Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11845


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XLV. NUMERO 113.
PARA CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA WBTE.
Por tres mezes aflautada.
Por 8iMs ditos iem. .
Por ron armo Mem. .
Cada numero avulso .
6*000
124000
MWO
320
QUINTA FEIRA 20 DE MAIO DE 1869.
PASA DENTRO E FOft
Por tres mozes adianlados.......
Por si ditos dem. ........
Por no> i ditos idwa........
Porumaniio...........
64750
*m
204250
274000
Propriedae ie Manoel Tig^ra dg Faria & Klhps.
AO ACEITE:
Os Srs Gerardo Antonio Alves & FiHws, no Para; Goncalves Pinto, no Maranhao; Joaquina Jos de OJiveira, no Caira; Antonio de Lemos Braga, no Aracatv; Mo Jfcnria Julio Chaves, do Ass^Antonio Marquevda Silva, no Rata/; Antonio Joaqoi
Guiaiare Pancada, era Mamangnape; Antonio Alexandriho de Lima, na Parahyba; Antonio Jeai Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Sacos Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos d Costa Braga,
em Nazareth; Frandh) Tarares da Casta, em Alagas; Dr. Jos Martinslh*s, na Babia; e Jos Iobeiro Gaspjrinrio, no Rio de Janeiro.

t
OFFICIAL
rerat da provliteia.
MBWBBR assionado >ni.u-mw. *. wr.-HAunKL
M *SCUfcW) UjfCH.UMt POUTBLI.A, VICE-PRRSI-
nri o\ pbovixcia, km 19 na abril de 1869.
Ia secefc).
>". 710. Portara ao Exnr. general commandan-
Ic das arma*. Tende par desparti desta lata
xmeed:dn I din de prw^ao recrnta Henrique
los de Freas, para provar isencao legal une diz
ter em sen favor, assim o eoinmunico a \. Exc.
pava tneonlioc miento.
S. 711.Bita ao cmuiiiaiidanle de Fernando.
Previno a Vine, afim d.' que sejam ahi recebidos,
manada aviso (lo ministro da guerra de I deste
am, coi destino a esse presidio tein de. ser re-
mellidos 4 reos condein nados a gales perpetuas
por aasiiu o lia ver solicitado aqucHe ministerio o
da jgMica em a> iso de 23 de Maneo ultimo.
N. 711.Dita ao mesino. Respondo o oflieio
que Vene, ana dirigi era 15 do crreme sob n. 23,
dedarando-lhe -que pode fazer regressar. para
cata capital na 1* ocrasio que se offerecer a sen-
tenciada Amecte Mara da Conceicao, a quem por
decreto de 27 de mareo ultimo foi perdoada da,pe-
na te priso perpetua que ruinara nesse presidio.
2a scelo.
N. "16. Ofndnao presidente do supremo tribu-
nal de instira.Tenho a honra de communicar a
v. eacque Ki do corrente reasumi asfunecoes
do seu cargo o juz de dreto da comarca do Ro
Pbrmoso Laeliaiel Ludgero Goncalves da Silva.
Ni 717.Dito ao mesuio.0 juiz de direito da
comarca da Paiahvba Hisbello Florentino Correa
de Mello que se acha nesta provincia commuiii-
enu-me em offldo de 16 do corrente ter como de-
putado. tomado ausento na assembla provincial
tella. o que levo ao rnnherimento de V. Bgt^
K, 718.Portara ao presidente da reiarao.
Providencie V. Exc, como soliciten o Dr. che fe de
policia em officio n. 3093 do 16 .lo corrente pa
que a presa que se ada em Femando, Rosa Ma-
ra iucliiso requerimenlit; visto ser desvalida, e cons-
tar de nonnacao do juiz municipal do termo do
Bonito, que o respectivo processo se acha nesse
tribunal. ,
R, 719.Dita ao ehefe de puliria.Inteirado de
quanto V. S. m? participa em seu ollcio de 17 do
cmate, sob a. 558 bis, quanto aos factos oecor-
ridos no engeoho Canavieira, do termo de Pao
d'Alh, a que se refere o otllcio do delegado de
policia daque'k- termo, que junto devolv, tenho a
aiier-ihe, que com urgencia mande instaurar o
processo dos autores dos assassinalos havidos na
oeeaao da deligencia, a que se referan ditos ol-
fetOK
B. 720.-Dita ao mesmo.Faca V. 8. desembar-
rar importunamente e por ;i disposicao do juiz
municipal da prmera vara quatro sentenciados
i:-' perpetuas que, segundo aviso do ministe-
rio da guerra de 2 (teste niez, dovem ser remetti-
dos pan o presidio de Fernando, como solicitbu o
la. justii a em aviso de 1 de marco ultimo.
N 721.DU ao juiz municipal da prmera
vara desU ridade.Transmiti V. S. as guias
ociados Francisco Ferreira de Azevedo,
Manoel Castao de Araujo e Antonio Luz Dnarte,
que. secundo ollicio do respectivo coinmandaote,
oalisaram as penas qnecamprlam no presidio de
Fernando, assim como o de nome Manoel Heraldo
! Ai.nij i, cuja pena linalisaa 16 do corrente.
N. 721Dita ao mesmo.Recommendo ao Dr.
befe de pol-ia nesta data, que opportunamente
.ira desembarcar e por disposicao desse juizo
quatro reos o ndemnados gales perpetuas, que
segundo aviso do ministerio da guerra de 2 deste
moz, devem ser enviados ao presidio de Fernan-
por assim o baver solicitado o da justica em
aviso de 23 de marco ultimo; assim o eoinmunico
i V. S. para os lins convenient- -.
N. 723.Dita ao mesmo.Remetto V. S. para
.s fin- convenientes, o incluso auto de vistona e
itdade de pessoa que se procedeu no presidio
de Fernando no eadaver do sentenciado de justica
l provincia, Francisco Ignacio de Amorini,
laHeeea de limnanite na enfermara daqnellc
Ho no da 1", como me paiticipou o respec-
tivo loiiiiuandiiite em oflteio n. 13 de 3, ludo de
crrenle met
N. 725.Dita ao mesmo.Traosmitto y >
para os lins convenientes, o incluso auto de Aste-
ria e identidr.de de pessoa, que se proceden no
presidie de Fernando, no cadver do sentenciado
de justica da provincia da Parahyba, Antonio Pla-
to da Cruz, que falleceu a fugado nodia 26 de mar-
co ultimo naquelle presidio, como constando officio
do respectivo comniandante n. 18, de 27 tambem
daqudle mez.
S. 72"!.D:ta ao mesmo.Tsansmitto V. S. as
guias juntas dos sentenciados Domingos Gomes de
Aguiar c Ignacio Bezerra, quo sendo por V. S. re-
quintados, foram com o de nome Candido Maxi-
miano dos Santos remetlidos pelo commandante do
-niio de Fernando de Noronha para esta cda-
de, no vapor Giqui, a seren apre-emados ao_Dr.
cuele de policia, que participa em ollicio de 17 do
oirente licarem ditos criminosos, e bem assim os
de nome Manoel Caetano de Araujo, Francisco
Feaneiea de Araujo, Antonio LuizDuarte c Manoel
Beraldo de Araujo, que cumpriram sentenca^ re-
colhidiis a casa de detengo e disposicao de
V. &
3* seccao.
X. 7K.Portara ao inspector da thesouraria
de faze.nda.Depois de liquidados, em vista do
prel junto eiu duplcala, que me remetteu o coo>-
majidanle superior da comarca de Ohnda com olli-
cio de 16 do corrente, mande V. S. pagar os ven-
einicrttos relativos primeira quinzena deste mez,
dos guardas nacionaes destacados as fortalezas
do Brum e Iluraao. '
y 727.Dita ao mesmo.Em vista das lomas e
prets juntos em duplcala, que me remetteu o capt-
tao cotamandante interino do batalhao n. 3i de in-
fantaria do municipio de Tacaral em officio do i"
do crreme mande V. S. liquidar c pagar ao sar-
gento Apoliaaro Gomes da Silva os vencmentos
relativos an> mezes de Janeiro a marco deste a-
il do afaeial e pracas da guarda nacional desta-
cadas naquella villa.
N. 728.Dita ao mesmo.Satisfazendo a requi-
siejao de V. S. couda em offlcio de 13 do corren-
te, tenho a dizer-lhe que os delegados de policia
dos termos de Ouricury e Salgueiro, quem se
remetteu dinheiro para soccorros pblicos, cha-
main-se, o primeiro Raymundo Leonel de Aleear
e o segundo Jos Rufino de Araujo.
5. 729.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Annundo ao que solictou o chefe de po-
lieia em ollcio de 17 do corrente, srb n. 356, re-
commendo V. S., que em vista da conta junta
om dnplic.U, mande pagar ao sargento Apobnario
Gomes da Silva aquantia de 2*100, despendida
pelo delegido do termo de Tacarat com o susten-
to .lo criminoso Joaquim Jos de Santa Anna, co-
ndecido per Joajuira Caiangro, remettido daquelle
termo pan. esta capital. .
N. 730.Dita ao mesmo.Transmuto a v. S. o
pret junti em duplcala, a que se refere o officio
do commandante superior da comarca de Ohn-
da de li$ do corrente, aflm d que. depois
de liqudalo, sejam pagos os vandmentos relati-
vos a prmera quinzena deste mez, dos guardas
nacionaes destacados naquella cidade.
N. 731.Dita a ene.Accuso recebido o
officio de 17 do correnle, sob u. 197, com que V.
S. me reiaeiteu em virtade de resoIacSo da jauta
essal tliesouractt a nota dos preeo.* que defem
servir de base arrematacao dos imposlos que vao
a praca no correle mez, e em respostt tenho a
ihzer que approvo taes piceos.
.. 732.Dita ao Dr. EStevo Cavalcanti de Al-
Uuquerque.Tendo designado V..'S. e os Drs. Joio
da Silva Ramos, e Badro de Athayde Lobo Mos-
cgzo para comporera a junta medico-cirurgica,
que, de conformidade com o 1" do art. 1 da le
n. 276 de 7 de abril de 1831, (leve dar parecer se
o collector de rendas urovinciaos do municipio de
Santo Antao Tiburthio Pinto de Ahneida acha-se
phvsicunenle kiipossibilitado de continuar a ejer-
cer o seu emprego ; assim Ih'o declaro para seu
coihecimeuto, esperando que aceitar de boa von-
fcule essa conimfisao.Igual aos Drs. Joao da Su-
va Ramos e Pedro de AtlTayde Lobo Moseozo.
4a seccao.
?L 733.Ollicio ao Exui. Sr. presidente da pro-
vincia da ParahybaTransmiti V. Exc. para
os lins convenientes copia do auto de vistoria e
dentidade de pessoa que se prodeu no presidio
de Pernaddo, no cadver do senlenciado de justica
dessa provincia, Antonio Pinto da Cruz, que falle-
ceu naquelle presidio afogado no dia 26 de margo
ultimo, como participou-me o respectivo comman-
dante em 27 do mencionado mez.
N. -734 Portara ao Dr. Sabino Olegario Lud-
gero Pinna.Ao commissario vaccinador. Dr. Er-
nesto Feliciano da Silva Tavares, que segu para
Serinlwein. Terneca V. S. urna peqaena carteira
honi'opalhiea contendo medicamentos em tintura
appropriadws ao tratamento da varila e remeta a
conta esla presidencia para ser paga.
N. 733.Dila ao gerente da cumpanhia Per-
nanibucana.0 Sr. gerente di companhia Per-
nambncana mande dar |uma passagem de estado
a r at o Rio Forra oso no vapor Mamanguiipe, ao
Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tavares, commis-
sario vaccinador provincial, c de proa tima pra-
ca de polica que o ac -mprniba.
N. 736. Delibcracao. O vice-presidente da
provincia, em vista d que propoz o director geral
da nstruccao publica em otllcio de 6 do corrate
sob n. l8, resol ve- crear mate urna delegada Ilite-
raria na freguesaVde S. Vicente, a que lera por
limites os dos julgado de paz de Cruangy.
N. 737.Dita.O viee-presidente da provincia
em vista do ollicio do director geral da nstruccao
publica, de 6 do eorFente sob n. 98, resol ve no-
mear o major Antonio Val da Silva, delegado lu-
terano do districto de Cruangy. .
N. 738.Dita.0 vice-presidente da provincia
attendendo ao que requereu a sociedadeAmor
ao Prximo, instituida nesta cidade, e eui vista
do que dispoe o S 6" do art. 29 do decreto n. 2711
de 19 de dezembro de 1860,resolve nomear a Ma-
noel Pereira de Hollarla, presidente da mesiua
sociedade.
Jovenete Anreliano da Cunha Cesar.0 suppli-
cante nao foi mnrfado em face do que allegou.
Joao Hcnrique Mvfra. Informe o Sr. inspector
oa thesouraria de lazenda.
Padre Jos Ildeioose Rodrigues da Silva Dutra.
Informe o Sr. inspector da thesooxaria pro-
vincial.
Manoel Ribeico de Moura,Concedo o- pcaeo pe-
dido.
Bacharel Pedro Alfonso de Mdto.-4norme o
Sr. inspector da thesouraria de razenda.
Pantaleao de Siqueira Cavaleanti, Joaqarm Ig-
nacio deSiqueira Colho e Antonio Pessoa de Si-
queira. Cavaleanti.Reeorram os suppHcantes ao
poder judiciario, nico competente para conbecer
da questao de que tratara.
Silvino Cavaleanti de Albnquerqae. fndeferrdo,
por ter a menor de qus trata excedido idade
marcada no respectivo regulamento.
(iimmauln da arna
UAnTEL-GENEnAL DO COMMAKDO DAS ARMAS DE PEK-
KAMBCCO, 19 DE MAIO DE 1869.
Ortkm ilo din n. 437.
O bngadeiro commandante das armas publi-
ca para os devidos effeitos, o aviso rirrnlar do mi-
misterio da guerra, por copia abaixo transcripto,
regulando qual a etape que sed*ve abonar aos
offkiflcs do exercito, que pasfam a doeules cm
conseqnencia de ferimentas reeebidos em orabatc,
ou de molestia adquirida em eampanha.
Circular.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da guerra, em 3 de mate de 1869.Ilhn- e
Exm. Sr.Declaro a V. Exc. para sen conheci-
mento c execucao, que aos oUciaes do exercito
parajgnan o abono da etape aria confirme os
exerflcios cm que se.acham, e que passam a doen-
tcs cm consequencia de ferlmentos recebidos em
combate ou de molestia adquirida em eampanha,
de ve ser abonado a etapa,correspondente aos res-
pectivos postas. Deas guarde a V. Exc Himit
de Muritiha.Sr. presidente da provincia de Per-
nambnro.Cumpra-se e communique-se. Palacio
do governo de Pernamburo, W de maio de II
?irnclo curso cammereial, lodos os seos virn- j-nem por isto-perdem o qoe elles lern de provn-
cimanlos desde o dia em que foram destimidos de eiai, tanto que se achara sajeitos na s a flscali-
sert empregos. sacao da aKaadega, como tambera a do consalado
t IVUOUU
.\. 739.Dita.O vice-presidente da provincia
em viSIB do que propoz o dtroctar geral da ins-
truccrio publica, era officio de 3 do corrente sob n. ,)resmo "(je Faenando.
95, ssolve crear no districto, urna delegacia htte- i )nn. A* a*k&,
prego..
Art. t Os mesmos profcssores continuarao a
rper ditos vencmentos al pe sejam emprega-
di en ragares de igual cathegeria.
c Art. 3." No easo de restaurar o extincfo cur-
so aommercial, serao allendidos os mesmos proles-
sores; se o requererem.
Art. 4. Fcam revogadas as disposicoes era
contrario.
Sala das commissoes da assembla legislativa
proTiocial de Pernamburo, 3 de dezembro de 1869.
Cicero Peregrino. .*tftr,nrnlrivnte.
OSW. FELISBIMO :*-*. presidente, em ama
das sessoes pa9adas apresenlei a esta casa urna
qrtaixa contra o actual chefe de policia da provin-
cia o Dr. Prancisr* de Para Lemos, e V. E mandou essa lefico eom documentos que a ins-
truiara as commissoes reunidas de justica civil e
criminal, e de constituiroese poderes para darem
o seu parecer. En, ignorando os antecedentes da
casa rtexei passar >lo, mas ltimamente encon-
trando o regiment do 1. de abril de 183, que
rege a materia o qual determina no art. 204 que
a queixa ou denuncia dada por a
casa ou por qualquer pessoa dr. ,
commissao especialmente nomeada para este I m.
ten lio de offerecer um requeriincnto rasa, alm
de i|ue siga o proo-sso a ordem regular estabele-
cida na Id
juimado ifant...
Onformc RmMittm Etm*a dk WnWe Twiv
rim, tenente ajudaute de ordens encarregado do
detalhe.
Reparii?So da polica.
2" seccao.Secretaria da policia de Pernambucc,
19 de maio de 1869.
N. 741.Illm. e Exm. Sr.Tenho a Honra de
levar ao conhedmento de V. Exc. que, segunda
consta das participantes rocebidas boje resta re-
partlco, foram hontem rccolliidos casa t'e deten,
cao os seguintes individuos :
mmha ordem, nove sentenciados \ indos lo
raria no districto de S. Jos de Ingazeira, alera-a
que actualmente existe na respectiva villa.
N. 740.DitaO vice-presidente da provincia
em vista do officio do director geral da nstruccao
publica de 5-do corrente sob n. 95, resolve no-
mear o cidado Francisco Miguel de Siqueira, de-
legado litteraro do dislrclo de S. Jos de Inga-
zeira.
EXPEDIENTE ASSlf.NADG PELO SR. DR. JOAQt'IM OlHREA
DE ARAUJO, SECRETARIO; DO GOVERNO, EM 19 DK
ABRIL DE 1869.
2" seccao.
N. 741Officio ao Dr. chefe de policia.Nesta
data autorisou-se a thesouraria provincial a pagar
ao sargento Apolinario Gomes da Silva, a quantia
de 2 400, constante do offlcio de V. S. datado de
17 do corrate sob n. 556, o qual lica assim res-
pondido de ordem do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia. .
N. 742.Dito aq commandante superior de Olin-
da. O Exm. Sr. vice-presidente da provincia,
manda declarar a V. S. era resposta o seu ollicio
de 16 do corrente, que trausiuittio as thesouranas
geral c provincial, para os (ios convenientes, os
prets que em duplcala vierura annexos ao citado
otilcio. .
N. 743.Dito ao juz de direito da comarca do
Rio-Formoso. O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda declarar a V. S. em resposta ao
seu ollicio de 16 do corrente, que flea inteirado de
baver V. S. BMsa data reassumido o exercicio do
seu cargo.
N. 744Dito ao capitao commandante interino
do batalhao n. 34 de TacaratS. Exc. o Sr. vi-
ce-presidente da provincia manda declarar a \. S.
em resposta ao seu offlcio do primeiro do corren-
a Cruz, que falleceu afogado nodia 26 de mar- te ue cxnedio ordem thesouraria de lazenda
' no sentido de sernm pagos ao sargento Apolinario
Gomes da Silva os vencimentos constantes do cita-
do offlcio.
4' seccao.
N. 743.Officio ao director geral da nstruccao
publicaS. Exc. o Sr. vice-presidente da provin-
cia tendo por deliberacao desta data e em vista
do officio dessa directora de 5 do corrente sob n.
95, resolvido crear urna delegada ltteraria no
districto de S. Jos de Ingazeira, alm da que ac-
tualmente existe na respectiva villa e nomeado pa-
ra exerc-la ao cidado Francisco Miguel de Si-
queira ; assim o manda comiuunicar a V. S. para
seu roiihccimento, enviando-lhe o titulo do no-
meado para ter o conveniente destino.
N. 74.Dito ao mesmoS. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda communicar a y.
S. para seu couheciiuento, que por deliberacao
de?ta data e em vista de propusta dessa directora
de 6 do corrente sob n. 98, reolvea crear mate
urna delegada litieraria na fieguezia de S. Vicen-
te, lendo por limites os do julgado de paz de
Cruangy e nomear para exerc-la ao major Anto-
nio Vaz da Silva, cujo titul-i incluso remeti, afim
de V. S. dar-lhe o conveniente destino.
a. 757.Dito ao primeiro secretario da assem-
bla legislativa provincial.N. 41.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provinda, trans-
muto V. S. para ger presente assembla legis-
lativa provincial, a inclusa copia do contrato de
novacao celebrada em 17 de julho do anno passa-
do com a Companliia Pernainbucana de navega-
c costeira, bera como os offlcios da presidencia
e da msma companhia de 16 e 17 de outubro
d'aqudle anno, era virtude dos quaes ficou a exe-
cucao do referido contrato, adiada at a approva-
co dessa assembla, nos termos do art. 52 da le
n. 852 de 5 de junho de 1868.
N 758.Dito ao mesmo. N. 42.De ordem
de 3. Exc. e Sr: vice-presidente da provin-
cia, passo por copia s raaos de V. S. para ser
ptwwnte MMntete* teftetelte gadaaeal -
el usa Hktoraaeao que miutetrou o Rvm. aispo dio-
cesano en 17 do corrente, relativamente aos dous
qatsitos mencionados no offlcio que V. S. me diri-
gi em 14 deste mea sob o. 9.
.Cordera do subdelegado de Santo Antonio,
Francisco de Souza Ferraz c Manoel <1> Souxa
Ferraz, por crimo de furto.
ordem do de S. Jos, Luz Antonio. Co >asci
ment, por insultos. .
ordem do da Ba-Viste, Mara Irabehna da
Conceicao, Ro-a Mariado Espirito Santo, Leopol-
dina Mara do Naseimento, por insultos, e Gelru-
des Maria Francisca da Conceicao, por fenmentos.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manoel do Nascimen-
1o Machado Porlella. O chefe de poUMa intcrmo
F. de Assis Oliveira Maciel.
saco da alfaadega, como tambera a do consalado
provincial.
E sendo os trapiches alfandegados, ^porlos de
*arqne para os gneros de-exporfaco qoe pa-
gara dirdlos provinciaes, as cartas de^Wandega-
inenlo at certo terapo eram pastada s, nao pelo go-
wm geral, como actual mente, mas pela provin-
cia, cujas repartieses fiscaes anda se adiara sn-
jeitos, apezar Je seren considerados depeadencias
da alfsdega. ,
Se os trapiches e armazens alfandegados gflzam
de privilegios concedidos pelo governo geral, tam-
bera goaa de privilegio* provinciaes, e citare a
lei provincial que ordena positivamente que se-
jam depositados em tees armazens rodos os gene-
ros vindos de outras provincias, os qaaes se pos-
sam contundir com os similares desa provincia,
sob pena da screm considerados de pwduccao da
provincia e pagarem os cHreitos provinciaes ao
caso de exporte(;ao.
Em virtude desta lei sao Bcontestavete Vs- gran-
des lucros qae auferein esses estabelecimentbs.
rege a inaieria o qnai oeiennma no ar* *" >|ijc Eu declaro-que nao vejo razoes plaussyeis para
a queixa ou denuncia dada por algum merabro da-i qye esses eslaheleciaienlos sejam exclusivamente
casa ou por qualquer pessoa do povo v urna consideradosgaraespor seren considerados de-
pendencias da jflfandega, abstrahindo-se complete-
mente docarater que elles tein de provincial.
Nao exarainei bem a questan, mas me parece,
Sr. presidente, qoe o facto de serem os trapiches
e armazens ajtandegados considerailos dependen-
cias da alfandegn, nao impede qtie ao mesmo lem-
po possam ser considerados provinciaes, em face
do que tenho dito, e como taes sujeitos a impos-
tos provinciaes.
Ainda mais, Sr. presidente, de longa data .e nao
de agora que os armazeas alfandegados pagara
imposlos provfidaes. y
O Sn. Soares Brandao :Nao apoiado.
O Sn. Amvnthas :Sim, as armazens alfande-
gados de ha inuito eslo sujeitos Mraoslos pro-
vinciaes, e os lera pago sem reclamacao algo ma,
como pode attestar a thesouraria. Somente cleixa-
ram de pagar depois pie una lei provincial, cujo
numero rae nao record, mandou isentar do paga-
mento de impostes todos os estebelecimentos cu-
jos caisdros fossem todos brasiloiros.
Emo gozaram esses armazens do indulto ua
Id, mas nunca deixaram de ser collectados, e an-
tes disto sempre pag&am um_iraposto provin-
cial. .. ,
Ora, se al boje esta.^8n*lua se tem julgado
competente para lancicontribuyo sobre taes ar-
mazens, nao poder ella, boje approvar o projocto
que se discute sem inc^rer na pedia de incohe-
rente ou de leviana.
O Sr. Soares Bra.ndao :Os peticionarios pro-
vara o contrario.
O Sr. Amtnthas :Como f
O Sn. Soares Brando .Citando todas as leis
de orcamento de 1861 para ca. .
O Sr. Amyntuas :-No exacta a cilaeao 4o.
Aprwento portanlo o seguinte reipierimento :
Requeiro que chamando-so o processo a or-
dem, se proceda a eieicao da commissao especial
para dar seu parecer sobre a queixajflue dei con-
tra o chefe de policia da provincia Dr. Francisco
de Faria Lemos, de conformidade eom o art. 204
do regulamento do 1." de abril de 1833.Fem-
bmo.'
Apoiado o requerimento, entra em dscussao.
O SR. G. DRM.MOM) faz algumas considera-
Dms guardo a V. hxc.Harua -
' O SR. FELISBIMO :-Sr. presidente,- mo par?c e
que a casa est convencida de que o nobre de|iu-
do governo de Pernambuco, W de maio de 1fe*J. di mipugnou o meu requerimento nao pro-
Dr. Manoel do tasetmento Mnchmlo l'o.lelt'i.^!m ag raz-e, lMa |M.,.vsl0> ,,ao provon jue
Confere.Antonio Annes Jncome Pm$., J Yf.m&mm\to, cujo cumplimento [tenso adiar-se
A-iiiado-Jo"'/*' Jone ''Wi-;|rfoi.f.<. __ m |j(eBo v^r> egl),-a ro^g,,^ p01- alguma dispo-
sicao geral ou provincial.
"Nos temos hoje, verdado, um regiment
mais moderno, mas um rerpierimento pte em
parte apenas revoga as d lo de 1833, aquellas do que elle se oceupa espe-
cialmente.
O Su. G. Drummosd Esse regiment esta
al assignado por um simples depulado e nao pela
me.-a, que a competente para isso.
0 Sn. Fki.ismxo :Qne importa isso ? O novo
regiment pie exige e^i formalidade.
(i Sn. G. Duimjiond .-jE qual o antigot
OSn. Felisbino: E" esse que ro fcito .ogo
deiwi da inauguraco da assembla.
II Sk G. Dkumuond :-Mas donde consta a sua
approvaeau!
O Sr. Felisbino : Est impreso e publicado.
O que verdade, que o regiment acmal
ii) revoga nem especial, uem geralmente o antigo
ate'hoje, se bem (|e posto conenrso, aioda n.i<'
appai eceu pretendenfe a esse o* de justica.
. estas condioOes, c* meus coitegas pelo quiut' >
Jistrielu apresentaiu o-prnjecto soppriniiudo o eli-
do porque essa local-dude nao tde comportar
dous funerienarios para excreer os oflarios de
justica. nercebendo da !el renda sulliriente para
decenio sutisi< A i .i/.oo. pois, do projeto que dous lugares
de tabelaes era Gtfcrabo nio do renda suIHcien-
te para os serventuarios, am de que um- s
snlllciente pera satisfazer s obrigacoe inheren-
tes ao cargo-e dar expedente a todos os feitos
que all appareeam, tirando um rendimento suffi-
ciente.
Um Sr. Dkftado .Mas eafo legislamos para
a cousa on pam a p"ssa ?
t) Su. Mi;iigoi.ix> :I>ara a-eousa.
O Sr. Lm>E8 Ma/BABO : O sievico publico nao
ser mais bem tito havendo dous serventua-
rios ?
O Sr. Mergio --O servio publico nao pu-
do solTrer cora aleo. 0 termo doCabrob soffreu
diversas ilcsuiembracoes de terrenos, cr.ou-se
mesmo um outro tenno quo foi o de Salgndre,
um outro foro, e eaeas desniembra^oes teiu redu-
zido o trabalho por tal firma que am s funccki-
nario mais que snleiente.
Sao estas as roCes que de momenlo posso ofTe-
reccr a considerara" Ja casa e igaateeate a aprc-
cia;o do nolire-depulado que ped v explcacoos*'
Encerrada a dseu*so o projecto aiJprovado.
OSH. AMARAI. & MELLO pede dispensa de
intersticio para ser coo>igndo na ortem do dia o
projecto n. 10 deste auno.
V, deferido o requeriuieuto.
Verificndose nao lia ver casa.' o Sr. presidente
designa a ordem do dia- e levanta a sema.
ASSEMBLA PBOVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 4 DE MAIO.
PRKSIDKNCI.V DO SR. Al GUSTO LKAo.
Ao meio da, fela a chamada, aehain-se pre-
sentes os Sis. : Mergulhao, Jos Gitiraiina. telis-
bino, Amaral e Mello, E. Pina, M. Amorini, Tibur
j db~ que Acara revogadas as disposicoes em
contraro; entrelauto em caso idntico, quando a
lei de 3 de dezembro iliz clara e tennuiantenvinte,
que licain revogadas rodas as les cm contrario, o
nobro deputedo sustenlou, pie nao estava revoga-
dB urna lei provincial. Portante, sao os seus argu-
mentos de boje, que conlradizem perfeitamente os
de hontem.
O Sr. G, Diu-mmond :Mostr que. esla appro-
vado por asta casa, porque nao se acha assignado
pela mesa.
OS.i. Felishino. Porque o regiment anligo
nao exgia, exige o regiment actual que nao
pude ter effeito retroactivo.
Encerrada a dscussao o requerimento regei-
tado.
orukm no da.
Primeira discusso do pmjecto n. 29 deste anno,
ipie revoga u 2d do art. 43 da le n. 852 de o de
iunho de 18ii8.
O SR. SOARES BRANDAO : Faz algumas con
peticionarios neste caso; todos os armazens am ^ a renis-0.
5___j_____.s i.;i1i,m.iric o toni i-stado em todo? /->..._. i.____
SESS.VO ORDIN.UfIA EM > J)E MAIO
PRKS1DKNCIA DO Sil. AlHilJSTO DK SOI'A.Utfc
Aonieio dia, feita a euamada, diara-s presen-
tes os Sis. F. Tavora, Auiynllias, GoacarVes da
Silva, Felisbino, Cicero, Miguel mm-ia, Epaui-
nondas de llanos, Ermiro Coutinho, E. Pina,
Araujo Belk'Se, Lopes Machado, Augusto Leo.
Columliaiio, Samuel Poatual, TihiutinoNogudra,
G. Drnininoiid. AndrCavalcanti, AviesGama.Ama-
ral o Mello, Aruiinio lavares, Bag\> liarros, Jos_
GUirana, Soares iiandoe Mergulhao.
Abre-se a sessio, c sao lidas c appruvadas as
actas das anteriores.
0 Sr. 1 Secrktahio di emita do seguinte
KXPBWKNTE.
Um officio do secretario dogowmo, comrauni-
cando que S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
vincia, boje, pela urna hora da tarde, rebeber a
commissao que deve apresentar-lhe alguus actos
saneco.Inteirada.
Outro do mesmo, remetiendo informacoes mi-
liinirades pelo provedor da Sania ('asa de Miseri-
cordia acerca do barbeiro do hospital PcdroH.
Loureiico Justinianoda Rocha Ferreira.A' quera
uno Nogueira, Epaminondas de Barros, Cicero, siderales em sustencao do parecei.
DISTAO
DA
17 DE
por
VIGK-PMBIDBNCIA DO DIA
MAIO DS 1869.
Agoatinho Joaquim Marques.Indeferido,
lio tar provado o qae allega.
Getuiio Correa Pessoa de Mello.Informa o Sr.
commaadante superior da guarda nacional do Li-
moeiro.
Jos Alexandre Gome? de Sa.Selle e volte,
fanieadi
Joao Monteiro de Carvalho.Ae Sr. ooronel
cmmandaate superior Interino, para indicar o
batalhao a que o ropplieiuite deve ser aggrogado.
Jos Carlos Manco dt> Costa ReteInforme o
Sr. inspecior da tftesouraria de faaenda.
jansen de Castro," Goncalves da Silva, bafea Ma-
chado, Andr Cavalcante, Samuel Pontuid. Colum-
bano. Hisbello, Arminio Tavarci, Emygdio Mar-
ques, Augusto Leo, Reg Barros, Araujo Beltrao,
Amynthas, G. iuraraond, Soares Bramiio.
Abre-se a sesso.
O Sr. 1." secretario d conta do seguinte
EXPKDIENTE. >
Um officio do secretario do governo, coraraum-
eando ler-se remettido a thesouraria provincial, a
relacao nominal dos deputados, que se ;,cham cora
assento na casaInteirada.
Outro, remetendo quinze exemplares do relato-
ro da commissao encarregada de examinar o es-
lado das fraancas da provincia.A quen fez a re-
quisicao. ...
Outro, remetiendo as informacoes ministradas
pela companhia do Beberibe, acerea di falla da-
gua potevel que se tem dado uo bairn. do Recile.
quem fez a requisicao.
Outro, communcando ter-sc officiad) ao prove-
dor da Santa Casa de Misericordia, era relacao a
commissao que foi nomeada para examinar os es-
tabelecimentos de caridade.Inteirada.
Urna peticao de Luiz Jos Pinto da Costa, pedin-
do o aforamento perpetuo do terreno que arren-
dou a cmara municipal de Olinda.A commissao
de negocios de cmaras.
Outra de diversos habitantes do Ar.-aial, Enca-
namento, Parnameirim e Ponte de l cl.oa, pedmdo
que esta assembla eonsinta que continu a func-
eionar no lugar do Encanaraento a eadeira creada
para a Cruz das Aunas.A coramtesao de nstruc-
cao publica.
Outra da irmandade de Nossa Senhira do Gua-
delupe da eidade de Olinda, pediodc preferencia
para a extraeco das loteras que Jhe firam conce-
didas. commissao de orcamento provin-
cial.
Odtra de Adriano Xavier Pereira de Bnto, pe-
dmdo mu privilegio por vnte annos, para collo-
car nesta cidade urna casa para banlios salgados.
commissao de peticoes.
Oatra de Joanna Joaquina de Siqueira Varejao,
professora publica, pedindo um anno de licenca
com tedos os vencmentos. para tratar de sua sa-
de. commissao de peticoes.
Sa lidos e julgados- objecto de ilelibracao e
mandados imprimir os seguintes proj setos :
ArL 1." Pica o presidente da provincia auteri-
sado a conceder um anuo de licenca com lodos os
vencimentos a cada um dos seguintes protessores :
Manoel Roberto de Carvalho Guimariies, professor
de nstruccao primarada povuacao do Santo Ama-
ro' das Salinas; Augusto Carndro Monteiro da
Silva Santos, professor da 1.' caddra de mathema-
ticas do Gymnaiio provincial e Jos Martiniano de
Souza, protejan- de nstruccao primaria da fregue-
zia de Tracunhaem.
c Art. 2. Frcam revogadas as di^osiooos em,
contrario. Cicero Peregrino. Anre Caval-
eanti.'
A oommiseo 4 peticoes, atternemte ao que,
rlqueremos Dr. Frand^co Pinto Pfssoa e Manoel
de Figueroa Faria, professores do jxtmclo cursa
comraerctel, de parecer que em vista das razoes
que allegam em sua peticao, os supplieantes, se-
jam attendidos, por Isso sabmettem aeoBSMetnena
des a assembla o segrale : ,
Art 1. Fiea o presidente daarnvlneta anten
JCllIV'O.^ lili .-\*-^- |-"----------- i
O SR. AMYNTHAS Sr. presidente, e a primeira
vez que esla assembla vai pra'icar um semellian-
te acto i nao apoiados), a primeira vez que esta
assembla por um projecto de le pretende man-
dar restituir a importancia e impostes que ella
mesnia lancou e foram arrecadados pela reparti-
cao fiscal competente, na conformidade d;.s leis
que regulam a arrecadacao do* impostes.
Um Sr. Dkpitado .Ainda nao foram, e sendo
podia-se mandar restituir.
O Sr. Amyntuas .O projecto em dscussao, ou
lem era vista simplesmente a exlinccao do imposto
de 40 por cenlo solne os trapiches e armazens al-
fandegados. e ento elle inteiramente ir.ul e
desnecessario, porque sersufliciente nao mencio-
na lo mais na lei do orcau.ento que devenios ais-
culir ainda ; ou alm da extineco do roferiao
imposto, pretende mandar restituir a respectiva,
importancia, no caso de ja achar-se cobrada, e no
caso contraro prohibir a cobranca, e enlao nao
vejo justilicacao possivel para semelhanle pro-
jecto. ,
Declaro desde j que voto contra este projecto.
Sr. presdante, e dara a razo em pomas pa-
lavra*. .
Nao vejo procedenda na argnmentaeao le aw
o imposto que se pretende abolir pelo projecto que
se disente, seja ineonsUtucioaai... '-. m
O Sr. Sonaos Brandao .Nao foi este o funda-
lUi'.nto do uaecer. ,
O Sr. WTHAs :Tanto peior ; em todo o caso
crcio ser este o principal fundamento da peticao
que deu lugar ao parecer. /., .
Se o imposto nao inconstitucional, nao vejo ra-
zio para a sua exlinccao, e se o quiserew, con-i-
decar inconstitucional, intao sajamos coherentes e
mandemos restituir todos os impostes inconstil-
ciouaes que at hoje temos lancado e tem sido
arrecadados sera reelamaco alguma dos contri-
buinles. .. ,
O Sr. GoScalves da Silva :E que duvida ?
O Sr. Amynthas -.Ento em vez deste projecto
facamos desde j urna le.geral, contraludo ao
mesmo lempo um grande emprestimo par* a ros-
tituio de todos aquelles impostes que se. poderenr
dizer iiiaonstitnctenaes (apoiados), no caso de jul-
garem procedente a argumentecao apresentada era
favor do projecto.
Em quanto a raim, j o dedarei os argumentos
apresenlados nao proeedem ; era quanto ;i mim, a
assembla nao devqjjndoptar urna semdhante me-
dida, nao deve abrir um tal precedente-
O Sr. Ayrbs Gama :A assembla constante-
mente est votando abates e restituicoes individual-
mente, entretanto nao pode votar cumulativamente
esta restttuidfo !
0 Sr. Amynthas :Nao me parece procedente
o aparte do nobre depntado, pela raiao de quo
am abuso nao justifica ouiros.
O Sn. Ayubs Gama :Pode provar que o impos-
to nao inconstitucional'* *
O Sn. Amtnthas :ft que se nao pode provar
que elle sejn inconstitucional.
8r. presidente, crao que urna erdem dothesou-
r declaro* que os trapiches alfandegados deviam
ser considerados epndeneins das alfandegas i
mas, semdhante dedartK*o nao pode trnar in-
constitucional o tributo qoe esta assemU* passa)
tancar sobre esses inmensa, e-threi as rates eu
que fnndo esta assee
Os trapiche e armeen alfandafaea
degados estao tributados, e tem estado em tocto?
esses annos, e tanto assim que elles tem sido sem-
pre collectados pelo consulado provincial, e se a|-
guns tem deixado de pagar porque tem requeri-
do isencao, nao porque julgucm indevido o impos-
to, mas soccorrendo-se da lei provincial que i de impostes os eslabelecimentos cujos caixeiros to-
rera nadonaes.
O Sr. Soares Brandao :Creio que nito;
Outro Sr. Depctado :-Ser bora ouvirmos a
thesouraria. ,
O Sr Aviynthas :-Posso asseverar que tees
estabelecimeutos foram serfcpre considerados como
armazens de deposites, e debaixo desta denonima-
eo foram sempre tributados.
' Eu nao vejo, Sr. presidente, razao alguma para
approvarmos o presente projecto, portento nego-
Ihe o meu vote. ,.
O Sr. So.vrks Brandao :.Se os uobres depuia-
dos querem, mandemos ouvir as reparticoes ns-
tao Sr. Amynthas :-Pois bem, eu reipieiro que
sobre o projecto seja ouvid o inspector da tnesou-
raria provincial. ...
Va mesa e apoiado o seguinte reqiieri-
- Requeiro que sobre o projecto enniiscnsso
so ouea o inspector da tliesourana provincial.
Amiinthas. -
Encerrada a dscussao e o requerimento posto a
votos e approvado.
1 dscussao do projecto n. 1 deste anno, que
autorisa o governo a contratar a actura de i
casa de mercad na villa do Cabo.
casa ue muitau ------------- _
Deoois de algumas consideracoes dos Sr. bon-
calves da Silva e Aiidr Cavaleauti, o projecto
posto votos e approvado.
I discusso do projecto n. 10 deste anno.
Artigo 1." E' prohibida nesta provincia a con-
gregaco dos padres da companhia de Jess, ins-
tituto de Santo Ignacio de Loyola. ___
o ArU 2. E' prohibida na provincia a congre-
eacao de padres lazaristas e outra qualquer con-
gregaco de padres cstrangiros, except am-se os
rai.sio'narios da ordem de S. Francisco de Assis,
ob a invocaco de Nossa Senhora da Penha.
Art 3. Fcam revogadas as disposicoes em
contrario. Paco da assembla legislativa provin-
cial. 22 de abril do 1869.Lopes Machado.Ama-
ral e Mello. > ,
0 SR. G. DRUMMOND combate o projecto.
Encerrada a disepssao o projecto subraetUdo
votacao e approvaaa ,
0 SILG. DRUMMOND pede se declare na acta
cute votou contra o projecto.
1" discusso do projecto n. 9 deste auno :
. Art nico. Fica concedida urna lotera de
100:000, a beneficio da capaila erecta na povoa-
cao Nova Cruz denominada outr ora Mana fan-
iha, freguezia de Iguarass. .
Revogadas as disposicoes era contrario.
. Slalas sessites, 28de abril de 18M.-Arw-
nio Tnmres ,
Poste a votos o projoeto e aiipruvado.
1 dscuaste do projncto a. 23 deste-anno .
a ArL uaco. Fica concedida urna lotea de
1*0:000*000 para o seu resultado ser appheado
as obras da greja de Nossa Senhora do Livraman-
to da. cidade da Victoria.
Revogadas as disposieoes eni watrano.
Sala das sessoes, 28 de abril de ISWLAn-
dr CavaleantiC. Peregrino.
Encerrada a discusso o projecto approvado.
1 discusso do projecto n. t
Art. 1. Fica suppriimdo o lugar de segunao
tebellio do termo ile Gabroh.
ArL 2." Fcam reunidos e annexdos ao tu-
gar de pnmeiro tebellio os offlcios de escrivao
de oruhoa, capellas o residuos do mearao termo.
A7t!TFlcam levogadaa disposioos om
"" P^5o" da assembla, 10 d& abril de 1869.
Tiburtino Nogueirti.BactUan .
O SR. G. DRUMMOND pede expUcacao sonre o
projectov
O SK. MBmiLHAO : Sr. presidente, nao se
achawtena asa nenhnmdos signatarios d i pr-
jecteem dscussao, e portento, naoJ*^ ^
satisfdtn o nobre depulado no seu pedido, eu mo
lewnte, para dar algumas in/ojma9f ?> "" lf
que e? ton informado da tftHdade da materia as-
^ratse.^SdeD.e, da snppresse do te
; Ae* liba do termo de Cabrebo,
Outro do mesmo, rnmettendo u ""nfllcio da ca-
nfora municipal do Buipi*'. pedindo quota para a
reconslrucco do ceiniterie daquella villa.A' com-
missao de orcamento municipal.
Outro do mesura, transmitiindo as informacoes
pedidas sobre a peticao de Ignacio Vidrade Mello.
A' quem fez a req'uisieo.
Oulro do mesmo. remetiendo a copia do officio
da cmara municipal da villa de Buique, a qual
representa sobre diversas necessidades de seu mu
nicipio.A' camraisso de negocios de cmaras.
Outro de mesmo, remetiendo quareiila exempla-
res do" regulamento dos trons de paasagetens o dos
de carga, dos trilhos urbanos do Recife Apipu-
coa.A' deslrbuir.
Outro do mesmo, transmitiindo copias do offlcio
e projecto de posturas da cmara municipal do
Recife, fazendo extensivas s freguezias do Poco
da l'anelni e A fugados as disposicoes do artigo 22
das posturas, approvadaa pela jei provincial n. 792
de 2 de maio do anno passado.A' commissao de
posturas de cmaras.
Outro do mesmo, remetiendo a peticao de Ma-
noel Peres Campello de Ahneida, aeampaabada di
nformaeao dada pelo ciiefe da repartilo das
obras pblicas.A quem fez a reqiiisicao.
Uma peticao do professor publico de Timbanba.
Isidoro Marrano Cesar, pedindo o paganieiito de
seus vencmentos do mez de junho de 1866, que
ealiiraui em exereirio lindo.A' commissao le or-
denados. M
Outra da mesa regadora da irmandade do Nossa
Senhora das Fronteiras da imperial rapella_da Es-
tancia, pedindo preferencia para a extraccao das
parles de sua loteria.-.V conimssao de orcamen-
to provincial. .
Outra da regente do reeolhiniei*) do Ninttssimo
Corado de Jess de Iguarass, pedindo que se
marque quota, nao s para a alimentadlo das re-
eolhdas, como para as obras do reeolhimento.--A
commissao de orcamento provincial.
Outra de Vicente Ferrein da Costa, pedmdo qui-
se autorise a presidencia da provincia a ronlratar
com elle a concluso das obras do caes da ra de
Riachuelo, rnarcndo-se a verba necossana para
esse fim, no orcamento provincial.A' commtesau
de obras publicas. ,,..- a-
Outra da innnd;u)o de S. Seba^liao da cidade
de Nazareth, pedindo preferencia para a extraern
da lotera concedida em beneficio das obras de sua
igreja A' commissao de orcamento provincial.
Sao lidos e approvado os seguintes pareceres :
A' eommisso de fazenda e orcamento pro-
vincial, tendo examinado com a devida aitencao a.
representadlo dos proprieta ros dos estebeleeuncn-
tos de fundicaV (te meiaes nesta capital, solicitan-
do desta assembla a restanrae,o do' imposto o-
tr'ora lancado sobre a oxportacao dos metaos usa-
dos, considerando a mesma commissao queraere-
ce toda attencao a enorme difflculdade, se nsm mo-
possibilidade absoluta pie esse importante ramo
de industria fabril da provincia, produz a falla de.
tees materias primas, cuja exportadlo tem consi-
deravelmento augmentado na razio inversa da bai-
xa do cambio ; considerando igualmente qoe o
restabelecimento desse imposto, alias manos justi-
ficado em outros lempos menos calamitosos e ex-
eepcionaes, deve trazer como roall>aaB,aajtt ao o
augmento das rendas da provincia, to f^
para as immensasdcspeasdeqnatomj^.ewao
ambem e prinei plmente a P^f.^^'*1. '"
dustria da mesma pmvmea ; de parecer qo<
seia a tendida a materia da mesma representacao,
e^paraialo protesta a mesma commissao apresen-
nina occasio em que se tratar das verbas do
roeeita provincial, para o prximo exenieiG, um
naraarapho additiw, era que fique estabelocida
am imposto, nao s sobre a exporlacao do cobre,
lato, bronze e chumbo, usados ; -como tarntem
do miro o prata em obras vertas, attei de que, dif
liculiando assim a grande exportadlo, que violen
do esses meiaes nao liquem as fabricas da provra
cia privadas das materias primas, to indispensa
veis para elsas importantes industrias
a Artmniccitac :\
".5 W^^^^Xl^^^^^^^^^^
- sala das commissoes, 5 de maio de 18W.
Agre* OmM.-i.npn Mackao.-Sdotm Bff**o.
t A commissao de orcamento muoicipal preet
sa que, petes metes regateres sn peen a eaman.
municipal do Recife, a razo porque at estaad,
nao remetteu esta assembla o rdatono, Daian-
en e orcamento de recelta e despean Mwprewo, co -
mo de eostume, assim eman-sa -praeiinaawi
da mesma cmara Francisco de Pau|aJ*|';a
prestou as devidna-nmas, MiiMo ***** ";

.-Mr, -* lahf lilao 00 lerrau ae ^auruui', jiit^kiu s atriupu iumi _- ..-. r-i
^oliewte *** mon duas aunen mar.



2
-
Doio de Pernambuco ^muta feir 20 de Maio de 1869.

Sala das commissoes, 5 de maio de 1869.
M- jimorm.Felisbino.Rego Barros.
A commisso de ordenados, tcndo lido e exa-
minado peoco do baeharel Horacio Walfrido
-Peregrino da silva, offlcial da scelo do conten-
cioso da thesouraria provincial, pedimle augmen-
to de ordenados ; de parecer que, peloscanaes-
compelentes, sejam pedidas informacoes, sobre a
mesma peticao, ao inspector da ihesouraria pro-
vim:ial.
Sala das commissoes, 5 de maio de IS69.
Satiuel Pontual.Carvallio Moura
< A comtnissfu) de ordenados, tendo lite e exa
minado a peticao de Joo Carneiro Moateiro da
Silva Santos, 2." escriptnrario da i.'seccao da
contadora da thesoorana provincial, pedindo a
gratificaco da o." parte dos venc montos de 'l."
escripturario, durante o tempo em que este tem
estado e estirer rom I cenca ; de parecer que
sejam sobre a mesma peticao, pedidas, informa-
coes pelos caaaes competentes ao inspector da
mesma thesouraria.
Sala das eommissoe, 5 de maio de 1869.
Samuel PonlnaLarvallio Moura.'
A commisso de obras publicas, qnem fo:
presente a peticao de Hermino Ernesto de Lemos
Amara!, requerendo urna subvenro de 8:000000
para a abertura de urna camboa que, partir da
ponto denominada do Maduro, va al < Mangul-
nho, para dar seu parecer, requer que, pelos ca-
.Luza Mara Cavaluanti, Pernanbuco,'75 anuos,
viiiva S. Jos ; phtysiea.
o cngenhciro ehefe da reparlico das obras pu-
blicas.
Sala das commissoes, 3 de maio de 1869.
Pina.Goncatves da Silva.Epaminondas.
E' lido e approvado o seguin'e requerimento:
Requeiro que, pelos meios competentes, f c
obtenha os seguintes esclarecimentos. !. porque
le ou autorisaeo se acha organisada urna lamia
de msica no corpo de polica provisorio.2."
porque verba foi comprado o instrumental, e por-
que verba sao pagos os vene'mientos dos msicos.
3. se, as pracas ou o pessoal, de que se com-
poe a musir, de numero lixado na le vigente,
ou se excede esta.
Sala das sessoes, o de maio de IHW.Hrgo
Barros. .
(Contmuar-se-ha).
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Na sessao ile hontem a assembla approvon em
primcira discussao o projecto u. 21 deste auno,
que autorisa ao governo a contratar .o abasteci-
mento de agua potavel cidade. de Olinda, com
Justino Jos de Souza Campos, di eom qnem me-
Ihores vantagens offereeer, dispensado o intersti-
cio requerimento do Sr. Epaminondas de Bar-
ros: e o de n. 13, que autorisa a contratar a col-
locaco de pocos instantneos con Joao Lopes Ma-
chado e Jovin BanJeira, ou com qnem mais van-
tagens offereeer; o de n. 10, que prohibe nesta
. .provincia a congregaeao de padres la companlna
CHRftNlCA JIDIWARIA.
TRiui^ti. di ui:li(o.
SESSAO DO DE MAIO DE 1809.
IMMUCia DO BXM. DBSKMBARG.VDOn -CAKTANO
As 10 horas da m;Jibia, pretentes os S=. desenj-
bargadore* Gitirana, Lourenco Santiago, Alni'id*
Albuquerque, lVuniagues da Silva, Sooza Leia o
Freitas HenriqufJiUando os Srs. deseinba leade-
res Guerra procurador datora o Motta, abrio-se
a sessao.
Passados os Jeitos deram-se os seguintes julga-
mentOB:
Apprlho5m cwtms.Appellante, Antonio Gal-
di no Pereira Iftwtoiro.; appellado, GaklinoJos de
Lucna.Improcedente. Appellantc, ojuizo; ap
pellado, Joao Pedro dos Santos.A novo jury. Ap-
pellante, Isael Soanis da Silva; appellada, a Justi-
na. A' uovo jurv. Appellantc, Manuel AlvQl
Alfonso; appellada,' a justica.Improceente.
PA8SAGEKS.
Do Sr. desemargador Gitirana ao Sr.desembar-
gador Guerra. Appellacao civel: appellantc,
los Rodrigues Paz; appollada, Helena Maria do
Carmo. -
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
naes competentes, seja ouvio sobre este negocio desembargador Aaeida Albuquerque.Anpella-
arg.ul
Atoe
em segunda o de n. 13. que restaura a cadeira de
primeiras ledras de S. Pedro martyr de Olinda, e
crea outra nesta cidade; em segunda o que con-
cede um anno de licenea com todos os vencimon-
los ao primeiro escripturario da thesouraria pro-
vincial Pmeisco Geraldo Moreira Temporal, com
alguns additivos concedendo licenea a oulros em-
preados e professores, fallando sobre a materia
os Srs. Lopes Machado e Amynthas, dispensado o
intersticio requerimento do Sr. Tavora.
Entrando em segunda discussao o projecto n.
12 desioanno, que approva o contrato feito com
Andr de Abren Porto, para a eollocaco de tri-
lhos de ferro desta cidade de Olinda, fallaran)
sobre a materia do projecto os Srs. Ayres Gama e
Lopes Machado, tendo apresentado aqnelle senhor
doue. additivos. A discussrw ficou adiada por fal-
ta de numero.
A ordem do da para a sessao de boje, alm da
continuaco da anterior, a primcira discussao
dos projeetos ns. 52, 56, 57 e 58, e terceira dos de
na. 10, 21 e 36 todos deste anuos.
MATRIZ DE SANTO ANTONIO.Tendo se con-
cluido as obras que a irmandade do Sacramento
desta freguezia mandara facer nasua tgreja,! fes-
la do Corpo de Deas ser celebrada com a matar
.solemnidade possivel, a 27 do corrente dia proprio
AUM festividade.
LARGO DO PARAIZO. Acha-se intransita-
vcl a maior parte deste largojapelas aguas e chu-
vas accumuldas ah, em eotOt quencia do calci-
monto da ra de S. Francisco. Lembramos ao Sr.
fiscal respectivo que faca abrir urna grande vala
.ia ra da Roda, une de escoamento ;i essas aguas
pelo receptculo do encanamento da cidade, que
existe em meio dessa ra.
ENCIIENTE.Hontem pela manha o Capibari-
be tinha dez palmos d'agua cima do nivel ordina-
rio n>) Caxang. Di/.ia-se que descia grande mas-
-a d'agua do interior.
A presidencia'deu algumas orden* no sentido
de aliviar-se a populaeao dos arrabaldes, NBStan-
do-se-lhe *)ccorros, no caso de verilicar-se gran-
de cheia.
CIIUVA.Ainda contina a chover copiosa-
mente. Deus queira que nos sertes tenha havi-
do abundancia de chuvas, afim de melhorar o seu
estado, que era pessimo, s ultimas noticias, por
causa da secta.
THEATRO DE SANTA ISABEL.Nao tendo po-
dido ir i scena, sabbado pa-sado, a co'media it-
ker que perde e mvlher que salva, por incommudo
do Sr. Thomaz, foi transferida para hoje a primci-
ra representaeao. Alin dessa comedia, ser repe-
tida O Pasturo .izul, que tantos applausos mere-
cen.
ARCADIA PERNAMBUCANA Hoje deve reu-
nir-se esta sociedade, ao meiodia.
CONCURSO. Com o prazo de sessenta dias,
acha-se concurso a serventa vitalicia dos offl-
cios de segundo tabellio do notas e escrivao de
eiecucoes civeis e crimes, do termo do Bom-Con-
selho.
LEILES. O agente Oliveira leva hoie, ao
meio-dia, leilo o armazem de molhados da ra
Nova n. 60, denominado liga.
Amanha conforme est annnnciado, s 10
hora?, effectua o agente Pinto o leico de movis,
lonca, crystaes, vidro* e outros muitos object^s
de casa de familia ; a ra do Seve n. 38, (Ilha dos
Ratos.)
LOTERA.A que se acha a venda a 106, a
benellcio da matriz de Villa-Bella,Jque corre hoje.
PASSAGEIROS. Sahidos para o Aracaty no
hiate brasileiro .V. .S. dos Mavegantes :
Pedro Jos-Goncalves da Silxa, Jos Correia e
Jos Alves das Neves.
CEMITERIO PUBLICO.Obituario do dia li do
corrente.
Antonio, Pernambuco, 8 dias, S. Antonio; es-
pasmo.
Manoel Joaquim Goncalves Carneiro, Portugal,
iO annos S. Antonio; congestao cerebral.
Basilio Maria das Virgens, Pernambuco, 51 an-
nos, solteiroi Recife; cancro no tero.
Maria, Pernambuco, 7 dias, Recife; ttano.
Geraldo, Pernambuco, 50 annos, Boa-Vista;
cestite.
15
Venancio, frica, 35 annos, solteiro, Boa-Vista;
ttano espontaneo.
Francisco, frica, 60 annos, S. Jos; hydro-
pesla.
Manoel, Pernambuco, S. Antonio; hepatite agu-
ado.
Recemnaseido Manoel, Pernambuco, Boa-Vista;
-aateimento prematuro.
17
Claudina, Maria de Jess Oliveira, Pernambuco,
8o annos, Recife; amolecimento cerebral.
Manoel Benedicto de Jess. Pernambuco, 27 an-
nos, sokeiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Mara, Pernambuco, S. Antonio; convulcoes.
Olimpio, Pernambuco, 1 mez, Boa-Vista : espas-
mo.
Pedro d*Alcntara. Portugal, 40 annos, solteiro,
Boa-Vista; eoterite chomico.
Jpnto Maria das Neves, Pernambuco, 2o annos,
i T^' ia~vi8ta, tubrculos pulmonares.
^e5Sud,AICan?ira' POrtU8a1, 65 anno6'
^Jose, Peinambuco, 6 mezes, Boa-vista, convul-
roX^j^^r^29 ann^so,ti-
aSST^ Penurabuco> S. Jos; inla-
Lylii Pernambuco, 14 meze, S. Jos varilas
Amalia Margarida do Cortona' NeveV/Pern^:
buco, 12 annos, solteira, Boa-Visto; fbre pent
Aana Mara Muniz, Pernambueo,
ymva, 8. Antonio; diarrba chronica
Porpetua Rulina da Glora Andrale, Pernam-
buco, J annos, solteira, S. Jos; hepatite
caes eives : appellanta, Antonio Garlos Pereira
Pinto; appellado, Jos Flix do Reg. Appellaate,
Manoel Barbosa da Silva; appellado, Feliciano J.
dos Santos.
Do Sr. desembargldor Domingues da Silva ao Sr.
desembargador Souza Lcao.Appellacao civl: ap-
pellantc, Manoel Ignacio Pereira; appellado, Anto-
nio Norberto de Souza Lealdade.
Ao Sr. desembarcador Gitirana.Appellacao ci-
vel: appellante, D. Joaiiua Maria das Dores.; ampol-
lado, Agostinho Joao da Cuiilia.
Do Sr. desembargador Souza LeaoaoSr. desem-
bargador Freitas Henriques,Appellacao crime :
appellante, Ucicino Xavier de Castro Magalhes; ^i -
pellada, a justica. Appellacao civel: appellante,
Luu Justiniano de Borba; appeHado, Justino Tei-
xeifa de Borba.
Assignou-se dia para julgamcnto dos seguintes
feitos:
Appellacao civel. Appellante, D. Francisca
da Conreicao Cunha; appellada, a fazenda.
Delicencia chime.Com vista" ao Sr. desembar-
gador procurador da justica: appellante, ojuizo;
appellados, Joaquim Jos de Sant'Anna e ou-
lros. Appellante, o promotor; appellado, Joaquim
da Silva Correa. Appellante, ojuizo; appellado,
Luiz Corta Lourenco. Appellante, Jo> deLemos
Vasconcellos; appelado, Bcnto Corroa Lima. Ap-
pellante, Francisco Miguel Siqucira Bastos; appel-
lada, a justjea. Appellante, Manoel Gomes d'Arau-
jo Pereira; appellado, Severino Teixeira de Sou-
za. Appellante, o promotor; appellado, Manoel
Goncalves Loureiro. \ppellantc,o Djmotor; appel-
lado, Jos Reges da Silva. AppelRnte, Antonio de
Almeida Ferreira; appellada, a justica.
A' 1 hora da tarde encorrou-se a sessao.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Atten^o.
89 annos,
Srs. redactoresE fi'ira de meus clculos, fe-
rido do niais serio sentimento, que passe a escre-
ver a presente, para de minha parte ajudar a que
a venlade nao seja ahafada.
Li com todo o cuidado a resposta que procurou
dar Joaquim Goncalves de Albuquerque e Silva,
Antonio Leite d Magalhes Bastos, com relacao
aos factos praticados pelo dito Albuquerque e Sil-
va, desde o dia de sua chegada a este povado ate
o dia 12 de maio corrente, bem longe de ter res-
posta o que disse Magalhacs Bastos, em sua cor-
respondencia, bem longe repito, de merecer urna
resposta possivel a destruir sua veracidsde; bem
longe esta Joaquim Goncalves de Albuquerque e
Silva de poder fallar a verdade nestes desagrada-
veis [actos, filhos nicamente de seu* mos e per-
versos in?tinctos, pelos qAes ser elle responsa-
wl para com o publico e a lei. Pelo que provoco
ao mesmo Albuquerque e Silva, contrariar o que
paseo a expr:
No dia 6 de dezembro de 1867 as 7 horas da
noute estava eu em rneu estabelecimento e com
toda a sornreza sou aggredido por tres sicarios, c
com elle* Joaquim Goncalves de Albuquerque e
Silva, aos qnaes grita o Sr. Silva, mette ccete ues-
te marinhfiro, resultando deste conflicto recelier
eu diversas contusoes, sem que tivesse tempo pa-
ra oppor a menor resistenci i I I
Poder o Sr. Joaquim Goncalves de Albuquer-
que e Silva, dizer que este acto nao seu ?e que
esl adulterado vergonhosamente, como diz com
Masalhes Bastos ?
verdade que este facto com relacao a minha
pcssa, foi commetlido a noute, e por isso o Sr.
Silva, tal vez possa melhor negar u mentir, aflu
de que tenha ainda alguma razao.
E, porque procedeu assim ? Porque eu vendia
em meu estabelecimento bolacha a 180 r*. a libra,
c elle em sua padaria a 200 rs.!
A innocencia do Sr. Joaquim Goncalves de Al-
buquerque e Silva, bem conhecida ne*te pova-
do e tamban /Vira.
Com relacao a este caso para comigo eommetti-
do e para com os demais negociantes, conforme
diz Magalhes Bastos em sua correspondencia, o
Sr. Albuquerque o Silva os nao responde porque
os entrega ao despreso Tal a nobreza d'alma
deste senhor...
Qner agora saber o publico porque esteCa-
belleira de nova raga lhe nao conveio responder
aos demais pontos da correspondencia de Maga-
lhes Bastos, tendo alias restricta obrigacao para
isto, sob pena de nao ter o que dizer como succe-
den f Eu o explico :
porque o-crime por elle praticado contra a
minha pessa e vida, ainda nao est prescripto, e
entao lhe convm ter muita lepra para cossa>;
ueste caso que este Sr. Silva entrega 40 desprezo,
verdades que todos daqui attestaro.
Vamos ao caso.
Diz o Sr. Albuquerque e Silva, em seu aranzel
de embustes e mentiras atiradas a face do publi-
co sensato, que o sicario seu empregado Urbano
nao commetteu tentativa de morte para com Ma-
galhes Bastos; e porque est Urbano ausente ou
escondido desde o dia do acontecido ?
Ser porque ello se deu a devocao da mista, ou
por tambem exercr a grande misso dos mon-
ges !
Nao urna e outra, e slm pelos muitos crimes,
e os de hoje aqui praticados.
Porque, Urbano o outros muitos que sao em-
pregado* do Sr. Silva, s podem ter empregos
em sua casa.
D z o Sr. Silva que, Magalhes Bastos o quiz ag-
gredir com um caivete, e que fra agarrado ues-
te acto por possoas, mentira, o nuo foi agarrado,
foi o Sr. Silva, que foi conduzido de dentro de ca-
sa de Magalhes para sua casa pelo Sr. capito
Irino : j entende como se diz a:verdade t o mais
dir o cdigo criminal em seus artigos, pois, as-
sim confia o de Vmcs. Srs. redactores.
10 de maio de 1869
Joaquim Ribeiro da Cruz.
THEATRO D MM ISABEL.
Resposta ao quarto e ultimo
^ artigo do Sr. Mario.
Promettemos urna resposta ao quarto artigo do
Sr. Mario; vimos, pois, cnmprr a nossa pro-
messa.
InimigA, como somos, do syslema das repisas,
sentimo-nos constrangido, tenda de tratar de um
assumpto, cuja reppticao tem-se tornado fastidio-
sa ; e se o fazemos para que em tempo nenhum
possa o Sr. Mario proclamar-se victorioso, alle-
gando ter ficado intacto, sem resposta o sobredito
artigo : ainda que o consideremos respondido.
O quarto artigo do Sr. Mario nao mais do que
urna repeticb do segundo, de sorte que respon-
dido este, aquelle tambem o esta.
Seja, porm, como fr, repise ou nao o Sr. Ma-
rio a sua argumcntaeO, aeompanha-!o-hemos, at
que prove-nos exhuberaotemente tuda que inse-
rio nos seus artigos; embora depois tenhamos de
lamentar a nossa derrota.
Comecemos.
A nao ser, diz o Sr. Mario, que a assembla
queira crear tcitamente o lugar, 00 emprego pu-
blico de emprezario do theatro da provincia, lar-
gamente remunerado com dez ou do.'c cont de
res annuaes vencimentos de ministro de estado,
nenhuma razo ha qu3 justifique a avulilda suh-
venco, que o Sr. Coiinbra tem recebido e.m uui-
co proveito da sua individualidade eem pur' per-
da do* cofres pblicos.
Kis como de urna via faz-te dout mandarn-
Primeiramenle o Sr. Mario, com este trecho oeV-
0 procedimento da assembla, por ter con-
una razao -que a justifique de modo qne Ha,
em lugar de zelar, como devi!, polo bem da nro-
omcia, que representa, sacrilica os seas cofres.
Bepois acensa ao Sr. Coiinbra.
(juanlo i primeira parte Dada diremos as-
emb a qe se defenJa; quanto, pitrn, se-
f nnda temas alguma couza a dizer.
Na seganda resposta, que demos ao Se Mario,
mostramos qiul o embrego dado s oubrtncoe-v
fue como dissemos, atadar a oceorrer s gran-
des despetas, que o einpnaario tem a fa^er. B'z.
porni, o Sr. Mario que ollas sao empretadM em
nico proveRo di iinlividaaliiL.ile do Sr. goinbra.
Muito bem.
Disse-nos o Sr. Mario, en) 5eu piimeira arlige,
que o sito dos dramas s icriQcado i falte te
cenarlo e vestuario indispensivel. Ora, em
circuinsncias, nada mais naiuraf, que a nenha-
ma concurrencia ao theatro; pois qu jgMuem
querer desfazer-se do seu dinneiro, pariBspec
tar o mu desempenlio do pajas drauaticis: em
poucM palavrasa imporlarcia ajiuiada nos cs-
jiei'iacalos diminuta, pelo mu xito qQtem
os dramas.
Isto posto, seja-nos concedido perguntar : se a
importancia apurada nes espectculos diminuta,
e e as subvengoes, concedidas ao emprezario.
sao ctapregadas em sea nico proveito, como 00-
corre He consideravel dospua d- 8:2323000 ?
De duas una, ou elle nao satisfaz a essa des-
peza, o qne uinguem ousar afflrmar ; ou o que
diz o Sr. Mario falso.
Como esta sao todas as arguicoes do Sr. Mario.
Este senhor, como todos os homens que fallam
despertadas, a todo instante tropeen as contra-
diceies e uas ncohereucias :cada urna palavra
que pronuncia una arma que fabrica, para a
sua destruieo.
Contina*o Sr. Mario;
Admitamos urna empreza lyrica subvenciona-
da : se a causa da civilisaeao deve merecer to-
dos os cidailios a sua ooperai.o, com maioria de
razo os poder. publico* se devein de votar nao
smente a ditTndi la, como tambem a mostrar
quelles que se julgam mais idianlados que nos,
a nossa propencao, as naftas tendencias, os nos-
sos exforcos manifestados em pro! do adianta-
mento, quer moral, qrfer matei ial do nosso paiz.
Esta razo tamben vem em apoio da empreza
dramtica.' Se os podares pblicos devein paten-
tear, por esse meio, ao estrangeiro os esforcos
que empregamos para o dese.nvolvimento moral
do nosso paiz, do que diz respailo ao aperfeicoa-
mento do bello ; com maior vera* o deve fazer
no que diz respeito ao be;n. Se aos olhos do es-
trangeiro devenios nos presentar como aprecia-
dores do bello, tambem o devenios como amantes
da moral. Se o estrangeiro precisa, para no* aca-
tar, de saber que teoios um painel, onde se dese-
nha o bello debaixo da sua mai* elevada concep-
co, tambem precisa de conheoer que temos urna
escola, para servir-nfe da* palavra* do Sr. Mario,
onde se aprende a amar a virlude, e aborrecer ao
vicio. '
Deve-se trabalhar mais pelo desenvolvimento do
bem que pelo do bello.O povo, que vive mais sob
a influencia do bem, compre nelhor o seu desti-
no, que aquelle que vive enlevido nos attractivos
do bello :ame-se este, porn mais aquelle.
Continua o Sr. Mario :
Admittiriamo.s tambem que se subvencionas-
sem as emprezas dramticas ; mas que menos
dispendiosas na acquisico de onipanhias, porque
como entre nos sueceie* sao organisada* no impe-
rio, ti vessem outro lim mais do quo dar especia-
culos o servir de meio de vida a quem quer que
seja.
Nenhum outro li.n pude tor a empreza drama-
tica que o de dar espectculos, isto promover a
interpretaco dessas lie&H inorae*, ensinadas por
tal ou qual ecriptor. E para ehegar a oaaedeti-^
deratuin nao trabalhar o emprezario f nao se
pode negar. E o trabadlo deve ter urna remune-
racao ? por corto que nt
O que quer, pois, o Sr. Mario ? Oucamo-lo :
Quizeramo* que o emprezario fosso obligado
a admittirpor anno dous ou tres mancebas que
quize;sem dedicar-se carreira dramtica. Qui-
zeramo* que se lhe* garairtsscn\ meio* de subsis-
tencia ; quizeramos que o cniprczario contratasse
algum artista de mrito reconhecido que se en-
carregase da inslrucco artistia desses aspiran-
tes ; quizeramos que a moeidade talentosa en-
contrass 1 no theatro da provincia subvenciona-
do pelo* cofres pblicos, facilidde na represen-
tacc de qualquer peca dramtica, de sua lavra e
julgada por pesadas competentes no caso de subir
scena ; quizeramos finalmente que o empreza-
rio fo*se mais zeloso na acquHco de scenario,
guarda roup.i, mobilia, o artistas que correspon-
deescm lisongeira ida, que un theatro yeneosamcnte subvsncionado [>elo go-
verno.
J dissemos, e ainda agora repetimos, que o
Sr. Coiinbra, em virtude do contrato que tem com
o governo, nao e neni podara ser obrigado a
admiltir discpulos no theatro. Nao obstante isto,
elle o tem feito, recompensanJo generosamente
quelles a quem tem admittido.
Se o emprezario nao obrigado a admiltir dis-
cpulos, omito menos a garantir-lhes meio* de
subsistencia ; e a contratar um actor particular-
mente, com o lini de dar preleccoes sobre a arte
dramtica esses discpulo*.
O Sr. Coimbra nunca diflieultou moeidade
brasilea a representacao da suas produccoes
dramticas. Prova-o o grande numero de dra-
mas, comedias e tragedias, qr.e, sob a sua.ein-
prer, teem sido desempenhadoi..
Presentemente nao podemos fizer umaenume-
raco completa de todas essas .jocas ; menciona-
remos, porm, d'entre ellas algumas.
Dramas -.Libertino, Moca ltica, Punico, Que-
das Fataes, Grinalda, Luxo e Yaidade, Mi, Mys-
terio de Familia, Omplialia, Tabyra, Os Volunta-
rios do Onze, O* Miseraveis, Amor e Patria, O
Bravo de Monte Caseros, Um Drama do Seculo, e
Lusbella.
Comedias : Communismo, E' Comedia, Cousas
da Moda, Casal Barbalho, Phantasma Braneo, Sa-
bio como ha poucos, Novico, Tchang-tching-bung,
A ninhada de meu sogro, Casal Pitanga, Flix fe-
liz, Ingle/, machinista, Sempre o primos, Judas
em Sabbado d'Alleluia, Abnegacao de urna dan-
sarina, Meia hora de cynismo, Demonio familiar,
Dous infernos, Irmo das almas e Onze de agosto.
Tragedia:Antonio Jo*.
Allegoria :Victoria de Riachuelo.
Este numero bastante para provar a facilid-
de que ha no desempenho da pecas dramtica*
dos nossos patricios.
E' mister accresccntar que dguns dos dramas
mencionados, foram impressos i custa da empre-
za, e outros pagos a seus autores, como se quize-
rein provaremos.
Que artistas deseja o Sr. Mari 3, (pi& o Sr. Coim-
bra contrate ? nao sabemos.
Todos os artistas conhecido;, comjgfdestinctos
no Brasil e at na Europa, teem trabalaado no
theatro de Santa Isabel, sob a empreza do Sr.
Coimbra.
Nao nos consta que em nosso paiz hajam acto-
res mais disti netos que : Joaquim Augusto, Fnr-
lado Codlho, Cezar de Lacerda, Martinlio, Arao-
do, Thomaz, Adelaide, Velluti, Eugenia Cmara,
Julia etc. etc.
O Sr. Mario que nos indique.
Eis o que, no quarto artigo Sr. Mario, impor-
ta va-nos responder : tudo ma:; urna repet cao
sedica e enfadonha, pelo que dexamos intacto.
Temos respondido a todos os irtigos do Sr. Ma-
rio ; esperamos, pois, o seu retpparecimento.
At que se nos chame discnsso.
B
menres, apresentando com assino e disciplina,
digna de loavor, e finalmente a afkialidade do 2.
batalhn da guarda nacional qae acompanhou a
prooisso, todos pois nossa gratiio.
Ao Sr. Colas llhe, pelo bom desempenho da
orcheslra, atiento ao pequeo honorario que se
lhe proporcionou, mostrando o quanto deseja o
augmento da irmandade de qne digno irmo.
Ao Sr. Candido Hlho, pelo deeintoresse 00 des-
empenho do slo em sua flauta, ao Sr. comman-
dante de polica por ceder a sua msica a arom-
panhar a companlna dg menores ; e finalmente a
todo quantos tem concerrido para o augmento do
nosso templo : pois o nosso Divino Padaaeiro os
remunoraft com abundantes gracas.
Todas as pessoas queivarein coila* Bom a ir-
mandade diriJMin-se ae tesourero na ra do
Queimado n. para serem immediatamente pagos.
O escrivao
Manoel Luiz de Viegas.
Irmandade do Divino
Espirito-Santo.
A mesa regedor d'esta Irmandade grata ao
Exm. presidente da provincia, pelas maneira ur-
banas o atteuciosas com que recobeu a commisso
desta irmandade, e aiuda mais, pela promptido
com que mandou expedir as"rdens para a foroa
3ue acompanhou a procisso de. seu divino pa-
roeiro; nao pode deixar de tributar o seu reco-
nhecimentii ao mesmo Exm. Sr., assim como ao
Exm. Sr. commandante das arnus, e commandan-
te superior interino da capital.
_A mesma mesa pede desculpa ao publico, por
nao ler a procisso corrido as ras designadas no
seu programraa, em consequoniia da ehuva nao
dar lugar a cumprir esta obrigaiao.
Agradeee as corporacoes rali ziosas a boa von-
tade eom que se prestaram a aoompanhar a pro-
cisso, e aos irmos e devoto* a coadjuvaco
prestada, mandando seus meninos vest ios de an-
jo*, e prestando o que estava ao seu alcance para
a fasta e procisso com especial dade as irmanda-
dss a quem recorremos.
Ao Sr, eommaddanle do *". btalhao de infan-
tario da guarda nacional pelo es ero e galhardia
com que anresantou seu batalbac.
Ao Sr. director interino do ar.ienal de guerra,
cedido urna subvengo ao actual emprezario, semj^a boa yoniade com que cedeu a companhia do9
C^C^nieiito da eidade'o o es-
tado aetual c!lpra Paraizo.
A prgea do Paraizo, tornou-se urna la-
ga, s com a pouca chuva, que cahio a
noute passada, isto motivado pela eleva-
?5o dada ao caleamento da travessa pelo
qual se dirigiam as aguas para a ra de
S. francisco.
s casas do lado do poente, e a mesma
igreja do Paraizo tiveram a agua pelo nivel
do cordio, e campeando somante, o clia-
fariz no centro da praga d'agua. Pedimos
licenea para observar alguma cousa.e pe-
dir a reparac5o do mal que soffrem sem
conveniencia publica ou particular.
Entre os predios que ornam a dita praca
pelo lado do poente existe o de n. 2 fei-
to em 1808. Seu proprietark) quiz ele-
var o cordao altura do predio fronteiro
como o n. 14, tambem concluido no anno
findoo que lhe foi negado pelas regras
do nivelamento, cordeago etc. etc. etc.
Hoje s5o ambos prejudicados, porque o
caleamento enterra os predios do lado do
poente, e descobre a casa do lado opposto.
Porque em lugar de querer que as aguas
da praca evacuem para a estreltissima ra
de S. Francisco, j incumbida de dar eva-
cuaco maior parte das aguas que vem
da ra do Imperador, senao hade dar in-
clinac5o para que cssas aguas tenham sa-
bida para a praca e deste para a ra da
Roda onde existe um cano mostr desti-
nado para esse fim o que at hoje te%m ser-
vido de deposito de lixo ?
Valha-nos Deus. Estas obsurvaces fo-
ram l'eitas em tempo quelles que execu-
tam as ordens "do Sr. engenbeiro, diiais
elles responderam que procurasse reme-
dio mais alto e assim vem por meio do
presente pedir a quem compete e pode, o
favor de minorar o encommodo que est5o
soffrendo os moradores e propietarios da
praca do Paraizo.
Trilhos Urbanos para
Jaboatao.
Lista dos subscriptores de ac-
edes para a formaco de urna
compaahla.
aeefioa
Joo da Cunha Wanderley.... 101) 20:0003000
Vicente de P. Oliveira V. Boas 30 10:0003000
Ferreira & Matheus.......... 50 10:0005000
Thomaz de Aquiuo Fonceca e
Filhos.................... 30 10:0003000
Joo Ferna ndes Lpez........ 20 4.000*000
Henrique Gib*on............. 10 2:000000
Bento Magalhes............. 10 2:000000
Demetrio Acacio de Araujo B. 10 2:0003000
Americo Nones Correr...... 15 3:0003000
Dr. Claudino de A. Guimares. 5 1:0003000
Francisco Goncalves Netlo.... 10 2:0003000
J. F. S. Porto..".............. 3 1:0003000
Augusto Frederico dos S. Porto 5 1:0003000
Jos Alexandre Ribeiro....... 1 -.0003000
Dr. Estevo Cavalcanti de A.. 10 2:0003000
AntonioJos da Costa e Silva.. 5 1:00030001
Luiz Jos da Costa e Silva----- 5 1:0003000*
Jos Alves da Silva Guimares 10 2:0003000
Jos Joaquim Lima Bairo.... 3 1:0003000
Joaquim Jos da Costa e Silva. 5 I.OOO3OOO
Antonio Cesario Moreira Dias.. 10 2:0003000
Jos Antonio Moreira Dias..... 10 2:00O30O0
Jos Antonio da Silva Jnior.. 10 2:0003000
Antonio Baptista Nogueira___ 3 1:0003000
Bento dos Santos Ramos...... 10 2:0003000
Antonio Augusto dos S. Porto.. o 1:0005000
Jos Fernandes Lima......... 10 2:0005000
Francisco Fernande* Duarte... 3 1:0005000
Antonio Jos C. Guimares.... 8 1:0003000
Joo Evangelista de S....... 10 2.0003000
Antonio Moreira de Mendonca. o 1:0005000
Jos da Costa Bispo.......... 3 1:000 30uO
Paulo Jos Gomes............ 5 1:0003000
Dr. Symphronio Cesar Coutinho 23 5:0003000
Domingos Teixeira Bastos..... 3 1:000*000
Jos Antonio de S Leito___ 3 1:000300.
Bernardino Correia de R. Reg 3 1:003000
Manoel de Abreu Macedo..... 5 1:0003000
Manoel Joaquim Baptista...... 50 10:0003000
Tiburcio Valeriano Baptista... 30 10:0003000
Modesto do Reg Baptista..... 10 2:0004000
Justino J. de Souza Campos... 10 2:0 03000
Jos Moreira Lopes.......... 20 4:0005000
Antonio J. P. de Carvalho..... 5 4:000*000
Dr. Francisco do R.B.Barrete. 30 10:0003000
Baro da Soledade........... 50 10:0003000
Francisco Ferreira Borges___ 30 10:000*000
Conselheiro Jos Bento da Cu-
nha Figuei redo............ 10 2:0003000
Dr. Jos Bento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior........... 5
Antonio Pinto de Barros...... 5
Manoel de Souza Tavares..... 10
Parisio Belarmino de Moraes P. 5
Tenente-coronel Francisco C.
M. Ros Jnior............ 3
Manoel de Souza Leo........ 5
Jernimo de Souza Leo...... 5
Jovino Coelho da Silva....... 25
Joao G. da Cunha Soares..... 5
Jo oJoaquim da C. Leite..... 10
Francisco de Paula fie Albuquer-
que Lima....................
Jos "Pedro Carneirb de Albuquer-
que ........................
Manoel Theodoro Mendes Lins-----
Antonio Coluabano Seraphcode
Assis Carvalho...............
Jos Francisco de Albuquerque
Marauho........,.'..........
Dr. Miguel Felinpe de Souza Leo.
Tenente-coronel Joaquim Maximi-
no Pereira Vianna............
Jos Rulino Barbosa da Silva. .*..
Dr. Manoel Gentil da Costa Alves.
Albino Jos da Silva............
Jos Caeano de Albuquerque
Candido Alfonso Moreira.........
Adriano Augusto de Almeida Jordo
Manoel Jos Dantas........-*......
Joo de Castro Guimares.........
Francisco Goncalves Netto.........
Albino Jos Ferreira da Cunha.....
Bento d! Barros Feij.............
Antonio Augusto Ferreira Lima.....
Bernardino da Silva Costa Campos..
Andr do Abreu Porte.............
Dr Manoel Thomaz de Bitlencourt
Corte Real.....................
Bernardo de Siqucira Castr Montero
Thomaz Fernandes da Cunha......
Jos Lucio Montero da Fonseca Filho
Dr, Manoel de Figueira Faria.....
Allxandre dos Santos Barros.......
Manoel da Cunha Wanderley Lins..
Miguel Jos da Costa..............
Bernardino Jos da Silva Maia. .#...
Antonio do Souza Guerra..........
Jos-Antonio de Almeida Cunha.....
Antonio Jos da Cunha............
Luiz Manoel Rodrigues Valonea___
Manoel Pedro foronha............
Francisco do Reg Baptista*......
2
2
2
1:000*
400*
400*
400*
2 400*
25 5:0003
10.0003
5:0003
5:000*
5:0005
5:0003
5:0003
2:000*000
2:0003000
1:0003000
4:0003000
2:0005000
3-0003000
2:0005000
1:0005000
2:0003000
1:0003000
2:0003000
2:0005000
1:0005000
1:0005000
1:0003000
3:000 5000
1:0005000
5:0003000
1:0003000
1:0003000
1:0003000
1:0003000
1:0003000
3:0003000
25
25
30
25
230
10
5
5
5
15
25
5
20
1:000*000
1:0003000
2:0003000
1:000*000
1:000*000
1:0003000
1:000*000
5:0003000
l:00030oo
2:0005000
5:0003000
5:000*000
10:000*000
5:000*000
Dr. Ignacio J. de Souza Leo..
Alfre'lo Jos A. Guimares___
Manoel de Mesquita Barros W.
Thomaz Lins de Barros W...
Dr. Gaspar Cavalcanti de Al-
buquerque Ucha.........
Joo F. Cavaicante de Albu-
querque..................
Commendador Antonio do Sou-
za Leo..................
Joo Manoel de Mesquita Bar-
ros Wanderley............
Adolpho Wanderley Lins.....
Vicente Mondes Wanderley.,.
Coronel Antonio G. Leal.....
Francisco Manoel de Souza e
Oliveira..................
Dr. Francisco E. do R. Dantas
Dr. Jos Honorio Bezerra de
Menezes..................
Laurentino J. de Miranda.....
Dr. Manoel do Nascimenlo Ma-
chado Portella............. K 1:000*000
Joaquim Salvador Pessoa de Si-
queira Cavalcanti.......... 25
Dr. Joo J. Pinto Jnior...... 5
JosJFrancisco P. S. Jnior. 5
Dr. Luiz Salazar Moscoso da
Vejga Pessoa..............
Jos Cesario de Mello.........
Dr. Antonio Joaquim Buarque
Nazareth................. 5 1:000*000
D. Mara Amelia de Gusmo
Lira.................... 10 2:000*000
Major Francisco de Gouva e Souza 40 8:00f *
Dr. Antonio Venanoio Cavaicante
Albuquerque........'......... 5 1:000*
Ernesto Arcelino de B-.rrosFranco 10 2:000*
Francisco Manoel Wanderley Lins 5 i :000*
Major Joo BaptistaPaes Barreta.. 10 2:000*
Dr. Feh'ppe de Souza Leo....... 25 5:000*
Jos Joaquim de S Barreta...... 2 400*
Ignacio Jos da Silva............ 1 200*
Antonio Pereira da Cmara Lima 10 2:000*
I
1:000*000
400*000
30:000*000
2:000*000
1 .-0005000
1:000*000
1:000*000
3:000*000
5:000*000
1:000*000
i-.000*000
5:000*000
1:0003000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
Aos Dlms. Srs. mdicos e ao
publico em geraL
Acaba de prover-sc a botica da ra da Impera-
triz n. 77, de um completo sortimento de medica-
mentos, productos chimicos, pharmaceutcos, tin-
tas e todos os artigos concernentes a estabeleci-
mentos dessa ordem.
No intuito de serem satisfeitos ouaesquer pedi-
dos ou receitas, os proprieta rios do mesmo#sta-
belecimento, ante de receberem as facturas que
esperam de Pars, Lisboa, Inglaterra, Hambnrgo,
etc., resolveram sorti-lo, comprando medicamen-
tos na* importante* pharmacias do* Srs. P. Mau
rer & C, Bartliolomeu & C, Joaquim Martinho da
Cruz Correa, Manoel Alves Barbosa, Joo da Con-
ceco Bravo & C. e droguistas|Joo da Silva Fa-
ria & Irmo
Sendo, portanto, evidentes os esforcos emprega
do* pelo* proprietarios do referido estabelecimen-
to para satisfactoriamente despacharem os pedidos
e receitas que o respeitavel publico lhe* prestem sua valio-
sa coadjuvaco, pelo que estarao promptos a qual-
quer hora do da e noute a prestarcra o* seus ser-
viros.
Boa Vista, 3 de maio de 1869.
C. Cato d) C.
COMMERCiO.
PRACA DO RECIFE 19 DE MAIO.
DE 1869.
AS 3 1/2 HOIlAS DA TARDE.
Algodo de Pernambuco 1" softe = 17*000 por
arroba.
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 3/i
1*000.
F.J. Silveira
Presidente.
Leal Seve.
Secretario.
d. por
CASA DE CAMBIO
Teodoro Simon & C.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
sbjj8| de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontara letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas transaccoes, da cobranza de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo xo.
Largo do Corpo Santo n*21.
ENGLISH BANK .
Of Rio de Janeiro Limited
Descorita lettras da praca taxa a con-
vencional
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
Banco Mau & C.
Ra do Commerclo a. 34.
Descoma letras commerciaes a taxa convencio-
nal.
Recebe dinheiro a premio por letras eem conta
corrente.
Confere crditos e saca sobre as principaes pra-
cas do imperio, Rio da Prata e Europa, e compra
cambiaes sobre as mesmas pracas.
Enearrega-se por commisso de compra e ven-
da de fundos pblicos e acedes de companhias, da
cobranca de letras e dividendos, ou de seu paga-
mento, de qualquer outra operacao bancaria.
ALFAIVDEGA.
Rendimento do dia i a 18. 486:929*497
dem do dia 19 ..-... 41:356*872
528:286*369
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas 183
dem idem com genero* 143
Volamos sahidos com fazendas 121
dem idem com gneros 515
326
636
Descarregam hoje 20 de maio
Vapor nglez=6'a/0 Barca inglezaSeraphmamercadorias.
Escuna hespanholaRosita =vinhos.
Sumaca hespanhola=Porotavinho.
HECEBEDORIA DE RB.NDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do da 1 a 18. 29:680*947
dem do dia 19...... 867*285
30:548*232
CONSULADO PROVINCIAL
endimenlo do dia 1 a 18. 53:235*765
Idem do dia ir....... 1:158*971
Kronstadbarca ingleza Levan!, capltc Jones,
carga algodo.
LiverpoolVapor inglez Gtntdiator, commandan-
te John Ravnold, carga algodo e outro.) gene-
ros.
ECITAES.
2" seccao.Secretaria do governo de Pernam-
buco 15 de maio de 1869.
Edital.Pela secretaria do governo se laz pu-
blico para coohecimento de quera nteressar possa
o edtal abaixo transcripto do juiz municipal e de
orpnos supplente do termo do Bom-Conselho
pondo a concurso a serventa vitalicia dos offlcios
de 2 tabellio e escrivao de execucoes civeis e
crimes d'aquelle termo creadas por frca do de-
creto de 30 de Janeiro de 1834. Os pretendentes
devem apresentar seus requerimentos no praso de
60 dias instruidos na forma do decreto n. 817 de
30 de agosto de 1851.
Edtal.Luiz Paulino de Hollanda Valenca cfflcial
da imperial ordem da Rosa, tenente-coronel da
guarda nacional e juiz municipal supplente em
exercicio no termo de S. Bento por S. M. Impe-
rial, etc.
Faco saber aos que o presente edital vrcm, que
achando-se vago os offlcios de 2o tabeHio e escri-
vao das execucoes crimes e cireis deste termo,
por nao ter tirado o respectivo titulo o serventua-
rio nomeado Fideralino Antonio da Silva Lemos,
no praso marcado, ponho em concurso os re-pec-
tivo officioe como foi ordenado pelo Exm. Sr. pre-
sidente dn provincia em oltlcio de 22 de marco do
corrente anno por isso polo presente convido as
pessas que o pretenderem a se mostrarem habi-
litadas no praso de 60 dias contados da data
deste.
S. Bento 3 de maio de 1869.Luiz Paulino de
Hollanda Valenru. O secretario />. Joaquim
Correa de Araujo.
DECLARACOES.
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que neste corrente mez
e no de maio prximo futuro, visto estarem con-
cluidos os lancamentos, e que os devedores do
imposto pessoal, relativo ao exercicio corrente de
1868 a 1859, residentes as freguezias do Recife,
Santo Antonio, Alfogados, Poco da Panella, Vanea,
S. Lourenco da Malta, S. Amaro de Jaboatao, e
Muribeca, teem de paga-lo, livre da multa de 6 0/0
e com ella depo's do referido prazo.
Becebedoria de Pernambuco 3 de Abril de 1859.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
De ordem do Illm. Sr. conselheiro, inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia so de-
clara para conhecimento de quem nteressar, que
o praso para a substituico das notas de 10*000
da quarta e 5*000 da sexta estampas linda-sc no
ultipo de junho prximo vindouro, comecando do
Io de julho seguinte em diante o descanto do dez
por cento para as referidas notas.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 19 de maio de 1869.
O ofllcial-maior,
_____________Manoel Mamcde da Silva Costa.
A alfandega desta cidade precisa comprar
para o seu expediente os seguintes objecto* :
1 batanea decimal cujo mximo peso s.>ja de
1,500 kilogr,
16 peses de 30 kilogr. cada um.
9 dito* de 13 > > >
9 Hito* de
9 ditos de
9 dito* de
9 dito* de
10
3
2
1
9 ditos de 0,5 kilogr. ou 500 graminas cada un.
9 ditos de 200 granimas cada um.
9 ditos de 100
9 ditos de 50 > >
9 ditos de 20 > >
9 ditos de 10 1
1 med'da de litro.
1 dita de meio dito.
1 dita de decilitro.
I dita de centilitro.
Quem quzer fornecer taes objectos compareen
com suas propostas em carta fechada at o dia 31
do corrente.
Alfandega de Pernambuco 15 de maio do 1869.
Asignado0 inspector interino,
L. de C. P. de ndrad \
56:394*736
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dm 19.
Rio Graude do Sul24 dias, pallaboto nacional
Emilia, de 165 toneladas, capito Joaquim Jos
Mendes, equipagem 9, carga 7,600 arrobas de
carne; a Joo Francisco da Silva Novaos.
Babia9 dias, barca norte allem Flora, de 485
tonelades, capito H. W. Frenk, equipagem 11,
em lastro; a D. C. li C. Simpson & C
Navio tahido no mesmo dio.
AracatyHiate brasileiro N. S. dos Navegantes,
capito Antonio de Solua Castro, carga diffe-
rentcs gneros.
BahiaHtate brasileiro Garibaldi, capito Custo-
dio Jos Vianna, carga diferentes gneros.
Liverpool, pelo Rio Grande do NortaBrigue in-
glez Mar]/, capito Debrix, em lastro de assu-
ear.
ConseJho de compras do arsenal
de guerra.
0 conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o segninte :
4 sellins.
46 pares de botins.
1 camisa de meia.
58 lencos.
38 pares de luvas.
38 pares de meias. .
142 varas de algodozinho.
8 duzas de taboas de pinho de 3|4 de grossura.
5 fexcs de arcos de f en o de 1 pollegada.
3 ditos dito dito i 1(2 dita,
6 espada*.
6 pistolas de espoleta.
1 tesoura para tarar cavallos.
1 ccringa de metal.
As pessoas que quizerem vender dito artigos,
apresentem suas nropostas com as competente^
amostras, na sala do conselho, as 11 hora* do dia
22 do corrente.
Sala do conselho de compras do arsenal de
guerra de Pernambuco 15 do maio de 1869.
Jos da Silva Guimare;,
Presidente interino.
Jos Baptista de Castro Silva,
Secretario.
Sania Casa da Misericordia do
Kecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no da 20 de maio, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
quem mais vantagens offereeer, pelo tempo ci um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra Direita.
dem de dou* andares n. 8. 1:067*000
Ra do Cordoniz
Casa terrea n. 3 '. 360*000
Ra do Padre'Floriano.
Casa terrea ri. 47...... 170*000
dem idem n. 7....... 176*000
Travessa de S. Jos.
Casa terrea n. 5. 4 172*000
dem idem........ 159*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30...... 177*000
dem idem n. 34....... 168*000
Idamidemn.36......178*000
Ra de Hortas.
Primeiro andar o soto do sobrado
n. 41.........300*000
Ra de Santa Thereza.
Casa terrea n. 4....... 14WO0O
dem idem n. 3....... 171*000
Ra larga do Rosario.
Primeiro andar o toja do sebrado n, 24 760*000
Terceiro dito do dito..... 241*000
Terceiro dito do dito..... 251*000
Ra do Calabouco. .
Casa terrean. 18....... 300*000
dem n. 20 ........ 242*000
**BI Ra Nova.
Casa terrean. 41...... 800*000
Ra da Cadeia.
Sobrado de um andar n. 23 681*000
Ra da Moeda.
Sobrado de um andar n. 41 300*000
Primeiro andar do sobrado n. 37. 76*000
Segundo andar dito...... 96*000
Areal do Forte.
Casa terrean. 1....... 100*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 94, por anno............240|OO
Casa terrea n. 100...... 201J00O
Sitio n. 5 do Fornoda Cal. 1501000
Os pretendentes devero apresentar no aclp da
arremataco as suas llancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fladore.-
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 8 de maio de 1869.
O escrivao.
Pedro Rodrigues de Souia,
Conselho de compras
navaes.
De ordem do Illm. Sr. presidente do
conseibo faco publico que por ser impedi-


H

i
1
J

I^^Jj


Diario de Feraambuto Quinta feira 2fr (te Malo de 18.

ilo o (lia de ammhSa para a compra annun-
cja(ia je 5 rio material d!ar-
mada. e ir a
U1S|
so para prceachienlo dus fugaros vagos,
acha-se, pois, transferida para 21 do cor-
rente raez.
Sala das sesscs do conselho de compras
navaes 18 de maio de 1809.
O secretario,
r^- Alexandre Rodrigues dos Anjs.
. OTAltt BR.VS1LEIRA
l.'K
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
Paquetes, a vapor.
Dus parios do norte esperado
at o da 5 de maio o vapor
Tocantm, commandante J. M.
Ferreira Fitaco, o qual depois
_______da demora do costume seguir
para os portos do sul.
Desde i recebem-se passaeifos e engaja-se a
carea que o vapor poder conduiir, a qual evera
ser embarcada no da de sua chegada. Encommen-
das e dinheiro a fete at as duas horas do da da
sua sahida. i .
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao exeedam aj
arrobas de peso ou 8 nalmo, cubico de medicar,.
Tildo que passardesteslimitjs devera ser embar-
cado'como carga.
Previue-seaos Srs. passageiros que suas passa-
gens li se recebem na agencia ra da Croi n. 37,
! andar, escriptorio de Antauio Luiz de Oliwir;.
Azevedo t C
LEILAO
es-
DE
luiaa-feira de malo.
Achando-se restabelecido dos seas incommo-
&M o artista Thomaz, sobe a scena pela prinjeira
vez o novo drama em 1 acto, original brasilero
compostiV u'r una actriz do theatro de Bal Isa-
bel e pela mema olereeida as Exmas. Sraa, ae
Pernambuco
ihilher m rmm
MOLHER QUE SALVA.
IVrsonagens. Os seuliores.
O brigadeiio Galvio. Tbomar.
Alvaro........ Augusto.
Custodio, criado veluo. Brochado.
Gabriel, mnleque..... Jordant.
D. Leopoldina, cega, mulher de ,
Alvaro........ Mana Velluti
Brasilia, sua filha..... Znlmira.
Mme. Ddamiay, viuva. Julia Azevedo.
Visinhos, visinhas etc., etc.
A scena passa-se em urna casa as margens do
- Caplbaribe.
Kpoca actualidade.
Segu so a representacio da nnuto applaudida
comedia cal 3 acto
0 PASSARO AZUL
Na qual a Sra. D. Julia Azevedo reprsenla
tros diferentes papis.
Dar fin ao espectculo a aria-burlesca do >r
Martinho
O bolceiro apaixonado.
Comecar as S horas.
THEATRO
Gymnasio Campestre
O benellci* do 1" flauta que devia ter lugar
liontcni, lira transferido para quando for annuti-
ciado.
COMPAAPERNAMBUCANA
DE
tfavcgao costcSra por vapor.
Macei em direitura e Penedo.
O vapor fifi, commandante Aze-
vedo, seguir para os portos cima no
b dia 22 do crreme as 5 horas da
tarde. Kecebe carga at o dia 21 as 3 horas en-
eommendas, passagens 0 diabeiro afrete at as
ihoraTda urdedo da da sahida no esenptono
.lo Forte do Mattos n. 12. _____________
Para o Rio Grande *
do Sul
D^ve seguir em poucos dias a barca nacional
Thereza /, recebe carga a frele : a tratar cora
Hallar, liveira C, ra do Yigario n. 1, pn-
m<*iro andar,
De moris, louca, yldroti o
eraros.'
Sexta-feira 21 de maio.
JosAlves de Silva Giwmaiaes tent seguido
para Europa, far leilao por inteivenca do ren-
te Pinto, dos movis e mais objectos abaixo des-
criptos existentes em casa de sua residencia a
ra do Seve n. 38 (Ilha di*' Ratos. 1
A SABER :
Um piano, 1 mobilia de Jacaranda eom 1 sola
2 consol com pedras, 4 cadeiras de bracos e 1
de guarnirlo, 2 ricos espetaos dourailos (gran-
des) taneie-. eacarradeirae, casticaes e mangas,
candieiros a gaz. jarros, l rico retomo, l espin-
garda, 1 cama de casados, 1 dita de ferro, 1 com-
moda, 2 guarda vestidos, 1 toillet, 1 carteira de
moono, 1 guarda roupa, 1 dito com espelho, 1
marqueza e 12 cadeiras deamarello, 1 cosmora-
ma 1 lavatorio, 4 cama de mola, 4 mesa elstica,
1 guarda louca, 2 apparadores, 8 quacros linos; 1
apparelho de porcelana para jantar, t dito para
cha, compoteiras, garra ras, copos, clices, porta-
queiio, i porta licor, 1 sota e 18 cadenas, bandei-
ias 1 qiiartinheira, 1 relogio de marmire, 1 cos-
tureira, 1 taboleiro de damas (gamao), i mesa
com 2 gavetas, garrafas com vinlio 'lo Porto e
DBQitOS OUlros objectos de casa de familia.
Duas escravas com habilidades.
(I leilaoprincipiar as 10 horas do da sexta-
fcia-feira 21 do corrente na referida casa da liba
los H.-.los n. 38. _____
Tira o cafeatWrto
Viva acama*!
Viva o ;t*oi
l)a Hospital.
(fe1 oradores da piara do hospital b'
Parajzo, privados de entrar e saliir de suas-
casaeap enchuto como outr'ora, visto que
a praga virou laga, por se acharen obstruir
dos os lugares que ilarara saldras as ajuas,
resolver n-se a contratar algumas jangadas
paraesse litn. Oa prctendentes dirijam-se
ao chafariz e que al adiaro com queaa
tratar.
O '(nrrflrlopleirron.
DO
BRASIL E PORTUGAL
Aos ourives.
Desappareceu da padaria allemaa ns. 2
e 4 da ra do Lima em S. Amaro, urna
corretit com urna oedinha e um peixi'-
nho, tulo de ouro, para menino; qnem
estes objectos levar na casa acimi ser
recompensado.
AVISOS MARTIMOS.
Para o Rio Grande
do Sul
Deve seguir dentro em poucos dias o patacho
nacional Henifica, recebe carga a frete : a tratar
eom Bailar, Olivara & C, ra do Vigario n. 1,
Ia andar. .____________________________
COMPANH1A PEHNAMIilCANA
DE
Wavega^o costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e Ta-
mandar.
O vapor l'iiiahyba, commandan-
te Mello, seguir para os porlos aci-
to ma no dia 20 do corrente a uieia
noite. lieeebe carga, encommendas, passagei-
ros e dinh.eiro a frete, no esrriptorio de Forte do
Mattos n. 12.
LEILAO
Dos salvados do ltate nacional
Mantfa C'rsw.
Sexta-feira 21 do corrente.
0 agente Pestaa far leilo por conta e
risco de quero pertencer dos salvados do
hiato nacional Santa Cruz, naufragado em
Maracaja, consistindo em pipas e barns
com vinhos branco e tinto, barris com
manteiga, gigos com louca, barns com ce-
bo, barricas com cerveja, genebras em
frasqueiras, barricas com enxadas e ferra-
gens, caixas com velas de cera, barns com
vinagre e azeite doce, e mudos outros g-
neros que se acharo patentas, a sero ven-
didos na sexla-feira 21 do corrente pelas
ti horas da manha, no armazun alfande-
gado do Sr. Loyo, no Forte do Mattos.
PARA
Pretende seguir com multa brevidade para este
porto o palhabote portuguez Elcphtinte por ter a
inaior parte da carga engajada ; e para o resto
que Ihe falla trala-fe com o consignatario Joa-
(|uim Jos Goncalves Bcltrao, ra do Commercio
n. 17,
COMPANIUA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira por vapor.
Goianna
O vapor Pnrahylm, com-
mandante Mello, seguir para
o porto cima no dia 26 do cor-
rente as 9 horas da noitc. Bccebe
^ carga, encommendas. passageiros
e dinheiro a Irnte no escriptorio do Forte do Mat-
tos n. 12.
Lisboa
Segu com brevidade a barca portugueza Pere
ra Borge* por ter parle de sua carga prompta :
para o restante e passagoiros trata-se com Olivei-
ra, Filhos & C, largo do Corpo Santo n. 19.
COMPANH1A PEHNAMBUCANA.
DE
Xavegaco costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
catv, Cear, Acarac e Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Martins, seguir para os portos cima
no dia 31 do corrente as 5 hora;
da tarde. Becobe carga at o dia 29, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a fete at as
2 horas da Urde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
"COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgaco costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, commandante Penna, seguir
para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
hars da tarde. Recebe carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da sahida, no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
PORTO
De barricas e saceos com faci-
lilla de trigo com avarla.
Sexta-feira 21 [do corrente.
O agente Pestaa vender por cor ta e risco de
quera pertencer C8 barricas com forraba de trigo
e 27 saceos com da, salvada do hiat 1 nacional
S'tnla Cruz, naufragado em Ma -acaja, serao
vendidos no dia cima as 11 horas da manhaa
no armazem do Sr. Loyo no Forte do Mattos.
LEILAO
De dividas na importancia de
64:I.SII.
g() agente Martins far leilio a requerimento do
Dr. curador geral e por mandado do Illra. Sr.
Dr. juiz de orpliaos, das dividas activas perten-
centes ao casal do fallecido Jos B. da Fonseca
Jnior, na importancia de Gl:6i)ll4.
Sabbado 22 do correnle.
No armazem da ra do Imperad >r n. 16, as 11
horas do dia. ^^__^_
Para o indicado porto pretende sahir era pon-
eos dias a veleira e bem conhecida barca SoctaV
capito Bocha, por ter a maior parle do seu car-
regamenio prompto, e para o resto que lhe falta
e passageiros, para os quaes tem bons commodos,
trata-sc com o consignalorio Joaquim Jos Gon-
calves Bcltrao, ruado Trapiche n. 17.________
ILHA DES.MIGUEL
O muito conhecido patacho portuguez Jorgense,
a chegar por estes poucos dias do Rio de Janeiro,
sahii para o porto cima com nanita brevidade,
visto ter o seu carregamento quasi prompto, e
para o resto que lhe falta e passageiros, para os
quaes tem bellos commodos, trata-se com o con-
signatario Joo do Reg Lima, ra de Apollo nu-
mero 4.
COMA mSILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 21 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
Alcuforado.o qual depois da de-
mora do costume seguir pira os
do norte.
' Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sua sabida as 2
horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao exeedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medice.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado eomo carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens so se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
p andar, escriptorio de Antonio Luiz de Ohveira
Azevedo & C._______________________
Eio de Janeiro
Segu com brevidado para o porto cima o bri-
gne nacional Isabel, por ter parte do seu campa-
mento engajado para o resto que lhe falta, tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Ol
veira Azevedo 4 C, rna da Cruz n. 57, primeiro
andar.__________________________________
Para a Ilha de S. Miguel
Segu em poucos dias a escuna "portugueza
Oliveira, para o resto da carga e passageiros tra-
ta-se com Candido Affonso Moreira na ra do
Apolio n. 22.
LEILAO
de
DIVIDAS NA IMPORTANCIA DE RS. 3:663i82
O agente Martins far leilo a requerimento dos
curadores liscaes da massa fallid;, de Silvestre Pe-
reir da Cunha e por mandado do Illm. Sr. jniz
especial do commercio, das dividas activas de dita
massa na importancia de rs. 36615482.
Nabbado do corrente
No armazem da ra do Impeador n. 16 as 11
horas do dia.________
Para o Porto
seguir muito breve a barca portugueza Seguran-
ca, por j ter a maior parle da carga prompta ;
recebe anda algurna carga e tambera passageiros:
a tratar com Cunha, Irmaos & C, ra da Madre
de Dos n. 34.
PARA. O PORTO
Deve seguir dentro em poucos dias a barca por-
tugueza Nova Sympatkia, de primeira marcha, por
j ter prompta quasi toda a carga : para o resto
que lhe fala e passageiros, aos quaes offerece ri-
cos e excellentes commodos, trata-se cora Baltar,
Oliveira & C, ra do Yigario n. 1, pnmeiro
andar.
LEILAO
DE
Loja de fazenda
22 do corrente.
O agente Oliveira far leilao, por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio desta cidade, em
exercicio, requerimento e sendo ouvidos os cura-
dores ficaes da massa fallida de G uimaraes & Silva,
da linda armacao e fazendas da loja sita a ra da
Iinperatriz n. 36, servindo de tase a ollera em
leilo de 11 do corrente
Sabbado
ao mcio-dia em ponto, no lugar da indicada loja,
4>odendo os pretendentes exami ar previamente o
balanco com suas avaliacoes, em mo do referido
agente.
LEILOES.
LEILIO
do grande estabelecimento de
molhados e outras merca-
dorias, denominado a
Quiuta-feira 20 do correnle.
O agente Oliveira far leilo por- mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio desta cidade, em
exercicio, a requerimento e sendo ouvidos os cu-
radores liscaes da massa fallida de Antonio Pedro
de Mello, de todos os molhados e mais mercadu-
ras inclusive a arm:i?ao da referida massa, ser-
vindo de baze a offerta em leilao de 14 do cor-
rente.
iioji:
ao meio dia era ponto, no armazem sito a ra
Nova n 60, continuando o espectivo inventario
em mao do agente, disposco dos pretendentes
para previo exame.
de 6 saccadas de podra de Lisbo
para sobrado moderna, 1 poi
tadinho, 2o vaos de caixilhos, 8
columna, ripas e caibros, taboas
objectos
SEGNDA-FEIRA 24
s 4 horas da U
por intermedio do a
na ra do Atalho (Boa-Vista)
fundo da Caixa d'Agua.
i, 3 portadas novas
lo e porta de eos-
ditas de alcovas, 1
bandeirase outros
DE MAIO
rde
gente Pinto
ultimo porlo no
AVISOS DIVERSOS.
Club Pernambucano.
A partida do corrente niez tera lugar na
noute do dia 29.
Precisa-se de offlciaes de marciaeire : na ra
Direita n. 67.
RA?
DO
CABUGI
esquina
AO
Situado em um dos bairros mais centraos de Paris, sendo as immediacoes dos
orincipaes theatros e outros inultos divertimentns.e assim das estacesdos caminnos de
ferro para todos os pontos da Europa, acabado de ser inteiramente renovado, nao se
lendo poupadoo-seu novo proprietario a despezas para seu completo embellesamento e
aceio, torna-se portanto vaotajosamente recommendavel aos senliores brastleiros e por-
Mguezes, a onde eneontraro sempre aquella convivencia desejada em paz estranno,
por ser constantemente frequentado por seos compatriotas. O tratamento e superior a
lodo o elogio, mesa redonda, ou a carta, ou servida nos apozentos; kabitacoes conve-
nientemente despostad para familias, e quartos para urna so pessoa, o semeo e reno
com a precisa regularttade : os precos muito rasoaveis e ao alcance tambem d aquellas
pessoas que se queiram limitar.
Gabinete de leitura com os principaes jornaes dos dous paizes, sallo de recepcao e
le msica, etc. etc. Todas estas vantagens pudem ser applicadas igualmente aos saibo-
res passageiros das repblicas do Prato, poique alm da semelhanca da lingua, ali en-
ionlrarSo amitos senliores hespanhocs por qnem tambem esta casa e bastante fre-
quentada.
34/RUA tWiKM MSftRiD>34
MOLESTIAS do PE1T0
HYPPHOSPHITOS
doXirCHURCHIU
XAROPE de HYPOPHOSPHITO de SODA
XAROPEdeHYPOPrlOSPrlITOdeCAL
PILULASdeHYPOPHOSPHITndeQUINlNO
CHLOROSE ANEMIA
ORES plidas
XAROPE de HYPOPHOSPHITO de FERRO
P1LULAS de HYPOPHOSPHITO de MA WGAWESIA
TOSSE BRONGHITIS
DEF-LUXQS- ASTHMA
PASTILHAS PECTORAES-i.' CHORCHILL
Eligir para os xaropet o frasco quadiado e lodot os producios a assignotura do D* CHCR-
CHir.Ii, c o li'iruiro com a marca de fabrica da
Pharmacia 8WA|1M, U, ruaCasiigllonc. PARS
v&ML>
PILULES '
VALLET
As Pllulns e Valle*. npprovad;B pela
Academia imperial de medicina de Pariz,
sao" empregadas com o maior
xito para curar a chlorosis
e forlicar as CQasliluices
iracas. Nunca este ferrugi-
noso ennegrece os denles. ^^^
' Para a garanta da sua autlientif idade,
o noiue do inventor- vai gravado em cada
pilula como unrgMft
. I em l'.io-J vnfiiu), KnponchfUf; (.to/o/.
"'r*110 mu. ilMraraO*.
POS DE ROG
Approvado pela Academia imperial
de medicina de Pariz
Um frasco do- Pos de Bog, diolvido
em urna garrafa d'agua, d urna limonada
agrdate), que purga rpidamente e de
um modo cerlo, sem causar a menor
irritacao como acontece com a maior
parle dos oulros purgante?. O* P6de
Rog, sao inalteraveis por isso empre-
gani-se fcilmente em viagem.
. I cmllio-Jstii>o,Cii/ioe/l<; CkemUt.
" I"5"1 1 em l'tBXABccco. ttrcr i C. A
Nn foslumamos proenrar Mletailos para acredilar
nos'os preparados, e limamos que sua applica(o e os
resnllflooblidospi.'lspessoasqiie se. ilipnaiam.-ic-eiia.
los. Iliesdeem crc.lilo evoga^; porque *ao srmprc os
alleslados considerados gramiles, e de'lrs que langa
mo o charlatanismo; mas ni qiicrtndo olTender as pes-
soas que espontneamente nosoffereceram.os que abaixo
vio trancriplos, os hzemos pabliccr manitestaiido-llies
nossa gratidio pela allencio. esperando qne venham
elles corroborar o conceito, e acceilacin que (em mere-
cido oosso xarope. Uarlholomeo & C.
ATTESTADO.
lllms. Srs. Barlholomeo 4 C. com a mais tubiJa
tatisfacio qne- declaro ser o larope Americano de urna
elcacia extraordinaria, pois qne soBVendo ba dias de
intensa tosse, i nonio de nao poder dormir a noile a
despeito mesmo de medicamentos que lomava, a elle
recorr e na terceira colber fui alliviado, e de todo me
acbo hoje restabelecido com o uso somente de quasi
meio frasco: grato pois i esse resultado manifest a
Vv, Ss. men rcconhecimcnto. De Vv. S*. migo, ve-
nerador e obrigado. Manoel Antouio Viegas Jnior.
Sna casa 20 do abril de 1R68.
lllms. Srs. Barlholomeo & 0. Penhoradissimo com
o favor que me li/eivui de aronselbaro uso do xaropc
Tegelal Americano, de sna composiclo, quando n*
; lu va baslnnle doeulc de urna constipaco. que me
lurnou complelanienie ronco e que trouxe nma forte
tosse, e me irspossibililou de cumprir os mcus deveres
de cantor da emnreza lyrica, vou agradecer-Ibes mea
completo reslabeiccimcnio, que abitara com um so vidro.
do ui-sino xarope, depois de haver recirrido a mullos
tralainentps. Descjarei que outros como eu iwcofram
ao seu xarope para se vercm aliviados de tio tcrrifei
iucommodo, lio fatal nesie paiz. Com maior conside-
racio conlino a ser de Vv. Ss. alenlo, venerador
obrigado. Luiz Ctemona. Recife 25 de seleubro
de 1868.
lllms Srs Barlholomeo *C 0 xarope Vegetal Ame-
ricano que Vv. Ss. tm exposto i venda de toda efli-
cacia para o curativo d'asihma, canl'orn c observei ap-
plicando-o a mea lilho Joaquim, menor de qualro
annos; viclima d'esse flagello, que al entiopor espaco
excedente a dous annos bavia resistido a oulros xarope
de grande nomeada. Queiram pois Vv. Ss. acceilar a
expressao ailamenle sincera de roen reconbecimenlo ao
meritorio servico que Ibc preslaram com o indicad
xarope, acredilandome para sempre de Vv. Ss. criado,
aliento e obligado. Americo Sello de Mendooca.
Recife 2 de oulubro de 18li8.
. vO 1 s8,ll
-,,3 10 uaa.iru omqiuoujid $ OmDBlJ tlWSMaq
qosr >ai 'ei 'aaaaj 1 '!* "3
;7,7
ojiiior-oi
oiisodao-
'*U sp vupijaiu rp joi.nduu
vivurpiyy N sopvaoudv wn.ioJ t9fltmfT?m snV.l
mu
UtllOl|>.'Hl ,ip EMII.lpraV
c]3d sopniojde soonod sop um 'apapipanb jiamud aj o o.tnd opiiut-ren
-3H1U33 30 OVH1VOVS 30 OaVOIJ 30 0310
jl 8 v ap as?p bu 'jtrjUBf op o?iswoo bu sepsuioj uis.ias b.uh1 se nq|.TS
-uodb DjtnijdDjji,! p optjiui ras ma nEassno.it, jeanjod o 'Vil '-'O
op VNIlN:a3H3Hl 30 10N3SS3 30 Sw-|0U3d sqad ItpUM OES paja
uia scsoi.iou sojpp sb sapo, a 'so.uejB0 'so3Bqiuoi 'SEDiicios se oiuoa 'sen
-soiotu sbjso.p aued joibui v 'V9IX38 VO SVI1S310W
ouiurnb op ojRjins on Oisis
-oj anb se9|(ub sojqoj sb amo opns b bjioa b opiiESsajdB o co.io| soqi
-opiicp "saiunosoicAuoo so o.iqos |3ab)0ii ojIob uios 'otnimb op aOQOUaa
-OJd S0.10l[|OUI SBp BUin J -OIUEISUOO BpnilBJES ;. uVm..a.......r.,- en-,,,,!
sop um 'oquu osa mbBjjDqvi ap WniNMO 3^ OHNIA
SBOi|oa aoi
-Bj utos E3.md onb |oaepbj8b speuonni buiti j,>iqo osx.ted EtiSn.p eiiujihS
oioui ui> od ojsop ooseji um mifmQ siseg "330U 3Q Od
MHf| 3IU0II 0 OpBAEJOtH IUO| B|ll|ld BpBt) 'XailVA 20 SVlfllM SE|0(1
opEiins-u .imnoui o moa sopijBqmoo wdmas oes rosoiu3iujo| sop oSojdiuo
op urejissoaou onb soiuauuijos so o Z3QI1"1Vd V VIW3MV
'KYM31D t H3HJ.3.Q SV10H3d Rpd OlllOlUBpidBJ scpBdi-
-fflpoessoooooDBSBssa -SVI91VUA3N :sV03n6VXN3
tanond mo no od mo aoinaa 30 ojauo ojod iqp soonod uia eann
-OVVdllSNOO 'O0VWO183.Q S01N3WIUJJOS
AVISO
nos comwlescentes e s pessoas
fracas e debilitadas
O OUlMl* labarbaque approvado
pola Academia imperial de medicina de
Paria o Inico por exccllencia.
, cin RiojA-taiio, hupoiickcUe; ChtnolOt.
M" i p.a*aaKi
Uanrcr (.'"
INJECTION BROU
aaipriaeipae. boticas do Honda. (Exigir a inMneaae *. Ma). |HmM da ealancia.) Pana, eta a
tanealar IlOD. eealavar MattaU. H.
PILULESSZE!CAUVIN
PbannKleii, 53, boole.ird SbuMaoL **
EsU preeioso Purllo ***> .f. "m"d5
I como asradavel o remedio mais infallivcl para des-
uuir as'eonsllwoes, s vr.io<.S as ma. re-
laeldes, issira co.uo a WiiJ a^***"
I Elle eficaz as gaalrlll, "^^Jf-.'ili
|Bee,aalliiia,d I Alia e rbeamatltinoa. ,, ..
'mereriment das rllolai^'^tJZ%
Imir-se nestas palavrn i eeu*eleeer ou eo*er-
|"MaSSan.oe'pen, nem I bebida; em dose laxante e *>Pw^J0f"
I eUas i" refeccoes em dose purga.lvra de noe aa
I^AritLaaa*' HM Wawer *.
VERDADEIRAS
PILULAS DE BLaNC&RD
r?l
COM IODURETO DO FERRO IHM.TERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
2.Y.3 riaua e XndHencia nor^aea. ou par. provocar, reatar o .eua poriodie*
/f B. O iodorew. d. ferro impero on ^'/""itSaX^ft
lrriunle. Como prora de pura a de "^_*_"*?,,
,1. de Rl.ne.rd, dere-sa *igir nos*. d. pratla ''*"*
".o r., aqni'r-produaid ,o a. el... n. P" "'
ratuie arde. Deye-aa deiconfiax da* taluficaeo.
Irritani
IW hatea <
^k. nosic
r_
.ehaaMW m teiaw^ >. higaar.toav_
UA
m-m-*--- ME ^-------:------- .
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre nm sortimento sem igual,
CABUGA
esquina
^OUIAAIAC I JCiStC JJUUVA DW1AWW WMWa*^w-ww- ~w 0------------, _
, e vende por precos que nenhuma outra casa pode vender. ___ wrrinriA ida raa ^S8^0
da ra larga do flT,alidade e do preco das joias cada nm pder-se-ha convencer daverdade.1 |
! ^^ Garan\e^e ser^tuT de lei. Compra-se ourc, prata e pedras finas por precos muito ele- Rosario.
vados.
AJ loja este aberta at s 9 horas a noute.
Rosario.
;


W)r
a*
Diario de Pemambuco Quiuta fm &0 d Malo de 1869.
Intwtso*
No pateo do Terco n. HH|c t um es-
iro de msica.
Pedro Pinto da Silva
Precisare saber noticia c< ra e para tea nte-
res-e de Pedro Pinto da Silva, lillio da Suva, atura! da villa de Mes BO de
PoiHagal, viudo para ota provincia a trinta e
tan toe annos. Pabe-se que fui caixeiro em urna
leja na ra do Crespo e coaita que fui
para o centro da previnria. Pede-e anda a
qrwtqwr [ i n,,!' p*Ke ac"L' pos-a
dar noticia di iif i m:n.ao de tliiigir-so a Luiz
Leopoldo des Qpiniaiaes l'eixuio, ra larga do
RofSri) Mir.->"oV P: i"! '' i'ii- f, C. u. :,',
(OMPARHIA
BAflTHOLOMEO & C*
PARA UZO INTERNO
PKF.PtRtBOT SIMPLES
Xarope de jaruLeba, Vmho de jurubeba, Plalas de
jarehoka. Timara de jurubeba, Exlraclo liydralcoolico
de j .rabel.
nrpwn compostos
Vinbn ile jnrnbrba feniiginoso, Xarope dejurubeba
ferruginoso, Nulas de jurubeba ferruginoso.
rita CO EJTEKO
Uiff ne lurubeba. Pernada de jurubeba. Emplastro de
iuruucu*.
A JlRI'BEBt.
Ella planta t boje rcconliccido coma o ruispoderoso
ionizo, como um evcellente desuli.luiente, e como lal
api'iciila nos enpnrgilnnienlos do fijado e baco, na-
.cp; liles prniniainente om anaurcDM, as iilaminas.'s sub-e-iiieutes as
TeLres iuUimili-otes ou duicza?, nos abeesaa* internos,
es uimoies especialmente do i.icro e abdomen, nes
amares ilandclosos, un anazarcha, Bas bvdropezias,
ejyi|xl!as; e. asociada as proparace ferruginosas,
."ii la de ctand* Tniiiapem as anemias, colorse!,
alt.-s de ni n-lruacao. l.:ucorrbeias, desarraigo alni-
mos ilo estomago, debilidade orgnicas, e |iobrezo de
atipne, ele.
O que diemo afOrma os mais dislindos mdicos
desla rilado, entra os qmet podein o cilar os llllms.
Sts. Ors. Silva llamos. Aqmno Eonseca. Sarment,
Ser*. Pereira do Carino, Kinuo Xaier, Silva, etc. Todos
elle* recnnhei'em a excedencia il'estc poderoso oiedict-
monto sobre os demais ale boje conhecidos para loilos
os casos citados, lano que lodos os das fazeai d'elle
applii:arAo.
Apresenlendo tos mdicos e ao publico em geral di-
versos propalados da jurubeba, livmus portoi gene-
ralisur mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer
a repugnancia que ale Iroje sentiam os doentes de usar
dos preparados empricos d'elle. o mais das vezes repu-
gnantes a tragarcm-se. c que tiuban aluda a desvaula-
gem ile nao ser calculada a dose conveniente a appli-
car-fe. o que torna mullas vezes improlicuo um aiedi-
camenlo. que poderia produzir opiimo- resnltados.
Os cossos prepados so foram aprescnladoa depois da
bsverir.os" convenientemente esludadoa jurubeba, fa-
zendo as cspeiicncias precisas para bem coehecer as
propedades medicameiilosas d'esla plaa em suas
raizes, n has fruclas ou hagas, e a dose conveniemea
appluacao. lendoaleiu d'islo procuiado levar os nossos
preparados ao inaior grao de perfeicao possivel, para o
que nao poupamos estorbos, nao nos imporlaudo o
ponen lucro que poasames tirar.
Por tanto os que se dignaren) recorrer sos nossos
preparados podem ter a cer eza de que elles ofTeiecem
a garanta, de que se podeenrou trar a proupla infal-
Iwel cora de qualque dos solTrimentos, que deiamos
innnnierados, se forera em lempo applicadoa leudo
alcm d'isso, medico ou docnic a vanugem de escolber
as Masa* variadas preparares, aquella qce melbor
he pode convir, j pela fcil applicacao. e ji pela com-
plcaco das molestias, idade, seio, on anda natuieza
de cada individuo.
As iiossas preparacoes ferruginosas sao feilas deforma
,que se toniam complelaoienie' soluveis nos suecos
gstricos, porque procuramos os composlos de ferro
que como laes esto lioje reconhecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente oueiram
M&----- r.-rik'iw ]arnl>i-ba, e saberein a ap-
plicacao de nosros pre|iarados. destrihuinoa graiuiia-
neole em nosso dei-osilo um folbelo, onde traamos
mais ti tensamente desta planta e dos mesmos prepa-
rados.
Ikpisito qerai ce Indos 34, ru Urja, do lio:ina, "4.
O SI-1,IIO DE l>l IIF4 O
Os Senhores.Saunders Brothers & C., Tasso
Irmaos, Luiz Antonio de Siqueira.
RENTE
0 SE. F. F. BOEGFS
Rsando ainda einitlir algumas ac^Ses d'esta companhia, da qumtia nominal de
005000 cada una, das quaes s seacaitam n virtade da le, 0/(, ou 40#000 por
^ida ap3o; convida-se pelo presente ao publico era geral e especialmente aos Srs.
capitalistas e interessados no commerek), que queirara dar empiego seguro aos seus
:apptaes, disponiveis, a subscrerer o numero de accoes que lites approuver.
Algumas destas accoes j,1 tora sido tomadas por pessoas que couhcccm a vantagem,
ie na presente occasio (conhecidamente a melhor), empregarem o dinheiro de que
poderem dispr em ijbjectos de valor real, como vapores, predios etc.. que Ibes garan-
tam seus-capitae.
A companlii.i rissue hoje 10 vapores, 6 inteiramente novos, e destes o ultimo est
i chegar de Inglaterra, onde fot construido expressamente para ella.
Alm disso ost edificando vastos armazens, n terreno que possue no largo d'As-
embla.
Seus dividendos tem sido de 10 7o ao anno, nos ltimos 4 annos.
As ac?oes que se emittirem gosam dos mesmos direitos, e perceterS o beneficio
dos mesmos dividendos que os antigos em proporcSo da entrada.
Itecebem-se assigitauras no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes da
Assembla n. 12
Igreja de Nossa Suihora do ttosorie da tre-
gni'zia i!;' Roa-Yisljl.
Os auaixo Ifradtw nnietloi peto Win. 5r.
-Or. prov.il, r de-eanetlas para administraran a
raenda igreja, e t da mesBia igreja, e cvuru Je si fh Sa poseam a-
zer reenrrera j pmtee i das almas piedosas o
bem fui- nadas, alim de Ibes ajudareM na ree liii-
cacao da casa sagraila.
A eonunmon mu que a. i'.izer este appella a |
genemsiilade dos liis nao -Piro estes indilTei i
atteato o fin a rme dedh*n i i ral p .'.',', >.
A igreja tara ali.Tla flo da 10 p ir .li.'ini^.Mns-i
6 horas di inanliaa as (i do tarde. Aqa illas pea- i
--jas que qiiijerein coadjova-ios podaro reiuettr i
as snas (israobs a ,-j.t mi na (ypiMrra-1
ihia dusie bic o ao Hpi.*r. flr. Miaael def-
oii'iroa Fin nissn di;it" t: A dmiissai iled,
recefcetidi qualimer esitmia i j M tdc-viiidn
por este Diaritu; anos- pajfqejrn nao
-ra indiCfeieiik! para injuelks ra a reediliraeau de sna i/r-ja ^ i
ComsI irio da igreja de Sesja senhora do Rosa-
rio, ., de iuait> de 18IW.
Cetario Aureiiano Vculura.
Jone Pedro de S.-ml Anua.
Andre Aveiino ila Ckjjla.
Jo:x sor de danca, rhegado tiltimamenle 'la Eu-
ropa a esta proviacia, tem a lionra de par-
ticipar a seits ilustres habitafites. o mtji
principalmente aos digno* drsfis ()? familias
que lecoiona em danca debaixo
regia na casa de cua restAeoeta, rua do
imperador n. 75 f andar, na teras. e
qu.iitas-fe.ras, das 3 bora* da tarde, at s
10 da noule. e aos daminjos de -aanhaa e
a noute. Piompl.ili.at.ln-.se Idnibeia, a ir
as casas particulares e collegiws uos das
que i ara iss->4he designarem.
Trocam-se
u notas do banco do Brasil
tota descont muito razoavel
jendeneia n. Sf.
e da? caixas flliaes,
na praca da Inde-
WPRESTIMO SOBRE
(SEM LIMITE.)
Na Iravcssa da rua
das tiros n, 2, pri-
nieiro andar, da-se qiia!-
m iner quania sobre oiiro, 1
"" prala e pedras preciosas, i
O dono deste estabekcimento, |
competentemente autorisado pelo W
governo, est as condicoes de ga- I
rantir a transacc.5o que se fizer em
sua casa, prometiendo toco e zelo m
e consideraco s pessoas que se 3
dipnarein de honra-lo em seu esta- 9
belccimento.
Na mesma casa compra-se ouro, W
prata e brilhantes.
J
0 conselheiro Joo Silveira de Son- f
7.a, tem aberto eseu escriptorio de
advogado, na rua do Imperador, n.
I primeiro andar ; entrada pelo
becco.
FALQUE
N'ESTA ANTIGA IT CREDITATA
FABRICA
I*
*
2>3 3(D
EKOSTni SE COSSTAJTIISTB'HL'I COMPLETO S0BT1MEM0 BE
CHAPEOS DE 89L:
De todas as qualidades I
De todos os fitios I
De todas os precos I
RUA DO CRESPO N 4 j
- m
O abaixo assignado teslanientero do finado
subdito francez Joao Vgnes, roga ros devedores
do mesmo, tenham a bondade de satisfazer no ter-
mo de lo das seus dbitos, alim de evitar, que
seus noincs como devedores sejam discriptus no
inventario, proeedendo-se na forma da lei.
Recite 7 de maio de 1869.
_________Gaspar Antonio Vleira Guiuaracs.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltrao
RUA DO TRAPICHE N. 17, i." ANDAR.
Sacca por todos os paquetes .sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os segain-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
.Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
. Ponte do Lima.
Villa Real.
ViHa-Nova de Famalic3o.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandelia.
Reja.
Barcelins.
LABARRAQi
APPROVADO PELA ACADEMIA CE MEDICINA DE PARIZ
0 Quinium Labarraque, eminentemente tnico e felrifugo dew ser
preferido todas as outras prepanjdes de quina.
Os vinlios de quina ordinariamente empregados na medicina preparam-se
com cascas de quina cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; parte disso, em razao de seu modo de preparado, estes vinltos ota
tem apenas vestigios de principios activos, e em proporces sempre variaveis.
0 Quinium I..abarraque, approvado pela Academia de medicina, con
stitue pela contrario um medicamento de composico determinada, rica fin
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
0 Quinium .abarraque prescripto com grande xito s pessoas fracas,
delibitadas, seja por diversas causas d'esgotamento, seja por antigs moles
tias; aos adultos fatigados por urna rpida crescenca, s meninas qui tem difV
culdade em se formar e desenvolver; s niulheres depois dos partos; aos vclhos
enflaquecidos pela edade ou doenca.
No cazo de clorosis, anemfa, cores plidas, este vinbo um poderos*
auxiliar dos ferroginosos. Tomado junto, por exemplo, com as pillas de
Vallet, produz effeitos maravilhosos, pela sua rpida aceto.
Deposito em Paris, L. FRERE, 19, rua Jacob
Rio-Janeiro, DUPONCHELLE; CflEVOLOT. Pernambuco, UAURER ct C
;!
OFFICINA PARA CONCERT E AFINVCAO
DE
Deposito de pianos e de msicas
3. 14 HIJA FOJKIIOA M. 14
BOA-VISTA
l TILMHAItE r
Aos 500 pares de briBcos.
. Ghegou e yende-se no Coraco
d'Ooro, rua de Cabug, brincos de
mosmhas com urna franja penden-
te a um rico desenho e owo de
lei, pelo pequeo preco de {0000
cada par. baialisiiuio.
mmmmmmmmm
fanoel Ltuz dos santos de C. Istabe-
bseidos com amwzeui de cabos rua do Vi-
gaiiu u. 5, julgam Dada dever a e6ta praca,
e se alguem se considerar ci-edor da mes-
ma iiina. queira no |-aso da quinze dias
apresentar sua ct-nta, visto ter de retirar-
se da sociedadeo socio gerente Manoel Luiz
4os -Sautos.
Pernamljuco, iO de maio de .1809.
______ Manoel Luiz dos Santos.
AMA
Garuada Penha a 2o, 2 andar, precisa-se de
urna ama para todo ervieo de urna casa de pou-
de toda a ca-iania,________________________
Em casa de TflEOOORO CHRISTI-
ANSEN, raa da Cruz n. 18, encontram-e
efetivamente todas afi qualidades de vinho
Bordeaux, lourgogne e do Rheno.
O HiR RAP PRIXCEZA
ni- DA
mtm de Vieira Gniniaifie8
&Couto
De Rio de Janeiro.
ste aereditadtssimo rap tem reentrado a me-
lhor aceitaco possivel. O seu fabricante foi por
niuito temp gereule e meitre da fabrica de Joao
l'aulo Cordero, e tende-se estabelecido, envidou
Udos os esforcos, e conseguio fabt icar rapa\ que
nada deixa a deaejar, e antes se Ihe avantajfc pos-
to era parallelo com o da fabrica do dito Coedeiro.
O aroma extremamente agiada\el e tem sido
muito apreciado pelos araante* da boa pitada.
Acha-se venda por grosso e a retilbo, na rua do
Vigario n. 16, i andar, escriptorio de Joaquim
Gerardo de Bastos.
Engompia-se com perfeie,ao e comiuodo pre-
go : na travessa do Gaz n. i, confronte aos co-
queiros._______
Fundijao da Aurora.
Neste vasto estabelecimente sempre se eneontra
um completo sorttniento de Uixas ce ferro batido
e fundido, fabricadas' reeentemente e se fabrican)
de qualquer molde a vontade dos compradores, e
rco razpoavets.
Lina mulber que acaba de er anu. de ieitc se
olieretiejiaiaser ama que se uceupe em eiwoni-
mar e em tratar de mi nios em casa de familia
sua conduela garauUda : na rua da Ponte-Ve-
Ina u. 6 se dir.
Preeisa-se alugar um preto para o serveo
de relinaoto : aa rua da Imperatriz n 46.
Precisa-s.! de urna ama que saiba coslliar
bem: va rua Nova n. 32 terceiro andf r.
Nutrimento
MEDICINA!
Attencao
ia rua t>iru q. 2, liia de funileiro, ou no
povoadi dos M-mtes, precisa o abaixo astignado
enteiukr-se com o Sr. Uanel Cajislo de utua a
egocio de seu lateresse ; i-'o nu praso de tres
Jias. Recite 18de uiai) de I8tt<.
________ Pedro uarte Rnrlripues Franca,
Caixeiro
Precisa-se de mu pequeo de 12 a 14 annos
oraeileiro ou portuguez, jue saiba ter o e*erear!
e que d cunheeimcnto de sua conducta : aa rua
Direita n. 45, luja.
Ha muita necessidade de se fallar com o Sr.
Proeopio de Bouza Santiago, na rua Direita n. 53,
i aegtieio que nSo lj>t deve ser esganho.
Antonio.'erreH'a di. Siiva Maia julga nada
dver pessoa alguma, ih> entretanto se alguecn se
uigar seu credor queira apresentar a sua coala
ou titulo no prazo de oito dias para ser pago.
CRIADO
Precisa-** de um criado para o servieo de cas*-:
na rua da Lai angeiras a 29, hojei ootantertial.
Preei6a de ni casa pequea no liai-
ro da Boa-Vista, propria saca un homeni
soltairo; quem ttver tenha a bonade de
dirigir-se ~s raa do Commario a. 4)2, 2.
andar, que achara eran que tratar.
Pede-e ao Sr. Severino Duarte queira appare-
Precisa-se de u,ma. ama de leit?, forra u es-
craw; na rua Din-iu n. 119.
Precisa-se de urna an tratar na iabrtoa ik corveja, a ua
3o.
Precisa-ae de atogar urna wigi^Dha para an-
dar vm urna criauca da um auna : na rua do
yaj-TQ Flor-ano n. 71, 2 andar.
Ana deleite.
Bina eeofr-rn solteim empelenfemente habi--
litada par- o ensino seofferece para leceionar em
um engenho, nao so primearas lettwe, como tam-
bera Imgua nacional e franeez: a pessoa auc de
cu presumo se uizer utuar, anaancie por esta
fclha para ser preparado.
Fugio do engeho Foruo da Cal, o es-
oravo Elias, no da i 1 do corrente mez.
idade 8u ifinos poi*co mais ou manos, tem
os signaes fcguintes : na l'rentt} da cab^a
um signa! de cabellos brancos, altura rt^u,
lar, pouco grosso do cor^p, malvisto d
ira, tem ii>a^ 4a rosto basUnt^le-l
vantadas, tem bigode c pouca barba,
voa comsi0 camisa branca, calca preta,
chapeo do Chile, mui conhecido na povoa-
0o do Beberibe, foi e-cravo do capito
Amaro dal^yg Correa; galiJiti-s^ jma,
rosamente a quem o km rido e-
genhoacim. Recifa, <9 de maio de tm*.
Precisa-se de urna ama para cozinbar para
.asa de pouc.i familia ; na rua da Cruz n. 10.
Precisa-se de urna ama -deleita sen- lho: 4
tratar na prat;a do Corpo Santo n. 1?, 3* andar ;
no mesmo tem urna escrava para akigar para o
o de casa.
PHEPAHAWi fm
Tmnman (t twp
PJflM
Tsica e toda a
qualidade de do-
eiujjs juer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Ex p r es s a-
mente escolhidu
dos melhores i-.
gados dos quaes
se extrahe o
Oleo, no banco
da Tena Nova
purifcalo d-
Illii'.llm 'Iic. e
suas" valuaveis
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te periaitaran-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muito severa, pelo chimico de mais talen-
to, do governo hespanho! em Cuba, e foi
por elle a. contar,
MAJOR PORgiO D'IODJNA
do que ootro qualquer oleo, que elie tem
exauuAado
IODINO E' UM PODER SALVADOR
E* todo o oteo de figado de baodne,
e naque I le no qual contm a maior por^o
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de .
.OARGANfTA.raiTQ, BOFES, FIGADO,
Tica, bronciuies, asma, catarrho, tosse,
reafriameiitea, etc.
Una poneos frascos di carnes ao muita
Frederico Maia
Precisa-se do um boaieui uoe uu.#Ua ^c
todo servido do campo para trabaiii;.r em um s-
Clrnrgio eutnta pela escola fjJkStiCf rtWrdif^Made
de edfciaa -----.,'", n-------- .-------
do Ro de elioeiro ~ Corredor do Hispo n. 2, pre.-isa-se d
Tm k i ., ,lllia a'aPara oservico interno e iiuo saiba en-
Tem a honra de participar ao rcspeitavel pnbh- gommar.
co desta capital e seus suburbios, que tem aberto o ----------'---------------------;-;----------------
seu gabinete de consultas c operaces dentarias a Ama de eite
rua Direita n. 12, primeiro andar! onde pode ser \a rn, .1- pnni,~ n aK l0 _*_ _.. ,. ,
proenrado todos os dias das 8 horas da mar,h7.a as lei."Tone' nao Lnhf fllT
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habtli- 'C que n-1" tnlia'''"
Jado para com perfeicao collocar dentes artifteaes Em urna caza M familia na rua estrtita
por qualquer dos systemas, e bem assim desempe- do Rosario n. 35 sobrado, pivpara-se al-
nhar quaiquer oulro trabalbo concernento sua moco e jantar com aceio: qnem Dredsar
profissao. 0 nsmo, reconhecendo que nem sem- .-,, cnJ., ,nf.m '. K V1***
prepnssivelssenhonae ou criangas sahirem a ulll8a-^ mesma que achara com quem
procu;aro remedio, offerece-se a remover qual- tratar._________ _________
quer obstculo, declarando que nacidadese pres- D-se 200 a OOi como penhw almm-
taraa (malquer chamado sem que issoinflua causa prinlia oa mesmo negra : a tratar ni rua do Pa-
alguma na commodidade dos pregos de seus traba- dre Floriano n. 71 2 andar
Inos, e quando para fra della assim mesmo ser '
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo elle a
segurancae perfeicao de seus ditos trabaihos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
lentens dentifricio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgieos :
andar.
rua Direita n. 12, primeiro
Attencao
MARTIMOS
COMTRFOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
aesta praca. toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e coatra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Precisa-se alugar, para casa de familia
urna escrava que saiba coser bem : quem
liver dirija-se ao largo do Corpo Santo n.
10, o aniiuncie para se procurar.
Cozinlieiro.
Piecisa-se alugar um cozinhelro. que d
conliecimento de sua conducta : a tratar no
Coilegio de Santo Amaro, rua do Cora-
mercio n. o.
Feitor.
1IMIIIU,
Resta a venda um escolliido sortimento de ob-
lectos de marcineria, eomo sejam, mobilias de ja-
;arand.mognoearaarello, obra nacional eestran-
^eira, de apurado gosto e por pr^oi razoaveis :
a rua estreita do Itoeario n. 32. Kesta mesma
;asa fazem-se com perfeicao todos os trabaihos de
jalhinha. como sejam, empalhamentos de lastros
aara camas, cadeiras e sophs.
Constantino Bodrigoes Meiides, tendo
ato e contratado cora a Sra Dv Rosa Tees
ie MenezesSoBM viavade Joe Bernanla
todo e qualqu'ei^ deSo.L^^pub6KV^nT T ^ V^ *
toe aaai etoflcialidarl ar ^Aml 11 .. ^rpo. Nenhum outro artigo co-
merckTeTaCi iu^o,m dSSL- "Sf0 m raedickia ^ (!
J a mesma, fpr'esSsffTpS tTs 2ST2S!^o3\'^am t****
Imagens
No escriptorio a 40 da rua da Cadeia, 1 andr.
ha diversas imagens para trocar.
Taberna
Traspassa-se a da rua das Roas n. 8, no Rec*\
em boas proporros para principiante laborioso
tirar yaaiagem. '
Anda restam algumas collec;oes de
Biographias de algans poetas, e outros ho-
rneas ilustres da provincia de Pernambuco,
tres tomos escriptos pelo comraendador A.
J. de Mello: rua Augusta n. 14.
Precisase de um feitor que seja bom iiorteSio,
para um pequeo sitio dentro da praca : a tratar
na rna da Praia.armagens ns. 13 e Vi
A abaixo assigoada, viuva de. Jos BeraarJ')
de Souza, autorsada pelos credores do seu finado
marido, leu) justo e contratado a venda da taberna
sita no largo do Pilara 21, com o Sr. Constantino
Rodrigues alendes. Recife 19 de maio de 1889.
_______________Rosa Tclles Menezes e Sonza.
Precisa-se de tima ama que compre, cozilie
e i.'!i_i,niie para uoia pessoa : na roa da Cruz a
39, 2 andar.
oii Sclineidor, tiniureiro. tendo-se despedit'o
da lintura'ria franceza da rua da Imperatriz a. '<,
participa ao respeitavei publico que se *-ha esta-
belecido ua rua de Rosario da Boa-Vista a. 4!,
prompio a tingir, lavar e limpar qualquer obd8
loa, suda e algodo. tambera tinge chapeos de ret-
iro, pallia e manilha, tado por precos raovo3.
eenciaem Pirnarabuco.
0 provedo^ do hospital Portuguez
Beneticeacia em Pero^timo, vam rogat>
aos Srg. socios do msino hospital, para
que tcnliam, a boudatie # ompareeer en>
faniilia, pagprie bem, na rua
n. 62.
pelas afrecfoes das
Ama
Precisa-so de urna ama para o servico inteVno ij
externo de urna casa de familia, conten do apean >
tres pessoas : quem pretender dirija-se a roa da
Matriz da Boa-Vista a. ti
Piecisa-sal dous offlciaes, sendo um de obras
totas: natBacco-Largo n. 2. ____________
AMA
**^ 5=.t^^*JS!S-|jS^s-.: _
ao Hospeia
le-1 reum'3o exfraordinara. que ter lugar as.
11 horas da manhaa do da domingo 23 do I
corrente mez, na sala das suas sessSes a a Msa eSitj "* C""1" das A"aas das Mocas n. i
fim d'alli se deliberar sobre amr^ a tfatar ^{"^.f si do Sr. Taaso^
que muito importam e dizem respeitoao
espo aati*eteiei0. I .
Francim Jofo (Barros,
Ahiga-j
das Aun.
j|io do Si
Ana.
dnvMn Una ir
DE BACAL! IAO
- Precisa-se de um eaixeiro de idale de 1
id annos: a tratar aa rua da Cruz o. 47.
O OLEO Dttffi
Inai*Keaip. -
e que desejam ver-se livres eisentas
de enfermidades.
Acn**e 4 venia no* estaMecnentos
i A. Caors, J. da Conc/?So- 8vc C.
^Barbosa, & Maurn* VC. e fiatLnola-
4 C.
PlBBiaH4toniana'ulher qn satas engoarniar
,idra uma casa do familia : a tratar na rua da
Cari-a *niw/e n. 1, 2" anatr.
- 0 abapw assignado previne
m
Na rua do Imperador n. 63,2a andar, uri-e*--
f de una ama (pie saiaa coser e en|oitiNur betit
- Preoisa-ae an ubi preto *cran par M
sertico de urna casa; aasim como da-um aout c-
zmiieiro : na rua da Cruz n. V hotel naciataf.
manas e boticas.
r"" 1ue ntnguem
gde fazat dejnaft-acjwfewn oa sitio* de. wuJm,. Hapara a rua do. Imperador-a. 22, l
Eemba**se-*Jso, no-lagar da Ibui*, fiwgue- -
zia dos Afogados, pertencentes viuva de Antoaio
AJves Ferreira, sem qut a mesma senhopai
ouvida ou o abaixo assignado, e para eviFd
"v--0-mvif v **< utiwi ullVl
das se faz a presente declaracao ; cujas trras se
acham hypothecadas ao abaixo assignado por urna
aajadiem 26 de agosto de
ifeeiKO- aw|ut
l todas as prinerpaes. lojw de .*** "**
Antonio Pereira de Olieira Maia,
RRMIRRMIt
01 Df. Cosmo de S Pereira madoa sua^^H
apara a rua do.Imperador-a. 22, 1 e -*nla-
a,ionde eontintat mwvrli de sua pRaVaao
medica, para o que pode ser" proenrado a> jaal-
" hora do dia on da noite, nos casos f i
os dias das 6 as 9 horas da manh
aos domingos, dar consultas indestinta
qualquer pessoa, sobre qualquer ponto de l
araj
for cWrpco, nratic
. que julgar conveniente para o"
mente do seu cuenta.

(
I


1
r
DR. P. A. LOBO MOCOSO
8Ra da Gloria sitio do Fundao3
AI
OflNH
Consultas todos os das desdeas 7 borasda rnanha at as M.
Visitas em casa dos doentes de 11 horas era diante, em :aso urgente a qualquer
hora do dia ou da noite.
Nao se recebem chamados se naojwr escripto em que dudare o nome da pessoa,
toda ra e o numero da caa.
Especialidude em partos, operacoes, molestias de mulhores e meninos.
Cura radical das molestias venreas, e dos estreitamentos da utilera.
Curas radical das molestias do tero, como ulceras, flores brancas, amenonia,
vegetaces e catarrho, etc. etc.
- Hecebe-sc estraves para tratar de molestias ou praticar-Ilics qualquer operago
cirurgica. Diaria 2\$000 excepto as operarles.
Os raelhores remedios homeopticos conhcc'tdos. e por precos muito com-
modos.
ESMERALDA
***
hihtaiu
IB-TOA D CRUZ -16
Ha diariamente sorttaeirto 4e-bollinhCrS pararcM, podw, pes de k), ImHtfnglcz.
presuntos, ditw emfeawbre, pastis de differentes quaudades. Amendoas eofiladas,
confeilos, papis pafa sortes. Vinhos fifios engarrafados, superior cha Hisson, preloe
raiudinho, fruta em xaropes, ditas eeccas e cbristaHsadas, assucar candi, xaropes refri-
gerantes-.
Recebe-se encommendis de bandeijas para casamento,- bailes e baptizado*, rom
bonitas armaces de assiicar, sendo estas preferives as de popelao: fiamas anlogas.
bollos etc., p3es de 16 enfadados, qualquer oncommenda para fura ser Ivm acondi-
cionada.
Comprase moedas de- uro prata .
hem comfe libras ste$knat>, na *wa do Ca-
jiga n. 1), felojoaria.
OPPRESSAO SOFFOCAQAO
IS
PeroiM iiviirr bo motor OiHtMK '.ruvinlit |-cla Academia Imperial
d i medicina de l'oriz araln am qu.isi wsaprc hulrintaiKamMu os ataques 'amia,
oppresso, sofibmcim, nssini como as dores de cuber-a o eatMOccafl. Y. sul'ti-
ctenle un eeensfo em que apuaMn o nal, o eugollr-se una ou dum parata
a. Orna poma d'afsan K ovan MMna o mmiinaamia mais l'acil de tomar para
ro de doeueas.
e<
e-te
As lacrlos *e tn-rhrm i eeni grande Bailo pa*i a aura das Hevralgiat, rheumatisino, sciatico e catangos
da bexiga, lisias pertJoa bran sempra rictemendadas por um grande iinmero
de mdicos c especialmente pelo toutor Trousseau, que indica este medica-
mento como o mais elliciz. conveniente lmar de 4 al 8 na occasio das
comidas.
A apinovacao da Academia imperial de medicina e sem daada
garanta da boa preparacao d'stes medicamentos e de sua efiioaeia.
Moreira Buarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do dabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabom de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offereeem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca, e por precos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciosas
\ 5 m w cuna \
O muzeo de jom
Na ra lo Cabug n. 4 comprase ouro, prata
a-pedras preciosas por precos mais vantajosos do
queemouB (pialquei- parte.
Compra-se moedas de ouro e prata, bem
como libras slerlinas por maior preco que
em outra parte:'na ruado Crespo n. l(i
primeiro andar.
Con muito maior vantaijcm
Compra o Goracao de Ouro, n. 2 ra do Cabu-
g, moedas jde onro e prata c pedras precisa*
En casa de Tlieodoro Simn & G,
compra se a bom premio moedas de prata
do cunho.veHe: Recife, largo do Corpo
San'o n. II.
rival n wm
Ra do Queimadon, 49 c 57 /ojo
* o
!; SI
&
Y-l
II 0 01
'_ P'V6T,
" PTS'8
?'a '\ l -ox 'l
>: 3 O
P 'O 9 'V 9 '9 *5 'V
flU
ir o | so.idttin.M
053HJ'
cq'uopmuMut) op on.i '
vu optsodxd op u.itj op sDOdiioy
OJfg
oom
008
00
009
1/U.j
'IVftili
o i
RIVAL SEM SEGf MH
Ruado Queimado hs. 49-c
lojas de miudczaz de Jos de
Azevedo Maia, est acabando
com as oiiudezas descus tdebe-
lecimentospor mo queram apre-
ciar o que bom e bar o (mimo.
Pares do espatos de 1 rauca fa-
zina nova a......90GOQ
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a.
a ineinor
Donos-to u llm-JwKir.), i>npnnr.hel'f; Cheviot Rm PHHMaM. ilw.r.-r C"
i:i'im
iE FIG.1D0S FRESCOS DE BACALHi
_______* BB
IHiH3
1
HENgO DE HONM
Vende-se em fra*x)8
DE FIG.UJOS FRESCOS DE BACALHO e meo &.< ^ian^
lares, pharmacia H0.J6,
2, ra de Casglioue,
cm Paris.
As oonlrnrnovAo,, os oleo pardo*, (fum cliciro forie, e mais composicSes feiUs com ol-m
de poues commmn, tacs como o yao'o, a nrrma. o phoca, A Uta, os oleo, ,hs a-mwlores i,rZZ?
e mesmo o. leos vegelaes, foram imaginados para substituir os verd:ui<-iro ulroa d Un-, 1
BMM de Bam!i..o de T. rrn Aova. t,,es oleo, eommiiiw ou seos .ecedaeo*s
?^?.0S.s"a "', "S,'.a..p"-?!c?!>f "!.bf!?.0.5'.e!" 1"ant0.,l" os vciJadeiros leos de figado de bacall'.Ao
gian?^ara,n para este precioso medicamento urna fama universal as molestias do 'otilo, as aeui?*
?^^SMe /ffB,J,*<''IC *' ^ 'n<*,ec.,c por isso.dcram lugar a nocivas e esle"
yola. O oleo de Bogg mui fcil de digerir, distingue-e entre os outros leos ncla 6la
cor de pallia, o seo cbeiro suave e delicado, c seo gusto de sardinlia fresca .
.9,,,JtLAT.0RI favoravel do chefe dos traballios diymicos da FACULDADE DE MEDlONA np
PARS conclue como segu : 0 i/m cor de palha de M. Hogg contem urna Urca SX
eip.os ct vm mais do oue w 0/0} purSot e neo aprsenla algum dos inconvenientes E '
fpara n'esles, auanto ao ekeiro e sabor. v "'" 9 te
^%ende.e w toda, BfcnrwelM m Fruf. e do pale, cttraaaclro,. J
MACHINAS EGIPCIAS
P\H\ DESCAROr.AR ALGODO
Lok^jawCow pers'palent
Acliam-st: expostas estas importantes ma-
chinas no trapiche Jo Sr. major Bellarmina
do Reg Barros, notorio do Mallos.
Estas machinas 'unccionaiH d'uma ma-
ceira inteiramente nova, e ainda litio vista
no Brasil; descansando o algodo com
muita prestesa, e deisando a, libra
mente limpa eera todo seu coraprimento,
CASA DA FOUTIMA
Aos 4,-OOOS
Bilketes garantidos.
A ra do Crespo n. i3 e casas do costme.
0 abaixo asignado leudo vendido nos .mis mul-
lo leliies bilhetes garantidos 1 mio a. 4331 com
a JOrte do 4:0003, l quarto n. 3874 com a sor-
le iie 700., 1 inteiron. .1441 com a sortc de 202
e outras muilas cortes n 100. U)$ o 20J5 da
lotera que se acabou de oxtraliir em beneficio
inteira- da matriz de Pao d'Albo (IU3"), convida ao^ prjg-
suidores a virem recebe.r seus respectivos pre-
como o ais wperior boiatideira: vaiendo JJ Jdescimios das leis
por consequeneia mais 20 l sobre o preco
do producto das machinas de errte.
' Convencido d'eela verdade o seo intro-
ductor se obriga desde j a pagar o algodao
produsido pelas sobredilas machinas; por
mais t-MO em arroba sobre a cotaco da
praca para o producto das de serroie: ou
1:500 em quantidade de 100 saceos para
cima. i
Preco de cada machina com um cylindro
de sobrecellente 250,)OO0a dinheiro sem
descont.
Q-espo d. 22.
Acliam-so a venda os da 2" parte da lotera.
beneficio da matriz da Villa Helia (106), que -ae
extrahir quinta-feira 20 do eorrefe niez.
Precos.
Bilkete.....4*600
feto.....2ooo
Quarto... 1*000
Em poreae de 100* para cima.
Bilhete.....3*500
Meio......1*750
Quarto....." 873
Manoel Martins Fiuza.
Attenpo
Preeisa-se arrendar um sitio que teoba terre.no
ufrlciente para plantacao e pasto |>ara animaes :
u ra Uirsita n. 4.'', loja.
, Precisa-sealugar umpreto velho : ua botica
do pateo do Carmo u. 3.
JVIulanqa de residencia
O bacliarel Laurino de Moraes Pinheiro mu dou
a sua residencia para a ra das Crazesn. em
Santo Antonio), Io e 2o anrtares, onde pode ser
procurado para os misteres de --ua prolissao.
MEDALHA A EXPOSIQAO UNIVERSAL DE
Para a Superloridado d'a
1867
Imitada por LEGB.AND, Perfamis-a do Iiapcradr dos Fraocezes,
*- III*. 07, Raa *:iint-IIoiiur<% O?. PARS.
OJLtIKA. LACT
IKITK ANTEI-HEI.1CO
Para refretcar', tranquear e adveer a pete, fvzmdo
des.ippaiteer as noJoit e as *'*rd CR5ME OlilZA
LiL MNO.N DE I.K.\ei.<>S
Para dar frescura d pcllr, destruir a$ rugas da cara,
conservar el'mmenle a Mina lia juretttudt.
SABAO flllIZA....... D'uma iimi excesivamente suave c h"wi pciTmnc OKIZ-\-(;.;KAJl uoissEisp. Massa ?spcciulmcnte preparada para os banhe* e a barba.
01!IZA-1 t.UD........ I'nmada rortilicaiileeiiirir'rtivH para roncennrnsr-a(jcllSceipi.tlilosdc (|iii'br3rem.
OtirZA 'lili .O'.'.OUE.. Triuno d boi c oleo de tirela cobi base de qnma para os cjupiIon.
ORIZA-OII........... Olrn Dntss.iDo pciTnmado para lu'lr.ir os eaf>cllos ; empdils de (Jnebrarein.
OUIZ \-BitlLL \KrTlNB. Ciivlalll^tnlo com wnleta, para dar tritlro 909 cabellos e j traite.
IW.... A;iia inr..Mii|>3ravrl te um perfume saaw dHicado, para fortificardo 1* selle.
Vinagre do loiicadoi, aroma e anlepliilico.
ferfiimo inc-cutrak! para s lencos prmkuita inuilo delicado.
Pirfuoie do bota' loo c da lia satiiife para is lrnros.
K!or de a roz da Cirolina para a cara e a belleza da pclle.
i^ara aiiejir os denles e conservar as reHgivns.
OH;ZA-ACI!HI I*f... .
t-.ssi:N(! -or,i/A____
ORIZA KVS..........
OHIZA-l'*IWI)KIS.....
ouizA-ohMiritici;..
- UKJZA-I)K\ l'Allit Nova rn.iv a para al\r]ar os denles sCbi destruir o male.
M5UA TNICA OE Q-INA E POMADA DE BALSAMO DE TANNIKO
i'ui Miftu tuWU'M' U cskii, frtiSu3M^c-.bel, ?. tiBDfrin* uiiMim oran cm* E em Caza de iodos Per/umistat 4o BraziL
di miudezas de Jos de 2/zeve- Duzias (io mt,i;ls cruas Par:) ho
MSOO
do Mata e Silva conhecido por
Jos Bigodiriho.
Est queimando ludo quanto tememseu^
eslabelecimeato para acabar c fazernovd
sortimento, por isso queirain vir ou mandar
ver o que bom e barato.
Garrafas com jagua florida ver-
dadeira.,..... 1 -v200
Garrafas com agua divina da mc-
lhor i|iialklade 1 r)i)00
Latas com superior bauha fran-
ceza ...... .200
Caixascom 12 frascos do cheiros
proprio para mimos ;i -1 300
Dita com G frascos muito finos >800
Oleo baboza muito fino que s
a vista ;'t......
Sabonctes de calunga muito bo-
nito
Caixas
a
de
de arroz muito
Esto admirivel
I Depurativo nao
conten em si ner-
Icario, iodo ou
arsnico; um
___Itigoroso inuJiti-
nr pacao sanifue.ftcnra raiiicahiieiitcas iootestias Jepclie, tacs como a lepra, as iaipieeBs, asberpe, as i
spmiiae, c os Pannos, etc. -Empr.-rado diariamente tile sefresra a massa do sangue consolida o s< ude. |
A INJECCHfl PUFT <:"'3 ",n 8- dia? cwr'mKnt0S "^eos'ou rntes
ador
SssMiB, 7, B< Bata i'ii,
Oir "m t
os mais rebeldes.
X
0 MUSEO DE JOIAS
GOMES DE UnOS IRM&OS
tendo feito completa mudanpa em seu antigo e
i acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores propor^oes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Ezms.
Sras. de bom gosto a comparecer em pessoalmente Z/^
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontraro um completo sortimento do que ha de mais elegante
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADERECOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de noros ^>stos, assim como grande variedade d salvas e paliteiros del t"""^
prata contrastada e de gosto aluda dio vilto, e completo sortimento dej\^^*
objectos de prata para uslas ignejas, ^^2
Compram e trcam qualquer jola ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objctus vendidos.
JTetliodo Gm\\h^
Seoundino Jos de Faria Simoes, profrs tilho, avisa ao respeavc
lidade aos pas '
publico e cjotn especia-
mSSS taV'ne?m0 ,,rf^* Prf* muSS
nti? e mesmo dia am w '<* Pr-
'netras letras a noito ara aaactim pedirlas aAJ
nao poderem frequemir Uuraotoiia
po
superior .....
Pecas de babadinho com 10
varas .....-.
Caixas redondas emitando tar-
taruga .'.....
Peca* de fita de cus qualquer
largura ." .
Escovas para unhas muito li-
nas .....
Escovas para denles fazenda
muito fina .....
Pulceiras de contas de cores
para meninos .
Caixas de linhn branca do gaz
com 50 novellos .
Caixas de lintoa branca-do gaz
com :)0 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores *.....
Resmas de papel paulado muo
fino .......
Pares de botftes para pnnhos
muito bonito .
Libras de laa paa bordados de
de todas ?s Cores .
Pentes com ostas de metal
muito fios .
N'ovellos.de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
(rosas de botes madreperola
muito fino .....
Salionete muito finos i 60, 420,
100, 240 e .....
Pecas de fita de 13a todas as
cores i......
Espedios domados para parede
lOOO e .....
Espetos de Jacaranda muito
lino a......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol .
Parqp de meias cruas para me-
ninos a......
Caivete muito lino com i fo-
Ihas ......
Cartilbas da doutrina as mais
modernas .
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos .
)300
2i0
>G0O
woo
10000
06GB
;oo
:)200
mu
>(50(i
i^OOO
f>120
8:)000
|33D
mo
51480
$m
ISM
\mo
2KX)
>060
^320
i S.'OO
^W)0
1^200
Librase ouro nacional, moedas
de 5 francos.
Vende-se no arco daConceico na loja
de-oorives, no Recife.
Ama
ruado Livramento n. 38.
Precisa-*) alugar alnl ou *> anarnotre-
oire ou -Sanio Antonio; qitem tver diriia-se a raa
do Trapiche n. 11 aBdar,
= Precisa-se contratar com alguera o suupri-
mentojja roupalavada e eugommada ce um-ool-
legio de meninos : trata-sena raa No-a n 46
COMPRAS.
~______^
um relogio patente in^lez de ouro, sendo
novo, e do melhor fabricante, na travesea-
da ru deQrwtMMli n. I, 4dar.____
Wa praca da Independencia n. 33, loja de oQ-
rives, compr tambem se faz qualquer obra de eDCommenda,'e
J te4oqaJquor concert.
ompr-e ii-acedes ^a comianhia db
encanamento d'agua do Bbcii;kqUeS\8
quizar vender, por estes 8* das, se dirija
esta typographia, onde se d.'r quetn is
corapMc
'-"---- *' V 'i i||,|. I | .....- --
.^,_ Comura va
dtna batanea felina! em *f^am flto na ma
o *e-
e prata e pedras IMrjlWN,
;ec5o, na ioja de oorina*,
SYSTEMA ffi^JCfi
Tabellas de composicao de precos entre o antigo
e novo syslema, a contar e 400 re. a 6*, l arroba
e um, dec e oem kilogrammas, a 100 rs.cada urna,
aas lojas de lirro, dos Srs. Jos Nogneira de Suu-
ia. De Lailhai-er & C, Parisiense, Gnimaran te
Oliviira, ra do Livramenlo n. 3, Moreira & Bra-
ga' e na ra-Ireita n. 4. Nesta uHiina casa ha
tambem 4 temos de medidas d metal branco para
lquidos, chegadus ltimamente de Franca, para
3uem ti^rj bom posto e qnier medida* nao s de
uracaoaome de n toposa.__________________
Ventle-"se at 30 vaccas de leite, novilhas e
garrotas, todos crioalos e feitos ao pasto destes
arrabaldes, sendo as vaccas paridas e por parir.
delalhados ou por juntos : em Beberibe, sitio
Sapucaia, a ver all todos os dias das 5 para as 6
horas da tarde.
mcm a........3*800
Tramoias do Porto fazenda boa
epido preco melhor 100 attoa a
Litros de -missoes abreviarlas a .
Duzia de baralhos francezes muitei
finos a2#4G0 c.....
Silabario^portuguez com estam-
pas a........
Gravatas de crese pretas muito
linas a........
Duzias de meias para senhora fa-
zenda boa a......
Redes pretas lizas muta linas a
Cartees com colchctcs de latao
fazenda fina a......
Abotnaduras de vidro para coleto
fazenda fina ...',..
Caixas cora penna d'aco moito
tinas a 320, OO, 800 e .
Cartoes de linha Alexandre pe
tem 200 jardas a .
Cairelis do linha Alexandre de
70 at 200 a......
Caixas com superiores obrcias
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Libras de prego* irancezes di-
verso lmante a. .
Livros escriptarado para rol de
roupa a. ...... .
Talheres para meninos muilo
finos a........
Caixas com papel amizade amito
fino a........
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........
Pentes volteados para meninas e
senhoras a.......
Th'zouras muito finas para
unlias e costuras a. .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80, 120 e .
Varas de franja para toallias fa-
zenda lina a. .
Duzia de phosphoros de aega-
ranca da melhor qualidade a
400 e........
Pecas de fita branca elstica
muito tina a......
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
mnito fino a -. .
Pecas de fitas bordadas com 3
varas a .......
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 2?S000 a .
Crozas de botoes de louca muito
finos a.....
200
a i n
mi
CO
i
1300
I
poo
100
*04fl
I
1320
I g
MM
?! 0
IM.
t.\.GERM%
AvuHlsima.U. \_J
BURRA
Vende-se uma bonita burra e a melhor posdve
{ara cabriole* e sella, mansa no todo : na ra da
mperatriz n. J9, coeneira.
fende-se uma earroca e um siihio em per-
/eito estado ? a tratar na estrada de Joo de Bar-
ros, casa n. 20, de meio dia at i horas da tarde*
Ps de coqueirs
a 500 rs.; o melhor lempo para plantar, e com-
prando mais de cera tem o descont de dez poa
cento : na ra Bireita n. 4, loja.____________.
Movis, looous, iiros, etc.
Vendem-se por precos mdicos todos os movis,
loucas. Hvros e ontros arratijos iiidispensavei-
uma casa de familia : a tratar-se no largo do Pl-
lar n. 11
Fctrinha de mantioca
la'fat Landeltno, na ra ewrcita do Rosario,}
vendem saceos com farinha da trra por prefo
com modo.
M.l f ...
. Vendeno'em casa de Theodoro 6imon
t>C, Wrfed) Corpo S*tou. 11.
Aiegrai-vos myopes, e presbjtas, j
deis ver delonge, j podis ver de pe:
nao ha mais vistas tortas,-nem caneadas.
F. 'J.' Grtnartn' acaba de receher pelo ulti-
mo vapor um'co e witwto sortim oto de
ottrtosjarfetas, pftcc-nez, face -marn, V.
gaons,,4e toara, prata Urtarega,. niarfib?,
a?o, Wate, Wr.'i-rrTfertrfrio (meld#9r;
assim cotao binculos de tima a res mtran-
$as para theatro, campo e marinba, da ulti-
ma in,enc3o; duquezas, vienezas de 6, 8 e
12 vidros, trido dos melhores fabricantes da
Europa.
O mesmo vapfrtrcu-
xe uma excellente ma-
china para graduar e
observar numero dos
vidros qoe se necessjta
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excedentes sterioscopos, institimp-
tos de mathematica, barmetros, vidros do
chrystal do rocha, e de cores para resgitr-
dat,a vista; eoncerfa todtrs os objectos a
precos commodos e com promp'dSo; tira
o mofo dos vidros e ehcarrega-se de toda a
encommenda relativa a ptica.
Receben tatttbem os fecel'ehtes rclogtos
doanligo e afamado fabrieante Roben (Strth
cC, os quaes vendem preces commod
a sua superior qualiaade.
i
Grande exposipo de
boneeas de cera
BE
Todas as qualidades na rtrftdo
ueinWtB M.
LWAW
Acaba de enejar ftio ultimo \mpmm cm
completo sortimento de bonejs? dernale
todas as qimMaet pn toya o Tempo-
ral.
o
de
Iras, pinheiras, laranfM
para vender.


)
Diario de Pemambuco Quinta feira 20 Je Maio de 1869.
i
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
* PIARM4CBUTIC0, RE OS LIOUS SAIMT-PAt, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Com IODI'BTO de 1'OTVSSIO
0 Iodoreto de potassio e um verdadeiro altrame, um depurador de inconle lavel effi-
cacia; combinado com o xarope de cascas de laranjas amargas, e aturado
sem pertuibacoalguma pelos temperamento* os mais Iracos, scm alterar as funccdas
do esiomat o. Asdoses maihcmaiicns que elle rontem permitlom aosmedieos de receial-o
para todas as complicacoes as aifcrco's escrofulosas, tuberculosas, caree-
rosas e nos accidentes intermittentes e terceiro; alm d'isso, o
agente o mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
XAROPE TNICO ANTI-NERVOSO
de dasoas de laranjas amarga*.
35 annos de succcssosaitestao a'su.i efli-
cacia para curar: as domcas nervosas,
agudas ou rhronicas. as gnslritet, gastral-
gias; e facililar a digesto.
XAROPE FERRUGINOSO
de cascas de laranjas e cruassla amarga.
E' son a I' >rma liquida que mais fcilmen-
te se assimi la o ferro; u'csla, forma 6 prefe-
rir! as punase pastilliascn lodosos casos
cm que sSo prescriptos os ferruginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM OUliA, PYRETHRO E CUACO
M
Elixir dcniifrlcio, para a alvura e con-
servacao dos denles, curando as dores
causadas pela caria ou produzidas pelo
coutado do calor ou do fri
dentifrieio, oo m base de magnesia
para a alvura e conservafSo dos denles,
provenindo a descarnadura, provocando
trtaro de que empede a reproducao.
Deposito em Itio de Janeiro. E. CheoU; em Pemambuco, p. Manrere C; em Maceio,
Falca Da*; em Pellos, Antera i.rlta, em Bahia, Da norii; em Porto Alegre, Jas
lirllo; cm Naranhio Ferrrlra C"f em Ouro Preto, C. *. V \Veleranj em Sania CnlAa-
nna, 8. schutel! em Montevideo, G. Inibcrt; em Duenos-Ayres, Bteheparrbord.
ALTAS NOYIDADES
LUJA DO PASSO
Ra do Crespo n. 7 A, esquina da do
TASSO IRMAOS
Imperador.
PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA- | Riquissimas colchas de damasco de seda,
assirn como de seda e algodao.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
21
TnrtnrtoiitkWBmriWm^-^^*^^*;j^"**Li
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contend setim,
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas assim como
para covados.
Gurguro branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarelos.
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurguro de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho bordadas com primor.
Lencos de cambraia de linho bordados.
CARVAO DE OELLOC
PAfrlS
Approvado e recommendado pela Academia imperial de mcdicmi do Tari/, para a
cura da gastralgia e en .eral de todas as doencas nervosas do estomago e dos inle-iiuos.
Y. egtMJneote o remedio por excedencia contra a relenrSo de rentre Finalmente em
iv.zau de suas propriedades ibsorantes, ncommendado como renkdeiro remoli nos
cazos de diarrliea e cholerina. O cm-ao de Beiic toout-se na uecaio das aouidat
sob a forma de p's ou de pa-lilhas. -
DepoMio cm Rio-Jam-iro. Dtiponclicl'e; Chevolot Em htitSAaaDO, Ktwrer k O*.
t_rk; 'S -"
.*
1 itl
Sapaaors saias brancas bordadas a ;>>. (5. 8-> o 10yioo cada urna.
Ditas de cambria de escocia transparente j fetas a G>0'O cada nina.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n
VascooMUoa C.
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia para padre.
Ditas de 15a "
Ditas de seda Qo da Escossia e aigoiao.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Ricos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
las, e outros muitos artigos de gosto c
de alta novidade, isto so
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
C0MIWN11IA
!i
gotlao de
Os Terdadciros OOUARES BOTSB, os nicos approado pe
Academia de Medicina, Icm assim como os mcos oulros productos
attrahido a cupidei dos falsificadores, que para fuciliUir sua- criminla
industria nao se pojad, ncm rcceia annunciar vender WmMIUMI
com msv >ome. En previno as familias paia inlercsse d scus filhos
que, para evitar falsificaees, devem exigir, que meusCoixaas Ibes
sejao vendidos em catas de lambas de encaiie e conedias coberlas
por a eltiquelas com a minha marca de fabrica e encerrando tira
prospecto circunstanciado, e selladas por urna medalba com o letlreiro.
COLLAR ROYER. Rne St-Barti, 225. Paris.
VEGETAL AMERICANO
t SAUDADE
BARTHOLOMrO&C
l'ara a tora terU u lois aniijas e recentes, ola-rnos pulmonar, asihna; tose onvulsa, caUrtlua
bronclii-J, o em joral contra tolos os soffriineulos ila< vas respraloriis.
DEPOSITO tKIMI.
BOTICA E DROGAHIA
34, RA LARGA DO ROZAtUO, 34
PERNAMBUCO
Ihe, pois os meus iRrdec;memos por me ler aliviado de
tao liomvel mal. Com a mais significativa graldao,
subscrevo-me de Vmcs. aiTecliiosn c rrconhecido criado.
Stterino _uarie.-Sua Casa 14 de fetereiro de 1868.
lllms Srs Borlliolonico*C. D.-pois i
Fabrica de tecidos de a
Fernfio Velho.
0 superi r panno di algodao desta fabrica, mui
vanvajotmente conhecMa nesta provincia e na? de
Pernamburo, Parahyba t Hio de Janeiro, pela saa
peifcioai de lucido, clasticidade e fortaleza, eonfe-
na asir vndalo no eaeriptorio da misma eom-
panhia pnca do l'odro 2" dosla cidade, casa uu-
mcro 4.
Afim de que os numerosos e importantes serme
res de engenlio. boni como os senliores iporlado
res de assin-.n-. lano desla provincia como das
cima mencionadas, possam com fcilidado pro-
ve so das manufacturas desta fabrica, a gennii.i
da companliia annuncia que as ha renda nos
segnintes lugares :
fiesta ridade-noseu escriptono e na:. casx dos
3 maraes, ra do Commercro.
Em Pemambucona casa dos Srs. Oliveira, Fi-
lhos & C.
No Pilarcm casa o Sr. Joo de Al joquerque
Mello.-
Na Caatanha Grandecm casa do Sr Norberto
CavalraMi de AlbuquerqiM*.
Em Gamaragibena casa do Sr. Joii Vieira de
Lima.
Alem do panno apropriado ao ensacamento do
aaeucar, a fabrica possuc mais urna qualidade de
panno mu forte, adoptado ao systema que tem os
senhoros de engenho do norte da provincia de
mandaren despejar nos trapiches de Pernanibuco
o assucar que alii lia vender, com o qae os sac-
eos sorvem para muitas safras.
Para roupa de escravos cm de trabalhadores do
eampo, e para toalbas e lenees do servico diario,
lia una superior qualidade de panno de 28 pone
cadas de largura, muito forte e espesso, parecen
do-se bastante com meia lona. Os pregos sao os
mais mdicos possiveis. Macei 30 de marco de
1869.
A tberapeutica das diversas mulcsas do pcilo,desde
pharvDgite ou mal da garganta at a luberculac3o
pulmonar, passando pelas diversas bronchiles calarrhaes
u o cm|ihysema acaba de ser enrequecida com mais
este medicamento, que tomar a primeira ordem entre
lodos al boje conhecidos. 0 xarope Vegelal Americano,
gaiaolinilo |iuimenle vegetal, no conlm cm sua
LoniposirSo um s alomo de opio, e sim somenlc snc-
cus de plantas iudigenas, cujas proprijdadus bcnclicns
na cura da molsiia qne pcrlencem aus orgios de res-
pirarlo foram por nos observadas por longo lempo,
com'optimos resallados cada vez mais crescenies; pelo
que nos julgamos aulorisados a compor o xarope que
agora aprcsenlamos, e a ollerece lo aos mdicos e ao
publico, Provamos com os alteslados abano o que le-
vamos dito, e comamos que o conceilo de que j gosa
o xarope Vegelal Americano crescert de dia a dia,
deixando muilo aps de si lodos os peitoraes em voga.
Illm. Sr. Harihalomeo k C.- xarope Vegelal Ame-
ricano, preparado em sua conceiluaJissima pbarmacia,
um til remedio para combater lerrivel asihma.
Sofra en aquella molestia ha qualro mezes, sem (inda
ter combalido oalaqnes mensaes qae liaba ; este ulnmo
que tive foi forlifsimo que me prostoo por 8 dias, nse,
SBrem o sen milagroso xarope, tomando apenas Irea
ases, e at o prsenle nao foi de novo atacado. Prasa
Dea*, que eu uqne retiabelecido por ama vex. Itendo-
quasi seis
jCTiil de soffrimonlo com urna loan inecssanle, laalio
exlraurdinario, cjpeclorai;o de um catarrbo nmarella-
do. c perda lolal das forcas, que o menor passeio
me faiigava completamente, cansada de lomar milis ou-
lros remedios sem resuliado lixcji feiipidadedesaberqne
Vmcs. preparavam o xarop'j Vegelal Amencauo, e com
elle, graeas a Deus, me acho reslabelecido ha mais de
dois mezes, c robusto conu se nada tivesse sofTrido. A
gratido me forca a esla declaraca, que podero Vmcs.
fazer o uso que quizercui. Sou com estima de Vmcs.
mullos respeilador e criado. A Ionio Joaqun de
Cmlro Silva. Recife 8 de feverciro de 1868.
Alleslo qne usei do xarope Vegelal Americano, de
composicao dos Srs Llarlholomeo & C. para cura de nm
forte dtliuxo que me trnnxe ama rouquidio, qne me nao
fazia ediender, inllammaco e dor na garganta, loase,
grande falla de respirarn, e tlquei completamente re-
labelecido com nm s vidro do mesmo xarope; pelo
que Ibes protesto eterna gratido. Recife 10 de Ja-
neiro de 1868. Joaquim fretro Amlti Jnior.
Eslo reconhecidoa.
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rapt-'
da e completa das coqueluches, bronchtes,
calarrhos>tosses convoislvas, escarras san-
guinos, eoutras molestias do peito.
VEMDE-SE
KA
PHARAL^CU E DROGARA
N
Bartholomeu & C.
34RA LARGA DOROSABIO3i
Scbonete de aicatro.
DK
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que t5o boa
acoeitaco tem merecido D'esta provincia,
muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34ra larga do Rosario34.
i DO
GALLO VIGILANTE
51 na Os propietarios deste tan coiilwtdo eslabel"
cimento, alm dus muitos objectos qae libala ex-
pojitos a apreciaco do respritavel publico, :nan-
daram vir e acabam de receber pelo- altiino vapor
da Europa um completo e variado mvtkneiito fie
linas e mui delicadas especialidades, aa-faaos es-
to resolvidos a vender, como de sro: entume,
por preciis muilo baratinhos e commodbs-pata to-
dos, com tanto eme o Gallo...
Muito superiores luvas de pellica, fretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinfias e puntopara se-
nhora, neste genero o que ha de mais modenao.
Superiores pentes de tarlarnga para eoqO'S.
Lindos c riguissimos enftites para caae^vs das
Esmas. senhoras. .
Superiores trancas pretas e de cores com ndn-
Ihos-e sem elles-;. esta fazenda- o que pod-9 rtaver
de melhor e mai* bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madrererola,
maflm, sndalo e osso, sendo aquelles b'ancos
com lindos desenlile estes prelos.
Muito superiores meias fio de Escossia pwa se-
nhoras, as quaes sempre se veneram por 3IMOO0
a duzia, entretanto que nos as rendemos pon 203,
alm-destas, temoatambem grande sortimer.r de
outras qualidades, entre as quaes algumas Mtnto
finas.
Boas bengalas de superior eanma da Iidfa.e
castao de marfim eom lindas e encantadora:; figu-
ras dr> mesmo, neste genero o pode ilesejar ; aftf-m destas temw tambem i raale
quantidade de outras qualidado, como sejam, ua-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e-airosos clcoatuuos de caove e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas d* seda e borracfia
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senha e para DMM<
as de 1 a 12 anaosde idade.
Navalhas cabo de marfim c tartaruga par;^ traer
barl ; sao muito-boas.e de mai a mais sao-ga-
rantidas pelo fabricante, e nos parnossa ve.t Uar>
bem asseguramos-sua quahdade-e delicadez i.
Lindas c bellas papillas para naiva.
Superiores agulhas para machina o para c*ok&
I.inha muito boa de peso, froaxa, para ncber
labvrintho.
Bons baralhos- de cartas para voltarete, assim
como os tontos para o mesmo fim.
Graiida e variado sortimento das melhor_>s per-
fumarias e don memores e mais conhecidos, per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsa, e
facilitam a deutigao das innocentes crianc;,3. So-
mos desde maito recebedores destes proifigfosos
collares, e continuamos a recebe-los por lodos os
vapores, afim-de que nunca.faltem no mercado,
omo j tem acontecido, assua pois poderlo aquel-
es que deltes precisarem, vir. ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre eneontrarao destest verda-
deiros cokares, e os quaes attendendo-se ao um
para que slo applicados, se venderlo com nm mui
diminuto hiero. .
Rogamos, pois, avista dos cbjeetos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigw virem
comprar poF precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz', e preferive, a todos os
conhecidos, j pela certeza de ?eu resulta-
do, ej pela fcil applicaco as creancas,
quasi sempre mais atacadas de tao terrivel
e muitas vezes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogairla.
DE
Barthomeu & C.
34lina Larga do Rosarlo9
PASTILBAS ASSICARABAS
DO
DR. PATERSON
De luMiiuth e inagnezla.
Remedio por excellencia para atmbate
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu (i.
34------Ra larga do Rosario-------34.
AO BAZAR DA MODA
Ra Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVIDADES
Para senhoras.
COQUES da ultima moda, enfeitados e lisos, gran-
de sortimento.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAI'EUSINHOS e gorras de velludo e de pennas
(alia novidado !) de palha da Italia, a emtiacao,
especial sortimento. .....
CCtTOS de cores e pretos, rico sortimento a ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
genero ,
LEQES a emitaeao de marfim, gosto novo e de
sumalo.
GOL1NHAS e punhos, a emitaeao de guipure.
ENFEITES pretos e de cores para cabeca, lindos
molrj
GARN'IC.VO alta novidade a Marie Rose, lti-
mamente usada em Paris.
CORPINIIOS de guipure brana e pretos lindos
modelos.
BORNOL'S de laa e teda, cores claras, elegante
moda em Paria.
GRINALDAS de flores finas.
ESPART1LH0S superiores.
MEIAS superiores de fio de Escocia.
LUVAS de pelica chegadas pelo ultimo vapor.
AUERECOS de coral venladeiro e camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
GUARNICOBS para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTOES lisos e com pingentes para vestidos.
CINTOS alta novidade.
FLORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LA^OS, fivelas, penachos jiara enfeites.
Para homens.
deli-
Barato que admira
Quartos de latas com bolaehinhas de boas qua-
lidades a t|,W, caixinhas com aroeixas, peras e
figos a i 400, cerveja Bass, Ihlers o bell ingleza a
800 rs. a botija, vinho a 400 rs. a garrala, azeite
doce de Lisboa a 880, arroz de primeira qualida-
de a 120 rs., caf a 2*0, sabao a 180 e 220, cha
miudo bom a 3$ 100, idem raudo a H, alpista a
240, toucinho de Lisboa a 440, marmelada fina a
780 a libra, doce degoiaba lino em latas e caixoes
de diversos tamanhos por commodo pre^o : s na
esquina da ra da Penha n. 8.
CAMISAS com peitos, colarinhos e punhos
nho tino, lisos bordados, moda, -
COLARINHOS de linho e algodao.
PUNHOS de ditos.
GR AVATAS de todas as qualidades.
BOTOES para punhos e guarnieres para colotes.
COR RENTES de plaqu a emitaeao do ouro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Rotcnil, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MEIAS de superior qualidade.
BENGALINHAS finase chicotes.
LUNETAS aro de ac e tarturaga. .
Para erlancas.
VESTUARIOS completos para baptisados.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitados.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadas e de chroch.
BUNECAS vestidas, muito L..atas e
brinquedos.
Perfumarlas finas.
IAGUA FLORIBA verdadeira de Murray & Lan-
I man New-York.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray e superior agua e
essencia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de agradaveis aro-
mas para o lenco.
VINAGRES aromticos para toilet
POS DE ARROZ para amaciar a pelle; em paco-
llas e ricas caixinhas com arminh).
POS superior para limpar os dente;..
COSMETIQUES de fina quaKdade.
SABONETES, grande sortimento leste genero e
de superior qrMidade.
LEOS de philocome, babosa e'tntiques.
I1AN1IA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
CREME de sabo para barba.
Caixas preparadas com parfumarias finas.
Hlndczas fiua. .
RAP POPULAR
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIRA FREDERICO A C.
Acaba de chegara este mercado urna porcia des-
te ptimo rap, nico que pede supprir a falta do
princeza de Lisboa por ser de agradave perfume.
E' fabricado pelo systema a imitacao do Areia Pre-
ta, porm tem sobre este a varitigem duser viaja-
do, o qne para este artigo urna espicialidade.
as pracas da Bahia, do Rio de Janeiro e outras do
imperio tem o Rap Popular sido assas accolhido,
e provavelmente aqui tambem o ser, logo que
seja conhecido e apreciado. Acha-se a venda
por preep commodo, e para quem comprar de 50
libras para cima, far-se-ha um descont de & 0/0,
e de 500 libras para cima o de 8 0/0 : noesenp-
i torio de Joaquim Jos Goncalves Beltrio, ra do
Commercio n. 17.
Tem para vender era seus armazens, alm de ou-
tros, os seguintes artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado e liso.
Yinhos em caixas de doze garrafas
Rourgogne.
Hery.
Madeira.
Ilrrtnitagc.
Chamblis. .
Licor de curaco de Hollanda em caixas de vin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmos
< AltHlXiaOS DE FKKUO
Para serviros de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoes de um para outro, lado pelo
mdico preeode 12*000 cada um.
Farinlia de trigo de Trieste
Das mclhoras mareas Panonia (verdadeira) Fon-
tana e grande sortimento das memores marcas de
farinhas iilllllwM.
Saceos de farinlia de tngo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
No* armazens de Taeso Irmaos.
Cemento hydraulico 12$
O mcrltor para tudo qae sao obras para agua, ta-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanque d'agua, etc., etc.: em porcoes de
cincoento barricas se far reducrao no pre?o : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc.r etc.
De dilTerentt-s qualidades para cercados de ani-
maes, chiqueirospan galinhasou jardins : nos ar-
mazens de Tasso Iraos.
Barris com Ireu
Sus armazens de Tarsso Irmaos.
CANOS DE B AERO
Uarna Nova de Sania Rita, na amiga fabrica de
sali, ha para vender por preco o mais mdico
pogstvel, canos- franceses para ed*kac5ece esgo-
tos dtoda a qualidade, snpeiiores a todos es'que
aqui--tem apparcard peta sua solidez.
PRECOS.
*400porcano-grand*de3 o meia (H*faas.
*200 por dita de 2 e tres quartos de dita.
iOOOpor dito-da 2 e nm quarto de dita.
500 rfc por pistoleta- d\r2 pollegada:
Gctovdlos, curvase canes de niaior- grosswa,
vistose far o prego, Compras maiores de 20O
tem 5 por cento de desenlo por prompto pa?a-
nientov Pde-se ver' as amostras nos- artnaeens
de Taso-Irmaos.
lijlos francezes
Para ladrilhar oasas terreas com asseio-e precos
mdicos, muito conveniente c itroprios para fculri-
Ihos d* eosinhas em sobrados, pelo scu assein e
evitar a passagem -de aguas j>ara o andar inferior
e mesm o perigo-de fogo, aos precos de 30*60* a
ioSOOO o milheiro: na rna Nova de Santa Rita, na
antiga/aLpica de sabao, e compras maieres-de 280$
se faraJ> por cento de desoaalo por grempto paga-
mento. Podem-s ver as amostras nes armaeens
d Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lon-
ternaa de carros: no armaeem de Tasso Irmas.
Vinho do Porto fino superior: no-arnwaem
de Tasso Irmos,
O melhor cognac Gaalhier Fren: no a-
zem de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India de diversos padioes e larguras* .por preco
commodo.
Macarthy
iSachf na$ de descarocar algodo.
Boje que est reconheeido que as machaas de
serrote |irejudicam e quebrara a fibra do atgodao,
-preciso recorrer a machinismo menos asffero,
que produzindo o mesmo servico qne aquellas, e
fcilidade o trabalho, no quebrem abra da la,
para que essa possa bter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entro o algodao desraroyado
por aquellas mencionadas machmas, que estao fl-
cando em deuzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da ariiga bolandeira, que nao pode competir
pela morosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodao, porque ao paa da faeilidade e
prompadao conserva a fibra da laa, que limpa por
ella, qualificada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendn assim eriS 11 a 20 por 0/d'
mais do que a laa limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram inteiramente abandoisidas, e por isso o algo-
do daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 ag por
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a iSOjSOOO
nos armazens de Ta^so Irmaos.
Oleo de amendoas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras:
nos armazens de Tasso. Irmos.
Charutos da Havana.
Expelientes charutos da Havana e por baratsi-
mo preco : em casa de Tasso Irmos, ra do
Amorim n. 37.
Eelogios de ouro.
Relogios de ouro de patente cora balanco de
chronometro do famieerado actor John Rogers, bo
escriptorio de Tasso Irmos.
Pianos inglezes.
Pianos inglezes do bem conhecido autor Charles
Cadby, no escriptorio de Tasso.
. Ac de milao. -
Nos armazfns de Tasso Jrmos.
BARRIS DE SALITRE
Nos armazens de Tasso Irmaos. _______^^
A NOVA ESPERANQA
Ra do Queimado*=21
Advertencia!
A Nova Esperanza, ra do Queimad
ti. 21 tendo em deposito grande quantidade
de miudezas, e como se approxima o lem-
po cm que tem de ser dado o balando, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvda a vender suas mer-
caduras pelo baratissimo prego, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, vennam os bons fregue-
zes, e os que nao forcm venliam ser fregue-
zes, em tempo lo opportnno quando
NOVA ESPERANZA convida-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, n5o
falta aonde e a quem...
PARA 0 MEZ DE MARA
A Nova Esperanga, ra do Queimado
n. 21, reeebea pastillias para quemar-se
em lugar de insenco, para aromatisar os
oratorio das devolas do mez de >?ari.
Elle quere ella qner
E' sempre assim.
Ene (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosto e perfeicao, e ella (leja da Nova Es-
peranra) quer sempre disidir com seus fre-
guezes () qne de bom constantemente reca-
be, e por este lidar contorno (d'ambos) *
Nova Ksperanca ra do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinba,
acabi de receber mais o segainte :
Bonitos broche, pulceiras e brincos de
madreperla.
Papel e envelopcs bordadas* e mati-
zados.
Paptis p/oprios para enfeitar bollos e
bandeijas.
Brincos protos com dourados-(ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos gailoes, franjas e tranca de
seda e de laa, para enfeites de vestidos-.
totes de todas- as copes e molde novo
pan o mesmo fim.
Tram.as pretas com vkfirilhos sendo coto
jienaeiites e sem elles.
Botes pretos eom-vidiilbos com pingen-
tes osem elles.
Lirvas de pellica, camunfa e excosaia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos;
Delicados lequo de mareperula, mar-
fim, osso e faia.
Eswrtiibo simpes e bordados.
| Bcugalas de baleia.
Finalmente, um completo- sortimento>d
miudezas a ra da-Quermao n. 21, na-
Nova Esperanca.
Collares anodinos elleetro-magnett
e&$ contra as convalees das
crwmcaf.
lflMMfta a menor duvida, dtque moito
collares se vender por abi> iuiitulados- o*
verdadeiios de Ro^er, e e:.poqae muito
pais de familias tSo creem.(|Cprano-os;i
no efJeito promettid, o que s- pdem dar
os vendadeiros; a Nova Espeiranca, porm
que detesta a falsificaro prine%talmente. nt
que pespeita ao be estar da aunlanidade
fez orna encommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que s5o o*
verdadt'iros de Royer, que a tantas crean
cas tem salvado do terrivel' ioeommod dt
convalees, assfc pois preciso, que-ve
nham a Nova Esperanca a- ima do Queimadc
n. 21 comprarera o salva-, vida, para seua-
filhuibos, antes 05 estes- sejam acorraaetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser di-
fReiPaleancar-se o effeito desejado, ebors4
sejam empregados os ferdadeiros collareja
de Royer.
SUPERIORES fitas de grosdenaples de todas as
cores e larguras de velado preto e de cores, e
gurguro para cintos.
RARADINHOS e entremeios bordados.
GUARNICOES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilhos e pingentes.
BOTES de cores, brancos e pretcs com vidrilhos
lisos e com pingentes.
DEDAES de mafl. iperola, de marfim, de 650 e
metal.
THESOURAS finas para costura e unhas.
CAIVETES finos com quatro foihas. E muitos
outros artigos de miudezas qae se torna enfa-
donho menciona-los.
Tudo se vende por presos bastante commodos.
MASS.4 e XAROPE
DECODEINADEBERTHE!
Prconlsados por todos os mdicos contri os I
DEKLXOS, CATHARROS, E TODAS ASI
laRlTACOES DO PEITO.
K. B. O Xarope de Codeina que mirea honra, alta bem rara entre ot Medcame itoi
novos, de uf regittrado como um doe mcdca-l
memos ofJ'tcWet do Imperio Francet disp'itsa\
quutquer elogio.
AVISO. Por causa da reprrliensivd filsi-l
ficaciii que tem suscitado o fclii resultado do I
Xarope e massa de Bcrih somos forc^des al
lembrar que csies metcamenlos lafl jusiaru ule j
concciiuados s se ^^-^
reudeju em caixiu- -^r^ Jt
Lasefrjci'b levando C***^VQ '&f/5t'*A I
trente. ^^
46, Ru des colcs, t na Pliarniacia CcnirajJ
de Franca, 7, Huc de Joiiy, cm J'aris, <
todas as Pliaimacias pi incipaes do Braill.
CARNAUBA
Vende-se superior cera de carnauba em de
cas, por preco mais barato do que em outra quas-
quer parte ; na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada gal oupenii-
Deposito especial-
Pharmacia de Bartholomeo C.
34Ra larga do Rosario------34.
Para familias
Grande Bazar, ra \ova as.
S8, de Caraelro Vianoa & !..
Acaba do chegar a este estabeleciment<.
grande porco de machinas para costuras, do
autor Wheeier Wlsoo, approvadas na ulti-
ma exposicSo de Paris, as quaas cozem com
dous pospon tos toda a costura, e tem a
vantagem de ser to suave o movwwnto.
que qualquer crianca de oito annos fcil-
mente trabalha, e pode, com. este entrete-
nimento, levar vantagem ao servifo diario
de trrnta costnreiras. A compreheDsSo
simpjes, pois em um quarto de hora se i-
ca senhor do movimento da machina, ter -
do a mesma a proprieilade de azer as se-
guintes costuras: pospontar, abainhar,
fraozir, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompnhaawias. Os pro-
prietarios do estabelecimonto se encarre-
gam de mandar ensinar n'esta cidade, a
garantem entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nSo trabalhar co
perfei^o a machina vendida, nao tendo.
porm, soffrido ella alguma avaria. Ilatam
bem no mesmo estabelecimento macbmaa
do autor Grower A Baker, de trabalho sim-
plesmente mo, e outras com movimento
I dos ps; e mxime todos os pertences das
| mesmas machinas, para vender avnfso.
GAZ GAZ GT"
Cheirou ao antigo deposito de Heiry Forster &
C. ra do Imperador, nm carregamento de ai
de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho per menos preco do qne em putra qwil-
quer parte.________________
Cimento inglez
De primeira qualidade em barris grandes,
que se vende por menos do que em qual-
quer outra parte: na ra Larga do Rozano
n.34 botica. '._______________
ZES
de superiores qualidades, a precos commodos : na
ra do Vigario n. 16, Io andar, escriptorio de
Joaquim Gerardo de Bastos.
VENDE-SE
azeite de dend a 800 rs. a garra*
fa: na ra Novan. 3.
FUNDICAO DOBOWMAN
Hua do IIriini n. 5*.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batidoi fundido.
Rodas dentadas, pata moer com. agoa.
vapor e animaos.
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assucar.
E oufros muitos objectos, etc. etc., pro*
piios para agricultura.
Vendem Augusto F. de Oliveira i (Ti ru
^mmercio, n. 42. _
Livros de direito e prepara
torios
Vendem-ae os seguintes livros ; OrtoUm 7*000,
Oudol, 71, Belime, 9*, Lagrange, i#500, Chauna,
4, Barbe, 3*. Historia Sagrada, lw. Historia do
Brasil; 1)5, Magnum Lexicum, 5*, Virgilio (3 to-
mos) H, Cicero, 14, Lito-Livio, 1, Epitome, i I:
na ra da Imperatriz u. 58,
I
>



i
I f

i-
I ,%
Diario de Pernambueo Qunita
1869.
. 7
Ocordeiro previdente
Rna do Qiiciuiado n. 1.
Novo e variado sortimento de pe-fumarias
unas, e eutros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effectivamente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade de objectos, supcriori-
dade, qualdades e commodidades de pre-
sos ; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciac3o
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, n3o se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidao
e barateza. Em dita loja encontrado os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos memores e maisacreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
asseia da bocea.
Gosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos c latas, maiores e menores, com
pomada flna para cabello.
Frasoos com dita japoneza, transparente
e outras qualdades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do lino e agradavel chei-
ro de vilela.
Outras concentradas e de cheiros igual
oente Anas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
EAracto d'oleo de superior qualidade,
com escollados cheiros, em frascos de diffe-
i-entestamanhos.
Sabonetes em 'barras, maiores e menores
para mes.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinlia para barba.
Caisinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com po de arroz
boneca.
Especial po de arroz sera composicao de
cheiro, e por isso o mais proprio para enan-
cas.
Opiata ingleza e francezapara.dentes.
Pos de camphora e outras dilTerentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com fflets de vidrilhos
e alguns d'elles ornados de llores e litas,
esto todos expostos apreciaco de quem
os preteoda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS R0RDAD6S.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivellas e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa eseollia ao gosto do-com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de melhor se pode encontrar oeste
genero, -sohresahindo os delicados ramos
orvalhad)s para coques.
Para vtagem.
Bolsas de tapete eoarteiras de couro, por
precos commodos.
Cbapclinas de paha da Italia mu bem
enfeitadas, e enfeites de lloros fibra du bam
gosto.
E assim -amitos outros objectos que se-
jo presentes a quem <>e dirigir dita loja
do Cordeiro Providente a rui do Queimado
n. 16.
ENFE1TES DE PALIIA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Previdente i ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
ludo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQUELLES".
Receben outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de galloes de laa, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos e apreciados: comparecSo pois os pro-
pendentes que serio servidos a contento.
TO BEM RECEREU.
.Novo provimento de bicos e rendas de
.guepure.
LVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para hornen-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimado n. 16.
ANUID. FEGHmCHAS
QUE SE LIQUIDAM
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
FARINHA J)E
DIDCA
DO
8(Daoa m Qiai?aiaaiiaiiaia m
DE
FLIX PEREIRA DA NIIYYV
O proprietario d'este estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
jital a vr surtir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como de
lei, assim como de um grande sortimento de roupas para homens a meninos, e as
pessoas que negociam em pequea escala, tanto da praca como do mato, aesta casa
poderao fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porcSes, veno.cn lo-se-lhes
pelos presos que se compram as casas inglezas ; assim como as excellentissimas fami-
lias, poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se Ihe as mandam
levar em suas casas pelos caixiros d'este estabelecimento, que se acha aberto con-
stantemente desde s 6 horas da manha s
ALTA NOVIDADE
A LOJA DO PAVO
Gurguro de seda
Chcgaram pelo ultimo vapor os mais bo-
aitos gurgures de seda, proprios para ves-
idos, sendo lisos e lavradinhos, com muito
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
!inda e de mais phantasia qiie este anno tem
jhegado a este mercado, o vende-se por
preso muito razoavel, na ra da Imperatra
a. 60, de Flix Pereira da Silva.
CHAPENAS
DA
ULTIMA MODA
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E D1ASTAEX.
Remedio por excedencia para cura certa
as digestes diffieeis e completas, a calmar
asdores gastralgias, e reparar as forcas
produzindfl urna assimulaco completa dos
alimentos; sendo mais ura excellente tnico.
PHARMACIA "e DROGARA
DB
BarthGloEuen ft C.
3t-RUA LARGA DO ROSARIO34
IV
DE
Francisco Autouto deCarvalho
t Companhla
(SCCESSORES DE REG & MOURA )
Rua Nava n. 24.
Os proprietario dest estabelecimento fazem
diente as publico feito e vanado lorbmento de pannos finos, case-
miras, brins e outras fazendas de gostos modernos,
as quaes vendem por precos raaoaveis. Os raes-
mos scieniflcam, que tendo admittido para sna
offleina de alfaiatc um artista hbil no desempe-
nho de sua3 funcijoes, recebem qualquer encom-
roenda de roupa por medidas, prometiendo uatis-
fazerem com pontnalidade e presteza qualquer pe-
dido neste sentido.
Libras esterlinas, na raa da Cadeia
Rocife, n. 88.
do
Ra do Livramento n. 20.
Cambraias de legantes padrito, modernas, a
400 rs.o covado.
Chcgaram para a loja do Pavao as mais
ricas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfeitadas, com enfeites e fitas de
setim e de todas as crese com ricos bicos
de blond e as mais lindas e finas flores,
vendendo-se cada trma pelo barato pres de
lo#060, garantindo-se serem muflo mais
bonitas do que eutras que se vendem em
outras partes a 205 e 250, e entre ellas
ha mais do que um modello, tambem tem
muitas de pratinhe, proprias para mosas e
meninas, isto na na da Imperatriz n. 60
loja do Pavo. de Flix Pereira da Silva.
Esplendido sortimento de
Alpacas lavradas de cores a .i
Aipacas a 560 Alpacas a 560
Alpacas de cores
Na loja do Pavao ra da Imperatriz n.
60, vende-se uas poucos de mil covados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e bonitas coros,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo%entre ellas azul, lyrie, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muito miudinho6 assentados em urna s
cor; |)ara se poder retalhar esta fazenda
pelo barato pregt de 560 rs. o covado, fo
preciso fazer-se urna grande compra deste
artigo, o qual grande pe-chincha.
tos jct mil covados de cassac
fra acezas
Co.-^do a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
'Vende-se na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 00 urna grande^ quantidade de
mil covados das ielhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos o gia-
dos, assentados em todas as cores, estas
cassas sao pi-opriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
serem muito bonitos, sao todos ixos e seria
fazenda para muito mais.dnhero, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
lispartilkos a 3 *0 ua loja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de esparti-
'liws modernos com o competente cord,
tendo sortimento de todos os tamanbos, e
vendem-se a 341 cada um.
PUNHOS COM GOLINHAS A 640 E 11
Vende-se urna porco de punhos com
golinhas ricamente bordados, de esguio de
linho, sendo brancos a 1^000 cada terno, e
bordados de cor a 640 rs. para acabar.
Assim eomo ricos pares de manguitos mo-
dernos com goliinhas e punhos bordados a
15000 rs. cada um.
ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 500
RS. SO O PAVO VENDE
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Covado a 500 rs.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porco de alpacas
lavradas com os mais lindos padroes listra-
dos e com llores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande pechincha, por se terem
comprado unas poucas de caixas e vende-se
pelo barato nreco de 500 rs. o covado.
Chales
CHALES
CHALES
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60, vende-se um bonito sortimento dos me-
Ihorcs chales, sendo de fil preto com mui-
to ricas palmas bordadas de cores, ditos de
merino liso de todas as cotes, ditos estam-
pados e ditos de crepon com os desenhos
mais bonitos que tem vindo ao mercado.
PELERINAS DE CROCH A 8#, 10^000
E I2000
Chegaram para a loja do Pavo as mais
modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
rinas de fil e croch que 6e vendem a 8 e
10,> e m.
mm PECHINCHA
EM
PERCALLAS
A pataca o covado
PERCALLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
9 da noute.
Casemiras da moda
NA
loja no 11 % vio
Cliegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
cas, paletots ecoletes, tendo lisas, com lis-
tras e com listra ao lado, tindo para todos
os presos, e alianca-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer pega do obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
Aos quinhentos; palitots
a 18$ e201000.
Na toja do Pavo ra da Imperatriz n.
00, vendem-se urna grande porco de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos ,de panno preto, sendo obra
muito bem acabada pelos baratos precos
de 183, sendo forrados de alpaca, e de
20$ forrados de seda; esta fazenda a nao
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm liquida-se
esta pechincha pelos precos cima.
lazluhas ai 'JtOrs.
Vendem-se lazinhas para vestidos e rou-
pas de meninos, sendo to encorpadas
como chitas, pelo barato preco de 240 rs.
o covado.
POUPELINAS A30ORS O COVADO,
Na loja do Pavao, na ra da Imperatriz
n. 00, vende-se ura .grande sortimento das
mais lindas poupelines ou 'asinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creancas, com as uiais riodernas bo-
nitas cres ; padraos com listrinhas raiudi-
nhas, que se vendem pelo liarato preco de
500 rs. o covado, pechincha que se acha
nicamente na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. 60.
AS CAMBAALAS DO PAVO
Vendem-se imissimas pecis de cambraias
lizas transpareates tanto ingezas comosuis-
sas tendo mais de vara de largura, petos
precos como finissimos organdys branco liso (pie
serve para vestidos de baile.'., por sermuito
transparente a 10000, a vara, na loja do
Pavo ra da Impera'iz n. 00, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para camas e janellae.
Vende-se um grande sortimento aos me-
mores e maiores cortinado; bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
i'.em a 120000 rs. cada par at 250000 rs,
islo na ra da Imperatriz fu 60, de Flix
Pereira da Silva.
Cretone para lene/>es cora 10
palmos de largura a 2$,
Acaba de chegar .esta nova e excellente
fazenda branca propria par lences de um
s panno, garantindo-se que um metro e
urna quarta ou um metro e meio d um
excellente lencol de um so panno, assim
como esta boa fazenda tambera muito
propria para toalhas de me::a, rosto etc. e
outros mysteres e vende-se pelo baratsi-
mo preco de 20 cada metro.
ALPACAODECORDAOPARA VESTIDLA i
Chegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, sendo de cordSD e com mais
largura do que a alpaca, com as mais lindas
cores, como sejam Rismark, lyrio, perolas,
roxo, cor de canna, magenta etc. e vnde-
se pelo baratissimo preco da 10 o covado.
Grosdenaples preto
Vende-se um grande sortimento dos me-
Ihores grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, sendo de 20000 re. o
covado at 40000 rs. gar,mtindo-se que
n'este genero ningaem tem melhor fazenda e
i ue se vende mais barato do que em outra
qualquer parte, na^rua da Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira d Silva.
11-KUA DO QUEINAD0--11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com maula e apella para uuivas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
SAHIDAS DE RAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais lindo.
PASQUINESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras .delicadamente bordados.
BALOESbrancos e de cores para senhoras e meninas, espartilhos, saias bor-
dadas, e saias de 15a com barras de cor.
GORGURO-de seda branco e preto para vestidos, sedas de ores, moirean-
tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, bombazinas pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lain
Tintara indelevel para tmgir os cabellos,
sem manchar a pelle.
A bem conceiluada agua-florida deGuis-
Uain que entao era desconhecida em Per-
nambueo, j boje estimada e procurada
por seu efiQcaz resultado, -e anda mais se-
r, quando a noticia de seu bom efieito e a
experiencia tomar de todos conhecida.
A agua-florida de Guislain composta ni-
camente de vegetaes inffensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabeflos, quaF.do estiverem bran-
cos, e Ihes restituir o brilbo perdido, e as-
sim como preservar de embranquecec, sem
ser prejudicial de modo algum
ET porm necessario fazer conhecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas .pes-
joas tal vez supponbam, mais sim ser pre-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado:, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
vezespor mez, contando sempre com ohosi
xito, podendo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Agnia Branca i
ra do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
cSo de eua boa freguezia, tambem capricha
em n5o Hi'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honran, e em prova ao que tica dito, d
como exemplo o esplendido sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
do-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos (eneros que
o de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livrosde missa
e oraco, obras de apurado gosto e perfei-
?o, sendo: om capas de madreperola e
tocantes quaih-os em alto relevo.
Ditos com ditas de marfim igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros m
tando charo machetado.
Ditos com (Utas de marroquim com cruz
e guarm'co, dourada ou plateada.
Coreas e tercos de cornalina.

Assirn como.
Grande e bello sortimento de leques
todos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc. etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas c senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodSo, alvas, e
cruas para meninas e senhoras.
Luvas de fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, mulhercs e
meninos.
Goliinhas e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-meios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
Superior farinha de mandioca recente-
mente chegada de ?anta Catharina, vnde-
se a preco como lo a bordo dobrigue alie-
mao Lino, tundeado defronde do trapiche
do Exai. Sr. bario do Livramento ; a tra-
tar a bordo de nie.-mo, ou no escriptorio
de Joaquina .los Concalves Beltro, ra
do Commercio n. 17.
una canoa proprta
(.'iicavli: da e
pregada a cobre, tmn de comprimen o 40 palmo-; e
bocea palmos, c lambn* servo para capim por
ser imiiti leveira : nos Rismedioa, sitio rpie foi do
finado padre Lo-sa. o para inforiuaco, na ma do
Vlgarto n. ti com Francisee MarUas de Arnoriin.
Vende-s.*. una preta de nieia idade que co-
zinlia bem e engomuia solTrtvel, io tem lck-s
ncni acli.'Hjiies : na ra Direitan. 43, 2 andar.
Attenco.
Vendem-se os ferros deoimveso cede-fe a casa
ao comprador : a tratar at as 7 t|2 horas da ma-
nhSa ou 3a. 4 da larde em dianle, no pateo (!o
Carmo, es Devoccs
Acha-se venda na raa do Imperador n. li,
delronte do eonveoto de 8. FraneUco, a bem eo-
nhevida trezena do plorioso Santo Antonio, e o
rosarlo e offitfo dos dorarnos que serosa nas sc-
irund.'iS-feir.'is do anuo no hospicio de N. S. da
Penha.
Vende-se urna boa ( era va de idade de 20
annos, perleiti enfommadeira >'. (ostun-ira, re-
colhida e tem boa conduela, cinco ditas de idade
de 17 a 23 anuos, todas com habilidades de en-
Roinmar, coze e cozinhar, duas difas muito ro-
bustas, e um negro proprio para engenho : na
travessa do Carino n. I.
Grande deposito de palbas para empa-
lliar cadeiras, a qual se vende muito em
conta: na ra das CrU7.es D. 25.
Batatas
a 15200 o i?o : na ra da Madre de Deosn. 7.
Oipos com 38 libras, muito bo.-.s.
Vendo-se um braco novo de batanea do a,,-
tor Koniao, com as competentes conchas e pesos,
proprio para armazem de assarar e outros estabe-
lecimenlos :_no trapiche Guerra.
Attenco
Vendo-se por preisSo e barato una casa nova
de pedia o cal bem construida, em chao proprio,
sita no Eoeanaroento, prxima a estacaodo Parna-
nieirim : a tratar m inostno logar. Da taberna,
ou no Forte do Mattos n. 2, becco da Iiuia. das *J
as 2 horas da tarde.
- -E OS PRODIGIOSOS
ESCRAVOS FUGS550S.
ro, um mulato claro de nome Justino, estatura re-
gular, cabellos carapinhos e meios ruivos, pouca
barba, tem moa pina preta no canto do olho di-
reito e um lalbo ida costas ao mesmo lado ; levnu
vestido camisa de chita com lisias verdes, e asa
de una cinta com borla encarnada para apertar
as i alcas, natural de Sania Auna do Mano na,
provincia do Rio-Grande do Norte, para onde tai-
vez queira ir. tambem muito de.-i-nibaracado !
fallar. Recommenda-se aos mesires de barraca
ou a quabuier pessoa que o agarrar, e levar a ra
do Trapiche n. 4 oua bordo do referido navio que
ser generosamente gratificado.
Anneis e collares Rover para'creancas.
Bonitos caases ou* bolsinlias de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caisinhas de vidro
om pedi-as, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de llores com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gen s.
Brincos e aifinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas.
Ocsciavo Benedicto Sapocaia se acha fgido
desde o da 24 te mareo prximo pausado, en
desde o da 30 como por eagun ase no annun-
clo de lonlein ; tem elle os signaes sepuintes : al-
tura regular, um pouco magro, cara comprida,
muito pouca barba, tem as pernas alguma eeosa
cmbelas e os ps meio apalhelados, tem falta de
don-i ou (res denles na frente, muitb flota e gosia
de andar engommafk) : quem o pegar leve-o ao
enfeitadas e8Cn'P,rio da ra do Imperador n. 24, a Joaijuim
; S. P. de Siqueira Cavaleanti.
NOVIDADE
KA
BOA-VISTA
ARARA
Declara os seus freguezes que aecebeu
Receben novo sortimento de fazandas
i para seu estabelecimento na ra da Impe-
ratriz n. 50, de Louronco Pereira Mondes
GuimarSes.
Attenco.
diversas qualidades de fazendas que esto'
expostas a venda pelo baratiss,mo preco,! vendem-se Cortes de' Ha irr.nnnimntr^
Srize,n7d|SleannUnC0' RUa ^^V^^^mmSfX.
O^proprietario, Lourenco Pereira Gui- Rua BJffiXwtt1- "
"UTAS FRANCEZAS a 280 rs. |/2^JPS! lS^ft Sft
Jffsz cohtafanTs w a l^ulmfi& t ue,ja d0
0 e 400 re. o covado. Rua da Impera- RECADOS MODERNOS PARA VESTIDOS
Fngio do engenho Poco, frcgoeifa de Agoa-Pre-
ta, na ooite de domingo, 18 po eorrenle, para o
amanbecerdesegnnda-feira, ludo mesmo, oes-
cravo Benedicto, que foi comprad? no Recito ao
Si Antonio los Vieira de Souza, no da 7 de abril
do crreme me/, cojo esvara tem o< signacn se-
guintes : rrioulo, de 33 annode idade. cor prel i,
altura regular, corpo regular, testa muito cantuda,
rosto um pouco descarnado, nariz afilado, pouca
barba, faifa de dente?, ps e mos bem feiios, eba-
po do Chile j remo, ou boaet, boa camisa de
ipofio de prega larga, ou de algodio branc ,
levando a roupa dentro de um saceo J remo, o
qual deve ter i marca Poco quem o.pegar
leve-o ;o engenho cima a sen senW, ou roa
da Pnna, a Genuino Jo da Rosa, que reeeber
lOO de gralilieaeao. Descoulia-se 1er ido para
Porto Calvo, ond.e era i scravo de Francisco No-
gueira Castalio Branco, engenho ("tinga ou S Jos
da Cora Grande.
roupas fetas
NA LOJA DO PAVO A RUA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo calcas palitots e coletas de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de oannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maiorpromp-
tidao vontade do freguez, e n5o sendo
obligados a acceila-las, quando n5o stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e ingleza;;, ceroulas de
linho e algodo e outros nuitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Narrada Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
_ ,. PERCALLAS A 320 RS.
Na loja do Pav5o ru da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porco de per- f ade Pechincha, na loja e
callas francezas proprias para vestidos, sen- av5?' a a If""
do de cores fixas e mais larga que as chi-i Pere,ra da s,lva-
0 atoalhado do PavSo.
COLCHAS PARA CAMA A $0000.
Vendcm-se colchas de fustio adamasca-
das para cama, pelo barato pre$o de 5jJ,
armazem do
PavSo, rua da Imperatriz n. 80, de Flix
tas, tendo os pannos muito encornados e
com os desenhos mais bonitos que tem
vindo ao mercado, tendo padroes miudos e
grados o vende-se pelo baratissimo preco
rs. o covado, garantido-so estar esta
VAde-se superior atoalhado de algodo
om 8 palmos de largura, adamascado a
W200 a vara; dito de linho fazenda muito
iuperior a 3#200 a vara ; giardanapos de
ni 01( S?-re.,t0 estad* e vendendo-se linho adamascados a WM a duzia e muito
por esebarltssimo preco para apurar di- anos a 8$000, e ditos econoiah-os. a 3,J500
lnhe,ro- i duzia.
triz loja da Arara n. 72.
MADAPOLO A 54000.
Vendem-se pecas de raadap^lo de 24
ijardas a 1$, 60, 7)51, 8f, H e iQ$, pecas
de algod5o 40, H e 7,J000.
CORTES DECALCAS A 640 rs.
Vendem-se cortes de calca de castor e
brim para calca de homem a 64o e 800 rs.
brins de cores para roupas de meninos e
homens a 400 e 500 rs. o covado.
RISCACO FRANCEZ FINO. 160 rs.
Vende-se riscado francez para vestido
de senhora a 360 rs. o covado.
Cassa franceza a 320 e 360 rs. o covado.
ALPACAS DECORES aS.O^s. O COVADO
Vendem-se alpacas ile cores para vesti-
do de senhora a 800 e 900 rs. o covado.
Jiaslnhas a tiO rs. o covado.
Vendem se laatehas paravestido de se-
nhora a 240, *P0, 320 e 300 ts. o cova-
do.
Ronpa feita de todas as qualfi-
des.
Vende-se roupa feita, calcas de casemira
paletos e collctes de todas as qualidades,
tudo por muito barato prego.
Cortes de barejes de la a
SSOO.
Vendem-se cortes de barejes de la para
vestido de senhora a M' 0 o 30000. Ra-
loes de 30arcos a 14500 ; .ditos moder-
nos de cores e brancos, 50; chales de to-
das as qualidades; casemiras pretas e de
cores por barato preco; brins pardos e
brancos e de cores de linho finos tudo isto
por precos mui o baratos, s com o fim.de
-vender para apurar dinheiro e d-se amos-
tra das fazendas.
Vende-se um escravo, offleial de ferreiro,
vindo ltimamente do norte : do eseriptono de
Joaquim Jos Ooncalves Belto, raa ao Trapi-
che n. 17.
A 360 rs.
Vendem-se finissimos riscados para ves-
tidos de senhora a 360 rs. o covado, chi-
tas linas escuras e claras, 360, 400, 440
rs. o covado. Rua da Imperatriz n. 56.
LAASINHAS PARA VESTIDOS. 240 rs.
Vendem-se lasinhas para vestido a 240,
280, 3*0 e 400 rs. o covado.
PECAS DE fiRIM PARA LENCOES a 80.
Vendem-se pf gas de brim hamburgo a
80, 9,!( e 100 ; pegas de bramantes de li-
nho a 20 a vara, dita de algodo a 10600
a \'ara.
PECAS EfE ALGODO A 40.
Vendem-se pegas de algodo de 20 jar-
das a 40, ditas de carne do vaca a 50 dito
superior qualidade 65 e 7 a peca.
CHITAS FRANCESAS A 280 rs.
Vendem-se chitas francezas para vesti-
dos a 280, 320 e 300 .rs. o covado, ganga
para caiga a 320 rs. o covado, brim de cor
para caigas e paletots e roupa de menino
a 400 rs. o covado, bales de arcos a
|-I05'OO, baloes modernos decores e bran-
cos a 30, chapeos de sol de alpaca, 30500,
ditos de seda 100, e 120. Roupa feita de
todas as qualidades por milito barato prego
alpacas de cor para vestidas de senhoras,
chales de todas as qualidades e oulras mui-
tas fazendas.
Escravo fgido.
Fogio no da 11 do c rrente mez as 8 112
hora da noute oeseravo Antonio, preto. re
naco, idade 48 annos, pouco mais ou me-
nos, estatura baixa, barbado com falta de
(lentes na frente,quando anda parece que-
rer cochear de urna perna, levuu urna
trouxa de roupa com caigas de algodo
azul, de listra e brim pardo, camisas de
lista azul e algodo riscado: quem o pegar
leve-o ao seu Sr. Jos Gomes Leal, na rua
da Imperatriz, sobrado n. 15 ou na rua da
Cadeia escritorio n, 56 que ser gratificado.
ATTENCO
da
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredila-
da fabrica do Risquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdenle de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just, rua do
commercie n, 32. .
Vende-eo um so im em meio uso: na ruaa d
ConceiVo na Boa-vista n. 17.
Fugiram do engenho Morenos, no da '10
abril prximo-paseado, os esreavos sepuintes :
Mu linho, cabra, eom idade de 40 aanot>, alio,
secco, rosto magro, eom muito pouca barba, ar
alegre, e falla grossa ; este escravo foi do Sr. Se-
lKi>-io Jos Mendes um, morador em Afeados, c
depois foi do Sr. coronel Lial.
Lourenco, crioulo, com idade de ii anuo., al-
tura regular, sem barba, nariz grosso, falla baixo
c um pouco descancado, peenas um pouco arquea-
das, eanellas linas, ps magros qus so v bem os
tendoes dos oiesmos; este escravo foi da sen1
. Mana dos Ania delS Barreto, irniia do Si".
coronal Antonio Pedro de S Barreto, costana oc-
cullar-secm Santo Amaro, no leeife, ao p da
fundicio e otitros lugares, mas desta vez fugio
para u lado da Kscada oti Santo Aiiliio.
Cirneme, pardo acaboelado, idade 32 anuo1-,
barbado, omos grandes e amortecidos, catatara
media, secn, pernas e ps regulares, carn
traba Iba mal de machado em lavragem de ma>
ra ; esie escravo foi do Sr. major Manoel de S )u-
za Leai, senbor do engenho Gruja de Cima, e te-
guio o;n eompanhia de Lourenco tambero para a
freguezia da Escada ou Santo Antao. Os tres es-
cravos de que trata este annuneio, todos tem car-
cas de castigos ^quem.os apptehender leve-ot ao
engenho Moreno?, quereceber I00 de gratii.
ea i por cada um.
Mulato fgido
Desappareceu da casa de morada de. Jos Alus
da Silva Guimariea o seu escravo unlatfl de n
Trujano, que representa ter trinta e tanto* a qua-
ronU anuos, temi levado
branca, o tem os signaos mui!"
caraolho e urna queimadm
que o mesmo anda pela rua da i
Pora de Portal : quem o apprcherder o levara a
,i senhor, ua filiados Rao?, on na rua
lo fazendas n. *7, que se gratificara.


8.
Diario de Pernambuco Quintar feira 20 de Maio de 1869.
mmTURA.
Uim iniode tariaaba rale mal*
|ue dou de C'olinbra
CONT DE NINHA AYO
(A Araiio As
Tres joviaes estudantes,
Ao romper da madrugada,
Altercando em altas vwra
Su!uiam por longa estrada.
E acntenla, que entre amigos
Mova tanto alvoroco,
s Cifrava-se em nenhm d'elles
Qu'rer dos tres pagar'o almoco.
Talvez magreza as bolsas
Provocasse esta porlia,
Pois de crer que aos rapazes
Nao faltasse bizarra.
aPaga tu, dizia um d'elles,
Quem tem dinheiro quem brilha,
Antes gasta-la em almoeos
Do que perde-lo manilha.
Paga tu, outro "bradavff,
Nao sejas unlias.de lome;
J que teu pai fldalgo
Nao lhe rebaixcs o nome.
Pague qualquer de voces
Gritava aullo o terceiro,
i Se me baldo a uns seis patacos
Ficoestemez sem dinheiro...
K, demais, nao me cempetem
As acc5es. cavalheirosas,
Onde esli representantes
De familias dinheirosas.
Proseguindo esta contenda
C da vez mais animada.
Encontrara um lobo morto
Atravessado na estrada.
Pararam a contempla-lo,
Tiveram-ivo por gigante;
K logo p'ra os companbeiros
Disse o mais velbo estudante:
Vamos resolver o casa:
Por vates lodos nos temos;
Vcnliam valer-nos as musas
Neste aperto em que nos vemos.
Seja pago o nosso almoco
Pelo o de nos, desastrado,
a Que lizer a peior quadra
i A o lobo vil malfadado.
Foi approvada a lembranca,
E cada-um dos esludantes
Logo noar apinhou
As precisas consoantes. ^
A o lobo fizeram roda,
E, auctovisados p'las vestes,
Os versos que all disseram.
A (pial peior, furam estes:
Este lobo, que aqu vem
A cadver reiluzido,
Sempre tudo comeu cr...
Nada comia cosido.'"
Este lobo facanhudo,
Em quanto no mundo andou,
Muttos cabritos comeu,
Mas ncnlinm d'elles pagou !
Este lolio em qjianto vivo
Corren por muita floresta...
Porm das suas jornadas
A peior que fez foi esta!
Um louva os versos do outro,
Este reprova os que Lz,
Aquelle nao quer pagar,
Eei-los emgujrra ontra vez.
Mas quando mais se accendia
O debate acalorado
Vem f|ne ao longe na estrada
Vinba aportando um soldado.
E diz um dos estudantes
Aos amibos contendores: __ ^_
Em toda a parle afamados
Sao de tarimha os doutores:
O soldado que la vem
E para nos se encaminha,
c Decidir a contenda
Que tanto nos cufocinlia.
Pois seja, volvem os outros,
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
POE
Paulo Fval
Primeira parte
IV
A Mlha de lelie.
Conlinuaeo do n. 112.)
Ao bater das duas horas, atravesso um
homem a ponte de Vaucelles, e parou
meio della, lanzando um olhar rpido para
a frente e para traz de si. Estavam deser-
tas as immediaces. Despio lesto urna
blusa parda que trazia, enrolou nellao
barrete de laa, e lancou a trouxa ao rio,
depois de lhe alar um pedregulbo.
Em seguida, vestido como estava de
fial$a de ganga azul, com a caboca na e
em mangas do camisa, metteu-se aos cam-
pos que Acata dreita da estrada de
Alearon. Leva va alguma cousa n'um lenco.
de seda ; nao era objecto duro nem pesado,
nem o embaracava ao saltar os vallados.
Nos sitios encobertos caminhava muito de-
pressa ; de contrario, ia de naos as algi-
beiras, cem o corpo alumbrado, e canta-
leando ; ^lir-se-bia um campaneo embriaga-
do que perder o tino da casa. Encontra-
se disto l para a Normandfa como em qual-
quer outra parte.
Dava grandes voltas pera evitar os casaos,
quo abundam naquelles campos. Se um
cao ladrava ao longe,. parava a tremer c
E usperampelo soldado
A quem o caso do almoco
Foi brevemento contado.
Em seguida lhe disseram
Os versos ao lobo feitos,
Affirmando-lhe qtie sna
Deciso 'stavam stijeitos.
O soldado ouve-os a serio,
E d'est'arte respondeu:
P'ra caso de tanla monta,
Meus senhores, quem son eu.
Um pobre soldado raso,
Raso quanto pode ser...
Que inda nao chegou a cabo
Por nao saber escrever?
Mas como tanto me apertam,
E pedem com tal maneira,
L vai verso... Mas desculpem
Porque a musa tarimbeira.
Pedio que os seus repetissem;
Repetiram de boin grado;
E logo mui gravemente
Lhesrespondeu o soldado:
Sao d'escacha pecegtieire!
Niiosei quem melhor osrfez!..
Comeremos todos quatro,
E pagaro todos tres.
A quadra foi festejada
Com verdadeiro alvoroco,
E ao soldado os estudantes
Foram pagar o almoco.
Elle mesa os regalou
De ancdotas e bons contos,
E sempre a todo o proposito
Acudi com ditos promptos.
Os estudantes folgaram,
Estavam como encantados,
E deram-se por bera pagos
De terem sido logrados.
Com justica seapregoa,
Disse umfilho de Cezimbra
Que de tarimba um s anno
Vale por dois de Coimbra.
SOB O III M. O
(AO ME AMIGO X. DA CNHA)
(Concluso)
E' assim o passado. Sob o veu da nou-
te que b envolve e esconde parece sentir-se
s vezes palpitar de vida 1 ,
O presente ceg de jactancia e de vai-
dade gloria-se a todas as horas das suas
descobertas, das suas conquistas, das ma-
ravilhas do s-u genio 1 Ufane se, muito
embora. Pode simular energa : mas nao
se lhe v alma nem fogo ; nao se lhe en-
contra vico nem juvenlude.
No me da sua actividade material pa
rece mais agitar-se e debater-se as convul-
ses de um galvanismo artificial, do que
mover-se espontanea e conscientemente pe-
lo impulso de um principio vital. Isto ,
tanto vida, como a epilepsia saude. vi-
da o rytbmo, a harmona, o perfeito
equilibrio: toda a aberrarlo, na ordem
phisiologica, desvio mrbido, e na ordem
csmica cabos. Ora a epilepisa social,
como o paralylico do Evangelho, cura-se
com a f.
A sociedade continuar condemnada a
essa agitafo estril, em quanto seno ligar
estreitamente a um principio e a urna
crenca.
Velo isto a proposito de urna festa cam -
pestre de outr'ora. J as nao ha, como a
imaginado nol-as figura, ou como as ouvi-
mos contaraos que. ainda poderam vel-as ;
simples, graciosas, respirando urna alegra
verdadeira o placida,* e nao o buligoso es-
touvamento da vertigem ; repetindo pelas
arcaras do arvoredo a toada saudosa da
vida; reflectindo nos rostos esperancas, ple-
nitude de alma, e contentairiento intimo, e
deixando longo lempo nos coracSes urna
recordado grata e suave I Apraz-me sonlia
las assim cluias'dc elegancia despretenciosa,
e exhalando um perfume delicado, como as
flores agrestes, que privadas de cultura,
rescendem comtudo suavissimo aroma I
E efa assim a que, n'nma formosa ala-
meda situada ao fim da planicie anterior
mente descripta, liaba lugar por um do-
mingo de maio.
vaeciam-se n'um vago e prolongelo fn>mtio,'
semelhante a un suspiro saudjhso e longo.
Q,sol declinava rpidamente tm Horisontei
projectando ao longe as someras dts arvo-
res e das montanhas. Siffemut do*- sentado
solwe-uin parapeito da aWWe*!,- ffastado
dor grupos animiflrts, o-ctm o olhar per-
dido para nondos inftnltat esc jtava aby*-
mado n'um xtasis a voz argn ina de Ali-
ce, junto de quem elle se havia eatado pon.
co antes.
Era a primeira vez, que de[ ais da volta
da loura virgem se encontravan assrmado
a lado, conservando a sos.
Contou-lhe ella as dilatadas saudades dh
ausencia, as duvidas de que mu IVio esque-
cimento podesse succeder no coraco dt
Sigismundo ao seu primeiro enlevo, as
crueis incertezas ile poder voUar. Houve-
ra um periodo em que difliculdades sobre-
viudas fizeram persuadir asta familia da
impossibilidade do regresso. Que amar-
gura, que dolorosa anciedade contivera
para ella esse tempo! Felizmente essas
dlfflculdades tinliam-se desvanei ido sem que
houvessem retardado a partida por um s
lia. Depois os receios e perigos da se-
gunde vase n, (pie lora tempestusosa. Mas
tudo isse me lizora qyasi esquecer o pra-
zer da crregadn e a iiamow i'elicidade db
de o tornar a ver, c de oonecntrar espe-
rando-a Finalmente conton-lfae que ten-
do sua familia reconhecido oiiutuo arnou-
que elle se consagravam no pretend*
tppr-se de modo algom, que pelo contra-
rio approvava esse amor, e que conside-
rando Sigismundo verdaderamente digio,
va n'elle o futuro desposado da donzella,.
como era ja, havia meitotempo, o esco-
lhido do- seu coraco.
Si gis unie envo silencioso aquella nar-
rativa, que lhe acariciava o ouvido como o
brando murmurio de urna correte chris-
talina, oucomo o ciciar da viracjio na fi>-
Ihagem, e que lhe resoava n'alma como um
cntico ociaste.
Quando a virgem acabou de fallar, disse-
Ihe:
Pois bem Acrcdltava estar inissolu-
velmente vinculado s tristezas, e nao
esperava que a fortuna podesse sorrir-me
algum din: mas visto que ella nos
entreabre horisontes limpidos, e co
diaphano, e qoe a esperanca nos illamina
o porvir, aceitemos eabenc^emos a \*en-
tura.
Ol l sim, respondeu Alice, accitemol-a
como urna benco do co.
Desde esse tempo, Sigismundo passou a
ser recebido em casa de Alice nao s como
um amigo de familia, o que aconteca ante-
riormente, mas tambem como noivo da
graciosa donzella.
o fim do vem. J as primeiras
do sal eomecavon a desMaar as- -amas ;
o verdor deaappUieca da6 campias; e todo
n'aqaelle esimireoer lnguido aiwanciava
urna despedida.
m da'foram todos dar um longo pas-
seio a cavalloi Vollararopor nim tardo
suave e placiJo, similbante aquella emque
um anno antas haviam partido de viagem.
\ meia legua prximamente de ca:a, tive-
ram a phantasia de abandonar a estrada, e
seguir um atalbo cortado pelos montes ele-
vados e ridos, que circumscrev o vale
de N... pelo oriente. Attingiram o vwo da
montanha, quando o sol se. reclii ava no
occaso. O ultimo raio veio pousa- como
um beijrnos ouro*cabellos dn donzella.
Ha n'aquelle caminho urna parte que
passa pela crista-da milUaba, timada a
pique sobre ovaHe, beira de um des-
penhadeiro abrupto. Do outro lado as
rochas angulosas tonwm impratcavil o ter-
reno.
Na occasiSrt em que chegarara a este
ponto, o cavado de AUce escwregcu sobre
arocha. O animal assnstado, e t
instincto do perigo, leo um salto violento
de lado, e pmtio n'uma fuga impe'.uosa.
A graciosa donzella perdeu o equilibrio
com a violencia do saltOy e cabio para o
lado do precipicio, e aquelle corpo gentil
foi rolando pelas escarpas baquear inanima-
da no solo. O paludo b/rio do norte
fra desfolhado e desfeito pelo spro dades-
ventura, como a folba ioorta,que varre o
tafo devastador. Quando as pestoas que
a acompanhaviim, e entre ollas Sigismundo,
se precipitaram allueinadas at aquellelugar
funesto, encontraran prostrada e tm vida
a formosa cre.itura.
Era todo um mundo de felicidade que se
esvaia com os ltimos clares do poente.
Na papte mais selvagem, e mais habitu-
almente solada da planicie, encontra-se um
monumento fnebre. O BBafO roveste as
l>edras- do tumulo, ja denegridas pelo
tempo.
Quando no outoinno as lufadas gementes
do vento do mar rumorejam na floresta,
e perpassam pelo valle com urna harmona
plangente, e as folhas seccas# arrastadas ao
longo da campia, revaml e redemoinha
com ligeiro frmito em volta d'aquMIas pe-
dra9 ignoradas, ha um encanto melanclico
que me attrahe aquelle sitio desolado,
d'onde se evolve a tr.steza solemne e reli-
giosa como um effluvio ethereo divino.
JOO M. TF.DKSCHI.
rajadas pada; as suas glorias cantadas sobre o san-
ifne ainda quenle das wcUuias que o anjo
das victorias lhe offereea em cruento holo-
causto. A klado media tiiumptia aposen-
tando posteridade os vultos maisnotaveis
dos seus goerreirbs. Grecia e Roma, esses
dous gigantes dopassado, acurvam-se para
dar passagem ao penda) triumphante da idea
nova que caminha. E ella mais tarde fe-
cunda o solo mais inhspito e leva ao seio
le seus habitantes o espirito que a anima,
sculos decorridos, a sement ento lan-
eada trra em rea acanhada brota e re-
produz-se com tal forca, que nao ha poder
qu' a detenha. Intenta por-lhe dique a vai-
dadu do homem. Mas elle*no tem poder
para tanto. Depurada no crysol dos secu-
los que atravesso, consagrada pelo sacrifi-
cio das geraro.is que lhe cairam aos ps,
caminha, o,- os resplendores que a circun-
dan! reflectindo se no futuro, illaminam os
povos que drigem para l seus olhos, vi-
dos de luz, sllenlos de liberdade, anciosos
de so apoderarem do patrimonio, regado
pelo sangue precioso do Marlyr do Goigotha,
e que leve ser-lhe entregue na hora supre-
ma da sua emancipacao.
E essa hora soou nos arraiaes do desti-
no. Que formoso dia esse A sua auro-
ra foi a da liberdade, esplendida, brilhan-
te, vivificadora 1 O seculo em que fio fortes
commoges haviam de abalar o edificio so-
cial, em que a locomotiva de va entrelazar
os povos u'um abraco eslreito, e a electrici-
dade operar prodigios, \a sciencia quebrar
as peias da superstico e Iluminar s gera-
Coes, este seculo finalmente, senhores, d'on-
de se transmittia a Iri devia desnecessaria-
mente ser o seculo das luzes, seculos aben-
(oados emque cada qual, a nao julgar-se
urna luminaria, julga-se pelo mouos urna
lamparina!
Ora isto muito serio ; se a luz intluio
no secuto por ue primeiro infiuio n'ella o
phosphoro. Nao ha efleito sem causa : a
causa da luz o phosphoro, e o elTeito
d'ella, esse esclarec ment universal de
ideas, a emancipado do tolo e do simples,
do pedaco d'asno e do asno inteiro. J
na o ha d'isto boje, gracas ao phosphoro,
ao seculo e s luzes.
E passava este amigo, este prestante
motor de civilisago e fogos de artificio
djsconhecido em tempos em que Garrett
dizia nada ficava no tinleiro. Pois ficava o
phosphoro seno fosse eu, ignorado |ahi
por mos de rapazes, e ento rapazes que
nem o diabe quiz negocios com elles.
Se um espirito observador se der ao
O phosphoro perante a philoso-
phla c a historia !!
Di?no descendente da media 6 mais co-
Os mezes que seguiram foram um dylirio
constante.. Esperanzas, doces confidencias, | nhecido que azeite e vmagre as tmoas.
projectos de felicidade futura enchiam in-
sensivelmente os dias d'aquelle formoso
estio.
Quasi sempre as lucidas manhas,?Sigis-
mundo e a donzella dirigiam-se pelo ca-
nutillo beira do riacho, e ao longo do
prado impregnado aquella hora de fragan-
;ias, evolvidas a cada lufada, como urna
urna, que volatilisa todos os seas perfumes.
Era um sitio de predilecto.
Alice, cedendo aos pensamentos interio-
res, dizia"entao com urna inllexo to meiga
na voz, que mais pareca um suspirar ti-
T nao 'admira, porque est na sua idade
de ouro : est no seu tempo e n* seu se-
clo.
Saibamos primeiro o qHe o plnsphoro.
E' a luz, Isso arrojo, disparale.Nao
, embora o pareca. A mais dbil razo
reconhece a evidencia lgica d'este racioci-
nio. Logo, se O'phosphoro nao ^xissse,
andaramos todos s escuras, s apalpadel-
las mesmo, como usa dizer-se em lingua-
gftm menns pittoresca e desbras'ada ; o se-
cuto nao affrontaria as paginas da historia
das geracoes sob um titulo pomposo, e li-
mitar-se-hia obscuridade de um anonymo
incommodo de estudar de perto a sociadadt
em todas-as
l encontrar
Esmoreca a festa. Os ltimos sons es-
mido e reprimido .
Como esta paizagem me seduz e e ao uso de tres estrellinhas para encobnr
quantos seculosdecorreriam como fcs-
tantes, se durante elles toda esta natu
reza se conservasse mmuta^el qual est
n'esta hora : e se o co transparente, a
luz serena, os horisontes ciatos, a aragem
vivificante, os perfumes agrestes, as gotas
de orvalho scintillantes na relva, a cor-
rente desusando no leito pedregoso, as
arvores, as montanhas, o verdor ; se
esta scena, e esta decoraco nos encon-
trassem aqui, n'este devaneio igual em
ambos, n'oste enlace de duas almas que
se confundem as mesmas impressoes,
e nosmesmos anhelos.
As vezes, quando ligeira bruma turv^
a transparencia dos horisontes, e envolv
as montanhas longiquas como que n'um veo
phantastico, vinha tambem urna nuvemsinha
de melancola passar na fronte, habitual-
mente lmpida e serena da formosa virgem;
mas era ento cojo* um reflexo interior do
aspecto melanclico da paizagem, e breve a
desfazia a luz de urna radiante mocidade.

Esquecidos n'este enleio,- nao sentiam fu-
gir-lhe o tempo, e comtudo approximava-se
a pecha de tolo que lhe haviam de assacar
os habitantes da la, que sao os mais Ilumi-
nados povos de que ha memoria.
Ora, eu sou muito amigo da luz, detesto
as trevas, arrelio quando as nao posso dis-
s-par, quando me vejo s escuras.-o em taes
situacoes me falta um phosphoro, que o
nnico talismn ante o qual ellas fogem e
desapparecem; conseguintemente, sou tam-
bem amigo do phosphoro, honro-me com
isso, ufano-me, e tanto que j lhe vou fa-
zer aqui a apologa e liberto assim a huma-
nklade de urna divida- de gratido para com
elle. Fai,-a-se pois jusjtira. l-'al'e-se do
phcmhoro. Dga-se que 6 o companheiro
di 3|berado homem, desde a mais eleva
da mais baixa esphera ; que o inimi-
go das trevas; que um lilho do progresso;
que to necessario nossa vida como o
sol qoe resplandece no espaco, qii3, como
estawillumina e aquece a cabana do pobre,
leva-Ine a alegra, a luz e a vidaao seio do
lar.
A idade media assignala urna poca de
convulses e de engrandecimento moral.
k sua cvilisacao, porm, firmada pela es-
suas diverssimas phases,
a influencia que sobre eila
exerce este democrtico pavio de cera ou
piU'Casquinha, que a familia Osli fez favor
de nos trazer a estos reinos, em tempos
do grande restaurador da nossa industria.
o marquez de Pombal.
A fallibilida Je do phosphoro encontra-se
igualmente em todos os clculos di vida
humana, desde o estadista majs eximio ao
ultimo dos racionaos mais obscuros. Falhara
muito. Enxofram-se as vinhas para pro-
duzirem melhor colheita, as pipas tambem
sao enxofradas, o medico aproveita o en-
xofre na sua clnica e a gente tambem raras
vezes deixa de se encofrar quando he
provam a paciencia alem dos limites ; e o
homem mesmo, se apurarmos muito o caso
nao passa de urna mecha mais ou menos
enxofrada, segundo a qualidade da isct
que.
Finalmente a cera, banindo o pudo phos-
phoro, n'essa competencia symboiica pode
ainda tomar sa como a declinaco, o amo-
lecimento e a inercia que parece anteceder
os ltimos periodos d'esta epocha que se
apresentou explosiva como o phosphoro,
rija de fibra e que agora parece derreter-
secomo a cera sob a influencia, da propria
cliamma que a animou. .
contrasto singular com a fraqueza de ttii
corpo, dirigio-se para a columna e all
comprou um sold de pao branco, de quo
comeu um pedaco, guardando o resto na
algibeira da cassea, o prosigui o seu ca-
minho dirigindo-se para o palacio do gene-
ral Zaiarczec, que, na ausencia do czar
Alexandre exercia na Polonia a autoridade
real,
Sabes quem aquelle homem ? per-
guntot um dos estudantes ao outro.
NSo o conhe?o; mas, a julgar pelo
seu trajo, por sua magreza e pelo seu todo,
n3o pode deixar de ser um miseravel.
Nao acertaste; esse homem Stanis-
lo Slaszic.
Staszie, repet'o o estudante ornan-
do para o homem que entrava no palacio
do general. Pois deveras esse homem qoe
corre a p, que no meio da ra compra e
come um pedaco de pao, poderoso erico?
Sim, Stanislo Staszie, replicou o
outro, um dos nossos ministros mais influ-
entes, e um dos homens mais sabios da Eu-
ropa.
E com efferto o homem que lhes havia
attrahido a attenco pelo seo trajar e pela
originalidade do seu todo, era Staszie, mi-
nistro de estado, presidente da academia
das sciencias, cavalleiro de varias ordens.
e autor de muitas obras to notaveis por
sua erudicoo, como pelos seos sentimentos
patriticos.
O homem cujo exterior nao contrastava
com sua propria posicJio social; que era
to poderoso quanto mesquinha a sua appa-
rencia; que era to rico quanto pareca
pobre; davia sua fortuna a si,mesmo, aos
seus trabalhos e ao seu genio.
Filho de pais pobres, deixou a Polonia
para ir beber as escolas estrangeira as
luzes que nao podia adquirir em o seu paiz.
Passou alguns annos as universidades
de Lcipsick o de Goettingue, continnou seus
estudos no collegio de Franca, sob a direc-
co de Brisson e de Aubanton, conquistou
a amizade de Bulln, visitou os Alpes e os
Apeninos, e s regressou sua patriapara
fazer reverter em pi oveito della o producto
de seus longos estudos e de suas penosas
pesquisas.
Instruido, laborioso, e estimado por sua
exemplar conducta, foi chamado por um
dos mais ricos negociantes polacos para di-
rigir a educacio de seu lilho.
O governo quiz tambem aproveitar-se do
seu talento, e de posto em posto, elevou-
se aos primeiros cargos e s mais altas
dignidades.
A economa fel-o rico : quinhentos servos
cultivavam suas trras, e os capitaes que
possuia a juros no banco igualavam seus
bens de raiz.
Um homem do povo que s eleva cima
do commum dos homens, sem embargo dos
servicos que presta, excila contra si a male-
dicencia e a inveja. A mediocridade vin-
ga-se calumniando ; por isso nao do ad-
mirar que Staszie, collocado em to alta po-
seso tivesse inimigos.
Attribuiam sua fortuna intriga, sua elc-
vafo lisonja e seus benficos vaidade,
e o que dava certa apparencia de verdade a
estes boatos malvolos eram sua origiaali-
dade e sua avareza.
Staszie fazia largos donativos em provei-
to da sciencia e do paiz; mas ninguem po-
dia acreditar na sua generosidade quando o
va roto, quando sabia que passava mal, c
que morava em urna casa ordinaria.
Por isso, quando atravessava as ras de
Varsovia, todos os olhares se fitavam nelle,
e os garotos estigmatisavam-o por andar
a p.
Grupos de estudantes se formavam, e
cada qual soltava a seu respeito ditos ma-
lvolos.
Para amostra reproduzimos o dialogo que
teve lugar entre um padre e um idalgo da
corte.
mo varas verdes. Os olhos, vivos e in-
quietos, rasgavam as sombras da noute.
Encontramos j o Sr. Leeoq em singu-
lares e difficeis stuacoes : a conversaco
com ;J. lB. Schwartz ; a mentira do na-
moro ; a viagem interrompida. ; o cuidado
com que esconder o cavallo e o carro ; o
disfarce ;* a volta para a cidade ; o ^umir ge
contra a hombreira para espionar a passa-
gem do commissario de polica e espreitar
como J. B. Schwartz cumpria a sua misso,
na apparencia to ftil ; finalmente a visita
aotio Lambert, o rendeiro do bet-co de S.
Claudio, tem-nos de sobra habilitado para
adevinhar que o Sr. Lcoq tinha por effeito
cousa bem diversa de vendedor ambulante
de cofres iones. Nestas diversas circuras-
tancas, que denunciavam a approximacao
de urna batalha. nunca, a nosso ver, a
physionomia do Sr. Lecoq se desmentio ;
vimo-lo desabusado, framente resoluto, e
ostentando no cumprimento de um projecto
perigoso urna chalaba de mo gosto.
Tal era o homem, na realidade ; oumpre,
porm, contar com a prostraco que segu
victoria que se alcancou, e sobretudo o
peso, peso enorme, dos-despojos conqois-,
tados. Reparem na profunda differenca
que existe entre o combatente fanfarriid,
que se lanca s cegas na lide, nao tendo
em si cousa que o embarace, nada arriscan-
do do passado, tudo esperando, nao te-
niendo cousa alguma, e o vencedor, que
desde o momento da victoria tem alguma
cousa que perder.
Aquelle lenco atado pelas pontas, posto
n'uma b'alanca, nao pesara um kilogram
ma. E comludo acabrunhva de tal modo
Lecoq, que diflicil seria coohece-lo.
O folgazo de ha pouco, acha-lo-hiamos
agora inquieto, assuslaclico, quebrado. Iouun-
dava-lhe o rosto copioso suor. De longe,
via em cada arvore ura agente da pOticia.
As vezes ia fallando s ; fallava flm J. B.
Schwartz, .no tio Lambert, e anda a'outro
personagem, que des ignava pelo apitbeto
extravagante do Casaca frea. KBpetia
por entre os dentes: Para a outra YWB50
reparto com n'mguem !...
E bulha de qualquer ramo que o vento
agitava, arrepiavam-se-lhe os cabellose
os passos tmidos da lebre que se mova
as lapas retinhara lhe no peito a respira-
Co.
A nonto cheia de uns rumores vagos
que assustam. lia sobretodo uns carva-
Ihos que conservan! em pleno estio as folhas
do anno antecedente, e dos qaaes a brisa,
quando sopra, arranca um ruido secco,
como se os bracos de um homem afast is-
sem os ramos.-
Podemos asseverar que nao era esta a
primeira empreza do Sr. Lecoq ; apenas,
porem,contava ento vinte.annos, ehavemos
de ve-lo amuderecer.
. Chegou ao interior do castanhal sem en-
contrar viva alma. Pasta va o cavalo, e o
carro conservava-se no mesmo sitio. Leceq
soltou um ai de alivio, quando defnovo se
vio na posse das suas caigas de xadret, do
seu colete rutilante e da jaqueta fina. Ao
que'parece, estava feito o mais difflcil, por
que a presen?a de espirito vollava. Foi j
com ar ialrepido que se cobrio, pondo
binda o chapeo de viagem.
Alguns minuto* depoit, .o Janota, que de
si nao estava nem mais nem renos ufano
que d'antes, corra rdea soita pela es-
trada fra.
Tendo percorrido censa de meia legua,
Lecoq apeiou-se. A noute estava ainda es-
cura, so bem que o oriente assumissej a
cor cinzmta qae annunciava a aurora. A
esquerda, ficava um casal, onde todo doc-
mia. Lecoq atou orna podra as calca! de
ganga azul, que entrouxoo ; saltn o mu-
rozito do pateo, e deitoU o embrulho 90
poco.
Feito isto, e tendo Janota niettido nova-
mente galope, podem acreditar que asao-
biou a peca mais alegre do se 1 repertorio,
em quanto desatava o famoso lenco.
Pelo mdsmo caminho segu 1 tambem,
p o entregue reflexas melanclicas, J.
B. Schwartz. Pensava nos seu9 cem fran-
cos, e ponha em prosa a fatula da bitha
de leite de Perrette. L de Urapos a taat-
pos quebrava-se-lhe a bilhi^ao choque
de um pensamento triste : talvez que
aquelle trocista do Lecoq estivjsse ca-
coando. Os forasteiros commer>:iaes sao
dados mystificaco, que praticam quanto
'podem, para irem depois gabar-se das suas
proesas mesa reaonda das hospedaras.
Cem francos s para evitar ;is conse-
quenciasde ir ter com urna namorada I Ha
principes que nao disfarcam com tal fausto
emprezas mais arriscadas.
Mas, urna vez quebrada a buha de Per-
rette, adeus sonho 1 E por nu3 que J.
B. Schwartz partisse a sua, o sonho vollava
sempre 1 Cem francos I Que negocio
tentara elle com aquelle dinheiro ?
Depois de separar-se do seu homonymo,
o commissario de polica, passei ira um
pouoachinho pelas ras desertas. Pozera-
se at a ver o Orne, qua passava debaixo
da ponte, correndo para o mar. o mes-
mo que faz o dinheiro disseminado por al-
gibeiras pobres: todo elle vai parar, por urna
ladeira fatal e inevitavel, para os cofres dos
opulentos, ros vastissimos, onda se vo
juntar as palhetas de ouro dispersas.
Quando se trataya de dinbeiro, era J. B.
Schwartz um pensador e um philosopho :
adevinhra a mysteriosa lei da gravitaco,
que attrae para o ouro o dinheiro miudo.
Sanio de Caen pela meia noute. Tres
horas de trevas para matar sao riis com-
pridas do que se pensa. Assento i-se mui-
tas vezes beira da estrada a deliater esta
suprema questo : Apanharey ou nao os
meus cem francos ?...
Apezar destas demoras calculadas, che-
gou Schwartz ao sitio combinad), muito
antes da hora. Esperou. A modida que
o tempo decorria, diminua a esperanca, por
qoe os Schwartz de proveniencia directa
sao primeiro que tudo gente de bom cri-1
terio, e a conducta de Lecoq ora invero-
smil, j^
Cem francos t E para que en ella di-
nheirama ? Com meio luiz comprava-lhe
Lecoq a mesma condescendencia, mppondo
todava que se nao tratava de pontos de
honra : notem bem isto, porque, l para
levar J. B. Schwartz a commetter um erro,
Vm iilnstre Tarcnto.
Passavam dous esludantes da universida-
de de Varsovia pela ra que se chama o
"bairro de Carcovia, fronteira columna do
rei Segismundo, columna cujo vrtice se
eleva cima da capital da Polonia, e cujo
pedestal est cercado de um cordo de mu-
dieres que vendem fructas, bolos e ontras
censas, quando pararam para contemplar
um original, que lhes attrahio a attenco
por seu porte e pelo seu trajo.
O oriijinal mostrava ter sessenta annos,
e a sua casaca preta velha e surrada cobria
um corpo magro.
E te homem, cuja vivacidade offerecia um
no sentido dado pelos juzes expre^so,
nem cem mil francos bastariam.
Nada I all andava por foi-ca urna cacoada
cruelissima.
E d'ahi podia muito bem ser que Lecoj
nao estivesse no seu juizo Se assim fos-
se f... as immediacSes dos mercados de
Paris, ha uns banqueiros ao ar livre, que
sao os bemfeitores da humanidade afflicta.
Segundo os melhores engenhos, a usura
urna palavra como qualquer outra, e as
perplexidades do cdigo a respeito della
sao o symptoma da devoco moderna. E
demais os raestres de philosophia arithme-
lica indignam-se contra o cdigo e os seus
misaraveis rigores I Ir perturbar a sacro-
santo prazer do ouro, por miis respetosa-
mente que se faca, blasphemar contra um
deus, o dos mais recente, o nico dees
que possa contar com algum futuro Se
a usura boa para urna vez, porque se lhe
ha de presorever o uso ? O bem, se nos
nao engaamos, torna-se melhor se se erige
em costume. Por momentos, se chegou
a ver Joo Baptista Schwartz philantropo
d tantos por cento semana, .concorrendo
para activar as transacoes do mercado dos
I.inocentes. Gracas -ao modesto premi
destes movimento de fundos populares,
cem francos fcilmente se toroam em mil
escudos era doze mezes; em outros dozo
mezes, mil escudos bem empregadinhos
podem dar uns ciocoenta mil francos, com-
prehendidas as perdas e damnos. Deixa-
se ento aquella freguezia, porque a espe-
culacao nao pode all ultrapassar certos li-
mites ; e passa-se a rebater ao commercio
de reta'lho, campp vasto e feracissimo, onde
cada sold partido em quatro d as suas
flores e os seus froctos.
Ponharaos dez anuos de descontos aos
logistas. Rebentou o mllho, engrossou.
amadnrepeu : colhe-se. E bem bonito o
repentino apparecimento do milhao ignorado,
novo, fresqoinho, ainda com o frouxel do
pecego.
Muito bem, como havemos agora de ma-
nobrar cora o m&so milhao de francos naa
artas espheras fda industria ? Estamos
Por nosso Senhor Jess
elamou o lidalgo, quem dir
Cliristo, ex-
que aquelle
homem um ministro de estado ? nao era
assim que outr'ora appareciam os servido-
res da nossa velha repblica Quando um
polalinino atravessava a capital, ia prece-
dido e segando d guardas a cavallo. Os
soldados dispersavam a multido que se
apinhava no transito. Que respeito pode
merecer um avarento que nao se atreve a
comprar urna sege, e que as ras come
um pedaco de pao, como se fosse um men-
digo, sem eir nem beira ?
(Continuar-se-lM.J
longe dos pilares dos Innocentes ; o com-
mercio de retalho infunde-nos com razo a
maior repugnancia. Vamos crear urna
companhia de seguros ? Talvez seja me-
lhor derreter bitume ? .. Tambem pode-
mos comprar alguns antigos solares e reta-
Iha-los... ou forjar cem leguas de carris...
ou limitar-nos a monopolisar alguns saceos
de farinha.
As vezes as ideas" mais simples so as
melhores. S a fazer vinho de pelles de
batata se pod...
Ora, mas quem sabe se aquelle Lecoq
estava doudo ?... Para ter o milhao eram
p.ecisos os cincoenta mil francos, para os
cincoenta mil francos os mil escudos, para
os mil escudos as vinte pecas de cinco
francos, que elle lhe prometiera.
Masque tristeza I A bilha fazia se outra
vez em cacos, que cahiam dispersos no
meio da estrada.
E Joo Baptista tornava a si com o cora-
co oppresso e considerava I Nao tarda
que amanheca! J devem ter dado tres
horas. Cacoou comigo.-ue certo-!...
Ouvio-se o rodar de urna carruagem e o
galope de um cavallo. Schwartz levan-
tou-se n'uma convulsao de esperanca. As
horas solitarias em qoe O campo dorme,
o ouvido alcanca longe. Entre a primeira
bulla queseouvio e o^momento em que
despontou a sombra do carro, teve a es-
peranca de Joo Bsptista tempo para esmo-
rece r mais de urna vez; aiad*. porm, a
carruagem se nao mostrava, e estava j
p delle. Vmha n'uma batida infernal.
Sobe, J0S0 Baptista, disse urna v
conbecida.'
E ao mesmo tempo agarraram-no vig
rosamente pelo braco. O eavallito mal r
roo. Joo Baptista, puchado por Leo .
e com alguma diligencia da sua parte, vio-
se atirado como um fardo pava o fundo do
carro, ao pasao que o chicote estalava com
toda a galhardia, e Janota, redobrando de
ligeireza, fuga a toda brida por entra liir-
bilhes de poeira.
T*r. M DUM*-a M*MH8 B.~7>
[
1
\
>
'
\ (


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9DG4DTQK_SAL23I INGEST_TIME 2013-09-13T22:37:42Z PACKAGE AA00011611_11845
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES