Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11826


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Full Text
V '
I.


i V
'
; i

ANNO XLV. NUIBF.RO 94.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE FAGA PORTE.
Por tres mezes abantados..................
Por seis ditos idem....................
Por ura anno dem. -. M...............
Cada mimare avubo ..................
6Q80
124000
2*000
0320
TERCA FEIRA 27 DE ABRIL DE 1869.
" i ...... '' ^-^ ..,..- .._........ i
PARA DENTRO 1 PORA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados. .".....
Por scw ditos idem.........
Por noN-v ditos ide..........
Por um auno...........
60750
130900
200230
270000

DIARIO DE PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
**-
8.4 ACSIVTES:
Ob Sr$. Gerardo Antonio Alves Guimaraes Pancada, em ManranjBa]>e; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyfla ;*AMonio Jos Gomes, ha Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
era. Nazareth; Francmo Tavares da Csta, em Alagas; Dr. Jos Martina Alves, na Baha; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Ro de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
DE
DE

.otrrno da provincia.
BXPBWKNTE ASSIUfJADO PKLO EXM. SB. CONDE
HAKUKNDV, PR8SIDENTK Di PROVINCIA, EM 9
Aaari. de Itf. jijii)-
3' serrao.
N. 314.Portarla ao inspector da thesouraria
Je fazenda.CoqbpiHiicaiido-me o cnsul da Sutssa,
Francisco Linden, m ofllcio de 8 do correle, ter
enrapregndo da gerencia do mesmo consulado, du-
rante a viagem que yj fazer a Europa, a Rodolpho
W. ; assim o communico a Y. S. para seu contie-
dmento e llns convenientes.
N. 3.1o.Dita ao mesmo.Para se poder resol-
ver aeerca do pagatnento dos vencimenlos cons-
tantes das falla*, relames nominaes e prels que
devqtoo ero ihiplicata,' e vieram anoexos ao seu
ofllcio do 7 do crreme, sob n. 800, relativos ao
alfares Malinas Cesarte Pereira de Mattos e sete
pracas da guarda nacional que vierajn em cominu-
sao a etta capital reeeber os veridmontos do des-
tacamento de Vttla-IMIa, fat-sc preciso que Y. R"
informe se a esse oflicial a.flrgras abonou-se ven-
cimentos durante o lempo em que, em virtude de
portara de*a presidencia de 13 de outuhro do
anno prximo passado e que na mesma, dita foi
eommnnicado a essa thesouraria, estlveram addi-
dos forca da guarda naejonal aquartellada nesta
cidade.
It 346.Dita ao mesmaEm resnoste ao ofll-
cio de V. S. de 7 do correntc, sob n. 199. partici-
pando que do crdito concedido pela rdeui do
iesouro n. 211 de 20 de novembro do anno passa-
do, para as despezas com reparos do palacio desta
presidencia, s resta a quantia de 74J5337, que
nao clioga para realisar-se o pagamento por mim
ordenado, na importancia de 2205000, da conta de
madeiras furnecidas para os mesmos reparos, de-
elaro-lhe que flea aberto, sob minha responsabili-
dade, nos termos do decreto n. 2,884 do 1 de fe-
vereiro dn 1862, esse accrescimo ao dito crdito da
quantia de 1473663, para com ella, reunida
aquello reto, satisfazer-se a mencionada conta,
que reenvi a V. S. para esse lim. Ao Sr. minis-
tro do imperio dou parte desta minha delibe-
raran.
Y 317.Dita ao mesmo. Tendo ne;la data au-
torisado o commandante das armas mandar ad-
mittir, tfi >ervico do deposito de remitas os offl-
ciaes Jos Ignacio Ribeiro Roma, Jos Maria ben-
jamn de Assis e Alvaro Conrado Ferreira de
Aguiar; assifli o communjoo a V. S. para seu co-
nbeonento.
N. 318.Dita ao mesmo.A' TJiom Lopes de
Sena mande V. S. pagar, depois de liquidados, em
vista dos prels juntos em duplcala que me remet-
teu o commandante superior da comarca de Taca-
ran!, com officio de 6 de marco ullno, os venei-
meiitos. contar de 16 de novembro a 31 de de-
/.einbro do anno prximo passado, dos guardas na-
ciunaca de-lacados na villa de Floresta.
N. 349.Dita ao mesmo.Em vista da conta
junta en duplcala que me remetteu o comman-
dante das arabas, ,com officio de 7 do correntc, sob
u. 1!'8, manda V. f>. pagar a Qunteiros & Agr a
quantia de 4fl#000. despendida com o eiiterramen-
to do cadver do lente reformado do exercilo,
Joao de Siqueira Cmpello, que falleceu em 30 de
marco ni uno, em estado de indigencia.
. 330.Dita ab mesmo.Tendo nesta data ap-
provado os contrato constantes do termo junto
por copia, que celebrou o conseibo de compras
navaes. com diversas pessoas, para forneccrem ao
almoxarifado do arsenal de marinha os objectos
mencionados no referido termo; assira o coramu-
nico a V. S. para seu conhecimento.
N. 351.Dita ao mesmo.Attendendo ao que
solicitou o chefe de polica, no officio junto por co-
pia, datado de 7 do correntc e sob n. 488, recom-
mendo a V S. que mande pagar ao delegado do
termo de Ouricury, ou pessoa por elle autorisa-
abonadas 909 cinco reclutas, constantes da inclusa
mita, dos qnaes apenas tres chegaram esla ca-
pital, segundo consta do citado ofllcio.
N. ::>.Dita ao mesmo.Devoljendo a V. S.
le Olinda. bacharel Rufino Coelho da Silva, pede
o pagamento deseus vencimenlos, relativos aos
das decorrido do Io de Janeiro a 9 de fevereiro
desta anno. em que por molestia esteve fra do
exerricio do seu emprego, lenbo a dizer-lhe que
mande effectuar esse pagamento, considerando
abonadas as faltas dadas pelo supplicante. Com
o documento annexo ao mencionado requerimen-
1. tica atisfeita a requiscau conlda no parecer
da contadoria dessa thesouraria, a que se refere a
sua informaco de 17 de marco ullimo, sob n.
135.
N. 353.Dita ao mesmo.Em vista das razoes
apresentada pelo engenheiro encarregado das
obras militares, no oflicio junto por copia de 6 do
eorrente, recommendo a V. S. que mande pagar
Denlo Monteiro da Silva a quantia de 75{000, a
que, segundo a conta junta em duplcala, sejulga
com direito, por naver feito a desobstruc^ao do
encanametito d'agna desde o pateo do palacio at
o quartel do deposito especial de instruccao.
Y 331.Dita ao nsivetor da thesouraria pro-
vincial.Pela verbadespezas evemuaesmande
V. S. pagar a Joaquim Francisco Leal, o que se
Ibe dever na razao de 200^000 measaes, desde o
dia 23 de agosto at 10 do corrente, como offical
de gabinete desta presidencia, ficando para ese
lim aberto um crdito de 1.5*64666.
N 355.Dita ao mesmo. Era resposta ao ofR-1
rio de V. S.. sob n. 187, tenho a dizer-lhe que nao
pode ser considerado como pertencente ao quadro
dos empregados pblicos nesta provincia, o offlcial
que tem servido no gabinete desta presidencia, a
quem deve ser paga a gratilicacao de que trata a
portara tme a V. S. dirig nesta data, independen-
te de titulo e pagamento de novos e velhos dirc-
tos, come so tem procedido respeo de outros
empregados nesta secretaria.
>. 356.Dita ao mesmo.Annuindo ao que so-
licitou o lente-coronel comn andante do corpo
provisorio de polica, em offlcio de hontem, sob n.
156. recommendo aV.S. qne mande abonar ao
alferes Manoel Matheus Cavalcanti, que segu para
Agnas-Bellas. na qnalidade de commandante do
.icamento all existente, quatro mezes de seus
venci meatos, contar do deste mez, e bem as-
sm 705050 como ajuda de custo de ida e volta.
N. 357Dita ao mesmo.Attendendo ao qne
solicitou no inelno requerimento e professor de
instruecao primaria da villa do Garanouns, Joao
Fernandee Vi amia, e tendo em vista o que a este
respeto lnfonnou o director geral da instruccao
pontea em ofllcio de 5 do corrente, sob n. 99, re-
cuinmendo a V. S. que considere abonadas as fal-
tas que deu o supplicante no mez de fevereiro ul-
timo, o qual lem direito somenle todos os seus
vencimenlos durante o tempo em que entrando em
exercicio intetrompeuo por servico obrigatorio,
isto de 14 a 27 do citado mez de fevereiro.
Ouanto ao tetnp anterior s lbe compete o orde-
nado.
N. 358.Dita ao oMamo.Em vista do qoe ex-
poz o tenente-coronel commandante do corpo pro
visorio de polica, na inl'onnaco junts por copia,
de 7 do corrente, soto n. 154, com referencia a de
V. S. de 19 de marco ultima, sob n. 145, o autoriso
a mandar pagar a Joufa Antonio de Camino a
quantia de 5:2004000, em que, segundo a conta
que incluso devolvo, importaram 200 fardamentos
em sua informacao, fazer passar por adiantamento
a para esse lim, da caixa da receita geral paca a
espacial, creada para mes despezas, a quantia de
2:228137, por conta da quota volada pelo | 2* do
art. 17 da le do ornamento vigente.
N. 359.lla ao mosmo.Pode V. S., de con-
f> lili i ida Je com a sua i.formacao de 7 do corrente,
jtiiji. 12, mandar entregar ao vigario da fre-
guezia de Caruar, Antonio Freir de Camino,
depois de prestar este ianca doea, a quantia de
861^510, que se acha em deposito nessa thesoura-
ria, proveniente do beneficio da 2* parte da lotera
extrahiila a favor das^-bras da greja matriz da-
quella freguezia.
4* seeco.
N. 364.Portara ao Exm. Sr. Conde da Boa-
Vista.Tendo por deliberacao desta data nome)-
do V. Exc. para faier parle da directora do Ins-
tituto Peroambucano de Agricultura, dando disso
eonhecimenlo ao respectivo ministerio, e solicitan
do a designacao do presidente e vice-presidente da
mesilla directuria ; ass m Ido communiso para os
ftns convenientes,espetando que se preste a fazer
este serviap provincia.
N. 363?Dita ao Parlo da Soledade.Tendo
por deliberaoao de-la data nomeado V. Exc. para
faxer parte aa directora do Imperial instlalo Per-
nambucano de Agricultura ; assim Ib'o commu-
nioo para os fms convenientes, esperando que
preste este servico provincia.Iguaes aos Drs.
Francisco do Rogo Ra ros Rarreto, Manoel Rnar-
3ue de Macedo, Manoel do Reg barros de Lacer-
a, Luiz Felippe de Souza I^o e Felippe Needham,
mututh mntandi.
N. 366.Dila ao Exm. Sr. Visconde de Camara-
gibe.Tendo por delflierago desta data nomeado
a V. Exc. para* fazer parte do conselho fiscal do
Instituto Pernambucano de Agricultura ; assim
Ih'o communico para os lins convenientes, espe-
rando que se preste a fazer este servico a pro-
vincia.Iguaes ao visconde de Suassuna e aos ba-
rdes do Rio Formoso, do Muribeca, Villa-Relia,
Livramento, Ulinga, Aracagy, Guararapes e Taba>
tinga, aos commendadores Manoel- Jos da Costa,
Antonio de Souza Leo e Braz Carneiro Leao, aos
coronis Francisco Accioli de Gouva Lins, Joa-
quim Cavalcanti de Albuquerquo e Joao Joaquim
da Cuuha Reg Ranos ; ao tenente-coronel Jos
de Muraos Gomes Ferreira, ao r. Francisco Joao
Carneiro da Cunha ; e aos Srs. Miguel Augusto
de Oliveira, Manoel da Vera Cruz Lins o Mello e
Manoel de Mosquita Barros Wanderley, mutatis
mutandis.
K, 367.Dita ao director geral dos correios.
Passo as mos de V. S. os officios juntos por copia
do chefe de polica, sob n. 501 de 8 do corrente e
do delegado de polica do termo do Buique de 30
de marco (indo, relativamente falta de regulari-
dade dos estfelas do cprreio que dt-vem transitar
por aquella villa a^reeeber da respectiva agencia
a correspondencia oflicial e particular, que tica
por osse motivo retardada.
N. 366.Dila cmara municipal da cidade de
Olinda.Em vila do me expoz a cmara muni-
cipal da cidade de Olinda, era sea ofllcio de 11 de
marco ultimo. auMriso-a a despender pela verba
jury e eleicoesais a quantia de 1605360 rs.,
devendo a iiesma eamara apresentar urna de-
monstracao da insufflciencia do crdito aberto em
26 de oulubro do anno passado, mencionando nella
as despezas realisadas e as queostao por fazer.
N. 369.=Dita cmara municipal da villa de
Serinhaem.Remetto cmara municipal da villa
de Serinhaem, para ser ahi convenientemente ap-
plicado o incluso involucro, contendo quatro pares
de laminas com puz vaccinieo.
N. 370.Dita ao administrador do correio.
Providencie Vmc. do modo que estiver ao seu al-
cance, sobre o que representa o delegado do ter-
mo do Buique no officio junto por copia, que al-
lude o chele de polica om ofllcio n. 501 de 8 do
corrente.
N. 371.Dita ao engenheiro fiscal da estrada
de ferro do Recito a S. Francisco.Nesta data le-
vo ao conhecimento do governo imperial, para
resolver como entender, a consulta que Vmc. faz
em seu offlcio de 31 de marco ultimo, sobre a con-
eeselo pedida pelo superintendente das locomoti-
vas, no sentido de serem os seus vencimentos, que
sao fixados em libras sterlinas, pagos ao cambio
do dia.
N. 372.Dita aos .gentes da companhia Rrasi-
lera de paquetes a vapor.Os Srs. agentes da
companhia Brasilea de paquetes mandem dar
transporte para a corto, por conta do ministerio
da marinha, no vapor Cmztiro do Sul, que se es-
pera do norte, aos reerutas Francisco Jos de San-
la Anna e Joao Francisco de Miranda.
N. 373.Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucana.O ,r. gereute da companhia Pernambu-
cana mande dar transporte at o Acarac, no va-
por qae tem de seguir para o norle a lo do cor-
rente, em lugares de proa destinados a passageiros
de estado, a Manoel Joaquim de Azevedo, sua mu-
Iher e um lllho menor.
N. 374.Dita ao mesmo.Pode Vmc. fazer se-
guir para o presid 3 de Fernando de Noronha, o
vapor Giqui, no dia 11 do corrente, hora indi-
cada em seu offlcio desta data.
N. 375.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da
companhia Pernambicana mande dar urna passa-
gem de estado a r al o Cear no vapor Pirapa-
ma, w Pedro da Costa e Silva.
fi. 376.Deliberacao.O presidente da provin-
cia, tendo em vista o decreto n. 2316 de 22 de de-
zembro de 1859, e os estatutos de 23 do mesmo
mez, resolve nomear nos termos da base 3* de que
trata o dito decreto e dos arts. 8o e 9. dos estatu-
| tos, para o Imperul Instituto de Agricultura, os
seguintes membroS :
Directora.Cond? da Boavista, Drs. Francisco
do Reg Barros Barreto, Manoel Buarque de Ma-
cedo, Francisco do Reg Barros de Lacerda e Luiz
Felippe de Souza Leao, barao da Soledade e Fe-
Needham.
nome Francisco Jos de Sant'Anna e Joao Francia
eo de Miranda.
N. 381.Dito ao engenheiro militar.S. Ese. o
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. em resposta o seu ofllcio de 6 do corrento, que
nesta data antorsou-se a thesouraria de fze*|ja
a pagar a Rento Monteiro da Silva, a quanlia do
753000 constante da conta que em duplcala veio
annexo ao seu citado offlcio.
2 seccao.
N. 382.Offlcio ao Dr. chefe de polica.S. Ex.
o Sr. presidente da provincia, providenciando para
qne seja prestada pelo arsenal de marinha, a lan-
cha precisa para transportar a bordo do vapor Gi-
tjui, os sentenciadas de justica que se destinam
ao presidio de Fernando ; assim o manda commu-
nicar a V. S. era resposta ao seu ofllcio desta data
sob n. 512.
N. 383.Dito ao mesmoO Exm. Sr. presiden-
te da provincia, i"es|)ondendo o ofllcio de V. S. de
7 do corrente, sob n. 488, manda declarar que a
thesouraria de fazenda tem ordem paia pagar ao
delegado do termo do Ouricury, ou a pessoa por
ello aulorisada a quantia de 35*000 constante do
citado offlcio.
N. 384.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S. que e
conformidade com a sua propoeta em offlcio n. 500
de 8 do corrente, foi nomeado por deliberacao
desta data, interinamente offlcial externo dessa re-
particao encarregado da visHa do porto ao colla-
borador della, Ernesto Soares de Azevedo.
N. 38S.=Dito ao mesmoDe orden do Exm.
Sr. presidente da provincia, transmiti a V. S. o
officio do oommandante superior da guarda nacio-
nal dos municipios de Tacarat e Floresta relati-
vo aos destacamentos mandados para aquellas lo-
calidades.
N. 386.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia e para os fms con-
venientes, communico a V. S. que o vapor Giqui
segu para o presidio de Fernando pelas dozes ho-
ras do dia 10 do corrente.
N. 387.Dito ao mesmo.0 Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S. que de
conformidade com a sua proposta em officio n. 451
de u de marco (indo, foi exonerado Jos de Bar*
da Silva Jnior, do cargo de terceiro suppleu-
rosi
te do delegado do termo de Garimhuns.
N. 388. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Tacarat.Nesta data autorU
squ-se a thesouraria do fazenda pagar a Tbom
Lopes de Sona, os vencimentoa* constantes do offl-
cio do V. S. de 6 de marco ullimo, o qual fica as-
sim respondido de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia.
N. 389.Dito ao juiz do direito nterin* qa co-
marca de Tacarat. O Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. em resposta ao
seu officio do 1 de marco ultimo, que segundo in-
forma o commandante superior da guarda nacio-
nal dos municipios de Tacarat e Florela em offl
co de 25 de fevereiro ultimo, j forain dadas pro
videncias quanto ao destacamento que deve baver
nessa villa, e caso nao se tenha isso anda eflec-
tuado, cumpre a V. S. roqusita-lo ao mesmo com-
mandante superior, dando parte
dencia.
N. 390Dito ao juiz municipal da primeira va-
ra desta cidade.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia e para os lins convenientes,
communico a V. S.que o vapor Giqui segu para
o presidio de Fernando pelas doze horas do da 10
do corrente.
N. 391. Dito ao mesmo. De ordetn do Exm.
Sr. presidente da provincia, transmiti a V. S. o
officio junto por copia do juiz municipal supplenle
do termo de Garanliuns de 29 de marco lindo, que
responde ao do V. S. de 17 de fevereiro ultimo, re-
lativamente a guia do preso Mathias Jos Rodri-
gues.
N. 392.Dito ao juiz muuicipal da segunda va-
ra desta cidade. = O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aecusar o recebimento do offlcio de
V. S. de hoje, em que coinmunica ter nessa daa
deixado o exercicio do seu cargo para tomar as-
sento como deputado na assembla provincial.
N. 393.Dito ao commandante do corpo prov-
' 405Dito ao mesmo.O Exm. Sr, presiden-
provincia manda declarar a V. S. para seu
eeimento e lins convenientes, que por despa-
de hontem, foi concedido ao lente nomeado
f corpo provisorio de polica. Joaijtiim da
i p Sila, servir con o seu amigo titulo at
Q*fta assembla legislatMP* provincial resol va a
este respeto. .
XPKDIBNTE ASSrC.VADO PELO EftKrSR. COJfDK DE BAE
DA PROVWCIA, IfO DM 10 D3
PBNDT, PRESIDENTE
DB ABB1L 1869.
1" seccao
Jawiro, entrego ao Exm. Dr. Manoel do Nasa-
mente Machado Portella, na qnalidade de seu 2*
vice-presidente, por nao estar presento e ser tain-
bem depntalo o I*. Pazendo esta eommunicaco
a|>roveito a opportumdade para agradecer a V. S.
a coadjuvacao que prestou-me durante o tempo
em que exerc a presidencia desta importante pro-
vincia.
N. 433.Igual ao administrador do consulado
provincial, administrador da recebedbria de ren-
das internas, chefe da repartiefio das obras publi-
cas, ao presidente da Associocao Commereial Be-
N. 412.Portara ao Exm. Sr. general comman- neficenle e aos agentes do Lon'dpn BrasiRan Banck.
dante das armas.Mande V. Exc. por em liberda-
de o guarda nacional designado para o servico da
guerra pelo 9* natalhao de imantaria, de Olinda,
Jos Carlos dos Sanios, visto ter provado isencao
legal. -
N. 413.Drta ao mesmo.Pode V. Exc. mandar
seguir para a corte no vapor Cmztiro do Sul o
soldado do deposite especial de instruccao Jos
Francisco dos Santos, e os reerutas de nomes Fran-
cisco Antonio Pereira dos Santos, Gatdfno Jos dos
Santos, Jos Baptista Chaves, Jos Antonio Eusta-
quio, Manoel dos Santos, Manoel Joaqnim do Nas-
cimento e Manoel Francisco de Assis, para o que
ficam expedidas as convenientes orden*.
N. 414.Dita ao mesmo.Tetido por despacho
desta data concedido 15 das de prazo para provar
isencao legal ao refruta Francisco Lins de Albu-
querquo, assim o communico a V. Exc. para seu
conhecimento c flns convenientes.
N. 415.Dila ao commandante do briguc-barca
Uomarucn.De conformidade com o que se tem
feito do outras vezes por falta de forca da guarda
nacional, mande Vmc. apresentar, amanhaa as 10
horas do dia, 9 pracas e 1 inferior ao general com-
mandante das armas, e outras tantas e outro in-
ferior na casa de deteneao, afim de receberem e
escoltaren sentenciados Me o presidio de Fernando.
N. 416.Deliberarlo.O presidente da provin-
cia attendendo ao que requereu D. Anna Maria
Marques Tavares, mnllier do tenerrfe secretario do
presidio de Fernando, resolve conceder-lhe licenca
para ir para o mesmo presido no vapor Giqui,
levando em sua companhia sua lilha e os gneros
constantes da relacao junta assignada pelo secre-
tario do governo.
2.* seccao.
N. 422.Circular aos presidentes da relacao e
tribunal do commercio, chefe de polieia, comman-
dantes superiores, juizes do direito e commandante
do corpo provisorio de polica. Devendo retirar-
me para acorte, alini de tomar assento na cmara
temporaria como deputado pelo Rio de Janeiro, en-
trego amanhaa a administraran desta provincia ao
Exm. Sr. Manoel do Nascimento Machado Portella
na qualidade de seu segundo vce-prcsidcnlo, por
nao estar presente e ser tambom deputado o pri-
meiro. Fazendo esta communicacao aproveito a
opporlunidade para agradecer a V. S. a coadjuva-
- cao que prestou-me durante o tempo em que exer-
- ci a presidencia desta importante provincia.
N. 423.Portara ao juiz de direito da comarca
de aranhuns.Transmiti a V. S. os offleos e
documentos juntos por capia, afim de que se pro-
esta presi- ceda na forma da lei, contra Jos de Barros Silva
Jnior, qus exereia o cargo de terceiro supplente
de delegado desse municipio pelos factos coudos
ein ditos jtapeis.
3." seccao.
N. 424.Portara ao inspector da thesouraria
de fazenda.Respondendo o officio que V. S. me
dirigi hontem, sob n. 206, tenho a dizer, que pede
mandar publicar no jornal que lhe convier a por-
tara que llie dirig em 7 deste mez, em resposta
a outro seu offlcm n. 191 de 5 do corrente, nao
obstante ter elle-de ser publicado no expediente.
desta presidencia. Aproveito a occasab para de-
clarar a V. S., que tendoAfle de retirar para a
corte, alim de tomar assento na cmara tempora-
ria como deputado polo Rio de Janeiro, entrego
amanhaa a adminislracao desta provincia ao Exm.
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, na
qualidade de seu segundo vice-presidente por nao
estar presente e ser tambom deputado o primeiro.
N. 42o. Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincialDevolvo a V. S. ja a3Signado pelo com-
N. 434.Deliberacao.O presidente da provin-
cia -resolve conceder ao chefe da reparteSo das
obras publicas, Dr. Pedro Barbalho UchaCaval-
eanti, tres mezes de licenca para tratar de sua
sade onde lbe convier.
DESPACHOS DA VICE-PRES1DRNCIA DO DIA 23 DE ABRIL
M 1869.
Andr de Abren Porto.Concedo a prorogacao
do prazo que pede o supplicante para comecar as
obras. Quanto ao mais requeira a assembla le-
gislativa provincial.
Antonio Augusto Maciel. Ao Sr. thesoureiro
das loteras para infbrma-se a de que se trata
ser exlrahda dentro do exercicio corrente.
O mesmo cima.Prove o supplicanie que o
encarregado das obras da capella que allude.
Anna Joaquina do Espirito Santo.Expeca-se
orden para ser entregue o menor de que trata a
supplicante, independente de indemnisacao, em vis-
ta do dsposto no aviso do ministerio da marinha
de 6 de fevereiro de 1863.
Ignez Maria da Conceicao. Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Jos Soares Monteiro.luforme o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Januaria Lins da Costa.Indeferido, por nao ter
pro vado isencao legal.
Jos Antonio Moreira Das. Informe o Sr. co-
ronel commandante superior interino da guarda
nacional deste municipio.
Maria Joaquina do Espirito Santo.Conceda-se
o prazo de dez dias pedido.
Bacharel Pedro Affonso Ferreira. Informe o
Sr. inspector da tUesouraria.de fazeuda. ^,
sorio de polica.O Exm. Sr. presidente da pro- ^mandante do batalhao 55 de infantaria da guar-
lippe ->eeai
Conselho fiscalViscondes de Camaragibe e de
Suassuna, bardes e Villa-Bella, do Livramento, de tinga, de Ara-
eagi, de Guararapes, de Tabatinga, commendado-
res Manoel Jos da Costa, Aotonio de Souza Leao
e Braz Carneiro Leso, Dr. Francisco Joao Carnei-
ro da Cunha, coronis Francisco Accioli de Gou-
va Lins, Joao Joaquim da Cunha Reg Barros e
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque, tenente-co-
ronel Jos de Maraes Gomes Ferreira, Miguel Au-
gusto de Oliveira, Manoel da Vera Cruz Lins e
Mello, Manoel de Mosquita Barros Wanderley.
N. 377.Dita.<) presidente da provincia, at-
tendendo ao que lbe requereu o amanuense da
secretaria do governo, Jos Odilon Annes Jacome
Pires, resolve conc3der-lhe mais dous mezes da
licenca cora ordenado smente para tratar de soe
sade.
BXPEDIENTE ASSIGNAD0 PELO SR. DR. JOAQUMCORREIA
DE ARAUJO, SECRETAR) DO G0VSR.N0, NO DIA 9 DE
ABRIL DE 1869.
1* seceo.
N. 378.Offlcio ao Exm. Sr. commandnte das
armas.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia a para es lins convenientes, communi-
co a V. Exc. que vapor Gjqtti segu para o pre-
sidio de Fernando pelas doze horas do dia 11 do
corrente.
N. 379.Dito.Igual ao director do arsenal de
guerra.
N. 380.Dito ao capRao do portaDe ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, declMO a
T. S. em resposta ao seu offloio de 8 do jorrante,
sob n. 48, que ficam expedidas as convenientes or
de panno azul, pelo mencionado Camino forned- j dens, para serem recebidbs e teansportadaf- a cr-
aos amxette carpo, pdeselo V. 9-, conforme indica; te no vapor Cruzeiro do Sul os dou* reerutas de
vincia manda declarar a V. S. em resposta o seu
officio de hontem, sob n. 156, que a thesouraria
provincial tem ordem para abonar ao alferes Ma-.
noel Matheus Cavalcanti, os vencimentos e ajuda
de custo constantes do citado officio.
N. 394.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.De ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, aecuso o recebimento do officio de
V. S. de 7 do corrente, e bem assim do mappa do
armamento e equipamento dsse corpo a que elle
allude.
N. 995.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S. em res-
posta os seus officios de 16 de fevereiro ultimo e 7
do corrente, sob ns. 31 e 154, que a thesouraria
provincial tem ordempara pagar a Joaquim Fran-
cisco de Camino, a quantia de cinco contos e du-
zentosmil res constante de taes officios.
N. 396.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S. que por
despacho de 8 do corrente, foi concedido ao len-
te Joaquim da Motta e Silva, pennssao para servir
no corpo sob o seu commando com o seu antigo
titulo, at que a assembla provincial resolva a
respeito.
N. 397.Dito ao alferes secretorio do batalhao
n. 28 Agostinho Ferreira da Silva Azevedo. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de-
volvo a V. S. a patente e guia de que trata o seu
offlcio de 15 do mez lindo, para que sejam envia-
dos a presidencia por intermedio do commandante
do batalhao e do commandante superior do muni-
cipio a que pertence.
3* seccao.
N. 399.Dito ao mesmo.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia e para os fms conve-
nientes, communico a V. S. que o vapor Giqui
segu para o presidio de Fernando de Noronha
pelas 12 horas do dia 11 do corrente.
N. 400.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda transmitur a V. S. o in-
cluso offlcio da directora geral das rendas pu-
blicas datado de 24 de marco ultimo.
N. 401.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que segundo consta do offlcio do Exm. e Rvm.
bispo diocesano de 6 do corrente foram concedi-
dos tres mezes de licenca com o vencimento da
respectiva congrua ao Rvd. parodio da freguezia
de Nossa Senbora do Rosario da Varzea, Joao Bap-
tista da Silva.
N. 402.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V, S. que,
segundo offlcio do chefe de polieia de 7 do eor-
rente, sob n. 491, no mez de fevereiro ultimo,
estiverom effectvamente destacados em Tacarat,
um interior, dous" cabos e dezaeete pracas da
guarda nacional coramandadas porum atfwes.
N. 403.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda commnnicar a VTs. para
o sea conhecimento que, segando offlcio do juiz
municipal da segunda vara Dr, Arminio Goraola^
no Tavares dos Santos, de hoje datado, meta data
deixou elle o exercicio do seu cargo por tomar
assento como deputado na assembla provincial.
N. 404.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. S. que, segundo participa o he-
te de polieia emoflkw de 9 do owtite, sob a.
494,o(tesiacainBntodacidaded^Naaaretliseeom-
poz de um offlcial, um inferior e dezanove pracas
ao mez de marco nudo.
da nacional do municipio de Agua-Preta, confor-
me solicitou, em officio de 3 de marco ultimo, sob
n. 120, o incluso pret em duplcala a que se refe-
re o offlcio do commandante superior da comarca
de Palmares de 8 do corrente, tirandn vencimen-
tos a contar de 9 a 31 de Janeiro deste anno para
as pracas da guarda nacional destacadas na po-
voacaodos Montes.
N". 426.Dita ao mesmo.Conformando-me com
a inlhrmacio prestada pela contadoria dessa the-
' sourara que acompanhou o offlcio de V. S. de 22
do mez prximo lindo, sob n. 152, acerca do pa-
gamento que se deve effectuar ao barao do Livra-
mento, emprezario do caifamente d'esta cidade, da
preslacao de. 48:967^000 a que tem direito pelo
certificado que apresentou da reparticao das obras
publicas de irabalhos feitos em novembro e dezem-
bro do anno passado ; declaro-lhe que pode man-
dar realisar esse pagamento como indica a mesma
contadoria, sendo 41:967*3, em dinheiro e
7:0003001, em sete apolice3 da divida provincial,
na forma do contracto ; ficando V. S. na ntetii-
cencia de que, achando-se esgotado a verba e
120-OOOSOOO consignada no 3. do artigo 15 da
lei do orcamento do corrente exercicio, com
gamentos realisados e o que r
orde-
nadlo emprezario" d'ra em diante s ter direito
a receber a importancia de trabalhos que executar
at o lim do do exercicio c;n apohees da mencio-
nada divida e era dinheiro o que mais render
n'esa poca o imposto sobre cairamente tratara as leis ns. 350 e 596.
N 427 Dita ao mesmo.=-Em vista da inclusa
conta, mande V. S. pagar Lailhacar & C, a quan
tia de 39i000 proveniente de duas resmas de pa-
pel, compradas para o expediente da secretaria do
gN0l428.=Dita ao mesmo. =Em vista do pret
iiintocm duplcala qne me remetteu o comman-
dante superior da .comarca de Santo Antao com
officio de 8 do corrente, mande V. S. liquidar e
ncar ao sargento Diomedes Francisco das Ltia-
asov vencimentos relativos ao mez de mareo ulti-
mo, dos guardas nacionaes destacados na villa da
*N. 429.Dita ao mesmo Attendende ao que
expoz no induso requerimento documentado o
professor de instruccao primaria da povoacao de
Nossa Senhora do O' de Olinda, Manoel Candido Pe-
reira de Lyra, e tendo em vista o que a este res-
peito informou o director geral da insrrnccao pu-
blica em offlcio de 7 do corrente. sob n. 104, re-
commendo a V. S. que mande papr o ordenado
do supplicante, correspondente aos mezes de feve-
reiro e marco deste anno, considerando para esse
fin abonadas as faltas que- por molestia deu elle
aos referidos mezes.
. 430.Dita ao mesmoiA' Jo3o Bento Para,
mande V. S. pagar depois (te liquidado, em vi9ta
das cuntas e relacoes juntas que me remetteu o
chefe de polica com offlcio de hontem, sob n. 508,
a importancia da despeza feita durante os mezes
de Janeiro a mareo deste anno, oom o sustento dos
presos pobres d* cada da cidade de Caruar.
N. 431.=Dita ao mesmoDeclaro a V. S. para
seu conhecimento e dreccao que nesta data resol-
vi nomear a Jesnino Domingues Carneiro para o
higar deeolleetor do rendas provinoiaes no muni-
einiode Pao d'Albo.
H. 432.Dita ao meswe. Circular.Devendo
Rf|>ar Secretaria de polica de Pernambuco, 24 de
abril de 1869.T-lllm. e Exm. Sr.Com s copias
juntas de nmeros 1 a 4, satisface-, vista do que
me ordenou V. Exc. em o despacho lancdo no of-
ficio, que devolvo, do secretario da asseqpbla le-
gislativa provincial, a primeira, segunda, lerceira
e quarta exigencias constamos do mesmo offlcio, e
quanto a quinta e ultima cabe-me informar a V.
Exc., que nao Uve conhecimento do modq porque
terminou o processo de que se trata, o qual em
vista da lei deveria necessaramente ter subido ao
juizo municipal para sustentar ou revogar qual-
quer decisao proferida pelo delegado; sendo, que
nenhuma providencia de posteriormente com re-
lacao a sememante neaocio nao s por aqnelle mo-
tivo como porque ompetindo s autoridades in-
diciaras da comarca velar no cumplimento da lei,
nao me era lcito crer que ficasse sera correctivo
qualquer abuso pratcado no correr do mesmo pro-
cesso.
Deus guarde V. Exc. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Nascimento Machado Portella Vice-
presidente da provincia.O chefe de polica Fran-
cisco de Faria Lentos.
Delegaca de polieia do termo de Barreiros, 5 de
de dezembro de 1868.Julgo de ineu dever trazer
ao conhecimento de V. S. a occorrencia que est
leudo lugar nesta data relativamente ao processo
que se esta instaurando contra o autor e autores
lo espancamento que soffrra Manoel Candido de
Miranda, na noite de 19 do mez prximo lindo.
Apenas se deu o acontecimento me dirig ao lugar
e encontre o subdelegado do dstricto respectivo,
que proceda o auto de corpo de delicio.
Em data de 26 offlciei ao referido subdelegado
exgindo que remettesse a esta delegaca o auto
de corpo de delicio; assim como quaesquer autos
de perguntas ou diligencia a que (vase procedi-
do; e exped portaiia ao cscrivao, afim de serem
citadas teslemiinhas para o processo; sendo que
designei dia e hora.
Por essa occasio fui informado de que para o
mesmo dia e hora esteva designada pelo juizo mu-
nicipal a inquiricao de testemunhas em um outro
processo que por esse juizo no mesmo senlido se
instaurara, c ento tratei de officiar ao juiz mu-
nicipal dando-lhe sciencia de que se achava esta
delegaca procedendo a nstauracao do processo. O
juiz municipal, porm, respondendo ao meu offlcio.
declarou-me que continuava afunecionar nesse
processo porque a lei lhe dava preferencia.
s disposicoes exaradas na segunda parte do
9o do art. 4 da le de 3 de dezembro e art. 246 do
rcgulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, e avi-
so de 4 de abril de 1843, sao tao terminantes e con-
cebidos em termos lao peremptorios, que nao dei-
xando a menor duvida sobre a materia, colloca-
ram-me na necessidade de continuar a funccionar,
e pois novamente lhe offlciei expondo s circuns-
tancias e applicando ao caso as disposices em vi-
gor ; nao obstante o que foi respondido o meu of-
licio, declarando essa auloridade que continuava a
proceder.
Em data de 4 do corrente inquir testemunhas,
e contino a funecionar em face das razOes ex-
pendidas, tanto mais anda quanto me parece que
achando-se oDr. juiz municipal doste termo exer-
cendo interinamente o cargo de juiz de direito,
est esse cargo sendo exercido por um dos seus
supplentes, seu pai que sendo commandante do ba-
talhao da guarda nacional deste termo, gara o qual
foi nomeado posteriormente a nomeacao de juiz
municipal supplente; passou o commando ao seu
immediato, anm de poder exercer o cargo de juiz
municipal, o que alias nao parece justificavel em
face da disposico do aviso n. 202 de 24 dB julho
de 1855. .
o que me cumpre trazer ao conneetmento de
V. S. a quem:
DeU9 guarde.Illm. Sr. Dr. Francisco de Faria
Lemos, digno cnefe de polieia da provincia.O
delegado Antonio da ocha Manda Cavalcanti.
Secretaria da polica de Pernambuco, 24 dv
abrif de 1869.
Copia.! seccao.=Secretaria da polica de Per-
nambuco, 13 de abril de 1809.N. 3080.Para
dar cumplimento ao que me foi ordenado pela
presidencia, am virtude de requisicao da assem-
bla provincial, recommendo a Vmc. que me re-
metta com a mxima urgencia as seguintes infor-
maces :
' I.' Qual o theor da parte offical e ordem de
prtso dada pelo subdelegado do dstricto de Ca-
|eiras, Malhias Benigno Wanderley Teba, con-
tra o capitao Galdino Alves Barbosa e seu fllho
Joao Alves Barbosa.
2.* Qual o interrogatorio a que respondern! os
mesmos individuos perante essa delegaca, pelo
facto que deu lugar prisao, e os fundamentes da
ordem pela qual foram por essa delegada manda-
dos por em berdade os individuos de que se
trata.
Deus guarde- a Vmc.O chefe- de polieia, Frant-
eisco de Faria LeosSr. delegado do termo do
Bonito.
Delegacia de polieia do termo do Bonito 18 de
abril de 1869.Hlm. Sr.Em observancia ao qo
V. S. me ordenou em ofllcio de 15 do corrente
mez, respondo a primeira parte do referido ofllcio
cora a propria participacao offlcial do subdelegado
de GapWiras, a qual por copia a este acompanha.
Em quanto a segunda, communico a V. S. que
vindo a minha nresenca o capitao Galdino Arres
Barbosa e seu nlho Joao Alves Barbosa e interro-
gando-o acerca do facto declarou-me elle, que ha-
vendo o subdelegado prendido seu tilla* como re-
cruta no da 21 do mez prximo passado, e suc-
cedeiylo este poder evadir-se do poder da patruiba,
e entrara em sua propria casa, elle Galdino res-
ponsabilisara-se a entrega-Io, logo que preparace-
se de roupa, porem conservando-se a casadebaixo
de cerco por muitas horas, e nao realisando-se a
entrega, deralhe o subdelegado taubem voz de
prisao dizendo-lhe que o seu procediniiito indica-
va resistencia de sua parte a entrega de seu fllho,
que effectuou-se a 22 as 7 horas do dia, sera que
nesse espaco de lempo fosse sua casa varejada*
A vista do que e da falla do auto de resistencia
que aecusou na paite ollicial, e das testemunhas
vendo eu que nao se dera resistencia formal de
sua parte o puz em liberdade e juntamente seu
lilho, que aprsenla isencao attendivel, que falta
de um dedo d'uma das mos, e outros soffrmen-
tos phisicos, embora seu peasimo proeedimento o
torne merecedor d'austera correco, visto como
publico que vive sempre armado n'aquella povoa-
cao, provocando as proprias autoridades, espan-
cando pessoas de sorte que est sendo processado
pelo subdelegado d'ali por crimes de ferimentos,
sem que seu pai d a menor providencia, antes o
anima para taes desordena, sendo o primeiro a re-
dcularisar as autoridades com chufas e escrneos
pblicos por seus desabafos polticos, e de tal ma-
neira procede o dito capitao n'aquelle povoado,
que traz o socego publico perturbado a ponto de
poder occasionar talvez ainda algum conflicto.
Crcio que assim procede por nao continuar ali
como auloridade. He quanto humildemente tenho
a informar a V. S. Deus Guarde a V. S. illm. Sr.
Dr. Francisca de Faria Lemos digno chefe de po-
lieia de Pernambuco.Oditem Auslrikiliano Broif-
ner, delegado de polica do termo do Bonito.
Subdelegada do 4o dstricto de Capoeiras 22 de-
marco de 1869.
Illin. Sr.Communico a V. S. que estando hon-
tem em attribuicoes de meus sesvicos ao meio dia
Beo mais ou menos, prendi ao recrula Joao Al-
ves Barbosa, para o servico do esercito, vista nao
ter em seu favor isencao legal, e depois de me
adiar na posse do referido recruta, apresentou-se
o pai do mencionado recruta, partindo com gran-
de furor, at que absolutamente o tomou, visto
que a patrullia ameaaeda pelo Sr. capitao Gal-
dino toda esmoreceu ; a vista de taes cii cumstan-
cias, sustentei o cerco, e indo novamente com os
officiacs de justica e cscrivao, c no_ querendo fa-
zer-me entrega do preso o Sr. capitao Galdino Al-
ves, o prendi em continente ordem de V. S.,_ba-
veudo em concluso entregado o mesmo capillo o
seu filho hoje s 7 horas da manhaa depois da
chegada do Sr. commandante Costa, o qual os
conduz, e se acham a disposico de V. S. para Ibes
dar o convenieute destino. Declaro mais haver
um auto de resistencia contra o Sr. capitao Galdi-
no, devido ao seu proceder.
Deus Guarde a v. S.Illm. Sr. alferes Odilon
Auslrikiliano Bravner, digno delegado de polica
do termo do BonitoMathias Benigno Wanderley
Ttba, subdelegado supplente em exercicio.
1* seccao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 24 de abril de 1869.N. 597.Illm. e Exm.
Sr.Cumprindo o que poc V. Exc. me foi orde-
nado no despacho exarado em o offlcio que devol-
vo, do secretario da assembla legislativa provin-
cial ao Dr. secretario do governo, tenho a honra
de informar V. Exc. que, tendo exigido do dele-
gado do termo do Bonito, copia n. 1. as informa-
tes solicitadas pela mesma assembla, a respeito
da prisao do capitao Galdino Alves Barbosa e seu
filho Joao Alves Barbosa (ordenada pdo subdele-
gado do dstricto" de Capoeiras) e da ordem da-
quella autoridade, mandando por em liberdade os
individuos de que se treta, fornecea rae o mesmo
delegado a informa?ao constante da copia n. 2,
que acompanhou o offlcio, copia n. 3, no qual o
subdelegado de Capoeiras participou-me o motivo
da prisao do capitao Galdme e seu filho.
Dando a presente informacao devo declarar a
W< Exc. que, por depender ella das que solieitei
do delegado do Bonite (as qnaes smente hontem
me ehegarnm s mace), nao me tol possivet pres-
la-la i mais tempo. __
Deus guarde V. Exc.Blm. e Exm. Sr. Dr.
reirar-me para a corteTafim d'tomar assento na Mawel ^Nasoimente Machado Portella, vfce-pre-
tamara temporaria, tomo deputado peloRtofcl*9W-dfcpwmcifc
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Hontem, antes da
ldtura da acta, o Sr. F. Tavora aptesentou una
mocao para que a assembla suspendesse a ses-
so, pelo infausto acontecimento, do fallecimenlo
do Sr. Dr. Jeronymo Villela de Castro Tava-
res. O Sr. G. Drmmond manifestou-se em favor
da mocao, c, sendo ella approvada, suspendeu-se
a sessao, sendo nomeados para a commissao
que tem de representar a assembla e aeompa-
nhar o fretro ao cemitero o Srs. Tavora,
Felisbino, E. Coutinuo, Andr Cavalcanti e Gaspar
Drmmond.
No discurso do Sr. Dr. G. Drmmond, pu-
blicado hontem, o aparte do Sr. Dr. Eraygdio Mar-
ques, que sel na 2' pagina columna 1*, devo ter-
se assim :
. O Sr. E. Marques :0 facto nao so dea como
o nobre deputado refere, nem houvc decsio do
presidente. Havia o promotor publico que exereia
o lugar de curador geral de orphos; a meu juizo,
nao proceda bem: pelo que o demilti e nomeei
outro, que nao era o promotor publico.
AUTORIDADES POLICIAES.Foram nomeados
por deliberacao da presidencia, de 24 do cor-
rente :
Subdelegado do Io distrcto da freguezia da Boa-
Vista, desta cidade, o Sr. Dr. Pedro Autran de
Albuquerque.
4, 5* e 6* supplentes do subdelegado do v ds-
tricto da freguezia de Una, Antonio da Rocha Wan-
derley, Joo de Barros Lins 6 Joao Correa Acdoli
Lins.
GUARDA NACIONALPor deliberacao da pre-
sidenta, de 24 do corrente, mandou se dar gua
de passagem para o 3 batalhao de infantaria do
Recfe, ao Sr. Antonio da Silva Azevedo, alferes
da companhia da seccao de reserva do muni-
cipio de Olinda.
SEMINARIO DE OLINDA.Duas novas esraolas
para as obras do estabelecimento, acaba de rece-
ber o Rvm. Sr. reitor, urna de; 200*000 do Rvm.
Sr. D. abbade de beuiu e iOOiODO de urna fa-
milia amiga do seminario.
FERIMENTO GRAVE.No dia & do crrante,
no sitio S. Vicente, do termo de Garanhuns, Anto-
nio Joaquim da Silva, altercando oom seo t
Eduardo Pereira de Soma, ferilo gjwementett
urna facada sobre as costeas. O criminosa Un
prese e est sendo processado.
DISTURBIOS E FERIMBNTOS.-Por .""S^
cncXo do tagado de Garanhuns 2gJ?
t*a 31 de M pastado, ne povoado P^e wwpr*,.
*
!


Diaria de Pernambuco Twja feira 27 de Abril de 1869.

Mauoel Ferreira de Azeredo, homem rijoso tur-
bulento, dado a embriaguez e furto de cavallos,
provocara um conflicto com uns sertanejes, que
alli se acharara descansando, do qual aenhum
resultado funesto houve, devido muita niden-
cia dos mesmos; que depois disso, Azevedo, ar-
mado de urna taca de poata, -dirigiose casa do
inspector de quarteirao da localidade, e fez-lhe
igual provocacao com palavras injuriosas, logran-
do evadir-se ; que em aeguida esss dom factos,
Azevedo foi occultar-se prximo ao descanco dos
serunejos, com o proposito de furtar-lhes algn*
cavallos, o que, sendo presentido por eJies, procu-
ravam i>or salvo os animaos, quando foram as-
saltados pelo dito Azevedo, que apezar de tercm
acudido o inspector de qnarteiro e diversas pes-
*oas, logrou ovadir-se, feriado .levemente duas
pessoas, sendo afina! preso ao dia seguate.
REUNIO POPTLAR. lealisoa-eaonjingo i,
tarde, no Campo das Prtroezas era'frente ao thea-
tro de Santa Isabel, a reuniao popular convocada
pelo Sr. r. B'.rges da Fonceca.
As 4 e meia da tarde, havendo cerca de 2,000
pessoas no largo, dcu elle eomeco sen discurso,
fazendo appello s massas, que correspondeu in-
mediatamente com apupada strondesa, que o fez
calar; o que se repeli por mais duas vezes, at
que elle desacoroeoado deixou o campe*sendo an-
da seguido at grande distancia no meio da alga-
zarra levantada por aqueUes 4jue ao creem em
suas proraessas Ilusorias.
Apezar do movimento e da accutn&taco de po-
vo, nao houve o menor aeto que demonstrasse
proposito em offender physieamente, nao s ao
oraer-aomo a qualquer pessoa ahi reunida; cor-
rendo tuclo calma e tranquillameute, e sem que
appareecssc alguem que erguesse un brado ao
menos em favor do orador.
SAHVMENTO Foi hontem eonduo sua ul-
tima mo ada, no campo do Senhor Bom Jess da
RedempcTto, o cadver do Sr. Dr. Yilella Tavares,
lente da nossa Faculdade de Dflwto, com um
acurapanliauento numeroso, no qaal par do mun-
do official se notavam os seu9 collegas, os alumnos
da Faouldade, c pessoas de todas as classes e ge-
rarchias.
0 caixso foi conduzido mao, esde a grej da
Carmo at ao cemiterio, aonde, depois de algumas
oracoes fnebres, desceu o seu cadver a ser de-
. positado no azigo ultimo.
ASSALTONo povoado Poco Cemprido, do ter-
mo de Garanhuns, na nonte de 5 do cprrente, foi
assaltado quaudoia para a povwcao de .Corrente'
o inspector do quarteiro BelUrniint> Jos Correa
Lima, por tres homens mascarados, que o (eriram
levemente com ama cacetada na mito esquerda ;
poodo-se ao depois em fuga.
PASSAMENTO.Deu hontem alma ao Creador
o antigo c abastado commerciante de nossa praca,
o Sr. Manoel Joao de Amorim, socio da firma com-
mercial de Amorim Irmao. Era homem de carc-
ter probo e recto, e de qualidades distinctas. Seu
-anmenlo ter hojc lugar as 4 horas da Urde da
matriz do Carpo Santo.
Damos seu diguos roaos uossos sinearos pe-
zames.
NAVIOS ENCONTRADOS. A barca maleza
Adour, vinda do Montevideo, fallou no dia 17 do
correnlc, na lat. S. 18 50' e long. O. deGreenwich
28 30', com a barca ingleza Robert Fleclier, indo
de Cardiff para Hong-Kong, com 3C dias de via-
gem; e na mesma lat. e Ion. com a barca ingleza
Catto, em viagem do porto desse nome para o de
Rotterdam.
PROCLAMAS.Foram lidos na matriz dafregue-
zia de Santo Antonio no dia 25 do corrente mez os
seguintes proclamas :
i.* denunciado.
Manoel da Encarnac&o Salgadmho, com Joanna
Mara da Conceicao Pereira.
Jos Paulo Bofelho, com Olympia Alexandrina
da Cunha Oliveira.
Jos Daniel da Co3la, com Maria Luiza dos Pra-
zeres.
O bacharel Francisco Odilon Tavares de Lima,
com Divira Adelaide de Moraes Bastos.
Angelo Marques da Silva, com Merentina Ray-
munda Ildeonsa.
Francisco Jos Ildefonso, com Joanna Bailena.
Francisco Xavier Rodrigues Pinlieiro, com Isabel
Amancia Pinheiro.
Victorino Manoel de Campos, com Joanna Maria
Ja Cruz.
2.a denunciaoo.
Joaquim Barbosa da Silva, com Firmina Barbosa
de Vasconcellos.
Francisco Mclitino da Cosa Ferreira, com Illu-
raiuata Saturnina Ferreira Duarte.
Joao Cirios Mendes, com Amelia Joaquina Pe-
reira de Mesquita.
.Marcelino Jos Gomes, com Josepha Luiza de
Salles.
Vctor Luiz Cavaleauie, com Paulina de Souza
Negreiros.
Francisco Azevedo de Moraes Pires Jnior, com
Joanna Francisca Pereira dos Santos.
Pedro Eugenio da Silva, com Margarida Candida
d'Assumpcao Siqueira.
3.a denunciara.).
Francisco de Paula Goncalves Ferreira, com
Emilia Adelaida Cascao.
Francisco Martins de Amorim, com Joanna Leo-
poldina Monteiio.
Antonio Brandao. com Julia Cavalcunle Correa.
Francisco Itibeiro Soares, com Maria Gloria
Rodrigues Franca.
Francisco de Assis Pereira, com Delmina Fran-
cisca de Oliveira.
LOTERA.A que se arha i venda a 103', a
beneficio da'igreja de S. Joo de Abreu de Una,
que se extraliir amanhaa.
PASSAGEIROSDo vapor brasileiro Guan,
manido para os portos do norte >
Jos J. Seve, Dr. Antonio dos Passos Miranda e
sua senhora, Isidora Moreira da Conceicao e urna
tlha menor, Joaquim Luiz Ribeiro, Joaqun F.
Coelho, Serafim P.Bastos e um escravo, Thomaz
Lourenco da Silva, Genoveva D. dos Reis, Maria "B.
e um lilbo menor, Francisco J. de Mello Tavares,
Joaquim Duarte Campos, Jos Duarte de Souza,
Alberto B. Gheny, James Maresan, Candido Perei-
ra Lobo, Joo Duarte Piraentel, L. A. Jienriques da
Silva, Claudno do Reg Lima Jnior, Andr Avel-
no, Manoel Domingues, Manoel Jos de Souza e um
e-cravo, Estulano Esloque Polari, Robinson, Ber-
nardo Jos doe Santos.
Entrados de S. Miguel na escuna Oliveira :
Joaquim do Fras, Virginio Cordeiro, Augusto
Vicente, Antonio Ignacio Cauto e suas tilnas Auna,
Emilia c Jacintha, Maria Julia e seus filhos Maria,
Augusta, Virginia, Julia, Antonio e Francisco,
Francisco Jos de Medeiros, Francisco Ignacio,
Francisco Cordeiro Rdovalho e sua senhora, Jos
Cordeiro, Maria Thomazia e urna fllha menor,
Bento Pereira, Joao Botelho, Mara da Conceicao,
Theodoro Jos, Jos Tavares da Cmara, Jos de
Mello, Manoel Raposo, Zacaras do Souza Pereira,
sua senhora e urna lillia menor, Coleta Amelia,
Mara da Gloria Bahia, Thereza de Jess Maria
liahia, Antonio Joaquim Botelho, Joaquim Ferreira
dos Santos e 9a senhora, Antonio da Costa Alfon-
so, Joaquina do Rosario, Felicia Rosa, Maria de
Medeiros, Jos Pacheco, Manoel Tavares de Gou-
va Jnior, Joao de Mattos, Antonio do Reg, Jos
Muniz Gemente, Francisco de Freitis e sua se-
nhora, Antonia Emilia e seus filhos Manoel, Mara
e Francisco, Sebistiao Jos de Oliveira, Antonio de
Souza, Joo Botelho, Theodoro Correa Machado,
'uilherme Ricardo da Costa.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 23 de
abril de 1869.
Ignaeio, Pernambuco, 9 mezes, Santo Antonio;
;spasmo.
Joo, Pernambuco, i anno, Boa Vista, hexi-
gas.
Luiz, Pernambuco, 8 airaos, Boa-Vista; ente-
rite chronica.
Dolfina, Pernambuco, 3o annos, solteira, Santo
Antonio; cachecia.
Manoel Texeira, Portugal, oO anaos, viuvo,
Boa-Vsia; congesto pulmonar.
Maria, Pernambueo, 6 mezes, Recife; inflam-
roacao dos intestinos.
Mara, Pernambuco, 5 dias, Boa-Vista : espas-
mo.
I Matia, frica, ann, -olteira, Santo Ant?
nk>; astro hepatite.
ClRONICr(JDir.URIA.
TRIBUNAL HA H1KLAC.O.
SESSAO DE 20 DE' ABRIL DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. I'ESEMB.UlGADOTl SANTIAGO.
M 10.Iwiras damaidia. presentes oaSnMlesem*
harjadort^s Gitirana, Lourenco Santiago,.Almelda
Albqorquc, Motta,'Domingues da Shia, Souza
LetM Uclida Cavalcaaje, falundo o 8r. tJtsembar-
gadar Suerra procurader da enr,'*, aorio-se a
sessao.
Pasados os feitos dmm-) es segaintes julga-
menlas:
Awaaj.AQAO civkl.AppelLutfe, RufinaHpor seu
curafcc; appeMado, Antonio Ptireira Lcite Car-
dial.Reformada a sentenca.
"Aau.Ag5ES crimes.Appelate, o juizo; ap-
pellado, Antonio da Araujo Costa. A' novo
jury. Appellante, o juzc ; appellado, l^eUro Dias
dos Santos.A' novo jury. Appi'ilaatc,-.aSanta
Casa da Misericordia; appellado, Symphronio
Olympio de Queiroga.Improcedente. Appellan-
te, Manoel Andr da Silva; appbllada, ajusti-
^a.A' novo jury.
Dbugencia crime.Ao Sr. desembargador pro-
motor da juslica : appellante, o juizo appellados,
Joao Jos de Souza o outros. Apellante, o juizo;
appellado, Lourenco, escravo.
Assignou-sc dia para julgamento dosaegumles
feitos:
AppELLAgoES civeis.Appellante, Dr. Manoel do
Reg Barros Souza Leas; appellado, Francisco
Baptista de Almeida. Appeante, a preta Fabri-
cia; aupellado, Jos Luiz de Albuquerque.
PASSAtNS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santia|;o.~-Appellaes erimes:
appellante, Salvador Antonio Rodrigues Lima; ap-
pellada, a justica. Appellante, Antonio Jos dos
Santos; appellada, a just<;a. Appellante, o juizo ;
appellado, Jos Barbosa Rodrigues.
Do Sx. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Alraeida Albuquerque.Appella-
coes erimes: appellante, o promotor; appellado,
Antonio Vicente dos Santos. Appellante, o juizo ;
appellado, Antonio Terrena da Silva. Appellante,
Manoel Ignacio; appellada, a justica. Appellante,
Florencio Martins Chaves; appellada, a justica.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta.Appellacoes crimes.
appellante, Jos Anselmo da Silveira Vidal Filho;
appellada, a justica. Appellante, o juizo; appel-
lado, Joo Teixeira de Leinos. Appellante, Manoel
Joaquim Quixabeira; appellada, a justica. Appel-
lante, o juizo; appellado, Francisco Antonio Ne-
greiros. Appellante, o juizo; appellado, Manoel
Alexandre da Silva.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Domingues da Sil va.Appellacoes crimes: ap-
pellante, Joo Antonio das Chagas Craveiro; appel-
lada, a jiutica. Appellante, o promotor; appella-
dos, Joo Vicente Ferreira e outros. Appellante,
Manoel Alves de Lyra; appellada, a justica. Ap-
pellante, Carlos Jos da Costa ; appellada, a justi-
ca. Appellante, Miguel Simplicio Jos dos Aojos;
appellada, a justica.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva aoSr.
desembargador Souza Leiio.Appellacoes crimes:
appellante, Gcraldo Correa Lima ^appellados, Fran-
cisco Gomes Ferreira e outro. Appellante, Manoel
Correa Barbosa; appellada, a Justina Appellante,
o promotor; appellado. Benedicto, escravo. Ap-
pellante, o juizo; appellado, Mximo Pereira Bar-
bosa.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. desem-
bargador Ucha Cavalcante.Appellacao civel:
appellante, bacharel Francisco Luiz Caldas; appel-
lado, Joaquim Jos de Abreu.
A' 1 hora da urde encerrou-se a sessao.
PUBLICACOES A PEDIDO.
0 Uberal de 2 i do corrente, censurando
o Exm. Sr. conde de Baependy por ter
mandado pagar ao Sr. Joaquim Francisco
Leal, como official de gabinete, a graliQca-
co de duzentos mil rs. mensaes, conclue
dizendo que o acto de S. Exc. em lingua-
gem criminal chama-se prevaricacao, em
inguagem commum ladroeira.
Para chegar a este resultado diz o Libe-
ral que o lugar de official de gabinete foi
creado por S. Exc, por que delle nao faz
menco o regulamento, e-- que a verba even-
tuaes por onde S. Exc. mandou pagar ao
Sr. Joaquinr-francisco Leal h3o existe na
lei do ornamento, para ser despendida em
servicos novos, mas nicamente para satis-
fagan de servicos que sao attendidos em lei.
Nao nosso proposito justificar o acto,
por que todos que, com imparcialidade o
apreciarem, bao de reconhecer que estava
as attribuicoes de S. Exc. pratica-lo. Tam-
bera nao temos por fim responder s asque-
rosas e torpes injurias com que o Liberal
dirigio-se ao Sr. conde de Baependy, as
quaes por forma alguma o offendem, e de-
vem reverter intactas ao proprio Liberal.
O que queremos, porm.mbstrar ainep-
tidao, a inconveniencia com que foi escripto
o artigo a que nos referimos. Sabe o Li-
beral que o acto praticado pelo digno conde
de Baependy,e queno seu entender chama-se
premrtcacoo ladroeira, foi praticado tam-
bem pelo baro de Villa-Bella, quando pre-
sidente desta provincia ? Ser o Sr. baro de
Villa-Bella prevaricador ou ladro?
Nao o creio por mais que afflrme o Li-
beral.
E' bom advertir o Liberal para que o Sr.
Villa-Bella nao continu assim a ser tratado
por elle.
0 regulamento da secretaria do governo
nao falla de collaborador. E' lugar que nao
existe na secretaria, avista delle. E o Sr.
Villa-Bella nao nomeou um collaborador
para a secretaria do governo, que ainda
hoje pago pela verba eventtiaes? Nao cre-
ou por esta forma S. Exc. um lugar para
arranjar um a/ilhado? E qual foi o Jornal que
por istochamou-o prevaricador ou ladro?
A opposifo nunca o tratou por esta forma;
esta injusu'ca, tamanha ingralido estava
reservada para o Liberal, a quem o Sr.
Villa-Bella tanto aprecia! E' muito duro
proceder assi cuidado. Analyse os actos do Exm. Sr.
conde de Baependy desapaixonadamente, e
em linguagem que mereca resposta, e po-
de contar com ella.
A' injurias e insultos nao daremos respos-
ta, cedemos a palma ao Liberal. Elles es-
lo muito longe de chegarem a pessoa do
Exm. Sr. conde de Baependy, cuja admi-
nistraco nesta provincia foi digna dos elo-
gios de todos aquelles que sabem destin-
gir e reconhecer o mrito e o justo.
Recife, 25 de abril de 1869.
cora olla se aienta, cujo sentimento nao aas-
cepvel o orgulhoso-e o soberbo.
Van i
Dfepot's de lar o Sr. J. F. vencido a repugnancia
queme inspira miaba pessoa, (que fatuo t) -prin-
cipia este novo B. Thadeu por negar, xorao effec-
tivamente nega, em sua correspondeaBaiiaiquer
interferencia sua no communicado UjHpipto no
K para quo o publico mais se
habitual esquecimento do Sr. J, F., ou antes do
sea de8farcamento em negar os lacios por elle
praticados, ver de sua correspondencia, com que
eoragem diz, nunca >e ter acompanhado com
assassinos em suas excurcSes eleitoraes. R essa !
Pois em 1861, se bem me recorto, o Sr. Dr. J. F."
nao foi a Serra, onde se ilemorou 9 dias, correndo
--------------_------.-----_,----,_------_---------------_----,------,
compenetre do t mente, ori por simplicldmle ou por ignorancia,
Liberal a. 44 ^uo.alludo eui miaba cowespoadea- monte* e vaMes acompanbaia- do sefreguoz Vic-
cia de 2i de urea. Porm saiba o publico que,
este coninjunieado alludido nao ara um mvsterio
ueste lugar, antes -era esperail); e logo que cor-
ren impressn, um amigo do Sr. J. F. ein rasa do
Sr. Jos Xavier atlirniara ser elle produce do
Sr. Dr. o uto de um tal prfessor, como a,
em NazaretU dissera.
V pois, o publioo, qoe nao foi infundada al
putayao por mim eita ao Sr. J. F. attribuindo-l
a autora do commanicado, por si ou por algum
bilhsfre a seu mando. Mas ainda nao e infundado
este meu juizo, qaando sei que o Sr. J. F. roeusa-
f cedor um liigar no carro, oni (pie ira ae Reci-
|e, aq Sr. cajfitaa Antonio da Motta; pessoa nkuito
importante, somente porque nao podia prescindir
de trazer seuqudampara firmar urna torres-
(Mmdencia ne tomal do Hecife e outra no Liberal,
sob a rubrica oZantiga firma da casa. Entre-
tanto que o tal pcofessor alli nao o levara o raedor
negocio, a nao ser satisfacer a vontade de seu
amo, como declarara ao Sr. F. A. de Barros, e este
ao Sr. capito Motta, que a mim dissera. Faca o
publico seu juizo.
O lempo das illusdes passoo, e os espertas que
hoje querem campar como tacs, quasi sempre
cah.-m no ridicnlo. Assim o Sr. J. F. se tajna o
alvo do escarneo publico, quando em publico nega
a autora dcste tacto; eomo tambem se mostra uin
verdadeiro typo da ingratidao quando desconheee
quaes os favores que tenha de cortos amigos re-
ce!) ido.
Pode o Sr. J. F. negar os beneficios que receben
daquolles que vendianascus bens para soccorrer
seu pai, (piando este se vio rcduzidg ao estado las-
timoso do miseria em que esleve em Oiinda onde
euto mor.iva? Pode negar os extremos de ami-
sade de seus prenles que se prvavam do neces
sario para aecudir as necessdades de seu pai?
Pode negar que a ediu-acao Iliteraria, que entid
recebeu e que tao mal aproveitou de vida em gran-
de parte aos sacrificios dessas pessoas.? Pode ne-
gar que fora por elles tirado do estado de mendi-
cidade, c que se elles ne foram o Sr. Dr. Joa-
quim nao viria hoje com o seu esfarrapado orgu-
llio insultar o seu parodio, o bom amigo de seu
pai, como elle o cbamava ?
Poder negar factos que foram testemuubados
por toda populacao dessa comarca ?
Pode; porque o Sr. Dr. Joaquim Francisco allu-
cinado pelo seu orgulho, suppoe que esses factos
eslo riscados da memoria daquclles quo o pre-
senciaram.
Pode; porque o Sr. Dr. "Joaquim Fi ancisco sac-
cudindo hoje para longe de si a sacla do mendigo,
que hontem pendia-lhe do lado, iulga fascinar o
publico pelo brilbo dos ouropes de que cmica-
mente se reveste, e emende poder insultar impu-
nemente aquelles para quem estendeu mao suppli-
cante.
Pode; porque tem a forca de abafar em seu es-
pirito os nobre-i impulsos que arraslam o hornera
de corac.o bem formado aos ps de seu bemfei-
torl
Nega tudo, e com essa mesma facilidade nega
tambem ter influenciado ao professor na queixa
que dra contra Manoel Lopes de Albuquerque, e
isso quando o proprio professor afllrmra ao Sr.
capitao Thom (Jrrela de Araujo e a maisalgliem
a quem ello dra esta queixa, (mo grado sen) e
e somente porque o Sr. Dr. Joaquim Francisco as-
sn o quera. Que bonito papel representava en-
to o Sr. J. F. exigindo como juiz que a parte se
queixasse perante elle; e que papel representou
aindg, quando fugio da audiencia, a qual tinha de
comparecer a parte querellada, e offerecer as pro-
vas de sua parcialidade?
Neete da deu o Sr. J. F. provas exuberantes de
todas as miserias de seu espirito. Ora, se o Sr. nao
era nesta causa juiz e parto queixosa, ao mesmo
tempo para que fugio assim deixando perimir a
aeco? Sua honra lo preeonisada, sua honestida-
de tio honesta lhe devera fallar bem alto, no sen-
tido do fazer recahir a responsahilidade da lei, so-
bre quem o calumniara, e sobre quem merecesse.
Pera que o nao fez i
Portauo do que levo dito consequencia lgica:
Io nao ter sido infundado meu juizo a cerca do Sr.
J. F. em ambos os lacios por mim referidos, islo ,
sua influencia no communicado que se v estam-
pado no Liberal n. ii. intentada contra M. J. L. de
Albuquerque: i- o desfarcamento dcste moco jm
negar factos seus, ou por elle influenciados'quan-
do chamado a autora delles: 'em fim, do guan-
ta capaz o espirito desvairado por paixoes igno-
beis.
Nao sou levado, crea-me Sr. J. F., da louca pre-
tencao de o expellir do templo da justica, onde o
vejo acastellado, sob as vistas do olho da Provi-
dencia, e voltado para o orient da graca, nao:
profano la nao quiz ainda chegar, e basta isto para
reconhecer minha impotencia, quando esto estulto
pensamento me dominasse. Nem de minhas pala-
vras, referindo o facto da celebre permulta da
casa das orfas com outra de seu tutor, tanto se
pode colligir.
Porm como agora sei que o Sr. Dr. v a luz
sem o risco de cegar, nao posso tamben) deixar
de acceitar a explicacao mostra, que acerca de
tal facto d,
Entretanto permita fazer urna ligeira observa-
co a tal respeito. A casa das orphas valia como
todas sabem et ejo 0OO3OOO, e baixou de prego; o
casebre do tutor valia 70$000, como todos sabe-
mos, e subi de valor 200000!! I Por esta razo, de philantropia.
ouvido o Dr. curador conaedeu o Sr. J. F. a per- Nao houve 1
torllo I Nao estove" ellaf tn sua companha as
elaijAes de-1836 nesta atriz, bam assim, em
1863 Toda esta comarca aio vio, nao sabe dis-
to I Perden a razo o Sr. J. P., e por isto que
(eottad!) responded imputacoes desta ordni com
um insulto ara eu em minhas excurcoes eleito-
raes acomaaiiuado de niau criado, e algumas vezes
do Sr. liaato.
Pobre ee! Que estulta coaeepcao.
iua fraea razo perder na ooscuridade de
ios e antigos preconceitos, arreigados no ani 1.0
ises entes infelizes, que nem ao menos com-
prehendem as verdades jiioraes em que repousa a-
sociodade. Esses entes nieracem pela maior par-
te indulgencia; e os apparatos de sua imaginaria
elevaco move o riso e excita a compaixo dos ho-
mens de bom senso. Estes nao examinando a
sociedade em sua superficie nao odem distinguir
vultos impalaapeis; mas vendo as cousas a fundo,
e entrando no coraco do homem discobrem a luz
com que se dissipam os erros e preconceitos so-
ciaes.
Procure o Sr. J. ^dhsipar as trevas que cerram
seu espirito.
E, em vez de me ver a seu lada com os olhos
do orgulho que o cega, da maldade que o irrita,
da inqratido que o petrifica c da laucia, com que
affecta o despreza; ver com que bondado se an-
nuncia meu nome a sua consciencia adorme-
cida!
Ingrato! Esto a quem insultaos recebeu vosso
tiajacom pan hado de sua filha e duas netas em sua
casa; onde esiveram at que morreu aquelle in-
feliz, a quem foi dada sepultura decente !ll
Este a quem insultaes estove presento a morto
de vosso pai,como seu bom amigo, titulo este
que sabio de seus labios moribundos no momento
solemne em que recomraendava a vos c a vossos
irmos todo respeito o amisade que me deveis,
entregando logo depois sua alma a Deus!-----
Este a quem insultaes leve rdito para firmar
o vosso baratiado em Nazaretn em urna letra offe-
recida em pagamento ao Sr. Garrido.
Este a quem insultaes, o mesmo que tiroude
stfa carteira urna letra sua, e vos deu generosa-
mente para ser rebatida, como foi pelo padre
Buarque para vos livrar dos apuros era que vos
adiasteis, cansado, envergonzado e aflicto de ou-
vir da bocea de todos a quem vo reccorrieisnao
tenlio, nao posso. Assim, foi paga a a primeira
prestado do vapor comprado para Abreus.
Este a quem insultaes nao sabe fazer alarde de
seu merecimento; mas sabe que um lauce feliz
pode dar poder, sem mrito, successo, sem talen-
to; sabe que um tollo em certas circunstancias
pode sair-se bem de urna empreza. O azar d
falso brilho e boa noraaada a quem nao merece,
mas sao nuvens (fae pacam, e que ao menor sopro
se dissipam.
Sr. J. F., eu lhe fallo sem odio e sem raiva, e
venho dedarar-lhe gue, se alguem recua diante
de urna sombra, eu nao estou para atura-I os...
Ingratos I Com esta palavravoltoao*ileuco.para
cuidar dos negocios serios inherentes ao meu mi-
nisterio.
Sr. J. F. nao se atorre pela grandeza da divida
em que se acha para cernes amigos que lhe tem
presdo soccorros, ao menor signal de arrenpedi-
menro ser por mim generosamente perdoado : pe-
tile et abeipielis.
Tracunhanhem, 12 de abril de 1869.
Vigario Bazilio Gongalves da Luz.
Sepultura ecclesiastica.*
ni
No artigo anterior demonstramos e provamos,
que o general Abreu o Lima sustentou publica-
mente at os seus uitimos dias doutrinas contrarias
ao ensino da igreja eatholica, a nica verdadeira
e fra d-i qual nao ha salvando. (Assim pensan-
do a.jaelle general em 183o).
Atacott tenazmente : o dogma da unidade de
Deus, separando o Deus dita Judeus do Deus dos
christos : o dogma do purgatorio; o dogma da Im-
maculada Conceicao: o culto das imagens: o ar-
tigo de f da supremaca do Papaautoridade do-
cente da igreja: a catholicidade da mesma: a tra-
dieco eatholica: em fim declarou-se francamente
protestante, quando disse: que da igreja eatholica
s acceitavaos evangellios at o 2 secuto, e osyiu-
bolo dos apostlos;
Tomamos a Deus por testemuuha, de que nao
levantamos falso ao general Abreu e Lima, aitri-
buindo-lhe doutrinas, que elle nao tivesse pregado
as suas obras, ltimamente publicadas.
O distincto articulista da Opiniao Nacional, (o
mesmo do Jumal do Recife) apresentou, como ar-
gumento em favor dos sentimentos religiosos do
general Abreu e Lima, os factos; de ter elle pe-
dido um enterro sem pompa, com urna encommen-
daco rezada na capella do cemiterio; e haver al-
lomado urna escrava alheia, que o servia.
Consinta o Ilustre articulista que digamos, que
nestes dous factos nao vemos o menor signal de
arrependimento, ou retractacao por parte do ge-
neral.
Em seus escriptos, sustentou ella a necessidade,
e utilidade das preces, e oracoes pelos morios sem
as pompas da igreja eatholica; e proclamou a
philantropia como urna das principaes virtudes.
Alguns protestantes tambem nao replleme, an-
tes admitiera as oragoes pelos morios, e os actos
ou em consequencia d'ama instrueco mal di-
gerda, caflir din erro a respeito de' tal ou tal'
artigo da doutrina da igreja ; esto genero- de-
erro, preveniente de urna abarracaoda intelli- Joao DamaSceno Ribeiro.
gencia, chama-se tatpbem kpretis .matertajis,
mas nao a verdadeira heresia etc. (Le Droit
Ecclesiastique em ses principes generaux tom.
24
vemos por tanto, servindo-nos da propriajus-
tiQcacao ao nosso virtuoso prelado diocawBo,
qae o general apenas se attrbniam kbbos ; e
Joaquim Villela de Castro Marv.
Cezarip Aureano Ventura.
Bernardino de Senna Ribeiro.
Jos Joaquim de Sant'Anna.
Ranhael Archanjo da Rosa Lima.
Manoel Antonio Cardoso.
Joo Mauricio Paes Bezerra.
Joo Flix d Mello.
Mordomas.
Exmas. Srasi:
I). Maria Marcelina dos Santos Bastos.
t. Maria Amelia da Silva Bastos.
D. Joanna Edeltrodes Romana Bastos.
D. Joaquina Correa da Silva Bastos.
D. Amalia Lina da Rocha.
D. Rutina Gomes de Dourreill e Silva.
D. Emilia Pomposa Cavalcante de Mello.
. Joanna Prente Viailha.
D. Maria Tinoco de Souza.
D. Auna Francisca da Natividade e Silva.
D. Firmina Gomes da Cunha e Silva.
D. Maria Luiza Jonathas de Barros.
D. Prisca Romana da Conceicao Lima Freir.
Proteofoj.
Antonio da Silva Ferreira Jnior.
Domingos M ireira da Silva Porto, Portugal, 52
anno*
solteiro, Santo Antonio ; erysipela.
?lu"0 Cra VicWe' Pernambuco, 11 an-
W^^"1; meningite. '
,JL Cnt9 annos, solteiro, Boa-Vista ; hepatite. '
Ernesto Wolicbard, Pernambnco, 20 annos,
-oUeiro, Santo Antonio; congesto cerebral
- Anna Francisea. Pernambuco, 80 nnos, viuva,
.>, Jos; hvdropesia.
Camilla, Pernambijco, 9 mezes, Recife; con-
Maria, Pernambuco, 3 i^eze, Ba-VUta : es-
pasmo.
Anna, Pernambuco, 80 amos, soheira, Boa-
vista ; schyrro no estomag).
Perpetua Folicidad9 Ooelho, PernamW?eo, **
annos, toUeira, Boa-Vista; tubrculos puli^aa-
Fumeja o Elena I Inflamma-se o vesuvio jam
fumegat I
0 Sr. Joaquim Francisco de Mello Cavalcante,
no furor de seu despeito contra mim, incendiado
de raiva vera todo falseando no jornal de 3 do an
danto mez, com una correspondenda ou antes
verrina, em resposta a outra por mim firmada
que neste mesmo jornal de 24 de marco se v re-
gistrada.
Nesta prodcelo bem digna de seu autor, anti-
these perfeila de sua affectada brandara e mansi-
do, o Sr. J. F. se retraa a fundo, revela bem a
baixeza de seu carcter, e so deixa ver tal qual
elle .
Comprehende bem o publico, que o silencio se-
ra a melhor resposta, que teria dar a este mogo
fatuo, si algumas assereflos di meu citado escripto,
nao exigis>em explicacoes, alian de poder o pioli-
co sensato precisar melhor sou juizo. A nao aer
esta rato quejacta em meo espirito, nao verla I o Sr. doutor 1 ara
t
Ma,
mulla porque virara vantagens reaes para os po-
bres orphos. Que zelo pharisaico!
Este facto que se tornou o escndalo do dia, eu
nao o Tera, seno visse com meus proprios olhos
a firmado Sr. J. F. nica cousa que nos autos pro-
enrei ver, para poder acreditar, qnanto se dizia
v. g. que este tutor era eleitor, juiz de paz, etc. etc.
lembre-se bem de tudo isso; e depois faca p fir-
me na disposico do direito que priva qualquer
transacao de bensde orphos eom seus tutores! !..
Entretanto imbicou o Sr. J. F. com meus olhos,
porque viram de mais, quando elles s virara quan-
to queriant ver nos autos, isto a firma do Sr.
Dr.
Porm o Sr. J. F. nao teve olhos para ver a lei,
porque ceg, semelhante aos eegos de quem nos
lalla o Evangelho tem olbos porm nao veem
nao querem ver e por isso sao os peiores cegos.
J v, portante, o Sr. J. F., que nao sou este
inimigo rancoroso como pensa, visto como aceito a
explicacao dada ao facto .da permulta, fazendo
apenas urna breve noto ao texto. Se fora este ini-
migo nao viria o Sr. Dr. com a bocea cheia de ar,
aizer era sua correspondencia, ser este o nico
facto que procurando achei. porque de principio
me tem metndo nos altos mystorios d'Abreu; ex-
plicara a celebre praca, corrida as escuras, dos
bens apprehendidos na importancia de 60:000i,
inglobadamente.
Fallara tambem as nove safras colhidas; as
folhas da senteuca tiradas, na queslo Mendon-
5a: dataria de alguns outros factos correntes c
sabidas nesta comarca: dira, em fim, como, e
porque foi o Sr. J. F. arrastrado ante a relaco do
aistricto. Mas como o meu pensamento nunca foi
tal, fique o Sr. J. F. em paz, fruindo urna tal ou
qual consideracaozinha, que ainda gosa entre os
poucos que nao o conhecem a fundo,
Soltei, verdade, um brado de indignaco contra
este moco, que tem sido o meu genio u, sem
o ter eu, jamis oTendido, pelo muito que hei sof-
fndo, som razao, sem graca, e s porque nao tenho
querido seguir 0$ dictames de urna poltica bastar-
da; somente porque nao vejo, em que se funda a
influencia quo elle se attrbue.
Venda a quem quizer sua fazenda, que eu ne
iaTasK ^^-^^P^vosquelheS
Felizmente a moedavai sendo reconhecida, visto
como o majorato de Ligio, que era a especulaco
do d.a^ deixou o Sr. A. L. como espargo no monte
^mid^^la,) Trd0 de'"-gonha, porquan
Ji ?SSV ^'e com toda hnestidade,
% aSiiSaf*trouxo a patente s
Faltou-lhe a memoria, esqneceu-se das nro-
messas, assim como se esquece agora de quanto
outr ora em meu abono dissera em na correspon-
dencia contra seu prinjo Miguel, e a na a3a
provincial, como afirmara eu. Entreunto, o c
doutor bem sabe que,val a simplis negaco do facto
^JT: d-6Ve!\ Pls- ap'esentar^ exo'S
correspondencia citada, que me diz respei 1 bem
aZV^.^Sano (arrel erabirro ^ oterm)
ZrtlZSk P"?6^ 'attDdo rainhi
aTsr.Cni^erdeboccachei
por tanto, em nosso fraco entender,
antagonismo entre as doutrinas pregadas pelo ge-
neral, e as disposicoes do seu testamento nuncu-
paativo.
E demais, para ser catholico nao basta, como
sabe o Ilustre articulista, que se acceite um ou
outro ponto da religio; neeessario qae se os
admita todos.
Sao Paulo, diza aos Galatas estas palavras. Ma-
ledictus omnis qui non perminescerit m mnibus
quoe scripta sunt in Libro legis, ul facial ea. Mal-
dito todo aquelle que nao permanecer em todas as
consas que eslo escripias no lvro da le.
Sao Thiago tambem disse : Quicumque autem
legem servaverit, offendat autem in uno, factus est
ommum reus. Qualquer que tiver guardado toda
a lei, e a offender em um s ponto, fez-se reo de
ler violado todos.
O mesmo santo anda diz : Tu creis quoniam
unus est Deus f benefacis : demones credunt, el
contremucunt. Crs que ha um s Deus fazes
bem : mas tambem os demonios o creem, e estre-
mecen).
J v o Ilustre articulista, que vista do que
ficou escripto, com justa razo o general Abreu e
Lima, poda ser equiparado aos pblicos peccado-
res, aos hereges, e aos blaspheinos.
Nao ser blaspherao o catholico, que chama,
ente abomraavel, e sanguinario ao Deus dos
Judeus, que o mesmo do evangelho; de fe-
bado a No, denominado pelas escripturas santas
o oilavo pregoeiro da justica de Deus : infame e
tratante a Jacob, ascendentes de Jesus Christo :
vigario de Anaz ao successor de Sao Pedro : que
compara urna imagem de Maria Sanlissima es-
tatua de Dianna ou a de Minerva : finalmente que
redieularisa o parto da Mi de Deus ?!
Nao ser considerado com justa razo herege, o
que publicamente combate os dogmas de f ensi-
nados pela igreja eatholica ? I
Nao ser publico e manifest peccador, de que
tratara os caones, o catholico, que manfestamen-
te nao cumprio os preceitos anunos da confisso, e
communkao e fallecer sem signaes de arrependi-
mento? I
Parece-nos que em boa f ninguem contestar
os factos que flcam expostos.
Continuando o ilustre articulista escreve:
Qual foi, porm, o motivo com que o Exm.
mesmo qua/osse culpado oValguns, elles aio au- D. Francolina Brasilina Bastos.
torisavam a S. JJcc. Hvm. para elimina-k) da r
eommunbao dos eatholicos, como ensinam os es-
criptores da materia.
Snc pertinatia errare quidem possum, sed
huereticus non ero, diz S. Agostno, autorida-
de irrecusavel, tanto mais quanto est de accor-
do com os mais abalsados mestres.
A impiedade, a heresia, a blasphemia, sao de-
uoiuiuadae errus.
Qarravaluntario contra os attributos de Deus,
e a divindade de Jesus Christo denomina-se impie-
dade. Neste erro confessamos que nao cabio o
general Abreu e Lima.
O erro voluntario, e pertinaz contra qualquer
dogma de f, chama-se beresia.
Neste cahio desastrosamente o general, como j
demonstramos no artigo anterior, quando trata-
mos dos dogmas de f por ellecouibutidos.
Com relaco ao general Abreu e Lima nao se
pode, sem grave oftensa sua memoria, dizer-se,
que, por simpltcidade oh por ignorancia, ou em
consequeneia Suma instrucco mal digerida, poda
ter elle cabido em erro a respeito do tal ou tal
artigo da doutrina da igreja, erro s attrbuido a
urna aberraco da intelligencia, e que se denomina
karesis malerialis.
O general era conhecdo como um homem de
inteliigenma robusta, de instru cao mui bem dige-
rida, de illustraco : dado leitura dos livrOs das
escripturas santas; emfira, era apregoado como
um dos Iliteratos, que mais conliedmentos tinham
dos caones, e leis disciplinares da igreja eatho-
lica.
Portento, nao se pode com justa razo dizer,
que os seus erros eram involuntarios e filhos d'ig-
norancia da materia, que discutir.
O general Abreu e Lima era Iterege formal;
por que, tndo couhedmento da verdade ensinada
pela igreja, e das penas com quo ella fulmina os
que contestam os dogmas de f, persisti em con-
tradize-la. E o herege formal incorre, ipso facto,
na pena de excommunhao.
A igreja exclue da communho eatholica, a
todo aquelle, que negar a unidade de Deus: a
existencia do purgatorio : a veoeraco dos santos,
e o culto das imagens: a inmaculada qpnceico,
de Maria Santissma :
Como pois dizer-se, que nao herege formal, e
apenas commette um erro de intelligencia, quem
com todas as torcas combate estas verdades, cuja
crenca ordena a mesma igreja ?
No caso vertente nao se trata do erros, ainda
nao vulgarisados, e creados pela intelligencia do
general Abreu e Lima : elle tornou-se apenis o
repetidor de erros, denominados heresias. j pu-
blica e formalmente fulminados pela igreja eatho-
lica, pois urna s idea, urna s proposico nao
aventurou, que j nao tivesse sido produzda por
Marcion, e outros heresiarcas, contra os quaes
lancou a jgreja caUolica os seus raios.
Nao nocessitava portante o general de novas
advertencias da igreja para conhecer a verdade, e
abandonar o erro : estas advertencias permane-
cen) as leis da mesma igreja, e das quaes tinha
elle plenissimo conhecimente.
Contina o Ilustre articulista:
5Nem se poder dizer, que o general Abreu e
Lima incorreu em contumacia ; por quanto ella s
se veranea depois do tres admoestacoes; e s
depois de ter o peccador resistido ellas com
animo firme de continuar no erro, que se pode
considera-lo como pertinaz.
E' isto o que ensina entre outros X. Gmciner
(Instituciones Juris Ecclesiastici, tomo 3.) de
accordo com o Evangelho de S. Malheus cap 18,
e o cap. 3 e 5 de senten. excom. in 6, can. 5,
caus 16, q. 7, e do que o nosso Ilustre pastor nao
poderia apartar-se sem tornar a sua determinacao
injusta ratione materia; na phrase dos cano-
nistas.
J demonstramos, que no caso vertente o gene-
ral Abreu e Lima nao necessitaaa. das tres admoes-
tacoes de que falla o articulista : elle as tinha
presentes na serie de caones, com que a igreja
em todas epocbas fulminou com os seus anathe-
mas os que sustentavam as ideas e dontrinas re-
prodnzidas as Biblias falsificadas, e no Deas dos
Judeus obras escriptas por aquelle finado.
Agora mostraremos, que as Hres admoestacoes
ou advertencias exigidas, foram feitas ao general
com muita cordura.
A primeira, teve-a elle na carta, que o Exm.
bispo D. Francisco lhe dirigi, apenas foi eleto, e
na qual lhe aconselhava, se retirasse, do que con-
tra a igreja eatholica havia escripto, e com ella
se reconciliasse.
A segunda adraoeslaco foi feta pelo venerando
Metropolita, o Exm. areebispo da Bahia, quando
em sua pastoral, publicada em Janeiro ultimo,
declarou herticas as obras do citado general, e
prohibi a sua leitura.
a terceira admoestaco lhe foi verbalmente feita
pelo Exm. bispo diocesano, quando a 5 de marco
passado o visitou.
Poderiamos ainda addicionar urna quarla ad-
moestaco, deduzida da carta que o santo padre
Po TX dirigi ao seu prelado domestico, o mon-
senlior Pinto de Campos, louvando-o pelo servco
feito a igreja eatholica com a refutacao aos es-
criptos do finado general.
Bastam, porm, as tres que ficara acontadas,
para provar que o general se constituir herege
formal, no estricto sentido da palavra heresia,
como a definem os theologos. Est error volunta-
rias ac pertinax contra aliqtam fidei veritatom ab
ecclesia propositam.
Continuaremos em outro numero.
Recife, 25 de abril de 1869.
Rufino a"Almeida.
Agua florida (Je Murray e Lan-
man.
Inteiramente difirante generalidade dessas
intituladas aguas de cneiro e extractos de essen-
cias para o toucador; as quaes nao sao mais que
meras essencias aromaWsadas; ,^8 rico e delica-
do perfume un cosmtico endiente, e ao mes-
mo tempo possue a necessarts virtndc de servir
como um grande remedio externo.
Diluido n'uma pouea ragua pura, torna-se
urna excedente e agradavel lavagem para a pelle,.
removendo toda aspereza da pelle, maculas, erup-
coes, empngens, sardas etc., traa^iniUindo em
seu lugar urna clara compleicao, rosada e linda,
macia e tormosa. Applicada testa ou fbntes,
dissipa dores de cabeca, previne desmaios e ver-
tigens, dando urna nova vitalidade refrigeradora
ao espirito ; empregada como urna, lavagem para
os dentes e o rosto (quando diluida em agua)
d'uma aromtica fresquido semi-igual, assim co-
mo serve de suavisar e mitigar a ardencia da
pelle depois que se haja feito a barba.
Acha-se venda as pharmacias de A.
Gaors, J. da Conceicao Bravo & C, M.
A. Barbosa, P. Maurer C, e Bartholo-
meu AC. *
Protectora das fami-
lias.
Esta associacao caminha as vas de prosperi-
dade, ncsem os entraves Inherentes emprezas
grandiosas.
Contratos Capital
Em 30 de junho de)
1868 tinta regis-} 3936-----5^68:675*970
trado.............)
Durante o semestre de j
30 de junho a 31 de]
dezembrn de 1868..
Estado dessa associa-j
em 31 de dezem-.
rod 1868........
O capital dessa associacao iluminado e con-
verte-se cra apolices da divida publica nacional de
6 % Nao se pode dar melhor garanta. Se na
hipolhese de quebrar o Brasil e que essa associa-
gao pode soffrer; una especie demonte pi de
grande utilidade para as familias.
Para conseguir com toda scuuranca o maior e
mais instante desidertum da vida do hornera, i|ue
crear para o luturo um capital certe e urna ren-
da infallivel, para si, seus filhos e familias, bastar
fazer um calculo (cada qual conforme seus pro-
prios haveres) de que pode dspr durante o pe-
riodo de cinco annos; signalada que seja a quan-
tia ser esta dividida em duas classes de contratos,
oa um chamadontrato de capital e outro de renda
Estes dous seguros devero satisfazer-se em cinco
annuidades consecutivas, e depds de passados os
cinco annos o contribuinte ficarlivre doonusdos
pagamentos das annuidades subsequentes.
Estas duas classes combinadas produzera resul-
tados maravlliosos para o futuro.
Por exemplo, um pai que quizer formar para o
futuro um capital e urna renda vitalicia para rada
um de seus filhos, conseguir este importante fim
despendendo para cada um delles a quantia de.
1:155*, que se pagam da segrate forma '.
1406-^2,173:425*920
532-----8,0i2:101*890
Direitos de entrada.!
No primeiro anno___
segundo ....
terceiro ___
quarto ----
quinto .....
155
200*
200*
200*
2003
2003
Ter despendido no fim de cinco
annos a quantia de........... 1:155*
tendo creado para cada lilhb um capital para o fu-
turo, que conforme a idade dos segurados ser de
33:000* a 47:000* e urna renda vitalicia de 100
annuaes.
Admittem-se contratos de maores e menores
annuidades, sendo os lucros sempre proporcionaes
ao producto dos seguintes factores : o valor da
contrbuco, o risco de mortc do segurado
c a duracao do contrato (art. 38 do regulamento).
Para effectuar as formalidades dos contractos
dirigir-se-ho ra do Livramento n. 19, a tratar
com o Sr. N. F. de Vital, encarregado pelo Banco
rural e liypothecario do Rio de Janeiro, que pre-
sentemente acha-se era coramisslo nesta provincia.
COMMERCIO.
Agradecimento
Oabaixo assignado faltara a um dever sagrado
se nao viesse pela imprensa cheio de reconheci-
mento,' agradecer cordialmente os relevantes ser-
vicos que acaba de prestar na pessoa de seu filho,
o Illra. Sr. Dr. Ignacio Alcebeades Velloso ; nao
este boonlde agradecimento se nao expresso viva
da gralido que por mais de urna vez se lem tor-
nado credor ao III m. Sr. Dr. Velloso, j mostran-
do-se ineamavel no exerccio de seu ministerio, j
destribuindo generosamente aquillo que a irman-
dade enferma exige do medico ntelligento e acti-
vo. A homenagem residida ao mrito sempre
digna da attencao que divida. Portento, receba
o Hlm. Sr. Dr. Velloso meus sinceros e cordeaes
agradeejmentos.
Recife, 26 de abril de 1869.
Manoel Januario de Arruda.
Porta tal a forca da verdade que, querendo
diocesano procurou justificar o seu acto ? Acha-
mol-o em um oficio dirigido pelo Exm. Sr.
conde de Baebendy S. Exc. o Sr. ministro do
imperio, e publicado no Diario Official n. 73 do
24 de marco.
Diz o Sr. conde :
Com a bondade que o caraterisa, referiu-me
este respeitaveJ prelado (o Sr. bispo) o segrate:
Que sabendo do estado grave de molestia de
Jos Ignacio de Abren e Lima, e nao constando
aeto algum seu que provasse arrependimento
de brbos que em materia religiosa lhe eram at-
ribuidos, entender do sen dever episcopal pro-
cura-lo, etc.
Isto basta; por quanto d'aqui se evidencia que
o general Abreu e Lima era acensado de erro
apenas; porm todos os homens entendidos as1
scieneias cannicas sabem, que erros nao ar-
ratlam tuna tal pena de exclusao de sepultura
ecelesiastica.
A este respeito oucarn u de preferencia a de
outros escriptores, a grave e insuspeila autori-
dade de G. Phillips.
< E' mister, diz elle, distinguir a beresia do que
6 simplesmente um erro. Pode-ae nvoiunwra-
Eleigo dos j uizes, thesoureiro,
escrivao e mordomos dafesta
do SENHOB BOM JESS DOS PO-
BRES afflictos, da igreja de
Sao Gonqallo no anuo de
18681869.
Joizes pordevoco.
Commendador Jos da Silva Loyo.
Capitao Augusto Cezar Pereira de Mendonca.
Juizas por devocao.
Exmas. Sras.:
D. Clara Brekenfeld Vieira da Silva.
Baroneza de Bonifica.
D. Olympia Julia Lamcnha Lins.
Joizes por eleico.
Commendador Jos Joaquim de Faria Machado.
Alferes Viriato de Freilas Tavares.
Juizas por eleico.
Exmas. Sras.
Baroneza de Campo Verde.
D. Feliciana Maria Olympia.
Thesoureiro.
Joo Manoel Lins da Rocha.
Escrivao.
Manoel da Silva Jacome Pessoa.
Mord mos.
Tenente Antonio Clmaco Moreira Temporal.
Major Manoel dos Santo&tNunes de Oliveira.
Jos Ribeiro da Fonsera.
Manoel da Silva Pontos.
Jos Affonso dos Santos Bastos.
Manoel da Silva Bastes.
Alfonso Henriques da Silva Bastos.
Manoel da Silva Bastos Jnior.
Manoet Ferreira Bastos.
Mano*I Francisco Marques.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Paulo Jos Gomes.
Thomaz Fernandes da Cunha,
PRACA DO RECIFE 26 DE ABRIL
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDR.
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 5,8e 18 l't
d. por 1*000.
Cambio sobre Pars90 d/v 516 rs. por franco.
Descont de letras=10 0,1) ao anno.
F. J. Siiveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
CASADECAMBIO
Teodoro Simn & C.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
letras de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil. *>
Descontam letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas tranSaccSes, da cobranca de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Corpo Santo n. 21.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited
Descea lettras da praca, i taxa a con*
vencioaar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e unirte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
banco maua & c.
Ra do Trapiche a. 84.
' Desconta lettras commerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em conta corrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata 9 Euro
pa, e compra cambiaes sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por commissao, da com-
pra e venda do fundos pblicos e accSes de
oompanBas, da oobranca de lettras e di*

C>
il
I
i


/

mm


Kario de Pernamfiu*o Terqa, fera 27 de* Abril dfr 1369.


videndos a de sen pagamento, e de qual
quer outra operaco barcaria.
0 expediente para 6 piiWico cometar
s 10 horas 4a anlia, e terminar ti 4
horas da tarde 4e todos os das otis.
C\S\ CAMBIO
Theodoro Siman & 0.
Ven$em
Libras stprlioas 13$700.
Ouro naoonft e portuguaz a 54 o/0 de pre-
mio.
Sedulas do governo de i a 5#000 1 por o/
de premio.
Largo do Oorpo Santo n. 21
ALFANDEGA.
Rendimeato do da i a 21. 870:0295122
Mera do dia 2fi..... : 21:8415957
891:874*079
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados cora fazendas
dem idem cora gneros
Volumes sabidos com fazendas
dem dem cora gneros
318
217
-----o'6o
133
412
----- 580
Descarregara hoje 27 do abril.
"Hiate americanoJohn fte=inercadorias.
Lugar francezRo Granderaercadorias.
Barca francezaJenn Baptisteiem.
Escuna inglezaA7MA Morganidem.
Lugar portuguezJulioidem.
-Lugar inglez -Aune Wheaton=arroze loura,
Brigue inglezRelinaidem
Escuna americanaEduard Brumettfarinlia do
trigo.
Brigue inglezifrnrMabacalho.
Brigue inglezerabacalho.
Barca inglezaBorloc\ia uferro e carvao.
TABELLA dos precos dos gneros sjeitos a di-
RRiTO DE EXPOnTAQ.O. SEMANA DK 26 DE ABttIL
A 1 DI) MA10 DE 1809.
Mcrcadorias: Unidades. Valores.
Abanos......... cento 2jJ500
Aleool ou espirito de aguarden-
te.......... caada 900
Agurdente cachaca. .... 440
dem de caima ....... 13000
dem genebra........ 880
dem restilada ou do reino 800
Algodao em earoeo..... arroba 4 075
dem em rama ou em la. 165300
Angico (toros )...... duzia 605000
Arroz com casca...... arroba i000
dem descascado ou pilado 25600
Assucar branco...... 43700
dem mascavado...... 35300
dem refinado....... 65100
Azeite de amendoim ou amen-
dobim......... caad 25500
Jdem de coco....... 15800
dem de mamona...... 15400
Batatas alimenticias..... arroba 15500
Bannilha #..... libra 25500
Bolacha ordinaria, propria para
embarque........ arroba
,dem ua.........
35000
75000
Ctfbom........ 75000
dem escolha ou restolho ... 65500
dem torrado....... libra 440
Cabros ........ um 360
Cal preta........ arroba 400
Cal branca........ 580
Carne secca ( xarque ). 35800
Carneiros ........ um 45000
Carvao vegetal....... arroba 15600
Cavernas de sicupira .... urna 35500
Cera amarella....... arroba 6500
Idera de carnauba em bruto. libra 200
dem idem em vellas .... > 350
Cavado ( porco)...... um 205000
Cha.......... libra 25000
Charutos........ cento 33000
Cocos seceos........ 4*000
^lolla.......... libra 660
Couros de boi, salgados ... 250
dem idera seceos espichados. 290
dem idem verdes...... 170
dem de cabras cortidos um 350
dem de onca....... 105000
Doces seceos ,...... libra 1*000
dem em gela ou massa. > 360
dem em calda...... 820
Ensarnes........ um 15500
Espanadores grndes..... 4*000
dem pequeos...... 2*000
Esleirs para forro, ou estiva de
navio......... cento 12*000
dem de carnauba..... urna 160
Estopa nacional...... arroba 2*000
Farinlia de mandioca
alqueire 35000
um
arroba
una
dem de araruta......arroba
Fcijo de qualquer qualidade .
Frechaes .......
Fumo em folha bom.....
idem em fqjha, ordinario ou res-
tolho ,........
dem em rolo, bom.
Fumo em rolo, ordinario ou res-
tolho.........
Galinhas........
Gomma de mandioca. .... arroba
Ipecacuanha ( raiz ).....
Jacaranda ( coucoeiras) duzia
Lenhaem achas......cento
dem de mangue em toros.
Linhas e estelos......um
Mol ou melaco......caada
Milho..........arroba
Ossos.....,.....
Palha de carnauba.....molho
Papagaos ........ um
Pao Brasil........quintal
dem de jangada......um
Pechury.........arroba
Podras de amolar. urna
Jdem de iltrar.......
dem de rebollo .-..$ !"
Pennas de eraa. ...*.. libra
jassava.........molho
Pontas ou chifres de vaccas e
novilhos........cento
Pranchoes de amarello de dous
costados..... um
dem de louro. ...
Rap....... libra
Sabo.......... 1
Sal. .-.,....,. alqeuire
Salsaparrilha......* arroba
Sapatos de couro branco par
Sebo em rama......arroba
dem em vellas.. .....
Sola em vaqueta.....um
Tboas de amarello .... duzia 192*000
dem diversas....... 6*000
Tapiocas.........arroba 3*000
Tatajuba........quintal 2*000
105000
4*000
55000
16*000
9*000
10*000
8*000
1*000
25500
255000
953000
35000
12*000
6*000
200
15000
240
15000
55000
65000
55000
12*000
900
800
1*000
23200
160
2*800
20*000
10*000
1*000
160
400
30*000
800
5*000
7*000
3*500
cento
um
caada.
320
16*000
12*000
13600
1*280
Travs ...... nw 0*800
Untaos de boi....... eonfo 380
Vais#iras de p*swa.... 10*000
dem de timbo...... 85000
Mein de caniakt..... 63100
Vinagre......... canuda 800
jWftkMKNTO.
Cigarros. ....
Costadinho de vinha de mais
de urna pollegada......
Dito de eutra qualquer madeira
de urna pollegada.....
Cervej em botija ou garrafa .
Mel de abeihas.....
Taboas de vinhatico at urna
pollegada........ama 12*000
Dito de outra qualquer madeira
at urna pollegada. .... 8*000
Era ud supra.
Alfandega de Pernambuco, 24 de abril do 1869.
O 1." conferente, Joaqun* Aurelio- Vaudertey.
O 2." conferente. Cicero Brasiletro de Mello.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 21 Se
abril de 1869.Paes de Andrade.
Coofnrme.Joaauim Tertuliano de Medeiros.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 24. 36:989*110
dem do dia 26...... 2:206*566
amigos do ausente o poderifo fazer sciente
do expendido O olticnil de justica
o prsenle no lugar mai* publico desta
freguezia, o Hp publicado pelos jor-
naes desta cid.i
Dado tpassado nesta fregaezia de S.
Fr. Pedro Goncalves desta cidade do Reci-
fe aos 19 de abril de 1869.
Eu Imocencio da Cunha Gyarma, esen-
r5o o subscrevi.
Jos Pedro das Neves.
39:i95*67i
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento'do dia 1 a 21. 100:5863159
dem do dia 26....... 5:824*632
106:410*791
MOVIMENTO BO PORTO.
Continuacao dos navios entrados no da 2~>.
Rio Grande do Sul50 dias, barca brasilcira The-
reza, de 287 toneladas, capitao Jos Antonio
Marques, equipagem 11, carga 13,000 arrobas
de carne : a Bailar & Oliveira.
Ilha de S. Miguel28 dias, escuna portugueza
Oliveira, de 208 toneladas, capitao Antonio
Francisco Rezende, equipagem 9, carga encom-
meadas e lastro ; a Candido Alfonso Moreira.
Navios entrados no da 2f.
Macei3 dias, barca ingleza Zenia, de 355 tOr
neladas, capitao Brown, equipagem 11, carga
assomr ; a Henry Forster & C. Veio receber
ordena.
Rio Grande do Sul21 dias, patacho brasilciro
Araujo, de 241 toneladas, rapilao Luiz Agosti-
nlio do Espirito Santo, equipagem 10, carga
11,497 arrobos de carne; a Maia & Espirito
Santo.
Nato sahdo no memo dia.
Lisboa Patacho portuguez Mara, capitao Pedro
M. Branco, carga assucar.
EDITAES.
O capitao Jos Pedro das Noves, juiz de
paz da freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
calves da cidade de Recife, etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem que Manoel Jos de S Araujo me di-
rigi a petico do theor seguinte:
Illm. Sr.Manoel Jal de S Araujo
quer citar para a primeira deste juizo, pe-
na de revela, a Rufino Antonio de Mello
para que por si ou seu procurador conve-
nha pelos meios conciliatorios no paga-
mento ao supplicante da qaantia de 7:292$
importancia esta de cem saccas com algo-
dao compradas ao supplicante no mez de
dezembro e pagaveis a vista, visto nao ter
effectuado o pagamento at o presente.
E porque logo depois do recebimento
da referida mercadoria tivesse o suppca-
do posto-se em fuga para lugar incerto,
requer a V. S. a citacto por edictos com o
praso de 30 dias.e hora para a justifica
?ao dos requisitos legaes para dito tim, pro-
cedendo-se o acto conciliatorio na primeira
audiencia depois do findo o termo e ser o
supplicado havido por citado; visto ser
este o lugar -do contracto e onde resida o
supplicado at que p&z-se em fuga, e dan-
do-se ao supplicante o resultado da conci-
liacao.Pede ao Illm. Sr, Juiz Paz do dis-
tricto deforimento porMerce advogado
Castello Branco.
E mais nao contitha em dita petico
aqui transcripta, a qual sendo-me apresen-
tada nella profer o meu despacho do theor
seguinte:Justifique.Freguezia do Reci-
fe, l de abril de 1869.Neves.
E nada mais se continha em dito meu dis-
pacho aqui transcripto, e.sendo-me apre-
sentado pelo procurador do justificante
suas testemunhas passei a proceder in-
quirico das mesmas, que deposeram de-
baixo de juramento dos Santos Evangelhos
a respeilo da ausencia e incerteza do lugar
para onde fosse habitar Rufino Antonio de
Mello, e sendo tudo autoado me foram os
autos conclusos, e sendo por mim lidos
nelles dei a minha sentenca da maneira se-
guinte :
Julgo por sentenca a presente justifica-
Co em vista dos depoimentos das teste-
munhas de fls. 4 e 5 a respeito da ausen-
cia em lugar nao sabido de Rufino Antonio
de Mello, pelo que mando se passe a res-
pectiva carta com o praso de 30 dias sen-
do publicada pelos jornaes desta cidade,
e alixados no lugar mais publico desta fre-
guezia, pagas pelo justificante as custas:
Freguezia de S. Fr. Pedro Goucalves da ci-
dade do Recife 19 de abril de 1869.Jos
Pedro das Neves.
E mais nao continha em dita sentenca
aqui bem fielmente transcriptas por lonja
da qual o escrivo deste juizo passou a
presente, pela qual chamo, cito, e hei por
citado ao ausente Rufino Antonio de Mello
para o allegado na petico neste transcrip-
ta, para que compareca por si ou seu bas-
tante procurador na primeira audiencia
deste juizo depois de Ando o dito praso
para conciliar-se a respeito do exposto na
mesma petico, sob pena de revea, e
assim toda e qualquer pessoa, parentes e
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, oflicial
da imperial ordem da Rosa-, e juiz de
direito especial do commercio- nesti ci-
dade db> Recife de Pernambuco, por sua
M. I. ele etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tiverem, que- por este
juizo especial do commercio pendem uns
autos de execuco de sentenca de Joo
Gomes da Cruz, contra Antonio Jos Bra-
ga. E tendo-se feito a ratificaco de pe-
nhora j feita em dinheiro, existente no de-
posito geral, pertencente ao executado,
fra pelo solicitador Manoel Luiz da Veiga,
procurador doexequente feitoorequerimen-
to no seguinte termo. Aos 19 de abril de
1869 na cidade do Recife, em publica au-
diencia, que aos feitos e partes, dava o Dr.
Tristo d8 Alencar Araripe, nella pelo soli-
citador Manoel Luiz da Veiga, procurador
do exequente Joo Gomes da Cruz,
aecusada a ratificaco da peuhora feita em
dinheiro existente no deposito geral per-
tencente ao executado Antonio Jos Braga,
e requeren que ficissemassignados os sis
dias da lei, a ratificaco da penhora feita,
e 10 aoscredores incertos passando-se edi-
taes; o que convido pelo juiz houve a ra-
tificaco da penhora por feita e ratificada,
os seis dias da lei por assignados, e tambero
10 aos credores incertos, e o mais por de-
ferido na forma requerida, depois de mandar
apregoar pelo porteiro dos auditorios que
o fez na forma do estylo, do que fiz o pre-
sente extrahido d protocollo das audien-
cias, cjuntei a petico, mandado, termo c
procuraco bastante que segu: eu Secon-
dino Heliodorio da Cunha, escrevonte ju-
ramentado o escrevi: eu Manoel Maria Ro-
drigues do Nascimento, escrivo o subs-
crevi: Por forca do meu despacho, o es-
crivo fez passar o presente edital pelo
qual chamo cito e hei por intimados aos
credores incertos do dito executado para
que comparecam neste juizo dentro do di-
to praso afim de allegarem o que fr de
justica. E para que chegue ao conheci-
mento de todos, mandei passar o presente,
que ser publicado pela imprensa e affimio
no lugar do costume. Recife 20 de aoril
de 1869. Eu Manoel Maria Rodrigues do
Nascimento, o subscrevi
Tristo de Alencar Araripe
Perante a cmara municipal desta cidas
de estar em praca nos dias 15, 19 e 22
do correte,, para ser arrematada por quem.
fra ros do aterro da estrada, que da ra Im-
perial vai ter a Cabanga, oreada a quantia
de 8143000 quem pretender arrematar essa
obra compareca nos indicados 'm, no pa-
co municipal, munido de-flanea idnea.
O orcamento da dita obra acha-se na se-
cretaria da mesma cmara, onde ser apre-
sentado aos que o quizerem consultar.
Paco da cmara municipal do Recife, 12
de abril de 1869.
Ignacio Joaffiti de Souza Jjeao.
Pro-presidente
Francisco Canuto Ba-Viagcm
secretario.
DECLARACOES.
De ordem do Illm. Sr. inspector aa thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico que
tem de ser contratado perante a mesma thesoura-
ria por quem por menos fizer o fornecimento de
medicamentos enfermara militar desta eapital.
Os pretendentes devero dirigir suas propostas em
cartas fechadas ao Illm. Sr. inspector at as 10
horas do dia 29 de maio prximo, e ser-lhes-ha
franquiado na thesourara o receituario que con-
ten os medicamentos preparados e os sens precos,
afim de que possam regular-se as respectivas
propostas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco 26 de abril de 1869.
. O ofDcial-maior,
Manoel Mamede da Silva Cosia.
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que neste correntc mez
e no de maio prximo futuro, visto estarem con-
cluidos os lanamentos, e que os devedores do
imposto pessoal, relativo ao exercicio corrente de
1868 a 1859, residentes as freguezias do Recife,
Santo Antonio, Affogados, Poco da Panella, Varsea,
S. Louren^o da Matta, S. Amaro de Jaboatao, e
Muribeca, teem de paga-lo, livre da multa de 6 0/0
e com ella depo's do referido prazo.
Recebedoria de Pernambuco 3 de Abril de 1859.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Perante a cmara monteipa-desta ci-
dade, estar cuipi-ac nos dias 2,.2e
29 do oorrente, para^ ser arrematada > por
quem menor preco olfcrecer, a ctir* das
reparos de que necessita a estrada munici-
pal quecwduz povoa?o da Varaea, or-
eada na qpanjia de 3o0..j000: aqueHfcs que
pretenderen arrematar a dita obra, podem
comparecer m os mencionados dias no
paco da mesma cmara, munidos de fiador
idneo.
O orcamento acha-se m respectiva secre-
taria, onde pode ser consaltado.
Pacoda*Gamara municipal do Recife, *9
de abril de 1869.
liara de Muribeca
Presidente
Francisco Canuta a Boaniagem.
Secretario.
dando execolar a nova tarifa das alfande-
ga s e suas disposigoes- pretimmjres-. E
para que chegue ao ccmhocimeBto" dbs in-
teressad&s, se manda publicar o presente.
Alfandega de Pernaibuco, 24 de abril
de 1869.
O-inspector interitev.
U. de C Paes d'Aorad*.
2L
No da 28 do corrente uez, depois da aa
diencia do Illm, Sr. Dr. juiz municipal da segun-
da vara tcm de ir em praca para seren arrema-
tadas as casas terreas seguinte* da fregaezia dos-
Afogados: a da rna do Mnxixe por 160, da ra.
do Motocolomb- n. 3;t por 480v$, a de n. 39 A na-
mesina ra 720t a de n. 5 m> porto de Motoco-
lomlw por 800, todas com abatimento da quinta
parte, por j terem ido a praca pela avaharlo e
penhoradas aos herdeiros de- Victorino Teixeira
Leite, por execuco. de Antonio- Alves de Miranda
Ummaraes, a nltinta praca
Pela administracao do correio desta eiflade so
faz publico a qnem interessar possa, que nao se
demorando os vapores da companhia Mes.wgeries
Imperiales neste porto em seu regresso do Rio. de
Janeiro, o lempo preciso para se fazer a expedicao
das malas para Europa, tem resolvido que as
malas se fechem as 6 horas da tarde do da. ante-
rior ao da chegada Correio de Pernambuco 24 de abril de 1SG9.
O administrador,
Domingos o Passos Miranda.
Na dia qaiirta.feira 89 do corren,- depois
de (Inda a atritenna do juiz de paz t! segando
districtoda ft^uezi.i da Boa Vista s V hferas da
tardo, teem de ser arrematados diversos movis
por execuco ite Viriato de Freilas Tavares, con-
tra o seu devedbr Jos Maria da Silva Machado.
CORREIO GERAL
II
L)e ordem do Illm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia,
sao convidadas as pessoas abaixo mencio-
nadas, para no praso de um mez contado
desta data virem prestar contas das diffe-
rentes quantias que receberam, pelas qoaes
se acham debitados nesta thesouraria, ou
entrarem para os cofres da mesma com as
referidas quantias, a saber : tenentes Joo
Eduardo Pereira Rorges 1:6585160 ris,
Jos Alves de Squeira Barbosa 200:5000
res, e alferes Antonio Henrique de Miranda
2:tOll7 ris, e Jos Irneo da Silva San-
tos 100;$000.
Secretaria de fazenda de Pernambuco,
24 de abril de 1869.
O official-maior,
Manoel Mamede da Silva Costa.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no dia 29 de abril, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
tres annos, as rendas dos predios om seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra da Imperatriz.
Casa terrea n. 68, por anno ...........320^000
Ra da Mocda.
Primeiro andar do sobrado n. 37, por anno 76J000
Segundo andar, idem.................. 96000
Areal do Forte.
Casa terrea n. 1, por anno..............lOOiOOO
Ra do Padre Floriano.
Casi terrea n. 43, por anno............170000
Ra da Conceicao.
Casa terrea n. 5, por anno..............249000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. .36, por anno............1785000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 100, por anno........2013000
Sitio n. S do Forno da Cal, idem ........1303000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arrematacao as suas flaneas, ou comparecerem
acompanliados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 22 de abril de 1869. O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
Relaco das cartas registradas existentes na
admnistraco do correio desta ctdade,
para os segumtes senhores abaixo-decla-
clarados.
D. Alexandrina Carolina da Silva Paula.(Gaia-
nhuns), Dr. Antonio da Nobrega de Vasconccllos,
Antonio Jos de Oliveira Miranda, Antonio Morei-
ra Porto, Dr. Carlos Justiniano Rodrigues, Dr.
Carolino Francisco-de Lima Santos, Cosmo Jos
dos Santos Callado, Dr. Duarte Eslevio do Olivei-
ra (2), Domingos Antunes Villaca, I). Francisca
Brgida de Mello, capitao Flix Francisco de Sou-
za Magalhes, Dr. Francisco de Assis Pereira Rot
cha Jnior (2), major Francisco Tlartins Raposo,
Francisco dos Santos Lomba, Francisco da Silva
Vaz, Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lean, Dr. Joa-
quim Eduard Pina, Dr. Joaquim Jos de Campos
da Costa Medeiros Albuquerque, Joo Antonio
Gomes Guimares, Dr. Joo Jos Ferieira de A-
guiar, tenente Joo Jos Henrique* Jnior, Jos de
Araujo Pereira Cavalcanti, Dr. Jo.- tento da Cu-
nha FigucireJo, Jos Joaquim Dias Fernandes, Jos
Policarpo de Freitas Limoeiro, Luiz Antonio de
Meirelles, D. Marianna Ribeiro da Lapa, Manoel
Ferreira da Silva, Manoel Jos de Almeida Soares,
Narciso Francisco Vidal, Rufino da Costa Pintoj
Dr. Tiburtino Barbosa Nogueira, Dr. Ulysses Cor-
roa de Castro (2).
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Pela secretara da Santa Casa de Misericordia
do Recife se faz publico que a Illma. junta adini
nistrativa em sesso de 8 do correntc resolveu que
fossein convidados os parentes dos orphos em se-
guida declarados para virem requerer a presiden-
cia a sua retirada do mesmo collegio, visto que j
lendo completado a idaue de 11 annos nao podem
atli continuar como dispoe o respectivo regula-
mento.
Francisco Pereira de Araujo, protegido do viga-
rio Camillo de Mendonea Furtado.
Francisco Antonio do Monte.
Antonio Leocadio do Reg Barros, filho de Ignez
Maria de Mello Reg.
Laurndo Fortunato de Menezej Lyra, filho de
Gertrudes Lourenca de Araujo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 9 da abril de 1869.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A Illma junta administrativa da Santa
Casa da Misericordia do Recife, precisa con-
tratar com que melhores vantagens offere-
cer, na sala das suas sesses pelas 4 horas
da tarde do dia 29 do corrente, o forneci-
mento da carne verde que houverem de
consumir os estabelecimentos seu cargo
nos mezes de maio e junho.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 26 de abril de 1869.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Instriiceo Publica.
Faco constar a quem convier que o Illm-
Sr. Dr. director geral interino tem designado
o dia 13 de maio prximo vindouro, polas
10 horas da manha, para ter lugar nesta
secretaria, o concurso s cadeiras de ins-
Iracco primaria, do sexo feminino, que se
acham vagas.
As senhoras habilitadas que quizerem se
oppr a ditas cadeiras, devero inscrever-
se nesta secretaria na forma das in6truc-
Coes de 11 de junho de 1859, at o dia
12 do mesmo.
As cadeiras sao as seguintes localidades
Bom Conselho, S. Beato, Buique, Ingazeira,
Villa-Bella, Boa-Vista, Granito, Ouricury e
Salgueiro.
Secretaria da instrueco publica de Per-
nambuco, 23 de abril d 1869.
O secretario,
Aureliemo A. P. de Carvalho.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DE
Nao sendo possivel ultraarem-se os assessorios
do drama Lasaro o Pastor para hoje, fica transfe-
rido para
AMANHAA
Quarta-feira 28 de abril de 1869.
Primeira representaco do glande e apparatoso
drama de Mr. Buchardy, divido em 1 prologo c 4
actos
0
COMPANHIA PERNAMBCANA
DR
Xaregaro costeira por vapor.
Macei, escalas e Penedo.
O vapor Gfq.mi, commandante Aze-
vedo, seguir para os porto cima no
_ dia 30 do corrente as 5 horas da
tarde.- Recebe carga-at o dia 29 as 3 horas, en-
comuwndas, passagens o dinheiro a frete at as
hora i da tarde do dia da sabida no escriplorio
ilo Forte do .Mallos n. 11____._____________
COMPANHIA PERNAMBCANA
n
Xavegaeo costetra por vapor.
Fernando de Noronlia.
O vapwr Gtipti, commandante Azevedo, seguir
para o pert cima no dia 10 de maio, ao meio dia.
Recebe earga at o dia*8 s 3 horas da tarde, en-
commendas, passageiros o dinheiro frete at s
10 hora* do diaria saluda, no escriptorio do Forte
do Mattos-n. l
Para o Porto
Seguir cem a maior hreridade possivel a mu
conlh'cda e-veleira barca portugueza Seguranca
por j ter a niaor parte de seu carregamento en-
gajado ; para o resto a passageiros., aos os quae*
offerece reos e excellentes commodos, trata-st
com Cunha.Irmaos &.C., ra da Madre de Dos
n. 34, ou com o capUao a bordo.
Personagens do prologo.
Cosme de Mediis. Sr. Thomaz.
Raphael Salviati.....> J. Augusto.
Juliano Salviati..... P. da Costa.
Jacome, taberneiro. Brochado.
Judael de Mediis.
Baptista, esbirro.....
GaleoUo._......
Um aguazil......
Matheus. --....
Nativa Pazzi......
Lavradores, esbirros etc.
A scena passa-se na estrada
1440.
No drama.
O duque de Mediis. .
O governadoi- Judael. .
Galleolto.......
Juliano, porta-estandarte.
Lzaro o pastor.....
Um archeiro......
Matheus.
> C. Roana.
Florindo.
Jos Victorino.
Santa Rosa.
Jordanl.
Sra. D. Julia.
de Florenca em
Sr. Thomaz.
C. Rocha.
Jos Victorino.
Eduardo.
> J. Augusto.
Guimares.^
< Jordani.
Para o Porto
pretende sgur com a maior brevidade possivel a
mui conhecida e veleira barca portugueza Clmu-
dina por jotera maior parte do seu carregamen-
to engajado ; para o resto e passageiros, para os
(|uaes offerece ricos e excellentes commodos, tra-
ta-se com Cunha, Irmaos & C, ra da Madre ie
Dos n. 34, ou Cd o capitao a bordo._________
COMPANfflA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at e dia 28 do corrente o vapor
Paran, commandanle o capitao
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do costume soguir para os do sul.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapou poder comluzr, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada. Encommen-
das c dinheiro a frete at o dia da sua sabida as i
horas.
Nao se recebem como encomme,ndas senao ob-
Jectos de pequeo valor e que nao excedam a doas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medican.
Tudo que passar destes limites deveri ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que snas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
NavcgacSo costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Cornripe, commandante Penna, seguir
para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
liaras da tarde, recebe carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 3 horas da tarde
do dia da sabida no escriptorio do Forte do Matos
n. 12.
Baha
Impreterivelmente nestes poucos dias sabe o pa'
Ihabote Garibaldi para a Bahia : para, earga tra-
ta-se com o capitao Custodio Jos Vianua, ou no
escriptorio de Tasso Irmaos.
ARACm
Segu comjbrevidade o palliabote Sobralenu,
ainda recebe alguma carga : a tratar com S
Leito Irmaos. a ra da Madre de Dos n. 1.
?R O PORTO
Deve seguir com a maior brevidade possivel a
barca portugueza Nova SympcUhia, de 1* marcha,
por j ter prompta a maior parte de sua carga:
para o resto que lhe falta e passageiros, aos qnaes
offerece ricos e excellentes commodos, trata-se
com Saltar Oliveira & C, ra do Vigario n. 10
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir para o dito porto, o mais breve
que for possivel, o brigue brasileiro Santo Amaro;
quem quizer carregar ou dar escravos a frete.
queira dirigir-se Marques, Barros & C, Jio lar-
go do Corpo Santo n. Q, z andar.
No dia 27 do corrente mez, depois da au-
diencia do Illm.' Sr. Dr. juiz de orphaos, tem de
irem 'praca por venda os escravos seguintes:
Antonio, crioulo, idade 30 annos, avahado por
1:200*000 ; Rufino, crionlo, idade 40 annos, ava-
hado por 800* ; cujos escravos vo praca a re-
querimonto de D. Malvina Alexandrina de Sonza
Barcellos, na qualidade de viuva Inventariante dos
bens delxados por marte de seu marido Antonio
Procopio de Souza Barcellos, para pagamento dos
credores do casal.________________._______'__
O inspector interino da alfandega faz
publico, que do Io de julho prximo futu-
ro em diante, ter vigoro decreto n. 4343
de 22 de marco do corrente anno, man-
Silva.......a Carolina.
A duqueza de Mediis. Sra. D. Julia.
Archeiros, fidalgos, o algos etc.
Em Florenca 16 depois.
Designacao dos actos.
PrologoO envenenamento.O scenario repre-
senta a taberna de Santa Maria na estrada
de Florenca.
Io actoMi e filhoNo palacio Ducal.
2o actoArcheiros do palacio alertadem.
3* actoO mudoas prisoes do-estado
4" actoA justicaNa sala do conselho.
O presente drama sobe a scena com todo o es-
mero de que di^io.
Comecar as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBCANA.
DE
Mavegacao eosteira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara.
caty, Cear, Acarar e Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Martins, seguir para os portos cima
no dia 30 do corrente as 5 hras
da tarde. Recebe carga at o dia 29, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da sabida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 11.
2L
COMPAIHIA
DAS
Messageries imperiales.
Para o indicado porto pretende sahr em pon-
eos dias a veleira e bem conhecida barca Social'
capitao Rocha, por ter a maior parte do sea car-
regamento prompto,.e para o resto que lhe falta
e passageiros, para os quaes tem boas commodos,
trata-sc com o eonsignatorio Joaquim Jos Gon-
Calves Beltro, rrfa do Trapiche n. 17.
At o dia 30 do corrente mez e3pera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Navarre, commandan-
te Massenet, o qual depois da demora do costume
seguir para Brdeos tocando eol3akar (Gore) e
I I ho 4 *
Paraeondicoes, fretes e passagens trata-se na
agencia ra do Commercio a. 9.
Lisboa
Segu com brevidade a barca portugueza Perei-
ra Borges por ter p* te da sua carga prompta :
para o restante e passageiros, trata se com Olivei-
ra, Filhos & C, largo do Corpo Santo n, 19.
LEILOES.
LEILO
De iim sobrado de um andar, e
sotSo sito a rna da Moeda
n. *<.. ena solo proprio.
O agente Pontual competentemente autorisado
vender o predio cima no dia
No i- andar do sobrado n. 61, ra da Cruz,
as 11 horas.
Os Srs. pretendentes poder3o examinar o dito
predio.
BITA
'IDO
CABUG
esquina
Ida ra larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OURO
RIJA
EO
CABUG
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,! esquina
e vende por presos que nenhuma outra casa pode vender. da ra larca do I
vista da qualidade. e do prepo das joias fcada um pder-se-ha convencer daverdade.l
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e podras finas por presos muito ele- Rosario,
vados.
A loja est aberta at s 9 horas da noute.
I


Diario d* Penw*akt*50 *Terqa feira 27 de Abril de
1869


\
LEDlO
Do grande sitio da estrada d'Agua-fria n. 5, com
urna ca?a nova de pedra e cal de 38 jalaos ae
frente, cocheira e quartos fra c.mba com
bomba, o sitio tem 900 palmos de frente, muito
fundo, baixas, torras para plantacoes 'ejcnarao
de gado, mata, nm riacho pwmancn jo mes-
mo sitio, muitos coqueirose outros arvorede^
Terca-feira 2? de abril as il horas a
ponto.
O agente Pinto far leilao precedida a cemne-
tentelutorisacao da casa o sitio cima mencio-
nado as II horas do dia cima dito em seu es-
criptorio ra da Cruz n. 38.
AttencHo
Atiendo |
Na ro* de Hortas,casa de pasto n. t5,oraece-se i Preyiae-se ao puMico que nao facaiu transac-
comida para qalqucr pessea com asseio e prom- cao alguma com a taberna da ra das Cinco Pon-
pt^dao ; tambem recebe wpiautes por menos do tas, peiteneente ao Sr. Antonio Juaqdm-da Costa,
que em outra qualquer parte. ________' por exisiir urna acea era juizo contra o mesmo
Precisa-so de una ama que saiba cozinhar : C"8*3-_____________________________
na ra do Livramento n. 1 i. ______________I Os abaixo assignados participan! ao respoi-
- Jos Antonio Mac^^os declara que nada ^J^?*?fTST^
deve da extincta firma de Vasconcelos 4
dosde dezembro do anno r. roximo passado.
Lopes
Aluga-se
de 463 caixas dos acreditados charutos-de
Lapott e 400 duzias dos tais abaixo e
M garrafoes com sag.
IlOtDB.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer e para fechamento de rontas
dos gneros cima ditos, terca-feira 27 do corren-
te, s bares da manliao, no largo da escadinha
la alfanduga, juuto ao arinazcm do Sr. Azevcdo.
LILAO "
E
25 barris com manida inglesa
sahir da alfaiHlega,
Qnarta-feira, 28 do corrente.
O agent Pestaa far leilao por conta c risco
deqrem pertencer de 25 barris com siijpnor
manteiga ingleza, sabir da alfandega. Serffrcn-
dida a Lies de un barril ou conforme os licitantes
Qnartt-eira 28 do corrente
as tibores da inanlia, no largo da alfasdega,
junto ao armazem do Annes.
ou arrenda-se um sitio com muito3 arvoredos de
fructo, con grande casa de vivenda, com cocheira, I
estribara, e quartos para criado e feitor, cacimba
com muito boa agua de beber e tanque, dofronte
da estacad do Cadeireiro : a tratar na Boa-Vista,
ra do Mondego n. 51.
Prancisco Galllo tendo perdido nm docu-
mento que o banco London & Brasilian Bank Li-
mited Ihe passon sob o n. 12002, como recibo de
ter elle recolhido em o dito banco em 23 de abril
do corrente anno, a quantia de 600*. Previne a
qualquer pessoa que o possa ter adiado, ficar este
documento sem valor algara, por j se ter enteu-
dido com o mesmo banco, de nao pagar a mencio-
nada quantia, outra qualquer pessoa, seuao ao
propeio annunciante.
Caf Santa-Isabel
O dono deste estabeleciiiento previne ao respei-
tavel publico e principalmente aos seus numero-
sos freguezes, que mudou seu estabelecimento de
depoito de cerveja nacional da fabrica de Hcnri-1
Leiden c C, da ra da Florontina n. 3'
bernasita ra do Rangel n. 3, dos Srs. Oliveira
, & Souza, livre e desembarazada de qualquer d-
bito, tanto prega como a particular, e se alguem
se iulgar com direito ajnesina, queiraai dirigir-
se a mesma, no praso de tres das, a contar desta
data. Recife 23 de abril de 1869.
Ferreira & Irmao.
Acha-so contratada a botica daruaDiroita
n. 88; quem tiver de oppor qualquer couza
venda, apnareca dentro de 3 das ra do Impe-
ratriz n. 12 loja, certo de que nao o fazendo, a
compra ser efectuada e a nenhuma redamacao
se attender.
VMA
Precisa-se de urna ama para cosinhar e
engommar:[ tratar na ra Nova numero 37
segundo andar.
Aluga-se por eommodo preco, um armazem
na travessa do Monteiro, coro grandes commodos
para qualquer negocio ou offlcina : a tratar na
ra do Aleenm n. 2 2. andar.
Attencao
que Leiuen c u., aa ra aa rioronuna n. ?
para a nesma ra, esquina da ra deSauta-Isa- gAluga-se um sitio na estrada do Kosa
bel ii. 2, onde acharao todos os das lunch, caf, boa casa di vivenda, aceominodac-i
sorvetc. e recebe qualquer encommenda de almo- vos, cocheira, estribara, duas cacimbas, tanque,
co, jantar. etc. O dono deste estabelecimento es- duas baixas para capim : quem o pretender alu-
pera do publico neriiambucano a sua concorren- gar dirija-se a praca da Boa-Vista botica n. 6.
cia. a pessoa que recebeu um incgnito em 26
lElLiO
de moreiz, louca e vidros, a saber:
1 inobiha de Jacaranda, i jogo de bacatela, 2
candiciros a gV 4 easticaes e mangas (gosto mui-
to ango}) enfeites para cima de mesa, tapetes
mappas e vistas importantes, 1 guarda-roupa, 1
mesa de jogo, jarros, quadros, 1 cama franceza
de Jacaranda, 1 dita do amarollo, 1 bcrco, 1 mesa
lastica, cadeiras. louca para jantar, 1 quarti-
niicira, 2 cabidos, 2 aparadores, cama' de ferro, 1
gilhao. i pistolas c outros nbjectos
<}uarta-fcira 28 de abril de 1860. nos primeiro e
spunde andar do sobrado da ra da Cruz
n. 53.
Por interveni o do agente Pinto.
Desde j se previne aos compradores dos ob-
jectos cima menc< nados, que devcio tomar
conta dos mesmns Iludo o acto do kjlo, visto ser
preciso entregar as chaves da dita -casa no dia 8
do corrente.
Principiar s 10 horas.______
^Offerece-se
um hornera com pratica de jardiin e plantacoes c
tambem de cosiuiar : a tratar defronte de Sania
Thereza n. 87.
de abril assignado por um seu amigo, declara que
importancia alguma Ikra a incgnitos c que se al-
gumpor espirito de amizade qoef fazer-llie o fa-
vor de desvendar a boa fe (pie deposita, proiiiette
sobre palavra de honra guardar todo o sigillo.
Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os segum-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalic3or
Lamcgo.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandea.
Beja.
Barcellos.
UTILIDADi:
Aos 500 pares de brincos.
Chegou e vende-se no Corac3o
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
maosinhas com urna franja penden-
te a um rico desenho e ouro de
lei, pelo pequeo pre?o de 15;5O0O
cada par. baratissimo.
COMPAA perwambugana
LEILtO
De 3:105S? era dividas.
O agente Martins far leilao por aulorisaco dos
procuradores dos herdtiros do espolio do subdito
portuguez Joaimim Francisco da Silva Coelho das
dividas cima pertcnecntes ao mesmo espolio.
Quarta-feira 28 do corrente.
No armazem da ra do Imperador n. 16. as 11
lloras do dia.
AVISOS
Precisa-se de um feitor para um pequeo
sitio : a tratar coui Antonio Jos Itodi igues de
Souza, na ra do Crespo n. lo, ou em seu sitio no
Monteir.>. ____________________________
Mim AHCIIEdLOCICO EGEOGRaPIICO
PEHSAEra.
sessSo ordinaria quinta-feira 9
I nas 11 toras da ma-
llavera
do COITCKlO
nhaa.
me/.
Pareceres
Secretaria
18(59.
ORDKM DO DI.V
e mai trabalhos
Os Senhores.Saunders Brothers & C., Tasso
Irmos, Luiz Antonio-de Siqueira.
IGEREXTE
O SR. F. F. BOBflFS
Restando ainda emittir algumas aeces d'csta companlua, da quantia nominal de
200r>000 cada urna, das quaes s se aceitam cm virtude da lei, 20 /0, ou 40000 por
cada accSo ; convida-se pelo presente ao publico em geral e especialmente aos Srs.
capitalistas e interesados no commercio, que queiram dar emprego seguro aos seus
capitaes, disponiveis, a subscrever o numero de aeces que Ibes approuver.
Algumas tiestas aegoes j tem sido tomadas por pessoas que conhecem a vanlagem,
de na presente occaio (conhecidamente a melhor), enrpregarem o dmbeiro de que
poderem dispr em ibjectos de valor real, como vapores, predios etc., que mes garaoc
tara seus capitaes. .
A companhia possue hoje 10 vapores, O inteiramente novos, e uestes o ultimo est
a chegar de Inglaterra, onde foi construido e'xpressamente para ella.
Alm disso esta edificando vastos antiazens, no teireno que possue no largo d'As-
sembla.
Seus dividendos tem sido de 10 e/0 ao *mo, nos ltimos 4 annos.
As ac?5es que se emittirem gozam dos mesmos direitos, e poreeborao o beneficio
ios mesmos dividendos que os antigos em proporco da-entrada.
Rccebem-se asignaturas no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes da
Asserabla n. 12
de commis-
do Instituto, 2G de abril de
Jote Soares de Azevcdo,
Secret-rio perpetuo.
O Dr. oio Bapista Casanova.
medico homeopatha, achando-se restabe-
lecido da grave molestia que solVreu, conti-
na no exercicio de sua profissao, ao pateo
da matriz de Santo Antonio n. 2 sobrado,
onde pode ser procurado qualquer hora
do dia ou da notite.
Nos abaixo assignados, Antonio Louren-
co Collares, Jos Lourenco Collares, mora- i
dores nesta cidade do Ico, e Mauoel Fran-j
risco da Cunlia, morador na cidade do
Aracaty, fazemos sciente ao respeitavel pu-
blico e* com especialidad^ ao corpo do com- j
murcio, que temos dissolvido a sociedade
pie tinhamos com a firma Cunta d- IrmSos,
licando todo passivo da extincta firma, a
cargo do ex-socio Manoel Francisco da Cu-
nlia : e fica formada entro nos urna socie-
dade commercial, sendo seu gyro por de-
baixo da Arma Collares Irmo A C. e seu
domicilio nesta cidade, na direccao dos
socios Antonio Lourenco Collares, e Jos
Lourenco Collares, e na do Ai'acaty ao so-
cio Mfnoel Francisco da Cunha, encarre-
gado de promover lo ios os negocios que
entender a bem dos interesses da mesma
sociedade. Declaramos mais que o socio
Manoc! Francisco da Cunha. fica com seu
estabelecimento commercial na mesma ci-
dade do Aracaty, continuando com a firma
Cunlu d Irmos, independente do contrato
em 4 do cormnte da firma Collares Irmao
d C. ficando esta sem responsabilidade al-
guma pelas suas transacoes.
Esperam os abaixos assignados a conti-
noaco da confianca de que gosavam. Ico,
5 de Janeiro de I9.
Antonio Lourenco Collares,
Jos Lourenco Collares,
Manoel Francisco da Cunta.
DECLARACAO
D abiiao ae&wnado retira-se eoin sua senhora
para Europa, e deixa durante sua ausencia, como
eos bastantes procuradores : em Io lugar o Sr.
loao Fernanda Ufe*, aacanvgado de todos o
seus negocios; em f luear o Sr. Jos Fausta e
Ljmos ; e em 3 logar o Sr. Dr. Jorge Dornellas
Eeiwi2?.5ee!PqM at esu data nada
va, Heqrfa M 4 abril do 1869.
^,________**** <>*y Pmto de Oliera.
FWil
M dtlia 16 do corrente,ept-8e bem a quem ao-
rehender, levar ao viveiro Mana, o oseravo Nor-
barto, i>reto. de idade 20 annns, eambtt, orelhas
paqueas, bocea pequea, cara bexigosa, baixo
i Miras d ebiflota na cuum.
=. Aluga m ana egrinha de n a a ,
pare o 'lerrico e casa : na ra do Imperador
Kl Pandar.
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G9 9 1
RA LARGA DO ROSARIO 137
Este acreditado esabeiecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para che-
gar ao cume do bem viver.
Alm dos saborosos manjarej :oneccio-
nados com o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de hospadafn, unto para urna a
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indispemiavel elemento para a
uda e hygiene, terfio-la sempre em abun-
dancia para facilitar eineLlentes baos.
Ha tambem urna lioa bibliotheca e peri-
dicos iiacionaes e entraaros, piano para
recra'o, bilhares, et;. etc.
Sendo ociosa qualquer reommendac3o
para tao acreditado estabelceimento, omit-
timo mais prembulos, fazendo ver por
fim, que o bom senico, ordem e rnnralida-
i do rgulanjento qro poisue.
Oomeorias a U (arte, .
BARTHOLOJUEU ft C.
Precisa-se
alagar dous escravos, agradando paga-se bem :
na fabrica a vapor de cigarros na antiga ra do
Quarlel de Polica n. 21.
^ O Dr. Manoel Enedino Reg Valenca BB
JS pode ser procurado para o exercicio de }s
g[ sua prolTssao de medico a ra da Can- I
boa do Carrao n. 21, Io andar.
RAP PGrXA?.
PARA USO INTERNO
PREPARAD09 SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. 1(000
Vinho de jurubeba garrafa. 1*600
Pilulas de jurubeba vidro. 1|9600 .
Tintura de jurubeba vidro. 64(
Extracto hydracoolico de jurubeba. 12500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2,5000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. tjBOO
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. 2000
Oleo de jurubeba vidros. G40
Pomada de jurubeba pote 610;
Emplastro do jurubeba libra. 20500
PARA USO EXTERNO
"A JURUBEBA.
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso torneo, como nm exce-
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, as
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as infimimfei
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tun
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores giandulosos, na auazarcha, M hodrope-
zias, erysipellas; e associada as preparac5es ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorrheias, desarranjos aionifo*
estomago, debilidade orgnica e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre m
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarniento, 999%
Pereira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecein a excellencia 'erte
poderoso medicamento sobre os domis at hoje conhecidos para todos'os casos citado,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaco.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jura-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar -dos preparados empii i os d>He, e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvanUg* in de ni
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficno nm
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem comVcer aspro-
priedades medicamentosas d'csta planta em suas raizes, follias. fructas ou bagas, e a
dose conveniente a appcaco, tendo alm d'isto procurado levar os nossos pi
! ao rnaior grao de perfeico possivel, para o que nao poupamos esforcos, n3o nosim-
I portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ler a
certeza de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e infai-
vel cura de qualquer dos soffrimentns, que deixamos innumerados, se forem em leapo
" va-
l
DA
FABRICA
NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIfA FREDEMCO < C.
Acaba de chegar a este mercado urna poNio
dc ptimo rape, nico que pode supprir a falta
do ]>rinceza de Lisboa por ser de agradavel perfu-
me. 2' fabricado pelo systema do Areia Preta,
porm tem sobre este a vantagem de ser viajado,
o que para este artigo rana especialidade. Ra
pracas da Baha, do Hio de Janeiro e outras do
imperio tem o Hap Popular sido asss accolliido,
e provavelmente aqu tambem o ser, logo que
seja coulierido e apreciado. Acha-se venda
por preco eommodo, o para quem comprar de 30
libras para cima, far-se-ba um descont de 5 0/0,
e de 300 libras para cima o de 8 0/0 : no escrip-
torio de roquttn Jos Goncalves Beltnio, ra do
Commercio' n. 17._________________________
Trocam-se
is notas do banco do Brasil e das caixas filiacs,
m descont muito razoavel : na praca da Inde-
icndencia n. 22.
Forneiro amassador
Precisa-se de dous honien?, um forneiro e outro
amassador, para urna padaria na provincia do Hio
Grande do Norte : quem cstiver este caso, pude
tratar no escriptorio de Tasso Irmos, ra do A-
morim, devendo dar conhecimeno de sua conduc-
ta e de sua pessoa para o mister que se quer.
Asnossaspreparaces ferruginosas s5o feitas de forma que se tot r.imcomr la-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos oscompostos do ferro qu
como taes esto boje reconhecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram eonhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applieacao de nossos preparados, dcstribuimos "nitiiitainer.tf
em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esUpkinU e dos
mesmos preparados.
;eral de todos os preparados
Rollen e drosnrta
Deposito
34Ra larga do Rosario34.
O abaixo assignado faz sciente ao publico, e
especialmente ao corpo do sommercio, que tem
justo e contratado vender ao Sr. Antonio Jos de
Arantes, ato por eonsentimento de seus credores,
o seu estabelecimento de moldados na ra das
Cinco Ponas n. 71 : quem se julgar com alguin
direito apresente-se no praso de tres dias, lindos
os quaes nao ser attendida qualquer reHamacao.
Antonio Joaquim da Costa.
Precisa-se de urna ama para cozinhar para
duas pessoas na ra das TrincheiraSji. 17.
Tendo montado urna completa officina para concert f. afinaco pe vxmb
tendo contratado para o mesmo fim o experimentado conra-nieslre Sr. A. Rae*:
chegado da Europa pelo ultimo paquete.tcm a honra de recemmendnr este sen estafteii
cimento as Exmas. familias Prnambucanas, prometiendo "promptido e nrfeicSo te
traballio. .....
Ra Formosa n. 14
Frederico Maia
escola
Cirur;o
Candido Alberto Sodr da Motta, commendador
Jos Pereira da Cunha, ausente, e Jos Pereira da
Cunha Jnior, Firmino Pereira da Cunha, Joo
Pereira da Cunha, Francisco Ferreira Bailar, Da-
vid Ferreira Bailar, Antonio Caldoso de Queiroz
Fonseca, Jos Mara Sodr da Motta, Joaquim P.
Serodio, Samuel Malliday e li.ua j de Nazareth,
possuidos do mais doloroso sentiinento agradecera
a todos os seus amigos o caridoso obsequio de
assistirem as exequias de sua extremosa esposa,
filha, irmaa e cunhada D. Candida Cecilia da Cu-
nha Molla, e de novo rogara a essas mesinas pes-
soas o especial favor de assistirem a raissa do 7*
dia que pelo eterno repouso de sua alma ser ce-
lebrado na (.apella de cemilerio publico no dia
se.tta-feira 30 do corrente pelas 7 horas da ma-
n iaa.
^

UWMk E PETIT MSTARAW
Annexot ao Ho*el Central, roa estreita d<
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conbecer a variedade infimt;
de charuto* de Havana, Babia, Rio, ote. qw
existem neste novo estabelecimento pres
cinave dos anuncios pnmpoeps que ge
ramente se fazem, reduzindo-nos apenas i
tres letras que 5o tres bbb boa, bonito <
barato. A' vista do genero anotmeiado po
de-se jatear de nossa veracidade. Estaca
gosa tambem das coudicoes de um eleganb
e peta ruuurua onde se pode ver a ee
pecialidade dos fiambres e salames de Lioi
para lanches e at fazer urna boa colaclo
juntamente com os principaes vinhos di
mercado, sobresahiido entre o bom a pon
e fervente champagne, o mui saboroso Rhe
^ftm asa como bier*tocie bo,i priBOrosa cerveja, Hcer ipfrilnGin
0 quanto pede urna mesa* Paz-se i nof
sorvete e variedade de refrescos.
Melquades Manoel des Santos L.ma oenvida a
todos os seus parantes e amigos e aos de seu ti-
nado tio c padrinho Antonio Flix dos Santos pa-
ra assistirem a missa que manda rezar na igreia
da ordem terceira de S. Francisco as 7 horas da
manha do dia 29 do corrente trigsimo dia do
seu falleciroento. ____
DEO GRATIA.
Luiza Alves de Souza agradece a todas as pes-
soas que assistiram ao enterro de seu prezado li-
lbo Jos Custodio Peixoto Soares, o o acompanha-
ram at o cemiterio, cora especialidade as innan-
dades do Senhor Bom Jess da Via-Sacra de San-
ta Cruz, e a do Divino Espirito Santo do Collegio,
pelo qile eternameule grata. Bogando-lts an-
da o earidoso obsequio de assistirem a nSssa o
stimo dia, que lera lugar na groja de Santa
Cruz, no dia 28 do corrente, peas 6 horas da ma-
nhaa, com e que moito a penhorar.
Precisase de nma ama para~casa de bomeni
solteiro : na ra daPraia n. 42.
Precisa-se de um criado em o collegw de
Saato Amare : a tratar en a ra do Commercio
numero 3.
tt-S 1:000100 a premio eom hypetbeca :
na raa da Praia, terceiro andar, n. 47, se dir
quem da.
Preciaa-ae de uoia ama pare casa de pouca
fai"'a : na ra do Cadeireiro n. 60.
M padaria allema em Santo Amaro
vessa do Lima ns. 2 e 4 se precisa de um ,\
ador e atoa escravos por aluguel.
ira-

O encarregado da factura da capella
Joo de Abren de Una, pede aos jugadores das
loteras prestes a correr para que se lembrein de
coadjuvar com urna pequea parte do premio que
Unvm por nrte a contioiadat das obras da re-
ferida capella, tanto mais sendo o dispensadoraas
w sanaa. Rara es* iai podem se *r>rr
ao 8r. Luii Bpipbaaio Mauriea, emprega*
Ibwew ra ea loteras.
A. A. Maciel.
dentista pela
de medieloa
do Rio de Panelro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital e seu^ suburbios, que tem aberto o
seu gabinete de consultas e operares dentarias a
ra Direita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da mantea as
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeico eollocar dentes artificiaos
por qualquer dos systemas, e bem assim jdesempe*-
uliar qualquer outro trabalho concernente sua
profissao. O mesmo. reconhecendo que nem sem-
pre possivel as senhoras ou criancas sahirem a
procuiar o remedio, offerece-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem que issoinflua cousa
alguma na eommodidade dos precos de seus traba-
lhos, e qnando para fra della assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo elle a
segurancae perfeico de seus ditos trabalhos. Em
seu gabinete s-e oncontrai constantemente cxcel-
lenteps dentifricio. elixir e outros medicamen-
tos ouontalgicos : ra Direita n. 12, primeiro
andar.
MARTIMOS
COMTRAFOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
esta praca toma seguros martimos sobre
navios e seus earregamenios e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou escrava par
comprar e cozinhar para urna ca?a de pouca la-
milia : na ra das Cruzes n. 28, Io andar prete-
re-se escrava o iKiga-se bem agradando.______
Ainda restam algnmas collecces de
Biographias de alguns poetas, o outros ho-
raens ilustres da provincia de Pernambuco,
tres tomos escriptos pelo commendador A.
J. de Mello: ra Augusta n. S.
Aluga-se
urna preta escrava, boa eocinheira, e de muito
boa conducta, a qual compra- o fas os mais servi-
cos de urna casa de familia : na ra da Manguei-
ra n. 6. ________
Precisa-se comprar urna cartara em bom
uso, eom 6 palmos, pouco mais ou menos, de com-
primen : na ra da Imparatriz n. lo.________
' Aqtfem precisar, vendnMc ^"*S"
guezas superiores, em grandesi ^u"f Pr:
edes, e tambem se alugam : na ra do Imperador
n. 28.
Ouem precisar de" um meco sabendo escrip-
Fundipo da Aurora.
Neste vasto esl.lbeleeimento sempre se eneeartr:.
um completo sortimOuW de laixas ia fprroli
c fundido, fabricadas rerentemenic, e se atr.
de qualquer molde a vontade dos cuoipradorec.
recos razpoaveis.'
Se br bom.
Pagar-se-ha bem um moleque (pie *e [
alugar : na raa larga do Rosario n. il. I* i
Em casa de THEODOLi CIIRSTI-
ANSEN, ra da Cruz n. 18. enenntram-s^
eflectivamente todas as qualidades de viu:
Bordeaux, Bourgogne e do Rheno.
Precisa-se de urna criada livre ou sacra* 4
que saiba co^er, encommr e azer os amij.
domsticos de uira familia composta de i pesadas:
dirija-se a ra do Trapiche n. li, 2* andar, con-
sulado francez.
Precisa-se de urna ama para rasa de
solteiro : na rna da Praia n. 12.
ttio-sc 3,060 jUU a premi- 4e I por cea* >
com hipotheea em predios na ra do Rosar: >
Larga n. 50 2.* andar.
Quera tiver e quizer trocar urna imagaaa da
Senhora do Carmo 011 da mceico, dirija-st a
ra do Queimado 11 13, andar. '
Tendo no dia 22 a noite sido ntrega ni
rua do Xoguoira a um- prelo gaadod^r paracw-
duzr ao ltecife um bah de (landre, cnmt*i
difiranles pecas de roupa de aw)fttr. braaeo-.
conloes de ouro, 4 000 em sedlas e onlroa ob-
jectos, desappareceu dito preto sem qne etat *
tenha noticia ; pelo que pede-sc as amanead -
policiaes, c a outra qualquer petsoa. que alfr'"
honda referido bah, ou d ciencia na na lai...
do Rosario, no coll.'gio do Sr. Yittar : deetarai -
do-se urna pessoa muito pobre.
Aluga-se una preta escrava para anta -
ieite, sem tilho : quem precisar dirija-se a na <
Borlas n 28, sobrado de um andar.
Para cosiuha
Precisa-se de uin escrava que casinhe nem: na
rua do*Crespn. 23.
Attencao.
Comquank nao sa>n liiilrtiairtii cancar
social eparpeaiarde major PantodeA. Snhja4
Jnior, pediinos ao pnbln ajea auspoaea sen w
zo acerca dos faclos resendos as misaraa c
Barreiros, pubKcadas nos inwros 59 t
Libtral de 21 e 24 do corrente : pois alea nc -
tarem elles coinpletameut dnMrpados, aebnnto-s.
submettidos s autoridades competentes, rnja d
teisao linal aguarda-se para en tao demonsIrer-N
a ra f com que foram narrados.
Recife, 25 de abril de 180.------- 4
da Concordia n. 33.
ATIENCAO
O abano assimad dwtara ao corpo do com-
mercio e ao pubtico, que nSo M etle rroem eom-
prou a uberna sita no becco das Barreiras ni,
c que foi annunciada em um iesses ltimos a
rom sua assigntura, mas sim o seu ex-caixeiro
Antonio Raposo de Alvernaes. Faz o presente
para evitar duvidas futuras. Recite 26 de abni
de 1869.
Antonio Augat Souaa da Fonseca.
<1 nina ana fon saina eoainDar
engommar: na rna da Roda 0,48,1* andar.
Jos Joo d'Amorim, ferido do mea) \ -
loroso sentimoBto, fn scate aos sea as-
rentes e amigojftpie foi Deas servida Irr
para sua santa glora, sea milito pPnnad .
irmao Manoel Joo d'AjnOnaB, eajM tsk-
mortaes se actiam depesriao>s na tgn?;
do Corpo Santo, onde pelas 4 botag da
Urde de hoje ae loe bie-ie azer afdb-
mo6 suffragie, eeTeM eerem coiMMdns
ao cemiterio publico. Espera que |Bp
cora sua presen a este acto da canjp >
rejjgi _______^_
jgj
vreena-ie1
oMiabar e comprar, i raa
V andar.
'n rriata ojee tatt^
das Cruz i.



Diario de Pernambuco Terc,a feira 27 de Abril de 1869
ESMERALDA
Atten ^ws
i
g
s
*9

Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug. n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca, e por procos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciossas.
& 5 H!A DO CANGA N 5..
Certo por me kaver afflrmado divarsos
amigos imjHrtaates4 lllra. Sr. Dr. Velloso,
| som duvida o born niaiB Mustiado e um
dos mais importantes e considerados des-
te termo, que elle est no inabatovel pro-
psito do nao descer da altara em que esta
collowdo at Firmino para responder as-
duas correspondencias car neste Diario copias de una denuncia
assignada pelo mesmo Firmino coatr-a o
dito Sr. doutor, lomo eu o pesado encar-
go de cliegar at elle para responder-i be
simplesmente declinando os nomes dos di-
versos cidados todos indei ender.tes e rcs-
^ peitavcis, cujas declaraces'juradas e toma-
** ^ i das no juizo municipal deOlinda com assis-
2 tencia do Dr. promotor publico, servirao de
base a defeza que perante o Dr. diefe de
polica aprcsentou o mesmo Illm. Sr. Dr.
Velloso.!
Coronel commandante superior. Joaquim
Gavalcanti de Albuquerquo. _
* Vigario Tbom Narcizo Pereira de An-
drade.
Capites:
Joaquim Elesbo Cavalcan de Albuquer-
quo.
Jos Cavalcanti de Lcenla Campello.
Alferes Manoel Cavalcante de Laccrda
C.
Eleitores:
Joo da Ghaga Ferreira.
Joo Antonio Ribeiro.
Luiz de Franca Guedes.
' Manoel Joaquim dos Santos Christo.
Propietarios: ?
Joaquim Ayres de Almeida.
Joan Francisco Bandeira de Mello..
Luciano Gabriel Pereira de Lyra.
Francisco de Arruda Cmara.
Negociantes:
Tliomaz Diniz de Oliveira.
Theotoiiio Amancio de Souza Gaval-aiiU.
Inspectores :
Francisco Manoel de Souza Lins.
Silvano Marcelino da Silva.
Belarmino Pereira Briguel.
Administrador Joo Ignacio.
Maneota 13 de abril de 1869.
I ni dos 19 jurados.
Aos devotos do mez
Mariano.
Na ra estrcila da-Rosario, sobrado de
um andar n. :S3, preparam-se palmas, arcos
capelnhas e rosas proprias para enfeitar
os altares c oratorios,.para o mez de maio:
enfcitam-se as vellas com flores de oera, pa-
ra altar e faz-setoda encommenda de llores
para lora, por mais barato do que em outra
qualquer parte e tem muiias llores promp-
tas para vender; eBfeitam-se velas boni-
tas para baptizados e faz-se bouquts para
casamentos comcravos naturaes e as fitas
bordadas a ouro, bouquts para entar
bolos, tudo 'por preco multo conunodo e
preparam-se com todo aceio bandejas com
bollinhos finos de toda a qualidade para
casamentos e bailes.
O bacharel Antonio dos Passos Mi-
randa nao se podendo despedir como de-
via de seus prenles mais charos, amigos
econbecidos pela apidez de ua viagem
para o Para, o faz por mel deste oll'ere-
cendo-lhes alli ou onde a sorle o coiiduzir
o seu pequeo prestimo e Ibes rogt des-
culpa por esta falta involuntaria e sensivel.
Juao Francisco l-'errara Jnior, tendo
contratado com Dionizio das Gbagas Peres
comprar-lhe a loja de calcado da ra do
Livramento n. 37, con da a quem fr cre-
dor da mesma a Mtnder-M com o armun-
ciantc at o dia 30 do corrate. _____
Cecilio & Oliveira tend) annunciat|o para
vender o sea estabelecimento de renacSo a ra
do Arago n. 19. em eonseqaencia e terem sido
losados na compra, declaran) pelo presento que
nao o vendem, e etSo trabalhando para supera
cssfi prejnixo.
Recommenda-se a captura do eseravo Vir-
que no dia 12 de Janeiro fugio de bordo do
vapor Guar, no porto desta cidade, tom os sig-
naos seguimos : mulato, com 30 annos. tem nma
boa dentadura, e DOQ olicial do sapateiro :
quom o capturar pod-o entregar- nesta cidade ao
Sr. Francisco Ignacio Pinto ra da Cruz n. 38, e
o Cear na cidade da Fortaleza ao sen senhor o
lente-coronel Antonio Pereira de Brito Pava,
ipie pagar generosamente a qu;m o pegar.
AMA
Precisa-se de una ama capaz para todo o ser-
vieo de norias a dentro om casa de um estran-
geiro solleiro : ra Nova n. 19. 1* andar.
Com muito maior vantagem
Compra o Coraoau de Ouro, n. 2 D
", moedas de ouro e tirata c potras preciosas.
Vende-te urna taberna
lo : a tratar na niesm.i.
na roa do Pilar n.
Ouro e prata
em moeda e em obras inutilisadas, compra-se por
bom preco : na praca da Independencia n. 22.
ASTMA E PTISICA
Vm deseohrlmcnto espantos?
0 xarope de fedegoeo, de Pernambuco,
preparado pelo pharmaceutico J. de A. Pin-
to, cura radicalmente a pthisiea e asthma^e
todas as molestias dos pnlmSes.
Podem ver-se os attestados de curas no
nico deposito das prepararles de fedegoso
d'este autor, ra larga do Rosario n. 10
junto ao quartel de polica.
Vendem-se 37 saceos com farinlu da Ierra,
com mais de um al ueire cada sacco : ra da
Pral n. 4.
. COGNAC.
De superior quali ad da inui accretlita-
ila fabrica de Bisquit Duboucli & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, forneeem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Tb. Just, ra rl
commercio n. 32.
XAROPE PEIP.ORAL
DE
10 DE T3TU'
LIMA,
14-
LESSA &
N.-14
C.
Viveiro-Mimiz
Oannuncio anido no Mario le ftrwMtbuco i i
dia 23 do corrente. nSo so enfeude com o stti i *)
vivoiroMunize sim com outros terrenos no
aterro dos Afogadas. '_________
Advocada
O bacharel Luiz Emigdto Rodrigues Vianna mu-
don o seu escriptorio de advocara da ra do
Quemiado para a ra do Crespo n. 12, primsiro
andar.
Compra-se moedas de ouro e piala, m
como libras slerlinas por maior preco vie
em outra parte, na ra do Crespo n. 10
Io, andar.________________._____________
Na pra?a da Independencia n. 33, leja deou-
rives, compra-se ouro, prata, e pedras preciosas, e
tambem se laz quaiquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.____________________
0 niiizeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, pnta
e pedras preciosas por procos mau vantajosos do.
rque em outra qualquer parte.
Precisa-se de urna ama de bous coslnmes,
que saiba bem engommar e cozinbar: na ra do
Imperador n. 65,2o andar.
Ama
Precisa-se
1W1I
0 respeitavel publico encontrar nesta officina habis inestres e bem conbecidos
na arte, affiancando-se o meilior desempenho conformo o gosto e vontade do freguez,
assim como a maior pontualidade na entrega das obras; recebemos de Paris, por todos
os vapores, os mais modernos ligurinos para nao baver nada a desejar; bem como
varias encommendas de casimiras modernas e outros artigos proprios para bomens;
temos grande deposito de roupas reit^s de toda a qualidade, como sejam: camisas
francezas, inglesas, chapeos de sol de seda trancada, o que ha de melhor, grande
sortimento de meias, colramos, punhos e grande novidade era gravatas modernas, e
finalmente completo sortimento de fazendas finas e roupas feitas, sendo os precos os
mais baratos possiveis.
DOENCAS das CRI ANCAS
XAROPE pe RBANO IODADO
QE GRIMALT E CA. PHARMACEUTICOS EWl PARS
Este medicamento coia em Paris e no mundo inteiro de urna fama justamente merecida, por
aehar-se intimamente combinado nelle o iodo com o sueco das plantas aniiscorbutieas, cuja efncacia
bem conhecid* e as quaes j naturalmente existe o iodo. E' com este motivo que elle soppre
ecm vantagem o Oleo de ligados de Bacalho, que deve, secundo os bomens scientificos, a sua
efcacia presenca do iodo. E' preciosa no tratamento dascrancas para combater e lympnatismo,
as obstruccoes das glndulas do pescoco, e as diversas erupcCes do rosto, o freqientes nu
enancas de ponca idade. Tnico e depurativo ao mesmo tempo; elle excita o appetite, tacili
digesio, t restitue aos tecidos a sua firmeza e vigor naturae*. E' eada dia re
especialistas para combater as diversas affeccoes da pelle.
Deposito em Pernambuco, cm casa de Kaarar e O*.
alugar um sitio, ou casa com grande quintal, que
tenba commodos para grande familia ; prefenn-
do-se na freguez.ia da Boa-Vista, Soledade, Estan-
cia at 9 Manguinho : quem o tiver nestas comli-
ooes, pode dlrigir-se ra do Crespo, loja dos s.rs.
Jos dos Sanios Neves & Irmiio, ou ra do IVes
n. 35, que achara com quem tratar.
Furtaram da Estrada-Nova sitio junto a bom-
ba grande, ao amanbecer na quaru-l'eira 21, um
burro caslanho-escuro de tauaulio regular, sem
Ierro de qualidade alguma; tem no encontr das
espaduas urna falta de cabellos proveniente de
cangalha, e de um lado do espinliaco um pequeo
sirnal de cabellos proveniente de una fenda ja
saa : elle bem eunliccido ua Estrada-Nova e La-
IHiBga. onde transitava todos os das : quem dr
noticias d'elle no sitio cima dito, ser generosa-
mente recompensado.
Precisa-se de urna ama para casa do
a : na ra da Seacala-veRia n. 12S,
do andar.
ama so
sezna-
OUBO E 1!
i
Compra-se moedas de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na ra do Ca-
bug n. 9, relojoaria.
VENDAS.
Resta venda um escolliido sortimento de ob-
ectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
rand. mogno e ainarello, obra nacional e tetrao-
jeira. de apurado go>to eporpreio' razoaveis :
ta ra estreita do Rosario n. i. Nesta mesma
asa aiem-se cout perfeicao todos os trabalhos de
palhinfca, como sejam, euipalhamentos de lastros
aara camas, cadeiras e sentas._______________
Precisa-se de urna ama de leite e de bou8
costumes : a fallar na ra do Queimado, loja de
fazendas n. :t'i, on em Olinda, no pateo de S. Pe-
dro-novo, sobrado que vira para a ladeira da Se.
receitado pelos medios
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000#
Billietes garantidos.
A. ra do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos sens mui-
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
nma casa de cinco pessoas
1" andar.
na ra Nova n. 8?,
EMPRESTIMO SOBRE;
to felizes billietes garantidos II quarto
s garantidos 1 quarto n. 2810
com a sorte de 4:0eO, 1 meio n. 2057 com a sor-
te de 7O0, 1 inteiro n. 2621 com a sorte de
202, c outras niuitas sortes de 100*, 40* e xo*
da lotera cioda igreja de S. Sebastiao do Bonito (102),
convida aos possuidores a virem receber seus
respectivos premios sem os descontos das leis
na casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-sc a venda os da 1* parte da lotera a
beneficio da igreja de S. Joao de Abreu de Lna
(103), qne se exirahir quarta-eira 28 do cor-
rente mez.
Precos.
Bilhete.....4*000
Meio.....2*000
Quarto.....1*000
Em porce de 100* para cima
Bilhete.....3*500
Meio.....! 1*750
Quarto..... 875
Manoel Martina Fmza.
DOPEITO
lili,
XAROPE D'HYPOPHOSPHITO OE CAL
:VB GRIWAULT e C'.A pharmageticos :em PARS
A efcacia d'esta preparaco est estabelecida desde 1867, pelos mais celebres medkoe. Desde
entSo muitas imitaces tem sido feitas, mas nenhunu peuae sustentar a comparaco com o
producto apresenUdo pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga sempre
este xarope com urna bella cor de rosa, nunca branca, e com a nessa asignatura roda do
frasco.
Sob a sua influencia, a losse acalma-se, os suores nocturnos cesso e o doente volve rpidas
mente i sade. 0 seu emprego d tambem os mar brilliantes resultados nos defnaos, catar1
rhos, bronchites, rritacScs do peito, etc.
Deposito em Pernambuco, em casa de Manta a O*
PEDIDO
Pede-se ao Sr. Manoel da Costa Pereira,
praticanteda repartico das obras publicas,
ora em Jaboato; que compareca a ra
Augusta sobrado n. 162, afim d saldar o
seu debito ou pagar o que puder, e isto
com brevidade.
ESCRAYOS
Preci.-a-se alugar quatro escravos para servieo
debaixo de coberta, paga-se 30* e d-se comida :
I a tratar na ra do Brum, saboaria do Reciie.
(SEM LIMITE.)
\a fravessa da ra
das Cmzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se qual-
quer qnanlia sobre ouro,
prata c pedras preciosas.
0 dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condices de ga-
rantir a transaccSo que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo
e considerarlo s pessoas que se fg{
dignarem de bonra-lo em seu esta-
belecimento.
Na esma casa compra-se ouro,
e brilhanles.
Farcllo
Vende-se farello muito lino, saceos grandes a
4*500 : na trrvcssa das C.ruzes n. 12.__________
Vende-sc um cavallo acostumade a traba-
Ihar era maquina de trabalhar masss, muito
nenefij lambeai se vende a a mesma maquina
.ropria ara padaria : na ra da Senzala Velha
pn8k_____________________
RIVAL SEJtl SEGUNDO
Ra do Queimado n. 49, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para vender os
artigos abaixo declarados, tudo bom e baratissi-
mo, que sao para acabar.
Duzia de sabonctes muito finos a 700 rs.
Pares desapatos de tapete para homem a 1^2bO.
Ditos de tranca para creanca a 1*.
Tramoia do Porto, bordada, a meilior a 200 rs
Dita do Porto liza, da melhor qualidade a 100, 120,
160e200rs.
Resma de papel almaco, lizo superior a j^uu.
Dita de papel almaco pautado a 4.
Livro de missoes abreviadas a 2*.
Gartilhas com toda a doutrina c muitas resas a
32G rs. nan
Silabarios poituguezes com estampas a .(20 r?.
Baralbos rancezes muito finos a 200 e 240/3.
Sabio itiglez superior qualidade a 500 e 1*.
Gravatas prctas e de cores muito finas a 500 rs.
Duzia de meias para senhora, fazenda fina a i5.
Redes pretns lisas pan segurar cabello a 320 rs.
Varas de transa de seda de todas as cores a 600 rs.
Pares de brincos domados com maozinha e pe-
dras a 320 rs.
Cartes coin corchetes de duas ordens c sao de la-
ti a 20 rs. -- *___
Abotuaduras do vidra para coleto muito tinas a
10, 240 c 400 rs, '
Pares de botSes dourados para punhos a lGO rs.
Caixas de pennas de ac muito finas a 240, 320 e
Cartees com duzentas jardas de lmha do fabri-
cante Alexandre a 100 rs.
Caixas de pennas de aro, a verdadeira penna a
CaiTiteis de linha Alexandre ns. 70,80, 100 at
200 a 100 rs.
Caixas rain superiores obreias de massa a 40 rs.
Carriteis com duas oitavas de retroz preto a 500 rs
Duzias de agulhas para machinas a 23-
Libras do pregos francezes de todos os tamanhos
ai0rs> .
Livrosescripuirados para rol de roupa a 120 rs.
Caixas com papel amisade muito fino a 700 rs.
Caixas com cem envelopes da melhoi qualidade a
600 rs. r .___.
Talheres para meninos muito boa azenda a
2'i0 rs. _____.
PLANTA DO KRAZ1L.
E' expectorante c recommendado as
olTeces do peito, bronebite chronica bc-
moptise, e tosse chrocrca.
PREPARAllO
1'oR
Joaquim jle Ameida Piulo
PH.IRHACIITBCO
Pernambuco ra lardo ao
Rpsario n. 10^______
Tabellas veniiicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz, e piefcrivel a lodos M
i-onhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicaco as crean
qttasi sempre mais atacadas de to terrivel
e muitas vezes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
KA
Pharmacia e (rogarla.
DE
Barth ornen i- C.
S4Risa I^arfja lo Rosario34
Verfonteas te pinho para mastaros. vergas
e retrancas, tedas de superior qualidade. Tintas-
Verde Taris, branco de zineo e preta, em latas de
11 e 28 libras, j preparadas, oleo de Hntaaea eri
harris : no armazem de deposito da companhia
IVinambucana. no largo da Assembla n. l).
Cera de carnauba
13, priineiro
Vende-se na ra do Queimado n.
andar.
Meias elsticas de borracha.
As melhores e excellentes meia6 elasti
cas de borracha contra varizese erysipellas.
Vende-se na
Pharmacia e drogara de
Bartholomcu & ('..
34ra larga do Rosario34
PINTO PHAmiGEUTKX)
Xarope de saJsaparriilia do ra a
ov
DEPURATIVO 00 SAttGE
E JOIAS

GOMES DE M&nOS IRM&OS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com fimde
dar-lhe maiores propor9oes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecern pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUG N. 4 '
onde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubias e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADERIS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de n#vos gostos, asaitn oemo grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de goslo- ainda* n&o visto, e completo sortimeHto de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualqtfer joia ou pedra, preciosa e garanten
a qualidade dos objectos vendidos.
Oosiiilieiro.
Precisa-se de um tosinheiro na ra da
Cadeia. Loja de Alfredo A G.
Usado as molestias de prfle, 'lo-
res rheumalkas e ulceras venreas.
Ra larga do Rosario n. 10.
Fazendas de gado.
Vcndem-se seis fazendas do gado na r.:-
heira do Serid, denominadas Boa-Vista,
P de Serra, Mulung, Mundo Novo, loga
Serrote, todas muito boas de criar e de um
ser bem conbecido naquella ribeira : os
pretendentes podem dirigir-se ra do Vi-
gario n. 31, 1 andar, escriptorio do Baio
de BemQca.
Jos Vital de Ncgreiro, com loja'e
officina de ourives ra do Impera-
dor n. 30, vende, troca, concerta, 1
e compra toda e qualqtie obra de
ouro ou prata, por prego* muito
mais barato que em outra qualquer
parte, para oque tem sempre com-
pleto sortimento de joias de esme-
rados gostos e feitios, assim como
tem bons artistas, para desempe-
nhar todo e qualquer concert ou
encommenda, no prazo menor pos-
si vel, e a contento, como i' seu
costume, o que tudo se faz por
precos commodos.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa chegada ha poneos dias
a'tratar na ra da Cruz n. 27, Io andar, escripto-
rio da Ramos & Temporal._________|________
"MVRO xovo
PARA
0 MEZ DE MARA
Acabam de sahir luz c acliam-se ven-
da na livraria franceza.
OS CNTICOS E HYNNOS DEVOTOS
PARA
0 MEZ DE MARA
Vende-se a grande propriedade deno-
minada siti Novo do Cavalleiro, em Tigi-
pi, freguezia dos Allegados, com casa de
sobrado muitas casas para se alugar, um
grande acude, sanzalla para escravos, estri-
bara, cacimba de pedia e cal, mnitas ao-
ra fructferas, tenas para plantacao de
canna etc etc. Trata-se com Severino osc
Filgueiras de Menezes, no Giqui junto da
Barreira.
volume nitidamepte impresso era
I 600
2^1500
Um
Paris.
Quademado de couro.
Ecadernagao de mar*
roqoim dourado-
PORTUGUEZA
No collegio da Conceico pi-ecisa-se de
urna criada portugueza; paga-s bem.
THTIM E XAROPE
IlCPIRA .
Empregado contra as dores rheuniatcas, aff*e-
coes golosas, syphilis seenndaria, effeitos do mer-
curio, molestias chrofticas da pelle, liydropesiB ele.
nico deposito hotica de J. de A. Pinto ra
larga do Rosario n. 10, junto ao quartel de po-
lica.
lopoo:
VERMES
de superiores qualidades, a precos commodos ; na
ra do Vigario n. 6, f andat, escnptofW d
Joaquim Gerardo de Bastos._________________
VENDE-SE
iont a vilta de Touros, no Rio-Grande do Norte,
urna boa propriedade de trras virgens e frescas
eom rio corrente, e a nwlhor para agricultura,
com urna legua de comprido e meta de largo, de-
baixo de quatro martes ; tem baixas para plantar
canna, sem perigo de secca, para um bom enge-
nho. Aten do outra*. plantas, tem treaents pi->
de coqueiros, que dao bonsfructos Vade-sea
dinheiro, ou praso, too o negocio s tas. Quem
o pretender dirija-se ao Sr. Odilon Garda na ci-
dade do Natal. _________ -,----------
" Vende-se urna escrava moga e de bdas qua-
lidades : a tratar na ra do AppoIIo n. 55 segundo
andar.
Futri do entea** W, fregueiia de Agoa Pro-
ta, na nolte de domingo, 18 do corrente, para o
manbecer de segunda-feira 19 do mesme^ o cs-
Qravo Benedicto, qoe foi comprado no Bpw,.
Sr Antonia Jos Vlelra do Sorna no dia 7 do abril
do correle mer, cujo escravo tem es *"*"
cuintes: crloalo, e 3 aauos de idade wMn>:
litara regular, eorpo regular, testa "f ***
da, rosto um pouco descarnado, fiarji a'"f*,'||^
ea barh, falta de entes, pfe e naos b*f>
chapeo do Chile j velho ou bonet, bo CWJSJ.f
madapoiao de prega lraa ou de ^rofo^**M'
leranfloa rops *ro Se ura sacco ja veje,*,
qaadeve ter a arta-Poco-: qdem 0 W>
feve-o ao engenho cima aw senhor, oa iru^
da Praia a Genuino Jos da, Rosa, que
Vende-M-ww taherua na povoago-dos A-
focados, propria para principiante por ter poucoc
fundos, bem afregueada, e tem commodos para
famii: a tratar na mesma povoacao, ra Direita
n. 31
COMPANHIA
.......ir.__.._ .
Fabrica de tecidos de algodo de
Fernfio Velho.
O superior panno de algodo desla fabrica, mui
vantaju^amente conliecida nesta provincia e uas de
Pernambuco, Parahyba Rio de Janeiro, pela sua
perfeicau de tecido, elaeUcidade e foilak'za, conti-
na a ser vendido no escriptorio da mesma con.
panhia praca de Pedro 2o desta cidade, casa au-
mero 4. ,
Aftm de que os numerosos e importantes senn; -
I res de engenho, bem como os senhoies ex |x ir lado
res de assucar, tanto desta provincia ci.mo das
cima mencionadas, possam cora facilidade pro-
ver-se das manufacturas desta fabrica, a gerencia
da companhia anuncia que as ha a venda nos
seguintes lugares :
Nesta cidade-no seu escriptorio e as casas dos
Sr*. Domingos Jos do Furias e Jos Nunes Gui-
nwraes-, ra do-oinmerel*-
Em Pernambucona easa dos Srs. Oliveira, Pi-
laos & C.
No Pilarem casa do Sr. Joao de Albuquerque
Mello. T, _,_.
Na Castanha Grandeem casa do Sr. r*oroerto
Cavalcanti de Albuquerque.
Em Camaragibena casa do Sr. Joao Vieira ce
Lima. ,
AIem do panno apropriaco ao ensacamento no
assucar, a fabrica possue mais urna qualidade de
panno mui forte, adoptado ao s\ siema que tem os
senliores de .engenho do norte da prviacta de
mandaren) despejar nos trapiches de Pernambuco
o assucar que all vao-vender, com o que os sc-
eos servem para muitas sai
Para roupa de escravos ou' de trabajadores fio
campo, e para toalhas e leuces do servieo diaria,
ha una superior qualidade de panno de 8 poltr-
r'asde largura, muito rotie e espesso, par.
se bastante com meia lona. Os preos sao os
mais mdicos possiveis. Macei 30 de mareo de
1869. __________
Vcnde-se un eeerava pega, d 18 a 19 ao-
nos, boiU figura, alta, refoiada, sem deea^a
nem achaques,.am principio de coxmba e engom-
mado, lava bem, esperta aoservico : ao comara-
dr se dir o motivo dat vidria, a tratar na
adden 80.
JLwv UTOZ
PWICSW"0- ,
gaeira Gastello Branco.
Vende-se urna mulatmh de 13 a 14 annos,
e ufft'cabttoha de 11 annos^tmbos pecas : na
ma W'Fogo a. f:___________________,_,
Attencjlo
Vende-seums xtmn cwnplfeta etn muito bom
estada, propria. para taberna : na ra da una
trio no seo escriptorio
PASTILHAS ASSKARMS
i
, DR. P/TERB0NT
Remeio por excftHwicM para eotiw
a magreza, facilitar a4igQstlo, fortiBr
estomago etc.
MWrwSTSBat _\mm* C.
34-----Ra larga do Roaftio= ^*_
Vd*-* faek da torra muito boa a l
lhon#Jat*l J^Xl*SSm.
1 na padana do Cnora-nieninos por prcp *"-"~"


.-. >#.- *
6

i
>

Diario de Pernambuco > Terqa feira 27 Je Abr! de 1869.


Grande liquidadlo de mindezas I
Alfonso Moreira Temporal, querendo liquidar as raiudezas existentes em sua
foja ra do Queimado n. 55, resolveu annunciar as mesmas miudezas, para que o pu-
blico so certifique do diminuto preco porque as est vendendo, a saber:
Abotoaduras paracolletes a 320
La para bordar (libra) 60800
Caixa delinha do gaz com 50
novellos....... 600
Frascos com tinta a 100 e 160
Garrafa com tinta..... 800
Frascos com banha a 320, 400,
500 e....... 15200
Frascos cora agua de Colonia
(Piver) a...... 1#000
Pentes de travessa para meni-
nas a ........ 320
Ditos com chapas de metal a 400
Novellos de linha com lOOjar-
das a....... 60
Caixa com papel amisade a 700
Ditas com 100 envelopes a 500
Pecas do tranca c caracol lisa a 40
Sabonetes de todo preco a 80,
100 e....... 200
Frascos com oleo babosa a
320, 400 e..... 500
Pinceis para barba a. 200
Tubos ou chamineis para can-
dieiroagaz a..... 320
Pavios para ditos (duzia) a 200
Globos para ditos a i >>'00 e 2^000
Frascos com agua de Colonia a
3-iO, 400 e 500
Pentes com costas de metal para
penteiar cabellos a 9 320
Ditos pretos para dito a 240
Ditos para tirar piolhos a 200
Escoras para laclo a 400, 500 e 600
Gravatas de seda de cor a 280
Ditas pretas a 400 e 500
Lencos brancos para maos
(duzia) a......
Carteira de marroquim a .
Par de suspensorios para ho-
mens a.......
Frascos com clieiros a 400 o .
Linha de marca, caixa com 16
novellos a......
Meias cruas para homens, boa
fazendaa 3#, 35600, 4f e. .
Ditas ditas para meninos a .
faros de botos para puohos
(Bonanca) a.....
Pecas de fita para debrum de
vestido a......
Rosetas preta para luto (o par) a
Brincos (o par) a
Linha de cor para aliar vestido
(libra) a .... .
Puntada familia a 160 e .
Baralhos de cartas francezas a
Ditas portuguezas a 120 o
Botos d'oco para calca a .
Ditos de metal (caixa) a .
Brincos de cores (par) a .
Linha para bordar (miadas
grandes) a ......
Bonots de oliado para meninos a
Linha com 200 jardas (duzia) a
Carto com clcheles com 2
onlem a......
Coques boa fazenda a .
Ditos muito fiaos a .
Caixa com agulha franceza a
Pecas de babadinhos e ntre-
melos a 500,600, 800, fiOO o
Tnico de Jayine, contra a caspa e a calvice-
2#400
400
200
500
240
40500
320
240
5Q0
160
240
1(5000
. 200
200
160
200
400
120
240
IdOOO
i #300
80
1,5003
2-5500
160
1,5000
ALTAS NOVIDAES
LOJA DO PASSO
Ra do Crespo n. 7 A, esquina da do
Imperador.
Do xarope Vegetal Americano, especlalldade de Bartholomen t
34RA LARGADO ROSARIO34
Nao costumamos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei
xamos que sua applicaco c os resultados obtidos pelas pessoas que se dignaram acceita
los, Ihesdeem crdito evoga; porque sao sempre os attestados considerados gratuitoi
e delles que lancamao o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas qoi
espontneamente nos offereceram os que abaixo vao transcriptos, os fazemos publicar
manifestando-lhes nossa gratidao pela attencio, esperando que venham elles corrobora)
o conceito, e acceitaco que tem merecido nosso xarope.
Bartholomeu & C.
ATTESTADOS
Illms. Srs. Bartholomeu & C. com a mais subida satisfaco que declare
ser o xarope Americano de urna efficaeia extraordinaria, pois que soffrendo ha dias di
intensa tosse, ponto He n5o poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamento
que tomava, a elle recorr e na terceira colher fui alliviado, e de todo me acho hoje re
tabelccido cora o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois% esse resultado mani
festo a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & C.Penhoradissimo com o favor que me fizeran
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composicSo, quando me acba
va bastante doente de urna constipado, que me tornou completamente rouco e qui
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cumprir os meus deveres de cantor d;
empreza lyrica, vou agradecer-lhes meu completo restabelecimento, que obtive com un
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitos tratamentos. Desejare
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verera alliviados de tao terrive
incommodo, tab fatal neste paiz. Com maior considerac3o contino a ser de Vv. Ss
attento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de seterabro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & CO xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teen
exposto venda de toda efcacia para o curativo d'asthma, conforme observei appli-
cando-o a meu fiiho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagello, que at
entao por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grandi
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a express3o altamente sincera de meu reco
nhecimento ao meritorio servico que lhe prestaram com o indicado xarope, acreditan
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento e obrigado.Americo Netto de Mendonca
______Recife, 2 de outubro de 1868.
sao Uto baratas
Superiores saias brancas bordadas a 5$, 6/5, 8$ e 10,5000 cada urna.
Ditas de cambria de escocia transparente j feitas a 6#O0O cada urna.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Correia
Vasconcellos & C.
* PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA-
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contendo setim,
mantas e grinaldas.
Roquissimos cortes de sodas assim como
para covados.
Gurgurao branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim brinco macau.
Setim, branco, azul, vefdc, cor de rosa
e amarelos.
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurgurao de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho bordadas com primor.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Na loja do Passo ra do Crespo n.
Riquissimas colchas de damasco de seda,
assim como de seda e algodo.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia para padre.
Ditas de la
Ditas de seda fio da Escossia e algodo.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Ricos-, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
las, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, isto s
7 A, esquina da do Imperador.
0 IRMAOS
XAROPE DE RBANO IODADO
0 Xarope de Rbano iodado de Grhnatrit e C", pharmaceuticos de S. A. I. o principe
Napeleao, em Pars, preparado com o sueco das plantas auti-escorbulicas cuja efficaeia
mui popular.
Eneerra o iodo como eombinaclo orgnica, e considerado como o melhor succedaneo
do oleo de (gario de hacalbo.
t A rara perfeic9o (Teste producto anima-nos i dar a cenhecer aqui a opinilo de alg*M
d'entre os principa mdicos de Pars, que diariamente o prescrevem.
O Xarope de Rbano iodado um medicamento d'um effeito suave e seguro para a
medicaca dos meninos, nlo smente suppre o oleo de figado de bacalho, mas ainda faz
i as soas vezes com vantagem. >
IVA. CAZENAVE, medico m chefe do hospital Saint-Louis, em Penis.
a 0 Xarope de Rbano iodado um medicamento de prmeira ordem para o tratamento das
affecedes lymphatieas e escrofulosas. Muitas vezes, empregnei-o com feliz xito, em certos
c casos de tsica ao sen principio, como snceedaneo do oleo de figado de bacalho.
Dr A. CHARRIER, antigo chefe de clnica da Faculdade de Par.
0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excedentes resultados como regenerador
do sangue, e snceedaneo do oleo de figado de bacalho. >
IV A. FAYROT, autor do Traite des maladiet des femmes.
< O Xarope de Rbano iodado 4 um dos mais poderosos modificadores das eonstitoicSes
< lymphatieas. Tenho visto ulceras escrofulosas que nada podia curar, eieatrzarem-se,
gratas a sua acc3e, com promptidlo extraordinaria. Tambem, pelo sen aso dewpptrecem
as affeccoes Uiberenlosas dos ossos, nos meninos. >
D GlESNARD, antigo externe dos hospitaet de Parit.
0 Xarope de Rabn* iodado possne toda as vantagene do oleo de figado do baesUtlo,
se ter nenbnm dos inconvenientes que aprsenla este ultimo medicamento.
Dr GU1B0UT, medke do hospitaet. Presidente da Soeiedade de medicina de Pars.
6 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C' eneerra 4i2 por cento de iodo, sna
CMiposicao orgnica anloga i qne se acha no oleo de figado de bacalho.
D' KLET2INSKI, profeuor de chymica, lomado dos tribunae de Yienna.
Deposito em Pernambuco, em casa de Vtmum O*.
stflSM4afl

T.t..t.^Y^,^ TTtTTTTTT
aSIQIa stfl C C^il al >t I KxB 1 !T*I f :1 CliPjll sl'PrOClvAO '
OCANNABIS INDICAN -
loiimilt ;
0FPHF5SA
vGRIMAULTEC'PHARMACEUriGOSEMPARI;
Torios a meios at hoje preeonisados contra a asthma nao tem sido mais do que palliatrros
't dehaixo te- todas as formas, tendo por base a belladona, o estramonio ou opio. Recentes ex pe- '
ripnrirt* fritan pm Allpmanb*. renplHnt em Prann o na Inirlaiprr* tm nrnvnrin mu a r.n%nui '
de

lipronf&t
i saitmi
se nedectu
eParis
EJLTJLAS
debi/HINduBIIISSoi
Pbarnactatk*
laureado

academia
rencias feitas em Alternan**, repetidas em Franca e na Inglaterra, tem provado que o cnamo
indio de Bengala possue as mais notaveia propriedades para combaier essa tentivel afeccio,
assim como a tosse nervosa, a insomnia, a, tysica laryngea, a reuquklio, extinoeio da vez,
e as nevralgias faciaes. E' pois com o apoio da scienoia que offereemos estes cigarros, prepara-
dos com o extracto de cnamo das Indias, qu nos importamos de Bombaim.
Deposito em Pernambuco, era easa de c
1AX11XXU
1
TTTTTX i
OLEO DE HOGG
DD
Figados frescos de bacalho
Para cura certa de phtisica, affeccSes escrofu-
losas, tosse elironica, frarjueza dos netnhres e de-
bilidade geal; recommenda-se a excelleneiat deste
oleo ainda por ser agradavel no paladar.
VENDERSE
NA
lharmacla e drogart
BARTHOLOMEU & C.
34 = Ra larga do Rosario = 34
!
0 tratamento das affecedes chlorotieas, lymphatieas ou escrophulosas sempre lents-
simo, emnitas vezes essas molestias resistem s preparar;6es ferruginosas ordinarias. As
indagacocs feitas pelos professores Hannon de BroxeUas, Gensoul e Petrequin de LySo e
Berzehus e Troussean de Pars, tem provado qne a causa d'essa persistencia era a completa
ausencia do Manganese, elemento que sempre deve-se acbar no sangue junctamente com
o ierro. Estas pilulas supprem, pois, na therapctica urna falta importante, e por este
motivo ellas tem merecido a approvaco da Academia de Medecina e das principaes socie-
dades medicas. Deposito em Pernambuco, em casa de Maura o*.
TTTTT
TTT
TT
I I 1 B
CAPSULAS MOLES
HE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das. coqueluches, bronebites,
catarrhos, tosses convulsivas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
NA
PHARMACIA E DROGARA
* DB
Bartholomeu A C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
IO.J V
00
GALLO VIGILANTE
AO BAZAR DA MODA
Eua Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVIDAOES
Para senhoras.
COQUES da ultima moda, enfeitados e lisos, gran-
de sortimento.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAPEUSINHOS e gorras de velludo e de pennas
(alta novidada !) de palha da Italia, a emtiacSo,
especial sortimento.
CLNTOS de cores e pretos, rico sortimenio ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
genero
LEQUES a emitacio de marflm, gosto novo e de
sndalo.
GOLINHAS e punhos, a emitaejto de guipure.
ENFEITES pretos e de cores para cabeca, lindos
moldes.
GUAKNIi'.AO alta novidade I a Marie Rose, lti-
mamente usada em Pars.
COR PIN HOS de guipare brancos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de la e seda, cores claras, elegante
moda em Pars.
GRINALDAS de flores finas.
ESPARTILHOS superiores.
MEIAS supci iores de fio de Escocia.
LUVAS de pslicachegadas pelo ultimo vapor.
ADERECOS de coral verdadeiro e camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
GUARNICES para vestidos.
TRANCAS p.ira enfeites de coques.
BOTES lisos e com pingentes para vestidos.
CLNTOS alta novidade.
de li-
FLORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LAC05, fivelas, penachos para enfeites.
Para homens.
CAMISAS com peitos, colarinhos e punhos
nho fino, lisos e bordados, moda,
COLARINHOS de linho e aluodo.
PUNHOS de ditos.
GRAYATAS de todas as qualidades.
f4?a.,punhos e 8uarn'55os para coletes.
iNTLS de plaqu a emitacao do ouro, lin-
de pello do seda, forma a Rotohil, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MEIAS de superior qualidade.
BENGALINHAS finase chicotes.
LUNETAS aro de ac e tarturaga.
Para erlaneas.
VESTUARIOS completos para baptisades.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitade*.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadas e de chinch.
BUNECAS vestidas, muito bonitas e diversos
brinquedos.
Perfumarlas Unas.
AGUA FLORrBA verdadeira de Murray & Lan-
man New-York.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray e superior agua e
essencia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de agradaveis are-
mas para o lenco.
SNAGRES aromticos para loilet.
S DE ARROZ para amaoiar a pelle ; em pace-
tes e ricas caixtnhas com arminho.
POS superior para limpar os dentes.
COSMETIQUES de fina qualidade.
SABONETES, grande sorumenjQ deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philoeome, babosa e antiques.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
CREME de sabao para barba.
Caixas preparadas com perfumaras finas.
niudezas finas.
SUPERIORES fitas de grosdenaples de todas as
cores ejarguras de veludo preto e de cores, e
DK"rgurao para cintos.
riiSSffii % en,ren>eios bordados.
mSESdesedade ^es para enfeites de
Sr?6SiprAas ^m vidrilh08 e pingentes.
BOTOES de cores, brancos e preto com vidrilhos
lisos e cora pingentes. uninos.
metS de mad' 'Perla' de marnm' de *V e
THESORAS finas para costura e unhas
CAMVETES finos com quatro folhas. E muitos
outros artigo* de miudezas que se torna en&-
donho menciona-los.
Ra. do Crespo n. 9
Os propretarios deste bem conhecido estabele-
cimento, alm dos- muitos objectos que tinham ex-
Sustos a apreciaoao do respeitavel pubco, man-
aram vir e aeabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um- completo c variado soFtiinento de
finas e mui delicadas especialidades, a* quaes es-
tao resolvdos a vender, como de seu costume,
Sor precos muito baratnhos e commedos para to-
os, com tanto que o Gallo..-
Muito superiares lavas'de pellica, aretes, bran-
cas e de ma Hndas cores.
Mui boas e bonitas goUinhas e pashos para se-
nhora, neste genero o que ha do mais moderna
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas-das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de ores com vidrir-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de methor e mais bonito.
Superiores e bonito toques de madreperola,
marlhu, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30#00
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20a
alm destas, temos tambem grande sortimento d
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior caima da India e
casteo de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quanlidade de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de niarfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera asseguramos sna qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulbas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo um.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
Tem para vender em seos armazeas, alm de ou-
tros, os seguinle artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul. '
Greve pautado e liso.
Vinhos eoi caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
Hermitage.
Chamblis.
Licor de curaco de Hollanda em caixas de vn-
te e quatro botijinhas.
GESSU,
Nosarmazens de Tassolrmaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmaos
c AitRinmos de fd:rro
Para servicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixocs de um para outro, lado pelo
mdico preco de 12*000 cada um
rarinha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
lana e grande sortimento das melhores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemenfo'romano
Nosarmazens de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porc3es de
emeoento barricas se far redueco no preco : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De diflerentes qualidades para cercados de ani-
maes, chiqneros para gamhas ou jarms: nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso Irmaos.
CANOS DE BABEO
Na ra Nova de Santa Rita, na amiga fabriea de
sabao, ha para vender por preco o mais mdico
possivel, canos francezes para edificacoes eesgo-
tos de toda a qualidade, superiores a todos es que
aqtti tem appareeuto- pela sua solidez.
PRECOS.
t*400 por cano grande" de 3 e meia pollegadas.
M200 por dito de 2 e tres quartos de dita.
000 por dito de 2 e um quarto de dita.
500 res por pistoleta de 2 pollegadas.
Cbtovellos, curvas c canos de maior grossopa,a
vstase far o preco. Compras maores de 20O
tem 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Pde-se ver a3 amostras nos armasens
de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrillar easas terreas com asseio e preeos
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri-
lhos de cosinhas em sobrados, pelo sea asseio- e
evitnr a passagem de aguas para o andar inferior
e mesmo o pergo de fogo, aos precos de 30*000 a
45000 o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
anga-fabriea de sabao, e compras maieres de 200*
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeira para lan-
teraas de carros: noarraazem de Tassolrmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
de Tassolrmaos.
O melhor cognac Ganthier Freres-: no arma-
zen de Tasso Irmaos.
Estelras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India dn diveasos padroes e larguras, por ppeoo
commodo.
21
Macarthy
Machinas de descaroear-algodao.
Hoje que est reconhecido que as-machina de
serrote prejudicial e quebram a fibra do algodo,
6 preciso reeorrer a machinismo menos spero,
qpe produzindo o mesmo servico qjie queHas, e
facilidade ne.trabalho, Bao quebrem a fibra da la,
para que essa possa oater-nos mercados eueopeos,
a differenca. que ha eatre o algod&o dosearocado
por aquellas mencionadas machinas, que estao fi-
candoemdeuzo,peloprejuizo que tem tnusado,
e o da amiga bolandeira, que nao pode competir
pela moresidade de seutrabalho. E' assim que
estas machinas se tosnam as mais proprias para r>
nosso algodo, porque ao par da. faeilidade e
promptidlo conserva a fibra da la, que limpa por
ella, e qualiflcada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendo. assim entie t 20 por 0/0
NOVA ESPERANZA
Ra do Queimado = 21
li para presentes
A Nova Esperanca, raa do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento dfr objec-
tos de gosto e phantasia proprios para pre-
sentes, sobresahindo entre elles ricas caiii-
nhas de bano com finas perfumaras, cos-
turaros de chagrn, agulbeiros de madre
perola : assim, pois, quemquizer fazer um
linda offerta, dirigir-se uKova Esperan?,
ra do Queimado n. 21.
Collares anodinos ellectro-magneti
eos contra as convulces das
crcancas.
N5o resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (comprando-os;
no effeito promettido,o que s pdem dar,
os verdadeiros; 1 Nova Esperanca, porm
que d!esta a falsificado principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna en#ommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que s5o os
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
Cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulces, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seus
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser di-
fficil alcanfar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
Rectbeu a Nova Esperanca,
Queimado n. 21, leite de rosas,
para extinguir sardas e pannos.
RONECA DE CERA
A No'a Esperanca a ra do Queimado u.
21, acaba de receber um completo sorti-
mento de finas bonecas de cera de diver-
sos tamanhos, sendo as maiores do com-
primento d'um eovado ; estas boneeas tra-
zem bonitos coques e botinas, havendo en-
tre ellas algumas que fallam e outras que
choram de sorte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente demuita
acccita?ao.
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
dem-se nn do Queimado n, 21 na loja
da Nova Esperanza.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
contrarlo na Nsva Esperanca a ra do
Queimado n. 21.
MEIAS DE LA
A Nova Esperanca a ra do Queimadon.
21, acaba de receber nm especial sortimen-
to de meias de I3e para homem e senhora.
CONTRA AS CONGESTgES
E mar terrivel a congesto fclminante:
de repente leva um individo, d esta paca
milhor vida, sem dar-lhe tempo de receber
conversa medica; deixando as mais das
veses mulher e filhos no mais amargurado
pranto ; a Nova Esperanca que dsseja pres-
tar servicos recorreu a Vojer, e qual lbs
mando anneis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para sememante mal i
elles antes que se acabem : na fova. Espe-
ranca-
NAVALHAS
A Nova Esperanza a ra do Queimado
n. 21 recebeu um sortimento ds aavalhas,
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afiadores e massas para as mesmas.
ra do
especias
Vandem Augusto
Commercio, n. 42.
F. de Oliveira 4 C. ra do
mais do que a la hmpa pela machina de serrote.
Estas machinas n3o sao novas, pois que hamaito
esto adoptadas no Egypto, aonde as de seirote
foram inteiramesie abandonadas, e por isso o algo-
do daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 agpor
0/0 mais do qe o nosso : vendem-se a 130^000
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amendoas
En caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras:
nos armazens de Tassolrrmos.
Charutos da Havana.
Exceltentes charutos da Havana e por baratissi-
mo preco : em casa de Tasso Irmaos, ra do
Amoriiii n. 37.
Relogios de ouro.
Relogios de euro de patente com balanco de
chronometro do famigerado aotor John Rogers, no
escriptorio de Tasso Irmaos.
Pianos inglezes. <
Pimos inglezes do bem conhecido autor Charles
Cadby, no eseriptorio de Tasso.
Ac de milito.
Nos armazf ns de Tasso Jrmos.
RARRIS DE SALITRE
Noi armazens de Tasso Irmaos.
Para familias
Grande Bazar, rna Nova um. 34 e
3, deCarneiroTlannaft c.
Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porcao de machinas para costuras do
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposicSo de Paris, as quaes cozem com
dous pospontos toda a costara, e tem a
vantagem de se* to suave- o movimento,
que qualquer crianca de oo anuos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A comprehensao
simples, pois em um quarto de hora 'Se fi-
ca senhor do movimento da machina, tea-
do a mosma a propriedade de fazer as se-
guintes costuras: pospoatar, abaiahar,
Iranzir, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompaitham-nas. Os pro-
pretarios do estabelecimento se eacarre-
gam de mandar ensinar n'esta cidade, e
garantem entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
perfeicao a machina vendida, n5o tendo,
porm, soffrido ella alguma avaria. Ha tam-
bem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower & Raker, de trabalho sim-
plesmente m5o, e outras com movimento
dos ps; e mxime todos os pertences das
mesmas machinas, para vender avulso. #
Tudo se vende por presos bastante commodos.
facilitara a dentico das innocentes criancas. >
mos desde mnito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les qne delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros coHarea, e os quaes attendendo-se ao nm
Sara que sao applicados, se vendero com um mui
inunuto lucro.
Befamos, pois.-avista dos objectos qne delxamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
PILULAS, VINHO
XAROPE
DE
JURUBEBA
Capsulas de Raquim
Os bons effeitos destas capsulas para fazer ees-
bar os gonorrheas aebamae comprovadas pelas
xperiencias dejnnitos anrros.
Os mdicos de todos os paizes as recommeudiujB
pela sua efficaeia.
VENDE-SE
KA
Pharmacia e drogara
BARTHOLOMEU 4 C
Ru34a larga do Rosario4
PREPARADOS
PELO
PHARMACEUTICO
Joaqun d \lunida Pinto.
As preparacCes deJurubeba, s5o hoje
vantajosamente conhecidas e preconisadas
pelos mais habis mdicos, tanto da Euro-
pa como do paiz, pela sua eficacia nos
casos de anemia, chloroze, hydropesia,
obstrucc5o do abdomen, e tambem nos de
menstruac5o difflcil, catharro na bexiga, etc.
Vendem-se em porfo e a retalho na ci-
dade do Recife, pharmacia do seu composi
tdr, ra larga do Rosario h. 10, junto ao
quarel de polica.
CARNAUBA
Yende-se superior cera de carnauba em sac-
eas. por preco mai barato do qne em outra qnal- ... ..
P^a? d: i^JSaMf^?'hia te Imperairn mn, duqneza, brancas, pretas e de cores, rpars
n. 60, & Fehx PeretrI da Silva. Aw.e wnbww, a ellas, aates que mdm
Tintura japonesa
Instantnea paratingir os cabellos e a
barba, a 1,5000 o frasco.
E' a nica approvada e recommendada
por ter sido reconhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
A venda em casa de Gustavo Henalin a.
51. roa da Cadeia n. 51.
GAZ GAZ GAZ ~
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C., ra do Imperador, nm carregamento de saz
de primen-a qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho por menos preco do que em outra aaal-
quer parte. 4
FUNDICAO DOBOWMAN
Ra do Rrum n. 5.
Machms de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batidoj fundido.
Rodas dentadas, para moer com agoa,
vapor e animaes.
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assucar.
E outros muitos objectos, etc. etc., pra'
prios para agricultura._____________
Luvas duqneza
A nova Esperanca ra do Queimado n. Si Sea
ba de recebr por este ultimo vapor luvas de Joa

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A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
Q(?)=QDi G)& |)l|l?ilMfflai)2-EL 89
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprietario (Teste estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
pital a vir surtir-se no grande estabelecimento que tem defarendas, tanto damodvcomo
de lei, e as pessoas que negociam era pequea escalla, tanto da praca como do matto-
nesta casa poderao fazer os seas sortimentos em pequeas e grandes porooes, venen-
do-se-ihes pelos procos que se compram as casas inglezas ; assimcomo as excellentis,
Simas familias, podero mandar buscar as amostraste todas as azendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelosfnossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
to iberto constantemente desde s 6 horas d* manhSa s 9 da norte.
O atoalhado do PavSo. AS CAMBRA1AS DO PAVO
Vende-se superior atoalhado de algodSo Vendem-se nissimas pecas de oambraias
com 8 palmos de largura, adamascado a lizas transparentes tanto inglezas eomosuis-
2(00 a vara; dito de linho fazend rauito
superior a 30200 a vara ; guardauapos de
linho adamascados a 40500 a duzia e muito
finos a 80000, e ditos econmicos a 3)5500
Moda.
Fustes para vestidos brancos
a S40.
Vendem-se os mais modernos fustoes bran-
cos flexiveis com padr3*s de listas e de
salpicos proprios para vestidos e roupas de
menino a 640 rs. o covado, na loja e arma-
lem do Pavao ra da Imperatrixn. 60, de
Feax Pereira da Silva.
BABADINHOS *
Vendem-se finissimos bab'adinflos, tiras
bordadas e entremeios, mais baratos do que
em outra qualquer parte, assira como espar-
tilhos dos mais modernos, no armazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
n. 60.
ALTA NOVIDADE
A LOJA. _t>0 PAVAO
Ourgu^j) de seda
Cbegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
ratos gurgures de seda, proprios para ves-
tidos, sendo lisos elavradinhos, com muito
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
linda e de raaisphantasia que esteanno tem
ebegado a este mercado, e vende-se por
preco muito razoavel, na ra da Imperatriz
n. 60, de Felii Pereira da Silva.
CAMBRAIA BRANCA A 30500.
Vende-se pecas de cambraia branca
transparente, com 8 e meia varas pelo ba-
rato preco de 30500, ditas muito finas tanto
tapadas como transparentes 40500, 50000,
60500, 70000 e 80000, assim como organ-
d muito fino tanto lizo, como de listas e
cuadros na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. GO de Flix Pereira da
Silva
ALPACAS LAVRADAS PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavo, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para lucto, sendo
muitolargasepelo barat preco de800rs. o
covado, s na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Cassas inglezas a -140 rs metro
Vende-se urna grande porcao de bonitas
cassas inglezas tanto graudascomo miudi-
nhas e de cores fixas pelo barato preco de
440 rs. ometro,garentindo-se que 7 metros,
do um vestido para qualquer Sra. s na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de
Feiix Pereira da Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 5,5000.
Vendem-se colchas de fusto adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 50,
grande pechincha, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
COBERTOBliS INGLEZES A 40, 40500 E 50.
Vendem-se os verdadeiros cobertores
inglezes, de pura la, pelo barato preco
de 4(5, 40500 e 50, assim como colchas de
fusto de cores, pelo barato preco de 30, na
loja e armazem do Pavo. ra da Impera-
triz n. 60. De Flix Pereira da Silva.
Madapolao enfestado a 8$500
Vende-se superior madapolao enfestado,
sendo muito encorpado, para carnizas, e
tendo cada peca 24 jardas, pelo baratissi-
mo preco de 80500, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60. De Flix
Pereira da Silva.
ROUPAS FITAS
Na loja do Leo da porta larga

CHAPELINAS
ULTIMA MODA
Chegaram para a loja do Pavo as mais
ricas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfeitadas, com eafeites e fitas de
setim e de todas as cores e cora ricos bicos
de blond e as mais lindas- e finas flores,
vendendo se cada urna pelo barato preco de
150000, garantindo-se serem muito mais
bonitas do que outras que se vendem em
outras partes a 200 o 250, e entre ellas
ha mais do que um modello, tambem tem
inuitas de pratinho, proprias para mocas e
meninas, isto na ra da Imperatriz n. 60
loja do Pavo, de Flix Pereira da Silva.
Explendido sortimento de
roupas feitas .
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com- um,*sendo fazenda que sempre se vendeu
pletamente sortido das melhores roupas, a 70 e 80, isto na loja e armazem do Pa-
sendo caigas palitots e coletas de casemira, V50> rua da imperatriz n. 60. De Flix
de panno, de brim, de alpaca, e de todas pereira da Silva.
as mais fazendas que os compradores pos-, Ag g ooo varas a 500 rs
sam desejar. assim como na mesma loja Vendem'_se as verdaderas cambraias
tem um bello sortenlo de pannos casem- francez3S) Mm ,indo8 padrees e cores fixas,
ras bnns, etc etc. para se mandar fazer uaQ ^ dag etrangpar8ntes p^ ^rato
qualquer peca de obra, com a ma.or promp- de ^ ^ ffi
Udo vontade do freguez, e nao sendo v
obrigados a acceita-las, quando nao stejam
sas tendo mais de vara de largara, pelos
procos de 50000 at 100000 a peca, assim
como flnissimts orga'ndyg branco liso que
serve para vestidos debajles, por ser muito
transparente a ItfOOft/fc vara, na loja do
Pavo ruada Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Alpacas lavradas
Chegaram pelo ultimo vapor asmis mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a 10000, o covado,
ditas lisas tendo tambem cor de canna a
800 rs, ditas mescladas nsito finas a 1:200,
o covado, e outras muitas fazendas de gosto
e moda que se vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, rua da Imperatriz n. 60. de Flix
Pereira da Silva.
Roupas para homein
Vendem-se superiores palitots de panno
sobrecasaoos ferrados de alpaca e de* seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguilo, ceroulas francezas de linho eal-
godao, meias cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de la, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes que sero servidos
cora a maior promptido o muito mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
na rua da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores e maioros cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par at 250000 rs,
isto na rua da Imperatriz n, 60, de Flix
Pereira da Silva.
Cretone para lenqes com 10
palmos de largura a 2$,
Acaba de chegar esta nova e excellente
fazenda branca propria para lences de um
s panno, garantindo-se que um metro e
urna quarta ou um metro e raeio d um
excellente lencol de um s panno, assim
como esta boa fazenda tambem muito
propria para toalhas de meza, rosto etc. e
outros mysteres e vende-se pelo baratissi-
mo preco de 20 cada metro.
MOZAMBIQUE PARA VESTIDO A 500 RS.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento dos mais bonitos mocambiques
proprios para vestidos com as cores mais
modernas e que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado.
ALPACO DE CORDOPARA VESTIDO A 15
Chegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, sendo de cordo e com mais
largura do que a alpaca, com as mais lindas
cores, como sejam Bismark, lyrio, perolas,
roxo, cor de canna, magenta etc. e vende-
se pelo baratissimo proco de 10 o covado.
ESGIAO DE LINHO DE 12 JARDAS A 10$.
Vende-se pecas de esguio de linho, fa-
zenda superior, com 12 jardas cada pega, a
100000.
NOVIDADE

Loja do Pavo.
GURGURUES PARA VESTIDOS A 1,5000,
O COVADO.
Chegaram os mais modernos gurgures
para vestidos, sendo de todas as cores, como
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola,
rxo & & tendo quasi quatro palmos de lar-
gura e vende-se pelo baratissimo preco
de 4(5000, cada covado nicamente no ar-
mazem de Flix Pereira da Silva, na rua da
Imperatriz n. 60.
Grosdenaples preto
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, sendo de 20000 rs. o
covado at 4)5000 rs. garantindo-se que
n'este genero ninguem tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que em outra
qualquer parte, na^rua da Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira d Silva.
A 20, OS BALES DO PAVAO..
Vendem-se superiores baldes america-
nos de trinta a quarenta arcos, tendo as fi-
tas bastante largas, sendo muito fcil trans-
formadlos para outro qualquer novo modelo,
e liquidam-se pelo barato proco de 2$ cada
PAREDES PORTO.
Rua da Imperatriz n. 52, junto aloja de ourives.
N'este estabelecimento se encontrar rua da Imperatriz n. 52, loja do Paredes
sempre um cempleto sortimento de roupas Porto.
feitas de todas as qualidades. Como se-1 Neste estabelecimento encontrar o respei-
jara: paletots de alpaca, de merino, de tavel publico um completo sortimento de
casemira, bombains de panno preto, fra- fazendas e roupas que, se vende pelos pre-
ques e sobrecasacos de brins de cores e eos seguintes:
FAZENDAS BRANCAS,
Madapolao de diversas qualidades e pre-
~ T1500
pardos.
CAMISAS E SIROULAS.
Encontrar sempre o reSpeitavel publico eos commodos, cambraia de 3,5500
um bonito sortimento de todos os nmeros, e 50, ditas victorias de 50500 a 120, pecas
de cassa liza o mais fino que ha no merca-
do a 9,5, 10(5, 120. com 12 varas, e vara
de largura
SEDAS DE LISTRAS.
ALTA
pieco
vado, sendo fazenda que ninguem vende
a por menos de 7 ou 8 tusioes, e liquidam-
SrSTJSiSST-JSS'. A Por este tarato preco, por feito
urna avultada compra, na toja e armazem
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
hnho e algodao e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-liie muito mais barato do que em
outra quakraer parte.' Na rua da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
PAVAO.
Vende-se urna grande quantidade de re-
tamos de chitas e cassas pretas por proco
muito barato,e quanto maior for a porco
que o fregu comprar, mais barato se lhs

vender na roa da imperatriz o.
lix Pereira da Silva.
do Pavo, rua da imperatriz n. 60. De
Flix Pereira- da Silva.
Grande exposi$to
DE
CASEMIRAS DE CORES NA LOJA DO
PAVO
Chegaram as mais bonitas e mais moder-
nas casemiras de cores proprias para calcas
coletes e palitots, tendo at das mais finas
que tem vindo ao mercado com fios de seda
e vende-se mais barato do que em outra
qualquer parte, por baver grande sortimen-
to de varios procos, na loju e armazem do
90 de Fe- Pavo, rua da Imperatriz n. 6b, de Flix
Pereira da Silva.
MEIAS CROAS.
Sortimento de todas as qualidades, de
35 fti5*assim como tambem sortimento
de lencos de linbo brancos e com barras
de cor, chinezes, bonitas grvalas pretas e
de-cores. Rua da Imperatriz n. 52, por-
ta larga.
PARA ACABAR,
Urna grande porco de calcas ordinarias
para trabalhe a 640 800 rs. cada um par,
pechincha na loja do Leo junto a loja de
ourives.
GRANDE PECHINCHA,
Cassas he cores a 160 rs. o ovado, na
160 RES O COVADO
Chita preta pelo barato preco de 160 o
covado aa rua da Imperatriz n. 52 na loja
que tem um Lelo pintado.
PANNO DE LINHO
Paredes Porto receben um sortimento da
pannos de linho, com 27 varas a peca e
17,5000 e J80000, na rua da Imperatriz n.
52,junto a loja de ourives de forta larga.de *****
Paredes Porto.
LENCOS DE LINHO
Vende-se lencos brancos de linho a 3<5,
a duzia para acabar na loja de Paredes Por-
to. Rua da Imperatriz n. 52 loja da porta
larga que tem um Lelo pintado.de Paredes omento completo a preco ommodo.
Porto. .
No armazem do Leo, rua da Imperatriz n. e 62, junto a loja de ourives.
Recebeu-se um bonito sortimento d'esta
fazenda que se vende a 2)5500 o covado.
CHITAS.
Vende-se chitas escuras a 280, 300, e
320 rs. o covado.
GUARDANAPOS
Vnde-se esta fazenda de linho, faaenda
boa a 4^000 e 5-5000 a duzia.
MEIAS PARA HOMEM
Sortimento de meias inglezas para ho-
rnera a 40800 50800 e 60800 fazenda boa.
THOALHAS
Sortimento de toalbas de pelucia a 110
a duzia.
LENCOS BRANCOS a 20200
Para acabar lencos de algodao a 20200
20000
Vara de bramante de lmho superior e
tem 10 palmos de largo.
CALCAS* COLETES.
Tem sempre no mesmo sentido umaor-
11-RUA DO QUEHTADO--11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capella para noivas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer outra parte.
SAHIDASDE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais unao.
BASQINESde renda pret'a, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante. ,
CHAPEOS J)E SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALOESbrancos e de cores para senhoras e meninas, esparlhos, saias bor-
dadas, e saias de la com barras de cor.
GORGUROde seda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, grincezas, bombazinas pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
CAMIZASde linho para hornera de diversas qualidades, camisas ooraaas
para noivos, sobretodos, capas de borracha brancis c pfeta, brim de cores e branco,
panos finos e casemiras pretas e de cor por commodos precos.
TAPETESgrandes e pequeos para sof e cama, tapete e alcatifas em pecas
para sallas, e continuara sempre a vender por mdicos precos as esteihas da india para
saixas.
J0J*JS|^'14


i*8.
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lain
Tintura iudelevel para tingir os cabellos,
sem manchar a pelle.
A bem conceituada agua-florida d Guis-
lain que enlo era des:onhecida em Per-
nambuco, j boje estimada e procurada
por seu efficaz resultado, e ainda mais se-
r, quando a noticia de seu bora effeito e a
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-florida de Guislain composta ni-
camente de vegetaep iaoffensivos, tem a
propriedade extraordinaria do dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estiverem bran-
cos, e lhes restituir o brilho perdido, e as-
sim como preservar de embranquecr, sem
ser prejudicial de modo algum.
E' porm necessario fazer conhecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soas talvez supponham, miis sim ser pre-
ciso fazer uso u'elia, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
rua do Queimado n. 8,
A Aguia Branca, contando com protec-
Co de sua boa freguezia, tambem capricha
em nao lb'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honram, e em prova ao que fica dito, d
como exemplo (o explendido sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
do-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Haja vista aos necessariea livros de
e orajjo, obras de apurado gosto e
Cao, tendo; com capas de madrope
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos con ditas de raarfim igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros imi-
tando cbaro machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guarnico, dourada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Assim como.
Grande e bello sortimento de leques
todos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas vollas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abortas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodo, alvas, e
cruas para meninas e senhoras.
Luvas de fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, mulheres e
meninos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-meios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
Afinis e collares Royer para creancas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestinbas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixiobas de vidro enfeitadas
cora pedrag, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseisoubunecas para poz de arroz.
Nevos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Ciatos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras notas e bonitas.
| O cordeiro previdente
Rua do Queimado a. 18.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que elfeetivamente est provida a
loja do Coixleiro Previdente, ella acaba de
receber lun outro sortimento que se torna
notavel pela vaiiedade de objectos, superiui i-
dade, qualidades e commodidades de pro-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previd#rte pede
e espera continuar a merecer a apreciaco
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaco do
asseio da tocca.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maioros e menores, cora
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente,
outras qualidaoes.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de dik
ferentes tomanhos.
Sabonctes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos eem figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas'de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumirias, muito proprias para pre-
sentes. ^
Ditas de papel5o igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaris linas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composico de
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
Cas.
Opiata ingleza e francezapara dentes.
Pos de camphora e outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental deKemp.
Ainda mais coques.
Um outro sortimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com fllets de vidrilhos.
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivellas e Otas para ciutos.
Bello e vanado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador:
FLORES FINAS
O que de melhor se pode encontrarnes so
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para viaffem.
Bolsas de tapete ecarteiras de couro, por
precos commodos.
Chapelinas de palha da Italia mui bem
enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
gbsto.
E assim muitos outros objectos que se-
ro presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a rua do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O (bfdeirp Previdente rua do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
todo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de gallees de la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va.
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos e apreciados; compareco pois os pre-
tendentes que sero servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e rendas de
guepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homen'
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
rua do Queimado n. 16.
Rua do Queimado n, 49 loja d
miudezas de Jos de Azevedo,
Mata e &!vq.conhecidopor Jos
Bigodinho.
Est queimando os objectos abaixo declarado
polo diminuto preco, a saber :
Frascos com agua de Colon* verdadeua a i*.
Garrafas com agua Florida verdadeira, que se gi-
rante a t200. s -,-
Pentes para regacar amello de meninas a JZ""-
Thcsouras muito linas para unhas e costurasi
Tintciros cheios de tinta muito preta a 80, 100, iW
e 400 rs. ,.
Varas de franja branca de linho, para toalnas a
100 rs.
Caixas de phosphoros de segnranca a 20, O e
160 rs.
Navalhas de cabo de maime que se garante
quahdade a 2.
Libra de laa para bordar a H.
Peca de fila branca elstica muito superior a 200
e 300 re.
Novellos delinha branca cem 400 jardas a 60 r*.
Resmas de papel de peso liso muito fino a 2J5DC
Latas com superior banha a 200 e 400 rs.
sCaixasom seis frascos de cheiro muito nno
o 800 r >aAn
Caixas com dofce frascos, fazenda s boa a i#200
e 2*500.
Frascos com superior oleo filocomc a 500 rs.
Catangas de sabao transparente muito bonito fi-
no a 240 rs.
Duzia de paos de pomada do Reino, da metaor
qualidade a 240 rs.
Pecas de tiras bordadas moho finas a 500, 600
800 rs.
Ditas de babadinhos com dez varas a 600 rs.
Carriteis de linha de todas as cares, para acaba
a re.
Garrafas com agua divina a 1*500.
Frascos com superior macaca perula a 320 rs.
Caixas de vidro com doze didaes, que s a caixa
vale dinheiro a 200 rs.
Ditas de madeira com alineles, o que ha de me-
lhor a 320 rs.
Grosas de boloes de louca, lisos e bordado
1G0 rs.
Caixas redondas para rap emittando tarKtrup
i IX).
Pecas de fila para eos da melhor qualidade a
Escovas para limpar dentes, fazenda que s a vis-
ta a 240 rs.
Dilus para limpar unhas de superior qualidade a
500 rs._______________________________
GENEB1US.
Vende-se genebra de Hollanda ,a mais
pura, christalina c de excellente palladar
que tem apparecido no mercado, em boti-
jas e fraseos.
Genebra de laranja, superior c verdadei-
ra de Feckee.
Genebra de lima superior, nunca vista
neste mercado, de dejjcioso paladar e re-
frigerante ; excellente para a estaco cal-
mosa : no deposito da rua do L ma n. 30,
em Santo Amaro nico lugar onde a en-
contraro pura c peritamente fabrirada.
Os precos destas genebras sao incontesta-
velmente mais baratos que em qualquer
outra parte. *
Vende-se anas meias aguas" acabadas de
novo, chaos proprio, em S. Amaro, na travetsa
da rua do Lima por traz da fundieao, ambas por
1:500*000, renden 13*000 por mez: quem pre-
tender dirija-se a venda de Antonio do Rogo Me-
deiros defrontc do desembarque, que dir quem
o vendedor.
Barato que admirar
Manteiga ingleza flora 1*400 a libra, dita fran-
ecza a I*, chmiudo a 3*100, dito graudo a 3*,
caf a 220 rs., sabao a 180, alpista a 240, arroz a
100 rs., passas a 440, dem quartos com 6 libras
por 2*200, vinho a 400 rs. a garrafa, azeite doce
de Lisboa a 900 re., caixinhas com amcixas, pas-
sas, figose peas, proprias para mimos a 1*006,
latas com doce a 500 rs. : s na esquina da ru
da Penha n. 8.
Scbonete de alcatrdo.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tao boa
acceitaco tem merecido n'es:j provincia,
muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu A C,
34rua larga do Rosario34.
BOA PINGA
do Douro
Em casa de Flix Pereira da Silva, ama da Im-
peratriz n. 60, vendem-se barris de 5o c 10 cora
puro vinho do Douro, garantindo-se que nao tero
confeica;i alguma ; neste genero o melhor que
em viudo a este mercado, e muiio proprio para
usar as horas de comida, e vende-se por prec, i
razoavel. na loja do Pavao._______________
. Senborinlia Germana do spirito Santo vendo
una casinha de taipa com cobprla de telha, <
chaos proprios na estrada que vai para Beber:'v
denominada Reberibe de baixo, assim como alia-
ga ou vende o seu sitio na mesma estrada poi's
tem bastante commodos, fruteiras o cacimba. A
mesma vende tenas do seu sitio no Arraial a
1*000 e 1*500 opalino. Vende mas ps de fruc-
teiras, pequeos, como sejam: sapotas, larangeira.-,
linv iras, sidra, pinheiras, e outras: quem preten-
der dirija-se a rua da Concordia a voltar para ru;i
de S. Joo n. 108.
Vende-se um terreno na povoaco de Bebe-
ribe, na estrada da Cruz para o porto da Madei-
ra. con: 125 palmos de frente, e fundo com 2,000
palmos, pouco mais ou menos, bota o fundo pan
o rio ; tambem se vende metade : quem o quizer
comprar dirija-se. a rua nova de Santa Rita, ser-
rara n. H, a qualquer hora do dia.
ESCRAVOS FGIDOS.
XAROPB PECTORAL BRASILEIRO
DE
PONT A III IHIC tllt \
COMPOSTO E PREPARADO
Pelo phar Aaceatlce
Jos da Cruz Santos.
Esta planta cujas virtudes medicinaes
existiam desconhecidas para a maior parte
dos nossos facultativos, devendo-se a sua
descoberta ao uso que d'elle faziam os
nossos indgenas que menoscabavam com
a sua applicacao de todos os soffrimentos
pulmonares, hoje conhecido como o me-
dicamento mais efficaz para a cura de as-
thma, bronchite^ coqueluche, penemonia,
e at a phtysica, produzindo um effeito mi-
lagroso e prompto.
Para um adulto 3 4 colheres de spt
ao dia puro ou em cosimento peitoral.
Crianzas, 4 colheres de cn.
Preco 24000 o frasco.
Pernambuco, rua Nova botica n. 81,
Pennas de ema.
Veade-se rua do Queimado n. 13, primeiro
apdar.
Vende-s*' um escravo, offleial de ferreiro,
vindo ltimamente do norte : no escriptorio de
Joaqoim Jos Goncalres Beltrao, rua do Trapi-
chean. 17.
100$ de gralilicafo
Fugio uo dia 11 de Janeiro do correntc anuo,
do engenbo Balalura, freguezia da Escada, o es-
cravo pretat erioulo, de 24 annos de idade, cha-
mado Marceljno, que foi do Sr. Joao da Cunda
Pereira, cujo escravo esteve no deposito gcral,>
tem os signaes seguintes: alto, secro do eorpo'
rosto muito marcado de bexigas, falla de dentes
na frente, cor preta, sahio de chapeo do chile, pa-
leto! e calca de castor, levando um bahuzinho de
flndres com mais roupa, e suppoe-se estar na
freguezia do Cabo : quem o apprehender leve-e
ao dito engenho, ou rua da Senzala-nova n. 38,
escriptorio do Sr. Bernardino Poutual, qne rebe-
ber a gratificaco cima.
Fugio de bordo de palhabote nacional Ama-
ro, um mulato claro de nome Justino, estatura re-
guiar, cbelos carapinhados e meios ruivos, pouca
barba, tem urna pinta preta no canto do olho direi-
to e um talho as costas ao mesmo lado,; levon
vestido camisa de chit com listas verdes, e usa
de urna cinta com borla encarnada para apertar
as calsas, e natural de Santa Anna do Matto na
provincia do Rio Grande do Norte, para onde talI vii z
queira ir, tambem muito desembarazado no fal-
lar. Recommenda-se mesires de barcca ou
a qualquer pessoa que o agarrar, e levar a rua
do Trapiche n. 4 ou a bordo do referido navio que
ser generosamente gratificado.
Acha-se fgido desde domingo de entrado o
moleque de nome Tito, com 21 annos de idade,
estatura regular, olhos afumacados, com todos os
denles, esperto e bem fallante, tem no estomago
urna cicatriz do urna queimadura pequea, tem
um dedo da mo direita aleijado em consequeneia
de um pauaricio ; e o p esquerdo mais grosso
do que o direito : quem o apprehender leve o aos
Afogados, casado Dr. Jos Roberto de Moraes.e
Silva, que indicar a casa de seu senbor. que re-
compensar generosamente.
Fugio do eugenho Guararapes um mulato de
nome Alfonso, alto, olhos amortecidos, cor bastan-
te retinta, ps grandes e chatos, vestido de c
de brim branco c camba branca, o qu
sido visto aqu no Recite: pude-se aos <,P',**S d.e
campo que o peguem e leve i travessa do Que-
mado n. 3, ou ao referido engenho, que se recom-
pensar generosamente.


St


8
Diario IirrERATTOA.
lo pi*^j[pe#s0
REUN1O LUTERANA PCBLICA
Discurso do Sr. Laboulaye
(Contipliamo.)
. Parece-me, porm, que hoje, sob o im-
perio da idea do progresso, o modo de en-
erar a vida differento ; que j nao exis-
ta esse caminho que leva ao P'^P1-
nnis cm limar desse, ha urna estrada que
'if urna montante*, donde se veo
Jo? p/sar de um pal outro hemispher.o,
o onde o por do sol inda urna au-
T'vida ir.teira toma um outro carcter,
sabendo-se que, a cada passo embora to-
mos aliuns diasatraz de nos, adiantamo-
nr.Vno caminho da virtude e da verdade.
Conga de amaldcoar a vida, eua bemd.re.
dizendo: reanca. tu quo -comecas a viver,
cercado das caricias e amor de tua mai.
abeaeda o co, que te fez nascerem um se-
culo, que deixa no passado tantos das de
provaco; tu vais encontrar nao smente
urna mstruccao melhor, como tambem urna
sociedade, que te guiar os paseos como
outra mi carinhosa. E tu, mancebo, ca-
niiuha sem receio, que encontrara a ou-
i.lice vereda, que Hercules encontrou, que-
rendo de um lado arrastal-o a virtude. e
do outro a voluptuosidade. Tu porteras
escolhcr entre as paixoes egostas, que te
separarlo do resto dos liomens, e essa es-
trada di virtude que nao outra cousa
mais do que o caminho da amisade, da
aTeico e da dedicaco. Caminha, man-
cebo, por mais humilde que sejas, porteras
ser util a patria e aos homens que tem a
uecessidade de sentir um braco amigo que
o ampare, um coraco que saiba estrenar
outro coraco. E tu, vario em plena
mee da tua Corea c Caculdades, no.havera
mais miserias que demandem soccorro,
nem instrueco que precise ser derramada?
Tu os rico, feliz, tens urna reputaco Ceita ;
aproveita essa feputaco, e da situaco em
que te achas, % estende sempre a mao,
abrindo ao mesmo lempo o coraco. Ha
liherdades a defender, e irmos que querem
a tua alhanca. Se a patria te chama, escuta-
lhe a voz; se a verdade te implora, res-
ponde voz da verdade. Caminha para
Trente nao te inquietes do futuro.
E ao velho ? Biro que elle cliegou as
bordas do abysmo, ao inevitavel e triste
fin da comedia. Pois bem! a velhice (e
eu posso fallar com conheciinento de causa),
M me adra nessa idade em que, na phrase
de lossuit. sente-s j a sombra da morte,
e, entretanto, cu nada temo nem receio
do mundo: niuguem inais me dar a mo-
cidade extincta, nem os amigos perdidos, a
nem companheiros desfallecido ao longo do
caminho. E todava eu teuho o coraco
cheio de esperanza : nSo se passa um dia.
no qualeu nao possa ser util. So hoje eu
; iver despertado cm vos urna paixo nobre.
0 amor da patria e da liberdade, terei por
ventora perdido o meu dia ?
.Qae importa que eu esteja velho; essa
urna conta que eu ajustarei com Deas, e
emquanto espero esse momento, trato de
servir aos homens.
Quando chegar o ultimo momento, eu
experimentare"! o mesmo que, por tantas
vetea tenbo sentido, nessas bellas noites do
outomno, em quj o co est semeiado de
mundos infinitos. Nao, a vida est derra-
mada por toda parte, e iinpossivel que
Deus, mitaco de um inhabel operario,
deixe a razo do hornera engraiidecer-se e
(ortificar-se, para destruil-a, quando elle
toca a urna maior grandeza. Nao, eu
tenho couanca de que, alem do mundo,
ha nin progresso infinito de liberdade, de
verdade e de amor, e por isso eu digo
i > de fe : Meu Deus, eu me Entrego
em las mos paternaes, tu nao mi ampa-
raste a travs de tantas b rascas, e nem
um dsta tanta sede da verdade, e amor
pela luz, para enganares-me no momento
supremo, afagando-me no porto!
A optfc-;i c as artes
Ha urna sciencia da msica ; nao se pode
dizer que baja u;na sciencia da esculptura,
da pintura nem das bellas artes em geral.
Tem a barmoni i regras estrictas que se
transmitem as escolas ; descobertas em-
pricamente, porque correspondem a sensa-
ces que toda a gente pode ter,-sao essas
regras justificadas hoje pela sciencia, e nes-
la mesma Revista j mostramos como o
Sr. Hehnholtz. depois de suas grandes
descobertas acsticas, emprehendeu dar urna
theoria arrasoada de todas as leis da har-
mona. Por urna estranha contradieco, a
FOLHETIM
OS DB.UL4S DE YEM
POR
jSlie Berthet.
mn< bedei* melhor que todas as
outras artes hupinieo lyriea, rpida,
intima como o pensanento, caprichosa como
o sonho, ao mes no tempo a nica que
se sojeita a formas definidas, a movitnentos
regulados* a que ten um verdadeiro cdigo
do bello. As outras artes tambem profti-
ramobeHo, mas toi apalpadelas.
A architectura taivez a nica que se
pode comparar msica no sentido de sup-
ortar a tyrannia dos estylos e os mdulos
de proporcao. Entre os gregos principal-
mente; lia acoeitava regras tradiccionaes, e
tornou-se uina especie de geomelria gran-
diosa.
A esculptura reconlicci a tambem um
canon para as proporcesdo corpo humano;
na o obstante, o artista encontrava neMomais
um auxiliar que um freio, e a sua phanta-
sa dava ao marmore as formas brandas e
;t> inflexoes infinitas da vida. A pintara
mais limitada em seus meios, pois que> est
reduzida a figurar todas as cousas n'um
plano nico; em compensaco pode dar
aos olhos os encantos da cor. Por isso
ella a arte creadora e drama por excelleacia:
d-nos todas asillusQes. a commocao vaga,
inooifccientica, e por |assim dizer,sem forma
que sentimos em Cace das scenat do mundo
inanimado, bem como os ardores heroicos
ou religiosos, os terrores, os xtasis, as per-
turbaces,que agitom incessantemente a al-
ma humana.
Os gregos, que tinham jo viva intuico
do bello, advnharam que* elle sujeito a
leis: nos damos ainda o nome de esthetica
ao estudo das relaces misteriosas que
existem'entre opensamento do artista ea ex-
presso malirial desse pensamento; mas p-
de-se dizer que a esthetica seja urna sciencia
pela mesma razaoque a harmona musical?
At aqu ella nao tem sidomais que a crit'ca
mais ou menos engenhosa das obras de
arte; explica com mais ou menos proCun-
didade as.correspondencias entre a arte e o
genio dospovos, entre o symbolismo mate-
rial, que se exprime pelos edificios e esta-
tuas, e a C religiosa e moral; mais inter-
preta do que aconselha, sent mais do que
raciocina. Nao tem le definida, nem Cor-
mola acabada.
A msica, comparada s outras artes,
destingue-se principalmente por urna diffe-
renca capital: ,pormittam-nos a phrase,
urna forma dynamka da arte ; a esculp-
tora, a pintura ea architectura sao as Cor-
mas staticas. A primeira usa effectivamen-
te de um elemento que Calta s ultimas,
quero dizer o tempo; a sua obra nasce,
estende-se, desenvolve-se, toma urna espe
ci de vida. Urna symphonia um drama
que tem comeco, meio, e fim ; o pensa-
mento do ouvnte levado pelo movimento
dos sons, prende-se nao s meloda, mas
tambem a cada urna das vozes secundarias
cuja harmona feita pelos coros; os papis
mudam constantemente, cala-se um instru-
mento, sa outro no lugar delle ; o rythmo
ora se demora ora se precipita. A alma
volteia de algum modo cima das ondas
sonoras, como as aves do mar embalndo-
se na vaga caprichosa ; prazer delicioso,
que nos permitte acompanhar os nossos
proprios sonhos atravez da tella fluctuante
e transparente da harmona. Nao se pode
ouvir duas vezes tal pedazo de Beethoven
ou de Mozart com emocoes idnticas, pois
que se opera sempre um consorcio mystico
entre o pensamento do mfstre e o nosso
pensamento, errarte, fugaz, hoje mais Corte
e mais gil, amanha mais lnguido. O que
ha pouco nos pareca um grito de alegra e
de triumpho nos parecer algum da urna
anteara ou urna rizada irnica: as mesmas
melodas podem embalar as nossas alegras
e dores, agitar as nossas esperanzas e re-
cejos, responder aos suspiros dos nossos
amores Celizes e irritar as Ccridas do deses-
pero. A msica a arte ideal por excel-
encia ; nao urna lingua positiva, analyptica.
nao se presta como as Naguas falladas, aos
raciocinios e deduccoes ; entretanto tem j
alguma cousa de urna lingua, a expresso
viva, animada, mobil, ainda que vaga, de
todos os sentimentos humanos. *
A obra das outras artes toda asttica ;
os palacios, os templos, as estatuas, os
quadros, exprimera tambem um pensamen-
to ; mas esse pensamento ffto, immuta-
vel. A esculptura. ou a architectura traba-
Iham ou pelo menos acreditam trabalhar
para a eternidade. As obras primas da pin-
tura sao mais frageis; mas nao mudara na-
da, se o tempo respeitasse a sua fina epi-
derme de cores como respeta os robustos
alicerces de podra, ou os contornos do
bronze e do marmore. As artes estti-
cas s poderlo dar urna expre3sao nica,
definida : por isso que escapa a toda a
obscurdade; tem a clareza da evidencia;
fere o pensamento como o sol fere a vista.
Nada equivoco nem arbitrario; nenhuma
nuvem deve haver entre o artista c o espec-
XVIII
Conscquencias de una cvasio.
(Continuaeao do n. 92)
Terminada a refeicao, tratou-se da par-
tida, porque Miguel receiava a todos os
momentos ver apparecer o bando dos for-
rados, capitaneado pelo Rongou ; no em-
tanto banliou o rosto do pai e o seu com
um pouco de amonaco por causa das mor-
deduras dos insectos, e depois dealgumas
abluces na agua fresca do ro, e tendo
consultado previamente a bussola, embre-
nharam-se na floresta.
Foi penoso o transitado dia, posto que
nao fosse assignalade por acontecimento
algum triste. S urna occasio, na passa
gem de um pantano, Miguel, em resultado
da descarga elctrica de urna d'essas mons-
truosas anguias chamadas gymnotas, esteve
prestes a cahir fulminado, sendo-lhe neces-
sario bastante tempo para sabir do entor-
pecimento motivado por aquelle singular
successo.
A' noute, quando pararam para acampar,
acharam-se n/uma situacao nao menos
triste do que. na vespera. Decididamente
Bertomy nS e pernas eram nteiramente urna chaca A
ultima parte do dia ievra-a elle a gemre
sem cessar, e por algumas vezes Miguel teve
de earregar com elle *s costas. Para cu-
mulo de desgraca, nao tinham nada para
comer, achando-se ameacados de urna pe-
nuria tao cruel como nos dias anteriores.
Fizeram^alto n'uma d'essas vastas plani-
cies tantas vezes descriptas. Apresentava
esta bastantes pocas de agua estagnada,
que oceultavam jacars, gymnotas e tarta-
rugas, porm a raaior parte das lagoas
eslavam dessecadas e o lodo endurecido
permittia que se camnhasse por cima sem
grande difficuldade. Havia, comtudo, falta
absoluta de arvores, e foi com grande custo
que Miguel deparou com um basti de
bambs para estabelecer o acampamento.
Escusado era, pois, pensar em fazer ca-
baua como n'outras occasioes, e o surdo-
mudo, depois de accender Cogueiras, limi-
tou-se a arranjar uroa carnada de hervas
seccas, em que seu pai se deixou cahir
extenuado de dores. Em seguida, queren-
do aproveitar os ltimos lampejos ao dia,
dispoz-se a ir procurar algnm aljmento
preoccupato desptica e sem cessar renas-
cente da vida dos bosques.
Divagou por algum tempo sem encontrar
nada. Um numero consideravel de aves
aquaticas esvoacavam por sobre os campos,
soltando desordenados gritos, e Miguel
lembraVa-se de que bastava a carne do
um s d'aquelles volateis ^)ara restituir o
vigor a seu infeliz pai, porm nao podia
empregaivconlra elles mais do que urna
carga de chumbo da sua pistola. DesCe-
chou tom as aves, mas o proiectil nao li-
nha a Corea precisa para atravessar as es-
pessas carnadas de pennas das robustas
aves^pie conli.iua*am voando e provocando
o calador com os seas estridentes gritos.
O surdo-mado iffligia-se : o tempo roa-
va, ia Cechar-se a noute e elle sem obter
cousa alguma com que soccorrer sea pai,
que se definhava mingoa.
De repente sobreveio-fte ama idea:
1 iil ir. A obra d'arto fica eternament belTa.
eternamente noa, exj)re36oemp>et||e se-
rena de um penaamanto -irangral. EstSo
condensadas nalla as deas qua era corto
momento e em certo paiz, suujugarm tal
povo ou tal uomem.
A msica vaga, lluctaaole-, arraataa aN
ma para o Cuturo ; as outras artes lancaw-
n'a forjadamente para o passat* Se
menos os instrumento do que as ts^temu-
nhas das civilisae's. O templo,opalario,
seriam if..'omprehensiveis, se o ofcar n>
reconllecesse deprimoiro lance os jamb-
los familiares da fe roligioca e do poder p i-
litico. E' mister que a pintura e a esculp-
tura representem individuos ou typos co-
uhecidos, scenas que se explica^ de si
mesmas, em que ludo se coraprehende, as
personagens easpaxSes; o painel e es-
tatua devem, sem precisar comentarios,
evocar e fazer surgir da alma *s recorda-
coes mais intimas c proun las, as mais
car% ao ser interior. -
A esculptura nao pode pintar a paixo
humana em aeco, no estado de combate
o de luta ; mister que represente um mo-
mento supremo, que offereca aos cdhos o
resumo da poJxSoj)m vez dos esforcos dffi-
ceis c das repartcoes caprichosas. Ainda
assim nao acha o seu verdadeiro poder se-
na i quando offerece ao bomcm unia huma-
nidade ideal, capaz ainda de dores ede ale-
gra, mas sabendo conter as suas dores e
mpr s suas alegras urna directa seren-
dade. Como Jutaria ella por outro'modo
com a menor vantagem contra a vida real ?
Coma ousaria por a sua obra muda, immo-
vej e sem olhar em face da creatura ani-
mada, sempre eloquente, sempre cmmo-
vida, sempre tocante ? N5o, j nao sao ho-
mens, csses personagens grandiosos que
os seculos legam uns aos outrosjenvdlvidos
em urna belleza sem mancha e em seu re-
pouso solemne. O ciuzel dos esculptores
antgos, por secreto instncto, deu-lhes pro-
porcoes sobrehumanas. S algun^ soffrem;
mas a sua mesma dor tem nao sea que gran-
deza stoica. A mor parte destas figuras,
calmas, magestosas, tornam-se as profun-
didades do nosso pensamento, as imageas
de urna humanidade oris forte, mais feliz,
mais pura.
A pintura nao* representa as paixes de
um modo tao abstracto: tem maior liber-
dade, meios de expresso raa numerosos,
pode mover Um numero indefinido de per-
sonagens, mais dramtica, mak vivarmas,
as scenas que intenta rejuvenescer, leve
tambemapanhar o ponto culminante, arise.
E' mister que todas as coatmoroes, to-
das as ideas tomem posicopor um instan-
te em face do artista, e q*je, ao deseiuDl-
vimento do drama, esses instantes seja aquel-
le em que a aeco mais capaz de com-
niover, admirar, instruir.
Na vida do Christo, por exemplo, para
sempre nos mesmos episodios, dirige-se a
recordar,oes que se tornaram urna parte da
nossa natureza. A Santa familia, as sce-
nas lamentaves da paixo, a Adorago dos
pastores c dos magos, assumptos sempre
antgos e sempre novos. Riphael nunca se
cancou de pintar na Virgem a maternidade
casta, no berco de Jess a infancia de um
Deus. A pintura nao pode fazer mover,
andar, fallar os seus personagens; com um
s olhar, urna sonsaco nica, exprime de
algum modo uraapirco de pensamentos e
sentimentos. Bastara isto para demonstrar
que o seu verdadeiro carcter c o ideal,
e eu dira at symbolco; a afte exprime
outra cousa mais do que a verdade de um
instante; nao franqucia s urna aberta fu-
gitiva da realidade, pe em traeos inaltcra-
veis a obra complexa da vida.
O carcter ideal da arte nao resulta s-
mente da sua essencia, de sua impotencia
em por o tempo a seu servico e em crear
obras mudaveis; resulta tambem da analyse
das servides materiaes a que est condem-
nada.
Estudando oolho e a vizao, j tvemos
occasio de mostrar quanto os instrumentos
das nossas sensaces sao imperfeitos; mas
em compensaro com que maravilhosa ha-
bilidade o espirito interpreta as sensaces,
fa-Ias servir a todos os seus designos, e ar-
ranca-lhes um conhecimento cada vez mais
completo e seguro da realidade. A arte d
anda um passo; com auxilio dos meios
mais insuficientes, dos materiaes mais in-
comraodos, crea obras que rivalisam com
as da natureza, e consegue communicar-lhc
urna especie da vida propria. Quanto mais
a gente penetra no estudo da natireza,
tanto mais v que nao conhece as cousas
em sua essencia; v-se smente atravez
das sensaces; estas sao os symooio3, os
signaes de certas realidades que ficam sen-
do eternamente abstractas. As obras d'ar-
te sao tambem symbolos; sao szmbolos da
alma humana, a passo que os corpos sao
symbolos; da alma universal e divina. O nos-
aquellas aves tao difliceis de cacar deviam
ter ninhos as canjeadas e estes conteram
ovos ou filhos. Ento, variando de piano,
poz-se a bater as espessuras dos papyros,
d'onde sabia a cada instante algama soberba
garca com o seu fluctuante martinete ou
um formoso ibis cor de fogo.
D'esta vez Cora elle bem inspirado : nao
tardou em descobrir os ninhos, cuja exis-
tencia suspeitra, e muitos d'elles, nao obs-
tante o atraso da estaco, j tinham ovos.
Sem duvida estes ovos deveriara estar cho-
cos.jiorm os dous Berfomy, em to cruel
situado, nao podiam ser escrupulosos.
Portanto Miguel apoderou-se de todos os
que encontrou, e que teve por vezes de
disputar nao s aos proprietarios naturaes,
mas at s grandes cobras da matta.
Sem embargo dos protestos dos interes-
sados, foi elle enahendo o sacco, as algi-
beiras e o lenco, considerando-se assim
fornecdo de urna ceia, seno delicada, ao
menos abundante.
A cacada levra-lhe algum tempo, e,
quando se cerrou a noute, achava-se al-
guma distancia do local onde ficra o pai,
mas a matta de bambs, que dominava a
planicie, e o Cumo que, Calta de chammas,
d'alli sahia, serviram-lbe de pharol para l
chegar.
Pensava elle na impaciencia com qae seu
ai o esperava, e affigarava-se-lhe a alegra
lo pobre esfaimado em presenca das pro-
vi soes do que era portafw, porm ncou
espantado de Bertomy se n5o ergoer nem
mesmo dar razUo da sua chegada : conser-
va va-se estendido no sea leito decaoics,
onde os insectos sanguinarios dos pantanos
O devoravam vivo.
Miguel apressou-se a reanimar a fogoeira,
dm que me parecen nao ter sido eitada
da sua ausencia ama s folha secca ; depois,
desembaracaado-se das frageis protiiotBS,
so pensamento inquieto, ignorante e temera-
rio bucasempro graade, ignoto, espalhado
uaiveiso; assi tanroei a arte procura
fempre averdadp na natureza. NSopde
uttrapassa-Ia, nao pode mesmo allag-la ;
mas approxjma-se della e os seus esforcos
sSin> mais magnfico- testemnalio da gran-
deza e da liberdade do homem.
I
As.artes staticas tn apenas dous modos
de expresso, as forma e as cores. Conhe-
eemos pelo oHiar as cores e as formas;
mpossivel portante que as leis particula-
res da sensarSo visual no so imponham a
todas as formas do bello que dependem
della. Podu-se affirmar quj existo urna
especie de ptica esttica, posto que nunca
fosse formulado um corpo de doutrina. Ha
taivez alguma temeridade em submetter os
prazeres do espirito a urna especio de exa-
me material, alguma irreverencia em con-
templar as obras d'arte eom o;olhar secco
do physico; mas a esthetica nao deve re-
cetar da sciencia, e ninguem pode peasar
em ameacar a sua independeica e as suas
iuspiraces.
Ha urna le da sensaco qua se afplca
ao mesmo tempo percepc^io das grande-
zas e das cores; vem a Umfaco da sen-
sibildade humana. Com razao o Sr. Fe-
chner, que foi o primeiro que a aprofundou
e formulou, qualilicou-.x de le psychologi-
ca, porque corresponde transl'ormacu da
impressao material em sensaco consciente.
Vamos tentar exp-la ; para isso tomemos
primeiramente um exemplo as grandezas
lineares. Collocai paralellamente duas li-
nhas da misma extensa), e taris osent-
mento de que ellas sao iguaes. Se urna
deesas linhas variar gradualmente, anda as-
sim durante algum tempo parecero iguaes;
illuso dura at qae a differenca tenha
attingido urna proporcao definida da exten-
jao primitiva. Essa proporcao sem du-
"vda individual; correspon lente,- para os
[meus olhos, acerca de 1 millimetro, quan-
|du a exlensp varavol igual a um dec-
metro; por consequencia da i/lOX)
Quamlo esta proporfSo alterada, quer para
menos, sente-se urna desigjaldada; mas
emi|uanto nao o essas iipresses mate-
rialmente dissemelhantes fazem nascerno
espirito duas sensaces idnticas. Esse
phenomeno, a um tempo physiologico, psy-
cbologico, nao admira nada a quem reflecte
que a nossa sensibilidade tem limites. O
que nota val que, comecando outra vez
a experiencia cora linhas dilernlas e gran-
dezas variaveis, a differenca que podemos
apreciar sempre a mesma fraeco da ex-
tenc i primitiva, ao menos at chegar s
linhas mais extensas do que aquellas que
b olhar costuma comparar. Que se deve
concluir daqui? E' que a sensibilidade das
variacoes da grandeza torna-so cada vez mais
obtusa proporcao que as dimenses ang-
ra ;ntam; na escala das grandezas mais fa-
miliares aos nossos olhos, proporciona-se
exactamente a essas grandezas. Meus olhos,
que distingnem urna differenca de I milli-
metro quando se trata de extences de cer-
ca de um dimetro, nao distinguen! mais
que urna differenca de 2 millmetros, se as
linhas que eu comparo se approximam de
2 decmetros, e apenas um eintimetro, se
so aproximam de um metro. Quando se
chega a linhas muito grandes, a proporcao
apreciavel cresce um pouco, verdade :
em vez de f/100 torna-se 4/93, depois
i/90: mas augmenta lentamente, de modo
que, quanto maior vermos, tanto menos so-
mos capazes de apreciar bem as differen-
Cas da proporcao.
Esta fui de capital importancia e veri-
lica-se em todas as sensaces. Estudemos-
Ihe applicaco da luz. Illmninai um qna-
dro branco com duas velas semelhantes, e
dsponde em frente do quadro urna vari-
aba que projecte duas sombras. Tem-se
deste modo o meo de comparar duas in-
tensidades luminosas, porque, appaoximan-
do ou recuando urna das velas, modifica-
se urna das duas sombras. Pode-se recua-
lo at que a sombra se torne invisivel: a
sombra contina a existir, mas nao pode
ser percebida. Medindo as distancias res-,
peclivas das duas velas no momento em
que urna das sombras se esvaece para o
observador, conhece-se que a intensdade
desta ainda igual acerca de I|IOO dein-
tensidade da sombra que nao variou. Re-
sulta claramente desta experiencia que o
olho i ncapaz de distinguir urna differen-
ca luminosa igual ao 100 de intensdade
de urna vela. A sensibilidade da retina
para nesse limite.
Agora em vez de velas empregai cha-
mas, fontes luminosas, e recomecai a ex-
periencia: a proporcao das duas intensidades
no momento em que urna dellas se torne
invisivel, ca sendo a mesma; o olho
acommoda a sua sensibilidade s circuns-
tancias. A proporeSo perceptivel augmenta
producto da sua lida, Coi collocar-so de
joelhos juuto do pai, que suppunba ador-
mecido.
Bertomy nao dorma ; ao contrario, con-
servava os olhos demasiadamente abertos e
envidracados : apresentava as Caces amas
rsalas avermelhadas e o peito arCava-lhe
quasi imperceptivelmente, mas sem des-
canso. A's caricias do'surdo-mudo nao dava
elle o menor accordo de si.
O pobre rapaz teve de convencer-se de
que seu pai esta va tomado de urna febre
ardente.
A que attribuir, porm, esta doenca, to
sbitamente manifestada? Seriam conse-
queheias da excessva soalheira ?
E' facto que no dia anterior tinham mar-
chado sempre debaixo de um sol intensis-
cismo, sem outro abrigo mais do que os
seus chapeos de palha, todos rasgados.
Sariamas febres endmicasd'aquelle in-
salubre paiz ? Ou, emfim," as privares,
as excessivas fadigas e a miseria, que Ber-
tomy soffrera ltimamente, ou as morde-
duras d'aquelles insectos venenosos, que,
perseguindo o viandante dia e noute, ac-
bariam por Ihe decompr o saogue 1
Taivez o conjuncto de todas estas cir-
cumstancias motivasse a crise actual. Em
todo o caso,' Miguel bem va que o estado
de seu pai era o mais perigoso possivel, e,
convencendo-se d'sta pungente verdade,
ao pobre mancebo pareca incrivel a sua
impotencia para o salvar. Quando o pai,
que elle idolatrava, tanto careca de soccor-
fos, achava-se elle n'um deserto sem re-
tarsos de natureza algama. Quanto deso-
jara agora reunir se aos agentes da forca
publica, em busca sem duvida dos deser-
tores, ou mesara que lhe apparecesse R-
gaut, o Rongoa e os outroa^ toreados,* qae
ainda na vespera .tanto recelara encontrar T
Mas, segundo todas as probabilidades, os
Om pouco quando a intensdade se torna
| mais viva, e vai aleen da das hizes que us
sao familiares. E' por isso que, Jsegundo
urna ob3ervac8o do Sr. Ilelmholtz, exami*
nando as photographas a luz do sol, des-
cobrem-se certas difiranlas pequeas de
lut*>smr>ra em partes que, vistas luz
dfasa parecemcorapletameite unidas.
Com um phenomeno mais bretal com-
prehender-se-ha melhor esta lei geral da
sensibilidade. Tomai dous pesos quasi
iguaes as mos: quanto mais fracos forem
mais fcilmente apreciareis as pequeas dif-
forencas ; quando os bracos fatigados le-
WutfaM rusto dous pesos enormes e um
fwv flesiguwis, torna-se confuso o seut-
mento da dilferencas dos dous exfursos.
Para os pesos leves, as differencas aprecia-
ves sao mais ou menos proporcioaaes a
esses^nesmos pesos; quando a tonco mus-
cular se torna grande, as comparaces tor-
nam-se cada vez mais dilficeis. Em todos
os phenomenos, cada vez que o espirito
compara as mpresses da mesma aatureza,
crea pois de i lgum modo urna medida, e
a sua habilidade, a sua aptido para' apre-
ciar as differencas o os pormenores, sao
proporcionadas a essa mesma medida. Esse
trabalho mental absolutamente inconsci-
ente, opera-se com a rapidez e a seguran-
za de um instincto.%.
A inteligencia introduz espontneamente
a ordem as sensaces; a sensibilidade d-
mnue ou cresce como que a vontade, fie
sempre em harmona com os objectos que
a solicitan.
Para nos a idea de grandeza e nsepara-
vel da idea de medida ; o que indivisi-
vel nos parece sempre pequeo. E* urna
segunda lei psychologica de sensaco to
importante como a lei de Fechner. Pode-se
demnnstral-a Dor urna serie de exemplos.
De duas linhas da mesma extenco, urna
dividida, em certo numero de partes iguaes,
outra nao dividida, a segnnda parece mais
curta. Divid um esparo quadrado por
linhas horisontaes, o quadrado parecer le-
vantara-se em altura ; se as linhas sao ver-
ticaes eslender-se-ha em largura. Um n-
gulo #ecto no interior do qual se tracarem
linhas partindo do vrtice, parece um pou-
co obtuso ao lado de um ngulo recto nao
dividido. Urna sala parece mais pequea
quando vasia do que cheia de traites, ob-
jectos de arte, estofes, linhas que recor-
tam o aspaco em todes sentidos. Todos
os pintores sabem que urna cabeca cresce
na tella pelo modelado e parece crescer aos
toques do pincel.
O espirito obdece pois a urna dupla lei;
procura sempre urna medida, e achada ella,
proporeiona-lhe a sensibilidade. O cere-
bro humano nao mais que um espelho
inerte atravessado caprichosamente por
imagens; o espelho da sensaco ora mais
jallido, on mais brlhante. O crystallino
do olho nao se acommoda com as distan-
cias variaveis mais dcilmente do que a
sensaco se accommoda com a diversidade
das impressoes. Gracas a essa faculdade
que obtemos um conhecimento um pou-
co seguro das cousas materiaes, porquanto
raramente vcmo-las duas vezes do mesmo
modo e de maneira a receber impressoes
absolutamente idnticas. A forca myste-
riosa que elabora as impressoes dirige todo
o seu esforco para o que ha de mais esta-
vel mais indestructivel em cada phenome-
no, Tornamo-nos singularmente indiffe-
rentes ao que ha de puramente material no
phenomeno da sensaco, contanto qne o
abalo physico nao seja tal que produza es-
panto e dor. O olho juiz grosseiro das
materias, das cores, das intensidades lumi-
nosas ; o espirito quasi que um s tem ob-
jecto verdadeiro, reconhecer os corpos,
por isso, pede impresso apenas o que
he necessario para guar-se no ddalo
das imagens e das formas. A' vista-sensa-
co desapparece pelo habito ante vista-
apraciaco. O que o prova que, para
dar sensaco urna intensdade nova, bas-
ta-nos olhar por outro modo que de cos-
tume.
O amador observa um quadro, com um
olho s, pela cova da mo meio fechada,
com a cabeca pendida; parece que a tella
se Ilumina, que as perspectivas se tornara
mais profundas, porque? E' nicamente
porque neste modo desusado de de olhar,
o lado material da" sensaco readquire a
predominancia. Examinando urna paysa-
gem com a cabeca inclinada de maneira
que o raio visual passe por baixo do braco
ou por entre as pernas, parece que tudo se
transforma ; cores, formas, .udo so exage-
ra e parece forcado. As pinturas nos tec-
tos, que demandam certo esforco para Se-
ren examinadas, parecem sempre desharmo-
niosas; a perspectiva extranha e desacostu-
raada acta mais sobre a relina que sobre
o e >pirito, a produz urna impresso mais
material que ideal Todas as vezes que o
olho reponsa no horisonfe, em planos ncos-
| tatuados, perita um pouco da sua sensibili
i dade para as cores: nao oes casia reco-
nhecer montaohas remota* posto que.a
distancia, em vez de as fazer verdes, cobre-
as de urao er azulada e de violeta. Nao
buscaremos distinguir os matizes infinitos
em que-'$e afogam as ondularas extremas
das graades planicies.
Grcas a essa espeie de indifferenca vi-
sual s variacoes de toas e de intensdade
que a pintura capaz de nos dar algumas
illuses, porque a Iuk com que cobre os
objectos a mais paluda e morta que sa.
pode imaginar. Se quizermos comparar"
photoaietricamente a intensidad luminosa
dn um Ciaudio Lorrain da peor vela,
Acaremos pasmados de ver quao escuro o
sol do pintor, ao entanto elle illumioa o
quadro, espalha maravilhoso esplendor no
fundo abrasado, as vagas trmulas, as
velas braucas dos navios, nos ngulos lu-
zentes e as fachadas radiosas dos edificios.
Diante da obra de arte, o olhar aceita cora-
placentemeute a medida que o .artista teve
tunosamente de escolher; goza sinceras
mente dessas luzes paludas e crespusiares.
Sem e^a preciosa faculdade, a pintura-seria
impossvel, a obra dos mais ricas coloristas
parecera fra e miseravel; nao veramos
mais os personagens de Rembrandit tran-
figurads nessa aureola mystica que elle
pe no centro das suas lelas ; a Sgmpha
adormecida do Corregi j nos nao pareca
alagada pelos raios de um verdadeiro sol;
o claro-escuro j nao faria ondular aos
nossos olhos a carne viva e palpitante ; as
imagens em que os nossos olhos passeam,
e que nos parecem to eloquentes, nao
seriam mais do que espectros e sonhos.
O pintor ,po pode tentar lutar com a na-
tureza na" intensdade da sua luz, toda a
sua arte consiste na proporcao dos tons e
no contraste "das cores. Deve antes de
tudo fallar ao pensamento, solicitar a re-
llexo e distrahi-la do lado material da
sensaco: mas, satisfeito esse primeiro
dever pelaordenaco e escolba do assumpto
pode saccar vantagem de certas leis da viso
para augmontar a exEj'jssSo, para augmen-
tar alguma cousa slo e realcar por
urna especie de prazer physico o prazer
ideial que offerece intelligencia. Quaes
sao as leis no que concerne a cor, as pro-
porces e as formas ? E' o que vamos
examinar successivamente,
Sabe toda a gente o que urna con-
sonancia ou urna dessouancia musical : lia-
veri tambem consonancias e dissonancias
decores? Ha ver certa arte de associar
os matrzes que de aos olhos sasfacoes
iguaes s que a harmona d ao* ouvido ?
Digamo-lo de urna vez, se a harmona mu-
sical tem regras strictas, fundadas em pro-
poivoes definidas, a harmona do colorista
a mais vaga e indeunivel deste mundo.
O olhar pode satisfazer-se com o contraste
de duas cores complementares, porque
ambas se illuminam urna outra e pareces
mais brilhantes pelo contacto, mas parecem
encontrar igual satisfaco na justa posico
de tons approxmados, e gozar urna especie
de incerteza que resulta dahi. Quanto
mais se estudam os mestres, tanto mais
difliicl se torna achar alguma regra exacta
nesta materia. Quando a expresso deve
ser viva, Craoca enrgica, o pintor appro-
xiraa instintivamente as cores complemen-
tares, o branco e o preto, o vermelho e e
verde, o alanrajado e o asul, o amarello e
o roxo. Quando quer empregar tres cores
e scolhe-as. taes que se divida mais ou
menos pelo terco da escala do prisma :
acha-se a todo instante entre os mestres
italianoj o consorcio do vermelho, verde
e roxo-violeta. ou vermelho, amarello, e
asul. Quer-se, porm, desvanecer e amo-
lecera expresso? o pintor procura a de-
gradaco dos tons, os matizes que se apro-
ximan mais no espectro solar. Luini, em
seus admiraves frescos, nao receia sobre-
pr panos roxos, verdes e asues desmaia-
dos; essa coloraoo harmonisa-se bem
com a mystica brandura desse rival de
Leonardo. Associa tambem audazmente os
tons amarellos e vermelhos sem que re-
sultem nenhum disparate. Nao ha verda-
deras dissonancias no mundo das cores;
mas preciso reconhecer que as mselas
de tons tem efleitos variados, expresses
differentes. O branco, a luz plena, as
cores ricas, as cores puras do prisma,
convm alegra, grandeza, belleza
trumpbaes; a dr, o devaneio, a contem-
placo, procuram os matizes complexos,
sombros, a penumbra da cor, e podemos
assim dizer.
agentes da polica ha muto toes haviam
purdidoa pista, e o bando deTtigaut, des-
animado pelas privaces, deveria ter-se ap-
proximado do povoado. Portanto os dous
Bertomy achavam-se sos, e bem ssn'a-
quelle triste descampado, tendo por nica
companhia os jacars, as giboias e os enxa-
mes de mosquitos de diversas formas, que
em turbilho os circumdavam.
Foi.aquell urna noute horrivel para elles.
Miguel teve de segurar Corea o doente,
que continuamente s debata delirante.
Bortomy quera rolar sobre a Cogueira : ru-
ga e espomava ; gritos horriveis se faziam
ouvir grande distanta. Lutava contra o
filho, que, debulhado em lagrimas, o impe-
dia de se entregar aos excessos do seu
desvario.
Que consolaces poderia ministrar-lhe
em Ues circumsta acias ?
Apenas, como o doeato parecesse arder
em sede, ia Migael de vez em quando
um charco prximo encher urna cabaca de
agua, de que lhe dada a beber, cingindo-
Ibe ao mesmo tempo a fronte com um
lenco molhado,
Prximo madrugada, Bertomy mos-
trou-se um poucor mais tranquillo, mas
aquillo nao era talve seno a prostraco
que se segu a um aaaesso violento de fe-
bre e quq precede outro; Miguel conceba,
porm, algama esperanca d'aqoelle socego
relativo, e, deitado ao lado do pai, com a
mo d'elle ns snas, afim de acordar ao
menor movimento do enfermo, passou pelo
somno alguns momentos.
Com a chegada do dia, nova difficoldade
surgi para o sardo-mudo. Suppondo
mesmo que a doenca apresentasse um as-
pecto menos perigostf, nao podia por agora
pensar ea correr o risco da ceiptinaacSo
da jomada. O sfto onde estavam era todo
exposto ao soi, que em momentos adcpMa.
(Continuar-se-ha)
a maior intensdade. Miguel, pois, melteu
mos a obra para construir um abrigo.
Com algumas varas de bamb chegou a fa-
zer urna singela choca, para onde levou
logo o pai.
Demas, devenios lembrar-aos de que,
pela previdencia de Grandval, levara Miguel
varios medicamentos, entre os quaes se
achava um pequeo fraseo de quinino, o
qual, tendo-se quebrado pelo caminho,
apenas conservava uns restos do precioso
febrfugo.
Entretanto o surdo-mud, tendo consul-
tado as notas raanuscriptas que lhe foram
confiadas por Grandval, dissolveu a quina
em agua ; depois fez beber ao pai o re-
medio poz-se espera do bom resultado
d'elle.
Com effeito, durante as primeiras horas
do dia, Bertomy continuou a socegar. Pa-
reca haver recobrado toda a sua razo, e de
vez em quando diriga ao fllho alguns signaes
de affeicao. O pobre Migael sorria-se:
ajuisava que seu pae estava completamente
restabelecido e jugoa dever ir fazer nova
cacada, visto ter-se esgotado tado de ves-
pera.
Nao havia mais de mea hora depois que
se retirara, quando vio agltarem-se os ramos
da choca, da qual nao estava matto longe.
Pensando, qae o doente carecera dos seus
servteos, apressou-se em voltar choca,
onde logo teve a explicatSo da circumstanc/a
que Che attrahiraa attenco.
Apezar do quinino, a febre declarou-se
novarileale. Bertomy esteva com o delirio e
na sua agitacao furiosa tinha j esburacado
um lado da cabana.
(amtinuar~te-toi.)
TI?, to PIARW-fi 1&S fWZES R
-


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.1


Full Text
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