtuve do.rewe^iVO ebefe pHM
licenca. Arbitronrse! Mpetdio
100,501)0 mehsaes.
Dosejei encarregar deste trabalbo o admi-
nistrador das obras da eidade, mas, atten-
deqdo sua avancada idaae e cncommodo
PRAfA DO RBOFE 17 DE JURHO DE I8^j
AS 3 1/3 HORAS DA TARDE
Assacar bruto canal 3*000 dot arroba (\ioa-
tem.)
Assucar bruto americano 3*300 por arroba
(hontcm).
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 i|i d. ptn
ISOOO.
Cambio sobre Taris 90 d/v o23 rs. por franco
t\ J. Silveira
Presideate.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia I a 16. 6SSUS3S13
dem do dia 17..... 49.831*301
678:284*43.)
MOVDEKTO DA ALFANDEGA
VuluBies entrados com fazendas
dem dem con gneros
Volumes sabidos com fazendas
dem idem com gneros
144
67
-----l'J
270
712
98a
Descarregam boje 18 de janho
Barca inglesa Wiet of tke Teigermrcadorias.
Patacho norte-al lemaoMarteidem.
Pataebo Borto-alleroaoA)* Caridam.
Barca portugoeaAlexandre HermkmWT*
gneros.
Barca gleta-Jane Mariofariaba de trigo.
Brigue noregueasa=A/icecarraW
Brigue nacionalAlmeida //cliargaa
Escuna portugnaia IMjmlagedo
HECEBEDOH1A M RENDAS INTHNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia-1 a 16. '34:393*08*
dem do dia 17...... 1:149*32'*
''96:442*408
CONSULADO PROVNC1
AL
lendimentaioilia t a 16.
iem do da 17.
^M:W<*687
5C54388
*fcl7*075
M0VIMENTO 00 RUTO.
--- -------------rijr-------
Manto entrado no di II
Rio Grande do Sal26 dias, esotim betlaadeza
Cerh, de 146 tonelada?, capitao P. M Starter,
' 1
i
\



p


Bm TiBt^i-i.^>&*
18
de Jdttbp

fr186*
eipiipasom 0. carga 13,297 arrollas Je carne nn
;U0M /'Vi Antonio
is ni-
ato
furtoItaKa portugaeta Vlementiua, capitn An-
tonio Ribeiro Lopes, earga fariaaa de maudioca
e outros genero?.
Hio d.l PraiaPatacho brasileiro Jaboatao, capitao
Dupray, carga assucar.
CanalPatacho norte-nllem&o Gerkardbut, capi-
tao i. A. Nesser, carga assucar.
Obaeruirio.
SuspenJeu do taarn para West Indios a bar-
ca .aginia Ckartott Geddie, capitao Me, Kenzie,
cora o luasniu lastro que tronxe de Montevideo.
EDITAES.
SfiBpHh Territrt Jacobina, supp1em>
jnlio de crpbis f auwulos Delta cidade do
m ierra", por Sua Magestode Impe-
r.ui.titnlonal que Dcus guarde, etc. etc.
de[ 'ct,_
lee lo tfaquee lugar Tlinmaz de A(|umo ilos It
natiral desta cidade to Reeife,in testad') slT
hei leirto presentes, aiu de seren rilados os que
tivt Ketn (lireiln a fornea, que se aneeadara
n'a uelTo iui7.ii para redama la devidafaicnto lia
lili sdoa, cuja'piscatoria sendo por mini eompridi
e criyao a quem foi desirlmida pnssuu o pre-
sen e eltal e por meio d elle sao citados os br-
denos, sufeessores, intercssndos, c todos os que
tivaemi*rt?to a heranea do Thomaz de Aquino
do Reta p:\re-quo vcham habibtar-se, e rech-
ina a mespa lieran-. no (trazo de 30 dias que
serfo coulados do da da aliK.ic.io, c aquellos que
os wkMetan lUes daifn noticia do presento edi-
tallque ser publicado 3 vezes pela imprensa e
mais afixado n lugar do costuine.
Dada o passada tfesfe cidade do Recite de Per-
narabuco, sob o signal desl juizo e sello do tribu-
nal da Haca > n'esta cidade do Rccifc em 3 de
junho do 1869.
Eu Galdino Teinistocles Cabra! de \ ascoucellos
escrivaoo subscrevi.
Jos Eustaquio Ferrara Jacobina.
DEOLARACOES.

De orden do Illni. Sr. tenente-coroiiel pre-
sidente do conselbo de qualiflcaco da freguezia
de Santo Antonio do Hecife, sao chamados os
guardas nacionaes do primeiro batalhao de infan-
taria que requereram passagem para a reserva a
coniparecercm, sabbado 19 do correte ao melo-
da, allip de seren Inspeccionados na forma da
lei.
Sala do consellio, 16 de junhe do 1868.
Ignacio Nery Ferreirada S. topes.
Alferes secretario.
Sania Casa de Misericordia do
Reeife.
Alllm.junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Hecife, manda fazer publico, que
.precisa contratar o fornecimento dos medicamen-
tos abaixo declarados para os mezes dejulho
seVembro do frrente anuo, a saber :
Absinltio, libra.
Acido actico. dem.
dem eitcjro puro, idem.
dem marrano, doro,
dem ntrico puro, idem.
Idetn oxlico, idem.
Mem sulfrico, idem.
dem tartrico, idem.
Ac preparad", onca.
Acnito, libra.
Agua de Colonia, doria.
Dita de flor de laranjieiras, dem.
Dita de rosas, idem.
Dita de Sediiitz, garrafa.
Dita de Viehy. idem. ,
Dita inste de Lisboa, idem.
Alcool de 36, cariada.
Alecrim, libra.
Aifazema, idem.
Algalias inglezas de ns. 1 12, dnzia.
Aloes, onca.
Alvaiade, libra.
Ameixas passadas. idem.
Aininoniaco liquido, idem.
Arsnico, onca.
Assafetida. idem.
Assucar candi, libra.
Dito de leite em p, idem.
Avenca, idem.
Bacas de zimbro, idem.
Balsamo de copahiba, onca.
Dito de Ph.ravanti, idem.
Dito de Tol. idem.
Tito Peruviano, idem.
Dito tranquillo, libra.
Banha de porco, idem. -
Barbante tino. idem.
Bejuim de I.i-boa, idem.
i-llaiona, idem.
Henzina. onca.
Iticarbonato de soda, libra.
Borracha* surtidas rom pipos, idem.
otes de rosas rubras, idem.
Brmnureto de potassa, onca.
Cabeca de papoulas, libra.
Ciinca, idem.
Cairas para pi lulas, grasa.
Cal virpem. libra. i
Calomelano inglez, onca.
Clices de vidro .graduados, n. i.
Camphora, libra.
Cantridas em p, idem.
Capsula de cpame, caixa.
Carbonato de magnezia, libra.
Dito de potaba, idem.
Dito de soda idera.
Caroba, idem.
Centaura menor, idem.
Cera amarella, idem.
Dita tranca em grummo, idem.
Corada, idem.
Cevadinha. idem.
Chicoria, idem.
Clorato de potassa idem.
Cloroformio, idem.
Cilla deFlanlrcs, idem.
CottlWtos lactato de ferro, duzia de vidros
Crmor trtaro em po, libra.
Cubebas em p, Wem.
Digitalis, idem.
Dulcamara, idem.
Emplastro de Cicuta, idem.
Dito de aqnilHo goranado,'idem.
Dito comntnm, idem.
Esptulas de ae,o sortidas, urna. :
Essencia de anrz, onca.
Dita de canella, idem.
Dita de cidra, idem.
Dita de flor de laranja, idem.
Dita de bortelaa pimenta, idem.
Dita de rosas, idera.
Dita de salsaparrilha de Sands, vidro.
rebentina, garrafa.
Din de vergamotn, onca.
Dito taf
Kxtratq de ucoicp idem.
Dito de aleasss, idem.
Dito d^bellaona, idem.
Dito de-caiiiouUa. idem.
Dito do cicuta, idem.
Dito de favas de calabar, idem;
Dito de fumaria, idem.
Dito de genciana, idera.
Dito de jarubeba, idea.
Dito de noi-vmica. .
Dito oe opio gommoso, dem.
Dito de salsaparrMha; Wen-'.
Dito de tridacoo, Idem
Dito de valeriana, idem.
Fezes de ouro, libra.
Flor de rnica, idera.
Dita de borragens. idera.
' Dita de onxofre, dem.-
Dita de malvas, idem.
Dita do siiliiijueiro, idem.
Dita de tilia, idem.
Plgadode enxcifrp, idem.
I Fumaria, idem.
Funiz de, Yid^rQ n. 2, um.
Cenciana, l"i.
(ilycerin Iir.mca, idem.
Comma ft! bu ata, idem.
Dita de di'.a purgativa, id i
Dita arbica ese.'linda, idem.
Dita dita em p, idem.
(iraes de porcelana n. 1, orn.
Dito de vidro n. 1. uin:
Hierva terrestre, libra.
Hydrcnlorato d marllm, onca.
j Ilysopo, libia.
' Incens puro, Idem.
Iodo puro, oncrf!
lodureto potassio, libra..
| Ipecacuanba preta, idean.
Jalapa cm ]>. idem.
Kermes mineral, onca.
Licor de labarraque, garri..
Linhaca em p, libra.
Dita inteira, idem.
Macolla gallega, idem.
Magnezia calcinada, idem.
Dita de Henry, vidro.
Mann commum, libra.
Dito de lagrimas, idem.
Manteiga de cacao, onca
Massa caustica, libra,
Mel de abelhas, garrafa.
Mercurio doce, libra.
Mezeriao, idem.
Mostarda, idem.
Mulisan sgodico, idom.
Nitrato de prata em lapis braneo, onca.
Nitro puft, libra.
Noz moscada, onc/t.
Oleo braneo de Ctievrier, vidCM de 3 ".
Dito de alfazema, onca.
Dito de amendoa inglez, libra.
Dito de baliput, idem.
Dito da cravn, onca
Dito de ligados de bacallao, garrafa.
Dito de dito de baealho f-rruginoso, dem de 8/.
Dito de linhaca, libra.
Dito de ricino, idem.
Dito vermfugo, frascos,
libra.
m
a do Jlo Luiz da Paz.
diente da mesma repartico durante
no jnaiiwiiu de 18U9 ti IfWO'pitnt
tuturo, o fornaim nlq dos a&a*M
tantcs da jaUpo -atoixo, a sMpm M i Jbz%ibu^f ,m WMm^
U A ^VHAMOUlvT ouro |Kr suppor-se furtado
- ju^aaiaMs para signaes da- iluyin provando, Ihes scn!._
LR linhaca, tinta pre- ^ecTfe i7 de jnho dejs^.
I avahada pet!
.1 caa Baquaii
tinado Joao !
C an-1 a^ada peta qnantia de 1:000^, e q.jc va pra-
fa.-K a Baqueriiiiuntii . lub*.'
mar-
ea p, t>cefl, 'alertiit;
oda, tijolos para limpf
IbM se
um Sl^iJ de
'1)1
2 n 3 pannos
parada a oleo, li
veritiz, fio de
ferrigens, piafcava e estopa.
GJ-aixa, seboTcera era grutw, cadargo
estrito, azarcSo, taxas de bomba, cabos
de diiTeiintflf aialRdes e gwsju/ai, *zei-
te (fe ffiPMffl. AM pliartiesTforquetas de ferro, correnles de
diferentes grossoras, ferros da differenle*
tamanhos, remos de 12, 11 e 16 ps, e
louca de co#nha. "i >t l *
>ARA O SEUVICO DA CAPATAZIA
Lpaf em kaoco 4iara os armazens,
azeite doce para us guindastes, tinta roxo-
(erra em p, Irosas para pinturas e ver-
niz fle carvo de pedra.
PARA O EXKDIESTE DAS SECgoES.
Qiadernos (a papeA. pautado mragtftpior
tos de mappas> pape! de ifHIandVt pabtatlor
dito greve pautd, dito lizo, dito delinb,
dito matta-borrao, pennfls dei(?o, ditas de
ave, caetas para penis, lam prety, dito
de cor, tinta .preta e riixa Ira esciever,
dita carmim. arta preta, obreias, regoas,
cadan;os, caivetes e raspaileiras. Os pre-
lendentes deverao apresertttr suas propos-
tas por cartas fechadas at odia 21 do cr-
reme mez.
Alfandfga de Pemambuco, 16 de junho
de 1869.
D inspector interino,
t. de CPqesd'Aiuirade.
i. 0 I T /i JAnt(a'idbi>g'dce
l^jj^.t)asa da Miselicord
do Reeife.
*A Illma. junta administrativa da Santa Casa
isecicoi dja. do lUfiife,'ndala da-ewts ;#&*><*.
la.17 m Hrwnioxrosos
tanto dosta ci- {
4 de j 111 io a
I
'ija do
qtWTio
estabelecimenlos po
dad ooWo da ie Diinda, os ni
setembro vindouros.
Sewegia iduSaiita Casa de
Reeife, de junho de 1889.
red.
escri
ivao.
l'arietaria, libra.
Papel de embrulho azul, resma.
Dito de dito braneo, den.
Pasta de jujuba, libra.
Pastilhasde Belloc, caixi.
Ditas de Kerap, vidro.
Ditas de Naff, caixa.
Pedra ume, libra.
Peneira de cabello, urna
Dita de seda, urna.
Perchlorureto de ferro, on<;a.
P de liorgonha, libra.
Phosphalo de ferro de Leras, vidro.
Pilulas de Allisson's (verdadeiras), caixa.
Ditas de Vallet, vidro de 50 pilotas.
Poligula senega, libra.
Polpa de tamarindos, idem.
* Pomada mercurial, idem.
Pontas de viado calcinadas, id-
Pos de Rogg, vidro.
Potassa caustica, onca.
Potes de 1 a 8 oncas, duzia.
Precipitado rubro de mercurio, libra.
Protoiodureto de mercurio, onca.
Purgante de Le Roy france/. garrafa de o/n.
Quacia, libra.
Quina em casca, idera.
Dita em p, idem.
Raz de alcasss, idem.
Dita de allhcia, idem.
Dita de espargo, idem.
Rezina de angico, idem
Dita de batata, onca.
Dita de guaiaco, idem.
Ruibarbo era p, libra.
Sabao braneo aniygdalino, dem.
Dito fara opodeldok,' id?m!
Sabonetes Je alcatrao (Antonio Seves da Costa),
duzia.
Sal amargo, libra.
Salsa liortence, idem.
Salsaparrilha, arroba.
Saccharureto de oleo de baealho. caixa.
Sassafras, libra.
Sfilla, idem.
Senne, idem.
Sementes de angelim, enea.
Serpentaria, libra.
Spermacete om rama, idem.
SoluQao ds prof.iodureto de ferro, onct.
Stranionio, libra.
Siihnitralu de bismutb, idem.
Sueco de grozelles franecz. garrafa.
Sulfato de ferro, libra.
Dito de soda, idem.
Dito neutro d atropina, onca.
Suspensorios esrrotaes, duzia.
Tansagom, libra.
Vidros con ralbas de l 4, duzia.
Ditos para opodeldok. i lea r
Vomitorio de Le Rey f rance, vidro.
Vinho de juriaeba, garrafa.
Dito de Cervisart, dem. *
Xarope de Bourgois, vidro.
Dito de eepaxgo, idem
Dito de Quv, idem.
Dito de hyodureto de Giben, ideo.
Dito de iumbeha, idem.
Dito dcLbelli)i>, idem.
Dito d "amoureafix, idem.
Dito de Naff, idem.
Dito d peitoral inglez idem.
Dito de quina ferruginosa de Grimaut, idem.
As pesaoas que quizerera fazer dito fornecimen-
to, devem apresentar suas propostas em cartas fe-
chadas, at o dia 2o do' presetc mez;. c dar fia-
dores, que se responsat'ftisem polo ,flel cumpli-
mento qo contrato.
Santa Casa de Miseri-
cordia do Reeife
A Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Mirericordia .do Reeife, recebe pro-
postas para o fomecimenlo dos objectos pre-
cisos para a> secretaria da mesma Santa
Casa, conforme a rela3o abaixo, pelas 4
horas da tarde do dia 25 do corrente r
sala de suas sesses:
Papel pautadoFiume, resma. .:
dem idera liso, idem
dem idem linlio azul, idem.
dem linlio Uso, idem.
dem para officios, timbrado.
dem florete.
dem linho, pautado.
Hollanda grande", caderno
dem Jes, ideto.
dem Re6in, idem.
dem idem. idem.
dem Ec, idem.
Mata borro, folha.
Par de pastas para guardar pepeis.
Peonas de ac Perry.
Caetas.
Pes de obreias.
Tinteiros de lato.
Garrafas de tinta.
Tales de conhecBentos (impresses e
encardenac3o).
Livros em braneo de 16 pollegadas.
Livro sem braneo estratos.
Livros em braneo 13 pollegadas.
Lapis pretos.
Idera de cor.
Pedras de louza n. I para o collegio.
dem n. 2, idem.
Idemn. 3, idem.
CreiOes dnzia, idem.
Tinta preta, garrafa.
Fita de lnh, duzia.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Reeife, 4 de junbo de 4869.
O erivo
Pedro Rodrigues de Souzby.
Sa"Cas-de Miscrieordiido Re-
?3feHdejimhodcl|69.
^A Mustrisnoiriunta |dn|isaptiva da Santa Ca-
sh'de-MiserWrWdo HwiiVnMBda 4ier publico
que lendo-lhc sido re |uerido o ai rendameirto por
nove tumis do sotiratta nrg^-gltq a ron Oa fartrta
do Reeife p;rteucente ao patrimonio dos estabele-
ciiBenl>s de raridade. pa^a#lo o arrematante n
reBda.innualde-l:00OOO0 e concorrendo cora o
donativo de 2:000-5000 para auxilio do cofre res-
pectivo, e fazendo a sua cusa, lano a frente do
predio que deita para a ra da Odeia,, como a da
ra do Encantamento, segundo-o syste'ua moderno
cunformo a posturas da cmara, com portadas de
pedra, canos para esgto, toda a coberta, 'raveja-
mento e soalhos novos, cora lepartimeutos ou em
saloes, empregando na obra materiaes de iiriraeira
qualidade, apToveitando o que stiver em lioni es-
tado, obrlgando-se a comec.ir a obra dentro do
irazo4tres mezes e acababa no de doze meies
azendo-a seb a in*peccao dos inortlomos de pre-
dios ; e podendo acontecer que existam oulros pre-
tendentes que mais vantagens pos^am olfereeer,
recebe propostas n*este sentido, na sala de suas ses-
s5es at as 3 horas da tarde do da 2o do cor-
rente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife 14 de juaho de 1869.
O escrivao
Pedro Rodrigues dr Souza.
PIF PAF
cantada, por especial obsequio,, por
dame P.fype.
Depois-tcr logar a reqresentaco da
espirituosa comedia- ta f acto, denomi
nada:
A dama dos eraros
hrancos
Termnala o espectculo cora a jaura
representa?3o do gracioso e muiio pplat-
dido a proposito, era f acto, ornado- de
msica v dtinsa, imilulado :
OS ZUAVOS
Os bilhetes acfratfi-se na residencia do
beneflerado, r ra de Santa Thereza m *,
na estaQo dos trilitos urbanos, no Recite,
e no theatro.
A'. B.As pessoas que quizeran as istir
a este divertimento, terSo passarpm^rnii^
em qualquertrem e a qualqucr hora, antes
do especta6uk); assjtn como, depois do
me-ino, dar-se-ha condueco gratuita, em
trem especial. O beneficiado, cnofia na
valiosa proteetao do rc-speitavel publicoi
0 espectculo comecat s 7 3ii.
GOMPAinA PERNAMBCANA
di-:
*Tavegf costeira por vapor.
Macei em direitura e Penedo.
O vapor Jagunrim comujaii anta^Moura, segui-
r para os paito* afima no lia 12 d* corrente
as S horas datadle/ RecAeiargi at o dia 21
as 3 horas, eofcif npnda$, fa.iAelriw e dinbeiro
a frete at as i -ras da tard uo df asahida :
ao escriptorto do-Frtcdo Mattos n. 12._________
C0MPANH1A PERNAABCAMA
DE
^'avegacof. cofelra po vapor.
Paraltyba em direiiura
O vapor Mundmftii coimuandante Silva, seguir
para o porto cima no dia 18 pelas o-horas da tar-
de. Recebe carga-al o dia 17, passageiros, en-
commendas, e dinlieiro a frelt; at s S horas da
tarde do dia da sabida, no escnploiio do Forte do
Mallos. 4| ri a
Para os porto*-- cima segu co:u bcevidade a
barca porluguei*. Cle-mnlina, teni parte do seu
carregAmento ergajadn, e para o resto qne Hie
falta; trata-sefWm-os e*Hi9ignatar'H> Antonio Laiz
de Oliveira Azevedo & C, ra da Crui n. 57.
Cnniinaurio das armas
De ordem do Exm. Sr. brigadeirocommandan-
te das arma.-, se faz saber senhora (que mora
nesta capital) mulher d voluntario da patria se-
gundo sargento Joao Manoel Roma Jnior, que
desta provincia marchou para a campanbado Pa-
raguay em abril de 1865 no corpo n. 11 de volun-
tarios, e que actualmente est servindo no de n.
46 da mesma denominacao, que o governo Ihe
mandou abonar, por aviso do ministerio da guerra
de 3 do corrente mez de junho, urna racau de cta-
pe, para o que pela presidencia"se expediram as
convenientes ordens.
Secretaria do commando das armas de Pemam-
buco, 17 dejunho do 1869.
Francisco Camello Pessoade Lacada,
Tenente-coronel-secretario.
THEATRO
DE ____
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DE
ornaba asraiBQiSio
Sabbado 19 de junho de 1809
Primeira representaco do grande e apparatoso
drama em 5 actos e 6 quadros, dos Srs. Aniceto
Bourgeois e Fernando Dugu, traduzido pelo Sr.
Dr. J. Climaco Lobato
os piratas m jam
THEATRO
Gymnasio Campestre
9.a recita da asslguatura
Sabbado 19 de junho de L869.
Quarto espectculo, em qite tomam par-
te os distictos e muito applaudldos artis-
tas franceies-.
Mr. Poppe e madamePoppe.
Primeira representaco dn interessante
comedia ornada de msica, original brasi-
leiro, intitulada :
Seguir-se-ha, por mndame Poppe, a
linda cansonela
Bau jeime homme.
Depois ter lugar a espirituosa comedia,
denominada:
A dama dos cravos brancos.
Em seguida, madame Poppe cantar a
jocosa cansonela ...
TOIRK I.OURAWFI.A.
Finda a qual o Sr. De-Giovanni ejecuta-
r o disparate de sua camposc5o, ornado
de msica, intitulado :
0 APRECIADOR D4B0\ PI\G\.
Terminar o espectculo com a chistosa
cansoneta, por madame Poppe
LA ESPANHOLA.
Os bilhetes acham-se na estacao dos tri-
litos urbanos, no Reeife e no theatro.
N. D-se passagem gratis, antes e
depois do espectculo na forma do estylo.
O espectculo principiar s 8 horas.
Para Parahyba
Em eon?quenci do I eilao do patacho inglez
/iro Jean que" tera de se proceder na l'arahyba
no dia 19 du andante, seguir para aquelle porto
no dia 18 doeowente, as l> boFa_-da tarde, o va-
por Mundah, recebe carga e passageiros al o dia
da sabida, as 3 Uwas da tarde : a tratar no es-
criptorio do Forte do Mallos n. 11 ___________
Para o Rio-Grande do
Sul.
Deve seguir dentro em poucos dias a
barca nacional' Thereza /*, e ainda recebe
alguma carga frele: a tratar na raa do
Vigario n. 1, escriptorio de Bailar, Oli-
veira & C.
PARA LISBOA
{Seguir com a maior breridade powivel o bri-
gue portugnet Constante I, por j ter grande par-
te da carga prompta; para o restante e paagei-
ros, trata-se com os consij/naiarios Oliveira, Filhos
& C, largo do Corpo Santo n. IV, ou com o capi-
tao na praca do commerejo._______^^^^^
KIO HE .1IMIIIIO
Segu com brevidade para o porto cima, o bri-
gue nacional famo ; ten parte do seu carrega-
mento engajado, para o resto que Ihe falla trata-se
c >m os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C. ra da Cruz n. S7.____________
Para Lisboa
vai sahir por estes (fez dias a barca pnrtngueza
Alexandre Herculano, capilao A A. de Almeida,
por ter parle do carregamento prompto ; para
carga e passageires, para os quaes ten exeellen-
tes commodos : trata-se cora E. R. Rabello,
do Commercio n. 54.
AVISOS MARTIMOS.

ELHO DE COMPRAS NAVAIS
0 conselho contrata no dia 19 do cor-
rente mez, avista de propostas recebidas
at as 11 horas da manta e sob as condi-
c5es do estylo, os servjsps de barbeiro gn" amgcK
Pereonagens.
Andr (o" carador de tigres). .
RbeirdS Jonths *(comnerciante amer-
cano. ...."
Tlieodoro Pivoine.....
Paulo Berard. .
Julio. ......
Vargas (vaqueiro).....
Miguel (pirata). r.
Juanez (idem......
Ramn (idem)......
Talobos (idem)......
Pequilo........
Moco do hotel.
Os senhores.
J. Augusto.
C. Rocha.
enfermara de marinha, e da lavagem de
roup* da mesma, durante *b exercicio pr-
ximamente vindouro J assim como por tres;'
ra oQlcial americano.
Helena Morales. ".
Manoellita.
til
Secretaria da Santa Casa de Miserjordia do Re-
cite, 11 de junho de 1860.
I > O eserivao,
Pedro Rodrigues a S0uza.
__
0 inspector interino da alfandega faz
publico, que precisa contratar para o expe-
mezes at setembro- do corrente anno
fomecimenlo de cangica o^milho pillado,
carne verde e de miho sjai ser pelado,
para os navios da armada e estabelecimen-
tos da marinha.
Xambem o conselho, por igual forma, no
mencionado dia 19 do correnle mez, pro-
move a compra dos objectos do materiael
da armada, seguintes: 2 bules de ferro
estanhado, G arrobas de linha de barca
grosaa, 6 arrobas de linha de barca fina, 10
libras de obreias francezas, 1 regiment de
signaos para navio, 2 pecas de sondaresa,
terrinas .da crqa eaia*lo> Ottra-Imbas.
1.000 tgoHos de fugo, 4) gosis tle tor-
cidas para pliaroi, 120 bragas de corrente
de ferro de l/t pollegada reforjada, 100
covados de damasco verde de la e seda,
40 resmas dcpapel almaco braneo, 20 ar-
robas do estopa de dgodaO, 8 arrobas de
mialhar braneo, 200 covados deileliama-
relo, 260 ditos jievdito eMarnadf, 260 di-
tos de i&e-bnnc. aOTilas i*itoial,
e 20 cadinhos de lapis sortidos.
Sala das sesses do coBBfVde compras
navaes, 11 de junho d Brochado.
Jos Gitimaraes
Eduardo.
P. da Costa.
Jordn..
Lessa.
Jos .Victorino.
Porto.
Santa Rosa.
Francisca.
Sania Rosa.
Lessa.
1. da Costa.
Mara Veltuti
Apotema.
Clelia.
Zulmira.
gira
COPANIIU BHASHMA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 22 do corrente o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
ara os tortos do norte.
e j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do da da
sua sahida. .
Nao se recebem como enoommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedama 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo que passardestes limites de ver ser embar-
cado como carga.
Previne-seaos Srs. passageiros que sua pasa-
rais s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
1 andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo c C. -____________
ra
Kara Lisboa
Segu com toda a brevidade a barra portugnez
Constante II, por j ter parte da carga prompta ;
para o que Ihe Taita e passageiro, trata-se com os
consignatarios Oliveira, Filhos & C, largo do Cor-
po Santo n. 19, ou com o capito na praca do
oammercio.
MIY
Para o referido porto segu com muita brevida-
de o palhabote pnrtuguez Novo Protegido, por ter
a maior parte da carga tratada ; e para o resto
que Ihe falta trata-se com o consignatario Joaquini
Jos Goncalves Bellro, a ra-do Commercio
n. 17.
LEILPJI-
'i no
(menina de 7 anws) .
Piratas, vaqueiros, marinheiros ele.
O Io acto passa-se e Paris, e os ostros
Mxico.
POCA 18*8.
Denomlfiacao dos actos.
1 actoUrna excentricidadeamencana.Praca.
2o actoO bracelete. A scena representa as
ruinas do templo do Sol
3 actoO abismo. Grande e-esplendida scena
executada pelo Sr. Chaplen (Rocbedos.)
4 actoO veneno.Terraco na fazenda Mor.
r<\ 11' i
5 actoJustica de DeasFloresta americana.
Sendo este ultimo drama que a empraa popera
cena na presente estacSo dramtica, nao duvidon
flwiar tojos o eforcosra *ie elle sea exi-
ldo jBi toda a grandeia V; ex* PPapat0
queoadon.. Col.ar ts 8 horas.
LEILAO
ae lote de ferro fundido. 1 ro-
da cena denles. 1 cala e fer-
lamentas
HOJE.
as 11 horas em ponto, por conta e risco de quem
pertencer, no armazem da ra do Bmm n. ii,
por intervenao do agente Pinto.______________
LEQAO
EMft
Domingo 20 dejidhode 18&9
BENEFICIO DQ, ApVR.
COMPUIUA BARSILE1RA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 28 de junho o vapor
Porona, commandante o capitao
de fragata Antonio Joaquim de
' Santa Brbara, o qual depoijda
demora do""cosmine sepuir para os porta* do
1 Vil m
ros e engaja-se a
devera
iicommen-
dlse^Kirra^tawodiadas^a sahida as 2
N5 se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de medicao
Tudo qtte passar destes limites devera ser embar-
cado como carga. .
Previne-se sos Srs. passageiros que snas passa-
gens s se recebem na agencia ra da GTMfc W.
Io andar, escriptorio de Antonio
Azevedo 4 C
urna raobilia de Jacaranda composU de 12rfad( i-
ras de guarnicao, duas de bra?o, duas de balanco,
dous consolos e urna jardineira com tampo de pe-
dra, iun piano de Jacaranda detrescoraas e era
perfeito estado, urna mesa amarello elasca, um
guarda vertido s amarello, urna coniraoda de di-
to, um sof, urna jardineira e duas cadeiras le
braco, tudo de amarello, um servico completo de
louca aiipiueAMle cliinwa para janlar, um par
de *Delio arandae com moldura dourada eurper
feito estado, um candelabro de vidro, urna cama
ranceza de Jacaranda, diversas marqnezas usa-
das, um luarquczao, um par de consolos, nm la-
vatorio com pedra, um candieiro a saz, um par
de campotetras, urna gratara le mogno, urna
cama de ferro e miiitos1 ontros onjectos.
BOaE.
los Herculano Perekra Lisboa, temi de retirar-
se par a a Bahia, farirleilao dos movis cima por
nt'rvencao do agente Marlins, no armazem da
ra do Imperador n. 46, s 11 horat en ponto.
Luiz de Oliveira
IANO
SOUZA
nha de S. Miguel
LEILAO
de um crande viveiro de passaro
era
s difl
0 Secretario
Alexandre Rod igues dos Anjos,
eonw
Sexta-feira 18 do corrente, finda a audien-
cia do Dr. iuiz de orphaos. tem de ser arrematada
aescravacrioula Margarda, idade de 22 anuos, I mica
Para o porto cima segu eoiu murta brevidade
.opaucho portugaez/or^..^ por ,a ter prompta
PEDRO 9 ilEfELAO ruadeApollon.4. ,__________------^_
!'wF MaranMo
A H#RA DO OPERARIO 3&g6 a maior brevidade o palhabo-
Toma parte toda a companhif,. teBiii**mla reib.et^'^?rfr|1aq
Segue-se a internssatttb cansoneta co^- frele: Hilar comBUiWo Ji raaos, A tua
1 da Madrtr de Deus R. 1.
contendo por-
co de diffeceutes qualidades,
^ HOJt M
Peto agente Marlins m r
as 11 horas do dia. ..________________
Mi
LEILAO
De dividas na importancia de r.
3:6(53^482. .
0 agente Martina levar novamente a leilao pela
ultima vez as dividas activas da massa fallida de
Silvestre Pereira da Cunha, servindo de base a .ol-
lera de rs. 257*000.
sasasasasHsr
UA
HIJA
S M-O_______ .
Este importante estabelec__e_to m&an ganai^ tam setpre um sortimento sem igual,
e vende por precos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do preco das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.
" Compranse ouro, prata e pedras finas por precos muito ele-
Garante-se ser tudo de lei.
vados.
S-c
CABUG
uira
da ra larga do]
Rosario.
esqr
A loja est aberta at Os 9 horas da noate.;
\


Diario de Pernambuco Sexta feira 18 de Junho de 1869.
HOJE.
No armazem 4a roa do Imperador a. 1, s 11
horas do dia.
de fazidas avariadas e limpas
a 19 do corrente
O agento Oliveira Tara leila-S por nrdem de di-
versos, de chitas c outras tazendas avariadas, por
contt e'rlsco de quem pertencer e de poroto de
outras eni bom estado.
Sabbado I*
s 11 horas da manhaa, em seu eseriptorio ra
da Cadeia n. 4, primeiro andar, por cima do ar-
mazem de fazenda* do Sr. Barroca.
Dosde o dia 9 do-oertvuto e-te (unido am ca
Ira de nome Joaquira, baixo, grosso, olhos espan-
tados e eom falta de uro denlB da frente, levou ves-
tido camisa caira de algoflao da Baha, costuma
LEILAO
lio patacho Ingtex I? II xa c 4a-
c, > condenando |or iuna-
vegavet*. e de sen lastro de car-
v*o de podra cui Cabedello.
Parahyba.
Jos Emncisco de AtUayde e Mello, agen-
te de leudes esta pracs, autorisado pelo
Sr. John Mitchinson, capito do patacho
inglez Eliza c Jane, naufragado nos bai-
xos de Lucena, nesta provincia, no dia
30 do mez prximo passado e presente-
mente fondeado no porto de Cabedello,
far leilo do dito navio com toda a roa
mastreacao, vergas, vellas, cabos.* cor-
rentes, ancoras ele, qiw ti ver a bordo,
como tambem urna laucha- vendendo-se em
separado smente o lastro de carvo de po-
dra, constante de 43 toneladas. Ter lu-
gar o leilao abordo do me$rao navio em
Cabedello no dia 19, do crreme as II
horas da manhaa, na presenta do HUn. Sr.
vice cnsul de S. M. Britnica e ser feito
por conta de quom pertencer, pagando o
arrematante os direites isc-aes e cbco por
cento de corretagem.
Parahyba H de junho de I8C9.
agente,
Jos francisco de Alhaifde e Mello.
I
de ferragens para fechar contas.
Septinda-lcira 81 do corrente.
t) agente Pestaa tara Mae por eonta e risco
de quem pertencer o para fechar contas de diver-
sas ferragen-. como espingardas, (echaduras, ca-
deados, castlcaes, palmatorias facas, tachas, ngu-
Ibas francezas fuado doarado cumio boas e outros
artigos, os quaes sarao vendidos em lotes no dia
cima de segunda-feira 21 do correntu s 11. ho-
ra da maulua, na ra do Vigario armazem
n. Ui ____
L
Da armaro, gneros, gaz e pertonros do
armazem da Allianra ila ra do Impera-
dor n. .ri7.
O agente Hartiaj far leilii a requerimento do
depositario da masca fallida de lio Ferreira da
Costa Soares e por mandado do lito). Sr. Dr. juiz
especial doeonmi pertenecs do armazem Mlianra a. 57, ra do
Imperador, i mn >m mais lotes.
Segnnda-ferra 21 do crreme.
As II horas do dia no mesmo armazem, os
prelendentes podera eutender-se cora o referido
agente sobre qnalqacr informacao.
AVISOS DIVERSOS.
tiui: "m'mM
ou
IRTE MVIMTORIA
PE
Madame Linck.
Collecco de novissimas sorles para as
noites de S. Joao e S. Pedro, 1 volme n-
tidamente mpresso, liOOO, a venda no
bazar acadmico ra da Imperatriz n. 13,
ena inesina ra no Caf Imperatriz. K
tim dos meUiaree iivros de tortee esco hi-
dos para divertimentos da prsenle epocha;
contendo, alera ras interessantes sortes,
diversos ingmas em lingnas pstrangeiras.
Faz-se bolos para S. Joao e S. P?dro com
mestria, promptldao c limpia : no pateo de S
Pedro n, 26.
1-

Ama
Prccisa-se de urna ama gara cosiuhar : na rna
Nova de-Secta Rita n. W^epindo-aBaar.
Na ra do Bango] n. ?!), precisarse de nina
ama para o servico.mifn8. le urna casa : quem
estiver neslas nindr^#es'ffef90t.--w.
app: riicer aquj no Recife ni ruad Concordia:
quem o pegPpoder4 Itarado ao Arraial, sit do
capio Vianna, que gratinciir
Pedidla polica.
Tundo o abaixo assignado entregado hontem dous
bahs e urna trouxa de roupa suja a am matulo
Sue disse chamar-se Antohii Francisco para con-
uzir desta cidade para Jaboatae,aconloce que nao
s6 nao deu conta destes objeoto8,oomonm mesmo
.ipparoreu no dito lugar, por isto pede o abaixo as-
signado as autoridades poli?acs a apprchensao do
ditos bahs, que sao de coun, com quatro e mci<
palmos cada um, sendo um novo e outro nsado.
indo i-heios de roupa do homem e senhora ; den
tro de um dos bahs ia um |>equeiio baliiisinho de
flandrcs, contendo um relogio de ouro patente
suisso, um alfinete de peito, um trancclim, brinco'.,
metas e outros objectos.
O malulo de cor pard, escura, moco, com
pouca harta, magro e allurS rc?ular ; disse conhe-
cer cm Jaboalo diversas pessoas conhecidos c
auiiios do aimixo assignado. Hontem moMiir. quan-
do as 4 horas da tare o maxo assirrnado eom ua
familia se dirigi em api carro para Jaboalo, Ms-
sou polo mesmo matnto no atetrrb dos Afoga s o
qae l.^-a o abaixoassignado a crcr que ello inora
nos suburbios dos Afogados ou Yarzea.
Ai.ipreliendidos os ol!jecti podem sor eiilregnes
ao abaixo assignado om latnao ou ao Sr. Joo
liiiiz Viannana ruados Quarteis n. 22,nesta ci-
dade.
Reetfo 13 de junho de 188}.
Joaqun IxtureHQO de Burros.
"rriLin
N^STA ANTIGA E CREPITATA
FABRICA

^a^&acDQ as 9(i)a
IICIITIA II
. C0MPAWH1A
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
KE1;IFjE A* 4)II\DA.
Precisa-se comprar para as obra* dos
trilitos urbanos para Olinda fl Beberibe 7
ou 8 mil sotipas. Qaem pretender tisse
fornecimento pode apresentar, ate o dia l.*i
de julho, sua proposta em carta fechada
ra do Commercio n. 3 2o andar, es-
criplorio da companhia, declarando os pre-
ros. As stipfls (kvem ew-de 3 ii ni.,
-25 de corapruflenfc, 2 a UO centmetros e
largura e 12 a 15 de grossura, < das segui-
ntes madeiras : sicupira, etobiriba, maria-
prela, barab, amena ou pinho oreosnui-
dirigidas ao
Superintendente,
*- mAr Pop* ....
RA
CIIITIITIIIITI 101 CI1PLITI IDI1I1IRTI II
WAUtl B SOL!
De todu as qualidadesl
De todo os feitios I
De todas os preos I
- r -
DO CRESPO N* 4
O baebarel Francisco Sdilort''Tapires Lima
abri oscriptorio de advoeacia ;i rnado lni|M-rad<;r
n. :I9 (entrada pelo becco n. II), encarrega-se eom
zelo e aclividade de qualqiicr inibalbo inherente a
sua prolissao, com espenalidade as qucsles cri-
mes'e commoreiaes.
LiUlIMCO
Liquida de preces
reduzidos, na ra do Crespo n. 17
\ DE "
jUTIIIS GIWABAES &
Camisas francezas e inglezas de todas as quididades.
Ditas bordadas para senhoras.
Saias bordadas para senhoras e balos de todas as cAres (novos).
Hicos cintos de selim com enfeite da mesma cor para cabera (novo gosto).
Muito sortimejilo de lengos bordados, fronhas, bicos e rendas, tudo da trra,
bom goslo, e ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados, fazenda de gosto, proprios
para casaniuntos, e vestuarios de baptisado de mnito gosto.
Alpacas lisas de todas -as cores, fazenda nova.
Bicos cortes d vestidos de b'onde para casamento?.
, Pompolipas de linho e seda, gosto inteiramente novo.
Sedas de todas as cores e de lindos padrees.
Selim macu branco e gorgorito preto, grosdenapoles |de todos os prtcos e
qualidades.
O atjMxo^astJgnado faz scionie aos seus de-
vedores que nao paguem a pessoa argrlrna pe se
aprsente em seu nome para receberem, e smen-
te pojem |iagar ao mesmo abaixo assignqdo.
U nmingos Francisco Hamalbo.
Precisa-se altigar Um primeiro ou segtmdo
andnr <|trt oe*o o cpio Ci3 na ^WglIPra itp
Sanio Antonio : a tratar na ra da Cruz, armazem
11. 3S, das 9 as 3 horas da titrde ; ou ua ra dos
Ossos DS. 22 e 2i,a qualquer hora.
I
BOU ilGOCIO
O commeridador Tasso,
leseja alugar por mdico
prefo- as baas e aboga-
dos do seu sitio do Co-
ronda, s quaes vio dea-
de aponte da estrada no-
va de Beberibe at quasi
a esti-dUd \ciuu ao lugar de Agua Fra,
comprehendendo urna grande ilha, qual
assiin como as referidas baixas se prestam
muito a plantaro de captm, arroz e qual-
quer outras plaas que percisam de trra
fresca todo o anno.
O referido commendador nao duvida fa-'
zer arrendamento desses terrenos e alaga-
dos por G ou mesmo 9 annos, e dar um
anno de-fogomorto a quem der Ganga
idnea c se obrigue a rotear os mesmos.
Gymnasio Campestre
E' ao Sr. Procopio de Sena Santiago,
ponto deste tlieatro, que s deseja fallar na
rua Direta n. i3, a negocio qae im Ihe
defg 9tr estrantw.
Alega se a kta do sobrado n. 32, sita na pra-
ca da Boa-Vista
esabeJeciraento
n. 30.
tendo comowdos para qualquer
a tratar na rua do Alecrku
de ums ama : na rua do Fogo
Ult IIELEITE
Precifa-se de urna ama de leite, prefere se a
niulhcr livre e sem lilho : na rna das Cruzes n.
35, i andar.
Criado
Precisa-se de um criado fiel e diligente, livre ou
escravo, para urna casa de familia : a tratar o
rua Bella n. 37, sobrado de dous andares.
O abaixo assignauo participa ao respeitavel
publico e com espeeialidade ao corno commercial,
que tendo de retirarse para a Europa a negocio
e temporariameiwe'deixa na gerencia do seu esta-
belecimento sito a rna da Cadeia n. 36, o seu cu-
nhado o Sr. Carlos Freso c o Sr. Leonardo Anto-
nio do Espirito Santo Porto, competentemente au
torisados e habilitados para este fim. toga-se
porlanlo aos seus amigos e freguezes que conti-
nen a dispensar a me-ma confianza, com que
sempre se dignaram hnralo, certo de aue suas
ordens sero executadas com zlo e aclividade.
Francisco l. Caris.
Precisa-se
p. 31
Na rus Direila n. 2, leja de funileim, ou no
povoado dos Montes, precisa o abaixo assignado
emender-se com o Sr. Mmoet Cssto n mn a
negocio de seu interwe ; isto no praso de tres
das. Recife 18 de mato de 1MR.
ledro Dnanc Rodrigues Franc
A FI,K IM> FUMO
O
e
AMSO AOS AfllKCIADOBES
DA BOA FI'MACA
------DA FLOR DO FIMO------
Acabam de ebegar novas
remessas de fumo picado,'
e cigarros especiaos do
tabaco do sei tito do Para
e Amazonas preparado por
Jos Julio Sampaiu Firs,
(do Para), premiado na
exposiejio nacional, vnde-
se cm seu nico depsito
um Pernambuco, praga da
Independencia n. :19, loja
de Porto A Bastos.
s
IB
9
9
9
A FLOR IM lino
ir
Em S. Jos do Manguinho, sitio n. 3, antes da
igreja, precisa-se de duas anas, una que soja boa
engommadeira e outra coainheira, para pequea
familia ; paga-se bem agradando.
PreoigH-se de una ama para todo o servico de
casa de urna familia composta de tres pessoai : na
rua Bella n. 3.
CLUB FENAMtOANO.
A partida do corrente mea, ter lugar na
tioite do dia 19.
Est para alugar
a casa e sitio com commodos para grande fami-
lia, em Bem-Fica n. 3, a segunda espois da ponte
da Passagera : a tratar na rua da Cade n, W,
botica.
Da-se sociedade em um estabeleeimento de
molhartos na melhor localidade desta cidade, a
urna pessoa que entre cora algum fnndo par o
mesmo, c que lenha couheciiiiento do negocio : a
tratar na travossa da Madre Je Dos. o. 1.
proessor de latim da fregnfezla de S. Jos
Jostu cidade, abaixo assignao, declara ao publico
que coiMnrta a lar abena a umlriciija- -de sua
aula : 'qvm se fltrizer 'matricniar na-mesma, A-
rija-e ao sobrado o. 5, no l.-tfgo da ri eir da re-
ferida froguezia.
-Ha-noel Fr-aueisro Coelht.
Jos Aptoni* ajoreira, nenbomd pe* prova de
amisade que Ihe derjm seq ujirenas e amigos, em
assistir aiis sq(Tragi|B e aqnadn|r i
publico os rectos morhies ie tum ^iftsadissima
consorte D. Luzia Antonia do Espirito Santo Mo-
reira, vem polo prsenle agradecer por si e em
nome de seus innocentes fllhos, e de novo convida
aos seus ua rentes e ainigns a assistir a missa do
stimo dra, que ter'Mfar na matriz de 8. Prei
Pedro Gonealves do Recife, sabbaae 19 do corren-
te s 6 horas da manJjaa.
lecisa-se coprar awa*^ty(Bgrapliia em
ponto pequeo, saadji os ttpos aovoa, assim como
o prela : quem tiver para ve 4er dirija-se a rua
do Crespo.n. 20 B, loja. Tambem precisase con-
tratar um typograprro e um impressor para fra
da provincia, devendo entenderom-se na mesma
asa.
na i'ii \o\a n. S9, loja de fcr-
ra^ns de Soiizii k (iHiiiiares.
0 proprietario deste estabeleeimento avisam
ao/oi|KJ(avel publico que exiiitom a; amostras dos
maia-lindes ogos artificiaes para os festejos dos
dias dos gloriosos Santo Antonio, S. Joo e S. Pe-
dro, das nielhores fabricas desta cidade, assiai
eouw diversas qualidades de fogos cbinezes, pro.-
prk para senhoras o wianris, compreJieudendo
remiterio I teaibem moa nova quaUdadeile traques america-
noe, os quaes admira sua hondade pejo. seu pe-
queo taiuunho, ojjue s com a presenca dos com-
pradores, podwo eeTtilcar*i: da verdad*.
"Precisa-se de urb-feiror paratim-itio,
que seja morigerado e d. conhecimento de
sua conducta: no sobrado n. 2, que foi do
finado Manuel Custodio, oo caos de Santo
Amaro.
Dase i:000 apremio com hypothcca em
bens de dobrado valor nesta cidade : na rua No-
va, loja de ferragens n. 31.__________________
SOCIEDADE DISSOlVIDl
Os abaixo assiguados lazem sciente que
as soiiedades mercantis, que gyravam nesta
pra Simpson, Broad & C. forana amigavelmente
dissolvidas desde ll de rnaio prximo pas-
sado, retirando-se de ambas o socio Willi-
am White Broad, e ficando exclusivamente
i cargo do socio Peter Simpson, sob a nova
firma Simpson & C. na Babia, e em Pernam-
buco, as liquidjgoes de ambas as socieda-
des. Babia, 8 de junho de 1809.Por pro-
curarlo de Peler Simpson, Thomaz Whar-
rie.WUtiam Wliile Hroad.
Peter Siujjpson faz sciente qrje, tendo
dissi -Imeote um 31 de maio
prn- sociedade mercentil que
,'yravajH Kirara sob a firma Simpson.
Hr,; ihratido-se o socio William
WliiteBrbad : sua casa commercial conti-
nuar a gyrar sob a nova firma de Simpson
eC.
Pernambuco 14 de junho de 1869.
Precisa- se de urna ama ion a cu escrava,
para a casa de familia, a tratar na rua do
Queimado n. 69.
As econmicas e importantes machinas para
cortar tofocha* de todoe os iamim* : sempre a
venda na rua Direila n. 84.________
Precisa-se de urna boa ama de leite sem fl-
Iho : informa se na rwa Augusta n. 60.
Acha-se fgida ha oito mezes a pi eta es-
crava, de nacao, de nome Maria.eom 40 annos de
idade, baixa e cor lula, consta que diz ser forra, e
anda,venciendo na freguezia da Boa-Vista, com
urna bandeja pintada de encarnado, com que
fugio : gratifica-se bem a quem a apprehender e
leva-la a rna Imperial n. 103.
Deseja-se fallar a negocio de in-
teresse a rua do Crespn. 17
Aos Srs.
Paulino Ferreira da Silva.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Francisco 'ereir de Arruda Cmara. (Sr.
de eugenho.)
Manocl Jos Fernandes Barros. E ao met
especial amigo o Sr. tenete Pedro Segun-
dino Barbosa da Silva. (Sr.. de engenho.)
No armazem alfandegado da na do
Apollo n. -'(i de James Ryder A C. armaze-
nas-se fazendas as seguintes condieces.
Fardos 800 rs.........)
Caixas 640 rs.........) por tres mezes
Fardos de estopa a lc5600.)
Precisa-sede urna ama que tenha bom Sf
leite ainda mesmo tendo filho, forra ou Sr
escravj, paga-se bem o trata-sc a con- 85
tent de quem se prestar no Hangui- |
nho n. sitio em frente a estacan de S. S
Jos, eaminbo de ferro de Apipucos. g|
'iiiaiaiQiiiHa
Festa de Santo Auto-
nio na matriz do Cor-
po Santo.
O thesoureiro da dita festa julga nada dever a
pessoa alguma tendentes a mesma,festa, e se al-,
guem se julgar credor aprsente suas conts ao
Sorteiro do arsenal de raarinha, que ser aalisifeito,
as 6 horas da manhaa as 6 da tarde.
O thesonreiro,
__^^_______ Antonio Jezuino Marques.
AMA
Precisa-se de urna ama livre ou escrava,
de bons coslumes, que saiba bem coainbar,
para urna casa de familia. Dirigir-se roa
Bella n. 37, sobrado de dous andares.
Precisa-se de um Irabalhador de padaria :
na rua do Hangel n. 9.
AH
Precisa-se de urna ama para
prar para casa de pouca familia
do Ijvramento n. 2i, loja.
eozinhar e com-
a tratar na rna.
Furtaram no sabbado, 13 do corrente, por
volta de 1 Ifz hura da tarde, da rua da rVaia, um
cavallo castanho amarello, com os 4gnaos seguin-
tes : castrado, de tamanho grande, tem es qua-
tro ps calcados de branco, obra de 4 dedos, tem
de 9 a 10 annos, tem a cauda curta e rapada de
faca, nafego do quafto esquerdo, tem ama meiu
cinta de burro na anca, umbigndo : quem o
.pegar ieve-o rua da Praia n. 43, taberna de Ge-
nuino Its da Rosa, que ser recompensado.
m LTORIO MEDICO CIRl RlilCO
FOGOS
Ama
No largo da matrte de-Swito Antono .
gundo andar, prwisa-se de urna atM.
Ama
Na rua da Praia n. 33, 2* andar, precisa-se de
urna mulher de bons costumes que sirra de ama
para o servico interno de casa de pouca familia,
ou alguma escrav para iyial servico._________
FOGO!
Quem nao conhece o Laboro
De chapeos nho garto,
Cangalhas-no pripnantorio,
Paleto! usado e rato ?
File e a sua deidafe
Descobriram nova mina,
Formando a sociedade
Adriano E' um casal multo etique,
Ja pode rodar a quatro ;
Ella ganlu no Quique
Elle aportado Ibeatrft.
Se o Liborio lampeiro,
A socia nao ica atrai: r
Qual ganitir mai< dtdbasro
A menina ou a
D se -l:UUOi> a pretaio em casas nes-
ta cidade ; no escripia delta typogra'phia
se dif.
AO PUBLICO
DR. P. A. LOBO M0SC0S0
3Ba da Gloria sitio do Fundao3
flflltt M AMBOS 08 m
Coosdtas todos os dias desde as 7 horas da manhaa at as ti.
Visitas tm *asa doa doeotes de 1 i horas em diaate, em caso urgente a qualquer
ora do dia ou da noite.
rapaz I
Chica Cardoio.
O Sr. Jos Joaquim de Farias Goimaracs tem
ama carta viada do Porto : na rua do Vigario n.
19,1 andar.
C t^atao & C. estabelecidos com pharmacia
rosarla roa dawpmtfiz m, n
sentar ao publico a ffaafle redaeeeo de
flzensn nos sens wedteninetitos em rwa^ae sos
demaie que se vendem, garanlindo se a boa qua-
lidade c ni.tando-se entre olios os sagutalos :
Uenr anti-syphitieo #o Dr. ltieord, tiOOO -ama
fraseo, loiiK brasilero de Sahizar,'nli-dariruao e
de ana cura nrompla e in llivel para caspas,
empl,S9P' ^das aftv c. a i 000 o-fraeo, xa
rope babauieo peilorat lirasileiro, nasa ifanafa
por 1J0GO, dito iieiteral de rabo do lat. jmnito
conaaaido palos seus mUagres a IjJte ganara,
xa rape peitaralanti-asthniaticM de paracary, urna
manta por 1<000, ptelas an-asthmaticas d*
mesma planta, a eaixa por IJtOOO, nica pharma
cia em que ha estes medicamentos, xarope de ju-
ra beba simples a 14000 a garrafa, dito ferruano-
so a 1*300, plalas de jurubeba simpUs 140111
urna caixa, e ferruginosas 1*310, vtnho de juru-
W imple i#60 agarrafe* a>nrua>aBa^O%
xampe pertoralde fed%so* 'rflsO'a fdrrWa.
Alera de todos estes perpara sortimento de medieameotos, iroductos cbimicos,
J pbarjnaceuticos, cujas qualidiides j sao muito
ceahaaidaa dos UactraaV* mekem- d'aata dada
e do puWtco em feral, asshn amnea eneontrar- 4"*
se-ha inmenso sortimento de erogas m .qttanti-
dade capaz de aliar para esta cidade e pera o cen-
tro ; prevenindo-se aos pintores que aeha/ao^em-
pre um complot* sortimento le Untas de varias
cores e de todas as qualidades, por oreos razoa-
veis; e em porcao far-se-ha ainda abatimealo.
Esta pharmacia continua a alirir-se a qualquer
hota da noite, para aviar receit
NSo se recebem chamados se n5o por escripto em que declare o nome da pessoa
toda rua e o numero da casa.
.ia
Espeeialidade em partos, operarle*, molestias de JWlaere e meninos.
Cura*aaieal da* Bteteca venreas, e dee oalawinnaaatos da uthera.
Curas radical das molestias do tero, como ulceras, flores brancas, amenonia
aegetacoes e catartho, etc etc. %
Recebe-se eacravoe para tratar de molestias^m pra'cardbes qualqoer operaco
Arorgica. Dieria llOfJd^icepto as operacoes.
Os memores remedios honeopathicos conlnldos. m por precos muito com-
moos.
Na amiga fabrica de fogos de artificio da viova
Rufino, existe um completo sortimento de rodl-
nhas, craveiros e pistolas, objectos proprios para
os festejos das noites de Santo Antonio e S. Joao,
todo por coinmodo preep, e como seja a fabrica
distante da cidade, as pessoas que ouizerem fa-
zer suas encommendas, podero leva-las no arma-
zara da 1joia aujarella, no oilao da secretaria da
polica, onde tambem achara as amostras.
ATTENCAO
Delmro Gaudencio Ribero Pessoa dexoa de ser
calxeiro do armazem de drogas da tua Ho Impe-
rador n. zi, desde o dia 8 do crreme. Recife 17
de junho de 1889.
Nos afcaiio assignados deaicramos a tuti te
mundi qaa a publiracao cstaaapada no Diario de
hontem, asaignada pelo galo neo, nao se refere
ao Sr. chora minha aniga, natural de nosaa saata
terrinha; pois que este nosso amigo, tem como
nos, un posicio social.
Sism Muniz.
Urbome. -%
Florentino.
Pulceira perdida
Tcndo-se perdido na noute de 14 do
presente mez.nasimmediacoes do theatro'de
S. Isabel, urna pulceira de ouro, conhecida
por pulceira balSo, seotio de dezanove
los, inclusive dous pequeos engatados
uns aos outros; pede-se aos senhores ou-
rives de nao a compraran, e a qualquer
pessoa que delta tiver noticia de participar
no Largo da Assembla n. 9 que ser re-
compensado.
Prccisa-se de una aaiaaaptiva ou foreaspara
cozmhar e engoramar : na rua de- S. Francisco
USA DA FOBTDM
Aos 4;Q(m
Bilhetes garantidos.
i na do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado tendo vendido nos senaniuj-
lo felizes bilhetes garantidos 2 guarios n. 1989 com
a sorte de 700*, 1 nioio n. 33U0 com a sqete de
20,i. e outras multas sortes de 100*, 40* e
10* da lotera que se acabon de extrahir em be-
nelicio da matriz de Muribeca (109"), convida.aos
possuidores a virem recebar mu respectivos
premios sem os descontos das leis, na casa da
Fortuna rua do Crespo n. 33.
Acham-se a randa, os da 7* parte da lotera
beneficio da matriz de S Loureqgo da Malta (lO*!
qpe se extrahir sabbado 19 do correte mez.
Precos.
Bilhete.....4*000
Meio.....000
Quarto..... 1*060
Em porcao de 100* para cima.
Bilhete. .... 3*500
Meio......1*750
Quarto..... 875
________________Manoel Martas Fitua.
Faz-sc todo negocio com um terreno situado
no lugar Guapeba, *to da 'flloria do ftiil, en
cidade da "Victoria : quem pretender pode dirigir-
se rasa n. 54 da rua nova de Santa Rita.
AmaitkMe
Qnnpracisar de urna ama de leite, dirija-se
1,1* andar.
11 Rm. esreita do Besarie-ll
Est novo e raodeijo. e^belecineoto, teqdo a.berto ao raspeitavel Dublico este ele-
gante e bem fornecido botei qao sltonto -n'uii .poaifao iotaianaulte audawl, e leo-
d constantemeate sombreado p^tos doces ejbyaos da Urde, torna-se Drefevel qual-,
r outro d'ette geaero, asttK>eorisw nnis neeacurias o genero neionatali-
mento do corpo distracio da alma, e ocego de esuiritp.
Mo aoataMto-nrree una casa de pasto moho profuta, ia prtmeira ordem ; no
primeiro andar, sala da frente, um exeeUete bilhar de mogno, para divertiraento. iala
de tras um restaurante da priraeira orden. Quanto ao asseio e bemfeitoria das comtido-
rias, o deJiado mode do pessoai o> esUbeJeamento, p/mptid5o e ccjnmadidade, s6
aos HraaTtt concorrwHes ade faxer JMtica. i
FMH6 fllitffftffj afttt *^ttJftr \W fjmYi ^V TfldC0 QT di;
Antonio Goncalres de Azovedo, Mareolino
calves de Azevedo e Manad Jos Monleiro IV
rogara aos seus amigas, eaoa do sea socio
Beato Para, fallecido na cidade de Caruar, o]
ridoso obsequio de assistirem a missa do
dia, que por sua alma manda m celebrar de
10 do torrente, na matriz de Santo Antonio,
8 horas da manhaa, pur cujo favor antwipamj
gratJdao aquatles.que-seOiiinarenj eampareeara
'" po e ret*
o proxiffio vapor, \
do norte, tem do chegaf a esta capital o respeka-
vel Sr.'Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
. Em toda parte cnafe sate eaaatotinctissimoane-
dico, nao se esquece de empregar seas esfoaea
.rneln-sana wrn^tarWann^r.idainnantete Progwssns da nommpathia e da |
Na ruaiDIraita n. 36,
obraias muitevem conta.
" '-------------------
vendem-se hostias e
fra : na rua da Cadeia n. 10.
-- PrcjMt*sde um Cattor para o servico a en-
genho, prfere-se que seja portuguez : na rua do
Pilar a. 127. '
No Marataho aata Mfe da p
muito bem eoordssado9 pranso
tes; tambem um livro para apanti
Precisa-se de urna
--"--"-"----
c. Ctto c. aocoatia^se eseeteaU sorana, refresn, cafe. *ta eige u-aajam wm) Me*.
ama para engommar< naii ,_,>&
S^a^wmpunSoo^
upanhaiiuiaaippi
symptonias, para o nao de todaLas pessoasapae
u indpensarel a qOem a quizer ara-
3AJj|fjVera seguranca, a se acha a reada aa afar-
1 nana especial homaemlhica, rua Nova n. JJjV-
Gontinua-se a vender os melhores medicann-
scolbe-
Garane desu pharmacia.
i
l
i


Diario de Peraaiobuco Sexta feir 18 de Junho de 1869.
.'
I
A ESMERALDA
i
>**V-
\M4 DE HITE
Aluga-se urna motila d*18 auno*, etcra
va, cora bstanle leite e de primeira crian-
ca, rauito sadia : tratar na na lo Quima-
do n. 19. segundo andar. l
tira,
CO-
Moreira Duarte & C, tendo feito urna
completa reforma no seu estab eleeimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem viudo a esta
prapa, e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e po-
dras preciosas
N. 5 m M (M\5
coeitaru dos mam
16RA DA CRUZ16
S. AWTOSIO, S. JTOAO E S. PEDRO.
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, podins, paes de l, bollo inglez,
presuntos, ditos eiu feambre, pastis de differentes qualidades. Papis para sortes,
boWos simples e enfeitados, amendoas confeitadas e confeitos. Vinhos finos engarrafa-
dos, superior cha Hisson, preto e miudinho, fruda em xaropes, ditas seccas e christa-
lisadas, assucar candi, xaropes refrigerantes.
Recebe-se encommendas de baudeijas para casamento, bailes e baptizados, cora
bonitas arrpaces de assucar, sendo estas preferiveis. as de papelao: bollos etc., paes
de l eufcitados, qualquer encommenda para fra ser bem acondicionada.
15ra da Imperatriz15
CONFETARIA E CAFE FRANCEZ
ORVET DE CREJflE
TODAS AS QINTAS-FEIEAS E DOMINGOS
Caf, cha, chocolate e bolos todos os das desde 9 horas
da manha.
II
Precisa-sc deduas amas par* engoipmar e tra-
lar do ama criaca. ou jara onzialiar : aa ra
los Pires, taberaa' n. 4, so dir quem qiier.
Ama deleite.
No largo do (armo n. 1, precisa-se de na ama
<|ue tan ha bstate leite, rIo se Mi* a preco.
Precisa-re k nina ama pra survico decapa
de pouca familia : no boceo d* Cacimba n. 2, eui
frente a ra do Vicario, 1 andar.
Na ra da Odi ia do Hociie ri. iiti, primeiro
andar, deseja-se saber quem wsta praca o cor-
respondente de $(. Francisco Fernandas Vieira,
da Tilla do Saboeiro, provincia do Cear.
O abaixo asignado declara s pestoasguo
tcm cuntas anlifas em seu estabelecimento, o -ni
que as tenha.liquidado, por ifcs que lenbam ido
as deligeiirias empregadas para dito fim, |ue uo
prazo de 15 a 90 das as venham saldar ; porque
depois do referido praio, vr-se-ha (oreado a pro-
curar os meios judKiaes para a liquidacao delta-.
Recd, 26 de maiu de 1869.
_______________ Miguel Gomes* Sil vil
Ha una carta viuda do sul para entregar as
Sr. alfrez Temoliao de Albuquerque Maranhao,
morador em 9. Looreaco da Matta ha seis mezes -.
na ra da iinporatrii w. i, mrmaiem da molnadc-F.
O aritos arlo
Alfonso de Altoquerqne Mello inudou o en es-
critorio para a ra das Cruzes n. 37, detronle da
typographi do Diario.
Caixeiro
Pnecisa-sc de um mentho de 12 a II annos de
idade, pararaixeiro de nadara, com pratica oh
sem -ella : no paleo do Ton;o n. 38.___________
Kiii urna casa de faruiba, a ra cstreila
do Rosarioji. 33 Ioandar, fomeoe-se come-
dorias para ra, mandando-se levar as
casas que nao ti ver m portador, e garan-
tindo-se o aceto, promptidip e commodida-
d no preco, portento convida-se aos Srs.
estudantes negociantes a honrac-nos com
ai suas assignatnras.
u. rrancisca Manados Sa>w> r^i.
tonio Alves Forrara, Pemirdioo Altes Perreira,
convidam a todos os seus prente e pessoas de
sua araisade, para assistirem urna missa i or alma
de sua fllha e rala D. Luzia Antonia do Espirito
Santo Moreira, na capella do cemiterio, sabbado
20 do corrate, ilude ja agradeccm aquellas
IH'ssi'as qne so acharan prvenles.______
- ODr. Ermirio Cnntinho, reside rua
da Cadeia n. 6i, onde tem aberto o seu
consultorio rae tico, e pode ser procurado i
quaiqoer hora para o exercicio de sua pro-
fisssao. ______ .
triada-
Precisase de urna criada para tratar de cran-
cas e sahir a passoio com ellas, e tambem lavar e
cagommar : na roa do Queiinado n. 90, andar,
sendo a entrada pelo largo de Pedro II________
Precisase de urna ama para cozinhar e
comprar : na ra da Cade i do Recite n. 51.
Hospital Portuguez
O provedor do Hospital Pcirtuguez re
Beneficencia em Pernambuoo ve de nova,
e pela terceira vez rogar, pe diado por es-
pecial obsequio aos Srs. assocrados do
mesmo hospital para que tenham a bon-
dade de comparecer domingo 0 do corrente
na sala das suas sesoi* s H horas
da manha, afim de em reunio extraordi-
naria se considerar e deliberar sobre
propostas que.lem de alterar a'gumas. das
ilisposicoes dos actuaes estatutos. Rccife
IG de Junho de I8G9,
O provedor.
Francia Joio ik Barros-
Compra-se
onro e prtta o podras preciosas, do arco
% Con^ifiio, na toja da-durivea no"Re-
clfe1__ w *7r wr *^
Vendeni-se dou* btiuitos escravos, um mo-
leque de 16 atoo, bom coznheiro, e um cabri-
nha de 10 annos : no tercelro andar do sobrado
n. 16 da ra das Gmies.
I
Compra-se moedas de ouro e prala, bem
como libras sterlinas por maior preijo que
em outra parte: na ruado Crespo n. 16
primeiro andar.______________________
En casa de Theodoro Simen AC.
compra se a bom premio;moedas da prata
do cunho velho: Recife, largo do Corpo
San'o n. 21.
VENDAS.
Lava-sc o engomma s; com todo o aceio e
proiiiptdiuve.por comtaodo prpjo : atraz da nia-
triz da Boa vista n. 2'J, primeiro andar.
COMPRAS.
Compra-se urna escrava de mola idade. que
saiba cozinhar e bem : na praca da Independencia
n. 39, se dir.
Compra-se
barris vastos de banha americana, que csteja em
bom estadq : na ra das Ctvzes n. 7.
Moedas de prata do cunto antigo, cimipr.'mf
se por proco alto : na ra do Cabug n- 5, Ioja
da Esmeralda.
- Ouro e prata em obras velhas, assim
como brilhantes sendo de primeira quali-
dade; corapram-se por maior i rer.o que
em nutra parte. Na loja de joias (Esme-
ralda) rut do Cabugil n. ii.____________
COMPRA-SE
urna carroca, de caixo, de duas rodas, com
cavallo earreios; quera tivere quizer ven-
der annuncie por este Diario, ou dirija-se
ao sobrado n 2_, qne foi do fallecido Ma-
noel Custodio no caes de Santo Amaro.
_ 4sa praca da Independencia n. 33, loja de ou-
rives, compra-se ouro, prata, e pedras preciosas.e
tambem se az qualquer obra de encommenda, e
odo c qualquer concert._________________
0 niuzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos' mais vantajosos do
que em outra qualquer parle.
Taberna
Vendc-se a Liberna da na da Concord a n. 94.
a qaal est bem aTreguetada e tem poucs fundas
propria para algum principiante; o motivo d;\
venda dir-se-lia ao pretondente em partlenlar : :i
tratar na Ponte-Velba n. 14 das ti as H da ma
nliaa e desta liora env dnmie n'esla. l\pipraphi:i
Com dinheiro vista vende-se o .--itio Liman
na povuacao dos Montes, ao pe da stacao de Una:
a tratar com Jos Paulo do llego Brralo, na villa
do Cabo.
Folba de FlaRdres
no armazem de Silva Barroca, ra da Cadeia nu-
inero i. ^___________________
Vende-se a verdadeira graxa do bem conhecido
abricante Day & Martin n. 97 : no armazem de
J, A. Moreira Dias, ra da Cruz n. 26.
Focjo, fogo, e mais fago
No largo do Carino n. I, vendem-se fojos de to-
das as qualidades para festejar o glorioso S. Joo
e S. Pedro, por nreco commodo : na mesma casa
vende-sc massa secca' para bolos : so no largo do
Carino n. 4.
Farinha de maudioqa
Vndoin-*e 800 saceos por prego razoavel : aj
tratar lia travessa do Qucimado n. 18 B. loja de
Maia & Landebno._______________________
""FARINHA" de
MANDIOCA
Superior farinha de mandioca rocente-
mentc chegada de Santa Catharina, vendc-
se apceo enmoto a bordo dobrigue alle-
mao una, tundeado defronde do trapiche
do Extn. Sr. bario do Livraraento ; a tra-
tar a bordo do mesmo, ou no escriptorio
de Joaquim Jos Goncalves Beltrao, rua
do Commercio n. 17.
Batatas baratas.
Vendem-se a 800 rs. o gigo : na travessa da
Madre de Dos n. 16.
Quera acbou un oculo de armaco de ouro, e
uueirarestitui-lolaodono, leve ra da doria n.
94. que ser recompensado.
Precis^-se
do um necro escrava par;, todo wrvico : oo uo-
tel Centrf. ra larga do Rosarlo n. 37.
Em casa de THEODORO GnMSTI-
ANSEN, ra da Cruz n. i 8, encontram-se
eflectivataente todas as qualidades de vinhe
Sordeaux, Bourgogne o d Rbeao.
orno e i'Rvrt
Compra-se raoedas de ouro.e prata e
bem como libras sterlinas, na ra do Ca-
bug n. 9, relojoaria.
HMOEDAS
de:
OlllO E PATA.
Compramrse, offerecendo-se mnito maior van-
tagem ao vepdedor : no Cora<3>o de Onrn n. 2B,
ra do Cabug.
Compra-se urna ne_rBha de 9 a 10 annos
de idade : na ru do PireM> f >
Papel para ejubrulho
Comprare-papel .para ewbrulho, a luja
do Pa-vSo* ra da hupiwalriz a. CO, de Flix
Pereira,4a Silva.__________
Compra-se urna asa terrea nesta dade,
assim como um escravo* urna escrava at a idade
de 40 anuo: a fallar na ra do Queimado, Joja
n. 46, de Bastos & Irmloy.
Vendc-se um preto de 18 annos de dado
trata-se na ra da Imperatriz n. 13.
Foguinhos chluczes arlici es
para noites de K:iu< AuIonio
e M. lofio
Acaba de cfaegar grande sortimento dos mais
mteressantes fuguinlios chmizes e de becgalla ar-
tiliciaes, propnus para meninos soltaren) dentro
de salas, sem i|ueimar ou offender por -erem fa-
bricados- especialmente para divertimento de
criancas : no armazem do vapor fraocez, ra
Nov&jn. 7.
. Salitre
Vende-sc salitre refinado a 5 a arroba : na
ra do Qucimado n. 30, loja de ferragens.
CRlVElSF
E' um Ihedo e innofensivo fogo de artificio, pela
sua qualidade, quasi impn<9vel robenlar, s^e
tor feito por quem nao oubor : garantimos os que
se fabricam na antiga faforica da estrada de Joo
da Barros, da viuva Rufino, c as encommendas
para os que se fazeni em dita fabrica, reeebcm-se
ao armazem da bola amarella, no oitao la secre-
Caria de polica.
mi ii, si mm
Ra do Qucimado H, 49 c 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata e Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Esta queimando tudo quanto tem em seu
estabelecimento para acabar o fazernovo
sortimento, por isso queiftm vir on mandar
ver o que borne barato.
Garrafas cotu ,agua florida ver-
dadera ...... 1,5201
Garrafas com agua divina dame-
lhor qualidade .... I#500
Latas com superior banha fran-
ceza i ..... #200
Caixascom 12 frascos de chelros
proprio para mimos -viOO
Dita coto|6 frascos muito finos 800
Oleo baboza muito fino que s
, a vista ...... ,4500
Sabonetes de caliraga muito bo-
nito ...... _40
Caixas de p de arroz muito
superior ..... 600
Pecas de babadinho com 10
varas 500
Caixas redondas emitando tar-
taruga ...... 1 ?500
Pegas de fita de cus qualquer
largura ..... 500
Escoras para uohas muito li-
nas ...... 500
Escovas para dentes fazenda
rauijo fina ..... 240
Pulceiras de contas de cores
para meninos 200
Caixas de linda branca do gaz
com 80 novellos 800
Caixas de liuha branca do gaz
com 30 novellos 600
Pecas de tranca lisa de todas
as cores ..... 040
Resmas de papel pautado rauito
fino : 4000
Pares de bot5es para punhos
muito bonito 120
Libras d&laa pa' a bordados de
de todas ?s cores 8000
Pentcs com costas de metal
muito finos 320
Novellos de Mofea muito grande
para croxs 320
Duzia de liuha froxa paja bor-
dado ...... 480
Grosas de boloes madreperola
rauito fino ..... j500
Sabonete muito finos 60, 120,
100, 40..... 320
Pecas de fita de lia todas as
cores ...... 500
Espelhos dourados para parede
1000 e...... 1500
Espelhos de Jacaranda muito
lino ...... 2000
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol 060
Pares de meis cruas para me-
ninos ...... 320
Caivete muito fino com 4 fo-
lhas ...... 1500
Cartilhas da doutrina as mais
modernas ..... 400
Frascos de sndalo c patecholy
muito finos 1200
Compram-e dous escravos de meia idade,
aeostimwdos o servicv4 campo : jm oNheira ii_
Thoiuac, na-Fua de Santo Auwro.
Comprase jornaes pina embrulho : na ra
do Crespo A %> loja da fc^uiqa,
9B?!
0 MUSEO DE
C^
cys
GOMES DE WATTOS IRWIOS
tendo feito completa mudanza em sen antigo el
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de;
dar-Ihe maiores proporpoes e elegancia, convidam[
ao publico em geral e com especialidade as Exm.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente]
das 6 horas da manha s 9 da noute na^
RA DO CABUG N. 4
nd encontrwfto um completo sortimento do qne \m 4e raais legaste,!
bello e precioso em brimaates, esmeraldas, rubius e tudo qu*b em obras]
de onro, prata platina se pode destejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS RUBINS
e novos gostos, assim como grande variedade de sajvas e paliteiraa de
prata contrastada e de gosto aincb itao ato, e completo sortimeato de
objectos de prata para uso das grecas,
Capra e trocara f|u*lf|uer ji ou peto pneciata e gantem
a qualidade dos objectos Tendidos.

Vende-se dous bonitos escravos, um moleque
d* 10 anuos bjom eosiBhairo e um cabriataa de 10
jB-wos : a traar no loeceiro andar do sobrado n. 36
da ra da Cruzas.
AVISO
aos amantes do que bom
Na bem ctmhecida casa da abobada da Penba n.
37, continua-*; a fi>mecer laassa prateos de S.
Joao, S< Pedro e SantAnna, com murta limpeza e
perfclrvi.
Batatas
a 15209 o gigo :,n* ruada Madre de Oeotn. 7
Gigos epm 3o libras, muito boas.

Ouro
E. A. Burle & C. tem para vender libras
sterliaas e moedag de virte francos.
Parafog'osde Santo Antonio,
S. Joao e S. Pedro.
LIMALHA DE FERRO (rauito nova).
DITA DACO (idem).
DITA D'AGULHAS.
Vendem-se na botica e drogara de Bar-
tholnmeu C.
34RA LARGA DO R0ZARI034
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por ezcellencia para can rpi-
da e completa das coqueluches, bronehiteg,
catarrhos, tosses convulsivas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
vi:\iii>i:
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
34RA LARGA DO ROSARIO-^34
Sortes de S. Joao
Na ra da Conceicao n. 36 rende-fe bonitas sor-
tes a 3f000 o cento, recebe-se tambem qualquer
encommenda de bollos bem feito e por commodo
preto.
S no Bazar da Moda
RA NOVA N. 50 ESQUINA DA DE SAN-
TO AMARO SE VENDE!
Para senhoras.
Lindos leques. a imitacao de san lalo a
U e 25500 rs.
Ditos, com lentijuelas fazenda fina a 30
e 44000.
Ditos elsticos, a imitacao de marlim, .r<>,
93, m e 15,9000.
Coques da ultima moda, lizos e com re-
des de coartas a 3, 3d500 e 4000
Ditos com lindos enfeiies a 4^, 45500,
55 e 55500 rs.
Ditos com botos de flor de laranja para
noivas a 55.
Ditos de caclios (alta novidade em Pa-
rs!) a 65000
Lindas chapelinas de palba da Italia e de
fil de seda, guarnecidas com rifos e ele-
gantes eule tes ultima noda a 155, 181
e205.
Cliapeosinhos de vellidos de lindos mo-
delos a 155, 185 e 205000.
Ditos de palba da Italia rauito bem en-
feitados a 1211, 145 e 155000.
Ditos de peiuias (novidade) para senlioias
a 175000.
Gnrrinlios de fil preto para luto a 95-
Chapeos de pallja americana enfeitados a
45">UO rs.
Ditos de seda para sol fazenda boa a
55,65500, 105 e 115000.
Basquiues de guinur branco bem enfei-
tadas e molde ultima moda a 155, 185
e 205000.
Ditas pelas com ricos enfeites de v
drilhos a 185 c 205000.
Sintos ricos de setim com lacos a 5 ,
65, 75, 85, 105 e 125000.
Urna linda e rica guarnico cor de rosa,
a Maria Rosa, (alta novidade)- por 8500.
Grinaldas de flores muito lindas 55 65,
75 e 85000.
Caotas de flores de lanrajeiras para
noivas a 45500 e 55000.
Espacial" sortimento de gravatinhas para
senhoras.
Sintos de palba muito lindos a 35000.
Luvas de pelica a duqueza, brancas, de
cores e pretas, o par 35000.
Blonde de seda preto e branco com sal-
ptM)S e'ramagens, o metro a 255C0, 35,
'i:i80Oe05O0O.
Enfeites de palba muito lindos para co-
ques a 15500 e 25000.
Guipur preto e guipur branco, fazenda
nova, para capinbas, corpinlios, basquines
etc. etc. benitos padroes, o metro a 35000,
35500, 45, 45500, 55, e 6&
Grande sortimento do bicos c rendas de
guipur bramos, e pretos com fio de seda
fazenda superior, de diversas lar^uias e
preoos muito baratos.
Espartilbos brancos e de cores -muito
bem feitos a 35, 45. 55, 55500, 75 e 85.
Enfeites para cabeca especial soitmente,
75, 8,5 e 95000.
Meas cr.ias, fazenda superior, o ,par 25.
Corpnbos enfeitados de delicados gos-
tos a 165 e 185000.
Meios corpnlios de fil preto e branco a
-*i0- i
Lindas e ricas guarnicoes de (ores j;;
prom|Uas para vestidos a 105, 125, 145 c
155000.
Borns de la e seda, moda elegante a
205000.
Cychiis de la de cores a 5, 65, e. 85-
PARA HOMENS.
Chapeos de sol, fazenda superior a 85,
105 e 155000
Chapeos de castor branco, fazenda fina,
e forma a moda imperial a II5000.
Corrente de plaqu iguaes s d'ouro^ma
por 85, 105 e 125000.
Bengalinhas de canna com caslo de
marfira a 45 o 55000.
Ditas d'aco e lenhadas ultimo gosto a 15.
Ditas fantazta muito lindas a 15500 e
25000.
Bengalas fortes (para dar no Lpez) a
25 e 5500.
Cujelos para montara, de Id a 55000.
Camisas com peitos e coHarinlios de Vi-
nlio deitados muito beaa feitos, ns. 38 e 39
a 55000.
E muitos otttros artigos tanto para ho-
mens como para senhoras e cri ncas
assim como um completo- e especial sorti-
mento de miudezas, tudo recebido de cus-
to proprio, e se. vende mata barato do que
em qualquer parteno Bazar da Moda de
JOS' DE SQUZA SOARES & C.
Vnho
Vnho Bordeaux superior qualidade,ar-
as ji conhecidats ; e o verdadero Cognac,
co mesmo estabelecimento.
Vende-se um *n*> i|K>po paf todo servi-
9 e juntamente tres pipas araueadas de Ierro pro-
prias para cantelros: quem pretender dirrja-se a
travesea de S. Joe^|.3*i. 'A'
"----------- V-r.>- *-------
Sementes novas de hortalies : na ra da Cadeia
do Ree o. qfc
afra
alia
- yide-s i dN^eu *u a ^aso abadana a
vapor sita em Una, a qual se acia livre e deaem-
baracada : os pretendentes podem entemler-se no
mesmo lugar em *ifi Br^mm, m w Mocha
Lima & Cuimarefl, a roa da Cadeia n. 10, e Ne-
comedes Maria Freir, no oaet de Apolk'
-r- Vende-se urntafi ubriglel de 4 nda>, com
arreios para ujn cavaJIo : a tratar a ra das Cru-
zes n. 41
Vende-se nnw maetiin* de costara em per-
(ito estado : a treveeM do Queimado b. i, pri-
jjjeiro.and!'.
' tade- pora cas de familia a andar eom n*eni s : a ver
'ip roa.do Imperador n. 77, priaeiro anditr.____
ii:< HIYC I11 .
Lmdo sormento o> fias de ww mesoUdte
jMa vesudo a 310 ^.wdp ; na aoja de Alva-
ro Augusto de AlmmA ., ra do Crispo nu-
yroiit t.___________________________
Vendem-se 30 barris de 8 fe muito bom'
M*oa%OaN'mrnim a. M ***, waan-
dioca ^fepaiwia fN iboloa -a tm**. a, abra.
RYL0GM11IAS
A' venda, ra do Queimado n. 32, Azevedo &
tapio.
i, 111,
VenJe-se fnmo de Garanhuns mnito supe-
rior para caro, em arroba e a retalho ; e tambem
se vende um caraeiro muito gordo e manso para
andar em carroca do menino : na ra do nagd
n, 4t.
Baldes aerostticos
Interessante* balees aerostticos'de cores
e tauuuho* proprios para meninos e mocas
poierem soltar as devenidas reunies
campestres noute de S. Joo: aindaacha-se
sortimento no \afroasem do vapor francez
na ra Nova o, 7.
Massa batida.
Valdvino da plvora vende boa massa para fogo
a 730 rs. a libra, assim como boas pistolas : no
sen armaem da Bal, o* roa Imperial n. a9, pen-
co aiom da fabrica de sabao.
XAROPE PE1T0BAL i
DE
RIBO W5 TATlf
PLANTA DO BRASIL
E expectorante e recommendado as
aflecces do peito, bronchite chroirica, he-
mopse, e tosse chronira.
rtWARABOPOR
JOAQUIM DE ALMEIDA PINTO
PA*MAC'TICe
fernambuco ra larga 4o Rosario n. 10.
Batos de eom
Pistqlas j)ara noute de S. Joo com bu-,
dai balas de cores, fabricadas pelo melncr
arista deste genero: acha-se sort'mento
co$pjetoiio armaem dp vapor francez na,
rtf'(dva n. 9.____________________
Novenas
AatuuUNW uenda t& no vanas da loriott San -fl
t'Ann e rtN.* u>H imperador n. 15, defronte de S, Fraaifiaco.
FIMil FIMO
mu IHreila n. 83.
Ha para vender um completo sor-
timento de fogos artificiis, tanto
para Sras., como para criancas, pis-
tollas.brancas e de cores, com 3,
4, 5 e 6 blalas, fontainas, cravei-
ros, rodinbas singeltos e dobradas,
fguetinlios, buscaps, illumina-
coes baloes de seda de 2 pasmos de
altura etc, etc., feito .por um dos
melhoras artistas de&ie genero.
Tambem ha para vender sabtre, en:
xofre, bieu, fio, raaas e garfos
de diversos preoos e qualidades,
bandeijas finas quadradas o ovaes ;
alm do grande sortimento de frr-
ra^ens, miudezas, cutalarias e trem
para cozinha, etc, etc.
Ba Direita n. 53,1 oia de liancel
A-
Graodw factura de iM* series e
pesoaiHogramraas esa series com
Cs ale todos a tambes, me-
sde compreboedor do qae os
, como-medidas de metros, chegaram i
smeate de encommeDda propria
para a casa de fcuaoti fieuto de
[ 'ObA'eira raga d C, em Direita a.
53, e cora dunmnci* d< precos, f
vealiaaa Commarak)^^.
RP

caixj' firS
H 17.
sor,*
dovlfar1a


6
Dtotf'cle-'l^AMhbtifo'-- Setta feifa 18 de JunWde 18*39.

VA LOJA
DA
ARARA
72. Ra da Imperatriz. 72.
Alerta freguezes
1 que Arara vai cantar,
Para vender suas fazendas (baratas)
, que mu i lo lia de agradar.
0 priiprietarif) deste estabelccimento, lando' grande porg de fazendas em
ser, vai proceder uimt liquiflnoiio era todas as fazendas e roupaa feitas existentes no
estabcleciiiii'iito, agora que occasio de quem tem ouco dinheiro poder se vestir de
boa fazenda ebaratissima romo se poder ver no annuncio abaixa mencionado.
MaDAPOLO BARATO A 3>o0u. BRAMANTE PARA LBNCOES A 2.
Venile-.se pecas de madapoln enfiestado' Vende-se bramante- rom 10 palmos de
de lia jardas 3500, dito de i\ ardas ou largara para lenmes, a-2-S, a vara.
a metros 3-S, 04, 6A".!> i. 7 -,'iOJ, 8)5000 e PECAS DE AlGOIHO A 15.
OFFIClN,\tElMlir\SVOBM)\
W. 45
SOB
RUA DA CADKTA M. 45
DE
TASS

wooe.
CfflTaS FRANCESAS A 280 re.
Vend'ini
corp:ilii a ', ., ri&|
de algodSo
mnito en-
Vendem-se chitas francesas "para 'esti- "Colerlalios ctM micos a 3t0 &
oos a 280, '.lit rs. o covado, ditas escuras
milito finas .'ICO rs. o covado.
Chalin ih;jHo flno so rs.
Vende-se chalin para vestidos ie senhora
; 900 rs. o covado.
PERCALES A 4W US. O COVADO.
Vende-se percales milito linos para ves-
tidos de senhora a 440 rs. ocovado.
Brilhaiitiuns II rs.
Vende-se brillantinas ou mursulinas de
coros para vestidos de se horas 440 rs. o
covado, la/.inhas milito linas para vestidos
de senhora 400 rs. e 500 rs. o covado,
ditas do quadrinhos i 240 rs. o covado.
RISCADO FRANCEZ A 300 RS. 0 COVADO
Yende-sc riacado franca* para vestido
de senhora 300 rs. o covado.
l.asiuhas a *4 rs. o covado.
Vendem se laasinhas para vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas francezas 280 rs. o
covado, chitas francezas linas a 280 e 320
rs. o covado.
Chales de merino a *.
Vende-se chales de merino estampados
2>o 2300 cada um, para acabar.
CORTES DE LAS ARERTOS A 2)400
\Ynde-se cortes de la para vestidos de
senhora, ,'t 25400 cada un
ALPACAS DE .CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
tas de listras 700 e 700 rs. o covado.
Chitas priisslauas 30.
Vende-se chitas prussianas de fistras de
cores milito bonitas a 3(50 rs. o covado.
CUITAS PAItA COBEUTA A 320
Vende-se chitas incorpadas para coberta
390 rs. o covado.
Baloes de O a 30 arcos
*&*.
Vende-se baloes de 20 a 30 arcos
(500 cada um, baloes modernos brancos
ade corra i 54.
dMirisi.
Vende-se colerlnhs econmicos a 320
a duzia, s se vende assim barato por ter
grande porcab.
1 \SI'.MIRAS DE CORES
Vendd-se cazemiras de cores para calsa
e palito! 2 25500 c .15 o covado,
Algoiliio e ufes lado 1.*.
Vende-se algodao enfeslado proprio para
lenees e toalhas. !,->, a vara ou 000 rs. o
metro.
lRIM PARA CAI.CaS A 400 RS. O'
COVADO.
Vende-se brwa para calcas o palitotsde
homem e menino, i 40) e 440 rs. o co-
vado, dito lizo a imilacio de ganga a 360
o covado.
llgodao de listras a OO rs.
o covado
Vende-se algodao de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BBJU CASTOR A 640 RS.
Ve,de-se cortes de [ brim castor para
Calca de homem, ;i G4Q e 800 rs. cada um.
GARTEIRA PARA VIAGEM A U.
Vende-se carfeiras para viagem Id
cada una, ubertoios de algodao #o00
cada um.'
Cobcrtasde chita lAHIM
Vende se cobertas de chitas de cores i
15800 e 2, cada urna.
AfcGOD\0 TRANCADO DE WStA LARGURAS A
15200.
Vende-se algodao transado de duas lar-
guras, preprios para lenees e toalhas para
mesa, se vende t t,?200 o metro.
Mantas para cvala SOO rs
Vende-se manas para grvala a 200 rs,
cada ama. lencos de seda de ores, a 640
eada un.
ATOALHA'DO PARDO A 25300.
Vende-se aloalhado pardo para toalhas
A DIRECCAO'D.O MUITO HBIL ARTISTA
Lannmio, alfaiatc.
0> propinaripa testa novo estabelecimento, tendo experimentado a necessidad
orgente de ter nadirfcejio de sua tffficmi de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr, Lauriano Jos de Barros para tal mister, convictos de (ue satisfar
com lodo o capricho a vontade do freguez.
Teni o mesmo estabdl'ecimento umbom s rtimemlo de fazendas propria? para
roupjisde homem,como sejam: casimira de cor, indos padtes, completo sortimenlo de
pannos finos, prelo e de cor, casimira preta, grande sortimeiito de brins brancos. e de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorgurao para collete,
gorgurao Pekin, superior qualidade.
Os freguezes encontrado ainda um variado sorlimento de roupa feila, camisas
inglezas, collarinhos, ceroulas, grvalas pretas e de plr.mtasia, mefas^paV homens, se-
nboras, meninos-e menina*, hapoe de seda para sol, colchas, bramante, atoclhado,
baloes de diversas crese modelos, cambraias, malas para viagem, e outros muilo*ar-
tigos que a modicidade de seos precos incita a comprar.
A ra da Cadeia u. 45
Tem para vender
tros, os seguimos
Papel para irap
PerHna azul.
GrAB pautado e liso.
Vin&s ca caix
INJECTION BRO
Hrclralca lalallltcl Prccrvatlva, btoiuumcmu uiuc* q. cu ten Danaaaj ndunno. v.kdca)
au priaeipef boticu a. amado. (Eligir initraefM a* um). (ttaaoi ae MiaUada.) Pri, e
a iMimitr IOD. .aairaH Hanau. lia.
IiOJFA
Ruado Quemado ns. 49 e 57
lojas de miudezaz de Jos de
Azeveio Mam, est acabando
com as miudezas de setts estabe-
ieciincntospof' isio qiteram a-pre-
ciar o que e bom e barattssimo.
Pares do sa patos de traoga fa-
zenia nova a ... 2J00
Pares de sapato de tapete
(s grandes) a. If500
Duzias de meias creas para ho-
mem a .".......35800
Tramo ras do Porto fezenda boa
e pelo preco melhor *00 attos a 5200
-ivros de misses abreviadas a 25000
Duzia de baralhos franceies muito
linos a25400e..... 2580f
Silabario pwtugoez conv estam-
pas a- ,...... i5320
Gravatas deefirese pretas-muitt
finas a......... #300
Duzias de meias para senhora fa-
zemla boa a...... 45000
Redes pretas Hzas- rouito fiaes a 5320
CartHes com (debeles de latao
fazeoda fina ..__...... 5020
Abotuaduras de vidro para eslete
fazenda fina a...... 5SO0
Caixas com penn* d'ago muito
finas a 320, 400, 500 e -45000
Cartoes de linha Alejandre que
tem 200 jardas a JOO
Carreteis- de linha Alexandre de
70 at 200 a...... 5100
Caixas cem superiores obrejas
de masea a ....... .
DO
e doze garrafas
Bonrgogne.
Hery.
Madeira.
Hermitagc.
CliMililis.
Licor de curado de Holianda era caixas de va-
le e qualru boliiithas.
OESSO,
Nos armazens da Tasso Irmaos. "v
Grades de ferro
para jardins, porlcira3 Nos armazena'te Tasso Irmaos
. C A I III MOS DI FERRO *
Parai crvicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoes de um para outro, lado pe
fidico jiroco de 12000 cada um.
arinha de trigo de Trieste
Das metborasmareasPanonia(verdtdeia)Fon-
Ih
de mesa 2 V cavara, toalhas escuras Duzias de agalhas pora machina-
a I5. cada urna,
da Arara n. 72.
Ra da tnvperatriz loja
* 11
\ 9
0 Garibaldi principia
.Oertamente nade agradar.^;
Que pelo pre?o qne vai vender
Ninguem o pode igualar.
"O proprietario deste estabeleciment denominado Garibaldi, declara ao resp iia-
vel publico e seus freguezes, qu^ tem receido grande sortimento de fiwendas, e est
constantemente rec-bendo por todos as vapores que ebegam da Enropa novo sortimen-
to de fazendas da moda, e que vender por preco mate bartto de que nnv oatra ooal-
quer parte, garantindo se a qualidade e crcS, na ra da Imperatriz n. 56, de Lourenco
Pereira .Vendes Gam>ai$es. ^^
CITAS L.\RGAS A 280 rs. 1 angas para caira a a0 rs.
Vendem-se chitas francezas de cores fi-1 Vendem-se angas fa cores para calca e
xas a 280, 320 o ccwadp, diUs raaUzadas palitots de homena .e Bienmos a 320 rs. o
escuras a 300 rs. o covado. covado. brim de eifts. a, .00 e 440 rs. o
MADAPOL.\0 ENFSTADO A 3*800. 'covado., JL.lL.' '
Vendem-se pecas de madapolao enfes-' l^aslnlias de finaurlnltos 1
tado a 3*500, dito inglez de 2i jardas ai
5*, 6*. OviOil, 7-5300,85, c 10 aptea.
ALGODAO TRANC-VDO A 1*200 O
Vendem-se algodlo de duas larguras pro-
prio para lencas ctftothas por ser muito
largo, a 1-5200 rs. o tfaetro.
RISCACO FRANCEZ a 360 rs.
Vende-se finissimos riscados francezes
proprk) para vertido de senhora e roupa
para meninos por ser de bonitas c6res a
.360 rs. o covado.
BRAMANTES PARA LENQOES A 2* A
VARA.
Vende-se bramante de dez palmos de
largura proprio para .lenees a 2* a vara.
Chitas amzonas a 300 rs.
Vendem-se ricas chitas de listras de um
de nome amzonas, p^ira vestidos de k-
nhora a 360 rs. tfcovdo, dcste prfo e
qualkjade s na toJ'doGaribildi.
AOS SENHORES DOKOS DE COXEIRAS.
Na loja do Garibaldi, ha urnas casemiras
do listras muito encornadas proprias para
forrar carros, e se veode muito barato por
sor muito largas, pre$o a 2*500 o covado.
ALGODAO ENFESTADO A i* A VARA.
Vende-se algodao enfestado muito largo
proprio para lenees a i* a vara.
ALPACAS DECORES PARA VESTIDOS A
50 rs. O COVADO.
\edem-se alpacas estampadas de cores
a 500 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 3*600.
Vendem-se chapeos di sol dealpaca pre-
ta. a 3,5500 -cada om. 1
BRIM HAMBURGO A 8*000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo com 20 varas a 8*. 95 e 40* a peca.
Cortinados para Jaoellas a 9.
Vendem-se cortinados para janellas a 7*
o par, dito.- nas francezas a 14* o
cortinado.
Libras de pregos- francezes di*-
verso tamaito a. .
Livros escripturado para rol de
roupa a.........
Talheres para meninos muito
linos a. ..
Caixas com- papel amioade muito
flno a......' ..
Caixas com tOO envelopes muito
finos a........
[.Pentes volteados para meninas e
senhoras-a.......?
Thezouras- muito fioas- para*
unhas e costuras a. .
Tinteiros com tinta prela muito.
boa a 80, 20 e .
Varas de franja para toalhas fti-
zendafina a.
Duzia de pliosphoros de segu-
ranea da melhor qualidade a
400 e i i
Pecas de fita blanca elstica
muito fina a 2 ..
Novellos de ljnhacom OO^rdas
Resmas de papel de- peao azul
muito fino a ......
Pegas de fitas bordadas com 3
varas a .......
Dilas de ditas bordadas com 12
metros de 2*000 a .
Grozas de bolees de Iou?a muito
finos a....... -
*040
t*000
*240
i$120
>40
*700
^600
*320
*500
*320
*I60
500
200
60
2*500
500
3*000
GALLO VIGILANTE
llua do Crespo n. 7
Os proprietork deste bem eonheeidire!tal>eli>-
cimento, alm dos muitos objeetofl qoe tinliam ex-
postos a iproriacio do respcilavel puhliro, man-
daram vir e acabara de reeeber pelu ultiir* vapor
da Europa um eompleto e variado sortiurento de
finas e mui delicadas especialidades, as qiNM e?-
to resolvidos ai vender, como de scu (ustume,
por precos Hraito- bninhos e cwnmodos |>a*a lo-
dos, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores luyas de pellfca, pretas, bran-
cas e de mui lindas eres.
Mui boas e bonitas gollinbas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques-.
Lindos e riquissiiuos enfeites para cabseas das
Exmas.senb.oras.
Superiores trancas prtas e de eores cflin vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que pede baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aqueHes braneos
com lindos desennos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para so-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 300(K1
a duzia, entretanto que nos as vendemos aor SO,
alm destas, temos tambera grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumis muito
unas. ....
Roas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quanlidade de otrtras qualidades, como stsjain, ma-
deira, balis, osso, borraclia, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbiconhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda c borracha
para segurar as meias.
Roas meias de seda para senhora e.para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga pira fazer
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sio ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha mnito boa de peso, frouxa, para eneher
labyrintho.
Rons baralhos de cartas para voltarele, assim
como os ten.tos para o mesmo lim.
Granda e variado sortimenlo das melbores per-
fumarias e dos melbores e mais conb.ee idos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
facilitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos de^de mjiito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois podero aquel-
es que delles jrrecisa'reiB, vir ao depasito do gallo
vigilante, aonde sempre neontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dbscbjectos que defxamos
declarados, aos nossos freguezes e amigo? a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gatlo
vigilante, ra do'Crespo n. 7.______________
tana e grande sortimento das Tneihores marcas de
farinbas americanas.
Suecos de ihrinha de trigo do
(Me
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
Nos arraazeas de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico \2$
O melhor para todo qne sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques (Tagua, etc., etc.: em port5es de
cincoento barricas se far rednecao no preco: nos
armazensde Tasso Irmaos.
Cemento Portland
0 verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
Be differeutes qualidades para cercados de ara-
maes, chiqueiros para gafinhas ou jardins: nos ar-
maaens de Tasso Irmaos.
Barris com bren
Nos armaaeas de Tasso Irmaos.
Velas de> esparnoacee verdadeiras- para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do- Porto fino superior: n armazem
de Tasso limaos.
O melhor cognac OaMhier Freres: nd"arma-
zem de Tasso baaos.
Macarthy
Machinas de desearocar algodo.
Hoje que est reconhecido que as machinas de
serrle prejudicam e quebrara a fibra do algodao,
preciso recorrer a maehinismo menos spero,
que produzindo o mesmo servico que aquellas, e
facitidade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a dineren^a que ha entre o algodao desctrocado
por aquellas mencionadas machinas, que esto fo-
cando em dcuzo, pelo prejuizo qiie tem causado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode competir
pela morosidade de sea trabalho, E' assim que
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodao, porque ao par da facilidade e
promptidao conserva a fibra da la, que Timpa por
ella, e qualificada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendo assim entre 11 90 per 0/0
mais do que a laa limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que h muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram integramente al)a'ndonadas, e por isso o algo-
dao daqnella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem boje de 10 aj-J por
s do que o nosso : vendem-se a loOiOOO
0/0 mais
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amendoas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de Tasso Irmaos.
Aqo de milito.
Nos arma ns de Tasso /rmos.
BARRIS DE SALITRE
No armazens de Tasso Irmaos.
A MU ESPERftNCA
21^=Ru% do Queimado = 2]
Advertencia!
A Jova Esperanza, ra da Queimad
n. li tendo em deposito grandiyquanlidade
de miudezas, e como se approxma o tem-
po em que lem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
cq^jujLesll resolvida a vender snasmer-
cadorias-pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: a&m pois, venliam os bons fregue-
zes. e os que hao forcm veahana ser fregu- '
zes, em tempo tao opportur qoando i
NOVA ESPERANQA convida-ej pechinena-
rem, pois que para compra caro, nlo
falta aonde e aquem...
Elle quer e ella quer
E' sempre asim.
Elie (correspondente de P^fis) quer sem-
pre primar em nos remetterV objectos de
gosto e- perfeic, e ella (laja da Noa Es-
peranca) qner. aempre dividir com tens fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este h'dar continuo- (d'ambos)
I"Jo\a Esperanca ra do ueimado n. 2i,
alm do graide sortimento que j tinha,
acaba de.receber mais o se*guinte:
Bonitos broches-, pulceiras e brincos de
madreperola. r
Papel e envelopes bordadas e mati-
sados.
Popis proprios para enfeitar bollos e
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Filas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas e trancas de
sdale de 15a, para enfeites de vestidos.
Botes de todas as cores e moldes novo
para b mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Bolees pretos com vidrilhos com pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camua e excossia.
Fina meias seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leqiie d madreperula, mar-
fim, osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
. Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21, na-
Nova Esperanca.
Collares anodines ellecfro-magnett
eos contra as conmines das




6C
i
S40 rs.
Vendem-se laasinhas de quadrinhos para
vestidos de senhora a 340 rs. o covado,
ditas eslampadas a 280 e 320 rs. ocovadS.
POPELINAS F.M lAA A GiORS.
Vendem-M popelinas ein la de listra
para venidos de senhora a Ci eftOrs.
0 covado.
CORTES DE L.U A 2^460 RS.
Vendem-se cortes de 13a de listra arpa
vestidos de senhora a 23400 rs. -para aca-
bar.
LAA CHINEZA A 500 RS 0 COVADO
Vende-se laa chineza para vestido de se-
nhora a 500 rs. o cov.ido.
Casemiras para calcas. <
Vendem-se casemiras cor de caf, prta,
e azul escuro com listras, para calcas e pa-
litots, fazenda muito encorpada, propria
para o invernoj sendo de duas larguras
que 1 3/i covad s d una calca para ho-
-asa?'
Venerh-se alpacas lizas c dobradas para
Teslidos de senhora 70 e 800 rs, o covado,
BALOES DE ARCOS A 05OO.
Venden-se baloes de 20 e 30 arcos a
|500 cada um, por <*le preco, s na loja
do Garibaldi,
'BRIM TRANQADO PARDO A 800 RS. 0
METRO.,
Vende-se brim pardo trancado a 800 rs.
o metro, do mte fiw a WJd o etro.
BALOES MODERNOS A 5000.
i Vendem-se baloes modernos e de cores
* 5|J. cad ura.
CASSAS FRANO2ZASA280RS.
Veodem-se cassas Irancezas para vest-
dos de senhora a 280 e 320 ra. o covado.
CHAPEOS DE SOL DE BBB A 10|.
. Vendem-a chapeo, de sol de seda a
100 e 4*4, na ra da Imperatri, loja do
Garibaldi n. fj(5.
Scbonete de atembado.
M
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado ppepiraikv que to boa
acceitacSo tem merbc^ sta provincia,
mito se recommenda para a cura cerU
das impigons, sarnas, caspas e todas
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomen di C,
34ma larga do Rosario34.

PIULAS, V1B0
E
DI
T"
PREPARADOS
PELO
PHARMACETICO
lonqiilm de Almelda Pinta.
m As preparacoes de jurubeba s5o hoje
mljosamente conheoidas e prconisa-
is pelos mais habis mdicos, tanto da
uropa como do paiz, pela sua eicacia
nos casos de anemia, chioroze, hydropesia,
obstruccao do abdomen, e tambem nos de
menstruacSo diflicil, catharro na bexiga,
etc. etc. r| || ir
Vendem-se emiMCf) f aJ?^ na ci-
dade do Recife. M1fc'f ft ff compo-
sitor, ra larga TOWifcriirW," junto ao
Libras eouro nacional, moeda
de 5 francos.
J edoende-se no arco da Conceicao na loja
Vnrives. no Recife.________________
de primeiraqualidadr.o^iai se eadeeH^partida
e a retalho pqr menos pre^o do que Q nutra qual-
quer parte.
PASTILHAS ASSHCARADAS
DR. PATRSON
De bismnth e magnesia.
Remedio por excellenci para combate*
a magreza, facilitar a digestao, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomen d- C.
34------Ra larga do Rosario-------34.
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE "
TEIXEIRA FREDEMGG & C.
Aqtba de chegara este mercado amaporca-des-
te ptimo rap, nico que pode sfprir, falta do
prinaeza de Lisboa por ser de agradawl perfume.
E' fabricado com superior fumo e pelo melhor
sy6thfema conhecido, tendo tainl>eM"I *nlfwde
ser i ajado, o -que para este artigo luna espe-
ctain lae. as pracas da Baha, do Rio de Janeiro e
outr i do imperio tem o rap Popular :do asss
aceo lido, e provatelmente aqui tambem o ser,
logo |ue sejafeonheaido e apreciado. Acha-se
vent i por preco cororaodo, e para.quem comprar
"bras para cima> far-se*ha am"'(lB?conto '-
; esenfetormft.4t JoaquioyiosjfioBsaU'es Beltrao,
ra o Commercio *Mt? IXXr U lXUv
tse um piano de jacaraad em bom*
""rio : ra do Padre Floriaao b.
Nob arnia|wis de Taasa Irmaos, roa *> Amorto
n. 39, e caesTte Apolfo n. 39. Trrf ^
WNDE-
a ul rniadaj) d* Hortas n. *3, em virtude de
seu dono reUrar-soparatya : a tratar o mesma.
HSSA e MROfE'
DECODEINADEBERTHj
frfcowtwita por lodo m tiie coalrn ,
D0*L*flM CATARReS, TOBAS AS
iRBITAC^OES DO PE1TO.
' ai. B. O Xaroj* dt Calaa f te mirMo a I
honra, 4^a| tem rara entre p* Alcdicamcntosl
noioi, a> tarVaaiifrarfo toma mm to% mtXt *-1
tientos eflifiae do Imperio Francei diipcutal
qunlqutr elogio.
AVISO. Por cfcusa da reprelicnsivel ful-i-l
lictfio que teco sunciado felU resultado le
Xaropc e masM dt Benh tomos tonudos al
lemb,ir que i-sic Medicamentos tafljusiaiuenleJ
cokeiluados s t
|.fe|dem em raixin-
t frascos levando
lignatoro em e*"*. _CS*> I
e.
, Rut det eolet, t na Pharmacia Ccn ral |
Moca, 7, Itue i* Jouf, em Pars, e .-a
a> l'liurmacias prinripaes do Ilraiil,
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galonpean..
Deposito especial
Pharmacia da Bartholomeo 4 C.
34-Ra larga do Rosario------34.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accrcdila-
da fabrica de Bsqui Dubouch -C, em
cognac urna das mBis ngujrdente de
cognac, fornecefi para o consumino do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just, ra do
commercio n. 32.
creancas.
N3o resta a menor duvida, de que mnito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (eomprando-os)
no effeito promettido, o que ao- pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porm
que detesta a falsiflcacao principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que so c*
verdadeiros de Royer, qne a tantas crean-
cas tem saivado do terrivel incommodo da
convulcoes, assim pois preeiso, que v
nham a Nova Esperanca a ra de Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para sena
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando enfio ser di-
fcil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados oa verdadeiros collare
de Royer.
^.VGERJfcUty
Tabellas vermicidata
DE
1
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efflcaz, e.preferivel a todos o.<
conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela tacil applicacao as creancas.
quasi sempre mais atacadas de t5o terrivel
emuitas vezes fatal soffrimento.
UNfCO DEPOSITO
14
.*_
hainarla drogara.
Dg
Barthornen d- C.
-Riia Carga do Rosarlo
34

23

%
o pelo ncme mvmph t conloada A
reira-da Ira, nina flova remes?a aeTiem
conbecido e excelleate vinher puro du Uouxp em
barris da 5 a t*, garantlndo-e qaaflaptia c^n-
Jayp atguma ; neste genero o melhnr (fUeJBm
viridFap-merB^rip,*! siui prfipru) para uoar as
Ironft de romiai,^ vende pnr preco T-azoavf J
do Payan, ra da Iutperatriz u.(jQ.
S. Jodo
nhoras, um tnto'a'gTadaveis"para eSSasoeeaiSes
dadivertiiaentos e piiere ; nas livrarias aanq9/-
za rua do Crespo n. 9, na Econmica ra do
Crespo b. Popular me do Imperador n. Ul,.
nado Sr. Cardozo Avres rua da Cadeia do Reci-
fe n. 31, na do Sr. Jos Barbot de Mello rna da
Cruz n. 52, na do Sr. padre Lemos rua do Impe-
rator a. t5, ni .Encaflernao PariBiense rua (lo
{aperador u. 71.
AOS SRS, FOGETEIEOS
Bartholomen & G.
SALILRE repjiado de Ia qualidade,
ENXOFREemcylindro
LIMALHA de ferro (muito nova).
DITA d'ago (idem).
TJrTX~d*ag\ihas.
*E|otlQ6|s mais preparados para os lin-
UmIuM Ib cores na sua drogara a rua
targiloTrl* 1*1
Alegrai-vos myopes. e presbytas, j po-
dis ver de longe, jPpodeis ver de perto,
nao ha mais vistas curtas, nem cancat as.
F. J. (ermann acaba de reeeber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortim nto de.
oculos, lunetas, pince-nez, face -main, lor-
gnons, de ouro, prata, tartaruga, marflm,
ac, bfalo, ncar, unicornio e melchior ;
assim como binculos de urna a tres mudan-
zas para theatro, campo e marinha, da ulti-
ma invengao ; ditquozas, vienezas de 6, & a
12 vidros, ludo dos melbores fabricantes da
Europa.
O mesmo vapor trou-
xe urna excellenta ma-
china-para graduar e
observar numero dos
vidros .qoe se neeessita
conforme a vista de
qualqoer pessoa.
m
Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
tos de mathematica, barmetros, vidros de
chrytal do roclia. e de cores para resguar-
dar a vista; eoacerta lodos os objectos
precos eottmodns & eos promptidao ; lira
o mofo dos vrdros-e encarrega-se de toda a
ircoflimenda relativa, a'ptica.
Recebeu tambem os excedentes relogios
do antige e afamado bbricaota R*beiQmk
&C, os garantmdo a sua Rapador qoaUnade.
r
<>
>ara bulo a 500 rs. a libra;
Novidades do uampos
Pedral P^S.^050
luteressante fogo -lar Mel para
salos, viudo da corte pela
paran* TaMo-ae aa raa do
Imperador n. *S. hmunu
fCONOWV DOfetlCA
Superior Uriana da trra em! saceos,,o
45 tambem se vende por menos., eeaao
PrQt,eS0S tmBELECrMENTOS
Medidas para- secco9, coufrnae o novo
systema mtrico decimal. | "1*^,
Tabellas molspensavcis, facete, amis
adoptadas athoje nos estabelecimento jjue
cmprame vendem a peso, porque mostrara
ellas com a roaor exactidJo, a reducejo do
peso e preco entre os doussystemas: libras
e kilogrammas, recomendadas de prefe-
rencia a oatra qwlqwr -tat-alia, peia sua
fcil comprehensao ainda para as pessoas
tnenos habijuBasem commercio e clculos,
icbaise a vtnla tudo cima na ruado Im'
perador n. 28,
Armazem do Campos,
f




I I
i
r
Diario de Pmiambuco Sexta feira 18 de Juiho de r69
3 cordeiro previdente
Roa do Qtielmado n. I.
Noto e variado sortimento de perfumaras
Una, e outros objectos-. '
Alm do complet sortimento de perfu-
maras, dfcrque efectivamente est provida a
loja do GoiSlro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade de objectos, superior*
dade, qualidades e commodidades de pre-
sos ; assim, poh, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciaco
do respeitavel publico em geral e de sua
boa fregaezia em particular, no se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidao
e barateza. Em dita loja encontrarlo os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray d- Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas- dos melhores e miis acreditados
fabricantes.
' Dita balsmica dentrifteia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete paratoilet.
Elixir odontalgico para conservacS do
asseio da bocea.
Cosmeticmcs de superior fualidade ecbei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabelle.
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qualidades.
v*
11-BUA O QUEINADG--11
DE
francezes em frascos simples e cnfcitados.
Essencia imperial do tino eagradavel chci-
ro de violeta.
Outras oncentrartas e de oheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
E*racto d'oleo de superior qdaliflade,
com escolhidos caeros, en frascos de dille-
rentes tamanhos.
Sabwietes em barras, maiores e menores
para mtos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixintaa para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada cosiendo li-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, t bem de perfumarias fines.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novse elegantes, com p de arrot
e boneca.
Especial p de arroz sem composiro de
cheiro, e por teso o mate proprio para criaa-
Cas.
Opiata ingleza e francesa para entes.
Pos de camphora e outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coques.
U oui.ro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com tilets de vidrilhos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciaco de quem
es pretenda comprar.
GOLLINHAS 6 PUNH0S BORDADOS.
Obras de mufco gosto e perfeinao.
Ffvellas e Utas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que Je mellior se pode encontrar oeste
genero, sohresahindo os delicados ramos
orva'hados para coques.
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO ^
89-aoja oa ttsaipaQawaaa 8
DE
FEIIHC PEREIRA DA SELVA.
O proprietino d'este estabelecimento convida ao respeitavel publico uesta c*
jital a vir surtir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como i*
le*, assim como do ura grande sormento de roupas par heraens e meninos, e a
pescas que negociam em pequea escala, tanto da praca como do mata, aestt casa
podero farer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porcoes, yenen to-se-ines
pelos precos que se compram as casas inglesas ; assim como as excellentissimas lami-
llas, podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se lhe as mandara
levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabelecimento, que se actaa aberto con-
stantemente desde as 6 horas da manhaa As 9 da noute. -
Casemius da moda .1
IiOJA DO PAVAO
Cliegou pelo ultimo vapor francez, um
grande n verdadeiro sortimento das raais
modernas e mais finas casemiras para eal-
?as, paJetots ecoletes, tendo lisas, com lis-
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capaila para noivas, que
vendera-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
SAHIDAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha ue mais nnao.
BASQUWES-de renda preta, e de gorgurio preto, o que ba de mais
elegante. c .
CHAPEOS DE SOLpira senhoras delicadamente bordados. .
BALOES-brancos e de cores paja senhoras e meninas, esparLlliub, saias dot-
dadas, e saias de 13a com barras de cor. mn;ra,
GORGURAO-de seda brancoe preto para vestidos, seda de cores, moirean-
tique branco, o grOsdenaple branco, de cores, e preto, princesas, bomoazma pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados._______________________________
Esplendido sortimento de
Alpacas lavradats le cores a *
Alpacas a 500 Alpacas a 360
Alpacas de cores
Na loja do Pavao ra da Imperatriz a.
Finos extractos ingtezes, americanos e^o, vende-se uns imtocos de mH covados
Vinho degestivo de
chassaing
Con
PEPSINA E D1ASTAEX.
Remedio por excellencia para cura certa
das digestoes difficeis ecompletas, acalmar
as dores gaslralgicas, e reparar as forcas
produzindo urna assimuIac5o completa dos
alimentos; sendo mais ura excellente tnico.
VEJDE-SE
NA
PHARMACIA E DROGARA
DI
Bartholomen ft .
34RA LARGA DO ROSARIO34
das mns lindas e mederfeas alpacas lavradas
Libras esterlinas, na ra da Cadeia do
Becife, n. 58.
proprias para vestidos o roupas para me-
nos, tendo entre ellas azul, lyrk), roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muito miudishos absentados em urna s
cor; para se poder retalhar esta fazeada
pelo barato pre(;o de 360 re. o covado, foi
preciso fmcr-se urna grande compra deste
artigo, o qaal grande peehincha.
* franeezas
Covado a 300 Ovado a 308
Covado a 309
Covado a 300 Covado a "300
Covado a 308 rs.
Vendc-so na loga do Pavo ra da em-
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covedos das" melhores casas franeezas
para vestidos, teado padrees miudos e gra-
dos, aesentados em todas as cores, e*as
cassas -sao propiamente franeezas, tendo
-ansparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi oomo a chita, e alm dos padres
serem muito bonitos, sao todos fixs e seria
fazenda para muito mais diuheiro, mas re-
ta llia-se a 300 f6. o covado.
UspartilhM a 9AO*4 na toja do
Pavo
Veode-se urna grande porco de espart-
Ihos modernos cota o competente cordao,
tendo sortimento de todos os tamaahos, e
vendem-se a 3iJ cada um.
MADAP6L0 ENFliSTADO A 3^600, SO
NO PAVO
Vendeaa-se pe?as ele madapolo entestado
com ii jardas,-seado muito incorpado pelo
barato preco de 3600 ris, assim -como
pecas de algod5osin 10 com 16 jardas
46500 e 5i$iu00 ris.
II^ACAS LAVRADAS COM USTAS A-500
RS. S O PAVAO VENDE
Covado a 500 rs.
aovado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Na loa do Pavo ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porco de alpacas
lavradas com os mais lindos padres listra-
dos o com llores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande peehincha, por se terem
comprado urnas poucas de caixas e vende-se
pelo barato preco de 500 rs. o covado.
Chafes
PELERINAS DE CROCH A 6, 10*000
E i'.$OO0
Chegara^i para a loja do Pavo as mais
modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
rinas de fil e croch que se vendem a 8 c
m e I2.
GRANDE PHHIXGH1
A pataca o covado
PERCAL-LAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A 320 RS.
Na loja do Pavo i ra da Imperatriz n.
GO. vende-se nma grande poifo de per-
callas franeezas proprias para vestidos, sen-
do de cores fixas e mais larga que as chi-
-,B'A6B1|BB1B...
rUTb
SO- Elua woyaO
Carneiro Viapna
Neste RAZAR cnconlra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
der por precos coinmodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de lodos o Astenias, mais modernas
adoptados na America' e approvadas na ul-
tima exposiro servicos a electos para almo-
50 e jaRarj salvas, bandejas, taboleiros, bol-
sas c malas para viagom, indispensaveispara
senhoras. candieiros para sala ecimademesa,
parede c portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para lazer caf, ditas para
baler ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manleiga, Camas de ferro para
casados, solideos c crianra. Dercos, cade-
ras longas para vjagenl, ditas de bataneo,
espedios de todos os tamanlios, molduras
paiaquadros gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para rriaficas, um
completo sorlimcnto de cestinhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente de sopli, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escrjptorio e
inuilos outros artijjos que se encontraran
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pon ir examinar.________ _____
com as mais modernas" e bonitas cores, tras e comlistra ao lado, tendo para todos
os presos, e aianca-se venderem-se muito
mais barato do que om outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
ttu

FUNOICAO DO BOWMAN
Ba do Itruui a. &9.
PASSANDO O CHAFARIZ
fem serapre deposito de todo o ma ihinis-
rao empregado na agricultura da provincia, j tas, tendo os panno-, muito'encorpados e
entre o qual:
Mathinas de vapor, para assucar e para
algodio.
Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies.
Moendas de canna.
Rodas dentadas, para animaos, agoa e
vapor.
Tixas de ferro, batido, fundido e de
cobre.
Alambiques. .
Atados e instrumentos d'agricultura.
Descarocadores d'algodao etc. etc. '
Havendo em tudo variedade de timanho
desde o menor at o maior que se costu-
ma empregir. ___________
.JUL
Vc-iie manteiga inglte muito boa a 900 r.,
14, e iatO a libra, muito flna. presunto de La-
mego a 800 rs. a libra, can do s^rtao a 360 r.,
hngnica fin em latas a U .a libra, farello, ftarco
de 4*OO. e o fle Lisboa flo a $400: no pateo
Paraizn H. 20.
I
Ditos de dito cordavo, Nantes, para di-
tos a twseoo.
Ditos de dito dito, ioglezes, para ditos a
10**00
Ditos, de dito para, menino o crianzas a
2A000. ,
Botinzkos para meninos a .*400ft.
Sapatos de couro com salto para senho-
ra *im.
yewiHe aa prafa da Independa n. 30,
loja de Porto de Bastos. -. > ,
Encanamento de agoa
e gaz.
Ciorn de ferro esuabada e com porcelana, ditos
Je chombo de todas as grasuras.
Pesos pelo nov sistema
Terana: venda, roa do Qaeimado, Azevedo a Inblo,
.:om os desenhos mais bonitos que tem
vindo ao mercado, tendo padres miudos e
raudos e vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, garantido-se estar esta
fazenda em perfeito astado, o vendendo-se
por este baratissimo prego para apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 1,5800
Cliegou para a.loj:f-do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
p;>r;as do bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpli-
mento de um lenco!, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e mel; e vende-se pelo
barato preco de l.$800 ris* cada metro,
tendo esta targa fazenda, outra? muitas apr
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande peehincha pelo preco.
COBERTORES DE L PARA O INVERN
DE3J0 Chegou para a loja do PavSo, um gran-
de sortimento dos awUiores cobertores, de
13 de carneiro, sendo muito grandes e
muito encorpados, que se venden de 30
ate 6'0t)0 cada um, era relacio s diffe-
rentes qualidades, pecbineaa: a ellos an-
tes que se acabem.
4TTENC0-" 0
AS PECHINCHAS *}E $E UOUUM
NA LOJA DO PAVAO
Corles de organdy listrados cora 10 va-
ras cada um o que tapfeem servem para
luto a 35000. ,.,,,.. \t : [>. 'i
Lanzinhas de coree pa^a rs. o covado. UiWM>.
Cortes decambraia oqjd bareps bordadas
e muito linas a 3 AOOO. ,. n ,
Cassa toda pr^ta par*vestidos a 320 rs,
avara. (,.ik>.W )
Chita preta estreita pefa^alpicoe para ves-
tido a 240 o covado.. trw<"-
Ditas ditas lisas a 460 o covado.
E' peehincha para fechar contas.
zer qaakraer peca de obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
os quindenios palitots
a 18$ 20^000.
Na leja do Pavo ra da Imperatriz n.
60, voadem-se umr grande poryo de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos de panno pretw, sendo obra
muito bem acabada pelos baratos precos
de HW, sendo forrados de alpaca, e de
20$ ferrados de-seda; esta fazenda a nao
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm liquida-se
esta pecbinctia pelos precos cima.
Iazinbas a 49 rs.
Vendem-se laazinbas para vestidos e rou-
pas de meninos, sendo 13o encorpadas
como chitas, pelo barato pre?o de 240 rs.
o covado.
POPELINAS A iiOO RS, O COVADO.
Naloja do Pavo, na ra da Imperatriz
n. 60, vende-se um grande sortiraeBto das
mais liadas poupelinas ou lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creancas, com as mais modernas e bo-
nilas cores ; padros com hstrinhas miudi-
nhas, que se vendein pelo barate pre^o de
500 rs. -o covado, peehincha que se acha
nicamente na loja -de Felii -Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. 60.
AS CAMBRAAS DO PAVO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto ingiezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos.]
precos de 30000 at lOdOOO a peca, assim
como nissknos organdys brco liso que
sene para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 15000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para .camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento eos me-
lhores e maiores cortinados bor#doe pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12(5000 rs. cada par at 25,000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO A RA DA
IMPERATRIZ N. O
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhpres roupas,
sendo caleas palitots e coletea de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, o de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desojar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maior promp-
tido vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceila-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello" sortimento de
camisas franeezas e ingiezas, ceroulas de
linho o algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e arraazem de Flix Perei-
ra da Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 5*000.
Vendem-se colchas-de fusto adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 8$,
grande peehincha, na loja e rmazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
O atoalhaco do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodo
;om 8 palmos de largura, adamascado a
25200 a vara; dito de linho fazenda muito
mperior a 35200 a vara ; guardanapos de
inho adamascados a 45500 a duzia e muito
4nos a 85000, e ditos econmicos a 35500
i duzia.
ALPACAO DE CORDO PARA VESTIDOS
A 15000
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
co ou gurguro par vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
que tem vindo ao mercado com differentes
cores, sendo mais largo que 3lpaca e ven-
de-se pelo baratissimo pre;o de 13000 o
covado.
Movldade Vovldadc
GURGRES DE SEDA PARA AS'FBttS
DOMEZDE JUNIIO
Chegou pelo vapar de 14 do corren te,
para a loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, um brilbante sortimento dos mais
modernose maisbonitosgurgurBesdeseda,
para vestidos, tendo padres nfiudinbbs e
grados, com lindas listras matisadas,'as-
sentadas as ms delicadas cores, como
sojam, verde, bisuiark, ryrkvaafl petla,
et. etc., assim como ditos haos^d-tosas
as coras, ganntindo-se qye na actualidade
nao ha urna fazenda de mais gosto nem dr
mais pbantasia do que estanque se vende por
preco muito rasoavel, no ftjtapelecimento
de Felij Pereira da'SUva."
A too Hjeima*6
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lain
Tmtura odelevel para tingir os cabellos,
sem manchar a pelle.
A bem coaceituada agua-florida de Guis-
tain que ento era des^mhecida em Per-
aambuco, j boje estimada e procurada
por seu eflicaz resultado, e ainda mais se-
r, quando a noticia de seu bom effeito e a
experiencia tornar de todos conhecida.
Aiagua-florida de Guislain composta uni-
damente de vegetaes inoffensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos abellos, quando estiverem bran-
cas, e Ibes restituir o brilho perdido, eas-
smi como preservar de embranquecer, sem
ier prejudicial de modo algum
E' porm necessario fazer conhecer, que
> bom resultado produzido pela agua-flori-
la, nao instantneo, como muitas pes-
cas tal vez supponham, miis sim ser pre-
nso fazer oso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
>utra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
la na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
eo de sua boa freguezia, tambem caprieba
Hn nao Ih'a desmeteeer, procurando sem-
pre corresponder idea favoravel cora que
abonram, e era prOva ao que fica dito, d
como exeraplo ko explendido sortimento
le acaba d receber, ainda mesmo achan-
lo-se bellamente provida do que de bom
e memor se pode desejar nos gneros que
*o de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
e oraco, obras de apurado gosto o perfei-
co, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos com ditas de marfira igualmente
nonitos.
Ditos cora ditas de velludo, outros un
tando cbaro machetado.
Ditos com ditas de marroquun com cruz
e guarnico, dourada ou prateaiia.
Coras e tercos de cornalina.
Para enfeitar bolos
Papel fino arrendado proprio entones de
bolos: no armazem do vapor francez na ra
Nora n. 7.______________________
Vencle-se cm casa de Oliveira
Filhos & C. largo do Corpo
Sanio n. 19
Libras esterlinas.
Vinho moscatel de Setubal.
Polassa da Ru.-sia, em barn's o meios
ditos.
Carvo animal de snperio'-
Panno de algodo d
. qnahdadC
labrica de K(Va3<
Velho, para ap^ e ;oiipas do esciavos.
VEMDErSE
Assim como.
Grande e bello V^ttmnto de Jeques
lodos de madreperla, madreperola e seda,
sndalo, sandio e seda, osso, osso e seda,
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de llores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abortas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito unas d'algodao, airas, e
cruas para meninas e senhoras.
Luvas de fio d'JSscocia, torfal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, imilheres e
meninos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
muito gosto. '
Entre-meios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Royer para cranlas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
e setira para meninas ou senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixinhas de vidro enfeitadas
com pedras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfeitar coques.
Relio sormento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e aJfinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas
Pipas vasi-s. barra de 5o, e ma dcimo
ludo em perfeito estado. frisqoeiras pro-
prias para frascos com gowbra de-$ollar-
da, urna pftrcHo ric ganos vastas e botijas
paracerveja, e urna pipa corn 80 caadas
de agurdente de canna superior chegada
ltimamente do, malo : no deposito da ra
do Lima em Santo Amaro, n. 30, das 9 ho-
ras da raanhaa em diante,
Cora de carnauba cm caceos e ppnnas do
(Da : wnde-sc na ra do Queimado n. 13, pn-
meiro andar.
Cabras eovelhas
Vendas W ires eafean arto mansas e boa*
de loite, proprja? para criar menino, p que esto
mui presirs a paria-cu ; e tambem urna ovelha
mili prnndp, mansa, c que d muito loite : qur:r
a< pniender. dirija-pe a ra do Imperador n. \'.,
defronle do S. Francisco.
Manoel Alvos Fenvira &t C. iwm para Tcn-
der muito superior vinho do Pono e Claretm, t <\
caixas de duzia : na ra da Moeda n. 5, segundo
andar.
Lafoj Tintaos do Ceara
Ctiegaram a na do Crespo n. <, Kndteim; s
frnnhas de lalivriiitlio, pi-oprfas para noivas. awin
000)0 rier.s toalHM propraM para baptisadi.s, q\t;
te voivdem mais barato do que em outra qnalqmr
parle.
ESCRAVOS FUG!OS.
QfR#l
00!
OOS
OOOV'S
08
005V1
00c
ooon
O0?v'8
005
00?
008
e 0}8||oa ejed oe p saoioa opj
-.....opuso.v oov'F
op mtuqap cjbJ cjy op seaorf 000? I
.....souanbad sotia
' ".....BpeJnop o-5
Bjnpiora moo sapueaS soinodsa
oSojd opoi 'Bjao op SBaaung OSC
suapjo 1 sataxjoo moa obijbo 09
b Bjznp SBpjpf 00? op Equn
b ojojioa Bjud sBjnpeoioq'v 008^^9
." e era 09,
-np suamoq BJBd sen.io sbiok qo
........30.)f
'008 'OOy sojjaqa moa soosbj j o?C
e oqund B.ted soojoq ap sojej
'sogra BJBd so.uEjq so5u3rf ooc2
buoqj bioij moa skjbjjbd
c Bnoj op saojoq ap czojq
BuiAip Bne moo bjbjjcD
's 008 '00: '009 'OOS
b sproiu-OJiuo o sotjoipBqBu'
' 9 005 O 'OO '08 ? sop
-cpiinnb sb sepoj op aiouoqrs
r Bsoqiiq op oa[o moa soassjj
'.....B SBp
-.IBfOO} moo BqtHjop soitoaom
jBq.ioq BJtd SBtpjii op sejqrj
o sj 001 B Bl"!l t"00 SOOSBJj
........b SEiinn
o Bjnisoo red scjnosoqi
.........B SEU
-luain BJBd KS9&7J1 op soinoj
.....E BJ9pBpJ9A JOAIJ
Biuoioa op BnSc moo soosbjj'
:sa;uinJ8as so&id soied sop^
-Btoap oiiBqB sojoofqo so opnBraianb 9jsj[
iVHOriMi mwm mmMS
Contina fgido o escravo de nonie Bcne
dicto, pertejeeute ao abaixo assignau.., c. m *'
Scnae3 SPpnhtM : preto fulo, altura regular,
falta do denles da parte superior, pe? pr.ndej.
muito ladino, e pones barba. auppdV-fe extar
acouiado nesta eioade, d'onde fupio -(ultima mu-
ala pertencene D. Genoveva Corteado Aracjo
Albiiqurrqne, tambem rom os signaos sipuintes :
cabellos annellados, nariz cbato, falla parte superior, ps pequeo?, tendo em o direito
una cicalriz, una Mide no oJho cs ra regular. Os scnliore; tanto do escravo rooio f?a
escrava protestam contra qualquer qpe os tenha
acontailo, pelos dainos causados, bem fumo ro-
gam as autoridades pociaes ou quaesquer outrr.s
pessoas iuc se dignem de fa-ioa rap tirar n
mandar levar ao escriptono de Leal & Iruio, que
recompensarao com generosidade.
Luiz aa
ss \
00 18-S! u
IVHOdWSl

HUILE
Ven*s-eeni tnacoi
M HGADIS FRESCOS BE BACUBO n*to *-
Ures, pittnBda Hom,
3, ras dt Caitigone,
em Psris.
\i coatraCac^aiM, os oleo partloa, d'um ebeiro forte, e mais composicocj ftiUs con oo
le peixw eommons, twHova r*ud'o, V /trraia. o phoca, a liza, os olent dos atnailorts prnadortt^
Mimo o< oU vt^lfiK, foMi jmagiindos par substituir 01 ^Silr** ole ** Sgaia
frceoa de Bacallao e TVrra 'Nova. E=ux olea* communs ou tuos wihiImiii Oo
olidos na industria p..T prSMS'Umi1 balws, em quanto que os verdadeiros leos de flttkdo do bacalbo
freKO. te reWUvamenle muito aro, vis qao para ohtel-oa frteos miilufu eumar eiereer
rnde vblanda e tea* maiona cuidados no proprios lugares das pesca, nrlm#gaa mnmt Caaer
HW desde o anit**f189. Est eo, paro* ae Baoalhaa te Trrra-NoTa Se U%m
nfttaraoi para e*4B areoow aiedkamento urna fama universal as molestias do pello, os^ffetfes
escrofulosaselymphmteas, a magr/pa ios me%inos,U.,e por isa,iterara lugar noefraa g ealaaes
initaeoef.
ffaio. O ata* a StogS 6 mui flaall de digerir, distinguere entre os outros oteas pala ana
xAr de palha,oeo cfrelr aua>e detiosdo, e aso gosto de aardinha fresca
O RBLATORIO favoravel do chce aos traballias
f\tM eonrlo* MaWaag<'T O vle edr falka
'- tfam dos inMiih fut i$
O RBLATOWO favoravel do ebe/e dos traballias cbymicot da r
PARS oowlo* eatWdakuaV O ole e t polka de M. Hw em
f' aaa *aa ms*t o tpe os tei pstto neo apretenla i
rjMrrd a'asfei, quanto ao t**iro itaor.
\>aiSa ai asi <* aaalMiiaiailaa 4a Pratataa e Saa
irabailia cbymicot da FACL'U)AnE DE atUHOrU DE
Bf. Hngg eottlrm urna lrr(* parta t
Do engenbo /ncubina, freguezia do Cabo.'ua
noite de C para 7 do c.irrente, fugiram os eserstrs
seguintes : Salvador, crionio, cor pn-ta, baixo,
gioss.i, idade-de'ii annos mais ou menos, barba
j pintada, rosto rudoudo e trabalha de rarapiua.
liste escravo foi comprado ao Sr. Francisco Jos
de Areujo, morador na cidade do hecift-.- Manuel,
preto, alio, barbado, bom corpo, penws finas, e ura
u falla um pouep descansada, reprsenla ter 20
annos mais ou menos. Levou calca de ag dio
americano, camisa de madapoln j velba e cha-
peo de couro : este escravo foi comprado ao Sr.
Josas Mariano de S, uioridor em ftioxoi. para
onde desconfia-se ter .-i^uido. Rcga-se as autori-
dades policiaeB e aos capitaes de campo a appra-
hensao dos referidos escravo?. e entrega-Ios %o
seu senhor Antonio Carneiro Lins e Bello, no eu-
genho cima referido.
No i" do correnuj desappaieceH ti
sitio Salgado, freguezia do Pilar. pro>iiK"j
da Pai aliyl>a, o escravo Jos, r/iffl os si/-
naes segnintes: negro acabraliado, ft
annos, cara frflnde, beicos finos, olhos
u3) pequeos e compridos, cab< Mo carapt-
iha, queixo largo, boa dentadura, d-
dos do p direito enervados para a es-
querda, joelho esquerdo envergado par
dentro, fazetido remar o.p para fcna, mar-
cas de chicle as costas, de um miz pou-
co mais oo menos.-Suspeila-se ter sido
sednzklo por algvem para vir vende-to
nesta ridade. Qnem o descubrir rtirija-se
ao seu senhor, Candido Augusto de Brito,
lugar cima indicado, ou ao R\m. Dr. Joa-
quini Graciano de Araujo, Ponte-Velha n.
iO, qne ser generosamente recomiH-nsado.
Fugio do engenho Papagaio, termo de Porto
r.alv'o. na provincia'das Aiagoas, u escravo Lucia-
no, etitiulo, prefo. idade de 32 anms. poucomas
"i menos, altura Mixa, barbado, bem fallanU*. ea-
MEnrJio nE horra briaga-se muito, e intitula-se forro. Uto oflicioa;
sapateiro. e tamrwm earreiro, eonla que anda
em Goyanna, em Pernambuco ; rocumutenda-se
a todas a9 autoridades policiaes, as;im omio a
qualqner pessoa que o encontrar, qoe o prenda n
rentetla-o ao seu senhor que o capiai Jo.- Cas-
dido das Nevos, no engenho PajMgam, ou na roa
de Apollo, armazem n. 32, que. se pagar toda e.
quaesquer disnezas que houverem de -^t feita
com a priso ao mesmo escravu, assim citno so
psasear eencrosamente a qnem der notia
exacta do referido escravo.
pataca
1WWM0
.le pratficacao a quem pegar e levar roa ik
Q-aeimaio n. 13, a escrava parda, Jywt*> ";,0>"
nrada ao Sr. commendador Jos Jaqomwoe Lima
Bailio, r fngidado sitH. 7, na estrda do Jeto
7,-ixan les Yitin, m fln? do mez proxiwo pas-
do.cqta os Manaes #"uin"'1 : rabe'l e f0:
Mima traze-lo amarrado, algumas nratmw
Chicote as e!>ta, c "?". f.r a'''PJI*
..imito m..ntioyHww> ***> P "ne, ?STZ.
rfo urna trouxacotn norfaed- roapa, entuma.an-
dar de borwfihn a a .trajar bem. Prot8U-?o
contra quem a tiver Accn
.


8

Diario de Pernambuco Sexta feira 18 de Jmiho de l86.
1
AG ERAL
CMARA DOS SRS. DEPOTADOS
SESS&O EM 31 DE MAIO
WKsidlNniA no si, v. w camaraoibe,
(ContMuario.J
O SR. DUQUE-ESTRDA TEIXEIRA:
Sr. presidente, eu b3j teperava alancar
Htoce lo e da parte do nobre deputado p V
Minas-eraes urna tao brilhante confino i-
co d:i opnio que enunciei ha poiicos das
nesta casa, oppondo me exigencia, por
elle feita, de se inserir no presente projecto
de res alucio a expressa concessao do bil
eje indemnidade por elle julgado tao ur-
gente.
Oppuz-me ponderando qae, urna ver que
esta cmara por actos reiterados j havia
manifestado a sua plena confianca no digno
mini>tro, autor do decreto, autorisando a
emiss. dos 40,000:0005000 de papel
raoeda; urna vez qae j havia ella votado
em f discusso esta resoluro prorogando
o ornamento, votarlo que sem duvida ne-
nhuma significava urna expressa prova de
eonlianca a este ministro, nao era mister,
nao achava eu meio, sem affectuara natu-
reza do projecto om discusso, sem des-
conhecer a urgencia da medida qae se pe-
da ao parlamento, nao achava eu meio,
repito, de em tal projecto se inserir essa
materia tao importante que o nobre depu-
tado quera annexar-lne.
E' ventarte que o discurso do honrado
Sr. presidente do conselho, ministro da
fazenda. pareeeu dar apoio ao Ilustrado
deputado por Minas Geraes; mas a menor
reSexad explica o proredimento de S. Ex.
Elle, iiiie desde-o primeiro m miento em
que ergueu a sua voz ueste recinto miiilo
constitticionalmente pedio cmara a appro
vacia (te seu acto, urna maoitestaco a res-
peilo do procedimenio que llie dictaram
imperiosas necessidades do Estado, vend
um representante reclamar que se tratasse
logo, sem raais detenga, do pedido bil de
indemnidade, curtamente nao podia dissentir
emboca reeonhecesse a inconveniencia evi-
dente de se complicar a discusso deste
projecto com a de outro assumpto.
Mas, assim explicada essa apparente di-
vergencia em que eu me achei com o nolire
presidente do conselho, folgo de ver con-
firmada a minha opnio pelas palavras do
ulu illus re collega, que, cada vez que
se levanta, mellior demonstra a inconveni-
encia por miin apontada de se complicar a
dis:uss5o desta resoluco com a da emisso
do* 40,000:000* de papel-moeda.
Sr. presidente, toda a argumentado do
nobre deputado parece a sentar na seguinte
base: quando se trata de dar um bil de
indemnidade a respeito de um acto do
poder oxecutivo, relativo a urna medida
financeira, nao se segu que se a approva;
ou, concretisando mais esta idea, quando
se ouihorga um tal bil em referencia a um
derreto que autorisou a emisso de papel-
moeda, nao se aprova tal emisso.
renso, Sr. presidente, que o nobre de-
putado labora em um erro, desconhece que
nao lomos urna frmula especial consagrada
ios bilis de indemnidade, d;sc mhece que,
noc aso vertente, a concessao deste bil en-
volve-ae na approvaco do decreto de
emisso, olvida aquillo que fot proposto
pelo poder executivo, aquillo que fn dito
e proposto pela Ilustre Ia commissao de
orcamento, olvida finalmente que as cir-
umstancias que infelizmente motivaram o
decreta da emisso dos 40,000:000/* ainda
perduram, o que perdurando taes eircums-
tancias, que sao o fundamento da nossa
approvaco a decreto, nao podemos deixar
de proceder como indica aquella com-
missio.
-
ella cffecliva, ombora em pequea escala
como quer o nobre deputado establecer
aqu a distinecaa da approvaco do decrete
da approvaco da propria emisso? A
consequencia lgica da argumentarn do
nobre deputado.
0 Sr. Benjamn : O que quero a
.ipprovagao do acto e dos seu effeits
quauto aos 8,000:0005; as cmaras estn
abertas, e se o Sr. ministro da fazenda
precisar de outra emiss) nos aqu estamos
para d-la.
O Sn. Dt'Qi-e-Estrada Teixku.v: A
consequencia lgica da argumenta;3o do
nobre deputado seria a seguinte: qtft s
teremos o dreito de approvar o dewto,
e que devemos discutir separadamente essa
mesma emisso dos r.OOOOOW ealfsads
por via delle. Devemos aprecia-la em
todas as suas faces, em relacSo s cireums-
tanclas do paiz, opportunidade com (pie
foi feita e ao seu alcance tiuanceiro.
Mas o nobre deputado desisti disto; o
primeiro que procede como aquellos que
censura, pois declara que .approva; o de-
creto e tambem a emissao j feita dos
8,000:0005 de papel-moeda.
O Sr. Bemjamin :Sjm duyida.
O Sr. Dcque-Estmda Trtxiiia: J v
que esta questo nao pode ser discutida
como quer, j v que a approvaco do de-
creto trz infallivelmente a approvaco da
emissao, que o sen objecto, a sua con-
sequencia, o seu fim. -
Assim, pois, Sr. presidente, Wo pro-
prio nobre deputado quem torna clare que
o procedimento da Ilustrada Ia commissao
O Sr. Benjamn : Agora as cmaras
esta*) abertas, e o Sr. ministro tcm a nossa
o) fia'iga.
O Sr. Di'oi:e-Estrada Teixeira :O Sr.
ministro da fazenda, quando aqui se apre-
seMou aQm de fazer a proposta respectiva,
incluio nulla o decreto n. 4.232 do 5 de
agosto de 1808, que autorisou a emissao
de 40,000:0005 : o honrado ministro nao
se lmilou nicamente a pedir a.approvac.
lo gao acto quanlo emissao feita, pedio
urna approvaco completa, urna approvaco
que abraijgesse o decreto em todo o seu
algarismo.
A Ilustrada Ia commissao de orcamento
estudando a proposta do poder executivo,
deu-llie plena adheso em todas as suas
parles e julgou reconhecida a necessidade
que originou p decreto da emisso de
papel-moeda. ssim pois, Sr. presidente
a Ia commissao de orcamento j tinha
emiltido o seu juizo mui competente a res-
peito de balando que devia ter a approva-
co do decreto referido.
Mas o digno deputado por Minas-Geraes,
quando se tratava desta resoluco proro-
gando o orcamento, disse: Venha para
ella a approvaco desse decreto, venha
para ella o '///de indemnidade, sem o qual
regularmente nao podemos votar esta pro-
rogafao do orcamento. A nobre Ia com-
missao, acompanhando o que sobre isto foi
dito pe) honrado Sr. presidente do conse-
lho, ministro da fazenda, immediaiamente
transporten, em forma de emenda additiva,
para a resoluco em discusso aquella parte
Ja propos a do poder executivo que a
mesma commissao j havia adoptado em
outro projecto. Agora levanta-seo nobre
deputado oppondo que este transporte da
parte do projecto da cominisso irre-
gular....
O Sr. Benjamn : Nao, senbor; nao
djase tul; eu apenas Gz ver a red icco.
O Sr. Duoce-Estrada Teixeira: ....
porquanlo emende que se deve tratar ni-
camente do bil de indemnidade e nle dr
emisso dos 40,000:0001. Mas pode exi -1
semelhante bil sem a approvafao do de-
crete de emisso que o rauivou ? E pode
este decreto ser approva o sem s-lo a
emisso que constitue o seo objecto, o seo
Om?
No percebo bem como que o nobre
diputado destaca orna de ouira cousa ;
uto pos8o acompanbar a subUleza do seu
pensamento qoando distingue approvaco
le um decreto autorisando a emissao de
papel-moeda, dajfprovjco de*sa mesma
emissao! e\de*fcar -a Jrincipio da con-
sequencia nectasaria. dlzir qooe approve
a causa sem approvar-me o effeito., (Apoia-
dos.) v
So o gjjverno acbou o paiz em ms cir-
cuautaocias, se s encontrn o thesouro na-
cional em taes apuros, ameaoado de taes
- lipendis, que jolgou ndiipensavel a
jmisao da papel raoeda, e se nos appro-
de orgamento foi regular; elle mesmo
quem nos raostra nao ser possrVel approvar
o decreto sem appro'ar-se-lhe as consc-
ijuencias; e nem um decreto de emissao
de papel-moeda cousa de mera theoria.
mas sira medida pratica, de resultados ef-
fectivos.
{Ha alyuns apartes.)
Parece-me nconlestavel (pip nenhuma
razo assisteao nobre deputado sustentando
nao podermos agora convenientemente appro-
var e discutir a emissiio de que trata o de-
creto de 5 de agosto.
Quem que nos inhibe de disculirmo*
esse decreto em todas as suas face.-? hit
o nobre deputado : As cmaras esto
abertas. E porvenlura'o nobre presi
dente do conselho proceden irregular-
mente, nao se apresenieu aqui com todas as
formalidades do esljlo, conforme as regias
conslitucionaes, pedindo em nome do poder
executivo a approvacio desle decreto, e
conseguintemente da e uisso que ells com-
prehende ?
A commissao competente desta casa nao
chamouasi o exame da materia, e nao
emitiio sobre ella o seu parecer f
E desde que por lombranca e reclama-
Cao do nobre deputado se aunexou a ques-
tao do decreto de emisso de papel-moeda
10 projecto que agora examinamos, nao se
franqueou sobre tqjte elle a mais a npla e
livre discusso? Certimente que sun. Por
que razo, pergunto, objectar-se que regu-
larmente nao se discutir esta materia,
pois trala-se apenas de um bil de indem-
nidade ?
0 Sn. Benjamn :Bill de indemnidade
nao pude pagar-se no futuro, e este bil
paga-se no futuro.
O Sn. Duque-Estrada Teim.ika : E' um
falso presupposto ; o meu digno collega os-
labelece seos principios arbitrariamente,
arvora urna theoria sua, inadiraissivul, e
com ella injustamente increpa o procedi-
mento da commissao e da cmara.
G Sr. Benjamn :Respeito muito a opi-
nies da commissao.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :J foi
por mim ponderado que o honrado depu-
tado parte de urna supposico errnea,
falsa, qual a de ser possivel conceder-se
este bil de indemnidade sem a approva-
co do decreto de emisso, e tal appro-
vaco sem a da mesma emisso; ora.
desde que o nobre deputado concede o bil,
nenhum argumento solido pode apresentar
contra o decreto e consequentemento con-
tra a emisso, que a elle intimamente se
prende, e isto o que se deduz at a emen-
da ha poueo forumiada e que yertamente
nao removera as duvidas levantadas pelo
meu distinelo collega se ellas, tivessom base.
Proponho a approvaco consequente
discusso do decreto de 5 de agosto, a il-
lustrada Ia commissao do orcamento pro-
pz o bil de indemnidade, e resolvida a
justiea da concessao deste, isto reconhe-
cida a existencia de circumsianciasjustiOca-
livas.daquelle decreto, rao resta mais q es-
to alguma de legalidado ou de principios
conslitucionaes, s poder agitar-se a dis-
cusso fnanceira no intuito de apreciar a
auiorisaco da emisso em face das actuacs
circumslancias do paiz, e de deliberar que
seja semilhante autorLsaco ampliada ou
restringida.
Nada nos veda eatrannos nesta dscus-
resultado demasiado"tiiilio em relaro aos
grandes e muitas veza reponimos encar-
gs e sacrificios a le est soJeKo o thesou-
ro. Oqtw sgnifta, pofs esa tal caso a
abertura do parlan|enlo-ppa que nos oppo-
nftamos- *at'jfrisab tfa eroftSe'?
Aonsequencdesl abertura o inde-
cUna-vel dbwer e a fatiflibale que o governo
tem de vir a esta cmara propr e pedir
recursos cora que coistitucioi^lmejite 6c-
corta as despezas publleaf ordinarias e ex-
traordinarias.
Se p >r motivos eJlrarflinaTfos'e ITresis-
veis foi elle forcado a decretar sem le essa
emisso; depois de aberto o parlamento
nao Ihe era licit'7 deixr.r de comparecir pe-
rante elle e pedir a approvacu ou repro-
vac b seu acto
A abertura do puiamento. nflu moda as
condicSes econmicas do paiz, nao tem in-
ehzmente o poder m gj'ccr da dotar o.go-
verno com os recursos Unanceiros, com
sommas necessarias para, privado da emis-
so do papl-moeda, de promplo satisfazer
os encargos do Estado empenliado aid*
u'uina guerra assoladora, a qual tem devo-
rado e devora tantas riquezas nossas.
Tratando se, pois, de votar este decrete
qtttfesltda'emisafio de papel-moeda, se o
Iiobre dpBtodo tem bjaiesoes contra eHe.
se n3o:coi*eor.li com rapiiSe do abalisado
e rigido flianceiro, se nao se sent tran-
quillo diante do vulte venerando do nobre
visconde de itaborahy, exponha essas objec-
coes, externo todo seo-pensamento.
Einquahto, porm, o nobre deputado nao
mostrar que com a abertura do palamenta
ou depois delta, mudaran as rondiroes
do paiz ; emquanto ne^fvar que as sias
crcumslania"So |a'qoe dispensem essa
autorisaci d>nnisso. nao est habilitado
para condemnar o additivo da Iacommis-
sao de orcamento.
A nica, a verdadora questo, s-^nhores,
a questo de conliasca, e esta tambem
errneamente o meu lijtineto cullega quar
afaslar deste debate, em que ella capital,
surge, avalla a nassps otaos.
Mis, senhores, sc-bre isto o que careco,
oque poderei draertvos ? A conducta do
venerando Sr. presidente do conselho, Un
dos os setis actos, toda a vida illbada d'88
estadista, que o honrado deputado a quem
respondo tambem qoattficou dP nosso pri-
meiro financeiro, as suas proprias palavras
neste reci to, todo emflm nos convence de
que, se por um lado para lamentar seja-
mos toreados a permittir o triste recurso
de pape-moeda, por outro htd) podemos
licar seguros d que elle so ser empreg*
do em ultimo extremo e com todo o tino,
com todo o escrpulo. (Apenados.)
Nao deparo aqui opportunidade para
essas consideraos expostas pelo nobre
deputado sobre o perdo; amnista e biU
de indemnidade. q"e elle equipara e com-
funde", e que pens serem cousas distne-
tas.
Nao me alougarei na analyse de taes con-
siderares, limitar-me-hei a notkr que bem
diversa a con luda daquelle que perdoa
ou amnista; da do parlamento concedendo
um bil de indemnidade.
O perdi suppre a preexistencia de um
crime e de urna pena decretada; a amus-
tia tamben) presupon criminosa violadlo da
le, violenta perturbaco da onlem; em um
e outro caso o imperante eleva-se cima
dos deliquetes curvados sob a pena ou
vencidos, e inspirando-se em principios de
clemencia, humanidade enalta poltica rel-
va-lhes a punco, lauca sobre os amnistia-
dos o espesso veo dt^quecimonto do pas-
presidente da dita provincia, por ser noto-
rMo lor este fnnccionar* a oacionalidule
brllilaira commfesao de constituic-o.
Cm requerimento de Francisco Cirneiro
de Campos, alaran do 1* auno phirnticen-
tico da corte, pedindo para ser raijrkulado
no Io anno Medico. 4a mesma facaKdade,
depois de n(Nlrar-se habiRtadO'em'nlStorte.
A commifcao de intrucrao pobnca.
Outro de .llfredo Carneiro Ribeiro da Luz,
alumno do 1" anuo do cufso phamiaceutfeo
da-cfte, pedindo pira miUicular-se no 1J de setembro de 18^7, (tarante
anno mdico, depois de mostrar-se habilila
do em algebra. mesma commissao.
Outro de Joaquim los da Konseca J-
nior, alumno do Io anno de pharmaci* da
l'aculdade de medicina da corte, pexliudi
permisso para prestar exame de anatoma,
depoi* de msl#ar-.ie habilitado em latira.
historia e phtesophki, nnkftrpreparjterios
que Ihe faltara. mesma- commisse-.
Ouiro de Antonio Jwwen de Mello Rocha,
alumno do I" anno tte pharm tcia ih facul-
datle da B'ahifi, pedindo |jara matricular se
no lfl anno medico, depois de mostrar-se
habilitado em latim. mosma commis-
sao.
Outro de Gustavo Theoptoto Alves Ri-
beiro, pedindo para fazer acto do Io anno E' incontestavel, senhores, que, se a ope-
juridico da facnldade do Recife, depois de raco de crdito podesse ser feita mais
mostrar-se habilitado em latim. A mes- \antojosamente com a emissao de apolices,
ma commissao. nao seria justifleavel o recurso a urna nova
:co de Js Marques Guimaries, pe- especie de ltalos, cujos juros e amorsaco
urna poca de economa, como aquella em
jtfe esfaoosv saber que onus protm
dessa operafo ao (fisouro, e se melhr
fdra emiftir abolrces da divida ptblica do
qoe esses ttulos, cujoi juros e amortisacSo
sao pagos em uro.
A anima dufda sobre este ponto procede
das eoaelderacoea qoa o> nobre deputado
pajo & dstricio da ptoaioCia de Minas trou-
xe a esta casa quando se discutio o projecto
mandando continuar em vigor a ler de 20
o primeiro
semestre do exercico de 1869 1870, em-
quanto nao /W proaplgada a lei de orce1-
menta do mesmo exercico.
O nobre deputado deu a entender qoe
aquella operaco gravou o thesouro com o
juro de quasi 10 / ao passo que, se hou-
vesse emisso de apolices, esse juro seria
de7o/0.
Comprehende-se que tal differenca em
um paiz cujas despezas j sao to avalladas
com o pagamente da divida fundada e fluc-
tuante nao questo que deva passar des-
apercebida. Compre qne o paiz saiba se
da parte do governo hoove esse esqueci-
meote das conveniencias do thesouro pu-
blico.
-diodo para serem substituidas as notas do1
thesouro qoe possue no valor de 336&
que ja forara reco Indas. commissao de
fazenda.
OUEM DO DA.
- Piocede-se ;i votacao do parecer da
sao pagos em ouro.
Desejaedo que esta materia seja perfecta-
mente escalareeida, podeudo o paiz ajnizar
do mrito dessa operaco, e se ella foi ou
nao vaotajosa, espero que o nobre presH
denle do conselho nao deixar de dar ex-
l' commissao de poderes sobre as eleicoes i plicac/es cmara e ao paiz sobre assumpto
de tamanha importancia.
0 SR. VISCONDE DE ITABOR-\HV, (mi-
nistro da fozenda)*:Pedi a palavra, Sr.
presidente, para dar as explicaces que
exigjo o Ilustre deputado que me prece-
deu, e exporei as razea que me levaram
a prefwir a operaco a que elle alludk).
A cmara sabe as eircumstancias em que
nos acbavamos quando tive de recorrer
praca do Rio de Janeiro para obter um em-
preslimo, aQm de evitar maiores emisses
de papol-mueda. Era preciso assegurar
por algum tempo o servfo do thesouro, e
para sso que o emprestiino fosse avultado:
lqH>qi
sado.
Nao as*> n o votado bil de indemnidade
por elle nao se dispensa pena decretada,
nem se esquecem dbelos passados, pelo
contrario por elle se approva o acto-extra-
legal do ministro, que se reconhece ha ver
procedido conforme os interesses p-
blicos.
0 parlamento partilha por assim dizor a
responsabilidade desse acta, que elle muo-
centa aos olhos da nafo por ha ver verifica-
do que o desvio da lnha legal foi praticado
pelo ministro forcadamente e para salva-
guardar os interesses. nacionaes. (Muito
bem).
Ninguem mais pedindo a palavra, e indo
procoder-se votaco, reconhece se nao
haver numero legal; pelo que fica a discus-
so encerrada.
Dada a ordera do dia, leyanta-se a
sesso as tres e tres quartos da tarde.
SRSSAO EM 1 DE JUNO.
presidencia do sr. visconde dk camara-
GIBE.
Ao i/i dia, feita a chamada, verifica-se
haver numero sufficiente, abre-se a sesso.
L-se, e approva-se a acta da antece-
dente
O Sr. Io Secretario di coola do seguinte
expediente
Dous otfictas do, ministerio do imperio,
da sec-
cao dos negocios do imnirio do conselho
de estado sobre os acta las auejidtias
legislativas
sao, e se o nobre deputado tivese angu-
illas consideracoes a fazer sobre o assuaap-|env*9*do as cfjpias das consultas
to deveria expend-las. Mascrcio que nao, "
as tem, e acreditar, reflectindo sobre e.
caso, que fortes motivos levaram o Sr. mi-
nistro da (aienda a nio propor rostrajo
na pedida adterisaco de emittir papel-moe-
da ainda depois de aberto o parlamento.
O que que nos podemos f.:zer sena ?
conce|er ao governo. autorlsaco para ob'.er
os recurso necessarios afim de prdver as
necessidades publicas ?
6 Sr. Bemamin d um aparte.
0 Sr. Duque-Estrada Tghmra :Mas o
facto de votarmos esses aeios habilitar
imme listamente o governo com os reclusos
necessarios para sattsfcieio de grandes e
urgentes necessidades ? Certamente . se tftnfisa'
a fazer operaPBT^B
ntrtm lo
I corres pblicos, seguevoe que la
re .dependen, de ttai_
tantas eventualidades, d t
aWnc^ues, logo e tof dtd o wu'
io 7 districto da provincia de Min.'is-Gerae
e regeitado, sendo apjn ovado o vote em
separado.
O S*i; Pui.siofcNri: declara deputado poto,
referido dstricio c provinia o Sr. Joaquim
Pedro de MvjNo.
Procede-se votacSo do parocer da
* csmmisso de poderes sobre as eleicfws
primaras das parochias de- Sacra-Familia do
Rio de S. Joo, de S. Francisco de Paula,
Santa Maria .Magdalena, S. Sebastin do
Alto. Santa Antonio de SI, Nossa Seilfeora
da Piedade do Iguass, Sanl'Anna de Pal-
meiras o Nossa Senhora da Concsico de
Marapic, perlencentes ao 2o, 3o, & V ds-
trictos da provincia do Rio de Janeiro, e
approvadb.
Entra em discusso o parecer da
commissao de polica, con o voto em se-
parado, dispensando do servlco, com o
ordenado somonte, o oflicial-maior da se-
cretaria desta cmara Vicen.e Xavier de
Carvalho, e nomeando para preenchimento
da vaga o bacharol Antonio Pereira Pinto.
approvado o parecer, Picando prrjudi-
cado o vota em separado, depois do breves
considerantes do< Srs. Jos Calmoii, Dogo
VellK o Mello Maltes.
Vera mes, e lida, a seguinte dcclara-
?o de voto :
i Declaramos que vot-mos contra o pa-
recer da mesa. Rodrigo ihi Sito? Mello
Male.
Achando-se na sala inmediata Sr.
Joaquim Pedro te Mello, introduzido com
as formalidades do estylo, presta juramento
e toma assento.
lYodWe-so votaco da 3* discusso
do projecto prorogndo por seis roezes u
orcamento vigente de 18GS a 1860, se an-
tes deste prazo nao tver sido promulgado
o de 18B0 a 1870, com a emenda do Sr.
Benjamn.
O Sr. Benjamp* pede cmara para re-
tirar a -sua emenda, visto ter sido informa-
do de fae o governo precisa estar armado
da autorisacao para emittir moeila-papel
comquanto nao pretenda osar della, para
acudir a necessidades repentinas, e effe-e-
tuar operaces de crdito ; e como depo-
sita plena conflaoca no Ilustre Sr. ministro
da fazedda espera que da passagem do nrt.
4o nlo vira mal algum ao paiz.
.Cousnllada a cmara, consente na retira-
da da emenda.
O projecto approvado ; e sendo adop-
tado, vai commissao de redac .
0 Sr. Cruz Machado (pela ordena) :
Sr. presidente, a resoluta que acaba de
ser adoptada por sua naturea urgente.
Tem por fim prorogar a lei do orcamento,
que termina no ultimo dia do roe/, dejj-
nho crrente, para reger o semestre pr-
ximo. A discusso da materia, que cons-
titue o art. ", pode prolongar-se no senado
em modo que prejudique a brevidade da
adopejio do projecto.
Accresce que a materia do art. 4o de
tal importancia que nao deve sor reunida
a resoluco ; deve ter urna discusso so-
lemne, e constituir em toda a plenitude um
bil de indemnidade.
Por esses dous motivos roqueiro que a
commisslo competente redija o projecto
adoptado em duas resolucoes diversas, urna
contando a materia da prorogacn do orea-
menta com a concessao dos crditos, o ou-
tra contando nicamente a disposico do art.
4; porque deste modo teremos, como disse
abieviado a adopcao do projecto da proro-
ma cmara, t
si cao
subalterno da administradlo, nao ?a de,
espero em Deus, embaragar-rae no dosem-
pequeas V^^^J^m^ ( c0 P
Ao 2oem vez de redacto aposenta-
da, seja ella sobstitotda peta segbate-:
Cobrar-se on imposto addkional de
5 0/0 sobre os gencFos da tabello B qne
acompanha a tarifa da alfaadega : o impos-
to, addicionai de 2 0/0 qe pagara os da
tabella B, fica ehjvado *&QfO: o expe-
diente dos gneros livrl|L/lca elevado a
5 0/0.
Ao 3"substlua-se a prime ira phrase
que comega Os geaeros despa liados etc.
at a palavraactualmentepela seguinte :
(^obrar-se-ha mais 40 0/0 sobre os
direitos dos g-neros despachados para o
consumo, calculados segundo os valores
officaes lixados na tarifa di 1860.
Ao 4oaccDescente-soigualmente do
Io de Janeiro de 1870, em diante.
Ao 6oem vez das palavrasque elle
eflectuavadga-se sujeitas a ele.
Ao art. 7substitoa-se a redaeco pe-
la seguate : 0 imposte a que se refere o
decreten. 1,849 de 10 de dezembro de
1836, art. 10 ns. 3 e 4, fj* dos limites
da cdade, demarcados para a cobranca da
decima urbuna, s comprebende os carros
que audam a frute.
Ao art. 10om vez das palavras e a
separardiga-se para o fim de separar.
Pereira da Silva.A. M. Perdigao Mn-
IheiroA. J. Jenriques..
0 SR. CORREA : Sr. presidente, ten-
do de solicitar a attenco da casa na dis-
cusso do orcamento, da reccita, entend
foser nucessaro declarar logo depois das
'icacoes do honrado Sr. presidente do
jfio, por mim provocadas aotratar-
mos da resoluco que acaba le ser votada,
que aquellas explicaces parecem justificar
o ejnpirstiino feto por S. Exc. de......
30.000:0011,) numinaes a preco de 90, pa-
gos os juros ao cambio par.
Nao ped a palavra, Sr. presidente, para
protestar contra a aecusaco, feita-no se-
nado, de que a cmara, no que eotonde
com o governo, nao tege nem. muge ; nem
para declarar ao nobre senador que no
Club Radical tratou da composiejio du me
ue a humildade de minha po-
desta casa, como- empegado
demnidade existencia propria a toda a so-
lemnidade que requer semelnanta acto.
TApoiados: muito bem.)
Consultada a cmara, approva o requer-
ment.
, J5 P^lnCSa* Marauh5') C ^viauu a auPtao uo projecio ua proro-
H?p ?2 tSS"* i?,2!? -S T W~* d0 orcamento, c dadiao bil de in-
1887 e estes em m%. -- k commissao de Smn!HaHU Zm*. a ,,,.., on
assembleas provmoiaes.
Oowo do taesmo ministerio, enviando o
-efficiocojn, que a presidencia da provmcia
do Rio do Janeiro trtntmitte aS actas da
oteico primaria das parochias de Santo An-
tonio de Jacotfnga e S. Joo Baptisfa do
Mnr%> do uMicipio de Iguass. A s-
gunda comraissSo di ponieres.
Outro do moMBo ministerio, enviando as
copias dos decretos pelos quaes S. M. o
Imperador houve por bem conceder varias
milis u
nte.de
te do 1
rimen
erante
W*M asamblea fejra
ceda passagem para a a
de *m *efto e rMto recitado ? 0fm ^ roinisteria
Entretanto, nu^gu^m Mora que a guerra
da perdura, e com Illa suas normes,1
tHiveis e muitas vezi iraprevieta oil-
ficu*.
Queta ignora qoe-o eimmaitancias que
i varara, o appjireclmeiito desse dactato
d&sapnafeceram, e que nao podemos
i p*ve meoHvenieutes para
B*j, priva
isterio da guerra, etiliando
devidamaM inforpaio. em
rcginlKito decanllaria
Beato ijHhk S'ffrioho
rlIftimaltM con-
de ariilhfia.-
e fierra.
i a^alttrajcom
Ivan"
nfk-ca?e oh rao publicas, enviando a jetico
inforjtada pelaipresidencia da proviqraa do
Pari em que os engeplieirs, John lames
Fdstar e Jos Pompeo de Albuqueroe Ca-
valcaqtt sotottara a encJio de direito para
o material desuado estrada d Jaft-o da
o governo oeste reoureo-,
hoja tramo, as aue pede ser neces-
safjo?
Esta cmara, repito atando
jrtMWL
9iJasao, mas em vlrtadXIo qaalsetortioa ^S^T ^deoc]i8^SmmJ^
o decreta quenloa aotorisou^, ^ ^0^^^^ '
capital da mesma provneia t pon
a meaoioaeda presiMetn. A ce
de fattntfi.
Ootro do i* momU*>
S9Jp,-1>p l

- Entra em 2a discusso o projecto
aprovand i a proposta do ministerio da fa-
zenda, pedindo approvaco de diversos de-
cretos sobre transporte de verbas e abertu-
ra de crditos, com o parecer da commissao
de orcamento.
Ninguem pedindo a palavra, e pondo-se
a votos o art. Io, approvado, bem como
o %\ ri
ntra em discusso o art. 5.
0 SR. CORREA:Sr. presidente, a c-
mara aoaba de dar urna prova de eviden-
te confianza ao governo na apprwaco
Idos quatro primeiros arligos desta pro-
posta.
SefJifamaiita, senkores, se o ministerio
nao merecerse easa-eonfianea, arligos to
importantes em que se approvam actos seus
de grande alcance nao poderiam passar,
pom oaaaaiam. Parece-me, porrn. que
art. V nao pode ser votado sera aJguns
sclareoiraeRtes da parte do honrado 8r.
presidente do conselho, de miera voi sola
Bata artigo approva o empresUrao de...
iaW(k|ajM00Onominos, realisado a pre-
te do #k pagos ee jurus de o amortisa-
mt i .O*) cambio par. Mlo de<
rlhecido imt omito qteseraelbaoceope-
An- rpii do erodito tere sido dKWBtiU*. Mu*
de I tar ote o ponto principal da qaestSo, m
nao erS" recurso sufficiente.
Tratei realiza-lo emittindo esses ttulos
com joros pagos em raoeda correte, e st>-
licitei e provoquei propostas neste sentido.
A qne se me fez de maior 3omma e mais
vantajosa ao thesouro foi a de 30,000:0003
nominaes a 75 % contando-se o jaro de 8
% do principio do 2" semestre do auno pas-
sado, do- qual j estavam quasi vewdos
tres mezes quando me fizeram a dita pro -
posta ; o qne redozia a 70 V* o preco de
7*i. A este preco era preciso que eu po-
desse emittir 36,000:000*000 nom'rnaes de
apolices para obter 27,001*000*000, e o
juro dellas montara a i,l60:00OoTH) ou 8
/o.
Preferndo. como me pareceu dever fa-
ze-lo, a operaco nos termos em que a rea-
hsei, eraitti 30,000:000500o de apofices
para obter os 27,OO0:#00(O00, e o juro a
que se sujeitou o thesouro foi o- de......
I,8000:000#OO on de 6, 6 / em ouro.
Assim, contando com o cambio de 18 *4
o juro veta a ser de 9, i, isto -, 1, 1 mais
elevado do que seria o da primeira opera-
Cao.
Compre agora ponderar que neste ultimo
caso feriamos de pagar pelo emprestimo,
emquanto nao- fosse resgatado, o juro cons-
tante de 8 / t ir diminuindo progressivamente com a
subida do cambio, de modo que, quando
elle_ se elevar a 21, juro se reduzir a
7, 7 o, e dahi para cima a differenca
ir crescendo a favor da operaco que se
realsou, at que, chegaRdo o cambio ao
par, teremos de pagar o juro de 6, 6 /o-
Conheco as dificotdades com que lua-
mos, mas acredito que havemos de vence-
tas, e que o Brasil, em vez de retrogradar,
continuar o proseguir em sua marcha as-
cendente ; e, ainda quaodo sejam precisos
cinco ou seis annos para que o cambio che-
gue a 23, re8tar-n annos para indemnisar o thesouro do maior
onus que agora lhe resulta da operaco que
realisei.
Outra razo Uve ainda para preferi-la ;
foi a de reter no paiz alguns capitaes es-
trangejros, e de provocar a importarlo de
ontros. ITra dos grandes males que produz
o papel raoeda afugenla-los; o capitalista
que recela ver o valor do seu capital dimi-
noindo a cada momento pela depreciaco
da moeda nao o expoe a esse perigo; esse
receio, porm, cessar se poder empre-
ga-lo de modo que nao corra o mesmo
risco.
Nao me parecen tambem de pouca im-
portancia que o'governo do Brasil decla-
rasse *por esse modo que, apezar dos
grandes sacrificios impostes pela guerra,
nao tinha a menor idea de recorrer a no-
va alteraco do padro monetario, e que
liaba f no engrandeciraento e prosperidade
do imperio.
Eis as razoes\que me parecein suficien-
tes para convencer o honrado membro de
que o governo nao erroo Janeando moda
medida a que alludio.
Vozks ; Muito bem J Muito bem !
Ninguem nuis pedindo a palavra, e pon-
do-se votos o art. 5o approvado.
A proposta-passa a 3* discusso.
O Sr, Pereira da Silva pede, e a cma-
ra approva, a dispensa de intersticio para
que a proposta entre amanbaa em 3a dis-
cusso.
Entra em i* diaeassao a proposta do
orcamento do oterctoio de 4869 a 1870, na
parte relativa receita ge ral do imperio,
com as emendas da commissao.
Vera mais a masa, slo ldas, apoiadas, e
entrara conjuntamente em discusso as se*
gumtes emendas:
t'Sepprwa-a! do art. O da
receita.
< 2 6*emvoa dif palavras eleva-
do ao dobrodiga-e^evadp a 5 0/0-
e
(Apoiados; muito bem.>
O Sr. Silva Ni -mes ; Nao apoiadu. Em-
pregado superior da alta adraiaistraco.
Nunca embaracou, n;m embarazar; jamis.
O Sn. GoflRKv : A cmara tem cons
ciencia de sua diguidade ; sabe a que deve
a si e ao pi e Ua.de cumprir o seodever
com a rectido e independencia proprias
dos elevados caracteres que vejo em torne
de mim. Se sustenta o ministerio, fa-lo
movida pelo impulso das proprias convie-
nes, que julga conformes s da matara da
naco (muitas apoiadet), o te nobrcmtr.te
como a materia do senado, que tambem en-
feude que o gabinete satisfaz s justes a.
piracoes do paiz, e oppoe barrera ao im-
peto temerario dos que pretaadem abalar
as instituirles fundamentaos (apoiados,) ao
mesmo lempo que provoca a moditkaoo de
certas leis de accordo com o espirito da
poca, e a cessacfio de abusos que se tem
introduzido eom prejuizo da verdadeira
liberdsde, que tara sido, e deve conltauar
a ser cuidadosamente zelada pelo partido
conservador. (Muitos apoiados.)
Le-vantei-me, Sr. presidente, parasuje;-
tar judiciosa analyse da cmara, aos
Ilustres memltros da Ia commissao do or-
camento, e o honrado Sr. presidente do
conseibo as duvidas que suggenoei meu
espirito o parecer da mesma commiso.
Applaudo em goral o trabalho da com-
misslo, que com louvavel zelo nao se de-
morou na apresentacTio das medidas que
entende absolutamente iudispensaveis uas
dilficeis eircumstancias Guanceiras cem que
o paiz lula; mas pi op inlm-me a demonstrar,
servindo-me dos dados fornee dos pela no-
bre commissao, que as medidas por ella
propostas nao minstrala os precisos meiso
para a realizaco dfi todas as- despezas que
tem de ser taitas necesariamente no anno
financeiro em que ha de vigorar o orca-
mento que agora discutimos.
Os metes que a commissao prende para
fazer face ao dficit do futuro exercico de-
vem subir, segundo seus clculos, a....
12,O00:()O04<0.
Consistem esses 'meios na elevaco de
mais 40 % sobre os direitos dos gneros
importados para consumr...
O Sr. Buten eouRT: J nfio poueo
O Sa. Correia :Mas note o nobre Je-
|iiitado que os 40% de que se trata nao
se referem ao valor official das mercado-
ras, mas laxa que actualmente se cobra
dos geaeros despachados .para consom; e
nista ha grande dille-renca.
Consistem ainda na snjeicao a reitas
addicionaes de 5 % dos gneros daies
isentus, e dos que actualmente s pagar.
2 %; o na eleveco a 5 % io imposto de
expediente dos gneros livros.
Pode calcular-se para a cobraiK a dos b /0
a somraaom ves 1| IttWMdiga-se
300:000*. ^
t 3* | d*-dt m vez de lSOrOOOo"
^diga>iw miom:
' ** Ao|48imposto pes^a! emve*
de mais W*00| aa emeoda apresentada
diga-semaia 340.-OQOI.
#0t f--bifj&^e.. 99 forMln,
Somente um partMfcpfc, com o titulo de
impost soerO Mm*i e prollssoes,'e a
sommaseja de l.lM.'OOOd.
*M'M&*Um>' rsentodos.
Ao l'-^opw^-a^-o^Wsdbsfrl
totivo ao wtM
addicionaes o valor de 40,0X30:000*000', in-
dicado no parecer da commissao e no rea -
torio do nobre ministro da fazenda.
Os clculos officaes que serviram para a
organisaco da proposta de orcameato para
o exercico de 18701871, baseados-aera
duvida na nova tarifa mandada ezecutar do
1 de jolito em diante por deereton. 4,342
de 22 marco ultimo, do a qnaatia de
37,tOO:OOOd, como producto dos direitos
deimporiacao para consumo.
Os 40 */0 mais que sobr esta quaptia
oreada pede a comousso devera importai
em 14,84ti:0004om
Mas, senhores. qaero crer tyfi este ajga-
rismo nao deve ser tomado, exartamant
eome base para o calculo, e nao tenho du-
vida e|r aceitar de preferaicia pera o fit
c.ckrdall6g-l8?0 o aUl daeoiMm"3c
.ste, 38,ooO:O0WOO0, alies fle atebrdo
como tonto medio dos tres ltimos ejer-
cicios, como se v da tabella a. 3, annexi
ao rblatorte da fazenda.
A razo que, a crdito, induzio a ooomtis-
soa assim pensar 6 qae oaugOMoW tfe di-
reitos nos gneros importados para OAac-
mo nao doiaar da iraar aimieM M Jm-
pertag&o u no coasaaoo. ..y
Aceitando, porm, a base de 3tt|MMM0f,
que a cmmiS9ao pwfero, mottH'us
40 /. de acd-escimo dead s*b*f a.
i'ttitlltftfifaltini
a!0,(K)0.-<)OO!pW)?
^C*#H *-
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