Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11858


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Full Text

L-
ANNO XLV. NUMERO 126.
.
'A
PAiA A COTAI;l 1TOSBES ONDE NOSE FAGA PORTE.
For tres mezea adamados. .....' *........
Por seis ditos idem. .................
Por ni anno idem....................
Cada numero avulso........... __,. .
6(5000
124000
241000
330
SflBBADO 5 DE JUHHO DE 1869.
SARA DENTRO E PORA IA PBOVHCIA.
Por tres meze* adianUdos
Por seis ditos idem. ,
Por no> i ditos-idem
Por um anno. .
a
-*
64750
43#*00
20S50
270000
Propriedade de Manoel Pgneira de Faria & Filhos.
BAO AKNTB4
Os Srs. Gerardo Anlonio Alves Filhos, no Para; Goales d Pinto, no Maranhlo; Joaqoim Jos de Oliveira, no Cear; Aotowo dUfmos Braga no Aracaty; Jo3o Mara Julio.Charos, no. Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Perora d'\lineida, era Mamanguape? Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba; Antonio Jos Gomes, na Vtg|Penha; Jlelarm.no (ta Santos Bolcao^em Santo Antao, Domingos Jos da Costa Braga,
. era Nazareth; Francino lavares da Casta, em AJagas; Dr. Jos,MarUns Alves

ve
PABTE OFnCIAL.

vera* da provincia.
Uk vws-Mfitmr.Km DO DA 2 DE
JUNHO DE 1869.
Uaekarel Ayj-e& de Albuquerque Gama.Inter-
ina &:t. Br. director geral da rastrueco pu-
Mti
\ Atttaia Francisco Paos de M>*llo Brrelo.In-
ofnanjn'Sf. chele uterino da reparttrfto das obras
PMM8.
< Annuu assignadns, proprietarios e moradoras
aos. tapares de l'irauhyra, Duas Pedras, e Riacho
do.aW informe o Sr. rliefe interino rit.n\i aras publicas
.Bastan Luiz (forillo. Indeferdo avista das
afarfusfes.
. Banana alaria da Conceicao.Informe o Sr.
general commandante das armas.
Eduardo Antunes de Albuquerque Mello.In-
leferido.
Eieidda Brothers.Informe o Sr. ciiefe interino
la rapar tica j das obras publicas, liscal da illumi-
^Srirmo Xavier.Coacedo oprazode 13 das
oedido.
Jiwqtum Kicardo JIonteiro de Paiva.Sim, pas-
-aoio catibo.
4*a Xavier Faus'Ho Ramos Junior.-Iude re-
ndo.
C*mol Jos Cavakanle Ferraz de Azevedo.
PrMMqae aUega.
Capilao Mauoel Jos de Carvallio.Conceda-se.
Manoel Leio Carneiro Pinto.Couceda-se na
Cormado esiylo e do respectivo regulamento.
Kaiual Mara da Silva.Informe o Sr. general
umuuadantc das armas.
Manoel Culbo l'iulieiro.Sim, pagos os direitos
lovidos.
Palito Salgado Accioli.Indeferdo.
ominaurio la araaas
"iWM'tl.-GK.NERAL DO UOMMA.NDO DAS ARMAS DE PER-
NAMBUCO, 2 DE JUNHO DE 1869.
Orden) do da n. 439?
t- brigaJeiro comniandaote das armas faz publi-
>'). para eoalteciiuento da guamico e llovidos lins,
Iuc a, presidencia commnnicou em oicio de 26
a aato ultimo, baver approvailo provisoriamente
a tabella abaixo transcripta, do arbitramento a
que nracedeu a the-ouraria de fazenda, da etapc
para as pracas do exercito e da guarda nacional
deetocada nesta provincia, do pao para os doentes
das enfermaras militaros, e da forragem para a
cavaJUada do deposito especial do jnstr-uccao no
*me.-ire a decorrer de julho a dozembro deste
aano.
r UifcJ J.A de avaliaoao da elapo para as pracas de
anaedapnard nacional destacadaeforragem
para o semestre do I" de juWio a 31 de dezem-
hro do correle anno, de conformidade cora as
artas de le de 24 de setembro de 1828 e 24
<-AUii|Tr por aviso do ininislerio da guerra de
ti de outubro de 1852 e organisada noje por
forra de mitro aviso de 19 de novembro de
1862.
GNEROS. Valores dos gneros. Quanlida-des. Esp iT CIO T7
i-anonade man-
dioca......... 4,C0 alq. Vio alq. 12 12
Carao fresca.. ,.tO @ 1 ! 2 i'
Diu aceta..... 6.W0 % > u" 100
Arou......... V4' (i) Vo O
Fejao......... 6,40(1 i!q. '/,60 al.j. 40
TouciGho...... 12,800 (ai -/o ii'. .M)
Sa!........... Vfl i 1
l*:Zb3......... ?,/o 4 42 !4 33
L? Especie----- 2* ....... 42o 33o 760 ""
Termo nwdk)... :m
Pao para s do-
ales i o hospi-
tal .......... 6.720 \h *' (na
l| para
cial tfoiastroc
ca-..........
Mataos de ca-
ptm........ 2*0 rs. m. i i. b'0 O'
KUh......... ?,240 alq. h 3 0
Secretaria da thesourara de fazenda de Pernam
buco. 2 de mao de 18690 cfflcial maior, Mano-
Siomt'k da Sitou Costa.
fjuuforme. Antonio Atines Jacorn Pires.
haauoOMum Jos Gonfalves Fontes.
ConLrmeEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
rn, teaerite ajudante de ordens encarregado do
detalbe.
Reparti^o da polica.
V seccao.Secretaria da polica de Pernambuco,
Vdniuiibo de 1869.
N. 811.Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao couhecmento de V. Exc. que, segundo
coasta das partcipacoes recebidas hoje nesta re-
panivao, forain reclbidos houtem casa de de-
.;noao os seguimos individuos :
mioha orde.n, Manoel Louren?o, escravo de
Tranquilino de tal, por fgido.
A ordein do subdelegado de Santo Antonio, An-
tonio, escravo de Juaquim da Silva Costa, a reque-
r meuto oeste. .
A ordein do da Boa-vista, Guilberme, escravo
de Francisco da Silva Gusmo, por enme de
furto. .
Km ronsequencia da grande endiente que se
ieu no Kio Formoso, proveniente das chuvas tor-
reucuus quo desde o da ltdomez passado, e
durante 9 da, cahiram sobre aquella cidade, fi-
caram completamente nnundadas as ras Bella,
do Itio c Dircita, e arruinadas cerca de trlnta ca
sas,que foram abandonadas pelos seus habitantes.
Grajas porm, aos servioos prestados pelos mo-
radores do lugar que, cora o auxilio de seis ca-
noas transportaran as pessoas que le achavam
em pergo, para lugares seguros, nennuma perda
de vida ha a lastimar-se.
Entretanto a popularlo pobre soffreu grandes
prejuzos com essa innundaqao, queso coraejou a
diminuir na tarde do da 22.
Dus guarde a V. ExcBlm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manat do Nascmen-
M Hachado Portella. 0 chefe de polica interino
F. de Aisis Oliveira Maciel.
Abre-se a sessao, deixao de ser lidas as actas
das anteriores por nao estarem sobre a mesa.
O Sr. 1* SiiciiTAiuo dconU do segrate
EXPEDIENTE
Un) uffico do secretario do guvaruo, remet
do os autographos das resoluOes de ns. 840 e
857 863, saaccionados pela presidencia. A'
archivar.
Oulro do mesmo, traasmttndo as nforniacoes
pedidas acerca da factura do caes de Riachuelo.
A' quera fez a requisicio.
Oulro do mesmo, enviando as informacoes pe-
didas acerca do capital obtido para asylo de men-
diedade. A' quera fez a requisicao.
Ouiro do mesmo, remetiendo as posturas da
cmara municipal de Serinhacm. A' commis-
sao de costuras.
Outro do mesmo, rcmeltendo as informacoes
dadas pelo provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia em relacao as copias do; documeatos que
foram pedidas ptr esta assembla. A' quem
fez a requisicao.
Outro do mesmo, communiesndo ter o-Exm. Sr.
vice-presidente da provincia mandado publicar as
resolncoes que sanecionon.Iuteirada.
Urna peti^ao dos proprietaros e moradores da
iravessa da estrada de Joao Fernandes Vieira, pe-
dndo a collocacTio de alguna lamnsoes gaz na
mesma Iravessa. A' coimi?sao de obras publi-
cas.
Outra do detento Manoel Gomes Nepomuceno,
ajudante de eufermeiro da casa de detencao desta
cidade, pedindo urna indemnisaeo aelo cargo que
exerce. A' oommissao de peti(;6es.
ulia de Joaquim Jos da Costa, arrematante
das barreiras de Capunga e Manguinho, pedindo
urna indemnisacao de 20 0/0 pelos prejuizos que
soffreu nos trienios de 1860 a 1863 e de 1863 a
1866. A' commissao de peticoes.
Outra do -hachare! Pedro Aflbnso Ferreira, con-
tratante da factura do primeiro Janeo da estrada
de Una Riachao, pedindo o pagamento da ultima
prestado que se lhe deve. A' commissao de or-
camento provincial.
Outra do Dr. Luciano Xavier de Moraes Sar-
ment, cirurgiao do hospital Pedro 11, pedindo um
anno de hcenca com todos os seus vencimenlos
para tratar de sua saude onde lhe convier. A
commissao de peticoes.
Outra da commissao administradora da igroja
de N. S. do Rosario da freguezia da Boa Vista
desta cidade, pedindo preferencia para a estracao
das pastes das suaa roteras. A' commissao de
orcamente provincial.
Ou,m do bacharel Jos Joaquim de Souto Luna,
pedrada o pagamento do que lhe deve a cmara
municipal da cidaue da Victoria, proveniente de
cusas de precestsdecaliidos A' commissao de
ornamento municipal.
E' lido, julgado objecto de deheracao e dispen-
sadora fmpresao o scgamte parecer:
A eemmissao de logislacao, revendo o contra-
to celebrado pela presidencia da provincia com a
gerencia da companbia 1 ernamburana de navega-
cao costeira, em 17 dejulhu de 1868, e achando-o
de conformidade com a autocisacao da mesma
presidencia pelo art. 52 da le n. 8o"2 de 5 de ju-
nho do mesmo anno, e pelo art. 47 da le n. 754
de 5 de julho 1867 ; de parecer que seja appro-
vado o mesmo contrato; para o que offerece a
seguinto resol nco:
Artigo nico. Fie approvado o contrato ce-
lebrado pelo presidente da provincia, com a geren-
cia da companhia Pernambucana de navegagao
costeira vapor, em 17 de julho de 1868.
Revogadas as disposicOcs em contrario,
t Paco da assembla provincial, 21 de mato de
1869.G. Druminond.= Amaral e Mdlo.=Jansen
de Castro.
E' lido e approvado o seguinte parecer :
t A commissao de legislacao, para dar seu pa-
recer respeito da petirao do professor Joao Jos
Rodrigues, requer que so peca presidencia da
da provincia as seguintes informacoes :
c !. Qual a obra pelo peticionario traduzida..
t 2/ Se a materia da mesma obra obrigalona
para o ensino.
f 3." Copia do parecer da commissao nomeada
para rever o trabulho do peticionario.
t 4." Copia do parecer da directora de rastruc-
cao publica, seraelhante respeito.
5.' Copia da decisao da presidencia, em face
de taes pareceres. ....
Sala das commissoes, 24 de maio de. 1869.
G. Drummond. Amaral e Mello. = Jansen de
Castro.
Sao h'dos e approvados os seguintes requen-
mentos:
Requeremos que se peca ao vico presidente
da provmcia as informaros? seguintes :
t 1. (inanias demissOes tem havido na repar-
tirlo da obras publicas o seus districlos, desde
28 de julho de 1868.
t.' Quantas nomeaQoes foram feitas desde esse
lempa ,,
3. Se existe pessoal alem do permittido por
lei.
t 4.* Se esses noraeados satisfizeram todos, o
disposto na le.
5.' Se existem como interinos nomeados para
os cargos, que devem ser preenchido* por exame.
Paco da assembla provincial de Pernambuco,
24 de maio de l869.=Amara/ e Mello.=Carvalho
Maura =Fehsbino. Araujo Beltro.Lopes Ma-
chado.
t Requeremos que se offlcie ao vice-presidente
da provincia, no sentido de dar providencias para
que seja espacada a arrematado dos impostos
provinciaes dos municipios do Bonito e Carnarii,
at qne essa assembla resolva a respeito do pro-
jecto n. 51 deste anno, que crea collectorias
n'aqnelles municipios.Miguel Amorim.E. de
Barios.Jos Gitirana.
Reqneiro com urgencia, que se peca de novo
as informacoes requeridas na sessao de 7 do cor -
rente mez, sobro a creacio da msica do corpo
provisorio de pDlicia.
a Sala das sessoes, 24 de maio de 1869.Reg
Barro.
ceesana para o integral pagamento do valor do
contrato.
Art. 3. Ficam revogadas as dUposic, em
ajnario.
da assembla, 21 de mao de 1869.E.
ContinoEpamiumdas. Gitirana. Amaral )
Mello.Pontual.Felisbino.
OH DEM DO DA. ,
Contrauacao da segunda dscussao do projcto
n. 12 deste anno, que approva o contrato oeltbra-
do pelo governo da provincia cora a erapreza dos
trlhos urbanos para a cidade de Ouitda.
O Sil. AYRES GAMA : Sr. presidente. Tendo-
me oceupado, na ultima sessao, em demonstrar
que esta casa tinha infringido positivamente o art.
114 do respectivo reguueuto, emendaodo, cowsa
Uyainen
to que ci
4a districi
jas bell
ra destruir
ahia; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
i-o, ooeupar-me-hei do argumen-
offereccu o Ilustre deputado pelo
voz auloi'isada noste recinto, e cu-
emylo elawt nao aaslam pa-
_iirca da minlia aigumenijao que,
baseada someatejia lgica natural, convence mais
fcilmente de que todas as lloros de rlietorica de
que puc tancar mao o orador colloeado era trro-
lh> falso.
S verdade que o papel da assembla na ap-
provacao dos contractos assignados pelo presiden-
te da provincia, lmitt-se ( o quea_nego ) veri-
ficar se esse coiuraclos foram ou nao lormulados
de cgnfonuidade com a disposieo da. lei que re-
pjula a materia, o oobre deputado, e a casa estam
na obngacao restricta de emendar o contractoas-
unca vista e contra lei expressa, a lei orgnica signado pelo presidente com o emprezano dos tri-
desta assembla, vejo-me obrigado a vyllar a car- Uios urbanos para Ohnda, porque, bem lonce de
a, porque os innmeros apartes com que me ter sidd elle lavrado de conformidade eom a le,
lionraiam os ineus nobres collegas at jUhn do ferio-a ; e fc-rio-a bem gravemente como passare
a demonstrar.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SBBO ORDINARIA EM 24Dfi MAIO.
PkBSIDKNCJA BO SR. AUGUSTO 10.
Aa raeio da, feiu a cliamada, acham-se pre-
wntes os Srs. Jansen de Castro,*ndr Caralcantl,
B. na,R. Barros, Epaminondas d Barros, Gon-
^araaaam 8>a, Pontual, Arminio Tavaree, Augus-
to Uao, Fetabino, Amaral e Mallo, Amynthas,
Jos Gitirana, Ermiro Coutinho, Tiburtno Np-
gueira, Arauio Beltrao, Ayres Gama, Migue! Aroo-
rinj, Lopes Machado, Cicero, Merglhlo, Soares
Anadio e G. Drummond.
Sao ldos e mandados imprimir os seguintes
projectos: t
f A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco resolve :
c Art nico. Fica approvado o comprorasso da
irmandade do Senhor Bom Jess dos Martyros da
cidade de Goyaana. Revogadas as disposicoes em
contrario.
i Sala das corwBissoes, 24 de maio de48W.
G. Drummond.Utrgulhao.Felisbino.
c A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve: .
Art. nico. Fica approvado o comprouusso da
irmandade do Senhor Boin Jess das Portas do
Arco, erecta na igreja da Madre de Deus, desta ci-
dade. Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das commisades, 24 de maio de 1869.
G. Drummond. Mergulkao.Felisbino.
kJ A assembla legislativa provincial de Pernam-
PDco resolve :
Art. 1.* Fiel o presidente da provincia auto-
risado a contratar oem quem melhores vanlagens
oflerecer, a .cunstruccao do urna pont- de ferro
pelo systemaque ofterecer melhores condicoes de
solidez e duracao em substituiclo da que existia
no Caxang, podendo despender com essa obra a
quantia em que fr oreada pela repartiQao das
obras publicas.
Art. S." Fica o presidente da provincia iguaj-r.
ib o d"
meu discursn, deram-me a couhc-er que altes nao
queriam se convencer da procedencia do qna eu
eslava duendo. Agora, porcm, que torno a oceu-
par a tribuna para responder ao distincto collega
iiuc depois de inim fez ouvir sua voz tao autorisa-
da neste recinto, dcvq,ser mais claro anda acerca
desse ponto, do qual vou me occupai antes de en-
trar na refutacao dos argumentos apresentados
pelo nobre depulado pelo 4o districto, que se pro-
nunciou contra as emendas.
A repeticao dos mesmos apartes com que me
nterrompa tao mido o nobre deputado pete 2*
districto e 1 secretario, que todo o transe pro-
curou chamar vencida a materia que so havia pas-
sado em primeira dscussao, me obriga a voltar
i|ucsto do regimeuto, cujos arlgos quo regulara
a materia, passarei a lr, porque so por s resol-
vera melhor do que eu poderia faaer, no mais ex
tenso discurso, esse incidente.
Diz o art. 113 do regiment (l) :
Nenhum projecto ser approvado sem ser
disentido tres rezes. >
Logo nao poda ser approvada emenda nem sup-
axeasao alguma em piimeira discussao, porque
este artigo prohibindo a approvacTto do todo, nao
poda admittir a de urna de suas partes.
Diz o art. 114 .
t Versar a primeira discussao nicamente
sobre as vantageus ou inconvenientes em geral, tem
entrar to exame de cada um de seus arligos, i por
iito nao sero udmiUidas emendas de qmlidude
alguma nesta discussao.
Logo nao era possivel admittir como fez esta
casa urna emenda suppressVa dos paragraplios
que ftfgeitou na 'primeira discussao, por issoque
nem mesmo lhe era licito entrar no exame de ca-
da um dos arligos, e .omito menos nos diversos pa-
ragrapbos de um mesmo artigo.
O art. 115 declara quoacabada a primeira
discussao o presidente paw a votos se o projecto
aVw pa$sar segunda discussao, dectdiudo-s*
que sim, entrar na distribuicao dos trabamos
para se tornar o discutir, guando fr dado para
ordem do dia.
Logo nao pode materia alguma que passou da
primeira para segunda discussao ser considerada
como materia vencida para sobre ella se fallar em
segunda discussao, porque segundo os arligos que
acabo de lr, o projecto s podondo ser approva-
do depois de tres diseussoes, no lira d:. primeira e
apenas julgado digno de passar outra discussao,
e nunca pode-se dizer approvado para constituir
materia vencida e nao poder mais sobre ella fal-
lar-so em segunda discussio, como querem os no-
bres deputados.
OSr. Luiz-Goncalvks :E' sto mesmo o que
constiiue a approvacao do projecto em primeira
discussao.
O Sn. Ayres Gama :Mas se o art. Hoque aca-
bo de lr, declara que no lira da primeira dscus-
sao nao approvado o projecto o alienas se vota
se deve ou nao passar segunda discussao ?
O Su. Lnz Guxij alves :Nenhum projectoe
invertido em le sera passar por terceira discussao,
mas em todas ellas tem urna approvacao. (Apoia-
dos.)
O Sr. Ayres Gama : Nao apoado, o art. 113
s admitte urna approvacao, e esta depois de ires
discussdes ; mas nao diz nem pode dizer que seja
o mesmo projecto approvado tros vezes : isso o
contraro inteiramentc do que elle diz. As dscus-
siies sao tres, mas a approvacao urna s (nao apoia-
dos; trocam-se apartes.)
A nica interpretarlo lgica do regiment
que os paragraphos illegaliiientc supprimidos na
pcimeira discussao, continuara anda ou antes tor-
nan) a ser discutidos na segunda discussao, segun-
do o final do citado art. 115, porque anda mesmo
quando fosso lirito votar-se separadamente na
primeira discussao c fossera elles competentemen-
te votados, tal votacao por forca desso artigo nao
implica approvacao", e sim apenas consentmiento
para passar para segunda discussao. logo nao est
tora da ordem quem sobre taes paragraphos fallar
em segunda discussao.- (Nao apoi-dos.)
O Sr. Lopes Machado :Mas isto est ven-
cido.
O Sr. Ayres Gama :Segundo o regiment,
nao. Especialmente tendo procedido a assembla
contra lei expressa entrando illegalmento na apre-
eiacao delalnada de cada,artgo e parte de artigo
contra o j citado arl. 1 ft.
O Sr. Luiz Goncalvrs :Nesse ponto cu con
cordo cora o nobre deputado.
O Sr. Aybes Gama : Logo, a vola cao est
milla.
Um Sr. Deputado :Nulla nao .
O Sr. G. Drummond :(Juera fulmina essa nul-
lidade ?
O Sr. Ayres Gama :A conscencia da casa
que tem bastante criterio para ajuizar se foi ob
servado ou infringido o regiment.
Mas, Sr. presidente, inhumada ou uao a uullida-
de, porque nao sei qual outro tribunal poder fa;
ze-lo, o que contestavcl que ella existe, c j
provei-o bem evidentemente. Entrare! na materia.
(Trocam-se muitos apartes.)
8r. presidente, ao terminar o meu dscursp-e a
julgar pela soffregudo cora que rae choviam os
apartes p>r todos os lados, esperava que ia ser es-
magado pelos eloquentes discursos de tantos e
lo illuslrados antagonistas mas, se bem que do--
Iludido em parte porque s ouvi pedir a palavra
um nico dos nobres deputados, nao perdera de
todo a experanua de ver refutados todos os meu*
argumentos, se o distincto orador que se encar-
regou de responder-me nao bouvesse, apezar de
seus conhaoiraeotos magistraes de eloqueneia, es-
iylo e elocuco deixado intactos todos os raeus ar-
gumentos proferido- nesta casa sera esses ornatos
o figuras que a oratoria ministra, mas que nao sao
precisos quando se quer dizer a verdade.
O meu dbtincto collega, bem lonfe de mostrar o
erro era que dizia acbar-me, s procuren ladear
da questo, mostrando queo meu lira foi censurar,
que nao demonstre! a utilidade dos auditivos por
mim apresentados, e que a ms devendo limitar-se a examinar se o contrato ostava
ou nao conforme lei, e nao poda alterar-lhe
cousa alguma, vi-to ter sido j aceito pelo.emBre-
zario. Confesso, Sr. presidente, que nao oollig de
tudo quanto disse o meu nobre collega, senao
maior aomma de razoeapara o que en tenho sus-
tentado oesta casa.
Prescradind de voltar a jnstiflca^ao dosadditi-
voAolbrcido por mim o cuja admisslbilidade es-
t fta le, como provaroi mais Urde, e naoqueren-
do de novo wUucar-rae no terrena das. censuras
A lei n. 47 de 23 de abril de *<56, no seu ar-
tigo 5 diz: previlegios concedidos cowpaaMi dos trilkos ur-
banos do Betife Apifuivstmas por pruso nunca
superior 20 anuos.
Ora eu demonstrei por parallelos que fiz entre
os conlrelos com a eippreza dos trillios urbanos
de Olinda e com a de Apipuco que, longe de se-
ren iguaes as eondiccoes dos dus contractos eram
elles tanto mais ddfcrentes quanto primeira nao
s nao foi concedida nennuma ds vastageos e ga-
rantas da seganda, como at foram-lho impostos
onus eslravagantes e injusficavii que esta nao
tem.
Logo o contracto fcato com o emprezano dos
trlhos de Oliada foi lavrado contra lilleral dspo-
sicao do artigo que- acabo do ler. Logo essa as-
se'mblea, segundo o principio apresenlado pelo
meu nobre collega, deve alterar esse contracto, e
fazer que seicump a a altada lei por nos promul-
gada e contra cujas disposicoes foram -estipuladas
as incabidas oondicoesde lo esdruxulo contracto.
Si essa argumeutacao, omboi a era estylo des-
carnad! e despido de tropos e figuras; nao l-
gica, e irresiativeluiente ar< itavel, ento confesso
(|ue a culpa dio o seno fillia de minhas fracas
facilidades intellecluaes.
Mas era todo o caso entendo qne a casa nao po-
de votar contra essa concluso senao depois de
mostrar qiieslla nao procede. Cumple notar que
este disposicao nao facultativa nem comprehen-
de urna simples autorisacao, da qual o presidente.'; dos.)
po.-sa nao querer servir-so. A disposicao taxa-
tiva e perfeitamente imperativa. A le diz gosar
e nao dspoe como naquellas que apenas conten
urna faculdade, porque enlao ella (liria; fica o
presidente amansado conceder a* contratante os
mesmos paivilegios o garantas de que gusa a
companliia.de Auioucos. Mas nao ; a le nao quiz
dar urna. apiSde-;-^taimnaalrario impoz u.na
obrigaeao potrva, clara, delenninada, quando
disse totora.
Nao era por consegrante lcito ao j^esidente for-
mular um contrato em que n> [todesse o empre-
zano gosar dos privilegios que a lei liio concede
lo terminantemente. Essa coneessiii da lei
quem contntasse as linhas de trlhos de que ella
falla, mediante urna subvenco kilomtrica de 25%
do capilal empregada, poda ser tirada a quem so
propoz contratar a mesma erapreza sem essa
subvenco da provincia ?
A lei'eslabelecendo o raas nao obngava o me-
nos: Pois a provincia entrando cora o pesadissimo
onus da subvenco pode ter menos direitos do que
sem esse auxilio ?
Minguem sustentar seraelhante doutrma; e
muito menos estando demonstrada que nao foram
s negados ao contraante as garantas e os privi-
legios marcados na lei, mas qne al crarara-se-liie
novos onus a bices que nem indirectamente im-
plicara vantageus para a provincia, e pelo contra-
rio s tiveram por iim dilBcultar eslraordmana-
o nico concurrente, porque su entan licaria de-
monstrado, como ja disse, a imp aticabdidade-da
direceo marcada na lei .....
Aqu termino porque suppoulio ter dfM BWB (flP
ra e talvez francamente demas o que houve res-
peito desse esdruxulo contrato que apezar de feito
contra lei expressa, entemlem os meus nobres col-
legas dever ser respeitado como um dogma. A ca-
sa soberana, vote como lhe parece, mas a ver-
dade que esse contrato nao pode deixar de ser
altera'lo no sentido da lei e para maior beneficio
publico.
Tenho dito.
O SR GASPAR DRUMMOND :Sr. presidente :
D.scordo com pezar, daopinio do nobre deputado
pelo primeiro districto, quanto aos additivos por
elle offereeidos ao projecto era discussae ; e sinto
nao ter ouvido os fundamentos eom que o nobre
deputado jusiilicou lies addilvos.
O Sr. Aykes Gama : Se da lcenca, eu digo
em duas palavras. Eslabeleci o paralcllo entre as
duis eraprezas; e niostre que a de Olinda era
tanto ou mais til que a outra, e que entretanto
uo tinha as mesillas vantagens.
O Sn. G. Drummond :Sr. presidente, pormais
que seja o meu desejo de awender ao nobre depu-
tado ; por mais que elle considere justas as suas
objeccoes, entendo que devo-me oppor as innova-
ci's que pretende o nobre deputado. Nao me da-
re ao irabalho de demonstrar, senhores, que en-
tre as nossas atlribuicocs, nao se encoutra a da
fazer contratos, por ser ato mconteslavel: o nosso
dever liraita-se nicamente a examinar se o con-
trato est ou nao feito de aecrdo com a autorisa-
cao concedida ao presidente da provincia. (Apoia-
os.)
0 Sr. Ayres Gama :E seno tiver sido cura-
prida a lei, o que fazer t
O Sr. G. Drummond :Nao approvar o contra-
to, devolv-lo a presidencia, para que a oumpra
como de seu dever; e approta-k) se por ventu-
ra tiver sido feito de accordo eom a autorisacao.
J v pois, o nobre deputado que excntrico das
nossas attribuicoes alterar o contrato de trlhos
urbanos para Olinda, da maneira que elle, pre-
tende.
Accresce Sr. presidente, que noste contrato,
alm da provincia representada pelo presidente,
ha o erapreiteiro, o qual leu dreito a ser ouvido
sobre as alteraroes que deseja o Ilustrado colle-
ja ; e sem esta approvacao a altera cao nao o p
obrigar, nem valor jurdico deve ter. (Apoia-
tnente auterisado a emittir
qualqtier operacao de crdito
apolices ou a fazer
na mportancianc,
mente seno nip.issibilitar um melhoramento que
par da maior utilidado publica nem um real
custa provincia. Esia assembla em cojos, prin-
cipios deve contar-so a idea eminentemente libe-
ral e patritica de proteger auxiliar e animar as
industrias c emprezas de utilidado publica nao
pode, muito principalmente sem descutir, regeilar
as emendas que a commissao apresentou c os ad -
ditivos que por ranha vez oBareci tao injusto
quiio inadmissivel contrato. 4
O Sr. Lopes Machado :-0 contratante hoje ja
Cufente
O Sr. G. Drummond :E o cessonario nao pode
ter mais direitos do que o cedente.
0 Sr. Ayres Gama : Esse principio ou antes
axioma jurdico quer dizer que o cedente nao pode
transferir direitos que nao tem, nem maiores do
que tem; mas nao quer dizer que fica inhibido
de melhorar de condho, nem do receber de ter-
ceira pessa aquillo que o cedente nao lhe poda
dar.
Mas pinico nos importa sor o contratante ceden-
te ou cessonario, porque nos nao legislamos para
um individuo determinado, e pelo contrario as
leis devem ser formuladas cmJhese, aproveite ou
prejudique quem qner que seja. O papel dessa
assembla nao somonte julgar como iribunal su-
perior si o presidente da provi#ia_ enraprio ou
nao as leis que di>qui emanaram; nao.
Essa uma4as attribuicoes da casa mas nao c
a nica. Representantes dos diversos distnetos
em que se divide a provincial a nossa attnbuicao
essencial curar do interesses da masnia provin-
cia e defender at onde for possivel estes inte-
aMflflaH
Ora estando demonstrado qne o contrato de que
se trata nao s vai de encontr le* cuja di-posi-
cao terminante.cct no tmbeme principalmente los
interesses de toda a parte da populacao, a qual
os troperos e os bices levantados erapreza so
lera por lira djfficultar, seno, imposibilitara reah:
sacao de um melhoramento to importante, estara
ou nao a assembla provincial na rigorosa obngacao
de fazer cumprir a lei que ella mesmo promulgou
c arredar os obstculos criados aos beneficios que
para a provincia devem provr da construccao ou
estebelecraento desseinovo e to fcil meio decom-
raunicacao o transportal 1
O Sn. G. Dbummond : Porque aceitou o con-
tratante esse contrato ? ___ .
O Sn. Ayrs Gama : J exphquei bem clara-
mente a razo porque ello aceitou, e sinto bastan-
te que t nobre deputado nao a titesse ouvido. No
meu discurso da sessao passada prove com toda
a clareza que o contrtente nao iraha liberdade de
recusar, porque sabia que se recusarse, aconsa-
quencia era julgar-se impraticavel a direccao dada
pela lei, visto como apezar de sulwencionada nra-
guera se apresentou concurrencia, o portante
ainda mais difflcl era apresentar-se sem as sraV;|
vencoes e auxilios que a lerestabeleceu como cora-
pensacao as difflculdades da direccao por ella
marcada. .. .
Porque se apezar de ter desistido de todas essas
vantagens, elle uo aceitasso esse amargoso con-
trato, ninguem prohiba ao presidente da provin-
cia conceder o privilegio pedido por outromsem as
subveocoes, mas tambera sem obrigacSo dO;seguir
a direccao mareada pela lei, e por esta assembla
reconhecida como de mais vantagens para apopu-
lacao. Essa que a verdade, isso o que esla na
eaoscianciapublica e ae/irova.com a peti?o qne
ao mesmo presidente foi apresen tada ante* de ter
o MU/atante desistido das subvncj5es, mas que
nao fra indeferida o apenas _fle.uu a espera patu-
Sr. presidente : admiti por hypolhese que as
observaces do nobre deputado lenham toda forc,a,
sejam vrdadeiras, e que a companhia dos trlhos
urbanos ou erapreiteiro ueuhuma vantagem pode
auferir sem as alteraooas propostas : por ventura
alguma cousa nos foi requerido ? nos foi pedido
por essa eompaaaiaou eioproiteiro? Como sem na-
da nos ser podido pela outra parte contratante
nica que se podia diter prejudicada, quer o no-
bre deputado assevrar a provincia de mais obr-
gaedes, alini de por em bom recato os interesses
de urna empreza que se julga satisfeita com esse
contrato que o nobre deputado impugna e quer al-
terar?
O Sr. Ayres Gama :Mas se elle nao pode vir
pedir...
O Sr. G. Drummond .Ento sugeite-se as con-
sequencias, tanto mais quando se as desvantagens
fossem para a provincia, .a empreza se ipporia a
qualquer reclamaran,
(Ha um aparte).
O Sr. G. Drummond : Senhores, fui testemu-
nha da maneira porque foi feito este contrato : vi
toda a liberdade, toda a franqueza da parte do
presdeme da provincia, eExm. Sr. baro de Vil-
la-Bella : nao vi esses agentes por detraz da cor-
lina como impensadamente aqu se allirmou; pelo
contrario, o erapreiteiro s nao fez mencionar das
condicoes da companhia do Rocife a Apipncos, as
que He regeitava, emfim vi a lei ser cumprida
belmente.
Era esta, meu Ilustre collcga a occasiao oppor-
tuna de ofterecer duvidas, c nao hoje, quando o
negocio est feito e acabado. (Apoiados.)
Porque razo o omprcileiro nao disse ao presi-
dente da provincia, que as vantagens concedidas
a sua companhia nao eslavam de aecrdo com a
le qne lhe conceda a autorisacao ?
O Sr. Ayres Gama :E elle sabia la disso
OSn. G. Drummond: Como admittir-se lana
boa f ou innocencia em um homem que sabe
cora que condicoes pedio e lhe foi concedido o pri-
vilegio, c a autorisacao a presidencia para com el-
le contratar t Como, tendo elle de tudo scien-
cia ?
O Sr. Aor Cavalcante :E qne de ordina-
rio vai prevenido.
OSr. G. Drummond: Acceitou elle sementan-
te contrato? Porque razo o erapreiteiro (pie ou-
sendo regeitados os additivos do Sr. Ayres, send
o intersticio dispensado a requerjnwute do Sr.
3." discussao do projecto n. 10 deste anno que-
prohibe a congregara* de padres de qualquer or-
dem estrangeira na provincia a excepeo dos ca-
pucliinliosE approvado.
O SR. G. DRUMMOND-declara que votou contra.
0 projecto.
Entra em discussao o pnfeeer da commissao de
constituico e poderes sobre o projecto nao sane-
cionado, que regula as aposentadorias dos ernpre-
gados provinciaes, conformando-se com as razos
da presidencia no sentido de nao se contarcm as
aposentaces as gratifica^es pro labore. ap-
provado por dous tercos dos- membros provin-
ciaes.
Ir" discussao do projecto n. 34 deste anno que
manda pertencer o terreno do engenho Ranha dos
Anjos ao 4. districto de paz da fpevuezia da Esca-
da. approvado c o intersticio dispensado re-
quermenio do Sr. Samuel PontuaK
2.' discussao do projecto n. 39 deste anno que
manda rescindir o contrato feito com Francisco do
Pinho Borges para a factura dos reparos da ponte
sobre o rio Jaboatao.
lido e apoiado o seguinte additivo :
O presidente da provincia lira auterisado a
mandar reconstruir a ponte de Jaboatao, oo cons-
truir nova ponte se assim for necessaro.Carva-
llm Motera.*
O SR. MERGULIIO pede explicaces sobre a
conveniencia do projecto.
O SR. GONCALVES DA SILVA :Satisfazendo
exigencia do nobre deputado vou dar as explica-
cues por elle pedidas.a respeito do projecto apre-
senlado pela commissao do obras publicas.
O contratante Francisco de Pinho Borges eora-
prometteu-so a fazer os reparos da ponte do Jo-
boato, mas quando eslava para principiar esses
mesmos reparos, appareceu urna grande inverna-
da, em consequencia do que requereu presiden-
cia um praso para poder tratar dessa obra. A
presidencia aftendeu a este reclaraaco, conceden-
do o praso de quatro inezes para os mesmos repa-
ros ; mas, antes de fiudar esse praso, maudando o
arrematante os mestres de obras para os compe-
tentes exames.
O Sr. Mkruii.h \o : Para dar principio ?
O SR- GosftALVEs da Silva :Quando trata va o
arrematante de dar principio exeeuro do con-
trato, mandando os mestres de obras examinar,
estes disserara que a obra era muito pesada, que
cualara infallivclmenteoduplo do orcamonto feito.
i Em consequencia disto o contratante requereu
1 presMcOA'ia a resciso do contrato; a presidencia
em vez de deferir esta pretencao nos. termos da
lei, impoz-lhe logo umu multa e concedeu-lho mais
o praso de dous raezes para comeco e concluso
das obras.'
Um Sr. Deputado : Mas nao traba corae-
cado ?
O Sn. Go.ncalves da Silva :Nao, senhor, nun-
ca couiecou.
Em consequencia disto o contratante tornon a
requerer anda a resciso do contrato, Horneando
o governo urna commissao que examinasse o custo
dessa obra que era sera duvida, do duplo do orea-
mente c pedindo o deferimento de sua anterior pe-
tico, isto a resciso inmediata do contrato. A
presidencia, era vez de deferir esla peticao, impoz-
lhe a multa, como j disse, e niandou que a obra
fosse feita por aduiinistraco custa do contra-
tante........
O Sn. Amynthas :0 que nao podia fazer.
O Sr Goncalvks da Silva :Ora, sem ser de-
ferida a segunda pelicao.
0 Su. Meroulhao :Esses documentos foram
presentes comini-so ?
O Sn. Goncalves da Silva :Bem se v que
esse despacho foi urna flagrante inju-lica ; quan-
do iiuilo dissesse o presideute, lindos os dous
raezes, principie inmediatamente a obra, quando
nao, ser mandada fazer sua cusa, mas iuk man-
dar desde logo fazer a obra poradiiiinislraco.ten-
do-lhc j imposto a mulla.
. O contratante, em vista diste, vem esta as-
sembla pedir nicamente a recisao do contrato,
o que de juslica, e a suspensa^ da multa, por-
que a provincia" nada soffreu, nao te ve o menor
prejuizo com esse seu procedimento porque nem
ao menos tinha principiado a obra. A mulla foi
imposte era virtude do art. 7 do regulamonte de
31 de julho de 1866, quando esse artigo diz, que
para se impr a multa necessaro que o arre-
matante tenha dado principio s obras, comee*
,rae uo se deu, porque o contratante apenas ti-
i ______ti .........*..?:., .I. ,,\.i,i., <\ 'ira ft
tilia reunido urna norcao de raadeirav.c ate o
propro director das obras publicas aflrraa este
mesmo fado, que apenas existia una pon; 11 de.
madeiras miudas, o que nao S8 podo considerar
i a presidencia, cmo fui como comeco de obra.
Portante o procedimento da presidencia com
relaco a esse arremtente foi por demas forte a
injusto.
O Sr. Gitirana : O pretendenle nunca reque-
prestacao?
da Silva :Requereu,-por-
I que o engenheiro do districto declanm quo elle
testemuuha, nao referi as desvautagens de que
falla o honrado memoro pelo primeiio districto 1
Nao, senhores, essa innocencia ou smpheidade e
nacreditavel e de tudo isto eu concluo que ha o
raer que seja que se procura remediar, bu-can- reu pagamento da 1.
- Iim, fazer-se censuras a | O Sn. Goncal\ es
d deftS^aaXDelosloeus a^es coltega* rratonle pVrque tembU po poda sr deferida
SJ pSSTSo rec^oentrar^omolem posl- ti ato se rehuse e conseguratemonte t
do-se para conseguir-se o
quera nao merece.
Senhores, hoje nao podemos alterar o contrato
que se discute. ______,.
O Sr. Aires Sama :Nao apoiado.
O Si. gTDiujmmond: Tanto mais quando so-
bre as bases porque foi elle feito foram aos em-
prciteiros concedidas vantagens pelo governo im-
perial. ,
Accresce, Sr. presidente, que o contrato nada
tem de desvantagens para o empreiteiro, porque
foi feito de aecrdo com a autorisacao concedida
para tal Iim a presidencia. E- verdade que nem
todas as vantagens concedidas a companhia de A-
pipucos, foi concedida a de Olinda : mas isto nao
foi infraeco de lei, porque a autorisacao se linu-
tou a dizer at onde podiam chegar taes vantagens
mas nao determinou que todas ellas fossem ex-
pressamente concedidas, sendo do mais a mais o
nico responsavel o empreitejro que sem coaccao
prescindi de al guias, como se verifica do mes-
mo contrato. (Apoiauos.)
O Sr. Ayres Gama : Kntao nao sei para que
vem o contrato aqui.
O Sr. G. Drummond :Para vermos so esta
de accordo com a autorisacao, c se a lei foi cura
prida.
O Sr. Ayres Gama : J demonstrei que nao
5 Sr. G. Drummond :V. Exc. o que demons-
trou foi que a empreza de Olinda nao tinha tido
tedas as vantagens que a de Apipucos ; mas isto
nao quer dizer: primeiro, que houvesse expressa
abrigaco da presidencia para eonced-las ; se-
gundo, que n tussem ellas dispensadas pelo pro-
pro empreiteiro. .
Sr. presieente, vou concluir : o meu juizo nao
pode ser suspeito tratando do presidente de enlao
o Exm. Sr. barao de Villa-Bella. Assisti a este
contrato, e nelle esteu como testeraunha. Parante
est^asserohla e a provincia declaro que S. Exc
nao la rebaxou a. esse papel que alevosamente
se lhe atlrbue; pelo contrario anda urna vea
revoten que na. ppsicao ora que se aehava alia-
monte eollocado, nem descia a esses aclos que o
nobre deputado Ihaquix attribuir, era tarabem
se aparta va da vereda da honra quo costumava se-
guir. (Mudos apoiados.)
Dadas estes explioacoes declaro que voto pelo
projecto tefqual Coi redigido, e contra asalteraces
do nobre deputado.
Tenho dito.
Encerrada .a discussao o projecto approvado,
tinha direito essa prestacao^jnas uo foi defen-
d. Era condiecao do contrato, ou. consequencia
disto* o arrematante requereu, IB8*" a thesouratia
nao lhe pagou, a tbesouraria foaTprmeira a nao
curoprir essa cumcci
Ora, nao tendo a thesouraria pago ao contra-
tante, tendo elle tido o trabalho apenas de reunir
essas madeiras, mas nao dando comeco obra,
como querer-se que eesa obra seja feita por eonta,
do arrematante, alm de se lhe impr multas
E' urna iniquidade. _-
Apenas o que quer a eomiftissao que. fique
rescindido o contrato, e que se restitua a multa
paga pelo arrematante...
O Sr. Gitirana;Em todo o caso, o arrema-
tante, levado por essa opino errnea do enge-
nheiro do districto, suppz ter dado principio as
obras ?
O Sr. Goncalves da Silva :Opioiao errnea,
nao i o contratante achou at que era opraio
acertada, porque dza respeito s suas conve-
niencias. __ _
Um Sr. Deputado :Mas elle nao procuroU re-
ceber com certificado do engenheiro do districto?
O Su. Gomcalvks da Silva :Sim, mas desde
que a thesouraria, avista do certificado, nao sa-
tisfez essa prestaco, a thesouraria foi a primeira
a infringir o contrato.
O Sn. Mkbgulhao :t. Exc. sabe dsso por ter
visto os documentos.
O Sr. Gonqalves da Silva : Eu tenho conhe-
cimenlo exacto do'facto, porque sendo inuuliro da
commissao, ^ive de esluu- o negocio, e soube qne
a thesouraria tinha infringido essa condico do
dontralo.
Portento, acho que o projecto est no caso do
ser acceto por esta casa, e nos nao fazeraos mato
com sto do que exercer principios rigorosos de
equidade.
O Sr. Amynthas ;De justica.
O Sr. Goncalvks da Silva :-No digo tanto.
Coltequeraos a questo neste ponto: a l'f0V1c'*
nao soffreu prejuizo, o contratante gastn aignm
dinhoiro em reunir essas madeiras,. com o queja
leve um prejuizo, mas a obra nao tinha sido oo-
ittecada, o propro engenheiro quemodu. .^^
U>Sr. Deputado : Sobre o cefUjiado me
engenheiro requereu ello o pagamenW pnrao-
nheiro deu-llw o atte*doe e


^^^^^^^M


Diario de Peraambuco Sabbado 5 de Junho de 1869.
*'
ir esse diuliciro ;
las
lo que dcixast^B^
a thesouraria n
Em Ti commissao andou milito em regr*. quando propoz
a resciso do contrato e o Icvantnraento da iiuvia,
porque ama iniouidade o que se pretende fazer Substitutivo ao art. tO presidente da pro-
coutrao petieo:
Encerrada a djattHBo, o projectoapprovado,
bem como o ad litivo.
1' discussao do projecto o. .t\ deste amo, au-
torsando o govcrm da provincia a candar col-
leccionar e publicar as obras do finado Fr. Joa-
quim do Amor Divino Caneca.
E' approvado c dispensado o intersticio roque-
rmenlo do Sr. Gaspar lruinmond.
tGunlinuar-se-ha.)
Ao art. 46.---dipois das patarras : mandar pa-
gar :iccrescento-sc, desde ja a quautia}i:l::tti;t277
pelos cofres da thosonraria provincltl, que a inte
Cao deve de po a Majfel Antonio de Jess.
id! Machado.
i-se o art.
KMEXDAS APPROVABAS NA SEGW.'RA D1SGUS- j Maado.Soares Brandao.
SAO DO Oltr.AUENTO PROVINCIAL. Additivss ao 3 do art. 30
v'iucia mandar pagar desde j os velicime otos a
pe tiverem (reito os professores pblicos de T-
ipi, Ponte dos Carvaiios, Tu mandar e Eojbwz-
laada do Rosarir.ho, assim fome tilico da Praia do* ('.arrien, desde as dattts dos
respeetivat&wrcirios ; assim cont o augmento
dos vonciiilwbs do director da rscola Normal
desdo o principio do exercicio.da-le n. 832, em
cajo art Io foi autorisado este.augmento.S.
R. Aytts Gama. Lopes MacLudo. Soares
Branda.
Supprima-sc o art. 48.Ayres Gama.Lopes
i-\Mailiado.So
Ao art. 5."auginente-se o quantum necessario
para a manutenco de uui aluuiuo pobre. Fran-
; Tavora.
Ao art. 8. 1.-aeerescentc-so no fime S.
Jos da Corea Grande.-Felisbino.
Ao !. do art. 8.accrescente-se e Pasmado
na freguezia de Iguarass, augmentada a verba.
A minio Tarares.
Ao art. 8.augmento-se o quanto for necessa-
rio para a cadeira do sexo femioino do povoado de
Nazareth.S. R.Reg barros.
Ao 1." do'art. l;idiga-se crcpregados Indu-
lta a quantia de 712joO a Candido Emgdio Pe-
reir Lobo, do ordenados alrazados como goarda
da estrada de Pod'Albo45:742^000.Felisbino.
Amoral e Mello.Eduardo Pina.
Ao 4. do art. 14accreseenle-se --2:000 OOO
para as obras da nutria de Garuar.S. R.-Mi-
gad Amorirn.
Ao art. i i supprima-seo JLe ao 5 6.m
lugar de 200:000000-diga-se 52O:O0Oy0tX.-S.
R.f. Drummomd.
Ao 4. do art. ll-r-aeeireseente-se dous eolitos
de res para as obras da matriz de S. Beato.& R.
Miguel Amorim.
Ao 4. do art. 14pasa a es pulla de Santo An-
tonio de Itamb-l-.OO-SOUO.S. R. Arminia Ta-
tures.
Ao ? 4. do art. 14um cont de ivis para as
obras'da matriz da freguezia de Nossa Senbora do
O'da comarca de Govanna.Arminio Tarares.
Ao 4. do art. 142:M0000 para a coberta
da matriz de Iguarass. Lopes Machada.
Ao 4. do ait. 11accraseente-sc sendo 2:000 J
para as obras da igreja da matriz de Nazarelli. i
S. R.Amoral e Meti.Eduardo Pui,
^ 4. do art. 14diga-se 2:00000para as
obras da matriz do Cabo, e 1:0U0000 para a igre-
ja de Nossa Senbora do Livramento da mesma fre-
guezia.S. R. llego Barros.
Ao*g 7." do art. 14 aecresoento-se V.OOOaOOO
para "desapropriaeo dos teweuos adjacentes ao
Riacho Natuba alagad i pola represa d'agua potare!
para dado da Victoria.S. i\.A>aujo Beltrao.
Ao art 14para as obras da.igreja de S. Sebas-
nao da villa de Bonito1.0GW800. Epamiimn-
das.Miguel Amorim..
Ao art. 142:0005000 para as obras da capaila
erecto na povoajio Nova Cruz, outr'ora deiiomi
nada Mara Farinha freguezia de Iguarass.Ar-
minio Tutores.
Aoart. li-aecrescente-se mais fcOO-jOO para
realisacao.da le n. 740.S. R.Aull Cavalcanti.
Ao 6..do art 14 = accrescente-se 3:000000
para cooaniccio do acode de Nazareth.Emuro
Coutinho. Soares Brandao.
Ao 6*.do art. 14accrescente-se 10:000,5000
para a ponte sobre o rio Una entre as freguezias
de Una o^reiro*.FdisbiiioMerg>.tUuoTibur-
tino NogKfirc.
Ao 6. o art. 14accrescente-se2:000*000
para as obras da igreja de Nossa Senbora das
Necessidades, da Casa Forte : 2:0004000 para as
obras do recolhimento do Iguarass : 1:0004000
para as obras da rapella.de Nossa Senbora do Ro-
sario, de Iguarass : 1:000000 para as obras da
igreja do S. R.nn Jess dos Pobres Afflictos. de.Na-
zareth : 1:0004000 para as obras da igreja de S.
i-n5i, da azarelh : 1:0004000 para a igreja
do Livramento, de Pao d'Alho : 1:0004000 para a
igreja do Amparo, deGoyanna. .l/ai e Mello.
Anninio Tacares.
Ao art. 14 6.para execucao do art. 20 da lei
n. 813G:000300t..Tiburlino NoHera.J. Aires
!/> i jiiihOo Frlisbiuo. Aran jo BeltraoSamuel
Pont nal.Awliv.-r-Barao de Unu.=Edardo Pina,
liego Barros.Jos Gitirana. Miguel Amorim.
Epummondus.Jansen.Ermffo Ccmtinko.
Ao J 6." do art. l e mais 2:0003000 para una
bomba na ra el!a,.da cidade do Recife.S. R.
II. Drumninnd.
Ao I G. do art. 440 mais 0:000,5000 coni o
oi'olongamonto do atterro que se acha junto a pon-
1 do pono do Podras, cui Sernhaem.S. Ti.H
Orvmmond.
Ao 6. do art. 14e mais 2:000.3000, para a
'Insau do concert da, igreja de Nossa Senhora
Rosario, que tem uVj Servir d; matriz em Seri-
n.S. R.t. 'Srummond.
.Ao ^' 6." do art. 14acc.rescente-se, para desap-
propriacao no lugar LajrisrSo, da Casa Forte na
da do Montetro 4:0004000.Soares Bran&lo.
-Avies Gama.Lopes liuciuu'.o.
Ao 3 0. do art. 14inclusive a quantia de......
:300*000 para pagamento dos adiamntenlos das
obras da matriz de S. Ios nesta cidade.S. R.
fachado,
Ao 6." do art 14eeres>wto-se i.OOOSOOO
i o enea menlo d'agua potavel para o povoa-
I > do iinlio.S. R. Epaminondas.
Ao art. 20 do cap. 7."aeeresrente-se, e mais o
quantum nc'essario para a collocain de 20 lam-
peos p.ua aceite, na cidade de Garuar.8. R.
JKfiui dmtarim.
Ao art.t'Oem voz do I2S3 diga-se 1280 lam-
peo..-, sendo 27 para continuaeao da luminacao
da estrada pe Joao de BarMn at a enrruzilua-
da i-!c. etc. como no artis.i899:iOOS. R.
Agres Gama,Soans Brandao.jopes Madiado.
Ao cap. 20accrescciile se mais 50 lamo des
para a Huiuinaco da pon) de Uclia at a po-
Toaeao do .MonteiVo.Amaral e Mello.
Ao art JOaeerosccnlec 8 laaspedes pra a
ra do Ouro, c 4 pira travessa de Joao Fernandes
Vieira 8. %.rEp:oiii:oidas.GonceAves da Sil-
a. E. Pina.
Aoart 28-J 3.>- accrescentc-so ms 1:0004,
lo 5004000 para as alvas da igreja de N. S.
-13 Soledade, en Goy;nina, e 0040O0 para as al-
fjM de que nef.cssitoa mesma igreja. Gon^alves
da Silva.
Ao art 33em lugar do 8G000 diga-se......
1:2O04o00.t. DrwiurMd.
Ao 2." do art, J.-oih voz de 6, diga-se 10 0/0
S. R..4. Gama.=Soares irando.=Lopes Ma-
tiado. ,
Ao art 33 2 I. om voz ,1o 3 W, diga-se
4 0/0. -Silva Ramos.
Aoart. 40 exerejeios lindos !4G:3VT>83I.
Af/rts Gama.=Soar$ Brandao. Lopes Machado.
Aoart. 40na tabelladle exei'ciek lnDcs ac-
crrseeDte-ie 204300 que so deve a praca do
corpo de polica destacada no sul do imperio, Se-
bastiao do Souza Ribeiro.fi. Rumos.
Ao art. 41para compra e comeen da impres-
sao das obras do commendador Antonio Joaquim
de Mello, de que trata a lei n. 831 de 22 de mato
de 18C8. 6.0004000.Paco d'a-wirmWa provin-
ial ile Pernambueu 31 de maio de 1869.Amaral
f Mello.Felisbino.Franklin Taoora. Cicero.
-Cairalho Moura. E. Pina. Merguihao.'
fontoal./ipes Machado.Janse e Castro.
Ao art. 4l.---augmente-se coni o* Drs. Fran-
cisco de Paula Saies e Joaqnim Pires Machado Por-
tel!* 8:0004000Amarai e Mello.
i. A parte que falta correr da lotera concedida
em favor-das obras do hospital da ordem teroeira
de Nossa Senhoi a do Carme do itocife.
2. 1 -na parto da lotera concedida para as obras
da matriz de Gamelleira.
3.a-Meta dem dem dita ds matriz de Jaboa-
tao.
4.a .dem dem dem dita da igreja de S. Oon-
calo (Recite).
5.a dem ideni dem dita da Soledade (Recife).
6." dem dem dem dita do-Guadalupe (Olin-
da). _,
7. JJera idem matriz de Sossa Senhora do O
(Goyanna).
8. dem dem igreja de S. Joli de Abren de
Unii.
9.a dem idem idem Conceicao dos Militares.
10. dem idem idem Nossa Senbora do Amparo
(Govat>si.
11. Idem dem idem (Dunda).
12. dem idem idem Nossa Senhora do Livra-
mento (Pea d'Alho).
Ll. dem idem idem (Santo Anto).
l. dem idem matriz de Garuar.
15. dem idem idem S. Rento.
16. dem idem idem Agua-Preta.
17. dem idem igreja de Santo Amaro das Sa-
linas (Recife).
18. dem idem dem (Serinhiem).
19. dem idem Santa Cruz (Reeie).
20. dem iden idem Nossa Senhora das Neces-
sidades, na Casa-Forte. .
21. dem idem idem Santo Antonio, de Itambe.
22. dem idem irmandade do Senhor dos Passos
Corpo-SaHtc).
23. dem idem idem Rom-Parto (Olinda).
24. dem idem idem Sant'Anna (da Madre de
Dcus>- ... ,
2o. dem idem igreja de S. Sebastian (villa do
Bonito).
26. dem dem recolhimento de Iguarass.
27. dem dem matriz da Escada.
28. dem Wem ilem Vanea.
29. dem idem igreja do Rom-Jesus (Nazaretli).
30. dem idem capella de Nossa Seetora de a-
zarelh (Cabo).
31. dem idem idem da Conceicao de Rehe-
r be.
32. dem idem idem para auxiliar a impressao
das obras de Antonio Joaquim de Mello.
33. dem idem capella de Apipueos.
34. dem idem matriz de Ruinue.
33. dem idem idem Villa-Relia.
36. dem idem Nossa Senhora do RonnConselho
(Rrejo).
;i7. Idem idem matriz de Gravata.
3^. Das obras do patrimonio da igreja da Roa-
Vi a geni.
30. dem idem idem Rosario (Iguarass).
40. dem idem idem idem da Roa-Vista.
41. dem idem matriz de Flores.
42. dem idem capeila do Nossa Senhora da
Conceicao em S. Seraim de Flores.
43. dem idem idem dos Novicos da ordem ter-
ceira do Carino (Recife).
44. dem idem matriz de Ingnzeira.
,45. dem idem igreja dos Marlyrios (Recife).
46. dem idem idem Estancia (Recife).
47. dem idem matriz de Allegados (Recife).
48. dem idem igreja do Carmo (Olinda).
40. dem idem idem Nossa Senhora do Terco.
50. Con vento da'Carmo de Goyanna. Soares
Di mdao.topes Machado.Ayres Gama.
sumir que, na falta de distraejes que ha n'estt
cidade, eejam os espectculos do Alcacar concorri-
los. o [wr tanto produza lucro a empieza.
De mais, devendo o edi lirio poder eouter 600
pessoa?,.faeil se torna calcular o producto prova-
vel dos espectculos, e d'ahi,.pelo balance com a
dspota, determinar o lucro liquido, e consequen-
teniente a tasa de juros para o capital einpregado.
Os lugares, como no peral d'esses estabelecimen-
tos e particularmente no lia, devem ser de duas
cathegariaa e preces ; assim, pos, tomando a me-
dia deA60 lugares ominado*, e calculando como
fgddjftinedia oOOOOO, nao se tem exagerado.
Aa%oiB]ianliia que trabalhar no Alcacar poiler
Jar durante 6 meses 70 espectculos que a 500j
dio uuia renda bruta de 3j:t60OOO.
Admitamos que a Colha dos artistas, illamina-
eo, omsiea, porteros, ele. Ote, etc., determinen)
urna despeza de 3:500OOmensaes ; leremos, ba-
lanceando, um lucro liquido de 2:000300 na es-
tacao tlieatral ; o que conyjsponde 8 e 1|3 por
eiito ao auno para o canil 11 de 2i:00000 em-
lircgado na factura do sdilieio.
Note-se que calculamos pm- um mnimo rasoavcl
a receita, e por um mximo avantajado o compu-
to das despezas.
Note-se ainda que nao cojiiprehendemos no cal-
ruto o. lucro lquido quedeveiuproduiir os objeclDs
de caf o casa de bebidas, que serao servidos aos
frecuentadores, mediante aoonipetonte esportula ;
noa lio pouco nos auxiliamos da leuda provavel
que deve produzir o edificio nos outros 6 mezes do
auno, quer n'elles fuuccione a companliia do Sr.
l'oppe.quer seja elle alugadc outros artistas que
all auiram trabalhar.
A vista disto julgamos a operacao especulativa
de alguina vantagein para aquelles que n'ella to-
mareui parle, sem contar o banelicio que resulta a
eapitalcom acdilica^aodo Alcacar.
TRILHOS KIlBANuS.Qnaudo voltava o trem
especial do Poco para o Recife, aps o espectculo
de qnarta-feira, a 1 hora da Botte, abalroou e des-
pedadou, no Cavatobo Noto," o banco da estaeao
que um ou mais malvolos atravesaaram no l-ito
da estiada. Felizmente nada soffrou o trem, alm
de um pequeo choque. E' at onde pode chegar
a pervorsidade humana, |wr um gracejo talvez por
em risco muitas dezenas de pessoas !
CLtf RADICAL.Amanhaa, pelas 41 horas da
mnlia, haver conferencia publica no salan do
Club Pernambucano. A conferencia versar so-
bre a seguinte parte do programma da Idea Libe-
ral Recrutamento por sorteio sem distinecao de
classes.
E" orador o Sr. Dr. Gervasio Campello.
NCLEO PHILOSOPHICO L1ITERARIO. Reu-
ne-se amanhaa, pela primeira voz este anno, aquel-
la sociedade, composta de mocos estudantes de
preparatorios.
Sea lim disentir Rieses pbilnsophicas, litlera-
rias e histrica'. Fazemos \otos para que esta
.issociacao consiga os lins que visa, como e de es-
penar-de mocos que se dedicam ao esludo das ma-
terias do dimito.
DOUS DE JULHO.Amanhaa deve ter lugar,
no palacete do largo df S. Pedro, as 11 do da, a
reuniiio des socios da sociedade patritica Dous
de Julho, lim de proceder-so eleieao dos func-
conarios do anno prximo futuro, de conformida-
de com o art 19 dos respectivos estatutos.
01 secretario, o Sr. Benigno Dantas de Brilo.
convida para essa rcuniiro todos os lillios da pro-
vincia Ha Rabia, que quizerem fazer parte da so-
ciedade.
LOTERA. A que se acha venda a 108, a
beneffcio da matriz de Flores, que corre hoje.
REVISTA DIARIA
ASSEMBLA PROVINCIAL.Xa sessao de bou-,
tem a assembla anprovoa em ir discussao o pro- o** o Sr. tiarao de Nazareth para o mesmo Qm,
.erno a contratar sendo logo espedido o ollkio de convite.
CHR0MCA JlWIARl.i.
rillIU 'X1L DO COHMERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 3 DE
JilNHO DE 1869.
PRESIDENCIA D) EXM. SR. UESEMUARGADOR ANSELMO
FRAMOSCO TERETT!.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
tados Miranda Leai, secretario interino, barao de
Cruangy supplente SLcitao, o Exm. Sr. presi-
dente dclarou aberta a sessao.
Lida, foi approvada.a acia da sessao de 31 de
maio ultini'.
EXPEDIENTE. ..
Officio do Sr. deputado suppknlc Autotiio Jos
Leal Reis, que fra convidado para tomar assento
no tribunal dnrante o impediaienl do Sr. deputa-
do Rosa, declarando que em eniujoquoneia de seus
al'azeres nao pdia acceder o convite, que Ihc
Tora dirigido.Rjsolveu o tribunal que so eonvi-
fallida de Antoaio Jos de Figueiredo, appellado
Francisco Jos de Oliveira Jnior ; ippellaate Joa-
2uim de Azevedo Maia, appallade Jos Antonio
b Almeida Guimaraes; appeftante Joaquim Ar-
eenio Cintra da Silva, appellados os adminis ra-
dores di massa fallida de Amorim, Fragoso, San-
tos 4 CAdiados a pedido dos Srs. deputados.
l'ASSAGEiNS.
Do Sr. desembargador eis e Silva ao Sr. de-
sembargador Accin : appellanto Joaquim da Cu-
nha Metrekes, appellados os orphaos fllhos de
Joao Cavaleante Accioli.
Do St. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gadM*fceis e Silva : appellantes os.aiiininistrado-
ce-: da Maesa fallida de Antonio Jos de Figueire-
do. appelkdo Antjnio Pereira de Carvallio.
DISTItlllUICOES.
AdTSr. desembargador Reis e Silva : appellanle
o coronel Jos Carlos Teixeira, appellados Olivei-
ra Filhos & C.
Ao Sr. desembargador Accioli : appellantes o-
admiuislradores da massa fallida do Jus de Cass
tro Redoado, appellado Joao Alvos Pedroso.
Ao Sr. desembargador Silva Quimaries : ap-
pellantes os administradores da massa fallida de
Jos de Castro Redondo, appellado Jos Alvos da
Cruz.
Nada mais houve, e encerrou-se a sessao a
urna hora e meia da tarde.
. FrefPe

S. Fref Pedro Soc;,
mnra, 11 de marcllde
do Recife. Paco da>a-
1800.Barao dajiuri-
jecto numero, que aulonsa o gov
rom Adriano Xavier Perira derito o estabeleci-
mento nesta cidade de urna casa para banhos sal-
gados, dispensado o intersticio requerimento do
S%p l? P.Kitiibn Aro 9 a ,Moeoil:i riiTi'ree.ift.i em 3
Ao art. 41 aeerescento-se mais 5:0003000
para a publicacao das obras de t'rei Joaqnim
do Amor-Divino Caneca, indusivo o pagamento
le quem colleccionar taea obras e se encarre-
gar da lyi.ographia.---S. R.--6; Drumniond.
Aoart 41. acerrescente-se >:000j'100 para
a publicacao do diccionario botnico br tsilero de
Joaqui n d Alinala jnU}.-~S!e3 Rmos.
Ao art. 44 e por cada esirangeiro que mascatear na provincia,
com lazendas, miudozas, qnimiuiibaras 9 outros
semclhantes.S. .M. Amorim.
Ao 2diga-seSOOOO pof isa di modas
de qoalqner especie.Amam o Mello.
,niTii* aeeresi"enle-sc ^^dOOO de mulu ao
tabelliao ou escrivao que passar escripturas de
compra ou -venda de escravos sem bilhete do cor
retor, salvo qnandV. a venda for feita pelo proprie-
tano.Lapes Machado. *
Ao g 23 do art 44 fabricas de rap nesta ei-
dme.---lj>pes Madiado.
additvo lio art 44 | tfoo por oitava de
ouro exp irtido em obras usadas, loo por dita
de prata, dem dem, 120 rs. por libra de cobre
dem idom, 100 rs. por dita de bronze o latan
idmi idem, 80 rs. por dita de chumbo dem ideni
S. B.Ayres Gama.Soares Brandao.Lemes
Machado. r '
A> art. 44-accregMnle-M U4000 por cada
, sayeiro, cairaia n babeira, etnpregados no
porto d'esta cidade. Soares Brandao. Ayres
t*ma.Lofts Machado.
Sr. E. Coutinbo ; em 2" a emenda offerecida em 3
ao projecto n. 71, que transfere o dia da abertura
da assembla provincial; em 2* o de numero, que
manda pertencer freguezia de Caruarti, o districto
de Alagoas dos Gatos, dispensado o intersticio re-
querimento do Sr. Machado; em 2a a emenda apre-
sentada em 3a ao projecto n. 52; em 21 a emenda
ao de n. 47. que manda admittir no gymnasio, como
pensionista do govemo.a Manoel Francisco Cordeiro
Netto; em 3' o den. 43. que autorisa o governo a
despender quantia de 20:0003 cum aJibertacaodo
maor numero de creancas do sexo femenino; cin
3* o de o. 76, que coacede a cathegoria de Io cs-
erlptorio da tiesoncaria provincial ao oilicial do
contencioso daquella, reparteao; em 3' o de n.
11 de 1868, que crea urna cadira de primeiras let-
tras para o aexo femiiiino na povoaco da Luz e
outra em Duarto Dias.
Approvou mais em 21 discussao o projecto n.,
que concede um abate a Antonio Marques da Su-
va, dispensado o intersticio requerimento do Sr.
Machado; em 2- o de n. 20. que autorisa o gover-
no a contratar com Andr Porto o_o hacharel Ze-
ferino de Almeida Pinto a eollocacao de trilbos de
ferro eas ras docta cidade, dispensado o inters-
ticio requerimento do Sr. Ayres Gama ; cm Ia o
de n. 69, que autorisa o goverpo a mandar cons-
truir urna estrada que passe pelos povoados da
l'iedade e Venda Grande a encontrar-sc na do Ca-
bo no lugar dos Prazer.es, dispensado o intersticio
requerimento do Sr. Gonca o de n., que concede duas loteras para factura
do eemiterio da povoaco de Gamelleira ; em 1J o
de n. S'o, que altera os limites da freguezia do Rom
Conseibo, dispensado o intersticio requerimento
do Sr. Machado; em 2* o de numero, que suppri-
me os lugares de advogados e cirurgioes de- toda*
as cmaras, cxccpcao dos da capital, fallando
contra o projecto os Srs. Gaspar Druminond e Soa-
res JBrandao, e a favor os Srs. Bego Barros e Mi-
guel Amorim, d spensado o intersticio requeri-
mento do mesmo Sr. Amorim.
Entrando em 2' discussao o projecto n. 53, orea a receita o lixa a despeza das cmaras da
provincia no futuro cxercieio, approvou todos o*
s^au-i artigos, tendo sobre elles fallado os Srs. Mi-
guel Amorim, llego Barros, Machado e Felisbino,
dispensado o intersticio requerimento do Sr. Ar-
nnio Tavares, sendo ofierecidos alguns artigo* ad-
dilivos ao mesmo ornamentos, os quacs foram ap-
provados.
A ordem do di a para a sessao de hoje, alm das
materias antorioi'unte designadas, a 1* discus-
sao dos projecto.; os. 70 e 78, 3' dos de na. 20,32,
42, 49,33, 59 e 06. c 2' do de n. 77.
Para a eommissio que tem de apresentar a
nunisfcslacao da assembla provincial ao Exm.
Sr. viseonde dullerval, for3m nomeados os Exms.
Srs. : Marocha! de campo Polydoro da Fonseca
Qiiintanillia Jurllii, coronis Manoel da Cunha
Waoderley Lins e Francisco Pnheiro Guimaraes.
Para a que tem de apresentar igual manifesta-
cao ao Exm. Sr. Vsconde de Itaparica, foram no-
meados os Srs. eouselheiro M. P. de Souza Dan-
tas, Dr. Pi'dro LeSo Velloso o Dr. Francisco Muniz
odrde Aragao.
AUTORIDADES POLIAES.Por deliberacao
do 3 do correte, foram nomeados: Jos Possoa de
Mello, Joaquim Symphronio Afonso de Mello, e
foo Moreira Barros, 2o, 3 e 4o supplentes do
subdelegado de Campo-Verde, no termo de Bar-
reiros.
Foram a rubrica os seguimos livros :Diario
de Veras 6e Barbed.Diario e Copiador de Joa-
qnim Lopes Machado A C.Diario de Salgado &
Noves.Ide n da Companhia dos Trilbos Urbanos
do Recife a Olinda.
DESPACHOS.
Requerimento d Salgado Novspara re-
gistrar-se-Ihe o seu contrat eoeal.Vijla ao Sr.
desembargador fiscal.
Dito de Francisco Rbero Guimaraes e Fran-
cisco Torres da Costapara regislrar-se-lhes tam-
bera o son contrato social.Vista ao Sr. desem-
barrador fiscal.
Dito de Jos Mara Pedroso Lima e seu innao
Joao Pereira Pedroso Lima, para igual fim quan-
to ao distrato social sob a firma de Jos Mara
Pedrozo Lima.Vista ao Sr. desorabargador fiscal.
Dito de Jos Joao de Amorim, Manoel Marques
de Amorim, Jos Joao do Amorim Jnior e Ma-
noel Joao do Amorim Sobrin'.iopara sa averbar
o registro de stu emirato social no sentido de
que, nao obstante bavor fallecido o socio Manoel
Joao de Amorim, contina a vijorar o dito con-
trato com o mesmo capital de 600:0902000, oas-
sando a ser de 480:0000:H) em vez de 240:0005
o capital do socio coraraanditario Jos Joao d
Amorim, .iddicionaiido-se-lhe urna providencia
para o caso de fallecer mais algum dos assoca-
dos.Haja vista ao Sr. desembargador fiscal.
PAPE QUE SR ACHAM ADIADOS.
Autos de rehabilitacao de Jos Francisco Bran-
dao.Continuara adiados.
idem idem de Joaquim da Costa Maia.Conti*
auara ainda adiados.
Matricula de Joaquim de Souza Ferrara.Ain-
da lieou adiada.
Papis relativos a eleieao dos"ti.embrog da jun-
ta dos corretores.Ainda iearam adiados.
Nada mais havendo atratar-ae, e dada a hora,
11 1/2 da manha, o Exm. Sr. presidente encer-
rou a sessio.
SESSAO JDICIARIA EM 3 DE JUNHO DE
1809.
PRESIDENCIA^ DO T.\H. SU. DESESIBAROADoR A. F. PE-
RETTI.
S retorta, Julio Guimaraes.
Ao meio oa decla-ou-so abarla a sessao, estan-
do reunidos o Srs. desembargadores Silva Gui-
maraes, Reis e Silva e Accioli, e os Srs. deputa-
dos Miranda Leal, bario de Cruangy e supplentes
S Leitao e barao de Nazareth.
PROJECTO DE ALCACAR.Consta-nos fue Mr
Popp regente que foi da oacbestra da companhia
de Bouffes Parisii nses, que iiltiraaraente aqai es-
teve, trato mui sri mente de estabelecer um Caf
Cantante, pelo raudo c forma dos da Europa e Rio
de Janeiro, eriginJo para isso um edificio especial
Vfua da Florentina.
Con-ta-nos mais que se achara oreadas ein
24:000000 as obras necessarias de construccSo e
decoracao do edificio, o que o Sr. Poppe trata de
organisar urna companhia para levar effeito se-
melhante projecto.
O numero de accionistas ou de acedes deve ser
8n, sendo por tanto as acc6d3 de 300J000 eatt
Urna.
Cada accionista, alm do lucro proporcional, que
Ihe deve tocar da receita lquida do estabelecimen-
to, gosar de entrada gratis p ira ot espectculos
durante um anuo.
Como se v, essa nova projeetada omprew pa-
rece offeivcer algumi vaatagem, por que 6 de pre-
Lida, oi approvada a acta da precedente
sessao.
Foi lido o oficio datado de hoje do Sr. deputa-
do supplente Antonio Jos Leal Res, comrauni-
cando qne cm consequenea dos seus afazeres
nao pode tomar parte nos trabalhosdeste tribunal,
no impedimnt i do Sr. deputado Rosa. E o Exm.
Sr. presidente, na sessao administrativa de hoje,
ordenou que se convidasse o Sr. bario de Naza-
reth.
ACCORDAOS ASS.'GNADOS.
Appellanto Manoel de Carvalho Moura, appella-
do Manoel Ribeiro Haos; appellantes o Dr. Ma-
noel de Figueira Fam e outros, appellado o Dr.
Gabriel Suaros Raposo da Cmara.
JULOAMEN
Juizo especia] do commercio : embargante em-
bargado appellante appellado autor Jos Fernan-
des Gomes, embargantes cmkaigad a mellados reos Joao Evangelista de S e nutro ;
jnizes os rs. Silva Guimaraes, Reis e Silva, ba-
rao de Cruangy e Miranda Leal.Desprosados o-
embargos, sendo votos vencidis o Sr. desembar-
fadur Silva Guimaraes quanto competencia, e o
r. desembargador Reis e Silva quanto a-ndem-
aaco-
Juizo municipal e do commercio de Macei,
provincia das Alagas : appellantes Silva Leio dt
C, appellado Antonio Domingues Ribeiro Lima;
juizes os Srs. Reis c Silva, Accioli, Miranda Leal
e barao de Cruangy.Ordenou-se urna doligencia,
sendo voto vencido o Sr. Miraud Leal.
Juzo municipal e do commercio do Pilar, pro-
vincia das Alagas: omb >rgante appellada auto-
ra D. Paulina Areias de Godoy, embargados ap-
pellados reos o adoinislraunres da massa fallida
do Antmio Jos da Fjguoirlo; juizes os Srs.
Reis e Silva, Accionvbarao de Cruangy e Miran
da Leal.Despros idos os embargos com o voto
do Exm. Sr. presidente, sondo votos vencidos os
Srs. Accioli e Miranda Leal.
Appellante o barao daJIerafca, appellado Braz
Carneiro Leao- appellante Francisco Ferreiraj
Novaes, apiieliade Joaquim Jos Pereira da Cu-
ana; appei antes os administradores da massa I
CMARA MUNICIPAL.
PRIMEIRA SESSAO ORDINARIA AOS II ftE
MARCO DE 1869.
PBESIDENCIA DO EXM. SU. BARAO DE MURIBBCA.
Presentes os Sjs. Dr. Souza Leao, Dr. Seve,
Dr. Barros Brrelo, Dr. Costa Jnior, Dr. Mo<-
coso, e Reg e Albuquerquc, faltando con cansa
os mais senhores, abrio-se a sessao, o foi lida e
approvada a acta da antecedente, visto nao tor si-
do quando escripia, por falto de numero.
L-se o segunte-
EXPEDIENTE.
Um officio do Exm. presidente da provincia, de
2 do correte, dizendo baver expedido ordem na
mesma data, capitana do porto, para que os res-
pectivos donos desmanchen!, como foi determinado
por aviso do ministerio da marinha, de 10 de fe-
vereiro prximo lindo, os dons entraos de peixe
que no anno passado construiram dentro do reci-
fe, no porto desta cidade, cima da praia da forta-
leza das Cinco-Pontas, recommenda cmara que
nao conceda licenca para cunstrneco de seme-
Ihautes enrraes, atiento o prejuizo quedelles resul-
ta ao referido porto, bem como da abundancia de
lixo aiirado ao rio, o que a mesma cmara far
evitar.Inteirada.
Outro do mesmo, de 4 do corrente, recommen-
dando cmara que, apenas terminar a apuraran
geral, a que deve proceder no dia 2 de abril pr-
ximo, dos votos para depulados assembla geral
legislativa, a vista das actos parciaes dos collegios
cleloraes, que compdem o Io districto eleitoral,
faca com urgencia expediros respectivos diplomas
ans eletores, c envi por intermedio da presiden-
cia a copia aulhentica da acta da sobredita apara-
cao geral.Que se cumprisse.
Outro do mesmo, de 4 do corrente, declarando
em resposta ao da cmara, de 11 do mez passado
sob n. 5, em que reprsenla, de accordo com o pa-
recer de sna commi-sao de edificacoes, a respeito
dos inconvenientes que se dan, para na praca das
Cinco-Pontas e no local concedido pela cmara
transada ao Instituto Archeologico, c.rigir-se un
monumento histrico, visto estar-se all construi-
do o edificio destinado eollocacao das bombas de
esgto da companhia dalimpez e asscio da cida-
de, que quando a presidencia permttio esta
companhia levantar no dito ponto aqnelle edificio,
ignorava a concessao feita da referida praca para
outro flm; convra, para se poder tomarqualqoer
deliberacao, que nao accarrete prejnizo ou pedido
de indomnisacao por parte da companhia, que a
mesma cmara informe: 1 se para a concessao
de parte da prace ao Instituto precedeu approva-
cao do governo, e quando foi ella dada ; 2o se ha-
ver irapossibilidade de I'tear no mesmo local o
monumento prjectado etc.A' commissao de
edificacoes.
Uma'peticao com despacho da presidencia, man-
dando informar, na qual Jos Jacome Tasso e ou-
tros proprietirios e moradores da freguezia d
Poco da Panella, pedem providencias acerca da
escavacao que, para o tirainento de ara, se faz
margem do rio daquella freguezia.A' mesma
commissao.
Ura officio do capitao do porto, cora despacho da
presidencia, mandando tambem inlormar, e rec >m-
mendando tome logo as necessarias providencias
para execucao das posturas na parte relativa ao
asseio e limpeza desta cidade, on formalando aj-
gumas que regulem esse servico, se ainda as nao
h.iuver ; nesse officio representa o mesmo capitao
do porto sobre o lancamento de lixo e entnlnos
nos eaes, principalmente nos do Apollo, ('apibari-
he, 22 de Novembro, da Aurora, e Forte do Mattos,
o que milito deteriora o porto o embaraca o em-
barque e desembarque, e pede providencias nao so-
para ser retirado o entulho existente nos referidos
caes, como para que nao continu tal abuso.
Que se informe presidencia que, a cmara toma-
r em consideracao o pedido do capitn do porto.
Outro do secretario do governo, de 6 do corren-
te, communieando de ordem de S. Exc, e em res-
posta ao officio de II de fevereiro ultimo, qne se
exuedio ordem na mesma data ao chefe da repar-
licao das obras publicas, para mandar atterrar n
pequeo alagado, de que trata o citado officio.
Inteirada.
Outro do inspector da allandega. dizendo ter si-
do autorizada pelo ministerio da fazenda cons-
iruccao deuma nova gHarda-raoria noe*paeocom-
prehendido entre o edificio da mesma alfandega e
o trapiche denominado do Algodo, que um pro-
prio nacional, julaa conveniente fazer chegar ao
conhecimento da cmara, afira de que, de accordo
cora ella.se po-^a levar a elTeto essaconstruccao.
Ao pngenheiro confiador.
Outro do director da reparlicao das obras pu-
blicas, communieando haveroxm. Sr. presidente
da provincia decidido que se procedesse, de accor-
do cora a cmara, acerca do fechamento das duas
aberturas existentes no muro do quintal ao sul do
Gymnasio ; roga mesma cmara que se digne
einitlir a sua opinio a respeito etc.A' commis-
sao de edificacoes.
Oulro do mesmo, declarando que tendo tomado
na devida consideracao o que a cmara represen-
toa em ofilcio de 11 de fevereiro ultimo, relativa-
mente a abstruccao era que se acha o cano geral
da ra do Nogueira, o que impode o eseoamento
das afilas essa ra e das adjacentes; mandou
examinar o dito cano pelo enjgeaheiro ajiidant>>
daquella repartilo, o qual informim que o interior
do eano nao se acha obstruido, mas impedida a
sabida do lado do mar, pelo lixo gue all aecumu-
la, pelo que Ihc parece que mesma cmara com-
pete chamar a attencao do respectivo liseal sobre
este tacto, impedindo que se faca accumulacao de
lixo na boeca dos canos.Que se recomraende an
fiscal faga desobstruir a bocea do cano, o nao
cononta que se lance alli lixo.
Outro da mesa regadora da irmandade do Se-
nhor Bom Jess dos Passos da igreja matriz do
Corpo-Santo, convidando eamara a acompanhar
a trasladacao da mesma imagem, daquella igreja
para a do Carmo, no dia 11 do corrente, s 6 ho-
ras da tarde, e no da 12 s 4 hora-, a procssao
que tem de sabir do dito convento do Carmo para
a citada matriz.Inteirada.
Outro do administrador do eemiterio publico, re-
metiendo o inappa dos enterramentos feitos na-
Snclle estabelecimento, durante o anno prximo
ndo, como Ihe fura exigido.Inteirada, satisfaca-
se a reeommendacao da presidencia.
Outro do mesmo, eonimunicando que por officio
do Exm. hispo diocesano, de 7 do corrente, prohi-
bi elle de ser sepultado no eemiterio publico o
general Jos Ignacio de Abreu Lima, o que a-sim
cumpro em visto do art. 88 do respectivo regla-
mento.Inteirada
Oulro do engenheiro cordador, informando so-
bre o que pedo o inspector da alfandega, relativa
mente a construccao de urna nova cuarda-moria,
no esnaco comprehendido entre o edificio da mes-
ma alfandega e o trapiche do algodao ; emilto a
sua opinio a respeito. e junta a planta indicando o
lugar.& commissao de edificacoes.
O Exm. Sr. presidente declara cmara que o
lugar de contador se acha vago, e convm pre-
ench-lo.
Em seguida procede-se a votacao, o nomeado
com seis votos o cidado Emilio Americano do Re-
g Cazumb, tendo splente um o eidado Lydio
Mariano de Albuquerque.
O Sr. Dr. Suata Leao pede a palavra c faz a se-
guinte proposta.:
Propouho a demissao do fiscal do Santo Anto-
nio. Paco da cmara, 11 do margo de 1869.
Souza Leo. .
Posta era discussao, foi .approvada |l
Vago o lugar, trato-so de prceneb1
dendo-se a votacao, obt
Joaquim Francisco de *
um no cidado Franci
0 Exm. Br, presidei
ProponbQ a deon
beca.
Posta e.n discussao, fui approvada' por cinco
votos. .
Procede-so^ votacao para o preenebimento da
vaga, e oNJm unanimidade de votos o cidado
Joao Marques Correa.
O Sr.r. Moscoso pede a palavra "l*propje o
deniIiHM do fiscal da freguezia da Varzea, e senda
pusta a votos essa proposta, foi approvada.
Em seguida procede-se i votacao para o preen-
chmenlo do lugar vago, e sao nmcalo por una-
nimidade do votos o cidado Roque Antunes Cor-
rea. w
O Sr. Reg e Albuquerque pede a palavra, c pro-
po ladomissao do fiscal dos Aligados, aqual sondo
posta em discussao, fui approvada.
Procedendo-se li>go a votacao par* ser preenchi-
da a vaga, obtem o cidado ManoeFJos de Oliveira
Lima 4 votos, Joaquim Jos Bello 2 e Antonio
Francisco de Mattos 1, o tendo maioriade votos o
pnnieiro, foi nomeado.
O Sr. Dr. Moscoso pede a p lavra e propOe a
demissao do administrador do eemiterio da fregue-
zia da Varzea, a qual foi approvada.
Passa-se a proceder a votacao para a substitu-
cao daquelle administrador, o "nomeado o cidado
Jos dos Santos Fragoso.
O Exm. Sr. presidente nomeia ao Sr. Dr Seve
para a commissao de polica, visto achar-se fra
da cidade o Sr. Gameiro, e autorisa oesta occasian
ao Sr. Dr. Souza Leao para rubricar diversos
livros de talo para a arrecadaco des impostos
munieipaes.
Despacharam--e as peticScs:
De Antonio Joaquim Pereira do Oliveira, Araujo
c Marlins, Antonio Luiz Pereira Bastos, Bernardi-
no PintoGollio, bacharel Christovo Xavier Lopes,
Cimillo Barbosa de Oliveira, directora do Englis
Bank; Francisco da Costa, Francisco de Barros
Correa, Fructuoso Martins Gomes, Fclippa Ma-
ra da Conceicao, Francisco Jos Alves Guimaraes,
Gabriel Campello da Costo (2), Genuino Jos da
Rosa, Joaquim Barbosa de Oliveira, Joao Francisco
dos Santos, Jos Joaquim da Silva Guimaraes, Jos
Pinto de MagaJbieS, Joao Francisco Orpbo, Jos
Mara Sodr da Motla, Jos Rodrigues do Nasci
ment, Jbaqnim Jorge de Souza, Luiz Jos da Cos-
ta Anioriii), Manoel Francisco Leite, Manoel Gon-
calves Agr, Manoel Jos Carneiro, Mariano de
Parias Rotollio, Manoel Puritiba de Renevides, Ma-
noel Antonio de Alcntara, Manoel Jos Pacheco
de Mello, Manoel Mendos, Marccllino Rodrigues
dos Santos, Pocas & C, Dr. Symphronio Cesar
Coutinho, Santos 4 Ferreira, Sebastian Conzett,
Satyro Seraphm da Silva, Tertuliano da Costa
Meeiros, o Isvanton-se a sessao.
Feita o presente acto, nao foi approvada e
assignada por falta de numero.
Eu, Francisco Canuto da Roa-viagem, secretario
a escrevi.Bardo de Muribeca, presidente.Dr.
Pedro de Athuyde Loto Moscoso.Bento Jos da
Costa Jnior.Manoel de Barros Barreto.Ma-
noel.Dr. Jlo Mara Ser.Ignacio Joaquim de
Souza Ledo.
Santos, afira de, com sua antorisada influencia.
|xjr cobro ae proeedimento menos regalar de seu
geyo.
Para esto fim dirigi-me p-issoalnienti' para o en-
genho Frecheiras ; mas infelizmente nao en ontrei
abi o Sr. tenrnte-cornnel Senna Santos, como po-
de testemuiiliar seu digno genro o Sr. capitao Jos
.dos Santos Pouiual.
De regresso do engenho Frecheiras para o eu-
gcnlio Limoeiro, de niinha pnqiricdade e morada,
passei pelo engenho Recreio ; mas nao tome a
mnima parte no conflicto, nem como particular, e
mulo menos como autoridade policial.
Admira-me, portara, que o Sr. Jos Dias da
Silva Jnior me emprestasse expressSes, que nao
profer a que -o improprias da niinha educacao,
da niinha posicao e do meu estado e idade. A ni-
ca desculpa admissivej para com semelhante as-
sercao ( reconhecer que o Si. Jos Dias da Silva
Jnior, nao dispoe da necessara calma, e mesmo
da prudencia que vem com a idade.
Sem querer por forma alguma magoar o Sr. Jo-
s Iiias da Silva Jnior, Imnlar-nie-bei a dzer,
que e minli.i intima conviccao, que se este nego-
cio fra tratado exclusivamente por seu respeito-
ve! sogro, o Sr. lente coronel Senna Santos,
as cousas nao teriam asumido o carcter, que in-
felizmente tem assumido.
Nao sei era que sentido c para que fin dcla-
rou o Sr. Jos Das da Silva Jnior, ser en lidio do
barao de ('tinga. Sim, senhor, sou fimo dessores-
peitavel ancio, que hoje na sociedade o quatem
merecido por suas virtudes domesticas, |wr seu
trabalho honesto e assiduo, e pelo seu preceder do
homeni do bom, nunca urna so vez desmentido.
So eu e mena muios, por nossa propria culpi.
nao tiremos urna educacao acadmica, e nao pos-
suimos um petganiinho scienlifico. reata-nos a
salis.aco de podermos todos dizor, quo somos
imitadores de nosso digno pai, na virtudo do tra-
balho e de nunca termos ceinmettido urna vileza
qualqucr (penos deshonre.
Todos os nossos adversarios polticos nos fazein
esta justica ; e se ha boje alguera, que sorratei-
rainente busca lurvar as aguas para nos marear
esle conceito, resta-nos a consol-cao de que era
sempre esse algoeui procede assim.
E tan somonte u que julgo Aovar explicar ao
publico contra a menos exacto asrco, que o Sr.
Jos Das da Silva Jnior, fez a raen respeito.
Engenho Limoeiro. 1 de junho de 1869.
Belmino da Sil reir Lins.
PUBLICACOES A PEDIDO.
mwrm d) mmm
Di que serve ter galo
Sem saber pegar na espada,
Pois nao sabe commandar
Tropa mais diciplinada.
O soldado que souber
Deaempenhar o sen lugar,
Vendo o porquinho donado
Devo logo assim pensar.
HA I acbo melbor meu porquinho
Que te vaes" domesticando,
Pois j terceira vez
Queres moncr apanhando.
O dia 31 de maio.
Guarda nacional.
E' ainda sobre o 3*batalhao da guarda nacio-
nal do conimando i i Sr. tenente-coronel Francisco
de Miranda Leal Seve, que chamamos a attencao
do Sr. coronel Nery Ferreira, cominandante supe-
rior interino para um facto que importando a
pretericao de um direito, c portanlo a violacao da
justica, nao deve passar desapercibido.
O alferes t'into da Costa, tendo requerido ao Sr.
tenente-coronel Seve, dous mezes de licenca, pre-
textando incommodos de sadc, fui devolvido o
requerimento sem o competente despacho, dizendo
verbalmenle o Sr. Ssvo ao requerenle que estova
disposto a negar-lhe a licenca, ainda mesmo quan-
do Ihe fossem apresentados attestados mdicos ; e
que o Sr. alferes Pinto da Costo pedisse jiassagem
para outro qualquerbatalho.
E' contra o cstylo geralmente observado seine
Ihaute modo de proceder do Sr. Seve, porquanlo
sompro que so requer alguma couza, deve-se de^-
pacbar por eseripto, ainda n esmo sendo desfavo-
ravel isse despacho, pon m nunca verbalmenle.
Ao Si', tenente-coronel S;ve competa, na hy-
pothosc vrteme, mandar submetter o official a
umainspecQo m.idica, e segundo o resultado,
eniittir o seu despacho ; e isto no caso de nao lbe
merecerem crdito os ditos attestados.
Porm o Sr. Heve, aberrando desse eslylo, nao
fez mais do que violar nm direito que assiste a
qualquer individuo de, urna vez que esteja pres-
tando servico c soffra alteraco na sade, allegar
essa alteraco, como um motivo de isenco do ser-
vico, at aleancar o seu restabelecimento: isto,
sendo mu i lo justo e calando na consciencia de to-
dos, nao requer longos desenvolvmentos para sua
prova.
E nem se diga que a primea do referido alfe-
res torna-so nucessaria no batolho em virtude da
alluencia de servico, porquanto alm do 3o bato-
lho nenhum servico prestar, conto um numero
de offieiaes superior ao dos outros corpos.
Em vista da deci-ao ver al do Sr. Seve, o men-
cionado alferes resolveu pedir passagam para o 1
batolho de infantaria, para o queja submetteu a
sua Delicio8 informacao do Sr. Seve, de quem de-
sejavamos saber a razao porque pretende expel-
br do seu batolho esso oilicial. ?era porque elle
nao dispoe dos meamos recursos pecuniarios que
quando entrn para o batolho, tanto que concor-
reu com 300OOO para a caixa ? Parece-nos que
nao, porquant? os offieiaes ltimamente promovi-
dos, segundo consta-nos, nada deram, sendo as
suas condicoes mais desfavoraveis do que as do
Sr. alferes Pinto da Costa, cuja conducto nao
digna de consura ; o que talvez nao se possa dizer
a respeito de muilos ofilcaes que tambera perten-
jcm ao 3" batolho.
Em concluso diremos, que o Sr. Seve, sem pa-
recer soffrer de sua sade, lem estado por muitas
vezas licenciado, independente de inspecro me-
dica.
Um goarda do fr batalho.
0 capitfto Belmino da Silvei-
ra Lins, ao publico.
Sob o ttulo deAlientado na Escadaappare-
ceu no Jornal do Recife de 20 do passado urna ex-
posicao do Sr. Jos Dias da Silva Jnior, sobre oc-
curreucias havdas no engenho Recreio; e na
qual envolvido o meu nomo do urna maneira
inexacto e menos leal. .
A minha intervoncao om somolhanlo negocio foi
toda conciliadora, e no proposito de obstar qual-
quor eonflicio entre pesadas a quem considero e
cora as qnaes raanticha eoiantcnho boas relacoes
do amizade. .
E' Inteirament falso que eu apparecesse de
proposito no lugar do suppsto conflicto, ou inler-
viera om tao desagradavel occurrcncia como sub-
delegado do polica ; e tonto falsa semelhante
imputaco, que en sou subdelegado do terceiro
districto, e o tngenho Ihcreio est situado no
qu.rto districto policial.
O que ha de exacto a meu respeito em rela-
c5o ao conflicto do engenho Recreio, o se-
guinte :
Sabendo eu, que o Sr. tenente-coronel Jos Ro-
drigues de Senna Santos, depois do comprar o"en-
genho Recreio, navia permutdo ao Sr. Henrique
Gomes de Barros e Silva continuasse a permane-
cer como airendatario no dito tngenho. e isto sob
condicoes, que tem sido cumpridas ; o sabendo
eu, que o Sr. Jos Dias da Silva Jnior, genro do
Sr. tenente-coronel Senna Santos, vinha sem s
formas do direito,e mesan sem asatlencoes que se
cotjnraam guardar entre pessdas das posieoes o>
ant esses senhores, perturbar a posse e os
de arrendatario, quo tinha o Sr. Henrique
eBarrse Silva, entend recorrer 4 co-
^^^Bwleoa do Sr. tenente-coronel Senna
Trilhos do Recife a
Olinda.
Grande mysterio, graves censuras, fundada'
peitos pesara, anda mais hoje, sobro o proceder
da directora na questo dos negocios da cimpi-
nhia A caprichosa reluctancia de nao querer
por si, contoiar a assembla geral, a pouca im-
porlancia tpie tem ligado as acres accnsacdes.a na
inteliigen'-ia que teril dado aos estatutos, ludo n -
induz a convencer que ser inipossivel o lim para
que nos propozemos e intil o sacrificio de nossos
pequeos ca pitaes.
Pequeos capitaes. dizemos nos, por nao *ermos
neos como o rerdtdeiro accionista, ou perdularios.
Qti8 reccio poder ter a honm-la direccao di
rennio da assembla geral. urna vez que tenhatn
consctcaciade seus actos ?
Nao ser a assembla geral o tribunal compe-
tente perante o qual possa apresentar sua defesa,
conl'essar suas faltas, fazer sentir os embaracos
com qne luto e apontar os meios qne julga ca-
pazos de remover os obstculos ? Acaso pensar
a gratado defensor da direemo que ella sobera-
na, pidendo calcar os cstatutos,e os nosos interes-
ses aos ps? Poder-se-ba era bona consciens,
dizer qne nao esteja na propria dignidade da
direccao que prese sua reputacao xr resi eite inle-
resses albeos, dar a sal-faco de seus actos, con-
siderando desnecessaria a reunio da assembla
geral, por presoppor.baver discussoes esteris ?
Sera estril discutir-sea veracidade e proceden-
cia da celebre conla to St^directoiTUt'.: Ju-t a An-
dr de Abreu Porto e deste para a companhia. a
qual consta que monta a perto de dez cmitos de
ris, conde toinbeal se diz, cobra-se commissao o
juros, isto juros de juros 7
Ser estril a discussao sobre a Ilegal i ompi-
sico da directoria onde, se acha cos exercicio
Sr. Joao Joaquim Alves por Bonearao arbitraria
da direccao contra a litteral disposicodo art.
dos estatutos da companhia. S o benvolo adtoga-
do da direccao assim o pode pensar.
E quem' sabe se advoga elle seu propro inte-
rseo ?
Quem sabe se ser accionista ? Se o fosse, ne-
cessariamente havia de convir que a marclia dos
negocios da companhia ia mal.
Nao temos por lira desnbafos por nao eleicoef,
como maliciosamente quer o advogado da direccao
fazer crer ; o que queremos que a direccao rc-
conheca que nao se acha legalmcntc constituida
em face da le que nos rege, c que portanlo nada
pode fazer que obngne a companhia, porque nul-
ios esto todos os seus actos. A capciosa inystifi-
cacao do art. 21 9, a que se soccorreu o verda-
deiro accionista, nio aproveita direccao, porquan-
to quando dispoz'o estatuto em tal artigo que a
directoria poderia funecionar com tres mentores.
' foi presnppoiido A existencia do art. 19, que ex-
p rstame na declara aue a campanil ia dereria sci-
administrada por cinco directores, c en tan para
facilitar o incremento do trabalho da directora e.
evitar que por falta do complemento de tal nume-
ro deixasso de deliberar a directoria, amplinn no
art. 24 g 9 a faculdade de poderom tres, como
maioria do cinco, rounir-se e dirigir a com-
panhia.
D'aqui v-se, pois, quanto foi infeliz o articulisUi
com ata sophistico argumento.
Quanto ao art. 32, elle era ao menos se demo-
rn em analysa-lo, e refutar o que haviamos dito,
por isso que pea sua clara dsposico se v que a
directoria ultrapasaos anas attribuicdes, precn-.
chendo o lugar do 8r. Raro da Soledade seu
arbitri'i caprichoso e Ilegal.
De-aliamos ao zeloso advogado da direccao. que
sob a mais* rigorosa hermenutica nosderlai'.
qual deve ser ,i verdadeira c nica inrellig-nria.
que so devo dar ao espirito do referido art. 32-
Aceiiareraos o quinao, e talvez Ihe vamos pedir
emprestado o quantitotvo para realisarmos a se-
gunda prestac&o do nossas acedes.
Recife, 3 d* junho do 1W>9.
Alguns accionkku.
Estaco de Una.
Senho^^^Mactores:Inteiramente re-
tirado dorebolico poltico d'estc mundo,
e unicamewp ocoupaiido-me cm meus in-
teresses, n3o me sobra lempo para ler os
jornw pblicos da provincia, e b3o sou
assignante d'alguns d'cllcs, por isso qi>^
s a bem poneos dias foi que deparei con
um commimicado em seu Ufano de y d
abril do corrente anno, sobre a firma do
1
0 capitao Marcionillo da Silveira
Lins, ao poblieo.
Tendo sido infamemente calumniado no Liberal
por um correspondente, que se diz da Escada ; e
havendo chaado esse correspondente a respon-
sablidado, afim de que sustentasse em um tribu-
nal publico o que to malignamente havia urdido
as trevas, passei pela decepcao de nao encontrar
nem ao menos um miserave! testa de ferro, a
quem tivesse de perdoar ; e mesmo dar nma es-
mola se deila precisasse.
Citado o editor responsavnl do Libera', nao com-
pareceu nem na primeira, nem na segunda au-
diencia, para produzir o autbographo incrimina-
do. A lei me dava recursos para proseguir no pro-
cesso ; mas eu s quera aquilatar o carcter do
meu desleal calumniador, o nao haver-me cora o
editor do Liberal, que por via de regra para os
arligos da propria redaeco, e nao para os cam-
municados ou publicacdsa pedido.
Com quanto adversario politice, respeito pes-
soalmcntc a redaeco do Liberal, e mesmo Ihe fa-
co devida justica de ter sido mistificada a sua
boa f pelo sen correspondente da Escada, rujo
carcter deve agora avahar, assim como cu de ha
muito o Svalio.
Nao proseguirei, pois, no processo de responsa-
bilidade.
Tambem nao responderei mss a qnaiquer ca-
lumnia, que contra nim publique, alvo se ella
for assignada por seu proprio autor.
Firme nesteproposito, declare o Amigo da Ver-
dade o seu nome de gente, e prometta que toma-
r a responsabilidade perante os trbunaos, c la-
me encontrar npr mira; ou meu legitimo procu-
rador.
Macauass. 1 de junho de 1869.
Marcionillo da Sdceira Un:.


v.
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i
i
Vv
1



' /
Pernamiraeo
.__________!_______________________
Sabbado 5 ate Junho tte- 1869.

Ja i
port
'alutania
<;o n ,-i:
pitania, sobre o levauliuraento
forma
"i o do
lo ile
i r.'l.i-
de um cur-
ral do apaooar peix^ue pretendo levan-
tar na costa do mar no lugar denominado
Gravat, d'esla estaco; a iisffdo que nao
posso consentir que um tal embuste me-
tlre a minha costa, e por Isso forrado sou
a sabir do escondrijo em que vou vegetan-
do o apparecer em seena, bem a meo pe-
zar, e s em pro da minha defeza, para
contestar -similhantus lalsidades, s lilhas
do despert que me vota o da guerra desa-
brida que me faz, sem motivo plausivel,
o autor do referido commuuicado.
E, pois, declaro muito catbcgoricainen
te, que falso ludo oque disse" o tal as-
signanra do communicado comi passo a
demoastnr.
6' v.T>l.nlo ('i.' pretendo levantar un cor-
ral na costa do Grvala, na enseada que
faz do pontal do ursino luga' para o rio
-le Oarra de Cruz, cuja liowica nSe ebtive
da capitana por sem llovida persn adir-sc 0
Illm. Sr. 'capillo do porto qu.) o lugar em
que pretenda edificar o mencionado cor-
ral, era o mesmo do pontal, lugar onde ja
a anuos meu tinado irmo, Andr Francoli-
no da Gosta pretenden levantar corral (isto
porj terposse antiga) e nao coiiseguo h-
cenca da capitana por entender aquella re- Mera partirn, depiiis de feitas as averiguacoes!
eexa'-ivs precisos, que oiYeiida a navega-
do costeira, como todo lia de chistar do
respectivo archivo da rneiata capitana;
portauto pois, en j inaia pula pretender
levantar curral cm um lugar que linha cer-
teza plena de nao obter lceu'M, e por isso
e, como disse, falso o que avancou a pu-
blicar o assighante do cunuopicailo o que
pretendo levar ao conliecimento do Illm.
Sr. capitao do porto, provando com docu-
mentos.
Anda falso oque diz o communicado
em relacao aos antecessores do actual capi-
i
CASAD!
Teodoro fctogioli te ft
Compran** venrlcrn por
'i i- |ir: < <.:.:
gulami'iito de l) d s.tembro de 1800.
os sous donos, ou aomigpatMrio devero
tchalas no preso de lo fias, son pena
(lo-.tMo elle, srem vendidas por soa
naj%em $ue lli#fique cempeimio altor
melaos, moedas nacionaes. e estrangeiras.
sbj]31 de cambio, sedlas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das jaes-
raas transaccoes, da cobranza de letras da
ierra e de outros ttulos commerciaes.
Receben-quaesflucr quanlias em deposi-
to, em coata correte, o a prazo lixq.
Largo do Crpo Santo n. 21.
ENGLISH BANK .
O Rio le Janeiro Limited
Desconta lettras da pra^a taxa a con-
vencional
Recebe dinbeiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista on a praso sobre as cidade?
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Bueno-Ayrcs, Montevideo, New-York
e New-Orleans, c imitte cartas do crebito.
para os mesraos lugares.
Largo do Polourinlio n. 7
ALK.WDEGA
ilendiincntn do da I a 3 .
100:7831089
;>0:J553G6
zll:O'r0i-5
MOVIMIENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com faz'endas 900
dem idem com gneros
Volantes sabidos com fawndas
Idera idem com gneros
-----500
3tl
58d
-----907
g_r contra os effeilos Jesta .renda.
Armazem n. II.
7 caixas marca I. A. C. C. n. 42 e 48,
com qncxos, vindas du Berdaux, no vapor
francez Guiene entrado neste porto em 3
de fevereiro db corrente anno coneignadas
a Costa Ca valho.
Armazem n. G.
790 (lilas marca diamante sem numero,
rom sabo, vindas de Liverpool no jbrigue
ingle Shmgatm, entrado em 8 de novem
bro de 188, ignora-se a consignado.
2 marca L. D. n. 25 e 30 com ferro em
obra, vindas, do Havre na barca franceza
S. Andr, entrada em 10 de novembro de
dito anno, consignadas a Len Desprey.
2 barricas marcas K. t C. ns. 802 e 803
com queijos, vindas do Havre na barca fran-
ceza Vcridiam. entrada em 1 de fevereiro
do coirenlean'io. consignadas a Keller -C-
Alfandega del'ernambuco; i" de junho de
1869.
0 inspector interino
Luiz de C'ircallio Paes de Andrade.
tao do porto, ponpn' n3o lia ordem algunas
expedida da capitana privando levantarse
curris no esparo- que inodea da barra do
ro Una a barra da Cruz, p.nquanto exs-
tem neste mesmo esparo designado pelo
assignante do communicado quatro curraes,
um de costa que de Flix Antonio Paz,
e tres de fundo, um de Jielizarn Adolpho
Perira dos Santos, oulro de .loo Mauricio
Wamlerley, e um terceiro de Marcelino de
Souza Ribero.
Finalmente anda affirmo que e falsa
imprestada o alcunba que da o tal Sr. com-
municante a minha pretenro deescanda-
losa patotaporque entend que patots e
patotas escandalosas sao aquellas que fa-
zera certos cavalleiros de industria que com
mesquinbas intrigas e vistas mteresseiras
procuram a todo o trance illaqueaf a boa le
e credutidade das primeiras autoridades .la
provincia para conseguuemaltas pretences
e d'ellas usufruirem lucros.
A vista do que lira txpendido supponho
ter bem demonstrado a falsidade do aran-
zel do tal Sr. Antonio Augusto MacieL com
oque-steve por lini guerrear-me. igno
ando eu anda a causa de semilbante guer-
ra, pois que nunca o offendi: verdade
que o sen rancor bydropliobico a todos ea
ludo abrangea ponto de debellare guerrear
qualles mesmos pelos quaes tem sido aco-
Ihido e obsjqniado, e do quid foi sempre c
sempro assiduo commensal, e appello para
as proprias consciemias dos habitantes
desta povoaco da qual 6 o mesmo senhor
infelizmepte proprietrio !...
Prtanlo nada ha a admirar, e antes de-
vo considerar-me feiz, que um immigo tao
rancoroso e ingrato, quanlo digno de lasti-
ma, no seu maor desejo de aggredir-me.
s recorrendo a calumnia p5de salisfazer
o seu satnico furor, cujo procedimento e
bem proprio de quem como o autor i
nao pode esquecer o que "
tilha ora o leite da in anca.
Ao publico asseguro que tonho muito
em que empregar o meu lempo .para nao
oceupar-me com a repugnante c asquerosa
pessoa do autor do referido communicado
a qoem por cerlo bem longe estoo de vo-
tar odio, orno disto tem elle consciencia,
emboca diga o contraro para justificar-se
somente pera-te as pessoas que teem a fe-
licidade de nao o conhecer; tendo consis-
tido at o presente meu nico empenho em
relacao a um tal inimigo, cm apartar me
d'elle o raais que me p issivel.
Concluirei ltimamente dizendo que, fe-
lizmente o autor do communicado benreo-
nhecido n"essa capital, nao d ixando tambem
d'o ser, e por demais neste termo, onde seus
habitantes asss conhecem seu pi sinistro
< agoreiro, ej. vao soffrendo os ternveis
cffitos das aduncas garras d'esla ave de
arribaco.
Tenho c ncluido.
Povoaco do Abreu J de maio de lSb'J
Romualdo Ilerculano tiezerra Guimares.
Ocscarregain liojo 3 d*- junho
Vapor ingleCkrytolUeinercadoria.
Barca francezaSanio MAr idenv
Brigae ingloz BeUeoftfu Clgieidera.
lrijitie |.ortnguezContente f=ide n.
Pataebo inglez Ospruy = bacalhao e iarinlia.
Barca ingle7.a=6'o/i'ni=idem.
Brigae noraegaeB8e=/lfa6*--wercaooriM.
Barca portngueza Coiutmte III = idem.
Barca ingleTalimanlarinlia de trigo.
Escuna norte-allomaa Cenmlina = ferinna de
trigo.
Bri'-'ue nortnguezTriii)/io=lacedo.
tUCCEBEDOKIA E UE.NAS INTERNAS GE-
RAES DE PEItNAMIUICO.
Kendimenlo do da 1 a 3 ?*U*i?
dem do da 4...... 4:832*816
13:733J977
CONSULADO
!tf*iulni-nn> do dia t a 3
dem do dia 4 .
PROVINCIAL
1C:1!135763
4:607*63;>
20:801*397
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia, se faz publico para
eonhecimento da quem ntereesir, que no da iC
de junho prximo vindouro, peranle a mesma tlie-
gouraria serao, arrabiatados por qoem mais der
os arrendamentos annuaes que devum ter princi-
pio no ide jullw deslc anuo, dos proprio nacio-
naes abaixos mencionados. O pretendemos de-
verao dirigir suas propostas em cartas fechadas
ao Illm. Sr. inspector at as 10 hora do referid-
dia.
Secretara da thesouraria de fazenda de I er-
nainbuco, 26 de maio de 1869.
O ollirial-niaiur,
Mnnoel Mamtie da Silva Costa.
Relacao dos propros nacionaes a que se refere o
aimuneio cima.
Casa terrea n. 21 sita na ra de Santa Tuercza.
dem n. 19 idem dem.
dem n. 10 na rua das Aguas-Verdes.
Sobrado de doiis andaros n. 11 na rua Direlta.
Armazem n. 1 sito no Forte do Matto.
Mein n. 5 idem idem.
dem n. 22 idem idem.____________________
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que, no dia 1" de junho vindouro,
se prncipam a contar os 30 das uteis
a cobranca bocea do cofre dos m-
0/0 sobre
dem dem linho azul, dem.
dem linho tiso, dem,
dem para nl&riu*, timbrado.
dem llorel
dem lilii), paulado.
Hollanda grande, cadernn
dem Jes, idem.
dem H-sin. idem.
dem idem, idem.
dem Eco, idem.
Mata borio, fcilba
Par de pastas para guardar peptij
Pennasde ac.o .letvy.
Canelas.
Paes de obrsias.
Tin le ros de lato.
Garrafas de tinta.
Taloes de conUeeimentos (imprtissels- *
encardenacao).
Livrosem branca de 10 pollegadas.
Livro sem branco-estreitos.
Livros em brancoiS pollegadas.
Lapis pretos.
dem de cr.
Pedras de louza n. I para o coliegie*.
dem n. ->, donu
dem n. :i, idem.
Creioes duzia, idem.
Tinta pretil garrafa.
Fita de linho, daeia.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, i de junho de IKUS.
0 escrvo
Pedro fbdrifjnes de Souza.____
Santa Casa da MisericoEtlia
do Rccif.
A Illcta. junta adininistrava da Sanio. Ga-a
de Misericordia do Hoeil'e, na sala de suas sessoes,
pelas 4 horas da itnte do dia 17 da corpentoj re-
cebo prop tai para o fornecimento de pTio* hokk-
cha, que houverem de ser consumidos cm todas os
estabelecimentos pis seu cargo, tanto dosta ci-
dade como da de Onda, nos meros de jjiIIk) a
setembro vndouros.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 4 de junho de 18l>9.
O esenvao..
Pedro Ulrigatt As Souza.
anta Casa de Miserieordiii
do Recife
franepz Solfe- entrado neste porto em 'dft
abril do torrente anno e abandonada we-dlt-
reitos pi i'orira.l.op.'S por a\,it:ad-
agoa salgadav-igaliaiJa eui 60O.
Alfandesa.dW^riWibrH'e- 3 dejunfeodO'
18G9.
(^inspector interino..
Lniz ^fCdrvalho Paes de AndfaM:
THO
ABEL
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados o din 4.
Rio Grande do Sal :U> das, brigne nacional
Othello, de 171 toneladas capitao Francisco Jo-
s de Oliveira, cqupa^'m 12, carga 9,000 ar-
robas de carne; a Oliveira Pililos & C.
dem22 dias, escuna norte allemaa Isvinus, de
120 toneladas, capitao C. Hnck, equipagem 6,
carga 9,170 arroba* de carne ; a Callar & Oii-
veira.
dem23 das, brigue brasileiro tuqueira, de
198 toneladas, capitao Jos Francisco Alves J-
nior, equipagem H, carga 11,000 arrobas de
carne ; a David Perreira Bailar.
Observaciio.
Nao honveram saliidas.
Suspendan do lamarao para West Indica a bar
ca ingleza Peter Crerar, capitao Garvn, com o
mesmo lastro que trouxe do Montevideo.
Idera para Abana polaca hespanliola Magdatem,
capitao Jos Moura, com a mesma carga que
tro use de Montevideo.
EMPREZA. DRAMTICA
De
Sabbado 5-de junho de 18^9
Primeira represento cao do grande drama eiaS
actos
E F.# B POVO
01'
0 vendedor de limonada
Personagens., Os senhores.
Dispar (vendedor da limonada) J. Augusto.
Bertranu (soldado^ .
Jacques Fauvel.....
Jorge (capillo dcav.dlaria).
Ceroora. ..... .
C.aillot. .......
Antonio (carcerero d Forc
Debauval. ....
Enstachio.......
I.o iza liemard.....
Catharioa Gmohc.. .
Julia........
k
?aq| -vapor.
al esperado
I* de junho o vapor
Parui-fi mandante o capitao
i Joaqmm de
isda
Loslum-9efiir.i Partos do
lii'sdo jrecebeow passageros e engaja-se a
carga (pie o yapor poder cuaduzr, a qual devera
r enibarcateBO atado wacbcgada. Encomraen-
,la- e (linlieirca fretc al o da da s'ua sahlda-as t
horas.
NaoseriK-jfcwneo:- cnconimendas senao ob-
jectosde peq-jeno valor e-queaaoexcedam a duas
arrobas de pese ou 8 pateos cbicos de iuedifn.
Tudo ipu- pas.^ar destes Ifmitee derer ser embar-
cado como carpa.
* Prevne-se nos-Srs. paaageiros que suas pas.*-.
;ens s se recaboen naagencia rua da C.rui.n. 57,
andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
A/.i'vedo & C.
EDITAES.
COMMERCIO.
KRACA D IIECIFE \ DE JUNHO DE 1889.
AS 3 1/ HOHAS DA TAUDE
Algodao de Maceio sorte r |0Q p^r arroba
0 inspector interino da alfandega faz publico
que achando-se as mercadorias contidas nos volu-
raes abaixo mencionadas, no caso de sorem arre-
matadas para consumno nos termos do capitulo l>.
titulo 3. do regiilamento de 19 de sclcnlirode 1860,
lbe con be em par-J os seus donos ou consignatarios deverao despacha-
las no prazo de 30 dias, sol pena de Ando elle sc-
rom vendidas por sua conta sem que Ihes- liqne
competindo allegar contra os effeitos desta venda.
Armazem n. I.
Urna caixa marca S 11 n. 6 cora cha vinda de
Liverpool no vapor mglez Saladm, entrado em_ 3
de novembro de 1864 ; ignora-se a consignado,
Um enibrulho K P sem numero vmdo de New-
York no hiate americano S. C. F.vasson, entrado
era 21 de Janeiro do 1868 ; ignora-se o conteiido
e consignacSo. .... ,
Urna caixa A F n. 118,126 vmda de Liverpool na
barca ingleza Elisa Honeie, entrada em 29 do ju-
Iho de 1868 ; dem, idem.
Um ombrulho n. 2167 marca J B C o m amos-
tras, vindo de Hamburgo no lugar nrussiano Gus-
tavo, entrado em 16 de setembro do dito anno ;
consignado a Isidoro Bastos 4C.
Una lata marca- Cunha Irmo & a, sem numero
vinda de Londres na barca ingleza Commodore, en-
trada em 29 do dito mez e anuo ; ignora-se o con-
dado e consgnaco.
yUm ombrulho marca N B diamante Thomaz de
'nleno Fonceca, sem numero ; idem, idem.
Um dito marca Johunston Pater c C, n. 46/o0,
idem, dem, idem. .... ,
Urna caixa P P sem numero vinda de Liverpool
no brgue ingle Cubase, entrado em outubro, idem
dem.
Urna dita J M C L n. 29, vinda do Havre na bar-
ca franceza lean Baptista, idem, idem.
Um ombrulho marca Johunston Paler & C, sem
numero vindo de Liverpool na barca ingleza Sera-
phina, entrada em 16 do novembro, dem, idem,
idem.
Alfandega de Pcrnamiuco 2 de junho do 1869.
O inspector interino, L. de C. Paes de Andrade
para
postos: da decima urbana, de o /,
os bens de raiz pertencentes corporales
de mo morta, e de 20 % d consumm
de agurdente relativo ao 2o semestre do
anno lnanceiro vigente 18681809, eque
Qcam sugeitos multa de G 0/0 todos os
dbitos que forem pagos depois de findos
os referidos 30 dias.
Mesa do consulado provincial de Per-
nambuco, 23 de man de 186!).
Antonio Carneiro Machado Wos
3.a sec'/u. Secretaria do governo de Pernam-
huco,38 de maio do 1869.
-I'.'l.i secretaria do governo se consada as pes-
soas que quizerein contratar a oanstcueeao de duas
ponte, sendo urna oreada em 172:30041000, no
r.ixanga, e outra em 12*:3j0500O na Passagem da
Magdalena, a apresentarcm, no prazo de sessenta
dias, suas propostas era cartas fechadas ao Exm.
Sr. vicepresidente da provincia.
Na mesma secretaria serao franqueados aos
concurrentes, para os convnkatcs exames, as
plantas o orearemos de taes powtes.
O secrelario,
Dr. Joaquii. Correa de Aran jo.
Pela recebedoria de rendas internas
geraes, se faz publico, que neste corrente
mez de junbo, que os devedores do impos-
to de 20 por cento da decima de maV> mor-
ta e do imposto especial sobre cosas de
movis, roupa ele, fabricados cm paiz es-
trangeiro teem de pagar, livre de multa, o
2a semestre do exercicio corrate de 1868
1869, depois do qnc ser cobrado com a
multado &70.
Receliedoria de Pernambnco 2 de junho
de 1869.
O administrador
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
A Illma. junta administrativa da Snta Casa
de Misericordia do Recife n sala ii^ soas sessoes,
pelas 3 horas da. tarde do dia 17 do corrate, re-
cebe propostits para o foroeciincnlo. de. gneros
que houverem de sor consumidos ein todo os esta-
belecimentos pos scii cargo,' tanto r.esta cidade
como nade Oliflda, nos mezes de jr.Uwi setembro
vindouros.
A sabar : ,
Assucar ralinado, kilogramma
Dito de 2J s.)rte, idem.
Dito de torrao, idem.
Aletria, dem.
Arroz do Haranhao, 'nlem.
Azi'te-d'i-e, litro.
Agurdenle, idem.
Azeite de Garrapato, dem.
Bacafto. kilogramm;i.
Batatas, idem.
Caf-om grao, Idem.
Cli-nreto, idem.
Cha hysson, idem.
Ceblas, cento.
Carne verde, kilogranano.
Catirt Becc, idem.
Facinha de mandioca. Iiw.
Fumo do Bio, kilogrimma.
Fjao molatinho. lile.
l'arello, sacco.
Manteiga fraaceza, kilograMa.
Peixe fresco, idew.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Velas de carnwilia, den.
Ditas stearinas kilograwiiw.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, dem.
Dito brancey idem.
Toucnho, feilogramnto.
Os eonfiprrcutes poderao aprescuVK suas. pro-
postas fln-nrtas techadas, as qnaes Jeverotcr a
ordem :sUbelccida no presente aunwcio.
Secrelaria da San'.a Casa de Xisericordia do
Recife, S dr iunho de 1869. ,
(i esaavso,
Pedro RcJriynei <;\- souza.
P. da Costa-
J. Viciorino.'
Eduardo.
J. Guimaras.
Santa llosa.
Brochado.
Lena.
. Jord.'in.
. D. Julia.
. Oh.-.
. Ajioknk.
Povo, soldado, agentes polieiaes, prisionerros
bonapartistas.
A acciio passA-se cm Pars e Bcllcville- I8I. a
1815. '
ETensminocao dos actos.
Io A fillia do general Bernado.I'raca- a>noite.
2 A carapato!)-'de- pa Gaspar.Sa om- oasa
de Fauvel.
3' Briga d familia. Rico Jardui.
4* Agua perianto* de Dos Mansarda, do
pa Cuspar.
5 Viva o. imperador Na prisao da. Goaer-
gere.
O scenar de 3; acto inteiramente- novo e de-
vido ao hai ;1 pnecl do Sr. Chapelin.
Da lira 20spactaculu a cansoneU d-Se. Mar-
ttnho
O Boleeiro apaixonack>.
Comecar as*.luirs.
t
MA1LV BRAS1LE1RA
Paqustes a vapor.
Dos porto do norte 6 esperado
al o da 9 de junho o vapor
nzeiro do Sul. rommandante
Aleoforado, o (pial depois da de-
DMMftio costume seguir para os
do sul.
Desde j reeebenvM passa^oiros e engaja-so a
carga que o vapor pedr condiizir, a qual dever
iereinbarcada.no dtodesiiachcgada. lineommen-
das e dinheiro areteat as duas horas do dia da
sua sabida.
Nao se recebemeomo cncommendas senao ob-
l'Hlos de peqsoao vaJor e que nao e.uedam a_2'
arrobas de peso-ou i* palmos cubico da medcao.
Tudo que passar dcstes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-seaos Srs. passageirns quasuas passa-
gens s se reecbem na agencia rua la Cruz n. 57,
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira-
Azevedo A C._________________________'_
Para o Porto
A barca .ort;,gueza, de primeira marcha, Nou
Sumpatua, (ando qnaei toda a sna carga a bordo,
devo seguir iiiipreterivelincnle pata o porto cima,
indicado atrO dia 10 do corrente mez, c recebe
ainda algn carga e passageii-s, offerecendo a
estas ricos o excellentos conimoios : a tratar na
rua do Vignrio n. 11, I* anOiir, escriptorlo do
Bailar, Olwwra & C.______________
COMPANHIA PERN,\MUUUANAV
DE
Xaves?o costeira^ por vapor..
Paralaba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caly, Cear, Acarac e Granja.
O vapor Ptrapama, cominaadante.
Torres, seguir, pa a os portos cima
AO PIHUCU
Achando-se bastante (lente o artista Thomaz
ficou transferido o beneQco do actor fiouto Ro-
cha para quaddo de novo for anmaiciado. _no dia lo do-corrente as 5 horas
I *^ da tardo. Recebe carga at o da 14, encom-
,_ __^ mendaz, passageiros e dfeheiro a frete at as-
A i T l 1 Al rt hr^ da rde do dia da sahida no esenptono
II m I /l I /I K ^ forte do Maltosa. 11_______________
UALLiilv/lu PAfiA LSIBG
Ral UOVa de balita Rita llU- ^seguir com a maor brevMado poMWel o bri-
m ata 1 gue-portuguez Constan I, por j ter grande par-
IIICIU Js. leda carga prompta; para o restante e passagei-
Sabbado, 5 do corrente, lera tugar umsump- ros^. trata-se com os consigualarios Oliveira, Fdlio*
tuoso baile era beneficio, o qpo desde j pede o & e largo do Corpo 3anto n. 19, eu cora o cap.-
beneficiado, que os blhetes passados serao pagos uw na praca do comniereio.
todos entrada, e o resto des bilhetes acham-se
'wnda lio mesmo Alcacar at sabbado, e que
iinguem podo entrar sem. bilhetc. Domingo (6>,
haver o recreio do costume^ o anda se receben
asignaturas.
G administrador,
Luiz Lopes.
Consulado provincial
O administradnr do consulado, provincial
AVISOS MARTIMOS.
COMPANIJIA PERNAMBUCANA
H
\avcaaca oaleira por w)fpr.
Goyanna
O vapor Paralujtex, eom-
mandantc Mello, seguir para
o porto cima no dia G lo cor-
rene as 9 horas da noite. Itecebe
'carga, encomniendai. passageiros
e dinheiro a frote no escriptorie do Forte do Mal-
tos n. 12.
Para o Porto
Pretende seguir, no da 9 do corrente a. harca
Bortngueza Sequrojtr, por ja r* o seu carrega-
mento prompto : recebe pajsageiros para <&
qnaes tem oplimoa commodos trata-^e coa, fe.*-
ulin, Irmao & J'.. rua da Madre de Dos n. M,
ou com o capitao a bordo.
Para o Rio^(fraad& do
Sul
Deve sagoir dentro era poaeos dias a
barca naoional Thereea P, e ainila recebe
algoma oorga frete: a- tratar na na (lo
Vigario, n. 1, escritorio de Rallar, Oli-
veira & C.
faz
das a Antonio Pedro de Mello e Lcit
so, pelo eouferente Jos Luiz de Souza
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Sao convidados os Srs accionistas desta
companhia, a reunirem-se era assembla
geral, no dia 7 do corrente mez ao raeio
dia no escriptorio da companhia rua do
CabugA n. 16, para em conformidade dos
seos estatutos deliberar sobro as contas do
anno findo, approvar o orcamento vindouro
e eleger a nova admnstrac5o.
Escriptorio da companhia 3 de jonho
de 1860.
O secretario
Dr. Praredcs Gomes de Souza Pitonga,
& Cardo
cuja ar-
rcmatacao ser livre de- direitos ao arrematante.
Mesa" do concillado provincial de Pernambuco,
4 de junho de 1869.
O ailuiinistrador.
Antonio Carneiro Machado Bio.
Pela admibistrraeao do corroio desta cidade
se faz publico que boy as 10 horas em ponto fe-
char-se-ha a mala qua o vapor inglez Haladt* tem
de conduzr para o porto de Liverpool.
Ilha de S. BEguel
Paja o porto acma*segue com murta brevidade
o paiacho portug.isz lorgense por j ter prompta
quasi toda a carga ; para o resto que Ihe falta e
passageiros, para os. qnaes lem bellos commodos.
CDMPANllLY PEKNAMQL;CANA
DE
\a\ gan'o costeira por vapor.
Maceio cm direitura e Penedo.
. _. .. .j, ,0 tiata-secom occisignaurio Joao doRegoLima, a
OvaporGigan. coinniandante Aze-, ''',, 4
vedo, seguir paraos portos cima no rua UL AP
da 8 do cocrenlc as 5 horas da I
tarde. Recebe carga at o-dia ?, encommendas, I
pass&geas e dinheiro a fcetc at .^is 2 horas da
'tarde ddiu da sahida;no escriptorio do FoMe.
do MaMos n. 1?.

DOSlO
tem).
bordo, a frete de 9/16 e 5 0/0 (hon-
F. J, Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
inspector interino da alfandega faz
public, que a;hando-se as mercadori s,
contidas nos volumes abaixo mencionadas,
no caso de serem arrematadas para con-
sumo nos termos do cap. 6" tit. do re-
Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife
A Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Mirericordia do Recife, recebe pro-
postas para o fornecimento dos objectos pre-
cisos para a secretaria da mesma Santa
Casa, conforme a relacao abaixo, pelas 4
horas da tarde do dia 25 do corrente na
sala de suas sessfles:
Papel pautado Fiume, resma
dem idem liso, idem
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
O eonselho de compras do hrsenl do guerra
precisa comprar o segnintc :
46 pares de botiir-
1 camisa de meia.
38 loncos.
38 pares de lavas.
58 pares do meia.
Ii2 varas, de algodozmho..
As pessoas que quizereta vender ditos artigos,
apresentem suas oropostas na sala do conselho,
as 11 horas do da 9 do corrente.
Sala do conselho de compras do arsenal de
guerra de Pernambuco 3 do junho de 1869.
No impedimento do director,
Tiburcio Hilario da Silva Tavares,
Capitao ajudante interino.
Jos Baptista de Castro Sirva,
Scrcctario.
companhia. PERNAMRCANW
# DE
biavegaedo eosteira por vapor
Porto de Gainhas, Rio Formoso e
Tamamlarc.
O vapor Parahi/ha, somraandante
Mello, seguir para oauoitos cima
ao da 10 do corrente a. meia noite.
Recebo carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frote, a < escriptorio do Porta do Mattos
n. H.______
LEILOES.
Jj
Da arma^o, gneros c pertea
ee^da taberna da rna da m^
til da Boa-vista n. .
(i .vente MartoBsfar lelo da armacaA gne-
ros o pertences da taberna Mima, em urn ou
mais loes a ventado dos compradores pois ga-
rante-s a casa ao comprador do cstabetecunent.
As 11 horas do da no mesmo estaboleeimento.
i\
Para os portos cima seguo com brevidade a
barca portugueza Clewntim, tem parte do seu
carregamento engajado, e para o resto ijuo lhe
falta, trala-se com os consignatarios -Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, rua da Cruz n. 57.
LEILVO
Para o Porto
segu at o dia 10 de junho a barca portugueza
Flix, de Ia dasso. Tem grande parte da carg
prompta, o para o resto e passageiros, trata-so coni
os consignatarios Thomaz do Aquno Fonseca &
-------------:------:-----3-----\'c a___>.rc rua do Vigario n. 19, 1 andar.
O inspector interino da altandega fazp^ti^-----i------- ...
publico, qu no dia 8 do corro i mez, e de- Para Lisboa
nois de meio dia ser levada a hasta publi- Segu com toda a brevidade a barca portugueza
ca, a porta da mesma reparti*), livre de anulaste ni, porj ler parted,n.carga proinpu
diroitos ao arremataoto urna caixa de mar-
ca I. M. L. n. 100 contando urna commoda p0
com escrevania, vinda do Havre no navio coran
Hojc 5 as 11 horas.
O agente Pestaa far lelo de 300 gigos cora
batatas desembarcadas hontem, uo largo da al-
fandega. _
""AVISOS WfERSOS^
^iiii5lnEio
No caes do Anotjon. 71. precisa- de alugar um
cosinhero. ___
linda a audieii'M
rua!
DO
CABBGAI
sasasasEsaHasasE sasa sasasasasasasasasaHas
AO ANNEL DE 01JR0
__Terca-feira doeorrenic
do juizo fe orphos, val a praca de venda a parte
do sobrado do boceo do Abreu, no Becife, avahada
em :G3M200, fendo todo predio avahado em
8 000JL ouja parte pertcnce ao aozente Luiz Vi-
cente dos Santos, estando a O^yc da casa em mao
do portei ro.
w

BA
EO
_____ ME
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igaal,|
le vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
esquina
Ida rua larga dor "X vta da qualidade e do pre?o das joiaseada um pder-se-ha convencer
Eosario. Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedra&nas por presos muito de
A-loja est aberta at s 9 horas da noute.
CAFftJG
esquina
a
5
in
Rosario.





IH1A
DOS
TEMOS URBANOS
DO
RECIFE V OMWOA.
Por orden da directora sao convidados
os Srs. accionistas effectuarem no prazo
de 45 dias (a contar do Io de junho de
1869) "a segunda prestacao de suas aecOcs
na rzalo d 10 0/0. Para esse fim ser
encontrado o thesoureiro, desde s 11 llo-
ras da manilla s 2 da tarde de todos os
dias uteis, no escriptorio da companhia
ra doCommercio n. 32, 2o andar.
O art. 8 dos estatutos dispee que o ac-
cionista que nao realisar a importancia das
prestadles nos prazos determinados perde-
r em favor da companhia a prestu'.o an-
teriormente p.iga.
Recite, 31 de maio de 1869.
Theo. Jusi.
1' secretario
Daseja-se fallar ao Sr. Severiuo Duaite : na ra
do Commercio n. 18, arniazem. "
Advocacia,
Os advogados Odilon Lima e Gomes Prenle tm
riptorio na ra do Imperador n. 39, andar.
Attemjo
Precisa-se de urna ama (urra ou captiva que
saiba cosinhar e eogommar, para casa to familia,
pagir-se bem: a tratar nsiprara do Corpo Santo
n. asegundo andar. _________
Precisa-se de om eaixeifo de idade14 a 16
annos com boa conducta na ruada Imperatrizn. 9.
Precisa-se de tima ama, forra ou escrava: na
ra de S. Francisco n. 54.
Vende- se o engeiiho denominado Sa-
beabu, sito no municipio de Porto Cairo,
tegua e meta distante la vil a do me-nu
nurne e do respectivo porto de embarque;
rom meia legua de larra, conforme re-
aam as esenptara*, que serio apre-
aentadas ao comprador, parle d'eltas ain-
t em mattas.virgeos. Ifoe rom bren
; de animaos, porm i*de moer boa em
'. agua.
Nao tem obra alguma de importancia ;
! mas o sen terreno em fertilidade (teral-
I Mente e.inheridn como nm dos memores
| daquelle municipio; podendo safrejar
! annoaimente tres mil pSes de assoear
em varzea de massap amarrllo. i1
muito bom assoear : a tratar uo mesmo
cngoiilio com os nbaixo assignsdos.
Recife, 2 d* junho de I8W
I) Marmita ./. kciuli Wantrteg.
Aiiloii/otli ocha .1. \\'<(iHl.'rl,'!i.
m tocio
O commendador Tasso,
deseja alugar por mdico
preco as baixas c alaba-
dos do seu sitio do Co-
etmda; ;is qnaes vito des-
de aponte da estrada no-
va de Reberibe at qpasi
a esiidUd venia ao lugar de Agua Fii;i.
compreliendendo urna grande ilha. qoal
assim como as referidas baixas se prc t;itn
muito a plautacSo deeapim, arroz eqnal-
quer mitras plantas que percisam de trra
fresca lodo o auno.
O referido commendador nao duvida fa-
cer anvtidaiiiuiitodosses terrenos e alaba-
dos por ti ou mesmo 9 annos, e dar ura
anuo de fogo tnorto a quem der lianca
idnea e so obrigoe a rotear os mesmos.
" Na ra da Praia n. i, precisa-se de uuyi ama
qoe faiba cozinhar bem.
Achando-se Valeriano Manso da Cs-
ta Res, fra da administracao de jseos bens
desde 1800, em virluda, -de sentenca pu-
blicada nos jomaos desta cidade, de novo
previno a todas as pessoas a que possa
interessar, que elle nao est auterisado a
fazer contrato de especie alguma e que
nenbum debito por elle conlrahido ser
pago.
O curador.
Gervazio Rodrigues Campelto.
Da-se por mu pouco dinheir um grande livro
com 93i naginasBibKntbeqno Orintale, u Dic-
onaire UnrwrselPar Monsenr DlleibctotAu-
toridade nm gnppiemente e notas, nido marginado, oa ano-
tado pi'lo Uado general Abreu o Lima, I vota-
me.Tentativa Tlieologiea, ou a facultado eos
mpcdim"iitos pulili-
Bollos e bouquets para
Santo Antonio
Na ra estreiBaflo Rosario sobrado de
um andar n. 35,'faz-se bollode eneommcii-
da para Santo Antonio e S;"Joo, sendo as
encommendas feilas 3 dias antes ; bollos
enfeitados proprios para presentes, e tem
para vender bouqulels para enfeitar bollos,
por todo preco c a qualquer ora que se
procure; prepara-se bandejas do bollos
para baile e casamento, todo por barato
proco. _______

TA ANTICA E> CREDITATA
FABRIC4
ni
IIGOnTU II CIIIST1IITIIIITI III COIPLETO SOlTllERTt II
CHAPEOS DE SOI.:
De todas, as qualidades I
De todos os feitios 1
De todas os procos I
RA DO CRESPO
Ama
I
Precisa-so de urna ama para todo servieo
urna casa de urna s pessoa : na ra do Rang 1
n. 33, .
Precisa-se de urna ama para coziidiar, com-
prar o eogommar : na ra da Cruz n. 20.
Ao commercio
Francisco -de Oliveira Franco e Jos
Victorino de Souza, fazem publico para sil-
encia do respeilavel corpo do commercio,
que dissotveram amigavelmente a socieda-
ile que linliam o cstabelecimento de ta-
berna cito roa do Rango! n. 3, que gira-
va sobre a tinga social de Oliveira ASouz.
por terem vendido o dito cstabelecimento
livre e desembaracado aos Srs, Ferreira &
Irmao, no dia 25 de abril prximo passado,
retirando-se ambos fssodios pagos e satis-
feilos dos fundos que tinham na predita
sociedade, ecom quanta julgam nada dever
le sua extiocta lirmasocia, rogara todavu;
COMPMHIA PERIAMBUGANA
DE
As senhores de en-
genhos.
Compra-se m vapor de maior ou menor forca,
uio ob:t ote estar Iraoalhado: qnem o livor e
iiuizer negociar, dirila so ra das l^ruzes n. SI,
__l .' 1 1.....,!. i"" \l T....,ni
Srs. Hispos de dispensar nos ( ,
eos d<. matrimonio, e de provee espiritnalmente qUem se julgar credbr jior -qualquer titu-
^^mtet^n^v^iopj^emo anresentar Ibes sua conta no prazo
aniiend x e i ustraeao da ti;iitaliva theoMgicd so- i '
bro o poder dos Bnwos, 3 grossos votaims, por de 0 das, Recife 3 dejunlio de 1
Amonio Pereira de Kiimeiredo. Wrtionaro de
Ibeolagi* par Bergier, 8 volumes. Bocomentos
relativos a la vida publica del libertaiinr de Co-
lombia v del Per Simen Bolvar, 13 volumes
llistoire Xatorelle du GenYe Hiiinain, par J. J.
Viicv, 3 volumes : na ra de Hurtas n. *>, das7
as 9'horas damanhaa, ou das 3 as 7 horas da
larde.
mporal
e'scriptorio d Antrtnio G. M. T
O Sr. capita Augusto Leal Ferreira, tenlia
a bondad* VHrigir-se ra -Je Borlas a it, das
"> as 'J horas da manhSa, ou das 3 as G hoca
jarde, a negocio de peo interesse:________^___
Precisa-so de nm menino para criado, de
idadede 11 nuil- : a tratar ua ra da Cafteia n.
SU, loj d>> cbapeos.____________________
Y
iiiii
NA L VUftIA 1KANCFZ.V
PARA VS rESTASftE SANTO ANTONIO, S. .tOOi:
s. iT.ioin
ACIGANA
Colleccao de sortes para Immens e se-
nboras contendo tois a phrenologia das
damas, varios joges para sociedade, chara-
das enigmas etc. ete. etc., 'afcrescenlada,
mais com o canto das mocas.
l'mvolume nitidamenle impresso l-s(X)ii
I"ricontra"-se tamben nesta livraria, nm
i de saldr luz um opuseulo intilulaao completo soriimento de livros e cartes de ( _
ao sobre as llancas niminaes nwr-|d0 sort.es para o mesmo divertimeto das: -J"'
,!H.l, -i iivrn.-ii-'ii om r.rtnn i( ilaMii'.a lt i solo ano
Acaba d
I ina lieo
soconten) i a exposieao em fnna didact'n-a de
ludo qnanto <' aehn establecido acerca de tal ma-
teria pela legislaeao em rigor: trjbalho de snm-
13 ntilidade nao .,) para a< pessnas do Bi
nai taiiiliem para as de ou Ira qunli|uer protissSoj
poisqne mais ou menos a lodos loca e interessa .
aclia-se venda na iivrari1 Universal, ruado
Imperad ir. peh) proco'de 2 ono ___ __
PivciVa se d nina boa co>inbeira para casa
de urna familia, e nao precisa (azor compras : na
roa do Rango! n. 7 se dir Son le .
ATTENCAO
O abaixo assigoada faz cente ao respeiiavel
pnblieo o especialmente ao corpo do commereio
dosta praca, quo na dia 2.1 le abril do corrente
anuo, aeafeon com o negocio que tiiiha na ra do
Itangel n.'.), tanto de sua firma, como da que lti-
mamente i.-xisua de Oliveira fe Sonsa, e que nada
ficou devendo desla, como daqneiia; porir, se
algoem se julgar sen credor,aprsente seus docu-
mentos na ra do Livran cnto, s.ibrado n. I, no
praso de seis dias, a conlar delioje, para -er pago.
Serve-sc o annunciante do ensojo para scienlilicer
a todas as pessoas que Ihe sj devedoras, qne te-
nli.-n sald.n suas emitas para > evitar de "seren
avisados judicialmente polo se i proennul ir.
Beeife i iojniibode 1889,
- Francisco do Oiiveira Tranco.
Flores de cera
Ensina-sc a fazer llores, finetas, bolos, unos,
restas, ele. etc., com. toda perfeico : a tratar ua
i ra dos Coelhns n. 28.
CO*SEIiHO DE IIKF((AO
Os Senhores.Saunders Brothers &C, Tasso
Irmos, Luiz Antonio de Siqueira.
ti;nE\TC
0 SR. P. F. BORGFS
Restando ainda emittir algumas aecoes d'esta companliia, da quantia nominal de
iOO(jOOO cada urna, das quaes s se aceitam em vrtnde da lei, O /0, ou 40?000 por
cada aec5o; convida-se pelo presente ao publico em geral e especialmente aos Srs.
^pitalistas e interessados no commercio. que queiram dar emprego seguro aos seus
capitaes, disponiveis, a subscrever o numero de aeces que llies approuvcr.
Algumas destas aeces j tem sido tomadas por pessoas que conhecem a vantagem,
de na presente occasio (conhocidamente a mellior), empregarem o dinheiro de que
poderem dispr em objectos de valor real, como vapores, predios etc., que Ibes garan-
tam seus capitaes.
A companliia possuo boje 10 vapores, 6 inteiramente noves, e destes o ultimo est
a chegar ae Inglaterra, onde foi construido expressamente para ella.
Alm disso est edificando vastos armazens, no terreno que possue no largo d'As-
sembla.
Seus dividendos tem sido de 10 e/0 ao anno> ws ltimos i annos.
As aceoes que se emittirem gozam dos mesmos olireitos, e perceberao o beneficio
dos mesmos dividendos que os antigos em proporco da entrada.
Recebem-se assignaturas no escriptorio da compashia no seu edificio ao caes da
Vssembla p. 12
Ama
familias.
y i A VI % IIIA FRIXCBZA
Xoi-oes de grannnaticns pitra o us. da
infancia, extraliidas da grammafea porlu-
gueza do Sr. F. Solero dos liis por Pedro
Nones Leal.
Preco........ 'JOOrs.
Nova edicao mci iradamente augmen-
tada.
Pr.x;isa-se 'i' ama ama para
do Queimado n 12, 1" andar.
cozmliar na ra
Joaq
uim Jos 6on-
palves Beltro
RA O TRAPICHE N. 17, l. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do limbo, em Braga, e sobre os segum-
es logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Faruai;< 2o.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barco i I os.
AnTmT^ionfnvesI MuwTTrOmsnmcaMa-
chado Brlirao. Leonel de Lacerda Machado, D.
tathariua de Iticci Machado, genros e lilhns de D.
I'erceveranda de Lacerda Machado, fallecida no
lia .11 de main ultimo. eonfe?sam-se summamente
agradecidos todas as pes-'.as que se dignaran
aconipanhar ao ultimo jazigo, os resMs mortaes de
sua presada osra e m5H ; e convidam nao s a
essas mesmas pessa, como tambein todas as
mais, seos amigos ou da fallecida, a assistirem a
missa solemne do semo dia, que maudam rezar
na matri?. do Corpo Santo, no dia 7 do corrente,
ns 7 horas da nianhaa.
Recife, :' de junho de t
3
XXI
Preeisa-so de urna ama para cosinhar,
ni ua do Crespo n. 20.
A vi o s autoridades poli-
eiaes e a quem competir
No dia 29 de maio do corrente anno,
fugio o cscravo Ezeqniel; crioulo de JO 3
.iunos de idade, estatura regular, reforjado,
cor bem preta, cabera redonda, trajava ca-
rniza azu c calca cassemira cinzenta; du-
rante o dia cosluma andar ganbando as
; u.is, ou em armazens de assucar ou as
tabernas a conversar e a beber durante a,
noilo recolbe-se a telferos abertos ou pe-
netraveis, a casas em construecao e aoutros
quaesquer lugares onde se possa abri-
gar: ipiem o apprehender lenha a bwidade
de o conduzir a ra da Alirora n. O onde
ser gratilirado.
Sitio para alugar
Precisa so" alugar um pequen o sitio,
prximo capital e aos ti ilhos urbanos, e
D<>r mdico prep): no tango do Carmo n.
18 Io andar.
O abaiKo assignado faz sciente ao respeiiavel
corpo do commercio que nada julgsa a dever nesta
praca e nem lora dola, piem se julgar credor a-
present"-m seus dehitos no prazo de tres dias.
Recife 3 de jnnho de 186!.
Autirtiio Jos Vieira._______
Precisase de urna ama : na ra de Hortas
n. 45._____________________________
Club Pernambucano.
T) mingo 6 do corrente baver reuoio
familiar.
recisa-se arrendar una lio:* cas* grande,
i sobrado un terrea, toda forrada, com commodos
I para una familia regular, e lendo sitio com arvo-
redos de frutos, ou haixa do capim, as knmedia-
Bcs desla cidade, como seja : Sidedado, estrada
no Joi-t de Rarns ou Ponte da l'ebAa : [ver e queira arrendar, annuncie pelo Diario ; na
certeza le que, pasa-se a contento dopropritario,
e da forma que inelhor Ihe eonvenlia, 'flp
quer e qno a casa seja boa e enha ii ni
rjoanto a. pre^o ser atsfeito o proprioiario so o
predio agradar.______________
Costnheiro
Precisa-se de um cotoheiro que seia perito,
iiofere-se escravo, pagt-se bom agradando : a
tratar eom Jorge Tasso, roa do Amorim n 37.
DeclanK'iio
Luiz de Paula Lopes, conecido por Lab Lopes, !
declara nao ser ee o administrador do Alcaearlj
Dansante ra de Santa Rila.
A luga se a leja do sobrado n. 32, sita na pra-
ca da Boa-Vista, tendo commodos para qualquer
stalielecimento : a tratar na ra do>Alecrim
n. 30.
T> II
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(SEM LIMITE.)
31a Iravcssa da
2,
ra
pri-
.ivraria Fvancexa
Jos J.iaquim da >ilva Araujo e Cania da Suva
Vranjo, convidam aos seus paredes o amigos a
assistirem, sabbado 5 do corrente, as 8 horas da
manhaa, na igreja do Corpo Santo, a urna missa e
memento, que mandan, celebrar por alma de sen
prezado pai, Jos Joaquim da Silva Araujo, falla-
ndo em Santos no dia 10 de maio, pelo que desde
j se cenfessam gratos.
i
:.
I
Precisa-se de um homem com pouca
familia, e de boa conduola para encarre-
gar-se do ensino de preparatorios, no po-
voado dos Montes (Una) ultima estac5o da
va frrea aonde podtr adquirir muitos
:himnos, com tanto que seja perfeitameo-
le habilitado as materias mais necessarias
o curso preparatorio: tratar a ra do
Paro n. 32. portao de ferro.
O obaixo assignado declara pelo presente
que nada deve nesta praca nem fra delta a pes-
soa alguma, mais se algtim se julgar seu credor,
contas no praso de 18 lias, nesta
i de Jos Carneiro da Silva, Cineo
i de junho de 1809.
ho da Silv.i Vieira.
Preeiaa-3' .ma para casa de homem
soiteiro que cosuibe e engomme : a tra ar na roa
tapertalu. i7.
das Cruzes n,
neiro andar, da-sc qual-
quer qnantia sobre oifo.
prala e pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicocs de ga-
rantir a tranfeaeco que so flzer em
sua casa, promettendo todo e zelo
e consideraco s pessoas que se
dignarem'de honra-lo em seu esta-
belecimeto.
Na me*ma casa compra-se ouro,
prata e brflhantes.
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O

is notas do banco do Brasil odas enaasl
ra descont muito razoavel : na prafa da 1
icndeneia n. ti.
Ha muila neeenidade de se fallar com o Sr.
Procopio do Senna Santiago, na ra Direita.it. 53,.
3 negocio que nao Ibe deve ser estranho.
Acha-se fgida ha oito mezes a preta es-
crava, de fiaco, de nonie Maria.com 40 ini Ii
idade, baha e cor fula, consta que du ser forra, f
anda vendeudo na freguesa da Boa-Vista, cmu
urna bandeja pintada do encarnado, cora qoe
fugio : gralifica-se bem a quem a apprehaadtr e
leva-la a roa Imperial n. 103._____
Ama de leite.
Na na do Imperador n. 61, 2* andar, prefra-
se de urna ama de leite. afrailando paga- kan.
CASA A l OK L\A
Aos 4:0001
Bilhetes garantidos.
\ ra do Crespo n. 23 e casas do cguIubb.
O abaixo assignado tendo vendido nos ssosmoi-
to felizes bilhetes garantidos 1 inteiro n. 4018 con
a sorte de 4:000, 1 meio n. 793 com a snrltde
700J, 2 quartos n. 4622 com a sorte de 202*. f
mitras muitas sortes de 100/, iO* o 204 da
lotera que se acabou de extrahir em Lcncfiei*
da matriz'de Buique (107'), convida aos possni-
dores a virein receber seus respectivo pre-
mios sem os descontos das leis na eaaa da For-
tuna ra do Crespo p. 23.
Acham-se a venda os da 2a parte da lotoria a
henoflcio da matriz de Flores (108), que s ex-
trahir sabbado 5 do mez vindo ro.
Precos.
Bilhete.....4*000
Meio.....25000
Quarto.....I $000
Em porcae de 100 para cima.
Bilhete.....3*500*
Meio......1750
Quarto..... 875
Manoel Martins Pinza.
F0G0S-
Na antiga fabrica de fogos de artificio da n'nva
Ihilino, existe um completo sortimento t'e rodi-
nhas, craveiros o pistolas, objeetos proprios para
os festejos das noitesde Santo Antonio c S. Joo.
ludo por commodo preco, e como seja a fabrica
distanto da cidade, as pessoas que (pwreiB fa-
zer suas encommendas, podera leva-las no arma-
zem da bola amareila, no oitao da secretaria da
polica, onde tamliem acharao as amostrxs.
Joaquim Ferreira dos Santos, profes-
sor de danca, chegado ltimamente da Eu-
ropa a esta provincia, tom a bonra de par-
ticipar a seus Ilustres babitantfs, e mu i
principalmente aos dignos cheles de familias
que lecciona em dauca debaixo de toda a
regra na casa de sua residencia, ra do
Imperador n. IV) 2r andar, as tercas, e
quiitas-l'eiras, das 3 horas da tarde, at s
10 da noule, o aos domingos de manfca e
a noute. .Protpptilicando-se tarobema ir
as casas particulares e collegios nos dias
qoe ara issolhw designaren
Precisa-se de urna ama para cosinhar; na
roa das Larangeints n. 8.
Roga-se ao Sr. Joo Isidoro de Nojosas Va
rejao o favor de comparecer nov largo tk> (^>rpo
Santo n. 19 ( pavimeuto terreo ) a negocio de seo
inters-e.
AMA
t
9
.1.1 I IJUIJtl.
Tardes do um pintor, 011 as intrigas de
um Jesuta, romance brasileiro e T. de
Souza, 2a edic3o 3 volumes 8" br... 6,5000
Diniz (Julio) Morgadinha dos Canav aes,
2 volumes 8" br............... 4*100
A mesmn obra 2 voltmvs IV -34000
As pupilas do Sr. Heitor, l volume
12* br...................... 2A000
Alencar (Jos de) A Expedicao, comedia
1 volume 8" br................ 2*000
Leal (Nunes) Os Mysterios do Akazar do
Rio de Janeiro, drama 1 volunte 8o br. 2<$
Herculano Atex.) O Boba,. I votwH2
ene........:................3000
0 Libello=- do poro, por Timandrn. i
volume 18* br................ 10800
Hbvaes A Manta de retamo, prosa e
verso, l vjlume 8o br........... 5#OO0
f O Futuro, olira tuui a ooDa|ro-
manee, criticas, poesias, estampas, muscas,
etc., i volume 8 grande br...... o.'SOOO
A mesma obra encadernada. 6/JOOO
Poesias e novas poesias, 2 volumes 8o
br.......................... 5)0000
E outras poMteatfes do edftor A. A**^
Cruz Coulinho, do R de Janeiro,
acham-se venda na mesma livraria : ruaj
do Crespo n. 9,
tima preta escravaMne sirva para tomar conta de-
um taboleiro de fazenda e vender na ra: a tratar
na ra do Crespo n. V). ______^^______
DO
Precsate de um caixairo que tenha pratiea
de padaria : a tratar no pateo do Terco n. 63.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
soiteiro : a ra de Aguas Verde n. 86.
Oonraria de N. 8. do Livra-
mento
De ordem do Uim. Sr. Dr. provedor de residios
de capellas, convido a todos os irmaoSaso ifrade da
mesma para no dia 6 do corrente, a 10 oras da
manbia, alin de eleger-se o novo jok.
Recife .1 de junho de 1869.
Joao Manoel Lino da Rocha.
Secretario -decammisso. -
Ama
Precisa-se de una ama forra ou escrava, aua
saiba coainhar e engonunar ;na prna da nde-
pondonek n^39 se dir para-onde .
GosM^ira f^gommadeira
Paga-se Rm alugnel por duas escra"as, para
cosinhar e engommar para urna pequea fami-
ia : em 8. Jos do Mangninho casa n. 2, antes de
chegar a igmja.
COPEIRO
Paca urna easa de familia, preeisa-so de um
bom eopciro, qno atja fcastanle difante e que d
conhecimento do sua conducta : a tratar na ra
ida Amera n. 42.
BRASIL E PORTUGAL
Siwado.em.umrdos bairros maist^ntcaes de Paris, sendo as immediacoes dos
principaes theatros e outrosmuitos divertimentos, e assim das estatiesdos caminos da
ferro paca todos os pontos da.Eurapa, acabado de ser inteiramente renovado, nao se
tendo poupadeo seu novo propietario a despezaspra sen completo embeHesamento-
aceio,' tomare pornio vantajosamente recommenavel aos senhores brasileiros e por
toguates, a onde eneoBtraro sempre aquella convivencia desejada em paiz estranbo
por ser constantemente iWaentado por seus compatriotas. 0 tratamento superior ,
iedo o elogio,- mes redolida, ou a carta, oa serwd nos apoaentos; habitaces conve-
aientemente despostas para familias, e quartos para urna s pdssoa, o servieo feito
om a precisa regularidade : os precos raudo rasoaveis e ao alcance tambem d'aquefte
pessoas que se queiram limitar. a*iL
Gatnoete de leitora com o principaes jornaes dos dous pitees, sallo de recepeo e
Ja mitfica- .auligcJis pode; i ,, lalmente aos senhn
res passageiros das repab* iielhaiifit dalingu
jontrarSo muitos senhores feespariboes, natas esta casa bastante
Precisa-se do nina mulher que saiba engwniaai
para um casa de familia : a tratar na roa da
Cadeia do Recife n: 18, 2 andar.
Frederico Maia
Ctrargfo dentista pela escola
de medicina
do Uio de Janeiro.
Tema honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital e seus suburbios, que tem aberto
seu gabinete de consultas e opestoes dentarias a
ra ireita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
Srocurad todos os dias das 8 horas da mancha a
da tarde. Elle acha-se competentemente batoli-
tado para com perf^ieiio collocar denles artificia
por qualquer dos systmas, e bem assim desenapo
nhar qualquer outro ti ahalho conrerlenlo sua
proflssao. O mesmo, reconhecendo qne Bem sem-
pre possivel s senhoras on crianfas sah-em a
proetujr o remedio, offerece-se a renover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem que issoinllua cousa
alguma na commodidade dos presos de seos traba-
Ihos, e quando para fra della assim mesmo sen
precedido de um ajuste rasoarel, garanlinde elle a
seguranza e perfeiio de sens ditos trabalhos. Km
seu gabtneto se encontrar constantemente exce-
lente pos dentifricio, elixir e outros mediramen-
tos ouontalgicos : ra Direita n. 12, priawiro
andar.
Vende-se em casa de oliveira
Filho_s & C, largo do Corpo
Santo n. 9
Libras esterlinas.
Vinho moscatel de Setubal.
Potassa da Russia, em barris e aaeios
ditos.
GarvSo animal do superior quaiidade.
Panno de algodao da fabrica de Fernao
Velho, para saceos e roupas de escraos.
Um carapina
Precisa-se de, um ottefnl de carapina para un
trabalho que peder durar um mez : trata-se n
praca do Paraizo n. 24.
Hospital portuguez
0 provedor do hospital portogwz de
beneficencia em Pernombuco, roga aos
Srs. socios para que tenham a boodnate'e
reunir-se em sessao extraordinaria no dia 8
do corrente, domingo, pelas H horaa*da
manhaa na sala das sesses, do mesmo
estabelecimento, aim de se considerai e
deliberar sobre assumptoa que muito a>
portam c dizem respeito ao referido hos-
pital.
Recife 2 de junho de ISG9.
gL O provedor
Franekn- Joo de Batros
Precisa-se de urna ama : no ra de Agoas-Yter-
des n. 86. 1 andar, a tratar no mesmo logar.

Precisa-ge de um menino para eaixeiroaV a
ratar'na roa Direita dos.Afcgados n. 18.
Em ; TfffiofillS *
ANSEN, ra da Cruz n. 48, ****'*
eSetlvamcnte todaa as qualiides de >Bim
. Doupgogna e d'Hteno-
Ungir
o andar do sobrado ds a de Agoas-TerdO-
48, com; bastantes aiminodos e mnito fresco c ob
doj. Martyiios I.
-i
'

\
V

-N
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r

Diario de Pernambuco Sabbado 5 de Junho de 1869.
DO
BR. P. A. LOBO MOSCOSO
3Ra da Gloria sitio do Fundao3
Consultas todos os dias desde as 7 horas da manhaa at as 11.
Visitas ein casa dos doentes de 11 horas em (liante, em caso urgente a qualquer
hora do da ou da noite.
Nao se receben chamados se nao por escripto cm que declare o nome dapessoa,
toda ra e o numero da casa.
Especialidade em partos, operacbes, molestias- de multares o meninos.
Cura radical das molestias venreas, e dosvcstreitamentos da uthera.
Curas radical das molestias do tero, comouilceras, flores brancas, amenonia,
regetacoes e catarrho, etc etc.
Recebe-se escravos para tratar de molestias ou praticar-lhes qualquer operac5o
cirurgica. Diaria .000 excepto as oaeraeSes.
Os memores remedios homeopatliicos conhecidos. e por precos muito com-
modos.
4

i?
<


ss
m
Aiud rosttra alga coltewaes de
Biograpuias de algwss poetas, e outros ho-
mens Ilustres da pro\inciadePernambaco,
tres tomtfjwcwpU pelo eoiraem:uid"
J. de Mel
Eflp
do Rosai ', prepai-s* al-
moco e jwrtffr-con el*: que pweiaw
diriga-se4a inasma quft.achara com quem
tratar.
O muzeo de jolas
Na raa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por praeos niats-vanlajs< do
-Ha m oatr> Precia"sedu.uta. Ii;ui:in paraeittr de en-
gento : a trauma, .ra, do Ouro a. 32, casa com.
portto de fe_________^^________
Precisa-* d* -uim uM>aar-engaimnar, lavar o
mais alguto servico de casa de ponca familia ; a
tral.tr na Ipjap. W; csqaiwa^da Madre de-Peo
no .5
Precl-a-so de mo fottor : a tratar
teiro tabcrnaylu Sr.,Ntc lama na ra Cu Crespa
n. 23.
Precisase de urna amado
mullicr livre e scm lilho : na
35. 2* andar.
ile, prefere-se a
das Gnes o.
Ama de leito.
Precisa-se tle urna ama de leito : na fu Nova
n. 52, 2 andar.
Madama Puech faz publico, que li-ndo ven-
dido seu estabeleciniento denominadoHotel de
Europe,e retirando-so do pai/., julga nada de-
ver tiesta praca, pon ni >e alguem se julgar ere-
dor pode apresentar sua ronta at o (lia 12 do
correte. Igualmente p*dc aos seus devedores se
sirvan) vi r saldar suas cotilas e nao o hwndo,
Ihes repetir este pedido noiuinalinente pelos jor-
naes. ____.
Compra-se mee* deeuffr-o prata e
be como libra* sterlinas, na j-ua.. do Ga-
bng n. 9, relojoarra.
VENDAS.
Aa tOioas, da; rodu^ao. dos imris e .medidas
aoue*s ao aovo >v sioina, tmMi ico u vicewi;, ja
iMittCOnheoidaR .lo pubkco. pontinaanv vende
as- niesmas casas, a sjber : livrraria-froneea a
rita do Crespo n. 9 : eiicadoruacao parisiense
ra dojmpnradoi- n. TI ; luja d papel e '..bjcu
de escripftiria ruada Cadeia n. 3fc_________
vende-*a a dinUeii-o ou..a praso a padaiui a
apar stlaeni L'ua. a baracada og pretondiiaiM poden entender-so no
Ha
&<
5
e
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca, e por precos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciosas
16 RA DA CRUZ 16
8. AITO^IO, S. J0\0 E S. PEDRO.
Ka diariamente sortimento de bolnlios para cha, podios] pes de 16, bollo nglez,
presuntos, ditos em fcamhre, pastis de diferentes qualidades. Papis para sortes,
bollos simples c enfeitados, amendoas eonfeiadas e confeitM. Vinhos linos engarrafa-
dos, superior ola Hissoa, pretoe miudinhu, fru;tr em xaropes, ditas seccas e ebrista-
lisadas, assucar candi, xaropes refrigerantes.
Recebf-se cncommenilas de baudeijas para casamento, bailes o baptizados, com
bonitas armacoes de assucar, sendo estas preferiveis as de papelo: bollos etc., paes
de lo enlodados, qualquer encommetida para lora ser ifem acondieionada.
K
VERDADEIRAS
PILULASdeBLANCARD
^
1
COM IODURCTO 00 riRKO INALTCNAVEL
1PPR0VADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA 01 PARS. ETC.
PocsntDdo as propnedadesdo todo et do forro, convem especialmente cas AfrCCCOis
BCtoruLOSAS, a tsica no principio,a [raqueta de temperamento tambero nos casos da
Falta db cAr, amenorrhf.a, em qur> precisareagir sobre o sangub teja para restituir
Iba a sua riqueza e abundencia normaes, ou para provocar regular o seu curso peridico.
JV. 8. O iodnreto d (erre impuro ou Alterado om muticamemo infiel,
irritante. Como prora de poreta'* do ntbewidade da werrfaJrra r-
MaiMri, dere-s* exigir nowo oello 4e rala reactiva
ooaso lia, aqni reprodoiida, qno m acha da parlo inferior do ao)
raala v&rte. Dere-ao daaconCar dai falsifiracoe.
Aehaoa-aa eaa toda* aa aharraralaa. PHarmaceuUc; rao Bontparlt, 40, "aria
k ataa
mu
Precisa-se alagar um escraw para servico
B padaria : a tratar na ra Imperial n. 183.
Veneravel ordem terceira de
Nossa Seuhorado Carmo do
Recife,
necor Cii-melt.
O mestre de novicos da veneravel ordem
terceira de Nossa Senliora do Carmo, con-
vida aos innos noricos a se reunirem no
consistorio da ordem, tlomingo i do cor-
rene ;is 10 horas do tlia, para se. tratar
de negocio urgente e importante.
Recife, 3 de junho de I8G9.
O mestre d novaos,
Manoel Cnclho GuimarCies.
liquidatario da inasaa fallida de N. O. Bic-
ber : C. Succpssores, paga o Io dividena lodos
os dias ttleis, do meio dia at 3 horas da Urde, na
piara do Corp Santo n. 15, t" andar.
CARTA
Mi O Sil, JOAO ALIES K
ra da Cadeia n. 33
.too noprpsi'elo pateo o
f auu 11. .
Bautoiga injOaza a o, uo, l c UMOO rs. ai
libn. ebibyuoa e .perola a U800, 2^500, H
3-iiift a libra.
Pai fogos de 8;mto Antonio,
8. Joflo e S. Pedro.
UMAUIv DE-KKRItO 'milito nova).
DITA DACO (idem).
DITA D'AGULHAS.
Ventl.'m-se na hotica e drog.uia de Bar-
tliolnmeu & C.
14RHA LARSA DO ROXAHIOM
mmm
Chegon ao antigo deposito de Elenry Forster o
C, ra do Imperador, um carregamento de ga;
de primelraqualdadojj)qual b vende em paftida
e a retallio por menos prveo do que em nutra qual
qoer parte.
Blalas
a IS200 o gigo na na da Madre do Deosn. 7.
figos fiim :t'i libias, muito luas.*
Vende-se um sitio que ten. de fundo fi'lO
palmos, a rasa i cditlcada de novo, e tem banho
atraz e 'ructeins, na in'atiezia dos Afopdus: a
tratar na ra do Pudre Fl niano n. 71, 2o andar.
AOS SR& FOmjETEIEOS
Bartholomeu &C.
SALILRE reliuadode i'qualibde.
KNXO REemcylindrp
LIMALIIA do ferro (muito nova).
. DITA (Vaco mi!
DITA d'agulhas.
E todoeos mais preparados para os lin-
dos rogos tlecores' ni sua drogara urna
larga do Rosario n. 34.
Estopa da trra
Vndese estopa da torra, propri para 'ilafe-
Iat embarcaces, de superior qualidado : na ra
da Semala-Nova n. I.
RIVAL SI SUltl
Ra do Queimadon, 49 e 57 loja
d< miudezas de Jos de Azeve-
dv Inata c Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est qtieirnando tudo quanto tem era seu
estebelecimento para acabar e fazernVo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
ver o que bom e barato.
Garrafas com jagua florida ver*
dadeia...... 120C
Garifas com agua divina dame-
lliorqualidade .... I 500
tatas com superior banhafran-
ceza ...... 200
Caixascom 12 frascos de cheiros
proprio para mimos -'(Mi
Dita coiii| frascos muito finos >SUO
Oleo baboza muito lino que s
a vista ......
Salronetes de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de p de arroz muito
superior .....
Pegas de babadinho com 10
varas ......
Caixas redondas emilando "tar-
taruga ......
de cus qoalqucr
unlias muito i-
dentes fazenda
de cores
Precisa se do una mulher forra ou eserava que
engomme c rnsaboe, para urna casa de familia: a
tratar na ra da Cadeia do Recife o. 18, segando
andar.
Os abaixo assignados participam ao corpo do
commetcio desUi pr&ca, <|ne dissolveram amiga-
vetnientc a sof iedade, que sob a razio.de Siqoeirn
& Cliagas; tinliam na povoa^ao do S. Benedicto,
termo de S. Bento ; assim cuino ileclaram nada
devora dita flftna, tanto narradle lugar como
nesta cidade, o que fazem publico como e de lei.
Recife 31 de maio de J8C9.
Juao de Siqueira PaMos.
Joo Primenio das Chapas Nio.
COMPRAS.
Compra-se
ouro e prata e pedias preciosas,
da Coo:eico; na loja de ourives,
cife.
no arco
no Re-
Compra^se moedas de ouro e prala, bem
como libras sterlinas por maior pceo que
em outra parte: na ruado Crespo n. 10
primeiro andar.____________________
Eo casa de Theodoro Simn ctC.
compra se a bom premio moedas de prata
do cunho velho: Recife, largo do Corpo
San-o n. 21.
Foguiuhos chiaezes artiOci es
para uoites tic Siv.it** Antonio
e S. ooslo
Acaba de ebegar grando sortimento dos mais
interessantes fuguinltos cbiDOtes e de bengalla ar-
tiflciaes, proprins para meninos solUirem dentro
de salas, sem queimar ou otlender por scrcm fa-
bricados especialmenti para divertimento de
criacas : no armazetn do vapor francez. ra
Nova n. 7.
Carne de porro
Na loja da rita do Queimado n. 10, a 200 rs. a
libra.
Pegas de fita
largura
Esco.as para
as .
Escovas para
muito fina .
Pulceiras de contas
para meninos .
Caixas de linlia branca do gaz
com j novellos .
Caixas de linha branca do gaz
com 30 novellos .
Pegas de tranca lisa de todas
as cores a .....
Resmas de papel pautado muito
lino ......
Pares de botoes para punhos
muito bonito .
Libras de laa pa a bordados de
de todas s s cores .
Pcntes com costas do metal
muito finos .
Novellos tle linha muito grande
para croles
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botes madrepcrola
muito fino .
Sabonete muito finos 00, 120,
ICO, -l'iO e.....
Pecas de fita de la todas as
cores .....
Espelhos dourados para parede
1000 e.....
Espelhos de Jacaranda muito
fino .....-
Pegas de trancas brancas e de
cores de caracol ? .
Pares de meias croas para me-
ninos ......
Caivete muito lino com 4 fo-
Ihas .....
Cartilhas da doutrina as mais .
modernas .....
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos ;i .
Vendeui-se du.ts casas terreas, una sita nos
Afogados na ra dos Pocos entrada da Pyranga,
com 3 salas, 3 quarlos c cosinba ; e nutra em
Onda na ra do Amparo n. 13 : a tratar nesta
ty pographia.
Yendo sa a taberna a ra da Cadeia Nova
n. 7, propria para principiante e com c nnmodos
sonrientes para morar-se : a tratar na niesma.
ou na ra do llangel D. 3.
j500
ma
>00
>:oo
1^500
$500
$240
?>200
r>80()
)00('
,->0i0
';5000
l 20
8f>000
320
$326
,5480
$500
m
>oOO
1^500
2^000
?000
;?320
1;5500
5100
1^200
a U,
i
\\ \0VA LOJA RA DO CRESPO 117,
DE
Antunes tiiniares k (i.
Na praca da Independencia n. 33, loja de ou-
rives, eompr-se onro, prata, e pedras preciosas.e
tambem se faz qualquer obra de encommenda, c
todo e qualquer concert.
0
DE
C/^
GOMES DE NIATTOS 1RM&0S
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DQ CABUGA N. 4
onde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubina e tudo que em <
de ouro, prata e platina se pode desejajj.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de nevos gostos, assim como grand
prata con ti astada e de gosto anda
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa garantem
aqualidadc dos objectos vendido*.
ATTENCAO
Contin pechineka
Manleiga ingleza flor IdOOO a libra me-
lhor do que a j annuiiada pelo mesmo
prero, no antigo estabelerimenlo na ra
das Cruzes n. 41. A (porta-larpa).
Na ra de Apollo n. 43, 1" andar,.vendem-se
saceos com farinba da trra a 6'flOO, bous saceos.
Pecbineha
Vendem-se vidros para vidraea, sortids o de
boa qualidade, c bem acondicionados, 125 a
caixa, em poryao e a retalbo : na ra do Vigario
B. J7._________________________________
Aos horticultores!!!
Semen tes de bortalices e de flores muito novas,
chegadas pelo ultimo navio de Hamburgo: a ra
Nova n. 60.
Victorino Antonio Martins, antigo pro-
fessor de primeiras lettras, presta-so a li-
coes para casas particulares ao sexo fe-
minino : os que desse mister precisarem
dirijam-se ra da Sania Crvre n. 60.
variedade de salvas e paliteiros de
nao visto, e completo sortimento de
Esleirs da India e balocs de todas as
qualidades.
Cambraias de cores, percalias, finas bri-
Ihantinas de cores, lanzinhas de todas as
qualidades, etc. etc.
Ricos cortes de seda de cores e pretas
lavradas.
Ditos ditos do cambraia branca bordada
para casameatos.
Riquissimos corles de vestidos de blond.
Poupelina de seda, novo gosto no mer-
cado.
Damascos de duas larguras de todas as
cores.
Saias bordadas de novo gosto.
Camisas bordadas para senhora.
Pasquines.pretas de seda.
Casaquiubos de canmira de cor de novo
gosto.
Ricas colchas de seda adamascadas.
Ditas adamascadas de cores.
Alpacas lisas de cores novas.
Ricas fronnas, lencos, rendas e bicos
bordados.
Bramantes e bretanhas finas e muitas
cutraa fazenda* que seria eufadonho moa-
oionar.
S no Bazar da Moda
RA NOVAN. 50 ESQUINA DA DE SAN-
TO AMAttU SE VENDE:
Para senliora*.
"Lindos leques. a imilatao de san Jalo a
U e 20500 rs.
Ditos, com lentejuelas fazenda fina a 3J
e 4o000.
Ditos elsticos, a aattacSo de marlim, 5$,
%, li& e logOO.
Coques da ultima moda, lizos c com re-
des de ccmtas a :i5i, 30560 c 4000
Ditos com lindos enfer.es a 4, 4j550O,
5 e 5A500 rs.
Ditos com botoes de flor de laranja para
noivas a 5jL
Dilos de cachos (alta novidade cm Pa-
rs!) a 0:5000
Lindas chap'linas de palla da Italia e de
fil de seda, guarnecidas com ricos, e ele-
gantes eufetes ultima n.oda a IJfK \&4
e Of5.
Chapeosinfios de vellidos de lindos mo-
delos a lo,-), !H^ e 20(9000.
Ditos de palha da Italia muito bem en-
feitados a I2I, li& c 156(00.
Iritis tle penias (novidade) para senhoras
a 170000.
Uorrhihos de fil preto para luto a 9^.
Chapeos de palha americana enfeitados a
40300 rs.
Dilos de seda para sol fazenda boa a
50,00500, 100 o 110000.
Basquinas de gnipur braceo bem enfcl-
tadas o molde ultima moda a 150, 185
e 2U0OOO.
Ditas pelas com ricoi enfeites de vi-
drilhos a 180 e 200000.
Sintos ricos de setini com lafos
60, 70, 80, 100 e 120000.
I ina liutla e rica guarnieSo ein- de rosa,
a Maria liosa, (alia novidade) por 28000.
Giiiialdas de flores muito lindas 5$ 60,
70 e 80000.
Caoellas de flores de lanrajeiras para
noixas a 40500 e 50000.
Especial sortimento de gravatinhas para
senhoras.
Sintos de palha muito lindos a JOOO.
Luvas de pelica a duqueza, brancas, de
cores e pretas, o par 30000.
Blondo de seda preto e braceo com sai-
pi:-os e ramagens, o metro a 20500, 30,
i -.00 e 0)000.
Enfeites de palha muito lindos para co-
ques a 10500 c 20000.
Guipar preto e guipur bronco, fazenda
nova, para capinhas, corpinlios, basquines
el.-, ele. benitos padroes, o metro a 3i$t00,
30500,40, WSOO, :). e U.
tinode sortknenfaQ. do bicos e rcudas de
guipur brancos, e pretos com fio de seda
fazenda superior, de diversas larguras o
precos muito baratos. I
Espaililhos brancos e de cores nuiiici
bem f.itos a 30, 40, 50. 50500, 70 c 8*.
Enfeites para cabera especial sortimento,
70. 80 e !l -(,00.
Meias croas, fazenda-superior. o par 2?.
Corpinbos enfeitados de delicados gos-
tos a 160 e 18,0000.
Meio* corpinbos de fil preto e branco a
0500.
Lindas c ricas guarnices de .ores j
promptas para vestidos a 100, 120, 14/fe
194880.
Bornis de laa e seda, moda elegante
-iO-OOO.
Cachins de laa de cores a 50, o, o 80.
para HOMte&s.
Chapeos de sol, fazenda superior a SS,
100 e 150000
Chapeos de castor branco, fazenda fina,
e forma a moda imperial a 110000.
Corrente de plaqu iguaes s d'ouro urna
por 80, 100 e 120000.
Bengalinhas de canna com easto de
marfim a 40 e 50000.
Ditas d'aco e lenhadas ultimo gastaba 1|>.
Ditas fantazia muito lindas a 10500 e
20000.
Bengalas fortes (para flar no Lpez) a
20 e 2500.
Chicles para monlaria, de 10 a 50000.
Cams;is com pedos collarinlios de li-
nho deilados muito be a feitos, ns. 38 e 30
a 50000.
E muitos outros artigos tanto paia ho-
mens como para senhoras e cri n?as
assim como um completo e especial sorti-
mento de miudezas, ludo recebido de cus-
i proprio, e se vende mais bwato do que
em qualquer pa'teno Bazar da Moda do
JOS' DE SOUZA SOARES & C.
6 MIS
MAS
IIE Al. O A UUlM^
MADAl'OLAO de 8.95J000.
DITO CQQUEIRO de H a fiOOO.
ALGODAOZINHO d 7 a 5*000.
CEROULAS de U a 1*300.
MEIAS CRUAS a 2i0 rs.
CHALES PBETOS de fif a 2,8000.
Ra larga do Rosario
N. 22, loja do Vianna.
~B0M VINHO
DO
mm
Cliegou pelo bngue Trmpho e consignado
Flix Pereira da Silva, nina nova remessa de bem
conJieeido e excellente vinho puro do Dooro em
Oarris de o e 10, ^arautindo-e foceo atguma neste genero o nielhor tjue tem
vindo ao mercado, e muito proprio para usar as
horas tle comida, e vende por preco razoavel :
na loja-do Pavan, ra da Itnperatrz n. 60.
Vende-se a im>>
6 : na raa do Gaz n. i
trate.
do neceo do FaMe n.
se dir com quem se
HEDAS
no
NOVO SYSTEM
O Campos da ra do Imperador n. 28
tem para vender as medidas do novo syste-
ma mtrico decimal tanto para seceos como
para lquidos.
Indispensavel...
E' inteiramente indispensavel s casas de
negocio cujas compras e vendas sao eflVc-
tuadas a pes, a novata bella com indicador,
para de momento se conhecer a exacta ce-
duccao dos antigos pesos para os do novo
syslema, cuja base o kilogramma, acom
panhando a mesma tabella urna outra pela
qual com a mesma facilida le se conhpce o
preco correspondente entre um e outro sys-
tema. Becommenda-so de pnferencia a
outra qualquer tabella pela sua fcil com-
prehenso, anda para as pessoas menos ha-
bilitadas em commercio e calculo. Acham-
Se venda- m ra do imperador n. 28.
PARA AS NOITES
i.;
.9. Jodo, S. Antonio e-S. Pedra.
Acham-so venia soctw paro .homaps e se-
nlwras, um tanto ar ira ossas cccMH
de divfrtioicntos c prazeres : as JmWas Iranco-
> ra do
i, n.\ Popular lar n. 67,
iardoo Avn ruada 0 '.cci-
W^^W- roa da
ji n. o?, na do Sr. padrgLemos.rua do Impe-
l, na BaMffMmPMMnso raa do
la 7t.
Tabellas vermicidas
ni
Antonio Nunes de Castro.
Vermifujo efficaz, e prterivel a todos o
fcnhecidos> j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil appIicaf5o as creangas
quasi sempre mais atacadas de to terrivel
0 muitas vejes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
DI
Barthnmeu A C.
31 Uiia Larga u> Hosario34
hm
ra llirta n. 3t
lia para vender um .completo sor-
timento de fugos artilitaes, tanto,
para SM(fccomo para j^angas, pis-
tolas brancas e ,q'- 1, 5 e G Dalas, folpinas, cravei-
ros, rodinbas singellas e dobladas,
fogutinhos, buaiaps, iilununa-
c,oes balfles deseda de 2 pasmos de
jltiira.etc, ele., feito, por ubi dos
mllios artistas- dwte genero.
Tambem ha para vender salitre, en-
xofre, breu, fio, facas e garito
de diversos pregos e qualidades,
bandeijas linas quadradas e ovaes ;
lm do grande sortimento tle fer-
ra^ens, miudezas, cutelarias e trem
para cozinha, etc, etc.
Ba Direita n. 53,1 oja de Manoel J
Berilo dtjp. Braga A C.
t que chegaram g
SYSTEMA DCIMA..
Grande factura de 1,500 series de
pesoskilogrammas em series com
pletas de todos os lmannos, me-
lhores de comprehender do que. os
que tem vindo ao mercado assim
como medidas de. metros, chegaram
smente de encommenda propria I
para a casa de Manoel Bmto de 1
Oliveira Braga A C, ra Direita n. (
53, e com diminuidlo de pregos,
enham em tempo^
Ndvo livro de sortes para
S. Jo\o e S. Pedro
A Pytbonissa d BWdor. inteiramente
inditas" e interessantes, a 640 ris o ex-
emplar. ra estrella do B<.ario n. l,
{ypographia de Geraldo. de Mira, na enca-
dernacao parisiense roa do. Imperador
livraria econmica d. Nogueira MedeirOE
a ra. do Crespn.



Diario de Pe nanibtic -~ Sabbado 5 Je Junlio de 1869.
-VI

N
DE
AFMNSO MOMffiA TEMPORAL
Est queimando os objectos abaixo decla-
rados pelos procos sguites:
CURAS IMPORTANTES
Ooxarope V^etal Ame ric^noes^ct. Barthole
34.RU/VttIIGA DO R0SARI0.34
iscos cora agua do colonia
l'iviir verdadeira a.....
'ules do travessa para meni-
nas a......... 3i0
Thesouras para costura e
\i ibas a........ 40
ita a 109 rs e .
as do linlris pira b ii*ir G
ofellos do l i *. com WJ jar-
das a ......... 60
rseos com otea do ndus i. 320
Saboneta do todas as q;ialida-
1-. S 89, l'M. i- OOo 840
o entre m i t a
5 OO, TOO, Sun a .. 10003
arrafa c i a agua divina MIOO
roaa do botos do louca a 160
; rj ;!a p;!ra CS CWH 10
varas a........ 500
lixas de aguNias ftancezas 160
rseos com banhi 3) o 100
ii\as com papel amiHc 700
>ito beiradoeada a l#<>oi)
litas ewelopes a 00
ipatinhos do la pira meniu is 400
Pecas do tranca do. ciraoi o
Piteis para barba a 201)
i'aros do suspensores a '200
Frascos com agua do co onil
3 (O, 160, 500 o..... 800
entes com cosas do metal a 320
;u torras de marroipiim a 400
(i irrafas com tinta rocha
L n ;os brancos parej mSo.
Paros de botes ['ara punho a
Frascos com clieiros 400, 800,
1- ")e.......
M ias cruas para homens du-
zia a.........
Ab itoadoras para co lele a .
Lbiha de OO jardas duzia a
c irtao e >m cometes 2 ordens
R mecas de cera, todo preso.
E-ipeihos grandescotn moldura
don .-! i ....*
[Vtoa s ..
I' 'cas do li.ti ;ii'a do'lfuai do
vestido.....
B ites de aro para'collete. ;i .
A.iiit i)irn roupa(P.'i a.-
C.i|i;adoiras (tara .-apdo. .
ti 'dos preta- para cabellos a .
Gcoza de Wtoes de aro para
calcas a.......'
Libras de liabas de cor para II-
nbavar costuras a.....
Tubas ou rhami.ivs para-enn-
diciro a g3 a .
Globos para os dil is &l500fl
Trocidas para os ditos dnzia
Pontos pretos para tirar piolhoi
Coques multo unos a .
Carias francezas a .
Ditas portupuezas a 120 o. .
800
300
200
35200
4,->000
300
15200
80
230O0
200
560
I 400
too
OU
200
i m
lina contornemos proenror uestados pera acreditar |
os-os nrepmdos, e deisamos que (na applic<;o e os
reiultudos oblido pul pe>soesque se dignaramaceita-
los, Ibes deera crcilito e og; porque do .trmpre os
alleslarlos considerados gralnilos, de les que lanca
mo o charlatanismo; mas ni qnerendo ofTeader as pes-
soasqueespoiilaucamenle nosolTtreceram.os que abano
To transcriptos, os fazemns publicar manifesiaudo-lhes
Don* gratida pela alinelo, esperando que Teobam
lies corroborar o conciito, e acceilaejfto que tem mere-
cid nosso xsrope. Uarlholomco m C.
TTSTADOS.
Illras. Srs. Bartholomeo A C. com a mais subida
Mtisfsclo que declaro ser o laropc Americano de uma
etcacia extraordinaria, pois ejae soffrrndo ba das de
intensa tosse, a ponto de Dio poder dormir a noile a
despeito mesmo de medicamentos que tomara, a elle
recorr e na terecira colber fui allifiado, e de todo me
acho boje reslabelecido com o use someule de qnasi
meto frasco: grato pois esse resoltado lasufesto a
Vv, Ss. meu reconliecimenlo. De Vy. S. amigo, re-
nerador e obrigado. Manoel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa S0 de abril de 18.
Illms. Srs. Uarlholomco k C. Penhoradissimocom
o Favor que me lUeramde aronselharo uso do xarope
Vegetal Americano, de sua eomposicflo, qnando me
arbera bastante doente de uma conslipaclo, que roe
lornou coniplctanienic ronco e que trouie nma forte
losse, e me impnssibilitnu de cumprir os meus dereref
de cantor da empreza lyrica, too asradecer-lhes mea
completo reslabelecimenie, que oblira com um so tidro
do mesmo xarope, denolile ber reconido a muitos
Saumentos. Desejani que outros como eu reconam
o sen xarope para se rerem aliviados de lao lerrivel
iucommodn, lio fatal nesie pati. Com malor eonside-
rscio contino a ser de V. Sa. aii'nto, venerador
obrigado. Loix Cienosa. Becife 26 de selembro
de 1868.
1 liras Srs Bartbolomeo *CO xsrope Vegetal Ame-
ricano aae Vv. Ss. lim exposto i renda de toda efll-
cacia fian o curativo d'aslbma, eanforme observei ap-
plicando-o a mea lllbo Joaquim, menor de quatro
annos; victima d'esse flagello. que al euliopor espiifo
excedente a dous annos bata resistido aenlros xaropes
de grande Horneada. Queiram pois V. Ss. acceitar i
expiessio
mcrilorio
xarope
alten
liecife
TASS01RM0S
Tem para vw. ta armuens, alm de ou-
tros, os si'gumtes artigo :
Pajiel pura iiijprnnir.
lina azul.
lUtadoe liso.
Vinhos e2ii caixas de dozc garrafas
Bourgognc.
II. i y.
Madeira.
HiTiuitage.
Cliatublis.
Licor de curaco de Hollanda em caixas de Tin-
te e quatro botijinhas.
GESSOj
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiraselc.
Nos armazens efe Tasso limaos
CAHKINIIOS DE FEUfcRO
Para servteos de grandes armazens, para remo-
ver barricas bu caixoes de um para ontro, lado pelo
2
INJECTI0N BROU
i
lnlalll%el e creseriaii, absoluumeniu a ui.ie* c,uecur u< iieulium auuilat*. TTcTj
boticas do mundo. (Exigir a instruccM 4* ). ( "* <* existaBta.) Falla, cat.ea
Hjtlf'Dlr ..
ii principan bolieu do mundo. (Exigir a insu-uceae de uso).
de Inventor BKOll. boulavard Maccau. la.
300
2-5000
200
300
2/000
200
200
RIVAL SEM
Ra do Quctmado ns. 41) c ;)7
tojas ele miudczaz de Jas de
Azeucdo Main, est acabando
com as miudezas de seus eslabe-
lecimeiios por mo qtieram apre-
ciar o (ue c bom e baratissimo.
Paros do sapatos do tranca fa-
zenJa nova a .....
Pares do sapatos de tapete
(s grandes) a......
Duzias de meias cruas para ho
meto a........
Tramlas do Porto fazenda boa
c pelo preco inelhor 100 altos a
Superiores salas brancas bordadas a 55, 63, 83 c iOOOOcada uma.
Ditos decambria de escocia transparent j feitas a 6W0 cada uma.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Corma de
Vascocellos A C.
Os verdadeiros COllAKES BOTEE, os nicos approvados pela
a Academia de Medicina, tem assim como os rucos outros productos
attrabido a ctipidex dos falsificadores, que para facilitar sua crimiuoza
industria nao se pojad, mm receiao annunciar vender fabos Coxxabss
com MMV iraiu. En preyino as familias paia interesse de seus filhos
,que. para eltar falsificacos, devem exigir, que meus Coilares lites
sejao tendidos em caixas de lambas de encaixe e corredias cobertas
por 4 elliqueUJ com a niinha marca de ftbrica e encerrando nra
prospecto cirennstanciado, e selladas por orna medalha com o letlreiro.
COLLAR ROYER. Rne St-IartiB, 225. Pars.
VEGETAL "AMERICANO
t S A LID ADE
BARTHOLOMEO&C:
Para i cura certa iu loues aniigu e rcenle!, catarro pulmonar, aslbuii; toi broncliijs, eui oral contra todos os solfriineolos das via rtspiralorii.
DEPOSITO CSERAli
:botxc-%. es drogara
31, ra larga do r0zar10, 34
PERNAMBUCO
A therapeutica das diversas molestias do peito, desde
a pharyngile ou mal da garganta ate a luuerculacio
pulmonar,ptssando pelas diversas bronebites calarrbaes
e o cmpbvserpa acaba de ser enrequecida com mais
este medicamento, qne tomara a primeira ordem entre
lodus al boje conhecidos. 0 xarope Vegetal Americano,
garantindo paramente vegetal, nao contera em sua
ejmputicio um s tomo da opio, e sim somente suc-
cus de plantas indgenas, cujas propriedades benficas
a cora da molestias que perlencem eos orgios de res-
pirado foraio por nos obseivadas por longo lempo,
com ptimos resudados cada Tez mata crescenies; pelo
que nos julgamos autorisados a coropor o xarope que
agora apresentamos, e a oflerece lo aos mdicos e ao
publico. 'Provamos com os atleslados abane o que le-
vamos dito, e contamos que o conceito de qne ji gosa
o xarope Vegetal Americano cresceri de da a da,
dcixando muilo aps de i todos os peitoraM em toga.
Illm. Sr. Barlbalomeo t C,O xarope Vegetal Ame-
ricano, preparado em sua eonceiluadissima pharmacia,
t um til remedio para combster i lerrivel aalbma.
Sofra en aquella molestia ba quatro metes, sem anda
Icr combando os ataques meosaes que tinha; este ultimo
iue tive fo fortifemo que me pro-lou por 8 das, usei,
Jnrrin o sea milagroso xarope, torneado apenas tres
ases, e al o presente oto fot de noto atacado. Presa
Osos, que en u Ihe, pois os meus agrdecimentos por me ler alitiado de
lo liorntel mal. Com a mais significativa gralido,
snbscrevo-mc deVmcs. aflectuoso e reennhecido criado.
Sererino norte.Sua Casa 14 de fetereiro de 1808.
Illms Srs Bartbolomeo & C Oepois de qnasi seis
mezes de solTrimenlo com uma tosse incessante, fastio
extraordinario, expectorado de um calarrlto amarella-
do, e perda total das Torcas, que o menor passeio
me fatigara completamente, cansado de tomar mus ou-
tros remedios sem resultado tive a felicidade de saber que
Vmcs. preparatam o xarope Vegetal Americano, e com
elle, gracas a Deas, me acho reslabelecido ba mais de
dois mezes, e robusto como se nada titease sofTndo. A
gralido me forca a esta declarado, que podero Vmcs.
fazer o oso qne quizerem. Sou com estima de Vmcs.
muitos respeiiador e criado. Antonio Jmquim di
Catiro < Silva. Becife 8 de fetereiro de 1868.
Atieste qne nsei do xarope Vegetal Americano, de
composicio dos Sre Bartbolomeo C. para cora de um
forte deOato que me trouve ama roaqudSo. qne me nio
razia edlender, inflammacio e dor na garganta, tosse,
grande falta de respirado, e liquei completamente res-
labelecido com um s tidro do mesmo xarope; pelo
qoe Ibes protesto eterna graldio. Kecife 10 de Ja-
neiro de 1868. Joaomm Pereira Araar*/unwr.
SOFFRtMENTOS DESTOMAGO. CONST1PACAO.-
Cura em poutos das pelo CARVAO DE BELLOC em p ou cm postilbos.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. k aodis-
sipada; rapidaiuentc \i< l.s purtOLAS D'ETH^r. 6 i. V. IIT.IX.
ANEIA, A PALLIDEZ f^offi-imentos que i.oc-sitam do
cmiiiego dos ferrugiii. '- ffio -empie combatidos com o mclltor resultado
pelas PlLUlAS DI VAULET. Cada l'ilula (eui inci-atado o iiome \ULtT.
PO DE ROSE. Basta dissolter .'.i frasco l'ct! [h, i ni mcial
garrafa d'agua pai'a se o!/, i una limonada airradavcl que purga sem la
zer clicas.
I
VINHO DE QUir-IUM de barraque. Este tiiiho, ui.i dos
poucos cuja coniposito garantida constante, i uma das iiklitores pre-
paraves de quiiino, sera accao notavel sobre os convalcscentcs, dando-
Ibes forcas e apressando 4 totta a saude. Cura as febres atitigi* qua rc-
sistao ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte U'tetas moles
tas, como as sciaticas, loiubagcs, catarros, e todas as dores nern as em
geral sao curadas petas perolas de essenciA DE THEK>U:MTINA do
Dr. Clertan. O profissor Trousseau em seu ^'"ferft^^^^^HP acn-
seiba as para serem tomadas na occasio de jantar, ra dse de 4 ti.
OLEO DE FIGADO DE BACALHA01E BERTH.-
Garanttdo puro e de primeira qualidade, um do* pwBii aprovados pela
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovados pela Academia
imperial de medicina de Pars.

Rio-Janeiro.
Dalia..
DEPOSITO
Cm atarla, sV ruif, i, r-. a.a()fc
Diro^ctrau* Hiaaui | Peraambueo. SUeaia el f>.
Cenra. f a.i0U ^ cu
TaSDoara.
Ii .tas et O*.
tana c grande sorlimenlo das melhores mareas de
farnhas americanas.
Saceos de farinlia de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico 12$
Omelhor para ludo que sao obras par agua, ro-
mo aasentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etcn etc.: em porcoes de
cuacoentu barricas se far reduccao no preep : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadetro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
IiO JF A -
DO
GALLO VIGILANTE
S&ua 3o Crespo n. 7
O- proprieterios deste bem oonheritlo eslabele-
elmeto alt'in dos muitos objectos que linfiam ex-
nosto< a apruciacao do rospritaviM publico, man-
taran vir e acaban dn reteber pelo ultimo vapor j /-, i t f(*vv(\ POrPHG nOT-
ta Europa un completo c variado sormnenlo do jjraa.eS V ierrO, tUItdfe, "UI-
teiras, etc., etc.
iftiO
IfloOO
34800
Livrus de missoes abreviadas a .
Duzia ilo baralos fraiicezes muito
linos a2-JM)0 c.....
Silabario portuguez com estam-
pas a.......
Gravatas de crese pretasmnil
finas a r
Duzias de meias para senhora Ta-
zenda boa a ......
Redes pelas lizas muim finas a
Cartoes com colchetes de lato
tazenda lina a......
Abotiiailuras de vidro para colete
fazenda lina a.
Caixas com penna d'co muito
tinas a 320, 400, 500 e .
Carines de linlia Alexaudre que
tem 200 jardas a .
Carreteis de liulia Alcxandre de
70 at 200 a.......
Caixas com superiores obreias
de mnssa a......
Duzias de agalhas pora machina
Libras do pregos francezes di-
verso tamanlio a.....
Livros escripturado para rol de
roupa a. ....... .
Talheres para meninos muito
finos a........
Caixas com papel amizade muito
fino a.......
Caixas com 100 cnvelopes muito
linos a........
Pentes volteados para meninas e
senhoras a.......
Thezouras muito finas para
unlias c costuras a. .
Tiitteiros com tinta preta muito
boa a 80. 120 e .
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. .
Duzia de pbosphoros de segu-
ranca da melhor qualidade a
400 e........
Pegas de fita branca elstica
muito fina a......
Novellos de linhacom 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a
Pecas de fitas bordadas com 3
varas a .......
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 2^00 a .
Crozas de botoes de louca muito
finos a.......
d200
23000
80f
fJ320
(500
4i000
0320
020
3500
I 000
5100
5100
0041
2:?000
-5240
5120
5240
$700
5600
da Europ
linas o mii delicadas especialidades, as qiKu-s es-
li reslviiW* a vender, como tle seo oostume,
por presos muito baratinhos e cominudos para lo-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvae de pellica, pelas, bran-
cas c de mu lindas cures.
' Mu boas c bonitas gollinoas e punlios para sc-
nlwra, ueste' genero o que ha do mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos onfoites para calcas das
Exilias, senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidn-
Ihos e sem elles; esta tazcuda o que pode Itaver
de mellior e mais bonito.
Superiores c bonitos leques de madreperla,
marflm, sndalo e osso, sendo acuelles brancos
com lindos dattnhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Eseossifl para se-
nhocas, as qttaes sompre se venderam por ."JOOO
a dutia-, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm destas, temos tambem grande sortimenlo de
outras qualidades, entre as quaes alguinas muito
finas. v
Boas bengalas de superior canna da india e
casto de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desojar ; alm destas temos tambem grande
qnanlidade de outras qualidade.*, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ole.
Finos bonitos e airosos clucotiunos de cadea e
De differentes qualidades para cercados de ani-
raaes, chiojneiros para gahnhas ou jardins: nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso Irmaos.
CAOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Rita, na aniga fabrica de
sabao, ha para vender por preco o mais mdico
possivel, eanos francezes para editcaeoes e esgo-
tos de toda a qualidade, superiores a lodos os tpac
aqu tem apparecido peta sua solidez.
PKECOS.
1^400 por cano grande de 3 e meia j.uHegadas.
I o-iHl por dito de i e tres quartos de lita.
1 000 por dito de 9 e um quartode dita.
500 rfs por pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovellos, curvas c canos de maior gressura,a
vstase far o preco. Compras maiores de 200
tem 5 por cento de descont por propto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
de seda e borracha
Finos, bonitos e airosos
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas
para segurar as meias.
Boas meias de seda para sqnhora e para meni-
nas do 1 a 12 annos de idade.
Para ladrilhar casas terreas comasseioo precos
mdicos, muilo convenientes e pronrios para ladri-
Ihos de costanas em sobrados, pelo seu asseio e
editar a passagem de aguas para o andar ;iferior
c masmo o perigo de rogo, aos precos de 303000 a
45000 o iilheiro: na roa Nova de Sania Rita, na
antiga fabrica de sabao, e compras maiores de 200
"Navlhas cabo de marlim e tartaruga paca fazer j se far 5 por cento de descont por prompto paga-
birba sao muito boas,o de mais a mais sao ga- (ment. Podem-se ver as amostras nos armazens
rantids pelo fabricante, e nos por nossa vez tam- de Tasso Irmaos.
bem asseg^ramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croxe.
Lin^ia muito boa de peso, frouxa, para cncher
labvrintho.
Bons baralhos de cartas para vollarele, assim
como o tentos para o mesmo llm.
Granue e vanado sortimeno das melhores per.-
famarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas. ___
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
I vapores, aflu de que nunca faltem no mercado,
-5320 como ja teta acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito de gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao lim
para que sao appticados, se venderao com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista disebjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viretii
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vipilanle, ra do"Crespo n. 7._____________
5500
5320
5160
500
200
60
25500
500
35O00
16f
Scbonete de alcatro.
. 0E
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tao bo
acceitacao tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura cerU
das mpigens, .sarnas, caspas e todas ai
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de BaiRolorneu 4 C,
3 iroa larga d^Rosario34.
FASTIDIAS ASSIICARADAS
DO
DR. PATERSON
De bisiaiuth e magnezla.
Remedio por excellencia para combate'
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu de C.
34------Ra larga do Rosario34.
Barato que admira
Quartos de latas com bolachinhas de boas qua-
lidades a li40'>, caixinhas com ameixas, peras e
figos a 13400, cerveja Bass. lhlers e bell ingleza a
800 rs. a botija, vinho a 400 rs. a garrafa, azette
doce de Lisboa a 880, arroz de primeira quahda--
de a 120 rs., caf a 220 sabao a 180 e 220, cha
miudo bom a 33100. dem grado a :i. alpista a
240, toucinho de Lisboa a 4i0, marmelada Una a
780alibra, doce degoiaba fino em latas o caixoes
de diversos lmannos por commodo preco : so na
esquina da ra da Penha n. 8.
de Tasso IrmSos.
Velas- de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
de Tasso Irmaos.
O melhor cognac Gaulhier Freres: no arma-
zem de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa do Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India de diversos padroes e larguras, por preco
commodo.
Macarthy
Machinas de lescaroear algodo.
Hojc que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudicam e quebram a fibra do algodo,
preciso recorrer a machlnismo menos spero,
!|uc produzindo o mesmo servico que quellas,_ c
icilidadc no trabalho, nao quebrem a fibra da la,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodo* descarocado
por aquellas mencionadas machinas, que esto II-
cando em deuzo, pelo prejuizo qiie tem causado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode competir
pola morosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodo, porque ao par da facilidado e
promptidao conserva a libra da la, qne lirnpa por
PIULAS, MXHO
E
X1ROPE
DE
JURUBEBA
PREPARADOS
PELO
PHARMACEUTICO
tioaqiiini de Almelda Pinto.
As preparaces de jurubeba s5o boje
vanidosamente conbecidas e prconisa-
das pelos mais habis mdicos, tanto da
Europa como do paiz, pela sua eficacia
nos casos de anemia, chloroze, hydropesia,
ohstruccao do abdomen', e tambem nos de
menstiuacao diicil, catbarro na bexiga,
Vendcm-M e^^Hp e a i'etalbo na ci-
dade do Recife. pnarmacia do seu compo-
sitor, ra larga d n n. 10, junto ao
quartel de polica. ^^'
VK%1IE-8E
um oseravo pardo, sem vicio e fiel, proprio para
servico de campo: qnem o pretender, dirija-se
casa n. 20, 2 andar, na ra Volha, das 6 horas da
manha at as duas._____________^______
Libras eouro nacional, moedas
de 5 francos.
edoende-sc no arco da ConceicSo
Yurivesr do Reci/e.
ZV.4PB POPIUJa^.
DA
FSICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIRA FREDEMCO & C.
Acaba de chegara este mercado umaporgo des-
te ptimo rape, nico que pode supprir a falta do
princeza de Lisboa por ser de agradavel perrume.
E' fabricado pelo svstema a imitacao do Area Pre*
ta, porm tem sobre este a vantagem de ser viaja-
do, o que para este artigo uma especialidade.
as pracas da Baha, do Rio de Janeiro e outras do
imperio tem o Rap Popular sido asss accolhido.
e provavelmente aqu tambem o ser, logo que
seta conhecido e apreciado. Acha-se a venda
por preco commodo, e para qnem comprar de o0
' libras para cima, far-se-ha um descont de 5 0/0,
e de 500 libras para cima o de 8 0/0 : no escri-
torio de Joaquim Jos Goncalves Beltro, ra do
Commerck) n. 17.
IASSA e XAROPE
DECODEINAOEBERTHEI
Prrronisados por lodos os mdicos contra o*I
DErLUXOS. CATHARROS, E TODAS AS|
1RR1TACOES DO PEITO.
N. B. O Xarope di Cedrina que mtreco a I
honra, alian bem rara enlri as Meditamentoil
ocos, de ser registrado como um dos medica-1
memosolpciacs do Imperio Frantet dispeitsa\
aualquer elogio.
AVISO. Por causa da reprelienefl
flcaco que tem suscitado o feliz I
Xarope e maso de Berili somos 1
temblar queesiesnBRaacutos tMjM
conceiluados >4J^H
eendiiu cm c^^l
scueU
guatil
frente.
^^KKu .' I -na Plinrmach Ci
'a ris, e ees I
d I!
ella, qualiflcada na Europa a par da melhor
landeira, valendo assim entre Ha 20 por 0/0
mais do que a la lirnpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
esto adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram interamente abandonadas, c por isso o algo-
do aquella procedencia, seni'o dn qualidade d >
da ossa provincia, obtem hoje de 10 agpnr
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a 1503000
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amendoas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de TassoJIrmos.
Charutos da Havana.
Excellentcs charutos da Havana e por baratissi-
mo preco : em casa de Tasso Irmaos, 4 ra do
Amorim n. 37.
Relogios de ouro.
Relogos de ouro de palenle com balance de
chronometro do famieerado actor John Rogis, no
escriptoro de Tasso Irmaos.
Pianos inglezes.
Pianos inglezes do bem conhecido autor Charles,
Cadby, no escriptoro de Tasso.
Ac de milao.
Nos armazens de Tasso /rmos.
BARRIS DE SALITRE
No armazens de Tasso Irmaos.
CARNAUBA
Vende-se superior cera de carnauba em de -
cas. por preco mais barat do que era outra quas-
quer parte: na loja do Pavao, ra da Imperatrz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galonpean.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34------Ra larga do Rosario34.
gOVfl ESPERABA
Advertencia!
A Nota Esper?nca, ra do Queimad
n. 21 tendo- em deposito grande qnanlidade
de miudeaas, e coino-ffapproxinja o tem-
po em que- tem de ser dado o Lalanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer
iidorias pelo baratissiB preco, para assim
diminuir a glande qwntidade das que
tem: assim pois, venbam os boi fregue-
zes, e os que nao (orem venham ser fregu
zes, cm tempo to oppoutuno qoando i-
NOVA ESPERABA con\ ida-os pediincba-
rem, pois que para comprarse ca?o, n5o
falla aonde e a qnem...
Elle quere ella quer
\j sempre assim.
Elle (correspondente de Pars) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de-
gusto e perfeico, o ella (loja da Nova Es-
peranza) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom consantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambes) a
Nova Esperanca ra do Qwimado r>. 21,
alm do grande sortimento que j taba,
acab* de receber mais o segHinte:
Benitos broches, pulceiras e brincos de
madreperola.
Papel e cnvelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para efeitr bollos e
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
litas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas e trangas de
seda e de la, para enfeites de vestidos.
Botes de todas as cotes e moldes novo
para o mesmo im.
Trangas pretas com vidrilhosseado com
pengentcs e sem elle?. "
Botes pretos com vidrilhos com pingen-
les e sera elles.
Luvas de pellica, cajnurca e xcossia.
Finas meias de seda para seahora e me-
ninos.
Delicados toque de madreperula, mar-
lim, osso e faia.
Espartiiho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, un completo sortimanto de
miudezas ra do Queimado n. 21, na.
Nova Esperanca.
Collares anadinos eHectro-ruagneti
eos contra es convulces das
crean cas.
9
Nao resta a menor duvida, de que mmi.
collares se ventem por ah intitulados o*
verdadeiros de Rover, e eis porqae muito
pais de familias nao cree (comprando-os)
no elle i to promettido, o qvu) s pdem dar
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porm
que detesta a falsificarlo principalmente no
que respeita ao bem estar da huaanidade,
fez uma encommenda directa destes collares
c garante aos pais de familias, que slo ofc
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do tcrrivel ncommodo de
convulgoes, assim pois preciso, que ve
tillara a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seru
filhinbos, antes que estes sejam acommettt-
dos do terrivel mal, quando entao ser di-
fficil alcancar-se o effeito desejado, embor*
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
FLORES
Realmente at onde pode chegara per-
feico daite e relativo a flores, a Nova Es-
peranca apesar de ler constantemente re-
cebido flores, confessa que ainda nao havia
recebido, como as que acaba de receber!!!
nao exageraco ellas confundem-sc per-
feitamente com as naturaes, e sao feitas
cqm tanta perfeico, que prestam-se mu i
bem ao mais caprichoso enfeitedas Exoas.
do mais apurado goslo! explendido o
-ortimento, constando de modernos ramos,
rosas, dalias etc., etc., de lindas cores,
proprias para enfeitar-sc coques, vestidos,
chapeos ou outro enfeite que hbil compra-
dora quizer preparar, assim pois queiram
asExmas. virem apreciar o jardim da Nova
Esperanca ra do Queimado n. 21, que
est renfictn de flores.
t;\.0ERM/i^

COGNAC,
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouche AC, em
cognac uma das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just, ra do
commercio n. 32.
Aiegrai-NCjniyopes, e presbytas, j po-
dis ver de longo, j podis ver de perto,
n 'na mais vistas curtas, ncm caneadas.
F. J. Germann acaba ("o receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortim nto de
oculos, lunetas, pince-nez, face -main, lor-
gnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim,
ac, bfalo, ncar, unicornio emelchior;
assim como binculos de orna a tres mudan-
cas para theatro, campo e marrana, da ulti-
ma invenclo; duquezas, vienezas de 8,8 e
12 vidros, ludo dos melhores fabricantes da
Europa.
0 mesmo vapor trou-
xe uma excellente ma-
china para graduar e
observar numero dos
vidros qoe se necessila
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excellentes sterioScopos, instrumen-
tos de mathematiea, b^ometros, vidros de
chrystal do rocha, e de cores para resguar-
dar-a vista; concerta '3 objectos
precos commodos e eom prompdio; tira
o mofo dos vidros e eoq se de toda a
encommenda relai
Recebeu tambem,! JM^Jwpgws
do antigo e afamado Mfrf obert Qwth
AC, os quaes venden) preces commodos
garantindo a sa|- superior qualioade.
~ rodas.eod
na ra;.
pes de laranjas cravo, j planudas em igo
mudar-se, da china, ps de frucla-po de n
de parreira>
em Parnameiritn. Hto jante to pqrtl
ment.
para
de encana-
Vende-se a
arreos para um
Cruzes n. 41.
ualro
- Vende-se uma escrava crioula de dad* d
3 annos, perfeit cozinheiva e engomnudeir :
tratar na roa da Aurora n 48, a ;ndar, d 6
8 horas da m
Oiipjos do serlo
Vende-se qni lodc
Ilortas n. 4.
."
v-
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N.
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Diario de Pernanibuco Sabbado 5 de Junho
de 1869.

Ocordeiro previdente
Ra do Qneiinado n. 16.
Novo e variado sorlimento de perfumaras
unas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
marias, de que efectivamente est prvida a
toja do Cordciro Previdente, ella acaba de
"receber ura outro sortimento que se loma
nolavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, qualidades e commodidades de pre-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera confirmar a merecer a apreciado
do respeitave publico em geral e de sua
boa freguena em particular, nSo so afas-
taado elle de sua bem conliecida mansklao
e baratez. Em dita loja encontraro os
apreciadertes dono:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas des melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, evilete para toilet
Elixir odontalgico para conservado do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade echci-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, eom
pomada fina para cabello. .
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos q
francezes em frascos simples eonfeitados.
Essencia imperial do fino eagradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas -e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
ESracto d"oleo de superior quaiidade,
com escolhidos che ros, em frascos de diffe-
rentestamanlios.
Sabonetes era barras, maiores e menores
para raaos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos era catataba para barba.
Caixinhas cora bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bera de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
noneca.
Especial p de arroz sem composico de
cheiro, e por isso o inais proprio para enan-
cas.
Opiata ingleza e francesa para dentes.
Pos de camphora e outras dilerentes
qualidades tambera para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mals coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filis de vidrilhos
e alguns d'elles ornados de llores e titas,
estao todos ex postes apreciado de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS, E PUXlISxRORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fi vellas e tras para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
: -s, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS.
O quede melhor se pode encontrarneste
geuero, sohresaliindo o delicados ramos
ominados -para coques.
Para vaseiu.
Bolsas de tapete e carteiras de :ouro, por
precos omraodos.
Ciiape!iii3S de palha da Italia mui bem
enfeitadas, e enfeites de lloros obra d, bom
osto.
E assim muitos outros objectos que se-
rn prsenos a quem se dirigir dita luja
do Cordeiro Previdenta a na do Queiraado
u. IG.
ENFEITES.DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Providente ra do Queima-
n. i6 acaa de receber um bello soiti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conbeda commodidade de precos.
ALEM D'AQELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de galloes .le 15a, babadinhos de
cambraia com bordados do cores, cuja va
riedade de gostos os ternam recommenda-
dos e apreciados; comparecSo pois os pre-
tendemos que sor.o servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento do bicos e
guepure.
LVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homon-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordciro Previdente :
i ra do Queimado n. 10.
QUE SE LIQUIDAD
A OINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO ^.
DE
FLIX PEREIRA IIA Slff/IM.
O proprietano d'este estabelecimento comida ao respeitave publico desta ca-
ntal a vir surtir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como le
lei, assim como de um grande sortimento de roupas para bomens e meninos, e as
pessoas que negociara em pequea escala, tanto da prjjca como do mata, esta casa
podcrSo fazer os seus sertimentos em pequeas ou grandes porcoes, venden lo-se-lbes
pelos presos que'se compram as casas inglezas ; assim como as excellentissimas fami-
lias, podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou sejhe as mandam
levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabeleciment", que se aha aberto con-
str nteraente desde s 6 horas da manh5a s 9 da noute.
FAR1M1A DE
CHAPELINAS
DA
ULTIMA MODA
.lo
Cbegaram para a loja do Pavo as mais
ricas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfeitadas, com enreites e fitas de
sera e de todas as crese com ricos bicos
de blond e as mais lindas e finas flores,
venden do se cada urna pelo barato preco de
I3KKX), garantindo-se seren muito mais
bonitas do que outras que se vendem em
outras partes a 20.3 e 2o,-5, c entre ellas
ha mais do que ura modello, tambem tem
muilas de pratinbo, proprias para mocas e
meninas, isto na ra da Iraperatriz n. 60
loja do Pavo, de Flix Pereira da Silva.
Explendido sortinieiito de
Alpacas tarradas de cores a 500
Alpacas a 500 Alpacas a 560
Alpacas de cores
Xa loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60, vende-se uns poucos de mil covados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e bonitas cores,
proprias para vestidos o roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyrio, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muito miudinhos assentados em urna s
cor; para se poder retalhar estadazenda
pelo barato preco de 560 rs. o covado, foi
preciso fazer-se urna grande compra deste
artigo, oqual grande pechincha.
Aos dez mil covados de cassas
iYancezas
Covado a 300 Covado a 300
Covado-*300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vendo-se na loja do Pavo ra da* Im-
peratriz n. 00 urna grande quantidade de
mil covados das melbores casas francezas
para vestidos, tendo padrees miudos e gra-
dos, assentados em todas as cAres, estas
cassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes c tapadas! com tanto corpo
quaai como a chita, e alm dos padrees
seren rauilo bonitos, sao iodos fixos o seria
fazenda para muito mais dinheiro, mas re-
talba-se a 300 rs. o covado.
Hupartilhos a 3.$OQG> na Iota do
Pavo
Vende-se urna grande poreao de esparti-
Ihos modernos com o competente cordo,
tirado sortimento de todos os tamanhos, e
vendein-se a 30 cada um.
MADAPOLO ENFESTADO A 3G00, S(')
NO PAVO
Vendem-se pecas de madapjlao e.ifestado
com 1-' jardas, sendo muito incorpado pelo
barato preco de 3,5600 ris, assim como
pecas de algodosinho com 16 jar las i
>500 e .::>()00 ris.
ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 500
RS. S O PAVAO VENDE
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 300 rs.
Covado a 500 re.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porclo de alpacas
lavradas com os mais lindos padrees listra-
dos e com llores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande pechincha, por se terem
comprado unas pouoas de calas e vende-se
pelo barato preco de 500 rs. o covado.
Chales
rendas de PELERINAS DE CROCH A Si 0,v000
E l^UOO
Cbegaram para a loja do Pavo as mais
modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
rinas de filo e croch que so vendem a 8 e
ios e 123.
Vinho degestivo de
chassaing I
com
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio per excellencia para cura certa
las digestoes difficeis e completas, acalmar
as dores gastralgias, ere arar as foreas
produzindo urna assimulaco completa dos
alimentos; sendo mais ura excellente tnico.
VE^DE-SE
PHARMACIA' E DROGA1UA
DE
Barthoioiueii d C.
34HIJA LARGA DO ROSARIO34
LOJADE FDiS rMl M
DE
Francisco AatonSo de-Carvaho
& Compaalila
(SBCCESSORKS DE HEGO & MOUH.V )
Ra Nata n. 24.
Os propietarios deste eslabclccimento lazara
ocente ao publico que acabara Jo receber um per-
eilo e variado sorlimento de pannos finos, case-
miras, brins e outras aienda3 de gostos modernos,
as quacs vendem por precos razoavet? 0? me3-
mos seientifleam, -qne tendo admittido para sua
oQcina de atfaial um artista hbil no desempe-
aho de suas funches, ra^obem quakjuer eneoni.
menda de roupa por medidas, proraettend)
azerem com pontua' ;a qualquer pe-
dido neste sent
lilWBE PEIMA
EM
Libras esterlinas, na
Recife, n. 88.
ra da Cadeia do
Ra do Livrmento n. 526.
Cambfaias da ellegantes padroe3, xa:
iO0rs.o covado.
A pataca o covado
PERCAL!.AS A 320 RS.
VOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A :120 RS.
Na loja do Pav'j ra :1a Imperatriz n.
CO vende-se urna grande porco de per-
caltas fnncezas proprias para vestidos, sen-
do de cores ixas e mais larga que as chi-
tas, tendo os pannos muito encorpados e
cora os desenlies mais bonitos que lera
vindo ao mercado, tendo padr5es.miados e
gr.idos e vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, garanlido-so estar esta
fazenda era perfeito estado, e vendendo-se
por este baratiasimq pr?co para apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA KNCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A L>800
Chegou para a loja do Pavo, a ra da
Imperatriz n. 00, urna grande porc5o de
p t;.as de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da faz*nda o cumpri-
ment de um lencol, o qual so faz com um
metro e urna qua'rta, e para cama de casal,
com Efe metro e meio; e vende-se pelo
barato preco de 1S800 ris cada motro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicacoes para arranjs to familias, sendo
tirando ppehincha pelo preco.
COBERTORES DE LA PARA 04NVERNO
DE aiOOO 6/3000
Chegon para a loja do Pavo, um gran-
de sortimento dos melhores cobertores, de
IS de carneirof sendo muito grandes e
muito encorpados, que se vendem de 33
at 64kN'0 cada iim, em !Blac5o s diffo-
rentes qualid. mi' a elle*;
tes.] aben.
Casemiras da moda
NA
TiOJA DO PAVlO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande o verdadeiro sortimento das mais
modernas e aaais finas casemiras para eal-
?as, paletofs e coletes, tendo lisas, com lis-
tras e com listra ao lado, tendo para todos
os precos, e alianca-se venderem-ee muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, .a vontade do
freguez, para o que tem ura bom alfaiate.
Aos quinhentos palitots
a 185 e^OiOOO.
Na loja do Pav5o ra' da Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande poreSo de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos de panno preto, sendo obra
muito bem acabada pelos barato precos
de 18,-J, sendo forrados de alpaca, e de
20$ forrados de seda; esta fazenda a nao
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm liquida-se
esta pechincha pelos precos cima.
Lazinhas a 24 rs.
Vendem-se lazinhas para vestidos e rou-
pas de meninos, sendo to encorpadas
como chitas, pelo barato preco de 2i0 rs.
o covado.
POUPELINAS A 500 RS. 0 COVADO.
Na loja do Pavo, na ra da Imperatriz
n. 60, vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupelinas ou lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creancas, com as mais modernas e bo-
nitas ckes ; padros comjistrinhas miudi-
nhas, que se vendem pelo barato preco de
5U0 rs. o covado, pechincha que se acha
nicamente na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. 60.
AS CAMBRA IAS DO PAVAO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 5&0Q0 at 105000 a peca, assim
como linissimos organdys bronco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a \5000, a vara, na loja do
I Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para camas c janellas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, qn se ven-
'era a 125000 rs. cada par at 255000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-sc este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo calcas palitots e coletes de oasemira,
de panno, de bnm, de alpaca, c de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
san desejar, assim como na mesma loja
tem ur bullo sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maiorpromp-
tido vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceila-Ias, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim-como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitave publico um bello sorlimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linbo o algodo e outros muitos artigos
proprios para bomens e senhoras promet-
tendo-serlhe vender mais barato do que em
outra qualquer parle. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
11--RUA DO QUEINAD0--11
AUGUSTO PORTO & C
Receberam superiores vestidos de blond com inania e eapelia para norvas, que
vendem-se jar precos mais mdicos do que era qualquer outra parte.
SAPiAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que lia de mais lindo.
BASQINESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALESbrancos e de cores para senhoras c meninas, cspartiHios, satas bor-
dadas, e saias de 13a com barras de cor.
GORGUROde seda branco e preto para vestidos, sedas de m s, moirean-
iique branco, e grosdenaple branco, de cores c preto, princezas, borabazinas pelas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
P'ACIA BR
Superior farnlia de mandioca recente-
mente chegada de Sania Ctlbarina, vnde-
se apceo como lo a bordo do tingue alle-
io lina, Cundcodo defronde do trapiche
OExm. Sr. baro do Livranienlo ; a tra-
|r a bdrdo donicsmo, cuno escriptorio
a.piim Jos Goucalvcs "BeHrao, ra
do Comniercio n. 17.____________
FODC D&B0WHA
Ka do ils'nu d. 59.
MacRinas, de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixa? de ferro, batidor fuxddo.
Rodas dentadas, para moer com agoa.
Wpot e aninacs.
Alambiques de Ierra.
Formas para purgar assucar.
E outros muitos objectos, etc. "etc., po.-
pnos para i agricultura.
XAHOPE PE1TORAL
pi:
6* CjtMAD
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
PLANTA DU BRASIL
E espdprante e reconuneadado as
affeceSes do pcit, bronchite chroaica,
inopliso. c ksse dirorjira.
PREPARADO FOB
JOAQUM DE ALMEIDA PINTO
P ii a n m .\ c i: i: t i r: o
'rnanibnco vna larga Vendem Augusto l". do Oliveira 4
CommArno, n. M.
\
Crc-
lain
COLCHAS PARA CAMA A 35000.
Vendem-se colchas de fust3o adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 35,
,'iande pechincha, na loja c armazem do
Pavo, ra da Iraperatriz n. 60, d# Flix
Pereira da Silva.
O atoaado do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodSo
-ora 8 palmos de largura, adamascado a
25200 a vara; dito de linho fazenda muito
mperior a 35200 a vara ; guardanapos de
inho adamascados a 45300 a duzia e muito
inos a 85000, e ditos econmicos a 35500
i duzia.
ALPACAO DE CORDO PARA VESTIDOS
A 15000
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
co ou gurguro para vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
que tem vindo ao mercado com differentcs
cores, sendo mais largo que alpaca e ven-
de-se peto baratissimo pr WOOO o
covado.
\u idarfe Kovidade
GURGURES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ DS JUNtlO
Chegou pelo vapor to 14 do corrent,
para a loja do Pavo, xca da Imperatriz
n. 60, um biillianteJKmento dos mai-*
modernos
para
graiidi
sentu
sejam.
etc. etc.. a
aisbonfH urguroes de seda,
ndo pmries miudinhos e
indas listras matisadas, as-
mis dejfendas cores, cobo
mark.^rjrio, azul
o dte
Tintura indelevel para fingir os cabellos,
jem manchar a pelle.
A bem conceituada agua-florida de Guis-
lain que ento era des:onhecida em Per-
nambuco, j boje estimada e procurada
por seu efficaz resultado, e anda mais se-
r, quando a noticia de seu bom efleito e a
experiencia tornar de todos condecida.
A agua-florida de Guislain composta ni-
camente de vegetaes inoffensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estivercm bran-
cos, e Ibes restituir o brilho perdido, e as-
pira como preservar de embranquecer, sem
W prejudicial de modo algum
E' porm necessario1 fazer conhecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soas tal vez supponham, miis sim ser pre-
nso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obtera o fim desojado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feila em
>utra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
la na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
co de sua boa freguezia, tambem capricha
im nao lh'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravei com que
a honrara, e em prova ao que lica dito, di
como exemplo to explendido sortimento
|ue acaba de receber, anda mesmo acjian-
lo-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
a oraco, obras de apurado gosto e perfei-
;o, sendo: com capas de raadreperola c
tocantes qoadros em alto relevo.
Ditos com ditas de marfnn igualmente
lonitos.
oulros im
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRA0
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchitev
catarrhos, tosses convulsivas, escirros al-
gunos, contras molestias do peito.
PHARMACIA VE DROGARA
Ol
Rartholomeu & c.
:!'. RA LARCA DO (OSARIO3i
de IxiTJiclia
I-i80 : na ua Din-.;.t
Hapatos
para senhoras e raiiajci
n. 1$.
B\Z \R L W\
Ditos com ditas de velludo,
tando charo machetado.
Ditos com ditas de marroquiui com cruz
e guarnico, dourada ou praleada.
Coreas e tercos de cornalina.
Assim com- .
Grande e bello soi'thMQto de lequcs
todos de madreperola, raadreperola e seda,
sndalo, sndalo c seda, psso, osso e seda,
e faia etc., etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de llores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
.Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia afeeras, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algcdo, alvas, e
croas para meninas e senhoras.
Luvas de fio "Escocia, lorcal, e seda
para meninas, e senhoras.
Meas de 15a,para horneas, mulhercs e
meninos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
muito goso.
Enlre-meios finos tapados c.transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
sas e malas para viageu), udisp hsaveis pa ,
Aunis e collares Royer para creancas. senhoras, candieiros parasala ecimaeme
Bonitos cabases ou bolsinlias de pelica paredee portal, mangas, tobos e globos de
c selim para meninas ou senhoras. vidro, machinas para Clzer caf, ditas pan
Lindas cestinhas bordadas afrocj, e lisas, j linter ovos, ditas par.] ani.issar farinha, ditas
Delicadas caixinhas de vidro enfeitadas 'jiara fazer manteiga. eaiffas de ferro par
cora podras, aljofares, i
Ditas de tartaruga para joias.
2V
Itn.-teVovu 20
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontrarse nm col
sortimento de todos os artigos que so v<
dera por procos commodqs como sejam:
completo sortimento e machinas para cos-
tina do indos os systlmas, raais moderna-.
adoptados na America e annrmadas ia u.
lira i expos/^5 serviVos a eleclns para a!m>-
Co ; miar, salvas, haudejas. tahokims, bol-
sas e malas para viagem, indis; hsaveis pa
Bonitos albuns cora msica.
Pinseis ou bunecas para poz de arroi.
Novos e delicados ramos de llores com
marrafes para enfeitar coques.
Bellojortimento de '.canijas de palha.
Filaslargas para ciulos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfinetes de raadreperola.
Ditos esmaltados, obras novas c bonitas.
casados, soReiroe e crianfa, bercos, radei
ras longa para viagem, ditas de balance.
espelho de i tamanhos, molduras
pniaquadms g.iz, baWcsamericanos, gu '-
da .mida-;, ftrinqiiodos' para rrianca^, w\
completo sorlimento de ccstioii^^ olpadi
para sala e n esa, tapetes pare sala, quarto.
frente desoph. janella o pona, capadlos d-
Sparto o coco, objectos para escriptorio
muitos outros ariig is aue se encontraro i
venda no mesmo eslabtecJnttirtrj o que
a pon- ir oxaminar.
r
DE?YA1.LET
As Plalas de Valfoc. approvaJas pela
Academia imperial de medidni de Pariz,
sao empreadas ca;.i o rr.oior
oxilo para curar a chtorosis,
e fortificar ai convluicoes
iracas. Nunca csle ferrugi-
noso ennegrece o denles.
Para a garanta da sua authenticidade,
o nome Jo uivcnler vai rravjdo em cada
:vula como nnrgem.
iKi^^ i cui Pebslui co, Scirer C".
mUt
MOLESTIAS do PEITO
HYPPHOSPHITOS
dODfCHURCHILL
XAROPE de H YPOPHOSPHITQ de SODA
XARDPEdeHYPOPHOSPHITOdeCAL
PILULASdeHYPOPHOSPHITOdenulNINO
CHLOROSE ANEMIA
CORES PLIDAS
XAROPE de HYPOPHOSPHITO de FERRO
ULASdeHYPOPHOSPHITDdeMANGANESIA
TOSSE BRONCHITIS
OEFLUXOS ASTHMA
PASTILHA PECTORAESod CHRCHIU
Eligir para os xarope o (rateo yuadrado e em
todot 0$ productet a auignatura do D* CHCR-
CUBJ,, t o letreiro com a marca de fabrica da
Pharmacia ITAVV,i.rnaCiuiigUone.PARlS
PILULESSI^CAUVIN
r
POS DE ROG
Approvados pela bademth imperial
de medicina da Pariz
Um Irasco do Ptisdo Bas, lissolvido
em urna gaiTafa d'agua. d urna limonada.
agradavel, que purga rapidamenlc e de
um modo corlo, sem causar a menor
irrilac.*\o cerno acontece com a inaior
parle dos oulros purgarlo:. Oa Pos de
Iio^, sao inacraveis por isso empre-
;aru-*e facilmcnle em viagem.
I rtilii cl" "a^fcatiaa, Jhiponehe ie; Heteht.
' ) oni I'iasiiiio, Xmrer i O:
_ E3CRAV0S FSG[E0S.
Escravo fgido.
i'uiio no da 11 do,- rrente mez as8
hora da noute o escravo Antonio, preto, nao5o, idade 8 airaos, pouco maisou me-
nos, estatua baila, barbado com falla do
dentes na frente,auando amia parece que-
rer cochear de orna perna, levoa mi
trjHxa de roopa cora calcas de algo;',
azul, de listra e liiira pardo, camisas
lista azul o algodo riscado: quem o pesa
love-oaosen Sr. Jos Gomes Leal, na r i
da Imperatriz, sobrado n. l ou na ra ; i
Cadeia escDloiio n, od que ser gratifica
AVISO
aos conyaUscenlcs e s pessoas
prcas e debilitadas
O QUIHIUH LABARR.QUE up^rcujo
pola Academia inperial do mcdiciiu de
'ari o tnico por cicetfcncia.
D-i di
>, Diptukeilc; -
Fnhio ra capa do aliaixo asignado o o r;. i
erii.iiio, de iionB Bernardo, e>im es signr.es .--
pninte: baixo, corpo regalar, deniss alvos, '
offlcial de ehariiteiro, intiloja-sc de f( rro o t,p:,i
latanle, suppc-se andar na fn guczi.i do S. J
pmffl'oapprekendor e leva-loma Diroia b
J" andar, ser gonero^ameiUe recompoBado.
________Ajmell. II. doAraojo Pcrnimbnro.
Encanamentadii agoa
as ceras, garantiii'
nao ha urna i
mais pbantasia di/
precomuii") rasoa.cl. no
Pereira
a, ten)* mmijiL Puk.
lila praoofo a>a*tatlva ttl uto eoramodo
leaato aerula-el o reraeio mjis infillivel pira ia-
I aiK at laMllpa^am, as Bcvratgta, maia ra-
|Mda, aasiai como a billa u a wlacaiiljaalea
El a t tUmi w faatrUla, ofeMnaeeoca ni
jaiitaa, aaiawaaa. iare>,ealar>>)aa, aaairtajaiaa,
IgMia a rkaaaaaoaaaa.
O aeraciaNata das aMIulaa CaMvha pod> mra-
laOfaa oesui palavru : Beaubalecar oa
a Mida.
r .__Uaa aao avdeai rra raafaardo na comida
lactida.imdsatmaDIcrarparatWa, dhk
^^P**3 refeccocs. em dote |NargaU*a de noite
Ptrnambwt i |B|. auurtr el C.
Canos de ferro o-: iMa, uitu-
do cliumbo de todas as grossiiras.
Pesos pelo nov sistema
Temos loe novos pe.'os completas 8 a rciallio :
venda, na do Queimado, Azcvedo & li
Doces, fructas e ores.
Na ra da Gru n. 13 vendo-co ameadoas con-
fu tadas francezas.
Sortes muito bem fi
Biillinhov, paii-do l a botios.
Ramos e papis para enfeitar.
liouqeet do cravos para noiva.
Pitos para jarros o Qores naturacs
Xo d.ia 1 i) do convnte mez fugio do et
genho onceico da freguezia da escada o
abra Thoraai, idade de 25 a 30 airaos, al-
tura e corpo regular, barba curta, natrar.
de Mayjaiiguapt da provincia daParahiba:
|)!esuiaa%je que elle tenha ido para o Re-
cite, ou villa de Mamanguape. Roga-se i
pessoa flpio o aprehenoa de o entregar
Rcifo a Domingos Alves Matheus, na ra
do Vigario n. 21, ou no engenho ("inceico
da Esrsda a seu senhor o Exm. B?i5o de
Aracngi. que a recompensar com genero-
atdade.
SGRAV
.FGIDA
1 ii.-,j no dia 3 de sutembro lo anuo p
eserava por nomo lavlgoes, iv,lra, idju!
nos, pnneo niaiscn meuos. magra, altura ree
P" peome sumidos, bsianto Miad
brfw alguina coiisi, fama caciiittiboj e em ead:.
eotovello tem u salienfo :
djns oiar p<*t.i I".
mIKcVt de Uv^oV., a quem a A|i
hen.l nndo oo a uuantia de !00
u senh'.r, na_Ganun<['
,ia de porto *
meH



8
ASSEMBLA 6ERAL
CAMABA DOS SRS. DEPUTADOS
SESSAO EM 20 DE M/IO.
QRiDE.\CIA DOSR. VISCO.NDE DE CAMARA-
f.BK.
(CoHtinuaro.)
O Sn. ALENCAR (ministro dttj>istica)ob-
serva que o adiamanto requerido pelo no-
bre deputado pela provincia do Paran, llie
parece nd.spensavel. O pequeo espato
qiiQ mediou entro a ordein do dia e a da"
eussSo, nao foi bastante para que os illus-
trados membros da Cisa fizessem um esl-
do refleetido do projecto. A pro va disto
a noesma discussao que tem havido.a res-
peito da conveniencia do adiamento.
Nu reproducir os argumentos que tem
sit apresentados pelos nobres deputados ;
dir nicamente que se trata de materia
grave. A cmara tem dous alvilres a se-
guir: ou adoptar as emendas do sen do, e
por conseguinte renunciar a sua anterior
ojiadlo, ou persistir nella, e portanto, re-
jeilar as emendas do senado.
Embora nao seja a cmara actual quem
envu ao senado o projecto, parece, deve
ella respeitar nesse projecto o voto de um
ramo do poder legislativo, seu proprio
voto.
Para que casa se incline a um dos dous
3lvitres, qualquer deles importante, convm
3ue seja esclarecida pelo parecer de urna
e suas commisses. alim dobeo meditar
e reflectir sobre o assumpto, de sua natu-
reza grave.
O nobre deputado pela provincia doCear
pooderou que esta lei vem satisfazer urna
necessidade de ha milito sentida. E' justa-
mente esta urna das razos que pesa em fa-
vor do adiamento.
Nio deve a asseinbla geral dolar o paiz
cara uaw lei impHrfaiftj- ^e pode sus-
citar serias duvidas como as que lia pouco
foram indicadas pelos nobres deputados do
Paran, e 3. districlo do Cear; deve sim
osforfar-se por dota-Jo com boas leis, e se
para este lim necessaria urna pequea
demora de 8 a lo dias, parece que tal de-
mora ser compensada com o beneficio de
urna disposieao mais refletida e adoptada s
aecessidades do paiz.
Poderia do confronte do projecto com as
emendas do senado tirar bons argumentos
em favor do adiamento; poderia, como j
foi observado, mostrar que houve alteracoes
amortantes.
O Sn. Fun iu\ de Mello:E para rae-
ihor.
O Su. Mwbtro da Justica :... sendo
un deltas que no projecto da cmara nao
punivel o estrangeiro em crimes partcula-
res, quaudo o pelas emendas do senado ;

\
Diario de Pernambuco
Sabbado
5 de Jiuvho
de 1869.
mas todos estes argumentos, em sua opi-
nilo, ccdenTdiante daquelle em que pri-
meirose fundou.
Convm que acamara esteja perfeitamen-
te senhora do assumpto para se inclinar a
urna das duas bypotbeses: ou acceitar
emendas de uina corneselo to Ilustrada
como o senado, ou repudiar aquella opi-
nio, que tem autoridade de um dos ramos
da legislatura, e que tainbem sua propria;
pois nao se deve considerar como pessoal o
voto proferido por esta casa em outra
poca.
Por estas razee parece-llie que o adia-
mento nao s conveniente como oeces-
sario.
Ninguein mais pedindo a palavra, e pon-
do-se a votos o re paei ment de adiamento,
o approvado. ficando prejudicado o addita-
mento. do Sr. Figueira de Mello.
Entra em dis uisso.e approvado sem
debate, a emenda do senado concedendo ao
Dr. Antonio Pereira Pinto, autor dos apon-
i intentos para o dircito inlernacional, ou
collecao histrica das tratados do Brasil, o
auxilio de 2:00).-> para cada um dos tres
voluraes j publicados da. referida collerro
sendo-lne de igual forma outorgada a mes-
ma quantia logo que vier luz o 4." tomo
da dita obra.
Entra em 1.a discussao o projecto que
autorisa o governo a conceder isenoo de
direitospor 25 anuos compaobia Fluvial do
hito Amazonas, pelos machi.lismos, mate-
rial fluctuante, sobresalentes e quaesijuer
outras materias primas necessaria mesma
companhia, e que forem importadas para
esse fim.
O SR. VIEIRV DA SILVA :Sr. presi-
dente, pedi a palavra, nao para oppr-me
ao projecto, mas para pedir casa q:ie o
remetta commisso respectiva, de com-
mercio, industria e artes, afim de que se
fue urna regra em relacaj aos favores que
os fazendeiros de provincia costuraaj esti-
pular nos contractos e slo dependentes dos
altos poderes do estado.
Quasi todos os ontratos das provincias
relnlilente a ompnnliias ou empre*Mt
como ade dluuuinacTto a gaz, uavegac-o
dos nossos rios, etc., do que resulta a es-
sas empresas embaraces, e nao poucas ve
zes taes concessoj? sao alcanzadas muitos
annos depois da promessa feita pete gover-
no provincial.
Tenho cxeraplo disto na rainha provin-
cia era relajo companhia de HluminacSo
a gaz, que tendo solicitado a esta augusta
cmara o mesrao favor que se tinha conce-
dido a outras muitas e de co-fornida do
com o estipulado pelo presidente da pro-
vincia, s o obteve em 1868.
Entretanto me parece que por falta tai-
vez de attenco para com a nossa 1 gUlafao
que os presidentes de provincia aubordi-
nam-se a esta eondicao e fazem enxertos
inuteis nos contratos que celebram, pelo
menos no que respeita a machinas.
Existe, Sr. presidente, o decreto n. 0*3
de 28 de agosto de 1849 que pelo ? 10
art. Io dispe o seguate:
As machinas de vapor, em geral as
machinas de qualquer especie, que possam
melhorar a prodcelo e manipular) do
assucar, caf, algodo e outros gneros do
paiz, e quaesquer outras machinas, alm
das mencionadas, cemtanto que sejam no-
vas, ou nao possam ser fabricadas dentro
da provincia wi que forem importada?.
Reputar-se-ha machina todo o apparelho
meehanico completo e suas perteecas, que
por experiencia feita tenha correspondido
ao fim para que fra inventada.
Ha esta disposieao de lei clara e positi-
va ; todava continuara os presidentes da
provincia a enxertar nos contratos que fa-
zem aquella clausula com grajpe prejuizo
das emprezas e descrdito das administfa-
Ces provinciaes.
Eu, portanto, quizera que eJUasse a
regra ou pelo mendos que nio pasee des-
apercebido nesta casa o absurdo de con-
cedemos aquillo que j se acha estabe-
lecido em lei, como por exemplo, a sen
cao de direitos para machinas, que os pre-
sidentes de provincia devem saber que nao
estao sujeitas ao pagamento dos direitos de
importaco, sendo novas ou nao podendo
ser fabricadas na provincia em que sao im-
portadas.
Para que, pois, repetir urna providencia
que j existe na nossa legislado ? Para
que continuamos no erro ? Fixeraos urna
regia, se regra nao existe, ou fagamos dar
execufao lei existente sem dependencia ;
e por este motivo que peco o parecer da
commisso; peco este parecer porque no
futuro se nao neproduza a respeito de ou-
tras empiezas o que aconteceu de illuuii-
naclo a gaz do Miraoho, pois ainda no
11 do citado decreto encontr a seguate
disposieao em relaco s materias primas e
objectos importados para uso das fabricas,
que em vista de ordena do thesouro publico
se Ihes d despacho livre de direitos, com
a nnica restriccao de marcar o thesouro a
quantdade annuai permiltida a cada fa-
brica.
O projecto que se discute falla em ma-
chinismos; ora, estes nao pagam direitos
visto que elles ainda se nao fabricara no
Para, oo Amazonas e em outras provincias,
e necessariamente tero de vir da Europa.
Na le do orcamento de 1857, art. 31, en-
contrare a segrate disposieao:
Ficam isentas de direitos de importa-
Cao as machinas proprias para se lavrar a
trra e preparar os productos da agricultu-
ra, e bem assim para o servico de quaes-
quer fabricas para os navios a vapor e para
as estradas de ferro.
Portanto, qual a senclo de direitos que
o projecto concede ?
Se, portanto, a cmara entender que o
projecto deve ir commisso na forma que
indico para que se fixe esta regra. ser isto
de summa conveniencia. E tanto bem
fundado este pedido que ah est na casa e
foi dado para a ordem do dia de hoje um
projecto relativo companhia hydraulica
Porto-Alegrense......
Uma Voz:E' cousa diversa.
O Sr. Vieira da Siua : E' verdade ;
pois essa j obteve do corpo legislativo o
favor que solcilava; porm o fisco veio
com embargos concesso que interprelou
a sen modo, eutendendo a conce^so da
restituir dns direitos que a comnanhia
pagou, e flue pagou oagdai porque assia*
lhe foi ordenado, e qoe no devertRer.;
pago, independente memo de decreto do
anno passado, que mandou vigorar a esli-
.pulaco feita pelo Dreeide;it& da provincia^
por isso que o decreto n. 633 j citado
claro, n5o deixa duvida alguma.
E' to claro esse decreto, Sr. presidente,
que se eu fosse presidente da provincia,
mandara que os raachmismos e apparelhos
fossem despachados livres de diieolo, soli-
iria do thesouro nacional oiwm para
que o mesrao se fizesse era relaco s ma-
terias primas, lhando-se a quantdade an-
imal do consumo dajbbrica e todo isto
sem outra disposiro'de lei seria) o decreto
n. 633.
E' preciso, Sr. presidenle que a cenlra-
lisaco nao chegue a tanto, preciso que os os exames de que se tr*ta. i Apoiados).
presidentes de provincia W nao mosUem
to tmidos.
Conccda-se companhia do Amazonas o
fue ella pede, e eu aeho justo. Mas, se
j ha lei, para que repetir ,'jbpo3iccs'-que
existem ?
Este projecto foi apresentado nesta casa
pe. os digOQjB representantes da provincia
do Para, que,:quanto a mira, noconsulta-
ramtejbem alei. essim me parece que
quanto commissio respectiva oumpre
examina-lo e dar o sen precer sobre a ma-
teria ; se dependerem de favor legislativo
as isencoes requeridas pela*companhia do
Alto-Amazonas, eu serei o primeiro a vo-
tar pelo projecto; se, porm, j se acha
consignada em lei disposiejo que torna
intil o esculida uma nova disposri legis-
lativa, a commisso o dir alim de que a eom-
paohia,pelos canaes competentes, obtenha
aquillo que a I i lhe coacede, no conti-
nuando o precedeole de repelirmos o que
j se acha estahelecido, e esiabelecido com
bastante clareza.
Vem mesa, Iklo, -aj>oJldo e posto
em discussao o seguinle requerimento:

de commercio, industrias e arles o projec
--Ntuguem pedift
votos requwii
provado.
Entra em 1* discuiso o projecto- de-
termioaado que os exarass dos estlos pre-
paratorios para os cursos superiores feitos
em qualquer das facilidades? academias on
escolas do Imperio, sero accit'JS em todas
as facuMades, academias ou escolas, para
produzirem lodos os seos elfetos.
O SR. FILEIRV DE MELLO :Sr. pre-
sidente, [ prmeira viste parece que este
projecto nao pode deixar de ser approvado ;
porque. se#sexamesde estados prepara-
torios feitos era urna academia ulgamse
sullicientes para que por ellos sejam nellas
os alumnos matriculados, parece que nio
ha motivo para dekarem de ser adm'rtlidos
Mas convm declarar que a aceitacode
taes exames s*'i |)de ter lugar quando se
referirem os exames a academias ou facul-
dadedamesraa especie. *Assim os que se
tiverem effectuado na faSldade de medicina
di Rahia podem, sem inconveniente, ser
adraittidos na do Rio de Janeiro, e os da
facfelda* de direito do.Recift, na faculdade
de direito existente eoi S. Paulo.
Parece-me que -assim se pratica actual-
mente.
Mas trataodose de outras facilidades, em
que os rcgulamcqtos especiaos exigem co-
nhecimenlos superores aos que sao recla-
mados em outros cursos, parec?-me que nao
pode applicar a niesaja regra. Na escola
central, por exemplo, tos exames de prepa-
r torios, de arithnuHica, por exemplo, sao
feitos cora o maor rigor, o que nao se pra-
tica as outras academias. A raro ,
porque para o estudo das mathemalicas a
arHIimjetica 6 o fundamento dellas, o poij
isso.eiiiirega-t nuita seveeidade uofxamo
des* preparahirio. i
Por conseguinte compre attender a este
respailo, o qu Requeiro que'se remetta commisso merewodo elle ser por isso reconsiderado,
'., ____ : eu proproaia um adiamento, ja que hoje es-
to, afim de que
Vieira da Silva.
sobre elle d parecer.-
tamos ua mar dos adiainentos.
O projecto foi apresentado "por um depu-
tado smente; a commisso de instrueco
O SR. ANGELO DOAMARAL:Somuito publica, se fosse ouvida sobre a sua materia,
justas, Sr. presidente, as pouderaces que
o honrado deputado. que acaba Me orar fez
contra ess 1 espirito centralisador que tolh
todo o desenvolva ento material e moral
das provincias; mas o adiamento que S.
Exc. prope, para que o prefecto se que
discute v s coramissoes competentes, alim
de ser por ellas estudado, produz, era rea
nos dira em seu parecer se convinua ou nao
a adopeo.
Nao pensem os. meus nobres collegas
pie lia da rainha paitecontradccao, como
pareceu insinuar um aparte que me foi dado
em vzhaixa por um Sr. deputado. Quando
ha pouco eu mj- oppuz a um adiamento con-
eernente a emendas quff veram do senado,
Cao s provincias do Para e do Amazonas, os tinha por mim a autoridade dessa grande t
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
pon
Paulo Fval
Prmeira parte
oflsiirvi. Livninu
VIH
A fuga.
CContinuaco do n. 124.)
Irrompem de ura jacto as cousas que
so sentem profundamente. Ni raro,
este chorro que forma a eloquencT Assim
que Andr se resignou explicacao, que
quizera evitar, fe-la curta; clara e to fri-
sante, que a mulher ficou atterrada sob
mesma certeza que o Dzera torcer- e
elle. Verdade que esta certeza s em
presumpeoes subtilissimas se poda fundar;
coordenavam-se, porm, estas e fortaleciam-
se urnas s outras al foraarem una mas-
sa solida. Existe singularmente desenvol-
vido entre nos o sentido que transforma
em romance as historias .jadiciarias ; ca-
da processo mais nutavel, ha milbares de
juizes de instrucc5o, que tnalysam no seu
gabinete ou na sua espelunca a partida que
no tribunal sejoga. Pode sem exageracao
dizer-se que a idea dos erro possiveis tem
data da lei que mandou sentar de direitos
os objectos importados para a companhia.
O mesrao se d agora com o decreto que
concedeu companhia de illumnaco a gaz
da capital da provincia do Maranho, enten-
dendo a thesouraria de fazenda que o favor
s poda tornar-se effectivo da data da exe-
cucao do decreto.
Uma Voz :Somonte pela falta de uma
pa'avra no projecto.
O Sa, Vieira da Silva: Seja o que
fr. Esse negocio est pendente do the-
souro publico, por isso que a thesou-
raria de fazenda do Maraoho oppoe-se
calado mui largamente nos nossos costumes.
Rasla lembrar-nos que durante duzentas
aoutes coosecutivas, mil e quinhentos es-
pectadores reviram receoteinente o falal
processo de Lesurques.
Julia Mayootte era superior sua con-
dico como o proprio Andr, e porventura
mais que elle. Quandcr o marido terminon
o curto arrasoado, verdadeiro e prophetico
resumo da requisitoria que devia ser cootra
elle proouociada, licou muda.^
Hontein noute, murmurou ella a-
linal, quaudo ouvimos aquella bulla no
armazBB, roubavam o brazal. Estou cer-
ta disso.
Depois accrescen'.ou :
O commssario de polica entrava
quando sahimos: oo eram horas de sabir.
O Rano-lie gabra-se diante de ti de ter em
caixa quatrocentos mil francos. O to Rer-
trand vio-te contar as notas, e eu dei-lhe de
beber...
Metteu a cabeca entre as mos, perdida
j a coragem.
Depois, revoltando-se repentinamente :
Que importa isso tudo, se esls inno-
cente ? exclamou.
E depois ainda :
O qg tu tizeres fa?o pu ; irei para
onde fores ; a toa sorte ser a minha sor-
ta : souHua mulher.
Tambera s miii, articulou Aodr, que
se revia nella extasiado.
O-fulgor, que por momentos Iluminara
o? olhos de Julia, apagou-se delles repenti-
namente.
Porque nao tronxesteo menino ? per-
^uotou olla.
Tu mesma o disseste, replicou Andr
com brandura : podemos esconder-nos um
da ou dois...
Foi ioterrompido por Julia, que o beijou
banhada em lagrimas:
mesmos perniciosos elfetos que S. Exc.
tanto lastimou.
O projecto que se discute concede com-
panhia lluvial do Alto-Amazonas o mesmo
favor que tem sido prodigalisado a tantas
outras companhias em anlogas e mais fa-
voraveis circunislancias ; isto seneo de
dir itos pelos raachinismos, material fluc-
tuaatc, sobresalentes ...a quaesquer outras
materias primas que ella carecer. E' pou-
co, muito pouco para uma companhia que
vai navegar os rios qu mafs productos en-
viam aifandega do Para, cuja renda j
to avultada, que excede o que o esUdo
despende com ambas as provincias.
Mas o nobre deputado enteude que isto
j fsl providenciado un lei, s resta
compeliir ospresid ates a executa-la. Pa-
- ce-me que S. Exc. se engaa: as paJa-
vras do decreto que S. Exc. nos leu fallam
de machinas novas, e o projecto compre-
hende quaesquer machinismos e outros
obj-ctos.
A coorpaahia fluvial do Alto-Amazonas
organisou-se, mandou construir Europa
vapor s, levou-os para o lugar do seu d s-
tino, e precisando agora fazer uma nova
chamada de captaes para comprir as obr-
gares que contraho pelo contrato que ce
lebrou com o governo imperial, nao pode
faze-lo, porque a approvaco dos seus esta-
tutos ainda est pendente oude parecer do
conselho de estado, ou de resoluco da con-
sulta, ou de informacao do respectivo pre-
sid nte, nao s i se em consequencia dos
vicios de nossa adminstraro cujos pro-
cessos to lentos c de esperar qu > sejam
brevemente reformados.
A este contratempo qui est soffrendo a
companhia fluvial do Alto Amazooas vira
juntar-se o da demora da passagem do pro-
jecto, se elle fr s commisses compe-
tentes, o que me parece que se poderia
evitar; s*, porm, acamara entender que
nao deve prescindir dessa formalidade, sir-
vara ao m nos as poucas palavras que aca-
bo de proferir de r commendar s Ilustra-
das coramissoes um objecto que, podendo
parecer d- pouca monta, de grand i alcan-
ce para a provincia que represento, qu -,
pelas suas circumstancias peculiares, mui-
to deve m recer dos poderes do estado.
corporaco, onde figurara os nossos esta-
dista' os homens mais eminentes do paiz
por seus servicos, por sua intelligencia e
pela sua experiencia dos negocios pblicos
Agora, perenf, trata-se de um projecto
apresentado por um deputado, embora
posto a HPorestas razes, pois, voto cofitra o re-
ap-Ujueruneuto de adiau.ento-
O SR. COELHO RODRIGUES :-Siv pre^
sidente, pedi a palavra nao para i i pugnar
o paosamento do nobre orador que rae pre-
ceden, muito embora em suas palavras al-
guma cousa pessa iiaver offensivo a mim
directa ou indirectamente, quando falla de
um systema de pratellapo que ha entre
nos, pouco depois que eu apoiara um re-
queriment de adiamento.
Desta vez nao estou dsposto a oppr-me
sua opiniao. Sou pelo systema de protel-
lacjio em alguns casos, e contra elle quasi
sempre. Assim, quando se trata de -jues-
tes momentosas e inopinadas como aquel-
a a que me referia, entendo mais conve-
niente a demora da reflexo do ejue a pre-
cipitaco. Esta, uma vez consummada,
licaria sem remedio por em quanto ; e ainda
que nos "vissemos dentro em pouco em lu-
la com uma lei porventura m, nada lhe
poderiaraos oppr duiante esla sessao pelo
menos, ao jisso que o adiamento por pou-
co tempo satisfaz a necessidade respectiva,
se existe, sera grande inconveniente para o
servico publico, e com pouca demora no
preeucluuieuto de uma lacinia de nossa le-
glslacao.
Mas, na hypothese presente, tratando-se
de uma queslao m*nos momentosa do que
aquella, e perfei||mente conhecida por todos
nos. nao vejo motivo para que se coaceda
o adiamento que se pede.
O que pooderou o nobre deputado por
Minas uma verdade que nao se pode con-
testar, porque est escript* em nossos
annaes. (Verba volante, escripia manen!.)
Sao "numerosos os exemplos que elles
apresentam dessas concesses parciaes, e
para queestarmos a cada passo legislando
sobre esta materia, quando com uma.. s
lei podemos satisfazer a todos ?
O Su. Taques :Ainda nao contentar.
O Sr. Coelho Rodrigues :Que importa?
Acho muito razoavel esta concesso porque
devemos presumir a mesma moralidade e
circumspecco oos leotes e e.xamioadores de
todas as faculdades do imierio.e nao vejo
motivo que fundamente urna presumpeo
legal em contrario.
Se na realidade este motivo nao existe,
nao vejo razo plausivel para que se negu
a todos o que se tem concedile a tantos
Essas lHsespeciaesestabeleccndo privilegios
pessoaes sao mais perniciosas do que urna
concesso geral, que aproveita a todos sem
prujudicar a alguem. Se prejuizo pode re-
sultar dahi c exactamente para aqueles a
f6 a le quer proteger, porque oioguem
lre mais as consequencia da ignorancia
do que o memos ignorante. A lei nao pode ser
meltior viga dos seus interesaos do que elle
mesmo, que se entrar mal preparado para o
curso ter na falta de bases dos seus primei-
ros exames o primeiro escolho com que ha
mos do decreten. 1,567 de G de jmiho de
iSHS.Vieira daSHva.
O projecto assim emendado passa 3.*
discussao.
Esgotada a ordem do dia, e dada a do
dia seguinte, levanta-se a sessao s tres ho-
ras da tarde.
muito respeilavel ; e como oenhuma com-jdelutar em toda vida escolstica e mesrao
me,6eparasde ti! disse
sentia-o Andr no bater
teu maridee para
Morro, se
ella.
E era sincera
do coraco.
Has de viver para
teu filho, replicou-lhe.
Sempre ento verdade ? exclamou
ella arrancamlo-se-He dos bracos. Ade
vinhei-tc a intencSo f Queres ficar s em
presenga do nosso infortunio.
O lavrantc affirraou com voz firme e
quasi severa :
Quero sim, quero -ficar s. E digo
quero pela primeira vez desde que estamos
casados, Julia. Ainda mesmo que nao fosse
insensata -a idea de fugirmos todos tres
jttntos, nao me resolveria a desapparecer.
Nao passava meo pai de ara pobre artista ;
deixou-me, porm, um nome immaculado,
e inmaculado o devo eu legar raeu
filho.
Tens ento alguma esperance ? per-
guntou Julia litando no marido valas in-
quietas.
Como lhe nao responda, acerescentou
n'um verdadeiro arrebalamento de peixo :
Se tens esperance, porque me ex-
pulsas?.. i.Mis nao teo3,"*nao, coruou ella; nao
tens esperanca alguma. A prov a tu a
fuga pala uwalia. Ha t ella-.-de ser
laucada em caiga.. Para te dfonderos nao
de vi as fugjr.
Nao son nenhomabio, disse Adr,
que aqueca cora o hlito e raaos'gatadas
da mulher ; porm, U a. teu lade a hieloria
antiga, onde a* guerrados'psvoe.lveas se
r oacoes setratava de vida ou" de. meri
guando um Hiede ameaeada de on-
quera da r a.suprema bataiha^maaa
ihirftelta'crerancas e mtnljeres...
Bocasinaleis, murawroa Julia
amargura.
misso interpoz a esse respeito o seu pa-
recer, eu peco que se tica a de instrticcioj
publica. (Apoiados.)
Vem a mesa, lido,.apoiado e posto em
discussao o seguinte requerimento:
Pioponho que o projecto remeltklo
commisso de instrueco para dar parecer
sobre a utilidade ou aecessidadf de sua
admisso. Fijueira q Mello.
O SR. RENJAMIN :Sr. presidente, voto
contra o adiamento proposto pelo oobre
deputado do Cear, porque eolendo que
cooveoieote acabar-se com o systema de
protellaco que em todos os lempos no
nosso paiz tem constantemente pertuba-
do a marcha do progresso e da civili-
saco.
Voto contra este adiamento, porque
entendo que esta medida justa e sa-
tisfaz uma necessidade do ensino livre.
At ha pouco s protegidos da fortuna
obtnham ao corpo legislativo leis do ex-
cepeo, sempre odiosas e injustas, de fa-
vor, que nao eram dispensadas aos filhos
dos pobres.
Para se obviar este mal, foi apresen-
tado este projecto, que se estende a todos,
ricos, pobres, protegidos e desprote-
fcidos.
E\ portando, da mais alta utilidade este
projecto : nao vejo inconveniente em ser ap-
provado, tanto mais quando este anno no
sooado j foi apresentado um parecer acei
lando sua doutrina.
Se o projecto de toda a equidade, se
est reconhecida a sua utilidade, qual o
motivo para que se adi a sua discussao,
tanto mais quanto a Ia ?
J disse uma vez, e torno a repetir :
convm quanto antes deixar esse systema
de protellaco ; haja o estudo, a reflexo, a
coragem precisas para condemnar ou appro-
var medidas desd que forem apresentadas
nesta cmara.
Andr sorrio novamente.
Nao me faz 33 zangar, tornou elle de-
vorando cora beijos os pobres dedinhos, que
sentia tremer debaixo dos labios ;s injus-
ta, s cruel: amas-me, porm, e sinto-me
ditejso... Aquelles de quem te fallo, minha
filha, afastavam de si mulher e filhos, por
que nao queriam capitular. Quando estao
ao abrigo os que estremecemos, sentan-
nos fortes. Eu s a ti amo, minha Julia ;
escoodo-te, portanto, para te tomar achar
passado o perigo. Compreiiendi desde a
primeira ameaca a gravidade do combatu,
einterrogue-me a mira proprio para saber
0 grao de energa cora qae poderia contar
para a lula. Vi-te a meu lado, a ti, Julia,
minha riqueza, reahsaco dos meus sonhos,
ventura to cabal e to pura, que cousa al-
guma para mira pode haver, mesmo nos
celestes jbilos, que o seja mais ; vi-te as-
sentada no banco dos reos : vi um nao sei
que de ignominioso e intoleravel : gendar-
mes em volla de ti, e as vistas que deslus-
trara de uma multido igoobil brutamente
fitas era ti; vi tudo isto ; e estivas palu-
da, magra, envelhecida, com quanto apenas
houvesse mais quatro semanas accrescenta-
das tua idade ; penda te a cabega, e os
01 ios vermelhos pareciam crestados pelas
lagrimas ; vi isso, e sent que me falleca a
coragem. Ouves bem ? tremi; chorei ;
grilei aos meus juizes imaginarios : salvem
a minha Julia, e eonfessar-lnes-hei o crim*
que nao commetu, Afastem dola essses
guardas ; prohibam que essa turba obscena
a macule comes suas vista^BHo perrart-
tam esses homens que conmuten! assoa-
Ihando o bemdito nome da minha amada,
em a essas mulheres que saciom o feroz
cmme que as devora ; e tudo saberSo : sahi
de noute com o radB braca), expressamente
fabricado par forcar cofres de segredo ;
entre i em casa de Rancelle... como? que
na pratica.
Voto, patento, contra este adiamento e,
justificando voto que'ha pouco dei em
favor de outro, declino de mim a conniven-
cia no systema de protellaco, que^wnbem
nao adtnitto.
Ninguem mais pedindo a palavra.e pon-
do-se a votos o requerimento. rejeitado.
Continuando) a discussao do projecto, e
approvado sem mais debate, e passa 2.a
discussao.
Entra em 2.a discussao, e pass 3.a
sem debate, o projecto determinando que o
auxilio concedido ao monte-pio geral de
economa dos servidores do estado, pelo
decreton.l,Gde22deagostode 18>,sub-
sistir al que, a juizo do governo, os
effeitosda reforma daquella insttuirao a
tornem indispensavel.
Entra em 1 .a discussao o projecto, de-
clarando que a iscnco de direitos de im-
portaco concedido companhia hydraulica
Porto-Alegrense por decreto n. 1,382 de
12 dejunho de 1867, comprehende, nao s
os arligos importados depois da promulga-
cao da dita lei, como os anteriormente des-
pachados .para as obras da mesma com-
panhia.
Depois de algumas consideracOes dosSrs.
E. Lobato e Henrques, approvado,com a
seguinte emenda, sendo dispensado o inter-
ticio pedido doSr. Jcintho de Men doea:
Supprimam-se as palavras mandando o
governo -at ao fim do artigo.Henrigues.
Sao lidos, apoiados, e approvados tam-
bem sem debate, os segundes artgos ad li-
livos :
Igual favor seja concedido, thesoura-
ria provincial do Cear, quanto aos objectos
despachados para a illuminaco a gaz da ca-
pital, oos termos do decreto a. 1,573 de
O dejunho de 1868.Diogo Velho.
Igual favor companhia de illumina-
Co a da provincia do Maranho, nos ter-
Ihes importa ? O meu bragal nao abre fe-
chaduras, mas eu tinha de certo chaves
falsas. Adevinhei as combinaces do co-
fre ; fiz saltar a lingueta fra da chapa,
creio que com uma alacanca: nos c os
ladres sabemos do nosso dfficio to bem
como os senhores do seu : a manivella sal-
tn quando o cofre estava aberto : ahi tem
o curioso incidente, nao assim ? O bra-
co foi-me apanhado pelas garras de ac ;
mas eslava revestido do braca!. Retirei a
mo levemeote ; o bracal ficou, e eu levei
as quatrocentas ootas que o limpa-candiei-
ros rae vio contar no banco das Acacias.
Enxugou com as costas da mo o suor,
que lhe borbulhava na testa.
Cousa singular I Julia nao replicou. Es-
tava pensativa ; distrahida, dira eu, se a
palavra nao fosse cruel.
Arreba'ado como ia pelo desejo de con-
vence-la, Andr nao dava por tal. Prose-
gua no articulado com ardor.
NSo ha mrito na valenta dos pobres,
dizia elle rindo e supplicando. Que arris-
cara elles ? Eu nao : sou muito rico, te-
nho muito que perder, e isso torna-me co-
barde. Pedi fuga tempo para ao menos
sumir o meu thesouro. Quando a minha
riqueza estiver segura, quando tlirer posto
a bom recado o meu precioso bem, a minha
Juba adorada, tomarei a ser tal qual devo:
sei-o eu, tenho toda a certeza disso. Hei
de defenderme, hel de corobaler ; por for-
ca ha te existir alguna resquicio por onde
este mysterio se possa vir a esclarecer':
a>scobri-lo-hei. Nio receies que a tua au-
seacia me prejudique ; apr sentar-me hei
francamente, fatlarei otero ; hei de dizer :
busquei o meu valor onde lie resida ; mi-
nha muther era o mou medo, porque a amo
con nuac jamis ninguem amou I Re-
SESSAO EM 21 DE MAIO
'ur.siDENciA do su. Nkdias
Ao raeio dia feita a chamada, veriicou-se
haver numero sufliciente, abre-se a sessao.
L6-se e approva-se a acta da antece-
d nte.
O Sr. 1. Secretario d conta do se-
guinte:
EXPEDIENTE
Quatro oflicios do mimsterio do imperio,
enviando as copias dos decretos pelos quaes
S. M. o Imperador houve por bem conceder
varias penses. A' commisso de penses
e ordenados.
Outro do mesmo ministerio* declarando
que se expedir avisos s^ presidencias das
provincias do Maranho, Rahia, Rio-Grande
do Su!, Mmas-litjraes e Rio de Janeiro, so-
bre as decises desta cmara sobre as elei-
c5es primarias e secundarias a que se pro-
cedeu as raesmas provincias. Inteirada.
Outro do ministerio da agricultura, cem-
merco e obras publicas, enviando por co-
pia e contrato celebrado pela cmara muni-
cipal de Campos com Tbomaz Dutton J-
nior, para a illumioacoa^azna mesma ci-
dade.A' commisso de commercio. indus-
tria e arles.
OutroJdoSr. deputado Jos Janseo do Pas-
so participandouopoder comparecer ses-
sao de hoje a m*dosdias immediatos por
ter recebido a noticia do falleoimento de
uma sua irm.Manda-se desanajar
Um roqueiamento de Joaquim Mara Car-
los Verani, peMeira do sallo'desta cmara,
pedindo dispensa de todo o servico com o
vencimento que actualmente percebe.A'
commisso de polica.
Outro de Slverio Antonio da Costa, pe-
dindo ser nomeado continuo da referida c-
mara.A'mesma commisso.
Outro de Hermano Franco de Mattos.
pedindo ser naturalisado cidado brasileo.
A commisso do constituico.
Oulro de Nael Paul Raplista d'-Orcano,
pedindo seneo de direitos para os mate-
riaes importados para a illuminaco a gaz
no Rio Grande do gol.A' commisso de
fazenda.
Outro de Candido de Oliveira Lins e
Vasconcellos, pedindo serem acedos, na fa-
culdade de medicina da Corte, os exames
de preparatorios feitos na de direito de S.
Paulo. A' commisso de instrueco pu-
blica.
Outro de Jos Poppe da Suva Lopes, pe-
dindo para fazer acto do 1" anno na facul-
da le de direito do Recife, depois de appro-
vado em philosophia nico preparatorio que
lhe falta.A' mesma commisso.
Acha-se sobre a mesa, c remettido
respectiva commisso, o diploma do Sr.
Manoel Joaquim de Mendonca Castello
Rranco.
Achandp-se na sala immedata o mesmo
senhor e o Sr. Augusto Olympio Gomes de
Castro, sao introdusidos cojn as i'ormalida -
des do cstylo, prestam juramento e tomam
assento.
ORDEM DO DIA.
Entra em discussao a redaeco do
projecto declarando que a penso concedida
por decreto de 28 de novembro de 1866.
ao soldado do dsposito provisorio de Ia
linlia Manoel Joaquim de Sant'Anna, e
approvada pelo decreto legislativo n. 1,502
de 25 de fetembro de 1867, entende-se
com o voluntario da patria da provincia de
Minas Geraes, Manoel Joaquim deSant'Anna,
na conformidadedo decreto de 18 demarco
de 1868.
Depois de algumas coasiderac&es dos
Srs. Figueira de Mello, Ribeiro da Luz,
E. Lobato, C. Mendes, approvada bem
como outras muitas lidas as sesses an-
teriores.
Entra em Ia discussao o projecto de-
terminando que a disposieao do art. 877 6"
do cdigo commercial extensiva aos ere-
dores por lomecimento de carvo mineral
ou de outro qualquer material necessario
para a navegaco a vapor.
O SR. RENJAMIN: O projecto em
discussao tem uma importancia que nao se
conhece primeira vista.
O art. 877 do cdigo commercial estatu
os diversos casos un que tera lugar a *ypo-
theca tacita especial.
Este projecto pretende estender o be-
neficio ou privilegio do dito artigo aos for-
necimontos de carvo mineral, e de outro
qualquer material necessawo para a nave-
gaco vapor.
(Continnar-se-ha).
tirei do jogo esta parada, pesada de mais, e
aqui me tem l Poda ter fgido como ella
fugio, e aqui me tem Desafio todos a
que a descubram, mas responder! por am-
bos, e aqui me tem, aqui me tem I Em
quanto s de .mira se traa, uo me faltar
coragem ; terei mais : terei confianca Faz
muito ao caso o valor do deposito. Have-
ria tal que. dara a guardar cem luizes de
ouro, e para velar n'um diamante de cera
mil escudos se considerara bastante por si
s. E todos os escudos da trra, e lodos
os luizes de ouro e todos os dam rales do
mundo, nada para mira sao ao pe da mi-
nha Julia. Juizes I a minha vida e a minha
honra periencem-lhes ; mas o meu amor,
esse, s de Deus depende, e foi a Deus que
eu conliei a rainha Julia I
Ergua a cabeca, e os olhos fulguravam-
llie. Julia, pelo coogprio, inclinava o eol-
io. As palpebras wravam-se-lhe. Em
que peosava ? Andr fra eloquente, e
todava uo tinha ainda a causa por ganha.
Procurava argumentos novos. Julia per-
gunlou suspirando :
E como hei de ir para Pars ?
me hei de l escond
Como
Subira-lhe a cor 1| ipto. Acerescentou
em continente, cus^H i vexassem as paia-
vras que lhe haviara escapado :
E demais, nao quero! Morrena de
desgosto 1 Nunca, nunca obandonarei meu
marido I
(Conti%uar-$e-kaJ
TTP. DO MARIO-KT'A DISCBIOM.
\
l
!
V


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