Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11824


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Full Text
)


t

ANNO XLI. NIMBO 91
PARA A 6APITAB E LAGARES OTO* HAO SE PA6A PORTE.
Por tres mezes acKantadoa..............
Por seis ditos m....... 7 !......' iSKn
Por uia sumo dem................. af2nm
Catia muMro titeo..... ..... $m
SABBADO 21 DE ABRIL DE (869.
PARA MUTUO E FORJr DA PROVINCIA.
Por tres mczes adiantados.
Por seis ditos idem.
Por abM ditos idem
Ponimanno.
JT seis ditos idem......r ; .^nnn ^SlkflWP^P rur ires mczes agiantados.'................. 6,,750.
>r xm aimo idem........'i .'.'.' ." i ..'.'.' H' ^ ^*W^ Por ** ditos dem.................... 43lHOO
Miamuaeravulso....... ..... a2o Por ao\i ditos dem................... 20*260
.......... ..... **w Por um armo. *...... 27ji00(>
DIARIO DE PEMAMBUCO.
_ \ ____ .___ .
ftroprfedade de Maocl Figueira de Faria & Filhos.

-rrrr,

# JkA* AENTB: "
0 Sr*. Gerardo Antonio Alves 4 Hlhos, no Para; Gon?alves d- Pinto, M MaranhSo-; Joaouim Jos de Oliveira, no Cear; Antonio de Lemos Braca, no Aracatr: Joo Mara Julio "--- a a*a -- -*' ___'.
Giiunarae. Pancada, em Mamaaguape; Antonio Atoundiino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Vla da Penh/? wim^doIXbojS?, ern Santo fe Ci^da^Rr^*1'* ***
__ em Nazarete; Praeino Tavares da Cesta, em Alagas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Jos Bibeiro Gaspwinho, ao Wode Seirol ^ g '
Joagnim
PARTE OmClAL
Repartir i 4a polica.
2* scelaSecretaria da polica do Pemambaca,
3 de aUril de 1869.
N. $92. Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhechnento de V. Exc. que, segundo
consta^ das parcipages recebidas hoje ueste re-
partirlo, foram recoluidos casa de deteugao os
segrate* individuos :
A' minln ordem, Balbino Dommgues da Silva ou
le Souza, a requisicao do administrador da repar-
tiro do eorreio, por ter extraviado a mala despa-
chada para Caruar; Lniza Francisca dos Aojos,
por crime de injurias verbaes contra empregado
.publico mi exercicio de seu eniprego: Francelino
vez que esfiver este impedido de qualquer modo,
podera Vmc nomear um adltoc, qpo funceionar
depois do juramentado.
Deus guarde a VmcO ehefe de noticia, Fran-
citco de- faria Lemos.Sr. delegado do poiicia do
termo de Barreiros.
PERNAMBUCO.
i--------------------------'
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 19 DE ABRIL'
neo dato Rodrigues Percra, disposeSo1 do Dr.
juiz de direito especial do commcreio, como incur
so no "i" do ari. .113 do rcgiilaraento commercial
n. 737 ; Bernardo, eseravo de ManoeFda Silva dos
Antas, por fgido e suspeito de ser criminoso no
terfa'i d > Cabo; Manoel Jarome da Silva Pessoa c
ClaudiM los I lias, presos em flagrante, por es-
pancamc.iito.
A' 'ir 1- ii do subdelegado do Recife, Belraira Ma-
riaana Dias do Alecrim, por offensas moral pu-
blica.
A' ordo; do de Santo Antonio, Januaiio, esera-
vo de Vctor Grandin, par embriaguez.
A' ordem do da Boa-Vista, Arminio, eseravo de
I>. Thereii Leite, por ter sido encontrado depois
de 9 horas da noite sera bilhete de sua senhora.
A' ordem do da Vanea, Theodoro Mximo Go-
mes de Rezende, para recqjto.
l'or officio de 20 oeste inez, participou-me o de-
legado do >".abo que no dia 18 do corren'e, pelas
horas da tarde, em trras do engenho Castello do
1 disiricto laque I h' termo, o preto Eusebn, esera-
vo do tenente-cop-iiel Joaquim Theodoro da Silva
Cysneiro, disparara urna arma de fogo, empregan-
do-sa o tiro na infeliz Alexandrina de tal, ainazia
do mesmo prelo, a (|ual fallecer instantneamente;
que o respectivo subdelegado procedeu compe-
tente visoria, e est pruseguindo nos termos da
lei contra n dalinquente, que no dia seguinte ao
lo lacti mi entregue prisao pelo seu referido
senhor; sendo que pela declaraba feita pelo man-
oionado preto, depois do re-olhido eaeia, sup-
poe-ep q Duu guarde a V. ExcIllm. Sr. Dr. Manoel
dn Msciinento Machado Portella, vice-presidente
da provincia. O cliefe de polica, Francisco de
Faria Lentas
E
!.* fcccao.Secretaria da polica de Pernam-
lnico, 19 de abril de 1869,
N. b'J.Ukn. e Exin. Sr.Em cumpriraenlo do
(jue me lu ordenado por V. Exc. no despacho lan-
cade no dia 15 do mez corrente, em officio que
ae\ 'ivo, do secretario da assembla legislativa
provincial ao Dr. secretario do governo, eabe-me
informar a V. Exc. que, tendo los Teixeira da
Molla Cavaloante requerido exame na falsifiearau
Sor elle alliibuida ao Io suppleate do subdelega-
o de Ignarassii, Jos Joaquim Barbosa, vista do
documento que tinha em seu poder (nma carta)
pedi aquello a apresentagio da masma carta on
de publica forma delta, para propor a essa pre
ciencia a demissao do referido supplicantc.
A isto re.'pondi-u-me o dito Mola qiii1 nao podia
enlao :omuir ao nicu pedido por Ihe nao ter sido
facultado o uso da carta pela pessoa que lu'a ha-
v ooaado mas, que logo que obti.vesse a per-
misso que ia solicitar para servir se della, me a
trazia em original ou em publica forma.
Entretanto, nao tendo o mesmo Motta. por moti-
>iis qtu d.Monhego, vuliado at hojea esta repar-
tieao, alistivo-iue por sso do fazer a indicada pro-
ppsta, porque haveria precipilagao de minlia parte
em rfjr como cerlu um fado grave, que depende
anda de prova.
lin lmente devo informar W. Exc. que nao
manda iustaurar o respectivo processo por ter
rotesUdo o sobredito Motta na petigao que me
y.. Jar a mieixa pelo fado argido, e nao querer
eu priva desse direito a quem se reputava oflen-
iliiln.
1 o que acabo de dzer e a copia inclusa do
exame a que se proceden sobre a alludida falsfi-
M'.ao, julgo ter satisfeito o que me foi determina-
do por V. Exc, a quem Deus guarde. Illm. o
Bul Sr. Dr. Manoel do Nascimento Machado Por-
ttll.i. vice-presidente danrovinca. O ebefe de
poliii, Fiimci.iL-o de Faria Lemos.
1.' seccao.Secretaria da polica de Pernam-
Luco 15 de abril de 1869 N. 541.Illm. Exm.
Sr.Em observancia ao despacho proferido por V.
Exc. no officio, que devolvo, do primeiro secreta-
rio da aseembfea legislativa provincial dirigido ao
,)r .....retano d'essa presidencia, tenho a honra
de informar a V. Exc, que na conced autorisa-
cao ao delegado do termo do Barreiros para no-
.-riivao privativo da delegada separado do
lo juizo municipal como se evidencia do offlcio do
mesino di-legado esta repariiyao e da resposta
qne Ihe dei, copias ns. le Dos mesmos olliclos
*era \. Esc rque, tendo aquella autoridade me
< msuludo se poda usar da facullade que Ihe con-
COdia u aviso de 17 de novembro de 1853, visto
aulba merecer confiauea o oscrivio do juizo mu-
nicipal, H.-Iix da Cuuha Macado Frania que sob
diversos fundamentos, deixava de comparecer sem-
pre que era chamado a servico, respond o inas-
nio ofllcio, dizendo ao ddegado, iinnado na le, que
na i uevendo ser retardados os actos do seu juizo
por falla de escrivao, toda vez que so achasse o ef-
lectivo impeddode ualquer modo, nomeasse um
ad hoc ( que nao pede ser considerado escrivao
privativo ) que funecionaria depois de juramen-
tado.
Ks o que me cumpre informar a V. Exc, a
quem Deus guardeIllm. Sr. Dr. Manoel do Nas-
cimento Maehado Portella, vice-presidento da pro-
vincia.
Reservado.Delegara de noticia do termo de
Barreiros. 7 de Janeiro de 1869 Illm. Sr.Luan-
do esta delegada constantemente com graves e
senos emharagos relativamente ao servico da poli-
ca, em consecuencia da vontade, e nenfiams eon-
iaica que merece p escrivao do juizo municipal
deste termo Flix da Cunha Maceo Franca, diri
rijo-rae a V. S. no sentido de o consultar i eerca
da faculdadc que me coneede o aviso de 17 de no-
vembro de f8S3, o qual alias parece ser termi-
nante. **..
Oforre sinda a circamstancia de que so existe1
no juizo municipal deste termo um escrivao que
aceumula todas as funccSe, sendo que qnasi to-
das as vezes qoe chamado tem a allegar razfies
que o privam de comparecer com pontualidade.
Bigne-se V. S. de esclarecer-me c rea de po-
der oh na esta delegacia nomear um interina-
mente.
Deus guarde a V. 8.Illm. Sr. Dr. Francisco de
Faria Lemos, digno chefe de noticia da provincia.
O delegado. Antonio da fioeha Hallan* Gavai-
1.* seccaoSecrelariadanolieia de Pernambu-
co J6 de Janeiro de 1869.N. 28i.Respondendo
o sen olera reservado de 7 do corrente, em que
me consulta se pede usar da faculda?Je que Ine
concede o *vio de 7 do novembro de 13.33, visto,
nomereeer-me conflanca o escrirao 'o joiio mu-
nicipal d'esse termo Pelix da Gun'.ia Matjdo Fran-1
ca, tenho a dizCT-He que, nao deveodo ser retar- .
dados os actos do jpjpqfor Wta de ewrivo, toda-Stor legtmo i
PRESIDENCIA DO SR. Al GESTO DE SOliZA LEAO.
Ao meio-dia, feita a chantada, acham-se prsen-
les os Srs.: Lopes Machado, Felisbioo, Amynthas,
Bego Barros, Arminio, Epaminondas de Barros,
Miguel Amoriin, Emygdio Marques, Gongalves da
Silva, Columbaoo, Samuel Pontual, Tiburtino, Ta-
vora, Ayres Gama, Augusto Leao, Amaral o Mello,
Araujo Beltrao, Pma, Cicero, Maximiano Duarte,
Soares Brando, Gaspar Drummond e Silva Ramos.
brese sesso, e, lidas,sao approvadas as ac-
tas das anteriores.
O Sr. -I" secretario da eonta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um offlcio do secretario do governo, remetiendo
a infonaacao do chefe de polica, do que occorreu
acerca do lugar de escrivao de orpbaos do termo
de Barreiros.a quem fez a requisicao.
Outro do mesmo, remettendo a informacao e
planta fornecida pelo director das obras publicas,
para um cemitero, aonde sejain enterrados os ca-
dveres dos que o nao devem ser no actual.
commssao de obras publicas.
Outro do mesmo, remetiendo juarenta exempla-
resdo relatorio da repartido das obras publicas.
A destribuir.
Urna petigao de Candido Themistocles Paos de
Oliveira, pedmdo providencias em ordem cessa-
rem os conflictos de jurisdiccao entre autoridades
d* termo da Escada, e da freguezia de Gamelleira.
A commissao de eslatislica.
Outra do tenente-coronel Manoel Joaquim do
Reg _e Albuquerque e major Antonio da Silva
Gusmao, pedindo esta assembla a graca de pa-
garcm, .em prestacoes aMuaea de LoM, o
Jue devem thesouraria provincial, como fiadores
o ex-tbesoureiro da repartigao das obras publi-
publicns.A commissao de petcoes.
lido e approvado o soguinte parecer :
A commissao de ordenados, tendo lido e exa-
minado a peticao do LoureBgo Justiniano da Ro-
cha Ferreira, em que reclama contra injustigas,
que diz ter soffrido, com relacao seus venciinen-
tos, como barbeiro de diversos eslabelecimentos
pos da Santa Casa do Misericordia, de parecer
que seja ouvida a admni*traco da mesma Santa
Lasa.
t Sala das commissoes, 17 de abril de 1869.
Samuel Po,4*al.Cari)alho Honro.
lid, julgado objecto de deliberacao, e dispen-
sado da impressao, a pedido do Sr. maral e Mel-
lo, o soguiRte projecto:
Art. L- Sapoderao ser empregados nos esta-
beieeimenfe da Santa Casa de Misericordia, como
sejamrecolhimentoBo Paraizo, hospitaes, colle-
gio derphSos8tros quaesquer eslebelecimen-
tes, brasileiros e brasileiros natos.
Art. 2. S jioderio ser capelles, pagos pelos
rendimentos do patrimonio da Santa Casa de Mi-
sericordia, sacerdotes brasileiros.
f Arl. 3. Os empregados as reparticoes car-
go da admmistrai.ao da Sania tosa, nao poderao
ser aposentados.
Art. 4o Revegadas as dsposicoes em contra-
rio
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 19 de abril de 1869. Amaral e
Mello.F. Totora.E. Pina.L. MachadoFe-
hsbino.C. Seraphico.M. Duarte.
E lido, julgado objecto de deliberacao e man-
dado imprimir o seguinte projecto:
Artigo nico, tica revogada a lei n. 783 de
11 de maio de 1868. Revogadas as dsposicoes em
contrario.
Pago da assembla, 19 de abril de 1869.G.
Drummond.
lido e approvado o seguinte requerimenlo :
Requeiro que, pelos canaes competentes se
peca a seguinte infonnagao :
Que numero de pragas tem actualmente o
corpo provisorio de polica; e em que servigo se
acliam empregadas, inclusive os ofliciaes.
Sala das sesses, 19 de abril de 1969.Reg
Barros.
O SR. SOARES BRANDO : Sr. presidente,
tendo de submelter consideragio da casa um re-
quermento, em que pego algumas informagoes,
julgo conveniente preced-lo de algumas pala-
vras.
Em agosto do anno passado exercicia a curado-
ra geral dos orphaos do termo do Recife, o pro-
motor publico de entao bacharel Demosthenes da
Silveira Lobo, nosso digno collega, deputado pelo
primeiro districto. Representou ao juizo de or-
phaos esse nosso collega, na qualidade de curador
geral, que nao Ihe era mais possivel continuar a
exercer s funecocs deste lugar, accuraulando-as
com as de promotor publico desta comarca, pelo
excesso de trabalho.
Precisamente demonstrou, (e tenho aqui o offlcio
que nesse sentido foi dirigido ao juizo de orphos),
jue, devendo assistir as sessSes do jury, a mmUs
audiencias dos jnizes de direito e outras autorida-
des enminaes, devendo funecionar como auditor
do corpo de polica ; nao Ihe fleava tempo para
entregar-se, como era de mister, aos important-
simos trabalhos do cargo de curador geral dos
orpbaos.
Nos termos do aviso n. 17 de 15 de Janeiro de
1858, que determina que o-promotor pilleo sen-
do jiomeado para o cargo de curador geral dos or-
pbaos ser obligado a exerc-lo, e s podera ser
lispensado, allegando e provando impedimento le-
gitimo, considerando o jnizo de orphaos onico juiz
dessa materia qne muito legtimos e razoaveis
eramos fundamentos qoe, para exlmir-se do lu-
gar de curador geral allegava o entao promotor
publico, conceden-lhe exoneragao desse tugar. E,
taqto mais considerou o juizo de orphaos valiosas
essas rates de impossibilidade apresentadas pelo
promotor publico, quanto nao Ihe era eslranbo que
por mais de n,ma vez j se havia representado
acerca da necessjdade da creago de mais um lu-
gar de promotor publico para esta capital.
Eu nao sei, Sr. presidente, se depois desta sum-
ma. qne acabo de faxer, das raides apresentadas
pelo entao promotor publico, alguns dos meus uo-
br.es collegas desejaria oavir a leitura do pfflco
que dirigi ao juiz de orphao esse zeloso funcio-
nario, ^presentando os motivos pelos quaes nao po-
dos orohao?1" eTCr 'Ugar de cnrador Peral
Concedendo este juizo, dos termos do avlsanue
acabei.de citar (n. 13 de 15 de Janeiro de 18;
a exoneragao do cargo de cnrador gera tos or-
phaos, ao eoiao promotor publico nomeou para
snbsi.iin-lo a nosso coHega, que oceupa a caiira
de segundo secretario.
n \ M',, prSfe2te'JSe viso
n 115 de 2? de abril de I9p% os protwtoraa ou-
bjicosteem o direito de oreferencirpara o cargo
de euradoree geraes de orphaos, e qu* aos inize
,de ocapo carreo dovej de nomea-tog pari tke
l ugares iiempre que Tiana, mas umbem cr-
MB .aV^ ^.^ J* l>de -l^de Janeiro de
l8$f> flVn*a ojpiz, no.easp de^llegar o, pfoino-
~'o .para cao poder ejerjftc
o tugar de curador geral dos orpbaos, dispnsa-
lo desee lugar, licando por conseguinte'lirre de-
pois disto, para fazer recahir a nomeagao em urna
pesaa que merecer a sua i-onlianra Quando re-
calMo a noinoagao do cnrador geral na pessoa de
nosso eofega, que oceupa a cadeira do segando
secretario, achaya-se a proujotorj- publica desta
cidade em urna intiridade ; era pijimotor interino
o Dr. Joao Thoui da Silva. O~promo(pr publico,
que fizera ao jnizo de orphaos as allegaeoes de
qqp acabo do fallar, poueo tempo depois ontrn no
goo de urna cenr.
Ora, se as decisoes do governo mndam preferir
ao promotor publico na uomeagao Je curador ge-
ral dos orphaos, neliuma ddeisao nem lei ha que
conceda igual preferencia aos promotores interi-
nos ; e o juizo de orphaos uiio s por esta razao
deixou de nomear o promotor publico interino
para o lugar de curador geral dos orphaos, come.
tambera porque o promotor effectivo fra quem llie
apreseotara as suas r.izes de impossibilidade para
contmuar no exercicio desse lugar. Se fosse no-
meado o promotor publico interino, quando o
eflectivo vollass ao exercicio de seu cargo as
cousas se acluriam no mesmo p. Assm, pois,
nem por considerago algjima, nem por forca de
disposicao de lei ou decisao do governo eslava o
juiz de orphaos adstricto a nomear para o lugar
de curador geral o promotor interino.
Neslas circumslancias que foi nomeadoo nosso
collega 2o secretario.
Succedeu que,. posteriormente aos tactos que
acabo de referir, fosse nomoado promotor publico
desta comarca aquelle. que o era interinamente, e
demitlido aquelle nosso distineto collega, iiue se
achava no gozo d urna licenca. Enlranoo em
exercicio do cargo de promotor publico effectivo o
De Joo Thora da Silva,, dirigi ao juizo de or-
phaos una petigo em queaaia valer o seu direi-
to de preferencia para o cargo arador geral
dos orphaos, e pedia ser nelle prorrBo.
Allegava o-promotor publico a dposico do
.wiso_ n. 115 de 17 de abril de 1855. O juno de
orpbaos disse-lhe em despacho que esse aviso con-
ceda o direito de preferencia ao promotor publi-
co ; porm, no acto da nomeagao, que o curador
;eral que se achava exercemfo o cargo o eslava
azendo muito legalmenle, e que, portante, nos ter-
mos dos avisos^ 136 do 31 de maio de 1859 e n.
547 de 21 de dezembro de 1863, nao tnha elle pro-
motor o direito de exclu-lo.
Nao existe no archivo desta assembla a collec-
co das leis de 1859, mas existe a de 1863 em que
vera um aviso idntico aquelle qia> se ada na
collecgSo do 1859, e que eu lerei casa.
(L) :
Aviso n. 547 de 21 de dezembro de 1SG3.
Ao presidente da provincia da Bahia :
Illa, e Ejtm. Sr.A' S. M. o Imperador fo
presante o. offlcio de V. Exc. de 6 de maio do
correnta ^anno, subraettendo considoragio do
governo inqierial a representacio o promotor
publico interino dessa capital contra o juiz de
orphaos, por nao hav-lo aomeado para exercer
as funecoes de curador geral, como" se julga com
direito em vista dos avisos de 27 ce abril de
1855, 15 de Janeiro de 1858 e 31 de maio de
1859.
O mesmo augusto senhor, tendo ouvido o con-
selhairo consultor dos negocio* da juslica, houve
por bem mandar declarar a V. Exc. que o aviso
de 31 de maio de 1859 n. 126, trata dos pjovi-
mentes de curador dados pelo juiz de orpbaos,
e dispoe que os promotores tem apenas urna
preferencia e nao o direito de excluirem do car-
go de curador os que j estao servindo por um
provimento legal.
Purlanto, tendo o juiz de orphaos dessa capi-
< lal nomeado anteriormente, como declarou ein
seu despacho, um curador, claro que o pro-
motor, que posteriormente era^ exercicio nao
pode'excluido, sohretudo sendo interino.
Esta doutrina foi anda confirmada pelo aviso de
22 de oulubro do anno passado.
Pcrgunlo eu, o curador geral dos orphaos que
se achava exercenijp o cargo, eslava ou nao func-
eiwiando por um provimento legal ? E' claro que
siin, visto como o promotor publico, nos termos do
aviso queja citei de 15 de Janeiro de 1858, tinha
provado impedimento, e razao uenhuma havia para
iue fosse a mesma preferencia dada ao promotor
publico interino; tanto mais auanto essa preferen-
cia seria um absurdo, visto como logo que o pro-
motor publico voltasse ao lugar, pirque o juiz de
orphaos nao podia calcular com um caso de demis-
sao, nem devia presumi-lo, se achavam as cousas
no mesmo p ; era nao resolver a questao.
E' claro, nos termos dos avisos de 31 de maio
de 1839 e 21 de dezembro de 1863, que o promo-
tor publico tem preferencia na occaslao da nomea-
gao, mas nao ate ao ponto de excluir aos que j
se achara exercendo o lugar por provimento legal.
Fica, pois, claro que o promotor publico da co-
marca nao poda ser deferido na sua pretencao,
nao tinha razao alguma para pedir ser nomeado
para o cargo de curador geral dos orphaos.
Reconheceu o promotor publico a procedencia
desta argumentarlo, porque voltou dizendo que
fundava o seu direito nos avisos citados, porm
principalmente fundava-o na lei n. 13 de 14 de
abril de 1836, lei provincial.
Sr. presidente, causou-me grande estranheza
este novo argumente apresenlado, porque eu es-
lava na conviego de que ninguem mais sustenta-
ra que a lei de 14 de abril de 1836 vigora em
alguma das suas dsposicoes ; urna le claramente
revogada, una lei que se oceupava de assumptos
reconhecidos fra das a|trbuig5es das assemblas
provmciaes.
Indeferi a pelgao da prometera publica dizendo
que a le que clava, de 14 de abril de 1836, se
acliava expressamente revogada nos termos do art.
131 da le de 3 de dezembro de 1841.
.liuando, Sr. presidente, langa va este despacho
,.?L!nlrTe da Mrl? d0 vice-presidente da
provincia, o desembargador Assis Rocha, um offi-
alsum te6 "^ P*d* "formatoes a respeto do
Eu lerei casa esse officio.
Dinao Sr .desembargador AseU Rocha : (l).
Palacio do governo de Pernarabnco, em 21 de
agosto de 1868 -Teodo-me dirigido officalmtn-
Mas emftm marcava-se ao Juizo de orphaos cin-1 O Sa. Amaral b Mello
co das pra dar a razao pela qnal nao rawnheeeu prolongado esludaW
Fi o resuilado de
te ao curador dos orphaos desu comarca, con-
aderando como lal q promotor publico, respon-
t deu-me este que nao exereia este careo or de-
, 0 ftVmc. no araz de cieico dios, a razao por
que nao reeoppece o promotor publico d co-
marea eomo curattor geral aos.orphaos, como
em autro ten\po reconhea.
Deus guarde a ymc.-F>ancsco de As., Pe-
r#fr flocaa.r-Sr. juiz de erphaoe do termo do
V*ee. r>
er.iae devere ponderar casa acerca tos ter-
mos deste offlcio f1... J" ,er
O Sr. L. Machado :Isto ama ordem de ca
pilo-mr.
O Sir. Soarbs Ubm&o :90m apenas aosno-
braa deputados que notem a data, que foi de 21 de
agosto, e que pondere que S. Exc coafessawa
ae juiz de orphaos que tiha-e dirigido offleiai-
noate p curador geral ios orphao. AauM
dos aobres depu4*ds que leen eoobecimento da
Mith dos oMacios peranto o jui de roaos
poeanjifciiiTri co/epreheneer que o reaMento da
pruvioeiano (em que dirfir-ae oaeiaimsote ao
curador dps orpbaos pelo mono a aruiea diri-
Jiiz. 0 curador fuaeciuna aperante o juia
n sempre qae. mesmmL ou-fo, ou
outro jaiz que juiganamparia a sua aa
jiromotor publico a comarca como curador ge-
ral dos orphaos, como n'mUro tempo retonhetia.
S. Exc parece que desde logo qoiz mostrar ao juiz
ae oiiiIkios que achava o sen proeedimento con-
tradictorio com o que j tivra tido anterior-
mente.
A excepcao deste reparo nenhum outro incoin-
mmlo mais cansou-mc este offlcio ; preparava-me,
como me preparei, para desde logo dar-lhe urna
resposta cabal.
Achavamo-nos em agosto de 1868 e eslava na
presidencia o Sr. desembargador Assis Rocha : a
ti de agosto, porm, chegou esta provincia o Sr.
conde de Baependy, dia immeaiato aquelle em
jue o Sr. Assis Rocha dirigio-me este offlcio, mar-
caodo-me o prazo de cinco dias para dar a respos-
ta. O Sr. conde de Baependy achava-se em pala-
cio ja no dia 22 e devia tomar posse no dia 3...
O Sr. Tavora :Como tomou.
O Sa. Soares Bhaadao :... no dia 22 noite
foi-me entregue este outro offlcio do Sr. desembar-
gador Assis Rocha. (L) :
Palacio do governo de Pernambuco, em 22 de
agosto de 1868.Era vista do aviso n. 115 de 27
de abril de 1853, em que se tem este juizo fun-
dado para- annexar a curadora geral dos or-
phaos ao cargo de promotor publico, e especial-
mente em vista da terminante disposicao do art
8 la lei provindal n. 13 de 14 de abril de 1836,
que nao foi revogado, nos termos do art. 8o da
lei interpretativa de 12 de maio de 1840, ha ja
Vmc. de procer sem perda ie tempo no carge de
curador geral dos orphaos ao actual promotor
publico desta comarca, Dr. Joaa Tbom da
Silva.
o Deus guarde a VmcFrancisco de Assis Pe-
reir RochaSr. juiz de orphaos da capital.
Note a casa qne este offlcio recebi-o unto com
outro da mesma data eonvidandp-me para a posse
do presidente conde de BaeMndy, no da se-
guinte.
Um Sr. Deputado :Teve mdo que o seu acto
nao fosse confirmado.
O Sr. Soares Biu.ndao :O Sr. desembargador
Assis Rocha tinha ofticiado ao juiz de orphSos no
dia anterior marcando-lhe o prazo de cinco dias
para dar a explicaran do sen proeedimento, no dia
immediato, porm, chega o sen substituto...
Um Sr. Dppitado :Chegou de sorpreza.
O Su. Soares Brandao :... c S.Exc prescin-
dindoj dos cinco dias que havia marcado ao juiz
de osphSos, para dar as ralbes do seu acto, faz-lhe
esta terminante intimar/io, rao houvesse quanto
antes de prove1 no cargo de curador geral dos
orpbaos .ao promotor publico f
0 Sn. Amystas :Parece pie o Sr. Assis obe-
deca a algnma ordem e tinha mdo de que o seu
substituto a nao cumprisse. *
(Troeam-se mais apartes.)
0 Sr. Soares Brasoao :Sr. presidente, eu dei-
xo a aprerfagae da cas e lo publico para quem
fallo, este facto de que acabo de tratar, mas toda-
va ponderarei que S. Exc, assim proeedendo, af-
fastou-se at da* mais pomesinnas praticas admi-
nistrativas, porque abe a casa, sabem todos quan-
to a este respeito uoi qualquer oonhedmento, qne
um presidente dasJe que tem o seu substituto pre-
sente tiinita-se apenas a fazer os conviles para a
posse desle, .' isto irm acto de delicadeza e nrba-
nidade paca com aquelle que o vem substituir. O
Sr. Assis Rocha, porm, sallou por cima de ludo;
S. Exc porcerto desconfiendo que o Sr. conde de
Baependy nao podesse praticar aquelle mesmo ac-
to que S. Exc quera praticar, apressou-se. En-
ganou-se. porm, o Sr. conde de Baependy veio
depois confirma-o, tanto pie o levou a eflito."
Pareca [ranlo, Sr. presidente, que da parte
da vice-presidencia da provincia havia um propo-
sito (irme de desconsiderar ou ao juiz de orphaos
ou a quem se achava OKercendo o carga de cura-
dor geral.
E, Sr. presidente, observo a casa que aquelle
nosso distineto collega em quem fiz a nomeacan
para curador geral dos orpnaos ha poucos dias
antes tinha sido urna das victimas dessa adminis-
tradlo desenfreada e avessa todos os principios
de lionesiidade administrativa (apoiados) que por
poucos dias felizmente opprimio esta provincia
(apoiados). O nosso dislincto collega acabava de
ser, sem a menor razio de utilidade publica, sem
a menor jusiitica;o, demittido do cargo de direc-
tor geral da inslrucgao publica que dignamente
o exereia, (apoiados) e quando pelo juiz de orphaos
recebia a nnmeaco de curador geral de orphaos,
eu ouvi desde |ogo dizer-se queS. Exc, tinha con-
siderado este acto como um acinte leito sua pes-
soa.
Neste falso supposto, Sr. presidento, inspirou-se
o Sr. desembargador Assis Rocha para proceder
tao doscommunalmente.
Este proeedimento tanto mais extraordinario e
reprehensivol quanto at se affasla de todas as pra-
ticas seguidas. Em 1858 representou o promotor
publico, nao me leiiibra de que provincia, nao te-
nho aqui a legisla cao para quo possa verificar,
mas representou um promotor publico ao presi-
dente da provincia contra o juiz de orphaos por
nao t-lo preferido na nomeagao para o cargo de
curador geral dos orphaos. O presidente acceitou
a representagao do promotor, ouvio. se rae nao
engao, o presidente da relacao, e affectou o ne-
gocio ao conhecimonto do governo geral, este ou-
vio o consultor dos negocios da justiga, entilo bai-
xou um aviso.
Em 1863, deu-se urna segunda questao seine-
inante, o presidente tambera nao a resolveu pon si,
submetteu-a ao conhecimento do governo geral.
Mas, Sr. presidente, o Sr. desembargador Assis
Rocha, alm de tudo o mais, nao querendo sub -
metter-se a essa pratica segmda at antes da ac-
tual ordem de cousas e que se achava estabeled-
da, querendo resolver a questao por si, sem a me-
nor consulta D?in audiencia, f-o, sem ao menos
querer onvir o juiz contra quem se representava !..
Um S*. diputado:E que necessidade tinha el-
le disto ?
O Sr. G. de Drummond :A audieneia obrl-
gatoria f
O Sn. Soares Brasdao :O nobre deputodo nao
podera deixar de reconhecer que irregular, que
mesmo Indecente proceder contra um funeco-
nario, confra o qual se reclama, sem o ouvir, sem
procurar saber as rasos em que fundou o seu
proeedimento. Se a audiencia nao era obrigatoria,
se nao era necessaria, entao o Sr. desembargador
Assis Rocha fosse coherente, nao mandasse pelo
O Sr. Soares Bram>\o :Sr. presieente, deve-
ria o juiz de Orphaos do termo do Recife ter re-
sistido ao cumpriraenlo de urna onlem; (apoiados)
nao, Sr. presidente, era fazer aqiiiUo que se desc-
lava, por que na secretara da presidencia se tinha
dito clara e francamente : o juiz de orphaos ha
de querer fazer se martyr e ser suspenso I O
plano eslava combinado, cumpria portanto too sa-
tisfaz-lo.
Um Sn. Deputado :Procedeu uito neta.
O Sk. Soares Biiabdao : Mas entremos na
apreciaro das razoes que teve o Sr. conde de
Baependy para confirmar o que ordenara o seu
antecessor.
Eu lerei casa o officio do Sr. conde de Bae-
pendy, ped a S. Exe. licenga jra publicar esse
offlcio, alm de ser uma pega offleial, (le) :
Em resposta ao offlcio de Vmc. datada de 24
do corrente.em que me pede addiamento da exe-
cugao da|ordem expedida por meu antecessor em
22, para que seja por Vmcreeonhecido como cu-
rador geral dos orphaos desle termo o promotor
publico DrJoaoThom da Silva, at quo fosse por
niini examinadas as razoes por Vrcc. expendidas
em seu offlcio.lambemdc 22,pelas quaes se julga
aulorisado a reflexionar sobre aquella ordem ;
cumpre-me dzer a Vmc que.havendo a lei pro-
vincial n. 13 de 14 de abril de 1836, altribumdo
expressamenteaospromotorespublicos decomar-
ca.as funecoes de curadores geraes dos orpbaos e
subsistindo anda esta disposigo por forra do art.
8 da lei n. 103 de 12 de maio de 18'tO, que nao
considerou pelo simples facto de uma promulga-
gao.revogadas as leis provinciaes que fossem on-

1
seu primeiro offlcio ouvir o miz de orphaos
O Sr. G. de Drummond :Nao me refiro senao
a audiencia do presidente da relagao.
Outro Sr. Deputado :Devia levar o negocio ao
governo geral.
0 Sa. G. be Drx'Xmokd :Creio que assim se
fez.
O Sr. Amyntas :Posteriormente.
, Sa- Soams Brandao :Recebendo o,segundo
offlcio do Sr. Assis Rocha e tomando posse no da
Uttmediato o Sr. conde de Baependy, resolv diri-
gir S. Exc. um afieio pedindo-lhe para que at-
tondesse (ouvisse ao menos) as razoes que o sen
aalecessor nao se tinlia dignado de querer ouvir.
rju-igi-rae peasoalmeate ao Sr. conde de Baependy
e Ihe entreguei a resposta e todos oe documentos
que diziam espeite ao negocio. S. Exc deroorou-
so une dias.em decidir, mas afinaJ...
'- ;9vwaoo :ExamMaudo por si.
, W;Bba*oaa .... dirigawe ao juia
de orpaaosTaizendo que confirma va a deeiso do
sau aateee3or provisoriaaiete o subaaotUa o ne-
goCio-et fovorao eral.
postes,fazendodependente a revogagode acto do
poder.legislativo geral, fra de duvida que em-
quanto a disposielo daquella lei provincial nao
fr corapelenlemente revogada, tem ella forca
obrigatoria nesla provincia, sendo que por isto
sao os promotores em suas comarcas, legtimos
curadores geraes dos orphaos. Contia esta in-
tellgeocja, nem poder prevalecer os avisos de
27 de abril de 185o, de 31 de maio de 1839 e 21
< de dezembro de 1683, nem o arl. 124 da lei de
< 3 de desembru de 1842 : os avisos porque estes
somente dizcm respeito aquelles termos em
(ue nem existem por lei, lugares de curadores
t geraes, ou em que o exe.rciok> desses lugares
nao esteja tambera por lci|regulado, como suc-
cede nesta provincia. e o art. da lei de 3 de de-
zerabro de 1811 por Vraccitado, por sula geral nelle contido que acompanha todas as
leis, nao poderia invalidar a mui clara e positiva
< disposicao do ja citado artigo 8 da lei interprota-
tiva do acto addiconal de 12 de maio de 1840,
< masainda pornuc a reforidakei de3 de dezembro
i de 1841 nada dispoz sobre curadores geraes. Nao
paroeendo portento proeedentes-os motivos por
Vmc. expostos para exmir-se ao cumprimento da
t orderadomeu anteco^sor,recomraendo-lle que a
execute, al que o governo imperial, a quem af-
> fecto esta questao,delibere o que fr convente.
t Auiho-o,entrelanlo,a publicar, como me pe-
de em |seu offlcio de honlem, a correspondencia
c offleial que teve com a presidencia acerca deste
assumpto.
Deue guarde a VmcComfe de'Baependij.*
0 Sb. Arminio T.yvares : Foi uma excavaca >
necessaria para sustentar o absurdo.
O Sil Soabes Brando :Aqu observo que S.
Exc. nao podendo destruir a doutrina consagrada
nestes avisos, disse que cites nao podiam vigorar
para esta provincia, porquo o que aqui vigara so-
bre o objecto a lei provincial de 14 de abril de
1836. De sorte que, Sr. presidente, se a hvpothe-
se se tivesse dado as Alagaos, na Parahyba, ou
no Rio de Janeiro, eslava o juiz de orphaos justifi-
cado, mas era Pernambuco nao, porque contra el-
la se levantava a lei de 14 de abril de 1836 I
0 S. G. de Drummond :Qual foi a lei que a
revogou?
O Sr. Soares Brandao : Eu entrarei nessa
questao.
Analyseraos os argumentos de S. Exc. no pre-
sente offlcio. (l):
t Havendo a lei provincial n. 13 de 14 de abril
de 1836 altribuido expressamentesaos promotores
pblicos de contare s as funecoes de curadores ge-
raes dos orphaos e suhsistind anda esta disposi-
go por forca do arl. 8 da lei n. 105 de 12 de
maio de 1840, que nao considerou pelo simples fac-
to de sua promulgacao revogadas as leiprovin-
ciaes qne Ihe fossem oppostas, fazendo dependente
de acto do poder legislativo geral fra de duvida
que emquanto a disposicao daquella lei provincial
nao fr competentemente revogada tem esta forca
obrigatoria nesla provincia etc.
Sabe a casa, sabem todos quantos se applicam ao
estudo das leis,que logo posteriormente publicagao
do acto addcional as assemblas provinciaes tve-
ram uma esphera de acgo muito mais lata do
que aquella em que hoje gyram. assim que as
assemblas provinciaes legslaram a respeito de
objectos acerca dos quaes nao Ibes podia caber
competencia por sua natureza geral.
E' assim que na provincia de Pernambuco fez a
assembla provincial a lei de 14 de abril de 1836,
le que creava lugares de juizes de direito do cri-
me e do civet, que abola os de juizes de orphaos
commettendo aos do dvel as suas funecoes. que
creava lugares de promotores, que creava prefei-
tos e sub-prefeitos, marcava-lln:s attribuigoes, etc.
etc, le esta muito coohedda, porque a seu res-
peito levantou-se neste recinto grande e buninosa
discussao. Estove em execuciin, porque nos uve-
moa j na provincia juizes de direito, do crime e
do cvei, prefcitos e sub-prefeitos em consequen-
cia dessa lei de 1836. Achando-se as cousas em
todo o paiz nesse estado, isto a forma do pro-
cesso e a organisagao judciaria, por assim dizer,
uma em cada provincia, conforme tinha melhor
parecido s respectivas assemblas provinciaes,
acnando-se por conseqtiencia em veruadeira con-
fusao certos objectos de alia importancia, nao s
respeito da ad inistracao da justiga, como a
respeito de outros ramos* igualmente importantes
da administragao publica, baixou a lei interpreta-
tiva de 12 de ma'o de 1840 que determnou as as-
semblas provinciaes uma rbita de aegap.
Pelos principios estabelecidos na lei interpreta-
tiva de 12 de maio de 1840 com relagao s attri-
buigoes das assemblas provinciaes, ftcou claro
que aquelles objectos acerca dos quaes tinha di--
posto a lei de 14 de abril de 1836, assim como ou-
tras leis sobre diversos objectos, esteva fra da
competencia das assemblas provinciaes, mas o
governo geral que nao tinha desde logo leis geraes
para offerecir ao paiz em substuigao ssas is
provinciaes, vio-se na rigorosa necessidade de de-
terminar em acto immediato, nessa mesma lei in-
terpretativa o seguinte .flcam eiu vigor as leis
provinoiaes que se oppozerem aos principios que
aqui filiara e. Uibeleddos cota relagao competen-
cia da assemblas provinciaes, at qut.eejam ex-
pressamtnte revogadas por le* eral (art 8o).
A 3 de dezembro de 1841, porm, foi promulga-
da, lei a respeito da qual dispeaso-me de entrar
em xplicagoes, porque muito coiihecjd qp lodo
o paiz e dos pobres deputado*. Nesla le, no seu
artigo 124 que o oliimo, tendo o governo em
viste o que estabelcGra na lei de 1840, disse :--
ficam revogadas todas s leis qur geraes qur
provinciaes que este se oppozerem, como se de
todas ellas se fizesse 6'xpressa menguo.
Pergunto eu i V. Exc e casa, a lei de 14 de
abril de 1836, oop-oe-se, ou nao, formalmente
le do 3 de dazoawro de 1841 ? Porventura depois
da lei de 3 dezcnVoro continuara m mais a vigorar
aft.dJepowQes, d>* lei de 14 ae abril de 1836 ? Hou-
a
ye mais nesta provincia prefeilos e snb-prefeitos
juizes de direito do crime e do civel ? Vigoraran
algumas das outras disposigoes dessa le t Por cer-
to que nao.
E* claro, portante que a 1e de 14 de abril d>
1836 uma dessas leis que foi expressamente
revogada pelo art. f24 de 3 de dezembro de l*tt.
O Sr. Amynthas .Isto nao tem repica.
O Sa. Soares B.\xdao :Me parece que f
claro. S. Esc., porm, o Sr. Conde de Baepndv,
em seu ofllcio, diz que esta le nao foi revogada.
porque o art. 8 da lei interpretativa de 1840 *e-
terniinou que as le provinciaes que se oppozes-
sem ipielles principios de mterpretagb nao es-
tanam revogadas, senao qnando o fossem expres-
sara-nte pelo poder legislativo geral!
Pergunto, as palavras do art.
124 da lei de 3 de
dezembro nao importara uma revogaco expressa,
quando ahi se diz que ficam revocadas todas as
leis em contraro qur geraes qur provinciaes,
como se de cada orna deltas se fizesse expressa
mencao ?
Qualquer dos nohres deputados sabe qual a
clausula geral revocatoria que se v<* as leis e.
ficam revogadas as disposig>s em contrario,
e por certa nao mosiram outra lei cuja clausula
revogatoria seja nos termos desta em que o legis-
lador julgou necessario dizerrevogadascomo se
d'ellas se fizesse expressa mencao, isto por-
que ? Porque o art. 8. da lei de 12 de maio de
1840 tinha dito que s a expressa revogaco faria
cessar aquellas leis em contrario.
Sr. presidente, preciso ne ter o mnimo co-
nhecimento da lei, preciso nao ter compulsado
uma s vez um volume de legislagao para nao sa-
ber que a clausula revogatoria que acompanha to-
das as nossas leis ficam revogadas as disposi-
goes em contrario !
Comoj disse. o Sr. conde nao capaz de mos-
trar uma outra lei que tenha disposicao revoga-
toria semelhante de 3 de dezembro (art. <2*.)
O Sr. Amylthas :Nem o Sr. Assis Rocha-----
O Sn. Soapes Bpandao 'Mas, Sr. presidente,-
attendamos anda mais um outro argumento do
Sr. Conde de Baependy. S. Exc. diz : e mais an-
da porque a referida lei nada dispoe sobre cura-
dores.
Sr. presidente, ames de chegar apreciarn de
mais este argumento contido no offlcio do Sr. Coa-
de, permitla-ine V. Exc que eu observe casa
que lendo-se toda a lei de 14 de abril de 1836,
ninguem sej capaz, nem mesmo o Sr. Conde, de
dizer qualquer uina outra disposicao daquella lei
est era vigor ; na lei de 14 de abril de 1836
s se quiz ver cm vigor as palavras que se refe-
riam aos curadores geraes.
S. Exc disse que tanto mais entenda assim.
quaqte a lei de 3 de dezembro nada dispoz sobre
curadores geraes.
Ora, Sr. prosideote, este argumento de uma
ratidaf, pormitla-se-me que o diga, espantosa.
A lei de 3 de dezembro de 1841 nada diz a res-
peito de curadores de orpbaos, ergo, valha a lei de
14 de abril na parle que trata dos curadores de
orplios Eu agora direi ao Sr. Conde : a le de
14 de abril de 1836, quando falla de curadores
dos orphaos quando falla dos promotores pbli-
cos, ediz :os promotores pblicos farao isto,
aquillo, e serao curadores geraes de orphaos;
mas a lei de 1841, quando trata dos promotores,
nao diz que serio curadores de orphaos. E' claro
que se a lei de 1841 quizesse que vigorasse aquelle
direito que se dava aos promotores pblicos, de-
via, assim como fez a lei de 1836,declara-lo quan-
do tratasse acerca dos proradtores pblicos (arts.
22e23.)
Se portento vale esta disposigo, porque a lei de
3 de dezembro nao tratou dos curadores geraes,
desapparece o argumenta porque a lei de 3 de de-
zembro tratou dos promotores c a de 14 de abril
tambera tratou dos curadores reraes, senao qnan-
do se referi aos promotores pblicos.
E' claro portento que este argumento nao tem a
menor importen<;ia.
Alm disto, comprehendem S. Exc. e a casa
perfeitamente, que uma eousa revogar lei con-
traria, e outra revogar disposicao contraria, por-
que uma lei um complexo de dsposicoes. Se
uma lei posterior diz que licam revogadas as dis-
pos;es em contrario, pode a lei anterior, tratan-
do de assumpto de que nessa e nao trata fiear
em vigor as disposiees que nao sao contrarias
esta ; mas quando se dizlicam revogadas todits
as leis |ue a esta se oppozerem,ninguem tem
direito de fazer distimroes no principio geral para
dizer : nesta parto est valida, naquella nao est.
E mais um argumento que tira do art. 124 da
lei de 3 de dezebro contra a decisao do Sr. conde
-de Baependy, firmndose em que, nao tendo a
lei de 3 de dezembro, fallado dos curadores de
orphaos, vigorava essa disposigo. A lei est cla-
ramente revogada em todas as* suas partes, uma
vez que o art. 124 nao revogou uma lei contraria,
; desde quo provar que a lei n. 13 de 14 de abril
i contrana de 3 de dezembro de 1841. essa lei
baqueia, cabo por tena, e todas as suas disposi-
goes estao revogadas. (Apoiados.)
Mas, Sr. presidente, quando este argumento nao
tivesse procedencia, quando a ininha fosse, como
, destituida de teda a autoridade, (nao apoiados)
eu poderia apresentar casa a opiniao de um es-
tadista dislincto, de un brasileiro nolavel e que
nao suspeilo ao Sr. conde de Baependy.
O Sr. visconde de Uruguay na sua obra Estudos
Pralicos sobre a adniinistraro das provincias no
Brasil, diz o seguinte no tomo 1 g ;132 :
Em virtr.de do art. 124 da lei n. 261 de 3 de
dezembro de 1841, que reformou o cdigo do pro-
cesso, ftcaro revogadas todas as leis provinciaes,
que se Ihe oppunhum, e portento todos aquelle-
que alteravam a natureza e attribuigoes dos era-
pregos creados pelas leis geraes para a adminis-
tragao da jusliga no imperio.
O Sk. Pina : O Sr. Baependy nao traba lido
isto.
O Sr. Epaminondas de Barros : Elle nunca
leu semelhante couza.
0 Sr. Lopcs Machado : Jftssou-lhe na oeca-
siao.
O Sn. Pisa :Eslava sem oecuJos.
O Sr. S. BhANDio :-Ora, Sr. presidente, parece
que depois da argumeotacao e dae observagoes
que acabo de apresentar casa, o acto platicado
pelo desembargador Assis Rocha e confirmado pe-
lo Sr. conde de Baependy fica claro e evidente-
mente reconhecido coa urna violencia, cono
uma prepotencia, como um arbitrio descommunal,
(apoiados) como uma offonsa clara e maniesia s
leis do paiz. (Apoiados, muito bem.)
Mas, Sr.presidente, depois disto o Sr. desembar-
gador Assis anda assim se exprime em seu rela-
torio, que eu leio como urna pega curiosa nesta
parte. (L) :
Diz S. Exc. :A'o sendo relevantes as razoes
do juiz 4* orphot e siendo expressa e clara, a lei
a respeito wifinei-lhe etc., etc.
OSr. Amynthas :Istoc indigno de um presi-
dente de provincia.
_0 Sn. G. Drummond : Esta espressao que
nao pronra do nblire deputado.
0 Sr. Soabes Brandao :A onensa le est
mais alta do que ludo.
Sr. presidente, pego a casa que me desculpe al-
Sama vehemencia na lincuagem ; mas a fecisio
b a. Exc. ferio profundamente o pundonor de
um funecionario ptujlico, que cosluma bem oum-
prirosseus de veres. (Apoiados.)
O Sr. desembarga < Rocha parece que
teve tambera o proposito do fazer crer que o juiz
de orplios nao procedeu com coherencia, por coa-
rDATA INCRRETA l



Diario de Pemambuco Safebado 24 de Abril de 1869.
zzr.
terminar, anda
consideraeoes a
seguinle, Sr. presidente, antes de
tepei de fazer sotire isto alguinas
V. Exc. e casa.
Quando em Janeiro de 1867 entre no excrcico
do cargo de iuiz de orphaos do termo do ReciTe,
exercia o, Ligar de curador geral de orphaos o Dr.
Joaquim de Souza Res ; observe!. Sr. presidente
i juiz
igar
ue SOU'm
que o Dr. Souza Reis tinha sido nomeado em 18o7
ou 1858 dat posterior aquella em que baixoa*-
decisao do governo (1851) determinando queo pro-
motor publico tem o direito de preferencia e que
os iuizes de orphaos devem uoraea-les quando
houver vaga do cargo de curador .'eral. Entend,
portanto que a noraeacSo do Dr. Souza Reis n;e>
havia sido legal, porque tinha dio contraria aquil
solvemos ^presentar, ti e o meu nobr colleja de-
putado pelo primeiro districto, a consideracaa da
caa um requerimento em que se p;de ao Sr. vi-
ce-presidente que naja de iuformar o estado' em
que para este neg-cia.
Cumpre que esta casa saiba, que esta casa c%
nheca qual foi a decisao do Sr. ministro da jiislicT,
para em occasiao competente, fazer as apreciarles
deridas sobre ww cato abuse, que liear laucado
a cunta da ;u'.tuaiiil:i(le.
( Muito hem, nimio bem. )
OSb. Amxmthas :E.quea par deaptros 4
urna gota d'gua no oeeino. ".
Vai mesa o apoia-se-o seguinte requerimento:
Requeramos que se soliciten da presdenei
lo que determinou o governe, sendo elle noteado da provincia que informe se ja baixou decisao de-
em' 1837, sem que se consultasse ao promotor pu-
blico, sem que este declaraste que nao queria fa-
zer valer o seu ifeito de preferencia ou allegasse,
impedimento.
Por isto, entrando em exercicio dirigi-me ao
Dr. promotor publico de cnto, que era o nosso
distincto collega que oceupa a cadeira do Io se-
cretario, perguntando-lhe se como promotor que-
ria fazer valer o seu direito de preferencia nos
termes do aviso de 1855. Respondendo-me que
sim, destitu o entao curador geral e nomeei para
esse cargo o Dr. promotor publico.
Depois disto o juiz de orphaos acompanhoji-s
nsmeace de promotor que ia fazendo a presiden-
cia, ate que deu-se o facto de que fallei ao come-
car, de haver um promotor, que nos termos do
aviso de 1858 allegou impedimento, porque legti-
mamente se achava impedido de acumular os dous j
lugares como provou. Esta impossibilidade de o
promotor publico do Recife acumular o cargo de
curador geral do orphaos, nao e uin modo de ver
exclusivo do nosso distincto collega deputado pelo
primeiro districto, o proprio actual curador de or-
phaos est convencido de que muito difflcilmente,
veacendo trabalhos quasi insuperaveis se pde-
nlo acumular esses dous lugares.
Portanto, tica claro que nao houve da parte do
uiz de orphaos incoherencia algnnia ein seu pro-
ceder porque se elle demittio a um curador geral
que se achava exercendo o lugar para nomear o
promotor publico, foi para cuinprir a lei, e se elle
uomeouuin individuo que nao promotor publi-
co e depois nao quiz reconhecer neste o direito de
preferencia ao lugar de curador geral, foi pela ra-
zio que j expend casa, isto que os promoto-
res pblicos nao tem o direito de excluir a quem
i est exercendo o lugar por um provimenlo
legal.
Na uypothcse de que se trata, tendo o promotor
publico allegado legitimo impedimento, foi no-
meado e se achava exercendo o lugar o nosso col-
lega que oceupa a cadeira de 2 secretario, esla-
va nomeado legaliueutc, e por consegunte o pro-
motor publico uo podia allegar direito de prefe-
rencia.
Recebendo o oflicio do Sr. conde, sobre que aca-
bo de fallar, e que li casa, fiquei em diivida e
consultei a S. Exc. se depois de sua decisao, isto
, tendo S. Exc. reconhecido que o promotor pu-
blico da comarca era em todo o caso e legtima-
mente o curador geral do termo, c portanto de-
vendo-se tirar como consequcncia queo promotor
publico era curador geral dos orphaos u; vi do
cargo de promotor, consultei, digo sedevia dar ti-
tulo firmado por mim, de curador geral ao pro-
motor publico, ou se bastva com-.uunicar-llic para
3ue elle entrasse em exercicio, o que era lgico
epois da decisao de S. Exc. Se o promotor publi-
co em caso nenlinmpdc deixar de ser curad li-
gera! de orphaos, se S. Exc. nao quiz admittir
nem o casoem queo promotor publico allegava
.legitimo impedimento, claro que o lugar de. cu-
rador geral decorre ex vi do titulo de promotor
publico. S. Exc. respondeu-meque procedesse
como dantes costumava proceder,
Um Sr. Deputado :Recuou.
O 8r. Soares Biunoo :Nao aceitou a eonse-
quencia do seu acto.
Xavrei urna portara nestes termos :Cumprin-
doque me foi determinado pelo Exm. presidente
da provincia, por decisao de tal e taLe cumprn-
do tambem o que foi decidido por t>. Exc. no-
meio a F. para o cargo de curador geral dos or-
phaos, etc.
assim o titulo que tem o actual curador de
orphaos, o juiz nomeou-o por ordem da presi-
dencia. "
O Sr. L. Machado :Eu nem o nomeava tal.
Sa. Soares Rrando :Sim ; mas estar no
proposito do juiz nao travar lula com a Mffi!B!8
traco, para o vir a realsar-se plano me j se
iuha denunciado, porque j se tinha dito :.o
juiz de orphaos faz-se victima, quer ser suspenso. I
Era, portanto, necessario na o dar occasiao para
i ''.'isar-se q plano de antemo preparado.
O Sr. L. Machado : Eu unha-o feito curador
do presidente e nao dos orpbos.
O Sr. Soares Brandao :Depois, Sr. presiden-
te, recebi do curador geaal e promotor publico um
officio que lenho presente, e eo seguinte : (Le).
Promotoria publica do Recife, 15 de oulubro
de 1869Illra. SrDevendo cu, por convenien-
cia do servico publico seguir boje para o presidio
de Fernando de Noronha, cm commisso da pre-
sidencia desta provincia, e tendo de demorar-me
ahi alguns dias, o communico a V. S. alim de que
no interesse das partes se digne providenciar co-
mo for de direito, com lelaco a curadora goral
dos orphaos.
Deus guarde a V. S.O curador geralDr.
Joao Thom da Silva.
Achei-mo n'outro embaraco. Depois da deci-
sao de S. Exc, a curadora geral dos orpbos nao
podia estar se nao com o promotor. S. Exc. man-
dou o promotor em servico para fora da cidade, os
interesses dos orphaos feavam soffrendo, dirigi-me
a S. Exc. nergunleMlie o que me cumpla fazer.
Observe que nem havia promotor publico inte-
rino, por que o juiz de direito presidente do jury
que entao funecionava nomeava promotor adhoc
para cada processo ; achei-mo em verdadera dif-
liculdadc, e dirig, pois, urna consulta a S. Exc.
ueste sentido.
Fiz um oflicio e cntregue-o ao escreveute jura-
mentado do cartorio do segundo escrivo de or-
phaos, dizendo-lhc : entregue pessoalmente este
officio ao Sr. Conde de Baependy. Foi o escre-
vente, entregou o officio a S. Exc, mas at boje
espero pela resposta desse officio !
d Sn. L. Machado :Tambem at hoje nao se
sabe o que foi fazer a tal commisso a Fernando.
O Sr. Soares Brando .At hoje nenhuma so-
lucio tive sobre este officio repito, cuja entrega
nao pode ser posta em duvida, por que eu j ante-
riormente, prevendo que se deas tocto desta or-
dem, previni-me mandando umapessoa de con-
lianca ; unf escrevenie juramentado.
O Sr. L. Machado :Que tem meter official.
O Sr. Soares Brandao :E ficanon alguns au-
tos parados por que nao havia curador geral ;
aquelles em que era uocessaro ouvir o curador
geral ficaram demorados at que o promotor pu
blico voltasse de Fernando de Noronha.
Pergunlo, sobre quem recaho esta responsabili-
dade f
Um Sr. Deputado -.Sobre o presidente da pro-
vincia.
O Sn. Soares Brandao :Recahe sobro o pre-
sidente da provincia e nao sobre o juiz quando
este pedia a sua decisao com urgencia ; disso-o no
officio e escrevi por fora a palavraurgente.
Em das de novembro do anno passado dirigi
o jnizo de orphaos um cfilcio a S. Exc. pcdndc
lhe que houvesse de solicitar do Sr. miustro da
]iisti. a mais prompta decisao da questao relativa
curadora geral dos orphaos. A questao, senbo-
res, de grvidadt^ de importancia ; cumpre sa-
ber qual o curadorlegal, se aqnelle que esta exer-
cendo o lugar por ordem da presidencia, so o que
foi posto margem por ordem de S. Exc. Quem
sabe mesmo se d'ah nao poderao at provir nulli-
dades em feitos que se achavam pendentes ?
Mas, o juiz de orpbos callou estas razoes, limi-
tou-se a pedir em termos attenciosos ao Sr. Conde
que houve-se de solicitar do governo geral a
prompu decisao deste negocio. S. Exc disse o
seguinte: (t>
Palacio do governo do Pernambueo 14 de no-
vembro de 1868.
Em respost ao seu officio de 12 do eorrente,
;_nmiunico-lh< que n'esta data levo a prsenca de
S. Exc o Sr. ministro da justica, o mesmo oificio
afim de que seja tomado na consderacao que for
dcvida, a reclamacio que Vmc nelle faz.
Deus guarde a Vmc-Coiub de Baependa.
Por tnto, que em 14 de novembro de 1868
os papis relativos questao da curadora ge-
ral ja se achavam alcctos ao ministerio da jus-
tica. Entretanto ha poucos dias fui informado por
pessoa que o ouvio de um empregad? da secreta-
ria que no vapor anterior que tinham seguido
esses papis para o Ro de Janeiro! Outra versa o
-4ambem oav, que nao posso dar crdito, e se-
gundo me disseram, que a decisao tinha vindo,
mas que tinha sido abafada por ser contraria d
8. Exc. o Sr. presidente da provincia.
Parou, por tanto, esta questao sem a mnima de-
cisao. ficaram as cousa neste p, urna violaeao
:lara, manifesta e evidente da lei sem ter urna re-
paracao I
A vista dist e aesus circamstancias i que re-
unitiva do ministerio.da Justina, acercada quejtao
havita em agosto do auno passado, com n|iacio a
curadoHa dos orpbdsdo term do Recife, entre o
juiz respectivo e a mesma presidencia ; e no caso
afflrmativo, em que sentido foi esta decisao.
r Paco da assembla legislativa projjucial de
Pernambueo 19 de abril de 1869.So**t Bran-
dao.Franklin Tavora.
O Sr. G. Drummond .Peco a palavra.
O Sni Prmident^ :Acnandc-se esgotada a
hora destinalll aos negocios do expediente, iica a
discusso adiada.
ORDEM DO DA.
Continua a priieira discusso do projecto n.
i3 do auno passado, tuneando urna cadeira de
nslrucco elementar, para o sexo masculino, na
povoacao do Giqui, adiado da sessio anterior por
empate na votcao.
Procede-se votacio, e, dando-se novo empate,
fica o projecto regeitado na forma do regiment.
Entra em segunda discusstUl sem debate re-
geitado o seguinle projecto:
Art. 1. Fiea concedida Victoriano Paulares
urna men^alidade de SOOOO, durante o tempo em
que frequenlar a academia jnridica.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das comiuissocs da assembla legislativa
provincial de Pernambueo, 20 de abril de 1868.
Siloa Ramos.
E' igualmenl regeitado o seguinte :
Art. 1. Ficam creados, na nova comarca de
Itamb.m lugar de escrivo do orphaos, capeHas,
residuos e ausentes, outro de tabellio do judicial,
olas e hypolhecas, dous de partidores e um outro
de escrivo do jury.
Art. t. Ficam revogadas as disposiefies em
contrario. .
Sala das commissdes da assembla legislativa
provincial de Pernambueo 19 de marco de 1868.--
S. R.Armio Tavares.
i.' discusso das emendas offerecidas ao projec-
to de posturas da cmara municipal do Buique.
Sao appruvadas.
2.' discusso das emendas offerecidas ao projec-
to de posturas da cmara municipal de Nazareth.
Sao approvadas.
Entra em discusso e approvado o seguinte
projecto:
i Artigo l. Fica e presidente da provincia des-
do j autbrisado a instituir dous hospicios em lu-
gares apropriados e convenientes, sendo um para
meninos surd s, c^os e mudos, e outro para me-
ninas as mesinas condicSes.. todos orphaos des-
validos.
Art. 2." Fica o presidente da provincia auto-
risado a fazer as despezas necessarias com os pre-
paro* das casas para o liin referido, e bom assim
a despender at a quantia do 4O:000O0O, qur
com alimentaco, sustenlo e vestuario dos orphaos,
qur com osempregados de ambos os estabelec-
menlos.
Art. 3." Fica, outro sim, autorsado a crear
de prest gio de que gesa, do novo vida privada,
depois ao ter exereiao por alguns diaa me
administrajrio, na qual se houve com o tino e
cricao coslumada.
t Nada mais ha digno de interesse para oeeupaff
sua attenco.
DIXHEIROO vapor Ipojitca trouxe 1:0724580
para o JSc Juitiuaios de Souza Caninos,^ iO*
para o Sr. Joaquim Pinto topa.
NAVIO PERDIDOas coris de Maraeajah,
no Rio-Grande. 4o Norte, perdeu-se o hiate brasi-
Iciro Sania Cruz, de nossa iraca, salvando-se a
Iripolaco e parte da carga.
ASSOdACAO PATRITICA.S) convidados os
ocios da sociedade Dous de Julho, para re un-
rem-se en sessao extraordinaria anianliaa as 10
hora damanliaa, a ra da Imperatrtz n. 3 pri-
meiro andar.
ESTRADA DE OUNDA.Informam-nos que
acha-se quasijntransitavel a parte desta estrada
ntre- a Tacarana e os Arrornbadas, em conse-
tniencl das nWimaf chuvas. Chamamos a atten-
ijao de quem compele para isso, que deve j ser
reparado, alim de se evtarem os grandes atoleros
nuinverno.
*OTERIA.=A que se ama a venda
rato do capital e outro de renda,
deverio satisfaer-se em cincp
tivas, e depois de pausados os
O contribuinte (icarlivre doonusdos
pagamentos das annuidades subsequent45s.
Estas duas efasses combinadas ifoduzem resul-
tados maraviluosos para o fuluro.
Por otemplo, um pai que quzer formar para o
futuro Wn capital c nina randa vtta*c!a para ida
una de seu| (linos, conseguir este importante Ib
despendendo para cada um delles a quantia de
1-153*, que se pagam da seguinte fima :
2K)S
200# -
200*
2(K)|
2004
Direitos de entrada..
No |irimeiro anno....
segundo >
tercero ....
quarto .....
> quinto ....
A n JAI a a <*iii
beneficio da igr.-ja'de S. Joo de AbriTde una, JU*f
que se extrahir no dia 28 do curenle.
PASSAGEIROS.O vapor nacional Ipojuca, vindo
diPGranja e portos de sua escala, trouxe para a
s*u bordo para o nosso porto, os seguintes : Dr.
Manoel Jos Rabello e 1 criado, D. izabel de Men-
donca Pinto Pessoa, Amaro Goncaivcs (forrea Ce
sar e 2 escravas, Dr. Francisco Al ves He Souza
Carvalho, 2 lilhos e 1 criado, Berlulino Correa de
Amorim, Jos Gomas de Araujo Quintella Jnior,
3 pracas de polica, Lucidato Pereira Lima. H. 1.
Eugels, Eufrasio da Fottseea Galvd, Stnr Kee
Ches, Foo Ku Matsoa Foo Ku Haey, Trajano Gomes
da Costa, Jos Pereira de Souza, Donado Angelo,
Manoel Flix Vieira, Raymundo C. Mara Oliveira,
Joaquim Bezerra Araujo' Cavalcantc e 7 escravos,
Jos Augusto e 3 escravos, Galdino Apolonio do's Santos, Antonio
Thom da Silva, 1 escrava de Joaquim Jos Mar-
tns, 1 dita de Antonio Lemos Braga, Jos Joaquim
Alves da Silva, Manoel Horcmo e Souza Azevedo,
Eduardo Correa dos Santos, Manoel Severino
Duarte, Joo Fagundes Gomes Menezes, barao de
Mecejana, Dr. Irineo B de Carvalho c 1 criado,
Jos Torquato Correa e 1 criado, Dr. Reinaldo Go-
mes de (Mveira, Gustavo e 1 companheiro, Ray-
mundo Antonio Coelho,. Jos Raymundo, Mara
Joanna.
Seguiram para os portos do sul, no dia 22 do
corrento a bordo do vapor brasileiro Jaguaribe, os
seguintes : desembargador Bernardo da C. Doria e
2 criados. Francisco Jos Domingues, Jos Cle-
mente da Conceico, Jos Manoel de Araujo, Jos
Pereira Bastos e 1 fi'lho.
as caderas e empregos necessarios cm cada esta-
belecimento, e designar-lhes vencimeutos, e tani-
liem a redigir regulamcntos relativos a disciplina
interna e o ensino nos mesmos estabelccimentos,
GOMMERCIQ.
PRACA DO RECIFE 23 DE ABRIL
" DE 1869.
As 3 1/2 horas Da tarBe.
Algodo de Macei 1" sortc 184500 por arroba
si o a borde, a.frete de 9/6 e 5 0,0
Acedes da companhia Pernambucanaao par.
tCambio sobre Londres 90 d/v 18 3/i i. por
- 14000 (hontpin).
Cambio sobre Pars90 d/v 510 rs., do Banco
515 por franco iliontem.
Descont de letra?
=100.0 ao.anno.
f. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
Ter despendido no fim de cinco
annos a quantia de^......... 1:155
lendo'creado para eadallho mn capital para o fo-
luro, que retiforme a idade dos seguradosserAae'
33:0004 a 47:000* e urna renda vitalicia de 100,4
annuaes.
Admittem-se contratos de maiores e menores
annuidades, sendo os lucros sempre proporcionaes
oBto(|dos seguintes factores : o valor da
contribuico, o risco de morte do segurado
e a dura?ao do contrato (art. 38 do regulamento).
Para effectuar as formalidades dos coutraclos
dirigir-se-ho ra do Livramento n. 19, a tratar
cm o Sr. N. F. de Vital, encarregado pelo Banco
rural e hypothecario do Rio de Janeiro, que pre-
sentemente acha-se em commisso nest provincia.
Trilhos Urbanos para
Jaboato.
Lista dos subscriptores de ac-
edes para a formaeo de uaa
compauhla.
accScs
^fiiDECAMBrO
Teodoro Simn & C.
Compram e vendem por conta propria
ro^taes, moedas nacionaes e estrangeiras,
.letras de cambio, sedulas do governo e do
qaBeo do Brasil.
Descotam letras da trra e oolros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas transaccoes, da cobranza de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesqoer quantias em deposi-
to, em conta eorrente, e a prazo fixo.
Largo do Corpo Santo n. 21.
PUBLICACOES A PEDIDO.
THEATRO
O grande e magulflco drama eui
5 actos ^
O C.BO SIHLLC
Fo_ o Cabo Simao ata im dramas quemis
em^^.^af?^ lwt,,ul).1!^.deta Cldad,e' durante! Francisco Fernandos Duarte...
a anterior poca -Sramatica, em que elle muitissi-
mas retes clumou ao Sania Isabel os verdadeiros
conliecedorcs da arte dramtica e aquelles que
pieslam um culto ntimo ao bello e ao til.
Rico de bonitos e arrojados lances dramalicos.
primoroso pela belleza da linguagem e admiravel
oi que ludo sera presentado a assembla para de, ^ bem ^^ ^ lypos*cte draina uma
Jlo da Cunha Wanderiey 100
Vicente de P. Oliveira V. Boas 50
Ferrera A Matheus.......... 50
Thomaz de Aquino Fonceca e
Filhos.................... 50
o Fernandos Lpez.....v 20
enrique Gibson............. 10
Bento Magalhes............. 10
Demetrio Acacio de Araujo B. 10
Amerco Nunes Correia...... 15
Dr. Claudino de A. Guinarcs. 5
Francisco Goncalves Netto. 10
J. F. S. Porto................ 5
Augusto Frederico dos S. Porto 5
Jos! Alexandre Ribeiro....... 5
Dr. Estevo Cavalcanti de A.. 10
Antonio Jos da Costa e Silva.. 5
Luiz Jos da Gista e Silva---- 5
Jos Alvos da Silva Guimaraes 10
Jos Joaquim Lima Bairo 5
Joaquim Jos da Cost e Silva. 5
Antonio Cesario Moreira Das.. 10
Jos Antonio Moreira Dias..... 10
Jos Antonio da Silva Jnior.. 10
Antonio Bautista Nogueira---- 5
Bento dos Santos Rartlbs...... 10
Antonio Augusto dos S. Porto.. .'!
Jos Fernandes Lima......... 10
5
Antonio Jos C. Guimaraes 5
Joo Evangelista de S....... 10
12 ditas ferragens, miudezas. papel, calcado e
perfumaras; a Prente Vianna A C.
-3 ditas chapeos, miudezas e tecidos de algodo;
a Alves &.C. / r
1 dita fogo da China, 4 ditas tecidos de algodo ;
a Linden, wpydmehn C.
4 ditas ditos de dito; a Schafneitlin & C.
54a< ditos de dito; a Mrmhard, Melher & C.
i ditas lilas de lia ; a ordem.
6 ditas papel, rendas, drogas marroquins ; a
Domingos T. Bastos,
6 ditas calcado, espelhos, parfamarias miude-
zas ; a Jos L. Goncalves Fcrralra 4 C.
ItECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PBRNAMBCO.
Rendimento do dia 1 a 21 .
dem do dia 23
34:804*92-.
65705-
35:4614977
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimcnto'do da 1 a ti.
dem do da 23.
96:444*110
f:877*H0l
98:321*611
Unitiva approvaco.
Art. 4 Ficam nyogadas as disposicoes cm
contraro.
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambueo, 2 de abril de 1868. Maximiano
Uuarte.
E' rejeitado o seguinle:
Artigo 1." Fica o presidente da provincia au-
torsado a mandar construir uma ponte com a pre-
cisa solidez, sobre o rio Inhumas, no povoado de
I'almeira de Garanhuns.
Art. 2." O presidente di provincia, para occor-
rer as despezas com a referida obra, poder des-
pender dt a quantia de 8:000*000.
Art. 3," Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambueo, 20 de abril do 1868. Miguel Amo-
rim Gith-anri. Jansen de Castro. Lopes Ma-
chadoEpaminondasEl miro CoutinkoLopes
de Barros.Silra Burgos.B. Nogueira
Entra em 1* discusso o projecto n. 107 de 1868,
que diz: ...
Artigo 1. Fica elevada a cathegona de villa,
a povoacao de Alagoa de Baixo, com a denomina-
co ile villa Leopoldina.
. Art 2, O novo termo desmenbrado do de Cim-
bres, tera por limites os, da Ireguezia do mesmo
nome.
'< Art. 3." Revogadas as disposicoes cm contra-
rio. .
. Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambueo, 1 de maio de 1868.S. R.topes
de Barros.Francisco Pedro.Silva Burgos.Ba-
cellar.Mergulhao.
O SB. M. AMORIM pede explicaco;sobre a uti-
lidade do projecto.
Encerrada a discusso, o projecto rejeitado.
i. discusso do projecto n. 3 deste anno.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
bueo, resolve:
Artigo nico. Ficam revogadas os arts. Io e 5
da lei n. 819 de 11 de maio do anno passado, c
mais disposicoes em contrario.
Paco da assembla 17 de abril de 1869Miguel
Amorim.
O SR. M. AMullIM .justifica a [conveniencia do
projecto.
Verificando-se nao haver numero, fica a discus-
so adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do da e le-
vanta a sesso.
gloria j para o seu autor, i para o ninitvel
Joaquim Augusto, que faz delle o seu carro de
tnumpho, mostrando-se no papel do Cabo Simao
com toda aquella exuberancia de talentos, que o
collocam no lugar mais elevado da scena brasl-
lira.
Vai, pois, este bello drama to pedido, to feste-
jado e i) frenticamente applaudido reapparecer
buje no nosso theatro, onde tantos trimpnos tem
conquistado. Quem deixar de ir apreeia-lo e dar
mais uma paluia ao regenerador da arle dramti-
ca no Brasil, ao rrande e nunca asss applaudido'
Joaquim Augusto f
F.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Hontem nao func-
cionou por falta de numero.
IPOJUCA.Chegou hontem da Granja e portos
intermedios, este vapor da companhia Pernambu-
cana, trazendo-nos jomaos do Ccar at 16, do
Rio-Grande at 19 e da Parahyba at 22 do eor-
rente.
Seguir, do porto da capital do Cear, para
o do Maranhao, o hiatj de guerra Rio de Contas.
Fallecer, na capital, victima de apoplexia, o
commereiante portuguez Rodrigo Teixeira Leite.
Achavam-se definitivamente approvados os es-
tatutos da sociedade Uniao Cearense, e eleita a
sua directora, que se compde dos Srs.: Drs. Gon-
zalo Baptisla Vieira, presidente; Ricardo Rugnes,
thesoureiro; Victoriano Augusto Borges, Joo
Antonio Machado, Miguel Severo de Souza Pereira,
Joo Foster, e Dr. Antonio Mcndes da Cruz Gui-
maraes.
No Rio-Grande do Norte assumira as redeas
da adrainistracao, no da 12 do eorrente, o Exm.
Sr. Dr. Pedro de Barros Cavalcante de Albuquer-
que.
O Rvm. arcipreste da provincia visitara as fre-
guesas de Nova Cru., S. Jos, Papary, e S. Gonca
lo, administrando o sacramento da conflrmaco.
Da Parahyba nos escrevem, em 22 do mez
eorrente:
Aproveito a paasa^em do vapor costeiro para
dar-Ihe algumas noticias desta capital, sendo a
mais importante ter presado juramento e assumi-
do a administracao da provincia, no dia 16 do
eorrente, como seo primeiro viee-presidente, o
muito Ilustrado Sr. Dr. Silvino Elvidio Carneiro
da Cunha, enja carta imperial aqui chegou nesse
mesmo dia. no costeiro Pirapama.
Foi inuisivel o prazor que se apossou deste
bom novo parahyano por este feliz aeontecimento;
ouviam-se gyrandolas de foguetes por toda parte,
e a satisfacao estampada era todos os restos.
Grande numero de cidados distinctos diri-
gio-se nesse dja a palacio para felicitar S. Exc.
por semelhante ocewTencia, nomeando tambem a
cmara municipal uma commisso composta de
alguns de seusmeanljros para comprir igual man-
dato,* que teve lugar nesse mesmo dia.
Felicitamos por nossa parte a provincia por
to grata inspiracao ds roverno imperial, desejan-
do ao mesmo tempo f*. Exc. nma admimstracao
fecunda em beneficios par a Ierra gue deu-lhe o
berco, continuadora sem interrunco da feliz e
creadora gerencia do muK'o digno e illustrado
presidente Sr. Dr. Tbeodoro fc'achado, cuja nome
jmaw se apagoa do eoraeap S. Exc. o Sr. paire Knto Kissoa, que estova
na administracao, niqualidade de 2o vic-presi-
deote, coube o prar de Impoesar o Exm. Sr. Dr.
Silviao, en sa honroso cargo, reftraaAo-se che
3.Ra Direita 3.
As legitimas pilulas de veame, o xarope al-
cohlico e o ethereo tambem de veame, re-
centemente feitos conforme a formula do fi-
nado pharmaceutico Prannos, assim como
os pos refrigerantes acham-se venda na
botica de Francisco Antonio das Cbagas
ra Direita n. 3, defronte do armazem de
moldados denominado Veado Branco. -Estes
medicamentos, ha muito conhecidos pelos
benficos effeitos que ho produzido em
nao pequea parte da populacho desta pro-
vincia, na do Maranhao c Alagas, incontes-
tavelmente sao dos mais enrgicos agentes
auxiliadores da natureza no vencimento das
doengas, servindo de grande alivio a huma-
nidade soffredra; e por isso se tornam
asss recommendados e preferiveis para as
pessoas que soiTrem de rheumatismo, gln-
dulas enfartadas, ulceras, impigens, asthma,
tosse, amenorrha ou suppressao de mens-
truo, erysipla, amarellido e menstruac5o
difficil; sendo porm usados conforme a
direceo escripta que os acompanha.
Ulna. Sr. Francisco Antonio das Cbagas.
Soffrendo eu de rheumatismo e gota n'um
joelho e tendo usado de muitos remedios
aconselhados para o referido mal, nao tirei
resultado algum no periodo de um anno;
neste estado recorr ao veame a venda em
sua botica ra Direita n. 3, e grabas
a Deus, com uma so garrafa e uma caixinha
de pilulas acho-me restabelecido. Agrade-
co-lhe portanto e espero que faca publico
este facto, afim de quej outros as niesmas
circumstancias aproveitera o seu proficuo
remedio.
Recife, 31 de marco de 1809.
Julio Jumado da Costa.
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1:000,4000
2:0005000
1:0003000
2:0003000
1:0005000
1:0005000
2:0005000
1:0003000
l:000300)
1:0005000
5:0005000
1:0003000
1:000.300.
1:0003000
1:0005000
10:0003000
10:0003000
2:0005000
2:0'-05000
4:0005000
4 .000*000
10:0005000
10:0005000
10:0005000
Illm. Sr. Francisco Antonio das Chagas.
Beberibe, 1 de abril de 1869.Com o
maior prazer levo ao seu conhecimento, que
a garrafa do xarope ethereo de veame e
os pos que comprei na sua botica ra
Direita n. 3, poderam extinguir a dr que
sentia no peito, tosse e febre que tanto me
flagellava, de forma que me julgo restabe-
lecida.Desta sua criada obrigadissima
Mara Joaquina da Silva.
Protectora das fami-
lias.
Esta associacao camiuha as vas de prosperi-
dade, nao sem os entraves inherentes emprezas
grandiosas.
Contratos Capital
Em 30 de iunho de)
393C-----5,868:678*970
1408-----2,173:425*920
53M-----8,0U: 101*890
1868 tinha regs- J.
trado.............)
Durante o semestre
30 de junho a
dezembro de 1868.
Estado dessa associa-'
io em 31 de dezem-
itre de ]
31 de}
1868.. j
cao
bro de 1868.
O capital dessa associacao iluminado e con-
verte-se em apolices da divid>publica nacional de
6 % Nao se pode dar melhor garanta. 8e na
hipothese de quebrar o Brasil- e que essa associa-
cao pode soffrer; uma especie demonte pi de
grande utilldade para as familias.
Para conseguir com toda seeuracca o maior e
mais instante desidertum da vida do hornera, que
crear para o tutnro um capital certstMma ren-
da nfallivel, para si, seus filtros e famiBtS, bastar
fazer um calculo (cada qual conforme seas pro-
prios haveres) de que pode dispdr durante o pe-
riodo de cinco annos ; signalada que seja anfan-
Ua ser esta dividida en duas classes de contratos,
a
5
10
5
5
5
5
o
10
2o
25
50
2o
2
260
10
o
5
o
15
25
3
20
2S
5
5
o
5
1:0005000
1:000*000
2:0005000
1:0003000
1:000*000
1:0005000
1:000*000
5:000*000
l:000*0m
2:0005000
5:0005000
5:0005000
10:0005000
5:000*000
1:000*000
400*000
50:000*000
2:0003000
1:000-3000
1:0005000
1:000*000
3:000*000
5:000*000
1:000*000
4:0003000
5:0005000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
Antonio Moreira de Mendonca.
Jos da Costa Bispo.......... 5
Paulo Jos Gomes............ o
Dr. Symphronio Cesar Coutinho 25
Domingos Teixeira Bastos..... $
Jos Antonio de S Leito 5
Bernardino Correia de R. Reg 8
Manoel de Abren Maccdo..... 5
Manoel Joaquim Baptisla...... 50
Tiburcio Valtriano Baptsta... 50
Modesto do Reg Baptsta..... 10
Justino J. de Souza Campos.... 10
Jos Moreira Lopes........... 20
Antonio J. P. de Carvalho..... 5
Dr. Francisco do R. B. Barreto. 50
Baro da Soledade........... 50
Francisco Ferrera Borges 30
Conselheiro Jos Bento da Cu-
nha Figueredo............ 10 2:0003000
Dr. Jos Bento da Cunha Fi-
gueredo Jnior...........
Antonio Pinto de Barros......
Manoel de Souza Tavares.....
Parisio Belarmno de Moraes P.
Tenente-coronel Francisco C.
M. Ros Jniorr...........
Manoel de Souza Leao........
Jernimo de Souza Leo......
Jovino Coelho da Silva....... 25
Joo G. da Cunha Soares.....
Jo oJoaqum da C. Leite.^...
Dr. Ignacio J. de Souza Leo..
Alfredo Jos A. Guimaraes
Manoel de Mesquita Barros W.
Thomaz Lins de Barros W...
Dr. Gaspar Cavalcanti de Al-
buquerque Ucba.........
Joo F. Cavalcante de Albu-
querque..................
Commendador Antonio de Sou-
za Leo..................
Joo Manoel de Mesquita Bar-
ros Wanderley............
Adolpho Wanderley Lins.....
Vicente Mendes Wanderley...
Coronel Antonio G. Leal.. ...
Francisco Manoel de Souza e
Oliveira..................
Dr. Francisco E. do R. Dantas
Dr. Jos Honorio Bezerra de
Menezes..................
Laurentno J. do Miranda.....
Dr. Manoel do Nascimento Ma-
chado Portella............. V 1:0005000
Joaquim Salvador Pessoa de Si-
queira Cavalcanti..........
Dr. Joo J. Pinto Jnior.......
Jos Francisco P. S. Jnior...
Dr. Luiz Salazar Moscoso da
Veiga Pessoa..............
Jos Cesario do Mello........
Dr. Antonio Joaquim Buarque
Nazareth................. 5 1:000*000
D. Mana Amelia de Gusmo
Lira.................... 10 2:0003000
Major Francisco de Gouva e Souza 10 8:000*
Dr. Antonio Venanoio Cavalcante
Albuquerque.................
Ernesto Arcelino de Barros Franco
Francisco Manoel Wanderley Lins
Major Joo BaptstaPaes Barreto..
Dr. Felippe de Souza Leo....... 25
Jos Joaquim de S Barreto...... 2
Ignacio Jos da Silva............ 1
Antonio Pereira da Cmara Lima 10
Francisco de Paula do Albuquer-
que Lima.................... 5
Jos Pedro Carneiro de Albuquer-
que ........................ 2
Manoel Tbeodoro Mendes Lins 2
Antonio Columbano Seraphicode
Assis Carvalho............... 2
Jos Francisco de Albuquerque
Maranhao....................
Dr. Miguel Felippe de Souza Leo.
Tenente-coronel Joaquim Maximi-
no Pereira Vianna..........'.. 50 10:000*
Jos Rufino Barbosa da Silva..... 25 5:000*
Dr. Manoel Gentil da Costa Alves. 25 5:000*
Albino Jos da Silva............ 25 8:000*
Jos Caetano de Albuquerque 25 5:00*"|
Galdido Alfonso Moreira......... 26 5:000*
Adriano Augusto de Almeida Jordo 2:009*000
Manoel Jos Dantos............... 2:000*000
Joo de Castro Guimaraes... %..... 1:900*000
Francisco Goncalves Netto......... 4:000*000
Albino Jos Ferreira da Cunha..... 2:00&JOOO
Bento de Barros Feij............. 5-090*000
Antonio Augusto Ferreira Lima..... 2:090OO
Bernar#no da Silva Costa Campos.. 1:099*O0O
Andr 4 Abreu Porte............. 2:000*000
Dr. Manoel Tbomaa de Bittcncourt
Corte Real..................... 1:000*000
Bernardo de Siqueiiii'Castro Monteiro 2:000*000
Thomaz Fernandes da Cunha...... 2:000*000
Jos Lucio Monteiro da Fonseca Filho 1:00O*O0O
Dr. Manoel de Figueira Faria..... ,:0JX!J
A lexandre dos Santos Barros....... i :XXX*xS
Manoel da Cunba Wanderley Lins.. S;0W*W
Miguel os da Costa......#* iSSffi
Bernardino Jos da Silva Maia... .T. 500f*
Antonio de Souza Guerra.......... 1152!
Jos Antonio de Almeida Canha..... !:xZs2x
Antonio Jos a Cunha............ l:2SfflR
Luiz Manoel Rodrigues Vaienca.... J :22*5S
Manoel Pedro fcnohi............ ^*??55
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Descona lettras da pfaca taxa a con-
vencional
Recebe dinheiro em conta eorrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte- cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
BANCO AUA & C.
Itua do Trapiche a. 341.
Desconta lettras commerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em conta eorrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pravas do imperio, Rio da Prata 9 Euro
pa, e compra cambiaos sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por commisso, da com-
pra e venda de fundos pblicos e aeces de
oompanhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
quer outra operaco bancaria.
O expediente para o publico comecar
s 10 horas da manha, e terminar s 4
boras da tarde de todos os dias uteis.
MOVIMENTO DQ PORTO.
Navios entrados no da 23.
Terra-Nova32 dias, brigue inglcz Henreeta, do
176 toneladas, capillo A. C. Marsholl, equipa-
pem H, carga 2570 barricas com-. bacalno; a
Jobnslon Pater A
Rio-Grande do Sul49 dias, patacho brasileiro
Palma, de 175 toneladas, capito Manoel de
Azevedo Caaario, equipageia U, eM*e 8,600
^ arrobas de carne; a Jos V. Rezende & C,
New-York43 das, escuna ingleza Iledilh Morgan
de 139toneladas, capito Murray, equpagera 0,
carga 300 barricas com farinha de trigo e outros
gneros; a Henry Forster & C.
Havre 28 dias, barca franceza Jean Baptiste, de
332 toneladas, capito Bejcan, equpagem 14,
carga mercaduras; a Tisset Frere.
Navios saludos no mesmo dia.
Portos do norteVapor brasileiro Guar, comrnan-
dante 1 tenente P. II. Duarte, carga differentes
gneros.
MaceiBarca ingleza Imogene, capito D. C. Doon
em lastro de assucar.
Observares.
Fundeou no lamaro um'lugar inglez e um pata-
cho brasileiro, mas nao liveram cou.muncaco
com a trra.
EDITAES.
O inspector interino da Alfandega, faz
publico, que fia transferido para o dia 26
do eorrente, por faltafcde licitantes, o lei-
lo de um bote e duas baeras, que foi
annunciado para boje, em editai.de 11).
Alfandega de Pernambueo 22 de abril .
1869.
O inspector interino,
L. de C. Paes de Andrade.
CASA DE CAMBIO
Theodoro Simn & C.
Vendem
Libras sterlinas 13(5700.
Ouro nacional e portuguoz a 54 0/0 de pre-
mio.
Sedulas do governo de 1 a 5#000 i por %
de premio.
Largo do Corpo Santo n. 21
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 22. 809.616*951
dem do da 23..... 19:787*396
829:404*347
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados
dem idem
com fazendas
com gneros
Volumes sabidos com fazendas
dem idem com gneros
329
347
73
331
----- 404
676
o
10
3
10
2
26
m
1:000*
2:0003
1:000*
2:000*
5:000*
400*
200*
2:000*
1:000*
400*
400*
400*
400*
5:000*
Manoel Pedro
Francisco dor
Baptia:::::... 3:000*000
Dcscarregam hoje 24 de abril.
Vapor nglezGladiatormercadorias.
Lugar inglezJuliodiversos gneros.
Barca inglezaBorlochauferro e carvo.
Escuna inglezaEdilh Jtforaa=varios gneros
Brigue inglezJfenneMebacalho.
Eocuna americana Eduard Brunetfarinha de
trigo.
Barca pwtuguezaNova Sympathia lagedo.
Lugar francezRio Grandemercadorias.
liIior:uo
Vapor brasileiro ipojuca, vindo da Granja e
portos intermedios, manifestou:
24 conros salgados; a Fernandes & Irmo.
35 ditos ditos ; a Carneiro Vianna & C
4 caixas quejos: a S Leito & Irmo.
I dita ditos ; a Eduardo C. dos Santos.
II ditas velas de carnauba; a Jos Lopes Davim.
10 ditas dita de dita; a Manoel J. D. Code-
ceira.
1 sacca algodo ; a J. J. de Carvalho Moraes
* Irmo.
8 ditas dito; a Theodoro Just.
120 ditas dito ; a Tasso Irmos.
43 ditas dito; a Nogueira & C.
7 saceos goma, 40 barricas bacal bao, 32 volu-
mes barricas abatidas; a ordem.
Lugre francez uo giunde, vindo do Havre,
consignado a E, A. Burle & C, manifestou :
13 caixas calcado, escvas, loucas, coques, per-
fumarias c cartoes ; a Adriano, Castro & C.
140 ditas queijos, 31 ditas e 8 barricas mar-
roquins; drogas, papel, rame, chapeos e tecidos
de algodo c de 13a, 600 gigos batatas, 500 fardos
papel de embrulho, 100 barricas de trigo, 75 bar-
ris e 73 meios manteiga; aos consignatarios.
1 barrica e 2 caixas vinho e agua de Vichy; a
Oliveira Filhos & C.
2 ditas vidros; a Duarte, Pereira & C.
1 dita tecidos de seda ; a Flix V. de Cantalice.
1 dita vidros; a Maury, Romaguera Hijo & C
1 dita passemanterias; a Vianna & Guimaraes.
1 dita ditas; a madama Adour.
6 ditas camisas, bengalas, chapos, e ditos de
sol; a MMalhcs & Irmao.
1 dita Tecidos de algodo; a Keller & C
1 dita ditos de dito; a A. Cezar de Abreu.
30 ditas ditos de dito e de la. roupa perfuma-
ra, roupa e pas3emanteria; a Monteiro Irmo.
4 ditas chapeos; a Mansel Moreira de Souza.
8 ditas cutilaria, coques,gentes, instrumento de
msica e perfumara; a Joao da Rocha e S"va>
2 ditas chapos, camisas e calcado; a costa u-
mos & C. ... ,..
4 ditas vidros e perfumaras; a Isidoro Bastos
1 p
7 "ditas tecidos do algodo e de laa; a Cramer,
Tditas ferragens; a Bourgard & F- f
* 2Cardos papel; e Lailhacar 4 C
3 ditos e 6 caixas papel, tecidos de laa e de ai-
rodlo a Henriqne & Azevedo.
1 dita e 12 barricas drogas ; a Manoel A. Bar-
28 barrs e 23 meios manteiga; a C A. Sodr
da Mona.
40 ditos e 40 barris dita; a Augusto F. de Oli-
veira tt c.
19 volumes drogas; a Joao da Silva Faria &
Irmo.
3 caixas ditas ; a A. Caors.
2 ditas queijos; a H. Niemeyer.
1 dita calcado; a Satyro Seraphira da Silva.
7 ditas tecidos de algodo e de la ; a Silva &
Cardoso.
3 ditas ditos de dito e agulnas ; a D. P. Wild.
1 dita tecidos de algodo; a H. Wilmer.
6 ditas ditos de dito e de la ; a H. Leger.
12 ditas ditos de linho e de algodo, calcado e
marroquins ; a Joao P. Lopes.
1 (uta ti|#iiras, a Lopes & Oliveira.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oflicial
da imperial ordem da Rosa, c juiz d
direito especial do commercio nesti ci-
dade do Recife de Pernambueo, por sua
M. I. etc etc.
Faco saber aos que o presente edilal
virem e delle noticia tiverem, que por este
juizo especial do commercio pendem nns
autos de execucSo de sentenca de Joao
Gomes da Cruz, contra Antonio Jos Bra-
ga. E tendo-se feito ratificaco de*pe-
nhora j feita em dinheiro, existente no de-
posito geral, pertcncente ao executado,
fora pelo solicitador Manoel Luiz da Veiga,
procurador doexequente feito o requerimen-
to no seguinte termo. Aos 19 de abril de
1869 na cidade do Recife, em publica au-
diencia, que aos feitos e partes, dava o Dr.
Tristao de Alencar Araripe, nella pelo soli-
citador Manoel Luiz da Veiga, procurador
do exequente Joo Gomes da Cruz, tora
aecusada a raUficacSo da penhora feita em
dinheiro existente no deposito geral per-
tcncente ao executado Antonio Jos Braga,
e requereu que ficissem assignados os seis
dias da lei, a ratiOcaco da penhora feita,
e 10 aoscredores incertos passando-se edi-
taes; o que convido pelo juiz houve a ra-
tficac3o da penhora por feita e ratificada,
os seis dias da lei por assignados, e tambem
10 aos credores incertos, e o mais por de-
ferido, na forma requerida, depois demandar
apregoar pelo porteiro dos auditorios que
o fez na forma do estylo, do que fiz o pre-
sente extrahido do protocollo das audien-
cias, ejuntei apelico, mandado, termo e
procuracao bastante que segu : eu Secon-
dino Heliodorio da Cunha, escrevonte ju-
ramentado o escrevi: eu Manoel Mara Ro-
drigues do Nascimento, escrivo o subs-
crevi: Por forca do meu despacho, o es-
crivo fez passar o presente edital pelo
qual chamo cito e hei por intimados aos
credores incertos do dito executado para
que comparecen) neste juizo dentro do di-
to praso afim de allegarem o que for de
justica. E para que chegue ao conheci-
mento de todos, mandei passar o presente,
que ser publicado pela imprensa c afixaio
no lugar do costume. Recife 20 de abril
de 1869. Eu Manoel Maria Rodrigues do
Nascimento, o subscrevi
Tristao de Alencar Aranpc
DECLARACOES.
O administrador da reeebedoria de rendas
internas geraes faz publico que neste eorrente me;:
e no de maio prximo futuro, visto estarcm con-
cluidos os lancamentos, e que os devedores do
imposto pessoa'l, relativo ao exercicio eorrente de
1868 a 1839, residentes as freguezias do Recilt,
Santo Antonio, Affogados, Poco da Panella, Varsea,
S. Louren?o da Malta, S. Amaro de Jaboato e
Muribeca, teem depaga-lo, livre da multa-de 6 0/0
e com ella depojsdo referido prazo.
Reeebedoria Je Pernambueo 3de Abril elHoV.
Manoel Carneiro de Souza Laceraa.
No dia 27 do eorrente mez, depois da au-
dencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da primeva
vara, a qual ter logar elas 11 liaras do referido
dia, na salla publica das audiencias tm de ser
arrematado por quem maior lance offerecer os
bens seguintes: um terreno proprio com cento o
vintc cinco palmos de fundo e cincoenla de frento
sendo esta para a ra dos Pires, e o fundo fazend >
frente para a travessa da mesma ra onde se
acha em aberto, tendo dentro oito quartinhos em
mau estado, avahado em 2:000*000. Um sitio
com quatro centos palmos de frente e duzentos o
quarenta de fundo, chaos foreros, com uma sen-
zalla dentro, dividida em dezecete quartinhos,
casa de vivencia de pedra e cal, e estribara, devi-
dindo pelo sul, com a rna nova da travessa do
Pires, pelo norte, com o sitio do coronel Barata, o
D. Margarida, e pelo poente com o terreno do des-
embargador Figueira de Mello, e pelo nasceote com
o terreno cima mencionado, e fundos das cam
da ra dos Pires, avahado em 7:500*000 cujos
bens vo a praca a reiuerimento de Francisco
Ferreira da Rocha Leal, como nveniaranle e ber-
deiros dos bens que ficaram por faltecimento de
D. Rosa das Naves Ferreira Leal E a ultima
praca. 0 eserivioSaraiva.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A nim* junta administrativa precisa contratar
cora quem maiores vantagens offerecer o forneci-
mento do carnes verdes que precisaren! os esta-
belecmentos a seu cargo nos mezes de maio e ju-
nho vindonres.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 16 de abril de 1869.
O eserivio,
Pedro Rodrigues de Souza,
fe
f






CiSa le Misericordia
Reclfe
lio Emelina Roquebert.
Pela secretoria da &nb Cas* de M
"9 H' publitHHU [lima, jiinta a
nistrava eni sessio de B Mtorreh i fue
fosseni convidada os pareles dos orphaos om se-
guida declarados ^para viren eequerer a prcsiden-
eia a sua retirada do raesmo collegio, visto que ja
tendo completado a idade de 14 aanos nao podem
dli continuar como dispde o respectivo regula-
mento.
Francisco Pereira do Araujo, protegido do viga,
no Camiljo de Mendonca Furtado.
Antonio Bczerra de Mello, subrinho de Francisco
Hibeiro da Silva.
Manoel Felippe de Souza Magaihfies, filho de
Thereza Febronia Esteves Alves.
Francisco Antonio do Monte.
Antonio Lgocadio do Rogo Barros, filho de Ignez
Mara de Mello llego.
Joaquina "Candido da Silveira, filho de Mara da
da Gloria Silveira.
Lanrindo Fortunato de Meuezo' Lyra, lllho de
G( i tinaos Lourenca de Araujo.
Sectvlaria da Santa Casa de Misericordia do
hecife 9 de abril de 1869.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
['erante a cmara municipal tiesta cidas
de estar em praca nos dias 15, 19 e 22
do correntc, para ser arrematada por quem
menor prec-o offerecer, a obra dos repa-
ros do aterro da estrada, que da ra Im-
perial vai ter a Cabanga, oreada na quantia
de 81 i.->000 quem pretender arrematar essa
obra compareca nos indicados dias, no pa-
ro municipal, munido de flanea idnea.
O ornamento da dita obra aoha-se na se-
cretaria da mesma cmara, onde ser apre-
sentado aos que o quizerem consultar.
Pago da cmara municipal do Recife, 12
de abril de 1869.
Ignacio Joaquim de Souza Leo.
Pro-presidente
Francisco Canuto bia-Yiatjem
secretario.
No dia 27 do crrente nioz, depois da au-
diencia do lllm. Sr. Dr. juiz de orphos, tem de
irom praca por venda os cscravos seguintes:
Antonio, cioulo, idade 30 aunM, av.ili.-i.lo por
LOOSOiiO ; Rufino, crionlo, idade 10 anuos, ava-
llado par 80;) ; cujos cscravos vao praca a rc-
qaerimeato de I). Malvina A'exandrina de Souza
Bareellos, na qualidade de viuva inventariante dos
bens deixados por morte de seu marido Antonio
Proeopio do Souza Bareellos, para pagamento dos
Cr.-llores do casal.____________________
Conselho de compras
navaes.
0 conselho promove no dia 21 do corrente mez,
-ib as condicoes do estylo e avista de propostas
recebidas ate as 11 horas da manhaa, a conpra
d6i objectos do material da armada, seguiutes :
Para provimento do almoxarifado.
1 ancora de 6 qu'mtaes, G pecas de arribea, 6
tarris de alcatrao, 2 bules de ferro estanhado, C
barril de breu, 30 baldes pequeos ferrados para
escalares, 20 cadiuho de lapis sortidos, t arrobas
de cola da Baha, 20 libras de 'era preta para
corrame, 500 folhas de cobre de 28 oncas, 1
peca de cabo de linho de 3 polegadas, 1 poca de
abo de linho de 2 1/2 polegadas, 3 pecas de cabo
de linho de 1 polegada, 10 arrobas de estopa de
algodao, 20 resmas de lxa de esmeril em panno,
3i pecas de lona larga, 8 livros de soccorros m-
pressos de 100 folhas, 8 ditos dito de 59 ditas, 6
arrobas de mialhar, 10 libras de obreias france-
zas, 13 arrobas de oleo de linhaca, 3 duzias de
pratos de ferro estanhado, 300 libras de pregadu-
ra de cobre, i regiment de signaos para navios,
20 pecas de sondareza, 3 terrinas de ferro estanha-
do, 1,000 fijlos de fogo, 20 tia-linbas, 500 libras
de tinta preta, 60 groeas de torcidas para pharol,
e 8 arrobas de zarco.
Para enfermara de marnha.
200 camisolas de bnm, 100 pares de chinellas
de couro, 50 fronhas de brim, 200 leeros de dito,
e 50 toalhas de dito.
Tambem o conselho no mencianado dia 24 do
corrente mez, de igual forma, contrata o forneci-
i lento de bacalho para os navios da armada e es-
tabelecimentos de marnha* no trimestre corrente.
Conselho de compras nvaes de Pernambuco 21
de abril de 1869.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjea,
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0 conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguinte ;
1 fole grande com 32 pollegadas, 40 arrobas de
plvora de boa qualidade.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos,
apresentem suas propostas acompanhadas das res-
pectivas amostras, na sala do conselho, as 11 horas
do da 26 do corrente.
Conselho de compras do arsenal de guerra de
Pernambuco 20 de abril de 1869.
F. Raphael de Mello Reg,
Presdante.
Jos Baptista de Castro Sjlva,
Secretario.
THEATRO
S. ISABEL.
* EMPREZA DRAMTICA
DE
Sabbado 24 de abril de 1869.
Representa-se o muito acreditado drama em 5
idos
0 (Ht SO.
Personagens. Os sonhores
O general Roquebert Eduardo.
O Sr. de Taverny..... Thomaz.
Simao, cabo de esqnadra J. Augusto.
Picard, cacador..... C.-Rocha.
Um ofilcial de ordens. uimaros.
Um ajudante de campo. Santa Rosa.
Pedro Prochard..... Brochado.
O tabelliao Germon. Victorino.
Potichon....... Jordai.i
Pigoche, reernta..... Martinho.
m criado....... Floriodo.
Luciano........P- da Costa.
Mina de RanUberg..... Mara Velluti.
. Carolina.
. Ctelia.
......Francisca.
campo-ieie etc., etc.
meiro acto m um acampamento francez
lenaanha em 180;' as outros 4 em S. Lou-
reffeo 16 annos de]iois.
D fin ao espectculo a cansoneto comlcaj>elo
Sr. Martinho. W
O mUDINHO
Comecar as 8 horas.
Prepara-se para a prxima semana o drama
de graade. espectculo em o actos
Diario de Pernambuco Sabba
o
Ossenhores que quizerem bilhetes podem
de j fazerem suas enconunendas.
des-
cam no da aprasailo, haver lunch e sorvete.
cumplido fielmente u regulameuto policial.
Ser
AVISOS MARTIMOS.
2L
THEATRO
Gymnasio Campestre
ASSOC1A.CAO ARTSTICA.
Ia recita de assignatura.
afoliado d<; abril de. 18B.
Representar-se-ha a nteressante e graciosa co-
meda em 2 actos, ornada de msica, original do
dtincto escrlptor bra-nleiro o Sr. Dr. Joaquim
Manoel de Mae do. intitulada
0 PRIMO Dil CALIFORNIA
Tomam paite as Sraiv. D. Jesuina, D. Olympia
e os Srs. De-Giovani, Silva, Pedro Augusto, Bra- j
ga, Emiliano, Serian e Henrique.
A msica e eomposu-ao do Sr. Colas Filho.
primeira vez representa neste theatro o nte-
ressante entre-acto mico, ornado de msica
denominado
O matuto aparvahado.
Terminar o cspectacu'o, a pedido, com a chis-
tosa e enlhusiasticame tc applandida estravagan-
cia burlesca ornada de musica c dansa, denomi-
nada
Urna noite de carnaval.
Tomam parte as Sra*. D. [Jesuina e o Sr. De-
Giovani.
O resto dos bilhetes acha-se na casa do Sr. Go-
dofredo, cabe leireiro i ra do Crespo, no thea-
tro o na estacao dos tilhos urbanos, pelos precos
establecidos.'
N. B. O trem especi il dos Srs. assignantes par-
tira do Recife as t I|2 I.ras da tardo, tocando
em todos os pontos at o Caldeiroiro, em cujo tc-
rao passagem gratis, as pessoas que comprarem
bilhetes para esta representacao, assim como, de-
pois da mesma haver igualmente conducen) gra-
tuita, para as mencionadas pessoas, do Caldeirei-
ro para a cilade.
O espectculo principiar as 7 horas c meia,
aflm de terminar pouco depois das 10.
A associacao artstica deste theatro nao pode
deixar de agradecer ao Ilustrado corpo acadmi-
co, a dislincla classe mmercial e ao respelavel
publico pernambucano, os obsequios que lhe teem
prestado.
Grande a variado espectculo
(TODO PARA RW.)
Domingo 95 de abril.
Representa-se a chi tosa comedia cm 2 actos,
toda ornada de musica
COSIlflO
ou
0 PRINCIPE CAIADOR
A parte de Cosimo desempenhada pelo Sr.
Martinho, e a de Angela pela Sra. Julia Azevedo.
Galante comeda em um acto ornada de msica
tomam parte os Srs. Jordani, Florn*) e Sra. Ay-o-
lonia
Jocosa comedia em um acto I
I II HABIDO
Que victima das modas
D flm ao espectculo a tempre querida co-
media
O recrulainento na roqa
na qual o sargento Ferrabraz (Martinho), a San-
chinha (Sra. Carolina; e Silvna (a Sra. Apolonia)
dansarao o engracad e muito applaudido
Li\i\ a: n.vnov.
Comecar as 8 horas.
Segue-sc pelo artista Flaviano Coelho, que pela
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
SaTegaco costelra por vapor.
Macei, escalas e Penedo.
O vapor Giqui, commandante Aze-
vedo, seguir para os portos cima no
_ dia 30 do corrente as 3 horas da
tarde. Recebe carga at o dia 29 as 3 horas, en-
commondas, passagens e dinheiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da saluda no esenptono
do Forte do Mattos n. 12._____________________
C0MPANH1A PEKN4ftllJUCANA
DE
Xavegaeo costeira por vapor.
Fernando de Noronha.
O vapor Giqui, commandante Azevedo, seguir
para o porto cima no dia 10 de niaio, ao meo da.
Recebe carga at o dia 8 as 3 horas da tarde, en-
coitmendas, passageiros e dinheiro a frete ate as
10 horas do dia da sabida, no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12.______
Para o Porto
Seguir com a maior brevidade possivel a mu
conhecida e veleira barca portugueza Seguranra
por j ter a maior parte de seu carregamento en-
gajado ; para o resto e passageiros,, aos os quaes
offerece ricos e excellentes commodos, trata-se
com Cunha Irmos & C, ra da Madre de Dos
o. 31. ou com o captao a bordo. ^^^^
LEILOES.
-----
LEILAO
De iim sobrado de um andar e
soti sito A na da noeda
i. **. em solo proprlo.
O agente Pontual competentemente autorisado
vender o predio cima no dia
IIOJE.
No Io andar do sobrado n. 62, roa da Cruz,
as 11 horas.
Os Srs. pretendentes podero examinar o dito
predio.

Para o Porto
pretende-seguir com a maior brevidade possivel a
mui conhecida e veleira barca portugueza Clan-
Una por j ter a maior parte do seu carregamen-
to engajado ; para o resto o passageiros, para os
qua^s olTereco ricos e excellentes commodos, tra-
ta-se com Cunha, Irmos & C ma da Madre de
Dos n. 3i, ou com o captao a bordo.
COMPAMIIA BRASILEA
DB
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 28 do cerrente o vapor
Paran, commandante o captao
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do cpstume seguir para os do sul.
Desde jk recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devora
ser embarcada no oa de suachegada. Enconunen-
das e dinheiro a frote at odiada'sua sahda as 2
horas.
Nao'se recebem como cncommendas seno ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medico.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Olveira
Azevedo & C._________________________.
Rio de Janeiro
Segu com muito brevidade para o porto cima
a escuna dinamarqueza Elise, tem a maior parte
do sen carregamen o engajado para o resto que
lhe taita trata-so com Antonio Luiz de Olveira
Azevedo & C, ra da Cruz n. 57, 1 anda-
LEILAO
De differentes movis, 1 jogo de bacatolla, 2 can-
dieiros a gaz, l castices e mangas, gusto an-
t'go) 1 guarda roup, quadros, retratos, 1 ca-
ma franceza, dilTcrentes mappas o outros ob-
jectos.
hoji:
Sabbado 24 de abril as 10 horas em ponto.
Por intervengo do agente Pinto, no Io andar
do sobrado da ra da Uruz i. .":t.
Desde j se previne ads compradores dos re-
feridos objectos que divero tomar conta dos
meamos lindo o leilo visto ser preciso entregar
as chaves da casa no mesmo dia 21.
LEILAO
Do grande sitio da estrada d'Agua-fria n. 5, com
urna casa nova de pedra c cal de 32 pal nos de
fiviue, coebeira e quartos (ora, cacimba com
bomba, o sitio tem 'J00 palmos de frente, muito
fundo, baixas, trras pya plantacoes, e criaejio
de gado, mata, un riacho permanente no mes-
mo sitio, muitos coqueiros e outros arvoredos.
Terca-feira 27 de abril as M horas em
ponto.
O agente Pinto far leilo precedida a compe-
tente autorisacao da casa e sitio cima mencio-
nado as 11 horas do dia cima dito em seu es-
cripfrio ra da Cruz n. 38.
r
Domingo
25 de abril
Segunda representa cao do magnific e muito ap-
plaudido drama em 3 actos, ornado de musica in-
titulado :
0 PEREGRIM) BRAMO
OU
os iii:m\os I \I.IMI V
Os papis dos meninos d'aldeia sero desempe-
nhados pelas Sras. D. Jesuina e D. Bernardina.
Toma igualmente partejno drama toda a com-
panhia.
Segue-se pelo artista Flaviano Coelho o nteres-
sante e applaudido entreacto cmico, ornado de
musica denominado:
O matuto no Eecife.
Terminar o espectculo com o gracioso e sem-
pre applaudido duelo, intitulado
[ panella do ic
Cantado pela Sra. D. Jesuina e o Sr. De Gio-
vani.
O resto dos bilhetes acha-se na estacao dos tri-
litos urbanos e no theatho, pelos precos estabele-
cdos.
N. B. As 6 horas da tarde partir do Recife om
trem especial, que to ara em todos os pontos, at
o Caldeiroiro, em cujo tero passagem gratis as
pessoas que comprarem bilhetes para esta repre-
scntaeao; assim como, depois da mesma, haver
igualmente conducc) gratuita paraos menciona-
das pessoas, da Calleireiro para a cidade.
O espectculo principiar as 7 horas e um quar-
to em- ponto, afim de terminar pouco depois das
10 horas.
OALCACAR
Ra nova de Santa Rita nu-
mero 1.
Sabbado ter lugar o grande baile a caraeter, e
nos entervallos tocar-se-ha no piano diversas mo-
dinhas e cantadas pelos amantes deste boni gosto.
No domingo 25 haver o caf concert commer-
cial, o que pede a tedos os socios que compa-9J
PA2U. O FOF.TO
T>r; seguir com a maior brevidade possivel a
jRiea portugueza Nova Sympatkia, de 1* marcha,
por j ter prompta a maior parte de sua carga :
para o resto que lhe falta e pas-ageiros, aos quaes
offerece ricos e excellentes commodos, trata-se
com Baltar Olveira A C, ma do Vigario n. 10
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir para o dito porto, o mais breve
que for possivel, o brigue braslero Sanio Amaro;
quem quzer carregar ou dar escravos a frete,
queira dirigr-se Marques, Barros & C, no lar-
go do Corpo Santo n. 6, f andar.
GOMPANHIA PERNAMBCAN-
DE
Vavegaeo eostteira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Corripe, commandante Penna, seguir
para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
hars da tarde, recebe carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 3 horas da tarde
do dia da sahida no escriptorio do Forte do Matos
n. 12.
DE CHARUTOS
O agente Olveira fara leilo por ordem dos Srs.
|-Rabe Srhamettau & C, e por conta e risco de
quem perlencer de urna porcao de caixas e meas
caixas de charutos da Babia, d differentes mar-
cas c bem sortidos.
Segunda-feira 26 do corrente
as 11 horas em ponto da manhaa, no seu escrip-
torio na da Cadeia n. 4, 1 andar.
LEILAO
Je 20 barris com valio verde
e 25 canastras eom alhos.
Segunda-feira 26 do corrente.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem perlencer de 20 brris com excellente
vinho verde desembarcado a semana passada e
25 canastras de alhos, tudo ser vendido a von-
tade no dia cima mencionado as 11 horas da
manhaa no armazem do Sr. Azevedo no largo da
escadinha da alfaudega.
COMPANH1A PERNAMBCAN.
DE '
Navegaco costeira por vapor.
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Ara.
caty, Cear, Acarac e Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Martins, seguir para os portos cima
no dia 30 do corrente as 5 horas
da tarde. Recebe carga at o dia 29, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
Para o indicado porto pretende sahir em pon-
eos dias a veleira e bem conhecida barca Social'
captao Rocha, por ter a maior parte do seu car-
regamento prompto, c para o resto que lhe falta
LEILAO
DE
2 barris eom inanteiga ingleza
sahir da alfandega,
Quarta-feira, 28 do corrente.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de qrem pertencer de 25 barris com superior
mantewa ingleza, sahir da alfandega. Sera ven-
dida a lotes de um barril ou conforme os licitantes
Quarta-feira 28 do corrente
s 11 horas da manhaa, no largo da alfandega,
junto ao armazem do Annes.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de um feitor para um pequeo
sitio : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de
Souza, na ra do Crespo n. 15, ou em seu sitio no
Montano.
O Dr. Joojfapttista Casanova,
medico homeop^a, achando-se restabe-
lecido da grave molestia que soffreu, conti-
na no exercicio de sua profissao, ao pateo
da matriz de Santo Antonio n. 2 sobrado,
onde pode ser procurado qualquer hora
do dia ou da noute. ___________
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no gymnasio
provincial do Recife, tem aberto em sua
casa, ra Bella n. 37, um
CURSO DELINGUA FRANCEZA
DE GEOGRAPHIA E HISTORIA
DE PIIILOS0PHIA
DE RHETORICA E POTICA.
Os estudantes qne pretenderen! frequen-
e passageiros. para os quaes tem bons commodos miainilpr (-p,L Hcrn|j,laa nndem diri-
trata-sc com o consignatoro Joaquim Jos Gon- i ^r quaiquir aesias aiscipuuas, pouem uin
"--'- i "-<"* indicada residencia, de manhaa ate
calves Beltro, ra do Trapiche n. 17.
Baha
Impretervelmente nestes poucos dias sahe o pa-
Ihabote Garibaldi para a Bahia : para carga tra-
ta-se eom o captao Custodio Jos Vianna, ou no
escriptorio de Tasso Irmos.
4RA Seguo comjbrevidadc o palhabote Sobralense,
anda recebe alguma carga : a tratar com- S
Leitao Irmos, a ra da Madre de Dos n. 1.
Lisboa
Segu com brevidade a barca portugueza Perei-
ra Borges por ter parte da sua carga prompta.:
para o restante c passageiros, tratase com Olvei-
ra, Flhos & C, largo do Corpo Santo n. 19.
gir-se
as 10 hoias, e de tarde a qualquer hora.
O desemhargador B. M. d.i Costa Doria vai
a Sergipe e de volta, que ser breve, agradecer
pesseaimente a todas as pessoas que o compri-
mentaram.
- Precisa-se do urna ana
na ra do Cabug n. 18.
livre ou escrava
lrmandade de N. S. do Rosario
de Santo Antonio ,
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nos.-os charissimos irmos para comparecerem no
consistorio desta igreja, domingo, 23 do corrente,
as 10 horas da manhaa, para, em mesa geral, en-
trar em 1* discussao os artigos do novo compro-
misso.
Consistorio em'inesa 23 de abril de 1869.
Libanio Luiz da Cunha,
Escrvo. '
SOFFRIBIENTOS tTESTOM AGO. COMSTIPA$AO.-
Cura em poucos dias pelo CARvfD of lELLOC em p ou em putimu.
ENXAQUECAS; NEVRAUGIAS. Ksseifcccse.iodie.
ripadu rpidamente peu PCROLA* IKTHM f Clttlll.
ANEMIA, A PALLIDEZ e M IMnientotue ntoaultaiida
emorego dos femiginosos sio sempre combatidos com o melhor resutuao
pelas PiLULAa de vallet. Cada PiluU tem ioeravado o neeae TAUIT.
P DE ROG. Basta dissolver.um fraseo deste po em rodo
ewrata d'agua para se obtOr urna limonada agrdate! que purga sera fc-
ler clicas.
VINHO DE QUINIUM poucos cuja composi;ao garantida constante, i orna das melhores pre-
paracoes de quauiM, sem acco aotavel aebre os convalescentes, dando-
Ibes foi-cas e apresaands i volta a saude. Cura w febre antigs que re-
sisti ao sulfato. de ^uinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d'estas moles-
tias, cerno as sciaticas, lombagia, catarros, e todas as dores nervosas em
geral sio curadas pelas perolm de essencia de tmehebntin de
Dr. Clerlan. 0 professor Trousscau em seu Tratad i* Uierapeuliea acon-
selba as para serem tomadas na occasiio do jantar, na dse de 4 i 1S.
OLEO DE FIGADO DE BACALHO DE BERTH-
Garantido puro e de primeira qualidade, om dos poucos aprovados pela
' Academia de medicina.
/
AVISO. Todos ates medicamentos foram aprovadts pela Academia
imperial de medicina de Pars.
Me-Jamsin.
Bahia..
*m Vare,
DsroRcacLLB;
TesDoapn.
Histi et O.
DEPOSITO
V. rREM, S), rae Jaeek
Hiajun i Pernambuco. Mamn et O.
i Cetra.....aUnin et O.

VALOR THERAPEUTICO
00
XAROPE DE QUINA FERRUGINOSO
OE GRIMAULT E COMP.
Vharmaeentieoa da B. A. I. a principe Kapolefeo, em Varia.
A associacae do ferr e da quina resol veo um dos mais importantes problemas da pharmaeia,
e faz cem que se congratulam os mdicos dos relevantes servicos que lkes presta esto prc-
paracSo.
Com effeito, ninguem ignora que a quina, em mateira medical, o melhor tnico que se
possa empregar, sendo, sobretudo, unido ao Phosphato de ferro, a mais eslimada das pre-
paracoea ferruginosas, pois que emram na su composv2o o ferro, elemento do sangue, e o
phosphato, principio dos ossos.
Por isso, julgamos que, para os srs mdicos, sero inleressantes as observacoes feits pelos
sens collegas, os mais distinctos de Pars:
e Este Xarope produz os mais felizes resultados nos casos de dyspepsia, chlorosis,
c sanenorrhea, hemorrhagias, leucorrheas, febrestyphoidas, diabetes, e quando precisa
restabelecer as torcas dos doentes e restituir ao corpo*s torcas alteradas ou perdidas.
AR.NAL, medico de S. M. o Imperador.
E ama das raras eombnacSes que, ao mesmo tempo, satisfazem o medico e o doente. Em
e quanto a mim, eu a considero como a mais efficaz preparacSo ferruginosa, cujo uso dos
c mais agradaveis para os doentes.
CAZENAVE, medico do hospital Saint-Louis, em Parts.
c Com esta preparacSo d'uma tdrma agradavel, e fcil de digerir, aministra-ae aos
doentes dos medicamentos importantes.
CHARR1ER, chefe de clnica da Faculdade de Pars.
Eu emprego com o maior xito o Xarope de Quina ferruginoso, e o considero como
c tuna das mais felizes nnovaedes, na mateira medical.
CHASSA1GNAC, cirurgio em chefe do hospital Larbeisiire.
t Este medicamento, sempre bem aceito pelos doentes, deo-me constantemente os mait
t vantajoso8 resultados. .
HERVEZ DE CHEGOIN, memhro da Academia de medicina.
c A limpidez d'esta preparacSo, o seu gosto agradavel, sent de qualquer sabor de
a ferro, fazem d'ella um medicamento tSo efficaz como agradavel.
MONOD, addido Faculdade de medicina.
Deposito em Pernambuco, em casa de Manare* a 3*.



INJECTION BROU
BT1eeeMiu^mveTePre*railva, abaolulainento a ahiea que eura sem oenlium addmve. Vcnie*
as prtaetMca batteaa a aand*. (Eligir a instroeeaa wat). {K na* de exiiunaa.) Paria, as* e>
4* taveaiar BkOO. kealevara Jfenu. US.
INJECCAO VEGETAL
PH TICO
de GRIMAULT e C pharmaceuticos em PARS
O successo d'esta injeccaO, preparada com as folhas do Matice do Per, foi tio rpido, qto
ella se tem tornada popular em todos os paizes do mundo, para a cura da gonorrha e das purga-
coes de toda a natureza. E' o nico producto neste genero cuja entrada na Ru&sm teana sido
authorizada pelo conselho medico de Sif Petersborgo.
Deposito en fernambuc, em casa de l
r.O*.
_, C4BUGA
u| esquina
inda ra larga do
K
Rosario.
*.
ANNEL DE OURO
DE.
Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do pre Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele-
vados.
A loja est aberta at to 9 horas da noute.
RIJA
EO
GABIJG
esquina
da ra largado]
Rosario.


Diario de Pemambuco -_ Sabbado 24 de Abril de 1869
=
1


GOMPAKHIA P^HAMBGAM
Club Pernambucano
lera lugar
A partida do corrento
na noute do d ''*-
mez,
((MSII.IIO de mete < lo
Ob Senhores.Saunders Brothers & C Tasso
Irmos, Luiz Antonio-de Siqueira.
|.i:hi;mi:
O SR. F, F. BORGFS
Restando ainda emitr algumas accoes d'esta compariliia, da auanti nominal de
200$00u cada urna, das qoaes so se aceitam em virtude da le, WL, ou 40-jlOOO por
rada acc5o; convida-se pelo presente ao publico em geral e especialmente aos Srs.
capitalistas e mteressados no commercio5 que tjueiram dar%mprego seguro aos seus
capilaes, disponiveis, a subscrever o numero de accoes que Ihes approuver.
ATgumas destas accoes j tem sido tomadas por pessoas que conhecem a vantagem,
de na presente oecasio (oonhecidamente a melhor), empregarem o dinheiro de que
poerem dispr em objectos de valor real, como vapores, predios etc., que lhes garan-
tam seus rapitaes.
A companliia possue hoje 10 vapores, a cliegar de Inglaterra, onde foi construido expressamente para ella.
Alm disso est edificando vastos armazens, no terreno que possue no largo d'As-
semblea.
luitim
fiesta venda uoi escolhido sorluneato de ob-
ectos de marcineria, como sejam, inobilias de ja-
jarand-mognoeamarelln, olira nacional c estran-
jeira, e apurado gosto ennrpreco; razoaveis :
a roa eslreita do Rosario u. 32. Nesta mesma
:asa fazem-se cora perfeicSo todos os trabalhos de
Miniaba, como sejam, empalhamentos de lastros
jara camas, cadeiras e sepnas._______
PEDIDO
Pede-se au Sr. Manoel da Costa Pereira,
p raticanteda repartirlo das obras publicas,
ora em Jaboatao; que compareca a ra
Augusta sobrado n. 102, alim de saldar o
seu debito ou pagar o que puder, e isto
com brevidade.
MttfiH MWM taagsnw 8ffWlffBBii9
MHSMK Hn9*nwn WBBIh CTtCBWBW^P
lEMPRESTIMO SOBRE!
Seus dividendos tem sido de 10 *L ao anno, nos ltimos 4 annos.
o beneficio
As accoes que se emittirem gozam dos mesmos direitos, e perceber5o
dos mesmos dividendos que os antigos em proporejo da entrada.
Recebem-se assignaturas no escriptorio da -companhia no seu edificio ao caes da
Assembla n. 12

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DO
BRASIL E PORTUGAL
Situado em um dos bairros mais centraes de Paris, sendo nas immediaces dot
prncipaes theatros e outros muitos divertimentos, e assim das estafes dos caminhos de
ferro para todos os pontos da Europa, acabado de ser inteiramente renovado, nSo s
tendo poupado o seu novo proprietario a despezas para seu completo embellesamento e
aceio, torna-se portanto vaotajosamente recommendavel aos senhores brasileiros e por-
tugu/zes, a onde encontraro sempre aquella convivencia desejada em paiz estranho.
f>:r ser constantemente frecuentado por seus compatriotas. 0 tratamento superior a
lodo o elogio, mesa redonda, ou a carta, ou servida nos apozentbs; habitarles conve-
nientemente despostas para familias, e quartos para urna s pessoa, o servigo feito
ruin a precisa regularidade: os presos mmto rasoaveis e ao alcance tambem d'aquella
pessoas que se queiram limitar.
Gabinete de leitura com os prineipaes jornaesdos dous paizes, salao de recepcJoe
de msica, etc. etc. Todas estas vantagens podem ser ipplieadas igualmente aos senho-
res passageiros das repblicas do Prata, porqulralm da semelhanca da tngua, ali an-
couluro lauitws saibores hespanhoes, por quem tambem esta casa bastante fre-
quenta(Ja.
-MA LIBfiA DO ROSARIO S. 37
Este acreditado astabelecimento augmenta
de dia en da quanto possiveJ para che--
gar ao come do bera viver.
Alm dos saborosos manjares ionfeccio-
oados com o melhor asseio.tera bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para urna s
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, jrulispensavel elemento para a
vida e hygiene, temo-la sempre em abun-
~-.cia para hcditar excellentes banhos
la tambem urna boa bibliolheca e perio-
8 nacionaes estrangeirof, piano nara
eio, bilhafs, etc. etc.
Sendo ociosa qualquer. recommendacSo
para t5o acreditado estabelceimento, omit-
timos mais prembulos, fazendo ver por
fim, que o bom servido, ord^jn e mpralida-
de imperam n'esta casa', como observancia
fiel do regulamento que posue.
flwaedorias a la carte.
COARLTERA E PETIT1ESTALMT
Arme.xos ao Hotel Central, ra estreita di
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a variedade infioib
de charutos de Havana, Baha, Rio, etc. qm
extstem neste novo estabeleximento pres
cindiinos dos anaurnio^ ponDosos que ga
ramente se fazem, reduzindo-nos apenas i
tres letras que sao tres bbb bom, bonito <
barato. A' v$ta do genero anBunciado po
de-se julgar de nossa veracidade. Esta cas;
gosa tambem das condicSes de um elegant*
e pt rctjpurant onde se pode ver a l
pecialidade dos fiambres e salames de Lid
para lanches e at fazer urna boa colaeao
juntamente com os prncipaes vinhos di
mercado, sobresahindo entre o bom a pun
e fervente champagno, o mui saboroso Rhe
no, a primorosa ceneja, o licor espiritoow
o quanto pede una mesa. Faz-M noOU
soneto e variedade de refrescos.
(SEM LIMITE.)
!\a Iravessa da
ra
|)I'-
Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, i. MTjAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os segum-
teslogares em Portugal:
Lisboa. ,
Porto.
Valenca.
GuimarSes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FamalicSo.
Lamego. .
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
das Crazes n, 2,
meiro audar, da-sc qual- g
quer quana sobre orno, ft
1 prala c pedras preciosas. 1
O dono deste cstabelecimento, ^
1 .competentemente autorisado pelo
I goverao, est as condigoes de ga- B
| rantir a transaeco que se fizer em
fsua casa, prometiendo todo e zelo ^
e considerado s pessoas que se ^
I digjjarem de bonra-lo em seu esta- gj
belecimento. ;=j
Na mesma casa compra-se ouro, ^
H prata e brilnantes.
fcnuiiii^ mmm mmm
Cosinheii'o.
Precisa-se de um cosinheiro na ra da
Cadeia. Leja de Alfredo & C.
m
il-5
\wm
gj

No coego da Conceico
preasa-se
urna criada porlugucza; paga-se bem.
HLIS, IBRM E JAROPE
SICUPIRA
Empregado contra as dorvs rheumatica?. aflee-
poea golosas, syphilis secundaria, effertos lo mer-
curio, molestias chmnicas da pnlle, hydropcsia etc.
Unic/) deposito botica de J." de A. Pinto, ra
larga o Rosario n. 10, jiint) ao guaitel de po-
lica.
11^ l
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000^
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaixo assi^iado tendo vendido nos seos mili-
to felaes bilhetes garantidos 1 qnarto n. 2810
com a sorte de 4:000$, 1 meio n. 20i7 com a sor-
te de 700$, 1 inteiro n. 26*1 com a sortc de
20, e outras mui tas sortes do-1005, W> e 20*
da lotera que se acabou de extrabir em benefi-
cio da igreja de S. Sebastiao do Bonito (102"),
convida aos possuidores a virem receber seus
respectivos premios fem os deseontos das leis
na casa da Fortuna ra do Crespo n. i'i.
Acham-sc a venda os da Ia parte da lotera a
beneficio da igreja de S. Joao de Abren de Uua
X103), que se extrahir 'luarta-feira 28 do cor-
rente mez.
Precoa.
Bilhete.....4*000
Meio.....2*000
Quarto.....1*000
Em porcao de 100* para cima.
Bilhete.....3*500
Meio. .... 1*750
Quarto. : 875
Manoel Martins Finza.
O Sr. Jos Joaquim Preira Duarte tem urna
carta vinda te Lisboa, na ra do Coniraercio n.
44, 8* andar.____________________________
Telsa-se de um caixeiro de 'averna de 14 a
15 annos: na ra doCordoniz n. 7.
Precisa-se de ama ama para comprar e co-
zinhar para tros pessoas : na ra do Agoas-Ver-
des n. 48,3 andar.
Acha-se contratada a botica da ra Uireita
n. 88; quem tiv' te oppr qualqujr *ouza
venda, apnare^a dentro de 3 dias ra lo Impe-
rador n. 12 loja, certa te que nao o lazando, a
compra ser effectuada e a nenhuma redama<;ao
se attender.
Quom precisar alugar 2 escravos, um pardo
de 14 annos, e nutro creouio de 15 annos, dirija-se
ra da Florentina n 28. Na mespia casa lava-
se, engomma-se eoni acceio e promptido : quem
pretender dirija-se a dita casa de manha at as
9 horas, e a tarde das 4 em dia nte.
| Proeisa se de um ama para pasaTd pouca
familia na Soledade : a tratar na solea do'sobrado
n. 21 da ruado Livraraento.
Offerece-se
urna pessoa com bastante pratica de uioiliados e
eseriptaraco eommercial, e mesmo de cobrancas,
para temar conta de alguma taberna, d fiador e
altestao de sua coduet3 : a tratar na ra do
Quartel de Polica n. 16", Io andar
UTILIDADE
Aos 500 pares de brincos.
Chegou e vende-se no CoraQo
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
mosinhas com urna franja penden-
te a um rico desenho e ouro de
lei, pelo pequeo preso de 15#000
cada par. baratissimo.
BARTHOLOMEU a C.
I
Precisa-se
alagar dous escravos, agradando paga-se bem :
na fabrica a vapor do cigarros na antiga ra do
QuartcJ de Polica n. 21.
Jos Vital de Negreiro, com loja e
ollicina de ourives ra do Impera-
dor n. M, vende, troca, concerta,
e compra toda e qualquer obra de
ouro ou prata, por preco niuito
mais barato que em oulra qualquer jj
paito, para oque tem sempre com-
pleto sortimento de joias de esme-
rados gostos e feitios, assim como
tem bous artislis, para desempe-
nhar lodo e qualquer potcerto ou
eucommenda, no p, azo menor pos-
sivel, e a contento, como seu
costume, o que tudo se fu
presos comniodos.
Vinho degestivo de
chassaing"
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por cxcellencia para cura certa
das digestes difficeis ecompletas, acalmar
as dores gastralgias, e reparar as forcas
produzindo urna assimulaco completa dos
alimentos; sendo mais um excellente tnico.
VEMDE-SE
PHARMACIA E DROGARA
DE
Barholoineii A C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
SO Dr. Man.oel Enedino Regj Valenca ^
i pode ser procurado para o exercicio de E
| sua prolTssao de mudico a ra da Cam-
H boa do Carmo n. 21, Io andar.
PARA USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope d jurubeba garrafa. 1?000
Vinho de jurubeba garrafa. ioCOO
Pilulas de jurubeba vidro. i5600
Tintura de'jurubeba vidro. 64(
Extracto hydracoolico de jurubeba. 1250O ^
PIIEPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2?00O
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. 1 &G0O
Pilulas de jurubeba ferrug'mosa vidro. 2>000
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 64|
Emplastro de jurubeba libra. 20500
PARA USO EXTERNO
- A JIKIBFISA.
hsta planta e hoje reconhecida como o mais poderoso tonteo, como um excel-
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do ligado e bago, as
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intennitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores giandulosos, na anazarcha, nas bodrope-
zias, erysipellas ; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
nas anemias, chloroses, faltas de rnenstruac5o, lcucorrheias, desarranjos atnicos do
estomago, debilidade orgnica e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmara os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excelencia d'estc
poderoso medicamento sobre osdemais at hoje conhecidos para todos'os caaoa citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaco.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tiveraos por lim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo dtsnpparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle,
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagein de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que toma multas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentaflos depois de h.tverraos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bemconliecer aspro-
priedades medicamentosas d'esta planta em suas raizes, follias, fructas ou bagas, e a
dose conveniente a appeacjo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados
ao rnaior grao de perfei<;3o possivel, para o que ii5o poupamos esfor^os, nao nos im-
portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offerecera a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e infalli-
vel cura de qualquer Jos solfrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo
applicados, tendo alm d'sso, medico eu doente a vantagem de escolber nas nossas va-
riadas preparages, aquella que melhor rhe pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela
complicafSo das molestias, idade, sexo, ou ainda naVureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos do ferro que
como taes esto hoje reconUecidos.
Para aquellos quemis minuciosamente queiram conhecer as propiedades da
jurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos
mesmos preparados.
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIBA FREDEHICO <& C.
Acaba je ctiegar a este mercado urna ponao
deste ptimo ran*, nico que pode supprir a falla
do princesa de Lisboa por ser de agradavel perfu-
m(. B fabricado pelo systcma do Areia Preta,
porm tem sobre este a vantagem de ser viajado,
o que para este artigo urna especialidade. Mas
pracas da Babia, do Nio de Janeiro e outras do
imperio tem o Rap Popular sido asss accolhido,
e provavekneutc aqu tambem o ser, logo que
seja conhcido e apreciado. Acha-se venda
por prego commodo, e para quem comprar de 50
libras para cima, far-se-ha um descont de S 0/0,
e de 300 libras para cima o de 8 0/0 : no escrip-
torio de Joaquim Jos Goncalves Beltrao, ra do
Commercio n. 17.
Deposito
geral de
todos os preparados
Bodea c drogara
34Ra larga do Rosario34.
AMA
Precisa-se lugar urna ama, forra ou es-
crava, de muito bous costumes, para cosi-
nhar e engommar em urna casa de familia.
Pagar-se-ha bem, se for perfeita em urna c
outra cousa. Dirigir-se rita Bella n. 37,
sobrado de 2 andares.
Trocam-se
Tendo montado urna completa officina para concert e afinar Ao de pianos
tendo contratado para o mesmo lim o experimentado contra-inestre Sr. A. Rastooii
chegado da Europa pelo ultimo paqucte,tcm a honra de recommendar este seu cstabele-
cimento s Exmas. familias Pernambucanas, promettendo promptido e perfeitao do
trubalho.
Ra Formosa n. 14
is notas do banco do Brasil
;om dccunto muito razoavel:
^ndencia n. 22.
e das caixas flliaes,
na piar i da Inde-
*. Ferr ir a Tllela.
Photographo da casa imperial
premiado em diversas exposi-
qoes.
Na sua photographia ra do Cabug n.
18, entrada pelo pateo da matriz tira retra-
;os por todos es systemas photogiaphicos.
Em porcelana Em vidro
Em talco Em papel
CART ES DE VISITA A 9 A DZIA.
Os retratos carte-de-vse sao collados
:ia carlo de luxo brislal ou porcelana,
lourados ou lithographados, quadrilongos
> vinhetas para o que existe urna varieda-
le de 12 modelos a escoma de quem se re-
tratar. Para as outras especies de retratos
temos caixinlias, passe-par-touts, quadros
i molduras douradas e pretas cassoltas de
)uro e alfinetes simples e com pedras pre-
ciosas, havendo nos alfinetes urna mimosa
/ariedade d feitios.
0 nosso estaeledmento pbotograpbieo
jst sempre em dia com os melhoi amentos
) progressos que na America do Norte, na
Suropa ou no Rio de Janeiro seconsegue
a arte photographica, e para alca ncarmos
al fim nunca poupamos despezas tem sa-
crificios, de sorte que os nossos numerosos
freguezes podem ter a certeza de que sem-
)re ftjontraro em nosso estabelecimento
iKto'qtSnto a arte e a moda offerecer de
lora no novo e velho mundo aos amantes
ia photographia.
Frederico Maia
Clrnrglao denttteta pela escola
de uiedlciaa
do Klo de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital e sens suburbios, pie tem aberto o
seu gabinete de consultas e operares dentarias a
ra Direita n. 12, primeiro andar, onde p*ie ser
procurado todos os dias das 8 horas da inaj.L".a as
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeiio collocar dentes artifieiaes
porquakmerdos systemas, e bnn assim desempe-
uhar qualquer outro trabaUo concerneate sua
profissao. O mesmo, reconhecendo que nem sem-
pre possivel s senhoras ou criancas sakirem a
proco.', a/ o remedio, offerece-se a remover qual-
<)oer obstculo, declarando que naddadese pres-
tar a qualquer chamado sem que iso Hhia consa
alguma na commodidade dos picaos de seus traba-
mos, e quando para fra della assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo elle a
seguraba e perfeiejao de sens ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente, excel-
lente pos dentifricio, elixir c outros medicamen-
tos odontalgicos : ra Direita n. 12, primeiro
andar. _________
Kogi-se aos moradores da ra Direita, ra
da Viracao e pateo de S. Pedro, Uto i, a aquelie
que apanhou um papagajo grande, bastante tal-
lador, e com um peJaco de corren te de ferro no
p, o favor de o mandar entregar na ra Direita
n. 36, 2- andar, que exiginde, sera bem mnam
pensado.________________________________
SEGUROS
MARTIMOS
I
lO\TKiF(K.O
A Compauhia Indemnisadora, estabelecida
esta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Fundi(?o da Aurora.
Neste vasto estabelecimente sempre se encontra
um completo sortiuiento de taixas de ferro batido
e fundido, fabricadas recentomenle, e se fabrieam
de qualquer molde a vontade dos compradores, e
reos razpoavois.
Se tbr bom.
Pagar-se-ha bem um moleque que se pretende
alngar : na ra larga do Rosario n. 44,1* andar.
Em casa de THEODORO CBIST1-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, encontrara-se
effectivamente todas as qualidades de vinho
Bordeaux, Bourpogne e do Rheno.
Precisase de una criada livre ou escrava
(f saib4 wr, eHgimiiiinr e fa/^r domsticos de urna familia coiuposia de 'i pessoas:
dirija-se a ra do Trapiche n. 14, 2 andar, con-
sulado franeez.
Para cosiiilia
Precisa-se de um oscrava que epsinhc bem: n
rua daOespn n. 23.
PEDE-SE
A iamara municipal que repare/para os procos
que estipuloo para a ferial do pesos Jo systert*
mtrico dedma, pois o aferidT passa aos nego-
ciante o dobro do que marcam s posturas da c-
mara, e ainda impoe em que pague o dobro do
que^avia pagar
M"^
Pretjisa-se de ama ama de bons costumes que
salba bem eng mimar e eozinbar : a tratar Da r
do Imperador a. 69, f andar.
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pernada galoapeau.
Deposito especial ,
Pliarmacia de Bartholomeo de C.
%k------Ba larga do Rosario-------34.
Joaaulm Paes Pereira da Silva, tendo com
prado ao Sr. Antonio Correa Pereira Cr.rdoH), a
coeneira om frente ao relugio do arsenal le mari-
dIu com o n. 3 ao lado da ra do Apollo, sendo
essa compra livre e Tlesembaracada de qualquer
unas, faz o presente aviso para Hvrar de -duvidas
para o futuro.
Reoifa, 18 de a hrj) de. 1869. ______
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou oscrava par
omprar e oozinlur para urna casa do pouca la-
nulia : na ra das Cruzes n. 28, i andar prete-
re-se eaerava paga-se bem agradando._______
Ainda restam algumas coleccoes de
Biograpbias de alguns poetas, e outros ho-
rneas Ilustres da provincia dePeniambuco,
tres tomos escriptos pelo commendador A.
J. de Mello :'rua Augusta n. 4.
D. Emilia Assunipsao Tavares da Cunia, I).
Maria do Sacramento Cunba, Joaquim Jos da Cu-
nha, esposa, mai e irniao do Bnado Jos da Cu-
nha, convidam aos prenles e amjgos do mesmo
finado uanv.. a missa que inamlun celebra! p.r
sua alqia no dia 26 do correte, pelas 7 horas
na matriz do Corpo Santo primeiro amversaiio
de seu fallccimento.
Recife, 22 de abril de 1869.
Em om engonho na distancia de mico legras
desta capital e meia de nina das enlardes da es-
trada de ferro, precisa-se ue um professor on pr-
fessora com abilitafdes, a i'usmar grammatira
portugueea c lingnafrancoza, ai'ithiuetica e geogra-
phia, dande-se preferencia ao que souber msica
e piano : a tratar na.ra larga do Josario n. 24,
segundo andar. .___________________
Jos Domingues Maia vai ao Rio lie Janeiro.
e deixa encarrsgado -do seus negocios o Sr. Joa-
quim Rodrigues Duarte.
Caixeiro.
Bfeeisa-ee de um caixeiro
Pontas n. 33.
na ra das Cinc
Aluga-se
urna preta escrava, boa eozinaeira, o de muito
boa conducta, a qual compra e faz os mais servi-
c/m de urna cas de familia : na ra da Jfanguei-
ra 6.
Precisa-se comprar urna cartoira em bom
uso, eom 6 palmes, nouco mais. ou iiienos,jle com
primento : na ra da Imperatriz
u mena
n. 15.
Precisa-se de urna ama do "oons^costumes,
OMMiba fcem engommar e conhar na ru de
Imperador n. 6B, t and.ar.
Precisa-se
de urna ama de leiteeu mesmo escrava, e na tanto
que seja lirnpa e sed, e tenba parido lia pouco
lempo : aa roa das Gnes n. 38, S aadar. .
QueBKRUzerferfeitor.de um itio, dirija-se
te largo da nbeira de 8. Jos, sobrado n. 5.
Caixao.
^U^jtfggauQ.
Na ra de Saeta Bita n. 101, offlerecem-se
duas amas una fiara ngoaunar entra para co-
MBbar.
SC3-2ECS
nv m-ni nii^n- .iMiii i mai
A commissao encarregada de dirigir os treba-
Ibos da mesma,convida a todos os socios para eom-
parecerem no domingo 25 do crreme, as 10 ho-
ras da maidia, na ra do Traiice b. 0, i' an-
dar, para elegercm o seu eonslbo directorio, em
vista do respeitavel despacho do Kx. Sr. presi-
eeute da provincia.
Andr de Abreu Poito.
' Manoel Jos Malheiro Braga.
______________Jojto Rqdritnes BanAjra
O abaixo.assignado declara ao Sr. Dopijpf s
Ahes de Souza, morador na iHia de rtaaeRi.
qne a sua escrava de nemeJtaw{ata,euwn pe-
las 7 lios da oojto, llie af|>eMcar em,*
para a comprar, devendo o mesmo Sr. ^'U *'"
busca-la ou dispor della se Ibe eonvier viajo
por ella nao se res|waoil> ; ra do Caldei-
reire n. 72. ., J
_________Guilheeme Bessone de AmvMd.

Na ra da Cadeia n. 50. r3 andar, exisie ma
eaixao com tampa de papelao e com o dareo
para-Rio Formoso:juem se julgar com direito
a elle, dando os signara cerlo, apresentando a Precisa-se do urna ama para enfrommaf
factura io quecontm e pagando as despezas, lhe hir a alguns mandados : na ra de Hortas i
r.i 70
Uttfan. 50 2.
Q^OOO a premio 3e j por cent
redtos na roa du Rosar:
andar.



Diario de Ponamlmeo Sabbado 24 de bt'il de 1869
)
r

"
Atten Certo por roe haver afirmado diverjos
amigos iiupoi-tautes do Illm. Sr. Dr. Velloso,
ID i' A1IIU1 El
E' pela segunda vez que no servimos k.i"1"
prensa para lemlirar'TOTepetiavel pul)li^^fc>i".
capital que contiuuaoM a preparar w pTlabJs c
tetha eetudado chimicamente a
'a pod
edad'
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no sen estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
praca. e por presos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciossas.
K 5 RIJA DO CABIJGA N 5.
. eonsttuicao inti-
ma de*e vegetal, para poderme* demostrar rom
a scienda, suas propiedades lltenpeutieas ; cora
ludo resta-nos as provas da experieuei.i, que in-
dubilahetaente sao as mais seductora;. E nin-
guem por certo ignora os importantes resuliados
obtidos com o u-o regular das preparaeos annuu-
ciadas l
Sabe-se que ha pouco eram ollas espccialidade
do pliarmarcutico Paranhos, porm hoja em con-
aeqoeocia de seu faJleciraenio, e da uecessidade de
socc rrer a poputaeao, temos o substituido com
primazia, ja porque fomos os priineiros n apresen-
iWas, e j por haveriiios feito um grai.de mellio-
rdmento, empreando todas as regias proscriptas
pelas sciencias pliarmaceuticas.
Preco de cada garrafa .... 3*100
l'recode cada caixa de pilulas UOO
Na pharmacia do largo do Terco n. I!15.
^^^ Ignacio Pessoa da Silva.___
s fe i
lWb:
que continuaras a prepara' ai .
sem iluvkfa O homara mais ilIusUailO t um. aropa do vegetal veame. Se bem que, por de-
dos mais importantes 8 considerados de^ 1 ^^de nietos, at o presente entre nsjiao sr
' te trro* quo elle est na inabalavel pro-
' posi: i deacer. da altara em que etta
collocado at Firmino para responder ai
duas correspondencias que ello fea publi-
car neste Diario copias d*e urna denuncia
assignada pelo mesmo Firmino contra o
dito Sr. doutor, tomo-eu o pesado encar-
go de ebegar at elle para rcspondcr-lhe
simplesmente declinando os nomes dos di-
versos cidadaos todos independer.tes e res-
peitaveis, cujas declarages juradas e toma-
das no juizo municipal deOlinda com assis-
tencia do Dr. promotor publico, servirSo de
base a defeza que perante o Dr. chefe de
polica apre-ontou- o mesmo Illm. Sr. Dr.
Velloso.{
Coronel commandante superior Joaquim
Gavalcan de Albuquerque.
Vigario Thom Narcizo Pereira de An-
drado.
Capites:
Joaquim Elesbo Cavalcanti de Albuquer-
que.
Jos Cavalcanti de Lacerd Campello.
Alferes Manoel Cavalcante de Lacerda
C.
Eleitoivs :
Joo da Chaga Ferreira.
Jo3o Antonio Ribeiro.
Luiz de Franca Goerjap.
Manoel Joaquim dos Santos Christo.
I'roprictarios:
Joaquim Aypea-de AInfeida.
Joo Francisco Bandeja de Mello.
Luciano Gabriel Pereira de tyra.
Francisco efe Arroda Cmara.
Negociantes:"
Tliuinaz Diniz de Oliveira.
Tlieotonio Amando de Souza Cavalcanti.
Inspectores:
Francisco Maiiod de Souza Lias.
Silvano Marcelino da Silva.
Belarmmo Pereira Brignel.
Administrador Joo Ignacio.
Maricola lo de abril de 186S.
l'm dos 19 jurados.
LIMA, LESSA & C.
I!.
AMA
PREPARADO ESPECIAL DO CHUflCO-
PIlArlMACEUTICO
Esse laroje tera por base o sneco de uin ege-
tal indgena da familia das Solaneas, e de orna
eficacia inc< n'estavel, na nevrose conliecida pelo
nome deasthma.
Ingerido na economa pelas primeiras vas, tem
a propriedaJe de, por orna aec,ao pliYsiei-chiinirn,
excitar u estomago de modo a prodnzir 'por aceito
rellexa) o vomito : intnuhzi l>> denota ni etrfluR-
'.'ao. sai pjla propriodade dynamiea. inlierenie as
plantas daquella familia, actuar Are os centros
innervadores, modilicando-os a ponto de se oppo-
remaos spasmos da inncrvaeao respiratoria, cau-
sa secundaria do nial qae ora -oocupa a nossa
alteiirao.
Eis-ahi o modo pelo qmtl tem curad i a aslbnia
o nossoxarope auti-asllimatico.
Nao pretendemos contar prodigios, ou provar
seus elTeilos com agradeenuentos epistolares
como alguusde nossos cutieras : apenas convida-
mos o iliustrado publico, para aceitar o producto
de nossos trabalhos, e usar delle conveniontonen
te aira de couvenecr-se cun exliuliurac.ia do qm-
cima enuuncramos. Entilo restar-nos-lia a glo-
ria de offerecer um benelicio a humaniJade.
Acha-se o nos.se xarope. na puannada do largo
do Terco n. 133, actualmente nico deposito. GaJa
garrafiuua que custa 100, le\-ar o rotulo rubri
cado com a nossa firma, sem o que, pode-sa con-
siderarFalsifimco.
Americo Scares Ra oso.
Quein tiver e quizer trocar urna imagem da
Sentara do Carmo ou da Coueeic^o, dirija-se a
na do Qneimado n t^i. 1" andar.
Precisa-se -de urna ama para cosinhar
cngoromar:[ tratar na rtia Nova numero 3J
segundo andar________________
~~^~ A quem precisar, vendem-se bichas ambur-
gaeuifi sup ces, e tambem se alugam : na ra do Imperador
n. 88. ._______
O respete, pubco encontrar nesta officina habis *n^toj"- ^Z^'TiZX'i^
a arte, airiatcando-se o melhor desempeubo conforme o gosto e vontade do lreguez, ^ a ^a^,,^ iu |0 ljpcc0 Jas Ra,Teras-n. 19
assim como a iaior pontualidade na entrega das obras ; recebemos de Pars, por todos ao sr. Manoel Gomes Martins, ivre' e desanida-
os vapores, os mais modernos ligurinos para nao haver nada' a desejar; bem como ac.ada s quajouer .debito, tanto a pragcouw
"- com ojreito a
de apresenUr-Si'
outar da data desle sobre
COMPRASE
Compia-se moedasde ouro e praU, ra
uino libras sterlinas por maior preco ue
em outra parte, na ra do Crespo m iti
Io, andar.
VENDAS.
Farcllo
Vndese farello muilo fino, saceos grandes a
4*300 : na trrvessa das Cruzes n. 12.
Vende-se mu cavallo acostumado a traba-
Ihar em maquina de trabalhar massas, omito
manco, tambem se vende a a mesma maquina
.ropria ara padaria : na ra da Scnzala Velha
pn 8t.____________ _______
Vende-se a casa da ra do Pilar n. 107 com
um sobradinta no fundo : a tratar da ra do Pi-
lar n. 20.. ~
Cemento de Portland.
Vende-se no armazein de Vicente Ferreira
Costa 4 Filho, na ra da Madre de Dos n. 22,
barris grandes.
varias encoramendtrs de casimiras modernas e outros artigos proprios para homens^ 2HI ia_rieil
tenaos grande deposito de roupas ftitas de toda a qualidade, como sejatn: camisas : ':tl _0 lres qm (
francezas, iriglezas, diapos de sol de seda trancada, o que ha de ineBior, grande
sortimento de meias, colaiinhos, ptinhos e grande novidade em gravatas modernas, e
finalmente completo sortimento de fazendas finas e roupas feitas, sendo os presos os
mais baratos possrveis.
'feudo no da tt a nuito sido entregue na
ra do Sogueira a um preto gantiAdur para con-
duzir ao Iloci/e um bali de (landres contando
dilferentes pacas de roupa de mulher, brincos,
cordoes de ouro, 4000 ei sedulas e outros ob
jacios, desappareceu dito preto sem que delle se
t 'iiha nouVia : |ielo que pede-so as autoridades*
policiaes, e a outra qualqner pessoa, (|ue appr>-
honda referido Itahu, oa d scienm na ra larga
do Rosario, no collegio do Sr. Villar: declaran-
do-so que os objoctos ilesa pparecidos pertenceni a
urna pksoa mutto pxibve.
ASTMA E PTISICA
Um doscohrlmeoto e&|>autoso !
0 xarope de fedegoso, de Pernambuco,
preparado pelo pharmaceutico J. de A. Pin-
to, cura radicalmente a pthisica e asthma, e
todas as molestias dos pulmBes.
Podem ver-se os attestarlos de caras no
nico deposito das preparacoes de fedegoso
d'este autor, ra larga do Rosario n. *0
junto ao quarlel de polica.
Vendem-se M saceos com larinba Ha terrn,
com mais de um .al ueire cada sacco : ra da
Praian. V
COGNAC
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Duboucli & C, cln
cognac urna das que mais aguldente do
cognac, fornecem para o consummo $t>
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa do Th. Just, rna (!<
commercia n. 32.
DOENCAS das CRI ANCAS
XAROPE de RBANO IODADO
de GRINIAULT eC pharmaceuticgs em PARS
Este medicamento goza e Paris e no nindo inteiro de urna fama jurtament* merecida, par
aehar^e intimamoote combinado nelle o iodo eom o sueco das planta* Dseorbutioas, cuja efcaci
bem eonhecida a as qnae ja naturalmente existe o iodo. E' com ette motivo qe ella tuppre
com vanugem o leo de Egwlos de Bacalbo, que deve, secundo os homeos soiefitificos, a su
efcacia i presenon do iodo. E' preciosa no iratameuio das criancas para combater o lympbatismo,
as obstraccCes das glndulas do pescoco, e es diversas eropcoes do rosto, Uo frequentes na*
criancas de ponca idade. Tnico e depurativo ao mesmo lempo, elle eacita o appetite, facilita a
digesUo, restitae aos tccids a sua firmeza* vigor naturaes. E' cadadk receitado patos medios
especialistas para eombater as diversas affecoees da peile.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maura* C".
Aluga-se una reta eserava para ama de
leite, sem tllho : quera prTisar dirija-.- e a ra de
lionas n *S, sobrado de um andar,__________
Fwneiro e amassador
Precisa-se itodous.lienjeiK. muJ'timaii'o eoutro
amassadorvpara una padaria na provincia d Rio
tirando do Norte : queiflestiver nes% caso, pqde
tratar no escriptorio de Tasa Irm.os roa do A-
pena de !i3o >t'r aitendlda reclaniacao al.euma pas-. morlm, devendb dar conh^cimento de sua condff-
aaudo o pr.iso. Recife l de abril de 1M9. ta e do sua newoa ^para o mister que se quer.
Auto* tugttflfMtw Sekcas-da Fruten. P,m-i8a-iw de urna ama para asa de hoiuam
solteiro : gara da l'raia o. 4^______________
r~Frccisa-ie de urna ama para eoinhar pala
duas peesoas na na das Triut;heira< n. 17.
Ccmflraria de N. do
Livramento
JoaqniaTieruaiides dajlosa presidenleda conv
iniatao notneda, cumprindo o raspeitaval jdespa-
rho "do llliu. Sr. jnii de cajieUae, eom data de 21
do'coweute niez, que inauda proceder a eleicao
flos botos lunecionarios uo domingo (iaf. Sao
prtanlo convidados todos o irmos la mesma
confraria de N. S. do Livramento a comparecerem
em nosso consistorio pelas 9 horas da raanh do
indicado dia, para reunidos proceder-se a mesma
. eleicao. Consistorio, 82 de abril de 1869.
O presidente da commissao.
Joaqtm Fernandes da llosa.
''' '' G&
DOENCAS DO PEITO
XAROPE d^YPOPWOSPHITO
CAL
GRIMAULTE C'.A PHARMAGEUTICOS EM PARS
A efkacia d'esta preparacia esti esubelecida desde 4 887, pelos mais oaiebres medMos. Desde .
eolio DMitas imitacies tem sido feitas, atas nenhuma pouce susleotar a comparafio com o
producto apresentado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exija sempre
este xarope com un bella corda rosa, nunca branca, e eom a nossa aseignawra a roda do
fraseo.
Sob a sua infiaeacia, a losse acalma-se, os suores nocturaes cesslo e o oente volve rpida-
mente d saode. 0 toa empregodi tambem os ma brilbantes resultados nos dtfluxos, catar-
rbos, breachites, irritacoes do peito, etc.
Deposito em Pernambuco, era casa de Hhim o*.
Innandade do Divino
, Espirito Santo
O procurador geral da Innandade, ababo as-
' sipnado, leni a honra do vanvidar aos nossos mui
dignos irtiaos e.x-juizes a henil'eitores, para no
domingo prximo 3 do crrante mez pelas 9 ho-
ras da manca se reunirem no nosso consistorio, e
; ali conaji'egados darein execu^ao as que dspoem
os artigos 97 e 98 do nosso oinproiuisso.
Consistorio da Innandade do Divino Espirito
Santo 22 de abril de 18C9,
/. A. do* Santos Coelho.
Procurador geral.
O abaixii assiguado faz scioute. *-i publico e
especianiente ao corpo do somui<'iuii<, que rom
justo e'coiUratado vender ao Sr. Aaioaio Jos de
Arantes, isto por consenlinieiito de seus ciodores.
o seu estabelecimento de moldados mi ra das
Cjacu Puntas n. 71 : quem sejujgar com algn i
direilo apresante-se no praso de tres das, iiudo<
os quaes nao ser attendida qualquer reclamaeao..
Antonio Joaquim da Costa.
Os abaixo assignados iiartieipan ao respoi-
tavel publico que acha-se justa e contratada a ta-
berna sita ra doP.anrel n. 3, d"s Sr?. Olivan?
& Soiiia, livre e dosembaracada de qualquer de-
bito, lento a praca como a particular, e se alguem
se iulgar com direito a mesma, queirau dirigir-
se a mesma, no praso de tres dias," a contar desta
data. Recife 23 de abril de 1869.
Ferreira & Irmio.
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queihmdo n. 49, loja de iniudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para vender os
artigos abaixo declarados, ludo bom e baratissi-
nio, que sao para acabar.
Duzia de sabonetes muito Pinos a 700 rs.
Pares de sap.itos de tapeto para homem a 15280.
Ditos de tranca para creanca a 15.
Tramoia do Porto, bordada, a melhor a 200 rs.
Dita do Porto liza, da melhor qualidade a 100, 120,
ICO c 200 rs.
Resma de papel ahnaco, lizo superior a 35200.
Dita de papel ahnaco pautado a 4.
I.vio de inisses abreviadas a 93.
Cartilhas eom toda a douiriua e muirs resas a
320 rs.
Silabarios portugner.es com estampas a 320 rs.
Baralhos franeczes muilo linos a 200 e 2i0 rs.
Sabao inglez superior qualidade a 500 e 15-
Gravatas prelas e de cores muito finas a 500 rs.
ftuzia de meias para senhora, fazenda fina a 45.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Varas de transa de seda de todas as cores a 600 rs.
Pares de brincos dourados com maozinha e pe-
dras a 320 rs.
Cartoes com corchetes de duas ordens e sao de la-
tao a 20 rs.
Abotuadtiras de vidro para coleto muito finas a
120, 240 e 400 rs.
Pares de botSes dourados para punhos a 160 rs.
Caixas de pennas de ac muito lmas a 240, 320 e
JPflO rs. .
Cartoes com duzontas jardas de hnha do fabri-
cante Alexandre a 100 rs.
Caixas de pennas de ac, a verdadeira penna a
15200.
Garriris de linha Alexandre ns. 70,80, 100 ate
200 a 100 rs.
Caixas com superiores obreias de massa a t rs.
Carriteis com duas olivas de retroz preto a 500 rs
Duzias de agulhas para machinas a 25-
Libras de pregos francezes de todos os tamanhos
a240rs,
Livros escriturados para rol de roupa al20 rs.
Caixas com papel amisade muito fino a 700 rs
Caixas com cemeavelopes da melhoi qualidade a
600 r..
Talheres para meninos muko boa fazenda a
240 rs.
PASTILHAS ASSICARADAS
DO
DR. PATERSON
He bismntb e maguezla.
Remedio por excellencia para combatei
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Rartholomeu 4 C.
3iRa larga do Rosario------34.
Noarmazem de'Henrique Azevedo
ra da Cadeia n. 34, ha para vender vi-
nhes puros, das marcas seguintes :
EM ANCORETAS
Collares.
Alcobaca,
Rncellas.
EM CAIXAS ENGARRAFADO.
Alcoba^a.
Bastos.
ne fino (de Torres Novas).
Buoellas.
Carcavellos.
Porto, branco e tinto.
Moscatel de Setubal.
. XAROPE PEIRORAL
M
RABO DE TAT'
PLANTA DO BRAZ1L.
E' expectorante e raeoDUBendado uas
affecocs do peito, bronclate chionica he-
moptise, e tosse chrocica.
PREPARADO
ron
Joaquim de Ameida Piulo
PlltRHKUlTICO
Pcrnamlmco ra lardo ao
Rosario n. 10._____
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz, c preferivcl a todos os
conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicaco as cranlas,
quasi sempre mais atacadas de to terrivel
e mui tas vezes fatal soffiimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharinacla e drogara.
M
Darthomeu & C.
34 Una Larga do lrosaro 34
Vergonteas (! pinlio para mastaros, \ i
e retrancas, todas de superior qualidade. Til
Verde Taris, hranco -de zineo e pela, em latas de
14 e 28 libras, j preparadas, oleo de linhaca ei
harris : no arniazem do Deposito da compunbia
l'ernambucana, no largo, da Assemhli'a n. 10.
Cera de carnauba
Vende-se na ra do Qneimado n. 13, prim>;iro
andar.__________________________________
Mteias elsticas de borracha.
As melhores e excellentes meias elast!
cas de borracha contra varizese erjsipellas.
Yende-se na
Pharmacia e drogara de
Bartholomeu C.
34na larga do Rosario34
Contraria de S. Jos Pelo presente convido aos nossos innft* a com-
parecerem neste consistorio, dominffo 2o do cor-
rente, pelas 10 liocas da manhaa, alun de ern mesa
geral se eleger e nova mesa regedora de IS'09 a
1870. Consistorio 22 de abril de 1869.
O secretario,
Magalhes Jnior.
Atteiiao
Precisa-se alugar um escravo : na padaria da
ra da Praia n. 47.__________________________
Quem precisar de mu mogo sabendo escrip-
luraeao por partidas dobradas, quer para caixeire
de qnalquer casa eommercial, ou para ajudar a
eseripta de lgum guarda-livros, dirija-se a ra
da Concordia n. 33.
0 MUSEO DE JOIAS
GOMES DE MATTQS IRMftOS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores propor ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUG I. 4
onde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante
bello e precioso em brilhaiites, elmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREMOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e"garanten
I a qualidade dos objectos vendidos.
ATTENCAO
Previne-se a quem convier, e |ra prevenir
(mestoes tuitiras, que o sitio deirominado do Vi-
veiro, no aterro dos Afogados, exposto yenda
por annuncios este Diario, nio tem os limites
que se ineukara, po que Bosta comprehensao
pertence a outros preparatorios, como em tempo
e por modo competente brevemente se vai provar.
Scbonete de alcatrdo.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que t3o bos>
acceitacSo tem merecido n'esta provincia,
muito se re.commenda para a cura certi
das impigeus, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu C,
34*ra larga do Rosario34.
PINTO PHARMACEUTICO
Xarope de salsa|an*ilhu ou
DEPl'RATIVO DO SANGO]
Usado, nos molestias de pclle, imjiyetu lo-
res rheumaticas e ulceras venreas.
Rna larga do Rosario n. .
Fazendas de gado/
Vendem-se seis fazendas de gado na ri-
beira do Serid, denominadas Boa-Vista,
P de Serra, Mulung, Mundo Novo, Inga o
Serrote, todas uauito boas de criar e de um
ser bem conhecido naquella ribeira : os
prettdentes podem dirigir-sc ra do Vi-
gario n. 31, 1" andar, escriptorio do Baro
de Bemfica.
Vende-se a grande propriedade deno-
minada sitio Novo do Cavalleiro, em Tigi-
pi. freguezia dos AITogados. com casa de
sobrada murtas casas para se alugar, i?r
grande acude, sanzalln pura escravos, estri-
bara, cacimba de pedia e cal, umitas arvo-
res fiucliferas, tenas para plauta^o de
canna etc etc. Trata-se com. Sverino Jos
Filgueiras de Menezs, no Giqui junto da
Barreira.
do Douro
= Manoel Jos da Fonceca pelo presente previ-
ne aos indinos das asas n* 37 e 45 d ra da
Cruz do Recife que eontina a receber os alugueis
das ditas casas acnra, porm tao smente as
quantias que pertcneem aos lilhos de Flix da Cu-
nlia Teixeira e Mara do Rosario da Foncera Ma-
heiros. Recife ti de abra de 1869._________
A sociedade patritica Bous de Julfio .
por convocacao do Sr. presidente, reunir-se-ha
em se.-sao extraordinaria no dimiogn 36 do cor-
reste mez, as 11 horas do dia, na ra da Irapera-
triz, casa n. 3, Io andar.
O serei
Benigno Dantas
Em casa de Folix Pereira da Silva, ra dalm-
peratriz n. 60, vendem-se barris de 5 el com
puro vinhodo Douro, garanti*do-se que nao tem
confeiea" alguma ; neste genero o melhor que
em vindo a este mercado, e muito propino para
usar as horas de comida, e vende-se por preco
razoavel, na loja do Pavao._______
.
Bfito.
COMPRAS.
Cow muo maior vantaycm
- Compra o Coracao de Ouro, n. ID
", moedas de ouro e prata e pedm prec'naft*
Ouro e prata
em moeda e em obras inutilisadas, 'wmpra-s* por
bom preco : na praca da Independencia n. ti.
Na pra^a da Independencia n. 33, loja de ou-
rives, compra-se ouro, prata, e podras preciosas,
tambem se taz qualquer obra de eneommenda, e
todo e qualquer concert.
0 MUSEO DE MAS
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por procos mais vantajoads db
que em autra qualquer (terte.
ISMEm
Conpra-se moedas de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na ra do Ca-
bug h. 9, relojoiia._________________jj
'_ Compra-se urna eserava qtie saiba .cozhihar
aigommaf bem e que tenha fcoa conducta : na
ra do Crespo n. 23.
Moeda de prata
Compra-se em quantidade : na rna do Tga-rM
n. 2, escriptorio.
J
Compra-se garrafas de moia )usMace,- v>
zjas; na botica da ruar larga de-Ros*? B. -H.
Vende-s& tima taberna na rna do Pilar n.
!5 : a tratar na mesma.
VENDE-SE
urna armacao de taberna, sendo parte envidraca-
da, encanamento de gaz, canteiros e bemleilorias
existentes la loja do sobrado n. 1 nos Quatro Can-
tos da Boa-Vista : a tratar com o agente Martins,
ra do Imperador n. 16, ou na da Matriz da
Boa-Vista n. 44, Io addar.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa chegada ha poucos dias
a'tratar na rna da Crat n. 7; 1 andar, escripto-
rio da Ramos & Temporal.
COiMPANMA
LIVRO 'OVO
PARA
0 MEZ DE ii
Acabam de sahir luz e aebam-se ven-
da na livraria franceza.
OS CNTICOS B HYNMOS DEVOTOS
PARA
0 MEZ DE MARA
Um
Paris.
Qudemado decouro.
Encadernaco de mar-
rtM(oiift dourado.......24809
volme ntidamente Impresso em
I 606
de superiores qualidades, a precos commodos : na
fa'd*YiKNrio n. 16, Io andar, eeoripterio de
Joaquim Gerardo de Bastos.
Vndese farnha da trra muito boa e mi-
kkMW< fcij, Unta areuluo couia atacado :
STpadaria do Cliora-raenwos por preco commodo.
Fabrica de tecidos d algodtio de
Fernao Velho.
(r*nperi',r panno de argodao desta fabrica, mui
vantajo'
Pernambuco, Parahyba Rio de Janeiro, pela su i
perfeicao detecirlo, elasticidade e fortaleza, conti-
na a ser vendido no escriploriO da mesma com-
panha praca de Pedro desta cidade, casa nu-
mero*.
Aflm de que os numerosos e importantes senno-
res -de engenhe, bem como os senhores exportado
res de assucar, tanto desta prbvincia como das
cima mencienada, possam com facilidade pro-
ver-se das niaHufacturas desta fabrica: a gerencia
da compaohia aamincia que as ha venda nos
segnintes logares':
Nesta cidade r na seu escriptorio e as casas dos
Sr*. Domingo Jos de Partas, e Jos Nunes Goi-
marSes, rHa fl^Geinmerctoi
Em Pernambucona easa dos Srs. Oliveira, Fi-
Ihos & C.
No Pilarem casa do Sr. Joao de Albuquerque
Mello.
Na Castanha Grandeem casa do Sr. Norberlo
Cavalcanti de Albuquerque.
Em Camaragibena casa do Sr. Joo Vieira d
Lima.
Alem do panno apropriado ao ensacament f*
assucar, a fabrica uossue mais urna qualidade de
panno-iimi forte, adoptado ao sy?tema que tem os
senhores de engenho do norte da provincia do
mandarem despejar nos trapiches de Pernambuco
o assucar que all -vio vender, eom o que os sac-
eos sorvem para muitas safras.
Para roupa de escravos otree rraoamauores ao
campo, e para toalbas e lenees do servido diark),
ha urna superior qualidade de panno de 28pdK-
Sadas de largura, mmto frtfc e wpesso, parecen-
8-go bastante com meia lona. Os precoa si os
mais moolcdSTwsslvBrs: Macer* 30 de maree de
1869^_________ -________
i Vende-sequa eserava, necji, do 18 a i9 au-
nos, bonita figura, alta, reforjada, sem doenca
nem acbaqnos, tem principj-d cvzinha e engom-
mado.lava bem, espert*.anservjgo : ao compra-
dor se dir -rnottod* venda,, a, rar na ,
adden 80.
BRINCOS PIBA LUTO-
A loja de joias na ra do- Cabala n. If, de
tonio Seraflm d'S0ts retal wtm grande sorti-
mento m e iontaaumj bmaim # preto (t
bom gasto para lato de SHlntu a roeninos^ha-
paa para offlcial da Rosa, e hbitos da Roa e Cbis-
to eom as suas respeieUia^Wit ________.
= Vende se um carfo; mt^Sj*^1^.
assentos e uuatro reias, naratMi o 6
na ra da
uuatro roas, para'
rtorntia n. 44.
s le
da.O^im*** W TIhab,dade8'
4
m.



Diario de PeTnambaeo Sabbado 24 Je Abril de 1869.
Grande liquidado de miudezas!
Affonso Moreira Temporal, querendo liquidar as miudezas existentes em sua
loja ra do Qneimado n. 55, resolveu annunciar as mesmas miudezas, para quo o pu-j
tico se certifique do diminuto preco porque as est vendendo, a :>abur:
Abotoadaras para cohetes a .
LSa para bordar (libra) .
Caixa de linha do gaz com 50
novellos.......
Frascos com tinta a 400 e
Garrafa com tinta......
Frascos com banha a 320, 400,
500 e.......
Frascos com
(Piver) a......
Pentes de travessa para meni-
nas a.......
Hitos com chapas de metal a
Novellos de linha com 400 jar-
das a .......
Caixa com papel amisade a .
Ditas com 100 envelopes a .
Pecas de tranca e caracol lisa a
Sabonetes de todo preco a 80,
100" e :.,... .
Frascos cora oleo babosa a
30, 400 e .....
Pinceis para barba a. .
Tubos ou chamineis para can-
dioiroagaz a .... .
Pavios para ditos (dnzia) a .
Globos para diios a 1^500e .
Frascos com agua de Colonia a
3.0, 400 e .
IVntes com cosas de metal para
penteiar cabellos a ;
Ditos pretos para dito a ,
Ditos para tirar piolhos a .
Kscovas para lado a 400, 500 e
travatas de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 e .
320 Lencos brancos para mos
60800 (doria) a......
Cartoira de marroquim a .
GOO Par de suspensorios para ho-
160, mens a.......
8 Frascos com cheiros a 400 e .
Linha de marca, caixa com 16
1*200 novellos a......
! Meias cruas para homens, boa
1#)00 fazendaa U, 3600, 4,? e. .
i Ditas ditas para meninos a i
320 p;in;s Q botes pan punhos
4001 (Bonanca) a.....
! Pocas de fita para debrum de
700 Rosetas preta para luto (o par) a
500 Brincos (o par) a
40 Linha de cor para aliar vestido
(libra) a......
200 Primada familia a 160 e .
Baralhos de cartas francezas a
500 Oitas portuguezas a 120 e
200 Botes d'oco para calca a .
Ditos de metal (cal) a .
320 Brincos de cores (par) a .
200 Linha para bordar (miadas
2#000 i grandes) a ......
1 Bonets. de oliado para meninos a
500 Linha com 200 jardas (duzia)n
Gatlao com clchete com 2
320 ordein a......
240 Coques boa fazenda a .
200 Ditos muito finos a .
600 Caixa com agulha fnnecza a
280 '. ?ecas de babadinhos e entre-
500 meios a 500,600, 800, 800 e
2C400
400
200
500
240
40500
320
240
500
160
240
10GOO
200!
200!
IGO'
200
400;
120
240
1,5000
14300
ALTAS NOVIBADES
LOJA DO PASSO
Ra do Crespo n. 7 A, esquina da do
Imperador.
PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA- i Riquissimas colchas de damasco de seda,
TROS, etc. etc. assim como de seda e algodao.
Lindos cortes do blond, contendo setim,! Ditas de crochet para cama,
mantas e grinaldas. Chapeos de seda bordados, para sol,
Requissimos cortes de sedas assim como! Poil de chevre de lindas cores.
para covados.
Gurguro branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarelos.
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurguro de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras-.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho bordadas com primor.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Ralia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia'para padre.
Ditas de 15a
Ditas de seda fio da Escossia e algodao.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Bicos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
las, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, isto s
Na loja do Passo na do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
y"/^,-/^-?/'.?^-.
Approvafio
ia tcadmi*
W aW#*eOIWW
Part.
POS
iSS-MASfi
Pharwwctukce
lauriad*
UutdmU
i* meitciiu.
As preparantes ferruginosas liquidas tem desde muitos asnos merecido a approvaclo
especial dos mdicos, poroue ellas obrlo mais rpido e segurarneute do que as plalas, e
lio mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pos ferro-mangnicos possuem a inappre-
Tonico de Jayme, contra a caspa e a ealvice.
10000
ciavel vantagem de poder offerecer n'nm instante urna agna ferruginosa gazeoea, de gosto
radavel, mais activa do que as aguas mineraes, e contendo de mais um elemento precioso,
langanese, que sempre se acha no sangue, jnneumente com o ferro. Emprego-se em
o xarope Vegetal Americano, espcclalidadc de Bartholomen A f>
34RA LARGA DO ROSARIO34
Nao costumamps procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei
_ xamos que sua applicac3o e os resultados obtidos pelas pessoas. quo se dignaram acceita
.los.lhesdeera crdito evoga; porque s5o sempre os attestados considerados gratuitos
e delles que lan?amo o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas qu
espontneamente nos offereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar
maoifestando-lhes nossa gratido pela attenco, esperando que venham elles corrobora
o coMeito, e acceitacao que tem merecido nosso xarope.
Burlholomett &.C.
4TTESTAIiOS
Ulms. Srs. Bartholomeu & C com a mais subida satisfaco que decan
ser o xarope Americano de urna efcacia extraordinaria, pois qne sofrendo ha dias di
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamento;
que tomava, a elle recorr e na terceira colher fui alliviado, e de todo me acho hoje res
tabelecido cora o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois, esse resultado man
festo a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & CPenhoradissimo com o favor que me fizeran
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composi<;So, quando me acha
va bastante doente de urna constipaco, que me tornou compk tatente rouco e qui
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cumprir os meus deveres de cantor d:
empreza lynca, vou agradecer-lhes meu completo restabelecimento, que obtive com un
so vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitos trutamentos. Desejare
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de t3o terrive
mcommodo, to fatal neste paiz. Com maior consideraco contir o a ser de Vv. Ss
attento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & CO xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teen
exposto venda de toda eficacia para o curativo d'asthma, eonforme observei appli-
cando-o a meu fiiho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagello, que at
entao por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grand*
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a expresso altamente sincera de meu reco-
nhecimento ao meritorio servico que Ihe prestaram com o indicado xarope, acreditan
do-me para sempre de Vv. Ss. criado,fttento e obrigado.Ameriee Netto de Meodonca
Recife, 2 de outubro de 1868.
que tem por causa o empobrecimento do sangue, assim como para vigorar
debis e lymphaticos. A ehlorose, as Peritas brancas, dores 'estomago,
a xrregularidade da menstruac&o e amenorrkia on snppressSo do menstruo, cedem rpida-
mente a sen emprego. Devemos mencionar aqu um facto notavel, isto que os doentes cura-
dos pela agua preparada com estes pos esto muito menos expostos a recadas do qne
aquelles qne foro tratados pelas preparacoes femginosas ordinarias.
Deposito em Pernambvco, am casa de > c*.
TCSSES
C1TARRH0S
PASTILHAS PEITORAES
E LOURO GEREJO
IRRITICOES
DO PEITO
E' este o mais novo e delicioso confeito al agora condecido. Por isto tem adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais distinelos o aconselhSo costra
as tossc, defluxos, calarrhos, tosses convulsas, oatarrhos epidmicos, trritaedes do peite. Com
grande empenho o procurlo as mies de familia, assim para ellas como para as crianzas, pois
primeiro que tudo inoffensivo, e as saas propriedades adocantes nao deizio nada a desejar.
Deposito em Pernambuco'em casa t Khni O*.
kif, .a i
SAO MUITO BARATAS
Superiores saias brancas bordadas a 5$, 6#, 8$ e 100000 cada urna.
Ditas de cambria de escocia transparente j feitas a 60000 (adit urna.
Na loja das Columnas na ra do Crespo n, 13 de Antonia Corneta
Vasconcellos 4 C.
de
VERDADEIRAS
PILULASncBLANCARD
H
COa IODORETO DO FURO INAtTetUVIL
'APPROVADAS PKU ACADEMIA DS MEDICINA DI PARS, ETC.
r Possnindo as propriedades do lo* ot do forro, eoiTem- otpoeiallBonto ao Afwcmt
sctioniLOSAS, a tsica no principio,! (raquetad$ temptrmmtnl otambemnos etooo dt
Falta db coa, AMENORRHEA,em qtie precisa bjeaoib sobre o saptgdb seja pora restituir
Iba a sua riqueza e abundencia normaes, ou par provocar a regular o sen curso peridico.
N. B. O iodnrfio da fsrro imparo on atorada 4 am medicamento infiel,
irritante. Como prora de poreu da amhencidade dj nrmrtwmm r\-
Rlaacard, deTe-sa nifir nosso ella lo rala rracttra %t
nosio Brwia. aqni reprodonda, qao so aeba na par inferior > asa
rlala verde. Dare-M ditconfiar das faitificacoi.
lojoaj ngasjjasja. fkarmmenMf, rm Jayarfa, 40, *,
JV. 0. v luuurc
irritante. Como [
k lalaa i* !>
^k nosso Brwia. a
^k ratala vera
OLEO DE HOGG
DD
Figados frescos de bacalho
Para cura certa de phtisiea, affeccoes escrofu-
losas, tosse chronica, fraqueza dos memhros e de-
bilidade geral, recommenda-se a exceltenia deste
oleo anda por ser agradavel no paladar.
VENDE-SE
NA
I*h:trma t*ia c drogara
DB
BARTHOLOMEU & C.
34 = Ra larga do Rosario = 34
[ufe LERAS DOUTOR EM SOENCIAS.
Debaixo da forma d'um liquido sem sabor,
anlogo a nma agna mineral, este medica-
mento rane os elementts que consumera
os oasos e o sangue. E' t> mais raciona) dos
ferruginosos; por esta -azao o adoptrSo
os mais eminentes mdicos do mundo tn-
teiro. Convem muito s meninas de temperamento delicado, enjo desenvoivimento tardio,
as senhoras que padecem d'estas dores d'eslomaeo intoleraveis, causai as pela ehlorose,
anemia, menstmaco on leucorrha, as crianzas d'uma compleicao pallida e delicada, e a
todas as pessoas que tem o sangue empobrecido pelas doencas. Efficacii, rapidez d acoio,
cura perfeita, sem constipago de ventre nem aec^o sobre oa denles, taen alo as.razde que
imperio para que oa senhores mdicos o prescrevao aos seus doentes.
lito em Pernambuco, em casa de Kamror O*.
:-'} OV-*?.'
CAPSULS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellericia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites
[catarrhos, tosses convuislvas, escarros san^
! guios, e outras molestias do peito.
NA .
PHARMACIA E DROGARA
DB
Bartholomeu & C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
AO BAZAR DA MODA
Ba Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVIDADES
Para senhoras.
COQUES da ultima moda, enfeitados o lisos, gran-
de sorti ment.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAPEUSINHOS e gorras de velludo e de pennas
(alta novidada I) e palha da Italia, a emtiacao,
especial sortimento. ,
CINTOS de cores e pretos, neo sortlmemo a ulti-
ma moda. .
CAMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
Seero
^QUES a emita$ao de marfim, gosto novo e de
sndalo.
GOLINHAS e punhos, a emitacao de guipare.
ENFEITES pretos e de cores para cabeca, lindos
moldr*.. '
GARNIGAO alta novidade I a Mane Rose, lti-
mamente usada em Paria.
CORPINHOS de guipare broncos e pretos lindos
modelos.
IlORNOUS de 15a e seda, eflres claras, elegante
moda em Pars.
(IIIINALDAS de flores finas.
ESPARTILHOS superiores.
MEIAS supe ores do fio de Escocia.
LUVAS de peiiea ebegadas pelo oltimo^apor.
ADERECOS de coral verdadeiro e camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
GARNIGES para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTES lisos e com pingentes para vestidos,
CLN'TO alta novidade.
FLORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LACOS, Qvcl's, ponacuos para enfulle?.
Para honiens.
CAMISAS com peilos, colarinhos e pannos de li-
nho fino, lisos e bordados, moda,
(MLARINHOS de linho e .dgodao.
PUNHOS de ditos.
GRAVATAS de todas as qualidades.
ROTES para punhos e goarnicoes para coletes.
CORRENTES d plaqu a emitacao do ouro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello do seda, forma a Rotchil, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para uol.
MEIAS de superior qaalidade.
BENGALINHAS finas e chicotes.
LUNETAS aro de ac e tuturaga.
Para crian cas.
VESTUARIOS completos para baptisados.
SAPATIKHOS de merino e setim enfeitados.
MEIAS de seda e fio de lscoca.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfoitadas e de chroch.
BUNECAS vestidas, muito bonitas e diversos
brinquedo3.
Perfuma, las Anas.
AGUA FLORIBA vordadeira de Murray k Lan-
man New-York.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA da E. Coudray e superior agua e
essencia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de agradaveis aro-
mas para o lenco.
VINAGRES aromticos para toilet
POS DE ARROZ para amaciar a pelle ; am pacc^
tes e ricas caixinhas com arminho.
POS superior para limpar os dentes.
COSMETIQIIES de fina qualidade.
SABONETES, grando sortimento deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philocome, babosa e antiqnos.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
CREME de sabao para barba.
Caixas preparadas com rjerfumarias finas
Miudezas finas.*
SUPERIORES fitas de grosdenaples de '.odas as
cores e largaras de veludo preto e de tres, e
gurguro para'cintos.
BABADINHOS e entremeios bordados.
GUARNICES de seda de cores para enfehw de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilhos e pingentes.
BOTES de cores, brancos e pretos coro vidrilhos
lisos e com pingentes.
DEDAES de mad aperla, de marfim, de oco e
metal.
THESOURAS finas para costura e unhas.
CAIVETES finos com quatro folhas. E muitos
outros artigos de miudezas qae se torna ,enfa-
donho menciona-los.
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 3
Os prsprietarios deste bem conhecido estabelc-
cimentor ahHn dos muitos objeolos que linham ex-
postos a apreciacao do respeitavcl publico, man-
daram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variado sortimento de
finas e mui delicadas especiafidades, as quaes es-
tao resolaridos a vendor, como de seo* costume,
por precos muito barntinhos o commodos para to-
dos, coro-tanto queo-Gallo....
Muito superiores tavas de pullica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas goinhaa e puna para se-
nhora, noste genero o que ha de mais moderno.
Superiores penteo de tartaruga para, coques.
Lindos e riquissimos enfeites para eabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores tramjas pretas e de cores c >m vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que-pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores c bonitos leques de mailreperota,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles braneos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias io de Eseossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30oO
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20|,
alm destasj temos tambera grande sortimento de
outras qualidados, entre a quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior eanna da Iadia e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melbor se
pode desejar ; alm destas temes tamben) grande
auanlidade de outras qualidadee, como sijam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, ele. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cMeotinhos do eadeja e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalaas. cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pplo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas c bellas capellas para neiva.
Superiores aguHias para machina e par emx.
Linha muito boa de peso, frouxa, paraencaer
lanyrmtho.
Bous baralhos de cartas para voltarete, assim
como os teios para o mesmo flm.
Grande e vanado sortimento das mettiores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
CpLARES DE ROER.
Eloctricos magBBtiros contra as eon^Tilsoes, e
facilitam a denti'clo das innocentes criaricas. So-
mos desde mitito recebedores destes prodigiosos
collares, c conatamos a reccbe-los por todos os
vapores, afim m qne nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les qoo dclles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde empre encontrarao destes vrda-
deiros cllarer\e os quaes attendendo-se ao flm
para qne sao applicados, se vendero com um mui
diminuto lacro.
Rogamos, pois, avista dosobjectos qne doixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
TASSOIRMAOS
Tem para vender em seus annazens, alm de ou-
tros, os seguales artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado e liso.
Yinhos em caixas de doze garrafas
Bourgogne. f
Hcry.
Mad"eira.
Hermitage.
Chamblis.
Licor de caracho de Hollanda em Caixas de vin-
te e quatro botijinhas
GESSO,
Nosarmazens de Tassolrmaos.
Grades de ferro
para jardins, porleiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmios
c v i: lt IMLOS DE i iiuto
Para servicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixSes de um para outro, lado nelo
mdico preco de 12*000 cada um. P
Farinlia de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (vordadeira) Fon-
tana e grande sortimento das melhores marcas de
fannhas americanas.
Saceos de farinlia de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso limaos.
Cemento romano
Nosarmazens do Tasso lrmaos.
Cemento hydraulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo asseutamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcoes de
cineoento barricas se far reduccao no preco : nos
armazens de Tasso limaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
lrmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differentes qualidades para cercados de ani-
maes, chiqueirospara galinhasonjardins : nosar-
mazens de Tasso lrmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso lrmaos.
CANOS DE BABEO
Na ra Nova de Santa Rita, na antiga fabrica de
sabao, ha para vender por preco o mais mdico
possivel, canos franeezes para edMcacSes e-esgo-
tos deoda a qualidade, superiores a todos os que
aqui tem apparecio pea sua solides.
PRECOS
1*400 por cano grande de 3 e mei.t pollegadtes.
1*200 por dito.de 2 e fres quartos de dita.
1*000 por dito de 2 e um quarto de dita.
500 ris por pistoleta de i pollegadas.
Colovellos, curvas c canos de maior grossnra, .7
vstase far o preco. Compras maiores de 200*
tem 5 por cento de descont por prompo paga-
mento. Pde-se ver as amosas nos armazens
de Tasswirmaos.
Tijolos franeezes
Para ladrilhar casas terreas cowasseioe ppecos
mdicos, pinito convenientes e proprios para ladri-
Ihos de cosinhas em sobrados, pefe seu assek e
evitar apai'eagem de agaaspara o andar ;nfcrior
e mesmo o perigo de fogo, aos precou de 30*000 a
4f*000 o miiciro : na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fabrica-de sabao, e compras madores de 206*
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos armazens
de Tasso lrmaos.
Veras de esparmacete verdadeiras para lan-
teraas de carra: no armazem de Tasso-Irmos.
Vnho do Porto fino superior: no armazem
de Tassolrmaos.
O melhor cognac GautbierFreres: no arma-
sen) de Tasso lrmaos.
Esteiras da India
En* casa de Taeeo lrmaos vende-se esleirs da
India de diversos padroes e largaras, por preco
commodo.
Macarthy
Capsulas de Raquim
I
Tudo se vende por presos bastante commodos.
Os bons efTeitos destas capsulas para fzer ces-
<08 gonorrheas acham-se comprovat as pelas
ru^cias e mulos nnos.
;ou\nm0S d?tod08 8 P^68 as recominendam
pela sua-.fflcacia
"VENDE-SE
DB
Ru3-
e drogara
RARioLOMEU & C.
-* larg o Rosario~W
acunas de-descaro? ar algodo.
Hoje que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudcam e quebrara & fibra do algodao,
preciso recorrer a machinismo menos spero,
e prodttzindo o mesmo servico que qaellas, e
:ilidad no trabalh, nao querem a fihra-da la,
para qee essa possa obter-nos mercados earopeos,
a differeBra que ha entre o algodao desearocado
per aquollas menciottadas machaas, que es6b fi-
cando em deuzo, ot fo prejuizo qae tem eawsado,
e o da antiga bolandei, que v.m pode eonapetir
pela morosidade de sen trabalho. assim que
estas maehinas se toroam as mais proprias para o
nosso aigodio, ponqoe ao |>ap da faciWdade e
promptifio conserva a fibra da Ife, que limpa por
ella, e qjjalifieada mi Europa a par da metttor bo-
landeira, valendo assim entro II 2-por0/0
mais do que a la limpa pela maehina de serrote.
Estas machinas no-sao novas, pois que na muito
esto adoptadas no- Egypto, aoade as de serrote
foram mteiramento abandonadas, e por isso o algo-
dao daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem boje de 10 agpor
0/0 mats do que o nosso : vemfcm-se a ISOOOO
nos armazens de Tasso limaos.
Oleo de amcodons
Em caixas de 8 latas, cada caixa M libras :
nos armazens de TassoJrmo3.
Charutos da Havana.
Excellentes charutos da Havana e por baratsi-
mo preco : em casa de Tasso limaos, ra do
Amorim n. 37.
Referios ie onro.
Relogios tle ouro de patente com bataneo de-
chronometro do famigerado actor John Rogers, no
escriptorio do Tasso limaos.
Pianos inglezes.
Pianos inglezes do bem conhecido autor Chailas
Cadby, no escriptorio, V. Tasso.
Aqo de mito.
Nos arsaawns do Tasso /rmaos.
BARRIS DE SALITRE
Nos armazens de Tasso lrmaos. ,
PILULAS, VINHO"
XAROPE
DE
JURBEBA
PREPARADOS
PELO
PHARMACETICO
loaqulni d Almeida Pinto.
As prepararles deJurubeba, sao hoje
vantajpsamente corihecidas e preconisadas
pelos mais habis mdicos, tanto da Euro-
pa como do paiz, pela sua efficacia nos
casos de anemia, cbloroze, hydropesia,
obstruccao do abdomen, e tambera nos de
menstruacao difficil, catharro na bexiga, etc.
Vendem-se em porfao e a retalho na ci-
dade do Recife, pharmacia do seu composi
tor, ra larga do Rosario n. 10, junto ao
quartel de polica.
A NOVA ESPERANQA
21= Ra do Queimado = 21
1 para presentes
A Nova Esperarla, ra do Queimado
p. 21 tem um variado sortimento de objeo
tos de gosto e phantasia proprios para pre-
sentes, sobresahindo entre elles ricas caixi-
nhas de bano com finas perfumaras, cos-
turaros de chagrn, agulheiros de madref
perola : assim, pois, quemqnizcr fazer nma
linda offerta, dirigir-se NoVa Esperanza,
ra de Queimado n. 21.
Collares anodmostcllectro-magnett
eos contra as convvlces das
creangas.
N5o resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por alii intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitos
pas de familias nao creem (comprando-os)
no eHeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperance, porm
que detesta a falsificaca' principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que s5o ot
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulces, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanza a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seos
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ent5o ser di-
fficil alcan?ar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
Rectbeu a Nova Esperanza, 4 ra do
Queimado n. 21, leite de osas, especia!
para extinguir sardas e pannos.
BONECA DE CERA
A No a Esperanga a ra do Queimado n.
21, aca!>- de receber um completo sorti-
mento de finas bonecas de cera de diver-
sos tamanhos, sendo as maiores do cora-
primento d'um covado ; estas bonecas tra-
zem bonitos coques e botinas, havendo en-
tre ellas algumas que fallara e outras que
choram de sorte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente de muiU
acceitacao.
Finas caraas de tartaruga para r3p ven-
dem-se a roa do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanca.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
contrarao na Nova Esperanza a ra do
Queimado n. 21.
METAS DE LAA
A No*a Esperanca a ra do Queimado-a.
21, acaba de receber um especial sortimen-
to de meias de 13a para hornera e senhora.
CONTRA AS CONGESTOES
mal terrivel a congestao fblminante :
de repente leva um individo, d'esa para
milbor vida, sem dar-lhe tempe- de receber
conversa medica; deixando as- mais das
veses mulher e filhos no mais amargurado
prants; a Nova Esperanza que deseja pres-
tar servicos reeorreu a Vojer, o qual lha
mandou anneis elctricos magnticos, como
o unice preservativo para semeMiante mal i
elles antes que se acabem : na Kova Espe-
ranza*
NAVALHA-S
A Nova Esperanza a ra do Qneimado
n. 21 reoebeu um sortimento de navalbas,
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afiadores e massas para as mesmas
Vendem Augusto F. de Oliveira & C. roa de
Cammercio, n. 42.
CARNAUBA
Vende-ee aperior cer de earaaba etn sac-
c8, per preco mais barato do que em outra qual-
quer parto : ua loja do Pavo, ra da Imporatriz
u, W, de Flix Pereir4a Sawt.
Para familias
4wn Bazar, na Kva dskjI*
, doCarMfro Vlaniia Jt c.
Acaba de chegap a este estabetecimento
gadepor?5ode raeehinas Rara costuras do
aulor Wheeier Wson, approvadas na- nlti-
ma exposi?ao de Pars, as quaes cozem com
deus pos-sontos toda a ostura, e tem a
vantagem de ser to suaro o movimento,
que qualquer enanca de oit armes fcil-
mente tra-halha, e pode, com este entrete-
nanento, levar vaotagem ao servido diario
d trint costureiras. A comprebeiiso
simples, pois em um quarto de hora se fi-
ca senher do movimento da machina, ten-
do a mesma a propriedade de fazer as se-
guintes costuras: pospontar, akainhar,
franzir, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompanham-na&. Os pro-
prietarios do estabelecimento se encarre-
gam de mandar ensinar n'esl cidade, a
garanlem entregar o importe dispendido ao-
comprador, no caso de nao trabalhar cora
perfeic3o a machina vendida, nao tendoy
porm, soffrido ella alguma avaria. Ha taav
bem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower & Baker, de trabalho sim-
plesmente mao, e outras com movimenlo
dos ps; e mxime todos os pertenece das
mesmas machinas, para vender avulsu
Tintara japoneza
Instantnea para tmgir os cabellos e a
barba, a 1(5000 o frasco.
E' a nica approvada e recoamendada
por ter sido reconhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
venda em casa de Gustavo Bervelin n.
51. ra da Cadeian. 51.
GAZ GAZ GAZ
Chogou ao antigo deposito de Henry Forster k
C, ra do Imperador, um carregamento de gaz
de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho por menos preco do que em outra qual-
quer parte.
FUNDICaO dobowman
Ra do ltruin n. 59.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batido* rundido.
Rodas dentadas, paia moer com agoa,
vapor e animaes.
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assucr.
E outros muitos objectos, ele. etc., pro'
prios para agricultura.
Luvas duqueza
A nova Esperana roa do Queimado n. 21 ac
ba de receber per este ultimo vapor luvas de Job.
vin, duqueza, brancas, pretas e de cores, rpan
bornea)
>->

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li
1
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Diario de PfiatabC Sabbado 4 de Abril de 1869.
GRANDE LIQUMCIO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
"" DO -^.
aanaga ^ aiaipaiaa^iaio. ao
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprietario d'este estabelecimento convida ao respoitavel publico desta ca-
pital a Mr surtir-se no grande estabelecimento que tena defaeemlas, taulo da moda como
de tei) e as pessoas que negociara em pequea es^Ua, tanto da prao como do matto-
nesta casa poder*) fazer os seus sortimentos era pequeas e grandes porcoes, venoen-
do-se-lhes pelos precos que se compram as casas inglezas ; assim como as excellens,
simas familias, podero mandar buscar as amostras de todas as, fazendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixeiros, para o que achare este estabelecimen-
to aberto constantemente desde s 6 horas da manha s 9 da iwute.
O atoalhado do Pavo. AS CAMBUJAS DO PAVO
Vende-se superior atoalha-do de algodio Venem-se nissimas pecas de cambraias
ROUPAS FEITAS
Na loia do Leo da porta larga
" DE
PAREDES PORTO.
Ba da Imperatriz n. 52, junto aloja deounves.
N'este estabelecimento se encontrar ra da Imperatriz n. 52, loja do Paredes
sempre um cempleto sortimento de roupas Porto.
feitas de todas as qualidades. Gomos-. Neste estabelecimento encontrar o respe-
jam: paletots de alpaca, de merino, de tavel publico um completo sormento de
casemira, bombains de panno preto, fra- fazendas e rojipas que, se vende pelos pre-
e sobrecasacos de brins de cores e eos seguintes:
ques
pardos.
CAMISAS E SIROLAS.
FAZENDAS BRANCAS,
Madapolao de diversas qualidades e pre-
Enoontrar sempre o respetavel publico eos commodo, cambraia de 3#W0 4l>00
um bonito sortimento de todos os nmeros, e B& ditas victorias de 5#oOOa 12*> pecas
MEUS CRUAS. de assa liza o mais flno que ha no merca-
eom 8 palmos de largura, adamascado a
25200 a vara; dito de linho fazenda muito
6uperir a 3^200 a vara ; guardanapos de
nho damascados a 4j(500 a duzia e muito
unos a 81JOOO, e ditos econmicos a 3#300
a";dtfzia.
Fastcs para vestidos hraucos
a 40.
Vendea-se os mais moderaos fustoes fran-
cos flexiveis com padijes de listas e de
lpicos proprios para vestidos e roupas de
menino a 640 rs. o covado, na loja e arma-
zom do Pavfo ra da tapertrizn. 60, de
"Flix'Pereira da Silva.
BABADINHOS
Tendem-se fiwssjmes babadinhos, tiras
bordadas e entremeios, mais baratos do que
en outra qualquer parte, assim como espar-
tilhos dos mais modernos, no armazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
n. 60.
ALTA NOViDADE
A LOJA DO PAVAO
{urgurao de seda
Chegaram pelo Ultimo vapor os mais bo-
tutos gurgaroes de seda, proprios para ves-
tidas, sendo lisos elavrtdinhos, com muito
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
linda e de maisphantasia que esteanno tem
legado a este mercado, e vende-se por
preco maito razoavel, na ra da'Imperatriz
n. 60, de FeliK'Pereira da Silva.
cmbrala branca a 35500.
Veafle-se pecas de cambraia branca
transparente, com 8e meia varas pelo ba-
rato preco de 35500, tapadas come transparentes i500, 55000,
lizas transparentes tanto inglesas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
preces de 3*5000 a- 100000 a poca., assim
como flnissimos orgamlys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 1)5030, a vara, na loja do
Pavo ruada Imperatm n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Alpaca* lavr atlas
Chegaram pelo ultimo vapor as msis mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que. se ven-lem a IdlOOO, o ovado,
ditas lisas tendo tambem cor de canna a;
800 o oovado, e outras muitas fazendas de gosto
e moda que se -vendern mais barato do
que m outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. -60. de Febx
Pereira da Silva.
iionpus para hawaeni
Vendem-se superiores paHtts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguio, cerouhs francezas de linho e al-
godo, meias cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de 15a, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento depannospretos, e de casemiras
inglezas de eres, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promete-S'3-lhes que sero servidos
com ajnaior ^romptido e muito mais ba-
rato do que em otra qualquer parte
na ra da Imperatriz n. 60,de Felk Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-so um grande sortimento dos me-
Sortimento de todas as qualidades, de
H a 5,5, assim como tambem sortimento
de lencos de linho braceos e oom barras
de cor, ohinezes, bon.tas grvalas pretas e
de cores. Ra da Imperatrii a. $2, por-
ta larga.
PARA ACABAR.
Urna grande perco de catoas ordinarias
paratrabalho a40 e 800 rs-. cada um par,
pechincha na toja do Leao jsnto a toja de
AtfrivcS
GRANDE PECHINCHA,
Cassas he cores a 160 rs. o oovado, na
160 RES O -OOVADO
Chita preta pelo barate preco covado na ra da Imperatriz n. 32 na loja
que tem tu Leo pintado.
PANNO LINHO
Paredes Porto recebeu um sortinento da
pannos de linho, 'com 27 varas a peca e
175000 e 18(5000, na ra da IroperatrB n.
52 junto a loja de*urrves de porta lerga.de
Paredes Porto.
LENCOS DE DINHO
Vende-se lencos bFancos de linho a 35,
do a 95, 10& 125. com 12 varas, e vara
de largura
SEDAS DE LIS TRAS.
. Recebeu-se uro bonito sortimento d'esta
fazanda que se vende a 2(5500 o covado.
CHITAS.
Vende-se chitas escaras a 280, 300, e
320 rs. o covado.
GUARDANAPOS
Vende-se esto fazenda de linho, fazenda
boa a 4)500e 55000 a duzia.
MEIAS PARA HOMEM
Sortimento de meias inglezas para ho-r0 O cordeiro previdente
Una do Qiseiinado 11. 141.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effeclivamento est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
uotavel pela variedade de objectos, superiori-
flade, qualidades e commodidades de pre-
ces ; assim, po\, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciado
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particulir, nao se afas-
tando elle de sua bem coohecidamansido
e barateza. Em dita loja encontrarao os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne iugleza, jericana, fran-
,ceza, todas dos memores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larange-aa.
Dita dos Alpes, e violeta pra toilet.
EUxir odontalgico para conservaco do
assuio da bocea.
Cosmetiques de supffkr qualidade echei-
ros agradaveis.
Copos e latas, nwores e menores, com
pomada fina para cabolla.
Frascos com ditaaponeza, transparente,
e outras quahda.des.
Finos extractos mrdezes, americanos e
francazes em irascos .mplcs e enfeitados.
Essencia imperial doL'nooagradavelchei-
MVI1SI Eli,
Ra do Quemado 11, 49 loja de
miudezas de Jos de Azeveno
Mam e Silva conhecido por Jos
BiqodinJio. *'%"'.
Est Rimando os ol-jectos abaixo declarad*
Garrafas com agua Florida verdadeira, que se ga-
^Mui'Scar cabello de W*~g;
Thcsouas muito fiuas para unha, fl costurasi
Tinteiros chelos de tinta muito prela a 80, WO, 160
VtoSm llanca de linho para toalha*a
CalS/de phosplwros de sepran^a a 40
NavXs de cabo de marflm e que s garante
((ualidade a 2#.
Libra de laa para bordar a 7f. 9nfl
Pecas de tila branca elstica nmUo superior a20
NovcZlelinha branea com 400 *f*fc
Resmas de papel.de wo h*o mujo 2*M)C
Latas com superior bauha a 200 e iw rs.
^ixnsoms^is < -- ",'he.ro inuilo fino
a 800r
Caixas rom
65500, 700 e 8:530, assim como organ-j hores e maiores cortinados bordados pro-
di nwiito fino tanto lizo, como de listas e prios para camas e para janellas, que se ven-
quadros na loja e armazem do Pav5o ra \ dem a 12^000 rs. cada par atj25^000 rs
da imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva,
ALPACAS LAVRADAS PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavo, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para lucto, sendo
muitolargasepelo barato preco de 800 rs. o
covado, s na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Cassas Inglezas a 440 rs o metro
Vende-*e urna grande porco de bonitas
cassas inglezas tanto graudascoms miudi-
nhas e de cores fixas pelo barato preco de
440 rs. ometro,garentindo-se que7 metros,
do um vestido para qualquer Sra. s na
loja do Pavio ra da Imperatriz n. 60 de
Flix Pereira da Silva.
COLCHAS PARA C\MA A MOOO. *
Vendem-se colchas de fusto adamasca-
das para cama, pelo barato preco de #, -
grande pechincha, na loja e acmazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
COBKRTORBS INGLEZE6 A 4l, 4;>500 E ##.
Vendem-se os verdadeiros cobertores
inglezes, depura la, pelo barato preco
.i t* iiKnn n kj assjm como colchas de
mem a 4580O 5r$800 e 65800 fazenda boa.
TIIOALHAS
Sortimento de toalhas de peluda a !1#
a duzia.
LENQOS BSR.ANCOS a 24200
Para acabar encos de algodo a 2;?200
a duzia,
250S0
Vra de brsmante de linho superior e
temlO pa'imos de largo.
CSLCAS E COLETES.
larga que tem um Leo imitado, depredes umento completo a preco commodo.
Porto.
No amazem do Leo, rea da Imperatriz n. e 52, junto a loja de ourives.
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
Cretone para lenqes -com 10
palmos de larguraa2$,
Acaba de chegar esta nova e excellente
fazenda branca propria para lences de um
s panno, garantindo-se que um metro O
urna quarta ou um metro e meio d^wa
excellente lencol de um s panno, asin
como esta boa fa senda tambem muito
propria para toalhas de meza, rosto etc. e
outros mysteres e vende-sc pelo baratissi-
mo preco de 2i cia metro.
MOCAMBIQL'E PARA VESTIDO A 500 RS.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
Sortimento dos mais bonitos mocambiques
proprios para vestidos com as cores mais
modernas e que se ven dem pelo barato
preco de 500 rs. o covado.
ALPACODE C0KUO PARA VESTIDO A1J
Chegou esta nova fazenda com o nomc
de alpaco, sendo de cordo e com mais
largura do que a alpaca, com as mais lindas
cores, como sejam Bismark, lyrio, perolas,
roxo,. cor de eanna, magenta etc. e vende-
de41. 4500 m, assim como colchas "jjM ra^w^ritf ^ a?0*
fusto de cores, pelo barato preco de 35, na ^G(JJIA0 DE Llha? DE **!**?. ,
loja e armazem do Pavo. ra da Impera-; Vende-se pecas de esgu.o de linho, fe-
\m n. 60. De Flix Pereira da Silva. j-zenda superior, com 12 jardas cada peca; a
Madapolao enfeetado a8^500 40*? ATAirTrv i jvry
Vende-se superior madapolao entestado. Ai I A |\ IIV I IIAJJ K
sendo muito encorpado, para carnizas, e
tendo cada peca 24 jardas, pelo baratissi-^
mo preco de 8d500, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
..Pereira da Sirva.
De Flix
CHAPELINAS
ULTIMA MODA
Chegaram para a loja do Pavo as mais
ricas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfeitadas, com enfeites e fitas de
ftetim e -de todas as crese com ricos bicoe
de blond e as mais lindas o finas flores,
vendendo-se cada urna pelo barato preco de
155000, garantindo-se serem muito mais
bonitas do que outras que se vendem em
outras partes a 205 e 255, e ntre ellas
ha mais do que um modello, tambem tem
muitas de pratinho, proprias para mocas e
meninas, isto na ra da Imperatriz n. 60
loja do Pavo, de Flix Pereira da Silva.
xpleudido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO RA DA
IMPERATRIZ N. 60
11-BUA DO ftUEINADO-11
D
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capellt para aoivas, que
vendem-se por presos mais mdicos do qoe em qoalqaeroulra parte.
-SUUDASDE B\1LEde cachemira branca e de cores o que ha de mais tinao.
BASQUINES-de renda preta, e de gorguro peto, o que ha de mais
e egan e. ^pEOg DE SOL_para senhoras delicadamente bordados.
BALOES-brancos e de cores para senhoras e meninas, espartamos, satas bor-
dadas, e saias de 15a com barcas de cor. moirpan-
GORGURO-de seda branco e proto para^vestidos sedas^ores nw.rean
tique branco, e gresdenaple branco, de coros e preto, prmcezas, bombaz.nas pelas,
atoacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados. ^,, j__
P CVMIZAS-de linho para hornera' 4e diversas qualidades, camisas bordabas
para noivos, sobretodos, capas de borracha brancas e pretas, br.m de cores eferam,o,
wmos linos e casemiras pretas e de cor por commodos PW-
TAPETES para salas/e continuara sempre a vender por mdicos procos as esteikas da ndia pjba
S,'J.LA.
..rf>w^aaii

Loja do Pavo.
ORGDROES PARA VESTIDOS A 15000,
O COVADO.
Chegaram os mais modernos gurguroes
para vestidos, sendo de todas as cores, como
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola,
rxo & & tendo quasi quatro palmos de lar-
gura e vende-se pelo baratissimo preco
de ioDOO, cada covado 'nicamente no ar-
mazem de Fox Pereira da Silva, na ra da
Imperatriz n. 60.
Grosdenaples preto
Vende-se um .grande sortimento dos me-
mores grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, sendo de 25000 rs. o
covado at 45000 rs. garantindo-se que
n'ete genero ninguem tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que em outra
qualquer parte, na^roa da Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira da Silva.
A 25, OS BALES DO PAVO.
Vendem-se superiores bales america-
nos de trinta a quarenta arcos, tendo as fi-
tas bastante largas, sendo muito fcil trans-
ferma-loe para outro qualquer novo modelo,
e liquidan>-se pelo barato preco de 2/1 cada
Actta-se este grande estabelecimento com-. um> send0 fazenda que sempre se vendeu
pletamente sortido das melhores roupas, a 75 e 85, isto na loja e armazem do Pa-
sendo calcas palitts e coletes de^casemira, I vj0> m3 da Imperatriz n. 60. De Flix
de panno, de brim, de alpaca, e de todas pereira da Silva.
as mais fazendas que os compradores pos- 4s j OOO varas a 500 rs.
sam desojar, assim como na mesma loja yendem-se as verdadeiras cambraias
tem um bello sortimento de pannos casem- francezas ^ ^03 padrees e cores fixas,
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer I do U3^s c transparentes, pelo barato
qualquer peca de obra, com a maiorpromp- \ de 500 rs a vara, ou 300 re. o co-
tidao vontade do freguez, e nao sendo "Jrdo fazenda que nilignem vende
obrigados a acceita-las, quando nao stejam nnp de 7 ou 8 tustes, e liqoidam-
por
se por este barato preco, por
urna avahada compra, na toja
sompletamente ao sen contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de ^PaVTrua da taera"triz "b." 5;
camisas francezas e inglezas, ceroulas de F : pereira da Silva
linbo e algodSo e outros muitos artigos
proprios para bomens e senhoras promet-
tendo-se-Ihe muito mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja.e armazem de Flix Perei-
ra da Silva. *
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
PAVO.
Vende-se urna grande quantidade de re-
s ter feito
e armazem
De
Grande expsito
E
aSEMl?AS DE CORES NA LOJA DO
PAVO
Chegaram as nais bonitas e mais moder-
nas casemiras de ores proprias para calcas
coletes e palitts, U2do ate das mais finas
que tem vindo ao mercado com fios de seda
talhos de chitas escaseas pretas por preco e vende-se mais ltarato ^o que em outra
muito barato, e quanto jflaior for a porclo qualquer parte, por haver grande sortioien-
queo fregu comprar, mais barato selhe tode varios precos, na loja e armazem do
vender* na ruada imperatriz n. 60 de Fe- PavSo, ra da Impentriz n. <5h^ de Febx
x Pereira da Silva. Peteira da Silva.
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lan
Tintura indelevel para tangir os cabellos,
sera manchar a pelle.
A bem conceituada agua-florida de Guis-
lain que ento era desjonhecida era Per-
nambuco, j boje estimada e procurada
por seu olScaz resultado, c ainda mais se-
r, quando a noticia de seu bom effeito e a
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-iorida de Guislain coaaposta ni-
camente de vegetaes inoffensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estiverem bran-
cos, e lhes restituir o brilho perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, som
ser prejudicial de modo algum
E' porm neces6ario fazer conhecer, gue
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soas talvez supponham, mais sim ser pre-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'entSo por diante, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito,podendo a experiencia.ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim pois esta agoa-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimadon. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
c5o de sua boa freguezia, tambejh caprcha
em nao lh'a desmerecer, prdwirando sem-
pre correspender a idea favoravel com que
a honrara, e em prov1 ao que fica dito, di
como cxemplo (o explendido 'sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
do-se bellamente prvida do que de bom
e melhor se pode dosejar nos gneros,que
sao de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
e oracito, obras de apurado gosto e perfei-
cSo, sen^o: com capas demadreperpla e
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos .com ditas de arfen, igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros imi-
tando charSo machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guamico, dourada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Assim como.
Outras concentradas e de cheiros igual-
monte finos eagra Oleo phlocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
cera escolhidos cb eiros, em frascos de dif-
ferentes tamanhos..
' Sabonetesem 'barras, maiores e menores
para maos.
Ditos transpai -entes, redondos e em figu-
ras de meninos..
Ditos muito linos em caixiJia para barba.
Caixinhas-eoiii bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de m? (deira invernisada contendo fi-
nas perfumtris, muito proprias para pre-
sentes. i .
Ditas de r apelo igualmente bonitas, tam-
bem de per! maris finas.
Bonitos vasos de metal ''.oloridos, e de
moldes nov os e elegantes, com pode arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composico de
cheiro, e p or isso o mais proprio para crian-
Cas.
Opiata ngleza e francezapara dentes.
Pos d e camphora e outras dfferentes
qualidade s tambem para dentes.
Tnico oriental deKemp.
Aluda mas coques.
JUm 01 itro sortimentos de coques de ne-
vos e bo nitos moldes com lilets de vidi'iios.
e algunst d'elles ornados de flores e fitas,
esto toctos expostos aprcciac5o de quem
os pretea da comprar.
GQU*INHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obr* de muito gosto e perfeicSo.
Fivellas e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, fic;mdo a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
O que de melhor se pode enconlrames so
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para viajera.
Bolsas de tapete e carieiras de couro, por
precos commodos.
Chapelinas de palha da Italia mui bem
enfeitadas, e enfeites deflores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
ro presentes a quem se dirigir dita toja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS.
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Pi evidente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
ludo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM DAQUELLES.
itecebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de gailes de 15a, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va.
riedade de gestos os tornam recommenda-
dos e apreciados ; compareco pois os pre-
tendentes que sero servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de Lieos e rendas de
guepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para hornen-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimado n. 16.
frascos de cheiro
doze frasco*, fazenda s boa a 1*200
Fraawn superior oleo Alocme ;f
Calun?as de sabiio transparente muito bonito e ft-
Du" iaad?paos de pomada do Reino, da mefttf
PeSdetra* bardadas muito finas a 50^ fiOO
Ditas de babadinhos com dez varas a7^ rs.
Carriteis de nha do todas a <***''., para acaba!
a 20 rs. .,
Garrafas com agua divina a i# ,00
Frascos com superior nlaca^ 1)e,.ula a 350 rs.
Caixas do vidro com oze 9 iuaeg) que s a ux
valodinheira200rs.
Ditas de madeira com i alnetes, o que ha de me-
lhor a 320 rs.
firosas de botoes i j0Ua, lisos e bordad
eors.
Caixas redonu?.-i para rap emittando tartamg^.
1W00.
Tecas de nt.a para eos da melhor qualidade
OOrs.
Escova^ pura limpar dentes, fazenda que s a vis-
to a 240 rs.
Ditus para limpar unhas de superior qualidade a
500 rs.
Armaco
Grande e bello sortimento de leques
todos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cnente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
para mermas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodo, alvas, e
croas para meninas e senhoras.
Luvas de fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, mulheres e
meninos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-meios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Royer para crearicas.^
Bonitos cabases du bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixjnbas de vidro enfeitadas
compedras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou bunecae para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alneles de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas.
Vend:-se una armacSo envernisada c envidra-
cada que serve para "qualiiner estabelecimeilc,
como de sapatos, miudezas, ou outro qualquer ne-
gocio, por preco commodo; ua ra do Vigaiio
11. 2G.
Vende-se geneBra de Hollanda a mais
pura, christalina c de excpllente palladar
que tem appareido no mercado, em boti-
jas e frascos.
Genebra de laranja, superior e verdadei-
ra de Feckee.
Genebra de lima superior, nunca vista
neste morcado, d delicioso paladar e re-
frigerante; excellente para a estacSo cal-
mosa : no deposito da ra do L ma n. 30,
em .Santo Amaro, nico lugar onde a en-
contrarao pura perfeitamente fabri:ada.
Os precos destas genebras sao iocootesta-
vulmente rn;iis baratos que em qualquer
outra parle.
Vende-se duas meias gitM aeabanfti ce
novo, ciios proprio, em 'S. Amaro, na travest.
da ra do Lima por 'az da fuHilicTtu, ambas po
I:o0000t), rendem l.'ijGOO por mez: quem pre
tender dirija-se a venda de Antonio do Reg Mi
deiros defrontc do desembarque, que dir quem <
o vendedor.
ESCKAVOS FGIDOS.
de graicaco
Fugio 110 dia H de Janeiro do corrento anne,
do eigenbo Balatura, freguezia da Escada, o <*-
cravo preto, crioulo, de 24 annos de idade, chi-
mado Marcelino, que foi do Sr. Joao da Cunta
Pereira, cujo escravo este ve no deposito geral, c
tem os signaos seguintes: alto, secco do corpe
rosto muito marcado do bexigas, falla de dentes
na frente, cor preta, sabio de chapeo do chile, pa-
letot e calqa de castor, levando um bahuziniu oe
[landres com mais roupa, e suppoe-^e estar na
freguezia do Cabo : quera 'o spprehcndcr leve-t
ao dito engenho, ou ra da Senzala-nova n. 38,
ewriptorio do.Sr. Bcrnardino Puntual, -que rece-
ber gratificacao cima.
Escravo fgido.
Au?entou-se na madrugada do dia 21 de
do correte, o escravo Andr, e cor preta fub.
com annos de idade, natural de Porto de Po-^
dras, com pouca barba, e de altuia regular, tendo
as costas urna cicatriz do lado esejuerdo, evou
calca e camisa de algodao azul, chapeo preto de
l'eltro. cofia baixa ; quem o apprehender leve
ra do Pilar n. 14, que sera generosamente recom-
pensado.
Barato que admira.
Manteiga iogleza flora 1^400 a libra, dita fran-
ceia a ii, ob miudo a .'11100, dito graudo a 3,
caf a 220 rs., sabSo a 160, alpista a 240, arroz a
100 rs., passas 440, idem quartos com 6 libras
por 252OO, vinho a 400 rs. a garrafa, azeite docf
de Lisboa a 900 rs caixinbas com ameixas, pas-
sas, figos e peas, preprias para' mimos a 15600.
Iat eom doce a 300 rs. : s na esquina da ru
daPnlia n. 8.
mm PEITORAL BIASIIIIIO
POMTA DeWbIBA
COMPOSTO E PB1TARAD0 -
Pelo pharmaeeatleo
Fugio de bordo d palhabole nacional Ama-
ro, um mulato claro de norae Justino, estatura re-
gular, cbelos carapinhados e ineios ruivi s, pom a
barba, tem nma pinta preta no canto do olho direi-
to e um talho as costas ao mesmo lado,; levmr
vestido camisa de chita com lis-las verdes, e usa
de urna cinta com borla encarnada para apertai
as calsas, natural de Santa Anua do Matto n*
provincia do ltiu Grande do Norte, para onde talve
queira ir, tambem muito desembarazado no fal-
lar. Recommenda-se aos mestres de barcaea i,n
a qualquer pessoa que o agarrar, e levar a rus
do Trapiche n. 4 ou a bordo do referido navio que
ser generosamente gratificado.
Acha-se fogido desdo omngo de entrado c
moleque de nonie Tito, cunj 21 annos de idade,
estatura regular, olhos afumacados, com todos os
dentes, esperjo e bem (allante, tem no estomago
urna cicatriz de urna quehnadura pequea, tero
um dedo da mSo dircita aleijado em cc.nsequencia
de um pauaricio ; e o p esquerdo mais grosso
do que o direito : quem o apprehender leve o aos
Afogados, rasa do r. Jos Roberto de Moraes e
Silva, que indicar a casa de seu senhor. que ic-
compensar generosamente.
da Cruz Santos.
Esta planta cujas *tudes medicinaos
existan desconbecidas para a maior parte
dos nossos facultativos, devendo-se a sua
deseo berta ao uso que .d'elle faziam ot
nossos indgenas que menoscabavam com
a sua applieaco de todos os soffrrmentos
Sufmonares, boje conhecido como o me-
icamento mais efficaz para a cura de as-
thma, bronchite, coqueluche, penemonia.
e at a physica, produzindoum effeito mi-
lagroso e prompto.
Para um adulto 3 4 colheres de spr
ao dia puro ou em cosimento peitoral.
Criancas, 3 4colheres de cha.
Preco fcJOOO o frasco.
Pernambuco, ra Nova botica n. 51,
Pennas de ema,
Veade-se i ma do Queimado n. 13, primeiro
tmtr.
Fugio do engenho Uiiararapes um mulato ae
nome_ Alfonso, alto, olhos amortecidos, cor bstan-
le retinta, pea grandes e chatos, vestido de calca
de brim branco e camisa branca, o qual j tein
ido visto aqui no Recife : pede se aos eapilaesde
campo que o pegem e levem traversa do Quei-
mado n. 3, ou ao referido engenho, que se recom-
pensar generosa mente.
AVISO.
Vende-se um escravo, officjal de ferroiro,
viado ltimamente do norte : no eseriptono de
Joaqbta Jas Gonsalres BottrSo, 4 ma do Trapl-
che|n. 17,
Fugio da Estrada Nova do Caxang, da casa 00
Sr. Sebastian de Arrnd Puntes, domingo 18 do
corrente, as 3 horas da tarde, o cabra Francisc.i
pertencmite ao abaixo assignado, c-m os HiMea
seguintes : rr alvaceu, oom idade p..uco ma.
ou menos de treze para quatorze annos, ca.
grande, cabellos de negro e cortado rente, olhos
um poueo espantados e tmidos, testa pequea, ma-
caa do rosto altas, boeea grande, falla mansa c
muito demorado no responder, muito mettido a en-
tusiasmado, quando olha para aluuem por an-
gun terapo torce a bocea do lado direito, pese
Uno, altnra regular .para a idade, cujo escravo ( 1
eompr em mare Ae 1867 ao Sr. MpitSo Silri-
no duilherme do Barros, boje bario de Nzaretl>.
Roga-e, portante, as aoridades puliciaes, cap-
pitaes de campo e mfiMao particulares, 011 a quem
o conheeitwrito chejr.-a aprehendam e ,entre-
jtuem no Recife ao fin Francisco de Albuquer-
que Mello, no caes do.APDU Pfec decJI*?5*
ou na Estrada Nova da-Gax*M' *> Sr- SebasSo
L


Diario de Pernambuco SabWlo 24 de Abril d
e 1869.
LITTERATBA.
dio .1 grpga, mais consent qud* agrailura o apparecem no mundo, assim como ha ara
^ac^rS:-^Ie hj?. m-preslaes' e que inedia, urna hora, um momento, para as des-
aten
E' nome,. que meu peilo aieata e acjuece
E qio murmura a so,o de Mara.
F. Vieira de Soum
Sen nome uin liymno sublime,
as alturas do co entoado;
E' dos aojos o canto innocente,
Na belleza divina inspiradlo.
0 o acceato das harpas celestes,
Afinadas aos ps do Senhor;
' das aves o terne gorgeio,'
fi'o doce cochicko do amor.
' o sopro macio das auras
Exhalado as veigas floridas,
guando o co de primores se veste
> tsssas, tardes amores perdidas.
a strophe de mimos ornaba
Lnim poema damnr e de luz,
h o echo das almas virginaes;
A virtude o seu nome traduz.
tve aqu uma applicaco nova e excellent
do direito de reuniao. Antes dessa lei, o
que poderia eu fazer em favor do bairn,
onde tenho a honra de ensinar, ha tantd
tempo ? A bolsa de um professor nao l
das mais surtidas, c, quando falta nella uma
mocda, forma-se um vacuo, que" imme-
diatamente pressentido pela dona da casa ;
gracas a vos, porm, eu hoje poseo fazer
de generoso.
Vos trazeis uma porro *de dinhiro, nao
preciso muito; cu trago a minha pa atril
que ainda menos; entretanto todo isso
por junto forma uma somma, que consti-
tuir mais do que uma esmola vulgar, cou-
sa de que eu nada gosto.
A pobreza boa, ama ama excellente,
que vimol-a oascer: eu quero fallar da abo-1 flcil soppr (m especie humana progre
lurop;
cuberas que renovara a indu*trh>.
Vou dar-vos algnus exempios:
No XVI seculo, quando a reforma
receu, a divisa unrversar de toda- a Eur|
era: uma f,.uma tei^e um ret; no ha-
via espaco para essa religo nova, a me-
nos, que ella nao banisse a antiga. "Ento
arrebentou essa guerra rformidavel, a luta
religiosa que ensangaentou a Europa. Nin-
gueni cumprehendia que duas ou tres igre-
jas podessem existir uioa ao lado di mitra:
a idea que dvi i trazer a paz ao' mando
ainda nao havia apparecdo: nao estava foi-
ta a dcscoberta. No reinado de Luiz XV.
v- protestantes* forca-los a confessar que al-
ies tarabem sao intolerante, por isso qae
embora as veres venda o seu leite muitottambem nao tolerara, enera admittumque
Sen nome os tormentos minora,
Jeu nome feliz romaria;
E' a prece do co mu querida:
Sfiu nome formoso Mara.
/. Uorges Carneiro.
h progresa*
. RBOmlO uttki,vwa f.bl.c*
sraftres.-Ooan n m est"dava' rh^w-
noi, If j qoarenla au nos- "sso profes-
sor, Joftem de espirita e de crud.cao en-
&mava-ac*a maneira pela nes e Cicero conseguiam ei cantar os ga-e-
gos e sedtu* os romanos. A nica cowsa
que nao noscnsinavaera como um rrancvz
4p,via fallar aos seus compatriotas' e amigos.
' Lenbra-me bem qn havia uma arte mut-
to cngenhosa, p >r meta da qual podia-se
sempre ter um discurso prompto e cora
certn de agradar ao auditorio. Infeliz-
mente j esqueci as minhas lices> de rlieto-,
rica Comtudo, ainda me recorda que dV
n dia-se o discurso em pedacos, e que o
nrimeiro dclles, que se chamava exordio,,
Sevia ter duas condiciies: a primeira con-
sista em fazer-se o orador pequeo, agra-
,1 ivel e modesto: e a segunda, que deca-
nse aos athenienses ou aos romanos, os
nuaes, segundo parece, erara grandes per-
4na?ens, que ellas faziam estremecer os
seus infelizes oradores. A pnmeira condi-
Clo eu creio que satisfaroi.
O Sr. presidente acaba de dificultar-m a
ainda raais, acabrunhando-me com a sua
bondade-.mas, para ser modesto, nao me
preciso mais do que recordar-me que, ha
quinze dias, ouvi ura dos mestres da pala-
vras, que admirei a Julio Favre, e, pensan-
do em tal, eu comprchendere a dillerenca
que existe entre um artista e um operario.
Quanto a tremer peranle vos, sinto-me
rciiamente erobaracado, pois sou obrigado
dizer-vos, que o sentimento que me ins
piraes muito diierente do mdo: a con
anca, o reconheci ment pela benevolencia
que sempre me despensais, rfelicid"
de achar-me entre vos, de gozar em corti-
nilla de uma lib rdade nova, e de poder
dizer-vos: finalmente as barrciras cahiram,
os iiomens de bem podem reunir-se e con-
versar juntos acerca da felicidade da patria.
Eu bem sei que muitas senhoras se acham
presentes, e, adiante dellas, eu devcria tre-
mer; mas, longe disso, sao ellas que me
3nimam, e eu desejaria que o seu numero
fosse maior para escutar-nos. Ainda nao
repararam que as icputacoes se formam
por intermedio dasmulheres? Ora, nos te-
is uma pessima reputado, to ruina que
inhamos o pudor dos proprietarios de
bailes mascarados.
Temse mdo dos desvos da palavra,
quando me parece que ha outros desvos
mais dignos desses terrores. Pois bem,
que as senhoras os cscalem, que ellas
restabelecara a nossa reputafo, e flquem
sabendo que somos Iiomens de ;bem, hon-
rados pais de familia nicamente preocupa-
dos em espato a iostrncclJ popular.
Podem zombar de nos, mas isso nao faz
mal em Franca: ens seremos os prime-
ios a rir-nts'do tudo quanlo disserem de
. Podom injuriar-nos, pois parece que
m Paris existe muila gente, que vive de
semelhante emprego; porm nos nao que-
remos mal a ninguem, ou antes, apenas te-
mos dous inimigos: a ignorancia e a mize-
riaesses eternos tyrannos da humanida-
de, que engendraram todos os raais.
Nao posso, portanto, fazer-vos um exor-
caro; mas, ao lado dos pobres que podem
trabalhar, ha aqoelles qoe eo chamo os
nufragos da vida: os venios, as viuvascom
filhos, e os orphaos.
Nao ser;i dever da ciedade o socrre-
lo? N5o estar provado por todas as theo-
rias do nrando, que a principal obriga^k)
auxiha-los?
Pois bera, grac ao drei4o de reowSo,
nos podenws fazer isso ; vos ouvireis tai-
vez um discurso mediocre, e eu fe mal
em dizer taltez, popera daris um bom
exemplo, fareis um boa accSo, e seris
abencoados pelos pobres.
Escolhi para assumpfc' do meu discm'so,
o Protjresso; nma palavra esta de que
boje innit i gente se servr, porm qoe quan-
do1 pede-se ao vizinho que a defina, de or-
dinario colbe-se a seguinte resposta!: O
progresso.... t5o fcil deffoMo.... o pro-
FOLHETIM
os D!t\n\s de awrnk
"POR
Elie Berthet.
(Contiuuaco don. 91)
xvm
'oaseqaeaeias de urna evaso
Digamos agora o que foi feito de Berto-
my.
Durante a sua vigilia nocturna entreg-
ra-se elle s mais tristes relexes. Gasta
como pareca aquella alma, nao estava, to-
dava, to insensiv-'l como julgavamos af-
fcifo do* pobre surdo-mado. Por isso se
increpava a si mesaio por nSo ter defendido
seu filho momentos antes, posto que a sua
raqueza lhe tornasse intil a intervenf3o,
ou pelo menos lastimava nao o ter seguido-
liara partilhar a sua sorte. Horrorisava-o
a idea de que elle se vera so nos bosques,
no meio das trevas, e chegra raesmo a
arrepender-se de ter aeceitado o sacrificio
d'aquelle rapaz to enrgico, corajoso e bom
de coracao.
Decorreram algumas horas. Berlomy,
pu^to que tivesse terminado o tempo da sua
vigilia, nao tratara de fazer revazar-se de
sentinella. Quando .mesmo as suas pun-
gentes meditares o nio coassrvassem acor-
dado, a fbme, quo de minuto a minuto se
toroava mais imperio, i*npedia-o de dor-
mir. Bem depressa as facilidades intellec-
tuaes se fbe perturbaram : nuven9 de san-
gue me prepassavam pefos olhos, flgoras
monstruosas se lne agitava era itaa.
gresso?mas claro como a luz.... E' o
progressol.
E'ntretanto fala-se do projresso das- lu-
Zis ; do progresso da crvilisaeSo; do pro-
gresso do luxo, e eu nem sei mais de que
outros progressos! As sai as denossas mn-
Iheres, por exemplo, esto em progresso;
os seus cabellos tambem esto em progres-
so, e at mesrao os imposUs est3o.... mas^
eu nio quero ftrtar-vos de p oliticat
Procuremos pois saber -o^jue o pro-
gresso, e, para isso, vejamos1 como seme-
Ihanie idea veio ao mondo, por onde entrou,
e qual pode ser o seu fim. '
O nosso seculo. cam razo o.rgulha*se das
de^obertas da setencio, das inven^oes da
industria; o vapor e a lectrii'de renova-
rara a face da tema.
Ha em uma peca deShakespe are um ge-
nio que se julga mnito hbil, p^r que afl-
anca que, em quareota ramut, collocar
uma cinta em redor da trra. e esse po-
bre genio voltasse ao mundo, eLle notara
que pouco adiaatava com o seu j rojecto, e
que a electricidade, era menos de quarenta
minutos, capaz do fazer muito- mais do
que isso.
O progresso fot alm aos sonhos das-fa-
das de outr'ora.
Essas descobertas e invencOes s 5o admi-
raveis, e eu sou daquelles que n3 o podem
entrar em uma forja ou oflicina, sem seo-
tir-se irapressionado de quanto o espirito
humano inventan, na ordem de processos
to egenhoso como uteis.
Quando, por ejemplo, eu vejo esse encr-
me martello, que cabe e reoahe, espayos
desiguaes, como o passo de Vulcano, o o-
xo: ou quando observo essas machinas que
destendem o ferro em fitas; ou quando eu
vejo as fabricas de fiarlo mover-se mo
de ferro, mais gil que um dedo de mulher,
tomaro fio que se quebra, fico admirado,
confuzo, c tocado de espanto; entretanto
nao a obra produzida aquillo que eu mais
admiro, mas sm o espirito humano qua
produz taes raaravilhas.
E' sempre elle qiiem eu vejo presente
as forjas, as officinas e as fabricas.
A' uma palavra, aquelle martello enorme
vai espedacar uma barra de ferro, ou de-
ter-se trmulo adiante de uma folha de
papel.
E o que esse martello? um pensamen-
to realisado; o producto da vontade do
hornera, que disse a natnreza: Eu- segu
as tuasleis, sorprehendi os teus segredos,
agora tu rae obdecers.
Mis nao ha smente descobprtas no mun-
do da natureza.no mundo physico ; ha tam-
bem descobertas no mundo da alma, no
mundo moral. Da mesma forma que a for-
tuna publica augmenta com todas essas in-
venres da industria, a consciencia publica
enriquece-se com tantas ideas novas que ap-
parecem no mundo, e que do um carcter
mais preciso aos deveres que temos a cum-
prir.
Raramente presta-se attenco a este phe-
nomeno to notavel na historia.
Comtudo ha um da, uma hora, um mo-
mento para as grandes ideas moraes, que
se tolere o desmo, o atheisrao e o philoso-
ptosmo.
Pois bem, no meio dessas discussMS,
Iiomens despresados, o aos qaae por es-
craoeo chamavam ento tmtwdom, ou os
quatien,.como iwim os inglazes, aprsen-
tavam1 Carlos fJ, em 1673, a Apologa da
religi> chrio, tal como eia ensinao pela
uta.
Em roco da expfoso dr todas essas*air
vas, quando os povos matiratAente se de-
golavam, uto desses Iiomens despresados,
Roberto Barclay, um pobre qaaicar, deca-
ron em altas- v'ozes. eptt a consciencia um
dominio que fteus reservn- i>ara- si si, e
que nao ha poder no muado que jpossa usur-
par o dominio-oV Deus; que todas-as guer-
ra* e perseguigCes religiosas sao inspiradas
pelo espirito de Gaim, o prmeiro assassino
e priroeiro fratricida, e porfautoque, todo
o homemque respeita a lei civil, tent-di-
reo igualdade envqnalquer sociedad^.
Eis abf uma seil- anda boje pouco eoo-
sideravefeomo igrejav qoe prinaeira tevfe a
IhHin de revelar ao mundo, nao a idea da
lii.ao da pena de morte.
E^maquestlo que bo/e agita muito os
espiritos, e comtulo, at Beccaria, em ple-
no seculo XVIII, ninguem della seoecupou,
e isso por urna simples razio. nio se via seno o critne e a expiaco, e
nesse terreno, nada ha a dizer contra a
pena de morte; en confesso qoe inguem
pJe contestara sociedad o o direto de li-
vrar-se db bomios quo Ihe sao perigoso.*;
a esse respeito isou do parecer iaquelle
chanceleF que dizia a seu aoberano, pro-
posito d um assaesino queipfara seis pes-
soas, equefdra perdoaifo, quando commel-
teu o pritneiro crime : Senhor. elle nao
o verdadeiroculpado, por isso queso fez
tima-victima ; pordoando-o fostes vos que
zestesas outras chico.
Todava boje ura idea nova* vaio ao^mun-
do, e essa idea, que data deste sec-ulo, a
idea do aFropendiraenlo. Nossos pais s
viam oupiac*). hoje rpne vamos oarreper-
dHmento, nos dizemos r qualquer qne sejao
crime de om homem, pi>de-se recusar o
rsgate da falta,- quando os pezares e uma
boa conducta o reclamaren* f
ll.r nisso omtf idea profundamente terna,
justa e chrstaav qoe, sem duvida algumo,
triun^rfiBr umdla.
Todo os dias ella gauha terreno, liareis
de vel-a chegar ao- periodo de fructificar^ e
provuvrlmente enrasar a admiracosgera-
cfy futuras, o- saber que os seus ante-pas-
sados, furam. port;tnto tempo, to barbarosr
(pie intilmente mafavam os seo* seme-
liiantes.
n iiisso'U!M transfirraaco, dhrei mes-
mo, uma Hiimkrarno d conscienci> huma-
na. Ah esto exempios do appareimen-
to de ideas nova;-e como-essas foi a idea
do propresso, d'*lqual cii;precisare ?j data
do naseimento, pjr isso qpje assesti (? seu
baptiaa.
No etpir dtix eis, pablicatto por Mon-
disso. as convedces que destruiram o
tolerancia, qoe depeiB Voltaire e Montes- teqoieu em-1748, m-dos mai vastos cooi-
quier dftfendiTam, perm a idea'da libei'-
dade religiosa.
Um ontro exemplo -"- alguem acreditar',
qon qirando, nos seculoe-XVI e Xffl, a Hs-
panha, alglaerra e a Franca i3m;- assolar
a XfrTca, para arrebatarenr negros, qoe trans-
portavanv pira as colokis, um tel proce-
(limtnto,naquees tempes, inspirava o hor-
ror que inspira feoje? seguramente guie nao:
nossos psesnoeram metsenieis qpe nos,
perm a eonscieocia deles- estava fals^ificada
a esse respeitor Etes julgavaaaeom sinceri-
dadeque,sempratiaro i>K poda-.-* tomar
esses negros, pagaos e idilatras, e oSe'recer-
Ihesobeneficio-daescravidS; que esfozia
chrisos. E-donde veio o-protesto eooJra
isso.-" Elle parti do fundo da-Amercav ainda
veio da parte-de nn> quaker.
De passagem) eu assignalo os qiakefs
como os Iiomens quo. mogradoo desdis
de qup foram-victimas por tent tempoimiws.
claramente vii' no futuro aporque nao s-
mente ellos pedir-a liberdade religiosa,
e a liberdade do negro, coma a do braaco*;
mas, o que vos admirar muito, senfiores,
el les tambera, pediram a igoaldade dss-ho-
pendios da ciencia*humana; un? dos iivms
que raais honra faaem Franca, nelle an-
da nao se trata do progresso!
Montesqitieu acho- natural confrontar
promiscuamente athenienses. spnrtanos, ve*
nezianos effaneezes ; os povos-da antigui
dode e os pavos modernos, ftto se passa-
va era11748-.
De repente, em I78fV na Serbona. um
joven prior d'universidade,' um seminarista,
como hoje uViames, Turgot, tsndo apenas
i-ajinos de idode, pronanciou m. dtscurso
sobre o progresso siio*essivo d1 espirito
linmaao. Dalii o poni ne partida Na-
qaeHedia a ideado progresso penetran no
mundo, a coataater uma ida oeposta, que
nella encontra,. e que, penco a pouco ella
deve aniquiilar.
Qnal era essa. ido i que reinaba -no- mun-
do, no memento- emque a. idea iirogres-
so se-apresentau? A de om desfeliecimen- nir-so em
tO-universal. Bhfre todos os povns que
possuera uma certa civilieaoab, vse em
seusannaes mythologicos a idea de ama
poca de felicidade, uma idado d ooro.
verdadeira' era- de prosperidades na (pial
mens e das malheres, dizendque erapre- todos-os dmense mulheres6o ijmecentes;
ciso conceder igualdade de- direitos, e quej regatos de leite e mol correm por todte par-
a desij*jaldade djssexos ena oastante- paral te ; a vida destituida de trabaltm. e tildo
estbelecer a d*flerea$a dos- deveres. j o mais que parece considerar-se a suprema
Elles-pediram*ainla mais>ereuos assig-1 felicidade. Depois a especie gradualmente
na-lo como sonhadorvs ioGorrigi.veiSv quof vai fkando ra ; a guerra apparece, os-ho-
se achasse con* a- guerra, por ser uta as-
sassinato, o pediam tudo i&U> ha mais dlc
dous seculos.
Estas palav as de/ um (ftiaker, pr-oftjrida
na America, e repetidas na Inglaterra, foraal!
sem duvida recolhidas por ontesq>iieu^ e
pela primeira vez, em fTI8i appareceram
em umlivro francez, como protesto contra o
trafico de africanos Esso livro o espirito
das lei. Esse protesto foi felo come- o sa-
bia fazer Montesquieu, com uma sangrenta
irona, e em favor da justica e da verdade.
E' endent, disse elle, que se deve aehar
bom a escravido dos negros. *rime*ra-
mente porque- precisamos de assuear, e
preciso escravisar Iiomens para o prepara-
rem; alm disso, essa gente tem.a pelle
preta, e nao se pude crerque em baixo da-
quella negrklo, acoite-se uma alma; final-
mente ellestem o nariz chato, etao chato
queja nao cansa pena* E' preciso .conside-
ra rmos que, se tratarmos. essa gente como
Iiomens, o que ha de ser de nos que hoje
os escravisamos ?
Nem mf;smo seriamos christaos ; c se-,
como muitas pessoas o acreditara, os ne-
gros fossem horneas, porque motivo os prin-
cipes que fazem tantas convonc5es inutais,
ha mais tempo nito fizeram urna associac&
favor da misericordia e da piedade ?
Eis-ahi, portanto, uma outra idea, que
tem a sua data; agora vou citar-vos. uma
terceira, a qital mais frisante, por isso
Tambem por vezes experimentou o hor-
rivel desejo de ir buscar os hediondos ali-
mentos com que seus companheiros se ha-
viam saciado, para por sua vez so fartar.
Era forcoso grande esforco de vontade
para nao ceder a tal tentado ; superior,
porm, a essa vontade havia uma invencvel
fraqueza, urna irresistivel necessidade de
quietaco e repouso, que o nao deixavara
sahir d'alli.
E comtudo, a mesma idea se Ihe apre-
sentava de continuo, o delirio perturbava-
fhe cada vez mais os sentidos.
Tomado de uma especie de aUucinacSo.
olhava fixamente para o lugar onde se acha-
vam os despojos humanos e tal vez ia r-
rastar-se al alli, quando sbitamente se
Ihe affigurou que aquelles bocados de car-
ne se sobrepiuihara e uniara uns aos outros,
chegandp a formar ura grande corpo, que
sil crgui diante d'aUa ecaminhava a passos
silenciosos. Os calilos irricaram-sedhe,
fez um gesto de -iuem repellia a viso, dei-
xando escapar ura d'esses gritos traeos e
penosos como os que so do sob ura pe-
sadello, mas de repente o espectro esten-
deu os bracos, como quera Ihe mpuoba
silencio, apparecendo na esphera luminosa
produzida pela fogueira.
De sbito cessou a allucinaco de Ber-
tomy : vierara-lhe as deas lucidas, as fa-
culdades reassumiram as suas funecues.
N'aquela figura humana, reduzida repenti-
namente a proporcoes naturaes, acaba va
de reconhecer seu filho. ,
Miguel caramba va cora indeswiptiveis p/e
cances e de sabr na mo conservava a
postura de qum quera defender-se, em
caso de ataque. De sbita parou.-e, pondo
o dedo na bocea, fez signa! a Bartomy que
se levantasse e o seguisse.
O forcado levantou-se eom dtffiealdade,
o, impotente para reflectr ou reaistiri; ftw*
obedecer ao signal do fillio; nao podado,
porm, suster-se sobr os ps ensanguen-
tados, tirnou acabir assentado e gemendo,
e fez signal a Miguel de que o nao poda
acompanhar em razo de se sentir dilace-
rado pela fome e reduzdo maior debi-
dade.
O surdo-mudo, sera desviar os olhos do
ponto onde estava o Rongou, avan?ou anda
alguns passos ; depois,. segurando o sabr
entre os denles, abri o saeco que trazia
suspenso s costas, d'onde tirou alguns
objectos, que entregou ao pai. Erara cinco
ou seus aves pequenioas que na noute
precedente encontrara em um ninbo. To-
mara elle posse implacavelmente de toda
aquella joven familia, nao se tendo atrevido
a dizer coosa algoraa a seu pai, com re-
ieio de que os. companheiros, percebend,
o matassem. Parece que se esipaecera da
$ua propria fome, por quanto havia muito
temp-> que conservava aquella caca, aguar-
dando o ensejo de a entregar secretamente
a seu pai.
BBrtomy agarrn vidamente nos passa-
rinhos, e, sem mais preparaco alguma,
oz-se a devorados com incrivel voraci-
ade.
Miguel observava inquieto aquella gloto-
nera, que podia ser to prejudicial como a
mesma fome. Depois que o pai devorou
tudo, foi elle buscar ao regato prjimo,
tt'uma cabaca, alguma agua, que Ihe ofte-
lece. Era seguida, suppondo-o sufflcien-
temente confortado, fz-Ihe signal para se
Ibvantar, porm o forcado, nio consaguin-
4o erguer-se, manifstou a sua impotencia
por um grito de desesperado.
Ento o surdo-mado, na sua lingnagem
ipJmica, expoz-!he a necessidade que tinhara
nibos de separar-se rpidamente daqueUa
dompanhia ; se nao se apressassem era fq-
air, tinbam todo a reoelar de to abomj-
riaveis companheiros. Alera d'isso, era
ifpr^oso'seguir dlreecSq dtvem do recito oo
mens, matam-so reeiprocanente, Gomeca a
decadencia, que nao mais se dteme Os
poetas, que caDtam a ver tura tempo6. maldiaora o presente como sendo
o ultimo grao da degeneraco, e a; nnira
consola(j2o delles a mesma db Horacio
quando dizia, que nos valemos menos qne
nossos pais, esses menos que nossos avs e
que os nossos miseraveis aetos, anda vale-
rao menos do que nos.
Essa idade d ouro, kaveis de encontrar
pon toda parte. Na India, as quatros ida-
des do mundo s3j representadas por ura
touro que ten as quatro patas firmadas na
primeira poca ; na segunda, havendo per-
dido uma das- patas, quer indicar que a jus-
tio* manqueja; na terceira tem perdido
duas, e na quarta, que a poca em que
nos achamof, apenas oquilibra-se sobre um.
p, e eu me admiro bastante de um tal
equilibrio. As leis de justica desapparecc-
rame por orna icco a qi nao falta certa
grandeza, nao resta-mais ligar senao para
a caridad e para a piedade.
Entre os Persas, nos encontramos um
paraso primitivo, bem como entre os Gre-
g os c Romanos igual idea, da decadencia
universal. Quando appareceu o christia-
nsma, essa religio de esperanca e de f,
sem duvida que introduziria no mundo a
dea do progresso, se (.sprimeiros chris-
taos nao encoutrassem a perseguicio e o
que o mundo ia perecer era-lhes bem df-
Dabo, devendo tomar por camiaho raais
curto, e finalmente que esperava, indo ekes
sos ambos, obtor alimento para os dous.
Tudo isto era expresso de uma maneira
to clara, que o pai, nao pode deixar de
o comprebender. Deraas, o surdo-mudo
uo deu a Bertomy tempo para objetar :
convencido de que nao havia um segundo
a esperar Jancou mao da pequea bagagem
do pai, e por ultimo, agarrando n'elle raes-
mo aos hombros, encarainhoa-se para o
regato prximo.
O forcado, sem ou3ar abrir bocea, pro-
testou por signaes contra este acto delibera-
tivo, porm Miguel no fez caso e com o
sabr passado cintura cootinuou seu ca-
minho. Em seguida entrou no ribero, que
levava pouca agua, e deseen por elle abaixo
com a rapidez qo* 'be permittia a sua car-
ga. Por meio d'esta estrategia contava en-
cubrir o vestigio dos seus passos aos com-
panheiros e especialmente ao Rongou.
Deve ajnizar-se quanto semelhante mar-
cha serta panosa para o rapaz, j de si fa-
tigado, e, com quanto se nao queixasse,
logo oomecou a arfar e o suor corra me em
bagas palo rogo : era-lhe preciso parar de
momento a momento para tomar a respi-
rado.
Felizmente, Bertomy, sentindo-se anima-
da pelo corUajdo da agua fra, manifestou o
desejo de andar por seu p, e, gragas tam-
bera" ao effeito da comida que {ornara, pod
8601 grande esforco, p6r-se a cam'nho ao
lado cu filho, que o foi amparando.
Assira caminharam vagarosamente duran*
te uma parte da noute. Por vezes a fra-
queza os obrgava a assentarem-se sobre
troncos de arvores depositados na margera
do ro pelas inundaces, sera, todava, sa-J
lirem da agua, recelosos de dei^arem apos
si vestigios que ps denoociassem ; conatdoj
fcram anfraquecendo a marcha e aflna! Bsr-
tomy fez compretaeoder ao sea gala a mpos-
impeno romano, nos encontramos a mesma
dea de desespero ; por toda pjirte os bar-
baros conduzam a raizeria e a ruina.
Quando elles foram os senhores, a proprie-
dade por tahmodo estava ameacada, a vi-
da achava-se 18o pouco garantida, que en-
contra-se era uma multido de actos da-
quelle tempo esta frmula de doaco s
igrejas: estando prximo o fim domua-
do, corao indicara eertissimos signaes, eu
dou os meui bens tal ou qual igreja.
E isso, contnuou assim at o anno 1000,
por isso que nessa data; devia elle acabar,
e os males da humanidade. Nio tiavla por
tanto, espaco para a idea do progresso.
Depois dessa data a humanidade cobrou
coragem; houve um dispertar na litttera-
lura enas- artes, a florescencia dos seco-
Ios XII e XIII, ainda atestada por essas
magnificas cathedraes, e que se etevam em
varios lugares.
Via-se o passado sob aspecto1 mais favo-
ravel, mas sem confianca no presente, e
com menos tranquillidade acerca dfo' faloro,
porque os nossos antepassados desconfia-
vam muito do principes e senhores. A
prk;ira cousa que fBeram elles, toi- pedir
ao suzeranos que mentivessem os-costo-
turnes do tempo passado. Asskn a socie-
dade, mesmo em- uma poca relativamente
feliz, olhava sempre para o passado.
Quando veio a renascenca, houve uma
animar*) no pensamento- humano, mas-o
que foi que elle admirou ? A Grecia e Re-
ma ; sempre o passad.
Por urna illuso bizarra, por uma m>
ragem singular, o espirito1 qne se emancipa
imagina que elle tanto- mais livre quanto
mais se apega a antigiddfe.
A- reforma apparecea> ao mesmo tem*-
po que a renascenca ; foi uw rompimen-
to completo com a trad?0'; pareca que
a raafio a proclamar o sea imperio, e que
o espirito humano libertado- vera abrir-
se entre si am futuro indefinido. Nao;
a reforma twn os olhos- voltadb para |o
passado; o qoe ella quer restaurar a pri-
mitiva igaeja,' e regressar aos secuios II ou
Hl; como se fosse possivelao boraem re-
trogadaj para o>passado; como seaagna de
um ro pedsse correr dnas -vezes por um
mesmo Ngar, om finalmente, como'disse He-
raclit, muko tempo antes da noss era que
o bomemno sebanha duas^ezes m inesma
agua. Nao importa; sempre no-passa-
do- que se procura as quallddes que se
nio tem ; sempre nA passadd que- se eol-
looa o ben estar sapremor o idaM fe-
cidade humana.
Cbega o-secute- XVIII. Ah encontra-
mos1 o admt pelo passado sob nma nova
reforma; MMst quen* celebra< a na-
tiraza, a qjuak a sens olhos; a idade de
ouro- em qae -o-homem viven-antes de reu-
sooiedade; isto uma na-qwai, para n6sr o homem anda oo
esiste, visto- como nao cotapreheademos o
Iiomens fr dasciedade, uma vez que,
per. seeiedadiv eotenda-se aqqill- mesmo
qte Rousseau entenda : a primeira familia.
Elle suppoe o homem vivendo nos bos-
qaes e representa*ov nao tal come elle exis-
tia- nesse estado primordial, esmagado pela
natareza exterior, vi venda- as florestas,
sageito a intemperie do tempo, eexposto
asfebres e as-feras; nao, a natneza, se-
gando Rousseau, protege o homeni primi-
tivo; defende-o das ferss, e, no ia no
qtial elle entra na sociedade, o homem de-
genera.
* O primeiro iasmem, disse elle; plan-
to um grao de trigo no- campo, fundn a
civilisaco e escravisou o genero humano.
Cora semejante- theoria volta-se as costas
ao progresso.
Entretanto ftanssean conheceu^a perfecti-
blidade da esfecie humana; .apenas ello
a considera como o maior dos- flageilos o
po equivalle dizer, que para o Uomem a
perfectbitdatli o direto de perder-se, e
muito engennesaraente elle observa que o
homem o nico ente que pode ser imb-
cil, por isso que assim elle regressa a sua
primeira natareza. O bruto, que nao po-
de aperfeicoar-se, permanece no que ; o
homem tem o prevdegio curioso de motar
morphosear-se nisso que acabei de dizer.
Os outros pliilosophos do sesolo XVIH,
.quereav estabelecer o triumpUo da razw,
mas elles afirmara que o homem, nica-
mente pela forca da propria razo asse-
nhoream-se da verdade, assim orno os
olhos-veem o sel.
Ainda ahi nao. ha espaco para a idea do
progresso.
E' sempre a mesma veidadc ; o mesmo
direito, e a raosma legislaco que deve ser-
vir para todos os homens. assim que
ces dos dreitos do homem, e do cidado
as quaes devem convir a todos povos do
universo. Os constituntes d3o reparavam
que erara o ludibrio de uma illusao e que
esses direitos prirailivos absolutos, sao to
poucofabsolutos, que basta dous homens
discutirem qualquer desses diretos, para
que nenhum delles se entenda, e ncn se
achem deaccordo.
Eniquanto trata-se do principio, todos
se aehafn concordes; porm mal se quer
formular um pensamonto definitivo, nin-
guem mais se percebe: pouco mais oo
menos a historia daquelles d# crticos do
ultimo seculo, que acabavara de oovir uma
leitura litterara: tE' o mesmo, dizia um,
na Fraica nao ha senao nm poeta dramti-
co, que seja grande, e admravel sempre.
Tendes razao, dizia v> outro, so sm o-
mestre, os outros nada valem.Estamos
de accordo, replica oprioriro, esse mes-
tre Corneille^Est muito engaado; re-
turqoe o outro, Reme. Sao assim esses
famosos direitos naturaes, mas bom re-
parar que com semelhante idea de direito
absolutos, deifican a raeab-, e bane-se o
progreso, que a> alma, embotando-se o1
instrumento principal que possunos para*
dominar o mundo s aperfeigoarmo-nos.
Como to singular, pode por tanto tempo perma-
necer no mando ?
Sobre que verdade repousa ella ? Sobre
uma verdade de observaeo mmtb simples.
O homem toiou-se a si mesmo por medi-
da da civilisaco da humanidade: Ora,
quando o homem se considera, e qoe elle
tena chegado a ama certa idad, parece-lhe
que no passado todo foi ais belfo, raais
vivo e melhor, e6so bem se comprebende,
porque os seus sentidos eramais nevos,
e suas- ropresses mais viva;
Assim, eu nao seise aqui se achamfto-
mena da minha idade, mas claro que todos
eHes dro, assh como e* que nunca
conheci trgico comoTalma, acSrcomoMa-
| dmoiself Mars, e nem cantor* como a Ma-
libran, e se aqui seacliam algunas senho-
ras, qpe- tenham a- desgraca. de ser
minhas contemporneas, ellas canfessare-
sem que- se facam ngadas, que- no nosso>
tempo os- homens erami mais pcHdos, e os -
rapazusma araaveis-; qpe danswam com'
raais gragay e que es esperaos nao eram
amarellats e cheios- de- rogas, oooao se
mosham. lioje.
< t\
SeraeliMnte idea, transportada para a
historia, du em ri-.-ultad* essa famosa
idade de ounoy colloadat na infancia do
mundo.
vvia-se nesta crenpi; pensava-se assim,
exactamente'como diante seculos inteiros
acredtou-se que o sol gvravaem lomo da
trra..
Fi preciso que um homea, vendo- que
os seus seados illudiamrBO-,. i^ue no po-
deria ser verdade aqui-o qpe elle senta,
tivesse a idea de fazes uma. outra hvpo-
these, e reconhecesse qi:e a. fierra era-quera
anil\ a era torno do sol.
Da mesma forma acontece com a-theo-
ria da progresso ; a ISrgot, segundo eu
creio,-cabe a. gloria de ter dado a prifiaeira
forma clara.a senelhaote idea. Nao drei
que fosse elle o inventor,.porque as-idas
temrama gestaco obseura; circulam lempo no mundo em estado- latente, antes
de se apoderaren de alguns engenhes es-
clarecidos.
martyrio. Alm do que, acreditando elles no principio daasserabla constipante vi-
mos ser proclamada, as famosas declara-
sibildade de ir mais-adiante. Eto Miguel
tratou de procurar um ponto conveniente
para abandonar o leito do rio, e, tendo
visto ura. monto de hervas, as quaes nao
deviam deixar os rastos irapressos, ap.-o-
veitou-se d'ellas para fazer a passagem para
dentro do arvoredo marginal.
Achavam-se agora a1 urna legua pouco
raais ou menos do acampamento dos for-
cados. e se bem que, em razo do silencio
da noute, fosse possivel, gritando, seren
ouvidos pelo Rongou e seus companheiros,
a dstaacia e a impenetrabilidade dos arvo-
rdos a isso obstavam. Fizeram, pois, pa-
ragera n'uma clareira e Miguel apressou-se
a accender a fogueira, afira de enxugar as
r o upas molhads e affastar os hospees
perigosos d'aquelles desertos. Ainda elle,
porm, nao acabara a sua tarefa, e j Ber-
tomy, estendido no chao, adormecer pro-
fundamente. O surdo-mudo transportou-o
cuidadosamente para cima de nma carnada
de ramos que collocra junto da fogueira,
cobrio-lhe o rosto para o abrigar dos raos-
quins e so depois de Ihe haver prodigalisado
todos os cuida'dos que tratou de se en-
tregar ao descanso.
Quando, ao romper do dia.^Bertomy foi
despertado pelo alegre cntico dos passari-
nhos, j Miguel andava iatendo os arredo-
res, ou para estudar o caminbo que deve-
iriam segair oa para descobrir akju/aa cousa
de comer. Esta ultima ne;essidade era
pot certo a mais instante para Bertomy. o
qult, abrindo os ol^os,, sentir logo a fome
cruel, que a leve refeo da \espera apenas
modificara, e, se nao encop>assem alguma
cousa com que a raitiga.r, nada de certo
poderiam emprehandev, nem o pai nem o
Hlbn.
rol-pac isfiQ quj # for^jo solton um
grito de ajeara ,ap ver Migoannrecer-lhe
todorlsonho* traenao debaixo Sobraco
ura; arantal te exquisita configuracSo, eo^
E'.por isso- qoe, todes as vezes fqe se
faz. uma invengo, aslta-sc sempre que a
cousa inventada ha rauko. tempo j:havia
sido discutida, ou advinhad. Entretanto,
o verdadeiro pai de uma idea aquelle
ijtie a adopta, a educa, apresenta-a ao pu-
blico completa e exeqoivel. Ora, este ho-
mem foi Ttu^ot.
Sera duvida Descartes escreveu que nao
era. jostilicavel o immenso respeito que
consagramos antigidade, que, no seu
modo de ver, c a infancia do mundo, ao
passo que nos j somos velhos.
Este pensamento acha-se tambem em
Pascal, que talvez nao conhecesseoescripto
de Descartes. Elle tambem foi tocado por
essa verdade; que o espirito humano pro-
gride, apezar disso contrariar singular-
mente o seu systema, e com o que elle
mediocramente se importa.
Pascal escreveuuma bella pagina sobre
esse assumptd, sem ver, entretanto, o par-
tido que se poderia tirar de semelhante idea.
Leibnitz, no seu optimismo, assenhore-
amlo^se de uma idea de Aristteles, julgava
que o mundo estava sempre es progresso,
e nao smente o mundo moral, como
tambem o material.
(Contimuar-se-kaj.
berto de escamas : era um tat qu elle
sorprender a cacar um formjguero e que
uilra a golpes de saine. O tate excel-
lente comida e aquella presa era. taes cir-
cumstancias era um \wdadeiro fevor da,
Providencia.
Bertomy, que se tornara feroa pelas lon~
gas privacoes solridns, quiz logo cortar
um pe iaco de carne ainda crua e palpitante
para a devorar assim, mas Miguel obstan
respetosamente aquella resoluco, e^apesar
de elle proprio nao experimentar menos
imperiosa necessidade de aumento, foi tra-
tar de assar a peca de carne.
Em quanto a refeico se preparaya, oc-
cupou-se elle, para entreter o paj.em ex-
plicar-lhe a direceo em que devia licar o
recife do &iabo. Tirando da sacca a pe-
quea agulha de marear e a planta topogra-
phica de Grandval, demonstrou como o.
Rongou at ento os havia affastado do
verdadeiro caminho, e como, avanzando
para o sudoeste, se chegaria em breve ao
ponto convencionado.
Bertomy approvava distrahidamente to-
das as ideas de seu filho, mas o que prin-
cipalmente Ihe" preaecunava, o espirito era
o aroma que exhalava ja o appetitoso cosi-
nhado.
Emfim Miguel, talvez mesmo incitado
pela voz das suas entranhas, julgou ser
tempo de servir a refeico tJe impaciente-
mente desejada. Nao affirmaremos se o
tat estava bem assado, mas o que certo
quaeratoda.flvida nenhum delles sabo-
reara cousa nWbor, e, post* reconbecessem
a can*etoneia de guardar narta para o
restodOQ*ia, porque er>4e ajuizar que nao
se Ihfts deparara outra fortuna igual "ac-
cedo, nio tveram for pa^al sacrificio :
devorararaoLtal e por ultimo chupaya a
concha jneio carbonisada. ^',
.
t

m
N *v
I HBffiL 1


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