Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11850


This item is only available as the following downloads:


Full Text
..
I .....

ANNO J(LV. NUMERO (18.
v
k

t

PAJU A CAPITAL I LGABES OIDE JTA6 SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados 'i.............
Por seis ditos idem.....7^.........
Por um anno idem...........i...*.'!]" "
Cada wnnero ayulso.....>.....'...'.,'
64OOO
iflfOOO
244000
0320
/

mm FEIRA 26 DE MAIO DE 1869.
PARA BE5TR0 E FORA DA PROVINCIA.
Por tres mezcs adiantados.
Por si ditos idem. .
Por noM ditos idem .
Por nm anno.....
85750
134500
30#S0
27J0OO
MAMBIM
Propriedade de Manoel Rguira de Fara & Filhos.

Os Srs. Gerardo Antonio Arves
Guimar
i AGENTE:
S,i,h?' noPa1r1; Goncalvesd: Pinto, no MaranhSo; Josqttm Jose Olive/ra, fio Cear; Anloaode Lemos Braga, noAracaty; Jlo Mana Julio Ornes, no Asta; Antonio Marones da Silva, m Natal! Antonio Joarmi.
aes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alexaodrino de Lima, na Partbyba; Antonio Jos Gomes, m Villa da Peni; Betermino dos Santos BulcSo, em Santo Anta; Domingos Jos da Costa Bra ^
em Nazaretb; Francino Tavares da-Cssta, em Aiagas; Dr. Jos Martins Aires, na Bahia; e Jos Bibeiro Gasparmho, no Bio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL.

rz
Gortroo da provincia.
EXPKDIK.NTF. ASSKTNADO >El.O F.XAI. SB. DR. MA.NORI.
1>0 RASriMKNTO"MACHADO POIITELLA, VICE-PKKSI-
DKNTE DA MO\ 1.\"l*IA,'EM 22 DE ABRIL DE 1869.
'3'seccao.
N. 819.Portara ao inspector de fazenda.' Devolvendo V. S. o requerimento
dociiui :t! ni t qu'e se refero a sua nformaeu
te honteiu, sob n.'228, "lehh a dzer-lhe ijue, en
virmle Be aatorsacjio do 'inJu antecessor, fra
contratado Joo DamasCenb Barros tiara ir incum-
hir-se on tratamentt) das' pessdas desvalidas ala-
cailas '.: varila no termo de Seriuhem, mediante
a gratificaran de 103 diarios, e por isso cumpre
que sej paga 6ss gratllieaco, a contar de 12 de
marea ultimo at* 17 do crreme mez, diaem que
M elle dispensado dss cdmhisso, segundo cons-
'.i de ofllcio do delegado' daquelle termo datado
Jo mencionado" dia 17. E essa despeza deve correr
por conta do crdito atUrro rielo aviso do ministe-
rio do imnprio de'31'do* citado incide margo o or-
den do .tliesouro nacional n. 38, de 23 do cor-
rete.
-N. 830.Dita ao mcsmo.Communico Y. S.
para seu conhecimento, que segxndo consta de
iviso do ministerio da niarinlia de 8 do crreme,
fot concedida ao capio' de fragata Francisco Jos
de Oliveira a exoneradlo que pedio do lugar de
ajttdattte d<> inspector do arsenal de nu:'nha.
N. 831.Din ao mesmo.Communico V. S.
para mu ronhednieutli e' ins convenientes, que,.
tegwa > consta de aviso do ministerio da guerra
de 10 do correte, foi extincta por decreto n. 43-1
de 3 deste mez*. a'coloma militar de Pimenleiras,
devora! i Berem arrecadados os objedos prten-'
cutes ao estado, e tomadas as contas dos entre-
gados responsaves.
N. 832.Di la ao mesmo.Remello V. S. o in-
cluso requerimfnro, em que os agentes da compa-
nliia Brasilejra'de* piquetes a vapor pedem paga-
.n oii) da quantla de 1*>5 proveniente de despeza
.lili com o desembarque 6 trajelo de 20 volumes
que regressaram 'da exposico da curte, alim de
jae no-, termos' do aviso incluso por copia do mi-
nisterio da agricultura de 9 do corrente, sob n. 1,
soja convenientemente' pToCessadn "essa divida,
para que possa tetf lugar esse pagamento, visto
perteneer ella a exercielo ja encerrado.
N. 853.Dita ao niesmn.Communieo V. S.
para sen conhecimento, trae segundo consta de
offlcio do Jelegadd d polica de Serinhem, de 17
do torrele, o' enfermelro" encarregado do trata-
ment das pessas' atacadas da varila naquella
villa percebe a diaria de 4 5 desde o dia 13 do fe-
vereiro deste atino. .
N. S.-J4.Dita ao atestad:Mande Y. S. ajustar
conta-- ao alteres' honorario do exercito Mariano
dos Iteis Fspindola, que assim o solicita no inclu-
-ii reqneriniento documentado, das despezas que
fe como recrutador no termo de Ingazeira.
N. 833.iiu ao mesmo'.Tendo sido approva-
da, como me participou o "ministro da guerra era
aviso de 9 do corrente, junio por copia, a despeza
i fazer-se com os concertos e reparos indispensa-
veis no qoartel do deposito de recrutas, oreados
pelo en^enheird encarregado das obras militares
na qua.:iia de 800,5710 rs., assim o declaro V.
S. para sen conhecimento. .
N 83.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Declaro a V. para seu conhecimento e
( dos i-(Te i los,que altendendo aoqueexpoz no in-
para o faier constar aos respectivos delegados que
tiesta data ordenou ao eommaiidante do corpo
provisorio de polica fizesse recolher a esta capi-
tal os offtciaes e prapas d'aquclle corpo que esto
destacados em Iguarass, Nazarclh, Ipojuca, Sao
Lourenco, Granito e Onricury, sendo substituidos
por ignal numero de pracas da guarda nacional,
do modo a licarem no numero marcado, pelas ta-
bellas de 5 de novembro do anno prximo findo os
de Ipojuca, Iguarass, Onricury e Granito.
N. 868.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sidento da provincia manda declarar a V. S. que
por deliberacao desta data foi exonerado a bem
do ?rvieo pblico, do cargo de I? snpplente do
subdelegado de Igtiarass, Jos Joaquim Barbosa,
de eonformidaile com a proposta de V. S. iem offl-
cio n. 373, de 20 do corrente.
N. 869.Dito ao juiz municipal do termo de
Cimbres.De ordem do Exm. Sr. vicepresidente
da provincia tran-millo a V. S. a copia inclusa do
decreto n. 426 de 21 de jultio de 1843 por V. S.
jicdido em seu ofQcio de 22 de marco lindo, nao
indo impresso por nao haver nesta secretaria.
N. 870.Dilo ao commandanle do corpo provi-
sorio dejioliciaiDe ordem d*Exm. 8r. viee-pre-
sidentoda provincia mande V. S. aiiresenlar lioje
as Z horas da tardaao Dr. cjtefe de polica ditas
pracas do corpo sob seu commando, aim de*e-
guirem para a comarca e FloVes.com os soccor-
ros que para alli sao enviados.
, S'seccjkt .
N. 71.Offlcio ao inspector .lia thesouraria de
fazcijda.De ordem de S. Exc. o'Sr\ vice-presi-
lenta da provincia communico a YJ-S. para os fins
convenientes, que o vapor Higui Saldr para o
>rosidio de Fernando de Norooha pqlas.12 horas^
.o dia 10 de mao prximo vindouro, tieando as-
sim respondido o seu ofllcio n. 227 de- hontem
datado.
N. 872.Dilo ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sideute da provincia manda declarar a Y. S. que
nesta data se expedo ordem aos commandantes
superiores da guarda nacional de Cabrob e Boa-
Visla para augtiieiilar os destacamentos das \1llas
df Granito e Ouricury com 1 otflcial subalterno, 1
interior e 13 pravas em cada urna das ditas loca-
lidades.
n. 873.Dilo ao inspector da thesouraria pro-
vincial.O Exm. Sr vice-presidente da provincia
manda declarar a V. S. para os flus convenientes
que ola data expedio as necessarias ordens para
seren substituidos por outros da guarda nacional
os destacamentos do corpo provisorio de polica que
se arham em Iguarass e em Ipojuca coinposios
este de .1 inferior e 13 pracas e aquelle de 1 offl-
cial subalterno, 1 inferior e 5 pracas as quaes fo-
ram mandados recolher ao respectivo corpo.
4a seccao.
N. 874Offlcio aos agentes da companhia bra-
sileira de paqactes a vapor.De ordem de S. Exc.
o Sr. vico-presidente da provincia eouununico a
Yv. Ss. para seu conhecimento que de conformidade
com o aviso do ministerio da reparticao das obras
publicas de 9 do corrente sob n. 1 foi nesta data
remettido a thesouraria de fazenda o requerimento
em que Vv. Ss..solicitaran) o pagamento da quan-
tia de 1200000 proveniente da despeza feila com
o aeseinbarque e trajelo de 20 volumes que ro-
gressaram da expo'scao da corte, afim de ser n'a-
quella reparlicio orgnisado o respectivo processo
de devida, no intuito de ter lugar o seu pagamen-
to por exercicios lindos.
Rcpariif'o da polica.
2a seccao.Secretaria da polica de Pernambuco,
rluso r-quiiinienlo donmlentado "aprofessora da23demato de 1869.
povoacSo de Abren de Una', Francisca Luitovina de N. 793.Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
ido em'vista o que aesso res-
Borja ibeiro, e rendo em'vsta o que
peito informou o director 'setal interino da ins-
trucclo publica em ofllcio de 17 do corrente, sob
n. 117, re-olvi abonar as faltas que por molestia
deu a mencionada" professora a contar de 7 de Ja-
neiro al 28 de'feVei'eirt (teste anno.
N. 837Dia ao'mesmo.''AOtoriso V. S. a
I ir pagar nos termos de sua inorniagao de
boje, sob n. 207, com referencia a'da tontadoria
dessa thesouraria, acerca do requerimento que in-
i J"volvo, a importancia da oitava preslacao
i que lera direilo o Dr. Joao Cavatcantide Albu-
qnei'jite. ni qnalidade de arrematante da parte
da estrada do Sorte entre a Chaa da Mangabeira
o aogeiibo littjary como se v do certilicado an-
nexo ao mencionado requerimento.
N. 838.Dita ao chefe da reparticao das obras
publicas.Para saiisfazer ao disposto no aviso da
reparticao da agricultura de 6 do corrente, sol
n. 7, remeta V. S. coma possvel brevidade copia
dos planos, relatnos e ornamento do primeirolan-
co da estrada de Una para a colonia militar de
i! i i as, bem como do contrato celebrado com
o bacharel Pedro Affonso Ferreira, para a cons-
trnecao datjuella obra.
\. 839.Dita ao mesmo.Expeea Ymc. as suas
ordens para que de conformidade com sua iufor-
niacao do 20 de marco ullimo, sob n. 117, seja
Caito o calcatnento em frei'le do arsenal de guer-
ra, visto assim o haver solicitado o respectivo di-
reiu i'lllcio de 19'dc j.ineiro desie anno, sob
4' seccao.
N. 800.Portara aos agentes da companhia
Brasilaira de paquetes a vapor.Podem Vmcs. fa-
zer seguir para Os portos do norte o vapor Guor,
procedente dos do sul, ftmhnhaa a hora indicada
em seu oficio desta data.
N. 861Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucana,O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar urna passagem de estado a proa
do vapor pojara at o Kio firande db" Norte a loa
quim Evancrrlista dos Santos,
N. 891.Dita ao mesmo.Acensando recebdo
o oflicio de 21 do corrente em que Vmc. partici-
pa-me ter essa companhia de fazer seguir para o
presidio de Fernando no dia 14 de mao prximo
futuro, aomeiodia, o vapor Giqui, lanho a dizer-
:ora satisfazer as exigencias do servico
publico, deve o referido vapor sahir para o mesmo
presidio no dia 10 do cilado mez de mao a hora
indica ta.
nPBMBm ASSIGNADO PELO SR. DR. JOAQUIM COR-
REA di: araujo, secretario do govbbno em 22
DK ABRIL DE 1869.
1* seccao.
N. 863.Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
dante das armas.O Exm. Sr. Vice-presidente da
provincia, manda declarar a V. Etc. em reeposta
o seu offlcio de hontem, sob n. 239, que a iheson-
raria de fazenda tem ordem para ajustar cantas ao
recrutador do termo de Ingazeira, alferes Maria-
no dos Res Espindola.
N. 864Dito ao nfesmo.Communico a V. Ex.
de ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia, que pelas 12 horas do dia 10.de mao vindou-
ro, seguir para o presidio de Fernando o vapor
Giquta da companhia Pernambucana.Igual ao
director do arsenal de guerramutatis mutandis.
N. 865 Dito ao capo de fragata Francisco
'Jos de Olivcira. Achando-se tiesta seeretariaa
portara pela qual foi V. S. uomeado para servir
interinamente o lugar de capilao do porto da pro-
vincia das Alagdas ; assim o declaro a V. S. para
eu conhecimento eflm conveniente.
2'seccao.
N. 866Oflicio ao Dr. enere de polica. O
commandante do corpo de poUcia tem ordem para
"tetar miiatw Iiiji a V.fcI->
fin sol.c.tadoera.oc>de V. S. desta data, sob n.
o81: o que o ftim. Br. Tice-presidente da pro-
vnxia manda communicar a V. S.
-^'ISL^LDUo T"100' Exm. Sr. vice-
preeidenr daprovinea manda deehtnr aT.8.
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segundo
consta das participacoes receidas boje nesta re-
partido, foram hontem recolhidos casa de delen-
co.os seguintes individuos :
A ordem do snbd> legado do Rccife, Joaquim
Goncalves Casco Junior^pr crime di amea^as;
Antonio Luiz Das e Pedro-Celestino Chaves, por
disturbios; e David, cscravo de Jos Dantas, por
fgido.
ordem do de Santo Antonio, Luiza Mara da
Conccieao, por disturbios.
Deus guarde a V. ExcIHm. e Exm. Sr. vice-
presidente 4a provincia Dr. Manoel do Nascimen-
t Machado Portefla. O chefe de polica interino
F. de Assis Oliieira Muciel.
PERNAMBUCO.
< Sala das sessoes, 13 do inaio d 1869Gl-
ranaM. AntovrmHego BmTos.
O Slt. MIGUEL AMORIM : Sr. presideote, te-
nho de oflerecer a consideraeo da casa um re-
querimento podAdo informaeo sobre diversos
factos bastantes graves que se tem dado na termo | q
de S liento, sob a influencia da polica daquella
localidade. O requerimento comprahernte o se-
grate, (l).
Sr. presdeme, a simples leitura desie requeri-
mento, revela exuberantemente que o tormo de S.
liento est em urna perfcita cenfusbc alarma que
o termo de S. Danto esta sendo, administrado pelo
abuso, pela vindicta das autoridades policiaes.
Constnange-me sobre modo ter por mais de urna
vez do ocvupar esta tribuna para axercer o pa|el
de aecusador, conatrange-me, senliores porque
este papel nao pode por mim ser bem represen-
lado, desde que me faltam os elementas para isso,
(nao apoados) o prinnipalmenie desde que contra
ineii genio e iudoi eu sinto verdadaqe repugnan-
cia para faze-lo.
Entretanto, senhores, (piando cous.den por este
lado isso que vcoho a dizer, ao roesu o tempo noto
que no 4." distrieto donde indignainer te sou repre-
com urna guarnicao de 230 pracas, e montando 12
pecas de diversos calibres. Salvou a trra, sendo-
sentante, (nao apoados) tenho amigas dedicados,
que todos os das, a todos os momtntos, soffreni
esses ataques da autnridade, e que se esses amibos
-nao tiverem em u favor, nesta casa a miaba fraca
voz, c a voz podefosa dosfweus dignes collegas de
districto, o excesso, o sbuso da auetoridade ser
anda inaior do quf.se tem dado at o presente.
Entre os factos sbreos quaes pcc/i'iiiiformaeoes'
no requerimento que apresene, v-.te que o |>ri-
ineiro salier se a cmara municipal de S. Bento
propozalgumaaccao civil coaira o teoente coronel
Luiz Paulino afim de desappr.ipir.'.-lo de urna
casa que elle alli havia construido.
Senhores, este pedido nao infundado, porque
o fado que se da o seguinte :
O lenle-coronel Luiz Paulino de Hollanda Va-
lenca, asBorisado pela cmara de S. Bento do
quatriennto findo, para edificar um;, casa no pa-
leo da feira daquella villa, eftectivaineute cons-
Irnia essa casa com liciwca da cmara, cj linda
as paredes levantadas, qtiando agora tomando pos-
se da cmara, oulros veroadores para exercerem
una vindicta contra o tencotc-eocoBel Luiz Pauli-
no, expedirn) urna simples ordem ao fiscal pira
demelir aquella propriedade o dar o wreuo ao
major Joo da Porciuncula Valenca, e como, se-
nhores, o tacto era extraordinario, orno o tenen-
te-coronel Luiz Paulino alli nina influencia le-
gitima, (apoados) que todos1 reconheceni prfida-
mente, nao so esses venadores, como o delegado
de polica de S. Bento c todos os o iros autores
dessa derrotada, receaudo a represdia, represa-
lia que se nSo da va porque os opprliidos alli sao
hoinens da prudencia e da moderacao, procucaram
atfielles tomar as devidas cautelas e essas caute-
las foram, o delegado do polica requisitar forra
de Cimbres, Garanhuns e outros lugares, e ter
a villa de S. Bento convertida em urna praca de
armas, constituindo-a tal vez um acampamento
do Paraguay.
O Sr. Pina :la destruir-sc o Humayi.
O Sn. M. Amorim :O que certo que no da
que eslava destinado para ter lugar esse combale,
isto para o fiscal demolir a propriedade do Sr.
Luiz Paulino, nesse dia, senhores, a villa de S.
Rento estava invadida por inais de duzentos ho-
mens armados, duzentos homens que o delegado
dizia serem pracas da guarda nacional, mas du-
zentos homens entre os quaes so coatava grande
numero de assassinos, sabidos de gales naquella
occasio I
O Sn. A-MYNTiiAs :Creio que algcns lirados al
da cadeia naquella occasio.
O Sr. Epamwondas dx Barros : E verdade.
O Su. M. Amorim :Eis o porque ;u peco infor-
ma^es a este respeto, porque quero mais tarde
combaler esses factos com provas irrecusaveis,
nao para mim, porque j. estou convencido da
verdade, mas para alanos dos nobles depulados
que tetihain duvdas a esse respeto.
Oulro fado que anda se deduz dessa informa-
gao o que o delegado do S. Bento c o subdele-
gado Silva Lemos corcaram a igreja matriz na oc-
casio mais solemne, na occasio da missa con-
ventual para prender os cidados Manoel Rodri-
gues Correa e Donizo Rodrigues Correa, sem
que tivessein commetlido crimes.
E' exacto, senhores, que deu-se este fado, por
rras oecastes ti es primeiros que se apresentam
en favor da poMcia
Ouiros factos existera ainda oV aljama gravida-
de. que dei.tarei de'desenvoLv-tee, e entrar em
sua justilicaco, portpie a hora j esl adiantada c
guardo as informaedes que peco porajaz-lo.
Agora aproveitando-me da palavraeu vou tratar
ASSEMBLCA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 13 DE MAIO.
PRESIDRNCIA TO SR. AUGUSTO LEAO.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-sc pre-
sentes os Srs. E. Pina;- Ooncalves da Silva, Lopes
Machado, Pelisbino, Arminio Tavares, Amaral e
Mello, B. Barros, Cicero, bario de Una, Mermilho,
Epaminomlas do Barros, Ermiro Coutinho, Miguel
Amorim, Amynlhas, Augusto Leo, Jos Gitirana,
Janscn de Castro, Son res Brando, Anflr Caval-
canli, Ayres Gaaw, S. Bamos, Silveira Lobo e F.
Tavora.
Ab11:-se a sesso, c sao ldas e approvadas as
actas das anteriores.
O Sr. Io Secretario d conta do seguinte
EXPK.DIEKTK
Um offlcio do Dr. Gaspar V. M. Drumraond,
membro desta assembla, communicando nao po-
der por esses oito dias, comparecer as sesscs.
Inteirado.
Urna peticao da rmandade de N. S. da Penha
da freguezia de Gamelleira, pedindo a concessio
de duas loteras para a factura de um cemiterio
naquella freguezia.A cointm'sso-dc petic5es.
Outra do proprictario e moradores do engenho
Pinou da freguezia de Grvala, pedindo paraijue
fique pertencendo o terreno daquelle engenno a
freguezia de Becerros.
Outra de Isabel Mara Pocas, pedindo approva-
gao do contrato de aforamento que fez a cmara
municipal de Olinda do becco do largo do Amparo.
A commisso de negocios de cmaras.
Outra de Luiz Cyriaco da Silva, professor publi
co da povoao de A focados, pedindo que lb sela
concedida a gratificacao de que trata o art. *28 da
lei de 14 de maio de 1835. A commisso de or-
denados.
E I ido e approvado o seguinte parecer:
A commisso de peticoes, depois de ter lido
com a devida attencSo a que a esta assembla di-
rigi Bernardo Caroeiro Monteiro da Bilva latitoi,
2. escriptnrario da 3.a seccao da tbeaonrarta pro-
vincial, o qual quer que se Ihe mande dar urna
gratifleacao da quinta parte dos vencimentos cor-
respondente ao tempo em que esteve de lcenca, e
com paro de doente e ento i." escriplurari
d'aquella repartigo Alexandre Amerre de Caldas
Brando, a quem o peticionario substitnio durante,
o seu impedimento, necessila que seja ouvido o
inspector da mesma reparticao, sobre tal assump-
to, para ento podar emittir'o sou parece.
a Sala das commissoes, 12 do maio de 1869.
Andr CuoalcantiCtdtra Perearino.
E' lido, iulgado objeeto de deliberacao e man-
dado imprimir o seguiute projecto :
i A assembla legislativa provincial de Pernam-
rpwaqlt1100' resolve:
t Artigo nico. Ticam exlinctos os lugares de
advogados e cirurgio de todas as cmaras desta
provincia,' onde existem creados taas 'Tugares, a
excepcao da cmara desu capital.
Revogadas as dhpostgoes emTOntrario.
I Sr. Dkputado :Tentativa dr roorte 1
O Sn. M. Amorim : O subdelegado eoncortou
esse pbao e deu-se-lhe a voz de nrisao nesles
lenneV
jMuzido Joao Antonio casa di (Hpgado,
llanca va ua mesma direegio, o delegado dw po-
lica qtiep estava iustruido e havia entrado em to-
da conibinacao, voltou-se para Joao Antonio, e Ihe de mn oatro assumpto que dis respeito a unas in-
diss : verdade, est preso por use de armas de-
fezas e tentaliva le morte contra a pes'sa do sub-
delegado Silva Lemos, e bem feito que Ihe aeon-
teca isto paraque nao ande fallando das autori-
dades !
Um Sr. Deputaoo :Isto que a tentativa de
morte.
O Sr. M. Amorih :Assim o classificou a poli-
ca de S. Bento. O escrivao Joo Antonio era a
victima qne estava atada ao poste, e sobre a qual
cada um diriga sena insultas, era o subdelegado
Silva Lemos, era o delegado Antonio Bento, era ao
mesmo lempo um irmao do delegado que era es-
crivao, companheiro de Joo da Cunba, e depois
de dirigidos esses insultos foi remettido para a ca-
deia o escrivao Cunba, que tetiente da guarda
nacional doliatalho iS> Ipojuca com passagem p;i-
ra a de S. liento. .Nao so respeitou a garanta da
lei, por mais que Joo Antonio a invocasse em seu-
favor, c ate inas mandaram-no experimentar o
irnco, nao o deixando alli, nao sci porque.
Um Sr. Dwitado :Como se experimento'6
tronco ?
O Sa. M. Amorim : Fizeram-no metler o p no
troaco para mostrar que o podiam i>r alli. Sal
vou-se Joao Antonio desse insulto uessa occasio,
nao sei porque milagre, mas nao sal vou-se de
tres proeessos por esse fado, onrimeiro poRcni-
me de usa de armas defezas, que repe(io-se segu*-
daiez porque o delegado fazendo-o com toda a
rm|iihuidade e depois mandando chamar para
accessoria-lo o Dr. Jos Roberto da Cunba Salle,
osle raosirou-ibe tantos defetos no processo,
que o delegado tomou o aceordo d julga-lo millo
e inaadou tirar um outro pelo mesmo faci. Tira-
do esse segundo processo por uso de armas efo-
zas, o delegado condemnou a Joo Antonio da Cu-
ola, que appeUando para o juiz de direilo, foi ab-
solvklo.
Como nao estava ajada o subdelegado Suva Le-
mo* farlo do vugauga, originou-se um outro pro-
ees*o, que fot o celebre processo de lerjtativa de
morte, e succedeu que a esse lempo requerendo o
formaees qne ha da pedi, acerca do estado do
processo formado contra o autores do assassnato
do Dominaos Jos, no districto do Verdeada comar-
ca do Boirite
Eu dsse, senhores, qne- ama escolta expedida
por ordem do sobdelegad Verde tinh ido cap-
turar o criminoso Domingo* Jos e qwrsetM o
menor esforeo, eom arrre jmui\ lago avistarain disparam sobre etle i ros que deram em
readlado a merto instantnea desse infeliz. Veri-
lica-se das infonnacoes que Dmnmgos Jos-cabio
victima dos tiros, mas as formaroes sao vagas a
respeto da pnmcio desse fado, porque nao basta,
senhores, dizer-ie que a forra maln em aeto de
resistencia, raieter que se prove porque motivo
Uno jugar essa resistencia, e se os autores do
assasinalo foram ponidos, porque s depois do
processo devdaaeme apreciado que se pode
eonheccr da innocencia dos autores do tacto cri-
u i oso.
Roto na informaco una contradicio entre o
oflicio do Sr. chefe de pobcia o o do delegado do
termo do Bonito, porque diz o Sr. chefe de polieia<
que informou-sc a respeto (leste tacto, e que o
delegado declarara ^ mandou proceder o corpo
de delicio, e que aerchavam capturados os indivi-
duos que eompiinhan a escolla; entretanto, senho-
ros, da parte ollicial do delegado nao se deprehen-
de que os individuos que lomaram parte naquelle
assassinato, que luerain parte da escolta ostejam
reeolhidos a cadeia. O que certo, pornv o<|ue
j dsse nestajasa, te se deu o assassinato e
que essa forca-passeia impuno, em llm, senho-
res, qoe a poiicia da comarca do Bonito, como a
de todas as outra? local id;'des, omnipotente, sem
que um fffeio exista que os possa conter, o que
corto por ullimo, que Domingos Jos a esta hora
ikinii'.' o somno daelernidad-, entretanto que os '
autores do seu assassinato passeiain impunes por
toda a comarca e pelas ras do Bonito.
Tenho concluido, e alm do requerimento de que
me oceupei, olfereeo a casa mais uui oulro reque-
riuiento da taformaeoes, prameltendo ainda occu
que esses cidados tambem tan- a h importantes E^5o ojage.iheeu, pos bem, V. S. tenia a bonda-
tambem perlencem a parcialidade liberal que esta rfo Ho .,: moemn nMfosrenonrimpntn--ndefe-
eserlvo Ctnlia ordem de lwbeas-corpus seu fa- par-me de seu objecto, quando me forera dados os
vor ao juiz de direilo da comarca e este conceden-
do-a, quando ia ser cumplida a ordem, o delega-
do ordenou ao carcereiro que nao eonduzisse o
preso a presenca do juiz do direilo, e immedtaia-
menle apressou a coiicl isao desse processo por
tentativa de morte, dedaraudo na sua resposla
que nao reqieltia o preso, porque eslava responden-
do por crime de Genicidio (palavra do dele-
gado.
Nao vos posso presentar a prova de ludo isto,
porque todos esses papis eonstam dos autos que
l esto em Caruar, e por isso inesmo que
aqui peco a remessa desse processo ; mas posso
amanear aos nobres depulados que esta a ver-
dade dos fados, porque fui advogado do Sr. Cu-
nba nessa occasio. .
J quo toco nesse poni declarando tjuc fut ad-
vogado do Sr. Cunba, devo leferrvos o seguinte :
Ao chegar eu em S. Denlo, e lomando a defeza
de Cunba, lizquatro requerimentos ao Sr. delega-
do Antonio Rento, pedindo, Io para que me inlor-
tnasse qual a razao por quo tinha recusado a ida
do oecrivao Cunta presenca do juiz de direito,
quando requerra habeas-corpus esclarecmentos
sobre o motivo porque o nao mandara colloear
em priso distinda, se tinha mandado recolher o
paciente ao tronco, etc. Mandei apresentar as pe-
ticoes ao delegado, c o portador voltou com ellas
sem despacho, declarando que o delegado dissera
que nao despachava porque o queriam compro-
metler com proeessos, e porque nao entenda elle
aqueta] lenga len-ja '. (ainda palavra do dele-
sadui
Tomei ento o parecer de ir mesmo a presenca
do delegado pedir-Ihe o despacho, e nessa occasio
elle exprimo-se nos seguintes trraos ; nao da
mesma forma, por nao entender a lenga-lenga,
mas disse-me, que nao despachava porque o es-
crivao Cunba sabia porfeitamenle o molivo por que
eslava prso, que o nao mandara recolher sala
livre ou prisao dslincta, porque nao o reconhe-
cia como tenente da guarda nacional, e assim pro-
seguid em Su capricho eom outros disparates.
tambera perlencem a parcialidade liberal que
decahida all como em todos es lugares
O Sr. Amvkthas :Decahida nao, subjugada.
O Sr. M. Amoium. ,. como em todos os Tugares
[xonderanada ao ferro e ao fogo, o para tomar-se
urna vindicta desses dous cidados, nenhuma oc-
casio mais asada, mais propria daquella em que
a polica de S. Beato acliava-se protegida pela for-
ca desses assassinos tirados da cadiia, pela forga
desses duzentos homens armados que se apresen-
lavara commandados pela polica.
O Sr. Gitirana : Para delegado de S. Bento
lancaram mo de um individuo que perdeu ura
ollio litigando no aeougue por causa de um cham-
baril, j
O Sr. M. Amorih :E alm desse laclo do cham-
baril anda ha outros nao menos repugnantes des-
so individuo.
Um Sr. Deputado :E Y. Etc. sae donde veio
esse horaeni T
O Sa. M. Amoium : *Veio do Rh do Pei.xe fu
da cidade de Souza.
O Sr. Epaminondas de Bareos :Porque o ae-
cusaram do assassinato de urna cmara inteira.
O Sn. M. Amorim : Mas, senhores, deixenms
isso de parte, e vamos a aquillo de que me occu -
pava. Resultou dessa priso que tomando a defeza
das duas victimas mitras individuo?, de momento
desappareeerain o delegado e o subdelegado an-
dou de rojo, envolvido no p da -.illa, do S. Bento.
O subdelegado Silva Lemos desappareceu depois e
s sequa dar oipectaculo, cercando a igreja'c
dando ordem de prisao ao cidado Manoel Rodri-
gues Correa e seu irmao, nao conseijuindo reali-
sar essas prwoes .porque o acto do violencia fe
tal, que individuos despidos de paix ies polticas e
s querendo proteger a causa da juslica, tomaram
a defea- desses dous cidados e nao consentirn
em sua prisao.
O outro fado anda do requerimento c saber :
qual e motivo que deu lugar a pri*.io do escrivao
de orpuaos do termo de S. Rento, Joo Antonio da
Cunba, e quantos proeessos respondeu elle por
esse tacto, assim como, qual o resultado desses
proeessos.
Senhores, a historia deste ponto do requerimen-
to a que paseo a referir. Tendo o lente Joao
Antonio da Costa alguina indisposicao com o sub-
delegado Silva Lemos, aconteceu que procurando
este todos os motivos, todas as occaiies para to-
mar moa vendicta.om diae de oumbro do anno
-pa sado, uuando sania esse individuo da casa da
cmara, Silva Lemos que tinha em sua casa, que
fica coafronte a da cmara, quatro pracas do po-
iicia nnido a estas, dirigio-so ao esc rivo Guoha e
cercando, ordaaou aos soldados qae o prendes
sem, porque estava elle eom ama faca do ponta.
Assim se tez, esses soldados ou encontrando m
casa um punhal, ou levaadp j consigo e-introdil-
zinde-o xa occasio po cp,s da cali do eacritao
Joao Antoaio, o que c/jrto, que pudor un um
punhabe disseram qu'j o haviam enooBtradoem
puder do Guaba, e ty>e estava est; preao por uso
de armas prohibidas e toaUtlva de morte na pes-
ada do suMefarJo Lomos,
de de dizer mesmo" nestes requerimentos indefe-
rido.
Ao tempo era que Judo isto se passava, estavam
presentes outras nossoas, algumas das qnaes me
tinham acompanliado, e enlo de todas essas res-
postas que revelavam umeameitte o capricho, a
urbilrariedade c mesmo a ignorancia do delegado
de S. Bento, resolv de tudo dar utrfa fisfificacao
peranle o juiz municipal com citaco do delegado,
o que efectivamente se deu e existe hoje como
documento, em poder do Dr. juiz de direito de Ca-
ruar, n'uma queixa que contra o mesmo delegado
deu o escrivao Cunha.
Este processo instaurado contra o escrivao Joio
Antonio da Cunha den em resultado o que era le
esperar, ser elle restituido ao gosode sua liberda-
de, depois de estar preso 19 dias de emola com
os criminosos. .
Um Sr. Dkputado : nao perdeu o cartfric- ?
O Sn. M Amorim :Nao. r
Outro Sr. Deputado :O irmao do delegado
quera o cartorio.
O Sr. M. Amorim :O irmao do subdelegado
que perdeu o cartorio, porque nao tirou o titulo
no prazo legal.
Um outro facto notavel anda o saber : por
que motivo fijra preso no dia 1 do corrente pelo
subdelegado Silva Lemos o alferes Jos Barroso de
Moraes, se foi este processado e pronunciado, tfu
logo sollo e obrigado pelo mesmo subdelegado a
ser portador de um offlcio para o subdelegado de
Japi. ,
Vos, senhores, que resids as eomarcas do cen-
tro, sabis perfeitamentc que as'autoridades alli
tem urna outra arma de* vmganca que minias
vezes chamar um cidadSo eom a3 garantas devi-
das para ser portador de Offlcio?, e fazer um ser-
vie/ que elle chamara de poiicia. Foi o que acon-
teceu com o alferes Jro Barroso de Moraes. Qus-
rendo-se exorcer urna vmganca eom ese cidado,
o subdelegado entregou-lhe um offleo para ir ir
levar ao subdelegado de Japi, e iiao querendo ste
snjeitar-se esea ordem do subdelegado, fe im-
mediatamente prtso ; por ultimo vendo qae d
subdelegado era omnipotente, eedeu pT%3soo
nao teve outro romodio para gosar'de sna hber-
dade, senao sernorta4or desse oteto.
Joo Barroso de Moraes alteres da guarda na-
cional, hmnem quatfflcado e que pens nio estaMi
no caso de levar offlcios do subdelegado Silvh
Lemos.
Mas quinde o subdelegado de S. Bento Antonio
Bento de Oliveira faz tudo isto, quando o subdele-
gado Silva Letnos manda entregar offlcios peto al-
feres Joao Barroso de Moraes, ao meemo tempo
v-se o delegado mandando soltar Leoncio Bezer-
ra CavaJcanti, Manoel Joaquim da Silva, Manoel
EduarA, -qne se achavam pronunciados em cri-
raes inafllancaveis.
esclarecmentos que peco.
(L.)
Sao (idos e approvados os seguintes requeri-
mentos :
Bequeiro que ao vice-presidente da provincia
se peca as seguales informacoes :
L' Se, pela ca nara municipal de S. Bento foi
proposta alguma accao civel contra o tenente
coronel Luiz Paulino de Hollanda Valenca, afim
de desapropria-lo, demolindo urna casa terrea,
que, com lieenca da cmara municipal do ifliJ-
irienno lindo, estava elle construindo no pateo da
feira.
1' Se, nao tendo a mesma cmara municipal
proposlo aecao alguma para esse fim, conludo ex-
pedio ordem para demolir a referida proprieda-
de ; e porque modo assim como se o fez, para
servido publica, ou para ceder o terreno ao ma-
jor Joo da Porciuncula Valenca.
*.* Se essa ordem da cmara foi mandada
exerutar eom o auxilio da poiicia, tendo, para isso
o delegado Antonio Bento de Oliveira rtquisitado
torca do termo de Cimbres e outros lugares, e no
dia 2 do corrente reunido na villa mais de 200 ho-
mens armados, que conservou-os por dias em
quarteis para aquelle fim.
4.* Se no dia S do corrente, por occasio da
missa conventual fra postada pelo delegado Anto-
nio Bento e subdelegado Jos Antonio da Silva Le-
mos porta da matriz de S. Rento aquella mesma
torra, e ao sahirem da missa os cidados Manoel
Kodrigues Correa e Donizo Jos Correa, foram
estes presos por aquellas autoridades. No caso
allirmativa qual o motivo da priso, se effeetuou-se
esta, e nao se effectuando, quaes as occorrencias
que se deram nessa occasio.
5.a Porque facto fra preso em dias de outu-
bro do anno passado o lente da guarda nacional,
1 taballiao de Botas e escrivao de orphos Joao
Antonio da Cunha, c por esse facto quanto (has
esteve recolhido cadeia de S. Bento, a quanlos
proeessos respondeu, e perqu crimes; assim
como o resultado do taes proeessos.
6." Se^j inesmo tenente Joo Antonio da Cu-
nha, quando preso, requereu ordem de habeas-
corpus em seu favor, e tendo-a conseguido deixou
de ser cumplida a ordem, porque a ella se oppo-
sera o mesmo delegado Antonio Bento, prohibindo
ao carcereiro a conduceao do paciente a presenta
do jniz de direilo da comarca.
o 7. Porqne motivo Mra preso no 1* do corron-
le, por ordem do subdelegado Jos Antonio da
Silva Lemos, o alferes Joo Barroso de Moraes, se
foi este processado e pronunciado, on logo solt e
obrigado pelo mesmo subdelegado a ser portador
de um offlcio para o subdelegado do Japy.
t 8." Qnalotheordaordem de soltura dada poto
delegado de S. Bento, em favor dos individuos
Leoncio Bezerra Cavalcante, Mmoel Joaquim da
Silva e Manoel P.duanto, e se achAvam-se pronun-
ciados em crimes mafiameaveis, estes individuos
quando foram sollos.
t 9." De quantas pracas, e a que 'corpo per-
teneem os guardas nadonaes destacadas na vjfla
de S. Bento.
10." Qual o estado do proccesso instaurado
eonlra Bernardino da Fonoeca, pelo tacto do es-
pancamento e ferimentos feitos na pessoa de Firmo
do Amor Divino; assim como, do processo a qae
responden porante o mesmo delegado, por criine
de furto de gado vaecum, em pa>to de crear o
individuo de nome Jos Antonio, remettendo-se co-
pia de tudo.
t Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 13 de maio de t8fl9.Miguel Amo-
rto,
Bequeiro que ao vicepresidente da provincia
se pecaraformaodes sobre o seguinte: quo razos
teve o delegado de Garanhuns, Dr. Jos Aatoio
da Costa Dourado, para prender e recolher o es-
craro Vicente da propriedade do vigatio de S.
Bento, o ftvm. padre Amonio Alves de Carvalho,
se por este fra requerida a soltura do mesmo
escravo e decisao dada a respeito.
t Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 13 demaio de 1860 -^Migml Amo-
rim,
O SU. MBRGULHO:(Pete ordem) diz que fa-
zendo parte da commisso de justfea, civel e cri-
mina! que den parecer sobre a queixa ofterecida
contra o chefe de polida da provincia, reclama
contra o modo porque foi publicado o parecer oa
madria das commissoes, por isso que achando-se
caaceltodo o 2 consitliraBdo desse parecer, gura
nWinwf como se trfte Mvesse sido. Neste sentido
pede que taca a correecio. __ .
O Sn. Soarks BhandIo :Pede que se nflmeie a
conrmissio po dove dirigir ao governo geral a
representacao sobre a necessidado do memoTa-
meiHo do porto desta pTovtncia.
O Sr. Pitjmrmitm itWWa para.esta' eommlssao
aos rs. 8*rwflraneaV, Andr Cableante e Fo-
lishmo.
REVISTA DIAEIA.
AS6EMBLEAPROVINClAL.-aes8ande hon-
tem,a assembla na ordem do-dia approvou em
l. aiscussao o projetto de orcam*hto mnicipal.
dispensado o intersticio a requerinn'mo do Sr. Ar-
minio Tavares ; em 3.", o de n. 27 desie anrto que
supprime o logar de 2 tat.elliao do wrmo de Ca-
brob ; em l.",o de n. :*ideste amo ase tevoga
o art ('d lei n. 705 de i de janeiw de 1861?.
dispensado o intersticio raiuerimnato do Sr.
.hilva Ramos.
Entran*- era l.1 dicwuao o proiwno b. 51
desie anno que mia duas cwMeeiorias provraciac
utna na coaiare de Caruar o mura a do Boni-*
to, rallaran), pedindo explinues o Sr. Aadr Ca-
valcanii, a ftwor dprejec tirana, e ceir Sr. Gaspar Drummond que
apreseniou mi- reqnerimeriti) para ser onvWa a
ibesouraria proriniiai O tiraje* lei appwvado,
sendo regetado o remierimeatr, dispensado o in-
lerstirio qm rimen to do Sr. Amorim.
Enlraodo eii> i* aj ifo n. 40 deste anno qne an-
Itirina o governo aconeeder 2^801*000 a-Joaquim
a.Atmeida Pinto-para a> piiblicaco do diccionario
das plaas do Bftasil, falln Sr. Silva Ramos
sobre a materia e tai o projecto o approvado
e o seu intersticio dispensado requeri-mento
do br. Silva Ramos.
Approvou em S", o prefecto m li deste annn
que approva o coat-uto faite con* Andr de Abren
Porto para a colloearo dbs trilhee de ferro dasta
cidade a de Olinda
Approvou tamlieiii-ein ;\.,>, 0 projrto n. *9 deste
annts.que concede diversa loteri eom algumas
emendas que foram. apresemadas.
A|>provou em l.\o-de n.....qneantorisao go
verno a despender at- a aolin it>004000 an-
auahnente |iara libertaro maior numero de crian-
zas que for possivel, di*peneado o intmieio re-
ipieriaienlo do Sr. Gimcalves da Stivi ; em 2. o
de-24 deste anno que autorisa o gwerno a mandar
colieerionar e publicar- aa obra do finado Fre
Caneca.
Continuando em 2.' disc.nus o art. 14 po or-
caiiieiiu provincial com-algumas emendas, rall-
ramos Srs. Bego Ha iros, Ayres fiama, Amorim.
Andr Cavalcanti e Gaspar Druinmond; foi oaeto
approvado com alguma dessas emendas.
Approvou mais o art. la. entrando em disens
sao o art. Ib' fleou adiado por falta de numero.
A ordem do dia para a sesso de hoje alem da
anteriornienl e designada, mais a 1." discusso
dos projectos ns. 9. 20, k,\, 47, 64, 65 66, 2.* dos
de ns 40, 43, 51, 52, 53, todos deste anno.
NAVIO DE GUERRA. Procedente do Rio de
Janeiro, com 8 dias de viagen'.chegou hontem ai
nosso porto a canheneira americana Pamte, do
comnwmlo do Sr. capitao de fragata J. B. Cltz,
com urna guarnicao de 2S05 pracas, e montando
12 pecas de diversos eabres. Salvou a trra.
seudo-llie correspondido, pala fortaleza do firura.
Segao para New-York.
Nao foi portador de joraaes, bem que adanl.
em datas tres dias ao Crnteir&do Sul. O general
Webb devapassar para os Estados-Unidos no va-
por americano Merrimadr.
INSTITUTO. Ha hoje sesso do instituto ar-
clieologco e geographico pernambucano.
COMPANHIA DE REBEBBE.-Paga o seu 41"
dividendo, na razao de 3O0O por cada accao.
DCIMAS URBANAS.Corocea no l'dejnnh
prximo a cobranca a bocea do cofre do 2.8 se-
mestre desse imposto e do de 5 0/0 sobre os bens
de eorporaeops de mo morta, perteneente ao cor-
rente anno flnanceiro do 1868 a 1869.
IMPOSTO PESSOAL. Termina com o presente
mez o pagamento sem multa d'essc imposto rela-
tivo as freguezias, de S. Antonio, Recife, Po^o,
Afogados, Varzea, S. Lourenco, Jaboato c Mur-
beca, perteneente ao anno de 1868 a 1869.
CURYETA ITALIANA. Seguo hontem para
Genova, a crvela de guerra Gutscardo, que ha
mais de um mez estava em nosso porto.
PROCISSO DE CORPlfS CHRISTL Amanlnu;
havero duas procisses, urna nesta cidade e outr.
na de Olinda. A do Recife percorrer as ra*, do
Cabug, das Cruzes, do Imperador, praca de Pe-
dro II, ras do Quemado, Livramento, Direila,
largo de S. Pedro, roas de Hortas, Camina <-
Carmo, Flores, Sol e Nova, a reeolher-se.
CLUB RADICAL.Ka sesso hoje as 6 horas da
tarde, no lugar do costme.
MONTE PI POPULAR PERNAMBUCANO.Te-
ve lugar domingo, na greja do Espirito Santo, a
missa da Saotissima Trindade, tevocao da soeie
dade daquelle titulo, que concorreu crcseida
porco de membros da mesma ediversoseonvida-
dos. ,
Em seguida houve- na casa da societiadc sesso
magna, rectando-se differenles discursos ; e a
noite, ante um conoorso abundante de socios, sua-;
familias e pessoas particiares, ladainha solemne
perante o emblema da Santissiina. Trmdade, pri-
morosamente decorado; recitando^depOi 0 ?0J^
eflectvo Franoisco de Borja, estudante da Facul-
dade do Direito desta cidade, a bella poesa que
segu, anloga ao acto relgiose.
Esta sociedada se torna cada da mais digna do
apreco publico, nao s pelo seu earacter beneh-
cente, como peo espirito religioso que anima a
todos os seus. membros e se demonstra repetidas,
vezes.
Eis a poesa a que cima nos- referimos :
'
Mas porque fez o delegado de S. Beata isto cola
relacao aaases individuo? E' porque todos esses
individuos sao aquolles mesmos que-na oceasiao i
em que se quiz demolir a casa de Lmz Patfino,
em que se quiz botar Cunha no tronco, e-em qp- [
(Ctmti*v*r-4e^a}
DKUS.
* Nao ha Deus. diz o mortal,
Nem a vida "alm mmoto ;
TndO no mundo fatal,
Nao ha da justica o cumulo.
Ri-se o homom do poder
'Aquelle que fez os mundos,
Procura era balde saber
Os seus mysterios profundos.
Ruge medonha a procella,
Estalla nivoso o raia
De cor sulpourea, amarella
Treme o homem n'um desmalo F
Assola peste tremenda.
Escanearandn a garganta,
Medonha, voraz, horrenda
para o atheo se adlanta.
Com os omos itos nos cus,
O jaeth curvo no chao,
Invoca o nome de Deus
O homem desorente, vo. 4
As-garras da fra morte
Cercam o leHo mortuario
Erhoa plangeuta, forte
0 dobre do campanario.
" Estremeee em convuleBe,
Suspira, lamenta, chora,
O imperio das paleos
Oler seguido deplora.
Qoe ha Dtus, tudo-edk,
A flor, a planta mimosa
O passanoho o bemdiz
Bmatin-malodioaa.
Se o homem na toncara,
E daspawoes no tropel,
Desee de sua altara
DaduTda ao marnel.




"II
Q ^Q 2 Mi $\ W8M Diario ** Pernambuco ^nratfca feiea 26 de JVIaio 4 1869.

Nos os filhos do ermeiri,
Adorando a divindade, **
Rendemos uin caito iirteiro
A Santsima Triadade.
MaUO.Sexta-feira '-dorreiite.dfeet.ua o
ageote,.PBto o leilao da laja de .charutos, cigarros
e ma arttgos para tomantes, is 10 horas em
ponto, confome o seu ansuiwiu sendo,no lugar
competente.
LOTERA A que se acha* venda a 07T a'
beneficio da matriz da Baique-que owrc ua.dia29
do corrente.
CHRONiriJVDtflUlttt.
tiiihi \\i DO COIISBRCIO
ACTA DA SESSAO AOMINISTHATIVA DE.24 DE
MA10 BE tt'J.
r-RESIDENCIA DO BXM. SB. BESBAAD0H .VSSBLMO
FR.VWCSCO PEHETTI.
As 10oras da maiihiia, reunidos os Srs. dapu-
lados Miranda Leal, barao de Cruaa*y e supplen-
te S Leitio, faltando cora partcipaeo o Sr. de-
putado Rosa, S. Exc. o Sr. presidente abri a ses-
sao depois de nomear o Sr. deputado Leal paca
. servir no impedimento do seerelarie^ o Sr. Rosa.
Lida, foi approvada a acta da sessao de 20 cora
a seguirte corroceao.Em lugar de tres livros
distribuidos a rubrica, leia-se dous, exceptundo-
se asiui o Diario do Almeida & Viauna, qe o
baria sido em sessao de 13.
EXPEDIENTE.
OBeio do Sr. deputado Rosa, eommunieando a
continuacao do seu incommodo, que o impossibi-
liu de comparecer presente sessao, e talvcz
seguate.iateirado.
Oficio do presidente o secretario da junta dos
corretones, remetiendo as cotacoes da semana fin
da.O tribunal, iiitcirado, inaudou (iue fosse ar-
cmiado."
Foram assignados 4 offieos, sendo 3 por S.
Exc. o Sr. presidente, o o ultimo pelo Sr. secreta-
rio Merino, em resposta aos que foram reeeb-
*, do Exm. .Sr. vicepresidente, director geral
da secretaria u ministerio da justica, e secreta-
rio dft tribunal do commercio da capital do impe-
rio, IncUiido o que se envin 8. Exc. o Ss> v-
e-preskknte em soloeao do despacho de 13 do
corrente, xarado na peticao dos directores da
ompanhia- Northern Assurance Company.
DESPACHOS.
Requcriraento de Jos Matheus Ferreiraregis-
tro de urna procuracap bastante.Seja registrada.
Dito do. Jos Gomes Villar e Domingos Jos An-
tunes Guimires-contrato de sociedade em com-
inaudita.Vista ao Sr. deseraba rgador fiscal.
Dito de Manoel Luiz dos Sant>s e Joaquim
raneisco do Espirito-Santocontrato social da
firmaManuel Luiz dos Santos & CHaja vista o
Sr. desembargado!- fiscal.
ADIADOS.
Oifleio da junta dos corretores, em que se pede
ara se fazer oxecutar nosta praca o decreto n.
,245 que j est sendo executado pela junta dos
corretores do Rio "de Janeiro.Rosponda-se que a
medida, -que-se refere a junta, peeuliar pra-
^a do Rio drvJaneiro, cujas conveniencias foram
pelo Exm. Sr. ministro da justica invocadas.
Oflleio do presidente da mesma junta, para dc-
elarar-se-lbe se pode ou nao por si e cam o res-
pectivo secretario dirgir-se ofllcialmento aos cor-
TOtores e chamarlos ao cumplimento de seus de-
veres.Responda-se com o parecer fiscal, que foi
.approvado pelo tribunal. *
Parecer do Sr. desembargador fiscal sobre a
competencia da eloico dos membros da sobredita
junta.Adiado, determinando o tribunal que se-
jam-lhe presentes todos os papis de que conste a
resolucao tomada relativamente eleicao da junta
dos eorretores era opposcfto ao que se achava es-
eleeido anteriormente.
Matricula de Francisco Jos da Costa Araujo.
Como requer.
dem de Joaquim de Souza Ferreira.Adalo
novamente.
COM INK0RSIACA0 DO-SR. DESEMBARGADOR FISCAL.
Autoacao da petiean de Joaquim da Costa Maa,
^wdindo rehabilitaras commereial.Aliado por
nao completo o tribunal.
dem da-de Denckcr & Barrosa.Satisfagan) o
pareoer fiscal.
Dada a hora Me 1/2 da manhaa) foi encerra-
da a sessao, sendo distribuidos para serum rubri-
cados o livro copiador de Jos Joaquim da Costa
Maia & C-, e o que se deslina a actas pertencente
a Theodoro Simn & C.
Berba te fasUgt^lo^ agora lnanras, procu-
rando* emprez* do fasta Isabel para ampo de.
seusonsaios. Nada perde por isso.; o humen
nio tem obrlgacie do ser eneyetopearc.).
Ore bem ; desem-me agora eumprrr o promot-
tido, iue anda nao faca tarde ; .publico quenas'
lc tio bom, too resignado, tao paciente, (po da
melhor grado me descular a largura desse cura-
primeato quo fiz ao Sr. Mario; e ningaem mais
que-elie no caso de o saber ; tem abejas pravas
disso, tem : o Joiiurf > Mec fe se aao ganh tam-
bMi bSo perdeaaindi..a s asaignante 'depois
que l escreve a 6r ifrrio; *:t|ue mais, se-
abprcs-J
^tteutiot AtteutioK!
Para nos e para maemeia duziafde rapases de
bons sonso, o Sr. B. vaeievando .de .vencida o Sr.
Marof4 com espaatosa uiieriorklae, na materia
nrn queatio. Que o Sr. combaltu aW des-
trnico ae mais trotaejida* propoicas do Sr. Ma-
rio, arrojadas iiiqiensadamente sobre a pobre em-
pieza CQimbra, o que, para julgar-se provado,
basta lee, quem ja o nao tenha feito, t Dittrde
Pemambueo do 13 do corrente.-s 107. De
que modo, porm, respondeu o Sr. Mana aquella
>.urra de luca com que o airuinou completamen-
te o Sr. 1 Do modo mais desastrado posslvcl!
Procurando desordenar o methodo e toreendo os
argumeutus tao hbilmente desenvolvidos pelo Sr.
B., e d'ahi o descobrir-se mais anda a uovos gol-
pes, seta quererme* fahar aos Insultos cm que
mimoseou o seu nofare adversario; o que em par-
te Ihe muito desculpavel, atiento o furor que
delle se apossara ao receber tao tormidaTel car-
ga ; pois que, aqui para mis, o Sr. B. bateu-o
bom bater, triumphou em regra ; e a nao ter o
Sr. Mario, sera proposite deotfendel-o, folgo de
gato, por certo que nao voluria, o maxtme tao
apreesadamente, como o fez, arena jornalistica.
O Sr. .Mano j nao tem o que* dizer de novo a
respoite do negocio em debate, e d'ahi o responder
S. S. ao artigo que alludimos, no Jornal do fecife
de quarta-faira, 19 do corrente, com urna van-
ante montona 6 deseinxabida des seus artigos an-
teriores, exeepcao dos pontos em que se oceupa
da pessda do Sr. B.
Apreciamos muito a franqueza, o desembarazo,
um pouco burguez, com que classilicado de cla-
quear o Sr. B. Ah t Sr. Mari, S. S. nao sabe o
que ser claqueur I
Claquear nao o hemera eoraioso e nobre, que
instigado por um sentim.mto verdadeiro salta para
o circo da peleja levando o rosto occulifcpor meia
mascara s para que nao tenha de Inorar de
vergonha si, ao arrancar a mascara inteira de seu
antagonista, reconhecer que teve a. desventura de
lutar, nao com um bomenr, ouve Sr. Mario f Mas
sim com urna coasa mais-ignobil que o claqaeur.
Ah I Sr. Mario I Sabe o que mais abjecto que
o claqaeur, o hommem que sjouva por dini*iro r
E'... nao tem nome proprio, o homcm que in-
juria, qae mente, por dinheiro.
Mas... bolas I O Sr. Mario nao gosta de cousas
serias.
Teima o Sr. Mario em apresentar por diversas
vezes o Sr. B. como um esenptor marcenario, um
ignobil instrumento do Sr. Coimbra ; liqoe certo
amigo, que em nada isso olTendeu ao Sr. B.; nao;
S. S. est possesso, cou^oda a gente o sabe, e o
que fazer em tal estado^ O que fazem todos em
idnticas circumstancias. Pode gritar, Sr. Mario,
pode insultar, pode apodrojar a quem muito bem
Ihe aprouver, pode sim, senhor ; ninguem Ihe tiam
o seu direito ; sabemos muito bem o que issq ;
S. S. tem licenca para fazer tudo quanto quizer :
a lei nao proceska os doudos. ^
Em um cert* ponto de seu ariigao admira o Sr.
Mario a eloqmncia. o pathetico, e tabre ludo o aer-
eo... o ervo do siylo do Sr. B^Jamentando ao
mesmo lempo que com tao bans rwursos naufra
gasse em la argumentacao; no ontanto mais
abaixo diz S. S. O/.' ot'argumentoit do Sr. B.
merecem apena in'nao. E' falso, moco, mere-
cem alguma'ftoosa mais que a irrisao, a menos que
S. S. nao sejaairriovisto como mereceram
um encommolo.de 8. S. encommodo tao serio que
o arrastou a escrevor e publicar mn-artigo de "00
linhas, pelo que chamei-o poucoartigo.
Esse Sr. Muri tem cousas que fazem pena
gente I diz elle, coiladinlio, muito ancho, ao Sr. B :
Lembre-st que s o parco julga que todos os mais
o sao. Ora, para o homcm poder julgar de qualquer
cousa condtecao indispensavel o e?tar elle no
goso perfeito do suas (acuidades intellectnaes; o
parvo nao tem o goso perfeito do suas faculdanes
intcllectuaes; logo, o parvo nao podo julgar de
------------------------------w^----------,--------
Promettomos una analyse, mas parece-nos que
:tl nao (tecms; a mesma cousa, em tado o ca-
%i pidamos garantir que nao foi aossa aulpa,
fino os scriptos do Sr. Mario sao tao tonsparentes,
tao vagos, resontm-se de urna tal vacuwadc, que
ifio resisk'in mais delicada appbtacio da at-
'tencan. \
Concluiado, diremos recapitul ind|*D**kamente
que, philusoplio ou nao, oSr. /(. vai rateado suc-
eof-so, aoipasso qua o:S"r. Jfmv.i despeNtido do,
inOnito de ana onsciencia, eahe adoidalauonta,
par.doe-nos a imagem que tftan 4nas ni(Tensi-
va, como papagaio de pape, a qufcfeb'jU o
voni'>. ?
# (pie mais para sentir, e qua dea do Sr.
.-lulMfM* e doSr. JJ.com qrem, -tinado elle pro-
iria ingenuaiceiileeooftssa j*e lia atrapdKmtuto,
venba mais oillio de mea pai, bedllio carioso,
menW-sena penea do feitieo, ni questa.
\ki... Eae eu dissesso gu* utraz d mi em
mais edelhos Ah, ah, ah. gracejo meu; nao
quero que o moco adoeca de aimbras se propa-
le quepafa vateer um alacio f^iuncossaaio armar-"*
ara catapulta, o 4orpeio"do..... swsto :hXo poda
ser de autra cousa. S. S., porm, pode descaucar;
continu a escrever os seus aniguinhos, que se-
rio sempro lidos; !ua tao pouco que 1er no jorna-
lisiuo desta trra!
fiera; toca a despedir, mas.... de tfamal NaO
sei mesrao de quera o faca. Ah*... Santa inspi-
raco 11 Achei I Acaei!O theatrinho do Poco :
Adeus l'iinoj at breve. I tj.
C. de Castelli.
aamilta,o4orpedoWo.:.^.ssto :-haO poda de *D0va especie: tTret,-1|"en,:,0 enlCitar
cora as roupagens da mocidade, o que j
tem os gelos da velhiec!! Saudemos,
contudo, o author dos divisores fixos pela
sii'nA'a; invention que Ihe d autoridade
de se bombrear coau) iuveator da laUella.
MguHS admiradores.
w^tm
PUBLICACOES A PEDIDO.
d Sr. Hario do Jornal do Reci-
cc, o Mr. ifi do Diario de Per-
uambiico e o Kr. Dtiartc (o-
iaibra. *
fiizera por ah. e o fazem com muita razo que :
em apiiarecendo um cao damnado, todos elle.
E' o que acaba de acontecer com o apparecmento
do Sr. Afano hydrophobic-amanU enfurecido contra
o emprozario do Santa Izabel.
Ao alarmar-se da eidade por to tremenda ap-
paiicao, surge o Sr. nlunes de hastio era punho
e accomraette o Sr. Mario; pouco depois vem o
Sr. B; agora nos, .amanha o Sr. C, depois o Sr.
D e por lim virao todas as Icttras do alphabeto
apertarcm o Sr. Mano, at que, vencido c acuauo
o levarao, por amor tranquillidcrde publica, a
encafurnar se alii; pelo primeiro -canto escuro
que deparar.
Outros se encarreguem, porm. de estudar e
declarar ao publico o que sao como homens par-
ticulares e pblicos os Srs. Coimbra e Mario ;
nos, que s conhecemos -o Sr. Coimbra pela con'.a
.;m que o tem a opinio publica, isto por um
homcm honesto, por um humera do carcter, cou-
sa muito rara boje, por um hornera de palavra, o
que ja se nao temos a honra e satisfaeo de nao conbecer o Sr.
Mario; aqui vimos humilde e respetosamente fa-
zer, se nol-o permittem, urna Jigeira analye ape-
nas sobre o modo porque se vao maniendo na lica
o Sr. Mario c o Sr. B.
Antes de qualquer consa diremos que est fra
de duvida que o Sr. Mario nao um escriptor de
conseiencia; que nao pela verdade que 8. S.
quebra suas laucas de canico, e,. aiaa mais, que
nao por amor aos inteftssftf.hiteriaes e moraes
da provincia, que d trasigo na praca publica,
de morrie e tabic^ ^a d. Quixote, hostilisando
os monhos de ^ento. Perdo I Sajamos locaes,
hostilisando o^ frades de pedra.
Se o Sr. Afano lose realmente o que se inculca,
isto c, o hornera do conseiencia, o paladino da
verdade, o Clao desta pebre trra, desventurada
Roma que j nao um s fflho romano, por certo
que, esforzado como se mestra sempre, e empa-
vesado de mascara no rosto, ao se teria lancado
to nua e cruamente contra o Sr. Coimbra e sua
etnpreza, visto como, valha a verdade, o Sr.
Cimbra boaiem de >poucos defeitos, com quanto
algnus delles sejam altamente prejudiciaes, bem
como, com a devida licenca do Sr. Coimbra, o nao
admittir elle tres cousas, as mais natiyacs do
mundo;o /iodo no eseriptorio de tbeatro, azeite
na caixa e pai/ia<;adiis ao ponto.
Sim, a teo qu diz que o Sr. Marioz nao pa-
rece rasoavel qae para qualquer um Oto, como
elle, que se queira sacrincar pelo inUresse tria devera ser preferivel, questO do subsidio
do Santa Izabel, questao de dez ou doze contos de
rs., que vo annualmente para as mos do Sr.
Coimbra pelo simples fasto, de nao irem para os
de outrem ; digo, nao devera ser preferivel isto
o tractar de outras questes magnas, que por ah
jazem abandonadas, questes cujas solucoes seriara
de mais sera, palpitante e urgente necessidade pu-
vlicaf
Porque nao se oceupa o Sr. Mario, por exem
po do imposto sobro o sallo, que iraz a eidade, a
sua provincia, a sua Roma querida, Sr. Mario em
verdadeiro azafama f O calcarpento publico, que
tao morosamente vae sendo feito ? A falta do
peixe no mercado respectivo, que leva,grande
profanacao! A Igreja a alterar anas leis piscinas
nos lempos quaresmaes ? A falta e falta absolu-
ta d'egua potavel, Sr. Mario, aw tem posteo bair-
ro de S. Prei Pedro Gonealves em completo deses-
pero de sequidio ? Mas, perdi Sr. Mano os hij-
drophobicos nio gostam d^gua.
E" verdade ; porque nao letnbra S. alguma
til medida qne tenda a evitar as desviadoras en-
chenles do Capibaribe f Porque nio zarze os em-
pregados dos chafarizes que lio usuraria e des-
cabelladamente estam cambiando a rao-eJa de co-
bre 1 E outras causas, o outras cousas que por
ah ameacam morrer esbaforidas de grUJt por
soccorro, sem que Higuera os acuda t Sim por
que nao ergue sen verbo luminoso pro ou cnti*a
os jesutas, como queira, porque aanossas leis e
costumes tudo permittem c toleran 1 Em ques-
fio de subsidio, poique nio se lerabrou da.. .digo
isto muit) baixinho. da Companhia Pernanibnca-
na 1 Aquillo sim, que subsidio gordo, heim t
-S. S. porm, segundo creio e pateco s tem co-
aheeimemos de thcatro e para variar, como a
cousa alguma. O dito de S. S. que parvoice.
De vez em qliando repete o Sr. Mario :esta
mus satisfeitissimos com o resultado dos nossos nr-
tiauinhos; ahi permuneeem de pe nossos argumen-
tos, etc. ele, em quanto que Ihe vio redu**) os
taes argumentos sopra e a fiicass: Mas isso
natural; certas ideias lixas sao muito communs
nos loncos.
Essa tenacidade do Sr. Mario em crer que est
fazendo em figurao no vasto theatro de Universo,
faz-me lembrar aquella velha fidalga idiota, de
qutra falla Octavio Fenillct no MocoP&re: que
raorreu contemplando in mente a querida cathe-
dral, e a dizer que via, va... os carrilhSes, os
vdros de cores, os altares dourados I
Por duas vezes tivemos de estacar na leitura do
artigo do Sr. Mario ; por outra, estacamos muias
vezes, porque nunca encontramos cousa mais pe-
rijosa que aquelle artigo, queremos dizer que por
duas vezes nos demoramos muito na estacada.
quando S. S. diz estas duas cous-.s : nrimeira coa-
sa ; Si o theatro nao fosse subvencioMndo, esme-
rar-se-hia o emprezario em contractar mais dous
ou quatro artistas notareis ; organisaria tompa-
nhias regulares; baniria de Santa Isabel (aqui
que sao ellas) esses paspalhoes dramticos, que
periencem historia antiga dos theatros moder-
nos. (!t\) bico ou cabecaf desculpem-nos o pla-
gio, tao insignificante! Segunda cousa : teriti-
mgs visto no Santa Isabel a primeira artista da
lingua nacional. Ora, que se estaque boquiaberio
sofreando o ginte fogoso ante isso. admiti, com-
prehende-se ; mas antes as pyramides do Egypto !
Foi urna puerilidade de Napoleio.
E para nos nao cancarraos mais com csses gra-
cejos do Sr. Mario, vamos ao ltoal do seu ar-
tigo.
Diz ahi S. S.kmn>a-se S. S. que defende a cau-
sa de um kcinem que o pode obsequiar; lembre-se
qe combate por um senhor poderoso e forte, ele.
etc., e por ahi vai, nesse bom gostinho, passando
um foguete pelas barbas do Sr. B. que Ihe faz eru-
zes a rir, e logo era seguida, em acto continuo,
engendra a apologa, qual apologa I apotheose de
sua liberdade, de sua conseiencia, dignidade, e tndo
mais-qiunto ouvio dizer que bonltoe que, graos
Deus, deseja possuir; que ihe faca bom pro-
veito.
Essa ladainha do Sr. Mario faz-me lembrar
tira "facto, j.i nao de romance como o da ve-
lha fidalga, mas que se deu nesta mesma ventu-
rosa Botnatinha dos Catos di frac e bonet de se-
da ; nio sei se aiguem, alm de mira recordar-se-
na anda disso. Foi a histeria com as pada-
rias.
Eu onta-la-he, j que nao ha o .que fazer.
I (escolino muita gente em certo lempo que era
excesivamente prejudicial saude publica a exis-
tencia das padarias nos centros populosos; fallou-
se muito e muito se griteu; mas, emquante que
de um lado esganavam os verbos luminosos, pelo
mter&sse publico, os homens de conseiencia, os ho-
tnens livres de peanas despeadas, os inimigoe da
iiypocrisia ; do outro, os padeiros, todos os padei-
ros, mmh'is boas senhoras, com as burrinhas de
boeca aberta fazinham-nas vomitar; bosta? Nao,
urna cousa semelhaote,dinbeiro I dinheiro de
cobre, dinheiro de prata, dinheiro de ouro, dinheiro
do papel, dinheiro verdadeiro e dinbeiro falso, di-
nheiro de toda a qualidade; finalmente, foi tanta
a fritara e o dinheirio que tudo eessoude repen-
te, de chofre, de sbito! Porm___sim, o resul-
tado ? Ei-lo : Acarara as padarias na eidade, e as
burrinhas com os estmagos em carne viva, que-
ro dizer, em ferrugem. o que cantara os basti-
dores do theatrinho Campestre; no mundo achei,
no mundo deixo.
Urna observacao conveniente: nao queremos
dizer com as nossas historietas que se pretenda fa-
zer o mesmo com a empreza do Santa Isabel, mes-
mo porque os 10.000^000 de subsidio, que sao a
espinha do garganta dos fiseaes do interesse publi-
co, nao podem suflrer vomitivos daquella ordem ;
mas, muito possivel que um espirito mais pre-
venido veja nisso urna especulacao; o que ver
dade ; visto como, o interesse publico, pde-se ^i-
zer, que urna gaziia j arruioadissima pek>%ui-
to que ha trabalhado, e quasi inutilisada para no-
vas empresas; seria conveniente escolher outro-
instrumento monos conhecido, e por consegrante
mais seguro.
Alm disso nio u< -podem contestar que, nao
ha tratante de bom gosto, esUadciro do temp-ra
que nao appareca em campo trazondo sempre es-
cripta na bandeira da propaganda a phrase sacra-
mentalPor interesse publico I
echamos por isso conveniente, que o Sr. Mario
v trotanda de eviUir que tal interpreucio se d
ao seu pTPoedimente, o que muito possivel acon-
tecer, porqsV, meu amigo, hoje era dta nao ha em
que nem em .jvwm confiar,
Os-divisares ixo&.
Vimos as uovas tabellas d^Jiviores fixos,
oara -servirem no camm^Po* no calculo
dos descontos, coaa jireiitesa e verocidade;
e, verdade seja, o2o po^eaips deixar de
adminar trabalho lo proUcuo.
Peoa que nao tiunamos a honra de
conlM* o autlwr de to exceBentes ta
bellsn, para Ihe apreaeatarraos pessoal-
menfe6 nossos. agradecimenlos, que
em ju, pelo itaportaa*e aorvico que
aoajide prestar ao cominera d'esta ci-
dader, mediante mil rtt cada .exemplar,
fruc.to.de tantas locubraces! i
E se tnaior pao ainda sentimos, do
pensador fixo ter filiado como d'antes, Isto
em mingada estatura, embora .conquis-
tasse,-uiB.*eftorae\ i>jnstituiudo-&a Prtd^H
adra ?e alagar Dtafetorafl. Nlga-se-me a posee
Monto
Muito bem 1 est bem bom eu gosto disso.
Certas Injas de cebspo tcera parido I
E o numero de patres too crescidq,
Que melhor callar, nao fallar uisto.
Contarse.este progresso impissivcl
Vestir-so um palito!, deixar jaquta
Com saldos d'ordcnados6 tudo peta
E dizer-so a verdade cousa horrivel
Calados vio rocdo esse bom bife !
Bonccros de papel que vem do cisco
Fofos de orgulhocada qual patife.
Enfonio-se os pedautes... e sem mais risco
Devassam os annazens l do Recita
Qu melhor seria p iizessem era S. Francisco.
Scmprc a luta da ignorancia contra a intelligen-
cia, do erro contra a verdade, da justica contra a
injustica, do mrito contra o demerito d forra fi-
nalmente contra a irajueza 1!. -.
O pygmeu torna-se gigaate, o louco horaem
sensai, isto no mundo animal; no inanimado as
pedras tornain-se flores,^ dias tornam-se anuos ;
e ainda no mundo animal, o horaem muitas vezes
transforma-sc para poder andar a niira de tudo I
Cousa singular I... E tudo mais assim !!...
Vejamos a realdade.
Chegou a esta provincia a tlisigne actriz Julia
de Azevcdo, cujo talento artstico lera merecido a
admirado geral de todas as provincias por ella
percorridas, teve logo a desdita de lutar Cora um
empresario para ella pouco cavalletro; depois in-
do ao paleo apparece ahi urna artista de segunda
ordem, principiante, si bem que com algum taleu-
to que consegue prender os olhos, magnetisar o
coracao de um joven casado, que se csqaeccndo
dos deveres que a familia Ihe mpe, arvora-se
n'um chefe de deletantes, que si veera as escuras,
e que como elle s podem apreciar o qne til e
agradavel por mcio de urnas boas cangalhas, pen-
dentes ao nariz, para depreciar o mrito real da
artista genio, a'Sra. D. Julia Azevedo!
Triste posicao, terrivel miseria a do hornera que
tendo urna carta de hachare! squeee-a para in-
vejar e querer roubar os loums de urna artista,
louros estes ganhos no meio de fadigas incessaute?
e s flor intermedio de seu taleiUo e estudo 1
E pbrque meios? Por meios indignos de quem
se sabe presar!
A Sra. D. Apotema comsig mesma far o com-
petente jubo desse senhor, e ihe dar a importan-
cia devida; porque na qualidade de artista bem
sabe eomprenender o seu lugar, apreciar a injus-
tica e ver o papei ridiculo que elle est fazendo.
Um bom chefe de casa nao deixa sua famiiia
nos confina da eidade, entregue urna profunda
solidio para eommaudar urna plei. de de enanc-
las, que s se vlvem a um seu olhar para bater
palmas a torio e a direito, com o maior distempe-
ro possivel, Sra. D. Apolenh, que dever em
taes occasioes llcar bastme vexada I
Nao ser deste modo que o senhor dos oceulos
conseguir realear a Sra. D. Aiwlonia, e obscure-
cer o brilho de um astro fio refulgente, como
o genio, personificado na pessoa da Sra. D. Julia
Azevedo,; tanto mais quando a platea de Peruam-
buco, o publico, que sabera dar a cada um o que
seu tem conhecioo que a Sra. D. Julia artista
de peso, de todo mereeimento possivel, e portante
sempre a admirarao e a applaudirao; e nao se-
rio as palmas acintosas batidas a Sra. D. Apolonia,
que fario estremecer artistas como a Sra. Ju-
lia Azevedo.
As pessoas sensatas que se dirijam ao theatro
de Santa Isabel, que apreciem a Sra. D. Julia,
tambem a Sra. D. Apolonia, e respondam como
ser possivel comparar-se una com outra para
assim fonnar-se partidos. Excepto se tambera se
poder sustentar que entre o soffrivel e c
pode haver igualdade.
A Sra. D. Julia toca ao sublime, a Sra. D. Apo-
lonia ao soffrivel, prornette se estudar.
Dito isto rogamos ao Sr. commandantSMdabri-
gada em avancada, que recue, compenetr-se do
papel ridiculo que est fazendo, porque lhc aman-
eamos que vai errado.
Do outra vez seremos mais positivo se continuar
no caminho que trilha.
Viva o mrito, morra o demerito.
O Caipira.
ELEICAO
dos devotos que nao de festejar
a excelsa Senhora Sant'Anna,
no convento de S. Francisco
desta eidade, no presente anno
de 1869.
JUIit, PORELEICO
O Ilinl. e Exm. Sr. bario de Awaragy.
JUIZA POR ELEICAO
A Illma. e Exuia. Sra. D. Joanna Mirandolina Pinte
Portella, consorte do Exm. Sr. Dr. Manoel do
Nascimente Macliado Portella..
JUIZES POR DEVOCAO
Os Illms. Srs.:
Dr. Jos Pedro de Souza e Silva.
Dr. Bernardo de Souza Pereira do Carino.
JUiZAS POR DEVOCO
As Illmas. e Exmas. Sras.:
D. Maria da Coricefcao Silva Pcppe.
A consorte do Sr. Francisco Jos dos Pasos GUi-
maraea
JUIZES PERPETUOS
Os Illms. Srs. :
Commendador Joao do Reg Lima.
Dr. Francisco Apoligorio Leal.
JUIZAS PERPE1AS
As Illmas. e Exmas. Sras.:
D. Anua Philomena da Silva Peixoto.
D. Anua, filha do Sr. Joio de Froilas Barbosa.
JUIZES PROTECTORES
Os Illms. a Rvms. Srs.:
D. Francisco Cardoso Ayres, bispo diocesano.
Padre Antonio de Melle Albuqiierqne.
Frei Ludgero do Santo Nome de Mara.
Padre Antonio Manoel d'Assumpcao.
JUIZAS PROTECTORAS
As Illmas. a Exmas. Sras.:
D. Malina de Souza Moutinho.
D. Mara, consorte do Sr. Jeronymo Jos Bustorff-
D. Cecilia, filha doSr. BernardoJ. da CostaValcnte.
ESCRIVAES POR ELEICAO
Os Illms. Srs.:
Francisco Landelino da Silva.
Joao Quirino de Aguilar. i
ESCRIVAA8 POR ELEICAO
As Illmas. e Exmas. Sras.:
D. Cecilia, eonsorta do Sr. capiio Augusto Cocino
Ltite,
D. Hara Eufrazia Leal.
BSCRIVABS POR DEVOCO
Os Illms. Srs.:
Tenente-coronel Francisco Carneiro M. Ros Jnior.
Commendador Domingos dos Passos Miranda.
ESG8IVAAS POR ELEIQO
As Illmas. e Exmas. Sras. :-
D. Marcelina da Conceicio Mur iz Barand
D. Claudna da Silveira Tavora.
Mordomos e mordomas sao todos os devotos da
mesma excelsa Seuhora.
Consistorio dadevocio da Ser hora Sant'Anna, 30
de iulbo de 1868.
Asignado Frei Ludgero io Santo Nome de
toara.
QUESTO ARATANGIL.
Venho dar contas ao publico dos fados ultima-
mente haaridos era Aratangll, afim do quo se co-
nbeca a maneira injusta perqu fui olendido no
Liberal n. 07 de 19 do corrente.
Nao tenho por lim responder ao articulista do
Liberal, era me julgo apto como elle a mentir
descaradamente, e muito menos a trocar insultos
por insultos: mas sim venho restabelecer a ver-
dade dos fictos, e mostrar a toda a luz quo at
boje nao tenho einpregado os meios Ilcitos para
haver a miaa propriedade, de que tenho sido
privado pelos tramas o ardis do teaente-corouel-
Joao de S e Albuquerque.
Em 1834, por titulo de compra, obiive a heran-
ca dos bens deixados por D. Cecilia Calharina do
Monte Sinay, entre os quaes llguram o engenho
Aratangil, escravos, bois, etc. Estes bens so acha-
vain sob a posse do tentnte-coronei Joao ae S e
Albuquerque, como cessionario de Nicolao Otto
Uiober e outros credores do Manoel Pereira Gui-
mare, por torca de urna escriptura de liypothe-
ca feita por D. Cecilia a aquelles credores, alim
de amanear e garantir o debito doj dito seu gen
ro Cuimaraes.
Achei em juizo urna questao proposta pelo cu-
rador de D. Cecilia, om que pedia a nulltdade da
escriptura, e quo fosse (Teconhecida sera valor a
obrigacao contrahida pof ella, por forca do benefi-
cio Welleiano.
Depois de longo prazo o superior tribunal da rc-
lacio reconheceu a nullidaite do debito, e a; da
escriptura hypothecaria, e esrc accordo foi Con-
firmado pelo mesoMr tribunal; e interpondo re-
vista o meu contendor Joao de S, Ihe foi denega-
da pelo supremo tribunal A justica.
Fiz extrahir sentenca, e obtendo o cunipra-se
do juiz ante quem tinna corrido a accio principal,
requer e obiive carta executoria para o juizo
municipal de Ipofhca, alim e me ser entregue o
engenho Aratangil e mais bens pertencentes a he-
ranca de D. Cecilia, dos quaes se achava de posse
o tenente-coronel Joao de S. Fiz apresentar a
executoria ao respectivo juiz municipal, e citar ao
tenente-coronel Joao de S e sua mulher de con-
furmidade cora o que dispde a Ord. 3^St. 86, para
na primeira audiencia verem assignar-se-lhes os
dez dias para entregareiu o engenho Aratangil, e
mais bens, ou allegaren os embargos que ves-
sem. ^
Assignados os dez dias, o tenente-coronel Joio
de S pedio vista, e offereceu embargos ds nulli-
dade do julgado, por ter sido proferido sobre falsa
causa e excesso da execuco. Estes embargos fo-
raj mandados seguir em apartado, pelo ([uo o te-
nente-coronel Joio de S raterpoz o seu aggravo
para o tribunal da relacio. Nio sendo suspensi-
vo este* recurso, toquen aojuiz municipal a posse
do engento Aratangil, prestando eu previamente
urna nanga pelos fructos pendentes.
Sabe o publico que o cnefe de polica Eduardo
Podahyba de Mattos. com a torca publica Impedio
a exoerao do mandado judicial, e nesse entre-
tanto o tribunal da retaco dava provimemo ao
aggravo intei^osto pelo mes adversario, mandan-
do continuar nos autos a discussio dos embargos.
Obedecendo a decisio superior, impugnei os em-
bargos, e depois de concluida a discussio subiram
elles ao mesmo tribunal, o qual depois de Irinta e
quatro mezes os despresou, mandando que em
raaio corrente me fussem entregues as trras do
engenho Aratangil, afim de fundar a nova safra, e
que em maio de 1870, todo o edificio do mesmo
engenho, devendo o tenente-coronel Joio de S
dar rancho para mira e meus escravos era raaio
corrente. Fiz apresentar o accordio ao juiz de
Ipojuca; e obtendo o cumpra-se, requer que fos-
sem intimados o tenente-coronel Joio de Sa e sua
mulher, que em maio eorrente se me ia dar a pos-
se do engenho Aratangil, em virtudo do accordio
que despresou 03 embargos oppbstos por elle na
execueio.
A esta intimacao nada foi dito por parte do te-
nente-coronel Joio de Si e sua mulher, c assim
julgando que nenhuma opposicio tinha a encon-
trar, acreditando mesmo quo nenhum genero de
embargos podia ser de novo apresentado por par
te daquelle tenente-coronel, porquanto nio poda
ser elle ouvido sem a effeclividade da posse : diri
gi-me com meus filhos, amigos c escravos, no da
5 do corrente, ao engenho Aratangil, e liz sentir
ao administrador desse engenho, filho do tenente-
coronel Joao de So lim a que me diriga, e ob-
tive em resposta que nada podia consentir sem
autorisaeio de seu pai, quem ia escrever. Espc-
rei pela "resposta do tenente-coronel Joio do S,
mandando recolher os meus escravos em urna ula-
ria que me foi designada pelo administrador do
engenho, ficando eu, meus filhos e amigos no al-
pendre da casa de vivenda.
No Outro dia, quando esperava resposta do te-
nehto-coronel Joio de S, foi-me intimado um
mandado de despejo do 6 supplente do juiz mu-
nicipal de Ipojuca Lourcrtco Bezerra Alves da Sil
va, para meretirar do engenho in conlinenti:-
respondo que alli eslava por torca de um accordio
do superior tribunal da relacao, que nao impedia
qne o tenente-coronel Joio de Sa continuasse a co-
Iher a sua safra; e que esperava que o juiz muni-
cipal reconsiderasse sobre sua ordem, o proce-
desse regularmente.
Nesse met-me dia ou no outro, chegou o teen
te-coronel Carneiro com forca de polica requisi-
tada ao presidente da provincia pelo tal juiz_mu-
nicipal, e secularmente verificou : Io que nio ti-
nha torga armada em minha companhia ; 2o que
neabuina violencia tinha commeltido no engenho
nem desacalo a quem apir que seja; 3 que eram
*l falsos os boatos qae naviam sido propalados de
diversas mortes por miuljaardem perpetradas na-
quelle lugar.
O que levo dte foi verificado pelo mui distincto
delegado do termo de Ipojuca, commendador Ma-
noel Jos da Costa, que de Wdo deu conheeimento
ao chele de polica.
Collorado as coudieoes em que aefiro, aconse-
jado por meus amigos, vim esta eidade, e pro-
curei entender-me com o Exm. presidente da pro-
vincia e Dr. chefe de pelieifl, alim de mostrar-lhes
que eu nem era esse nomem sedante de vinganca
como piotavam os meus inimigos, e nem tio pou-
co procurava crear embaraeos aministraio.
S. Exc. entao sciente de que a parte do juiz mu-
nicipal nio era verdadeira, fez-me senfir que ape-
zar do direi que me assistia, eu nao poda per-
manecer em Aratangil sem a posse me ter sido
dada por acto publico : e em face diste, nesse
mesmo dia voltei para o engenho, e fia- retirar os
meus amigos e os meus escravos.
Eis a histomflel do que se passou em Aratan
gil. Nao tenho necessidade d.i alterar fados para
me justificar, nem basco a mentira para continuar
na posse do que aiheio.
Agora perguntare aos mparciaes : Poda e
tenente-coronel Jeao de S permanecer na posse
do engenho Aratangil, prohibindo-mo a plantario
de nova safra, em face do accordio que despresou
seusembsrgos?
Poda o tenente-coronel Joio de SA ser ouvido
antes da effeetividade da posse, j se tendo pasa-
do o prazo de dez dias que Ihe foram assignados
para offerecer saa opposicio oue foi despresada
pelo superior tribunal da relacao T
Podia ou oevia eu assignar novo prazo para que
o tenente-ccronel Joio do S allegasse retencio de
bemfeMorias, quando o nio fez no prazo legal 1
Juando o accordio ^ue'se exeenta nio o qpe
espresou os embargos'. masr sim o que jalapa
nulla a hypotheca e debito de'*ie se intgava ere-
dor o mesrao tenente-corono! Joao de S7
Pois bem : saiba o publico do seguinte:
Nega-se-me a posse poi que s- protende quo seja
novo prazo dado ao tenente-eoaipnel Joao de Sa,
por que se pretende coagir-me a depositar em
dinheiro o, vajor das taes imaginarias Lerafei-
rias. J rae sujeito a prestar llanca previa, ape-
sarle reconhecer que nao existem taes bomfeito-
rias, apesar de recotneccr qne havendo perdas e
dainos a liquidarem-se reconhecidos pelo aecor-
dio exequendo, tinham os executados garanta
sufllciente_s suas berafeiuiras improylsadas, nixj
squ admitido, nio se me concede usa) porque se
nio quer.eiiiittir-me na posse de meii sgenho. E
tudo ista determinado pelo 6 supplente do juiz
municipal de Ipojuca, Lourenco Bezerra Alves da
Si.va, amigo intimo do tenente-coronel Joao de S
e Albuquerque, e que c dirigido pelo bacliarel
Joao Coimbra, advogado do mesmo tenente-co-
ronel. ..
N'ao"aa-julgae nvenjio o* que acabo de dizer :
a correspondencia ollleial do juiz supplente de Ipo-
mea com o presidente d provincia, da propria
redaeco e letra ao mencionado bacliarel Coim-
bra i!
stou fra de minha propriedade ha 15 annos :
de ada me valeu a decisio do tribunal superior :
o meu direito est sepitado porque a justica de
Ipojuca do tenente-coronel Joao de S, e eu nao
tenho recursos! I
O mez de maio est a findar-se, e ji espero que
se allegue este novo meio de defeza em favor do
teneute-coronel Joio de. S U
Fiz a oxposieio do que tenho soffrido: o publico
ajuize se tenho ou nao raslo em qqeixar-me do
qu-j se tesa para comigo practicado. Procurara
levar-me ao dosespero espero em Deus que nio
o conseguirio. Quanto s injunas que me dirigi
o articulista do Liberal, eu nio respondo. Se as
faces d'essje articulista podem ainda corarassig-
ne-See nque certo que ante os tribunaes do paiz
eu marcarci com o signal infamante de menti-
roso e eslumniador I I
Recite 25 de maio de 18G9.
Gaspar Cacalcante de Albuquerque Ucha.
A commisso acadmica eucarregada
de promover o enterramento de seu colle-
ga Minarte Pereira Borges, declara para
sciencia de todos e especialmente ao Sr.
thesoureiro da irmandade das almas da
Boa-Vista o seguiute:
1. Que n5o consta que um s membro
do corpo acadmico desconhecesse os re-
levantes servidos e despezas expontanea-
mente prestadas ao fallecido pelo Illm. e
Rvm. Sr. Dr. Joaquim Graciano de Araujo.
i." Que alm das despezas feitas pela ir-
mandade acadmica, como manda o com-
promisso e as tambem feitas pelij Sr. Dr.
Araujo, antes de saber, que o dito, acad-
mico pertencia a dita "irmandade, a com-
misso pagou outras na importancia- de
120.5000.
3. Que inda quando algum, mal infor-
mado, a^rjiasse que o enterro foi feito
somente,a:custa do corpo cadel*o, ao
Sr. Dr.-Araujo que competa fazer al
declara?8o,'e nao o Sr.- thesoureir*'' y
com isto nada tinba que ver. *
4. Que na noute de 21 (dia do enterro)
tendo o membro da commisso Aquilino
Porto, ido a casa do Rvm. Dr. perguntar-
Ihe se cstava em alguma cousa onerado em
relacao ao enterro para tratar a commisso
de sua indemnisaco, o mesmo Rvm Dr.
declaroa que (icaria satisfeito que sua des-
peza fosse reunida aos obulos do generoso
corpo acadmico.
5. Finalmente, que a commiss5o julga
intempestiva e sem fundamento plausivel a
declarac3o dt Sr. thesoureiro das almas,
desde que para ella nao concorreu nem au
torisou-o o Rvm. Sr. Dr. Araujo.
Recife, 2 i de maio de 1889.
Aquilino Gomes Porto.
Francisco Jos Mcira Sobrinho.
Jos Marianno Carneiro da C.
Pernambuco 21 de maio de 1869.
Enterro do Sr. acadmico Minarte Perei
ra Borges, pelo estabelecimento fnebre de
fU G. Agr.
Licenca parochial 45000
Dte da cmara .... 105000
Armacio da ecca. 46000
Carro fnebre .... 258000
10 carros de passeio 50000
30 brandes.....15000
__.
1204000
Recebi a conta supra dos Srs. Aquilino
Gomes Porto e Francisco Jos Meira So-
brinho, em 21 de maio de 1800.
Rs. 120000.
Jf. t. Agr.
Lanar dinamarqner.Li'ftra=mercadorias.
Patacho dinamarquez" A'iaed^farinha de trq;o.
Patacho inglez Ospray = bacalho o farinha de
trigo.
caada
arroba
>
duzia
arroba
i

>

caada
arroba
libra
um
arroba
una
arroba
libra
a
um
libra
libra

>
>
um
9
libra
um
>
i
Valores.
2ji500
900
440
1,1000
880
800
40O
161200
6000O
ISOOO
2.S600
4,8700
3. i 100
J.SoOO
1,S800
LJiOO
1.S500
2,i500
35000
7.J0O0
7J00Q
simo
440
:ioo
400
580
33800
4 000
1SG00
30O
6 500
200
350
204000
28000
3 000
4 000
6(0
250
290
170
350
10 000
14000
360
520
14900
4 000
25000
cento
urna
arroba
alqueire
arroba

um
arroba
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 25 DE MAIO.
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 3/1
U000.
Descont de letras de 3 e 4 mezes
(hontem).
3-^ 0/0
d. por
ao anno
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
Banco Mau & C.
Ra do Commercio n. 3-1.
Dcsconta le'as commerciaes a taxa convencio-
nal.
CASA DE CAMBIO
Teodoro Simn & C.
Gompram e vendera pr conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
sej^i de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da trra e outros ttu-
los commereiaes.
Encarregam-se por conta albeia das mes-
mas transaeces, da cobranca de letras da
trra.e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Corpo Saoto n. 21.
ENGLISH BANK .
O Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
vencional
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para 01 mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
ALFANDEGA.
Rendimento do da I a 24. 581:3871771
dem do dia 25..... 26:916*910
TABELLA oos rnBgos dos oesaRos sojeitos a di-
RFITO DE EXPORTAC.V0. SESANA DE 24 DE MAJO
A 28 DO MESMO MEZ DE 1869.
Mercailwiaw Unidades.
Abanos....... cento
Alcool ou espirito de agualden-
te ..........
Agurdente cachaca.....
liL'ia de canna......
Idom genebra. ......
dem i. -tilada on do reina .
Algodo em caroco.....
dem era rama ou em laa .
Angico (loros )......
Arroz com casca......
dem descascado ou pilado .
Assucar braneo ......
dem maseavado......
dem refinado.......
Azeite de amendoim ou amen-
dobm.........
dem de cuco.......
dem de mamona......
Batatas alimenticias. ....
Daunilha.......*
Bolacha ordinaria, propria para
embarque........arroba
*dem fina......... >
Cale bom........
dem escoma ou restolho ...
dem terrado.......libra
Caibros ......' am
Cal preta......r rrroba
Cal branca........
Carne secea (.virque ).
Carneros.......
Carvao vegetal......
Cavernas de sicupira "'.
Cera amarella......
dem de carnauba em bruto,
dem idem em vellas .' .
Covado ( porco).....
Cha ."........
Charutos........cento
Cocos seceos .......
Colla..........
Couros de boi, salgados .
dem idem seceos espichados, .
dem idem verdes
dem de cabras cortidos*. .; .
dem de onca......
Doces seceos ,......
dem em gela ou massa. .
Idem era calda ..+,...
Enxaimis........
Espanadores grudes.....
dem pequeos .-. .
Esleirs-para forro, ou estiva de
navio.........
dem de carnauba.....
Estopa nacional .......
Farinha de mandioca ....
dem e araruta......
Feijai de qualquer qualid.le .
Frechaes...... .
Fumo em fllia hora.....
dem em folha, ordinario ( i res*
lolho ,.........
dem em rolo, bom.
Fumo em rolo, ordinario o: res-
tolh o.........
Galinias........' urna
Gomraa de mandioca. .... arroba
Ipecacuanha ( raiz).....
Jacaranda ( eoucoeras) duzia
Lenhaem achas......cento
dem de mangue em toros.
Linhas c esteos....
Mel ou melaco ...
Milho........
Ossos..........
Palha de carnauba.....molho
Papagaios .......um
Pao Brasil........quintal
dem de jangada......um
Pechury.........arroba
Pedras de amolar. urna
dem de filtrar....... >
Idem de rebollo. :
Pcnnas de enia....'.. libra
jassava. ......molho
Pontas ou chifres de vaccas e
novilhos.........cento
Pr.inchoes de amarello de dous
costados.....
dem de louro.
Rap.......>
Sabao........
Sa).........
Salsaparrillta.....
Sapatos de couro braneo .
Sebo em rama ...... arroba
dem em vellas. ..'...
Sola era vaqueta.....um
Taboas de amarello .... duzi
dem diversas.......
Tapiocas.........arroba
Tatuaba........quintal
Travs.........nina
Unhas de boi.......cento
Vassouras de piassava....
dem de timbo......
dem de carnauba.....
Vinagre.........canaila
ADITAMEXTO.
Cigarras.........cento.
Costadinho de vinhatco de mais
de urna pol legada.....um
Dito de outra qualquer madeira
de urna pollegada.....
Cerveja em botija ou garrafa caada
Mel de abelhas......
Taboas de vinhalico at urna
pollegada........urna
Dito de outra qualquer madeira
at urna pollegada.....
Era ud supra.
Alfandega de Pernambuco, 15 de maio de 186!.
O !. conferente, Florencio Domingues dt Silva.
0 2." conferente, Manoel Ignacio de Carvalko
Mendonga.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 22 de
maio de 1869.Para de Andrade.
Coofnrme.Joao Duaiie C.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do da 1 a 2i. 36:605*142
dem do dia 25...... 1:408*00*
nm
caada
arroba
UfOOO
160
IJOOO
300n
ooo
4J00O
8*000
16*000
9*000
10*000
OOO
l'Hi:.
2J500
25*000
95*000
3*000
12*000
6*000
200
1*000
MO
1*000
5*000
6*000
*000
12*000
800
800
1*000
2*200
160
2*800
um
20*000
> 10*000
libra 1*000
1 160
alqeuiro 400
aiToba 30*00-')
par
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 14.
dem do dia 25. .
608:304*681
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes ontrados
dem idem
com fazendas
com gneros
Volumes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
468
360
113
215
Dsscarregam hoje 26 de maio
Vapor ingte=Saton^=mercadorias.
Barca inglezaSeraphiAamercadorias.
Escuna bespanholaAima=idem.
Brigue portujjuezJVwj4o=idm,
328
0. u

i
i)
800
5*000
7*000
3*50il
l 2*00(1
96*000
3*000
2*000
6*000
380
10*001)
8*000
6*400
800
:. I
16*0C-)
12*000
1*600
1*280
12*000
8*000
38:013*140
63:526*93*
3:7*9*794
67:276*728
MOVIMENTO DO PORTO.
Nados entrados no dia 25.
Trieste43 das, patacho norte-alleniao Tijir, do
180 toneladas, capitao C. Brandl, equipaizem 8,
carga 1,180 barricas cora farinha de trigo; a
Henry Forster & C.
New-York23 dias, patacho brasilero Jaboato,
de 385 toneladas, capillo Dupray, equipagem
9, carga gax e outro3 gneros, a Henry A rsUT
4C.
Santa Helena10 dias, patacho inglez AnnieJane.
de 149 toneladas, capitao Y. Davies, equipagem
6, em lastro; ordem. Seguio para West
Indie.
Liverpool-42 dias, brigue inglez Selle of the Cly-
de, de 199 toneladas, capitao Robcrt Grefteihers,
equipagem 9, carga differentes gneros a
Mills Latham & C.
St. Mays43 dias, patacho americano Julias, do-
154 toneladas, capitao J. Mayers, equipagem 7,
carga mal eir, ordem. Veio refrescar e se-
guio para o Rio do Pfata.
Rio do Janeiro8 das, curveta a vapor america-
na Ptrnnei. commaodante L B. Clilz.
Havre3"(lias, barca franceza Sphere, de 32 lo-
neladas, commandante f oueane, eqiiipagem 14,
carga differentes mercadorias; a Tisset Frere,
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do NorteBrigue porlnguez Feliz
Mafalda, capitao Ignacio Braz Pereira, carga
farinha de mandioca.
Genova e portes intermediosCrvela a vapor
italiana Guttcardo, commandante o capitao do
fragata D. Antonio Sandro.
. I
k
'
1

EDITAES.
i >'+
O Dr. Manoel Netlo Carneiro do Souza Bandeira.
juiz municipal supplente da segunda vara, e
MTILHD


Diario de Pternamboe
;/
preparador dos proccssos do uarca
,i i RjMfa.aa.ierift,,Afi,. .. ,
Fago saber que pelo Dr. Joaqun) J
randa, jnii do cljAo interino da
rrimiiai desUifc' i coi
desigwMtojlb dia : jiH>lr> prosita) vi
"*8a*i?^fS.S.AriS^ I#*_5
consecutivos ; e fcavendo lioje procedido ao sor-
teio dos 48 jurados que tem (l servir na )ne3ma'
sesaij, em conforiidade do' art. 328 do regula-
mento n. 120 de 3t de Janeiro de 1842, forara por-
teados c designado os cidadaos seguintes y
Frondia do liedle.
Jos Antonio PintoSerodio Jnior.
Arminii) Pessoa de Albuquerquc.
Captulino GoneaKes Lessa.
Luii Antonio Goiioalves. Poana.
Joao Xavier Biboitv desairado Jnior. V
Freguezia de Santo Antonio.
Manoal Antonio Viegas Jnior.
Salvador Ilenrique de Albuquerque.
Antonio Martins de Seabra Lemos.
Antonio Luiz dos Santos.
Antonio Pereira de Faria.
Antonio Jo; de Abri'U Hibeiro.
Manoel Carvatranti de Albuquerque Mello.
Dr. Alfredo Affonso Ferreira.
Manoel Antonio Viegas.
Jos Henriques daj&ilva.
Dr. Croimo Francispo de Lima Santos.
Candido Autran da Malta e Albuquerque.
Francisco Pmio Gaimaraqs.
Pedro de Alcntara dos Guimaraes Peixoto.
Dr. Francisca Leopuldiuo de Gusiuao Lobo.
Freguezia de S. Jos.
Joao Soafes da Fonseca Velloso.
Benjainim Gonstant da fiunha Sales.
Freguezia da Boa vista.
Antonio Jos da Gosla e Silva.
Dr. Podro Barbalho Ueba Cavalcanti.
Manoel de Miranda Castro..
Domingr* das .\eves Teixeira Bastos.
Joao Duarte Carneiro Monteiro.
Dr. Antro Manoel de Medeiros Portado.
Antonio Augusto Ferreira Lima.
. Francisco Affonso Ferreira.
Dr. Luiz Lopes Gastello Branco.
Francisco de Miranda Leal Seve
Antonio Jos Gomes.
Dr. Francisco Cordeiro da Bocha Campan.
Viriato de FreitasTavares.
Francisco Ignacio de Medeiros.
Sebastiiio Alfonso do Bego Barros.
Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
Dr. Manoel Luiz Cavalcanti de Albuquerque.
Antonio Jos Conrado.
Dr. Joao Vicente da Silva Costa.
Dr. Bento Jos da Costa.
Simplicio da Cruz Bibeiro.
Augusto Pinto de Lemos.
Freguezia dos Afogados.
Firmino Pereira da Gunha.
Thomaz de CarvalhoPaes de Andiade.
Freguezia da Varzea.
Bario de Murlbeca.
Freguezia de Muribeca.
Manoel Mendes da Silva.
Outro sim, faro mais saber que na referida ses-
sao hio de ser jlgados os reos que se acham au-
sentes o pronunciados em crimes que aduiiltem
lianca, a saber :
Jos Estanislao Cordeiro.
Marcelina da Silva Paes Barreto.
Joaqun) Bernardo de Santa Anna.
Manoel Cornelio Araripe Bezerra de Menezes.
Manoel Gt.nealves de Oliveira.
O pardo Antonio, conhecido porGuiba.
Manoel da Silva Alicia..
A todos os quaes, e a cada um de per si, bem
como a todos os interessados em geral, se convida
para conipareeerem no primeiro andar da casa
que fot cadeia, na sala do jurv, tanto no referido
dia e hora, como nos demais dias seguintes em
quanto durar a sessao, sob as penas da lei se fal-
taron).
B para que chegne a noticia a todos, mandei
passar o presente edita!, qoe ser lido e affixado
nos lugares mais publicas o publicado pela im-
prensa, e tamben) remetter iguaes aos respectivos
subdelegados para pa.blC/i-los c Jhandarem fazer
as notificacoes necessarias aos jurados, aos culpa-
dos e s testemunhas que se acharem em seus
districtos.
Cidadedo Becife, 24 de maio de 1869.
Eu Manoel Antunes Correa, escrivo interino do
jury, o escrevi.
Manoel Netto Carneiro de Souza Bandeira.
*.
DO
BEBERIBE
0 caixa desta companliia commendador
Thomaz deAquino Fpnceca, acha-se autlio-
rte&dn apagar-iio sCu rst-viptori*.ra do
Vigario n. 10, das .10hora_is da taule.
o 42. dividendo desta coinpanhia, na pro-
porro de 35001 por cada accao.
Escriptorio da companhia 21 de maio
de 180.
O secretario
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
Arreinafaafo
le ser arceniatmla no ilia
deiiada a-audifincia d Sr. Dr.Juiz dos or
| *eva1?!i*l|i'i. pardij*iWn idadn.de 20
pou mais Huimos, tem qabHjdaaes
para todo o servico de utnaAsa ^faimU^enfa
esefaTfpertenco orphiia Mana, fBto (rfr-m&m
major Mtenel Ferreira Cabral, servmdb de base a
guarna 000*000- ____________
2/seccao Secretaria do governo
PernambjJCO, 20 de maio de 1869.
Pela secretaria do governo se avisa
sentenciado Francisco de Avila de Mendon-
ca, que mande pagar na reparlieao do cr-
relo o porte do recurso que irtferpez para
o poder moderador, por intermedio do
ministerio da juslica. Oofficial maTor.*5i-
tonio Aunes bicorne Pires.
de
ao
do
DECLARACOES.
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que neste corrente mez
e no de maio prximo futuro, visto estarem con-
cluidos os lancamentos, e que os devedores do
imposto pessoa'l, relativo ao exercicio corrento de
1868 a 1859, residentes as freguezias do Becife,
Santo Antonio, Affogados, Poco da Panella, Varsea,
S. Lourenco da Matta, S. Amaro de Jaboatao, e
Muribeca, teem de paga-lo, vre da multa de 6 0/0
o com ella depo's do referido prazo.
Recebedoria de Pernambuco 3 de Abril de 1859.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Santa Casa da Misericordia
llecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Becife manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no dia 28 de maio, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECfMENTOS DE CABJDADE.
Ra Dreita.
Sobrado de dous andares n. 8. 1:067000
Ba do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47...... 1705000
dem dem n. 7....... 1764000
dem n. 47. 0....... 17000
Travessa de S. Jos.
Casa terrea n. 5....... 172OO0
dem idem........ 1593000
Ba das Calcadas.
Casa terrea n. 30 ". 1775000
dem dem n. 34....... 1685000
Idam idem n. 36....... 178OOO
Ba de Hortas,
Primeiro andar e sotao do sobrado
n. 41......... 3003000
Ba de Sania Thereza.
Casa terrea n. 5......' 1715000
Itua larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado* n. 26 2415000
Tercciro dito do soirado n. 2 4 241000
Bu5i do Calabouco.
?Casa terrea n. 18...... 3005000
Idomn.20........ 2423000
Ra da Cadeia.
Sobrado de um andar n. 23 68i000
Ra da Mocda.
Sobrado de um andar n. 41 3003000
Primeiro andar do sobrado n. 37. 76ODO
Segundo andar do...... %000
Areal do Forte.
Casa terrean. 1......^ 1005000
PATRIMONIO DOS OBPHAOS.
Praca de Pedro II.
Segundo andar do sobrado n. 33. 5013000
Madre de Deus.
Sobrado de um andar n. 9. 3603000
Casa terrea n. 22....... 1:0003000
dem idem n. 20....... 6023000
dem idem n. 14........ 6033000
dem dem 3.8 0 3605000
Boceo das Beias:
Sobrado de dous andares n. 10.. 3665000
Ba da Moeda.
Casa terrea n. 21....... 3805000
dem n. 47........ 3533000
dem n. 49...... 252000
'"Ra do Amorim.
Casa terrea n. 56...... 4225000
dem n. 54........ 422O0O
dem n. 52......... 4535000
dem n. 47......... 4633000
O contrato de-
- _-_.*LfoBo Louri'!
orreme, tstabele^^H
meii.
He Col!-.
lomee
Aescriptura de contrato antenupcial celeprnao
entre o cominercante Fraciseo Antonio Gomes
de Matlos e D. Marn BmiliaPerreira, cin virtuile
da qnal nao entrar em comioum o dote, de.....
8:000*000 feto pelo esposo em favor da aspeaa,
entrando porm todos os mais ben? adqueridos ou
or adquerir, pertencentes a aml>os os conjnges.
O distrato da sociedad* de Jaymo Romaguera,.
Pedro M> Maury, e Jayme Romag era Filbo, dl*-
^olvenao a firma de Maury, Romaguera Fln-v*
t, cuja liquidado flca. a caffo do seu socio 1 c-
dro M. Maurv. ,
O distrato "da socieifcde de-Joaquim Antonio de
Araujo, Adriano A. de A. Jordiio, Joao de Castro
Guimaraes e Domingos Manoel Martins smente-
em relacae a oste ultimo que se retirou com o seu
capital c lucros, continuando a sociedado com os
demais socios. .
Secretaria do tribuna! do commercio de Per-
nambuco,^2i do maio de 1869.
O offteinl maior
Julio GvJnare._______
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que, no dia Io de jonho vindouro,
se principiara a contar os O dias uteis
para a cobrancu bocea do cofre dos im-
postas: da dcima urbana, de 5 / sobre
os bens do rail pertencentes \ corporaces
de mo mora, e de 20 % dv consummo
de agurdente relativo ao 2* semestre do
anno finaneciro vigente 1868-1869, eque
fleam sugeitos a multa de 6 "/ todos os
dbitos que forem pagos depois de ftndos
os referidos 30 dias.
Mesa do consulado provincial do Per-
nambuco, 25 de mait de 1860.
Antonio Carneiro Machado Ros
Qaiia:
de- Maio
FfW*ifl4*Canh, An-
e Jos* Lourenco CoWares.
(Ib I oom negocio de
S-estrAncii lona
< i> eap*^l i^W,
De ordem do lllm. Sr. conseHieiro, inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia se de-
clara para conhecimento de quem interessar, qu
o praso para a substituicao das notas de 10000
da quarta e 53000 da sexta estampas finda-se no
ultimo de junho prximo vindouro, comecando do
1* de julho seguinte em diante o descont de dez
por cento para as referidas notas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 19 de maio de 1869.
O ollicial-maor,
Manoel Mamede da Silva Costa.
A alfandega desta cidade precisa comprar
para o seu expediente os seguintes objectos :
1 batanea decimal cojo mximo peso seja de
1,500 kilo'gr,
16 peses de 30 kilogr. cada um.
1 9 ditos do 15
S ditos de 10 '
9 ditos de 5
J ditos de 2 *
9 ditos de 1
9 ditos de 0,5 kilogr. ou 500 grammas cada um.
9 dilos de 200 grammas cada um.
V 9 ditos de 100
9 ditos de 50
9 ditos de 20
9 ditos de 10
1 medida de litro.
1 dita de meio dito.
1 dita de decilitro.
1 dita de centilitro.
Quem quizer fornecer taes objectos compareca
com suas proposlas em carta fechada at o dia 31
do corrente.
Alfandega de Pernambuco 15 de maio de 1869
AssignadoO inspector interino,
L. de C. P. de Andrade.
3
Paquetes
BRiSILEIRA
a vapor.
pata
Dos portas do norte espralo
at o dia .25 de roaoo vapor
TocanHiix. munand inte
Ferreira I Anco, o'qual dspoif
da demnr,>t> costme seguir
Moslo sur.
Desde j raeebem-se passageiros o engaja-se a
caifa que o vapor poder couozir, a anal devw
ser embarcada no dia de suach*gada. Encommen-
das e dinheire./ fete at as dnas horas do dr da
sua Urida.
Nao se receben) como encommendas senao ob-
jeotos de pequeo vafor e que nao excedara a 2
arrobas de peso o 8 palmos cwbicos do medinSo.
Tudo que passar destes limites dever ser emaar-
cado cotno earga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas pasea-
gens s5"se recebem na agencia ra da Cruz n. 67,
! andar, escriptorio de Antonio UuiZ' de Olrara
Azcvedo & C.
COMPAS'HIA PEKNAMBUCAA
DK
Savegaco costeira por vapor
Macei em direitura e Penedo.
O vapor Jagnaribe commar* ante Moura, seaui-
r para os portos cima no dia 31 do corrente
4s 5 horas da tarde. Recebe carga at o dia 29
as 3 horas, encommendas, passageiros e dinhetro
a fete at as 2 tnras da tard- do dia da sabida-:
noescripiorio do Forte do Mattos n. 11
COMPANHIA PERNVMCUCANA
DK t
Navegacdo costeira por vapov.
Porto de Gallinbas, Rio Farinoso e
Tnmandar.
O vapor Parahyba, coinmandante
Mello, seguir para os poitos cima
no dia 31 do corrente a ineia imite.
Becebc carga, encommendas, passageiros e dl-
nheiro a frete, 11.1 escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
Conselho de compras
navaes.
Olllm. Sr. presidente manda fajer publico, que
acha-se transferida para 26 do corrtnte mez a
compra que hnntem o conseibo promova, e nao
teve lugar, de diversos objeaos do material da
armada.
Sala das sessoes do conselho de compras
navaes 22 de maio de 1869.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
CORREN GERAL
Pela administrado do correio desta cidade sa
faz publico a quem interessar possa, que nao se
demorando os vapores da compar.hia Messageiies
Imperiales neste porto em seu regresso do Rio de
Janeiro, o tempo preciso para se fazer a expedieao
das malas para Europa, tem rosolvido que as
malas se fechem as 6 horas da tarde do da ante-
rior ao da rhegada dos mesmos vapores.
Correio de Pernambuco 25 de maio de 1869.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Bara o Rio Cfrande-
do&sl
Dve sijfuir Jentro em'|icf dias o patacho
nacional Bttnflcn, recebe carga a frele : a. tratar
eom Bailar,.Oliveira & C, rua do Vigario n. 1,
1' andar.
LEi DESJHGlfc
O muito conhecido patache porfuguez Jougmue,
a ebegar por estes poucos dos ou Rio do Janeiro,
sahir parado porto cima conrmnita bivvidadc,
visto tw e-sea OArregamcnto quasi prornyio, c
para o res* qjie Iho lilla e passageiros, para os
quaes ternTieTlos c6mmod*os, irata-Sfe com o con-
signatario Jdio.do Befo Lima, .tua.du Apollo nu-
mero 4.
Xavega^o
gOstfl>.\NHIA PERNAMBUGANA
DE
costeir. por vapor.
Gqianna
O vapor- Plirahyba, com-
mandante .U'lln, seguini nprn
o porto cima no dia 26 tk> cor-
rente as 9horas, da noite. I!. Bebe
carga, encommendas. passageiros
e dmheiro a frete no escriptorio do Forte do Mat-
tos n. 12.
Deve seguir dentro em poucos dias a barcanon-
tugueza Nova Sympatkta, de primera marcha, por
jterprompta quasi toda carga : para o resto
que Iho falta e passageiros, aos quaes olTewce ri-
cos e excelentes eommodos, traia-se com Bailar,
Oliveira 4 C, ra do Vigario n. 1, primeiro
andar.
Rio de Janeiro
Segue-com brevidado para o porto cima- o bri-
gue nacional Isabel, por ter parte do sen rairega-
ment engajado para o resto que Ihe falta, tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oh'
veira Azcvedo & C, ra da Cruz n. 57, primeiro
andar.
onde se-affectuari-O'leiK-j as 10 horas do dia aei--
ma do
AVISOS DIVERSOS.
l _______ _
iiTrnTO ARcamoGico hmrmo
PERMMB1CA\01
Unvcr.i sessao erdiifciria f-iarta-feira 26
do corrente maio? pelas 11 Iteras da ma-
nbSa.
ORDEM DO DIA
Diseusso de varias prop Pareceres e mais (r;ibalIios- de comns-
soes.
Secretaria do Islituto, 2i de maio de
18G9.
Jos Soares de teevedo,
Secretario porpeluo.
Club P^nambucano.
A partida do corrente mez..tera lugar na
nouto do dia 29.
Engomma-se rom pcrfeicao e commodo pre-
co : na travessa do Gaz n. 1, confronte aos co-
queiros.
Cozinheiro
brasilei-
ra
At o ia 1 de junho esperado dos portos do
sul o vapor americano tktrrimaek, o qual depois
da demora do costume seguir para New-YorK
tocando no Para e S. Ttomaz. par', frotes e passa-
gens trata-se com os agentes Henry Forster & C,
ra do Trapiche n. 8.______________________
COMPANHIA PEHNAMMJ&INA.
DE
s.
THEATKO
DE ____
ISABEL.
EMFBEZA DRAMTICA
DE
liiarta-feira *e de malo.
Primera representacao do drama original bra-
silero escripto pelo muito distinelo dramaturgo
nacional o Sr. Dr. Joo Franklin da S. Tavora,
dividido em 7 actos e 3 partes, intitulado
caty, Cear, Acarac e Granja.
O vapor. Ipojuca, eommandante
Martins, seguir para os portos cima
o dia 31 do corrente as 5 horas
da tarde. Recebo carga at o dia 29, encom-
mendas, passageiros e dinhelro a frete at as
i horas da tarde do dia da sabida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
Illia de S. Miguel
Para o porto cima segne com nimia brovidade
o patacho portug.iez Jorgeme por j ter prompta
ijuasi toda a carga : para o resto que me falla e
passageiros, para os quaes tem bellos eommodos,
trata-se com o consignatario Joao do Reg Lima,
ra do Apollo n. 4.
LEUDES.
LEILAO
de
"iSSSfiEuSS? Kn-- moveis>vidpos- Ioua e crJ's"
m*
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegacao costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, eommandante Penna, seguir
para o porto cima no da 28 do corrente as 6
hars da Urde. Recebe carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete al as 2 horas da tarde
do dia da sahida, no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12. "
Idem n. 45........ 4425000
dem idem n. 43....... 4725000
dem idem n. 24 845000
Azeitc de Beixe.
Casa terrea n. 23...... 5725000
Vigario.
Loja da casa n. 27...... 3035000
Encantamento.
Casa terrean. H...... 9515000
Ra da Cruz.
Casa terrea n. 29...... 8025000
dem n. 12......... 3605000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 10 5................ 1465000
dem dem n. 102.................. 3025000
Idom iaem n. 101 .. _............. 2035000
dem n. 89......i................ 2426000
dem n. 2......................... 765000
dem n. 110..................... 2035000
Idam n. 106....................... 2025000
dem n. 104...................... 1815000
dem n. 98....................... 203000
dem n. 96......................., 2025000
dem n. eOO......., ,...........r 201*000
Sitio n. B no Forno da Cal.......\ .. 1505000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arrematacao suas (ancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 20 de maio de 1869.
O escrivo.
Pfh-o Rodrigues de Souza,
\y
1* parleA lagrima da deshonra.
2* dita A lagrimado desengao.
3* dita A lagrima da redempeao.
PERSONACENS.
Coutmho. 1
Luiz.....
Arthur. .
Fonseca.
Barao do
Barao de
Consol heiro.
Azevedo. .
Tavare?. .
Io actor.
Sant'Anna.
Serinhaem.
SENHOR1S.
j. Augusto.
Eduardo.
P. da Cosa.
Brochado.
C. Rocha.
Thomaz
Jos Victorino.
Jordapi.
Marlinho.
Santa Rosa..
:fcsj
B*'f9*1MK
COMPAWHIA
DAS
Messageries noriales.
D. Carolina.
D. Apolonia.
1). Francisca.
D. Clelia.
Fiscalisacao da freguezia da Ba-Vista 21
de maio de 1869.
Por esta fiscalisacao se faz publico a quem in-
teressar, que se acha depositado um boi manso,
apprehendido no sitio do major Marcelino Jos
Lopes : quem se julgar com direilo ao mesmo,
compareca, que satisfazendo o disposto no artigo
16 do titulo 9 das posturas municipaes de 30 de
junho de 1849, lhe ser entregue.
Jeronvmo Jos Ferreira.
SJactor. .......Guimaraes.
3' actor........Lessa. .
Criado........Guimaraes.
Adelaide, filha de Fonseca. D. Julia.
Olympia, filha da barao de Se-
rinhaem.......
Virginia, filha do conselheiro. .
Carcelna, vuva pobre. .
Georgna, actriz hespanhola .
Actores, convidados, soldados, liomens do povo
e criados. ,
A accao daactualdade epassa-seno Rio de
Janeiro.
JSCENARIO.
O scenario do 2o acto representa um jardm ao
luar e inteiramente novo, bem como o scenario do
4o acto representando um jardim a D. e o inte-
rior de urna casa a E. Ambos os scenarios sao
devidos ao hbil pincel do sceaofrapho Chape-
lam. '
N. B. O drama est posto em scena com todo o
esmero e cuidado de gue credor.
Comecar as 8 horas.
Al o dia 30 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Guienne, eommandante
A. Joret. o qual depois da demora do costume se-
uir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore) e
isboa.
Para condicoes, fretes fe passagens trala-se na
agencia ra do Commcrcio n. 9.____________
COMPANHIA BRAS1LEIM
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 8 de junho o vapor
Paran, eommandante o capitao
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do costume seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condnzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chega'da. Encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sua sabida as 2
horas. .
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedan) a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de roodicao.
Tudo que passar destes limites devora ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
genaf se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
Kanaai, escriptorio de Antonia Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
taes, a saber:
1 piano forte, novo- e de mogno (o melhor que
se pode encontrar^ 1 mobilia com 1 sof, 4 cadei-
ras de bracos, 18 de guaanicao, 2 consolos, 1 mesa
oval com lampos de pedra, 1 rico cspelho oval
com moldura dourada, 5 quadros com lindas vis-
tas, 3candieiros a gaz, 4 jarros para flores, 6 bo-
las. 4 escarradeiras, 1 tpele grande c 4 pequeos,
I secretaria, 1 mesinha redonda, 1 costureira, 1
machina de costura e 2 venezeanas.
1 piano de Jacaranda e forte, 1 sof e 6 cadeiras
de Jacaranda, 1 toilele de Jacaranda, 2 jarros de
marinare e 2 venezeanas.
i excellente suarda-vestido, 1 lavatorio de mog-
no e pedra, 1 dito de louca, 1 cabido. 1 mea com-
moda. 1 marqueza, 2 commodas, 2 consolos, 8 ca-
deiras, 1 estante.
1 mesa elstica, 1 guarda louca, 2 aparadores,
12 cadeiras de amarelto, 1 apparelho de porcele-
na para cha, 1 dito para jantar, fompoteras, gar-
rafas copos e cauces de chrystal, 3 caixas om
vinho do Porto, 1 guarda-comida, 1 armario, 1 ma-
china para limpar facas, trein de coznha e muitos
oulros objectos.
liiarta-feira 8 le junho de
1 ?>. & ma do Trapiche,
sobrado n. 18.
Jayme Romaguera de Aguiar, tendo de retiar-
se para o Rio de Janeiro com sna familia, far lei-
15o por intervencao do agenle Pinto, dos movis
e mais objectos mencionados, existentes no se-
gundo, terceiro e quarto andares do sobrado da
ra do Trapiche n. 18.
Os pretendentes podero examinar na vespera
do leilao os referidos objectos, os quaes tornam-se
recommendados pelo aeu bom estado e-pouco uso.
Principiar s 10 horas._________________
Precisa-se de um bom cozinheiro : no collegio
do Bom Conselho, ra do Hospiei&n, 36._______
Procisa-se de um menino de 14 a 16 anuos,
asslm como de umprelo velbo para pequeo ser-
vico de um sitio : quem quizer propr-se, dirija
s' a loja de calcado .rua do Livramento n. 37.
Prccisa-se a lugar uma^nw para cozinhar,
lavar c comprar: a tratar na Boa-Vista, ra dos
Pires n. 70, casa terre*.
FLORES
Realmente at onde pode chegar a per-
feico d'arte e relativo a flores, a Nova Es-
peranca apesar de ter constantemente re-
ceido flores, eonfessa que aind nao havia-
recebido, como as que acaba de receberllr
nao exageraco ellas tjonfundem-se per-
feitamente com as naturaes, e sao feitas
com tanta perfeicao, que prestam-se mui
bem ao mais-capricho^o enfeite das Exmas.
do mais apurado gostol!! cxplendido r>
sortimento, constando de modernos ramos,
rosas, dalias etc., etc., de lindas cores,
proprias par* enfettar-se coques, vestidos*
cliapos ou outro enfeite que hbil compra-
dora quizer preparar, assim pois queinm.
asExmas, viremapreciar o jardim da Nova
Esperanca^ ra do Queimado n. 21, que-
est replecto de flores.________________
Associaps beneflceu-
te dos artistas al*
faiates
Por ordem da directora convidla texios;
os socios para que se reunam no dia 21
do corrente s 10 horas da maohSa na
salla de suas sessoes aflm de se dar cara-
primeato ao art. 16 e seus Io e 2o: dos
nossos estatutos.
Francisco dos Santos Neves.
Io Secretario.___________
Novo livro de sortes para
S. Mo e S. Pedco
A Pvthonissa de Endor, inteiranaente
inditas" e interessantes, a 610 ris o ex-
emplar, ra estreita do Rosario a. 12,
lypographia de Geraldo de Mira, na enca-
dernaco parisiense ma do Imperador e a
Hvrari econmica de Nogueira Medeiros
I
De 8 3 4 caixas com charutos da
Baha.
MOJE.
O agenle Pestaa far leilao por eonta e risco
de quem pertencer de 874 caixas do charutos a
saber : 362 caixas andaluzes, 297 ditas regabas,
159 meias ditas superiores e 56 meias havanas, os
quaes serao vendidos em lotes no da cima quar-
la-feira as 11 horas da manhaa no rmazem do
Sr. Azevedo na largo da escadinha.
a ra do Crespo n. 2.
Ho dia 2 de junho, em praca do Dr. juiz
municipal da 2* vara, vao pra?a quatro casinhas
e um caixao, tudo de pedra e C4I, na estrada dos
Remedios, por execucao de Francisco Jos de Pai-
va contra Francisco Avila de Mendonca.
Tribunal do commeroio.
Por esta secretaria se faz publico, que ficam
registrados na mesma secretaria :
O contrato de sociedade de Jo3o Baptista Fer-
nandos e Francisco Pereira da Costa Bastos, esta-
belecidos nesta cidade com negocio de fazendas,
sob a firma de Fernandes & Bastos, o o oapital do
15:305*762, fornecido por ambos em fazendas e
dividas liquidar.
AVISOS MARTIMOS.
Para o Porto
seguir muito brev a barca portaguea Seguran-
ca, por j ter a maior parte da carga prompta;
recebe ainda alguma carga e tambem passageiros:
a tratar com Cunha, Irmaos & C, ra da Madre
de Dos *. 84. _____________
Nli
Pretende seguir com muita brevidade para este
porto o palhabote portuguez Elephante por ter a
maior parte da carga engajada ; e para o resto
que lhe falta tr*ta-se com o consignatario Joa-
quim Jos Goncalves Beltrao, ra do Commercio
n. 17. _____
LEILAO
De nm sobrado de 9 andares,
movis e charutos.
O agente Ponlual competentemente- utorsado
vender em leilao um sobrado de i andares sito
a ra da Senzala Nova n. 16, em chaos foreiros
( pechincba), 400 caixas com charutos da Babia
(regala imperial), 1 mobilia de Jacaranda coro,
tampos de marmore, 12 cadeiras americanas, 2
mesmhas. 1 marqneza, 2 cadeiras de balanco (es-
tufad* s), 1 piano, 1 santuario, 1 mea coinmoda
de amarello e 1 mesa ledooda de Jacaranda,
Sexta-feira 28 do corrente.
No 1* andar do sobrado n. 62, ra da Cruz
I- andar, as 11 horas.______________
% eiieravel Irmandade do. S. S.
(Sacramento da freguozla de
Santo Antonio,
De ordem da mesa regedora desta vene-
ravel irmandade convido a. todos os nos.os
charissimos irmaos para que comparecao
em nossa igreja i_o dia 26 do corrente mez,
s 6 horas da tarde, e no dia 27 s dez
horas da manha e s 3 horas da tarde,
afim de encorporados assistirem aos actos
da vespera, rojssa solemne, procissao e
Te-Deum, que- tem de realisar-se nos re-
feridos dias em solemnisafo da festm-
dade de Corpus Christi, devendo a procis-
sao percorror-as seguintes ras: Cabuga,
Praca da Independencia, Cruzes, travessa
do Ouvidor, Imperador, praca de Pedn) II,
Queimado, Livramento, Dtreita, a voltar no
largo de S. Pedro, Hprtas, a sahir no lar-
go do Carrag, Caroboa do Carmo, Flores,
Sol e Nova, a cujos moradores peco, tam-
bem em nome da mesa regedora, que se
dignem de mandar ornar as varandas e _t-
nellas da frente de suas habitaces.
Kecifc, 24 de maio de 1869.
O escriv3o,
Miguel A. Mindello.
de una ama : na ra do Fog.
Precisase
a. 31.
Escmt fgido
Lisboa
Segu com brevidade a barca poftuguea Perei-
ra Borges por ter parte de su?, carga prompta :
para o restante e passageiros trata-se cora Olivei-
ra, Filhos & C, largo do.Corpo Santo n. 19.
Para o indicado porto pretende saair em poi-
cos dias a veleira e bem connecida barca Socwr
capitSo Rocha, por ter a maior parte do seu car-
regamento prompto, e para o resto une lbuta
e passageiros, para os quaes tem bous eommodos,
trata-se com o consignatario Joaquim Jos Con-
calves Beltrao, ra do Trapiche n. 17.
LEILA
De caixas com charutos, lata* con fumo, cigar-
ros unos, brnquedos para meninos, cachim-
bos, ponteiras, tonets, calungas, papel para ci-
garros.
Urna arnucao envidracada, halcao, e mais ob-
jectos da loja da ra da Cadeia n. 11.
99 de malo aslOhoras em ponto
O agente Pinto fa leilao por conta, e risco de
quem pertencer da armaco, balean e mais ob-
jectos existentes na toja da ra da Cadeia
n. 11
Fugio no (Ka H do corrente mez o escravo Ah-
tono, preto, de naca Angola, idade 48 annos,
pouco mais ou menos, estatura batea, barbado,
com ftltas de dentes na frente, cvi uiflS >a
deioupacom calcas de algodo azul de hs'.rase
de brim pardo, camisas de bata, azul, de atzadao
de listras e ma rde, dito escravo perienceu a D.
Auna Riu dos Santos, moradora no Pilar do Ita-
marac at 19 de noverabro de 1860, passon a
pertencer Antonio Ximeiws Maciel Aragao, mo-
rador ltimamente na provincia do Rio Grande
do Norte, oceupava-se durante o tempo qne este-
ve em Itamarac em ser canoeiro, hoje pertenoe- o
referido escravo a Jos. Gomes Leal: pedu-se a
quem apprehendar de leva-lo casa de seu senbot
na ra da Imperatriz n. 15, ou no sen escr[ttorio,
ra da Cadeia n, 56, que ser gratificado.
bitas;
IDO
CABUGf
esquina
da roa larga do
Rosario.
ANNEL DE 0110
KlA
EO
DE JOU8 toSSXlk.
Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre nin sortimento sem ignal, esquina
e vende por presos que nenhuma ontra casa p^te vfdpfft m La roa largadotll
ni
vista da qnalidade e do pre^o das joias cada nm p(|B^se-ha convencer
Garante-se ser tudo de lei.
vados.
Compra-se onro, prata e pedias Aftas por presos mnito ele- Rosario.
AJ loja est aberta at s 9 horas da Mite. M
o



Diario de Pernambuco Quarta feira 26 de Maia de 1869.
=
i Diuhelro a premio
Da-se at a quantia de li:000j a juros mdi-
co, cora hypotbeoa em algum predio nesta eidar
de, ou Armas-seguras : quem precisar dirjase a
Hlia dos Ratos en frente a ponte do Santa Isabel,
ultima casa junio aos coqaeiros. ________
AMA
Precisa-se de urna ama par* cozinhar para ra-
paz solteiro : a tratar na ra das Lruzes n. w.
GOMPAMA PERHAMBCAM
Sitio.
Precisa-se arrendar um sitio que tcnha bom
terreno para capim e outras plaales, c pasto
para animaes, se agradar dase algum dmheiro
avista : para informaooes, na ra Dircita n. 45.
Aluga-se
nma preta para todo o scrvicode casa : quera pre-
tende-la dirija-sc a ra do bol n. 33, 1- andar.
A pcssoa que annunciou no Diario de 2o do
corrente precisar de nm fitio de lavrador com
casa e cercado, e onde possa safrejar 400 pies de
assnear. dirija-se ao engenho Novo, na freguezia
de Muribeca.
Quera precisar de um caixciro cora pratica
de botica, par fra da cidade ou da provincia,
annuncie por este Diario para se tratar._______
Precisa-se de una ama para casa de pouca
familia : na ruadoGaz n. 12._______________
Na ra da Aurora n. 26 ha para alugar ura
moleqne crioulo de lo annos, asss diligente.
No coilegio da Ujueelcao precisa-se de uraa
pessoa para cozinhar.
Na ra da Florentina n. 28, lavase e en-
gomla-se com asseio e prorap'dao.____________
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
c cozinhar, para urna pessoa : na ra das Crasas,
Io andar, n. 21.__________________________
Irraandade das almas, erecta na matriz de
Santo Antonio do Recit.
De ordem do nosso irmo juiz sao convidados
todos os nossos irmaos a compareeerem no respec-
tivo consistorio, pelas 3 horas da tarde do da 27
do corrente, aflm de eucorporados, acompaohar-
iiio9 a procissao de Corpus Christi que tem de sa-
bir da mesma matriz de Santo Antonio.
Consistorio 23 de inaio de 1869.
'i osenvao, .
E. A. do Reg Cazumli.
dttention.
Mrs. Jules Charles Poppc el Jean Charles Noury
son pris de paraitre a la ru du Vigario n. 16,
P'titage. _____
Fugio um papagaio da casa n. 133 junto ao
arsenal de marinha, ora Fra de Porta*, rallador,
e fngindo para urna das arvores em frerfle do mes-
mo arsenal, alguem ahi o pegn, sendo mais ou
menos conhecido : roga-se, portanto, a qnem isso
fez, ou tenha o papagaio por qualquer motivo
posterior em seu poder, entrega-lo na sotreaita
casa, no 2 andar, que receber mesmo urna gra
tificacao_______________________
3 5,
g 3 I ES
s? c
grfSi1
5 o
o "O
S *> O

1
o-B 3
o
2. =
a
m
3 T 2. =
s = a
eCS
5 Z!ff =
= _}5 5
D O- a
s >1

5
-3
S5

>
o
a >
13
o =
.- wc2.
, m--

?-3
Bis 3.
3 8 5 !
n = i
*.-
~. H

O
t5
m
Trocanwse
tOiSEMIO DE DIKKCriO
Os Senhores.Saunders Brothers & C, Tasso
Irmaos, Luiz Antonio de Siqueira.
EREOTE
0 SE. F. F. BOEGFS
Restando anda emittir algumas accoes d'esta companhia, da quantia rojnal de
200,51000 cada urna, das quaes s se aceitam em virtude da le., 20 /0, ou 400000 por
cada aeco; convda-se pelo presente ao publico em geral e especialmente aos Srs.
capitalistas e interessados no commercio, que queiram dar emprego segura aos seus
capitaes, disponiveis, a subscrever o numero de accoes que Ihes approuver.
Algumas destas accoes ja tem sido tomadas por pessoas que conhecem a vantagem,
de na presente occasiao (conheeidamente a melhor), empregarem o dmheiro de que
poderem dispr em objectos de valor real, como vapores, predios etc., que Ihes garan-
tam seus capitaes. '
A companhia possue hoje 40 vapores, 6 inteiramente novos, e destes o ultimo est
a chegar de Inglaterra, onde foi construido expressamente para ella.
Alm disso est edificando vastos armazens, no terreno que possue no Hugo dAs-
semblca.
Seus dividendos tem. sido de 10 ^ao anno, nos ltimos 4 annos.
As accoes que se emittirem gozam dos mesmos direitos, e perceberao o benecio
dos mesmos dividendos que os antigos em pcbporfo da entrada.
Recebem-se assignaturas no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes da
Assembla n. i-'
is aotaa do basco do Brail e das catxas flaes,
wm descont muito razoavel : n praca da Inde-
)eadencia a. 22._____________________
O abaixo awignado teslamenteiro o finado
subdito franeez Joao Vfgnes, roga ao devedorosl
do mesmo, tenbam a bondade de satifazer no ter-
mo de 15 d'*s ^f8 dbitos, adm de evitar, qae
seus nomes como devedores sejam dioriptos do
inventario proeedendo-s n forma da le.
Recife 7 de malo de 1869,
Gaspar Antonio Vletra Guimara*.
AMA
Urna mnlher que acaba de ser ama de teito ye
offerece para ser ama que so oceupe- em engom-
mar c em trnlar de mtninos em casa de familia,
sua conduela garantida : na ra da Pont-Ve-
Iha n. 6 se dir. .-' .'. ._______
Precisare alugar um pelo para o seme/)
de renacao : na ra da Imperatriz n. 46.
cr
mil
m -S ZZ'
a S a-
o = g 3 3
gftgo
8 <" g' Precisase de urna ama que saiba cosinhar
bem : na ra Nova n. 32 terceiro andar.
EMPRESTIMO SOBRE;
-rriLtii
N'ESTA ANTIGA E CREDITJtTA
FABRICA
DI
IICOITU SI C01ST1IT1I11ITI RUI COMPLETO SQlTlIZJTt II
CHAPEOS BE SOL:
De todas as qualidades I
De todos os fcitios I
De todas os procos I
RA DO CRESPO
r
ummmmmrtirwcatiminiimii <*' i
(SEM LIMITE.)
Na Iravossa da ra
das Crnzes n, 2, [mpi-
meiro andar, da-so quaf-
qiior quantia sobre ouro.
prala c pedras preciosas.
O dono doste estabelecimento,
competentemente auto-risado pelo
governo, est as condicBes de ga-
rantir a transaeco que se fizer en
sua casa, prometiendo todo e zelo
e considerado s pessoas que se
dignarem de honra-lo em seu esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata e brilhantes.
O conselheiro Joo Silveira de Sou-
za, tem aberto e spu escriptorio de
advogado, na ra do Imperador n.
41 primeiro andar ; entrada pelo
becco.
.
QUINIUM LABARRAQUE
APPROVAOO PELA ACADEMIA CE MEDICINA DE PARtZ
0 Quinium Labarraque, eminentemente tnico e febrfugo deve ser
preferido totlas as outras preparai;5es de quina.
0 vinhos de quina ordinariamente empregados na medicina preparam-se
com cascas de quina cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; parte disso, em razo.de seu modo de preparado, estes vinhos con-
ten apenas vestigios de principios activos, e em proporcoes sempre variaveis.
0 Quinium Labarraqua, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contrario um medicamento de composicao determinada, rica em
principios activos,, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
0 Quinium Labarraqua preseripto com grande xito s pessoas fracas,
debilitadas, seja por diversas causas d'esgotamcnto, seja por antigs niolcs_
tas; aos adultos fatigados por urna rpida cresccnca, s meninas qui tem diffi.
culdade em se formar e desenvolver; smulheres depois dos partos; aos vclhos
enfraquecidos pela edade ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas, este vinho um poderoso
auxiliar dos ferroginosos. Tomado junto, por exemplo, com as pilulas le
Vallbt, produr effeitos maravilhosos, pela sua rpida aegao.
Deposito em Pars, L. FRERE, 19, me Jacob
Rio-Janeiro, DUPONCHELLE; CHEVOLOT. Pernambuco, MAREB ct C"
l 121.11) il>l
Aos 500 pares de brincos.
Chegou e vende-se no Corado
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
rnosinhas com urna franja penden-
te a um rico desenho e ouro de
lei, pelo pequeo precede 15#000
cada par. baratissimo.
AMA
Joaquim Jos Gon-
calves Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAIW
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Miubo, em Braga, c sobre os segnin
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
(uimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalico.
Lamcgo.
Lagos.
CovUhSa. .....
Vassal (Valpassos).
Mirandeila.
Beja.
Barcellos. '.
Precisa-se de urna -ama para cozinha ; infor-
raa-se na ruadas Cnrees, taberna n. 41 A:
i OFFICI NA PARA CONCERT E AFNACAO
DE
1
Deposito de pianos e de msicas
Hi. 14 RIJA FORMO! tf. 14
Fabrica de Vieira Giiimar&es
&Couto
Do Rio de Janeiro.
ste acreditadissiino rap lera encontrado a me-
lhor aceitacio possivel. O seu fabricante foi por
muito tempo gerente e mostr da fabrica de Joao
Paulo Cordeiro, e tendo-se estabelecido, envidon
todos os osforcos, e conseguio fabricar rap, que
nada deixa a aesejar, e antes se lhe avantaja, pos-
to era parallelo com o da fabrica do dito Cordeiro.
O aroma extremamente agradavel e tem sido
apreciado pelos amantes da boa pitada.
muito apreciado pelos amantes
NaruadaPcnha n. 25, *> andar, precisa-se de Adia-se venda por grosso ea retalho, na ra do
urna ama para todo o servico de urna casa de pou-1 \ 'gano n. I l' andar, escriptorio c
ca familia.
Gerardo de Bastos.
laquim
casa de theodoro christi- FundicSo da Aurora.
ra da Cruz n. 18, encontram-se "MV"V**" **** ""*"***
Em
ANSEN,
efiectivamente todas as qualidades de viaho
Bordeaux, Bourgogne e do Rheno. ^^^
Antonio Ferreira da Suva Maia julga nada
daver pessoa alguna, no entretanto se alguem se
julgar seu eredor queira apresentar a sua coBta
ou titulo no prazo de oito dias para ser pago.
CRIA 110
Precisa-se de nm criado pira o servico de casa:
na ra das Larangeiras a 29, hotel commereial.
Precisa de um casa pequea no hai-
ro da Boa-Vista, propria para umbomem
solteiro: quem tiver tcnha a bondade d
du-igir-se a ra do Commercio n. 32, 2
andar, que achara com quem tratar.
Mata
estola
Urederico
Clrurglo dentista pela
de uaeillflna
do Rio de Janeiro.
Tm a bonra de participaf ao res>ttave^ publi-
co desta capital e seus suburbios, qaetem *erto o
seu gabinete de consultas e opera^Bes deatorias a
ra Direiu n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da maja as
3 daiarde. Ble anha-se <-om])<;t<'nemente habili-
tado para coa perfeicao coltocar dantos arpWaes
porqoalquerdqe svstemas, e bem assim dejBpe-
iur qualqoar outro traballio coneernente a ua
profissaot O mesmo, reconhecendo que nem sem-
pre possivel s seahoras ou crianzas sabirera a
procurar o remedio, offerece-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a qosdqner chamado sera que isso inflna cousa
precedido de um ajuste rasoavel, garantind elle a
seguranza e perfeicao de seus ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
lenlepi dnlifrkia, elut. a outrus modicamen-
tos odonUlgko: l ra D'eitt 9 O, riaeiro
andar.
T
Neste vasto estabelecimente sempre se encontra
um completo sortimento de taixas de. ferro batido
e fundido, fabricadas recentemente, e se fabrican)
de qualquer molde a vontade dos compradores, e
reos razpoaveis.
Attencao
Pede-se ao Sr. Severino Duarte qneira appare-
cer rna do Commercio, armazem n. 18.
Constantino Rodrigues Mendes, tendo
justo econtratado com a. Sra, D. Rosa Telles
de Menezes Souza viuv d Jos Bernardo
de Souza, a compra da taberna cita no lar
go do Pilar n. 1 livre e desembarazada de
todaw qualquer debtto.faa scieoto ao publi-
co e com especialidade ao orpo do com
mercio, e se alguem jnlgar-se com direito
a mesma, apresente-se no praso de tres
dias, findo o qual nao seatteader reclama.
cSs alfuiraa. Rece, Id de maU de 186ft-
Ama tfflee;
Precisa-sede urna ama deleite sera filho^ a
tratar na praca jo Gorpo Santo n. 17, 3* andar ; e
no mesmo tem nma eaerava para alagar para o
OJtico de casa.
Secretarla da ven.er.ayel ordena
Tereetra de- X. *. do Carmo do
Recife. ......
Pela secretaria desta veneravel Ordem sao con-
vidados em nome da mesa regedora, todos os nossos
charissimos irmaos para comparecerem em nossa
igreja paramentados com seos hbitos, quinta feira
27 do corrente, para acomparmos a augusta e
solemhissima procissilo de Cbrpus-Christi, que ha
de sahir de raanhSa s 8 horas, do convento do
de N. S. do Carmo, como determina o nosso esta-
tuto, e de tarde s 3 horas, da igreja matriz do
SS. Sacramento do bairro de Santo Antonio, para
o que fomos obsequiosamente couvidados pela
respectiva irraandade.
O secretorio
Joaquim Xacier Vieira L'go.
BOA-VISTA
. L .1 .:
Precisa-e de urna ama para cozinhar
do Imperador n. 4'i, 2o andar.________
Precisa-se do um hornera que e:Hernia da
todo servico de campo para trabalh.ir em nm si-
tio : a tratar no largo da ribeira da freguezia de
S. loaj, (obrado n. ti.
na ra
Ama deleite.
Prccisa-sc deuina ama deleite sem- lilho : em
Olinda, ladeira da S, sobrada quo faz esquina
para a igreja do- Bomlim. _____________
Ama.
Precisa-se de urna .ama para engommar : na
raa da^raz 11. ">7, 2o andar.
No Corredor do Bispo n. 23 precisa-se de
urna ama para o servie* interno c qoo saiba en-
gommar.
Em urna caza de familia na ruaestreita
do Rosario n. 35 sobrado, prepara-se al-
moro e janlar com aceio: quem precisar
diiiga-so a mesma que achara com quem
tratar.______________________________
D-se 00 a i004 como penhar' de nma ae-
crinlia ou mesmo negra : a tratar ua ra do Pa-
Deo gratis.
VeneraTal Orden Tereeirn de
S, Francisco do Recife.
Sendo aeccito o convite qne fez a Ilustre irman-
inlt do 66 iarmniimo di freguezta- do Santo
Antonio, por ordem da masa regedora, convido aos
nossos irmaos, aepraparecerem (paramentada*) no
da 27 do corrente pelas 3 horas da tarde, ifa nossa
igreja, afim de onrorporadas aeompanharmos a
procissao do Corpus-Chriali, que tem de sahir
daquella igreja. Wcwtart 24 de maianle 1869.
Joao da Cunha Soaret Guimardes:
Secretario.
Offerece-se ura cosinheiro jura casa de fa-
milia ou hotel; quem precisar dirija-se a roa de
S. Goncallo n. 4._________________________
= Precisa-se de urna ama, para andar com
nma ereanea de um anno; a tratar na ra do
Padre Floriaaon". 7* j andar,
r$e de um caixeifo cora pratlea de
o nanea de sua conducta; no pateo
da Ribeira n. 13.
Gaixeiro
Precisase de um caixoiro no hotel Lisbonense,
que taska pratica da serVijo de liotel : na'rua es-.
treita-do Rosario n. 11, _____
A-iinhora que se.oirereeeu para leccionar
era um jfgenho primeiras letras e franeez. an-
nuncie a sua morada, ou appareca ra da Con-
cordia a. '37.
rreeisa-se.de urna ana para cogaonur e fazo.
os mais servicos de urna ca&a de peque,na familia:
n,rua X isa-se de nma
co interno de
n.45.
ama para cozinhar e
urna casa : a tratar na
Ama
Precisa-se de urna ama eseraya ou forra para
praf ecoaaHarpara doaspeis<.as: varead
lean, 19^2 andar.
Resta venda mn escolhido sortimento de ob-
jectos de raarcineria, eome sjam, mobilias de ja-
sarand. mogno eamarello, obra nacional e estran-
jra, de pira*) fim e-p*f pr^w tmumr
aa ra estreita do Rosario" a 3J. Nes nwmar
casa fazem-se com perfeicl todoi o trafcalhoB de
palhinha, como sejam, emnalliamentoi de lastros
i para cama, cadeiras e sepis.
tablecrda
naviot'e ea cvn&merM &)ntra fogo
em educios, mercidoriai e mobilias: t
roa do Vigarib n. 4, pavimento terreo.
nteresse
, ISopaleodoTero n. 31 pMowa-se de um mes
tred>musiv ________L
f& Na roa urna ama para, cozinhar,
IuS
se
a ata inKo n> f>z i% Alnas .dai^aa l fr
a tratar defronle do sitio do Sr. Tas.
Ha multa necessidade de se fallar com o Sr.
Procopio de Sooza Santiago, na ra Direita n. 53,
a aegocio oue no lhe deve er estranljo.
- QuUt. piiakr K*
Qifcti" preeifir ie ama ama, prmcipalmente
m casa de hornera solteiro, a qual cozinha, en-
**>f* MMa, ., M+m nyuo # Terco Bw nVW
achara com quem tratar.
Precisa-se augaW preto velno : nA l**8
do pateo do Carmo n. 3.
Na ra Direita n. 2, loja de funileiro, ou no
povoado dos Montes, precisa o abaixo assignado
entander-se com o Sr. Manoei Calisto de Man a
negocio da sen interesse ; isto no paaso de tres
a^. Recife 18 de maio-de 1869.
Podro Duarte Rodrigues Franca.
Na ra do Queimado n. 1, preeisa-se faHar
com os Srs. abaixo mencionados, a negocio de sena
interesses:
Manoei Poreira de Andradc.
Frederico Antonio de Mello.
fjao Antonio dentello.
Marcelino Antonio Pcreira.
Jos Flix d'Oliveira.
Klias Pereira tonnalves da Cunba.
Dr. Candido J. Casado Lima,
Antonio Bernardo dos Santos Jimior.
Antonio Mximo de Barros Lcit.
Ricardo Pereira do Nascimento.
Jos Leandro-Martina Fihjueira.
Jos Maria de Vasconcellos Bourbon.
Francelldo-Domingos de Moura.
O abaixo a*sgado, socio da Arma commer*
cial de Andrade & Mello, establecidos na ra do
Crespo n. 18, declara que nao se entende cora elle
o chamado por este jornal ra do Qoeimado n.
1, e sim eom ouiro de igual nome.
Joao Ankmio do Mello.
AMA
Precisa-se de urna rotilher que saiba engommar
ara umasa da familia : a tratar na ra ra
adeia doRacifen. 18, 2o andar.
O abaixo assignado praxis* >m uiuguera
p('.dc.fazer dcmarcacaofcom os sitios de niattas,
Cacimbas e Descanso, no lugar da Ibura, fregue-
zia dos Afogados, pertencentes vinva de Antonio
Al ves Ferreira sem qiu a astea) a seniora seja
ouvida oa o aaixo assignado, e para evitar duvi-
ds se-fai a prbsentc dcclaraejio ; cujas tenas se
acham brootheaauas ao abaixo ajHgnaoV por um.
escrlptura-pubifra, passada em K.de ag!fTvor
1857, a qual o mesmo abaixo assignado wsz ver
por esto Diaria I outras occasides. Recife 10 de
Aabio Pereira de Oliveira Maia.
temheit.
rrecisa-se alugar um cozinheiro, que d
coniieuneato (le siwconducU; a tratar 0
Collegp de Santo Amaro, .rua do Com-
raerotfl ii "
Escravo
Joaquim Ferreira dos Santos, profes- dre Florianon. 71,2 andar.
sor de daes, chegado ltimamente da Eu- Preeisa-so de um preio escravo para todo o
rnna t osta r.rnvinria \pm a hnnn de nar- ^rvico de urna casa ; assim coito de um bom co-
ropa a esta provincia, lem a iionra ac pai Mi(in na ru la Cr|U n ,, |lo;c, naci(mal
licipar a seus Klustres babitantes, e mu -
principalmente aos dignos chefes de familias
que lecciona era danca debaiso de toda a
regra na casa de sua residencia, ra do
Imperador n. 75 "2C andar, as tercas, e
quintas-reirs, das 3 horas da tarde, at s
10 da nou'3, e aos;'domingos de manha e
a noute. Promptificando-se tambera, a ir
as casas particulares e collegios- nos dias
que para isso lhe designaren!.________
Precisa-#c alugar ura
manliaa s 5 da larde :
! andar.
escravo
na ra
das 8 horas da
da Cruz d. 46.
Hospital. Portugus de Benefi-
cencia em Oernaiiibuco.
0 provedoc do hospital I'ortuguez de
Denelicencia em Pernambuco, previne aos
Srs. socios que nao tem lugar a reunio
marcada, para hoje, domingo 2 do corrente,
em consequencia das chovas quo tem m-
ntindado o transito e a entrada do respec-
tivo estabelecimento. Opporlunaineiite se
indicara o dia da reunio.
Recife, 23 de maio de 1869.
0 provedor,
Francisco Joo de Barros.
CASA DA FORTMA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n. 23 e casas do costeme.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus muir
to felizes bilhetes garantidos 1 mel n. 2000 com a
sorte de 700a, 1 meio n. 3381 cora a serte de 202*
e outras muitas sortes de 100*, i0# c 20* da
lotera que se acabou de extrahir em beneficio
da matriz do Yilta Bella (106'), convida aos pos-
suidores a virem receber seus respectivos pre-
mios sem os descont das eis na casada ror-
tuna ra do Crespo a 23.
Aetam-se a venia os da parte da lotfna a
beneficio da matriz de Bnique (W), que se ex-
trahir.
Preeoa. _^
BiBwte. 4*000
t~ MflO
Quarlo.'. .' 'OOO i ..
Emporcae de 100* para cima.
rBlhete. ... 3*600
Meio......t*7o0
Quarto..... 875
ManoelMartins Fiuza.
-
Caixeiro
Preeisa-se de um pequeo de 12 a 14 aijpos,
brasileiro ou portuguez, que saiba 1er e escra-/,
que d<> conheciuteeto de sha conduela : na rna
Direita n. 45, loja.
AfrUB
Um moco solteiro de^excellente conducta, luc-
rando em um excoHento sebr*ile de 1 andar con
bastamos commwlo*. no-bair de Santo Ani
e emboa ra, deseja encontrar para compaf
ros i aua morada, dons mocos nasmesmasl
diedes,, aona meeW es*t|anMs.t: a tragu- oa
da Concai-flfa i% "fc H _____
Iyecisa-se de urna ama para casa de pau_*f
dando prefcBtncia a esetsura; na ruaats
B.38 3.-amr, ^
aluja do obrado da ra das Cruies n. 2, propria
a hji
no *n
Wa reflftaeao da> ra ftwgel n. 43,
sa-se de trabajadores para a mesma.
lrittndadc do SS. Sacra
de S. los.
O eserivao dosta irmandade convida a
seusciaro irmaos para eomparecerera
feira s 3 hora da urde no respecvo eo
*^ am de compaa*aeo*ar-*>
de Gorpus-Chrtetl, quo tem de expAr a
irmandade *> 8* Saerameoto
Antonio,
preci-


;
lX


Diario de Pemambnco Quarta feira 26 de JUaio de 1869.

\
1
i
CONSULTORIO MEDICO CIKl RlilCO
DO
DR.-P. A. LOBO M0SC0SO
3Ra da Gloria sitio do Fundo3
vm m. mw os sistemas
Consultas todos os dias desdeas 7 horas da manha at as U.
Visitas era casa dos doentes de 11 horas em diante, em caso urgente a qualquer
bqta do da ou da noile.
Nao se recebem chamados se nao por escripto em que declare o nome da pessoa,
toda ra e o numero da casa.
ESpecialidade em partos, opcracQcs, molestias de mulheres e meninos.
Cura radical das molestias venreas, e dos cstretamentos da uthera.
Curas radical das molestias do tero, como ulceras, flores brancas, amenonia,
vegetacoes e catarrho, etc etc.
Recebe-se cscravos para tratar de molestias ou praticar-lhes qualquer operaco
cirurgica. Diaria 6000 excepto as operaces.
Os melhores remedios boroeopathicos conhecido3. e por precos muito com-
modos.
A ESMERALDA-
i-
fe
S
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimenta
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) aeabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca. e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro. prata e pe-
dras preciosas
\ 5 ni i do i: mu; i \ s
(tk
D. Mara O- Rodrigues Forreira, sens
filhos, entiados, e sen genio Francisco
Joo de Barras Jnior, tendo de mandar
suffragar a alna de seu pres.uk) irmio e
prente, Antonio Francisco Leal, fallecido
na cidade do Sobral no dia 23 de abril pr-
ximo passado, fazendo celebiar missas e
memento na igreja do Corpo Smto na dia
28 as 7 horas da manhaa, roga a todas os
amigos d'aquelle finado, seus (llegas d'a-
cademia e mais pessoas de reiago de sua
familia o caridoso obsequio de assistirem a
este acto de piedade e relgio pelos que
Ihes seo eternamente reconleeidos.
Irmandixle Acadmica deXossa
Si ahora do Bom Coioselho.
A mesa administrativa da irmandade Aca-
dmica de Nossa Senhora do Bom Conse-
Iho convida a mesma irmandade para assis-
lir no dia 28 do corrente, pelas 7 '/* n0/
ras da manha, missa, que, i'e conformi-
dade com o seu compromiso, tem de ser
celebrada na igreja do convento de S. Fran-
cisco, coi suffrag o do irmao fallecido no
dia 20, o estudante do 4" anne. da facul-
dade de direito desta cidade y .mate Perei-
ra Borges.
Consistoria da irmandade Acadmica de
Nossa Senhora do Bom Conselho, em 24
de maio de 1869.
O secretario da meza,
Jos Furtado de Mmdonga.
O abaixo assignado faz seionle ao publico
que nao negocie ncm receba em pagamento nina
letra da quanlia de 85' passada a 22 do corrente
mez com o prazo de trinta dia?, proveniente de
tinas nde4as de relogin, afflnnamlo o vendedor
Manuel Joaqun) da Silva, a quera fo passada dita
letra, que era ouro de lei, e disto mestno rjeixon
una garanta firmada por elle ; depois mandando
Vi abaixo asignado tocar o dito ouro, connoten
ser falso : levando o dito Silva por troco outra
corrente de ouro de lei do abaixo assijnado,
Aterro do Giqui, 23 de malo de 1800.
____ Vicente Joaquim Pereira i'aior.
(MEITAIR DOS 1XMKS
16RA DA CRUZ16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, podins, pes de 16, bollo inglez,
presuntos, ditos em feambre, pastis de diferentes qualidades. Amendoas confeitadas,
confeitos, papis para sortes. Vinhos liaos engarrafados, superior cha Hisson, preto e
miudinho, fruta em sarapes, ditas seccas e christalisadas, assucar candi, xaropes refri-
gerantes.
Receb-se encommendas de bandeijas para casamento, bailes e baptizados, com
bonitas armacoes de assucar, sendo estas preferiveis as de papelo: figuras anlogas,
bollos etc., pes de lo enfeitados, qualquer encommenda para fra ser bem acondi-
cionada.
VEROADEIRAS
PILULAS DE BLANCARD
M
COK IOOURETO DO FERRO INALTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
' Possuindo u propriedades 4o todo at do frr*. convem especialmente BU Afncoois
RBCRWULOSg, Tsica no principio,a fraqveta d$ Umperamtnto t tambem nos casos <
Palta db c&b, aminorrhea, em que precisa reagir sobre o SAifGui soja para restituir
lhe a tua riqueza e abundencia normaos, ou para provocar regular o seu curso peridico.
N. B. O iodoroto da ferro imparo oa Iterarlo a wn medicamento infiel,
irritante. Como prora de paren do nthencirUde du vera'a'eiraa "*
las da Blaateat-4, dare-ta exigir DOS* sil* prata reactiva a
nosso (Irma, aqoi reprodniMa, rjne a* acha na paria inferior da i
rotula verde. Dere-a* t .confiar daa falaiflcacoa.
Aenaaa-eweaa toda aaariretaa. Wtmaurtfci, r *<>IKI, 40, Rsrtl
y
Convidare pelo presente o corpa acadmico
para assistir a missa e memento que se tem de
celebrar pelo desranro eterno do acadmico da
4 auno Minarte Pereira Horges, na convento fe
S. Francisco, no dia 28. as 7 1(2 horas da manhaa.
t) mesmo convite se faz a todos os prenles e
migos do dito acadi'mi''.i>.
Precisa-se de um feitor : a tratar no Mon-
tetro taberna do Sr. Xic lo ou na ra do Crespo
B. 83._____________________________________
Irmandade doSantis-
simo Sacramento do
Recife.
De ordem da mesa regedora, convido a nossos
maos a reuiiinem-se qurata-feira 27 do corrente
pelas tres horas da tarde, no respectivo consisto-
rio, afim de iuco/porados acompanharmos a pro-
cissao de Corpus Christi, para a qual fimos convi-
dados pela veneravel irmandade do Santissimo Sa-
cramento de Santo Antonio.
Recife, 2i de maio de 1869.
O escaivao interino,
Joo da Cunha Magalhes Jnior.
Confraria de S. Jos
d'Agonia
Por ordem do Sr. provedor convido a to-
dos os nossos i raos em Jess Christo se
dignera comparecer neste consistorio quinta-
feira 27 do corrente, pelas 8 horas do dia,
afim de acompanharmos a procisso de
Corpos Christi, que sahira" do convento do
Carmo, segundo o ollici do Rvm. provin-
cial,
. Consisiorio da confraria de S. Jos d'Ago-
nia, 25 de maio de 1869.
0 secretario,
Antonio Ribeiro.
POGOS
Na antiga fabrica de fogos de artificio da viuva
Rulino, existe um completo sortimento de rodi-
nhas, craveiros e pistolas, objectos proprio* para
os festejos das noites de Santo Antonio e S. Joao,
tudo por commodo preco, e eomo soja a fabrica
distante da cidade, as pessoas que quizerem fa-
zer suas encorameudas, podero leva-las np arma-
zem da bola amarella, no oito da secretaria da
polica, onde tambem acharao a? amostras.
Precisa-se
de duas amas para o servico interno de urna casa
de familia : a tratar na ra de S. Gcncalo n. 26.
___9i
0 MUSEO DE JOIAS
C/2
GOMES DE MAnOS IRWI08 fP
tendo feito completa mudanza em sen antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-Ihe maiores proporij8es e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontrarao um completo sortimento do que lia de mais elegante,
bello e precioso em brilhautes, esmeraldas, rubina e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desojas f "36 ^U r V
ADEUCOS DE RRILHAKTES, ESMERALDAS E RU8WS
de novos gos^os, assim como grande variedade de salvas e* paliteiroi de
prata contratada e de go$to ninda nap visto, e. completo sortimento de
objectos de prata para uso dasrigvejeVJ,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos.
mi
Precisa-se de urna ama
mero 7.
na ra de Ilortas nu-
Aluga-se o aroiazein do caes do Ramos cor-
responJente aos fundos do sobrado da ra da
Prala n. M, proprio para serrana : a tratar nu
2" andar do mesmo sobrado.
Taberna
Traspa?sa-se a da ra das Botas n. 8, no Recife,
em boas proparedes para principiante latiorioso
tirar varitagem.
XAROPE PE1T0RAL
BE
Igreja de Nossa Senhora do Rosario da fre-
guesa da Roa-Visla.
Os abaixo asslgnados nomeados pelo Illm. Sr.
Dr. provedor de capellas para administrarem a
referida igreja, e tendo de dar principio as obras
da mesma igreja, e como de si s nao possam fa-
zer recorren! a proteecao das almas piedosas c
tiein formadas, alim de Ihes ajudarem na reedifl-
eacio da casa sagrada.
A commissio conta (pie ao fazer este appcllo a
Senerosidade dos fiis nao sera estes ndraerentc
attento o fim a que dedicado tal pedido.
A igreja estara abena do dia 10 por diante/Mas
6 horas di manhaa s 6 da tarde. Aquellas pes-
soas que quizerem coadjuva-los podero remetler
as suas esmolas a mesma igreja ou na tvpogra-
plna deste Diario ao Illm. Sr. Dr. Miguel de F-
gu-irOa Faite nosss dipno protactor.
A commissao declara que a proponao que for
recebendo qualquer esiKdla ir lugo gradecendo
por este Diario e a'nossa excelsa padrocira nao
ser indiffereiile para aanelles que concorrem pa-
ra a reedificaco de sua igreja.
Consistorio "da igreja de Nossa senhora do Rosa-
rio, o de maio do 1869.
Cesa lio Aureliano Ventura.
Jos Pedro de Sant'Anna.
Andr Avelina da Costa.
Irinaudadc lo *s*. Sacramento
da Rictrlz da Boa- Vista
_Tendo esta irmandade de acompanhar a prods-
saa de Corpus Christi que tem de sabir da igreja
matrizde Sanio Autonio. no -dia 27 do corrente
mej, sao convidados todos ns irniaos a coriparece-
rem no respectivo consistorio, pelas U horas da
tarde do referido dia.
Consistorio 2i de maio de IR6.
0 eserfrao interino,'
Manuel Antonio Cinlnsa.
WBO M TATl
PLACA DO BRASIL
E expectoran^ e reeoriimendado .as
affec?5es do paito, uronchite chronica, he-
raopttse, e toste chronica.
PREPARADO POH
JOAQUIM DE ALMEIOA PINTO
PHARMACEUTJfCO
Pemambnco nra larga do Honorio n. 10.
Btilanca
horisontaes de o, 10, t e 20 kilogrammas, pesos
de ferro e latiio pata as; mesmas : rende Koclia e
Silva, ra da Cadeia do Recife n. 38, armazem.
---------------------i t____
005 .... ? 0 ,
00O<'9 ? e|
OOOVf 8 !:|
00m p gf
000-'8 ? -' n II 8-01
OOJS'S 7 i y1 'VG'G
0OB2 ?'V8'S
000VS ; "ti L "V L 'o L 'L
OOQl v. o )
008 b '0 9 'V 9 '9 'J '
00 V 8 'C
009 n 8 S'V '? *
i; o j so.ioum}
ooa>id
cg *u opotutdiil) op on.t
du op5isodxd op M.)D op sooditog
mum
OO'
/
VTTENGAO
Fuhio da casa do abaixo assignado o escravo
criouio, de nome Bernardo, com os signaos se-
guintes : baixo, corpo regular, denles alvos,
offieial de cliarutciro, intitula-se de forro e bem
fallante, suppie-se andar na freguezia de S. Jos :
quem o apprehender e leva-lo ra Direita n. 36,
2 andar, ser generosamente recompensado,
Agnello II. de Araujo Pernamluico.
COMPRAS.
Vendem Augusto F. de Oliveira & C. ra
Commeivio. n. 42.
Devogcs
Acba-?e venda na ra do Imperador n. 15,
deffonte do convento de, S. Fianci-cn, a bem co-
nlucida trezcua do glorioso Santo Antonio, e o
rosario c'oficio das defuntos que se resa as se-
gundas-feiras do'annono hospicio de N. S. da
Penha. ________________ ________^^
llfiA~
Yende-se urna bonita burra o a melhor posslve
fiara cabriolet e s.'ll, mansa no todo : na roa da
mperatriz n. 89, eoehira.
Ra do Queimadon, 49 e 57 Imj*
dt miudtzas de Jos de -4zeve-
do Mam c Silva conhecid por
Josf Bigodinho.
Est queimando tudo quanto tem era ana
estabelecimento para acabar e fazer now
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
ver o que bom e barato.
Garrafas com jagua florida ver-
dadeira......
Garrafas com agua divina da me-
lhor qualidade .
Latas com superior banha (ran-
een ......
Caixascom 12 frascos de elidios
proprio para mimos .
Dita com|t frascos muito tinos
Olco^baboza muito fino que s
a vista *..... &)
Sbemeles de calunga muito bo-
nito ...... 2*
Caixas de p de arroz muito
superior ..... >(J0>
Peras de babadinho cum K)
varos a...... ^iOtJ
Caixas redondas emitando tar-
taruga ......, lbij|.
Pecas de fita {de cus qualquer
largora 3..... 5M
Eseovas para tinhas muito li-
nas i...... #J0
Estavas para denles fazenda
muito fina a ...... fW
UttJ
<52*
2"58
Compra-se
um relogio patente inglez de ouro, sendo
novo, e do melhor fabricante, na travessa
da ra do Queimado n. \, i andar.
Xa praca da Independencia n. 33, loja de ou-
rives, compra-soouro, prata, e pedras preciosas,e
tambera se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.
Compra-se
urna batanea decimal era scaund mao ;
dop.ivramento n. 31.
na ra
Compra-se
ouro e prata e pedras preciosas, no arco
da Con :eigao, na loja de ourives, no Re-
cife.
iRoiiwr
Compra-se moedas de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na ra do Ca-
bug n. 9, relojoaria.
26 IUADOLIVKAMBMO-26
Economa, utilidadc e moderno
mercado.
Cambraias de core?, varieda-
des em padroes, covado 240
Ditas de cores finas moder-
nas, covado...... 3G0
Ditas de cores finissimas,
miodas, covado. .... 100
Ditas de llores grandes e listras
modernas, covado .... ->00
Collerinhos de linho diversos
gosto, um....... '00
Ditos de dito muilo lino chega-
os no ultimo paquete um G00
Alpacas lizas de cores muito
finas, bous gostos, covado 800
Chitas escuras muito largas,
bellos padroes, covado. 400
Ditas coloridas miudas proprias
para familias, covado. 400
Ditas escuras econmicas, co-
vad*........ 360
Ditas de riscadmhos, varieda-
de em padrOes, covado. 360
Ditas escuras boa composi^ao,
covado....... 320
Ditas claras econmicas, co-
vado......... 340
Ditas escuras e claras, covado. 280
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug' n. f compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos mais vaatajosos do
que em outra qualquer parle.
Compra-se moedas de ouro e prata, bem
eomo libras sterlinas por maior preco que
em outra parte: na ruado Crespo n. 16
primeifo andar.
Com muito maior vantagem
Compra o CoracSo de Ouro, n. 2 ra do Cabu-
g, moedas de ouro e prata e pedras preciosas.
Em casa de Theodoro Simn C.
compra se a bom- premio moedas de prata
do cunho velho: Recife, largo do Corpo
Santo n. 21.
Pulceiras de cuntas de tres
para meninos .
Caixas de iinha branca do gaz
com 50 novellos .
Caixas de Iinha branca do gaz
, com 30 novellos .
Pecas de tranca lisa de (odas
as cores .
Resmas de papel pautado muito
fino ...... .
Pares de boloes para punhos
muito bonito & ...... ,
Libras de la pa'a bordados de
de todas; s cores .
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos.de Iinha muito grande
f para croxs .
Duzia de Iinha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botocs madrepcrola
muilo fino .....
Saboneta muito finos 60, 120,
160, 240 e.....
Pecas do fita de lita todas as
cores ......
Espelhos domados para parede
I000 e ..... .
Espelhos de Jacaranda muilo
lino a ...
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol i -
Pares de meias cruas para me-
ninos ......
Caivete mito fino com 4 u-
Ihas .. .
Cartilhas da doutrina as mais
modernas .....
Frascos de sndalo e patechqij
muilo finos =
un
mi
8'0K<
m
3
&m
su
MR
539P
Libras sterlinas
Vende Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz nu-
mero 8.
CONFUTARA
CAF FRANCEZ
15Ra da Imperatriz 15
Doinim/o 24 de maio
NOUVETU (SORVETES)
Lei te de venus e creme a la Rompadour
B^zerro.
Compra-se ura bezerro pequeo :
Giriquiti, travessa dos Pires n. 20.
no sitio do
Compra-se- uirra coromoda- de Jacaranda em
bom estado : na sachristia do Corpo Sanio.
VENDA$.

Sapatos- de borraelia
para seuhoras e rapazes a 15280
ii. 15.
na ra Direiat
I
Na ra de Apolfo n. W, andar, vendem
se saceos com farinba da trra a 5j, boa saceos,
CAPSULAS DLS
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluche, broticmtes,
catarrhos, tosses convuislvas, escirros san-
guinos, e outras molestias,do petto.
VE.1TDE-Sfi
NA-
PHARMAOA E DROOAJHA'
DE
RartholoDseu 6 C
84RA -LARGA DO R0SARI0*-3*
Atten^fto.
Vende-se urna eserava perita cozinheira, lava-
deira e'tngooaojdora : na. rut. d aiidoipa da
Baixa-Verde n,51.
P
VmkHcbe urna taberna
VMdeaflkva MbortafdaJWa mnaMBii Ja Bu. !
Ykav5a.lNRta dmtmro,; Utfftwn.o. \
[ente Martms, ou na mesma tatema) opdo te,.,
ao todas as informaepes.
-Veaderseatbe-
7
ru* da Cada.Jlova
a tratar bstu d^RtagJ-n. 3.
- m
FOliO FOliO
ra Direita n. 55.
Ha para vender um completo sor-
titueiilo de fogos artificiaes, tanto
para Sras., como para chancas, pis-
tollas brancas e de cores, com 3,
4, 5 e 6 blatas, fontainas, crayei-
roib rodinhas singellas e obradas,
foguetinhos, buscaps, illumina-
Coes balos de seda de 2pasmos de
altura e*c, oto., toito por ua das
mefliores acatas deste genero,.
Tambem ha para vender sali, \
xofre, breu, fio, facas e garfos
de diversos precos e qualidades,
bandeijas finas quadradas e ovaes ;
alm do ,grande sortimento de fer-
.ragens, miudezas, eulelarias e trem
para cocinha, etc, etc.
Ra Dfreiui n. 5:},loja de Manoel
Rento de O. Rraga C.
At que chegaram
9TSTEMA DESSIMAL
Grande factura de pesos kilogram-
mas emi serie completa de todos
os tamahhos, melhores de com
prehender do que os que at boje
tem vindo ao mercado, chegaram
smentd para a loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga oY C, ra
Direita,n. 53, e com diminuicao
de preoqs, venbam em terapo.
Encanamento de agoa
.1 e ffaz*
Canos de Bjro estanhado e com porcelana, ditos
de chumbo # todas as grossuras.
Pesos pelo nov&.siateiua
Tornos do novos pesos completas e a retalho
venda, ruiido Queimado, Axevedo 4 Irmio.
Attentjo.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nnnes de Castro.
Vermfugo efflcaz, e preferivel a todos on
conhecidos, j pela certeza de 6eu resutt*-
do, e j peia fcil appbcacao as creanca:.
quasi sempre mais atacadas de to ternv
emuitas vezes fatal soffrimento.
UNIGO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
DB
Barthomeu 4 C.
84Una Larga do Rosarlo34
Librase ouro nacional, moedas
de 5 francos.
edoende-sc no arco da Concedo na loj
Vurives, no Recife.___________
"rTTAl!
Ra do Cabug n. 2.
Os donos d'este estabelecimento tSm '4
honra de rommunicar ao publico, parti-
cularmente aos seus anttgos freguezes, que
tendo de dar baianco no prximo me_ de
juuho, e querendo acabar com certas c.
determinadas fazendas, expem aos nic.'-
mos o segninte:
Lans de.todas as qualidades para vesti-
dos de senhora, Itsas e lavradas; pupe-
lina (linho e seda) mtwsuRnt e brilhantir
para vestidos de senhora, er"fln,'"mtrH
bom gosto, a 560 is o covodo ; ctib
franceaas de !80 para cirta; bramante cto
linlto largui 40 palmos, a-35800; pan-
nos de linho da Belgfc^htpgo. a 8$8Wi),
melbor que ha; m'ussiiTma com barra'?,- 1^
sa e bordada, para saia de senhora, muito
encorpadas, ultima moda ; batados; entro-.
meios, tapados e transparentes, largos
rslretos, vestuarios para baptisar meninos
com toda a sua pacotilha, sendo ricamente
enfeitados, e de cambala fina; cortes de
chita-seda, com" 48 covados, Matresca ;
basquines pretos, enfeitados de seda e vi-
drilhos; baloes, brancos o de cores, M-
rabeau ; flanella, branca c de cor, quatio
palmos de largura, para camisas e coo-
ros; cobertas de fusto, crandes, brancas e
de cores; brinzmhos todos de linho, para
roupa de meninos, cor fina, a 640 ris o
covado; meias de Ka finas para homem,
madapoln francez largo, PS,a vara 20
ris, muito encolpados e fm?s, de toil<
os precos, peitos de linho para camisas;
ditos bordados e de algod; grosdenaplos
e gorguro para vestidos de senhora, arr-
sim como para collete de homem; calcas
feitas de brim e casimira; patetots saceos,
d brim e alpaca a 5j e 6^500; boleas
para viagem de 5l o tC_, (vuludo); co-
bertores de la e algodao (grandes;, pata
a estmjo etwenwsa; camisa*'de peito de
finho, inglezas, finas a fj04; ditos de algodao,
idem, a _,5500 ; cassa adasmacada, para
cortinados de cama; chapeos de sol de
seda, trancados, e muitos outros objectos
que se n_o acabara': tudo isto se vende -a i
troco daa moedinhas novas, para facilitar
0 mesmo troco. ^___
Veadem-s;os ferros de ourtveso cede-se a casa
a* comprado : a tratar at as 7 i|2 horas da ma-
n lia ou da 4 da tarde em diente, no patee do
Chrmo. esquina da ra de Hortas n. 2.
- Vewto.se mu pwfio. de loto usada -
45* o milheiro, co adicio de tomar cott*
delta ooomprador ramodiaUmente : pera tral
na estacao praja do Capim. ^
-i


6
.. Diario de Peinambnco Qunrta feira 2G Je Maio de 1869.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
MURMACBIITICO, RUI BE UOMSAWT PABL, PARI9.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Con IODinT* lo l'OTASSIO
0 Iodureto de potassio um verdadeiro allcrnnic, nm depurador de ineonleslavel cfi-
cacia; combinado rom o xarope \ie cascas de laranjas amargas, e aturado
srm pcrturbaco alguma pelos temperamento'; os mais Iracos, sem alterar as funccSes
do estomago. As doses malhem ilicas que elle eontcm porinutem aos mdicos de receilal-o
para todas as complicarles as alfcec s escrofulosas, tuberculosas, canco-
rosas e nos accidentes intermitientes e terceiros; alm d isso, o
agente o mais poderoso contra as dosngas rheumalicas.
XAROPE TNICO ANTI-NERVOSO XAROPE FERRUGINOSO
do cascas de laranjas amargas.
35 annos de successos attesto a su.i effi-
cacia para curar: as docitfai nervosas,
agudas ou rhronicas, a.< gastriles, gastral-
gias ; e facilitar a digesto.
d cascas de laranjas e quassla amarga.
E' sob a furma liqtlida quemis fcilmen-
te se assimila o ferro; n'esta forma 6 prefe-
rivcl as punase pastillias en todos os casos
em que sSo proscriptos os ferruginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUINA, l'YRETHRO E GAIACO
P6 dentilrieio, com base de magnesia
para a alvura e conscrvaeSo dos denles,
provenindo a descarnadura, provocando o
trtaro de que empede a rcproducSo.
Elxir dentfricio, para a alvura e con-
servacao dos denles, curando as dores
causadas pela caria ou produzidas pelo
coutado do calor ou do fri
Deposito em Rio de Janeiro, e. cIictoIoI; em Pernambuco, r. Manrer e c"; m Macelo,
Falco nina; em Pelotas, Antrro Lelvaa-, em Bahia, Da noeSia; em Porto Alegre, Jns
Bello; em Maranhio Frrrrlra Ci em Ouro Prilo, C. t. V. Weleraaa; cm Sania Catha-
ria, 8. sehutel| em Uontetideo, G. luiberl) em Buenos-Ayres, Elrheparebonla.
ALTAS NOVIDADES
LOJA DO PASSO
Ba do Crespo n. 7 A, esquina da do
arador.
Impe
CARVAO DE BELLOC
PARS
Approvado e rcrommemlaJo pela Academia imperial de medicina de Pariz parva
cura da gastralgia e era geral de todas as doencas nervosas do estomago e dos inleslinos.
K egoalOMMe o remedio por e\cellencia conlra a relencSo de ventre. Finalmente cm .- |
razao de snas praprifdijdci absorventcs, recommeml.ulo como verdadeiro remedio nos
cazos de diarrbw e cliolerina. O carvi de Bclloe lama-M na ucasifta das comidas
sob a forma de pos ou de paslilhas.
.DepofUo rm Rto-J.iNEir.o, DupoiuheUe; Chcvolot. F.m PunmnB, Mavrtr k O.
Superiores satas brancas bardadas a 5*9. G#, H o 10^016 cada urna.
Ditas de cambria de escocia transparente j foitas a B0DGO cada urna.
Na loja das Columbas na ra do Jrespo n, *.& de Antonia Correia de
Vasconcelos & C.
Os verdadeiros OOUARES ROTIR, os nicos approrados pela
Academia de Medicina, lem assiro como os mcos outros productos
attraliido a cupidci dos falsificadores, que para facilitar sua criminla
industria nao sepjao, n> m recetad annunciar vender fabosCoir.awr.i
com mev home. En previno as familias paia interesse de seus filhos
que, para evitar falsificares, ttcu-ni exigir, que meus Collares llics
sejao vendidos em caias de tambas de encaixe e corrdias cobertas
por .'i elliquetas com a minba marca de fabrica c encerrando nm
prospecto circunstanciado, e selladas por urna medalha cora o Ictlreiro.
COLLAR ROYER, Roe St-flartin, 225. Pars.
VEGETAL AMERICANO
SAUDADE
BA R T HOLOM EO & C
f ara a eura certa dis losses antigs e recentes, catarrbos pulmonar, asilnia; lose convulsa, catarrhoi
broiebiis, o em goral contra tolos os sotfrimentos das vas respiratorias.
DEPOSITO ERAL.
botica e:
31, B.\ LARGA
PERNA
A tlicrapentica das diversas molestias do pcito, desde
a pliarvngite ou mal da garganta ate tiijcrcularflo
pulmonar, passando pelas diversas broiicliilcs calarrbaes
e o emphvscma acaba d* ser enrequecida com mais
este medicamento, que lomara a primen a ordem entre
todos at boje coabecidos. O jarope Vegetal Americano,
garanlinilo puramente vegetal, nao contm cm sua
composicio uta s tomo de opio, e sim somonte sue-
cos de plantas indgenas, cujas propriedadus benficas
na enra da molestias qne perlencem aos orgos de res-
pirado foram por nos obseivadas por longo lempo,
com ptimos resultados cada vez mais crescenles; pelo
que nos jnlgamos autorisados a compor o xarope que
agora apresentamos, e a oflerece lo aos mdicos e ao
publico. Protamos com os allestados abaixo o qne le-
vamos dito, e contamos que o conceito de qne j gosa
O xarope Vegetal Americano crescerk da da a dia,
deixando muito apoi de si todos os peitoraes em voga.
Illm. Sr. Barlhalomeo 4 C.-O xarope Vegetal Ame-
ricano, preparado em sua coneeiluadissima pharmacia,
* ui til remedio para combater terrivel astbuia.
Sofra en aquella molestia ba qoatro metes, sem anda
ter combatido os ataquea mensaes que tinba ; este ultimo
que tive foi tortsimo qne me proston por 8 dias. uset,
Sorm o sen milagroso tarop, tomando apenas trea
ases, e at o presente nio fui de novo atacado. Prjsa
Boa, que en Oque rwuheltcido por tuna vet. Rendo-
DROGARA
DO ROZARIO, 34
MBUCO
Ihe, pois os mens agrdecimenlos por me ler aliviado de
lo borrivel mal. Com a mais significativa gralido,
subscrevo-mc deVmcs. affectuoso e reconhecido criado.
Seaerino uarle.Sua Casa 1* defevereiro det868.
lllms Srs Barlholomeo A C. Depois de qoasi seis
metes de soffrimenlo com urna loss incessante, fastio
extraordinario, expectorarlo da nm catarrho amarella-
do, e perda total das forras, qne o menor passeio
me faligava completamente, cansado de tomar mus ou-
tros remedios sem resultado tive a felicidad*desaberqua
Vmcs. preparavam o xarope Vegetal Americano, e com
elle, gracas a Deus, me acbo reslabelecido ba mais de
dois metes, e robusto como se nada livesse sofTrido. A
gralido me forca a esta declaraeao, qne podero Vmcs.
fazer o uso que quitercm. Sou com estima de Vmcs.
muitos respeilador e criado. Antonio Jnaqttim da
Castro t Silva. Becife 8 de feverciro de 1868.
Atiesto que nsel do tarop Vegetal Americano, de
composieio dos Srs Barlholomeo : C. para enra de um
forte defluto que me trouxe urna rouqnidio, qua me nio
fatia edlender, inflammacio e dor na garganta, tosse,
grande falta de respirarn, e liqnei completamente res-
tabelecido com um s vidro do mesmo tarse; peto
que Ibes protesto eterna gralido. Hecife 40 de Ja-
neiro de 1868. Joaquim Ptrtin Aranlts Inor.
[ tsiio recoubecidei.
SOFFRIMENTS DESTOKIAGO. CON8TIPAQAO.-
Cnr em poucos dias pelo CABVO DE BELLOC cm p ou cm pasliUuut.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essas affeccoes sao dis-
sipadas rpidamente pelas PEROLAS D'ETHIR CtllTA.
ANEMIA, A PALLIDEZ e os sof&imento.sque necessitnmdo
eniprefo dos ferruginosos sao sempre combatidos coa o mclhor resultado
pelas PtLUiAS DE VALLET. Cada Pilula tera ineravado o noine UUST.
P DE ROG. Basta dissolver nm frasco dcste p em meio
garrafa d'agua para se obt-r urna limonada agradavel que purga sem fa-
zer clicas.
VINHO DE QUINIUM de barraque. Me vinlio, flm dos
pouoos cuja composico garantida constante, unt das melhores pre-
paratoes de quinao, sem accJo notavel sobre os convalescentcs, dando-
lhe forcat e apressando i volta a Mude. Cura as feuree antigs que re-
sisti ao sulfato de quinmo.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d'estas moles-
tias, como as sciaticas, lombagos, catarros, e todas as dores nervosas em
geral io curadas pelas perolas de cssencia de thereb:ntima do
Dr. Clertan. 0 proftsBor Trousscan em sen Trattd* do theranmtiea acon-
selha as pera seren tomadas na occasiao do jantar, na dse de 4 12,
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH-
Garantido puro e de primeira quafidade, um dos poucos aprovados pela
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos fotam aprovados pela Academia
imperial de medicina de Pars. ,
Rio-Janeiro.
Babia..
DEPOSITO
Ba raria, L. THBIIE, I, rae Jacob
Dsfoscuiui; UutuMi t Ptrnmbueo.. Macsi* et C'.
lufinr.
lasa et C1',
Ceara.....Kacbu et C.
PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA-
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contendo uetim,
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas assim como
para covados.
Gurguro branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarelos.
Fil de seda, branco e preto.
J Cortes de seda coa duas saias.
Chales e gurguro de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho bordadas com primor.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Riquissimas colchas de damasco de seda,
assim como de seda e algodo.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia para padre.
Ditas de la
Ditas de seda tio da Escossia e algod3o.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Bicos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percates,
las, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, isto s
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
CO.MPANIIIA
Fabrica de lecidos de algodao de
Fernao Velho.
O superior panno de nlgodo desta fabricn, mu
vnptajojamente condecida tiesta provincia e as de
Pernambuco, Parahyba t Itio de Janeiro, pela sua
pciluirao de terido, elastieidade e forlaleza, cuntt-
ntia a ser vendido no e&riplork) da mesma com-
panhia i prac de Pedro 2" desla cidade, casa nu-
mero 4.
Afim de que os numerosos e irnportanles senta-
res de engenlio, bem como os senhores ex|rtado
re? de assuear, tanto desta provincia como das
cima inenchuiadas, possam com facilidi.de pio-
ver-se das mantif;ieiuras desta fabrica, a gerencia
da companlda annuncia que as La venda nos
setraintes lugares :
Ncsla cidade-no seu escriptono e as casas dos
Srs. Domingos Jos de Parias e Jos unes Gui-
niaraes, ra do Commercio.
Em Pernambucona casa dos Srs. Olivoira, Fi-
lhos & C.
No Pihirem casa do Sr. Joo de Albuiuerque
MeHo.
Na Castanlia Grandeem casa do Sr. Norberto
Cavalcanli de Alliuqnerquc.
Em Camaragibena casa do Sr. Joao Vieira de
Lima.
Alem do panno apropriado ao ensacamento do
assuear, a fabrica possue mais urna qualidade de
?rtnno mu fnrte, adoptado ao systema que tem os
senhores de engenho do norle da provincia de
mandaren) despejar nos trapiches de Pernambuco
o assuear que alli vao vender, com o que os sac-
eos servem para muilas safras.
Para roupa de escravos ou de trabalhadore? do
campo, c para toninas e lenees do servic/t diario,
na una superior qualidade de panno de 28 pollo
gadas de largura, nuito forte e espesso, parecen
do-se bstanle com meia lona. Os precos sao os
mais mdicos possivete. Macei 30 de marco de
1869.
RIVAL SEM
Ruado Quemado ns. 49 e 57
lojas de miudezaz de Jos de
Azcvedo Mata, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecimentos por tsso queram apre-
ciar o que c bom e barattssimo.
Pares de sapatos de tranca fa-
zenia nova a......2(5000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......1#500
Duzias de meias cruas para ho -
mem a........3&800
Tratnoias do Porto fazenda boa
e pelo preco melhor 400 attos a (5200
Livros de misses abreviadas a 2#000
Duzia de baralhos francezes muito
linos a2,5iOO e.....2,5800
Silabario portuguez com estam-
pas a......... 320
Gravatas de cores e pretas muito
finase........ 500
Duzias de meias para senhora fa-
zenda boa a......4(5000
Redes pretas lizas muo finas a 320
Cartoes com colchetes de lato
fazenda fina a...... 026
Abotuaduras de vidro para colete
fazenda fina a. 500
Caixas com penna d'aco muito
finas a 320, 400; 500 e 1000
Cartoes de linha Alexandre que
tem 200 jardas a 100
Carreteis de linha Alexandre de
70 at 200 a,..... iOO
Caixas com superiores obreias
de massa a...... 040
Duzias de agalhas para machina 2000
Libras de pregos francezes di-
verso tamanho a. 240
Livros escripturado para rol de
roupa a. ...... 120
Talheres para meninos muito
finos a........ 24
Caixas com papel amizade muito
fioo a ....... 70C
Caixas com lOOenvelopes muito
finos a........ 60C
Pentes volteados para meninas e
senhoras a....... 32C
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. (5501
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80, 120 e ,5324
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. 16t
Duzia de phosphoros de segu-
ranza da melhor qualidade a
400 e........ 50<
Pecas de fita branca elstica
muito fina a...... 20i
Novellos de linha com 400 jardas 6i
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 250<
Pecas de fitas bordadas com 3
varas a ....".. 5
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 2000 a 300
Crozas 'de botoes de louca muito
finos a........ 16
DO
GALLO VIGILANTE
lina do Crespo u. 9
Os proprielarios deste bcui conhecido estabele-
cimenlo, alm dos muitos objectos que tinbam nx.-
postos a apreciacao do rcspeilaTel publico, man-
daram vir e acibam de receber pel ultimo vapor
da Europa nm completo e variad sortimenl de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resomdos a vender, como 6 de seu rstame,
por precos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, nesto genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para eabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cures com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor c mais bonito.
Superiores c bonitos leques de madreperota,
marfim, sndalo e osso, sendo aqneltes brancos
oom lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30900
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 201,
alem destas, tomos tamban grande sortitnento de
outras qualidades, entre as quaes algtimas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tamben) grande
quanlidade de outras qualidades, como sejatn, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora o para meni-
nas de 4 a 43 annos de idado.
Navalhas cabo de marfim o tartaruga para fazer
barba; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por/nossa vez tam-
bem asseguramos sna qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas copellas para noiva. >
Superiores agulhas para machina e pata crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sorlimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoos, e
facilitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim do que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista d objectos que detxamos
declarados, aos nossos freguetes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do'Crespo n. 7.
PASTILHAS ASSUCAMDAS
DO
DR. PATERSON
De l.isiimih e magnezia.
Remedio por excellencia para combate'
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia deRartholomeud- C.
34-------Ra larga do Rosario-------34.
Barato que admira
Quartos de tatas cora bolachinhas de boas qua-
lidades a ilOf*, caixinhas com ameixas, peras e
figos a 15400, cerveja Bass, Ihlers e betl ingleza a
800 rs. a botija, vinho a 400 rs. a garrafa, azeitc
doce de Lisboa a 880, arroz de primeira qualida-
de a 120 rs., caf a 220, sabao a 480 e 220, cha
miudo bom a 33100, idem grado a 31, 'alpirta a
240, toucinho "de Lisboa a 440, mannelada fina a
780 a libra, doce de goiaba fino em latas e caixuea
de diversos tamanhos por commodo preco : s na
esquina da ra da Penba n. 8.
TASSOIBMAOS.
Tem para vender cm scu? armazens, llera do on-
tros, os segrales aftigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Grcve-pautado e liso.
Vinhoscm caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
Hennitage.
Chamblis.
Licor de curajo de Hollanda em caias de vtn-
le e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmos
MI!K1XSIOS DE FERRO
Para serviros de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixes de nm para outro, lado pelo
mdico prego de 12000 cada um.
FariiLha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Pano*ia (verdadeira) Fon-
lana o grande sortimento das melhores marcas de
Rrinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Chile
Todas novas, chejrah ultimamea nos arma-
zens de Tasso Irmao.
Cemento romn
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico 12$
f>melhorpratudo que sSo obras panvsgnn, co-
mo asserriamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em poP?6e3 de
ciocoento barricas se' far redaecao no preco: nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cimento Portland em casa de-lwso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teirasr etc., etc.
De (hfferentes qualidades par cercados de ai-
maes, cbiqueiros para galinhas-O jardins : uoe--
mazena >s Tasso Irmao;
Barris com breu
Nos annazens de Tasso Irmaos.
CATOS DE BABEO
Na ra Nova de Saeta Rita, na aotifa fabrica dt
sabao, ha-para vende por preco o mais moda
poseve), canos francezes para ediieacoes e csjo-
tos de toda a qualidade, superiores a-todos os que
aqu tem ajiparecido pela sua solides.
pasr.os.
1J40O por cano graadede-3 e me> pollegadttet
1200 por dito de 2 e tres quartos de dita.
lOOOpor dito do 2 e um quarto de dita.
500 res por pistoleta de 2 pollegadas.
CotoveMue, curvas e canes de maior grossura, a.
vstase far" o preco. Compras matares de 20Gfr
tem 5 por cento da descont por prompto paga-
mento. Podfc-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrilhar casas trraas com asseio e prec-3
mdicos, muito convelientes e proprios para lad-
Ihos de cosinhas em sobrados, pelo se asseio- e
evitar apassagem de aguas para o andar :nferinr
e mesma o nerigodo fego, aos precos- de 30400 a
45*000 o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
antig* fabrica de sabao, o compras raaiores de 200*
se far 5 por cento de de&onto pop prompto paga-
mento. Podem-se tw as arnostrae nos annaaen
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeivas para fcm-
ternas de carros: no-armazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superier: no armazem
de Tasso Irmaos.
O melhor cognac Ganthier Ifreres : no auna*
xem de Tasso Irmaos.
* NOVA ESPEMNQA
21=- Ra do Queiniado=21
Advertencia!
A Nova Esper?nr,a, ra do Queimad
n. 21.tendo em deposito grande quantidade
de miudezas, e como fe' approxma o lem-
po, em que tem de ser dado o balanco. por
isso desde j previne ao respeilavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
caduras pelo baratsimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venbam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em lempo 13o opporluno quando i
NOVA ESPE1UNCA convida-os pecbincha-
rcm, pois que para comprar-se caro, n3o
falta aonde e a quem...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente deParis) quer sem-
pre primar em nos remetter objeetos de
gosto e perfeifao, e ella (loja da Hova Es-
peranza) quer sempre dividir com seus fre-
guezes- e que de bom constantemente rece-
be, e per este lidar continuo (d'amfeos) i
Nova Esperanca rua do Queiraado n. 21,
alm do grande sortimeBto que j tinba,
acaba de receber mais o seguinte :
Bonitos breches, pulceiras e brincos d
raadreperohi.
Papel e envelopes bordados e mati-
sa4os.
tapis proprios para enfetar bollos
bandeijas.
Brincos petos com doarados (ultima
moda-).
Fii&s largas para cinto.
Modernos gares, franjas & trancas d&
seda e de la, para enfeites d vestidos.
Botes de todas as cores e moldes novo
para o mesmo fim.
Trancas pretas cora vidriIhosendo com
pengenles e sem elles.
Botoes pretos eoa vidrilbos eom pingen-
tes e sem elles.
Luve de pelliea,- camurca e-exeossia.
l"inae-HDti;is de- sela para ssnhora e me-
ninos.
Delicados leq de madre^prua, mar-
fim, osso efaia.
EspantHbo simales e bordados..
Bengalas de baleia.
Finalmente, un.completo 'iirtiiinto de
miudezas rua Qoeimade n. 21, na
Nova Espwanca.
Collar anodims ellectro-mmgneU
co contra a& convufae* das

/

)
/
M
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esternas da
India de diversos padrifes e larguras, por preco
commodo.
Macarthy
crtean^as.
Nao rssta a meror duvida-, de me muito
collares se'vendea por abi hitaiados o?,
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de amias ni creem (comprando-osV
no effeito prometido, o que s pdtm dar,
os verdadeiros ; a Nova Esperaif a, pornu
que detesta a fa'sificacao principalmente cu-
que respeita ao bem estar da. tamanidad,
fez urna encommenda directa destes coliare
e garante aos pas de familias, que sao o*
verda4eiros de Boyer, qpe a. tantas creanTi
cas tem salvado do terrivel iacommodo da
convaleces, assim pois preciso, qua ve~
iiliain a Nova E$peranca n. 21- comprarem o salva vida, para seu
lbi&bos, antes que estes- se>am acofitmetti-
dos do terrivel mal, quando eatio ssi i-
flicil-aloancar-se o effeito desejado, embor
se3m empregados os verdadeiros collare
de Royer.
BPOPUI4P.
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIRA FREDEMCO & C.
Acaba da chegara este mercado urna porgan des-
te ptimo rap, unieo que pode supprir a falta do
princeza'de Lisboa por ser de agradavel perfume.
E' fabricado pelo systema a imitacJo do Areia Pre-
ta, porm tem sobre este a vantagem de ser yiaia-
do, o que para este artigo urna especlalidade.
NaspraoasdaRahia.do Rio de Janeiro e outras do
imperio tem o Rap Popular sido asss accolhido,
e provavelmente aqui tambem o ser, logo qu
seja conhecido e apreciado. Acha-se veuda
por prego commodo, e para quem comprar de 50
libras para cima, far-se-ha um descont de 5 0/0,
e de 500 libras para cima o de 8 0/0 : no esenp-
torio de Joaquim Jos Goncalves Beltrao, rua do
Commereto n. 17.
Machinas de descarocar algodo.
Hoje que est reconhocido que as machinas di
serrote prejudieam e quebrara a fibra do algodao,
preciso recorrer a machinismo menos spero,
S|ue produzindo o mesma servico que aquellas, e
acilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da la,
para que essa possa obler-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodo descansado
por aquellas mencionadas machinas, que estao fi-
cando em deuzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da antigua bolandeira, qne nao pode competir
pela morostdade de seu trabalho. K' asskn que
estas machinas se tomam as mais propria para o
nosso algodo, porque ao pac da facuidade e
promptidao conserva a fibra da la, que limpa por
ella, e qualificada na Europa a par da melhor bo-
la ndeira, valendo assim entre 11 i 20 por 0/0
mais do que a la limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois qne ha muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram inteiramente abandonadas, e por isso o algo-
do daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obten hoje de 10 a^por
0/0 mais do qne o nosso : vendem-se a i5O00x)
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amentf oas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de TassoSIrmos.
Charutos da Havana.
Excelletes charutos da Havana e por baratlssi-
mo preco : em casa de Tasso Irmos, rua do
Amorim n. 37.
Relogios de ouro.
Relogios de oaro de patente com balanco do
chronometro do fmigerado actor John Rogers, no
escriptorio de Tasso Irmos.
Pianos inglezes.
Pianos inglezes do bem conhecido autor Charles
Gadby, no esoriptorio de Tasso.
Ac de millo.
No armaztns de Tasso Irmaos.
BARRIS DE SALITRE
Nm armazens de Tasso Irmos.
AXRM%
wm
Scbomtiifo afcatrdo.
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que Uto boa
acceitacao tem merecido n'esta provincia,
muito se recommeada para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito onico,
Pbarmacia de Bartholomeu d C,
34rua, I^a do Ro$aiio~34.
t MASSA c XAROPE
DECODEINADEBERTHI
PreeonHedos por todo os mdicos contra [
UEKUJXOS, CATHARROS, E TODAS A*|
IRRITARES DO PE1TO.
If. B. O Xarope de CoMn* qne tHireeo'a
honra, altas bem rara tnlrt os Medicamentos!
tutos, de ser regUtrsute como um dos medica-1
mios tjiclaes do Imperio Francs dispensa]
iualfturttegio.
AVISO. Por cauta da reprehensivel falsi-l
Icacao que lem lotciUdo o relia resulta do do I
Xarope e massa de Bcrlb somos toreados al
lembrar que este medicamentos to justamente!
eonceituaos s te.
Kiidem em caixln-
8S frascos levando
| assignatura em
rente.
J 46, Hu des colcs, e na Pbarmacia Central I
tFranca, 7, Hue de Joyy, em Peris, e eml
macias principa do Braiil.
CARNAUBA
Vende-se superior cera de carnauba em de
cas, por pre^o mais barato do que em outra quas-
qner parte : na loja do Pavao, rua da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva
CUBA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galonpean.
- Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34-------Rua larga do Rosario-34.
TOIZES
de superiores qualidades, a presos commodos : na
rua do Vicario n. 16, Io andar, escriptorio de
Joaquim Gerardo de Bastos.
Alegrai-vos myopes e presbyts, j po-
dis ver delenge, j podis *>er deperto,
nlo ha mais vistas curtas, nem caneadas.
F. J. Germann acaba de receber pelo ulth
mo vapor um rico e variado, sorlimento de
oculos, lunetas, pince-nea, lace -main, lor-
guons, de fnui', prala, tartaruga, marfim,
ac, bfalo, ncar, unicornio e melchi*r ;
assim como binculos de urna a tres mudan-
cas para theatro, campo e tnarinha, da ulti-
ma inveago ; duquezas, rienezas de 6, 8 e
42 vidros, ludo dos melhores fabricantes da
Europa.
O mesmo vapor trou-
xe urna excellente ma-
china para graduar e
observar numero dos
vidros qoe senece.ssita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excelletes sterioscopos, instrumen-
tos de mathematica, barmetros, vidros de
chrystal do rocha, e de cores para resguar-
dar a vista; eoncerta todos os objectos
precos commodos e com promptidao; tira
o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
encommenda relativa a ptica.
Recebeu tambem os excelletes relogios
do antigo e afamado-abricante Roben Gertk
&C os quaes vendem preces commodos
garantindo a sua superior qualiaaBS.
FliulCJrDTlWMI
Hua do Brnm o. or
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batido fundido.
Roda*, dentadas, paia moer com agoa.
vapor e animaes.
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assuear.
E outros muitos objectos, etc. etc., r
pi ios para agricultura. ""
VENDE-SE .
azeite de dend a 800 rs. a garra-
fa: na rua Novan. 3.
WWW
Chegon ao amigo deposito de $0y Foreier A
C, roa do Imperador, um carregapento de tai
de primeira qualidade; o qoal se vende em partida*
e a relalho per menos preco do que em outra qual-
quer parte.
PAPEL
Panel de impressao formato do Diarlo qna-
druoTo Jesu, para livros tanto liso como riseado,
carr, raisin e Jesu, o melhor possrvel emi quali-
dade venda : na rua do Imperador n. 15, defron-
te do convento de S. Franmeo.
Vende-se um moleque, petja muito boa : na
rua estreta do Rosario, travessa do Queimade
n.

Ps de coqueirOs
a 600 rs.; o melhor tempo par* plantar, e com- i
prando maii de cem tem o descont de dex poa
cento : na rua Dircita n. 45, loja.


f <%\
r
fV.
&


Diario de Peniambuco arta feira 26 de Maio de 1869
M.
p*
)
V


-
O cordeiro previdente
Rv.a do Inclinado u. i-a.
Novo e variado sor tmenlo de perfumaras
finas, e oulros objectos.
Alm do completo sortmcnto de perfu-
maras, de qu efectivamente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber ra outro sortimento que se torna
notavel pela varedade de objectos, superiori-
dade, quaKdades e commodidades de pre-
cos; assim.pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciado
do respctavel publico em "gcral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidao
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores dobom:.
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos memores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrficia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet-
Elxir odontalgco para conservaclo do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada tina para cabeHe.
Frascos com dita japoneza, transparente:
e outras qualidades.
Finos extractos inicies, americanos e
f rancazes om frascos simples e entortados.
Essenci* imperial do fino eagradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradareis.
Oleo philocome verdadeiro.
BAracto d'oleo de superior qualidade,
com esoelhidos che>res, em frascos de dille-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiows e menores
para mos.
Dito*'transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos. '
Ditos muto finos .em caixinfea para barba.
Caixinfcas com bonitos sab4*etes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernsada contendo fi-
nas perfumaras, muri proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos asos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com

e boneca.
Especial p de arroz sera composigio de
cheiro, e por isso o mais propriopara crian-
gas.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de caraphora e outras differentes
quaUdades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vkJrilhos
e algara d'elles ornados de llores e fitas,
esto todos expostos apreciago de quera
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeigao.
Fivellas e fitas para finios.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, Meando a boa escollia ao gosto do com-
prador,
.ORES FINAS.
O que de raelhor se pode encontrar neste
genero, sohresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para vlageui.
Bolsas de tapete e carteiras de couro, por
procos commodos.
Chapelinas de palha da Italia mu; bem
afeitadas, e enfeites de llores obra do bom
gosto.
E assira muitos outros objectos que se-
rao presentes a quera se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Previdente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de presos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assira como um variado sor-
timento de gallos de la, babadinhos de
rambraia com bordados de cores, cuja va
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos e apreciados; compareci pois os pre-
tendemos que serio servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e rendas de
guepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homen-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente:
ra do Queimado n. 16.
QUE SE LIQUIDA!
A DINHEIRO HA LOJA E ARMAZEM
1 l-RUA DO QUEINADO--11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
89iaaa. a& aEnpmaawanaq so
CHAPELINAS
DA
ULTIMA MODA
Chegaram para a loja do Pavio as mais
risas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfetadas, com enfeites e fitas de
setim e de todas as crese cora ricos bicos
de blORd e as mais lindas e finas flores,
vendendose cada urna pelo barato prego de
15^000, garantindo-se serem muito mais
bonitas do que eutras que se vendem em
outras partes a 20$ e SjJ, e entre ellas
ha mais do que um modeUo, tambera tena
multas de pratinho, proprias para mocas e
meninas, isto na ru da Imperatriz n. 60
loja de Pavao, de 'Flix Pereira da Silva.
Explendido sortimento de
Alpacas lavraduM de eores a 5o
Alpacas a 560 Alpacas a 560
Alpacas de cores
Na leja do Pavao a ra da {wperatriz n.
60, vende-se uns poucos de mil covados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
cora as mais modernas ii e bonitas cores,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyrio, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muito miodinnos assentados em urna s
cor; para se poder retalbar esta azenda
pelo barato prego de 560 rs. o covado, foi
preciso faaer-se urna grande compra deste
artigo,
Aos
o q*al grande pechkicha.
des
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por excellencia para cura certa
das digestes difficeis ecompletas, acalmar
as dores gastralgicas, e reparar as forjas
produzindo urna assimulaco completa dos
alimentos; sendo mais um encllente tnico.
vi:yi)i>se
* PHARMACIA E DROGARA
M
Bartholomen & C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
Francisco Antonio de Carvalho
* C OMpauhl
< SUCCESSORES DE REG & MOURA )
Ra Nava n. 24.
Os propietarios deste estabelecimento fazem
Mente ae publico que acabatn de receber um per-
fetfo e vanado sortimento de pannos finos, case-
mira*, brins e outras fazendas de gostos modernos
as qoaes vendem por precos razoaveis. Os mes-
nxts scientificam, que tendo admittido para sua
ofBeina de arfante um artista hbil no desempe-
it de suas fancce, recebera qualquer cncom-
menda de roupa por medidas, prometiendo satis-
iuerem cun pontualidade e presteza qualquer pe-
dido neste sentido.
Libras esterlinas, na ra da Cadeia do
Reeife, n. 58.
Ra do Livramento n, 26.
Cambraias de llegantes padrdw, modernas, a
aO0rs.o covado.
mil covados de ca#sas
iraaeezas
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo a ra da Im-
peratriz n. 00 urna grande quantidade de
ral covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos e gra-
dos, assentados em todas as cores, estas
cassas sao propiamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
seren muito bonitos, sao todos fixos e seria
fazenda para muito mais dinheiro, talha-se a- 300 rs. o covado,
llsparttlhos a 3*000 ua loja do
Pavo
Vende-se urna grande porguo de esparti-
llios modernos com o competente cordo,
tendo sortimento de todos os tamanhos, e
vendem-se a 35 cada um.
MADAPOLO ENFESTADO A 3G0O, SO
NO PAVO
Vendem-se pecas de madapolo enfestado
com l jardas, sendo muto incorpado pelo
barato pre^o de 3#6O ris, assim como
pecas de algodosinho com IG jardas
4500 e i^OOO ris.
ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 500
RS. S 0 PAVO VENDE
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 00 rs.
m Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Na loja do Pavao a ra da Imperatriz n.
00 vende-se urna grande porco de alpacas
lavradas com os mais lindos padroes listra-
dos e com flores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande pechncha, por se terem
comprado urnas poucas de caxas e vende-se
pelo barato preco de 500 rs. o covado.
Chales
PELERINAS DE CROCH A 8, 10^000
E 12^000
Chegaram para a loja do Pavo as mais
modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
rinas de fil e croch que se vendem a 8 e
m e 125.
GRANDE PECHNCHA
EM
PERCAIiliAS
A pataca o covado
PERCALLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A 320 RS.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
GO, vende-se uuia grande porco de per-
calas francezas proprias para vestidos, sen-
do de cores fixas e mais larga que as chi-
tas, tendo os pannos muito cncorpados e
com os desenhos mais bonitos que tem
vindo, ao mofeado, tendo padroes miudos e
grados e vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, garantido-se estar esta
fazenda em perfeito estado, e vendendo-se
por este baratissimo preco para apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 15800
Chegou para a loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
pecas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lenco!, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e raeio; e vende-se pelo
barato preco de 15800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras rauitas ap-
plcacoes para arranjos de familias, sendo
grande pechncha pelo preco.
COBERTORES DE LA PARA O LNVERNO
DE 35000 G5000
Chegou para a loja do PavSo, qm gran-
de sortimento dos melhorei cobertores, de
DE
FLIX ?EKtil K.t DA SILVA.
O proprietario d'esto estabelecimento convida ao respeitave publico desta ca-
iitai a vir surtir-so do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como le
lei, assmi como de um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoas que negociara em pequea escala, tanto da praca como do mats, oesta casa
podero fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porcoes, venoon lo-se-lnes
pelos precos que se compram as casas ing4as ; assim como as excollenssimas fami-
lias, podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se Ihe as mandam
levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabelecimento, que se acha aberto con-
stantemente desde s 6 horas da manha s 9 da noute.
Casemiras da moda
NA
LOJA DO PATIO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
Cas, paletots e coletes, tendo lisas1, com lis-
tras e com listra ao lado, tendo para todos
os precos, e afianca-se venderem-se muto
mais barato do que era outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qoalquer pera de obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
os quinientos palitots
a 18$ e2O$0OO.
Na loja do Pavao i roa da Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande porco de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos de panno preto, sendo obra
muife bem acabada pelos .baratos precos
de 185, sendo forrados de alpaca, e de
205 forrados de seda ; esta fazenda a nao
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dinkeirc-, porra lquida-se
esta pechncha pelos precos acuna.
Iazinha* a *J4 rs.
Vendem-se lazinhas para vestidos e rou-
pas de meninos, senda to encordadas
como chitas, pelo barato preco de 240 rs.
o covado.
.FOUPELBAS A 500 RS. O COVADO.
Na loja do Pav5o, na ra da Imperatriz
n. :G0, vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupelinas ou lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de ereaneas, com as mais modernas e bo-
nitas cores ; padros cora listrinbas raiudi-
nhas, que se vendem pelo barato preco de
500 rs. o covado, pechioeha que se ada
nicamente na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. *H).
AS CAMBRAIAS DO PAVO
Vendem-se finissimas {cas de cambraias
lizas traaipareates tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 5)9000 at 105000 a peca, assim
como finissimos organdyu braaco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 15000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz a. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento oos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para jinellas, que se ven-
em a 125000 rs. cada par at 255000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silw.
raupas feitas
, NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZ N. GO
Acha'Se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo calcas palitots e coletes de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesraa loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, com a maior promp-
lido vontade do freguez, e nao sendo
obrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeilavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodo e outros muitos artigos
propros para homens e senhoras promt-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. GO, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 55000.
Vendem-se colchas de fusto adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 55,
grande pechncha, na loja e armazcm do
Pavo, ra da Imperatr2; n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
O atoalhado do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodo
wm 8 palmos de largura, adamascado a
5200 a vara; dito de linho fazenda muito
raperior a 35200 a vara ; guardanapos de
inho adamascados a 455(0 a duzia e muito
inos a 85000, e ditos econmicos a 35500
i duzia.
ALPACO DE CORDO PARA VESTIDOS
A 15000
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
co ou gurguropara vertidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
que tem vindo ao mercado com differentes
cores, sendo mais largo que alpaca e ven-
de-se pelo barajjssimo preco de 15000 o
covado.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capeila para noivas, que
J vendem-se por procos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
SAHIDASDE BAILE4e cachemira branca ede cotes o que ha de mais lindo.
BASQ151NESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALDESbrancos e de cores para senhoras e meninas, espaitilhos, saias bor-
dadas, e saias de la cora barras de cor.
GORGUROde seda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
tique branco, e grosdaaple branco, de cores e preto, princezas, bombazinas pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
1 AKIMIA DE
MANDIOCA
Superior farinba i.enui.dioca reeente-
in>;i)it' clii ci.'uh de Sania Cailiarina, vende-
se a pifio o, ni') lo a bordo do brigue alle-
mo Una, fondeado defraude do trapiche
do E>m. Sf. barao do Lvraniento ; a tra-
tar a bordo do mo.-nv), ou no estriptorio
de Joaquim Jos GoocarHfl Beliro, rua
do Comiiinvio_n._17_v_________
Vende-se em estofe& Olveira
Filhos & C. largo do Corpo
Sanio n. 19
Libras esterlinas.
Vinlio moscatel de Setubal.
Polaca (h RuSsf, citi barris e metos
dito?. .
CarvHo animal ue superior quaIiuado.__
Panno de afdao da fabrica de Fernao
Velho, para saceos e roupas de escravos.
Vciulc-sc at 30 vaccas e tU?, nuvilhas a
arrota?, tedos prlnnlos c fritos ao pasto oestes
arrabaldcs. sendo au vareas paridas e por_parir
,|.M;.hndos ou por untos : em Belicrihe, sitio da
Sapueaia, a vei all tovlos o dias ilas o para as o
horas da tarde. _____ -
lA *0 $WttMA*l'
BVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agna-florida de Guis-
lain
s cabellos,
Tintura indolevel para tingir
sen manchar a pelle.
A bem coooailuada agua-florida deGuis-
iain que entao era desoonhecida em Per-
aambuco, j boje estimada e procurada
por seu eflkae (resultado, e anda mais se-
r, quando a.noticia de seu bomofleito e a
experiencia i tornar de todos conhecida.
A.agua-llorida de Guislain compsta ni-
camente de vegetaes inofensivos, tem a
propriedade extraordinaria 4e dar acor pri-
mitiva aos cabellos, quando stiverem bran-
cos, e Ibes restituir o brilho perdido, e as-
sim esmo preservar de embranqaecer, sem
ser prejudicial de modo alguai
E' ^orm necessar-io fazer conhecer, que
o bom resultado producido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como rauitas pes-
soas talvez supponham, mais sira ser pee-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado, como bem
provam iestemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'entUo por diante, basla usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimado n. 8,
A Agm'a Branca, contando com a protec-
co de sua boa freguezia, tambem capricha
em nao lh'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honram, e em prova ao que fica dito, d
como exemplo jo explendido sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
do-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
s5o de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
e orac5o, obras de apurado gosto e perfei-
o, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em aJo relevo.
Ditos com ditas de marfim igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros im
tando cfrarao machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guarnico, dourada ou prateada.
Coroas e teicos de cornalina.
Assim como.
Grande e bello sortimento de lequcs
todos de madreperola, madreperola e seda.
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e laia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodo, alvas, e
croas para meninas e senhoras.
Luvas do fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e 6enhoras.
Meias de la para homens, mulheres e
meninos.
Gollnhas e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-!
tes com
para cufiar
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Royer para creanras.
Bonitos uabass ou bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a Croco, e lisas.
Delicadas caixkihds devidro' enfetadas
com pedrae, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou buuecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos do flores com
marrafes para enfeitar coque.
Bello sortimento de trancas de palha. ,
Fitas largas para cintos.
Grande exposicao de
bonecas de cera
DE
Todas as qualidades na ruado
Oaeiroado n. 55.
LOJA DO TEMPORAL
Uaba de ebegar pelo ultimo paquete um
completo sortimento de bonecas de cera de
todas as qualidades para
ral.
loja do Tempo-
ESCRAVOSFUtiiu"
Fugio de hordo do paihoboto na-'i. nal Am t-
o, um mulato claro do nume Justino, estatura re-
gular, caliellos carapinlios e meios rtiivo?, pour
barba, tem uina pinta preta no canto do olho di-
reito c um tabo as cwtaB an mesmo lado ; levou
vestido carniza dq chita com listas verdes, e usa
de urna cinta com borla encarnada para aportar
as calcas, b natural 'le Santa Arma do Matlo na
provincia do Hro Grande do Norte, para onde ai-
vez queira ir. tamliem muito de-embaracado no
Tallar. Recommenda-e aos mestres de barraca
OU a qualijiior pessoa que o agarrar, c levar a ra
do Trapiche n. V ou a, burdo do referido navio que
ser gcnernsaQionte grafificado.
Ot'scravo Umedicto Sapucaia se ada fgido
desde o dia 24 de marco prximo pass.idb, c nao
desde o dia 30 como por encano disse no annnn-
eio de honimu : icm ello os sigoes sfguiDtes-: al-
tura regular, um pouco' mayro, cara C('iiipr{'->
muito pouca baiha, tem as peinas ilguma cous
cambetas eos pA meio' apalhelados, t*m falta da
dous ou tro dontes na frente, o muito Hola e gosla
de andar engoniniadn : qneo o pegar leve-o ac>
escriptoijo da ra do hup. S. P. de Siqneira Cavv.leann.
fil
(1
Fugio no da 20 di corrate o aconta Apolina-
no, preto, crionlo, idade 22 annos, pouco man ou
menos, estatura regular e bonita figura, aleija-
noreitTidoltigat^ratotii, cin l'auellas, o S.
IlomaiiMM tfi Cunha, ou ao Sr. Jos dos
Matos Silva e ne.-la prftca aos Srs. S. Amorim &
u, a ra do Ltvnawepfa i. f, que ser recompea-
------------1___
i de fitas largas com bonitas rama- leve-o ao seu Sr. Jos Gomes Leal, na ra
I lln ^AHMMAklJll _-A___1 1
Ciato
gens
Brincos e alfiuetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas.
Escravo fgido.
Fuio no dia 11 do O rrente mez as 8 1|2
hora da nnnte o .'setavo Antonio, preto, de
na.;o, idade 48 annos, pouco maisu me-
nos', estatura baixa, barbado com falta do
dentes na freiin\aiiando anda parece que-
rer cochear d urna perna. Juveu urna
trooxa de rnnpa com calcas de algodSo
azul, de listra o fmm pardo, camisas do
1 o algocNi rscado: quem o pegar
NOVIDADE
n\

Xavidade Xovldade
GURGURES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ D^l JUNHO
Chegou pelo vapor de 14 do coiTente,
para a loja do PavJo, roa da Imperatri
n. 60, um brlhante sortimento dos mais
modernos e mais bonitos gurgurBes de seda,
para vestidos, tendo padroes miudinhos o
grados, com lindas lislras matisadas, as-
sentadas as mais delicadas cores, comoj
sejam, verde, bismark, lyrio, azul, perola.
et& etc., assim como dio liso* de todas
15 de carnero, sendo muito grandes "e as coras, garastindo-se que na ctualidade
muito encorpados, que se vendem de 30 nao ha urna fazenda de mais gosto ncm de
at 6(51000 cada um, em relacSo s diffe- mais pbantasia do qne esta.qhb se vende por
rentes qualidades, pecbjpcha; a elles an- prego muito rasoavel, no estabelecimento
tes que se aeabem. \ de Flix Pereira da Silva,
BOA-VISTA
ARARA
Declara os seus freguezes que aecebeu
diversas qualidades de fazendas que esto
expostas a venda pelo baratissimo preco,
como vero 'deste annuncio. Ra da Im-
peratriz n. 72.
0 proprietario, Lourenco Pereira Gui-
mares.
CUTAS FRAiNCEZAS a 280 rs.
Vendem-se chitas francezas a 280, 320,
360 e 400 rs. o covado. Ra da Impera-
triz loja da Arara n. 72.
MADAPOLAO A 5,5000.
Vendem-se pecas de madapolo de 24
jardas a 40, 60, 70, 80, 90 e 100, pecas
de algodo 40, 50 e 70000.
CORTES DE CALCAS A 640 rs.
Vendem-se cortes de calca de castor e
brim para calca de homem a 64u e 800 rs.
brins de cores para roupas de meninos e
homens a 400 e 500 "rs. o covado.
RISCACO FRANCEZ FINO, 360 rs.
Vende-se riscado francez para vestido
de senhora a 360 rs. o covado.
Cassa franceza a 320 e 360 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES a8u0 rs. O COVADO
Vendem-se alpacas de cores para vesti-
do de senhora a 800 e 900 rs. o covado.
LSasInhas a 940 rs. o covado.
Vendem se 15asinhas para vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 e 360 rs. o cova-
do.
iioupa feita de todas as qnalt-
des.
Vende-se roupa feita, caigas de casemira
ialetos e colletes de todas as qualidades,
udo por muito barato prego.
Cortes de har jes de la a
Vendem-se cortes de barejes de la para
vestido de senhora a 205 0 a 30000. Ba-
lees de 30 arcos a 10500 ; ditos moder-
nos de cores e brancos, 50; chales de to-
das as qualidades; casemiras pretas e de
cores por barato preco; brins pardos e
brancos e de cores de linho finos tudo isto
por precos raui o baratos, s com o fim de
vender para apurar dinheiro. e d-se amos-
tra das fazendas.
Batatas
a l200opgo : na ruada Madre de Dosn. 7.
Gigos com 3o libras, muito boas.
Recebeu novo sortimento de fazandas
para seu estabelecimento na ra da Impe-
ratriz n. 56, (Je Lourenco Pereira Mendos
Guimares.
Attenpao.
Vendem-se Cortes de la transparentes
para vestido de senhora a 20500 e 30000.
Ra da Imperatriz, loja do Garibaldi n. 56
MADAPOLAO BARATO A 50000'.
Vendem-se pecas de madapolo barato,
50, 60, 70, 80, 90 e 100, s na loja do
Garibaldi ra da Imperatriz n. 50.
RISCADOS MODERNOS PARA VESTIDOS
A 360 rs.
"" Vendem-se finissimos riscados para ves-
tidos de senhora a 360 rs. o covado, chi-
tas finas escuras e claras, 360, 400, 440
rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 56.
LASINHAS PARA VESTIDOS; 240 rs.
Vendem-se lasinhas para vestido a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado.
PECAS DE BRIM PARA LENCOES.a 80.
Vendem-se pfgas de brim 'haraburgo a
80, 90 e 100 ; pegas de bramantes de li-
nho a 20 a vara, dita de algodo a 10600
a vara.
PECAS DE ALGODO A 40.
Vendem-se pegas de algodo de 20 jar-
das a 40, ditas de carne de vaca a 50 dito
superior qualidade 60 e 70 a pega.
CHITAS FRANCESAS A 280 rs.
Vendem-se chitas francezas para vesti-
dos a 280, 320 e 360 rs. o covado, ganga
para caiga a 320 rs. o covado, brim de cor
para caigas e paltrtots e roupa de menino
a 400 rs. o covado, balos de arcos a
10500, balees modernos decores ebran-
cos a 50, chapeos de sol de alpaca, 30500,
ditos de seda 100, e 20. Roupa feita de
todas as qualidades por muito barato prego
alpacas de cor para vestidos de senhoras,
chales de todas as qualidades e outras mui-
tas fazendas.
da Imperatriz. sobrado n. 15 oua ra da
Cadeia escritorio n, 50 que ser gratificado.
Fugio do cugenho Forno da Cal, o es-
eravo Elias, no dia 11 do crrante mez,
idade 3 annos pouco mais ou menos, tem
Os signaos sgqjotea : na frente da cabega
| um signal de cabellos brancos, altura regu-
I lar, pouco grosso do corpo, malvislo de
cara, tem as maras do rtlto basUnie le-
vantadas, tora bigode e pouca barba, 1c-
| vou comsgo camisa branca, calca preta.
chapeo do Chile, mu conhecido na povoa-
co do Beberibo, foi ocravo do capilo
Amaro do Barros Correa: gratifica-se geno-
rosamenle a quem o levar no referido en-
golillo cima. Recite, 19 de maio de 1869.
1(III;(KI0
Fugio do engenho Pogo^ frepoezia d'Agoa l'reta,
na noite do domingo ltj do correnta para ama-
rillecer a de segunda feira 19 do mesmore-eseravo
Uenedicto que foi comprado no Becife ao Sr. An-
tonio Jos Vicira de Souza, no dia 7 de abril do
corrente mez. cojo escravo tem os signaos seguin-
tes : crioulo.de 12 anuos de idade.cdr prcta.altura
o corpo regulan s, testa nmilo candida, rosto um
pouco descarnado,narzahlaXpouca barba,faltado
dentes, ps e maos bem feita?, levou chapeo do
chili j velho ou bonel, boa camisa de madapolo
de pregas largas ou de algodo branco, e roupa
dentro de um sarco j velho a- qual deve ter a
marraPoco: quem o pegar leve-o ao engenho
cima a sen senhor ou na riia da Praia a Ge-
nuino Jo> da Rosa, rme reeeber 10000(' de
gratillcaco; desconlla-se ter ido para Porto Calvo,
d'onde era escravo do Francisco Nogueira Castcl-
lo Branco, cugenho l'thiga ou S. Jos da Cora
Grande.
COGNAC.
De superior qualidade da mu accredita-
da fabrica de Bsquit Dubouche & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecenit para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casll de Th. Just, ra do
commercie n. 32.
Vende-se um se m em meio uso: na ruaa d
Couceigo na Boa-vista n. 17.
No dia 19 do corrente mez fugio do en-
genho Conceigo da freguezia da escada o
cabra Tliomaz, idade de 25 a 30 annos, al-
tura e corpo regular, barba curta, natura*
de Mamanguaptv da provincia da Parahiba:
presmese que elle tenha ido para o Re-
cite, ou villa de Mamanguape. Roga-se a
pessoa que o aprehenda de o entregar no
Recife a Domingos Al ves Matheus, na roa
do Vigario n. 21, ou no engenho Conceigao
da Escada a seu senhor o Exm. Bario de
Aragagi, que "a recompensar com genero-
sidade.
Escravo fgido
Fugio no dia 18 do corrente mez, m 7 horas da
manhaa, o escravo de nagao Angola, Manoel, ida-
de 80 anuos, pouco mais ou menos, estatura rega-
lar, barbado, falla de um dle na frente, andar
preguicoso, perna fina, lovwi calca de casemira
de cor, paletot do casemira de cor, camina de ai li-
lao e tem no rosto marcas visiveis de bexigas;
fo comprado ha pouco tempo a Justino Car-
nero de Almeida : roga-se a quem o pegar, le-
ve-o a ra Direita n. 10, que serafleoeresamente
gratificado.



8
Diario de Pernanibuco Quaria feira 2fi de Maio de 1869.
>*
UFrERTRA.
O banco de Franca.
{Continvato.)
Voltam crvados de buracos, com os can-
te rotos, cheios de rugas, desbotados,
Bollos, cnvelhecidos antes de tempo, por
eaosa das murtas percgrinaces a que fo-
ram condemnados, al o momento do re-
pouso c da morte, no proprio lugar do
Basamento,
Demudados por urna longa serie de in-
fcriunios, quasi impossivel roconhece-los,
* menos que se n3o possua a vista experi-
mentada do clieft da cnntabilidade, que faz
a exame sem Iwsitares. -
Bu vi alguns bilhetes, que nao eram
mais do que trapos; meio tostados pelo
fugp, meio digeridos por animaes meio
destruidos pela barreta da vesta, em cujas
algibeiras foram esquecidos.
' preciso urna paciencia de Elipo para
reunir esses fragmentos informes, para po-
der 1er o algarismo, verificar o alphabeto,
o ehegar cmlim a verificar a exdctido d'esse
pobre andrajo.
Elle guardado com cuidado, e com or-
gillio, slo mostrados os impalpaveis vesti-
gios ; reunindo-se tudo em um papel sobre
a qual colam-se os retallios do bilhcte de'
pie o banco, movido pelo alto senlimento
do dever, e a. preco de infinitos trabalhos
conseguio destinguir os signaes, e reembol-
sar o valor integral, pelo acurado exame
d*esses fragmentos.
Os bilhetes que se extravian sao em
numero muito menor do que se acredita
geralmente. -
E' certo que os incendios e naufragios
destroem urna quantidade apreciavel, p-
celo, remontando-so as primeiras emisses.
a, pela consulta do registro, consagrado a
um tal fim, obtm-se a certeza de que o
numero dos bilhetes nao resgatados mui-
ta insignificante.
Os primeiros bilhetes de f .000 francos,
chamados do primeiro alphabeto romano,
roram creados a 9 do messidor do anno XI,
e emittiram-se ento 24.000, dos quaes
23.952 voltaram ao banco no mez de janei-
e j ultimo; ainda faltavam 48.
A primeira emisso de bilhetes de 500
francos de 21 germinal, anno XI: sobre
15.000, forain recomidos 24.935, o que
apenas indica a falta de 65.
E' muito pouco, para um periodo de 67
mnos, a ausencia de 107 bilhetes em urna
emisso de 49.000.
Acredita-se geralmente que o banco apro-
voita-se dos bilhetes estragados accidental-
mente, ou que lucra com os desappareci-
dos; um erro. Admittindo que o banco
liquido, ou por ftilta do privilegio, ou por-
que elle seta fundido em urna instituicao
3naloga, abrir-se-hia a conta pelo seguate
modo: tantos bilhetes emittidos desde a
m origem ; tantos queiraados na forma
do regulamento; tantos em caixa; o resto
considerar-se-hia forzosamente em circula-
cao, e o banco teria de representar essa
quantia em especies, rendas, ou em bens
uamoveis.
Portanto elle nao o herdeiro dos bi-
tttetes desapparecidos, porm sim essa en-
tidade que nao se acaba, c que se chama o
Estado.
Os bilhetes que diariamente entram para
o banco, nao tornam a sabir sem novo exa-
me e verificaro; todos aquelles que apre-
sentam rasges ou manchas, que os tor-
nem inuteis, sao separados, emacados, e
entregues a um empregado, que abre-lhes
no centro um furo do tamanho de urna pe-
ca de cinco francos, e elles deixam de ir
para a circulaco com os outros.
O lugar onde faz-se o furo no bilhele
cscolhito de modo que iquem visiveis todos
os signaes necessanos a determinacao, e
exame da qualidade delle.
Feito esse primeiro trabalho, sao os bi-
lhetes entregues ao chefe da contabilidade.
>,'uj os classifica pela ordem dos alphabetos
a que elles pertencem. Entilo o con-elho
decida se deve ou nao annullar-se tal al-
phabeto, o que avisa-se ao chefe da conta-
bilidade, que, no registro onde estao esses
bilhetes carregados, mesmo em face ao
acto da entrada, escreve a baixa d'elles;
.sendo os mezes designados pelos correspon-
dentes signos do zodiaco.
Brocados, annullados e annotados como
lu) existentes no livro do registro, sao esses
bilhetes encerrados cin um grande cofre de
carvalho, pela ordem alphabetica e segundo
ju nmeros de cada um. Ficam ahi tres
inos, ao abrigo dos insectos, que nao po-
em penetrar no cofre, embora exhalm
um cheiro pouco agradavel, como todo ob-
iecto que passou por milhares de mos.
Os altos financoiros. os grandes banqtrci-
ros, aquelles que familiarmente sao chama-
dos, os ricassos, nui raramente dirigem-se
ao banco ; elles lazem descontos por coota
propria, e do curso aos seus capltaes, de
preferencia aos capitaes ameios.
Todos os ttulos aceitos sao arrumados
pela ordem dos vencimcnlos, e mettidue
na carteira, nomo que se d, por abuso de
palavras, a immensa caixa, que nem Brlareu
fora capaz deraetter na algibeira. E' um
cofre enorme de duplicada parede de ferro
com quatro fcdiaduras.-e que, por ai
quaes vo pagar o titulo jrrgiiwio -peta -fatales facis, e que dirija urna petteo ao
enche'um gabinete, cercado* de paredes de
granito, as quaes est o cofre preso por
ganchos to grossoo como choupos do vinte
annos. Todos os das sao remettidos
seccao arrecadadora os ttulos queleao ven-
cidos no dia seguinto. Essa seceo ofle-
despezas feUas.com a modista;-a zona da
ra de Nossa Sendera de Ha^areth 6 fre-
qtieatada for gente moiio sorlida, de
casaros coaipridos, e cabellos corridos, sao
os auejo* jajdeue, Jio msjtf ge todo esso
poyo agglomerado em roda'dos escritorios
onde o* caixeiros, tratsim de despacttol-os,
enconlram-s "Industriosos sem industria
que ahi vo sondaro terreno cas algibeiras
dos vizinhos. O lugar nao-} mdito seguro
para elles, visto coaio eu ien|ao l me es-
s, "barrado com algiins dtvifiie? de physfc*
nomia sagaz, espadoas togas, e gestos
manliosos, que beta indrram trazerem nos
bolsos algum titulo de agento encangado
da seguranza puMrea.
O peixe sempra vai ao-rio, e o gratuno
aos lugares onde pode ejercer o aflicio,
FOLHETIIW
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
BU
Paulo Fval
Primeira parte
OBBIVIL L.1VRADO
VI
A' escuta.
CContinuaco do n. 116.)
A cidade de Caen, onde alguns annos
mais tarde se devia passar a singular e ter-
rivel tragedia do assassinato do relojoeiro
Feschard, viva em 1823 sob a impresso
* Jka Orange.
J hoje ningueo se lembra de tal ; um
Fego expelle o outro, e to tristemente
cundo em fecaahas daquellas foi o perio-
w que se aeguio revolucio de julho,
Se^ ebdade dS dous conjuges flcou
aoaiaua sob esto dadaraeoto de crimes.
-cnAr^nfa^gdalena 0r*W> iavradores
mo condemnados, pelo tribunal de Caen,
pena de morte como culpados do assassi-
aato commettido, de complicidade com
premeditaclo, na pessoa de Diniz Orange
sw to paterno. Era urna destos caulas
lgubres, em que avidez camuezina reore-
SMta o principal papel. Em cada anno
tita a avareza dos campos alguma ^ova
9*CSo desta repugnante buclica : ura al-
So idoso coinmette a imprudencia de
a galera' e oceupa urna sala grande ao
rez do chao, tendo por complemento uow
sobreloja.
Ahi se faz a contagem dos ttulos que
s5o divididos por quarteiroes e entregues
aos caixeiros de
muito conhecidos
os tem visto passar com a carteira a tira-
coito, a sacla no-honoro e o bonet BciJ
nado arrogantemente? Quem nao tm re-
parado nessas boas physionomias imberbes,
nesse andar apressado, que.lhcs proprio,
e sobreludo no indicio de probidade qae
elles apresentam? Trajam invariavelmente
um fraque comprido acinzentado, com
botoes brancos, oroados com urna cabec-a
de Mercurio; elles s2o respeitados por
todos, porquanto, esses hemens que gynm
com dinhetros, e trazem nos bolsos rauitos
mlhoes s?o incapazes de rodbar dois
sidos.
Kiles sao em numero de 170, divididos
em quinze secces, correspondemos *s
quinze zonas em que o banco convencio-
nalmente dividi l'aris.
Ao nascer do dia elles partem, e vo
apresentar a cada assignatario o titolo por
elle subscripto, recebendo o equivalente.
Nos vencimentos dos das 15, e do fim do
mez, cada um delles tem de visitar cento
e trinta assignatarios, termo medio.
Quem reflectir que cada bilhete deve ser
levado ao domicilio do subscriptor, more
este as lojas, ou no sexto andar, beni
pode imaginar, que, tarde, esses empre-
gados estao singularmente fatigados, de
tanto subir escadas.
O banco autorisa-os a dar u a Signal, que
tem o numero da scelo do empregado,
aquellas pessoas que nao podem pagar hn-
mediatamente, para que estas venham sa-
tisfazer o debito noescriptorio da ra La
Vrillire.
E' curioso visitar a galera, sobretudo nos
dias de grandes vencimentos de letras ; que
vemaser nos fins de julho e de dezembro.
Emquanto espera-se a terminaco das obras,
armao-se barracas, separadas por estacadas,
no primeiro pateo, e ahi se reunem os re-
tardatarios. Um grande quadro, visivel a
todos, indi sa os nomes dos caixeiros de co-
branca que Do fizeram entrega dos valores,
que deviam cobrar naquelle dia. As quatro
horas engrossa a multido ; uns inquietos
e anciosos, pelo terror de haverem chegado
tarde, e incorrerem no protesto.
Receio infundado, por isso que, logo
que entrou no pateo, nao ficar o paga-
mento adiado para o dia seguinte: o banco
tem por principio, o pertenecr-se ao publico
e nao a si, por isso os empregados n5o se
retiram, sem que todo o servico esteja ter-
minado.
A galera Iluminada a gaz, espalha
murta claridade sobre as paredes novas e
brancas; ella dividida em 169 escriptorios
pequeos.
Em cada um delles installa-se o caixeiro
encarregado da recerta, resguardado dos
indiscretos ardores do publico, por um
forte tecido de ferro, que d ao pequeo
compartimento a semelhanca de urna gaiola.
O nome e o numero de cada um, es-
crpto em letras grandes, servem^de indca-
co aquelles que precuram esses empre-
gados. Os afluentes entram em numero
muito pouco crescido, por cada vez, gracas
s sentinellas especiaes do banco, senti-
nellas feitas por invlidos, escolhidos para
tal lim, e que se acham como que atordados
em meio de tanta gente, de tanto ouro e
bilhetes.
As zonas sSo dilTerenles entre si; a do
arrabalde de Saint-Germain conhece-se pelos
lacaios de libr, que voo pagar os ttulos
de seus amos; a da na de Nossa Senhora
do Loreto est cheia de nftlheres falladei-
ras e saracoteadeiras, que do cotovelladas
para tomarem a frente, cada urna dellas
portadora de 25 ou de 30 francos, com os
coiujelu, que sempre a ditera.
Pde-se depois depositar os fundos no
banco, e dispr d'elles i vontade, por meio
de vales jwgaveis ao portador, com a con-
dico anica do valor dos vales f,o exceder
somma depositada. O bani;o torsa-sc
depositaiio c caixeiro, fica responsavel pela
quantia te^ebida; dscoata e paga eia no-
me daqulle que abri a conta*c >rrente.
^o os negociantes fortes, os notarios e
correctores os me niais* usam d'est>e meio
seguro de guarttai^ mover-o dmlieiro, sen*
iucommodos. para murtaspessoas, princi-
banco de Franca intervem apenas como
simples dupositoiio, encarregado da goar
da dos objectos preciosos que Ihe sao con-
fiados. Ascemelha-se eato a urna caixa \.
de seguro, na qual cada um tem o direito
de encerrar seus diamantes, jotas e objectos
preciosos, e*ceptuando-se as baixellas de
prata, (piando apresentam um volme que
dillicultn a passagem, pela escada, das ca-
xas em que esses objectos esto mettidos.
A commisso que pagara esses depsitos, e
muito iajiraa, al certo ponto equivali a
am juro de seguro; -6 de um franco e vin-
te e cinco centesimos por 1.000 francos;
plmente os notarios c corretores, os vales mas nunca o deposito lia de representar um
sobre o banco sin mandados de traspasso. valor raunor de 5.000 francos.
rece urna physionomia particular: chaio-na por isso natural que as sa as de espera do
banco sejam muito frequerttidas pelos rato-
ueiros. Ha urna ontra espeeie de atravan-
cadtjres da galera, (pie rondam de um para
outro lado, espera do matante firroravel
para se certiftearem se taes ou tses bilhetes
cobranza, empregados roram pagos. Esses sao os agiotas, que
em Pars. Quem nao fazem descontos a seu me do, arraajando
assignaturas de endosso por cinco sidos ;
nefociemes de contrasenhas, que n&o re-
coam ante quahpter oficio vil; e que mu-
tas vezes vao prar cai, e perante a
polica eaareccional. 'fJt*nlo algum em-
pregado da casa esbarra com elles, fal-os
sabir para o-meio da ra sem mus cere-
monia.
Ouando o ultimo portador de titulo, ulti-
mo gatuno, o ultinm agente de polica, e o
ultimo agiota deixou desempenhada a ga-
lera, ento fechara-*e lodas as. portas^ mui-
to embora o se^iso- aftda esteja muito Ion-
ge da sua terminaco. Collocam-se flepois
as listas por ordem, examinam se ollas
concordam entre s, notarn-se os erros,
contam-se os bilhetes do banco, e peso-se o
ouro.
Cada seofo faz ese ^^fmo> ^ I* 'on"
go c meticuloso, sob a dir'occfio do chefe.
Qttaiido ludo *s eoneor.', levare o tji-
iltteiro para orna caixa e os bfttretcs para
outra, verificando-se tudo de novo antes de
ser transferido para a caixa principal, e,
em seguida, destrilmem-se os ttulos cobra-
veis no dia seguinte.
E' assim que, muitas veras, quando os
vencimentos sao em grande maero, a ga-
lera fica Iluminada at duas e tres horas
da manha, e que os caixeiros de cobranra
demoram-se a fazer clculos, veriticando
os algarsmos, em torno A urna pequea
alampada; quando esse servico est ter-
minado, os empregados tm licenca para
ir dormir.
Nem tudo cor de rosa pora elles. por
isso que sao responsaveis pelo dnheiro que
recebem, o qual contado cota tal rapidez,
que os erros se tornam frequenles. E^do-
loroso dlze-lo, porm, esses empregados
sao roubados por muitas vez?s. Mas, rou-
bados por quem?
Pelos gatunos que andam a corso pelas
ras, ou pelos garotos que ia lhes atraves-
sam pelas pernas, con*eguindo inlroduzi-
rem as mos as algibeiras d'elles ? Nao;
elles sao roubados pelas proprias pessoas
com as quaes tratara os negocios, e que,
pouco escrupulosas s vezes, acredilam
que dnheiro achado dnheiro ganho, nao
avisando a esses empregados, que ndam
sempre s pressas e aguilhoados pela hora,
de que elles se esquecem de apanhar um
bH lele ou algum troco em escudos. Essas
perdas sao bastante consideraveis, montam
a 25.000, e s vezes a 36.COO rancos o
prejuizo de todos os empreados da ga-
lera.
Esse desfalque inteiramente pssoal e
recabe sobre o pobre homem, que se deixa
engaar; felizmente ha comfjensaeoes im-
portantes, provenientes do excesso da re-
ceita, que o banco d-lhe sem discusso.
Se estendi-mc muito sobre o descont,
por ser essa, de todas as operaces,
aquella que mais'bencflcios produz, pene-
trando at as ultimas carnadas da socedade.
Os immensos servicos que esse genero de
operaces faz cada dia, bastara para expli-
car a existencia do banco de ('ranea, e pare
justificar o respeito que o aerea. Comtudo
essa operaco, que realmente a base do
crdito e das industrias, nao a nica em
que o banco se eropre-ga com afn.
Ha outras que, tendo um carcter menos
universal, offereoem, entretanto, urna gran-
de utilidade pratipa, e das quaes convm
dizer algumas palavras. Na pritneira linha
esto as cantas correntes. $ialquer indi-
viduo, comtanto que no seja fallido nao
rehabilitado, pode ter ma conta corrente
no banco, basta que satisfaga certas forma-
ceder os seus bens aos sobrinhos, sob a
condico de ser sustentado, vestido e trata-
do at morte. Taes contratos contm
naturalmente, ; da parte dos sobrinhos, a
estipulaco implcita de que o tio nao ter
muito tempo de vida. Se abusa e se va
deixaodo viver, deitara-lhe urna fouce
guellas, menos que nao prefiram lanca-lo
ao fando de algum poco. cousa sabida
de todos as freguezias roraes, mas apezar
disso nunca faltam tics velhos que acceitem
deste modo a perigosa hospitalidade dos
herdeiros.
Neste processo haviam-se apresentado
circumstancias asss repugnantes para que
elle dixasse de obter a maior celebridade.
O publico ficar com algumasiluvidas so-
bre a culpabilidade dos reos, qu eram
ainda muito novos. Pedro era um perfeito
rapago, que poda bem ganhar a vida por
outro modo ; Magdalena urna creatura for-
mosa e simples, que s sabia chorar quan-
do Ihe fallavam no tio.
Fora comrautada a pena capital, e nao
faltava quem conhecesse l para Argence
um siugWleiro que desde ehtao bebia qua-
tro vezes o ordenado, e que era muito ca-
paz de ter commettido o assassinato.
a magistratura, era Franca, to respei-
tada coraorespeitavel, e nao devemos quei-
xar-nos dos salutares receios em qua a jus-
tica se eavolve. todava, e^ aqu principal-
mente reside o aonunciado' indicio, dado
que seja um determinado carcter, podem
aquelles receios adquirir proporcSes d
verdadeiros terrores. As leis -alo podem
caminhar de par com os ..costantes : velhic
e prudencia nao je apressiui ; exislem an-
da, po segredo com que se faz a nossa ins-
tracelo criminal, vestigios gohicos que,
dscobertos forja cdi certas occasioes,
abalam repentinamente a cosciancia com-
mum. Cada qual pergunta augu^iado o
que faria, e o que seria, dq si sob a pressao
desta tortora moral, que as audiencias
publicas vem um dia revelar.
,E a eterna honra de Inglaterra. Faz-se
all a instrueco com a maior publici lade.
O magistrado, longa de substituir por urna
excessiva seyeriade; de foroa a qnestao
abolii'a, e encarregado pela propria lei de
prestar ao reo advertencias pretextaras., t
nao sola o juiz, antes de encetar o torneio
de pajavras, de que a verdade deve brotar,
o grito do guerra, com que os indiqs da
America buscam aturdir o (nimigo. Pode
o rea nao ser o nimigo. Verdade que
deste principio se parte em todos os p^i-
zos; mas partir.de um principio expres-
sao irrisoria. A Inglaterra procede nie-
Ihor: mauteia-se no principio.
Era Andr Maynotte homeci valoroso,
intelligente e probo ; pao era porm um
letrado. Assistira diso$so ip processo
dos conjuges Qranges. Coosorvava delle
profunda impresso, e maior ainda porque
os julgava innocentes.
Mas d'ahi a temer por si ia longe. Quem
o aecusava ? E sob qu* Keto{to' poderiam
aze-lo ?
Entramos de novo nos dpmiuos do inex-
plicavel: porque da natreza dopresen-
timento nunca resppnder cabalmente, ao$
quesitos que Ihe protem.
_ Andr.tremia e estava m,ui piulido. Oa^
vira por duas vezes pronunciar c seu nome,
em cima, em casa commissario de polica.
A razo, oorem, revpjtaya-se-lhe pontea
tal idea, ^somon-ihc aQS labios um sor-
riso, e disse comsigo :
Que loucura !
E era effectivamenle nma'lqac tra, porque
Ihe faltava um motivo, uoj pretexto sequer,
para assustar-se.
Se depois do urna liqnidaco uin eorrector
fica devendo, "por exempto, 100.000 francos
a um dos sais collegas, em vez de pagar
em moedas ou em bNhetes, paaa elle um
vale de traspasso sobre o banco, debita-se
a quantia na conta corrente do corrector
que sacca, acredita-sc na conta do segundo,
e o pagamento electua-se sem morimento
de dinheiro.
\E8te systema, que muito pratico, e
de urna ptieitaseguranca, traz urna consi-
deravel eednomia de tempo as relacoes
financeiras.
As pessoas que tm conta corrente, e
que sao admittidas a descont, possuem a
faculdade ,de tirarem dinheiro do banco,
oedando s elles a posse. de ttulos que de-
vem receber; esta operaco absolutamen-
te gratuita, e, polo accrescimo extraordina-
rio de servico que acarreta, pelos transtor-
nos e despezas que occasiona, traria alguns
embarazos ao banco se elle se nao soubesse
sempre manter na altura da sua grande
misso.
O banco tambem faz'adiantammtos sobre
valores movis, estrictamente determinados
pela lei, e, seja qual fr o nome com o
qual desigaem esta operaco, efta nao
outra cousa mais do que emprestimo sobre
penhores.
Nao aceito Uenhum pedido de adianta-
mento so nao vier acompanhado de um
certitcado assignado por pessoa que te-
nha conta corrente, e que alteste qae o
peticionario sempre honrou a sha assigna-
natura.
No escripotorio, onde se faz os adianta-
mentos, compriaas lousas pregadas s pa-
redes, relatam quaes os ttulos reconheci-
dos; o valor que esses ttulos tm na bol-
sa ; a somma proporcional que sobre elles
se pode emprestar e que geralmente de
sessenta por cento; por essa forma nunca
ha hesilacoes da parte dos que vm pedir
o emprestimo, porquanto elles podem, em
um lance de olhos, saberem corn que po-
dem contar.
Este servico muito grande e produzio,
no anno de 1868, um movunento de fun-
dos de 413.415:450 francos; o emprestimo
feito por dous mezes, com faciiidade de
renovacao e onerado com o juro annual de
tres por cento.
Comparado com o escriptorio de descon-
tos ou com a galera, esse escriptorio pa-
rece silencioso, embora nem sempre elle
seja assim.
Quando o Estado, decide-se a abrir um
emprestimo, todos apoessanase em trazer
os seus litlos de rendas, as suas aeces,
obrgacees e vales do thesouro, afim de
obterem dinheiro que permitta-lhfis subs-
creverem-8e e realisarem algum proveito.
Guarda-se ainda a tempranea do quesucce-
deu em 185, anno excepcional; a impren-
sa nao se fazia ouvir, e nao exitia o me-
nor exame. Essa poca de mutismo e
ameaca foi tambem a de urna especulaco
desordenada ; as sspiraces nobres estavam
comprimidas, e os mao* instinclos tinham
ento toda a expanso. Os negocios mais
loucos e viciosos eram feitos luz do dia.
Todos os aventureiros da industria lanca-
ram-se sobre a presa, pm urna impetuos-
dade que pareca dizer: andemos com isto
emquanto nao do pela cousa. O banco
recebeu o choque d'essas mbices depra-
vadas; os empregados da seceo dsadian-
tamentos, sobrecarregados de um trabalho
excessivo, nao descancavam um instante
cada dia, para acudirem aos pedidos com
que eram assaltados.
So o banco faz adtantamentos sobre va-
lores movis, com mais forte rasa o faz
sobre barras de ouro e prata, e sobre moe-
das estrangeiras. Esta operaco qoasi
exclusivamente do dominio dos banqueiros
e cambistas, que negociara em moedas, e
guardara por muito tempo os metaes pro*
nsos, que mobilisam de alguma sorte, pe-
dndo sobre elles urna garanta quasi igual
ao valor do penhor.
As diversas operaces que acabo de enu-
merar, sao actos de banqueiros ; nellas o
Eram elle e sua mu-
Esta gentalhal
Iher.
Tentaram evidentemente fazersahir a Sra,
Schwartz ; ella, porm, declarou que tinha
direito a ficar : o negocio diaia-lhe pessoal-
mente respeito, pos com taes visinhos nao
poderia d'alh em dante dormir socegada.
A certeza de Aodr, se nao podia aug-
mentar, adquira razo de ser.
Ao que parece, leve o commissario de
ceder, Rorque a altercaco cessou.
A voz descenhecida prosegujn.:
Foi urna idea que saltou logo aos
olhos do Sr. Bancelle. Quando a aiulher e
os lhos chegaram, disse elle :
t Contei tudo quelle hornera I Sabia
que eu tinha era caixa o preco da minha
prpriedade, fra as entradas do lim do
mez. Vio o segredo, e o bragal delle ..
Andr nao enteodeu a ultima phrase,
cujo sentido claro teria sido para elle um
golpe fatal. Nao tinha, porm, necessidade
disso. todo o sangue Ihe subir s faces,
e o suor corria-lhe em bagas pela testa
abaixo.
Eram dous ? pergunlou o commis-
sario.
Eram, responderata. Foram indis-
pensaveis quatro mfos para forcar o cofre.
Quatro raaos de horneas vigorosos r
Nao era preciso. Melada da obra po-
dia ser feita por urna creanca.
Ou por urna mufher?.., pronuncioa
baix'o o commissario.
Nao me disseste que os tinhas encon-
trado ambos, hontem, s onze horas da
noute I
Andr levou as duas mos ao pescoco,
Aquelle que deposita assigna no registro
o neto de deposito, em face do qual apph-
ca-se um sinete igual ao que sella a caixa
que encerra os objectos, que sao verifica-
dos em presenca de ambas as partes. O
deposito faz-se por seis mezes, isto ainda
que o objecto passe vinte e quatro horas no
banco, por forca considerado como ten-
do passado meio anno.
Quasi todos os diamantes pertencem a
pesgoas qae*, emquanto passam urna esta-
Co no campo, essas jolas passam o esto
nos armarios do banco.
Se a caixa de depsitos pudesse fallar,
ella furneceria mais ura capitulo curioso
historia contempornea.
Ella dira que ha moito tempo (antes da
nossa dolorosa expedlco do Mxico) rece-
beu todos os despojos da catbedral do
Mxico: custodias guarnecidas de esme-
raldas e brilhantes ; crucifixos e estatuetas
de ouro ; lhuribulos de prta dourada; au-
nis ornados de amethista, e cruzes pasto-
raes esmaltadas.
Onde parara essas riquezas, dfficil sa-
bel-o; porm os joalheiros, cambistas e pe-
queos banqueiros de Paris podero con-
tar aiguma cousa a respeito.
Nu ha perscripeo possivel para os de-
psitos do banco, existem l mudos que
permanecero indefinidamente. Sao esses
os ttulos ao portador, emittidos, na po-
ca da grande agiotagem de 1838, por so^
ciedaes industriaos, as quaes esvasiaram as
algibeiras dos seus ambiciosos e ineptos
accionistas, com os lucros provenientes de
asphaltos imaginarios, de btnme proble-
mticos, e de carvoes nao existentes.
Alguns dos ttulos com que a praca de
Paris foi inniradada, existem em deposito
no banco, como 'um titulo muito precioso.
Os proprietarios deixaram t xla essa pape-
lada sem a menor reclamaco, por isso que
ella nao vale nem o valor da commisso de
deposito, se por ventura alguem se lem-
brasse de retira-la do banco.
A bem dizer foram essas as primeiras
acedas que elle recebeu em deposito.
Hoje ha urna seceo especial, creada em
1863 e muito pensionada de servico, con-
sagrada aos depsitos de titutos indetermi-
nadas, e sem nenhuma relaCo ou seme-
lhanca com o servico dos adiantamentos.
Em 1868 o banco recebeu em Paris
22.860 depsitos voluntarios, formando ao
todo 961.939 ttulos de valores-francezes c
estrangeiros, pertencentes a 924 especies
diversas.
Nao smente o banco guarda essas aeces
e obrigacSes como tambem recebe os ju-
ros vencidos, por conta dos proprietarios,
que os vem receber no dia do vencimento.
No ultimo anno os juros elevaram-se
soma de 62 903.993 francos. A caixa
onde sao conse .-vados esses depsitos, cha-
ma-so a serra, nome que o banco d a todas
as caixas que, nao sendo destinadas re-
certa ou a despeza, guardam valores nao
circulantes taes como, papis para bilhe-
tes, e bilBetes impressos e nao emitti-
dos.
Ao menos desta vez o nome foi bem acha-
do, por isso que o local faz a illuso, as-
semelhando-se muito a urna serra. E*
urna vasta sala oblonga, parecida com urna
galera, com a claridade de urna oflicina, e
guarnecida de enormes armarios, com ca-
xilhos de ferro moldurando espelhos trans-
parentes. .
O compartimento recente, e deixa ver
o cuidado que tem o banco as novas cons
truccoes; nao ha ahi um pedaco de madei-
ra; smente ferro, pedra, lousa e vdro.
O fogo impotente peraate taes materiaes,
e nao seria possivel acautelar um tal the-
souro com precaucoes mais minuciosas
Quando eu visjtei essa seceo, havia ah
para mais de 1.240.199:863 francos, pela
corrente cotaco da Bolsa, representados
por 2.383.863 ttulos.
'NSo longe do deposito est o escripto-
rio das aeces, que sao de conformidade
com a lei, em numero de 182.800, dos
quaes 124.613 sao inscriptos no banco cen-
tral e 57.887 nos filiacs. O registro no
qual ellas esto escripturadas conten o his-
trico das mesmas desde a origera at ago-
ra, epde-se, consultando-o, saber por que
mos ellas tem passado, qunntas foram
transferidas voluntariamente, quantas por
morte dos proprietarios, e quantas por di-
vidas.
Semelhantes aeces tem o privilegio de
serem equiparadas aos bens immoveis, e,
como taes, podem servir para hyputliecas,
dotaces e morgados. O berdefro de um
dos grandes nomes do primeiro imperio
ainda hoja conserva o seu morgado por se-
melliante forma.
O registro, ou antes, o grande livro, to
famoso e celebrado, compe-se de dezeseis
enormes voluntes, pesando cada um vinte
kilogrammos. Elles sao em duplcala, e,
cada noute, no momento de fecaar-se o
escriptorio, leva-se um exemplar de cada
um para a outra extremidade do banco, de
sorte que, se um incendio apparecer duran-
te a noute, fra preciso que instantnea-
mente abrazasse todos os compartimentos
do edificio, para que os ttulos dos accio -
nistas, originaes ou copias, fossera destrui-
dos. No fim da galena das aeces, cujo
aspecto nada tem de particular, o escrip-
torio das caixas filiaes ostenta orgulhosa-
mentc as suas salas, novamente construidas.
Dahi que parte o impulso dado aos ban-
cos das provincias, para essa seceo que
esses bancos enviam diariamente as actas
de suas operaces, que sao, em mais es-
treitos limites, as mesmas de .que nos te-
mos oceupado.
Quatro inspectores visitara, em pocas in-
determinadas as suecursaes ; apreciam as
necessidades dellas ; examinam o servico,
ajudando-o e facilitando todo o- dose volvi-
mento que possam ter as caixas $aes.
O banco nao paga seno em bilhetes, sal-
vo quando as quantias sao inferiores a 50
francos,- entretanto, como os seas bilhetes
sao pagos ao portador, e que estoimaiedia-
tamente pode convertel-os em especies,
elle tem urna seceo para fazer os troncos,
e essa seceo, a qualquer hora do dia, re-
gorgita de frequentadores. Qnalqaer som-
ma inferior a 100.000 francos, pode ser
trocada ahi; as sommas superiores o sao
na caixa principal. O movmento de fun-
dos exigidos pela converso de bilhetes em
ouro foi, durante o anno de 1868, de
722.715.000 francos, sendo feita essa con-
verso de 374.208.000 francos pela caixa
dos trocas, e 348.307.000 pela caixa prin-
cipal.
A proposito dessa e de todas as mais
caixas do banco, existe urna opinio, que
convem rectificar.
Gr-se e diz-se geralmente que todo o
jogo de dinheiro feito pelo banco defini-
tivo por modo tal, que, se o caixeiro, por
distraeco, pagar mais do que deve, a
quantia total legitima e pertence de fado
quelle que a recebeu. Isso nao assim,
por isso que, sendo os caixeiros, pessoal-
nente responsaveis pelas operaces elles
reclamam por todos os meios a seu alcance
esses erros para mais, e que devem ser
corrigidos sem dilaco pela probidade dos
que recebem.
Eu sempre disse, exclamcu comn- qae. arquejava.
peto outra voz no andar Q> cima, que e,ra ftoidaa, porm, da sua innocencia irrom-
precisp desconfiar desta gentalba pe justamente dasta desespero, a o artwta
Era a Sra. Schwartz, que ac java de,en- twptod-si altivo ibquaUe abatimenm. fose
trar repentinamente no gabinete. Desta -Montada de subir ao primoko andar e de
vez nao foi pronunciado nome algum, e oonundir era duas palavras tio absurda
todava Andr M.avnotte eslava certo. abso- -aoenMcio. -Den um passo, n como estava,
lulamente certQ, ae que fallayam de^Ua. ^,para por a idea amexecafad. Coma^aotte
movmento, achou-se era frente da porta da
alcova, e a vista cahio-lh^ pela segunda
vez sobre Julia, quo dorma sorriodo rindo.
Nova agona se apoderou delle : tambem
ella era aecusada I
Dizer ella, era dizer e seu coraco. Nao
sentir jamis como naquella hora at que
ponto a adorava. Assaltaram-o novos re-
ceios, que o prostraram completamente.
N'uma aiiucinaco vio destmetamente a pri-
so, a audiencia, tudo. Vio a multido em
volta do banco dos reos ; ouvio aqaella voz
iura, ergulhosa, implacavel... Ouca I En-
ganava-se. Tal nao entre nos a voz da
juslica, e os advogados da socedade, que
tem o excedente nome de ministerio pu
blico, s procurara acertar. Engaaava-se,
nao sofre duvida. Os nossos joizes, dos
quaes nem ura suspeita sequer o^que seja
a alta equidado, sao ao mesmo tempo ben-
volos e prudentes; o tribunal, custo se-
vero, nunca ultrapassa certos limites, esta-
belecidos de comraura accordo pela relgio
e pela cvilisaco. Em to elevadas es-
pheras, nao sopra o vento das paies ha-
manas. Andre enganava-se, ms tremia-r>
elle que era como navemos de ver, forte e
firma.
O pobre Bancelle est como dando,
continua va neste momento a voz desconhe-
cida. No fae senlo apertar a cabeca e
repetir : Fui eu, fui; M eu proprio que
Ihe dei a idea do fcracal I
Deviam ser presos immediatamenW,
disse a Sra. Sehwarte.
m A casa est cercada, respondeu ocora-
Todos os negocios, de natnreza litigiosa,
sao transmittidos a um escriptorio conten-
cioso, onde tambem auuca falta oceu-
paco. *^
O modo de obrar, do banco, em certas
materias, merece bem ser explicado. Quan-
do elle se v forcado a proseguir um deve-
dor, faz a voz grossa, ameaca muito, mas,
em verdade, faz mais barulho do que actos,
visto como elle tem por principio nunca le-
v*r as cousas ao extremo, empreando os'
uitimos rigores. At mesmo as peiores
pocas, em 1848 por exemplo, quando tan-
tas pessoas arguam a revolucSo de nao pa-
gar as dividas, o banco nunca mostrou-se
credor implacavel.
Elle toma, isso que em linguagem forenso
se chama medidas conservadoras ; protesto,
publicaco de protesto, mandado de priso,
e nscripees hypotbecarias, mas nunca elle
provoca urna venda de bens movis ou im-
moveis, requer a priso, ou pede um balan-
CO forcado. A sua raansido inalteravel;
como gigante que nao desee a molestar um
ente fraco, elle medera as suas Torcas e
consente que os seus devedores zombem
delle, dizendo muitas vezes: desafio-vos a
me provocardes urna quebra.
E' preciso reconhecer que, obrando por
ante forma, o banco procede com
iabilidade como generosidade.
semel
tanta
(Continuarse-ka)
missano.

Andr mal ouvio as duas ultimas replicas,
que to ameacadorae eram, e que com
tanta vehemencia e*piara o perigo da
situaco. S oavira pmaeoaBa: era que
Bancelle repeta : Foi u qae moi a idea do
braca' '
E era a alie qae se refera? Sabemos
como na votpara o.tratara do brocal entre
o baoqueiro a o 0(0 lavraoto.
Mas a que vinha o braca I ? Era a se-
gunda vez que em cima, em casa do com-
missario de polica, faltavam do braca!.
Que bracal ? No primeiro andar ha-
viam-se calado.
A febro de Andr incendia Ihe o cere-
bro.
Que bracal ? Tinham-se ento servido
de um bracal ?
Do seu, nao, parque o tinha alli na loja,
no mostrador, como era costume. Dirigi-
se machinalmente para aquelle lado. Ao
passar junto do leito onde a mulher dor-
ma, poz as mos, e a sua oraco elearon-se
aos ps do Altissimo como a de urna crean-
ca que nao sabe explicar o seu terror noc-
turno. Entrou na loja e soltou um gemid >
abafado ; instantes depois, voltou apoian-
do-se nos movis e encostando-se s pare- '
des. Eslava lvido; faltava-lhe a luz dos
olhos; a bocea era contrahida por fracas
convulses.
Houbarara-no I ranrmurou, como so
confiassa este segredo fatal algum anta
invisiveT Raubaram-me o meu bracal l
Nesia momento dizia o commissario :
Foi o Bertrand, iimpa-candieiros.
Yio alguma cousa ? pergturto com
a acia a mulher.
Yio-os meia noute, respoooBu o
commissario, ouja voz denotava verdadoira
commocio, no banco que fica ao fim da
praca. Eslavara fallando da caixa de Ban-
celle, pnde havja, pelo que lies wm,
mais daqaatroaoatoa rail francos, b caata-
vam notas do banco.
Andr deixou^se eahr de joelh^s^ 'aul-
lando um arranco abafado. Ao choque da
cabeea aaordoa Juiia, qaa onha e com
os olhos anda .arados Iheilancou os bra-
cos ao pesoapo.
I
(CoftfiMMr-ft4*jPiiH
Ttr, MttHliS-iUiiAltUMiJt. v
A

XJ
1
ir '


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUQKXVPCZ_4C80Y9 INGEST_TIME 2013-09-13T22:48:12Z PACKAGE AA00011611_11850
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES