Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11857


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Full Text

-

KN ALV. NUMERO 125.
i-a- i----------------------p m, iii --- ..---
PIBA A CAPITAL i: LUGARES OHDE IAO SE PAGA IWTE.
jfcjr tres mezes abantados......... %..... 6000
P*r eia ditos dem. ... ^ ... ........... iWXX)
i\>r am aflnrvidem..................'. 24
sada numero avulso...................
*!
SEXTA FEIM 4 DE JUNHO DE 1869.
--------------------------------------------^-------t----------------------------------------------------
FAitA MITRO E FORA A PROVIHCIA.
Por tres noses aflautados..................
Poi*T.*tosMn...................
. ??r^Tibiera.....m .-,,.........
^m^no.........* f. # .'jf-#

oj5750
13*500
2QHS0
27000
Tk" B1 *^H
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I II I I
Propriedade de Manoel Figneira de Taris & Klhos.
.
,, + ________?------------"*-------'---------':'-----------i-

.
O Srs. Oraitlo *noni Altes & FHhos, no Para; Connives & Pinto, no Mafanbao; Joaqnim Jos de Oiivelra, llp eara; Xattifa letno$ Braga, no Araoily; Jo* Mana Jato Chaves, no Ass; Antonio Marques da Sirva, no Natal; Jos Jesn*
Pereira d*\1mcida, ern Mamanguape;' Antonio Alejandrino de Lima, na Parahj*; Antewo to-Gomes, na rala da Vente; adarmmodog Sarrios Btelo, env Santo Anflo; Domingos los da Cotta Braga,
eni Naaareth; #mftino Tavarasda Casta, em Alago? W. *w Martins Ah%, m Ma; e Jos Mwiro Gasparfbbo, no Ko tte'MirD.
---------------------'-------------------------"""-i----------*: '------------------------------------------------rr~:-------;------------ -' --'*' '' .....-----nst--------------'------rr- -------------N--------*--------1------:------------
*
-.. ..
haverem substituido o respectivo escriyjjo, como 9e
4a 'pvlacla.
UrpilWK ASSICXADO PELO BXM. SK. DR. MANOEL
'M'tftStCitfCKTO MACHADO PORtSLLA, VIOJE-PRKSI-
*rt**A ovncia, em 21 de abril de 1869.
1.* scelo.
#/%.Portara ao Exm. general coramdan-
aaSariiiis. MandfeV.J^c.pareuiliberdad:osre-
tasf'dape SoaresFtWeira e Solero Siqueir de
>oau, fisto tere n sidojulgados incapazes do sflvico
~ v*"tf*exo ao a dffltto de 23 do crreme, sob,
n.2f. "
F:W.-T*tt ao'direttor do arsenal de guerra.
Da caafonuidade com sua informaelo de 23 do
corrente, soh n. 83. acerca do reuuerituenlo dcJoa-
ofofrti r*es dailva Santos, pode V. S. mandar
.ulregar a e>te, como pede, as tres bandeiras na-
i'iMae.v'aae furoece ao coisolb- de compras des-
se'sfjtual, emn destino provincia das Alagoas,
na*ae nio roram ainda pagas,e que se achara re-
ebfllflpr o atmoxarifado desse estabelecimcnlo,
WB^atttbni do anno ^iassatlo.
N; j(W.Bita io inspector do arsenal de mar-
hz.Par curaprimc'nto do aviso expoflido uo 1."
4o Arrate, pplo ministerio da mariuha, cumpre
qoe V. S propoflha pes?oa Idnea para exrrer
i roxar d patro-mr, visto nao ler o ;tctira! ha-
b" WaWJes proflssioriacs para o descirpenhar.
2." seccao.
!l?l).Porua ao couimandante Superior in-
tcrritfnfii guarda nacional do Recife.Participo a
V. S, ara seo conhecimeto c frns convenientes,
ijr.p jior dtflibcracao desta data, dcsignei e 3 ba-
tafti 4a irurda nacional do servido dt reserva
flestt municqifo, para a elle ser aggregado o alfe-
ns d I.* cnmpaiihia da seccao de reserva do ter-
mo de Onda, Antonio da silva Aievedo, sobre
quer* versa a sua informarlo em offlcio n. 63 de
22 do crrente.
l.fllO.-titaaojoif de-lirrito da i.-vara desta
:ridade. Hpmetto a V. S. Copia d) aviso expedido
pcio minisK'rio do inperlo em ti deste me?., relati-
vamente ausencia sem lia'Bco do lente substitu-
to da Fculdade de Direito aesU cidade cousolhei-
;t--K- Liberato Barroso, afim de que faca affec-
tiv a djsposico da !..* parte do art. 104 dos esta-
etnto da raesma FaculdaUe. que baixaram com o
teKWtt a. 1.388 de 28 de abril de 1854, conforme
Aelrtntaa mesrao aviso.
Sr.UM Dita ao Juiz de direito da 2.' vara.
Tratumlto a V. os conselhos de julgamento jun-
tos, do f^'br. do corpo provisorio de polica Paulino
Magno da Silva e do soldado do mesmo corpo An-
roaio G-iines de SLeitao, para que aprsente o
retatorio do estylo junta que o tem de julgar em
ufma instancia, e para a qual o designo, e que
deve reonir-se neste palacio no dia 30 do corrente,
is lt horas do dia.
N aiiiU ao tenentecoroncl Decio de A'qui-
w Ponseca Convido a Vine, comparecer neste
patacio no da 30 do crrante s 12 horas do dia,
para fazer parte da junta que em ultima instancia
teta de julgar o cabo do corpo provisorio de poli-
cUPauiuo Magno da Silva e o soldado do mes-
mo wrpe Antonio Gomes de S Leilfto.!guaes aos
tenentes-coroneis Joaquim Jos da Silveira e Fran-
i S.011 Deliberando.O vicepresidente da pro-
vincia, al tendeado ao que lhe requereu Mauricio
l o decreto n. 2,692 de 11 de novembro de 1862,
resolve cwareder-lhe permisao, para, na forma do
>!Ulo derrelo. poder ello eMabelecer nesta cidade
urna casa de emprestinio sobre peuhores.
S. 9fi.Dita.O Vice-presidente da provincia,
.m vista do que Informou o couimandante superior
iaMrino da guarda nacional do municipio do Reci-
fe, em ofBcio n. 6o de 22 do corrente, e do que. re-
queren o alferes da 1." companhia da seccao de
reserva do municipio de Olinda, Antonio da Silva
Atetedo, resolve designar o 3. batalhao domes-
mu servico deste municipio, para a elle ser aggre-
ndo o dito alferes.
515.Dita.O Tice-presidente da provincia,
le conformidade com a proposta do chele de poli-
ra cm offieio n. 38 de 22 do corrente, resolve
eddr ao bacharcl Joao Juvencio Ferreira de
Aguiar a exonerarao por elle pedida, do cargo de
subdelegado Jo 1." districto da freguezia da Boa-
,N SlG.Dita.O vice-presidente da provincia,
conformando-se com a proposta do chefe de poli-
ca, em offlcio n. 582 de 22 do corrente, resolve no-
meax para o lugar de subdelegado do 1. districto
da freguezia da Boa-visU ao hachare! Pedro de Al-
buquerque Autran.
. 917.Dita.O vicepresidente da provincia,
de conformidade com a proposu do chefe de poli-
ca, em offlcio n. 585 de 22 do corrente, resolve
nomear para os lugares de 4", 5." e 6. suppleotes
do subdelegado do 2. districto da freguezia de
Una, do termo do Rio Formoso, na ofdem em que
vio enllocados, aos cidadaos seguintes : Antonio
da Rocha Wanderley, Joao de Barros Lins e Joao
Correa Accioli Lins.
N. 918.Dita.O vice-presidente da provincia,
conformando-so com a proposta do chefe de poli-
ca, en offieii de 22 do corrente, sob n. 587, re-
solve exonerar Jo cargo de subdelegado do 1." dis-
tricti da freguezia de Ouricury, a Antonio Jos
Barbosa Bahiano.
N. 919.Dita.O vice-presidente da provincia,
conformando-se com a proposta do chefe de poli-
ca, cm oJBcio de 22 do corrente sob n 583, re-
solve exonerar dos cargos de 2., 3.", o." e 6." sup-
nlea'js do subdelegado do districto da Pedra, do
termo de Buique : Luiz Marques deSouza Pio.Ma-
aoel Cimillo da Roha, Manoel Ferroira de Mello e
Manoel Francisco de S. .
"N. 920.Dita.O vicepresidente da provincia,
de conformidade com a proposta do chefe de po-
cia, em offlcio n. 583 de 22 do corrente, resolve
nomear para os lugares vagos de 3., 4.,5.e. 6.
supplciues do subdelegado da freguezia de Aguas
Bellas, os cidadaos seguintes na ordem de suacol-
tocacio : Adria Rodrigues do Araujo, Jos Anto-
nio la Gama, Jos CyTiaco dos Santos e Gustavo
Pinto Correa.
i>. 924Ditao vicepresidente da provicia,
conformando-se com a proposta do chefe de poli-
ca, cm offlcio n. 583 de 22 do corrente, resolve
mmear para os cargos de 2,, 3.*. 5.e6. supplen-
tes do subdelegado do districto da Pedra, ao ter-
mo de Buiqae, os cidadaos seguintes na ordem de
sai eoUocago : Manoel de Attraqaerquc Bairo,
Joio di Moura Cavalcante, Antomo Barbosa for-
rea e Goncalo Antonio Bezerra.
3.' seccSo.
N. 92SPorttria ao hrapectnr da thesourana
de fazenda.Tomando em eon S. expoz em seu offlcio do 1* de mareo ult mo,sob
n. III c a reqnisicao que faz no Anal de sua mfor-
nttco de 16 do corrente n. 221, resolv aut irsalo
a aufllar despender soh minha responsahilidade,
nostermos do decteto n. 1,884 do 1. de foverefro
dfi IM2, at a qnantia de l^M7,g646 cog os naga-
nMrt6sds'de>(pecas por coma da veteaEven-
toaesdo mieisterto da fatenfla, visto ja achar-sc
extracte tredto ella votado tro corrente exer-
rttiie oio ter o giverno imperial resolvido aeer-
*Mo ameiento desse ereditrj, *>licrMdo em offlcio
dessa OMcgraria n. WM de 2S de srtemtrro do an;
n*H*Mo. Asstmflea a
habilitada a satisfazer as
tyeewv'djreito el.'
OEnMHnPiB "^R rofl
JlBeWae ani
ve" dos niqnerimeiilos que Incluso d' _
m. t.-*-Dito a irtesmof-Por conta do crdito
de 5:OtXi30O aberlo pela presidencia para soecor-
rba pnbllcos, -mande V S. pagar a Jos Alves
Therroriis art Vu daeenu jnnu em dopllcata, a
viinntii de lOfJaOOO proveniente^le dnas eaMelras
homeopathicas, que forneceu paca o traUmenlo
dos desvalidos alac*hw de febres flO termo de Ca-
hjMta.
N. 925.Dito ao mesmoTransmiti a.Y. S.a aaaapiblea legislativa prev
coma doenmentada, junta em dupticata dOTmedi- w'il^WWJWBpiBP^iP"
lamento tbmocidos a enfermara dos menores do
arenat de guerra, durante o trimestre de Janeiro a
mar^o dete anno, alim de que, depois de liqttda-
da essa desbeza, seja paga a sua importancia a
Agusto Caors, MtDfortno sefiettou o director do
mesmo ahsenal em^fBeio de hontem, sob n. V '
H. 126^~Dito a mesn.Para se poder resol-
ver acerca do pagamento dos vencimentos reltiri-
Tos ao mez do marco uttirtno, do capelln contrata-
do da fortaleza de lumaraca, padre Joao Vicehto
Guedes Pacheco, que se refere a sna informa-
cao de hontem, sob n. 234, faz-se preciso que V.
S. declare a qnanta que se'torna necessaria para
occorrer-se at o flm do aCI*al exerclcio, aos pa-
gamentos por conta da verbaDespezas eventuaes
do ministerio da guerra, cuio crdito ja se acha
escotado.
N. 926bis.Dita aoraesmo.Pode V. S., confor-
me indica em seo offlcio de"hontem sob n. 233, re-
meter ao almoxarifado do presidio de Fernando,
|ii r intermedio do contmandante do vapor da
qoglpanliia- Pemambucana que tem de seguir
dra all, quimlia de 23:OOtO(tO para a onti-
BOBcan das despezar do mesmo presidio, nos me-
zes de abril e maio deste anuo. Assim respondo
o sea citado offlcio.
N. 927.Dita ao inspector da thesonraria pro-
vincialCom o documento aonexo ao incluso re-
qiierimento tica satisfoita a requisicao dessa the-
souraria coatida^m offlcio de hontem, sob n. 10,
e por isso nVande V. S. pagar a John Donnelly o
taras vencido desde dezembro do anno prximo
passado da casa, que serve de qnartel ao destaca-
mento existente na illia de S. Aleixo. Junto
achara tratro reqnerimeato do mencionado John
Donnettv, que velo annero ao citado offlcio.
N. 928.Dita ao mesmo.Atmuindo ao queso-
lictou o chefe da repartan das obras publicas,
em ottieio de hontem sob n. 167, recommendo a
V. S. que mande entregar aothesoureirodkqoella
repartirn mais a qnantia do 2:0005000 para a
continuacao dos reparos dos estragos causados
pela ultima cchente do rio Gapibarbe as pon-
tes e estradas da provincia, visto j estar des-
pendida a de 12-0003000, que, por diversas vezes,
tem sido adantada para esse fim.
" 4.* seccao. g
N. 930.Di presidente po Rio Grande do
Norte.Bespondendo ao offlcio de 16 do corrente,
em que V. Exc. soFeila a remessa das bandeiras e
galhardetes de que trota o do seu antecessor, de
9 de marco >ultmo, tenho a dizer a V. Exc. que
em 91 do'refertde mea de mar^o se remetteu
essa presidencia a nota dos precos d'aquelles ob-
jectos, afija de wsolver sobre o respectivo paga-
mento.
N. 931.Portara ao desembargador provedor
da Santa"Casa de MisericordiaEm vista de sua
inforinac,ao de*} do corrente sob n. 1871, mmde
V. Exc. admittir no collegio dos orphaos o menor
Luiz, fllho da viuva Anna Thereza_ de Sena Cous-
seiro de que trata a inclusa certidao de idade.
N. 932. Diu ao mesmo.Autoriso V. Exc, em
vista de suas nformacSes de 23 do corrente sob
U. 1874 e 1876, a mandar entregar a Gerfrudes
Lourenca de Araujo e Ignez Mana de Mello Bego,
os seus"flth"S menores denomes Leocadio e Anto-
nio Leocadio do Bego Barros, educandos do colle-
gio dos orphaos.
f. 933 Dita ao gerente da companhia Pernam-
bncana.Pode Vmc* fazer seguir para o presidio
de Fernando no dia 10 de maio vindouro o vapor
Gtqui, a hora indicada em seu offlcio de hontem.
H. 934."Dita ao mesmo.0 Sr. gerente da
companhia Pemambucana mande dar urna pas-
sagem d'estado a r at o Cear, a Luiz Antonio
da Silva Vianna Filho.
expediente assiohado pelo sr. dr. joaquim correa
de araujo, secretario do o0vern0, em 24 de
ABRIL DE 1869.
1.* scelo.
N/ 935.Offlcio ao director do arsenal deguer-
ra.N'esta data autnrisou-se a thesouraria de fa-
zenda a pagar a Augusto Caors a quanlia de
98497 consume de seu offlcio de hontem, sob
n. 84, o qual (lea assim respondido, de ordem do
Exm. Sr. viee-presidente da provincia.
2.* seccao.
N. 926.Offlcio ao Dr. chefe de poliea. De
ordem do Exm. Sr. vico-presidente da provincia,
transmitto a V. S. os ttulos juntos de noineacao
dos 3.*, 4., 5.* c 6. supplentes do subdelegado da
freguezia de Aguas Bellas, e dos 2., 3., 5." e 6 -
do districto da Pedra, ambos do termo de Buique;
sendo exonerados aquelles que exerciam estes
cargos, de conformidade com a proposta de V. S.
em offlcio n.'383 de 22 do edrrentc.
N. 937.Dito ao mesmo. De ordem do Exm.
Sr. vicepresidente da provincia transmiti a Y.
S os ttulos juntos de nomeacao do subdelegado
do !. districto da freguezia da Boa Vista desta
capital, e dos 4.", 5." e 6. supplentes do do
1 districto da ireguezia de Una, de conformi-
dade com as propostas de V. S. em oficios ns. 582
e 885 de 22 do corrente.
N. 938. Dito ao mesmo. O Exm. Sr. vice-
presidente da provincia manda declarar a V. S.
que, por daliberacao dusudatf, fqi exonerado do
cargo de subdelegado do 1." districto da freguezia
do Ouricnry o cidadao Antonio Jos Barbosa
Bahiano, do cnnformidide com a proposta de V.
S. em oficio n. 587 de 22 do corrente.
N. 939. Dito ao oommaadant superior da
guarda nacional de Tacarat. 0 Exm. Sr. vice-
presidente da provincia man la declarar a V. S.
que Pica inteirado, por'seu orfleio do i.0 de marco
ultimo, de haver V. S. designado o capillo da .*
companhia do 4. corpo de cavallara da ouarda
nacional desse municipio Jos Paulino Roftigue^
deBarros, para servir de secretario geral interino
desse commando superior, de conformidade com o
disposto no art. 11 do decreto n. 1354 de 1854.
N. 940. Dito ao hachare! Joao Alves Mergu-
Iho, promotor pubico de Pao d'Alho. S. Exc. o
9r. riceJpre?idefrte da provincia mana declarar
a V. S. tjue flea inteirado por seu ofllbiodo 6 deste
mea, de ter nessa Jala deixado o exercicio do sen
cargo, por seguir para esu capital tomar aasen-
to na assmbla provincial.
TU "4!. Dito ao juiz municipal supplentc em
exrciclo do termo de Limbetro Jos Caetano Pe-
reir de Lima. O exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda declarar a V; S., em resposla ao
sen oficio de 11 do corrente, que flea inteirado
d "haver V. S. nes-a data asssumjdo o exercTcio
do cargo de jhiz mnnieipal desse termo.
3* seccao.
N. 943.Oficio ao inspector da thesouraria de
fazenda.O Exm. Sr. vice.presa>nte danroij(fKa
manfla declarar a V. S para os (Ins corfjnleTRes,
qan, ewado narrteipou'cbacharel Joao res
Mergulha >. promotor publico da comarca de Pi
d'^Mho.nm offlcio de 6 do, torrente aassa daU dei-
xou elle o etereicio das fanccQo* do seu ca/gu,
ter de tornar;ts('flto a assetobla provln-
cio de hontem sob n. 167, que a thesouraria pro-
vincial tem ordem para entregar ao Mjsonreiro
dessa repaMielo os dos contos der*,eotistantea
dO feitado blfteio.
4 scelo.
N. 945.Off.clo ao Bf. ArminioCofioiano Tava-
res do.< Santos, prltnelro secretario da aeseh1bk;a
legislativa provincial.X. 49.De ordem d S.'
Exc. o Sr. viee-presidente da provincia, remeti a
V. S., aflm de ser subinettida a consideraclo da^
a inclusa copia
t.-i provincial de
Sude .ltente Sob n. 211, e ns dehtonstrapWs a
qneellens relere, pedindo dou* crditos sttpple-
mertares na importancia de "SVJStSW rs., para
continuarlo das despms que correm pelos arts.
6 g k o 4 J 2* da leido erenmento agente, visto
serem inmlneientes as conslfhaces votas fios
ditos puragrapnos, os quaes dehera de ser'cence-
didos atiento odWpisto no art. 'V da lei n. 575 de
5 de abril eW.
BKPBDIKNTE ASSMNADe PELO tTCM. SR. '**,''M.KD8L
W) NASCIMENTO MClfADO PORTLLA, ffCt-PRESI-
DENTE DA PROVINCIA, EM 26 DB ABRIL DE 18B9.
1" 'seccao.
N. 6. Portarla'ao Exm. general comraan-
daiiledas armas-Mande V. Exc. pi> em liberda-
de o recruta Justino Ribeiro de uuza, visto ter
provado iseneaa legal.
N. 947 Dita ao director do arsenal de guerra.
Mande V. S. forneeer o cartaxame sem tala que
for solicitado por parte do corone) commandante
dos'Dri;
da Silva
dea
raro
donar
"sobre a
aotireta
lepes!
V. l!xcyJflo cwtMnePdador Jos Pires Fimra, e
' Joajum de Moraes Sarment, Jbao
mos e FeBpp de FtguoirOa Faria, para
com sta preaideocia escolher e prea-
en que ele deve funccionar, coifec-
so regularnento e providenciar iao s
sarao do respectivo patrimonio como
is que lhe dwaer respeito, de forma
le peslar-se aotim a que e destinado.
EJR-ei'onhecido zelo de V. Exe. que se
talweitar esta oramissao, e empregar os
ao seu alcance para que to humanitaria
instltntcan produza os 'bencfteos que so para de-
sejar. Igual mutatis mnkimlit ao coaufenda-
Jor Jos Pires. Ferreira e aosrs Jos alaquin de
flBB-aes SarmeplOj *)!) da Silva Ramos e Fefippe
aeWgurtruaflSi.
^i- 967.Dita-a cmara municipal do Reeife.
Com a nfomta$ao junta por co|iia, ministrada por
parte da compodhia de fM>eribe eni t3 to corran-
sjiondo ao offlcio'- que ine dirigi acamara
idanilpnr desta Cidade, 'em 12 deste 'mez, sob n.
1L, relativamente a filta d'agua potavel na fregu-
superior interino da guarda nacional
ciplo, parras honras fnebres ao cadver doDr.
Jronymo Vilella de Castro Tavares.
N. 948.Dita ao inspector do arsoha) de'mari
nha Avistada sua inTormacan de83 do torrente/
sob n. 1725, acerca d requerimento do carbintei-'
ro contratado para o servico desse rrsenl Ber-
nardrao Jos dos Santos, autoriso Y. S. a eonre-
dei'-lhe a licenca que soliciten para ir a provincia
da-Balna, tratar de negocios de seu particularro-
icrasse.
X.*m. Deliberado. O vice-presidente da
provintia de Pernamboco, de conformidade Com o
despacho de seu antecessor, de 9 do corrente, re-
solve conceder permissao Joaquim Rodrigues
Maia de Ollveira, para ir ao presidio de Fernando
de Noronha m>"vapor Qtqui, e ahi poder trocar.
com os habitantes ao mesmo presidio, excepto jw
respectivos empregados, gneros de pVodwprtla
ilha, devendo esta ser apreserttoda ao commandan-
te do respectivo presidio, para os flns convenien-
tes.
2* seccao.
N. 931. Portara a* presidente da reiaclo.
Sirva-se V. S. dar o seu parecer sobre 8 que ex-
poe o juiz do direito interino da comarca rio'Hio-
Forraoso, em offlcio do primero do mez ado,,qne
junto lhe envo, e que mo devolver eon a sua m-
formacao. ^
N. 952.Dita ao commandante superior interi-
no da guarda nacional do municipio do Betffe.
Por deliberacao desta daU mando que seja aggre-
gado ao primero batalhao de arlilharih deste mu-
nicipio, o capillo Herminio Egydio de I'njoeiredo,
de que trata o offlcio desse caminando superior de
3 de setembro ultimo, devlteodo-rae a ?nia que
acompanhou dito offlcio.
N. mDita ao mesmo. Mande V. S. apre-
sentar hoje s 4 horas da tarde, na igreja do con-
vento do Carmo, a forca do estylo para fazer as
honras fnebres que forem devidas ao cadver do
Dr. Jeronymo Vilella de Castro Tavares, oficial da
ordem da Rosa.
N. 954. Deliberacao. O vice-presidente da
provincia, em visu do que informou o comman-
dante superior interino ueste municipio, e do que
requereu o capitn da primetra companhia da pri-
meira scelo de artilhria da guarda nacional do
municipio da capital da Parahyba, Herminio Egy-
dio de Kiguerdo, resolve designar o primeiro Ba-
talhao da mesma anua deste munieipio; para ef-
le ser aggregado o d-to capitlo.
3." seccao.
N. 935.Portara ao inspector da thesouraria de
fazenda.Devolvendo a V. S. o requerimento do-
cumentado, em que o gerente da companlia Per-
nambucana pede o pagamento da quanlia de
838,5670, proveniente de fretes e passagons Jadas
por conta do ministerio da guerra, no vapor Gt-
qui, na viagerapue fez ne-te me/, ao presidio de
Fernando de Noronha, tenho a dizer que, de con-
formidade com o parecer da contadoria dessa the-
souraria, a que se refere a sua informarlo de i\
do correhte sob n. 241, mande pagar smente 18
para que ex.-t crdito, ticaudo a restante para
ser satisfeito opporlunamente, quand i o governo
imperial resolver acerca do augmento da crdito
solicitado por essa repartieio para a verbaDes-
pezas eventuaesd'aquulle ministerio.
X. 936.Dita ao mesmo.Com a nformacao,
junta por copia, di cauara municipal dusta capi-
tal, respondo o offlcio de V. S datado de 18 de
margo ultimo so) n. 137, relativamente cons-
truegao de urna nova guarda-moria no a*paco
comprehendido entre o edificio em que funeciona
a airandegajlesta cidade e o trapiche denomina-
dodo algodao.
N. 957.Dita ao inspector da thesouraria, pro-
vincial. Autoriso V. S., de conformidade com sua
informaglo de 23 do corrente sob n. 209, acerca
do requerimento que incluso devolvo, a mandar
pagar ao professor do instruccao elementar de
Apipucos, Jos Vicente Ferreira Barros, smente o
seu ordenado correspondente ao mez de Janeiro
ultimo, em que deixou de exercer o seu magiste-
rio por falta do casa onde funecionasse a sua
aula.
N. 958.Dita ao mesmo.Declaco a V. S., para
seu conheeimento e lias convenientes, que, coufor-
raando-ina com a proposta do procurador fiscal
dessa thesouraria cuntida em oficio de 7 do cor-
rente, resolv nomear o bacharel Pedro Aflooso
Ferreira, para o lugar vago de ajudante do mesa
procurador fiscal na comarca de Palmares.
. 959.Dita ao chele da repartidlo ,das obras
publicas.Inteirado de quanto Vine, expiz em seu
offlcio de 19 do corrente sob n. 155, tenho* dizer
em resposla, que approvo nlo s a deliberaran,
que toraou'de incumbir oengnheiro do 5o distric-
to Joaquim Galeno Colli, de proeeder, sob sua
immediata inspeceio, ao levantaiuento das pian
tas necessarias aos estudos hydrograpbicos que
convm fazer-se com o fim de fonuular-se ura
projecto de melhoraraento do rio Capibarb n^s
occasioes de suas endientes, mas tamhoiu a nova
designaco que fez dos engeaheires de distritos,
como se v ao'Qhal do seu citado oficio.
N. 960.Deliberacao. 0 vice-presidente da
provincia, confonnando-se oort a proposta do,pro-
curador fiscal da thesouraria provincial conlida
em oficio de 7 do corrente, resolve nomear p ba-
pliarel Pedro AITjuso Ferreira, para o hi'gar vago
de aiudante d mesmo procurador flaca! na cornc-
ea de Palmares.
4.' scelo.
N. 963. -Portara ao desemiargadar provedor
da Santa Casa deMsericordia Attondeoilo, a que
roe requereu Anna Rosa do Sacraraonto, sub que
versa a sua inforgacao de 16 do correhte, sob n.
1865, mande V. exc. inscrever no redpeertvoqua-
dro, atTm de ser admttida no collegio das prpfijtas
(aodo huuver vaga, a fllha da supplicanie de no-
Tosepha, le fue tratara as Ifea certldoes nolu-
za de S. Fre Pedro G)nc.ajves do Recite.
X. 968.Dita a mesma^:Em vista do gue in-
fonnou a Cmara municipal do Recifc era 23 de
dezembro ultimo e 2 *> correnitc, sob ns. 81 e 14
autoriso a ii.--.sun cmara a mandar entregara Joo
Mauricio de Sena, os talhos do acougue da Ribei-
ra' da freguezia de S. Jps ns. i 2 pela quaatia
de 1^003^000, e a de u. fl pela de 600*000 arre-,
m^tiidos'em 26 de setemhro do anno pascado, visto
deste munl- nHo tar apparecido licitante algum na" ultima arre
da
Len* 1 fthpliaei de Moraes e Silva Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
hau de Albaquerqtie Maraahao><#laforme o Sr.
D\iuiz dos foitos da fazenda.
Manoel Evangelista da Cimba.indeferidn vis-
ta das inforniagoes.
Major Baymuodo de S-Araujo.Informe o Sr.
chefe, interino da repartigao das obras poblicas.
Tibortino Pinta dia Alinala Junter.Informe e
Sr. inspector da the>ooaria providMai.
Vietormo Domingut Alves Maia.Entregue-se
passando o supplicante recibo.
.-
maucao a qne se proCedeu, con o augmento
terceira parte nos respectivos precos.
rt 989.Dita ao gerente da companhia Pernam-
Cttcana,0 Sr. gerente da companhia Pernambii;
cana mande dar ioa passagem de estado a r at
MpsRot') a Jlo Baptlsta Alves Ferreira.
pf. 970.Dte ao mesmo.Respondendo ao seu
offlpio de 21'dd corrente, tenho a dzei-lhe que,
j em 21 deste raez. Conced a permissao que,
Vmc. solicitou n'aqQolle offlMo, para fazer seguir
para os portos do norte e aul, no dia 30 do cor
rento, os vapores Ipajiuia e Giqui.
lt. 971. Dellberalo. 0 vice-presidente da
Srovineia, attehdendo ao que requereu a socieda-
e I'niao Beneflcente dos Artistas Selleiro, institui-
da nesta cidade, e cm vista do que dispoe o 5.
do art. 2? flo decreto n. 2711 de 19 de dezembro
de 1860, resolve nomear a Auspicio Antonio' de
Abreu Guimaraes pira director da mesma socie-
dade.
X. 972 Dita 0 vice-presidente da provincia
attendendo ao me requereu Manoel Eduardo Lin-;
tVanderley, e tno enwvista a mformacao do
director geral merino da usjruccio publi-.-a, de
20 do corrente sob n. 122, resolve nomea-lo para
reger interinamente e durante o impedimentp do
respectivo professor, a cadeira de ias^-uccaj pri-
maria da freguezia de Nossa Sunhora da Luz, me-
diante a graUroafiao animal de 600,4000.
N. 973.Dita.O Vice-presidente da provincia,
attendendo ao que requereu o Dr. Joao Ferreira
da Iva, Inspector da sade do porto dcstapro-
viBsia,.resolve conceder-luis lies mozes de linenca
coni vencimentos na forma da lei, pan tratar de
ila saddc na Europa, deixando em seu lugar um
medico para o substituir sem vencimonto algum
pelos cofres pblicos.
JL 974- Dita.O vicepresidente da provincia,
em vista do offlcio do director geral da instruccao
publica de 6 do corrente sol n. 100, resolve
crear urna delegada litteraria na freguezia de
Nossa Senhora do O' de Goyanna, e para exerce-
la, nomeia o cidadao Joaquim Jos Gomes de Ol
veira.
expediente assicnado pelo dr. joaoum correa de
aravio, secretario do r.ovkhno, em 26 de abril
de 1869.
1.' seccao.
N. 973.-Offlcio ao Exm. Sr. general couiman-
dante das armas.De ordom de S Exc, o Sr. vi-
co-presidente da provincia, declaro a V. Exc. om
resposta ao seu offlcio de 23 do corr-Me sob n.
214, que nesta data se mandn satisfazer o pedi-
do do coronel commandante da fortaleza do Brum.
que veio annexo ao seu citado offlcio.
2.' secQlo.
N, 976 Offlcio ao juiz municipal do termo do
Bonito.O Exm. Sr vice-presidente da, provincia
man la aecusar o recebimento do oficio de V- S.
de .'10 do uiez findo, em que communica ter assu-
mido nessa data o exercicio do seu cargo.
3.* seerao,
N. 978.Dito ao procurador fiscal da thesoura-
ria provincial.Sua Exc. o Sr. vice-presidente da
provincia, manda declarar a V. S. para seu co-
nheeimento e lins convenientes, que, conforman-
do-se com a sua proposta de 7 do corrente, re-
solveu nomear o hachare! Pedro Alfonso Ferreira
para o lugar vago de ajudante dessa procurado-
ra fiscal na comarca de Palmaros.
4.*secclr.
N. 979.Offlcio ao Dr. Armino Coriolano Tava-
res dos Santos, i. secretario da assmbla legis-
lativa provincial, N. 30.De ordem do Sua Exe. o
Sr. vice-presidente da provincia, pass) por cpia
s mos de V. S., era resposta ao seu oficiodo lo
do corrente sob n. 12, a inclusa informacao qu"
ininistrou o Dr. chefe de polica em 19 deste mez
sob n. 563, acompanhada da copia do exame sob
ralsificacoes attnbudas ao subdelegaiio Jos Joa-
quim Barbosa, por Jos Teixeira da Molla Cavai-
canti. -. .
N. 980.Dito ao director geral intenno da ins-
trucaio publica.Sua Exc. o Sr. yice-presidenle
da provincia, tundo por dehberaciio (leste date e
om vista do sua informa?: de 2 do porfente, apb
u. 122, resolvid* nomear a Manoel Eduardo Lins
Wanderlev para reger interinamente e durante o
impedimento do respectivo proprieteno, a cadeira
de instruccao primaria da foaguezi* de ftossa S>e-
nhora da Luz, mediante a gratilteagayannaal de
6001000; assim o manda participar a V. S. ptra
seu eonhecimentOfc
N, 981.Dito atftaesmo.Sua Eac oSr.,vo-
oresdente da pi*ioia tendo -por deJihara?^
desta data, e em vista do oficio dessa directena
do 6 do corrente sob n. 100, rosofyido crear tuna
delegada litteraria na freguezia do Nossa Senhora
do O' de Goyanna, e nomeado para i5xerce-la ao
cidadao Joaquim Jos Gomes da liveira; asm
omanda eommunicar a V. S. PV4 sea eonoeci-
meolo, epviando-lhe o tulo do noe*do para ter
o conveniente destino.
; i;i|
VlCa-PRBSIDBNCiA BO IHA i." DB ,
2* seccao.-^-SecreUria da polica do Pernaeimnco,
3dejunho de 1889.
N. 804.-~Hlm. e Exra. 8rTenho a hoara de
levar ao coatcehnento de V. Exc. qu, segando
consta das partleipa^oes receidas boje nee re-
oartieao, foram reolhidos hontem casa de de -
tencao os segaintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recite, Shreohno,
qoe declaren ter'lvre, a requerimentii do seu
eteposiarlo Antonio Pereira da Rocha, e JbsMar-
quer ferroira, por disturbios.
A' ordem do de S. Jos, Guilhermino Pereira de
sate, tanteem por dteterbio; e Joaqoim Marra i
do Naschnento, para recruta.
A' ordem' do da Boi^Viau, BOmao MiiaB Alves,
lr ferimento: Antonio Henriqnes de 0Hveira,
Bartholomeue Amando, africanos livres, eomo indi-
ciados em crime de furto; e Simio Jos dos A#-
jos, por insultos.
No dia 2 do mez prximo flndo, na fregaezia de
Taquaritinga do termo do Limoeiro, Marta Joaqui-
na Bezerra, mnlher do Manoel Ignacio Bezerra,
snicidon-ea com nra trt de pistola. O subdelega-
do do lugar prooedeu aviatoria no cadver; apenas
tove sciencia do facto; a de conformidade com o
qne recommendou-lhe o ablegado do termo, tre-
uva de procassar nos termos da lei para verifi-
'ear, se com relacao a esse fado, houve colpa da
parte de alguem.'
Em 29 daqoeUe mez, no 1* districto do Bom Jar-
dim dodltotriBonmscravo de AntoDio Vicente
da Coste, aisassinou a golpes de enfilada um
otttro eecravo pertepconte a Jos Jeronymo Be-
ierra de Aguir, morador em Queimadas, e se eva-
di inmediatamente ; nlo tendo as respectivas
autoridades conseguido anda cnptura-lo, a pesar
das ddigendas para tal fim empregados.
Deusguarde a V. ExcBtm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manoel do Sascimen-
to Machado Portella. O chefe de polica interino
F. de Ass$ Oliveira Maciel.
EEV1STA DIARIA.
ASSMBLA PROVINCIALNa sessao de hon-
tem a assmbla ouvio a leilura de urna mocan
feite- pelo Sr. Enryedio Mm-iroes para que-se diri-
ja urna manifestado ao Exm. visconde de Her-
val pelos servi?os prastados ao paiz ua guerra do
Paraguay, e pelo sacrificio jjuo acaba de fazer,
vollando ao campo das btalhas, quando ainda se
nao acham cicatrizadas as gloriosas feridas all
recebidas.
Fallou tambem sobre a materia o Sr. G. Drum-
mond, que apresentou urna emenda para que
Igual manifestarlo se faca aos generacs duque de
Caxas e visconde de Itaparica
Occuparam-se tambera da materia os Srs. Ama-
ral e Melloe Ateynthas, e foi approvada amocao;
a emenda na segunda parte, sendo regeitada na
primeira.
Entrando na ordem do da approvoh em segun-
da dUcussao o projecto n. 71 deste anno, que
transiere para o dia primeiro de setembro a aber-
tura da assmbla provincial as anuos vndou-
ros, com urna emenda mandando contar o anno
flnaneeiro do primeiro de Janeiro, ao ultimo de
dozemhro.
Continuando a segunda discussao dos auditi-
vos ollereddos ao orcamento provincial, fallaram
sobre elles os Srs. Ayres Gama, Amynthas, Mer-
gfilhlo, Andr Cavalcante, B. Nogueira, Amorim,
Tavora e G. Drummond.
Encerron-se a discussao, sendo votados os arti-
go additivos, e bem assim o 2' do art. 16, que
hava Picado adiado. .
A ordem do dia para hoje, primeira discussao
dos projectos ns. 69 e 77, c materias anteriores
designadas.
AUTORIDADES POLICA ES.-Por deliberacao
de 2 do corrente ^ .
Foram nomeados : Jos de Brrros Correa jeito,
3o suppleote do subdelegado do 1" districto da
Boa-vista : Luiz da Cunha Amaral, e Bernardmo
de Serina fales, i> e 6 supplentes do subdelegado
do l- distrieto de Iguarass ; e Jos Antonio Ho-
drigues, subdelegado de Perperi, no termo de
Bonito. -. .
Forara exkrados : Rotilio Tolentmo de Fi-
gueirdo Castro, 3 supplente do subdelegado do
1 districto de Serinhaem ; e Antonio Xavier Be-
zerra, da subdelegado do distrieto de Afogadu, no
termo de Ingazeira.
GABDA NACW>AL.Por detiberaco de 2 do
corrente, foram nomeados para o baUlliao de m-
fantaria n, 27 do municipio de Caruaru :
Teneute-cirurgiao, Dobyiio Rodrigues Jaco-
"lferes da i' companhia, Caetano Alves Flo-
rencio. .
Dito da 3", Estevao Jos d^ima.
Tenente
Santos.
da 4
alfererJos Clemente dos
Alteres da 3\ Joao Franciscda Annundagao.
alferes FflRcn
.a 6\ o
ITcisco Rodrigues
ufos,.Conoada-,
oto em vig Indefarido por nao
v 1944. Dito ao ebere ha-reparf^io das obra
lieas.-S: Exc. o SjMftea-tretfPteirtedaprtvin-
manda declarar a T. S. eja. raspoita o sea of-
me i
S
^N W6.-l!Kao1afaouX:5oIi
ramente seoMa O**8.1^06,
nesta'flrpvtatia o a?yio de oten
So^^fea-presanca ffe^
rador^t^^'^nTWr urna -
DB&PAfiHOS DA
JUNHO DR
Berqardiao da Silva Costa
-;e ntylo e do
Carla; da Stlya Ferreira.
haverem passagoos de estado.
Frahcisco'do Carmo Dias. Informe o Sr, ais-
pector da thesouraria de fazenda. ,
Irmandade do Sanliasimo^Sacrameteo da ma-iz
da toa-vista,Rapeca-se .aroam., ^, -. ]
Jlo Jos d Luna FreirIhforme o W. ins-
pector do arseoal de marnlia. <,
Dr. Joaquim Jos de Campos da litla de Me-!
deros Allmquerittte^Cotceda-se,
JoaoyicentoGdow. Expeca-se ardettt no
Jp^jKp da+un^J^ji^Jnforaie> o Sr. direc
%ao Francisco Pe Barrete
rpector daffi\>arwia WoVlnCial.
fosd Candido iW** Braga
TV. fftbrg'eralTnterfno aTifisrfMi? o
4!SSu*fii'llS5
lente
Porto.
SKUWABIO DE OLINDA. O Rvm. Sr. retor
deste estibeteciment receben mais um bolo de.
20*080- do Sr. Francisco das Chagas Ferreira
Duro, da villa de Iguarass.
INSTrtUCCAO PUBLICA.Por detberacao da
presidencia, de 31 do passado, foi nomeada PYe-
dovinda de Alcntara Seixas, para reger interina-
mente a cadeira de instruccao primaria da cidade
da Victoria, mediante a j$atincaco annual de...
6001, durante o impedimento na effecliva.
DiNHElTlO. OsVaporea. Jfifi e firapama,1
liouaoram as seguintes quantias para os senho-
res :
Luiz 4 de Sequera... 2:1005000
- JosMdriguos de Souza 691*000
Seixas & Borges....... 300*000
COBRECCd IMPORTANTE.-0 Sr.lfc Pedro
de Araujo Bettrao pede-nos que declaremos que
da idea de libertar os veulres das escravas do s
0 commercio eontiniia parausado por falta de
entradas, colando o algodao a 14* na inspecca>.
Fecha hoje seu earregamento de algodao a
barca ingleza Troat para Liverpool, com 1,41o
saccas.
PASSAMENTO.Den hontem alma ao Creador, s
3 hornada tarde, a E ma. Sra D. Leopoldina Cha-
ves Alvares de Azevedo, esposa do Sr. Dr. Joaqumi
Ignacio Alvares de Azevedas residente na Corta,
donde ella veio paia casa de seu pai, o 8r. Frede-
rio Chaves, am de restabelecer-se de grave mo-
lestia qne soffreu, e aonde dxplrou. A seas pas e
esposo damos nossos psames.
SUICHHO.-Mh dia 2 do corrento ?uic*m-se
com ura tire de prnolla, na 'regnezia de Taqna-
retinga, Maria Joaquina Bezerra, Casada com Ma-
noel Ignacio Bezerra.
ASSASSIXATO.IffQ lugar Quemadas, do ter-
m
no de Limoeiro, no ia Svdo passado, um esera-
a barra da Fortaleza, m dia 24, hatea sas vezes,
urna n'inna pona da restinga do arrecrle, e entra
nos bnneosda barra do norte. Safou-s**zmen-
te sem grave damno.
Lamos no Ceurense:
"Iwenio reanparervra em todo oCariry,
desde IR do mez yassao; eonlraaRdo a etnver
era proporco coitenieiite a sastentaco dos ce-
reaes.
Por todos os pontos forana as rfruvas sauda-
das com prazer peto- doto qne j lauto receiava a
secca, a miseria e a fbme.
Em Goyenotoha flmVera ao dia 9 do mez
passado, vctima de ama febre perniciosa, e major
tes LonrertCo de Aojo, a prtewira htftaencte
d'aqnelb loeaMdade, per soa forttea, (mpomncia
e prestigio.
Cominnavain aoheaar muitns rrtineiros a ton-
to do Caldas, pela faina- niiracirfosa ale suas a-
gaas. >
< informam-nos que na banra da Canaria (na
Parnahvba) nanftogra a escuna norte aJJetnaa
fVebke Taleiw, capillo F. F. Tammen, qne segua
em lastro da ilha de Santa Cruz, em- Cayena, para
o Maranhlo, j com 49 dias de vagem. A Wpo-
lacao, que comporhia-se de 5 pesadas, salvou-se
toda e veio no vapor Guntptl-
No Rio-Grande nada oeorreu digno de men-
?ao.
Da Parahyba escreve-ftas nosso eorrespon-
dente, em 2 do corrente: _
Contintia na administra da jewocu o
Exm. Sr. Dr. Silvino, exhibindo todos- os das pro-
vas inconcussas de sua illustraclo, eapaddade e
tino administrativos.
A opposico na imprensa prosegue no mutis-
mo que j lhe refer, o que sobremodo honroso
ao digno administrador, para manifestar a impar-
cialidad'- com que vai sellando seus actos.
i O proprio Dr. Filizand nao faz. misterio de
seu pensamento a este respeito, e, no circulo dos
seus, faz justica a administraco de S. Exc., era
termos mu explcitos.
' Nada mais eloquente, e que tenha raainr sig-
nificarao na quadra actual.
a O Cruzeiro do SJ trouxe-nos_a notieia da no-
meacao do Sr. Dr. Venancio Jos' d'Oiivaira Lis-
boa, para presidir os destinos desta provincia.
> Seja S. Exc. bem vindo, e uiuio feliz em soa
administraco, quanto aiiidonamos.
Chegoii no vapor costdro pojuca, e acna-se
hospedado em casa da residencia do Exm. Sr. Ti-
ce-presidente eiu exercicio, o Sr. Dr. Uenrique
Pereira de Lucena, digno juiz de direito, nomeado
para a coni;,rea do Teixeira.
S. S. uto cavalheire amito apreciaveL e
deve seguir brevemente pata seu destino, onde
lhe desojamos umitas prosperidades.
0 67t4> deu finalmente signal de vida,' ereio
que toreado pela estra da sociedade Cnssiu fa-
rahybao, que novamente comecou a dar suas
partidas.
< O soirce-daasanto daquella sociedade, eojn
quanto bem servido, foi escasso do bello sexo, nao
obstante os esfercos do seu digno secretario ; nao
acontecen o mesmo com o Commo Pauhybaito,
onde a concurrencia loi nuii regular, bailando-se
al 3 horas da madrugada.
S Exc. o Sr. vice-presidente Dr. Silvino bon-
rou esta sociedade com sua presenca, na noite da
referida partida.
aufragou nos baixos da praia de Lucena,
segunda-feira desta semana, urna escuna ingleza-
denominada Elisa Jane, com um earregamento
de ferragens, plvora e mercadorias diversas.
O navio acba-se perdido sem remedio ; mas
ha presump?ao de salvar-se a maior parto do ear-
regamento. Nao merieu onguem.
0 inspector da alfandega fez seguir para all
immediatameute o activo guarda-inor Julo Caval-
cante, acompanhado de alguns seus subordinados,
paia tomar conta dos salvados e fazer as precisas
arrecadaeoes.
O cnsul inglez, segundo me dizem, tambera
seimio para o lugar do siaistro, como lhe cumpria,
visto a nacionalidade do navio.
Foi inaugurada urna nova rmaadande, no
convento de Nossa Seubora do Carme, servida por
collegiaes, chamada do Sagrado Corarlo de Josns-.
Esl cargo do prior Fr. Alberto, que foi a toda>
as aulas convidar os adunaos para a-sistr s pri-
meiras solemnidades. Os convidados levaram
urna vellinha de cera e um logete, a pedido do
me.-mo religioso, que desse modo fez a festa coni
ponco dispendio. Deus queila que essa devora"
seja duradoura.
Finalisaram hontem os actos do MezMananno,
celebrados na igreja do mesmo convento, e eons-
u-me que ainda continuarlo os que se fazem no
convento de S. Bento at domingo, no qual teremos
a procisslo quo ennavar os mesinos actos, como
costuine.
Continuam a ser favoraveis as uoticos do
sertao acerca de invern, contondo-se com nuia
grande safra de assucar o algodao.


rme^fesWa'p'i
bu cana.
tambera part-
Rh
r.
aejo
congratulaaip-nos
vo de Antonio Vicente da Costa, assassinou gol-
pes de jenchada, a um outro estrave de Jos Jero-
rivmo BBerra de Aguiar. 0 assassino logrea era-
(llr--st. ?
TIIEATRO.Amanhaa a companhia dramahea
df Santa Isabel representa pela L' vez um inte-
resapie drama, segundo nos, informan), da peana,
dos Iliteratos Douney e Dugaet, sob a denomina-
?ao de Um filho de poto ou o vendedor ie iuna-
''"ife'coramendambs' .esse especucnlo ao pnMko.
cujo bo gosto nunca se desmente n est5i3 ooen-
i6**- _
LOTERA, A que se acha venda a 10^ a
benfica da matriz de Flores, -que corre no fia 5
ESTABELECI^ENTO DE CARlDfcE.-Mi-
meiito do hospicio de alienados na Misericordia*
Olinda, do" ao ultim de maio de 1869.
" am"25'hornero c 43 mulhere. entraram
is q 2 muflieres, cxl'stcm 27 homens e 4i
.Total "72.
llimpregaflos neste stabeledraf .|to> 7
leros. semlo. i regente, 1 nwdtee.
portbo e saehrisflo f: 1 enferiMiros,
1ro, 2 enrermeifas, i'roMra e V'mA-
[tensidndji
O vaper '
CbmpnhrP!
do CBaf tendeu de i a
grasavam coi
rtei
'd*W
J t Graojg g por-
orne Florencio AJves do* Sanios, paro ap*<
1



.6331 30 OHMlil 3Q ^ 1813''. RTX32 Diario de Pernambuco .'Sexta feira 4 de Junho de 1869.

0
-.UK
me
' orno 2 mulhems, 1 no da i, da non
Mara da Concedi, e outra no^df 29, wfr
Rita Mara do FN'ni rito-Santo, ambas pardas.
*irtorJomodetaez,
.4. J. Gomes do Oonreio.
. .0 regente,!
SUFWIGTtJS.-TUeram rfrJRwntffi, no
vento de S. Fraacisco, os suffragio que o jcorpo_
xr.^o!,r"aoque
eltaejBBJU-
aiur.no
tp(ido o
oaquin
ralla
mediato
dos conductores de
interesse un -
veJiieulos, faz com
que os mesmos constantemente infrinjan) asdjspo., Jacio.;
ic^y dovart: 1? do mulo 90'das'poturla^.'50 d, prfli,,
dejulho d.e
de i de agoq
dc^849, a 3 da-postura addietonal de !
acadmico e a
darn celebrar,
do I* nano, M
altar n ultima toar
Graciano d.' Afkujo.
PASAGKIH06. ViQP
nacional P ir apoma:
D. Leopoldina -0*1 ie
^uiui Carnjiro JTiaeu, i
Francisco fl|ga% Ka o iM> iqaliii
no Perein^FTs TMdiuJlbaquim lo
Jos Cavalcante d'ATuquerque, Antonio F., Juo
Caetano Gomes, Antonio Carvalho de Vasconcellos
1 escravo, Jos Pinto da Costa, Eufrazio Alves
d'Oiiveira, Jos Alves Martins, Jos Francisco d'O-
liveirmJ. J. Gcnny, Braz F., Jos Zacaras Vieira
postura addicional
art. 19 do regulameulo. policial Wi
do mesmo anno, e arls. Io e 2o da
do outubro de 1866;
fcretarj
de Mello, Alberto yixuto Braga, fre'David da N i-
-tiriflade, Francisco I.ift iVAllraquorque, Manoei e
10 escravos a entregar, JosepTi Uucair, Edinuud
Duuquekere, LuzCanuisV
Vindus do Tamandar e Rio Fornaoso no va-
culos.
das di-i
Foi.apprii
de | sentido rte
Rosa
da casan. &> la
-neeo*<> !
mBver^Hvisl
Deseja vamos, como possivel desojar
apparecmento do Sr. Mario, as enlutn
qualquer >rnal ; reappareceu, saj
.-jauito Ihe agradecemos,
em^ae o tivesse feito de urna
j9aaluaalta cathegoria de advogadb1
fpmwos; c sim como nm homem que, sen-
alado uos seus tramas, erubaracado na
offlt
risa* ninguera que possa considerar!
pulo,
inbem por nossa vez :-4ftvr*aos o contra*
Ir. Mario.
Pro:-igamos.
Quando mostramos os misterw. Recorridos pela
subvenco, apreseutamos, conJWB delles, a-ac
quisieu dos artistas, ao que responde o jftr. Ma-
a sub1
artistaano
complana
Br* kr/9^im^?W^me
qualillcar de desastrada
Para privar, diz o Sr. Mario, a philantro|>ia
do Sf. Cpinibra, apresentai-noa o "Sr. B., cora
exemplos. os beneficios dados a diversas cprpora-
c3es e individuas. Isto argumento destruido:
excepeo' de uin ou doifs dquelles behefiCios,' os]
mais esto na regra geral.
Quem dojtfrnto este
que os ljelicioa dad
miTiicriee t *-& ir-
se assim pensa, esa o
) tap ir
id] Joa-
oz} Js''
Maccoli-
rnhy. Jpn se era
O Sr. Dr. Lobo Moscoso, membro da commisso
do matadouro publico, tendo4do visitar oa
onde foita a malrica do gado
Poco da Panella, apresentou o seu
approvado.
No Mesmo expoe elle o atado etn que aohou
aquellos lugares, e propon as' medidas quejulga
adequadas para se conseguir melbora-los, remo-
vendo taes maladouros das localidades em que se
acham. mm _^
Kxpoeamd bafer iweatrade ni* grafl*na-
quadro su'offerocesse aos
rre :os esjilhae^sdlfipmo
tos
Braga, Antonio de Mello Gusmo e 1 escrava.
GKMiTKKH) PUBLICO.Obituario do di a t.'de
juho de 1869.
Aetonio Mu noel 4a Paixao, Pemwhlwco, 60 an-
nos, seUeiro, S. Jos, Heridas recwltawla.
Joio, Pernamlmco, 6 das, B4;k-vita, espasmo.
Emilia, Pernambuco, '> das, a-vista, con-
vulsdes.
Manoel Rodrigues de Ainuriin, Pereftinuuco, M
annos, viuvo, Bia-vista, listulan linarias.
GulUermina Mara da Coucei$io, ecnambuco,
21 annos. casada. Recife, mliereulos pu'mooares.
Perejveranda,Gavalcanl6 do Lueeid Machado
Pernaaibuco, 70 auaos, viuva, Keeife, rito enro-
nico. i .
Jos da Cruz, R40-Grande,.i8 aanes;^ soltelro,
Ra-visU, febre lypboide. '
FranciscojPereiada Silva. Pemaibuico, J3 an-
nos casado, Boa-visla, iasoticienci da* vlvulas.
2
Celestina, Pernamlmco, i aunos. Boa-vista, den-
Franefsco, frica, ."0 annos,' Boa-viita, ulcera
ebronica. >
Quiutino, Pernambuco, 3 annos, Santo Antonio,
convuWks.
Mathias, Pernambuco, 32 annos, Boa-vwta, he-
patile.
Joao Joaquini da (-ota, Pernambueo, 3o annos,
solteiro, Santo Antonio, tubrculos pulmonares.
Albertina, Pernambueo, 2 mezes, Ba-vista, en-
teriie agudo.
Martiniano Jacques da Silva, Pernambuco, 9 an-
nos, Recife, vertebral do pat.
JuImm, PrrnShibuco, 7 annos, Santo Antonio,
febre pernkiosa.
Benedicto Antonio Do ningnes. Peruaiidiuco, 65
annos, solteiro, S. fos, c.ongeso cerebral.
Manoei Jos da Silva Marques, Pernambuco, "i9
annos, casado, lia-visla, liydroposia.
por Paralaba. > si
Sargento Manjel Carlos de S, atndelas Sahr 0t* de:poroos pwcoiYetut. *s as.d s Vital, Joao Antonio Rodrigues, osirla Silva e argfiiao ao liscal do^Mlbanto.abqso, e pondeu que nao cM possivel apanha ios a man
OAMIRA MUNICIPAL.
SESSO EXTKAORDINAMA AOS 25 DE FlVE-f<
REIRO DE 1869.
PBBSIOENC.IA DO EXM. SR. BARXO OE MURIBC\.
Presentes iw Srs. Dr. Sonta LeSo, Dr. Lobo
Mostoso, Dr. Seve, Dr. Costo Jnior, Reg e Al-
buquerque e Gameiro, faltando co n causa os mais
senhores, abrio-se a sessao, e foi lida c appro-
vadn a acta da antecedente, que nao fra (piando
escripia, por falta de numero.
L-e o segninte
Um oftlcio do Dr. chele de polica, declarando
ter S. Exc. o Sr. pre-idente da provincia lho orde-
nado por oflico de 2 do corrente, que da sua
narlo louvo ao fiscal da freguezia da Floa-vista,
Jeronymo Jos Ferreira. pelos bons servicos por
en prestados por occa-iao da recente cheia do rio
Capiaribe, e rei'erindo-se nnicamente ao mesmo
isca_o supradito ofticio, passa-o por isso por co-
pia 'prc.-ehra da eamara, para os ditos lns.In-
teirada.
Oulro do Exal'. Sr. de-embargador Francisco do
Assis Pereia Rocha, communcando que no dia
2% do crreme pretenda partir para a provincia
do Cear, e nao podendo por isso comparecer no
coll.gio cleoral na qualidade de cleit:r geral e
especial, assim o partici ia para os lins convenien-
tes.Que se chamo os sapplentes.
iutro do jais de paz terceiro votado da fregue-
zia oo Pono da Panella, dizendo haver-ee retirado
>ara a Europa o primeiro juia de paz da mesAa
fregaezia, e nao tendo prestado juramento n se-
-j'iHd>, entrara em exereicio do dito cargo no dia
1* do corrente, o que communieava para os devi-
do* flns.Inteir.idn.
Otrtro do mesmo, commiimcandn qne o bacharel
Jos Bernardo Galvao Alcofopado Filho, que elei-
kr (laqnella fregn zia, relirouse para a Europa ;
o que participa cmara para que se digne pro-
videnciar no sentido de ser chamado o respectivo
-upplente para o substituir.Qne se expedisse di-
ploma ao mesmo suppiente.
Oulro di engenbeiro cordeador, informando^*-
bre o reipierimento de Manuel Martins Fiuza, de-
clara que o pavimento terreo da casa do suppli-
SaMe n. 13, da travossa da Madre de Deus, tero
seis palmos de altura, parecendo-lhe que se
pode conceder o que pede, dando alie a sacc da
mesma largura dos que exi^-tem nos sobrados do
mesmo correr, fazendo coraija e collocando canno
enterrado na psredeConcedeu-se.
Outro do mesmo, infirmando sobre orequei-
meato de Joaquim R'idrigKes Duane, declara que
as posturas municipios nao tratam de jonellas nos
rontoes das casas, acunara compete resol ver.
i" immissao di? editcac/ies.
Outro do mesmo, informando i reqnerimento de
Manoei Jos Pacheco de Mello, por sea procurador
Gesta cidade, diz qno o sobrado do suplicante
tem 21 palmos de altura no pavimento terreo, o
i queoxiste no soln'ado contiguo for executa-
da eom as dimensftes das ajajlgas "posturas, e nao
pile servir de modelo presroeniente, visto qne as
novas posturas moditiearam a dtmenses, iwsta
confermidade entende que se pode-conceder a M-
cenca.Permiuio-se no sentido da informacao.
Outro do mesmo. dizendo nao haver inconve-
niente enneedv-sc a Tarqamio Albnquerque do
?la*ciioento a ticenca para ertabelecer um aima-
-aem de materiaes e madeira na iraca 4a rita da
Concordia.Coneedeu-se.
Outro do mesmo, informando 60bro o que pode
Jos* Paulino Lopos de Aliueida, para lazer um le-
Iheiru de madeira para depositar materiaes em seu
erro.10 na ra diw Colltos, no oitau do sobrado
de Marcelino Jos Lopes ; declara que o lugar
eat destinado na planta para praga publica, em
frente do hospital Pedro II.Indeferido, avista da
infurmace.
Oulro do mesmo, innrioaudo cyeiiueriniento do
bacbarol .Cliriatovio Xavier Lopes, era que pode
Jieenca para destelhar e mudar o avejamento de
sua casa terrea n. 65 da ra da Palma ; cumpre-
Jne dizer que nada tem a oppr.Coucedcu.se.
Outro do mesmo, informando sobro o requeri-
niento da direcioria do Englisu Bank of Rio de
Janeiro, no aual pede para fazer diversas obras
no sobrado n. 33 da ra do Commerei,i|ni a dl-
zm- que nada se Re offerece oppor prerenfao da
suplicante, executando ella as obras de con: r
iiiidade rom as postoras.Conceden se.
Outro do mesmo, informando contra o que pide
em seu reqnerimento Loureneo J*sd do Montes
Carvalho, para abrir os v5os das' portas da casa
o. 9, sita ma Pormosa Indeferido.
Oulro do mesmo, informando sobre o que pede
era seu requerimenlo Fructuoso MartW Gomes,
diz que a obra que o snpplicnnte prerandj; fa-
zer quasi ama reodificacao, parece-lhe qm se
pede conceder devendo ell levantar a frente' da
easa o abrir a porta e janetta oonvaadfrnerhoes]
exiaidas un posturas.Coneedeu-se,, de confor-
Biioadc cora as posturas o nformacao.
Outro do mesmo, informando sobro-, que pede
era seu requerimenlo Bernardo de Siqucira. Cas-
troiMonteiro, proprielario de um terreno ,s 43
palmos de frente, no qual quer coat>truir|l|paI-
mog de muro com frente du casa, col tocando urna
porta com 6 palmo do largura, Uem gao con-
cartar nuas qasae que se achara dentro .mesmo
terreno : emanante a consiruccao do muro jr-
la, diz que nada tem a oppor, dando-sche wrdea-
cao, mas a repoito das casa, cumpre-lhe dizer
eme um tMeiro mnito baixo. at palmos de
frenle o 70 a 80 de fbndw poucoBai oo miuM
formando iima Casa de tulpa qu sC divide em 7
quartos, o constituc o que u vulgo chama corti
e aendo a licenfa m o supplicanlu quei- um
VdmAr2mara Con*^n 'ver.-A comoiisfo
Oairo fc fiscal da fref uta de Sania Antonio,'
pela Taeibdade com queogem em diversas direc-
cocs, sendo depois occultos nor-saus donos: con-
lne pedinda urna (hW)eracao ^BoipiWhA lermo
tal pinga.
fintramaem diseussiie algnns requerinwntos as-
siguados por dwrsos commerbiante, rectambndo
aun por falta de pesos medidas em nuraato suf-
nciente, se acbavam iuipossibilitados de cumprlr*a
orden dai cmara, qnnnto a toT ejeeii^iio flo pri-
1 aeir* de arco iminimo vlniouio o netw systtnn
atrieti docimal; Wscuida'essa preters* dos re
querentsjUeliberon-so por Uto conceder a proro-
tao por tres mer.es. 1 cando igualmente spac^do
o teinpo para as afrfeoes qnanto aos pesos eme-1
didas antigs.Nesle" sentido foram despachados*
os refitonMHtoa^'c uandova caiiunicar aos
liscaes.
Delberou-se que (osse reaWtWo opunissao
de peiicei um reipierimento em que Jone Jacome
Tasso e outros, mo/adores e proprielario- di fre-
guezia do Poco da Panella representara contra a
escavacao que se faz para tirar rea i margena do
rio da inesma freguetia, a. pedem urna providen-
cia a respeito, ,
0 Em. Sr. presidente da provincia niareou o
dia 11 de marco prximo para ter principio a Bs-
alo ordinaria deste anno, e que antea 4ese dia
nenbuma eesao extraordinaria liaveria.
Despacbaram-se as petieoes de Antonia Jas Mo
reir Gama, Antonio Francisco do Nascimento,
Ainaral Moreira ^ C, Candida Maria da Cruz,
Clomentma Tbeodora da Silva, Duarte Antonio de
Miranda e outros, David William Bowman, monse-
nbor Francisco Muniz Tavares, Ferreira (lonealves
& C, Francisco Goncalves Torres, Francisco Co-
Iho Brandad, l'irminj de Paria Barros) e Silva,
Dr. Jos Bento da Canda e Figueicedo Jnior, Jo-
s pna Mara Alves, Jas Paulino Lope&de Akmei-
da, Jos Miguel dos Sanios, Jos Mara Sodre da
Molla, Joaquim FranGif*o. das Cbagas e Silva, Joa-
quim Manoei Ferreira le Soum, Jos Bicardo Co-
llio, Jos dos Santos Muues de Olivera, Jos Mar-
ques de Amorm, Joao Manoei, Juao Francisco de
Menezes Amorim, Jos Mcolo, Jos Germano,
Joao Luiz Se Vrgino e outros, Luiz Gomes Bezerra,
Loureneo Jos de Moraes Carvalho, Loareo nesto, Luiz Fonseca de Macado, Manoei Martins
F(pza, Mariano l'eieira de Soiua, Moroira & Gon-
calves, Manoei Martins Soares, Manoei Joaquim
Martins das .Nevos, Manoel'de Silva Santos, Miguel
Ferreira Pinto, Manoei Alves Santiago, Margarida
da Conceicao, Mara da Conceicao, Silvestre Fran-
cisco Alvos, Tarqumio de Albuquerque do Nasci-
mento, Vicente .los de Brito, Vicente Moreira da
Silva, Veriato Senteio Lopes, Francisca Candida
da Silva, Luiz Ferreira di: Maci'do, e levantou-se a
sessao.
Concluida e mer'ii para nne fo--e anproVada e assignda.
I''i i-'iancisco Canta a Ooa-jrmiat, secretario,
a escre\|>-B!rVJ0 a\ imtatt*, areaidenle.Dr.
es n
ao a
1*S(
po da peleja ;
olbos daquflle
Pes1ffif!^T^Pa2tl .
bruto; na qoal -s um dardo pode-se bracejar :
o raciocinio; e cujo lira, atacar e aniquilaras
contradicoes, resolver os sophismas, derribar os
principios errneos, tiaalinente, ai
esses pensamentos que-se oppoenr
senso, aos.juizos irrefiagaveis da #nscjt;DCia in*l
/OHi' K a>st'a'Ao,lrWlttda espala, assig- l
nalad semproenaae 0anrtMeir'o enfelso, o ju*
lo e obijusti; iira.paine4;t|cftiai a^tirta conjera!
plativa :o o surgir magestoso dessa Venus, a que
se chama verdade. as eminencias dlfazao.
Poisbein; lejeUamos a nrimeira Juva e.ergue:
inda. ReJ/tanios aquella, porgue nao
saMmqs ranebr a aTtna do usuj)o. O amor-
prnnrio, os fcrio iputacao de
i|iiaiqncr homem for'm% anosso ver, boi saciarlo;
profane-o,qitem qurzer, que nao segijlreiiios o seu
exemplo. Ergnenjos esta, porque,
tas raceuac fraco,
amos as lu-
,. e veraRle ; na. sa-
bemos bracejar o raciocinio. Ni) itttlbrta, p
prqde se a' Vertlhd .jegundo a paiavra tlaJIB-
selbeiro Bastos, seirtlranie ao sol que um ec^Bp
pode esenrcer, mas nao aniquilar; ppuco '
riio d;te lufar, para que se possa contemplar o
s'.inrlr fls srik face.
DWpiezeTuos, pol?, V,s insultos atirados ptjo.'Sr.
~ de alcancar-nbs, A
o ao noto es-
Pedro de Athayde
Marisque' est5o mni Ion
eompamiBmw-Io' fia sua r
cripio. A' ella.
Principiamos b noso .egud artigo refutandd
urna sScrgSo, m qne o Sr. Mario dizii : qne nao
poda apontar o neme.(je nm artista, por medioere
ue fosse, que ti vase sido discpulo do theatro de"
Santa Isabel. QuaiQcamos de ralla, esta acensa,
e pedimos quelsseru os annuricios do Gyinpasio
Campestre; nos quaes encontrariam o nome de
Emiliano, que foi discpulo 'do tbeatro Jle Santa
Isabel, e hojtrabalha naqella associaQao. A islo
replica o Sr. Mario :
' 0 Sr. Coimffrr, emprezario do theatro^ de
Santa Isabel ha seis anno: apezar das1* longo
tempo, o Sr. B., apenas nos aprsenla o nome do
Sr. Emiliano como discpulo, e, porque o opme
deste senhor rtgura nos annuncios do theatro Gym-
nasio Campestre, o classiflca c. mo artista discpulo
do Sr. Coimbra.
Nao podiamos1 ter apresentado o nome de nm
outro artista discpulo do thiatro de Santa Isabel,
quo nao fosse o do Sr. Emiliano ; porquanto^ at
boje,seste procuren aquelle llieatro ; nao fal-
lando do Sr- Primo da Cosa, que, encetou ueste
anno a sua marcha nessa estrada duTicil.
E' na venlaile admiravpf ler tifo a emproza dra-
mtica somente dons discpulos, at o presante ;
um ijue j trabalha por su conta e ri co, e outro,
qQC comecoii aiba ha ponco onvir a paiavra
dos mestres. Ma* quem e o causador diso? A
nossa sociedade, como j tivemos occasiao de mos-
trar ; ella a nica rcsponsavel. por esse tedio
que os mancebos team peb cstudo da arte dra
rnatic, Foi esta a razao que presentamos, c que
ainda sustentamos, como justideatva do procedi-
mnto dquelles que fdgern do palco ; razo esta
qne passon pela minuciosa analysc do Sr. Mario,
sera qne_ tivesse recebidq as honras da sua con-
demnacao; E se lia alguem que, sob este ponto de
vista.' pense comn o Sr. Mario, apresente-nos o ne-
me de um individuo, foe, desojando seguir a car-
reira dramtica, tivesse sido^repellido do t'ucalro
de Santa Isabel, pelo actual emprezario..
Classificamns, Sr. Mario, o Sr. Emiliano como
tuaes o
, e nao
Costa Jnior Majiocl de llanos Barreta.Ma*
noel Joayitu do liego e AtOui/neripie.Dr. Joao
Maria Sece. Ignacio Joaquim de Souza Leao.
Eugish llauk of Uto l.fmidl.
Capital do Banco 50.000
aeces de 20 ... & 1,000.000
Capital realisado..... ."iOO.OOO
Fundo de reserva .... )9.90:i
'cmoT Bento Jos da um artigtft discpulo do theatro de Santa Isabel,
porque elle b foi ; e nao porque fignre o sen nome
uos annuncios do Gymnasio Campestre. Se. esta
fosse a razao apresentada, pntao todos os artistas,
cojos nomes tipuram naqnelles annuncios, scjiain
Balainjo da cm\h filial era Pernambuco, em
."11 de raaio de 1869.
Aplico.
Letras descordadas. l,O33:267fi440
Carantias e valores Be-
positados....... 295:762*220
Mobilia etc. do Banco.. 14:615^010
Eraprestimos e conta s
caucionada^. 135:698*680
Diversas contas..... 199:8285940
Caixa. !...... 266:995*100
2,246:167*390
Potsico.
Cantas coriontes sim-
ples 413:093^550
Depsitos a praso fixo,
com aviso e por le-
tras 1,405:907*990
------- .
Ttulos em cauco e de-
posito .......'.
I.eiiis pagar. .....
nivosas contas.....
1,819:001*540
295:762*220
10:859*500
120:544*130
S. E. O. 2,246:167*390
Pernambuco, 3 dejanho de869.
Jeseph S. Lambleg, Accountant.
F. B. fl'ixhim. Manager.
LONDON & BRASn.UN'BANK, (LIMITKD)
Capital do Banco 15,000 aceces
aX 100.................. 13,333:333*330
AceSos endttidas 13,000...... 1 l.WW-SSSasSO
Capital pago a 45 por aecoes. 5,200:000*000
BALANCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO EM M 0K
MAIO DE 1869.
rtico.
Letras descontadas.7........
Ci'flditosdivqrsos, outros bapcos
e e.iixas filiaea...........
Caixa:
Bm moeda coiTente.....___
Bs...... ,649:99*230
.
Patsico.
Capital araeeido pela caixa
matriz,..................
Depsitos-
Em eonta Cor-
re^..... ''Q-.pYltm
A praso xp.. C3S:R-'
Crditos sobre divi
hinco? e cSftbs
1.243:103)1060
I16:9TO#430
279:909*700
considerados orno discpulos daquelle theatp
Pprdde-nos, Sr. Mario : mas S. S. nao cot
henieu nossas palavras. Teamos sido obse
Talvez.
Exclama o Sr. Mario : i Logo que o nome de
um individuo figura na destribuicao de papis de
qualqner drama, sejiue-sc que sej'a um artsft!
Admiroo-sej Sr. Mario ? nao tem razao para tal.
Quando esse individuo vier acompanhadu das cii -
cumstancias que acompanhara ao Sr. Emiliano,
nenhuma outra cousa se poder deprehender.
Na destribuigo dos papis de qualqner drama,
faz-se mencao nicamente dos nomes de indivi-
duos que sao : ou comparsas, ou discpulos, ou,
finalmente, artislas, propriamente fallando. Ora,
sera possivel que o Sr. Emiliano seja nm com-
parsa do Gymna-do Campestre ? certamente nao ;
j tivemos occasiao de ouvi-lo nessa associacao.
Ser um discpulo ? tambem nao. A idea de dis-
cpulo associa-se a de mostr, e nao no/consia
qne no Gymnasio Campestre exislam mestres da
arte dramatiea. Se, pois, o Sr. Emiliano n3o um
comparsa, no um discpulo, a forca de conclu-
sivo, 6 um artista.
O que diz S. S. deste raciocinio, Sr. Mario ? Sem
duvida, qne nib conclndente.
O Sr. Emiliano, diz o Sr. Mario, 6 o proprio a
confessar que nenhnma instruegao artstica recebcu
no Santa Isabel, que nao so considera artista ;
mas qne deve ao Sr. Coimbra o t-lo contemplado
eom o pingue ordenado de O* mensaes!
Quo o Sr. Emiliano tivesse dito qne se nao con-
sidera artista, acreditamos ; pois que o elogio de
bocea propria vituperio, segundo a antga mxi-
ma. Mas que o tenha feito relativamente aos ou-
tros pontos, o que seriamente duvidamos, em
vista de urna sua deelaracao, e dos factos que
existem.
Um dia deptiis do qne foi publicado o aftIRd do
Sr. Mario, a que ora alladimos, o Sr. Emiliano,
dirigindo-se umempregado do theatre de Sania
Isabel, declarou qne na dissera, como afflrmou
o Sr. Mario, e nenhuma instruccao artstica re-
cebeu o Santa Isabel, e ainda meros, ft deve ao
Sr. Coimttr o t-lo contemplado com o pingue or-
denado de $.
Estamos convencido de que o Sr; Emiliano n3o
fez semelhante confliwao.
Se o Sr. Emiliano nao recebeu nenhuma ns-
truceio artstica naqnelle theatro, como justificar-
se a sua entrada no Gymnasio Campestre, nma
vez qne nao tenha sido como nm comparsa, ou
como um discpulo? Como discipnlo, ou como com-
parsa nao'foi elle admittido no Campe-tre, e sim,
como um artista". E onde tinha elle habilitado-se
para trabalhar n'nma sociedade dramtica ? que
escola Una elle freqnentado?
O theatro de Santa Isabel; ahi, pois, foi que re-
cebeu a instraccao 3Wistlca.
O Sr. Kmiano nad poda, e nem pode eonfessar
que, drame o lempo era qne eateve naquefle thea-

:743*740
^(6i9:992250
te.eO.
pornaHibuco, 3 d jttnho d* Wt.
T. WiltntM,
AccwiteiM.
PUB1.ICAC0ES A PEDIDO.
THEATRO DE
lltiaia reDosla a'Mr. Mario.
Quando snppnnnarflbs (rae as nssas considera-
coes, pela sua osjgni&awia, nao linham mereci-
do a attencSo do Sr. Bario; ca qiie o Jornal do
tro, recebeu nicamente opinmf ordenado de 'JQS;
porquahto ahi exi>tem recibovpassados pelo seu
proiirio iran, da qusntia de p*.
E" verdade que elle comecdu a perober, logo
qtte ontrou para o Santa Isabel, a quantia de W|,
mae, depois de algum lempo, passon ter 30*,
os qnaes e deixou de receber quando dalli ret-
rou-se. W esttf a pnrK vrdad.
Q*Wi ftnvir a dclat-aCo d Sr. EmiHano di*
ra : 08r. Mar nm mentiroso. Sejamoe l9tos,
nao ha tal; o Sr. Mario nao tem calpa'flW : a
sua imagjnacao exaltada que a-lo considerar,
como existinda, aquilhi que femis poderi ser Ve-
rificado pela experiencia.
"lafli razao %t:'Mariodeixe que, awnells aue
asaconhecem es effeitos de unta imafttttidk) ar-
dente'd demasiado creadora, cHanftr S.TTmen-
tiroso. Nao imuore-ee eom as sna9 patatrts.
PasmrM rdiartte.
O Sr. Mario perpinta : O 8. P. da Costa dM*
ciputn ffla Sr/ Eduardo, qte apenas rebebe ais
20* mapaae* do qniiqnelte ? 'artista on'Wis-
clpuldW7
0 Sr. P. da Cosa nm diseibulo, sim Sr. Mario;
mas 6 um discpulo cnia intelroencia l'aosto jlel
arte, elnvam-nd a'wntn de fare-lp rftiftyr e at,
exceder certts mwf (jweieii efteaBWlfido
no tbeatro ; um discpulo, ca]6 esludoJ p' fwn
(6iW merecedor das palmas do-,bdsso duwiel j
em summa nm discipdlo, cojo trabaBW fat^W
((neB.8. stiponha que o Sr. empr?tafro o'qtier
imlngir como atifa cWWt
'OSr.-Bda^rdor
0 faci de percewrt|a ura'JifcfeiiadD, W ai-
codc ao de um dscipuw na quantia de Wft n*>

os nossos reeairsos intell
dra]ialicq|siifDi diminutos,
conseguinfe, mafisiramenlo pro-
juzo sobre a rogularidade ou irregn-
uma compauliia draai.aica eomtud
ios em .'inlrniarque a actual compa-
^larmenT^oTganlsnd.i.
Urna cmpanhia,qu tem em seu seia artistas,
s que j tiiujaos occasiao de#ieiicj^nar>de
Vejamos, porm, os argumentos de que lancou
ma%, Sr. Mario, para provar a as>|rcio sup'ra.
Diz elle : W
Jlrfi-Jfft rWljtf 1 'aJjf bfise Sr- Augusto .iiflpossibiltado de
MfcTfifwffr traMfiar, ou o Sr. Thomaz, on a Sra. D. Julia, ou
o L Eduardo, yefta o Sr. B. cutap esa imposs-
biMad' importa a da^rompanla, a nao,ser qu
tnhailos par'alfi urtThuvelro de scenas cmicas
o eudiedta* em uu>ai!to, em quo nmliamosde ver
o Sr^artinlio metaraorphoseado.
lnvnao um argumento que prevu a m orga-
nisacan de urna coinpanbi...
E'JuLido quena arle drainalie^ djyersos sao os
enerfl de Uablbos, e que esses,.|faballios, por
sso que sao diversos, cus ti'samante podem ser
exhibidos satsfacioriauente por um s hometn.
Ep> porgue raros sao oa. actores qi e iraballiam
em lodos os gneros, o ordinariaiueote primain
eih certa espoaialidade : assim que se enconlra
uin attiir ds^i^penliaado, por exemplo, perfeita-
iiH-nte os papis cenlraes o pissiiiiaiuenle oa de
.alan e vice^vem.
No Brasil nao ha dous actores qce trabaloem
lea) .lodosos gneros., Desta arte si poder ser
,bem orgjusada una couipanlua qaaada o nume-
ro dos artistas distinctos ur ^uial aot dos gneros
de trabalpos conhecdos na arte dramtica. A vis-
ta, pois, (leste.niodo de entender o lacio de urna
coinpanha.ficarnpossibilitada de desempenhar
um drajna qualquer, pelo impedimento de um ar-
tista, nao poder provar a rregularidade de sua
orgauisacao. Acontecera assiwse possivel fosse
orgiuar-se eompanhias, as quaes cada um actor
trabaibasse era todos os gneros. Destas nao ha
exemplo. ;.,
Dma companha mal organsada quando dei-
xa de desempenhar tal ou qual drama, a falla do
artistas, que sati^facam as suas exigencias. E es-
tar nestas qondicoes a actual companha ? oom
que fundamento afflrma o Sr. Mario que ella nao
poder desempenhar certos dramas' estes nao
encontrarao interpretes intelligcntes, verdadeiros
apolo.-tos da arte na companha actual ?
O tbeatro de Santa Isabel tem presentemente
nma companha coinposla do um numero de ar-
tistas, cujos talento sao mais que sufDcientes pa-
ra o deseuipenho cabal de qualquer peca dram-
tica. Cada qual desses artistas prima em um ge-
nero de trabalho, e todos reunidos podem desem-
penhar as composicoes dramticas concebidas at
hoje.
A coinpaiibia dramtica actual possue o inmor-
tal Joaquim Augusto, que trabalba, como possi-
vel irabalbar-se, em todos os ramos da arte dra-
mtica,o publico bem o conbece.
_0 Sr. Mario cita, exemplicando a. suae asser-
cao, como (Iranias que a actual companliia nao
pode representar : D;dila, Mulheres de Marraore e
Queda Falaes. Eui que se uuda o Sr. Mario pa-
ra asaeverar semelbante cousa J o sabemos :
sera duvida na aus-ncia do Sr. tunado Coelho e
da Sra. D. Eugenia desle theatro. Suppoe que
ninguera desempenliar a satisfazer os papis que,
na'quelles dramas, desempenbaram ates artistas.
Pois bem ainda assim, essa imposs;bilidade nao
safve de argumento, com que se prtte a irregu-
laridadu da companha actual, amenos que S" S.
u.u qneira pssar pelo dssabor de ouvir se dizer
o mosmo da companha exemplar, de que tanto
falla.
., Qual a companha que nao possundo Joaquim
Augusto poder desempenhar os dramas Cab > Si-
mio, Louco por amor, PeloBqueiro, etc., ele. etc.,
como aqu foram desempenhados ? neuliuma, ne-
nhuma.
Outro argumento Sr. Mario, pois este impro-
cedente.
Vamos adianto.
Continuamos, diz o Sr. Mario, a allirmar, que
o concurso do Sr. Coimbra em assumpto de bene-
licio<. nullo a excepgao de um ou oulro.
Eis ainda o Sr. Mario, insislndo as suas aecu-
sacoes, mas forzoso eonfessar, de nm modo de-
sairlo, Para que o Sr. Mano podesso continuar
insistir as ideas, que euittio ; deveria comba-
ter a refutaco qne apresentamos aos seus argu-
mentos. Nao o quiz fazer, o repeli o que foi re-
futado ; nada derribou, conserva-se, pois, de p a
nossa refutaco.
Quem ha nesta cidade, pergunla o Sr. Mario,
qne tenha visto o Sr Coimbra, passando bufetes
de qualquer beneficio, a favor de individuos, ou
corpjjraijes. n
Nao respondemos a esta pergunla, porqnanto
somos parte interessada na queslao; o Sr. Mario,
porm, que se dirija ao hospital porluguez, a fa-
milia do tenente-coronel Joo .Jaulo e a do capito
Pedro Alfonso, etc., etc, quej. ter urna resposta.
E occasiSo opportuna para mostrarmos ao Sr.
Mario que o auxilio prestado pelo Sr. Francisco
Alfonso Ferreira, ao Sr. Coimbra, quando esle pro-
mover um beneficio em favor da viuva e filhos do
capito Pedro AfTonso, lio daqjelle senhor ; c-
frou-sc na passagem de alguns^ilhetes para ca-
deiras, e nao em ter tido o mawr trabalho, como
afflrmou.
Urna carta dirigida ao Sr. Francisco Alfonso,
pelo Sr. Coimbra.
Amigo Sr. AlfonsoUm Sr. Mario que contra
mim escreve w Jornal do Recife, oceupando-se d>
beneficio que promov em favor da viuva e filhos
do finado capito Pedro AfTonso, disse que o auxi
lio que recebi de sua parte, nessa occasiao, cifrase
em ter-lbc en encarregado do maior traba-
lho. Como este faeto oppoe-se do alloma s irte
aos bons desejos que tive, quando prouiovi aquello
beneficio, e faz desappareeer os e.-fon^is que em-
pregnei para o seu feliz resultado, ven'io pedir-lhe
(jue, em abono da verdade, declare, ao p desta,
se verdadeiro ou falso o que afflrmcu aquello
senhor.
Sendo que qneira satisfazer ao raen pedido, con-
eeda-me pennisso para usar da decl iraco, qne
porventura ven ha fazer, como me aproa-
ver. Muito Ihe agradecer o
Amigo e criado atiento,
Recife, 28 de mato de 18!l.
Antonio Jos Duarte Coimbra.
Besposta:
1 Illm. 8r. Antonio Jo Duarte Coimbra.Em
resposta a carta de V. S. cabe-me responder qne,
o beneficio por V. S. offerecido em favor da viuva
e filhos do meu finado (ib o capito Pedro Alfonso
Ferreira, foi um acto todo espontaneo de sua par-
te, e que o nico trabalho que live, e este mosmo
secundario foi o de passar alguns bilhetes de ca-
deira.
E' o que lenho a responder, podendp V S. fazer
denla minha resposta o uso, quo bem Ihe con-
vter' Son
' H DeV. S.
Aento venerador obrigado,
Reeife, 28 do maio de 1869. '
Francisco Affonsa Ferreira.
Entao Sr. Mano, bico ou ca eca.
Por esta nao esperava S. S., que o Sr. Alfonso
Ferreira visse de*menti-lo desta nianeira, em um
momento tilo solemne. Ter elle tambom cmmu-
deeWo a voz da sna eonscienc ?
Ser bo'm Sr. Mario qne S. Lqnando ti ver de
advogar os intereises pblicos, nao atire propusi-
(Bes, sobre flttos, aue desconhece nfeiraraente.
' Continua o 6r. Mario, anda 8 proposito do*
beneficios :
Dir esse senhor :Passei o segundo bpnollcio,
qne fez Jbaqulm Augusto, o anno tnrMeto, ilan-
do-'lb'o livre de despezas.
Nao,, Sr. Mario, nao o dir,
O Sr. Coimbra, rtuando qazesse provar ,a sua
generosidade, nlo allegarla, copio prova, ter as-
ado os bimetes de um bciiefJno do Sr. Joaquim
Aagu'sto; pirquanto se elle o i'cz nao foi revestido
do cara/jter de emprezario, c qiw deseja prdstar os seus serv^ijjcSs a utro.
Saiba, ir. Mario, qne nenhum outro movel, a
896 ser o ontimeuto da amisade, determiflou 9 Sr.
bmbra a praficraquelle acto, S, fnda mais,
que esse acto nao peder pmaia^r traduzidn
POTOSTBNIACAO E CALCULO. T^ ^
Quando aac{Bes movida por aquefle ;en ti men-
t DJlime tiverera semelhante tradcelo, e/fecbe-
r^m, por conseguinte, o esiiggrnd'd^ sofdade, a
anilsaae ser nm crtme.
iento I
Sr. Cai
? no,ni
W'i s, (
jwvou
lira sao de-
vezean 1 ;
anad
tes a
u lugar ella ; nao
Acnao repetir 0 ( ie
conscii'ii
S. co
S.^ipprtiaos nossoalBr
repiitaeaoexactameot
fazendo, por cotiaaancm
havia dito.
Se luxn que a voz da
se eminadacido, etfmo
agora, iliz-n..<. beso !>&$ o teusi
permanecemUci
Fique S. S. certa, Sr. Mario, que nao ha argu-
or mais fraco que seja, que possa ser
na forca violenta e repugnante do in-
te," E" foi por mgio della -que S. S. deu-nos a
honra de urna resposta.
I'ulilica tambem o Sr. B. 41 doctrmmtos que
provam que o Sr. Coimbra tem direito ao reco-
uliecimento da provincia. Sao valiosos, confessa-
mos; mastresera seis annos de emprez, sto
um por cada seis anuos. > Sao poucos Sr. Mario ? Os depoimenlos de tres
horneas-eminentes qao podem' abonar a reptita-
eao dvSr.'Coimbra, nico de S. S., porem,
sufflciente para hostilisal-a ? !....SSiba S. S. uue,
como estes, o Sr. Coimbra tem mais alguns do-
cumento*, .q. ',.( 1
O Sr.tperio, sei'viililo-so da sua rigoruta ana-
lyte, aprecuu cada um d'esses documedtos e
(fisse :
Nq primeiro ajradece o Sr.vice-consul abon-
dade e promptitlio, com aue a Sr. Coimbra st io-
nou auxiliar 9 beneficio que o-vuze-cosul pronto-
. D'aqui w oondne qne o. Sr. Coimbra apenas au-
xiliou a realisaeao do beneficio promovido pelo
consulado, a
Alm disto, tambem se pode concluir que o Sr.
Coimbra nao l1 gaiiwicwso, como dissa o Sr. Ma-
rio i e que os seus pasaos nao se dirigen somen-
te ao interesse.
Do sqguudo se deprehende que o Sr. vice-
presidente l'eretti, por forca de uui aviso do
governo imperial, agradece a*qnantio de 404*120,
producto de un beneficio offerecido pelo Sr. Coim-
bra. .. .
Ser bom que accrescente-seque o govtrno im-
perial, n'esse agradeciraenlo, reconhecelambem
a existencia da philanlropia, no coraeo do Sr.
Coimbra.
E quando j governo imperial descobre, n'um
acto do Sr. CoiiuUia, a pliilautropia ; vem o Sr.
Mario e diz : nao ha talesse homem ura nte-
resseiro. E' quo a penetra^o do Sr. Mario ele-
va-se a tal ponto, que fal-o mo grado sen, passar
um quinao redondo no governo I
Assim Sr. Mario, ansine a essa gente: ao par-
naso com ella.
O terceiro refere se a um oulro beneficio da-
do s familias dos voluntarios da patria.
Porque nao analysoo o terceiro f Porque nao
disse (pie do terceiro otlieioflepreheude-se qQe o
Sr. Coimbra den um beneficio, livre de dttpttiu.
ein favor das familias pobres dos voluntarios da
patria ; que a associacao protectora dessas /ami-
bas reconhece na pessoa do Sr. Coimbra o desinte-
resse, os sentimentos de phitatttropime amor ao
paiz, seguudo as expresssoes (io oiUjtio
Bem o comprehondo. E' que os labios que pro-
nunciaram as palavras : ganancia interesse e cal-
culo, conl'rangem-se e nao podem pronunciar, phi-
lantropia, desinleresse. E que esta documento
vem desmentir de um modo solemne S. S.
Foram estes, sim.osdacuwen/os quo o Sr. Coim-
bra mandou ecbir pelo Sr. B., e cujo valimento o
Sr. Mario nao pode, e pera poder negar.
Ora toda a gente sabe, diz o Sr. Mario, que o
bom au mo resultado de qualquer beneficio uV-
pead^jssencialinente, das sympathias, da influen-
cia, da importancia de que gozam as pessoa* que
se encarregam de, passar blheles. Esta verdade
s desconhecida do Sr. B., que s encherga
aquillo qua o Sr. Coimbra Ihe ordena uue veja.
Sim, Sr. Mario esta verdade desconliecida por
nos. Jqkamos qne o resulladade qualquer bene-
ficio deprnde essencialmente da idea que Ihe dou
nascimento.
Suppouha Sr. Mario que promove-se dous be-
neficios, um em tavor de urna pessoa que esteja
em cOndices favoraveis. e outro era favor do uin
mendigo ; e que alguem peca a S. S. que acceite
um biitieto para um dos dous beneficios. Pergun-
tiunos para qual dos dous accetar S, S. o bilhe-
le, para o beneficio do primeiro, ou para o do se-
gundo f
Parece-nos que, se- no coraco de S S. livor
echo o sentiinento de liumanidade, dever acce-
taro bilbete para o beneficio do segundo. O que
prova isto? que a importancia e feliz resultado de
qualquer beneficio depende da idea que o or-
ginou.
Eis porque dtssemos que S. S. insullou o povo
pernambucaiio, quando disse que o Sr. Coimbra
(aria completo fiasco se prelenJesse passar os bi-
Ihelts dos beneficios que olferece ; os qnaes teem
lido seuiprc- por lim aoaepmr, ou a urna pessoa
desvalida, ou a urna corporacao eco-sitada, ou
liualmento, a um estabelecimento de caridade.
Admira ido-.se, o Sr. Mario, de que tivessemos
dito que o Sr. Coimbra lera dado mais de 60 be-
neficios, exclama:
* S 60 beneficios era 6 annos! I.
Nao Sr. Mario, mais de ft), dissemos nos; funda-
do em urna noticia publicada no Diario de Per-
nambuco ha bastante lempo. Mais de 80 Sr. Ma-
rio, porque d'aquelle uuraero excluimos os benefi-
cios dados durante este anno e o passado.
Ainda quando, Sr. Mario, aquelle fosse o nume-
ro dos beneficios dados nos 6 annos da empreza-
12 nao seriara somente os promovidos por inicia-
tiva do Si-, emprezario; por quanlo esle obri-
gado, era virlude do contrctil, dar 6, em cada
anuo, artistas o nao 8 como disde S. S.
SubU'aha-se do numero 6036que vera a ser
o numero dos beneficios de contracto, e ter-se-ba
de resto 24.
Seria raelhor que S. S. Sr. Mano, para mais f-
cilmente desempenhar a sua misso, arguraentasse
assim : uns 10 beneficios, ( quem augmentou 2
pode augmentar 4 ) por anno, emprezario obri-
gado a dar aos artistas, de sorte que somente
estes, em C annos perfazem o numero 60.
r nrn----------;
dente. 0 vendedor vai pris5o em que
reside sin fillia, sna esposa, e os nobres
proscriptos que elle protege, e all por meio
do urna etigracdd astricta faz adormecer
os carceroirds,''tespWSflSWsfe'ao maior peri-
go, consegue saltar os seus protegidos.
o nu-|9a|ento MTfflM jalgavam per-
s, oiik lJF^'* oamine de accla-
0 ao amvirt imperador pela sua vol-
Teairo de Kauta Isabel..
O VENDEDOR DE LIMONADA.
* O Santa Isabel,annuncia para Sdbbado o
grade rtram0 Vendedor de. Limonada,
Conbeco esta famosa composieo de Den-
nery et Ougnet, que fez pffla brithante car-
reir no Ambug Comique, de Pa s. Ad-
inirei Frederic Leuwitre, e J: Augusto me
tara recordar aquelle* eminente artista.
o Vendedor de limonada, um filho do
povo, honrado, berafzeji, que torna-se o
protector de, urna nobre proscripta, nobre
pelo nascimento, pela alma, que choia de
gratidSo sabe reconhcer os sacrifieips, os
terriveis perigos, a que se expOe o filho do
povo, para salva-la das atrozes persegui-
rles polticas.
Toflo o 2o acto bello, mas o final
sublime, qtfando o. filho do pavo se finge
embriagado, e que salva a nobre proscrip-
ta das garras de sea cruel perseguidor.
A seena eni que elle esconde s faea para
servirem em, occasiao opportuna, alta-
mente dramtica.
K tocante e admiravel 0 final do :t acto
quando o fiirj do novo, vo\ arrastar pelos
soldadas^sua, extrema esposa, e innocente
illia, e corre 3 impedir t3o brbaro atten-
tado, cravando-se as bayenetas dos sida
dos que o deixam quasi expirando.
no 4a acto ; sobre tudo epie espero ad-
mirar e applaudir X Augusto. pobre Ven-
dedor de Limonada, ferido estorce-se nos
frimentos das dores pbysica, e moral,'e
Miado pedo urna ,5^ d'agm que Ihe
negjida, pois que o espiao .polilico o tem
presa-em sua propria casa.
Este1 ac;q falla menos imaginacao, po-
rm corado verte lagrimas sentirlas,
quando a persoagem representada por
um Lemaitrt, e contamos que igual effeto
producir por 3. Augusto.
0 fina! do drama original sorpren-
llli;i
Wi u
V Santa
Cok vid
a Venda
iieritu li
Um.
collia
fez a emnreza
o pnliliMv apreciar o dra-
rio corrw petos tonces extraor-
dinariamente dramticos, e pela pat te cmica
interlacada a serias peripecias.
L.
Perseguido ha quasi dous annos por urna mo-
lestia que me acabrunhava em_extremo, porque
nada menossoffria, do quea privaran de minha vista.
a ponto de nao enehegar os objetos mais precisos,
aos usos da vida, alentava-me a esperanca de en-
contrar lenitivo mcus acerbos males tft pessoa
do disliucio medico o lUfli- Sr. Dr. Cosme de S
l'ereira, pelo que se publicava no Diario de Per-
nambuco acerca da cjtraccao de cataratas opera-
das pelo mesmo Sr. Dr. Sa Perera sempre com
feliz xito.
Com effeilo, partindo do Brcjo da Madre Deus.
' 1riL,Pnf r 1jihfcijdljt.irtnfe fiflef me com
ai|it*rfe Sr. ur., e osle" depois e um muucios.i
exame me declarou queconi effeto, eslava sof-
frend nmiMfallH t-1f\^^%M JTexirac?ao
dellas me sera re-tituida a,vista.
No .la W de abril s 11 ifl horas do dia pres-
tei-me a operadlo aconVbaoa, platicndola o Sr.
Dr. Cosme aju.lado pelo Sr. Dr. CielanoBrito, na
Sualgastouse apenas espado de oito^niaut'js
m um olho, e cinco no outro, sem que sofferesse
drtr algirm devido a delicadeza de tao binis fal-
cutativos.
Dez das depois, fui distirigundu alguns objec-
tos, e hoje j vejo distintamente, tud^ quanto te-
nho diajite de mim : o prazer rie ora e? |)eriinen-
to sente-se, avalia-se mas nao e possvej descre-
ver-se.
Receba, pois, os Illms. Srs. Drs. S Perera
Caecino Brito, mens sinceros agradeciKpqptos que
nexnrimivel, e ser eterno.
Fazendo a presente deelaracao sem mencionar
o ame de meu disnneto tmigo o Illm. Sr. Joo
Baptsta de Mederos e spa Exma. familia com-
metteria a mais negra ingratidao se do alto da im-
prensa Ihe nao pateuteasse minha sincera e terna
itratidii pelas finezas e cariulios que do mesmo
Sr. recebi fornecendo-me franca e amistosa bos-
pitalidade com todos os cominodo e confortos da
vida em lao afilictiva siiuacao.
Nao pos nliado e amigo Manoei Marques de Ollvera, qpe
nao duvidou deixar seus commodos, aconipanna-
do-me at esta cidade e serviudo d j ura racansa-
vel e carnhoso enfermeiro ; e bem assim o meu
afilhado Mantel Rodrigues Lisboa.
Recebara lao distinctos cavalheiros, raeus sinco-
ros agradecmentos e sandosas despedidas, ofere-
cendo-lhes nieits fracos prcsiimoe na comarca do
Brcjo, para onde parto e sou morador.
Recife, 3 de junho de 1869.
Francisco Mendes dos Santa.
Trilhos urbanos de
Olinda.
Urna franqueza affectada, dzia ura grande pen-
sador, um puuhal cncoberto.
A franqueza, poi, que alfectou o intitulado ac-
cionista que hootem publicou algumas linbas sem
fundamento nem procedencia contra a direcUiria
da companbia dos trilhos urbanos para Olinda,
revela nicamente a mais sera, intenco de criar,
(comoseestivesseem suas forcas faze-lu) embaracos
a marcha de urna empreza da qual se diz no entre-
tanto accionista, isto. interessado pela execucao
da mesma empreza.
Mas a alma nao tem segredos que a conducta
nao revele; e por isso,.bem analysada toda a cor-
respondencia s d ella em resaltado as segrales
conclusoes:
I." Ponc'a sympathia pela direc^ao.
2.a Fretenco criar urna opposicao interna
para fazer coro com a tal oppoticdo interna, que
nao sabemos qual seja.
i.* Pouca vontade de realisar a segunda pres-
tado da accao ou das aecoes subscriptas, e esse
o ponto principal, e por isso empregou o pon!"
de admirado quando disse que leu no Diario
um annuucio do 1. secretario chamanao a acci
nistas para a segunda preslaco ha razao de 10 D;,
horresco referens!! I
_E se nao e assim vejamos a argumenta^ lo de
lao tmparcial accionista.
Quando esperara, diz o articulista de li.ntetn,
que a directora concocasse urna assemblra gcr'a!,...
medida que ella deca ler como utilidade para : i
e bem geral da empreia, quando Icio o annuncio
emque o secretario porordem da directora, chuma
os accionistas para a segunda entrada razao
de 10 /" e com o praso marcado de um a quinze
de Junho l!l
Note-se, qne sem dizer urna s paiavra que
provasse a utilidade que para a directora era o
bem geral para a empreza havia na convocaca.'
da tal assemblca geral, conlinrja o tal aceionista a
dizer, logo depois d'anuellas palavras cima trans-
criptas, Hfo posso detxar de lastimar a direcco,
poraue parece-me que deste modo, em vez di an-
gariar as sympathias dos uccionitfas. ir aluii-
do o seu crdito at que a/i na l venha com o siit
procedimento irrefteetido crear viaiores emba-
racos.
Logo, entende elle que nao pode angariar as
sympathias dos accionistas fazendo una chamada
de 10 no praso menor qae os estatuios con-
cede.
Entretanto, se elle assim pensa, nos c eomnossj
o maior numero de accionistas verdaderamente
inleressados pola prosperidade da empreza, pen-
samos, pelo contrario, que a directora nao descin-
penharia satisfactoriamente a sua mis-o, e pelo
contrario daria urna prova de inepcia completa,
se em vez de aprovcilar-se do menor praso mar-
cado pelos ostatutos p de maior porceiitagem por
ellos marcado para as entradas, nao tratasse de
fazer logo a segunda chamada de 10 % afim de
ter dinheiro para as desapropri.iroes, compras de
materiaes, despezas de aterro, nivclamento, etc. etc.
e para as cncommenuas que sem dinheiro fica-
riam no tnteiro....
Sentimos que nao possa a directora chamar
para entrarmos com 20 % e que entre urna e
outra chamada nao podesse intermediar menos de
30 dias, porque estamos convencidos de que
quanto mais cedo se realisar.o capital, se fizereni
as encomtnendas, c se cncefnrem os trabalbos,
mais depressa se esiabelecer o trafego e conse-
quintemente mais cedo lucrarlo os nossos capi-
tae< emponhados nicamente para isso e nao para
liearem sem applicaco nos_bhcos at que a rtft
vontade dos accionistas, coma 0 que redigio o ar-
tigo de hontem, so resol va entrar cora 5 ou
menos de $ % se fosse possivel, c isso ma vez
110 anno....
Fra com os falsos prophetas que bem longe de
ajndar e facilitar a execnco da empreza, s Ihe
JuTem criar dlfficuldades, e entendem que o bea
a companha consiste era reunir diariamente as-
semblas geraes para dscutsoes exterek, ou cann-
las de eleicoes, ou desabajoi pelas no eleicoes...
A compauhia tem um lim mito mais nobre e
grandioso do que o qae da entender o articu-
lista aue nao sabendo, ou nao qnerendo saber das
disposlcoes dos estatutos onde esam bem clara-
mente estabelecidos os casos e modo- porque a
directora presta rigorosa conLi do sen trabalho
e despezas, quer cada passo e lodos o dias es-
lar chamando a direcioria cuntas, queejle saJ
que teni de ser competentemente apresentadas,
mas qu nos prazos marcados no estatuios nao
Ihe serve,, porque o fira principal nao se fazer
j a tal incommoda entrada de 10 0,0.
Dizer quo a a existencia da i^eccuo offerecs d.
vidas, negar.contra a proprja coosciencia, quo
adireccao ciea ounipeieutemente pela asseni-
bla geral nao pode ser posla era duvida, e que a
chamada de um ac?Loni<-t;i que esteja as eoiidic-
coes de siiprir a falla do lu,gar, que na directora.
de$ar a renuncia de ura des membros eleitos,
autorsada pelo art. ,3B dgs eslatutoj quando dL-
poe que : no caso de (a/lectnutdo, ausencia o re-
nuncia de unidos tiemblos, da directora, chamara,
ella mdra accion#ta+ qife mi o substituto at a
primeiro, reunido da auemom Oerat que a appro-
var ou "'-""IJi.
dos meamos estte
i Salidamente
ros, como di-
ncia da directora onde,
1 I1WH 1
\\
\ *

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^1
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Diario de Pernambuco Sexta eira 4 de Junho- fie- 1869.
*
t.iut itU l ni-ii *wM
estam-presentes qaatro niembres, quando nao l-ma tr&nsaflfl5e6r da cohraasa. de letras da
quiesso admii i nirrpint chama-
do por forra do j e!.- .
0 a
lo a i]',hmii
completamente com as obras de to ttioto aecio-
nista- ..,
A nmirertariBiign$ or i|uis que pro-
tendem ir an onde folerim levar la Jeus direitos
nao pftssan de deofci^aoei ouc^ Aara inelhor
disarcr o mal que tem em vjsH o tal articulista
faiw a e/inpanMa da qual se diz accionista.
A diwfcao bcni longe de compenetrar-seda no-
eessiade de uma convocarlo da assemclea geral,
deve pelo contrario, star convencida de que a sua
missao dirigir a companhia e enearregar-se de
tornar effectiva a empresa em que estatn i tteres-
sados os nossos capitana.,
Nao tem pois a directora qac rripiar carretra
como querem bsnntllhladns accionistas da publi-
eacao a pedid.) d i Diaria de Pernambtfco de hon-
tcm. mu qu ser lustunada como quer.o accio-
lsta&iw nwn ove" a manifestae/u)' prouietuda no
Jornal Reetfe tanbom do Iiom.mii.
.faueinpfbltear arli#is son razan nem
fundain uto contra a directora da companhia nao
serve senao de dar a maior importancia possivel
aos diguos metnbros que a compocm c a quem
desojamos de todo o coracao continu a carreira
que lio proTeitoaMlM ea-taram a leve a com-
panhia ao grao de prosparidada que llie esta re-
servada pelo incontestave! benelicio qne tem de
prodnzir provincia. .
Um accionista rerdadeiro.
oioutros ttulos cmmerciaes.
Rdcbem' quaesquer quatkias efri dfeposl
Ui,.anconta^Hvute, e a p
l'm dito marca Johuostoa Pater & C, n. 46/50,
3< un nilllll-ryinda de Livernoot
no beigue inglez lmase, entrado era (jlooro, iucid
lwO^WK ^ktnncetWjean ^P
EN
O Rio
Di sconta
ISH
Jirefo
da praca
Me
taxa^a eon.
corrente e a
ven< onar.
R cebe dinheiro em conta
praAfim ..
Saca avist q Ipraso sqfcte-ag andes
>t ineipiej^d^K<4aLHpi oeAP%5 Ra"
rila, "Buenos-J^fes, Mcinfevideo, Nev7=York
e Nqw-Orleans, f in*i.tH#irtas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Plourinho n. 7 i Itl
.ALFANDEGA.
ilomfimMn do da 1 a 2 106:009*302
idemt do dia ::..... 3v.77o*la7
29, vi
tsta,
Umembrulho marca Joi
' | iflfiliem vindo de Liverpoo
pAina, entrada em 16 de novouibro
-AITBdig/d Pertwfnf* /kc j
O inspector interino, L. de C. Paet^
*l-tf (/iii'sjector
160:783*089
faz
cadori s,
Compagine lyrique fruuqaise des
BoulTes-Parisiensau public.
II y a deux anilles celte pique, que la com-
pagnie lyrique des BouuVs-Parisiens dobutaitau
theatre Sainte isabelle.
Kilo fut recuc d'abord avec rpprobation, car le
punir attendait une compagine ftalcnne.
Mais bientot l'erreur commise au snjel d>'s
Bonffo-Parisiens, Bl place au pius grand entliou-
siasme.
Orplie aux Ettfon vint couronner l'ocuvre du
directeur de eette compagine, et accomplir les pro-
inesses faites ;i ses ibonns.
Auiouid'hui, cher et respectable public, vons
les i mine de juger de laetivii de eette troupe;
en x semaines, trente et nne reprsentations,
salle comble, fureut donnes, dix-neuf pices nou-
velles sans compter les dos, romancee, pas de
danses etc. etc. : le tliealre n"a plus ferino depuis
le 6 inillet jusqu'a la Un dn mine raois.
lien fut do inerae partont o la compagnie a
icprcstiite. Do retour dans celte capital, et sur
la demande de beaucoup de personnes distingues
de cetto ville, je vais ouvrir un second abonne-
nient, de vingt reprsentations, pendant le cours
duquel on reprsentela les pices suivantes :
Orplie anx Enfers, operette a grand spectacle,
en 4 actt-s (Offeiibach).
La Dame manche, opera comique en trois
aetea, grand spectacle (Boeldieu).
ltaibe-h'ui', opt'-ra boulfe, a grand spectacle, en
\ acter- (Oleiibaclii.
Le Domino Noir, rpra comique, en trois aetes,
a grand spectacle (Auber).
Les Bav-ards, opera boulfe, a grand spectacle, en
2 aetes (OlTenbacln.
Dataran, chinoiserie.
Lee six demoiReWeS a marier.
Trombal-ca-zar.
Mr. Choux-lleuri restera cliez lui le I...
Le Mariage aux lanteines.
Le Cbalct. .
Et toutes les pices qui ont l representees,
et qui ont obtenues l plus dapprobation.
Le bicnveillant conuonrs du public peut seul
activer les debuts de la compagine.
J'viterai, comme par le pass, le genregraveletix
el indecent, qui pourrail blesser la suscejitibilite
du public. C'est le theatre lyrique Trancis, dans
tout ce qn'il a de plus distingue, et de plus amu-
sant. qu je cherche a offrir au public.
Avec l'exprience que peut donner douze annee
de dirction, connaissant e! ayant fait representer
dans toutes tes principales villes, depuis Rio de
la Plata jusqu'au Beuve des Ainazones, jecrois
pouvoir afflrmer que je bus mema d'olTrir au
diletant et tous, un dlassement aux tra-
veaux Taligants du commeree etaux eludes dim-
ciles et ardue des collges et universit de
ette capital. Les reprsentations commencerons
te 1" septembre et s'acheverout i la lia de decem-
bre. et plus tot, si je puis.
Compunt sur votre apuis, j'ose me dir votre
respeetueux serviteur
Konry.
MOVIM1NTO DA ALPANDBfiA
Vohunes entradi* comjazendw
dem idem^com gneros
Volnmes sahidos rom fazendas
dem idem eoiu gneros
122-i
501
Descarregam hoje 4 do junho
Brigue noruegiien se =.-l//c<.'meraidorias.
Brigue inglez Belle of the Clydeidem.
Brigue porluguezIViifnpJin^dcm.
Logar dinamarquez./6ni=-idcm.
Patacho inglez (kpray bacalho e ftrinha.
Escuaa norte-aliemaa tierardina = larinha de
trigo.
Barca mgleza=Co/ff(i^=idem.
Vapor inglezC/i/;/o/7raercadoria-.
Brigue porluguez Constante idem.
Barca ingleza-Tfl/i'sinafarinlia de trigo.
Barca portuguesa Constarte III = diverso g-
neros.
Barca francezaSanto Audridem.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBIHX).
interino da
lico, que ahando-se as
tidas nos voluntes abaixo mencionades,
os,seus donos, on consignatarias dever3o
despacha las no pi aso e 10 dns, sob pena
di), ^ikIu qjl^ serem vendiilai por sua
tonta, sem que Ins fique jsoinpetinda. alle-
gar, coulra os effeitos de^lfa Vpnda.
^rmazeiu n. i.
f calxs marca I. A. C. C. n.j 4 e 48,
com qoeixos.Aindasde Berdeaus, no vapor
franeea Guiene entrado neste dorto em 3
de fBvereip do crtente auno qoajsignadas
^ Armazemn. 6. _
799 ditas marca diamante sem' humero,
com sabao, vindas de Liverpool no brigue
inglez Marguret, entrado em o de novem
bro de 818, iguora-se a consignaco.
2 marca L. D. n. 25 e 30 com ferro em
obra, viudas do' Havre na barca franceza
S. Andr, entrada em 10 de novembro de
dito anno, consignadas a Len Desprey.
2 barricas marcas K. & C. ns. 802 e 803
com queijos, viudas do Havre na barca fran-
ceza Vcridiam. entrada em l de fevereiro
do corrate anno, consignadas a Keller CV
Alfandega de Pernambtlco, Io de junho de
1869. /
O inspector interino
Ltz de Carvalho Paes de Andrade.
Rendimento do dia 1 a
dem do dia :i
CONSULADO
ftendimento do dia 1 a 2
Idem do dia 3 .
.'i: 929 63'.
2:93l;27
8:9105161
PROVINCIAL
8:922 "i76
7:271186
16:1935762
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 3.
Montevideo29 das, polaca hespanhola Magdale-
na, de 141 toneladas capitao Jos Monra, eqni-
pagc.n 10, carga 4,000 quintaes hespanhes de
carne ; a Pereira Carneiro & C.
Rio de Janeiro20dias, lugar portuguez Cysne de
Vouga, de 217 toneladas, capitao Francisco Pe-
reira Coelho, equipagem 9, carga 4,500 quin-
taes hespanhes de carne ; a Pereira Carneiro
&C.
Montevideo27 dias, sumaca hespanhola Cariosa,
de 99 toneladas, capitao Izidro Isern, equipa-
gem 9, carga 2,366 quiotaes hespanhes de car-
ne ; a Pereira Carneiro & C.
Ass10 dias, hiatc brasileiro Nota Esperanca,
de 61 toneladas, capitao Manoel Fernandes Jal-
les. equipagem 6, carga sal e outros gpneros ;
a Barlholomeu Loureneo.
Havre41 dias, barca franceza S. Andr, de 268
toneladas, capitao Nedelee, equipagem 12, carga
fazendas e outros gneros; a Eduardo Burle
&C.
Rio de Janeiro11 dias, brigue sueco Balder, de
343 tonelada, capitao J. Gardlund, equipagem
11, em lastro ; a Rabe Schinettau & C.
Rio Grande do Sul27 dias, brigue brasileiro Ti- v
,rc,de 3.tonelada, camtao Francisco Das da cobraiica bocea
luipagem 11, carga 8,200 arrobas de i ,v.
du mitoo pilado, caf em grao, caf muido, chai
ny!5PiT;cnrne re*rde, egradinha, i", do Hte
Grande do"SaF,carnauba fejSij farbilia
de mandioca da trra. MifWf f""'"' ""t,e' '"''"' '<
lelga ingleza, mmteiga -al.umcuili ae Lisboa, lapiora,, lijlo di alvena*
ria grossa, vinho-de LlsbW, vcii* steariMS, vina-
gre de. Lisboa, e velas stenrkas de 8 em llH'a
para lanternas.
Sola d sessftes de oooelliOi* cohipra naraec
31 dmaiodel86:.
O .^'cretario
_______Inxmdrr Ihdriri'tie* dos Aw"*-
Pela recebedoria.de rendas internas
g-etaes, se fa^puWico que oeste corrente
mez de junho, que os devedores do inapos
to de 20 por cento da dectaw de rrto mor-
ta e do imposto especial sobre casas de
movis, rup.- etc, labricados em paiz es~
trangeiro teem de pagirr livre de mulla, o
2o semestre do exejrcioiD wrrenio de 18C8
!869, depois-do que ser ;obaJocfim a
multa de (i % \L
Hecebedoria de Pemambuco 2 de juidio
de 1869.
O administrador
Manoel Carneiro de Souza Lacada.
OA
Riia nova
ccelx
Ritanu^
Sabbado, ^i do crrenw, Kra lagar um sump-
tunso baile em beneficio, o i|ne uwsde. j pede i>
beneficiado, que os mneles passadqs serao pagos
todos onfmda, e o resto dos bilhetes achani-sc
venda no roesmo Alcacar at sabbado, e cgie
(lngneui pdp entrar senv blhete. Douiincn (Ri
haver o raerpo k^yp^wa*< a anda sftreeebem
assignaturaV1' s.-.i jy. Vv> VXl.
0,adfBinistradof,
Luiz Lopes.
^* DECLARACOES.

Attencao
Peigunta-se aosSrs. directores dos trilhos
uibaiios do Rccife a Olinde.
i. Se aindase conserva o dinheiro da com-
panhia no banco inglez ou se j foi levan
lado.
2.Se foi levantado, para que, porquem e
quanto ?
V Em quanto importa a divida de Andr
d'Abreu Porto e se j foi paga?
4.* Se foram pagos \uros tamhem, a
quanto montaran ?
5. Qual foi o director que se constituio
cmdcr directo ou indirectamente da com-
panhia.
6. Se convocam ou n3o a assembla
geral para sanar anullidade que,"^or ven-
tura, tenham cabido seus actos.
A locomotiva painte.
Costa, equipagem
carne ; a Baltar & Oliveir.'
Granja e portos intermedios7 dias, vapor brasi-
leiro Pirapama, de 312 toneladas, conimandan-
te Torres, equipagem 32, carga varios gneros ;
companbia Pernambucana.
Rio-Formosoe portos intermedios5 horas, vapor
brasileiro Parahyba, de 104 toneladas, coinman-
dante Mello, equipagem lo, em lastro; coin-
panhia Pernambucana.
Navios sahidos no mesmo dia.
l'hiladelphiaPatacho norte-allemao Acame, ca-
pitao Schuldt, carga assucar.
Rio Graode do SolPatacho brasileiro Bemfica,
capitao Manoel Vieira dasNeves, carga assucar
e agurdente.
Sanios Patacho norte-allemao Tigre, capitao
Brandt, carga parle da qne trouxe de Trieste.
New-YorkBrigue inglez Glaucas, capitao Cur-
ner, carga assucar.
Rio Grande do SulPatacho brasileiro Palma, ca-
pitao Manoel de Azevedo Canario, carga assucar
o agurdente.
Rio Grande do NorteHiate brasileiro Flor do Rio
Grande, capitao Vicente Jos da Costa, carga
differentes gneros.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia, se faz publico para
conheciniento de quem interessar, que no dia 16
do junho prximo vindouro, peanle a mesma the-
souraria serao, arrematados por quem mais der
os arrendamentos annuaes que deyem ter pripci-
pio no 1" de julho deste anno, dos proprios naci-
naes abaixos mencionados. Os pretendentes de-
verao dirigir suas propostas em cartas fechadas
ao Illm. Sr. inspector at as 10 horas do referido
dia.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 26 de maio de 1869.
O oflicial-maior,
Manoel Mamede da Selva Costa.
Relacao dos proprios nacionaes a que se refere o
annuncio cima.
Casa terrea n. 21 sita na rna de Sania Thereza.
dem n. 19 idem idem.
dem n. 10 na ra das Aguas- Verdes.
Sobrado de dous andares n. 11 na ra Direita.
Arrtazem n. 1 sito no Forte doMatto.
dem n. 5 idem dem,
dem n. 22 idem idem.___________________
Sexta-feira 4 do corrente, linda a audiencia
do Illm. Sr. Dr. juide orphos, tem de ser vendida
em hasta publica, a escrava Leonor, crioula, idade
de 40 anuos, sadia, de servco domestico; por
'.1505000, vai a praea a requenmento de Libanio
Candido Rideiro ; tutor da menor sua sobrinha
Anna Amalia.______^______________^
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que, no dia Io do junho vindouro,
se principiam a contar os 3*0 dias uteis
do cofre dos im-
postos: da decima urbana, de 5 % sobre
os bens de raiz pertencentes corporaces
de mo morta, e de 20 % d. consurom
de agurdente relativo ao 2o semestre do
anno financeiro vigente 18681869, e que
ficam sugeitos 3 multa de 6 '/o todo os
dbitos que forem pagos depois de findos
os referidos 30 dias.
Mesa do consulado provincial de Per-
nambuco, 25 demaii de 1869.
Antonio Carneiro Machado Rios
DO
BEBERIBE
Sao convidados os Srs' accionistas desta
companhia, a reunirem-se em assembla
geral, no dia 7 do corrente mez ao raeio
dia no escriptorio da, companhia ra do
Cabug n. 16, para em conformidade dos
seus estatuios deliberar sobre as cuntas do
anno findi^ approvar o> orcamento vmdouro
e eleger a nova admnistraco.
I'soriptork) da companhia 3 de junlio
de 1869.
O secretario
Dr. P-raxedes Gomes de Souza Pilonga.
Cooselhode compFas do arsenal
/ de guerra.
0 eo;iseUio de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o segnintc :
46 pares de botins.
1 camisa de meia.
38 lencos. .
38 pares de lavas.
58 pares de meia.
I'i2 varas de algodaozinho.
As pessoas que quixerem vender ditos artigos,
apresentem suas propostv na sala do conselho,
as 11 horas di dia 9 do corrente.
Sata do conselho de compras do arsenal' de
guerra de Pernambuco 3 de junha- de 1869.
Noimpedimento do direcion,
Tilmrrio 'Hilario da Silva lavaras,
Capitao ajudante uterino,.
Jos Baptista de Castro Suva,
Screetario.
AVISOS MARTIMOS.
..... ) V '
eOMPAlHIA PERNAMBUCANA
Bl
Vxvega^io cosfds'.a pr vapor
Goyanna **-
O vapor Paraltyba, com-
mandante Meti, seguir para
o porto ackna no dia 6 d cor-
rente as 9 horas da noitc. Recebe
carga, cneommenda?. passageiros
e mniieiro a frele no escriptorio do Forte do Mt-
tos n. 19._______________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avc:f5o costear por vayor.
Maii em direitura e Penedo.
O vapor Giqmi, coinmandant Aze-
vedo, seguir para os portos ackna no
dia 8 ao corrente as 5 hpaas da
tarde. Recebe carga at o dia 7, eneomnteadas,
passagens e dinheiro a frele at^ js X horas da
tarde o-di.i da sabida ; no escriptorio di> Kirie
do MatTos n. M. -______'
~COMPANHIA PERNHIHJCAN.%
OK
Navegacdo costea por vapor.
Porto Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
inafeado at-o dia 10 dn corrente mer, e rec
Ininda-algams-earjfa paseegeirae, udoa
;celentcs cotuinoflr: tt tratar na
cna de 'Vigario n. 11, 1 audar.-jKriptorlo de
Bsltar, Oliveir k C._______^m 9y
Para o Kio-Grande do
Sul.
ii vo sf-gnin dentro tem- pws dias a
barca nacional.Theriza /*, >; aiotla recela
ilguma carga frete: a traiar na> ra do
VigarlO n, 1', sortptorlo d' BaHrrO-
wra ft'C.______________.
Ilha de S. Miguel
Para o porl aeima segu com umita bre'vidaaV
O'patacho poriugaez Jorjen; por j ter prompta
i[u;-.s loda a carga : para n resto qne Ihe falta e
passageiros, paraos qiiaw tem betlon commodas,
tratare c na d Apollo n. 4.

LEILOES.
LEILAO
tbtaiinarO' om os gttieros existentes n;r
taberna sita irus-doRangel*n. 8.
A'4 do corren! .
O ajfenle Oliveir proceder o leilapor manda
ito do Illm. Sr. Dr. jniz de direito da % vara cri-
minal e substituto, em ewieio da especial do
casMnereio nesta. cidade, da armaca eum todos
oA^eneroi da taborna satura indicada, arrestada a,
Ijiia Jos'de Franja Careoa, por Aliaala Borges
,1C
H04K.
iat huras da manha, o em so Inte, no logar da
mesmft taberna, podando m pretendentes exami-
nar previamente o balance em man dodto agente
LEILAO
De diversos artigos paia earivs enm- sejana
jalao de lia e sed*largo e estreilo, lita* de lia
para redeas, horlotasde lae sedy eos/entes de
m*j)V --? vaPor; Parrtft^''' romrMnoaIllc I aeo para e: rro, pares de leqnes de i e 5 foHias,
Mello, seguir para os |ioi tos cima
sESH nodia 10 do-eorronte a meia noitc.
Ueeeae carga, encoimnendas, passageiros e di-
nhiroa frete, n escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Stavega^So costelra por vapor.
Mamanguape.
O vapor Cornripef. coiumaDdante Peana, segwe
para o porto cima boje-as 5 1/2 hars da tarde, deijas pequeas, um siflnneMu de bies, ri
Recebe carga, enceinuiendos, passagens e dinhei- a trancas, feehues de tm d, el -.es pretos,
pentas delanca para 4 mvllos, tvlteuras falsas
para ditos, guraiceys de-oasipiinho o la u para 2
envallos, ditos dooradas ile latao para cabriole*,
dirs de casqninho, ditas-de latao, kllas de metal
ppiaripe, guarnk-ss do soropajos, ditas.de dobra-
1 dices para earroi ^r^as-de (velas da htao gran-
. di's, nares de chaves dn casquinho para carro,
i ferros para colleiras; na rhesma ocearSo se ven-
der diversos casticaas de vidro. oaadieiros de
latao, um ogo> de gnii\ globos yiia candkiros.
lanternas, um binculo, do mariiuit (apuras, ban-
rana
me-
ro a frete at as i horas da
fo do Forte do Mattos n. 12.
tarde ao cscripto-
O inspector interino da alfandega faz
publico, que no- dia 8 do corrente mi, e de-
pois de meio dia ser levada a hasta- puWi-
ca, a porta da mesma repartirlo, uve de
direitos ao arrematante uma calxa de mar-
ca I. M. L. b. 100 comeado urna connaoda
com escrevania. viuda do Havre no navio
francez Soiide entra do neste porto em 3 de
abril do corrente jinno e abandonada ;k>s di-
reitos por Jos Moreira Lopas por avaria de
agoa salgada, avaltada em 40Q0.
Alfandega de Pornambuo 3 do junho de
186.
0 inspector interino.
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
SE
aTega^o- co&elra por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Gear, Acarac e Granja.
wr^W O vapor Pirapama, commandant*
J/X Torres, seguir paraos portos cima
2SK. no dia l.> do corrente as 5 hora;
da tarde. Recebe carga at o dia 14, acom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
i horas da. tarde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
C0MMERC10.
EBITAES.
3.' secreto.Secretaria do goveruo de Pernam-
bueo,28do maio de 1869.
igPea secretaria do governo se convida as pes-
soas que quizerem contratar a construccao de duas
pontes, sendo uma oreada em 172:")OOSOOO, no
Caxanca, e outra em 125:3a0*000 na Passagem da
Magdalena, a apresentarem, no prazo de sessenta
dias, suas propostas em caffcs fechadas ao Exni.
Sr. vce-presidente da provincia.
Na mesma secretaria serao franqueados aos
concurOTtes, para os convenientes exames, as
plantas e oroa-nentos de taes pontes.
O secretario,
Dr. Joaguim Correa de Araujo.
PRAfA DO RECIFE 3 DE JUNHO DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Algodao de Macei 1* sor'.e 175200 por arroba
oosto a bordo, a froto de 1/2 e S 0/0
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 1/4 d. por
IJOOO.
F. J. Silvcira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
CaSM CAMBIO
Teodoro Simn & 0.
Compram e vender por conta propria
metaes, moedas nacionaes e eatrangeiras,
sj19| de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descootam letras da trra e outros ttu-
los cmmerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
O inspector interino da alfandega faz publico
que achando-se as mercaderas comidas nos volu-
ntes abaixo mencionadas, no caso de seren arre-
matadas para consumno nos termos do capitulo 6.
titulo 3. do regulamento de 19 de setenibro de 1860,
os seus donos ou consignatarios devero despacha-
las no prazo de HO dias, sob pena de (ludo elle se-
ren vendidas por sna conta sem que lhes fique
competindo hllegar contra os effeitos desta venda.
Armazem n. 1.
Urna* caixa marca S B n. 6 com cha vinda de
Liverpool no vapor inglez Saladm, entrado em 3
d novembro de 1864 ; ignora-se a consignaco.
Uin embrulho K P sem numero vindo de New-
York no hiate americano S. C. Evasson, entrado
em 21 de Janeiro de 1868 ; ignora-se o contedo
e consignaco.
Uma caixa A F n. 118/126 vinda de Liverpool na
barca ingleza Elisa Monede, entrada em 29 de jn-
Iho de 1868 ; idem, idem.
Umembrulho n. 2467 marca J B C cem amos-
tras, vindo de Hamburgo no lugar prussiano Gu-
tavo, entrado em 16 de setembro do dito anuo ;
consignado a Isidoro Bastos A C.
Uma lata marca Cunha Irmo 4 C, sem numero
vinda de Londres na barca ingleza Commodore, en-
trada em 29 do dito mox eanno ; ignora-se o con-
tedo e consignaco. '
Um emb'ulho marca N B diamante Thomaz de
Aquino Fonceca, sem hornero ; Idem, idem.
O inspector interino da alfandega faz publico
que no dia 5 do junho vindouro, depois do meio
dia, e aporta da mesma repartico, serao levadas
hasta publica, livre de direitos ao arrematante,
as madciras velhasque foram extrahidas as obras
da ponte, e que se acham no largo do Trapiche
do Algodao, constando, poueo mais ou menos, de
50 esteios, 190traves, 17 duzias de taboas de ama-
relio de estiva, 30 enchameis o travetas, e 16 du-
zias de taboas de pinho de coberta, avahadas em
3003000. ,oen
Alfandega de Pernambuco 31 de maio de 1869.
O inspector interino,
Luiz de C. P. de Andrade.
Conselho de compras
navaes.
O conselho contrata no dia 5 de junho do cor-^
rente anno, vista de proportas recebidas at e
11 horas da manhaa, e sob as condieoes do espo,
o fornecimento aos navios da armada eestabeleci-
mentos demartnha, no trimestre de jnlho a setem-
bro prximo vindouro, do seguinte :
Vveres, dietas e outros objeolos de
consumo.
Arroz do Maraohao, axeite doco do Lisboa, dito
inferior, agurdente de 20 graos, assucar branco
refinado, aletria, araruta, assucar branco grosso,
bacalho, bolacha, bolaehinha americana, cangica
THEATRO-
DE ^^
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DE
Qoaaif a aswiaaaa.
Sabbado 5 de junho de 1869
Primeira representarlo do grande drama em o
actos
m nuil) n povo
o:
0 vendedor de limonada.
Personagens. Os senhores.
Gaspar i vendedor de limonada) J. Augusto.
Bertrand (soldado).....P. da Costa.
Jacques Fauvel. ...... J. Victorino.
Jorge (capitao de cavailaria). Eduardo.
Ceroura........J- Guimaies,
Caillot........Sania Rosa.
Antonio (carcerciro da Forcei. Brochado.
Debauval.......Lessa.
Eustachio. ..... Jordani.
Luiza Bcrnard......D. Julia.
Catharina Gaspar..... Clelia.
Julia.........' Apolonia.
Povo, soldados, agentes policiaes, prisioneiros
bonapartistas.
Aaccao passa-se om Pars e Bellevilln lu a
1815.
Denoraiiiaco dos actos.
Io A filua do general Bernado.Prca a noite.
2 A cainpainha de pai Gaspar.Sala em casa
de Fauvel.
3o Briga de familia. Rico Jardim.
4o Agua pelo amor de Dos Mansarda do
pai Gaspar. _
5- Viva o Imnarador 1 Na prisao da umier-
gerie. .
O sceoario do 3- acto integramente novo e de-
vid* ao hai.il pincel do Sr. Ghapebn.
Da tlm ao ospactaculo a cansoneta do 5>r. Mar^
tinhe
O boleeiro apaixonado.
Comeear as 8 horas.
COMPANHIA bWlLMA
DE
Paquetes a vapor*
Dos portos do sul esperado
at o dia 8 de jwiho o vapor
Paran, commandante o capitao
de fragata Antonia Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do costume seguir para os portos do
norte.
Desdo j recebem-so passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suachegada. Eacommen-
das e dinheiro a fret at o dia da sua sahida as
horas.
Nao se recebem como encommendas seno ob
ledos de pequeo valor e que nao excedam a dua*
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicae
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
I cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia rna da Cruz n. 57,
1 andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir
Azevedo & C
didas, metros e moitas outras laiuihzas para fe-
char contas.
HOJE
Antonio Firtnino DoHMint far Teifio, por nter-
ven^o do agente Martins, de artMjus para car-
ros e diversas miudoaas ao correr do martello,
em pequenos-lotes para fechar aontas em sen es-
tabelecimeoto ra Nova n. 9, as 11 noias d
dia cima.
Da arcunro. generas c portea-
ees da taberna la ra la ma-
triz da Boa-vistan. ..
O agente Martius far leilao da armaoSo, gene-
ros e pertences da taberna cima, etn um ou
mais lotes a vontade dos compradore-, pois ge.-,
rante-se a. casa ao comprador do etabelecimento.
Sabbado 5 d corrente.
As M bocas do dia no mesmo estafoo lee meato.
AVISOS 8IVERS0S.
CMPA1IA BWSILEIRA
DE
Paquetes a vapojr.
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 de junho o vapor
Cruzeiro do Su',, commandante
Alcoforado, o qual depois da de-
mora do costuiae seguir para os
do sul.
Desde j recebem-9e passageiros. e engaja-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de soachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do da da
sua sahida. /
Nao se recebeol cono, cncommondas senao obr
]ectos do pequeo valor e que nao excedam a_ 2
arrobas de peso ou 8 palmos eubicos de medica.
Tudo que passar dosteslimites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que sua passa-
gens s se recebem na agencia ra da Craz n. 57.
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir
Azevedo & C.
CONVEN AOS KOIVOS
Um bom guarda-louea de amarello. 2 ndos ap
paradores novos, 1 tico apparotho de porcelana
com hstras verdes para jantar, e 1 lindo anpari-
Ihode porcelana com hstras douradas pan cha,
mais moderno que ha : a tratar na loja da ra da
Cadeia do Rccife a, 9. ____________________
Offerece-se um moco brasileiro para encar-
regar-se de fazer cobrancas, dentro ou fra desta
praca, de qualipier casa comniercial, dando hndoi
de sua pessa. Quem de sen prestio se quizer
utilisar, dirija:se a ra das Cruzes n. 9 pnnnro
andar, das 9 horas da manhSa ao meio dia, ou an-
uuncie por este Diario.__________________
Precisa-se de um menino para caixeiro : a
ratar na ra Direita dos Afogados n. 18.
"ZTeb casa de THEODOKO CHRIST1-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, enoontram-se
eflecvamente todas as qualidadu* de vinho
Bordeaux, Bourgogne e do Rheno.
--
AO PUBLICO.
Acuando-se bastante doente o artista Thomaz
ficou transferido o beneficio do aeter Couto Ho
cha para quaddo de novo fr annunciado.
PORTO POR LISBOA
Para os portos cima segu com brevidade a
barca portugueza Clementina, tem parle da sen
carregamento engajado, e para o resto que Ihe
falta, trata-se com os consignatarios Antonio Luiz
de Oliveir Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 57.
Aluga-se
o andar do sobrado da ra de Agoas-Verde* n
48, com bastantes commodos e mnito fresco : os
nrtendentes dirijam-se ra dos Martyrios 9. 4,
*> andar.____________________________
"Hospital portuguez
Oprovedor do hospital poriugaez de-
beneficencia em Pernambuco, roga aos
Srs. socios para que tenham a boudade de
reunir-se emsessao extraordinaria no din 0
do convite, domingo, pelas 11 horas da
manha na sala das sessoes, do mesmo
estabelecimento, aftm de se considerar e
deliberar sobre assumptos que muito im-
portam e dizem respeito ao referido hos-
pital.
Recife i de janho de 1869
O provedor
Francisco lodo de Barros.
Pata o Porto
segu at o dia 10 de junho a barca portugueza
Flix, de 1" classe. Tem grande parte da carga
prompla, e para o resto e passageiros, trata-se eoni
os consignatarios Thomaz do Aquino Fonseca *
C., ra do Vigario n. 19, 1 andar.____________
Para 0. Porto
A "barca portugueza, de primeira marcha, Nina
Sumpathia, tendo quasi toda a sua carga a bordo,
deve seguir Impreterivelmente para o porto acuna
Precisa-se de uma ama : na ra de Agoas-Ver-
des a 86, Io andar, a tratar no mesmo lugar.
Ama
Preeisa-se de uma ama forra ou oscrava, qu.:
saiba corinhar e engommar : na praca da Inde
pendencia n. 39 se dir para ondo e.
RITA
le
\DO
C
CABGf
esquina
da ra larga do
AO ANNEL DE OURO
UA
EO

esquina
Rosario.
Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre um sortimento sem igual*!
e vende por presos que nenhuma outra casa pode vender. a raa lar^a d0|tf
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.l r
Garante-se ser* tudo de lei.
vados.
Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele- Rosario.
A loja esta aberta at as 9 horas da noute.
UBTl


o
'*, .. > ~
Diarto de Penitmmco Sefcta fm 4 d Jonte d 1W.
a.

i i i
T"S
Wasej*-* tallar a<; SeYfiriw Daarte ; na n*
do Cotr.mercio n. 18, arma:'.em. .
Adtemcia,
IMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OMWA.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas effecturera no prazo
de 45 dias (a contar do l" de junho de
1869) a segunda prestacio de suas actes
na raz5o de 10 0 0. Para esse fim era
encontrado o thesoureiro, desde s 44 ho-
ras da manh5a s 2 da tarde de todos os
dias uteis, no escriptorio da companhia
ra do Commercio 31, 2o andar.
O art. 8 dos estatutos dtapoe que o ac-
cionista que nao reahsar a importancia das
prestacoes nos prteos determinados perde-
r em favor da compaahia a prestacSo an-
teriormente paga.
Recite, 31 iletnaio de 18C0.
The*. J"-'.
1" secretario
Os advogados Oditon Lim* e Gomes Prente tm
egeriptqrfo na rp* do Impeador a. 39, ,1 andar.
Precisase de urna ama:: na ra do Fogo
n. 31.
_ I ; c urna ana para (veuillar e la-
zer compras pVa casa de beraem s-'lteiro : na ra
Dir ta n. 8.
Ao coimnercio
Antonio Doarte Carnelr Vianna tem dissolvido
a sonedade aue tinha com os Srs. Joaquim Fer-
nandos de tWvelra e atoras Tacares d-Aknoida,
que gvrav* soft a mi de Garnei Viava fc L.,
em commercio de ferragew e mmdetts, Bcando o
activo e passivo da racima cargo do mesmo, ten-
do-se retirado os dous interessados pagos e satis-
feitos. _____________
Attencao
Precisa-se de urna ma Turra ou captiva que
saba cosinhar e engommar, para casa de familia,
paga-se bem! a tratar na praca do Lorpo Santo
n. ti, segundo andar.
Ama
Na ma da Prata n. 1, precisa-se de aro*
que ?aba conhar bem.
_---------------------------........,iii
Acliando-se Valeriano Manso da Cas-
ta Res, fra da administrado dd seno heos
desde 1800, em virtude de seMeoca pu-
blicada nos jornaes desta cidade, de novo
previno a todas as pessoas a que possa
mteressar, que elte nao est autorisado a
fazer contrato de especie algoHiaf e que
nenhum debito por elle contrahldo ser
pag.
0 curador.
Gervazio Rodrigues Vampello.
Precisa-se do-un caixeiro do Rwdefi a 16
annos com lioa conducta na ma da impentrizn.9.-
Precisase denma ama, forra ou eserava: na
ra de S. Francrscb n. o.
Bollos e bouquets para
Santo Antonio
Na roa estreita do Rosario sobrado de
um andar n. 35, faz-se bollode enconanen--
da para Santo Aatonio e S. "Joao, sendo as
encommendas feitas 3 dias antes ; bollos
enfeitados proprios para presentes, e tem
para vender boaipitots para eAfitar bollos,
por todo preco e a qualquer ora' que se
procure; prepara-se bandejas de bollos
para bailo e casamento, tudo por barato
preco.
-VULQH
N'ESTA ANTIGA .CREDITIT'A
FABRICA
DI
<310&5?a3 & .a^a
cossTirniiHTi bu coiflitq soiTiiim di
CH1FE6S DE L:
De todas as qualidades I
De todos os feitio I
De todas os precos I
RA DO CRESPO
o
Vende- se o engenho denominado Sa- ;
beahu, silo no municipio do I*, irlo Calvo, j
legua e meia dictante da vil a do mesnm i
nme edo respectivo porto de embarque,
com meia legua de trra, confirme re-
sam as suas esrnptnras, que serio apre-
sentadas ao comprador, parle d'dlas an-
da em inattas virgens. Me eom Corsa
de animaos, porm pode moer l em aoaa
> .
Nao tem obra nlgnina de importancia;
8 mas o sen terreno em fertilidade peral-
monte eopoeido como nm dos meliiores
daqnelle mimieiajio; podando saffrejar
m annualmente tres'mil pies do nssuear
i em varrea de massape amsreilo. < il
8| muito boiii asstu-ar : a Halar no mesmo
S engenho eom os nliai.v asignados.
Iteeife, S de junbo de t8i9
1). Mariana J. AcdMi Wumtertnj,
Antonio ri IWha A. Vanderley.
i
0 commeiul,!!.] i 1'aSso,
deseja alegw por mdico
preco as bafSJfs i Liga-
dos rio* seii gfti'i 'lo Co-
cunda, s quaes \o des-
lio a poni na estrada no-
va de Jleberibe at qimsi
ao luar de Agua Fra,
irha,
3 as referidas naixas ?e pre-lam
mullo a i.laulaco de capim, arroz e qnal-
qapr outras plantas que percisam de trra
frese* lodo o armo.
0 referido commendador nao duvtda fa-
zer arrcmlameut dessi^s terrenos e alaga-
dos por 0 ou mesmo 9 antrfe, e dar um
lianca
. '-----------------:-
Ama
Precisa-so de urna ama para todo servieo de
urna casa de um' s pessoa na ra do Rangel
n. "X3,____________________ '
Precisa-se de urna ama para cozinhar, com-
prar e engommar : na ra da Cruz a. 20.
a estrada velha
comprehetuleiido urna grande
Ao commercio
Francisco de Oliveira Franco c fes
Victorino de Sotrea, fazem publico parasci-
encia do respeilavel corpo do commercio,
que dissolveram amigavelmente a socieda-
de que tinham no estabelecimento de ta-
berna cito ma do.Rangel n. a, que gira-
va sobre a firma social de Oliveira ASonza.
por terera vendido o dito estabelecimento
livre e desembaracado aos Sr?, Ferreira A-
Irmao. no dia 2"> de oril prximo passado,
retirando-sc ambos oss<>cios pagos e satis-
COMPANHIi PERNAMBUGANA
Trocam-se
a notas do banco do Brasil e te cantas
som descont muito razoavet: na prac da
leodencia n. 31.
,t
Ha multa necessidade de se fallar
Pfocopio de Senna Santiago, na raa Di
s negocio que nao llie deve ser estranho.
tAS?? AS 3 saasn*-* fa"'os '10", "nl| MSS
'' sociedade. e rom quanto julgatn nada de\er
desua cxtincla liimasocia1, rgam todava
quem se julgar credor por qualquer titu-
lo a apresentar Ihes sua conta no prazo
de fl dias, Recife 3 dejtmhn de 1869.
HMI9
Aos senhores de en-
g-enhos.
Compra-se nm vapor de maior ou menor (<*&
nao ob quizer negodac, dirija-se i ruadas Cruzas n. o,
-criptorio de Antonio C. M. Temporal.______,,
" o Sr. rafita7 AuxiisUi l-eal Keireira, tenha
a bandado de rtfr-se a ra de Hortas u. (J6, das
6 as 0 Imras da inanliaa, on das 3 as O llora- i
arile, a negocio de sen interesse.______
Precisa-se de um menino para criado, de
Uhd6 de li annos : a tratar na ra da Cadea n.
"i*. lojB de chapns.
ntitulaio
jen rcetir-
ddactica Je
A'.il,.i Je oliir luz um opuscuo
Urna lira a sobre as Qao^as eriounaes
socontendo a exposicao em forma
tudo quanto so aelia i-.-Uibeloddo acorra de tal ma-
teria pob legadarao em igor,; tfabafho d sum-
na utilidade nu > para ai p^jas do ft\
ia i tambera para as de outr qunqner prblwao,
poisque mais ou menos a lote Mea a interessa :
acba-se renda na livraria rniversal. ra do
Imperador, pelo preoo fle 3j'HK)
Pnafea -e oV; u:ua boa (.'ozinbeira para casa
Jo ama familia, e naa precisa fazer compras : na
ua do Rangel ti. 7 se aira aouJe .
Ama
Da-se por inui nouco dfnlieiro um grande livro
...m 9 paginasHiNiotfieqne Orintale, ( l)c-
iomire l'niversell'ar Moiisio-ur D'tb-i:u toridad da Santa Sena Ain.Ti.-a M iidio(ial. eom
uro suppWniento e notas tudo marginado, ou ano-
tado pelo linado general Abreu e l.nna. i volll-
ine.TeuMiva Tbeologic, ou a faculdade iK>s
Sr-. Hip' de dispensar u,i eiupedmvntos puMi-
,l i matrimonio, e de provef espiritual mente
em todos os mnis c uns iv-crv.olus ao papa, eom o
appendix e illiislraeao da teniaiiva H)tH>logi(a ->-
bre o poder dos Uis;ms. f grossos volumes. y. ir
Antonio I'ereira de l'igu iroo. Diclionare de
lUeologie par B.*rf?irt\ 8 vlhwes. WieiimcHtos
relativos la vida publii del libertador de Co-
lombia y te Pern Siimn But*4r-i lo vuUuur
lli-iolre Nafrelle dn '.oro Hxwi, par.d. J.
Vircv, Ivotnmes : na ra do Hurtas n. 98, das 7
a '." boras damauhaa, ou 'das :i s 7 horas da
tarde._______________________
Prccisa-*e de urna a mi : na roa do H
n. % __________
n\ I.IVIIMUA FKANCEZA
I'AllV AS PCm-ftfl PK OMITO A.VrOMO.
s. i-icnno
ATTENCAO
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e especialmente ao corpol do commercio
' desia praca, <|ue no dia 3 de abril do corrente
anno, acabou t-ini o ncgoeio que tinha na roa do
Rangel n. 3 tanto de sna firma, como'da "pie ulti-
maieentc existia de Oliveira (e Sonsa, e que nada
lieou deveiulo desta, coma dai|uella; perm se
al.Loiem se julgar sea credor, api e.-eio seus docu-'
nientos na ra do Livrauento, sobral" n. i, no
praso Je seis dias. a contar de boje, para -. r pasto.
Serve-se o aiinunciante do ensjo para scientiffcr
a lote as pessoas ipie llie sao devedoras, que ve-
nbam saldar suas catas para se e.\itar de seren
avisados judicialnvmie pelo ;e i procurador.
Becife dejniili) de I8f9. I
FraneiVeo de "iivm-a- PVanco.
S. J.i.iOK
COirSIXlIO DE DIRFX^iO
Os Senhores.Saunders Brothers & C, Tasso
Irmaos, Luiz Antonio de Siqueira.
GERENTE
0 SR. F. F. BORGFS
Restando anda emittir algumas aeces d'esta companbia, da quantia nominal de
OOjJOOO cada urna, das qnaes so se aceitam em virtude dalei, 20'o, ou 405000 por
cada accSo; convida-se pelo presente ao publico em geral e especialmente aos Srs.
apiUflistas e inleressados no commercio, que qugiram dar eniprego seguro aos seus
apitaes, disponiveis, a subscivcr o numero de ac^ee que llis approuver.
Algumas destas achoca j tem sido tomadas po* pessoas que conbecem a vantagem,
de na presente occasio (conliecidimente a melhor), empregarem o diuheiro de que
poder'm dispdr em objectos de valor real, como vapores, predios etc., que rbes-garan-
tam seus capitaes.
A companbia possue boje 10 vapores, 6 inteirainente novos, e destes o ultimo est
a chegar tic Inglaterra, onde foi construido expressamente para ella.
Alera disso est edifleando vastos armazens, no terreno que possue noai^o d'As-
sembla.
Seus dividendos tem sido de 10 % ao anno, nos ltimos i annos.
As aeces qtie se emittirem gozara dos mesmos direitos, e percebero o beneficio
dos mesmos dividendos que os antigos em propongo da entrada.
Rccebcm-se assignaturas no escriptorio da conipanhia no seu edificio ao caes da
Assembla n. 12
M
A CGAW
coziubar : na ra
l'reoisa-se da urna ama para
.lo Qneimado n. l, I" andar.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, l. ANDAR.
Saoca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os segura-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Va'enca.
(iuimarajs.
:haves.
Viseo. ^
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez. .
Vianna do attelio.
Ponte do lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famacifc.
Lamego.
Lagos.
Covilh5a.
Vassal (Valpageea).
Mirandella.
Beja.
Barcellos. _
Na extraa de Joao de Barros,itio Cafando,
ha garrotes para venfler^-g no mesmo sitio pre-
cisa-so de um menino ou preto velho que sirva
para pastorar gado, quem pretender dirija-se a
esta typographia a fallar com Joao Ferreira, ou
aa loja de calcado n. :, ua do Livramanto.
Coirtecvo de soilos para bofnerfs i> se-
nlioras MOio mais a pl>rjiolp#a das
damas, varins jofi-os para soeiedade, eliara-
da e/jupasete, etc. etc., iPWPsoenWtta,
mais coro o canto das mp^.
I ni volme iiiiiiiame te mprsso IS000
Encontrase tambera nesta livraria, um
completo sortiinento >.! liveos e carles de
de sortes'pura o mesmo diN^rtimento das
familias. __
%A LIVRAH1A FB%CEA
No..-r.es de grarama'jcas para o ulb' da
inl'anci.i, extrantdas da grammatca porlu-
gneza do Sr. F. So'eio dos liis por Pedro
Nones Leal.
I'i-eco.......300r;
Nova i-dieo melboradamente augmen-
tad.
ores Ensina-se a fazer flores, fruetas, bolos, jarros,
cestas, etc., etc., com toda peieicao : a tratar na
na dos r.oelhos n. i*._______ .
Precisa-se arrendar urna boa casa grande,
para urna familia regular, e leudo ano com arvo-
iedos de frulna.-oo bjx de csptnj, as immedia-
cues desta Kfuc toifto leja Me*de, estrada
de J.a> de Barfof (fu Ponte '
livor : ijueira arrendar; an
certeza ie Vpie, pa?*-'- a coiitejraB
e da fon*.a que
Antonjo onealves lielu.; ., O. UMasta04
hado IHtrao. L*on#i dst Ltanla Uaabado, D.
Catharina de Ricci Machado, genros e Albos de D.
Perceveranda de Lacerda Machado, fallecida jo-
dia 31 de maio ultimo, confessam-se siunmaiaente
agradecidos todas as pessoas que se di^aaram
acompnhar ao ultimo jatigo, os restos morteesde
,-ua presada sogra e mfil; e convidam nao s a
mas Mssas, como tanibem a todas as
mais, seus amigos ou da fallecida, a as>istirem a
atsst solemne do stimo dia. que mandara rezar
fin matriz do Corpo Santo, no dia 7 do ranale,
.<~~ boras da manhLi.
Recife, 2 d^jpnbo
Precisa-se de tima ama para cosinhar,
na ra do Crespo n. 0.
Av>o as autoridades poli-
ciaes e a qnem competir
No dia 0 de maio do correte anno.
fugb ooscravo Rzequial, crioulo de 'Oi'M
armoadeidade. estatura regular, peoit cr bem prWa, -rabeen redrda, trajava ca-
rniza azu e cabja casseniira ciiizenta ; du-
rante o dia coslnma andar gannando as
ras, ouem armazens de assucar ou as
tabernas a conversar e a bel>er durante a
noite recetbe-ee a klliero abertus ou pe-
netraveis; a casas em eonstrnc^So e aoutros
quaesquer lugares onde' se possa abri-
gar; quem o apprehender tenba a bondade
de o cuiiduzir a na da Aurora m"2Gonde
ser gratificado. ___
quem a
Diario ; na
iroprfetrio,
. o que se
quer o que a asa sjjajvu le ua boin itM, y is
quanto ai prefo sera eatisreito o priprietario se o
predio agradar.
Cosinheiro
l'reeisa-se de um cozinhciro apa seja perito,
piefore-se escravo, paga--e hem agrSdarrao : a
tratar coid Jir<'TassW, ra do Anionm n 37.
Deelaracao
Luiz de taui&l/tpo*- ewibecido por Luiz Lopes,
declara nao ser elle administra lor do Alcacar
ansante ra de Santa RKa.
N'a fabrica do chapos de sol, rna do Crespo
n. 4, precisase de urna costureira.____________
Escravo cozinheiro
Aluga-se om escravo perfeito cozinheiro e com-
prador, para todo o servieo interno c externo de
urna casa : quem pretender falle na ra Nova
n. 20. ...
AJuga-se a loja do sobrado n. l, sita na pra-
ca da Boa-Vista, tendo conimodos para qualquer
estabelecimento : a tratar na ra Jo Alecrim
n, aix^
EMPRESTIWO SOBRE
Sitio para alugar
Prcisaise alugar mu
sUio,
_ pequen o
prximo capital e aos trilitos urbanos, e
or mdico proco: no langa- do Carino n^
.16 1 andar. i .',
TseToaquim da Siisa Aiaiyo e Carlos da Silva
Araujo, convidam aos saos J>arent* e amigos a
assislirem, sabbado 5 do corrente, as 8 horas da
manhaa, na igreja do Corpo Santo, a urna missa e
memento, que mandaiu celebrar per alma de seu
prezado pai, Jn Joa|n da Silva Araujo, fj
$
-ido em Santos no di fr de maio, pelo que
i se confe8am gratos.
(SEM LIMITE.)
% Iravossa da raa
das Cnizes a, % pri-
meiro andar, da-se |ual-
qiitT ijuautia sotoe ouro,
prata e pedras preciosas.
O dono deste estabetedmento,
competei ttwwiiiHe aotoiiiad peto
governd, est as 'ean4!?8e.9 de ga-
rantir a transado que se fizer em
su a caaa, prowettendo todo c zelo j
e cansideracao a pesao que se
diguarem era noar*-lo Mf.ieu esta-
beecimeiito.
Na masana caa empra-se ouro,
prata a brilbaiites.
O aoaixa assignado. .ai. re ido prevenir que na
propriedade do vincule denominado Paratibede
Cima e Hm.'ira, do q1' ,; nisenora a luulher
do aliaiio assignado, por f llecimento de seu ir-
mao o major Salvador Coellio Jelmimmond etl-
*U(|ue#an*e, algnM se sirva do san nomo, e facari-
dade sua para tirar madeiras ou fabricar earvo
as jjatas da dita propriedade ; Deja nresente faz,
pubneo a qualquer d'-siiiieris.-ado na eonserva-
cio das ftaus da mesma pj-.priadado, ^uo nao
concede, como nao conceden anda, emeJtiairt
fiopldade.JJ que ftodem os dijps interessados, -
rula. &jfc*fzrs; kTttHHUtttt WR^i
tuna prata eseravajqoe sirva para tomar eenta da
m ta|a>lro4% (azwa*i vender na ra: a tratar
na ma So Cretpo n. w.
9
Precisa-se de um homem com pouca
familia, e de boa conducta para encarre-
ar-se do ensino de preparatorios, no po-
voado dos Montes (Una) ptima estacad da
viaerrea aonde peder adqjmr rauitos
akpnos, com tanto que soja perfeitamen-
te habilitado as materias mais necessarias
do curso preparatorio: tratar a ra do
Ouro a. 32, portad de ferro,
YW coasentimento do abaixo assignado, se qfijfff
utilisar de ditas matas Ajsim tambem fazem pu-
blico o abaixo assignado c sua mulber, qne estio
dispostos a cpntrau r por venda aparte que tem,
eia dita aropridad" : qncm, pas nnaf negocia-1
la, deveairigir-se esta villa, onde rsidm, certo
___________Abxandre Ferreira dos Martyres.
O abaixo assignado f;u sciente ao respeitavel
corpo do commercio que iu.da julga a dever nesta
praca e ncm fora delta, qaem se julgar credor a-
presontem seus dbitos no [irazo de tres dias.
- flae* & djaa*a-de iftfc}
________________Antonio Jos Vieira.
Precisa-se d nraa ania para casa do ftomem
solteiro que cosiuhe e engomme : a tratar na raa
Imperial n. 47. *
aos Srs. Atmeida & Vianna, com todas as (azendas
existente na mes/K,T;______
Precisarse de um caixeiro qu^j tenba prikt
Precisf-se de um caixeiro ijuo tenha praticj
Precisa-sfi driima ama para casa de nomem
BRASIL E PORTUGAL
Situado em un dos barros maj centraes de Paxij
inerpaes tneatros e outros muiton dJvertimentos, e
aratode* og pootoi da Ea^4^ apbadP ^JSL
tendo potlpadoo seu iwwprt^rielario a despfaasjw
aceio, toHia-sAjortante vaclajosaoicnb3 reca
taguereR, a ohthj eneotrartte-sempre aqaella
immediartis doa
dos canubhos da
aoi fghhoxes brasileiros e por
ieitjada em paiz ealranho
PIULAS, vino
E
vikopi:
DE.
JURUBEBA
PREPAHAOO
PEtO
PHARMACEUTIC(>

loaqiiliai de Almelda Vmi:
As pieparages de jurubelia sao hoj,-.
vantajosamente conhecidas e prconisa-
das pelos mais babeis mdicos, tanto da
Europa como do pk, pela sna eflkatia
nos casos de anettiia, xblorwe, hjdrepia,
obstruccao do abdomen, e tamben w e
menstruacao dillicil, calharro na b^siga,
etc. etc.
Yendem-se em porco e a retBw na^ei-
dade do Recife. pharmacia do seu compo-
sitor, ra larga do Rusario n. 10. jtmtoao
quartel de polica.
Acha-se fgida ha oito mesea a prrta s-
crava, de naco, de neme Maria.cuD *.0 auuos de
idade, baixa e cor fula, consta que diz ser turra, e
anda vundendo na freguezia da Boa-Vista, eom
unta bandeja piolada de encarnado, roa mu'
fugio : graliliea-se bem a quem a ai'm-tteno& r.
Ieva-la a ra Imperial n. 103.
Ama de leite.
Na ra do Imperador n. 61, 2 andar, prarisa-
se de urna ama de leite, agradando paga-a
Precisase de una ama de leite. prometwit-
do-se pagar bem com a condicao de ser boro o
leite e nao trazendo ella lilho : a tratar na roa d
Crespo n. 18 loja de fazondas dos Sr. Awlrade &
Mello.______________________________
CASA 10 F0R1WA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n._3 e casas do toatmee.
O abaixo assignado tendo vendido ms renj>_wat-
to felizes bilhetes garantidos i inteiro d. 4048 eoro
a sortc de 4:0003, 1 meio n. 793 rom a surto de
7005, 2 quartos n. 'i62 com a sorte t 202^-
outras muitas sortes de 100, 4tA* e 2* da.
lotera que se acabou de extrabir era bmt&ik-
da matriz de. Buique (107"), convida aoo possai-
dores a virem reeeber seus respeelivos pre-
mios sem os doscontos das leis n eaaa da Foi^-
tuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 2* parte da lotaria a
beneficio da matriz de Floros (18), q_e so e_-
trahir sabbado ."i do mez vindouro.
Precos.
Bilbe'.o. .' 4#00
Meio.....2*0W>
Quarto.....1^600
Em poreae de 100* para cknav
Billiete. ... 3fe
Meto......1*730
Quarto..... 875
Manoel Martina Phiza.
Na antiga fabrica de fogos de artifirio da nova
Rufino, existe um completo sorlimtnto de nidi-
nhas, craveiros e pistolas, objeelws propriOT para
os festejos das noitesde Santo Antonio e S. kan,
tudo por commodo preco, e como seja a fabrica
distaDte da cidade, as "jissoas que quizerem ft-
zer suas encommendas, jioderan kva-ras ao araia-
zem da bola amarella, no. oito da secretaria d
polica, ondd tainltem acharao af antestra.
Joaquim Ferreira dos Santos, prtfcs-
sor de danca, chocado uttimamenle da Eu-
ropa a esta provincia, lem a honra de par-
ticipar a seus Ilustres habilaales, e mu
principalmente aos dignos ehefes de faaUias
que lecciona em danca debaixo de toda a
regra na casa de sua resideacia roa do
Imperador n. 75 ic andar, as tercas e
quintas-reiras, das 3-horas da Ude, ats
!0 da noute, e aos domingos de manhaa e.
a nonio. Promptificando-se" tambem, a ir
as casas partcurares e cdWegTt nos Bbs
que i ara issojhw designarieaa._________
PreciTa-se de una ama para cttiafcar; a
ra das I.arangoira- n. 8.
Roga-se ao Sr. Joo Isidoro de Nojosas Va-
rejio o favor de comparecer no larg du CoriK-
Santo n. 19 ( pavimento terreo ) a negocio d* seu
interesa. ^____ _
AMA
Precisa-se de urna mulber que saiba engommar
para urna casa de familia : a tratar na na du
Caj^jbiifeii- W. fraadar. ^ _
= ProeLsa-so do nina mnlfcer pal roai-kar v
fazer mais alguin servieo de casa de pooea fami-
lia na ra de S. Joito, taberna nova. __
Frederico Maia
r
^J^^t^S^tlXt Jn^^ffiftft principaesiornaesdos dous P^-o der^o,
ean* as itomdj 4e ansica ata. m. Toda* ata* w\WW jMlOjL ^yyllf^l^ ^ualJM^ aos senho-
seo mw^uz. res pssafnri da repblicas do i?rala, porajae al_ da senMAanca da nagua, al en-
, ttSd Lino da Rocha. 3ntrf ?0 muitwldtWs beapanbees, por que tanHw ete asi 4 bastante fe-
Sacretario^da comniissad, I qtWQtada,
Ctrarglie tentlsa pla
de medies-Mi
Tema honra de participar .a wapaiiaiaipwjy;
60 desta capital e seus suburbios, r ~
su gabinete de consultas e operacfl
ra rfireiu n.!?, primefro aada
rocurado todos os das da Shori iw.
da tarde. Elle sena-se uiuipuiwiu-ii
tadb para com perfeicao eolloear dentes
poTqnalquerdossystemasebem assim
nhar iiualquer outro trabalho coneerneB
prolisso. O mesmo, reconhecendo qne
prepossivelssenhoras ou craas i
proco;aro remetfo,.Qf(giao se a remo'
quer obstculo, declarando qae na dade
tar a qualquer chamado sem qne isso rP1
algnma na commodidade dos precos de ~
mas, e quando para fra della assim
precedido de um aiuste rasovel
kguraneje perlp^
seu gaaiaete ^ a<
lente pos denfMcii
tos odontalgicos : roa Direito
andar.
Vende-si Trjn cmm de O!
Filhos & C, feFgo do
Sanl* y9f Bt
Libras estorHhas.
Vinho moscatel de Setubal.
Potassa da ^jpwft 4F barris
ditos.
Panno de algodao da fabrica de
Veibo, para saceos a roupas de
iO
H
[]rn namM-wn
Precisa-so de Um oficial da faawpina sana un
trabalho qne podar durar um mez : trata-se na
praca do Paraizo a. 24.
V *
>

V-

-
-
A


Diario de Penutttboco Sexta eira 4 de Juuho de 1869.
/
r

>+
!
CONSULTORIO Wm OHKKO
DO
M. P. \. LOBO M0SG0SO
3Ra da Gloria sitio do Fundao3
M POR m 08 SISTEMAS
Cousullas todos os das desde as 7 horas da manliaa at as II.
Visitas em casa dos doeutes de 11 bocas em diante, em caso urgente a qualquer
hora do da ou da noile.
Nao se reeebe-m cltamados se mo por escripto em que declare o norae da pesoa,
toda ra e o numero da casa.
Esnecialidnde em partos, operares, molestias de roulheres e meninos.
Cura radical dM molestias venareas, e dos estreitamentos da uthera.
Curas radical das molestias do tero, como lceras, flores brancas, anienoni,
vegetaroes e catarrbo, etc etc.
Recebe-se escravos para tratar de molestias ou praticar-lhes qualquer operario
;irurgica. Diaria 200excepto as oaeracOes.
Os melhores remedios horoeopathicos conhecidos. e por precos muito com-
modos.
estreita
preel**r
coiu quem
dirigfts*.*iBie9M> que aohar-ii
tratfl, .____________
Prw*s-*e de uia hwniin pavftJnlur de-en-
geniiS : a tratar n* roa *> W n. 8, ,-erist com
pondo de fcht.
Na ra d,
i do, Cabui n, i compra-M onrp. prat
prectajgM presos inal's van
que, ca/putra qualquer m&,

"Res**! pel*>BegBdi> vt aoiSfe ** Jacan-
Iho da 8Wa Mtopvniattr no sobradoid ra da
Crine* n, 9, i tnt, A nejfocio de'c* mterwse.
m
PreWsa-se de un ama par* wifwmiwr, lxvnr %
mais^Irttn'Servipo dirasa de puifjV tSinrtw; a
tratar na luja u. i5, esquina damero di" neos.
ESMERALDA
r pm**.-3tr<;nm-1e*tfp : a trtar na Mwi-
teirtf taberna dd SfTSH? (*) oh na rn do. Grwpo
.2i
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca, e por precos o mais resumido possi- ^X'&tt^Stil
muilos outros arligos que m encontraran
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pen- ir examinar.______________
Ama de leite.
PrciN^ de urna ama para c>Kahar : na
ra do Padre Floriauo fi 71._______ *
TMniME
Precifa-se de urna ama de letie, phrferp-se a
mulher livre e sern lilho": na rna dM Cruzes n.
33, i' andar.____________________'
Na ra do Torres n. 12, 3" andan precisk-se^
de una ama que cngomme com pcrfeicao, paga-
se bem. a______
Precisa-se alujar tua sobraSTii'" barro de
Santo Antonio, que tenlia aceomraodaces para
posea familia, e que atoja lirapo, prometteud i-se
; muito zlo na conservagao da Inupezi: a tratar
na ra do Crespo n. !*, loja de fazemlas dos Srs.
AndradeA Mello.._______________
BAZAR UNIVERSAL
ORna NovaO
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que so ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos, os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposic3o serviros a electos para almo-
co e jastar, salvas, bandejas, taboleirns, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senlioras, randieiros para sala eoimademesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos e
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
\ baler ovos, ditas para amassar farinha, ditas
| para fazer mantean, camas de ferro para
: casados soltciros e crianza, bercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de halanco,
espelhos de todos os lmannos, moldaras
para quadros g*/., baldes americanos, gu r-
iinmidas, bwiquedos para crianoas, um
completo sortimento de <;estinlias, oleados
para sala e u esa, tapetes para sala, quarto,
Compra-sehfcedt': de ooro e prata, bem
ima libras sudinas por raaior prero que
em,,wifra parte: na na do.. Crespo dh ?*
.prtodatfc_____________^_
,EH casa de Th.eodoro snw. *<:.
rpra 6e a bem- pretoio niada* dupr
ctirtho viMho: Recife; largo rJO'Cfjrp
gaft'o f. %'. a
Oompra-se
na padarta da Ttw4>ireH 8i, um esoraw de
meia idnde, o que ?irv fi*rz Sti
o.
Compra- i ras* quanli* alguns commo-
dos, eom sitio, e ffto (Aja m jugar nwrt per'
dcsiacidade : a'tratar na raa da lmpentrizn. i,
3o andar.
Na praca da Independencia n. 33, loja deon-
rives, compra-seonro.prata, e Wras prmosas,e
timbemsefaz qualquer obra Je eucoiimeiida, e
t ido e qualquer conerto.
RIVAL Si SU
Ra do Quemado n, 49 e 57 loja
d rhiudezas de Jos de Azeve-
do Mata t Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est qneimando tudo quanto tem em seu
estabelecimento para acabar e fazer novo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
vero que borne barato.
Garrafas cm jagua florida ver-
dadeira......
Garrafas com agua divina dame-
lhorqualidade .
Latas com superior banha fran-
ceza .....
Caixascom l frascos de cheiros
proprio para mimos a .
Dita comi" frascos muito finos
OI6o baboza muito fino que s
a vista, .....
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de p de arroz muito
superior .....
Pegas de babadinho com 10
varas ......
Caixa^Vcdondas
iiioi
H50
2^500
>H(X)
5500
mi
>G00
>300
VENDAS.
As tnboas da redacto dw pasoa a nedidas
antipas no novo systeina inelrie > j vice-vrsa, ja
bem conhecidas do pnlilleo, continnam venda
as mesmas rasas, a saber : livraria friiuce*a
ra do Crespo n. 9 : encadernacao parisiense .i
roa do Imperador n. 71 ; l^j-v fl papel e objteloa
de eseriptorio rna da Cadeia n. 31.__________
- Vende-so a dinheiro ou a praso a padana a
vapor sita em Un, a qual se aetaa livre e desem-
barazada : oS prutendentes podem entendor-se no
ni topar com seu proprietario, ou eam l'oeha
Lima & Gnimarae, na roa da Cadeia n. 40, e Ne-
comedes Mara Preire, no ea^ de. Apollo
taruga
emitando tar-
de cs qualquer
unlms muito i-
deutes fazenda
de cores
do gaz
vel. Tambem compran ouro, prata e pe-
dras preciosas i
13 HA DO C tBU X l
wmmwK dos mmm
16 RA DA CRUZ-18
1$. AUTOPIO, $. 90A4I S. PRlu
Ha diariamente sortimento de boNinhos para cha", podins, pues de l, bollo inglez,
presuntos, ditos em eambre, pastis de dilferentes qualidades. Papis para sortes,
boHS simples e onfeitados, amendoas confeitadas e coufeitos. Vinhos finos engarrafa-
dos, superior cha Hisson, preto e iniudinho, fructa em xaropes, ditas seccas e ebrista-
lisadas, assucar candi, xaropes refrigerantes.
Recebe-se encoinmendas de bandeijas para casamento, bailes e baptizados, com
bonitas armaces de assucar, sendo estas preferiveis as de papelo: bollos etc., paes
Vende-se urna esi rava de 32 annos de idade,
com habilidades, cozinha, engomroa, cose, e faz
doce, tudo com perfeiraa, a qnal mulata ecsta
pravida : a tratar uo pateo &> Tergo n. 29.
Librase ouro nacional, moetlas
de 5 francos.
edoende-se no arco daConceiro na loja
Vurives, no Re^afe.
Queijos do serto
Vcnde-se queijos do sertodo Serid ama de
Horlas n. 4. "
Parafogo8.de Santo Antonio,
8. Joo e S. Pedro.
L1MAI.IU D FERRO (milito nova).
DITA DACO dem .
DITA D'AGULHAS.
Vendem-se na botica e drogara de Bar-
tholomeu & C.
34RA LARGA 1)0 ROZARR)34
Precisa-se de urna ama de leite : na ra Nova
n. 52, 2o andar.
GAZ GAZ GAZ
VERDADEIRAS
PILUUSdeBLANCARD
m
CO IODOMETO DO FIMO HMLTCRAVCL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DI MEDICINA DI PARS, ETC.
Tossuinto u proprtedades do lodo el do terr*. convem ospocialmenie nat MVICOOla
scunnJLOSAS, a Tisca no principio,a fraqwia di temperamento Unibom no euoa do
Palta m efin, amehobrhf.a, em que precisareagtr sobre o sanrur soja para restituir
Um a aua riqueza abndencia normaes, ou para provocar a regular o seu curso peridico.
K. B. O iodcreio da ferro impuro eo altcrmdo 4 am medicamenio infiel,
trriunt*. Como prora de pansa da saitienndade di *er ! da r.mmtmrl dave-M exigir DOMO rila 4a prata) raloalia a
osaa rma, aqni raprodaiida, croe m arh na parta inferior da o
ratuia var4c. Dere-M detconfiar dai falsileacos.
I eam t*4aa em pbamreiaa.
Maratafatirtaa, na Jawajarfa, 4,


Madama Puecb faz publico, que tendo ven-
dido seu e-labelecimento denominadoHotel de
Europe,e retirndose do paiz, jolga *nada de-
ver nesta praca, porem se alguem se julgar cre-
dor pude aptseutar sua conta at o dia 12 do
corrente. Igualmente pede aos seus devedores se
sirvam vir saldar sua contas e nao o fazendo,
Ibes repetir este pedido nominalmente pelos jor-
naes.______________________________
Precisa-se alugar um escravo para sefvieo
depadaria : a tratar na ra Imperial n. 18:>.
Veneravel ordem terceira de
Nossa Sen hora do Carm do
Recife.
Oecor anuo I i
O mestr de nmcos da veneravel ordem
terceira de Nossa Senhora do Carao, con-
vida aos rutos oovicos a se rennirem no
consistorio da or<\em, domingo 6 do cor-
rene as 10 horas do dia, para se tratar
de negocio urgente e imoortante.
Recil'e, .'I dftjunho (k W69.
niestre d' novisos,
Manoel Codito. (} ni maraes.
O iquidatrio da niassa fallida de N- O. liie-
ber & C. Suceeesores, paga o dividendo todos
os dias nteig, do meio dia al 3 horas da tarde, na
praca do Carpo Santo p. lo, 1" andar.
COMPRAS.
Chefou ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ru* do Imperador, um carregamento de ga;
de pr*icira(|ualidade;oqual se vende em partida-
o a retallto por menos preco do que em outra qual
quer part'. ______ ___
BaTa^s"
a t200 o gigo : na ra da Madre do Deosn. 7.
Gigos eom :to libra?, muito boas.
Vende-se um sitio que tem de tundo 600
palmos, a casa edificada do novo, e tem bauho
airaz e l'ruetciras, na l'reguezia dos Al'ogados : a
tratar na ra do Padre Floriano a. "I, 2 andar.
OB Sit. OtUETEIROS
Bartholomeu &C.
VE\EH
S.1LILRE refinado de Pqualidade.
ENXO-REemcyliudro
LLAIALHA de ferro muito nova).
DITA d'aco (idem'.
DITA d'agulbaS.
E todos os mais pivijarados para os lin-
dos fogos de cores na sua drogara a ra
larga do Rosario h. 34.____________^_
Estopa da trra
Vende-se estopa da trra, propria para, calafe-
tar embarcaoSes, da Semala-Nova n, 1.
Pecas de (ita
largura
Escovas para
as .
Escovas para
multo fina .
Pulcciiiis de contas
para mininos .
Caixas de linha branca
com 5U novellos a .
Caixas de liilha branca do gaz
com :0 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores
Resmas de papel pautado muito
fino '.
Pares de botes para punhos
muito bonito -
Libras de 13a pa a bordados de
de todas : s cores
Pentes com costas de metal
muito lios
Novellos do linha muito grande
para croxs
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de buioes madreperla
muito lino .....
Sabonete muito linos GO, 120,
10, iie.....
Pecas de fita de la todas as
cores ......
Espelhos domados para parede
I0GOO e .....
Espelhos. de Jacaranda muito
fino fe......
Pecas de trancas brancas e de
cures de caracol i
Pares de meias croas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com 4 fo-
Ihas ......
Cartilhas da doutrina as mais
modernas k
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos
550)
1240
jBQO
?5800
|M0
3040
4f)000
nao
8^000
,5320
J320
im
uOO
*3U
$500
I ^300
2000
>00O
4320
l,-)500
400
S no Bazar da Moda
RIA NOVAN. 58 ES,p.\A DA OE SAN-
TO AMARO SE VENOE:
Para enhora.
Lindos leqoes. a imitacao desalal*
U e 2.^600 rs.
Ditos, com lentijujlas faaenda fina a 3#
e 40iu.
Ditos elsticos, a imitarau de marfim, S#,
9S, 11,9 e 154000.
Coques da ultima niod lizos e coa re-
des de contas a 35, 3$oOO e 40CO
Ditns cum lindos enrolles a i$, 4'oC*-"
5,f e 5^500 rs.
Ditos com botes de flor de Iaranja para
noivas a 5).
Ditos de cachos (alta novidade fffl Pa-
r s!| a 65000
Lindas chapelioas do. patha da Rala t de
fil de seda, guarnecidas onricos e ele-
gantes enfiles ultima moda a 1# 18#
e20.
Chapeosinhos de veludos de lindos ae-
delosa 155, 185 e206000.
Ditos de palha da Italia muito boa eo-
feiUdos a I2B, 145 e 155000.
Ditos i'e peimas (novidade) para eiihoras
i 170000.
(oirinhos de fil preto para luto a 9&.
Chapeos de palha afflericana enfeitados a
I&500 rs.
Ditos de seda para sol fazenda boa a
;i,j,(i5u00, 105 e H4O0O.
BasquiDeUde guipur branco bem enfei-
tadas molde ultima moda a 15$, 180
e 20,5000.
lilis pretas com ricos enfeites de n-
drilhos a 185 e 205000.
Sintos ricos de selim com lacos a 5/?,
65, 75,.85, 105 e 125000.
Lina linda e rica giianiiiTio cor de rosa,
a Maria Rosa, (alta novidade) por 800.
Grinaldas de flores muito lindas (>'#, 6#,
75 e 85000.
Candas de llores de laarajeiras para
noivas a 45500 e 55000.
Especial sortimento de gravatinhas para
senhoras.
Siutos de p;illa muito lindos a 35CCO.
Luvas de pelica a duqueza, brancas, de
crese pretas, o par :i.)000.
Blonde de seda preto e.branco rom sal-
pi;os e ramagecs, o metro a 255CO, 3#,
45800 e 6*00.
Enfeites de palha muito lindos para co-
ques a 15500 e 25000.
Guipur preto e guipur branco, tazeodaj
nova, para capinhas, coi pinitos, basqnaes
etc. etc. benitos padies, o metro a 3l00,
35500, '.>, 'i5500, 55, e C.\
i brande mh Lmenlo do bicos e rci4as de
'guipur brancos, e pretos com fio d
Compra-se
ouro e prata e pedras preciosas, no arco
da Con:eieo, na loja de -Miiives, no Re-
cife.
W .tU L0J1A BLV D CHESPO >. 173
DE
Anluies liuitai'cs & (j.
e baldes de todas as
0 MUSEO DE JOIAS
zn
&0IWES DE MATTOS IMMOS
tendo feito completa mudanza em wu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com oflmde
dar-lhe maiores propor ao publico em geral e com especialidade as Exm. ___m
Sras. de-bom gosto a comparecerem pessoalmente J G^
das 6 horas da manbaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontrarlo um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantea, esmeraldas, rubina e tudo q.ne em obra?
de ouro, prata e platina se pdde desejar.
ADERECOS DE BRiLHANTES, ESMERALDAS E RUBIHS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de.
prata contrastada e de gosto ai-oda nfto visto, e completo sortimento de
objeetoe de prata para uso das grojas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garanten,
aqualidade osobjectos vendidos, -
0 MUSEO DE JOIAS
Fognlnhos ohinezes ttrtificl es
para noites de 5ianto Antelo
e S. loa
Acaba de chegar grauda Bortiiuento dos mais
interessantes fuguinos chinwes e de bengaila ar-
tifioiaes, proprius para meninos soltaren) dentro
de salas, sem queiraar up olender por seren fa-
bricados especialmente para divcilimento de
enancas : no armazeni .do yapor francez, ra
Nova n. 7.___________________________
Carne, de porco
Na laja da roa do Queimado a. 10, a *)0 rs. a
libra.
Taberna
Esleirs da buha
qualidades.
Cambraias de cores, percalias, finas brr-
lliantinas de cores, lanzinhas de todas as
qualidades, etc. etc.
Ricos coi tes de seda de cores e pretas
lavfnas.
Ditos ditos de cambraia branca bordada
para easamentos.
Riquissimos cortea de vestidos de bkmd.
Poupelina de seda, novo gosto no mer-
cado.
Damascos de duas larguras de tudas as
corea.
Sai a s bordadas de novo gosto.
Catoi&as bordadas para senhora.
Basquines pelas de seda.
Casaqujnhos de casimira de cor de novo
gosto.
Ricas colchas de seda adamascadas.
Ditas adamascadas decores.
Alpacas lisas de cores novas.
Ricas fronbas, lencos, rendas e bicos
bordado.
Bramantes e bretanhas finas e nraitas.
entras fezeadas due se/ia eofadonho men-
fazenda superior, de diversas laiguras e
precos muito baratos. ]? -
EsparliHios brancos e de coresjnuito
bem feitos a W, 40, 8500, 7 3 p 8*.
F.nfeites para cabera e.-peeial sortifflrut",
-$. S e WCOO.
Meias avias, fa/enda superior, o par 25-
Corpinhos enfeitados de delicados gos-
tos a M e le.
Meios corpinhos de fil preto e branco a
^300- .. .
Lindas e ricas guarnieres de coi e ja
prnpta8 para vestidos k 10,-5, \*lb, fie
15(jlK)0.
Born9 de laa e ?eda, moda el. ga .le a
20f5K)0.
Cuchins de laa de cores a 5->, <; >, o 8j>.
PARA BOHK.NS.
Chapeos de sol, fazenda superior a 8$,
U)B e 180000
Chapeos de castor branco, fazenda fina,
o forma a moda imperial a MOOO.
Corrate de plaqu iguaes s d ouro tmna
porb/,' l.,5e i 5000.
Bengalinhas de canna com cast5e marfipa a id e 5|JO0O.
Ditas d'ago e lenb.ajjasr-ul(iia0 goslojMW.
Ditas fanlazia muito lindas a i 5000
2^000.
Bengalas fortes (para dar no Lope|) u
U e 26500.
Chicotes para montara, de 16 a a*U0-
Camsas com pellos e collarinhos u^ li-
nlio deitados milito benditos, ns. S8 e 30
a S,M)00.
lE'mutos outros artigos tanto paia fio-
mens como para setitfas e cri ncas
assim cmo um completo e especial sorti-
mento i proprio, e se vende mais barato do que
em qualquer parteno Bazar da 5loda de
JOS' DE SOL/.A SOABE.S & C.
i yeoJe-se a taberna Ja raa ca Conc Jidia n. '.13 ;
a tratar na mes[ria.________________
- Veadem-se duas casas terreas, uraa siU nos
Aogados na ra dos Pocos, entrada'la Pyranga,
com 3 safas, > qnarto % eoshlla ; out* m
Guinda na ra do Amparo n. 13 : i ta-alar nesta
typographia.
mm
fcaa.
n
ggffl..
nti-ha ra do Ranget n. 3
ATTENCO
Contna pechiacha
Manteig ingleza Qor tOOO a libra rae-
llior do que ja" annuciada pelo memo
preco, np antigo etabeleciineni.o tu ra
P
7^^

Na ra de Apollo a. fc?, V andar, vendeairse
saceos cem farinha da trra a, BlOflO, PQpa saceos.
Pechinclia
Veadem-se vidro para tidraoa, sortidos e de
-boa qualidade, e bem aoondicionadiis, a 121 a
caixa, em porfi e aruibo : na. im do Vicario
Vendtfe
i : na roa do Gai se
om escravo pardo, sem vicio e fiel, prbjfrio para
manhaa at as duas.
^^1 &ra*-'H3S ^*l Al Aade de
32.aanos, perfe, ; ejiccmmjfleixa : a
tratar nutna d* ArarYTnri^'VlitnBr, 6 as
ahorra ila mai|Daa,ln da tida tay^wafadtati*.
l uopr.rr*-d pateo *
ii.. f ~ "
NOVO SYSTEMA
O Campos da ra do Imperador n. 28
tem para vender as medidas do novo syste-
ma mtrico decimal tanlo para seceos como
para lquidos.
Indispensavel...
E' mleiramentp indispensavel s casas de
negocia cujas compras e vendas sao effec-
tuadas a peso, a novata bella com indicador,
para de momento se conhecer a exacta re-
dcelo dos antigos pesos para os do novo
syslemji, cuja base o kdogramma, acom
panhaudo a mesma tabella urna outra pela
qual edm a mesma facilida le se conhece o
preco (prrespondente entre um e outro sys-
tema. Becommenda-se de preferencia a
outra qualquer tabella pela sua fcil com-
prehenfio, ainda~ para as pessoas menos ha-
bilitada em comraer'cio e calculo. Acham-
sevftdana ra do Imperador n. 28.
Tabellas vermicidas
c arn n. :
Manteig ingleza a 040, NO, 1*- a itfftM n. a
libra, cha hys*on e perola a 1*800 2*800, 3* e
3#90. a iftca. '
m
nio Nuue^djaCa^ro.
jfugo eificaz, e preferivel a todo os.
los, j pela certeza de seu resulta-
pela fcil applicac5o as creancas.
impre mais atacadas de t3o tersenl
vezes fatal soffrimento.
Ai
v<
conh
do, efl
quasi sei
emuita*
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e dr^arla.
Barthomeu & C.
i Ra largado Rosarlo-
Si
m am
ni \Y\m\ik n. 53.
Ha para vender um completo sor-
timento de fogos artifi'wes, lan.t
para Si as., como para eriauoas, Um*
tollas blancas e e .cui*s, Gom %
4, 6 e 6 blatas, fonlainas. cravei-
rHs, tadiofctf smdlk c dobradas..
lilgdi'.tillllil.S. l)US a|WS. illuHllllaa-
8$ JriBte de %&, 4a *pasmos de%3
aitura oto, oto.i luto por um dos
'inlhores artMas 'deMe ^eieny.'-1!
Tambem ha para vender salitre, en-
xofre, breu, fio," facas c garfos
de diversos precos- e qualidades, |
bandeijas linas qua4ra,das e ovaes ;1
aim do grande sortimento de ler- J
rageiis, miudezas, culetarias e trem
apara cozinha, etc, etc.
Ba Direita n. 53,1 oja de .Manoel
S liento de 0. Braga d- C.
mmwmwmnmmmmL
\ At que chegaram
SYSTEMA DCIMA,
Grande factura de 1,500 series de
isos kilogrammas em series conl
etas de lodos OS tamanhos, me-
.joresde comprehender do que os.|
q^e tom vindo ap mercado assim]
comomedidas de metros, chegaranij
smente de encommenda propria'
para a casa de Manoel Bento de!
Oliveira Braga 4 C., ra Direita n.t
S3, e com diminuic.o de precos,^
venham em tempp.
Novo Iyio, de sortes p^a
8. Joao eg. Pedro
A fylhonissa de Endor. Dteiranncte
inditas hteressantes, a 640 ris o-, ei-
,e#p|lar, ru estreita do Rosario n. 12,
Wuwaulliaide Gualdo de Mira, na eajea-
djwjafiif parisiense roa do Imperado
livraria econmica de Nogueira Medoros
a ra do Graspo o. %*


wm

OftWItldLlWaaiibobo ^tSxto/ttlra- 4 oaO(llMhoH(lJ>l%^ia
wr oh

I" 55-HUi
LOJA
y?
8J DESEAS
c
AFFONSO MORELlii TE11P0RAL
Est queimando os bjeetos abaixo decla-
rados pelos precos seguintes:
Frascos com agua de colonia
Piver verdadeira a.....
Pautes de travessa para meni-
nas a .........
Thesouras jiara costara e
uahas a ......... .
Frascos com tinta a 10!) rs e .
Libras de linias pa borbar .
Novellos do linha com iOOjar-
das a ;.......
Frascos com oleo de biliosa .
' do todas as imaliiia-
o ., a 80, POO, I2U m
idinhos o cittie-m ios a
SOfc gflp, 700, 8)0 o .. .
Garrafa com agua divina .
(roza de boQS de loucs a .
Pet-as de lita para > Q U)
varas a.....
Caixas de igatbas francesas /
os com banha 8S0 e .
i ibta eam papel .misado .
Dito bejra dourada a .
^)itas envelopes a
s ipatinbos de lia para meninos
Pecas dertranca de caracol e
Pi'oeis pn barba a
Pares ile suspensores a .
Frascos com agua de co ouia
320. OO, POO o.....
Pciitcs com costas de metal a
Cartelras de marroqmm a
900
320
400
ICO
GSOO
60
320
249
1,1100
160
500
160
100
700-!
10000l
500
400
900
aoo
800
320
400
Garrafas com tinla rocha
I. iros h:i;i;os para UiaOS. .
Pares de botoes para punb a
Frascos co:n ebeiros 500, 800,
\\ m croas para'hqmos du-
s a.........
tomadoras pira cofeifi a .
Liha de 200 jardas du*a a'
io com cprxtes 2 ordena
R ras de cera, lodo prc{P.
Bspellios grande? cora moldara
dourada......
Ditos p tmen s /..... ...
p, cas de lila [tara do/tutq do
vestido ...'. t
l 4ocs de ac paracollot? .
A rail para roupa(P,) a. .
Calcadeiras [tara sapilo. .
Kodes pretas. para cab'.os. a .
',>/.;; de bt'ies de ae pora
cali ,;.> a
Libras de liabas de cor para li-
nbavar costuras a......
Tubos ou chamiiK.-s para cun-
dieiro a gaz a......
Globos para os ditos Ivie
Trocidas para os.ditos duzia
Pintes preos para tirar piolbos
Ciiipics minio Linos a' .
Cartas francezas a .
Ditas portuguesas a 120 e.
CURAS IMPORTANTE
Co xaropc Vegetal Americano ef>ccialidadc ue 6Vtholom|coC:
34,RA LARCA DO ROSARIO.3
i
800
200
200
3,?200
45000
300
1 .200
80
2fj00
200
500
15200
3;O00
too
600
200
1,5000
300
2->0UO
200
300
20500
21K)
200
WoS costnmamoa procurar alletlldos pira acreditar
nos-os preparados, e deixamoi que ana applicaeto e os
resollados oblidos pelas pensoasqne se dignaramacceila-
loa, Ibes deera crdito eroga porque tao sempre os
atlesiados consiJlridos fraloilos, deH's qoe tanca
mo o cbarlalanisDjo; as ni qnerando offender a pes-
soasqoeespoiilanetnieDte nos offcreterem, os qoe abano
to transcriptos, os tazamos pablrear OMoifeaUudo-lhes
nossa "graliilo pe* attenco. espertado qoe renham
ellet corroborar o eoneeilo, e ateeila^k qee tea mere-
cid< nosso aarope. fon*o/o*to C.
TTtSTADOS.
Illms. Sr. Bartholomeo kC.t com mais sabida
Mtisfstlo qne declaro ser o tarop Americano de ama
efflcacia extraordinaria, pois qne soffrendo bt dias de
intensa tosse, t ponto de nao poder dormir a noile a
despeito mesmo de medicamentos que tomaya, elle
recorr e na terecira colber fui alliviado, e de lodo me
acho boje reslabelecido com o oso somonte de quasi
ero frasco: grato pois 4 este resultado manifest i
V, Ss. men reconliecimenlo. De Vr. Ss. amigo, re-
nerador e obrigado. Manuel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa '0 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeo A C. Penhoradissimocom
e faior que me Hzeram de consol bar o aso do xarope
Vegetal Americano, de sua eoropoecAo. enando me
arheva bastante doente de urna constipadlo, qae me
tornou complelamenic rouco e quo trouxe urna forte
tosse. e me inapnssibilitoa de cumprir os tneus deeres
de cantor da mpreza Irric*, ou agradecer-Ibes mea
completo reslabelecimento, qae obtire com um t dro
do mesmo xarope, depois de baver recorrido a muitos
tratimentos. Desejarei qne ontres como ea recotram
ao sen xarope pera se vereta simados 'de to lerrivel
incommodo, lio fatal nesle paiz. Com malor conside-
raco conlindo a ser de Vr. Se. ltenlo, venerador a
obrigado. Luiz Ciemon. Becfe 25 de selembro
de 1868.
Illms Srs Bartholomeo 1CO xarope Vegetal Ame-
ricano qne Vv. Ss. tm exposto tanda de loda effl-
cacia para o coralito d'asihma, can forme obserrei ap-
plicando-o a meo lilho Joaquira. menor de qualro
annot; riclima d'asse flagello. qne at entiopor espaco
excedente a dous aonos bata resistido a oniros xaropes
de grande nomeada. Queiram pois Vt. Ss. aceeiler a
expressao altamente sincera de mea Teconbicimento ao
meritorio serticn que Ihe preslaram com o indicado
xarope, acreditndome para sempre de Vt. Ss. criado,
alenlo e obligado. Araerico Nello de Mmdoeca.
Itecife 2 de outubro da 1868.
i
INJECTION BRO
lljlenir lufallltel e Preaertailta, absotuumeuiu a nica <|<.ecuM xm ueuhuin aduiuto. V.. ui 4
ai principar boticas de mundo. (Eligir instraeeaa 4a ase). (M annaa de exisuacia.) Faria, ea ca
4a toteater BBOU. boalatard Mcenla. Ha.
L
o-tlao de
Superiores saias brancas bordadas a 5. 05, 8,5 e 10^000 cada urna.
Ditas de cambria de escocia transparente j feitas a 6r50C0 cada urna.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Correa de
V^concellos & C.
Os terdadeiros COtlARES ROTEH, os nicos upprotados pela
a Academia de Medicina, tcm assim como os meos outros productos
attraliido a ctipidei dos Calsificadorcs, que para fucilitar sua criminla
industria naosepejao, nem receiaS annunciar tender falsos Collahbs
cois kkv aroiu. En prerino as familias paia ntm-sse de scus fillios
,que, para etitar falsiBcacoes, devem exigir, que meus CoiXA&aa Ibes
aejao tendidos em caixas de tambas de encaixe e corredias cobertas
por h ettiquetas com a minba marca de fabrica e encerrando nm
prospecto circunstanciado, e selladas por urna medalha com o letlreiro.
COLLAR ROYER. Rae St-MartiD. 225. Pars.
XAROPE
VEGETAL AMERICANO
ESA LID ADE
DE
BARTHOLOMEO&C
Pan con certa as losses amigas e recentes, calai-rhtj pulmonar, asilrna; tos ronehias, o em goral contra todos os sofirimeDlos das vas respiratoriii.
DEPOSITO GEB.AL
SOTICA. 3B DROGARA
34, RDA UnGA DO R0ZARI0, 34
PERNAMBUCO
A thertpentica das di tersas molestias do peito, desde
a pbarfngile ou mal da garganta al a tubcrculato
pulmonar, passando pelas ditersas bronebites catarrhaes
e o empbrsema acaba de ser. eareqoecida com mais
ate medicamento, qne tomar .a priueira ordem entre
lados ate boje conbecidos. 0 xarope Vegetal Americano,
garantindo paramente vegetal.' nao conten em sua
compoHcio um s tomo de opio, e sim somente soc-
eos de plantas indgenas, cajas propriedades benelicas
a cora da molestias qoe perteocem aos orgos de res-
piraio foram por nos obsertadas por longo lempo,
com ptimos resultados cada tea mais crescenies; pelo
que nos julgamos aulorisados a compor o xarope qoe
agora apresentamos, e a olerece lo- aos mdicos e ao
publico, l'rotasaaa com os altealados abaixo o que te-
tamos dito, e cantamos que o conceito de qoe j' gosa
xarope Vegetal Americano crescera de dia a dia,
4ixando muito apos de ai todoa os peitoraes em toga.
Illa. Sr. Bartbalomeo tC0 xarope Vegetal Ame
ricano. preparado en saa conceiluadissima pbarmacia,
r um til remedio para combater terrirel aslhma.
Sofra ea aquella molestia ha qualro metes, sem anda
lee combatido os ataques mensaes qae tinba ; este ultimo
qae ti ve foi forlissimo que me pro-ion por 8 das, osei,
Cid o sen milagroso xarope, tomando apenas tres
i. at o presente neo fui de noto atacado. Praaa
, qua ea tiqae iwtebalecide por ama tea. Rendo-
Ihe, pois os men* agrdecimentos por me ter alitiado da
to homtel mal. Com a mais significativa gralido,
subscreto-mc de Vmcs. aHecluoso e reconhecido criado.
6'ererino Ovarte.Sua Casa 14 de fetereiro de 1868.
Illms Srs Bartholomeo *rC. Depois de qoasi seis
mezes de soffrimento com nma tosse incessanle, fastio
extraordinario, expectorlo de um calarrbo amarella-
do, e perda total das forcas, que o menor passeio
me fatigara completainenle, cansado de tomar milis ou-
tros remedios sem resultado lite a felicdade de saber qne
Vmcs. preparatam o xarope Vegetal Americano, e com
elle, gracas a Deas, me acho reslabelecdo ha mais de
dois mezes, a robusto (orno se nada litesse soffrido. A
gralido me forca a esta declarnco, qae podero Vmcs.
fazer o uso qae qaizerem. Sou com eslima de Vmcs.
muitos respeitador e criado. Antonio Joaqmm it
Cuatro < Siua. Ilecife 8 de fetereiro de 1868.
Atiesto qae nei do xarope Vegetal Americano, da
composico dos Srs Bartholomeo 4\ C. para cora da um
forte defluio qoe me trnove urna roaquido, que me na
fazia edlender, inflammaco e dor na garganta, tosse,
grande falta de respirarlo, e Hquei completamente res-
labelecdo com nm ao tidro do mesmo xarope; pelo
qae Ibes protesto eterna gralido. Ilecife 10 de Ja-
neiro de 1868. Joaqun Perr Ar*lti*iimu>r.
Esti. raconhecidoa.
SOFFRIMENTOS D'ESTOMAGO, CONSTIPAQAO-
Cura em poucos dias pelo CARVAO DE BELLOC cm p ou ein pastilhus.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. e**-*ancccdcs saodia-
sipadas rpidamente pelas PER0LA8 D'ETHER o D' CL1 .lil.l>.
ANEMIA, A PALLIDEZ e os soffrimentos que nccessilam do
emprego dos ferruginosos sao sempre combatidos coin o imliior resultado
pelas PIllUAS D VALLET. Cada I'ilula teiu iuciarado o nonio t4U.IT.
P DE ROG. Basta dbjaolter un frasco deste p em meio
garrafa d'agua para se obtri' uiua limonada agrdate! que purga sem fa-
zer clicas.
VINHO DE QUINIUM.o'e /barraque. Este vinlio, um dos
poucos cuja coinposigao garantida constante, urna das iniTliores prc-
l>arai;oes de quinino, sem acQ3o notatel sobre os convalescentes, dando-
lhes forca e apressando tolla a alude. Cora as febres antigs qu re-
sisti ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maor parte d'estas moles-
tias. Como as acialtcae, lombagos, catarros, e todas as dores neitosas em
geni ato curadas pelas pirlas de essencia de thereihtina do
T)r. Clertan. 0 professor Trousseau em sen Tratado de Vieropeutica acn-
seiba aa para, seren tomadas na occasiio do jantar, na dse de 4 A lt.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.-
Garantido puro e de prlmeira quadade, um dos poucos aprotados pela
Academia de medicina.
AVlaO. Todoi ete* meiicftmentot foram aprovados pela Academia
imperial de mediana de Pars.
DEP08IT0
- F.n., %. wvmmm, i, ,.. j.b
RM"Utn- -BST1 EmUn | *<"< H-aaaetC-.
Balda.. Uawae^C1*. 1 Ceara.....aticaa et C.
COMPANHIA
h abrica tle lecidos de a
Ferirao Velho.
O superi'.r patino ile algo.lo desia fabrica, mui
vantajo;amenU' t'onhcciiJa nesta novincia e as de
Pernamlmeo, Parahyba Hio do, J;ineiro, pela sua
perlBn3o ib; ii'i'iJ'i/ela-iiciil.uli'. o l'.ciah-za. conlt-
ntia ascr vrntlido'no ostT|itofio da mesina ami-
panliirt praca de Pedro 2o desla cidade, casa nu-
meto 't.
Afim de que os numerosos e importaottit senha
res de enp'iiho, btm) como <>s scnioros cnportado
res de assucar, tanto desla provineia como das
cima mencionadas, possam com facilidade pro-
vor-se das manufaciuras tiesta fabrica, a gerencia
da eompanhia annuncia o.ae as ha venda nos
secnintes lugares:
Nesla cidade -n^sen escriplono o as casas dos
Srs. Domings Jos de Farias e Jos Nones Gni-
maraos, ra do Commcrcio.
Em Pernambueoua casa dos Srs. Oliveira, Fi-
Ihos & G.
No Pila-cm casa do Sr. Joo de Albtiiiucrque
Mello.
Na Ca-!anha Grandeem casa do Sr. Norberto
Cavalcanli de Albuquerquc.
Ein Comaragibe -na casa do Sr. Joao Vioira de
Lima.
Aletn do panno apropriado ao ensaemento do
aesucar; a fabrica possue mais urna quadade de
panno mui forte, adoptado ao systctna que tem os
senbores de engenlio do norte da provincia de
mandaran despejar nos trapiches de Pernambuco
o assttcar quo alli vao vender, corr o que os sac-
co sri'vcnrpara muilas safras.
Para coupa de esclavos ou de trabajadores do
campo, c para toadlas b lences do servieo diario.
ba una soperior quadade de panno de 28 polle
gadasdo largura, muito forte e espesso, parecen
do-so bastante com meia lona. Os presos sao os
mais mdicos poasivels. Macei 30 de margo de
1809.
LOJA
IUVAL SIM Sldl SDO
Ra do Quemado ns. 49 e 57
ojos de miudezaz de Jos de
Azevedo Maia, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecimenlos por isso queram apre-
ciar o que c bom e baratissimo.
Pares zervla nova a......2#000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......1#500
Duzias de meias croas para ho
mem a........3,-)80O
Tramoias do Pono fazenda boa
e pelo preco raelhor 100 attos a 5200
ijvros de misses abreviadas a 2I000
Duzia de barallios francezes muito
linos aSiOOe.....580C
Silabario portuguez com estam-
pas a ........ 5320
Grvalas de cores e pretas muito
Anas a........ 0500
Duzias de meias para senhora fa-
zenda boa a......
Redes pretas lizas muito Anas a
Carto'es com clcheles de lato
fazenda una a......
Abotuaduras de vidro para colete
fazenda lina a.
Caixtt com penna d'aco muito
unas a 320, 400, 500 e .
Cartes de linha Alexandre que
tem 200 jardas a
Carreteis de linha Alexandre de
70at200a......
Caixas com superiores obreias
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Libras de pregos francezies di-
verso lomapuo a. .
Livros escrfpltrado para rol de
roupa a. ......
Talheres para meninos muito
floosa. ,.....
Caixas com papel amizade muito
fjno a........
Caixas com 100 envelopes muito
linos a........
Pentes volteados para meninas e.
senhoras a.......
Thezouras muito finas para
unhas costaras a, .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80, 120 e- .
Varas de franja para toalnas fa-
zenda fina a. .
Duzia de phosphoros de seg-
ranos da melhor qua)idade a
400 e.....; .
Pecas de fita branca elstica
muito fina a. .... .
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a......
Percas de tas bordadas com 3
varas a .......
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 25000 a .
GrozaA de botoes do loflcajpmito
finos a......'. .
DO
GALLO VIGILANTE
Usa do Crespo u. 7
03 propietarios leste bem eonhecido estabele-
cimento, alera dos muitos objectos qtie tinbam cx-
poslos a apreciacao do respeitavel polKooi man-
datam vir e acabam do recober pelo ultimo vapor
ta Eurooa um completo e variado sorlinienlo de
linas e mui delicadas espi^ialidades, as qUacs es-
li resolvidos a vender, como do sen eostume,
por procos multo baratinbos e commodos para to-
dos, com tanto que o (Jallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas c de uiui lindas cores.
Mui boas c bonitas gollinbas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para etiques.
Lindos e riqttissimos enfeitos para eabeeas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores rom vidri-
lhos e sem ellos; esta fazenda o que pode baver
ih) melhor e mais bonito.
Superiores o bonitos leques de DiactreperoU,
marllm, sndalo o osso, sendo aquelles blancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Eseossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vendoram por 3000
a duzia, entretanto qoe nos as vendemos por 20,
alin destas, temos tambera grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas. .,)
Roas bengalas de snpertor canna da muta e
eastao de marfira com lindas e encan:adoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de raelhor se
pode desejar ; alera destas temos tambern grande
quanlidade de oufras qualidades, como sejam.ma-
deira, balcia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cnieotinhos de cadeta e
de oulras qualidades. ... ,
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias do seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 airaos de idade.
Navalas cabo de marran o tartaruga para fazer
"barba; sao muito boas, 0 de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, o nos por nossa vez tam-
bera asseguramo sua quadade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina o para croxe.
Linba muito boa de peso, froim, para encher
labvrintho.
Bons baralhos de cartas para voltareto, assim
como os tentos para o mesmo Ilm.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhores c mais conheciios per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitara a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores (testes prodigiosos |
collares, e continuamos a recebe-los por todos os j
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao tim
Sara que sao applicados, se venderao com um mui
minuto lucro. .
Rogamos, pois, avista djscbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes c amigos a vircm
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Oespo n. 7.____________
4-5000
320
020
500
i000
100
100
504
20000
240
120
210
700
600
320
500
320
160
500
PASTILHAS ASSICAUADAS
DO
DR. PATERSON
De Msnmlh e nagnezta.
Remedio por excellencia para combata
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etr.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu & C.
34-------Roa larga do Rosario-------34.
Barato que admira
Quartos da latas com bolachinhas de boas qua-
lidades a llOf, caixinhas com ameixas, peras e
figos a H40O, cerveja Bass, lulers e- bel I ingleza a
800 rs. a botija, vinho a 400 rs. a garrafa, azeite
doce de Lisboa a 880, arrox de primeira qualida-i
de a 120 rs., caf a 220, sabio a 180 e 220, cha
iniudo bom a 35100, dem ado a 3.3, alpiste a
240, toucinho de Lisboa a 4*0, roarrnelaaa fina a
780 a libra, doce degoiaba fino em latas e eaixSes
de diversos tamanhos por commodo pre$o : s na
esquina da ra da Penha n. 8.
RA? FOFT7LA5
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEMA FEDEBICO & c.
Acaba de ohegara este mercado urna porgad des-
te bpttat rapf, nico que pode supnnr a falta do
prineajzadc Lisboa por ser de agraflaverpertame.
E' fabricado pelo syatoma a mitecao do Areta Pre-
ta, porm tem sobre este a vantagem de ser viaja-
do, o que para este artigo urna especiadade.
as prfccas da Babia, do Rio de Janeiro e outras do
imperio tem o Rap Popular sido asss aoeolhido,
e provavelmeate aqui tambern o ser, logo que
seja coafiecMo c apreciado. Acha-te a veuda
por preco commodo, e para quem comprar de 50
libras para cima, far-se-ha um descont de 5 0/0,
e de 500 libiias para cima o de 8 0/0 : no^scrip-
torlo de Joaquim Jos Goncalves Beltro, ra do
Gommercio n. 17.
T#lrWa#M sel/alijae*. S holW
tros, osnpmKrimfo
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Oreve pautado e liso.
finlios cm caixas de dezc garrafas
Bourgogne.
!deiraV-"-*OBl
ennitage.
Chamblis.
Licor de curaco de Hollante em caixas de Tin-
te e quatro botijinhas.
GESSO, .
Kosarmazens de Tasso!rm3os.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmaos
CARRVIIO DE FERRO
Para senneos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoes de um para outro, lado pelo
mdico prepo de 12*000 cada um.
Farinha de trigo de Trieste
Das melilotas marcas Panonia (verdadeira) Fon-
lana e grande sortimento das memores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de arinha de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso I nulos. "*
Cemento romano
Nos armazens de Tss Irmaos.
Cemento hydraulico 125
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algeroies, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcSes de
cincoento barricas se far reducto no prejo : nos
aimaiensde Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland era casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc. <
De differentes qualidades para cercados de ani-
maes, chiqueiros para galinhas ou jardins: nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso Irmaos.
CAITOS DE BARBO
Na ra Nova de Santa Rita, na antiga fabrica de
sabao, ha para vender por preco o mais mdico
possivel, canos francezes para edificares e esgo-
tos de toda a quadade, superiores a todos os que
aqui tem apparecido pela sua solidez.
PRECOS.
IV540O por cano grando de 3 e meia ^llegadas.
1/200 por dito de 2 o tros quartos de dita.
IIOOO por dito de 2 e um quarto de dita.
500 ris por pistoleta de 2 pollegadas.
Coiovellos, curvas canos de niaior grossura,a
vstase far o preco. Compras maiores de 2003
tem 5 por cento de descont por prorapto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrilhar casas terreas comasseioe precos
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri-
llos de cosinhas em sobrados, pelo scu asseio e
evitar a passagem de aguas para o andar ;iferior
e mesmo o perigo de fogo, aos pregos de 30000a
453000 o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fabricavde sabao, e compras maiores de 2O0
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-sc ver as amosiras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: no armazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
do Tasso Irmaos.
O melhor cognac Gauthier Freres: no arma-
zem do Tiso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India de diversos padrees e larguras, por preco
commodo.
Macarthy
Machinas de descarocar algodo.
Hojc que est reconhecido quo as machinas de
serrote prejudicam e quebram a fibra do algodo,
prpeiso recorrer a machinisino menos spero,
que produzindo o mesmo servieo que aquellas, e
facilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da la,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodao descarocado
por aquellas mencionadas machinas, que estilo fi-
camlo em deuzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da antiga holandcira, que nao pode competir
pela mordsidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se lornam as maij proprias para o
nosso algodao, porqae ao par da facilidade e
promplidao conserva a fibra da la, que mpa por
ella, quaflcada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendo assim entre 11 TO por 0/0
mais do que a laa limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ba muito
esto adoptadas no Egypto, aonde as de serrle
(bram inteiramente abandonadas, e por isso o al?n-
do aquellaprocedencia, sendo di quadade rio
da nossa provincia, obtem hoje do 10 a'por
0/^) mais do que o nosso : yendem-se a 150/000
nos arraazpBs de Tasso Irmo?.
Oleo de aniendftas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de TassoJIrmaos.
Charutos da Havana.
Excedentes charutos da Havana e_ por baratissi-
mo preco : em casa de Tasso Irmaos, ra do
Amoritn n. 37.
Relogios de ouro.
Helogios de ouro de patente com bala neo de
ehronometro do famicerado actor John Rogers, no
escriptorio de Tasso Irmaos.
Pianos inglezes.
Pianos inglezes do bem conheeido autor Charles
Cadby, no escriptorio de Tasso.
Ac ue milito.
Nos armar* ns de Tasso /rmao9.
BARRIS DE SALITRE
Noi armazens do Tasso Irmaos. ^^^^
A NOVA ESPERANZA
21 Ra do Queimado--2)
Advertencia!

Se
alcatrdo.
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado,' q*e t5o boa
acceitacSo tem merecido R'esta provineia,
muito se recommenda para a cara certa
das impigens, garras, caspas e todas ai
molestias de pelle.
Deposito tnico,
Pharmacia de Bartholomeo & C,
34ra larga do Rosario34.
MASSA c XAROPE
DECODEINADEBERTHEI
Preconisados portados os mdicos contra osj
DE1XUXOS, CATHARROS, E TODAS ASI
IRRITA COIS DO PBITO.
.. M. B. O Xaropt de Coina que mereci a\
honra, Um bm rara entre a ileikeme*toi\
nmmoi, ele ser registrado como um do medica-1
mentos oflidaei do Imperto Francei d'epcnsat
qualquer elfgio.
AVISO.' Por causa da repreliens'mi ful.-i-j
Reacio que tem loicilado o feliz rcsirltudo Jo!
Xarope e massa do Bcrlh somos Toreados a I
temblar nneesies medicamentos laO jusUnicnteJ
conceluad#t fd te
Tendera cm eaiim-
lias e frascos levando
a astignalura em
frente.
46, Bue du cole, t na Pbarmacia CciHral I
de franca, 7, fue de Jouy, em Paiit, e e
macias piii Iraall.
A Nova Esper?nca, ra do Queimad
h. i\ ttndo em (iepositOfgfanrJe quantidade
de imodezasy e como Sjert*?'035'"13 tem-
10 em que tem ce ser dado o balanco, por
9o desde j previoe^ao respeitavel publi-
co, qoe est resolvda a vender suas mer-
eadoiias pelo-bamtissimo prefo, para assim
diminuir a grande qtrilidade das que
tem : assim pois, venham os bons fregue-
zes. e os que n5o forern venham ser fregue-
zes. em lempo lo opportnno quando
NOVA ESPERANCA convida-os peehmcha-
rcm, pois que para comprar-se caroy n<5o
falta aonde e a quem...
Elle quer e ella qner
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosto e perfeig5o, e ella (loja da Nova Es-
pranca) qner sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos)
Nova Esperanra roa do Queimado n. 21,
alm do grande sorlwiento que j tinha.
acaba de receber mais o seguinte :
Bonitos broches, pulceiras e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeit bollos e
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas trancas da
seda e de la, para enfeites de vestidos.
Botoes de todas as cores e moldes novos
para o mesmo fin.
Trancas pretas com vidriihos sendo com
pengentes e sem elles.
Botoes pretos com vidriihos com pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, i-amurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula, mar-
fim, osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21, na
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellectro-magnett t
eos contra as convulces das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ah intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias n3o creem (comprando-os]
no effeito promettido, o que s pdem dar.
os verdadeiros; a Nova Esperanca, portt
que detesta a falsicaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade.
fez urna encommenda directa destes collares.
c garante aos pais de familias, que sSo o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean
Cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulcScs, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para sen
filltinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando entSo ser di-
lcil alcancar-se o effeito" desejado, embon
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
FLORES
Realmente at onde pode chegar a per-
feit.o darte e relativo a flores, a Nova Es-
peranca apesar de ter constantemente re-
cebido flores, confessa que anda n3o havia
recebido, como as que acaba de receber! !l
nao exageraco ellas confundem-se per-
feitamente com as naturaes, e sao feitas
com tanta perfeico, que preslam-se min
bem ao mais caprichoso enfeite das Exmas.
do mais apurado gosto I!! expleiviido o
'ortimento, constando de modernos ramos,
rosas, dalias etc., etc., de lindas cores,
proprias para enfeitar-se coques, vestidos,
chapeos ou outro erifeite que babil compra-
dora i|uiztr preparar, assim pois qifeiram
as Exmas. viremapreshk o jardim da Nova
Esperanca ra do Queimado n. 21, que
est replerto de flores.
i
CARNAUBA
Vende-ae superior Cera de carnauba era de -
cas, par preco mais barato do que em outra quas-
quer parte : na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da SiLva. ______
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galoHpeaa.
Depsito especial
Pharmacia de Bartholomeo 4 C.
34------Ra larga do Rosario-----34.
COGNAC.
De superior qualidade da raiii acredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, feroecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Jnst, ra do
commercie n. 32.
ps de laranjas cravo, j plantadas era cigo para
mudar-se, da china, ps de frucu-po de massa,
de parreiras de diversas qualidades, e de rosas
em Parnameirim, sitio junto ao portio do encana-
mento.
^.\.CRM% .*
^wMtia.&.
Aiegrai-vus myope's, e presbytas, j po-
dis ver de longe, j podis ver deperto,
nao ha mais vistas curtas, nem caneadas.
F J. Germann acaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortim nto de
oculos, lunetas, pince-nez, Cace -main, lor-
gnons, de puro, prata, tartaruga, marflm,
ac, bfalo, ncar, unicornio emelchior;
assim como binculos de urna a tres mudan-
cas para theatro, campo e marinha, da ulti-
ma invenco; duquezas, vieneaas de 6, 8 e
12 vidros, tudo dos mlbores febricante da
Europa.
0 mesmo vapor trou-
xe urna excellente ma-
china para graduar e
observar numero dos
vidros qoe senecessita
conforme a"-vista de
qualquer pessoa.
Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
tos de mathematica, barmetro*, vidros de
chrystal do rocha, e de. cores para resguar-
dar a vista; eoncerta todos os ofejectos
precos commodos e com promptido ; tira
o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
encommenda relativa a ptica.
Recebeu tambern os excedentes relogios
do antigo e afamado fabricante Roben Gerth
cC, os quaes vendem preces commodos
garantindo a sua superior qaalioade.
l
Vende-se um cavallo, novo, andador balxo
por commodo preco : na roa do Rangel n. 39 se
dir quem vende, ou na roa Imperiai n. 173.
Vende-se um cabriolet de quatro rodas com
arroios para um cavallo: a tratar na roa das
Cruzes n. 41
-
v

Vende-seumseim e,m meio uso: na ruaad
Conceicao na Boa-vista n. 1:

APIr-!.".' S


mm
tri de PJrnanibcO Sexfa feira 4 de Juuho de
-*

. *


0 cordeiro previdente
Ra do icin(Io ti. 16.
Novo e variado sortimento de perfumaras
linas, e outros objcos.
Alm- do*orapleu>.ortiionto de perfu-
mara, de quu*Bffectivamento< asta provida a
loja do Cordeiro Previdente ella acaba de
reeeber um outrtr'sortimento que se torna,
notavel pela vartedade de oojetos, superiori-
dade, quafidailes e commodidades de pre-
sos ; assim, pois, o Cordeiro Previdente. pede
e espera continuar a merecer a apreciado
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidSo
e barateza. Em dita loja encontrai-o os
apreciadores do Jwnt:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadtira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingle/., americana, fran-
ceza, todas dos memores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor d larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacJo do
asseie da bocea.
Gosmetiques de superior qualidade c chei-
ros agradaveis. .,
Cepos e latas, marores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
* outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos o
francezes em frascos simples eenfeitidos. .
Essencia imperial do nao e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome yerdadeiro.
Batracio d'oleo de superior qualidrade,
com escolhidos cheros,em frascos dediffe-
retrtestamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Dito* muito fmos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos saboneles imitnnda
fructas.
Ditas de madeia invernisada contendo li-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papefo igualmente bonitas, tam-
bera de perfumaras fip.as.
Bonitos vasos de metal coloridos, e >de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p do arroz sem composicao de
heiro, e por isso o mais proprw para cran-
os.
Opiata ingleza o franceza para denles.
Pos de camphora c outras dilferetes
ualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coqnes.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com ftlets de vidriaos
e algens d'elles ornados de flores e fitas,
estao todos expostos < aprecac3o de quem
08 pretenda comprar.
G0LL1NHAS E PTNU0S BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeica.
Fivellas c Olas para jatos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
to, ficando a boa cscolba ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de melhor se pode encontrar neste
genero, sobresabindo os delicados ramos
i valbados para coques.
rara viaseni.
Bolsas de tapete e carteiras de couro, por
.recos commodos.
Chapelinas de palba da Italia mui bem
jifeitad.i*, c .'>:f'?ites de flores obra d, bom
^osto.
E assim muitos outros obiectos que se-
rio prsenles a quem se dirigir (lita loja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
). 16.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Previdente ra do Queima-
do n. 16 acaba de reeeber um bello sorti-
mento de trancas de palba para enfeites de
vestidos, outras para chapos, coques etc.
udo isto est sendo vendido com a sua bem
,ouhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
ara vestidos ; assim como um variado sor-
dmento de gallos do 15a, babadinhos de
ambraia com bordados de cores, cuja va
riedade de gestos os tornam recommenda-
los e apreciados ; comparlo pois os pre-
bndenles que soro servidos a contento.
TAO BEM RECEBEU.
Novo provimento do bicos e rendas de
juepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homeo-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Qniniado n. 16.

1'--.
Vi
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
.t ^Da-ufo jwaaaTQaa-a-<3 .. FLIX PEKBIItA HA UVA.'
. O proprifitariod'este.estbelecimoftto convida, ao respeitayej publico uesta ca-
ntal a vir surtir-ae do grande sortimento que tem,de fa^endas, tanto-da moda com le
lei, assiin, como de um grande sortimento de roupas para homens q.meninos. 6 as
pessoas qua nfigociam em peque* escala, tanto da prafia.como do mat <*est8 casa
podero fazer os seus sorlijaeotoa em pequeas ou grandes porcoes, vemjoqlo-e^lhes
pelos precos que se compran* as casas inglezas -, assim como as aKcaHaoi&SHBaa fami-
ias, podero mandar buscar as amostras de todas as fassendas, ou.se Iba as mandam
evar.em suas casas pelos caixejros d'este estabeleciment, quft se acha aberto cpn-
staiitemente desde s 6 horas da manba s 9 da. noHe.'
CHAPELINAS
DA 'Jioqmi i -
ULTIMA MODA
CJiegaram para a loja do Pavao as ais
ricas o mais modernas chapetnas Tica-
mente enfeitadas, com enfeites e fitas de
setim e de todas as odres e com ricos bicos
ile lriond e asmis lindas e finas Dores,
vendendo-se cada urna pelo barato preco de
.150000, garantindo-se serem mtrito mais
benitas do qae outras que se vendem em
oitras partes a 20> e i5, entre ellas
hn mais A qae um mdelto, tambem tem
muitas de pratinho, proprias para mocas e
meninas, isto na ra da mperatriz n. 60
loja do Pavao, de Flix Pereira da Silva.
Esplendido sortimento de

Casemiras da moda
.i NA m3
MMi IIO PtViO
inho degestivo de
chassaing
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por excedencia para cura certa]
las digestes dilficeis e completas, a calmar
as dores gastralgicas, e reparar asforf-as
produzir.do urna assimula<;o completa dos
mentos; sendo jnais um excecnte tnico.
PIIAB31ACIA E DROGARLV
DE
Bartholomen fc C
34RA LARCA DO ROSARIO34
DK
FraaeiM>o Vatouio de Carvalho
A *tapanhla
(SUCCK880RBS DK RB80 & MORA)
Ra Nava n. 24.
Os propietario* desta cstahelecimento fazcm
dienta ao publico ijua acabam Jo reeeber um.fer-
feito e vanado sorlimanto de pannos Bnos, case-
miras, brin^ c oatra fazendas de gostos modernos,
a alos scienficam, qae tendo admitMo para sua
jfflc'ma do alfaiate um artista hbil no desempe-
abo de w funesoes, recebem qualquer ene^m-
'neada do, roupa por medidas, prometiendo satis-
izerem com ponttialWade e presteza (jalcraer pe-
Jido noste sentido.
Alpacas lar radas de eres a 5 O brecasacos
Alpacas a 560. Alpacas a oGO
Alpaeas do cures
Na loja do Pavao a ra da Imperatriz n.
60, vende-se ons poucos de mil ovados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e benitas cores,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyrio, roxo, cor
do cauna, verde claro etc. e os lavrores
muito mindinuos assentados em urna s
cor; para se poder retalbar esta fazeada
pelo barato preco de 360 rs. o covado, o\
preciso fazer-se urna grande compra deste
iiitgtf, o qual grande pechiacha.
.los dez mil colados de eassas
fraueezas
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
C*vado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavao ra da Iui-
peratriz n. 60 tima grande quantidade de
mil cevados das. melbores casas francezas
para vestidos, tendo padres miudos e grfi-
dos, assentados em todas asxres, .estas
cassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a cbita, e alm dos padres
serem muito bonitos, sao todos fix^se seria
l'azenda para muito mais diubeiro, mas re-
lalba-se a 300 rs. o covado.
KspartHhos a :i(IOO na laja do
Pavo
Vende-so ana grande porgo de esparti-
Ibos modernos .com o competente eordo,
tendo sortimento de todos os tamaitos, e
vendem-se a 3t cada um.
MADAPOLAO ENFESTADO A 3)600, S()
NO PAVAO ,
Vondoni-se pecas de madapoln enestado
com 1-2 jardas, sendo muito ocorpado pelo
barato preco do 3^60<) ris, assim wmo
pecas de algboSosinho com 16 jardas
mo o i>;>00 ris.
ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A :J00
RS. S O PAVAO VENDE
Covado a 300 rs.
Covado a 300 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a oOO rs.
Covado a 500 rs.
Na loja do Pavao ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porco de alpacas
lavradas com os mais lindos padroqs lisia-
dos e com llores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande pecbincba, por seterem
comprado urnas poucas de caixas e vende-so
pelo barato preco de 300 rs. o covado.
Chale
PELERINAS DE CROCH AJM, 10^000
e nmo
Cliegarara para a loja do Pavo as mais
modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
rinas de fil e croch que se vendom a 8 e
10.-J e m.
Chfgou peto Ultimo vapor franee z,um
grattde e verdadeiro sortimento'das-mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
cas, paletots e coletes,-tendo lisas, comlis-
tr8S> e com stra ao lado, tendo para todos
os precos, e afianca-se venderem-s mdito
mais barato do que emoutra qoakpjer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vntade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
os quinhentos palitots
a 18i e 20^000.
Na loja do Pavo ra da Imperatrie n.
60,. vendem-se urna f rande porcio- de pa-
lilets sobrecasacados, e propriamente so-
EM
pi:iiCAiiiiis
A pataca o covado
PERCALLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVDOS
PERCALLAS A 320 RS.
Na loja Jo Pav?ij ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna, grande pnr'co de per-
callas francezas proprias para vestido?, sen-
do do cores fkas e mais larga que as chi-
tas,, tendo os pannos maito encorpados e
com os desea 11 >s mais bonitos que tem
vjndo ao mercado,, teno padrees muidos e
grados e vendo-se pelo baratissimo preco
do 320 s. o covado, garanlido-se estar esta
fazenda em perfeito estado, e vendendo-se
por este barali-simo proco para apurar di-
nbeiro.
BRAMANTE RARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A tSOO
Chogou para a loja da Pavo. ra ,da
Imperatriz a. -6^ urna grande porca ide
p cas de bramante eo 10- paliaos de Iar-1
de panno preto, seodo obra
muito bem acabada pelos; baratos pre?os
de i&, sendo forrados de alpaca, e de1
2Q> forrados de seda ; esta fazenda a nao
se ter comprado anta grande compra, seria
para muito mais dinheino, por-m iquida-se
sta peobincba pelos precos cima. "
Lazintias a 944a>rs.
Vendem-se lazinltaspara vestidos e rou-
pas de meninos, sendo to encorpadas
como chitas, pete barato preco de 240 rs.
a covado.
P0UPELINA8 A oOOAS. O -G0VADO.
Na loja do Pav o, na ra da toperatri
n. 60, vende-se um grande sortiaaento das
mais lindas poupeliitas u lazinbas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de crean}as, com as mais modernas e bo-
nitas cores ; padrios com listrinhas miudi-
nbas, qnese vendem pela jarato pre?o de
300 rs. o covado, pechiacha que se acha
nicamente na loja de Fel Pereira da Sil-
va, aa ra da Imperatriz n. 60.
AS CAMBRAIAS DO PAVO
Veudem-se linissimas pee de cambraias
lizas transparentes tanto inglesas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 3^000 at IOOOO a peca, assim
orno finissimos organdys braaco lisa que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a tiJOOGy a vara, a loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de "Flix fie-
reira da Silva.
ortl nados
Para camas e janeflas.
Vende-se um grande sortimento Ihores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas o para janellas, que se ven-
r'.ent a 125000 rs. cada par at 23 isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZ N. CO
Acha-se este grande ostabelecimonlo com-
pletamente sorlido das melbores roupas
sendo calcas palitots e coletes de' casemira,
do panno, de bi im, de alpaca, e de todas
a3 mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mosma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer pega de obra, com a maior promp-
tido -i vontad do freguez, e nao sendo
obrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'osto vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello soitimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas dp
linho o algodlo e outros muitos artigos
proprios para homens 6 senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais1 barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, foja e armazein de Flix Perei-
ra da Silva.
\1 lili1
11--RA DO QtJEINADO-.ll
DE
PORTO & C.

eceberam superiot es vestidos de bkmd cun mana o apella, para noivas, que
.-se por precos mais mdicos do que om ipialquer outra parte.
S.AJllDfVS DE BAILEde .cachemira branca ede cores o qae.da do mais lindo.
BASQUNESde renda preta, e- de. gorgurao pelo, o que ha de maisi
elegante.
CU.\PEO^DE
BALOESVbra;
dadas, e saias de 13a com barras de cpr.
GORGCR-^0de.aeda.brancn.e prelo para ve&tfds, sodas do coros., tnuirean-
tique branco, e grosdenapl* braneo, d cales e.preto, prineczas, hoiubazinas pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
------1--------li-L-----------------------------!------------,----------,__^--------------------.-----------..-----------------------------------------------------------------------------
I. .1
SOL-^para ^enhora^ aplicadamente bovdaJos.
BALOESVbrancos e uo. cores pai a. senhoras o meninas, sparhos, sai;
saias bor-


; FARIMIA DE
nJSMSMQCA
Supeiior ..larinlia de mandiuca recente-
mente diegada de Sania Catliarina, vnde-
se a preco c< ttoto a bordo dobrigue alle-
mao Lina, fundeado defronde do trapiche
do xm. Sr; baro do Livramaito; a tra-
tar a bortin do rnestno'. ou no escriptorio
tfe JooqoMn JeM GopltW6 Bellio, 4ra
do tmiiii'ivio ni 17. ______
FDlC DO BOWMAN
Itna y MacTiinas W vttpor. -
Roas d:afroa.
Wondas de amla.
Tnixns de fpfWj batlflu fundido.
Rodas dentadas, paia moer com agoa,
vapor e animacs.
.Mandones de ferro.
Formas para porgar assucar.
E outi-os mnitos ohjectos, etc. etc., prw
mos ma agricultura.
.____-

3CAR0PE l'KHORAL
i'P
------
T*


** IIEIMA*
RARO DE mii
PLANTA 1)0 BRASIL
E expectrame e recommendado as
ffeccSes do pcito. bronebite chronica, ho-
inoptisi'. i i'ss.'ehrudtca.
i>kei'aiiai)i) roa
JOAQLIM DE ALMEIDA PINTO
li HA 11 M A CKITICO .
IWiMiiiJsu-'iiM Uirtjit do Rosario n. 10.

MM EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
13.111
Tintara indelepel para ttngir -os cabeties,
sem manchar a A bea conceituada agua-florida de Gais-
lam que ento era desionheeida em Per-
nambuco,. j boje estaada e procurada
por seu fTtGairesultade, e anda mais se-
r, quando a noticia deeu bom effeito e a sndalo, sndalo e seda, osso,. osso e seda,
" COLCHAS PARA CAMA A 53000.
Vendem-se colchas de fustao adamasca-
das para cama, pelo barato prego de 55,
grande pechincha, na loja o armazem do
Pav3o, ra da Imperatriz n.' 60, de Flix
Pereira da Silva.
O atoaJbado do Pavo.
Vende-se |lperior atoalhado de algodo
xm 8 palmos de largura, adamascado a
4-3200 a vara; dito de linho fazenda muito
mperior a 3-3200 a vara ; guardauap de
inho adamascados a 4oO0 a duzia e muito
inos a 8^000, e ditos econmicos a 3500
i duzia.
ALPACAO DE CORDAO PARA VESTIDOS
A 1*000
N*^)ia do Pavo, vende-se superior aipa*
cao tu guBguropara vestidos, sendo 'es-
to generfto mais moderno e maft bonito
que tem vindo ao mercadn cmI dtticrentes
coreiiflendo mais large^quo." alpaca e 'Tb-
do-se pelo baratissimo preco de 1-sOO o
sovado.
Xevldade Vovidade
gura, sende a lacgurada fat^nda.o eiPri4r;imr'imrfp f? mW* PA$\ rtfWtef'iQ
ment do um lenco!, o qual se faz com uro VURCimOE^DE SEDA PARA A^ I-EsT.Vb
metro e urna quarta, o para e*ma:decasali nfvntt .4yj- r" ni i
Libras esterlinas, na ra da Cadeia do
Recife, n. S.
Ra do Lrvraraento n.S6.
CasbrsiM 9 Wnatti parte, MtSfk
WOrs. covado.
com umjnetid emiti; o vende-so pelo
barato, Jreo'de I800 ris cada" mitro,
tendo esta larga fauuda, 0l*lras nuitfi aP*
plicaces par arranjogjq .familias, seqdo
grande pf chincha pelo proco.
COBERTORES DE U PARA O INVERN
DB:3(^M)A;6^QQO'
Cbegou para a V>ia do Pavoj um gran
dHwrtimento dc^.-malhores (jobartoreaM dei
13 da, carneupr podo muito grandes 4
muito en6orpadoi,qne se venrlen de 3,3
at*6r*0i'0 ca rentes qualidades, pefibincllfli.a, elles an
tes que se acabem.
ChagoQ. pe*> vapor d* I* do crrante,
para a loja do Pavo, ra da Imperatria
i). 60,.um .britbanlc sortimento dos mais
mo^rpose niaiS;bojtos#urgu]'os de indi,
para vestidos, tendo padroes miudinbos-.e
grados, oom lindas stra matisadas, as-
settadasnas-mais pelicadas, 8Qr8,,eoM)
sejam,' verde, bismark, \yfio, agu, parola,
etc. et^, asajip como ditos lisos de toda*
as coras, garanlinrlo-se quo na actaalidadf
nao iia ump wonda de mais, gosto>nem, d.
mat pbantaeia da quo es.ta,qu4ae.^edepor
preoo muito woave.l, Uti flstabele*W>w>to
de Flix Fersira da Silva.
experiencia a tomar de todos cenhecida.
A agua-florida de Guie^ain composta uni-
damente de vegetaes iaoffensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dnr a cor pri-
mitiva aos caheMas, quando estivorem brau-
cos, e Ibes restituir o brilho perdido, eas-
sim como preservar de embranquecer, sem
ser prejudicial de modo algum
E' porn necessario faaer conliecer, que
o bom resaltado produzido pela agua*flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
cas talvez fiuppoobam, nui-s sim aera pre-I
siso fazer oso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fia desejado, como bem
provam testenunbos de pes&oas insnspei-
tae, e d'ento por diunte, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
tutra qualquer cousa.
Assim pois.esta agua-flerida acha-se ven-
da na bem conbecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
c3o de sua boa freguezia, tambem capricha
em nom'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
i honram, e em prova ao que flea dito, d
como exemplo o esplendido sortimento
me acaba de reeeber, ainda mesmo achan-
w-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Baja vista aos necessarioslivFOsdemissa
i oraca, obras de apurado gosto e perfei-
;3o, sendo; com capas de madreperola e
tocantes quadros em alio relevo.
Ditos com ditas de marfini igualmente
aonitos.
Ditos Joai ditas de vedado, outros im
tando cherSo macbetado.
Ditos com ditas de matroquim com cruz
e gaumioio, dout*ada ou prateada.
Cor6ae tercos de cornalina.
AssirD como.
tirando e bello sortimento de leques
todos de madreperola, madreperola e seda,
1.1
m
Vendeni Apfto F. de Oliveira 4 C. ra
Oinmiercin, n. '1
.
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.'
Bonitas -joltas grandes de aljofares azues.
Voltas ds cerreute de borracha.'
Metas de seda para meninas e senhoras.
Ditas de-fio de Escocia aberas, tambem
para mnitas o soiihoms.
Ditas muito finas d'algodo, alvas, e
croas 'para meninas e senhoras.
Luvas de to d'Escocia, lureal, e seda
para mefiinas e senhoras.
Meias de iia para homens, muflieres e
aieninoi.
Colimbos ,e punbos bordados obra de
muito gosto.
Eiie-meios finos tapados e transparen-
tes com. delicados bordados e proprios
para enfiar uta.
E OS PRODIGIOSOS
Aimeis e collares Roycr para creancas.
Bonitos -abases ou bplsinhas do nefica
e setim para meninas ou seiihora<.
Lindas cestinlias bordadas a froco, e lisas.
Delicadas ;aixinhts dovidro ciifoitadas
com podras, aljofares, etc.
Ditas de'tartaruga para joias.
Bonitos alhuns com msica.
Pinseis ou tuecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfrur coques.
Bello sortimento de trancas de palba.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rarna-
ns.
Brincos e alunles de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas.
CAPSULAS MOLES
ALCATRAO
Remedio por excol'.eucia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, brouchites-,
catarrh'os, losses convuisixu?, jarros san-
! guios, c outras molestias du peito..
PliARMACIA E
Dli
DROGARI*
Barlliolomeu C.
iBA r.\l:';A_DOROSARIO-34
Sapntos (le borracha
para.senhoras c rapazas a l280 : .na ro Dfreiat
n. 45.
Venfc-?!
" um niatin d(! jacrunH,
rio : na roa P.nlro '
do arm^-
Florisno n. 71, 2 andar.
ESCRAVOS FUGIC08.
Escrfetg igido.
Fugio no dia II uoc ncnL-mezsS |
hora lia nonio oescravo Antonio, preto, do
naeao, idade 'iS aunos^nOuco mais ou mo-
no.-;, t-t.iiura baixa. barbado com falta de
denles tja frente^uandu anda parece que-
rer poc.ne? do tuna perna, levou urna
truxa de roupa com calcas do algodo
azul, de lislra e brim pardo, camisas de
lisia azul o algodo riscado: quem o ppgar
levo-o ao seu Sr. Jos Comes Leal, na ra
da Imperatriz, sobrado n. 15 ou na ra da
Cadeia escritorio n, *j(5 que ser gratificado.
"i ,
...
gens.
I
Fnnio da ca?a '1" -l.'aixo a-^uadu o eafrave
orUmin, do nnme Bernardo, rom es signare se-
Btiinles : haixo, corpo rejjnlar. denlos ah>0
niiicial de cliaruU-iru, intitula-.-., do brm e fem
(allante, supue-sa aaar na IVeguesia df S. lq6
qiteh i appreh-'niler e leva-U. ra Dinata u. 36,
{andar, ser gcnero*amente rc.rmpcn3do.
Asnello II. de Anuijo lVinambuco.
CADET
CU RA
CERTA eINFALLIVEL,
em TRES DAS
^FfiDeiiairi?
PAR
MOLESTIAS do PEITO
HYPOPHOSPHITOS
do DrCHURCHlLL
XAROPE de H VPOPHOSPHITQ de SODA
XAAOPE deHYPOPHOSPHITO de CAL
PILL ASde HYPOPHOSPHITO de QUIlffML
LOROSE ANEMIA
CORES PAL:DAS
XAftOPE de HYPOPHOSPHITO de FERRO
WtASder^H)PHOSPHlT0teMAN
TOSSE
PASmiAS PECTOBAES^b CHlCfflU
l>f|ir fn o MMp* (rmceg*raa^m
U4m o$ produttM anif Miara do 0" CHUA-
CHUJfc, e o letreiro con a nwrc de fajirica da
Fkwandt IWAW, U.ruaCiutittwnc.PARIS
PILULE TCAUVIN
El e wq_y tMlrtii oMrM^of ""^1
PILdIiES
DEVALLET
^Mlf/.
i
As Ptalas de l'allet. approvadas pela
Academia imperial de medicina de Pariz,
ao empregadas coia o maior ^^^
xito para curar a cIiloro.-i>,
e fortificar as constuicdes
iracas. Nunca este ferrugi-
noso ennegrece os denles. ^^^^
Para a garanta da sua autlienticidade,
o norae do inenlor vai gravado em cada
pihila como mirgem.
nMkila lllc-^A!r.o, D,tfOitchtUe; Otecalul.
J't*m i 9P.1 Ptm^to, Hnrerl'CP.
m i
w POS DE ROG
Approvatlos p-'.a Academia imperial
de medicina de Pars
Um ra.suoTdo Pee de not dissoivido
eiu una garrafa d'agva, d tina limonada
agradavel, que purga rpidamente e de
tnp, modo certo, em causar a ineuor
n-fitacao como acontece com a maior
parte dos outros purgantes, o* Pd de
Rege, sao inaJJeraTeis por isso empre-
gam-sc facilmehte em'tiagmi.
n .. ) i.'in r.i>J..TEiPo, D tonche e, Cktiolet.
Fugio do ongnUoPC.', eguezia d'Ag.ia Preti
na noi(ade doniiiigu 18 do corrente para an;a-
! nhcer a de segunda feira 19 de mesmo, o eseravo
i enedicto que foi comprad' m> Recite an Sr. An
i ionio Jos Vieira de Souza, no dia 7 de abril de
corrente mez. enju est'ravo ti-m os rljlW seguin-
; le*: ci ioul",do nnm.s de idod^tii preta.altura
'o corpo regulares, testa muito cantada, rosto um
, potito de.-carnado.narizatiladi'.piiura l'arlia.faliadc
i denles, ps e maos bem ieilas, levou chapeo do
chili j vallio ou lwnet, boa eami.-a do madapolao-
| de pregas largas ou de algodo brinco, e roupa
dentro de um saeco j velho a qual deve ter ,i
na reaPono : quem o pegar leve o ao engenhc
aeima a seu sonnor ou na ra da Praia a Ge-
nuino lote da Rosa, que recbela iOOtKX) do
gratilicaei" ; dcscnfia-se, ler id.i para Porto Calvo,
d'obde era escravo de I'rnncisco Noeneira Ca-tel-
lo Itranco, engento Ulifiga ou S. lose da Coroa
Grande.
ein PlMITili tltvrcr
V

AVISO
aos ctimlescentes e pessoas
pacas debilitadas
O q'uimium labarraque approvaUo
pela Acndcmi imperial do medicina de
I'ariX' o tnico por exccllcncia.
'*/**' \ i- aurtr i C".
No dia iudoioorrrntemez lugio do eit-
genlo Conceioao da freguezia da oseada o
cabra Thomaz, idado d 23 a 30 annos, al-
tura e corpo regular, barba curia, natural
de Mamangnapo da provincia da Paradina:
presume se que elle teftha ido para o Re-
cife, ou vill.tyle Mamaiiguapc. Roga-se a
pesjoaque "o aprehnoa do o entrrgar no
1 Recife a Domingos Alves Mailieus, na ra
do Vigario n. SI, ou no engenho Onceica"
da Escada a seu snhor o Kxm. Bai5o da
Aracagi, qtte a retMwrtponsar com genero-
sidadfi.
um.
t\v.
Encanamento de ag-oa
e gaz.
Canoa de ierro esl qm pottelaa, ditos
ie chjmbo demdas a? rosurat.
i Pesos peto uovo sistema.
. Tarnoa dos novos pesos cotapletas e a retallio i
, venda, rita do Qu^iuiadO, Azevedo i Uuj
Dwp, iuctas p flores
Na ru'a da Crur, n. > vcvle-ce mendas con-
fertadas fanrMas.
i,. SortM maito bem feita*.
BollinJioi, pao-de-t e bolWs.
llamos o Dapeis para enfejtar.
1 Boaqeet 1 atos -p*ra ubi va.
Ditos para jarros o Aerea naturaes
Escravo fgido
Fugio no dia J8 do rqrrente mez, as 7 tora da
manhaa. o escravo de naeao Angula, Manoel, ida-
de #) annos, ponco mais u menos, estilara regn-
I lar, barbado, falta de un dente na fronte, andar
progttiooRo. peTna lina, loveu calo te casemira
de corjalctot do casQuiira de cor, camisa do au-
lo lm no rosto martas visivei? debexigas,
foi comprado ha ponco te-mpo a Jusimo Car-
neir de Almeida : rota-se, a quem o pefar, le
ve-o a ra Direila a 46, qae sergeneroaamento
giatilieado.
-.----\-
ESCRAVA
Fugio no dia 2 de ctemfjro do atmo pastado
iscrava |or nonw Bdnvigtte", cal^-a. idade31 n-
uos.^oueo mais ou tnenns, magra, allnra trnlar,
pe? pequtaos pdltts bastante foUadeira,
lielw adunia colisa, fuma cachimbo, e era cad
cHo tm inri caoto bar- nto ; esta
oscrlfva We.nmnpa4aab8i'. Grillo, d"8 Afofaoos,
das mies de su tapida, cunstt andar pela Boa-
Vista, ua | ij.lavadeia : qiwan a pare
hender ser. a quantiade i30
aonduzindo-a c '*< naCanWi;
travessa da Graca, sefMo siuo de portao de pao,



MwvP*9vwn
8
Diario de Periiambuco Sexta fera 4 de Junho de 1860.

ASSEMBL4 GERAl
CMARA DOS SRS. DEPTADOS
SESSAO EM 20 DE MAM.
PRESIDENCIA M SR. V18C0N0E DE
CA*VRAGF..
(Continuafao.)
O S*. CORREIA:-Sr. presidente, pedi
apalavr,. para jstilioar o requeriinento de
adiamento que terei de sujeilar delibe-
ra$i( da casa, afim de que este projecto
saja examinado pelas commissoes de diplo-
wm e dejoslira criminal.
O prometo que esta cmara enviou au
senado sobre o grave assumpto de regular
o nodo de proceder, quanto aos crimes
commettidos em paiz estrangeiro contra o
Brasil 6 contra brasileos foi inteiramente
substituido no senado.
O projecto actual novo na forma, e,
mesmo na substancia diversifica do primi-
tivo
Nao julgo, porianto, que em urna s dis-
cossio, cea o pouco lempo que houve
pura-examinar a materia, possamos aceitar
definitivamente todas as emendas do senado.
Nao combato o principio cardeal em que
o projecto se, funda. Nao- me parece que
deva ser aceita a doutrina de que a justica
penal rigorosamente territorial.
A justica penal de cada paiz abrange
todos os Relictos nelle praticados; mas,
mbora doutrina diversa seja seguida na
Inglaterra e nos Estvios-Unidos, se bem que
noinvariavelmente. pdeestender-ss, dadas
sertas condieces, a delirios perpetrados no
estrangeiro contra a seguranca do Estado.
suas instituigoes fondamentaes, a fortuna
publico, e tambem contra os subditos desse
BU.
Se, porm, o principio cardeal do projecto,
yie e conforme ao da waior parte dos c-
digos da Europa, nao parece que deva ser
rejeido, alguraas partes do mesmo pro-
yect sascitam duvidas, que merecera ser
consideradas polas commissoes.
Um dos pontos que se tem de ventillar
sese pode redamara extradicao do estran-
geiro que baja commettido delicio em paiz
estrangeiro. A cmara sabe que. em regra,
os delirios praticados em paiz estrangeiro,
sobretodo por seus nacionaes, sao snjeitos
i le penal desse paiz.
Para autorisarmos, cora a restrieco dos
principios geraes, o pedido de exlradic5o
iiftste caso, devemos ter bem presente em
que termos pode ser ella concedida.
As emendas do senado provocan) tambem
.o exame de um ponto que reputo impor-
tante, o que se refere aos criraes commetti-
dos a bordo de navios mercantes estran-
geiros que se acliam as aguas territorias
H Imperio.
O projecto permitte, debaixo do princi-
pio da reciprocidades que os delictos prati-
cados em navios estrangeiros dentro das
3guas torritoriaes sejam julgados, em alguns
casos, no estrangeiro. Daqni resulta que
nosso modo de proceder pode ser diverso,
conforme a iiacionalidade do navio surto
em qualquer porto brasileiro.
Assim, se restabelecer-se a reciproci-
dade rom a Franca, o crirae perpetrado em
navio francez dentro das aguas territoriaes
do Brasil hade serjulgido conforme as leis
6 pelas autoridades daquelle paiz.
Nao ha vendo reciprocidade cora outra
/iaco proceder-se-ha differentemente. Islo
aio pode deixar de occasionar graves em-
baraces.
O principio aceito nos Estados-Unidos e
firmado por seu tribunal supremo que
lio sao isentos da jurisdiccao local os na-
vios mercantes de qualquer naco ancorados
em seas porlos, salvo so houve'r oonvenco
expteiSa, quanto ao que nella fr estipu-
lado.
A Franca nao segu-a mesma doutrina.
'tespeita os direitos da potencia a que o na-
vio pertence, sempre que se trata de actos
que se referan simplesmente disciplina
interna do navio. O mesmo succede eom
s crimes commettidos a bordo por pessoa
da tripotacSo contra outra da mesma tripo-
aCo, quando nao compromettem a tran-
qmUidadfl do porto.
Se porin o delicio for perpetrado por
pessoa estranha ou contra esta, ou anda
por pessoa da tripolaco contra outra, dada
4 perturbado da tranquillidade do porto,
futo ica o delinquente sujeito jurisdic
i territorial.
A doutrina, alias conforme ao direito das
gontes maritimo que, parece-mo, de ve ser
entre nos receida, de sujeitar nossa
jurisdiccao e legislago do paiz os actos
Ofensivos das leis penaes praticadas,^ bordo
de. navios mercantes estrangeiros que esti-
verem as aguas territoriaes do Imperio.
O navio mercante nao est no caso do
de guerra que goza do direito de exterrito-
riabdade; aquelle est sujeito, como sim-
ples cidado emrangeiro que reside no paiz,
legistago territorial.
Assim como, dentrodo paiz, s a resi-
dencia do agente diplomtico privilegiada,
assim tambem s o as aguas territoriaes
o navio de guerra estrangeiro. Assim como
nao pode s-lo, eem risco para a boa ordem
da_sociedade, e sem offensa da dignidade
do'governo nacioaal, a residencia do estran-
geiro que nao lera carcter diplomtico,
mi tambem nao deve Se-lo o navio mer-
cante estrangeiro as aguas sujeitas juris-
diccao territorial.
Ora, as eme-idas vindas do senado nao
firmam estes principios em termos preci-
sos, autorisam a variedade de procedimento,
onfivme o paviltio ieada no navio, desde
que eiistam, sob a estiputagn de recipro-
ridade, convencoes coin algumas potencias,
< nao a? tenhamos com outras.
A questo parece-me importante, e digna
de mais demorado exame, por isso entend
dver sujeitar approvaso da cmara ura
requer ment de adiamento. O trabalbo
das commissoes que iediqnei ha de con-
"rrer para que a cmara se pronuncio com
mais seguranza
Yema mesa, elido, ipoiado, e posto em
diBOMBio. o seguinte requerimento:
< Requebr que o projecto v as com-
O senado na ratona oplnlSo, Bfto fez so-
nao leves emendas ao projecto, que para
all foi remettido em 1854. Fez leves
emendas, porque combinando os artigo a
do projecto do senado com os qoo passa-
ramnesta casa em 1854, v-se moito bem
que as alterar/es nelle admittidas tndem
nicamente a esclarecer o pensamento do-
minante do projecto primitivo. E para prp-
var 6to bastar-me-ha observar, que com-
quanto a prhneira emenda diga qoe osarti-
gos de ns. t a 8 da proposicao sejam subs-
tituidos por outros que se seguem, e des-
tas palavras pareja resultar que temos um
projecto inteiramente novo, tal, pormnlo
accontece quando attendemos leitra dos
artigos substituidos.
O art. Io do projecto primitivo diz: tSe-
rao processados, ainda q-e ausentes do
Imperio, e julgados logo que forera pre
sentcs, ou p r terem regressado espont-
neamente, ou por extradicao, ou por outro
qualqaer modo, postos disposicao do go-
verno imperial, os cidadaos brasileiros que
em paiz estrangeiro perpetrarem crimes,
etc., O projecto substitutivo do senado
diz o mesmo, admittindo o mesmo princi-
pio da responsabilidade dos cidadSos brasi
Iciros que foram acensados de commette-
rem crimes.
Um Sr. DErtTADO.O projeeto do smi-
do diz : ffidenu) ser proce&afcs e o da c-
mara : scro irocessadqs.
O Sr. Fiui eir de Mrllo:Quem que
processa ? Nao s3o as autoridades ? Se
sa, accrescentando que isso ter lugar, nao
em todos os crimas pariicutares, previstos
pelo uosso aidigocrimkinl, *as sement em
eertos e detenhinadoa, Oteo por exemplo,
nos de fal$tiadr, nefjttrioi, t&Uionato, oh
putiqer otft crhne indfantMH, urna vez
ffue preceda qmixa ou denuncia nos termos
das leis dOimperio. %ld admitte ella, Co-
mo se v, a generalidaie do artigo do pro-
jecto desta cmara, que corapreheqde qual-
quer dos crimes prevenidos noxoiSgo cri-
minal, e cor ralao, porflae unw naco
deve proCnrar a pfJnifo de~c"rimes com-
mettidos fra do sen territorio, smente
q o ando se tratar de crimes importantes, e
nSo de rfnacsquer crimes. O contrario so-
fra etender remasladamerite a rede da po-
lica, e fattr com que-o nosso paiz bsse
considerado inhspito.
seu de ver, segtie-se que h3o de ser neces-
sariamente processados? N3o. Pbr con-
si'i|iiL'ncia. nao so muda essenoialmente o
projecto. Podem appareer.consderaco1
taes que isso aconselliefti: poflem CBlibWr-
se tratados ; neste caso convira qae"1hrMei
se use antes do verbo poierao do que do
verbo sero.
Quando- se (rata de crimes que devem ser
punidos na hypothese figurada pelo * do projecto primitivo, o senado a fmifte os
mesmos crimes, que s5o os que atacara a
independencia, a integridade e dignidade
da naco, a forma do seu governo, a pes-
soa dos sees chefes, a lalsificaco da moe-
da do paiz, e smente neste ponto accres-
centou urna emenda^que me parece multo
conveniente. E com effeito, em relaco
falsificacao da moeda o senado entendeu, e
a meu ver muilo bem, que devia accres-
centar a falsificacao de ttulos pblicos ou
bilhetes de bancos autorisados pelo gover-
no, porque estes, entrando na circularlo,
causara o mesmo prejuizo que a moeda
falsa.
Foi, portanto, muito acertado o acresci-
mo do senado (Apoiados).
No ponto concernente insurreicSo de
escravos, parece que a suppressao foi bem
entendida. Eu n5o tiz, declaro o fraflea-
mente, leitura tao acurada do projecto,
como seria preciso, mas parece-me que de-
pois de ter sido esta materia revista pelo
senado, pelos homens mais competentes
que nelle tem assento, a solucao dada por
elles queslo seria admitlida nesta casa
sem mais debate. Nos temos necessldade
de fazer urna lei em que se estabelecam as
convenientes disposicoes contra os crimes
commettidos por brasileiros ou por estran-
geiros fra do imperio contra brasileiros
ou por estrangeiros que virem residir neste
paiz. EntaO cumpria previnir este caso.
O projecto enviado ao senado foi apresen-
tado nesta casa em 1854 por um ministro
que pertencia ento s ideas dominantes, o
Sr. conselheiro Nabnco, e foi admittido por
urna cmara que tinha as mesmas ideas.
Retocado peto senado, parece-me nao de-
via solfrer repulso nesta casa.
O projecto desta cmara comprehendia
disposicoes contra reos de insurreico de
escravos, determinando que os cidadaos
brasileiros que praticarem tal criinc, em
paiz estrangeiro sero processados e puni-
dos, ainda estando ausentes do imperio.
Mas a insurreico de escravts pdu ser per-
petrada em paiz estrangeiro, aonde n3o h
escravos ? Parece-me que nao. (Apoiados)
Poderia entender-se que s tratava-se da
tentativa, mas ento nao existira crime,
porque nao havera senao o emprego de
meios preparatorios para a execuco, e nao
principio de execuco, e conseguinteraente
acto indicado nio poderia ser considerado
um crime, porque falla va-Ihe um dos ele-
mentos exigidos pela lei para constituir a
tentativa.
Eu portaoio julgo que foi bem emenda-
do pelo senado o art. Io do projecto envia-
do por esta casa, quando supprimio o cri-
me de insurreico de escravos, e accres-
centou ao art. 10 o da falsificacao de ttu-
los pblicos ou bilhetes de banco autorisa-
dos pelo governo. '
O art. 2o do projecto da cmara diz :>
A dispo&i(ao. du^arliyu precedente 6 appli-
caia aos estrangeiros que existirn nopn-
perio... e hottrem perpetrado fra del le
qualquer dos referidos crimes. O art20
do projecto do senado diz: A disposicao do
artigo antecedente poder ter execucono
que fr applicavel em relaejio aos estran-
geiros, que perpetrarem fra do imperio
qualquerdos referidos crimes, quando ,ve-
nham ao territorio brasileiro, ou espolta-
neamente, ou por extradicao obtida para
esse fira. Elle essencia|mente o mesmo,
na'sua primeira partee na segunda admitte
para impr a pena urna cnchelo de vir o
estraagjiro criminoso para o imperio, e
ninguem dir que, ella nao seja raeoavel e
justa, visto que sem ella a pena impostado
teria o menor efftjjto,. o.jwlgamento does-
trapiro seria intil.
A) emenda to senado, portanto, consjte
rem ido absolvaos, punidos ou perdonaos
p*io mesmo crime.
O projecto da cmara smente tratava
dos individuos que hodvessem sido julga
dM, o senado esclarecen o pensamento da
cmara, diz ds qde jd tifessfm stdo absohi-
dos, puniddt tu perodt, porque pode-
ria haver dividas, se'nao a respeito da ab-
solvilo ou pnicfo, pelo m^nos a respeito
do perdo; logo, o senado fez muito bem
em dar ihellior clareza a este assumpto
6e o ttofeiem j foi julgado, como espera
sfcr sujlfo novo procesSo ? E' regra de
direito e da philosopbia do msmo direito,
que nao se deve dar jHKica o bis in idem ;
ninguem pode ser pfoVessado e punido por
um crifte, do qual j tora absolvido ara
processo regular.
jEmqae que o>enadt, a este respeitoj-
Portanto ehfcndo que aefiwnda do sefta- diverfia lo pewsa'mento S camera f O
do deve ser adoptada.
O projecto da cmara di?p5e que na ai-
seera do offendido, poifcrlam por elle de*
nnciar oO dar qrJeixa os ascendentes, os
descendentes, os conjuges, os tutores, os
curadores, sendo menor, ou o promotor
publico, sendo o offendido pessoa misera"
vek Entretanto pelo art. 72 do cdigo cri-
minal a qmftta nos-crimes particulares com-
pete smeoe ao 0S*^j#^ft a seus pas,
a se tatoles ou cattridlK no caso Be
ser o OsiMido menor, olnB senhor ou
cnjuge. A emende-do senado colloca as
couas nos seos devids termos, fazendo
vigorar no caso poreHa figurado a legisla-
as autoridades deixarem de cumprir com o IcSo actual, e ilfe^atterando-a, como fez o
projegtn deeta emnarn. que -l o direito
de qMixa a todos os ascendentes ou des-
cendeitee-.
Hizo art. 4.0'do ft&f desta cmara:
*%i)Uaiio ttaim as penas impostas ser fio m
dts fes criminnes do imperio.
Diz a emenda do senado : Nos sobredi'
tos casos as penas applicaoeis sern as dhs
leis ctitMes brsilm*a. Neo ha por
tanto ent* 9 #tig e a feftend* BilTerenca
alguma.
d' ltki-'-v& r -i
DispoevHrrt. *.*do prOrSCte : ft mes-
mo modo ser punido qualquer das referir
dos crimes, commrHio por brasileiro con-
tra estrangeiro, quando naja reeipmcidmk,
podendo neste raso ser dada a quei.m pelo
respectivo cnsul.
ispe a emenda : Os estrangeiros que
mi paiz estrangeiro pe*petrarm. contra
brasileiro algum dos crimes referidos no
art. 3., e vierem ao imperio; ou sero
entregues por extradiccao, sendo reclama-
dos ; ou expulsas de territorio brasiltiro,
ou punidos conforme a le brasileiro. Para
est ultimo caso, porm, tieessario, que
preceda qw.ixaou denuncia, e orne as leis
de paiz do delinquente esabelecam punico
em caso semelhante contra ettrangeiro.
Aqui ha alguma alteracao.
O Sk. Corrka :Alguma .'
O Sr. Fmrura.v oeMel^*:Ha alteracao:
logo ha alguma alteracao, meu eolleg.i. .(oi-
ga que grande a alteracao. Pois seja
assim, se Ihe apronver.
Emendo que a alteracao nio razoavel.
A questo de adiamento. Eu apenas
quero fazers alguma observacoes para mos-
trar que um projecto desta ordem nao deve
ser adiado por maistumpo, porque iria pre-
terir a satisfaefio de urna das necessidades
que sent a nossa legislaco.
Diz o art. 6. do projecto : Fica o go-
verno autorisado a dar reguiamento para a
execuco dn lei, e bem assim a estacelecera
competencia dos tribunaes do imperio, for-
ma prepnrativn de processo.
Diz a emenda do senado : E' o gover-
no 'autorisado para, no rcgulamento, que
der a esta lei, estabelecer a competencia dos
tribunaes, e frim de processo, dos crimes
etnimettidos em paiz tstrttetr.
V: a mesma cousa, no vejo, diffe-
renca.
Accrescenta o artigo do projecto da c-
mara : i." para execueo das sertencas
ci'-i-is dos tribunaes estrangeiros; 2 para o
/ligamento e punico dos crimes comhietti-
dos a bordo dos navios brasileiros de alto
mar: ou nos partos estrangeiros onde fr
admittido este direito : e 3.a para o j(lga-
me ni o e punico dos crimes perpetrados a
bordo dos navios estrangeiros particulares
contra pessoas nao pertencente a tripolaco
ou mesmo contra as pessixts da tripolaco
no caso de infraeco da policio, do porto, ou
riquisicaa da respectiva autoridade estran-
geiro.
No art. 6. do projecto do sonad* se diz o
mesmo; acrescentando : mttrosim o
governo autorisado para regular mediante
reciprocidade estas ma erias, entre as quaes
passa a enumerar em 1," lugar: o acqui-
sico do corpo delicio, ou pravas existentes
nos pames estrangeiros, e o modo tomo de-
vem ser ellas processadas ou racli/laulas.
Na verdad nao devemos azer certas
coucesioes aos estrangeiros sem que elles
taml)em,nos facam iguaes E' portanto. a
emenda _poltica.ecouvenieBte ao oosso paiz
e s h'Wo relacues com osoutrqs pavos.
O papagrapho aditivo quanto +iojuisi-
Co do. carpo'do dulioto ou das pravas que
o senado aduuttio, .pode ser repHlido,
(piando nao faz seuSo exigir os documentos
e pruva, seguodoa*. jpmeii se dever pro-
ceder, coaita comes i-,, num4du.^Mtt-j>a7.
estrangeiro por brasileiro contra brasileiro
oii-:.per eslra
Se o procesa .que- re rai -fazer 6 _
ti aqpteus referc-sj:a indiduo que volni-
tarHiBteaquBeohe-mi por extrajo
'MiiittmuntmL i- ** .
que o senado qtriz, concordando com a c-
mara, foi esclarecer mais o pensamento do
prejecto primitivo.
Agota cerescenta o senado na ultima
parte do art. 8.*:
Cbs*WdP(mbemopft)cedimentb;aiH'la
quando come fado, lego que se recontm
fue o eriinem pena- est prescriptn segun-
do a lei mais favoravel, ou do Htttsil oudo
estado estrangeiro em que elle < poda ser
piud:
Em que um semelhante accrescimo pode
ftmder tm priitttytos de jtrkpridencia
esclarecida e lustrada dos nobres depu-
tados?
Sem duvidu, estando presente um crime-i
nao pode haver accao contra ello; e para
esta- prescripeo, segundo os jurisconaul-
tos, deve ser sempre admittkla a legislafSo
mais favoravel uo m); e
do Grimas" eotumeltidos
le nesta parle ; porque cortamente nao
teremos em todos os pontos deste vasto
Imperio autoridades Completamente habili-
tadas par nos casos occorrentes conhecer
a legislafo criminal tys diversos paizes do
inundo ; apenas as encontraremos iaes das
noesas tidades mais adirladas.
Teriamos tambem embarazos na app'ica-
Co das dispoiieoes do projecto, quando
tratasseraos a respeito de habitantes de
patees incultos, faltos de legislaco escripia
e divulgada.- Supponbamos, por exemplo,
qde om subdito do Celeste Imperio,' donde
por cario nao obteremos as disposigoes
autlieetjcas dos seas cdigos, perpetra um
delkto punido pelas nossas leis ; eis ah
as nossas autoridades na dovida acerca do
qe rJecdem as leis da China sobre o facto,
,. perianto, na incerteza da-applicaco das
prOiUdeedias do projecto. Supponbamos
mols qoe tim itimViduo das barbaras re-
gioes da Australia, onde nao ha leis sociaes
devidamente promulgada?, tornare reo an-
te o noeso direito criminal : ah teriamos
tambem nova dlfficoldade sobre a ntureza
do nosso procedimento. Era todos estes
Casos para salvar a dlfliculdade recorrera-
mos a arbitrio n8o consigftado as provi-
descias do projecto : e rfto coovem, em
materia de legislaco, deixar a possibilidade
de factos nio acauteladoSo mxime tratan-
do-se do mportanssimo direito de punir.
Portanto, esta parte da lei tambem me-
rece -ser teoeneiderada-, e nao dlrei que nao
adoptemos o projecto tal qual est ; porqoe
as minbas observacoes podem desappare-
ce*- em vista de aprofundado estudo das'
disposicoes do projecto ; mas devemos
examinar se sao justas e harmnicas essas
por estrangeiros
quando se Ir acta dispusieres ; se as duvidas que se suscita-
ran! no meo espirito ao ler o projecto, tem
contra.Brasileiros, ou viee-versa, emborajalguma procedencia ; ese na pratca podem
fra do imperio, nao ha motivo ou -rao, essas disposicoes ter as vantagens que o
consl
somenle as seguintes palavras : .qua
venkam ao territorioivameiro ouespo:
neafnente ou por extradicao obtida pa
limtde ser o estrangeiro julgado e pun
Repetirei: a emenda do senado
omito conveniente, porque, embora peto
projecto primitivo desta caimra podessetn
os tribunaes condemnar o estrangero cii-
min60, soa sen tenca se tornara .irrisoria,
urna vez que etfe nao volton ao imperio efe.?
aissoes de dipluraacjarslicji criminal.-
Jf. F. C
O S. FIGUEIRA BMBLfcO.-Sr. pre-
.sHlente, verdadeirimente nao rae levanto
iwra oppr-me o adiali*to, pcfque en-
teiido que qualquer esdarecimento que a
casa *>ft&a ter das suas commissoes, cora-
poma como est de membros novos, que
nio asastiram s discussoes havidas. nao
pode deixar de orientar o seu^espirito
na decUSo do presente assumpto. Mas
Pmt^Jmi 1W as razoesem que sefuodoa
o wtore tleputado para propor este adii-
mento bao sao procedentes.

j/oataneamente, axrai fai4rie
exraxWJIo. Pote seralguem confmnado
em crimes graves estando ausente ? A
emenda portanto, just ssima.
Passemos ao art. 3* do projecto da c-
mara. Diz elle : "Sero iambem profis-
sado e julgados, quando voltarmaa im-
perio, os brasitnres que em paiz estrath
geiro perpetrarem, contra brasileiro, qual-
quer dos crimes particulares, prvfottyfelo
cdigo criminal, haoendoqiteixa4o do, ascendentes, descendentes, cenjttges, se*
nhores, tutores, curadores, e O'promoto*
publico, sendo o offendido pessoa rniseravet.]
A emenda do senado diz a mesma GOUr
fkmeote aqui se iohoe
mnitmrmmMhM
inforflPOOesw DSS^^tBoiwatos, nos oorpos
de dfltiplo:-que as autorifedwpoliaaes e
cnupuaes-fttrangew-mis paiisjtm.'. for-
Portanto foi altamente convauieAie a
nienda do sanado. Sem essa base nio p -
derpam .deixar de lictr impunes-9HU~
i'rimcs-civnmotlidos fcit'a'jdo aperjojmor
I geiro*pm>i tpaKqmt * estrmgWrb'remme'mintpeth.-
A emenda'do serta"
que jastilljue doutrina contraria. Assim, se
urna lei estbelece urna prfflicripc'o, e outra
posterior estrfbclece on erige maior tempo
para que ella se verifique,Hei'anterior qae
vi(Gra. contra o critmnoso, ipie commetteu
o delicio sob o rgimen da primeira lei.
Portanto o senado admittto o projecto da
cmara, em todos os seas principios car-
deaes, esclarecendo melhor as suas dispo-
sicoes, e admittindo aquelles principios
de alta pbilosopbia e jurisprudencia cri-
minal que $to tambem adoptados por todos
os jurisconsultos e philosoplios que tratam
da materia. 9
Assim, respeitando as opinies do meu
nobre collega, me animo a dizer que nao
me parece muito fundada a sua opinio
sobre o adiamento e que devemos adoptar^
o proieoto, dotando tambem o nosso pot
de urna lei de que elle tanto carece.
(Apoiados).
Voto pois contra o requeriinento.
O SR. ALENC VR ARARIPE : Sr. pre-
sidente, o projecto que discutimos contera-
materia nova qoe vai figurar na nossa le-
gislaco criminal, nao tendo ainda havido
sobre o assumpto snfficientedscnsso. Este
projecto iniciado nesta casa, In 1*1 anuos,
foi dirigidb ao senado e de l nos vera
agora com alteracoes not-veis, como mos-
Irou o illiHtft preopinante, depotado pela
provincia da'Paran.
Vejo, 8r. presidente, nao s pelos argu-
mentos e con-sideracoes j dedtraidos pelo
rtobre depotado a quem me rofiro, como
pelas razes qae passarei a expender suc-
intamente, que o*diamento de
^eeessdade. A importancia da
exige exame deudo, que nao Taremos sem
tempo para estudo e reflexo.
As disposigoes* do projecto emendado
precisam de ser reconsideradas. E venlade
que ellas tem a seo favor a autoridade do
voto Mostrado do sonado, mas nom por isso
devemos-nos dispunsar de faaer acorado
estudo, alim de que votemos conscienciosa-
raente, ou reconhecendo as razos da au-
gusta cmara- vitalicia, ou fazendo as alie
racoesque essas emendas merecereiu.
(Gruiam-se apartes).
Observo que grave alteracao houve no
projecto, que foi desta casa remettido ao
senado ; e nao se diga que c simples alte-
racao de palavras: urna alteracao impor-
tantissima e fundamental: consiste em que
o projecto approvado nesta cmara manda
imperiosamente que o processo se faca e o
delinquente seja punido, quando este appa-
recer. no paiz ; entretanto que as emendas
do senado apenas conferem a arbitraria fe-
culdade de processar ; factildade qoe ha
de trazer na pratioa grave embaraco, por
que o projecto era declara qual a hypothese
em que por torga da lei cabe o processo,
nem quando elle deva ter logar necesa-
riamente.
J se v, pois, que fica a inslauracao do
processo discripgao das autoridades cri
minaes, podendo semelhante arbitrio pro-
duzir, graves inconvenientes e duvidas na
execugao da lei.
E, portanto, preciso que este ponto seja
definido e fique bem esclarecido.
Um Sn. Defltado : O arL 8o explica
bem.
O Sr. A. Arawpe : O art. .8" a que
se refere o nobre deputado, nao satisfaz ;
elle apenas considera a espcje da pres
cripeo que mata todo o processo.
Parece-me ainda haver inconveniencia na-
alternativa, que se estabeledo no art.- 5o.
Diz esse artigo, que os estrangeiros, que
em paiz estrangeiro perpetrarem contra
bra**eiros algum dos crimes referidos no
art. 3o e vierem ao Imperio, ou sero en-
tregues por extradigo sendo reclamados,
ou expulsos do territorio brasileiro, ou pu-
nidos conforme a lei brasileira.
Tintas hypotheses, Sr. presidente, nao
,podem deixar de trazer difficuldade serias
na applicaco da lei, quando nao s Afine
o procedimento da autoridade em cada -nina
dolas. Nao se declara em parte agoma do
projecto qud autoridade incumbida de re-
solver a questao para seguir-se urna das
bypetbeses figuradas, e urna lei mistas cir-
cumstancias nao se pode dizer que per-
feita e boa, ,
legislador brasileiro espera coUier da "nova
4ei.
Arada noto que a referencia legislago
estrangeira pode trazer a desigualilade na
sorle dos delinqueot.'s ; uns sero punidos,
outros o rt sero ; porque os naturaes
dsqu*elles paizes,'aonde a legislarlo crimi-
nal nao estabelecer penas, ou daquelles
paizes aonde por incultos nao existir legis-
laco penal regular, nelinqniro em face
do nosso direito e ficaro impunes. Esta
antitbese ou contraposico de factos nSo
podo deixar de prodozir mo effeito em
ama sociedade que como a nossa, tem por
urna de snas mximas carddae* a igualdade
perante a lei. O mesmo facto praticado por
um individuo ser punido, e nao o ser qoan-
do praticado por outro, s porque sao de
nacionah'dade diversa, apresenta iojustica
e contradieces nwnifestas.
No art. 8' na parte final, se determina
f-qne #5o'ter logar a punico quando o cri-
me estiver prescripto.
O principio da prescripeo juridico e
de inconteslavcl justica ; observo, porm,
que o mesmo artigo estatu que cessar o
procedraento jndicial, ainda quando come-
Cado, logo que se reconhega que o crime
ou pena est prescripto segundo a lei mais
favoravel, ou do Brasil ou do estado es-
trangeiro em que elle poda ser punido.
A mesma observaco que cima iz
acerca do processo e punigo, fago a res-
peito do final deste artigo, em virtude da
alternativa que estabelece para criterio da
prescripeo. Convm estabelecer urna hy-
summa' pothese definida para que as autoridades
materia criminaes fagam constante e uniforme ap-
pl i cacao da lei.
Terminando, Sr. presidente, estas obser-
vacoes que aprsente mais com simples
objecto de duvida, do que como resultado
seguro do exame complexo do projecto,
direi que o requerimento do nobre deputa-
do qufe encetou o debate, de summa uti-
lidade, e taoto mais necessario o adia-
mento das emendas, ora sujeitas nossa
apreciacSo, quanto certo, que apenas tem
de passar por urna s discnsso. (Apoia-
dos.)
O meu nobre collega depntado pelo 2o
dstrcto d Cear observou, impugnando o
mesmo adiamento, qoe o paiz necessita
desta lei. Nao ha duvida? que assim :
ella vem satisfazer urna importante nuces-
sidade publica.
Todava que mal poder trazer a demora
de oito ou qninze das para que nao reflic-
tamos mais um pouco sobre o projecto ?
(Apoiados.) Tanto maior a sua impor-
tancia, quanto mais acurada deve sera
nossa attenco para que a lei saia perfeila.
Se temos, pois, notado certa incongruencia
no projecto, ao menos nos primeiros lances
de olhos, e se vemos que o adiamento ne-
nhiim embarago pode trazer era dotarmos
o paiz com urna lei til, son de parecer
que seja approvado o requeriinento do no-
bre deputado pelo Paran.
O SR. CORREA faz algumas observacoes
era sustentaco do adiamento que propoz.
O SR. BENJAMIM : Sr. presidente,
voto contra o adiamento proposto pelo no-
bre deputado pelo Paran, e sustentado pelo
nobre deputado pelo Cear. Voto contra o
adiamento,, porque entendo que eJIe nao
traz canaca e ao paiz a menor vanla-
gem.
Este projecto, como acabaram de reco-
nhecer todos os Srs. deputados que fallaran)
da mais iodeclinavel necessidade para o
paiz. Depois de ter elle sido discutido
nesta cmara e remettido ao senado, sof-
fi eu all u'ma discnsso luminosa, como se
pode ver nos Annaes do parlamento.
O SR. COELHO RODRIGUES :-Sr. pre-
sidente, cm a devida venia dbf notres de-
putados oceupando a atteMcao desta casa, o 'o-
mego de estranbar. por orara, comego de
faaer sentir mesma casa que esta discos-
sao est um pouco desloeada do sea centro
natural. Trata-se da conveniencia eu o
conveniencia do adiamento, e tem-se discu-
tido sobre a comparacimdos dous projectos
se haounao iia alterages radicaes entre
elles, etc.
O Sir Alencai Araiupe :Era necessa-
rio para mostrar a conveniencia do adia-
mento.
O S. Coblho Aowugs: Eu cafVr>me
sempre respeitoso opmlao dos mais vemos
e provectos nesta casa, cada um dos quaes
considero meu mestre; mas em por isso
elles me podem negar a neeessidMe que
tenno de expr mesma casa os tieftvos
porque estou em duvida.
Eu pens que o adiamento nao smente
conveniente, tambem necessario. Pouco
importa que o projecto j trvesse p*ssado
em primeira, segunda e terceira discusso
nesta casa, e depois fosse passar em pri-
meira, segunda e terceira discusso no se-
nado; pouco importa que os nao possamos
apfesentar-Ihe emendas, quando se tratar
aqui da sua discusso; o essencial 0 que
muitos de nos que estamos presentes igno-
ravaraos inteiramente a existencia deste pro-
jecto, projecto organisado e apr sentado
nesta casa em 1854, poca em que eu
talvez mal soubesse ler manuscripto; pro-
jecto antiquissimo, de que nao ha ra- mora
para os homens que vi vem as provincias,
como eu, por exemplo, vivia.e como viviam
muitos dos nobres deputados; e qne apre-
sentado assim de cliofre, por mais til que
seja, sempre se votar c m urna eerta du-
vida, d go mal, com urna duvida completa
sobre as suas utilidade e conveniencia.
Quero crer que a materia cmvwiente
e necessria ao paiz ; mas deseto dar uro
voto de consciencia, e nao posso da-to com
urna votaco assim de chofre, de sim ou
nao. (Apoiados.)
O Sr. Benjamn :O projecto est dado
[jara ordem do dia desde hontem.
O Sr. Coelho Rodrigues : Eu tenho
como corretor do men proeedimeuto nica-
mente o Sr. presidenta da cmara, aquem
pego que me garanta n* tribuna.
O Sr. PhEsiDKNTK :V. Exc. pode con-
tinuar.
O Sr. Coelho Rodrigues : Por conse-
quenca, por maior que seja a utilidade
deste projecto, elle nao deve ser votado j,
quando nao tem ainda precedido a neces-
saria reflexo para basear-se um voto deli-
berado, um voto consciencioso. Pouco im-
porta que seja necessario regular-se a ma-
teria de que trata o projecto; antes urna
pequea demora do que urna precipitaco.
O Sh Benjamn .- O projecto est es-
tudado ha 14 annos.
O Sr. Coelho Rodrigues (ao Sr. presi-
dente) .-Peco de novo garanta.
O Sr. Affonso de Carvalho : E' um
aparte; o nobre deputado est no seu di-
reito dando apartes.
O Sr. Coelho Rodrigues : Nb pode
dar apartes quem nao memoro desta
casa.
O Sn. Affonso de Carlalho : Como
nao memoro ?r Foi o Dr. Benjamim,
nnhre deputado por Minas, qaem deu o
aparte.
O Sr. Coelho Rodrigues : Neste caso
peco perdo; suppunha que o aparte vinha
de fra. S3 o nobre deputado se offendeu
com que eu disse, eu retiro tudo quanto
esse magoa-Io.
Se est reconbecida a necessidade do
projesto. que vera supprir urna (acunada
nossa legislaco, nWo sci qne vantagem ha
cm se adiar o conheciraento do projecto para
daqui a oito ou nove das, tanto mais quan-
to o nosso regiment no art. 157 tem esta-
blecido qae os projectos que voltam do
senado com emendas, nao podem soffrer
nesta cmara emenda alguma sem que siga
a fuso, rara vez praticada.
Por consequencia se passar hoje o adia-
mento proposto pelo nobre deputado, o
projecto nao poder ser aqui emendado; ha
Como j disse, creio que muito neces
sario que haja alguma cousa neste sentido
em nossa legislago, mas nao posso votar
hoje em consciencia sobre este projecto, at
mesmo porque elle nao pode ser emendado
como acabou de declarar o deputado que
me precedeu na tribuna. Quero que haja
tempo para a reflexo e raadureza, alim do
que eu possa basear o meu voto ; quero
da-lo de consciencia, e para isso quero adia-
mento, acho-o conveniente, reclamo-o como
necessario, e, se elle nao passar, declaro
que nao pos90 votar nesta questo, porque
nao tenho juizo feito.
O Sr. FIGUEIRA DE MELLO (pela ordem):
Sr. presidente, eu desejava, se fosse possi-
vel, fazer um additamento ao adiamento,
caso esto passe, e vinha a serque se con-
vide ao Sr. ministro dos estrangeiros para
assistir a esta discusso, visto que se trata
de urna questo internacional.
O Sn. Presidente : O nobre deputado
mande por escripto o additamento que
quer, porque nao Ihe pormittido fallarmais
sobre o adiamento. ^
Vem mesa, e lido, o seguinte addita-
mento.
Se a cmara entender que deve adiar
a votaco deste prejecto, proponbo que elle
smente tenba lugar ate comparecer dis-
cusso o Sr. ministro de estrangeiros, que
ser para isso convidado. Fiueira de
Helio.
Portanto, cumpre^que e&U casa reconsi-4o ner approvado eurejeUado m limine
dere este ponto e defina emque casos deve
|ter lugar a pena por va do competente pro-
casao, sem o arbitrio indefinido da autori-
dade. i
Wesse mesmo art. 5o se diz qoe os es-
trangeiros que perpetrarem os crimes nelle
mencionados serlo punidos conforme a lei
bresdetra, e accrescenta-se depois qtfe
ara este Ottirao caso, porm, necessario
leis do pam do delinquiente estabele-
0 Sr. Correa: Mas pode ser approva-
do ou repnovado ai parte.
O Sr. Benjamn :jO nobre dep^^ado leia
o'art. 15?. 'Por consequencia, se o^rojecto
ne pede nesta easrsflfrer modiftcc3o, se
hade ser-, como j disse, Tejettado ou tppro-
vado in limine, pengunto: que vintagem
ha era se adiar'hoje a soa pessagem f
Sr. presideOte, reeotrtmeida a indeclina-
vel necessidade dvaceitar-se este projecto,
uaio em caso semelhante contra es-1 perqu a noSsaJ legllajjo neste caso
m*rm. [manca e alba, eu erttedo me eadiaftento
'Crfo^Sr. presidente, o,ue nm dos nossos propoetO'pte no*re '^epatado "JMo deve
pMtMm-mm aeabeu de fallar, ja pondereu (ser aceito e- qaBto^ojeetodeveserqaMMO
M-*-Wide -^ue navria ntr eneoifao da J; antes pprOviiO.
O Sr. Presidente:No sei se posso con-
siderar como Aditamento este novo reque-
rimento, porque o adiamento que est em
discusso para ir o projecto commis-
so. js
G Sn. FitUEiRv de Mello: Bem ; eeu
digo que s at ser convidado o Sr. mi-
nistro des estrangeiros.
O Sr. Presidente :-i-Mas o Sr. deputado
diz: rftopfca lugar at comparecer,* dto-
cusso o Sr. ministro doseetngeiros. Por
consequencia nao"* at qae a oommissao d
o seu parecer.
O S. FicuEnu de Meilo :V. Exc. pro-
por cmara a i lea de r coramissio ; se
nao passar esta idea, propor aqueeuoffe-
reeo ou mee versa.
O Sb.'Presibemte :Mas senassar aldea
de ir commisso, a outra oca prejudi-
cada.
O Sr. Figvsira de Mbii :Sim, senhor;
V. Exc. proprjr-emttJ#iH|igarumaou
outra, para mim intfefcnte.
(Otmtinuar-^n
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