Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11832


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Full Text

ANNO XLV. NUMEN (00.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE WA0 SI PAGA PORTE. .
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por um anuo idem. .
Cada numero avulso .

64000
12,5000
320
TERCA FEIRA 4 DE MAIO DE 1869.
'^f^r^
PARA EMTRO E FORA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados........... .
Por se ditos idem.................
Por no\ i ditos idem............. ,
Por um anno.................
6,5750
1*5500
20250
270OOG
DIARIO
PEMAMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
AO AEXTKM:
OsSrs. Gerardo Antonio^lves A Filhos, no Para; Gon^alves Pinto, no Mar.ir.Ii3o; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty; JoSo Mam Julio Chaves, no Ass; Antonio'Marques da Silva, no Natal; Antonio Joamim
Gimaries Panada, em Mamanguape; Antonio Alexandru. o de Lima, na Parahyba; Antn o Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Balco, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga, ^^
em Nazareth; Prancino Tavares da Cssta, em Alagas; Dr. Jos Martina Alves, na Bahia; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.

5
niaisterlo da fazenda.
HMM n 4,354de 17 de Aiinn. de 1869.
.Valuta ejecutar o regulamento para a arrecada-
cao do imposto do sello.
Usando da autorisar dos rticos 13 a 16, 19 e
31 da lei n. 1,507 de 26 de setembro de 1867 :
Hei por bem ordenar que se execute o regula-
meato para a arrecadaco do imposto do sello,
iae com este luisa, assignado pelo visconde de
-iboraliy, conselheiro de estado, senador do im-
perio, pr> 4d.ente do cooselho de ministros, minis-
tro e seci etarin de estado dos negocios da fazenda
e presidente do tribunal do thesouro nacional,
quo assitp o tenha entendido e faca executar. Pa-
laoie do Rio de Janeiro, em 17 de abril de 1869,
4>l* da independencia e do imperio.Gom a rubri
a de S. M. o imperador. Visconde de Itaborahg.
Negnl tmeato para a arreeaila-
cio do imposto do sello a que
se refere o decreto a. 4.354
destu data.
TITULO i.
Do sello proporcional.
capitulo i.
Dos papis sujeitos no sello proporcional.
Art. !. Os ttulos comprehendidos as classes
mencionadas nesto capitulo estao sujeitos ao sello
proporcional flxado as respectivas tabellas.
i' CLASSB.
Iras de cambio e da trra, eseriptos ordem,
crditos e escripturas ou eseriptos de obrigacao
o rxineracoo de obrigacao por somrnas e va-
lores.
Tabella.
Valor. Sello.
Nao exeedindo de 2OOJO0O.....*... 200 rs.
De miis de 200*000 at 400f000.. 400
?> 400J000 600J0OO.. 600
600000 8001000.. 800
800*000 1:0004000... U000 .
Asem (iin- diante, eobrando-se mais 15000 por
oonto ou l racro de cont de reis.
Compre hendeni-se nesta classe :
Letras de cambio e da trra sacadas no imperio.
Ditas sacadas era paiz estrangeiro para serem
aceitas ou pagas no imperio.
Eseriptos ordem.
Crditos, facturas ou contas assignadas.
Ttulos le emprestimo de dinhriro.
Escripturas publicas de bypotheca.
Contratos de sociedade.
.^Escoplo ras publicas e particulares de dissolu-
cao de sm'iedade.
tratos de empreitada .ou locacao de servicoJP^nciae^ P^^camara^udc^.^
obrigue o fiiipreilciro ou locador a for-
tabellio dever declarar noUa qnal a importancia
do sello das letras e o modo por que Coi *paep
No caso de escriplo particular, igual declaracao
ser laucada no titulo peo recebedor e escrivo
do sello.
Art. 6.' O sello proporcional :
I. Djs contratos de arwndamento, ser deduzi-
do do preco de todo o lempo da locacao ou da
renda de um anno, se nao houver eslp'u.laco de
prazo, ageste fr incerto, e da quantia que se es-
tipular sob o titulo de joii, entrada ou qualquer
eutro.
Nos casos de traspasso, *.omar-se-ha por base de
calculo para o pagamento do imposto o tempo que
fallar para a termnac,o do prazo, ou um anno,
se o prazo fr incerto.
II. Das fiancas prestadas em juizo, ou as repar-
tiles publica*, ser regulado pelo valor arbitra-
do, quando se nao acbe estabeleeido em lei ou re-
gu lamento.
III. Dos ttulos de arrematacao de rendas publi-
cas, se calcular pela lotacao do excesso do ren-
dimento que o contrato deve produzir e que cons-
titue as vantagens do arrematante.
IV. Das transferencias de apotices e acedes de
companhias ou sociedades anonymas, ser cobrado
sobre o preco da negociacao ou transmissao.
Ar;. 7." Das notas ao portador c vista, ser
pago o sello annualmente, at o dia 30 de julbo,
sobre o termo medio dos" bilhetes de cada classe
em circulaco durante o anno anterior ao dito
mez.
Este termo medio ser computado, verificndo-
se o numero dos bilhetes emittidos de cada classe,
em circulacao no fun dos mezes do referido anno,
e dYdndo-se depois o total dos bilbetes pelo nu-
mero dos mezes.
Art. 8.* Os ttulos em que se conveicionar o pa-
gamento, por prestacoes do quantia, que se nao
possa determinar, pagaro o sello correspondente
a urna annuidade.
^ Ar. 9." O sello proporcional de um titulo com-
prehende o das dsposicSes constitutivas do contra-
to e das que forem consequencias uecessarias
destas. .
Se, porm, o ttulo contiver varas estipulares
independentes una das ouiras, de sorte que por si
s- consttuam outros tantos contratos, ser devido
o sello de cada una dellas anda que se refiram
aos mesmos contrahentes.
5* CLASSS.
Ttulos de nomeacao cotn vencimento.
Tabella do vencimento de um anno, de 2004 ou
mais 2 %.
Comprebendem-se nesta classe: .
Ttulos de nomeacao expedidos por funciona-
rios pblicos e autoridades ecelesiasticas, pelas
mesas das cmaras legislativas das assemblas
em que sp
necor o material, a mao de obra ou qualquer on-
tro dmenlo, alm do seu proprio trabalhu ou in-
dustria.
Arrenda ment ou locacao e quaesquer ttulos
de transnissao de uso e gozo de bens immoveis,
i novis e semoventes.
Titul s ila transferencia, nao sujeita ao imposto
da transii:issfio de propriedade.
Escripturas publicas e eseriptos particulares de"
fianea.
Cartas de crdito e abono.
Conhecimentos ou bilbetes definitivos de metaes
preciosos, passados pela casa da maeda na confor-
midade rio art. 83, 2' parte, do regulamento n.
i,">l7 de 2 de marco de 1860.
Coiilieciiii utos u bilheies de deposito de mcr-
cadorias em ntrenoslos, trapiches e armazens al-
fandegado, passados na conformidade dos artigos
269, Ui t m do regulamento u. 2,647 de 19 de
setembro Jr 1860.
Bilhetes passados pelos assignantes das alfande-
gas. e as loras de direitos de consumo e de reex-
portarlo, a que se referom os artigos 583 1",
.586 e 612 n. 2 do citado regulamento de 19 de se-
tembro de 1860.
Contas corren tes, assignadas pelos devedores do
saldo.
Ttulos Je deposito extrajudicial.
Ordtas pira entrega de bens de orpho, casado
sera lcenca.
Tetmos le anca criminal prestada em juizo. _
Pap :is que contiverem promessa ou obrigacao,
anda que sol forma de recibo, distrato ou exone
Exceptuam-se as que comprehendam pagamento
de juros ou de quantia nao computada no ttulo
principal.*s quaos pagaro o sallo to acerescimo,
salva a-disposico do art. 9..
XVII. Os ttulos de nomeacao que tiver de du-
rar menos de anno.
XVIII.- Os de substituidlo temporaria ou nomea-
cao interina.
XIX. Os de empregos de reudimento menor de
20i>4 por anno.
XX. Os de nomoacao de delegados o subdelega-
dos de polica..
XXI. Os que conferirem gratflcaeoes militaras
inhereiass ao exercico do posto, excluidas as que
$e derem por commissoes ou emprefos.
Art. 15. As transferencias de apc-lices, acedos
de companhias e sociedades anonyra:.s e outros t-
tulos, para o effeito de. serem recibidos em pe-
nhor, nao sao sujeitas ao sello proporcional.
Art 16. Nao ser devido o sello diis transferen-
cias nos competentes lvros de apolic^s e acedes de
companhias e sociedades anonymas em eonse-
quencia de transmissao por ttulo oneroso ou gra-
tuito de que se tenha pago sello proporcional ou
imposto de transmissao de proprdade.
(Continutir-se-ha.)
de
racao
rantia
valores.
de
obrigaci, delegacao, subrogacjio, ga-
leclaracao ou liqudacao de somrnas e
2." CLASSE.
Solas ao portador e lista.
Tabella.
I ilor. Sello.
Nao excedendo de 2004000............ 400 rs.
D< mais dj 2004000 at 1:0004009..... 500
Assim por diante : eobrando-se mais 300 rs.
por cont ou fraccao de cont do reis.
3.* CLASSE.
Fretamenlos de navios.
Tabella.
Para dentro do imperio..... 0,2%) s b va.
Para Bra lo imperio ou sem }k*iit frete
eQteaeio do lugar...... 0,4/0),or du frcte-
4.* CLASSE.
Apolicej Mi letras de seguro e contratos ou letras
de risco.
Tabella.
I lar do premio. Sello.
Nao escociendo de 504000............ 14000
D-' mais de 504000 at 1004000...... 24000
1004000 > 1504000...... 3&00O
1504000 2OO4OOO...... 44000
Asim por diante ; eobrando-se mais 14000 por
304003 ou fraccao de 0O4OOO.
Art. 2.' Quando houver mais de urna va de
letra, far-e-ha constar o pagamento do sello em
qualquer dellas; mas nenhuma das outras ser
isenta se nao estiver junta que se achar sellada.
Nao ob.tante, facultado o pagamento do sello
de todas as vas da letra, sem diviso da laxa
correspondente ao valor de cada urna.
6 nico. Esta dsposicao applieavel a quaes-
quer ontroa ttulos ou contratos.
Art. 3. O contratos de sociedade pagaro sel-
lo, qualquer que seja o tempo de sna duracao;
ficando tenias as prorogaces em que se nao es-
tipular nova entrada ou acerescimo de fundo on
capital.
Art. ir." O se lo do capital das companhias ou
sociedades anonymas e das respectas caisas fi-
liaos e agencias ser cobrado na conformidade do
artigo antecedente, medida que o capital se fdr
incorporando, calculada a laxa, nao sobre o valor
da entrada correspondente a cada aceao ou accio-
nista, mas sobre a importancia total das mesmas
entradas.
Gada soeionista pagara sociedade a quota do
sello correspondente ao numero de acedes, ficando
Nomeacfos de empregados das cosporacoes
mo-morta e sociedades anonymas.
Ttulos de concessao de reforma, jublacao, ten-
ja, meio-soldo e outras mercs pecuniarias.
Art. 10. 0 sello ser calculado sobre o ordena-
do, gratifteacao ou outroaincimento, comprehen-
didas as quantias arbitradas para quebras, as por-
centagens, commissoes e emolumentos, conforme
a lolacao.
% 4. -Nos casos de aecesws, transferencia, remo-
cao, aitta para lugares de diverso ministerio^ de-
signaeao ou novo provimento para continuaco no
exerccio do mesmo emprego, pagar-se-ha o sello
proporcional da melhoria de vencimento, se a
houver.
% 2. sello do acerescimo sera devido, ainda
que se nao lavrem novos ttulos, nem apostillas,
averbando-se naquelles em virtudc dos quaes se
arharem servndo os empregados.
% 3. O novo ttulo, que nao importar concessao
de maior vencimento da 2004 para cima, tica su-
jeito ao sello fixo do art. 19 (1,5000).
Art. 11. O sello dos ttulos desta classe devi-
do, qualquer que seja a forma por que fr expe-
dido o acto da nomeacao u meree. Havendo mais
de um acto, ser averbado no que der direto ao
exercicio do emprego, ou as vantagens da no-
meacao.
Art. 12. Smente vista dos ttulos de nomea-
cao, competentemente sellados, de abrir assenta-
mento e sero os empregados incluidos em folha
de pagamento, podondo estes tomar posse e entrar
em exerccio antes de satsfeto o sello.
Art. 13. Nao obstante a dsposicao do artigo an-
tecedente, ser permittido abrir assentamento no
thesouro sem previo pagamento do sello :
i.0 Aos ttulos dos empregados do corpo diplo-
mtico, que o poderao pagar as legaeoes onde
reeelierem os seus vencimentos.
S.* Aos dos. empregados e pensionistas residen-
tes as provincias, a rospeito dos quaes se abser-
var o art. 34,
captulo u.
Dos ttulos istntos do sello proporcional.
Art. 14. Sao sernos do sello proporcional :.
I. Os tutulos de pelse contratos sujeitos ao im-
posto de transmissao de propriedade, salvo se con-
tiverem estipulacoes independentes, de sorte que
por si s consttuam outros contratos sujeitos a
sello (art. 9o).
II. Os bilhetes e outros ttulos de crdito emitti-
dos pelo thesouro nacional, e pelas thesourarias de
fazenda geraes on provncae?, excepto as letras
sacadas a favor de particulares, ainda que o sejam
para movimenio de fundn entre repartieres pu-
blicas.
III. As notas' ao portador e vista, emittdas
pelo banco do Brasil, e o fundo capital do mesmo
banco.
IV. O capital das sociedades de crdito real e
as letras hvpothecarias oi\ a sua transferencia (lei
n. 1,237 de 24 de setembro de 1864, art. 13 12 e
decreto n. 3,471 de 3 de junho de 1865).
V. Os endosaos passados at o dia do vencimen-
to nos titules com prazo fixo ou vista ; conside-
rando-s vencidos os ttulos sacados vista, quan-
do houver quitaeao ou pretexto.
VI. Os conhecimentos em forma que aos vende-
dores de gneros para os arsenaes e outros venci-
mentos pblicos se passam para haverem paga-
mento, bem como s comas ou facturas que ser-
vem de base extraeco ie taes conhecimentos.
VIL As concordatas commerciaes celebradas ju-
dicialmente. (Decreto n. 2,481 de 28 de setembro
de 1859).
VIH. As moratorias concedidas na forma do c-
digo commercial.
iX. Os ttulos, actos e papis lavrados e proees-
sados nos consulados das naedes estrangeiras, se
nao tverem de -produzir os seus efleitos dentro de
Imperio.
X As contas correntes e eertiddos de divida ex-
tradas as repartieses geraes e provinciaes con-
tra os responsatps por dividas provenientes de
alcance, impostos ou qualquer outra origem,
XI. A desaprojlrlacao por utilidado ou necessi-
c; o veril o da provincia.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. JOAQUIM COR-
REA DE ARAUJO, SECRETARIO D3 GOVERKO EM 12
DE ABRIL DE 1869.
Ia secc5o.
N. 510.Officio ao Exm. general eoramandanle
das armas.O Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia manda declarar V. Exc., em resposta ao seu
officio de 7 do corrente, sob n. 197, quo, segundo
informa o inspector da thesouraria de fazenda, j
foi pago por aquella Tepurticao o prct dos calce-
tas empregados no deposito de recrutas, a que
allude o seu citado officio.
2.* seccao.
N. 511.Officio ao commandante superior da
guarda nacional de Olinda.O Exm. Sr. vce-prc-
sidente da provincia manda declarar a V. S., em
resposta ao seu officio de 3 do corrente, que trans-
miti s thesourarias geral e provincial, para os
fins convenientes, as folhas, retacos nominaos e
prets, que Vieran) annexosiio seu citado officio.
N. 512 Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Santo Anto.Nesta data au-
torisou-se a thesouraria provincial pagar a F-
lix de Figueira Faria os vencimentos constantes
do officio de V. S. datado de 6 do corrente, o qual
fica assim respondido, de ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia.
N. 513.Dito ao bacharel Carlos Eugenio Do-
nareh Mavignier.O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda declarar a V. S. que lica inteirado
por seu officio de 9 do corrente, de haver V. S.
entrado no exercicio interino do cargo de promo-
tor publico da comarca do Cabo, no impeaimento
do cffectivo, quo veio tomar assento na assembla,
como deputado.
N. 514 Dito ao bacharel Virgilio de GusmSo
Coelho.O Exm Sr. vice-presidente da provincia
inunda acensar o recebimento do officio de V. S. do
9 do correnl\ m qmrxonimnuica ter assumido o
exerccio da 2' vara municipal, como 1 supplente
dclla, por ter tomado assento na assembla provin-
cial o juiz effectivo.
N. 515.Dito ao bacharel Joaquim Francisco de
Arruda.Pela secretara do governo se commu-
nica ao Sr. bacharel Joaquim Francisco de Arru-
da, que, por deliberaco de 9 do corrente, foi V.
S. removido da promotoria publica da comarca do
Garanhuns para a da Boa-vista.
N. 316.Dito ao bacharel Jos Francisco de
Ges Cavalcanti.Pela secretaria do governo se
eommunica ao Sr. bacharel Jos Francisco de Ges
Cavalcanti, que, por deberacao de 9 do corrente,
foi V. S. nomeado promotor publico da comarca
de Garanhuns.
3' seeco.
N. 517Officio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Em officio de 10 do corrente, participou
o conselheiro Pedro Autran da Matta e Albuquer-
jue haver entrado no exercicio interino de direc-
a respectiva administracSo ou gerencia responsa- dade publica, promovida por conta do Estado, das
vel pela importancia integMl do imposto, que en-1 administraedes provinciaes, ou das cmaras mu-
trarfc pava 09 cofres publios no" prazo "de 30
dias, eontados daquelle em que Andar o prazo de
cad eotrada.
raragrapho nico. Os contratos ou estatutos das
sfldBdadfs a que este artigo se refere n5o serio
registradas nos tribunaes do commerdo, sera que
dos meemos estatatoe conste que se acha feito o as-
sentamento do sello do capital.
Art. 5.' Bos titulo? de contrato em virtud? do
qual se | asaarom letras, na momia data delle, e
qa nao constiturrem por si s obrigaejto nova,
cobrar- >-ha oieMo da dlfferenca entre o valor do
roatrato e odas letras doriamente selladas.
Sia4 o contrato faite por eaeriptura publica, o
nlcipaes.
XII. Os ttulos de conc;sso de liberdade.
XIH. As obfigaedes, cautelas de penhor c todos
s actos relativos as administractes das caixas eco-
nmicas, monte-pos mor .tes de piedade on de soc-
corro e sociedades de so rcorros mutuos e o capi-
tal dos mesmos estabeleci memos, creados na forma
da lei n. 1,083 de de igostode 1860.
XfV. Os ttulos de contratos de partera cele-
brados com colonos.
XV. Os ttulos e docunentos apresentados em
Juizo a favor dos que litlrarem por sua liberdade.
communico, de ordem de S. Exc. o Sr. vice-pre;i-
dente da provincia, para seu conhecimento e di-
reccao.
N. 518.Dito ao mesmo.0 Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. para
os fins convenientes, que a 9 do corrente entrou
em exercico interino do cargo de promotor publi-
co da comarca do Cabo, no impedimento do cffec-
tivo, que como deputado veio tomar as=ento na as-
sembla provincial, o bacharel Carlos Eugenio Do-
naren Mavignier.
N. 519.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Participando o Dr. Maxin.iano Lopes Ma-
chado, em officio de 10 do corrente, haver na-
quella data deixado o exercicio de prcssor da
Escola Normal, por ter de tomar assento na as-
sembla legislativa provincial, como deputado;
assim o communico a V. S.. de'ordem de S. Exe.
o Sr. vice-presidente da provincia, para seu co-
nhecimento.
4.' sec;5o.
N. 520.Officio ao conselheiro Pedro Autran da
Matta e Albuquerque.S. Exc. o Sr. vice-presi-
dente da provincia, ficando inteirado pelo seu rn-
elo de 10 do corrente, haver V. Exc. assumido o
oxercicio do cargo de director interino dessa ra-
culdade, por ter de seguir para a corte o visconde
de Camaragibe, como deputado assembla geral
legislativa ; as3im o manda declarar a V. Exc.em
resposta ao seu citado officio.
N. 521.Dito ao director geral da instruccao
publica.Em officio de 10 do corrente participou
o Dr. Maximano Lopes Machado haver naquella
data deixado o exercicio de professor da Escola
Normal, por ter de lomar assento na assembla
legislativa provincial, como deputado; o que a V.
S. communico, de ordem de S. E;;c. o Sr. vice-
presidente da provincia, para seu conhecimento.
N. 522.Igual ao director da Escola Normal.
EXPEDIENTE ASSIG.SADO PELO EXM. 5R. DR. MANOEL
DO NASCMENTO MACHADO PORTELLA, VICE-PRK.SI-
DENTE DA PROVINCIA, EM 13 DE ABRIL DE 1869.
1" seccao.
N. 525.Portara ao Exm. genoral comman-
dante das armas.Mande V. Exc. pjt em liberda-
de o recruta Manoel Pedro Ribeiro de Oliveira,
visto ter provado isengao legal.
N. 526.Dita ao cnsul do Portugal.Aeeuso
recebido o officio em que Sr. Dr. Claudino de
Araujo Guimares, cnsul de S. M. Fidelissima,
expende as razos pelas quaes nao se considera
obrigado a indemmsar a fazerkL. nacional da
quantia de 38/000, importancia do fardamento
que receben o desertor da eanboneira portugueza
Zarco, Jos Tieira Valladao, ao tempo que servio
de grumete do vapor de guerra Refe, com o sup-
posto nome de Jos dos Santos, e cm resposta te-
nho a declarar ao mesmo Sr. cnsul que nesta data
submetto esta questo a aprecacik do Exm. Sr.
ministro da marinha, cuja delberat3o a respeito
cumpre aguardar. Renov ao mesmo Sr. cnsul
os meus protestos de p"erfeiu estima e djstincta
coosideracao.
2,socc3o.
N. 531.Portara ao chefe de jolicia.Trans-
miti a V. S. a informacao Junta por copia do ins-
pector da thesouraria de fazenda ele 27 de marca
do que pele respectivo delegado daquelle munici-
pio s-eja indicado pessoa idnea a quem se possa
uesta capital entregar o diuheiro preciso para oc-
correr com essa despeza, de modo que nao sof-
fram ditas praeas.
N. 532.Dita ao mesmo.Ao inspector da the-
souraria de fazenda acabo de determinar, que, ao
thesoureiro deatt' reparticao, sejam com urgencia
entregues do**, cootos de ris ; e a V. S. recom-
mendo, qua* os faga applicar convenientemente a
compra.do medicamentos e gneros alimenticios,
cueatiyo e outros soccorros de que precisam os
wfalido?, que estao sendo accommettidos pela
fome e feble de ino carcter nos termos de Fi-
res e Villa-Bella, segundo eommuncagdts do juiz
de dreito da comarca, juiz municipal de Villa-Bel-
la, e delegado de polica de ambos os termos. Gon-
vm, por tanto, que taes soccorros lenhan promp-
to destino, e que as autoridades incumbidas de sua
distrbueao envi.n semanalmente urna relacao no-
minal das pessoas affectadas, com declaracao das
que forem soccordas c das que snccmbirem.
N. 533.Dita aojuiz de direto da prmeira vara
desta cidade.Para cumprimento do aviso do mi-
nisterio da jusiica du 31 de marco prximo Ando,
junto por copia, informe V. S. qual o estado do
processo do responsahihdade que, em 3 de feve-
reiro, inandou esta presidencia instaurar contra o
secretario do tribunal da relacao desta provincia
Domingos Affonso Ferreira, em vrtude do aviso
de 17 de dezembro do anno passado.
N. 531.Dita ao juiz de dreito da comarca de
Flores.Em vista do que participou V. S. a esta
presidencia cm data de 18 de marco prximo lin-
do, e de outras participagoes do promotor dessa
comarca, juiz municipal de Villa-Bella e delegados
de polica de Villa-Bella e Flores relativamente a
fome occasionada pela secca e febres que. se teem
desenvolvido nesses dous termos, acabo de por a
dispsicao do Dr. chefe de polica a quantia de
dons contos de ris para serem applicados a com-
pra de medicamentos, gneros alimenticios, cura-
tivo e outros soccorros aos desvalidos daquellas
localidades, recommendando que as autoridades in-
cumbidas da destribuico remettam semanalmente
urna relacao nominal das pessoas affectadas, com
declaracao das que forem soccorridas e das que
fallecerem.
Entretanto, convm, quo V. S; comraunique o
que fr occorrendo a seuielhante respeito.
N. 535.Dila ao juiz de direto da comarca de
Garanhuns.Em cumprimento do que determina
c aviso do ministerio da justiga de 12 de marco do
corrente anno, cumpre que V. S. abra concurso
para provimento dos officios do justica do termo
de Papacaca, que estiverem sendo exercidos por
servenluarios interiuos, remettendo-me copia au-
thentica dos editaes, afini de seren publicados nes-
ta capital.
N. 336.Dita ao juiz municipal de Villa-Bella.
Em vista do que participou Vmc. a esta presi-
dencia em dala de 8 de margo prximo findo,
niandei por a dispesicao do Dr. chefe de polica
a quantia de dous contos de ris, para serem ap-
plicados a compra de medicamentos, gneros ali-
menticios, curativo e outros soccorros aos desvali-
dos desse termo e de Flores accommettidos pela
fOllie OCCasinftad fl-*Mon fobroe qro al" M.
ao reinando.
N. 337.Dita ao promotor publico da comarca
de Flores.Inteirado de quanto Vine, expz em
officio de 28 de marco prximo findo, tetho a di-
zer-lhc ein resposta, que nesta data providencie!
para que ao Br. chefe de polica seja entregue a
quantia de dous contos de ris, para serum appli-
cados a compra de medicamentos, gneros alimen-
ticios, curativo c mais soccorros aos desv.ldos dos
termos de Flores b Villa-Bella, que estao sendo vic-
timas de febres e da fome occasionada pf la secca.
N. 538.Dita ao juiz de paz do 2o dlstricto dos
Afogajos.Com ollicio, junto por copia, do iuiz de
dreito da primara vara desta cidade de Buo cor-
rente, respondo aos de Vmc. que sem data foram
dirigidos Cesta presidencia, relativamente ao es-
crivao que serve peraate esse juizo.
N. 539.Bita ao delegado de polica do termo
de Villa-Bella.Tendo nesta data a dsposicao do
Dr. chefe do polica desta provincia, a q antia de
dous contos de res, para a compra de medicamen-
tos, gneros alimenticios o outros soccorr js aos in-
digentes victimas da fome e de febres nesse termo
e no de Flores: assim o communico a V. S. em
resposta ao seu officio de 30 de marco prximo
findo.
3* seccao.
N. 510.Portara ao inspector da thesouraria
de fazenda.Por conta do crdito de 5:000.5000
aberto por meu antecessor aos 30 de marco pr-
ximo findo, em virtude de autorisacao -oncedda
por aviso do ministerio do imperio de 23 do feve-
reiro ultino, mande V. S. entregar com urgencia
ao thesoureiro da reparticao da polica :. quantia
de dous contos de res para a compra de medica-
mentos, gneros alimenticios, curativo c outros
soccorros aos desvalidos accommettidos pela fome
e febres de mo carcter que estao fazeido victi-
mas nos tormos de Flores e Villa-Bella.
N. 341. Dita ao mesmo. Providencie V. S.
para que depois de liquidados, cm vista das folhas
juntas em duplieata, os vencimentos relativos aos
mezes de Janeiro o fevereiro deste anno, do alferes
commandante do destacamento da villa da Boa-
Vista, seja paga a importancia do taes vencimen-
tos ao capto Liberato Alves Guimares, ou ao seu
procurador Andr Avelino Pereira e Silva, confor-
me solicitou o commandante superior daquella'co-
marea, em officio de 16 de marco ultime.
M Kt(ft T\:a_ nn mn. N. 547.Dita ae mesmo.Mande V. S. entregor
ao secretario do Gvmnasio Provincial bacliarel An-
tonio de Assumpcao Cabral, conforme solicitou o
respectivo regedor em officio de hontem, a quantia
de 1:0704 proveniente da pensao correspondente
aos mezes de abril a junho deste anno, dos alum-
nos internos gratuitos daquelle estabelecimento, os
3uaes constam da inclusa relacao, descontando-se
essa quantia a de 3004, saldo da que, por essa
thesouraria foi amantada ao mesmo estabeiecimen-
to a ttulo de knprestimo.
4.* seccao.
N. 550.Dito ao conselheiro Jos Carlos Alme-
da Aras, enviado extraordinario o ministro pleni-
potenciario do Brasil em Londres.Tenho a honra
de transinittir a V. Exc. o balanco e copia da acta
da liqudacao, que se proceden das contas da
estrada de ferro do Recife a S. Francisco relativa-
mente ao mez de marco (indo. Aproreito o ensejo
para apresentar a V! Exc. os protestos de minha
aarfeita estima e distincta consiceracao. ,.
N. 551.Portara a cmara municipal da villa
de Buique.Em resposta ao officio da cmara mu-
nicipal da villa de Buique de 14 de Janeiro ultimo,
tenho adzer que approvo a arrematacao do imposto
do dizimo de miuncas de que trata o termo que
por copia voio annexo ao citado officio.
N. 552.Dita ao gerente da companha Per-
nambucana.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana mande dar transporte at o Rio-Grande do
Norte em lugar de r destinado a passageros de
estado ao Dr. Carlos Justinano Rodrigues secreta-
rio do governo daquell provincia.
N. 533.Dita ao mefno.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana mande dar urna passagem
de estado a r at Maeei no vapor Potei gu a Anto-
nio de Albuquerque Hollauda Cavalcante.
EXPEDIENTE ASSIGHADO PELO SR. DB. JOAQUIM CORREA
DE ARAUJO, SECRETARIO DO GOVERNO, EM 13 DE
ABRIL DE 1869.
2.* seeco.
N. 554.Officio ao commandante superior .da
guarda nacional da Boa-Vista S. Exc. o Sr. vic
presidente da provincia, respondendo ao officio de
V. S. datado de 16 de marco ultimo, manda decla-
rar que a thesouraria de fazenda tem ordem para
pagar ao capto Liberato Alves Guimares, ou ao
seu procurador Andr Aveno Pereira e Silva, os
vencimentos, constantes do citado officio.
N. 555. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do Bonito.Nesta data auton-
sou-se a thesouraria de fazenda a pagar os venci-
mentos constantes do officio de V. S. de 3 do cor-
rente, o qual lica assim respondido de ordem de
S. Exc. o Sr: vice-presidente da provincia.
N. 536.Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Garanhuns.O Exm. Sr. vice
presidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta ao^u officio n. 23 de 13 de marco ulti-
mo, que a Wdo corrente foi o 3o supplenle do
delegado de polica desse termo exonerado e man-
dado responsabilisar pelo respectivo juiz de dircito.
N 557.Dito ao commandante superior da
guarda nacional da Boa-Vista.O Exm. Sr. viee
que foram rcmettidos pela cmara municipal da
yill3 de Buique com offlrio de li de Janeiro ul-
timo. '
o 5mDit? mesmo.-N. 7.-Be ordem de
8. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, trans-
muto a V, S. para serem presentes assembla
legislativa provincial, o balando e contas documen-
tados da receita e despeza do exercicio.de 18*7 a
1868, e o orcamento para o de 1868 a 1869, de
que trata a cmara municipal da cidade de Olinda
no seu rclatorio incluso por copia.
N. 571.Dito ao mesmo.N. 8.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da prorincia trans-
miti a V. S. para terem o conveniente destino
rirenta ejemplares do latorio do inspector da
souraria provincial ignaes nmeros do bataneo
definitivo e explicativo do exercicio prximo lindo,
do resumido do l. semestre do corrente anno e
do orcamento da, receita e despeza do exercicio
prox-imo vindouro.
N. 572.Dito ao mesmo.N. 9.Passo as mos
de V. S. de ordem de S. Exc. n Sr. viee-presidentc
daprovincia para serem presentes a assembla le-
gislativa provincial o incluso orcamento e tabella
explicativa das despezas da cmara municipal da
villa de Agua Pela para o exercico de 1868 a
1869.
N. 573.Dito ao mesmo.N. 10.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia remeti
a V. S. para serem presentes a assembla legisla-
tiva provincial otenta exemplares mpressos sen-
do quarenta do regulamento da escola normal de
21 de iulho ultimo, c quarenta do do theatro de
Santa Isabel de 20 do referido mez.
N. 574.Dito ao mesmo.N. 11.De ordem de
S. Exc. o Sr.. vice-presidente da provincia passo as
mos de V. S. para serem presentes a assembla
legislativa provincial o incluso balanco das contas
do anno financeiro prximo findo e o bilancete que
tem de regular de 1869 a 1870 que remetteu a c-
mara municipal da villa do Pao d'Alho com officio do
23 de dezembro ultimo bem como o balanco e do-
cumento da receita e despeza da cmara muni-
cipal da villa da Boa Vista relativas ao exercico
de 18G7 a 1868, e a tabella e orcamento do de
1868 a 1889, enviados por essa cmara em 18
daquelle mez. *
N. 573.Dito ao mesmo.N. 12.S. Exc o
Sr. vice-precdente da provincia manda transmi-
tir a V. S. para ser presente assembla legisla-
tiva provincial o incluso rclatorio da cmara mu-
nicipal da cidade da Victoria, acompanhado das
contas de sua receita c despesa no anno que de-
correu do 1. de outubro de 1867 a 30 de setem-
bro de 1868, e do reamente da receita e despeza
para o anno de 1869" a 1870.
N. 576.Dito ao mesmo.N. 13.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia passo
as mos de V. S. para serem presentes a assem-
bla legislativa provincial as inclusas contas e do-
cumentos relativos ao exercico de 1867 a 1868, e
bem assim os ornamentos da receita e despeza
o futro exercicio de 1869
para o futro exercicio ele ioy a 1870, que foram
, i remetlidos pela cmara muncipal da villa do Cabo
presidente da provincia manda declarara V. S. em onjcio'Ue ,.; de jaueir0 umm.
XVT. A? quitacoes de dinheiro provenientes de ultimo, relativamente ao pagamente do oficial e-
eontratos que tranam pago sello proporcional. | praeas que se acham destacadas en Ouricury, afl
N. 542.Dita ao mesmo.Em vista da conta
junta em duplcala, que me remetten o superin-
tendente da estrada de ferro do Recifo S. Fran-
cisco, com officio de hontem, mande V. 8. pagar a
quantia de 30500 ou o que Justamente se dever,
proveniente de transporte effectuados uranio o
mez de margo ultimo, nos trens daquella estrada
por conta do ministerio da guerra.
N. 543.Dita ao mesmo.Depois de qudados
em vista da folha e pret nominal juntos em dupli-
eata, mande V. S. pagar a Jcronymo Pereira Ma-
rios, ou a Evaristo Mondes da Gunha Azevedo, con-
forme solicitou o commandante snperor da co-
marca do Brejo, em officio do 1* deste mez os ven-
cimentos relativos ao de margo ultimo, do offlcial
e pragas da guarda nacional acuartelada:; naquella
villa.
N. 344.Dita ao mesmo.Rccommenlo a V. S.
que, em vista do incluso pret que me remetteu o
commandante superior deste municipio, com offi-
cio de hontem, sob n. 58. mande liquidar e pagar
os vencimentos do tamboree e cornetas constantes
do mencionado pret, o que se acham empregados
nos corpos da guarda nacional do mesmo muni-
cipio. ^
N. 545.Transmiti a V. S. as folhas, relagoes
nominaos e prets, juntos om duplieata que me re-
metteu o commandante superior |da comarca de-
Bonito, eom officio de 3 do correnle, afun de quo
mande ljquidar e pagar ao teueale-coronol Joao
Yieira de Mello e Silva, os vencimentos relativos
tos mezes de fevereiro e mareo deste anno,
de offlcial e praeas da guarda nacional iestacados
Da cidade de Caruar.
N. 546.Dita ao'mspeetor da thesouratia peo-
vncial.Expeca-V.. S. suas ordens pe,-a que em
irtsta das duas, inolusas coplas, a que se refere o
oOicie do superintendente da estrada de Cerro do
Recife- S. Francisco datado' de hontem, seja paga
k quantia de 128>640,ou o que justani'inle so de-
ver de transportes dados nos trens da mesaa ea-
resposta o seu officio do Io do corrente, que a
thesouraria de fazenda tem ordem para pagar a
JoMnYm lVruia Maiiu:, mi a EvrtllMU MWBOc*
da Cimba Azevedo, fcvencimentos constantes do
citado officio.
N. 538.Dito ao juiz de direto da comarca do
Cabo.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do officio de V. S. de
9 do corrente em que eommunica ter nomeado
promotor publico interino dessa comarca o bacha-
rel Carlos Eugenio Donarch Mavignier pbr ter o
effectivo tomado assento como deputado n assem-
bla provincial.
N. 559.Dito ao juiz de direito interino da co-
marca do Rio-Formoso.O Exm. Sr. vice-presi-
dente da provincia manda aecusar o recebimento
do officio de V. S. do i* do corrente, em que d
os motivos pelos quaes julgou prudente declarar
de nenhum effeito a convocacao da sesso judicia-
ria do municipio de Serinhem.
N. 560.Dito ao juiz municipal do termo do
Cabo.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do officio de V. S.
de 9 do corrente, em que eommunica ter nessa
data deixado o exerccio do seu cargo para tomar
assento como deputado, na assembla legislativa
provincial.
N. 301.Dito ao Dr. Emigdio Marques Santia-
go.O Exm.Sr. vice-presidente da provincia man-
da aecusar o recebimento do officio de V. S. de 10
do correnle, em que participa ter nessa data dei-
xado p exercicio de seu cargo para tomar assento
na assembla legislativa provincial como depu-
tado.
3.* seeco.
N. 562.Officio ao inspector da thesouraria de
fazenda.De ordem de S. Exc o Sr. vice-presi-
dente da provincia communico a V. S., que segun-
do consta de ofDcio de Dr. Braz Florentino Henri-
aue de Sonza de 9 do corrente, entrou ello nessa
ata no exercicio interino do cargo de director
geral da instruccao publica para o que foi desig-
nado por deliberaco do Exm. Sr. presidente, de 6
deste mez.
N. 563.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sdent* da provincia manda declarar a V. S. para
os fins convenientes, que segundo participa o juiz
municipal de fcimoeiro bacharel Emigdio Marques
Santiago em officio de 10 do corrente, nessa data
deixou elle o exercicio do referido cargo por lomar
assento na assembla provincial.
N. 564.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. para
os fins convenientes, que segundo o fflejo do juiz
municipal do termo do Cabo bacharel Joo Gonsa-
ga Baccellar, de 9 do corrente, nessa data deixou
elle o exercicio de seu cargo por tomar assento na
assembla provincial como deputado.
4." seccao. j|
N. 563.Officio ao Dr. Arminio Coriolano Tava-
res dos Santos 1.a secretario da assembla legisla-
tiva provincial N. 2.. Exc. o Sr. vice-presi-
dente da provincia a quem foi presente o seu
officio de hontem sob n. 2 manda dMkrar a V. S.
que fica inteirado do ter sido eleita t mesa que
deve reger os trabalhos da assembla legislativa,
Jurante a sesso actual.
N. 866.Dito ao roejmo.N. 3.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia trans-
miti a V. S. para ser presente a assembla tegis
lativa provincial o incluso balango da receita e
despeza da cmara municipal da villa do Brejo
do anno financeito.de 1867 a 18<8.
N. 867.Dito ao mesmo.N. 4.S. Exc. o Sr.
vce-presidenie da provincia manda transmittir a
V. S. para ser presente a assembla legislativa
provincial o incluso orcamento da receita e des-
peza da cmara municipal da villa do Bonito para
o exercicio de 1868 a 1869 bem como o balance
o documentos da despea do exereieio de 1887 a
1868
N.*5t&Dito ao mesmo.N. 5^-De ordem de
S. Exc, o Sr. vice-preeidente da provincia passo
a* raaos de V. S para serem presentes assem-
bla legislativa provincial o incluso balanco-da
receita e despeza do- enereieio de 1867 a 1868.
bem como o orcamento para o de 1869 a 1&70J
que faram trammietidoa pela a cmara municipal
da villa do Bom Coawttx com officio de 23 de
N. 569Dito ao mesmo.N. 6 De ordem 4e
S. Exc o Sr vice-preaidente da provincia, trans-
miti a V. S. para, seren ptosentw a assembla
legislativa provincial a uotasa tabella e orcamep-
trada, uranio o-u de mareo ultimo, e por son- to"d receita e despezapara o exercieio de 1869 a
ta efe proTincla. ilMlft, be como o. balanco N. 377.Dito ao mesmo.N. 14.De ordem do
S. Exe. ujr. vjaciMB"t,I/"''" da provincia pa^ui
as inaos de V. S. jflTra ser presente a assembla
legislativa provincial o incluso officio do delegado
de polica do termo de Cimbres que foi remettido
pelo presidente da cmara municipal do mesmo
termo em 14 de Janeiro ultimo, no qual o referido
delegado solicita a consignaeo da verba pan a*
despesas mencionadas no seu citado officio.
N. 378.Dito ao mesmo.N. 13.De ordem de
S. Exc. o Sr. vicepresidente da provincia pan i
por copia as mos de V. S. para serem presentes
a assembla legislativa provincial as inclusas acias
de 2 de Janeiro ultimo e 3 do corrcnte.approvaiido
provisoriamente artigos de posturas, que para esse
fin foram remedidos pela cmara municipal do
Recife com officio de 9 de dezembro do anno pas-
sado sob n. 80, de 12 de marco ultimo sob n. 10
tambeni juntos por copia.
N. 579.Dito ao mesmo.N. 16.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, trans-
miti a V. S. pera seren presentes a assembla
legislativa provincial os inclusos oreamenlos que
remetteram com os officios de' 12 c f2 de Janeiro
ultimo as cmaras municipacs das villas, do Brejo
e Ouricury", sendo o da prmeira da receita e des-
peza no aiino financeiro do 1." de outubro de 1868.
a 1869 e da segunda da que deve regular no cor-
rente anno.
N. 580.Dito ao mesmo.N. 17.S. Exc. o Sr.
vicepresidente da provincia manda transmittir
V. S. para serem presentes assembla legislativa
provincial as inclusas copias dos contratos celebra-
dos com Andr. de Abreu Porto para a construc-
co de urna via frrea ou trlhos urban s da cida-
de do Recife a de Olinda e com o artista dramti-
co Antonio Jos Duarte Coimbra para a continua-
co da empreza do theatro de Santa Isabel.
N. 581.Dito ao mesmo.N. 18.De ordem de
S. Exc. o Sr. vicc-piesidente da provincia, passo
s mos de V. S. para ser presente assembla
legislativa provincial o incluso mappa da receita e
despeza do anno financeiro de 1867 a 1868, e bem
assim o orcamento organisado para o de 18C8 a
1869, que remetteu a cmara municipal da villa
de Iguarass com officio de 19 demarco prximo
(Indo, junto por copia.
N. 582.Dito ao mesmo.N. 19.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, passo
as mos de V. S. para serem presentes assem-
bla legislativa provincial o incluso bataneo da
receita e despeza da cmara municipal da Villa
Bella do exercicio de 1867 a 1868 e orcamento
para o anno financeiro de 1868 a 1869, e bem as-
sim o niappa demonstrativo das rendas e aespezas
da cmara da villa de Floresta para o exercicio da
1868 a 1869.
N. 583.Dito ao mesmo.N. 20.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, trans-
muto V. S. para serem presentes assembla
legislativa provincial os inclusos batneos e os or-
eamentos que remetteram as cmaras munic.paea
iia cidade de Nazareth e da villa de Tacarat com
officios de 26 e 30 de dezembro ultimo.
N. 584.Dito ao mesmoN. 21.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, passo
s mos de V. S. para serem presentes assem-
bla legislativa provmeial os inclusos balan?o,
orcamento e tabellas da receita e despeza para o
exercicio de i86g a 1869, que remetteram as c-
maras municpaes das villas de Barraros' e tam-
bres, com officios de 4 de novembro e 3 de dezem-
bro nllimos.
N 585Dito ao mesmo.N. .Remeti a
V. S., de ord:m de S. Exc. o Sr. vce-prasdento
da provinca.para terem o conveniente destino, 40
xeniplares das leis promulgadas no auno prxi-
mo passado.
N. 586.Dito ao mesmo.N. 23.De ordeiH de
S. Exe. o Sr. vice-presidente da provincia, passo
s mos "de V. S. para terem o conveniente desti-
no, 40 exomplares dos relatnos com que o Ba-
ro de Villa Bella passou a admiaisiracao desta
provincia ao vice-presidente Dr. Quintino Jos
de Miranda, em 23 de julbo do auno passado, este
ao vice-preaidente desembargador Francisco de
Assis Pereira Bocha, e o ultimo ao Exm. presiden-
Conde de Baependy, em 23 de agosto daquelle
anno.
K 587.Dito ao mesmo.N. 24.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice presidente da provincia, trans-
miti V. S. para ser presente assembla legis-
Vativa provincial os inclusos artigos de postara
uo a cmara municipal da villa. de Taoarata



mi
qu


p
Diario de l'ernamfouco 'Tenga Feira'4 e Maio
officio de 13 de
confeccior ou e remetteu cora o
Janeiro ullimo, junto por copia.
N. S88. =iio ao mesmo.N. 23.De ordem de
S. Exc. o Sr. rice-presidente da provincia, trans-
miti V. S. para ser presente assembla legis-
lativa provincial o incluso projecto de posturas
que a cmara municipal da villa do Bom Conselho
confeecionou e remetteu com' o offlcio do 1 de
marco ultimo, junto por copia.
N. 889.Dito ao mesmo.N. 26.De ordem de
S. Exc. o Sr. vico-presidente da provincia, trans-
miti V. S. para seren presentes assembla
legislativa provincial os inclusos orcainentos que
remetieran as cmaras municipaes das villas do
Ipojuca e Salgueiro, com offleus de lo de marco
prximo lindo c 2 do corrente.
N. 590.Dito ao mesmo.N. 27.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidento da provincia, trans-
miti V. S. para serem presentes assembla
legislativa provincial os 5 inclusos autographos
das resolucoes da mesma assembla de 11, 14, 18
e 19 de maio do anno prximo passado. que nao
foram saiccionados pelos motivos n'elles decla-
rados.
N. 591.Dito ao mesmo.N. 28.De ordem de
S. Exc. o Sr. vicepresidente da provincia, trans-
muto V. S. para terem o conveniente destino os
inclusos autographos das resolucoes de ns. 823 a
848 e de 830 a 836 da assembla legislativa pro-
vincial na sessao do anno prximo passado, dei-
xaodo de ir o de n. 849, por ter vindo uin s
exemplar
N. 892.Dito ao superintendente da estrada de
ferro.Pula secretaria do governo se declara ao
lllm. Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco, em resposta ao seu offlcio
de honteu. i|ue transmittio-se as theseurarlas ge-
ral e provincial, paraos linsconvenientes, as con-
tas que vieram annexas ao citado offlcio.
N. 593.Dito ao regedor do Gymnasio Provin-
cial.S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar V. S., em resposta ao s* u offlcio
de hontem, que a thesouraria provincial tem or-
dem para entregar ao secretario desse estabelcc-
mfnto a quantia constante de seu citado offlcio.
ta Cecilia, erecta no oonv< nto do Carmo desta ci-
dade, pedindo preferencia para a extraccao da
sua lotera.A commissao de ornamento.
Outra, da irmandade de >ossa Senhora do Li-
vramento, erecta na Igreja do mesmo nome, da ci-
dade da Victoria, pedindo urna lotera para a con-
tiuuacao das obras de seu templo. commissao
de ornamento provincial.
Outra, de Antonio Philadelpho Pereira Dutra,
profesar publico da povoicao da Praia dos Car-
ueiros, pedindo que se marque quota para a cadei-
ra que rege.A commisrio de ornamento pro-
vincial.
Outra, de Joaqmm de Almeida Pinto, pedindo
urna subvencao de 4:000*000 para a impressio do
diccionario das plantas indgenas e exticas, ac-
climadas no Brasil.A commissao de peliedes.
Ejido e julgado objecto de deliberacao e man-
dado inprimir o seguinte projecto :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolvo.
Art. I. Fie a o presidente da provincia, auton-
sado a mandar admittir'no Gymnasio Provincial a
Jos Sabino do Reg Barros, como pensionista da
provincia.
Art. 2." Ficam revocadas as disposicoes em
contraria.
Sala das commissoes. 23 de abril do 18b8
DESPACHOS DA VICE-PRESIDENCIA DO DA 30 DE ABRIL
DE 1869.
Abaixo assignado, morador na freguezia do Li-
mociro.Informe o Sr. engeuheiro chefeda repar-
ticao das obras publicas.
Antonio. Caetano Martins VieiraNao tem lu-
gar o que requer.
Augusto Xavier Carnciro da Cunha.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Antonio Augusto Maciel. Providenciouse no
sentido que requer.
Claudina Mara do Reg.Junto a este o reque-
rinicnloeinforniacoes anteriores; volte ao Sr. des-
embargador provedor da Santa Casa de Misericor-
dia para informar.
Feliciano Jos Gomes.Prove o supplcantc que
capital com que gira a sua casa commercial, e
quantos caixeiros j tem dispensado do servico da
guarda nacional.
Padre Genuino Gomes PereiraDirija-se ao Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Bacharel load Carvalho de Albuquerque Inde-
ferido vista da informacio.
Jos M.trianno de Barros Cavalcante.Nao tem
lugar o que requer.
Padro Joao Jos Pereira.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Joanna Mara daGnca.Recorran) ao supphcan-
te aos meios legaes que Ihes competir na repara-
cao do aggravo de que so queixam nos termos do
aviso de ti de abril do corente anno.
Mara da Conceicjo do Espirito-Santo.Infor-
me o Sr. general commandanto das armas.
Manoel do Nascimenlo Cezar Burlamarque.
Nao tendo decorrido o p razo de seis mezes, de que
trat o artigo 43 do decrete n. 1130 de 12 de mar-
co do 1833, nao pode anda ter lngar o que re-
quer.
Trajano Gomes da Costa. -Como requer, pagan-
do a quantia devida, e enlendendo-se com o actual
eniprtzario do theatro.
Wenceslao Ignacio da Conceicio.Concedo dez
dias.
Governo do blspado
O Exin. c Rvm. Sr. bispo d'ocesano,
tendo em vista o commodo dos fiis que
concorrem i de\ o<;3o do Mez Mariano, per-
mitte que seja o acto as igrejas feito pela
madrugada s horas do costnme ou a tarde
at as sote horas da noito.
Secretaria episcopal, 28 de abril de
1869.
Dr. Lniz Ferreir Nobre Pelinca.
l^corotf do Biopodo,
Ueparilco da polica.
S* seccao Secretaria da polica de Pernambuco
3 de maio de 1869.
N. 642.Illm. e Exin. SrTenho a honra de
levar ao conhecimenlo de V. Exc. que, segundo
consta das participares recebidas hoje nesta re-
particao, foram reeolbidos casa de detencao os
seguintes individuos :
No dia 1 do corrente, ordem do subdelegado
do Recife o sublto-inglez John Wilson e o subdi-
to francez Dalon Pierre, a requisieaodos respecti-
vos cnsules ; Benedicto, escravo do bario do
Guararapes e Vicente, escravo de Joaquim Jos
Goncalves Beltrio, a requerimento dos referidos
sen hores.
ordem do de Santo Antouio, Francisco Car-
neiro de Lima, para ser conservado em custodia.
No da 2, minha ordem, Manoel Francisco
Martins e Jos Constantino da Silva, vindos de Bar-
reros, o primeiro como recruta e o segundo co-
mo suspeito de ser escravo e andar fgido.
A ordem do subdelegado do Recife, Mariana Ce-
cilia do Alcuquerque, para ser conservada em
custodia e Faustina, escrava de Victorino RuGno
de Azevedo, a requerimento do depositario Fran-
niseo Flix Goncalves.
A ordem do de S.Jos, Eiuydio, ef cravo de Jos
Laurentino de Azevedo, a requerimento deste.
Por officio desta data, participou-me o subdele-
gado da Magdalena, que cliegando hontem ao seu
ronhecimento, que nos mangues da Una do Retiro
daquelle districto, se acliava preso uos mesmos
mangues o cadver de um individuo, para all se
dirigi e fez procedar a competente vestoria, de-
clarando o medico que a mortc fra cau-ada por
aspbiiia ; depois de que mandou inbuma-lo no ce-
miterio publico ; sendo que nao pode ser conheci-
daa identi'laJe de pessda pelo estado de putrefac-
cao em que se ada va o cadver, verifleaudo-se
apenas ser elle de um homem de cor branca, e
que eslava vestido com calsa e palitot, c calcado
com sapatos de tapete.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exni. Sr. vice-
piesidente da provincia r. Manoel do Nascimen-
lo Machado Portella. O chefe de polica, Fran
cisco de Faria temos.
iio%:
C. Peregrino.Andr Cavaleanti. Dcmosthenes
Lobo.
lido c julgado objecto de deliberacao e man-
dado imprimir o seguinte parecer :
A commissao de obras publicas, qual foi pre-
sente o offlcio do secretario do governo, de 13 do
corrente, remetiendo a copia do contrato celebra-
do, pelo presidente da provincia, 'com Audr de
Abreu Pcrto, 28 de julio do anno passado, para
a construccio dos Irilhos urbanos, de que tratam
as leis provinciaes ns. 667, 737 e 801 do mesmo
anno prximo psssado ; examinou com escrupu- c8sao o projecto n. deste anno, que revoga os
lusa atteneio, todos os artigos do mencionado con- arts..de 1 a o da le n. 819 do anno passado, foi
considerando que assim (era elle dispenltti a
quantia necessaria, segando o referido ercamento,
o por isso nada mais tem .direito, se nao a per-
ceber dcpo9 de untar os docnmenOs precisos a
quantia de 8003 por elle dispendid, de pare-
cer que, para que o peticionario sej.i aUendido no
pedido de mis 1:0001, e>ta assembla mande urna
commissao de pessoas ontendidas examinare ve-
rificar o estado das obras, e o jnotivo do excesso
de despegas, o que a commissao de peticoes re-
quer que se nome.
Sala das cominissoes, 24 de atril de 1869.
Cicero Peregrino.Andr Cavatcantt. '
Vai a inesae apoia-seo seguinte i equerment:
Requeiro que se peca ao presidjnte da pro-
vincia, que informo se j foi exeettada alein.
831 de 12 de maio de 1868, assim como o art. 40
da lei do orcamento vigente F. Tarora.
fConi/nttr-e./ia,)
KEVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessao de hon-
tem a assembla continuando a discutir ,o reque-
rimento em que o Sr. Amaral e Mello pedia infur-
macoes acerca dos factos que se diram no paleo
das Prncezas no dia 2o de abril por occasiao de
urna reuniao poltica quo all teve lugar, ouvio ao
mesmo senhor sobre a materia de semelhante re-
querimento, o qual foi approvado.
Continuando a discutir-se o requerimento aprc-
sentado pelo Sr. A. Beltrao sobre factos crimino-
sos attrilmidos algumis autoridades policiaes
da Victoria, fallou em defeza dessas autoridades o
Sr. Gaspar Drummond, c foi o requerimento ap-
provado.
Na ordem do dia continuando era primeira dis-
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
8B88AO ORDINARIA EM 24 DE aBLIL
I'PESIDKNCIA DOSn. AUGUSTO LBAO.
Ao meio-dia, feita a chamada, achara-se presen-
tes os Srs. Lopes Machado, Ayres Gama, Tavora,
Felisbino, (,:icero, Demothenes, Mergulhao, Gon-
calves da Silva, F. Nogueira, Andr Cavaleanti,
Emygdio Marques, Hisbello, Amaral e Mello, Ar-
minio lavares, Jansen, Amynthas, Pina, Araujo
Beltrao, Augusto Leao, Gaspar Drummond, Soa-
res Brandao, Ermiro Coutinho e Maxlmiano
Parta.
brese a sessao, e lidas, sao approvadas as ac-
tas das antsriores.
O Sr. 1* secretario d conta da seguinte
EXPEDIENTE.
Um offiei > do secretario do governo, remetiendo
o relatorio da directora do theatro de Santa Isa-
bem.A qttem fez a requisicao.
Outro do mesmo, commumeando ler-se oCOcia-
do thesouraria provincial irobre a lioenca conce-
dida a Jos Jannario de Carvalho Paes de Andra-
de, e a noineacao de Manoel Augusto Vieira de
Amonm para snlxtituir aqueile Inteirada.
OpT0 dp mesmo, remetiendo a proposta do en-
genheiro da companhia de illuminaclo a gaz, ptira
ser esta feita por dez c nao por seis homens.A
commissao le orcamento provincial.
Outro do i direcbria da companhia de Beberibe, em vir-
tude da requisicao da assembla, em relacao a fal-
ta d'agna, aue se faz sentir nos ehafarizes do bair-
ro do RecifeInteirada.
Urna petivo da irmandade do Santissimo Sa-
cramento d'i Ireguezia de S. Pedro Martyr deOlin-
da, pedindo approvacao de sen compromisso, j
approvado na parte religiosa. A commissao'de
negocios ec< lesastieas.
Outra, da dwm regedora da irmandade de San-
trato ; e, pir isso, de parecer que seja approva-
do o mesmo contrato com as seguintes modifica-
eoes :
L* No principio do art. 19, devem scrsuppri-
midas as palavrasa estrada at lm deste ma-
terialinclusive ; porque, em todas as estradas de
ferro e trilhos urbanos, cstabclecidos na provincia,
isto na do Recife S. Francisco, apezar de ter
por lim unir grandes distancias, c na de Apipu-
cos, que tem de percorrer mui pequea extensao,
foi sempre permitlido comecar a funecionar, logo
que tvessem promptas quaiquer parte, ou seccao
dellas, e possuissem o trem rodante, necessario
para regularidade do servico ; pelo que nao ha
razio para essa empreza ser privada desse bene-
ficio, que todas as demais tem tido.
#. Supprimam-se os arte. 25 e 26, que dizem
respeto a obriga^ao, que tem o contratante de
conservar as estradas por onde passarem os tri-
lhos, obrigacao essa imposta pela lei n. 667, como
compensacao subvencao importante, com que a
provincia concoma para as obras da empreza ;
o que era una justa retribu?ao esse auxilio da
provincia. Mas, tal obrigacao, nao deve continuar
nao s porque a empreza nao tem mais essa sub -
venci, como tambem porque, nao existindo, feita
pela provincia a estrada que tem de ser percor-
rda pelos trilhos, tendo pelo contrario, a empreza
de fazer a parle da carada, que oceuparem os
dormentese as solipas, nao poe ser obligada
conservar a parte, (ftie nao fizer e que a provin-
cia nao fez.
Ai-crescendo anda, que a lei n. 518, quando
concedeu o privilegio para os trilhos de Apipucos,
que recebeu subvenjao, declarou no art. 7, que o
governo poderia contratar a conserva$ao e repa-
ro da estrada, por onde passassem os trilhos, me-
diante urna indemnisaeio, que nao excedera ao
producto do pedagio.
Ora, se assim para a estrada de Apipucos,
icita pela provincia e parte della at j empedra-
da, como exigir-sc mais do que isto para a estra-
da velha de Olinda, que nem feita, nem empedra-
da est pela provincia f
3." Supprima-se o art. 29 do contrato, visto co-
mo, declarando o art. 23 do mesmo contrato, de
conformidade com a lei n 801, que aos trilhos de
Olinda, ficariam garantidos os mesmos privilegios
concedidos empreza dos trilhos urbanos de Api-
pucos, nao parece justo marcar-so para aquella,
multas maores do que para esta ultima, que teve
subvencao, que aquella nao tem : pelo que a
commissao de parecer que se adopte o seguinte
projecto:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, decreta :
Art. 1. O contrato celebrado em 22 de jnnho
de 1868, pelo presidente da provincia com Andr
de Abreu Porto, para o estabclecimento de trilhos
urbanos do Recife Olinda, pela estrada de Joio
deRarros e Belm, com um ramal da encruzilha-
da deste ultimo nome, para Beberibe, Tica appro-
' 1.* Fica supprimida a primeira parte do art.
19, desde o comeco at as palavrasalm deste
material inclusive,devendo comecar o artigo pe-
las palavraso contraanle se obriga, etc.
2.* Ficam supprimidos os ate. 23 e 26.
< 3.* O art. 29 seja substituido pelo seguinte :
Para as infraccoes do presente contrato, s
quaes se nao tenha marcado multa especial, pede-
r o governo impor multas iguaes s que sao des-
tinadas empreza dos trilhos para Apipucos.
Art. 2. Ficam revogidas as disposicoes em
contrario.
Sala das commissoes, 23 de abril de 1869. -
Goncalves da Silva.Epa ninondas. E. Pina.
_Sao tambem lidos, julgsdos objecto de delibera-
cao e mandados imprimir os seguintes projectos :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
rt. 1. Fica o presidente da provincia auto-
rsado a contratar com Joaquim Lopes Machado e
Jovino Bandeira, ou com quein melhores vantagens
offerecer, a collocacao de pocos instantneos nos
lugares que o governo julgar coaveniente sob as
seguintes londicoes :
1.' O governo da provincia nao dar subven-
cao alguma, e tao somente pagar aos contratan-
tes o custo dos apparelhos e despezas de colloca-
lo, que serio maiores ou menores conforme a
istancia, reguladas esta por urna tabella que
ser annexa ao contrato.
2." Os contratantes sirio obrigados por es-
paco de dous annos a collocar os referidos po-
cos, onde quer que o governo ordene a sua collo-
cacao.
3.* Os contratantes serio obrigados a ter um
depo>ito dos mesmos apparelhos para a satsfacao
das exigencias particulares, devendo ser osure-
eos, quer do custo do apparelho, quer de coHbca-
qu, respeitadas as distancias, segundo a tabella
referida e as mesmas condicoes do contrato com
o governo.
4.* O pagamento quer do custo do apparelho,
quer das despezas de collocacao, s ser, feito
quando o poco estiver funccionando regular-
mente.
t Art. Io O governo Oca autonsado a despen-
der por cada anno, durante os dez anno9 do con-
trato, at a quantia de 40:000, verba hoje des-
pendida com os acudes.
Art. 3. Os contratantes se obngarao a em-
pregar na collocacao dos pocos, pessoal habilitado,
e os materiaes deverio s r de boa qnalidade e
fortes.
Art. 4. Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
Sala das jgmmssoes da assembla provincial
de PernambuTO, 24 de abril de 1869.Andr Ca-
valeanti.Cicero Peregrino.
Assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. unjMk Fica o presidente da provincia au-
"bisado cceder um anno de licenca, com to-
dos os seus vencimentos, a Jos Cavaleanti de
Albuquerque, escripturario do consulado pro-
vincial, para tratar de sua saude aonde mais Ihe
convier.
Sala das commissoes da assembla provincial
ue Pernambuco, 23 de abril de 1869.Andr Ca-
vakanti.-C. Peregrino.Demosthenes Lobo, a
h. hdo e approvado o seguinte parecer:
A_ cotniDhisao de legisti^ao apreciando a pe-
cao de Job Paciente Bastos, m que pede provi-
dencias contra o acto da companhia de trunos ur-
nos desta cidade ao Apipucos, obstituindo men-
salraente os bilbetes destinados a pasaageiros e
declarando sen valor os qua nao forem inmediata-
mente substituidos, e se queixa do actual chefe de
polica da provincia, por nao ter attendido a urna
reclamacao que a semelhan e respeto fez-lhe o pe-
ticionario, de parecer que por intermedio da pre-
sidencia, seja ou vida aquell.i autoridad*.8. R.
Pace da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 23 de abril de 169.G. Drummond.
Emygdio Marques.Amarai e Mello.
Rea adiado por ter pedido a palavra o Sr. Ermi-
ro Coutinho, o seguinte panicer :
< A commissao de peticoi s examinando a peti-
cao do padre Jos Porfirio 5omes, aue requer o
pagamento de 800* por elle dispendidos as obras
da capella de S Jos de T' man Jar, attendendo
a que o snpplicanle junta o orcamento das referi-
das obras avahada cm 2:30(1* ; aitendendo a que
o supphcante ja receben eoinn deeUra :WJJOOO,
rejeitado, tendo sido tambem rejeilaio um reque-
rimento do Sr. Felisbino, que o remettia com-
missao de constituijio.
Continuando a primeira discttSlio do projecto
n. 84 de 1867, autorisando a cmara de Agua-
Preta a conceder um abate a Joaquim Verissimo
do Reg Barros e que flcra empaudo na so
anterior, fallaram em defeza do projecto osws.
Goncalves da Silva e Soares Brandao, e contra o
Sr. Arminio Tavares, e foi o projecto approvado,
sendo rejeitado um requerimento deste senhor,
pedindo diversas informaees cmara daquella
localidade sobre a materia do projectD.
Entrando em primeira o de n. 28 deste anno
3ue crea mais um lugar de cscrivio na relacio
esta provincia, fallaram sobre um requerim nto
que foi aposentado pelo Sr. Pina para que se ou -
visse o presidente daquelle tribunal, os Srs. Gon-
calves da Silva, Barbosa Nogueira e Gaspar Drum-
mond.O projeclo foi approvado com o requeri-
mento.
Continuando a primeira discussio do projecto
n. 54 de 1868 supprimindu um dos lugares de es-
crivio do termo de Ipojuca que primeiro vagar,
ficou adiado por falta de numero, visto se terem
retirado os Srs. Arminio Tavares, Cicero, Emygdio
Marques, G. Drummond, Hisbello, F. Tavora, Jos
de Vasconcellos, Bacellar, Araujo Beltrao, Tibur-
tino Nogueira o Jansen de Castro.
A ordem do dia para a sessao de hoje a con-
linuacao da anterior e mais a primeira discussio
dos projectos ns. 8, K), 19, 23, 27 e 29 deste anno.
ALFANDEGA de PERNAMBbUCO.Pessoa viu-
da ltimamente d corte, afllrma achar-se no-
meado inspector Ja alfandega des'A provincia o
Sr. Emilio Xavier Sobrcira de Mello.
' APURACAO.Tem hoje lugar, perante a cma-
ra municipal, a .ipuracao geral dos votos da elei-
cao de senadores, ltimamente precedida n'esta
provincia para preenchiuiento das vcigas deixadas
na cmara vitalicia por morte dos Exms. consc-
llieiros S;l e Albuquerque e Almeida Albuquerque.
Este acto publico, e na conformidade do artigo
85 ultima partida lei n. 387 de 19 de agosto de
18i6podema elleassistir as pessoas, que o quel-
ram.
ALFANDEGA.Do i. de julho em diante de-
vem as notas para es despachos dos lleneros n'esta
reparticao expressar a unidade decimal do syste-
ma metrteo, de conformidade com a Jeclaracio se-
manal.
CONCURSO.- Deve boje comecar o que perante
a thesouraria de fazenda tem de pro'eder-se, para
preenchimento dos lugares de praticanto vagos na
mesma thesouraria, na alfandega o na recebedo-
ria de rendas d'esta provincia.
TERRENOS DEVOLTOS. Aos proprietarios
de taes terrenos, que ficam as ras do Alecrtm e
Concordia, est assignado o prazo de 60 dias pela
cmara municipal, alim de trataran dos respecti
vos aterro e muro, sob a pena com minada no ar-
tigo 2 da postara addicional do 10 de novenjbro
de 185o.
PASSAMENTO. Ante-hontem deu alma a
Creador, no engeuho Jussra, a Exma. Sra. D.
Joanna da Cmara Gondim; mai do Sr. com-
mendador Antonio Pereira da Cmara Lima ; se-
nhrfra digna de apreco, quer por suas virtudes, c
quer pela lhaneza e affabilidade de seu carcter.
Damos nossos psames seus inconsalaveis fl-
Ibiegenro.
EPISCOPADO BRASILEIRO.Sob ess titulo da-
mos comeco hoje, em nossa 8.0 pagina, um artigo
do Rvm- Sr. conego Joaquim Ferreira dos Santos,
em resposta ao do Exm. e Rvm. Sr. iispo do Para,
sobre os seminario* no imperio. Pira elle cha-
mamos a atteneio dos letores.
ESPIRITO SANTO.Domingo procederam as
irmandades desta invocacao s eleicSes de suas
mesas administrativas, que ficaram assim com-
postas :
Convento de S. Francisco.Juz, Antonio Joa-
quim de Vasconcellos ; secretario, Claudio Ide-
burque Carneiro Leal; thesoureiro, Joao Goncal-
ves de Souza Beirao.
Igreja propria.Juz, Thomaz Fernandes da Cu-
nha ; escrivio, Luiz Epiphanio Maurica ; the-
soureiro, Victorino de Almeida Rabel lo.
SEMINARIO DE OLINDA.ma pessoa que se
occultou sob o pseudonymo de Um diocesano, en-
viou ao Rvm. Sr. reitor do seminario urna esmola
de 1003 paras obras do estabelecimento.
CADVER.Fui enrontrado no domingo, no
rio Capibaribe junto ilha do Retiro, um cadver
de homem braoco, vestido com calca e camisa, e
tendo nos ps sapatos de tapete. Apezar do estado
adiantado de putrefaego em que eslava, declara-
ram os peritos ter sido a morte produzida por
submersio.
APPREHENSAO.Andando hontem um preto
offerecondo venda um cordo do ouro com pas-
sador pela quantia de 10*000, foi-llie apprehen-
dioo pelo Sr. Manoel Jeronymo da Costa Ucha
guarda da casa de detencao, e depositado as
maos do Sr. Dr. chefe de polica, que o entregar
quem der os signaes certos.
INMUNDICIA.Informam-nns qne na ra de
Santa Cecilia ha um quintal tao ebeio de lama e
podridao, que incommoda osvisinhos cuneara
mesmo a sade publica. Chamamos a atteneio
do Sr. fiscal da freguezia de S. Jos para seme-
lhante infraccao de postura municipal.
PROCLAMAS.Foram lidos namatriz da fregu"
zia de Santo Antonio no dia 2 do corrente mez os
seguintes proclamas :
i.' denunciacio.
Jos Francisco do Reg Mello, com Hilarina Julita
Loffleres.
Jos Custodio dos Santos, com Marianna Ferrei-
ra da Paixio.
Pedro Raymundo Nonato, com Loiza Eugenia
Moreira de Carvalho.
Laurentino Jos da Silva Santos, com Amelia
Cavalcante de Albuquerque.
Gregorio Alves Motta, com Florencia Mara da
Conceicio.
Odorico Augusto Lumachi de Mello, cora Catba-
rina Leopoldina Tavares de Miranda.
Silvino Baptista Ferreira Chaves da Silva, com
Joanna Ignacia Mathilde.
2.' denunciacio.
Manoel da Encarnaco Salgadinho, com Joanna
Mara da Conceicio Pereira.
Jos Paulo Botelho, com Olympa Alexandrina
da Cunha Oliveira.
Jos Daniel da Costa, com Maria Ltdza dos Pra-
xeres.
Angelo Marques da Silva, com Merentina Ray-
munda Iktefonsa.
Francisco Xavier Rodrigues Pinbeiro, com Isabel
Amaneia Pinheiro.
Victorino Manoel de Campos, com Jaanna Maria
da Cruz.
3.* denunciacio.
O hacha: el Francisco Odilon Tavaies de Lima,
com Elvira Adelaide de Moraes Bastos
Joaquim Barbosa da Silva, com Pira na Barbosa
de Vasconcellos.
Francisco Melinno da Costa Ferreira, eom IJIn-
minau Saturnina Ferreira Dnarte.
Joio Carlos Mendes, com Amelia Jwqaioa Pe-
reira de Mesquita
Marcelino Jos Gomes, com Josepha luna 3e
Salles.
Vctor Lniz Cavalcante, com Paulina do Souza
Negreros.
Francisco Azevedo de Moraes Pires Jnior, com
Joanna Francisca Pereira dos Santos.
Pedro Eugenio da Silva, com Margarida Candida
d'Assumpcao Siqueira.
LOTERA.A que se acha venda a 104', a
beneficio da matriz da Escada que corro do dia
4 do corrente/
PASSAGEROS. Do vapor lpojuea, sabidos
para os portos do norte :
Jos Baptista Alves Ferreira, Leonardo J. Ribei-
ro Guimaraes, Lourenco Hollanda C. de Albu-
querque, D. Paulina Cavaleanti de Albuquerque, 1
criado e 1 criada, Jos F. Ferreira Sidrera, J. J.
de Arrudar J. Evangelista, J. E. dos Sanios, J. Sa-
raiva Trindade, Luiz Antonio da Silva Juniar, Jos
dos Santos Oliveira, sua senhora e 1 criado, Jos
Antonio do Reg, Jos Newton [de Carvalho e 1
criado, Thomaz Duarte de Aquino, Jos Raymun-
do Duarte, Manoel Duarte do Oliveira, Joaquim
Jos de Oliveira, capitao Joaquim Bezerra C. de
Alququerque, J. T. de S Cavaleanti, 1 innia e 2
criados. Francisco de Assis Pereira Rocha Jnior,
Getulio Correa Pessoa de Mello e 2 criados, J. Ca-
pilulino de Aquino Guerra e 1 criado, Manoel Jos
de Araujo Guerra e 1 criado, Manoel Jos de
Araujo, Rvd. Frei Alberto, Francisco Tavares Pes-
soa de Albuquerque Jnior, S. F. da Cunha Agos-
tinho, Aario Cakn, J. M da Silva, Antonio T. de
Almeida e Silva, Antonio Furtado da Motta.
Sahidos no vap',r americano Missistipe, para
o norte :John Dowley, Henry Lindzey.
Sahidos para os portos do sul no vapor G-
quid :Joao Francisco de Carvalho, Casimiro J.
Moreira, Manoel Jos de Oliveira, Jos Uuiz Soares.
Do vapor Parahyba, vindos de Tamandar e
Rio Formoso :
Jos Henrique da Silva Guimaraes, Antonio Leo-
poldo da Silva Guimaraes, Francisco Dornellas,
Francisco Xavier Mendes, Joao Manoel de Barros
Accioli e 1 criada, Thomaz Lins de Barros Wan-
derley e i criado, Joaquim Hvgino de Oliveira
CEM1TERI0 PUBLICO.Obituario do dia 29 de
abril de 869.
Francisca Maria do Nascimcnto, Pernambuco, 40
annos, vuva, Boa-vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Alfredo, Pernambuco, 1 anno, Boa-vista ; ence-
phalite.
Jos Luiz da Costa, Pernambuco, 70 annos, soltei-
ro, Boa-vista; interite chronica.
Alfredo, Pernambuco, 7 mezes, Recife ; dentieao
Jos dos Santos Vieira, Pernambuco, 63 annos,
solteiro, Recife ; desastronomar.
Manoel Joio de Amorim, Portugal, 50 annof. sol-
teiro, A togados ; febre perniciosa.
Caio, frica, 44 annos, solteiro, Santo Antonio ;
congestio cerebral.
Antonio aples, 23 annos, solteiro, Recife ; febre
intermitente.
CHRONICA Jl HiARI.l.
TIIIKI m % I. DA REL AO.
SESSAO DO 1 DE MAIO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR SANTIAGO.
As 10 hsras da manha, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Domingues da Silva e Freitas
Ilenriques, faltando os Srs.desembargadorcs Guerra
procurador d cora, Ucha Cavalcante c Souza
Leao abrio-sc a sessio.
Passados os feitos deram-se os seguintes julga-
mentos:
Recursos crimes.Relator o Sr. desembargador
Lourenco Santiago.Reccorrente, o juz; reccor-
rido, Joao Alves Bezerra.Sorteados os Srs. des-
erabargadores Gitirana, Almeida Albuquerque e
Domingues da Silva.Improcedente. Reccorren-
te, o juizo; reccorrido, Laurentino Alves de Sou-
za.Sorteados os Srs. desembargadores Motta,
Freitas Henriques e Gitirana.Improcedente.
Carta TESTEMU.NHAVEL.=Aggravante, Francisco
Marinho Bandeira de Mello; aggravado, o jui-
zo.Sorteados os Srs. desembargadores Molla c
Freitas Henriques.Nio tomaram conhecimento.
Aggravo de peticao.Aggravante, tenente- co-
ronel Fernando Francisco de Aguiar Montarroyo;
aggravado, o juizo.Sorteados os Sre. desembar-
gadores Domingues da Silva e Freitas Henri-
ques. Deram pro vi ment.
Recursos crimes.Relator o Sr. desembargador
Almeida Albuquerque.Reccorrente, o juizo; rec-
corride, Bernardo Jos de Oliveira.Sorteados os
Srs. desembargadores Gitirana, Motta o Freitas
Henriques.Deram provimento. Reccorrente, o
juizo; reccorrido, Dellino BalthazardeBrito.Sor-
teados os Srs. desembargadores Domingues da Sil-
va, Lourenco Santiago e Motta. Improceden-
te. Relator o Sr. desembargador MotnReccor-
rente, Profiri ltibeiro de Mello; reccorrido, o
juizo.Sorteados os Srs. desembargadoresGitrana,
Almeida Albuquerque e Domingues da Silva.An-
nullarara o processo. Reccorrente, o juizo; rec-
corrido, Getulio Nuues PereiraSorteados os Srs.
desembargadores Lourenco Santiago, Freitas Hen-
riques e Domingues da Silva.Improcedente. Re-
lator o Sr. desembargador Domingues da Sil-
va.Reccorrente, o juizo; reccorridos, Antonio
Florencio da Silva e outros.Sorteados os Srs
desembargadores Freitas Henriques, Molla e Giti-
na.Improcedente. Reccorrente, o juizo; reccor-
rido, Joaquim Nogueira da Gosta.Sorteados, os
Srs. desembargadores Almeida Albuquerque, Giti-
rana e Motta.Improcedente. Relator o Sr. des-
embargador Freitas Henriques.Reccorrente, o
juizo; reccorrid", Antonio Joaquim de Lima.Sor-
teados os desembargadores Motta, Almeida Albu-
querque e Lourenco Santiago.Improcedente. Rec-
corrente, o juizo; roccorrid, bacharel Manoel Ja-
nuario Bezerra Montenegro.Sorteados os Srs.
desembargadores Gitirana, Domingues da Silva e
Almeida Albuquerque.Improcedente.
PASSAGE.NS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra. Appellacao civel: anpellante,
Feliciana Maria Olympa; appellado, Jos Ferreira
Colho.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appella-
edes crimes: appellante, Antonio Pereira Montei-
ro; appellado, Galdino Jos de Lucena. Appellan-
te, o juizo; appellado'Graciano, escravo. Appel-
lacao cjvel: appellante, Jos Antonio da Cunha
Guimaraes; appellada, a fazenda publica.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta.Appellacao civel: ap-
pellante, D. Francisca Thomazia da Conceicio Cu-
nha ; appellada, a lazenda.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Domingues da Sil va.AppellagSes crimes: ap-
pellante, o promotor; appellado, Paulo Francisco
de Araujo. Appellante, Jos Francisco de Ami-
da ; appellados, Manoel Ferreira da Silva .e outro.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva aoSr.
desembargador Souza Leio.Appellacoes civeis:
appellante, -Luiz Justiniano de Souza Rorba; ap-
pellado, Justino Teixeira Borba. Appellante, Joao
Alves de Carvalho Cesar; appellado, Barlholomeu
Pereira de Vasconcellos. Appellacao crinie : ap-
pellante, o juizo; appellado, Manoel Clemente de
Souza.
Do Sr. desembargador Freitas Henriques ao Sr.
desembargador GitiranaAppellacao crime: appel-
lante, Isael Soares da Silva ; appellada, a justica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pellacao civel: appellante, Jos Francisco Xavier
Cruvello; appellado, Joio Francisco Xavier de
Azevedo.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
Appellacoes crimes. Appellante, Benedicto
Jos Domingues de Figueiredo; appellada, a jus-
tica. Appellante, o juizo; appellado, Francisco
Goncalves Barbosa. Appellante, Florencio Martins
Chaves ; appellado, o juizo. Appellante o juizo;
appellado, Andr Avelino Cavalcante. Appellante,
o juizo; appellado, Antonio Vicente Ferreira. Ap-
pellante, o iuizo; appellado, Joao Pedro dos San
U
Depsitos:
Em conta cor-
rente...... 979:963*720
Aprasoflxo.. 644:783*820
Crditos sobre diversos outros
Bancos e Caixas Filaos
1,624:747*610
601:075*810
Rs.
3,114:712*310
S. E. e O.
Pernambuco, 3 de maio de 1869.
T. Wilkinson,
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO
BALANCETB do novo banco de pernambuco EM UQl'l-
DAQ.O, EM 30 DE ABRIL DE 1869.
Activo.
Letras protestadas........ 19JL5604924
Ttulos depositados....... 19:429,3614
Despezas geraes.
Caixa.Pelos seguintes valores :
Em ouro amoedado.
Em notas do thesouro
e da Caixa Filial do
Banco do Brasil .
Emprata c cobre. .
1:6023530
50:7293000
161*503
Res. .
1:0115900
52:4933033
272:4953471
Passivo.
Capital............
Emissio...........
Contas correntes com juros. .
Contas correntes simples. .
Fundo de reserva.......
rituip em caucan.......
Massas fallidas a cargo do Banco
Dividendos......*. .
116:097500
9:5503000
4:6023080
5:6263081
112:743*766
19:4293614
3:615*907
600*400
Lucros e perdas..........230*620
Res. 272:4953471
DEMONSTRAQAO DA EMISSAO
30 notas do valor de 200*000
24 ditas
25 ditas
de
de
100*000
50*000
Ris. .
6:000*000
2:400^000
1:150*000
9:550*000
E. S. e 0-.
O guarda livros
Francisco Joaquim+Pereira Pinto.
Enghlls Bank of Rio de Janeiro,
Limited.
Capital do Banco 50.000
accoes de 20 ... 1.000.000
Capital realisado..... 500.000
Fundo de reserva .... 99.903
Balando da caixa filial em Pernambuco, em
30 de abril de 1869.
Activo.
Letras descontadas. 1.034:333^760
Garantas e valores de-
positados....... 345:462,5800
Mobilia etc. do Banco.. 10:718)i70
Emprestimos e contas
caucionadas ...... 158:194 so.*iO
Letras receber. 35:621360
Diversas contas..... 480:306,5810
Caixa.......... 235:6365130
2.300:273*380
Pernio.
correntes sim-
345:038)5130
Depsitos praso fixo,
com aviso e por le-
tras 1.528:5760650
Contas
pies
T tutos em cauco e de-
posito .....! .
Letras pagar.
Diversas contas.
'
1.873:014*780
345:462->800
500*000
80:695,5800
S: E. 0. 2.300:273*380
Pernambuco, 2 d^maio de 1869.
Joseph S7 Lanley, Accountant.
F. B. Bloxham, Manager.
PUBLICACOES A PEDIDO.
tos. Appellante, Manoel Alves Alfonso; appellada,
a justica.
A' 1 hora encerrou-se a sessao.
LONDON & BRASILIAN BANK, (LIMITED.)
Capital do Banco 15,000 acedes
a 100.................. 13,333:333*330
Acedes emittidas 13,000...... i 1,553:5581550
Capital pago a 45 por acedes. 5,200:000*000
EALA.NCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO EM 30 DE
ABRO. DE 1869.
Activo.
Letras descontadas.......... ],319:H46j520
Creditosdiversos,outros Bancos
e Caixas Filiaes.......... 1,486:1186*090
Caixa:
Em moeda corrente......... 307:*79#700
Rs,
Passivo.
Capital fornecino
pela caixa
3,l4:7!3f3i
m-.imm
Ao publico.
Retirado no meu engeuho, no seio de minha fa-
milia, oceupado nos meus tralalhos agrcolas nio
me sobra tempo para ler todos os jornaes que se
cscrevem nesta provincia.
Vindo esta cidade a negocio particular, nm
amigo me fez presente do Liberal n. 53 de 31 de
marco prximo passado, no qual apparece um no-
ticiador, mencionando factos que diz elle terem oe-
corrido no termo de Iguarassii, onde sou doinicj-
liano, e oceupo o lugar de segundo supplente da
delegada falta de homens intelligentei e aptos,
na plnase do noticiador.
Para poder chegar a analyse de certos facros
mentirosos relatados a aqueile jornal, e que dizem
respeto a minha pessoa, me necessario ser mais
minucioso.
Exerci por vinte dias a delegacia do termo de
Iguarassii O primeiro supplente, tenente-coronel
Jayme Galvao, que tambem primeiro juz de paz
dp districto da Matriz, tendo de presidir as elei-
coes primarias, passou-me o exercicio, e depois de
alguns dias, sobrevindo-me impedimento de mo-
lestia, tivo tambem de transmti-Io a aqueile que
se achava prompto e desempedido, e que foi o l-
ente Manoel de Carvalho Paes d'Andrade Gou-
vim, que por me fazer especial favor aceitou, e ha
comportado to pesada tarefa. Havendo vagas na
ordem dos suppientes, vim a esta cidade e conse-
gu o preencmento dellas.
J v portante o noticiador que eu nao tive in-
teresse, e nem desejos de exercer a delegaca, por
que conheco aspereza da tarefa, e mesmo riscos
de vida a qne est sugeita a autoridade que nao
pactua com assassinos, e outros do quilate do no-
ticiador, cujo dedo est bem conhecido.O estylo
o homem.Revolta a quaiquer fleugmatico a
ousadia .:om que pretende o noticiador, esse im?
provisado censor bein conhecido por sua morali-
dade molestar a aquelles que exercem a polica
de Iguarassii I Para elle, uns sao instrumentos c-
gos e analphabetos, outros inabilitados, como o Sr.
Gonvim, que segundo sua phrase s quer cargo
para ter trabajadores baratos 11 Insolencia so-
mente propria de quem est hydrophobico c rala-
do pela alternativa poltica, porque ha passado.
Nio seria prudente que o noticiador, fallando de
analphabetos, respeitasse o sagrado mandamento
do parce sepultis para nao levantar o veo de bron-
ze que cobre 09 cadveres de tantos animalejos
que exerceram jurdicamente no dominio passado f
Ha no dito do noticiador, urna verdade, e vem a
ser, que o numero dos analphabetos e estupidos
sera duvida maior do que o das capacidades e ha-
bilitacdes; o exemplo deve ter o noticiador na sua
propria casa, ou nos seus adjunctos.
Passemo8 ao gue mais importa. Diz o noticia-
dor que Sebastiao assassinra a seu padrasto, e
que um crime too monstruoso, um quasi parrici
dio Qcra impune, porque Sebastiao era raondor
do engenho Jardim, propriedade minha II Saina o
publico que Sebastiao e o assassinado Cypriano,
eram moradores no meu engenho, e que o crime
se dera no engenho Vinagre.
Sebastiao nunca foi oteado de Cypriano. Este
desde longos annos entretinha relaedes Ilcitas
com a mi daquelle, e portante s a escaldada
cabeca e alta intelligencia do noticiador, pode
qnaflcar semelhante crime, o assasainato de Cy-
priano por m quasi parricidio. ,
Em uma venda, em trras do Ingnito Vinagre,
onde se encontraran), Sebastiao e Cypriano, que
viviam quasi sempre desavidos, travaram-se de
raides, e destas ao punhal, resultando receber Cy-
priano uma formidavel facada, da qual expirou al-
gumas huras depois.
O inspector do lugar deu immediatamente as
mais promptas providencias, sahindo acom andado
do9 moradores do meu engenho em perseguicao
do criminoso at grande distancia, sera mais po-
der alcanca-lo. *^
O subdelegado em exercicio do districto proce-
dendo a corpo de delicio instanrou logo o ras c-
tivo processo, e pronunciando-o, foi a pronuncia
dflYaamentc sustentada pelo digno iuiz municipal
Ao tormo, o Sr. Dr. Vellez Cavalcante.
Pi*ocedendo-se as necessarias diligencias com o
lim $fi descobrir-se o perverso Sebastiao at que
entrajuto co no trc.cto da delegacia de Igaaras-
si, foi um dos meus primeiros cuidados, redobrar
de exforcos, para que seroelliante desalmado fosse
descoberto e preso.
Obtendo (a custa de insano trabalho) noticia de
que elle se achava homisiado na freguezia de S.
Lourenco da Matta, em casa ou protegido por pa-
reuftss que alli tem, inmediatamente recorr ao
respeitavcl Sr. Joaquim Correa d'Araujo, delega-
do d aqueile districto, ped e inste pela prisao de
Sebastiao. *
Vem a esta eidade e renovei as mmhas instan-/
cas, por intermedio do digno secretario da presi-
dencia o Sr. Dr. Joaquim Correa d'Araujo.
Ao raen pedido e esforcos, segnio-se a prompta
captura do crimonoso, gracas ao zelo das autori-
dades de S. Lourenco, que tanto nje auxiliaram.e
Sebastiao, esse criminoso, a |ue allude o mentiroso
noticiador, jaz desde muito na casa de detencao
desta cidade, como bem sabe o Itlustrado Sr. Dr.
chefe de polica, e a que tambem nio poda igno-
rar esse cynico e pestilente noticiador, o que ser
talvez mais useiro em guardar, ou proteger crimi-
nosos de mortc, nao s do termo/ como os de
Goyanna, etc.
0 facto de Jos Mangueira fo o mais simples.
Este homem laborioso, c meu morador. Pro-
penso desde longos tempos raania do suicidio,
por vezes tem tentado matar-se. Este mal here-
ditario na familia Mangueira, na qual alguns tem
acabado loucos nos hospitaes.
Jos Mangueira, em um desses delirios, escapa-
se de casa, vai ter ao engenho Cara, e ah, muni-
do de uma navalha, que apanhou em urna casa
daquelle engenho, procura degolar-se, dando um
golpe na garganta, sendo obstado de levar effei-
to sua mana, pelos esforcos de pessoas que esta-
vam presentes, sobresahmlo do probo e distinc-
to Sr. Luiz Iguacio de Andrade Lima, proprieta-
rio daquelle engenho, para cujo nsuspeito teste-
munho appello, e que o foz conduzir em uma redo
para a casa de sua moradia no meu engenho, sen-
do que do frimento, que foi simples, resulten fiear
bom em poucos dias ; e qnante a loucura, recorr
ao hbil Sr. Joaquim Branco, na ilha de Itamara-
c, que mui tos casos de loucura tem curado, o
qual me enviou o remedio com que tem operado
prodigios, e com elle restabeleceu-se o paciente.
E como dizer-se que a tyrannia policial ia le-
vando aqueile infeliz ao suicidio? Infame e baixo
meio de fazer opposicio poltica I Felizmente nao
eslava eu no oxercicio da polica, e nem aqoetles
que a exerciam, pensavam differenlemente de mim.
Seus precedentes honram os seus nomes.
Anda o noticiador adianla, elle, ou qnem quer
que seja, que infunde em sua mente os raios de
lio vasta intelligencia, que eu despronuuciei ao
tenente-coronel Alexandrino, sem saber o que fa-
zia 1
Infamia Nio pronunciei e era dcspronnnciei
ninguem durante o meu exercicio. Os autos
existem nos-earlorios, para a vista delles avahar-
se do negro caracterdo mentiroso. Lend o raon-
tio de falsidades escripias no Liberal, pareceu-me
descortinar uma censura, senio a pretendida des-
pronuncia, ao menos a preferencia que desojara
nesse jubilen, em favor do pobre Marliniano,
como o appelhda, e que havia sido pronunciado
pelo delegado em exercicio.
Afinal conheci que o lim era abocanhar as au-
toridades.
Lastima a sorto do Marliniano, finge ignorar o
que a voz publica proclama em Iguarassii, isto,
que Marliniano assassinra quatro victimas quo
vinham com elle em una canoa, para roubar o
pouco dinheiro quo traziam ; que assassinra
punhal, na ilha de Itainarac, ondo mora, uta
pobre homem I Avista de ludo quanto se dia, e
do que poderam exhibir as testemunhas, seria
uma iniquidade a pronuncia decretada contra Mar-
liniano ? S a inepcia, a estupidez hedionda do no-
ticiador, pode ignorar a differencaquo vai da pro-
nuncia a sentenca de condemnar.ao. Os crimes .
quo se apoutavam Marliniano, seriara dessas
bagatelas, bagatelas como o noticiador ?
Qual a conclusio que se deve tirar do noticia-
dor ? Que, eu irmio de Martiniano, ou...
E mais ainda. Em 20 dias que exerci a delega-
cia, procurei capturar com todas as forcas Ber-
nardino de Sena Cora, talvez tambem rmao do
noticiador, perverso qne assassinou em Maricota
um pobre matulo de Timbaba, e roubou-o.
Fiz perseguir a outro do nomo Severino Rodri-
gues Baracho, conhecido por Baia, que no termo
de Nazareth assassinou um irmau, e constava
estar em ierras do engenho Itapipir. Outro de ir-
mandade, Francisco Sabia, qne em Beberibe assas-
sinou sua pobre mulher, e se havia homisiado
neste termo, persegui-o rigorosamente tambem.
Felizmente sou muito conhecido nesta cidade, e
no termo onda habite. Exerci o lugar de subde-
legado do 2o districto de S. Lourenco da Malla por
oito annos, atquemudei-me para o meu engenho
Jardim. Por minhas diligencias prend e pmces-
sei muitos criminosos. Capturei soldados deser-
tores do exercto ; nunca tive um s proprietario
liberal que tivesse queixas de mim ; os inimigos
que tenho sio os ladroes o assassinos.
Fui guabir, conservador, preto ou rxo, ludo
quanto quizerem, porem tenho conservado sempre
as relace3 da melhor amisade com todos os ho-
mens de bem, de quaiquer poltica ; anda aguar-
do a simpathia que trbulo a muitos liberaes de
1848.
Repugno, tenho njo somente de entreter re i
coes com os assassinos, e com aquelles que os
protegen).
Nojento verme I Como procura elle a laia do
morcego, inserisar irnicamente e para seus ins a
alguns homens prestamos do partido conservador,
e denegrir a outros que nio sao somenos
aquelles ? Fique sabendo que todos sao solidarios,
c todos despresam entes de to baixa esphera.
Professo sentimentos infensos aos malvados, e
aquelles que os protegen), como cima disse, e
essa mesma aversao redobrou desde 1652, quanib
por occasiao de pr-se em pratica a lei do senso,
escapamos, eu, meu padrinho o Dr. Francisco Joo
e sua familia, de scinios victimas do punhal de
assassinos celebres, como Ginesne, Gasneiro, Bdto,
e outros muitos, que, a meia noite nos atacaran)
no engenho d'agua, e foram repellidos pela resis-
tencia tenaz que Ihes oppozemos.
Se crime, se deleito antipalisar com os mal-
vados bonro-me de ter herdado este vicio, segundo
a lgica sd do noticiador.de meus pas e avs,ianto
paternos como maternos, os quaes somente so
ufanarain de ter por armas, aquellas que por no-
breza e serviros Ihes eram outhorgadas pelos
principes; tinham verdadeiro horror ao punhal e
baeamarte, fugindo de dar entrada em suas casas,
ainda aquellos que no uso licito das cassadas,
traziam armas proprias e nio prohibidas. Por
minha parte tenho caprichado em seguir este
mesmo caminho.
Antes de lindar, seja-me permettido mais al-
Snnias palavras que me iam escapando Avista
o que levo exposto, avalem os homens de sensu
quio mentiroso, cynico e aleivoso o noticiador,
e qual o crdito que pode merecer as aecusaedes
que calculadamente taz, mas enihalde, a mim ao
tenente Jos Ignacio, e outros, incapazes (Tactos
de vandalismo, somente proprios d'aquelles que
por desapontamentos polticos perdern) a razao,
e talvez a yergonha. O Sr. bario do Rio Forrao-
zo est muito cima dos vermes, para se chaur-
dar no lamaral a que pretendern) atira-lo.
Nunca profer uma palavra em menoscabo do.
ninguem; soffri resignado as repetidas persegui-
coes porque passaram os moradores das minha*
trras durante o eclipse ligueiro, porque tinham o
peccado de serem meus moradores, pacficos e la-
boriosos ; jamis descendo no despudor e a men-
tira como hoje vejo.
Nao vou positivamente a ninguem; nio faeo al-
luses. Revolta-me somente ver a insensatez con
que o noticiador vem ante o publico mentir e ca-
lumniar I Sou toreado a mostrar a grande distan-
ca que ha de mim para com reptis tao microsc-
picos.
Findo, para nao mais oceupar-me em responder
a gente semelhante, e que seria em grave perd.v
de minha dignidade.
Joo Carneiro teitao de Mello.
Tributo de gratldio
Agora que acabo de sabir do templo, onde pe-
rante o sacro santo altar da Magestade Divina,
prostrado e reverente dirig ao Altissimo infinitas
gracas pelo incommensuravel beneficio que ainda
approve ao Todo Poderoso prodigalisar-me, pro-
longando-me a existencia, que por mais de sesenta
dias este ve posta era constante o eminente risco,
ltenla a gravidade da molestia de que fui aecum-
mettdo: venho a^ora tambem render de publico,
minha cordeal e sincera homonagem de admiracac
e reconbecimento aolllm. Sr. Dr. Manoel Francisco
Teixeira, que como verdadeiro sacerdote da medi-
cina, foi elle, por sem duvida o inspirado da Pro-
videncia que com mao segura, zelo, cuidado e pe-
ricia dirigi a complicadwsin cura, e debelkm o
mal, que a juizo #todo pareceu insuperavel.
Se os elevados ihecimentos da sciencia, quo
professa o Ilha. Sr. Dr. Taixeira e que elle possue
em alto grao, llw te <**> com juanea adquirir
urna bamllrinada repnlssjltr enfie os mais Ilustra-
dos q> seos dignos collegas, nao menor direito Iho
"
^
1 llHw \


^*'

"
Diario de Pernambuco Terra feira 4 de Maio de 1869.
cabe ci nstderaijari publica e o torna credor dos
respailo*, estima e gratidfn de todos aquelle
no leit > da tur, 9 aeham semina a sen ra), asss-
smao-dhe cura os soceorroa conforto e con) a animaca1, -i ,-pirar
pela inressaue vigilwla.'iflte excre sobre a
marchada enfermidade,pelos desvelosquo infati-
gavelraeute einprega ; e mais .que todo pelas deli-
cadas mi.neiras de fino trato, qae lhe sao naturaes,
e que sem distinceao a todos dispensa.
Se que nao venno primar nesta manifestacao
solemne que faeo das bellas qualidades e sublimes
dotes de qae se exorna o medico, como o quer for-
mado a scieneia, e o exite a humanidade por que
j un sem numero de vozes de muito preconi-
sam o r^speitavel nome do Illm. Sr. Dr. Teixeira
com imiienso louvor, signal evidente da admira-
ba), que sem lsoaja sabem tributar ao legitimo e
mcontes avol mrito.
Meu lim simples e puramente o dar por esto
icio espanto mm impulsos de meu coracao agra-
seido; ama ve* quo em tao perigosa, q'uo pro-
longada cnfeAnidade de que fui victima, eu tive
de momento em momento de sentir e bem aquila-
tar urna a urna todas as provas do attencao.de
assiduidade, c de perli'iei) no emprego dos meios
post; e n aceo pelo Illm. Sr. Dr. Teixeira noacu-
rad.i tratameato da molestia, e no udeatissimo
empenlm que elle sempro deinonstrou de conse-
guir sahar-mo.
Testeriunhos destes nao podem ficar aninhados
no silencio do reconheeimeuto, ellos roela mam eom
justo direito urna manifestar) bem autaentica; e
eis a razoporquesem querer mesmo attender a
oflensa da modestia, que por sem duvida fon ferir,
cu ouzo do alto da iniprensa dirigir ao Illm. Sr.
Dr. Teixeira ineus mais sinceros e puros votos de
gratido que espero se dignar de benignamente
accolher da ingenuidad) do seu mais que muito
abrigado, e eterin admirador.
Rocife i de maio de 1869.
| Antonio Anlunes Lobo.
Trilhos Urbanos do
Recife a Olinda.
Lista da continuaro das entradas dos ac-
cionistas dos trilitos urbanos do Recife a
Olinda no dia 3.
Francisco Lemos Duarte, ; accoes..... 505000
GieiliatM Rodrigues do Passo, 5 ditas... SOiOOO
Captulino Gonealves Lossa, 2 ditas..... 205000
Jos Baptista Itraga, 10 ditas........... 1003000
Fortunato Ribeiro Bastos, 5 ditas...... 50*000
Rodrigo Pinto Moreira, o ditas........ 50*000
Vicente Ferreira do Souza Reis, 5 ditas. 50-5000
Bernardo Ccrqueira Castro Monteiro, 10
. ditas............................ 100*000
Francisco de aula Silva, 5 ditas...... 505000
Hermino Ferreira da Silva, 10 ditas. .. 1005000
Bacharel Jos Antonio de Almeida Cu-
nha, 5 ditas....................... 505000
Manocl l.uiz da Taiga, 5 ditas......... 505O00
Henrv Guilherme Steple, o ditas....... 505000
Jos de Azevedo Mara c Silva, 5 ditas. 50JJPOO
dem idem com ge eros
COMMERCIO.
PKACA DO RECIPE 3 DE MAIO.
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDR.
Arcoes da companhia de Reboque Vigilante=255
por aceo.
Cambios sobre Londres 90 d/v 18 3/i d. por
1*000.
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ENGLISH BANK .
O Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo lixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
hia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
BANCO MAUA & C.
llua lo Trapiche n. 34.
Desconta lettras co:nmerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em conta corrente.
Conere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata 9 Euro
pa, e compra cambiaos sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por commisso, da com-
pra e venda de fundos pblicos e accSes de
oompanhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
quer outra operago bancaria.
O expediente para o publico come?ar
s 10 horas da manha, e terminar s 4
horas da tarde de todos os dias uteis.
CASA DE CAMBIO
Teodoro Simn & 0.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estratjgeiras,
letras de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas tnnsaccos, da cobranza de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Rectbem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Corpo Santo n. 21.
------304
Descarregam aoje 4 do maio
Barca rancezaJena Birjrfi'ste-'-mercadorias.
Lugar inglez -Aune Wlj<7/o>=idem.
Brigue inglezRetinaidem
Escuna portuguezaOihnrapedras.
Baa inglezatoWocAaiiferro e carvao.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 .
dem do dia 3.....
47:0085367
53.0951863
TABELLA dos preqos dos genbbos sujeitos a DI-
RECTO DE KXPOBTAQO. SEMANA DE 3 DE MAIO A
8 DO MESMO MEZ DE 169.
Mercadorias: Unidades.
Abanos......... cento
Alcool ou espirito de ag lrden-
te ...... .... caada
Agurdente cachaca. ....
dem de caima ...... >
idem genebra....... i
(den restilada ou do reino >
Algodo em caroco..... arroba
dem em rama mi em l;u.
Angico ( toros )...... duzia
Arroz com casca...... arroba
dem descascado ou pilado
Assuear brauco......
dem mascavado......
dem refinado........
Azeite de ameudoim ou amen-
d.ibim......... caada
dem de coco.......
dem de mamona. .....
Batatas alimenticias. .* arroba
Baunilba....... libra
Bolacha ordinaria, propria para
embarque, ..,.... arroba
\lem lina. ...."...
Caf bom........
dem escolha ou restolho ...
dem torrado-....... libra
Caibros *-...... uin
Cal preta........ arroba
('al branca........
Carne secca ( xarque ).
Carneiros........ un
Carvao vegetal....... arroba
Cavernas de sicupira .... urna
Cera amarella....... arroba
dem de carnauba em bruto. libra
dem idem em vellas ....
Covado ( porco )...... ura
Cha.......... libra
Charutos........ cento
Cocos seceos.......
Colla. ......... libra
Couros de boi, salgados ...
Idonndem seceos espichados.
dem idem verdes.....
Idem de cabras cortidos um
dem de onca........
Doces seceos....... libra
Idem em geia ou massa.
dem em.calda...... -
Enxams........ um
Espanadores grndes.....
dem pequeos......
Esleirs para forro, ou estiva de
navio......... cento
Idem de carnauba..... urna
Estopa nacional...... arroba
Farinha de mandioca .... alqueire
Idem de araruta...... arroba
Feijao de qualquer qualidade
Frechaes ....... um
fumo em folha bom..... arroba
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ,........
dem em rolo, bom. ..."
l'umo em rolo, ordinario ou re-
tolh o.........
Galinhas........- urna
Gomma de mandioca..... arroba
Ipecacuanha ( raz )..... >
Jacaranda ( coucoeiras) duzia'
Leona em achas'...... cento
Idem de mangue em toros.
Liuhas e esleios...... um
Mel ou melaco...... caada
Milbo.......... arroba
Ossos. .........
Pallia de carnauba..... molho
Papagaios....... um
Pao Brasil........ quintal
dem de jangada...... um
Pechury......... arroba
Podras de amolar. nma
dem de filtrar.......
dem de rebollo.
Pennas de ema. ...... libra
jassava......... molho
Pontas ou chifres de viccas e
novilhos........ cento
Pranehoes de amarello de dous
costados..... um 205000
dem de louro. ... 105000
Raii....... libra 1*000
Sabio.......... 1 I
Sal........., alqeuire 400
Salsaparrilha....... arroba 305000
Sapatos de couro brance par 800
Sebo em rama...... arroba 5000
dem em vellas....... 75000
Sola em vaqueta..... um 35500
Taboas de amarello .... duzia 1925000
Idem diversas.....*. 965000
Tapiocas......... arroba 3*000
Tatajuba........ quintal 2*000
Travs......... urna
nhasde boi....... cento 380
Vassouras de piassava.... 105000
dem de timbo...... 85OOO
dem de carnauba..... 63400
Vinagre......... caada
ADITAMENTO.
Cigarros......... cento.
Costadinho de vinhatico de mais
de urna pollegada. um
Dito de outra qualquer madeira
de urna pollegada..... 125000
Cerveja em botija ou garrafa caada 15600
Mel de abelhas...... 1*280
Taboas de vinhatico at urna
pollegada........ urna 12*000
Dito de outra qualquer madeira
at urna pollegada..... 8*000
Era ud supra.
Alfandega de Pernambuco, 1 de maio de 1869.
0 1. conferente, Manoel Caldas Baireto.
O 2. conferente, Carlos Augusto Lins de Souza.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 1." de
maio de 1869.Paes de Andrade.
Coofnrme.Joaquim Tertuliano de Medeiros.
RECEBEDORIA DE F.ENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1..... 1:385*786
dem do dia 3...... 1:677*245
Valores.
8*500
900
440
1*000
880
800
4*100
165100
605000
15000
25600
4*700
3*300
6*400
2*500
1*800
1*400
1*500
2*500
3*000
7*000
7*000
6*500
440
360
400
580
35800
45000
1*600
355OO
6*500
200
350
205000
2.5000
3*000
4*000
660
250
290
17(M
350
10*000
1*000
360
520
15500
4*000
2*000
12*000
160
25000
35000
105000
4*000
55000
16*000
9*000
10*000
8*000
15000
25500
25*000
95*000
3*000
125000
6*000
200
1*000
240
1*000
5*000
6*000
55000
12*000
onn
800
1*000
2*200
160
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 2.
Rio Formosu e portea intermedios6 horas, vapor
brasileiro Pwahyba, de 104 tonelada, comman-
dante Mello, equipagem 14, eh lastro ; a com-
panhia Pernambucana.
Mossore Maco11 dias, hiate brasileiro Nova
Esperanza, de 61 toneladas, capilo Manoel Fer-
nandes Jalles,equipagem 7, carga ajgodao e ou-
tros genero ; a Bartnolomeu Lourenco.
Navios entrados no da 3.
Barcelona51 dias, sumaca hespanhola Amnble
Dolores, de 62 toneladas, capitao Pablo Codina,
equipagem 10, carga vinho e outros gneros ; a
Amoriui Irmao.
Navios sahidos no mesmo dia.
CanalPatacho inglez Lady Dale, capitao Nalha-
nier Burnard, carga assuear.
CanalPatacho inglez Laura, capitao Jones, carga
assuear.
EDITAES.
0 Dr. Tristo de Alencar Araripe, oflicial
da imperial ordena da Rosa, juiz de di-
reito especial do commercio desta cidade
do Recife de Pernambuco,. e seu termo,
por Sua Magestade imper.al 0 Sr. D.
Pedro II, quem Deus guarde etc.
Faco saber pelo presente, que aos 3 do
mez de maio do corrente anno, se ha de
arrematar por venda a quem mais der em
praca publica deste juizo, depois da audi-
encia respectiva, casa de sobrado de dous
andares e soto, numero 41 sito a ra do
Rangel, tendo em cada um andar, duas sa-
las, quartos e cozinha fura, quintal, avalla-
do em 10:000;000, aqual vai a prafa por
execuco de Jos Alves da Silva Guimares,
contra Guiiherme Augusto Rodrigues Sete,
e sua mulher, e na falta de lanzador que
culira o preco da avaliacSo, ser arrema-
tado feita pelo preco de adjudicado com
o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei fazer o presente edital que
ser alfixado nos lugares do costume t pu
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, aos 8 de abril de 1869.
Eu, Manoel Silvino de Barros Falco, escri-
vao interino o subscrevi.
Tristo de Alencar Araripe.'
DECLARACOES.
.loaizo municipal da *<5' vara.
Na quarta-feira 5 do corrente, finda a audiencia
do jnizo municipal da 2' vara, se vender em
praca publica, para cuinprimeuto de testamento,
a casa terrea sita i ra do Jardim n. 18, com 20
palmos de largura o 48 de compiimento, com 2
salas, 2 quartos, cozinha fra, pequeo quintal
mnrado, com cacimba meieira, com um soto com
2 quartos, avahada por 1:500*, pertencente he-
ranca da finada Joanna Maria da Solcdade.
Rocife 30 de abril de 1899.
O escrivao,
^_______Galdino T. C. Vasconccllos.
O Illm. Sr. inspector da tliesouraria de fa-
zenda desta provincia, manda fazer publico que
tem mareado o dia 4 de ma o prximo vindouro,
para o concurso que se tem de abrir nesta mesma
Ihesouraria para preenchimento das vagas de pra-
ticantes existentes nesta repartieao, na alfandega e
na recebedoria.
Os exames versarlo, sobre as materias de que
trata o Io do art. Io do decreto n. 3,114 de 27 de
junho de 1863, a saber, leitura, analyse grammati-
cal e orthographia, arithmetica e suas applicacoes
ao commercio, com especialidade a reduccao dc-l
moedas, pesos e medidas, calculo de descont, ju-
ros simples e compostos, theoria do cambio e suas
Os concurrentes deverao previamente apresen-
tar scus requerimentos instruidos de documentos
3ue provem idade completa de 18 annos, isencao
e pena e culpa e bom comportainento na forma
do art. 3o do decreto n. 2,549 de 14 de marco de
1860. :
Secretaria da thesouraria de fuenda de Per-
nambuco, 27 de marco de 1869.
0 uihYial-maiiir.
Manoel Mamede da Silva Costa.
O li-cal da freguezia de S. Jos do Becife
faz ver aos Srs. proprietarios dos terrenos devolu-
tos sitos as ras do Alecrim e Concordia, que
em virtude da ordem que receben da Illma. cma-
ra municipal, tem marcado o prizo de 60 dias a
contar da data desta, para aterrarem e inorarem
os referidos terrenos, lindo o qual nao o tendo fei-
to, soffrero a pena estabelecida no art. 2o da pos-
tura addicional de 10 de novembro de 1835 ; e
para que nao allejuem ignorancia fez o presente
e mandou publicar pelos jornaes.
Fiscalisacao da freguezia de S. Jos do Recife,
30 de abril de 1869.
O fiscal,
Joo Xavier da Fonska Capibaribe.
de conformidad^ com a ultima parte do
art. 8idale^'ri: 3jJ7.de 19 de agosto de
1846, aos cidadS que quizerem assislir
a mesma npuiaeo.
Paco da cmara municipal do Becife 29
de abril de 1869.
Baro ile Muribeca
Presidente.
Francisco C. daBa-Yiagem
Secretario.
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0 con seibo de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguinle :
42 davinas a Mini.
50 pistolas dita.
2 thesouras para torar cavallos.
4 sellins.
1 syringa de metal.
1 fole grande com 32 pollegadas.
40 arrobas de plvora para salvas.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos,
apresentem suas propostas em carta fechada,
acompanhadas das respectivas amostras na sala
do conselho, as 11 horas do dia 7 de maio vindouro
Sala do conselho de compras do arsenal de
guerra de Pernambuco 29 de abril de 1869.
Jos da Silva Guirnares,
Director interino^
Jos Baptista de Castro Silva,
________^____________Secretario.
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico quo neste corrente mez
e no de maio prximo futuro, visto estarem con-
cluidos "os lancamentos, o que os devedores do
imposto pessoal, relativo jp exercicio corrente de
1868 a 1859, residentes as freguezias do Becife,
Santo Antonio, Alfogados, Poco da Panella, Varsea,
S. Lourenco da Matta, S. Amaro de Jaboatao, e
Muribeca, teem de paga-lo, livre da multa de 6 0/0
o com ella depo's do referido prazo.
Recebedoria de Pernambuco 3 de Abril do 1859.
Manoel Cameirode Souza Lacerda.
O inspector interino da alfandega faz
publico, que do Io de julho prximo futu-
ro em diante, lera vigor o decreto n. 4343
de 2 de marco do corrente anno, man-
dando executar a nova tarifa das alfande-
gas e suas disposiges preliminares. E
para que chegue ao conhecimento dos in-
teressados, se manda publicar o presente.
Alfandega dn Pernambuco, 24 de abril
de 1809.
O inspector interino,
L. de C. Paes d'Andrade.
Conselho de compras
navaes.
0 conselho promove no dia 5 do corrente mez,
sob as condieoes do estylo c a vista de proposlas
recebidas at as 11 horas da manha, a compra
dos segnintes objectosdo material da armada.
Para provimento do almoxarifado.
6 pecas de arribein, 50 aldrabas de metal Wrti-
das, 2 bules de ferro cstnhado, 10 peles de couro
de hxa, 20 cadinhos de lapis sortieos, .3 pecas de
oabo de linho de 1 1/4 a 1 1/2 polegada, 100 pa-
res de dobradiras de ferro qadradas surtidas, 100
pares de dobradicas de Ierro de canto s rtidas, 100
pares de dobradicas do metal de canto sortidas,
100 pares de dobradicas de metal qadradas, 60
garrafas de espirito de vinho, 70 enchameis de
23 a 30 palmos de compri ment, 10 arrobas de
estopa de algodao, 30 fechos pedrezes de ferro sor-
tidos, 20 fechos pedrezes de metal sonidos, 3 ar-
robas de gomma laca, 20 resmas de lisia de esme-
ril em panno, 8 livros de soecorros impressos de
100 folhas, 8 livros de soecorros impressos de 50
folhas, 6 arrobas de linha alcatroada, 6 arrobas de
linhade barca grossa, 6 arrobar' de linha de bar-
ca fina, 6 arrobas de mialhar, 10 libras de obreias
francezas, 5 duzias de pratos de ferro estanhado, 4
arrobas de prego* de cobre de 4 polegadas, 12
prosas de parafusos de ferro sonidos, 1 regiment
de signaes para navios, 6 libras de sndalo, 20
pecas de sondareza, 2 pecis de tapete, 10 duzias
de taboas de pinho de llfl polecada. 25 travs
uvoo |j das de grossura, 3 terrinas de ferro estanhado,
t ,000 lijlos de fogo, 20 tira-linhas, 6 grosas de
torcidas parapharol, e 10 garrafas de verniz de
pincel.
Para enfermara de marinha.
60 camisolas de brim de 6 palmes do compri
ment e tendo 2 1/2 as mangas, 40 camisolas de
brim de 3 palmos de comprimento e tendo 2 as
mangas, 50 fronhas de brim de 4 palmos de com-
primento, 100 lences de brim de 2 pannos de
largura e 10 palmos de comprimento, 50 toalhas
de brim de 5 palmos de comprimento, e 100 pares
de chinelas de couro.
Tambem o conselho por igual forma contrata no
mencionado dia 5 do corrente mez o fornecimento
debacalho no presente trimestre para os navios da
armada e estabelecimentos de marinha.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
3 de maio de 1869.
0 secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Lins, Manoel Dnarle Vieira, Manoel Gomes Mon-
des, i)r. Manoel de Mello C. Rarata, Manoel Ro-
drigues de Mendonca, Dr. Prxedes Gomes de Sou-
za Pitanza, Rufino da Costa Pinto, tenentecoro-
nel Sebasliao Jos R. Pyrrho, Dr. Sabino Olegario
L. do Pinho, Dr. Tiburtino R. Nogueira, Dr. Vicen-
te Pereira do Reg, redaceao da Opiuiao Nacional.
11
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPRZZA DRAMTICA
DE
Terca-feira 4 de maio de 1869.
GRANDE NOVIDADE
Beneficio do artista
TIIOM4Z UttPIUCA.
Representa-se o drama de grande aparato em
5 actos, quo tanto agradou, denominado
Christovo Colonibo.
No intervallo do 2o ao 3" acto a orchestra to-
car urna composicao do Sr. Marcelino, dedicada
ao beneficiado.
t professor e regente da orchestra o Sr. Coe-
Iho Barbosa far executar pela mesma a nova
composicao sua, denominada
Ari-i final do lbum harmnico
Scgue-sc pela Sra. Apolonia (em carcter de
vivandeira) a cansoneta
Ri-qui-qui
a qual tem sido cantada no Rio de Janeiro por
Mine, Bisetti.
Terminar com a comedia em um acto
O recrutamento!!!
t Martinho far a parte do sargento Ferrabraz.
Comecar as 8 horas.
OALCACAR
Ra nova de Santa Rita nu-
mero 1.
Quarta-feira, 5 do corrente, haver baile pu-
blico com grande concorrencia de cavalheiros dis-
tinctos ; c na quinla-feira 6 haver recreio do
cafe commercial das 3 as 6 1/2 horas da tarde.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA WSRNAMIiUCANA
l>B
Vavegaco eostelra por vapor.
Macei em direitura e Penedo.
O vapor Jaguaribe, commandantc Moura, segui-
r para os portos cima no dia 8 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe carga at o dia 7
as 3 horas, encommendas, passageiros c dinheiro
a frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida
DO esniptorio do Porte do Matos n 12.
Lisboa
Segu com brevidade a barca portugueza Perei-
ra liorges por ter parte da sua carga prompta :
para o restante e passageiros, trata se com Olivei-
ra, Filhos & C, largo do Corpo Santo n. 19.
COMPAffHIA ltKASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 7 de maio o vapor
Tocaiitintf coiitmandante J. M.
Ferreira Franco, o qual depois
da demora do costume seguir
para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de suachegada. Encommen-
das e dinheiro a fretc at o dia da sua saluda as 2
horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jectosde pequeo valor equenoexeedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medirn
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gcjis s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegacao co$telra por vapor.
Fernando de Noronlia.
O vapor Giqui, commandante Azevedo, seguir
para o porto cima no dia 10 de maio, ao meio dia.
Recebe carga at o dia 8 s 3 horas da tarde, en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at s
lOkhoras do dia da sabida, no escriptorio do Forte
doTdattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
DE
Xavega^ao eostelra por vapor.
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
"caty, Cear, Acarac c Granja.
O vapor Pirapama, commandante
Torres, seguir para os portos cima
no dia 13 do corrente as 5 horas
da tarde. Recebe carga at o dia 14, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.______________________
ARACm
Segu comjbrevidade o palhabote Sobi'alense,
ainda resabe alguma carga : a tratar com S
Le tan Irmos, ra da Madre de Dos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco eostelra por vapor.
Goianna.
O vapor Parahyba, commandan-
te Mello, seguir para o porto ci-
ma no dia 6 do corrente as 9 horas
da noite. Recebe carga, encommendas, passagei-
l''.~ <1 lili IV. I 'I ,. 1. s*v
Mattos n. 12.
PARA LISBOA
O patacho portuguez Maria barbara, capitao
Francisco dos Santos Cunha, pretende seguir para
o in.iicado porto com a maior brevidade possivel;
recebe carga e passageiros : a tratar com os con-
signatarios Marques, Barros & C, no largo do
Corpo Santo n. 6, 2o andar, ou com o capitao no
pavimento terreo.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir para o dito porto, o mais breve
que for possivel, o brigue brasileiro Santo Amaro:
quem quizer carregar ou dar esrravos a frete,
queira dirigir-se Marques, Barros & C, no lar-
go do Corpo Santo n. 6, r andar.
PORTO

COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco eostelra por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, commandante Penna, seguir
para o porto cima no dia 12 do corrente as 6
hars da tarde. Recebe carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 3 horas da tarde
do dia da sahida, no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
102:104*230
O inspector interino da alfandega taz publico
que do Io de julho prximo vindouro em diante
deverao as notas para os despachos dos gneros
nacionaes expressar a unidade decimal do syste-
ma mtrico, de conformidade com a declaracao se-
manal.
E para que chegue ao conhecimento dos intc-
ressados, se publica o presente.
Alfandega de Pernamboco Io de maio de 1869.
O inspector interino,
L. de C. Paes de Andrade.
Pela secretaria de polica se faz publico para
conhecimento de quem interessar possa, que por
suspeitode ser escravo fgido, fo preso pelo sub-
delegado do Poco, e se acha recolhido casa de
detencao, o preto de nome Isaias, que recusa de-
clarar o nome do senhor : quem, pois, se julgar
com direito ao mesmo escravo, deve requerer a
sua entrega nesta repartieao, mediante a exhibi
de ttulos comprobatorios de seu dominio legal
Secretaria de polica de Pernambuco Io de mio
de 1869.
O secretario,
Eduardo de Barros Falcao de Laeeida
3:063*031
A cmara municipal desta cidace,
tendo de proceder no dia i de maio pio-
ximo vindouro, a apuracSo jjeral de votos
No da 7 do corrento depois da audiencia do
Illm. S. Dr. juiz de orphos vaoa pra^a as rendas
das casas da ra do Pilar n. 116, 114 e 112 e ra
do Guararapes n. 63 cuja arrematacao ser feita
pelo espaco de dois annos e pelo valor seguinte:
primeira 4805000 annuaes, segunda 276*000, ter-
ceira 300*000 e (marta 1443000, valor muito me-
nos do que actualmente rendem.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas 118
dem idem com gneros 564
Volumes 3ahidos com fazendas
-----682
187
CONSULADO PROVINCIAL
Relagao das cartas registradas existentes na
administradlo do correio desta cidade,
para os seguintes senhores abaixo decla-
clarados.
D. Anna Joaquina do Nasciinento, Antonio Jos
de Oliveira Miranda, Dr. Antonio Jos Rodrigues
dos Cotias, Antonio Moreira Porto, Dr. Hernardo
Pereira do Carmo, desembargador Rernardo Ma-
chado Cavalcanti Doria, Carlos Augusto Ribeiro,
Cosme Jos dos Santos Callado, Dr.Larolino Fran-
cisco de Lima Santos, Dr. Carlos Justiniano Rodri-
gues (2), Dr. Cassemiro B. Godinho de Assis, Do-
mingos Nunes Ferreira, Dr. Ernesto F. da Silva
Tavares (3), Francisco C. da Buaviagem, Francisco
Monteim de Assis Pessoa, major Francisco Martins
Raposo, Francisco dos Santos Lomba, Dr. Ignacio
Jo'iquim de Souza Leo, juiz municipal da 1' vara,
juiz municipal e orpbaos, Dr. Joaquim Jos de
Campos C. Medeiros Albuquerque, Dr. Joaquim
Pires Carheiro Monteiro, Joao Alves Mendes da
COMPAA BRAS1LERA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 11 do corrente o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
sua sahida.
Nao so recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor c que nao excedam a_ 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo.qne passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
Para o indicado porto pretende sahir em pon
eos dias a veleira e bem conhccWa barca SociaP
capitao Rocha, por ter a maior parte do sea car-
regamento prompto, e para o resto que lhe falta
e passageiros, para os quaes tem bons commodos
trata-se com o consignatorio Joaquim Jos Gon-
calves Beltro, ra do Trapiche n. 17.
Rio de Janeiro
Segu com brevidado para o porto cima o bri -
gue nacional JmM, por ter parte do seu carga-
mento engajado para o resto que lhe falta, tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oli
veira Azevedo & C, ra da Cruz u. 57, primeiro
andar.
LEILOES.
LEILO
DE
I ni sitio na Torre em solo pro-
prio.
O agente Pontnal competentemente autorisado
por diversos, vender em leilo o sitio da Torre,
eom casado tijolo e cal o qual est situado de-
froute da ponte de Sant'Anna e offerece todas as
commodidades a urna familia regular, tendo o
sitio de frente 200 palmos e 300 de fundo mais
ou menos e muitas arvores fructferas.
ii4p.ii:.
No Io andar do sobrado n. 62, ra da Cruz,
as 11 horas.
Os Srs. pretendentes podero examinar o sitio
notando-se que no lugar do sitio at agora nao
chegou cheia alguma.
LEILAO
De mu sobrado de 9 andares e
soto sito a ra da Nenzala
\ova n. a em solo foreiro.
O agente Pontual competentemente autorisado
vender em leilao o sobrado cima.
iio.ii:
No Io andar do sobrado n. 62, rua da Cruzas
11 horas, onde tambem haver leilao de predios.
Os Srs. pretendentes podero examinar o dito
predio.
para dous senadores por esta provincia,
Rendimento do dia 1 ."."'. 5:381*7991 que teem de prehencher as vagas pelo falle-1 Silva, Joao Antonio de Mello, Dr. Jos Domingues
'M1'm cimento dos Exmfh conse.heiros Antoio j^ff^n^toAc2^rSfS
11:269*002 CoelllO de Sa e Albuquerque, e FrancUCO re1) Jos Moreira da Silva, Jos Manoel dos San-
de Paula Almeida e Albuquerque, comida | ios, D. Marianna Ribeiro da Lapa, Maunilio Puntes
Para o Porto
Seguir com a maior brevidade possivel a mui
condecida e veleira barca portugueza Segu-anca
por j ter a maior parte, de seu carregamento en-
gajado ; para o resto e passageiros,, aos os quaes
offerece ricos e excellentes commodos, trata-se
com Cunha Irmos & C, ra da Madre de Dos
n. 34, ou com o capitao a bordo.
Para o Porto
pretende seguir com a maior brevidade possivel a
mui conhecida e veleira barca portugueza Clau-
dina por j ter a maior parte do seu carregamen-
to engajado ; para o resto e passageiros, para os
quaes offerece ricos e excellentes commodos, tra-
ta-se com Cunha, Irmos 4 C, ra da Madre de
Dos n. 34, ou com o capitao a bordo.
liHlliAO
da armaqao, gneros, utenci-
lios e dividas, da taberna da
ra do Rosario da Boa-vista
n.43.
O agente Martins far leilao por autorisacao
dos credores de Manoel Jos Pinto Martins, e para
pagamento dos mesmos da armacao, gneros, uten-
citios e dividas da taberna cima, muito afregue-
zada e bem localisada, garantindo-se a casa a
quem comprar o estabelecimento.
Terija-feira 4 de maio
s 11 horas do da, na mesma taberna. O bataneo
da casa pode ser examinado em mo do agente,
ra do Imperador n. 16.
PP5H5H5H5EEH5H55Z5HSH5H5E 5E5H 5E5a5a5a5HHE5a5aSH5a5H5a5a5a^
RA
<
IDO
CABM
esquina
da ra larga do
Rosario.
ANNEL DE OURO
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por presos que neniuma outra casa pode vender.
visto da qualidade do pre$o das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de le. Compra-se ouro, prata pedras finas por prepos muito ele-
vados.
A loja est atera at s 9 horas da noute. *
RA
EO
CABUG
esquina
da ra larga do
Rosario. nj
o
yiutiimw
I-i
_


Diario de Feruamb'co Tej$a eira 4 de Maio de 1869.
=
\
LEILAO
ein
DE
Urna casa terrea a ra Imperial n. *.
daos proprios, com 2 salas, i quartos, costntia
fra e quintal murado. timhein em
Ama dita na mesma ra n. i4- '"'," T
chaos proprios, com os mesmos commodos da do
cima, tendo o quinUlmaior.
Urna dita na ra da (.lona n. 4, era cnaos
proprios, com i salas e quartos, cosmha fora c
quintal murado, travejada para solea.
Corrielro lines
far leilao das casas cima doscriptas as quacs
podem ser examinadas por quem pretender, tendo
lugar o leilo no dia
as 11 horas em ponto porta do predio, que foi a
Assocjaijld r.ommercial largo do Gorpo Santo.
COMPAMA PEMAMBCAKA
de mobilias, louqas e crystaes,
a 4 de maio.
Por ordem do Sr. F. B. Bloxban, o agente Ol-
vira tora leilao dos apreciaveis e muito superio-
res anigos da casa de sua residencia no campo.
consistindo as mais perfeitas, bellas e uteis mo-
llinas de salas, -alnas e de (partos, sala como
de crystaes e ootwo objectos fra docommnm
pela superioridado e bnm jeito roma diiUcilmene
sao encontrados B n casas de familia* de deivutc
traumento, c que na) sao indicados p brevida-
de, sendo-o sement tpeles magnficos c epeiras,
qu'adros e gravaras hndissimo*,eofeitos, candiej-
ros e fasticii-s. mu magnifico como lindo e sonoro
piano de Jacaranda do afamado fabricante Bro.nl-
wood, um bilhar tamba* novo e perfeHe com os
pertences, machina para eng mimar, cama -de ferro
para casal com eolxao de molas e e-i tinados, ou-
ira para soltelro com perfcnefes, toifleles superio-
res, lava?; i i;.-, commodas, guarda-vestidos eguar-
da-roupa<. eatantAS para livros, magnifica mesa
el i-tica para jantar, apardseos, a,ipaivl!ios de
loucas e porcelanas para mesa. sobRHMSft, cli
c caf, um ptimo cabriole! com Mb ravallo e
arroias awvos, noca de leite, ateacioa de cuiinha
e mais artigas indispensaveis :
ihmi:
as 9 para 10 lluras da manilla, na casa e sitio do
Sr. Amorim, ra de Jo.io Femandes Vieira n.
:V, prximo igreja da Soledade.____________
LEILIO ~
e livros, objectos de uro.
pi'ttia e movis.
O agente Mariins far leilao por mandado do
lllm. Sr.Dr. juiz municipal da segunda vara e a
requerimoiito de Joaquim Antonio deFariaBarbosa
inventarame dos beas deixauos pelo tinado [jone-
ral Jos Ignacio de Abreu o Lima.de inipoi I
livros, objectos de ouro, pi ala o movis perten-
eentes ao dito finado.
Qunrta-feira 8 d i frrente.
No 1 andar do sobrado n___ entrada pela
praea de Pedro II. as 11 horas do dia. ______
t O ISIX1IO HE IRECO
Os Senhores,Saunders Brothers & C,, Tasso
Irmos, Luiz Antonio de Siqueira.
.ltiv* i:
O SR. F. F. BORGFS
Restando ainda emittir algumas accoes d'esta companliia, da quantia nominal de
OO.5000 cada urna, das quaes s seaceitam em virtude da le, O/ ou jOflUOO por
cada accao; convida-se pelo presente ao publico em geral e especialmente aos brs.
capitalistas e interessados no commercio, que queiram dar emprego seguro aos seus
capitaes, disponiveis, a subgerever o numero de accoes que lites approuvcr.
- Algumas destas atcoes j tem sido tomadas por pessoas que conhecema vantagem,
de na presente occasiao (conhecidamente a melhor), empregarem o (bnheiro de que
poderem dispr em objectos de valor real, como vapores, predios etc., que mes garan-
tan! seus capitaes. .
A companhia posstie hoje 10 vapores, 6 inteiramente hovos, e destes o ultimo esta
a chegar de Inglaterra, onde foi construido expressamenle para ella.
Alm disso est edificando vastos armazens, no terreno que possue no largo- d As-
sembla.
Seus dividendos tem sido de 10 e/0 ao anuo, nos ltimos i annos. _
As accoes que se emiltirem gozan dos mesmos direitos, e percebero o benelicio
dos mesmos dividendos que os antigos em proporcao da entrada. _
Rccebem-se assignaturas no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes da
Assembla n. 18
u 1 -* sjkn
Da armacao efazendas da leja do caes 22
de Novembro n. ti.
Sxla la-ft'irn 7 de wuo at 11 kft.
O agente Pinto far leilao a requeriniento
Elendoro Acacio do llego Bangel, por despacho
do Ufin. Sr. Dr. juiz especial do mniniercio c por
onta e risco de quem peitencer da armacao e
l'azcndas da loj'a do caos ii de 'Novembro n. 12,
as quaes blendas se acham arruinadas em con-
sequencia do Incendio t mesma loja no dia 20
de leverciro pas-ado, o leilao ser electuado as
11 horas do dia cima dito na referida loja.
LEILIO
c miitrn.
?
tijera i. Illl'vr
(tic.
A SABER :
Um piano forte e novoj ama mobilia dejacaran-
dacom tamposde pedra. espeTh, 2 serpentinas
e 1 candelabro de electro-piale, jarros, vasos pa-
ra flores, figuras e onP'ifes de mesa, tapetes, es-
earradeiras caudieiros a gaz, um rico tocador
de jacaraadci n espelho, u.u toilet. urna estante
para livros, diversos livros, 2 guardas roanas, 1
utiarda vestido, 1 mesa de cama, cabides, 2 ca-
mas de ferro para meninos, 1 brco, 1 sof, 12
eadeiras, 2 coiwdos do aniarello, 1 mesa elstica,
1 guarda lotiea. 2 bous apparadores de armarios,
mesa i, eadeiras, 1 machina de costara, 1 aupare-
Iho de electro-plate, 1 dito de louca para cha, 1
dito de porcelana para janlar, copos clices, gar-
rafas, compitenas, pjrta queijos, salvas, bandei-
jas, port licor, facas, colheres, trem de cosinha e
outros objectos de casa de familia, algans adere-
eos de ouro de lei e pulseiras.
Seaunda-feira 10 de maio.
Socorredor do Rispo 11 41.
O agente Pinto autorisado por urna familia que
vai a Europa levar a leilao os movis e mais ob-
jectos cima mencionados e existentes na casa da
ra do Confltior dt> Hispo n. il. Os concurrentes
encontrarlo na praca de Corpo Santo um mni-
bus para transporte dos rnesmot ao leilao que
dever partir as 10 horas em jionto.
O leilao principiar as 10 1|2 horas.
AVISOS DIVERSOS.
Prccisa-se de um feitor para um pe^neno
sitio : a '.ratar com Antonio Jos Rodrigues de
s juza, na ra do Crespo 11. l'i, ou em seu sitio no
Mouteiro.
Frecisa-se de urna ama para o trrica in-
terno e externo do urna casa e mu pequea
lamilia, dando-se preferencia a serava ; a rna do
Mondego n. 9!l. ______ j______
Prortsa-se fallar ao Sr. Domingos (kmeatves
Murca a negwio de seu uteresso : no escriptorio
de Joaquhn Gerarflb de Bastos, ra do Vigario n.
1C, 1 andar
Convite
A mes;1, regedora da irmandade da Senhora
SaafJlmia, da Madre de Detis, manda eelebrar
missas por alma do fallecido Manoel Joao de Amo-
rim, c convida aos parentes e amigos do mesmo
para assistirein-nas na respectiva igreja, quarta-
feii'j % do correte, s 7 luirs do dia.........
Oirereee-se
um homem portugnei para feiler de afanho :-|
quem pre ender dirija-se em carta fechada para a'
cstar3 ; villa do Catn.
Ama
Na ra Estroita do Rosario n. 32, 2o andar, pre.'
*isa-se de ama ama.
ATTENCIO
Ainda est por vender-se ditas meias-aguas,
.;baoe proprios, em Santo Amaro na travessa do
Lima por detraz da fundieo, por l'M cada urna:
quera pretender,
leao, p<
dirija-se all
DO
BRASIL E PORTUGAL
Situado em um dos bairros mais centraes de Paris, sendo as humediacSes do*
princtpaes tbeatros e outros amitos divertiraentos, e assim das estafes dos caminhos dt
ferro para todos os pontos da Europa, acabado de ser inteiramente renovado, nSo &t
tendo poupado o seu novo proprietario a desperas para seu completo etnb Ilesamente e
acek), torna-se portanto vanidosamente recomraendavel aos sephores brasileiros e por-
tuguezes, a onde encontraro sempre aquella convivencia desojada em paiz, estranho.
por ser constantemente frequentado por seus compatriotas. O tratamento superior a
todo o elogio, mesa redonda, ou a carta, ou servida nos apozentos; feabitaooes conve-
nientemente despostas para familias, e quartos .para urna s pessoa, o servido t feito
com a precisa regularidade: os procos muito rasoaveis e ao alcance tambem d'aquellaf
pessoas que se queiram limitar.
Gabinete de leitura com os princpaes jornaesdos dous paizes, salao de recepeoe
de msica, etc. etc. Todas estas vantagens podem ser applicadas igualmente aos senho-
res passageiros das repblicas do Prata, porque alm da semelhanca da lingua, ali en-
contraro amitos senhores hespanhoes, por quem tambem esta casa bastante fre-
cuentada.___________________
CASA DA FORTUNA
Aos 4:0001
Bilhetes garantidos.
a ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado tendo vendido nos seas mui-
to feltzes bilhetes garantidos 1 meio n. 18i com
a sorte de 4:000*, i inteiro n. 3793 com a sorte
de 202, e outras muitas sortes de 1004, 40 c
205 da lotera que se aeabou de extrahir em be-
neficio da igreja de S. Joao de Abreu de Una
(103a), convida aos possuidores a virem receber
seus respectivos premic sen os descontos das
leis na casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acliam-se a venda os da 2' parte da lotera a
beneficio da matriz da Bseada (101), que se ex-
trahir imarta-feira o de maio do correnle anuo.
Procos.
Bilhctc.....4 000
Meio.....2*000
Quarto.....1*000
Em porcae de 100* para cima.
Bilnete.....3*300
Meio......1*730
Quarto..... 875
Manoel Martms Pinza.
BARTHOLOMEU a C.
na taberna de Afl-J
i pi
onio do Rejo, confronte do desembarque
. Medico
O Dr. Adrio Lull Perelra da Silva,
medico pela faculdade do Rio de Janeiro,
a'onde acaba de chegar, tem seu consul-
torio ra do livramento n. 2i. primei-
ro andar, onde pode ser procurado das 9
horas da manhaa as l da tarde, e em
qnalquer nutra occasiao, em sua residen-
cia, junto estaci'j da Casr-Fori".
No Corredor do Blspo 11. 23, preeisa-se de
urna ama, forra para o sei vi;o iirterno de urna ca-
sa de familia a que saiba engommar._________
= O te tob pean >r a quaatia de 200* a 400*
por urna negrinha ou mesmo por urna negra, io-
mente para andar cora urna criaaea de om afino ;
a tratar na ra do Padre Floriano n. 71, segundo
andar. '
DOENCAS das CRIANCA
XAROPB de RBANO 10 DADO
DE GP.IMAULT PlPHARMACEUTIC vi PARS J
Este medicamento goxa em Paria e no mundo mteire de urna (ama tastMnuai* nvirecida, per
ichar-sf intimamente combinado nelle o iodo com o eco das plantas annieoriMIku, tmjaafncaeia
bem cenfaecida e as quaes j natura! mente existe o iodo. E' com ste motivo que ella suppre
eem vantapem o Oleo de figados de Bacalho, que deve, secundo os homeni seientilicoa, a sua
efficacia a presenca do iodo. B' preciosa no tratamento das crianeas para combater o lynphatismo,
as ebstruccees das glndulas do pescoco, e aa diversas erupcoes do resto, lio freijeeatea na i
enancas de poaca idade. Tnico e depurativo ao aessio tempe. eU eseHa e apeetite, facilita a j
digettlo, restitae aos teeidos a sua firmeza e vigor naturaos. E* eada dia retsitada peles madiees
especialista para eombater as diversas aftecceesaa pelle.
Deposito em Ptrnunbuca, em casa de Wmmtm *f.
otTerece-se una ama para engommar c
cosinhar, para casa de homem solteiro quem
precisar dirtja-se beceo do Pocinho n. 24.
Trcam-se
is notas do banco do Brasil e das caixas filiaes,
rn descont muito razoavcl
tendencia n. 22.
PARA USO INTERNO
P REPAHA DOS SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. i#000
Vinho de jurubeba garrafa. 16600
Pilulas de jurubeba vidro. 4600
- Tintura de jurubeba vidro. 04(
Extracto hydracoolico de jurubeba. 120500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 25000
Xarope de |urubeba ferruginoso garrafa. l^OOO
Ptalas de jurubeba ferruginosa vidro. 20000
Oleo de jurubeba vrdros. 640
Pomada de jurubeba pote 640|
Emplastro de jurubeba libra. 20500
PARA USO EXTERNO !
fA JIRCBEISA.
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso torneo, como um excel-
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e ba?o, as
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as nlammac5cs
subsequentes as febres intennitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
na praca da inde-! pecialmente do tero e abdomen, nos tumores giandulosos, na anazarcha, as hodrope-
______________! zias, erysipellas ; e assoada ss preparacoes ferruginosas, ainda de grande vautagem
de tima criada que saiba, as anemias, cliloroses, faltas de rnensruafo, leucorrheias, desarranjos atoeos do
Prccisa-se
(isinhar e comprar, ra das Ctuz n. 91estomago, debilidade orgnica epobreza de sangue, etc.
andar.
I Precisarse de urna ama que saiba coznlkar e
engommar : na rna da Boda n. 48, Io andar.
FfiisTIMO SOBRE
O que dizemos affiraiaj^ os mais distinclos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illmsi'Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pproira da Harmn Pirmn Yavior Silva p.tc Trulnfi p.llfts rp.cjuih 1
(SEM LIMITE.)
Iravcssa da na
Cruzcs n, 2, pri-
uieiro andar, da-sc qiial-
quer quantia sobre ouro,
prata c (Hidras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo ^
governo, est as condi^ocs de ga-
rantir a transaeco que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo j
e consideraco s pessoas que se jg]
dignarcm de honra-lo em seu esta- B
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro, S
prata e briliantes.
m
Pereira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhaiio a excellencia d'este
poderoso medicamento sobre osdemais at hoje conhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'clle applicaco,
' Apresentando aos mdicos e ao publico cm gerai diversos preparados da juru-
J| beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desappswMr a
^; repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos delle, e
[|ms das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem do nio
J ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improicuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bemeonbecer aspro-
priedades medicamentosas d'esta plant* em suas raizes, folhas, fructas ou bagas, e a
dose conveniente a applicaco, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados
, ao rnaior grao de perfeico possivel, para o que uo poupamos esforos, r.^o nosim-
J; portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
j! certeza de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar, a prompla e infalli-
}|aveleura de qualquer dos sorimentos, que dentamos innumerados, se fore em tempo
ipplieados, tendo alm d'sso, medico eu doente a vantagem deescolher as nos?as v*-
ffi riadas preparacoes, aquella quemelborlhe pode convir.j pela fcil applicaro, ejpela
^ complicacao das molestias, idade, sexo, ou aindf nalureza de cada'individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feilas de forma que se tornan comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que
como tacs esto hoje recouhecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicagao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um foiheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos
mesmos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
34Ra larga do Rosario34.
ttenf? 0FFICIMPA1UCONCERTEAFIMCO
n aliona estrada do Itosarinlio com .^.-..t 0
,...,!.......,....... .,!,.;-.........^-.... Oh
Alugr.-se um sitio na estrada do Itosarinho com
boa casi de vivenda, accouimodac;oes para escla-
vos, coclieira, estribara, duas cacimbas, tanque,
duas bai.\as para capini : quem o preteader alu-
gar dirija-se a praca da Boa-Vista botica n. 6.
O conselheiro Joo Silveira de Sou-
za, tem aberto o seu escriptorio de
advogado, na ra do Imperador n.
M primeiro andar ; entrada pelo
Deposito de pianos e de msicas

b-'-OiJ.

\MA
Precisa-se de uina ama para servico de
familia na ra das Larangeiras n. 2.
pouca
-Naruada Cadeia do Rooife n 50 precisase de
urna Ama para cosinhar para duas pessoas.
PRTUGIEZA
No coHegio da Gonceico precisa-se de
urna criada portugueza; paga-se bem.
Trilhos Urbanos de
Olinda.
Os abaixos assignados, membros da di-
rectora da assembla dos subscripto-
res para a companhia dos trilhos urbanos
desta cidade do Recife a de Olinda com
ranal para o Reberibe, convidan] a todos
os Srs subscriptores, para que no praso
de 15 dias (a contar-se do 1* de maio pr-
ximo futuro) facam effectiva a entrada de
5 por |0 robre o numero d'accoes que ti-
verem subscripto : aquelles que dentro
do termo dos 15 dias marcados nao tiverem
repisado a entrada de dita prestarn, a que
esto sugeitos segundo os estatutos da
conpanhia, reputar-se-ha te.r feito renuncia
taota dos direitos que tinham sobre as
coes subscriptas.
i importancia dos referidos o por [
sen paga ao thesoureiro da directora,
casan. 35 da ra das Cruzes, Io andar, de
quen receber3o o competente conheci-
I.liRUA FORMO* V V. 14
BOA-VISTA

Frederico Maia
Cirsrglo lentsta pela escala
de luedicina
lo Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital e seus suburbios, que tem aberto o
seu gabinete de consultas e operaeoes dentarias a
ra Direita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da mantea as
da tarde. Elle aclia-so competentemente habili-
tado para com perfeico collocar dentes artificiaes
por qualquer dos systemas, e bem assim desempe-
nhar qualquer outro trabalho concernente sua
profissao. O mesmo, reconhecendo que nem sem-
pre possivel s senhoras ou enancas sahirem a
procurar o remedio, olerecc-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem que ssoinO.ua cousa
alguma na commodidade dos precos de seus traba-
mos, equando para fra della assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo elle a
segurancae perfeico de seus ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
lentens dentifricio, elixir c outros medicamen-
tos odentaJgieos : rna Direita n. 12, primeiro
andar._____________________________
SEGUROS
MARTIMOS
E
COVrR.tFOCO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
esta praca; toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercaderas e mobilias: a
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Ama
Preeisa-sodeuraa ama forra ou escrava par
"inprar e cozinhar para urna casa de pouca la-
milla : na rna das Cruzes. n. 28,1" andar prele-
re-se escrava e paga-se bem agradando.
Ainda restam algumas collec;oes de
ment, devendo para dito fim ser o i Biographias de algans poetas, e outros ho-

ilIOli
OPPRESSlO
CGARBOS NDIANOS ,-,
D0CANBABI8 INWCAJ
....
iDFFecigl*
iietonli
Todos os mc'ios al hoje preeonisados contra a astbma nio tem sido mais to qne palliatiTM
debaixo de todas as f( rmas, tendo por base a belladona, o estramonio eu opio. Mecatea expe- j
riendas feitasem Allemanha, repetidas em Franca e na InfMerra, tem prvido tpeo cnamo j
indio de Bengala nossae as mais notaveis poopriedades pai% XnAmigtm mmt snse|fo,j
assim como a tosle nervesa, a insomnia, a tveiea larjrnsjaa, a mdmdlo, extinc^o aa vos,
w nerolaias Imms. E* poia com o apoio da seiencu ^o/fereeemos estes cigarro, prepara-
dos tmomntoie cnamo das India^que nos impoWaa** de Bombaim.
- Deposito n Ptrnmmbueo, txamu.ee
naesno tliesoureiro procurado das 10 horas
da mmliia as 3 da Urde. A importancia
assim recebida pelo thesoureiro ser no
fim de cada semana recolliida ao banco En-
glishik of Rio'de Janeiro, limited, reee-
bende thesoureiro o competente titulo do
recoltairiipnto.
Recife 27 de abril de I8G9.
Jos Joaquim Antunes
Presidente,
tuis Lopes CastelloBranco
9ecretario.
Amaro J. F d'Albuque.
ThesouMro. J
0^,^1^?e'U'nam*Para c^mhayenre^a
iepouea familia : na roa das Trtnchekras ou-
mens Ilustres >da protvincia de Pernambnco,
tres tomos escrptos pelo commendador A.
J. de Mello: ra Augusta n. 94.
A queni precisar, vendeoxc bichas ambur-
guezas superiores, em grandes e pequeas por-
coe?, e tambem se alugam : na ra do Imperador
n. 2. -
CURDO
Precisa-s.; de um criado qara o senco" do ca/^
couimercii : *4ratar no mesmo c**, lag*
Corpo Santo n. 9.
Cavailo irtado
jNapoitedod'.aacde abril para o 1 n,
MMnrde engenl Honjopc, perto lo Iga*asU
m efvam) ruco multo grande e gordo, conVido3
-gtonome de Campia : a pessoa- que o appie-
sfcfcr e levar ao dito engento-ou i casa do tX
loseoso, a ra da Gloria, ser gratificada : assim
como se roga as autoridades policiaca para que
npreguem seus esforcos afim do conseguir* a
mprjbensao d acamo oaiallo, remtlendo-o a um
kw garaa ^mtoodos, onde serio satWitas as
jospeas que honverem feito.
na amril^..
PlOlSMUyHUlA,
De orrtom tm-Mis. o faz puWieo, que o
thesoureiro eleit, o Sr. Jos Braz da SiWa, esla
antorisao pafa ratear a cota marcad para to-
dos os socios que quizerem continuar na mesma
socioHa at Ha 9 do Brrente, te un ioHWsnte ^ne proror Mar quites at o ul-
4imo djs abril io eoirente anuo, e todo aquaJIo que
o nio fiser diaar d; parteneer dita sociedarte,
exceptos os que estiverem ausentes, devendo todos
comparecerem no domingo 9, as 10 horas da na-
nhaa, na raa do Trapiche n- 20, Io andar.
Secretaria da sociedaoc Uniao Beneficenle lla-
ntina 3 de maio de 18t>9.
O Io secreurio,
prteisa.se de una
Iprefere-se escrava : na roa
ia cozJbar bem
Fundipo da Aurora.
Neste vasto estabehicimento sempre se enconlri
um completo sortimento de taixas de ferro batido
e fundido, fabricadas reccntemenie, e se fabrican
de qualquer molde a vontade dos compradores, e
recos razpoaveis.
Era casa de THEODORO CIR1STI-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-se
effectivamente todas as qualidades de vinbo
Bordeaux, Rourgogne e do Rheno.
WdIaeiro
Zeferino d'Almeida Pinto, advgado no
Rio de Janeiro e com escriptorio de agen-
cia na ra dos Pescadores numero 68, en-
carrega-se de todos e quaesquer negocios
judiciaes e administrativos, mediante hono-
rarios e commisses rasoaveis e mode-
radas.
As pessoas que de seus servicos se qui-
zerem utilisar, podero dirigir-se pessoal-
mente^u por caita ao escriptorio cima ou
a casa de sua residencia, Cllete n. 172,
acompanhados de todos os documentos
precisos e com indicacao da pessoa com
quem se possa tratar.
Para mais infermaces dirgam-se a bo-
tica da ra larga do Rosario n. 10, nesta
cidade.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobTe o Ban-
co do Minho, era Braga, e sobre os seguid-
les logares era Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimarfes.
Goirobra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde. *
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
PQnte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalicao.
Lamcgo.
Lagos.
Cvilha.
Vassal (Valpassos). i
MirandeJJa.
Beje.
Rarccllos.
Padeiro
Pfecisa-se de um mostr padeiro
Ihar em Peoedo : a tralar ua raa
mero 13.
ra
AVISO.
De novo se previneon" ninguera faca ncjMo
algum eom qnalquer Oerdeiro do coronel Pnsjor
co Santiago Ra^os, senhor do engonho Ti>in.
acerca dopreto crioulo de n/unf,|flfrlft wum
_ T (afquer eocravo ^ f '
Precisa-sode urna eterm ou torra ptK^do que tanto eato-eomo todos os ntaiB eoao QJROMbe-
da Rodal dos Manoel Alves Ferreira e periwrados pw
S
servco Se casa de ponca lamilla : na ra
n. 34 se dir quem juer.
'caaos i 1
' excu(o do mesmo.


1
Diario de Peinambuco Terqa feira 4 de Maio de 1869.
ESMERALDA
s
*5
s
95
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelcimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabrido ao res-
peitavel publica, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem viudo a esta
praca, e por precos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciossas.
ft 5 RA DO CABtG N S.
Ri^F POPULAR
DA
FABRICA NACIONAL PA BAHA
i DE
TE1XEIM FIIEDEUICO & C.
Acalia de chegar a este mercado un porfo
teste opnmoraaf, uuico que pode suppnr a falta
Jo princesa do Lisboa por sor de agiadavcl perm-
rae. E1 fabricado pelo systema do Area i'reta,
porm tem sobre esre a vantagem do ser viajado,
0 que para este artigo urna espeeiilidade. i>as
Bracas da Baha, do Rio de Janeiro o entras do
imperio tora o Rap Popular sido asas accollndo,
e provavelmcnte aqu tambem o ser, logo" qje
soja conheeido e apreciado. Acha-se venda
por prec,o commodo, o para quera comprar de su
libras para cima, far-sc-ha um descont de 5 /w,
e de 500 libras para cima o de 8 0/0 : no escrin-
lorio do Joaqun Jos Goncalves Bcltrao, ra do
Commercio n. 17.________________________,
* Precisa-se de urna ama para casa de hornera
solteiro : na ra da i'raia n. tz. ______
Methodo Castilho
Manoel Jos de Faria Simes, profesor
particular de instruccao elementar pelo
rnetbodo caslilho, scientilica aos pas de
seus alumnos e ao repeitavel publico, que
raudou a sua aula da freguez'u de S. An-
tonio para a de S Frei Pedro Goncalves, ra
da Guia n. 31 2o andar, cuja aula estar
aberta no dia segunda-feira 3 do correte
Km dila aula recebe-sc meninos externos e
iuternos por prego razoavel.
Osabaixo asignados scieutilicam ai respei-
tavel corpo do commercio, c a quera mais inle-
if, que flzcram sociedado no eslabelecmento
do fazendas sito ra do Queimado n. 23, a cor.-
tardo 1 dejaneiro do comnte auno, sendo a fir-
ma social Fornandcs & Bastos, o c.orapctindo a
ara'bos o uso da lirma. Recite 30 do abril de 1869.
JoioBlptMta Femantes1.
Francisco Pereira da tiesta Pastos.
~Atten Guilhertrano Rodrigues do Monte Lima faz sei-
ente aos oficiaes de todos os torpes, que acaba do
receber um completo sortimento de espadas, ban-
das, talins, talabartes c charlateiras, e mais per-
tences. Assiin como receben tambera chapeos de
oleado para criados, de copa alta e baixa, cora
cordao do ouro ou prato, c vende mais barato do
que en outra qnMquer parte : na praca da In-
dependencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes
yuem precisar de ura hornera pira caixeiro
de engenlio, do que tem pralica, c mais traqueijo,
dirija-se a ra Imperial n. 235, das 6 as 9 oras
da manhaa para tratar.____________________
liscravo.
Precisa-so alugar um cscravo das
manhaa as a da tardo : na ra da
[- andar.
8 horas da
Cruz n. i 6,
, LESSA & C.
ii-Rii mk i-u.
0 respcitavel publico encontrar nesta ofcina habis mestres e bera conhecidos
na arte, affianrando-se o melhor. desempenho conforme o gosto e vontade do freguez,
assim como a maior pontualidade na entrega das obras ; recebemos de Paris, por todos
os vapores, os mais modernos figulinos para nao haver nada a tosejar; bem como
varias encommendas de casimiras modernas e outros artigos proprios para homens;
temos grande deposito de roupas ftjitas de toda a qualidade, como sejam: camisas
francezas, inglezas, chapeos de sol de seda trancada, o que ha de melhor, grande
sortimento de raeias, colarinhos, punhos e graode novidade era grvalas modernas, e
finalmente completo sortimento de fazendas finas e roupas feitas, sendo os presos os
mais baratos possiveis.
FABRICA DE PIANOS
DE
J.VIGNES
55
55
Ra do Imperador
(j JOSEPH MAME MIGAS
Avisa ao respeitavel publico em geral, e com especialidade aos amigos
freguezes do seu csubeJecimonto, que ahi se acha prompto a satisfazer qualquer tra-
balho de concert e a afinagao de pianos ; e que.brevemente ter disposico do pu-
blico grande variedade de msicas e pianos.
& PHOSPHATOdeFERRO
[iJk LERAS DOUTOR EM SOENCIAS-,
filil
Debuxo da forma d'um liquido sem sabor,
anlogo a una agua mineral, este medica- ,
ment rune os elementos que coastiluem i
os ossos e o sangne. E' o mais racional dos
ferruginosos; por esta razao O adoptro
os mais eminentes mdicos do mundo in-
teiro. Convem minio s meninas de temperamento delicado, cojo desenvolvimento tardo,
as senhoras que pedecem d'estas dores 'estomago intoleraveis, cansadas pela chlorose,
anemia, menstruacao ou leucorrhea, sis orioncas d'uma corapleicao pallkla e delicada, e a.
todas as pessoas que tem o sangue empobrecido pelas doencas. Efficacic, rapidez d'accao,
cara peneita, sem eonstipaco de ventre nem acefio sobre os denles, taes sio as razOes que
impeiio para que os senhores mdicos o prescrevo aos seas doentes.
Deposito em Pernambuco, em casa de Mmmrn c*.
Aviso as familias e orphaos
dos voluntarios da patria
Convida-se as p ssoas represntenles das fa-
milias o otpkans dos voluntarios da patria, que pe-
recern na guerra contra o dictador oo Paraguay,
a com|iareceren competentemente documentadas,
ao escriptoria do Sr. Barao da Soledade largo do
Corpo Santo, aiiin de receberem a parto que Ihe
tocar da quanlia de 1:338*120* proveniente do
producto de um beneficio dado pelo emprezario do
Theatro de Santa Izatiel.
ESTABELECIMENTO EM18:t2
SalsaiKiriHur de Insto!.
LEG
EM
BIGINAL
CRANDKS
Jos Soares de Azevedo, professor de
iingua e litteratura nacional no gymna-sio
provincial do Recife, tem aberto em sua
aso, ra Bella n. 37, um
CURSO DElingia FHAM.i:/\
DE GEOCRAPHIA E HISTORIA
DE PHILOSOPHIA
DE RHETORICA E POTICA.
Os estudantes qne pretenderem fitquen-
ar opalqser destas discipliuas, podem diri-
gir-so indicada residencia, de mnnha at
as 10 horas, e de tarde a qualquer hora.
Precisa-se de nm eaisciro quo tenha nrati^a
de taberna : a Iratar na na da Aurora n. 6
ATTENCAO
Perdeu-se no domingo 2 de maio a noilc da es-
taQao das Cinco-Pontas at a Soledade, um embru-
lli de procuracoes bastantes e outro'a papis de
escravos : quem o achou qneira entrgar na rna
do Corredor do Bispo n. 53, ou na ra da Cadeta
n. 36, que ser gratificado.
A pessoa que hontem em conversa asseveroit
em casa do 8r. escrivao do negwrfo distrioto de
paz em Beberibe, que os conliecimentos de iza,
que se entrega ao escrivao ou tabelliao para pas-
sar a eseriptara, que altr de serem elles trans-
criptos a respectiva eseriptara, ficam em poder
do escrivao que passar por pertencer ao sea ar-
chivo, sob pena do escrivao que eMrcgar ao com-
prador o respectivo bilhete de sisa, qrie transore-
#eu comraetier urna falta ou erro de offlcio, vem
pela im prensa confirmar isto qte al disse, para
que o contesten.
Becife 3 de maio de 1860.
As casas ns. 29o e 148 srtas a ra Imperial e
n.48 na da Gloria que por este Diaiio estio
an mi o riadas a leilo no dia 4 do corrente aeUe
de urna e a qorta parte de cada urea das duas
stao sugeitas a urna escriptura as notas do ta-
belliao Sa, do 1. 54 folhas 74 verso.
gato escaldado.
LOTE
OGIUNDG PLUIFIC.VDOR DO SAMGUE !
Esta excfellente e admiravel medicina, o
preparada d'uma maneira a mais seienQ-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma iitstrucgao profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua conipnsicao nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s rtfgo: mas sim,
compostaili-xtracls d'um numero de rai-
tes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtudo especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estesdifferehts extractos -, acham-
se por una tal forma combinados ponto
de conservaren em toda a sna forra, o cu-
rativo especial de virtud*, qdPcada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, producida an Honduras, a que
nos usamos nesta preparacao, sendo a ipia-
lidade que todos os medico* mais pn-zam
e esmam. Na composiro da Pislsa-
parrllha le Brtstol entra mais Se '>')
por canto deste concentrado extisclo. Ella
nao encerra em si cousa alguui. qty pos-:
sa por leve ser perigos.Ti injuriosa a
Sade; e tanto ueste, como era qunsi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diwrsa de todas essas mais preparai;oes,
as quaes debaixo do nomo de Salsapani-
Iha, sao aecoiwldonadas ou postas em gar-
rafas pequeas,' sendo reccitada em doses
mui diminutas d'uiiia colaer de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIHA DE BBJSTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanrado por aquelles
que acondicinalo sua preparacao em gar-
rafas pequeas. (ada fin dos frascos da
nossa Malsaparrfha de Rrfstol
oonteem a messa quantidade igual porfo
contida naqueas garrafas pequeas, e alm
disso, possue anda muito mais fora e
virtual medicinal do que aquella, que por
ventura se possa adiar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tante mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
murmuren e gritan contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa fcal-
saparrilha de Brisol nao possue a
menor virtude ; porm quo effeethamen
le sao elles pato* em silencio, quanuV) indi-
camos, ou simplesmeute rvfernno-nos para
com essas centenares de cartidjues e tes-
temunljos authenticos, por nos recebidos
de tocias as dasses da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes: maravilhosas da nossa.
SALSAPAKK1LHA D BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, o plan-
tas de que se compen as nossas medicinas,
s3o produzidas, qje nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e dtsvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, n nos poupamos nem dinheii o, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua comjosi-
cSo; pois levados e compimetrados i!a
mais firme e persuasiva coufiaiica;' que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os paizes, que na
Salsaparrilha de Bristol. primen
um remedio mais efficaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offero-
ddo at hoje, e o qttal por eerto nao hade
mallograr vossas expectati"as, na prompla
e effectiva cm-a.das aguintes enfonnidades:
itMIi
Besta venda um escolhido sortimento de ob-
ectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
arand. mogno eaniarello, obra nacional e estran-
jeira, de apurado go>to eporpreco; razoaveis :
a ra estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
;asa fazem-se com perfeigao lodos os trabalhos de
lalhinha, como sejam, empalhamcntos de lastros
ara eamas, cadeiras c sepos. ___________
Precisa-se de ama ama que saiba cozinliar :
na ra da Cadeia n. S. ___________
Desii|p|iaiir,u a 9 docorrenle, da Imiica do
abaixo assignado, o bilhete da lotera 104, n. 1547;
portanto previne-se ao ihesoureiro que nio pague
premia algum que falyr por sorte na extrae
seiio ao abaixo assignado, teu-vordadeiro dowi.
Francisco Antonio das Cba^asl
. Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinliar para duas pessoas: a tratar na ra Impe-
rial n. I.
Antonio Joaquim da i^usia Guimaies Pan-
cada, soamufher e tres lilhos meQprds, reram-
epara Portugal.
I
Precisa-sede urna ama para cozinliar em casa
de pouca familia : na praca da Indi pendencia r.s.
37 c 39.________________________________
o dia 28 do corrente cabio de ama carrosa
em viagern da rna da Cadeia do Redfc para n
Monleiro, um sacco de viagem de tapete chalo de
roupa e diversos objectos : quem o achou, que-
rendo restilui-lo, pode dirigir-se ;i ra da Cruz n.
49, que ser gratificado.
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por excellencia para cura certa
das digestes dfliceis ecompletas, acalmar
as dores gastralgias, e reparar as tercas
produzindo urna assimulao completa dos
dimentos; sendo mais nm excellente tnico.
TEMIIE-SE
' Ht,
PHARMACIA E DROGARA
DE
Rartholonicii A C.
34RA LARGA 1)0 ROSARIO34
Vende-.-e ama taberna na ra do Pilar n.:
lo : a tratar na mesma.
Na putea da Independencia n. -i.i, loja de ou-
riveSjCOtnpra-seourOjprala, e podras preciosas,
tambem se faz qualquer obra de incommecda, e
todo e qualquer canearlo.
Compra-se mcedas'de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na iua do Ca-
bug n. 9, relojoaria.
Compra-se urna morada d r7a~ie>ta
nesta cidade, paga-so bem : quem (ver falle i a
loja Ja ra do On-iinado n. 46, de Bastos A li-
maos. ^
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 eompra-se ourn, prata
e pedras preciosas por procos mais vantaioso do
que em outra quaiqner liarle.
Compra-se moedas de ouro e prata, bem
como libras st.i linas por maior preso que
( i outra parte: na ruado Crespo n. 10
prmeiro andar.__________________
Con' muito-maior vantagem
Compra o Corarlo de Ouro, n. 2 D rna d> Cabo-
g, moedas de ouro e prata e pedras precosa?.
VEKDAS.
ATTENCAO
Jos Maria Palmeita, tem para vender no
seu escriptorio largo do Corpo Santo n. 4
ln andar.
Fio de algodo.
Pedroso.

Ao p da vacca na ra dos Pires, sitio d geri-
quiti, as 6'horas da manhaa.____________
Pede-ee ao sonher que levou por emprestinio
do bolel fc'cancez, um romance intitulado Dama
das Camelia*, o favor de entrega-lo quanlo antes
no niesmo hotel, do contrario ver seu aome por
ete Diario. Faz-se este annuacio por ijie o tal
senbor nao quer entregar.
0 MUSEO DE JOIAS
C/2
GOMES DE MATTOS IRMftOS
tendo feito completa miLdan acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe malares proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e eom especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUG N. 4
ende encoatraro um completo sortimento do que ba de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, nioins e tudo que -em obras J
de ouro, pcata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RttBttfS
de novos gostos, assim como grande varieda prata contrastada e de gosto anda nao visto, e completo sortimento der
" objectos de prata para uso das igrejae,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra pseciosa e garantem
a qualidade dosobjecto vendidos.
Panno de algodao.
La barriguda.
Colla.
Galba. .
Caparosa.
Oleo de linhaca.
Sag em garrafes.
Vinho Bordeaux, superior qualidade,
garrafas grandes, caixas de duzia.
Ervillias francezas em latas.
Vinho do Figueira em barris T L G o
mais superior que vem ao mercado.
Salitre.
Enxofre.
Fio de vella.
Cimento portland superior.
Dito romano dito.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nuues de Castro'.
Vermfugo efficaz, o pt eferivcl a todos os
conhecidos, j pela certeza de seu -resulta-
do, e j pela fcil applicacao as creancas,
quasi sempre mais atacadas de to tenivei
emuilas vezes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia c drogara.
D
Hartlionuu C.
34Ra I.arsa do Rosarlo34
Vende-se ou arren-
dare
Vende-fe o excellente ongenlio Montevideo
em Ipnjuca : na ra do Livramento n. til
sito
Libras sterlinas
Vende Jaquiui Jos Ramos, na ra da Cruz n.
8, 1" andar-____________________________
Vendem-se 37 Micros fon larinha da trra,
rom mais de um al ivire rada f*cco : ra da
I'raia n. 4.
Gaz e farello
PAULO COHER
pela sua repentina viagern Europa, nao teve
temno de despedir-se de seus amigo, do cnie pe-
da-lhes desculpa, e offerece llics seu nouco pres-
umo em Paris.
Vende-se gaz de primeira qualidade per rom-
modo preco, em purcoes, aventada dus compra-
dore, farello milito novo, sarcos grandes, pelo
preo de 45300 o sTiceo : no arniazem di- Malher!
Aus'tin & C. rna da Scnzala-velha n. HKi
Na rna da Cadeia n. 59 vendom-sc bous cu-
chins de linlio para marquezas.
Armaco
Vende-se urna armacao enverni^ada c eBV*
rada, quo serve para "qualquer estabelenma
como para loja de sapatus. iniudczas, qualqner negocio, por prec,o commodo : Ba ra
do Vigario n. 26._________________________
Vende-se um preto do 30 anuos de boa con-
ducta, por barato preco : na ra do Fogo n. 9.
El
Ama
Precisa-se do urna ama que cozinhe : na ra
estreita do Rosario n. !8, 2 andar.____________
Precisa-se de urna ama para conzinhar ; a
tratar na ra da Senzallia Vellia n. 48.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feiidas Ulcerosas,
Tinlva,
.Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
loso,
Irregularidades do
Sexo
Feoiniio,
Nervosidade,
ebilidade Geit,
Fera eMalignase
Febre e Sezocs
Biliosas,
-r G aUaixo asignado leudo ido pagar a sua
l' prestac,ao de 8% ; thexouraria da eonipanliia
dos trilho! urbanos de Olinda e Beberibe, acontece
que perdeu o recibo, por isso previne (nao s) aos
Srs. directores como ao publico, notando rae dito
recibo n. 17 e pertence a Fortunato Kibeiro Bas-
tos morador na ra Nova n. 31.
Vendem-se na casa de Tueodoro Simn
AC.
Largo do Corpo Santo n. 21
Vende-se a taberna da ra da Matriz da Boa
Vistan.52, a dinbeiro e a praso. __
Vende-se dous estabelecinientos de molhados
nos principaes pontos do Yaradouro da cidade de
Olinda bem a fregueuzados c muito acreditados
isto por seu dono se adiar imposibilitado de sai!
tratar nos mesmos.
Os abaixo assignados tazein sciente a quem
possa intere.ssar que tem vendido aos Srs. Berthol
& C, a sua loja e fabrica de chapeos de sol sita
na ra Nova n. 29. Recife 30 de abril do 1869.
Manoel & .
TuiBores
Abscessos Apostemas,
ErupcSes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remiltentes,
bydropesia e ictericia, etc., et.\
Ontro-sim, achar-se-ha, tuc para o )oro
resultado e perfeito curativadeioiias aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandeuterita proowvir
do e^pressurado; usando s a raesmO
teajpo das nossas mui valiosa pululas
vegetaes assacaradas de BristoK
tomadas em doses moderadas em connec-
fao ou conjunclamente cpm a Salsaparrilha;
ellas faz^m .rfiwover e expeilir grandes
quantidades de materias morbiicas e hu-
mores viciados qw se dospreoem e livre-J
mente eirculam jamados pelo syslema,
isto causado pelo uso da Sulsajwijlha;, a
por esta forma faciliU a VoMa e o ejercicio
normal das opei^oe t'unccionaes; i
Acha-se. a venda aos *stabeleGiBMtes de
A. Caors, J. da C. Bravo & C, P. Maurer
C, Mc A. Bai'bosa, Barthwlomaw & C.
Convida-se aos irmaos da irmandade da S.
Cnu-dos canoeiros, para no domingo 9 do corrente
pelas 11 horas do dia comparecerem no consistorio
da mesma igreja afim de se proceder a elei{3o.
fioneistorio da irmandade da S. Cruz dos canoei-
ros 3 de maio de 1869.
O provedor
Jos Antonio da Costa.
atssec

Precisa-se alugar urna escrava que saiba co-
sinflare engonunar : na ra da Imperariz n. 13,
primeiro andar.
VTILIOADl! 'Si
A os 500 pares de brincos.
Chegou e .r#qJiW#J& d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
jstnlias com ama franja^NMlw-
ta a ura rico dweabo a oam de
lei, pelo pequeo pref3e"*t>i(l9GO!
cada par. Baratlssimo.
Pieia-8ede nm* ama iivre^tt esraia *i.
seja de boa conducta, para eojwbar jmt -Ota
casado familia : na rna do V i gario n. 0, iereeiro
andar.____________________________
Nos etfnnMsQs'e arejados irmuaji'M,SS&:-
panhla-PernamMeana, no faes da AcspWil,e-
ceUnvVe em depMlto a pree/>, eonljaatt Xftae*-
faer volumes con fazendas. A maneira por <]0e
nao construidos estes armazena. faz crer que tm-
possivel penetrar al I i o npvn
i. riptorio da Companhia, no su
AVISO
Pedoc-se ao Sr. Arcenio Cumi Attu. eitudanle do
Quinto auno da (acaldado de diroito, que tenha a
bondade de apparecer na taberna cita na praia do
Caldereiro nv 38, negocio que o n\e?mo senhor
nao ignora._____________'_______________
As>oc4go Benelicejite dos Artistas Alfaiates
convida a todos os seus socios para se reunirem
em assembla geral no dia o do crrante as 7 ho-
ras da tarde, afim de dar cumprimento ao g 3." do
artigo 25 de nossos estatutos.
Jos do Espirito Santo e Silva,
1." Secretario.
urna importante afmacjio de louro, parte envidra-
cada, canteiros a as bemfeitorias existentes na
loja do sobrado n. 1, esquina da ra de S. Gnugai-
lo, e garante-se a ca*a : a tratar com o agiote.
Mariins, ra da Matriz n. 44, ou ra do Impe-
rador n. 16.
Na ra Augusta n. 67, terceiro andar, pre
cis.v-se alugar um piano em bom estado por al-
uns mezes, que o tver anuoncie ou dirija-Ib' a
esma caga, que se pagar bem.
Transferencia.
Joao Affon-o Torres mndou seu escriptorie pa-
fa o caes da Alfandega Velba n. i.___________
Bailar, Oliveira & h
Mudaram o sen escriptorio da ra do Vigario
4 10, para a mesjna ra n. 1, 1 andar.
Para miudezas.
I'recisa-se de un caixeiro com pratica garan-
tidlo sua conducta : na ra Direita n. 104.
Narciso Jos da Stlva vai a Europa e.deixa
por seas proeuiadores : en primeiro lugar o seu
puno e gr.Joaqawi Narciso da Silva, e era se-
grndo o Sr. Joaquim Rodrigues Tavares de Mello
| em terceiro ao Sr. Francisco Antonio de Assis
tea.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e fa-
rioai* servieo em casa de hunem solteiro I na
a da Concordia n. 188. "_____________
Pryisa-se de urna ama para comprar ajo-
iihnr em easa de bomom solteiro : na roa d
lia n. 155.
\
Elle um preventivo seguro e cerlo contra
acalvi.ee,
EU ida e restaura forca e sanidade a peiie
da cabeca,
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustr aos ca-
bellos,
filie doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posico que se eseje
n'um estado formoso, liso e macio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren
brancos,
Elle onserva a cabeca n'a estado de ssj
cura refrigerante e agradavel,
Elle n5o 6 demaziadamente oleoso, gordu-
rento ou pga Elle ao deixa o menor eheiro
davel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artop
ftar*a ba co*8i'vacat e arajo do;
bellos das senhoras,
Elle 6 n nico artigo preprio para o pen-
teado dos cabellos.e .barbas dos g*pbo-
res,
Nenhum toucadf de swiora se podti *ai-
shlerai- como coirmleto sem o
Tonteo Oriental
9 qual preserva, lipjjtaCpgttica e afoi mosta
0 CABELl.
Acha-se a vet4a nos eslabeta
A. Caors, I. da C. Bravo M
4 C, M. Barbosa, Barthotorneu i
^4as as pHiwiMf lerfumaria
botii
/
'



VALOR THERAPFUTICO
DO
XAROPE DE QUINA FERRUGINOSO
DE GRIMIULT E COIRP.
rbtrmuMtleo d* A. I. o principe apleuo im Varia.
A aisociaca'e do ferro e da quina resolvee um dos mais imporlanles problemas da pharmaoi.
e faz oom que se congratulan os mdicos dos relevantes servicos que lhes presta'esta pre-
paraclo.
Com effeito, ninguem ignora que a qnina, em maieira medical, o mclhor tnico que se
possa empregar, sendo, sobretodo, unido ao Phospliato de ferro, a mais estimada das pre-
paraces ferruginosas, pois que entram na suu com|>osvo o ferro, elemento do sangue, e o
phosphato, principio dos ossos.
Por jsso, julgamos qnc, para os srs mdicos, serJo interessanles as observacoes feitas pelos
eus collegas, os mais dislinclos de Pars:
< Este Xarope produz os mais felizes resollados nos casos de dyspepsia, chlorosis,
amcDorrhea, hemorrhagias, leucorrheas, febresiyphoidas, diabetes, e quando precisa
a restibelecer as forcas dos doentea e restituir ao cirrosis forjas alteradas ou perdidas. >
Alt.N'AL, medico de S. M. o Imperador.
amadas raras combinacoes que, ao mesmo lempo, satisfazcm o medico e o doente. Em
quanto a mim, eu a considero! como a mais efliraz preparado ferruginosa, cujo uso dos
c maii agradaveis para os doentes.
CAZENAVE, medico do hospital Saint-Louit, em Pars.
t Com esta preparacSo d'uma lnna agradavel, e fcil de digerir, tdministra-se ao
doentes dois medicamentos importantes.
CHARU1ER, chefe de clnica daFaculdade.de Pars.
< En emprego com o maior xito o Xarope de Quina ferruginoso, e o considero como
urna das mais felizes innovaefics, na mateira medical.
CUASSA1GNAC, cirurgio en chefe do hospital Lariboisilre.
t Et te medicamento, sempre bem aceito pelos doentes, deo-me constantemente os mait
vantijosos resultados.
UERVEZ DE CHEG01N, membro da Academia de medicina.
A limpidez d'esta preparacSo, o sen gosto agradavel, isento de qualquer sabor de
ferro, fazem d'ella um medicamento tfio efficaz romo agradavel.
MONOD, addido Faculdc.de de medicina.
Terc ferd 4 ce Maio de 1669.
Deposito em Pernambuco, em casa de
aurer O*.
ALTAS NOVIDAIIES
LOJA DO PASSO
Ba do Crespo n. 7 A, esquina da do
Imperador.
Riquissimas colchas de damasco de seda,
assim como de- seda e algodao.
Ditas de crochet para cama.
NJECTION BROU
v& >S.
H.i fenle* lulaimtl c Pre&rrtailva, bsoluumemu a nica i|ua cura mim bciibuin adoiutu. ,... 1s
ou principies boticas do mundo. (Eligir a iutroeeaa da use). (SO annot de distancia.) pars, em ca
4* iiTcntar 801. boulmra MaienU. I.
O xarope Vegetal Amerleano. espceialidadc de llar, holomea t O
3iRA LARGADO ROSARIO34
Nao costumamos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei
xamos que sua applicacSo e os resultados obtidos pelas pessoas que se dignaran) acceita
los, lhesdeem crdito evoga; porque sao sempre os attestados considerados gratuitoi
e delles que lancamo o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas qu<
espontneamente nos offereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar
manifestando-Ilies nossa gratidao pela attenco, esperando que venham elles corrobora)
o conceito, Bartholomeu & C.
ATTESTADOS
Illms. Srs. Bartholomeu <& C. com a mais subida satitfaco que decan
.'ero xarope Americano de urna eflicacia extraordinaria, pois que soilrendo ha dias d
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamento!
que tomava, a elle recorr e naterceira colher fui alliviado, ede todo me acbo neje res
tabelecido com o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois. esse resultado mani
festo a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & CPcnhoradissimo com o favor que me feeraa
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, do sua composiefio, quando me acha
va bastante doente de urna constipaQo, que me tornou completamente rouco e qu<
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cumplir os meus deveres de cantord;
empreza lyrica, vou agradecer-lhes meu completo restabelecimento, que obtive com na
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a mnitos tratamentos. Desejare
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de to terrive
incommodo, 15o fatal neste paiz. Com maior considerarlo contino a ser de Vv. Ss
atiento, venerador e obrigado.Luiz Gremona.
Recife, 25 de setembro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu C.O xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teen
exposto venda de toda efficacia para o curativo d'asthma, conforme observei appl
caiido-o a meu fiiho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagello, que aU
entao por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grandi
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a expressao altamente sincera de meu reco
nhecimento ao meritorio sen-ico que Ihe prestaran com o indicado xarope, acreditan
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, atiento e obrigado.Americo Nelto de Mendonc
Recife, 2 de outubro de 1868.
sao mu
Superiores saias brancas bordadas a 59, 6$, 8& e lOd-000 cada urna.
Ditas de cambria de escocia transparente j feitas a 0(5000 cada urna.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Correia
Vasconcelos & C.
de
IpproTael*
da aeatVaia
i* mtitau
airara

PILULAS
blOMTOna^ANGANF.S
mBURINduBUISSOn
nm
Pbarmaeeutk*
laureado

audenia
0 tratamento das affeccoes chloroticas, lymphaticas ou escrophulosas sempre lentis-
simo, e umitas vszes essas molestias resistem s preparaedes ferruginosas ordinarias. Ai
indagacoes feitas pelos professores Hannon de BruxeUas, Gensonl e Pett eqnin de LySo e
Ben.elius e Trousseau de Paris, tem provado que a causa d'essa persistencia era, a. completa
ausencia do Manganese, elemento que sempre deve-se achar no sangue junctamente com
o ferro. Estas pilulas supprem, pois, na inerapelic
motivo ellas tem merecido a approvaco da Academia
dades medicas. Deposito em Pernambuco, em casa de Maara O*.
PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA-
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contendo setim,
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas assim como
para covados.
Gurgurao branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples braneos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarellos.
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurgurao de seda de eOres.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas/ de linho bordadas com primor.
Lencos de cajpbraia de Iinho bordados.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Metas de laia para padre.
Ditas de 13a.
Ditas de seda fio da Escossia e algodao.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Jhcos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percates,
as, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, isto s
Na foja do Prsso roa do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
COMPAIttffA
I
goifaode
Fabrica ce leeidos tic a
Ferno Velho.
O supetfc? panno de algodao dcta fabrica, mui
vanlajoMineate contiepid>nesta provincia e mis de
Pernambuco, Prahyba e Rio de Janeiro, pela sa
perfeican de terido. elasliridade c fortaleza, cuntt-
nA a ser vendido no e panliia prac> de Pedro 2*'desl cidale, casa ni>
eio i.
Alim de que os numerse e impoijHites senli?-
ps ife engenho, etn como e senhores exportado
res de assoear, tanto destat provincia eomo das
arhna niencionaAs, possain com facilidade pro-
ve-se das manufacturas dest* fabriea a gerencia
da* comparihia antiuncia que as ha venda nos
scgtilvles lugares :
Reala cidadonoseu escriptono enas casas dos
Srs. Domingos Jos*de Parias e- Jes .Nunes Gui-
mares, ra do Cooimercio.
En PerKinibuco-^ta casa do^Srs. Olivetra, t-
Ihos ,\ C.
No Pilarem casa-do Sr. Joo- de Albuqiwrque
Mello.
Na gandanha Graneem, casa de Sn Nerberto
Ca-valeanti de Albuqaerque.
Etn Gamaragibena casa d Su. Joo Vieira de
lima.
Alera do panno apropriado- ao ensacamentotio
assucar, fabrica possvte mais urna qualida&de
panno mui forte, adoptao ao systema que ten os
senhores do engenho do norte da> provincial de
mandaran despejar nos- trapiches o> Pernamboco
o assucar que alli vao vender, com o que os sac-
eos servem para mui tas safras.
Para roupa de eseravos ou de rrafcalhadore do
campo, e para toalhas o knces do servico diario,
ha unta superior qualrdae de panno de 8 poDe
gadas de largura, inutto forte e esnesso, pareeen
do-fse bstanlo com meia lana. Os precos sao os
mais mdicos possiveis. Machio 30 de" marco de
18G9.
IjOJA
DO
CAPSULAS MOLES
BE
ALCATRA0
Remedi, por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronc&ites,
catarrhos, tosses convulsivas, escarro*- san-
guinos, e outras molestias do peito.
VEMjDOSE
NA .
PHARMACIA E DR0GARIA
M
Bartholomeu 6? G.
3iRA LARGA DO RQSARKK-34
Scbonete de afoatrd*.
DI
Antonio Nunes d Castro.
Este acreditado preparado, que t5o boa
acceitaco tem merecido n'esta provincia,
rouito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas,, caspas e todas, as
molestias de pello.
Deposito nico,
Pharrnacia de Bartholomeu A C
34ra larga do Rosario34.
GALLO VIGILANTE
lina do Crespo n. 9
Os propietarios- deste bem conhecido estabele-
citnents; alm do* muitos objetos que tiuteain ex-
postos apreciacaV do rcsjieifavel publico; mnn-
danmi v e acabara-d receber pelo ultimo- vapor
da Europa um compieto e variado sortimenlo de
finas e ms delicadas- especialidafes, as qtiaeses-
tao resolvaos a vender,-como de scu cosfttme,
r precos muito barartnhos e coamodos parlb-
s, cois tanto que o Sallo....
Milito superiores luva d'pellieay- pretas, Iwan-
;as e de nuv lindas coros.
Mui boas r bonitas gollmhas e punhos para se^
nHora, neste giencro o qne ba de mai moderno
Superiores jjentes de tftTtaruga para coques.
Lindos e rt^iissimos enfeites para caberas dfcs
Eimas. senhoras.
Superiores trancas preta e de cres-rom vidri-
Ihes-osem elles-; est fazemda o qnopodc havar-
de melhor e mai bonito.
Soperiores e- bonitos ftXfoes de madreperotej
mawm, sndalo- e osso, sendo aquetos braneos
com lindos desenos, e estes-pretos.
Mtto superiores meias te de Escossia para se-^,
nbonas, as quaes-sempre sw-venderampor 30500*)
a duaia, entretanto que nos as vendernos por 20,
almidostas, temas tambero grande sornento d->
outras qualidadej, entre asquaes algdM mttitj
finas.
Boas bengalas- de superior canna da. India o
castii (te marlinneom linda e encantadoras liiiu-
ras da mesmo, D9ete genere o que de raelhor s
pile desejar ; a4ndestas temos tamben granito
quantidade de ontras qualidaes, coma sejam, ma-
deiraibaleia, ossov borrach'v etc. etc. ete.
Fiaes, bonitos e airosos chieounhoe- tte cadeia 9.
de ouiras qtialidadks.
Lindas e superiores liga de seda* borrar*.
pan3egnrar as meias.
Boas meias d>- s*da pariv.wnhora epara intui-
nas ;lrt 1 a 1~- asaos de iil/*.
Navalhas cab&'dte marfir.v e tartaruga para fazer
barba ; sao muft boas, e da mais a mais sao ga-
ranrkaas pelo fabricante, o nos por posea vez tam-
ben as segur amo sua qu;.llade e dalieadeza.
Lindas e belke; cpeltas para noira.
Superiores agalhas para machina- epara cww.
Linha muiteboa de peso, Irousa, para eceher
lahvrintho.
Bons baralbos de canjes para voltarete, assiin
como os lentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortisaemo das roelhore per-
fumarias e dos memores e mais eonhecides. per-
fumistas.
COLARES DE R03R.
Elctricos mapettC3s contra, as convitlwetf, e
faoilitam a dentico das innocentes crianza*. So-
mos desde muito reeebedores destes p&jdiBiosos
collares, e eontinuamos a recebe-los por todos os
vapores, a&m de que nunca faltem no.mercado,
cerno j tem acontecido, assim. pris podesao aquel-
les que delles |>reci3arem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encoatrarao destes verda-
de>ros collares, e os quaes attendeado-se ao fim
para que-sao appeadus, se vendero com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois avista dos cbjectos qne deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por psecos muito razoavefe aloja do gallo
vigilante, tua do Crespo n. 7.
TASSOIRMAOS
_ Tem para vender em seus armazens, alm de ou-
tros, os seguintes artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Gre-ve pautado e liso.
Yinhos em caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
Hcrmitage.
Chamblii.
Licor de curaco de Hollanda em caixas de vin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmios.
Grades de ferro
para jardins, porteirasetc.
Nos armazens de Tasso Irmos
\BtlHMlO. DE l'i:ilIlO
Para servidos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoes de um para ontro, lado pelo
mdico preco de 12000cada um.
Fariiiha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonif. (verdadeira) Fon-
tana e grande sorlimento das melhores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinlia de trigo do
Chile
Todas novas, enegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irnos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso Irfllos.
Cemento hidrulico 12S
O melhor para tudo que sao obras pwra agua, ce-
rno assentam-tnto docanosdeesgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcSes de
emeoento barricas se far reduccao no pre^o : nos
armazens de Tasso Irmos.
Cemento Portland
0 retdadeiro cemento Pnrtland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferror cercas, por-
teiras, ete^etc.
De differentes qwilidades psra cercados ?> ani-
maes, chiqueiros para galinlws ob jardins : aos ar-
iKizoiir de Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos aisnazens de Tisso IrmSo.
GANOS DE BAREO
NaruaNow di; Santa Rita, naaatigafabriode
sabo, ba para vender por praoo o mais mdico
possivel, canos franceses para edificarles e e
tos detoda. a qualidad, superiores a todos os
aqu tem apparecido peta sua so!Wez.
PREQOS.
1 400 por cano grande de 3 e meia poli egidas.
1#200 por dito de 2 o tres quartos d dita.
i000por dito de 2 eum quartode-dita.
500 ;V-is por pistoleta de 2 pollegadas.
CotoveHos, cun'as c canos de maior grossora,a
vstase far o preco. Compras ntaiores de 300*
tan 5 por eento de descont por- prompto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armassws
de Tassolrraaos.
lijlos francezes
Para ladrilhar casao-terreas contasseio e pceos
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri-
Ihos-de oosiahas em sobrados, peto seu asseio
evitar apassagem de aguas para o andar iaferior
emesriM'Operigodeirjgo, aos precos de 30jlKH)a
iSOO o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fcurica de sabao, ecompras-maiores da 20|
se far 5 por cento do descont por prompto paga-
mento. P)dem-se var as amostras nos anaozens
de Tasa Irmaos.
Telas de esparaiacete verdadeiras para lan-
tornas de carros: noarmazem da Tasso Imaos.
Viafco do Porta fino superior: no arnaazcm
de Tasso Irmaos.
O melhor cognacGauthiorFreres: noarma-
zem do Tasso Irmaos.
Esleirs da India
21
upprem, pois, na Uierapetica urna falta importante, e por este
motivo ellas tem merecido a approvaco da Academia de Medecina e das principaes socie-
Ti 11III1111111II11111 -
Ao commercio.
As ntelhores tabellas com indicador para de
momento se eoahecer a reducco exacta dos an-
tigos pesos, para os nossos, que o kilogramnia,
assim como para conhecer-.-e o pre?o ^correspoor
dente ao mesmo sistema do pesos ; acham-se
venda na ra do Imperador n. 28, armazem do
Campos. l\ecommenda-se principalntente aos do-
nos das casas de retalho, padarias, rnacoes, ar-
mazens de estiva, de carne secca, tojas de ferra-
gens, fundieses, trapiches, e a tsdos que compram
e vendem a peso.
Em.easa de Tasso Irmaos vende-se esteiras daj
India, de diversos padroes e larguras,, por prec
commodo.
Macarthy
PASM1IAS ASSK ARADAS
DO
DR. PATERSON
De blsmntb e magnezta.
Remedio por excellencia para combate*
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu C.
34-----Ra larga do Rosario------34.
AO BAZAR DA MODA
Boa Nova n. 50. esquina da ra de S. Amaro.
NOVIDADES
Para senhoras.
COQUES a ultima moda, enfeitados e lisos, gran-
de sorti'nento.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas cora
delicados e elegantes enfeites braneos e de c&res
CHAPES1NHOS e gorras de velludo e de pennas
(alta novidada I) de palha da Italia, a emtiacao,
especial sorlimento.
CINTOS de cores e pretos, rico sortimenio ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
genero
LEQUES a emita$ao de marfira, gosto novo e de
sndalo.
GOL1NIIAS e punhos, a emitacSo de gnipnre.
ENFEITES pretos e de cores para cabeca, lindos
moldes,
GUARNICAO alta novidade I a Marie Rose, ult-
mameni.e usada em Paris.
CORPINHOS de guipare braneos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de laa e seda, cores claras, elegante
moda f m Paris.
GRINALDAS de flores Anas.
ESPARTILHOS superipres.
MEIAS supeiiores de fio de Escocia.
LUVAS d? pelica chegadas pelo ultimo vapor.
ADERECOS de coral verdadeiro e camafeo, gosto
delicad j.
DE PALHA
GUARNH,;ES para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTOES isos e com pingentes para vestidos.
CINTOS alta novidade.
FLORES finas, grande sorlimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LAGOS, fivelas, penachos para enfeites.
Para homens.
deli-
CAMISAS com peitos, coforinhos e punhos
nho fino, lisos e bordados, moda,
COLARINHOSde linho e idgodao.
PUNBOS de ditos.
GRAVATAS de todas as qaalidades.
BOTES para punhos e giiarnicoes para coletes.
COR RENTES de plaqu a eraitcao do ouro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Rotchil, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MKIAS de superior qualidade.
BENGALHHAS finase chicotes.
LUNETAS aro de ac e tarturaga.
Para crianzas.
VESTUARIOS completos para baptisados.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitados.
MEIAS de seda e no de Escocia.
CH APEUSINHOS de palh da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadas e de chroch.
BUNECAS vestidas, muito bonitas e diversos
brinquedos.
Perfumar las finas.
AGUA FLORIDA vardadeira de Morray & Lan-
man New-York. *
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray e superior agua e
essencia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de asradaveia aro-
mas para o lenco.
VINAGRES aromticos para toilet.
POS DE ARROZ para amaciar a pelle ; em pach-
tes e ricas caixmhas com armmho.
POS superior para limpar os dentes.
COSMETIQUES de fina qualidade.
SABONETES, grande sortimenlo deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philocome, babosa e antitpaes.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
CREME de sabio para barba.
Caixas preparadas com perfumarias flnaa.
Mindczas finas.
SUPERIOREWHas de grwdeapes de todas as
cores ejarguras de velado preto ede cores, e
Srgurao para cintos.
VDINHOS e entremeios bordados.
GUARNICOES de seda de. cores pira enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilhos e pingentes.
BOTOES de cores, braneos e pretos com vidrilhos
lisos e com pingantes.
DEDAES de mam aperla, de marlm, de 6co e
metal.
THESOl'RAS finas para costura e iinhas.
CAIVETES finos com quitro folltas. E muitos
outros artigos de miudezas que .te torna enta-'
donho menciona-los.
VERDADERO LE ROY
del Doctor S1GN0RET, ftnicoSucsscr,
RU DE SEINE, 51, n P.tBl.
Prix:6fp.
* *
'el lena!
pfriofos rs-
inC'iioslia -les-
'prtalo la omlcia
'de un pran dAomn
f r,r ,le nMSeadMM; ^ir
O? t(i^nloabe -li^rs* i.l
/* vhramio I.i 1: .'.cuyo
r fip!o impreso an n-jp'OMt.-
; Jf na fur.'lo velwrio de amnr'io
Sjr :t lasJnsssLi Joy i u hi,
mo mi nomhro SIGNOBICT
LA KISUA fAST Bl fATH.
" -V. II.Sobre 1 coroho. dbjo
    ui i)ne lleva sello Puaimacii Coitu
    -
    I" r el lrac >ll ^
    vtUt it la b^itlta, /\^f '
    i rtelo amarillo con **j^'t ots
    Isai.ui um. toaiao
    ^y^rU^j
    FII4IICS.
    Ver 1:Jo o:'vio e oti taIci
    de i"l francos 9raptab)<> so-
    br Vts 6 Louiii'w, s^ hic*
    11\ mtyor Machinas de descaroc.aralgodiui.
    Iioje que est reconhecido que as-machinas de
    errte prejudieam e queliram a fibaa do algodao,
    preciso recorrer a maehinismo menos asnero,
    que produzindo o mesmo servico que aquellas, e
    faeihdade no-trabalho, nao quebrem a fibra cta laa,
    para que essa possa ofeler-nos mercados europeos,
    a differenca que ha entre o algodao descarocado
    por aquellas mencionadas machinas, que estao fi-
    oando em dcuzo, pelaprejuizo que tem causado,
    e o da antiga hola miara, que nao pode competir
    pela morasidade de seu trabaibo. E' assim que
    estas maahinas se tornara as mais proprias para o
    nosso algodao, porque ao par da facilidade e
    promptidao conserva a fibra da laa, qu limpa por
    ella, e qualificada na Europa a par da melhor bo-
    landeipa, valendo assi'm entre 11 20 pon 0/0
    mais do que a lia limpa peta machina de serrote.
    Estas machinas nao sao novas, pois que haBiuito
    estao adoptadas no Egypto, aond as de serrote
    forara inteiramente abandonadas, e por isso e algo-
    dao daquella procedencia, sendo da quateiade do
    da nossa provincia, obtem hoje de 10. a 'S por
    H/0 mais do que a nosso : vendem-se a 130^000
    nos armazens de Tasso Irmaos.
    Oleo de amendoaa
    Em caixas do 8 latas, cada caixa 100 libras:
    nos armazens de Tasso Irmaos.
    NOVA ESPERAIp ,
    Ra do Queimado=*=21
    Advertencia!
    A Nova Esperarla, na do Queimadp
    n. 21 tendo em deposito grande quantidadfi
    de miudezas, c como se approxima p tem-
    po em que tem de ser dado o balance, por
    isso desde j previne ao respeitavel publi-
    co, que estaresolvida a vender suas mer-
    cadorias pelo barafissimo preco, para assim
    diminuir a grande quantidade dos qne
    tem: assim pois, venham os bons fregue-
    zes, e os que nao forem venham ser fregue-
    zes, em tempo to opportuno quando
    NOVA ESPERANZA convida-os pechioeha-
    rem, pois que para cororar-se caro, n4o
    falta aorxle e aquem...
    PARA O MEZ DE MARA
    A Nova Esperanca, i ra do Queimado
    n. 21, recebeu pastilhas para queimar-se
    em lugar de insenco, para aromatisar no
    oratorio dos devotos do mez de Mara. N
    Elle quer e ella quer
    E' sempre assim.
    ElTe (correspondente de Paris) quer senr-
    pre primar em nos remetter objectos de'
    gosto e perfeifo, e ella (loja da Nova Es-
    perance) quer sempre dividir com seus fre-
    guezes o que de bom constantemente rece-
    be, e por este Hdar continuo ('ambos)
    Nova Esperanca ra do Queimade- n. 21,
    alm do gratule sorlimento que j tinlia,
    acabi de receber mais o segointc :
    Bonitos broches, pulceiras e brineus- de
    madreperola.
    Papel e envelopes bordados e mat-
    sados. '
    Papis proprios psra enfeitsr bollos-
    bandeijas.
    Brincos pretos conr dourados (ultima-
    moda).
    Fitas largas para cinto.
    Modernos gaHes, franjas e trancas de
    seda- e de la, para enfeiles de vestidos.
    Boifies' de todas- as cores-e moldes novo
    par o mesmo fim.
    Trancas pretas com vidrShossendt com
    pengentes e sem elles.
    Botrjes pretos com vidrilMos com pingen-
    tes e sem elles.
    Lavas de pellica*-camurga e excossta.
    Finas meias de seda para< senhora-e me-
    ninos-.
    Delicados leque de mao>eperuk, mar-
    fim, osso e faia.
    Eaparttlbo simplss e bortaos.
    Bengalas de baleia.
    Finalmele, um completo sortimento de
    miudezas i ra do Queimadio n. 2J\ na
    Nova Esperanca.
    Cotiare anodinas ellecko-magnett
    eos cvntra a convtd6es das
    creancas.
    IrSo resta a menor duvidaj. de que nwito
    collares se vendem por ah intitulad: o
    verdadeires de Royer, e eis- porqae muito
    pais de faatilias nao creem (comprando-os)
    no effeito promettido, o que s pdem dar.
    os- verdadtros; a Nova Esperanca, porm
    qae detesta a falsifcacQ preipalmente no
    que respeita ao bem estar da humanidade.
    l'.v. urna encommeoda directa destes callares
    e garante aos pais- de familias, que sao o*
    verdaderos de Royer, que a tantas crean-
    gas tem salvado do terrivet incommedo de>
    convulQoes, assiaa. pois preciso, que ve-
    nham a,Nova Esperaaga a ra do Qoeimado
    n. 21 comprares, o salva.vida, psra seuis
    filhinhos, antes que estes- sejam acommetti-
    dos do terrivel mal, quaado entao ser di-
    cil alcangar-se o effeito desejado embori
    sejam empregados os verdadeiro* collarea.
    de Rover.
    PIULAS, TlimHA E XAROPE
    M
    SICUPIRA
    Empregado contra as dores rheumaticas, affec-
    goes gotosas, syphilis secundaria, effeitos do mer-
    curio, molestias chronicas da pelle, hydropesia etc.
    nico deposito botica de de A Pinto, ra
    larga do Rosario n. 10, junt ao quartel *??-
    ticia. /
    Vende-se a escrava Quitera, com os
    predicados de urna cosinha. engomma, lava,
    cose, faz doce e finalmente refina perfec-
    tamente assucar, tem idade de 20 annos,
    e o motivo de sua venda ninguem deixar
    de comprar. D-se o contento se conven-
    cionar no preco assevera-se a boa conducta
    e perfeic5o de seu trabalho: na ra da
    Matriz n. 21.
    Tudo se vende por presos bastante commodos,
    Retroz
    Tem para vender Joaquim Jos Goncalves Bel-
    rao no seu eseriptorio ra do Commercio n. 7.
    Charutos da Havana.
    Excellentes charutos da Havana e por baratsi-
    mo preco : em casa de Tasso Irmaos, rea do
    Amorim n. 37.
    Relogios de ouro.
    Helogios de ouro de patente com balanoo de
    chronometro do famigerado actor Joba Rogers, no
    eseriptorio de Tasso Irmaos.
    Pianos inglezes.
    Pianos inglezes do bem conhecido ajitor Charles
    Cadby, no eseriptorio do Tasso.
    Aqo de milao.
    Nos armains de Tasso Irmaos.
    BARRIS DE SALITRE
    Noa armazens de Tasso Irmaos.
    CARNAUBA
    Vende-se superior cera de carnauba em de
    cas, por preco mais barato do que em outra quas-
    quer parte : na loja do Pavao, ra da Imperatriz
    n. 60, de Flix Pereira da Silva.
    Para familias
    Grande Bazar,rna Xova ns^to c
    ii.de Carneiro % I tuna ti c .
    Acaba de ebegar a este estabeleoimento
    grande porcods machinas para costaras do
    autor Wheeier Wilson, ajf)rovada& na ulti-
    ma exposigo de Paris, as quaes eaaem com
    dous pospontos toda a costu, e tem a
    vantagem de ser to suave o Mtovimento.
    que qualquer crianca de oito annos fcil-
    mente trabalha, e pdse, com este entrete-
    inimento, levar vantagem ao servico diario
    We trinta costureiras. A compreheasao 6
    simples, pois em um quarto de hon se >
    ca senhor do movimento da machiaa, ten-
    do a mesnia a propriedade de fazer as sa-
    guintes costuras: pospontar, abainhar,
    franzir, marcar e bordar, como apresentam
    os desenhos que acompanham-nas. Os pro-
    prietarios do estabelecimento se encarre-
    gam de mandar ensinar n'esta cidade, e
    garantem entregar o importe dispendido ao
    comprador, no caso de nao trabalhar com
    perfeico a machina vendida, no tendo,
    porm, soffrido ella alguma avaria. Ha tam-
    bem no mesmo estabelecimento machinas
    do autor Grower Baker, de trabalho siaa-
    plesmente^ m5o, e outras com movimento
    dos ps; e mxime todos os pertences daa
    mesmas machinas, para vender avuko.
    CURA DOS CALLOS.
    PELA
    Pomada galonpean.
    Deposito especial
    Pharmacia de Bartholomeo C.
    34------Rna larga do Rosario------34.
    Cimento inglez
    De primeira qualidade em barris grandes,
    que se vende por menos do que em qual-
    quer outraparte: na ra Larga do Rozario
    n. 34 botica.
    Vende-se urna machina de costura, nova,
    muito bonita, por preco muito era conta, por seu
    dono se retirar para fora, e o xaroqe de curar
    molestias no peto j pronunciadas, vindo do ser-
    tao, e banba prodigiosa pontra a queda dos ca-
    bellos : no Corredor do Bispo n. SS.
    VERMES
    de superiores qualidades, a precos commodos : na
    ra do Vigario n. 16, andar, eseriptorio de
    Joaquim Gerardo de Bastos,
    Tintura japoneza
    e a
    Instantnea para tingir os cabellos
    barba, a 1)5000 o frasco.
    E' a nica approvada e recommendada
    por ter sido reconhecida superior a toda*
    as tinturas d'este genero.
    venda em casa de Gustavo Herveh'n n.
    51: ra da Cadeian. SI.
    GAZ CAZ GAZ
    Chegou ao antigo deposito de Henry P'wrster &
    C, ra do Imperador, um carregamento de gai
    de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
    e a retalho por menos preco do que em outra qual-
    quer parte.
    FUNDICAO DOBOWMaN
    Rna do Bruna n. 59.
    Machinas de vapor.
    Rodas d'agoa.
    Moendas de canna.
    Taixos de ferro, batido fundido.
    Rodas dentadas, para moer com agoa.
    vapor e animaes.
    Alambiques de ferro.
    Formas para purgar assucar.
    E outros muitos objectos, etc. etc., pr pi ios para agricultura. ____________
    LUIS ESTERLINAS
    Vendem Augusto F. do Olivrtra & C ra.
    Commercio, a. W.
    <
    S
    &*


    Diario de Pernambuco Terca feira 4 de Maio de 1869.
    '

    *

    *
    GRANDE LIQIJDACaO
    A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
    DO
    O atoalhado do Pava
    Vende-se superior atoalhado do algodo
    cora 8 palmos de largura, adamascado a
    2(51200 a vara; dito do linho fazenda multo
    superior a 3#200 a vara ; guardanapos de
    linho adamascados a 43500 a duzia e muito
    finos a 8#000, e ditos econmicos a 30500
    a'duzia.
    Fus loes para vestidos forneos
    aGtO.
    Vendem-se os mais modernos fustoes bran-
    cas flexiveis com padrees de listas e de
    lpicos proprios para vestidos e roupas de
    , menino a 640 rs. o covado, na loja e arma-
    zem do Pavao ra da Imperatrizn. 60, de
    Flix Pereira da Silva.
    BABADINHOS
    Vendem-se nissimos babadinhos, tiras
    bordadas e entremeios, mais baratos do que
    em outra qualquer parte, assim como espar-
    tilhos dos mais modernos, no armazem de
    Fenx Pereira da Silva, ra da Imperatriz
    o. 60.
    ALTA NOVIDADE
    A LOJA DO PAVO
    GurgurSo de seda
    Chegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
    nitos gurgures de seda, proprios para ves-
    tidos, sendo lisos e lavradinhos, com muito
    lustro, garantindo-se que a fazenda mais
    iinda e de maisphantasia que esteanno tem
    ibegado a este mercado, e vende-se por
    preco muito razoavel, na ra da Imperatriz
    a. 60, de Flix Pereira da Silva.
    ALPACAS LA VIUDAS PARA LUCTO.
    Vende-se na loja do Pavao, as mais mo-
    dernas alpacas lavradas para lucio, sendo
    muitolargasepelo barato preco de800rs. o
    covado, s na loja e armazem do Pavao, ra
    da Imperatriz n. GO de Flix Pereira da
    Silva.
    CHAPELINAS
    DA
    ULTIMA MODA
    Chegaram para a loja do Pavo as mais
    ricas e mais modernas chapelinas rica-
    mente enfeitadas, com enfeites e litas de
    setim e de todas as crese com ricos bicos
    de bloncl e as mais lindas e finas flores.
    . endendo se cada urna pelo barato preco de
    153000, garantindo-se serem muito mais
    bonitas 'lo que outras que se vendem em
    outras partes a 20$ o 253, e entre ellas
    ha mais do que um modello, tarabem tem
    muitas de pratinho, proprias para mocas e
    meninas, sto na ra da Imperatriz n. 60
    loja do Pavo, de Flix Pereira da Silva.
    Explendido sortimento de
    8Boa toa (waaaTBuao* m
    DE
    Flix Pereira da Silva, successor de Gama
    & Silva
    O proprietario d'este estabelecimento convida ao respe tavel publico desta ca-
    pital a vir surtir-se no grande estabelecimento que tem de fazendis, tanto da moda como
    de lei, e as pessoas que negocian em pequea escalla, tanto da pra?a como do matto-
    nesta casa poderlo fazer os seus sortimentos em pequeas e grandes porefes, vencn-
    do-se-lhes pelos precos que se corapram as casas inglezas ; assim como as excellentis,
    simas familias, poderlo mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou mandare-
    mos levar era suas casas pelos nossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
    to aberto constantemente desdo s 6 horas (ja manha s 9 da noute.
    AS CAMBRAIAS DO PAVO
    Vendem-se inissimas pecas de cambraias
    lizas transparentes tanto inglezas -como suis-
    sas tendo mais de vara de largura, pelos
    precosde 53000 at 103000 a peca, assim
    como finissimos orgsndys branco liso que
    serve para vestidos de bailes, por ser muito
    transparente a 13000, a vara, na loja do
    Pavao ra da Imperauizn. 60, de Flix Pe-
    reira da Silva.
    Ronpas para homem
    Vendem-se superiores palitts de panno
    sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
    camisas inglezas e francezas com os peitos
    de esguio, ceroulas francezas de linho e al-
    godo, meias cruas inglezas superiores, ca-
    misas de flanella e de meia de 13a, assim
    como neste estabelecimento existe um grande
    sortimento de pannos pretos, e de casemiras
    inglezas de cores, e que se manda fazer
    qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
    zes, e promette-se-lhes que sero servidos
    com a maior promptidao e muito mais ba-
    rato do que em outra qualquer parte
    na ra da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
    ra da Silva.
    Cortinados
    Para camas ejanellas.
    Vende-se um grande sortimento dos me-
    lhores e maiores cortinados bordados pro-
    prios para camas e para janellas, que se ven-
    dem a 123000 rs. cada par at 253000 rs,
    isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
    Pereira da Silva.
    Cretone para lenqes com 10
    palmos de largura a 2$,
    Acaba de chegar e;ta nova e excellente
    fazenda branca propria para lences de um
    s panno, garantindo-se que um metro e
    urna quarta ou um metro e meio d um
    excellente lenfol de um s panno, assim
    como esta boa fazenda tambem muito
    propria para toalhas de meza, rosto etc. e
    outros mysteres e vende-se pelo baratissi-
    mo preco de 23 cada metro.
    ALPAGAO DE CORDO PARA VESTIDO A 1/
    Chegou esta nova fazenda com o nome
    de alpaco, sendo de cordo e com mais
    largura do que a alpaca, com as mais lindas
    cores, como sejam Bis mark, lyrio, perolas,
    roxo, cor de canna, magenta etc. e vnde-
    se pelo baratissimo preco de 13 o covado.
    ESGUIO DE LLNHO DE 12 JARDAS A 10$.
    Vende-se pecas de esguio de linho, fa-
    zenda superior, com 12 jardas cada peca, a
    10*000.
    ROUPAS FEITAS
    Na loja do Leo da porta larga
    DE v-
    PAREDES PORTO
    Ra da Imperatriz n. 52, junto aloja deourives.
    N'este estabelecimento se encontrar ra da Imperatriz Hf. 52, loja do Paredes
    sempre um cempleto sortimento de roupas Porto. *-
    feitas de todas as qualidades. Como se-; Neste estabelecimento encontrar o respei-
    jam: paletots de alpaca, de merino, de tavel publico um completo sortimento de
    casemira, bombains de panno nrcto, fra- fazendas e roupas que, se vende pelos pre-
    ques e sobrecasacos de brins de cores e cos-sejjuintes :
    pardos.
    CAMISAS E SIROULAS.
    FAZENDAS BRANCAS,
    Madapoia^de diversas qualidades e pre-
    Encontrar sempre o respeitavel publiclos commodos, cambraiade 33500 4A500
    um borato sortimento de todos os nmeros, e 53, ditas victorias de 53500 a 123, pegas
    MEIAS CRUAS.
    f* Sortimento de todas as qualidades, de
    33 a 54 assim como tambem sortimento
    de lencos de linho brancos e com barras
    de cor, chinezes, bonitas grvalas pretas e
    de cores. Ra da Imperatriz n. 52, por-
    ta larga.
    PARA ACBAR.
    Urna grande porco de caigas ordinarias
    para trabalho a 640 e 800 rs. cada um par,
    pechincha na loja do Le3o junto a loja de
    ourives.
    GRANDE PECHINCHA,
    Cassas he cores a 160 rs. o covado, na
    160 RES o covado
    Chita preta pelo barato prego de 160 o
    covado na ra da Imperatriz n. 52 na loja
    que^tem um Leo pintado.
    PANNO DE LINHO
    Paredes Porto recebeu um sortimento da
    pannos de linho, com 27 varas a pega e
    173000 e 183000, na ra da Imperatrizn.
    52,junto a loja de ourives de porta larga.de
    Paredes Porto.
    LENCOS DE LINHO
    Vende-se lengos brancos de linho a 33.
    a duzia para acabar na loja de Paredes Por-
    Rua da Imperatriz n. 52 loja da porta
    de cassa liza o mais fino que ha no merca-
    do a 93, 103, 123. com 12 varas, e vara
    de largura
    SEDAS DE LIS TRAS.
    Recebeu-se um.bonito sortimento d'esta
    fazenda que se vende a 23500 o covado.
    CHITAS.
    Vende-se chitas escuras a 280, 300, e
    320 rs. o covado.
    GUARDANAPOS
    Vende-se esta fazenda de linho, fazenda
    boa a 43000 e 53000 a duzia.
    MEIAS PARA HOMEM
    Sortimento de meias inglezas para ho-
    mem a 43800 53800 e 63800 fazenda boa.'
    THOALHAS
    Sortimento de toalhas de pelucia a 113
    a duzia.
    LENCOS BRANCOS a 23200
    Para acabar lengos de a!god3o a 23200
    a duzia,
    23000
    Vara de bramante de linho superior e
    tem 10 palmos de largo.
    CALCAS E COLETES.
    Tem sempre no mesmo sentido um sor-
    to.
    larga que tem um LeSo pintado, de Paredes timento completo a prego commodo.
    Porto. I
    No armazem do Le3o, ra da Imperatriz n. e 52, junto a loja de ourives.
    proprias para pre-
    ALTA NOYIDADE
    A
    YERDADEIRO LE ROY
    de SIG1V0RET, Docteur-Mdecin
    Ru de Seine, 51, PARS.

    nrniu c ao manir
    Ipil j?
    Em cada garrafa, tal, entre a rol lia e o papel azul
    que leva o meu tincte, um rotulo iniprtsso em ama-
    rillo com Sillo Impkrial do soverno fianc(z.
    N. B. Femeltenuo-se urna letira de 500 I raneo
    sobre Paria, aceilavel a 10 dial de Uta, ao mximo,
    goza-te do abalimrnto e do malnr descont.
    Depntito pitada
    'o lfgilimo Le Roy
    em Caza do noso
    milco .gente pelo
    Brajll a Su Aktu-
    10 F.iic : do La-
    cerda na naliii e
    no* prirclpaes har-
    macrutfcos.
    Pars, 36,RuaVivienne, D"
    CHABLE WEDtCN
    AStWTERMlUADAS 1>ESSKXUAE5, AS ATRO-
    flMW CUTNEAS, E ALTERACOESDO SANOUK.
    liOOOOcQriadaiiM/rinfoM
    \ntttvlat, herpes, turna
    comixoet.acrtmoniajnL
    Werjoes, viciotas do tan-
    \fte; virut, i alfracoM
    anttyue. iXarope vegetal sem mercarlo). >-
    MtttvM vegttaea Al
    tomao-ie dous por lemana. seguiDdo o iractamenU
    tM'iirativn : emi regado as meamu motalia*.
    Esta, Xaropa Cltraoto i*
    ferro de CHABLB. urt
    imm*diaumnMqffMV
    purgaba, reltamcao,
    $ debidach, igaal-
    BttU os fiuxos e flore branca* daa mnMkorM..
    *U iBJectao btnisna mproga-M com Xw*M i*
    Citracto it ferro.
    i altan, Pomada qn u cora tm trot itm,
    POMADA ANTIHERPETICA
    Coatra au affeccou tulamai $tmim*$$-
    PILULA8 VEOETE8 DEPURATIVAS
    tm m> CkaAto. *h truo v*i i
    mUaJkote.
    DEPURATIF
    in SANG
    PLUS DE
    COPAHU
    COGNAC.
    De superior qualidade da mu acredita-
    da fabiiea de Bisquit Dubouch C, em
    cognac ama das que mais agurdente de
    cognac, fornecem para o consummo do
    Re ino da Inglaterra.
    Vende-se em casa de Th. Just, ra do
    eonunercie n. 32.
    Loja do Pavao.
    GRGUROES PARA VESTffiOS A 1,5000,
    O COVADO.
    Chegaram os mais modernos gurgures
    para vestidos, sendo de todas as cores, como
    sejam verde; azul, rosa, bismaric, perola,
    rxo fc A tendo quasi quatro palmos de lar-
    gura e vende-se pelo baratissimo preco
    de 1^000, cadacovao nicamente no ar-
    mazem de Flix Pereia da Silva, na ra da
    Imperatriz n. 60.
    >rosdena)|>les preto
    Vende-se um grande sortimento dos me-
    Ihores grosdenaples pretos, tanto lar-
    gos como estreitos, sendo de 2(51000" rs. o
    covado at 40000 rs. garantindo-se que
    n'este genero ninguem tem melhor fazenda e
    que se vende mais barato do que em outra
    qualquer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
    de Flix Pereira daSi'va.
    Grande expsito
    M
    CASEMIUVS DE CORES NA LOJA DO
    PAVO
    Chegaram as mais bonitas e mais moder-
    nas casemiras de core* proprias para calcas
    coletes e palitts, tendo at das mais finas
    que tem vindo ao mercado com fios de seda
    e vende-se mais barao do que em outra
    qualquer parte, por tener grande sortimen-
    to de varios precos, n,i loja e armazem do
    Pavao, ra da Imperatriz n. 6h, de Flix
    Pereira da Silva.
    roupaa feitas
    NA LOJA DO PAVO A RA DA
    IMPERATRIZ N. 60
    Acba-se este grando estabelecimento com-
    pletamente sortido das melhores roupas,
    sendo calcas palitts e coletes de casemira,
    de panno, de briol, le alpaca, e de todas
    as mais fazendas que os compradores pos
    sana desejar, assim como na mesma loja
    tem um bello sortimento de pannos casemi-
    ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
    qualquer pec-a de obra, com a maior promp-
    tido vontade do l'reguez, e nao sendo
    obligados a acceita-lai, quanda nao stejam
    completamente ao seu contento, assim como
    n'este vasto estabelecimento encontrar o
    respeitavel publico um bello sortimento de
    camisas francezas e inglezas, ceroulas de
    linho e algodo e outros muitos artigos
    proprios para homens e senhoras promet-
    tendo-se-lhe muito mais barato do que em
    outra qualquer parte. Na ra da Impera-
    triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
    ra da Silva.
    COLCHAS PARA CAMA A 5^000.
    Vendem-se colcha* de fustSe adamasca-
    das para cama, pelo barato preco de M,
    grande pechinchafm loja e armazem do
    Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
    Pereira da Silva.
    Madapolao enfestado a 8#500
    Vende-se superior madapolao enfestado,
    sendo muito encorpado, para carnizas, e
    tendo cada peca 24 jardas, pelo baratissi-
    para laiiiha; a tratar no mesmo. Pereira da Silva.
    11-RA DO QEINADO-11
    DE
    De Flix
    AUGUSTO PORTO & C.
    Receberam superiores vestidos de blond com manta e capella para noivas, que
    vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
    SAH1DAS DE RAILEde cachemira branca e de cores o que ha de mais lindo.
    DASQUINESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
    elegante.
    CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
    BALESbrancos e de cores para senhoras e meninas, espartilhos, saias bor-
    dadas, e saias de 13a com barras de cor.
    GORGROde seda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
    tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, bombazinas pretas,
    alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
    CAMIZASde linho para homem de diversas qualidades, camisas bordadas
    para noivos, sobretudos, capas de borracha brancas e pretas, brim de cores e branco,
    panos finos e casemiras pretas e de cor por commodos precos.
    TAPETESgrandes e pequeos para sof e cama, tapete e alcatifas em pecas
    para sallas, e continuara sempre a vender por mdicos precos as esteiras da i.\dia para
    sallas.
    * ett,IMA*a
    NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
    Agua-florida de Guis-
    lain
    Tintura indelevel para tingir os cabellos,
    sem manchar a pelle.
    A bem conceiluada agua-florida de Guis-
    lain que cntSo era des:onherida em Per-
    nambuco, j boje estimada e procurada
    por seu eflicaz resultado, e anda mais se-
    r, quando a noticia de*seu bom effeito e a
    experiencia tornar de todos :onoeckla.
    A agua-florida de Guislain composta ni-
    camente de vegetaes inoffensivos, tem a
    propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
    mitiva aos cabellos, quando es.iverem bran-
    cos, e lhes restituir o brilho perdido, e as-
    sim como preservar de emblanquecer, sem
    ser prejudicial de modo algura
    E' porm necessario fazer couhecer, que
    o bom resultado produzido pela agua-flori-
    da, nao instantneo, como muitas pes-
    soas tal vez supponham, miis sim ser pre-
    ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
    d logo se obter o fim desejado, como bem
    provam testemunhos de pessoas insuspei-
    tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
    vezes por mez, contando sempre com o bom
    xito, podendo a experiencia ser feita em
    outra qualquer cousa.
    Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
    da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
    ra do Queimado n. 8, ?
    A Aguia Branca, contando com a pi#tec-
    c3o de sua boa freguzia, tambem capricha
    em nao lh'a desmerecer, procurando sem-
    pre corresponder a idea favoravel com que
    i honrara, e em prova ao que tica dito, d
    como exemplo o explendido sortimento
    que acaba de receber, ainda mesmo achanr
    do-se bellamente provida do que de bom
    e melhor se pode desejar nos gneros que
    sao de sua competencia.
    Haja vista aos necesarios i.vros de missa
    e oraro, obras de apurado r osto e perfei-
    c3o, sendo: com capas de madreperola e
    tocantes quadros em alto relevo.
    Dito com ditas de raarftin igualmente
    bonitos.
    outros mu-
    Ditos com ditas de velludo,
    lando charo machetado.
    Ditos com ditas de marroquim com cruz
    e guarnico, dourada ou prateada.
    Coras e tercos de cornalina.
    Assirn-como.
    Grande e bello sortimento de leques
    todos de madreperola, madreperola e seda,
    'sndalo, sndalo e seda, osso, 'sso e seda,
    e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
    com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
    de flores.
    Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
    Voltas de cerrente de borracha.
    Meias de seda para meninas e senhoras.
    Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
    para meninas senhoras.
    Ditas muito finas d'algodo, alvas, e
    cruas para meninas e senhoras.
    Luvas de fio d'Escocia, torcal, e seda
    para meninas e senhoras.
    Meias de 13a para homens, mulheres o
    meninos.
    Gollinhas e punhos bordados obra de
    muito gosto.
    Entre-meios finos tapados e transparen-
    tes com delicados bordados e proprios
    para enfiar fita.
    E OS PRODIGIOSOS
    Anneis e collares Royer para crcancas.
    Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
    e setim para meninas ou senhoras.
    Lindas cestinhas bordadas a froco; e lisas.
    Delicadas caixinbas de vidro enfeitadas
    com pedras, aljofares, etc.
    Ditas de tartaruga para joias.
    Bonitos albuns com msica.
    Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
    Novos e delicados ramos de flores com
    marrafes para enfeitar coques*.
    Bello sortimento de trancas de palba.
    Fitas largas para cintos.
    Cintos de fitas largas com bom tas rama-
    gens.
    Brincos e alfinetes de madreperola. .
    Ditos esmaltados, obras novas o bonitas.]
    0 cordeiro previdentcfl
    Ra do Queiiuado u. 10.
    Novo e variado' sortimento de perfumarlas
    finas, e outros objectos.
    Alm do completo sortimento de perfu-
    maras, de que elfectivanierte est provida a
    loja do Cordeiro Previdenle, ella.acaba de
    receber um outro sortimento que se torna
    notavel pela variedade de objectos, superiori-
    dade, qualidades e commodidades de pre-
    cos; assim, pois, o CordeiroPrevidente pede
    e espera continuar a merecer a apreciado
    do respeitavel publico em geral e de sua
    boa freguezia em particular, nao se afas-
    tando elle de sua bem conliexidamansidSo
    e barateza. Em dita loja encontrarlo os
    apreciadores do bom:
    Agua divina de E. Coudray.
    Dita verdadeira de Murray d- Lamman.
    Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
    ceza, todas dos melhores e mais acreditados
    fabricantes.
    Dita balsmica dentrificia.
    Dita de flor de larangeiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
    Elixir odontalgico para conservaco do
    asseio da. bocea.
    Cosmetiques de superior qualidade e chei-
    ros agradaveis.
    Copos e latas, maiores e menores, com
    pomada fina para cabello.
    Frascos com dita japoneza, transparente,
    eoutras qualidades.
    Finos extractos inglezes, americanos e
    francezes em frascos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino e agradavel chei-
    ro de violeta.
    Outras concentradas e de cheiros igual-
    mente finos e agradaveis.
    Oleo philocome verdadeiro.
    Extracto d'oleo do superior qualidade,
    com escolhidos cheiros, em frascos de dif-
    ferentes tamanhos.
    Sabonetes em barras, maiores e menores
    para maos.
    Ditos transparentes, redondos e em figu-
    ras de meninos.
    Ditos muito finos em caixinha para barba.
    Caixinbas com bonitos sabonetes imitando
    fructas.
    Ditas de madeira invernisada contendo fi-
    nas perfum irias, muito
    sentes.
    Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
    bem de perfuniaris finas.
    Bonitos vasos de metal coloridos, e de
    moldes novos e elegantes, com p de arroz
    e boneca.
    Especial p de arroz sem composic3o de
    cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
    cas.
    Opiata ingleza e francezapara dentes.
    Pos de camphora e outras dill'erentes
    qualidades tambera para dentes.
    Tnico oriental deKemp.
    Anda mais coques.
    Um outro sortimentos de coques de no-
    vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos.
    e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
    eslao todos expostos apreciaco de quem
    os pretenda comprar.
    GOLLINHAS E PUXHOS BORDADOS.
    Obras de muito gosto e perfeico.
    Fiveilas e utas para cintos.
    Bello e variado sortimento de taes objec-
    tos, ficando a boa cscolba ao gosto do com-
    prador.
    FLORES FINAS
    0 que de melhor se pode encontrarnes se
    genero, sobresahindo os delicados ramos
    orvalhados para coques.
    Para viagem.
    Bolsas de tapete e carteiras de couro, por
    precos commodos.
    Chapelinas de palha da Italia mui bem
    enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
    gosto.
    E assim muitos outros objectos que sc-
    ro presentes a quera se dirigir dita loja
    do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
    n. 16.
    ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS.
    CHAPEOS E COQUES.
    0 Cordeiro Previdente ra do Queima-
    do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
    mento de trancas de palha para enfeites de
    vestidos, outras para chapeos, coques etc.
    tudo isto est sendo vendido com a sua bem
    conhecida commodidade de precos.
    ALEM D'AQUELLES.
    Recebeu outros lindos enfeites de seda
    para vestidos ; assim como um variado sor-
    timento de galles de la, babadinhos de
    cambraia com bordados de cores, cuja va
    riedade de gostos os tornara recoramenda-
    dos e apreciados ; compareci pois os pre-
    tendentes que sero servidos a contento.
    TO BEM RECEBEU.
    Novo provimento de bicos e rendas de
    guepure.
    LUVAS DE PELLICA.
    De todas as cores tanto para horaen*
    como para senhoras, constantemente acham*
    se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
    ra do Queimado n. 16.
    tA-GERM%
    /m.vWctie S(.
    ^;
    Alegrai-vus myopes, e presbytas, j po-
    dis ver de longe, j podis ver de perto,
    nao ha mais vistas curtas, nem caneadas.
    F. J. Gcrmann acaba de receber pelo ulti-
    mo vapor um rico e variado sortimento de
    oculos, lunetas, pnce-nez, face--main,
    lorgnons, de ouro, prata, tartaruga, mai-
    fim. aro, bfalo, ncar, unicornio e mel-
    chior; assim como binculos de rana a tres
    mudancas para ttieatro, campo e marinha,
    da ultima invenrao ; duquezas, vienezas de 6
    8eI2vulros, tudo dos melhores fabri-
    cantes da Europa.
    O mesmo vapor trou-
    xe urna excellente ma-
    china para graduar e
    observar o numero dos
    vidros que se necessita
    conforme a vista de
    Sr>, qualquer pessoa.
    Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
    tos de raatlieinatica, barmetros, vidros'de.
    chrystal de rocha, e de cores para resguar-
    dar a vista ; concerta todos os objectos a
    precos commodos e com proinptidao ; lira
    o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
    eucommenda relativa a ptica.
    Recebeu tarabem os excellentes relogios
    do antigo e afamado fabricante Uobert Gerth
    & C, os quaes vende precos commodos
    garantindo a sua superior qualidade.
    IilVRO XOVO
    PARA
    O MEZ DE MARA
    Acabam de sabir luz eacham-se ven-
    da na livraria franceza.
    OS CNTICOS E IflflOS DEVOTOS
    PARA
    O MEZ DE MfiRIA
    Um volume nitidamerte impresso era
    Pars.
    Quadernado de couro. 15600
    Encadernaco de mar-
    roquim dourado.......2#500
    O do"ce nao amarga!!!!
    O bom doce de guiaba
    (I mais barato possivel
    Venliam tregeles ver
    Queai deixar de comprar
    Para depeis de jamar
    lloa lalliaila comer i
    Xa trave^a lo Queimado n. 1 existe om eonv
    liletrt soi'limento de doce de guiaba e gelva, e it -
    de ?e mais barato do que em outra parte ; a etfi,
    antes que se acabe.
    Fazendas de gado.
    Vendera-se seis fazendas de gado m i i-
    beira do Scrid, denominadas Boa-Vista,
    P de Serra, Mohmg, Mundo Novo, Inga c
    Serrote, todas muito boas de criar e de uii
    ser bem conliecido naquella ribeira : os
    pretendentes podem dirigir-se na do Vi-
    gario n. .11, I" andar, escriptorio do Barao
    de Bcmfica.
    UBOPE PEITORAL MASltEIRO
    DE
    POMTA DEEMBAIBA
    COMPOSTO E PREPAHADO
    Pelo phai-mat'ciitf cu
    Jos da Cruz Santos.
    Esta planta cujas virtudes medicinaes
    existiam desconhecidas para a maior parte
    dos nossos facultativos, devendo-se a sua
    descoberta ao uso que d'elle faziam os
    nossos indgenas que menoscabavam com
    a sua applicac5o de todos os soffnmentos
    pulmonares, hoje conhecido como o me-
    dicamento mais eflicaz para a cura de as-
    thma, bronchite, coqueluche, penemonia.
    e at a phtysica, produzindoum effeito mi-
    lagroso e prompto.
    Para um adulto 3 4 colheres de sp*
    ao dia puro ou em cosimento peitoral.
    . Criancas, 3 4 colheres de cha.
    Preco 20000 o frasco.
    Pernambuco, ra Nova botica n. 31,
    Cera de carnauba
    Vende-se na ra do Queimado n. 13, primein
    andar.
    RAP, RAP. VIAJADO. VIAJADO.
    RAPE- VIAJADO, RAPE" VIAJADO.
    A loja da Aurora, na roa taiga do llusario n.
    38, perlenccnle a Manuel Joa Lupes & Iimao, rn-
    eeberam o muito desejado e apreciavel rap Panie
    Cordeiro viajado, mait^ fresco, o qual esl melhor
    do que entro qoalqner, amiim como tambem lem
    mais as seguinles qualidades, Paulo Cordeiro nao
    viajado, gasse grosso egasse liuo. esta qualidados
    sao do Rio do Janeiro, agua da baia, prinma
    meio gresso, [rinceza lino, rollo (rrosso, igual ao
    rrantvz, feilo em Pernambuco, rolao imperial, o
    (pial um rap novo, porm de muito Iwa quali-
    dade, dito Meuron, o qual j muito conheeido
    por todos os tomantes da boa pitada, dito boa : todas estas qualidades de rap se v
    lauto em libia* como a retalho.
    Vendem-se quatro vaceas de loite, sendo
    duas prximas a parir, e duas dando leite, entra
    ellas urna de raca tourina, e tres novillias, todas
    do pasto : a tratar no Hospicio n, 30.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Fugio de bordo de palhabote nacional Atrq.-
    ro, un mulato claro de nome Justino, estatura re-
    guiar, Gabelos earapinhados e meios ruivos, poaoa
    barba, tem urna pinta preta no canto do olho direi-
    to e um talho as costas ao mesmo lado,; leven
    vestido camisa de chita com listas verdes, e osa
    de urna cinta com borla encarnada para apartar
    as ealsas, natural de Santa Anna do Matto na
    provincia do Rio Grande do Norte, para onde tai vea
    queira ir, tambem muito desembaragado no fal-
    lar. Rccommenda-se aos mestres de barcaca en
    a qualquer pessoa que o agarrar, e levar a ru
    do Trapiche n. i ou a bordo do referido navio que
    ser generosamente gratilicado.
    Vende-se um escravn, ofllelal de ferreiro,
    vindo urtimamenle do norte : no escriptono de
    Joaquim Jos Goncalves Beltrac, ra do Trapi-
    che n. 17. ________
    FARJiNHA DE
    MANDIOCA
    Vende-ee ferinha da trra em saceos grandes
    por prego muito commodo: na ru\ da Moeda nu-
    mero
    ireco
    47.
    Vende-so por commodo prego um carro novo
    de quatro rodas com um boi: na ra do Jasmira
    n. 87.
    Fugio do engenho Pomo da Cal o escra .-o
    Joao das Lages, mulato acaboclado, de altura re-
    gular, cheio ilo corpo, milito conhecido em Olin-
    da : quem o pegar leve o ao referido engenho ci-
    ma, ou na ra da Cadeia n. 24, que ser genero-
    samente gratificado.
    Fugio da can de Jos Pedro do Reg, no dta
    28 do egrrente abril, um preto com os signaos se-
    gnintes: cor fula, caneca grande, fronte a';ta,
    cem poucos cabellos, signaes de bexiga no rostu.
    ci rpo regular o nm pouco alto, representa ter
    quarenta e Untos annos e chama-se Isaias. Este
    preto intitula-se forro, c tem por costume fallar
    com os albos babees, parece sotrer do cerebro em
    consequencia da embreaguez, filho do Maranhao,
    para onde dizia pretender seguir, sendo i preao
    urna vez adiaute de Cachang, declarando en: o
    que. procura va o caminho de sua trra, levou ves-
    tido calca de brim de algodo com lisiras, cami?a
    de riseado azul o chapeo de couro : quem o ap-
    prchender leve rna da Penha n. i, 3* andar, oa
    ra da Cruz, escriptorio por cima do deposito de
    rap Meuron.
    Fugio do engenho Tapera, freguezia de ja-
    boatao. a 25 de dezembro do anno passado, o es-
    cravo Miguel, proto, crioulo, de 48 annos de idade,
    estatura muito baixa, feicocs regulares, corpo
    grosso, pernas curtas, andar miudo e apiessado ;
    foi escravo de Antonie Filippe de Souza, moradir
    no sitioPoco da Vaccacomarca do Limoeiro ,
    snppoe-se etar neste lugar ou na freguezia do
    Gloria : quem o tmuxer a este engenho receber
    a gratifleacao de tOOOOO.
    Fhgio no dia 22 de marco prximo passade,
    do engenho Pirau, termo de razareth. o osera.o
    de nome Goncalo, com os seguintes signaes
    tatnra regular, um tanto grosso e acatrosado.
    padado, rosto tirado, nariz comprid", meio ban >-
    udo e embigudo, pernas nLs e um tanto arq
    as, falla mansa e rheia, cor rela e lustrosa,
    cicatriz no .lar-gato do braco direito, foi do sert~>o
    doApody. R*commen>la se a captura aos cap--
    taes de campo e as autoridades policiae, e qi
    lvalo ap sea senhnr Antero Florentino Passo
    Mello ao engenho acim.l dito, ser generosan
    recompensado.

    w

    Lmmmm


    Diario de Pernarabuco Terqa feira 4 de Mmo de 1869;

    m
    O bispo E
    OS NOVOS REFORMADORES
    V
    (CO10MSO)
    Quanto ccumeriicidade do Concilio Tri-
    dentmo, j anteriormente posta em duvicla
    pelo general Abreu Lima, disse este, que o
    mesmo Concilio nao podio ser cotukumdo
    ecumnico, principalmente as primeiras
    sessoes (pag. 101.)
    Quanto tradieco catliolica disse o mes-
    rao general, que ella um circulo vicioso
    rm que se rmmaranha a Igreja para bur-
    lar 'is Escripluras ; que um acervo de lu-
    gares com m uns, de que se serve a Igreja
    para sahir de apuros; que a tradieco
    judaica condemnada por Jess Christo.
    Disse mais qu a Igreja quem fakrioa
    sitas tradiccoes conforme Ihe convem, de
    sorle que a tradieco catholica flucta entre
    a doittriuas contradictorias da mesma
    Igreja. Emfira que a tradieco o escn-
    dalo do curistianismo (pag. 115 e seguiu-
    tes.)
    Em relaco a'o Purgatorio disse o gene-
    ral -Abreu e Lima que os cluimados catho-
    licos s provam sua existencia por indu-
    ro ; que mais fcil seria provar que desde
    o piccado original o genero humano se pu-
    rifica pelas promctks dolorosos ; para o
    se acharia minares de textos ; que o
    halo dos Apostlos, nal* uiais e nada
    meit"
    Ser isto urna impiedade ? Pois bem,
    deixai-me ir para o inferno onde viverei
    em muito boa compartida com todos os
    Apostlos e Evangelistas, e com todos
    os santos at o IV seculo. Ide vos para
    o Co com Domingos de Gusmo, com
    Pedro de Arbues, com Torquemadas, e
    Cisneros, com Alcxandre VI, e Paulo IV,
    '>m todos os Gregorios, exceptuando
    mis quatro, emfim com a escoria do ge-
    nero humano, (pag, 296.)
    (lomo muito b?niobservou o monsenlior
    finto de Campos, tendo o general Abreu e
    que
    Purgatorio urna instititico paga, que
    tira sua origem de urna allegara de Plato,
    da pial'se servio Virgilio : institu rao fue
    depei foi transplantada para v Igreja ca-
    ikolica ; emfim que o Purgatorio nao passa
    de urna e.speculac), emgue, apar da mats
    hedionda superstico se revea o lucro torpe
    (pag. 131 e seguintes.)
    A invocaco dos Santos e o culto das
    Imagens, disse o general Abreu e Lima,
    que foram nnis duaspraticas ranbadas ao
    paganismo ; que a cawmisaco dos Santos
    urna imitaro da apolheose dos semi-deu-
    ses do paganismo; que urna idolatra abo-
    mimvel encher os templos de Imagen pro-
    fanas, e. desviar para ellaif a orar.o, que
    se devia dirigir nica mciite a Deus ; que
    nao ha differenctf *,re a evocaco paga e
    a invocaco romn 7 ; que a dijferenca que
    ha entre, as estatuas dos deuses do paganis-
    mo as imayens dos Santos, que aquellas
    eram verdadeiros monumentos da arte ; e
    estas sao o que ha de mais miseravel e de
    mais ridiculo pela imperfeico do trabalho,
    e. at pela vilesa da materia (pag. 273, 279
    e 284J Diz mais o general Abreu e Lima,
    que a Igreja Catholica falsifican a Biblia e
    commetieu fraudes para attenuar o grande
    peonado do culto das imagen (pag. 270);
    e que nao admira que a Igreja jogur too
    porcamente sobre a credulidade publica.
    (pag. 286.)
    O general Abreu c Lima negou que Jess
    Christo conservasse a forma humana depois
    de sua assenco ao Co, porque neste nao
    pode existir a materia corruptivel ; e attri-
    bue esta crenca aos pagaos, que acostuma-
    dos com o seu Polytheisrao, np podiam
    acostumar-sc com a idea de um s Deus
    forma alguna material em um Co
    deserto, (pag. 271.) Parece que a mesma
    raza) atlribue o general Abreu e Lima a
    deelaraco de que Mura mi de Deas ;
    porque, (uzeado que em virtude do costu-
    rae pagfio foi preciso no segundo seculo fa-
    aer conservar a Jess Christo a forma hu-
    mana ; accrescenla :
    No fim do quarlo seculo um Concilio
    * de Conslanliuopla declarou que Mar a era
    mi Ae Deas, portanto ahi temos j duas
    formas humanas (homem e mulher) ha-
    1 hitantes do Co.
    Era relaco Iminaculada Conceico de
    Mara Santissima, disse o general Abreu e
    Lima:
    * At do parto fizeste objecto de adora-
    cao E do parto de urna virgem O
    que vale o pudor para vos ?... (pag.
    286.)
    En relaco ao Papa, disse que este nao
    Vicario de Jess Christo, mas Vigario de
    Anazou de Caifaz.
    Emfim negou Igreja todas as suas qua-
    lidades; eensurou seus adversarios, porque
    se intitulavam Catholicos, quando hoje sao
    apenas a nona ou a decima parte do genero
    humano ; e al chegou a negar-lhes a qua-
    liuade de Christos.
    ....E oque a vossa Igreja? Christa ?
    naoella pode ser ludo: idolatra, paga* 1,
    feiticeira, budftisla, menos christa....
    (pag. 286.)
    Quasi sempre que o general Abreve Li-
    ma em seu livro das Biblias Falsificadas
    se refere Igreja, serve-se destas expres-
    ses e mitras equivalentes : a vossa Igreja,
    a tal Igreja, a chamada Igreja, o
    intitulado ('alholecismo, a seita Catholi-
    ca, etc.
    Emfim elle declarou positivamente que
    se tirava o chapeo quando passava por urna
    igreja aberta, e se ajoelhava quando passava
    o Viatico assim fazia para se conformar
    com os costumes o usos pblicos, e nao se
    tornar notavel por actos contrarios a estes
    osos e costumes (pag. 306.)
    At em relaco idea do Ente Supremo
    disse o general Abreu e Lima que abomina-
    va o Deus dos Judeus o Deus feroz e san-
    guinario do Pentateuco (pag. 296.)
    O monsenhor Pinto de Campos, logo de-
    pois que appareceu o livro do general
    Abreu e Lima, publicou no Diario de Per-
    nambuc.o dous artigos, em que fez a refu
    tco das principaes heresias.
    O primeiro artigo trata da unidade da
    crenca e identidade das Escripturas quanto
    a idea do Ente Supremo, o que o general
    Abreu e Lima contestara resolutamente,
    como se v das seguintes palavras :
    t Sabei, Sr. Padre Campos, que abomino
    o Deus dos Judeus, o Deus feroz e san-
    guinario do Pentateuco. Foi talvez a
    genero humano, cerno so v da segninte
    a passagem de S. Paulo aos Hebrrus (o. 10
    vv. 9 10); Eis aqu veolio para Lzer,
    Deus, a Uta voMade; ni qual vontade,
    < accrescentou S. Paulo, sernos santificados
    pela offrenda do corpo d<- Jess Christo,
    feita ama vez...pag. 13.)
    Com S. Aostinho, S, Jernimo Theoilire*
    to demostrou-seWtftopfc'Ca;). XIII) oab-
    surdo destas hwetrvas ontra os stnrificios
    da Le antiga, provando-se 1." que nae ten-
    do Deus neeessidade das cousas que llu sao
    Lima pugnado" tanto pela canonicklade ex- olTerecidas,. aquelles sacrificios erara apenas
    1 acceita seno sacrificios incruentos: sen-- Depois da demonstrarlo desta verdade
    * do Jess Christo a ultima victima ||o Ve-1 segue-se a refutacio da objeceo feita pelo
    lho Testamento offcrecid 1 em resgpite do lgeneral Abreue Lima (pag. 15) que pro-
    elusiva dos Ivo. do Velho Testamento,
    chamados protocanonicos, blasphemava de-
    pois contra o Deus do Pentateuco, cuja
    canonicidade reconhecra.
    figuras do que se passa em nos; isto da
    amor que nos une a Deus, e ao aosso pr-
    ximo, para elvalo a Deus: valiam por
    aquillo que representavam ; e 2.9que o ver-
    Comas proprias palavras de Jess Chris- dadeiro sacrificio,_ aquella to provou-se iwe o autor da lei antiga e u
    mesmo autor do Evangelho, que e Deus
    de Abrabo, de Isaac, e de Jacob o mes-
    mo que adoramos.
    No mesmo artigo trata-se da existencia
    do Purgatorio ; da imputaco de ter a Igre-
    ja Catholica falsificado as Santas Escriptu-
    ras : da acceitacio do Concilio de Trento
    em Portugal, e da seu consequente vigor
    entre nos.
    O segundo artigo contm urna refutaco
    das heresias relativas ao culto das imagens
    agrada el a Deus um conato contriclo e
    humilhado.
    A brevidade desta simples exposico nem
    nos permitte ao monos traascrever as cila-
    cOes do Antigo Testamento com que se sus-
    tentaran! estes dous pontos. Um dos lu-
    gares mais isteressantes da Refutaco
    esse em que se trata dos Sacrificios figura'
    titos.
    Outra objeceo: Dizeis qujo Papa
    < o Vigario de Jess Chris ; raenti \! o
    Vicario de Anaz ou de Caitaz ; porque se
    (que o general Abreu e Lima dizia ser um a vestem como Mies se muttam ; porque
    culto sacrilego, u na idolatra abeminavel e Deus nao estpido nem absurdo-----
    (pag. 28.) .
    Depois (he confrontado
    estupida, um grande peccado, etc.) assim
    como invocaco e veneraclo dos Santos.
    A resposta do general Abreu e Lima a
    estes dous artigos foi um acervo de blas-
    phemias e heresias. Deixando de parte as
    Biblias falsificadas, c atacando as verdades
    mais fundamentaes do Christianismo, esten-
    deu-se o general Abreu e Lima, na de -
    monstraco de que o Deus do Pentateu-
    co feroz, sanguinario, abominavel, e mui-
    differente e at contrario a certos respeitos
    ao Deus do Evangelho.
    Daremos urna breve noticia deste ops-
    culo, intituladoO Deus dos Jadeos e o
    Deus dos Christos,a par da esplendida
    refutaco que Ihe fez o monsenhor Pinto
    De Campos (Polmica Religiosa, Refutaco
    ao impo opsculo que tem por tituloO
    Deus dos Judeos e o Deus dos Christos, etc.)
    VI.
    Antes de entrar na immediata refutaco
    daquelle opsculo, comecou o monsenhor
    Pinto de Campos preparando o espirito do
    leitor pela meditaeo de materias anlogas
    ao assumpto, e que cerceavam desde logo
    os paralogysmos e heresias do seu adver-
    sario, em relago is verdades que este em-
    este trecho com
    antigos escriptos do mesmo autor (em sen-
    tido djametralmente oppost)) faz-se com o
    auxilio de Lacordaire urna breve exposico
    da origem e desenvolvimento do pontifica-
    do christo, sua inst/tuico divina e sua
    magnificencia exterior {RefutaeSo, Cap.
    XVI).
    Os Judeos diziam que eram filhos
    Abraham, e que o Christo era filho
    de
    de
    David. Jess Christo nao consentio que o
    chamassem /i!lio de Abrabo, porque dis-
    se elle que j existia ante.3 que Abraho
    fosse feito; disse mais que o Christo nao
    * poda ser filho de David, porque o pro-
    . prio David chama va ao Christo seu Se-
    nhor f (Math. c. 22 v. 45). Entretanto
    contra o que disse o proprio Jess Chris-
    to, a vosea Igreja persisto em chamal-o
    filho de David .' I
    Esta objeceo nao diz respeito s ao en-
    sino da Igreja (a nossa Igreja) em relaco
    ao Novo Testamento, mas tambera a este
    em relaco ao Antigo, no qual se' diz ser o
    Redemptor filho de David.
    Aiada a este respeito foi apenas repetido
    prehendeu combater; verdades j atacadas I um erro de Marciao; ainda esta vez veio a
    por Marcio ha 1,600 annos, e victoriosa-
    mente defendidos porTertulliano.
    Aprimeira parte da Refutaco contm: I."
    a exposico das heresias de Marcio, a qual
    comeca com a noticia deste ; que viven no
    segundo seculo da era christa e foi funda-
    dor da seita gnostica dos Marcionistas: 2."
    um precioso transumpto dos 5 livros de
    Tertulliano com os seus excellentes tracta-
    dos De Carne Chmti,e de Ressurrexio-
    nc Carnis, onde se encontra a refutaco
    completa daquell&s heresias: 3. a dc-
    raonstraco de que tudo quanto profusa e
    confusamente se derramara no opsculo
    intituladoO Deus dos Judeos e o Deus dos
    Christosao plagios de Marcio e de seus
    sectarios.
    Depois de maltas paraphrases e excerp-
    tos das obras do sabio Tertulliano, sobre
    0 peccado original, a presciencia divina, a
    bondade e justica de Deus, os sacrificios e
    a identidade das disposices dos dous Tes-
    tamentos; comeca a resposta directa ao
    opsculo.
    Nao queremos ultrapassar os limites des-
    te escripto, fazendo urna exposico ainda
    que pequea, daquellas paraphrases e ex-
    cerptos; que j sao um resumo trabalhoso
    e muito importante.
    Monsenhor Pinto Campos, depoisde analy-
    sar algumas contradiccSes do general Abreu
    e Lima sobre a abominarn que este decla-
    rou ter ao Deus do Pentateuco, passa a res-
    ponder a suas objeccoes.
    Disse o general Abreu e Lima : Al
    1 aqui temos mostrado o quanto vai do
    Pentateuco ao Evangelho, a grande difl'e-
    renca que existe entre o Deus annunciado
    por Jess Christo e o Deus pregado por
    Moyss; o quanto era abominavel um
    Deus coberto de sanguee sangue intil..
    (pag. 24.)'

    a
    o
    nica alteraco, que fez Jess Christo na
    * lei antiga, modificando a idea do Ente-
    Supremo ; e elle o explica varias vezes,
    dizendo que assim foi preciso naquelle
    a lempo por causa da dureza do coraco
    dos Israelitas quando sahiram do Egypto;
    mas que na poca da sua pregado os
    Judeus estavam inteiramente modificados,
    1 depois d tantas calamidades porque ha-
    viam passado.
    Eoto Jess Christo annuucia um Deus
    do bondade e de amor, e nunca falla
    dolle seno chamando-o meu pai nosso
    1 pai ou vosso pai. que est no Co. De-
    c'.aro-vos Sr. Padre, que o meu Deus o
    Leus que Jess Christo pregou, o Deus
    do Evangelho, que a minha lei C semen-
    t o Evangelho, a miaba nica f o sym
    0 Evangelho subrogou o Pentateuco,
    nao s no dogma como no caito, e em
    toda a disciplina judaica. (pag. 34.)
    Refutando isso d o Monsenhor Pinto de
    Campos urna noco dos dogmas e suas ca-
    thegorias, reerindo-se especialmente aos do
    Antigo Testamento; faz depois um resumo
    da Religio Mosayca, e depois da um tran-
    mpto da doutrina de S. Thomaz sobre a
    Mosayca.
    O Cap. VIII da refutaco encerra em re-
    sumo dous artigos do Santo Doutor, sendo
    o primeiro urna refutaco dos hereges que
    pretendem que a lei antiga era m; o segun-
    do outra refutaco dos mesmos hereges,
    que, negando a bondade da lei antiga, attri-
    buio-na ao principio mo.
    Depois comeca o exame minucioso de
    cada rana das objeccoes do general Abreu e
    Lima este disse a pag. 25 do seu opsculo:
    Diz a lei antiga nao matars, e quem
    matar ser reo 110 juizo. Jess Christo
    porm foi muito alem deste preceito, e
    * disse : Todo aquelle que se ira contra
    * seu irrao, ser r no juizo; e o que o
    chama tolo, ser reo no fogo no inferno.
    * (Math. C. 5, v. i2.)
    Nao adulterars, diz a lei antiga. Jess
    Christo ampliou o preceito, dizendo: To-
    t do o que olbar para urna molher cobi-
    t cando-a j em seu caroco adulterou com
    ella (Ibid. v. 28.)
    Moslrou-se a antiguidade e origem des-
    tas objesedes, e depois de establecidas em
    melbores termos ornis desenvotvidamente,
    sao refutadas em tres Captulos (IX, X e XI).
    Depois de outras objecetjes, igualmente
    refutadas, e em que se mostrou, alera da
    improcedencia, a infidelidade das cUacoes
    em que se fundo {Refutaco Cap. XII),
    passa-se aanalysaro seguinte_:
    c Bemvedes, senhor Padre que o Deus
    de Moyses exige, elle mesmo holocaustos
    de su.vissimocheiro(para os semnarisfis)
    como bezerros, carneiros, bodes, etc.; o
    Deus porem de Jesue Gbrisl, nao s
    n3o exige, como repeHe a hostias e holo-
    caustos qoe cheiram 3 sangoe, segundo
    a lei; porque nao Ihe soaaradmm I Lo-
    go o Deus de Moyses nao e nem pode ser
    o Beus de Jess Christo!...(pag. 16.)
    O Deus dos ChristSos nao quer PjJ
    proposito urna exceliente refutaco de Ter-
    tulliano ; alem de palavras de Izaias, S. Lu-
    cas, edaqujllas com que o Archanjo S. Mi-
    guel fez a Ennunciaco Mostrou-se per-
    feitamente que o descender Jess Christo
    da linhagem de David ho so urna verdade
    do Antigo Testamento, mas inteiramente
    conforme ao Novo, di qual do testemu-
    nho o proprio Jess Christo, dando vista ao
    ceg que o chamoufilho de David, e di-
    zenio-lhe que sua f o tinha salvailo. De-
    mais se reconheco a mesmi verdade as
    Epstolas de S. Paulo, e no Apocalipse de
    S. Joo.
    Quanto s palavras de Jess Christo to
    mal interpretadas por Marcio e seus secta-
    rios, ellas se refiriram aos erros dosPhari-
    siiis ("seguido por algumas seit*s pro-
    testantes ) de ser Jess Christo puro ho-
    mem.
    O general Abreu e Lima que mais pare-
    ca duvidar do peccado original, que re-
    conliccel-o, assim pergunta:
    Mas qual foi essa falta, qual foi esse
    peccado ? Jess Christo nao disse a era
    elle o nico que poderia dzel-o, pois que
    foi a victima propriciatoria para obter
    de Deus o seu perdao (pag. 36.)
    Seo nico que poda dzer nao disse
    segue-se que nao se sabe; e pelo menos se
    torna duvidosa sua existencia. Mas o Ilustre
    autor da Refutaran respondeu aquella per-
    gunta, nao s indicando o texto, em que
    Jess Cristo se refere ao peccado original,
    mas tambem explicando estencamente o
    mesmo texto.
    0 general Abeu o Lima refere a historia
    do que succede-o sobre o direito de primo-
    genitura vendido por Esa, e da benco re-
    cbala por Jacob. Alem da injusta apre-
    ciado destes acontecimentos, notam-se as
    blasphemias proferidaa contra o Santo Pa-
    trarcha, nestas palavras:
    i Ha nada mais vil mais ignobil do que
    o procedimento de Jacob ? Haveria heje
    homem honesto, quo praticasse seme-
    Ihante infamia com seu irmo ?
    Anda hoje muito vulgar acalumnia
    contra Esa... quando a vilesa est da
    1 parte de seu irmao Jacob... Ainda ha outra
    infamia maior do mesmo Jacob contra
    t seu irmo Esa...
    Veremos depois se Jacob era homem
    " sincero e bom, ou um grandissimo tra-
    taute...
    (jualquer homem honesto dir que
    Jacob foi duas vezes infame (pag. 39.)
    Depois da refutaco desta tirada blas-
    phema, segue-se a de urna outra imitada de
    Marciao, na qual disse o general Abreu e
    Lima que os Judeos roubaram os Egypcios.
    0 Deus dos Judeus uno, o Deus dos
    Christos trino. Os Judeus nunca
    a admittram seno o monotheismo puro,
    os Christos nao admittem seno a Sapc-
    tissma Trndade (S. Math., cap. 28, 19:
    S. Joo, 1 Epist. cap. 5, v. 5.) 0 Deus
    dos Judeus nao tem pai nem me. O
    Deus dos Christos tem urna e outra
    cousa. O primeiro concilio de Nica
    declarou no principio do seculo IV,
    que o Filho era consubstamial com o
    Pai: o primeiro concilio de Epheso de-
    clarou, no principio do seculo V que
    1 Mara era me de Deus. (pag, 14.)
    Ninguem entre os Judeus ignorava que
    Deus uno em essencia e trino em pessoas,
    bem como ninguem ignora entre os
    Christos que Deus uno na essencia.
    Como dizer-se queos Judeus nao admittiam
    seno o Deus uno, e os Christos nao
    admittem seno a Santissima Triudade ?
    Os Judos reconheciara o Deus uno no
    sentido de ser nno na essencia, mas nao
    as Pessoas; como os Christees reoonhe-
    cem o Deus trino no sentido de haver tres
    pessoas divinas nuraa s substancia: por-
    que o dogma. Christo : que Deus
    trino c uno; tritio em Pessoas e uno na es-
    senta. Nao pode alguem snppor que o
    povo de Deus nao tivesse oocOes da Trin-
    dade, quando as primeiras palavras do G-
    nesis comecam por denuncial-a {Refutaos,
    pag. 193)
    eurou mostrar con tradieco entre a cir-
    cumeisao e o oapnsmo ; e na qua! diz que
    S. Patilo tinha horror circomeiso.
    Ete outra parte da Refutar.o, em que
    paraphraseou-se a epstola aos Glalas, mos-
    trou-so que os argumentos principaes do
    apostlo se dirigiam a convencer or christos
    da Guiara de que a habitaco indispensavcl
    para justificar o homem, a f no me-
    diador entre Dens e os homens, que
    Jess Christo, Deus e Homem : que sem
    estaf nioguem se salva, ninguem se justifica:
    qae as mesmas obras da lei Mosaviaou da
    lei natural, sendo destituidas desta f, Cr
    nao sendo fecundadas, mediante ella, do
    sangue do Redemptor, sao totalmente es-
    teris em oidora justificaco e salvaco :
    ou, como 1 e dissesse o apostlo : Si o
    homem pode ser justo s pilas orcas
    que lite d o conherimento da lei Mosayca,
    logo foi escusado que Jess Christo viesse
    ao mundo e morrease; porque nesta hypo-
    tliese, sem Jess Christo morrer ; podia'o
    homem ser justo. Erro comba4do peto
    mesmo apostlo,oqaaI, depois de confessar
    que nenbum mais do que elle fra, noutro
    lempo aferrado lei de Moyses, declara que
    agora est morto para a mesma le; isto
    desobrigado da lei pelo mesmo que ella
    ensinava, entendida espiritualmenle, a
    saber: que tendo vindo ao mundo o figu-
    rado da lei, que Jjsus Christo devem
    cessaras obrigaces da mesmi lei, como
    (gura que delle." 1 Ppfutaea pag. 209 J
    Alm disto provou-se que o apostlo nao
    era iuimigo da lei entesada devidamente:
    1* pelo que consta de suas formaos pala-
    vras (Galat. M, 7, 8,); 2" pelo ter man-
    dado circumeidar a Tiiemoteo; 3* pele ter
    cumprido as obrigaces da lei em Jerusa-
    lem por conselho de Thiago.
    Em [iiol de ludo isto trasladou-se a
    qente argumentaro ile Santo
    em urna de suns mais nolaveis cartas.
    Segue-se a apreciacao e resposta de urna
    outra objeceo, que j tinha sido feita por
    Marcio e fulminada por Tertulliano. Diz
    respeito ao modo de tratar aos devedores.
    Mostrou-se que a este respeito como em tudo
    mais os preceitos de caridade, escriptos
    no Evangelho, teem sua base no Antigo Tes-
    tamento.
    0 Cap. XXIV oceupa-se de urna beresia
    qua ao mesmo tempo um absurdo inte-
    ressante:
    O Deus dos Judeos disse a Adao: tu
    s p, e em p te has de tornar (Gen.
    C. 3, v. 19). Para semelhante Deus,
    nao havia inferno nem cu; nao havia
    1 alma: o homem era somentc p Pelo
    * contrario disse o Deus do Evangelho:
    E nao temis ao que mata ao corpo e
    nao pode matar a alma ; temei antes po-
    rm ao que pode lancar no inferno tan-
    to a alma como o corpo. (Math. C. 10,
    v. 28.)
    O memento homo gua pnleis es et in pal-
    amor de seas' santos principios e de. sita de-
    dicaco, foi perseguido pela estupidez e pela
    hijpocresia, e comlemnado a fkar ins'epidto,
    sercindo de pasto aos corvos, como se fosse
    o cadver de um cao.
    Emquanto os nossos adversarios peden
    ao co que mes envi novos continuadorei
    da misso to nobrementc encelada pelo ge-
    neral Abreu e Lima, bom que o povo
    saiba em que ella consiste.
    Recife li de abril de 1869.
    Jos Jowjuim de Oliveira Fonceca.
    P. S.X grande demora, que borne na
    publicaco deste traDalho, exigia talvez
    que o aiargassemos um pouo, em a ten-
    ci ao que ltimamente se tem escripto
    ex-adverso; mas, alm de ser isto nntivo
    de maior demora, os excellentes ar.igos
    do Dr. Rufino publicados em outra parte
    deste Diario, nos dispensam disso.
    Recife, 28 de aoril.
    O I2PINI 3AI> lili AK1 l,l?1910
    elo-
    Agostinho
    vern rererteris, que a Igreja ainda repe-
    te com tanta solemnidade, quer dzer que
    o homem nao tem alma! Estas palavras.
    que a Opinio Nacional censura nao se di-
    zerem ao Papa, quando recebe a cin/.a,
    querem dizer que nao ha Co nem inferno!
    Commentado o texto do Gnesis, e refu-
    tada a falsa intelligencia do texto do Evan-
    gelho, trata-se no Cap, XXV da affirmaro
    do general Abreu e Lima, de que no Pen-
    tateuco |s ha duas alluses propheticas a
    vindi do Messias.
    O Ilustre autor da refuteco nao mencio-
    nou, menos de 11 passagens do Pentateuco,
    extrahidas dos proprios livros de Moyss,
    em que se alude e se prophetisa a vinda
    da Redemptor. Alm disso citaram-se as
    proprias palavras de Jess Christo : Nao
    julgucis que vos hei de acensar diante de
    meu pai: o mesmo Moyss em que vas
    tendes as esperanm, o que vos acensa.
    Porque se vos cresseis a Moyss, certamen-
    te me crerm tambem a mim, porqi;e t.lle
    EscnEVEO de mim. Porm se vos nao dais
    crdito aos seus escriptos, como daris cr-
    dito s minhas palavras ? (S. Joo V, 43,
    46, 47.)
    Explicadas as prophecias, aecudio o mon-
    senhor Pinto de Campos a urna intimaco
    do general Abreu e Lima que consideran-
    do falsa a citaco de Santo Agostnho na
    Cidade de Deus, para provar a existencia
    do Purgatorio ; esclamou: Citai o lugar
    onde Santo Agostnho disse semelhante in-
    venco. .
    Da interessante demonstracao de Santo
    Agostnho, basta urna pequea parte para
    provar que a citaco fra exaejissima:
    Uns soffrem penas temporarias nesta
    vida somente, outros depois da tnorte;
    e outros nao s agora, como ento, mas
    todava antes do juizo final. J eu disse
    em outro lugar, que os que nao sao po>
    doados veste mundo, o sero no outro,
    deixando assim de ser punidos com o su-
    t plicio eterno. Sed temporarias penas, ele.
    Santo Agostnho, Cid. de Deus, 1.21.
    c Cap. 23.)
    Nao menos improcedente a objeceo a
    respeito do divorcio, que tambem j havia
    sido feita por Marcio, e devidamente re-
    futada por Tertulliano.
    Alem da refutaco deste, accrescentou o
    monsenhor Pinto de Campos urna analyse
    da passagem, que foi a base da conlraver-
    sia. {Refutaco, Caps. 27 e 28.)
    Depois da explicaco do sentido figura-
    tivo de um texto (xodo, Cap. 24, V. 8)
    com que o general Abreu e Lima procurara
    mostrar contradieco entre o Pentateuco e
    o Evangelho, concleu" a Refutaco com a
    resposta objeceo baseada na historia da
    mlher adultera. O general Abreu e Lima
    qui'z provar que Jess Christo, como homem
    violn a lei porque a uo poda derogar,
    mas como Deus, derogou-a perdoando a
    culpada.
    Ficou perfeitamente demonstrada a divi-
    na sabedoria com que Jess Christo conci-
    liou sua indefectivel justica com a sua
    in^baurivel misericordia;confundindo
    com a justica a hypocresia dos Phariseos,
    e com a misericordia alentando a fraqaeza
    da infeliz peccadora; de modo que do tri-
    bunal de Christo sahio innocente a culpada,
    e condemnados os juizes (pag. 270.)
    Temos dado urna simples noticia da gran-
    de discusso, que tanto exprtou os ni-
    mos nesta provincia, e que se fez sentir
    era todo Imperio. Nao nos daramos a
    este trabalho se os nossos adversarios nao
    procurassem desvairar a opmo publica,
    dando urna idea inexactissima dos escriptos
    e das doutrinas do general Abreu e Lima,
    apresentando-o como um verdodeiro catho-
    lico, um granee defensor da santa religio,
    ** fiel e obediente ftlno a Igreja, que por
    OS SEMINARIOS
    (nESI'OST.VAOEXM. Sil. BISPO DO PARA)
    Em um artigo assignado pelo Exm. Sr.
    D. Antonio hispo do Para, e impresso no
    Diario de Pe mamoneo de 17 e 19 de abril
    corrente, sob o titulo O Episcopado Brasi-
    lero e os Seminarios, sou eu desapiedada-
    ineute increpado de, em um discurso pro-
    ferido no seminario episcopal de Olinda, no
    dia 18 de fevereiro do corrente anno, por
    occasio da abertura das aulas daquelle es-
    tabelecimento, haver dirigido a alguns pre
    lados brasileiros urna grave censura de en-
    rolla com desairse insinuacoes.
    Se todas as pessoas que leem o artigo do
    Exm. hispo tivessem mo o m*u pobre
    discurso, e se dessem ao trabalho de con-
    frontar um com o outro, nenhuma respos-
    ta me seria necessario dar, pois estou con-
    vencido de que o leitor imparcial encontra-
    ra a minha defesa no proprio discurso re-
    futado. Nao succedendo porem assim pre-
    ciso me fazer bem patente a injustica
    com que sou argui Jo, e mostrar com toda
    a evidencia que nunca me passou nem po-
    da passar pela mente dirigir a menor cen-
    sura aos prelados brasileiros, nem fazer
    desairosas insinuacesa quem quer que fos-
    se. Com effeito, seria necessario que um
    professor de Seminario houvesse perdido
    de todo a razo, para escolher o reeinlo do
    proprio Seminario de que professor,
    ahi, perante um bispo brasileiro, no meio
    de urna numerosa reunio composta do
    Exm. presidente da provincia o Sr. conde
    de Baependy, do Rvm. Cabido da cathedral
    de todo o prefessorado do mesmo semina-
    rio, de lentes da faculdace de Direito do Re-
    cife, e de muitas outras pessoas gradas e
    Ilustradas, c, o que mais perante a pro-
    pria corporaco dos jovans seminaristas,
    levantar-se no meio de profundo silencio, e
    em um discurso de abertura de aulas diri-
    gir, directa ou indirectamente, censuras aos
    Exms. bispos brasileiros, cuja illustraco,
    cujas virtudes cujo zelo pela prosperidade
    da religio e pelo incremento dos seus se-
    minarios sao bem patentes, nao podendo
    apontar-se urna s excepeo a esta regra ge-
    ral, como todo o paiz reconhece e devida-
    mente aprecia.
    Nao: eu nao cometti essa inepcia, nem ti-
    nha motivo algum para commettel-a; antes
    tratando do episcopado brasileiro, expres-
    sei-me de modo-a nao deixar a menor duvi-
    da sobre os sentimentos que nutro para
    com prelados to respeitaveis. r O
    i episcopado brasileiro, disse eu no meu
    humilde discurso, sempre attento as ne-
    t cessidades de seu rebanho, o episcopado
    brasileiro, atalaia vigilante coUocada sob
    os muros de Jerusalem para observar e
    prever de longe os movimentos do inim-
    go, conhecendo quo prxima est a luta,
    nao cessa de aprestar essa milicia do Se-
    1 nhor, de instrui-la e disp-la para o com-
    bate. Mais adiante, fallando do Exm.
    Sr. D. Francisco, digo r O nosso virtuo-
    so prelado desejando bem como os- seus
    * Ilustres collegas no episcopado, dotar a sua
    diocese de sacerdotes Ilustrados, etc.
    Me parece que quem falla deste modo est
    longe de querer dirigir grates censuras a
    alguns prelados brasileiros.
    Vamos porem questo. O plano do
    meu discurso foi o seguinte. O estado
    actual da Religio Catholica no imperio da
    Santa Cruz, e principalmente a emigraco
    prostestante que se vai desenvolveado em
    grande escalla exige que se proporcione ao
    clero brasileiro urna instrueco mais vasta
    e mais acurada, que o ponha a par do mo-
    vimento scientifico do seculo, e o habilite
    para quaesquer eventualidedes que possam
    surgir no futuro. Diversos prelados brasi-
    leiros, preferindo os estudos da Europa
    aos dos seus proprios seminarios, para all
    enviara com aquelle intuito grande numero
    de aspirantes ao sacerdocio; o Exm. Sr.
    Cardozo Ayres porem, em lugar de enviar
    alumnos pira os Seminarios da Europa,
    amplia consideravelmente o plano de estu-
    dos do seu proprio Seminario, e confiado
    nos seus diocesanos, os seus concidados,
    empreende desde j urna obra gigantesca,
    nao poupando esforcos nem sacrificios
    para elevar o Seminario de Olinda altura
    dos melbores seminarios da Europa. Passei
    depois a mostrar as vaptagens que tanto a
    Religio como a- Diocese, tanto o Estado
    orno os pais de familia, como talvez a
    mesma provincia podem auferir da obra
    monumental que o Exm. bispo de Per-
    nambuco empreende -tom animo resoluto e
    com urna conQanca verdaderamente apos-
    tlica.De vantagem para a religio, por-
    que em lugar de vnte ou trinta alumnos
    que poderiam ir para os seminarios da
    Europa, contar-se-bo oitenta, contar-se ho
    cem, coQtar-se-ho tantos quantos forem
    os aspirantes ao sacerdocio, que podero
    receber no seminario da suapropria diocese
    o inesmogrodeinstrucgo como sefoMeffl
    estudar na Europa. De vantagem para a
    diocese, porque, por mais aelozos que
    sejam os dignos directores que se acbam
    frente dos seminarios europeos, no
    poderlo empregar maior sollicitude do
    que o proprio Bispo, que dirige os seus
    seminaristas, s seus docezanos, a menina
    do* seus oihos, ama-oscomo a seus pro-
    prios fhos, educa-os ao seu modo, como
    operarios que tem de trabalhar na sua
    ceara, como cooperadores que tem de
    ajadal-o a supportar o pezo do calor e do
    dia. De vantagem para o estado, porque
    este prosperar sempre medida que a
    arvere da sciencia se for ramificando e
    aperfeicoando no seu soto. De vantagem
    para os pas de familia, porque mais fac
    Ihes ser sustentar seus fimos no semi-1
    aarip da sua progria diocese, do que on-
    vial-os para (s seminarios da Europa.
    E finalmente de vantagem talvez para a
    provincia porque projectanio o governo
    criar no imperio duas Facilidades Theolo-
    gicas, muito possivel que, vendo um
    seminario dotado de todas as cadeiras que
    para tal fim se requerem, ;vendo um se-
    minario por tal forma estabelecido, que
    para se constituir Faculdade Tlieologica s
    Ihe fa ta o poder de conferir o Grao,
    muito possivel, digo, que prefira este se-
    minario, onde com pequea despeza poder
    estabelecer urna das Facilidades Iheologicas
    com o que muito ganhar a provincia.
    Ora se em todo o meu discurso eu nao
    profer urna palavraem desabono de bispos
    era de seminarios, como que o Exm.
    Sr. bispo do Para me vem perguntar quem
    sao esses prelados que tem mandado jovens
    para a Europa, e que sao incriminadas de
    descurarem os seus seminarios ? Pois por-
    que eu digo que estabelecer na diocese
    um seminario com todas as proporcSes
    dos seminarios da Europa proferivel a
    mandar alumnos para a Europa, segue-se
    que crimino os prelados de descurarem
    dos seus seminarios ?
    S. Exc. contina na sua linguagem enr-
    gica a perguntar : ser o delicado bispo do
    Rio Grande do Sul ? Ser o modesto bispo
    do Cear ? Ser o bispo do Para ?Tran-
    quiilese-se S. Exc. ; nao nenhum ; ea
    nao censuro a nenhum hispo. Se a argu-
    mentaco de S. Exc. podesse proceder,
    ento teria eu censurado, nao a um ou ou-
    tro bispo, mas a todo o episcopado Rrasi-
    leiro : se o meu pobre discurso enrolvc-sse
    censura aos distinctos prelados que enviam
    estudantes para a Europa, me parece qu
    com mais razo se deveria presumir que .
    censuro aqueiles que os nao mandara. Sa
    eu nao fallo no que em favor de seus se-
    minarios tem feito os prelados que mandara
    alumnos para outros paizes, se nao teco
    encomios a nenhum desses zelosos prela-
    dos, tambem nao menciono as importantes
    reformas que os demas bispos tem intro-
    duzido nos seus seminarios, e os sacrificios
    que esto fazendo para os collocar a par do -
    movimento scientifico do seculo. O Exm.
    Sr. bispo do Maranho, por exemplo, um
    dos prelados que nao tem mando alumnos
    para os seminarios da Europa entre
    tanto nao tem descurado o seu seminario.
    Pelo contrario, o Exm. Sr. D. Luiz da Con-
    ceico Saraiva, sem soccorro algum do go-
    verno, o entregue aos seus fracos recur- -
    sos, emprehendeu obras consideraveis no
    seminario da sua diocese, instituto um se-
    minario pequeo, dotou tanto este como o
    grande seminario de diversas cadras com
    honorarios pagos sua custa, e nao tem
    poupado fadigas nem sacrificios para elevar
    o seu seminario altura dos homens e dos
    lempos. E entretanto me parece que este
    eximio prelado, Ilustrado e modesto como
    , se lesse o meu pobre discurso, se nao
    ofenderia de eu nao haver feito menco
    alguma das importantes reformas ltima-
    mente efecluadas no seu seminario,
    nem enxergaria as minhas palavras a menor
    alluso, que directa ou indirectamente o
    pudesse attingir.
    J v por tanto o Exm. Sr. bispo do
    Para que se no meu. discurso eu tratasse
    dos melhoramentos introduzidos nos semi-
    narios daquellas dioceses que tem manda-
    do alumnos para a Europa, pedia a equi-
    dade, pedia a justica que tambem tratarse
    das reformas que tem havido nos seminarios
    das outras dioceses, cojos virtuosos pre-
    lados a ninguem cedem em zelo e dedica-
    ?o para com os jovens seminaristas que,
    educados debaixo das suas vistas palernaes,
    tem de perpetuar as respectivas dioceses
    o imperio da f, e o Iriumpho da religio.
    Sendo porm impossivcl tratar de todos os
    seminarios do Brasil, e referindo-me en to
    smente empreza gigantesca que o Exm.
    Sr. Francisco Cardoso Ayres tem entre
    mos, me parece que jamis se pode ar-
    guir-mc de incriminar bispo algum de des-
    curar do seu seminario. E com effeito,
    como poderia eu conceber to absurdo pen-
    samento, se o paiz inteiro testemunha dos
    esforcos que faz todo o episcopado Brasi- ,
    leiro com o fim de proporcionar ao seu
    clero a instrueco necessaria para o cabal
    desempenho do ministerio que tem de
    exercer ? Uns prelados lutam cora mato-
    res diflbuldades, outros lutam com menos
    embaracos ; uns podem empregar matores
    recursos, outros nao podem tanto, porm.^
    lodos vo fazendo quanto est as suas tor-
    cas, todos vo trabalhando alius sc, alias
    ero sic, para por o clero brasileiro a por
    da illustraco do secuto, de modo a poder
    ser efectivamente a luz do mundo. O bis-
    padu do Pernambuco, que pela sua exten-
    so, pela sua populacho, pela sua posigo
    geographica devia ter um seminario que
    correspendesse s necessidades dos tempos
    e iftcon-.eslavel importancia da diocese, v
    com reconhecimento irem se realisando as
    suas pias aspiraces debaixo da animadora
    influencia do Ilustrado bispo Pernambuca-
    no, que sem estrepito, sem ostentaco, sem
    asfn'racoes, vai transplantando para o slo
    llrasileiro a arvore das sciencias ecclesias-
    ticas, cujos fructos os nossos joven levitas
    al agora am colher nos paizes da Europa.
    E pois que, como mostra o Exm. Sr. Mace-
    do Costa no seu artigo, o seminario do Para
    se acha no melhor p possivel: pois que
    no Rio Grande do Sul como affirma tam-
    bem S. Exc, Rvma., se est construindo
    um. seminario monumental, ergamos pela
    nossa parte ura brado de reconhecimento
    e de auimaejio ao zeloso bispo Pernambu-
    cano, que vai transformando o seu semi-
    nario em, um foco de luzes e de virtuds,
    que irradiando at as extremidades do im-
    perio, reflectir tambem o esplendor nao
    s dessas duas dtawses, dessas luminosas
    estrellas que se erguera, quaes sentioelhs
    avancadas, ao norte e ao sul do Imperio,
    como dm.tpros os luzeiros que folgemcom
    nao uxws. brilho as demas dioceses do
    mesmo Imperio.
    Continuemos, com a nossa espinbosa ta-
    re a. uHtm
    ^CoMmar-^i-Jut^





    <
    K
    POCO DE TUDO.
    SUBMERSAO Urna casa dePrunau, na
    Saxonia, satamergio-se de sepeote n'uma
    profundidade de cento e vnte ps. Deste
    abysmo nao pode tirar se nem urna nica
    vacca das qne all se achavam; os nicos
    seres vivos que se conseguiram extrabir
    com muito trabalho foram um canario e
    um gato. A casa tinha por alicoree urna
    mina de cal, que havia muito tempo se nao
    exptorava. ____________
    TYP. DO BUBIO-RUA D& C&lZEfl g,


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