Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11868


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Full Text
I

ANNO aL. NUMERO 136.
.
) ?

QUINTA FEIRA 17 DE JUNHO DE 1869.
PABA DEHTRO E TOBA DA PROVDfCIA.
Por tres mezes adiantados.
Por sc ditos idem. -.
Por nt'S -\ ditos idem
Por nm anno.
TfU A CAPITAL l imm HH *W O FACA PORT. f^Bp ^IIT PAIA DEITBO E FORA DA PROVHCIA.
MMtdos,.................. 6^000 fcjH J?"* Por tros mezes adiantados...............- 6#75Q
- ................. !2<5000 T|B ffy Por sc ditos idem. ................ 13*5500
01.................... 24)5000 ^7^? Por noNi ditos idem..............., 20^280
**** MaeMfcs ............ 320 Por nm anno...............#...... 27)9000
MARIO DE PERNAMBUCO.
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
-----------------------------------,----------------------------------------*-------------------------------------------------------------------
HA* ACIEUTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves di.fBhos, no Para; Gonfalves Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear; Aalpoio de Lemos Braga, no Aracaiy; Jo2o Mara Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Sita, no Nata-); JosJusfino
Pereira d'Almetya, em Mamanguape;! Antonio Aiexandrino de Lima, na Paranyba; Antonio Jos Gomes,* Villa da Penlia; Belarmino dos Santos Btalcao, em Santo Antao; Doimngos Jos da Costa Bfraga,
em riazareth; Francino Tavares da Osta, em Alagas; Dr. Jos* Martiip Alves, na Bahia; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
parte ornciAL.
ftoverno da provincia.
!SS*AC90S DA VICK-PnKSIDBNCIADODlA U DE JUNHO
DK 1869.
Antonio de Barros Rogo.Depos de nomeado o
agente que deve ser proposto pelo supplicante sob
sua responsabilid;ide ser tomado em consideracao
o pre-ioute reiiucrimento.
Companhia Recife Draoaage. Informe o Sr.ins-
pector da thesoiiraria provincial.
Baeharel Caetano Mara de Parias NevesPro-
ve qa tulor do menor de que se trata.
Francisco Jone Vieira.Indeferido.
Felsmina Mara da Coneeico. Indeferido
vista da informacao.
ignaria Marta da Coneeico.Informe Sr. Dr.
chee de polea.
Joaquim Jos de Mello.Seja nomeado interina-
mento vista di informacao.
Joaquim Manoel da Costa.Informe o Sr. ins-
pector da thesonrara provincial.
Capitn Joo Francisco da Lapa.Certifique o
que constar.
Joao Francisco do SouzaConceda-se nos ter-
mos do regulamento e do cstylo.
Jos Jaeome Tasso.Requera por intermedio
da cmara municipal desta ridade, nos termos do
rt. %' do decreto n. 4.105 de ii de fevereiro de
18W.
Bogenheiro Jacintho Paes de Mendonca Jaragu.
Informe o Sr. inspector da tbesouraa provin-
cial.
Cirurgiio Justino Eugenio F.avenere.Ao-juiz
de diroito da comarca do Bonito para satisfazer a
exigencia da thesourara.
^ -Mara Clara la Assnmpco Sampaio c oulros.
Sim,.pagos os direitos devidos.
Manoel Mara da Silva. vista da informacao,
indeferido.
Vidal das Cbagis Colho.ncaininhe-se.
->
Repart?5o da polica.
I* seceo.Secretaria da policia de Pernambuco,
16 de janbo de 1869.
N. 79.lllm. e Exm. Sr.Tenbo a honra de
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segundo
consta das participacocs recebidas nesta repar-
tico, foram hmtem recolhidos casa de de-
tcncao os seguimos individuos :
A minha ordem, Bernardo, escravo de Jos Se-
raphioi de Millo, vindo da provincia das Alagas,
por se adiar pronunciado em crime de furto de
cavados ; Jos Antonio da Silva, como criminoso ^
Joaquim Goncalves de Qaeiroz c Florencio Fian-
cisco Cavalcanti, como reerutas vindos do termo
de Caruar.
A ordem do Dr. juz dos feitos da fazenda, Ma-
ra Benedicta, por falta de cumplimento de depo-
sito.
A ordem do subdelegad de S. Jos. Francisco
Hasario Guiarte, por crime de furto.
Deas guarde a V. Excfita, c Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manoel do Nascmen-
to Machado Portel la. O chefe de polica interino
F. de Assis Olircira Muciel.
PERNAMBUCO.
da Soledade (Recite,
do Guadalupe (Olin-
matriz de Nossa Senhora do 0'
igreja de_ S. Joa de Abreu de
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SKSSAO ORDINARIA EM 1 DE JUNHO.
P8RStMffCt& DO SR. AUGUSTO DE SOZA LEO.
(Condusao).
Art. oi). A preferencia das partes de loteras
que tem de ser extrahidas no extreicioda presen-
ta le, ser regulada do modo sogulnte, revogadas
todas as preferencias dos anteriores orcamen-
tos :
% 1.* Oito parles da lotera concedida aos es-
t-betecimentes pios a cargo da Santa Casa da Mi-
sericordia.
2. 0.ualro parles da concedida para o pa-
trimonio do? orphaos.
c % 3.a lina parte de cada urna das loteras se-
?tnte, c ua ordem em que estao collocadas.
E' approvado.
Vai a mesa e apoia-sc o seguinte additivo :
Ao 3 du arl. oO :
A parte que falla correr da lotera concedida
om favor das obras do hospital da ordem terceira
de Kuasa Senhora do Carino do Hecife.
Urna parle da lotera concedida para as obras
da matriz de Gamellera.
dem idem dem dita da matriz de Jaboa-
to.
Idera idem idem dita da igreja de S. Gon-
calo (Recife).
dem Han eai dita
dem idem idem dita
dem idem
(fijyanna).
dem idet.i
Uua.
dem Jera dem Conceicao dos Militares.
dem idem i'iem Nossa Senhora do Amparo
(Ooyanna.
dem idem idem (Olinda).
dem idciii idem Nossa Senhora do Livramen-
U (Pao d'Alho;
dem dem idem (Santo Antao).
dem idera matriz de Caruar.
dem dem dem 8. Bento.
dem idem ideo Agua-Preta. i
dem idefti igreja de Santo Amaro das Salmas
(Recife}. LT ,
Id idem dem (Serinhaeml.
dem dem Santa Cruz (Recife).
dem dem idem Nossa Senhora das Necosswa-
dc?, na Casi-Forte.
Jdexn idem idem Santo Antonio, de Itambe.
dem ideai irmandade do Senhor dos Passos
(Corpo-Santo).
dem ideui dem Beni.Part (Olinda).
dem idem idem Saul'Aaia (da Madre de
D0>).
dem idem igreja de S. SebastSo (villa do
Bonito). .
IdiMn Idem rocollinnento de Igoatasui.
dem IdMD matriz da Escada.
Idom dem dem Varzea.
dem idem igreja do Bom-Jesns (Nazareth).
dem idom capclhi de fotaa Senhora de ata-
rah (Cabo).
dem idera idttm da Cancelo de Bebenbe.
Id-)ui idtm idem para auxiliar a irapressao das
ora$ de Antonio Joaquim delfcllo.
Id?m Idem ea|ella de Apipaeo.
J4.au idem matriz de Duique.
Idm idem idem Villa-Bella.
Wtrn |d Senhora do Boni-CDnseJho
lAam idetr. malriideraval.
m oiiru do itfrjMO 4a frej .#a twa-
Idem idem matriz de Affogados (Recife).
dem idem igreja do Cari (Olinda).
Convento do Carino de Goyanna. Soares
Biundiio.jopes Machado.Aprts Gama.
Encerrada a disenssao, approvado o artigo
additivo.
Vo mesa e sao apoiado* os sc^uintes artigos
addlivos :
Fica o presidenle da provincia autorisado a
contratar a construccao das pontea do Casanga e
Passagein da Magdalena, podendo despender com
essasobras a quantia necessaria.
O presidente da provincia fica igualmente au-
tZIrisado a emittr apolices ott fazer qaalqtter ope-
racao de crdito na importancia necessaria para o
integral pagamento do valor dessas obras.
t Paco da assembla, Io de junho de 1869.S.
R.i. Alvt MergnUiti.Awaial e MelloGon-
Salve* da Silva.Aran jo Beltrao.J. Castro.
'.pnmtnondat.Tiburtino Negucira.Correa de
Mello.Eduardo Pina. *
t Ao til. 3.#O procurador fiscal ao receber da
thesouracia as relacfas dos contribuintes que dei-
xaram de pagar no consulado provincial os compe-
tentes impstos, far publicar pela imprensa os no-
mes destes devedores, os quaes poderao pagar nos
30 das subsequentae aos annnnrios, medanle a
competente gma, pela qnal p; gara os 200 rs. do re-
giment.S. \\Ayres Gama.Lopcf Machado.
Soares Brandao.
Fica legalsada a cobn.nca effectuada pela
Ihesouraria provincial do imposto de dizinio de
gado vacenm. no exercico ultimo de 1868 a 1869.
Soares Brandao. Lcqv Machada. Ayres
Gama.
Requeiro o adiamenlo tos additivo al que
sejam impressos uo jornal da casa.S. R.G.
Druntmond. >
O presidente da provincia fica sutorisado a
contratar a canalisaoao do (jo Capibaribe, com
urna ponte d forro, para dar agoto no Giqui ou
ond jnlgar mas conveniert, podendo o paga-
mento ser feiloem apolices emillida ao par e ven-
rendo um juro nunca supe or a &0'o ao anno.
Lopes Matiaio. >
A flanea que so prestar na Jhesouraria pru-
vincial pelosconlratos para arremataao de obras
publicas, s ser aeceita em L'eai de rali mi apoli-
ees da divida publica, qiier feral,-quer-provincial.
S. H.Ijopes Mfichado.Eduardo Pifia.
Fica a presiden!-' da piovincia autorisado a
remover a asmal professora publica de Iguarass,
para a cadetes creada ultimamente no Caminho-
Novo, fivguezia da Boa-vista de^ta cidade.Armi-
nio Tavure.~Grvalho Niura.Andre Canal-
canti. >
Disposicfles geraes. 0 ajudante do procura-
dor fiscal ser substituido em seu impedimeiito
pelo onMal da Jtmcm do <;ntencioso.S. R.
Eran/din Tmit.
0 presidente da provincia fica autorisado a
nomear mais ura oulktiiiiid ir para a secretaria
do governo, cora a-gr.itifkavo de 003 annuaes.
S. R.Carvtlho Moma.'Mlva RamosCicero
Peregrino.
c Fica concedida a quantu de 400 a Sabino
Antunos de Oliveira, alumno do segundo anno da
Escola Normal, para concluir sen curso.S. R.
Franklin Tarora.
Disposicoes geraes Os 1' escrplurarhis da
Ihesouraria provincial tero mais a quantia de
300, em qnantao nao fore n creados chefes de
seccao.Franklin Tarora.
t Additivo s disposeoes ireraes.O presidente
da provincia mandar'desp-uder al a quantia
de 20:000000 com .a estrada do Limoeiro, a
partir da villa deste pomo encontrar com a
ponte da mesma estrada, qrtej est feila.Correa
de Mello. -Mtr&Mo. E. Coutinho. Rmgdio
Marques.
Disposicdes geraes.O empregado geral ou
. geraes.O empre^
provincial que proceder medi^ao dos lquidos
SESSO ORDINARIA EM 2 DE JUNHO.
PBESIDENCIA DO SR. AUGUSTO DK Sol ZA LEO.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se presen-
tes os Srs. : S. Pontual, Mergulho, E. de ^Barros,
Araujo Bellro, Aadr Cavalcanti, Jansen de Cas-
tro, Goncalves da Silva, Hisbel^), Arminio Tavares,
Felisbno, Tiburtn) Noguera, A. e Mello, Lopes
Machado, M. Amorlm, Augusto Leao, Reg Barros,
Columbano, Silveira Lobo, E. Pina, G. Druinmond,
Cicero, Emigdio Marques, F. Tavora, Amyntbas,
Silva Ramos, Enriiro Coutinho e Ayres Gama.
Abre-se a sessao e lida e approvada a acta da
anterior.
O Sr. 1* Secretario d cpnta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo, remellen-
do a informacao ministrada pela cmara munici-
pal desta cid'ade, sobre a falla de remessa do seu
relatorio, balanco e contas.A quem fez a requi-
sicao.
(Jutro do mesmo, rommunicando que o Exm.
vice-presidente da provincia resolveu mandar ]>or
em hasta publica a construceao das pontes de Ca-
xang c Passagein da Magdalena, polo ffreto de
172:000*080.A commissao de orcamento pro-
vincial.
ma peticao de Hermino Delphioo do Nasci-
mento Lima, escrivo do jury do termo do Li-
moeiro, pedindo o pagamento do que Ihe deve a
cmara municipal do mesmo trras, de cusas de
proeessos. commissao de orcamento muni-
cipal.
Oulra de Luiz Paulino Vieira de Mello, escrivo
do termo do Limoeiro, pedindo igual favor.A
mesma cormnissio.
L-se e approvado o seguinte parecer :
A commissao de petcoes, julgando de justca
a coocessao do que retraer Francisco Paes de Mello
liarreto, arrematante do empedramento de alguns
termos da estrada da Victoria : de parecer que i
seja a peticao do supplicane reinetlda commis-
-ao de orcaniento^'ii'oviiicial, afim de se consignar
no mesmo orcamento verba sufllcienle para paga*
ment do que pede o supplicane.
Jraidade e criminoso aes olhos da civlsaco.
W)olicao imraediala da escravidao a moric
rasil agrcola, a sua tolerancia indefinida
Crime que faz curvar Immilhada a fronte al-
igesle liluo demcrata da America. iMulos
hOdesle liiUo
apiiados.)
%' i)reciso lav:
.. ar a nodoaque Ihe tisna a fronte.
E' preciso velar pela prosperidad*.! do paiz, assim
como o pela liberdade desses miliiares i ho-
mns, connecidos pelo epilbeto iufamanle de escra-
vo. (Apoiados).
s meios de conailiar lodos os ioteresses e con-
seajr suavemente esse importante e duplo fin,
sasem duvida os indicados no memorando pro-
graauma poltico olerecdo aos liberaos do impe-
rio, polos nove illuslres senadores que o ridigiram
e se assignaram immilaiisando seus nomes.....
OSn. (. Dbummo.v :E que nao reatsaram es-
tando no poder.
Cu Sr. Depltado :-Notveram lempo.
Trocani-se mais aparles.i.
0 Sr. Araij) B.uri.Xo :0 primeiro desses
ineios o mais coniraodo c eflicaz de umrchaiinos
rasoavel e pa'ilicamenle para a cmancipaco,
seni duvida:. liberdade doventre. Esse meio po-
rein.jto precisa ser imposto polo governo para
qii-- o abracemos, elle deve l>em ao contraiio ser
filho da pura inicialiva particular, e nenhuma oc-
casiSo mas aada o que a presente. Eu euten-
do, Sr. presidente, que todo verdadeiro liberal de-
via ajilovcilar este eusejo sublime, edar urna pro-
va real da sincerdade de suas crencas e da adhe-
sao que presta as ideia< altamente "humanitarias
einitlidas pelo centro liberal, concedendo exponla-
iieamenle liberdade ao venlre de todas as suas
escravas. (Apoiados, muito beuif.
I'm Si;'. Deputado :Comecej>orcasa.
O Sv.. ArauoBklthao:Tenlia q)aciencl.i meu
nobre collega eu l chegarei.
Sr. presidente, ha desejos que contrariados tra-
zem qtiasi semprc funestoa resullados, reconheco
JusTu que a vista do que venho de dzer em
or de lao humanitaria causa, deva dar o exem-
plo, e por tanto apresso em salisfazez os desejos
Sala das commissoes, 1 de junho de 1869. dojlluslre collega leudo o seguinte :0 abaixo
Cicero Peregrino.Silveira Libo.
ordem do du.
I* e nica discusso do projeclo n. .rA deste
anno.. apnrovando na parte civil o compromisso
da irmandade de Nossa Sendera da P+tilia do po-
voado de Gamellera.E' approvado.
2- discusso do projeclo n. 65 deste auno, ap
profando o regulamehto expedido para o theatro
de Santa Isabel
asagnados levados pelos senlimentos de human
dade. e queren.do dar nina pruva real de sua cor-
dial adhesSo, a ideia allamenle jihilanlrojiicaeml-
tidapehs venerandos raembros do Ilustrado ceu-
tro fteral rom referencia a extiueo du elemento
servil no memorando programma politice, oflere-
cidO ao "partido liberal do imperio, conceilem, a
partir desta dala, plena liberdade de ventre,.i ludas
as suas escravas e convidara Unios os verdaderos
libertes a prestaren) seu valioso apoio a lio sym-
Reil'e. 1" de junho de
.K' approvado.
1* e ornea discosso do projeclo n. 60 deste an-
no, approvando na parle civil o compromisso da pathica e sania causa
irmandade do Senhor Bom Jess dos Martvrios da j 1869.
ridade do GoyannaE' approvado. Barbarcl Pedro Bezerra Pe eir de Araujo Bel-
3" discusso do projeclo n. 86 deste anno. auto- rao,-hactiarel Joao Antonio de Sonta BellFap de
risando o governo a mandar adantar seis mezes AraMvrt*rrira. Dr. FrancL-co d;t Cunha Beltrode
de veocimeiilos para serem descontados pela qoin- Arroa l'eri ira. Francisco ib, Cunda Macliado Bel
taparle, ao aptau do eorpo provisorio de polica, Jfl| rodro da Cunha Beltrao de Araujo Pereira e
Lniz de Franca e Mello JniorE* approvado.
2' discusso da emenda offececida em terceira
OSr
ao projeclo n. 36 deste anno, que concedo licenca IWintres signatarios.
Pedro de Araujo Reltriu
Lorss Machado :Accedo o convite dos
larasst).
Id*n c AMURto fn ,
Mrrartem iV iAm9o-Vista.
Ua idera matriz de narte.
Urna fcfti capclla i&ttam oobou da Can-
reta ttaH. garaflm toBM. -a-lr
fitem WetR dem doswleos da HmmtWm
rt*rCIfHeelfc)
Um dem matriz de Ingazeira.
liem m grea dos WVitftm Oteclfp)
MM '' ''-:' Kfan-a (Recifr).
para pagamento do imposto respectivo, tera por
cada unidade de caparidade cst ibelecida por lei.
cinco ris ; cuja arrecadacac ser feila no recebi-
mento integral do imposto, eentregue mensalmen-
le ao empregado medidor, que fuucconar nos des-
pachos.S. R.Franklin Tavora.
A palavravencimento-do art. 2't i lei n.
398 de 13 de maio de 1864 desigua ordenado e
gralificacao, do modo que o ordenado tolal do pro-
fessor se considerar augmentado na razio da me-
lado, acontccendio mesmo com a gratifieaeao.
Franklin Tavora.C. Pevgrino.J. Caslro.-
Amaral e Mello.
t Additivo ao orcamento.Fica o presidenle da
provincia autorisado a liquidar o pagamento de
10.000* devidos a Macoel Peres Campello de Al-
meida. Paco da assembla legislativa provincial
de Pernambuco, 28 de maio de 1869.Epaminon-
das. Gtirana.Miguel Atnorim.Cicero Pere-
grino. '
Fica o presidenle da p"ovincia autorisado a
contratar com quem mais vi.niagens fizer a arbo-
risacao e jardm do campo das Priacezas.S. R.
G. Drummond.
Additivo ao art. 40.Fica o presidente da
provincia autorisado raar.dar pagar ao coronel
Francisco de Barros do Mateimento, o que se Ihe
dever relativamente exercicios lindos, dos alu-
gues das casas que serven de cada c quanel na
villa da Floresla : e a D. fncisca das Chagas Al-
monia a quantia de 198, qi.e se Ihe deve de exer-
cicios lindos, do aluguW da casa que serve de ca-
da em Villa-Bella.S. R Tiburtin Nogneira.
Bacellar.
t Fica o presidente da ffwincia autorisado a
contratar com queth mais vantagous lizer, a fac-
lur> de um passeio publico nesta cidade, no lugar
que for convenien'e, submettendo o contrato ap-
provacao desta assembla. S. R. G. Drum-
mond.
t Artigo additivo.O preswente da provincia
mandar restituir aos cofres pblicos a quantia
que foi dada a Leal, secretario particular do Con-
de de Bappendy, sob o pretexto do gratificacSo de
servico, como nlcialde gabinete.Amara! e Mel-
lo.Cicero Peregrino.Eduardo Pina.TUwrti-
no Nogueira.E. Coutinho. Franklin Tavora.
Carvnlho Maura.Arav Beltrio.
Fica o presidente da provincia autorisado a
despender at 3:00 com os concorto e com-
pra de mover* para a secretariado governo.S. R.
~*G. Drummond.
c O presidenle da provincia mandar dar aos
religiosos eapuchinhos a quantia Ue 1 :*0*, como
subvencc do anuc de U*S^ mencionada na lei do orcaioento daquolle anno.
S. HG. Drummond.
. Fica o presidente Ai proviaeta autorisado,
depois dos exames cenvenletes, a mandar pagar
ao parWos Prefiro GonseSf as despeas por elle
feitas com os coneertos da capella de Tamandare,
deseootJiBdo.se o queja -ecebeudos cofrepro-
vinciaes.G. D:\unmani. "
Para as disposicoes giirae.Fica desde ja re-
vo||e o % 26 doart. 43 d' lei de 5de jnnnoe
|MI, e o^ireiidente da provincia awterisado a
mandar restituir aos que o tivercm pago, o im-
posto estaeelecido no g 16 da citada ler.Ayres
Hima.-*. Coutinho.Mir CavalcantiFelis-
*m.-*EmpLo Mmpw-Mfmmtmdtt ,,Amai
ral taWto-'C P*vm*orn&&&,&Mfa.-^
Silva ^ams.-^ditario
a diversos empregados prcveiaes E' appro-
vado.
2* disenssao da emenda offerecda em terceira
ao projeclo n. 2i de~le anno. E' approvada.
3' discusso do projecto n. 61 desle anno, aoto-
rsando o governo a mandar c ra de Riachuelo.E' approvado.
3* diseus>o do projecto n. 67, que abre diver-
sos crditos supplemenlares ao orcamento vigente.
E' approvado.
2' discusso do projecto n. 68 desle anno, auto*
risando o governo a conceder um auno de licenca
com vencimentos, deixando pessoa que o substi-
tua sem remuneraclo da provincia, ao Dr. Sar-
ment Filho.
Vai mesa e apoia-sc a seguinte emenda :
Fica tambera autorisado a conceder ura armo
de licenca para tratar de sna sade, ?.o prof>
publico do Tracunhem, Jos Martiniauo de Sou-
za, sobre quem j de parecer lavoravcl a commis-
sao de petcoes.
Encerrada a discusso, o projecto approvado
com a emenda, e dispensado o intersticio a reque
rmente do Sr. Silva Ramos.
2 discusso do projecto n. 43 desle anno, auto
risando o governo a despender annualmente a
quantia de 10:000 com a emancipaco de ct an-
gas do sexo feminino.
Vai mesa e anoa-se a seguinte emenda :
Em lugar de dez. diga-se vinte contos de ris.
Goncalves da Silva.Hrmiro Coutinhi-.
O SR. ARAUJO BELTRO : Sr. presidento
nao vendo a tribuna contestar, se qur do leve, a
reconhecida conveniencia e ulilidade do projecto
em discusso, porque em minha humilde opinio
senipre conveniente, sempre til e sempre digna
da mettior aceita?o e dos maioros louvores, toda
aquella medida que ti ver por fim favorecer a li-
berdade. (Apoiados.)
Em referencia ao projecto apenas de passagem
observare! que, apzar da emenda apresentada
pelo Ilustre deputado pelo primeiro disiricio, ele-
vando vinte contos a quantia mencionada no
projecto, mesmo assim aeho diminuta ess?; quan-
tia, attendendo ao fim grandioso que II desti-
nada. Entendo que deviamos duphear ainda essa
quantia, que nada perdonarnos mpmo em ser
prdigos a tal respeto, porque orna desta ordem,
urna prodgalidade que honra, que ennobrece,
que tem por base a cardade, e por lira a con-
mista da liberdade. (Muites apoiados.)
O Su. Goncal-ves da Silva :Muito bem; mas
se nao pdennos fazer mais T
O Sr. Araujo BELTno :Quem nao pode fazer
muito, faz poueo, mas esse poueo deve estar em
proporcao com suas rendas. Consta-ine que pro
vincias muito inferiores a esta em rendas leem
destinado igual quantia para esse grandioso fim.
Sr. presidente, urna vez que o projecto que se
disente, tem intima ligaco com a queslo magna
do BrazH, sbolico do elemento servil, seja-me
permitiido Jwm ou mal fazer algumas breves con-
siderares a respeRo.
Hoje, Sr. presidente, que as aJlas com^niencias
da emancipaeio lio proclamada pelo governo Im-
perial, perante o eorpo legislativo desd 1*67.
desappareceram de una maneira inexplicavel.
Hoje, qu aquella promessa solemne comida na
fallado toronode 1868, de urna conveniente pro-
posta que opportunamente seria apresentada ao
eorpo legislalivo, se acha vergonhosamente malo-;
grada 1
Hoje, erafim, que a forca dos regressistaa domi-
nantes, rompendo os mais series conipromisses,
pode caprichosamente excluir da falla do throno
to importante assampto, eu entendo qae nm pro-
testo solemne devia partir c pontaneo e unisono
do coraco liberal de todos os lhos nao desnatu-
rados do BraziL (Apoiados).
O Sr. Amaral k Mrllo :Mas perdoe-me, tbl
um poueo constitucional.
O Sr. G. Drummond :Os proprios amigos de
V. Exc. impugnaram a medida na camara._
0 Sr. AjirNTjjAs .Is^o diz o nobre deputado.
O Sr. Gokt.ai.vas da Sil>a: E' ura exemplo
digno de ser einilado. (Apiiados. muito bem, mui-
to bem. O orador comprimentado pelos seus
amigo- .
O SR. GONCACVES DA SILVA : Sr. presi-
dente, tendo eii e o meu Jionrado collega d?pula-
do pelo 21 distrcto, ha poucos dias ofl'erecido a
consideracao da casa o projecto, que se acha em
discusso elendo tambera mandado urna emenda
elevando a 20:000.4000 a quantia, de 10:0003000,
consignada no mesmo projecto, para se alforriaro
maor numero de criancas do sexo femenino, pa-
rece-me que corre-me o dever de justificar a
; emenda
Sr. presidente, sem querer entrar na questo
agitada pelo meu nobre collega, que acabon de
fallar, de nao se ter consignado in talla do thro-
no d'este anno o tpico, relativo emaneipaejio dos
acravos, sera querer apreciar dev Jmente esse
fado de immensn alcance para o paiz, o qual sem
duvida d logar que se ajuize desfavoravel-
mente corv tanto raais qpando eila nos anuos
anteriores de 1867 o 1868 pedio d"um modo bem
significativo e claro a emaocipacan do elemento
servil, sera querer Srs. entrar desse ,misterio, (ue
a setrt'-mio lia de ter pnampta e cabal soluro,
eu passare a tractarde objecto que nos cecupa.
A emancipaco dos escravo hoje urna neces-
sdade geralniento reconhecida (apoiados.) A al-
tura em que est esta provincia, as condboes em
que se acha collocada, o seu estado de progresso
e adiantamento comportara perfeitamente que em
cada ura anno se gaste a quantia de vinte contos
de rus com a liberdade do maior numero possi-
vel de crias do sexo feminino.
0 fim juste, allamenle humanitario, porque
com essa despeza nos vamos tirar do captiveiro
um grande numero de infelizes, que nellc jazem
sem um motivo, sera uraa razao. E necessario ex-
que corroe a so-
porm, preciso attender a que temos rauite ne-
cessidades a salsfazer. Entreunto cu pens, que
nao ha necossdade mais inomento.-a, mais urgen-
te, que nao ba despeza mais necessaria. mais til
do que aqirella que se faz, emancipando e ele-
mento servil. (Apoiados.)
Senlires, a liberdade ineonteslaveliiiente o
dom mais precioso de nossa existencia, a existen-
cia sem a liberdade um fardo, um peso nsu-
iwrtavel : existir sem a liberdade, o mesmo que
nao existir. Deus infinitamente bom e sabio nao
poda ter creado o hornera para o captiveiro, elle
fez a todos iguaes, e se na opinio de um escriu-
tor, um dos lins da creaco a manifestaco da
gloria divina, sem duvida que o escravo nao pode
preenchor esse fim, manifestar essa gloria, jazen-
do na posico mais degradante, mais abjecla de
lodas na ordem social.
A escravidao c urna anomala, uraa aberracao
de nossa propria natureza. Ella se oppoe maui-
fe-tamente i religjao, a economa social e a li-
berdade. A religio porque esta considera rmaos
a todos os hoineus, perante ella todos sao iguaes.
filhos do mesmo pai: a economa social, porque
mxima, principio corrente en economa po-
ltica, que o trabalbo livre niBis lucrativo, pro-
duz mas do que o Irabalho escravo : contra a
liberdade porque a educaco, os hbitos e os cos-
turaos de senhorio de escravos seoppoem essa
mesina liberdade : acostumados a exercerem vio-
lencias para com os seiis eacravos, maltratndo-
os e os castigando as mes immodcradaraenle, f-
cilmente esquecem, como muito bem diz o Sr.
conselheiro Sabuco a barrera moral e religiosa,
que os iinpedem de eommotler essa* inesmas vio-
lencias, contra os nao escravos.
Em vista do exposlo deve-ee recondeeer a uti-
lidad* da medida que propenhn. 'J nao ha hoje
quem desconheca a necessidade da emancipaco,
poueo importa qpe ainda haja quera pense que
nao choasda a occasio, qivera faca questaoda
opportuniaade para a realisafab de seinelhantc
medida, porque na queslo da opport unidade, se
iuvoive a idea da necessidade.
Senhores, fallando deste modo, en nao estou
solado, por todas as partes, em todos os paizes
proclama-se, como eleinaito civlisador a emaoci-
p,aeo dos escravos, sendo este um dos pontos do
programma do partido liberal.
Nao ha milito que no Jornal do Commercio do
Rio de Janeiro de 3 de maio prximo passado, eu
ludo lnguido- e morto nos almas, assim como
mudo perante o espectculo Ai universo. Sem este
primeiro aael, teda a cadeia de nossas relaedes se
dissolve, todos os sentimenios se concentrara, todos
A verddera moral, a moral por excedencia, a
moral capaz de regenerar o mundo,- nao foi a de
EjB'cteto, Marco Aupelio, Arisloteies, Sneca, do Ca-
rao de Holbak, e outn>s rauitos ; mas sim a moral
evanglica.
E qual a sua base? A cardade a que se rc-
duz ella, em que consiste ?
N'esses simulacros devrlude, to- rasteros como
o p6 de que se alimeutam ? Nao.
N'i-sses apparatosos discursos cora que amigos
e modernos sophistas enclriam longos e fastidiosos
tratados ? Tambera nao ,- mas sim urna virtude
mas amavel do que as grapas, mais alegre do que
os risos da innocencia, mais rica do qae todos os
thesoures do mundo.
A cardade foi abracada e posta em execucao
por alguns povos antigs e por horaens ilhtstres de
ura modo admiravel e todo digno de louvor : foi
assim que os Athenienses erigiram ura templo :i
pedade, onde queriam que fossem recolhidos, nao
s os indigentes, como lamtom os condemnados.
Homero dizia que se devia soreorrar j aos-necee-
sitados. e jaos eslrangeiros, (rae ra Jpiter quera-
os mandara.
Clulou ensinava que se devia- ser benefiecnte ;
masque era necessario esquecer os beneficios-que
se fczia e lembrar sempre os que se recebia.
Outros seguiam oulras mximas. Cicero era to
amante da caridade, abrasava-se tanto oesse fago
sagrado, que chegou a ornar ura dos seus eserip-
tos com a palavra caridade. 0< Hebreus tinhaui
nos Ifvros sagrados lugares nolavers ees* rs-
peito. Moyses entre oulras cousas, Ihes disse, quo
nao endurecossem os seus eoraedee, que abrissem
as suas mos para soccorrer o? pobres.
David chama va bemaventurados jodos qaelles
que soccorriam aos pobres. Salomo no livro da
sabedoria, exigi nao s os soccorros se nao tam-
bera a alfabidadee a docura no (ratamente, e on-
de se cncontra este preceito, esta virtude de um
modo admiravel c convincente < no levilicoama-
res ao vosso prximo, como vos mesmo.
Eis, senhores, como o ron-e! beiro Bastos, era
phrase eloquenle e inspirada, descreve a caridade,
e eu eulendo que o que nos vamos faier, nao
oulra cousa se nao a pratica de um acto de Cari
Ii urna carta escripia pelo.Sr. cons-lheiro Jos Tlm- a(je
maz Nabuco de Araujo, socedade' democrtica Ainda obre e#e assumnto o memo enripio:-
consjitucional I.iraerense na provincia de S. Pan- exprime-se do ioo.do seguinte : -J.-.-us Christo nao
lo^essa carta foi transcripta das de|ois ue Jor- proeiiroufl$i*fcrfta caridade smente cora os
'o Iteofe e ltimamente na Opnuo Na* j(f|* seas di.seursofe prereitos porra sim com o
lirparmos desde j esse cancro
ciedade brasileira. (Apoiados.)
A emancipaco dos e-cravos >' um principio
universal, um dogma, urna necessidade indecliiia-
vel para o-Brasil, c que emquanto se nao lavar
dessa ncdoa, jamis poder aspirar os f^ros de
naeo civilizada. A liberdade sem Contestecao a
priraeira condico para a civilisaco. (Apoiados.)
Portante, senhore?, de mister que esta assem-
bla philantropica, como se tem raostrado, amante
I
M.Amorm.Jaasm a\: Castro.
Irao.Lopes MajAaio'Xilmtino.-T^muel Pon-
tnaL .... .Jt
Veriflcando-re n2oAa.ver.casa,. .3rj>resden.tQ
designa a ordem ao dia. a lesanta a.sesiao.
Oh Amw
eravW. essa -abe
ripias da lei nal
como um, escarneo
Creador, constituio
gresso .social, urna ni
e j nao pode ser tolf
mejwsdviliswoad
Banida aus
Heananha, njto deva
:Sr. ptedefte, a s-
de'lodos os santos prm-*
a era t*lu os empos
A (aceda religio o ^
tropofo visivel do jiro
da civilisaco do secuto
Uimiladaiaonta no Bra-
todos osjiaizes mais o
4Apoiadi|). -
jes, e penles a se-lo da
Inidamenle ser conser-
das ideas liberaes, chea de patriotismo e
manidade concorra, para que a emancipaco dos
escravos se v reatsaudo lentamente, sem esses
abales, sem esses sustos, que urna tal medida
cosluma trazer, e um dos meios mais ipjficuus
de chegarmos ao resultado do desejado, sem
duvida'as asseiablas irem votando em seus or-
ea mentos quotas, para todos os anuos se vonDear
sse desidertum, o que tambem se deve dar nos
?remenlos gerae Nao a assembla provincial de Pernambuco a
primeira a lembrar-se disto : consta-me que na
prevacia da Earabvba, os noasos collega3 anlma-
dos dos mesmos setiraentes elevados, dos mes-
mos praeipios humanitarios, j deram ess! passo,
votando em seu orcamento vinte contos de res
para a emancipaco. de creancas do sexo lemi-
uiino.
O Sr. Amaral e Mullo :E o patritico Cearai
0 3p. GflQA.VES da Silva : -Ora, todos sabem
que provincia da Parafiyba est mudo a quem
da de Pernambuco emauaato a rendimentos : a
receita publica da Paranyba talvez nao enegue a
uarta parte da ,de Pernambuco ; entretanto a
patritica assombla daquella provincia noteve
duvida em dar.*as9 passe,.emdispr de vrate con-
loa de ris para-a mancipado dos sen; osera--
vQS,emicdnhecer a necessidado dessa medida,
como urna das mais, urgentes o imperios;, para
a elevaco deste jp'n. Se, pois, a Parabyba Com
rendimentos inferiores aos nossos deu seioelhante
passo, nao de admirar, que aso miueaaos, vo-
uado.iielo menos .uraa igual quantia para o mes-
mo fia.
Aassemiiia provinci;U ao Cear animada dos
mesmos sentimentos de filantropa, desojando
ver realisada esuida. generosa,^Uam dsadora, acaba de votar tauui^.'qui/uc ooateft de
ijis para a alforra dos seus escravo#.
A provincia do Caar emqtxMito a rerdiraentos
asta tambem inuite interior a Pernambuco, talvez
sei que ella est no dominio do publico ; sei que
todos a tero lido e que por isso desnecessano
fuzia-se eu l-la ueste recinto ; mas nao obstante,
senhores, eu vou l-la, porque as ideas nella oon-
Ijdas s>j lio Ii armoniosas, agradarara-rae tanto,
lizeram tanta impressao era meu espirito, que nao
posso furiai -rae ao desojo deir o prembulo des-
sa mesma caria, para assim dar mais forca a
minha opinio ao que de vos exijo.
Es a caria :
Insudo para dar meu parecer sobre o pro-
jecto de emancipaco elaborado pela soeledade
fundada na cidade .'da Limea, provincia de S.
Paulo, com o ttulo de socedade democrtica cons-
titucional Limerense, o qual projecto vem inserto
no Jornal do Commercio de 25 de Janeiro groxi-
mo passado; tenbo dous motivos de satisfacao : o
1 'a coliblanca com que sou honrado e o 2" a
consciencia do assignaado servco, que ao paiz
prestar essa res|ieitavel assocacao de fazendei-
ros, que avisados sobre seus verdaderos nteres-
ses, crendo no futuro e inspirados pelo patriotis-
mo e pela religio de Nusso Senhor Jess Chris'o.
querein antes ajudar do que impedir tuna Idea,
que tendo por s a forca rresstvel da civilisaco,
mais cedo ou mais tarde, se ha de realisar, ou com
as cautelas da prudencia, ou cora es perigos e
azares da imprudencia.
Sera duvida a maor diflkuldade, que a reali-
saco dessa idea poderia encontrar, seria a reac-
co dos senhores de escravos, concorrendo estes,
accSo do legislador ser facilitada, e a torrente
nao precipitada, mas dirigida, dexar de ser fa-
tal a ordem publica e a economa social.
Porque que a ilha da Renuiao, uraa das co-
lonos fraucezas, atravessou sem abalo e inclume
es perigos da transico da abolico ?
Sera duvida porque agurdou^cs com providen-
cias c concessfies.
Antes de ludo, dirijo essa patritica assoca-
cao os meus protestes de admiracao c adheso e
he offereco todos os raeus fracos servicos, para o
iriurapho' da causa da emancipaco.
Esse trumpho collocat o Brasil entre os po-
vos civlisados, dos quaes ainda triste excepeo,
emiiuanto tiver escravidao.
Nb ser preciso demonstrar que a emancipa-
co uraa grande necessidade, nao a era rclaco
a religio o a economa social, como tambem em
relaco a nossa liberdade.
A pratica da liberdade incompativel cora aw
educacao, habites o puderio de senhores de es-,
cravos.
Acostumados a commeuer violencias contra os
escravos, esquecem fcilmente a barreira moral e
religiosa que nos impede de comraette-las contra
os nao escravos; obliterando os sent meatos de
dumanidade* pira cora uns, fica elle obliterado
para cora os oulros.
Diz ouf rauila sabedoria um e3criplor moderno:
Se a caridade detesta a escravidao, por que op-
prime araca inferior, a poltica dotesta a escravi-
dao por que corrompe a raga superior (apoiados.)
Do que vos tendo dito, seuhores, e do gue acabo
de ler, j vede, que o que vamos fazer, nao oulra
cousa mais do que um acto de caridade ; a pra-
tica da caridade, dessa virtude sublime, que vai
apparecer, consignando a patritica assembla de
Pernambuco o seu bolo, embora pequeo, para
consegnr-se o grande fim social e humanitario de
liberiaroiqs o maior minero posaivel de creancas
do sexo feminino. ,''.
Pr occasio de falUr vos em caridade, permitu
me, que ainda abuse de vossa atteuco, ciUndo-vos
alguns pensamentos, algumas ideas luminosas do
Sr. conselheiro Bastes sobre, essa virtude. Elle diz
do seguale modo :
A philauropia e a caridade formara na moral
dous polos oppostos, a primeira tem seus motivos
na trra, a segunda no. to. A phlantropia para
chegar a altara da caridade, precisa irapregnar-se
do senlimonto religioso, que Ido falta, de coBHBdir-
so, do transonnar-se n'efle. A phlantropia que
um judicoso e*criplor chama a falsa moeda da ca-
ridade, se quer o bem, per oosideracoes ierre-
tres, sem afoegaco, sem verdadeiro sacrificio ; a
caridad ioflarama-se, vive da abnegacaoedo ver-
dadeiro sacrificio, e o sentido que etta eocecra,
de uma immensa. suWimidade, o amor da orea-
tura, orno ohra oiamem de Deas, e urna epe-
ce de culto, uraa especie Je adoraeno.
Dopou da palavra Deas, diz. ura pylosopho, c
palavra caridade deveoecupar e primeiro lugar em
(odas as linguas.
Quem troca este termo v* outro, este por ou-
lra virtude, du'i*so,BU prova de rematada igno-
rancia, ou decidida iBpiedade. A pbiUmrepia, a
humanidade, a oompaaio o a UeBefteeaca, nao sao
se roo elementos humeaos da caridade, virtudes n
vadrpete'raall, iajp^livel aos senlimentes de
nhac terco da renda. de-Pernambl a:o sa^ssa^^ple^edeasoeBaram, meuo-> anda, se sao
provincia, nio dajudau,ve*r qaflnze eonW de ri o nwittdod catejdo Y**?*96' 4a:5Qf,>,,!:
Bai'a^se,fim, na para'njrarar que- Pernaov- flBeadaval
*|uco decrete viutcontes.
0 Sp- Aiuujo BafcxkAO : Quacecta at !
O S.. Go.nqal\[K3 da Suva -Sim, mais anda;
phylosopl
Deus-
assira-coi
o e.miterislswu, como a falsa
erna. ^^Z
mente de toda a ordem moral, hneto oottega, paia^tte^oqae raesi
& harmona physjea, sera elle I do, cu
-
exemplos.
Com effeito, o que forana os ltimos tres anno?
de sua existencia, se nao nina serie prodigio-a de
exemplos de caridade ? Elle poda mudar sbita-
mente o ledo dos mares c dos rios, converter mon-
tes em valles, valles em montes, alterar o curso
luminoso dos asiros, fazer cahir nnvens de. rato:
sobre os impos c incrdulos ; porcm ao contrario,
em que consista os milagres que fazia I Em ac-
tos de caridade, era multiplicar o pao e os peixes.
para alimentar as turbas que concorriam ouvv
lo ; em dar vista aos cgos ; em curar aos enteri
inos ; em levar a vidAo imperio mesmo da morte.
Elle poda fazer cahir o fogo do co sobre os seus
perseguidores e mandar que a trra se abrisse e
os devoras : naso que fez elle ? Pendente da
cruz e prximo a expirar entre agonas, pedio ao
seu Eterno Pai que Ibes perdoasse.
A caridade o grande laco da ordem social, a
reparadora das miserias, a expiaco da falla origi-
nal, na phrase de ura orador sgralo : a- tnedm-
co sublime entre a degradado da esfioeie huma-
na e> regresso a mmoiialidade promettUa,jB ao
mesmo terapo o mas doce dos movimcntes d'alma.
Tire-se a caridade, c fica interceptada a comrau-
nicaap entre o co c a Ierra : o c-o nos escana,
c a trra volla ao cahos, donde sahira. A carida-
de a cadeia que liga o humera a Deus c os ho-
mens aos homens.
Ella sobrevive ajodas as oulras virtudes, Mas
as oulras inorrem "com o corfio ; 6 ella nao mor-
ro. A deslruieo a respeila e at a fortifica. Quan-
do ludo que brilla no homera aos olhos do mundo.
se soroe c se perde na noite do inmute, ella surge
mais radiante e conduz a alma soda das prise-
terretres, morada dos justos, e ah nao cessa de
avivar-lhe os gosos, do mutiplicar-lhe as delicias'.
Citando estes trechos, Sr. presdante, nao taco
outra cousa mas do que citar pensamentos eleva-
dos de um escrptor muilo di doxo c que me pan-ce, vem muito ao caso. V-se
que o que fazemos, adoptando o presente projeele,
praticar um verdadeiro acto de cardade.
O Sr. Amaral e Mello :Nao chamo isso,ea-
ridade.
O Sr Goncalves da Silva -.Nao e oulra cousa
se nao a caridade.
O Su. Amaral r. Mello .Est muito bem dito;
admiro e espero mais do nobn depulado ; mas pa-
ra mim a questo outra, trala-se da resttuicao
de direitos.
O Sr. Goxcalvics da Silva : -Kii taral>cm enten-
do que a quto de resttutcie de direitos. Nos
reconhecendo essa verdade e votando hoje nma
quantia para que sclraduza era fado o no samento, fazemos um acto de joslicn, concordo ;
mas praticamos a caridade oesse mesmo acto, por
que nao somos obrigados a faze-lo. Por tanto, di-
zia muito bem com a lilsloria com as ideas do
escrptor que ha poueo citei. que o acto que vamos
pratiear, nao outra cousa mais do que a caridade
para com esses infelizes, que gemem na triste con-
dico de escravos.
Senhores, se verdade ludo quante tenlw Alo,
se a assembla de Pernambuco se tem raostrado
sempre zelosa no cumplimento de seus doveres, so
tem feito mudos e importantes beneficios provin-
cia, elevando-a a altura que Ihe compete, dotan-
do-a de um numero npenor de cadeiras de hts-
trueco primaria, se tanto tem primado em dotar a
mesma provincia do melnoramentos materiaes, de-
i Mando a abertura de estradas, mniUsj conclui-
das, oulras era va de con-lrucco ; se Unto tem
feito esta assembla a que me honro de pertencer.
ella nada fea em minha opit que posea comua-
rar-se, ao quo vai fazer, adoptando a idea gran-
diosa, que se contera no projecto, se nao pela im-
portancia da quote votada, ao menos pelo alcance
da idea (apoiados)
E quando. senhores. nada tivesso feito osta as-
sembla : quando fossom de pouca monta os mu-
tos beneficios que ahi fleam registrados, bastevn a
adoiwo da medida que Uve a honra de propor com
0 meudistincto collega'prio segundo distrcto, par
te ter ella immorlalisado, para ter cumplido os
eus deveres, e deixar de si bellas e grataa recor-
lacoes. (Apoiados, muito bem, muito mt.)
O Sr. Lopes Machado :Eu vou assif nar a de-
clarao do nosso collega o Sr. Dr. BeHrlo. (.Mni-
los apeiado.)
Encerrada & diseusao o projeclo posto a vo-
tes e approvado com a emenda.
O 6R. GASPAR DRUMMOND: Levanto*mu
para pedir a V. Exc. se digne conautor a casa -
bre a dispensad iuterstictedaatepwr80*00 **?*
disso offereco um roquerimento a oaaa a respe*
este mesmo projeeto. Vi )xe..uvM> ue o no-
bre deputado pelo terr*iidt que wiava diaposto aaadaiir e |Mo WgMf*
aqni avancavaT leu uau declara** noedeido a
Imerdade Modos os whos do suas ^v*^ Para,
TSKS'ro a ?. em. sa li& consultar a.
vi
.


6381 3CL0HHUI 3QTI WI131 TMUiario ^rnuabuco QuhiU feira 17 de Jimba de 1869.

mwit vjs osw*
>
,t
casa para que seja es?e documento hpMgo trans-
cripto na acta denossos trabalhos. (4pWa4, mili-
to bem)
Vai a mUa c apoiado o segulirte* requeri-
aieuto:
Requeiro a transcrlpcao, na acta do docu-
mento lido pelo nobre ieputado pelo 'terceiro
trido, concedndo a matiumisso dos lilhos"de*nas
eccravas, nascidos da data de hoje em dianle.G.
Drummond.
O SR. AMYNTHAff:S. presHente, aprecian-
do como moroco o acto do nosso -distnelo collega,
deputado pelo terceiro distrieto, creio (|ue nao dc-
ve passar desapercibida a deelraco igualmente
honrosa feita pelo nosso distineto collega o Sr. Lo-
pes Machado, do que arompanhava o Sr. -Antojo
Beltro no acto de patriotismo fue acabava de pra-
car.
Pedi por tanto a palavra, senhores, para reque-
rer que a declaraeo desse nobre collega, seja
iguafmente transcripta na acta.
Vai a mesa e apoia-se o seguinto requeri-
mento:
a Requeiro igualmente que seja trarscripta na
acta, eiu continuaco do discurso do Sr. Beltro, a
declaraeo do Sr. Lopes Machado, no mesme sen-
E' approvodo o requerimento :
Primeira diseusso do projecto, que appro-
va o cumpromiss da irmaudade do Santissimo
Sacramento de S. Pedro Martyr de Oiinda.' ap-
provado.
Seguida discussao do projecto n. 71 deste auno,
que transfere para o primeiro de setembro a aber-
tura da assembla provincial. E' approvado e
di-pensado o intersticio a requerimento do Sr. A-
mynthas!
(Continursela)
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessao delion-
lem, approvou em terceira discussao o projecto
n. 8o, que autorisa o governo a conceder uin auno
de licenca com vencimeutos ao proiessor do gyui
nasio, Felippe Mena Callado da Fonseca.
Depois de urna discussao de or-dem, fo sujeita
2a discussao e approvada a emenda api escotada
em 3' ao projecto de forca policial.
Foram idas pouco depois, c approvadas, as re-
daccoes dos projectos de forja policial e o de
Nada mais havendo a tratar-se, foi suspensa a
sessao, at que se lavrasse a acta da sessao de
hoje.
Continuando a sessao, foi lida e approvada a
acta da presente sessao, declarando o Sr. presi
dente encerrados os trabalhos da actual legisla
tura.
AUTORIDADES POLICIAES.Por delibcracoes
da presiden- ia, de 10j 11 c 12 do crrante, foram
n lineados : .
3 a 6o supplentes do subdelegado de S. Vicen-
te, no termo de (tamb, Fraucisco Cabral de Mello
Cavalcanti, Manocl Cabral de Mello Jnior, Joo
Francisco de Moura e Jos Joaquim di Espirito
Santo.
Subdelegado de Peripiri, do termo do Bonito
Jos Antonio Rodrigues.
2* a 4 supplentes do subdelegado do 1 distrie-
to do termo de S. BenloJos OJilon Cordeiro da
Fooseea, Jos Benlo de Oliveira, Francisco Cordei-
ro da Fiiscca.
2 a supplentes do delegado de S. Bento, ?ey
filo Mafaldo de Mi.raes, Antonio Victalino de Mel-
j, e Jos Ferreira Calado.
Delegado do 3 districto do termo do Recjfe (S.
Lourenco)Dr. Jos Francisco Correa de Araujo.
2* c 3" supplentes do subdelegado do Canhuti-
nho, do termo de S. BentoJoao Pedro Colho da
silva c Thomaz de Aquino Vieira.
DINHEIRO. Os vapores Giqui c South Ame-
rita, trouxeram para o Sr. Joaquim Jos Goneal-
ves Bellro 9.372*000.
Os vapores Pirapama o Pofeiu;* levaram de
-a praca :
Para Mace.... or>-.700$000
n o Penedo.... 16:000*000
t a Parahyba.. 732*000
o Cear..... 4003000
CONSULTORIO MEDICO.0 Sr. Dr. Ermiro Ce-
Coutinho, distineto medico pela Faculdrde da
Babia, acaba de estabelecer seu consultorio medi-
co no sobrado n. 64 da ra da Cada, aonde pude
ser procurado, u qualquer hora doda ou da uoi-
te, para o ejercicio de sua prolissao.
.'ONCL'IISO.Perante a directora geral da ras-
rnnyo publica, deve hoje ter lugar o concurso
das adeiras de instruccao primaria, para o sexo
(OSMOiOO.
PROVIDENCIA.Fazera-nos a seguinto commu-
nicaco, cuja materia e dipna da attender-se :
- Pede-so-Ihe que tenha a bondade de lembrar
em sua conceituada Revistaban 3. roa da Soledade
(desde o principio da da Trempe at ascasas du
tallecido Herculann una completa laga, e que
quando, com o andar dos tempos, viio serrando
essas aguas, exhalara nm cheiro nauseabundo e
ptrido, sendo isso uin foco de miasmas qne cau-
sara innmeras doencai aos moradores desse
lugar.
Quem paga decima, imposto pessnal, etc. etc,
tem jus a que se Ihe d em eompensaeo o poder
refpirar ares mais puros, e poder andar em dita
na seni atolar-se.
GOVERNO DO BISPADO.Informara-nos que
do tnesmo sobrado, Mgs;l Ferr da Costa, ne-
gW-so ao pagamento flos peritos, qne procede-
rn a niesma vestoria, Iheodoro Rainpk Fran-
cisco Mends Martius, como obrigado pelo art.
i* do tit. 8. das posturas e 30 de junho de___
1849 ; pedo a cmara que se digne expedir as
suas orden* para seren pagos os ditos peritos, do
contrario nao haver quem se preste as veste-
ras qne tivorem do fazer os flseaes.Ao procu-
rador.
Oiitro do flsc.il da fie^tazia da loa-Vista, pe-
dindo que a cmara, se^digne mandar l irne-
cor ao mercado d'aquella fregoezia urna eolleceo
de petos e medidas do novo systema decimal.
inleirada.
Outro do raesino, rem;ttendo un termo de in-
fraefio as posturas, commettida por Juaquim
liarboza de Oliveira.Ao procurador
Outro do m'sino, rominnaicando Tie bnga-
deiro 'Joaquim Bernardo de Figueird i, aeltava-sc
construindo um muro na travessa que vai da es-
trada de Joao de Barros a sahir no beeco do Pem-
bal, dirijira-se ao mesi io lirigadeina^ e tei-^lie
ver que nao poda construir dito muro sen a
precisa licenca, ao que respondeu ser aqaella
travessa propriedade sua, pede a cmara que se
digno csclarecer-Ilie a respeito para bem poder
cumprir os seus deveres era casos idnticos.
Que o engenheiro inforin isee.
Outro do fiscal da freguesa do Pojo da Panella,
remetiendo a quantia de 3056000. importancia
que arrecadoit, como Ihe foi determinado, da
subscripcao agenciada por diversos moradores
d'aquella freguezia, para oer lin.po e beneficiado
o largo da Casa Forte, devolve a relacao qne Ihe
foi transmittila, na qual apresenta os nomes
d'aquelles que tendo subscripto, nao contribui-
rn!.Que se recolhessj a importancia ao cofre,
e se remettesse a commisso de peticoes o olHcio
do fiscal, para esta dar o seu parecer a respeito.
Outro do fiscal da freguezia dos AlTogados re-
mettendo urna, relacao das pessas qne possuem
curraes t apannar peh:e em sua fregueria, co-
mo Ihe fra exigido em ofDcio de 11 de fevereiro
ultimo Inteirada.
Outro do fiscal da fregueria de Muribeca, de-
clarando os nomes das pessoas que tambera pos-
suem curraos na mesraa freguezia.Inteirada.
O Sr. Dr. Barros Barrt to apresentou a seguinte
proposta : Prnponho a demissao do fiscal de
S. Jos.Recife, 15 de marco de 1869.M. de
Barros. Posta em discussao, foi approvada.
Actuado-ge vago o lugar, procede-se a vota cao
para a substituicio, e foi nomeado o cidadao Joao
Xavier da Fonseca Capibaribe com quatro votos,
obtendo um o cidadao Francisco Jos Alves de
Carvalho.
Despacharam-se as peticoes de Antonio Jos
Gomes, Bellarmino do Rogo" Barros, Jos Antunes
Guimaraes, Joaquim de A. Queiroz, Manoel Alves
Santiago, Dr. Symphronio Cezar Coutinho, Satyro
Serafim da Silva, Veneravel Ordem 3.' de S.
Francisco, e levantou-se a sessao, deixando de
ser approvada a presente acta por falta de nu-
mero.
Eu, Francisco Canuto (|a Boa-viagem, secretario
a cscrevtHamo de Muribeca, presidente.Dr.
Pedro de Athaijde Lolio Moscoso.Bento Jos da
Costa Jnior.Dr. Joo Hara Ser.Ignacio Joa-
qun de Souza Leo.
no
enle
obteve exoneracao do rargo de capellao do palacio
episcopal, o Rvm. Saturnino de Jess Bezerra.
PRAGA DA BOA-VISTA.Pedom-nos que cha-
aiemos a attencao do Sr. fiscal da Boa-vista para
urnas barracas que armara as quilandeiras, na pra-
ca-da matriz, com grave incommodo dos morado-
res, pela vozeria que ahi levantara vendedores e
compradores.
MENDIGACausa lastima vernma pobre pre-
ta velha e doente, que pasa dias e noutes sob as
arvores do Campo das Princezas, fazendo ahi to-
las as necessidades da vida. Por que razao nao
ella rcclhida ao hospital Pedro II r
LOTERA.A que se acha a venda a 110.',
beneficio da matriz de S. Lourenco da Matta, qoe
corre no da 19.
PASSAGE1R0SDo briguc brasileiro Isabel,
sabido para o Rio de Janeiro :Vicente da Silva
Santos, Eduardo Jos A. de Carvalho, Henrique
Vieira da Cunha e 2 escravos a entregar.
CMARA MUNICIPAL.
QUARTA SESSAO ORDINARIA AOS 15 DE
MARCO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BARAO DE MURIBECA.
Presentes os Srs. Dr. Souza Leao, Dr. Seve,
Dr. Barros Brrelo c Dr. Hoscoso,
causa os mais senlwres, abri-so a se
da e approvada a aeta da antecedente.
L-se o seguinte
+ KXPEDIESTE
Um ofilcio do advogado, informando a peticao
da ardem 3. de S. Francisco, diz que n5o pode
ser a raesma deferida pela dupla rasao de ser o
qoe pretende contra o disposto no art. 8." do re
gularaento municipal de 26 de agosto de 1831, e
no art. 13 do regulaniento geral de 15 de junho
de 4844, e tambera porqno s na occasiao, era
que fr cobrado o imposto que se dore fazer a
reelamacao.Indeferio-se.
Outrus do procurador (2) remetiendo os conhe-
cimente; do imposto deduzido do venciraento dos
enipregados era os mezes de novembro e dosem-
bro ltimos na importancia, o primeiro de.....
j5|i7, e o segundo le S74279.Ao archivo.
Outro do engenheiro cordeador, informando o
requerimento do Manoel Jos Carneiro, em que
fieoe licenca para construir par:e do muro da
reate de seu sitio no Monteiro, que foi destruido
pela eeia do rio Capibaribe ; cumpre-lhe dizer
que nada se Ihe offerece a oppr, sendo o dito
moi'o executado bo alinhamento do actual.Con-
cedeu-so.
Outro do me rao, informando sobro o requeri-
mento de Satyro Serafim da Silva, que pede para
PUBLICACOES A PEDIDO.
Questao ratangil.
Senhores redactores. Escrevi urna correspon-
dencia em rcsposla a duas que antecedentemente
publicara o Sr. Gaspar C;.valcanti de Albuquerque
tienda.
Nao esle senhor. mas {uiras pessoas em defeza
delle, publicaram outras duas correspondencias,
sob a assignatura *, em resposta ao que eu
disse.
Em relacao a materia de facto, esses defensores,
reproduzem as mesnias improcedencias, j refu-
tadas e completamente respondidas.
Eu j disse, que emb >ra o Sr. Gaspar Cavalcanti
se tivesse (feito acompanhir de gente armada, esta
circumslancia aggravante, nada influa para o di-
reito e instiga com que elle entrou no engenho de
autoridade propria, e sein mtervencao do miz.
Ainda mesmo que sua entrada e invasao no cn-
genho, l'osse s com escravos, e desacompnhada
de gente armada, nem por isso Ihe assistia direito,
ou razao alguma.
Assim, portanto, me abstenho hoje, de repizar
sobre factos j cabalmente respondidos.
Venho somente dizer duas |ialavras sobre a
questao de direito.
Nesic ponto o que veo nicamente digno de
resposta a seguinte citajao:
Qualquer lahelliao no seu districto, sendo ro-
gado por urna paite que Ihe mostr sentenca, ou
escriptura de compra, doacao, aforamento, ou tes-
tamento, pelo qua he pertenca a propriedade de
algum predio, deve ir lavrar instrumento publico
da posse que a parte tomar sem que seja necessa-
rio mandado do juiz. a Corr. Tclles, Dig. port. t.
i, art 610.
Desta opiniao de Correia Te!les, em seu digesto
porluguez, ti ram os defensores do Sr. Gaspar Ca-
valcanti todo o direito, todo o fundamento de jus-
ticia para o acto tumultuario do meu contendor,
entrando por si s no enpraho,
O publico havia de rir-sc desbandeiradamente
se visse a mira, ou outro agricultor como o Sr
Gaspar Cavalcanti, dlsculindo pela imprensa ques
lao de direito, esclarecendo principios, ou expli-
cando textos da le.
E' portanto indispensavel que declare que nada
assigno em relacao a questao de direito, seno es-
cudado na opiuiao do meu advogado, e de outros
desta capital, que sao amigos no foro, e j tem a
seu favor urna longa experiencia.
Neste presuposto de qne fallo sempre sob con-
selhos de advogados, direi que a opiniao de Cor-
reia Tclles, s urna opiniao como ootra qual-
quer, e deve suburdinar-se lei.
Esle mesmo esenptor, para fundamentar a sua
opiniao cita a ord. 1. 4. tit. 58, g 3 c 4. Por-
tanto esta lei que regula a materia.
A lei citada, ord. 1. 4. 3 e 4, nao trata da
posse em execucao de sentenca, ainda menos diz
que a p sse dada por escrivo ou tabellio tem o
valor de remover ou acaabar cora qualquer oppo-
si^ao, ou erabaraco que appareca.
A nova ptiase (execucao de sentenca) da uiinba
demanda com o Sr. Gaspar Cavalcanti. fundada
no texto do accordo, o na intelligencia da lei.
" Debaixo deste ponto de vista, especialmente so-
bre a entrada do Sr. Gaspar no engenho por si s,
sera intervencao ou mandado do juiz, o meu con-
tendor praticu um acto tumultuario, commetteu
faltando con. nm alternado, um crime.
Essao c foi li- o publico, e os proprios amigos do Sr. Gaspar
Cavalcanti, o deedirao em vista dos pareceres
de differentes advogados que abaixo transcrevo.
Ao passo que assim justifico o meu direito om
a opiniao de advogados distinctus, conhecedores de
direito, e da le, o Sr. Gaspar Cavalcanti, esereve
pola imprensa: entrei era ratangil, e daqui s
salo forQa, violentado.
E' o suero, posso e mando do potentado, que
zomba da autoridades, e colloca-se cima da le, e
do direito.
Eis uanto me convm responder por hoje.
Recife, 16 de junho de 1869.
Joao de S e Albuquerque.
Propitsta,
Pedro, movendo aeco civel com Paulo, obteve
em ultimo julgado o seguinte accordo :
' Despressaraes ditos embargos na parteemque
allega materia velha j disentida e julgada, e re-
cebem na ontra parte em que se oppdem a entre-
ga do engenho controvertido pelo modo requerid<
pelo embargado exeqnenle, sendo este recebimen-
to para efteito de mandarmn, como mandam que a
dita entregua se e/fectut depois que o embargante
cotker a safra actual e a qne estiver fundada para
moer no auno seguinte de 1869, cumprindo ao em-
bargaMe dar rancho e trras ao embargado para
m maio do dito anuo fundar a qne este quizer;
azer seis brabas de muro em Jinh da casa'que! pagos pelo embargante as cusas*
ojtl edifieada ua estrada do Lameirii da povoa-1, Pergunia-st:
5*" &> Montoiro; declaia que nada tem que op-L l. fedro vencedor, e er.equente deste accordo,
por, dando-se previamente a competente cerdea- i
caoMandou-se cordear.
_Oatro do mesmo, informando contra a preten-
f^ o Antonio Jos Gomes, de edificar, no ImJA
seu terreno com sessenta palmos de frente, na
nho Lima quatro meias aguas.Indeferio-a*
Outro do mesmo, informando sobro o que pede
n reqnerimetito junto Antonio Henrique da Cu-
nha, para e linear na travessa do Gazometro tras
casas cora vate e dous palmos de frente cada
ama ; tora a dizer que nenhnm inconveniente ha
na concessan, ama vez qae se Ihe d a compe-
:cnte eordoafo.Maadoo-se eordear.
Outro do fiscal da regmato de Santo Antonio,
remetiendo o termo de voetoria que fez no oi
le sobrado n. 7 da* ra do Livramenlo, pnen-
seme a Miguel Teixeira da Cosa, Jos Ooncalves
Torre e Francico Jos Tacboco de Medeiros,
"fw e aeta arruinado, declara tf> o CMMnhor
pode prescindindo da execucao judicial do mesmo
Pedro, por si s entra.) lumutt i*rJamale
engenho c tomando rancha, ou o juiz xeqQen
0 nico que tem de decidir questfie ?
6." Pode, durante a execucA) di accord'n, e
pondertte a tomada o concessa i de rancho, Paulo
aprese .lar qualquer materia do facto, ou direito
era opposico a dita execucio ?
7.* So Paulo, apresentar embargos de rotencao
por bomfeitoras. suspendem taes embargos a
tomada de rancho c torras para Pedro nuidar
salra ?
A' vista dos termos daros do accordo, *ns-
eripto na proposta,rcspolo, com o devidoremet-
i aos doutos, peto modo guate :
Ao Io anlsito, nao. Pedro nao pude entrir no
engenht de sua propria autoridade, tomar rancho
e fazer plantarn, prcscMindo. da execucao }ndi-
1 eial, isto da"ipterveneio do juiz, salvo se Pauso
estiver de accordo e consentir, accordae dij
em termos imperios* que Paulo qnem'ffrf
rancho e trras : sera que Paulo d esse rancho e
trras, Pedro,nao o pode tomar. SoPauln recusa
dar rancho e trras, Pedro nao ttm outro avio,
outro recurso senlo recorrer ao juiz para ottga-
lo cumprir o accordo.
Ao i" uisito, respondo com o que fica achoa di-
to : nao basta sement a citacao, sem e cosenti-
mento de Paulo, ou mandado do juiz.
Ao 3" quisito, respondo nao. O acto sido expellido pelo juiz, prova que a entrada no
engenho por Pedro- nao foi regular. A assistencia
do escrivo, ou tabellio nao basta. Nao e trata
de posse, mas de execucao de sentenca, na qual
nao se pode prescindir da intervengo *do juiz.
Considerando a questao, como mera hypothese de
tomada de posse, o escrivo, ou tabellio nao a po-
da dar, em faee das terminantes pilavras da Ord.
I. 4 tit. 58 3", que nao falla de caso de execucao
de sentenca, mas somente de ttulos provenientes
de eontrato, e de origem de igual natureza. Eis
as palavras da Ord.:
E se alguein comprar alguma cousa, ou a to-
mar por via de escambo, ou doaeo, ou por ouiro
titul^ semklhantr, e na escriptura do contrato Ihe
foi dado poder por aquello de quem houvc a dita
cousa para tomar, e ha ver a posse della, demittin
do de si, e desamparando a dita posse, em taes
casos, e cada um delle?, o qrifhouve a cousa, po
der haver, e cobrar a posse della, nao aojando
QUEM LHA CONTRADIGA.
Ora, desde que ha quem contradiga, desde que
Paulo se oppoe, o escrivo, ou tabellio nao pode
dar posse. .1 contradiga, est provada com o que
requereu Paulo, e foi deferido pelo juiz, que man
dou expellir a Pedro. Portanto, ainda sendo mera
questao de posse, havendo opposico, o escrivo
nao a pode dar, mas nicamente o jui, depois de
decidir a questao. Esta doutrina correntc, e
quasi se pode aflirmar que todos os praxistas a
sepuem.
Teixeira de Freitas, insigne jurisconsulto brasi-
leiro, no 910, da sua obraCousolidaco das les
diz o seguinte : A posse pode ser tomada pelo
adquirente, nao achando quem lh'a contradiga,
em virtude de seu justo titulo.
No Repertorio das Ordenaces, as palavras :
posse do os tabellies pelas cartas de compra, es-
cambo, e doacoes, c podero dar instrumentos p-
blicos do como tomaram a dita possese v o se-
guinte jurdico commentarionon lamen sufficit,
(a posse) eque prodest possessio instrumeiitalts, si
sit clandestina, el actus naturales non sequantur,
KT ALIUS MANET IN POSSESSIONE. Se OUtTO CSt na
posse da cousa, n//U manet in possessione, nao
vale a posse instrumental do tabellio, lamem non
SHlpClt.
Ora, Paulo nao s j esta va de posse do engenho,
como o accordo o maulera, o faz permanecer
nella, mandando tirar duas safras, e so depois fa-
zer entrega do engenho.
Ao 4o respondo que antes da colheita das duas
safras, Paulo que est de posse do engenho, por-
que o accordo ? manda fazer entrega depois.
Depoist6 a propria palavra que emprega o dito
accordo. E' rlarissmo, que cm quanto se nao
entrega a cousa, so est de posse della.
Ao Ji respondo, e era pode soffrer duvida, que
havendo recusa, duvida, ou contcstacao da parte
de Paulo, s o juiz a podo decidir e terminar.
Ao 6 respondo, que pendente a disputa da to-
mada de posse para rancho, Paulo pode apresen-
tar materia de facto, ou de direito em opposico
execucao : ficando ao juiz o acceita la, ou despre
za-Ia ni limine, conforme for ou nao relevante.
Ao 7o respondo, que embargos de reten;o por
hemfeilorias, suspendem todo e qualquer anda-
mento da execugao, com tanto que taes bensfeito-
rias sejam necesarias e uteis : o que ensina'm to-
dos os praxistas, est mesmo dizendo a palavra
reteneao, e determina a le. 0 eredor de bcrafei-
torias privilegiado.
Sub censura.
Recite, 12 de junho de 1869.
O advogado,
Aninio Epamnondas de Mello.
Subscrevo o parecer retro, considerando, como
considero, a questao sob o ponto de vista de exe
ruco de sentenca, e nao de posse. Sub censura.
Recife, 12 de junho de 1869.
Maxitniano Lope i Machado.
Subscrevo tambem o parecer do Dr. Epamnon-
das de Mello, e entendo que a consulta refere-se a
urna questao de execucao de sentenca e nao de pos-
se. Subnieitome a melhor juizo. Recife, 12 de
junho de 18(39.
' Dr. Paula Sales.
Adopto o parecer do Sr. Dr. Epamnondas de
Mello e todos os seas fundamentos, que a meu ver
sao perf lamente jurdicos e encerram sa dou-
trina. Sub censura. Recife, 12 de junho de
1869.
.4 J. da Coda Ribeiro.
Concordo. Recife, 14 de iunho de 1869.
Dr. Aprigio Guimaraes.
Subscrevo o parecer eraittido pelo Dr. Epam-
nondas, e os principios jurdicos em que se basa.
Sub censara. Recife, 5 dejunho de 1869.
Francisco Ami/nthas de Carcalho Moura.
Proposta.
Pedro, movendo ac?o civel com Paulo, obteve
em ultimo julgado o seguate accordo :
Desprezam os ditos embargos na parte em
que allega materia velha j discutida e julgada, e
recebem na outra parte em que se oppoem a en-
trega do engenho controvertido pelo modo reque-
rido pelo embargante exequente, sendo este rece-
bimento para effeito de mandaren!, como man-
dam, que a dita entrega se cffectue depois que o em-
bargante' colher a safra actual e a que estiver
fundada para moer no anno seguinte de 1869,
cumprindo ao embargante dar rancho e tenas ao
embargado, para era maio do dito anno fundar a
que este quizer; papos pelo embargante as cus-
tas. "
Porgunta-se :
1. Pedro, vencedor e exequente deste accordo,
pode, prescindindo da exeiucao judicial do mesmo
accordo, entrar no engenho de sua propria auto-
ridade, t uar rancho e fazer plantacSes, sem ser,
ou por accordo de Paulo, ou por intermedio e
mandado do juiz?
2. Pedro, tendo coraecado a executar judicial-
mente o accordo, requerondo que fosse citado
Paulo, podia parar cora este procedimento. ftcar
nisto, e ir sozinho tomar rancho no engenho 1
3. Depois dessa entrada irregular de Pedro,
sendo expellido peto juzo, podia Pedro, sera nada
requerer ao juiz, voltar ao engenho e tomar posse
de ierras e rancho, s cora algum escrivo ou ta-
bellio?
4." E como dever ser qualifteado em direito e
procedimento de Pedro, entrando tumultuariamen-
te, tomando rancho, etc. ? E para represso deste
acto o que compete Paulo fazer ?
8. Pode durante a execnco do aecordao o pen-
dente a tomada e concessao de rancho, Paulo
apresenlar qualquer materia de facto ou de direito
em opposico a dita execu je, cninpetindo ao juu
e somente ao juiz da execucao decidir se deve on
nao dar vista, e se a deve dar com suspensao ou
em suspensao ?
i* quesito.
Respondo: que qualquer que seja a aeco judi-
cial entre duas partes, ordinaria on summaria,
sobre cousa certa, que deva ser restituida em es-
pecie ( este o caso prseme) ou sobre quantida-
des, que devam ser pesadas, medidas, contadas
ele., o julgado n'ella proferido nao pode prescin-
dir de urna nava instancia e processo, que comeca
pela citacao do condcmm.do para a execucio do
E outra nao a autoridade competente para a
exocue.au seno a uicsma om cu^j juizj curreu a
demanda Pereira Souza T. 38, 'Jec. cit. de 25 de
nevembro de 1850, art. 490, etc. *
De principios, cerno estes, to corree tes vem a
consecuencia natural e jurdica de que Pedro era
caso nenbum pode de sa propria vontade ou au-
toridade, (que iienuuma ) entrar no cujieaho, to-
mar rancho, fazer plautaces etc., Lzendo-se exe-
cutor, assim de julgados, cuja execucao da com-
petencia nica dos juizes.
2" auosito.
Respondo z que o facto de Pedro ter eomeeado
aexeeutar jadicialmente p aacorau ou julgado;
requerendo gue fosse citado Paulo, por um lado
ruvella isso o pleno eonheeimento ou a conscien-
cia delle quanto aos principios expendidos, e por
outro lado, esle principio de execucao legal o pren-
deu as leis, que regulara as execu roes civis, de
modo a nao poder desistir da execuyo para in-
tenta-la pur diverso modo judicial; e, quando por
ventura entendesse que tinlia. convocado por nu-
do errado, devera comecar de no\% pagando as
custas a Paulo, mas nunca abandonar a execucao
legal, j por elle comecada, para substitui-la por
sua vontade e sua accao privada.
3o quesito.
Respondp: que se em nenhum caso podia Pe-
aro por si execular o julgado, entrando no enge-
uho, tomando raucho, etc., como poJeria elle re-
petir este seu acto anarchico e destructivo de to-
das as garantas do rgimen judiciario, leudo o
seu primero acto de invasao j encontrado promp-
ta o efflcaz represso da parte do juizo .' Isto re-
vella reincidencia de attutado e a nece.-sidade da
parte do juizo de prompt e enrgica represso.
Esse caso nao de posse por tabellio, o que s
tem lugar, quando nos contractos, o que adquiri
o irainovel, nao encontra quem Ihe coutradiga a
posse; sendo que o caso vertente de execugao
de julga*, pelo que a entrada"ue Paulo no enge-
nho nao so podera elTectuar seno por execucao
do accordo.
4o quesito.
Respondo : que, pelo que licou estabelecido es-
te procedimento de Pedro verdadeiro attenlado
contra os diretos particulares, que vivera a abri-
go das leis que estabelecera a inslituco do juizo
e contra a ordem publica. Quanto, porra, ao
raeio legal de fazer cessar essa violencia, o caso
para mira serio.
Visto como Paulo ainda est na posse,, do enge-
nho em letgio, posse quo Ihe garante o julgado,
at elle moer a safra do auno de 1809 ; e, como
antes disto s poder deixar essa posse, ou por ac-
cordo pruprio, ou por cffectividade de mandado do
juiz em execucao do dito julgado, n) haver
erro em quera chir no procedimento de Pedro
um esbuluo pela forca. o que poder ser repellido
segundo as Ords. Liv. 4, tit. 58 T. 2 a Liv. 3
Til. 78, T. 5o. Mas, como este raeio repugnante
e perigoso, pens que o meio legal Paulo reque-
rer ao juiz, que segunda vez mande expellir Pe-
dro do engenho cora a gente e trabajadores, que
la estiverem ; e quando haja resistencia da parte
de Pedro, requerer ao juiz que pe?a forca a auto-
ridade competente para acoinpanliar os oiciaes
na execucao do mandado, certificaHdo os ofDciaes
o que houver. E, se estes meos falharera, ou nao
forera concedidos, a consequencia ser que, quem
deve garantir os diretos de Paulo, os ahandonou,
e que a aeco privada no desenvovimenlo de seus
interesses est collocada a cima das leis e da justi-
ca publica.
5o quesito.
Respondo ; que, j no comeen da execucao ju-
dicial, j no curso della, pode lUulo pedir vista e
allegar quaesquer embargos que tiver, sendo qne
ao juiz da execugao a quem compete soraeute
dar vista suspensiva ou nao suspensiva, conforme
julgar de direito.
Recife, 14 de junho de 1869.
Dr. F. Paula Bapttsta.
Concordo com o parecer do Sr. conselheiro Pau-
la Baptista.
Recife, 14 de iunho de 1869.
Dr. Tacares Belfort.
Resposta.
Subscrevo aos doutos pareceres dos Srs. Dr.
Epamnondas de Mello o conselhero Paula Bap-
tista.
Ainda mesmo adraittindo-so com alguns praxis-
tas como Correa Telles, tom. I n. 610 ; Colho da
Rocha, tora. II 442, que os tabellies e escrives
possam, a vsla de seutenea, dar instrumentos de
posse independenteraente de mandado de juiz,
evidente que isso de nenhum modo pode ser seno
nos niesmos casos e condiees a que se refere a
ord. do liv. 4o tit 58 3 e 4 em que trata dos
contratos de escaimbo, doacao e outros semelhan-
tes, isto quando no titulo em virtude do qual se
pede a mesma posse se deu poder para toma-la e
have-la, deraittindo-a de si aquelle que a tnha, de
modo que nao haja quem a contradiga.
Os tabellies e escrives dando posso oestes ca-
sos nao fazera outra eousa mais do que tornar au-
tentico, publico e solemne um acto que alias, fir-
madas nicamente no seu titulo, e era falta de
qualquer opposico do possuidor actual, poderiam
as partes pralicar por si proprias com a mesma
validade. Era summa, nao estando a causa na posse
de algucm, ou demiltindo-a este de si, ou nao se op-
pondo a queoutrem a tome, podem os tabellies e es-
crivesdla, porque nao exercem ento o acto de ju-
risdiccao. Mas cousa differentc attnbuir-se aos
mesmos tabellies e escrives autoridade, n s
para dar aquella posse incontestada, mas tambem
para tirar posse a alguem que a contesla, que se
acha nella, e que tem justos ttulos produzir em
sua sustentaco. Isto arvorar os tabellies e es-
crives era juizes, dando-lhes attribuices de jul-
gar e decidir entre parles; o que um absurdo,
unasubverso completa das mais simpes nocoes
da jurisprudencia.
' F"
lar, sao moijvos Rodera-sos para fcvtr etfsigo a
saudade e protestar a lodos a sua eterna gtatidio.
Na sua perigrinaeao de artista,-conservar' serti-
P' e. esta leuibrunca ; aos seus bons amigos offe-
rece o seu limitado presumo na corto.lugar de sua
residencia, ra do Senado n. 7 A.
Recite 16 de junho de 1869. *
Martinho Correa Vasques.
THEATBO
Os Piratas la Pavana.
Ainda nao se apagou, cortamente, da memoria
do publico desta cidade as gratas impre-ses que
recebeu no Santa Isabel coma representaoioesse
grandioso e bem escriplo drama tatstitulaoo Torca
por forca que to justos applausos merecen de to-
das as classes sociaes e qoe lermou os trabalhos
da empreza Coimbra na pssada esta^o theatral.
Dramas, como esle, to explendidos de adornos
litlerarju, lu ricos de boas lcoes ctao abundantes
de lances vigorosos, e s irprehendentcs, reunindo
assim todas as eondii-oes, que devera imperar na
dramtica que deleita e instrue, sao poucos som
coraposiQo duvida, e quando se offerecem a apre-
ciado de ura publico sensato, este acolhe-os cora
enthusiasmo, louva-lhes os primores,*c exige delles
que muiuis erauitas vezes exhibamos seus mritos
reaes, prestando por este modo a homeuagera de-
vida aos talentos dos seus autores.
O drama Forca por forca alcancou bem mereci-
damente entre nos este magnifico triumpho.
O Sr. Coimbra prepara-se para fechar os seus
trabalhos theatraes, ensaiando para em breve su-
bir scena um outro drama de igual valor Os
Piratas da Sacana.
Creraos que somonte e justo desejo de terminar
de ura modo brilbante a sua tarefa na presente es-
tacao dramtica, fez que elle nao medisse nem
tomasse a responsabilidade, que ha em fazer re-
presentar u:i drama como esle, quo nao sendo,
em verdade, superior ao Forca por forca em mri-
tos Iliterarios -o entonto as decoraces do sce-
nario, decoraces que exigem ura extern-o de
palco, que o Santa Isabel nao tem.
No entretanto de esperar que o intelligenle
director de scena, que aos grandes dotes artsticos
rene um soberbo tino administrativo remover
alguns obstculos, que nos tero parecido insu-
peraveis. Confiamos que Joaquim Augusto, apoia-
do nos bons desejos do eraprezario, nos dar o
drama cora esse bello scenario, onde Bonrgois
nos faz ver as piltorescas florestas, as vicosas flo-
res, as cascatas, os rios, os cedros era que se en
rosca a serpente e outras umitas riquezas natu-
raes que assoberbara esse linda parle da America,
onde imperaram os Incas. ,
O enredo do drama intrincado, aitrahente.
tocante e mesmo original.
Os seus personagens interessara a todo o ins-
tante, pelos perigos das situaces, e alguns delles
sao de tal importancia no que respeita ao traba Iho
artstico, que julgamos o drama de uin**xecucao
dialcilima. No entanto esperemos.

E' falco o que diz o Liberal Acadmico, cora re-
ferencia a reprehenso que diz ter o Illm Sr. te-
Dente-coronel Decio passado a um guarda nacio-
nal do 3." oatai' >.
('.ominando o contingente do 3." batalho, e
posso assegurar que o Illm. Sr. tenente-coronel
Decio, tem desdo a mira, at ao tambor, tratado
com a maior benevolencia e delicadeza; assim
como trata todos.
A' dias vindo tarde para o quartel o Illm. Sr.
tenente-coronel Decio, encontrou ura guarda nacio-
nal do !. batalho de artilharia no largo do Hos-
picio esbofeteando a um outro ; o Illm. Sr. tenen-
te-coronel, fazendo-os recolher ao quartel, ahi re-
prehendeu o guarda nacional dzendo-lbe que o
procedimento que elle tinha lido s era propria de
moleque e de canallia; e por tonto nao como diz
o tal Liberal.
O Illm. Sr. tenente-coronel Decio, tem a fortuna
de ser bastante estimado de seus eomraandados, e
portanto ^aleives dos que conla o Liberal, nao Ihe
podem desconcituar.
Venho a iinprensa por amor da verdade, e por-
que se Tallou no 3." batalho a que tenho a honra
depertencer.
Recife, lo de,,junho de 1869.
Manoel Marques de Abreu Porto.
Capito comraandanle do contigente.
CQMMERCIO.
ama questao propriamente de posse, quer de sim
pies execucao de sentenca, desde que a mesraa
posse se tornou litigiosa pela o.posicao e deligen-
cias requeridas era juizo pelo actual possuidor, o
escrivo que deu a Pedro a posse a que se refere
proposta commetteu um grave erro ds offlcio e
PRACA DO RECIFE 16 DE JUNHO DE 1869-
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Assucar canal 3*050 por arroba (hontem.)
Algodao de Macei 1 sorle 17* 00 por arroba
posto a bordo a frete de 1|2 d. e 5 0/0
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 Ij8 d. por
U000.
f. J. Silveira N
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
CASADECAMBIO
Teodoro Simn & C.
Compram e vendem por conla propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras.
sbjj3| de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da torra e outros titu-
c
Guer.'po's, se considere a questao vertente como los commerciaes.
accordo, entrar no engen w, de sua propria au
toridade, tomar rancho o fazer plantaodee, sem meamo julgado.
Ser, ou por aecordao de Piulo, ou por intermedio Esta citacao pessoal e garal, como a feita pa-
mandado do juiz ? ra a atyjSto ; e as leis, que regulam as execncoes
2 Pedro, tendo comeca lo a exeeutar judicial- civis e at mesmo as cosraerciaes (dec. do 25 de
ment o aecordao, requerendo que fosse citado j novembro de 1850), abrem espago a diversos ge-
Paulo, poda parar com esto procedimento, fiear
nisto, e ir ssinho tomar rancho no engenho ?
3.* Depoi* dessa entrada irregular no engenho
digo entrada irregular de Pedro, sendo expellido
pelo juizo, poder Pedro, fea nada requerer ao
juiz voltar do engenho e timar posse de trras e
rancho, s c.nn algum escrivo ou tabellio?
4.* Antes da colheita das duas safras de qne
trata o accordo, quem tem a posea do engenho
Pedro ou Paulo ?
bV> Recatando Paulo, dar o rancho, (ion o aecor-
dao manda da?, qnem ha do decidir a questao.
eros de defeza ao executado e at mesmo a ma-
proprio jolgado. Isto eor-
respeito temos as Ords.
terias infrit
renta** dli
Liv. 3o tit. 3W7.
A 3cjo privada safa cada um fazer justica por
si e a si raosmo, quer 80 |ne respeita s aeces,
quer no que respeita as executes dos julgados,
mais que simplesmento tumultuaria anarehica,
ante social e perigosa: um attentado contra a
institnicao do juizo, auenta;lj, portanto, que Seve-
ra ser de prompto reprimido p& aatorlaado Judi-
ciaria.
autorisou um attentado que nao deve subsistir;
deu lugar a um acto inteiramente millo e insus-
tentavel em direito.
O mandado de despejo expedido contra Pedro
deve, portanto, ser cumplido, e quando elle conti-
ne a resistir-1 he, pens que a autoridade admi-
nistrativa bem da ordem publica e da effectivi-
dade da justica. deve prestar o auxilio necessaro
para que a decisao do respectivo juiz seja respe-
tada. Nao isto ntervir nos negocios jndiciarios ;
a questao j est resolvida pelo juiz competente
por meio daquelle mandado; tratase apena de
faze-lo executar, isto de fazer prevalecer a au-
toridade das leis e dos tribunacs do paiz sobre um
to revoltete acto de arbitrio privado.
Deixo de dizer sobre os mais pontos da propos-
ta, por acha-los sufllcientemente esclarecidos nos
sobreditos pa eceres. Sub censura. Recife, 16 de
junbo de 1869.
Dr. Joao Silveira de S Dispe a ord. liv. 3 til. 86 15, que sendo a sen-
lenca em accao real ou pessoal para que o con-
demnado entregne cousa certa e determinada, o
juiz Ihe assignar 10 dias para que a largue e en-
tregue, o que passados ellos Ihe seja tirado e en-
tregue ao vencedor.
O accordo determinou que a entrega do enge-
nho se effectuaesse depois das duas sadrs, cum-
prindoao embargante dar rancho e trras ao em-
bargado para em maio de 1869 fundar a saffra que
quizesse.
Devia Pedro, no caso de Paulo nao Ihe querer
dar rancho e Ierras, assignar-lhe eni audiencia
ageites 10 dias, deque falla a ord, visto como
nao se trata de execucao de sentenca proferida em
aeco de forca nova, na qual se execula a senten-
ca sem se assignar 10 dias.
Se Paulo, (indo o termo, nao desse o mncho e
tena na forma determinada pelo accorio, cum-
praaojuiz proceder entrega de urna e outra
cousa ao vencedor, sem mais para isso ser eludo
o mesmo Paulo.
Commette expolio o vencedor, que se arroga a
posse sem se assignarem os 10 dias, e ser o R. (an-
eado ; sondo que este pode no dito termo offerecer
embargos.
inegavel a posse de Paulo emquanto elle nao
tiver colindo as duas saffras a que se referi o ac-
cordo.
o meu parecer, que sujejlo a censura. Recife,
16 de junho de 1869.
Joaquim J. da Fonseca.
Theatro de S. Isabel.
Despedida e gra idfio.
'% abaixo assignado, retirSBo-se desta bella ca-
pitel do Pernambuco, era razio de lindar -se o sen
contracto theatral no da M, e tendo de partir
urgentemente para a corte pifr causa de sua fami
lia; extremamente penhorado para com o digno
povo pernambucano, saudoaamente so desp.de.
As provas de sympathia e apreco que recebeu
dos bons habitantes desu espita!, naclonass e es-
trangeiro?, quer como ardua, quer como particu-
Encarregam-se por conla alheia das mes-
las transaccSes, da cobranca de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias era deposi-
to, em conta correte, e a prazo flxo.
Largo do Corpo Santo n. 21.
ENGLISH BANK .
Of Rio de Janeiro Limited
Desoonta lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo. ^^
Saca vista ou prso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito.
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourmho n. 7
ALPANDEGA.
Rendimento do dia I a 15. 557:197*984
fdem do dia 16......71:S55134
T7 77---------7--------
navios sabidos no mesmo da.
Rio.de laneiroBrigne brasileiro tabel, cnpitao
jl'warqnes Vianna, carga vario gneros,
unaVapor brasileiro PaaliyJKi, comman-
dante Merlo.
^*
O Dr. Jos Eustaquio Ferreicaiacobraa, supplenu;
do jni/.i de*onplios e ausentas uesta cidade d"
Recite e seajpmo, por Sua Mageslade Impe-
rial e CiiistfiBeionalque Dens guarde, etc. ele.
Paco saber aos que o presente edital virem que
pelo juizo de orplios e ausentes do termo c ci-
dade de Vianoa,da provincia do Maranho me foi
deprecado uzeas* constar n'esla provincia ter fal-
lecido n'aquelte lugar Thoinaxde Aquino dos Keis
natural desta cidade do Recife, in testado e sem
herdeiros presentes, afim de screm citados os que
ttvesscm direito a heranca, que se arrecadava
n'aquelle juizo para reclama-la devidamente ha-
bilitados, cuja precatoria sendo por niim comprida
o escrivo a quem foi destnbuda passou o pre-
sento edlal e por meio delle sao citados os her-
deiros, successores, interessados, c todos os que
liverem direito a heranca de Thomaz de Aquino
dos Reis para que venham habilitar-se, e recla-
mar a mesraa heranca no prazo de 30 dias que
sero contados do dia da afixaco, e aquellos que
os conhecercm Ihes dar.) noticia do presento ed-
lal, que sor publicado 3 vezes pela imprensa e
mais afixado nc lugar do costuine.
Dada e passada n'esla cidade do Recife de Per-
n.nmbueo, sob o signal deste juizo e sedo do tribu-
nal da relacao n'esla cidade do Recife em 3 de
junho de 1869.
Eu Galdino Tenistocles Cabral de Vasconcellos
escrivo o subscrevi.
_______Jos Eustaquio Ferretra Jacobina.
O Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, juiz- de
direito da segunda vara criminal e subs-
tituto da do especial do commercio em
exercicio nesta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. I. e constitucional o
SrD. Pedro II a quem Deus guarde.
Faco saber pelo presente, que Francisco PereU
ra de Mendonea de C, por seu procurador me fi-
zeram a p tiran seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz oo commercio.Dizem Fran-
cisco Pereira do Mendonea & C, que Joo de Bar-
ros Correa, deve aos supplicantes a quantia de
181 020, importancia de urna letra mercantil,
saccada a 18 de marco do 1864, com o prazo de
tres mezes, que se venceu a 18 de julho do mes-
mo anno : e porguanto este.a a expirar o termo
fatal da prescrip^ao, querera os supplicantes para
reserva e garanta futura de seu direito, interpor.
o competente protesto que Ihe permitte a lei, aura
de ser interrompida a prescripeo e requeran a
V. S. se digne que elle seja tomado por termo, e
intimado ao supplicado como de lei, para os ef-
feitos necessarios ; e porque este esteja amento
era lugar que nao se sabe ; requerem a V. S., qne
admita a justificaco previa do estylo o julgado
por sentenca, seja o supplicado citado por editos
passando-s a competente carta com o prazo de
trinta dias. Nesles termos pede a V. S. deferi-
mento E R. M.O procurador, Rodolpho Joo
Barata de Almeida.
N. 133.Pagou 200 rs.Recobedoria de Per-
nambuco, 7 de junho de 1869.Chaves Franca.
E nesta peticao dei o despacho seguinte :Co-
mo requer, sendo a inquirico no dia 10 pelas dez
horas da inanha.
Cidado do Recite, 7.de junho de 1869Neiva.
Em virtude deste meu despacho foi a distribu-
cao feita pelo escrivo deste juizo Manoel du Car-
valho Paes de Andrade, e lavrou o termo de pro-
testo seguinte :
Protesto.Aos oito de junho de 1869, nesta ci-
dade do Recife em meu rartorio, perante mira e
as tcstemunhas infra assignadas compareceram
os supplicantes Francisco Pereira de Mondonga &
C, por seu bastante procurador Rodolpho Joo
Barata1 de Almeida, e por este foi dito, que redu-
zia a termo o contedo de sua peticao retro, que
offerecia como parte do presente, em que depois
de lido assignou c mi as indicadas testemunhas.
Eu Manoel Silvino de Barros Falco, escrivo
interino o escrevi.Rodolpho Joo Barata de Al-
meida.Joo da SilveiraBorges Tavora.Balbin
Simoes de Carvalh> Camello Peesoa.
Depois do que prodnzio os supplicantes suas
testemunhas no dia designado, as quaes sob jura-
mento dos Santos Evangelhos depozeram conve-
nientemente acerca da ausencia do supplicado, <;
fazendo o respectivo escrivo interino tudo antear,
sellar e preparar, me os fez couclusos c no>
quaes dei a sentenga seguinte :
Visto provarse pelos depoimentos das testemu-
nhas de follias cinco a sete, que o supplicado Joo
de Barros Correa se acha ausente em lugar nao
sabido, hoi por justificaJo o deduzido na peticao a
folhas duas, em consequencia, mando que se pas-
so editaes de citacao com o prazo legal, pagas as
custas ex-eaosa pelo justificante.
Cidade do Recite, 12 de junho de 1869Ma-
noel Jos da Silva Neiva.
_E por forca desta sentenca o respectivo escri-
vo interino, fez passar o presento, pelo theor do
qual, chamo, cito e hei por citado ao referido sup-
plicado Joo de Barros Correa, para que dentro
do prazo de trinta dias, compareca ante esse juio
por si ou seu procurador, allegando e provando-
o qne fr a bem de seu direito e justica sob peDa
de revelia.
E para que o supplicado nao fique indefezo, to-
da e qualquer pessda prenle, amigo pu conhec--
do Ihe poder fazer sciente de todo o expendido,.
E para quechegue ao eonheeimento do todos,
mandei fazer o presente edilal, que ser affixad
nos lugares do eostunie o publicado pela ira-
prensa.
Dado c passado nesta cidade do Recife de Pcr-
nambnco, aos 15 de junho de 1869.
Eu Manoel Silvino de Barros Falcao, escrivo
interino o subscrevi.
Manoel Jos da Slira Neiva.

DECLARACOES.
628.4531138
MOVIMENTO DA ALFANDEGa
Voluraes entrados
dem idem
cora fazendas
com gneros
Volumes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
83
346
352
600
429
952
Dosearregam hoje 17 de junbo
Barca inglezaWiet of the Teigermreadonas.
Patacho norte-allemoMarieidem.
Patacho norte-allemoJohn Cari dem.
Barca portuguezaAlexandre Herculanovarios
gneros.
Barca ingleznJane Marafarnha do trigo.
Rrigue nacionalAimeida //charque.
Escuna porlugueza Del/imilageclo.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dial a 15. '-2:612*219
Idem do dia 16...... l:8808fio
^-jfa^* 34:883*084
CONSULADO PROVINCIAL-'
Rendimento do dial a 15. 73-W6*138
dem do di* 16....... 0:653i452
80:6311690
MOYIMEWTO BO PORTO.
Nanos entrados no dia 17.
Rio de Janeiro18 dias, barca porlugueza Ale-
xandie Herculano, de 393 toneladas, capito
Atonio Agostinho de Almeida, equipagem 15,
carga eaf t oatros gwews ; A Etuebio R. Ra-
bello. J
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA
Quinta-feira 17 do corrente dep .isda au-
diencia respectiva, as 11 horas do dia, ir a
praca o seguinle:
A casa terrea na ra do Amparo, n. 7,
com 3t palmos de frente, 65 de fuudo, i
salas, 3 quartos, cozinha interna e quintal em
aborto, avahado em 3004000 ris, para pa-
gamento do que deve Jos Ferreira Marinho.
dem na ra dos Quarteis, (em Oiinda)
n. 9, cm mu estado, cora 22 palmos de
frente, 45 de fnndo, 2 salas, 2 quartos, co-
zinha fora, quintal era aberto, avahada era
1506000 ri>.
Urna outra na mesma ra, n. 10, no mes-
mo estado e com as mesmas proporyoes,
avahada em 150*000 ris, para pagamento
do que de vem os herdeiros de Manoel An-
tonio Coimbra.
dem na ra do Amparo, n. 33, cora
40 palmos de frent, 60 de fundo, 2 sala,
2 quarU'8, cozinha dentro, em mu estado,
avahada era 3004000, para pagamento do
que devem os herdeiros de Emerenciana
Mara Joa juina do Amparo.
A meiagua na ra Jogo da Bolla, n.
12, com 28 palmos de largura, porta e ja~
nella, cm mo estado, avahada em 304001
ris, para pagamento do que devem os her-
deiros de Jos Manoel de Fara.
A casa terrea na ra do Cabral, n 2t,
em mu estado, com 16 palmos de frente,
62 de f. mdo, 2 salas. 2 quartos, cozinhi
dentro, e sotio, avahada em 60^000 ris,
para pagamento do que deve Jos da Cos*
Dourado pelos herdeiros de Simplicio For-
reira Colho.
Recife, 11 dejunho de 1869.
O solicitador da fazenda provincial.
J. frmino Correa de Arauj >.
De ordem do Illm. Sr. tenente-coronel pr?
dente do eonseMio de qnaJifleaco da (recue
de Santo Antonio do Recife, sao chamados os
las nacila** do primeiro batalho de infan
que requoreraia oaiaagem para a reserva :t
ajftccrem,- sabbadl9 do corrente ao mete
dia, afim deserem Inspeccionados na formad*
lei.
Sala do conaeHw, 16 de junho de 1868.
Ignacio Nery Fereiraia S. Lop<
Alteres secretario.

i

v


IM
'
Diario de Pernaipbuco Quinta feira 17 de .Jeu#1W> de 1869.
llanta tasa le Hiscrlcorda lo
mustralivS
Misericordia do Ueeite, manda fazer public -
precisa contratar o forueeimeuto dos medicamen-
tos abaixo declarados para os mczcs tejuino
setembro do torrente anno, a saber :
Absintho, libra. '
Acido actico, idera.
dem ctrico puro, ideo).
Ideen marrano, dem.
dem ntrico puro, dem.
dem oxlico, idem.
dem sulfrico, idem.
dem tartrico, idem.
Aoo preparado, onca.
Acnito, libra.
Agua de Colonia, duzia.
t)ita da flor de larangeiras, idem.
Dita de rosas, idem.
Dita de S-dilitz, carrafa.
Bita > Yietiy, idem. -*"|
Dita inglepAe Lisboa, idc.
Alcool do :ib", cariada.
Alecrim, libra.
AUdzma, idem.
Algalias ingieras de ns. 1 12, duzia.
Atoes onca.
Akwiade, "libra.
' Animas passadas, idem.
Ammoniaeo liquido, idem.
Anenico, orea.
Asss ftida, idem.
ASUcar candi, libra.
i)to de leite cni p, idem.
Avenen, idem.
Bajas de zimbro, idem.
Balsamo de copabiba, onca.
.Dito de Fi>>ravanti. idem.
Dito (le Talti, idem.
Dito Peruviano, idem.
Dito tranquillo, libra.
Banlia de porro, idem.
Barbante iiuo, idem.
Beiiiim de Lisboa, idem.
Bella lona, idem.
Benzina. onca.
.Bicarbonato* de goda, libra.
Borrachas sorlidas compipos, idem.
Botos de rosas rubras, idem.
Bromuroto de potassa, onca.
Cabeci de papoulas, libra.
Cainca, idem.
Caixas para plalas, grosa.
Cal virgen, libra.
Calomelano inglez, onca.
Clices de vidro graduados, n. 2.
Canipbora, libra.
.Cantridas em p, idem.
Capsula de cupahiba, caixa.
Carbonato de magnezia, libra.
Oito de potassa, idem.
Dito de soda idem.
Caroba, idem.
Centaura menor, idem.
Cera ama relia, idem.
Dita branca em grummo, idem.
Ce.vaJa, idem.
Cevadinha, idem.
Chicoria, idem.
Clorato do potassa idem.
Cloroformio, idem.
Colla do Flan 1 res, idem.
^onfeitos lactato de ferro, duzia do vidros.
Crmor trtaro em p, libra.
Cubetas em p, idem.
Digitalis. idem.
Dulcamara, dem.
Emplastro de cicuta, idem.
Dito do a uillan gommado, idem.
Dito cminuim, idem.
Esptulas de ac sortidas, urna.
Essencia de anz, onca.
Dita de canella, idem.
Dita de cidra, idem.
Dita de flor de laranja, idem.
Dita de bortelaa pimenta, idem.
Dita de rosas; idem.
Dita de salsaparriiha de Sands, vidro.
Dita de terrebentina, garrafa.
Dita de vergamota, onca.
Ergotina, idem.
Ether clorydrico, idem.
Dito sulfrico, libra. ,
Dito ntrico, orna.
Extrato de acorneo idem.
Dito de alcasss, idem.
Dito de belladona, idera.
Dito de camomilla. idem.
Dito d cicuta, idem.
Dito de favas de calabar, idem.
Dito de fumaria, idem.
Dito de genciana, idem.
Dito de jurubeba, idem.
Dito de noz-vomira.
Dito de opio gommoso, idem.
Dito de salsaparriiha, idem.
Dito de tridaceo, idem.
Dito de valeriana, idem.
Pezes de ouro, libra. *
Flor de rnica, idem.
Dita de borragens, idem.
Dita de enxofre, idem.
Dita de malvas, idem.
Dita de sabugneiro, idem.
Dita de tilia, idem.
Figado de enxofre, idem.
Fumaria, idem.
Funiz de \1dro n. 2, um.
Genciana, libra.
Glyrorina branca, idem.
Coinnia de batata, idem.
Dita de dita purgativa, idem.
Dita arbica escollnda, idem.
Dila dita em p, idem.
Graes de porcelana n. 1, um.
Dito de vidro n. 1, um.
fterva terrestre, libra.
Hydrocblorato de martim, onca.
Hysopo. libra.
Incens puro? idem.
lode puro, onca.
lodureto potassio, libra.
Ipecacuanha preta, idem.
Jalapa em p, idem.
Kermes mineral, onca.
Licor de labarraque, garrafa,
i.inhaea em p, libra.
Dila itcira, dem.
Macella gallega, idem.
Magnezia calcinada, idem.
Dita de Henry. vidro.
Alann commum, libra.
Dito de lagrimas, idem.
Manteiga de cacao, onca.
Massa caustica, libra.
Hel de a bribas, garrafa.
Mercurio doce, libra.
Mezeriao, idem.
Mostarda. idem.
Mnlisan sgodico, idem.
Nitrato de prata em lapis branco, oii'.a.
Nitro puro, libra.
Noz moscada, onca.
Oleo branco de Chevrier, vidros de 8/u.
Dito de alfazema, onca.
Dito de amendoa inglez, libra.
Dito de batiput. idem.
Dito da cravo, onca.
Dito lo ligados de bacaj&n. garrafa.
Dito Je dito dobae,alli.*eri-u'JV om. i*emde8/.
Dito
Diuf d* fi
Mi.Xf'.j
y nMKt$,fnutef *
Pai
Papel de emirulho .azul, res
Dito de dito branco, idem.
Pasta de jujuba, libra.
Pastilhas de Belioc, caixa.
Ditas de Kemp, vidro. py.Vj< ,.
Ditas de afie, caixa.
Pedra ume, libra. M
Peneira de cabello, una, ^54
Dita de seda, urna.
Percblorureto de ferro. onca.
Pe de borgonha, libr.
Phosphato de ferro do Leras, vidro.
Plalas de Allisson's (/erdadeira*;, caixa.
Ditas de Vallet, vidro do 50 pilulac.
Poligula senega, libra
Polpa de tamarindos, idem.
Pomada mercurial, idem.
Pontas de vi.ulo calcinadas, idem.
Pos de Rogg, vidre.
Potassa caustica, onca.
Potes de I a 8 onca, duzia.
Precipitado rubro de mercurio, libra.
I'rotoiodureti de mercurio, onca.
Purgaaletfe Le Hoy inncez, garrafa de /0.
Quacia, libia.
Quina em easea, idem.
Dita em pr>. idem.
Baiz de alcasss. idoir.
Dita de altbeia, idem.
Dita de espargo. idem
Ilezina de ongico, idcti.
Dita de batal.i, nuca.-
Dita de guaiaeo. i.ieni.
liuiharhoom p, libra.
Sano brai.co amygdalino. idem.
Dito para opodelduk, idem!
Sabonetes de alcatro (Antonio Xeves da Costa),
duzia.
Sal amargo, libra.
Salsa horlence, idem.
Salsaparriiha, arroba.
Saccharureto de oleo de baealho, caixa.
Sassafras, libra.
Seilla, idem.
Senne, idem.
Sementos de angelim, onca.
Serpentaria, libra.
Spermacete em rama, idem.
Soluco deprot:iodurtto de ferro, onca.
Stramonio, libra.
Subnitrato de bismnth. idem.
Sueco de grozelles (rancez. garrafa.
Sulfato de ferro, libra.
Dito de soda, idem.
Dito neutro 'atropina, onca.
Suspensorios escrotaes, duzia.
TaMtofem, libra.
Vidros com rolhas de 1 i. duzia.
DiTO para opodeldok, idem.
Vomitorio de Le Roy Irancez, vidro.
Vinho de jurubeba, gf rrafa.
Dito de Cervisart, dem.
Xarope de Bourgois, vidro.
Dito de espargo, idem.
Dito de Quy, idem.
Dito de hyodureto de (Jibert. idem.
Dito de jurubeba,dem.
, Dito de Labellony, idem.
Dito do Lamoureaux, idem.
Dito do Naff. idem.
Dito de peiloral inglez, idem.
Dito de quina ferrugiinsa de Grimaut, idem.
As pssoas qnequizerem fazer dito fornecimenr
to, devem apresentar sn.is propostas em cartas fe-
chadas, at o dia -'i do presente mez; e dar fia-
dores, que se responsabilisem pelo fiel cumpri-
ment do contrato.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, H de junho de 1869
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do Jtim. Sr. inspector da
thesouraria da fazenda desta provincia, se
previne aos Sis. tenentes Joao Eduardo
Pereira Borges, Jos Alves de Siqueira
Barbosa e o aleres Jos lrmq da Silva
Santos, que segundo resoIucTtciTomada em
sesso da junta ficam obrigados ao juro de
9 por cento ao armo, contado do dia 24
de maio ultimo posterior a aquelle em que
se lindou o prazo qu llies havia sido mar-
cado para recomereni a esta thesouraria o
i, a quantia de 4:68160rs., o 2o, a de
200000, e o .3, a de iOO^OOO porque se
acham responsaveis para com o fazenda;
assim como que se lijes far effectiva a im-
posico da multa do art. 36, da lei n. 627
de 17 de setembro de 1851, se atoflm
de julho prximo vindouro nao houverem
effecluado dito recolliimento.
Secretaria da thesouraria da fazenda de
Pernambucoll dejunho de 1869,
S^rvindo de oflicial-maior.
Manoel Jos Pinto.
Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife
A Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Mirericordia do Becife, recebe pro-
postas para o fornecirnento dos objectos pre-
cisos para a secretaria da mesma Santa
Casa, conforme a relacao abaixo, pelas 4
horas da tarde do dia 25 do corrente na
sala de suas sessoes:
Papel pautado Fiume,resma.
dem idem .so, idem
dem idem linlio azul, idem.
dem linboliso, iihm.
dem para officios, timbrado.
dem florete.
dem linlio, paulailo.
Hollanda grande, caderno
dem Jes, idem.
dem Besin, idem.
dem idem. idem.
dem Ec, idem.
Mata borro, folha.
Par de pastas para guardar pepeis.
Pennasde ac Peirv.
Caetas.
Pes de obreias.
Tintciros de lato.
Garrafas de tinta.
Tales de conhec meatos (impresses e
encardenac5o).
Livros em branco de 16 pollegadas.
Livro sem branco estreitos.
pan
Livros em brafico 13 pollegada
Lnpis prctos.
dem de cr.
Podras de louza n. 1
Ide'n. 2, idem.
IoV^a n. 3, idem.-.
Creies duzia, idem.
Tinta pretal garrafa.
Fita de linio, duzia.
Secretaria a Santa Casa da Misjrkordi
junho de 1869. J *
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Consulado provincial.

fi
do Becife, 4
Peta mesa do consulado provincial se faz
publico que, no di Io de junho viudouro,
se principian} a contar os 30 das uteis
para a cobranza bocea do cofre *los..im-
postos: da dcima urbana, de 5 /? sobre
os bens de raiz perteucentes i cOrprces
de mo morta, e de iO % di consumm
de agurdente relativo ao 2o semestre do
anno financeiro vigente 18681869, c que
ficam sugeitos 3 multa de 6 % todos- os
dbitos que forem pagos depoi* de lindos
os referidos 30 diac.
Mesa do consulado provincial de.Per-
nambuco, 2u demait de 1869.
Antonio Carneiro Machado Ros
Pela recebedoria de rendas internas
geraes, se faz publico que ueste corrente
mez dejunho, que os deveduies do impos-
to de 20 por cenlo da dcima de mo mor-
ta e do imposto especial sobce casas de
movis, roupa etc, fabricados em paiz es-
trangeiro teem de pa,?ar, livre de multa, o
23 semestre do exercicio corrente de 1868
1869, depois do que ser cobrado com a
multa de 6 /0.
Becebedoria de Pernambuco 2 de junho
de 1869.
0 administrador
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Santa Casa da Misericordia do
llecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recito manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no dia 17 dejunho, pelas
quatro horas da larde, tem de ser arrematadas
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEXTOS DE CARIDADE.
Ra Direita.
obrSado de dons andares n. 8. 1:067,5000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47...... 170S0O0
dem idem n. 63...... 1763000
Idem n. 47. 49....... 170000
Ra das Calcadas.
Casa terrea- n. 30...... 1773000
Idem idem n. 34....... 1683000
Idam idem n. 36....... 17830U0
Ra do Calabouro.
Casa terrean. 18 '. 3003000
dem n. 20........ 2423000
Ra da Cadeia.
Sobrado de um andar n. 23 6843000
Ra da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37. 763000
Segundo andar dito...... 963000
. Areal do Forte.
Casa terrea n. 1....... 1003000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Senzalla Velha.
Sobrado de dous andares n. 136 600000
dem idem n. 134....... 6003000
dem idem n. 132 .' O 6003000
Casa terrea n. 18...... 2063000
Casa torrea n. 16....... 2063000
Ra da Guia.
Casa terrea n. 27...... 144-5000
Ra do Trapiche
Sobrado de tres tandar n. 30. 632300
Ra da Lingueta.
Sobrado de dous andar* n. 14. 3763000
Larqe do Pcraizo.
1.' toja da frente do sobrado n. 29 161*000
2.' toja da travessa...... 121*000
3. dita dita ....... 73*000
Ra de S. Goncalo.
Casa terrean. 22...... I96J0O0
dem idem n 24. 0 196*000
Ra da Madre de Deus
1. e 2. andares do sobrado n. 1. 300*000
Loja do mesmo....... 800*000
dem n. 4....... 1:0313000
Azeite de Peixe.
Sobrado de um andar n. 14 650*000
Casa terrea n. 2...... 432*000
Ra da Cacimba.
Casa, terrea n. 5....... 130*000
dem idem n. 12...... 146*000
dem idem n. 10...... 86*000
Ra do Burgos.
dem n. 21....... 146*000
Ra do Vigarlb.
Sobrado de tres andares n. 23. 832*000
i. andar do sobrado n. 27. 240*000
Ra do Encantamento.
Casa terrea n. 7....... 200*000
dem idem 9........ 200*000
Madre de Deus.
Sobrado de um andar n. 9. 360*000
Casa terrea n. 22....... 1:0003000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 103 ................ 1463000
dem idem n. 103.................. 2023000
dem n. 110..................... 203*000
dem n. 98........................ 203*000
dem n. 96......................., 202*000
dem n. 94........................ 240*000
Idera n. 100......., ,...........,. .. 201*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal........... 150*000
Sitio grande do Parnameirim n. n. 4005000
dem da Mirueira u 4..... 106*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas iancas, ou comparecerem
acompaahados dos respectivos Dadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
eife, 12 dejunho de 1869.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Smiza,
j fornecirnento de cangica on mtltio pillado,
icarnr verde e rtrmrtrrrr- scnrsllr pelado,
D^a os uavius da armada e eAabolftcimen-
l^ da maitulia.
lambt'tii o conselho,por igual lwn, no
wacionado dia 19 do.corrente roe*, pio-
move a compra dos objectosTlo materiael
da armada, seumtes: 2 bufcs de ferro
estanhado, 6 arrobas de linlia de barca
sa, garrobas de linha de larca lina, 10
s debreias fiancezas, 1 regiment de
signa-s para navio, 2 pecas aesondaresJ
2 terrinas de (erro estanhado, 20 lira Imitas-
1,000 tijollos dc'on,' 40 groaas de tor-
cidas para pharol, 120 bracas de corrente
efe ferro do (.'- pollegada remirada, 100
cayados do damasco verde de laa e seda,
iV resmas de papel armaco branco, 20 ar-
robas do estopa de algodo, 8 arrobas d
mialhar branco, 200 royados de lllett ama-
reto/260 dios de dito encarnado, 260 di-
tos de dito branco, 26*0 ditos de dito aziil,
e 20 cadinhos d lapis sortidos.
*ala das sessoes do conselho'de compras
naTaes, n de junho de 1869.
- n O Secretario
Alexand)
ties
*.
Anj$s,
JSanta (Jasa- da Misercordin
do Recite.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Recife, na sala de suas sessoes,
pelas 4 horas da tarde do dia 17 do corrente, re-
cebe propistaspara o fornecirnento de pao e liola-
cha, que houveroni de ser consumidos em lodos os
estahelecinientos pios seu cargo, tanto dcsta ci-
dade como da de Olinda, nos mezes de julho a
setembro viadouros.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recito, 4 de junho de 1869.
O escrivao,
PcJro Rodrigues de Stuza.
Santa Casa de Misericordia
do Eecife
A Rima, junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Recife, na sala de suas sessoes,
pelas 3 horas da tarde do dia 17 do coi rente, re-
cebe propostas para o fornecirnento de gneros
que houverem de ser consumidos em todos os esla-
belecnhenlos pios seu cargo, tanto nesta cidade
como nade Olinda, nos mezes de julho a setembro
vindouros.
A saber :
Assucar retinado, kilogramma.
Dito de 2a sorte, idem.
Dito de torro, idem.
Aletria, idem.
Arroz do Maranhao, idem
ASeito-doe, litro.
Agurdente, idem.
Azeite de carrapato, idem.
Baealho, kilogramnia.
Batatas, idem.
Caf em grao, idem.
Cha preto, idem.
Cha hysson, idem.
Ceblas, cento.
Carne verde, kilogramma.
Carne secca, idem.
Farinha de mandioca, litro.
Fumo do Rio, kilogramma.
Feijao molatinho, litro.
Farello, sacco.
Manteiga franceza, kilogramma.
Peixe fresco, idem.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Velas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, kilogramma.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, idem.
Dito branco, idem.
Toucinho, kilogrammo.
Os concorrentes poderao apresentar suas pro-
postas em cartas fechadas, as quaes deverao ler a
ordem estabelecida no presente annuncio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reoife, 4 de junho de 1809.
O escrivao,
Pedro Rodrigue.t de souza.
Sania Casa de Misericordia do He-
cireUdejiinhodeM
t3manhos, remos de 12, ffc e 16 ps, e
tica de cosinlm.
PARA O SKlVICO DA CAMTAZIA
Livros fm branco para os armazens,
azeite doce para os gwBdaste^ tinta roo-^
trra em p, broxas para pinturas e ver-
niz de carvjo (le pedra.
PARA EXPEDIENTE DAS SECCOES.
Quadernos de papel pautado para extrac-
tos de mappas, papel de Hollanda pautado,
dito greve paulado, dito lizo, dito de Itabo,
ditomatta-borro,- pennas de ac-, ditas de
ave, caetas para- pennas, lapis poeto, dito
do cor, tinta preta e rxa para escrever,
dita carmim, arca preta, obreias, regoas,
cadarcos, caivetes e raspadeiras. Os pre-
tendentes deverao apresentar suas propos-
tas por cartas fechadas al o dia 21 do cor-
rente mez.
Alfandega de Pernambuco, 16 dejunho
de 1869.
inspector interino,
L. d". C. Paesd'Andrade.
=
Correio geral.
Relacao das cartas registradas existentes na
administraco do correio desta cidade,
para os seguintes senhores abaixo decla-
clarados.
Alvaro Ucha Villa do Bra-il, Arthur de Carva-
lho Moreira, Aitgusto Muniz Machado, Antoni i
.Id Miia. Antciiiiii l.uiz l.iiur-iro Maciel, Autonio
Moreira Porto Antonio Vicente do Nasciuienlo Fei-
tosa, Cosmo Jos dos Santos Callado, Damas da
Carnauba, desembargador Florencio Doiningues
da Silva, Francieco Antonio Pedroso de- Albuquer-
que, D. Guilliennina de Siqueira e-Silva, Ismael
Cesar Duarto Kibeiro, D. Joaquina Maria do Sa-
cramento, Joaquim Caetano da Silva, Joao de Cas-
tro Gabino (Boa-Vista), Joao J Ferrara da Costa,
Joao Jos Marques, Jos da Costa Bispo, Jos Mo-
reira d Silva (2), Maurilio Puntes Lins S., Pedro
Baptista de Santa Rosa, Dr. Silvino (^avaleanti de
Albuquerqne, Tobas Brrelo de Menezes.
Administracao do correio de Pernambuco 16 de
junho do 1869.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Correio geral.
Relacao das cartas registradas vindas do sul, norte
c i'cntro para os senhores abaixo di-elarados :
Andr Avelino Pereira e Silva, Augusto Duprat,
Alfredo Pereira Barredo, Antonio Anselmo Gual-
berto, Antonio Goncaftcs Turres, r. Antonio Ata-
no Pereira Guimaraes Jnior. Kuzebio liaphael Ra
bello, padre Francisco Jos Tavares Gama, Heme-
lerio Jos Velloso da Silveira, Joaquim Antonio de
Carvallio, Joao II. Bezcr>^ de MenezesJ Joao Soa-
res Raposo, Jos Domingues da, C. e Silva, Jos
Silverio de Souza, Manoel Jos Luiz Ribeiro, D.
Rosa Julia da Costa, Silvino Marques de Camino,
D. Virgina S. Ferreira.
Administracao do correio de Pernambuco 16 de
junho de 1869.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
fiOMIlA 1BL1S1LE1M
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o da 22 do crreme o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenenle P. H. Duarte, o qual de-
note da demora do costume se-
fpsii para os portos do norte.
Desdo ja recebem-se. passageiros o engaja-se a
carga que o vapor poder conduziF, a qual devora
ser embarcada ap da de suachegada. Incommen-
das e dinheiro afrete ate as duas horas do dia da
sua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jetos de pequeo valor e que nao excedam a_ 2
arrobas do peso ou 8 palmos cnbicos do medigo.
Tudo que passardesteslimites dever ser embar-
cado como carga.
Previue-se aos Srs. passageirosqne suas rpassa-
rs s se recebem na agencia ra da Cruz o. W,
indar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.

COMA BAIISILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 26 do junho o vapor
Paran, commandante o capitao
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do costume seguir para os portes do
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qual dever
ser embarcada no da de snachegada. Encommen-
das e dinheiro a (tete ale o dia da sua saluda as 2
horas.
Nao se recebem cerno encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de medica.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se .ios Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. J7,
1 andar, escriptorio- de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
CO.MPANHIA PKRNAMIJUCAiNA
ni
Vaven-o costo ira por vapor.
Maceid em direitura c Penedo.
O vapor Jagiiaribe, comman ante Moura, segui-
r para os portos cima no dia 2 do corrente
as '.< Imras da tardo. Recebe carga at o dia 21
as 3 horas, encommendas, passageiros e dinheiro
a frete at as 2 Inras da tardo do dia da sahida .
no escriptorio do Forte do Matlos n. 12.________
CO.MPANHIA PERAMBUGANA
DE
Vavcsaco costeira por vapor
Parahyba em direilura.
O vapor Mundaii commandante Silva, seguir
para o porto cima no dia 18 pelas horas da tar-
de. Recebe carga at o dia 17, passageiros, en-
commendas, e dinheiro a frete at is 3 horas da
tarde do dia da sahida, no escriptorio do Forte do
Mattos.
CONSELHO DE COMPRAS NAYAES
O conselho contrata no dia 19 do cor-
rente mez, avista de propostas recebidas
at as 11 horas da manhia e sob as condi-
ces do estylo, os servicos de barbeiro
enfermara de marinha, e da lavagem de
roupa da mesma, durante o exercicio pr-
ximamente vindouro; assim como por tres
mezes at setembro do corrente anno, o
A illustrissima junta administrativa da Santa Ca-
sa de Misericordia do Recife, manda fazer publico
que tendo-lhe sido requerido o arrendnmento por
nove annos do.sobrado n. 23, sito ra da Cadeia
do Recife pertcncente ao patrimonio dos estabele-
cimentos de caridade, pagando o arrematante a
renda annnal de l:000000 e concorreudo com o
donativo de 2:0003000 para auxilio do cofre res-
pectivo, e fazeudo a sua cuss, tanto a frente do
predio que deita para a ra da Cadeia, como a da
ra do ncantanvnto, segundo o syst.:ina moderno
conforme as posturas da cmara, com portadas de
pedra, canos para esgoto, toda a coberta, traveja
ment e soalhos novos, com repartimentos ou em
saloes, empregando na obra maleriaes de primeira
qualidade, aproveitando o que estiver jm bom es-
tado, obrlgando-sc a comecaf a obra dentro do
prazo do tres mezes e acaba-la no de doze mezes
fazendo-a sob a inspeccao dos mordemos de pre-
dios ; e podendo acontecer que existam outros pre-
tendentes que mais vantagens possam olerecer,
recebe propos'.as n'este sentido, na sala de suas ses-
soes at as 3 horas da tarde do dia 28 do cor-
rente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 11 de junho de 1869.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
O inspector interino da alfandega faz
publico, qe precisa contratar para o expe-
diente da mesma repai lico durante c an-
no financeiro de 18(i9. a 1870 prximo fu-
tuturo, o fornecirnento dos objectos cons-
tantes da relacSo abaixo, a saber:
PARA A GUARDAM0R1.
Lona, brins, bandeiras para signaes de
2 e 3 pannos/ oleo de linliaca, tinta pre-
parada a oleo, dita em p, breu,-alcatrao,
verniz, fio do algodo, tijollos part Impar
ferragens, piassava e estopa.
PARA A LACRACAO.
Graixa, sebo, cera em grume, cadarro
estreito, azarco, taxas de bomba, cabos
de differentes qualidades e grossuras, azei-
te de carrapato e de coco, lantfmas ou
phares, forquetas de ferro, correntes de
differentes grossuras, ferros tto differentes
J. Augusto.
C. Rocha.
Brochado.
Jos Guimaraes.
Eduardo.
P. da Costa.
Jordani.
Lessa.
Jos Victorino.
THEATRO
S. ISABEL.
EKPREZA DRAMTICA
DE
oaava sauEiiaia.
Sabbado 19 de junho de 18(19
Primeira representac^ao do grande e apparatoso
drama em 5 actos e 6 quadros, dos Sr?. Aniceto
Bourgcois e Fernando Dugu, traduzido pelo Sr.
Dr. J. Climaco Lobato
OS PIRATAS D\S SAVAAAS
Personagens. Os senhores.
Andr (o cacador de tigres).
Ribeiro (chefe dos piratas. .
Jonathas '(commerciante amer
cano. "......
Thcodoro Pivoine.....
Paulo Berard.....
Julio........
Vargas (vaqueiro). ...
Miguel (pirata). *. .
Juanez (idem.....
Ramn (idem)......Porto.
Talobos (idem). ..... Santa Rosa.
Pequilo........Francisca.
Moco do hotel......Sania Rosa.
Um amigo.......Lessa.
Um offiiM.il americano. P- da Costa.
Helena Morales......Maria Velluti
Manoellita.......Apotema.
A emigrada.......Cleha.
Eva (menina de 7 annos) Zulmira.
Piratas, vaqueiros, marinheiros etc.
O Io acto passa-se em Paris, c os outros
Mxico.
POCA 1818.
Denominado dos actos.
Io actoUrna cxcentrlcidade americana.Praca.
2o actoO bracelete. A
ruinas do templo do Sol
3o actoO abismo. Grande 4 esplendida scena
executada pelo Sr. Chaplen (Rochedos.)
4 actoO veneno. -r-Terraco na fazenda Mo-
rales,
o actoJustica de Dees Floresta americana.
Sendo este ultimo drama que a empreza pde em
scena na presente estacao dramtica, nao duvidou
envidar tolos os esforcos para que elle seja exi-
bido com toda a grandeza qtia exige o apparato
que o adorna.
Comerar as 8 horas.
Para os portos cima segu com brevidade a
barca portugueza Cleinentina, tem parte do seu
carregamento engajado, e para o resto que Ihe
falta, trata-se com os consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 57.
Para Parahyba
Em consequencia do I eilao do patacho inglez
E/iza Jean que tem de se proceder na Parahyba
no dia 19 do andante,': seguir para aquelle porto
no dia 18 do corrente, as 6 horas da tarde, o va-
por Mundah, recebe carga e passageiros at o da
da sahida, as 3 horas da tarde : a tratar no esj
criptorio do Forte do Mattos n. 12. _______
Para o Rio-Grande do
Sul.
eve seguir dentro em poucos dias a
barca nacional Thercza 1*, e ainda recebe
alguma carga frete: a tratar na ra do
Vigario n. 1, escriptorio de Bailar, OH
veira & C._________________
PARA LISBOA '
T-Seguir com a maior brevidade possivel o bri-
gue portuguez Constante I, por j ter grande par-
te da carga prompta; para o restante e passagei-
ros, trata-se com os consignatarios Oliveira, Filhos
4 C, largo do Corno Santo n. 19, ou com o capi-
tao na praca do commercio.
RIO DE I \ MI IIII
Segu com brevidade para o porto cima, o bri-
gue nacional Datno ; tem parte do seu carrera-
ment engajado, para o resto que Ihe falta tratase
om os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. ra da Cruz n. 37.___________
nha de S. Miguel
Para o porto cima segu com muita brevidade
o patacho portug.iez Jorgense por j ter prompta
SramMUaM quasi toda a carga : para o resto que Ihe falta e
scena rcpiw-nia as erogj para ^ quaes lem bellos commodos.
trata-se com o consignatario Joao do Reg Lima, ;t
ra de Apollo n. 4. ________^_____
i no
Maranhao
Segu com a maior brevidade o palhabo-
te Emilia, ainda recebe rlguma carga
frete: tratar com S L^ito limaos, ra
da Madre de Deus h. 1.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacdo costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio. Formoso e i
Tamandar.
O vapor Parahyba, commandante
Mello, seguir para os poitos cima
no dia 21 lio corrente a racia noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, iij escriptorio do Forte do Mattos
n. 12. \
2L
LEILOES.
LEUAO
de fazendas limpas e avanadas, hoje \
de junho de 1869 s 11 horas.
Cramer Trey & C, fazem leilao por intermedie
do agente Pinto, e por conta de quem pertencer
de alguma fazendas avariadas, c mais de faaen-
das limpas para fechar contas por causa de mu-
dancade armazem.
O leilao principiar sil horas em poni no ar-
mazem da ra da Cadeia n. 52.
iC
21
RA
IDO
CABUG
esquina
|da ra larga do
Rosario.
AO AMEL DE OURO
RIJA
EO
CABUG
esquina
idfi. TTlfL lL1*a7flL do
vista da qualidade e doj^repo das joia cada um pder-se-ha convencer daverdade.1
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual
e vende por preijos que nenhuma outra casa pode vender.
Garante-se ser tudo de lei.
vados.
Compra-se ouro, prata e pedra* finas por presos muito ele- Rosario.

A loja est aberta at s 9 horas da nmte.

*tr


de Pernambuco Quinta feira 17 de Junho de 1069.
LEILAO
De tote de ferro famdlito. t ro-
da cen dente-*, i* calma e -
r ame atas.
Sexta-feira 18 de junho
as 11 horas em ponto, por conta e risco de qnem
pertencer, no armazem da ra do Brom n. ti,
por interveno do agente Pinto._____________
LEILAO
urna mobilia dr Jacaranda composta de 12 cadei-
ras de guarnirao, duas de braco, duas do balanco,
dous consolos e urna jardineira com tarapo de pe-
dra, um piano de Jacaranda de tres cordas c em
nerfeitq estado, una mesa amarello elstica, um
guanfcrvestido de amarello, urna commoda de di-
ta, um sof, urna jardineira c duas cadeiras de
braco, tudo de amarello, um servico completo de
i-nii'* a imitacao de ebiueza par;, jantar, um par
de espelho grandes rom moldura dourada em per
feito estado, um candelabro de vidro, urna cama
fraileen de Jacaranda, diversas marquezas usa-
das, um marquezito, um par de consolos, um la-
vatoito coro pedra, um eandieiro a gaz, um par
de campoteiras, urna secretaria de mogno, urna
ama de ferro e muios outros objectos.
Sexta-feira W do correnle
Jos Herculano Pereira Lisboa, tendo de retirar-
se para a Bahia, fer leilao dos movis cima por
intervenido do agento Martins, no armazem da
Tua do Imperador n. 16, as 11 horas .mi ponto.
"LlLiO
de nm grande viveiro de pasearos, contendo por-
cao de diferentes qualidades.
Sexta-feira, 18 do corrente
Pelo agente Marlins na ra do Imperador n. 16
as 11 luras do dia._______
Faz-se bolos para S. Joo e S. Pedro coW
mestria, promptidio e lirapez no pateo de S
Pedro n, 26.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiohar : na ra
Nova de Santa Rita n. 53, secundo andar.
Na ra do Rangel n. 20, precisa-se de urna
ama para o servico interno de urna casa : queru
eativer nestas eondicoes offeroca-se.
Desde o dia 9 do corrente est fgido um ca-
bra de nome Joaquim, baixo, grosso, olhos espan-
tados e eora falta de um dente da frente, levoa ves-
tido camisa e calca de algodao da Bahia, eostum
apparecer aqui no Recife r>a ruada Concordia:
quemo pegar poder leva- lo ao Arraial, sito do
capitao Vianna, que gratificar.__________
Pedido a ipolicia.
Tendo o abaixo assignado entregado bontem dous
bahs o urna trouxa de roupa suja a um matuto
que disse chamar-se Antonio Francisco para con-
duzir desta cidade para Jaboatao.aconlece que nao
s nao deu corita dostes objetos, como nem mesmo
apparecen no dito lugar, por isto pede o abaixo as-
signado as autoridades policiaes a apprehensao de
ditos bahs, que sao de couro, com quatro e meio
palmos cada um, sendo uir novo e outro usado,
indo cheios de rotuia de h>mem e senhora ; den
tro de um dos balurs ia um pequeo bahsinho de
(landres, coniendo um relogio de ouro patente
-uisso. um allinete de peto, um trancelim, brincos,
rozelas e outros objectos.
O matuto do cor patd escura, moco, com
pones barba, magro e altura recular ; disse conhe-
cor em Jaboatio diversas per-soas conhecidos e
amigos do abaixo assignado. Honlem mesmo quan-
do as \ horas da tarde o abaixo assignado can sua
familia se dirigi em um carro para Jaboalao, pas-
sou pelo mesifio matuto no aterro dos Afogados o
que leva o abaixo assignado a crer que elle mora
nos suburbios dos Afogados ou Varzea.
Aprehendidos os ohjecu s podem ser entregues
abaixo assignado em Jaboalao ou ao Sr. Joao
Do patacho iiiglez Miza c 9a-
<*. coudemnado por inna-
vegavel. ede seu lastro de car-
tjSo de pedra em Cahedello.
Parahyba.
Jos francisco de Athayde e Mello, agen-
te de leiloes desta praca, autorisado pelo
Sr. John Mitchinson, capito do patacho
tnglez Eliza e Jane, naufragado nos bai-
xos de Lucelia, nesta provincia, no dia
30 do mez prximo passado e presente-
mente tundeado no porto de Cabedello,
far leilao do dito navio com toda a sua
rnastreacao, vergas, vellas, cabos, cor-
rentes, ancoras etc. que tiver a bordo,
como tambem urna lanchar vendendo-seem
separado smente o lastro de carvao de pe-
dra, constante de 42 toneladas. Ter lu-
gar o leilao abordo do mesmo navio em
Cabedello no dia 19, do crreme as II
horas da manota, na presenca do Illm. Sr.
vice-cnsul de S. M Britnica e ser feito
-por conta de quem pertencer, pagando o
arrematante os direitos fiscaes e cinco por
cento de corretagem.
Parahyba l'i de junho de 1869. .
O agente,
Jos Francisco de Athayde c Mello.
ao
Liiiz Vianna na ra dos Qiiartfcis n. 22, nesta ci-
dade.
Radie 13 de junho de 1809.
Joaquim IjHtrengn de Barros.
AVISOS DIVERSOS.
\ IHHE III) n
OU
ARTE DIVINATORiA
DE
Madamc Liiick.
Collecco de novissimas sortes para as
noites de S. Joao e S. Pedro, 1 volume n-
tidamente impresso, 1U00, a venda no
bazar acadmico ra da Imperatriz n. 13,
e na mesma ra no Caf Imperatriz. E'
um dos melhores livros de sortes esco'hi-
dos para divertimentos da presente epocha;
contendo, alem das iiiteressantes sortes,
diversos inigmas em linguas estrangeiras.
CLUB PERNAMBUOANO.
A partida do correnle mez, ter lugar na
noito do dia 19.
Est para alugar
a casa e sitio com commodos para grande fami-
li.i, ea Bem-Fiea n. 5, a seguada espois da ponte
da Passagem : a tratar na ra da Cadeia n, 61,
botica.
COMPANHIA
DOBj
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OLINDA*
Precisa-se comprar para as obras dos
trilhos urbanos para Olinda e Beberibe 7
ou 8 mil sulipas. Quem pretender esse
fornecimento pode apresentar, at o dia 15
de julho, sua proposta em carta fechada
ra do Commercio n. 32 2o andar, es-
critorio da companbia, declarando os pre-
cos. As sulipas deven ser de 2 '2 m.,
23 de comprimenlo, 25 a 30 centmetros e
largura e 12 a 15 degtossura, e das segui-
ntes madeiras: sicupini, embiriba, maria-
preta, barah, arueira oj pinbo ebreos olha-
do, dirigidas ao
Superintendente,
Andr Puno.
O bacharel Francisco Odiltm lavares Lima
al.iin t'si-.i iptorio de advocada amado Imperador
n. 39 (entrada pelo becco n. il), encarrega-se com
lelo e actividade de qualquer trabalho inherente a
sua protissao, com especialidade as qmtBes cri-
mes e cnnmiereiaes.
O abaixo assignado fc sciente aos seus de-
vedores que nao paguem a pessoa algnma que se
aprsente em seu nome para recol.ci.'in, somen
te poJem pagar ao mesmo abaixo asignado.
Domingos Francisco Ramalho.
Ama de leitc.
Offerece-sa una ama de leite viuda do matto :
a tratar na ra Direita n. ?2, 2o andar.
Precisa-se ahigar um primeiro ou segundo
andar que esteja limpo e que seja na freguezia de
Santo Antonio : a tratar n.i ra da Cruz, armazem
n. 38, das 9 as 3 horas da tarde ; ou na ra dos
0)8908 ns. 22 c 2i, a qualqii'-r hora. ______
m
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
casa de urna familia composfa de tres pessoas : na
ra Dola n. 3.
l)a-se sociedade em um estahelecimento de
molhados na melhor localidade desta cidade, a
nina pessoa que entro com algum fundo para o
mesmo, e que tenlia conhe:imento do negocio : a
tratar na travessa da Madie de Dos n. 1.
5*

Jos Aulonio Moreira, penUvado pela prova de
aniisade que Ihe deramseus prenles e amigos, em
assistir aos sutlragios e acomp.inhar ao eemiterio
publico os rstos moraos de ua presadissima
consorte D. Luzia Antonia do Espirito Santo Mo-
reira. vem pelo presente agradecer por si e em
nome de seus innocentes filhos, e de novo convida
aos seus parentes e amigos a assistir a missa do
stimo dia, que ter Ingar na matriz de S. ftei
l'edro Goncalves do Recife, sabbado 19 do corren-
i as 6 horas da manli.a.___________________
= Piecisa-se Coiiiprar urna typographia em
ponto pequeo, sendo os typos novos, assim como
o prela : quem tivor para vo-ider dirija-sc a ra
do Crespo n. 20 B. loja. Tambem precisa-se con-
tratar um typograpbo e um impressor para fra
da provincia, devendo entenderem-se na mesma
casa.
pro'essor de latiin da freguezia de S. Jos
desta cidade, abaixo assignado, declara ao publico
que cont.na a estar aberlii a matricula de sua
aula : quem se quizer matricular na mesma, dt-
rija-se ao sobrado n. o, no largo da ri eir da re-
ferida freguezia.
Manoel Fraucisco Coc lio.
n
Ama
No largo da matriz de Santo Antonio n. 4. se-
gundo andar, precisa-se de nina ama.
na ra \ova n. 30, loja de fer-
ragens de Sn;?a & l.niiianies.
Os proprctarios dcste estabelecimento avisam
ao respeitavel publico que existem a: amostras dos
mais lindas fogos artiliciac s para os T-stejos dos
dias dos gloriosos Santo Antonio, S. Joao c S. Pe-
dro, das melhores fabrican desta cidade, assim
como diversas qualidades de fogos chinezes, pro-
prios para senhoras e chancas, comprehendendo
tambem urna nova qualidade de traques america-
noe, os quacs admira sua bondade pelo seu pe-
queo tamanho, o que s com a presenca dos com-
pradores, poderlo certificar-se da verdade.
Precisa-se alugar um sitio perto da praca,
Lou entao sendo Capunga, Soledade, Manguinho,
estradas de Joao Fernandes Vieira e Joao de Bar-
ros : quem tiver dirija-se ra de Santo Amaro,
coeheira do Sr. Thomaz.
Ama
Xa ra da Praia u. 53, 2o andar, precisa-se do
urna iiiuIIkt de boas costemos que sirva de ama
para o servico interno de caaa de pouca familia,
ou algnma escrava para igual servico.
Terpsichor.
Boga-se ao mu digno Sr. reeleo Gavio, que
lance suas vistas para o recinto da sociedade, e
principalmente na boa direccao do nojento ekra
minlia anuyi, pois que j vai tendo seus ciumes
doex-modei ; ocaso que estando o'ex-modlo
marcando urna quadrdtaa, e como Ihe compete,
manda fazer balanc seguido, resultando o atora
**inha umigti mandar parar a msica, por nao-es-
tar com sea adorado parziabo.
Os socios reclamara a acurada attencao de S.
S-> pois qoe o tjenlo choru minha amiga, est
recendo que ser uirector de mez vender man-
ta, ou plantar batatas na ilha de S. Migu/e.
_______,______ O socio futuro, GatO'Seeeo. ,
Jos Gonies Villar retirando-so temporaria-
mente para (('ira da provincia deixa cono seus
procuradores nesta cidade para tratarem de todos
os seus negocios commcrcif es aos Srs. Adriano
Augusto de Almeida Jordiio e Dr. Laurino de
Moraes Pinheiro. Os Srs. Antunes Guimaries &
C, ra do Crespo n. 17, icam encarregados de
receberem todas as coatas vel ou judicialmente darruelles que nao souberem
cumprir com os seus devi.Tcs. Ao Sr. Adriano
I Augusto de Almeida Jordso poderao se dirigir
todos os meus devedores p Deeja-sc saber onde mora a Sra. D. Mara
Seraphina Alves Teiseira, (llha do eapitao do 8
, batalnSo de 1* linba, a negocio de seu interesse :
nesta typ graphia se dir quem Ihe desej fallar,
Benta venda um escolhido soxtneoto de ab-
jeetes de maremem, como sejam, mobilias de ia-
caranda. mogno e amarello, obra nacional e estran-
geira, de apurado-gost e porpr^. razoavws :
aa roa eslreu do Baaano fe. 32*^ Nesta 'imama
casa lazem-se eom perfeicao todos os trabalhos de
yalhinha, como sejam, empalhamentos de lastros
aaa camas, cadeiras e sopns.
Fundipo da Aurora!
Nesta vasto estabelecimento sempre seancontra
om completo sortnento de taixas de ferr batido
e fuudido, febrieadas reeentemerite, a se fabricam
de qualquer molde a vontade dos compradores, t
recos razpoave,
Os abaixo assignados participan! ao publico
e specialmeate ao respeitavel eorpo do commer-
cio, que tendo Ando o contrato de sociedade que
linuam sob a firma Francisto Garrido & Hermano,
no hotel Central, e deposito de charutos, so andar,
terrelo mesmo, se acha desde maio prximo
ido dissolvida dita sociedade, fleando perten-
cendo os encunados establecimenlos exclusiva-
mente ao socio Francisco Garrido, a cargo a*f
Lquein tambem flca todo o activo e passivo da mes-
me sociedade. O primeiro abaixo assignado con-
vida a todos que tiverem centas com a extincta
firma a apresentarem seus ttulos no mais curto
praso afim de serein pagas. Recife 11 de junho
de 1869.
Frsaeieeo Garrido.
Manoel Garrido.
Precisa-se de am Teitor para um sitio,
que seja morigerado e d conhecimento de
sua eoaducla : no sobrados. 22, que foi do
finado Manoel Custodio, no caes de Santo
Amaro.
-... .i. ., ,. .,
D ae fcOOOfS a pr?mio om easaa nes-
ta cidade : ao escriptorio desta typograpbia
se dir.
-rriLin
N'BSTA ANTIGA E CRDITATA
FABRICA
IRG0TI1 81 Gtl&TAHTEHHTI 101 CI1FLIT0 IIIT1I11T0 II
CIlPKfg Bal !:
De todas as qualidades f
De todos os fetios I
De todas oa precos (
4 RA DO CRESPO
LIQUIDACAO
Liquidapao!!! Liquidapo !!!
de prepos
reduzidos, na ra do Crespo n. 17
AITIMS HI
IE.
bou mm
O commendador Tasso,
deseja alugar por mdico
preco as baa& e alaga-
dos do sea sitio do Cu-
'unda, s quaea vSo des-
le aponte da estrada no-
va de Beberibe at quas
a stidud venia ao lugar de Agua Fra,
comprehendendo urna grande ilha, qual
assim como as referidas baixas se prestam
muito a plantado de capim, arroz e qual-
quer outras plaas que percsam de trra
fresca todo o anno.
O referido commendador n5o duvida fa-
zer arrendamento desses terrenos e alaga-
dos por 6 ou mesmo 9 annos, e dar um
atino de fogo morto a quem der flanea
idnea e se obrigue a rotear os meamos.
TElEITE
Precisa-se de una ama de leite, preferese a
mulher livre e sem lilho : na ra das Cruzes n.
33, 2a andar.
1TTENCA0
Na typographa do Liberal, n. 48, ra
do Imperador, exstem folhetos impressos
contendo o programma do centro liberal,
os quaes se vendem commodamente.
Criado
Precisa-se de um criado fiel e diligente, livre ou
escravo, para urna casa de familia : a tratar na
ra Bella n. 117, sobrado de dous andares^______
Gymnasio Campestre
E' ao Sr. l'rocopio de Sena Santiago,
ponto deste tbeatro, que s- deseja fallar na
ra Direita n. 53, a negocio que nao Ihe
ddUte ser estranho. ^,
Alugase a loja do sobrado 32, siln na pra-
ca da Boa-Vista, tendo commodos para qualquer
estabelecimento : a tratar na roa do Aleortm
n.30.___________________________
Precisa-se de urna ama: na ra do Fago
n. 31. _______________________________^
Na ra Direita n. 2, loja de fnnileiro, en no
povoado dos Montes, precisa o abaixo assignado
entender-se com o Sr. Manoel ('.alisto de Soasa a
negocio de seu interesse ; isto no praso de Ves
dias. Recife 18 de maio de 188.
Pedro Duarte Rodrigues Frasea.
Camisas francezas e ingleza de todas as qualidades.
Ditas bordadas para senhoras.
Saias bordadas para senhoras e bales de todas as cores (novos).
(ticos cintos de selim com enfefte da mesma cor para cabeca (novo gosto).
Muto sortimento de lencos bordados, fronhas, bicos c rendas, tudo da trra,
bom gosto, e ricos.coites de vestidos de tarlatana bordados, fazenda de gosto, propnos
para casamentes, e" vestuarios de baptisado de muito gosto.
Alpacas lisas de todas as cores, fazenda nova.
Ricos cortes de vestidos de blonde para casamentos.
Potnpolinas de litibo c seda, gosto inteiramente novo.
ANTUNES GUIMARIES ft C.
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COVSIlTimO MEDICO CIKl RlilCO
DO
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DR. P. A. LOBO M0SC0S0
3Ra da Gloria sitio do Fundao3
WXk M AMBOS OS SISTEMAS
Consultas todos os dias desdeas 7 horas da manhaa at as II.
Visitas em casa dos dontes de H horas em diante, em caso argente a qualqner
hora do dia ou da noite. ,
Nao ae recebem chamados se nao por esenpto era que declare o nome da pessoa,
toda ra e*o numero da casa. &
Especialidade em partos, operarles, molestias de mulheres e meninos.
Cura radical das molestias venreas, e dos estreHamentos da uthera.
Curas radical das molestias do tero como ulceras, flores brancas, amenoma,
vegetacoes e catarrbo, etc etc. -
Uecebe-se escravos para tratar de molestia ou praticar-lhes qualqner opera?ao
jirurgica. Diaria 2t000 excepto as operacSes.
Os melhores remedios horoeopathieos conhecidos. e por precos mmto com-
modos.
11 Ra estreita do Rosaris 11
Este novo e modesto eslabolecimenlo, tendo aberto ao respeitavel publico este ele-
gante e bem fofnecido tiotel que situado n'oma posic3o inteiramente saudavel, e sen-
do constantemente sombreado peles doces aepbyros da tarde, torna-se pnefcrivel i qual-
quer outro d'este genero, as tres cotisas mais necessarias ao genero racinIali-
mento do corpo, distracSo da alma, e soeego de espirito.
No pavinentoxtrreo urna asa de pasto muito profusa, da pffceira ordem ; no
primeiro andar, sata da frente, um escolente bilhar de mogno, para divertmentc. Sala
de traz um restaurante da primeira ordem. Quanto ao asseio e bemfritoria das comedo-
ria, o decada nodo do pestoal do stabelecimento, promptidio e-commodidade, s
aos ilhiBtrai ODrrentes dado fazer justica.
a*, para fra, tanto por mee como avujsa. Todos os dias, a noite,
jtrar-i fttte sorvete, refrescos, eafj, cha, bons vinhos Figueira, Porto, Bor-
deaux, teodo bons commodos para hespedagem, salao e quarto flwbilido no segn
do andar.
O abaixo assignado participa ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo commcreial,
que tendo de retirarse para a Europa a negocio
e temporariamente deixa na gerencia do seu esta-
belecimento sito a na da Cadeia n. 36, o seu cu-
nhado o Sr. Cirios Frese e o Sr. Leonardo Anto-
nio do Espirito Santo Porto, competentemente au
torisados e habilitados para este lim. oga-se
portanto aos seus amigos e fregueres que conti-
nen a dispensar a me.-ma confianca, com que
sempre se dignaram bonra-lo, certo de que snas
ordens serio executadas com zlo e actividade.
F'viw/sco H. Caris. \m
A FLOR 1>0 IllIO
e
I
9
m
O
Q
S
e
a
Su
4
AVISO AOS APRECIADORES
DA BA FfMACA
------DA FLOR DO FIMO------
Acabam de chegar novas
remessas de fumo picado,
e cigarros especiaes do
tabaco do serto do Para
e Amazonas preparado por
Jos Jubo Sampaio Pires,
(do Para), premiado na
exposicio nacional, vnde-
se em seu nico deposito
em Pernambuco, praca da
Independencia n. 39, loja
de Porto Rastos.
s
9
e
t

3
9
A FLOR WO FI11IO
Precisa- se de urna ama forra ou escrava,
para a casa de familia, a tratar na roa do
Qtieimado n. 69.____________________
As econmicas c importantes machinas para
cortar bolachas de todos os lmannos : sempre
venda na ra Direita n. 84.
Aluga-se
AMA
Em S. Jos do Manguinho, sitio n. 2, antes da
greja, precisa-se de duas amas, una que seja boa
engomniadeira e ontra cozinbeira, para pequea
familia ; paga-se bem agradando.____________
Da se 1:0005 a premio com h\ potheca em
bens de dobrado valor nesta cidade : na ra No-
va, loja de ferragens n. 31.__________________
abaixo assignado avisa ao publico c espe-
cialmente ao respeitavel corpo do commercio, que
desde o ultimo de dezembro de 1862 deixou de
fazer parle da sociedade que gyrava e ainda gyra,
sob a razio de Antonio Ltiiz de Oliveira Azevedo
& C Com quanto nunca tivesse existido eserlp-
tnra ou contrato de sociedade entre o abaixo as-
signado sen rmao Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, todava ulga convcniiinte fazer a presente
declaiacio p:.ra remover ou prevenir qualquer
dtrrdn qoe ikw por ventura de futuro appare-
cer. Recite l i'Hiho de 1860.
Frailesco L O. Azevedo.
SOCIEDADE DISSOLVIDA
Os abaipassiguados fazem sciente que
as sociedades mercantis, que gyravam nesta
praca e na de Pernambuco, sob a firma de
Simpson, Broad A C. forem amgavelmente
dissolvidas desde 31 de maio prximo pas-
sado, retirando-se de ambas o socio Willi-
am White Broad, e fleando exclusivamente
i cargo do socio Peter Simpson, sob a nova
(Irma Simpson C. na Bahia, e em Pernam-
bnco, as liquidacoes de ambas aasocieda-
des. Bahia, 8 de junho de i8G9.-^Por pro-
curac^ode Peter Simpson, Thomaz Whar-
rie. William White froad.
Peter Simpson faz sciente que, tendo
dissolvido amgavelmente em 3 de maio
prximo passado, a sociedade mercentil que
g)rrava nesta praca sob a tlrma Simpson,
Broad, & C. retiraiido-se 0 socio Willam
WbiteBroad : sua casa commercial conti-
nuara a gvrar sob a nova firma de Simpson
eC.
Pernambuco 14 de junho de 1869.
Precisa-se de urna ama que tenha bom
H leite ainda mesmo tendo lilho, forra ou
j| escrava, paga-se bem e tratase a con-
f/jt tonto de quem se prestar : no Mangui-
5 nho n. i sitio em frente a estacao de S.
tgg Jos, caminho de ferro de Apipucos.
urna preta esersva para tomar conta de nm ta-
boleiro de fazendas e vender na ra : a tratar no
ra do Crespo n. 20.
Precisa-se de urna boa ama de leita sem fi-
llio : informa-se na rna Augusta n. 69._________
Acha-se fgida ha oito mezes a prctt es-
crava, de naeiio, de nome Maria,com 40 annos de
idade, baixa o cor fula, consta que diz ser forra, e
andavendendo na freguezia da Boa-Vista, com
urna bandeja pintada de encarnado, com que
fugio : gratifica-sc bem a quem a anprehender e
leva-la a ra Imperial n. 103.
Deseju-se fallar a negocio de in-
teresse a ra do Crespo n. 17
Aos Srs.
Paulino Ferreira da Silva.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Francisco 'ereir de Arruda Cmara. (Sr.
de engenho.)
Manoel Jos Fernandes Barros. E ao raeu
especial amigo o Sr. tenete Pedro Segun-
dino Barbosa da Silva, (Sr. de engenho.)
No armazem alfandegado da. ra do
Apollo n. 6 de Jaqes Ryder 4 C. armaie-
nas-se fazendas as seguintes condiccoes.
Fardos 800 rs.........)
Caixas a GiO rs.........) por tres mezes
Fallos de estopa a 1-5G00.) ______
AMA
Precisa-s de urna ama livre ou eserava.
de bons costuraes, que saiba bem cosinhar,
para urna casa de familia. Dirigir-se ra
Bella n. 37, sobrado de dous andares.
Precisa-se de um irabalhador de padaria :
na ra do Rangel n. 9._____________________
Na ra Direita n. 30, vendeni-se hostias e
obreas muito em conta.
Precisa-sc de urna ana para cozinbar e com-
prar para casa de pouca familia : a tratar na ra
do Livramento n. 24, loja._________________
Antonio Alberto de Souza Aguiar vai Por-
tugal, onde pretende demorar-sc apenas dous me-
zes, e durante sua ausencia licam encarregados
de todos os seus negocios, em Io lugar o Sr. Joa-
quim Filippe da Costa, em 2* sua mulher Herme-
negilda Leopoldina Aguir, e em 3* seus caixeiros
os Srs. Francisco Jos da Silva e Jos Fansto Ma-
rinho.
Festa de Santo Anto-
nio na matriz do Cor-
po Santo.
0 thesoureiro da dita festa julga nada deyer a
pessoa algnma tendentes a mesma festa, e se al-
guem se julgar eredor aprsente suas eontas ao
porteiro do arsenal de marinha, que sersatisfeilo,
das 6 horas da manhaa as 6 da tarde.
O thesoureiro,
Antonio Jezuino Marques.
Aluga-se urna escrava para todo servico de
casa na rna do Imperador n. 30.
Furtaram no sabbado, 12 do corrente, por
volta d 1 1|2 hora da tarde, da ra da Praia, um
cavallo castanho amarello, com os *ignaes seguin-
tes : castrado, de tamanho grande, tem os qua-
tro ps calcados de branco, obra de 4 dedos, tem
de 9 a 10 annos, tem a canda curta e rapada de
faca, nafego do quarto esquerdo, tem urna meia
cinta de burro na "anca, umbigudo : quem o
pegar lev-o ra da Praia n. 43, taberna de Ge-
nuino Jas da Rosa, que ser recompensado.
FOGOS
Na antiga fabrica de fogos de artificio da viuvi
Rufino, existe um completo sortimento de rodi-
nhas, craveiros e pistolas, objectos propnos para
os festejos das noites de Santo Antonio e S. Joao,
tudo por commodo preco, e como seja a fabrica
distante da cidade, as pessoas que quizerem fa-
zer suas eneontoendas, poderao leva-las no arma-
zem da bola afflfcrel la, no oitao da secretaria da
polica, onde tambem achanto as amostra3.u
PERKQUITO.
Da-se 5000 de gratilicoco pessea que apa-
nhon ira pereqHito, Infido 4a roa Bella, eom om
eorrente de praia no p, e qoizer restitui-lo, aJm
do qne ftcar-se-ha extremamente agradeoMp, po-
dendo entrega-to na mesma ra Bella n. 20-
-* Furtaiam do~engenho S. Braz, fregueziajlo
(^bo, um eavallo aiasib caxito, com oa sigaaw
seaumtes: cauda eomprida, ponco cabello e di-
nas frente abertiT c um p branco, tem duusca-
rocos um sobr a sarnelha e outro sobre fleque-
na costfilla juuto ao espinhaco, urna ligeira pela-
dura sotrea anca, eastrado e anda bem de bai-
xo at mexo largo : quem delle der noticia no re-
ferida e^w, o rea do Caldeireir desi
eidade do MbHul t, ser bem grafieado.
l^ecisa-s'e d nma ama de leie : na rna da
Paz n. 2, taberna*.
Carroceiro
Precisa-se de um earroceiro, e pap-se bem :
no sitio do \iveiro do Muniz.
Pulceira perdida
Tendo-se perdido na noute de 14 do
presente mez,nasimmediac5es do tbeatro de
S. Isabel, urna pulceira de ouro, conhecida
por pulceira balo, sendo de dezanove
los, inclusive dous pequeos engatados
uns aos outros; pede-sc* aos senhores /ju-
rives de nao a comprarem, e a qualquer
pessoa que della tiver noticia de participar
no Largo da Assembla n. 9 que ser re-
compensado.________^______________
Precisa-se de urna ama captiva ou forra para
cozinhar e engommar : na ra do S. Francisco
n. 54._____________________________
(ASA DA FORTilM
Aos 4:0001
Bilhetes garantidos,
A rna do Crespo n. 23 e casas do ostume.
O abaixo assignado tendo vendido nes seasmui-
lo felizes bilhetes garantidos 2 quartos n. 198 com
a sorte de 700,8, 1 meio n. 3330 com a sorte de
2024, e outras muitas sertes de 100#, 40* e
20* da lotera que se ac boa de extrabir em be-
nelicio da matriz de Muribeca (109"), convida aos
possoidores a virem reeeber seus respectivos
premios sem o deseoutos das leis, na caaa da
Fortuna rna do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 7* parte da loleria i
beneficio da matriz de S Lourenc/) da Malta'(f 10* i
que se extrabir sabbado 19 do corrente nwz.
Precos.
Bilhete.....4*000
Meio.....2*000
Quarto.....1*000
Emporcae (k 100* para cima.
Bilhete.....3*800
Meio......1*780
Quarto..... 87
Manoel Martina-Finza.
agencia de jornae
Ra do Crespo n. 9.
Nta casa rewiw-se asalyaaturas para todos
os joroaes de Europa e Brasil, polticos, lUtn-
rie, Ilustrados, de leitura, de modas para iBbo-
ras, d flgiiriuopara alfaiates, cabelleirro,-ha-
pellaria, de rrtigio, de philosopWa, dlralto, de
jurisprudencia, de medicina, de pharmaaa, de
commercio financas o economa potitica, de agri-
cultora, das artes engeuliaria e architectura, de
selencias, de hirtoria geofrapliia e vgens, de pe-
.Uagogia, de pintura e msica, de Dhowgrapftia, de
oata, de magnetismo, de maconaaria, d tfiri-
tinno, etc As assignaturas pagam se no acto de
subscrcrVer.
________LTVBABIA FRANCEZA.
Faz-sa lorio Mgsata com um terreno situado
no luvar enaoeba, recto da Glori ri tioit, ou
cidade da Victoria : qnem pretender pode dirigir-
se casa n, 54 da ra nova de Santa Rita.
t

r-"~~


Diario de PettiambiM*) Quinta feira 17 de Junho de 1869.
s
ESMERALDA
i Na ra da Gadels do Rcio n. 36^ primeire
1 indar, deseja-se saber quem nests pra$a o cor-
respndante do Sr. Francisco Fraondes Vieira,
da villa doSaboeiro, provincia do Cear.
abaixo *ftna*o dcrlam pewoaiquo
tem contas antigs en. seo estabelecimento, e sem
VENIAS.
Tabernil
Veade-se a tabarna da roa d3 Concordia n. 9i,
a qual est bem afreguezada e tem poneos fundos
que as tenha liquidado, por niais me tenham sido propria para alguw principiante; o motivo da
as deligencias empregadas pera dijo flm, |U n | yenda dir-se-ha ao pretndeme em particular : a
prazo de 15 a 20 lias"as venan ?1dr ; porgue
depois do referido prazo, vr-se-ha forjado a pro-
curar os meios judiciaes para a liquidacao d'ellas.
Recife, 26 de maio de 1869.
Miguel GmneTf Sifca.
Lava-se e engommase cora todo o aceio e
promptidao, e por conimodo preca : atrnz da ma-
n iz da Boa-vista n. 2G, primeiro andar.
a
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma uo seu estabelecimento
de joias da ra do abug n. S, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
pratja, e por pregos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciosas
\ 5 Rli DOCABIGA S. S
COiWEITARIA m ANAMZES
16RA DA CRZ-I6
S. AWTOMIO, S. JOAO E S. PEDRO.
Ha diariamente sortimento de boTImhos para cha, podras, paes de l, bollo mglez,
presuntos, ditos em feambre, pastis 4e diferentcs qualidadeS. Papis para sortes,
bollos simples e enfeitados, amendoas confeitadas e coditos. Vinhos ftnos engarrafa-
dos, superior cha Hisson, pretoe miadinho, fruflta em xaropes, ditas seseas e ebrista-
lisadas, assucar 6andi, xaropes refrigerantes.
Recobe-se encommendas de bandeijas para casamento, bailes e baptizadas, com
bonitas arraaces de assucar, sendo estas preferheis as de papelio: bollos etc., pes
do l enfeitados, quaiquer encommenda para lora ser bem acondicionada.
BTFrancisca Maria dos SantosTerreira, llieo-
tonlo Alves Ferreira, Bernardino Alves Ferreira,
rouvidant a todos os seus pareles e pessoas de
sna amigada, para assistirem una missa por alma
de Ma lha e irinaa D. Luzia Antonia do Espirito
Santo Moreira, na capella do ceiniteno, sahltado
20 do correnle, e dede ja agradecem aquellas
pessqas que.se achareni presentes. _____
0 Dr. Ermirio Coutinho, reside fu
da Cadeia n. 64, onde tem aberto o seu
consultorio me lico, e pode ser procurado a
quaiquer hora para o estrado de sua pro-
fissso.
~cFlada
Precisa-se de urna criad para tratar de crian-
fas e sahir a passeio com ellas c tambem lavare
eagommar : na ra do Queimado n. 39, 2o andar,
sendo a entrada pelo brtfo de Pedro II
tratar n*.
nhaa e tiesta
pre
Velha n. 14 das 6" as 9 da na-
a em dame n'esta typographia
Vende-st-, na estrada de Jo5-. de Barros
uina casa acabada de prximo, muito bem cons
truida, de paredes dobradas, e cem os seguintes
commodos : 2 salas, 4 quartos, cozinha fra, des-
pensa, e mais 2 quartos tambem fra : a pessoa
que quizer compra-la, pode dirigir-se mesma
casa, ou no sitio da Bomba, na mesma estrada, que
achara com quem tratar,
Com dinheiro vista vende-se o sitio Limito
na povoaco dos Montes, ao p da ealacao de Una:
a tratar com Jos Paulo do Reg Barreto, na villa
do Cabo.
Mn de FMres
no armazem de Silva Barroca, ra da Cadeia nu-
mero 4.
Precisa-se de orna ama para cozinhar e
comprar ; na ra da-CmWa do Rwife n. 51,
15~--ra da Imperatriz-15
CQNFEITARIA E CAF FRUNCE
NOKYGTf] ME CREME
TODAS AS QINTAS-FEIRAS E DOMINGOS
Caf, cha, chocolate e bolos todos s dias desde 9 horas
da caanha.
COMPRAS.
Ouro e prata cm obras velhas, assim
como brilhantes sendo de primeira quali-
dade ; comprara-se por maior i reco que
em outra parte. Na loja de joias (Esme-
ralda) rm do Cabug n. b\
COMPRA-S
urna carroca, deeaixo, de duas rodas, com
cavallo earreios ; quem tiver e quizer ven-
der annuncic por este Diario, ou dirija-se
ao sobrado n. 22, que foi do fallecido Ma-
noel Custodio no raes de Santo Amaro.
Compra-se.
ouro e prata e pedras preciosas, no arco
da Gera:eicao, na loja de owrives, no Re-
cife.
\endoin-se dous bonitos escravos, nm mo-
Icque de 16 anuos, bom cozinharo, e um cabri-
nba e 10 annos : no teroeiro andar do sobrado
n. 36 da ra das Cruzes.
Compra-se moedas de ouro e pnta, bem
cerno libras sterlinas por maior preco que
em outra parte: na ruando Crespo n. 16
primeiro andar.
Em casa de Theedbro Simn 4 G.
compra se a bom premio moedas de piala
do cunho velho: Recife-, largo do Corpo
San'o n. 21.
Na praca da Independencia n. 33, loja de ou-
rivee, compra-se ouro, praia, e pedras preciosas,e
tambem se faz quaiquer obra de encommenda, e
ledo e quaiquer concert.
Precisa-se aiugar urna escrava para o servi
interno de casa de pouca familia : no 'viveiro
Muniz.
Caixeiro
0 muzeo e joias
Na ra 'do Cabug n. k compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por preeos mais vaniajosos do
que em outra quaiquer parte.
&RAW N. 97.
^ende-se a verdadeira graxa do bem conhecido
fabricante l)ay (c Mstrtin n. 97 : no armazem de
j. A. Moreira Dias, mn da Cruz n. 26.
Fogo, foffo, e mais fogo]
No largo do Carino n. i, vendem-se fugos de to-
das as quaiidades para festejar o glorioso S. Joao
e S. Pedro, por pre^o commodo : na mesma casa
vende-so massa secca para bolos : s no largo do
Carmo n. 4.
Farinha de mandio;a
Vcodem-se 800 saceos por preco nzoavel: a
tratar na travessa do Queimado n. 18 B, loja de
Maia & Landelino.
FARINHA DE
MANDIOCA
Superior farinha de mandioca recente-
mente chegada de Santa Calharina, vende-
se a proco comolo a bordo do brigue alle-
m5a Lina, fundeado defronde do trapiche
do Exm. Sr. baro do Livramento; a tra-
tar a bordo do mesmo, ou no escriptoiSo
de Joaquim Jos Goncalves Bellriio, rua
do Commercio n. 17.
barat
Batatas
Vendem-se a 800 rs. o gigo
Madre de Dos n. 16.
as.
na travessa da
Vide-sc um preto de 18 annos de rdade :
trata-se na na da Imperatriz n. 13.
Poguiubos eltinezes :rli<- es
para nolles de Kaato Antonio
S. .foo
Aealia de chegar grande sortimento dos mais
intercssantes fugumhos cliinozes c de bcngalla ar-
tificiaes, proprios (Ara meninos sonare m dentro
de s ilas, sem queimar ou offendr por seren fa-
bricados espeeifmenle para divertimento' de
crianzas : no armazem do vapor fraucez, ra
Nov\n. 7.
unhas muito fi-
dentes fazenda
de cores
do gaz
Salitre
"Vende-se salitre refinado a 5 a arroba
raa do Queimado n. 30, loja de ferragens.
na
rw
I

i
Fugio do engenho l'apagaio, termo de Porto
Calvo, na provincia das Alagoas, o eseraw Lucia-
no, crioclo, preto, idade de 32 annos, jpodco mais
ou menos, altura baixa, barbado, bea (allante, em-
briaa-se muito, e atituta-se forro, lera ofRcio de
sapateire. e tambem carreiro, conste que anda
em Govanna, cm Pemambnco ; recomiHenda-se
a toilas as autoridades policiae?, assiia como a
quaiquer pessoa que o encontrar, que o prenda e
remetta-o ao seu senuor que oeapilao los an-
dido das Neves, no engenho Papagaio, tm na ra
de Apollo, armazem n. 3. que se pagar toda e
quaesqu6r dispezas ijue liouvercm de ser fertss
com a prisao do mesiii escravo, assim como se
gratificar generosamente a quem der noticia
exacta do-referido esccavo. ,
"Precisase de um- menino de 12 a 14 annos de
idde, pan caixeiro de pa dara, com pratica ou
sem ella rno puteo do Terco n. 38.
LEAM.
Em urna casa de familia, a ra estreita
da Rosario n. 35 Io andan, fornece-se come-
dorias para on, mandando-se levar as
casas que nio tiverem portador, eigaran-
tisdo-se oacei^ promptidio-c commodida-
d^ no preco, f ortanto convida-se aos Srs.
estudantes e negociantes a honrar-nos com
as suas assignaturas.
INI
Precisa-se de duas amas para engomraar c tra-
tar de urea rianca, ou para cozinhar : na ra
dos l*ires, taberna n. 12, se dir quem quer.
Ama de leite.
No largo da Carmo n.*, preciga-se de urna ama
|ue tenha bastante leite, nio se olha a preco.
Precisa-se de urna ama para servieo decaa
de pouca familia : no neceo da Cacimba'n. 2, cm
frente a ra de Vigario, 21 andar.
ftncm acho nm oculo de armario de oura, c
, ve raa da fi
que ser recompensado.
queira restitui-lojae dono, eve ra da Gloria a.
Precisa-se
de um negro escrara para todo servieo : no ho-
U-l Central, ra larga do Rosario n. 37.*
Em casa de TIIEODORO CHR1STI-
ANSEN, ra da Cruz n. 48, eBOontram-se
eSectivamente todas as. quaiidades 4e vinhe
Bordeaux, Bourgogae e do Rheaou -
OURO E PRATA
Compra-se moedas -de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na ra do Ca-
bug n. 9, relojoaria.
DE
OURO E PRATA.
Cempram-se, offerecem lo-se muito maior van-
tagem ao vendedor: no Coraco de Onro n. 2 D,
ra do Cabug.
Compra-se unta negrinha de 9 :K aunos
de idade : na ra -io Pires n. 3.
Papel partemtrulho
Compra-se papel para emferulho, m loja
doParo, ra daStaperalrizo. C0.de Flix
Pereira da Silva._____________________
Compra-se urna casa terrea nesta idade,
assim cono um escravo* urna osera va at a idade
de 40 annos : a fallar na ra do -Queimado, loja
n. 46, defistos & Irmo?
Compram-sc dous eocravos de meia idade,
acostnmadiss ao servfeodeoamp : va codieirado
Thomax, na na de SajHo Amaro.
Comprase jornaes-para embrumo : na nua
do Crespo n. 2o, loja da .-amaina,
0 MUSEO BE JOIAS
zn
GOMES DE MATTOS IRMAOS
tendo feito completa mudanpa em sen antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe madores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa is 9 da nonte na
RA DO CABUG N. k
onde encontrarao um completo sortimento do que
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins
de ouro, prata e platina se pode desejar.
AOERECOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas
prata contrastada e de goato ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejae,
0 MUSEO lilo^
ZSZ
ha de mais elegante,
e tudo que em obras
E RUBINS
e paliteiros de
E' um lindos iiinofensivo fogo de artificio, pela
sua qualidade, quasi impo for feito por qnem nao soubcr: garantimos os qne
N fabricam na anjiga fabrica da estrada de Joao
de Barros, da viuva Rufino, c as encommendas
para os que se fazem em dita fbrica, recebem-se
no armazem da bola amarella, no oitao da secre-
taria de polica.
AVISO
aos atlantes do que bom
Na bem condecida casa da abobada da Penha n.
S7 conlinua-se a fornecer massas para bolos de S.
Boao, S.'Pedro* Sant'Anna, com muita limpeae
perfel(5o.
Batatas
a Kfffy o gigo : na ra da Madre de Deosn. 7.
Qigos eom 33 :Kbras, muito boas.
Ouro
E. A. Burle A C. tem para vender libras
sterlinas e moedas de vinte francos.
Vinho
7inho JloFdeaux superior qualidade, mar-
ae j conliecidas ; e o verdadeiro Cognac,
co mesmo estabelecimento.
Vende-se dous bonitos escravos, um moleque
do 16 annos bom eosinheiro e um abrinha de 10
annos : a tratar no terceiro andar do sobrado n. 30
da raa das Cruzes.
Vende-se uro escravo moco para todo trrvi-
co e juntamente tres pipas arqueadas de ferro pro-
prias para canteiros : quem pretender dirrja-se a
travessa de S. Jos n. 22.
Nenenles
Scmeutes novas de hortalica : na raa da Cadeia
do Recife h. 30.
Vende-se a diuheiro ou a praso a padana a
vapor sita em Una, a qnal se acha Irrre e desem-
baracada : os pretendentes podem enteeder-se no
mesmo lugar com seu proprietario, ou eam Bocha
Lima & Guimaraes, na ra da Cadeia n. 40, e Ne-
omedes Maria Freir, no caes de Apolla
:
_f i
Vende-se dtn bom cabriolet de 4 r
arreios para um cavallo : a tratar na
zes n. 42.
as, com
Cru-
ma m nn
Ra do Queimadon, 49 e 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata e Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est n,ueirnando tudo quanto tem em seu
estabelecimento para acabar e fazernovo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
vero que borne barato.
Garrafas mi agua florida ver-
dadeira ......
Garrafas com agua divina dame-
lhor qualidade .
Latas com superior banhafran-
ceza ......
Caixascom l frasco* de cheiros
proprio para mimos .
Dita com|0 frascos muito finos
Oleo baboza muito fino que s
a vista ......
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de p de arroz muito
superior .....
Pegas de babadinho com 10
varas ......
Caixas redondas emit&ndo tac-
taruga ......
Pecas de fita de cus quaiquer
largura .....
Escoras para
as .
Escovas pata
muito fina .
Pulcciras de contas
para meninos .
Caixas de linha branca
com 50 novellos a .
Caixas de linha branca do gaz
com 30 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botes para punhos
muito bonito .
Libras de laa pa>a bordados de
de todas as cores -.
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado i ..... .
Grosas de botoes madreperola
tgmuito fino ;i.....
Sabonete muito finos GO, 120,
160, 240 e.....
Pecas de fita de la todas as
cores ......
Espelhos dourados para paredo
15000 e .....
Espelhos de Jacaranda muito
fino ......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol .
Pares de mcias cruas para me-
ninos S......
Caivete muito fino com 4 fa-
llas ......
Cartilhas da doutrina as mais
modernas .....
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos ijfOO
Parafogosde Santo Antonio,
S. Joao e S. Pedro.
LIMALH4 DE FERRO (muito nova).
DITA D'ACO (dem).
DITA D'AGULHAS.
Vendem-se na botica e drogara de Bar-
tholomeu & C.
34RA LARGA DO ROZARIO34
S no progresso do pateo do
Carmo n. O.
Manteiga irigleza a 640, 500, 1,5 e U500 rs. a
libra, cha avssun e perola a 1-3800, 23500, 34
33290 a libra. __________________
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses convulsivas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
VENDE-SE
MA
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu A C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
1520.
1)500
#200
2500
800
,5500
240
600
'500
1500
500
500
240
200
800
GOO
040
44080
120
8.-5000
320
320
480
500
320
500
1500
2000
060
320
1500
400
Sortes de S. Joao
Xa rna da Coneeicao n. 36 vende-se bonitas sor-
tes a 3f000 o cento, recebe-se tambem-^nalquer
encommenda de bollos bem feito e por eommodo
preoo.
Vende-se urna maoliina de costura em per-
feito estado : na trevessa do Queimado n. 1, pri-
meiro andar.
Manoel Alves Ferrtira & C. teem para ven-
der muito superior vinho io Porto 'e Clarette, em
caisas de duzia : na ra da Moeda n. 5, segundo
andar.
TODE-SE ~~
Pipas vasias, barris de 5o, e om dcimo
tudo em perfeito estado, frasqoeiras pro-
torias para frascos com genebra de Hollan-
da. urna porc3oi de garrafas ?aias o botijas
paracerveja, e urna pipa com 80 caadas
de agurdente de canna superior chegada
ltimamente do mato : no deposito da ra
do Lima em Santo Amaro, n. 30, das 9 ho-
ras da manhaa em diante,
NoTenas
Acbam-se venda as novenas da gloriosa San-
t'Anna e de N. 9. do Mbnto do Carmo : :ia ra do
Imperador n. 16, de fronte de 9. Francisco.______
Cera do carnauba em saceos e pennas de
ema : vende-se na ra do Queimado n. 13, pri-
meiro andar.
Labyrintho do Cear *
Chegaram ra do Crespo n. 10, lindissimas
fronnas de labyrintho, proprlas para noi'.-as, assim
como ricas toalhas proprias para baptiados que
se VBndem mai barato do que em outra qualquer
parte.
Cabf&s eorelhs ~,
Venim-ti tres cabras mnito man* e boas
oelf^Proprias para criar menta*, e' (}ue esfio
mu preatos a panrem ; e tamben ntda ovetha
mu grande, matan, e que d multfileiu : quam
is pretender, dirrjase a ra do ImiMrador n. 13,
Venfle-se nma mol
para cala de familia e a
na r dn Imperador a
KYLOGRAMMAS
A' venda,
Irmao.
ra do Queimado n. 32, Azevedo &
Vende-se fumo de Garanhuns muito su
rior para caco, em arroba e a retalho ; e tambem
te vende um carneiro muito gordo e manso para
andar em carroca de menino : na ra do Raugel
n,4L__________________________________
Baldes aerostticos
Interessantes baloes aerostticos de cores
e lmannos proprios para meninos e mocas
poderem soltar as devenidas reunioes
campestres nonte deS. Jo5o: aindaacha-se
sortimento no armazem do vapor francez
na ra Nova n. 7.
Massi batida.
Valdvino da plvora vende boa niassa para fogo
a 720 rs. a libra, assim como boas pitolas : uo
seu armazem de sal, na ra Imperial n. 249, pou-
co alem da fabrica de sabio.
XAROPE PEITORAL
DE
RABO DE TATl
PLANTA DO BRASIL
E expectorante e recommendado
affeccSes do peito, bronchite chronica, he-
mopee, e tosse chronica.
PREPARADO POR
JOAQIM DE ALMEIDA PINTO
PHARMACETICO
Pernambucorua larga do Rosario n. JO,
Balas de cores

Pistolas para ooote de S. Joao com lin-
das balas de com, fabricadas pelo melhor
ti6ta deale ganar*: acha-se sort'meBto
pW&noanaami do vapor fraocez na
Nova n. 7.
S no Bazar da Moda
RA NOVA N. 50 ESQUINA DA DE SAN-
TO AMARO SE VENDE:
Para seu lio ras.
Lindos leques. a im i lacio de san Jalo a
2 e 2500 rs.
Ditos, com lentijuelas fazenda fina a 3#
e4000.
Ditos elsticos, a imitacio de marfim, 5^,
9, 11,5 e 15*)00.
Coques da ultima moda, lizos e eom re-
des de contas a 33, 35500 e 45000
Ditos com lindos enfeiles a 45, 45500,
55 e 55500 rs.
Ditos com boles de flor de laranja para
noivas a 55.
Ditos de cachos (alta novidade em Pa-
rs I) a 65000
Lindas chapelinas depalha da Italia e de
fil de seda, guarnecidas com teos e ele-
gantes enfetes ultima moda a 151, 185
e205.
Chapeosinhos de vetados de lindos mo-
delos a 155, 185 e 205000.
Ditos de pallia da Italia muito bem en-
feitados a 12fl, li# e 155000.
Ditos de pennas (novidade) para senboras
a 175000.
Gorrinhos de filij preto para luto a 95-
Chapeos de palha americana enfeitados a
i;>500 rs.
Ditos de seda_para sol fazenda boa a
55,65500, 105 e" II5000.
Basquines de gdipur branco bem edi-
tadas e molde ultima moda a-155, 185
e 205000.
Ditas pretas com fieos enfeites de w
drilhos a 185 e 205000.
Sintos ricos de setim com lacos a b ,
65, 75,85, 105 e 125000.
Urna linda e rica guarnicao cor de rosa,
a Maria Rosa, (alta no\idade) por 28500.
Grinaldas de flores muito lindas 55 65,
75 e 85000.
Capellas de flores de lanrajeiras para
noivas a 45500 e 55000.
Especial sortimento de gravatinhas pata
senhoras.
Sintos de palha muito lindos a 35000.
Lavas de pelica a duqueza, brancas, de
cores e pretas, o par 35000.
Blonde de seda preto e branco com sal-
pijos e ramagens, o metro a 25500, 35,
45800 e 65600.
Enfeites de palha muito lindos para co-
ques a 15500 e 25000.
Gupur preto e guipur branco, fazend-a
nova, para capinhas, corpinhos, basquines
etc. etc. benitos padrees, o metro a 35000.
35500, 45, 45500, 55, e 65.
Grande sortimento de bicos e rendas de
guipur brancos, e pretos com fio de seda
fazenda superior, de diversas larguras
precos muito baratos.
Espartilhos brancos e de cores mnito
bem feitos a 35, 45, 55, 55500, 75 e 85-
Enfeites para cabeca especial sortimento,
75. 85 e 95000.
Meias: cruas, fazenda superior, o par 25.
Corpinhos enfeitados de delicados ges-
tos a 165 e 185000.
Meios corpinhos de fil preto e branco c
25500.
Lindas e ricas guarnieses de cores j
promptas para vestidos a 105, 125, H5c
155000.
Borns de la e seda, moda elegarrte a
205000.
Cachins de la de cores a 55, 65, e 85-
PARA HOMEXS.
Chapeos de sol, fazenda superior a 85.
105 e 155000
Chapeos de castor branco, fazenda fina,,
e forma a moda imperial a 115000.
Corrente de plaqu iguaes s d'ouro ums
por 85, 105 e 125000.
Bengalinhas de cansa com casto de
marfim a 45 e 55000.
Ditas d'aco e enbadas ultimo gosto a 15.
Ditas fantazia muito lindas a 15500 e
25000.
Bengalas fortes (para dar no Lpez) a
25 e 25500.
Chicotes para mwtaria, de 15 a 55000.
Camisas com peitos e collarinlios de b-
nho deitados muito bem feitos, ns. 38 e 39
a 55000.
E muitos outros artigos tanto para ho-
mens como para senhoras e cri-ncas
assim como um completo e especial sorti-
mento de miudezas, todo recebido de cus-
to proprio, e se vende mais barato do que
em quaiquer parteno Bazar da Moda de
JOS' DE SOUZA SOARES & C.
jHHS__yfl__niHl_n_- _B_S _B1
fogo fogo
raa Dircita n. 33.
Ha para vender um completo sor-
timento de fogos artificiaes, tafite
para Sras., como para criancas, pis-
tollas brancas e de cores, com 3,
4, 5 e 0 blatas, fontainas, cravei-
ros, rodinhas singellas e dobradas,
foguetinhos, buscaps, illumina-
coes baloes de seda de 2 pasmos de
altura etc, etc., feito por um dos |
melhore9 artistas deste genero.
Tambem ha para vender salitre, en-
xofre, breu, fio, facas e garios
w, diversos preepa e qualidade9,
bandeijas finas quadradas e ovaes.;
alm do grande sortimento de fer-
ragens, miudezas, ouielarias e trem
para cozinha, etc, etc.
Ra Direita n. 53,1 oja de Manoel
Bento de O. Braga C.
g At qne chegaram
SYSIEMA DESSIMAL
Graade fectora de' 1,W9 series de'3
pesos kilogrammas em series eom
pletas de todos os taimanhos, me-
hores de comprehender do qae os
que tem viudo a mereado assim
oemo medidas do metros, chegaram
rnente de encommenda propria
para a casa de Mattow" Bento de M
Oliveira Braga C, rea Direitan. g
53, e cero drmmiwtSb de precos, S
verAam em tempe.
ifiiiiinvM
LHAS1!
VeAm
CanuaB-oio,.
r
C. irv>
Feoliiacta
vWros para ^i#af, ortidoa de
offl aroailiciuiado.s a 124 a
pwpo e a retmo ; Da rna do Vif ario
'
I


Diario de Peiiambuco Quinta feira l le Junlio de BI9.
IiO.3 V
DA
0FFIC11 BE 8MP4SP0RMEMDAI ,lffi
72.
ARA
Ra da Imperatriz.
72.
Alerta fregueses
que Arara vai cantar.
Para vender suas fazemias (baratas)
Q milito ha de agradar.
O-pvoprietario deste estabelecimento, temi grande porfo de fazendas em
dr, vai ptocj-lei-urna liijiii]ti;i) cm todas as fazendas e roupas feitis existentes no
estabelecimento, agora que OQcasiio de quem tem pouco dinheiro poder se vestir de
bo\ fazenda e baratsima como so poder ver no annmido abalxo mencionado.
Bramante para lences a n.
Veude-se bramante com 10 palmos de
larcora para' lences, a >. a vara.
MADAPOLAO BARATO A 3 S500.
Vende-so pecas de madapoln enfestado
da '2 jardas 31500, dito Je -2i jardas ou
i* metros 59, 6$, 653 >0, 7 $00, 8*000 e
91000.
(HITAS FRANCESAS A SO re.
lera-se chitas francozas para esti
de a '280, 3O rs. o covado, ditas escuras
muito finas 360 rs. o covado.
'hn'ti:.! inulto Ojio SOOrs.
Vende-so chalin para vestidos ie senhora
800 rs. o covado.
PERCALES A KM R&O COVADO.
end !-se percales mult linos para vts-
t"S de senhora a i 40 rs. o covado.
Ki'iihaiitinas 1 JO rs.
Vende-se briihantinas ou mursulinas de
cores para vestidos de so horas a 'i'iOrs. o
covado, laazinhas muito finas para vestidos
de senhora 100 rs. e 500 rs. o covado,
ditas de quailrinhos 240 rs. o covado.
CADO FRANCEZ A 300 RS. O COVADO
Vende-so riscado francs para vestido
de senhora 300 rs. o covado.
ELaKiuhas a 840 rs. o covado.
Vendem se lasinhas para vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vendc-se cassas francezas i 280 re. o.
covado, chitas francezas linas a 280 e 320.
rs. o covado.
Chales de merino a $<$.
Vende-se chales de merino estampados
e 2^500 cada om, para acabar.
CORTES DE LAS ABERIOS A 24Q0
Vende-so cortes de la para vestidos de
senhora, 1400 cada um
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
ta? de listras 700 e 700 rs. o covado.
Chitas priissiauas 3ttO.
Vende-se chitas prussianas de listras de
cores muito bonitas a 300 rs. o covado.
CUITAS PARA COBEIITA A 320
Ve ide-se chitas incorpadas para coberta
o20 rs. o covado.
Bales de a SO arcos
\. 45 Hli DA C1DEI1 Y. 45
DE
, f MI & C.
SOR A DIRECC&/DO MUITO HBIL ARTISTA
Lo.unano, alfaiater
Os propietarios deste novo estabelecimento, tendo experimentado a necessidade
urgente do ter na direceo de sua officina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para tal mister, convictos de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
. Tem o mesmo estabelecimento uro bom s'rtimemto de fazendas proprias para
roupas de homem.como sejam: casimira de cor, indos padrSes, completo sortimento de
pannos finos, preto e de fiOr, casimira preta, grande sortimento de brins brancos e de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorguro para co'lete,
gorguro Pekn, superior qualidade.
Os freguezes encontraro anda um variado sortimento do roupa feita, camisas
nglezas, collarinhos, ceroulas, gravatas pretas e de phantasia, meias para homens, ee-
nboras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoalhado,
bales de diversas cores e modelos-, cambraias, malas para viagem, e outros mutos ar-
tigos que a modicidade de seus procos incita a comprar.
A na da Cadeia n. 45
PECAS DE ALGODAO A 4$.
VSndem-se pecas dealfcodo muito cn-
corpado U, 50, 6$800e7.
C'3>ierhihos econmicos a 3O
umtm.
Vende-se colcrinhos econmicos a 320
a duzia, so se vende assim barato-por ter
grande porcSo. '
CASEMIRAS DE CORES
Vende-se cazemrs de cores para calsa
e, paiitl 2-> 25500 e 3 o covado,
Aigotlao entestado a 1*.
Vende-se algodo enfestado proprio para
lenres e toalhas, f #, a vara ou 900 rs. o
metto.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. O
COVADO.
Vende-se brim para calcas e palitots de
honiem menino, 400 e 440 rs. o co-
vado. dito tizo a imilaco de ganga a 300
o covado.
Algodo de listras a O rs.
o cavado
Vende-se algodo de listras para roupa
de esclavos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR" A 640 RS.
Veude-se coi-tes de [ brim castor para
calca de horneo), 040 e 800 rs. cada um.
CARTEIRA PARA VIAGEM A 1:1
Vende-se carteiras para viagem 1$
cada nina, cobertores de algodo 15300
cada um.
C heras de clilla 14HOO
Vende se coberlas de chitas de cores
14800 e 25, cada una.
ALGODO Ti;ANEADO DE EUAS LARGURAS A
1 >200.
Vende-se algodo transado de duas lar-
guras, proprios para lenc mesa, se vende a 15200 o metro.
Mantas para grvala a S O rs.
Vende-se mantas para grvala a 200 rs,
cada urna, lencos de seda de flores, a 640
cada um.
ATOALHADO PARDO A 25300.
Vende-se atoalhado pardo para toalhas
Vende-se bales de 20 a 30 arcos de mesa 25500 a vara, toalhis escuras
?500 cada um, bales modernos brancos ; J5. cada urna. Ra da Imperatriz loja
INJECTION BROU
Hyclrnlra lufalllvt I e ITmervaiUa, bfoluUnunio a ui.ira uecura m uenbli adamt'o. V.lcM
u priieipiei bocaa d urdo. (Eligir a inikaaft i om). {Hmmm t Mial ) Ph, mu
4* hTHtUr BOU. bMknari Maieola. III
e ie cores i 35.
'da \rara n. 72.
0 Garibaldi principia
Cortamente ha de agradar,
Que pelo preoo qne vai vender
Ninguem o pode igualar.
0 proprietario deste estabelecimento denominado Garibaldi, declara ao resp ita-
\el publico e-seus freguezes, qm tem recebido grande sortimento de fazendas, e esta
constantemente rec-bendo por todos as vapores que chegam da Europa novo sortimen-
to de fazendas da moda, e que vender por preco mais barato de que em outra qual-
]uer parte, garantndo se a qualidade e cores, na ra da Imperatriz n
Pereira Mondes Guimares.
50, de Lourenco
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas de cores fi-
xas a 280, 320 o covado, ditas matizadas
escuras a 360 rs. o covado.
MADAPOLAO ENFESTADO A 35500.
Vendcm-se pecas de madapolo enfes-
tado a 3->00, dito inglez de 24-jardas a
;; l, 65, &99U0, 75300,85, e 105 a peca.
ALGODO TRANCADO A 15200 O
METRO.
Vendem-se algodo de duas larguras pro-
prio para lences e toalhas por ser muito
largo, a 15200 rs. o metro.
RISCACO FRANCEZ a 360 rs.
Vende-se finissimos riscados francezes
proprio para vestido de senhora e roupa
para meninos por ser de bonitas cores a
a60 rs. o covado.
BRAMANTES PARA LENCOES A 25 A
VARA.
Vende-se bramante de dez palmos de
largura proprio para lences a 25 a vara.
Chitas aiuzonas a 360 rs.
Vendem-se ricas chitas de listras de um
de nome amzonas, para wstidos de se-
nhora a 360 rs. o covado, deste preco e
qualidade s na loja do Garibddi.
AOS SKNHORES DOXOS DE COXEIRAS.
Na loja do Garibaldi, ha urnas casemiras
de listras muito incorpadas proprias para
forrar carros, e se vende muito barato por
ser muito largas, preco 25500 o covado.
ALGODAO ENFESTADO A 15 A VARA.
Vende-sa algod5o enfestado muito largo
proprio para lences a 15 a vara.
ALPACAS DE CORES PAHA VESTIDOS A
5u0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas estampadas de cores
a 500 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35500.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 3jj:i00 cada am.
BRIM HAMBURGO A 85000 A PEQA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
Ciangas para cale a 3tO rs.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens c meninos a 320 rs. o
covado, brim de cores a 400 e 440 rs. o
covado.
I.asinhas de iinadrinhos a
4 i's.
Vendem-se iSasinhas de quadrinhos para
vestidos de senhora a 240 rs. o covado,
ditas estampadas a 280 e 320 rs. o covado.
POPELINAS EMLAAG40RS.
Vendem-se popelinas em la da listra
para vestidos de senhora a 640 e 800 rs.
o covado.
CORTES DE L.IA A 25460 RS.
Vendem-se corles de la de listra arpa
vestidos de senhora a 25100 rs. para aca-
bar.
LA CHINEZA A 503 RS 0 COVADO
Vende-se la chineza para vestido de se-
nhora a 500 rs. o covado.
Casemiras para calcas.
Vendem-se casemiras cor de caf, preta
e azul escuro com listras, para calcas e pa-
litots, fazenda muito encornada, propria
para o invern, sendo de mas larguras
IHWli SU MM .
Ruado Quemado ns. 49 e 57
fojas de miudezaz de Jos de
Azevedo Mata, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecimcntospor uso queram apre-
ciar o que bom e barahssimo.
Pares de sapatos de traDca fa-
zenda nova a......25000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a...... 15500
Dnzias de meias cruas para ho-
mem a........35800
Tramoias do Porto fazenda bo
e pelo prego melhor 100 attos a 5200
l.ivros de niisses abreviadas a 25000
Duzia de baralhos francezes muito
finos a25400 e.....2580C
Silabario portuguez com estam-
pas a ........
Gravatas de cores e preta muito
finas a ........
DuiM de meias para senhora fa-
zenda boa a......
Redes pretas lizas- muito finas a
Cartes com cotchetes de lato
fazenda fina a......
boluaduras de vMro para eolete
fazenda fina a......
Gaixas com penna dJaco muito
tinas a 320, 400; 500 e .
Cartes de linha Alexandre que
tem 200 jardas a .
Carreteis de linha Alexandre de
70 at 200 a .
Caixas co,m superiores obseias
de massa a.......
Dwzias de agnlhas para machina
Libras de pregos francezes. di-
verso tamanho a. .
Livros escripturado para rol do
roupa a........
Talheres para meninos muito
finos a........
Caixas com papel amwiade muito
fino a........
Caixas com 100 envelopes- muito
finos a.......
Pentes volteados para meninas e
senhoras a.......
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80, 120 e .
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. .
Duzia de phosphoros de segu-
ranca da melhor qualidade a
400 o........
Pecas de fita branca elstica
muito fina a......
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a......
Pecas de fitas bordadas com 3
varas a .......
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 25000 a .
Grozas de botes de louca muito
finos a........
530
5500
4.5000
5320
5020
5500
15000
5100
5100
-jOM
25000
5240
5120
5240
5700
5600
5320
5500
5320
5160
500
200
60
25500
500
35000
16C
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
EtNa do Crespo u. 7
Os proprictarios deste bem conhecido estibclc-
eiinenio, atin dos nwitos objecfos que tiAam ex-
posjos a apreciarao do respita-vel publico, man-
daran! vir e acaban) te receber pelo ultimo vapor
da Europa nm completo e variado sortimento de
finas e mu delicadas especialidades, as quass es-
lao resolvido a vender, como de seu cutame,
por procos nsito barahnhos e comtnodos para to-
dos, com lano que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinlias e punhos para se-
nhora, nesto genero o que ha de mais moderno.
Superiores pets de tartaruga para coquea
Lindos e riquissimos enfeites para caberas das
Exraas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de core com vi*i-
lhos e sera elles; esta fazenda o que pode haver
de memor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperofa,
marfim, sndalo e osso, sendo aqueHes brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores metas fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por ItOSOOO
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
Anas. ...
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marlim com lindas o encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quanlidade de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, baloia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades. '
Lindas o superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a li annos de idade.
Navalhas eabo de marlim e tartaruga para fazer
barba ; sao mnito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas peto fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para n&china e para croxe.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labvrintko.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tontos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumarias o dos memores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
facilitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
ara que sao applicados, se venderao com um mui
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista d js cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos mnito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7._______________
Tem para vendar em eut aruiaaens, alem de ou-
tros, os seguinte* artigos
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado e liso.
Vmlios om caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madcira.
Hermitage.
Cliamblis.
Licor do curaco de Hollanda em caixas dovin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso limaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazeds de Tasso Irmos
< \ II It IVII4S DE FERRO
Para servidos de grandes armazens, para remo-
ver barricas on caixoes de um para outro, lado pelo
mdico preco de 12*000 cada um.
Farinha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
tana e grande sortimento das meihores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
(Me
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso Irmos.
Cemento hydraulico 12^
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento de eanos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcSes de
cincoento barricas se far redueco no preco : nos
armazens de Tasso Irmos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differentes qualidades para cercados de ant-
roaes, chiqueiros para galinkas ou jardn: nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso Irmos.
Vetas de esparmace'e verdadeiras para Ian-
ternas do carros: noarmazem de Tasso Irmos.
Vinho do Porto fino superior: no armaaem
de Tasso Irmos.
O melhor cognae Gautbier Fteres: no arma-
zem de Tasso Irmaos.
Macarthy
Scbonete de alcatro.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitatfio tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura certa
das impigens,' sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu 4 C,
34ra larga do Rosario34.
burgo com 20 varas a W, 9 e 400 a peca, dos de senhora a 280 e 320 rs. o covado.
Cortinados para janellas a 94.
Vendem-se cortinados para janellas a 1&
o par, ditos para camas francezas a 140 o
cortinado.
que l 37i covad'S d urna caiga para ho-
mena,pUo piveo de20SOO o covado.
Alpacas lizas para restidos a
HOO rs. o corado.
Vendem-se alpacas 1 zas e dobradas, para
vestidos de senhora 700 e 800 rs. o covado,
BALDES DE ARCOS A 1*500.
Vendem-se bales de 20 e 30 arcos a
lAiiOO cada um, por (ste prego s na loja
di Garibaldi,
BRIM TRANCADO PARDO A 800 RS. 0
METRO.
Vende-se brim pardo trancado a 800 rs.
o metro, dito muito fi.io a 1#200 o metro.
BALES M0DEI1N0S A 5000.
Verdem-se bales modernos e de cores
um. **
^.CASSAS FRANCEZAS A 280 RS.
ndem-se cassas francezas para vest-
CHAPEOS DE SOL OE-BKDA A 10*.
Vendem-se chapeos & sol de seda a
10(5 e 120, na ra da.Imperatriz,
Garibaldi n. 56.
loja da
f
S
Machinas de descarocar algodo.
Hoje rpie est reeonhecido que as machinas ^e
serrote prejudicam e quebram a fibra do algodo,
preciso recorrer a machinismo menos spero,
que produzindo o mesmo servido que aquellas, e
facilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a difTerenca que ha entre o algodo desearocado
por aquellas mencionadas machinas, que esta fi-
eando em dcuzo, pelo prejuizo qiio tem causado,
eo da, amiga bolandeira, que nao pode competir
pela morosidado de seu trabalhoi E' assim que
estas machinas se tornara as mais proprias para o
nosso algodo, porque ao par da facilidade e
promptidao conserva a fibra da laa, que limpa por
ella, e qualificada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendo assim entro 11 20 por 0/0
mais do que a laa limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptada^ no Egypto, aonde as de serrote
foram inteirarowite abandonadas, epor isso o algo-
dio daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 a g por
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a loOOOO
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amendoas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de Tasso Irmaos.
Ago de milao.
Nos armazens de Tasso irmaos.
BARRIS DE SALITRE
No armazens de Tasso Irmaos.____________
CUBA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galn pean.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo 4 C.
34------Ra larga do Rosario------34.
A NOVA ESPERAIP
21=Rua do Queimado 2] ,
Advertencia!
ANovaEsper?nga, ra do Queimad
n. 21 tendo em deposito grande quantidada
de miudezas, e como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o balanco, par
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
cadorias pelo baratissimo prego, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venliam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venbam ser fregue-
zes, em tempo 13o opportono quando
NOVA ESPERANCA convidl-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nao
falta aonde e aquem...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Pars) quer sem-
pre primar em nos remetfer objectos de
gosto e perfeigo, e ella {loja da Nova Es-
peranga) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperanga na do-Queimado n. 2f,
alm do grande sortimento que j tinba,
acaba de receber mais o seguinte :
Bonitos broches, pulceira e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar boflos e
bandeijas.
Brincos yetos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galfes, franjas e trancas de
seda e de 15a, para enfeites de vestido.
Bofes de todas as cores e moldes novoi
para o mesmo fim.
Trangas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem eHes.
Botes pretos cora vidrilhos com pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurfa e excossia.
Finas meias de seda para senhorae me-
ninos.
Delicados lequo 4e "madreperuhi> mar-
lim,' osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimente de
miudezas ra do Qaeimado n. 21, na
Nova Esperanga.
Collares anodinos ellectro-magneU
eos contra as convtdges das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de que muHo
collares se vendem por ahi intitulados o*
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (comprando-o)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanga, porm
que detesta a falsificago principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes ollares
e garante aos pais de familias, que sao o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
gas tem salvado do, terrrvel incommodo de
convulgoes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanga a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seua
flhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando entao ser ai-
flicil alcangar-se o effeito desejado, embor
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
PASTILILIS ASSll\lVllAS
no
DR. PATERSON
De hlNiniitli e magnesia.
Remedio por excellencia para combate'
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu & C.
34------Ra larga do Rosario-----34.
COGNAC.
PULLAS,
XAROPE
DE
JURUBEBA
PREPARADOS
PEI.O
PHARMACEUTICO
Joaqnlm de Almelda Pinto.
As preparacoes de jurubeba sao hoje
vantajosamente conhecidas e prgeonisa-
das pelos mais habis mdicos, tanto da
Europa como do paiz, pela sua eficacia
nos casos de anemia, chloroze, hydropesia,
obstruegao do abdomen, e tambem nos de
menstruago difficil, catharro na beiiga,
etc. etc.
Vendem-se era porgio e a retalho na ci-
dad* do Recife, pharmacia do seu compo-
sitor, roa larca do Rosario n. 10, junto ao
qnartel de polica.
Libras eouro nacional, moedas
de 5 francos.
edoendape no arco da ConceigSo na loja
Vurives, no Recife.________________
TUZlAHAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forsur A
^^a do Imperador, nn earregnmento de gai
de primeira qualidade; o qiial se vende em pujida
e a retalho por menos pre$o do que em outra fual-
quer parte.
RF POPULAR
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIRA FREDEBICO & C.
Acaba de chegara este mercado urna porcaa des-
te ptimo rap, nico que pode supprir a falta lo
princeza de Lisboa por ser de agradavel perrume.
E' fabricado com superior fumo e pelo melhor
systhema conhecido, tendo tambem a vantsgem de
ser viajado, o que para este artigo una espe-
cialidaae. as pravas da Bahia, do Rio de Janeiro e
outras do imperio tem o rap Popular sido asss
accolhido, e provavelmente aqui tambem o ser,
logo que sejafeonhecido e apreciado. Acha-se
venda por preco commodo, e para quem romprar
de 50 libras para cima, far-se-ha um descont de
5 0/0, e de 500 libras para cima o de 8 070 : no
escriptorio de Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
ra ao Ommercio n. 17.
Vende-se um piano de Jacaranda em bom
estado, de armario : la ra do Padre Floriano n.
71,2 andar.______ _______________
Potassa da Russia
Nos armazens de Tasso Irmaos, ra do Amorim
n. 39, e cae de Apollo n. 39._____________
VENDE-SE
a taberna da ra de Hortas n. 43, em virtude de
seu dono retirar-se para fra : a tratar na mesma.
1ASSA e XAROPE
DECODEINADEBERTHEI
Preconisados por todos 09 mdicos contra o--1
DErLUXOS, CATHARROS, E TODAS l&\
IRR1TAC0ES DO PEITO.
N. B. O Xaropt dt CoJtina que mtnco ai
honra, alta bem rara cutre 01 Uedicamenloil
rovos, itur regitttado tono um it* wtet-i'\
mcntoipljiciaet do Imperio Francii ditpattal
aualqutr elogio.
AVISO. Por etnsa da reprehenslvel fal.'i-l
Gcacao'quc tem suscitado o reliz resultado iIq|
Xarope e massa de Benh somos fo-.i;ados nj
lembrar queesi$medicamento*tajustaioeitej
conceilaaos sd te
tendem em caitin-
hase frascos levando
assignatura em <" "s II P^
frente.
46, Ru iei eolei, t na Fharmaein Cendal j
de r-'rauc-a, 7, Hite de Joiiy, em l'arii, e 11
LCas as Pharmacias pi incipaes do \'
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica.de Risquit Dubouch AC, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Jost, ma do
commercio n. 32._________^______
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz, e preferivel a todos os
conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicagao as creancas.
quasi sempre mais atacadas de to terrivel
e muitas vezes fatal soffrimento. .
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
M
Barthomeu & C.
34Rna Larga do RosarloS*

{/bimuyciiit Si.
BOM VINHO
DO
DM10
Alegrai-vos myopes, e presbytas, j po-
dis ver de longe, j podis ver de perto,
nao ha mais vistas curtas, nem caneadas.
F. J. Germano acaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortim Bto de
oculos, lunetas, pince-nez, face -main, lor-
gnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim.
a^o, bfalo, ncar, unicornio emolchior;
assim como binculos de urna a tres mudan-
gas para theatro, campo e marinha, da ulti-
ma invencao ; duquezas, vienezas de 6, 8 &
12vidros, tudo dos meihores fabricantes da
Europa.
O mesmo vapor troa-
xe urna excellente ma
china para graduar o
observar numera dos
vidros qoe senecessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excellentes sterioscopos, tostrumen-
tos de mathematica, barmetros, vidros da
chrystal do rocha, e de cores para resguar-
dar a vis; eoncerla todos os objectos
presos commodos e com promptidao i tira
. o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
Chegou pelo brigue Trmmpho e consignado a | encommenda relativa a ptica.
Flix Peroira da Silva, nma nova remessa de bem
conhecido e excellenlo vinho puro do Dotiro em
barris de 5o 10, garantlndo-se que nao tem cod-
feccao atguma ; neste genero 6 o melhor que tem
vindo ao mercado, e muito proprio para u?ar bus
horas d eomMa, e .vende por preco razoavel
na loja do Pavao, ra da Imperatriz n._60.
PARA AS NOITES
DE
5. Jodo, S. Antonio e S. Pedro.
Acham-se venda sortes para homens e se-
nhoras, um tanto agradaveis para essas occasioes
de divertimentos e praieres : as livrarias france-
za rna do Crespo n. 9, na Econmica ra do
Crespo n. 2, na Popular rna do Imperador n. 67,
na do Sr. Cardozo Ayres ra da Cadeia do Reci-
fe n. 31, na do Sr. Jos Barbosa de Mello ra da
Cruz n. 52, na do Sr. padre Lemos ra do Impe-
rador n. 15, na Encaderna^ao Parisiense ra do
Imperador n. 71.
Recebeu tambem os excellentes relogios
do antigo e afamado fabricante Robert Gtrth
&C, os quaes vendem preces commodos
garantndo a sua superior qualiude.
AOS SM FOtUETEIROS
Bartholomeu &C.
YEIDEM
SALILRE refinado de Ia qualidade.
ENXOFREemcylindro
LIMALIIA de ferro (muito nova).
DITA d'aco (idem).
DITA d'agulhas.
E todos os mais preparados para os lin-
dos fogos de cores na sua drogara ra
larga do Rosario n. 34.______________f
Yonde-so massa Dar bolo a 900 rs. it libra:
na ra do Rangel n. 30.
Novidades do Campos
para S. Joo
Iuteressantc fogo VartlflcSo para
saldes, vlndo da corte pelo
arau vende-se na rna. do
Imperador n. %tH.
ECONOMA domestica
Superior farinha da trra em saceos, o
4)3 tambem se vende por menos, sendo
porcoes.
, AOS ESTARELECIMENTOS
Medidas para seceos, conforme o nov>
systema mtrico decimal-
Tabellas indispensaveis, facis, e mais
adoptadas at hoje nos estabelecimentos que
cmprame vendem a peso, porque mostrara
ellas com a maior exactidao, a reduccSo do
peso e preco entre os dous systemas: noras
e ktlogrammas, recomendadas de preie-
rencia a outra quaUper Ubella, pela sua
fcil comprehensSo ainda para as pessoas
menos habiHtadas em commerc.o e clculos.
acha-se a venda tudo cima na ruado Im-
perador n. 8,
Armazem do Campos,



Mario de Peruanibuco Qunita feira 17 de Juiho de 1869.
*

>
i
3 cordeiro previdente
Rua do atetillado u. le.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effectivamente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
reoeber um outro sortimento que se torna
notavel pela varidade de objectos, superiori-
dade, qualdades e commodidades de pre-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciado
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em pai'ticular, n5o se afas-
tando elle de sua bem conhecidamansido
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores emais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toileU
Elixir odontalgia para conservacSo do
Cosmetiques d superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e lats, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qualidades.
Finos estrados inglozes, americaitos e
Trancezes em frascos simples e enfeitatlos.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheires igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
E*racto d'oleo de superior qualidade,
cora escolhidos che ros, em frascos de diffe-
rentcs tamaitos.
Sabonetes m barras, maiores e menores
para mjos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caisinlia para barba.
Caixinhas com benitos sabonetes imitando
ructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito praprias para pre-
sentes.
Ditas de ppelas igualmente bonitas, tam-
bera de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.-
Especial p de arroz sem composico de
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-.
Cas.
Opiata ingleza e francesa para dentes.
Pos de camptoora e outras differentee
qaalidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um entro sortimento de coques Me no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhoc
e algnns d'elles ornados de flores e fitas,
estOo todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras- de muito gosto e perfeieo.
Ff vellas e filas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto -lo com-
prador.
FLORES FISAS.
O que de melhor se pode encentrar neste
genero, sohresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
--i-------------
I
QUE SE LIQUIDAM
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
alaaa m mmmmzw. w
Vinho degestivo de
chassaing
r.oM
PEPSINA E DIASTAEX.
fiemedio por excellencia para cura certa
Jas gestees difficeis ecompletas, acalmar
stores gastralgicas, e reparar as torcas
^produziado urna assimulaco completa dos
alimentos; sendo mais um excellente tnico.
PHARMACIA \ DROGARA
M
Bartholomen A C.
34RUA LARGA DO ROSARIO3 i
Libras esterlinas, na rua da Cadeia do
.Recite, n. 58.
FUNOICAO DOBOWMAN
Rua do Hriim o. **.
PASSANDO O CHAFARIZ
Tera sompre deposito de todo o raa Cinis-
mo empregado na agricultura da provincia,
entre o qual:
Machinas de vapor, para assuear e para
algodo.
Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies.
Moendas de canna.
Rodas dentadas, para animaes, agoa c
vapor.
Tixas de ferro, batido, fundido e de
cobre.
Alambiques.
Arados e instrumentos 'agricultura. -
Descarocadores d'algodo etc. etc.
Havendo em tudo varidade de timanho
desde o menor at o maior que e costu-
ma empregar. ____________
Vende-se manteiga Ingleza muito boa a 900 rs.,
l, e 11120 a libra, muito fina, presunto de La-
mego a 800 rs. a libra, carne do sertao a 360 rs.,
lioguica tina era lata alia libra, fareilo, sarco
do 44400. e o de Lisboa fino a 5i00: no pateo
Paraizo n. 20.
I
Dito* do dito cordavo, Nantes ,*para di-
tos a 84000.
.Dito de dito dito, nglezc-s, para ditos a
iO#0O0
Ditos de dito para menino e criancas a
000.
Botinzinhos para meninos a 16000.
Sapatos de couro cora salto para senho-
ra a i^SOO.
Vende-se na praca da Independa n. 39,
loja de Porto Bastos.
Encanamento de agoa
e gaz.
Canos de ferro estanhade e com porcelana, ditos
de chumbo de todas a grossuras.
Pesos pelo nov sistema
Tersos dos novo* peros ctnptotas e a retalho :
venia, roa do Queimado, Axtvedo A Irmo,
DE
FELIi; ?EREIRA DA SII.VA.
0 proprietario d'este estabelecimento convida ao respeitaveljmblico desta ca-
pital a vir surtir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como ie
lei, assim como de um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoas que negociam em pequea escala, tanto da praca como do mato, oesta casa
poderSo fazer os seus sortiraentos em pequeas ou grandes porcoes, venden io-se-lhes
peros precos que se compram as casas inglezas ; assim como as excellentissimas fami-
lias, podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou sa lhe as mandam
levar em saas casas pelos caixeiros d'este estabelecimento, que se aRto aberto con-
stantemente desde s 6 horas da manhSa s 9 da noute.
Explendido sortimento de
Alpacas lavradas de cores a 5 _
Alpacas a 560 Alpacas a 560
Alpacas \e cores
Na loja do PavSo rua da Imperatriz n.
60, vende-se uns poucos de mil covados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais moderras e bonitas cores,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyrio, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muito miudinnos assjntados em urna s
cor; para se poder retalhar esta fazenda
pelo barato pre?o de 560 rs. o covado, foi
preciso fazer-sc urna grande compra deste
artigo, o qual grande pechincha.
Ao dez til covados de cassas
fraaceras
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Cesado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavao rua da Im-
peratriz n. 60, urna grande quanttdade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos e grao-
dos, assestados em todas as cores, estas
cassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
serem misto bonitos, sao todos fixos e seria
fazenda para muito mais dinheire, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
Cspartllhos a 3400 na loja do
Pavo
Vende-se urna grande porco -de espari-
Ihos modernos cm o competente cordo,
tendo sortimento de todos os taannos, e
vendem-8e a 3# cada am.
MADAP8L0 ENTESTADO A 3*600. S
NO PAVO
Vendem-se pecas de madapolo enfestado
com 12 jardas, sendo muito incorpado pelo
barato pceco de 360 ris, assim como
pecas de algodostnlio com 16 jardas i
45300 e 3^000 ris.
ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 500
US. S O PAVO VENDE
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
aovado a 300 re.
Covado a 50G rs.
Covado a 500 rs.
Na loja do Pavo rua da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porco de alpacas
lavradas com os mais lindos padroes Iletra-
dos e com flores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande peclineha, por se terem
comprado urnas pouoas de catxase vende-se
pelo barato preco de 300 rs. o covado.
Chales
PELERINAS DE CROCH 8, iO.SOOG
E 125000
Chegaram para a loja do Pavo as mais
modernas c mais bonitas romeiras ou pele-
Tinas de fil e croch que se vondem a 8 e
105 e 125.
GRANDE PICHIIM
PRAIiI A pataca ocovado
PERCALLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A 320 RS.
Xa loja do Pavo rua da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porco de per-
callas francezas proprias para vestidos, sen-
do de cores fixas e mais larga que as chi-
tas, tendo as pannos muito encorpados e
com os desenhos mais bonitos que tem
vindo ao mercado, tendo padroes miudos e
grados e vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado. garantido-se estar esta
fazenda em perfeito ef tado, e vendendo-se
por este baratissimo pre?o para apurar d-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 15800
Chegon para a loja do Pavao, rua ,da
Imperatriz n. 60, urna grande porcSo de
p cas de bramante cora 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o ctimpri-
mento do um lencol, c qual se faz cora um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e me o; e vende-se pelo
barato preco de 15800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjo de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
COBERTORES DE LA PARA O INVERN
DE 35000 65000
C'uegou para a loja do Pav3o, um gran-
de sortimento dos melhores cobertores, de
13 de carneiro, sendo muito grandes e
muito encorpados, que se vendem de 35
at 65000 cada um, em relacSo s diffe-
rontes qualidades, pechincha: a elles an-
tes que se acabem.
ATTENCO
S PECHINCHAS QUE SE LIQUIDAM
NA LOJA DO PAVO
Cortes de organdy listeados com 10 va-
ras cada um o que .ambem servan para
luto a 35000.
Lanzinhas de cores para ves
rs. o covado.
Cortes de cambraia com b
e muito finas a 3 Cassa toda preta pira vestidos a 320 rs,
a vara.
Chita preta estreita wm salpicos para ves-
tido a 240 o covado.
Ditas ditas lisas a 160 o covado.
E' pechincha para fechar contas.
i a 200
bordadas
Casemmis da moda
NA
LOJA DO PATIO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
fas, paletots ecoletes, tendo lisas, com lis-
tras e com listra ao lado, tendo para todos
os precos, e afianca-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
Aos quinhentos palitqts
a 18i e 20#000.
Na loja do Pavao rua da Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande porco de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos de panno pretu, sendo obra
muito bem acabada pelos baratos precos
de 185, sendo forrados de-alpaca, e de
205 forrados de seda; estay fazenda a n3o
se ter comprado urna grande compra, seria
para nwito mais dinheiro, porm liquida-se
sta pechincha pelos precos cima.
LazLahas a S40i%
Vendem-se laazinhas para vestidos e rou-
pas de meninos, sendo to encorpadas
como chitas, pelo barato prece de 2iO rs.
o covado.
POOPELINAS A 30 RS. 0 COVADO.
Na foja do'Pavo, na rua da Imperatriz
n. 60, vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupelinas ou laazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de eseancas, oom as-nais modernas e bo-
nitas cores ; padraos com listrinhas miudi-
nhas, que se Vfindem pelo barato preco de
500 rs. o covado, -jechincha que se acha
nicamente na loja -de Flix Pereira da Sil-
va, na rua da Imperatriz n. 60.
AS CAMBRAJAS DO PAVO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de lacgura, pelos
precos de 55080 at 105000 a peca, a6sim
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 15000, a vara, a loja -do
Pavo cua da Imperatrizn. ^0, de Fehx Pe-
reira da Silva.
Cortinado*
Para camas ejanellas.
Vende-ee um grande sortimento oos me-
lliores e maiores cortinados bordados pro-,
piios para -camas e para janellas, que se ven-
dem a 125000 rs. eada par at 25)9000 rs,
isto na rua da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RUA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sonido das melhores roupas,
sendo calcas palitots e coletes de casemira,
de panno, de bnm, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sata desejar, assim como na mesma loja
tera um bello sortimento de pannos casemi-
ras, bros, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maior promp-
tido vontade do freguez, e nao sendo
ohrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas c inglezas, ceroulas de
linho e algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na rua da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 55000.
Vendem-se colchas de fusto adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 55,
grande pechincha, na loja e armazem do
Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
O atoalhado do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodo
;om 8 palmos de largura, adamascado a
J5200 a vara; dito do linho fazenda muito
toperior a 35200 a vara ; guardanapos de
nbo adamascados a 45500 a duzia e muito
inos a 85000, e ditos econmicos a 35500
i duzia.
ALPACO DE CORDO PARA VESTIDOS
A 15000 -
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
co ou gurgurSo para vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
que tem vindo ao mercado com differentes
cores, sondo mais largo que alpaca e ven-
de-se pelo baratissimo preco do l500 o
covado.
\o\idade Xovidade
GURGURES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ Di JUNHO
Chegou pelo vapor de 14 do corrate,
para a loja do Pavo, rua da Imperatriz
n. 60, um brilhante sortimento dos mais
modernos e mais bonitos gurgurSes de seda,
para vestidos, tendo padroes miudinhos e
grados, com lindas listras matisadas, as-
sentadas as mais delicadas cores, como
sejam, verde, bismark, lyrio, azul, perola.
etc. etc., assim como ditos lisos de todas
as coras, garantindo-se que na acUialidade
nao ha urna fazenda de mais gesto nem de
mais pbantasia do que esta,que se vende por
prego muito rasoavel, no. estabelecimento
de Flix Pereira da Silva.
11-RUA DO QUEINADO.-H
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capaila para ioivas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer utra parte.
SAHIDAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais lindo.
BASQULNESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALESbrancos e de cores para senhoras e meninas, esparulhos, saias bor-
dadas, e saias de 15a com barras do cor.
GORGUROde soda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, bombazinas pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
:.;-.. .--ir-.
:I?azarini\:bsal
tc-ifttia \ova o
Carneiro Vianna
Neste RAZAR enciiiilra-se um completo
sortimento de lodos os artigos que se ven-
dem por preco* commodos como sejam: Um
completo Kiitimento^de machinas para cos-
tura c lodos os sysemas, mais modernas
adoptados na America.e approvadas na ol-
lima cxposKo serviros a electos para almo-
co e jantar. salvas, bandejas, taboleiros, bol-
sas c malas para viagem, ladispensaveis paja
senhoras, candieirQS para sala e cimademes,
paredee portal, mangas, tubos e globos de
vilro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farmha, dilis
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, berros, cadei-
ras tongas para viagem, ditas de.balanco,
espelhos de todos es tamanhos, molduras
pava quadros gaz, balde?-americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para criancas, m
completo sortimento de- cestinhas, oleadk's
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos queso encontrarn
venda nomesmo estabelecimento e que vale
a pen ir examinar. ___________ ____
Para enfeitar bolos
Papel fino arrendado proprio rnfeites de
bolos: no armazem do vapor francez na na
tt
i\ova n. /.
A *>~CJtlMP6
Agu
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
a-florida de Guis-
ESCRAVOS FGIDOS.
lain
Tintura indelevel pana-Ungir os cabellos,
tem manchar a pelle.
A bem coneeituada agua-florida de lain qae ento era desonnecida em Per-
aanibuco, j hoje estimada e procurada
por seu ecaz resultado, e anda mais se-
r, quando a-noticia-de seu homefleito e a
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-florida de -Guislaia eomposta un-
^Bente de vegetaes inoffansives, tem a
propriedade extraordinaria de dar cor pri-
mitiva aos cabellos, quandoestiverera bran-
cos, e Ibes restituir o brmo perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, som
*er prejudicial de modo algum
fT porm-necessario faer conhecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soas tal vez supponbem, mais sim ser pre-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fira desojado, aomo bem
provam testemunbos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
mtra qualquer cousa.
^jVesim pois esta agua-flerida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
rua do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
co de sua boa freguezia, tambem capricha
em nao Ib'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honrara, e era (trova ao que Oca dito, d
como exemplo ko explendido sortimento
me acaba de receber, ainda mesrao achan-
io-se bellamente provida do que de bom
e meJhor se pode desejar nos gneros que
io de sua competencia.
flaja vista aos necessarios livros de missa
4 oraco, obras de apurado gosto e perfei-
fo, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos com ditas de marfim igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros im
tandoeharo machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e gsarnico, dourada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Assim como.
Grande e bello sortimento de
todos de madreperola, madreperola o seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfuitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
para meninas e senhoras.
N dia 19 do correte mez ftigio do t
genho Concoiclo da IV.-guezia da cscada o
cabra Thomaz, dado de 5 a 30 annos, ai-
tura e corpo regular, barba carta, natural
de Mamanguape da provincia daParahiba:
presume-se que elle lenha ido para o Re-
cife, ou villa de Mamanguapc. Roga-se a
pessoa que o aprehenua de o entregar no
, Recife a Domingos Ahcs Matheos, na rua
do Vigano n. 24, ou no engenho GtmeeioSo
da Escada a seu senhor o Exm. Raro de
Aracagi, que a recornpensar com
sidade.
genero-
Contina tupido cscravu de nomo Ben-
dicio, pertencente ar abaixo a.^igeado, com <>s
signaos segointes: proto lulo, altura regalar,
falta do denles da parto supeu'i r. pos grandes,
mallo ladino, e pouca barda. Suppde-se estar
acontado nest eidade. d'onde lugio cohi urna mu-
lata peitencenic 1). Genoveva Corroa de Arauio
AIMumierque. land
-..,_. ... jm com oa signaos scgpinttvi .
muito finas d algodo, alvas, e' cabellos amellados, nariz cbalo, ba de domes da
cruas para meninas e senhoras.
Luvas de fio d Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, malheres e
meninos.
parte superior, ps pequeos, tendo em o direito
urna cioalriz. ana blido no ollio esfRierdoeallu-
ra regular. Os senhores lauto do esrravo como da
eserava protest am contra qualquer que oa leoba
acontado, pelos dainos causados, bem como ro-
: gam as autoridades poKciao* oa quaesquer oatr.is
Gollinhas e puniros bordados obra de ^XiSa? digne"' ^ -
r ao cscriptono de Leal & Irmo, que
recompensarao rom gonerosidade.
__________Lu: de .Ubuqucrque Maranho.
Do engenho Jacobina, freguezia do Cabo, Si
noite de O para 7 do corrente. fusiram os estravor.
15egaatps : Salvador, crioulo, cor preta, bafao,
frossOj iuade da 14 anuos mais ob menot, barba
I ja piolada, rosto redondo etrabalha de earap)a.
lisio escravo h\ comprado ao Sr. Francisco Je ?
de Arcujo, morador na oMade do Recife.- Mani^i!,
preto, alto, barbado, bom corpo, nemas linas, et'ni
a falla um pouco descansada, reprenenta ter t)
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas. ;"inos mais ou menos. Lerou caica deaJgud.o
Delicadas cachas devidro enfeitadasj?&?^l^J^**&
com pedras, aljofares, etc. ; Joas Mpriano de S, morador em loxol, pani
Ditas de tartaruga para joias. \ onde desconfia-se ter seguido. Rga-se santori-
Bonitos albuns com msica. idade! P01'1-'' e aos espitaos de campo a appro
i liensao dos referidos e.-cravos, e entrega-Ios ao
' sea sanhor Antonio" Carneiro l.ins e Mell, no cn-
muito gosto.
Entre-meios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Royer para creancas.
Bonitos cabases ou bolsnhas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de bancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas
005S* ; aiafioo caed oye op saQjog Q9
OO ........opijsav oo0f
3p umjqap caed upj ap seoj oool
OOS .....souonbad soj|a
0O0V8........epeinop^oS
ujnpiom uioo sopueaS soi||odsg
-o5ad opoj 'cas op seMaefl ogg-
08 suopjo g saiaxjoo utoo ogijeo 09.
OOSr o cjznp separf OOS op eil!l
008 oaiioo Ji'd scjnpBoiocjV \ 008<9
OOO^.........e W 091
-np suuioq cjed seojd seaj^ oO
oos'e........aO^
c008 '00*/ so.uoqo moa soosbjj o? 8
OOR c oqund BjBd-soojoq ap sojbj
005 'sogra Bjed soouBjq soJuaq 006
008 CIW Bla!l moa SBJBJJBQ
genho cima referido.
Bonoj ap sooioq ap bzojo
BQiAtp Bn8c meo cjbjjco
o 008 '00: '009 'OOS
B sojOiu-OJiuo o soqaipBqe'j
" 0 005 051 '001 '08? sop
-Bp||Bnb sb sepoj op ajgaoqes
r Bsoq^q op oa|o moo scosc.i,.i
.........b sl'ji
-JBfoof; moa uqui[ sp souoaom
Jcqjoq c.ied scqu;| 9p sejqn
O SJ 001 B EJVn UIOD SOOSBJj
........ SBqun
o cjujsoo Bjed sBanosoqx
.........B SCtl
-inora EJEd esso.vej] ap saraoj
.....B BJI0pBJX8A J8Ad
Bmojoa op BnB moa ?oosbjj '
Acha-se fgido desdo 1SG7 o escravo Marco,
cabra, cabellos annellados. olhos pequeos, nar
chato, idade 38 annos, pouco mais ou menos, al-
tura regular, pernas comprklas, tem falta de lea-
les, algumas marcas de gnmma pelos pcitos, sen-
do a mais saliente urna no vio do pesooco ; na-
tural do Sobral, no Cear, tendo ido para a fazen-
da Cysplatina.. no llrejo de Arca, em ampanhia de
Jos Casado de Olivoira, de l deasppncea. sup-
pondo-so estar fgido : roga-se, portant", s ai-
toridades policiaes c aos capililes de campo, tanto
desia provincia como da l'arahvba, oa outra qual-
quer, que o form npprehcridcr e conduzi-lo a
sen seiihor, o majar Gusniao, que pipar tudas a
despezas e gratificar g.uerosam ron-ee a qualquer pessoa que delle tiver noticia,
o favor de fazer scienie ao major Gusmao, que
lumbral gratificar.
:s3;uraSas soaad sotad sopBJ
Bpap oxiBqB so^oafqo so opnBinianb ^sg
IVaOJMSI YH3H0I
aa
S\Z:i vroi
oa -s \
IVHOdMX
No 1 do corrente desappareceu do
-itio Salgado, freguezia do Pilar, provincia
da Parahyba, o escravo Jo.-, com ossig-
iaes seguales: negro acabralhado, 19
nios, cara grande, bei<;os finos, olhos
:i5) pequeos e compridos, cabello cara(H-
haf queixo largo, boa dentadura, d-
dos do p direito encunados para a es-'
ipierda, joelho osquerdo envergado pura
dentro, fazendo remar o p para fra, mar-
cas de chicote as costas, de um mez pou-
co mais ou menos.Suspcita-se ter sido
seduzido r algem para vir vende-lo
nesta cidat e. (juem o dcscobrir dirija-sc
io seu sen mr, Candido Augusto de Brito,
lugar cima indicado, ou ao Rvra. Dr. Jo<-
quim Graciano de Araujo, Ponte-Velha n.
20, que ser generosamente recompensis.
i'im
MENC0 DK HORRA
Vende-ie ea trtseot
DE FI6AB0S FRESCOS DE BACALH10 fr^ ""*
lares, pharmacia Bom,
, ro de CutigUone,
em Pars.
til
l.'l'Mrl
As wMrafocvAea, os leoii pardo, d'um cheiro fone, e mais composifSes feitas com leos
de pcues communs, taes como o agual, a arrala, o pkoca, a lixa, o* olent ao* atnailortt pmmhrtt
e mesmo o oleo veattees, toma imaginados para substituir os vcrdiMlelre* leoa 4t> foMMa
treaco de Bacalha de TirralV*. Estes lee*, communs ou seos rmil a|
ohtidos na industria pur presos mu baixo,em quaotfcfue* Verdadeiros leos de tgut de *rM*iHrtn
fresco sio relativamente muito caro, visto que par 4Mel-os fruoot e tem mistura niinyr* xcreet
grande riplancia e ter os maiores cuidados nos proprios lugares das pesca, assimacomo manda htm
M. Hogg desde o anno de )8q9. Estes alee aeras de aralaae de Terra-Neva de Bate
granearan) para este precioso nieilicaajcn'o urna fama universal as moleitat do ptiUt, a afe-ei
eitrafulotaie lymphaiicas, a maguiiwu mw*,ete.,c por isso,dcrara lugar a ooclvu eakMi
miucoes.
ola, -r O otea de Boan iaui fcil de digerir, distingue-sc entre os outros olea mata m
cor de palba, o seo ebeiro suave e delirado, e seo roe de sardinba fresca.
O RBLATOrUO favoravd do ctefe dos trabalhos cbjrMacM da rACOLOAOS DE HKDiOrU DE
PARS co loe como segu t O oleo cor de palha da M. Hogg oonirm urna Urea parla l sjri
elatoe aat aa mU io que ai leos paraa* e nio apra+tnla algum das uuot*nUnUt aua aa
rapara n'attu, quanlo ao estira t tobar. *^
^yama m ea aadaa aaaaaraaerte da Frasea a daa aalaaa >atraa>saiaa. yfj
ESCRAVO
FGIDO
Deappareceu do ongonho Pilimb, no dia 10 un
urente mez, o ejeravo Silverio, prt-U), crionlo, n.
lado 50 annos, altura rognlar, corpolenlo, rosto
londo, olhos grandes, falla monsa, e tem o cos-
ume do quando falla volver os'iJhos para o alio,
te escravo tem principio de pedreiro o caiader,
lllho de Goiauna, c foi all esrravo di> Sr. Jt>s6
Vnlnnio dc.Albuquerque. consta que foi visto nos-
:i oid3dc : recnmmenda-sc a prisao do diUi esri *-
o, e coa enlrega a ni senhor Dominpos Marlias
'ereiraMontcin, no referido ongenhn, (luafaii.
vlanoel Alvos Ferroira & c., nista cidadt). Grvti'i-
4rse a quem o apresentar.
1(III;0(I0
pegar e levar ru
n. 13, a esorava parda, Josepba, (i
sr. comtrHTrflador Jo*fi J agida do silioj). 7, oa cstr.ida do So
udes Vieii a, cm tu dj m i, com os ^gnaes seguinl lio bow c o^
'tima traze-lo amarrado, albnjmn c
hicote as cos alep-c d
miito risnnho, levou nodidi urna idu-
io wu trouxa com porrao de roup, cv
borzeguim o a trajar bem. Protatta so
^Hrqunn a tiver occulia.
4


8
Diario de Pernambuco -w- Quijita feira 17 de Aunho de 1869.

ASSEMBLM GERAL
.---------------------------------_____
CMARA DOS SBS. DZPTAOS
SESSO EM 31 DE MAIO.
NMt-UMSKCIA DO SR. VISCO* DE DE CAMAHA-
GIBK.
(Continuaco)
O SR. BENJAMIM : Sp. presidente,
guando se discuti este projecto a segunda
vez, >. algumas consideracoes, no sentido
dase votar o bil de indemnidade ; o hon-
rado Sr. ministro da fazenda aceitn as mi-
abas considera oes, e a nobre commisso
de fazenda mandn mesa urna emenda,
que forma o art. V deste projecto.
N3o venho oceupar-me cora as razes
que impozeram ao governo a necessidade
de expedir o decreto de 5 de agosto de
1868.
Ellas esto no dominio publico. des-
necessario justificar a concesso do Mil.
O meu fim outro, e mui diverso. O
art. 4" deste projecto approva o decreto de
5 de agosto de 1868, que autorisou urna
emissao de 40 000:000^ de papel-moeda,
nao decretada pelo corno legislativo.
por este modo que se concede um biil
de indemniiade ?
Si 6 assim, a sua redaeco defeituosa.
Fia approvado o decreto, fica approvada
a emisso verificada de 8,000.000j, ficam
inculpados os empregados da caita de
amortisaeo que fizeram a emisso ?
6 artigo nao o di. Ainda mais, o de-
creto de .*> de agosto de 1868 autorisou urna
emisso de 40 000:000,$ era papel-moeda ;
porm s se emittio 8,003:000v
Approva-sc o decreto para se autorisar a
continuaco da emisso, eu approva-se o
decreto, s para legitimar a eniisslo de.
8,000:0003 ?
O Sr. ministro da fazenda, com aquelle
talento, llustraco e probidades que o tor-
nara ama das glorias do nosso paiz (apo a-
dos), achou outros recursos com que pu-
desse acudir afllictiva situaco era que
se achava o thesouro.
Apenas emittio 8,000:0005. Esto por
se emitlir 32,000:000$ dos autorisados pelo
decreto de de.fgosto de 1868.
A cmara transila negou ao governo o
ornamento, fri disselvida por esse motivo,
i) ilii a indeclinavel necessidade do governo
recorrer a urna medida extraordinaria, que
ajudasse os gastos da guerra.
Agora as cara iras Mflto abortas. O hon-
rado Sr. mbi>tro da fazenda nao pedio au-
torisaco para urna nova emisso.
Mas os termos do arl. 4o deste projecto
n5o s approvam o decreto de 5 de agosto
de isGS, como autorisam a emisso de
32,000:000;$ de papel moeda, que nao f -
ram emiltidss, apezir da autorisaco.
O bonrado Sr. ministro da fazenda pedio
a approvaco do seu acto, que produzio
apenas urna emisso de 8.000:000-$, mas
nao assim a continuarlo para emitlir moe-
da papel al preencher a quantia de......
'iO,000:000-$.
E nem era este o lugar proprio para se
kicluirum tal pedido.
Do art. 4o deste projecto, pelo modo por
que est redigido, podc-sc tirar es'.as con-
sequencias :
1* Fica approvada a autorisaco para se
emittir 40,000:0003 de papel moeda.
21 Fica approvada a emisso verificada
dp 8,000:000*.
3* 'isa o governo autorisado a continuar
a emisso, isto a emitlir os 32,000:0005
que fall-m para preencher os 4O,O00:O00,-3k
O Sb. Galvo : Alguem que llie suc-
ceda pode de'la ulilisar-se.
O Sb. Benjamim : Sr. presidente, desde
a infancia que estou acostnmado a respetar
o nobre e mui honrado Sr. ministro da fa-
zenda. Se elle viesse a esta cmara e pe-
disse autorisaco para emittir mais 32, 40
ou 50 000:0005 de papel moeda, eu daria
a S. Exc. o meu voto, porque sei at onde
chega a sua alneg-ico pela cousa publica
(apoiados) : mas S. Exc. nao pedio selne-
Ihant autorisaco.
Este artigo deve, pois, ser redigido de
modo a evitar u na tai inierpretaco.
A su i redacc > ampia de mais, quando
alm di a|)provdco permiti a emisso,
restricta de menos quando nao abrage os
actos dos eradregados da caixa da amor-
tizaclo que lizerara a emisso.
A nobre commisso de fazenda podo com
ama simples emenda por o art. 4o do pro-
jei-to do conformidade com os principios
que reg.nn a materia.
Quando o parlamento inglez concede um
bil do indemnidade legitima, o acto extraor-
FOLHETIM
dS CASACAS PRETAS
ROMANCE
dinario annulla os actos em contrario e re-
gula lodos os seus eileitos.
L o systema outro. O parlamento tem
o poder constituirte : mas nem por isso de-
vemos desprezar lo bom exemplo no que
fr applicavel as nos:io paiz.
Este art. 4' deve tiatar do acto consuma-
do, do que nio se nsumou, e dos effeitos
e consequencias econmicas ejudiciarias.
Do contrario ser ampio e vago em parte
e em parte omisso e manco.
Espero, pois, da nobre commisso de fa-
zo n da um remedio a estes defeitos.
.0 SR. PEREIRA DA SILVA : Pomas
observarles opporei ao discurso do honra-
do representante de Minas, que acaba de
fallar. Ceio-as bastantes para mostrar-
Ihe a improcedencia de toda a sua argu-
menlaco.
O artigo'sobre que raciocinou o Ilustre
deputado. contera simples e puramente
approvaco do decreto do governo, oinit-
tindo 40,000:0005 de papel moeda".
Nao ha duvida que o ministro da fazenda
excedeu das suas forjas e da ^ua compe-
tencia. Nao eslava autorisado por lei para
emittir papel moeda. Nao o poda, pois,
emitlir. Confessa o ministro no seu relato-
rio que foi o-seu acto extra-legal, mas jus-
lifica-ocom o deduzido das circunstancias
e apuros em que se achou, preterindo to-
mar urna grande respnnsabilidade a n3:>
cumprir as obrrgacos de honra- do thesou-
ro, que de nenhum outro recurso dispunha
no momento.
Veio o digno ministro perante a cmara dos
deputados, e pedio Ihe a sua approvaco,
apresentando urna proposta nos inesuios e
iguaes termos com que se acha redigido o
arligo em discusso.
Aprimeira commisso do orgamratoen-
nunciou era seu parecer de 25 de mato a
sua opinio a resj^ito ; passo a le-lo:
* Quanto ao decreto de 5 de agosto de
1868, que autorisou a. emissao de....
40,000.000$. de papel moeda, nem urna
duvida hade que elle excedeu das torcas e
competencia do poder execulivo," e o pro-
prio ministro que o referendou o confessa
ao expor os motivos porque Ihe tomou a
responsabilidade,
As cireumstancias do thesouro publico,
que Ihe nao proporcionaram enio por meio
algum de pagamento a corapromissos tanto
anteriores o posteriores ao ministerio de
que fazia parte, como durante a sua adm-
uistraco constrangero-o a servir-se do
papel moeda, como de recurso nico para
salvar a honra e o crdito publico. To
parcamente usou da medida, que a applicou
s ao estrictamente indispensavel e urgente,
na falta absoluta de quaesquer oulras pro-
videncias, e apenas emitiio por conta do
crdito aberto de 40,000:0005 a somma
de 8,750:OJ05.
Continuava a guerra no Paraguay: era
indispensavel satisfacer os coraproraissos do
thesouro, pagar os saques, remetter o ne-
cessario a alimenta-la, e se nao previam no
paiz raeios desolugao nos recursos ordina-
rios do Estado. J no anno anterior fura
mister soccorrer-se o governo a emissao de
papel moeda, e o seu proprio antecessor n
ministerio la f >zenla reclamara docorpo
legislativo em 1868 nova autorisaco para
augmentar a quantidade de papel moeda
em circulaco, quando a dissoluco da c-
mara dos deputados susp-tnden a d-cisSo
do poder competente. Entre o caso de
faltar o thesouro aos seus compromissos de
honra, e o recurso de tomara si o ministro
a responsabilidade de e nittir papel moeda
sem autorisaco- legislativa, proferio o Sr.
presidente do constrio o segundo alvitre,
sujetando-se a qualqner consequencia, com
tanto que salvasse o crdito da fazenda pu-
blica.
Parecem procedentes commisslo to
explcitas declaraces. Posto seja ella con-
traria emisso di papel moeda, que s
pode ser empregado, quando esgotados to-
llos os outros. e mesmo assim perigosissi-
mo sempre, e dos mais funestos effeitos,
entende que as circurastancias em que se
achou o Sr. ministro da fazenda, rnarchou
elle acertadamente c torna-se merecedor
de um bil de indemnidade.
Assim, convertun to em projecto de lei
toda a proposta do governo, o npprovau-
do-a por sua parte offerece o considera-
cao da cmara para final solutas.
Papo da cmara, em 25 de rnaio de
18G9.Pereira da Siloa.. J. Huriques.
.4. M. Pcrdigo Malheiro.
Converteu portanto em projecto de lei a
proposta, por considera-la regularmente, rc-
digida e estar convencida de que dvia o
aclo do ministro ser approvado pela c-
mara. O parecer equivale ao chamado bil
por.
Paulo Fval
Prime ira parte
UKitM II. LAVIliOO
IX
Andr Jalla.
(Continuado do n. 433.)
^.-a possnidor de um bracal de ac
embutido ? proseguio.
O bracal eslava em cima da mesa com
omitas chaves u o maqunmmo do cofre do
Bancelle.
Ah est elle, disse eu designando-o ;
reconhoco-o.
Este bragal servio i perpetrarlo de
um crirae.
Bem 0 SQflhe.
E como o soube ?
Achava-me por acaso era circumstan-'
ciasdtf ouviruma conrersa?Jo qno,teve lu-
gar em oasa do meu visinho, o comraissario
de polica.
Por acaso 1 repetio o Sr. Roland.
Rep ti igunlnaente :
Por ac
PVz-me signal de que poia faHar, seti-
nha alguma oxpl'cacao a (taitfho. Expnz a
situac dos lugares e as suas condices
acullicas. A.;crescente depoi
Era vista do que o_wi, oocorremno a
idea te por miuha inutber salvo.
Dizia-lhe a conscfeBcfa qtte se acante-
lasse ?_.",
A minha conscencia eslava tranquil-
la ; a, porin, surgir oroomstancias capa-
xc4 de traHTiar a Justina.
Sabia que bavia de ser preso ?
Tinha-o dito claramente o commis-
sario.
Reflectio o Sr. Roland mais urna vez e
murmurou, como se fallasse comsigo :
Este systema de defesa nao pode
surtir bom effeito, anda que Ihe nao falta
coherencia nem finura.
Depois continuou :
Andr Mayootte, parece muilo deci-
dido a nao azer de Estou decidido i dizertoda a virdade.
Comprou-lhe alguem esle bracal ?
Nao, senhor. Quando h ratem acor-
dei, estava convencido de que o linha no
mostrador.
Quer enfio dmir que lli'o roubaram ?
Digo-o effectivamente, e aflirmo-o de-
baixo de.juramento.
natural, anda qao o mdnor seria
riSo jurar falso... Nia Ihe dissera Bancelle
o valor do dinheiro tjue tinha em cofre q
Rfspoudi j .ui diaitfa
-?9os arreceiava Ite de bracal '.'
Arreceiava, sim saohr.
Wd^tjMBva res'Uvid a compa-to ?
-*- Devia-lh'o eu levar no din segointe,
Ira, portaWto, ipotYrtono cffttur a
optraeae n*tf_ella Taesnta floule... Qu
meios erapregou."pzr Era a primara pergnnla qoelirutatmeirte
implhava-'a mnba culpabld-ile. Vio oSiv
Roland a cor ^tte de indignaco me subi
ao rusto, e nos seus olhos atientes estam-
po portanto
4m<\) direlto <_e n3o responder.
Hu de resp^mler I exclam
iffo te Sr. liancelle. Son ho
de bem e marido du ama moiber -Uonr,
ffi se pete u me toc basta1 dizer isto, por
H? Mlrrha mullier..
de indemnidade. O nobre deputado, po-"t
rom, quer que aeja mais espcilo o artigo,
que se declare que os effeitos produzidos
fiara approvados ; exige tambera que ne-
nhom mais effeito deva ter ; por oulra, que
se casse ftatiri-uir&o de emittir a quanti-
dade de papel moeda que val da somma
j em ciiTulacio al a de fue trata o de-
creto.
Desoja o nobre representante de Minas
que se especifique qi se concctle 06// de
indemnidade ao ministro que referendou o
decreto e aos empreados da caita da amor-
tzaco, que cooperaran na execuco. A
redacro do arligo, approvando o decreto
puramente, nao o satisfaz. Parte eHe do
principio de que a cmara amnista o mi-
nistro, e, portanto, precisa declarar a sua
resoluco.
Nao pens como o Ilustre deputado.
Comraettendo o ministro era acto Ilegal,
ou um acto extra-legal, que a cathegoria
applicavel ao de que se trata, tem a cmara
dos deputado3 tnicamente de approvar o
acto, com o que iserita o ministro de toda
a responsabilidade, ou de promover-lhc a
aecusaco, quando nao acceda a providencia
por elle tomada. No primeiro caso, diz-se
concedar bil de indemnidade, em imitar o
aos usos do parlamento inglez ; nao se de-
ve parm considerar entre nos amnista
ou perdaoporque attrlbaiclo exclusiva
do poder moderador. Tal o nosso d-
reilo publico. O parlamento inglez tem
attribuicoes as mais vistas, e at executi-
vas, que nos _Bo temos, pode conceder
amnista. Cumpre-nos portanto s appro-
var ou nao, e ueste ultimo caso comp 'te-
nos,, considerando conveniente, promover a
aecusaco do ministro. Nfr) podemos po-
rm declarar que amnistiamos ou perdoa-
mos. (Apoiadss.i
Ora, assim proceden a commisso, appro-
vando o decreto do governo, isto acei-
tando a PfQpria redaego da proposta do
ministro da faz rada, que Ihe pareceu re-
gular com os usos e altribnires da c-
mara.
Pensn o Ilustre deputado que nao bas-
tante, que nj produz todos os effeitos,
isto que nao exonera o ministro e nem
os empregados da caixa da amortizacao da
responsabilidade respectiva.
O ministro s lem responsabilidade effec-
liva quando a cmara dos deputados a pro-
move. D ixando de promove-la no praso
legai, desapparece essa responsabilidade.
Logo que a cmara approva o seu acto, jus-
tilicou o ministro e isentou-o da responsa-
bilidade. E ateto nao ha perdao nem am-
nista, que nilo competcm ao poder legis-
lativo pela nos-.a constituiaco. (Apoiados.)
OS domis empregados que cooperaran
para o acto, com a apdrovaro delle, devem
considerar-se sem culpa perante os seus
respectivos juzes. (Apoiados.) Mas a
cmara s assim indirectamente pode decla-
ra que olles ufe incerrem mais era respon-
sabilidade
A redaceio.. pois. da proposta acceita pela
commisso comprehendetxlosos seus effei-
tos quer crimmaes quer outros que Ihes
sejam conconiaiites. Nao precisa de mais
desenvolvimcnio.
tjuer pori-in o nobre deputado que se d
por terminada a autorisaco de emittir pa-
pel-moeda e se declare que se approva ni-
camente a quantia emittida de 8,750:000,$.
Sou contrario ao papel-moeda, opponho-
me sempre que posso sua emisso, por
considera-la de funestas consequencias, nin-
da mesmo que seja um recurso indispensa-
vel em certas cireumstancias dadas, lera-
bro-me porm da desgracadissima situacfio
do thesouro publico, causada pela guerra
cruenta do Paraguay. Os dficits se repe-
tem e cresrem. motivados pelo excessivo
das despezas extraordinarias.
O ministerio passado pedio em princi-
pios de julho de 18 >8 autorisaco para
emittir mais papel-moeda, para ter um re-
curso mais contra as necessidades impre-
vistas. Nao Ihe foi concedida por se ter
dissolvido a cmara. Achou-se por isso o
actual ministerio na posico infeliz de extra-
legalmente emtti-lo, tomando a responsa-
bilidade do seu acto, e rindo pedir a ap-
provaco da cmara.
E' muito funesto, muilo derigoso, mas
um recurso extremo. Ha cireumstancias
imprevistas. Dura ainda a guerra. Saques
e saques importantes assalio o thesouro.
Pode no momento no haver recursos. Nao
se pode deixar soj-ita aos azares a sua hon-
ra, o seu crdito. Nao ha remedio, com
dr o digo, nao ha remedio seno conceder
fsta autorisaco. O que nos deve um tan-
to socegar que esta frente da reparti-
rn das finanzas um homem de eslado.que
j deu provas de quaoto se esquv de era-:
pregar o papel-moeda, e por isso s emit-
tio 8.7J0:000S, alwindo um crdito de ..
40:OtK):0O0A, e que merece toda, a nossa
conflanca. (Muitos apoiado
* O artigo, portanto, dea em ^ igor a ao.
torisaco, nao a suspende e nem a limita,
confia na prudencia do ministro ; anxjlia-o
assim para que elle quando, ou n_o tenlia
outros-recursos, ou os que appereco se-
jam mais desfavoraves aos interesses do
thesouro, pOssa elle usar tiesta arma. N5o
ihe amarraos bracos para se curvar du-
ra e cruel necessidade ou dftr de ver pe-
rigar o crdito publico e comprometter a
honra do paiz. (Apoiados.)
AcceilantL, pois, a commisso a propria
redaccol proposta do miiustru, l'azendo
a siki, entende que assim corresponde s
opinies da caa_arn. sem-ser preciso altera-
la, ou emenda-la, (Apoiados.)
O SR. BEMJAMIM:As palavras do no-
bre deputado relator da commisso de fa-
zenda augmentaran as mnhas duvidas.
Antes de tudo devo declarar cmara
que o Sr. viMende de Itaborahy o esta-
dista neste-ffc queme inspira a mais am-
pia confianca, sobre tudo era materia de
(naneas. u o considero o nosso primeiro
financeiro. (Muitos apoiados.)
Nao vem, po s, a proposito as palavras
de nobre deputaio pelo Rio de Janeiro,
quando resolve as mnhas duvidas, pelo
lado da confianca que inspira o Ilustre Sr.
ministro da fazendj.
Todos nos sabemos que elle autorisou a
emisso de 40,000:000 em papel-moeda,
levado pela necessidade imperiosa o iude-
dinavel de acudir aos gastos da guerra. Nao
poda deixar o paiz correr para a banca-ro-
ta, como parece te.ein desdado os nossos
adversarios, quando negaram ao governo a
lei d orcamento e oulras medidas indis-
pensaveis para desempenhar o thesouro dos
apuros emquosc achava.
Eu j declare-i que voto por urna nova
emisso, se fr indispensavel tal medida.
Mas esta nao a queslo. Trata-se de
approvar o decreto d 5_ de agosto de 1868,
que autorisou urna emisso de 40,000:000^,
mas que apenas foi eiecuta lo at.......
8,000:000*000.
E cu quera saber, se este art. 4.' do
[projecto approvava nao s o acto e a emis-
so, como tambem a continuarlo para a
emissao dos 32,000:000^, que ainda nao
foram emittidos.
O nobre relator da commisso declara que
ficando approvado o decreto, fica approva-
da a continuaco da autorisaco.
Ento este art. 4.' nao um bil de in-
demnidade.
O Sn. Silva Nunes d nm aparte.
O Su. B-Namn :Em um bil de indem
nidade apenas se legitima o acto e certos e
determinados efieitos do mesmo. Elle re-
fere-so antes e primeiro^ue tu lo a nm aclo
convencionado. Isenta sen autor da res-
ponsabilidade. f
Como tratando-se de legitimar um acto
extraordinario, o parlamento ba de consen-
tir que continuo elle a prodiuir effeitos,
tendo atlribuico de votar a lei que atiende
s necessid des publicas ?... Um acto extra-
ordinario pode e deve ser approvado quan-
do se funda em razoes imperiosas, mas de-
vem cessar inmediatamente os seus effei-
tos, satisfeito o fim a que foi destinado a
preeneber.
Ora o fim do decreto de 5 de agosto de
1868 est preenchido. Elle deve ser legi-
timado. Faze-lo ainda vigorar quando as
cmaras esto abertas estabelecer um
novo precedente, que me parece contrario
aos precoitos do nosso systema de go-
verno.
Quando o governo precisa de emittir pa
pel-moeda vem s cmaras e faz urna expo-
sicao dos motivos que jnstifico semelhante
pedido. Abra-se urna discusso ampia, es-
tudasse o negocio seriamente, e se vota a
lei.
Este art. 4.ncool6m urna autorisaco para
se continuar a emittir mas 32,000:000)$. E
ninguem se lembrou de discutir semelbante
emisso, porque nao pareca que esle pro-
jecto a continba.
O Sn. Dique Estraoa Tei.veiha: Mas
quem inhibe a discusso ?
O Sn. B;:mjamim:=A questo nao essa.
Oque digo que ninguem suppunha que
este art. 4.a do projecto continha ama auto-
risaco para se emittir papel-moeda, se o
nobre deputado relatpr da commisso de
fazenda nao o tivesse declarado.
Sr. Silva Nunes:V. Exc. est discu-
tindo.
0 Sr. B_.nj.vmui :En nao estou dscu-
tindo a emissao. Tomei parte na discusso
por me pareow obscura a redaeco do art. ^vx olla toda a semelbanca.
Se nao propriamente urna amnista, kra
*
Andr Maynotto, nega-se a reconhecer
estas chaves falsas ?
Neguei. A um aceno, fez o escrivo, em
voz alta, leitura do auto, queassigoei. Re-
tirou-se oSr. Roland. O escrivo disse-me:
Fosse ella para onde fosse, sempre
levou com que comprar arrebiques, e at
muito boas joias !...
Sao dous passos do tribunal priso.
Metteram-me no segredo.
Quando me vi s, apoderou-se de mim
urna especie de estupefaeco. Deslisaram-
se-rae por diante dos olhos urna por urna
as occorrencias das ultimas quarenta e oto
horas como um sonho extravagante, o im-
possivel. Procarava despertar. cada
instante me pareca ouvir a tu a voz meiga.
que repellia para longe o pesadello, sezo
em que o ardorida febre s era interrom-
pido por calefnos horrves. Esperava a
tua bonefica exeresso:
Andr, meu Andr, estou eu aqu I
_et-a*eitif_HMM-HMip^_Btt ...As pri-
ImeiiMiMitu^firaiarara-se-meas aurtinas
de-nwe q_e reeestiam o ber^o. Sanie nao
m.' de^ue horriveis perigfe', de certe illu-
soes febre, para entrar com dafioils na
realidade, que era a miaba ventara.
Rojo, porm, debalde retoquei o senho,
nao voltou ; em vo desejei escotar a tua
vor, bJo se ft ouvir. Nem sonbo, nem
Ilflio I Estava aqu, no mesmo ligar,
entregue totalmente ao desespero.
E todava eslavas meu lado, semire a
meu lado, aoja que presides s miabas (lores
como aos meus jbilos. Foste tu a pri-
meira iua qoe bnlhou na escurido do meu
Wbatimento. Dis9e comlgo :
A' esta hora est ella em Paris. "Est
salva j .
E paftne -edificar um castello no por-
vir.
4. do projecto.
0 Sr. Pereira da Silva : No projecto
se comprehende a proposta de nobre minis-
tro da fazenda.
O 8r. Benjamui : Essa razo suffi-
ciente.
0 Su. Pereira ba $Wk : E' quanto
basta.
O Sr.. Benjamn : O bonrado ministro da
fazenda pedio cmara a approvaco do
decreto de 3 de agosto de ,1868, no seu
projecto de proposta do orcamento.
Deixou, porm cmara o direito de
conced-la pelo modo e pela forma que etf-
teede-se.
O Sr. Pereira da Silva:Nos entende-
mos que convertendo a proposta em pro-
jecto de lei cumprimos o nesso dever.
OSr. Benjamim:E eoentendoquecum-
pro o meu devercombateudoaredaecodo
art. 4o do projecto^.
(Trocam-se a jartes).
O honrado Sr. ministro da fazenda nao
pedio, seno a approvaco de seu acto ; elle
nao pedio a cmara a autorisaco para urna
nova emisso. O decreto de 4 de agosto j
produzio os seus effeitos. Se fosse preciso
urna medida desta ordem, o nobre ministro
da fazenda, com a sincoridade e leaidade
que o distingue, j teria revelado cmara
essa necessidade. Elle que nao o fez,
porque nao precisa. Couceder-lhe seme-
lhante faculdade, sem elle liaver pedido,
ir alm dos desejos do governo.
E' isto o que nao me parece regular.
(Trocam-se apartes).
E' este o grande defeito do arl. 4 do
projecto.
Agora tratare do outro defeito. Elle
approva o decreto de 5 de agosto de
1863. Legitima um acto extraordinario,
irregular.
0 decreto expedido pelo honrado Sr. mi-
nistro da fazenda foi executado pelos em-
pregados da caixa da amortisaco, que fize-
ram urna emisso de 8,O00:0O0.MX)0. O
decreto uniorisou simpljsraente a emisso.
Pela maneira porque est redigido o art.
i., o procedimento daquelles empregados
fica legitimado?
Um Sr. Deputado:Est subentendido.
O Sn. Be,\jamim : E' duvidoso, nao se
pode diaer que sim, nem que nao. Pri-
meiro, porque a approvaco de um acto
extraordinario e Ilegal nao se estende seno
ao autor do acto. E assim entende o par-
lamento quando concede bil de indemnida-
de. Segundo, porque podem ter actuado
no animo do ministr para expedir o acto
razes que o parlamento julgue ponderosas,
e essas razes podem nao militar a respeito
dos que o execattra. Terceiro, porque
a execuco pode ter.cedido o acto.
(Trocam-se apartes).
Parece-me, pois, que o art. 4" deve ap-
provar acto e todos os seus effeitos.
ll Sn. Mk.nezes e Sou-a:Approvado o
aclo superior est approvado o inferior.
O Sn. Bemja-im :Assim no geralmen-
te fallando. Mas aqai trata-se da approva-
co de um acto irregular. Outros sao os
principios applicaveis ao caso. .
O art. 4o deixa, pois, abranger o acto
do honrado Sr. ministro da fazenda, e dos
empregados quo o executaram.
O Sr. Menezks f. Souza :A lei nao po-
de conter disposicoes superfluas.
0 Sr. Benjamim:A lei nao deve :
manca e obscura.
Senhores, ha regras e principios que nao
podem e nao devem ser preteridos pela
cmara.
O Su. DuyuF.-Estrada Teixeirv :Peco
a palavra.
(Trocam-se apartes).
O Su. Benjamim :Sr. presidente, peco
a Exc. para pedir aos nobres deputados
que nao rae 4tm tantos e continuados apar-
tes; nao tenhopratica de fallar nesta augus-
ta cmara...
Voz.s:Nao mostra.
0 Sr. Benjamim:-----nao sou parla-
mentar.
Vozrs:Pelo contrario.
O Sa. Benjamim :... comeco agora
fazer o"meu tirocinio. (Nao apoiados).
Bill quer dizer lei, projecto, e indemni-
dade quer dizer amnista. 0 que concede
o nosso parlamento nao tal qual o que
concede o parlamento britannico. 0 poder
moderador pela nossa constiuiico atlri-
buico da cora.
Mis a approvaco do acto ilegal, com-
mettido pelo ministro c approvado pela c-
mara, que o que chamamos de bil de
indemnidade, pe termo aecusaco, peri-
rae a aeco criminal antes do julgamento.
-A amnista sep-
expear o meu
O Sn. Gama Cerqueira :-
pe crime.
O Sr. Henjamim :Vou
pensamento.
(Trocam-se apartes).
Senhores, a diviso de poderes um
principio consagrado na nossa constiuico
poltica. O poder legislativo reside no par-
lamento e na cora. Compete ao poder
legislativo orear a receita e despeza.
Coagido, porm, por um grande calami-
dade publica, o poder executfvo chama a si
aquella attribuic_o. A lei foi riolada. Ha
responsabilidade.
A cmara estuda o acto, se entende qoe
elle foi imposto ao governo por urna impe-
riosa necessidade, n3k prope a sua aa-
saco, e se quer sentar mleiramente o sea
autor da responsabilidade, vota urna lei le-
gtimando-o.
Se nao urna amnista quasi a mesma
cousa.
O Sr. Pereira da Silva d um aparte.
O Su. Benjamim :Respeito muito a opi-
nio de V. lixc que tido pelo paiz em
conta de grando parlamentar (muitos apoia-
dos) ; mas opiniao de V. Exc. anteponho
a do honrado Sr. Visconde de S. Vicen-
te, urna das maiores llustracSes do nosso
paiz (apoiados), e que tomei para meu
mestre lendo constantemente os seus es-
criptos.
O Sr. Pereira da Silva d um aparte.
O Sr. Benjamim :Na sesso do senado
de 17 de maio de 4864, o honrado Sr. Vis-
conde de S. Vicente, com aquella lingua-
g-^m concisa e profundamente expressiva.
di 'utio esta materia a nao deixar nada a
desejar. Muitas ideas por mim hoje enun-
ciadas nesta sesso tm o assenco daquelle
eminente estadista.
A minha voz nao auorisada (naoapoia-
dos ; dahi a necessidade qne sinto de cor-
roborar as minhas opimdes com a de ho-
rneis que gozam no paiz de um grande
conceito publico.
Se o bil que concede o novo parlamento
tem por im apagar om acto responsavel.
legitimando os seus effeitos, v a cmara e
o paiz que elle nao deve autorisar a sua con-
tinuaco.
Se o bil perime aeco, deve declarar
expressa e terminantemente quaes os indivi-
duos que ficam isentos da responsabilidade.
Ped nobre commisso de fazenda para
mandar mesa urna emenda no sentido das
ideas que emitti. O Ilustrado relator da
commisso oppoz-se.
Vou, pois, mandar mesa urna emenda.
Nella o decreto de 5 de agosto de
1868, que autorisou urna emissao de.....
40,000:000,$ em papel-moeda, aprovado
E' approvada a emisso verificada de...
8,000:000*000.
Sao approvadas todas as consequencias
daquelle acto, e portanto o procedimento
dos empregados da caixa da amortisaco.
Nao porm, aulorisada a continuaco
da emisso, j por nao havo-la pedido o
honrado Sr. ministro da fazenda, j poi
nao-me parecer regular, que se prorogue
um aclo, filho de circimistancias extra' >rdi-
narias, j por estarem es cameras abertas,
e poderem regularmente satsfazer as me-
didas reclamadas pelo governo.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em
discusso a seguinte emenda :
Fica approvado o decreto n. 4,232 de
5 de agosto de 1868, que autorisou urna
emissso de 40,000:000,->000 de papel moe-
da, para o fim de ser confirmada a respec-
tiva emisso foita, em todos os seas effei-
tos.Re iamim, (Cun'.inuar-se-haj
_*__>
pro-
iaffl
AffiMiatt .que lea tendetiei fbflatei asprftneitas pergtmtas-taes tfaaes
om luxo muito -superior i sua con+o. iveta*logar e to eoioptetiuaeifte como a
inwrompeueHe. < **emoffa m'd retjnrda, porque tito'ftero
Hh-^MpiMe TerpiWbflMac, de$flrV trtlr taftar em tal. -'s aalMi-Him
ter |*nsultadow pique
as differencas "que notarei. O que deste
interrogatorio rae ficou foi o sentimento, o
discernimento, se atreverle posso a ex-
prirair-me assim, da minha perda. Assu-
mia o prooesso .um tal aspecto, afastava-se
lo fatalmente da verdade, que iodos os
raeus esforgos deviam ser inuleis. Tnha
consciencia disso ; -uvera-a, afinal, antes da
fuga e desde o primeiro momento. Salta-
va-me aos olhos com descorocoadora ener-
ga a firme incredulidade do raeujuiz. Nada
do queeu dizia tnha para elle valor. As
minhas supoostas mentiras nao o enfada-
vara : para eHe, estava eu no desempenho
do meu papel ; e se as palavras que pn
feria Ihe entravam por um ouvido,
sabir-lhe pelo outro como um som vago.
Esperara menos benevolencia; soatia-me
grato serenidade que mostrava em pre-
seoca do crime manifest, porque o meo
desgosto ter eu proprio de reconhecer a
forca dos indicios contra mim acumulados.
Ch-gava efe com a scienda do junsconsul-
[*), com a experiencia do magistrado, com
a certeza do raetbodo, servindo de auxiliares
notabilissiraa faculdade de peneiraco na-
tural. Estava seguro do si. Nao tinha os
neceios dos fracos. Entrava com passos
firmes, e sem apalpar o terreno, n u na
ordem de ladee pie excluiam at a du-
vida.
Estava-Ihe tracado o dever ; eu menta,
cumpria confundr-rac.
E era to fcil a tarefa; que nao o en-
thosiasmava. Segua desappaitoriadamente
o caminho batidissimo, para o lanzar fra
do'qaal s um milagre.
Foi trola noute cruel; pareca a noote
que "no tnha fim. E tu dormas t
rMas tres horas da madrugada, algans
instantes dtJpois de ter passado a ultima (
roed, wfafecd a sentir trm rumor surdd'
pre_fmo de rtrim. W5o pedera aeseverar
se ftabjrda dlreita, se da Mqei,d* on dnf
aadar tfeftelxo. Pareda>-me otrbalhe de
uo prlsiofieiro qne minava a 'parede daf
celia, obra morosa e que demafldava grande
paciencia; cessava o ramor de quando em
quando,. mas recomecava para tornar a
cessar depois.
Ouvia aquella bulha, que me ia acalen-
tando. Adormec como d'antes acordava;
corri toa voz, que chamava por mim ;
sahio das sombras o teu sorriso, c o en-
xame das minhas ditas volitav em redor
do meu sonho.'
O Laiz trouxe-me o almoco ; um rapaz
prasenteiro, que sabo de cor quantas can- ]
coes ha, para acompanhar o vioho, e repe-
te-as na toada dos psalraos. -lhe prohi-
bido fallar comigo; por isso me conloo
raeia duzia de Instorias, que tena tido por
scena a mesma celia em que eu estou. Se-
guado diz. tem elle alojado muitas vctimas
ianecentes: guilhotinados, Toreados, pobres
bibis O termo delle. Chama-me Bibi,
e largn-rae a sua cantiga de vez em quando.
Nesta celia esleve tambera um persona-
gem legendario, respeito do qual se nao
explica bem o Luiz. Casaca Preta a al-
cunha, quo parece designa va um homem
fino, e dada pelo Luiz a este preso, que
da sua priso despenda dinheiro msos
largas, e foi solt por falta de pravas. Nio
to lembras que tamben a nossa torra cha-
ra iva m Casacas Pretas quelies figuroe*
suspeitos que se; juntaron as rumas da
Merc ?
0 almoco estava bom.
A pahtSo tio fbe tirn o apetite,
meu Bibi, disse o tan para armar conver-
sa. Prava isso que se est em paz com a
oonsciencia, nao verdade ? Aposto que
voc est macentitme como nm cordelro ?
Nao havM|pmbras de parvldade nesta
gracota, e nem seqaer desconfiei.
Sio todos innocentes 1 continan.
Ae__ -o mundo s aressas Nunca me
mandaram guardar seno santos... ET
verdade f a noble eiwe boa : a rnu-^
Herzinha deveesta bori ;Jf*remJTspyr
Est bom, "Mtl.... niojemlhe pergnota os
ATURA.
CASAMENTO COM CI.NOADAS. Foi
approvado ltimamente na cmara dos
communs de Inglaterra, em segunda lei-
tura, o projecto de lei que declara legal o
casamento de um viuvo com urna irma da
sua primeira mulhcr. Este projecto de
le tornou a soffrer forte opposico. e va-
rios oradores at,tcaram-no expondo varia-
das consideracoes.
O xito era duvidoso, e ia talvez decidir-
se contra, quando se lanca no4debate Mr.
Rright com a sua poderosa palavra. Depois
de declarar que se se havia conservado em
silencio fra por nao apparecer nenhuma
objeceo digna- de refutar-se, desenvolveu
em om brilhante improviso o fundo phy-
siologico, sentimental e legal da questo.
Procedendo-so logo avolaco, foi oMIUp-
provado por 2'i3 votos contra 144, com
grande applausos das senlwras que estavam
as tribunas.
seus segredos. Mas diga-mc c : urna vez
que se tinha escapolido com tanta fortuna,
para que voltou atraz?... Ainda que .si-
esta aqui perfeitamente, e sobretudo q_.indo
se salvou algura dinheiro para destructar
as docuras da vida, caf, licores, tabaco e
outras cousas mais. Mas a minha vida nc
dar taramella. At logo, meu Bibi.
Trabalho nao falta... O Casaca Preta fu-
mava charutos de preco e bebia cbam-
pagne.
Hetrou-se, depois de se despedir ama-
velraenle e ouvi-o camtnhar pelo.^oiredor,
psalmeando no cauto chao das malinas: Se
eu morrej, peco que me enlrrem, por ah
em qualquer adega ..
Tanto o caf como os licores e o lelnico
eram-me 'positivamente iodif irentes. Nao
me tnha atrevido ainda a pedir-lhe com
queescrever, c todava era a unica dapuru
que tentar-me podesse.
Pela urna hora depois do meio da, (ai
levado ao cartorio, onde o Sr. Roland me
esperava. Quando voltei para a prislo,
ouvi per alguns instantes o myBteriosn ru-
mor de que te fallei. Applitando a ouvi lo
contra as lages, e depois oootra a parede,
parecen-m que o trabalho se faxiadi-
reita da minha cama, o no raesme pavi-
mento.
II iviara-m', trazido ao raeio dia sefueda
refeico ; ssto horas tn>uieramoeter-
eeira. Julguei que me levariam a leitar
ar em algara peleo. Nao O" dia eeguinte pasaou-ee de e*me a_o-
do, e bem assim o outro.
Afora as *ietos lyrtcaeA qm.si*-
lerrogatorios, sou sempw xo&ifP- Ifa
entretanto outea coasa qoe me ocenpa : k
JIO <*> :iMbai>e de #**> Ita
ouvindo agora. Ouco-a muiUs vezes ao
dia e todas as Qjtttf ^liema hora, de-
poiede passar a tarceirt taadi...

#i




i
l
Ttr.m mm+*m*ma
I
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