Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11834


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Full Text

^
Q|
ANNO XLV. NUMERO 102.
. PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE VA9 SE PAGA PORTE.
Por tres meses adjuntados. ..............
Por seis ditos dem....................
Por um uino dem..................
Cada numero avulso................* .
QIOOO
IWOO
24dOOO
0320
SEXTA FEIRA 7 DE MAIO DE 1869.
PARA DEFTRO E FOM DA PR0VIHC1A.
Por trunezes adiantados.................. 750
Por Si;w ditos idem........'............ 130900
Por non ditos idem................... 20#t0
Por um anuo....... ,. .. m............. 271000

Propriedade de Manee 1 Kgueira de Faria & Filhos.
*40 AGENTES:
y
l
Os Srs. Gerardo Antonio Arves A Filhos, no Para; Goncahes A Pinto, no MarnnI,3o Joaquim Jos de Oliveira', no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty Jo'o Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal: Antonio JoaqmB
Guimaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alexandrw.o de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bufcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
era Natareth; Fraackio Tabres da Casta, em Alagfias; Dr. Jos Martins Aives, na Baha; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro. *
PARTE OFFTCIAL
i
MISTERIO iAPiaBXDA.
,m*KT(J N. 4,334DK 17 Mi ABHU. DK 1869.
H*Ui eMcvUr o reglamento par a a/recada-
(Su do imposto do tillo.
Ufsulitmrato para a arreen*-
rao da Imposto do sello a qui-
nte rer-re decreto -!.:* I
4eta data.
( Continuado. )
TlrtTIiOll.
Do sello fino.
CAUTUU I. "
Dos papis sujeitos ao lio lino.
1* CLASSK.
~"ipi-is que peigai* sefmuh o nuntero de fottoi..
Itrl 18. -
g 1."Papis orences e documento.-; eivis
vitos de jualffuer naturaa, compre-
.n-ndidos o* que correal ante o juizo
M-desiasticd, delegados, subdelegados
jnie* de paz...................
ierruerinifintos memoria? ememwiaes
dirigidos a qualquer autoridade
Escriptos particulares ou por irwtru-
iMiito pubtico-cade notas, em que
brela ou indirectamente se nao de-
-lare valor corte..................
' ra.-lailos, certides e publicas formas.
-v menease sohre-senteneas extrahi-
lo processo, minidas as de OT'
mal di' partilhas..................
I".art.-.s testemunhaveis, procatorias, ayo-
eatorias, oxecutorias, de nquiricao,
, .,iiuiia(:oeadjudicacao, ainda que
iX[ediil:ts a favor da fazenda provin?
':.al............................
r,.vi*ocs de tutele e outras nao espe-
cificadas ........................
I,-u omentos de dia de apparecer. de
, protesto e oulros fra das
notas.........................
ytilaes e mandados judiciaes.........
uraoocs e apud acta, nao contendo
rlaiisiiia que torno exigivel- o sello
MnpoKW......................
-t.-il>.-lecinientos das mesmas, quan-
n uulrpHQ poderes para a ven-
ia de escravos...................
' itettados, recibos de menos de !0 e
qualqncr documento... i----
LHWato e codicilios.............
'> mpromssos ou estatuto* de irinan-
. ordens terceiras, contrarias c
ciedades.......................
natos. Mulos e papis nao sujeitos
lia proporcional MH taxa lixa
rnsior (loque a-designada nesie pa-
ipbo........................
i.ivros :
' nennos de bem vTver, de seguranea
e os de rol de culpados............
- cofres de erpbS...............
reeea a despate do assenUmw-
i ., inniM das ordena terceiras,
tnaandad! e cifraras...........
. notas, de protocullo das audiencias
i. mijMrft de tabelliaes e escri-
>.- de qualqnar Jnio........
protocolle dos olflciaes do registro
200 rs.
200
200
200
200
200
Oc honras de grandeza"..............
De cunselhb.......................
De tratamenio de excellencia.........
De tratamento de senlioria...........
5 5."N'obreza e braza > :
.Vivars de merc de lidafgo eavalleiro
ou moco fldalto com exerficio.....
De lidalgu escudeiro, ou moco fidalgo.
|*e ravafleiro fldalgo ou escudeiro fi-
dalgo...........................
De brazao de arma.-.................
6.*Ofllfto da casa mpeiial :
Merc* do cargo de mordomc mor....
De capellao-mr, estribeiro-mr, ca-
mareira-mor e qualquer ofBcial-mr
da casa imperial.................. 400*000
De gentil hornero, dama de palacio e
veador..........................
De mooo da imperial cmara da guar-
da, ron pa.................i.....
De montano.......................
De acafela.........................
De ofeial-menur...................
De oiooo da imperial cmara.........
Qualquer outra i omeac i de otlicio ou
emprogo da casa imperial, expedida
peto ordomia-mr...............
Honras dos referidos ol icios metade
do sello correspondente an tftulo de
effeetividade.
7.Condecoracoej.:
Herel de graa-cruz de qualquer or-
dem ............................ 300*000
De grande dignitano da crdem da
Rosa............................ 40OS00O
De dgnitario da ordem imperial do
Cruzeiro e da Rosa............... 300*000
De conamendador da Rosa........... 200*000
De oficial do Cruzeiro e da Rosa..... 150000
200
200
200
200
200
200
200
200
200
roo
100
100
100
100
300*000
150*000
300*000
150*000
200OOO
140*000
80*000
70O00
300*000
300*000
120*000
80*000
60*000
711*000.
50*000
20*000
120*000
004000
NOAOOO
205000
105000
.osooo
100
W
Vi .
romecar
200
rs.
tjerat .k...................'
di-ti ibmdores, contadores judieiaes
e deposilarios pblicos............
i que s) obligados a ter os commer-
:;uiifs.r impanhias,eorrok>re8, agen-
- de imtt, trapicheiros e adtninis-
radores (le armazens de depsitos
digo (otOMnial, arts. H, 13, 50.
71 e KSi........................
"'- ,!'-- despachantes...............
Pago,antas de robncadeaou dse
' Je- a escnpluraeao. '
\- laxas e iaLielecidaa neste artigo sao devidas
< ia lolha de papel, toda escripia ou em par-
\c n.lo de triiita Gires cenlimetros de
- primate e violo e aoas de largura. Exccden-
iu medida, cada,aun folha pagar o .dobro
f .Miva tara.
Nao |x:cii!tido cscr"- etn cada meia tulla
;<: p:i; I '!>. 00 VOW actos -ujeitus ao sullo lixo.
pagasdo-oe o s 2' CLASSK.
II ffne iragaw na raziio da ipialidade do neto.
i I." I)oeumeotcs vi* ;
eos ou qottitcoes particulares de
SO40O9 paatcjpM, nao consliluindo
ilulo de iiuvacaudii contrato, ou de
obrigaga >... r....................
i a ii.ndalos ao portadoroo ;v
pes.j'xi deternimaila, passados para
rem pagos por banquairos na mes-
I ata, em virtude de cuntas cor-
t, ia forma do arl. 1- g 10 da
h de 22 deagoate do I80........
-aportes, guias de ffludanea dp do-
micilio e Sii^pUbaliciiiientos depnwuraces que
gu n potleres para a venda do
eserave....................._.
ieihl.i para m*4 de um a laxa ser multiplica-
pelo numerodeUes, comanlo que nao'exceda
.ie-l:0t>)*0W).
>s de posse do tertoaos doyoluio*
lid u. 0)1 de 18 de 6eleibro de
im........................... OOO
Kxcedeiid i de um quadrado do quinhentas bea-
pof lado c.br.'.r-8e-hi lanas vezes 5* quao-
piadrados de igual numofo
i iduii! is as raccoes.
i ihMtmtHitoM de frea..............
i 2." I,cencas :
\ eiHpreg.id 4 puimoos, al tres meiei.
fm- ateta o prego, peaso mo poo*
ducorac' de g.ivtiuw esiraageiro..
Pasa abertura, do taeatro, coiwedida
poi aulDi idada poheial............
Paca divori.uttniw deesoectaculoppbjif
Q. do"'...... ......-..........
Ueonfis mcdute pelas^iamaras mu-
nwipae* i-tf a o ^4erjiBiM iW iud
tria, prvll^iwa, atte celas capilaniaadM pono,.......... Um 14000
r.icjwc c al vara* on espenilieaiio*.. 2*060
As Hegncaa 4e qMiraU -t pamRraftete^it e
iaes, aHigaadoi>.
Miuto, pOVMllo
t9mporirs do
De coramendador das outras ordens..
De cavalleiro de qualquer ordem.....
Os agraciados com distincedes de
quakjoer ordem pagarSo mais metade
do sello correspondente aos graos ante-
riores, que llies n5o hooverem sido es-
pecialmente conferidos.
5 8. Diplomas scientificos e oulros
Carlas de doutor e hacharel..........
Cartas de baehart em letras, de ap-
provacao do curso de institutos com-
merciaes, de engenheiro civil ou
geographo e de pbaTmaceutico.....
Oulros ttulos de habilit.ieao :-.cientiTicn
ou de prolisso..................
As apo tillas nos ttulos scientifleo'
passados por facilidades estrangeiras
pagarn o sello cima estabelecido para
os que o forem no Imperio. 9
De advogado do cense! bo de esta-
do..............................
I'rovisocs para advogar, a quera nao
seja formado pelas faeuldndes derm-'
perio :
Sea declHraco de tempo ou com a
clausula deemquanto no nao man-
dar o CMMPM'mott seuaelhaate:
as cidadesem que houver relaeOes..
as ociras cidades-e villa?..........."
Sendo prvido teinoorariainenle, cada
uino...........................
Provinoes de solicitador dos auditorios
das ciladus onde houver relaeoes...
Das outras cidades e villas............
Sendo temporarias, cada annoou frac-
cao do anuo.....................
NiHiieacoes de escrevenle jaramentado
Dipluma de matricula de negociante...
g 9." Privilegios:
Diploma de concessio de privilegio a
qnalqiior empreza :
Por dez annos, ou menor praae.......
PW mais de dez anuos at viste......
Por mais de vinte unnos.............
Pagar-se-lia o sello estahelecido oeste paragr.i-
l>h, ainda que o privilegio seja estipulado nos con-
tratos e estatutos de eompanhias ou sociedades
anonymas.
1304000
90*000
3*000
80*000
30*000
2*000
5?000
0O4OIK)
;too*o*)
300*000
10*000
5*000
15*000
13*000
IO5OOO
25000
2*000
000
IO-WW
rfi.
20*000
20A00O
(0*000
10*000
5*000
55000
200 200 1
2O3OOO
do bra-
*20l)
2*000
4*000
30*030
40*009
.40QO
1*0001
f 10. Outras merces :
Titules de coocesso de honras de mi-
nistro do supremo tribuna", de ius-
lica............................ SO*'**)
Ditos de honras de desembargadur 50*000
Ditos de honras de monsenhur.----... 50*000
Ditos de honras de ounego da eapella
imperial a cathedral do Rio de Janei-
ro:............................. 30*000
Ditos de pregador da eapella imperial e
de honras deste olflek............. 50*000
Dito do honras de dignidad das ou-
tras .-athedraes................... 30*000
Numteac.ii de addido de segunda classe
as legaedes...................... 30*000
Titntos de nomoaro interina, de com-
iiiNu.o c de einprego sein voociHien-
ti ou de vencimeiito eventual:
Decreto ou carta imperial............ 10*003
Portara ou outro titulo.............. SaOOO
Ttulos deoniptvgo de vencimenlo a-
nual menor de 200*000........... 1*000
Ttulos de noineaeaj de delegado e sub-
delegado........................ 5*000
Patentes concedendo honras e gra-
duacoes de pustos do exercito e da
armada :
Oleial general..................... 50*001)
Dfto superior...................... :*000
Capitio ou subalterno............... 2W>00
Patentes de oleaes da guarda nacio-
nal, quer de elcciividaite, qoerde-
Vefonna, de coiice*so de honras ou
de passa|Mi ** aotiw par a re#*-
CoirfaodaAe sopoHo m .ftmar.... 110*000
-r ._____________I > llCrflll'
misso de contraria, irmandade e or-
dem terceira.....................
Pro vi Oes de parocho encommendado
por menos de um naao.,.........
Dispensas de intersticio para ordens ou
idade.....................t.....
Ditas de lapso de lempu concedidas pe-
los liispus.................,......
Ditas de impedimento de matrimonio,
ne sendo a favor de pobres decla-
rados tees pelo competenie paro-
cho..............."............,.
Ditos de prego, excepto nos casamen-
. tos do consciencia................. 10*000
Ditas de Manca de banhos, as chamadas
de tmporas, irregularidades, etcs
quaado dadas pelo ordinario.......
Dius de illegiliiuidade para o provi-
menlo de beneficios------..........
Outros diplomas passados por aulori-
dade ecclesaslica. uao especilicado-
neste paragrapho.......,.........
I.icencas para oratorio particular :
Por (ampo de um auno.............
Por mais de um auno:
as povoacpes.....................
N oulros lugares...................
O sello das gracas concedidas pela
Sania S, averbar-se-lia uo beneplcito
imperial, e non demais casos sopre o
despacuo ou titulo da coucossSo, antes
da apre-eniae'i do titulo a qualquer
funecionario, ou de produzir o elieito
para que fui passado.
% li.Ttulos de agentes auxiliar
commercio:
De trapicheim e administrador de ar-
mazem de deposito................
De corrector e agente de leitoes......
De despachaule da alfandega e aju-
dante...........................
De iulerprete do commercio.........
De guarda-livros...................
De caixeiro despachante............
Art. 20. Se mu liluJo couliver diftereites mer-
cs, de cada urna das quaes sejadevido o sello fl-
xo, jiagar o iiposto suuieote da mere-'- sujeita a
laxa maior.
CAPITULO U.
Dos ttulos iscntos du sello //.v.
Ait 21. Sao isetMuS do sello Qxo;
1. Os tilul-s, cundecoraeoes, honra i e quaes-
quer distiuccoos concedidas a olllciaes" pracas
du exercito, armada e guarda nacional tfci deta-
cauente ou eonxw destacados, em reiuuneaco
de serviros uiijitares; devendo estaciruiuslancia
sei declarada, para o elleilo d^isencaj, no pro-
prk decreto de merc, salvo qwito as cogdecora-
foes da ordem de S. Bento de Aviz. que so podein
ser concedidas em reiuuoerai^o de laes surrcos
. As merced conferidas a piiucip ;s igual-
mente a subditos estrangeiros, que se liierm dig-
nos da benevolencia do imperio.
3.- Os nvros das. caixas econt-mica:, ulootes
pi-, ni jntos de piedade ou de soccorrt e das so-
ciedades de soccoriHis mutuos creada em virtude
da le 11. 1.083 de 22 de aguato de 180O.
4." Os da* casas de candafe e de t'serlcordia,
o dos termos das mullas dos jurados c las corre!
roes, o oulros nao especificados no art. 18, g 2\
5. Os processos em (|ue torete parles a juStca
ou a fazenda nacional, os traslados e seotencas que
deWes se cxtrahirein, os mandados 3 quacaquer
actos promovidos cx-officio em quabiuer juizo, sen-
ao, porin, o reo, quando afinal conde onado, su-
jeito ao pigaiuento do sello respectivo se nao for
pobre.
6 o Os processos de desapropriacao p.T utilida-
de ou neceesidade. publica promovidos por oonta
do Estado ou das administraces proriuciaes, e
pelas sainar is municipaes.
7. Os actos promovidos, os titules on docu-
mentes apresentados em juizo a favor dos que liti-
gateul por sua liberdade; sendo, porin. o parte
contraria sUjeita ao pagamento do fello. se M
vencida. .
8." Os processos do conselho de dirjecao, io-
qu ricao, disciplina, investigaco, e guerra e ou-
tros que -e instauraren! no exercito o armada, nos
corpos policiaes e na guarda nacional.
9." Os titulo ou papis sujeitos ao sello propor-
cional e os que delle forem isentoa, pagando estes
ltimos o sello liso do art. 18 1" quando exhi-
bidos como dociimeutes em tiibunaos, juizoou
e-taodes pulilie. -.
10. As licengas, que dao os coianjaudante^ mili-
lares e as aulorklades para que seus subordina-
dos possam requerer ou seren citados.
11. As licencas para diverliuwulo e e ipectacuJos,
do que os empresarios nao perctbam lucro.
12." Os alte-lado; dos medicase .1- guii- das
autoridades para sepultura dos cada vares.
13." Os documentos do expediente das repart-
(j.oos geraos, provinciacs e inuni'ipaes.
14." Os requerinentos e papis de ptesps po-
bres.
Art. 22. Os papis, de que tratau os is. 10, a
14 do artigo aniocedente, pagar^>, o eJlo do art.
18 quando apresentades a autoridades, afim
de prodnzr.-m effeitos diversos dos ritmetowadt
nos referidos nmeros.
{Continuar-si-h^
se expaMJ
''SSSSZr*.
:M^*nnr 1
firomrad.ire
l* HMU
.uarMl I
-ilifltea''
d P*g*> a*
Camsrteraar
Jr[9ez
Din4*
1Vm* _
De. viscua-le ou viscondessa^.........
0g*r*Tlr
ional, n simples
partes nuMuc
m altegacoes,
tet-qjae.
Oten*t\i
i
mt
Tenente-coronel.
Major.............................
Cai.itau, toueuta, alferes ou egiindo te-
nonle..........................
Carua danauralisaeao.oxesploas que
fVete seatas dos einoliiu.eulna de
seceauria....................
Cartas de autorisacao de compnhia ou
Bujiadide anunyaia e de appravae>iu'
, dis asututu.....................
.Sendo eoooedida a autor isa o por ac-
.to d4ic*adu da appruvufia do
raMHk obiar-sa-lia do
metale dente aell;
Actos de conflrmaco dfl nnpromisso
'ita. irmandade e oi-dteu wr-
Al*a*-4o aungrimciu do lieenga de
pai ou tutor-para casftiat'Ote...,.. .
DiitpentetJ^lflpm"' da leuipu*.......
e aiiupuao, tan-
quaau as poesas cou-
*d,................::,"
anppieaieato de idade, idenl..
>.ita oper0- _ dtegHabiuor.moni teowpa-
Tigrt4i :
*^5lBww....,.......
. r#-HiMAO. *..........
itlk Dipleotti cle*ia*iico*
(Bullas de conlirmaea* du feupo titu-
lar....,........................
Bnm ootedend.h#nr*1.graes e ti-
latee apanino a ciaran* acolres
oegjMee.....,.:..(f..........
tos concedendogracaa eipirMoaes...
de gcdeiujl pre*bnteru.......
dorofrnwiifr ,d 9%
96*000
80*000
30*000
00*000

;w#ouo
40*000
30JOOO
20*000
5*00
2*000
0*000,
Gotcruo da prorlacla.
KXPEDiiWTK xsmeitano prlo bxoj, aa. n} hamirl
DO PMSCU^ITll MACJIiDO I'OBTEU*,, VIO-l'i:KSI-
DENT BiraOVINCIA, EH 14 DB BlL S 18l)9.
1. serojo.
N. S08.Portara ao director do arsena.1 de
guerra.Para oomprimBOlo do que i aeba-de-
terminado no avisa da reparticao da guerra de 13
tu fevereiro ultimo, faz-so n cessiu-io (u* o aJuoj-
xarife deesa arsouael aprsente os titulo origioaes
de suas noiuaicoes. aliin de coa o tinao do ios-
percao serem enviados aquello ni ilusiono.
N. 599 Dita- ao cnusellio da compras nacaos.
Fiean* appro.vado* os conlratiis gue celebren u
ronsulho do compras aayaea coin diversas, pessiias
ctirnu im particip.w em seu oDci-i d''-.13 do.cor-
rente, a que respond, para.luflieciW^P^d^toP"
sarifadci de mariuha dos ob/tclu aieQionanos em
dito offlcio.
'3.* se^so.,
,,t iN. COI.Poruuia ao inspector da, Ikesoucara
d.i fazeada.Teadq.nesta dala appro>do o coo-
trt>iM.ia*UHUi4 du leriiv junto no'r. ^iute o
conaelho de compi'as naKaca e* rtumt comuive -
as pesso-is para nruviinonto de ohjocl^1 nace-sa-
rios ao altHoxarihdo do ar-euKl d n*flio.la ^fti-
sjinr. o ciiinaiuDfco a V. 6.,para i^eu oiinpeatoento.
N. 601Dita ao mesino Por coma do citeaitji
do 1:191*iOaboit" pelo vi-a,p njinisteqo do
imparto de 31 ir- toare, ultimo, omtante, d ir
*liisa copia, para socciirrus aos oesrifidos aUcados
da varila nesla provincia mande v. S..,'
los. Aiv*> Tenorio, ew yista^ jtoj^onta,\
nes,Uour*i:ia, a quantia, do W*C00,
entoldo. iwna.,penuena botica, bo.njii
for naneo, para o t ratamente das.
aocoiuowtiila desae mal na tfegm
ao commissario vaccinador pnwtocii]
te Feliciana da Silva Tavarea a de *3p;i
pendi como se v do recibo iuoto eni
ucom,o alugpel,dn,u cano 4U o
ip4l /reguazia.
- 03.-Wn ao eaino.i
.eorronte *ob n. 194 a 207, pe
pelaqual t*<#ty marcar o praw
ados de boje para dentro delle serem recolhidos
aos cofres dessa reparticao as multas iiniwstas
por V. S. aoa individuos mencionados nos citados
aflictos,
KXl'tH-Mi: ASSIGKADO PELO fl. JOAUVIM CORBEA DE
AnUO, SECKKTARIO DO OVKIIMI, EM 14 DE AHIUL
dg m>>.
t.' secco.
N. 60i.tiflicio ao juiz municipal da 1* vara
desta cidadeDe ordem do Exui. Sr. vtce-presi-
dente da provincia transmiti a V. S. as guias
jontas dos sentenciados que foram reraettidas para
esse fitn peto juiz municipal do Bonito I de que
trata o sen offlcio de 29 de marco ultimo e i"ou-
tro que resolveu tainbem enviar o dito juiz por
ter verificado nao ter sido feita auda a remessa.
EXEOIENTE ASsIG.NADO PELO EXM. SR. DR. MA>'OEL
DO NASCHtEjrO MACHADO P0RTKLLA, VICE-AKSI-
DENK D.V rROVI.NCIA, KM 15 DE ABRU. DE 1869.
I." seoradr
X. 005.Portara ao Kxn. general commandan-
te das armas.Mande V. Exc. por em liberdade
us recrutas Manuel do >'ascimcnlo da Silva e Luiz
Olindino Rodrigues Franca visto terein sido julga-
*os incapazes do servieo do exercito em inspcgo
le saude como constarlo tertno ane veio atuiexo
lo seu offic'io de 14 do corrente soh n. 521
N. 606.Dita ao mesino.Tcndo por despacho
dosta dala concedido, ao recruta lustino de Sou-
za BiLeiro, para provar isencao legal que diz ter
em seu lavor, assim o communico a V. Exc. para
seu coalieckoento.
N. 07.Dita ao capilo do porto.Tend por
despacho desta data dispensado do servieo da
guerra i>ara qu-' fora designado por essa capitana
o matriculado Joao ( incalves de Souza, visto ter
provado isencao legal, assim o cononuniao a V.
S. para >eu ouhecimento e flus convenientes
2 soccao.
N. 609.Portara ao delegado de polica do ter-
mo de SerHibaeiu.Coinimnico Vine, que em
vista do que expnz o presidente da cmara muni-
cipal da villa de SerinbeH omoflick) de 6 do cor-
rente, expeco nesia dala as convenientes ordens
ao Dr. cumiissario vaccinador provincial pira ir
aquella villa administrar os medicamentos preciaos
aos indigentes accotnmettidos da varila, e vacci
nar as pessoas que ainda^nao o tiveremsido, e
tendo o referidr> vaccinador de demorar-se salios
das que euu-iidei- serem precisos, deve Vine, dis-
l*ns#i- o cndWbgado do curativo das pessoas
atacadas daqnelie mal. e informar desde que dia
est o f nferraeirp [tercebondo a dari de quatro
mil res.
3" serio .
X. lili. Poriaria ao inspector da thesourana
de fazenda.Declaro V. s. para seu conheci-
nicnlo e.am de que o faca constar qnem com-
petir, que segundo consta de aviso do ministerio
da fazenii de 3Q de marco ultimo, fra dcniiltido
Mancel Jos di Almeida Soare- dolngar de offl-
cialde descarga da alfatidega dista provinen,
K. 612.Dita ao nnsn.o.Pede V. S.. eir. nsta
de sua iufocmacao de lionleln sob n. 219, coa re.-
rcrenct da conladoria dessa thesouraria, man-
dar pag^ia-vSBweira da RochajConfonne so-
Itoitcu o ef "mandante do destacantHo de 4 illa-
Bella em ofllce de 19 de marco ultimo, sob n. 4,
a quantia de 15 \i) r.-.'. em que. segundo as fo-
llias que dmolvo em duplieata, iinpoita a clptza
feita com o fornecinu-nto de lu>. para o qnartel do
mmffio deslacaliento durante o< mezesde outubro
(lo auno prximo passado a fevereiro deste anno.
V. Ct3.--Dil.' ao mesino.Anrmindo ao que so-
licitcu o'director do aj'seual de guerra cm olicio
de hnntem. sob n. 78. recninmendo V. S., que em
vista da conta unta em duplcala, mande i dem-
nsar o minisl. ri > da guerra di quntia de......
47,>14o rs.. em que im^ortou o concert fcito na-
quelle arsenal requisifSe di Hn.--'.-uraria em
urna prensa para selle.
N. C14._Dita ao :i( uiC-.- -Auloriso V. S., nos
termo* de sua ihformaeao di '.enleni sob n. 217,
coin relerenca S conladoria dessa thesmiraria,
a mandar papar a Thomaz de fanalho loares
lirandao Subnnbo a quantia de !KW a que, se-
guLdo consta de offlcio do engenheiro cnerrrega-
do dr.:i obras militares de 7 do corrente tem elle
direito, p ir haver executado de ci.ntormidade com
Atsspectivo orcamento os eonceitos do quartel do
depCiti especiid de inslruccao.
N. 6t".Dita ao meslo.Remetto por copia a
V. S. para seu confteeimento e execuco o incluso
aviso expedid^ pele niinistero do imperio em 3
de marco proBino findo, relativamente ao paga-
mento dos aUigues do predio epl que ranerrenaa
acoldade d>- Direo desla cidade, que se tchatn
vencidos e se vencerem.
3.' seecai.Rio do Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio, cm 30 de marco de 1869.
lllm e Exin. Sr.Cainpre que V. Exc. jxpeca
ordem para que sejam pagos ao? pniprietarios do
predio em que funeciona a Faeufdade de Direito
dossa cidade, os alugueis do inesmo predio qoe se
acharh vencidos e se vencerem. madandi fazer
na respectiva importancia deduccap na n.z5o de
1:000 anuualraonte. o conservar em depesito na
thesourra o que for deduzido para indejmisacao
da despeza que tem de fazer os mesmos i ropne-
taros com a reeiilicacaod.i parte do referido pre-
di que foi destruida pelo incendio na forma das
bases do novo contrato do locacao, constantes do
aviso qiy; lhe dirigi em 23 do corrente niez.
Deus guarde v. Exc.Paulino Jo*t toares de
Souza.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Guu.pra-je. Palacio do eoverno de Pernambueo,
1Q do abril de 1569.^-CdrlHc de Btwpendy.
N. GI6 Dita ao inspector da thesouraha. pro-
vincial.Expnca V. S. suas-ordens para qof, de-
pois de liquidada* e ora vista da folfla e prets
juntos em duplcala, sejam pajtos io, alteres lia-
noel Antonio litares Jnior, cimftume sol r;** o
commandaiite superior do rnnnciplo do Recite em
ofrlcto m 9. do ttfoeht^ os venclidcntos-Nativos
ao mez de marco dHimo do cfnctal e pracas des-
tacados naquella cidade.
N 617.Dita ao mesmn.- A Alcibiade* Angosto
9 Santos mande V. S. pagar,, detfws de Iftuida-
Anionio Jie Rodrigues de Souza.Informe o Sr.
desembargada provedor d Santo Casa de Miseri-
cordia.
Padre Augusto Franklin Moreira da Silva.In-
forme o Sr. inspector da thesourra provincial
Antonio Abrainio afkrinho Porcira doo SteK.
Informe a drectoria do tbeatro de Santa Isa.
Bacharel Chryssolito Ferrara de Castro Chaves.
Ao Sr. inspector da thesouraria de fa2enda.
Bacharel Caetono Maria de Farias Nevos.In-
forme o Sr. inspector do arsenal do luarinha.
Candido Tiag da Costa Mello.Informo o Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia.
Candido Temistoeles Paes de Oliveha.Informe
a cmara municipal, da villa da Escadai
Eusebio de Paula Pinto.Certifique.
Joo Amancio Bruno.Iutrme o Sr. inspector
da thesouraria de fazeada,
Jos Pinto da Cunha.Passe portara nos ter-
mos do e-tvllo e do regulacncnlo respectivo.
Jos Joaquim Lopes de Almeida.Seja admitti-
do a servir como effectivo na 2." companhia do
ba tal bao n. 9 deinlantaria da guarda nac mal do
municipio de (Hinda lavrando a competen! i detibe-
raco, e fazeodo-se as necessarias Cj.uinunica-
coes.
Martinho Gomes Vidal.Informe o Sr. Dr. juiz
municipal 'a primeira vara.
Mara Feliciana da Conceifo.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Maria Joaquina de Jess.Inforoic o Sr. Dr. che-
fe de poti'cia.
Margarida Rodrigues Pereira.=Informe o Sr. di-
rector da instruccao publica, ouvindo o regedor do
Gymnasio.
n.
Pastoral
FHANCISCO C4HD0S0 AYRES, 00 INSTITUTO
DA CaRIDADK, POn MERCE DE DEUS F. DA
SANTA S APOSTLICA. BISPO lL PEHNAM-
BUO).
Aos dtlectissmos filhos os fiis residentes tiesta ci-
e paz
i: em Jess Christo Nosso
dMe satk
Senhor.
Consent, amados filhos, que o vosso hispo vos
dirija urna palavra de paz e de amor, agora que o
frmito das paixoes in vos excitadas por alguns
indiscretos cessou, deixando-vos emlim a liberda-
de da reflexa.
Povo querido (digamos com a voz da igreiai. que
vos lenho eu feito, ou oni que vos tenho allligido t
Respondei-me.
Por corto que ninguem ousou ultrajar-nos pes-
soalmenie ; pelo contrario^ao tempo etn*!!" ou-l v*> para ser entregue a sen pa.
vtom-se clamores de arrojada execracao para-coJ-f 1* **,.*' subdejegado do Recjfc.
outras pessoas, davam-se repetidas acctomafSes
psito a sua igreja santa, onde sao mestros e ma-
gistrados os bispos as respectivas dieces*), uni-
do pela f, pebvojoral e \. .da disciplina com a su-
prema se do paniiee romano. Peto qne as lei
da iureja nao esli vinriiladie / .. a rj,, v.
vil, liem que tendal a harnmiijsarem-sc com ellas
anote for pwsivej, para coordenaiem na socieda-
de o bem temporal com o bem eterno.
Guardai-vos, portonto, dos malvolos, que lison-
geaoif-vos, arrastar-vos-bo ruina, ao passo que
serviris de meios para obterem seus fins. Pre-
cavede-vas contra essas doutrinas, pseudo-libe-
raes, evidentemente libertinas. Nao vos animis
a le r ou a permittir que se leiam no seto de vossas
familias esses impres correm, olTensivos de pessoas as mais venerandas,
e de cousas as mais dignas de vosso respeito ? I
Os estrangeiros hospdalos entre vos, contra Qfi
quaes vos deiitasles excitar lauto, sao felzmeiUc
pessoas de urna conducta libada, de educacao c
illustracao, os quaes entregues ao trabalho da
igfleja que nao conhece lipiitos, por ser catno-
hca, sicriticara varios irercsses : o paiz em
que iiasivrain e os amigos, os eummodos dos h-
bitos de vida e os da liogua materna, para viran
ajudar-nos pm nossa patria a insiruu: a nw-
cidade e eultivar-llie o eoraeio, plantando nelle a
virtude : alm do que, lembrcmo-nos, que sao pes-
soas livres que vieram viver em um paiz livre, de-
li.oxo da salvaguarda da nossa constituico.
Sejamos generosos, sejamos justos : e "nao pro-
fanemos a nossa palavra de ansade, proferida i>or
nos, ao menos em nouie da civilisaco.
Temos inleira coafianca que a esta hora o no>o
amado povo tenha-se arrependido de haver des-
honrado o paiz, afirontandoos boro e amargurando
o seu pasfair ; e que vossa conducta d'aqui por
diante dar deste vosso arropendmento urna pro-
va maitifesla. i'rrefragavel.
En signa! do pt-rdao, r|ue vos concedemos, c do
amor qne o suggere, vos damos com todo o cora-
cao a nossa bencio pastoral.
Dada no Recito em o nosso palacio da Soledade.
aos 2ft de abril de 1869.
f Francisco, baj
lirpariieto la polica.
2* scelo.Secretaria da polica de Pernambueo.
o de tete de 1869.
N. 660.lllm. e Exm. Sr.Tenho a honr^de
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segnd"
consta das partieipacoes recetiida'i hoje nesta M
narlleao, foram recolludos casa de detenca os
seguintes individuos :
A' minha ordem, o menor Jacintbo ALves da -i-
tfos Santos mande V. S. pag; .
|-das e em vista da cont junta em duplcala, que
me. rnntetteu o chefe de polica rom rnele d. ttbn-
lem sob n. 3, a imporftirtcia da1' despera feita
Afta-,
Oca
cooditia
khi u fornecimeQto de luz e agua para,o qnartel
do desiacainehto do terrrt.,ffe Cirabrea airrante o
inez de marco ultimo.
N.. ei^r-Dita, ad me5mp.--Em vista das duas
ia;l|isa coufa dMmenfada%, mamte"V:;? liqui-
dar as rJjspeias mUrt durante mez de rt;ir5o nlr
tinto, nwti o sustento e dieta* rbrneeldas a! 19 pr-
,os ponres '(Mas 3b detetc5n pagar *a im-,
nurtettcia. ao. reapectjvo arremtente JoWjtiiW Jos
Ferrefra da Rocha Jnior, cotirbrroe sedtou m
chele de pulira em offleid efe 13* db'Wrrete, ffx
efe da reparcao das obras
5 Vmc para sed 'Miheci-,
te, e a qW OrWrrftml s* TTrrHao em lttfe"W-
?ereiro ultimo, sob.n.rS3j r*dvi couceder o pra-,
to de 4 mezes a contar desta dala, para sar effoc-
a dmolic5o da pdlte provisoria de madeirai
Bte-jeinte' o ba/r fi Jaot Antonio o dq
vusso Supremo Pastor.
Mas nem por essas mostras de benevolencia,
ipie beui sabemos apreciar, deixou de ultrajar-nos
o procedmento de muilos de entre vos. Fomos
ultrajado em vef-nns obrigado a suspender por
prudancia us exercicios espirituaes, que estava-
iniisnando ao nosso clero: fomo3 oltrajado em
pretender-se 8e nos que nos esquecessemos do no-
bre sentimenlo de hosptalidade para rom pessoas
de outros paizci, as quaes pacillramcntc vivem en-
tre vos. na pratica de boas obras, em vosso mesmo
proveito.
Alm disto... mas que diremos ? Resta-vos,
ijovo amado, resta-vos o pudor pira com elle co-
bnrdes es-as escandalosas amentas, que muilos
ii'enlre vos toncaran) em rosto quelles anjos de
caridado, que vos assistem na entermidade, niinis-
trando-vos lenitivo dores da mortc; que' edu-
cam vossas finias, dando-lhes nstruceo e ensi-
nuando-lhes a virtude; que toinam a seu cuidado
vessos orphos, quando prematura morte affiou-
xa e deixa exnime vossos abracos paternos; (|iie
batejam esses tenros infantes, a quein desapieda-
das mais abandonara m, como se nao fossera o*
tracto de seu propro-seio : e com que herosmo
de caridado desempenliam ludo isto, vos mesmos
sois testeinunhas, se pensardes tranquillamente.
Notoria, mesmo a rnuitos de vos, a falta de
instruccao em que tendes si lo deixados acerca dos
deverea christaos ; tudo p ir varios motivos, mr-
mente peta ausencia da pregacao da palavra
de Deus, em suas varias applicacocs e com regu-
laridade.
Pelo que nos procuramos, bffm qne remotamen-
te, influir em vosso favor nesta parle cssencial do
nosso iuiuisterio, cumprindo com urh verdadeiro
dever de iustica para comvosco, acolhendo em
torno de nos todo o clero desta cidade e circutn-
visinha.njpa ; certo que elle em todos os respeitos
tirara disso vantagens inmensas, as quaes tornar-
se-niara ao dCpois em vantagens vossas : e eis
que vos Irreflectidamente nos obrigastes a desistir.
A vos que releva, se c .ndamos a |iregao
este ou aquello sacerdote, seja elle secular ou re-
gular? Por corlo em o caso d que fallamos a nos-
sa presenta dtfverfa garantir ftaia que nunca o de-
coro, a justica e a santdade da mesma pregacao.
Lonvor seja tributado ao nos*0 clero, o qual em
numero superior ao que punco antes jnlgavamos
possivel, acudi.ao bracio pastoral; de modo que
esperbamos desses santos exercic'ros os resultado-
mais satisfai-trios
Na3vs infaustamente destrustes, vos, o nosso
ainado povo, frustrastes. essas tao gratas esperan-
cas t lenl certo estamos, que nao vossa a culpa.
Se bem que a circular, que^dirigimos aos padres
convocando-08 para os exercicios, era clara e sim-
ples, e assim traosparoeou ao publico; homens
malvolos excogitaran* como attnbuir-lhe um sen-
tido aplb a impressionar-vos eem idas( o,uo ella
nao conrfnha. SabeirO, pois, para vosso inteiro
desengao. I'roeufH-s ftadh* a wsa doalraa-
de para exeftar-se urna conimocao tomandu-se por
pretexto a reunio do-elri.
Duscarani ^tlnihir A itstomiiwu para a luta de
partidos: no aprovertanW tiste eusejo para zermos publicam*rHe, qu ho podenio, nem deso-
jamos perteneer *f aMido'altum. Toios vd* sois,
uossoa filhos.
A nna misso uniea a de auxiliar-vos a sal-
var as Vossas alteas e note fiel #eempenho des-
sa misso 8-permwoe salvar tambem a nossa. Em-
quanto patrtufteW imahion planto v6.
Nesses longos teteg passados na Boiopa nao
nos esqueeeiiKis quo orainos Rr-it-ilen, que era-
mos l'errtaiiibneanv; pois a tuwaa VooaljJo ta >
Josa. Rai-
mundo da Silva, por disturbio : o snbdiRf franco/
Hierre, reiuisicao do respectivo cnsul ; Joo,
esrravo de Jnaqnim Pacfico de Almeida e Millo,
e Feliupt. traern do Bario de Onriciuy, por an-
dar lugido.
A' ordem do subdelegado decanto Antonio, I
noeta FranoeKnudo Barros, como.indciadaeru 1
me de furto, e Antonio, escravo de Jorge Tassc-
|Kir su-peitas di andar fgido.
A' onein do subdeleganlo de S. Jos, Antonio
Francisco da Silva, por embriague/, e Joo Fran-
cisco da Siiva, para ser copservado^m cusiodia.
Em offlcio de 24 de abril ultimo (Webido boje)
narticipon-me o delegad de polica de Paod'Albo
que, pelas '1 huras da larde do dia 22 do mesrno
mez, n. lugar denominndoFino- daqu^llo termo .
Joaquim Salvador Gomes, ferira gravemente a
Francisco Jos de Araujo ; qne o delimpiente tni
preso em flagrante e eslava sendo processado.
Deus guarde a V. Exclllm. c Exm. Sr. vice-
pre-idente d-i provincia Dr. Manocl lio \ascimen-
tn Machado Portella. O chefe de polica, fran
cisco de Faria Lemos.
PEMAMBUCO,
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 28 DE ABRIL
lT(r.s|J>KM:i.V i"' SU. MJGOS-TO LKAO,
Ao meio lia, fea a chamada, acham-se presen-
tes os Srs. Lopes Machado. Miguel Amorim, Mer-
pulb, Feli-bino Tiburlir \ocr.(ira, Hisbello, F
Tavoia, Cicero. Samuel Por.tual, Andr Cavalcan-
ti. Araojo Belliao, Ayres (ana, Goncalves da Sil-
va. Epaniinondas de Barros, E. Pina, Amara! e
Mello, Rogo Rorros, Arioinio Tavares Augu-lo
Leo, Soafes Brandan. Emygdio Marques, G.Drurr.-
mona e Ermiro fiitmlio.
Abre-se a sessAo, o bSo I idas o apfro*BB as
act:^? das anterterasi
O Sr.. 1." Sbcretahio d conta do seguinte
EXPFOIKNTE
U ofBcie doserretario do governo, remettemlo
copia do nfficie do inspector da llirsouraria po -
vIneiii!, sobr> crdito; supplenientares. V com-
missiio de orcameote provincial.
Uei 1 petico d" arcediago Joao Jos Pe eir, vi -
gario da freguezla de S. Pedro Mailyr de Olinda.
pediodo que so llie mande entregar a quola votada
no ornamento vigente para as obras de sua ma-
triz ; e se conceda prefcrenfia para a extracto
das loteras da mesma igreja.A'conimissaO de
orcamento provincial.
(tetra de Jos Francisco do Menezes Aionrint.
ex-e-eriyao da snMilegacia te fregnc/ia^IS.
Jo-A dw'ta cidade, pcdirtdo que se antora* .reama-
ra munlrlpat pagar-llie a quantia de 273j2oO.
que a mesma lhe deve de rostes 1^ presos pobres.
A' rommisso de orcamento municipal.
1
, 619.-U a.0. che
pTinTIct.Cofflrduttmo S
lendia a desunlf nm noswi alma elemento toguin
pwttesn au ser humas, nas autos aperfei-
PUa-U par ser til, se fossemos buscado em tem-
po aporta-no.
Peo que estamos promplo nara todo sacrificio.
que requerer o bete*SWCio tmate diaro paiz; teas
alimentar partido, S 1. N vo-fo claramos
francamente na nohaeiencte dnrw sentirmo tffl
mue de fer juntis pratieado acto algmn em o
nosso eplseopal minh-terio tendeute a servir a nm
partido; o na Br.ne rosolue/10 estamos de perseve-;
nr Wr>rio3sis principies para foturb.em quanio
estlverpm. nos, e nos auxiliar a raca divina. *|
' fteixai-dos agora dar-vos ainda um aviso salu-
tar. A Igreja de Je-us Christo, qual felizmente
pertencemos, dNMrttedo govrno ivil.
BHapdde manter-se, ente eltelte so manten!
em meio de tenas a"f(M>m dgoverto; pdsque
a sna musito Vtmieamente prtgar, e InUmir a
aceitacao da nlHIttrf* d Jw-tlcn-dm refere*;* ai
bertlmB das almas, Come njl w doixastf
oBeACHOS 0A'TK*-Bt9fm(qa DosteAfJ r. 1 bb levar a crer qne nlWerd-d de opinar em mate-
^^' .tiuia'DgW *rrs soefaes mduaa nossmnmei.te .!>*-
,l|.mito*ri^mtolWlad(. rM.gnta ? ,\
haaica vernadeir M ensillada por Jesns
em py^*fS#1><* eltednixMa em de
,u ftteitarel Antonio brtnBes Trigo de Unralro| poW '
otWW*'
Outra do professor Franrlaco de Asis Monteiro
Pessii, p.-dindo iteta gnitincacao mWicional aos
seus'vcncimcntes, pe***>eeis(i de irabelho que
tem.A'commisso de petioes.
Outra dos p:ris te familia: e moradores da fre-
gnezia de S. Pedro Martvr de Olmda. putindo a
resiauracao da raoVira do sexo feminino naquella
firjmwa. A' commissao de instruccao pn-
Wlca.
Ontra de D. Amelia de Mello Pires Galvo, pro-
fpsora da povoacao da Ponte dos Carvalhos, pe-
dindo quota para a eadeira que rege;A' eomtiis-
so de uroammite provincial.
Outra divFrlnehiPO Libante Cotos e Manoe! de
Giovani, pedindo prmi>*o para trabsUnron no
lliealro de S;raW IA tw. prtetas'SMiw a *^-
nWfcj*decada semana.A'commissao dawk~
' Ontra dos pwfeseerw publicas desterapual.pe-
dindn aniiwHte te seus ordenados.A coisaue
sao de ordensdos.
Ontra'd. erofe-sor Franctera oe Assis Aiontetu
Pessoa, pedindo autorisaqo para sua escola func-
cioar tambem note, marcndose urna gratifi -
raco corrWpnndenU!, c a quota para exp dientes,
e luzes.A' commissao fhitrade Manuel Roberto do Carvallio Guima-
professer pnblico de Sato Amaro da Sal-
us. pedimio um anno de iffCta, #>nn todos os
em vencimentos. pata tratar fe sua sade.A*
comrawsao do petire-.
Se ms e approvados os seguintes parece-
res :
1 A commissao de fazenda e orcamento
rial, qual foi presente a prlico de Maiic
mo do Jess, steMnando desta aasembla, urna i
posion legislativa, que autorise a junta aduna
trativa da Santo Casa de.Misericordia Bagarlfto
a quantia de 13:3*3*177. qun e4 4fSidalfe tor-
ne cimento de pi a tedacba. ao estahelecuBentos
e de caridado; aiiendeldo a eemmisto a pxova
1 meftH
*-.


.221
*' Diario de Pernambuco Sexta feira 7 de Maio de 1869.
tarta pelo peticionario era documentos in-
sos mesm peticao, de parecer, me s-sja a
tenca atendida no ornamento provincial para
exercici de 1869 1870.
Sala das commissoes, 26 do abrH de 1869.
a Machado.-^-Aures Gama.
- A commissao de orcamento provincial, a quem
i prsenle a peticao de Candida Menezes Druin-
ind da Cnnha, professora pnblica da cadeira de
gipi, solicitando que se I he mande paprseos
vencimenlos pelo exercicio desse lugar, desde se-
tembro do anno prximo patudo, e que so lhe
arque quqta na lei do ornamento para pagamen-
to dos mesmos vencimentos durante o prximo
exercicio ; attcndend a que a peticionaria tem
effectivamente exerciao o lugar em que foi provida,
como prova, de parecer qae eja attendida :
para o que propora commissao os meios necesa-
rios no projecto de ornamento que tem de pre-
sentar para o futuro exercicio.
c Sala das commissoes, 27 de abril de 1869
Ayres Gama.Lopes Machado.
Sao lidos e mandados imprimir os seguintes pro-
jecto : .
A coumissao de fazenda e ornamento provincia,
em a honra de olTerecer consideraba desta il-
ustrada assembla o projecto de ornamento que
eonfeceionou para o prximo exercicio.
Em resollado dos estudos e exames a que pro-
eedeu est convencida a commissao de que a re-
cata provincial nesse exercicio nao poder exce-
der a 1,600:0005000.
Avista disto bem comprehender esta assembla
que por tanto foi forjada restringir entre tao nu-
melisas e variadas necessidades publicas a pro-
ver, aflm de ser mantido o mais possivel o equili-
brio entre a recita e despeza.
Todava n3o julgou acertado aajmentar o nu
mero dos impostes nein elevar a taxa dos ja crea-
aus, 9ubnorroei>aa nm. snaeha a populacao.
principalmente depois dos novos impostos geraes
Supprimto a commissao o imposto de 4000
por cav.llo particular nesta cidade visto nao ter
produzido nos tres exercicios depois de sna crea-
cao reniiimento que compense o trabalho da res
neetiva collecta, escripturacao e cobranea, sem
que tal resultado se pnssa attribuir a causas que
se possa ou convenha remover.
Restaheleeeu a commissao o antigo imposto de
2005000 sobre casas de cambio, visto como ja se
nao d actualmente o nico motivo porque no or-
camento viecnte deix< u de ser contemplado este
importo, que foi nao existir no atino passado casa
alguma de cambio nesta cidade, bem como tam-
bora reslabeleceu o imposto de dizimo do gado
vaceum. que so por engao deixou de ser men-
cionado no orcamento vigente.
Alten lendo a proposta do inspeofcr da thesoura-
ria diminnio a taxa de 20 /. dos vencimentos dos
emprecados aposentado e jubilados reduzmdo-a
a 10 L, igualando-a a-siui taxa que pagara os
empreg:.dos de novos e velhos por occasiao de
Esta gualdade parteen commissao equitativa
porque, se o empregado, que nomeado e entra a
auferir as vanlagens de seu emprego, paga por
que pa*im os aposentados ou jubilados que por
molestia ou avanzada idade deixam os seus lu-
"ares ?
\ iniposleao de 200 rs. sobre milheiro de ci-
garros, mi elevada a 500 rs., por parecer com-
missao muito diminuta aquella quantia e despro-
porcionada ao imposto sobre milheiro de charuto*
que 25000. .
A commissao reduzio a metade a taxa Jo im-
posto sobre casas de modas que era de 50*000.
O pone que tem rendido este imposto, pareceu
flomnissia que podia ser attribuido a elevacan
da taxa, porque em regla a elevaca do imposto
iinando nao faz estancar a fon te tributada, faz oe-
.uliarem-se os eontribuintes e procuraren aludir
a lci. ...
Attecdendo as ponderales que faz o adminis-
trador ilo consulado em seu relatorio commissao,
extendeu o imposto do 53 sobre escravos ganha-
lores e todos os escravos desta cidade, exceptua-
do lomete os empreados em servico domestico
na industria fabril.
Com relacao a joalhciros que sahem a mascatear
lora da capital, restabeleceu a commissao a impo-
sicao. de 1867, por parecer-lhe raais justa e conve-
niente, e attendend a que a imposicao do modo
por que foi laneada no orcamento vigente, nada
lera pidvizvd'. .
Ainda nao foi remettido o quadro dos exercicios
lindos, mas presummdo a commissao montaren
as respectivas dividas quantia avultada, e nao
havendo talvez na reeeita oreada ineio sulliciente
para seu pagamento, resolveu autorisar o paga-
mento com as sofera* de qualquer verba do orna-
mento.
Alen dadas eonsideracoes, entende a commis-
->ao nada ser-lo neeossario observar, visto como o
mais sf r supprido pela illustraeo e criterio desta
assembla.
Assiin, pota) limita-se a commissao ao que fica
porto, aguardando para qualquer explicacao ou
juslicaeao mais que saja neessaria, a occasiao
das discussdes do projecto segrate :
TITULO 1.
Despeza.
Art. 1.* A despeza provincial no exercicio de
1869 a 1870 ser de 1,979:0205665, effectuadapelo
presidente da provincia, de conformidade com as
lisposicoes seguintes :
capitulo i.
Assembla provincial e secretaria dogoiertw.
Art. 2. Assembla provincial:
1." Subsidio dos deputados.....
S 2/ Ajuda de custo dos mesmos.
3." Empregados da secretaria
inclusive a gratificar do 3o oflicial
interino........................
g 4." Expediente, asseio da casa e
L'ratinYaeao de tiOO ao servente
5." Pubticaeoes e impressdes...
diente...
1
39:650*000
263:850x000
-*-+-
---------
Art 9.a Dibliotheca provincial
1.
2."
3."
Art.
Bibliothccario
Compra de novas livros
Expediente e aluguel da casa
1:080000
SOOOOO
600000
2:1805000
10. Siibvenean &\ Instituto
ArcheoIdgfco.T......... ......... 1:200*000
CAPITULO III.
Auxilio industrial.
Art. 11. Subvencao tompanhia
Pernarabucana................... :000000
Art. 12. Subvenclo Socledade ^^ ^^
dos Artistas Mechapicos Liberaes... 2:0005000
CAPITULO v. *'
Obras publicas.
Art. 13. Reparticao: .-/wt.vtn
Empregados.............. *.:000M00
l 2. Expediente e serventes..... 2.b2750uu
do art. 35 da lei ti. 852.
Art. 37. Alugnel de barreiras-----
CAPITULO XI.
Aposentador as e jubilarles. __
"Art. 38? Aposentados....... 3O3735"07
Art. '19. Jubilados...........
47:627*000
CAl'ITI IjO XII.
irida profinriai.
Art. 40. Exercicios findos segunde
o quadro apKXo.................
CAPITlttJ XIII.
Publicarte* I tmpie. '< Art. W. Wilicacao e ImpressSc
dos trabalhos das reuarticoes provm
Ciaps inclusive 2,0005000 aFrancis-
coPaciflco do Ama ral para coifee-
cao e pubtica.^o do almanak da pro- IX
vincia, devendo fornecer os ejempla-
res precisos todas as reparlicoei
publicas provinciaes; assim como o
pagamento das prestacoes semestrae ?
pela confeccao da estatistica da pro-
vincia.......................... 16:9295000
4:000*000 do Rosar)ho desd as datas do respectivo exerci-
-----------------ci on posse.
41:159|00O Art. 48. As sobras de quaesquer verts do or-
camento deste ou do passado exercicio ser3o ap-
216*000 plicadas as desperas marcadas no art. 40 da pre-
sente lci.
Art. 49. Das quolas votadas no exercicio de
1866 a 1867 para obras do diversas mitrizes, e
que nao form applicas ao flm para q'ie foram
destinadas, assim como dos saldos de lou ras pro-
20(340*988 venientes dos premios que no praeo legal -nao fo-
ram cobrados ao respectivo thesoareiro, oos be-
neficios de differenti's partes de loteras que nao
ftiram ealTvgta3^ o que tudo existe em aeposito
na thesouraria provincial, despender o presiden-
te da provincia quantia quefor necessaria para
. a despeza decretada no 5 4* do art. 14 da presen-
to lei, guardada em tudo o caso a disposkiSo doart.
49 da lei n. 754. '
Art. 50. A preferencia das partes de loteria-
que tem de ser extahidas no exercicio d\ presens
j le lei, ier regulada do ndo .seguinte, revocadas I sueeedidoeni sua arda tarefa.
A nossa salubridade, sem que tenhamos entre
nos epidemia conhecida, nao. 6 satisfactoria ; de
quahdo era vez temos a lamentar o passamento de
algum cidadao estimavel, sendo que, nestes ltimos
dias, foi Deus servido chamar sua presenca o
honrada negociante Antonio Francisco Ramos, cujo
passamenlo foi asss sentido no circulo de seus
amigos.
t Afina! resofveu-9 a qttesta do consulado
poitugucz,delibeTando-seaceila-loo subditod.iDMO-
tna nac.'io Custodio Domngues dos Santos, nego-
ciante disiincto desta praca, o qaal j tomn porte
dos archivos, e aclia-se no exercicio de tao liode-
so cargo.
A nomeacao fui mu acertada, e perfcitatitente
bem acolliida pela colonia ^portugueza desta capi-
tal : realmente nao podia reeahir enf pessoa mais
digna e habilitada, pelos grandes conhecimentos
que tem da legislacao deste pair, e do mecarmma
do nosso cdigo cmmercial.
Fazemoj^ardentes votos para que seja bem
(m
ti

-Jinprocolente. AppeUante, Florencio
Ivs; appellada, ajutlca.Improce*
liante, o jiilzo : appellado, Francisco
Art. 14. Obras .
1. lleparr de conservaba de
pontes c estradas, incluindo-se na
despeza o prfliacto do pedagio, epre-
ferindo-se as damnificadas pela
eheia..........................
I 2.- _Conservacao e reparos de
edificios pblicos..............
3. Calcamento da cidade do Re-
cite e resgate das apolices qne se
vencen no exercicio desta lei, in-
cluindo-scua despeza o prodnetodos
impostos creados pela lei n. 350 e
art. 57 d den. 596...............
4. Matrizes, sendo a preferencia
regulada pejo bispo diocesano......
8 5. Estudos grapblcos.........
6." Para execncao da lei n. 649;
devendo a respectiva verba ou parte
della, segundo se exesutar ou nai a
lci no todo ou em parte dentro do
exercicio da presente lei ser applica-
da qualquer das seguintes obras :
20:000*006 com a estrada da Luz;
20:00055000 com o Gymnasio Provin-
cial ; 20:0003000 com a estrada do
norte ; 20:000*000 com a construc-
cao de cadiias no interior ; 4:000*
com una ponte no lugar mais con-
veniente sobre o canal que atraves-
sa a ra da Uniao, etc.. .........
100:0003000
5:000*000
139:000*000
20:000*000
5:000*000
da lotera concedida a| estabe-
a cargo da Santa Casa oa Mse'ri-
cattoloxiv.
Despczas diversas.
Art. 42. Restituicoes............ 3:264*000
Art. 43. Eventuaes............. 10:000i000
' TITULO n.
Receita.
ArL 14. Para cffectuar a despeza fixada no ti-
tulo 1. desta lei determinar o presidente da pro-
vincia a arreeadacao da ronda, de conformidade
com os paragraphos seguintes :
i. 90 ris por arroba de assucar expor-
20 ris por caada de agurdente e alcool
todas as preferencHis dos anteriores ijrcameft-
tos :
l. Oito parte
leclmentos pios
cordia.
I m.* QniRr* partes da concedida para o patri-
monio dos orphaos.
3. Urna parte de cada urna das loteras se-
guintes, e na ordem em que esto colladas :
Art. 51. Ficam revogadas todas as disposlcoes
era contrario.
S. R.S la das commissoes, 28 de abril de 1869.
=Ayres Gama.^Lopes Macltada.=Soare$ Br-
alo.
(Continuar-se-ha)
tado.
I 2/
idem.
8 3.
S 4.
200:000*000
469:000*000
CAPITULO V.
Tlwatro de Santa Isiel.
Art. 15. AdministraQao e subven^oes :
1." Ordenado do administrador.
| 2. Subvengo companhia dra-
mtica...........................
3." dem idem lyrica..........
2:160*000
10:000*000
20:000*000
5 % do algodo idem.
7 t/0 do niel pe furo idem.
S 5. 700 ris por cada couro vtrde; 750 ris
por cada couro salgado, e 800 ris ior cada couro
secco ou espichado idem.
6. 5 % dos demais gneros exportado, ex-
ceptuados os gneros para o ga3to do.navio c ali-
mento dos passageiros e tribolacao.
7. 25*000 por q|da escravo e> portado, gu ir-
a a disposicao do art. 41 da lei n. 431.
dada
ispusic.au
32:160*160
23:790*000
2:5005000
10:800*000
1:400*000
13:500*000
51:990*000
Ai t. 3.* Secretaria do governo :
i !. Empregado, inclusive a gr-
tiicaca do secretario, c do continuo
qae serve no archivo, e quatro prati-
aites...........................
2.* Expediente e as-eio da casa,
inclusive a gratificaco do collabora-
kir encarregado de copiar os livros
do archivo.......................
3.a Graticacao dos dous ser-
ventes...........................
33:988*000
3:500*000
1:800*000
CAflTLO II.
Instruccao publica.
Asi. 4. Directora geral:
% 1." Empregados, inclusive agra-
'.incacao de 5003 ao secretario.....
2.* Expediente e asseio da casa.
f 3.' Gratiflcacao d sjrvente
Art.
5." Gymnasio provincial.
Empregados e prufossores..
Expediente e graticacao do
>ervente........................
S 3.' Masen, inclusive um prepa-
rador e ara conservador...........
% 4.* Uensalidade dos alumnos po-
bres ............................
39:288*000
6:6803000
440*000
730*000
T50OOO
43:480*000
478*000
2:6003000
1^680*000
CAPlttLO VI.
S^nran^i publica.
Art. 16. Forca policial:
!. Auxilio ao corpo policial em
campanha pago nicamente, vista
de atlestados trimensaes do quartel-
geeral do exercito emoperacoes...
2. Corpo provisorio...........
3." Educacao dos filhos dos vo-
luntarios da patria fallecidos ou inu-
tilisados na guerra................ 3:780*000
50:000*000
296:983.5000
350:76.1*000
Art. 17. Casa de detencao :
1." Empregados, inclusive cirur-
gio, badjareiro e cabellereiro.....
^| 2. Expediente...............
S 3. Illuminacao.*.............
21:3503000
3005000
1:400.4000
Art. 18. Aluguel de casas para ca-
das e quarteis fra da capital......
Art 19. Conducao de presos.....
23:0505000
3:584*000
1:1755000
CAPITULO VII.
Illuminacao publica.
Art. 20. Com 1,253 lampeocs de
gaz na cidade doRecife, continuando
a nspeecao cargo da i-eparticao das
obras publicas.................... 87:000*000
Art. 21. Com 101 ditos do azeite
era Olinda........................ 9-M 170
Art. 22. Com 30 ditos em Goyanna 3:1535600
Art! 23. Com 30 ditos era Rio-For-
moso...........................
Art. 24. Com 30 ditos tu cidade
da Victoria......................
CAPITULO VIH.
Soccorros de beneficencia.
Art. 25. Auxilio a Santa Casa da
Misericordia do Recifo, sendo 3:000*
para collegio dos orphaos........
Art. 26. AsylodeMendicidade.nos
termos da lei n. 832...............
3:151*600
3:153*600
40:000000
48:0073000
Art. 27. Sustento e curativo dos
presos pobres.................... 40:000*000
Arl. 28. Recolhimemos:
jj 1. De Olinda..........
$ 2." De Iguarass........
3." De Goyanna..........
Art. 29. Collegio de Papacaca...
1:0003000
1:000*000
1:000*000
3:000*000
6:000*000
Art 30. Hospital da misericordia
de Goyanna......................_Ji^!^
Art. 31. Casas de beneficencia :
g 1. De Gravat............... 1:000*000
I 2." De Bezerros............... 1:000*000
2:0003000
CAP.TULO IX.
51.2383000
Art. 6. Eeola Normal
8 1 Empregados e professores,
inclusive o augmento de vencimen-
tos de director, e as gratiflcacfitwi da
300* ao secretario, e 200* su por-
teiro.....................11"'"J
2 Expediente e asseio da casa,
inclusive a compra de Instrumentos
para as aulas ahmumentecreadas..
^8 3. Aluguel da casa e diaria do
13000 cada servente............
16:3103000
1 4583000
2:368*000
20:2063000
Ait. 7." Aula de latim:
I !. Professores............... 7:3803000
I i* Aluguel de asas e expe-
dieV.....?.................. .. 8853000
.----------------
7:9413000
_ Art. 8.a Escolas primarias :
g 1* Professores, inclusive o pro-
rimento de mais dez cadeiras do sexo
ascuISno nos lugares seguales
Praia dos Cameiros, Encruzilbada
do Rosariobo,.....;......;
^ ..; e o das tedelras do sexo fe-
nlm de Tigipi, Tamandar En-
cnniltiada do Rosan nho e Ponte dos
Camino*........................
i V Aluguel d casas e expe-
224.2003000
CMffl publico.
Art 32. Coadjutores............ 33:0003000
Art. 33. Religiosos capuehinbos.. 8t3000
i'AIITULO X.
Arrecadacao e /ivuUisacae das rendas.
Arl. 34. Thesouraria provincial:
S 1. Empreados,inclusive as gra-
liliocoes ao 8* escripturario addido,
e ao continuo pelo servico eetranho
s suas funcedes.................
g Z.* S01*/. a ctibraiH judicial.
3. Despeza judkiae*, inotusive
as gratificaedes ao desembaiiador
procurador da cor e ao subettadoi
da fazenda....................... 5:174*000
I 4.* Expediente e assew da casa. 1:836*000
g 5. Gcati&caooeB do servonte e
do carteiro....................... 1:8003000
53 302*000
7:000*000
68:8i*30U0
Art* 36. Consulado provincial:
g 1." Empregados, rendo a poroen-
gem de 3 e 3/5, e seitio os venci-
mentos do continuo iguaes ao da the-
souraria.......................... 58:0003000
I 2. Expediente e asseio da casa 1:6703000
3." Gratificacao dos serventes... 1:2003000
60:8763000
Art 36. CoUectoriai e agencias:
i !. Promotores fifeaes......... 6:7323000
I 2.* Collectores com as mesmas
porcentaeens do exerticio anterior.. 12:8523060
I 3. Escrives dos ditos aa mesma
conformidade. *.................. 8:7083000
4. Agente do fumo, tabaco, etc.
dem............................ 3:4943000
o. Dito de liquido espirita* .
e vmagroidera................... d.w#uw
g 6. Agentes desta provincia as
cidades de Macei, Paranyba, Penedo
e Mamaagoape nos termos do 6.' -
I 8." 100 ris po'r libra de tabr.co fabricado, e
600 ris por li ra do nao fabricado
9. 2*000 por milheiro de chai-utos c 500 ris
por dito de eigairos.
10. 800 ris por arroba de santo,
g 11. 80 ris por caada de gen ;bra e licores, e
50 ris por caada de outras bebidas espirituosas,
restituindo-se o imposto se o genero for reexpor-
tado.
12. 20 ris por caada de vinagre nao fabrica-
do na provincia.
13. 20 % da agurdente consumida na pro-
vincia, cobrados por admimstracao na cidade do
Recife.
14. 25-500 por cabeca de gado vaceum consu-
mido na provincia, com xcepcao dos criadores as
comarcas do Bonito, Caruart, Garanhuns, Brcje,
Flores, Tacaratri, Cabrob c Boa-vista; sendo to-
rera de 13900 e*se imposto na villa, de Pedras de
Fogo.
15. Dizimo de gado vaceum ras referidas co-
marcas.
16. Decima dos predios urbunos nos termos do
8 do art. 43 da lei 11. 852.
17. 205000 por venda de escravo, exceptan-
do-sc os menores de 5 anuos que forem vendidos
com as proprias maes, devendo porm pagarse
dous por cento do ivspattivo valer qaando a ven-
da for de parte de um escravo.
18. 10 % do sello do licranca, legados e doa-
coes de qualquer especie, na forma do art. 42 g 13
lia lei n. 544.
19. 5 % dos premios da lotera maiores de
400*000.
S 20. 10 % le velhos e novos cireitos pela no-
meacao, aposentadorio ou jubilacao dos emprega-
dos provinciaes.
21. 4 % sobre a renda das casas em que se
aciiarem estabelecimentos commorciaes fra da
capital, assim como as typographias, cocheiras e
ravallarlcas de aluguel, bateqnin;., casas de pasto,
hotuisefabricas em toda a provincia; exceptuadas
porin as ruraes.
g 22. 8 % sobre a renda das casas em. que se
aeharem consultorios, cscriptorics e sartorios, in-
clusive os dyuollicitares decausj.s, sendo a impo-
sifao lan^adnobrc a quarta parto da renda da
casa quando fircr parte da J-esidencia do contri-
buinte.
g 23. 20% sobre a renda das ea*as cm que se
aciiarem estabelecimentos de conimercio em gros-
so e retalho, armazem de reo llier. de de|> sitos,
de algoda e prensas, e trapiches, licando isentos
os que nao tiverem caixeiros estringeiros.
24. 25*000 por casa de modas de qualquer
especie.
g 25. 30*000 por casa que tiv;r um s bilhar,
e 205000 por cada bilhar mais.
g 26. 100*000 por casa ou joja que vender rou-
pa, sellins ou obras de raarcenaaia, fc:t,s em paiz
estrangeiro.
27. 400*000 por casa de opcracOes bancarias,
companhia anonyma, e agencias.
28. 200*000 por casa de Cam o e de pe-
nhores.
29. 100*000 sobre cada corrector commeacial,
agente de leilo c casa de compra, venda ou qual-
quer transaccao sobre e-cravos.
g 30. 505000 por cada corrector ou nculcad|(r
de escravo.
8 31.1 /o do cada leilo, pago pelo comprador;
exceptuados os judiciaes.
32. 305000 por cada escravj empregado no
servico das alvarengas e canoas bertas.
33. 1*000 por tonelada das alvarengas e ca-
ndas abenas empregadas no trr.fego da carga e
descarga.
34. 5*000 por cada escravo na cidade do Re
cife, exceptuados os empregados 110 servico domes-
tico e fabricas.
35. 16*000 por carro partlcidar de 4 rodas e
10*000 por dito de 2 rodas.
g 36. 40*000 por carro de aluguel nos termos
do art. 45 g 35 da lei n. 751.
I 37. 25*000 por cada mnibus e carro f-
nebre.
38. 6*000 por carrocas e vehculos nao com-
prehendidos no 36; exceptuados os que forem
empregados no campo em tr.'ibalhos de cul-
tura.
39. 10000 por cavalio de aluguel.
g 40. 5 % sobre a venda do capim na cidade do
Recife. -
41. 10 /o sobre a venda de colchetes nao fa-
bricados na provincia.
42. 2:000*000 porcada joalheiro ou caixeiro
do mesmo que mascatear na provincia; exceptua-
dos porm os que se acharein establecidos mais
de 6 annos na provincia, os quaes pagano 200*000
por cada caixeiro ou pessoas que empregarem em
mascatear.
43. Matricula da Escola Normal.
44. Pedagio das pontes e estradas.
45. Bens do evento.
46. Euiolamenttis e appreherisoes da polica.
47. Ditos da thesouraria provincial.
48. Multas por InfxaccSes.
g 49. Restituicoes e reposicoeti.
g 80. Producto da venda e renda de genero?,
utensilios, e proprias provinciaes.
51. Divida activa.
1 52. Meiade da divida anterior s de inlho de
1836.
g 53. Producto dos mtiostos creados pelas lels
ns. 350 e 896 do art. 57.
8 54. Saldo do exercicio anterior.
55. 5 % sobre a renda dos bens de raz per-
tencentos s coq^iracSes de mi mora, jcom ex-
cepca dos que mantin estabelt-cimentos pios.
g 56. Producto da lotera do Gymdasio e thea-
tro de Santa Isabel.
57. Saldo uos premios de loteras prescriptos
Oos termos do art. 39 da lei n. 473.
g 58. Custas arrecadadas pelo juizo dos feitosda
fazenda.
S 59. Joro de 9 % pela inde .ida retengao das
reudas.
8 60. Produet do imfiosto addrccional creado,
pe* M n. 377 para o Asyk) de laendicidade.
tenente-coroiiel Decio tem estado doente, mas gra-
fallando sobre a materia o Sr. Gon- a De(w e aos Cidilltlfi da 9ua faulilia e ^ Mll
TITULO ni.
Disp-tsitfiu gerats.
Art. 48. Continuam e:u vigor as disposices do
art. 43 da lei n. 844, 48 e 66 d de n. t6, 49 da
de n. 635, 47|g 8, 9 e 2li e art 49 da den. 754 e
dos arte. 48. 46, 48 e 51 da de n 882.
Art 46. O presidente mandar pagar oque a,
Santa. Casa anda dever Mu>ol Antonio da
Jesu*.
Art 47. O presidente da provincia mandar des-
de j payar o vencimentos qne tiverem direflb
as professora! publicas de Tigi)i e encruzilbada
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.-Na serfSSo de an-
te-hontem a assembla approvou um requerimenlo
do Sr. Tavora, que por elle foi justificado, pedindo
inforniacoes ao governo sobre o motivo por que
nao tem continuado a factura da estrada da Esca-
da, e a causa porque ainda se norealisou a r sci-
sao do contrato feto com o arrematante, daquella
obra.
Na ordem do da approvou em segunda disens-
sao o projecto n. 15 deste anno, que restaura a
cadeira do sexo feminino na freguezia de S. Pedro
Martyr e crea outra na extremidade da ra Impe-
rial da freguezia de S.Jos, cora urna emen-
da creando outra cadeira no lugar dos Arromba-
dos em Olinda,
(arres da Silva, di-pensado o intersticio a reque-
rmente do Sr. Ainaral e Mello.
Votada a urgencia proposta pelo Sr. Amara 1 o
Mello, foi lido o parecer das commissoes de consti-
luicu e de jusiica civil e criminal opinando para
que em ses-o secreta se discuta se aeye prose-
guir o processo contra o chele do noticia, com
voto cm separado do Sr. Gaspar Drummond, dis-
cordando do parecer da commissao. O parecer fi-
cou adiado por falta de numero, visto se terem re-
lirado os Sis. Soares Brandao, Andr Gavalcanti,
AyresGama, Columbano, Mergulhao.
A ordem do dia para a sesso de boje, a con-
tinaacao da anterior e mais a terceira discussao
do projecto n. 15 deste anno.
SEMLNARIO DE OLINDA.Pelo Sr. Luiz Pinto
da Costa foi enviada, ao Rvm. Sr. rcitor, a quan-
tia de 100* para as obras do estahelecimento.
D1NHEIRO.O vapoF lpojuca trouxe 800* para
o Sr. Jos Rodrigues do Souia Q 2:000* para o
Sr. Luiz Fcrreira da Silva.
HIATE SANTA CRUZ.S agora romos infor-
mados da marieia por que se deu o sinistro, que
occasionou a perd.i deste navio, sabido do BQsao
porto no dia 10 do pausado, com um imprtame
carregamento de fazendas e gneros para o Ara-
catv, a maor parte do qnal pertcnecnte ao Sr.
Pedro Jos Goncalves da Silva.
Em con*equencia de mo tempo, o navio enca-
Ihou, s^ horas da manhaa do dia 12, as coras
que ficampor dentro dos baixos de S. Roque,
confronte ao povoado de M;.racajaii, abrindo agua
em continente, e' cnchcndo-sc totalmente d'agua
quatro horas depois.
Salvaram-se atgapas fazendas, que foram ven-
didas no Rio GrandTdo Norte, por eoata do se-
E"ro.
Dizem-nos que o frete era muito mdico, o tna-
.. fez apenas 600* pouco mais ou menos, o resul-
tado porin foi ainda nao haver chegado ao seu
destino. .
Se ontro nos se attondesse ao prejtuzo resultan-
te da perda de tempo, falta de seguranca e coni-
mdidade a que neste mundo tetn dircito o h 1
mein que trabalha, outro seria sem duvida a nos
sa maneira de viver, outra seria a ma'rcha que o
verdadeiro progresso teria feito entre nos ; mis
nao, apezar da iiavegaco a vapor que lant ha
concorrido para a cviisacao om toda a parte do
mundo, ainda se ieem entre nos embarcares
baldas de seguranca viajar como por milagre ex-
postas a mil e urna vicissitudes e caprichos dos
elementos.
Avalia-se em 120:000* o total das perdas.
PRESOS DE JUSTICA Vieram no vapor lpo-
juca, do Rio Grande do Norte, cora destino ao pre-
sidio de Fernando, 29 presos sentenciados, afnn
de cumprirem ah as penas que sc'acba con-
demnados.
AFOGADOMorreu, na terca-feia noito
segundo nos inf ir.nam, no canal entro a Ilha d >
Pina e a ra Imperial, um d js triuolaites da
crvela de guerra italiana Gaiscardo, qqando vol-
lava, segundo se suppoe, de passeiar na cidade.
O resto da guarnieao, depois de fumigado o in-
terior lo navio, j se acha bordo.
AFERICO.Finda-se no ultimo do cerrante
mez o prazi, marcad pela cmara municipal di
Recife, para as afericoes pelo systema mtrico de-
cimal.
THEATRO DO POCO.Faz amanhaa beneficio
neste theatro o amigo actor o Sr. Antonio Jorge
cora o drama Peregrino Branco, e as comedias
Urna mulher por duas horas e A criada impa-
gurel. \
Bem que ha algum tempo ausente da scenn, o
Sr. Jorge nSo desprezou nem esqueceu a syinpa-
thica arte, e volta ella, nao so para prova-1 o,
como para obter meios de sustentar sua numero-
sa familia.
O espectculo variado, e deve animar o pu-
blico a vantagem de ir cvillar gratuitamente nos
trens da linlia frrea de Anpucos.
Recommendamos ao publico esse b<;neQcio.
FERLMENTO GRAVE.N> lugar Eino, do ter-
mo de Pao d'Alho, Joaquim Salvador Gomes ferio
ravemente, no da 22 do passado, a Francisco
os de Araujo ; sendo preso em flagrante.
ALFANDEGA.A desta provincia renden, n
mor de abril ultimo 1,034:057*260, sendo :
Iuiportacao....... 771:648*848
Daipacho martimo. 4:050*950
BKrttMfcg....... 288:0543850
InterioTT....... 2:3i:i4700
Ex*m>rdiaaria..... 988*912
IMPRUDENCIA E NORTE.Na terca-feira ul-
tima, s 7 horas da noule, um servente de pedrei-
ro da estacan de S. Francisco, dos trilhos urbauos
de Apipucos, lenta va atravessar a ponte sobre o
Capibanbe, quando, n'uin bataneo que deu em
cousoqueiK-ia de achar-se ebrio, cabio ao rio e
inorrwi. O cadver foi lirado hontem prximo da
mesma estacao.
IPOJUCA.Chegoa ante-hontem este vapor da
companhia Pernambocana, da Granja e portos in-
termedios trazendo-nos jornaes do Cear at 28
do passado, do Ro Grande do Norte at 3 e da Pa-
ranyba at 4 do crrante.
Na capital do Cear fallecer o agente de
leudos Jos da Rocha Moieira,
Entregra-se prlsio, na cidade de S. Bernardo,
Joao Baptista dos Santos Caminha, pronunciado
em mine de bancarrota na cidade do Kecife. *
Achava-se na admimstracao da provincia o 2.
vice-presidente Joaquim da Cunha Freir, pdr estar
ausente o 1*
No' Rio Grande, a presidencia cohlirraava a
montar o pessoal dos empregados, no sentido con
servador. _, .
Fbram nomeados: director geral da tustrucoao
publica, o Dr. Francisco Gomes da Silva Juamr ;
e sern-tarip eisA reparticao, o Dr. Jos Ignac*
Fernandes Barros. _1 M
Para esse ramo da admimstracao provincial, ra-
ra publicado pela presidencia um regolamento
Achavarse no exercicio de secretario interino da
prwdooa, o Dr. Carlos Justiniano Rodrigues.
Da Parabyba Bos escreve bosso tetoso cor-
respondente, em 4 :
Aproveito a passagem do vapor Ptrapama
para dar-lhe algumas noticias desta boa trra.
A provincia fosa da uiaior triinmilllidade e
socego, sob a Ilustrada administraca 00 vice-
pre,sjdnte,o Exm. Sr. Dr. SHvino EMcbO Carfteiro
da Cunha, que, dotado de bstanle iutelhgeuia e
cercado de amigos dedicados, vai acertadamente
iririgindo seus destines com prudencia e
ci.
As* ultinrs noticias do serlaff sobre invern
sao desagradaveis ; houve suspenso completa de
cliuvas, e definhamento sensivel as lavouras, com
o sol ardente que tem feito. Em alguna pontos do
centro tem morrido muitas pessoas de fomc, sen-
do o governo obrigado a remenea, vveres para
elles. T?
Deus se amereie dos pobres sertanejos, ferti-
lisando o slo que habita: com copiosas chuvas,
para poderem refazer-se dos grandes prejuizos que
estao soffrendo.
Segu neste vapor para esse porto, para dahl
embarcar no paquete inglez de 14, com destino
Europa, o distincto negociante desta praca o Sr.
Clemente de Aranjo Lima Jnior, um dos orna-
mentos do nosso honrado corpo cmmercial.
Muito desejo que seja bem succedido cm sua
viagem, e que vulva brevemente ao seio de seus
numerosos amigos no goso da mais perfeita
sade.
Nada mais me
quemereca relatar-lhe.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.Uoje o ul-
timo dia cm que o vapor Jayuurthe desta compa-
nhia, recebe carga para os portos de Maceio e
Penedo, pra onde seguir amanhaa s 5 horas
t da tarde, conforme o annuncio da mesma compa-
nhia.
GRACA DE MO GOSTO. Ha dias que ItaMl
se lem encarregado de espaliiar por esta cidade,
que o Sr. lenente-coronel Decio de Aq'iiao Fonse-
ca, ora est a expirar e ora que fallecido. O Sr.
Appelacoes crimesAnpellante, o juizo; ap-
pellado,. Antn Vicente Ferrcira.A" novo ju-
ry. AppeUante, o juizo; appellado, Andr Avelino
Uvalcante.Improcedente. AQmdtuiL Florencio
Mart ns Chv.
dente. Appel
Goncalves Barbosa.ull 1 o processo. AppeUan-
te, BMfdicto Ju Diuninguos-de J/iaaeiredo; ap-
pellada, a jnstica.Iniproeedente. AppeUante, o
promwtor; appellados, Francisco Antonio Negrei-
ros eautro. -A' n< vo jijr'y. AppeHiinie, o juizo ;
appeUado, Joao Teixeira de Lemos,Mandou-se
vir a acia do jury. AppeUante, Miguel Simplicio
dos Aojos: ajijiellada, a justiea.^hnprocedente.
PASS*GE>-
Do Sr. deseinbarMdorCItinnia aFr.desembar-
gador Guerra. Appelki{o civel: appidlantc,
Francisco Jos LeiM: appellado, Joao Baptista
Gomes Pena.
Ao Sr. desembargador Lonrenco SantiagoAp-
pellacocrinie: appellante, Isael Soares da Silva;
app.'llaiWa jslica. .
Do SnBesembargador Lourcnco Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albutierque.Appella-
co civel: appellante, Jos Francisco Xavier Cru-
vello; appellado, Joao Francisco Xavier de Aze-
vedo.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta.AppelUico civel: ap-
pellante, D. Joanna Mara das Dores; appellado,
Agostinho Joao da Cunha.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Domingues da Silva.Appellaco civel: appel-
lante, D. FranciscaThomazia daConceicao Cunha;
appellada, fazwrta r 111 /> fjmtlAJt
Do Sr. desaivargtdorfiaiBinguesdlfilvaaoSr.
desemliargadorSoura f.eao.--Api*eHfi*i,,el-: ap-
pellante, D. Francisca Thomazia da Loncei^ao Cu-
nha ; apperlada, a fazeada.
Do Sr. desembargador Souza Leo.aoSr. desem-
bargador Freitas Henriques.Appellaco
*>
erime :
v- appellante, o juizo; appellado, Francisco Jos de
occorro na presente oceasiao, aTaria Appellaco civel: appellante, Jos Rodri-
gues faes; appellado, lU'lloia -MaxJa do Car-,
mo.
DEUr.i'Nirv civel.- Ao Dr. curador geral: ap-
peaate, Alexaadre Rodrigues da Stka; appellado,
Jos Joaquim da Silvcira. .f tj."
Deligenc.ia cmMg.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justiea : appellante. o juizo ; appellado,
Manoel Francisco da Silva. Appellante, o promo-
tor ; appellada, Marianna Thereza da Concci-
icao. Appellante, Jos Joaquim do Fontes (vulgo
Gato); appellada, a justiea. Appellante, Lanren-
n Jos da Silva ; appellaUo, Joao Baptista Xavier
Peixoto. Appellante, o juizo; appellado, Joao de
rafia LeitO.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
Appkllacoes chimes.appellaiUe, o promotor;
appellado, Paulo Francisco de Araujo. ApDellantc
Jos Francisco de Arruda; appellados, Manoel
Fcrreira e outro.
A' 1 hora e meia onccrrou-?c a sessao.
iedico assistente, sen. iriuao o Sr. Dr. Aqoino,
ai'ha-tt muito melhorado, tauto que j est do p.
A continuaco de semelhante graca s pode tra-
zcr de momento o susto e incommodo para os
membros da familia que com elle nao residen) e
para seus amigos, algn dos quaes tem vindo
at de fra da cidade.
LOTERA.A que se acha venda a 105', a
benecio da matriz da Pao d'Alho, que corre no
dia 13.
PROTECTORA DAS FAMILIAS.A agencia des-
la associaco brasileira nesta provincia tinha a-
lstado ile subscriptores at 17 de marco prximo
pa.-'sado ris 665:5095 ; cntraram novamentc os
seguintes senhores :
Dr. Americo Alvares Guimaraes---- 18:000*000
Dr. Miguel Joquim de Castro Mas
carenlias...................... 18:000*000
Capitao Francisco Manoel Wanderley
HerculanoAnlonio Jos Marroquim .
Manoel Theodoro da Rosa.........
D. Anna Adelaide Carneiro da Cunha
Major Domingos Soriano d'Azevedo .
Elias dos Santos Azevedo e Silva...
Tenente-coronel Pedro Francisco de
Albuquorque..................
Feliciano Joaquim de Albuquerque
Manoel da Rocha Wanderley.......
Joao Virissimo do Reg Barros----
Francisco Machado Teixeira Caval-
canli..........................
D. Hara Severina Lins do Miranda
Jos Teixeira de Albuquerque......
6:000*000
6:000*000
6:000*000
3:000*000
3:000*000
3:000*000
3:000*000
3:000*000
3:000*000
3:000*000
1:5005000
1:200*000
750*000
743:9803000
BILHETES OFfERECIDOS. Numeraba dos
bilhetes da 1051 offerecdos pelo thesourero das lo-
teras para auxilio das despezas da guerra :
Bilhetes ns;267 276.
PASSAGEIR04.Vindo da Granja e asalas
no-vapor nacional Pirapami : Jos Francisco
P. da Silva Jmiior e 2 sohrinhas, Manoel J'is d.s
Azevedo Santos Jnior e sua mi, Ludgero BM
Garca, Jos Lopes das Noves Dr. Manoel Lopes
da C. Maciel e sua mi, Vicente Ferreira l-eho-
meil, Antonio Joainim Sove e 1 esravo, Anto-
nio Tele naco Ferreira Lima c sua familia, Jo 1-
quun Jos Alvos das Noves, Jos Augusto Gurgel
do Aiaaral, Dr. Luiz Jos do Meleiros, Frederico
Antonio de Carvalho, Luiz Fredericj Gd, Lauron
tino Minervinoe 1 escravo, E.iclides D. de A'bu-
querque, Joao M iria Julio Chavos, A leiino Antoiio
Moreira, Luiz Antonio Morena, Manoel Frene de
Mello, Panialeo Jorge da Fooseca Bastos, A itonio
Mara do Monte e 1 escravo, Roco Bjrgene, Cle-
mente Lima, Miguel Rub Mo, Antonio Luiz Leito,
Joi Lins Pereira Lima, Paulino Carrilh > d> Re-
g Barros e 3 escravos, Epifanio Jos do Na-ci
ment, padro Antonio de Oliveira Antones e 1 es-
cravo, Carlos Augusto Carrilho de Vasconcelos,
Joaqni n Duarte Campos, A naro Brrelo de A.
Maranbao e seu lllho, Euquirio Jos Peres e sua
familia, Pedro Jos Goncalves da Silva, Camilo
Augusto SeveraOO de Luna, J iao Evangelista dos
Santos, LaurentiOQ Antonio Tuixeira, Francisco
Xavier de Paiva e sua ora, Joaquim Francisco
Leonel de S >uza, Francisca Mari* da Conceic.
Pedro Paulo Vieira de Mello, Alfonso Apulio Das
Brrelo, Francisco Antonio d 1C ista Bezerra e 1
criado, 2 olicioes e 34 praca* de polica, 29 sen-
tenciados e 4 cserivos a entregar.
CBM1TERIO PUBLICO.Obituario do dia 3 do
corrente.
Archanja, Pernambuco, 38 annos, solteira, Santo
Antonio ; phtysica pulmonar.
Fclippa di Paz Moreira, Peruambueo, 85 annos,
viuva, Boa-vista ; velhice.
Joanna da llamara Goudiin/Pernambuco, 76 an-
nos, viuva, Jaboafio; pneumona.
Joaquina da Apresentact, Pernambuco,90 annos,
solteira, Boa-vista ; velhice.
4
Mathias, frica, 60 annos, Recife; hemoptise.
Lina, Pernambuco, 1 anno, S Jos ; espasmo.
Antonia Mara da Conceicao, Pernambuco, 35 an
r.os, solteira, Boa-vista ; iiiflamiiiacao no tero.
Manoel Pereira do Canto, Pernambuco, 56 annos,
viuvo, Santo Antonio ; pneumona.
Julita, Pernambuco, 10 annos, Santo Antonio ; be
xigas.
Joaquim, Pernambueo, 1 anno, Santo Antonio ;
convulses.
Manoel de Hollanda Lobo, Pernambuco, 70 annos,
viuvo, Santo Antonio ; eongestao pulmonar
Cesaue Bartholomeu, Italia, 24 annos, soliciw,
Boa-vista; febre biliosa.
t'HRONICA JUDIl IARU.
TKtBI \AI. u\ iei:i.A, AO.
SESSAO DO 4-DE MAIO DE 1869.
POBSmaNCIA 00 GXU. SR. DESCMBABGADOB SANTIAGO.
Aa 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Domingues da Silva, Frailas
H.-nnques e Sonsa Leao, faltando o Sr. desembar-
gador Guerra procurador da oora, abrio-se a
sesso.
O Sr. desembargador Ucha Cvalcante, oBciou
remetiendo os feitos crimes e civeis, qae tinha em
seu poder como relator e revisor, e mais os que
deixou sobra a mesa, por ter de lomar asseato na
assembla feral legislativa, como denotado.
Passados os feitos deram-se os seguintes julga-
mento : ^
Recursos chimes.Relator o Sr. daawabanl >r
Gitirana.Reewrrente, o juii reecorrdv'Isiilio
Lopes da Cunha.Sorteados o* ira. dnnembarga-
dores Lourenco Santiago, Souza Lelaa Domingue-
da Silva.Iiaprooedente. Reccormntl, o juizo ;
reccorriilo, Joaquim Alves Bren|nel.t^Hr*;idos
os Srs. desembargaAires Frailas Henriques, Almei-
da Albuquerque e Motta.lioprocedente. Uator
o Sr. desembargad >r 8onza Leao AeccorMite,
o juizo; reccorrido, Thom Lea de Castro.Sor-
triado os Srs. desembargad > os Gitirana, Lourenco
Santiago e Domingues da Silva.Deta-se provi-
niento. Reccorreate, ojnizo; reccorrido, lni-
cencio G irnos de Araujo.Sorteada m 8r. d-
einbaigadores Motta, Freitas Henrique e Almeida
Albuquerque.linpmcedaate.
Aooravj db PETigAO.Aggravante, Manoel J >a
uuiin Baptista; agravado, o jaizo.Relator 9rL
desembargador Almeida Albu piei-que, sorteadol
os Srs. desembargad->res Souza Leao e Domiagua|
da Silva.Negaran provimento.
H.\bsa8 ooftpus.Conce-teii-se ordem a
Francisco da Costa para odia 8 do corrente,M
do o Dr. enele de paacia.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Theatro de Santa Isabel.
Com este titulo publicou o Jvrnal da fecif?, de
29 do mez passado, um artigo sob a assignatnra
de Mario, no qual oceupou-se o seu artirulista de
fazer urna apreciacSo do estado presente do thea-
tro d'aqnelle nomo ; apreeiaco esta, que re-en-
te-se profundamente de algunssaibros de injn aecusando o actual empruzarin infundadamente.
E' a proposito de-ta apreeiaco, e ao mesm,>
tempo aecusaco, que desejamos oppor algumas
observacoes.
Na temos em vista defender ao Sr. emprcario,
nao. O Sr. Coimbra nao criminoso, e, como tal,
nao noeessita de uVfesa ; so bem que o tves=o
dito o Sr. articulista, com estas palanas : sa-
bemos perfeitamente que ao actual eni|irezario so-
hram defensores. O nosso filo, escrevendo estas.
Jaba, despir essa velha decrpita, que, es-
forcando-se por marear o brilho da verdade, en-
volve se no manto hediondo da hypocresia, e
procura nodoar a reputacao do honiem honrado,
rom o seu bafo pestilenciala maledicencia.
Nao somos amigo do Sr. Coimbra ;as nossas
relacocs eesumem-se n'uma simples saudac;,
n'um meneiar de cabeca. n'uru tirar de chapu,
o nada mais ; pelo qne "nao se poder dizer-nos :
es parcial, suspeito ; o dever de amisado cala
a tua razao.Quando muito, nesta questao se nos
poder qualificar de entromettido ; o que tamben
nao somos. Entromettido nao so poder, com jus-
teza, chamar quem procura reivindicar o oireilo
de seu semelhante.
Que n, co'no nos, conhecc o movmento tbaa-
tral des'a cidade, tem a aptitude precisa para
responder e con:rariar as injustas arguicoes do
Sr. articulista.
P le crr o Sr. articulista que nenhura motivo,
nao ser o amor di verdade e da justiea, nos de-
termhou tomar parte nesta melindrosa ques'o.
O silencio un crime, quando se trata de de-
senpenhar a honra de quem quer que seja.
Deixemos, p ir'n, de parle c-sses priucipios par-
ticulares ao individuo que os adopta, e pree-
mos o que so di se.
O Sr. articulista, depois de asseverar-nos que
tinha um fim transcendental, que quera tratar
de in'eretses renes ; pugnar pelo bem da pyin-
cia, advognr a c tusa da arte o hem estar m>ne-
diato dos artista*: qne o theatro urna esoola
para o pnvo, (deseoherta que na sua ;) que as
MisemW.as tcem vot(tdo larijis sommas a titulo de
subvencao para os empresarios quer das compu-
nhms dramitic&s, aucr das compinhias lyruas ;
finalmente, depois de ter favorecido e-tas, elo-
giando-as, rgunta: Mas quanto as compa-
nhias dramticas, cuja missao inteiramente di-
versa (feliz achad I) poderemos afflrmar a mas-
raa cousa? Nao, com pezar o dizemos.
De f< ilo, o Sr. articulista nao p xler dizer da
companhia dramtica o que disser da companhia
lyrica.
A companhia lyrica, cujo emprezario actual-
mente o Sr. Jos Amat, ainda nao teve em seu
seio um artista cujo nome fosse conhecido. Tem
sido sempre composta de actor* da ultima ciaste,
e de algumas pessoas qne nunca suppozerara ter
a honra de calcar as tahoas de um theatro.
Um mysto insnpportavel de curiosos e mus ar-
tistaseis a companhia lyrica, que, segundo o Sr.
articulista, tem enmprido a sna missao. qne,
segundo a voz do publico, nao c digna deste no-
me. Anda nos recordamos de 11ra espirituoso
gracejo que ourimos em um dos cafs desta cida-
de : que o Sr. Jos Amat, para organisar a ulti-
ma companhia lyrica, percorreu Todo o globo, e
trouxe pessoas al da frica I Ainda que nesse
gracejo baja urna hyperbole, com tudo exprime
alguma cousa de verdadeiro.
A companhia dramtica, porm, compe-se pre-
sentemente de artistas mui distinctos, como se-
jam :
Joaquim Augustoartista que tem sido alta-
mente admirado, e frenticamente applandldo em
quasi todo o BrasH, pelo britltantismo do sen ge-
nio, e pela magnificencia do seu trana!bo. Artista
que, desejand convencer aos seus compatriotas
de que nao se enganavam rom elle, um dia diri
gi-se Europa, onde a civiljsacao caminha
pasos agigantados,'e ah trabalbou, e conquisten
os mais sinceros applausos e colheu os mais v-
renles lourosj O nome desse actor deve ser pro-
nuncia Joaquim Augusto urna das glorias do imperio
da Santa Cruz.Th >mazactor cujo mrito
multo conhecido por todos nos Martinh |ue
na sua especialidade nao encontra rival no pa'co
brasileiro. Brochad", Jos Victorino, Edaardo
artistas, cujas trabalhos tem sido constantemente
elogiados pela imprensa, nico orgo- legitimo da
opinio publica. D. Mara Vekiti actriz de urna
intelligencia pouco vulgar, e conhecedora, como
poncas, da arte dramtica. D. Julia Azevedo
actriz auito festejada pelo no*o pub ico. D. Ca-
mua Brochado, actrx considerada no Rio de Ja-
neiro como urna das prizaeira damas ingenuas-
etc. etc.
lUMMUiJi, que o
de prttndm o seu
te saljfoito com a
E esta compaq
Sr. anicu uta julji
Um ; entretanto
companhia lyrica I
J o Sr. artiruli*
do ao pessoal da* :
chinado, que o th
lio disse, urna es\
Vial, no qual te 1
mde smente t'a
de finalmente
umi mediocridade i
considera oomomiiol
^Cambra tem emp
, para organisar un
iflatro!tamfae*1
imprtanles
I enuHfiario.
^reheo.le o Sr. articotsta ue actara d'-o
catbegoria e importancia nao se sujeitara
\0
e que o
[mi ; que o
I meios possi-
> digna da noa-
a q*e kao sido mppii
ataviadas pira


f
.

<



Ni
^POTIBi
Diario de Prnambuco Sexta feira 7
x
V
a traballr.r ern qualqttor empren, mediante redi-
i Wffoj, R i] i' tulvez a diminuta subven-
jo de 10:OOOJO(K) na i di gue para o
os i -i.irios.
Cu r-aa das di Ifi iMtHi-ei-. ao (lasdinpcnrn) dos
dramas, concurra com as dos melhoramentos raa-
leriaes d( thea'ro? !...
O Sr. irefjista deve saber que o Sr. Coimbra,
na qualidQC Oe empresario, tem um coalrato
<5omngoverni.il quo s nesse contrato elle se
obrigasse mandar fazer os reparos, de que, por
ventura, o mesn theatro viesse precisar, o go-
verno nao os mandara fazer, como fo por S. S.
afirmado, e sim obligara o Sr. Coimbra i man-
dar faz los, isto cumpnr urna condicao do
contrato.
Proseguindo, o Sr. articulista, na sua infunda-
da accusaco diz: quinto admisso de desci-
pulos cousa de que nao se aove tratar.
K5o ha tal, occulta fc verdade. O que io Sr.
Primo da Costa ? nao sera lira deseipulo ? distinc-
to si:n, purea o **
O Sr. Coimbra nunca vedou a entrada ao? des-
eipak no ib tatro, e so olios retlram-Se doli e
porque, ignorantes completamente na arte dra-
mtica, (|iiorem que se Ibes confie papis, cujo
a ano exige algum conhecimento da arte, e
estados serio ; e so raes d grandes honorarios.
Ora se destribaindo os paris desta naiureza
pelos aci iros que tem ama reputara) forma Ja,
se empreando a subvenc-i na acqiu-icao de ac-
tor dosUaeto*, o Sr. Coimbra acribad > l|ode-
sabridamente, o que se faria so esses papis .s-
sem coniiadis nos lae descipnlos, e osea subven-
cao ci>m elle* empi'gyla f
O publico que respoo la.
Termina o Sr. articulista a sua accusaco tao
injusta quo redieula com as palavras segrales :
O Sr. Coimbra, fez da empreza o seu meto de
vida : nada mais natural; o que parm nao po-
demos tolerar i que. so nao contente com prave-
108 inherentes up humilde condicao, ao seu ne-
nlmm mnroeimento; que a sua ambicao desen-
freada. chegu* ao ponto de sacrificar o xito dos
dramas (pie poo em scena, falta de scenario e
vestuario indupensavei ; que cont os seus artis-
tas sim .desmonte por figuras, sein altender ao
mrito artstico ; que Analmente, leche a porta
do seu feudo a artistas de mrito reconhecdo.
Na verdade, nada mais natural que o Sr. Coim-
bra procurar um lucro, para o seu trabalho. E
quem o negar ? nioguem por certo. Se ha na
vida do hometn acto louvavel e justo este e um.
Nao se pode censurar aquello que trabalha, por
meios honrosos......no faz o Sr. Coimbra, para ad-
quirir um lucro, com que possa satisfazer as
anas uecessidades. .
Assim como o trabalho urna cndilo da exis-
tencia do hoiitem, o lucro urna condicao do tra-
estainos de acord
poriii, ivi (|ue se
balho. Sob este ponto de vista, e
como Sr. articulista, divergimos,
Se|A condicao do artista nao humilde, senao *0
lado desees mesquinhos prejuizos, que, por nossa
infebeidade, anda existoin no Brasil.
O artista dramtico -uw cultivador das Miras,
Admira que o Sr. articulista tetina comfessado
no coineco do seu cripta,, que a arte dramtica e
mu sacerdocio, e venha por fim dizer-nos que a
condicao de um artista dramtico humilde. Como
comprehender-se ao Sr. articulista?
Considera, o Sr. articulista, oSr. Coimbra ionio
lo 'um homeiK sein merecimeifio ; nos, "porni.
pe.-anios de maneira op|>osta, e comnosco inuiu
t>'cn,e- i
Nao nos consta que o xito de algum drama
tenha sido sacrificado, i falta de scenario e vestua-
rio iudispensavel. As ehronieas theatraes, os fo-
Ihetins. os elogios diarios, tudoprova o contra-
rio. Na sesso dramtica actual ainda nao foi a
aeena um drama que deixasse de ser bem acolhi-
do e elogiado.
A qua artista celebre fechou o Sr. Coimbra a
porta do seu feudo ? ignoramos. Prova-se o con-
trario rio que atilrma o Sr. articulista, com a sim-
pies monedo do pessoal da coinpanhia actual.
Supponios que o ir. articulista, ou outraqual-
<|uer pessoa, nao se atrever a negar o mrito dos
artistas cima mencionados.
Cremos ter I'eito baqueai todas as aecusacoes
do Sr. articulista.
A esphera de nossas considei ages tem se alon-
gado juuito. E' preciso que concluaims, mas an-
tes dt- o fazennos permitla-se-nos dizer, que o Sr.
articulista subi ao alto da iinprensa, e apresen-
tou-se como pngnador pelo b&m da provincia,
advogado da arte ," porm, querepresentou apenas
o papel aviltatiie de um maldizente.
De todas as accusaoocs feitas, um nico (acto
pode deprehender-se, e que o Sr. articulista
inimigo do Sr. Coimbra, e que est dominado pelo
despert. Prova-o a sua linguagem convenante
e insultuosa.
publico, porm, que conheco oSr.Coimbfa, e a
maneira porque elle tem desempenhado 03 seus
devores de emprezario, far a devida jusli(;a._
Fazemos votos para que o Sr. articulista nao nos
obrtgae voltar a imprensa.
M B.
D. Lata Cavalcanli de Bwfos Barrete.
1). Mara Aripinda de Castro Kibeiro.
D. Mara Engracia dos Pitizeres.
D. Marclo de Oliveira Villas-buas.
I) Alexandrina ltita do Amparo Costa.
Mara Margarida Mara Itodrigues do asmenlo.
Joaquina F.mseca Sunas de Olweira.
Adelaide Mara Ribeiro.
Lilia Brandao de Souzi Pitanga.
Antonia Flurinda de Jess.
. Ermehnda Amalia dos, Santos Azevedo.
D Maria Joaquina de Carvalho.
D. Maria Joaquina Ribeiro.
D. Balbina Padilha Lavra.
D. Clara de Miranda Castro.
Escrivaes.
Os Illras. Srs. : *-
Joan Francisco dos Santos.
Daniel Tavares Cocino.
Thesoureiro.
O Illm. Sr. Joaolmiz Ferreira Ribeiro.
Procuradores.
Os Illms. Si-s. :
Tenante Benjamn ViraesDutra
Manuel Luiz llilu'iro.
Guilherme Joaq lini da Silva Braga.
Mordamos.
Os lllfs. Srs.:
Francisco Oellin Brandao.
Antonio Marlins do Carvalho Azevedo.
Antonio Cardos) de Oliveira.
Antonio Cosario Morclra Dias.
Jos Luiz Goyaco.
Manoel Joaquini Dias.
Capiuio Jos Malia Freir Gameim.
Manoel Silvino de Barros Falcao.
Elesbiio Joaquiuf*Dias.
Jos Lopes Alheiro.
Antonio Goncalves Costa.
Jos Goncalves Agr.
Francisco Cavalcauti de Souza Leao.
Leoncio Quintino de Castro Leao.
Lourenco Pereira Guimaraes.
Bartholmeu Lourenco.
Luiz Moreira da Suya.
Jos Pinto de Magalhaes
Joaquim Jorge da Fonseca Bastos. ,
Capilao Miguel Jos de A Uncida Prnambuco.
Dr. Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Jos Jeronyuo da Silva.
Capitao Caetano Cariaco da Costa Moreira.
Dr. Vicente Pereira do Reg.
Capitao Jo< Gomes Leal.
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Felippe da Costa Dourado.
Paulo Jos Gomes.
Jos Fcrnandes Gomes.
Mordonias.
As Exm." Sr." :
D. Maria Duartc de Menezes.
D. Brisida Peretti Seve. t
D. Alexandrina Cavalcanti de Albuquerque.
D. Joaquina Correa da Silva Bastos.
D. Josepha de Faria Raposo.
D. Arcelina Xavier Carneiro Campello.
D. Catana de Faria Costa.
D. Calhahwi Xavier Caineiro Campello.
D. Marianna de Varia Botelho.
D. Lucila Peretti Sc-.-e.
D. Anna Teixeira Peixu.v..
D. Joaquina de Faria Teixem.
I), babel Peretti Seve.
D. Maria Rosa Monteiro Maia.
1). Anna Maria do Albuquerque Barrete.
D. Maria Peretti Seve.
D."Maria Libania Monteiro.
D. Francisca Fedovina Paes Barrete.
D. Alexandrina Annes Jacome Pires.
Boa-vista, 31 do maio de 1868.
9 vigario, Manoel Joaquim Xavier Sobreira.
ELEICAO
dos devotos e devotas que tem
de festejar o mez marianno na
igreja da Santa Cruz da fre-
guezia da BoaTvista, no aaijo
de 1869.


Juiz perpetuo
Rvd. padre Bento Sckembry.
Juiza perpetua.
A Exm." Sr.a D. Josepha Maria da Exaltaca > Pe-
retti.
Juiz por eleicao.
O Illm. Sr. Jos Matheus Ferreira.
Juiza por eleicao.
A Exm.* Sr.1 D. Argmiira Duarte de Menezes Fer-
reira.
Juies por devogao.
{>g Illms. Srs. : ,
Tenenle-coronel Joaquim Jos Silveira.
Tcnente-coronel Francisco de Miranda Leal Seve.
Tenentc-coronel Francisco Carneiro Machado Rios
Jnior.
Alfares, Manuel Gomes de Figueirdo Castro.
Luiz J:>s da Silva.
Joaquim Leocadio Viegas.
Joaijuim d Faria Machado.
Joaquim Narciso da Silva. '.*'
Antonio Alberto de Souza Aguiar.
Jos Cardoso da Silva Pinto.
Joo Jos Rodrigues ^leudes.
Manoel Dominguesda Silva Junter.
Bernardin de Sena Dtas.
Francisco Lucio de Castro.
Flix Pereira da Silva.
Narciso Jos Machado.
Virginio Francisco de Oliveira.
Eustaquio Zeferino da Silva Braga.
Gliserio Pergentino da Silva Braga.
Capitao Joao Athanasio Botelho.
Francisco Lins Paes Barrete.
Juiza s por devocao.
As Exm." Sr." :
Cambios sobre Londres 90 d/v 18 3/4 d. por
1J000.
F. J. Silveira
presidente.
Leal Seve a
Secretario.
CASADE~CAMB10
Teodoro Simn & 0.
Comprara e wndera jior cunta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
letras de cambio, sedulas do ?overfio e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da trra d outros ttu-
los cominerciaes.
Encarregam-se por conla alneia das mes-
mas transaccOes, da cobianca de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer qiiantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo f,x0-
Largo do Oorpo Santo n. 21.
ENGLISH BANK A
O Rio de Janeiro Limited
Descorita lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo flxo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, "New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesraos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
ALFANDEGA. _
Rendimento do dia 1 a 4 43:333*646
dem do dia 5.....ft- 48:478*4
191:806*067
MOVIME.NTO DA ALFANDEGA
sobrado n. 41, a na do- Rangel, avadado por
10:000*000 e penhoradn por execucao do suppli-
eante, contra o snpplicado e so.i mulber eoaatan-
te do cdital j.publicad^,-c afJJxado ; e ni falta de
lancador que cubra n preco rh avalladlo, ser a
arrematafio feita pelo preco da adjudicajRo, com
o abaraento da lci.
Dado e passado nesta cidade do lee i fe de Pr-
nambuco aos b de maio de 1869.
Eu Mano! Silvino de Barros Faleao, escrivao lt-
terino o escrevi.
Francisco de Assis de Oliveira Maciel.
O Dr. Francisco de Paula Pena, 3* supplente em
exercicio do juizo de orphos o ausentes, no im-
pedimento do %' e 3, em virtude da lei, ele.
Faco saber aos que o prestnto cdital vireru,
que Luiz Antonio Siqueira requereu a mea ante-
cessor, Dr. Francisco de Carvalho Soares Brandao,
que o admittlsse jnstillcar, que seu filho Luiz An-
tonio Si(|ueira Jnior, nao tem a capaeidade pre-
cisa para reger sua pessoa e bens, c depois de ter
o processo corrido seus devidos termos, guardan
do-se as formalidades da lei, subirao os autos a
sua conclusao, os quaes sendo par este visto e
examinado, deu e proferio a scntciica do tbeorse-
guinte :
<" Em vista das provas dos autos da defesa do
justficado a 6 e II. 63 e do parecer do Dr.
< curador geral, julgo procedente a presente jus-
tifleacao e o justificado Luiz Antonio de Siquei-
ra Jnior incapaz de reger seus bens o adminis
Ira-Ios por gasta-Ios il^sordenadanninte como
prodigo. Nos termos da Ord. Liv. 4" Tit. 103 j
1", nomeio curaflor ao pai do justillcado Lniz
Antonio Siqueira, que prestar juramento e pro-
t ceder no inventariof na forma da moncionada
ordenacao. O escrivao passe e faca afUxar os
editaos do eslylo.
Recife 9 de marco de 1869.
Francisco de Carvalho Soares Brandao.
E para que chegue ao conhecimento de todos
e ninguem faga transaccao alguma com o pro-
digo Luiz Antonio Siqueira Jnior, senao por
intermedio de seu pai e curador Luiz Antonio
Siqueira, com previa autorisacao deste juizo,
mandei passar o presonte, que ser aQixado nos
lugares do costume e publieado pela im-
prensa.
Dado e pausado nesla cidade do Recife de Pr-
nambuco 23 de abril de 186U,Eu Florano Cr-
rela de Brito, escrivao, fiz escrever e subserevi.
Francisco de Paula Pena.
Volumes entrados
dem idem
com fazendas
com gneros
Volumes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
74
1141
____1215
239
316
----- 5oi)
40 arrobas de plvora para salvas.
As pessoas que quizercm vender ditos artigns,
aprosentem sitas propostas em carta fechada,
acompanliadas das respectivas amostras, na sala
d i > onselho, as II horas do dia 7 de maio vindouro
Sala do conselho de compras do arsenal de
guerra de Prnambuco 29 de abril de 1869.
Jos da Silva Guimaraes,
Director interino.
Jos Baptista Ac Castro Silva,
Sec retario. ______
O inspector interino da alfandega faz
publico, que do t da julho prximo futu-
ro em diante, ter vigoro decreto n. 4343
de 22 de marco do corrente anno, man-
dando executar a nova tarifa das alfande-
gas e suas disposic5es preliminares. E
para que chegue ao conhecimento dos in-
teressados, se manda publicar o presente.
Alfandega de Prnambuco, 24 de abril
de 1869.
O inspector hterino,
L. de C. Paes d'Andrade.
Aos Illms. Srs. mdicos e ao
publico em geraL
Acaba de prover-so a botica da ra da Impera-
triz n. 77, de um complto sortimento de medica-
mentos, productos chimicos, phaniaceuticos, tin-
tas e todos os artigos concernentes a estabeleci-
mentes dessa ordem.
-No intuito de serem satisfeitos quaesquer pedi-
dos ou receitas, os proprietarios do mesmo esla-
belecimento, ante de receberem as facturas que
esperan) de Paris, Lisboa, Inglaterra, Hambnrgo,
etc., resolvern) sorti-lo, comprando medicamen-
tos as importantes pharmaclas dos Srs. P. Mau-
rer & C, Bartholmeu & C, Joaquim Martinho da
Cruz Correa, Manoel Al ves Barbosa, Joo da Con-
cei^o Bravo & C. e droguistas Joo da ?ilva Fa-
ria & lrmo.
Sendo, portante, evidentes os esforcos emprega-
dos pelos proprietarios do referido estabelecimen-
te para satisfactoriamente despacharem os pedidos
c receitas que Ibes forem enderezados, esperan)
que o respeitavel publico Ibes jirestem sua valio-
sa coadjuvacao, pelo qu estarn promptos a qual-
quer hora do da e noule a prestarem os seus ser-
vico.
Boa Vista, 3 de mal de 1869.
C. Clao & C.
Trilhos Urbanos do Recife a
Olinda e Beberibe.
Continuaco do recebimento das presta-
ces no dia 5 do corrente mez.
Alexandre da Cunha Coelho Catanho,
5acc6es........................, i>0*00
Bernardin da Silva (>ta Campos,
ditas............................ oOOOO
Manoel Silvino de Barros Falcao. o ditas 50*000
Bernardin Jos da Silva, 2 ditas...... 20*000
Coronel Jos Antonio Pinto, 3 ditas... 30*000
Jos Rodrigues de Souza, 23 ditas---- 2o000
Tenente Pedro Paulo dos Santos, o di-
tas.............................. SOOOO
Joaquim Pereira Arantes, 10 ditas..... lOOOO
Manoel Antonio Ferreira Gomes, i ditas 20*00
Manoel Joaquim Dias, 8 ditas......... 80*000
Paulo Jos Gomes, 5 ditas............ SftJOOO
Jos da Costa Bispo, 5 ditas......... o0000
Jos Pedro Gajo de Mil anda, o ditas.. 90*000
Auto de Souia Reg, 8 ditas......... 50*000
Antonio Fraarisco Pereira de Lyra. 5
dilas............................ 50*000
Sobastio LoposGuimaraes, o ditas 50*000
Christevio-Pereira Pinto, 5 ditas > 50*000
Manoel Azevedo de Aidrade, 10 ditas. IQOjOOO
Dr. Cosme de S Pereira, 10 ditas.... 100*000
Foi hoje rrcolhido ao English Bank of Rio de
Janeiro limitcd, pelo thesoureiro .Dr. Amaro Joa-
quim Fonceca de Albuquerque, a quantia de.. .
5:000*000, como consta da respectiva conta cor-
rente.
Descarregam hoje 7 de maio
Lugar inglez-~.4i/i Whealimme -eadorias.
Brigue iuglezRetinaidem
Escuna portuguezaOliveiralagedo.
Barca inglezaBorlochaucarvo.
Importa$5o.
Vapor brasileiro Ipojuca, vindo do Acara c e
portes intermedios, manifeslou:
67 saccas algodo, 32 couros salgados ; a Joao
Jos de Carvalho Moraes.
3 caixas queijos; a Fernandes A Irmao.
100 ditas velas de'carnauba ; a Prenle Vianna
&C.
18 ditas dilas, 1 dita pennas, 24 mullios coun-
nhos ; a Manoel Jos da Costa Carvalho.
2 garajos carne ; a Manoel Marques Pinto.
2 ditos dita e queijos; a A tonio Maria do
Monte.
10 saceos algodo ; a Antonio Ferreira da
Silva.
175 meios de sola ; a Henrique Saraiva.
35 volumc3 pipas abatidas ; J. J. Goncalves
Beltrao.
i 11 ditos ditas ditas; ordem.
ECEBEDOW* DE RENDAS INTERNAS GE-
11AES DE PRNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 4 5:021*755
dem do dia 3....... 5:056290

10:078*045
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia i a4 17:657*198
dem do dia 5....... 3:625*491
21:282*68;)
MOVIMENTO DO PORTO.

Vario entrad-) no dta 6.
Granja e portes intermedios8 dias, vapor bra*
sileiroPirapama, de 311 toneladas, comman-
dante Antonio Goncalves Torres, equipagem 36,
carga differentes gneros; a eompanhia Per-
nambucana.
Navios sahidos no mesiwdia.
Mossor pelo AssdHiate bra ileiro Nova Espe-
ranza, capitao Manoel Fernandes Sales, carga
farinha de mandioca.
Rio Grande do SulBrigue brasileiro D. Mauri-
cia, capitao Francisco Alves de Oliveira, carga
assucar e agurdente.
BahiaHiate americano John Roze, capitao HowelI,
carga parte da que trouxe do New-Vork.
LiverpoolVapor mglez Sapphy.e, commandante
F. william, carga algodo.
Observacao.
No dia 6 at o meia dia nao liouve entrada e
nem sabida.
EDITAES.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 5 DE MAIO.
DE 1869.
" AS 3 1/2 TORAS DA TARDE.
Assucar bruto americano bom3*200 por arroba
Algodo de Prnambuco 1" sorte = 17*000 por
arroba (hontem).
Algodo de Macei 1' sorte 18*500 por arro-
ba oosto a bordo, a frele de 1/2 d. e 5 0/0
0 Dr. Francisco de Assis de Oliveira Maciel, jniz
de direito da primeira vara do errae e substituto
da do commercio desta cidade do Recife de Pr-
nambuco e seu termo, por sua magestade impe-
rial, que Deus guarde etc.
Fago saber pelo presente, que Jos Alves da Sil-
ra Guimaraes, por seu advogado me dirigi a pc-
tico seguinte : .....
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz Jos Alves
da Silva Guimaraes, que tendo de ser levado a prava
deste juizo no dia 3 do corrente mez, o sobrado n.
41, sito a ma do Rang-d desta cid:ide, nenhorado por
execucao do supplicante, contra Guilherme Au-
gusto Rodrigues Sette e sua mulber, na execucao
que lhe move por este juizo escriao Falcao, suc-
cedeu que ella nao nde realisar-se em virtude de
nao ter sido n'aqnelle dia publicado o edital por
omisso de um empregado da typographia incum-
bido de dita publicacao; avista do que o suppli-
cante requer a V. S.,* se sirva mandar que a praca
tenha lugar na primeira audiencia deste juizo,
passando-se para este fim novo Jdilal que dever
ser publicado, sendo esta intima la ao porteiro pa-
ra sua scieneia : pede a V.' S. defernnento, espera
recelier merc.Costa Ribeiro.
E nesta petico dei o despacho seguinte :
Sim Recife 4 de maio de MJ9.=01ivera Ma-
ciel.
Epara que chegue ao copriecimento de todos
mandei fazer o presente edital, pelo theor do qual,
mando que tenha lugar no dia ID do correnta mez,
depois da, audiencia respectiva i. praca da casa de
O Dr. Francisco de Assis dOliveira Maciel jniz de
direito da primera vara do crime, e substituto
da do commercio, d'esta cidade do Recife de
Prnambuco, e seu ferino, por S. M. o Imperial
que Deus guarde etc. etc.
Fago saber pelo presente,que]Manoel Jos de S
Araujo, por seu advogado me dirigi a petico se-
guinte : Illm. Sr.. Manoel Jos de S Araujo
commerciante desta praca quer citar para a pri-
meira d'estc juizo,|ena uV revlia, ao commercian-
te Ruliuo Antonio de Mello aflm de fallar aos ter-
mos de urna aeco ordinaria que lhe propoe o
supplicante para havero pagamento de 7:0924060
rs.-proveniente de cem saccas de algodo, que
cotuprou-lhe no mei de dezembro do anuo passado,
e pagaveis a vista o que nao o fez at o presente,
lendo antes nosto-se em fuga para lugar nao sa-
bido desde que ao supplicante dita niercadoria;
o supplicante alm do principal pede mais ao sup-
plicante os juros da lei pela cootestac da lide, e
por tods a prova necessaria a aeco. E porque
como j disse fose este o termo digo q_ foro do
contrate onde deve ser solvida a obrigarao n'elle
residisse o supplicado com sua familia, e tendo-sc
posto eiu inga para o lugar nao sabido, requer a
V. S. seja a citaco feita por nieio de editos com
o prazo de trinta' dias, marcando V. S. dia e hora
para fazer o supplicante approvada ausencia e in-
certeza do luga1*, esperada a proposlcao da ac^o
at que se tlnde o termo, e seja o supplicado ba-
vido por cjtado, para todos os termos da aeco at
linal. Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz do commercio
defermento por -aere o advogado Castello
Branco.
E nesta petico dei o despacho seguinte :
Cite-se justificando a ausencia no dia 28 do cor-
reu! o mez as 11 horas da manh.
Recife 24 de Abril de 186ft-Alenear Araripe.
E sendo feita a respectiva distribuico, no dia e
hora designado na salla das audiencias em inhiba
presenca produzio o supplicante as su.is testemu-
nhas as quaes sob juramento que llu s foi diferi-
do juraraui convenientemente acerca da ausencia
do supplicado.
Depois do que o respectivo escrivao interino fa-
zendo tudo autoar, sellar e preparar me fez os
autos conclusos e nos quaes-dei a sentenca do
Mor seguinte.
*^eh;uido-so provados polos depoimentos de fo-
Ihas 13 a folhas l'.l que o supplicado Rufino An-
tonio da Mello so acha auzente em lugar incerto e
nao sabido, ordeno a sua dHaco por editos com o
prazo de 30 dias.
Recife 3 de maio de 1869. Franci co de Assis
d'Oliveira Maciel.
E por forra d'esta o respectivo escrivao que
este subscreve'u e fez passar o presente pelo theor
do qual chamo, ciio e hei por citado ao dito sup-
plicado Rufino Antonio de Mello para que dentro
do prazo de 30 dias comprela ante este juizo
por si ou por seu procurador afim de fallar aos
termos da accao ordinaria que lhe propoe o sup-
plicante, e alegue o quo tur de seu direito o justi-
ca sob pena de se proceder a su rerelia.
E para o supplicado nao (car indefeso toda e
qualquer pessoa, prente, amigo ou conliecido do
mesmo supplicado poder-lhe-ho fazer sciente de
tod i o expendido.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei farer o presente edital que t*r affixado
nos lugares do costume e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per.-
uambuco aos 3 de Maio de 1869. ,
Eu Manoel Silvino de Barros Falcao escrivao
interino o subserevi.
Francisco de Assis d'Oliveira Maciel
No da 7 do corrente depois da audftnciido
Illm. S. Dr. juiz de orphos vio a praca as rendas
das casas da ra do Pilar n. 116, H4_ c 112 e ra
do Guararapes n. 63 cuja arremataco ser feita
pelo espaco de dois annos e pelo valor seguinte:
primeira 480*000 annuaes, segunda 2763000, ter-
ceira 300*000 e quarta 144OOO, valor muito me-
nos do que actualmente renden).^ _
Pela subdeli-gaeia da l'reg^zia de S. Jos se
faz publico que fra capturado em fgida o preto
Manoel, esoravo de Jos Correia de Oliveira Au-
drade ; e bem assim Antonio e Imacia, esta com
uina nioleca de 1 anno. eseravos de Francisco An
tonio do Gusmo, senhor do engeiho de Agoa-Fria,
na comarca de Porto-Calvo.
Freguezia de S. Jos do Recife de maio de
1869.
O subdelegado,
Antonio Moreira de Mendoncv
Vai praca sabbado, 8 dcorrente, um i cas i
terrea de pedra e cal, no lugar do Peres, fregue-
zia dos Afogados, defronte do engenho do mesmo
nomo, com 4 quartos, cozmh' e estribara, 3 ja-
nellas de frente e 2 salas, portes e janellas aos la-
dos, com um pequeo sitio com bastantes fructei-
ras, tendo 100 palmos de frente e 300 de fundo,
avahada em 1:000* : quem na mesma quizer
anear, compareca as 11 horas do referido dia. O
escripto e edital acham-se em poder do porteiro.
------------------1
Conde de CasteTli.....
Roland, mordomo .
Gervasio, un dos principaes
habitantes.de OH val.. .
Jacquinet.......
Thoinaz......
Damio........
Um guarda......
Paulo, mancebo abandonado.
Justino, idem idem. .
Baroneza de Castclli.
Marcelhna.......
Luiza.......
THEATRO *
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DE
Mft!*wa MspoafiL
Amanha S de maio de 18G9.
Representa-se o muito aceito drama em 5 actos
LZARO 0 PASTOR
D fim ao espectculo a primeira representacao
da comedia brasileira em um acto, composicao do
Illm. Sr. Tristo do Alencar Araripe Jnior, estu-
dante do 5o anno da Faculdadc do Recife
de
Sr. De-Giovanne.
t Silva.
Braga.
P. Augusto.
Emiliano.
Florindo.
D. Jesuina.
D. Bernardina.
D. Virginia.
D. Joaquina.
A joven Henri-
q uela.
Soldados, camponezes etc.
A msica composicao do Sr. Colas Filho.
Segue-se a 1* representacao da muito jocosa
comedia em um acto, ornada de musifca, deno-
minada
MA MLHER POR Dl|S HORAS
O papel d mestre Theolouio, segniteiro, serde-
sempenbado pelo beneficiado.
*f otnam igualmente parte amas. D. Olympia,
D. Bernardina, D. Joaquina e os Srs. Pedro Au-
gusto, Silva, Braga e Henrique.
Terminar espectculo eoni a muito applaudi-
da comedia em 1 acto, ornada de msica e dansa,
denominada
A criada impagavel
Exhibida pela Sra. D. J- suina e os Srs. P.-Au-
gusto, Silva e De-Giovanne.
A msica desta'comedia composta pela Sra.
D. Jesuina, e a instrumenta^o pelo Sr. Colas Fi-
lho.
O beneficiado conta com a valiosa protecao do
Ilustrado povo pernambucano.
Os bilhetes acham-se desde j e no dia do es-
pectculo na estacao dos trilhos urbanos, no Reci-
fe, at 6 boras da' tarde.
N. B. As pessoas, que se dignarem honrar este
divertimento, tero passagem gratis em qualquer
trem el a qualquer hora, antes do espectculo ;
assim como, depois do mesmo, haver conduccao
gratuita em trem especial, o qual partir do Cal-
deiroiro, indo primeiram-nte Apipucos o no seu
regresso cidade, tocando em todos os pontos do
eslylo.
O espectculo principiar s 7 1/2 em ponto,
fun de terminar, pouco depois das 10 horas.
O beneficio do artista Flaviano Coelho, que de-
via ter lugar hoje, por justos motivos transfere-se
para quarla-feira 12 do corrente.
Concert de Mine, de Barry
NO CLUB PERNAMBUCANO
Kegunda-feira O de mal*.
Mine, de Barry tem a honra de participar aos
Ilustres Rabilantes de Prnambuco que seu con-
cert em benehcio ter lugar impreterivelmente
segnttda-feira prxima 10 de maio as 8 horas em
ponte.
Mine, de Barry declara sua gratido as Ilus-
tres familias e pessoas que tem-se dignado acei-
tar bilhetes para o dito.concert.
O pequeo resto dos bilhetes acha-so na casa
da beneficiada hotel do Universo, 3o andar e
quarto n 12 (frente) depois das 4 horas da tarde
todos os dias.
cima
Ninguem more por
estudantes.
Personagens. Actores.
Joo, estudante de direito. Eduardo.
Ivo > > Jordani.
Estanislao Jos Victorino.
Alfredo P. da Costa.
Alfonso ". C. Rocha.
Basilio de philosophia.. Guimaraes.
Antonio Queroz, agricultor. Martinho.
Ambrozio, tenente-coronel re-
formado....... Brochado.
Emilia........ Carolina.
Ima preta, cargneiros etc.
. A aeco passa-se no Recifeaclualidade.
Comecar as 8 horas.
DECLARACOES.
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que neste corrente mez
e no de maio prximo futuro, visto oslaran con-
cluidos os lancamentos, e que os devedores do
imposto pessoal, relativo ao exercicio corrente de
1868 a 1859, residentes as freguezias do Recife,
Santo Antonio, Affogados, Poco da Panella, Var=ea,
S. Lourenco, da Malta, S. Amaro de Jaboato, e
Muribeca, teem de fraga-lo, fivre-tla muir de 0 OyO
e com ella dej>o!s do referido prazo.
Recebedoria de Prnambuco 3 de Abril de 1859.
Manoel Ca neiro de So iza Lcaerda.
THEATRO
Gymnasio Campestre
- ASSOCIACO ARTSTICA
iabbado 8 de malo de l *.
3a recka de assignatura.
Representar-se-ha a espirituosa comedia em 2
actos, ornada de msica
OS FILHOS
DE
l M\0 E EVA.
Tomam parte a Sra D. Jesuina e os Srs. Pedro
Augusto, Silva, Braga, Emiliano, Florindo, Ser-
tan, Henrique e De-Giovani.
A msica composicao do Sr. Colas Filhe.
Segue-se a reprejenlaco da jocosa comedia em
um aeto denominada
Por causa de um algarismo.
Terminar o espectculo com t muito conheci-
do vaudevilte intitulado
A CORDA KEXSIVEL.
Tomam parte as Sras. D. Jesuina, D. Virginia
e os Srs. Florindo e De-Giovani.
O resto dos bilhetes acham so na cstaeo dos
trilhos urbanos, no Recife, no dia do espectculo.
N. B. As pesmas que quizerem assisr a este
divertimento tero passagem gratis em qualquer
treme a qualquer hora, antes do espectculo ;
assim como depois do mesmo dar-se-ha conduc-
cao gratuita em trem especial, cujo partir do
Caldeireiro. indo primeiramente a Apipucos, pa-
rando, na volta em todos os pontos do costume
at ao Rerf;
O espectculo principiar as 7 1(2 horas, afim
de terminar pouco depois das 10.
AVISOS MARTIMOS.
Para a Ilha de S. Miguel
Segu em poucos dias a escuna portugueza
Oliveira, para o resto da carga e passageiros tra-
ta-secom Candido Alfonso Moreira na ra d>
Apolio n. 22._______________________
Para o Porto
Seguir com a maior brevidade possivel a mni
conhecida e veleira barca portugueza Seournnr*
por j ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado ; para o resto e passageiros., aos os quaes
ofierece ricos e excellentes commodos, tmta-sr
com Cunha Irmos 4 C, ra da Madre de Dos
n. 34, ou com o capitn a bordo._____________
LISBOA
Segu at o meado do corrente mez a barca
portugueza Pereira Borges, a qual offcrece excel-
lentes commodos para passageiros : trata-se no
largo do Corno-Santo n. 19, escriptorio de Olivei-
ra, Filhos & C., ou com o capitao na praca do Com-
mercio.
F2JU. O FOB.TC
Deve seguir dentro em poucos dias a bareappr-
tngueza A'ora Sympathia, de primeira marcha, por
j ter prompta nuasi toda a carga : para o resto
que lhe falta e passageiros, aos quaes ofierece ri-
cos e excellentes commodos, trata-se com Baltar.
Oliveira & C, ra do Vigario n. 1, priineiro
andar. ___
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0 conselho de compras, do arsenal de,guerra
precisa comprar o seguinte :
42 davinas a Mini.
50 pistolas diCu
2 thesouras para torar cavallos.
4 sellins.
1 syrinea de melaU
i fole grande com 32 pollegadas.
mnmw brasileira
DE
Paquetes a vapor.
Dos portes do norte esperad*
at o dia 11 do corrente o vapor
Guar, commandante o primein
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suachogada. Enconunen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
sua sabida. _._,'.
iNo se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedan) a_ 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
1 andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo 4 C. .'.. ._______
Domingo de malo de 18S9.
RECITA EXTRAORDINARIA OFFERECIDA PELA
ASSOCIACJiO AHTTICA OBSTE THEATRO BM BENEFICIO
DO ARTISTA
ANTONIO JORGE.
Tereeira representacao do excetlente e muito
applaudido drama em 3 actos, ocnado de msica
intitulado
0 PEREGRINO BRANCO
ou
OS MENINOS DA ALDEIA
Personagens. Actores
POMO
Para o indicado porto pretende sabir em pon-
eos dias a veleira e. bem conhecida barca Soctar
capitao Rocha, por ter a maior parle do seu car-
regamento prompto, e para o reste que lhe falta
e passageiros, para os quaes tem bons commodos
trata-se com o cosignatorio Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao, ra do Trapiche n. 17._______
Rio de Janeiro
Segu com brevidado para o porto cima o bri-
gue nacional Isabel, por ter parto do seu carrega-
mento engajado para o resto que lhe falta, tra-
ta-se cora os consignatarios Antonio Luiz de Oli
veira Aredo4 C, ra da Cruz n. 37, primeir
andar.
Ja
HCABUGi
esquina
| da ra larga do
fiWario.
ANNEL DE
UA
EO
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por presos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele-
vados. .
A loja est aberta at s 9 horas da noute*
I
CABUGA
esquina
"
da ra larga do
Rosario.


i


Diario de Pernambut 'Sexta feira 7 de Maio de 1869.

^

Para o Porto
pretende seguir com a maior brevidade possiyel a
mui conhecida e veleira barca portugueza Clau-
ima por j-ter a maior parte do seo carregamen-
to engajado ; par o resto e passageiros, para os
quaes offerece risos e excellentea cominodos, tra-
tt-se com Cunha, Irmos & C. ra da Madre de
dos n. :&, ou coin o capito a bordo.__________
lOMPA BRASILEIR1
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
it o dia 7 de maio o vapor
ijcantins, comraandanie J. M.
icira Franco, o qual depejs
Memora do' eostume seguir
para os do nortea* #
Desde ja recebei-si' passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarrada no diadCSuachegad. Encoramen-
dasedinheiro a frete at odiadasua saluda as 2
horas.
Nao se reeebem como enconimendas senao ob-
jeetos de pequeo valor e.que nao excedam a dua.'
arrobas de peso ou 8 palmos cudeos de medieae
Tudo que passar destes limites devora ser embar-
cado como cartia.
Previne-se aos Srs. passa?eiros que suas passa-
gens so se rceebem na ageneia ra da Cruz n. 57.
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. ______
Tara Isboa
O patacho portuguez loria Barbara, eapitao
Francisco dos Santos Cunha, pretende seguir para
o indicado porto com a maiur brevidade possivel;
receba "-.arga e passageiros : a tratar rom os con-
signatarios Marques, Barros C, no largo do
Corpo Santo n. 6, 2 andar, ou com o capitao no
pavimento terreo._____________________
Para o Rio de Janeiro
pretende sesnir para o dito porto,.o mais breve
que for possivel, o brigM brasileiro Santo Amaro:
quem quizer carregar ou dar osera vos a frete.
queira dirigir-sc- Manpies, Narros & C, no lar-
go do Corpo Sanln n. C, 2" andar._____________
Para Lisboa
Sabe impreterivelniente at o dia 16 do curren-
te mez de maio o lugre portuguez Julio, para al-
gn carga e passageiros trata-e com os con
signatarios Thomaz de Aquino Fonseca & C, ra
do Vigario n. 19, i- andar. r
C01IPAMA PERKAMBUCAHA
DE
L ___ "
o
< O^SIiMIO IME DIRE^O
Os Senhores.Saunders Brothers & C, Tasso
Irmos, Luiz Antonio de Siqueira.
0 SR. F. F. BORGFS
Restando ainda imitar algomas accoes d'esta compantiia, da quantia nominal de
(M^oo cada urna, das quaes so se aceitam em virtude da lei, _0 %, ou 40HMX) por
cada acf 5o; convidase pelo presente ao publico em geral c especialmente aos Srs.
capitalistas e interessados no commercio, que queiram dar emprgo se capitaes, disaonives, a subscrever o numero de uceos que Ihes approuvur.
Algumas. destas accoes ja tem sido tomadas por pessoas que conliecem a vantagem,
denaprese| occasio (conliccidamente a mcllion, empregareifi o dinheiro de que
podemu dispor cm jbjectos de valor real, como vapores, predios etc., que lhes guian-
iam seus rapities.
A campanilla possue boje 10 vapores, 6 inteiramente no-vos, e destes o ultimo esta
i chegar de Inglaterra, onde fot construido expressamente para ella.
Alm disso esta edificando vastos armazensi no terreno que possue no largo d'As-
sembla.
Seus dividendo:, tem sido de 10 e/0ao anno, nos ltimos 4 annos.
As acc/oes que se emittirem gozam dos mesmos direitos; e perceberao o beneficio
dos mesmos dividendos que os antigos em proporco da entrada. }
Rceebem-se asignaturas no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes do
Assembla n. 12
efiBKBBlHCK
ce
_
a ce
15*
Offerece-se urna ama para engommar e
cosinhar, para casa de hornera aolleiro : quera
precii
'dirija-se becco do Poeinho n. 2i.
Trocam-se
ia olas do baneo do Brasil eaas cairas fiaes,
Mmaaconlo muito raaoavel : na praa da lode-
tendeneia n. ti.______________________,__
Precisa-se, de unta criada que saiba
cosinhar e comprar
_ andar.
ra das Cruz r
__Precisa-se de unta ama que saiba cozmliar e
engommar: na ra da Roda n. 48, l" andar.
EMPAESTIMO SOBRE!
LEILOES.
Da armara) efazendas da luja do des 22
de NovepiBro n. 12.
iioji:
gxla a-feira 7 de maio as 11 horas.
O agente Pinto far Icilao a reqncriiuento de
Bleodoro Acacio do liego Itangel, por Despacho
do IHu. Sr. Dr. Jaii especial do commercio p poi
tonta e risco de' quem pertencor da nrmafio p
fazendas da loja do caM H de Norembro n. 12.
as quaes fazendas se acliain arruinadas eui O i-
seqwneia do ineemli'i na inesina loja no dia ti
de fewreropas-ail.>, o leilao sen efectuado as
11 horas do da acuna dito na referida luja.
BARTHOLOMEU ft C.

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'2 2 "3^S'
1-
LEILAO
De iiiailapoloes, algodoes, fias, rastores., coberto-
res, dwm, roppa feita, 1 carteira, ,1 armacao,
candieiros a gu, 1 espelho c outros objectos.
Iloje 9 de malo.
Por intervenean do agente Pinto, na loja do
Passcio l'ulilieo n. 41.
As 10 boras mn pomo. ^^ ^__________
DA
taherua la na do Rosar? a.
48. esqtaiMa da ra do Arago.
8 agente Martin- Dir leila porautorisagao dos
credore- de Manoel Jos Pinto Martins e para pa-
gamenlo do inesinos, da annacao, genen>s, gaz e
pertoncesda taberna acama, garanliudo-se a casa
a quem comprar o estalieleciniemo.
Sabbado, (i do corrente
s 11 horas do dia na mesina (alterna.
r
IJUIJUI
l>e C duzias de tabeas de parahsha. un iipcbc
do barao do Livramoito, sabbado a* il horas da
manha pelo agente Pe-tana, sera limite de prego.
LEILIO
De movis, louea.vitlros e chrj *-
tae.
A SABiR :
lm piano forte e novo, urna mobilia de Jacaran-
da com lampos de pedra. espelhos, 2 serpentina-;
e 1 canilelabro de electro-plate, jarros, vasos pa-
ra flores, figuras e enfeites de mesa, tapetes, es-
carradeiras. candieiros a gaz, um rico tocador
de Jacaranda com espelho, ura toilet. una estante
para livms, diversos otros, 2 guardas roupas, 1
guarda vestidn, 1 mesa de cama, cabidos, 2 ca-
nias de Ierro para meninos, 1 berco, 1 sof, 12
eadeua-, 2 consoltis de amarello, 1 mesa elstica,
1 guarda looca, 2 bons apparadores de armarios,
insa-i,ead(-ir'as. 1 machina de costura, 1 appare-
Ihode electro-piale, 1 dito de louca para cha. 1
dito de )Ktrcelana para-jantor, lopos, clices, gar-
rafas, compoteras, porta jwijes, salvas, bandei-
jas, porta licor, faca?, comeres, trem de cosinha e
outros objeeto? de casa de ramilla, alguns adere-
eos de oumdc lei e milseira^.
Segunda-feira O de maio.
\ (o redor do Blspo n 41.
O agente Pinto autorisado por urna famiba que
vai a Europa levar a Icilao os movis c mais ob-
jectos cima mencionados e existentes na casa da
ra do fari edor do Bfcpo n. 41. Os cttnrorrentes
encontrarlo na praca do Corpo Santo m mni-
bus para transporte dos mesrao? ao leilao- que
dever partir as 10 horas em jK>nto.
O leilao principiar as 10 |2 horas.

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(SEM LIMITE.)
Na Iravcssa da ra
das Crnzes n, 2, [rri-
oieiro andar, da-se qual-
3 quer quantia sobre ouro,
prafa e podras preciosas.
0 dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
tgoverno, est as condigoes de ga-
rantir a transacc3o que sa/izer em
f;2 sua casa, promettendo todo e zelo
e consideraco s pessoas que se
jl dignarem de honra-lo em seu esta-
S belecimento.
Na mesma rasa compra-se ouro,
| prata e bri I liantes.
Attenco
Aluga-se um sitio na estrada do Rosarinho com
boa casa de vivenda, acconunodaeoes para escra-
vits, cocheira, estribarla, duas cacimbas, tanque,
duas baixas para capiu : quem o preleader alu-
gar dirija-se a praca da Boa-Vista.botica n. G.
0 corisellieiro Jofio Silveira de Sou-
za, tem abeiio o seu escriptorio de
| advogado, na ra do Imperador n.
i jjgg 41 primeiro andar ; entrada pelo
mm becco.
HM

/
VMA
Premisa-s de urna ama-para serriw-
familia na ra dasLarangeiras n. 22.
de pouca
sr
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65 .
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T
Ct>

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JtAU.
amadaCadela do Heoife-n SO precisase de
una Ama para cosinhar para duas.pessoas._____
MTOJEZA
No coegio^a Conceigao precisa-se de
urna criada pwtugueza; p.tga-se bem.
PARA USO INTERNO
PREPAHADOS SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. IiWOO
Vinho de jurubeba garrafa. li>600
Pitillas de jurubeba vidro. 10600
Tintura de jurubeba vidro. 64(
Extracto bydracooco de jurubeba. 124500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2*000
Xarope de jubeba ferruginoso garrafa. 1 G00
Pulas d jurubeba ferruginosa vidro. 2 Oleo de jurubeba vidros. 6i0
Pomada de jurubeba pote 640
Emplastro 4 jurubeba libra. 2*500
PARA USO EXTERNO
M JURUBEBA.
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso torneo, como um excer-
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do flgado e bago, as
liepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammagoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internas, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores giandulosos, na anazarcha, as hodrope-
zias, erysipellas ; e associada as preparages ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cliloroses, faltas de menstruago, leucorrheias, desarranjos atnicos do
estomago, debilidade orgnica e pobrera de sangue, etc.
0 que dizemos airmam os mais distinclos mdicos desta cidade, eitre os
quaes podemos citar os llms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do'Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconliecema excellencia d'este
poderoso medicamento sobre os demais at hoje conhecidos para todos os. casos citados,
tanto que todos os das fazem d'elle applicagao."
Apresentando aos mdicos e ao publico cm geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham anda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados so foram apresentados depois do havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as pro-
priedades medicamentosas d'esta planta em suas raizes, follias, fructas ou bagas, e a
dose conveniente a appcagao, tendo alm d'isto procucado levar os nossos preparados
ao raaior grao de perfeigo possivel, para o que nSo poupamos esforgos, ule nos im-
portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto- os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza do que elles olferecem a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e nfalli-
vel cura, de qualquer dos soffrimentos, que deixamos innnmerados, se forem em tempe
applicados, tendo alm d'sso, medico eu doente a vantagem de escoltar as nossas va-
riadas preparages, aqueila que mellior lhe pode convir, j pela fcil applcaro, e j pela
complicago das molestia*, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
Asnossas preparages ferruginosas s3o feitas de forma que se tornam comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos oscompostos de ferro que
como taes csto hoje recouhecidos. '
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedadp.s da
jurubeba, e saberem a applicag5o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos
mesmos preparados.
Deposito geraLfle todos os preparados
34RnaTarga do Rosario34. __________
OTMPABA CONCERT AFINACO
. DE
Deposito de pianos e de msicas
Aluga-se
urna escrava boa coiin-lieira, para casa de pouca
familia : a tratar na rna do Queiroado n. 20, ou
na ra do Imperador n. 21. .
AMA
Preoisa-ie.de urna ama para cozinhar : na na
da Cadeia do fteeffe n. 22.
Aterido .
O arrematante da afoiicao deate rounici|Mo scien-
tifica a quem interes ra municipal, por desjiaeno de 5 da feveroiro,
concedido mais tres mexes de praso para as afe-
rigoes pelo svstema mtrico deoimal, declara que
o referido prso finda-se em o ultimo do corrente
mea. Recife 4 de maio de 1869.
O arrematante,
Luiz Gome* Bezerra.
s%
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se ce um leMor para uaspetieno
sitio : a tratar eom An*onio Jos Kodrigoe d
Souza, na ra do Ci'espo n. 13, ou em seu sitio no
Xaatetro. A
Banco Mau & C.
Rua do Commercio n. 34.
l>escoiita letras commerciaes a tasa conTeaeki-
nal.
Recebe dinheiro a premio jwr letras c em CMta
tanate.
Confere crditos e saca obro as principaes pH-
a do imperio, Rio da Prata e Europa, e compra
canibiacs sobre as mesinas peacas.
Encarrega-c por comroissao de compra e ven-
da de fundos pblicos e acodes de companhias, da
cobranca de letras e dividendos, ou de seu paga-
mento, e de qualquer oulra operacao bancar.
i' r. :'i t -i'.-'{' J' f } .i;? ,..V
o mili ii m; \wi\
DA
Fabrica de Vieira Guimaraes
i&Couto
Do Rio de Janrlro.
ste acrediladissimo rap tem encontrado a me-
llior accitaco possivel. O seu fabricante foi ppr
mui lo lempo gerenle e mestre di feBrica de Joao
Paulo ordeiro, e tendo-se estabelecido, envklou
todos os esforcos, e conseguio faliricar rap, que
nada deixa a desejar, e antes se Ule avantaja, pos-
to em parallek) com o da fabrica do dito Cordeiro.
O artint? c eiU'Wiiaucnte agiad,ivcl e teiu sido
muito apreciado pelos amantes da boa pitada.
Acha-so venda por gros e a rotallio, na rua do
Vigario n. 16, 1* andar, escriptorio de Joaquun
Gerardo de Bastos. ____
Ignacio Jos de Toro retira-se para Europa a
tratar de sua saude.'____________________.__
Aluga-se urna escrava para o servico de
casa de familia, que sabe eoeinbar, engommar e
coser, moca e bem limpa : na rea Nova n.43.
Ao Sr. Paulino Eodri-
gues Mendes da
Suva
w- Pede-se pessoas que dsectmuuu soras das
loteras do Rio de Janeiro, que nenhum negocio
facam com uuWper *orte ipw sabir no bilhete
inteiro n. 8009 da 124 lotera de Wctheroy, visto
cabello*- bastos e con- terse elle exlraviade do poder de tbaixo assigna-
o que o mandtm vir do Rio de imeiro.
Hanoel da Silva Mendonca Vianna.
Antonio Caim
O liomem que rooba nmavprMra eo* 300*000
(Portugal) ".
hoinem que vende um bilhar penhorade ;
O liomem que baga com toda* o compadres ;
O bomem que esta mal com todos os pareles,
Ohonvm que chumba dados para roubar^no jogo
O que merece??...
Por alcunha Antonio Carpina.
Criado
JVecisa-se de um criado : na rua do Imperador
ii. 73, II* ndar. ______________. r,,
Cosinheira *
Precisa-se de urna cosinheira : na rua do Im-
perador o. 73, V andar.
Elle um preventivo seguro c certo contra
a calvice,
Elle d restaura felfa e aanidade a pelle
da cabera,
Blle-de.pioimlii faz issar quoda prema-
tura dos cnelos.
Elle d grande riqueza de rustro aos ca-
bellos, '
EMe oaraa e fai fwaservar os eabeUos em
qualquer foua e posico que se deseje
ii um todi fblrmoso, lie e rhacia,
Ele faicrescer os
pridos,
Elle -fonaerva a pelle e o casco da cabeea
limito e livre de t.la a espeie de caspa,
Elle previne os cabillos de bratiros,
Elle conserva a catxM.-a n'uro atado fsw
cura refrigerante e. agradarel,
Elle nao demaziadaraente ojeoso, gordt-l
rento ou pegad'ico,
Elle nao deixa o menor chairo dosagra-
davel,
Elle O wettior e o mais apraatvel artigo
para a b6a conservacao e arranj dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo propro para o pen-
teado' doe oabetto % -barbas dos senho*
res,
Nenlwm tmeador de sentara e-pode
siderr xomo competo sem
Tnico Oriental
o aual preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO. *
Acha-se a venda eos estabelecimentesde
A. Caors, I. da C.Briw d C. P. Maver
& C, M. Barbosa, Bfrthdtomeu de C, e era
todas as principaes lojas de perfuaiarias
e boticas,
Deseja-se fallar com o Sr. Paulino Rodrigues
Mendes da Silva, na rua do Crespo n. 16, primei-
ro andar.
A padaria da rua da Florenlina n._3 princi-
pia a trabalhar do dia 6 em dianle, o pao de te-
das as qualidades bolachas e bolachinhas de agoa
e. sal, e todas as qualidades de massas doces, tra-
balha-se das melhores marcas de farinha das ne-
vas que ha no mercado. Na mesina se precisa de
um forneiro e um mestre de masseira : a tratar
na aiesim.
Atten Um moeo aoltaira deja encouttar commo0os
para morar com outro meco em iguaes co*i-
cocs, ou OWW10 casal sem filhos : a quem ca-
vier, procure na rua da Lingoeta n. X_______
Attenpo
lima pessoa aue abe ter, Hver e CtrJ*
ofTerecepara caxeiro de escriptorio, ou mesmo de
rua : a tratar na ma da tajKralria > t*. pn*
raeiro andar._________________________
Pulsar* futrid*
No dia 3 do corrente norte pardeu-se orna
pbekdeobr, lendo a b*bso;i 4^9**'**,
pa&sado pelas seytHaiesHias : latperaor, Crispo,
pone 7 icSetafchTO, Cadeja, Coi ap Santo, Com-
mercio e Arseoil de Uarbka ; pede-se a. peaAa
aue achea-a e queira restituir, que tenna a bon-
ade de dirigir-ge rua do Imperador n 17, 3*
andar, que ser gratificado, e aasim o exig""-
Alada Btaor a]gar a toja' d
31, sito na praca da Hoa-VIsta, tsado
imenta : a tratar na mal
m.
para fejwr de aaf
ka; a tratar a a
rilhos Urbanos de
Olinda.
Os abaisos asaigaados, membros da di-,
rectora da assembla dos subscripto-
res para a comparto dos trilbos urbanos
desta cidade do Henfe a de Olinda com
ramal para o Bebwilic, convidain a todos
os Srs subscriptores, para que no praso
de 15 dias (a contar-se do i8 de maio pr-
ximo futuro) facam elfectiva a entrada de
5 por n| sobre o numero d'accoes que -
verera subscripto : aqatles que dentro
do termo dos 15 dias marcados nao tiverem
realisado a entrada dedita prestaco, a que
estilo sugeitos segundo os estatutos da
companhia, reputar-se-lia ter feto renuncia
tacita dos direitos que tiitham sobre as
eces subscriptas.
A importancia dos referidos 5 por |0
ser paga ao thesoureiro da directora,
casan. 35 da rua das Cruzcs, i" andar, de
quem receberio o competente conheci-
mento, devendo para dito fim ser o
mesmo thesoureiro procurado das 10 horas
da mantisa as 3 da tarde. A importancia
assim recebida pelo thesoureiro ser no
fim de cada semana recolhida ao banco En-
glish Bank of Rio de Janeiro, limited, recc-
bendo o thesoureiro o competeiit.3 titulo do
recolhimento.
Recife 27 de abril de 1869.
Jos Joaquim Antones
Presidente.
Luis Lopes Castello Branco
Secretario.
Amaro J. F d'Albuqoe.
Thesoureiro.
IV 14 RIJA FORZOSA l. 14
BOA-VISTA
Cavallo furtado
Na noile do da W de abril para o 1 de maio
fnriaraai do engeeho Monjope, perto do Iguarass,
um cavallo meo muito grande e gordo conhccido
pele aome de Camaina : a pessoa que o apre-
hender e levar ao qtto engenho ou a casa do Dr.
Moscoso, rua da. Gloria, sei gratiOcada : assim
*onw. se roga as autoridades policiaes .para que
empreguem seus esforcos afim de coniguirem a
apprehensao do laesino" cvalto, remeMMito-o a m
dos lugares indicados, onde serao saiefehas as
despezas que houverem felto.______v_____
Precisa-se de ana ama qne saiba cozinhar bem
prafara-se escrava : na na do Queimado u. 50.
Medico
O Dr. Adriao Luiz Pereira df. Silva,
aaedieo pela facoldade do Rio de Janeiro,
"onde araba de ehegar, tem een insul-
lorio rua du Livramento n. 24, primei-
ro andar, onde pode ser procurado das 9. j
fcoras da manhaa 4 da Mide, eem- \
qpftlqaeroutra oceaao, era sua miden-
eia, junto estacao da Casa-Forte.
QUWeaexfe
am homenport;
pKin-pMtMder i
para feilor de engenhe
estacao da villa do Cabo.
Ainda est
lima
ATTENCO
vender-se as duas metas-aguas,
>, en fiaato Amaro na (raveesa do
dafoaatce, wr 75W cada urna
qnem pretender, djrija-se alli najabarna de Aa-^ Hosario n. 27.
tonto<&) Rey, cwatwww to-*'
C2:
NoCarreaardoBispo -a. S3, ireciea-se
urna ama forra para o servico interne de ama ca-
sa de familia, e que saiba engommar.
Frederico Maia
Clrargie dentista pela escola
de medicina
d Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co dosta capital o seus suburbios, que tem alrcrtuo
seu gabinele de consultas c operacoes dentarias a
rua Direita n. il, prkneiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da manh.a as
3 da tarde. Elle achasc competentemente habili-
tado para eom perfei^aocolloear dentes artificiaes
por qualquordos systmas, e bem assim desempe-
nhar qualquer outro trabalho concerneote sua
profissao. O mesmo, reconhocendo que nemsem-
pre possivel s senhoras ou criancas sahirem a
proctu ar o remedio, offeroce-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
lar a qualquer chamado sem que isso influa cousa
alguma na commodidade dos presos de seus traba-
mos, equando para tora della assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel. garantindo eHe a
seguranza e perfei^ao de seus ditos trabalhos. Era
seu gabinete *e encontrar' constantemente excel-
lenteps dentifricio, elixir e eutros medicamen-
tos odontalgicos : rua Direita n. 12, primeiro
andar.
MARTIMOS
(0\TK4FO(;0
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
testa praca, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fbgo
em edificios, merendonas e mobilias: a
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou escrava par
omprar e eoainhar ira urna caa de pouca ta-
milia na rna das Cruzes n. t8, Io andar : prele-
re-se escrava e paga-se bem agradando.______
Anda restara ajguaias collecjoes de
Biographias de algans poetas, e outros ho-
ineas iusti-es da pro\ncadePernarabuco,
tK9 tomos escriptos pelo commendador A.
J. de Millo: rua Augusta n. i V.
SOS
Ue ordert da directora se faz publico, que o
thesoureiro leilo, o Sr. Jos Braz da Silva, est
autorisado para receber a cota marcada para to-
das os socios que quizerem eantinoar na meaina
sociedado at o dia 9 do correalto, do qual recebera
um documento que provar estar quites ate o ul-
timo de abrjl 4o corrente anno, e todo aquelle que
o nao flzer deixar de perlencer dita sociedade,
exceiifos os que esliverem ausentes, devendo todos
comparecerem no domingo 9, as 10 horas da ma-
na, ua.cua.do Irapiche u 20, 1 andar.
Tecaaara da .(oeiedade Unfao Beaeficeate Ma-
rtima 3 de maio de i8tS.
rO ? weretario,
Joao RodritrMs BandHra
Proisa-scdc.waa estiravaaferia
saet eUlecla p**a. ^^letgn, detwa tmnia : im
jt
rua m
ra todo
Roda
n. N se dir quem quer.
Cozinheiro
AcaDa de chegar a esta cidade urna pe**o!rfc-
hilitadissima em cozinha, onde desempenha tudo
quanto for exigido de sua arte : na rua larga do
Precisa-se alngar um escrara na padaria da
ruadaPraiaa.47.
Fundipao da Aurora.
Neste vasto eslabelecimente sempre se encentra
um completo sortimento de taixas de ferro hatide
e fundido, fabricadas recentoznente, e se fabricam
de qualquer molde a vouladf dos abrapi-adores, e
recos razpoaveis. -.t* *i SST
Em caa de" TrfeOU0~ CHRISTI-
ANSEN, rua da Cruz n. 18, encontram-se
efectivamente todas as maridados de \itio
ilordeanx. Bourgogne e do Bhciwi.
RIO DE JANEIRO
Zeferino d'Almeida Pinto, adtirado no
Bio de Janeiro e com escriptorio de agen-
cia na rua dos Pescadores numero 68, en-
carrega-se de todos e qnaesquer negocios
judiciaes e administrativos, mediante hono-
rarios e commisses rasoaveis e mode-
radas. .
As pessoas qne de seus sei vicos se qui-
zerem utilisar, podero dirigir-se pessoal-
mente ou por carta ao escriptorio cima ou
a casa do sua residencia, Cllele n. 172,
acpmpanhados de todos os documentos
precisos e com indicago da pessoa com
quem se possa tratar.
Para mais informarftes dirigam-se a bo-
tica da rua larga do Rosario n. 10, nesta
cidade.
Joaquim Jos Gon-
$alves Beltrao
RUA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os patjueles sobre e-Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os segaia-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Cmara.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FamalicSo.
Lamego.
Lagos.
CovilhSa.
Vassal (Valpassoa).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Padeiro
treciaa-so de um meatre padeiro pa
Ihar en Penado : a tratar aa na
mero 43.
AVI
De novo ae previne qaa
algum com qualquer rJ
co Santiago Ramos,
0*
Mantoea"cometndos osafe^^tafpa*A-
cddsManoel AlvesPerreira e plorados per
exeeucio do mesmo.
>
y
y

'-.
> '!


Diario de Pernambuco Sexta feira 7 de Malo de 1869.
s
h
~v-
f
f
Na ra 4a CoQcaiia n. 13 i>jeoi*vH. de urna
ama do eile para nmamemar ama criapca e
tres mez.*.
- No paleo ilo'Canno n. I vende-se uin n
quede Imita (apura, de idade de 20 adras
I''(a-se de BffllMlU p.'.ra casa de homeni
solieiro : na ra da l'rai.i n. V>.
I'nrisa n' ilit uina ama para o spptirinter-
no de uiua e.i.i de poqnena familia: na ra da
Conceiciio n. 20.________________
PPafitat-Sti de un caixeiro de l 11 anus
do idade, para \,bei na : a tratar no Incoo, das
Caminas n.l. _______
I'recisa-se de inri caixeiro em pralica ou
-o n olla: a Iralar na ra da Matriz 27, ta- rwcbor um completo ^timcnlti
Lerna._______________
*- Vnscisa-si'il'' mi caiwiro quo te.nli.i prlioa
de taberna : a tratar na ra da Aurora n. 6.
Precisa-se- de ir.iia ana de leile
Cruz do Recife n. I-i, 3"andar.
na ra da
Qu;m prateu.ier alugar mu moleque ci nulo
de 15 aimos para -,rvico correspondente as saas
forcas : dirija-so a na da nfora n. 26. _
Francisco J<>- Qoacalvw da Silva, i;
Europa deixa po1 c-og procuradores o Sr. Jos
Joaqtiim da Silva <'. Jos Machado c
Jos l.opp Alheiro._______________________
= Precisa-so de um caixeiro : na -ra Direita
n. 72
Precisa-se de om oaixeiro ra Imperial
n. SI.
lade lenel:
Sei
di Or
i e unir i.i.i
dcm- manda eoleo'rar/" mis de rquiem no da
8 d. crreme" mez./7 I,"ras damaufraa, na ijrre.
ia de convente do>ariiK> pola alma de seiWinado
caaaocin obr. j*onvmo ViHWa de Castro rayares
e convida a Kx/ familia do finado e amigos dalle
e nos mais c/>ocius assi-tirem esse piadoso
acto.
mmmMu fonum
Aos 4:000$
^ilhctes garantidos.
A,.ua do Crespo n..3 e casas do costme.
i abaixo assi^nado tendo vendido nos setas uiui-
ifelizes billietes garantidos 1 inteiro n. 1197
om a sorte do 1:000i, I inteiro n. 137 com a
sorte de 700, e outras inuilas sortes de 100a,
40| e 204 da latera que se acaJiou de extrahir
ein bduerUi ila matriz da Escada (101 ), convida
aos possnidores a viivm recebar scus respectivos
preiiivs sem os desceios das leiS na casa da
Fortuna roa do Crespo n. 23.
Acliam-se a venda os da 2' parte da lotera a
beaelicio da matriz de Pao i'Albe tlO.'i), que m
ejjrahir quinta-1'eiia 13 do correute mez.
Procos.
Riluete.....*iJ0O0
Meio. .... 3000
Quarto.....lOOO
Emporra de lO para cima.
Bilhele......33'00
Meio. : I7o0
Quarto..... 875
_____________ Manoel Maruns Fiuta.
, Preoisa-se de urna ana p:ira o ervico in-
terno e externo de una casa de mu pequea
familia, daodo-se preferencia a escrava ; ra do
-Mon.iego n. 93.
Perdeu-se no domingo 2 de rifain a noite da as-
laclo das Cinco-Ponas al a Solidado, uotembru-
Iho de prcuracdes, bastante* o outros aapeis do
.vos : queiu o'achati qaeica entonar na ra
dCnrredir-diBiepo n. .'I! "u it* da CadWa
ora gratificada.
Atteiigio, atteii2&o.
C.iiillierinino Rodrigues do tate Lima faz sei-
ente aos offlciaes do Ip* os carp, quo acabado
lercbor um completo jofiiutcniti de espadas, ban-
,!:,-. (alias, talabarte? e cliarl.it-iras, a mais per-
tonco-. Assim corno reeeb u hnthcm chapeo; de
oleado para eriwos, de copa idti e bar, com
cordo de ouroa prala, c vende mais barato do
que em outra qiialuucr parto : na praca a n-
de ondeneia n. 17, Junto a loj i do Sr. Arnto-s
serme
I'.--'Cisa-afcalugar BOMUruya das 8 horas da
man la asada tardo : na ra da Cruz n. 46,
lu ...idar.
.\o pe d vacca na na dus Pires, sitio do geri-
quiti, aso horas da maal.a.
Uto gob penhor a quantia de 2005 a WOj
por urna nenniia ou mosnio por nina negra, so-
mente para ando wn una enanca de um anno ;
a tratar na rita do t^K Florianon. 71. segundo
andar.
U. Mara Francisca de Alinala Gomes e JoSqtiim
l.opos de Almeida rro do fal-
lecido nefeeantc Antonio de Almeida Gomes.
oonvidain aps schs parena?s e pefsoas de suaanii-
zade, liein eono oa amigos daquelle fallecido, a
ouvirem una inissa de vequitm quo mandam ce-
lebrar por alma do dito sen esposo e genro, se-
j;uuda-feira 10 do. corrente, s 8 horas da manhaa,
na matriz do Carpo-Santo.______________
hb
Ama
)de-se ao senliur que levou por cniprestimo
do Imtel Francez, um romance intitulado Dama
ilajfianaaalMi o filiar rtn entrega-lo quanto aales
no mesiiio holeL do contrario ver seu nome por
Dimit. Faz-se este annuncio jior que o tal
senhor nao qner rtltrebaK
Igrja de X. '. do BKosarlo da
reguexia d:t lloa-l'isa
Os abaixo assignados, nomeados pelo lllm. Sr.
Dr. proveJor de capellas para administrarem a
referida groja, e tendo de dar inincipio as obras
da meso iareja, e enmone si so nao possam fa-
zer, recorrein- protorean das almas piedosas e
liom f'innadas, afina de llies ajudaram na reedifl-
cacao da casa sagrada. A commissao conta que
ao fazer este appelk i generosidade dos deis, nao
sern estes indifferentes atiento- o fun a que de*)
dicadotal pedido.
A groja estar aborta do dia 10 por diante das
G horas da manhaa s 6 da Urde, aquellas pes-
soas que quizerem eoadjuva-los, poderao remllel-
as suas esmolas mesma igreja ou na typograuhia
daste Diario ao lllm. Sr. I)r. Miguel de Figueiroa
Paria, nosso digno protector.
A commissao declara recebendo qualquer esmofa ir l< go agradeceado
por e-te Diario, e a Jfossa Excelsa Padrocira nao
ser indilTorenie para aquellos que, concorrercm
para a rendificncao do sna Igreja.
Ciinsistorio da igreja de N. S. do Rosario S de
maio de 1860.
Osario Aurdiann Ventara.
Jos Pedro d*e Sant'Auna.
Andr Avolino da Costa.
mmmm mmm mmm &m
utiIIioaos: z
Aos 500 parest de brincos.
Chcgou e vende-se no Coracao
d'Ouro, ra do Cabtig, brincos de
mostnhas com una franja penden-
te a um rico desenho o ouro de
lei, pclopequano ureco de 15#000
cada par. baratissimo.
Precisa-se de nma ana livre ou escrava que
seja de boa conducta, para coziahar para urna
casa do familia : ua ra do Vigario n. o, terceiro
andar.
Nos. espaeosos e arejados arinazens da com-
panliia Pernambucana, no caes da Assembla, re-
cebein-se em deposito a preo eommodn quaes-
quer voluaie com fazendas. A maneira por que
>o construidos estes arnuizens faz crer que tm-
possivel penetrar all o cupim : trata so no es-
criplnrio da Companhia. no seu edificio n. 12.
Precisase de urna ama para cozinhar paraduas
pessoas, prefere-se de meia idade : a tratar na
ra de Santa Rita Velha, taberna n. I.
COMPRAS.
Na praca da Independencia a .'.I, luja deou-
rives, conipra-seouro, prata, e pedirs Jirooiosas.e
tambem se faz qualijer obra de encoinmenda, e
todo e qu.dquer concert.
IropbatT
Compra-so inoed;is de ooro e prata e
bem como libras slerlinaR, ha rita do Va-
bug n. 9, rekijoaiia.
Coiiipra-se una murada decaa terrea nesta
ucsta cidade. iaga-fe baa: quom tiver falle ua
loja da ra do Qneimado n. 46, de Bastos & Ir-
maos.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
e podras preciosas por preces mais rantajoso do
que em outra qualquer parte.
\ Lili,II
Resta A venda um escolhido snrtimento de ob-
eclos de marcineria, como sejam, mobilias de >a-
yirand. mogno eamarellr>, obra-wwional e estran-
jeira, de apurado gosto e porpcecoi razoaveis :
ia ra estreit do Rosario n. 32. Nesa tnesma
asa fazem-seeom perfeicjio todos os trabalhos de
Mlhinfca, como sejam, en-ipalbanteotos de lastros
>ara camas, cadeiras e sepilas.
Desappaeeeu a 20 do correante, da botica do
abaixo assignado, o bSTbol da lotera 101, n. 147:
portanto previne-se ao lliosoureiro que nao paguo
premio algum que sabir ior sojtc na extraccao.
sono ao abaixo assignado, seu verdadeiro douo.
Francisco Antonio das Chagasl
AMA
Compra-se moedas de ouro e pfata, bem
como libras sterlinas por man ir prco que
em outra parte: na fu do Crespo n. 6
primeiro andar.
Com muo maior vantaycm
Compra o Coracao de Ouro, u. 2 D na do Cabu-
g, mc^asjlcjmrojjjrjiJaCped^^
Bandeira nacional
Compra-se urna bandeira nacional de um dos
metro delamanho : ua ru* larga du Rosario n.
.14, rtica. _________
Precisa-se alugar urna ama forra ou escrava, de
nrato bons cosjum'es. qm saiha cozinhar e engom-
mar om perfeicao, so agradar paga-se bem : di-
rijase a ra Bella n. 37, sobrado de dous an-
dares.
Linhi thelegraphica.
0 abaixo assignado convida aos genitores mom-
bros da commissao que tcm de promover o eala-
belecimcnto de nina Imba tlielegraphica desta pro-
vincia capital do'iinperio, st reunirem no dia
7 do crreme, as 2 hora da tarde,'no salo do-edi-
(Icio da Associaco Commercial Beneficente, ;din
de tratar-se de. negocios tendentes tnesma lijiba
: thelegrajlw-a. Reilo 4 ite mam do rWW.
6 srtieArid-da comits-o.
_______________Gandid C..G, Alcoforado.
Ama ~.
Precisa-se de duas amas que sejam perfeila?
engommadeirs : na rna do Brnm ns.lOQ e 102
Paecisa-se alugar um moleque ou mesn
negro para ervvo de una padaria de pouro tra-
balho: a trat r na, ra Imperial n. 47, taberna.
Panthometro.
Compra-se um panthometro era bora eitado : na
rna Imperial n. 38.
VENDAS.
Calgmdo inglcz
ile diyercas qnalidades para homens, senhoras,
meninos B crianzas ; receberaui Mendos, Lobe &
O, roa da Cade ia n. 32.
Vende-se a taberna da ra da Matriz da Boa
Vistan. 32, a dinheir e a praso.
Vende-se urna taberna na ru* do Pilar n.
15 : a Halar na meama.
Vendem-se na casa de TLeodoro Sinon
A C. a 134450.
Largo do Corpo Santo n. 21
Vende-se urna escrava moca com i aimos
le idade, sem vicios, bonita Ufara na rna do
VpoHo n 14 ji iimmai.
- Veue-sa tu afriuha de 11 a II aaoos,
ada a tim vicio, com todas os_ principias du or-
le OTna easa
Mal
ytt(wtm*im em mtto ato :im da
-oneaico ua Bo-7Ute n, n.
Prec>a-s8 da urna ama para oonziuhar : a
tratar na ra da Seazalha Velha a. 48.
Os abaixo asignado; fazeni KCien; a qnein
tK t C, a sua loja e ftbrica de chapeos de sol sita
n rna Nova n. 23. Ileeifc 00 de at.rit da 1869.
iiattoti te C.
Convida-se aos irbiaos dairmandade da S
Cruz dos canoeiros, para iro domingo & do crrente
pelas 11 liaras do dia fonparrearn na consistorii
i' > prdfceier i eleirln.
Consistorio da irmandade da S. Cruz dos cinoei-
da meatnxiigfeja Minado sfproeefer a eleicl
Consistorio da irmand
ros 3 de maio de 1899.
0 provedor
Jote Antonio ia Gosta.
Preoisa-se ahigar urna escrava que*8iba co-
sinhare engommar : na roa da Imperatriz n. 13.
priraeiro andar.
Ka ru* Aagtista n. W, -terceiro indar, pre
cisa-se alugar um piano em bom estado por al-
guns mezes, qucuj o tiver anmincie oudirija-se a
mesraa casa, qnc se pagar bem.
Transferencia.
Joao Affnnso Torres mudou seu escrlptorie pa-
aaf aiArranOeKa Velha n. 2.
rao c
Baltar, Oliveira & C,
Mudaram u scrijitop da nua do Vgario
n. 10, para amesma ra n. 1, 1- andar.
Para miudezas.
Precisa-fte de OH calx*o m
lindo sua oandacta : aa ra Di
ivl

o om prali
a-jraitjH
taajafoi
a garan-
104.
Narisi,l|iAp.9 por gen procuradores : era prnairo lugar o seu
mano o Sr. Joaquim Naiciso da Silva, e em se-
grndo o Sr. Joaquim Holngues Tavares da Mello
e em terceiro ao Sr. Francisco Antonio de Aasis
G^________
Precisa-se'^'una*^W par cozinhar e fa-
*a hatnom solielro
ama ara comprar e i
tinbar emeaa de hon>?m oltiro : ua ra 3*
CoDOordia n, 115.
(HIANDE LIQUIDACAO
A DENHEIRO NA LOJA E ARMAZEM ^
DO ^,
1
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprielario d este estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
ntal a \ir surtir-se no grande estabelecimento que tem de fazendas, tanto dameda como
le lei, e as pessoas que negociam em pequea escalla, tanto-da praca como do matto-
esta casa poderao fazer os seus sortirneutos em pequeas e grandes porcoes, venaen-
lo-se-lhes pelos pi^os que se compram as casas inglezas ; assim como as excellentis,
mas familias, poderao manda" buscar as amostras de todas as fazendas, ou mandare-
mos levar em sitas casas pelo nossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
o aberto constantemente desds s 6 horas a manhaa s 9 da noute.
O atoalhado do Pavio. AS CAMBRAIAS DO PAVO
Vende-se superior atoalhado de algod5o Vendera-se fmissimas pegas de cambraias
ara 8 palmos de largura, adamascado a
mperior a 300 a vara j gu.irdanapos de
inho adamascados a 4-3300 a duzia e muito
inos a 8#000, c ditos econmicos a 3^300
i duzia.
Pustcs para vestidos, brancos
a -a.
Vendem-se os mais modernos fustes bran-
503 flexiveis com padtes de listas e de
ialj)icos pnopt ios jiara vestidos e roupas de
menino a 6i0 rs. o covarlo, na loja e arma-
sen! do Pavao rna da lmi>erat -izn. 60, de
Flix Pereira da Silva.
HABADINHOS
Vendem-se fniissimos babadinhos, tiras
cordadas e entremeios, mais baratos do que
)m outra.qii,!lqiior parte, assim como espar-
;ilhos dos mais modernos, no armazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
a. 60.
ALTA HOVIDADE
A LOJA DO PAVO
Gurgurao de seda
Chegaram pelo ultimo vapor ls mais bo-
itos gurgures de seda, proprios para ves-
ados, sendo lisos elavradinhos. com muito
ustro, garantindo-se que a ftzenda mais
inda e de maisphantasia que este anno tem
ihegado a este mercado, e vrnde-se por
preco muito razoavel, na ra di Imperatriz
i. 60, de Flix Pereira da Silva.
ALPACAS LAVRADAS PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavao, as mais mo-
lernas alpacas lavradas [tara I teto, sendo
muitolargasepelo barato proco dc800rs. o
covado, s na loja e armazem da Pavo, ra
la Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
CHAPENAS
ULTMA MODA
Chegaram para a loja do Pavo as mais
rieas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfeitadas, com enfeites e utas de
setim e de todas as crese com ricos bioos
de blond e as mais lindas e finas flores,
vendendo se Cada urna pelo bando precede
l*:>000, garanlindo-sc serera muito mais
bonitas do que ouu-as que se vendem em
outras partes a 21'$ e ^J, e entre eBas
ha mais do que um modello, tainbem tem
mnitas de pratinho, -proprias para mocas e
meninas, isto na ra d* Imperatriz n. 60
toja do Pavo, de Flix Pereina da Silva.
Explendido swtirafnto de
VERDADEIRO LE ROY
de SWWORET, Docleor-lldecin
Ru de Seine,51, PARS.

Encada prrata, Tal, citrc a rolha e o fftl un
Ique kva o mm ainelc, nm rotulo impr-'nso em im
rr Un enm Sino luc mal C8irno funcz.
jV. B. l'rnwltenilo-fie urna lettn it 500 lranco|
subir Paria, achlavrl a 60 da de tata, ao auxiino,
guza^e do abaltnwint e do mainr descont.
Drpoetto principal
to Itgimo l.e Ror t
u Caza do nosso
milco agente pelo
razil a Sxa Amo-
nio Fmic: 4* L-
kD na Babia e
Ina* prineiBaa pbar-
nacettlcoi.
Pars, 36,RaaViTieaae, Hf
CHABLEMEDICIN
ASDtrBaUUUADAl DESS*XUAJtS, AS AfVS>
COB CTJTAWSAH.E ALTOUCOESIK) 8ANOM.
penan imiii tunnin^m*
liuatulM. heive, aamc
m,eunwunit,tA
(, VKMI e MMV-
11 9tm$, lUrmtm
do unyue. (Xarope ve(eUl MM aeree rio), tifa.
rml recetar* I1IMII MmHUBaS
Uaho-M dous por icmana, aofiado o iwHiaiaill
bei\nuii)Q_: (eonrepdeou aioaanii aaotoaUM.
EPURAli
SA1VG
Kaat Xaropo GHraate *
i CB.I
PLUS Dt
COPAHL
BLat, tara
iaHM4UuaiauHWMf
_ atenea es fluzoa c /lora brtmciu aa aiorharoa.-.
-Knaii>jaceaobal|U>*|^eokioIarH
Cttroeto it retro.
laiirrilli
POMADA ANTtHCiWClSlOA
Cmiti
taMti ftctammtmntM
f LULAS VC0ET*MB8 OBPW
T CaaaiaH, tkit MatM Mi aMi
aayfclllf
ROUPAS FEITAS
Na loja do Leo da porta larga
Ra da Imperatriz n. 52, junto aloja deomives.
N'este estabelecimento se encontrar ra da Imperatriz n. 52, loja du Paredes
sempre um cempleto sortimento de roupas Porto.
feitas de todas as qnalidades. Como se-1 Nesteestabelecimento eicontrar o respei-
jam: paletots de alpaca, de merino, de tave publico um completo sortimento de
casemira, bombains de panno prclo, fra-' fazendas e roupas que. e vende- pelos pir-
ques e sobrecasacos de brins de cores e eos seguinles:
pardos.
CAMISAS E SIROLAS.
Encontrar sempre o respeitavel publico
FAZENDAS BRANCAS, .
Madpolao de diversas quadudes e pre-
Cos commodos, cambraia de .1y00 4150O
um boniU) sortimento de todos os nmeros, .e 8$, dilas victorias de b>500a 12^. pejas
MEIAS CRUAS. de cassa liza o mais fino que lia n merea-
Sortimento de todas as qnalidades, de'do a )#, I0r?, 12)5. fom 12 varas, e vtn
3i5 a 5)5, assim como tjmbem sortimento de largura
mm.

D6.sprk qalidade da mu accreiita-
da fabrioa de Bisquit DuhonxM 6 C, n
qgiMc maclas que mais ^otrdeotiB te
eognac, fomectm para o alMumino i do
fteino da: ugiatorta.
Atod**, emicasa de Ib. i\ak, tm
wgayercw a. it.________
Taberna
Venife-se o ejtabetecfmew sito at> pateo da Pe-
i*a. l4,ontMiw feMk, *- tm ommotok
;l para familia : a tratar 09 taesmo.
lizas transparentes tanto inglezas como-suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 5i$O00 at 104000 a pea", assim
como ftnissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 1)5000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Roupas para hornero
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os [jeitos
de esguiao, ceroulas francezas de linho cal-
godo, raeias cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de la, assim
como neste estabelecimento existe uri grande
sortimento de pannos pretos, e de c isemiras
inglezas de cores, e que se manila fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes que serao servidos
com a maior promptidao e muito mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
na ra da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janetns.
Vende-se um grande sortimento dos me-
ntores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12;5000 rs. cada par at 25^000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, do Flix
Pereira da Silva.
Cretone para lenqes com 10
palmos de largura a 2$,
Acaba de chegar esta nova e excellente
fazenda branca prdpria para lences de um
s panno, garantindo-se que um metro e
urna quarta. ou um metro e meio d nm
excellente lencol de um s panno, assim
como esta boa fazenda tambem muito
propria para toalhas de meza, rosto etc. e
ontros mysteres e vende-se pelo baratissi-
mo prco de 2 carta metro.
ALPACAO DE OORDO PARA VESTIDO A I i
Chegeu esta nova fazenda com o nome
de alpacSo, sendo de eordlo e com mais
largura do que a alpaca, com s mais finias
cores, como sejam Bismark, lyrio, perolas,
roxo, cor de canoa, magenta etc. e vnde-
se pelo baratissimo preco de t o covado.
ESGUIAO DE 1.1 MI DE 12 JARDAS A 105.
; Vend-se pecas de esguiao de linbo, fa-
zeoda superior, com 12 jardas cada pega, a
105000.
ALTA NOVIDADE
A
Loja do Pavao.
GURGUK<*ES PARA VESTIDOS A i 5000,
0 COVADO.
Chegaram os mais modernos gurgures
para vestidos, sendo de todas as cresyCoTno
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola,
rxo A A tendo quasi quatro palmos de lar-
gura e vend-se pelo baratissimo preco
de 1(5000, cada colado nicamente no ar-
mazem de Flix Pereira da Silva, na ra da
Imperatriz n. 60.
Cirosdeanples prolo
Vende-se om grande sortimento dos me-
Ihores grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, seado de 2I000 rs. o
covado it 4)5000. rs. garantindo-se que
n'este genero nigaem tem melhtr fazenda e
que se*eBdOrai barate do que em mitra
qualquer parte,nai.rua da Imperatriz n. 60,
de FeMi Pereira dw Silva.
Gwmde exposic&o
CA9EMIMS DE CORES NA LOJA DO
PAVAO
Cbegaranus mais boaitas e mais moder-
nas casemiras de cores proprias para calcas
eoletes e palitts, tendo at das mais finas
que tem vindo ao mercado com fios de seda
e vende-se mais barato do que em outra
qualquer parte, por haver grande sortimen-
to de varios precos, na lojae armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 6b, de Flix
Pereira da Silva.
roups feitas
t NA LOJA DO PAVO RA DA
i IMPERATRIZ N. 60 .
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletoraente sortido das melhores poupas,
sendo calcas palitts e eoletes de casemira,
de-panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
^sam desfijar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de-pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer pe(!a de obra, com a maior promp-
tidao vontade do fregoez, e nio sendo
obrigados a accoita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto esUbetecimento encontrar o
respeitavel publico toral Helio sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodo e outros muitos artigos
proprios para homens senhora6 promet-
tendo-se-lhe muito mais barate do que em
outra qualquer parte. N ra da Impera-
tete fo -60 loja e armazem de FlU Perei-
ra da Silva.
COLCHAS PARA GAMA A WOOC.
VeodenvB rt*a*' -das pmcama, pelo barate precede J0/6
grande, ieflbincba, aa teja .armazem do
Pa^ao>ra*da Juparatetit. O, de P*r
Pereira da Silva.
MadapoiSo enfesldo 8|600
' Vende* tiperter owdtoot3oitestflo
ttrto duHo tocorpado.'.fin cantos, e
tendo cada peca U jardas ;ja#i3mtnsi-
mo preco de 8(5500, na loja a
Pavao, roa da Imperari
Pereira a Silva. ^^
>s e cun barras
pravatas pretas e
de lencos de linho bran
de cor, chinezes. bonita
de cores. Ra da Imperatriz 52, por-
ta larga.
PARA ACABAR.
Urna grande porejo decalcas ordinnii.i>
para trabalho a 610 e 800 rs. cada um par,
pechincha na loja do Leo junto a loja de
urives.
GRANDE PECHINCth,
Cassas lie cores a 160 rs. o covado, na
160 RES O COVADO
Chita preta pelo barato preco de 160 o
covado na ra da Imperatriz n. 52 na loja
que tem um Leo pintado.
PANNO DE LINHO
Paredes Porto recebeu um sortimento da:
pannos de linho, com 27 varas a peca e
I75000 e 18(5000, na ra da Imperatriz n.:
52,junto a loja de ourives de porta larga.de
Paredes Porto.
LENCOS DE LINHO
SEDAS DE LIS TRAS.
Recebeti-se um bonito sortimento d"esta
fazenda que se vende a 2;?500 0 covado.
CHITAS.
Vrnde-se chitas escuras a 280, 30, o
320 rs. o covado.
GIMUDANAPOS
Vende-se esta fazenda de linbo, fazenda
boa a 4;>000e 5^.000 a duzia.
MEIAS PARA O.ML.M
Sortimento de meias inglezas para ho-
mem a 55800 5-5800 eC-5800 fazenda boa.
TIIOALHAS
Sortimento de toaiias de pelucia a 1 i;
a duzia.
LENCOS BRANCOS a 2>200
Para acabar lencos de algodao a 25200
a duzia,
2,5000
Vara de bramante de linho superior
Vende-se lencos brancos de linho a 30, tem 10 palmos de largo.
a duzia para acabar na loja de Paredes Por-! CALLAS h COLETES.
to. Ra da Imperatriz n. 52 loja da porta Tem sempre no mesmo sentido um sor-
larga que tem um Leo pintado, de Paredes ment completo a preco eommodo.
Porto. .
No armazem do Leo, ra da Imperatriz n. e 52, junto a loja de ourives.
11--RUA DO QUEINADO-11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capella para noivas. que-
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
S\H1DAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais luirte.
BASQL1NESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
' CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALESbrancos e de cores para senhoras e meninas, esparttlhos, sai;.- bor-
dadas, e saias de la com barras de cor.
GORGUROde seda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moiroar-
tique branco, e grosdenaple branco, de cores c preto, princezas, bombazmas pelas.
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
GAUIIZASde linho para homem de diversas qualidades/ musas bardadas
para noivos, sobretodos, capas de borracha brancas e pretas, brim de cores e branco,
panos finos ecasemiras pretas e de cor por commodos precos.
TAPETESgrandes e pequeos para sof e cama, tapete e alcatifas em pecas
para sallas, e continuam sempre a vender por mdicos precos as esteiras da india daba
SALLAS.
$imm

ka
* 60 QutIMAB*
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida d Guis-
lain
Tintura indelevel paTa tngir os cabellos,
sem manchar a pe le.
A bem conceituada agua-florida de Gois-
lain que ento era desxinhecida era Per-
oambuco, j hoje etimada e procurada
por seu eltieaz resultado, e ainda mais se-
r, guando a noticia d sen bom effeito e a
experiencia 4 tornar de-todos conhectda.
A agua-florida de Guialain compoaa aai-
camente de vegetaes infensivos, tem a
propriedadeaxeraord^naria de dar cor pri-
mitiva aOs abellos, quando esfiverem bran-
cos, e lhCs^sWu1ro)rilHo "perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, sem
ser prejudicial de modo algum.
E' porm necessario fzer conhecer, qoe
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao- instantneo, domo "muitas pes-
soas tal vez supponham, miis sim ser pre-
ciso fazer uso q'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se bter o flm desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la doas
vezes por mez, coatando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feria em
mitra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a proteo-,
c3o de sua boa freguezia, tambem capricha
em nao Ih'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com qoe
a boifram, e em prova ao que flea dito, d
como exemplo (o explendido sortimento
im acaba de receber, ainda mesmo acban-
lo-ae bellamente provida do que de boto
e melbor se pode deseiar nos gneros que
sao de sua competencia.
Haja vtta $05 necssarfos livros de missa
i oraco, obras de apurado gosto e perfei-
;o, sendo: cora capas de madreperola o
tocantes quadros em alto relevo.
Feia Dtts com tas d WfrflKi iguamwif
bonitos.
Ditos com (fitas de velludo, outros li-
tando charo machetado.
Ditos- com *Has de marroquim com cruz
e guarnirte, dourada ou prateada.
Coras e tercos fle cornalina.
A sim- eomo.
Grnale Alio sortimento de leques
todos da nipdmerola, madreperola e sed;..
slndalo/sandalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc. etfttf- tengo nt#de sndalo alguns
date Bmafii oittit^faponezes enfeitados
de flores.
Bonita voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de* seda para meninas e senhoras.
Ditas de lio d$ Eftocia abertas, tambem
para meninas e senioras.
Ditas muitb ateas d'algodao, altas, e
cruas para meninas e senhoras.
Ltvas de fio'd'scocia, torca!, e seda
para meninas e senhoras.
Metas de la para homens. omitieres e
meninos.
GollSnbas e phhos bordados obr de
muito gosto.
Entre-meos. finas lpades e traoamren-
tes com delicados bordados e proprios
para' rfflr'flta.
ESitttGlSOS
Anoeis e collares BojFerpara creancas.
Bonitos cabases'1! tPdlsnbas de pelica
eifebm litffinfias rr sthors.
L^a^p^^iit^ bordadas a froco, Haas.
Delicadas caixmbas devidro enfeitadas
compedras, aljofar^etc.
Bitos afiuns^ijriuisiea.
Pinse oo bunecas para poz do artos.
Novos e delicados ramos de flores eom
marrafes para enfeltai- coques.
Bello sortimento da 'trancas de
Pitea tatffi nafa itav
Cintos de fitas largas om bontao
Mam
Briocos e'alflbeles de madreperola.
Ditos esmalta*, obras novas e bonitas.



6
Diario de Pemambvico Sexta feira 7 de Maio de 186?
VALOR THERAPEUTICO
DO
XAROPE DE QUINA FERRUGINOSO
OE GRIMAULT E COMP.
IhuatNitliN da I. A. I. o principa Hapoleko, m Varia.
A associaco do ferro e di quina resolveo um dos mais importantes problema* da pharmacia,
e faz com que se congratulam os mdicos dos relevantes servicos que la js presta esta pre-
paraco.
Com effeito, ningnem ignora que a quina, em nw.eira medical, o melhor tnico que se
possa empregar, sendo, sobretudo, unido ao Phosphato de ferro, a mais estimada das pre-
pararles ferruginosas, pois que entram na su \ composico o ferro, elemento do sangue, e o
phosphato, principio dos ossos.
Por isso, julgmos qoe, para os sflrs mdicos, serlo inlercssantes as observacoes feitas pelos
seus collegas, os mais dislinctos de Pars:
Este Xarope predux os mais felizes resuhaHos nos casos de dyspepsia, chlorosis,
t amenorrhea, hemorrhagias, leucorrheas, febrcstyphoidas, diabetes, e quando precisa
a resiabelecej as torcas dos doentea e restituir ao cori:o as toreas alteradas ou perdidas.
. AUN AL, medico de S. H. o Imperador.
t urna das raras combinaces que, ao me?mo tempo, satisfazcm o medico e o doente. Em
quanto a mim, eu a considero como a mais eft'uaz preparacSo ferruginosa, cujo uso dos
c mais agradaveis para os doenles.
CAZENAVE, medico dolwspilal Saint-Louis, trr. Parit.
Com esta preparacao d'uma tnna agradavel, e fcil de digerir, administra-se aos
doenles doit medicamentos importantes.
CHARR1ER, chefe de dinica da Faculdade de Parit.
Eu em prego com o maior xito o Xaropo de Quina ferruginoso, e o considero como
c uma das mais felizes innovaces, na mateira medical.
CI1ASSA1GNAC, eirurgiao em chefe do hospital Lariboisire.
t Este medicamento, sempre bem aceito pelos iloentcs, dco-mc constantemente os mait
vantajosos resultados.
HERVEZ DE CHEG01N, membro da Academia de medicina.
A limpidez d'esta preparacSo, o seu gosto agradavel, isento de qualquer sabor de
t ferro, fazern d'ella um medicamento lo efficaz como agradavel.
MONOD, addido Faculdade de medicina.
Deposito em Pernambuco, em casa de auucer a C*.
ALTAS
INJECTION B
Hyclentca Inialllvtl t frrM'r\iIIl bsolulanmuo a nica quacura Mil' uennuiii dviuto. Viuucl
ui principar, boticas do mundo. (Eligir a iumceaa do uso). (10anuos do ciistaocia.'i Paria, em ea
i iaitnior IROIi. bonlaraia Msenla. I>.
LOJA
NOVIDADES
DO PASSO
Ra do Crespo n. 7 A, esquina. da do
Imperador.
PARA CASAMENTOS, RVILES, THEA-
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contundo setim,
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas ssim como
para co vados.
Gurgurao branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarellos. ^
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurgurao de seda de cores.
Camisas bordadas para horneas.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas
Fronhas de linho bordadas com primor. 15as,
Lencos de cambraia de linho bordados, de alta novidade, isto s
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
Riquissimas colchas de damasco de seda,
assim como de seda e algodo.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia para padre. .
Ditas de 15a
Ditas de seda fio da Escossia e algodo.
para senhoras c meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Bicos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
e outros muitos artigos de gosto e
jCOMPANIIIA
L
Do xarope Vegetal Americano, especialidade de llarholomen k. C
3iRU LARGADO ROSARIO34
Nao costumamos .procurar atteslados para acreditar nossos preparados, e dei
xamos que sua applicaco e os resultados obtidos pelas pessoas que se dignaram acceita
los.lhesdeem crdito evoga; porque sao sempre os attestados considerados gratuito
e delles que lancamao o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas qu<
espontneamente nos offereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publica
manifestando-lhes nossa gratidao pela attenco, esperando que venham elles corrobora)
o conceito, e acceitaco que tem merecido nosso xarope.
Bartholomeu & C.
ATTESTADOS
Illms. Srs. Bartholomeu & C. com a mais subida satisfacSo que declan
te o xarope Americano de uma eficacia extraordinaria, pois que sofl'rendo ha dias d
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noile a despeito mesmo de medicamentoi
que tomava, a elle recorr e na terceira colher fui alliviado, c de todo me acho boje re
tabelecido com o uso somonte de quasimeio frasco: grato, pois, i e'sse resultado mani
festo a. Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.M
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & CPenhoradissimo com o favor que me fizeran
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composico, quando me acha
va bastante doente de uma constipacao, que me tornou completamente rouco e qtu
trouxe uma forte tosse, e me impossibilitou de cumplir os meus deveres de cantor ds
erapreza lyrica, vou agradecer-Ibes meu completo restabelecimento, que obtive com un
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitos tratamentos. Desejare
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de tao terrive
incommodo, tao fatal nste paiz. Com maior consideraco contino a ser de Vv. Ss
attento, venerador e obrigado.Luiz Crem,ona.
Recife, 25 de setembro de 1808.
Illms. Srs. Bartholomeu d CO xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teen
exposto venda de toda efficacia para o curativo d'asthma, conforme observei appli-
cando-o a meu tiiho Joaquim, menor de quatro annos; victima desse flagello, que at<
ento por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grand-
nomeada. Queifam, pois, Vv. Ss. acceitar a expressao altamente sincera de meu reco
nliecimcnto ao meritorio servio que lhe prestaram com o indicado xarope, acreditar,
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento e obrigado.Amcrico Netto de Mendonc
Recife, 2 de outubro de 48G8.
SAO UTO
Superiores saias brancas bordadas a 5$, G, 85 e 10#000 cada uma.
Ditas de cambria de escocia transparente j feitas a 64000 cada uma.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Correia
Vasconcellos & C.
.le

IpprofaeU
da acadeah
de aedeciM
faP.ril
PILULA
jMMTOnBBlo.?
bebURINduBUISSon
Pinruaceutico
laureada
ia*
aeadeoia
O tratmento das affecooes eiilorotica, lympbaticas ou escrophnloias sempre lentis-
simo, e maitas vezes essas molestias resistero s preparares ferratiinosas ordinarias. As
indagaedes feitas pelos prafessores llannon de BruxeUas, Gensoul e Petreqnin de Lyao e
Beraelius e Trousseau de Pars, tem provado que a causa d'essa persistencia era a completa
Fabrica de tecidos do afgodao de
Fernio Velho.
O superior panno de al^ndao deetl fabrica, mui
v.'uitiiju-ami'ntc conheoida nrsia provincia c na< do
Pemambneo, Parahyba llio de Janeiro, pela sua
perfeieSo de lecido, clastirdade e Ibrialoea, conti-
na a ser vendido no cscriptorio' d; niesma coni-
panbia praea de Pedro 2o desta ciJade, casa nu-
mero 4.
Alini de que os numerosos c importantes senh-
res de engenho, bem como os senhnres exportado
res de a cima mencionadas, pos*am com faeilidade pro-
vei-se das manufacturas desta fabrica, a gerencia
da companbia annunca que as ba venda nos
segninies lagares :
iN'esla cidade -noseu eseriptono a as casas dos
Srs. Domingos Jos de Parias e Jos iNnnes Gui-
maracs, rita do Gotnmercio.
Em Pernambucona easa dos Sis. (Hiveira, Fi-
Ihos & C.
No Pilarem casa do Sr. Joo de AJboquerque
Mello.
Na Castanlia Grandeem casa do Sr. Rorberto
Cavalcanli de Alliuqucrque.
Em Caniaragibena easa do Sr. Joao Vieira de
Lima.
Alem do panno apropiado ao ensacamento do
assucar, a fabrica possne mais urna quarWadcde
panno mui forte, adoptado ao systema que tem os
senbores de engenho do norte da provincia de
mandarcm despejar nos trapiches de Pernambuco
o assucar que alli vio vender, com o que os sac-
eos servem para umitas safras.
Para roupa de e-^eravos ou de trabalhadori* do
campn, e para tonlhas e len^es do servico diario,
ha urna superior qualidade de panno de*28 polle
gadas de largura, muito forte e espesso, parecen
dose bastante con^meia lona. Os preces sao os
mais mdicos possiveis. ofecei 30 de marco de
i 869.
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da c completa das coque luche.'., bronchites,
calarrhos, tosses convurslvas, escarr&s san-
guinos, e outras molestias do peito.
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu A C.
34RA LARGA DO ROSARIO34 .
Scbonete de alcatrdo.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
accetacjfo tem merecido n'esta provincia,
muito se' recommenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34ra larga do Rosario34.
IiOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Sua 9o Crespo u. 9
Os proprietarios deste bem conhecido cstatele-
eimento, alm dos muitos objectos que tinbam ex-
postos a a|)recia^ao do respeilawl publico, man-
daram vir e acaban de receber pelo ultimo v;rpor
dai*Eoropa um conipteto e variado sortimcnlo de
linas e mui delicadas especialidades, as. quaes es-
tao resolvidos a vender, como de sea costume,
por precos muito baratnhos e commodus para to-
dos com tanto que o Gallo....
Muio superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e- de mui lindas cores.
Mui boas c bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora^ nesto genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindbs e riqnissimos enfeites para rabecas das
Exmas. senhdras.
Superiores trancas pretas e de cores eom vidri-
Ihose sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio-de Escossia para se-
nhoras, a quaes sempre se venderam por 30,3000
a duzia, entretanto qoe nos a? vendemos por 20,
alm dostas, temos tambem grande sortimento de
outras quaitdades, entre as quaes alguina muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de malhor se
pode desejar ; alm destas temos tambero, grande
quanlidade de outras qualidades, como sejam, na-
aeira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cknuotinhos de eadeia c
de outras qualidades.
Lindas e; superiores ligas de seda c borracha
para segurar as meias. %
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de I a 12 annos de darte.
Navalhas eabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao-muito boas, o de mais a mais sao ga-
rantidas peto fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua quafidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para nota.
Superiores agulhas para machina e pitra crox.
Linha muito boa de peso,, fiouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarcte, assim
como os teios para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhores e mais eonuecidos \n-v-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsijes, e
facilitam a dentirao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, atim de que nunca fallem no mercado,
como j tem acontecid, assim pois poderao aquel-
les ijue dilles precisaren^ vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros euliares, e os quaes attendejido-se ao fim
para que sao appcados, se vendern com um mui
diminuto lacro.
Rogamos, pois, avista dosebjectos que dcixamos
declarados, aos nossos freguezes amigos a viiem
comprar por precos muito razoaveis loja do gllo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
TASSOIRMAOS
Tamnara vender em seus armazensralm de ou-
tros, o/seguinte aftigos i--
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve piulado e liso.
Vinhos oh caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Herj'.
Madeira.
Hermitage.
Chamblis.
Licor de curaco de Hollanda em caixas de vin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmiis.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso.Irmaos
< Alt IIIXHO* DE FERRO
Para servicos de grandes armazens*ara remo-
yer barricas ou caixoes de um pra outro, lado pelo
mdico preco de 12000 cada um.
Farinha de trigo ds Trieste-I
Das melhoras marcas Panonia vedadeira) Fon-
tana e grande sortimento das melnon* niarcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Cemento hidrulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcocs de
cincoento barricas se far reduccao no pree_o : nos
armazens de Tasso Irmjos.
Cemento Portland
0 verdadeiro cemento Portland em easa de Tasso
rmos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differeRtes qualidades para cercados de ani-
maes, chiqueiros para galinhas ou jardn-: nos ar-
mazens de Tasso irmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso Irmaos.
CANOS DE BARBO
Na ra Nova de Santa Rita, na antiga fabrica de
sabao, ha para vender por preeo o 'mais mdco
possivel, canos francezes para edifleacoes e esgo-
tos de toda a qualidade, superiores a todos o que
aqui tem appareeido pela sua solidez.
PRECOS.
1J400 por cao grand-de3 e moia pollegaas.
1 (H) por dito de 2 e tres quartos de dita.
1*000 por dito de 2 e un quartode dita.
500 ris por pistoleta deipollegadas.
Gotovellos, curvas e canos de ntaior grossura,a
vstase far o preco. Compras maiores de 200$
tem 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Tijolos fraiieezes
Para ladrilhar casas terreas comasseioo precos
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri-
Ihos de cosinhas em sobrados, pelo seu asseio e
evitar a passagem de aguas para o andar 'nferior
e mesmo o perigo de fogo, aos precos de 305000 a
45000 o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
aatiga fabriea de sabao, e compras maiores de 200*
s far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos armazw
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdaderas para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
a; Tasso Irmaos.
O melhor cognac Gauthier Freres : no arma-
zem de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da>
India de diversos padroes o largura, por preco
commodo.
ausencia do Manganese, elemento que sempre deve-se achar no sangue jnnetamente com
o ferro. Estas plalas snpprem, pois, na uerapetici
motivo ellaa tem merecido a approvac&o da Academia
dades medicas. Deposito em Pernambuco, em casa de Maura* O*.
ca uma falta importante, e por este
motivo ellaa tem merecido' a approvapSo da Academia de Hedecina o das principaes socio-
III
I
rapa
sido
isiu
lilil
iimii:
commercio.
As melhores tabellas com indicador para de
momento se conhecer' a reduccac exacta dos an-
| tigos pesos, para os nossos, que o kilogramnia,
I assim como para conliecer-ie o prego correspon-
dente ao mesmo sistema de pesos ; acham-se
venda ua ra do Imperador n. 28, armazem do
Campos. Recommenda-se principalmente aos do-
nos das casas de retalho,. padarias, refinaedes, ar-
mazens de estiva, de carne secca, "tojas de ferra-
gens, fundieses, trapiches, c a tetlos que compram
e vendem a peso.
AO BAZAR DA MODA
Ba Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVIDADES
Para senhoras.
COQUES da ultima moda, enfeitados e lisos, gran-
de sortimento.
OIAPELLSAS de palha da Italia, guarnecidas coip
delicados e elegantes.enfeites brancos e de cores
CHAPEUSIXHOS e gorras de velludo e de pennas
(alta novidada I) de palha da Italia, a emtiacao,
especial sortimento.
CINTOS de cores e pretos, rico sortimenio ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados e eom letras, novidade neste
genero
LEQUES a emitacao de marfim, gosto novo e de
sndalo.
GOLINHAS e punhos, a emitacao de gnipure.
ENFEITES pretos e de coTes para cabeca, lindos
moldes,
GUARNICO alta novidade I a Marie Rose, lti-
mamente usada em Pars.
CORPINHOS de guipure brancos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de laa e seda, cores claras, elegante
moda em Pars.
GRINALDAS de flores finas.
ESPARTILHOS superiores.
MEIAS supe, ores de fio de Escocia,
LUVAS de pelica chegadas pelo ultimo vapor.
ADEHECOS de coral rerdadeiro e camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
GUABNIGOES para vestidos.
TKAJJCAS para enfeites de coques.
BOTOES lisos e com piqgenies para vestidos.
CINTOS alta novidada.
fe plaque a emitacao do ouro, lin-
a Roteb.il, qua
FI.ORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LAGOS, fivelas, penachos para enfeites.
Para honicus.
CAMISAS com peitos, ix>larlnItos e punhos de li-
nho fino, lisos c bordados, moda,
COLARINHOSde linho e algodo.
PUNHOS de ditos.
GRAVATAS de todas as qualidades.
ROTOES para punhos e guarnieses para coletos.
COR RENTES de
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma
lidaito superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MEIAS de superior q alidade.
BENGALINHAS finas.! chicotes.
LUNETAS aro de ac e tarturaga.
Para criaiicas.
VESTUARIOS completjs para baptisados.
SAPATINHOS de memo e setim enfeitados.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de pilha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enditadas e de chroch.
BUNECAS vestidas, muito bonitas e diversos
brinquedos.
Perfumarlas Anas.
de Murray & Lan-
AGUAFLORrBA venladeira
otan New-York.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray e superior agua e
essencia de Colonia.
ESTRATOS e ossencias finas e de agradaveis aro-
mas para o lenco.
VINAGRES aromtico? para toilet.
POS DE ARROZ para amaciar a pelle; em pace-
tes e ricas caixinhas eom armnho.
POS superior para limpar os dentes.
COSMETIQl'ES de fina qualdado.
SABONETES, grande sortimento deste genero e i
de superior qaalidade.
LEOS de phlocome, babosee mtiques.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
CREME de sabio para barca.
Caixas preparadas com perfumaras finas.
PSMIS ASSlIIII4IIAS
no
DR. PATERSON
De Disuititli e magnezla.
Remedio por excellencia para combate-
a magreza, facilitar a-digesto, fortilicar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu A C.
34------Ra larga do Rosario------34.
VERDADERO LE ROY
dd Dodsr SIGN0RT, (ninSocesor,
RU DE SEINE, 51, en rABil,
rix:6fe
vog
lirual
fnian 3tM
preciosos ra-
llos ha des-
pertado la codicia
m gran nmero
te blvlcadnrec; y>r
lo tanto debe eiigirsa ki
ii.5Bo Li hot, eyo I
o Vewaio de amnriiio
it R#T t l na,
RM Bu ooipbic SICIOiltT
WiBMMn# un < nri (*m.
. i).Sobre 1 McM. dabi}oMpapl
'UMqnelisvatlMtlo Faamaasn Cinri
.pasada
por el travos del
tnUo d k kMUa.
i tolo amarillo can
ilsnioiK aonii
BAIKtlt < '{
B9tto*Dm*m* mmtm
.! too iraaco* acapubk to-
bre lf*r 6i*o4l*.n bao
I ayot ..UCta pwibl*.
-ft1.' ... "."i" '

Mlndczas Anas.

PItMS, TIMIA E XAROPE
DE ^"f9
SICUPIRA
SUPERfORES fitas de grosdenaples de todai as
cores e larguras de velado preto e de cores, e
gurfrnrio para ciatos.
BABAINHOSe entremeios htrdados.
GUARNICOES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilhos u pingentes.
BOTES de cores,: brarl pn tos com vidrilhos
lisos e com pingantes.
DED;VES de mau. aperla, de narfjm, de ojo e
THE80RAS fina* para costura e unhas.
CAIVETES finos com quatro folhas. E muitos _9rin
outros artigos de miudeas qt.e se torna enla- '
donho menciona-los. de Bemhca.
Eapregado contra as dores rhetmiatiea*, affr,c-
Coes gotosA (A priSis secimdria; ffe(*B ro mer-
curio, inotesfla* ohronicas da pelto, hyiropesnetc.
Urjioo.draoHlo-botica de J. de A.' Pinto, ra
arga-A flika** a. 10, junto ao quactel di pe-
lleja. wl
Fazejidas de gado.
Vendem-se seis fazendas de gade.na rl-
beira do Serid, denominadas Boa-Vista;
Pe de Serra, Maung, Mundo Novo, Inga e
Serrote, todas muito boas de criar e de um
ser bem conhecido naqoella ribeira : os
prelendentes podem dirigir-se ra do Vi-
Io andar, escriptorio do BarSo
Tudo se vende por prepos bastante commodos.
' .:
Vende-se a botica da Direita n. 88 : quera
i pretender dirija-se a ra da Imperatriz n. 12
'loja.
Macarthy
Ulaehinas de descaro^ar algode.
Hoje qpe est reconhecido qu as machinas de
serrote prejudicam & quebrara a fibra do algodo,
preciso recorrer a machinisao menos spero,
!|ue produzindo o mesmo servico que aquellas, e
acihdade no trabalho, nao quet>rem a fibra da laa,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodo descansado
por aquellas mencionadas machinas, que estao Pi-
cando em deauzo, pelo prejuizo que- tem cansado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode competir
pela murosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tornara as nais proprias para o
nosso algodo, porque ao par da faeilidade e
promntidao conserva a fibra da laa, que limpa por
alia, e qualificada na Europa a par da meHior bo-
landeira, valendo assim entre Ha 26 por 0/0
mais do que a laa lmpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram integramente abandonadas, e por eso o algo-
do daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 a g por
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a 130000
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amendoas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras
nos armazens de Tasso. Irmaos.
Charutos da Havana.
Excedentes charutos da Havana c por baratsi-
mo prego : em casa de Tasso Irmaos, ra do
Amoriin n. 37.
Belogios de ouro.
Relogios de ouro de patente cora balando de
chronometro do famigerado actor John Rogers, no
escriptorio de Tasso Irmaos.
Pianos inglezes.
Pianos inglezes do bem conhecido autor Charles
Cadby, no escriptorio de Tasso.
ico de milfto.
Nos armazf ns do Tasso /rmos.
BARRIS DE SALITRE
No armazens de Tasso Irmaos.
CARNAUBA
Vende-se superior cera de carnauba em <*c
cas por preco mais barato do que em outra quas-
quer parte : na loja do PavSo, ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galonpean.
Deposito especial
Pharmacia deartbolomeo & C.
34------Ra rarg &> Rosarh
A NOVA ESPERANZA
21= Ra do Queirrjaclo = 21
Advertencia!,
A Nova Esperanza, na do 'Queimado
n. 21 tendo em deposito grande quanlidade
de m'iudezas, c como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
caduras pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade dos que
tem: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tempo lo opportuno quando
NOVA ESPERANCA convida-os pechincha-
rero; pois que para comprar-se caro, no
falta aonde e aquem...
PARA O MEZ DE MARA
A Nova Esperanra, ra do Queimado
n. 21, recebeu pastilhas para queimar-rse
em lugar de insenco, para aromatisar no
oratorio dos devotos domez de I'aria.
Elle quer e ella quer
E' sempre assim.
Elle (corrosrjondenle de Pars) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosto e perfeico, e ea (loja da Nova Es-
perance) quer sempre ttydjr com seus fre-
guezes o que de bom co^taniemente rece-
be, e por este lidar contno (d'ambo)
Nova Esperanca ra do Chimado n. 21,
alm do grande sortimento t^e j tinba-,
acaba de receber mais o seguii^ :
Bonitos broches, pulceifas eymeos de
madreperola.
Papel e envelopcs bordados \ E bi-
sados.
Papis proprios para enfeitar i
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (u\n;
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galles, franjas e trancas
seda e de la, para enfeites de vestidos.
BoKes de todas as cores e moldes- novos1
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo ci)m
pengentes e sem elles.
Boloes pretq^ com vidrilhos com pingn-
tes e sem elles. *
Luvas de pellica, camurca e excdssia.
Finas meias de seda par senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula, mar
fim, osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um eompleto sortimento de <
miudezas -ra doQuemiado n. 21, na
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellectro-meyneti
eos contra as eonvulfes das
crennc*s-
Nao resta a menw duvida, de que muito
collares se vendem por ah intitulados e#
verdadeiros de Royer, eis porqae muito
pas de familias no creem (camprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar.
os verdadeiros; a Nova Esperanza, pora
que etesla a falsifkaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidad^,
fez uma encommenda directa destes collares
e garante aos pas de familias, que sao ot
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do terrivel incommodo dB
convulc^es, assim pois preziso, que ve-
nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 2f comprarem o salva vida, para sew
lilhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal-, quando ento ser di-
fficil ahjancar-se o effeito desejado, emhor
sejam empregados os verdadeiros coliare
de Royer.
-!>
Cimento ingiez
De primetra qualidade em barris grandes,
que se vende por menos do que em qual-
quer outra parte: na ra Larga do Rozario
"34Eticai. _____^____________
VERMES
de superiores qualidades. a presos commodos :
ra do Vigario n. 16, andar, escriptorio
Joaquim Gerardo de Bastos.
Arnjaco
Vende-se urna armacao envernisada e envidra-
cada, que serve par.i qualquer estabelecimento,
como para loja de sapatos, miudezas, ou outro
rilquer negocio, por preco commodo : na ra
Vigario u. 26.
Para familias
Grande Bazar, rna MTa ns. so
8, de Carneiro Vlanna 4k C.
Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porfi de machinas para costuras de*
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposico de Paria, as quaes eozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser tao suave o movimento.
que qualquer enanca de oito annos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de t [-ma costureiras. A comprehen$3o
simples, pois em um quarto de hora se fi-
ca senhor do movimento da machina, ten-
do a mesma a propriedade de fazer as se-
guintes costuras: pospontar, abainhar:
franzir, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompanham-nas. Os pro-
prietarios do estabelecimento se encarre-
gam de mandar ensinar n'esta cidade, t
garanten) entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
perfeico a machina vendida, nao tendo,
porm, soffrido ella alguma avaria. Ha tam
bem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower d- Baker, de trabalho sim-
plesmente mo, e outras com movimento
dos ps; e mxime todos os pertences das
mesmas machinas, para vender avulso.
Tintura japoneza
Instantnea para Ungir os cabellos e a
barba, a' !5000 o frasco.
E' a nica approvada e recommendada
por ter sido reconhecida superior a toda
as ttnlu as o este genere.
venda em casa de Gustavo Hervelin n.
SI. ra da Cadeian. 51.
6AZ GAZ GAZ
Chcgou ao antigo deposito de Henry Porster A
C, ra do Imperador, um carregamento de gaj
de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho por menos preco do que em outra qual*
quer parte.
FUNDICAO DO BOWMAI
Rna do Brun u. ftS.
MachJhas de vapor.
RddaS d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batido; fundido.
Rodas dentadas, paia moer com age
vapor e animaes.
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assucar.
E outros muitos objectos, etc. etc., pr
pitos para agricultura.
Vendem Augusto F. de OUveira 4 C. i ra
Commercio, n. 42.
>
tt


Diario de Pernambuco Sexta feira 7 de Maio de 1869.
'
i '

Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabr-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem \ indo a esta
praca. e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciossas.
N. 5 BU DO Clltllii N 5.
I

LIMA, LESSA & C.
HRA NM l-\
O respeitavel publicoencontrar nesta officina habis mestres e bem conhecidos
.a arte, affiancando-se o mellior desempenho conforme o gosto c vontaile do fregu?,
assim como a maior pontualidade na entrega das obrad; recebemos de Paris, por todos
os vapores, os m;is modernos figulinos para nao haver nada a desejar; bem como
varias encommendas de casimiras modernas e outros artigos proprios para liomens;
temos grande deposito de roiipas feitas de toda a qualidade, como sejam: camisas
franeczas, inglezas, chapeos de sol de seda trancada, o que ha de melhor, grande
sortimento de meias, colarinhos, punhos e grande novidade em gravatas modernas, e
analmente completo sortimento de fazendas linas e roupas feitas, sendo os precos os
mais baratos pnssiveis. "
FABRKA DE PIANOS
DE
J. VIGNES
55 Ra do Imperador 55
SUCCJTCSSOR
JOSEPH MARIE RHIGAS
Avisa ao respeitavel publico em geral, e cora esjwcialidade aos antigos
tiguezes do seu estabelecimento, que ahi 98 acha prouipto a satisfazer qualquer tra-
bwM de concert e a aflnac5o de pianos ; e que brevemente ter disposicao do pu-
r-ltoo grande variedade de aiusicas e pianos.
O cordeiro previdente
Ifcua do Qiseiiuado n. ltt.
Novo e variado sortimento di perfumarias
tinas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perti>
marias, de que effectivamente est provida
loja do Cordeiro Providente, ella aCaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade d( objectos, superiori-
dade, qualidades ecommodidades de pro-
cos; assim.pois, o Cordeiro Providente pede
e espera continuar a merecer a apreciacao
do respeitavel publico em gerl e de sua
boa froguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidao
e barateza. Em dita loja eccontrar5o os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray 4 Laminan.
Dita de Culogne ingjeza, americana, fran-
ceza, todas dos memores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentricia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos.Alpes, e vilete paratoilet.
Elixir odontalgico para ccnservac5o do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cha-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada tina para cabello. ,
Frascos com dita japoneza, transparente,
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de dif-
ferentes tamanhos.
Sabonetes em barras,.maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos era caixinba para barba.
Caixinhas coni bonitos sabe netes imitando
fructas.
Ditas de madeira invemisada contendo fi-
nas perfumarias, muito proprias pajy.pre-
sentes. .
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaris finas.
Bonitos vasos de metal celoridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composicode
cneiro, e por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e francezapara dentes.
Pos de camphora e outras' i""
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coques.
Um outro sortimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes cora fiktsde vidrilhos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
estao todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivelf as e fitas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ac gosto do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de melhor se pode encontrarnos st
genero, sobrosahindo os delicados ramos
ervamados para coques.
Para vlagera.
Bolsas de tapete ecarteiras de couro, por
precos commodos.
Chapelinas de pattia da Italia mui bem
enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
r5o presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Providente a ra do Queimado
n. 16. L
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Providente ra do Queima-
do o. 16 acaba de receber um bello sortP
ment de trancas de palha pafa enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de procos.
ALEM D'AQELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timentode galloes de lia, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va
riedade de gostos os tornara recpmmenda-
dos e apreciados ; compareci pois os pre-
tendentes que serao servidos a contento.
TAO BEM RECEBEU.
Novo pxovimento de bicos e rendas de
guepure.
LUVAS DE PELUCA.
De todas as cores tanto para homer
como para senhoras, constantemente achaca-
se a venda na loja do Cordeiro Providente :
ra do Queimado n. 16.
Cera de carnauba
13, primein
Vende-se na ra.* Queimado n.
andar.
^\.OERM4%
tXYAvV/e2ft* $<. V-J
/lH1U\
Alegrai-vos myopes, e presbytas, j po-
dis ver de longe, j podis ver de perto,
nao ha mais vistas curtas, nem candadas.
F. J. Germann acaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortimento de
oculos, lunetas, pnce-nez, face--main,
lorgnons, de ouro, prata, tartaruga, mar-
fim, ac, bfalo, ncar, unicornio e mel-
chioi*, assim como binculos de urna a tros
mudancas para theatro, campo e marinha,
da ultima invencao; duquezas, vienezas de 6
8 e 12 vidros, tudo dos meliiotes fabri-
cantes da Europa.
O mesmo vapor trou-
xe urna excellente ma-
china para graduar e
observar o numero dos
vidros que se necessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
tos de mathematica, barmetros, vidros dt
cbrystal de rocLa, e de cores para resguar-
dar a vista; concerta' todos os objectos a
precos commodos e com promptido ; tira
o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
encommenda relativa a ptica.
Recebeu tambem os excellentes relogios
do antigo e afamado fabricante Roben Gerth
<& G, os qnaes vende procos commodos
garanlindo a sua superior qualidade.
Ven(Je-se um scravo, oficial de ferreiro,
vindo nlti mmente do norte : no escriptorio de
Joaquim Jos Goncalves Beltrac, ra do Trapi-
che n. 17.
FARINHA DT
__ MANDIOCA
Vende-se farinlia da tena em por preco muito commodo : na ra da Mueda nu-
mero 47.
Vende-se por commodo pr?c,<> um carro novo
de quatro rodas com un bol : ra ra do Jasmim
JE______-_____-._______
Tabellas vermicillas
BE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz, e prefer vel a todos o-
conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, e j pela fcil applicac3o as creancas.
quasi serapre mais atacadas de to terrivel
e muitas vezes fatal soffrimento-
UNICO DEPOSITO'
NA
Pharmacia e drogara.
DE
Barthomeu A C.
:f-1Rna Larga do Rosarlo34
Vende-se ou arren-
darse
Vende-se o exeelleifte engento Montevideo sito
emlpojuca : na ruado Livram-'nto n. 19.
Libras sterliiias
Ramos, na ra da Cruz a-
Vende Joaquim Jos*'
8, 1 andar.
0 doce mo amarga!!!!
O bom doce de goiana
;0 mais barato possirel
Venham frefuezes vur
Quem deixar de comprar
Para depois de jantar
Boa talhada comer ?
Na travesa do Queimado n. 1 existe nm com-
pleto sorlimento de doce de g'iiahn e gela, c ven-
de se mais barato do que em ouira parte ; a elle,
antes que se acabe.
Eetroz
Tem para vender Joaquim Jos Goncalves Bol-
rao no seu eseriptorio na do CommerCio n. 17.
TlJiCO.
mn-a
urna importante armacao de loaro, parte envidra-
cada, cntenos e as bemfeitorins existentes na
foja do sobrado n. i, esquina d; ra de Goncal-
lo, o garante-se a casa : a tratar con q agente
MarliDS) ra da Matriz n. i't. ju ra d> Impe
rador n. 16.______________________
Alcatifa
Vende-se boa alcatifa de virindos p.idioes a
ru.i do Queimado n. 31, loja
xil 4 til1
Vende-se um'escravo peca de 20 aimds 6?
de. proprio pira lodo e qualquer servico. gar.u i;-
sc a sua conducta ; na ra estrea do Rosario n.
W, Io andar.
Salitre
Vende-se salitre em barriqniulias : na rus'do
Vigaiio n. i!', 1 andar.____ '___________
EU? POPOL
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXElliA FRKIJEljICO & C.
Acaba de clicgar a este mercado un poivo
desie ptimo tai*, nico que pode supprir a falla
do princoza d Li>boa por ser de agradavel perfu-
me. E'fabricado pelo ^sAma do Areia Preu,
porm tem sobre este a.vantagem de ser viajado,
o qiie para c$le artigo urna especialidad'-. Na
(iracas da Babia, do Rio de Janeiro c outras fio
imperio tem o Hap Popular sido asss acoshido,
e provavelmente aqu tambem o ser, logo qu<
*eja conhecido e apreciado. Aeba-se veud..
por preco cuminodo, e para quem comprar de 90
libias nara cima, Tar-se-ha um descont de50/0,
e-de 'OO libras para cima o de 8 0/0 : no esorip-
lorio de Joaquim Jos Goncalves Bellro, ra do
Gouimercio n. 17. i
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por excellencia para cura cala
Jas digesloes diffireis ccompletas, acalmar
is dores gastralgicas, e reparar as torcas
produzindo urna assimulaco completa dos
ilimentos; sendo mais um excellente tnico.
PHARMACIA ""i: DROGARA
Dli
Barlholouieu & C*.
34RA L\RGA DO ROSARIO3 i -

ESGRAVOS FGIDOS.
Faaio de bordo d palhabote naciynal .-li?.;-
ro, um mulato claro de nomo Justino, estatura Ve-
sular, cbelos earapinhsdos o meios raivos, pouea
barba, tem urna piula preu uo canto do olho dirci-
to e um tallio uas costas a mesmo lado,; levon
vestido camisa de chita c^ni fistos verdes, e usa
de urna cinta com borla encarnada para iferiai
as calsas, natural de Santa Anua do Matto na
provincia do l!io Grande do Norte, para onde talve
queira ir, tambem muito aesembaracado no fal-
lar. Reeoniiiienda-se aos mestres de harenes ou
a qualquer pessoa tjue o agarrar, e levar a ru
do Trapiche n. i ou a bordo do referido navie que
ser generosamente i>:ratiteado.
Fapio do enanillo l-'i'ino da Cal o escrav^
Joao das Lapes, mulato acaboclado, de altura re-
cular, ebeio do corpo, muito coidiecido em '.'!:-
da : quem o pegar leve o W referido enpeiilvi i-
ma, 00 na na da Cadeia n. i, que ser peno-
samente gratificado.
600 rs. o eovado :
de A. M. Ro'im & C.
KAP RAP. VIAJADO, VIAJADO.
RAPE'VIAJADO, RAPE'VIAJADO.
A loja da Aurora, na ra larga do R-.sario n.
38, pertencente a Manoel Jos Lopes A Irn>ao, re-
ceneram o mnito desejado e apreciavel rap Pinta
Cordeiro viajado, muil" fresco, o qual est melhor
do que outro qualquer, assim como tambem tem
mais as seguintes qualidades, Paulo Cordeiro nao
viajado, gasse grosso e gasse fino, estas qualfdades
sao do Rio de Janeiro, agoa da bata, princeza
meio grosso, princeza fino, rolo prosso, igual ao
francez, feilo em Pernambuco, rolao imperial, o
qual um rap novo, porm de muito boa qnali-
dade, dito Meuron, o qual j muito conhecido
por todos 09 tomantes da boa pitada, dito de Lis-
boa ; todas eslas qualidades de rap se vende
tanto ero libias como a relalho.______________
Gaz e ftirello
Vende-se pazdeprimeira qualidade por com-
modo preco, em "porces, a vontade dos compra-
dores, farello muito novo, saceos grandes, pelo
,.reco de 4*300 o sarco : no armazem de Matbens
Aunin & C, ra da Seuzala-velha n. 106.
Bandeiras
Magnificas bandeiras de eJ.i nacional
trangeiras, vendem-se a M ;. ra do Queimado
n. 31, loja de A. M. Rolim & C.
Vendem-se 37 saceos com larinha da trra,
com mais de um al,,ueire cada sacco : ra da
Praia n. 4. ________
Vendc-.se dous estabeleeimentos de molhados
nos principaes po'ito^ do Varadouro aa cidade de
Olinda bem a fregueuzados e mnito acreditados
isto por seu dono se adiar imposibilitado de sade:
tratar nos mesmos.
Fupio no dia ii de msmi prximo jia--
do enpenbo Pirau, termo de N.i/,;ireth, o CfGWO
de nomc floncata, com os seguintes signaes : es-
latan regular, un tanto grosso e acatrosad), e-
es- padado, rosto lirado, nariz eoinpi ido, meio brr -
gudo e enibigudo, pernas liiu.s e um tanto a: i.
das, falla mansa e chela, cor rela e lostn -
cicatriz no lrgate do braco direilo, foi do -:rt..
do Apody. Rtcouimonda se a captura aos cap.-
taes de campo e as autoridades poliriaes, e quei i
lvalo ao seu senhor Antero Florenlino Pes<
Mello ao engenho cima
recompettsado.
dito, ser generoai
Vende-se
de urna pessoa que se retira orna bonita inulatinha
deidade 15' annos, recolliida, muito halidosa, um
tindo nuilatinh'o de idade 17 almo?, tres escravaa
boas engommadeiras, urna di-a de meia idade, in-'
signe cuzinjieira, c tres escravos para todo serv-
co : na travesa do Carmo n. I.
E' barato.
e Lisboa a 400 rs. a garrafa,
Vinho d
3-5, manteipa franceza a 1-3
a 120, caf em rameo n 220
das Cruzcs d. 12. M
a garrafa, caada
libra, arroz pilado
isto so na travessa

1
Fupio no dia 14 do passado, de casa de seu -
nhor, na povoacid do Monteiro, a parda Auna, ti
l anuos de idade, ponco mais ou menos, eabalii
corridos, que cosiunia trazer enrolados da par:
de delraz e levantad s na frente (esta estreitc,
olbos pardos e um poucq empapujados, nariz -b \-
In, algumas marcas de be\ig:i no rosto, ps grac-
des, e ouve pouro do ouvido dircjj. levon ytj
novo de chita com lislras rosas o brancas o s.ip
tos.de marruquim ; de-de j protestase proced.
I com lodo o rigor da le contra quem a houVer tu -
misiado : ruga-so as autoridades policiaes ou %.
qualquer pessoa a sua captura, levando-a ao larp
I do Coi |)o Santo n. 19.
2.
LISTA GERAL
DOS PREMIOS DA Z. PARTE DA LOTERU CONCEDIDA FOR LE FR0V1NCIAL N. 481, A BENEFICIO DA MATRIZ DA ESCADA, EXTRAHIDA EM S DE MAIO DE 1809.
US. PREMS. N8. PREMS. NS. PREMS. US. PREMS. NS. PREMS.
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8
Diario de Pernmbuco Sexta feira 7 de Maio de 1869.
LITTERTllRA.
O EPISCOPADO BRASILEIRO
K
OS SEMINARIOS
( M3N6TA AO KXM. SI\. BISPO DO P-VUA)
(Concluso.)
Um eathohco,. diz mais adiante >.
F.xc. Bxma., um ecclesiastico, um lente
- de swBiuarto. nao pode adiar mo e pe-
. rigoso aquillo qae o summo pontfice,
vigario de Jesus-Christo recommenda
como bom e salutar. Ora tal a rae-
dklade qae fallarnos (demandar alumnos
t para os seminarios da Europa); logo um
. catliolieo, um ecclesiastico, um lente de
seminario nao pode aetur m e perigosa
- essa medida.
Misericordia!... agora se me quer mal-
quistar com o santissimo padre Po IX f
t aqu a dose forte! quasi sou taxado de
heregef... Ora mal me persuada en,
ipiaudo, recolhido na mmlia celia no cou-
vent dS. francisco." de Olinda, onde moro
dclincava e escrevia tranquillameute o meu
pobr<* discurso, mal me persuada eu, digo,
pie sen o saber esta\a bulindo com meio
mundo t K que mundo, meu Deus! E' o
episcopado brasilero, sao os directores dos
aeminarios da Europa, provavelmente os
bispos das diuceses a- que estes pertencem,
e aos quaes irao pode ser indifferenie o
que se disser dos seus seminarios, e final-
mente o sumino pontfice Pi IX, a quein
de todo o eoivcao estimo, e a quem consa-
gro a majs profunda veneraco e acatamento.
Malfadadaa hora em que fui convidado para
t'azer um discurso de abertura de aulas no
seminario de Olinda I
Examinemos porem e anda desta vez
o Eun. bispo do Para teve raza para me
tratar to desapiedadamentc. De que pas-
sagem do meu pobre discurso se pode in-
ferir que eu acho w'o e perigoso aquillo
ijue o sammo pontfice \igario de Jus-
Ctiristo recommenda como bom e salutar 1
Pois porque eu digo que montar na propria
diocese um seminario como os melhores
da Europa preferivel mandarem-se
alumnos para os seminarios da Europa,
segue-se que condtmno aquelles que
mandara alumnos para a Europ? lege-
se acaso que acho huio e perigoso aquillo
que o summo pontfice acha bom e scutar ?
Raciocinemos com calma. O santissimo
padre, como todos sabem, nao recommenda
exclusivamente um seminario dado: na
sua paternal s .llioitude inslituio o seminario
latn > americano para occorrer s necesi-
dades das dioceses da America do Sul :
porem approva e recommenda igualmeute
que se enviem alumnos para os seminarios
de franca: e nao podendo dizer-se que
Sua Sa iti ladn, que pal de todos os eis,
tcnha mais preddecco por-este do que
por aquello paiz, por esta do que por
aquella diocese, segue-se necessanamente
que, se recommenda os seminarios de
Franca, e porque estes seminarios se acham
bera moudos, 6 porque esto as con-
difo.is de ministrar aos alumnos uuu edu-
eu.o cientfica e religiosa como convm
aquelles que se dedicam no estado eccle-
siastico. Horm logo que urna diocese do
Brasil elevar o seu seminario ao mesmo p
em que se acliam os seminarios francezes,
Sua Sahtidale recommendar do nesmo
modo que se c-tude ueste seminario ; e
nao aconselhai que os filhos d.-sta diocese
deixi'.m o seu seminario para irem esludir
na Franca; asiim com) nao aconselha aos
Subditosfraaceses que deixem os semina-
rios do seu paiz para irem estudar nos
seminarios de outras nacoes. E o coraro
Dajnaaiai i do immortal Pi IX, esse co-
;i "i!> aerdadeirimenle caritativo, verdadei-
ramente'pdernal e rheo de abnegado,, que
- i visa 0 bem da religiSo. a instruceo e
- alidade do clero, e a prosperidad^ das
diCdiS exatar de jubilo vendo insti
in-se em o novo inundo seminarios
;ii|o as fosos e necessidades do seculo:
i. duvida achara melhor que cada diocese
lo Bi a-il possua um seminario bem montado
um seminario que possa rivalizar com os
Eur pa. do que continu a ver-se na
sidadede enviar seus alumnos a longes
trras para obter um clero Ilustrado e na
altura dos h<-mens e dos tempos. arece-
me pois que em boa lgica jamis se poder
ir das miabas palavras que eu acho
mo e ptriqm aquillo que o summo pon-
tfice recommenda como bom e salular.
Eston que o Rxm. Sr. bispo do Para
fiear d'ora em oante bem convencido de
que nem eu dirig a menor censura a bispo
algn brasilero (antes a todos elogie!
cono merecen) nem esteei a rhirfba tbese
em sophism.is e falsdades, nem achei mo
e perigoso aquillo que o summo pontidee
recommeod i como bom e salutar.
Concluo ped ido resp todamente a S.
Exc. Rvma. que, se tivar mandado para
alguns lugares o seu artigo, por caridade
i lamben o meu discurso, a fin de eu
ser julgado ao menos vista das provas.
Contento-me que seja enviado smente o
meu discurso, -\
Olinda 26 de abril de i869,
Conego Joaqun Ferreira dos Sanios,
A ptica e na artes.
(Continuafoj
IIL
Depois das cores eumpro tratar das for-
mas. Na pintura, forma e cor poden ser,
verdade, bem pouco distinctas, porque
no plano da tela o pintor s pela gradado
das tintas pode indicar as distancias. No
estado da visab, ja se nostrou que a sensa-
sSo dorebvo, de proumiidade, resulta da
recepcao simultanea de duas imagens que
nao sao absolutamente idnticas; mas o
painel offerece urna imagem nica, nao po-
de portanto produzir a mesma impressao
material que a realidade. Por outro lado,
cada painel tem osen ponto de vista abso-
luto, que servio de centro a toda ^a perspec-
tiva, e para o qual d-3vera convergir todos
os raios visuaes. ffao nos fseravisamos
entretanto a Uto rigorosa geometra, o olho
nao abrange o quadro com um olhar fixo
e parado ; passeia e erra em todos os sen-
tidos ; ava #i. re ua, quer conservar eer-
la liberdade. Todava no devem as di-
meuces de orna tela ser taes que obr-
gue a gente a mecher-se muto para apa-
nhar-lhe todas as partes, pois claro que,
mudando a posico do espectador, a obra
deveria tniubem mudare apresentar-se sob
faces novas.' Dahi vem que as grandes
vistas panormicas nao prodnzem nenhu-
ma illusSo: as longas telas, c^mo a Smia
de Horacio Vernet, como, o Triumpho de
Cesar de Mocrtegna, que se v em Hamp-
ton-Court, violao urna regra capital da ar-
te. Nao ha unidade nelles ; esses quadros
subdividem se em corto numero de quadros,
parciaes alias bellissimos.
Em theoria a imagem do painel corres-1
ponde a um olhar nico; preciso pois
que os limites da tela nao vio alm dos -
mites do campo visual.
Esta pouco mais abranger de um anga
lo horisontal de 100 graos; porque a visao
indirecta nao vai mais longe direita e
esquerda, um ngulo vertical ainda me-
nor, porque as faces de um lado, e as so-
branceras do outro oppoe um obstculo
material i viso. Os pintores alo se preoc-
cupam milito com essas limitaces forca-
das da vista ; os paysaglstas, sobre todos
raramente sabem limitar convenientemente
o seu assumpto. 0 quadro deve ser como'
urna jnella atravez da qual vemos o mu i-
do, e a proporcSo da trra e do cu nao j
como de fumo aceso. Porque sentimos
urna impressSo da grandeza formidavel ao
p de urna montanha como a lungfrau, o
Moni-Rose, o Mont-Blanc ? E' que o cam-
po visual est por assim dizer cheio com
essas formidaveis massas. A viso indi-
recta nao abrange mais que urna aba do
co, entretanto a distancia das grandes ares-
tas tal que enormes obstculos se tor-
nam ligeiras manchas, insignificantes pon-1
tos; direita e esquerda, detenvso a
vista nos flancos desses pesados gigantes.
Ouve-se dizer muita vez qui a pintura no
pode produzir taes esnectacuhs; talvez
porque nao analysa completamente a im-
pressao, e nao busca reproduzi-ia na tela.
Quando de urna costa se contempla o
mar, o ocano e o co cortan o campo
visu il por urna linha cuja altura nao ar-
bitraria ; se o pintor o puzer demasiado
alto ou baixo, peiturba-se a illusSo. Igual
proporco deve ser observada as paysa-
gens das planicies. I uysdaell nunca se es-
quece disto: por isso os seus h.orisontos
tem urna amplidao e um a verdade incriveis;
as suas nuvens, agitadas pelo vento, nao
fogem, nao fluctan n'uma atmosptiera
fantstica ; ve-m-se cliegar aperladas, bai-
xas, ameacadoras, tempestuosas. Na Mu-
ta, parece que se sent o furacao que acur-
va ludo com a sua asa. furiosa-.
Na Vista da plaga de Scheoeningen, as
nuvens que sobem era pesados batallioes
enchem o co todo e se arraslam n'mn mar
sinislro, fustigado pela tempeslade, amare-
lado pelas aras que a agitaco das vagas
le ou at o largo. Nessa tela s ha quan-
to o oihar )de abranger de un lance: por
isso a imaginaco tii*nsporla-e sem dilfl-
culdade para aquelles cabedelos esburacados
em frente daquelle mar do Norte, cruel,
sombro, ameacador. Urna velha carena
jazendo na eos a. alguns pwsonagens fro-
rentos que contemplan as velas remotas
de barros em perigo, contemplam a com-
moco.
Quando a pintura represen a os dramas
da paixo humana, j n5o preciso, tanta
verdade nos fundos e nos ltimos pianos.
A arle despde se mais fcilmente daseis
de urna perspoc iva rigorosa ; os objectos
materiaes Qguram muitasvezes tanto como
symbolos ou puras realidades. Um globo
FOLHETIM
m lUillS DE CAVILA
POR
lie Berthet.
terrestre, que deveria rigorosamente ter
urna forma elliptica, cireat na Meianco^
lia de Alberto Durer ; mas nSo est all
senao para despertar a i'da da espilla,
lem comeco nem fim. Vede o Casamento
da ti-gem de Raphael. O teifipto qae alga-
ra no fundo est fura de todn a propongo'!
com as personagens, infinitamente pe-
queno; mas deve accrescentar algnma cou-
sa expressSo edar a scena om carcter
mais religioso.
A arclHetara aerea e leve do edificio
hannonisa-se com as personigens do pri-
meiro plano, erijo desenlio t?m tanta gra-
Cae defreadeza ; mas o interese fira con-
centrado nos ultmos; e emqranto os ollios
se fixan nelres o Umplofica iiOseio.da va-
ga penumbra da viso indirecta. D-se
aaso o contrario nesse quadro em rival
que representa a prega'o de S. Paido ?
Aijuella forte e roba-taarchtetnra, aquelles
t-jnpofl, p rticos,' columnars, devwn figu-
rar no noodO romano de que Pafufo: ainda
faz parte; A perspectiva est completa^
mente violada ; mas a arte est satisfeila.
As proprias pedras, o mominientos da an-
liga k e panjante cjTiUsacJo, vm prestar o
seu echo s palavras da quell ije annun-t
ca a f nova.
Os miniaturistas dn idade media, os an ->
tigos meslres aliemes o ttamungos. rnuitas
vezes abusaram da indulgencia do olho en
materia de perspectiva; a s sa piotara
por drnwissyntlec, e cite* rosta de por
mudos quadro* n' s quadro. Sera
curar das distancm nem das proporfoes,
aiviiniiilam em volta de um a.--sumf>tn todo
o thesouro de oas recordarles. Oepois da>
renascenca, a arte teve mais y.elo-da iHosSe1
material; mas nunca se escravison a urna
per-spectiva mattwmatica que deixatia ao ho--
mera pooeo lugar, o abafarii debaixo de
cansas nateriaes. Leonardo 'le Vinci, no
seu tratao da pintura, rndrciltt essas rda1-
ces entre a arto e a geometra: Conten-
plando as sublines figuras da Santa Ceki,
quem que pensa em verificar se todas as
linhas parallelas da sala do festn v5o con-
vergir para o mesno ponto ? Quen des -
Cubrir alguns erros voluntarios de Raphaef
naerdenaco arctritectorica (1* escote de
Alhenas*!
A obra de pedm t* de ad4ra n5o deve
nunca abalar o homem E' o hotnem a
quera procuramos e queremos ver. Se a
perspectiva fosse muto rigorosa, o lugar do
homem seria intimo. A pintura, s ten duas
dimensoes para representar tres ao espirito,
s offerece' aos olhos urna imagem, e nao
pode produzir a illuso stereoscopica. Para
representar o modelado apenas tem as som-
bras, a degradacao dos tons. Para dar a
illuso da grandeza, pfie em jogo a facuida*
de que possuimos instintivamente de julgar
as cousas antes pela proporco que pHa ex-
tenso absoluta. Dissemesque um qtudro
como que urna janeUa pela qual vemos os
objectos; quando menores, esto mais lon-
ge ; quando maiores, esto m;iis prximos.
Deveria resultar aue, qii3nto mais atenua-
das sao as proporces, mais se devem fun-
dir e csvari* as cores.
A redueco de ana grande tela nao de-
veria rigorosa me 11 le ter a mesiaai escala das
cores que o original; mas os pintores apre-
sentara aqu a iudilTerenca natural do olho
pela inlensidade da luz, c a sua paMieta
na realidade tai pobre que elles seesorram
sempre, qualquer que seja a dimenso dos
peisonagens e dos objectos, por tirar o
maior eeito possivel. Quando passeamos
n'um museo, vemos em todas as telas,
grandes ou pequeas, cores mais ou menos
idnticas. O encanto das miniaturas resul-
ta naturalmente de (pie o artista, diinnun-
do os objectos, nao enfraquece as cores ;
a pob eza natural dos tons que o pincel
pode crear acha-se assim disaitada.
0 baixo-relevo cono que urna trans-'
fSo entre a pintura e a escuiptura : o olho
est to acostumado illuso stereoscopica,
que attribue o relevo da natureza a urna
obra em que todos os objectos esto encer-
rados entre dous planos. A illuso pro-
duzida desde que os dous olhos podem
obter duas imagens dii'ferentes, o que nao
acontece nunca na pintura, mas o qae j
se verifica no baixo-relevo. Nesie caso, o
espirito compiacente, e nao se deve abu-
sar dessa induigenow1. O estorbe m que
querem dar a certas partes de um baixo
relevo o modelado da vida, vo contra o
fim desejado. Admittida a convenci, eum-
pro respeital-a, porque a nossa intelligencia,
que muda to fcilmente de medida, no
gosta de servir-se de muitas medidas-a um'
tempo. O baixo-relevo precisa de grandes
planos horisontae>em que a luz ;so ostente
e produea sombras rpidas b elaramenle
definidas. A grando luz solar d-lhe o su
pleno valor, e os gregos serviara-se del les
com razro na decorarlo externa dos seus
templos.
A eseulptura e architectura, que dispfiem
de tres dimensoes, podem lvremente re-
[tresentar todas a& formas. Nao solTrern as
XX
A estalajcm.
CConiiiiuaco do n. 101)
O fstalajai -iro dirigio-se ao homem de
ftapo do oleado e disse-lhe en tom as*
,ero :
Ol, amig),.tenriona dwmir ahi ?...
Aein v qn isnho hospedes e'que nao
p s>o assim ce.hr-llu umi mesa durante
u n lia InUiru a troco de um* d$tpeza de
vinte soldis S quer pedir traballio na
laiirica, dirija-<) ao conira-mestre, qoe o
ac-eilar. se Irn oonvier, mis a'que preten-
do que se p iaba ao fresco quanto an-
tes I
O desconhecido fra nrn rnovimento de
raiv.i. porm log baixou a vista, e mur-
murando algunas palavras iniutelligiveis,
.igirrou no p.icoie e dirigiw-se para a
porta.
A esse tempo a o estalajadeiro Ihe vi-
rara as cosa-, aera pensar mais n'elle.
pirm Miguel, que nao podia tomar parte
oo dialogo por muias vezes para aquello homem si-
lencioso e iinmifrel, a oceultar-se por de-
traz do sen jornal. Seguioo ainda cott a
vista quando elle se ergueu para sabir, mas
o desconhecido aleancou a porta sem dei-
xar ver o rosto aos viajantes.
O surdo-mudo, talvez pnr falta deottra
distraeco f notou todas estas circunstan-
cias, e, quando o homem do chapeo de
olea lo elTectuiw a sua retirad*, olle repamu
para o lugar Vazio. Ento notou qoe Ihe
esqoecera um pequeo" objecto sobre a
mesa, e, impellido por un suntimento na-
tural de obsequiar, foi busca-lo, na idea de
o ir restituir a seu dono, sendo possi-
vet.
Era um cacbimbo curto de raz nodosa,
representando orna figura grotesca. Era
exquisito em razo de dous nios qnetinlia
mili vermelhos, feit >s de fiuclos da Ame-
rica, nos quaee realfa*ain umas papillas
exeessivarnente negras: o lu-lo era repug-
nante, mas por isso mesino attraliia a al-
teuco.
Apenas Miguel B.-rtony lancou a vista
sitare aquel le objecto, logo licou pertur-
bado, e, mostrando-o precipitadainsate aos
coinpanheiros, esbracejwnd^e gritando, en-
i-aininhava-.se para aruae'largiu a correr
desabri'lamente. nao costando dt gritar.
Grandval eiDupr ergueram-se.
;E que tal I disse o armador espan-
tado O rapaj estar 4oudo ?
Nao eornprehendo isto Idisaa O ca-
pitaoNao me paree qfe o dejo de
restituir o cachimbo a seu dono seja motivo
para o perturbar assim. fejamos,\.aolu. o
ijue ha de- oofu.
Sahiram ambos para a porta.
Miguel corra para um lado e outro pela
grande ra de Courville en busca do pro
prietario do cachimbo. To depressa des-
apparecia por urna ra lateral como logo
apparecia na ra principal, at5 que emlim
appareceu de volta estalag^m. -Cessra
de gritar, posto que- apresentasse anda
um aspecto de perturbaco, mis o fado
do trazar o cacbimbo na mo indicava nao
haver encontrado sen dono.
Orandval fe-lo ntrar em casa e disse-
lhe com ar acariciador :
Scegue, meuetearo Mlguel' Vamos
a saber a causa- de tal alvuroco : d'onde
provin: este desasocego ?
O surdo-mudo deu ainda algms gritos
couasos, comecanda om asoabantomiaa
para exprimir as iddo-, e, coinof o capillo
parecesse nao cymprehender'beihy agarren
n'um bocado de-giz^ que swvi de faznr
as coritas dos freguezes sobr urta-ardozia,
e escreven o nome ttigaut.
Ser possiBl ? exclawou Oupr m
Aquello malvado aqui, ao p Poda ter-nos assassiuado I
Qa vejaruuiw Miguel.-r- disse GranA-
valna)- seria engauo seu |. Como pode
ter a certeza de que elle $'
Euto Miguel, ua sua liuguago. mimtsa.
i'xpoz osmotiv i que o convu,;iam. Aquel-
lo cachimbo vun-oielle muitas vezes m
mo doj&jgaut ajo is em S, L|wren?o te
Alaron i, mas taiaben oo serta), onde havt
divu^|.iQ em conpambia do ^onguu. e ni*
era emel que o fincado aliena ase aquete
objecoj pelo quai Uoha a ta?iof predila>
cao. Alera d'isso, o interei ijae noiVt
no boiaen de chapeo de eleado em m
occaltar e a sua fuga precipilud nao da-
xavam ajnenor dulda sobrif iden idad
de Rigaut.
i mesmas t.Vrannias que a pintura ; mas en-
contram obstaoons especiaes oa natorota
dos materiaes que euipregam.'na lenlid
dos seas'procesaos, us oendlcftes do equi-
librio e estabilidade material que sao im-
postas. O esculplor deve dar ais typos
qwe reprsenla nm carac'er de-daracUo, de
iramutabllidade. de srenjdade', que excloe
iodos1 os pormenores irmt'is. A' estatu
vista de longe, n.i tem as cores encantado-
ras da vida ; mesmo no^ lempos da poly
chromia, era apenas revestida de um leve
reboco. E' mister que hnpressSone tanto o'
espirito como os sentidos. A anatoma tftva
ser justa ; mas nao i prcriso que Sbja flna-i
tomia de rhedica oa de plit^oregista. k ex-'
pressSd geni ftcarra atenutrda*se hoavesse
grande profosHo de promeoort's: as onda-
iages do cabello, ascurvas dos inusnilos,
as dobras das roypas. devem Servir de en-
volacro discreto socte mftdo, e por assim'
Iteef, abstracto1,' qoe O rinxrt tire do mar-
more. E' mister sentir a vida como forea
e nao a vida como realidade ; a belleza nSo
mais casta quando se comees a analysar.
Basta que tenha a alma n"urna contemptat^o i
religiosa, que a evoqrte como um sonbo,
que a irTorTTihi' c:m o sea raio sobienatrtra!.'
la nada mais hediondo que- casas ligaras i
de cera quetfrn cabellos verdaderos, ver deiras sobrancelbas, olhos de tidros f Ut- j
trajam'o m>-steriO da vida, e a arle desvia !
os olhos com horror.
A ltH das sensaroes de Fchener tem una
applicaciocoBStantc em escnfptura e arebic-
ttura. Resulta' dessa le que entre os li-
mittfS das proporews acoshrmad;* sen*- i
Dftdade a orno en relarfio s pm ticuiar-
dades est quasi em rejaco coma> propor-
es^mafores ; por exemplo, todas as par-
ticularidades qae se vm nal Venus de Mih
sero ainda perceptivers ri'ima re^uerrio da
mesma estatua, e deven enronlr;w-se ahi
para obter a impressao qae d e original.
Supportam-se minncias ein urna pequea j
figura, e a delicadeza d* rrseiado deve pro-
porcionar-se s dimensoes de un ornamen-
to. N'uma grande estatua por consequenria.
o artista deve limitar-se s grandes frarti-
cularidades ; nao precisa, quando cinge nm
gtdio a nm here, reproducir os mnimos
ornamentos da arma.
O arebitecto vai sempre alm das pro-
poreUBB hunanase das^dos objectos que es-
tamos nais acostuma'dos a medie e com-
parar; preciso, pois, applicar-se-lhe essa
parte da lei de Fecbner em vista da qual a
delicadeza das proporces desapparece con-
forme exercem as proporces, quando estas
sao excepcionaes. Achar-se-ha nesta let a
explicaro de am fado ha muito reponheci-
do: a re'dacco por meta de ou por um ter-
co de urna obra de architectura cujas pro-
paredes sao perfeitas fere sempre o senso
estheticq. Igual cousa acontece piando se
copia um monumento augmentando fielmen-
te todas as proporces. Quanto maior elle
; mais. simples de vem seras saas parti-
cularidades ; todas as proporces devem
mudar. A expresso de nm niTmment
modidea-se absolutamente n'uma
augmentada ou dimiuuda.
Quaado os arditectr>s gregos, to fiis
tradicei*, copiavan um templo admirad),
nada madavmn grandeza das lindas To-
da-a belleza de urna obra de pedra est na
proporpo, na harmona dos tumanhos e na
diviso dos pontos cheios e dos vasios. n is
sombras, no valere xtensodassaliencias,
na escolto e dsposc3|dos ornamentos ; as
eiuinenGias da obra do-Uie ao todo umi es-
pecie de animaco, um carcter orgnico.
Se duplicardes brutalmente essse conjincto,
a impressao nao acompanhar complacwite-
raente esse augmento furcado. Xi particu-
laridades da obra que ainda eiam percepti-
veis tornar-se-ho obscuras c turvas; as
proporces, que objetivamente nao terSi
mudado, mudaro. subjectivatoente. Ope-
rar-se-na um devorcio entra a realidade
externa e a sensaco. O bello, essa cousa
alada, que se nao deixa constrangir, tupir
a esse simulacro inerte e fao.
E' isso o que torna a obra do architeclo
'adilB'-il, fallar verdade, o architeclo nao
tem modelo. Cada monumento como
que an ente novo, dnptado de orgios pro-
pries, um todo completo,, uru coojanl< cu-
jas portesconcorrem pira produzir um ef-
reito nico.. O-ardihecto guia-sp petas tra-
diccoes. pelos cstylos, pelas conveniencias e
necessidades. pela natureza dos- *materaes
que emprega, pelas leis rigorosas da meca-
nica ; mas onde encontrar elle esse nao sci
que que deve imprimir sua obra a unida-
de e a vida t Os desenhos, os planos, ape-
nas Ihe dao impresses imperfeilas. Cum-
pro que com os olhos do espirito veja a sua
obra acabada, que Ihe meca na mente to-
das as proporces, que es lalhc ornatos sem
criar confuso. sem fatigar a imaginaco,
que tudo pareca racional, que os meios es
tejara em toda parte em harmona com o
lira, que a obra emfira Ihe apparecn dirb li-
so da verdadeira luz. com tudo o que a
deve rod.'ap^ servir-I he de moldura.
imagem
A ptica estuda um phenomeno estra-
uho conhecido sob O'aono de ifradiaffio;
um quadro briBco coHocado n'um fundo
branco. Irradiaise a Itz, invade um pouco
as partes escara^ penetra-lhe tanto mais
longe quanto-qnirttaifresWn JS t. A gran'
deu tem a sua irradiaco como a luz : urna
superficie quadralalparece maior quando
WWeada porfiosielgados.-a eslreitesa d^-
sas linlias do itla^amplido ao fundo? As
linhos gerads chiramefite indicadas ftrod 1-
zem urna feliafviroWna$o de grandes e pe-
pienas dimefttoes cao contraste- assi
1'a.travel idM de graadeza.
6 ornato ooncorre tambem para esta im-
p PssaVr, iniscona condiro de nao cubrir
tink, e a|ienas atramt o olhar para cerne
ponto. O sagrede d/ architectura est
iieakis alterMaiiVlarde-f1eno e vasio, dica-
daa e Torca, linlaa estreius e vastas supar-
* sensaco r/m nao deixa de estar em relacSo <'(aro
clima, porque a sensabilidade das diffelil-
CM da grandeza est lig ida intensidade
dalaz. A' luz radiante do sol do Egypto.
da Grecia e dos paizes roeridionaes, os ma-
tizes e as cores se approx mam, as sombro-
slo ntm traspparnte*, todos os rete vos-
devera ser Kiries, e simp es e clai-os os
purinwiora.* da eb*a; o OraHaento far-se-
hia confuso, se nao tivasse urna expresso
p*Ma o um acanto vigews. Porque
motivo expr sobre essa adoravel luz que
(ft pedra awno.se- que de aereo, os
cortes extravagantes e complicados, os jo
go laborioso* da ama sabia geometria, os
contornos^.os entrelaces, tudj) isso qoe re-
vella aiatotaee orna especie de esforc
para o bello ? Aqui o bello nasce oxponta-
nasmanle : ha>ta algunas- elamnas, orna
architrave, urna frisa, urna cornija, as for-
mas mais elementaros-e neis naaiooaes.
Os velhos templos dricos, cujas pesad is
'oUnunas estriadas nao tem pedestal nem
ornatos na base, cuja frisa tem por nico
ornato os triglyphos que fazcm lembrar os
templos d uiadeira, leip urna expresso
to grandiosa, to subiime, mais sublime
talvez, que os templos mais ricos das po-
cas pusteriores.
$w templos em que a arte giega nais
se araoidou, em que 9 estylo mdnos seve-
ro e nascuao admittia rnais omamen*os,
quo retido nao ainda assim o capricho,
e corao a fantasa do esculptor fica obedi-
ente aos do architeclo, como as linhas se
conservurn puras, as proporces ntidas e
visiveis.
Sob o cao mudavel, i luz huniJa, capii-
chosa, mas sempre moderada do norte, nao
encontra o olhar iguaas encantos simples
vista das grandes supectoe^, das linhas
parallelas da architectura grega ; por outro
lado, apura-so mais a nossa sensibilidad;
em relaro ;is irainencias de urna obra, e o
ornato torna-se o principal encanto da ar-
chitectura : a arte busca por mil modos ya-
rial-o. Sobrecarrega-se a igreja gothca
cora earap inarios, ponas, Qechas, ren Wha
dos; erira-se com u na vegetag > capricho
sa ein que o olhar passa de. ornatos em or-
natos sem jamis fartar-se ; subdividem-so
s janelhs, irrompem c torcem se as co-
| lu,n:ia> ; a!.ad un flores, ti ifoli.-.s. ogivas
carrancas; os-grande* flores irradiara com/)
estrellas, uuia ch.-ma de estatuas aniajiam-
se as anfruetaoeidades, agacham-se nos
ngulos mais obliquos das grandes facha-
das ; as paredes internas sao Iluminadas,
e a enorme massa parece cono por nd po-
ros-aspirar a luz do co.
Os edificios da renascenca obdecem a
urna phantasia menosardeatee desreglada;
ma> j nao tem a simplicidade grega; as
columnas se. suporpoem e dimi uem, correm
os prticos cm todos os sentidos r avancam ps planos, destacam-se audazmente
as alas, e os tectos imnrimen no co os
mais complicados traeos: por toda a parte
a escu piura lanc-a os seus finos ornamen-
tos, nem poupa o fuste das columnas ; en-
volve as portas e as janellas com urna ligeira
moldura, busca miis a graca que a belleza.
Essas inaravlhas que fascinam e divertem
o olhar sob um co paludo o pardacento
dospipareciam, por assim di/.er, sob a luz
devwtdora do meio da. Transporta para
a Gealia urna igreja gothca, um palacio da
cidade de Flandres, urn ca3iello dis mar-
gena de Luir*, e esses monumentos pa-
recero fra do seu lugar; as suas linhas
j ,se nao hannonisaro ^ ara os planos
["solemnes do horfsonte, tranlnguradifS pelo
sol o pela atmosphera. E mais pie muito
sabemos .quanto as nossas copias dos templos
gregos perdem o carcter e a b 'lleza as
nossas cidades modernas, en Munich, cm
Par.
V. architectura arbica nao apres^nta ge-
ralra nte mais que linhas enormes, paredes
formidaveis, ex^ostas aos raios de urna
luz que cga. Ostinla o seu luxo prodi-
gioso no interior, na luz moderada que
resfala sob as cupalas, que se quebra nos
tringulos esphercos suspensos como
stalactiles e passa-.entre as florestas de
i O capillo no ficoix menos c uvenoido,
qjnanlo, ao examinar 'ocachimbo, Se lem-
ou de o ter por vezes na bocea dol seu
tal inimigrr.
Miguel tem razo proseguid elle
o ha dnvidi que era Rigjit o hornera qu
ajffdi estove junto denosta pouco... Mas
rforque rmlagre pode etle,chegar a Franca
ap-mesmo tempo que n ? E' o que u
qo comprehonih), mas ve^p- -que um faci
qtre estes horneas pdrigoins e taergcos.
que declrame guerra i si>eiedade, corser-
\|an a perseveranc r.irin em quinto In.'s
resta um sopro de vida. I Este, ciin ttfdl-
tp-, vem afai attrahido. por um Loan inle-
resse: deio eeaerar aaciso apossar-se do
(jeposito mteoceuoi corfl Berlomy, o,de-
rnirando-8 n'osia p lutada, tinha sera du-
vida por tn aguardan ai ooute paraiilu-
le ella ir-aratcar- a-suas e.aav|efs
;o de Sel-ft*rbaje. v E|la, porin, d^ve
ouvidao ijuedissaraolo nc.owenieii-
ente i Inca cerlazai do queo-vemos
ii para raeamo fta. E' por 60jtan-
quo se lotirou tan precipitadmeta...
?ais bana-naiUhe ddiiet^os tenpo-dfnos
Ceaedere paitrnosla para Bel^erjbaje
. Manifesxaaia Afigueios seus desejos^ que-
ra apprwtadus dec icailaineai, .mas
r a>|)uu repaanaocia em ae por a
inhOv)
Est* dfeposto a;6so ? dir de
enconlwiraius Rigautjam algn lugar
no, da aorta nos atoari!
. E ^iefpodemos tapetar d'ella ?.. Nos
-aos tre* a arraadqf contra unsJ.
Quea nos. dizque elle nao ten pimahi
is curajjicas. escondidos ? Demais, ca-
litlo, j Ihe tenho Jito algumas vezes que,
columnas scinelhagis s palmeiras dos
oasU O atylo de bmbra da frescura
reveite-se como que de um lave lecdo de
ornatos finor. aberles. ond areligio veda
introdtnir nonhana figurabuvana, e que,
sem vida por consequencia, apenas fazem
ombraros estofos do oiMMe. as ricas
tauxias das armis, a esteira^aK ajnas aai-
tadas, as vinhetas delicadas Hus manaa-
criptos do Alcoro. Porde-se o olha no h-
byrintho aom sabida desses bor.ladosk e
ada particular gosto nessa desordem en
qie a symeto;ia faz encontrar a ordem. 9.
Marcos rtslema no exterior cono no internr
o luvidoS.stMis ornatos e o falso brilho
das suas cores, mas a Inz de Venez? a
luz hmida, irisada das lagaas, la da*
mais favofa veis, como a da Hollanda, ao
rnalo,' s minucias, s grifls da cor.
fisas harmonas secreta*,mtre a arcldc-
tetu e os climas nao repousam conitudo
n'uaasimples phenomeno aliysico. A ar-
chjMBura sem duvida fallu aos sentidas
envega s vezes essa bnll^sa iiireiramt>n*B
bruta que nasce da simple* grandeza. K*
fra de duvida. por exemplo, que no meio
do deserto as pyramides sao bellas.: fazen
pasmar peia sua enornidadt; pequeas,
seriam nsgnicnntes e ridiculas. A igreja
gothea tambera procura o grtale, parece
ijue, por um esrr'c"o sobiehumho, se es-
tende para o co e prwara esmagar cora a
sua massa as casas dos bomens; as a es-
tas napressoas materiaas mescla-se unpen-
samento : o monumenlo g sempre urna
concepeo de espirito. No Egypto, expri-
me o orgulho insensato de urna tyrannia que
eiaprpga milhares de hoinens n'uai labor
[inramenfe me-anico. A pyramide pesada.
i enterrada na ara, parece desafiar o leser-
o ; orna montantia que o homem fez sur-
gir no meio da piamcie illialtada, ignora o
tempo. exprime em traeos iramortaes c
sabios urna civilisaco (pie j nao conhecia
o peogre.-so, queja nao contaVa os secuos
nemas dynasas reaes, qae rtepesittvfal-
tamente alluVlSes humanas cono o Nilo
ileposita o seu lirtac* animal.
(Ce-ha.l
POUCO DE TUDO.
NOTAS FALSAS. A fabricado e so-
las falsas tem-se generalisado em todas as
nacoes; ltimamente foi apprehendida em
S. Pelersbugo urna grande quantidade de
notas, falsas do banco d'aquella cidade, re-
mettida de Pars.
M. Aubry, corieirj.daembaixada de Fran-
ca, receben de.um M. X..., no momento
da sua partida de Pars para S. Peters-
burgo, urna g/ande caxa quadrada para a
entregar logo que chegasse a pessoa n'ella
indicada. A Caixa, segundo declarou a
pessoa que a reraeia, continha amostras
de vestidos, e de fazendas que nao paga-
vam direitos na al/andega e era dirigida a
M. Jansen. negociante, no canal Cancereau,
prximo a ponte do Cazan. M. Aubry
apenas chegou a S. Petersburgo avisen o
consignatario que viesso buscar a caixa.
Na mala do coneio da embuxada franceza
o volume amoigou-si' um pouco, e o invol-
torio rasgou-se. M. Jansen quando soube
isto empailideceu. M. Aubry desconliou
que houvesse lgurn mysterio," c sob pre-
texto que a mala nao esteva ainda cora-
pRWajneute despeja la, pedia a M. Janscn
que vaRasse no dia segante. M. Aubrv
tralou de abrir a caixa, pensando que con-
tinha joias ou oearos ol^ectos sujeilos a
direitos da alfandega. (juar nao foi a sua
admirado -adiando um- maco de notas
falsas de BO rublos (S libias', cada urna
todas feiba de novo, e cora a data de
18(31 f
Havia muito lempo que circlavam no
commerciu notas falsas d'esie valor o da
mesrna data, sem se lar podido descubrir
os pagadores. M. Aubrj- deu irnmediata-
raente parte a autoridado.
M. Jansen fei preso no da seguirrie na
occso em que vinha buscar a caixa. E
como o veame foi remettido de Pars pelo
irmo de madame H. A. modista em S.
Petersburgo, eslabelecida na rui deS.
Miguel, esta senhora foi tambutn posta em
custodia para dar as explicaces necessa-
ris, afira de que a jnsiica possa descobrir
a verdadeira origem das notas falsas.
VIAGEM AEWA.Mr. Chr-valier aereo-
nauta france/., acaba dechegar a Nova-York
com o designio de emprehender urna via-
gem aeraa atravez do Allhctico, quando a
bslad<> Ihe fr favoravel, Fste intrpido
viajante j peicorreu emicinco horas a qx-
tmcia que separa Pars da Russia, entre
outras omprezas no^nanos arrist-adas, e
couta para; a sua nova viagem. con a cons-
tancia daa crrenles qua reinara as alias
regies da atmosphera.
*7
para dar a precisa autenticidade ar, tesla-
ineno que se trataidt achar, indispensa-
vel quq a sua descpberta se verifique- ein
presentfa da jusupai A nao ser isso. escu
sado era termos,.sdtficitado doj min stern
publica a or.leui ofpjial para buscas, para
o que Coi preciso qxhihir todas as indica-
coe fornecidas 'porj Bjrtoray. Eneremos,
pois, rarafs algum-tempo e logo iquechegun
o adjuito do marre jou o chefe dos geadar
mes partiremos cujm elles para Bel-Ji*-
baje.
Poder ser tarda. RigasjL pod* a\
esse tqmpo ter j iroubado u I thesuuro-e
ninguera mais o de;scobrir'n'e$se refugiw.
pie elle habita ifw m titos anaos e que
conhece aos paltnjta. Portante- Sr. Ua-
pr, o que rae pareje queasenhor affruu-
xoit muito n'este negocio, para cojo reswl-
ladv tez grandor sabriflcius.
O arnador, sotrind-se,. redarguio-lh'-
aflafelmente : f.
-+- ¶ q^eLai de eu ibaar d'isfir)
nplenW?... Joseptina BjrtoniJt rea p pare-
-.e-aos; agora mi* b.-Jlla da fue nunca.
meaos)enthusiaata, iniis raaaavel e ag^r*
\m, su pai ja i~ p5Ie ser 4)jecto d.-
cuidailus. e de ,hu^ilhaco>}a...,sjim, n^u
charoja-anda-qua. -se terna pjra ahi i
ticado muito ajee ca da saa viagem em
compaphia d'otta a Guiantu, d'-claro-Jbe
quer nao. desgu^ri i de qua. as indicaces
foraecas pela d ifunto Bart'uuy fossem
falis^a_que, oair^possibilidaii^ da obter-
so o testamento [de Gueriaot, Josephi.aa
ciwserUisse em>jser|A|ad. Iq^. na con-
formiqa.de do aassii pacto.
Grapdval c8apa|iiloceu ^ redarguio-ie
com voz secca:
Muito bem, Sr. Di^ir. Vejo a sua
franqueza, a que corresp mde d.i mesma
forma. Josopfiina Bertoray nao o ama agora
mais do que n'outro tempo. S^ta urna
crueldade exigir... EJsladiscusso. porm.
superflua, por quanto nao podnos dei-
!xar cobrar este thesouro, euja descobt'ra im-
p irla para Josephina a sua liberdade de
aeco. Deixe-so, pois, iear, so'isso Ihe
i|raz:eu e Miguel vaatfi parir e nao
abaudunarenjos o local djesigaado sera qne
tenhamus felina busca Sa forra i prescrip-
!ta, Hmhora a|li passemosjtmia a owte.
Miguel, com eTiito, imlpacientava-se, nao
cumurehendeudo corno se estivaese assim
perdeudo ta precioso tanpo.
Curtvenci(nou-se, pocleoto, qae Dupr
tlcasse em Gourville e bjgi que ^is autori-
dad -s chegagsem elle* a* acompiahara a
Bl-Hjrbafejonde Gtamml e o sardo-nu-
do os esperariam.
Tomada asta deliberado, o mantimo to-
m ni as prensas inform iJees a nasp uto do
caminhi a seguir, con uj pessaa da casa.
R 'cebiilaa tadas ae iinlideSes, enrvista das
quaes uSt ha-via nada a errar, mh amb >s
a sabir, quaado o o lal(J4deiro asypareceu
todo azaturaado, dizaaduT-^ r
- Ow m;uiio bero* nieus senhna>s: aon-
rie a a ? Vai servirse o jasiar pira
tres pesaaas. ,t
* Comida-ha tadp fue sentar res-
anndeu Qrandval, soriin
E sabia ab^ipiadanenle com;4 fdfrainuar-tihin)
Tir. IX) UIARIO-Kl A A (RtfE8.
*
i r
#
.
/

wam

/ IBUlaV 1


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