Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11812


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Full Text
s
ANNO XLV. NUMERO 80.




\
i
-
PARA A CAPITAL G LUGARES ONDE NA0 SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados...... ftJnnA
-Por seis ditos idem......... ..... ,JE '
Por um anno dem.......... ...... T* llS
Cada numero avulso........ J
DIARIO DE
SABBAM 10 DE ABRIL DE 1869.
PARA DHTttfO E FWA DA PROVINCIA.
Por tres meaes adfmtados. ...*.....
Por seis ditos idm........ .,..'.'.'.
Por nove ditos idem ...... V '..,.. \ ',
Porumannoi ....... .. .
0*750
4S4SOO
27,5000
*;s
Propredade de Manoel Figneira de Faria & IUhos,
SAO AGENTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Rlhos, no Para; Goncalves & Pinto, no MaranhiJo; Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear; Antonio de Lemos Brara no Aracatv Joo Miria Julin r* 4ae lntnu ,moo, 0-,
Gtumaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio AJexandrino de Lima, naParahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa TpS'ZSmTdof LtoT mco n?n /. ^r^KV' h,00 Nata,; Anton *****
________________________________________em Nazareth; Francino Tarares da Cesta, em Alagoas Dr. Jos Martines, na m^^^^^^'^ad!^^!a0' DOtta*S JM da ^ Bri*a'
. parte rnciAL
ministerio da fazeuda.
DKI1RETO i. 4,3i3 DE 22 DE MAHC.O DE 1869.
Manda executar a nova tarifa das alfandegas e
suas disposicoes preliminares.
i lei por bem, usando da aatorisacio concedida
pelo arl. 9 da lei n. 1,507 de 26 de" setembro de
1867, ordenar que as alfandegas do Imperio se
oxente do primeiro de julho prximo futuro cm
diante, a tarifa e suas disposicoes preliminares,
que coni este baixam, assignadas pelo visconde de
ttaborahy, eonselheiro de estado, senador do impe-
rio, presidente do ronselho de ministros, ministro
e secretario de estado dos negocios da fazenda, e
presidente do tribunal do thesouro nacional, que
assim o tenlu entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro," em 22 de marco de
1869, 48 da indepondencia e do imperio.Com a
rubrica de Su\Magestade o Imperador.Visconde
ile Itaborahij.
D1SP0SJC0KS PRKI.ISUNARFS.
Direitos de consunto oh de imprtanlo.
Art. 1." Aos direilos estaheler-idos na tarifa das
alfandegas ( tabella A ) licam sujoitas todas as
mercadorias estrangeiras, que se destinaran ao
consumo do paiz, exceptuadas- as de que trata o
art. 4.
U'jpulai-se-liao de origem enyangeira:
1." Todas as mercaduras importadas de paiz
eatraagafea, quer directamente para c insumo, quer
para ntrenoste ou em transito, ou de navios en-
trados por franqua ou arribada toreada, que fo-
rem despachadas para consumo do piiiz.
i O earregamento e perlengas dos navios apr-
sanos, o apparelho, provisos, armamento, moni-
gees c outros objectos do servico de quaesquer
enjbarcaedes, e os fragmentos d casco de navios
estrangeiros, que forem vendidos e applicados ao
consumo do paiz.
3." As embareacoos miadas pertoncentes a
quaesquer navios, que forom tiradas do servico e
vendidas ou traspassadas em qualquer port do
Imperio.
'..' As mercadorias nacionaes, e as cstrangei-
nr nacionalisadas pelo pagamento dos direilos de
consumo, sendo transportadas em embarcaees es-
trangeiras. sem lieeaca ou despacho, do us para
outros portos alf.-uiAgadus do Imperio.
T>.' As mercadorias arrojadas pelo mar as
praias e pontes, ou que forem encontradas fluc-
tuando, ou tiradas do fundo d'aeua, na forma do
artigo a:w do regulamento de 19 de setembro de
1880,
Ai t. 2." Alcm dos direilos de consumo, de que
trata o artigo primeiro cobrar-se-ha em todas as
alfandegas do Imperio, at o Jim do anno finan-
i de 1809 a 1870, direitos addicionaes do to-
as mercadorias que se despacharan pan o
c Mismito do paiz na razio de cinco por cento do
valor.
Excepta se : primeiro, a? mercaderas eonstau-
11 tabetta B, cujos direitos addicionaes ; serio
arrecadados na razio de dous por ceulo ; segun-
do, a> quo gozara dammtitr-e direitos dreoi11
ooi. na forma do art. .", e as constamos ta
tabella C, que licam isentas dos direitos addicio-
MNM>
Art. :i. Na alfandega de Albuquerque se dar
o abatimento que fr estalicleciilo. em virtude da
lei. na importancia dos direitos de consumo o
aidicionaes das mercad trias constantes da tabel-
la I.
Paragrapho nico. As mercadorias constantes
da tabella I), j despachadas para consumo na re-
ferida alfandega, que tivercm, por qualquer mo-
ro, de segair para outra provincia, satisfario
previamente a importancia do abatimento que na
a do embarque ou entrega da carta de gua
livtr lugar, na forma do presente artigo, laucan-
a verba do pagamento no despacho respec-.
turo. N i easo de falta de verba, na alfandega ou
' de rendas importadora, ser a referida dilTe-
cobrada na raiao dupla.
Itewla de direitos de consumo,
\r. 'i.1 Sera concedida isenco de direitos de
e 'ii-miio, mediante as cautelas" fiscaes que o in?-
pecl 'i' da alfandega, ou administrador da mesado
rendas julgar ueoessarias, as seguialM inercado-
objectos :
i. As amostras de nenhum, ou diminuto va-
lor.
Heputar-se-hao amostras de nenhum, ou dimi-
nulo valor os fragmentos, ou parle de qualquer
'enero, ou mercadoria em quanlidade strictamen-
n !cessaria para dar a conhecer sua natureza,
espeeiee ipialidade, cujos direitos nao excederem
a i.i ris por volume.
-'' As machinas pequeas de mi, per-
ates a colonos que vieren) estabeieur-se no
Imperio.
S 3.* As pequeas amostras de madeira, c aos
modelos de machinas, de embarcaedes, de instru-
nientos, e de qualquer invento, ou melhoramento
Kilo nas artes.
'i." As barras, catres e camas ordinarias ou
oiuinuns, a loui;a usada e ordinaria, e outros
t!-.istes objectos de uso dos colonos que vie-
i.ni estabelecer-se no Imperio, com tanto que
nao excedam ao numero, ou quanlidade indis-
pensaiM para seu uso domestico, ou de suas fa-
milias.
>.' Aos instrumentos de agricultura, ou de
qualquer arte liberal, uu mecnica, que trouxe-
rem os colonos, ou artistas, que vierem residir no
Imperio, sendo necessarios para o exerciciode sua
pronssao, ou industria; e a urna espingarda de
caga para cada colomno ajlulto.
S C." Aos restos de mantiinentos pertencente3
ao rancho particular dos colonos que vierem
estabelecer-se no Imperio, sendo destinados
alimentacao dos mesmos emquanto se nao cmpre-
gam.
S 7." A todos os objectos destinados para o uso
ptoprio dos embaixadores e ministros estrangei-
ros, o em geral de todas as possoas ompregadas
na diplomacia, que-chegarem ao Imperio, na for-
ma do art. t. do decreto n. 2,022 de 11 de novem-
bro de 1837.
$ 8." Aos gneros e effeitos importados pe-
imbaixadores, ministros residentes eenear-
regados de Lnegocios, acreditados junto corte
deste Imperio, na /orma e condiedes marcadas
pelo ciudo decreto n. S,022 de 11 de novembro de
g 9.; Aos objectos de uso e servico dos cheles
missoes diplomatieas brasileiras qne regressa-
rem, precedendo reqoisigao do ministro dos nego-
cios estrangeiros.
12. Aos gneros e mercadorias de produccao
o manufactura nacional, pertencentes carga
das embarcaces, que uado sahido de algum por-
to do imperio arribarera a outro, ou naufraga-
ren!, e forem por qualquer motivo vendidos para
consumo.
No caso de duvida de serem as mercadorias sal-
vadas nacionaes ou estrangeiras, nao ter lugar a
isen^ao dos direitos de consumo
13. Aos gneros e mercadorias de proinecao
e manufadura nacional, que forem importados, em
embarcares estrangeiras, sob caucan ou fianca na
alandega de Uruguayann, conforme o art. 493 do
regulamento de 19 de setembro de 1880 ou na de
Albuquerque e deltas exportados para qualquer
jutra do imperio, na conformidade dos arts. 489 e
*eguintes do citado regulamento.
) 14. Aos instrumentos, livros, c utensilios pro-
prios de qualquer naturalista, que se destinar
jxoloracao da natureza do Brasil.
15. A roupa ou fado usado dos passag iros,
assim como os colchoes e travesseiros do seu uso,
e aos instrumentos, objectos ou artigos do servido
diario, ou prolissao.
16. roupa ou facto usado dos capitaes, e
das pessoas das tri|>oIacoos dos navios, aos instru-
mentos nuticos, livros, cartas, mappas e utensi-
lios jtroprios de seu uso e prolissao, quer os con-
servem a bordo, quer os retirem, ou levem com-
sigo quando deixarem os navios em que serviam.
17. Aos livros mercantis escripturados, e a
quaesquer manuscriptos ; aos retratos de familia;
aos livros do uso dos passageiros, com tanto que
nao haja mais de um exemplarde cada obra ; aos
desenlies e esbocos acabados, ou por acabar, per-
tencentes a artistas que vierem residir no imperio,
b em geral aos utensilios e objectos usados neces-
sarios para o exercco de sua arte ou prolissao.
18. Aos bahs, malas e saceos de viagem usa-
dos, nertencentes s bagagens dos passageiros e
tripolaco dos navios, e necessarios para uso pes-
soal e diario durante a viagem.
19. As joiasdo uso dos passageiros.
i 20. As obras velbas de qualquer metal fino,
estando inulilisadas; sendo livre s partes inutili-
sa-las, quando o nao estejam na occasio do des-
pacho, ou conferencia. *
21. Aos barris, barricas, ancoretas, cascos,
aixas, vasos de vidro ordinario escuro, azulado ou
jsvcrdinbado, de barro, ou louca ordinaria ; s la-
ias de folha, de ferro, chumbo,"estanho ou zincoj
aos saceos e capas de aniagem e qualquer outro te-
cido ordinario, e a quaesquer outros envoltorios
semelhantes em que se i harem as mercadorias
nao sujeitas a direitos pelo seu peso bruto, salvo
jstiverem vasios ouSJb esvasiarem, ou completa-
nente separados das mercadorias a que perten-
am.
22. A palha que for encontrada em qualquer
onvoltorio servindo de^cDc'aimento para o bonv
acondicionamento das mercadorias, c que nao ti-
"cr outro, prestimo ou valor mercantil.
23. As mercadorias estrangeiras que j tive-
n ni pago direitos dejjonsumo cm algumas das re-
particoes liscaes competentes, e forera transporta*
las de tms para outros portos onde bouver alfan-
lega, sendo ac npanhadas de carta de guia, em
'inharcacois nacionaes, ou cm navios estrangeiros,
la forma do cap. 12 do tit. 4." do regulamento de
19 de setembro de 1860.
. 2. s mercadorias e objectos designados nas
emtales leis : n. 243 de 30 de novembro de 1841.
irt. 26 : n. 719 de 28 de setembro de 1833, art. 19;
i. 939 de 26 de setembro de 1837, art. 16, g 3. e
II, e art. 18 ; n. 1027 de 18 de agosto de 1839 ;
i! n. 1010 de 14 de setembro de 1839, arts. 16 e
47 ; e quaesquer outros, rujo despacho livre tiver
sido, ou fr concedido pela tarifa, por loi especial,
ou por entrado celebrado pelo governo imperial
com algama pessoa, conipanhia, ou corporacao,
nacional ou estrangeira.
23. s mercadorias e quaesquer objectos que
forem directamente importados por conta, e para
(i servico do estado.
j 26. A's mercadorias, e quaesquer objectos
pertencentes s administradles provinciaes, direc-
tamente importados por su conta para servico pu-
blico.
% 27. Aos productos da pesca das embarcacoes
nacionaes.
I
requerer ao chefe da reparticao, ou solicitar a in-
fervencao do agente diplomtico, competente, ou
impetrar do ministro da fazenda ordem para des-
pacho, dever mencionar com exadido os nme-
ros e marcas dos volumes, seu contedo, qualida-
de, quantidade, e peso, ou medida dos objectos de
que tratam os citados 7., 8., 9., 23, 26 o 33
do art. 4.
2* Osrolumes dirigidos aos agentes diploma-
ticos residentes no imperio, sob o sello das armas
do seu paiz, serao logo entregues requisico, ou
deelaraijao offlcial dos mesmos agentes, indepen-
dente de ordem do ministro da fazenda. Se con-
tiverem jornaes serao estes remettidos logo ad
ministrao do correio.
Gneros prohibidos.
Art. 7. Fica prohibido o despacho das seguintes
mercadorias e objectos :
1." Qualquer objecto de esculptura, pintura,
ou lythographia, cojo assnmpto seja obsceno, ou
offensivo da rcligiao do estado, da moral e bons
costumes, ou que estejam comprehendidos nas dis-
posicoes dos arts. 90, 242, 244, 278 c 279 do c-
digo penal.
2. Os impressos, ou obras contrafeitas, a que
se referem o art. 33 da lei n. 369 de 18 de se-
tembro de 18, e o decreto n. 2491 de 30 de se-
tembro de 1859.
3.- Os punhai's. canivetes-punhaes, e facas de
poeta, com excepQao da^que forem proprias para
xarquear, de matto, de viagem, ou de cosinha ; as
espingardas ou pistolas de vento, os stiks e as ben-
galas, guarda-diuva, ou quaesquer outros objec-
tos que contenham espada;, estoques, punhaes ou
espingardas.
Serio considerados canivetes-punhaes aquclles
cuja lamina tiver dous gumes.
4.0 O armamento e petrechos de guerra, quan-
do o despachante nao apresentar, com a nota, a li-
eenca da competente antoridade policial.
3. As gazas o eutros instrumentos, ouappa-
rellios proprios para roubar.
S 6. As mercadorias e gneros alimenticios, ou
medicinaes, em esrado de putrefaccao, ou de ava-
ri.i, que possa ser nocivo sade" publica; reco-
nheeido por peritos, na forma proscripta na seccao
3> do capitulo 3o do regulamento de 19 de setem-
bro de 1860.
Art. 8. Denegado o despacho, %n virtude do
artigo antecedente, os objectos dos Io, 3', 5o e
6o, serio apprehendidos, inmediatamente destrui-
dos, ou intilisados; os do 2o confiscados na"
forma do art. 5 do decreto n. 2,191 de 30 de se^
tembro de 1839: os do 4", conforme sua natu-
reza, ^i retidos e depositados nos arsenaes de
guerra, ou armazens de artigos bellicos, ou cm
qualquer outro lugar que o governo designar, ou
recomidos a um armazem especial, at que, com
I i renca do competente chefe de polica, sejam re-
gularmente despachados, lavrando-se de tudo o
competente termo, que sera assignado pelo chefe
da reparticao.
1. Se os objectos de que trata o Io do artigo
antecedente puderem ser destruidos ou inutilisa-
dos sem prejnizo ou estrago daqucllegj a qne por
ventura se acliarem annexos, permittir-se-ha o
despacho destes, cobrando-se neste caso mais me-
tade dos respectivos direitos com multa ; no caso
contrario serao destruidos tanto uns como outros
dos referidos objectos.
2." Se nos objectos comprehendidos no 3* do
sobredito artigo se eucontrarem alguns fabricados
de materias preciosas e de valor, e mesmo fra
dcste caso, se as armas prohibidas puderem ser
destruidas c inulilisadas sem prejuizo ou estrago
das bengalas, guardas-chuva, chicotes, etc., que as
contiverem, proceder-se-ha como nos casos do pa-
ragrapho antecedente.
Art. 9." As disposicoes do artigo precedente li-
cam extensivas ao caso de em algum volume se-
rem achados taes objectos occuitos em fundos fal-
28.-Aos gneros c mercadorias mencionadas
no art. 321 do regulamento de 19 de setembro de
860. e na tabella n. 1 an cxa ao decreto n. 2486
lie 29 de setembro de 1839, que entraron pelos
pontos habilitados das fronteiras. terrestres, c pelos
portos habilitados, ou alfandegados do rio Uruguay
da provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul, nos
termos e casos especiaes marcados pelo mesmo de-
creto ( art. 23 da lei n. 339 de 18 de setembro de
1848).
29. Aos gneros introduzdos pelo interior das
provincias do Amazonas, 3o Para c de Mato-Gros
mi, de qualquer pontff dos territorios estrangeiros
que limitam com as mesnms provincias, e que fo-
rem de produccao dos ditos territorios limitro-
phes.
30. Ao ouro e prata em barra, p, ou mina,
em folheta, e em moeda nacional, ou estrangeira.
31. A's medalhas de qualquer natureza c rae
tal. e s collcccoes de objectos archeologicos, ou
numismticos, importados directamente para esta-
belecimentos pblicos.
32. A's machinas proprias para lavrar a trra,
ii preparar os productos da agricultura, e para o
nervios de quaesquer fabricas, e em geral as mo-
vidas a vapor.
33. A's pecas das machims importadas em
separado, a respeito das quaes se provar, median-
te exame feito por peritos da escoha do chefe da
reparticao, c em sua presenca. que nao podem ter
lestino, ou applieagao, se nao substituir pecas
dentieas, j arruinadas, de certas e determinadas
nachinas, ou servir de sobresalentes s que, exis-
tindo pereitas, possara inutilisar-se por qualquer
eventualidade.
34. Aos objedos pertencentes s companhias
lyricas, dramticas, equestres, ou outras ambu-
lantes, que se destinarem 4ar representacocs pu-
blicas ; s colieccoes seienticas de historia natu-
tural, numismtica, e de antiguidade ; s estatuas
i? bustos da quaesquer materias, que forem desti-
ladas exposicao, on representadlo publica.
Este despacho nao poder ser concedido sem que
as partes caucionem os direitos de consumo dos
objectos mencionados neste paragrapho, que serao
cobrados, se dentro do prazo concedido pelo chefe
da reparticao, que podeni ser por elle rasoavel-
mente prorogado, nao forem os objectos assim des-
pachados reexportados integralmente, ou nao se
provar terem desapparecido por uso ou bito, se-
, } It ,ng-KaJ*,Jct"' inmorl** Pwa o guudo a oaturaza do objecto
Uf ^a2J2>,SSTa Ia3 na5oe3 ium*a9' *** i 8 35. A's imagens, e em geral aos objectos pro-
chegarem em ranspert* de guerra, em paquetes, prlbs e exclusivos do culto divino, indspensaveis
'^i^^^^t^T* a prT* *te" para Kr,u^ ratbedraes matrizes, direoU-
reanjiao embarcados por ordem dos respecbvos mente importados por cont das respectivas adrai-
nistracoes.
8 36. Aos barcos e vasos miudos das embarca-
coes condemnadas por nnavegaveis, que forem
com ellas conlnnetamenhi arrematados em leilo,
os quae flearao sujoitos soente aos direitos da
transferencia de dominio.
,,Art" L^09 0beeto9 ** <|o* tratam os g 14 e
17 stJMera conceder isenco de direitos, anda
quejo nao acorapanharom os passageiros, pes-
soaa da tnpotcao dos navios na mesma embarca-
oja
Aet. e. Para o despacho livre de que tratam os
II7., 8., n o3 do an.4.',e neSrio
ordem do Ministro da fazenda.
j 1." 0 despachaaie na notatpie &r, efSado
governos, e requisico da competente legacao, ou
chefe da estacao naval.
8 11. s mercadorias de produccao e industria
nacional, que tenho sido exportadas, regressarem
om qualquer embareaeio, com tanto qne taes mer-
cadorias : primeiro, sejam distingu veis, ou pos-
sem ser diueraacadas de outras seraelhanles de
origem estrangeira; segundo, regrossem dentro
de doos anees sos meemos envoltorios, epor con-
ta do propriodrviduo qne as exportara; lercei-
ro, venhero acompaaJuaas de certificado da alfan-
dega do porto de retorno, legalisado pelo agente
^Drasileiro. e na sua taita, na forma le
artigo 400 do regnumeeto de 19 le setembro de
lew.
sos, ou de qualquer outro modo; e neste caso im-
por-se-ha a multa dos arts. 356 e 537
por-se-ha a multa dos arts. 356 e 537 do regula-
mento de 19 de setembro de 1860.
Applicarao da tarifa.
Art. 10. Na applicarao da tarifa c na robranca
dos direitos nenhuma distineciio se far sob qual-
quer pretexto, quer em refaci s mercadorias,
quer aos portos de procedencia* ou aos seus donos
ou importadores, que nao se ache iegalmente esta-
blecida.
Art. H. Na percepcao dos direitos nenhuma
differenca so far entre' mercadorias e objectos no-
vos e usados, em peca c retal lio, avariados, que-
brados, em pedacos, por acabar ou incompletos, e
sios, inteiros, acabados e promptos, com ou sem
enfeites ; nem tambera pela natureza dos envolto-
rios, ou em virtude de qualquer outra cienmstan-
cia, que nio esteja expressamente declarada na ta-
rifa, ou prevista nas presentes disposicoes.
E nenhum artigo ou objecto se reputar diffe-
rente do classificado ou comprehendido na tarifa,
pelo simples fado de conter algum enfeite ou mo-
diticacio que Ihe nao altere a essencia, qualidade
on emprego, anda que se lhe tenha dado dilleren-
te denomiuacio.
Art. 12. As fazendas bordadas, ou que tiverem
enfeites ou guarnieses de ouro ou prata, que nao
estiverem especialrente tarfadas,ou subordinadas
dispusieses especiaes da tarifa, pagarao direitos
ad valoren, na razio imposta idnticas fazendas
sera bordados ou enfeites.
Art. 13. As mercadorias fabricadas ou compos-
tas e materias dilTerenles, sobre que nao houver
na tja txa especial ou lixa, ou disposicao par-
ticular, ficam sujeitas s inesmas taxas estabeleci-
das para mercadorias idnticas fabricadas nica-
mente da materia que naquellas predominar, ou da
mais tributada, no caso de igualdade de materias
ou de duvida sobre qual seja a materia predomi-
nante.
Exceptuam-se os tecidos mixtos, a respeito dos
quaes observar-se-hio as regras estabelecidas nos
artigos seguintes :
Tecidos mixtos.
Art 14. Os tecidos mixtos ou manufacturados
de materias diferentes, que nao tiverem taxa espe-
cial na tarifa, ficam subordinados s seguintes re-
gras :
1.a Os que naNBontiverom seda pagarao os di-
reitos pela taxa relativa materia dominante, con-
siderando-se como tal a materia que constituir a
urdidura e parte da trama do tecido, ou vicc-versa;
e no caso de igualdade de materias e desigualdade
de taxas, pela taxa mais alta, devendo considerar-
se como comprehendido neste caso o tecido em
que os flos da urdidura forem de urna, e o da
trama de outrajtnateria.
2." Onque dRtiverem sdda, predominando esta
materia em peso, pagarao como se fossem nica-
mente de seda?
3.* Os que contiverem Vi de seda, pagarao me-
tade dos direitos establecidos para os tecidos
idnticos manufacturados gmente de seda.
4.* Os que contiverem menos de Vt de seda, pa-
garao os direitos estabelecidos para os tecidos idn-
ticos da materia dominante, ou da mais tributada,
no caso de igualdade de materias, com o augmento
de 30 /
Mercadorias omissas na tonfa. Assemelhacdo.
Art. 15. As mercadorias nao especilicadas ou
nio coinprebendidas nos artigos da, Una nem em
alguna de suas classificaoiie*jcaflrjHpflli w s-
semelhadas s da mesma tarifa, se com ellas tive-
rem analoga ou afflndade, qper pela naturera e
qualidade da materia de que forem compostas,
quer por fabrico, tecido, lavar en fnu, oeiabiaa-
do* com o uso on emprego; e pagarao oa amito*
direilotattitesinerenasHiMtasasanareadohasa
que foren eemettdas.
$ 1* Pan se reeolver a, wnmeftnih^ oooafe-r
rente cm nm rotatorio ao mspedor mencionar
todas as creumstancias que a puderem estabele-
cer ; e o inspector, ouvindo os peritos que para
esseflm designar, decidir se assemeina^ao deve
ou nao ter lugar ; e. no caso alBrmativo, cm que
artigo da tarifa se acha ou deve Bear coraprehen-
u'da a niercadorja.
Ao rotatorio dever acompanhar a amostra da
mercadoria, e qualquer exposicao ou documento
que a parte offerecer.
s 2. Se \ parte nao convier hia aesemelhaio,
P*" mterpor recurso para a competente auto-
J||e superior, na forma e nos prazos marcados
"JjJIP 9" 'I" r.viilamento de 19 de setembro de
h ('aa'fiuer 1ue ^J'"1 va'or "Ia mercadoria.
8,3." Se a parte se conformar com a deeisao, fl-
cara esta definitiva para o caso especial dOquese
trata ; ha ver, porm, recurso necessario at o mi-
nistro da fazenda, observando-so em todo o caso a
disposicao do art. 27 do decreto n. 2,343 de 29 de
Janeiro de 1839.
8 4. Interposto o recurso para o ministro da Ifi-
zenda e onvido o parecer de peritos, a quem serio
apresentadas as amostras e informacSes que o ti-
verein acompanhado, dar o mesmo ministro sua
deeisao, a qual ser publicada e servir de regra
em casos idnticos.
8 Quando a parte nao ;c conformar com a
assemelhacao, ainda depois de approvada pelo mi-
nistro da fazenda, ser-lhe-ha permittido reexportar
a mercadoria para fra do imperio, no prazo mar-
cado pelo inspector ; e nao o fazendo, ser a mer-
cadoria posta eni consumo, pagando os direitos
conforme a deeisao.
8 6. Se a mercadoria nao puder ser asseme-
Ihada, ficar snjeita a direitos na razio de 30 %
Despacho ad vnlorcm ou por factura.
Art. 16. O proco regulador para o despacho ad
valorem, ser o do mercado exportador, augmen-
tado de todas as despezas posteriores compra,
taes como direitos de sabida, fretes, seguro, com-
inissao, etc., at o porto do desembarque, o, na fal-
ta destas informacoes, o-proco do mercado impor-
tador, em grosso u por atacado, abatidos os com-
petentes direitos, c mais 10"/. do mesmo proco.
i>s direitos, porm, das fazendas ou tecidos la-
vrados. bordados ou enfeites, sujeitos a despachos
ad ralorem, nunca poderao ser menores do que os
lixados na tarifa para os mesmos artefactos sem
valor, bordadoton enfeite.
Art. 17. O conferenlc verificar pelos mcios a
"uuaieance a exactido dos preces declarados na
nota; pudendo para esse fen recorrer s facturas
osiginaes authenticadas por modo que faca f, e,
na falta derlas, a outros documentos authentieos
relativos s mercadorias submettidas a despacho:
devendo no exame' de taes doemitontos proceder
com a necessaria reserva.
Art. 18. Se o eonierente nao se conformar com
o proco derlanej pela parte, e e ta nao se con-
formar com o proco indicado pelo conferente, o
inspector, depois de preceder ou mandar proceder
aos exames e inarmaeoes que forem necessarias,
mandar proseguir o Jtsp^o. se concordar eom
o valor oxpresso mewkw^se, porm, o reputar
lesivo fazenda nacional, poder ordenar une o
conferente do despacho impugne a mercadoria por
conta da mesma fazenda.
Art. 19. Quando o inspector nao julgue conve-
niente rerorrer immediatamente impugnario,
submetter a mercadoria' avaliaeio por arbitros,
e neste caso geguirjtw-ha o disposto na seccao
11a do capitulo :?. titulo 3o do regulamento de*19
de setembro de 1860.
8 l- Se o valor estimado pelos arbitros nao ex-
ceder mais de 5 % ao declarado pela parte, os
direitos serio cobrados sobre o valor mencionado
na nota.
2. Se, porm, o valor arbitrado exceder mais
de 5% ao declarado, lira ao arbitrio do inspector
ordenar a impugnario da mercadoria, ou que os
direitos sejam cobrados sobre o valor arbitrado.
Bajes diivitos sirio augmentados de 30 %, a
titulo de multa, se.o valor arbitrado exceder a 50
% do valor derlarado. '
8 3. Das deeisoes por arbitros nao haver re-
curso, excepto o do art. 76' 2 do citado regu-
lamento ; ma a parte, se a mercadoria nio for
impugnada, poder reexporta-la para fura d) im-
perio no praso ^ue o inspector marcar, para os
respectivos direitos de reexportacio.
Art. 20. O despacho ad valorem comprohende:
1." As mereadarias que na forma da. tarifa estio
sujeitas a direitos ad valorem.
2. As mercadorias omissas, que nao poderem
ser asseraelliadasa outras da tarifa.
3. As amostras de mercadorias, cujo valor nao
exceder de lOllo. embora tonham taxa lixa na ta-
rifa.
4." O apparelho,
servico dos navios.
5. Os objectos miud
Joo Raymundo Nepomueeno.Junte-se,
Joaquina Mara da Conceirio.Informe o Sr.
commandante superior.
Joaquim da Molla c Silva.Em vista do que
tem resilvido o presidente relativameute a outros
fuoccionarios em circunstancias idnticas s do
supplicante, seja este admittido a servir cora sen
at que a assembla legislativa pro-
titulo anterior??
vincial resolva se deve ou nao considerar-se'enr
vigor a disposicao do art. 44 da lei provincial n.
244 de IGdejunhode 1849.
Jos Augusto de Araujo.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Manoel Cavalcante Ribeiro.Informe o Sr. en-
genher
med
gyPfrf-*'" '.^empla. marcar'urna poca
'rao* infehzes pnsioneiros, que, ovethaa fresma-
Hiadas, sequiosas do aprisco, nao de recbelo com
os brarrjs abertos e locados de f.
FERIME.\'TOS._Xo da 2 do correnle, ne sitio
fcstreito, do distrido de Gamelleira, na occasio em
que passava o trem da va frrea, o fomilsta do
mesmo atirou urna pedra sobre o pardo Jeao de
tai, que eslava prximo da linha, ferindo-o- grave-
mente. r
No dia 4, no lugar Bronco, do mesmo distric-
to, um escravo de I) Eulalia, proprietaria do en-
genno urtltontt, fez diversos ferimentos graves enr
Ilc:u(iv:.o da polica.
2' secrao.Secretaria da polica de Pernambuco,
9 de abrir 1869.
N. 506.IIIm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segundo
consta das participares recebidas hoje resta re-
particao, foram hontera recolhidos casa de deten-
cao os seguintes individuos :
A'ordem d#subdelegado'do Recife, o subdito
Irtnguez Jos Veira Valadio, a requsicio do
respectivo cnsul; e Joao Leandro do Espirito,
como indiciado era crirae de furto.
A' ordem do de Santo Antonio, Tlieopliilo, es-
cravo de Irineo Coelho da Silva, a requeriinento
d'esle.
Por offteio de 6 deste mez, partcipou-rae o de-
legadode Serinbera que no dia 2 do correnle no
sitio Eatreito, do distrcto de Gamelleira, d'aquelle
termo, na occasio em que passava o trem de
passageiros o foguista da locomotiva de nome Joao
.de tal arremessara urna pedra sobre o pardo de
nome Alexandre, que se achava prximo da linha
frrea, do que resultou licar Alexandre gravemen-
te ferdo ; e ue no dia 4, no povoado Pao Braneo
do mesmo distrcto um escravo de D. Eulalia,
proprietaria ali do engonho Brilhaote, que se
acha fgido, fizera diversos ferimentos graves na
pessoa de Antonia Mara da Concetcio, e depois de
perpdrar semelhanto atteutad >, dirgie-se a una
casa i'aqueile mesmo distrcto, arrombou-a e rou-
bon diversos objectos entre os quaes um clavinote
com que anda agora armado. O respectivo sub-
delegado procedeu a competente vistoria nos fe-
rimentos dos offendidos, e proseguc nos uljBriores
termos da lei contra os criminosos cuja captura
diligencia.
Deus guarde a V. Exc. Ulna. Exm. Sr. conde
Je Baependy, presidente da provincia.O chefe
de polica, Francisco de Faiia Lemos.
PRESUMO DE FERNANdO-0 vapor Giqui da-
companliia Pernambucana, segoir para aquelle
porto amanliaa ao meio-dia. Recebe carga, encom-
pendas, passageiros e dtaheiro a fr.de smente
boje, contorme o anouncio da
nhia.
i > '-ma rompa
mcame, e objectos usados no
ifrl^neontrados nas hga-
os :W-
gens dos passageiros; os flPMes e outros utenci-
lios usados; e os artigos de pouco valor perten-
centes a ura s individuo, embora 'tenham taxa
lixa na tarifa, quando por sua raultiplicidade diffl-
cultarem o processo ordinario do despacho; pre-
cedendo era todo o caso requeriinento da parle e
permissao do inspector.
fContinuar-se-ha,)
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL."
SEGUNDA SESSO PREPARATORIA EM 9 DE
ABRIL DE 1869.
I'IIESIDENCIA DO SR. AUGUSTO DE SOIZA LK.VO.
Ao meio dia, feita a cliaraada, veriliea-se esta-
rem presentes os Srs.: Gaspar de Menezes Vas-
concellos de Drummond, Arminio GoriolanoT. dos
Santos, Hisbello Florentino Correa de Mello, Anto-
nio Golurabano Seraphico de Assis Carvalho, Au-
gusto de Souza Load, Felisbino de Mendonca Vas-
concellos, Joaquim Eduardo Pina, Luiz Gon.al-
ves da Silva, Joo Gonzaga Baceliar e Samuel dos
Santos Pontual.
O Sr. 1." secretario w um oflicio do secretario
do governo, communlcando que amauliia pela 1
hora da tarde comparecer o Exm. Sr. presidente
da provincia para Ter o seu relaterio.
O Sr. presidente convida os Srs. depulatlos a
comparecerem araanha s 11 horas, aliinae as-
sistiiein a missa votiva no Espirito Santo, que de-
ver preceder a abertura solemne.
Temo daprovinrla.
DSSPACHO DA PKKSIDKNC1A DO DIA 7'd AlItllL
di: 1869.
Anna Joaquina do Espirito Santo.Informo o
Sr. inspector do arsenal de marinna.
Antonio de Moura Rob'm.D-se provimento ao
recurso.
Bernardo de Aquno Lopes.In/orme o Sr. ge-
neral commandante das armas.
Evaristo Velloso da Silvera.Encaminhe-se.
Guadino de Carvalho Paes de Andrade.Como
requer, nos termos do novissimo regulamento.
Benrique Antonio Francisco Dojaellas.Infor-
me o Sr. director do arsenal de guerra.
Joao Cesar Cavalcanti de Albuquerque.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial, ou-
vindo o parecer fiscal.
Vigaro Jeronymo Jos Pacheco de Albuquerque
Maranhao Informe o Sr. inspector da thesoura-
ria provincial.
Jos Ignacio Ribeiro Roma.Entregue- se, pas-
sando recibo.
Joaquim Antonio Rodrigues Das.Avista [da
informacio, seja dispensado do aquartelamento.
JoaoBaplista do Araaral.Encaminhe-se.
Manoel Theodoro dos Santos.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinna.
Mara Valeria de Paula Barros.Informe o Sr.
general commandante das armas.
Trajano Osias Gomes dos Santos.Informe o Sr.
inspector da loesoiuaria provincial.
DKSPACH08 DA PRBSIDKNCIA DO DIA 8 DE ABRIL
D 1869.
Antonio da Silva RamosInforme Sf. enge-
nheiro ohefe d* repartioao das obras publicas.
Emilia da Cuaba .Ftgueiredo.D-se.
Francisco L*iz 4b Albuquerque.Informe coa
urgencia o Sr. general counnandante das ai-
ra as.
Francolino Aaterice de Aioaquerqu Mello.
Informt o Sr. engenhiro ehefc da repartioao das
obras publiMs.
igAMto Aernardo de Aqnino.iafofoio o Sr. ge-
neral rfatrnaariintr Lnnandade de Nossn Senhora dp.G ntelos* da
cidad do Otoda.-Jnfornie o St. 'niMHInr da tke-
sotjcMia provincial.
REVISTA DIARIA.
PRESIDENCIA DA PROVINCIA.O Exm. Sr.
conde de Baependy. t ndo de partir para o Rio de
no vapor Cruzeiro do Sul, que se espera hoje do
norte, afim de tomar assento na cmara tempora-
ria, como deputado elei.o pelo 4o distrcto da pro-
vincia do Rio de Janeiro, deixa a administradlo
desta araanha passando-a ao 2" vicc-prosidente*, o
Exm. Sr. Dr. Manoel do Nasciraento Machado Por-
tella.
Anta, porm, de deixa-la, ir boje assembla
provincial fazer a leitora di seu relatorio, no acto
de instalar-se a 2" sessao da mesma assembla.
FESXA- DOS PRAZERES.Sendo ainanhaa o
ultimo dia de festa nos montos Guararapes, a com-
panha da estrada de ferro do S. Francisco expedi-
r da estagio dos Prazeres para a das Cinco-Pon-
tas trens especiaes as 2, 3 el/2 e 5 horas da
tarde.
ASSEMBLA PROVINCIAL.E' hoje o dia
assignado pela presidencia para a solemne abertu-
ra dos trabalhos legislativos provinciaes, no co ren-
te anno, segundo e ultimo do actual bieuiio.
CORREIO.Por deliberaeao da presidencia de
8 do correnle, foi nomeado para exercer interina-
mente o lugar de agente di correio no mar, o se-
cretario da saude do porto osr. Jorge Dowsley.
SEMINARIO DE OL NDA.Dous novos bolos
acabam de ser enviados ao Rvm. Sr. reitor, para
esse estabelecimento. Um de 20000O pelo Exm.
Sr. bario de Utinga, e outro de 12O0OOO pelo Sr.
Antonio Valenlim da Silva Barroca.
FUNERAL.Teve lugar, no dia 6 como bravia-
mos annuncado, no templo de Nossa Senhora do
Carmo a missa e rquiem, que por alma do Di. An-
tonio Vicente do Nasciinento Feitosa mu tos ami-
gos seus mandaram celebrar, nio tendo sido no
dia 29 de margo anniversario de seu fallecimento,
por nio permittir a igreja naquelle da e nos se-
guintes ceremonias fnebres, que a obrigassera a
vestir-se de luto.
Comparecou grande numero de pessoas gradas,
que por essa forma foram render um tribut de
homenagem memoria daquelle eminente pernam-
bucana
O templo estove ornado de luto, sobresaindo na
capella-mr urna bem preparada o magnifica ega,
a cuja frente via-se o retrato do Ilustre finado.
Occupou a tribuna sagrada o Rvm. Sr. Antonio
de Albuquerque Mello, que proferto urna orajio
historiando em rpidos traeos a vida do referido
cidadio.
COMMUNIIAO DE PRESOS.S. Exc. Rvma. o
Sr. D. Francisco Cardoso Ayres, hispo desta dio-
cese, celebra boje as 9 e 1/2 horas da manhia na
capella da casa d detengan, o sagrado oflicio da
missa, destribuindo aps o sacratssno pao d'alma.
a Eucarista, aos presos que em desobriga se con-
fessarara esta semana, nao o tendo feito pela qua-
resma em virtude de acharem-so em trabalhes.
ive sor acta summaraeuto tocanto o d* nosso
jado e caridoso prelado desu-ibuindo o Divuio
ment aos desgtaoados albos dos crimes so-
ciaes.
No cumprimento dessa caridosa missao, S. Exe.
d prova da su* bumildade evanglica, pondo em
o textodoctmtes onwtt #<, e enca-
domielUs alojas desgranadas para o bap-
w de fojo, tio grato aos oiboa de Deus.
t execHic) desea obra de nieericordia, que
^Hpp de Wa mete seapraaU de re-
LOTERA.A que se ada a venda a 101-, a
beneficio da igreja de Nossa Senhora do Livramen-
to de Pao d'Alho, que corre hoje.
PASSAGEIROS. Vindos de Penedo e portos
intermedios no vapor brasileiro Giqui :
Luiz Jos Alves da.Costa, A. Octaviano de Cas-
tro Osorio, Jbo Mauricio de Almeida e Albuquer-
que, D. Mara Barbara, 1 criida do Sr. Torres.
Vindos de Mamanguapei no vapor brasilero
Cuniripe: \
Jos L. de Couto, Luiz Correa de Andrade, e
i' esclavos, Joaquim Ferreira Como Jnior, Joa-
qoim Jos da Costa, Domingos Manoel Martins, L
Gomes da Sirva Francisco Jos Maraes Jnior
Manoel Pi da Silva Lonreiro, Jos Moreira Ra-
raoj, Antonio fos Tavares, Francisco Kerculano
Barlialho, Francisco Herculano Barbalho Jnior.
Jos Thom de Oliveira, los Joaquim de Oliveira
Filho, Joio Rodolpho de A. Vellozo.
CEMITERIO PUBLICO.^Obtuario do dia 6 de
abril.
Recenmascido, Manoel. Pernambuco, Boa-Vista,
contuscs.
7
Jos Fidelis, Rio Grande do Sul, 39 annos, sol-
tero, tubrculos pulmonares.
Matheus Jos da Silva, Pernambuco, 33 annos,
solteiro, Roa-Vista, bepatile chronico.
Ernesto. Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio,
inllanmiaca i no intestino.
Luiz, l'ernambuco, 2 mezes, Poco, diarrha.
humana, Pernambuco. 2i annos. Recife, febre
adinmica.
Mara, Pernamliuco, 1 anno, Recife, convulsoes.
8 -
Jos Felppe Santiago, Pernambuco, 30 annos.
solteiro, Boa-V isla, tubrculos pulmonares.
Antonio Pereira da Silva, Portugal, 42 annos.
casado, Boa-Vista, anemia.
Francisco, Pernambuco, 3'/, anuos. Recife. con-
vulsoes.
Fortunato, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos, con-
vulsoes.
Manoel, Pernambuco, i2 annos, solteiro, Santo
Antonio, bexiga.
Mara da Assuinpco Vetea, Pernambuco, 60 an-
nos, viuvo. Roa-Vista, gastro interite chronico.
Recenmascido, Francisco, Pernambuco. S. Jos.
espasmo.
Joio, l'ernambuco, 4 annos, Roa-Vista, inlerite.
Caetana Josepha Antunes Carnero, l'ernambu-
co, 33 anuos, viuva, S. Jos odigestao.
CHRONK A JTDICIARIA.
TRIKLTX.il. DO COH11ERC IO.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 8 DE
ABRIL DE 1869.
PRESIDENCIA DO KXM. Sil. DESBMBARGADR ANSELMO
FRANCISCO PBBBTTL
As 10 horas da manhaa. reunidos os Srs. depu-
tados Rasa, bario de Cruangv c suppjente S Lei-
tio, faltando por incommodado u Sr. deputado Mi-
randa Leal, presente o Sr. desembargador fiscal,
o Exm. Sr. presidente declarou aberta a sessao.
Lida, foi. approvada a acta da sessao de 22 do
mez prximo passado.
EXPEDIENTE :
Officio do presidente e secretario da junta dos
corretores, firmado de 8 do correnle, apresentan-
do o boletim commercial da semana prxima
Onda.Ao archivo.
Foram apresentadas os nmeros do Diario offi-
cial de 2o de marco ultimo at o 1. do correnle.
Ao archivo.
Examinado o livro de correspondencia foi adia-
do regular at n. 100.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os livros
seguintes:Copiadores (2) de Monhard Mottler &
Cdem de James Ryder &. Cdem de Joao
Pereira dos Santos Farofa. Diario de Luiz Jos
da Costa Amorim & Cdem de Andrade & Re-
g.dem de Carvalho & Moura.
DESPACHOS.
Requeriinento de Antonio Valenlim da Silva
Barroca, pedindo o registro da escriptura de dote
que celebrara por occasio de casar-se com D.
Francisca Adelina Dantas Barroca.Registre-se.
Dito de H. Oe'tli & C., registro de urna pro-
curacio bastante consultando procuradores para
Serirem sua casa commercial durante a ausencia
a socio gerente H. Oettli.Regstrese.
Dito de Jos Antonio Gomes Jnior, pedindo o.
registro de um documento.Registre-se.
Dito de Juan Busson, pedindo o registro da no-
meaeao de seu caixeiro Lauriano Henriques Ro-
drigues.Registre-se.
Dito de Maturino Barroso de Mello, socio ge-
rente, que foi da firma fallidaDenker & Barro-
so, pedindo que se lhe conceda rehabilitacio nos
termos do art. 893 do cdigo commercial.Autoa-
do pelo offlcial Farias Torres, que servir de cs-
crivao, d-se vista ao Sr. desembargador fiscal.
Requermentos adiados da sessio prxima pas-
sada :
De Bernardo de Cerqueira Castro Monteiro:
para transferencia de livro commercial.Con
requer.
De Francisco Leitio de Carvalho, carta do
matricula de coraraerciante.(Contina adiado).
Com inormagio do Sr. desembargado!' fiscal:
De Francisco Boavent# da Luz Lonreiro 8
Francisco Ferreira da Rocha Leal, contrato do
sociedade.Registro-se.
De Francisco Doaiingues Das e Bento Dotnia-
guee Dias, dem.Registre-se.
De Joao Pereira Pedroso do Lima e Antonio Ba-
droso do Lima, idem.Registre-se.
De Joio Pereira Pedroso de Lima o Joao Fran-
cisco Henriques. idem.Registre-se.
De Ricardo Barbosa Monteiro, Joao Francisco
Maia, Joao Fenandes Lopes e Manoel Jos da Su-
va Maia, idem.Registre-se.
De Ruta Mara da Coaceicio, recolbendo a car-
ta de registro da sumacaHwa especuladora.-^
Como reqner.
Nada mais haveodo a trater-so, o Exm. Sr- "
presidente encerrou a sessao.
SESSAO JUDICIABiA EM 8 DE DEZEMBRO DE
PRESIDENCIA AO EitX. SI. ntSKMHAR ADOR A. F. PK-
Secretario, Mto Gniutarm
Ae meio da deelam* aberta a Hiwesai-
do reunidos os Srs. deaeaabargadores Stha Um-
/

-----. -.
1...J..


r

Dmsio de Pernambuco Abado 10 ' maraes, Reis e Silva, Aceioli, e os Srs. deag
los Rosa e baria de Cruaagy, e o Sr.
SLtaa.
O Sr. Miranda Leal partkipou que ne coapa-
recia por incommodado. i,;m,
O escrio Alves do BrHo registrn e-utamo
protesto de letn 3 do presente mez sob n. W.
* O protocollo do escrivo Albuquerqumaem
a mesma numencao o data d.*l:uadas na acia da
sessao administrativa do do c^jientOjiMez.
Revistas vinflas do supremo tribunal jujea.
Recrrante* Flix Sauvafe & C, recrralo Ho-
ratius J. Cannan. ,.;.,, r irvm S
O tribunal superior denegou re ista. O Exm. fe .
prudente dc.te tribunal mandou reeomer osau-
tos ao respectivo eartorio.
Recrreme Domingos Affunso Nery l corrido Jo Antonio Brito Bastos.
O tribunal -superior nao tomou conheoimenlo
lo recurso. xm. Sr. presidente deste tribunal
mandou que se fizesse desecr o feito para o com-
petente eartorio.
v' AGCORDAO ASSKiNADO.
Embargantes anoel Jos Patricio e outros, em-
bargado Manuel Alves Ferreira.
JULGAMKNTOS.
Juizo especial lo commercioEmbargantes-ap-
pellados autores Duarte Piulo A C, embargados
appellantes reos Baltar A Oliveira, administrado-
res da massa fallida de Bernarda Jos Pereira, la
eidade de S. Pedro do Rio Grande do Snl : jmns
os Srs. Silva Guimaraes, Reis e Silva, Rosas e ba-
rio de Cruaagy. Receberani-se os embargos eom
o voto do Exm. Sr. presidente, sendo votos ven-
cidos os Srs. Rosa e Barao de Cruangy.
Juizo municipal e do commercio de Papan, pro-
vincia do Rio Grandevo Norte Embargantes ap-
pellados reos D. Joanna Mara da Cenceicao Murta
e outros, embargados appellantes autores Antonio
Correa de Vasconcellos Se C,: juizes os Srs. felva
fuimaraes, Res o Silva, Rosa e Bario de Cruangy.
Desprezados os embargas.
Juizo especial do cmmerco.Embargante ap-
untante preferente Amonio Pesroa de Albuquer-
ue, embargado appellado exequrate David Wil-
liamBowman: juizes os Srs. Silva Guimarae*,
Reis e Silva, Rosa e Bario de CruangyOrae-
nou-sc urna diligeuca. .
Appellante Joao Pinto de Lomos Jnior, ampol-
lado Mariano Xavier Carneiro da Cunlia.
Appellantes Jof Rodrigues de Araujo l orto,
appellados Isidoro Bastos 4 C.
Adiado* a pedido dos Srs. diputados.
Appellantes appellados Jos Mana Goncalves 10-
reirae outros, appellante appellado Belarmmo Pia-
lo de Araujo. Adiado a 11 e 13 do mez passado,
nao foi proposto per nao estar presente o sr. Mi-
randa Leal. \ .
Appellante Francisco do Lago, appellados os l-
miaistradoris da mifcsa fallida de Joaquim Jo
Gomos do Souza. O Br. Barao de Cruangy jur u
suspeieao, e o Sr. R)sa declarou que nao pod a
ofciar como uiz norte feito, porque seu irmao e
umdos administradores do dita massa ; detcrm-
nou o Exin. Sr. presidente que oe procedera o so:-
teio quando estivesse presente o Sr. Miran, a
Leal.
DF.SKUiACAO DE DIA.
Appellante D. Juau Auglada Hijo, appelladcs
Aranaga Hijo A C.
O primeiro dia til.
r.vss.vr.ENs.
Do Sr. desembargado!- Silva Guimaraes ao fer,
desembargador Reis e Silva : appellantes Autora i
Lourenco Toixeira Marques c outro, appellado Ma-
inel Monieiro da- Cimba. Appellante Francisc)
Jos de Paiva ; appellados Monteiro & Irmao. Ac-
pollante Joao Casimiro da Silva Machado, appella-
do Innocencio Salustiano*da Silva. Appellante V.
MariaCord.'iro, appellado Joio Ribeiio Pessoa d:
Lacerda.
Do Sr. descmbarador Res c Silva ao Sr. des-
embargador Aceioli : appellante Antonio Joaqun
Salgado, appellado Antonio Goncalves Ferrein..
Appellante o capitao Joao Antonio Pereira Lesjl ,
appellados Moeda Medeiros & C.
Do Sr, desembargador Aceioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes : appellante Joaquim Cot-
iho Cintra, appellado Jeronymo Joaquim Fiuza de
Oliveira.
Do Sr. desembargador Aceioli ao Sr. desnmba -
gador Reis e Silva ; appellantes Prente Vianna A
C, appellados os administradores da massa fallida
le Amarina, Fragozo, Santos A C. Appellantes Do-
mingos Ramos le Araujo Pereira, appellados Moe-
da Medeiros A C. Appellantes Jolm-ton Pater \-
C appellado Flix Sauvage.
DISTKIBUigOES.
Ao Sr. desembargador Aceioli : appellante Je-
vmiano Fernanda* da Silva Manta, appellada D.
Joanna [guacia de Jess.
AoSr. desembargador Silva Guimaraes : apppl-
laute Manoel Carvalho de Moura, appellado Ma-
noel Ribeiro Basto.
AGG1UVO.
Juizo especial do commercio,Aggravante Gus-
tavo Ilerveln, aggravados cxcquenles H. Octlb t
C. -O mesmo Sr. presidente negou provimento.
Nada mais houve e encerrou-se a sessao a urna
hora c 20 minutos da tarde.

w----
EOLTICA INTERNA
Partido conservador.
(TRANSCRIPCAO.)
O MANIKKsTO LIUE11AL.
Ui imperium evertant, libr-
tatela pra'fenint ; si pervert-
rint, libertatcM psam (i'jgrc-
dientur.
(Tcito. Ann. XYI.-22).
\<* paiz.
I
A deser^ioda partido liberal, annuncada logj
lepis da mais arrogante ostentacao do popula-
ridade, causou a principio urna mpressao dcsagra-
davcl. .
Symptoma de perturbado na economa do sys-
teraa representativo, semlhantc evasiva indicava
a eminencia de algum mal gravissimo.
Estava ahi latente, s;m duvida, um phenomeni)
assustador. Talvez a eonsumpcao de um partido,
gasto pelo exagerado abuso do" poder, talvez a fi
nesta aberracao dos meios nobres e legtimos das
opposicoes governamentacs.
A re'velacao do phenomeno, entao recndita, d(
via surgir mais tarde le si mes na. Como a luz
fatua que flucta sobre os detrictos animaes. a
verdade desprcndeu-e emlim dos despojos da liga
de 1861
Sob a forma de um manifest, os chefes da np-
posirao acabam de fazer ante o paiz a pjena coii-
lissao nao s do anniquilamento da opiniao chamn-
da liberal, como da repugnancia que mostrou serr-
preesse partido pela resistencia legal.
O paiz tinha, porm, o direito do esperar de ci-
dadaos qualilicados um documeut mais grave e
sobre todo mais decoroso.
Nada contrista o coracao como o esforco do mal,
estampado no semblante lvido, e comtudo se des -
mentiudo nos labios. O manilesto do partido libe-
ral como essa mascara do enfermo ; um profun-
do abatimento, urna prostracio invcncivel, que
Srucura aturdir-se com jactancias de forca e ve-
emcncia indecente as aggrcssi5es.
Destinado a justificar a abstencao aconse'hadi
ao partido liberal na ultima eleicao, essa defeza,
laboriosamente preparada durante quatro meze^,
oscila como o pensamento que a inspirou.
Contesta-se que a ab>teiicao tenha o carcter
revolucionario, nao sendo ella absoluta e systema-
tica. Logo aps nega-se que o acto mereja a qua-
iilicacao de suicidio poltico, a vista da impossibi-
lidade da luta.
Assim, ao passo que blasonara ter na mao o raio
fulminante, desdenhando vibral-lo por generosida-
de aos adversarios, sentem-se intimamente bumi-
lliados pela convccaa nrofunda de sua impotencta,
e tratam de decorar a Traqueza cora o epitheto de
dever I
Para que illudir-vos ?
Vossa abstencao, bem o sabis, nao foi um acto
voluntario, urna resolu;4o inspirada nos conselho
?prudencia ; mas sim a necessidade indeclinav ;l
a q ie nao poda subrahir-se nunca mais um par-
tido completamente extenuado.
lei orgnica essa inercia que succede aos
abusos da vjtaldade ; essa atona da existencia
inanida pelos excessos. Os partidos que se perver-
tem no poder pagam a opnio que insultaram
aquelle justo, emlwra tardo preito.
Ao cabo de ss annos de dominio, qual era,
anda no governo, o aspecto do partido liberal, w;
txide-se chamar partido um acervo de ambicies re-
pelientes ? '
Convuisab inieslina, a croa!, longe de recatar-s;
publieidade, a affrontava com um desgarro d1
mal atacara as entranhas da liga, expondo ao paiz
at'onito miserias que indignavam o proprio par-
tido.
Diariamente se repreaentava ao vivo no pana-
aaeoto o aplogo de Meoeoio Agrippa. As revoltas
iea oaambro contra o estomago, nial sopitadas,
rrnmpere el corroi-
i accoes do parti-
emente a palma
do triumpho: .a que-raiava no governo transiga^
vista; a que estava na. opoosicoo transiga a cre-
diro..'
Opaidte reeorari'ompre com repugnaneiado
verrsnhoso letigio que em W07 se travou entre os
cuetes dissidentes obre a u-aioria da cmara tem-
poraria. PiciHava-se a posse dos deputados; fa-
zia-se commercio iivre Je vlhesoes, e todas as
manbas os pregoein lesea hasta publica aimun-
ciavara a atijunicacao de mais um voto ao go-
verna.
Os minisirtB desse periolo pareciam talbados
pelo aolde daquelle descria.to por sir Litton que
tinha a alma em cont.i de mereadoria e a con-
seieneia em conta de gaveta fook louls for toa-
re andfonscieme for ti ti a
E os jogos circenses qt# frequenlementc se da-
van) ao publico para dislrtihir-!hc o espirito da
esterlidade da shuaijao ?
Esses gladiadores polticos, a se espojarem no
parlamento ou na imprensa, com o intuito de re-
dobrarem de agrlidade para i. luta, marcara na his-
toria do Brasil um periodo mais desconsolador do
que a da decadencia lo imperio romano.
All era urna civilisaeao, esplendida, mas arada
barbara, que esmoronava-se legando ao futuro
monumentos le grandeza e sahedoria. Aqu foi a
precoee cliasolueo dos costtiraes polticos de urna
nacao geiBosa,'decrepitiide moral que felizmente
nao se, chegnu a consumar, gracas sabedona da
corda e aos reclamos da opiniao.
Um partido tao frgil, que o poder esmagara
desde os primeiros dias de sua prematura aseen-
cao, urna faccao assim dilacerada, que, embora no
governo, jamis governra o paiz, impedido sem-
pre a merc do capricho, e dirigido ao acaso, um
grupo que nunca, durante seis annos, achou, nao
j urna idea, ncm mesmo urna comraum ambicio,
porm se quer um nomo vio, sob o qual se con-
gregasse ; porventura taes liomens Kara susccpti-
veis das energas vivaces di oppos{5o ?
Ncm tanto escarnecer da razao c bom senso do
ura publico nimiamente tolerante. '.
Quando a roroa, advertida peias instancias da
opiniao, retirou o p(der a csse partido, no dia 15
de julho le 1868, elle cabio, nao como o hornera
brioso, vencido na lula, que a derrota nobremen-
te estimula, mas como o conviva que rola sob a
mesa do banqoete e sopta-se.
Nao era neeessara a peesenca no poder de um
partido respeitavel como o partido conservador
para mnor aos liberaos o marasmo, que alias os
Saralvsar ainda no governo. O ultimo periodo
e se dominio nao foi com cffeito mais do que
a degradacio da autoridade.
Deixai m paz a Hespanha trabalhada neste
momento por una crise pergosa. Aprendei sim
nesse exeinplo da estupefacto de um novo, que,
depois de haver demolido pela base suas institui-
eSes para ccrcear-lhos os abusos, nao sabe como
substitui-las e debate-se no vacuo. I
Nada tendes de commum com os liberaos fran-
eezes, que desde l&i at 1860 protestaran) no-
bieinente contra o golpe de estado de 2 de de-
zerahro ; e, proscriptos dentro mesmo da patria,
refugiaram no estudo da sciencia e nos trabalhos
tiii arios, o espirito acostuinado s altas preoecu-
paedes da poltica.
lles cedendo i vontade rresistivel da maioria,
repelliram a mnima mmplicidade com o BETO r-
gimen. Desprcsaram as honras e favqrei que o
nasecnte imperio distribua com profuso, c pre-
ferirn) a independencia de um glorioso infortunio
subservieneia de urna grandeza maculada.
Quando um d'aquelles estadistas justamente cele-
bres passava confundido na turbamulta, o povo
fieava sorpreso e inquieto. O eclipse desses gran-
des nomes no governo da Franca produzia um cf-
feito supersticioso no espirito publico.
Vos, porm, vjs lberaes, vivis perfeitamente
identificados' com o rgimen actual. Como con-
selheiros de estado e senadores participaes de un
governo que hoje proelamaes absoluto, pelo mo
vezo em que se poz vossa ambicio de nio sentir
um freio qualquer ; quando nao o da consciencia,
o da lei
Essa autoridade, contra a qual despejae3 ac-
tualmente toda a vossa colera, durante seis annos,
a exploraste cm proveito de vossos interesse3;
sem um esforco ao menos para ennobrece-la;
cm pregando ao contrario todos os meios de a des-
considerar. Privados della ha apenas oit mana,
j a cobicaes com tanta solfreguidao que nenhum
de vos, signatarios do manifest, convidara acei-
ta-la hoje mesmo, repudiando a solidariedade des-
se documento.
Os liberaes francezes de 1852 sentiram o gi
te imperial a _
eloquente com que da tribuna parlamentar, illus- j precipilado
irada por Guisot, Lamartine, Bcrryer e Odillon
Barrot, elle commoviam a Europa e o mundo A
imprensa, que fizera as duas revolucoes de 1830 e
1848, ficou abafada pela censura; e o pensamen-
to viril que a alimenlava escoou-se cm epigiam-
ma< e allusoes nem cempre tolerados.
V de de vossa pujanca na tribuna do senado, para
onde provocaes o governo, ameacando reproduzr
all as aggressoes indecentes da baixa imprensa,
especio de vasa politice; al boje por honra do
paiz desennhecida no parlaniento.
Vosso jornalismo na corte e as provincias nao
tem escrpulos na licenca ; tudo permittido,
excepto a verdade. Horaens onc deviam algum
repei| sua posicao, senadores do imperio, nao
se pejam de atrelar m;u nome a urna serie de ac-
cnsacoes torpes, infamia tnendax, colbidas em
qualquer gazela. Julfam que assim disfaivam_ o
aleive. qnando nao fazem
As insignias do poder, o prestigio dos cargos,
espinhns parao homem modesto a quera se confia
o deposito da autoridade, ninguem as aprecia em
tao alto grao como os liberaes reformadores, em-
bora divorciados completamente do actual gover-
no absoluto. Nao perdera occasiao de faralhar
aos ouvdos dos adeptos os ouropeis de sua gran-
deza, para inculcar que ainda teem accesso as
mais altas regies do poder.
Para os que ervem loalmentc aq_governo cons-
titucional, aquellas insignias nio sao mais do que
o emblema de urna grave responsabilidade: urna
tnica le, Nessiis. Para os que teem a comcien-
eia de fazer parte da equipagem do absolutismo
taes distinctivos valem como galoes e cortos ga-
I8e.
Quando um partido rompe abertamente com o
systema eslabelecido c appella para abstencao, os
chefes, os precursores dessa nova ordem de cou-
sas, sao os que mais abnegaran). '
que o general Abren e Lima sustentando as ideas
que publicou, reuegava a igreja calhoea apost-
lica romana. .
sera iiovimento; *ia se pode comprehend* sua
lar ofaclio incendiai
Fosse possivel a revoliie.l), ainda mesmo remo-
tamente possivel.e 41a ja estara coranosc, por-
que, tal a tri-te verdade, ninguem a tea mais
provocado do que ve perdis occasiao de
affagar-lhe os iiHti.iettis, dacenar-lhe com as wo-
tiraas. Onde quer te a revolta^rga o rollo, ella
pode contar que vos. ter por.*toildes cortezaos-. cumpnooscu^ever de Wspo.
"Desmoronou-se ura throno Ha Hespanlia. Foi
ura ti trono aa
um acto de justiea revidnejonania. A h
de proferir sobre el
tildar o acuntocituHitp pw H^pf desprevenido e
imparcial, o <|ue \* vossa imprens.i ? I lentifieou
a Hespanha com o Brasil". per*nihcou a opposi-
cio do Imperio, apeada do poder havia dous rae-
zes apenas, ao partido liberal daquelle paiz, pr>-
scrpto desde muito tempe e exacerbado pela re-
pressao cruel das sed^oes militires.
Abusando da boa f do povo, encommendacs
para-as provincias carUs o missivas era que be
descrevam iniquidades fantaaiadas no intento de
incutir o terror'e a imlignaclo. Nao satisfeites
com este nieio, vossos allados, cheios de rancor,
mandara assassinar, como na Baha, S. Paulo e
Cear, para provocar viagancas e salpicar de san-
gue a* aggressctes ao goveruo.
m povo que solTresse impassivel as iatrucidaT
des e infamias descriptas em vossos jornacs o at-
tribuidas autoridade ; csse povo seria indigno da
civilisaeao. O partido que, podendo regeneral-o
pela revolucio, nao o lizesse, fora um cobarde,
um reo de lsa-nacao. Se tendes merco a mdig-
nacio popular, para quo tanto afn em e:.erelBl-a ?
Antes do assim deshonrar a patria, divulgando sua
vergonha, cumpria-vos remil-a da aviltante de-
gradaeo. _
Bem inepta fra essa reaccao feroz que perse-
guisse no interior miseros votantes, obscuros indi-
viduos inteiramente inoffensivos, e deixasse inc-
lumes aqu, sua face, os verdadeiros adversa-
rios, aquolles quo na imprensa e as ras fomen-
tara a intriga, dio corpo caluraeia, e compoem,
eom perver:a imaginacao, os melodramas polticos,
destinados a fazer eff'ito no parlamento.
Acaso ueste Brasil, que ha oito raezes nos entre-
gastes em -bem alllictiva situa^ao; acaso no paiz,
assim por vos preparado, mais faeil ass,
em leva di que reprimir os impotos do una
sicao infrene ? Degenerasles este povo br
iwnto, que elle queira antes supportar humilde e
impassqiel a infamia ou o flagicio a nao consentir
que so castigue a audacia de ahjuns ambiciosos ?
Que rrisao!
Se ura despotismo, como descreveis, subjugasse
Lo Brasil, elle cometaria por vos, que sois os mais
ineoinmodos de supportar e ao mesmo tempo os
mais facis de domar. Nao havia necessidade de
ferro. Oh I nio I Bastava um traco de penna,
como a melles que duranto vossa fatal passagem
pelo poder dcixastes profundamente impressos na
constituieio.
Para que fenr o pe, quando se podia tao fcil-
mente vergar o eolio ou submetter a cabeca ?
O governo actual nao carece era dc_uma nem
de outra cousa. Tem u apoo da opiniao sensata
do paiz. Com esta nica forca vencer as diffi-
culdades immensas que durante seis annos aecu-
mulastes sobre o estado, o conseguir debellar os
assaltos que dirigs contra o poder, nao para o
disputar, mas para o destruir.
Facam opposcio embora ; c seu direito. Fa-
cam-ia sera escrpulo; nm erro funesto que
un dia bao le deplorar. Mas nio se jactein de ter
ao servco de seus interesses a revolucao.
Nao sois, nao podis ser revolucionarios I... A
revolucao gera-se na f, algumas vezes no fana-
tismo; porm nunca na prostracio de um partido,
no anniquillamento de todas as crencas, na com-
pleta annullacQ dos principios, emQin, nossa cner-
vaeo poltica, da qual sois, mo grado, os genui-
no.? representantes.
Vossa palavra nao revolucao, mas regenera-
cao.
Rege.nerai-vos, se queris ter partido, se queris
ter o direito de aspirar um dia ao gwerno do paiz!
Que fazer neste caso o Sr. bispo 1
Ah nio fui elle que fechou ao finado Ilustre,
ao patriota distracto as portas do ceroiterio catho-
lico ; elle cumprio apenas a vontade de morto, e
uraprio o seu 4ever de bispo.
Escandalisados deveriam licar
os Pernambuca-
storii ha nos, esse povo que tao brilbantes provas ha dado
vez de es-1 de ana f catholica, se vssem que o seu pastor
oonhuma dfferenea fazia dos iue crea nos dog-
mas da igreja daq'uelies quo a renegara.
o nsstrado articulista dia que ura concurso
numeroso foi sepultura do general levando sua
appriMUcao trra que o recebera o protestar
coiitnro acto do prelado.
O nobre presidente da provincia assevera no
seu offleio ao governo imperial que esse concurso
numeroso constara de cen pessoas.
Pepueuo protesto para tao grande popula;*) co-
mo a de Pernambuco. E iriam todas essas pessoas
na intencao, que Ibes attribue o articulista T
Fazembs urna idea fcio alta da f catholica dos
Pernambueauos, que apezar da considerado devi-
da s palavras do illustre escriptor,
tcrenios essa injusli(;a.
nio cominet-
0 brilhante niccesso que a peja entao obteve, e
os espontneos e cntlnisiasticos anplausos tribui-
dos distincta actriz D. Julia de Azevedo nessa
occasiao, nada mais foi do que verdadeira-justiga.
Os magnficos lances dramticos iwe etnbellezara
essa composijio, o contraste d.'is diversas paixoes
e sentimentos que nesse dran a je agitam e dcs-
envolvem, forara fielmente interpretaJos o repro-
duzidos.
Desejoso de ver aqui novamtntc esse bcllissimo
dj"ama,.congratulo-me com a boa escolha e felicito
aos artistas que teem de desempenhar, entre os
quaes^puito sobiiesahe o inminente Joaquim Au-
gusto, no brilhante papel do que se encarregou."
E mais urna noite de agradaveis emoles, que vai
gosar o publico no theatro de Santa Isabel.
I m Acadmico.
Volumes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
161
863
Descarregam hoje 10 do abril.
Barca*inglezaLranferro o carvao.
Barca inglezaBloomeridem.
Barca inglezaImperadorvarios gneros.
Barca portuguezaPereira Borgt*idera.
Patacho americano/oraio4dein.
Barca ingleza Borlocha* dem,
alera francezaPierreassucar.
liryoe InpU-z i F. /JW/=eanos de ferro.
RECEBEDOUIA DE RENDAS LNTEKNAS GE-
RAES DE PERTAMBUCO.
tmliinentodo dia 1 a8. 13.8764353
n do dia 9...... 1:590,1025
PUBLICACOES- A PEDIDO.-
Nao urna polmica que vamos cncetr, escre-
vendo estas linhas. Por lio roim terreno vai de-
clinando aquestodainhumacio do general Abreu
c Lima, que nao iremos ahi acompanhar os ca-
valleiros, que della tratam na imprensa por modo
lio descomedido.
Queremos crer que se o ardor excessivo com
que se arrojam a desearrear tantos e lao desa-
certados golpes, ni) Ibes tif^sc a calma, tao pro-
sulTocar-lhes nos labios a palavra pria do saber e da razao, de certo se nio haveram
, irihnno noriamAiitar us-1 precipitado por lio grsseiro despenhadeiro de
descortezias e injurias.
Orgio da imprensa catholica, daremos ainda esta
vez e sempre exemplos de tolerancia, que alias
nos desconhecera Perdoemos em nome da igreja
catholica esses aflrotosos emlhetoquc com um
calor descommunal nao alraao ao respeitavel his-
po de Pernambuco e ao catholicsmo os Ilustres
amigos do finado general ; e cora toda a urbanida-
de devida ao publico, a elles e a njs, Ibes pedimos
venia para algumas observacoes que a caridade e
a Justina nos impe.
Longe de iinpugnarmos as lamcntacies dos (jue
sentem a desgraca final do distiucto general, nos o
lamentamos tambera.
Se ao menos, como os nossos bravos que com-
batendo pela patria nos campos do I*araguay. ja-
zem hoje en) trra inimiga, os deixasse o Sr.
Abreu e Lima a consolacao, que por aquelles te-
nais do que reacalo. mos no motivo que para l os levaran), nossa dor
teria um justo lenitivo em sua gloria mas o que
que p vermes sepultados em trra exiranha aquelles
que a buscaram renunciando a patria, voltando
contra ala as armas cora que a deviam deffen-
der?
Sejamos justos : 03 Ilustres escriptores que la-
mentan) o lacto de ser sepultado em cemiterio pro-
testante um brasilero que nasceu catholico, pen-
sara como deven) : nada mais natural e rasoavel.
Mais que ninguem a igreja catholica com entre-
mos maternaes o lamenta e faz ardentes votos pa-
ra que semelhante exeinplo nio se reproduza.
Que infelizmente o general Abreu e. Liraa rene-
gn os dogmas catholicos, o proprio articulista,
defendendo-o, o diz nem ha nega-lo.
Para responder ao que o Ilustre general escre-
veu sobre a unidade da igreja catholica e o myste-
rio da Trindade, base fundamental de todo o ca-
tholicsmo, o digno auior do segundo artigo do jor-
nal de 23 de mareo, recorre s leis e regulameu-
tos civis que s rconhecem, diz elle, a existencia
de Deus e mmortalidade da alma.
Eis aqui para o autor do artigo, era que se ci-
fra o catholicsmo.
Os proprios Srs. protestantes bao do admirar
essa doutrina.
Ja nao a Biblia, o cdigo criminar* fonte da
rcligo I
Nio mais pelos caones, mas sim pele cdigo
criminal que os Srs. bispos deven) reger a igreja I
Por Deus : rogamos aos Ilustres, defensores do
nobre general, que alirem embora sobre nos quan-
tas injurias e epithetos quizerjin, porm que re-
dictara quando escreverem contra essa religiio,
3ue a dezenove seculos resiste diariamente a to-
os os sophismas, a todas as persegucoes.
A religiio catholica nao obliga a ninguem que
a siga ; para os que a despresaro. deixem-lhe ao
menos o direito de considerar somente seus mem-
bros os que crem e seguem seus preceitets.
Para os que nio crem m dogma da Trindade c
em outros da nossa igreja, o nobre general jaz
em tao bija terr < ou anda melhor do que as dos
nossos cemiterios. -
Nao perturbemos suas cinzas, toiecemo-las re-
pousar cm paz.
(Do Apostlo do Rio de Janeiro.)
Certifico que riendo os livros dos
baptizados desia freguezia no livro 15a
follias 45, acliei o assento da forma e theor
seguinte:
Aos 20 de deaembio le 1810, nacapella
de S. Pantaleo, filial da igreja matriz de
Nossa Senhora da Sade do Poco da Pa-
nella, de miiiha licenca o Rvd. Fr. Jos
Jacintho Mavignier, baptizou solemnemen-
te ao prvulo Gracilimo, beaoco, nascido a
12 de Agosto do corrente ino, filbo ua-
tural do Dr. Francisco de Paula Baplista.
solteiro, e de D. Anna Joaquina da Costa,
ambos brancos, e moradores nesta fregue-
zia : o qual^isse em minha presenga de
viva voz aue reconbecia a cranla supra
por seu fimo, e pedio-me que fizesse esta
declarado no assento para em todo tempo
constar, e para maior firmeza assignou
comigo. Foram padrinhos o Dr. Attonio
Jos Alves Ferreira, por procurarlo que
apresentott Joao Mara d'Albuquerque Oli-
veira, branco, casado, e D. Izabel Eufemia
do Sacramento, branca, solteira, moradores
na Boa-Vista. Do que mandei fazer este as-
sentoe por ser verdade assignei. Estavam
asseguintes asignaturas:
Por corajaissao o conego vigario Venan-
cio Henrique de ReseleFrancisco de
Paula Baptista. E nada mais se continba
no referido assento, que bem belmente fiz
copiar.
E por ser verdade mandei passar o pre-
sente que assignei.
Freguezia de S. Antonio 4 de marco de
1857.
O conego vigario, Venando Henrique de
Resende.
E' quanto consta.
Secretaria da Faculdade de Direito do
Recife 27 de Margo de 18G9.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Pagou 1#500 rs. de emolumentos.
Est sellada e reconhecida.
Sentenqa
Julgo procedente a queixa de folha dada por
Jlo Fernandos Lopes, contra Joio Evangelista de
S, pelo crime de injurias por escripto, nao s
porque alm de se deprchender pela redar;ao do
artigo, que d motivo a presente queixa, que foi
elle dirigido *,ontra o queixoso ; tambera pelo fica
que se acha junto aos autos e do que falla o que-
rclado no seu artigo urna prova robustissima de
que foi este artigo dirigido coulra o queixoso, por
isso que esse tica o proprio que estava em po-
der do querelado e que foi resgatado com o dinhei-
ro dado pelo queixoso, como depoe a quarla teste-
raunha, e come tarabem porque s testemunhas
que decorrem de folha a folha depozerara duas,
que ouvram do proprio quenlado que este artgp
era contra o desforra moralmente, e urna ouvio de muitas pes-
soas a mesma cousa. m
Portanto, provado como est que este artigo,
que foi publicado no Diario de Pernambuco e que
se distribuio por mais de quinze pessoas, e pelo
qual so responsabilisou o' querelado, como se v
do authographo a folha, foi dirigido contra o quei-
xosd; c sendo considerado na phrase da le as pa-
lavraajr-ont/ica na f/)enii/'a=)iem tudo que luz
ount= fanfarronada redicula=e ver os podres
na racomo verdadeh as injurias, porque pre-
judcam o crenlo e reputacao do lueixoso, coit-
demno o querelado seis raezes de prisao simples
e multa correspondente a melado do tempo, como
incurso no art. 236 2o e 4o do cdigo criminal,
combinado com o art. 237 3' grao mximo, por
concorrerem as cireumstaucias do 8 art. 16,
bem assim as custas.
Recife, 9 de abril de 1860.
Paulino Rodrigues Femandes Chaves.
15:466*378
CONSULADO
Rendimento do dia la
Idem do dia 9 .
PROVINCIAL
22:427*4431
0:292*441
27:719*883
MOVIMENTO DO PORTO.
Ao publico.
Nao se lendo ainda podido reallsar a ereccao
de um monumento fnebre sobre os restos mr-
taes do raeu fallecido ogro e amigo, o Dr. Antonio
Vicente do Naseimento Fetosa, por parte de mu-
tos de seus amigos: nao se tendo tambera levado
cffeito a impressao de sua biographia, cujo pro-
ducto liquilo era consagrado por seu Ilustre au-
tor a esse fim; mas, sendo instantemente recla-
mada a leitura d'esse primoroso escripto. nao s
por muitas pessoas d'aqui, como de differentcs
pontos do imperio, obteve do Sr. Dr. Francisco Ma-
noel Raposo d'Almeida fazer-se desde j una edi-
cSo para satsfazer a curiosidade publica, c so de
futuro realisar-se o empenho do mausoleo, se, far
una oulra edieo acompanhada de diversos e pre-
ciosos documentos histricos relativos os a^surapto
da mesma biographia.
Peco, portanto aos meus amigos, aos do meu
finado sogro, c ao publico em geral, dignem-se au-
xiliar esta edioo com suas assignaturas, alim de
tornar-se menos penosa essa publicaco; e pode-
ram para esse fim mandar suhscrever-se em meu
escriptorio de advocara, na ra estreia do lio-a-
rio n. 23 primeiro andar, e as livrarias econmica
c franceza; pelo que desde j me confesso agra-
decido.
O preco de cadi exemplar .'OOO.
Recife, 8 de abril de 1869.
Jos Austregesil Rodrigues Lima.
COMMERCIO.
FRAGA DO RECIFE 9 DE ADRIL
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Assucar Canal=3*000 por arroba (hontem).
Cambios sobro Londres 90 d/v 19 d. por IjsOOO
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
%li
ENGLISH BANK .
Of Rio de Janeiro Limited
Desmota lettras da pra;a taxa a con-
vencional
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo flxo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principies da Europa, tem agenefas na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Peiourinho n. 7
Navios entrados no da 9.
Penedo e portos intermedios 9 dias, vapor nacio-
nal Giqui, de 423 toneladas, commaudante Joa-
quim CustoVcDuarte de Azevedj, equipagem
23, carga algodao; a cmiipamHAPerfiaiiilHicaill.
Mamanguape 18 horas, vapornarional Cur.iripe,
de 222 toneladas, commandante Joaquim Luiz
de Machado Penna, equipagem 13, era lastro ; a
conipanhia Pernarabucana.
Rio Grande do Snl 27 dias, barca brasileira A'o-
ra Carolina, de 273 toneladas, capilo Virgino
Lucio de Matlos, equipagem t0. carga 12,000
arrobas de carne; a David Ferreira Baltar.
A'aF'o sahido no mesmo dia.
Portos do norte.Vapor brasilero Paran, com-
mandante o^apitao de fragata Santa Barbara.
Oservaro.
Suspenden do lamarao para Quecnstown a barca
ingleza Ftorinxa capitao R. Jones com a mesma
carga que trouxe de Paker Iland.
DECLARACOES.
Sabbado 10 do corrente mez, depois da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 2' vara
civel, tem de ir a praca por venda, os bens segra-
les : um soph, urna meza redonda, dous conso-
los, doze cadeiras de guarnicao. urna commoda,
urna meia d>ta; tudo de madeira de amarello,
avahados por 92*,' por execucao que move Jos
Ignacio Aviila, contra Elias Pereira Gomes da
Cunha.
Peante o Sr. juiz de paz do 1" districto da
freguezia da Boa-Viste tem de serein arrematados
os bens seguintes: urna duzia de cadeiras de pao
d'oleo, um sof de Jacaranda, urna commoda da
inesuia madeira e duas bancas de pao d'oleo, tendo
lugar a praca no dia 10 do corrente, as 4 horas da
tarde. ________________
O administrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que neste corrente mez
e no de maio prximo futuro, visto eslarom con-
cluidos os laneameiilos, e que os devedores do
imposto pessoal, relativo ao exereicio corrente do
1868 a 1859, residentes as freguezias do Reci'e,
Santo Antonio, Affogados, Poco da Panclla, Varsea,
S. Lourenco da Matta, S. Amaro de Jaboaiao, e
Muribeca, teem de paga-lo, livre la multa de 6 0/0
o com ella depo's do referido prazo.
Recebedoria de Pernambuco 3 de Abril de 1859.
Manoel Ca neiro de Souza Lacerda.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife se laz publico, que nos autos de execu
cao que a mesma Santa Casa encaminha pelo juizo
municipal da 1" vara escrivo Baptista, contra
Felippe Mena Callado da Fonseca e seus filhos o
netos para haver o sitio denominado cruz das al-
mas matinha na freguezia da Boa-vista foram pro-
feridos os seguintes acordaos.
i Acordao em relacao etc. Que vistos e expos-
los estes autos confirmara a sentenca appellada;
com declaracao, porm, que o valor dar ao alu-
guel e mais rendas da sitio para que se proceda a
liquidadlo determinada na sentencia deve ser re-
gulada pelo estado actual, que tm taes cousas.
Paguem as custa3 os appellantes. Recife 12 de
julho de 1859.
t Acordao em relajo etc. Que vistos c rcla-
Hdos os autos, despresam os embargos quer os du
folhas 285, porm, que a renda do shio ser feta e calculada
segundo o valor actual sem attenco as bemfciio-
rias das quaes serao somente liquidadas as quo fo-
rem uteis e necessarias. Por tanto, e o mais d^s
autos, faja o acorda > Iivre-transito pela chancela-
ria. Paguem as custas os appellantes e |apptHa-
dos na divida proporeao. Recife 10 de marco do
1863.
Mas o que nos admuMp
les que cobrem esta igWn. <
espanta que aquel-
de apodos, que a com-
batein, que a dilacerara nos seus dogmas, que lbc
preferem o liberal protestantismo como a melhor
a eligio por excel-
de todas as rcligioes, como aieligiao por
Longe d'ahi, o lencia tolerante, civilisadora e nrogressista, como
manife-to da' opposicao assignado por aquelles I a nica que pWe fazer a feliciaade do Brasil, em
que mais adquirirn) nos ltimos annos desse re-
gimen, contra n qual agora se revoltam.
Ridicula arrogancia essa frequente allusao re-
sistencia armada, revolucao I
'.Vitan* caricatos, ameacando escalar os cos, os
nove senadores, eom escarneo da verdade, quize-
ram fazer do mpossivel urna virtude poltica para
encher o vacilo de tantas outras. A consequen-.
cia foi tirar a seu partido o carcter de nobreza e
lignidade. quo de ordinario se attribue causa
dos vencidos : e emprestar-lhe um tom fanfarrao
bem pouco digno do paiz e do mundo civilisado,
a quem se prncurou apresentar esse partido co-
mo urna victima do de-potismo.
A mpossibilidade dessa revolucao com qne tan-
to se especula, nao a tem cada um de vos apalpa-
do ni manejos da opposicao sem escrpulos'
Com as enn-tantes dRccp;5es sotTridas nestes oito
mezes, nao vos penetrantes ainda da evidencia de
*ea quanto mais nma rebelliao ?
No dia 17 de julho de 1868, accordando fra
do poder todo* estes odios que se combatan) no
seio da legislatura dissolvda, fundiram-se de re-
pente era um s e profundo rancor. A explosao
f ruidosa, e, comtudo, hastou o riso da popula-
cao para que ella se escoasse, sera o mnimo aba-
fo da ordem publica.
No dia 7 de setembro vosso partido correu s
urnas pressuroso para manifestar o seu despeitn
contra o acto legtimo do poder moderador, con-
sultando a nacao. O vacuo aborto em torno delle
n espavorio; levo pejo do repudio que soffria da
opimo, e retirou-se precipitadamente, pretextan
d) violencia e co npressao, s testemunhadas pelo<
egostas, recostados indolentemente nos commodos
estofes, emquanto os ingenuos votantes arrostra-
vam as igrejas os raotejos da derrota.
O partido, cu jos arreganhos foram assim por
duas vezes espancados nicamente com o riso da
populaci, tem acaso vigor para resistir material-
mente autoridade, apoiada na opiniao publica ?
juando semelhante arrojo fosse concebivel em
consciencias timoratas, que formidavel e impetiMp
so assomo de ira popular nao sublevara o seio da
tit*in brasileira para suffocar ao nascer essa te-
meridade ?
inculcados chefes que nao conseguirn) ainda
eslabelersr a disciplina no eu pr >pro seio; que
eleitos de si nwsraos nao obtivorara a adhesao fran-
ca dos correligionarios; qne soffreram vivas reluc-
teoeias de seus allados das provincias, a respeto
da abstencao oteitoral, at que o desame apode-
rou-se defles tambem; chefes sem partido, centro
vez de applaudir a inhumacao da general, que tan-
to protesiou contra os abusos do catholicsmo, es-
tejam ao contrario a lastimar^ com tao dcscom-
passados gritos a fatal inhuma!) do general no
cemiterio protestante I
Que nos chamemos a isto desgrana, estamos em
nosso direito pensando assim, mas eles incon-
cebivel.
Os Srs. protestantes que tao generosa e liberal-
mente aburara as portas do seu cemiterio para
receber os restos inanimados do seu distiucto e
benemrito propugnador, c que estenio sem du-
vida dispostoe e promptos a abrirem-na para to-
dos os que o quizerem, estaram talvez bem longe
de pensar que seria esse facto objecto para tanta
lamentacao, e que sobre tudo fosse proclamada a
prohibicao do Sr. bispo que a isso deu lugar, um
acto que denigre e infama o litterato insigne e o
patriota virtuoso.
Sublinhamos as palavras cima porque fielmen-
te as extractamos do prmieiro artigo que a este
respeito publicou-se no'jlornaf do Commercio de
23 de marco.
Mas nao somente foi considerado esse acto, que
tal gloria traao general, denigrativo e infamante,
como foi o virtuoso e Ilustrado Sr D. Francisco
Ayres, urna das glorias de Pernambuco, cruel-
mente maltratado aos olhos de suas ovelhas e de
todo o imperio.
Entretanto S. Exc, como seus proprios accua-
dores o atiestan), gemendo pelo desvio de seu com-
provinciano e oveliia, empregou todos os meios de
zelo e caridade para chmalo ao gremio do ca-
tholicismo.
S. Exc. fez mais do que ordenam as leis eccl'-
siasticas ; nao se contentou com admoesta55es of-
tlciaes, elle proprio de Roma anda dingio-se ao
llasiro general asendo de seu proprio punho e
em termos paternaes a primeira admoesuco ;
faz-lhe segunda por intermedio de um amigo ; e
a terceira, a faz pessoalmente e nada obtem : o
general repelle refractario as admoesta^es do
pastor, assegura que licari firme as ideas que
publicou com o maior apparato, e nao quer at
admittir discussdes a respeito dellas.
O pastor repetlido gemeu na sua consciencia de
Peraambucano e de bispo.
As intima^es officiaes nao tem outro fim senao
fzer conhecer a prelado o estado das opinifies e
docilidade do ntimado : estas elle proprio M *01
examinar.
Que meta effieial pede ser um exame do rae
auelle que feito pelo proprio lua em peMda.:
b o fez eretirou-ae com a troto convicio de
siieui ao uiugciem.
Era a noute de 4 do corrente, no theatro de
Santo Isabel, o Sr. F. Altino (".. de Araujo. contra
todas as judiciosas espectalivas, recitou una bel-
lissima poesa Sra. D. Julia Azevedo.
flouvo quem se dignasse de contestar que o Sr.
Altino fosse opae di creanca; mas S. S., que
apenas tivera a fraqueza d tomar a nuvem pr
Juno, para justificar-se, pedio a alguem que man-
dasso publicar o mimoso fructo da sua vastissima
intelligencia. Esse alguem, annundo ao pedido
de um ninguem, deu publieidade o original da
tal poesia.
Hoje, porm, o Sr. Altino, quebrando adela,
apresenta-sc protestando contra a publicacao da
sua obra-prima.
O Sr. Altino falla ao publico, somente ao publico
para inutilisar a intriga, prodigalisando a outrem
As suas fraquezas e miserias.
Julga o Sr. Altino que se publicou a sua poesia
com o fim de plantar rivalidades entre o Sr. Joa-
quim Augusto e D. Julia Azevedo ? Sim 1
Enganou-se, meu caro poeta; semelhante idea
nao actuoo sobre o espirito do alguem que S. S.
deve conhecer I Esse alguem qutria somente que
S. S, do alto la imprensa, daclarasse que a sua,
poesia tinha sido inspirada pelo Sr. JoaiMjfii Au
gusto; mas que, apedido de alguns amigofSx-
tara a Sra. D. Julia, consentindo que se fizesse
convenientes alteraces.
Terminando, declaro muito solemnemente que
nao respondo s anuilidades do Sr. Altino, por
que, dz-me o testeniunbo da minha propria cons-
ciencia, s 8. S. capaz do se servir de ignobeis
manejos para angariar syntpathias.
Por ora, wncluo, pedindo ao Sr. Martmho \ as-
mes (transformado em Felisarda; feito mulher),
que d tambem ao Sr. Altino urna pilula de.. (como
se chama o autor das pilulas que Felisarda promet-
teu a linda Berma) 1
Sem compaixo, Sr. MartinhoSfrrume-lho urna
das suas pilula*, forcando-o af^r a bandewas
despregadas I
Fico sua espera, Sr. Altino, para rae ser pos-
sivel por-Ihe a calva mostra.
^ Alguem.
Illm. e Exm. Sr. escrivo da secretaria da Santa
Casa da Misericordia Pedro Rodrigue* do Souza.
Como interessado desejo me respada quem Ihe
encommendou a ofllciosa pubhcacado Dia-io de
Pernambuco de 6 do corrente ? Estou certo que
nao foi o Exm. provedor, por qu'- jto consentira
que se irrogasse injuria a ninguem, principal-
mente a urna familia respeitavel e espoliada por
essa demanda se foi V. Exc. Sr. escrivo da lora
branca, cobiba-se, porque ninguem tem direito de
me injuriar, com mentiras odiosas.
Nao Ihe digo por ora mais nada; porque nao
vejo que V. Exc. possa entender alguma cousa do
do que respe te reluctancia da Misericordia.
F. Menna C. da Fonseca.
A virgem do Mos-
teiro.
Com iratar vi annnnciado para subir acea
no prximo espectculo, esse ioteressant drama.
J tive o pnwijiiu o ver representado ha lempos
era S. Paulo, mando o distincto artista** Sr. Jos
Victorino, o trvJk expressamento para o bene-
MO de sua seabora.
Rui
THE0D0R0 SIMN &C.
Comprara
Libras esterlinas
Moedas de ouro...) Nacionaes e estran-
prata..) geiros
Cdulas do governo)
de lla 10*....)
Cdulas do banco do)
Brasil e das caixas)
filiaes.........)
Largo do Corpo Santo
n. 21.
cistiiE i:\pio
Theodoro Siiiiou & C.
Vendem
i 1/2 o/o de pre-
portugez mi
Sedulas do governo de 1 a 5,5000
Largo do Corpo Santo n. 21
BANCO AUA & C.
Roa do Trapiche n. 34.
Desconta lettras co imerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em conta corrente
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio. da Prata e Euro-
pa, e compra cambiaes so'ire as mesma?
pracas.
Encarrega-se, por commiss5o, da com-
pra e venda de fundos pblicos e accoes de
aompanhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seo pagamento, e de qual
traer outra operacSo bancaria.
O expediente para o publico comecar
s 10 horas da manhSa, e terminar s 4
horas da tarde de todos os dias uteis.
Soberanos
Ouro nacional
Reidimento do
(dea do dia 9
ALFANDEGA
dial aa .
W6MM705
31:0H3t8
317:909*018
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com bxendae 367
litan idem com gneros 584
CASA DE
Teodoro Simn & C.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
letras de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontara, letras da trra e outros ttu-
los ooramerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
las transaccoes, da cobranca de letras da
ierra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrate, e a prazo xo.
Largo do Corpo Santo n. 21.
' GOMPHIR
DO
BEBERIDE
Para que chegue ao conhecimirnto do
todos os concessionarios de penas d'agua
que estao atrazados cm seus pagamentos, a
administraco da mesma companhia manda
fazer publico os trechos das actas de 18 do
junlio de 18G7 e de 17 do no venturo de
1868, relativos aos mesmos concessiona-
rios.
Deliberou-se que se avizas^e aos de-
vedores de penas d'agua. jara que fajam
eleclivos seus pagamentos dentro de 30
dias, sobr, pena deuse-lhc? cortar a pena
d'agua e serera accionados.
Que se faca cffecttvj| a Jeliheraco to-
mada na sessao de 18 de juuiitf do anno
prximo Ando quanto aos devedores por
concesso de penas d'agua.
Escriptorio da Companhia do Bcbeiibe 7
de abril de 1869.
0 secretario,
Dr. Prxedes Gomes de S. Pitonga.
Pelo juizo de orpliao d esta eidade, escrivo
Guimaraes, tem de ir a pra^, lindas as 3 audien-
cias, 4 casinhas de madeira, cohertas de tlhas,
sem nmeros, sita na ra do Na'icente, fregueiia
de S. Jos, prximo ra Imperial, pertencentcs
aos menores herdeiros da finada loanna Francisca
de Menezes, avallada cada urna en lOOi.
Tribunal do comaiercio.
Pela secretaria do- tribunal do commercio lo
Pernambuco se faz publico que leam registra
O distrato da sociedade de Manoel Joaquim Das
e Elesbo Joaquim Dias, que. gjn"on neate praca
sob a firma de Manoel Joaquim Mas 4 Irmao, de
cuja liquidacao Ocou mcarregado o a-sovio Ma-
noel Joaquim Dias. ... .
O contrato de sociedade em eomnian Uta, sob a
firma de Thoodoro Simn 4 CJ **J$**"M>
o mesrao Simn ; t^**&E**2T
prae venda, por con; f, ?fta
'n* venda de Wraa. de cambio e outros
nuZamar titules commerwaea; a compra e venda,
|M5X*loWsdecamlHO, te cobran?*
i wS terr e de outros litlos eoeamereiMs;
, .'4dw eew** wrMte e per tempo dotermi-
------anaatiaa cm depwito ; com o cn-
a, para o qual entra o socio res-
6:56o*

i\
I
f
?
i!



Diar de Pernamboco SaBBado 1(T de Abril de 1869.
T)distralo da sociedadc de. logo da Silva Santos
& C, da qual ora o nico ivspon-.-iwl o mesni i
Santo-, a cargo de uuein Oca a liquidacao do ac-
tivo e passivo si
O contrato da soricdade de Manoel Luiz Ribei-
roe Manoel Femlta Coelho, esiaheleridos nesta
ndade com taberna, sob a Urina de Hibeiro & Coe-
lho, e o capital de i.500# fornecido por ambos.
O contrato de soeiedade de Joo da Rocha &
Silva e Manad Alves Lessa, establecidos nesta
cidade coraloja de miudezas, sob a Arma de Ro-
cha e Silva 4C.,o capital de 22:5004 para o
aal entra o socio Rocha com 20:0003 nos fundos
o estabelecimento social.
Secretaria do tribunal do comniercio de Per-
nambuco 8 de abril de ISG'.i.
O oflicial-maior,
"______________________Julio Gn maraes.
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0 conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o segainte :
1.000 baixas sob o modello n. 1. .
1,000 folhas para receituario sob o modello n. 3.
1,000 altas sob o modello n. 7.
1,00(1 folhas para pedidos das dictas sob o mo-
dello n. 23.
10 toneladas de earvao de pedra para ferreiro.
lio paos de brelas (maros).
40 garrafas com tinta para escrever.
10 lences de latao de 12 libras cada itm.
1 mastro prompto para bandaira com 50 palmos
-de COtriprimento.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos,.
apresentain suas propostas era caria fechada
na sala do conselho, as 11 horas do dia 16 do cor-
rente.
Conselho de compras do arsenal de guerra de
lVinambueo 9 de abril de 1869.
1'. Uphael de Mello Reg,
Precesete.
Jos Baptista de Castro Silva,
Secretario.
Conselho de compras
navaes.
O conselho promove no dia 12 do cor-
rente mez, vista de propostas recebidas
at as I i lioras da manliaa, c sobre as con-
dii oes do estylo, a compra dos objectos do
material da armada, seguintes: l ancora de
0 quartilhos, G pecas de arrribem, 2 bu-
les de ferro eslanhado, ii duzias de chica-
ras e pires de ferro eslanhado, 1 pera de
cabo de linho de 4 '/* pollegadas, 20 ca-
chichas ile lapes sortidos, G arrobas de col-
la da Babia, 20 libias de cera pela para
corrame, 2 arrobas de lio de algodo, 5
lences de ferro ioglez de i, 6 arrobas
de graxa, 20 resmas do I i xa de esmeril
em panno, 1G livros de soccorros impres-
sos para marinhagem, melade de 50 folhas
e a outra metade de 100, 6 arrobas de mia-
Ihar, 10 libras de obreias francezas, 12 ar-
robas de oleo de linhaca, 83 arrobas de
plvora grossa, 20 grozas de pennas d'aco,
.'> duzias de pratos de ferro eslanhado, 1
regiment de signaes para navio, 3 terri-
nas de ferro estanbado, 1,000 tijolos de
fogo, 20 tiralinhas e GO grosas de torcida
para o pharl.
Tambem o conselho no mencionado dia
12 do corrente mez, contrata por igual for-
ma, o fornecimento de bacalho e boiachi-
nha americana, para completo do de vive-
res aos navios da armada e estabelecimen-
tos da marinha no corrente trimestre.
Sala das sessoes do conselho de compras
navaes, 8 de abril de 1869.
O secretario
Ah'xaudre Rodrigues dos Arijos.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DE
8a ricita da assignatura.
Sobbado 10 de abril de 1869.
ESPECTACOHJ EM GRANDE GALA PARA SOI.EM-
SISA A AHERTTIU DA ASSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
A' chegada de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, executar-se-ha
0 HYMO NACIONAL
Niuino-sca primeirareprosentaco do drama
em 5 actos, de Anicet Bourgesis, Irduzido "pelo
S r. J. V. da Silva Azevedo
Personagens.
I presidente Delannoy. .
Francisco Beandonin." .
Marcelino, rendeiro. .
Simao.......
Samuel, joalheiro. .
Jorge.......
Lapierre......
L'm offlcial de cavallaria. .
Andr.......
Estenio, menino de 6 annos.
Mara. .
Os senhores.
J. Augusto.
Jos Victorino.
C. Rocha.
Martinho.
Brochado.
Guimaraes.
Santa Rosa.
Jordani.
Florindo.
Zulmira.
Julia Azevedo.
A Sra. Gorin......Maria Velluti.
Victorina.......cielia.
Micchellette......Carolina.
Mocos, mocas, soldados etc.
Denominarao- dos actos.
1 A honra e o" dever.
2Um crime espantoso.
3oO encontr.
4oO sacrificio da victima,
o"A conlissao.
A.aceitopassa-se o Io acto em Paris em casa
de Francisco, o 2 na herdade de Marcelino, o 3.
e 4 em Rumont em casa do Sr. Gorin, o 5 em
Troy em urna prisao.
Comec.ai as 8 horas.
Grande e variado espectculo
DIVIDIDO EM 3 PARTES
TODO PARA IIIII
Domingo 11 de abril de 1869.
primeira parte comedia em 1 acto
M" SABIO COMO HA POUCOS
O papel do-so Minado pelo Sr. Mar-
tinho.
Segunda parto muito a li 1 ena 1 acto
O hornero nao 6 perfeito
Tomam parto os Srs. Thomaz, Jordani, Jos
Victorino, e as Sras. Mara Velluti o Apolonia.
Terceira parte o Sr. Martinho exibir sua
cansoneta do
ItIflI IMYIIO
Quaria parte comedia em 1 acto
Actores: Brochado, Couto Rocha e Sras. Ca-
rolina e Francisca.
Quinta e ultima parte
O reerntaineato na ro?
O sargento Fer ahraz des mpenhado pelo Sr.
Martinho, o qual dansar juntamente com as sc-
nhoras Apolonia e Carolina.
0 Liradun ele Mon-Roy.
Comecar as 8 horas.
THEATRO
Gymnasio Campestre
associaco artstica
Primeira representaco do magraHm drama em
.'! actos, ornad) de msica, intitulado :
0 IllE lillttl
OS MENINOS D'ALDEIA
Personagens. Actores.
Conde de Castelli........... St De-Giovanni.
Holand, mordomo.......... Silva.
Gervasio, um dos principo.es
habitantes d'Olival........ Braga.
Paulo 1................. D. Jesuina.
> mancebos abandonados.
Justin) )................. D. Bernardina.
Jacquinet, sobrinho do Ger-
vasio................... Sr. P. Augusto.
Baronoza de Castelli........ D. Olympia.
Marcolina, reudeira d'Olival. D. Joaquina.
Laa, lilha da d|la......... A joven Heuriqueta
1" soldado................ Sr. P. Montani.
" dito................... Emiliano.
1* camponez.............. Sellan.
2. dito.................... Henriquc.
i" dito................... 1 Olivcira.
Soldados e camponezes.
A scena passa-sc na aldeia d'Olival, na Proven-
ra, no anuo de 1645.
Bate drama foi representado innmeras vezas
nos tlu-atros da corte, com applaaao geral.
Terminar o espectculo com a milita applaudi-
da comedia em um acto, ornada de msica, deno-
minada,
0 dote de Maria
Tomam parte as Sras. D. Jesuina, 1). Bernardi-
na e os Sr. Silva e De-Giovanni.
AVS0
As pessoas que morarem no Recife e em toda a
linha frrea, at Apipncos, querendo honrar este
espectculo lero depois do mesmo, pussugem gra-
tis, em
Trem especial
Para maior commodidade uos dislinctos frequen-
tadores deste theatro, os espertaculos d'ora avan-
te, principiarlo s 7 horas em ponto, afim de ter-
minaren), pouco depois das 10 horas.
Os billietes achani-se desde j, no theatro ; c
por obsequio, em casa do Sr. Godofredo, cabclle-
reiro ra do Crespo, pelos preces seguintes :
camarote com 6 entradas liOOO, cadeira 2000,
geral 1000.
na nova do Sania Rilan, i
scientifica ao respeitavel publico, quesabbado 10 do
corrente dar a segunda estra de bailes pblicos
a carcter, e que tem grandes convites feitos entre
alguns de seus amigos para que comparceam nes-
te estabelecimento sabbado 10 do corrente) afim de
se tornar um baile mais brilhantc; do que d sde
j certifica, que s poderao ter ingresso pessoas-
decentemente vestidas. Entradas para cavalheiros
M0O0 e senhoras pelos seus lindos olhos. Ser
cumprido fielmente o regulamentc policial. No
mesmo estabelecimento se alugam cortinados, tan-
cas, resposteiros, espedios grandes e bandeira?
para qualquer festividade; assim como se encarre-
ga para ir preparar qualquer banquete na capital
ou mesmo no matto. Anda se recebe assignatu-
ras para o divertimonto, que deve ter lugar aos
domingos de tarde, as qnaes pagara adiantado
I OOO mensaes. ntes da abertura, saldr nesta
folha o prograinma do mesmo divertimento do
caf, concert commerrial.
O administrador,
Luiz Alces Carneiro Lopes.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
DE
llavega^o costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara.
caty, Gear, Mondah,Acarac
e Granja.
O vapor Ptrapama, commandante
Torres, seguir para os portos cima
no dia lo do corrente as 5 horas
da tarde. Recebo carga at o dia 14, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
i horas da tarde do dia da saluda no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado de N'ew-
York por S. Thomaz e Para o vapor americano
Mississippi, o qu U depois da demora do costume
seguir para os portos do sul, para frotes o pas-
sagens trata-se com os agentes Henry Forster A
G-, ra do Trapiche n. 8.
- Para Lisboa
O patacho portuguez Maria, capilao Pedro Mar-
tins Branco, vai sabir com brevidade ; para carga
e passageiros, trata-se com E. R. Rabelio, ra do
Commercio n. 4i.
COMPAWHIA
DAS
Messageries imperiales.
Ate o dia 14 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Nacarre, o qual depois da
demora do costume seguir para'Babia e HM0
Janeiro.
Previno-so aos Srs. passageiros para os portos
do sul que por deliberacao do conselho de admi-
nislracao os antigos presos das passagens foram
poslos novmento era vigor, sendo :
Cmara (ida c volta 6 mezes de prazo) Proa
Para Babia ris. 50*000 753000 1S5000
. Rio do Janeiro. 100*060 150JO00 28000
Montevideo, pa-
tacScs. i.o30 1732o 34
Buenos-Ayres.. 120 189 3G
Os passageiros de Pernambuco para os portos
da Europa que niiizerein segurar as mesmas pas-
sagens a bordo dos paquetes desto companhia nos
mezes de maior altuencia tem a*Taculdade de as
tomar no dia em que os vapores seguirein para o
sul pagando porm como se fosse do Rio de Ja-
neiro.
Para cndieoes, fretes e passagons trata-se na
agencia ra do Commercio n. 9._______-_______
"COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegado costeira por vapor.
Fernando.
O vapor Gtqui, commandante Aze-
vedo, seguir para o porto cima no
dia II do corrente ao meio dia.
Recebe carga, encomniendas, passageiros e di-
nheiro' a frote at as :i horas da tarde do dia
10 no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Loanda
O briguo portoguoz Bfmohtda, capitao Silva, a
ebegar de Lisboa, saldr para Loanda poucos dias
depois de recolhido a este porto : pode receber
alguma carga, e trata-se cora o scu consignatario
Joaquim Gerardo de Bastos, rna do Vigario n.
16, I" andar_________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Karcgaco costeira
por vapor
Formoso e
Porto de Gallinhas, Rio
Tamandar.
O vapor Mamanguape, com-
mandante OUveira, seguir para
os portos cima no dia 10 do cor-
rente a meia noile. Recebe car-
, ga, encommendas. passageiros e
dinheiro a frete 110 escriptorio do Forte uo Mat-
tos n. 12._________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegaco costeira por vapor.
Macei, escalas Penedo e Aracaj.
O vapsr Potengi, commandante
Pcrcira, seguir para os portos cima
no dia 13de abril as 5 horas datar-
de. Recebe carga at o dia 14 as 3 horas da tar-
de, ncommendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 3 horas da tarde dodia da saluda no escriptorio
do Farte do Mattos n. 12.______________________
Vende-se o palhabote portuguez Eurica, for-
rado c pregado de cobre e prompto para navegar
pira qualquer parto, de lote de,103 toneladas, pe
ga em sote mil arrobas de carne, para ver em
frente ao trapiche do baro do Livramento, onde
est fondeado, c para tratar com Antonio Lniz de
Olivcira Azevedo & C, ra da Crnt n. 57.'
Maranhdo
Para o porto cima segu com brevidade o pa-
lhabote Joven Arthur, por ter a maior parte do
sen carregamento engajado, para o resto que Ihe
falta trata-se com Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C., ra da Cruz n. >7, Io andar.
Para e-R de Janeiro
pretende lahir com a maior hrevid ivel o
brjgmnacionaj flota** capitao Antonio Man da
LiflMl imn-dita'porto, rceelie r:u
escr;#05 a frete.: a tratar com es consignatarios
Marques. Barros & (i; no largo do Corpo Sarao n.
6, 2" andar. '
Rio fe Jcneiro
Segae com murta Urevidide para o porto cima
a escuna dinamarqnem Etis?, tem a maior parte
do sen carrefnnen engajado : para o resto que
Ihe (alia trata-se com. Antonio Luiz de Ovoira
Azevedo & C, ra da Hriiz n. 57, 1 andar.
BIRCH'A
Conipra-se urna barraca boa, de lotaco de .(0
calxas, |K)uco mais ou-menos: para tratar na ra
do Commercio n. 3.
LEILOES.
_i|HUJ_
Da armacao, gaz, pipas para depositoy can-
teiros e diversos gneros da taberna do
pateo do Trro n. 30.
Segiinda-fcira 19 lo crvente.
O agente Martins far Icilo da armaeao, gaz e
un resto de gneros existentes em dita taberna as
i 1 huras do da cima.
LEILAO
Segttnda-feira 12 de abril as 11 horas em
ponto.
O agente Pinto far leilo a requerimento.de
Jos Fernandos Gomes & C, e por mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz espacial dojMamcrcio de G far-
dos e 2 caixoes com iliversas fazendas inglczas e
3 volumes de estopa rom a marea T. B. M. e con-
tra marca J. F. G. & C, as quacs fazendas achara-
se em poder do depositario particular Antonio
Pedro de Souza Soarcs, no estabelecimento da ra
Nova n. 21, onde se effectuari o leilao o dia e
hora cima mencionados.
LEILAO
De una armacao envernisada e parte encamina-
da, balco, gaz e canteiros para pipas da
taberna sita nos Qualro-Cantos sobrado n. 1
esquina da ra de S. (oncalo.
Terca-feira 13 do corrente.
O agento Martins far leilo da armacao cima,
garantindo-se a casa ao comprador da armacao,
as 11 hoeas do dia cima.
Para o indicado porto pretende sahir em pou-
cos dias a veleira e bem conhecida barca Social'
capitao Rocha, por ter a maior parto do scu car-
regamento prompto, e para o resto que Ihe falta
e passageiros, para os quaes tem bons commodos,
trata-so cora o consignalorio Joaquim Jos Gon-
calvcs Beltro, ra do Trapiche n. 17.
Rio de Janeiro
Para o indicado porto segu com mnita brevi-
dade o veleiro e bem conhecido brigue Adelaiile.
por ter a maior parte do carregamento tratado ; e
liara o resto que lhc falta e escravos a frete, tra-
ta-se cora o consignatirio Joaquim Jos Gon^alves
Beltro, rua do Trapiche n. 17,
Lisboa
Segu com brevidade a barca portugueza Perei-
ra Borges por ter parte da sua carga prompta :
para o restante c passageiros, trata-se coiuOlivei-
ra,f,Filhos A C, largo do Corpo Santo n. 19.
Risco martimo
G. 5. Bakker, capitao do patacho hollandez Ca-
thrrine, precisa tomar a risco martimo, sobre o
casco, apparelhos, viclualias, corregamento de
assucar c frete do dito navio para pagamento de
despezas encorridas pela sua arribada neste porto,
a qnantia de 5 a 6:000000, para poder continuar
a sua vigem para Falmoutb. As propostas de-
vem ser entregues em cartas fechadas at o dia 9
de abril, as 2 lioras, no consulado dos Paizes Bai-
xos, ra da Cruz n. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Xavegaco costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, couimandante Perna, seguir
para o porto cima no dia 12 do corrente as 6
liaras da tarde, recebo carga, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a fete at as 3 horas da tarde
do dia da sabida no escriptorio do Forte do Matos
n. 12._________________________________
Para o Porto
pretende seguir com a maior brevidade possivel a
barca portugueza Seguranza ; recebe carga e pas-
sageiros, para os quaes tem excellentes commo-
dos : a tratar cera Cunha Irraaos & C, ra da
Madre de Dos n. 34.
Para o Porto
pretende seguir com a maior brevidade possivel a
niui veleira barca portugueza Claudina; recebe
carga afrete e passageiros, para os quaes tem ri-
cos e excellentes commodos : a tratar com Cunha
Irmos & C, rna da Madre de Dos n. 34.
LEILAO
De uir sobrado de '.) andares e urna grande
casa de campo sita a ponte de Ucha
n. 17.
O agente Puntual vender em leilo por auto-
risaoao de diversos, um sobrado de 3 andares, bem
censtruido, todo de paredes dobradas, em so o fo-
reiro, sito rua da Praia n. o9, sendo o seu pro-
ducto para liquidacao de dbitos. Na mesma oe-
casilo vender-se-ha uina magnilica casa do cam-
po, solo proprio, sita a ponte de Uchoa n. 17 jun-
to a estacao dos trilitos urbanos que entrada da
ponte da Torre, com os commodos seguintes :
grande sala de visita estucada, dita para jantar,
6 grandes quartos, cosinha, um terraco atraz da
mesma de 40 palmos (coberto) fora' da casa, 3
quartos, cocheira, deposito d'agua do Prata, um
tanque de marraore para Jbanlio, um xlito para
lavagem de roupa, sendo o sitio plantada e tendo
400 palmos de fondo dividiudo com o rio.
Os Srs. licitantes podero examinar os ditos
predios, mas somente das 3 l\i as 6 horas da tar-
de e concorrerem ao leilo.
Quinta-feira 16 do corrente
no Io andar do sobrado n. G2, ra da Cruz as
11 heras.
AVISOS DIVERSOS.
MERALDi

*
3
s
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimeno de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
prapa, e por presos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciossas.
mu \:;.
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e litleratura nacional no gymnasio
provincial do Recife, tem aberto em sua
casa, ra Bella n. 37, um
CURSO DELINGUA FRANCEZA
DE GEOGRAPIIIA E HISTORIA
DE PIIILOSOPHIA
DE RHETORICA E POTICA.
Os estudantes qne prctenderem frequen-
tar qualquer destas disciplinas, podem diri-
gir-se indicada residsncia, de manba at
as 10 horas, e de tarde a qualquer hora.
Carta perdida com
dinheiro.
Hontem pelas 10 horas da manhaa per-
deu-se da ra estreita do Rosario para
a do Queimado, um envelloppe fechado
contendo 200#0O0 e dirigido ao Sr. Dr.
Vicente Pereira do Reg. Quem o achou
e leval-o ra da Cadeia n. 48, ser ge-
nerosamente recompensado.
O Dr. Manoel Enedino llega Valenca
SS pode ser procurado para o oxercicio de
gil sua proffssao de medico a ra da Cam-
(jgl boa do Carmo n. 21, Io andar.
Pergunta-se ao Sr. Antonio do Reg Medeiros
negociante de moldados junto a fundicao de San-
to Amaro, se nao verdade ter estado em sua
casa como caixeiro Francisco de Aguiar e Mello,
subdito portuguez, o qual trabalhou 8 mezes e
nao percebeu seu ordenado.
Quem precisar de urna ama para casa de
hornera solteiro de muito boa conducta e tambem
boa engommadeira dirija-se a ra do Jardim nu-
raero 24.___________________- ________^_
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cruzes
n. 9 : a tratar no mesmo sobrado primeiro andar,
das 9 horas ao meio dia.
Precisa-se de uina ama para servico de pe-
quena familia : na ra das Larangeiras 22.
Sob orna forma lmpida e agradavel, este medica-
mento, rune a quinad qne o tnico por excelhmcitf
e o ferro, um dos principaes elementos do sangue. E"
adoptado pelos mdicos mais dislinctos de Pars, para
curar as coles paludas, facilitar o desenvolvimento
das meninas e restituir ao corpo os seus principies
alterados on perdidos. Faz rpidamente desapparecer
as dores d'estomago intoleraveis suscitadas pela ane-
mia ou pela leucorrha, s quaes as seuberas esto
tantas vezes sujeitas, regularsae fcil i la a menstruafao,
e receitado com successo s criancas paludas, lym-
pbaticas ou escrofulosas. Emfm, excita" o appetite,
favorece a digeslo, e convem a todas as pessoas cajo
sangue est empobrecido pelo trabalho, pelas moles-
tias, as convalescencas longas ou difoeis. Os bons
resultados nunca se fazem esperar.
Deposito em Pernambuco, em casa de Hamt O*.
RA
DO
CABGI
esquina
[da roa larga do
Bosario.
AO ANNEL DE OURO
Este importante estabelecimento no seu genero, tem empre um sortimento sem igual,
e vende por presos que nenhuma outra casa pode vender. mmm
A vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-s-ha convencer da verdade.
Garante-s ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele-
vados. I
RA
EO
A loja est aberta at s 9 horas da noute.
CABUG
esquina
da ra larga do
Rosario. m
3


- Diario de Feniantlx&co Sabbado 10 de Abril de 1869.
.,
Trocam-se
wnotas do banco o Brasil odas "*Jj
com descont arito raaoavel: na praca aa muo-
aeudencia n. 22.
I
de ob-
-""^^SSdeia-
Resta
os di
caranda, mogno e air
apurado gt
stMtodo ^',;,,,/ ostrtbaftosde
inha.coinos.jam.cmpalkamentos de lastros
, camas, cadeiras e sopeas-
So ftiemse MU pertpo lolo.
EMPRESnWO SOBREf
Na Iravcssa da na
das Cruzes n, i, pri-
mciro andar, da-sc qual-
quer quana sobre ouro,
prata e podras preciosas.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltro
aUA DO TRAPICHE K. 17, i. ANDAR.
Sacca por todos os paepietes *obre o Ban-
co do Minho, em Braga, ,e sobre os segra-
te logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coiinbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val do Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Ejamalico.
Lainego.
Lagos.
Covilhia.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Reja.
Barcellos.
BAKTHOLOMEU & C.
de de ESartholoni en A O
O dono deste estabelecimonW,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condires de ga-
rantir a transaeco que se fuer em .
sua casa, prometiendo todo e zelo f
e consideraco s pessoas que se gg
dignarem de honra-lo cm seu esta- rgj
belecimento. r^t
Na mesilla casa compra-se ouro, g
irata e brilhantes. ^,~,~,M
Ama de leite.
Pree^a-se de moa anta de Inte sem lilho : a
tratarno tracto de Ouro n, 2 1), ra ,1o Cabuga
_tta.se atoro< a anana de i:**}* sob hv
nsthcra cm predio de Sobrad i
-mliarM-ado : dirjase a roa nova e Muta Rita
n. S4, que se dir quein d.
jg Aas500 paros de brincos.
g Chegou e vende-se no Coraco
III d'Ouro, rita do Cabug, brincos de
M raiosinhas com urna franja pendeii-
t&j te a um rico desenlio o ouro de
l lei, pelo pequeo preco de i5#000 j
\- cada par. baratissimo.
IaRA USO INTERNO
P R I". I' A R A D O S S 1 M P L E 9
Xarope de jurubeba g*rafa. 15000
Vitilio de jurubeba garrafa. iA600
Pilulas de jurubeba vidro. i#600
Tintura de jurubeba vidro. 640
Extracto bydracoolico de jurubeba. 42^300
+ I'ttEPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 25000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. 15000
Pirulas de jurubeba ferruginosa vidro. 25000
Oleo de jurubeba vidros. 640
^Pomada de jurubeba pote 640|
Emplastro de jurubeba libra. 2oU0
PARA USO EXTERNO
rA JUIUTBEBA*
Ksta planta hoje reconhecida como o mais poderoso tomco
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do ligado e bago, as
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacocs
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos temores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores giandulosos, na anazarcha, as hodropc-
zias, erysipellas ; c associada as preparaeoes ferruginosas, ainda de grande var
como um excel-
DO
Centro Liberal
Broclmra in 8o
1,5000
RAMA PKAHCEZA.
Alunae um sitio a Torre, co* Squarlos
duas salas, e cosinlri e qaarto Tora : a tratar cora
Andr de Abreu Porto.________{__________
Club Pernambueano
A partida do copente mez, ter lugar
na noute do dia 24._____
H3SI
A pssda (we amtanciou ter pratica de soc-
ios e moldados dxe carta nosta typograpSia com
as stjeiaes P P, indicando quaes as pessas que
podem informar a scu rcspciio. __________
Do xarope Vegetal Americano, cspecialidade de
it RA LARGADO ROSARIO34
Nao costumamos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei-
xamos que sua applicaco e os resultados obtidos pela pessoas que se dignaram aceta-
los, lhesdeem crdito-e voga; porque sao sempre os attestados considerados gratuito*,
e delles que lancamo o charlatanismo; mas, nao querendo uffender as pessoas espontneamente nos olfereceram os que abaixo v5o transcriptos, os fazemos publicar,
manifeskindo-lhesnossa gratidao pela attenco, esperando que venbam ellos corroborar
o concedo, e acceitac3o que 'tem merecido nosso xarope.
Darholomeu & C.
ATTESTADOS
lllnis. Srs. Rartholomcu & C com a mais subida satisfago que declare
ser o-xarope Americano de urna efflcacia extraordinaria, pois que soffrendo lia dias d
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamento!
que tomava, a elle recorr e naterceira colher fui alliviado, e de todo me acl o boje res-
tabelecido com o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois,r esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obr^ado.Ma-
^oel Antonio Vicgas Jnior*
w Sua casa 20 de abril de I8G8.
Illms. Srs. Bartholomeu A CPenhoradissimo com o favor que me fizeraa
de acon#elhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua eampcsiyo, quamlo me aeha-
va bastante doente de una tonstipatao, queme tornou completamente racTTfjW
trouxe urna forte tosse, e me impossibiliton de cumprir os meus deveres de cantor da
empreza lyrica, vou agradecer-lhes met completo restabelecimento, que ebtve com ua
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muilos iratamentos. Desejarei
que oulros como en recorram ao scu xarope para se verem alliviados .de tao tenive
iucommodo, to fatal neste paiz. Com maior consideraco contina a ser de Vv. S.
atiento, venerador e obligado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu A- C0 xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teca
exposto venda de toda efficacia para o curativo d'asthma, conforme observei app-
cando-o a meu fiiho Joaijuim, menor de quatro annos; victima d'esse flagt lio, que at
cnto por espado excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grandt
nomcada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a exprcsso altamente sincera de meu reco-
nhecimento ao meritorio servigo que lhe prestaram com o indicado xarope, acreditan-
i do-me pai-a sempre de Vv. Ss. criado, atiento e obrigado.Americo Netto de Mendonca.
Recife, 2 deoutubro de 1868.
DE
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou escrara para
comprar e cozinhar para una ca?a de pouea fa-
milia : na na das Cruzes n. 2, i" andar ple-
re-se escrava o paga-se bem agradando.- __^
GRATIFIACK
de 501000.
yo dia 23 do mez pastado fugfo do eagenho
Pimentel, o mulato Jeremas, do idade 20 auno?,
altura reaular. gordo, com taita de denles na ovil-
le, pes bem t'eil' rom urna cicatriz na piirna di-
re'ita, testa pc.|uen.i, cabera coraprida, caliellos
pouco ciii-aiaiMiados, levou calca azul c camisa
azul de algodaa e chapeo de como : quein o ap-
prehender c reva-lo ao dito ejigcnlio, na frcguezia
do Cabo, ou ao Sr. Bernardlno do Sena Pontual,
ua ra da Benzala-Nova n. 28, no Recife, receb-
la a gratificarlo de <'i03.______________*
Ao commercio.
Jos de Souza Reg tem contratado com os Srs.
Oliveh-a & Souza a compra de seu estabeleciraento
do molhadus ra do Rangel n. '! : so algoem Be
julgar com direito a opper-w relerida compra,
apparera no praso do tres dias, a contar de boje
na ra do Crasj, loja da es Attenorio
Um individuo com 28 annos do idade, chegado
lia poucos das da Europa, cora bastante pratica
do commercio. habilitado a escripia. o;i serrieo
externo, c lendo conhcfuu.iiio do idioma laucez,
olerece seu presumo, dando dador ao sen com-
portamento : quam delle precisar mieira diri^rir-se
a ma Direita n. 48, OU a ra da Madre de Dos
n. 18. _____^
No #* t de marco ukimo fugio de Sanharo,
no termo de Stmbres, o mulato Arcbanjo, cujos
altura regular, corpo grusso, rosto redondo, pouca
barba, peruas grossas e cahelludas, e os pea mal
feitos, lera sido vaqueiro desde pequeo, prolissao
do que muito gosta. pfovavel que tenha mudado
onome e passe |ior livre : quein o apprehender e
entregar en Cimbros a bch jeobor o tenento-coro-
nel Antonio Rodrigues de l'ivitas, ou ra do
Corredor doBispo n. 10, m Recife. ser bem re-
iill mi li iln
Luiz Vianna previne bus seuhores eoniniei-
ciantes que na i paguera urna ordera, a seu favor,
rinda da Babia o subtrahida do correio.
Precisa-se de una criada livre ou eserara
para comprar, cozinhar e engommar para una s
p-.-ssoa, paga-se bom salario : na ra de Hurtas
n. 66.
JJ. Fcrreti-a Vlllcla.3
Photographo ta casa imperial
premiado em diversas exposi-
coes.
Na sua pbotographia ra do Cabug n.
18, entrada pelo pateo da matriz tira retra-
;os por todos os systemas photegraphicos.
Em porcelana Em vidro
Em talco Em papel
CART ES DE VISITA A9* A DZIA.
s retratos* mite-cte-visile sao collados
iU carto de luxo bristal ou porcelana,
iourados ou lithographados, quadrilongos
iu vinhelas para oque existe urna varieda-
ie de 12 modelos a escollia de quem se re-
catar. Para as mitras especies de retratos
;emos caixinhas, passe-par-touls, qaadros
i molduras domadas e pretas cassoltas de
mro e alnetes simples e com pedias pro-
diosas, havendo nos alnetes una mimosa j
ariedade de fcitios.
O nosso estabeleciinento photograpbicol
t sempre ein dia com os melhoramentosj
) progressos que na America do Norte, na |
Suropa ou no Rio de Janeiro.seconseguel
a arte photographica, e para alcancarmos I
al fim nunca pouparaos despezas nem sa- j
jificios, de sortoquo os nossos numerosos.
'reguezes podora ter a certeza de que sem-
jre encontraro era nosso estabel:rmento'
;udo quanto a arte e a moda offereeer de
iom no novo e velho mundo ao amantes
la photographia._________________
Luiz Manuel Filauciras participa ao respei-
lavel corpo comuierciat de Pernambuco, que desde
Io de mar'o do correnb^ adniitlio como seu socio
o scu caixiiM o Sr. Them l.eitc de Oliveira, cuja
firma gyrar s-ib Luiz Manocl Filgueiras & C.
AVISO
aos constructores e
mestres de obras.
Serrarla a vapor da rua do .Hou-
dego u. 99.
Os donos desta serrara acabara tk recebar urna
grande remes de madeiras de primeira qnaida-
de. Para dar grande extracao a suas madeiras, e
assim dar sempre a fazer a sua serra, ellos teem
resolvido vender muito barato. s mestres de
nina aeharao sempre tiioas sorradas de qualquer
li usura o largura, c appareluadas, para cora fa-
cidade o promptidao, fazer portas e janellas. Ven-
den) caixilios para janollas e portas,_segundo a
postura da csjnai'a, por preces como nao possi-
vel lize-los em qualquer parte ; taboas para ali-
sarcm com moldura, tal oas para paredes oe di-
visan inteira, etc eU'. Encarregam-se de fazer
nulas commodidade dos freguezes, elle lera aborto un
deposito de suas mad.iras serradas, na rua de
SantJ Amaro n. 0, junto a estaca) dos trilbos ur-
banos dos Apipucos. L est urna amostra dos
caixilhos, das janellas c das portas que se costu-
mam fazer.
as anemias, cbloroses, faltas M menstruaco, leucorrheias, desarranjos atnicos qj
estomago, debilidade orgnica e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos aiurmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Penetra do Car-no, Firmo Xavier, Silva etc. Tod# elles reconhecem a excellencia d'este
poderoso medicaraenlo sobre os demais at hoje oonhecidos para todos^os casos citados,
tanto|quc todos os dias fazem d'elle applicaco.
Aprasentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por im generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle,_e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tiuhom ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna umitas vezes improcuo um
medicamento, que poderia prodtrzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bemeonhecer as pro-
piedades medicamentosas cresta planta em suas raizes, folhas, fructas ou bagas% e a
dose conveniente a applicaco, leudo aim d'isto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeico possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos im-
portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto' os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar, a "prompta e infalli-
vef cura de qualquer dos sofiimenios, que deixamos innumerados, se forem em tempo
applicados, tendo alm d'sso, medico en doente a vantagem de escolher as nossas va-
riadas preparaces, aquella que melhor lhe pode convir, j pela fcil applicaco, c ja pela
complicaco das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo. _
As
lamente sotareis
como taes esto ..>,
jurubeba ^be^aScalo TI^^^Z^ZZ^l^^n^ W e feito ltimamente melhorameidos
em nosso deposito^lm fihSS traamos m'S extensamente d'esta planta e dos | deste paiz; quanto svozes sao melodiosas e flautadas
mesmos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Boflea e drogara
34Rua larga do Rosario35.
DE
IV1GNES
N. 55RUA DO IMPEMDORN. 55.
Os pianos desta anliga fabrica sao hoje a&gz conhecidos para seja necessario
DOENCAS DO PEITO
GRIMAULTe C.A pharwiaceuticos em PARS II
A efficacia d'esU preparaao estiestabelecida desde i 857, pelos mais celebres mdicos. Desde
enlo muitas imitaedes tem sido feilas, mas nenhuraa poude sastentar a comparacio com o
producto apreseniado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga sempre
este xarope com urna bella cor de rosa, nunca branca, e com a nossa assignatura roda do
frasco. '' ...
Sob a sua influencia, a tosse acalm-e, o suores nocturnos cessSo e o doente votve rpida-
mente sade. 0 seu em prego di tambero os*mais brilhantes resultados nos defluxos, catar-
rhos, bronchites, irritacoes do peilo, eW.
Denosito em Pernambuco, em casa de C*.
&4&iR*&&&iNmBm^
importantsimos para o clima'
e por isso muito agradaveis aoi
ouvklos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas,tantonesta fabrica como nado Sr. Bloo-
del, de Paris, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premia-
dos em todas as exposices.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um cxplendido e variado sorti-
mento e msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e piano
harmnicos, sendo tudo vendido por precos cpmmodos e razoaveis.
AVISO.
FRESCOS!!
4> Campos da rua ds> Imperador n. 28, tem
para vender queiius de coalha muito frescos, ul-
timamenti; ebegados do Coara c aproveita a acata-
silo para avi/.ar ao respcitavel publico em geral (
BU particular aos amigos do passar bem e at ga
rante, que o seu estabelecimento, um dos quo
pode proporcionar melhores manjares, aos cju>'
Snstain do que c bom, por se adiar lm prvido
e gneros que lhe sao compativeis Qcando dest
modo dispensado de fazer amiuncios pomposos :
extensos que se costuuaa publicar somente pan
cbamar a atten^ao e para que os seus freguezes
e o publico acrediten) basta ira ruado Imperador
n. 28
jRMAZEM DO CAMPOS._______
Arrenda-se o engenbo Minwiitn, moenie e
corrento, nieia legua distante da cidade do Rb-
Formoso, onde tem [iorto de iwibarqoe, ra; o com
agua, tem manas, inuitos terrenos para qualqur
cultura : a entender-so com o I. tcharel Christovio
Xavier Lopes, na rua da Imperatriz n. 52, segralo
andar.
losar
pos, Orna legitimados finados Antonio Jos Tei-
xcira Castro o suh inulhor, declara que nao -e
toado feito o respectivo inventario profasta canta
qualquer venda que aeam os herdeiros d'elle d )s
oensque existera.
l'recisi-se de dous liomens estrar-
geiro?, de prsferencia portuguezes on hej-
panht.'s. que qeiram empregar-se cm um
engenbo distante d ga 18 legua-,
a tratar rua doLivramento n. 6, loja.
AluafciW >aai prete pgciavq para casa i
pouca famiBa ou boznem Mhetro, para eoainhi :
quem quizer dirija-** a j>raca da l'mio u. 8, que
wu dir qaluga. "
Desappareceu no dia 4 do crrente o escravo de
noran Marcelino, idade de 2o a 30 auno, crionlo,
cor^reta, baixo, cheio do corpo, testa grande,
olbos afumacados, con lodos os dentes, tem o pes-
coco curto e'a cabeca chata, pes grande e ura
tanto apalbetados, tein um pe mais grosso que o
outro, as mos grandes e as juntas dos dedos todas
altas, e os dedos todos torios, levou chapeo de
bata chucuta, calca e jtqueto de brira branco :
quem o apprebendiirleve a rua do Livraniento, nal
loja de cera n. 3C, que ser generosamente re-
compen ado.____________________
A firma que gyrava nesta praca sob a razio
de Tbeodorio & Carvalho, foi amicavelmente di-
solvida em :it do passailo, tirando Joaquim Caeta-
no de Carvalho o nico responsavel pelo activo e
Sltshro da extincta (Irma, c o socio Joao Tbeodorio
a Silva pago c satisfei:o de seu capital c lucro.
Recife 6ne abril de 1869.
Joaquim Caetano de Carvalh i.
Jofio Tlwedoiio da Silva.
Frederico Maia
Cirurgio dentista pela cseola
de niedieiua
do Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respcitavel publi-
co desta capital e seus suburbios, que tem aborto o
seu gabinete de consultas e operaoocs dentarias a
rua Direita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da niant>a as
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeicao collocar dentes arliliciaes
porquaiquerdos systemas, e bem assim desempe-
nhar qualquer outro trabalho concernente a sua
profissao. O mesmo, recoubecendo que nem sem-
pre possivel ssenhoras ou erianijas sanirem a
procreo/o remedio, oflerece-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem qu isso intlua cousa
alguma na commodidade dos precos de seus traba:
Ihos.equando para fra del la assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo ello a
seguranca e perfeicao de seus ditos trabalhos. Em
scu gabinete se encontrar constantemente excel-
leiite pos dentifricio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgicos : rua Direita n. 12, primeiro
andar.
CUBA DOS CALLOS;
PELA
Pomada galonpeau.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34------Rua larga do Rosario------34.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A Companhia iademnisadora, estabelecind
testa prata. toma seguros martimos sobre
lavios e seus carregamentos e contra fogo
un edificios, mercadorias e mobias: aa
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo..
GRANDE HOTEL
BE ORIENTE.
InaHgurou-se este commodo e elegante
estabelecimento d'onde os seus frequenta-
dores poderlo apreciar a especialidade na
confeecjo dos gneros alimenticios.
As bebidas sao as mais primorosas e re*
commendadas.
A decencia e bom servir/ primam n'esta
casa uo bello gosto oriental.
Mandam-se domicilio comodonas, tanto
avulso, como por assignatura mensal. Os
presos sao mdicos c convencionaes.
Ha urna espagosa e bouita sala para o
elegante jogo de buhar.
Ha tambem aposentos commmodos e bem
mobilhades para hospedagem.
Rua larga do Rosario
n. 44.
m LARGA BO ROSARIO l V
Este acreditado estabelecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para chc-
gar ao cume do bem viver.
Alm dos saborosos manjares confeccio-
nados com o melhor asseio, tem helios-apo-
sentos de hospedagem, tanto para urna s
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indispensavel elemento para a
vida e hygiene, temo-la sempre em abun-
dancia para facilitar excellentes banhos.
Ha tambem urna boa bibliotheca e perio-
j dicos nacionaes e strangeiros, piano para
recrcio, buhares, etc. etc.
- Juii- l'ereira, eessionario de Jos de Oliveira
-u.i mulber Fetismiiia Marlinba deGaii
Na ruada Concordia, pidafia, so precisa de
urna ama para casa de familia. .
k;
O engenheiro Antonio Feliciano Rodiig .
te, competentemente autorisado pelo proprieta-
no do sitio denominadj Aguasinha. em Beberil,
vende lotes de ierras, formados pero mano de ar-
mamento novos, organisado [ara o retalhamento
da superficie geral do jupraciade. sitio, todos com
eonnmirarlo rectangrlar. Tres as nova mente
aberlas n sentido longitudinal, islo de leste a
oesu;, dcclinacao de 1*. sul. tres ditas no senti-
do transversal, isto de sul ao norte, declinacao
de 17. a osie, darao para t-etto systcma e liellea
a essa divisao. A pro\'im4ad'c do rio Beberibe,
ferlidade datarreunsiicieniuinvnte demonstrada,
pelo vigor da wgetacao existente os recommon-
dam e convidam os (.oinpradore?. Os prgos se-
ro diflerentes, fluctuando entre mil at tres mil,
conforme a loeali Jade ; dimensoes. Pode ser pro-
curado as quintas feii'as e domingos no sitio ci-
ma mencionado, e nos mais dias em casa de sua
residencia, estrada de Joo de Barros n. i.
=- rndsa-se remprar urna eecrava que
engommar e cozflihar, e aue seja de boa eoaducta:
na rua do Queimado n. 09.
MOFINA
Sr. Antonio Francisco Duarte e sen mano Dr.
Ha^imiano Franeiseo Duarte, renliam rua Di-
reita n. 53, loja do Braga & C.
Para cosinha
Precisa-se de ttm escrava que cosinhe bem: na
rna do Cres|M) n. 83.
Eu abaixo assignado declaro pelo presente,
que vendi ao ao Sr. Miguel Agostinho Ramos Ma-
chado, a armacao de minba taberna sita a rua
Direita n. 50 livre e desembarcada de todo e qual-
quer debito. Recife, 6 de abril de 1869.
Jote Joafwm Gomes Tetxeira
Precisa-se de um criado para compras e
recados: na casa n. 18 da rua dos Colhos.
l'ede-se a pessoa que deaejava tallar com o
abaixo assignado june ltimamente meesereveu
urna carta expond*o motivo do seu annuncio
queirjtter a hondaJe de declarar por esta jornal
t#j8uio motivo, aQm de qne o publico fique
intrado. O abaixo assignado dixaria. de en-
eocamodar ao mesmo senhor o tivesse assignado
sua carta o tivesse consentimento para a publi-
eacio da njsma.
__________Manoel da Sirva Mfemfcmca Vianna.
CIIARITERIA E PET1T KSTAIH.MT
Annexos ao Hotel Central, rua estreita do
ilosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a variedade infinita
de charutos de Havana, Baha, Rio, etc. que
cxislcm neste novo estabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que ge-
ralmente se fazem, reduzindo-nos apenas
tres letras que s5o tres bbb bom, bonito e
barato. A' vista.do genero annunciado po-
de-sp julgar de nossa veracidade. Estacas
gosa tambem das condices de um eleganto
e pelit rettaurant onde se pode ver a es-
pecialidade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qualquer rccommendago para lanches e at fazer urna boa colacSo,
para lo acreditado estabelecimento, omit- juntamente com os principaes vinhos de
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresahindo ntre o bem a pura
fim, que o bom servico, ordem e moralida- e fervente champagne, o mui saboroso Rhe-
de imperara ivesta casa, como observancia no, a primorosa ceneja, o licor espirituoso,
fiel do regulamento que possue. o.quanto pode urna mesa. Faz-se nouU
ComedoriaS a la carie. sorvete e variedade de refrescos.
Fundicao da Aurora.
Neste vasto estabelecimento sempre se encontra
nm completo sortimento de taixas de ferro batido
e fundido, fabricadas recentemente, e e tabricm
de qualquer molde a vontade dos compradores, e
re?os razpoaveis.
Se for bom.
Pagar-se-ha bera ura moleque que se pretende
alugar : na rua larga do Rosario n. 44,1 andar.
Em casa "mTTHEODORO CHlHSlf-
ANSEN, rua da Cru n. 18, encontram-se
efiectivarnente todas as qualidades de vinho
Bordeaux, Bourgogne e do Rbeno.
Tendo montado urna completa officina para oomcbrtq e afi.nacAo pe pianos e
.leudo'contratado para o mesmo fim o experimentado contra-mestre Sr. A. Rasouil
chegado da Europa pelo ultimo paquetc.trm a honra de recommendar este scu estabele-
cimento s Exmas. familia! Pernambucanas, prometiendo promptidao e peffeitd no
-abalho. .......
Rua Formosa n. 14
PEDIDO
Pede-se ao digno ebefe das obras p
lance soas vistas pira o mao estado da
Victoria no lugar das Areias.
Um padicente.
cas que
a da
atuso
se dirigir hia,"a
seu interesse.
Molestias do peilo.
V fai inha de S. Bento o nico alimento capaz
de sersupportado pelos estmagos fracos.o mais
conveniente pelos seus bons resultados snpssoas
atacadas de molestias do peito, aos conWfcscen-
tes, s pessoas enfraquecidas por toda a qulidade
de excessos c s senhoras que teem perdido as
cores pelas perdas de sangue : nico deposito, na
pharmaeia do Pinto, rua larga do Rosario n. 10.
Caixeiro.
Offerece-se um caixeiro de 18 annos de idade
eom pratica de taberna, dando conheeimento de
sua conducta : a tratar na rua do Imperador n.
t, 1* andar._______________
Precisa-se de utna criada livre ou escrava
que saiha coer, ougommar e fasnr os arranjos
domsticos de urna familia compost de 4 pessoas :
dirija-se a rua do XrMMChe n. 14, 2o andar, con-
sulado francez.
MA
Precisa-se de urna ama para todo servio de
i familia : na ru:
Precisa-se de urna criada para enfnmar
Bemflcfl, sitio do Sr. Barroca.
jApoMo n.
emf Proel
Jzinhar: na
a ma da Penh
LIMA, LESSA & C.
tRIJA
O respeitavel publico encontrar nesta officina habis mestres e bem conheci,
na arte, aflianeando-sc o melhcr desempenho conforme o gosto e vontide do fregUo/
assim eomo a maior pontualidade na entrega das obras; recebemos de Paris, por todos
os vapores, os mais moderaos figulinos para nao haver nada a desejar; bem como
varias encommendas de casimiras modernas e outros artigos proprios para lioneos;
temos grande deposit de roupas feitas de toda a qulidade, como sejam: camisas
francezas, inglezas, chapeos de sol de seda trancada, o que ha de melhor, grande
sortimento do meias, colarinhos, punhos e grande novidade era gravatas modernas, e
fmalmeute completo sortimento de fazendas finas e roupas feitas, sendo os prego'os
mais baratos possiveis.
M* frimi+Mi katieai < araide. 4* teteaur BIOD. tnlmrJ ti. II*
iMMMi*.) Mr*. cor a
/;.
ama para comprar co-
a a. S9, aadar.
CAPSULAS VEGli ALS
CIO
AT
DEGRIMAUlT EC.ADhAPMACEUTICOS EM PAP
' Estas capsulas, com capa de gluten, conteem o balsamo de copahiba asaoeado I essew
tico (arvore do Perft), e constituem nm remedio instUivel centra a gonorrha. Ellas
MB i^ht o estomago e nio provocan nunca os esjg e nauseas qne oceaaonlo u
;,.,~^rSTdiII f tivos que ellass2osuperiesseafhisdpab;
. Deposio*em Pertnmku, m(
.etc.

rC
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ir
^^
mm
Periambuco
^JSK**<*
AMA
mcisa-se de urna ama que cozinhe com per-
irae e seja desembarcela : na ruada Palma
:
Agn
NOVO EXPLENMDO SORTIMENTO
a-florida de Guis-
lain
/

<,

f
i

Tintura indelevel para tingir os cabellos,
sem manchar a pelle.
""XUm conceiluada agua-florida deGuis-
lain que ento era des tullecida em Per-
oambueo, ja hoje estimada o procurada
Ditos cora ditas de velludo, 'outros imi-
tando chanto machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guarniro, domada ou prateada.
Coras c tercos de cornalina.
Assira como.
Grande e bello sortimento de leques
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costume. j
O abaixo indid nos seas mili-
to Mizes bheles garantidos t liarlos n. IMi
com a sorte di 4:000, t meio d. 3o'J7 com a sor-
, le de JiXU. e outias muit:is sortes de 1003, Wi q
I 0 da loleria que se acabou de extrahir em bc-
neftcwda groja de Nossa SenhoM 'do Monte de
OlindaOOi, convida aos possuidnres a virem re-
ceoerseus respectivo* premks seni oh descont
das leis na Casa da Fortuna ra do Crospo n. 23.
Acham-sca venda oidal' parte da lotera a una ana que ciainhc'e engonunu para urna oes-
beneficio da greja de Xo?sa Senhora do I.ivia- soa. F
monto do Pao d'Alho (101) que se extrahir sab-
Cozinheira.
Precisase de una ama para cozinhar cni ea*a
* familia : na ra Nova de Santa Hita n. 6:i, iutit->
ao depositado e^M/o.
Antonio da Costo Caldas retira-se para Eu-
ropa. '
Garuado Torres n. 16,2a andar, precisa-se de
-Na ra de Santa Uta n. 101 offerecem-se
duas amas muit:is lijas, mu ura engommar ou-
osmhar; querem servir na mesma casa
. do ama ama lona ou escrava: pega-se bem o
irata-se no proprio trapiche.
bado 10 do correte mez.
Procos.
Bilhetc.....000
Meio.....23000 .
Qnarto.....lOO
Em porciie de 100* para cima
oBilete.....33500
Meio......780
Quarto..... 875
Manoel Martms H
iza.
por sen cllicaz resultado, e anda mais se- todos de madreperola, madreperola e seda,
r, quando a noticia de seu bom eTeito o a sndalo, sndalo a seda, osso, osso a seda,
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-florida de Guislain composta uri-
camente de vegetaes inotensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quandocstiveiviu bran-
cos, e Ibes restituir o brillo perdido, e; s-
sim como preservar de erahranquecer, KO
ser prejudicial de modo algum
E' porm necessario hzer conlieeer, q te
o bom resultado produodo pela agua-llori-
da, nao instantneo, como militas pes-
soas tal ver supponbam, mais sim "ser pre-
ciso fazer uso d'eila, trez ou ^ualro vezes,
e logo se obter o lim desejado, como be
provain t,st..-munhos de pessoas insuspei-
tas, e denlaV pordiante, basta usa-la du;.s
vezes por m.-z, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia sor feita em
outra qualqtier cousa.
Assim poisestaagua-Ilorid acha-se ven-
da na bem conhecida luja d'Aguia Branca
ra do Queimado n. 8,
AAguia Branca, contando com aprotee-
-. To de sua boa freguezia, tambem capricl a
em nao Ih'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favocavcl com que
a bonram, e em prova ao que tica dito, da
como exemplo o explendido sortimen!)
que acaba de receber, anda mesmo aelian-
do-se bellamente provida do que de bom
melhor se pode desejar nos gneros qu2
sao de sua competencia.
Haja vista aos necessarios lrvros de inissi
oraco, obras de apurado gesto e perfei-
Sao, senda: com capas de madreperola 3
tocantes quadros era alto relevo.
Ditos com k ditas de marfim igualmente
bonitos.
Convite dos innuos da irman-
ilade do S. Sacramento de
S. Jos
O escrivao da rmandade do S. Sacramen-
to da freguezia de S. Jos, convida a todos
os rmaos desta irmandade, para acompa-
nhareoj o S. Viatico aos enfermos de sua
freguezia, domingo 1! do correntc as 8 ho-
ras da manhaa em ponto.
Precisa-se de ura caixeiro com pratica de la-
nenia, de li a 16' anuos : no paleo da Ribeira
n. u.
Precisa-se de urna boa cosinbeira forra
captiva : no largo do Pilar n. 10.
pinto phahmao:. tico
Xarope desalsapaiiilha<1oPara
or
DEPl RATIYO Do SANGU
Usado as molttu res rlieuinaticas c niara* venreas.
Ra larga do Rosario n. 10.
Ol
Ama.
Prccisa-se de urna ama
ra do AragSfa n. 2'i, 1 and
pars
af.
ena imsoar : na
e faia ele, etc. tendo nos de sndalo alguns-
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de llores.
Betftns vollas grandes de aljofares azues.
Vultas do ceiTcnte de borracha.
Meias de seda para meninas e senboras.
Ditas de lio de Escocia abortas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodo, alvas, c
cruas para raenin?s e senboras.
Lavas de fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de laa para homens, mulhercs e
meninos.
Gollinhas* e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-mcios Unos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiaf fita.
E OS PRODIGIOSOS
Aunis o collares Royer para crearlas.
Bonios oabases ou bolsinbas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestnhas bordadas a troco, e lisas.
Delicadas caixinhas devidro enfeitadas' das digestoes difficeis c completas, a calmar
com podras, aljofares, etc. is dores gastralgicas, e reparar as forcas
l'recisa-se de urna negra para vender bolos
na ra do Bom Jess das Crioulas n. 8, captiva ou
bvre.
Precisa-se de urna ana |>ara o servico de
lima casa de pnuca familia : na Soledade, roa de
ioao Fernn i les Vieira n. 22.
Quera precisar de una ama para enzinhare
engommar: dirija-so ao becco do Pocinbo n. M.
Hallar, Oliveira & C. saeam sobre a praca do
Porto. -
A viiiva, lillios e genios do finado Joao Wancis
co deSouza XavieiCconvid.iniatodosos seus ami-
gos e prenles, e aos o fallecido, para assisreop
as missas que lert de serem celebradas, pelo pii-
meiro amnversano do s.'u passmrto, na oroera
teceeira de S. Frnneiseo, na egtmda-fera 12 do
con-ente. pelas 7 horas dn manliaa.pelo que se con-
fessam desde j agradecidos.
Convida-s;' aosHaraooasas residen-
tes nesta capital, que se runam domingo II
do corren c pelas 10 horas da maiiluta ;i
casa n. 92, dama Vellia.
Vnho degestivo de
chassaing
COM
rO'SINA'E D1ASTAEX.
Remedio por exeeller.cia para cura certa
c boa grutificiirao
Km outubro do ann<> prximo passado fupio do
engenho Albuqueniue da eomarea de Nazarptt, n
escravo JIS,.. cabra claro, de idade de II a 16
annos, c leudo os ignaes seguinfes : cabellos ca-
Oipiiili', testa pomiena, nariz granic chalo, ro-
to seeco e queixo bem lino, seceo do corpo. or-
nas linas e ps seceos, lendono |ieito direito una
pe.puna cicatriz provviiienle de una iiequcna fe-
rula, que quando fugio linlia, tem o otear cSsfar-
fado e e muito Indino e vehaco, leudo j por cos-
tume qnando fugia im-nlcar-sc forro e cacao tan-
gedor de gado, tem mai e parantes na povoa?o de
i.ruangy, on o tambem seas angos ex-scnhore<
edeste lugar para o Gorinbem da provincia da
i araliylj,,, aonde tambem tem senhures nucos e
prente?, muito provavel estar acontado pr ll-
guem : rofa-se, pois, aus- senhores capitaes de
campo e autoridades policiaes a captura desleca-
brmha ;+><,] j protesta o seu senbor poi-
quen! o tiyer seduzido e acontado, prometiendo a
quem o entregar no mencionado engenho receber.i
boa gratilicacao.
Jos Pinto de MagalWBs e seus lilhos, rogam a
todas as pessas que os bunraw com sua aunsade, o
especial o caridoso obsequia de assistirem as mis-
sase memento que inadam celebrar na igreja do
convento de S. I'rnncisco por alma de sua presa-
dissima esposa e mai. Segunda-feira 12 de abril
as 6 l|2 horas da manliaa, da aniversario de seu
fallccimento. Desde j mi confessam gratos a
todos quant >s acceitarem por oslo nico meio, o
presente convite. ___________
Eu abaixo assignado declaro ao publico e
especialmente ao corpo do coimnercio, que com-
pre! ao Sr. Jos Joaquim Gomes Teixeira, a arma-
;ao de sua taberna sita a ra DireitK n. 50, livr.' e
desempedida di- qualdoer dehito, e se nlguma
peesoa julgar-sc com direito a mesma. apresen-
te-se no pa-lo de lies da, a contar de boje, do
contrario perder o diroin que para a mesma
pretendo mandar minha fabi-ica de cigarros e cha-
ratos, c dar ella sieiedade a meo cunhado o Sr.
Francisco Jos Ribeiro Braga; e que a casa tem
de (car dora em diante sob a llrma de Machado &
Braga.
Hecilc, 10 de abril de 1809.
_________Migtul Agos m Machado.
Precisa-sede ama ama para casa dohomem
Bolteiro : na ra da Praia n. \.
nrnin
Mi
_
Vende-se ama e-nava de limito boa conducta,
com todas as habilidades, pus cozinha, lava, cu-
gomnia, faz labyrlniho, cose, borda, etc., de U
annos, muco mais ou meWis, sem vicios nem
achaques de molestia, por 1:300 : a tralar em
Santo Antonio, rua dos ExpoabM d. SO.
Meias elsticas de borracha.
As memores e excelltnles meias elsti-
cas de borracha contra varizese erysipellas.
Vende-se na
Pharmacia .drogara de'
Bartho.'omeu C.
34rua larga do Rosado34
f.YERJ%^
Ditas de tartaruga parajoias.
Bonitos alliuns com msica.
Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
a'ovos e delicados ramos de flores com
iftatrafcs para enfeitar coques.
Bello sortimesto de trancas de palha.
Fitas largas ]>ara cintos.
Cintos de filas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas c bonitas.
produzind nina assinuilacao compieta dos
dimentos: sendo mais uin excellente tnico.
VETOE-SE
KA
PHARMACIA E DROGARA
DE
Uartholotaeu 1 .
34RUA LARGA DO ROSARIO34
Copeiro
No caes de Santo Utaiu. sobrado fl. 23, precj-
sa-se alugar um cnptro forro ou escravo.
ruittudadc jlas aima.s 1 Corpo Saufo
-\I:i?a-se o armazein n. ."i sito no caes da Apollo,
inuiio proprio pan qualquer eatabolecimento pela
sua extirpa i e embarque a qualquer hora : o>
preteBOjesleS pmlem dirigir suas prop stas. niea
regedora : e para melhores esclarecimenlos com o
Hasoureiro rua da Cadcia n. 00.
O escrivao,
__________ _______1.1. Lima Baitao.
Pede-se ao Rvm. Sr. padre Jos Bernardino
ne Paiva, ou a quqm mesmo souber dar noticia
sua residencia, de, communica-lo rua de
de
Hortas n. 9, afim de tratar-se de una nerVca,"e
ng*cio de muito interesse do me-ino Sr. reve-
rendo.
Com muito maior vantagem
Compra o Corarao de ure, n. 2 I), rua do Cabu-
;, moedas de ouro e piala e podras preciosas.
Compra-se
I'm pelo cozinheiro de lo a 18 anuos : a tratar
na casa da rua da Cruz n. 1>J, 1" andar.
fJMPIA-SE
Compra-se moedas de ouro e prata, bem
como libras sterlinas por maior preco que
cm outra parte, na na do Crespo n. l
Ia, andar.
Ouro e prata
em moeda o em obras inutilisadas, -compra-se por
bom preco : na praca da Independencia n. 22.
Na praca la Independencia n. 33, loja dcou-
rives, compra-se ouro, prata, e podras preciosas.e
tambem se faz qualquer obra de cncommenda, e
todo e qualquer concert.
Ama
0 muzeo de joias
Na rua du |3almg n. 4 compra-se ouro, prata
e podras preciosas por procos mais ventajosos do
que em outra qualipier parle.
Compra-se
uojc_libras esterlinas, ouro e prata de todas as
I nacoes e por maior proco do que em outra parte :
! n roa da Cadeia do Recife n. 38, loja de azulejo.
Alegrai-vos myopes, o prsbitas, ja po-
dis ver de longe, j podis ver de pefia.
nojia mais vistas curias, nem caneadas.
F. J. Germann acaba Qe receber pelo
ultimo vapor um rico c variado sortimento
de oculos, lunetas, pin-cenez, facc--inain.
lorgnons de ouro, prata. tartaruga, marfil
ago, bfalo, ncar, unicornio e melebior.
assim como binculos de urna a tros.nn>
dancas para Iheatro, campo e marmita da
rultima invecao; dufpiezas, vienezas, de C.
08 e 12 vidns, tudj dos melhores fabricar -
tes da Europa.
O mesmo vaportrou-
xe una excellente ma-
china para p:;:duar e
observar o numero dos
vidros que se rJecessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
77 RUA M BIPERATRIZ 77
Neste novo estabelecimento b utn completo sortimento de medicamentos, pro-
ductos chimicos, e dragara, tudo de prime ira qualidade, e se vendera por menos do
'^ue em outra qualquer perte.
ll tambem tira sortimento de meeamentps homeopatbicos, tinturas e globu
os inertes, por procos commodos; bem como xaropesde jurubeba leriBginoso simples,
s de jurubeba simples c ferruginoso, e o bem conhecido xarope de Paracary, es-
pecial desta pharmacia. Aviam-se receitas a qualquer hora do da, e noite, com promp-
n'do, cuidado, e pericia ; nao se negam a qualquer oceurrencia em caso urgentes. 0
socio gerente encairegado do estabelejimeuto mora no mesmo, para o que est
prompioa abrir a porta a qualquer bota que for preciso.
C. Clao & C.
"<
Precisa-*; alugar una escrava para ama de cas i
e uma so pesspa : na rua da Senzala-Velha n. I
i2b, 2o .'dar.
TTE
bci:^ un: %i i a
0 ttr. Cosmo de 9a Pereira mudmi sna residen-
cia vara a rna d > Imperador n. 2?, 4 c 2o anda-
res, onde comin-a no exercieio de sua profissio
medica, para o que pode ser procurado a qual-
quer hora do dia wu da nuite, nos casos graves.
Todos os dias da< G as '.) horas da manhaa, menos
aas domingos, dar c.insultas indcsiinUmenie a
nnajquer possoa, sobre qualquer poni de sua pro-
llssao, e com especial cuiJado sobre molestias de
olhos, do peito, e dos orgos genito urinarios ; e
quando o caso for cirurgico, platicar as pera-
ces que julpar conveniente jiara o restabeleci-
mento do seu cliente.
Ama de lette
Merece se uma ama eoni-nraito bom leite na
wiado LiviumeHtun. <9.
* Precisa-so de umPertiiguez para caixeiro de
nm engenho : a tratar no largo do Paraizo n. 14.
Caixeiro
OITereoe-sc un caixeiro de 16 amos, poaeo
sua profissio ma-u menos, o mial ieni pratica de padaria, e
garante-se a conduela: a tratar na Soledade. oa-
dana n. 14.
Ipprovjji
ii icitm
it BeJtciu
dParii
eulico
iTOnFERt.
DEBBlNnBlIlSsS
PImtb-
lanrrao
h
icidra
sempre lens-
0 tratamento dascffecceschloroticas, lymphalicas ou escrophulosas
simo, e mniias vezes essas molestias resistem as preparares ferruginosas ordmarias. As
ndacacoes feUs pelos professores Hannon de BruxeUas, Gensonl e Petrcqoin dc'LySo e
Uerzelius^e Trousseau de Pars, tem provado que a causa d'essa persistencia era completa
turtr C"

Pars, 36, RcaVivienne, D*
CHABLEmoccin
ASENFERMIDADAS DESSEXUAES, AS AfTEO
COKS CUTNEAS, E ALTERACOESDQ SANGUE.
130000 curas das impmatm
ymttuUu, herpes, tama i
fler;oes, viciosas do san-
gue; virus, i alterafoes
ao saiigue. (Xarope vegetal sem mercurio).awpa-
ratiTaa rcBctaen B11HOI MnERiEl
tomao-se dous por semar. seguindo o traeUneol*
DeiHiralivn .- embregado aas mesaas molestia*.
! Este Xarope Ciiracio it
ferr de CHABLK. can
immediatamente qualejeUr
puroacao, relaxatao,
t debtlidade, goal-
ente os liaos t flores brancas das mufteree.
Esta injeccao benigna emprega-se com o Xarepe e
Citraclo de Perro.
MnrrtMa*, Pomada que as coja em tres die*.
POMADA ANTIHERPETICA
Contrai as affecfQtt cutneas t cornisn-
PILULA8 VEGETAES DEPURATIVA!
DEPURATIF
dn SAIVG
PLUS DE
COPAHU
pceeisa-se de um caixeiro para padaria, de
i S a 16 aimos de idado : para tratar no pateo do
Tei 90 u. 63.
ConstituieSo^o Brasil
Analyse e coinmentario da constitoico
potica do imperio do Brasil, ou theoria
c pratica do governo constitucional brasi-
. le ira.
Pelo desembargado!- Joaquim Rodrigues
de Snuza.
Acaba de chegar do Maranho esta obra,
e vende-se na livrara econmica ao p do
arco de Santo Antonio.
Compra-se moedas de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na rua do Ca-
bug n. 9, relojoaria.
Compra-se duas pretas pecas de i
20 aunos. tratar na rua do fogo nu-
mero 0.
na roa larga do Rosario n. 22 loja do V'ianna.
Comprase urna escrava que saiba cozinhar,
angortimas bem e quo lenha boa conducta : na
roa do Crespo n. 23.
Compiain-se cinco ou seis sellins inglezes ou
francezes que sejam ja usados : quem os tiver
p ara-to._____^_____________
Atten^o
Compra-se urna escrava cozinheira c que tam-
bem entomiue : na rua da Moeda, armazeni nu-
mero 21.
Jornaes para embru-
lho.
pram-se na fabrica vapor de cigarros :
antiga rua do Quartel de Polica h. 21.
na
NOTASPERDIDAS
Poesas de Antonio Joaquim Rodrigues |
da Costar um volume.
PKDKO I.
Drama histrico, pelo autor das notas
perdidas.
Chegaram pouco e vende-se na livrara econmica ao pe do
arco de Santo Antonio.
VENDAS.
0
GOMES DE MATTOS IMH0S
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estab'elecimento de joias, com ofim.de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RUA DO CABUGA N. 4
onde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precise em brilitantes, esmeraldas, rubins e tudo-que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADERECOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e ttocam qualquer joi ou pedra preciosa e garanten,
a qualidade dos objeeto* vendidos.
- A compauhia do Beberibe
precisa de bons trabalhadores
para suas obras no monteiro, e
paga 1$600.
Tinta rxa de Mon-
teiro.
Vende-se tinta rxa de Monteiro para escrever:
na loja de calcado do sobrado amnrello da rua da
Cruz n. 21.
0 MUSEO DE JOIAS
*
ESTRADA DE FERRO
DO
Eecife ao S. Francisco.
AVISO.
Fesla #de Prazeres.
Domingo 11 de abril de 1869 baverosseguin-
tes trens especiaes de
Prazeres s. Cinco Pontas
huras minutos
...01
3. .30 >da tarde.
5...0)
De Ciaeo Pontas a Prazeres nao ha ver esye-
ci aes.
Villa do Cal 8 de abril de 1860.
G. O Maim,
Superiniendente.
Venae-se n.-liaoiis c travetas de louro, se-
dro de varios comprimentos e superior qualidade,
por uregos mais lwratos que cm outra qualquer
parte : ua travessa do Carioca n. 2, caes do Ha-
mos.
Pennas de ema.
Vende-se rua do Queimado n. 13, primeiro
andar.
Tem excelentes sterioscopos, tnstrum
tos de malliematiea, barometcris, vidros de
clirystal de rocha, e de cores para resgw-
dar a vista ; concerta lodosos objecti
presos commodos e com promptMio ; tira
[o mofo dos vidros e cncarrr,ca-sc de tedn a
encommenda relativa a ptica.
Recebeu tambem os excorenles relo ;i-
do antigo e afamado fabricante /; *< n
<1 C, os quaes vende preces n o '-
garantindo a sua superior qwrtidade.
iSabnete de alcalino.
Aillo ti io Nuncs de Castro.
Esfrttcreditaclo preparado, qi:<; 13o
acceitacSo tem merecido n'esia provincia,
muito se recoamenda pan; aiuiacer
das impipens, sarnas, caspas c tudas as
molestias de pelle.
, Deposito nico,
Pbarmacia do Bartlioluir.eu & C,
34rua I arpa do Rosario34.
XAROPE PEIROBAL
DE
RABO DE TAT'
PLANTA DO BRAZ1L.
E' expectorante e reeummemlado i>as
alVef5es do peito, bronebite chronica ht~
moptise, e tosse chrocica.
PREPiRADO
rea '
Joaquim de Ameida Pinto
IllAikllA( V. 1 TC O
Pernambuco rua lardo
Rosario ti. 10.
ao
= Vende-se um cavalio para cabrielet, grane'
e bastante gurdo : a tratar na praca da Indepe"
dencia n. 1 e 8.
Ifi-
Por 600000 uma crioulinha de 9 annos, de mnp
boa moral e saude : na rua da Impe atriz, ..
n. 28.
Cera de carnauba
Vende-se na rua do Queimado nv 13, primein
andar.
Vende-se
Manuel Jos da Fooseca retira-se para fura
do imperio, e deixa por seu bastante procurador
nesta cidade ao Sr. Manoel Alves Barbosa Sobrinho.
Miguel Jos da Costa participa ao respeita-
vel publico principalmente ao corpo do commer-
cib, que venden sna taberna sita na rua do Mon-
dego n. 97, passando a fazer scus pagamentos de
ora emdiante na rua Imperial taberna n. I!>7.
Perdeu-se hontem s 8 horas da noute pouco
mais ou menos, na rua das Crtues, uma carteira
de notas, contendo urna lettra de 3445000 e tanto
ris, aceeita por Manoel Caelano Profiri, ontra de
401000 aceita por Antonio da Silva Gusmao, e
mais alguns papis e notas que s ao dono *pro-
veitam. Quem achar entregar nesta tvpogra-
phia que ser recompensado.
Na rua Nova n. 30 no segundo andar, d-se
imformacoes de" um escravo crioulo, de 38 a 40
anaos, qne se suppuem fgido em Paiu, trabau
de pedreiro e a pelida-se pof nome Miguel.
urna escrava crioula bem preta e crpolenta, eo-
zinha, lava, o.tem principio de ongommado, vinda
do Aracaty.boritm no vapor Ptrapama : a tratar
na rua do Vigario n. ti, 1" andar, escriptorio de
Jos Lopes Davim.
Vende-semm sitio na Torre : a tratar com
Constancio Manta no mesmo lugar.
Vndese o sitio n. 2 na travessa da Cruz de
Almas, com grande casa' ds pedra o cal com 4
quartos, 2 salas, cozinha lora, coebeira, estribara,
qnarto para criado, bem que necessite de algum
concert ; este sitio tem grande cacimba de pedra
e cal com bea agua de beber, bastantes arvores de
fructo o boa baixa de capim,-e em terreno pro-
prio. Tambem poder-se-ba trocar por duas casas
terreas cm Santo Antonio e Boa-Vista : a tratar
no sit'o do Monsenhor Mtmiz Tavares em Parna-
meirim.
P1LULAS,
E
XIROPE
No annazem de Henrique & Azevedo
rua da Cadeia n. 34, ha para vender vi-
nhos puros, das marcas segwafi
EM ANGORETAi
i Collares.
Alcobaca.
Bucellas.
EM CIXAS ENGARRAFADO.
Alcobaca..
Bastos.
Branco fino {de Torres Novas).
Bucellas.
Carcavellos.
RNlfl* branco e tinto.
MoscHel de Setnbal
-
DE
JURUBEBA
PREPARADOS
PHARMACEUTICO
Joaquim d'Aluieid.i Pinto.
As preparacoes de Jurubeba, sao hoje
vantajosamente conhecidas e preconisadi-s
pelos mais habis medias, tanto da Eur
pa como do paiz, pela sua eficacia no*
casos de anemia, cbloroze, liydropesia.
obstruccSo do abdomen, e tambem nos f
raenstrna^odifficil, catbarrona bexiga,
Vendem-se em poi-c5o e a retalho na cr-
dade do Recife, pharmacia do seu composi-
tor, rua larga do Rosario n. 10, junto ao
quartel de polica. _______
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa ebegada ha poneos dias:
andar, escripto-
Haveri sessao magna no dia 40 do emnnUt, ne-'A ^^ ** ru >a Crura. 17, 1
las 6 1|2 horas da tarde, para o qne etmsSTa to- rio da Ramos & Temporal.
dos os socios. Rech 7 de abril de 1809. Vende-se uma escrava parda de meia idade
Andrada, lm eo*ih*r* e por pi'oe<5 eommodo : quempre-4 'este autOP, nB larga do Ros:
Secrau + leedor dirna-e atente Velha n, 9, imt ao e polica.
DO
DR. PATERSON
De bismnth e nagoezla.
Remedio por excellencia para combate:
a magreza, facilitar a digestao, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pbarmacia deBajthalomcdA C.
34------Rua larga do Rosario-------^4.
' asjijjaTFtTsca
0 xarope de fedegoso, de l'ernambtfw.
preparado pelo Dbarawfieutco J do A. fin-
io, cora radicalmente a ptbisica e aatbm
todas as molestias dos puhnoes.
Podem veM m aflegtaii
nico deposito da
jmt* m yrli>ie poln

i


6
Diario de Pernanibuco Sabbado 10 de. Abril de 1869.

Lindos cortes de eassade cor com bnrra.e com gurino indicando o niuide do vesti-
do pelo barassitno prego do 30500 o corte rnn ..
Ditos de percalia muito modernos com duas saias a 5&000 res
Naloja das Columna da ra do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vascon-
celos A C.
Grande liquida^^o de miudezas !
ALTAS N0V1DADES
PASSO
Kua do Crespo n., *% esquiia da d<^
TASSO IMAOS
A NOVA ESPERANQA
LOJA no
Impt.

Affonso Moreira Temporal, querendo liquidar as miudezas existentes em sua
loja ra o Queimado n. 55, resolveu annunciir as mesmas miudezas^para que o
blico se certifique do diminuto prego porque as est vendendo,
a saber:
Caixa com agulha franccza a
Gafaos com 100 enveloppcs a.
Pepas de babadoseentre-meios
a 500, OO, 700, 800 o. .
Pegas de fita de coz com 10 va-
ras a ........
Linha de marca, caixa ca 16
novellosa......
Coques muito finos com rede, s
a rede val......
Frascos com santos muito finos
a.........
Latas com banha (familia), a
KiOe........
Cartao com allinetes a .
Copo com opiata muito fino a
400 e.......
Cartas francezas a 200 o .
Uas portuguesas a 10 o .
Caixa de linha do gaz branca 50
novellos a......
Frasco com tinta a 100 e .
Frascos com banha a 320 e. .
Frascos com agua de Colonia
Piver a........
Pentes de travessa para cabello
de meninas, s a vista faz
f, a.
L5a para bordar, libra. .
Novello de linha grande com
400 jardas, S a vista faz
f a........
Pares de liga de borracha para
pernas de senhora, muito
boas a.......
Franja branca para toallia vara
a
Rutina de papel almaco, muito
boa fazenda, com 85 cader- ,
nos a........
Caixa com papel amisade a .
Jogo de vispra a.....
gapatinbos dela para meninos
a.........
Pecas de tranca e caracol a .
Jabonetes de todas as qualida- *
des a 80, ICO o .
Frascos com oleo babosa a
400 e.......
Pinceis para barba a. .
200 Gaza........
100 Frascos com agua de Colonia a
320, 400 e.
Pautes com costas de metal .
Cartcira de marroquim a .
Peates prtts para tirar piolhos
Escovas para cabello a 400,
500 e.......
Garrafa com agua divina a. .
Grvalas de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 e .
Botoes de louga para camisas, a
i Garrafa de tinta roxa a. .
Lencos blancos para maos
320 a'.........
6)5800 Par de suspensorios para ho-
mens a .,
Espelho de toucador a. .
Frasco com cheiro muito fino
a % ,.....
Bandeja para copos a .
Mcias cruas para homens, boa
fazendaa H, 3;$600, 40 e. .
Abotoaduras paracolletes a .
160
500
idooo;
500
240
1500
1,5200
500
240
160
I
600
160
400
1000
25800
700
400
320
40
200
600
200
320
PARA CASAMENTOS, BAILES, THEA-
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contendo setim,
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas assim como
para covados.
Gurguro branco.
Moireantique branco azul e verde.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarellos.
Fil de seda, branco e prcto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurguro de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho bordadas com primor.
Lencos de carnbi aia de linlb bordados.
a.
s -luas colchas de damasco de seda,
node setfa'4 algodao.
Dii..- ile crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabega de senhora.
Espartilhos para senhoras.
Meiastde laia para padre.
Ditas de 15a
Ditas de seda fio da Escossia e algodao.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrinlho. '
Fronhas de labyrinlho.
Bicos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
las, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, isto s
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
El
60
60
200
600
10500
320
500
160
800
240
200
2)5500
10000
400
4,5500
320
Approtacao
la acaienit
itmitnt
4* Parit.
POS
28-MAfiSfc
Phamactxitko
lauread
i* tcadmi
4$ medecina.
merecido a approvacio
INJEGCAO
AT
deGRIMAULT e G* pharMaceuticOsem PARS
entrada n Russia lenha sido
O MHM d-e&ia injeccao, preparada com as folhas do Matico do Per, foi Oo MpU**
ella se tem lomada popular em lodos os paizes do mundo, para a cura da gonorrhea e das jnirga-
edes de toda a oatureza. E' o nico producto nesie genero cuja
authorizada pelo conselho medico de Sio Peiersburgo.
Deposito em Pernambuco, em casa de Kaarw O".
*** msM*msr*ae**n*a*.jswe+Mm*
m
As preparares ferruginosas liquidas tem desde muitos annos
especial ios mdicos, porque ellas obrao mais rpido e seguramente do que as pilulas, e
sao mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pos ferro-raanganicos possuem a inappre-
ciavel vantagem de poder offerecer n'um instante urna agua ferruginosa gazeosa, de gosto
agradavel, mais activa do que as aguas mineraes, e contendo de mais um elemento precioso,
o Manganese, que sempre se ach ao sangue, jnnetamenle com o ferro. Empregao-se em
todas as molestias que tem por causa o empobreciraento do sangue, assim como para vigorar
os temperamentos debis e lymphaticos. A ehlorou, as Peraas brancas, dores d'estomago,
a irregularidade da menstruacio e amenorrha ou suppressSo do menstruo, cedem rpida-
mente a seu emprego. Devenios mencionar aqu um facto notavel, isto que os doentes cura-
dos pela agua preparada com estes pos esli milito menos expostos a recadas do que
aquelles que forao tratados pelas pfeparacSes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de ibni O*.
Tora para ven us aruiazens, aleni de ou-
tros, os seguintes artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve paulado e liso.
Vinhos em caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
Herniitage.
Chainblis.
Licor de curaco de Hollanda em caixas devin-
to e quatro botijinhas.
GESSO,
Nosarmazens de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmaos
C AII111.MOS E FER1IO
Para servicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoes de um para outro, lado pelo
mdico .prego de 12JSD00 cada um.
Farinha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (Verdadeira) Fon-
tana e grande sortimento das melliores marcas de
fanhas americanas.
Saceos de farinha de trigo-do
Cliile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
- Cemento romano
Nosarmazens de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
I psito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcoes de
cincoentu barricas se far redueco no prego : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
! Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differentes qualidades para cercados de ani-
maea, chiqueiros para galinhas ou jardins : nos ar-
! mazens de Tasso Irmaos.
Barris com
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Queimaclt
L para presentes
A Nova Esperanza, ra do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento de objeo
tos de gosto e phantasia proprios para pre-
sentes, sobresahindo entre elles ricas caixi-
nhas de bano com finas perfumaras, cos-
turemos de chagrn, agulheiros de madre!
perola : assim, pois, quem quizer fazer um
linda offerta, dirigir-se Nova Esperanza,
ra do Queimado n. 21.
Collares anodinos ellectro-magnett
eos contra as convvlces das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitoa
pais de familias nao crcem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros ; a Nova Esperance, porm
que detesta a falsificado principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que sao o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
Cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulces, assim pois preciso, que ve-
nbam a Nova Esperance a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seu
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando entao ser di-
fficil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros eollare
de Royer.
Para extinguir as sardas e
TCSSES
CUTARRHOS
PASTILHAS PEITORAES
E LOURO EREJO
"mp^sr
IRRITICOES
DO PEITO
breu
os.
CANOS DE BASHO
E' este o mais novo e delicioso confeito at agora conliecido. Por isto lera adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais dislincios o acoiwelnao contra
as iosses, defliuos, catarrhos, tosses convulsas, catarrhos epidmicos, irritacfcs do peito. Com
grande empenho o procurft asmSes de familia, assim para ellas como para as enancas, pois
primeiro que tudo inoffensivo, e as suas propiedades adocantes no deixo nada a desejar.
Deposito em Pernambuco'em casa de Mrarar o*.
VERDADEIRAS
mn em todas as partes do mundo, empregam, com o maior xito,
Oo MEjUItUO, o phosphato de ferro soluvel de Lbras, para curar a chlorosis
[cores paludas), as dores do estomago, e a exhaustacio do sangue; com esta preparacSo, do
ae corpo o vigor, e s carnes, a su firmeza natural; facili
desenvolvimento ISo labo-
b "da puberdade. Com effeito^udo, n'este medicamento, se acha reunido para lhe
assegurar o maior crdito,
pois qu entram, na sua composico, os elementos do ossos e
do sangue. 0 seu autor, B. LBRA8, doutor em sciencias, pharmaceutico, profesaor de
chymica, inspector da Academia, foi, recentemente, condecorado da ordem da LegiSo de
Honra, digna recompensa dos seus importantes trabalhos. :...
As seguintes apreciaedes dos mais celebres mdicos anda vem corroborar e jUMiflear
todos estes ttulos confianca publica: _:._
Precisa classificar o phosphato de ferro soluvel entre os ferruginosos que memor
i convem aos doentes cujos orgSos digestivos supportam mal as preparaces de ferro.
S0LBEIRAN, professor na Escola de medicina e de pharmaaa.
0 phosphato de ferro soluvel em quanto a mim, a melhor das preparacSes ferrugi-
t nosas, e o seu emprego di os mais promptos e seguros resultados.
ARAN, meduo do hospital Sa%nle-Eugme.
t A fdrma liquida do phosphato de ferro soluvel d-lhe urna immensa jantageni sot
u pilulas; eu considero este medicamento como mui superior s preparares odadas.
ARNAL, medico de S. M.o Imperador.
Entre todos os ferruginosos,.n8o conhecemos um &6 que obre lio prompta e efficazmente
como o phosphato de ferro soluvel, e isso, sem cansar o estomago.
BELLOC, BAUME, B1G0T, F0LLLT e PRV0ST, mdicos dos hospitaes.
t Os effeito da preparadlo de phosphato de ferro soluvel me parecem ser mui seguros
t e promptos. i DEB0T, redactor em chefe do Bulletin thrapeutiqu.
t Entre todas as preparacSes ferruginosas, o phosphato de ferro soluvel foi a que sempre
me deo os melhores e mais satisfactorios resultados. GUIBOT, medico dos hospitaes.
0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretudo, a vantagem de evitar a conslipaco e
f convir aos temperamentos delicados. *
Deposito em Pernambuco, em casa de
PILULAS de BUNCARD
COK IODURETO DO FEM INALTERAVCL
'APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DI PARS, ETC.
n Possuindo as propriedades do lodo et do farro, convem especialmente as AmccoS
scROFtTLOSAS, a Tsica no principio, a frofuetadt temperamento o tambem nos casos da
Falta ot con, amenorrhea, em que precisareagir sobre o sangue seja para restituir
lhe a sua riqueza a abundeneia aermaes, ou para provocar a regular o seu curso peridico.
It. B. 0 iodnreto de ferro impuro oo aliando un medicamento infiel,
Irritante. Como prora de paren de athencidade dai rtrtmrtrmm ri-
ele BlBBeard, dfre-se exigir BOtto oell el* frale rraativa
nosio ima, aqni reprodnrida, que cha ni par interior de na
rtale) Terar. Dfve-ie deeconfiex das leiaificaooi.
oda aa aaaimclaa. Fharmactutict, r%m Benesm**, *0, *"*
Irritan
W tala.
^^ no"
aeham-ae i
D'
urer O*.
FAVROT.
iPHOSPHATOdeFERR
tik LERAS DOTJTOR EM SCIENCIAS^
Debaixo da forma d'um liquido sem sabor. (r;ii
INSPECTOR OA ACADEMIA DE PARIZ Et;
anlogo a urna agua mineral, este medica
ment rune os elementos que constiluem
os ossos e o sangue. E' o mais racional dos
ferruginosos; por esta razao o adoptarlo
os mais eminentes mdicos do mundo in-
teiro. Convem muiio s meninas de temperamento delicado, cujo desenvolvimento tardo,
s senhoras que padecem d'eslas dOres d'estomago intoleraveis, causadas pela chlorose,
anemia, menstrnaco ou leucorrha, s criancas d'uma compleicao paluda e delicada, e a
todas as pessoas que tem o sangue empobrecido pelas doencas. Efficacia, rapide? d'acvo,
cura perfeita, sem conslipaco de ventre nem ac$So sobre os dentes, taes sao as razoes que
imperio para que os senhores mdicos o prese evo aos seus doentes.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maorer o*.
i OLEO DE HOGG
DD \
Figados frescos de baeallio
Para cura certa de phtisica, affecees escrofu^
losas,' tosse chronica, fraqneza dos memhros e de-
bilidade geral, recommenda-se a exccllencia deste
oleo anda por ser agradavel no paladar.
VEiNDE-SE
na
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOMEU & C.
34 = Ra larga do Rosario = 94
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRA
Remedio por excellenria para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, toss6 convulsivas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
VEMDK-SE
PHARMACIA E DROG.VRIA
DE
Bartholomevi & C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
IiOoJA
DO
AO BAZAR DA MODA
Ra Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro*
NOVIDADES
Para senhoras.
COQUES da ultima moda, enfeitados e too?, gran-
de sortimpntn.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnejiflas com
delicados e elegantes enfeite brancortBe tres
C!IM'KUSINHOS e gorras d<\ velludo 'o pennas
(alta novidad.i !) de palha da Italia, a ntiacao,
-li.'i'i.il sortimento. .
CINTOS de cores e pretos, rico sortimemo a ulti-
ma moda.
f OMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados a com letras, novidade neste
genero
LEQUES a emitaao de marfim, gosto novo e de
sndalo.
GOLINHAS e punhos, a emitacao de guipure.
ENFEITES pretos e de cores para cabeca, lindos
moldes,
GUAKNICO alta novidade 1 a Mari.? Rose, lti-
mamente usaAa em Pars.
CORPINHOS de guipare brancos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de lia e seda, cores claras, elegante
moda em Paris.
GRINALDAS de flores finas.
ESPARTILHOS superiores.
MEIAS superiores de fio de Escoca.
LUYAS de pelica chegadas polo ultimo vapor.
ADERECOS de coral verdadeiro e camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
GUARNIGES para vestidos.
TRANCAS para eu/eitee de coques.
BOTOES lisos e com pingenies para vestidos..
CINTOS alta novidade.
FLORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LAGOS, flvelas, penachos para enfeites.
Para homens.
deli-
CAMISAS com peitos, eclarinhos e punhos
nho fino, lisos e bordados, moda,
GOLARINHOSde linho e algodao.
PUNHOS de ditos.
GRAVATAS de todas as qualidades.
BOTOES para punhos e gurniedea para coletes.
CORRENTES de plaqu a emitacio do ouro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Rotehil, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MEIAS de superior qualidade.
BENGALINHAS finas c chicotes.
LUNETAS aro de aou e tarturaga.
Para criancas.
VESTUARIOS completos; para baptisados.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitado.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim esfeitadas c de atroch.
BUNECAS vestidas, stoito bonitas Hversos
brnquedos.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E.Coudniy e superior agua e
essencia de Colonia.
ESTRATOS e essencias fina e de agradaveis are-
mas para o lenco.
VINAGRES aromtico? para toilet
POS DE ARROZ para amaciar a pello ; em paco-
tes e ricas caixinhas com arminho.
POS superior para limpar o? dentes.
COSMET1QUES de fina qualidade.
SABONETES, grande sortimento deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philocome, babosa e antiques.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
GREME de sabao para barba.
Caixas. preparada com perfumaras finas.
miudezas finas.
Perfumarlas Anas.

AGAFLORIBA verdadeira
man New-York.
de Murray & Lan-
SUPERIORES fitas de grosdenaples de todas as
cores e larguras de velodo preto e de cores, e
gurguro para cintos.
BABADINHOS e entremeto bordados.
GUARNIGES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilhos e pingentes.
BOTS de cures, brancos e pretos com vidrilhos
lisos e com pingantes.
DEDAES de madi aperla, de marfim, de oco e
metal.
THESOURAS finas para costura e unhas.
CAIVETES finos com qnatro folhas. E muitos
outros artigos de miudezas que se torna enfa-
donbo menciona-los,
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem conliecido eslabele-
ciment, alm dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreeiacao do respeitavel publico, man-
daram vrr e acabam de receber pelo ultimo vapor
Wi Europa um completo e variado sortimento de
as e mui delicadas especialidades, as quaes es-
lao resolvidos a vender, como de-seu costuine,
por precos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de-pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas 0-bonitas golfinhas e pnnhos para se-
nhora, neste genero o que- ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqrussimos enfeites paa cabecas das
Exraas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de eres com vidri-
lhos e sem elles; esta lazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escoma para se-
nhoras, as quaes sempre se vendern* por 30dKK)
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20 -:>.
alm destas, temos tainbem grande sortimento de
outras qualidades, entre as qnaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
3uanlidade d outras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos c airosos cliicotinhos de cadcia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga pan fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas* bellascapellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para erox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fin.
Grande e vanado sortimento das roelhores per-
fumarias e dos melhores e mais couheeidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
facilitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desdo muito recebedores destes frodiciosos
collares, o continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como ja tem acontecido, assim pois podero aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
Sara que sao applicados, se venderao com um mui
minuto lucro.
Rogamos, pois, avitta dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.____________-***
Na ra Nova do Santa Rita, na antiga fabrica de
sabao, ha para vender por preeo o mais mdico
possivcl, canos franrezes para edilicac5es e esgo-
tos de toda a qualidade, superiores a todos os que
aqui tem apparecido pela sua solidez.
PRECOS
1 3400 por cano grande de 3 e meia pollcgadas.
I200 por dito de 2 e tres quartos de dita.
15000 por dito de 2 e um quarto de dita.
500 ris por pistoleta de 2 pollegadas.
CotoveHos, curvas e canos de maior grossura, a
vstase far o proco. Compras maiores de 2005
tem S por cento do descont por prompto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrilhar casas terreas comasscioe precos
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri-
Ihos do cosinhas em sobrados, pelo seu asseio e
evitar a passagem de aguas para o andar inferior
e mesmo o perigo de fogo, aos presos de 30000 a
i5000 o niilheiro: na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fabrica de sabao, e compras maiores de 2O0
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos- armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
de Tasso Irmaos.
O melhor cognac Ganthier Frcres : no arma-,
zem de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India de diversos padroes e larguras, por pre$o
commodo.
Macarthy
nnchlnas de descaroear algodao.
Hoje que est reconheeidb que as maehinas jle
serrote prejudicam e quebrara a fibra do algodao,
preciso recorrer a maehinismo menos spero,
que produzindo o mesmo servico que aquellas, e
facilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
para que essa possa obler-nos mercados europeos,
a dilerenca que ha entre o algodao descansado
ellas mencionadas machinas, que estao fl-

panno
Recebcu a Nova Esperanza, rea do
Queimado n. 21, leite de rosas, espeefc
para extinguir sardas e pannos.
BOINECA DE CERA
A No*a Esperanga a ra do Queimado tk
21, ac!1 de receber um completo sorti-
mento de finas bonecas de cera de diver-
sos tamanhos, sendo as maiores do com-
primento d'um covado ; estas bonecas tra-
zem bonitos coques e botinas, havendo en-
tre ellas algumas que fallam e eutras que
choram de sorte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente de muiU
acceitafo.
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
dem-se a ra do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanza.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
contrarlo na Nova Esperanga a ra do
Queimado n. 21.
MEIAS DE LAA
A Nova Esperanga a ra do Queimado n.
21, acaba de receber um especial sortimen-
to de meias de 13a para homem o senhora.
CONTRA AS CONGESTfjES
mal terrivel a congestao fulminante:
de repente leva um individo, d'est* para
milhor vida,, sem dar-lhe tempo de receber
conversa medica; deixando as mais daa
veses mullier e filhos no mais amargurado
pranto ; a Nova Esperanga que deseja pres-
tar servicos recorreu a Vojer, o qual lhe
mandou anneis electrices magnticos, come
o nico preservativo para semelhante mal
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranga*
NAVALHAS
A Nova Esperanga a ra do Queimado
?i. 21 recebeu um sortimento de navalhas.
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afiadores e massas para as mesmas.
por aquel
cando em deuzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da antiga bolandcira, que nao pode competir
pela morosrdade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodo, porque ao par da facilidade e
promptidao conserva a fibra da laa, que limpa por
ella, qualificada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendo assim entre 10 arrobas 20 0/0
mais do que a la limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Ejrypto, aonde as de serrote
foram inleiramente abandonadas, e por isso o algo-
dao aquella prosedeneia, sendo da qualidade do
da nossa provuacia, obtom hoje de 10 arrobas 20
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a loOiiOOO
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de- amendoas
Em eaixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de Tasscyrmos.
Charutos da Havana.
Exeeflentes charutos da Havana e por baratissi-
mo preco : em casa de Tasso Irmaos, ra do
Amorim n. 35.
Vendem Augusto
Gommercio, n. 42.
F. de Oliveira
JI..'
& C. ra d<
Tudo se vende por presos bastante commodos.
Capsulas de E-aquim
Os bons effeltos destas capsulas para fazer ees-
bar os gonorrheas cham-se comprovadas pelas
experiencias de muitos annos.
Os mdicos de todos os paizes as recommendaru
pela sua efficacia,
VENDE-SE
KA.
Pharmacia e drogara
US
BARTHOLOMEU & G
Ru3ia larga do Rosario4
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queiwado n. 49, loja do miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para vender os
artigos abaixo declarados, tudo bom e baratissi-
mo, que sao para acabar.
Duzia de sabnetes muito finos a 700 rs.
Pares desapatos de tapete para homem a 15280.
Ditos de tranca para creanca a !#.
Tramoia do Porto, bordada, a melhor a 200 rs.
Bita do Porto liza, da melhor qualidade a 1Q0, 120>
160 e rs.
Resma de papel almaco, lizo superior a 3*200.
Dita de papel almaco pautado a 4 3.
Livro de misses abreviadas a 24.
Caminas com toda a doutrina e militas resas a
320 rs.
Silabarios portuguezes com estampas a 320 rs.
Baralhos franceaes muito tinos a 200 e 240 rs.
Sabao inglez superior qualidade a 500 e 15.
Gravatas pretas e de cores muito finas a 800 rs.
Duzia de mcias para senhora, fazenda fina a i-3.
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Varas de transa de seda de todas as cores a 600 rs.
Pares de brincas dourados com maozinha o pe-
dras a 320 rs.
Cartoes com corchetes de duas ordeas o sao de la-
teo a 20 rs.
Abotuaduras de vidro para colete muito finas a
120, 240 e 400 rs.
Pares de botoes dourados para punhos a 160 rs.
Caixas de pennas de ac multo finas a 240, 320 e
500 rs.
Candes com duzentas jardas de linha do fabri-
cante Alexandre a 100 rs.
Caixas de pennas de ac, a verdadeira ponna a
ijaoo. -
Carriteis de linha Alexandre n3. 70,80, 100 at
200 a 100 rs.
Caixas com superiores obreias de massa a 40 rs.
Carriteis com duas oitavas de retroi preto a 500 rs
Duzias de agulhas para machinas a 2.
Libras de pregos francezes de todos os tamanhos
a240rs,
Livros escriturados para rol de roupa a 120 fa*
Caixas com papel amisade muito fino a 700 rs.
Caixas com cem envelopes da melhoi qualidade a
600 rs.
Talheres par jMoinos muito oda fazenda a
240 rs.
GAZ GAZ GAZ
-
Para familias
GrandeBazar, ra \oas.!0 e
55. de Carneiro Vlanna & c.
Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porgo de machina pam costuras do
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposigo de Paris, as quaes cozem com
fous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser to suave o movimento.
que qualquer crianca de oito annos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A compcehcnso
simples, pois em um quarto de bora se ti-
ca senhor do raovimento da uaacbina, teni-
do a mesma a propriedade de flaer as se-
guintes costuras: poepontaj', abainhar.
franzir, marcar e bordar, comoi apresentana
os desenhos que acompanham-aas. Os pro-
prietarios do estabelecimento se encarre-
gam de mandar ensilar n'esta cidade, e
garantem entregar o importe dispendklo ao
comprador, no casa de nao. trabalhar com
perfeigo a machiaa vendida, nao tendo,
porm, soffrido ella alguna avaria. Ha tam-
bem no mesmo estabetecimerdo machinas
do autor Grower A Baker, de trabalho sim-
plesmente mo, e outras com movimento
dos pes; e mxime todos os portences das
mesmas machinas, para vender avalso.
^Strajaponeza
Instantnea paratingir os cabellos e a
barba, a 15000 o frasco.
E' a nica approvada e recommesdada
por ter sido reconhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
A venda em casa de Gustavo Herwlin n.
51. roa da Cadeian. 5.
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C, ra do Imperador, um carrepamento de gaz
de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho por menof. prego do que em outra qual-
quer parte.
Venie-flH
CostciFii
barris grai
FUNDICAO dobowman
Rita do Irom n. ftS.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos do ferro, batidor fundido.
Rodas dentadas, paia.moer com agoa.
vapor e animaos.
Alambiqu* de ferro.
Formas para purgar assucar.
B outros mujtos objectos, etc. etc., proi
para agricultura._____________
om sitio a margein da estrada de
ir de Tigipi, com urna grande casa
capim.eom diversos arvore-
lo para animaes : quem pretender.
Cico-Poulas d. 71, taberna.
.,-w-' BHHal
iBBMWBpaBBaaaiB

'
n+



B

Diario de Pernambuco SabLado 10 de Abril de 1869.


l




GRANDE LIQUIDACO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
a-aoa o& aBUpaiaawaiaq 8g>
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprietario d'esie estabelecime Uo convida ao respeitavel publico desla ca-
pital a vir surtir-se no grande estobelecimento que tcm defarcndas, tanto da moda como
de lei, e as pessoas que negociara, em pequea cscalla, tanto da praca como do matto-
nesta casa poderao fazer os scus sortimentos em pequeas e grandes poreoes, venen-
do-se-lhes pelos presos que se compram na*casas inglezas ; assim como as excellentis,
simas familias, podero mandar buscar as amostras de todas as faaondas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixeiros, parao que acha-se este estabelecimen-
to aberto constantemente desdo s 6 horas da mauhaa s 9 da ncute.
O atoalliado do Pavita AS CAMBRAUS DO PAVAO
Vende-se Superior atoalhado de algodao Vendem-se inissiflaas pecas de cambraias
som 8 palmos de largura, adamascado a lizas transparentes tent ingieras comosuis-
"o-'vo a vara- dito de Huno fazenda muito sas tendo mais do vara de largura, pelos
superior a 3-200 a vara ; guardanapos de preoos de 5\3!OOQ t 405000 a peca, assim
linho adamascados a 4#300 a duzia e muito como flnissimos organdys feranco ltso que
finos a 85000, e ditos econmicos -a 3500 serve para vestidos de bailes, por ser muito
r*rza | transparente a 15000, a vara, na loja do
FmsliKs para rcstldos Jrr ancos Pavo ruada Imperatrizn. 60, de Flix Pe
ROUPAS FEFPAS
Na loia do Leo da porta larga
** DE
PAREDES PORTO.
Ra dalmperatriz n. 52, junto aloja deourives
N'este estabelemento se encontrar ra It Imperatriz n. oi, loja do Paredes
sempro um completo sortimento de roupas Porto.
feitas de todas as qualidades. Como se- Nestfl|ptabelecimento encontrar o respei-
iam: paletots de alpaca, de merino, de tavel JlWlico um completo sortimento de
casemira, bombains de panno prcto, Ira- fazendas e roupas que. se vende pelos pre-
ques e sobrecasacos de bros de cores e eos seguintes:
Jardos FAZENDAS BRANCAS,
C-VMISAS E SIROULAS. Madapolo de diversas qualidades e pre-
Enconlrar sempre o respeitavel publico eos commodos, cambraia de 35300 40300
um bonito sortimento de iodos os nmeros, e 55, ditas victorias de 55300 a 125, pecas
ME1AS CRIAS. de cassa liza o mais fino que ha no merca-
Sortimentb de todas as qualidades, de do a 95, 105, 125- com 12 varas, e vara
35 a 35, assim como tambem sortimento de largura
a OJO.
Vendem-se os mais modernos fustSes bran-
cos lexiveis com padi oes de listas e de
aalpicos proprips para vestidos c roupas de
menino a 640 ts. o covado, na toja e arma-
zem do Pavao ra da Imperatrizn. 60, de
Ptlx Pereira da Silva.
tSrosicnaples
Chegou para a loja do PavSo pelo ultimo
' varpor ora grande sortimento dos melhores
grosdenaples pretos e de cores, tendo verde
tambem, que se vendem mais barato que
em outra qualquer parte.
BABADINHOS
Vendem-se finissimos babadinhos, tiras
bordadas e entremeios, mais baratos do que
em outra qualquer parte, assim como espar-
lhos dos mais moilernos, no armazem de
Flix Tereira da Silva, rea da Upperatriz
n. 60.
ALTA N0V1DADE
A LOJA DO PAVAO
Gurguro de seda
Chegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
nitos gurguroes de seda, proprios para ves-
dos, sendo lisos e lavradinhos, com muito
:ustro, garantindo-se que a fazenda mais
inda e de maisphantasia que esteanno tem
legado a este mercado, e vende-se por
proco muito razoavel, na ra da Imperatriz
a. 60, de Flix Pereira da Silva.
CAMBRAIA BRANCA A 35500.
Vende-se pegas de cambraia branca
transparente, com 8 e meia varas pelo ba-
rato preco de 35500, ditas muito finas tanto
'.apadas comotransparentes 45300, 55000.
65500, 75000 e 85000, assim como organ-
d muito fino tanto h'zo, como de listas o
quadros na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira d;
Silva.
ALPACAS LAVRADAS PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavo, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para lucto, sendo
muitolargasepelo barato preco de800rs. o,
covado, so na loja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
CassasJuglezas a 440 rs o nior<>
Vende-se urna grande porcSo de bonir s
cassas inglezas tanto graudascomo miudi-
nhas e de cores fixas pelo barato preco de
440 rs. o,metro,garentindo-se que 7 metro;,
do um vestido para qualquer Sra. so na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 ce
Flix Pereira da Silva.
Bareges a 400 rs.
S oa loja do Pavo
Se vendem as mais bou-Jas bareges tran-parm-
, proprias para vestidos com listrinhas a imiti-
<>-ao de iistras de seda, e vendem-se pelo barato
re?o de um cruzado cada um covado, nicamen-
te na loja e armazem do Pavo, rua.da Imper.i-
;riz n. 60, de Flix Pereira da Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 55000.
Vcndem-se colchas de fustao ? damasca-
las para cama, pelo barato preco de 35,
gnele pechincha, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
JPereira da Silva.
COBERTORES IN0LE7.ES A \ 45SOO E 35.
Yendem-se os verdadeiros cobertores
Ingleses, de pura la, pelo barato preco
Je 45, 45300 e 35, assim como colchas de
fuslo de cores, pelo barato prego de 35. na
loja e armazem do Pavo. ra da Impen-
r n. 60. De Flix Pereira da Silva.
Madapolo enfestado a 8 $500
Vende-se superior madapolo enfestado,
sendo muito- encorpado, para carnizas, e
tendo cada" peca 2 i jardas, pelo barassi-
mo preco de 85300, na loja e armazem co
Pavo, ra da Imperatriz n. 0. De Fel x
Pereira da-Silva.
reir da Silva.
Alpacaslavradas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a 15000, o covado,
ditas lisas tendo tambem cor de canna a
800 rs, -ditas mescladas muito finas a i :200,
o covado, e outras muitas fazendas de gosto
e moda que se vendem mais barate do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, ra daImperatriz-n. 60. de Flix
Pereira da Silva.
Roupas para kcmicn
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguio, ceroulas francezas de liiiho e al-
godjfo, >meias croas inglezas superiores, ca-
misas de ftanella e de meia de la, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes que sero servidos
com a maior promptido e muito mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
na ra da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cor loados
Para camas c anellas.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas c para janellas, que se ven-
dem a 125000 rs. cada par at 255000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
de lencos de linho brancos e com barras
de cor, chinezes, bonitas gravatas pretas e
de cores. Ra da Imperatriz n. 52, por-
ta larga.
PARA ACABAR.
Urna grande porco de calcas ordinarias
para trabattx a 640 e 800 rs. cada um par,
pechincha na loja do Leo junto a loja de
ourives.
GRANDE PECHiNCHA,
Cassas he cores a 160 rs. o covado, na
160 RES O COVADO
Chita preta pelo barato preco de 160 o
covado na ra da Imperatriz n. 52 na toja
que tom um Leo pintado.
PANNO DE LINHO
Paredes Porto recebeu um sortimento da
pannos de linho, com 27 varas a peca e
175000 e I85OO0, na ra da Imperatrizn.
52,jonto a loja de ourives de porta larga.de 2$000
Paredes Portn^ mum0 Vara de bramante de linho superior e
Vende-se lencos brancos de linho a 35, tem 10 palmos de largo.
a dnzia para acabar na loja de Parees Por- CAL to. Ra da Imperatriz n 52 loja porta Tem sempre no mesmo sentido um sor-
larga que tem uin Leo .pintado, de Paredes tonento completo a preco commodo.
" No armazem do Leo, ra da Imperatriz n. e 52, junto a loja de ourives.
SEDAS DE LIS TRAS.
Retebeu-se um bonito sortimento d'esta
fazenda que se vende a 25500 o covado.
CHITAS.
Vende-se chitas escuras a 280, 300, e
320 rs. o covado.
GUARDANAPOS
Vende-se esta fazenda de linho, fazenda
boa a 45000e 55000 a duaia.
MEIAS PARA HOMEM
Sortimento de meias inglezas para ho-
mem a 45800 55800 e 6-5SOO fazenda boa.
THOALHAS
Sortimento de toalbas de peluda a U5
a duzrsr,
LENCOS BRANCOS a 25200
PaTa acabar lencos de algodo a 25200
CHAPELtHRS
DA
ULTIMA MODA
Chegaram para a loja do Pavo as m;s
ricas e mais modernas chapelinas rica-
mente enfeitadas, com enfeites e Otas de
setim e de todas as crese oorn ricos bicos
de blond e as mais lindas o finas flores,
v
Crelone para lenqes com 10
palmos de largura a 2$,
Acaba de chegar esta nova e excellente
fazenda branca propria para lences de um
s panno, garaitindoise que um metro e
urna quarta ou um metro e meio d um
excellente lencol de um s panno, assim
como esta boa fazenda tambem muito
propria para toalbas de meza, rosto eto. e
outros mysteres e vende-se pelo baratissi-
mo preco de 25 cada metro.
MOCAMBIQUEPARA VESTIDO A 500 RS.
Chegou para a leja do Pavo um elegante
sortimento dos m;is bonitos mocambiques
proprios para vestaos cora as cores jais
modernas e que so vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado.
ALPACO DE CORDO PARA VESTIDO A 13
Chegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, sendo de cordo e com mais
largura do que a alpaca, com as mais Iinias
cores, como sejam Bismark, lyrio, pcrolas,
roxo, cor de eanna, magenta etc. e vnde-
se pelo baratissimo preco de 15 o covado.
ESGUIO DE LINHO DE 12 JARDAS A 105-
Vende-se pecas de esgnio de linho, fa-
zenda superior, com 12 jardas cada peca, a
105000.
ALTA NOVIDADE
A
Loja do Pavao.
GURGUROES PARA VESTIDOS A 15000,
O "COVADO.
Chegaram os mais modernos gurguroes
para vestidos, sendo de todas as cores, como
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola.
rxo & & tendo qr asi qnatro palmos de lar-
gura e vende-se pelo baratissimo preco
de 1(5000, cada covado nicamente no ar-
mazem de Flix Pereira da Silva, na ra da
Imperatriz n. 60.
RETALHOS PARA LUTO NAL0JA*D0
PAVO.
Vende-si urna gjande quantidade de re-
tamos de chitas e. cassas pretas por preco
muito barato.e quanto maior for a porco
que o fregu comprar, mais barato se lhe
venden na ruada imperatriz n. 60 de F-
lix Pereira da Siha.
Grosdenaptes prcto
Vende-se um grande sortimento dos me-
11-RUA DO QUEINAD0--11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores'vestidos de blond com manta e capella para noivas, que
vepdem-se por precos*nais mdicos do que em qualquer outra parte.
SAH1D\S DE B\ILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais lindo.
BASgINES-de renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
! CHAPEOS DE SOL-Hpara senhoras delicadamente bordados.
BALCSbrancos e de cores para senhoras e meninas, esparlhos, saias Dor-
dada*. e saias de la com barras de cor. ,.
COllGlRAO-de seda brancoe preto para vestidos, sedas de cores, mo.rean-
tique branco, o grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, bombazmas pretas,
alpacas de muas cores, e lindos cortinados bordados. ^. u^a.a.,
COMIZASde linho para homem de divergs qualidades, camisas Dordaaas
para noivos,"sobretodos, capas de borracha brancas e pretas, brim de cores e branco,
nanos linos e casemiras pretas e de cor por commodos precos.
TAPETES-grandes e pequeos pafofiU cama, tapete e alcatifas em pecas
para sallas, e continuara sempre a vender por mdicos precos as esteiius da india para
SALLAS.
EFFICACIA
DO
XAROPE DE RBANO IODADO
0 Xarope de Rbano iodado de Grimntlt e C\ pharmaeentieos de S. A. I. o prncipe
NapeleSo, em Para, preparado com o sueco das plantas anii-escorbulicas coja efhcacia
mu i popular. ... .
Encerra o iodo como combinaco orgnica, e considerado como o mettor raccedaneo
do oleo de ligado de bacalbo. ....
A rara perfeicSo d'esle producto anima-nos a dar a eonbecer aqu a opuuao de alguns
d'entre os pnneipaes mdicos de Pars, que diariamente o prescrevem.
0 Xarope de Rbano iodado um medcame! d'um effeito suave e seguro para
medioaci dos meninos, nao smente suppre o oleo de gado de bacalbio, mas ainda faz
< as suas vezes com vantagem. > ...
D'A. CAZENAVE, medico m* chefe do hospital Samt-Louu, em Parts.
0 Xarope de Rbano iodado um medicamento de primeira ordem para o tratamento dss
a affeccoes lympbalicas e escrofulosas. Huitas vezes, empreguei-o com feliz xito, em cerlos
t casos de tsica ao sen principie, como succedaneo do oleo de gado de bacalho.
Dr A. CHARR1ER, antigo chefe de clnica daTaculdade de Par.
0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellente resaltados como regenerador
do sangue, e succedaneo do oleo de figad de bacalho. ...
D A. FAVROT, autor do Traite du moladles des femtnes.
' a 0 Xarope de Rabino iodado um dos mais poderosos modificadores das constituicBes
lymphaticas. Tenho visto ulceras escrofulosas que nada podia curar, cicarizarem-se,
t grecas a sua accSo, com promptido extraordinaria. Tambem, pelo sen uso desepparecem
t as affecedes tuberculosas dos ossos, noa meninos.
D' GUESNAR, artigo externo ios kosfitaes de Parts.
ondeado se cada urna pc.o barato prcro de ,h dJleg tant0 ,ar.
15KW0, garanndo-se serem mu. o mus gos ^ estreitos, sendo de 2^000 rs. o
bonitas do que outras que se vendem cm *ovado at 4W00 r8> garantindo-se que
outras partes a 20# e 2o(, c entre el as n,eslegencro ninguem tim melbor fazenda e
ha mais do que um modello, tambem tem que se\ende mal barato do que era outra
mu.ts de pratinho, proprias para mocas e^ (la ImperatriZD. co,
- da Imperatriz n. 60 ^ ^ Pfirejf^ (|, Silv3#
A n, os mles do pavao.
Vendem-se superiores baloes america-
meninas, isto na ra
loja do Pavo, do Flix ^ Pereira da Silva
Tabellas vermicidas
DE
Aritonio Nun.es de Castro.
nos de trinta a quarenta arcos, tendo as fi-
tas bastante largas, sendo moito fcil trans-
forma-los para ontro qualquer novo modelo,
Vermfugo efficaz, e prefei ivel a todo 5 os e liquidam-se pelo barato pre?o de 2d cada
conhecidos, j pela certeza de seu resulta- um, ^^q fa2enda que sempre se vendeu
do, e j pela fcil applicac3o as cranos, a 7,$ e gtf, isto na loja e armazem do Pa-
quasi sempre man atacadas de to tcrnvel V50i rua 3 imperatrix n. 60. De Flix
e muitas vezes fatal soffrimento. Pereira da Silva.
NICO DEPOSITO As 9,ooo Taras a 500 rs.
t NA -___._. Vendem-se a- verdadeiras cambraias
Pharmacia e arogaria. francezas, com lindos padrees e cores fixs,
iv.rthnmAn A c 8endo taPadas e transparentes, pelo barato
ARua adarga aaario < ^^ smo fazenda ^ nQgnem vende
Vendem- e diversos escravos pecas fhdo* por menos de 7 on 8 tostSes, e liquidam-
do Cear no ultimo vapor, proprios para qqrtjoer se por este baralo pret',0, jar se ter feito
servico de armazem on engenho, assim cdh un avUltadl KOpn^ & toja 6 armazem
escravo por 1*0* com um braco inahade, i di- ^ p^- M Imnwa^ii n fifl Tp
rersas eseravas com habilidade fl sem 0 tra- St,.1^10' .nw. aZ^W
tar na roa UaCruiB. 85,3* andar. MiUlfr^ da 'UM
c 0 Xarope de Rbano iodado de Grimault e O encerra liS por cento de iodo,
orgnica anloga que se acba no oleo de figado de bacalho. >
Dr KLETZJNSK1, professor de chymica, louvado dos tribunaes de Vienna.
Deposito em Pernambuco% em casa de
tu
C\
SOFFRIMENTOS D'ESTOMAGO. CONSTIPAgaO.
Cut em poucos das pelo CARvio oe belloc em p ou em pastitliag.
ENXAQUECAS; NEURALGIAS. Essasaffeccsessiodu-
iipadas rpidamente pelas perol as uetke%4i CUlTl*
ANEMIA, A PALLIDEZ e os sofrrimeniosquefweHiumdo
ernprefft dos ferruginosos alo sempre combatidos com o mellior resultad
pelas pihuas oc vallct. Cada Pilub tem incravado nomeVILLIT.
FO DE ROG. Basta dissolver um b-asco d'este po em meto
garrafa d'agua para se ottr urna limonada arradavcl queaur^a sem fa-
ter clicas.
VINHO DE' QUINIUM poucos cuja composico garantida constante, um das uvlhores pre-
paracoes de quinino, sem accio noUvel sobre os convalescentea, dMido-
lhes forcas e aprtssando i vlta a saude. Con u febrea mlfcu qu r-
sst3o ao sulfato de quinino
MOLESTIAS OA BEXIQA. a*u* parte d'estas moteo
tlss, cerno as sciaticas, lombagos, catarros, tadas as dores uerrosa* em
geral sao curadas pelas perola at essencia oc thebeb ntina do
Dr. Clertan. O professor Trouaseau em seo Tratado 4* tnereperntce acon-
selba as para serem t OLEO DE FIQADO DE BACALHO OE BERTH-
Gw anudo puro e de primeira quadada. um dos pencos aprovados pela
academia de medicina.

71S9. Todos estes medicamento* ftrtun apnvadtt peto Academia
imperial de mediana ie Per.
MotoMtn
DEPOSITO
as Parla. sV ruerna:. I
DoMwcnLLS; Haattias
, rao Jacak
Misan at O.
liBD flt O
0 cordeiro previdente
Rna do QsecImadt o. 1.
Novo e variado sortimento de perfumaras,
finas, e outros objectos.
Alm d completo sortimento de perfu-
madas, de que efectivamente esta provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade de objectos, superiorj-
dade, qualidades e commodidades de pro-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciacao
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conbecida mansidao
e barateza. Em dita loja .encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangoiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para loilet.
Elixir odonlalgico para conservago do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ebei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos o un dita japoneza, transparente,
eoutras qualidades.
Finos "extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples c enl'eitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ciei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro. .
Extracto (Voleo de superior qualidade.
com escomidos cheiros, era frascos de dif
ferentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos emcaixinha para barba.
Caixinhas coni bonitos sa bonetes imitando
fractas.
DHas de madeira invemisada contendo fi-
nas perfumirife, muitb proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, lam-
ben de perfumarte linas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composico de
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
fas.
Opiata ingleza e francezapara (lentes.
Pos de cantphora e outras dill'erentcs
qualidades tambera para denles.
Tnico oriental deKemp.
AES*Ia mal coques.
Um outro surtimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos.
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciadlo de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo.
FivcBIas e litas para cintos.
Bello c variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escollia ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
0 que de melhor se pode encontrarnes se
genero, sobresaliindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para Tiasem.
Bolsas de tapete e cario iras de couro, por
precos commodos.
Chapelinas de palha da Italia mu bem
mfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
o presentes a quem se dirigir dita loja
lo Cordeiro Previdente a rua do Queimado
i. 16.
fiNFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS.
CHAPEOS E COQUES.
0 Cordeiro Previdente rua do Queirna-
lo n. 16 acaba de receber um bello sorti-
aento de trancas de palha para enfeites de
estidos, outras para chapeos, coques etc.
udo isto est sendo vendido com a sua bem
onhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros indos enfeites de soda
ara vestidos ; assim :omo um variado sor-
raento de gallos de la, babadinhos de
ambraia com bordados de cores, cuja va-
ledade de gostos os tornam recommenda-
tos e apreciados ; compareci pois os pre-
ndentes que serlo servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e tejidas de
uepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homerr
mo para senhoras, constantemente acham-
ia venda oa loja do-Cordciro Previdente :
ra i]n Queimado n. 16.
iJara encanamento d'agiia.
Canos de ferro, ditos cstonhados, dito? forrados
ejiorcel.aia, todos rom as competenles torneiras,
nrrsls etc. : a rus do Queimado n. .32._______
Barato que admira.
Manteiga ingleza flora IJMUO> libTa, dita fran-
ceza a IS, cb iniudo a 3$100, dito piando a, 3J,
caf a 20 rs., sabao a 180, alpiste a 240, armif
100 rs pas=as a 440, idem qnartos com 6 liiiras
por 23200, viHho a 400 rs. a garrafa, azeite doce
de Lisboa a 900 rs., caixinhas com amcixas, psa-
sap, figos e peas, proprias pira mimosa LJGOO.
talas com doce a f!00 rs. : s na esquina da ru
da Penlia n. R.
Rua do Queimado n, 49 loja de
miudezai de Jos de Azevedo
Mata c Srfva conhecidopor Jos
Bicjodinho.
Est queimandooa objectos abab:o declarado
polo diminuto preco, a sr.bor :
h-ascoscomaguade Colonia wrdadei: a a 1#.
Garrafas con agua Florida verdadeira, que se ga-
rante a I 500. naA ro
Pontos para reparar cabello W meninas a.iZt is.
Tliesouras muito linas para unlias e costuras a
Tintciros clieios de tinta muito preta a 80, 100, !
c 400 rs. _
Varas de franja branca de liuho para toalnas a
1G0 rs.
Caixas de pliosphoros de segnranoa a 20. h^ *
ICOrs.
.Navalli.is de cabo de marfim c que se garanto
qualidade a 2.
Libra 'lo la para bordar a 7. '
Pecas le lita braii' a elastiea muito superior a 2W
e 300 rs.
Novellos dclinha branca rom 400 jardas a60 rs-
I'.osmas de lia pe l do ueso liso muito lino a 2*500.
Latas eonrtuiierior baulia a 200 c 400 rs.
Caixas com seis frascos de cheiro muito fino a
Caixas com do/.c frascos, fazenda so boa a 1#2.
e 2AoOO.
Frascos com superior oleo filocomc a ouo r>
Calunpas de bao iransparonle muito bonito e ti-
no 240 W. ...
Duzia de paos de pomada do Remo, da meinor
qualidade a 240 rs.
Pecas de tiras bordadas muito finas a oOO, WX> e
Ditas do babadinhos com doz vara- a 600 rs.
Carriteis de linha de todas as eres, para acabar
l 20 rs.
Garrafas com agua divina a lf00.
l"ra-cos com superior macaca perilla a 320 rs.
Caixas de vidro com dozc didaos, que s a caixa
vale dinlieiro a 200 rs.
Hilas do madeira com allinetcs, o que ha de rae-
Ih* a 320 rs.
G oWs de betoes do luuca, lisos e bordados a
1(0 rs.
Caixas redondas para rap entinando tartarn.? a
15300.
Peras de lita para eos da melhor qualidade a
00 rs. ...
Escotas para limpar denles, fazenda que so a vis-
ta a 2'iO rs. ,
Ditus liara limpar unhas de superior qualidade a
500 K.____________________________,
Vorgouteas do pi h i p ra mastaros, vergas
e retrancas, todas de supiirior qualidade. Tintas
Verde Pars, bramo de zinco e preta, om latas ri^
14 e 28 libras, j preparadas, oleo de liohacaem
barris: no armazem de deposito da eompanhia
Pcrnanibucana, iw largo da Aascmbla n. 10-
_ Vend.....;;uiiid: Garanhans muilobom
muito em omita, chegad a (touco: na rua da
Can,boa do CariBO n. 10.

J*>
5 i! F-.
I00S de gralificafao
Pugiono lia 11 de Janeiro do corrente ans,
do engcBbo Batatnra, fr 'guezia da Escada, o -
cravo preto, crieulo, do 24annos de idade, li-
mado Marcelino, (pie foi do Ir. Jofe da Cnnha
Pereira, cujo o-eravo estove no deposito geral, e
tem os signaos seguintes : alto, soi-co do corpr>'
rosto moito marcado de bexigas, falta de denles
na frente, cor preta, sabio de chapeo do chile, pa-
!etotccal<;a de castor, levando em bahnzinho *
(landres cm mr.is roupa, o suppoe-se estar na
freguezia do Cabo : quem o apprebender leve-i-
ao dito engenho, on rua da Sental-nova n. 3$.
eseriptorio do Sr. liernardino Pontual, que rece-
bera a iiratificacao cima.
Fngio do engenho raeubina, comarca do ca-
bo, ao smanbecer do da 13 do corrente n. p
anuo, do abaixo assignado, mu oscrav pfi
nome Antonio, conhecido por Canda, idade de 2f>
a 30 ann s, poseo mais ou menos, aun. ps pros-
sos, tem urna das juntas do nie.-mo mu poufi
grossas, andar banzeiro, levando chapeo de feRri-
j usado, camisa de algodao azul e seroula do al-
godo ajric.iuo, cuj.) escravo vcio de Buique po-
ra I'o afilio, para onde se desconfa ter seguido
roga-se a inialquer autoridade policial on capilar
de campo a captura do dito escravo. levando a
engenho cima, on a rua d- Caldeifeiro n. 42, ao
Pr. PPancisco Quintino Rodrigues Estoves, que
ser generosamenie gratificado.
Antonio Carneiro I.ins e Mello.
Fogio de bordo da palhabote uaciooal Amu-
ra, um mulato claro lo nonio Justino, estatura re-
gular, cbelos carapinhados o meios rnivos, penca
barba, tem nina pinta preta no canto do olho direi-
to c um lalbo as costas ao mesmo lado.; levou
vesiido camisa de chita com listas verdes, e usa
de urna cinta com borla encarnada para aportar
as calsas, e natural de Santa Auna do Matto na
provincia do Rio Grande do Norte, para onde tahez
queira ir, tambem muito desembarazado no fal-
lar. Recommenda-sc aos mestres de barcada u
a qualquer pessoa que o aparrar, e levar a rua
do Trapiche n. 4 ou a bordo do referido navio que
sorgenerosamente gratificado.
Fugio no da 21 do pre-ente mez de marco, .do
engenho Cracuipe, freguezia de i\goa Preta. o es-
cravo de nome Joaquim, idade 25 annos, crou|o.
cor preta, estatura regular, testa piando, olhos
afumacados, dentes limado, e tem os dea polc-
gaes dos ps voltadns para fra, sabio com cha-
peo de palha do Chile, levando um balu'i pequeo
de fnlha de Flandres. Ha certeza de que o
escravo sepuio para a cidade do Recii\ Jibar-
eando na estacSo de Gan eleira en um dos tn i s
do caminlio de ferro : quem o appreheuder ipu i-
ra leva-lo ao mencionado engenho} a entregar a
seusenhor o lente-coronel Pdro Francisco d"
Albuquerquc, ou no Recife ao.Sr. Antonio Josa-
Leal Kois, eseriptorio a rua.da Caeia n. '.!', que
ser generosami'iite gratificado.
XAROPE PE1T0RAL BRAS1LEIR0
DE
PO\TA DEEMBAIBA
COMPOSTO E PREPARADO
Pelo pharm:iceutico
Jos da Cruz Santos.
Esta planta cujas virtudes medicinaos
existiam desconhecidas ?ara a maior parte
dos nossos facultativos, devendo-se a sua
descoherta ao oso que d'elle faziam os

pohnonares, hojftconlecido como o me-
dicamento mais eflicaz para a cura de as-
thma, bronchite, coqueluche, penemonia
e at a [ihtysica, produzindoum effeito mi-
lagroso e prompto. I
Para tfm adulto 3 i colheres de sope
ao dia poro oo em cosimento peitoral.
Criancas. 3 icolher.JS de cha.
Prago 2000 o frasco.
FapjEimhiiw.il* Nova botici n. 51,
.' Vende-se qnatro mil alqueires de sal labri-
c ado no engenho Bapepoca ao norte da Uh Ita-
marac : os preteNentes dirijam-se a rua da Glo-
ria n. 70
Acha-se tupido desde domingo de en ti udo n
molequo de nome Tilo, rom 21 annos de idade.
estatura refutar, olhos afniefados. com t.nlos <-s
dentes, esperto e bem fallante, tem no estomago
urna cicatriz de uina queiumdura pequea, tcpi
um dedo da nrao direita aleijado em consequenci.T
de um panarieio ; e o p csipierdo mais grosso
do que o direito : quem o apprebender leve o aos
Afogados, casa do )r. Jos Roberto de aloraos e
Silva, que indicar a casa de sen senhor. que re-
compensar generosamente.
de gratificaco.
Ainda se aoha fngida a oscniva Mara Benedic-
ta, que vi do Sr. Claudio Duheux. e que ausen-
tou-se da casa de sen senhor ha dez mezes, cujos
ignaes*s5o os seguintes : cabra, magra, estafara
regular, rosto descarnado, cabellos carapinhos e
contpridos. andar dcscancado, reprosoma ter 40
annos on pouco mais, e costara* fallar s quando
trabalha ou anda, tinha no seio e nos bracos sig-
naos pardaecntos mui visiveis de impipens quo
costumam apparecer-lhe. 11 todo motivo para
suppor que ella anda mesmo por esta cidade o.t
seus arrabaldes. j tendo sido vista de urna vez
nossos indgenas que menosb#vam comina-ruaNovacomUni pard., e pela segunda v .
a SUa applicacSO de todos OS 8< Brca di Boa-Vista. tiflca-
na praca da Boa-Vista. Da-se aquella gratflca-
cSo a quem apprehcnder dita escrava ou m-lla der
noticias exnctas na rna do Imperador ns. 3 e ^,
1 andar, e pmtcsta-se nrocfder criminaln
contra qnem a tiver em stra companhia.
Do engenho S. Francisco da Vanea fui* r*
madrugada de 3 do corrente, Leoncio, mulat)
claro, ae 18 a 20 annos, eomecando a barbar, ca-
bellos soltos, olhos grandes, estatura regular, gros-
so, robesto e bem feito, bons dentes, vagaroso co
andar, e farcola, rarrefro. Oo menn engenl.)
est fgido desde iulho do anuo passado, Oes
ci, mulato, velho, de cabells soltos, jwucos den-
indar cahido par diante, e tom os de**
grandes dos pes mettidos para dentro : a n'rff
par no mesmo engenho, oo w ru do Apollo n.
ao Sr, Francisco do Assis Brito.
1



UTTfMTIRA.
FERIAS ACAi:HIC AX
(POR W. FIGUEIREDO)
{Continuad-do)
V
IM SARAO
Apenas terminara a quadrilha, Almeida,
que estivera sempre espreitando occasiao
azada para roubar linda rainha do bail:
alguns instantes de conversa, aproveitou
urinal iirn momento, cm que ella estava so,
sentada junto de Leonor, e distante' d-3
Carlos Alberto para dirigir-le a sua peti-
rjo nos seguintes termos :
Minha senhora, V. Exc. nao levard;
certa o seu rigor para comigo ao ponto d;
recusar-me um rpido instante de passeio 3
conversiso ?
Oh meu Deus I exclamou Ameli i
rf um gesto de infantil espantoem que te -
uiio sido rigorosa para cora o senhor ?! S3
no concedi-lhe a quadrilha, que me pedio,
foi to somente por estar j compromettida
pan todas que pretenda dansaiv Pego-lhe
portento permisso para classmcar' a sua
xpresso rigorde injusta.,, de pouco
generosa !...
Almeida ao ouvir esto resposta da linda
menina conheceu que tinha diante de si urna
mulher nao vulgar; com tudo o temivel
rapaz nao retrocedeu, antes replicou con)
um tom levemente irnico.
Descnlpe-me; minha senhora, se, de
envolta com as minhas palavras, algum i
houve que olTendess a alta susceptibilidade
de V. Exc.; rogo-lhe que ao menos salv
a minha boa intensan, e que nao seja a mi-
nha imprudencia razo suficiente para sor
indeferida a supplica, que tivfl a honra de
enderegar-lhe ?
De maneira nenhuma nao vafe ape-
na de zangar-ine com o senhor por tao
pouco... a minha alta susceptibilidade jul-
ga-se satisfeita avista da sua posigo d;
supplicante !...
Procurarei nao desmerecer de tanta
generosidad'... fallou o quarto aunista, ac
centuado na palavra. que deixamos em gri-
pho, e langando sua intorlocutora um
olhar semelhante ao da fra sobre a presa
V. Exc. nao se recorda de ter-me
visto e fallado algures ? perguntou elle en-
cetando assim a conversago.
A minha fraca reminiscencia nenhuma
idea moda de sua eslimavel pessoa I...
Pois a ajuda-la-hei, minha senhora, so
m'o permitte : nao se lembra de que ha
um anno. urna tarde em que eu passava
pela ra de.... V. Exc. deixou cahir um
lenco...
Que o senhor apanhou.e leve ahon-
dado de subir a nossa casa 'para entregar-
me ? h recordo-me ; mas,, note bem,
senhor, nada de frases equivocas! eu nao
deixei cahir o lenco de proposito '.... foi tudo
obra do acaso, do descuido c....nada mais!
Aceito a correceo da phrase, minha
senhora, disse Almeida sentido-se vencido
ainda por esta vez porm isto nao obs-
ta qne eu continu a repular-me rnuito
feliz por aquello fado, e a considerar-me
objecto d'uma fatalidade, que pareceu-rne
ter apontado a pessoa de V. Exc. como
aquella de quem depende a minha futura
felicidade!...
Por to pouco ?! por causa simples-
mente de um lenco, que escapando-se /-
octonariamente das miabas mos bi por
ocaso cahir i seos pos ?! Ora, senhor 1 ha
de convir comigo, que isso nao passa 011 de
urna fieco sua para lisongear-me^ ou do
mais exaltado romantismo, com que o se-
nhor frtil em imaginago, poeta -.lalvez,
qniz colorir e enfeitar um fado sem signi-
ficaco alguma !...
E a desapiedada menina acorapanhou
estas palavras com una risadinha tao sin-
gular, e ao mesmo tompo tb zombeteira,
que Almeida enfiou completamente.
Amelia era a primeira moca, que at
ento tinha repellido formalmente os galan-
teos amorosos, c feito desapontar o terri-
vel estudante, que de todos outros comba-
es havia sempre sahido vencedor : assim
o nvencivel conquistador capitulou vergonho-
samonte, e desisti quanto as Iotas d'aquel-
la especie ; mas nao renunciou outras,
e a vinganca premeditada.
Por isso mesmo que reconhecera em
\melia urna desses mulheres enrgicas
lionesias e virtuosas, dotadas providencial-
mente de um instinclo tal, que conhecera
e destinguem logo a primeira visto os ho-
mens prfidos, seductores eperigosos, por
isso memo, dissemos, Almeida quera ven-
ce-la e subjuga-la para lisongear a sua vai-
dade e orgulho de namorador.
E'" precisoexclamou elle, logo que
Amelia se sentou preciso mudar de ar-
mas : usar da prudencia da serpete, da
mansido do cordeiro, e da astucia da ra-
posa mas hei de afinal cantar victoria !...
Leonor j minha...
E nada mais occorreu no sarao- digno de
er exarado neste capitulo.
VI
IM DESPERTAR .NCOMMODO.
Eram j dez horas da minha do dia se-
grate ao do sarao, de que fallamos no ca-
pitulo anterior, e os nossos quatro estu-
cantes, em cuja companhia havia tambem
pernoitado- Niceto, no so liulio anda le-
vantado das quentes camas.
Dormiam todos i somoo solt, e pare-
ciam dispostos a continuar nesse interes-
sante estado por mais algumas hora.
Quem tivesse a curios dade de entrar em
cada um dos quartos da casa da ra do
Hospicio, e demorar-se ah algunsminntos,
notoria em primeiro lugar o mais completo
desarranjo em todos os movis e roupas:
'e em segundo apreciara as contorses de
rosto, os beijos ternjssimos dados nos tra-
vesseiros, ou no ar, e as phrases apaixonadas
dos dorminhocos estudantes, quesonhavam
sem duvida com o baile da vespera, Ou
melhor: comas deidades, que l foram.
Almeida foi o primeiro que despertou; e
embrulhando-Se em um ambre, veio para
a sala da frente fumar o seu cigarro ma-
tutino.
Tudo ahi estova na mais perfeito escu-
rido: Magalhes roncava ainda no sof.
Ora, isto um refinadsimo desaforo!.,
exclamou o quarto annisto.Espera que tu
j accordas, cascabulho petulante!...
E abrindo devagar todos os ferrolhos das
portas e janellas, escancarou-as depois ao
mesmo tempo com urna ligeireza incrivel,
e fazendo um estrondo infernal.
O cascabulho deu um grito assustado, e
saltou fura da cama, esfregando os olhos,
offuscados pela luz, que Invadir repenti-
namente a sala.
Diabol o que 5^? bradou elle
abrindo a custa os olhos.
E' Apollo, que acaba de pasear pela
ra do Hospicio em seu carro igneo, pro-
luz
i
Almeida! nao
duzindo um cataclysma de
Fecha estas janellas,
ves como estou fresca !...
Nao fecho, nio; veste-te.
Que horas sao ?
OnzeJioras.
Oh! cedo! vou continuar o somno
interrumpido no meu quarto....
Ests engaado, madraro! no con-
sinto
E esta !.. porque?.
Porque quero que me ajudes a des-
pertar os outros.
Ora deixa-te disso nao incommo-
demos os pobres diabos..,
Nao sejas toto, MagaU^es! anda des
contar o susto, que rapaste!
Pois vamos l.
Almeida e de Marcondes, fizaram duas mechas de
papel, e collocando-se ambos junto do leito,
comegarara.a introcluzil-as no nariz e ou-
vidos do-calouro.
Este a principio fz mil caretas grotescas,
murmurando palavras de raiva e de impa-
ciencia ; depois vieram-lhe os espirros; e
j estova com as orelhas e as ventas verme-
Ihas de cocar, quando os ddis acabaram de
accordal-o com urna estrepitosa gargalhada.
Vio para oAverno^omtodos osespiri-
tos satnicos!... deixem-me progredir na
minha quietado dormitiva!....
Ora, que at dormindo s pedante,
Marcondes!... so tmze Mioras, levaata-tc,
mono !,..
Onze horas ?! alvorada para quem
comecou asopitarus cinco da madrugada!.,
murmurou o dorminhoco cobrindo a cabera
com o lencol.
Mas nao queremos que durmas mais!
disse Almeida; e suspeadendo cora Ma-
galhas a cama do calouro, deixou-a cahir
depois com impeto.
Oh que rapazes cheios de bondade !
como me embalo cariciosamente !... obri-
gado! mil agradecimentos !... rosnou Mar
condes, virando-se para a parede, e conti-
nuando a dormir, ou a fingl-o.
Ah! tu es isso ?! clamou Magalhes,
arrancando todos os lencoes e. cobertas,
que envolviam o rapazquero ver si per-
sistes agoraem continuar espichado
Sem duvida alguma si eu estova
sentindo tonta estuaoo !----obrigado !
disse o paciente calouro cncolhendo-se
rtodo.
Isto atrevimenlo de mais!.. l vai
agua!... bradou Almeida fazendo um gas-
de profunda -capaz de aterrar a propria
morte.
O pobre rapaz, que pareca no gozar de um
somno muito tranquillo, pois que estremeca
de vez em quando assustado, sonhando por
certo com a velha.com quem dansara no baile,
e que Almeida classificara denumia egyp-
ciacaaccordou afinal ; e vendo aquelle
apparato funerario, as caretas do supposto Queras ento que fosse de cabos! so
diabo, e o canto fnebre, deu um grito
rouco, e saltou cambaleando em cima da
Nao deixas de ter alguma razo, Al-
meida ; mas quitro faltas duras!.....
Es um raesquinho, Affouso! s um
p de banco rediculo e immoral!...
Ento houve sabbatina ? perguntou
Garlos ao recem-chegado.
Houve; mas urna miseravel sabbati-
na de pontas'
cama.
Durante alguns minutos os tres estudan-
tes continuaran! ainda a cantar o jal me-
mento improvisado; mas depois nao^oden-
do mais conterem-sc ante a figura' burlesca
de Niceto, com os olhos espantajos e ges-
ticulando, como se quizesse affnfcr de si
urna visao, romperam n'uma estrondosa ri-
sada.
Pega n'elle, e leva para enforcal-o
no inferno, diabo!... gritou Almeida diri-
gindo-se ao moleque transformado em de-
monio.
Satniz! traga atuapresa! exclamou
Magalhes.
Belzebuth! invoca dos barathros in-
fernaes a tua legiSo de f-rias par conduzi-
rem o fugitivo dos teus dominios subterr-
neos ajuntou Marcondes.
Isto-nao se faz! disse afinal Niceto,
nteiramente accordadocausarem-me um
susto d'este podia ter perecido violenta-
mente ;
Oh! isso nunca !... onge de nos
tal calamida#!... a patria perdera um
dos seus mais firmes esteios!
Vamos agora ao Carlos! gritou Al-
meida.
Como, se elle do/pie com a porta
fechada ?
Oh! raiva t pois vamos entalhar-lhe
o quarto de roupa suja.
Apoado, Magalhes ; tens s vezes
deias verdaderamente luminosas!...
E os quatro mancebos ajuntoram todos
os travesseiros, roupas e pannos, que ha-
viara em casa, e comegaram a atiral-os por
cima do repartimenlo para e quarto de Car-
los Alberto.
Que diabo de diluvio de trapos
este ? perguntou o quinto annisto de dentro
do aposento.
E' urna chava de nova especie, deno-
nada pelos physicos t panmfica I
Pois bem! basto ja estou de p...
nao me causem prejuizo aos movis!...
Toma mais este acrolithe! gritou Al-
meida atirando um travesseiro.
Obrigado! cahio-me na cabeca I
Ento capitula! abre a porta do pro-
pugnculo disse Marcondes.
Bravo! Magalhes, anda salvar a tua
caiga de casimira nova, que parece mesmo
urna aurora boreal, en)bebendo-se na agua
colorida da minha baca I...
Nao faz mal! disse Almeida : para
perfumal a!
O almpco est prompto! veio dizer
um moleque.
A esta voz os estudantes correrm
confusamente para a mesa : aquelles est-
magos vasios estovam dando meio dia!
Ola! exclamou um rapaz ruivo, que
aeabava de entrar sem ser vistoque cabula:
pe sabbatina raalcreadamente-feral Njue
escndalo!...
Ah! s t, Alfonso ? logo vi; pela
admiraco, com que nos saudaste bem te
conlieci'!...
Como assim, Almeida?
Pois nao sabes que estivemos hontem
o'um esplendido sarao?!
E o que tem isso .'!
Oh que sujjeito massante! Anda,
senta-te, almoca, vai ouvindo!
Nao precisa reiterares o convite; po-
rm vamos: dize-mo que relacao pode exis-
tir entre um baile, e urna filanca escanda-
losa de sabbatina ?
FOLHETIM
OS DRilAS DE CAYENNA
[por
jfilie Berthet..
XIII
Urna proposta inesperada.
(Continuago do n. 79)
Na vespera do embarque Josophina e-
perava na sua celia que seu irmo e o ca-
pito fossem, busca-la para irem todos des-
pedir-se de Bertomy, quando sror Rosala
entrou.
A superiora das irmas de S. Joseph,
.arante a estada da joven no convento,
;trara-se sempre benigna e affavel, mas
reservada. Era bastante perspicaz para
conhecer que Josephioa-, alm das macoas
que Ihe cpnfessava, sentia outros cuidados
Entender, comtudo, nao de ver at all
provocar as confidencias da soa hospeda,
limitando-se a testemunbar-lho delicada-
mente a sympathia qae expwimentava pelos
seas soffrimentos.
.YaqueJIe dia, porm, sror Rosala, no-
t indo os olhos veraeihos e feicoes altera-*
to de entornar um moringue, que tomara
de cima de urna banquinha.
Menos isso nada de banho mort-
fero I... exclamou Marcondes pulando de
p*-Mas Vv., interrompertdo assimc.rfl/;ry>
to, ex ri, a minha deliciosa modorra, atacam
a minha soguranca individual, c ferem de
morte o meu direito de propriedade e de
eonservaco pssoal!___ E' urna leso
tnoi-me praticada pela prepotencia material
da forca !:..
s calouro emfim acaba com isso,
e vamos despertar Niceto, Marcondes.
O accordar d'este foi mais lgubre.
Os tres estudantes mandaram comprar
quatro^bras de vellas de espermacete, e
pregaram-nas accesas em cadeiras, que en-
costoram a leito onde dorma o inoffensivo
rapaz.
Chamaram em seguida o moleque de
Carlos, pintoram-lhe A cara como a dejim
demonio, e pozram-no vestido de preto
bem junto da cabeceira da cama, defronte
do resto dNiceJr, fazendo mil carantonhas
diablicas.
Em seguida tomaram cada um grossas e
enormes tochas de papel, que haviam enso-
pado em azeite, accenderam-nas, e foram
boas as pontas, porque espetam
Passando de um polo aoilro: Vv.
hontim dvertiram-se muito, ein ?
Ora si... aespondeu Magalhesfoi
ama noite sttcculentissim.'. .
Danseidisse Marcindosnove qua-
drilhas, duas walsas, tres polkas e urna
schottish ; e que pares!___ S um des-
mereceu completamente : a pobre moca res-
ponda a tudo, que eu Ihe dizia com um riso
parvo, e sem"expresso, ou com tregeitos
desengranados, e atoleimados!.. infelizmente
d'estas btanlas!...
Alfonso! exclamou Almeidapergunto
ao Sr. Niceto qaal foi o seu par da terceira
contradanza ?
Quem foi ?
Urna moan/ta, que quando muito teria
seus cincoenta cajs: e rosada (fresca como
um bugari do invern do anno passadol.
Tambem nao podes fallar, Almeida:
o teu par da quarto bem podia ser tua
mi: I
Calla-te, cascabulho ( aquella senhora
occava pelos seus quarenta janeiros, e ere
mhitu bonitona ainda; domis, mi de
duas meninas bem galantes, e ou no*fiz
mais do que baramboUtr.....
E a tua dama da segunda, Magalhes;
magra e comprida como um coqueiro da
praia!----
Qual magra, homem! aquillo delica-
deza de formas! Em minha classificagofe-
minil oceupa ella a quarta classe : pertence
a familia dos ptixinhos seceos bem appele-
veis!
E o nosso Carlos Alberto ?
Este s dansou cora a rainha do baile,
e Leonor !
A rainha do ba'le! quem foi ella ?
D. Amelia, a filha do commendador
Carvalhosa.
Oh!., oh!., essa menina rainha nao
s na formosura physici, como moral!
umanjo!.,".
Carlos lancou um olhar Alfonso, que
exprima todo o seu reconhecimento ; e Al-
meida mordeu os beicos para desfarcar um
movmento de impaciencia.
Incommodava-o aquella reputoco to
bem merecida de quft gosava a lourinha!
De quantas -mocas se apaixonou Sr.
Niceto ? perguntou Alfonso.
Pela mumia! respondeu o quarto an-
nisto disse-lhe finezas lo abrasadoras e bom-
bsticas (escolhidas do arsenal completo de
phrases repolhudasde Marcondes) que se-
rio capazes de derreter eternamente os
gelos da Sjberia !...
Etyet corou, o que pouco se percebeu
atlanfii a sua cor alfognoada, e convervou-
se mudo : quando estova diante do zombo-
teiro quarto annista era este o seuxos-
tume.
la,',5Jagalhes? porguntou ainda
Oh idiota exclamou Almeidapois
nao sabes, que quando se esteve em um
mignifieo baile aspirando Jlores olfrtes:
ouvindo tocar, e dansando bellissimas qoa-
drilhas, walsas e.polkas; e, x> que mais .
no centro do Deusas de rara blleza e gn-
ea: nao se pode ir no dia seguinte a-acade-
mia ver asearas cadavricas dos cullegas,
leudo postillas, ou conversando so%re as
questes mais importantes de direito, ou
sobre jornaes acadmicos, poasias a sahinem
luz, poltica, theatro etc. etc. ?!... ouvir
a horrorosa badalada, annunciando o quarto
da hora fatal, que nos arrasta aula, onde,
sentados ein ferreos e immandos bancos,
passamos quarenta o cinco estiradissimps
minutos, mortificando-nos, e soffrendo c-
licas as mais atrTjzes, qoando o incabulavel
lente, folheando a terriA-el caderneta, nos.
atira ao banco dos reos ?! ser depois ar-
gidos, ou mesmo argir a collegas amolla-
dores, que nos massacram os ouvidos e a
intelgeneia com mil sablilezas e futilidades,
arrancadas em calhamacos ante-diluvianos,
"do tempo em que" osssse escrevam
comflf?1 espichar-se emfim, conquis-
tando umM ou Phomicidas, que nfs
mata ou fere mortalmente no fim do anno?!
Ento achas que todos estes honores nao
valliam ama sateorosa e innocente cabula
passada em beatifico descanso em urna sa-
porfera rede, com o abdomen repleto por
postar-se perto das cadeiras, entoando um um succu'.ento almoco ft
das de Josephlna, nao pode conter a ex-
presso do seu desgosto. Depois de a bei
jar, fe-la assentar ao seu lado.' e, apertan-
do-lhe affectuosamwte as mos, disse-lhe :
Que isto, minha filha ? Ainda la-
grimas ? Agora, que se acha livre da fe-
bre, vai expor-se a doecr de pesares !
Ha de confessar que me oceulta alguma
cousa.
Que posso eu occultar-lhe, minha se-
nhora ? redarguio Josephina mn pouco
embaracadaIgnora por ventura as razoes
qnetenho para me affligir ? Hoje odia
em que me despego de meu pai e quem
sabe se o tornarei a ver n*este mundo f
Devemos sujeitar-nos neceidade,
minha filha... Masoaca : confesso-lhe que
receiei, ao y^was suas secretas inquietocoes,
af suas idas e vindas com sea ireoo e o
modtaco de algum d'esses projectos ab-
surdos e irrealisaveis que rauitas vezes se
formara a respeito dos presos I E' ver-
dade que isto foi um jaizo teaerarjp, visto
que vo retirar-se, mas* confesso-lhe 'qae che-
guei a acreditar que s$ tratava de fazer
evadir seu {tai 1
, fallando assim, a religiosa dardejau
UKM)lh*r investigador skr joveo -qie
nao dever de um filho soccorrer seu des-
grado pai ? i
Hoje diz desgragad<). ootro diaha-
mava-lhe innocente I m
Innocente ou culpado nao deverei
compartilhar dos seus softrimehtos ?., E,
se eu houvesse concebido o plano de lh'os
fazer cessar, a misericordiosa Providencia
punir-me-hia por isso-?
Seria urna idea funesta, minha filha !
Em primeiro lugar no ha direito de nos
opporraos ao legitimo castigo infligido pela
justiga humana ; depois abstrahindo mesmo
d'esta considerago, tal projecto nao teria
a menor probabilidade de bom resultado.
Ento nao acredita na possibilidade
de se eflectuar urna evaso ? Todavia al-
gumas se4eem verificado.
- E' verdade, porque n'essas se teem
Affonso.
Apaixone-me radicalmente por tres
urna morena, outra loura. e outra paluda.
Muito bem fizeste umi bella collec-
go de lypos : c tu Vlagalhes ?
---De todas era geral, e de nenhuma em
particular !
Ests metaphysico explica-te.
De todas, porqdc nao posso ver urna
mulher bonito, sem que apaixone-mc dam-
nadamente e de nenhuma, porque esque-
go-as todas, apenas deixo de vel-as!
ptimo! as tuas paixoes sao fumacen-
tas 4i inoffensivas! amas a mulher pelo que
elle e nao pelo que vale!... E tu, Al-
meida ?
Eu ? de nenhuma estou aborrecendo
furiisamenteas mulheres! respondeu des-
Irahidamente o quarto annista.
Ola! bravo! Almeida odiando o sexo
mwel!... sublime nao ha duvida! ests
verdaderamente namorado foste vencido
e acorrenta lo, meu intrpido leo!
Juro-te que nao,..
-Juras falso, meu perjuro l'm con-
quistador,, que, interrogado de volta de um
baite* responde com ar enfadado e destrahi-
dqi^quc no se apaPxonou por moga alguma,
e que at as odeia, porque encoritrou
nma, que o subjugasse, ou que o repellis-
se !... oh! desejava conhecer a fada pode-
rosa que te domou, meu tigre !...
Sou eu que ha de domal-a.,.
Ah j confessas!.. ento houve luto ?
e foste vencido ? que vergonha!... amanha
vou declarar isto mesmo em editaos affixa-
dos as entradas da academia !
No, Alfonso: guarda para quando eu
conseguir a victoria. Fui batido, verdade,
no primeiro encontr; mas hei da ganhar
o segundo sem precisar pelejar directamen-
te com o inirago j tenho alliaaf*.
Mandas o teu exercito, sem Tre a fren-
te delle ? egosmo, pusilanimidade !
Almeida...
Enganas-te : tatica, estrategia mili-
tar o meu inimigo est prevenido commi-
go: se atacal-o de fente, defender-se-ha
com valor e energa, ou, o que mais receio,
evitar a batalha. '
-----------r~-
Por isso foges para investil-n por in- romper este intereasante colloquio dos dous
termedio de ottrera ? p cobarda, k' desle-1 oamorados.
aldade, meu caro (..,
Que importa ? o fim justifica os meios.
Nem sempre interi-ompeu Carlos
esta theoria estupida, e indigna de ti,
Almeida!
Obrigado : prescindo de observarles...
no recuarei.
=Pois juro-te que se soubesse o nomo
da victima, que queres immolar ao teu or-
gulho, ia immediatamente avisal-a.
Com que interesse, darlos ?
Com o interesse com que se arranca a
ovelhinha das garras do lobo com o inte
resse, que inspira a honra, a virtude, a in-
nocencia, e a fraqueza!...
Basta! est levantado a sesso! disse
Almeida sahindo arrebatadamente da sala.
VII
usa visita
Sao sete horas da noite.
Com a doce liberdade, de que goza um
escriptor, entramos, conduzindo -sob nossa
guarda a leilora, em um bello sobrado da
ra de **.
A sala alcatifada,-em que penetramos,
est ornada com muito decencia, gosto, e
alguma riqueza. Urna sumptuosa mobilia
Luiz XVd-lhe um certc aspecto de nobre-
za, que muito quadra cora o costoso papel,
que cobre as paredes, e as ricas bambinel-
las, que paramentara as portas e janellas;
um elegante sof, tendo em cada ncost)
ama bellissima almofada bordada, pousa
sobre um fino tapete enfeitado deraraagens;
as poltronas espagosas e commodas tem o
espaldar coberto com del cadas colchas de
renda franceza; os consolos com tampos
de marmore esto adornados de serpenti-
nas de crystal, espelhos de moldura doura-
do e jarros de porcellana: cheios de aro-
mticas flores, e sustenta cada um delles
um relogio de madreperola; na meza oblon-
ga do centro, -onde se v albuns de retra-
tos c livros dourados, ergue-se um sober-
bo globo de gaz, cuja baze descanca em urna
bem trabalhadae mimosa jardineira; alguns
quadros encaixlhados em molduras reca-
madas pendem das paredes; emfim em um
dos ngulos dessa sala, sobre um pequeo
estrado envernisado, ostenta-se garboso um
piano de Jacaranda com teclado de madre-
perola e sustrados de tartaruga; e senta-
do diante delle em urna tripeca de charo,
estufada de vellido carmesim e orlada de
largas franjas de seda, est urna formosa
menina loura, vestida de cambraia verde e
fitas azues, com as espessas madeixas for-
mando duas longas trancas presas as ex-
tremidades por urna larga fita tambem azul.
E o que fazia alli essa interessante louri-
nha*?
Ah! brava docemente harmonas arreba-
tadoras do sonoroso instrumento! deslisa-
va ligeiramente as mimosas mosinhas so-
bre o seu teclado! meueva mollemente o
corpinho tlexivel, acompanhando o raovi-
mento rpido das mosinhas! bata metho-
dicamente o pesmho direito marcando o
compasso da msica! balougava graciosa
e levemente a magestosa cabega acompa-
nhando as suas melodas! ergua de vez em
quando os olhos aaaes e lmpidos enlevan-
do-se na magnitude e sublimidade da arte!
Tocava a Supplica d'uma virgem.
E naquelle embevecimento de artista,
ella nao vira um mancebo, que cuidadoso
aeabava de entrar, e collocar-se, sem fazer
o menor ruido, por traz dola.
Passaram-se assim alguns minutos.
Em urna das occasies porm, cm que a
supplice pianista algava ternamente os olhos,
descobrio a sombra do seu silencioso es-
pectador, que se desenhova na parede:
deu um grito infantil, e voltou a cabega
to rpidamente como a gazella surprehen-
dida.
Ah! o senhor exclamou ellaque
susto me causou!
Oh perdo, D. Amelia! eu teria da-
do urathrono por este momento de ineffa-
vel prazer....
Mas isso um attentado, Sr. Carlos,
penetrar assim no.....
No palacio mysterioso de urna fada,
e surprehende-la em seus encantos, no
assim ?
Eu bem o entendo.....quer clogian-
do-me obter ojperdo do sua falta.....
Si houve falla foi 3de um dos seus
guardas, que introduzio-me em seus do-
minios sem avisa-la.
Ora, si o senhor o comprou.....
Convenha ento que a fada gosto de
ser as vezes surprehendida por algnem;
visto como conserva cm seo palacio
Reinou ento por momentos entre os tres
esse (silencio involuntario, que apparece
sempre que urna pratica amorosa inter-
ceptada pela presencade terceira pessoa.
Carlos foi quem primeiro fallou:
D. Amelia, disse elle, o piano est
ainda aberto e reclama a sua presenga: pe-
co-lhe que se digne ir tocar ao menos urna
walsa para consola-lo da violencia com que
V. Exc. oabandonou com a minha chegada.
A joven lourinha, para quem urna suppli-
ca do mancebo importava urna ordem, er-
gueu-se e foi executar a walsa nocturna
A virgem do cemiterio.
Carlos e Leonor ficaram sos um instante.
Est triste, Sr. Alberto ? perguntou a
moca. i
-r- Assevoro-lhe que no, minha senho-
ra; seria unja ingratido..... eu scismava
simplesmente.
Lisojigea-me muito isto!..... quer que
o deixe s para d-vanear melhor? excla-
mou a moga meio irnica.
Nrj; porque o objerto da minha scis-
ma nao alheio a sua pessoa.
Ah... ter a delicadeza de explicar- /
se ? retorquio a morena' sem-Blttdai-Jfi.
trai.
Com todo o prazer: scismava em des-
cubrir a razo porqfle a senhora nunca quiz,
a pedidomeu, dar-me o gosto de ouvi-la
tocar e cantar 1 tenho notado isto.....
E' fcil: que algttem que toca e
canta melhor do que eu deve satisfazer de
um modo mais agradavel e completo o seu
gosto musical........
Carlos comprehendeu alluso de Leo-
nor, e o alvo a que elle pretender ferir;
e para castiga-la disse affectando indfferen-
ga:
Aceito a sua razo, minha senhora;
e agradeco-lheadelicadezacom queme jul-
ga: pode responder-me anda a umaper-
gunta ?
Se quzer ter a bondade de faze-la...
A senhora parece evitar com todo o
cuidado encetar urna conversagao sos cont-
raigo ?
Oh! meu Deus! pois no v que
para deixar-lhe mais liberdade e tempo,
afim dtvque o senhor possa gosar nteira-
mente oalra companhia mais agradavel
e deleitavel ?!......
Alheo filou seus grandes olhcs no ros-
to da moga, como si quizesse penetrar-lhe
no amago do corago, e prascrutar qul o
sentimento, que diiara-lhe aquella respos-
ta; e, como para confirmar a sua supeita.
disse observando o effeito, que suas pala-
vras iam produzir.
E' muita gene osidade, minha senho-
ra! Nao sabia que V. Exc. possuia em to
alto grao as virtudes christes da caridade
e abnegago!.....
Leonor sentio todos os espinhos destas
palavras; enfiou um pouco,e mordendo le-
vemente os labios para encobrir urna ligeira
commogo, respondeu esforcando-se por
mostrar presenga de espirito:
Sinto Drofundainente pao poder dizer
outro tanto do senhor!.......
Comtudo, saui ser to"perfeito como
V. Exc. creio no Ter faltado com a consi-
derago e delicadeza, que urna simples t
sincera amizade possa demandar......
E' que ha pessoa mais exigentes!....
disse a moga sem reflectir, e cedendo fa-
talmente a lentaco de levantar urna ponto
do veo que occultava o seu coraco ao jo-
ven.
Neste caso.... o culpado nao sou eu
.....respondeu Carlos cora um meio sorri-
so, que adogava o rigor destas palavras.
Tem razo, senhor! balbuciou Leonor
com desgosto e abaixando os olhosdes-
eulpe-me......e nao me jnlgue desfavora-
velmente!.....
Mo! raurmurou Carlos comsigo
mesmoesta moga ou invejosa, ou tem
ciumes!... Evtal-a-hei: o queme cumpre
fazer.
O dialogo ia-se complicando ; e a afilhada
do commendador, que j nao podia contar
muito com a energa do seu corago, agra-
deceu Deus a approximago de Amelia,
que aeabava naquelle instante de tocar a
walsa.
A conversa, pois, mudou naturalmente
de assumpto, recalando sobre o baile da
vespera.
Sempre que se discute a respeito de um
sarao, a primeira e principal questo, que
oceupa a attengo dos mancebose#senhoras,
saber-se qual foi a moga que por sua
' belleza, gragas, attractivos, e toilette, em-
^^^
guar-
das venaes? fim, peto seu porte elegante e airoso quer
Nao! nao! que esse alguem roubou pasS(!ianil0) q(Jer daaMSdo, raereoeu com
a ella a sua mgica variqha de condo....
Roubo este bem jastificayel, porque
a formosa feiticeira que havia roubado o
corago desse alguem, "endurecer depois
o seu com Qjpoder da invencivel varinha,
tornando-se por isso necessario roubar-lhe
essa arma to temivel!.....
Pois bem: hoje que a fada est ven-
cida, quando poder ver realisados os seus
votos? perguntou _a travessa inenina com
ngenuidade.
Uuando o vencedor poder offerecer-
Ihe um nome nobilitado por umgro scien-
tifico.
A entrada de Leonor na* sala veio inter-
justica ser proejamada a rainha do baile ;
isto prima nter pares.
.
de ser esta urna questo de home-
que se rende ao mrito, aioda
capito Grandval, que por ahi andasse pn* <%lo circuraslancias fortuitas que no se
podiam prever por parte da polica, mas por
urna que sortio bom effeito quantas ootras
ho, desgragadamente, abortado I Creia
que esto tomadas todas as precaucSes, e,
se chegou a conceber taes designios a res-
peito de seu pai, fez bem renunciando a
elles, porque teriam inevitavelmente as
mais trgicas consecuencias I
Josephina no redarguio e voltea o ros-
se fez corada. .ft> com ar pensativo.
- t qaaado assim fosse, minha senho-f Sror Bsalia prosegoio :
ra,redarguio ella, baixaodto os olhos \ poh ainba parte iateresso-me siace-
ramente pelo degradado Btrtony por sua
causa e creia que no esqueci as minhas
promessas. Tenho-o recommendado ao-Sr.
goyernador e posso annunciar-lhe que seu
pai faz parte de um gtupo de vinte novos
concesionarios que a esta hora se est or-
ganisando.
Esta novidade no produzio cm Josephi-
na a viva impresso que sror Rosala tai-
vez esperava.
Ento me'h pai fica sendo concessio-
nariooQmo Lefrangois ?disse ella, reflec-
tindo-ift sua sorte tornar-se-jia muito mais
supportavel.
Por certo redarguio a religiosa um
pouco descorogoada por aquella frieza.^=
Obter ama concesso o voto mais ambi-
cionado dos degradados que ainda conser-
vam no espirito alguma honradez. O tra-
balho rehabilita e purifica o homem ; alm
de que, o bem estarlo futuro no pe-
queo ineentivo. Seu pai merece a sua
affeige, no duvido ; mas, segundo a saa
propria confisso, tem elle a deploravel ten-
dencia de se deixar arrebatar por qualquer
impresso. Se, pois, por um milagre, elle
chegasse agora a recobrar pleoa liberdade,
quem sabe se faria d'ella arada mo usey?
Josephina estremeceu, porque esta idea
j por varias vezes se lhe deparara.
6oror Rosala continuou affavelraente:
You fallar-lue com o corago as
mos. Quando aqu chegou, disse-me que
obedeca a urna voz divina que Ihe brada-
va : Salva teu pai Repito que no ousa-
ria contestar essa manifestaba i sobrehu-
mana. Mas ser por ventura a salvago
material, a libertagao Ilegal de seu pai,
aquella que a voz do alto Ihe indica, ou
antes a salvago da sua alma ? Quanto a
mim, no tenho a menor duvida a tal res-
peito o creio mesmo que a faculdade que
se proporciona a Bertomy am dos meis
pelos quaes a PrOvdena quer operar a
sua redempgo. A activTdade physica ser-
Ihe-ha um refugio contra as ms inspira-
ges; ter a tranqullidade de espirito a
par do bem estar material; passar assim
o resto da vida em paz com os seus seme-
Ibantes e com a consciencia, e poder, na
hora extrema, aspirar s recompensas ce-
lestes.
N'este ponto Josephina ergueo-se impe-
tuosamente.
Sim, sra. tem razo, minha senhora I
xclamou ella commovidaAgora escla-
receu-me o espirito : era. ie&o por certo o
que a voz celeste queria dizer-me !.. Voa
ter j com meu pai e participar-lho qae,
por sua intervenco obter ser concessiona-j
rio... Ha de aeccitar... e porque no
Ah alo faz idea, de que horrivel peso aca-
ba de descarregar a minha eoascieocia I
Boa irma, bemdita seja l
Afen
nagem,
de urna necossidade toda poltica (nos bailes
tambem ha poltica) fundada nos principios
que regem toda e qualquer socedade.
Pedimo venia ao leitor para provarmos
esta nossa assorgo com ura raciocinio de
calouro emsabbaiua.
Ei-lo :
(Continuar-se-ha.)
Josephina tomara a religiosa nos bragos,
e cobri-a convulsivamentc de beijos e la-
grimas. Sror Rosala suspetava tolvez a
causa oceulta de tao enthusiasticos" trans-
portes, mas simulou nao comprehender.
Ora gragas a Deus, minha filha
preseguio a freirBem me custou a obter
este favor, ao qual, devemos confessar, seu
pai no tinha o melhor direito, e por isso
a adiiterenga com que recebeu ao princi-
pio a noticia paretSa-me ngratdo para
comigo.
Ao mesmo tempo .enumerou as vantogens
de que gosavara os codeessionarios, e*Jose-
phina, proporco que a ouvia, ia-se con-
vencendo de que este partido era preferivel
audaciosa empreza que se preparava.
Achava-se ella agradecer/do religiosa
os seus bons conselhos, quando Miguel e
o capito foram chama-la.
Sendo aquelle dia domingo, r.o.tinham
os toreados ido para a roga, e por Isso a
ultima entrevisto do pai com a filha devia
vericar-se no quartei, situado no inteiior
dtfiidade.
(Cmtinuar-it-M)
TTr.Pf DIARIO-BA DAS CIVMiK.
i
I

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