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Diario de Pernambuco ( Tuesday, May 25, 1869 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11849

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, May 25, 1869

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11849

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11849

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, May 25, 1869

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11849

Full Text

ANNO XLV. NUMERO 117.
I
X
\, r

*'

f
PARA A CAPITAl 1 CTGAHES ONDE VAO SE PAGA PORTE.
For tres nwxes adianUdos..............,...* 60000
Por aeis Por tw anuo idem.................... 24,9000
Cada numero avulso................... gao
DIARIO DE
TERCA FEIRA 25 DE MAIO DE 1869.
PASA DENTRO E FORA DA PfiOVINCIA.
Tor tres mzM adianiados,.............
Por seis ditos idem................
Por aov ditos idem ..'.... j$.........
Por pm muio..................
750
43JCOO
20250
27,5000
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.

i-
Os Srs. Gerardo Antonio Alves filaos, no Para; Goncalves Pate, no MaranhSfo; Joaquim Jos de Oveira, no Ceat; Antonio de Lenws raga, no Awerty; Jolfo Mara Julio Chaves, no Asstj ; Antonio Marques da Sirva, no NataJ; Antonio Joaquina
^^^_ Gutinar5es Pancada, em Mamanguap^; Antonio AJexandriiio de Lima, naParahyba; Antonio Jos Gomes, ra Ti/Ja da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em^anto Anto; Domingas Jos da Costa Braga,
e Naaaretn; Francino Tavares da Gssta, era Alagas; Dr, 3o$ Mailos Alves, na Babia; e Jot Rineiro Gasparipho, no Rio de Janeiro.

MI
PABTl OTICIAI.
Soverno da provincia.
v:\ieiiik-vti: askionado pelokxu. su. dr. manoel no
IsciME.NTO macwuu roBjntXA,iVlca HmmiMHW
n\ PROVINCIA, EX t DE ABRII. DE 1869.
i." soc$o.
W. 829.Portara ao Exm. general eommandan-
te das urinas.Cominunicaiido a V. Exc. para mu
oahveiiaeato, <|ue segundo, conste de aviso do mi-
msein Ja guerra de 9 do cnente, foi approvada
i- /.i a fazer-se com os concert' o reparos
n-iispensaveis no quartei do deposito de remitas
oreados peto enyenhcro enrarregado das obras
nililares naquanlia do 8806710. declaramlo-Hte
|U Wta data maudei executar taes cono rtos por
ir rematadlo.
Y 8.a).Dita ao mesino.Constando de aviso
da reparticao da guerra de 10 do correntc ter sillo
"xtinotapor decido de 3 deste me/., sob n. 4..11H.
ilnnia militar de Pincuteiras a>sim o declaro
.i V. Exc. parasen eonlieciiuento e fins eonventeu-
les, de. vendo ser arrecadados os objectos perton-
cnles ao oslada e tomadas as eontas aos emprega-
us raMMMMi
N. 8.11 Hita aj mesmaComiuuaico a V. Exc.
para sea conheciiiiento, que por despacho dwia
dala conced ao retrata Joan Francisco Barbosa,
la dias de prazo para provar isenco legal que diz
ter em sen Cavar.
N. 8J2 Dita ao director do arsenal de guerra.
Neste dala expeco as convenientes ordeos ao
director chefe da reparticao das obras publicas
ptn mandar fazer o encmenlo em frente desse
arenal cumio V. S. solicitOH etn seu oficio de 19
de Janeiro deste auno, sol) n. o.
N 833.-Dita ao inspector do arsenal de mari-
nho.Cominunico a V. S. para scu conhecimento
h !nn conveniente que segundo consta de aviso do
ministro di marinha de 8 di cerreute, f.n oonce-
dida ao capitn de fragata Francisco Jos de CMi
vi'ir.i. a exoiieraco que pedio do lugar deajudan-
te des-a inspectora.
H. W.'rt.Dita ao capelln da colonia militar,
Hivimlo de director interino.Coinmunico a Vmc.
para scu conhecimento e uireccao, que segundo
consta de aviso da reparticao da guerra de 10 do
concille, lu essa colonia exiincta por decreto n.
'iMU do 3 deste mez, devendo os objectos ah
existentes ao estado ser arrecadados e tomadas as
eontas aos euipregad.is responsaveis.
N. H.l.i.Dita ao engenboiro militar.TendouV
do approva la como me parlicipou o ministro da
aerra em aviso de 9 do correte, despeza a fa-
/.er-se com os eoucertos e reparos indispensaveis
no quartei do deposito de recrutas, |ior Vmc. or-
eados na quantia de 8O037IO, assjm o declaro a
. para seu conhecimento o atai de (jue mau-
ile Bieeotaf taes concerlos |M>r arremataban.
i.' sec?ao.
X. 83i>.Portara ao chefe de.policia.Devendo
jahir para o presidio de Fernando, pelas l horas
do dia 10 de malo prximo vindouro o vapor /-
li, da companliia Pernainbucana, acabo de re-
coauneadar ao juiz munipipalda K* vara, quei-
nlia a disposicao de V. S. os sentenciados de jus-
,tic,i que tiverem de cumprir sentenca all, atlin
il seren transportados rom a dvlda sega-
ranea.
K. 8:t7.Dita ao commandanto superior da guar-
da nacional de Oliada.Expeea V. S. as suas or-
dena para que sejain destacadas em Iguarass um
ofScial suPalierno, um inferior e mais 5 pracas da
>> i irda nacional sob o seu coinmando superior em
siib.-tiiiiicio.ao destacamento do corpo de [wlicia
que all seaena.
H. 1818.Dita ao eommandante superior da
/1 ii Ja nacional do Cabo.Expega V. S. as suas
irJens para que seja substituidas por pracas da
l.i nacional sob o seu commando superior, o
inferior e 13 pracas do corpo provisorio de poli-
ca, que se .achain destacadas na villa de Ipo-
ILICI.
N. 839.Dita ao eommandante superior da
guaeda nacional de Tacaral.luteirado deqaan-
11 V. S. expiie eui seu offlcio de 9 do mez lindo,
leoho a dizer-lhe que logo que receber o archivo
desse commando que declara nao Ihe ter sido an-
da entregue pelo seu antecessor, transmita a esta
presidencia as inlurmacoes que Ihe foram pedidas
icio de 2o de fevereiro ultimo
N. 810.Dita ao comniandante superior da
,-niili nacional da Boa-Vista.Expeca V. S. suas
ordena para que destaquem na villa de Ouricury,
mais um ollicial, um inferore l.'i pracas da guar-
da nacional sob o seu coiiiuiaudo superior.
N. 841.Dita ao eommandante superior da
guarda nacional de Cabrob.Expeca V. S. as
ordena para que destaquem na villa de ilra-
ni'o, alm das pracas que all se acharo, mais um
d sabaltornn, um inferior e lo pracas da
guarda nacional sob o seu commando superior em
ni!)-ii!ucio a igual numero do corpo provisorio
de polica que ando nesta data recolner a esta
capital.
. 8*2.Dita ao juiz de direilo da comarca do
Liniueiro.Ao seu qieio u. 8 do lado orrente.
tenho a dizer-lhe. que bein respondeu V. S. ao ci-
dada i Antonio de Lanos Vascoueelk, signilican-
du-llie que renuncian o lu^ar de supplenle do juiz
municipal, aceitand* e entrando no exerciciodo
posto de capito da guarda nacional em faue da
doutrina dos avisos or V. S. citados, e de ultima-
meato expedido pelominsterio da juatea em 13de
jaaairo crranle anuo.
N. 813.Dita ao juiz de direilo uterino da co-
minea do lacarat.Utoirado de quanlo Voac.
expe em seu oflkk* de 27 de marco nltuno, tenho
a dizer-lhe que cuinpre que cora urgencia sejam
prestadla as informacoes que relativamente aos
sentenciados que se acharo sm guia no presidio
de Fernando de Noronl Uto fosam exigidas eiu,
officio de 2. do Janeiro ultimo. "
sil.Diuaojuiz muuicipal do i.-:,vara des-
ta cidado.Comoiuaico a.V. S. p" que ponUa
. opportunaimmtt a dispoei^aodo )f- ehefede poh-
cia os sentenciada! que tiyere de cunnirir sen-
tenia no presidio de Fe audo, e remeta, ooni ati-
teeeJeacia as respetivas guias a osUi, pnes*dw"ia,
que o vapor Gitjtw teto da isaliir par* all netos
horas d i dia 10 de mato prximo vindouro.
N. 813.Dita ao juiz municipal da Cabrob e
s.-iljiueiro. -Inteirado do qo Vmc. toe em su
S(o de 22 de mareo prxima liado, com rel'e-
raacia a epidemia da tabre que asta graasandonaa,
freguezias de Cabrob eSalguetoo,reiBetto a Vmc.
duas cartoirai. hoajawpaihicas cpntoado os medi-
camentos apropriadt ao tratameolo daijuella en-
f:rmidade, afnn de seiem apptieados. as pessoas
iodigentes que delta forem acoommettidas.
N. 816.Dita ao commandanie do corpo provi-
sorio de polica.Faca Vmc., rocolher ao corpo
sob seu commando oa oflk'iaaa. e pcacas que or-
iiiaui os destacamentos da cidaa da, JSacareUi,
das vdlas de l^acaas, Ipojuca, Quricary e Gsa-
uito e da povoacao de,&Louranco 4aMm,.
N. 847. Deliberacao. O Tice-pi provincia, conformndose com a proposta do Dr.
chefe de polica emofaew a. 6W.de.20 do cor-
rento, resol ve exonerar a bemda*mo pubhoo
do cargo deprime sufiptoBto do subdelegado de
Iguaraasd.a Jos Joaquim Barbosa.
de 3 de junho de 1861 e 6 da novembro de 1867,
como acaba de ser declarado por aviso do minis-
terio da justica de 21 de abril proxmo Ando.
Antonio Lutz tfOlivdra-Awvedo 4 CO paga-
mento de que tratom os suplicantes deve ser re-
querido na corto- de eonlbrmidade com o disposto
na circular-0.^13, de 8 de Junho de 1861
Antonio *Wm setrteu comisua patento ao eommandante supe-
rior Je-ie municipio, como determina o art. 13 do
decreto a. 1.430 de 12 de narco de 1S3, bein
como que fot aggregado como allega, e "que ba-
talhao.
Augusto Xavier Carneiro da Cuaba. Indeferi-
do vista da toformacao.
Antonio Seraam de Souza Ifferraz. Informe o
Sr. iuspector da tnesouraria Je fasenda.
Cosma Elvira de Araujo.^Coucedaise a liceuca
requerida com ordenado snmeutc.
Pellppe Menna Calado da Fonseca.Informe, o
Sr. Dr. director geral da jnslruc^ao publica, ou-
vindo o regedor do Gymnasio.
Fredovinda d'Alcatara de Seixas Ferreira.
Remettido ao Sr. Dr. director geral da instruccao
publica para attender a supplicante, nos termos
de sua infottnacao n. 131 de lO do corrente.
Francisco Alves de Moraes Pires.Pagos os di-
reitos devidos, como requer.
Francisco Jos da Costa Campello. Pagos os
direilo^, como requer.
Feliciano Jos Gomes. Informe o Sr. coronel
commandanie superior interino Ja guarda nacio-
nal deste municipio.
Jos Ijmacio AvHh.Informe o Sr. inspector da
11esiMirara .de fazenda.
Jos Goncalves da Rocha.Conceda-se a licenca
requerida sem vencimentos.
Jos Antonio de Moraes.Informe o Sr. general
eommandante das armas.
Joao Francisco Paes Barrete.O suppjieante ja
foi atlendido desde 4 do corrente.
Padre Joao Serapiao da Gruz. Asstgnado o re
qnenmento, volte querando.
Margarda Itodrigups Poreira. Informe o Sr.
Dr. director geral da instruccao publica ouvindo o
regedor do Gynnasio.
.vfctnoel Antonio dos Pasaos e Silva.-*to lendo
o tinado Jos Antonio da Silva solicitado o respec-
tivo titulo de aforamento, apenas cabe ao suppli-
cante direilo de preferencia, se provar que ber-
deiro do inesmo finado, e sufeilar-se ao pagamen-
to dos loros devidos desde a medicao dos terrenos
a que allude.
Miguel de Siquera Varejao.Informe o Sr. en-
genheiro chefe da reparticao das obras publicas.
Mara Magdalena do Espirito Santo. Indefe-
rido.
Mtr Jos da Concejgao.Satisfaga a exigencia
da ihcsouraria de fazenda.
Manoel Alexandrno de Santa LuizaInforme o
Sr. coronel eommandante superior da guarda na-
cional de Otinda.
Victorino Domiogues Alves Maia.Requeira a
thesouraria de fazenda.
se ao Sr.
publica.
director geral interino da
instruocaa
-veril dio bieja Tcnd de percorrer algumas ras da eidade de
OUnda a proeissao de CortHis-Chrsti, qne devora
sabir da Oalhedral pelae i horas da tanto do dia
27 do corrente, S. Exc Rvm. ordena-ine que
pelo presfloto aviso, previne aos moradores da ra
I^va, oitao da Misericordia, ra do Amparo,
Quatro-Cant-is, Ladeirada Ribeira, raa deS. Bento.
Passo Castelhano, pateo de S. Pedro, pateo do
Carme e ra de S. Francisco, que qneiran ter a ^"uf^'i*- ^ da retado govert.
hondade de lin.par as testadas de suTs casas or- ^.fS mew,;1 niatena ; a-Pmalnafcile, jppl
nando-as com colc.has.eto!?para commidordecen-llto ^f* f toaew^r dneuineiilna qe j tm
ca, sfgnir por ellas a mencionada procSsso.
Palacio da Soledade, 29 d toaio de I8i.
O secretario
Dr. i,iu'z Ferreira Nob>-e Pclinca.
Kcpartl^o da polica.
S* seccao.Societaria da polica de Pernambuc,
24 de maio de 1869.
N. 760.rllm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhecimento de V. E^c. que, segundo
consta das participaces receidas poje nesta re-
paniego, foram hontm recoUiidos casa e deten-
cao os seguintes individuos :
No da 22 do corrente, ordem do subdelegado
de Santo Antonio, Autonio pedio de Souza, como
indiciado em crime de furto.
A' ordem dodeS. Jos, Antonio da Rocha Gran-
ja, por.insol tos, e Luiz, eseravo de Antonio do
Nascimepte Duarje,, por ser encontrado depois de
O horas da nuute sem bilhete de seu senbor.
NO da 23, ordem do subdelegado de Santo
Antoniot'Mara Captulina da Conceicao, por des-
orden).
A' ordem do de S. Jos, Antonia Joaquina do
Sacramento, por dlMurbios.
No lugar Fundo do termo de Cimbres, distan-
te quatro leguas da villa, Jos Perelra de tal, que
all na va chegado lia pouco tompo e habita va
igualmente em urna casa com um individuo de
nomo Vicente Ramos, na rnaabaa do da 25 do
qjezfindo, espancou e ferio com tres lacadas a Jo-
s de Dens Leito, depois de que se evadi, desap-
parecendo d, lugar o referido Ramos.
Feito o competente corpo de delicio, vericou-
se serem graves os ferimentos.
Foi hotein pela uianhaa tirado d'agua contigua
Estrada Nova da freguezia da Varsea, o cadver
da um prelo, que represeutavo ter 30 aunas pou-
co mais ou uienos de idade, dando indicios de ter
sido a mot te proveniente de asphixia porsubmer-
sao, como verificou-se no acto da vlstoria que
procedeu o respectivo subdelegado.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manoel do Nasciinen-
to Machado Porlella. O chefe de polica uterino
F. ile Assis Oliveira Maciel.
-------------------------------*---------------------
ca-se onia : | Da infinn.vo que deu o d-jtega-
jo ito noticia de Ipojuca, a~ rtf resentacao dirigida
a prMKtoncia peto teneMe-catooet JoSo de se
Albuquerquc, routra o procedimento desee dele-
gad/i, que ordenan o cerco vnrejo do enjjenlio
Aratang* para a captura de dous escravos qiie fa-
ziam parte do objecto de om ptoito judieiarto
reipierimento de Bm*gdio Ptrera de Aranj-, nos
lins do anno passado; 2. Copia da infonuacao
do Dr. Ifefc de noltoia dada sobro o objecto da
representaco; 3. Copia do oficio da presidencia
subiiHtttotMo a materia ao eoahetment (k> p>)-
80-
pias
.sam
i completar inferinacitas minuciosas sobre este na-
i gocio e aspeciidmente sobre o coinnortanjento da
polica e da adinnistraco da proviuela,
esta qnestao.Camilla Mowra:
' ijualmente lido e abrevado o
querffcento
Requeiro que se peca ao Exm. presiderje da
proviaria. copia da acta da installacao da mesa
purocaial, na eteirio de juiz de paz e vereadores,
pKtcedida no da 7 de s<;ttHln'o do anno paseado
na villa de Barreiros.Frlbiao.
E' lido e jateado olijeto de dolibera<;ao e man-
dadlo imprimir d seguinte projecto :
AassoHd^; legislativa provincial d&Peroatii-
buco jesolva :
1." A porcentagem que compete aos era-
do juizo dos eitos da fazenda de oda a
cao Jo dez por canto, devidida pel juiz,
lr, solicitador, escrvaes e ofllcia de
_ ia proporoao estabelecida pela le gerai a.
242 de 29 de novembro de 1811 3 do art. 16.
Art %' A porcentagem da aireeadaco do
sello de heraneas e legados feita no jnizo com-
muin ser de 6 por ce'nto, dividida entre o juiz.
procurador fiscal e eservao, sendb no muiioinio
do Recite 2-1/1 ao juiz, -por cont ao procurador
liscal, 1 portento ao eservao e 3/4 a-1 solicitador ;
e nos onlros municipios do interior 2 1/2 para o
juiz, ijior rento para o ajudanto e 1 1/if ara o
escrivao.
Art. 3. O procuridor fiscal da Uiesonraria
em vista daquelto pawer, que (iravocou. o neto do
governo de 43 de Janeiro de 18*7, tainbem nao nos
era licito refonnm* o eompromisso da Santa Casa
senvproposta da sua parte.
Nao posso, Sr. preellente, aceitar os fundaaM-
tos d argumentadlo do honrado col lega podabas
motivos : Ia por nao lia ver identidad? no caJo ero
questao; 2 porque onarecer do consolbo de es-
tado.....
Um Sa. Dfpvtado :Que nao foi unnime.
O 8b. Lodes-Mach-ido- :.....que nao foi un-
nime, e que, anda assim, deu lugar ao acto do
governo, nao pndia Bterpreta' o aeto addiconal
alterando virtualmente altribohiTes, que foram
conferida" a esla assemfel. (Apoiados).
Sr. presidente, nunca seimerpreta urna lei seno
quando ella escura ou ambigua, mas nesto caso
em Inda | se deve ter muito em vista as regras da herme-
nutica para se conhecer a toteiico do legislador
seguirte re-1 ou o espirito da lei, o lim o a razio* que o moveram
estabeter-la.
.''
O aeto addictonal diz o seguiote : (Itgislar) sobre
cusas de stecorvos publica, aawa/os- e quaesquer
nssociaroes polticas oh Migimtm.
ijualquer qite seja a .'loateH a que se sAijeite
este 5 minea podeni resultar flhaetMo um senti-
do ptrfeito, comptoto e claro. 0> legislador nao em-
pregon palavras ociosas, oa que se prestem sen-
i tidos dilterentes ; nao nsou da, que pela sita forma trouxesse esc'uridade ao
sentido da phrase; de nada disso saservio, a cons-
trueco directa, as palavras sao proprias, o sen-
tido claro.
Ora se interpretar urna lei expr o seu verda-
deiro sentido, segue-se que, nao havendo anWgtii
dade as palavras, e eseundade na phrase do cita-
do % niio ha va motivo para interprelacao. O acto
do governo foi neste caso um verdadeiro cercea-
mento ampia attribuicaepfue a lei constitucional
nos conferio.
O Su. G. Dnt^iMivtn :N3o apaiado.
0 Sh. Amv.ntiias :E depois quem intorpretou,
nao tinha autoridade para isso.
O SnnLoPBs Machaoo :A lot n. 108.3 de 22 de
agosto de 1860 conc -'deu aos presidentes de provin-
cia'a faculda le de approvar e antorisar estatutos
anteriores relativos aos diversos estabptec-
meatos, que lie un a cargo da Santo Cj^ay"*
eompromisso dado para arnassmaSahiapji^poi
occasiao da sua iiiStallacao;bem como qittqun
disp niem conti-arias as do- presente compro-
misso.
O acto que approvou a Ib n. 331 de 9 de
juulio de 1862, e veto impresso eppi o citadn.re-
gul amento. Daqu se v iri|jr 4e acabei de
expender, tom ruudimenlo em Utn acto legal nao
contestado, qne revogou tudo uuauto a respeito
bava anteriormente.
Esta lei, rompae-ve anda das stm disposigoes,
aklerou em uiuifjs partes aqueHe regulamento ou
conj(>rotnsso, como se denomina, seu proposta da
SautaCasa daMisorioordia, njm iwlainaces da
sua' parte ao governo imperial e consellw d estado.
por cujo intermedio foi ella aunruTada. Sendo
assim, como pro va a referida le, e nao tonda
eompromisso do Carmo a uiesma origeta pela na-
tureza do lim, claro que os casos nao sao idn-
ticos, e por tanto nnnum alternado praticaroos
adoptando o projecto, por que anda uinguem coo-
teslou o direilo que teju esta assembla de alterar,
.e revogar as suas Tcis. (Apoiados.)
O Sn. Soares BnvsDAio-:Mas essas alteracpes
forana feitas na occasiao de se approvar o eom-
promisso.
O Sn. Lotes Machado .Nao ba eompromisso
na torca da expressao, o que ha, como ja dissa,
o regulament do governo qpe assiui se denomina,
e as alteracocs foram feitas por esta casa qnando
tratou de o approvar.
0 Sn. Silva Ramos :Na occasiao opportana
fazem-so as altera^oes que se quer, assun como
alteramos as propostas das cmaras municipaes.
0 Sn. Lopes Machado :Sr. presidente, o qobre
deputado, pelo 3" dstricto, quereodo talvez previ,
nir este argumento formou uxa dilemma, uue nao
sei (certamente por defeilo meu). onde esta a sua
forca. Disse elle; ou os empregados da^Santa
Casa sao empregados pblicos, ou nao; se sao em-
pregados pblicos, o projecto intil, por que es-
trangeros nao podem ser empreados pblicos na
forma da constiluicao; s* nao sao, o projecto
HB
DSsraoHo Dk > laiaaiarcm Max *9 w
tuto nitSO.
Antonio }joi d'Obeira Aantedo A & O pa-
20 e 21
Antonio Simio da Silva.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Alexandre Magno Peixto de Alencar.Informe
o Sr. Dr. director geral da instruccao publica.
Antonio Manoel Pereira Vianna.Informe o.Sr.
commandanie superior da guarda nacional do Bo-
nito.
Albino do Reg Machado.Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Caruar, ouvindo p.
juiz municipal respectivo.
Amelia Januaria de Andradc. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda
Antonio Joaquira de Vasconcellos. Requeira
por intermedio da respectiva cmara municipal,
nos termos do art. 2." do decreto n. 1105 de 22 de
fevereiro de 1868.
Agostinho Jos da Silva, Joaquim Francisco
Duarte, Antonio Correia Cabral, e Antonio Pereira
de Souza.Requeiram ao governo imperial.
Antonio Jos dos Santos Servina Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda, ouvindo o da
alfandega.
Augusto Cesar Cousseiro. Informe o Sr. ins-
peptsr da thesouraria de fazenda.
Bernardino de Sena Wanderley.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Bernardino da Silva Costa Campos. Prove o
supplicante o tempo, em que estove em exercirto.
Bento Berilio Pereira de Souza.informe o Sr.
brigadeiro director do arsenal de guerra.
Candido de Souza Miranda CoutoPasse porta-
ra concedendo a aposentaora que pede o sup-
plicante.
Frederico Antonio Pereira Bastos. Informe o
Sr. Dr. juiz de direito da 1* vara.
Francisco Bezerra de Vasconcellos Jnior.In-
forme o Sr. eommandante superior da guarda na-
cional do Bonito.
Francisco Ferreira Rallar.Nesta data se espe-
de ordem para serem collocados os larapiaos no
lugar que pedom, ficando assim realisado o despa-
cho de 22 de Janeiro ultimo.
Francisco Jos do Couto Rocha.Pagando o que
fr devido em virtude da portara desta presiden-
cia de 2 de Janeiro do correte anno.e enlendeodO'
se com o actual emprezario do theatro, como re-
quer.
Irmandade do Santissimo Sacramento da fre-
guezia de Santo Antonio.Expeya-?e ordem.
Joaquim Carneiro Penna- forte.Utrija-se ao Sr.
director geral interino da instruccao publtea.
Joao de Souza Bangui.Caneado o prazo de 13
das.
Joao Candido do Reg. Parias. Informe o Sj\
inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Chrispim de Araujo.Tendo sido remntrido
o professor de Cabrob para Salgueiro, nao tom
lagar o requer o supplieanto.
Jos Firmo Pereira do Lago.Informe o Sr. co-
ronel eommandante auperbr da guanta nacional
deste municipio.
Joaquim Venancio Caldeira.Informe o Sr. eom-
mandante superior da guarda nacional do Bonito.
Joao Fulgente de Mello.O supplicante ja foi pos
to em lilierdade.
Jos Mara Jordani e Apofona Pinto Jerdani.
Pagos previamente o que fr datado em .virtude
da portara desta presidencia de 1 de Janeiro do
corrente anno, c eatendendo-se como actual em-
prezario do theatro, como requerem.
Jos Jacome Tasso.Informe o>Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Luiz Ignacio d'Oliveira Jardim.-informe o 8r.
Dr. director geral da instruccio pnbbea.
Leonel Raftiael de Moraes e Silva. Informe o
Sr. toapaator do arsenal de marinha.
Luiza Maria Severa.Junte cenndao de idada
do menor de que traat.
Manoel de Souza Tavares^-informe o Sr. is-
peetor da thesouraria de fazenda.
Manoel Baptista das Neves. taarme o Sr. eom-
mandante superior da guarda nacional do Bonito.
Manoel Jos de Soma Nanes. Informe o Sr,
eommandante do presidie' de Fernando.
Manoel Jos da Costa Guijnaraes, Jos Jacques
da Costa Guimaraes, Pe>h-o Praneiseo de MeHo,
Christovo Rodrigues Tft*a aAona Enfrastna.-
Volte ao 8r. mapeetor da thesouraria de fa-
zenda.
SWbo-tontoJUieneslafaaaae o6c eoamuui
*e superior da guarda nacional do Cabo deetaMa
do a* destino dan ao rea uerimnato de qne i trata
PERNAMBCI.
ASSEMBLA PROVWCIAL.
SESSAO EM 12 DE MAIO DE 1869.
PHESIDK.NXIA DO SR. AUGUSTO DE SOUZA LA*.
Ao meio-dia, feita a chamada, acham-se pre-
sentes os Srs. Felrsbino, Lopes Machado, F. Tavo-
ra, Amaral e Mello, Goncalves da Silva, Jos Giti
rana, Mergulhao, Maranho, Augusto Leo, Epa-
minondas de Barros, Reg Barros, Andr Caval-
cantij M. Amorim, Arnnio Tavares, Amyjitbas,
Avres Gama, Samuel Pontual, Soares Brandao, G.
Diuuimond, Cicero, Silva Ramos, Ermiro Couli-
nho e E. Pina.
Abre-se a sessio e sao lidas e approvadas as
actas anteriores.
O Sr. Io Scretabio d conta do seguiote
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo, rameltendo
a informacao ministrada pelo# director geral inte-
rino da instruc?So publica.A quem fez a. requ-
sigo.
Outro do mesmo, remettendo um offlcio da c-
mara municipal do Buique, em que pede o paga-
mento do advogado, secretario e fiscal da fregue-
zia de Aguas Bellas. commissao de orcamenta
municipal.
Outro, remetiendo o quadro da divida passiva
de exercicios findos, ministrada pela thesouraria
provincial. coiqmissao de orcamento provin-
cial.
Outro, remetiendo as inforraaQoes ministradas
pelo Dr. chefe de polica, acerca do assassinato
perpetrado na pessa de Joao Domingues, no ds-
tricto do Verde, comarca do Booto.A quem fez
a requisicao.
Outro, remettendo nforma?oes dadas pelo Dr^
chefe de polica,, sobre o requerimento de Job Pa-
ciente Bastos. quera fez a requisteao.
Outro, transmittindo informacoes dadas pela
thesouraria provincial sobre o ollicio dirigido pelo
juiz municipal da cidade da Victoria, dirigido
aquella reparticao em 9 de Janeiro de 1866.A
quem tez a requisicao.
Outro, remettendo os documentos que compro-
vara o crdito supplementar ao art. 42 do orca-
mento vigente.A quem fez requisicao.
Outro, transmittindo copias da representaco de
tres cidadaos da parochia de Barreiros e das por-
taras de 3 de setembro do anno passado, dirgi-
gidas ao primeiro e segaudos juizes de paz. da-
quella paroehia ; bem como a respeUiva cmara
municipal e ao juiz de direito da comarca de Pal-
mares.A quem fez a requisicao.
Outro, transmitiindo intormacoes solicitadas em
officio n. 26 de 24 de abril fiado. quez fez a
requisicao.
Urna pctieio de Landeiino da Luna Freir, ter-
ceiro escripturario da secretaria da thesouraria
provincial, pedindo para ser considerado no nu-
mero dos empregadoos, que faaem p,irte das com-
raissoes que examinaiu as loteras da provincia.
A commissao de peticoes.
Outra do padre Antonio GoncaWw 4a Silva, pro-
fessor jubilado de Traoivahem, pedindo pegamen-
to de seu ordenado do mez de junlio que cabio
em exercicios (iodos. A commissao de oramen
to provincial.
Outra dos moradores da freguezia de Maribe-
ca, pedindo consignacao de quota para conolusap
da estrada que ee dirige aquella povoacaaA
commissao de obras publicas.
Outra de Francisco Pereira da Casia,
os seus vencimontoa pelos que percebe o da geral
(Le n. 708).
Art. 4.a Serv de zegulamonto seceaodo
contencioso o decreto n. 870 de 22 de novembro
de 1851.
Art. 3." Pica adoptado o regulamento que ba-
xoa com o decreto n. 2, 1860 para a cobranca do iuqjosto de meia siza
por venda de eseravo.
t Art. 6. Fca igualmente adoptado na parte
em que diz respeito a transmissao da propriedade
por heranea, legados e deandw o decreto n. 4,365
do 17 de abril de 1869, regnlando-se o imposto
pela tatailla annexa ao mesmo decreto %% 1 e 2, fi-
cando Hmpre em vigor os alvars de 17 do jonho
de 1809 e do 2 de outubro de 1H1, quanto ao pa-
gamento em dinheni.
% nico. Este decreto ser applicado aos que
lalleceresn da data desta lei em diante. O art. 33
da li i ri 832 fica declarado no sentido dos arts. 1
e 2 da presente lei de conformidade com a lei pro-
vincial n. 708.
Art. 7.- As leis, regulamentos e ordena rela-
tivas a arrecadacab da fazenda nacional, lieam em
vigor para a da fazenda provincial maquillo que
forem applicaveis. *
t Art. 8. Ficatn revogadas as disposices em
contrario.
Paco da assembla provincial, 12 de maio de
1869.Lopes Machado.E. Pim.Ayres Gama.n
O SR. G. DROMMOND justifica o seguate re-
querimento que, depois de anotada, entra ota dis-
cussao :
Kequero que se peca a presidencia da pro-
vincia copia do ofllcto do juiz municipal da Victo-
ria, em que pede a pri*ao de urna autoridade po-
licial de Bom Jardim, cujo officio datado dtf Ja-
neiro de 1865.G. Divminond. >
Encerrada a discussao o mesmo requerimento
posto votos e approvado.
ORDEM DO DIA.
addi-
2' dscussao do projecto n. 19 deste anuo, que
concede una lotera de 120:0005 em beneficio das
obras da capella de Nova Cruz
Vao mesa e sao apoiados os seguintes
t vos :
Fca concedida nana lotera de 120:000*' em
favor das obras da capella de Santo Antonio, de
Itamb.-F. Tawrp.
Urna lotera de 120:000a, eai favor das obras
da igreja do Carmo de Girada Andrc Caval-
canti.
Fica igualmente coocedida urna lotera de
120:0008 ein beneficio da matriz de S. liento
Epaminondas de B/trros.
Encerrada a di-cussao o projecto apuro vado
com os additivos.
Contina a 2* discussao do projecto n. 3 deste
anno. que s permiuem serem empregados nos es-
tabelecimentos i cargo da Santa Casa braseros
e brasileiras natos.
Vai a mesa e aaprovada a seguinto emenda :
Supprima-se a palavranato.Abatan*
*JX5&SS^*m qa'antoSsaSde
noiuear os seus empregados.
Os empregados da Santa Casa sao iioraeados pelo
presidente da provincia na forffla do j fallado re-
gulament...
O Sr. Silva Ramos :Certos.empregados.
O Sr. Lope-s Machado :... excepto alguns do
menor caihegoria, que o regulament deu junta
a faculdade de nomoar. As rmaas de caiidado
nao eslao comprehcndidas em uuuliuin destes
casos, nao exercem por conseguiote empregos p-
blicos. Sao simplesmente engajadas, nao sujedas
a attrilmic'ies legaes permanentes mas conebeiies
varia veis do caatrato. Entre ellas, a Santa Casa e
o governo nao ha superior nem inferior,".odos sao
iguaes por que sao partes contraelantes.
J se v, que por estas istinecoos, e anda pela
natureza do tiiulo de suas nomeacOos, ellas sao
empreadas sem offeusa di oustuicao, que pro-
hibe os estrangeiros o exercicio de empregos
pblicos. Pur tanto o projecto nao intil; en-
gajados para serv rem em certas condiccoes, nao
sao uomeadas para exercerera funccOes publicas.
Nestas circunstancias, e lindo o contracto, podetn
seguir como disse o uobre deputado.
O Sr. G. Drummond :Como diz o projecto.
O Sr. Lopes Machado : Tamben) nao atton-
tatorio o projecto da lber Jado da Santa Casa; por
que, sendo esta regida por um regulament do
governo que Ihe serve de eompromisso, e sendo
esse regulament approvado por urna lei que o
alterou, o direito que temos de rovogar e modifi-
car as leis ou actos desta assembla niio pode ser
contestado em vista do que dispoe o art. 9 do acto
addiconal.
Sr. presidente, affirmou onobredeputadono seu
discurso que o fiui do projecto era a retirada das
irmaas decaridade, e enlao perguntou a esta casa,
se desconhecia as grandes vantageus que os es-
tabeleciinentos de caridade tem tido com a adini-
nistracao dessas umlheres.
Ide, disse olle, a esses hosptaes, a osses hospi-
cios onde sao recebidas asvictimas da liberti-
nagem n da miseriae vede o amor cora que sao
tratados, o disvelo e o carinlio com que aquellas
mulheres se cntregam a semeluantc ser vico.
O projecto, Sr. presidente, nao tera por lim nico
retirar aslrmaas de caridade, nao; o lim princi-
pal do projecto levantar o principio de naciona-
lidade abatido (applausos as galeras); o lira do
projecto abrasilerar todos esses estabeleciraen-
tos, offerecendo occasiao era que os nossos tra-
duzam em actos seus piedosos sentimentos, em que.
nossanf pracar o que de bom fazem as irraiasde
Caridade, e deixeai de fazer amullo que de tno
praticam (apoiados e applausna as galeras); o
lim do prujecto i' anda ecouoinsar o que all se
dispende em pura perda do pobre, e dessas infe-
lizes lhas do crime ou da miseria (apoiados a
nao apoiados no sala ). Este o lim principal do
projecto, adopte-o quem o achar bom, mas nao su
diga que aquillo que ha de h iaL e s digna de
admiragao, o que fazem as irmaas de caridade.
O Sa. G. DauuoioND :E.quc so raramente podo
ser Imitado.
O Sr. Lopes Machado : Ide, senhores, digo eu.
agora, ao hospital dos lazaros, ao hospicio doa alie-
nados em Olinda, e vede o ainor com quo sao
tratados aquelles infelifts...
O Sn-. G. Drummond :Xaoapoiado, nao apoiyto.
0 Su. LpPES Machado.-...Cuademnades a taft
longos e'dotorosai sefrimentos...
O Sn. G. Dni'MMO? :Nao apoiado.
ficentes as provincias, salvando todava a disposi
cao do ;' em questan.
Approvar e autor tsar nao sigoifieam a mestna
cousa.
O Sn. G. Drummo.-w: Porque o poder executivo
nao pedia estar confundido com o legislativo.
O Sr. Lopes Machado :Na hypotbese vertente
approvar o poder qne a lei da ao presidente da
provneia de confirmar, e dar por bem feito os
estatutos das as-ocaeoes benelicentes para o lim
de obr.igar. Aulorisr, porm, a faculdade que
a lei d ao presidente para fazer esses estatutos, e
manda-Ios observar. *' -
Mas se o presidente P'wte approvar ou deixar de
approvar estatutos, e se lera autoridade para fazer
ontros, claro que elle pode alterar tambem qual-
quer disposicao, pelo principio de que quando a
le autorisa um fin, entewle-se autorisar os raeos
para conseguir sse flm.
D'aqui se v que, se os presidentes de provincia
tem a faculdade de proceder deste modo nos ter-
mos daquella lei, approvando e alterando sem pro-
posta estatutos de asseciacoes benelicentes, fica
reconhecido o direito que esta assembla tem de
legislar sobro oasas de soccorros, conventos etc.
sem restrccao alguma ; pois seo fundamento para
se negar este direito, ampio como ost no acto
addiconal, o respeito liberdade collectiva,
tambem era motivo para a lei nao conceder seme-
ntante direito, sem limitacao, aos presidentes de
provincia.
Portante, se a lei desconhece este fundamento,
ella confirma a disposicao do citado do acto ad-
diconal, como j o havia feito o aviso de 18 de
abril de 1812.
Sabem ainda, os nobres deputados, que regra
de hermenutica procurar-se na lei o complexo
das suas determinaces indivuluaes para se conhe-
cer a intenco do legislador.
Pelo 4o do art. 10 do acto addiconal, icou^
estabeltcido que a assembla provincial s pode
legislar sobre polica e economa municipal prece-
dendo proposta das cmaras; mas nao assim no
caso emquestao que pode legislar sobre eonventos,
casas de soccerros e quaesquer associacoes do
beneficencia sem declaracodo propo-ta; d'onde
se v que a intenco manifestada do legislador foi
resiringir no primeiro caso a atlribuicio da assem-
bla pela proposta da cmara, e segundo caso, a
sua intenco foi conferir o direito ampio de legis-
lar sobre casas de soccorros, doxando occulla a
restrccao.
Ora se estes dous $ ftuem parte do complexo
do art. 10, que tem per objecto determinar as at-
tribuicoes do poder legislativo provincial^ fica
demonstrado que a intenco do legislador nao po-
da ser a mesraa para os dous casos, restriogindo
era um, e dexando de restringir em outro, se ello
qnizesse restringir em ambos.
Do qne tenho dito, Sr. presidente, se conrlue
que o aviso de 15 de Janeiro de 1867, no qual ba-
zeou o honrado deputado a sua argumentacao, nao
interpretou o acto addiconal na parle de que nos
oceupamos, porque ella nao necessila pdcsua ca-"
aatnento deque trata wfceaMN dt*a aawj)foijemeuHaipMqi "L___'^. .--^
qWriato na corte, im temdos attaM oirealaies I *eaaa'Ata^aftfmal9*rrw4Iafto.wairia-
t sUppiima-Se a paiavrauaio.reitiinv. i uccujjaiiiw, |kih|u<; cu* unw iiciossim pu^jua v.u-
0 SR. LOPES MACHADO:Sr.presidente, a idea i reza de inlorpretaco, mne creon disposica> nova,
capital do projecto que se discute vedando a no- .quo alias nio pode ser aeeita, porque nao por
meacao de estrangeiros para os empregos dos esta-
m abate no preco porque arrematou diversos fm-
postos da comarca do Bonito. A commissao de
peticoes.
: Outra dos moradores da Lagfla das Gatos, pe-
idindo que.MABnmta aojatUa dlar/*1 ao termo
de Caruar.A commissao de eslatistica,
E lido e approvado o seguite parecer :
< A' commissao de constitmectoa pederes para-
ceu procedente os motivos m que se funde a
presidencia da provincia, para denegar sanelo
resolucao desta assembla, qne manda pagar ao
conferente do consnlado provincial, Rodrigo Jaco-
me Martins Pereira, cowo^ralifiannio peto tonpo
em que servio como taneador -a tmerenea dos
vencimentos de seu emprego doa leste, e pensa
que se deve aabmetter de nevo iSiienssSo a taan*
ma resoluQio, segando o dispoeta no art. >4S dd
note dddiotonal
m. daacammlnaots, ?*da-m.ua delW^
osiptpTieante,*^iMn''-0 dei jalideItft Ibe Armi*oHaaaw*.Ctravjtv>>.
belecimentos cargo da Santa Casa de Misericor-
dia tem sido restringida.na. discussao a iriaaas de
caridade, bem que dolas o projecto nao se eeeupe
nemeadamente.
Ilustre deputado pelo 3o dstricto tomando a ai
a defeza dessas mulheres, como o fezna sesaaode
30 do passado, obrigou-me a pedir o adiamanto da
discussao par 8 das ahm de apresentar as pro vas
de alguns toctos qne era apartes Ihe dirig; e esta
assembla leve a fineza de consentir no adiamanto,
peahorando-me tanto com isso aja* boje veabe
cjjmprir o dever qno me impuz.
O Sa Ermiro CouTiNHo:~*Traz grande oarrega-
inentoT
Sr. Lopes Machado :Mas antes, Sr. presi-
dente, de desceraos factos, que pretendo provar,
devo dizer tambem aifumaeoua awseeito da
(luestao de- incompetencia desta asaemtaa quanto
a reforma do art. 79 do eompromisso da Sania
Ca* sem proposta sua Nesta parte (sinlo que
oo estoja presente o nobre deputado pelo 3o dis-
trwto) divn-jo da sua opiniao, abas maito autorisa-
da em materia de inlerpretaaao----
Om Sr. Deputado :Ah est o nobre deputado
pelo 3 distrieto.
' OSa. LePEs-MACHAno :-*Dtaia ha pouco que
senta bvergir la opiniao de V. Ene. relativamen-
te ji queataa de incompetencia desti assembla
psfl reformar -ota proposta o eompromisso da
Santa Casa, opiniao alias multo respeitavel nesta
pwteria.
Sr. presidente, affirmou o nobre deputado que
esta assembla naapodiaAegislar sobra casas de
soccorros pubnoos, conventos equaesquer aasoeia-
tes polticas ou religiosas -sem propoetas dessas
mesmas assoctacoes, visto com) o exercicio do di-
reito, que no conferio o acto aaldiefonal alias sera
limitacao, encontrava restriooo na berdade col-
lectiva ; ewaaaando a interpretar o g K) da art. 10
do aeto addiotenal fez largas oansWeraoaes, lendo
por nttimo o paaeeer da respectiva seccjfo do non-'
feUt de anta*) acerca dar rapveaentaa* qne ao
ver no imperial dirigi a Ordem TercoNa do Car'
delta Cidade, por eccaalo-de sedian itlr nesta
E lido e approvado o
I Reqaeiro tp p**>
que anas nao pode ser aceita, porque
meio de aviso que se revoga e altera o acto addi-
conal. (Apoiaoos).
O Sr. G. Drummond : Entao V. Exc. reconhece
quoesto aviso um attentado ?
O Sa. Lopes Machado: Nao dka attentado,
mas a assembla pode deixar de observa-lo como
regra de interpretac-o.
O Sr. Amaai. e'Muixo:Nao o toma em con-
sidera cao, ni observa.
O Sii. I.oprs Machado:No entonto, Sr. presi-
dente, observa qne, quando mesmq fosse proceden-
te o que disse, o nobre deputado, com'refaci ao
eompromisso da Ordem Trceha do Carmo, sua
argumentacio nao procede no caso do eompro-
misso da Santa Casa da Misericordia.
O Sr. G. Drummond :Isto -o que eu quero ver
demonstrado.
0'Sr. Lopes Machado:Sabe o nobre depntado
que a Ordem Terceira do Carmo tora fim difieren-
te, limitado um certo numero de pessoas libadas,
que davem ser cathnlioas, apoatolicas romanas;
mas o fkn da Santa Casa, todo d*>bene(lcencia,
mais geral, comprebendn individuos calmbeos ou
nao, ama vez que necvjssitem de soccorros de
caridade.
O Sn. G. Drummond:Nao apoiado.
O 8r. Silva Hamos :^A associacao religioea s
admitte catholoos, mas os saus benefteioe ella os
lerrama por todo mundo.
O Sr. Lopbs Macha:A Ordem Terceira da
Carmo.....
O Sr. G. Drummond :E' a candado.
OSa. Lopes Maobabo:.....emais de devo-
IgOV
tno<
pasa, sem propona, aajnmas alurablM do .mu
ctMkmromisao. D'rtMnrtoip qa, aataara
wwtaas eoiapBisnvffl, pe-1 rfte f/fthum dlwar ampraiBos de
gao
O Sr. Silla Raaae:Tem at um hospital.
0 8a. Leras MadHAao.Wiaeu, Sr. presiden-
te, que o flm da Ordem Teraeira do Qwao lodo
religioso, todo de devoco; mas Pe assim o
Ida Santa Casa que principaliaente nuraant-
tarto.
No primeiro caso os-aaeiea legislan para nm
certo numero de-pessoaa, na aegundo sao os pode-
res publicas que Vegistan daeratam para-a in?H-
tuicao. (Apoiades, aao atatadns).
0 conqiramtaao asante Can, qw aqai tenho
tun ragalaairata4' m* mt, i'ipndMo era 17 de
marcle iaa >W> e w art 112
Ficara mugadas todas as leas arafulamenlos
p Sr. Lopes Machado :V. Eje. responda-me
opportunamente. Repito : ide, senhores, ao hos-
pital dos lazaros, o ao hospicio dos alienados em
Olinda, e ved'qne apar do amor cpm que fin
tratados os inCelizes que alli geraem dorqs tao pro-
fundas...
O Sn. G. Dbummond :Se amor despreso con-
cordo.
0 Sr. Lopes Machado :....Encontrareis as-
e cuidado inexcediveis...
O Sr. Andr Cavalcantb Nao apoiado.
O Sr. Lopes Machado : ...E se entretanto ali
nao ha irmaas de caridade, ninguem l^Ua nesses
estabeleciinentos I (Apoiados, muito bem).
Senhores, qne raiao ha para isso ? -
E' porque na caridade dessas multaras ha mais
alguma qusa do que a simples admtatelo peta
praboa da virtude. ha'o patronato (optiaiot e nao
apamm).
E queris ver como esse patronato se descama?
O Sr. Silva Ramos:Nao poupe coma alguma
ac isto bem claramente.
| O Su. Lopes Machado :Far-Htehei a vastado.
O Sr. Andr Cavalcantb .-Os ontros que ?-
rara floraeadoe para a commissao nao qnizerant ir
tirar a dnvida, e at para mm vergonhosamento.
O Sn. Lipes Machado :V a quem toca.
Sr. presidente, comprometti-mo a provar certas
factos que foram aqu contestados, talvez pela son
gravidade, mas para o provar de um mwk>
eatrottdoso, que nao ficasse duvida no espirito da
casa, nenv no espirito do publico-relativamente aw
tiogabadosoarinbos com qne slo tratados asean li-
Ibas de ura amor criminoso oubiMia, ped em mu
resmerimeato copia de tres aouaeda desperas qua
a-atonta Casa tem tarto de anao passade pan
em asseraWa reanlm t $fl*>*>^w^
ritnento. ._.
Sabis, senhores, o que aa*ba.de suceaiarr^ _
A Santa Casa -atonden *f davta laaatrtWM-



Mi
Diario de Pernambueo Tercji f.eira 25 de Maio de 1869.
T
m
.VJ
3:
=

ao poder legislativo, e negou-lhe as opias
dldas I
Un Sr. Qkputvdo .Negu as copias?..
O Sn. Um Mciiado :E' exacto, e sem dar
satisfaca'.
O Sr. Silva Ramos :*-0onsta essa dclaraclo
oficialmente? -
O SK. Lopes Machado :A assembla pedio as
copias de (pie j tratei, o a Santa Casa resolva
negal-as sem respondr-lho.
Sr. presidente, cu quera mostrar com esses do-
cumento-; o que se praticou o easa dos Expsstos
com Philomena, quo quando mesmo'desolieder
a superiora, ou tivesse; faltado eom o vspeito do-
vido a una irma de 'caridade, tiramlo-lhe por ,
exemplo a touca da caneca, eamo se diz que ella j
o fizera, nao merecii ser e;ui
em-um quartodedespejo, tora do eatahelaetatento.
(Muitos upoiafamas ftitu-iat). < -j
OSr. Andrr CavalcasM :Xaoc dele modo
que se pode discutir, lia falta de liberdade.
O Sn. Lopes Machado :Declaro que nao estou
coacto, que estos discutndo milito livremente.
O Sr. Aor Cavai-cante :E' porque estamos
sendo interrompidos pelas galeras.
--Sn. 4h*bs Machaco : Quem discute sou eu
agora, peco a V. Exc. que nao me interrompa.
OSn. Amaral e Mello :Prosiga, que vai limi-
to liem.
O Sr. Loi-ks Machado :-^Sr. nresideute, se nao
havia rallo para essa pobre, que urna moga,
ser condemnada a recluslo em um quarto separa-
do do cslabcleciniento, muito menos raiSo havia
para ser alimentada por mais de quinze dias a pao
t SttA.
O Sa. Andr Cavalcajtb :Ella diz o con-
trario. ....
O Sr. Lopes Machado : Nao duvido que diga
o contrario, mas a? artas c nao vieram.
O Sn. G. Drummond:Tudo isto um puro in-
vento de quem quer que seja, posso amanear a
V. Exc.
(Ha muitos apartes).
O Sn. Lopes Machado :V. Exc. d-mo licenca ?
Peco-lhe que tome notas do que nao lhe agradar,
responda-me depois ; nao rom gritos que ha-
vemos de esdarewr a discussao.
O Sr. G. Dbummosd :Os gritos partem das ga-
leras que c O Sr. Lotes Machado :Eu quera, Sr. presi-
dente, mostrar com essas contas, cujas copias pe-
d, quanto se consom no hospital Pedro II com
queijos loudrinos e flamengos, com carnes de por-
co e Vinhos, velas de spermacetc e outros objectos
e puro regalo, que nao podem ser destribuidos
eom os pobres enfermos.
Se o que so disse aqu nao era exacto, a San-
la Casa devia ter o maior interesse na exhibilo
das provas qnc se pedir (apelados); mas ella nao
o Tez, recusou-se dal-as, c foroso concluir que
os lacios sao verdadeiros (muitos apoidos).
O Sr G. Drummond :A razio foi outra, a razio
e por causa de certos pontos que foram trawflos
con abandono na Santa Casa, e que talvez V.
Exc. nao apreciasse muito se os visse.
O Sn. Lopes Machado :Srs., o relatorio da
presidencia diz que para pagamento de diversas
despezas do hospital Pedro II, indispemaveis at
o flu do crrante oxercieio, autorsou a despen-
der mais a quantia de 13:000000, alm da verba
de 37:000 jOiM) que votamos o anno passado.
Diz mais o relatorio que a Santa Casamentara a
continuaeao das subvencoes, a extraerlo mensal
5 infallivel das suas loteras, e que o asilo de
mendicidade continu no hospital, no pavfflilo l-
timamente construido.
E porque ? ser porque esta classe de desval i-
dos foi amparada por urna avultada subscripro
publica esforcos da associacilo commercial, que
mereceu por Isso o honroso titulo debeneli-
cente ?
__t poe termo aos soffrlmentos denlgm pobre,
^frepugnante espectculo so representa all
quando o seu eorpo vai deseer unuumnlo
quecido. A mais nsiltuosa profanaoao aos res-
tos inortaes de um christo, tal o objecto dosse
espectculo, applaudido pelos risos e pelos equ-
vocos.
O cadver, conduzido da enfermara para a casa
de deporto, alirada atchao, a ah .formalmente
despido. Sentara ai.dnjjo que |hf cubra a< car*
n.'s. assim enrolado em u:u pedacude panu->, e1
eonduzidb para o eoinhepo publico ( Movvien-
{ ile sensaciQ as galeras. } J
i) Stt. Silva Rumos :L-M feito pelas irmaaS
de caridade ?
o Sr. E. Cobtiniio :A< inaaas^asistom ? A
O Sn. Lh-bsMv huw : Asristamon nao. p*s-
co importa, 4 o*qii'' te jWa'.ij Din.o4esgr.i.;a*a,
que nao se \Me oq.or a totMEP co.
Senhorcs, isso se faz com o homem e com a mu-
lher, com o vemo e com o moco sem QiMvj9|F}
e a idade excitem o pndor dos proanM I
( Grande susurro as galeras.)
O Sn. G. Drummond .Isto inacreditavel.
G Sr. Lopes Machado :E depois... esses an-
drajos, miseravel espolio do que assim separado
do mundo, sao batidos e lavados para serem ven-
didos na Europa I ( signaes de indignarlo.)
Ide ati, e invtosrigai corto, islq se a*.. -
(Depois do pausa.)
0 Sn. Mopss Machado :Ninguem reclama cen-
tra n que disse ? Tenho aqu un documcalo.qna
passo a \r.
O Sn. G. Drommoxd : dealgum Eloy od La-:
dislo 1
O 8r. Lopes Mach.w :Ni.o, senhor,
chefe de pnlicia da provincia. (Muitos e prohi
das apiitaasos wleriasA^tet :
> Ia s9ccao>-S*!rctariKla | olioa dPPern
Anco, a de neiubro *r|B6ii.De coof*rm
i que eoi ittttcio i'e 90 do nuvombra
^ nudo, s, licita o prov,',tor da- aata. Casa djLJi
riconlia,^reconiiR'T, 11 a Viao. que diK|er
votou pa-
ra o asilo, teulia crescido os olhos Santa Casa ?
Como quer que seja, o asilo de mendicidade
nao podia estar comprehendido as fontes de re-
ceita d Santa Casa.
O Sn. Atoes Gama :E" preciso cntao refor-
mar o cornpromisso, que o colloca sob a adminis-
tracao da Santa Casa.
O Sr. Lopes Machado :Mas nao sabe que te-
mos le, que Ihe manda dar casa propria ?
O Sn. G. Dru.vmo.nd :Mas sujeito a Santa
Casa.
O Sr. Lops Machado :O asilo, Sr. presidente,
nao podia ser classillcado as fontes de receita da
Santa Casa.
Com esses meios, accre>centa o relatorio, e com
o recebimento de 120:0005000 que a Sania Casa
promove em juizo contra os herderos do finado
brigadeiro Gaspar de Menezes Vasconcello> de
Drummond, poder ir solvendo os grandes empe-
ubos, que compromettem a existencia d'aquell
estabeiedmento.
Pede inda a Santa Casa : que lhe fagamos
doacao do cemiterio publico, e que lhe conceda-
mos'o privilegio exclusivo da conduelo dos cad-
veres.
Pede mais : que lhe demos autorisacao para
vender os predios arruinados do seu patrimonio,
visto que por falta de meios nao pode concertar
um se quer. Pois bem, quando a Santa Casa tu-
do isso pede em nome e proveito dos pobres, de
sembolca 6.0003000 para comprar metade de um
sobrado velho com o qual faz despezas em con
certos, aluga a outra metade e despende novas
quantias, e tildo isso para alojar dous padres la-
aristas por amor das irmas de caridade !
O Sb. G. Drummond : Autorizada por quem?
O Sn. Lopes Machado :Queris a prova deste
facto ? Aqui a tendes (l):
Em resposta a carta que V. Exc. me dirigi
< em data de 7 do corrente," tenho a dzer-lhe,
que certo ter eu e mnha sobrinha Mara
Bemvinda do Reg Oliveira vendido por 6:000
i a metade do sobrado de um andar, nos Coelhos,
< junto ao hospital Pedro II, onde moram dous
iadre lazaristas; que receb do procurador
as Theodoro Gomos aquella quantia de 6:0003
i em marco do anno passado, e assignei a escrip-
' Inra ; que pela outra metade me paga de alu-
gtiel a Sania Casa, annualuiente 371X992, de
i que passa recibo o meu procurador Joo Fir-
> mino do Revoredo Freir. Pode fazer o uso
i que entender desta resposta etc. Recife, 7 de
i marco de 1869.F. C. Colho da Silva.
O Sr. (i. Drummond :Quer a apprbvacao pre-
sencial deste acto* ?
O Sr. Lopes Machado :Nao, senh r, basta
pie V. Exc. nao conteste o facto, para se flear
sabendo por todo este mando que, quando a San
la Casa aizia nao ter vintem para concertar urna
casa se quer dos pobres, comprava com o dinhei
ro driles a metade de um sobrado c alugava a
outra metade para agazalhr dous lazaristas.
Basta se saiba, que nisto vai menos interesse ao
hospital, que proteccao essa gente. Estou mos-
trando at onde chega o patronato.
O Sr. G. Drummojto :Mas foi approvado e
-anecionado o acto peJo nresidente da provincia
o Sr. barao de Villa Bella.
O Sr. Lopes Machado :A questao nao de
approvacao de dinheiro as mas circunstancias
em que se acha a Santa Casa, orle diz que com-
pra caro porque compraliado.
Um Sr. Dkputado :Oh !
O Sn. Lopes Hachado :Est no relatorio "o
presidente. E, senhores, nessas ms circunstan-
cias nao foi em consciencia um mu desvio que
-e fez do dinheiro do pobre ? Como justificar o
emprego desse dinheiro para trnalo improducti-
vo na sua applicacao ? Nao ficou o hospital, que
o acha quasi em estado de fallencia, muito mais
onerado com essa divida que conlrahio por causa
de dous lazaristas ? Certamente.
E quando se despende tanto dinheiro com
aquellas mulheres, eom o seu jornal, com passa-
gens de ida e volta para Europa...
O Sr. Silva Ramos :Creio que nao.
O Sr. Lopbs Machado : ... quando se despende
com a sua masa, com os seus confessores ; quan-
do se faz por amor deltas applicaedes ruinosas, e
estrannas aos lia d'aquclfa instituico, nao ser
mostrar de modo claro que os hospitaes njfaan
para os infermos, mas que so vo convertendo
em hospicios de irmaas de caridade ? (Muitos ap-
poiadoi.)
O Sn. Silva Ramos : Ten a certeza de
paaaM as passageos ?
n a i^*6* Machado v E*c- a"2 Q* n^
uaa.Sit.vA Hamos :V. Exc. asseverou, e eu
luero lu-mar-me na ua asseverato.
O bB.LoM Machado :Contest-a
n>ente.
O SaJk. Diu.mmo.\d :lile, e tereis o teatomp-
nho c'omKrio do qua est dizendo o nobre depu-
tado.
O Sr. Lopes Machado.... e tereis a prova do que
vos digo. As orphaas ou expostas, que vo cum-
pnr penas no hospital, algumas das quaos lera si-
do toreadas ( farol especie no termo) casar com
serventes, sao as lavadoras desses trapos, qne se
exportam I
O 'jbre depuiado ri-se tapara o Sr. Silva Ra-
mo* Ji Passarei j este ponto.
Os^statufos dessas meninas orphaas ou rc|iu-
diadas pela ingratida) de seus pas estabelecem a
mais esempaiosa vigilancia da parte das diroi-
toras. '
Na mesa, nos estudos, nos exercieios, no dormi-
torio, em toda parte estaro*om eas.
As penas que maudam impor sao as que de-
viam ser : reprehensao particular ou na presenca
das compaaMim, privacode recreiose diinuni-
co de comida.
Nao pensis, porm, que ifso se cumpr-s, e digo
que nao se cumpre por que, no hospital de Pedro
II nao faltain orphaas ou expostas eumpritido pe-
nas que os estatutos nao consignaram ( apoidos),
e onde sofTrem outras, se desobedecen! a superiora
daquelle estabelecmento, que alias nonhuma ju-
risdieco tem sobre ellas.
Feliciana e Joaquina foram castigadas de um mo-
do indigno uaquelle hospital. Sao duas mocas.
Feliciana solTenrlIguinas duzias de paknatoa-
das, quo lhe deu oienfermeiro Hemetero (quaoin-
da l existe ) a mandado da superiora, e Joaquina
foi mettida em nina camisola, amarrada por Joao
Barana, o por elle trancada na asa de deposito
de cadveres, onde estove urna noite e um da.
Os gritos dessa infeliz chegaram aos ouvidos d
polica.
Um Sa. Dkputado : Temosa inquisieao.
O Sr. Lopes Machado :O negocio mais seno
do que peusa talvez o nobre deputado. ( Muitos
apoidos.)
Como dizia, Sr. presidente, os gritos dessa infe-
liz chegaram aos ouvidos da polica, o inspector
Franco all appareceu, e depois muitas pessoas
acompanharam o*ubdeJegado, que era entao o
Dr. Tolentno de Carvalho.
Se estes testcmuhhos sao insuspeitos, e se a pre-
senca da autoridade no lugar de um acontecimen-
to motivada por interesse de certa ordem, um-
pre confessa/ que o que se deu no hospital nao "foi
Ser porque o impusto addicional de 3 % sobre, .smentei ama correceo disciplinar, mas um_atton-
a renda arrecadada, ciue esta assembla
quo se
Iachado :Conteste- opportuna-
Mas, senhoras, qahdo se colloca norte dessas
mulheres os seus rectore espirituais^nVo se
proeede com o entonaos e com as oTohias"
Ouvi urna narraao Od e coniristJora do que
>e pratica com saes mfelizes OsenJermoa ~
aorf om sao enterrado se midade^os 'tor^
que oscapam,, maldw o hoaS m"SK
hwam pites barbaros castigo, me softenj, Vpor
ellos sao arreba""
pela miatria I
Citara algn? factot^iw podem ser verificados
jt 7uem ti ver interesse ; seohores, quando a
lado indigno da pessoa contra quem foi pratica-
do, e do lugar onde se praticou. ( Muitos apoi-
dos. )
Hemeterio e Barana podem dar tambem teste-
munho deste facto, se quzerem ser verdadeiroa.
Voltemos demonslracao das primeiras proposi-
ces, das quacs fui ntorrompido por este inci-
dente.
Os enfermos, que escapan!, anda em convales-
cenca sao aproveilados em servidos muitas vezes
incompativeis com o seu estado. As mulheres
cosem e faztiii labyrintho.e os homem carregam
lenha do porto para a coshiha, e quando nao se
Iuerem prestar a este trabalho, soffrem o castigo
o carro.
Sabis que castigo este ? E' conservar nm
homem, ainda doente, amarrado em um carro ex-
posto ao sol. ( Susurro as galeras.)
O Sr. Silva Ramos :Isto de mais, meu col-
lega, isto intoleravel.
Outro Sr. Drputai'0 :Ninguem acredita.
O Sn. Lopee Machado :E todava esta que e
a verdade I Tenho aqui as provas e vou_ aprc-
senta-las ; nao sao testemunhos vagos, sao dos
proprios individuos que viram ou foram ameaca-
dos com aquello castigo, que estao promptos para
depor em juizo se necessaro for. (l)
a Constando-mequeV. Exc. nece-sita dealgu
< mas provas de factos praticados pelas irmas de
caridade as enfermaras do hospital Pedro II,
por isso faco-lhe a presente para lhe declarar
circunstanciadamente os feitos daquellas mal-
(( vadas com capa de santas, e estarei prompto a
justificar, se preciso for, pois nao tenho medo de
fallar a verdade.
Em dias do mez de fevereiro do anno proxi-
mo passado, tendo eu preciso de me recolher
i aquella casa para me tratar, por me achar doen-
te de rheumatismo, do qual hoje me vejo alei-
< jado, presenciava as judiaras que aquellas mu-
i Hieres faziam, como bem=dar nos doentes. por
o cotovelo do bra^o sobre o estomago do doente
e com doces palavras animadoras iam carre-
gando em cima, e se o doente gritava, arrocha-
vam-lhe o poscoco ; quando os enfermos as en-
comniodavaiu a noite com gritos de dores, fa-
ziam-os calar com tapas.
Em quanto ao tratamento, azein os doentes,
que nao estoem mo estado carregar lenha, e
< quando nao querem se sujeitar a isso, sao met-
tdos no quarto escuro, dizendo que do regula-
ment da casa. Obrigam os doentes a confes-
sar-se de 8 em 8 dias, e quando algum nao quer
< castigado na comida sendo menor a porco,
nao obstante j ser ella to grande que nao sa-
tsfaz a um menino; to ruim que os caldos
vem com peonas de galinha, e a carne com ca-
nhoes, isto quando o doutor manda dar ao doen-
te caldos de galinha. Tambem castigan! os doen-
les que fallam do mo trato, e deixam de car-
< regar lenha, mandando-os por em cima de um
< carro um da inieiro, se nao obedecem sao
t amarrados, e se resisten para nao serem pega-
'< dos pelos empregados sao por ellas esbordoa-
dos. Eu so pude esta&alli 15 dias por me que-
reren ir ao pello, e foi preciso defender-me
com as moletas. Se vai algum prente ou
a amigo, nao deixam visitar, e quando deixam,
nao sao senhores de conversar nada, ainda mes-
< mo de fa milia,por que vem para ao p do doente
urna irmafque para nao se contar nada do
que soffrem.
Em quanto a comida, arroz, piro muito
ralo e de ruim farinha, carne guisada, tudo
em muito puca quantidade ; um pao de iO
rs. ou urna bolacha, agua quenle com o nome
< de eli com poueo assucar e este de torro.
Quando apparece mais alguma fartnra ou me-
i llior comida, j se sabe que o provedor est na
> casa.
Os enfermos sao encommodadoa da o noite
i com rezas as enfermaras, sendo obrigados a
levantar-so "muitas vezes sem poderem, e ellas
dizein que isso bom para mortificar as car-
nes.
Os qne morrem, entretanto, noito, morrem
como um animal no campo, isto , sem urna
vela e mesmo4e da, semsoccorros espriluaes
as vezes, por falta d padre.
o que tenho a dizeW
l esteve.
i Os frades que moram ao p do -hospital, em
, um sobrado, devem ser retirados, pois um nao
< faz boas cousas; pelos fundos do dito sobrado
ha communicaco com o estabetecimento.Po.%-
tiUmie. Jos Alpes de Souza.
O Sr. Silva Ramos :Conheco-o ; eu faUarei
esse respeito.
O Sr. Lopbs Machado :Gomo esta, Sr. presi-
dente, tenho aqui outras declaracoes contestes.
O Sa. Silva Ramos :As asspalurafi ? ,>
O Sr. Lopes Machado :Ladislao Francisoo da
Hora PeixpfcL Luiz Antonio Eloy o Beoevides.
O Sr. AAa!, b Mello ;Depondo eonteates o
juiz forcado a recebar como prova. ..
O Sr. Lopbs Machado :Sr. presidente, o hos-
pital Pedro um pessimo lugar para orphaas
e expostas cumprirem panas ; da promiscuidad
desaan mocas com satadisas o servantes, tem ap~
appello paia quera j
parecido fa'ctos dapKMBiPs. Andi a Barana t ar ram obrigados a eaaar oa oj>has ou expostas,
i vez pela desgrane lando o primeiro nmaoarnaadunda- Dan.
suocede que sa anfeeti
idade
a appfe
are o noi
(Aftoiadi
inian.1,1 a
MariC dos
Mara dos An-
um annos, rosto
' fraccao do art. 81 do cornpromisso. E consur-
tado dito cx-presidente, como 8Y< do dilleio
constante dn copia n. 12, acerca fle;saber-se s
o referido Dr. Sarment estava O hSo sujeito
< ao contrato do que falla a le provincial n. 531
de 9 de junlio de 1862, deu elle \ resposta in-
serta na copia n. 13. O Dr. Jo, da Silva Ra-
mos foi igualmente sem audiencia da junta no-
'*fT**f dfiosptal, S tmsc alinde, por
enana da encion;,dd .\-presii|pnte de :K) de
leMiniire do anuo prximo passaii, prestou ja-
benlo a 31, i: entrn eia exerolcio^o Io de
pro djt.Brenle anno. A junte nada mais
presidencia aobre o'emirato, om
o dada relativamente ao Br. S:u"-
vista
ment.
Ora se
ato sob
enlo a
usas qud n3o ton alcance' inima-
ordem acredite ,los estabcleol-
por toitei oanvMOP ao
-fui daBTBfcia.... O S '.. Su.* IUmcs
i l Sn. MPs Maoiia
a appr JHfsao (U.or,
josTlillia natural de
jos, j fallecida,
2 (dlMtlprctea :.e *Tades,'jacfe c
grande, cabellos pretos c curtos, estatura baixa
e c#po reforcado ; a qual evado-se do collegio
das orphaas no da 23 do dito mez. Dens guar-
de etc.
Mas, senhores, nao foi tmente esta que I**)**?!.) i SnOUn* Machado : Pois V. Exc. nao ad-
dio, outras tem dado igual pas-o... mitte ao menos quo a compra daquelle sobrado
O 8n. 'Soahks Branbao :Al do seip das pro- Velho paral arranjar os dous lazaristas, nao tendo a
piias familias se ov^adeu ; esse facto solado nao Santa Casa: matos para concertar as suas casas da-
prova contra a,nuralidade do ostalietenmento. terioradas, seja facto vejfdadwro ? No concede que
OSn. \jtmn Machado :Chama solado por qu# quando ella diz que lhe falta dinheiro para dispfe'
jo, a SantajCaaa-iwoceden dwsto
maneira, reclamando contra a infraccao do corn-
promisso, e illegalidade do acto do governo, o que
" vo(Ilcaz.
O Sr. G. Drummond : Espere um poueo, e o
nobre deputado ver que 5o puras invencSes to-
dos esses factos que narrou.
----------------_------------------------1----------..--------. -. ,
nao sanecionado acerca de aposentadoras, o ap-
provado.
Approyou-sc em 2a o proiect n. 34 deste anno,
qne manda pertencer ao V distrlcto de paz da Es-
aada o engenho Rainba dos Anjos. perteneente ao
2 da freguezia de Gamelleira,. dispensado o in-
tresticio requerimento do Sr. Pontual.
Entran lo em^Jt o proiect n. 39 deste anno,
que rescinde e cctoato Hat com franoftK3e
Pinlio Hurgas, para factura dos reparos da poa>-
----------
=
21
Marcona Celestina do IStplrko^SaMo, Pernam-
buco, 35 annos, casada, Boa-Vista; febre pur-
pural.
Jos da Costa, Pernambueo, 70 anuos, so'.teiro,
Boa-Vista ; popleiria.
Vcencia, Pernambueo, 6 annos, Boa-Vista; gastro
"artin,Teixem, Pernambueo,
Sal|o Aaftmio ; tubrculo.
I
Ha
lorothi
un,-.
pulmonares
uco, i
a
te de Jaboatao," foi approvado com um additvi'
apresontado pelo Sr. Amynthas, faando sobre o Mariaim,
projecio oaSrs. Morgulho e Gomaltes da Silva. I ano.
Approvdaem l'o de n. 21 d'-ie auno, qoeau- Jio d, .\;nida Alttuqtjerq
torisa o gorarno a mandar eolleccionar e publicar ntpiliueo. IH amus-neleri
as obras liberaras, i b'r. Jos do Ateor Divino -lllns pul un,nares.
Caneca, disjieiiado o.ntentjfcio requerimento Jaaqtuna Pncira 0> Naseinnnto, ftrnaiuburo, 8
o Sr. Gaspf-Drumniund.' -flemcis; S da jfcda; velhice
Entrando em t> n projeeton. 4 deste anno,-qne-*marte IVreira (jorges, Pafabvb, 10 annos, sol-
)S; the-
marees. Per-
-Vista; tuber-
desses brbaro l rattBW,
a* a prostituicJo I
(Grande sussurro as galeras.)
aquello de que tenho prova ? Hade couvir ao
menos que fra niemor nao ter acontecido.
Este facto, senhores, nao salado, outros iguaes
tere succedido por esse mo systema de te por as
orphaas em contacte eom mendigas e serventes
do hospital.
O Sn. Silva Ramos :OJlif. que nao fugioido
hospital.
U Sr. Lopes' Macham :Sei disso; mas dos
inos exeniplnse daqirelte mo contacto que elles
se engendrain.
O Sr. Silva Hamos :~V. Exc. est inventando ;
essa nuuca esteve no hospital. ;
O Sr. Lopks Machado :O que que estou in-
ventando ? como sabe V. Exc, que essa nunca es-
teve no hospital ? Querer com isso dizer que, as
que Mo cuniprem penas no hospital, por taitas
cammellidas no eoliegio, sao menos moralisadas do
que as que vo aili ter por castigo ?
. O Sn. Silva Ramos :Ha l outras, essa nunca
l esteve.
O SasJLopbs Machaco : V. Exc. nao poda ter
registrado essa circumstancia de to poueo monta
para justificar hoje um facto succedido em 1866.
E essas que estao agora no hospital nao provam in-
fraccao dos estatutos Quem sao ellas 1 V. Exc,
pai de familia, e sabe quo nao assim que se edn-
cam meninas.
O Sr. G. Drummond :De que data esse regu-
lamento ?
O Sa. Lopes Machado :Se quer fallar dos esta-
tutos do collegio das orphaas, sao elles de junlio
de 1833. Jfy
Sr. presidente, o nobre.deputado pelo fcreeiro
disiricto lallou em carinho e amor ? Estav,4llu-
dido I
O carinho e o amor sao qualidades impresetodi-
veis dessa sublimada virtude qae nos faz respecta-
dos ueste mundo, e nos reserva no oulro um lu-
gar de recompensa; mas a ausencia dessas qua-
lidades nao somonte um crime contra o homem,
um iusulto Divtndade. E essa caridade, que
por alii anda a abafar eom o arrnido de vozes en-
commendadas as queixas qua se lellnta contra
ella, um verdadelro estellionato em nome da re-
ligio a da humanidade, o que lia de dar com esses
eslaboleementos em medonha bancarrota.
O Sr. G. Drummond :Vozes encoramendadas. ?
O Sr. E. Coutinho :Vozas encoramendadas
ne^te recinto If um insulto gue repillo com toda
dignidade de que sou capaz.
(Trocam-se muitos apajtcs.) ,
OSr. Lopbs MadhadoTuiRisto por amor
das rmaas de caridade ?! Pois digo-lhe que nao
tem o direito de interpretar mmhas palavras pelo
lado olfensivo sua pessoa, desde que accrescen-
tounrsle recinto -, e por sso pco-lhe que se
contenha, e que nao leve por ah o meu pensa-
incnlo.
Sr. presidente, o nobre deputado lallou ainda
em aceto Oassoalho dos esto oeleciraentos sao es-
fregados e lavados pelas orphaas ou pelos ser-
ventes.
O Sn. Silva Ramos :E ptlas irmas A cari-
dade.
O Sn. Lopes Machado :Tambem j as vio ues-
se servico ?
Mas perguotai essas orphaas, se ellas*: lavan
e que lempo levara para mular de roupa 1 Se
sso perguntardes, sabereis que o aceto nao passa
do chao.
Aquellas pobres, meninas ou mocas, lavam-se
urna vez em oto dias, o ento sendo o banho por
autoridade, elle se faz contra todas as reclamacoes,
e d*ahi tem resultado achaques, e doencas que
inutilisam urna existencia inteira. Citar-vos-hei a
orpha Maria Alexandrina de Moura Graca, que
vive nesta cidade quas cega sob a proteccao de
urna rcspeitavel familia.
OSr. E. Comtinho :Foi ere agua fervendoesse
banho ? S assim podia cegar essa moca.
O Sn. Lopes Machado : N> sei, V, Exc. me-
dico, deve julgarmelhor doquj eu. (Risadas.)
Queris mais factos ? Ouvi :
Determinan! os estatutos quo as orphaas sejam
divididas em tres classes. A primeira aprende a
lr c escrever ; a segunda, quo j sabe lr, apren-
de a cozer e a bordar; a terceira, raaloiente, quf
j est prompta de Ludo isto, ncumbe-se de cer-
tos trabalhos-por distribuicao, como : de ter sob
>eus cuidados as mais pequeas. Mas todas ellas
sao obrigadas a estudar msica tarde.
No collegio ha lavadoras e serventes". Pois bem,
essas orphaas sao distrahidas das suas classes
para lavaren roupa, e correrem por tarefas, e
quando as nao acabara sao at eshofeteadas!
O Sb. G. Drummond :Aonde, mea collega ?
O Sn. Lopes Machado :Queris a prova Ide
ao Sr. Joo Francisco de Oliveira, ra Nova, que
me autorisoa a fazer esta dedarabo.
O Sr. Pina : E eu dou o meu testemunho, es-
tava presente.
O Sn. Lopes Machado :Elle retirou suas ir-
mas d'alli por terem sido tratadas daquelle modo
pelas irmas de caridade.
Senhores, determinan! ainda os estatutos qne
haja um capello para dizer ratera nos domiagos e
dias santificados, e que depois da missa explique
os principios de moral evanglica e doutrina
christaa.
Estabelecem mais, que nenh.ima collegial possa
fallar oom pessoa alguma estranha seno aos do-
mingos e dias santos, mas sompre em presenca
da superiora on das mestras.
O Sr. Silva Ramos :O no are doputado acha
isso mo t
O Sn. Lopbs Machado :Por eu achar bom,
que vou mostrar o que se faz de mo.
Essas visitas, porm, s podem ser em horas que
nao interrompara nem os exercieios, uem pertur-
bein o silencio. g
O Sr. padre Jos Raymumlo quem diz mis-
sa aos domingos e dias santos, e explica a doutri-
na. Talvez vos paraca que aquella sacerdote bra-
sileiro seja o capello. Nao assim ; o capello
nm lazansta que vai todas as semanas d'aqui para
(inda cavado ou em um cabriolet, eatra no
quintal e penetra no eoliegio pata, parto de detraz.
Se o Rvd. Jos Raymundo nao o capello, que
motivo o leva aexercer um em prego para o qu)
nao foi nomeado ? Mas se b lazarsia*porque
deixa de cumplir os seus deveres para fazer aqul-
lo que os estatutos prohiben ?
Os estatutos nao permitiera taes franquezas ao
capello.
(Ha um aparte.)'
O Sr. Loras Machado Aquelle estabeleci-
monto por sua natureza, ainda quando isso nao
fosse lio recommendado como se acabou de ver,
nao pode ter abenas as portas de detraz, conven
providenciar. (Apoidos.) Mas se as irmas de ca-
ridade nao podem deixar de ter os seus directo-
ras, a se esaes- directores s dtivem ser lazaristas,
que entrara pelas norias de detraz, facamos eaio
como se fez na Babia : maociemos ambora dwa
gente por amar do crdito das nossas patricias.
(Apoidos no salo, prolongados applausos as gam
lenas.
O Sr. Presidente :Attenco I
O Sr. Lopcs Machado :-^stcu persuadido que
a Santa Casa desooahece estes Tactos...
HmSb. rputado:Nao possivei, a ser exacto
o que diz o nobre deputado, na posevel,
O Sr. Lopbs Machado :Quer me parecer que
a Santa Casa ignora iodos estas escndalos, pois
do contrario ja tenia reclamado contra altes, como
o fez, quando foram comeados illegaimente certos
ompregadM, segando se-v do seguate trexo do
seu relatorio i (i).
! < O Dr. Luciano Xavier de Maraes Sarment
i (ai nomeado para senrir o logar de cirurgiao
< daquelle hospital por portara de ex-presidonte,
Exm. Sr. Silveira de Sauza, ele 93 de junbo de
f 1863, sem audieaoia da BegamU juma a cora in-
zas to urgentes, tioha desembolcado 6.000 com
aposento para dous confessores das irmas de ca-
ridade ti
O Sr. G. Drummond :Por que o presidente da
provincia consenlio nisso? Deve acreditar que a
junta na^laaedan-por-i, toi auiorisada. Como
censura a junta*
O Sr. Lopes Machado :Eu nao censuro a nim
guem, lembro um facl> quo nao pura inveneai,
aao qual a Santa Casa nao estava brigada.
O Sr. G. Drummond : E at presidente estava
quaudo concedeu autorisacaof Qu'Sm a cono
lo o Sr. baro do Villa-Bella.
O Sn. Lopes Machado : Poueo importa isso,
como j disse; a questao nao de autorisaco,
de meios. Se a Santa Casa nao tem dinheiro
para concertar seus predios, como lhe sobra para
comprar sobrado para lazarisia Se essa compra
augmenteva o seu patrimonio, como negar-lhe o
presidente a sua autorisaco ?
O quo se exlranha : nao faltar dinheiro para
aquella compra, e dizer mais tarde o Sr. Baepen-
dy. i sobre requisico da Saqte Casaaojorisei a
junta a despender mais 13:0003000, alm da
verba concedida, para pagamento de diversas
despezas do hospital Pedro II! E' isso que str
extranha, mostrar que tem dinheiro, para certas
cousas, e nao ter para outras. Parece que nao
precisa de subvencao.
Um Sr.^eputado :Ento o nobrj deputado est
em contradiccao, quando sendo raembro da cora-
inisso de orcaraento consignou no projecto uina
subver.co maior do- que que j tintia a Santa
Casa.
O Sr, Lopes Machado :Nao tal contradiccao,
a Santa Casa que afllrma que precisa, e mosira
que nao precisa. Quanto a subvercao consigmada
no proiect do orcamento, entendo que pode ser
reduzida, como entendo que pode ser reduzida a
despeza, com o corpo de polica etc.
Espero pois que o nobre deputado ao. menos
admita, que a Santa Casa, qujpdo diz que nao
tem dinheiro para reparar as casas do seu patri-
monio, compra sobrado para lazaristas.
O Su. G. Drummond :Mas esse dinheiro, para
comprar a casa foi tirado do. patrimonio da Santa
Cisa? Esta a questao.
O Sn. Lopes Machado :Pois donde havia ser ?
Pensa V. Exc. que foi do bolso particular ?
O Sr. G. Drummond :Foi o producto dos bene-
ficios das loteras destinadas para auxiliar a colo-
nisacao polaca, e que o governo Iho raandou dar.
O Sr. Lopes Machado : Se sa'na disso, para
que estava tazando questao da procedencia da-
quelle dinheiro ? Desde que o governo o mandou
dar a Santa Casa, ficou fazendo pirtc do seu pa-
trimonio, era dinheiro dos pobres que nao podia ter
a applicacao que leve, por que da compra da casa
s quem tirou proveito foram os lazaristas, que
llcaram bem accompiodados.
O Sr. G. Drummond :O motivo porque se com-
irou a casa foi outro, nao foi para accommodar
azaristas ; o nobre deputado quem muito de
proposito est insistindo nesta idea.
O Sr. Silva Ramos :O nobre deputado diz isto
para produzir effeito, mais o 1im p:ra qne se com-
ppou essa casa nobre) nao pode merecer cen-
sura.
O Sr. Lopes Machado :Sr. pre.-idente, o com
promisso da Santa Casa recommenda que quando
houver de fazer algum contrato, sejam as palavras
to claras, as condiccSes tao bem estipuladas que
nao possam dar logar a questoes forenses ; dis-
posico salutar que teve por fin acautelar os
meios, que seen de Unitivo as dores da pobreza
desvalida.
A compra, da metade d'esse sobrado exprime
exactamente o contrario do que teve em vista o
comppwmisso, o pomo da discordia que despena
a ambicio dos consenhores. Podc-se dizer que a
lista principiou desde o momento em que foi lavra-
da a eseriptura, e cada urna das partes chamou o
jen sobrado.
A Santa Casa paga aluguel pela outra meiacap,
proprictaria e inquilina ao mesmo tempo ; isto
quer dizer que ou ella hade provocar o pleito em
juizo, ou hade sugeitar-se encargos onerosos, se
quizer ter all os confessores das ir nas de cari-
dade.
Dizci-nos agora, onde est a nobresa do pm
dessa compra desastrada. (Apoiadcs).
O Sr. Silva Ramos :Eu responderei.
O Sn. Lopes Machado :Creio que isto nao tem
resposta.
O Sn. Silva Ramos :Tudo quanto V. Exc. tem
dito acerca desta questlo est re?pondido por" si
mesmo.
O Sr. Lopes Machado : Sr, presidente, alem
deste facto, que nao de pura invencao, os outros
que tenhu referido e provado, e qq sao invetdos, nao sero destruidos. Esperemos
com tudo, pela resposta, e talvez clia traga todos
a desillusol
Anda hontem 1 em um jornal que as recolhi-
das de Iguarass se acham em estado de perfeita
miseria, carregam agoa na cabeca, trabalham.com
esforco superior ao seu sexo, a sua idade e con-
dicca no interesse de se, manterem e conserva-
ran o sea rebRiimento, porque nao vamos em
auxilio daquellas pobres senhoras, que deftnham
de fome e de cansac/i ? Porque nao Ihes havemos
dar oceupaco nesses estabelecimentos, onde po-
dem praticar virtudes, e dons que todos Ihes re-
conheccm ?
O Sr. Amaral r. Mello :Porqn: sao brasile-
ras... *
O Sr. Lopes Machado :Diz bem, porque slo
braslleiras I
O Sr. Andr Cavalcanti :Tambem entre nos
existem muitas irmas de caridade brasileiras.
O Sn. Lopes Machado :Sao estes, Sr. presiden-
te, os factos que prometti trazar ;i consideraro
desta assembla, elles tem importancia reconheci-
da, cumpre que os que nogam, o lacam na discus-
sao de modo completo e satisfatorio, abonando os
seas argumentos com provas em contrario, como
de raim se exigi.
Pens que o projecto se acha justificado, sem
embargo do que dtsse o nosso distincto collega
pelo 3.* distrieto; onanto a mim, nutro a convic-
?o de que cumpri o meu dever, (Apoidos, muito
bem.) Tenfio cdclnido.
O BR. SILVA RAMOS declara qut cede a pala-
vra na presente Oecasiao, visto- que i casa est fa-
tigada, enmpromettendo-se porm a tomar parte
no debate e demonstrar que sao sem fundamento
as aecusacoes feitas pelo nobre-diputado que o
precedeu.
Verillcando-so nao lwver casa, fica a discussao
adiada.
OSr. Presjdbtte designa a ordem do da, e le-
vanta a sessio.
" I
REVISTA DIARIA,
j
ASSEMBLA PRVINCIAL.-Na sassao da hem
tem, aassembla entrando na ordem do dia a con
tmnatao, da * discussao do projecto n. II deste
anno, qe approva o contrato faito com Andr de
Abren Porto para aeollocacao de tritios de forjo
desta cidade a de Olinda, ouvio sobre a materia
os Sr. Awes Gama a Gaspar Drummond, a o
projecto fei approvado, sendo regeita Jos dous au-
ditivos offeraemos palo mesmo Srrs. Ayra Gama,
dispensado a intersticio raquertiaento do Sr.
Amaral.
Approvou em 3 discussao o projetfa O ftdae*
te anno que prohiba nwta. proaioflia a congwga-
co de padres de qwlfMr ordem < strangaira, a
ex finteando eu discuataa o paroeer da eommis-
slo de conerituicao e poderes, sob.*" o projecto
autonsa o governo a mandar construir urna casa
de mercadujia villa do Cabo, forain-lhe oflereri-
einendas pelo Sr. Andr Cavacanti, e
., ec approvado cora as mesmas emendas.
Continuando em 2* discussao o projecto de or-
camento provincial approvou os arts. lie 12 ;
rallando os Srs. Gaspar Drummond e Silva Bran-
dao, sobre o art. 13 que licou addiado por falta de
numero.
A ordem do dia para a sasso de hoje, a con-
tinuacao da anterior e mais a Ia discussao dos
projecto ns. W, i, 4, tttue 34, dos cte ns. 13,
24 o 38, 3\dos de us..5, 12, 27 e 3i todos deste
anno.
DINHEraO.O vapor Ciitzciro do Sut conduzio
de aossa praca :
Para a Parahyba..... 60Q
Para o Ceara..,...... 1:789
Para o Maranbo..... 2C:800
Para o Pi......... 9:400*
CADVER. Np domingo foi tirado do rio
Capbaribe, na Vaiaa, o. cadver de.um homem
prete, de cerca de 5(0 annos do idade, declarando
os peritos ter sido a marte produzida por asphy-
xia por submerso.
. FERIMfiNTOS.N logar Fundan, do termo da
Cimbfss,los Ferreira de tal, espancou e ferio
com tres tacadas, no dia 25 de abril, a Jos de
Deus Leite, pondo-se em seguida em luga.
SARAO DANSANTE.A offlcialdade do 1 ba-
talhSode artjlhariada guarda nacional, quartel-
lado no quarierdo Hospicio, d um sarao dansan-
te na noute de amanhaa.
THEATRO DE SANTA ISABELDepois de di-
versas transferencias, por causa da chuva, subi
domingo scena neste theatro a comedia drama
em mu acto Malhet que pe de e.MuIter que salva,
escripia, pela Exm. Sra. D. Maria Yelluti Rbeiro
de Souza.
Assistndo a sua.represeutiQao, confirmamos o
juiso que formamos ao ouvir a leitura particular,
isto , reconheceraos que ura bello trabalho lit-
terario cojo plano foi tragado com mestriade an-
tecedencia, e posto em pratica com a maior itli-
cidade possivel.
O facto verosmil, e as scenas da to natu-
raes que tornara realidade aos olhos e aos ouvidos
do espectador, aquillo que apenas a nrracao
do pensamento do escrptor.
A execucao corru muilo bem por todos os ar-
tistas, que a porli* se esmerarm em corapene-
trar-se dos papis que representaran.
A auctora foi chamada a' scena e victoriada
Felicitamos Exm. Sra D. Velluti pelo feliz
xito do seu primeiro trabalho litterario.
CHUVAS E ENCHENIES.O lempo tem melho-
rado, e as chvas j vao rareando. As aguas do
Capbaribe e dot mais ros que deram enchente
vo baixando. Tudo annuncia urna volta ao esta-
do normal.
ESTBADA DE FERRO DE S. FRANCISCO.
Ainda honlem nao foi possivel^ funneconar os
trens dessa va de communicaco.
Reparam-s'e os estragos causados pela_ cheia
do Pirapama cora a maior celeridade ; nao obs-
tante, porm, nao poderam elles flear concluidos
hontem.
Alm dos estragos da 9* scelo, nos lugares Ca-
xito e Santo Ignacio, soffreu a va terrea na 4*
scelo alguns damnos nos lugares Bom-Gosto,
Cuvab, Cujambuca, Formgueiro e .\lto.
a villa do Cabo cahiram algumas casinhas
margem do fio. Muitos engenhos tiveram gran-
des prejuzos.
PAO D'ALHO.Dessa localidade nos escrevem
20 do cerrante, dzendo-se-nos quo a cheia alli
poueo malcausou. Chuvia desde o dia 11 bom
chuver.
TRILHOS URBANOS.Acha-se restabeleoido o
trafego em quase toda a linlia d'essa via frrea,
estando reparados provisoriamente os estragos
causado ao seu leito pela cheia do Capbaribe.
ARCADIA PERNAMBUCAN'AHa sesso quin-
t-feira ao meio-dia.
DESABAMENTOHontem, s 7 horas da noite,
desabou urna trave de urna casa do pateo deS.
Jos, conauzrado com a coberta ; felizmente nao
sa lamentou desgrana alguma de vida.
Desabou lamben hontem s 2 horas da ter
do, parte da coberta de um sobradinho no princi-
pio da ra Dreita, oito da igreja do Terco, igual-
mente nao houve desgraca alguma.
GLORIAS DO EXERCITO BRASILEIRO.Che-
garam hontem, para a loja de madama Falque,
ra do Crespo o. 4, alguns exemplares de nm
grande quadro, representando os principacs feitos
do nosso excrcito nos campos do Paraguay. E'
sem duvida um dos melhores trabalhos que tm
sahido das oflicinas da Semana Ilustrada da corte,
quer pela regularidade e natureza dos quadros,
quer pelo apurado cuidado com que foi executado.
Vende-se a 83000 o ejemplar.
PROCLAMAS.Foram lidos na matriz dafregue-
zia do Santo Antonio no dia 16 do corrente mez os
seguintcs proclamas : i .
i.' denunciaco.
Joo Agripino de Figueira, com Ignez Bezerra
Pessoa.
Luz Felippe Cavaloanle de Albuquerque, com
Marcionilla Candida de Albuquerque.
Henrique Joo Dolida Zobonran, com Joanna
Helena Cappenet.
O capillo Jos Francisco Pereira da Silva Jnior,
com Anna Viclorna do Mello.
Bernardo Jos da Costa, cora Joanna Evangelista
Baptista.
Joaqun Jos Feliciano da Silveira, com Idalma
Amelia de Miranda.
Antonio Domingos de Sant'Anna. com Hylana
Maria do Rosario.
2.* denunciac'.
Joo Baptista de Moraes, com Marcelina da Con-
eeicao Muniz.
Joaquim Pereira da Silva Mattos, com Joanna
Catharina de Moura.
Manoel Ferreira Moutinho, cora Antonia Mana
da Coneeicao.
Manoel Ramos da Cuuha, eom Prisca Romana
da Coneeicao Luna Freir.
Joaquim Moreira da Silva, com Isabel Maia de
Mello.
Jaaintho Pereira de Aguiar, com Maria Georgina
Verctlte.
Antonio Gomes de Figueirodo,, com Joaquina
Maria Amgasta.
Jos Pedro de Castro, com Rosa Augusta Guedes
de Oliveira. *
Manoel Ferreira do Espirite-Santo, om Feiis-
aella Maria da Coneeicao.
Joo de Deus Al ves, cora Miioella Maria Correa.
Antonio Maria Pereira do Lago, com Maria da
Piedade dos Santos Alm.
Antonio Botelbo Falco, cora Severina Rosa de
Souza Cavalcante.
Leandro da Coste Miranda Bastos, eom Belarmi-
na Maria da Coneeicao.
Jos Francisco da Gonha, oom Josopba Mara
Ferreira e Silva.
3.' denuncacao.
Andr Avelino Rbeiro Lima, com Emilia taro-
lina de Barros e Silva. j ,
Jos FranefecodePigueirado, com Margan ue
Altemo Cysneiro. "' _'..
Joo Hermino Lina/ oom Francisoa Farreara de-
Barros Campello. ,'
Joaquim Domingues da Coste,.com Anna Ferrei-
ra de Barros CampeJto. :'
Fauslinano Jos Franofee* da Paula, com V cen-
cia Leopoldina Lima.
LOTERAA que se acha a venda a tOt", a
beneficio da matriz da Buiqne que corre no dia 29
do corrente. \
LEU.AOHoje s 4 horas da tarde eflecta'V
rte Plato o leilao da ped. as, madairas e tabeas,
;tos.proprics para aquelles qua oalao ediflcau-
do' casas.
CEMITERIO PURLICO.-Obiwario *>do
cotreato
RManhilte, Pernambueo, mates, Recife: daltrosj
Joanna do Espirito-Santo,. Pernambueo, &0>amos,
solteira, Boa-Vista; pbtoisioapulmonar.
Jos Francitco Cezar. Ptraambatoo; 40 annea; ca-
sado, Boa-Vista; catharro pulmonar.
teiro, Boa-Vista: febre maligna.
' 22 -
Soplua, Pernambueo, 17 anuos, Boa-Vista; tubr-
culos pulmonares. .
Ricardo, frica, 80 annos, Recife; congestlo cere-
bral.
Antonio, Pernambueo, 40 annrs, S. Jos ; inte-
rite.
Manoel Zelirino Goncalves Torres, Pernambueo
32, anuos, solteiro,' Recite.; pneumona chro-
nica.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Comarca dr Ya*a* malo le mfl.
Nao obstapte a^per^uigu ijue a poli-
ca tem Incesanlemertte feto aos crimino-
sos, diswrlores e ladres, ainda lamenta-
mos o rarto de algans cavallos, devidoa
mpunidade que os se^s autores tem encoa-
trado porgarte do Juizo Jardineo, que se
tem constituido seu protector, sem duvida
para bom servir, e satisfazer a seu compa-
dre, e amigo, que representa de chefe da
innocente e honesta seita de s/us morado-
res, os quatro Guengas, os Chicos Bois, os
Pedrosas, os Manos Antonios, os Rober-
tos, os Lies, os Emilianos, os Antonios
Bunis, os Migues, e outros menos cele-
bres.
O commandante superior deste munici-
pio, o Dr. Mo Dias .Coutinho de Araujo
Pereira, um dos chefes da liga, em prin-
cipio do corrente mez venden a tres pes-
soas livres como escravas ao noiso presti-
moso correligionario o capitao Manoel Tho-
maz de Albuquerque Maranhao, e eis o
caso.
O Dr. Joo Dias Coutinho de Araujo Pe-
reira esposou-se com urna senhora maior
de qoarenta annos, com o proposito firme
de (fissipar a sua fortuna, que nao era pe-
quena, oque de factolevou aeffeilo, e quan-
do tratara de ultimar o restante que era o
casco do engeriho Canavieira e poucos es-
cravos par meio de dividas fantsticas, se-
gundo dizem, a Exma. Sra. do Dr. Couti-
nho, tendo criado em seus bracos com todo
o esmero, visto nao ter filhos d'este ultimo
matrimonio, a fres crias de suas escravas,
com o fim de liberta-las para o futuro,
tanto mais que as soas paternidades eram
attribuidas a seus prenles muito prximos,
libertou as logo em fins do anno prximo
passado, para que nao fossem penhoradas,
como fra oengenho para pagamento de
dividas contrahidas ad-rem, permiltindo-
Ihes que em vista de se acharem livres
seguirem para onde Ihes aprouvesse.
Dr. Coutinho fez todas as diligencias para
as aprehender, e como o nao podesse
conseguir, e sendo sabedor como desup-
por ; que ellas se adiavara livres, tratou de
Iludir ao capitao Manoel Thomaz de Albu-
querque Maranhao para que este lhe com-
prasse tres escravos pardos e mocos, pela
quantia de 2:5006000, nao obstante nao
estarem em sua casa, estavam todava era
lugar certo, e de fcil acqusifo, o que
acredi.ando o capitao Manoel Thomaz lhe
comprou os tres intitulados captivos pela
referida quantia, que entregou metade em
dinheiro o metade em urna letra, que Cou-
tinho desconlou ou rebateu logo para maior
seguranca, e quando tralou de os adquirir,
veio ao conhecimento que os comprados
cram livres, e nao escravos como dolosa-
mente lhe havia asseverado Dr. Coutinho,
vista do que o Exm. Sr. vice-presidente da
provincia decida se um tal crimiuoso pode
exercer autoridade superior n'esta comarca,
quando devia estar recolhido a alguma das
nossas fortalezas espiando este e outros
criraes de que e de publico aecusado.
A excepco de alguns ligueiros todos os
mais habitantes da comarca, inclusivel per-
tencentes ao par ido liberal se acham sa-
tisfeitos com a maneira porque a poltica
conservadora tem dirijido os negocios d'a-
qui, ainda mais fazendo a com para cao do
estado de hoje, com o de 16 de junlto do
anno prximo passado para tras, quando
tudo era tropelas, prisoes, espaflcamentoa
e mortes.
At outra vez.
. O Cabor da Serra.
ftiiesto ArataaglI.
Nao serlo as injurias e calumnias que a mos
cheias atirou sobre meu pae o coronel Gaspar Ca-
valcante a toda a minha familia, o autor do um
immando commiraicado inserttBo Liberal do 19
do crrante mex, qne darlo ao Sr. Jlo de S di-
reito, que elle nao tem, sobre o engenho Ara-
tangil.
Trata-se de executar um accordio que pnssou
em julgado, mandando que aquelle Sr. faga em
maio deste anno entrega do engenho a meu pac.
Mas, como desagradavel e causa d entregar
aquillo de que, por tanto tempo e sem ne-ihua-
incommodo, tem dado tantos lucros, tantos vanta-
gens sem o simples oans-e alguma renda seqner,
expliea-sebea a vozeria, e os ladridos dos fabu-
listas. .....
E' insto que o Sr. Joao de ni lenha saudades das
safras de cinco mil pies de assucar, assim como
juslificavel a repugnancia que ern em ver sahir
das; aperladas raaos e engenho de quo se apossou
por um declararam, "e q pelo preco porque o possuia,
e pelo quT Iha dava em avultados rendimentos,
j se tmh* acosiomado a considerar como cousa
sua, apezarda consciencia do contrario.
Realmente nao ha nada majs natural que o pe-
zar de deixar de destructor gratuita e impune-
mente*) qne^ alheio I I
E s por Isso que o Sr. Joao de S que nao
tem mais recursos lgaos contra a aecordao quo
o condemnou, procura mpedir-lhe a ecuclo o
negar a posse a qnem de direito a tem.
Tudo isto jnnto a aquelle haltito de oavir-se da
hyperbole (figura de rethuric'a quem tem amor
quem fOr Sa e Alhnquerqne), a causa das ca-
lumniosas mentiras a que os malsins se tem en-
carregado de dar curso forcado
Qoe nos chamem natiha de ees damnadof,
reos de todos a crimes, vndalos, assassmos, por-
que tratainos de- (aier effectiw um direito qae
os tribunaes reconheceram ; enda qual d c que
ten,nia'MMh-a; o conlftrfo que exeeileria
teda a eipectativa I 11
Manes^e Garca, morto ha Aratangyl, ponco 'antes de ir ao Rio de Janeir. un
filho r Sr. lao de S, que, xera, comeoni a
v almas de nutro mundo, e asonhar com dc-
funtos,manes da ontn moras no tempo em que
no Pao Secco se pedia, acebertado de capole e
maaanra, a-boba au a-vida descradoso viandan-
te, cujo singue derpm*M**m*d* boje ct*ma vm-
mca.mtti o diae se testes sacndado jwlos
StaskaiMiM-tUai tooiliados Uehdas t
B, aobre tedas o hospanhol tiarci, ' da
certo proprietario que tem horror as contas n aoa
1
1



4 h
J\

m


1,
Diario ,de Pernambi.co Terqa fera 25 de Maio tic 1869.
i
pagamentos, mesmo do que compra para alunen-
lacea de im femi*) (isi'ne) que, d>poM nutra de ccate, morreu ue um itorio.
Garca, cujieviadigilados nssaeeln| rturab>l
vidos (jo jun Hnjiic;> (. Mnfloligs jf rX.
rv i* ra nbl^- '^ n"
vjKtemuacao) flejieja. pujo real assassino n
passia impine como ousa erguer entre noB^T
eolio altivo, stentar a cynica e repeliente rata-
dura, revestilo de mando; le oarfo na rtarda
Fachinal... .| para nos servimos das expressoes
o alludido mmumcado do Liberal n 67. .
Chameiu-nBs ladroes----- mas nao foiioi dF
quem so apofcrou Ua escrava de Dionisio Gomes,
pobre desvalido o respectivo preco, apezardc Ih'a
omarem por compit, nao se Ihe dando titulo
M^folgri'nosf o engao qac Miguel Alvesfi-
gu*r4ia^eefl \mm ti'mpay.jrolifcin proleu-
cao da polica dous escravos acontados na senzala,
(jue se tinha constituido valliacouto de esciavos
alheios___ ,
8 litas (Tila ; B. J. i o Passos.
* rtrrefra TlwSan-
TB133
1 aita tnicas
Neni fouio ns rjiie demos e|n yolta,
a (.'ii-iIIaq itAtnilac (Ki cirnAiitn'i rrn
troca
nrrcio-
Klilll [l'lUt/0 liU.' 'lili-' Ul de cavallos, patentes de sargento'Ta guar
nal.
Ntmem nossos ougBhos ti vemos encurrala-
d remitas, deteriores c designados para a
guerra do sul, alm de pessoas recrutaven para
frabalharem egraca, a troco de protercu e.ga-
rantia da polica.
Fallera nagenipnpnda (fado que dcsvrtnam
evnicamenleV mas letnbre-so da ila^iaiL, Jacja
rcente, hediondo, atsussinit hoitrvrl cuffi qnefl
deu cabo da Vida de um credor fraco e sem pro-
teceo contra um devedor poderoso e rio*
Esbravejem, zurreni, ladren... com
se erearamuindireiioipialquer sobre o engenbo
Aratangyl. em conseguirao rom as mentiras do
eostume(vieie hereditario; embar a opiniao pu-
blica.
Mintam ao publico, dando ao julgado da rela-
cao um sentida que elle nao tan, una interpreta-
cao de algibeira ; com i>so nada lucrarn.
Oengenho alheio injustamente possuido por lo
anuos ha de vir para o poder de seu legtimo pro-
prbtario : lenham disso a certexa.
Ah estro os trbunaes.
Os pernHongox sern coufnndidos.
Recite 24 de maio de 1869.
Jos CuvalcaHte d''Albwiuerqtu Uchva.
su m> 70 ditos dito; itelix P. da Silva.
COMMERCiO.
PKAQA DO RECIFE 24 DE MAIO.
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Assucar da Paraliyba 34100 por arroba posto a
bordo.
Algodao de Pernambuco sem inspeccao 16500
por arroba (sabbadn;.
Algodao de Macei 1* sor'e 184000 pir arropa
posto a bordo, frote de i/i d. e 5i 0/0
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 3/i d. por
uooo.
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Se ve i
Secretario.
Banco Man, & G.
Rnn do Commerclo n. 34.
Desconta letras commereiaes a laxa convencio-
nal.
CASADCMBIO
Teodoro Simn & 0.
Comprara e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
sbjjoi de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da trra e ontros ttu-
los commereiaes.
Encarregam-se por eonla allieia das mes-
mas transaccQes, da cobranza de letras da
trra e de outros ttulos commereiaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo flxo.
Largo do Corpo, Santo n. 21.
ENGLISH BANK .
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da pra?a taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Petoarinho n. 7
a Cor,
gas: a
74 ditas vinlio;
[rotos.
. 85 ba/rris drio; a Cunha .irmaos.
4 ditos dito; a I. J.' da Qosla Maia. I
L j dttp dito, 1 caixa carn| "de porco, i
:m refroz, l ditaferragen^a Monteirp cV
irm|a
7 ditas ditas; a Ferreira Guimar5es A
A dite miirrteas/a M..diMi. ,
T ditas ditas ; a HLWffleTxFa Tnnsoca.
% ditas papolu : a Wogt^eira Medeiros.
I dita obras de pafhta ; a Andradc &
ftego.. t htj
1 dita ditas de dirs; o Dr. Claudino
de AruJclG.
i dita impres.sos : a Josfiferreira.
1 ita, ferragens;*a J. C. jla Silva Pinto.
i dita Hitas; a J. A. do* Santos An-
dr.Tde.
"v i dte ctrne de pftf, % barris vinlio ;
r3. DVdt^ilva ISitimifes. v
G ditas-dito^ aJ_J. Castro de Mouia.
Porto 36 dias,. brif ue porto jnei Triumpk, d
2110 tonelada HfJPf1 Francisco Jnior.
equipagem 13, er*a vrarQ outros gneros; a
... -II das, i^t. l>. de
ladas, captto Miguel ferreira, -equipa-
gem 10, carga lailjft de fumo : frallliar & Ol-
Teirii
Navios sahidot namtnto-tii.
Portos do Norte Vapor brasloiro Cruzeiro do
Su, commandaote Joaqun de Paula G. Alcofo-
radoi carga Vario* gneros.
Rio da PrataSumaca haspanhtla Prootpta, capi-
to Romao Rodrigae, earga assucar e agur-
dente.
Navios entrados no da 24. ,
Mundah16 bofas,! xtpar brasileiro Cururipe,
de 222 oneladas, comniaidante Penna, equipa-
gem 13, em lastro; a companhia Pernambu-
cana. '
Me Orande do Sol 38 dias, patacho brasileiro
Principe, de 216 toneladas, canap Roberto
Pinto de Magalhaos, equipagem 9, carga 13,600
arrobas de carne ; a Antonio L. de O. Azevcdo
&C.
Navio saludo no mesmo dia.
Rio Grande do Sul Brigue brasileiro (Mio, ca-
pitao Joaquim dos Santos Soma, carga assucer
e agurdente.
S'o lia Vi
ultima
pracftr
di tpbtii' de ri'ii
al;i-
e MS,
ECITAES.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia ) a 22. .
dem do dia 2i......
537:2il818
24:145492.'!
581:3874771
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas
dem dem cum gneros
Volumes sabidos com fazendas
dem dem com gneros
213
368
------581
149
370
------319
Des.carregam hoje 25 de maio
Vapor inglez=SaJa5/=raercadorias.
Barca ipuleza Seraplunumercadorias.
Sumaca hespanliola=Por'o//aidem.
Escuna hespanholaRosita^tideia.
Escuna hespanholaAnnituidcui.
Bngae portiiguezfiiiipAo=varios ge^efos.
Lugar dinamarquz.i'6ra=mercadorias.
imporlacSo
Brigue pottguez triiimpho, vindo do
Porto, consignado a Thomaz de A. Fonse-
'ca & C. mahifeston : -
1 caixa 'carne de porco; a A. de Azeve-
1 dita dita; a J. J. de Azevedo.
1 dita dita : a F. C. Brand5o.
i dita dita; aBernardtno Costa Campos.
1 dita-dita; a M- de Azevedo Andrade.
1 dita dita; a J. P. Arantes.
1 dita dJU; a ditas peixe; a Jos L. Goncalves Fer-
reira.
33 ditas pomada ; a Marques, Barros
C.
5 ditos dito; a A. Goncalves de Barros.
50 ditos e lii '/* pipa*dito; a J. Evan-
gelista de Sa\
"4 pipa dito ; a A. J. Fragozo.
2 barris dito; a Jf. Soares Pinhein.
- i dito dito ; a A.*M. da Silva Camjpos.
2 ditos peixe ;a i- F. da Si|^a Azevedo.
G t/lurhes mVeis, 1JJ7 cadeiras; a Ro-
cha Lima A Guimara'cs.
i lata carne de porco; a Manoel J. de
Oliveira Campos.
i dita dita ; a J. M. de Oliveira e Souza.
M ditas ferrageas epentes ; a Thomaz
Fernandes da Cunta.
4 ditas pantos, liabas e retroz; a D. F.
Bastos.
100 ditas viulio, 3 dilas doce, 1 dita es-
covas ; a David Ferreira Bailar.
200 ditas e 20 pipas vinho, 200 cnde-
les chumbo; a TassolrmSo.
33 barris .140 ciixas vinho, 1 dita ima-
gens; a Manoel Alves Ferreira A C.
20 ditas pomada, 98 ditas vinho, 2 pe-
Cas de corda, 6 barris pregos ; a J. J.
Goncalves Beltro.
8 ditas e 1 caixa carne de porco, 3 di-
tas palituts; a Marroel Duarte Rodrigues.
48 volumes ferragens: a Azevedo & Ir-
mo. ^
20 cadeiras e \ soph, 10 caix's louca,
1 dita palitos; a Paulo Jos Gomes.
2 dita.', ferragens e escovas ; a Silva &
Alves.
8 ditas ferragens, lintia e escovas, 12
barris e 2 meias pipas vinho; Vianna A
Gumar3es.
i fardo capachos; Jos A. Guima-
raes.
2 barris carne de Dorco Jos Lopes
da Silva.
. i caixa dita; J. J. da Siva Jnior.
6 ditas dita, 1 barril vinho ; Ofiveira
Filhos A C.
10 ditas pregos, 9 fardoi capachos, 7
caixas ferragens ecordas ; J. J. de Lima
B ai rao.
29 ditas pomada e ferragens, 220 ditas
e 08 barris vinho;- Mendes A Coelho.
31 ditos e 5 caixas carne de porco, 50
ditas pomada ; a F. Gaedes de Araujo.
14 ditas dita, ferragens e hnhas, 2 far
dos capachos, 18 pedras ; Prente Vi^
auna A C.
1 fardo capacho, 2 caixas linha; J. de
A. Maia e Silva, *
3 (litas linhas, 7 barricas ferragens 34
ttarris pregos; a ordem.
3 ditos azeite-doce. 12 ditos vinho, 2 di-
.os e 0 caixas carne de porco, 14 ditas ar-
chotes, 2 ditas imagens, t fardos obrps do
vime. 2 ditos vassouras, 1 dito capachos,
"U ai'core tas azeitouas, 14 canas tras alhos ;
Seixas A Borges.
14 pecas de cabo de linho, 200 cunhe-
tes chumbo, 5 fardos lona, 1 barril vinho,
13 ditos l'eijao. 24 ditos pregos, 492 caixas
vidros para vidraca : Thomaz de Aquino
Fonseca A C.
10fardos capachos: Julio Soares de
Azevedo.
UEGEBEDOflIA DE RENDAS INTERNAS GE^
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 22. 34:371*303
dem do da 24...... 2:233*837
36:003*142
CONSULADO) PROVINCIAL
Rendimento do dial a 22. .. 39:978*980
Uem do dia 24.
3:347*9i
63:526*904
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 23.
Rio Grande do Sul 28 dias, patacRc- brasileiro
Adelina, de 201 toneladas, capit Francisco Al-
ves Pefeira. equipagem 10, carga 9*39 arrobas
-4n carn; a Maia & Espirito Santo.
Rio Grande doSu|35 das, patacho brasileiro
Tup,Ae 1S& toneladas, capitao Loarenqo Justi-
niano de Sbza Lobo, equipagem. U^carga 9020
arrobas de carne; a Amorim IrmaW & c.
Uto Grande do Sul29 dias, bngue hollandez Wil-
len non dfin Bey,, do 277 toneladas, capitao R. H.
Lutje, equipagem 8. carga 13,597 arrobas de
carne ; a Balthar 4 Oliveira.
Terra Nov*J9 dias, patacho ioglez Ospray de
244 toneladas, capitao Taylor, equipaeera 9,
carga 2250 barricas com bacal ho e 1000 ditas
com t*rinha de trigo: a Tasso Irmaos.
0 Dr. Mhoel Jos da Silva Neiva, juiz de
direito da segunda vara criminal e subs-
tituto da do especial do commercio em
exercici, tiesta cidade do Reeife de Per-
nambuco por S. M. I. e constitucional o
Sr. D. Pedro II a quem Deus guarde.
Paco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tivenitn, que no dia
7 de jnnho do correnteanno se ha de arre-
matar por vendf quem mais der em pra-
ca publica destejuizo depois da respectiva
audiencia o seguinte:
20 barricas com farinha de trigo de pri-
meira qualidade 3i)jjl cada barrica, sendo
a importancia total de todas de 600;$. As
quaes foram penhoridas por execufo de
Antonio Joaquim Salgado contra Luiz Fon-
seca de Macedo. E nao havendo lancador
que cubra o prega da avaliaco a arrema-
tado ser feila [>elo preco da ^adjudicage
na forma da lei.
E para que chegne ao coihecimento de
lodos mandei passar o presente que ser
publicado pela imprensa e affixado no lugar
do costume.
Reeife, 14 de maio del8C9. Eu Lan-
delino Heliodoro da Cunha escrevente ju-
ramentado o escrevi. Eu Manoel Maria
Rodrigues do Nasciraento escrivo o sub-
escrwi.
Manoel Jos da JSika Nrivas.
DECLARACOES.
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz puhlico que neste corrente mez
a no de maio prximo futuro, visto estarem con-
cluidos os lancamentos, e que es devedores do
imposto pessoal, relativo ao exerefeio corrente de
1868 a 1839, residentes as freguezias do Reeife,
Santo Antonio, Afogados, Poco da Panella, Varsea,
S. Lourenco da Matta, S. Amaro de Jaboato, e
Muribeca, "tem de paga-lo, livre c'a multa de 6 0/0
e com ella depo's do referido prazo.
Recebedoria de Pernambuco 3 de Abril de 1839.
Man5el Qaineiro de Souza Lacerda.
De ordem do llm. Sr. conselheiro, iuspector
da thesouraria de razenda desta provincia se de-
clara para conhecmento de quem interessar, que
o praso para a substituirlo das notas de 10*000
da (piarla e 34000 da sexta estampas linda-se no
ultimo de junho prox'Hrfo'vindoMro-, comecando do
1 de julho seguint em diento. deseanto de dez
por cento para as referidas notas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 19 de maio de 1869.
O ofiml-niaor,. ,
Manoel Mmede da Silva Costa.
A alfandega desta cidade precisa comprar
para o seu expediente os seguintes objectos :
1 batanea decimal cujo mximo peso seja de
1,300 kilogr,
16 peses de 30 kilogr. cada um. ,
9 ditos de 13
9 ditos de 10 > > >
9 ditos de 3
9 ditos de 2
9 ditos de 1
9 ditos de 0,5 kilogr. ou 300 grammas cada um.
9 ditos de &0 granulas eada-aik. illio
9 ditos de. 100: .,.- ,, -t w

No dia 2.3 do
inm. Sr. Dr. juiz df irphtfo/W
Piwr n
e ra dos Guararapes . 63.
DO
liEIERIU
,6 caTia desfc co,mpat)hia coiniaeniladr
Thomaz d.-Aquino Educera, art.a-s nuthn-
risado a pagar no seu escriBloriu ra do
Vicario n. I!), das 10hora? as 1 da tarde,
o 42. dividendo desta companhia^w pro-
porcao de 35000 por cada aecaa.
. Escriptorio da companhia 21 de mato
delSGU. i
O secretario
Dr. Prxedes Gomes de SoUza Pitanga.
lauta Casa da .Misericordia do
He. fe.
A Illma. junta adminititrativa da Sanli Casa da
Misericordia do Reeife man la fazer publico quena
^ala de suas sesses, no dia 28 di? maio, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
Muoiii mais vantagens otTerecer, peto empo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CARDADE.
Ra J)ircita.
Sobrado de dou< andares n. 8. ,
Una do Padre Vloriano.'
Casa terrea n. 47......
dem ideni n. 7. .' .
dem n. 47. o......
Travesa de S. Jos.
Casa terrean. 5......
dem dem........ 139*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30...... 177*000
dem idem n. 34....... 168*000
Idam dem n. 36....... 178*000
Ra de Horras,
Primeiro andar e sotao do sobrade
n. 41.........
Ra de Santa Thereza.
Casa terrea n. 3. .....
R:ia larga do Rosario.
Tercciro andar do lirado n. 26 .
Tercero dito do sobrado n. 2 4 .
. Ra do Cahboocp.
Casa terrea n. 18 . . ". .
dem n. 20 4. .
Ra dafiadeia.
Sobrado de u.:n andar n. 23 6Si000
Ra da Moeda.
Sobrado de um andar n."4t 300^000
Primeiro ambir do sobrado n. 37. 7M0ih>
Segundo andar dito. '.-.... 963000
Areal do Forte.
Casa terrea n. 1. ...... 100*000
PATRIMONIO DOS ORPH.iOS.
Fraca de Pedro II.
Segundo andar do sobrado n. 33. 501*000
Madre de Dos.
Sobradoile nm andar n. 9. 360*000
Casa terrea n. 22. '. 1:000*000
Sanie Callado, Damas da Carnauba, Dominga
Texefra Bast?; Francisco Antonio dr Abreu Pe-
\t'a"A>MWMt /Wuato Pacheco. Francisco Fer-
a |h'f os al.i- wira BoUf, A-^dlidtflsnacii) Piulo, teuente-co-
, ninifVrfcfcsi-wids-PeWira t^ivalcanti, H De La
Grange, Ismael Cesar Duarte Ribeiro, Dr. juiz mu-
nicipal da 1J vara, Or.juiz' de orphaos, Dr. Joa-
rpilm Jos*ie Camp? avairanti M. Albuqnerque,
J>r. ii*i)iiBi Pires Carnfiro Montelro, padre Joao
Ilaptista Son-s (B.aTeilbs), Joj) Facnndo de Cin-
tro Meitezes, (So Prajin*o Itorges F-rrein, Jos
da SI vi K\o SoWinlw C. IV Jns.- Amvs do
NasBJ[nienlo, Jo.- Guiralvcs de Moraes Jnior,
.Vlaanlio-Sjites Liu 3,,.Marcos Francisco de Pau-
la Res Narciso Francisco Vidal, Dr. Sebastian
PMOrdo KegJ, Tib:irtmo 1J. Noguoira..
V A(fcmWrn^ao do eorreio de Pernambuco 24 de
m ito de 1869.
I:0:i7000
170^000
176*000
170400U
1723000
3003000
171IW0
24 UOOO
24IJMKK)
3005000
242*000
dem idem n. 20:
dem idetn n. 14. ...
dem idem 3.8 .. 0
Becco das &>ias:
Sobrado de dous andares n. 10..
Ra da Mocda.
Casa terrea n. 21......
dem a. 47 # .
dem a. 49........
Ttua do Amorim.
Casa terrea n. 36......
dem n. 34.....,. .
dem n. 52.......
dem n. 47.......
Idem n. 43 ... .
dem idem n. 43......
dem idem n. 24 .
Azeite de Beixe.
Casa terrea n. 33 '.-
Vigario. -lA
Loja da casa n. 25..... 303fl00
Kwantameiito.
Casa terrean. H*x, .^. 93M000
Ra da Cruz.
Casa terrea n. 29....... 802^000
dem n. 12. ......... 3601000
Ru do'Pilar.
Casa terrea^. 10 5................ 146*000
dem dem n. 102.................. 302000
Mein iaem n. 101 ................. 21
dem n. 89......' ................ 24'
dem u. 2......................... 7000
dem n. 110............ ........ 203*000
Idam n. 106....................... 202*000
WtjOOO
603.5000
386^000
:!80j000
353O00
2325000
422-5000
422*000
43:1-3000
463 000
442OOO
4724000
84*000
570OO


9 ditos de 50
9 ditos de 20
9 ditos de 10
1 medida de litro.
1 dita de meo dito.
1 dir de decilitro.
1 dita de centilitro.
Quem quizer fornecer taes objectos compareca
com suas propostas em caita fechada al o dia 31
do corrente.
Alfandega de Pernambuco 15 de maio de 1869
AsaignadoO inspector 'interlrj,.# .
L. de C P. de Aftdrade.
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0. conselho de compras do arsenal de guerra
Bfecisa comprar o segninte : ^k-.
*46 pares de botins. '*' X- IttlVafiS.
1 camisa de meia.
58 lencos.
38 pares de luvas.
38 liares de rueiw. ,,
14z varas de algOdozinho.
5 dozias de taboas de pnho de 3|4 de grossura.
5 fexes fle arcos de ferio del pollegada.
5 ditos dito dito 1 i|2 dita.
6 pistolas de espoleta.
1 tesura'para tarar cavallos.
1 ceringa de metal.'
A* pessoas quaquizerem vendr ditos artigos,
auresltein suas DroposUs com as competentes
anmstras, na sala do conselho, as 11 horas do dia
25 do Corrente. .
Sala- do conselho de compra: do arsenal de
guerra de Pernambaeo 15 do meo de 1869.
fos da Silva Guimaraes,
Presidente interino.*
Jos Baptista de Castro Silva,
Screetario.
1) mil
Qndministrador.
inos "is Ps'sos Miru
Miranda.
No dia 31 do coneBte, depois de linda a au-
diencia do Illm. Kr. juiz de paz do segundo ds-
irifto da freguezia da Boa-vista, serao arremata-
dos varios movis peuhorados Maria Francisca
da Luz, por execucao de Manoel Domingos Ja-
nuario. ________
orreio geral.
Relacao das carias registradas vindas do sul pelo
vapor nacional, para os senhores abaxo dteb-
rados :
Arthur de Carvalho Moraes, Alvaro l'clioa V.
Brasil. Albino, Amorim &. C, Dr. Adolpho Lame-
nlia l.ins, Agostinho Jos da Cota. Augusto Muniz
Machado, Antonio Jos" Maia, Dr. Corneho Ferreira
Franca Jnior, Carlos Jos Augusto de Oliveira.to-
nente" Emiliano Ernesto de Mello Tambonm (2),
Justiniano Pereira de Alhuquerque, Galdino Fer-
reira da Silva, Giiilherme de Souza Campos, Inno-
cencio Smoltz, Joaquim Moreira Pinlo, Joao uteri-
no de Aguilar 4 C, Jos Antonio Pires, Jos Car-
los Marenk Pires Machado, Jos Francisco Biten-
court, Jos Moreira da Silva, Jos da Silva I-oyo,
F. C, Maturino Barroso de Mello, Man 4 C,
Miguel joaquim Ribeiro Carvalho, Manoel Ferreira
Lima. Manoel Maria Rodrigues do Nascim-nto, Ma-
noel Rodrigues Cardoso. Dr. Pedro da Matta Alhu-
querque, Dr. Prxedes G. de Souza Pitanga (i).
Administracju do correio de Pernambuco, 2i de
maio de 1869.
. O administrador,
* Domhi'jos.dos Passos Miranda
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA '
DR
4|uarta-fcira 2 de malo.
Prmeira representacao do dram original bra-
sileiro escripto pelo mudo distincto dramaturgo
nacional o Sr. Dr. Joo Franklin da' S. Tavora,
dividido em 7 actos e 3 partes, intitulado
a
dem n. 104 ...................... 181*000 'atni.
1* parteA lagrima da deshonra.
2' dita A lagrimado desengao.
3" dita A lagrima da redempeao.
PERSONAGRNS. SKNHORS.
CoQttnho........i- Augusto.
Lcii.........Eduardo.
Ariliur........P. da Costa.
Fonseca........Brochado.
Barao de Sant'Anna. C. Rocha.
Barao de Serinhaem. Thomaz
Conselheiro.......Jos Victorino.
Azevedo........Jordani.
Tavaro?........Martinho.
Io actor........Sanra Rosa.
2|actor........Guimaraes.
3' actor........Lessa.
Criado......: Gufraaraes.
Adelaide, filha de Fonseca. D. Julia.
Olvmpia, lillia da barao de Se-
rinhaem.......D. Carolina.
Virginia, filha do conselheiro. Q. Apolonia.
Carcelina, viuva pobre. D. Francisca.
Georgina, actriz hespanhola D. Clelia.
Actores, convidados, soldados, homens do povo
e criados.
A accao da aetualidade e passa-seno Rio de
Janeiro.
BGBNAWO.
O scenario do 2o acto representa um jardim ao
luar c interamente novo, bem como o scenario do
4o acto representando um jardinr a D. e o inte-
rior de urna Casa a E. Ambos os scenarios sao
devidos ao hbil pincel do scenographo Chape-
Idem n. 98........................ 203*000
dem n. 96........................ 202*000
dem u. eOO.. .. 7. ., ,. .. ,.......,. .. 201*000
Sitio n. 5 no Forno da Qal..%. . .. .. 130*0O*
Os pretendentes devao ajiresentar no acto da
rrematacao as suas. Bancas, oYl comparecerera
acompanliados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
eife, 20 de "maio de 1869. *
O escrivo,
_______________ P<\lio Rodritjue? de Souza,
FiscalisaQo da Ijragtiezra de maio de 1869.
Por esta fiscalisacao se faz publico a quem in-
ieressar,H|ue se acha depositado um boi manso,
apprehenaido no sitio do mnjor Marcelino Jos
Lopes : quem se julgar com direito ao mesmo,
compareca^que satisfazendo o disposto no artigo
16 do titulo 9 das posturas municipaes de 30 de
junho de 1849, Ihe ser entregue.
Jronymo ios Ferreira.
Conselho de compras
O Illm. Sr. presidente mauda fazer publico, ()ue
acha-se transferida para 26 do corrente mez a
compra que honteut o conseibo pronovia, e nao
leve lugar, de diversos objectos do material (la
armada.
Sala tlag ssww <* enmellio de compras
navaes 2 d rtaio ue f8T39.
O secretario,
Alexandre fodftgtm dos An/dW.
GORREIO GERAL
Solacio das cartas regislrmias vmd is do norte
pelo vapor costeiro Ipojuca, e das existentes na
admmisjracao do correio desta cidade, para os
senhores abaixo declarados :
Augusto Caors, Dr. Antero Manoel de Medeiros
rutado, Antonio Moreira Poito, Antonio Pires
erreira, Antonio de Souza e S, Cosmo Jos dos
. B. O drama est posto em scena com todo o
esmero e cuidado de que credor.
Comecar as 8 horas.
AVISOS martimos,
(MPME\ BRASILEIW
DE
Paquetes a vapor.
Dds portos do norte esperado
at o dia 23 de maio o vapor
Tocantins, commandante J. M.
Ferreira Franco, o,qual depois
da demora do cosume seguir
para os [ios do sul. I '
fesde ja recebam-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapqf poder jteonduzir, a qual dever
ser embarcaila no dia de sua chegada. Encommen-
das e dinli:ii> al'reteatas duas horas do dia da
sua sahitla.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
(ectos de peqaono valor e que nao excedam a 2
arrobas de pi* ou 8 palmos cbicos de raedgao.
Tudoquopassar4Jsts limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 37,
! andar, escriptorio do Antonio Luiz de-Oliveira
Azevedo & C.
Para o Porto
seguir mqito bntve a barca pontugueza Seguran-
(ti, por jvta maipr parte o> carga prompta ;
recebe anda alguma carga e.tambem passageiros:
a tratar com Canha, Irmaos A O., ra da Madre
de Heos n. 34.
Lisboa
Segu com brevidade a barca portngueza Pere
ra Borges por ter parte do sua carga prompta :
para o restante e passageiros trata-^e cora Olivei-
ra, Filhos & C, largo do Corpo Santo n. 19.
I COMPANHIA PERTHAMBCANA.
1)K
%ra 'jaeao costelra por vapor.
ParahW Natal' Mac Mossor, Ara-
Fd 7. j^r, Acarac e Granja.
'n ian." 1ln1ntn' commandante
o \apv- -4 para os portos cima
Marte, wgui.-. -.rrente as 5 horas
_ no dM 31 do c. M 29 eneom.
la tarde. Recebe carga ate o u. .,te at ^
rnendas, passageiros e dinheiro a Ik -otorl'j
horas da larde do dia da sabida no so.,
dn Parte do Mattosn. 12.
COMPANHIA P12HNAMBUCANA
DK
XaregaeSo coste Ir a por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, commandante Penna, seguir
para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
horas da tarde. Bwebe carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro afrete ate as > horas da tarde
do dia da saluda, noscriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
COJIPASHIA
DA-
Messafijerios imperiales.
At o dia 30 do corrento mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor l'rancez Gniettiw. commandante
A. Joret, o qual depois da demora do co.-tume se-
guir para Bordos, tocando em Dakar (Gore)
Uslma.
Para condicoes, fretes [c passagens trata-se na
agencia ra do Commercio n. 9.
CMBIA BRAS1LE1BA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
al o dia 8 de junho o vapor
Pariju, com'mandanle o capitn
de nasala Antonio Joaquim d*
Santa Barbara, o iual depoi& da
demora do costumo.seguir para os poitos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qual dever
ser embarcada no uia de sua chegada. Enconunen-
Jas e dinheiro a frete at o da da sua sabida as 2
hora..
No'se recebem como encommendas seuo ob-
jectos de pequeuo valor e que nao excedam a dua.-
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medican
Tudo que passar dcstes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
I" andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
Para b Rio Grande
do Sul
Deve seguir em poucos dias a barca nacional
Thereza I, recebe carga a hele : a tratar com
Bailar, Oliveira & C, ra do Vigario n. 1, pri-
meiro andar,
Para o Rio Grande
do Sul
Deve seguir dentro em poneos dias o patacho
nacional liempea, recebe carga a frete: a tratar
eom Baltar, Oliveira & C, ra do Vigario n. 1.
I" andar.
MU
Pretende seguir com muila brevidade para este
porto o palhabote portuguez Elephante por ter a
maior parte da carga engajada ; e para o resto
3ue Ihe falta lrala-se com o consignatario Joa-
uim Jos boncaives ueiirao, a i u uu ouuimtin"
n. 17.
Para o indicado porto pretende sahir em pon-
eos dias a veleira e bem conhecida barca Soria?
capitao Rocha, por ter a maior parlo do seu car-
regainento prompto, e para o resto que- Ihe falta
e passageiros, para os quaes tem bons commodos,
trata-se com o consignatario Joaquim Jos Gon-
calves Beltro, ra do Trapiche n. 17.
1LHA DE S. MIGUEL
O mrto conhecido patacho, portgue Jpr a ehflgar por estes poucos dias do Kio de Janeiro,
sahir par*o.porto cima com umita brevidade.
visto ter o seu carregmehlo quasi prompto,
para o resto que Ihe falla e passageiros, para os
quaes tem bellos commodos, trata-se com o con
signatario Joo do.Reg Lima, ra de Apollo nu-
mero^_______________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
Javejracio costelra por vapor.
Goianna
O vapor Parahi/ba, com-
mandante -Mello, seguir para
o porto acina no dia 26 do cor-
rente as Dieras da unite. Hcivlw
carga, encommenda-i. iiassagein-
"te* escriptorio Uo*Frt do Mai-
pIrJo pcrtc
Dc^e seguir dentro em poneos dias a barcapor-
lugueza Nova Sympathia, de primetra marcha, por
j ter prompta quasi toda a carga : pareo res!
que Ihe falta e passageiros, aos quaes. ofterere ri-
cos e excellentes commodos, trata-se com Baltar.
Oliveira 4c C., ra do Vigario n. 1, primeir
andar.
i lio de Janeiro
Segu com brevdado [ imajibri-
gue nacional Isabel, por ter pane *' seu innrega-
uiento enfjedo para o resto que Ihe falla, tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oti
veira Azevedo & C, ra da Cruz n. 57, primeir
andar.
Ilha de S. Miguel
Para o porto cima segu com mutta brevidade
o patacho portugiez Jrgense por j ter prompta
quasi toda a carga : para o rosto que Ihe falta e
passageir*. para os quaes tem bellos commodos.
trata-se com o consignatario Joao do Reg Lima,
ra de Apollo n. 4.
In
CABUGAI
esquina
da ra larga do
Rosario.
CABUG
esquina
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,!
e vende por presos que nenhuma outm casa pode vender. da l d I
* vista da qualidade e do prepo ^das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.l raa lar8'a(loj
Garante-se sentado de lei. Compra-se ouro, prata pedris finas por presos muito ele- Rosario,
vados. 4
AJ loja est aberta at as 9 horas da noute. ?
II!


Diario de Petnambuco Terqa. eira 25 de''Maio de 1869.
w
COMPANHIA PERN.VMBUGAV
*vega?o cos Porto de GaUinHs' 3 por vapor.
., RioFormoso e Ta-
mandare.
O vapor Parakgba, commandan-
le Mello, seguir para os portas aci-
^f im no da ai do torrente a mea
^tTTccebe carga, encommendas passagei-
ros e dinheiro a freW, no escriptono do Forte lo
Mattosn. 12.___________,________.
COMPANHIA PERNAMBLCANA
ra
Xave<'5o costclra por vapor.
Maoei em direitura e Penedo.
O vapor Jugvnribe. rummandante Mmira, segui-
r para os porlos cima no dia :(l do corrente
as S hura? da tarde. Recebe carga ate o di* 49
as 3 horas, encommendas, passageiros dintieiro
a tete ale as i horas da tarde do da da saluda
no esc! iptorio do Forte lo Matos n I i.
-*-
COMPAMIA
TroCam-se
ts notas do banco do Brasil e das cateas filiaos,
iom -W0BW mito razoaveJ: na praca la lade
icndencia a. t. .^^jBL"
LEILOES.
LEILAO
de
De dividas na importancia
I I:!.Vil .
O agente Martin? levar novamente a lettSo as
dividas activas do ra=al do fnlfeeido los liaptis-
U da Fonscca Jnior, por mandado do Mm. Sr...
Dr. iuiz de orpbJos, na importancia do .
64:691*214.
No armazem da ra do Impera lor n. 16, as 11
horas do dia.
4 Os Senhores.Saunders Brothers & C., Tasso
Irmaos, Luiz Antonio de Siqueira.
CiEREXTB
0 SR F. f. BOKGFS
Restando ainda emittir atoas aeces d'esta .companhia da quantia nominal je
2005000 cada un, das quae! so se aceitara em v.rtude da ^- ^0 .0, ou J^ Po
cadaa^o; convida-se pelo presente ao publico em gerale JMmente aos*^
capitalistas e interessados no commerc.o, que que.ram daf.^P^0*^0 seus
^pitaes, disponiveis, a subscrever o numero de aceces que lhe* approa>er.
V Algunas destas accoes ja ten sido tomadas" por pessoas qu^bectm 1W>
de na presente occasio (conhecidanente a raelhor), W ^
poderem dispr em objectos de valor real, como vapores, predios etc., que Ibes garan-
l3m Tim^SBi possue hoje 10 vapores, 6 inteiramente novos, e destes o ultimo esta
a chegar ae Inglaterra, onde fot construido expressanente para eiia.
Alm disso est edificando vastos armazens, no terreno .que possue no laigo d As-
Seas dividendos tem sido de 10 / ao afino, nos ltimos ^- r5n ^mfr.
^s accoes que se emittirem gozara dos mesmos dire.tos, c pe.cebeao o bmefluo
dos mesraos dividendos que os amigos em proporcao da e1- ,., ,
Rccebem-se asignaturas no escriptorio da companhia no eu edificio ao caes da
Assenibla n. 12
;.- I 5J &- - V=- i-"-- "
O abaixo assignado testamenteiro 8o finado
subdito francs Joao Vignes, roga at devedore>
d mesmo, tenham a bondad de satisfaier no ter
mo de 1$ dias seos debites, aflea de eviiar, que
seus nomos como devedore* sejem disalos no
inventario procedendo-se na forma da lei.
Bcfe 7 de mam de 1809.
Gaspar Antonio Vieira Guimarses.____
AMA
Urna mulher que acaba de ser ama > lwte se
offerece para ser ama que so oceupe em engom
mar e em tratar de n* nios em casa de familia,
sua conducta garantida : na ra da Ponle-Ve-
llia n. 6 se dir.
Precisa-fe alugar um prelo para ) servia
de reflnaeao : na roa da Imperatriz n. 46.
Precisa-se de urna ama que saiba oosinhar
bem: na roa Ne n. 3t lerceiro awbr.
lo* vivados do liiatc nacioual
S:llU. cnw
kmi;
Por causa da china nao so pode efleetoar o
leilo das mercadorias salvadas consistindo em
ferragens, vinhos, manteiga, louca? sebo, serveja,
genebra. moendas para rngenho. farinha do reino
em barricas e sacres fnllias de (tato, vergas etc.,
ter hipar como-cima Bca dito terca-fcira 2-j do
corrente no arniazem do Sr. Luyo no Forte do
MaUos as II horas- da manhaa._________
SO
. fij "
co
de 6 aaeeadaa do podra de Lisboa, 3 portadas novas
para sobrado moderna, I poriao e por:a de cos-
tadinbo, iy vaos de cabiilhos, fi ditas de nl-ova-, 1
columna, ripas ecnibros, laUja/bandiras e ootrofj
object m
iio.ii:.
ai ': lloras da tardo
por intermedio do senle Piulo
na na diAtaiho (Wfc-VislaJ "llimo |.itao do
fundo daCaixad Agua._______________
LE1LA0
de
movis, vidros. Iouca e cr> >-
taen i iaber:
1 piano forte, novo p de mogno (o melhr qe
se pode enconinir), 1 mottlia com I sof, 4 cadw-
ras de braco*, Wdf gnaanicao, i a uslos, 1 mesa
oval com tmpos de podra, 1 rico espelho oval
com moldura d)rada, o quadros com lindas vis-
tas, Scandieiros a gaz, 4 jarros para flores, 6 bo-
1 secretaria, 1 mosinha redonda, 1 costureira, 1
machina de ceslura e 2 veoo/eanas.
1 piano de Jacaranda e forte, 1 sof o 0 cadeiraa
de Jacaranda, i loHete >lo Jacaranda, 2 jarros de
marmore e 2 venezeanas.
1 excellente guarda-vestido, 1 lavatorio de mog-
no e pedra, 1 dito de-louca, 1 cabide. 1 meia com*
moda, 1 marquesa, 2 commoda?, 2 consolos, 8 ca-
deiras, 1 estante.
1 mesa elstica, 1 guarda lonea, 2 aparadores,
12 cadeiras do amarello, 1 apparellio de porcele-
na para cha, 1 dito para jamar, compoteiras, gar-
rafas copo? e clices de ehrystal, 3 atoas cjnv
vinho d Porto, 1 guarda-comida, 1 armario, 1 ma-
china para limpar facas, treni de cozialia c muitos
outros objeetos-
luarla-ieira 9 de jiinho de
1 sf. rm do l'ra|iehe.
sobrado n. 18.
* Jayme Romaguera de Agniar, tendo de retiar-
se para o Rio de Janeiro com snafamilia, far lei-
lo por intervencao do agente Pinto, dos movis
e mais objectos'mencionados, existentes no se-
gundo, terceiro c quartu. andares do sobrado da
ra do Trapiche a 18
Os pretenden les podero examinar na vespera
do leilao os referidos objectos, os quae toinam-so
reeommendaMos pelo -u bont estado eponcoiiso.
Principiar s 10 horas.__________
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HWWO
Fugio do cngenboPogo, freguezia d'Agoa Preta,
na noite de cUaiiugo 18 do corrente para atna-
nhecer a de seganda feira 1 do mesmo, o escravo
Benedicto que foi comprado no Hecife ao Sr. An-
lonio'os Vieira de Souia, no dia 7 de abril do
corrente mez, cujo escravo tem os signaes seguin-
tes : crloulo.de 3? annos de idade.cr prota,altnra
corpo regulares, testa mnito cantnda, rosto um
nouco doscarnado,narizafilado,peuca baraa.faltade
(lentes ps e maos bem feilas, levou chapeo do
chili i veno ou bonet, bo^camisa de madapolao
de pregas largas ou de algodio braneo, e roupa
dentro de. um sacco j velho a qnal deve ler a
marcaPoqo : quem o pegar lere-o ao engenho
cima a se senhor ou na ra da Prnia a Ge-
uuino Jos da Rosa, fue recebera IOAOOO de
gratilicacao ; desconha-se ter ido para Porto Calvo,
donde era escravo de Francisco Nopueira CaMel-
lo Braneo, engenho Ulinga ou S. Jos da Cora
Grande.
-T FiLOIK
N'ESTA ANT.IGA E CREDITATA
FABRICA
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aTA I
oia^?a(!>a as a(s>a
MCMTli
CM8TRTIIHTI 101 COIFIITO SIITHIIITI Bl
CHAPM8 BE SOL:
De todas as qualidades I
De todos os Teitios I
De todas os peemos!
RA DO CRESPO
QUINIUM LABARRAQU


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No dia 19 do corrente mez fugic do en-
genho Conceico da freguezia da oseada o
cabra Thomaz, dado'de 25 a 30^nnos,al-
tura e corpo regular, barba curta, natural
deMamanguape da provincia daParaliiba:
presmese que elle tenha ido para o Re-
cife, ou villa de Mamanguaup. Poga-se a
pessoa que o aprehenda de o entregar no.!
Recife a Domingos AJves Mathens, na roa I
do Vigario ff. 21, ou no engenho r.onceicSo
da Escada a seu senhor o Exm. Baro de
Aracagi, qne a recompensar com genero-
sidade.
Escravo fgido
Fugio no dia 18 do eorrente mez, as 7 horas da
manliaa, o escravo de naoao Angola, Manoel,.ida-
de 30 annos, paucamnis ou monos, estatura regu-
lar, barbado, falta de um denle na frente, aila
preguicoso, peina fina, levou caiga de cascan ra
de cor, paletot de caseinira de cor, camisa do aiu-
lao ; foi comprado ua ponco tempo a Justino Car-
neiro de Aimeida : roga-se aiquam o pegar, le-
ve-o a ra DireUa n. 16, gratificado.
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PABO
t) Quinium Labarraque, eminentemente tnico
preferido # todas as outras preparacOes de quina.
Os vinhos de quina ordinariamente empregados na medicina preparam-se
com cascas de quina cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; parte disso, em razo de seu modo de preparaco, estes vinhos con-
ten-apenas vestigios de principios activos, e em proporedes sempre variavois.
0 Quinium t abarraque, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contrario um medicamento de composicao determinada, riea em
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
0 Quinium Labarraque preseripto com grande eto s pessoas Iracas,
delibitadas, seja por diversas causas d'eagotamento, soja por antigs mole*_
tias aos adultos fatigados por urna rpida crescenca, s meninas qui tem ilifli.
culdade em se formar e desenvolver; s mulheres depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pela edade ou doenca.
No cazo de clilorosis, anemia, cCres plidas, este vinho um poderoso
auxiliar dos ferruginosos. Tomado junto, por exemplo, com as pilulas de
Vallet, produz effeitos maravilhosoa, pela sua rpida aocao.
Deposito em Earis, L. FRERE, 19, ru Jacob
Rio-Janeiro, DPONCIlELLE; CflEVOLOT. Pernambuco, MAURER et C
.
Precisa-se de urna aura para coziuha
ma-se na roa das Cruzes, taberna n. 41 .V.
infor-
I
Dc34 eai&aa eosu charuto, da
llahia.
yuan.k-iii'a 26 do torren t.
O abante Pestaa tara feilo^or coita e risco
de quem perteneer de 8"i caixas do cjparutos i
saber : :t caixas andaluzes, 297 ditas regalas,
l*j9 meias ditas superiorese 06 metas havanas, os
quaes serio vaudidos em lotes no dia cima quar-
ta-feir as 11 Itoras da manhaa no armazem do
Sr. Azevedo na largo da esradinha. _______

n* um bradu de a andares,
aovis e ehardio*.
O agente Ponto al coinpeteuloinente autor isa do
reader em leilao um sobrado de 3 andares sito
a ra da Senzala Nova n. 16, em chaos Ibreiros
(perhinelialAOO cansas egm charutos da Bibit
(regalia impenal), I mobilia de jat.uama com
lampos de marmore, 12 cadeiras americana!, i
mesinhas, 1 marqneza, i oadfiras de bataneo (es-
tufadts), 1 piano, I santuario, 1 meia oolnmoda
de amarello e 1 mes* indoada de Jacaranda.
Sexa-fra oo corrente.
No 1" andar do eobra^on. 02, ra da Croe
1 andar, as 11 horas.
^aw ii .I1.
AIM#IM mifERQil^
Awioo uiwcnouo.
_-------------------------- --------^r-
STITITO ARCHE0LOGIC0 E uEAGRiWCO
AesOO paces de brincos.
Chegon e vende-se no CoracSo
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
mosinhas com urna franja penden-
te a um rico dtteuho e wuro de
lei, pelo pequeo pce?o de 151000
cada par. baratissimo.
secretaria da vcueravel ardCM
Tereelra le %. %. do Carmo do
Hecife.
Pela secretaria desta veneravel Ordem sao con-
vidadosem pome da mesa regedora, todos os nossos
charssimos irmos para comparecerem em nossa
igreja paramentados com seas habilos, q inla feira
27 do crranle, para-aconiptrmos a augusta e
soleirmissimaprtcissaodeCoi-pun-Christ', que ha
de sahir de manhaa s 8 hos, do convento do
de N. S. do Carino, como determina o nosso esta-
tuto, e de tarde s 3 horas, da igreja matriz do
SS. Sacramento do hairro de Sanio Antanio, para
o que lomos obsequiosamente con vi lados pela
respectiva irmandade.
O secretorio
Joaquim Xaiier Vieira Ligo.
OFFICIN A PARA CONCERT E AF1MCA0
DE
Deposito de pianos e de msicas

M. 14 UA FORMOSA H\ 14
BOA-VISTA
.
o ilhh \\m mm\
Precisa-sel de urna *na para oozinhar
d,> Imperador n. 4K, 2- andar.
na
ra
Precisa-se d<- um homem que encada oe
todo sorvico de campo para trabalhar em un si-
tir, : a tratar no/largo da ribeira da freguezln de
8. tes, sobrado n. t>. -_______
No Corredor do41is|>o n. 23 precisa-se de
________ urna ama faca o sern-fco interno- a -fue saiba en-
gommipR
aik X. Ec V1>a caaa-dts familia ua. wa estilita
Preaisa-sj de una ama de leito sem fllho em R ; ^.1...;,,],^ ,Vnaravl^ n|.
OlindTladairada.S. sobrada qua ras esqmna do B0ano u. o sl)|auo, piepara-st al
para aigreji .Ib Bomfinx_________________ moc.0 e jantar com aceio: quem pwaisir
diriga-se a mesina que achara coin quem
tratar.
Pi-eeisa-se de urna ama para engummar : na
Ama de leite.
Ama.
r i da<;rui n. 37, i- andar.
l)-se 20> a-44)04 coinu pealu- de ama ne-
grinlia ou mesmo negra : a iralar na i ua do Pa-
Sa ra da Penha n. 25. 2o andar. .
urna ama para todo o servico de urna
ca familia.
DA
Fabrica de Vieira Guiroares
&Couto
Do Ro de Janeiro.
ste arrediladissimo rap tem encontrado a ine-
Ihor aceitaijao possival. 0 sU fabricante foi por
rnuito teinp gerente e meetre da fabrica de Joa
Paulo Cordeiro, e tendo-se estabela#do, eoviiou
todos, os osoreos, e oonseguio fabijcar rap, qne
nada deixa a desejar, e antes se llu; avantaja, iws-
to em parallelo com o da fabrica do dito Cordeiro.
O aroma extremamontc agradaiW e tem sido
muito apreciado pelos amantes da boa pitada.
fit,!., ^ ,iP Acba-se a venda por groBso e a reaho, na ra do
Wi ai n Vigario n. 16, i* andar, escriptor de Joaqnun
Ca>ade,Wl1' Petardo de Bastos.____________ ___
Em casa de THEODORO CHIUSTI-
AJ^SEN, rea da Cruz n. , eooontram-se
eflectivamente todas as (jualidades de viaao
Bordeaux, Bourgogne e-do Rheno.
Antn tferreira da Silva Mata jua nada
dever pessoa algoma, no entretanto se algnemse
julgar seu credor queira apresontr a sna ornta
ou titulo no praao de oito dias paca ser psgo.
Fundi(?o da Aurora.
Neste vasto estabelecimente sempre se encontra
um completo sortimento de ttixas de ferro batidt
e fundido, fabricadas recntenteme, e se fabnoam
de qualquer motde a vontttde dos compradores, e
nscos razpoaTeis.
CKIllll)
Precisase de um criado para-o servico.de casa:
na ra das Larangeiras a W, hote! comnwrcial. ,
Precisa.de/na caaa pequea no hai-
ro da Roa-WW; '^rofrfia para umhomcm
solteim: quem tiver tenha a tiondade de
dirigir-se a ra do {!onnnercio n- 34, 2*
andar, que adiar com quem tratar.
------
Precisa-sede nma ama deleite sem (Han:-a
tratar na praca do Corno Santo n. 17, 3o andar ; e
uu mesnja tem urna escr.iva para alugar para o
vico de casa.
llavera sesao ordinaria quarla-feira C
do corrente maio, pelas 11 horas da ma-
nhaa.
ORDEM DO DA I
Fareci'i'36 e mais trabalbos de commi-
Des.
Secretaria do Instituto, 4 de maio de
1869.
Jos Soares de Azevedo,
SeeretstO perpetuo.' ,dp pateo do Carmo u. 3
Club Pernambucano.
A partida da corrente mez tora lugar na
noule do dia 29.
Engomnia-so conj peiteicao e commode pi-
^o : na travesea *>.6az n, 1, confronte aos co-
moiros.
Cozinheiro
Precisa-se de nm bom cozinheiro : no collegio
to Bom Conselho, roa do Hospicio n, 36.
Prectaa-se de um menino de 14 a 16 anuos,
-asstm como de umprato velhn para pequeo ser-
jico de nm sitio : quem qnizer propor-se, dirja-
se a leja de calcado ra do Livramento n. 37,
Ama (te Icile,
ACH
Ha malta neeesndade de se fallar com o Sr.
Procopio do Sama Santiago, na ra Dintta n. 83,
a negocio nue nao lhe deve seraWanho.
S Quem precisar de urna ama, principalmente
para casa de homem sulteiro, a qual cozinha, en-
gomma, etc., dirija-se ao pateo de Terfloa 28, aja
achar* com quem tratar. _^____________
Precisa-se alugar um preto velho : na botica
m
0 gnard ao do convento de tanto Anlonio desta
eidai'e convida a familia, parantes e amigos do fi-
nado Manoel Joso de Amorim, para assistirem a
lama missa e memento, que por alma do mesmo
Minado, tem de celebrar no dia K do corrente, pe-
- tnnn di msi?
_-
Precisa-se alagar urna ama para coiinhar,
lavar e comprar: a tratar na Boa-Vista, ra dos
Pires a 79, asa lerret.

Attencac
Pede-se ao Sr. Severino Duarte queira appare-
ear :t. ra do Commercio, armazetq n. 18.
S Constantino Rodrigues Mondes, tendo
i$o%eooratldoiC*m a *a, 1). Rosa Telles
u MttezesSbuza viera de .fs Bernardo
de 8002a, a compra da tabena cita no lar
go der Pilar n. 21 livre e desembaracadade
todo e qualquer debito,faz sciente ao publi-
co* oom esfMciadade.ao corpo do com
meraio, e s> algoea julgar-a-j com dfljpto
a mesraa, apresente-se no praso de tres
dia, flw o qwrt- i^in-svtMtnder reclama.
Co alguma. hecife, t9 ^de mato de 1869-
euei aval ardes* Tereelra de
S. Francisco d Recife.
Sendo acceito o bnvite qne fez a illastre irman-
dade do SS. Sacramento da freguezia d2 Santo
Antonio, por ordem da mesa regedora, convido aos
nossos irmaos, acomparecorem (pranwntadas) no
dia 27 do corrente pelas 3 horas da tarde, na nossa,
igreja, alim de encorporada9 acomparharmos a
procisso de Corpus-Chri9*s, que tem' de sahir
daqueHa igreja. Secretarla 24 de maio de 1869.
Joo da Cunka Soares Gmmares.
Secretario.
Joaquira Ferreira dos Santos, profes- dre Flarianon. 71,2 andar.
Feitor.
Irniaiuladc do HH. feacruMauto
de fi. Jos.
0 escrivo desta irmandade convida a todos os
seus charos irnips para comparecer quinta
feira as Choras da tarde no respectivo consistorio,
afim de encorporados a.acmpanliar-se a procisso
do Corpus-Christi, quo tem de expor i. vista dos
'fleis a irmandade d SS. Sacramento de Sanio
Antonio. #
Aluga-S>
0 abaixo assignado thesetireiro da
irmandade do Divino Espirito Santo, erec-
ta no convento des religiosos Franciscanos
desta cidade,; declar aos, seus larissimos
irmSos, qu.) esta irmandade nada deve a
pessoa alguma, nem mesmo snffragios dos
irmos falecidos, e aquelles qpe se pjlga-
rem credores da referida rujandide, aper
sentando seus ttulos ou documentos, na
ra do Queimado n. 55, loja dft mesmo
thesonrerro para serem pagos. JRecife t%
de.maiO'de 1869.
Jtfoufo Moreir* Temporal.
Thesoureiro
or de danca, diegado ltimamente da Bu
ropa a esta provincia, tem a bonra de par-
ticipar a seus Ilustres habitantes, e mni
prinoipahnenlt) ao* dignos chefes de familias
que- lerclona era danca debajo de tbda a
regra na casa ide sua rosidencia roa do
Imperador n. 75 2C andar,'as tercas, e
lamias-firas. das 3 horas da larde, at m
10 Jf noute, e aos domingos de manhaa e
afrente. ProtfMcanda-se tambem, a ir
as casas particulares e collegios nos dias
croe para isso lhe designanem.____________
Xi ra Direita n. 2, loja de funileiro, on no
povoado dos Montes, precisa o abaixo assignado
mender-se com o Sr. Manoel Caliste de Soma a
negocio de seu inteivss; isto no praso de tres
dia*. Recife8demai.) de W9.
Pedfo Duarle Re4rHHaeT?rawTl
Na ra do Queimado n. 1, precisa:se falla1"
Precisase de um feitor que seja-bom karaMao,
para um pequeo sitio doetro da piaea : a tratar
na rna da Praia, armazens ns. 13 e 1S._________
- Precisa-se de'un pWto escravo para todo o
sorvico. do una casa ; a&sfciceonio de nm bom-i
Smheire : na na da Cruz n. I* hotel nacional.
Attencoo
"Jrfoii) os Srs. abaixo mencionados, a negocio de seus
interesses

0'
~- Precisarse de urna amaipara casa de pouca
familia dando preferencia a escrava; na ra das
Cruzes n. 38 3. andar.
BHBfeaanMM
a casa sitio r* Cruz das Almas das Mocas n.
a tratar demonio -do sitio do Sr. Tasso.
itiodo OastiTlio
Secundine Jos de Paria Ninoeiy professor par-
ticular de inslrnceio etomeniar p<*o methodo Cas-
tilho, aviaa ao respeitaval publieo e com espacia-
lidade aos pais de familia, que .asta aberta sua
aula desde o (Ha 7 de Janeiro, na rna da Per** i.
25, Io andar, aonde recebe* pensionista por preco
comm*. Q nmm -Bjasapsor p-omette amieea
esmerar ne adiantameiile de seus alumnos. Aa*
se alerto desde o mesar dia nn curio dejpi
rdiras letras a noite para aquellas pessoa que
wvfiw&wyhiff* fem
'tlflarecn-se uin cosinheiro para tasado fa-
milia ou betel; quem precisar dirija- ;o a ra de
S. Gonijallo n. 4.
= Preeisa-se dlbnia aaia, para indar com
tuna creanca da nm anno; a tratar na ra do
Padre Pleriano si. 71 2o andar,
Precisa-sa de um caixeiro com pratica de
ttberna. dando flanea de sua-conduct; no paleo
da Ribeira n. 18.
Saixeiro
Precisare de um caimito no betel Lisboneuse,
que tenha pratica do servifo de hotel na ra es-
*"'tt dnjtosario n. 11, ________
- A sanjioraque yojfereceu, jp)a.Jparianar
_ um anecbo pmMSfp letras e pranret, an-
nuncie a sua morada, ou appareca )-ua da Con-
Precisa-se desuav.
[ommar om perfeicio : na ra...das Froi-es nu-
m
Precisa-se de urna ama para engoinmar e faier
os mais servico de urna casa de (quena familia :
na rna-ivaflitf21t toja.
Ama
Precua-se 4e urna ama escrava oa forra, para
comprar e coiinhar para daas pesoas: na ra da
Cadeia n, 29, 2* andar.
tre
,' < f i ------ir-.---------------------
_isa-se de ntna ama para cotitihat o
JmHn. pa*: ^^SL^deumacas>: a_tr9tar rg
No pateo o Terco n. Si precisa-se ile um mes*
tre de rnusjea.
" hedido.-------*-*~
Pede-se ao digno emprezario ao theatro
de Santa zabel^o levar a WM a &>&-
irmtMhBi-^^mm wr opai da crian-
0 Galifonrchon,
__s f}f? xUBtfc-'
BcoMaaoniften MeHe. 11 ^
. jit(tje--deflfela,
Mateerino-Antonia Pereira.
losiFeUnd'iOliviJira.
Ku*. jvavira G.tncalyen da,Unfia.
Hr. Candl.io J. Casado Luua.
Antonio Beiuiudodas. Santos Juniur.
Vntowo Xuvim de Barres frite, ^
nicardo ^reir* do Nascimeuto.
Jos Leandro.Martiu*. Filgmstra.
ios'Maria de Vasconoellos Bourbon.
f^sncliao Ooniingos de Mijura.
Da-se-a premio- a quanli*^le 2jj|.000iti00 m--
dianle urmas a conteuto : qviem pretender, .a;i-
nuncie.
Escravo
Anda restam algumas ajilecaTies-de
Biograpotax-le alfiHbs poetas, e oiitros ho-
mens llus'tfs da provihCt'da Pernanibuoo,
tres tomo* escripts pelo cocamendador A.
J. de Mello: ra Angwta n.; Si.
M.
Pcacisa-sc de urna mulhernm; saiba engouuu.ir
para ama casa de familia esa ttKac na roa da
CadUndo Recife n. 18, *>|a*ar.
O abaixo assignadj previ que ngnetn
pude fazer deniarcacaqPeoin os sitios de maltas,
(^cimbas e Descanslo logar jn Ibera, fregue-
zia dos Afeados, perlcncentes vinva da Ansonie
Alves Ferreira, sem qot a mesnu senliora seja
envida orno abaixo assignado, epar evar duvi-
oas se faz .a prese ate declatarao ; cujas'trras se
ehain hv^athecadas ao abaejjslgnanaiior urna
escriptura publia, passada em 26 de agosto de
ie.T, a al o mesmo abaixo assignado vez ver
por este 1 pjo em outras occasioes. Recife ^6 de
maia.de
Antonio Pereira de Oliveira Maia.
tMiiiiro.
JtMe^a^-se^li^u^xOinliinQ, 4^ f
^hecimeiHe'd^iua aondacta-i vtraar r
i;*ij04e Sa,pi.Arnai^a;iua do
tmfato nv 5.
a loja do sobrado da ra das Gnes n. 2, propria
x,._., ^~~.. w-rM. -j-------. aloiao sobraoo aaruaas-------
ca t, para anda mais urna ve: apreciar- mes o traialho do Sr. Jos Victorino uto wv au.iar
-Ha refmacaod rea doRangel n. 49, precT-
sa-se de trabalhadoree para a meaaja.
Precis-se alugar um escrav^ das 8 horas da
manhaa s 5, da. tarde : na ra da Cruz n. 46.
! andar._________________
Hospital Poi-taguez *t Benef-
cenciaem Pernambuco.
0 provedof" do hospital Portuguez io
Bonffliceacia em Pesnambuco, previne aos-
Srs. socios ;flue uio tsun.-lngar a reunio
mareada, para hoje, domingo 23 do corrente,
W cansequeacia das chovas que tem n-
nttndado o trayito-e a estrada do respec
yo esiabeiecimenio. Opportuuamente se
indicar o diada renio.
Recite, 23 de-miio.de 1860.
0 provedor
b'rtiucisM Mo de lanos.
a&Kummk
BlUietes garantidos.
A roa- do Gtipa> n. 28i e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido | *eu,B;'1,,
sortfi de 700JS.1 me n. WM.g" Voa p ni Z
o ootos mnitas surtes de 100, 408 e * u
loteiKe se ^cabnu de alralur em ben-i ,
da matriz de Vilia Bella (106'), convida _s (
suidores a virem receber seus respeca^sasj'n-
mios sem os desceios das leis na casaen'For-
tuna ra do Crespo n. 23.
Aeham-se a venda os da 2' parte da lotera a
beneficio da matriz dartniejte (107), que se
trahir.
Precos.
Bilhete. .*. 4*000
Meio.....1000
Ouarto.. UOOo
r#itte.
MeJa-r
Qnarto.
... 875
Manoel Martn Fiutf^
Caixeiro
queao de
me saiba le <'.
fg Ijtocoiiiocla
Precisa-se de um pequeo de 12 a'';!''
silfjro o Mpuiie
Dtreita n. *S,^aV ________________
Um nwCo solteiro de excellente conducta, po-
tando em um exceHente sebrado de Io andar com
bastantes commtdos, no bairro de Santo Ant.imo
e em boa ra, deseja encontrar para comnaBiei-
ro sua morada, dons mocos as meamae-fon-
dUrtsaj aaaan iial" Mliiajansaa a.tratar na ra
iSrStcowte n. ________,___________
" Ha rna do Livraniento o. 8, pi j-:Sa-80 do
urna ama para coiinhar.

i


Diario de Peniaiiibiico Ter<-a feira 25 de Maio de 1869.
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LTORIO MCO CffilMICO Aos JS*-
DH P, A. LOBO M0SC0S0
3Ra da Gloria sitio do Fundao3
CU9M POR .UM OS SISTEMAS
Consultas tudos os das desdods 7 horas da manhaa at as 11.
Visitas em casa dos doentes de 11 horas era diante, em caso urgente
Lora do dia ou da noite.
Nao se recebem chamados se no por escripfo em que declare o neme dapessoa,
toda ra e o numero da casa.
Especialidad*} em'pnrtos, opcracoes, molestias de mnlheres e meniuos.
Cura radical das molestias venreas, e dos eslreitamentos da uthera.
Curas radical das molestias do tero, como ulceras, flores brancas, amenonia,
vegetaces e catairho, etc etc.
Recebe-se escravos para tratar de molestias ou piaticar-lbes qualquer operaco
cirurgica. Diaria 2>000 excepto as operaroes.
Os melhoies remedios Iioroeopathicos conhecidos. e por grecos muito cora-
modos.
Qnucm proeisar dr orna ponoa (pe pode plan-
tar canas para 40* piieg,.dandn-llia Ib com casa
e cercado anaumsie uar ser procurado. __
D. Mara Q. Rodrigues Ferreira, seus
filhos, entiados, e seu genro Francisco
a qualquer j0ao de Barros Jnior, .tendo de mandar
suffragar a alma de seu pregado irmao e
prente, Antonio Francisco Leal, fallecido
na cidade do Sobral no dia 23 de abril pr-
ximo passado, fazendo celebrar raissas e
memento na igreja do Corpo Santo na dia
28 as 7 horas da manhaa, ro<;a a todas os
amigos d'aquelle finado,-seus collegas d'a-
cademia e mais pessoas de relaco de sua
familia o caridoso obsequio de assistirem a
este acto de piedade e religi) pelos que
lhes serio eternamente reconhecidos.
ESMERALDA
N^-i*v
U \ ~v)
Irniandade Acadmica. deXossa
Wi nhora do ICom Consellio.
A mesa ailministrativa da irmandade Aca-
dmica de Nossa Senhora do B m Conse-
'lho convida ajuera irmandade para assis-
4M4
XftOPE PEITORAL
DE
Px*eiia-se de uuia ama.. na rua d mi-
mor 7. _!"___
Aluga-se o arinazem do ca do Humos cor-
respondente aos faadn do sobrado di rua da
Prk *. ."i, |>ruprio |ra senaria : traiar no
8' andar do meMM sobrado.^____
Ta-beia
Traspasn-se a da rua das Bolas n. 8, no Recife,
eai boas proporeoes para principiante laborioso
tirar vaotagem. _______^^ _
IgrjYde Nossa Senuora do Rosario da fre-
guezia da Boa-Vista.
Os abaixo assigoados nomeados pelo Ulm. Sr.
Dr. proredor de capellas para atlministr.ireni a
referida igreja, e tendo de dar principio as obras
da mesma igreja, e como de si s nao po*am fa-
ier r;correm a proteceao das almas picdoaas e
bem formadas, alim de lhes ajudnrem na reedifi-
cacao da casa sagrada.
A commiasaoconta que ao faicr este appello a
ptenerosidade dos liis nao serao estes incinerantes
atU'iito.^ lini a que dedicado tal p<:djdi).
t A igreja estara aberta do dia 10 pot i ante,"das
5 horas da manhaa as 6 da tarde. Aquellas pes-
cas que quiaerem coadjuva-los poderaa remetler
as suas esiuolaa a mesma igreja ou ua typogra-
phia deste Dfitrto ao Illm. Sr. Dr. Miguel de F-
gu-ira Parla nossa digno protector.
A conntelo declara que a proporeai que fr
recelieudo qualquer esmola ir logo ajtradecendo^
por este Diario e a nossa exeelsa padfuoka nao
ser indiiTcrente para aquelles que eonearreiM pa-
ra a rcedilirarao do sua igreja.
Consistorio da. igreja de Nossa sen hora' do llosa-
rio, 5 de maio de 1809.
GeSM Aurcliano Ventura.
J mi Podro de Sanl'Anna.
Andr Avclino da Cosa.
t.tM DE TATI
PLANTA 90 BRASIL
e?qpectoranle e recoramendado uas
afleccoe* do peito, brbnobile- chronica, lie
moptise,. e tosse ihrooka.
HRKI'AltADOPOR
J04QU1M DE 'ALMEIDA PINTO
J>II.\RMACEUTgce
Pernamouco rua larga do Rosar
*- O abaixo assignado faz .scionte no publico
que nao negbcie nein receba em pagamento tuna
letra da quana do passada a J2 il) crrenlc
Moreira Buarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da rua do Cabug n. 5. (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a qnem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca. e por precos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro. prata e jpe-
dras preciosas
V:; lil A DO CiBUGi \ 5
o. proveniente di
ras da maiai, a missa, que, de conrorm- duasi aMt i0 re|ogi0) Mma^0 o vendedor
dade com OSWl compromisso, tem de ser ManooUoaquim da Silva, aquem f pasada dita
celebrada na isrreja do convento de S. Fran- letra, que era ouro de le, e disto mesino deixou
Cisco, ea SUlTra a- iD. i to ,n a-a ht.n\ > auaixo assignado tocar o dito ouro, conlieccu
da 20, o estudante do 4 auno da lacui-m falso. ||lvlulo 0 dito sjiva por trotfo outra
dade de direito desta cidade
ra BorgM.
Consistorio da rrmandade Acadmica de
Nossa SenhoA do Bom Consellio, cm 24
de maio de 1HG9.
O secretario da meza,
Jas Fttrtado de Mvnmca.
Minat Pere- crreme de ouro de lei do abaixo aiaign: lo,
Aterro do Gi(|iii, 23 deinaio de 18C0.
a i'ia'iile Jonquim Peieiru Mnior.
I'reeisa-se de um foitur
teinu taberna no Sr. Nicolao,
n. 2.1
: a traiar no Bon-
ou a rua do (fresno
io n. 10.
Para apreciadores de queijo do
serMo
VendetiMe queijos mandiga do sertao, mni-
to novos, pr preco commodo : na rua Direita n.
14, esquina do be'cco de S: Pedro.
Balanzas
horisonUiea,3e '. 10, W e 20 kilogrammas, pisos
de ferro e mhv para as mesmas : venda Hocha e
Silva, rita m Cadeia do Recife n. 38, armazem.
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ou onoisodxj jp vu$o op svo9uog
MMLlr
F. de Oliveira 4 C. rua
UVAL SD S
AMA
Vcaeravel iruiaiuladc .do H. %.
Sacramento da freguezia de
Naaln Antonio.
De
ordem da mesa regedra desta vene-
1
Na rua do Trapiche ou piara do Commeroio/u.
16, precisa-se de ama para compmr e cozinhar.*1.
Precisare alagar um Io ou '! andar no Re
cife ou Santo Antonio T quem tiver dirija-so a rua
do Trapiche n. 3, 1 andar.__________________
madade doSantis-
simo Sacramento do
* Recife.
De ordem da mesa regedora, convido a nossos
irmaos a reunirem-se quinta-feira 27 do correrte
pelas tres horas da tarde, u respectivo consisto-
rio, allm de incorporados acompnnharmos a pro-
ciss3o de Corpus Christi, para a pial fomos convi-
dados pela veneravel irmandade do Santissimo Sa-
cramento 4e Santo Antonio.
llecife, 24 de. maio de 1869.
O escaivao merino,
Joo da Cunha MagUkats Jnior.
(MEtTAItU DOS MYMES
16ROA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortimento de bollialios para cha, podas, pies de l, bollo inglez,
presuntos, ditos em leambre, pastis de diiereutes qualidades. Amendoas coafitada6,
confoitos, papis para sortes.' Vinhos linos engarrafados, superii>r cli Hisson, preto e
miadinbo, fruta em xaropos, ditas seccas e cbristalisadas, assuc^jr candi, xaropes refri-
;eraates.
fieceba-se encommendas de bandeijas pa^'a casamento, bailes e. baptizados, com
bonitas armages de assucar, saado estas preleriveis asdepapel3o: figuras anlogas,
oollos etc.,pes de. 16 enfetaidos,. qualquer encommenda para fra ser bem acondi-
onada. .*
!^
VERDADEIRAS
PILULAS DE BLANCARD
n
coa iommcto oo nono inm.temcl
APPHOVADAS PELA ACADEMIA DI MEDICINA DI PARS, ETC
r fMsntaa'o u propiedades do lodo at do frr, eonvem asp^ialmente bm AfvmooIb
seno julos as, Tsica no prlndpio.a fraq*t%*d* knptrammf i Umb wsoaO
Falta db c6, ameworkht.a, en que precita reagr somu o Mltcuc seja para reatttfr
Um a aua riquaca a abundencia Bormaea, ou para provocar regular o seu curso peridico.
AT. f. O todonte d* foro impnro a tlurido i im mediciiaw inflel,
feriUnte. Como prava de pama d aatnrneidadl da* *<#!> M>
*! * m domo ama, aqu reprodnzida, qae M acha na parta inferior da
raala er**. Deve-ta deteonCar daa taliiflctc*a.
. Aaaaa a e Ifc mrtUuu PharmaemUte; mi Baavaairto, 40, Fort
b aJ
Confrana de S. Jos
d'Agona
Por ordem do Sr, provedoi* convido a to-
dos os nossos irmaos em Jess Christo se
dignem comparecer ueste consistorio quinii-
feira 27 do correte, pelas 8 horas do dia,
afim de acompanhannos a procisso da
Corpos Cbristi, que sahiri do convento do
Carmo, segundo o oflicio do Rvm. proAJn-
cial,
Consistorio da confraria de S. Jos o"Ago-
na, 25 de Tnaio de 1869.
O secretario,
Antonio Ribeiro.
pavel irmaiidade-convido a todos es nosjos
cliarssimos irmaos para que compareco
em'nossa igreja no dia 6 do correte mez,
s G horas da tarde, e no da 27.as dez
horas da manhaa e s 3 horas da tarde,
alim de encorporados assistirem aos actos
da vespera, missa solemne, pr<)cisso e
Te-D8um, que tem de ralisar-se nos re-
feridos dias erar soleranisaco da festivi-
dade de Corpus Christi, devendo a procis-
sSo percorrer as seguintes ras : Cabug,
Praca da Independencia, Cruzes, p'avessa
do Ouvidor, Imperador, praca de Pedro II,
Queimado. Livraniento, Direita, a vultar no
largo de S. Pedro, Hortas, a sahir no lar-
go do Carmo, Gamboa do Carmo, Flores,
Sol e Nova, a cujos moradores poco, tam-
bem em nome da mesa regedora. que se
dignem de mandar .ornar as varandas e ja-
nellis da frente de suas habitacies.
Recife, 24 de maio de-l8G9.
- O escrivo,
Migpel A. Mindelio.
Vendem Augusto
Commercio,n. 42.
Irmau4a4 do *. iSartinicno
da nietriz da Boa- Vista
Tendo esla innandade de aconipanhir a procis-
so de Corpus Christi que tem de salir da igreja
matrir. de Santo Antonio, no dia 27 d corrente
mez, sao convidados todos os irmaos a conpareee-
rem no respei-tivo eonsistorio, pelas 3 horas da
tarde do rofrrido dia.
Consistorio 2i de maio 3e 18139.
O eacrivao nterin.;,
Manoel Antomo Cardoso.
COMPRAS.
Na amiga fabrica de fojos de ai liiicio da viuva
Rirtino. eiiste um f nhas.-craveirose pistolas, objoetu propnog para
os festejos das noitesle Santo Antonio e S. Joao,
ludo por commodo pfevo, e como seja a fabrica
distante da cidado, it pessoa ^ua quizere fa-
zer anas eneummondae, poiera lova>|o uo axma-
zem da bola aiuarella, no oitao da secretaria da
puj^^wdfrtewliei. atfhai-o> antosliaii.
Proc^a-se
de duas amas para o soi vjc.i iatefnd do uiaa easa
de famdia : a tratar na rda de S. iniiaio u. 4.
Oompra-se
um reJogio pateute iu^ez de ourc, aendo
novo, edomelbor fabricante ra travessa
da rua doQueimado n. 1, 1' andar.
Ka prac^i da Isdependeoeia n. ',, luja de oo-
rives, compra-seonro, prata, e podras preciosas, e
tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.
Dcvocfics
Acha-se venda na rua do Imperador n. 1j,
defronle do convento Ve S. Francisco, a bem co-
nhecida trozena do glorioso Santo Antonio, e o
rosario e oflicio dos defunlos que se resa nas se-
gnndas-feiras do auno uo hospicio de N. S. da
l'enh.i.__________________^___^^__^
^ BURRA
Ven le-se urna bonita burra e a melhor possbve
para cabriulet sflla, mansa no todo : na rua da
Imperatriz n. 29, cocheira.
l6-nliOI)Lllll,\MifO-2(l"
Econooaia. utilidade e tnoderno
.mercado.
Cambraias e cores, varieda-
des em padrees, covado .
Ditas de cores finas moder-
nas, covado......
Ditas de cores inssimas,
mudas, covado.....
Ditas de llores grandes e listras
modernas, covado ....
Collei'inhos de linho diversos
gostn, um.......
Ditos de dito muito fino chega-
dos'no ultimo paquete um .
Alpacas lizas de cores muito
linas, bonjs gostos, covado .
(ahitas escuras muito largas,
bellos padrees, covado.
Ditas coloridas muidas proprias
para familias, covado. .
Ditas escuras econmicas, co-
vad*........
Ditas de riscadinbos, varieda-
de em padroes, covado.
Dta.> escuras boa composico,
covado .......
Ditas claras econmicas, co-
vado .........
Ditas escuras e claras, covado.
Compra-se 8 accoes da companhia do
encanamento d'agua do Beberibe: quem as
quizer vender, por estes 8 dias, se dirija
esta* typgraphia, onde se dj^ quem as
compra.
Comprar
rse
urna balaoca decimal em segunda in.i* na rua
do^ivramento n. 31._______^_^__^___
Compra-se
20
360
400
;oo
408
Rad-Quemado n, 49 e 57 faje
dt miudezs de Jnsrfc Azew-
dv Mata e Silva conhccido por
Jos Bigodinho.
Est queimando ludo quanto tem em suu
estabelecimento para-acabar e lazeriiovo
sortimento, por isso queiraravir ou mandar
ver o que bom e barato.
Garrafas cora (agua florida ver-
dadeira......
Garrfas com agua divina da me-
lhor qualidade .
Latas com superior banha fi an-
ceza ......
Caixascom 12 frascos de cheiros
proprio jwra mimos .
Dita com|6 frascos muito finos
Olo baboza muito tino que s
a vista o .
Sabonctes de calimga muito bo-
nito ......
palios de p de arroz muito
superior .
Pecas de babadinho com 10
varas a .....
Gaixas redondas emitando tar-
' taruga ......
Peras de fita [de cus qualquer
largura .....
Csctc.as para unlias muito fi-
nas ......
Escovas para dentes fazenda
inuiloina .
l'ulc'ras de conlas de cores
para meninos .
Caixas de tinta hranca do gaz
rom UO novrllos .
Caixas de linha branca do gaz
com 30 noveNos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botes para puubos
muito bonito i ...".
Libras de la p a bordados de
de todas ts cores .
Pentes com cusas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
paia croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botoes madreperola
muito fino .....
Saboneto muito finos 60, 120,
160, 240 e.....
Pecas de fita de la todas as
cores i......_
Espelhos dourados para parede
1000 e .....
Espetaos de Jacaranda muito
fino ......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol .
Pares de metas cruas para me-
ninos .
Caivete muito fino com 4 fa-
llas ......
Crfilhas da doutrina as mais
modernas .....
Frascos de sndalo e patecboly
multo finos
600
800
400
400
300
360
3-20
340
280
120&
un
ate
m
>40
>6C
sm

mu
mu

ntm.
84000
326
iO
i
1 tft
-i.
021
|.n:...
1V'|-
57
Libras sterlinas
Vendo Joaquim J. Ramos, na na da Cruz nu-
mero 8.____________________________
^OMFBITARIA
CAFEFRANCEZ
3Rua da Imperatriz15
Domingo 24 de maio
NVETAU (SORVETES)
Ldte de venus e crema a la Bompadour
9
0 MUSEO DE
GOMES DE.-IMTTI9 IRMOSf
tendo feito completa^ BradEnija em seu antigo (i
1 acreditado estabelecunjento de joias, com o flm de
dar-lhe maiores iiropor<58es e elegancia, convidan,
ao publico em geral e com esptcialidade as Exma.
Sras. de bom gosto a eompareeerem- pessoabnente
das 6 horas da manhaa s 9 da nouttf na
RUA DO "CABUG N. k
ondeenoontraro um completo sortimento do que ha de mai* elegante
bello e precioso em briihautes, esmeraldas, rubins e tudo gue n obn
de ouro, prata e platina m pode deaejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERmLDUS E RUBINS
de no^os gostos, asstst eomo grande variedade de salvas e paliteiros ^te
prata contrastada e de gpst* aipdti nSfo \ist<* e completo sortimento de
frobjeetos de prata para uso das igrajae,
Compram e trocam qualquer joia ou pe** preciosa e garantemj
a qundade dos objectos vendido.
0 MUSEO M JOIAS

no arco
no Re-+
ouro e prata e pedras preciosas,
da Con :eico, ua loja de ourives,
cife. ___________ .. i
IIIIIORI'IUTA
Compra-se moedas de ouro c prata e
bem como libras sterlinav a rua do < ;a-
bug n. 9, relojoaria.
0 muzao de joias
Na rua do Cabug. -*50mprase *ro, T*ttr
e pedras preciosas por precos mais vantajosos do
que em outra qualquer parte.
C/2
Compra-se moedas je ouro e prata, bem
como libras sterlinas por maior pr?o qu
em outra parte: na roa do Crespo n. (p
primeiro andar.
Com muito maior vantagem
Compra o Coracao de Ouro, n. i n a CapU-
g, moedaa > ouro e prata t> pedras preoiosaA
Em casa de Tbeodoro Sfmon 4".(J.
compra se a bom premio moedas de prata
do canto >ebo: Itooifa, largo do Corpo
Sanio n. 21.
Compram-se t
dnas caas'ttrreas em boas mas, q% oojajn wwa?
e bem construidas, e lenbaro oasocida* paa
I grande familia,.ou um sobrad* 'ms-msm p-
digoes. preforlnde-se en cbdos pro|rtas: qMdi s
tiverpra eddr, atmoncip.
FOiill F000
raa Uifila n. 5i
a pai-a vender um completo sor-
timejto de ogos artiliciaes, tanto
par*Sras.,como para enancas, pis-
toljfs brancas e de cores, com 3,
,o,e 6 blalas, fontainas, cravei-
w*, rodinhas singellas e dbradas,
fogoetirrhtjs, boscaps iltamma-
Coes bales de seda de 2 pasmos de
litara etc, etc., feito pdr um dos
nioftioros artisas desta genero.
Tambem ha para vender salitre, en-
xefre, breu, fio, facas e garios
de diversos precos e qualidades,
bandeijas finas quadradas tovaes ;
alm do grande sortimento de fer-
ragens, miudezas, cutelarias e trem
para cozinlia, etc, etc.
Rua Direita n. 53,1 oja de Manoel
Rento de 0. Braga C.
HI1AL M
Ruad* Quemado ns. 49 e
tojas de mt'udezz de Jos tic
Azeveio Mata, est acabavd
com as miuHezas dt seus estabt-
lecimentos por tsso queram apre-
ciar o que e bom e baratissnc
Pares de zapatos de tranca fa-
zenla nova a ., SflOOO
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a...... 150
Duoas de meias cruas para ho
mem a........3->80fe
Tramoias do Porto fazenda boa
epelo prepo melhor 100 attos a 200
l.ivros de mtssoes abreviadas a 2?>00f
Duzia de bai albos fancezes muito #
linos ai^400 e.....*<>Sk
Silabario portaguez com estam-
pas a........
Gravatas de cores e pretas muito
finas a .......
Duzias de meiaj para senhora fa-
*zenda boa-a i.....
Redes pretas Haas muito linas a
Carines com clcheles do latao
fazenda fifia a. .... .
LVbotuadwas fierro fmi feotete
fazenda fina a. .
Gaixas com penna d'aco muito
faoo
m00'<
:lOW
finas a 32, mf 300 e
Bwzerpo.
Compra-se um bozerro pe
Giriqtiiti,4iWaaa.4oa Pires n.
riti do.
4 !)! ' ""
Sapatgi de trrracha
para sonhoras e rapaJN WM* mmK*f>H
At que chegaram
SYSTEMA DESSIMA
Grande factura de pesos kilogram-
mas em serie completa- d$ todos
os tamanbos, melhoree de com-
prehender do que os que at boje
tem vindo ao mercado, chegaram
smente para a loi de Manoel
Rento de Oliveira Rraga A C., rua
DiHa a. 88, e dimioui(!te
Enfcanamento de agoa
fiJOW)
100
Garioes de. linha Al*adre que
teraWtodasa ..
Carreleisde lina Alejandre d
70 at 200 a......
Caixas cim superiores obreias
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Ubra> de pregos Jranctzes di-
vefflo-'^KmliO''*.'--A. .
Livros escripturado para rol de
roupa a. ...... .
Talheres para meninos muito
finos a. -. .
Caixas com papel amtzade uito
fino a........
Caixas com lOOenvelopes muito
Unos a........
Pentes volteados para meninas e
sonhoras a.......
Thezouras mko finas para
uias e costuras a. .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80, 190 .
Varad de franja para toalbas fa-
zenda fina a. .
Duzia de phosphoros de segu-
raoea da fieiber uafetade a
409e........
Pecas de fita branca elstica
muito lina a......
Novettos de uba com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 2*BM
Pecas de fitas botfdcU com 3
varas a .......
DiUs de ditts borWts com it
metros de ^RXH>.a .
Grozas de botoes de louca muito
finos a........
>04C
2-5000
j*M
UM
>4
>700
.atO
320
JbOt
W
jliCt
2t0
5
m
3
os de ferro cstanhado e com porcelana, ditos
_-IHBB9'de todas as frotaura.
Pesos pelo noy sistema
16
LibiaaeojirQ aacional, mowfcs
de 5 francos.
^^dflfiDderaB Jjrdrco daConceic3o ia loja



ti
ufano (le Peinajiibuco Terc,u. feira 25 de Maip de L8t$f
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PlftWcBUTiCO, I, MI DES LIONS-SAIHT PAOL, PAHI9. ^|
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Com IOULItirrO de POTAKHIO
0 lodorcto de potassio um verdadeiro alterante, um depurador de nconteslavel effi-
cacia; combinado com o xurope de cascas de laranjas amargas, e aturado
sem pe turbado alguma pelos temperamento* os mais traeos, sem nllcrar as fudccde
do estomago. Asdoses malliciriHlicas que cHcrontem pcrmittem aos mdicos de receital-o
para todas as complicares as affercrs escrofulosas, tuberculosas, cance-
rosas e nos aocidentes intermitientes e terceiros; alem d'isso, o
agente o mais poderoso contra as doencas rheumatioas.
XAROPE TCN1C0 MTI-NERVOSO
de cascas de lararjas amargos.
35 annos de successos aileslo a sua effi-
cacia para curar: ni doenetts nervosas,
agudas ou rlrronicas, i.s gastritis, gastral-
gias ( e facilitar a digeslao.
XAROPE FERRUGINOSO
de cascas de laranjas e croas) a amarga.
E' sob a forma liquida que mais Fcilmen-
te se assimila o ferro; n'esta turma 6 prefe-
rivel as pilulasc pastillias en todos os casos
era que sao proscriptos os ferruginoso!.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUINA, PYRKTHR0 GAIACO
9b dcntfrieio, com base de magnesia
Elxir dentilrieio, para a alvura c con-
servaco dos denles, curando as dOrcs
causadas pela caria ou produzidus pelo
coutado do calor ou do fri
para a alvura c conservaco dos denles,
provenindo a descarnadura, provocando o
trtaro de que empede a reproduco.
LC
Deposito em Rio de Janeiro, E. Che**U<; cm Pernambuco, r. Manrere C; em Maceio,
Falco Das; em Pelotas, a ulero Letras; em Dahia, na nacha; em Porto Alegre, jas
Helio; em .Vurinaao Frrrelrn r C'j em Ouro Prtto, C. J. V- Weleraon; em Santa Catha-
nna, 6. Sebulelt em Montevideo, G. imbertt em Buenos-
Atjr
rpareb*
CARVAO DE EELi.CC
PAfI
Approvado e recommendado pela Academia imperial de medicina de Pariz para a
cura da gastralgia e em gerai de todas as doencas nervosas do estomago e dos intestinos.
egiialmeute o remedio por exccllencia contra a rcleii'.o de ventre lia.denle em
rstfo de mas propriedades absonentes, recommenilado como verdadeiro remedio nos
eaws de diarrbea e eliolerina. O rnrvAo de licllnc toma-te na occa.-iao das comidas
sob a forma de fue ou de pa-tilhas.
Deposito em Rw-JfKuao, Ditpotichelle; Chcvolot. Em Mritatoio, Haiirrr k C.'\
Superiores saias brancas bordadas a 5, G. 8s o
Ditas de cambria Se escoda transparente j,i feitas
Na luja
Vasconcellos - G.
HgDMead
a iv)oo c
LOJA DO P
Ba do Crespo n. 7 A. esquina da do
Imperador.
PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA-
THOS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contendo setim,
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas, assim como
para co vados.
Gnrgurao branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor tle rosa
e amarelos.
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas sajas.
Chales de gurgurao de seda* de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas do linho bordadas com primor.
Lenfos.de cambraia de linhq, bordados.
.

Riquissimas colchas de.damasco de seda,
assim como de seda e algodao.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de che.vre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabec de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia para padre.
Ditas de 13a
Ditas de seda fio da Escossia e
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de lauyrintho.
Bicos, rendas e grades.
Finissima%cambraias decores, percales,,
laas, e outros muitos artigos de gosto o
de alta novidade, isto s
algodo.
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
COMPANHIA
L
godo de
das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Correia
&
urna,
urna.
Os verdadeiros COLLARES BOYta, os nicos approvados pela
a Academia de Medicina, tcm assim como os mros outros productos
attraliido a rapidez dos falsificadores, que para fucililnr sua criminoza
industria nao sepeja, ii'-ni rcceia annunclar vender falsos Collares
com me wome. En previno as familias paia interesse de scus filhos
que, para evitar falsiicaccs, devem exigir, que mcus Collares llics
sejao vendidos em caitas de tambas de encaixe e corredras concitas
por l elliquetas com a minba marta de fabrica e encerrando nm
prosjiecto circunstanciado, c selladas por una medalba com o lctlreiro.
COLLAR ROYER, Roe St-I5artin, 225. Pars.
Fabrica de tecidos de a
Fernao Velho.
O superior panno de algodao desta fabrica, mni
van (ajo-a mente conlicrida nesta provincia e as de
Pernambuco, Parahyha i Rio de Janeiro, pela sua
perfeicio de teeido, elasticidade e fortaleza, conti-
na a ser vendido no eseriptorio di mesura rom-
panhia praca de Pedro 2 desfa cidade, casa nu-
mero 4.
Afiui do que os numerosos e importantes'senhe-
res de engento, bem como os senliores exportado
res de assocar, tanto desta provi.neia como das
cima mencionadas, possam com facilidade pro-
ver-se das manufacturas desta fabr.ca. a gercQcia
da ronip.inliia annuneja que as la vndanos
sepuintes lugares :
Resta cidadeno seo eseriptorio o as crasas dos
** Siv. Domiugos Jos de Farias Jo Nunes Gui-
' maraes, ra do Coinmercio.
I.m Pi-rnambucona casa dos Sts. Oliveira, Fi-
lhos & a
No Pilarem casa do Sr. Joao dj Albuquerque
Mello.
Na CaUanha Grandeem casa do Sr. Norberto
Cavalcanti de Allmqnerque.
Km Camaragibena casa do Sr. Joao Vieira de
Lima.
Alem do panno apropriado ao ensacamento do
assuear, a fabrica possue mais urna qualidade do
panno mu forte, adoptado ao systema que tem os
sen boros de engcnbo do norte da provincia de
mandarem despejar nos trapiches de Pernambuco
o assuear que alli vio vender, com o que os sac-
eos serrem para muitas safras.
Para roupa de cscravos ou de trabalhadore? do
campo, o para toalbas e lenr;es do servico diario,
ha urna superior qualidade de panno de 28 pollo
padasde largura, niuito forte e espesso, parecen
do-se bastante com mcia lona. Os precos sao os
mais mdicos possiveis. Macei 30 de marco de
m>9.
VEGETAL AMERICANO
SA LID ADE

DE
BARTHO L O W O & CC
Pra a cura terla a to>scg antigs e* rcenles, cilarrhos pulmonar, asthnia^ tose conruba, catarrfa*
kronebijs, o em goral contra tolos os sofTtimentos das vas respiratorias.
DEPOSITO VEIttL
BOTICA. E DROG-IRIA
3i, RA LARGA DO ROZARIO, 34
PERNAMBUCO
A therapeoiica das diversas moleslias do ocilo,desde
a pharvngite ou mal da garganta at.a tuberculacao
pulmonar, passando pelas diversas broncbilcs calarrliaes
r o cm|iliyscma araba de seatenrequecida com mais
t-Me medicameolo, que tomar a priuieira ordeai catre
l(/diig al boje conbecidos. O tarop Vegetal Americano,
garaalindo paramente vegetal. nSo conten em soa
composigao um s tomo de opio, e sim somonte sue-
cos de plantas indgenas, tujas propiedades benficas
ua cura da molestias que perlencem aos org'os de res-
piraco foram por dos observadas por longo lempo,
com ptimos resultados cada vez mais crescanies; pelo
que nos julgamos autorisados a compor o xarope que
agora apresrnlamos, e a ollerece lo aos mdicos e ao
publico, Piovamos com os attestadbs abano o que le-
vamos dito, e contamos que o conceito de que ja gosa
o xarope Vegetal Americano crescerk de da a dia,
deixando muilo aps de si todos os pailones em vaga.
Illm. Sr. R.rthalomea 4 0,-0 xarope Vegetal Ame
ricano, preparado em sua conceituadissima pharmicia,
e nm til remedio para combater i lerrivel asthma.
Sofra eu aquella molestia ha qnalro oiezes. sem anda
ler combatido osftlaqaes ajeosaes qoe liuba; este oltimo
que tive fot forlisstmo qoe me prosloa por 8 das, asei,
porem o seo milagroso arop*. tonaodo apenas trea
dses, e at o presente nao tai de novo atacado. Prasa
Vena, que eu que resubeiecido por urna vez. Reudo-
Ihe, poie" os meusagrilecimenliis por me ler aliviado de
lio liorrivel mal. Com a mais significativa gratulan,
sabscrevo-me deVmcs. afTeciaosn c reconhecido criado.
Severino Duarlc.Su Casa 14 defevereiro de 1868.
Illms Sis Kartholoaeii ft C. Depots de qna-i seis
mezes de sofliimento com urna losse ineessante, tastio
extraordinario, expectora..o di um catarrbo amarella-
dn, o perda total das forjas, que o monor passeio
me faligava completamente, causado de tomar mus ou-
tros remediosseui resultado livea fcacidaJedesaberque
Vincs. preparavam o xarope Vegetal Amcricaao, e com
elle, praras a Uuus. me olio reslakelecido ha mais da
dois mezes, e robusto como se nada tivesse solTrido. A
gratido me for{a a esta declanco, que paderio Vmcs.
fazer o uso que quizeram. Sou com estima de Vmcs.
muitos resneiladur e criado. Antonio Jnaqim de
Cauro e Siira. Recife 8 de feveveiro de 1868.
Atiesto qoe u.-ei do xarope Vegetal Americano, de
composic,ao dos Sra Baatholomeo A C. para evade um
forte defluxo que me lrnu\e uinarouquidio.aneOie nio
faxia edtender, inOammacio e or na garganta, tosse,
grande taita de respirado, e liqart completamente res-
tabelecido com um s vidro do mismo xarope; pelo
que Ihes protesto eterna gratido. ttecite 10 de Ja-
neiro de ISG8. Joajuim/freir Arunfei Jnior..
Estao recoubecidos.
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por wcettencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
caUrrhos, tosses convulsivas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
VEMDE-SE
?NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu A C.
31RITA LARGA DO ROSARIO34
Scboiete de alcatrdo.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que t5o boa
acceitacSo tem merecido n'esta provincia.
( muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas'as
i molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu A.C,
34ra larga do Rosario34.
\
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Rita do Crespo n. 9
Os proprielarios desle bem conheci*) estabete-
cimento, ;ltn dos rauitos objectos que tinhain ex-
posto? .1 apreciacao do respeiiavel publico, man-
daran vir e acaLam do receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variado sortnento de
finas c mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como de seu costume,
por precos muito baratinbos e eommodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de petKca, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas- e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquisstmos enfcitcs para caberas das
Exilias, senhoras.
Superiores tranfns pretas e de cores com vidri-
lhos e sem elles; esta fazend o qBe pode haver
de melhor e maisuonilo.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia- para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 205,
alera destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas niujto
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com Kndas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o qnc de melhor se
pode desejar ; alem destas lemas tambera, grande
Juantidade de outras qualidades, como sejatn, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidade?
Lindas e superiores ligas de sedare borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
na de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo do marfim^e tartaruga para fazer
barba ; sgo muito boas,c de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadesa.
Lindas e bclla Superiores agujuas para machina e para erox.
Linha muito boa de peso, Irooxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grande c vanado sortimonio das raeihores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnoticos contra as coavulsoes, e
factam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muit recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim do que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois podero aquel-
la que delles precisarem, vir ao deposito do pallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao lim
para que sao applicados, se vndenlo com um mui
diminuto lucre.
Rogamos, pois, avista das objectos que deixamos
declarados, alfc n<)ss6s fregijcBes e amigos a virem
comprar porprecos mnito mzoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
TASSOIRMAOS
Tem para vender ejp seus arrBa/.en^ alem de ou
*** *fumle# arttgos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado e liso.
Vinhos cm caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Heiy.
Hcrmitage.
Chamblis.
Licor de curaco de Hollnela em caitas de ^n
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso IrmSos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmaos
CARitraiios ni: feh no
Para servicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoes de-um para outro, lado pelo
mdico precode 12*000 cada nm.
Farinlia de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
tana e grande sortimento das melhores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso lrraios.
Cemento romano
Nosarmazens de "Tasso lrmaos.
Cemento hydraulico 12$
O melhor para tud que sao obras para agua, ru-
mo assentamento decanos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, e^c, etc.: em porroes de
cincoento barricas se fara redne^ao no prejo: nos
armazens d Tasso lrmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
lrmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differentes rjnalidades para eercados de ani-
maes, cbiiiueirospara galinhas ou jardins : no* ar-
mazens de Tasso lrmaos.
Barris com bren
Nos armazens de Tasso lrmaos.
CANOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Rita, na antiga fhfcrica de
sabao, ba para vender por preco o maia mdico
possivel, canos francezes para edilicacoes e esgo-
tos de toda a qualidade, snpeiiores a todos os que
aqni tem apparecido pela sua solidez.
PRECOS.
1*400 por cano grande de 3 e mela poKegadas.
1*200 por dito de 2 e tres quartos de dita^
1*000 por dito de 2 e unv quarto de dita.
S80 ris por pistoleta de pollegadas.
Cotovellos, curvas e canos de maior grossura,a
vista.se far o proco. Compras maiores de 200
tem 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos arraaeens
de Tasso lrmaos.
lijlos francezes
Para ladrilhar casas terreas com asseio e precos
mdicos, muito convenientes e propriosparaterfri-
lhos de cosinhas em sobrarlos, pelo seu asseio e
evitar a passagem de aguas para o andar -'nferior
e mesmo o perigo de fogo, aos precos de 30*000 a
45*9ro o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fabrica de sabo, e compras maiores de 200*
se far o por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amestras nos armaaens
de Tasso lrmaos.
Velas ie esparmacete verdadeiras para tan-
ternas de carros: aoarmaiem de Tasso lrmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
de Tasso lrmaos.
O melhor cognac Gauthier Freres: no arma-
zem de Tasso lrmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso lrmaos vsnde-se esteiras da
India de diversos paroes e largars, por prscp
commodo.
J NOVA ESPERANCA
21=-Una do Queimado= 2.
Advertencia!
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efflcaz, e preferivel f todos os
conhecidos, j pela certeza de seu resalta-
do, ej pela fcil applicacSo as cranlas,
quasi sempre mais atpcidas dt; tao terrivel
e muitas ve'zes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
KA
Pharmaela e drogara.
liartbometi & C.
S-t--Ra Larga do Rosarlo 34
PASTILHAS ASSLCARADAS
D. PATERSQN
De HKmiith magneaia.
Remedio por excetlencia para combate'
a magreza, facilitar adigestao, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu de C
34------Ra larga do Rosario------34.
A0 BAZAR DA MODA
Ra Nqva n. 50, esquina da ra de S.
NOVIDADES
IL
Para senhoras.
LOQL'F.5 da ultima moda, enfeilados e lisos, gran-
de sorihiPiito.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAPEUSINHOS a gorras de .velludo e de pennas
(alta novidadj I) de palha da Italia, a emtiacao,
especial sortimento.
CINTOS Je cores e pretos, rico sortimento a ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas por eommodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
genero.
LEQUES a emitacao de marfim, gosto novo e de
ndalo.
GOLIXHAS e punhos, a emitacao de guipnre.
ENFEITES pretos e de cores para cabeca, lindos
moldes, '
GUARNICAO alta novidade I a Marie Rose, lti-
mamente usada em Pars.
CORPINHOS de guipare brancos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de laa e seda, cores claras, elegante
moda em Paris.
GRINALDAS de (lores finas
ESPARTILHOS superiores. '
MEIAS superiores de flo de Escocia
LUVAS de pelic chegadas pelo ultimo vapor
ADERECOS de coral verdadeiro e camafeo costo
delicado. e
. DE PALHA
GUARNIHOES para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTOES lisos e com pingentes para vestidos.
CINTOS alta novidade.
FLORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LAGOS, fivebs, penadlos para enfeites.
Para homens.
dali-
CAMISAS cora peitos, colnrinhos punhos
nho lino, lisos e bordados, moda,
COLARINHOSde linho e algodao.
PUNHOS de ditos. -
GHAVATAS de todas as qualidades.
BOTOES par* punhos e guarnicoes para coletos.
CORRENTESdt platpi* emitclo do uro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Rotchil, qua-
lidade superior.
CHAPEOSade seda-, para sol.
MEIAS de perior qualidade.
BENGALINHAS finase chicotes.
LUNETAS aro de ac e tarturaga.
Para erlancas.
VESTUARIOS completos para baptisadoa.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitadoa.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadas e de chroch.
BUNECAS vestidas, muito L.xJtaa i diversos
brinquedos.
Perfumarlas Unas.
de Murray & Lan*
AGUA FLORIDA verdadeira
man New-York.
TOXICO or'n ntal. ?ordadir.
AGUADIVlNJLtleE. tottdray e superior agua e
esseni'ia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de igradaveis aro
mas para o lenco*
VINAGRES aromtico? para toilet.
POS DE ARROZ para amaciar a palle em paco-
es e ricas caixinhas com arminlio.
POS superior para limpar os dentes.
COSMETIQUES de fina qualidade.
SABONETES, grande sorimento deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philocome, babosa e antiques.
BANHA fipa para os cabellos.
AGUA de Oores de laranja.
CREME de sabSo para barba.
Caixas proparadas com perfumaras finas.
lndczas finas.
Barata que admira
Quartos de latas cora bolachinbas de boas qua
lidades a 10>>, caixinhas cora ameixas, peras e
figos a #4U0, cerveja Bass, Ihlers e bell ingleza a
800 rs. a botija, vinho a 400 rs. a garrafa, azeite
doce de Lisboa a 880, arroz de pfimeira qualida-
de a 120 rs., caf a 20, sabio a80 e 220, cha
miudo bom a 35100, idem grj|idoi 35^ alpista a
240, toucinho de Lisboa a 440, mannelaia fina a
780 a libra, doce degoiaba fino em lata e caixor-
de diversos tamanhos por comBioo preco : s a
esquina da ra da Penha n. 8.
SUPERIORES fitas de grosdenaples de todas as
cores e larguras de velado pelo e de cores, e
gurgurao para cintos.
BABADINHOS e entremeios bordados.
GUARNICOES de seda de cores jiara enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas eprn vidriBfos e nngentes.
BOTOES de cores, brancos e pretos com vidrilhos
lisos e com pingantes.
DEDAES de matfi aperla, de marfim, de cu
metal.
THESOURAS finas para costura e nnhas.
CAIVETES finos coro quatro folhas. E muitos
outros artigos de miudezas que se toma ewV
donho menciona-los.
Tudo se vende por-pre?os bastante eommodos.
DA ^ "
FABRICA NACIONAL DA BAHA
BE -
1EIXEIRA FREDER1C0 < .
Am> te ptimo rap, mrfeo que -pode supprir a falta do
princeza de Lisboa por ser de agradavel perfume.
E' fabricado pelo systema a imIUcao do Areia Pre-
ta,-^ptia tem sobre este a vantigem de ser vfrfj.t-
do.o que para oste artigo moa ospecialidader
as pragas d Duina, do Rio de takeiro o outras do
imperio tom 0 Rap Popular sido assas accolhido,
e pzova.veunente aqu tmbern o ser, logo ^ue
seja conheeido e apreciado. Adi-Se veuda
por pr*co commodo, e para quem cornpnaj: e iftj
librasjra cima, far-se-ha um dconto de9 0/0,
e de SoO libras para cima o de 8 0/0 : no eserip-
torio d Joaquim Jos Goncalves Beltrao, ra do
Commercio n, 17.
MASSA e XAROPE
decodeinadeberthI
5 Praeonisados por todos os mdicos coiHra i
DKKLUXOS, CATHARROS, E TODAS A?
IRRITACOESDOPEIT. /"T J
W. B. O Xarope de Codcina que mertu'o a I
honra,. alia$ btnj-ra entre os Medicamento
novo, di ier regmrado como tim'dol mcd.ca-
mbitM ofliciott do Imperio Franeet disptnia\
quulqutr elogio.
. AVISO. Por causa da reprehensiwl falsl-l
(icacao que tcm suscitado o feliz resultado do I
Xarope e massa.de Berlh somos Toreados ni
lembrar que^slH medicamentos tao juilamehle!
conceiluados s te
vi'tidcm em raixin-
bas c frasees levando
a assignalura n
frente.
6, Piue det Eeolcs, en Plnrmacia Cenlral]
de Fiancc, 7, Une de Jouy, em Pari$, e
todas as l'liarmacias principacs dnBraiil.
Macarthy
Machinas de descarocar algodo.
Hoja que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudicam e quebran a fibra do alpodao,
6 preciso recorrer a machinismo menos spero,
que produzindo o niesnio servLco que quellaSi e
facilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da 15a,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a differen<;a que ha entre o- algodo escarolado
por aquellas mencionadas machinas, ^jue'esto fi-
cando em deuzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da auliga-. bolandeira, que nao pode cnupetir
pela moroskade de seu trabalho. E assim que
estas machinas se, tornam as mais prbprias- para o
nosso algodo, porque ajj nar da facilidade e
promptidao conserva a fibra da laa, que limj>a por
ella, e qualinYada na Europa a par da nielkor bo-
landeira"vilehdo assim .entro 11 i 20 por 0/0
mais do rft a laa Hmpa pela machfna d# serrote.
Estas machinas nao sao noyae, rjoj que 1 muilo
esto adoptadas no Egyptb, aonde as de serrote
foram inteiramente abarraonadns, por isso ri algo-
do daquella prcK^dencia, sendo da quadade do
da nossa provincia, obten hoje de id a^ por
0/0 ruis do que o nosso : vendem-se a- 150*000
nos armazens de Tasso lrmaos.
Oleo de amendoas
T.m caiXcB do 8 latas, caria caixa MJO-libras*;
no*arn)aiens de Tassojrrrr5()s.
Charutos da Havana.
- BiiaTlontg olwwtttos daJtaaanav e por baialkgi-
mqjireco : em casa de Tasso lrmaos, ra do
Amorim n. 37.
Relpgios ce o^ro.-.
Relogios fouro de patenie com baitw.je.de
chronoiiietn>do famigerado actor ohn ltog-s, no
eseriptorio fle Tasso IrmaSl.
Phmos inglezes. "
Pianos inglezes do bem conheeido "autor Charles
Cadby, no a^riptorio de Tasso.
fAco da'milao.
Nos armazens de Tasso /rmos.
BARRIS DE SA^lf HE
Nos armazens de Tasso Trmao*.
i t i

A Nova Esper?nr;a, ra do Queimad
i. 31 tendo en deposito grande quantidade
de miudezas,, c como se approxima o tem-
po era que tem de ser dado o balanco, por
isso desd j previne ao respeitavel publi-
co, que c?i resolvida a vender suas mer-
cadorias pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venbam os bons fregue-
zcs.'e os que nao forem venbam ser fregue-
zes, em lempo tao opporlono quando
NOVA ESPERANZA convidaos pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, n5o
falla aonde e.aqpem...
PARA 0 MEZ DE MARA
A Nova Esperanza, ra do Qucimado
n. 21, recebeu pastilbas para queimar-se
cm lugar de insenfo, para aromatisar os
oratorio das devotas do mez de Sfaria.
Elle quer e ellaquer
E' sempre assim.
Elle (correspondente" de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosio e porfeicao, e ella (loja da Nova Es-
peranca) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bnm constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos)
Nova Esperanca ra do Queimado n. 21,
alem do grande sortimento que j tinha,
acS.ba de receber mais o seguinte :
Bonitos broches, pnleeiras e brinco* de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e niati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollo e
bandeijas.
Brincos pretos com donrados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos gaHoes, franjes e trancas do
seda e^de 13a, para enfeites de vestidos.
Jiotoes de todas as cores e modes novos
pira o mesmo fim.
franca pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Bofes pretos coai vidrilhos coro pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, eamurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos-
Delicados leque de madreperula, mar-
fim, osso efeia.
Espartilho simples e bordado*.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21, na
Nova Esperanca.
Coliare armemos ellcctro-magneti
.ees contra as conmines das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de qua muiio
collares se vendem por ah intitulados o
verdadeirws de Reyer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (comprndoos:
no effeito promettido.o que so pdem d*r
os verdadejros; a Nova Esperanca, porir
que detesta a falsificaco principalmente nr
que respeita ao bem star da humam'dade
fez urna encommenda directa destes collares
e garante aos pais- de familias, que sao o
verdadeiros de Reyer, que a tantas crean
Cas tem salvadQ do terrivel Boommodo de
convulcoes, assim pois preciso,. que ve-
nbam a Nova Esperanca a ra do Queimadc
n. 21 comprarem o salva vida,, para seu
filhinhos, antes que estes sejara acommetti-
dos do terrivel mal, quando entSo ser i-
fficil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros coltare
de Rover.
c.\.GERM%

v-v
VMde-se superior cera de carnauba em de
cas.^W pre?o mMis barato do queem^Hitra^quas-
quer parte : na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 6?^ Flix Pereira'da Silva.
CUSA DOS CALLOS.
PELA
Pottadaglonpeaa. *
Reposito especial
, Pharmacia de Bartholomeo A
34------Ra larga do Rosario
C.
-34.
VERNIZES
de superiores qualidades, a precos cofnmodos : na
ra *> Vigario n. W, 1* andnr, eseriptorio de
Joaquim Gerardo de Rastos.
VENDE-SE
azeite de dend a 800 rs. a garra^
fa: naruaNo)pn. 3.
G4Z GAZ GAZ
Cbegou ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ru do Imperador, um carregamento de n>
de primeara qualidade; o qual se vende em partida?
e a retattio per menos preco do que em outra quaj
quer parte.
Alegrai-vos mvopes, e presbytas, j po-
dis ver de longe, j podis ver. deperto.
nao ha mais vista curtas, uera,candadas.
!'. J. Germanaacaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rko e variada 9orthB nto de
ocultis, lunetas,..pince-ne2, face -iaai. lor-
gnons, de^oura, prata, Mrtarugat. marfim.
ap), bfalo, n|car, .unicoiTiio. emotebior:
assim como binculos de urna a trsmudii:
pjs para tlieatro, campoe marinba, daulli
ma invenco ; duquozas, vieuezaSyde 6^8 e
12 vidros, tudo dos mentores fabricantes da
Europa. .
O mesmo vapor trnu-
xMuma exeellente ma-
chfca para graduar e
observar numero dos
vidros qoe senecessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem eoocllentes rterioscopos, instrnnMB-
tos.de maeniatrca.TtarometrMy^ros de
clu-ystal de rocha, de tres^*resguar-
dar a vista; eoncfirt todo* os objectaei
precos eommodos e com promptidao ,* lira
o mofo dos valros e rnc.1rrega^tvdftoda a
encommpnda relavara ptica hb\
Recebeu tambem os exeellente relojjms
do antigo e afamado fabricante frtert Gerth
&C, os quaes venra prec^ coiljmodos
garanndo a sua superior qualtaade.
FUNDICftO D0B0WM4N
Ra do Brnm a. 8.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa. w-'
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batida fundido,
Rodas dentadas, paia moer com agoa.
vapor e animaos. ""r
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assuear.
E outros muitos objectos, eu. etc., pro
puos para agricultura.
PAPEL
Papel de impressio formato do Dtarto e qua-
drupo Jeeu, para livros tanto liso como riscado,
rarr, raisin e Jeso, o melhor possivel em qua-
dade, venda : na roa do Imperador n. io", defron-
te do convento de S. Francisco.________________
' Na ra de Apollo n. 43, Io andar, vendem
se saceos com farinha da trra a Sil, bons saceos,
><



\
'.
1
I *
Terqa eira 25 de Mao Je 1869.
_
Ocordeiro previdente
Aua do Qiieiniad* n. H.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimoatoide perfu-
maras, de que efectivamente est prvida a
loja do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se toma
notavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, quaidades e commoidades de pre-
ces; assim, pois, o Cordeiro Providente pede
e espera continuar a merecer a aureciacSo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida na nsidae
e baratez i. Em dita Luja encontraran os
apreciadores do bom:
Agua divina de & Coudray.
Dita verdadeif de Murruy de Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, frao
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odoutalgi.co para conservado do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualklade e chei-
ros agradavers.
Copos e latas, maiores e menores, eom
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino eagradavel cliei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agrada veis.
Oleo philocomo verdadeiro.
EAraclo d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de dife-
rentes tamanhos,
Sabeaetes em barras, maiores e menores
para naos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito tinos em caixinba para barba.
Caixinhas com bonitos saboneles imitando
fractas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tam-
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes aovos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composico do
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza c franceza para denles.
Pos de carnphora e cutas diiferente
qualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kerap.
A inda mais coques.
Um outro sortimeQto de copies fle no-
ves e bonitos moldes com filets de vidrilhos
e alguns d'elles ornadas de flores e titas,
esio todos expostos apreciado de quem
os pretenda comprar.
OLUMIAS E PUXIIOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiro.
Fivellas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficanflo a boa escolha ao gosto -do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de mcllior se pode encontrar neste
genero, sohresahin lo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Paca viagem.
Bolsas delspete e carteiras de couro, por
preces commodos.
Cliapelinas de palha da Italia mni bem
enfeitadas, e enfeites de flores obra d. bom
gosto.
E assim muKos outros objectos que se-
ro presentes a quem se dirigir dita loja
lo Cordeiro Providente a rua do Queimado
n. 10.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
. CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Providente rua do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bellft sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
:udo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de presos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de gallees de la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va
riedade dff gestos os tornam recommenda-
dos e apreciados ; compareci pois os pre-
lendentesque serao servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e rendas de
gnepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as c&rcs tanto para homerr
como para seohras, constantemente' achar-
se a venda na loja do Cordeiro Providente :
rua do Queimado n. i 6.
Viho degestivo de
chassaing
CM .
PEPSINA E DIASTAEX..
Remedio por excellenca para cura certa
das {Ugesfes dilBceis e completas, acalmar
as dores gastralgicas, e reparar as forjas
produzindo urna assimulaco completa dos
dimentos; sendo mais um excellente tnico.
VE\DE-SE
PHARMACIA E DROGARA
DE
R.trfholoinen ft .
34RUA LARGA DO ROSARIO34
L!JJ\DRF\?l!)\Si:il()IPlFEIfl
DE
Fr*neteeo Antonio de Carvalho
k. Companhia
(SCCESSORES DE flEGO k MOURA )
lina Nava ti. 24.
Os proprietarios leste eslabeieeiniento faiem
iiinte a* publica que aeabam Je receber um per-
feo e vanado aoiimento de pannos finos, case-
cairas, brins e outras fazendas de gostos moderno?,
as quaes vepdera por precos razoaveis. Os mea-
mos seintrfieam, que tendo admirada -para sua
ffcina ie alfaiae oa artista hbil do desenipo-
ahfr de sua* unecoes, receben qualquer encoin-
neada de roupa por medidas, promttendo satis-
fazereto eom pqntualidde presteza qualquer pe-
dido neste sentido.
___________________|_____------ I I M
QUE SE LIQIDAM
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO

8(Daaa
DE
CHAPENAS
ULTIMA MODA

FEIIX PERKIIM O A Sil. VA.
O proprietario d'este estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
ntal a vir surtir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como de
i, assfm como do um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoas que negociam em pequea escala, tanto da praea como do mata, tiesta casa
poderlo fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porcSes, venoen io-se-lhes
pelos presos que se compram as casas inglezas ; assim como as esoellentissimas fami-
lias, podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se he s mandam
levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabelecimento, que se acia aberto con-
stantemente, desde s 6 horas da manha s 9" da noute.
Casemiras da moda
ANA
OJA BO PAVtO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
cas, paletots ecoletes, fendo lisas, com lis-
tras e com listra ao lado, tendo para todos
os precos, e alianca-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vontade do
freguez, para o que tern um bom alfaiate.
Aos quiuheutos palitots
a 18$e20000.
Na loja do PavJo rua da Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande por;3o de pa-
litots sobrecasacados, c propriamente so-
brecas'acos de panno pretu, sendo obra
muito b&m acabada pelos baratos precos
de 183, sendo forrados de alpaca, e de
20)5 forrados de seda; esta fazenda a nao
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm quida-se
esta pechincha pelos procos cima.
Liazlnfeas a i rs.
Vendem-se lazinhas para vestidos e rou-
pas de meninos^ sendo tao encorpadas
como chitas, pelo barato proco de 240 rS.
o covado.
POPELINAS A 500 RS. O COVADO.
Na loja do Pavo, na rua da Imperatriz
n. 60,'vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupens ou lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creancas, com ^s mais medemas e bo-
nitas odres ; padrJos com litrinhas miudi-
nlias, que se vendem pelo barato preco de
500 rs. o covado, pechincha que se acha
unidamente na loja de Flix Percira da Sil-
va, na rua da Imperatriz n. CO.
AS CAMRRAL\S DO PAVO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sastendo mais de vara de largura, pelos
procos de 5jlOOO at lOjJOOO a peca, asskn
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por er muito
transparente a 10000, a vaca, na loja do
Pav5o" rua da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-se ara grande sortimento eos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
'om a I2(000 rs. cada par at 25(51000 rs,
isto na rua da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO RUA DA
IMPERATRIZ N. "30
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletatnente sortido dae melliores roupas,
sendo calcas de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bullo sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca tido ii vontade do freguez, e nao sendo
obrigados a acceila-las, quandi nao stejam
completamente ao seu contento, assim conio
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linlio e algodo e outros niuitos artigos
proprios paj-a homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na rua da Jmpera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva,
VE
Libras estorlfcitrs,
Recife, n. 58.
na rua da Cadeia do
cambraias do enejantes
WWrs.o covado.
irnas, al
Chegaram para a loja do Pav5o as mais
ritas e mais modernas cbapelinas rica-
mente enfeitadas, com enfeites e fitas de
ietim e de todas as crese com ricos bicos
de blond e as mais iindas e finas flores,
vendeudo-se cada urna pelo barato proco de
ISjJOOO, garantindo-se seren muito mais
bonitas do que eutras que se vendem em
outras partes a 205 e 25j(, e entre ellas
ia mais do que um modello, tambem tem
rauitas de pratinho, proprias para mocas e
meninas, isto na rua da Imperatriz n. 60
loja do Pavo, de Flix Pereira da Silva.
Explendido sortimeuto de
Alpacas lavrada de cores a 560
Alpacas a 560 Alpacas a 560
Alpacas de cores
Na loja do PavJo ra da Imperatriz n.
60, vende-se uns poucos de mil covados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e bonitas cores,
proprias para Vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyrio, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muito miudinhos assenlados era ma s
cor; para se poder retalhar esta fazenda
pelo barato prero de SBO rs. o covado, foi
preciso fazer-se urna grande compra deste
artigo, o qual grande pechincha.
Aos dez mil covados de cassas
francezas
Cov&do a 300 Covado a 300
Cavado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 ts.
Vende-se na loja do Pavko rua da Im-
j)eratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos e grata-
dos, assentados em todas as cores, estas
cassas sao pfopriamente francezas, tendo
ii-nnsparontes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e atm dos padroes
seren muito bonitos, sao todos fixoso seria
fazenda para muito mais dinheiro, mas re-
talha-sc a :<00 rs. o covado.
i:*par;ilios a 3>$OSO na loja do
Pavo
Vende-se ama grande poico de esparti-
Ihos modernos com o cempetente cralo,
tendo sortimento de todos os tamaitos, e
vcndein-se a 35 cada um.
MADAPOLO ENTESTADO A 3-WJGO, S
NO PAVO
Vendem-se pecas de madapolo enfestado
com 12 jardas, sendo muito iucorpao pelo
barato preco da 35600 ris, ai>im como
pei'fls do algodosinho com 16 jardas
MfStO e 1000 ris.
.ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 500
RS. S O PAVO VENDE
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Na lfcja do Pavo rua da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porr.ae de alpacas
lavradas com os mais lindos padroes listra-
dos e cera llores matiaadas, sendo este ar-
tigo urna grande pechincha, por se terem
comprado urnas pouas de cacas e vende-se
pelo barato preco de 500 rs. o covado.
Chales
PELERINAS DE CROCH A 8, 10.3080
E 128000
Chegaram para a loja do Pavo as mais
modernas e mais bonitas romeiras >a pele-
rinas de fil e croch que se vendem a 8 e
m e {0.
. GHASDE PECHINCHA
EM
A pataca o covado
PERCALLAS A 3sJ0 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A 320 RS.
Na loja do Pavo rua da Imperatriz n.
60 vende-se urna.grande porqBo de per-
callas francezas proprias para vestidos, sen-
do de cores fu e mais larga que as chi-
tas, tendo os pannos inulto encorpados e
cornos desenltos mais bonito* que "tem
vjndo ao mercado, tendo padroes miudos e
grados e vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, garant;do-se estar esta
fazenda em perfeito estado, e vendendo-se
por este baratisiimo proco para apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 1S800
[MA DF.
11~RUA DO QTJEINAD0-.il
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Rece,beram superiores vestidos de blond com manta e capilla para nonas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
SAHIDAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais lindo.
-,F BASQUINESde renda prota, e de gorguro preto, o que ha. de ma*
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente .bordados.
BALDESbrancos e de cores para senjtoras e meninas, sparjjlhos, saas bor-
dadas, e saias de la com barras de cor.
GORGROde seda, brinco e preto para vestidos, seda ilc dores; noirenn-
tique branco, e grosdenaple brajico,dje cores e preto, prtncezas, bombuzinas pretas,
alpacas de multas core9, e diodos cortinados bordados,

t-
:i 8W m ; onielhir Kiupo u;ir.i (liti^tar, tom-
M'itiul'j uiais Jo i'u u.'iii o dcn'outo de dez poa
cenio : na na Qiroit:i n. \t. loja._____________
s^a mzKlll
^4

A 66 QtElMAt>6
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lain

Tintura indelevel para tingir os cabeltos,
sem manchar a pelle.
A bem conceituada agua-florida de Guis-
lain que ent5o era desconhecida em Per-
nambuco, ja boje estimada e procurada
por seu efficaz resultado, e ainda mais se-
r, quando a noticia de seu bom effeito e a
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-florida de Guislain composta ni-
camente de vegetaes inoffensivos, tem a de flores.
Ditos com ditas de velludo, outros im
tando charo machetado.
Ditos com ditas de marroi|uim com cruz
e guarriicSD, douradtrou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Assim como.
.. .
Grande e bello sortimento de leques
todos do madreperola, madroperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, Qsso, osso e seda,
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
Superior mente chcgndiqlj Santa Cutharroa, vende-
te i prero Ci i honto dubriRue alle-
tn3o Lina, fundeacte defronde,,do trapete
do Ex ni. Sr. liariio do Livraineirto ; a lea-
tar a burdo tunenlo, ou no cscriptono
de Joa nini Km do Coroinercio n. 17.
v'eii(l"-5c nm iin>l.>que, pe?a muito boa : na
raa eslreila do it^ario, travesa do Queiraaiij
Attenpao.
Vendem-se os ferros deourfcesd ewe-* a ca-a
ao Cfujfpradw : 3 tnuar at as J2 horas da na-
nliaa ou uas 'i da rarde em rilante; no patee do
Curi.'i. '-7|tnn fki viib rfe 'Hrt-tn ti. *.
Fes de cqMr's.

Attenijiltt
Vende-se por precisao e barato nina f;isa nova
do [ledra e cal bon ronstruida, em cliao pn>f rio,
situ no KneanaHienU), prxima a estacao do Parna-
inwriiu : a tratar no mesmo lugar, na taberna,
ou no Forte flo tfattbs n. 5, beceo da Hoia, das '.)
as i horas da larde.
Vende- p.irri'1,1-, Um\os erioulus e Teitos ao pasto deste*
iir.ibnl'lcs, BO|d i (W v.n.cas [unidas u por parir,
dotalhados ou por iutitos ; em Detieribe, sitio da
r all toaos es diss das 5 para as Ii
Sj pucaia, a ver
horas da tarde.
Veiule-se etn casa de Oliveira
Filbos & C, largo do Corpo
Sanio n. 19
Libras esterlinas.
Vinho moscatel de Setubal.
Potassa da Uussia, em barris c ni
ditos.
Carvo animal de superior qualidade.
Panno de algodo da fabrica de Pernio
Yelho, para sainos e roupas de escravos.
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estiverem bran-
cos, e lhes restituir o briiho perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, sem
ser prejudicial de modo algum
E' porm necessario fazer conliecer^que
o bom resultado produzido peta agua-flori-
da, Dio instantneo, como muitas pes-
soas talve supponham, mais sim ser pre-
ciso fazer oso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se ot)ter o fin desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas' muito gosto.
BoRitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas do cnente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de lio de Escoda abei-tas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muo tinos JMgodiD, alvas, e
efuas para meninas e senhoras.
Luvas de lio #flM9ia, toifal, e seda
para mewnas e senhoras.
Meias de laa para homens. mulheres e
meninos.
GoHinhas e punhos bordados obra de
Grande exposico de
bonecas de cera
DE
Todas asqualidades na rutkdo
(Jueimado n. 55.
LOJA BO TEMPORAL
Acaba de rhogar pelo ultimo paquete jm
|completo sortimento de bonecas de cera de
tudas as qualidades para luja do Tempo-
ral.
______________i_____L
vezes por mez, contando sempre com oliom
xito, podendo a experiencia ser feita em
Dutra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
rua do Queimado n. 8,'
A Aguia Branca, contando com a protec-
co de sua boa freguezia, tambem capricha
em uo lh'a desmerecer, procurando sem-
pre correspOBder a idea favoravel com- que
3 honram, e em prova ao que fica dito, d
como exemplo o explemido sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
io-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livres de missa
e orafSo, obras de apurado gosto e perfei-
c5g, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos com ditas de martn igualmente
bonitos.
Entre-meios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS P10DIGI0S0S
Anneis e collares Ro'yer para creancas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cesUhbas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixinKas aovldro enfeitadas
com pedras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga parajoias.
Bonitos alhuns com msica.
Pinseis ou bonecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas depalhaV
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e a'finetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas c bonitas.
ESCR&fQS FUGEDQS.
Fiifio de bordo do palhabote nacional A.n.-
0, um mulato claro de nome Justino, estatura re-
jiiilar, eabelli s' 'earapinbos e tneios mivo?, pciara
barba, tem una pinta preta no ean'odo oibo vello i um t;illio OMWtOstM ao niesiuo lado ; levou
vc-iido eaniisa de chita em lisu verdes, e usa
do lana cinta eom borla encarnada para aportar
as calas, natural de Santa Anna do MMto na
provincia do Hio firande do Norte, para onde tai-
vez queira ir. tambem muito desembarcado no
fallar. i'eniiimemla-so.aus inesircs de bareaca
ou a qualipier pessoa que o agarrar, e levar a rua
do trapiche n. \ ou a bordo do referido navio que
n-i'o-ameiito gratificado.
O escravo Benedicto Bapoeaia se acti fugldn
desde o dia 4 de mareo prximo pastado, e nao
desde n dia W tonto por eagjHto disse no ano un-
ci de bonlem ; lem rile os signes sepuinles : al-
iara regular, un punco magro, cari cimprida,
tttito punca barba, tem as pernas alguma enu*u
cmbela* e oa pos incio apallieadus, tem falta de
dous i,u tros l.u! s na frente, inuito flota e gosta
de andar engommado: guem o cegar leve-o ao
eseriptor da rua do Imperador n. 2i, a Joaqaini
S. P. de Siipieira (lavalcanti.
ffn
un
NOVIDADE
NA
BOA-VI^TA
ARAR
COLCHAS PARA CAMA A 550QO.
Vendem-se colchas de fustSD adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 5#,
grande pechincha, na loja e armazem, do
Pav3o, rua da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira 4a Silva.
O atoalhado do Pavo. *
Vende-se superior atoalhado de algod5o
;om 8 palmos de largura, adamascado -a
$00 a vara; dito de linhp i'azenda muito
mperior a 33200 a vara ; gttardanapos de
inho adamascados a 4#5Q0 a duzia e muito
inos a 8^000, e ditos econmicos a 3*500
i duzia.
ALPACA DE CORDO PARA VESTIDOS
A.I0OO *
Na loja do PavSO, vende-se superior alpa-
c5o ou gurgur3o para vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
Pjue tem vindo ao mercado com dilferentes
- iiOrs, sendo mais largo que alpaca e ven-
Chegoupara a loja do Pavo, rua da ^f0 ba>"atissimo prc;o le 1*000 o
Imperatriz 0. 60, urna grande porcjfr de
p cas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de umimQoU o qual se faz com um
metro e amiquarte, e para cama de casal,
eoa u rneti o e meio; e vende-se pelo
barato preco de 10800 fis ada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo pi*>co.
COBERTORES DE LA PARA O INVERN
DE30O0OftOOO -m '
Chegou para a loja'do Pavao, unr gran-
de sortimento dos eliiotes cobertores, de
Mevidade A o vid ule
GlIRGURES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ m JUNHO
. Chegou pelo vapor de I & do crrente,
para a Joja do Pavao, rua da Imperatriz
. 00, mu brilbante sortimento do& mais
mudemos, e mais bonitos gur^urSes de, seda,
para vestidos, tendo padroes rniudinhoa e
grados, com lindos lislras mdisada,.as-
soUadas as mais delicadas, cikes, como
sejam, yerde, bismark, lyrio,. ajul, perola.
ele etc., assim orno ditos liaos, da..tedas
15 de carrieiro, sendo muito grandes e'as coras, garanU'ndv-se que naai^p^dadp
mito encorpados, que s? .'vendem de U nao lia urna enda de mais gonte nem de
at OtjiOCO carJa-om^'em-'irelacao s dirfe- mais pbantasia do qSH esta,que ;e vende po*
remes qoalidad*,"pchiocha; i elles att-'pfcecomft.) nsoavel ,M ^ta^eleoimto
| tes que se acabem. {de Fclis Pereira da Silva.'
Declara os seus freguezes que aecebeu
diversas qualidades de fazendas que estao
expostas a venda pelo baratissimo prego,
como verao deste annunoio. Rua da Im-
peratriz n. "i.
O proprietario, Lourenco Pereira Gui-
mares.
CUTAS FRANCEZAS a 280 rs.
Vendem-se -chitas francezas a 280, 320,
360 e 400 rs. o covado. Ra da Impera-
triz loja da Arara n. 72.
MADAPOLO A o000.
Vendem-se pecas de madapolo de 24
jardas a U, U, 16, 8^, H e 10,?, pe^as
de algodSo W, H e 7000.
CORTES DE CALCAS A 640 rs.
Vehdem-se cortes de caiga de castor e
brira para caiga de homem a6i'',.e80OBi.
bros de cores para roupas de menines e
horneas, a 400 e 500 rs. o covado.
RISCACO FRANCEZ FINO, 100 rs.
Vende-se riscado francez para: vestido
de senbora a 360 rs. o covado.
Cassa franeeza a 320 360 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES a 8a rs. 0 COVADO
Vendem-se alpacas de cores para vesti-
do de senbora a 800 e 900 rs. o covado.
tasinhas a *4 rs. o curado,
Vendem se lasinhas para vestido de se-
nbora a 2A0, 280, 320 e 360 j$. o cova-
do.
Roupa feia de todas as ju*HT
des.
Vende-se roupa feita,- caigas de casemira
paletos e colletes de todas as qualidades,
ludo por muito barato prego.
Cortea de barejes de la a
iVendem-se cortes de barejes de laa para
vestido de senbora a 245 O.e 3*000. Ba-
tiiee de,30arcos a U500 ; ditos moder-
nos de cresS(brancoSi'5l; chales de to-
das as qualidades; casemiras pretas e de
cores por barato preco; brins pardos e
brancos e de cores de imbo finos tudo isto
por precos mui o baratos, s com o fin de
vender para' apurar rBnhaJro inee-
tra das fazenda-
igl'll ! ----1------1--------1--.--------1 i. I I .1___
Fugio no da 20 do torrente o escravo Apohna-
i io, preto, eroulo, dado ti annos, poueo mal-
nicnr.s, estatura regular e bonita lisura, abija-
do da mo esipierda, da qual s tem dous deio',
natural de bugratowo em PaneUas do Miranda,
para cujo lugar -a descoafia ter incido : roga-so
as autoridades policiaca aos eapHaes de mpo
do o approherid',rom e entn^arem a seu senhor.
no relerido lugar Jtgraduuro, em l'anellas, o Sr.
Tiiomaz Perreim da lainlia, ou ao Sr. Jos dos
Santos Silva, e nosta praga aos Si. S, Anioria A
C, i ua do Livranu'iito n. 6, que ser recompen-
sado.
Escravo fgido.
Fugio no dia 11 do c rrente mez as 8 2
hora da noute o essravo Antonio, preto, de
naco, idade 18 annos, pouco mais oT re-
nos, estatura baika, barbado com falta de
denles na fronte.quando anda parece que-
rer cochear de tma perna, levou urna
trouxa de toupa com calcas de algpdo
azul, de listra e brim pardo, camisas do
lista azul a algodo riscado: quem o pegar
leve-o ao seu Sr. Jos Gomes Leal, na rua
15 ou na rua da
Cadeia escritorio n, 56 que ser gratificado.
IflMCO"
r.
talas
1**00o giRo : ta rua da MMre de'Pefcii. 7.
Gigos eom 33 libra*, muito boas.
Recebeu novo sortimento de fazandas
para seu estabelecimento ua rua da Impe-
iratrizn. 56, de Loarengo Pereira Mendi.'s
Guimaies.
Atteneo.
T
1 Vendenvse Cortes de laa transparentes
para vertido de senbora a 2^500 e 3#000.
Rua da Imperatriz, loja do Garibaldi n. 56
.MADAPOLO BARATO A 56000.
Vendem-se pecas do madapolo barato,
H, 64, 76, 86, 96 e.106, s na loja do Ida Imperatriz, sobrado n.
Garibaldi rua da Imperatriz n. 56.
RISCADOS MODERNOS PARA VESTIDOS
A-3QQ rs..
Vendem-se finissimos riscados para ves-
tidos de senbora a 300 rs. o covado, chi-
tas finas escuras e ciaras, 300, 400, 440
rS. o covado. Rua da hnperatriz n. 56.
LASINHAS PARA VESTIDOS, ti rs.
VendesphseTaasmhas para vestido a 240,
280, 320 400 rs. o covado.
PECAS DE BRIM HAR LENCOES a 86.
Veodem-9e p fas de brim hamburgo a
86, M e-06 ; pecas de bramantes de li-
nho a 26 a vara, :dita de algodo a 16600
a vara.
PEGAS DE ALGODO A 46.
Vendem-6 pecas de algodSo de'20 jar-
das a 46, ditas de carne de vaca a 56 dito
superior qualidade 66 e 76 a peca.
CHITAS FRANCESAS A 280 rs.
Vendera-se chitas francezas para vesti-
dos a 280, 320 e 360 rs. o covado, ganga
para caiga a 320 rs. o covado, brim de cor
para caifas e paletots o roupa de menino
a 400 rs. o covado, baldes de arcos a
I6;l00, baloes modernos de cores e bran-
cos a 56, cbapos de sol de alpaca, 36500,
ditos de seda 106, e 126. Roupa feita de
todas as qualidades por muito barato preco
alpacas de cor para vestidos de senhoras,
chales de todas as qualidades e outras mui-
tas fazendas.
;ie
COGNAC.

De.superior qualklade da mui accredita-
da fabrica,de-Bwquit Dubouch dtC, em
cognac urna das que mais agurdenlo de
cognac, fomeeem para o consummo
Reino da ngla'teira.
Venda-**.,en, eaea de 'Bv Just, rea
copgnerm-Bt.32.
-^ndsillpse
Concei#ifl n*B'
uid: na ruaa d
Fugiram do engenbo Morenos, no dia 30
abril prximo passado, os esccavos epuintes :
Martinho, cubra, om idatl de 0 annos, alt,
secco, rosto macro, com muito -ponca barba, ar
alegrai falla gissa ; este escravo foi do Sr. Se-
bastio Jo? Mendos Lins, morador em Alegados, u
depois foi do Sr coronel Lial.
Lourenco, eiioulo, com idade de 22 annos, al-
tura regular, sem barba, nariz grosso, fjilla bata i
e mn pouco descansado, peonas um pouco arquea-
das, canellas linas, ps magros qus se v hem w
tendoes (kmesinfs; (>8te eseravo foi da sramra
1). Mana dos Anjos de|Sa Barreto, irmSa do Sr.
coronel Antonio Pedro de S Barreto, rostuma oc-
cultar-se em Santo Amaro, no Recife, ao p ta
fundicao e outros lugares, mas dtjfta vez fugio
para o lado da Kscada ou Santo Anto.
Clemente, pardo acaboclado, idade 32 anno1-,
barbado, ollios grandes e amortecidos, estatura
inedia, secco, peroas o pos regulares, carreirc,
trabalba mal de machado em lavragcm de madei-
ra ; este escrtiVe foi do Sr. majff Manuel de Sou--
za Lco, senbor do engenho GriTji de Cima, e se-
guio em conipanliia de Lourenco tambem para a
freguuzia da Kscada ou Santo Anta. Os tres es-
cravos de ijuo trata este annuncio, todos tem mar-
cas de castigos : iueni os apprehender leve-os ao
engenbo Morenos, cao por cada um.
,Fugio do engenho Forno da Cal, o es-
cravfr Elias, no dia 11 do corrente mez,
idade 30 annos pouco ais ou menos, tem
ossignaes eguintes : na frente da cablea
tn^ignal de cabellos brancos, altura regu-
!'''. pflH^OSSO do corpo, nialvisto (le
caa, Ujk as rnaoas do rosta bastmte le-
vantadas, tem bigode epouca barba, le-
Ainaro de Barros Coii
rosamente a iitiem o leva en-
genbo ac'rma. Recife, 19 de mato de 1869.
*-


^n
8
Diario
littisahsa.
O banco de PjHpnf-
(Continua*
0 chee da coutabilidade abre om regis-
tro particular para cada alpbabeto, e cada
h;m , n,; inscripto pele seu numero d*
urdem, e mnllo particdhrmentc verificado.
Oumprida essa ormalidade, os bilhetes
reunidos em macos bem atados separada-
mente, sao enviados ao secretario geral,
que os feicha na caixa de chave dupla, at
mrcar-se o dia da enissao.
Esta ultima medida -provocada pelo
primeiro cxa, que, pelo vacuo que nota
ua enrteira, a jam da oppertunidade da
emisslo, atierrderrtto aos encargos a que tem
defazer face.
Por intermedio do governo, elle dirige a
sua petico ao conselho, o qual marca o nu-
mero de alphabelos que Ihe sero entre-
gues.
Ento recebe elle os bilhetes das mos
daquelhs qae os tem em guarda ; marra-os
rom a sua firma, que o baptismo oflicial
que os torna correntes, e depois entrega-os
M publico.
Geralmenw isso feito de modo a ter
>cmpre um grande numero de bilhetes em
reserva, para que elles nao rirculem senao
um anno depois de sua impresso.
Os bilhetes nao tem vida larga, resis-
tem dous annos e tres, mas quando regres-
>am caixa nao trazera por certo o mesmo
ar garrido e folgazo.
No fim de tres anuos, procede-se a quei-
ma dos bilhetes ; ultima operaco, orma-
lidade rigorosa, mas que nao destre cou-
sa alguma, por isso que o bilhete do banco
como a pheoix, que renasce da propria
cfcna. .
Nomeio do pateo, situado junto a casa
a* director ha um lugar, fcil de ser re-
conhecido, por isso que as pedras enegre-
cidas e queimadas indicam qual o servico
que all te faz. Nesse lugar colloca-se um
logio de ferio, sobre cojos degros depo-
ita-se urna caixa oblonga, composte de dous
tocidos demolas inetallicas, a qual raove-
se exaclamenle como um moinho de torrar
o caf. Accende-se um bora fogo, com
lenha le pinheiro. pie prodaz a chamma e
depois ahre-se a porta caixa, e, na pre-
senca de tres.liscaes, atira-se dentro urna
fortuna, capaz de comprar imperios, era
bilhetes de 100, de 301) c de 1,000 francos.
c mettemse dentro lambem todas as folhas
que sahiram erradas da impresso. Fe-
chados os ferrolhos, a caixa poe-se em mo-
vimento.
As mallias das paredes sao muito aper-
ladas, para que nao escape ulgum fragmen-
to de importancia. Os bilhetes encarqui-
ho-se, licam enfuraacados' pelas bordas,
fazem urna pequea chamma azulada e inde-
cisa, depois todo incendeia-so e fica urna
grande labareda.
No movimento de rotacao, que nunca
minora, as partculas inflammadas, atiradas
como graos de trigo em urna machina de
ioeirar, encontram passagem atravs dos
aunis da rede, e sao rpidamente impelti-
das para a atmosphera pela corren'.e de ar
quente. Essas partculas vo por cima das
casas, fluctuara e cah;m na prca das Vic-
torias, onde os transentes dizem, sacu-
dindo a cnza que se Ihes apaga : o banco
que qneima os seus bilhetes.
A annullaco se acha combinada por tal
forma, que sempre a fabricado dos bilhe-
tes maior do qae ella. Pode-se dizer
que, termo medio, o banco imprime 12,000
bilhetes por dia, e que aunulla 8,000 ; por
essa forma elle est sempre no caso de
satisfazer as exigencias do publico. A
. creaco, mudo- inteligentemente democr-
tica ros vales de 100 ede 50 francos faz
ii i|ue as annullacoes eas queimas se-
ara muito freqirentes; quasi que nao ha
nez no qual nao sejam queimados muitos
i:tes velhos.
decidido a nao emittir
1,000, de 500, de 100
Todava, ha poneos annos, um liomcm
de letras, muito vaidoso, quereodo dar um
dote de 60,000 francos, por excesso de
fantasa desejou que elle fosse em bilhetes
de 5,000 ; o banco, com muita condes-
cendencia, entregoulhe doze bdhetesj que,
no dia immediato, voltaram promplameiiie
i caixa, por isso que vieram troca-los por
valoree menos ambiciosos, e mas facis
de seren manejados.
A principio os bilhetes eram impressos
com tinta preta, mas a invencSo da pheto-
graphia, e o desenvolvimento que ella to-
mn, Torcon o banco a renunciar a esse vo-
ltio methodo. Nada era mais fcil do que
1869.
MO
muito sin-
empregar um bilhete como clich, tirar urna
prova, que, a seu turno, seria tambem
c nvertdrem cHch, e dar n exacta repro-
duceo do modello.
Duas cores sao absolutamente refractarias
ao processo photographico, apezar de to-
dos os melhoramentos dos ltimos annos.
As cores empregadas sao o azul e o ama-
relio ; urna aellas apenas d na reproduc-
co uns tragos j)ouco perceptiveis, a Outra
na reprodueco, e preta invariavefmente.
Parlindo desta experiencia, o conselho
decidi, na sesso de 4 de dezembne de
1802, que, de ente em diante, todos os
bilhetes. de qualquer serie, fossm impres-
sos em aaol, trazendo urna vinbeta em
cada face. Os primeiros bilhetes da Mwa
fabricaco entraram para a caixa a 3 de
agosto de 18(5. Assim preparados, e no
estado actual da scieocia, a fklaificaco
inpossivel. A photographia directa n5o o
pode, por causa da impresso em azul; os
clichs reproductores tambem nao, por
causa do verso que, coafundindo a vinheta
que nelle vem, com a -vinheta da frente,
produz pela transparencia urna JnsxtMoea-
vel mistura de lir-.has.
Sob esse duplo ponto de vista, os bilhe-
tes acho-se livres dos falsificadores, os
quaes, desde a promulgaco da le de 2 *
de ajjril de 1832, sSo apenas punidos com
trabamos toreados por toda vida.
Pansa muito acertadamente todo aquelle.
que suppoe que o banco nunco se acha
desprevenido, e que de ante-mo estada
os fracos por onde pode ser atacado. De
facto, nos seus laboratorios particulares
airadamente sao explorados todos os meios
de defeza, pelo estudo das manobras que
os falsificadores possam empregar em seu
prejuizo. Um chimico hbil decompe,
por assim dizer, todos os processos pho-
togra piucos conhecidos, fazendo a expe-
riencia nao smente nos bilhetes do banco,
como tambem sobre todos os emblemas de
moedas fiduciarias, que passam por suas
mos. Mais temivel que os alchimistas da
ida le media, elle nao faz o ouro e nem
busca os segredos do diamante ; mais im-
portante a obra a que se dedica : el'o faz
o bilhete do banco, esse grande signal da
riqueza e do crdito, e toda a sua sciencia
miiislnverosmeis: etletevu um nielo ites-'ti
enlace em setenbro de 183, parante a
polica correccional, oadeum do* culpados
aweseotoa-se com o appafiidode Colette.
Anteriormente a essa poca ; no
ame amque asrevolUs;poliliciis^
lera causavam em Paris urna perra
profunda, dava-se m teto
guiar.
Durante a noute, aliravam, nis calcadas
do mercado, punhados de hjhVtas fal
e o mssiSo as sabidas des Jheataosgje em
todos os lugares oh de-a popular o a$ome-
rava-se. momentneamente. Esle pessimo
gracejo* cessou de repente e, apezar, das
investigsros da polica, nunca desesbrio-
se o autor dehV:'
fstoapetias eram awdents, mas, em1
1833, o banco pers.uadio-se que rawhzer
um cerco em regra, em prejuizo do seu cre-
rtfto. Bilhetes de'!O0Trancos falsos v-
nham ter caixa. om urna re^rfinMttth
desesperadora.
Deblle estimulava-sc telo dos agen-
tes do servieo-UsCa!, inventando se meios
de pesquzas e empregando-se mysteriososf
inqueritos contra todas as pessoas suspeitas;.
mmo k>i ejn-vo. x
Clwgouse asmo* suspeitar a existen-
cia de urna v*st& asaocisjfao-Ai inalfeitores,
admiravehBWkjiro vida--* -Mlamentas, e
ooawpostrt 'de geite to andadosmanto h-
bil. Os bilhetes no-eram perfeifos, mas
denuneiavam mo samjlada, e nunca se'
havia visto oeffros qoefcaSBm tac seriamente
imitrdos.
Todos paderiam srnganados, com ex-
cepeo dos empreRadiis do han-' >. os piaes,
com a babiHTd\ que Jstl propria,
promfilasa'rite dcol)f4raiR-oadeftito: Jun-
to cabeca nVWftruT-ii), que mm-vu de or-
namento a cornija, onde se acha a voluta,
que tem escripto o art. 139 do coi go pe-
nal, apareca um ponto negro, signal visivel
dc-.mi cunaa esqueeida. na cimpa'. Sem
este indicio,-fura milite ditfiil liliiguir os
pnwuu i ni nm 4e3o, o gaHo
as daas lilaos uuidas.
O Ub de 46Q francos, cujo verso
um si aiMmbjjn tem o neoto
de moostaom wm^m. dars e
aiTumadae.
Iloje, relaummte a anparencJa plasti-
do bilhete,iifoJf^edeu-s<', a si
qw,
mesma.por isso qii os bilhetes grabados passa-a, e jssooque ie cfcama endoss,
para o-Mexico e paf a os estados pontificios, -
^o de aa beltaaa aupperior aos nossos.
Ora, em todas as couaas aeiivm sar o
primeim. ^ft^tn"Maqeirania^ieslao
importante a resolver : vantajeso que a
moeda fiduciaria conserve sempre a mes-
ma forma e aspecto,a ipieo publico se acha
acostumadp 1 mas, esse mesmo puUco
acostumou-se sem*esforco todas* at^etms-
es do banc^j, almes.mo a dos bilhetes de
200 fiaiCus,' ipie am mudissiM) feies.
O pubkco habilsMP-sba oam mai* faa-
4idade aos biihets novos, comanlo que
em urna poca determinada, e
sempre, de tres mezes*
Esse dinbeiro representado por urna
heta (letra de cambio, ou bilhete ordem)
que torna-se moeda fiduciaria anuo, com
a eondicio de ser posta, por cada posses-
sor su eessivo, nao smente a assignatura,
como tamben o nome da pessoa a quem
visto oamo soawte obtedose a perfeigao
^jaokta (no so de ser permitttdo as cen-
sas bumaetaso ttmgil'o) que dclimtiva-
ente se ler* conseguido por urna vea a
derrota dos falsificadores.
0 banco, por si e pelo paz, deve fabri-
car bilhetes que sejam verdadeir^s obras
de arte, reonindo todas as di|5cldades
imaginaveis a gravum bilhetes que olfere
camaa indise*tiveH)aVza-
Seo banco adoptar esse atvire, c o go-
verno, tomando a alta iniciativa, chegar a
convencer o ooosfJbo geral, qfte uim nova
opressio de todos os. bilhetes cousa glo-
riosa para esse grande ostabelecimento, se
a medida fr decida, em nome do secuto
XX, abaudohcm por urna vez a mythologia,
eos caronchosos emblemas que ella fornc-l
ce : pecara
gorias de que o
sem hesilaceS, que, a pretexto de ser-
mos catliolicOB, somos- meis pagSos do (|ue
Juliano Apostis. Lembrenise bilhetes falsos dos verdaileiros. l'assivam vdbosas descabellas flue fiaeram.o nosso
entao estavam sendo \amh
os aiwos, os hithetts sempre a aluiram
contOWi ircrsistencfa inquietadofs, a -o
banco a pagar senvdkwpalavra, pelo receio
de desacreditar todas as emisses de 100
francos, divulgando o sagrado.
Finalmente em 1861, dejioistde muitas
peripecias, de inuteis pesqnizas, e hesita-*
coes numerosas, as buscas ( por indicaeo
quasi prophetica do secretarao-geral) toma-
rara urna irecco precisa, e ailquirio^se, a
certeza, depois de oitoannos de tentativas
infructferas, do que o ipado era um Sr.
Ganad de Gatehourse. O couimissario de
polica qae muito fez para preadol-o cha-
mava-se Teoaille : dous nomes predestina-
dos.
O oflicio pareca ser pro\"eitoso, porque
Giraud passava urna vida agradavel, todo
11 criados, 10 cavados e urna mal ha de
Saigtonge. EUe era um antgo gravadoc ;
mpregada em bem do dever professio- a pretexto de trazer alguns nae horamentos
nal e da salvaco comraum. ao fabrico dos bhetes, elle Uvera a lubi-
pela razno de serem essae differentes ios-
cripces tragadas *as costas dobilbete.
Em termos pretrios, o descont nao vem
e ser man do que o premio pago ao ban-
queiro que adianta o dinheiro^ proveniente
pe um titulo do qual anda nao chegou o
dia do vencimento.
A taxa a descont essencialmente va-
rhrvei, Twr isso qne elle oerrasponde as
exigencias mais ou menos imperiosas, e
satisfaz necessidades mais ou meaos ur-
gentes.
O consellio geral quem, consultando o
^"mafa^Mpromame da peifeic'o, mercado monetario da Fra ica e da Europa,
fu, convplena bberdade de ac?ao, a taxa
de qae o banco deve usar no descont dos
bilhetes. 0 diuheiro urna mercadoria que
adquire ou perde de valor, se ella rara
ou abundante.
Quando o descont do banco for muito
baixo, pde-se ter a certeza (como neste
momento epa que a taxa de deus e meio)
que os capitaes acctimnMos ragorgitam as
caixas particulares, e que nao acham sahi-
da, qae ofTereca segaranca, para itrapi-los.
Todo individuo que negocia, e que por
conseguinte precisa de crdito, seja elle
banqueiro, coramerriante, mercador ouem-
prezario, acha recurso no banco, pela fa-
culdade de poder descontar ahi as suas
lettras.
Basta dirigir ao conselho um reqoen-
vida moderna ns nohres ale I ment firmado por tres negociantes consi-
fertil, e rcoonheca-se | derados. Esse requerimento examinado
e descutxdo, deixando de ser attendido s
(joando o assignatario nao offerece bastan
tes garantas de solvabilidade. Se o re-
querimento attendido, o peticionario tem
como se costnraa a dizer, direito de apre-
sentaclo. As lettras trazidas ao eacript- -
rio. dos descootos devem vencer-se, no m-
ximum, dentro do prazo de tres mezes, e
trazerem, pelo menos, tres assignaturas.
Ellas sao reunidas e classificadas em um
rol impresso, que relata o nome dos
subscriptores, dos primeiros indossantcs, o
valor, a data dos vencimentos, o numero
de das que'faltam para a poca do paga-
mento e a somma dada era descont.
Cada um rol assignado pele portador
da lettra, e esta assim registrada nessa fo
Iba de signaes, antes das dez horas dama-
nha, entregue ao chefe do servico d
dia.
As lettras sao rececbidas por empre-
gados que as contam com urna rapide; in-
crvel. e que, com olhos sagazes e experi-
mentados,' descobrem, n'um relance, se as
indcaces do rol esto em perfeta con-
Descobre os meios de que o*, falsarios
se pdem utilisar,
soculo maior do que o seculo XVI. e inven-
ten) urna-moeda fiduciaria que seja ,para os
bilhetes actuaes o mesmo que sao as meda-
jlias gregas para as nossas pecas de 20
francos.
Apezar do lado quasi exclusivamente pra-
tico de suas operacOes, o banco de Franca
deve saber e provar que, em todas as or-
dens de produeces o bello nao smente
til, mas tambe indispensavel.
in.
Com a frente para a ra de La Vrillire,
e contornando pelas ras Radziwill, Bael
lf e Croix des-Petits-Champs, o banco de
Franca oceupa, desdo 1811, o antgo pala-
cio do conde de Tolosa.
A sua apparencia c a mesma de urna
priso de gente lirapa; grossas esolidas
portas de ferro, grades, e muralhas bem
apparelhadas e incapazes de ser n escala
das; todas as saludas armadas de guarn-,
ces metlicas, vedam e difficultam os es- cordancia com o enunciado das lettras.
O banco parece
bilhetes seno de
o de 50 francos.
Os bilhetes de
nuteis os de 200,
indo retirados,
para as caixas. Ha
100 francos tornaram
e por isso estes vjn
proporeo que entram
lambem um ontro ge-
nero de bilhetes, 'que debalde se lera_pro-
enrado habituar o publico elles; sao os
de 5,000 francos, bilhetes muito bonitos,
impressos com tinta vermclha, e creados
em 28 do maio de 1818. Emittio-se 8000
desses, e presentemente nao ha na circu-
hcSo.mais de 8. Faz-se o recolhmento,
sem a*companha-lo de substituic3o.
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
POR
Paulo Fval
Primeira parte
HinVCAI. LAVHADO
Continuaco do n. 115.)
VI
A' ecuii. .
lidade de introduzr-se no banco a fim de
neutralisa-os fazendo sorprender algum dos seus segredos, e pro-
cessos. Preso a 23 de Agosto da 1861,
compareceu no tribunal a ti de abril de
1802.
Os debates tornaram evidente, que elle
introduzira na circulacSo l .603 bbeies de
100 francos e 144 de OO framx>s, e que o
bancoresgatou-oscoma soramide 189,100
francos.
modlicaces no pro:esso," introluzindo
elementos novos, peranle os quaes ficam
embaracados os mas audazes criminosos.
Ha muito fundamento nessas cautellas
contra os falsificadores, por isso que elles
tem dado fortes assaltos ao banco. De
longe em longe encontra-se um bilhete de
100 francos feito mo, sendo que o des-
grasado autor do crme gastou vnte vezes
talento nisso, do que
Elle foi condemnado a trabalhs forjados
forcos para vence-las. E' a casa da acli-
vidade por excellencia : os pateos, asa-
cadas, os corredores sempre atulhados de
pessoas que se cruzam, e que apressada-
mente se acotovellam.
S se encotram individuos azafamados,
| para os quaes o tempo verdadeiramete
dinheiro; em cada porta, em cada patamar
os perteiros respondem s interrogaces e
indicam os muitos rodeios desse imraenso
labyrintho.
mais tempo e mais
Ihe fra preciso para honradaineute ganhar por toda vida : transportado para
a mesma somma. Esses casos, porm, s3o
rarssimos, e quasi que nao inquietara o
banco, que guarda esses bilhetes falsos na
collecco do seu archivo. Duas vezes foi
elle atacado seriamente. Em 1832, apre-
sentaram no escriptorio do banco um maco
de doze bilhetes falsos, cada um de 1,000
francos ; elles fo rain reconhocidos, abri-
se um nquerito, e no fim de um exame
secreto, activamente realidado, adquirio-se
urna conviccao to exlranba, que foi impos-
sivel levar as cousas ao cabo. Os bilhetes
eram fabricados fra da Franca, por um
homem pertencente casa d um soberano
expulso do seu paiz ; um antgo director
da fabrica de urna das casas da moeda do
reino o segundava, nessa obra pouco leg-
tima.
O principal agente para a emisso dos
bilhetes em Paris era ura marquez, mare-
chal de campo, e o depositario n5o era
menos do que um prncipe, descendente
directo de urna familia que havia reinado
outr'ora em urna parte da Europa.
Toda essa historia um romance dos
em virtude da lei de 30 de ma o de 1854,
la" teve um fim desastrado. Querendo fu-
gir para as possesses hoflandezas cora
Poncet. que mais tarde foi enforcado, elle
no pode acompanhar o seU joven e esperto
companhero, e ficou atolado as lamas da
praia, onde morreu comido pelos caran-
guejos.
A lico custou cara, mas foi fructfera.
O banco redobrou de esforcos afim de
que os seus bilhetes chegassem a maior es-
tado de perfeicao, e, depois da tentativa de
Giraud, nenhuma outra falsiicaco sera
parece que foi emprehendida. Eujulgo que
nao possivel accumular maior numero de
precauces e de obstculos. A esse res-
peito o banco de Franca s merece elogios;
os seus bimetes offefecem garantas quasi
certas.
Sob o ponto de vista artstico, muito
-possivel anda melhoral-os. Si o bilhetes
de 1.000 francos tem ura verso notavel-
mente bello, o recto antgo^ o fro cornos
seus emblemas mytbologtcos, Mercurio,
Hercules, a Industria, a Sctencia, i Justica,
Esses emprega tos passam as lettras a
outros agentes, que tem por rasso rejei-
tar aquellas que venliam cheias de irregu-
laridades materiaes. Cada lettra defeituosa
posta de lado com urna nota, em que
indicado o motivo da recusa; quasi sem-
pre esses motivos sao : prazo de vencimen-
mento muito demorado .ou muito curto,
valor emendado, erro de data, acceite irre-
gular, sello insufliciente, crdito esgotado,
endosso condicional. Cada motivo de re-
Como trata-se de reconstruir o edificio cusa tem um signal especial colorido com
(bastante grande para hospedar principes
legtimos, mas insulficiente para asylar o
crdito publico) o atravancamento ainda
maior por causa dos repartmentos* impro-
visados, pelas escadas encostadas s paredes,
por mil construeces provisorias e parsitas,
que, se tornara mais commodo o servico,
por certo que nao embullesam o lugar.
Vendo-se a raultido que se accumula e
abolroa r.o recinto do banco, comprehen-
de-se, primeira vista, que elle urna ins-
tituicao verdadeiramente universal. Todas
as classes da sociedade all se acham re-
presentadas; soldados, artistas, particula-
res, desde o capitalista que va cobrar o
dividendo das accoes, at o pobre opera
rio que vem trocar um bilhete. Essa pri-
meira impresso vivissima e inspira ara
grande respeito por esse estabelecimento.
que, s tanda em vista o interesse publico,
presta indifierentemente soccorro a todos.
O seu principal trabalho o descont,
operaco por meto da qual obtem-se de
nma casa bancaria, medante consenso pre-
vio, o dinheiro de qae se precisa immedia-
tamente; e que s poderia ser recebido
As horas em que Lecoq se separava de
J. H. Schwartz no meio da azihhaga, co-
mecava a boa cidade de Caen a despertar.
No mez de junho amanbece cedo. Anima-
vam-se os arrabaldes ; nos campos admi-
raveis e pingues por onde o tributario Odn
leva ao Orne a sua tira de agua, chegavam
os rebanhos, catvados ao peso da gordura
e do somno ; assnmia o caes a usual acti-
vidade ; as ras da cidade baixa abriam-sc
as tabernas, sempre pessurosas, e um
exercito de caraponezea invada o mercado.
Camponezes e cidadaos, barqueiros e ope-
rarios, os que compravam e os que ven-
diam pareciam perfeitaitente tranquillos.
Nenhuma commoc3o extraordinaria agitava
o mercado, bolsa ffas classes populares,
onde o curiosos tac fcilmente podem
tatear o pulso de urna cidade. Caen dor-
mir tranquilla, e cousa aFgtma pareca ter
perturbado a montona quictacSo da noate
que passra.
Abria-se ordinariamente a loja de Andr
Maynotte muito antes das /amellas do com-
missario de polica. Andr nSo recebra
talvez da natureza a arderte actividade do
commercinte de voca$ enriquecer forca, e que de todos os mi-
nutos faz dinheiro : um outro sentiraento;
porm, mais forte que a propria cobica,
o obrgava todos os das a madrugar. Era
o amor que o lornava furavidas. Dera-se
por tarefa levantar Julia cima do humilde
nivel que a obrgava a curvar a fronte t3o
nova, tao formosa e 13o altiva. Brllhara
o destino de Julia ; prometiera do intimo
raios de ouro ao seu
sem descanco, porque
tente. Homens daquella tempera alcanoam
sempre os seus fins; tinha vontado indo
mita, o talento qae a fecunda, e a integri-
dade de carcter, que ser sempre, digara
o que disserem, a melhor das habilidades.
Para deter ndoles destas s o raio, qae
vem cahir n'um oun'outro ponto do mon-
tan humano, ferindo um homem por cem
mil! E quem coma com os azares do raio?
N'aquella manha abriranvse as janellas
do commissario de polica antes de Andr
Maynotte tirar es taipaes. Havia nao sei
o que de anormal no primeiro andar. A
seifcora Schwartz, de penteador de cassa nos
hombros, dava voltas na casa, indo de;
qaando em quando escutar porta do ga-
binete do marido com a maior anciedade.
Eliacin entrara para o escriptorio enao sabia
de l. Havia por forca alguma coosa grave.
Andr passra a noite sep poder dormir.
Elle proprio se admirava da agilhclo que
no momento de encelar vida aova Ihe' cen-
turbava o espirito. Era ee de natureza
resoluto; pesara retlectidamente as proba-
bilidades do xito: porque serta, poi, a in-
qaietaco em que se via ?
Julia dormia ao lado d'elle, e ftfecia
sorrir de um sonbo.
Por muitas vezes, des qe a1 laz do cre-
psculo se fiHrra na ateova, Andr, levan-
lado sobre ocotovello, espraiara'IWsta'da
serena belleza de sua mulber para a graca
anglica da creanca, que tihha molo encen-
dido por traz das cortinas do befeo a Ioira
cabeclnha. _-jJ. '
Sertfa-se plenamente Miz; felfx flBWais,
poderia talvez dizer-se: assuSUftte-o ?stb.
No momento de com^u a grande fieleja,
urna tinta particular, de madeira que a pri-
meira vista o portador da lettra pode com-
prehender, ao primeiro lance de olhos, a
razo pela qual o seu ttulo nao foi admit-
tido.
Todos os ttulos regulares sao reunidos
e expedidos, cada um com o competente
rol, para um escriptorio mysterioso, onde
vo ser estudados, ou pesados, como dira
Montaigne e esse novo estudo nao versa
mais sobre os defeitos exteriores, mas sob
as qualidades moraes, o grao de confianca,
que scmelhantes ttulos possam aspirar.
Urna grande mesa coberta de verde, e mili-
tas arcas de madeira, cheias de mappas
atlinhados por ordem alphabetica, junto as
paredes, eis ahi tola a mobilia desse apo-
sento.
Os ttulos espalhados sobre a mesa in-
dicam muitas vezes as chagas que exstem
no crdito dos signatarios, e esses mappas
sao o repertorio explicativo de todos os
protestos havidos contra os commercantes
da Franca inteira. Quando eu penetre
nesse gabinete, o Urabalho eessou imme-
diaUmente, dobraram e guardaram os bi-
_______________*----------------1----------.----------------------
qaasi ()|K,
nados.
Ufcve ser assim, pois necessario que
essa temivel operaclo fique em segredo:
divulgada ella, pode, por maito tempo, fi-
car compromettida a reputaeso* commereial
de om homem.
Alli cobeeo-se cota urna certeza quasi
diablica, Indo quaoto diz1 respeito ao Cr-
dito particular. Para eaereer essas graves
funcfes, que salvaguardara a responsabili-
dade do banco e a honra dos negociantes,
necessario aliar urna prudencia enorme,
a urna memoria prodigiosa, visto como os
nwppas sao antes um archivo do que do-
cumentos pra consulta immediata, e rara-
mente acodera as duvioas instantneas
Muitas pessoas, querendo saber positiva-
mente alguma particularidade acerca da 8i-
tuacao de tal ou tal negociante, interrogam
no escriptorio o ehefe do servico, e nunca.
sob qualquer pretexto, peesoa alguma ob-
teve ama resposta.
O banco um estabelecimento por tal
forma dessemelhante dos outros, elle to
impessoal e goza de consideraco tao forte,
que qualquer palavra de censara, emanan-
do directamente dette bastante para arrui-
nar de um s golpe o credite melhor esta-
helecido. Os empregados desse servieo,
sao de urna discripeo absoluta; elles tem
enrsuas mos a alma 4o o nmerek) de
Paris e sao responsaveis por isso.
Os ttulos que, depois do exame, pare-
cem aos agentes desse servico nao deverem
ser aceitos pelo banco, sSo mareados cora
ura signal convencionado e collocado com
os outros no lugar respectivo se elles po-
rm nao sao recusados depois desse novo
exame, a commibso de descontos decide
em ultima instancia, visto como os em-
pregados que lazera a averigaacao s
do o sea parecer em forma de coase -
lho.
Essa commisso, qual s3o immediata-
mente remettidos os macos de bilhetes,
dep >is da operaco preliminar, reone-
so todos os dias, do meio dia urna
hora.
Ella 'compDsta dequatro administrado-
res e tres accionistas nogociantes. Peran-
te ella todos os ttulos s5o examinados de
novo, e a commisso, cujas decisoes sao
peremptoras e sem appcllacao, apaga do
rol o nome, e a quantia dos ttulos, que
nao pode aceitar.
Ninguem reclama porque sabe-se que
nao se obtem a menor explicarlo. O total
dos ttulos, depois de -rectificado |segundo
os preceitos do regulamento, escripto e
rubricado por um dos administradores, no
alto do rol; um sub-administrador escreve
a seu turno a cifra co -respondente, em um
lugar d^rminado, e o director approva
tudo rubricando tambem.
Com semclhante processo a soliderdade
entre os dous poderes do banco de Fran-
ca, o deliberante o o executivo, indispen-
savel. Os ttulos e mais papis sao depois
reenviados ao escriptorio que os receben
em primeiro lugar, addiciona-se-lhe o total
das sommas representadas pelos ttulos nao
rejeilados, deduzmdo-se do producto a ta-
xa do descont., e inscreve-se a somma e o
nome do papel em rana lamina que lanca-se
por urna tremonha na caixa especialmente
encarregada de receber. Acredita-se com
a somma indicada a conta do portador, que
por um aviso da seceo de descontos pre-
venido, que, desde aquella hora pode dis-
por do dinheiro que se acha a sua disposi-
co.
Esta operaco mostra o cuidado c cir-
cuinspeccao com que o bancofkfcdo enor-
me poder de que depositario*-- f|> traba-
lho do descont ura dos raaisconsidera-
veis que pode existir: em 1868 apresenta-
ram se 2,396,752 ttulos representando a
somma de 2,221.540.108 francos e 6 cen-
tesimos ; desses ttulos 32.180, equivalen-
tes a 24.724.319 francos c 78 centesimos
foram rejeitados. O valor medio de cada
um desses ttulos nao forte, pois nunca
excede 928 francos. Nisso que princi-
palmente se mostra a importancia demo-
crtica do banco; se elle recebe saques do
thesouro, no valor de muitos railhes, tam-
bera aceita e descorita sem hesitar bilhetes
de 2 e de tres francos, assignados por al-
guns pobres dabos em apertos.
Sao sobretudo os pequeos negociantes,
os fabricantes nfimos que mais recorrem
ao banco, que porta-se sempre como boa
mi acolhendo-os bem.
tao propria da especie humana a idea do
tyranno de Samos, quizera elle ver urna
nuvera toldando-lhe o azul do ceu.
Adrmeceu afinal, procurando no heri-
sonte cousa que assemelhasse a um desgas-
to. Ignorava que dormia. Via Jaita de-
pois de ganha a batalha, Julia, cada vez
mais linda, preciosa joia encrvada no ex-
plendidb engaste damulher: a riqueza. E
astro, e trabalhav I como a riqueza Ihe ia bem f Gomo eslava
era forte e persis- [ senhora de si n'aquelle meio resplandecentel
Como embelleca as galas e dava mais graca
s flores ,Quem jamis a vira de diverso
modo? Podia' porVentt'rra ter'vivido um
nico da fra da nobreza opulenta, patria
5o sua ?
Foi acordado em sobresal j por m ai.
Era Julia, que graa pppressa sob um pc-
sadello. Acordbn-a tml beijo. Sorrio,' pro-
nunciando : Querian Sepa:-r-nos! JE
as palpebras cerraram-se-Ihe de novo.
Dram as lhc horas. Sehto-s^'a bu-
Iha de repetidas marteldas no aadar de
cima.
A primeira idea de Andr f )i levantar-se;
sentia-se,'porm, extremamente fatigado e
n'um quebramto como se nao lembrava
de ter nunca sentido. Ao mismb tempo
apoderava-se d'elle urna tristeza eitraor-
dinaria. jjqo31
Queriam separar-nos! repetio sem
saber o que fallava.
{Contimar-te-ha.)
A casa tinha um cubculo cadeAndHaarvl daco.
recadava a ferrramenta e os objecto ol|Bl
esnvii'pa>*coir*arto. Dat.i paa-nupateo
e era contiguo Srjqunr da cama. No
meio da somnolencia qae o cancasso prorlu-
zia, parecera-lhe ouvir vozes Ha' arrecada-
e9o. A Huso eVa tao perteita, que eOe
saltea fra da cama; dir*Wa queatrai
d'aquella porta conversa***;' muis pee--
toas.
E a boiha do rawtello contiaaava. I
Todava, aberta a parta, Andr reconhet
eaa que nao havia alli pesaoi algama.
Agouian vozes partiam do 'pateo, e oh4
oou-lhe aos ouvidos o sea acm pronuncia
do repetidas vezas.
A janeHa ealan aberla do par -eonpar<
por Gausa do calor; acercou-se d'ella, de
ps descalcos. O pateo estava deserto co-
mo o cubculo.
As vozes, porm, ouwiam-se mais des-
tinctaraaate. Pareciam to prximas, que
Andr deitou a cabca de fra da janelta,
para ver se os que fallaym estariam en-
costados parede. Levantou os olhos:
fria jurar que tinha pela segonda. vez ouvi-
do pronunciar o seu nome.
Ets o que vio:Logo por cima da ja-
nelta, ura operario, que lerminava a sua
tarefa, cravava o ultimo prego n'uma espe-
cie de alpendro destinado a proteger a ja-
nella do andar superior, que nao tinha
taboinhas*1 A janella dava luz ao gabinete
particular ao commissario de pohcia. O
rero pBometta ser quente, e romo a ja-
nella olliava para o sul, o commissarie tra-
tava-de se eJmicheirar contra a nivasao
do sol.
Succedera muitas vezes Andr ouvir
una oo. outfai palavra sahida d'aquella ja-
nella, principalmente quando a Sra. Sch-
wartz elevava a voz, as saas disputas ca-
seiras. Pouca attenco Ihes dava, porque
a curiosidade provinciana 3o era o seu
fraco; portante a comedia matrimonial, que
ao primeiro andar attingira numero inunj
de representaces, nao fra nunca apre-
ciada por elle, que apenas resolvea fal-
lar baixo sempre que estivesse na arreca-
-Hao. 'J
O ^pendre que acabavam de collocar e
qie, entSo.brmava um ngulo .de 45graos,
com relacao ao plano da janella do pri-
meiro andar, exagerando repentinamente
t fiWWtoes particulares i que se acha-
va cubculo da loja, conduzia o som com
#a*8za, qae om apparelho acusfico nao
o ftiria melbor.
'ar* eopyario quem fallara, as
Wzes-partiam do Interior. Eram agitadas
e reprimidas. As pessoas qno fallaron
pareeiam precavidas contra a possibihdade
A'aatt'aberta ter ouvidos.
'AlW HtyonoHe flcou Immovel e pre-
Maafido. Preeccopado por qn
peidwia dfee-lo, porque seanto
t Nao
Sotado de
carcter firme e absoluto, de pouca monta
eram para elle os mexercos dos visnhos,
porque a consciencia ihe affirmava que nao
havia cousa alguma que com verdade po-
desse ser dita em seu desabono.
Porque ficou ento preoecupado, elle que
era moco, elle que desdenhava, .mrventura
demasiadamente, os pequeos bomens e as
pequeas cousas; elle qae era estranho
cidade de Caen e se preparava para a dei-
xar em breves das ?
Poz-se escuta; autorisava-o a*isso
terem-lhe pronunciado o nome.
Concluindo otrbaNio, entrara o operario
pela janella. Ae>oesdeHaram de se ouvir.
Quando em cima continuaram a fallar, de-
certo a conversa^ao modra de assumpto,
pois que atf palavras pronunciadas se n8o
podiam applicar Andr. Corra fresco; o
desejo de escutar passra-lhe ; voltava jai
para a cama quando Ihe ebegou aos ouvidos
esta pbrase, pronunciada em voz baixa;
Assevero-lhe que est arruinado I
completamente arruinado! Falla em dar
um tiro em si.
Anaf bsitau. N8o era a voz do com-
missario, nem to pouco a de EUacin.o,
alsaciauo kmro. A hesitaclo de Andr
devi dorar justamente o tempo preciso
pararefleetr^ae notinha direito de or-
prender icerios segredos, N8o darov.
risado :
O senhor anda eepalhandantas boatos;
Olhe que- tudo 'lsa reflnfe'sqbaa aos. m
homem draque i les aoaca tem em caha mais
que o dinbeiro da taradas.
A vos deseonhecida replieou destiaeta-
mente:
Tinha em caita-mais de quatrocontos
mil francos em notas do baaoo
AnaV estremeceu todo ele. Aquella
somma-se por si raferia-aae urna matara
completa. Bancelte dsora-lhe justamente
na vespera, que o cfne cootiaba mais de
quatrocentos mil francos.
Eafriou ate meato, Stria^r o a
desgrana>de ontrenot Andrt nayaatto w*
foi
foi
dotado de excellente coraco, mas nao
de d que estremeceu.
Ha cousas difficeis de exprimir
medo. E raedo de que ?
Repetimos: porque que este moco,
a personicago da honra, teve medo ao
adevinhai- que o cofre do rico "banqueiro
Bancelle acabava de ser roubado ? .
xNo sao raros os faltos de presentimentos.
Nao temos que procorar-lhes as-causas phy-
siologcas ou moraes. 0 phenomeno uno
admitte duvida: eada letor o ter verifi-
cado em si. Os grandes choques tem mys-
teriosos prenuncios, como as grandes do-
encas sao annunciadas pelos seus prodro-
Andr Maynotte tinha um peso de
chumbo sobre o coraco.
Pareceu-the ouvir, por traz de si, na
alcova, os mesmos gemidos que o hav.am
acordado. Arrasloa-se desfadec.do ate a
porta. A creanca dorma tranquilla ; a
mae, apoiando no braco nu as solts on-
dulares dos .m#gifico cabeUos dorma
tambera, serena e linda como urna santa.
Andr estendeu os bracos par* estes dous
entes to queridos. Estava paludo e trema.
Certa litteratura, em que se eocontna
mu ebom, tem d'enUio. para c feito con-
correncia s oimmocoes prodazidas- pelos
processos criminaes. Em 1825 os dramas
dos tribunaes s ao beatro achavam com-
petiores e o romance^olbetHafaesta po-
tencia que morbalas desastraaos procu-
ratt.rebaixarem *zde utdisada, -estava
aindaor nascer. '
As histori dos tribunaea otUvam na
memoria popular ana.man wtaocmo
que hoje, ecom tolo *"!LJ;
avam depois entregues remmncj^aa
publica ^mo lendas sombras, mcessante-
se segu rao *****&#*> mas um
indici0- ,:,lli,n>,.|l,
n r. aV IA*T-aTA ba3 rtreWW,
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