Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11799


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Full Text

ANNO XLV. NUMERO 67.
.PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes aflautados. .................
Por seis ditos idem....................
Por um auno idem.....................
Cada numero avulso..........*......., .
60000
42#)00
2W000
320
QUARTA FEIRA 24 DE MARCO OE 1869.
t,,-----------------------------------------------..__________
PARA DENTRO E F8RA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.................. 63760
Por seis ditos idem. ....*............... 134809
Por nove ditos idem................... 20j53H>
Por um anno...................... 270OW
DIARIO DE PEMAMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
NAO AGEXTi:*:

Os Sis. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Para; Goncalves Pinto, no Mar*pli3p:Joaquim Jos de Oliveira, no Cear; Antonio de Lomos Braga, no Aracaty; Jo5o Mana Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Antonio Joaqun
Guimaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alexandrino d&Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarnii* dos Santos Bulco, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth; Francino Tavares da Csta, em Alagas; De Jos MartinAlves, na Baha; e Jos Bibeiro Gasparinho, no Bio de Janeiro.
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PARTE OITICIAL.
Ministerio da agricultura, rom-
arelo e obras publleas.
BfRKNl) N. 4,437 DK 6 DE M4RQ0 DE 1869.
Goncfis rontpanhia de trilhos urbanos do Recife
n Olinda, na provincia de Peniambuco, a ne-
cenoria aulorisarao para funecionvr, e appro-
vacio ios mus estatuios.
Attnndend) ao que ine requereu a companhia
fte rrilh >s urbano do Hecife a Olinda, na provin-
cia do Purnanbuco, e de conformidade com a nii-
nha iinme- liata resolucau de 27 do mez passado,
tomada sobre o parecer da seeeaoJos negocios do
imperio do conselho de estado, exarado em con-
sulta de 2 do mez anterior, hei por bem conce-
der-Wie a npcessaria autorisacao para funcejonar
f approva' (w respectivos estatutos que com este
tois**, modificados de aecorio com o referido
paqecer.
Joa juim Antao Fernandez Leao, do meu eonse-
lho, mini-Uro e seeretario de estado dos negocios
da agricultura, commercio e obr; s publicas, as-
?im o enha entendido e faca executar.
Palacio (1 > Rio de Janeiro, em 6 de marico de
IWi'J, 48. da independencia e do Imperio.6oai
a rubrica de Sua Magenta Je o Imperador. Joa-
quim Anido Fernandes Ledo.
Alterares a que se refere o decreto desta data
ftHtab no* estatutos da companliia de trilhos
urbanos do Recife a Olinda, na provincia de Per-
jwmbuco.
1.* Art. '." O fundo capital da companhia ser
le MJiOWOOO, divididos em 1,500 accoes de
00JOJ9. cala urna. Este fundo, porcm, poder
ser atorado a 50l):000000, pela omissao de mais
mil aceoes, que de preferencia serio distribuidas
pelos individuos, que ja forana accionistas da com-
panhia, ama vez que a assembla geral dos so-
cios, sobre proposta da directora resnlva, e o go-
verna imperial approve esse augmento do ca-
pital.
%.' Art. 9. (Fica suppriniido.)
:j." Art. 13. As dcliberarOcs da assembla ge-
ral sera i tomadas pela maiora de votos dos mem-
bros presentes ou representados, salva a disposi-
oao do t 4' do art. Iti. e, tendo sido regularmen-
te convocada, suas deeisdes obrigajao toda a com-
panhia. Para que a assembla geral potssa tomar
taes deli'aeraeoes, mister que comparecam s
sua* ssdes accionistas representantes de um ter-
co do capital. Nao se reunindo esse numero no
ia mareado, far-sc-ha segundaconvoeaeao, c en-
tao a aaeeinbia geral podar constituir-sc com
accionistas que reiiresentcm um quarlo do ca-
pital.
4." Art. 15. as reunies da assembla geral
serviao de presideute secretarios os accionistas
que nciias forem eleitos pela pluralidadc dos vo-
tos pregantes, e as actas, depois de escripias e ap-
provada* nas respectivas sessiies, sera > registra-
das em um livro especial c-as-lgnadas po presi-
d3-.il?. c secretarios, que tiverem dirigido os tra-
bados das referidas sessoes.
5." Art. 17. jL assembla geral podara ser con-
vcala exirao.inariament". sempre que- o exigir
um numero tal de accionistas que representen!
polo menos um quinto do capital da comp.nliia.
eapecideando-se nos annuneios, de que trata o art.
t'.. e i termos claros e precisos o lim da reu-
0." Art. 18. A reuniao da assembla geral, que
ftr convcala com o lia de ni dilicar os estatu-
tos, si-.; a aumiiiciada com e.ssa declaracao pelo
menas trinta dias antes do quefr designado para
.- reuniao, mss poder ter isso lugar em virtu-
dede nnjuisicao a-signada por um numero tal de
accionistas que represntela pelo menos um terco
do capital da compa hia.
7. Pica supprimido o paragrapho nico deste
artigo.
8.* Art. 10. O accionista que nao comparecer a
assembla geral, poder designar procurador
qualquer outro accionista, salva a exeepcao do
i art. 2* da le n. 1,083 de 22 de agosto de
1860.
.1 Art. 25.
'i 7. iK't iiiiiuar de conformidade com a lepis-
bcao em vigor a transferencia das accoes nos ter-
mos constantes dos estatutos.
g 8.-Autorisar o deposito em alguma estar)
fiscal .ni estabeiedaento bancario 4a capital da
rovincia, e a converso em titules da divida pu-
liea dos dinheiros que nao tiverem applicacao
.. especialmente dos que tem de consti-
> f.ii 11 e reserva na fnm do art. 37.
i'V Hopresontar a companhia perante o go-
verno imperial ou provincial e tribunaes do paz
ou fra dellc, as qaestoes que nao foreai da privativa couipelencia
assembla geralj urna vez que se nao oppo-
- imam aos estatutos da companlua, devendo esta
raaarrer Eftbrma deltas, quando houver lacuna
idade de emenda.
10.J Art. 28.O empresario Andr de Abren
Porto, ser o superintendente da companhia em-
quanto destmpenliar a contento dos accionistas as
funecoes que nessa qualidade lhe competirein ;
servihdo gratuitamente esse lugar at a conclusao
das obras e vencend> d>: eniao era diante o orde-
na lo que f<">r estipulad > entre elle e a directora,
sob a clausula de Bear esse ordenado dependente
de ulterior anafovacao da assembla dos accio-
nistas.
Verificada a hypothese de nao convir aos accio-
nistas a permanencia do dito emprezario no lugar
de superintendente, poder-Ihe-hao ser cassados os
poderes conferidos, devendo tal resolucao ser to-
mada por accionistas quo por si ou por procura-
cao representen! a maioria absoluta do capital da
companhia. *
II.* Fica supprimido o art. 30.
12.' Fica .^pprimido o art. 35.
13.1 Art. 37.Dos lucros lquidos de operares
lectivamente concluidos emeada semestre se de-
d'zirJ dez por canto para fufido do reserva, e do
resto se f ira divaiendo pelos accionistas em janei-
d e iulbo. .
O fundo te reserva eapecial mente de tma-
unia companhia que se denominarCompauliia
de trilhos urbanos do Recife Olindae cujo Um
estabelecer urna linha de trilhos urbanos que,
parlindo do Recife, v ate Olinda pelas estradas
de Joiio de Barros e Belm, de cuja eacruzilhada
dever partir um ramal para a-povoacio de Bebe
nbe.
Art. 2. A' companhia TIcam pertencendo todos
os direitos o privilegios, que ao contratante An-
dr de Abreu Porto coocedeu o governo da pro-
vincia, nos termos das leis provinciaes n 667 de
23 do abril de 1868, n. 737 de 17 de junho de
1867 e n. 801 de 2 de maio do corrente anno, se-
gundo reza o contrato assignado perante o mes-
mo governo provincial aos 22 de julho ultimo.
Art. 3. Pela cosso do privilegio com todas as
suas vaatagens, receber o dito contratante, no
acto da transmissao, 150 accoes consideradas co-
mo se houvessem sido pagas todas as respectivas
prestacoes.
Art. 4/ (Modilcado.)
Art. 5.- O valor das accoes, que j estiverem
subscriptas at o acto da instailacao da compa-
nhia, que a primeira reuniao dos subscriptores
depois de approvados estes estatutos pelo governo.
ser eflectuado na razo de 5 a 10 % da quantia
subscripta, sendo que a primeira entrada ter lu-
gar no acto da inscripcao e ser de 5 %, e as ou-
tras de 10 %, proporco que as necessidade-
da companhia o exigircm e nas pocas que a di-
rectora determinar, devendo dar-se sempre um
intervallo pelo menos de 30 dias entre as cha-
madas.
Art. 6." A companhia durar o lempo que lhe
marca o privilegio concedido pelo arl. 3." da le
provincial n. 801, segundo consta do art. 23 do j
citado contrato de 22 de julho deste anno.
TITULO II.
Dus accionistas, $em direitos e deveres.
Ar/. 7. E' accionista toda pessoa, corporaco,
associaco ou entidado que possuir urna ou mais
accoes completamente emittidas. e cujas presta-
coes vencidas so acharem devidamentc pagas.
Art. 8. O accionista que nao realisar a inipor-
laaria das prestagoes nos prazos determinados na
forma do art. 5., perder em favor da companhia
as prestacoes anteriormente realsadas; exceptua-
dos, porem, os casos extraordinarios de forca
maior, evidentemente provados perante a direc-
tora.
Art. 9." (Supprimido.)
Art. 10. Havendo accionistas com firmas so-
ciaes, poderao todos os socios que as represen-
lam, assistir e discutir nas reunies da assembla
geral, mas s um votar e nos termos do artigo
aagnaate:
Art. 11. A ordera da votaeo a seguinte :
De cinco a vinte e cinco accoes um voto por
cada cinco accoes. Aos accionistas de maior nu-
mero de accoes contar-se-ha mais um voto poi-
cada vinte e cinco accoes at doz votos, que ser
o mximo.
TITULO III.
Du assembla geral.
Art. 12. A assembla geral formada da reu-
niao dos accionistas, por si ou seus procuradores,
na forma do art. 19, e entender-se-ha legalmente
constituida para deliberar quando estiverem pre-
sentes accionistas que representcm pelo menos
dous tercos do capital da companhia.
Art. 13. (Modificado.)
Art. 11. A assembla geral reunir-se-ha ordi-
nariamente urna vez em cada mez de abril c ou-
tubro, e extraordinariamente todas as vezes que a
directora julga-lo indispensavcl ou fr requerido
nos termos dos artigos 17 e 18, devendo em todo
o caso preceder convocacao por meio de annun-
cias nos jornaes mais ldos da provincia, e pelo
menos oito dias antes do designado para a reu-
niao.
Art. I. (Modificado.)
"Art. 16. A' assembla geral compete :
5 1 Eleger a directora nos termos do art. 20.
S 2. Approvar as contaa apresentadas pela di-
rectora, na forma do 6." do art. 18.
3. Deliberar sobre qualquer ponto ou ques-
to submettida pela directora, ou requerida nos
termos do artigo seguinte, c que nao esliver ca-
balmente resolvida por estes estatutos.
4." Resolver, na forma do art. 30 qualquer
desntelligencia cutre a directora e o superinten-
dente privilegiado, podendo, por dous tercos dos
accionistas, despedir a esto ultimo se por outro
modo for mposaivel faze-lo ehagar a um accordo,
ou tomar qualquer outro alyitre.
S 3." Modificar em quanjuer sentido algumas
disposgoes dos presentes estatutos, nos termos do
art. 18.
6. Resolver o augmento do capital, na forma
do art. 4., e da linha, assim como a venda ou
cesso de toda ou fiarte delta.
7." Resolver a disuoluco da companhia, por
venda ou por qualquer caso fortuito e inevitavel
(art. 39) e nesse caso determinar o modo por que
dever ser feita a liquidacao.
Art. 17. (Modificado.)
Art. 18. (Modificado.)
Paragrapho nico. (Supprimido.)
Art. 19. (Modificado.)
TITULO IV.
Da directora.
Art. 20. A companhia ser administrada por
una directora composta de cinco membros elei-
tos annualmente em sessao ordinaria da assem-
bla geral, por urna l^ta somonte e por maioria
relativa de votos.
Art. 21. Cada membro da directora dever de-
positar nos cofres da companhia 23 aegoes, as
quaes nao podero ser transferidas, emquanto el-
le servir.
Paragrapho nnico. As accoes de que trata este
artigo devem achar-se pagas, ou pelo menos sa-
tisfeitas as prestacoes vencidas.
Art. 21 A directora que for eleita logo depois
de approvados estes estatutos, durar at um an-
no depois da abertura de toda a linha, mas s
perceber a gratilicacj de que trata o art. 2i de-
pois de concluidas as obras.
Paragrapho nico. Essa eleicao s ter lugar
depois de realizada a primeira entrada, e inscrip-
tos conseguintemente os accionistas.
Art. 23. A directora nomear d'entre os seus
lia4Lk
as-*M
nhia, assim como submotter a todas as renmocs
ordinarias da assembla geral e mesmo nas extra-
ordinarias em que ella o exigir, as contas e escrip-
turacao da compantia.
i ^ (Modificado). _
g 8. (Modificado)
5 9. Reunir-se ordinariamente no diaM ca-
da mez, e exlraordinariameate todas a4*NJW< os interesses da companhia o exigircm. fazendo re-
gistrar em um livro especial as actas de suas ses-
soes. A directora i'unccionar validamente estan-
do presentes Iros dos seos membros, competindo
sempre ao presidente o voto de qualidan para o
desempate.
| 10. (Modificado). -
Art 26. Nao poder ser membro da directonao
accionista que exercer emprego de confianca da
companhia, on for interessado ajada que indirecta-
mente em algum contrato com ella, e o director
que acivilar ou adquirir algum deses interesses
perder o seu lugar na directora.
Art. 27. A directora poder tomar contas ao su-
perintendente quando lhe approuvor, e de facto as
tomar todos os mezes sore balancete por elle
apresentado.
titulo v.
Do superintendente.
Art. 28. (Modificado).
Art. 29. Na ausencia ou impedimento tempoja-
rio do superinupdeate servir a pessoa por elle
designada e approvada pela directora. Retiran-
do-se ou despedindo-se o superintendente de que
trata o artigo antecaJenle, contratar a directora
outra pessoa que retn as qualidades necessarias
para aquclle cargo.
Art. 30. (Supprimido).
Art. 31. O superi atndente receber todas as
instruccoes da directora, a qual compete commu-
nicar-se com as autoridades locaes para remover
qualquer diflfculdade c solicitar a sua cooperaran
e intervencao, quan Jo for necessario para facilitar
as operacoes da companhia.
Art. 31 Sao obrigacoos do superintendente :
1. Remetter mensamente directora um re-
latorio do estado das obras,, assim como comprar
todos os objectos necessarios a ollas e ao trafego,
BSBiai com administrar e liscalisar as obras que
Hzer executar, quei por contrato, ou emnreitada,
ipier mesmo por irabalhadores 4>agos pela com-
panhia.
2." Noniear os ompregados necessarios para
as obras, estaces e trafego, assim como expedir
as instruccoes'para os machinistas c trafego, o ta-
rifa dos precos da carga e bagagens, guardadas as
disposices do contrato assigaado perante o gover-
no da provincia.
3." Facilitar aos empreiteiro* contratantes es-
trangeires o ajuste de irabalhadores nacionaes
e os meios de supprimento dos maleriaes neces-
sarios.
4." Coinuiuiiiear directora as despezas a
fazer-so com acquisiran de terrenos, desapropria-
ces, materiaes e tralialhadores, prestando cauca >
s'ullleiente c a juijo da directora pelos dinbeiroS"primrira opportunidade.
\. 401.Dta ao eommandantc superior interino
da guarda nacfcnal deste municipio. Expaca V.
S. o.dom terufnante para que pelas 9 h iras do dia
de amanhia ao Exm. general corare andante das
arman se apreTentem il pracas da guarda nacio-
nal, afnn di; escoltaroin os sentenciados militares
que soguera para o presidio de Fernndo, es*a escolta, assim como a que requisitou o Dr.
chee de polica para escoltar senlenciidos de jus-
tica- ser tirada da que tem de ir substituir os
Suardas nacionaes que, ha muito, all se acham
estacados, na forma das ordens j expedidas.
N. 495. Di la ao mesmo. Con vi nao que seia
substituido o alferes da guarda nacional Antao do
Sacramento Kosa. que se ada im destacamen'o do
presidio de Fernando de iloronlia. expeca "V. S.
suas orden, para que o dito alferes se recolha a
esta capital, e v outro oficial de igual patente
rendlo, partindo no vapor que sahe amanhaa
ao meio dia para o mesmo presidio.
N. 496. Dita ao mesmo. Expec.i V. S. suas
oidiiis para ser postada cni trente da igreja de
Nossa Senhora do Paraizo unva guarda de honra
de um dos corpos da guarda nacional sob seu
o .minando superior, afim de acompanhar a procis-
so do Seuhor llom Jess das Miagas, que d'alli
tem de sabir no dia 21 do corrente s 3 1[2 horas
da tarde.
.\. 497 Dita ao mesmoExpeca V. S. suas
ordens para que urna guarda de honra de um dos
corpos da guarda nacional sob seu commando su-
perior acompanhe a procssodo Senliir aos enfer-
mos, que tern de sabir da igreja matriz da fregue-
zia da Boa-vista no dia 2i do corrente as 6 horas
d'amanhaa.
N. 49. Dita ao commaudante superior da
guarda nacional de Santo Antao. Expera V. S.
suas oreos, para que urna guarda de honra do
batalbo n. 23 da guarda nacional sob seu com-
mando superior, acompanhe as procissoes do Sc-
nhor dos Passos, Enfermos, Enterro e Hcssurrei-
cjio, que tem de sahir da igreja matriz da cidado
da Victoria.
N. 499. Dita ao eommandantc superior da
guarda nacional do Limoeiro.Informe V. S. so-
bre qual o uniforme usado pelos batilhoes ns. 21
e 22 Je infantara da gmirda nacional desse muni-
cipio, quando foi e por quem autorisado.
N. 500. Dita ao coiiimandanle superior da
guarda nacional de Garanhuns.Com a informa-
cao junta por copia do contador interino da the-
souraria da fazenda, respondo ao ollicio de V. S.
de 3 de janeiro ultimo, sobre os vencimentos aiiuo
tem direilo o oficial que commanJa um destafta-
menl i.
N. 501.Dita ao juiz municipal da 1' vara desta
capital.Commiinico a V. S. para os fias conve-
nientes, que atlendcndo ao que rcpiereuWa'intha
Maria de Jess, uiae do sentenciado de Justina An-
tunio Jos deSant'Anna. e aomo estado de saude
deste, atlestaJo pelo facultativo quo se acba no
presidio de Fernando, expedi ordem nesta data.
conimendei nesta data ao chefe da reparticao das
obras publicas, que os mande orear quanto antes,
aflin de se deliberar sobre os ditos reparos.
N. 514.Dita ao gerente da companhia Pernain-
bucaaali OOr. gerente di Companhia l'ernambtt*'
cana mande dar transporte para o presidio d<-
Fernando de Noronha por conta do ministerio da
guerra, no vapor Giqui, aos guardas nacionaes
Manoel Viconte Ferreira Baptista do Io batalh > de
artilharia, *Geraldo Valentim dos Santos, Antonio
Raymundo de Miranda do 1 de infantara e Joa-
quim da Rocha dos Santos do 6 da mesma arma,
todos deste municipio.
N. 515.Ditaao mesmo.O Sr.gerente da com-
panhia Pernamhucana mande dar transporte para
Manoel Rodrigues dos Santos.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
presidio de Fernando de Noronha no vapor Gi-
qui, por conta do ministerio da guerra, ao padre
Clemente De Negri, que vat servir de capellao
naquelle presidio.
N 510.Dita ao mesmo.O Sr.gerente da com-
panhia Pernailmcana mande transportar para o
presidio de Fernando de Noronha no vapor Giqui,
e por conta do ministerio da guerra, ^s pracas da
guarda nacional Angelo Thomaz Aquino, Jo4 An-
tonio Rodrigues, Jeuson Napoleao Azevedo Leite,
Jos Amberto Duarte, Marcolino Candido da Silva
eo 2 sargenm Joao Leitao, que all vo destacar.
N. 517. Dita ao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana mandar transportar no
vapor Giqui, que segu amanhi para Fernando
de Noronha, por conta do ministerio da guerra, as
20 pracas de imperiaes marinheiros e dous infe-
riores, que vao para all escoltando presos, dan-
do-lhes igualmente passagem de volta. Outro sim,
mandar transportar para l as pracas da guarda
nacional que se apresentarcm abordo, e que vao
render outras que se acham no mesmo presidio,
caso nao aprsente para isso ordem especial desta
presidencia.
N. 518.Deliberacao.O presidente da provincia
attendendo ao que requereu o professor publico da
cadeira de Beberibe, Maneel_Figueira de Meneses,
e tendo em vista a informaco do director geral da
instrueco publica de 10 do corrente sob n. 62,
resolve conceder-lbe 30 dias de licenca com orde-
nado smente, pera tratar de sua sade.
EXPEDIENTE ASSIiiNADO PELO SR. DR.JOAQUIM CORREA
DE ARAUIO. SECRET.ARIO DO GOVERNO, KU 13 'DE
*VRCO DE 1869. r
1* seceo.
N. 519.Oflicio ao Fxm. Sr. general eominan-
daute das armas.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia declaro a V. Exc. em resposta
ao seu oflicio ftsta data sob n. 141, que lica expe-
dida a conveniente ordem ao gerente da companhia
Pernambucana para fazer transportar para o pre-
sidio de Fernando de Noronha os 4 guardas nacio-
naes de que trata o seu citado oflicio.
N. 520.Dito'ao mesmo.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. Exc., que
lica inteirado da designac,ao quafez do capito re-
formado Manoel Alexandriuo de Albuquerque Pita
que porvehtura ^onha ella sua disposicao por
eonia da companhia, precedendo porm consulta
previa ao advogado da companhia sempre que se
tratar de questoes legaes e que disserem respaito
a acquisicao de trras do dominio publico ou a
desapropia acoes.
5. Dirigir efiscalisar todo o servico nao so
dos empreiteros ce obras e irabalhadores por
conta da coiii[ianhia, como tambem dos emprega-
dos da linha, estacan e trafego.
6. Cumprir e fazer cumprir pelos emprea-
dos de que trata o 2o deste artigo, todas as dis-
posices nao s des tes estatutos, como das instruc-
coes que resaber di directora, assim como os re-
Hilamentos que houver organisado e que o gover-
no approvar para o servico da linha.
TITULO vi.
Disposices geraes.
Art. 33. Os contratos s obrigam companhia
sendo assignado pelo presidente ou na falta deste
por tres membros da directora, salvo os que o
superintendente houver concluido em virlude de
autorisaco da directora, ou da assembla gem,
casos em que sua ilaaiBSalora ser sufliciente.
Art. 34. No caso de fallecimento, ausencia ou
renuncia de um dos membros da directora, cha-
mar ella outro accionista que ser o substituto at
a | rimeira reuniao da assembla gerat que o ap-
provar ou elegr outro.
Art. 35. (Supprimido).
Art. 36. 0 fallec ment de um'ou mais accio-
nistas nao pode abrigar a liquidar a companhia, e
seus herdeiros jamis poderao enibaracar as ope-
racoes da mesma companhia, ficando-lhes apenas
o direto a perceber os dividendos ou transferir as
acedes nos termos do art. 9.
Art. 37. (Modificado).
Art. 38. No caso de dissoluco da sociedade, o
fundo de reserva que houver ser accumulado ao
capital e dividido proporcionalmente pelos accio-
nista?.
Art. 39. (Modificado).
Art. 40. As multas, que porventura soffrer a
companhia por parte do governo, sero desconta-
das ajtroporcionalir ente dos vencimentos dosem-
pregados que hoaverem dado lugar a sua im-
posicao.
nico. Os membros da directora e o superin-
tendente privilegiado nao sao isentos da pena im-
posta naste artigo.
afim de que regiese elle dalli para esta capital na para auxiliar o ajttdantfl do director do arsenal de
guerra nos trabalhos do balsnco geral, que a re-
quisic.o de syndicancia se est" precedendo nos
armazens do lmoxarifado daquelle arsenal.
3" seceo.
N. 521Oflicio ao Dr. chefe de polica.S. Exs.
o Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. em resposta aos seus offlcios de hontem sob
ns. 359 e 362, que nesta data autorisou-se a the-
souraria provincial a pagar a Antonio Augusto Ma-
ciel a quantia de 323 c a Andr Avelind do Espi-
rilo-Saato a de 27J600, constantes de taes offl-
cios.
N. 522.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia, inteirado do contedo do oflicio de
V. S. n. 361 de 12 do corrente, manda declarar em
resposta, que o inspector do arsenal de marinha
tem ordem para mandar postar no caes do Forte
i!o Matto pelas 9 horas do dia de amanhaa. a lancha
de que trata o final do citado officio de V. S
N. 523.Dito ao juiz de direto da comarca de
Palmares.Em resposta ao oflicio deV. S. de 6 do
corrente, tenho a dizcr-lhc que a 15 do mez lindo,
foi que V. S. communicou a S. Exc. o Sr. presiden-
te da provinria, ter reassumido o exercicio do seu
cargo e assim foi communicado ao Sr. ministerio
da justica, ao presidente do supremo tribunal de
justica ea thesouraria, e s por engao do empre-
gado que passou a limpo o oflicio a V. S. dirigido
uur foi declarado ter sido a 18.
*^N. 52V.Dito aos tenentes-coroneis Decio de
Aquino Fonscca, Joaquim Jos da Slveira e Fran-
cisco de Miranda Leal Seve.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia communieoa V. S. que
a reuniao da junta, que tem de julgar o alferes
MigueMnqnim do Reg Barros, fica transferida
para o dia 15 do corrente a 1 hora da tarde.
N. 525.Dito ao juiz municipal de Ouricnry e
interino de direito da Boa-Vista.O Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda aecusar o recebimento
do oflicio de V. S. de 7 de feyereiro ultimn, em que
communica ter nessa data assumido como seu 1
supplsnte a vara de direito da comarca.
N. 526.Dito ao juiz municipal do Ex.O
Exm. Sr. presidente da provincia, manda aecusar
o recebiinaato do oflicio de V. S. ae 17 de fevereiro
fl." seccao
N. Mi.~Portara ao in'speclor da thesouraria
de fazead*.Communico V. S. para seu conhe-
eiment que foi designado, como solicitou o res-
pectivo director, o capitn reformad) do excrcito
Manoel Alexandrino de Albuquerque Pita, para
auxiliar o ajudante do director do arsenal de guer-
ra, nos trabalhos do balanco geral, a quo a requi-
I sico da commissa i de syndicancia se est prece-
dendo no^ armazens do lm ix irifado daquelle es-
tabeleeimSto.
N. 503.Dita ao mesmo.Inteirado de quanto
V. S. expoz em seu ollicio de 11 do corrente sob
n. 142, lenho a dizer em resposta, que a licenca
dada por esta presidencia ao cartulario notneado
para essa thesouraria Antero Augusto Peixoto de
Alencar, deve ser entendida como concedida a era-
pregado interino e nos termos da le e ordens em
vi gor.
N. 50i.DiLi ao mesan.Tendo nesta dala, e
por mdicacio do Exm. e Rvm. Sr. hispo diocesano,
designado'para primeiro capellao do presidio de
Fernando de Noronha, o padre Clemente De Begri
com os mesmos vencimentos e condicedes eatipu-
ladas no contractartom que alli serve .igual cargo
o padre Antonio Aragnctle ; assim o communico
a V. S. para seu conhecimento e direccio.
N 505.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Transmiti a V. S. para seu conhecimen-
toe devida execuco copia das deliberaeoes data-
das de boje, e pelas qoaes resolv conceder ai>o-
sentadoria com os oraenatko correspondentes ao
lempo de servido ao Io esenpturario dess^a thesou-
raria Alexandre Americo de Caldas Brando, e ao
collector de rendas provinciaes no municipio de
Pao d'Alho Alexandre Maria Barbosa da Silva.
N. 506.Dita ao mesmoEm vista da inclusa
conta, mande V. S. liquidar c pagar a Antonio Au-
gusto Maciel, conforme solicitou o chefe de polica
em oflicio de hontem, sob n. 359, a quantia quo se
c-tiver a d.'ver, proveniente do alugui?! vencido nos
[mezes de julho a outubro do anno proxi no passa-
do, da casa que servio de quartel ao destacamento
da povoaco de Gamelleira.
N. 507.Dita ao mesmo.Expeca V. S. suas or-
dens, para que, em vista da conta e mappa juntos
do a fazer face s pedas dcapilal ou para subs-, menibiu>#m presidente, um vice-presidentc, dous
" ~ ,* ,*l~ k^iuiij r r .mhrino o nm Ihosnirpirn Picando Pinliora soll-
Cioverno da provincia.
EXM. SR. CONDE DE
PROVINCIA, EM 13 DE
titui-lo.
Nao se fat de8tribuic.io^le dividendos emquanto
ojundo social desfalcado em virtude de perdas e
isa > for integralmente rcslabeleeido.
li.1 Art. 119,A companhia julgar-se-ha inha-
bilitada pan ronlinuar e conseguintemente ser
dissolvida (| 7o art. 16). desdeque houver soffri-
doprajuizoMio valor de dous tercos docapital. Alm
desle caso, a diaaoluoio se verificar nas outras
especificada nos arls. 35 o seguales do decreto
H. 2,711 de 19 dedezeiiibro de 1860.
16/ Eulr as diupositoes geraes (titulo 6 dos es-
tatuios.)
Os accionistas sao responsaveis pelo valor das
accoes que Ibes forem destribuidiis ; podendo l-
vremeute transfer-las na forma do art. 17 doci-
Udodecreton-2,711, quando a directora, sendo
consultada, na) julgar conveniente resgaU-las era
beneficio da companhia, e tambera quando nao ha
*a outri is accionistas que as pretendam ,
Pajacio do Rio de Janeiro, era 6 de marco da
1869.Joaquim Antao Fernandes Imo,
KSTAT1WS DA COMPANHIA DE TBUJIOf
URBANOS DO REFE A OLINDA.
Da comwnhia, u* bu, capital e duracao.
Art- 1. Fica orgaoisada aa cidade do Recite
secretarios e um thesoureiro, Dcando embora soli-
daria a responsablidade de todos.
Art. 2i. A directora perceber annualraento a;
gratficacao de 8:000*, dividida entre seus mem-
bros do modo que lhe approuver.
Art. 25. Sao attrbuicoes da directora:
1. Assgnar, emittir e substituir as accoes da
companhia, assim como arrecadar as respectivas
presiacdes, nas pocas e pela forma que julgar
mais conveniente.
g 2. Determinar os dividendos dos lucros, na
forma do art. 37 e o modo da emissao de novas ac-
edas decretadas pela assembla geral nos termos
do art. 4.
3. Contratar, ouvido o superintendente, e pe-
los preeos d orcamento o supprimento de offici-
nas, Wachnas,"irem rodante e mais pertencea ne-
cessarios ao astabeleciinento da. linha.
I 4.a Noraear e demittir os empregadoato es-
criptorio, a#n como p*>ar os ttulos nao so a
Una como aos que o superintendente nomear para
as obras, estacoes e trafego.
g 6/ Contrahir, quando for necessario, os eofc
prestimos que julgar convenientes at a importan!1
wa total da prostacie anda nao raoabidas, e os
de que trata o art. i."
6 Apraaentar annualraente um ralatorio ojr-
cumstanciado da marcha dos negocios da compa-
EXPEDIENTE ASSIUNADO PELO
BABPENDY, PRESIDENTE DA
MARCO DE 1869.
1.* seceo.
N. 490. Portara ao director do arsenal de
guerra. Commiinico a V. S. para seu conheci-
mento e em respe sta ao seu oflicio de 8 do
rente sob n. 56, que segundo declarou-me o
mandante da armas em oflicio de 12 do corrente.
sob n. 139, foi designado o capitao reformado Ma-
noel Alexandrino de Albuquerque Pita para auxi-
liar o ajudante dessa directora nos trabalhos da
balanco geral, que a requisicao da commisso de
syndicancia se esl precedendo nos armazens do
lmoxarifado.
N. 491.Dita ao chefe da estacad naval.Tendo
de seguir amanhiia para o presidio de Fernando
de Noronha alguns presos civis e militares, que
all vo cumprir sentencas, e nao havendo torga de
linha ou de guara nacional que os possa escoltar
at la, haja v. E:;c. da mesma forma que se tem
procedido de outras vezes, de mandar apresenlar-se
a manha as 10 lloras da manha, 10 pracas de
imperiaes marinheiros, e um inferior na casa de
detencaa para reieber os presos civis, leval-os a
bordo do vapor (tgui da companhia Pernambu-
cana qw sahe ao meio dia, segumdo com elles
at Fernando de Neronba igual numero de pracas:'
e outro inferior mandar V. Exc. apresealar-se ao
ao Exm. general commaudante das armas, as 9
horas, afim de escoltarem os presos militares, e os
condizirem ao mesmo destino. Entregues os ditos
presos, a forca de imperiaes marioheiros regres-
sar no mesmo vapor para esta capital.
2." seccao.
N. 493.PorUria ao Dr. chefe de polica.Re*-
pondendo ao oflicio de V. S. do V do corrente sob
n. 303, declaro-lbe que nao possivel, uera per-
mitido o adautameoto de vencimentos pracas do
destacamento, rumprindo que vonbam quanto
antas as fainas do respectivo nret, afim de serem
pagos, remediando-ae oeste modo os inconvenientes
apuntados no oficio do delegado de polica do ter-
mo, da Ba-viu da 3 do corrente.
dever, provenient do forneckiiento fcitobaos
presos pobres da cadea do termo no Cabo, a con-
tar de 18 de agosto do anno|fcximo passado at
28 de fevereiro ultimo.
N. 508.Dita ao chefe da reparticao das obras
publicas.Mande Vmc orgar, quanto-antes, os
reparos que, segundo declara o regedor do gym-
nasio provincial, em oflicio de 6 de fevereiro ul-
timo sob n. 20, precisa o telhado do edificio daquel-
le estabelecimeato.
N. 509.Deliberacao.O presidente da provm-
ia attendendo ao que requereu Alexandre Mara
Barbosa da Silva, collector das rendas provinciaes
no municipio de Pao d'Alho, e tendo em vista o
que a este respeito inlormou o inspector da the-
souraria respectiva em oflicio do 1 de setembro do
anno prximo pausado, sob n. 521 o o parecer da
junta medica-cirurgca, que o inspeccono, resol-
ve, de conformidde com o art. 1., 1." e art. 2.
da le n. 276, de 7 de maio de 1851 combinados
com os arts. 3. da de n. 486 de 16 do maio de
1860, i. da de n. 565 de 6 de maio de 1863 c art.
1 da de n. 768 de 11 de julho de 1867, conceder
a esse empregado a aiwsentadoria que solicitou
com o ordenado proporcional ao teinpo de servico,
segundo a liquidacao, que a mencionada thesou-
raria dever proceder.
N. 510.Dila.O presidente da provincia atten-
nda ao que requreu o escripturario da the-
luraria provincial Alexandre Americo de Caldas
Brandio, e tendo om vista o que a este respeito
informou o respectivo inspector em oflicio de 29
de Janeiro ultimo, sob n. 48, e o parecer da junta
medico-cirurgica que o inspeccono, resolve, de
conformidade com o art. 1.*, % I e art. 2.* da le n.
176 de 7 de abril de 1851, conceder a esse em-
pregado aposentadoria que solicitou com o orde-
nado proporcional ao lempo de servico, segundo a
liquidacao a que a mencionada thesouraria de ve-
na proceder.
4." seccao.
N. 513.Portara ao regedor do Gymnasio Pro-
vincial.Reapaadeodo ao sen oflicio de 6 de feve-
reiro prximo fiado aob n. 10, tenho a diwr-lhe
que opportunamant ai providenciar acerca da
ealloeacii) da porta c janeas que faltara na sala
da frente do dificio-osse Gymnasio, e quanto aos
reparos, dequepcacia o respectivo telhado, re-
prximo passado, ein que communica ter nessa
data prestado juramento e assumido o exercicio do
seu cargo.
4" seccao.
N. 527Oflicio ao inspector da thesouraria de
fazenda.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia transmitto V. S. o officio junto por co-
pia do Dr. chefe de polica relativo passes con-
cedidos pelo delegado do termo de Serinhaem da
estaca") do Timbo-Ass das Cinco Pontas.
N. 528Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar V. S. paca seu
conhecimento, que segundo oflicio do juiz munici-
pal do termo de Ex, bacharel Livino Lopes de
Barros e Silva, a 17 do mez Ando prcstou elle ju-
ramento e assumio o exercicio de dito cargo.
N. 529.Dilo ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar V. S. para os
flns convenientes, que segundo officio do Dr chefe
dejiolicia de 11 do corrente, sob n. 358, em Seri-
nhaem estiverara destacados durante o mez de fe-
vereiro ultimo I inferior, 1 cabo e 14 pravas, e na
povoaco de Gamelleira 1 cabo e 4 pracas.
diar.vi.iio da piiesidenc.ia do dia 22 de marco
de 1869.
Alexandre Barrozo de Souza.Dse.
Bento Joaquim Gomes.Informe o Sr. inspector
da thesouraaia provincial.
Francisco de Oliveira Mello e SilvavInforme
com urgencia o Sr Dr. juiz dos feitos da fazenda.
Francisco Jo do Couto Rocha.lontos o re-
querimento anterior, e nformaeod que houve-
ram a respeito, intorme o Sr. engenheiro chete
da reparticao das obras publicas.
Irmandade do Divino Espirito Santo.Informe
o Sr inspector da thesouraria de fazenda.
Jefuino Epaminondas Fernandes da Cruz.
Avista do que dspoe a le n. 602 de 19 do setem-
bro de 1850 nao tem lugar a dispensa do servico
da guarda nacional. Quanto ao recrutamento, se-
r Selle dispensado so tver a seu favor exemptao
Joaquim Jos Azala.-Inforrae o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Joo Perolra Lago-Informc o Sr. inspector da
thesouraria provincial. tA_ j:..
Modesto da Reg Bapsu.-Iatorme a directo-
ra do theatro de Santa babel.
Miguel Ferreira Veilozo.Informe a thesoura-
aFensardo de Souza e Mello.Informa o
Sr. inspector da thesWaria de fazenda.
Cveriio do bUpado
PASTORAL
Fraivcisgo cardoso ayres, do instituto da
CAB1D.VDE, POR i.ll.UVY DE DEUS E DA
SANTA S APOSTLICA, PISPO DE PKRNAM-
BUCO :
A lodos os fiis da nossa diocese nas pro
vietas de Pernmbueo, Alagas, Pa-
rahyba e Rio Grande do Norte, sade,
paz e benro em Jess Christo Nosso
Senhor. Amen.
Filhos cliarissimos em Jess Chrislo.
Por meio de urna circular, que dirigimos
nossos veneraveis irmaos os revereodos pa-
rocbos da nossa diocese, Ibes commaoic-
mos o nosso intento acerca da vossa direc-
i.Tio parocbial, especialmente em vista das
reformas que lio de ser sanecionados pelo
concilio geral, que deve comecar este auno
em Roma pela esta da Immaculada Con-
ceico.
Mas tendo aquella circular por objecto
principal urna urgente necessidade diocesa-
na, bem que .tendamos ahi recommendado
aos reverendos parochos que vos digam de
viva voz o que sentimos acerca d'esse mes-
mo objecto, nos vemos impellido pelo af-
fecto a fazer-vos esta commuuicaco pessoal
sabend i muito bem (e isto nos consola sq-
bremaneira) que, pela benevolencia que
vos anima para com a nossa pessoa, a voz
do pastor diocesano unida as exdortaces
dos vossos reverendos parochos respectivos,
ser mais ellicaz para o Ora que nos moveu
a solicitar lioje a vossa cooperario.
Muitos de vos j virain nos jornaes de
setembro, novembro e dezembro prximos
pretritos o nosso plano de estudos, que
organismos para este anno, e o prospecto
das condices de admisso ao nosso semi-
nario. Era de esperar que um novo bispo
langasse as suas primeiras vistas sobre o
seminario, cujo significado o mesmo que
viveiro ou lugar onde se cultivara tenias
plantas (da ordem sobrenatural) que serao
depois transplanladas pelas diversas paro-
cliias, sob cuja benfica sombra todas as
povoagoes da nossa diocese,. bao de reco-
llier-se.
A reforma religiosa e social deve, para
ser estavel, comecar por ima nova gera-
(;o.
Ora ainda que tendamos adiado com
rnuita consolago nossos seminaristas em
Olinda bem prvidos na parte mais im-
kiortante, bem assim da sua educac5o
ecclesiastica, a conducta moral e a pie-
dade religiosa, grabas ao zelo incansayel
do reverendissimo reitor do semin rio,
o Dr. Gregorio Lipparoni, todava nao po-
demos deixar de reconhecer com pezar,
que a parte scieutilica era alli assaz kisufi-
ciente em todos os seus ramos, faltando-lhe
algumas cadeiras indispensaveis para elevar
o nosso clero aquello grao de instrueco,
que outros estndaotes, nao clrigos, adqui-
rem nas aulas publicas, com bastante dis-
pendio do governo imperial.
Era tempo de corrigir esse defeito no
organismo scientilico do nosso seminario,
onde s davia dez cadeiras pagas pelo the-
souro publico com o ordenado cumulado
de :(Xi0?}U00.
Para corrigir pois um tal defeito nos ex-N
pozemos antes de ludo ao governo de S. M.
o actual estado do nosso seminario e o nosso
plano de reforma nos estudos, pedindo-lho
ao mesmo tempo um augmento de ordenado,
para poder com as novas despezas. Temos
a esperabxa de srmos attendido n'tsta
particular; mas devemos nos esperar s do
governo todos os recursos? Murtas outras,
cliarissimos filhos, e mu graves s5o as
necessidades do nosso seminario dioce-
sano.
E para que vos conhe^aes a extensao de
todas estas necessidades, que vos convida-
mos supprir com a vossa caridade, fa-
remos aqui urna breve expsito d'ellas.
As cadeiras de ensino, de dez que eram,
passram a ser^m numero mais que do-
brado; e os annos de esludo que eram oito
agora se estendem a dez, porque nSo se
pode fcilmente dar em menos tempo tima
completa educarlo moral e intellectual quel-
les que devem ser um dia mestres e pais
dos povos.
Jovens de boa ndole c capacidade para o .
sacerdocio nao faltam ; o que nos falla sao
os meios de podermos educar gratuitamen-
te a muitos que pertencem a familias po-
bres. Com tudo, confiado na Providencia,
temos alguns postos gratuitos, e meio gra-
tuitos : por falta porm de meios temos re-
geitado, com bastante pezar, a muitos pre-
tendentes a esses postos, por estarem oceu-
pados os que exisiem. Entretanto os vos-
sos Rev. paroctos, e as povoaces mesmo,
continuamente nos pedera coadjutores e ca-
penses para grandes fraccoes parocln'aes
distantes das matrizes, que inteiramente ca
recera de subsidios espirituaes. Sobre os
setenta clrigos que estudam fio seminario,
nos temos calculado que nao se podero or-
denar mais de sete sacerdotes por anno.
Esta grande necessidade, amados filhos,
vos a podis remediar cora as vossas .es-
molas generosas, para que com a ajuda
deltas, se possam formar padres bons sa-
bios, que tomaro 4epois a yossa (recc*>
espiritual e a de vossas familias. .
Rem sabis que o nosso seminario nSo 6
rico : algumas moradas de-casas em mto
estado e um fundo, eis todo o seo palnno-
nio que rende uus dous contos de reis por


wmm



Diario de Pernambuco Qnarta eira 24 de Margo de 1869.



jinno. Ora esta sommi nao adequada,
era para os meros emolumentos que se
Modedarao reitor, as dirictor espiritad,
ao vice-reitor, e ao assistente.
Se, mediante as olleras; (pie 'esperamos
da vossa caridade, se psdessem reparar as
casas e alugl-as depois a familias abasta-
das, o sen rendimento seria muito maior.
Tendo agora fallado as propriedadeB do
seminario nao podemos, sen faltar grati-
d5o, dei.xar de tributar ma palavra delo*-
vor ao Revm. conego Firmino de Mello
Azedo. Elle ha pouco nos fez presento de
una sitio de o&qoeiros cota duas casas e
urna capella perto do mar o a pouca -dis-
tancia de 01 inda.
Este dom precioso nos offerece um ameno
-lugar de recreio para os aossos seminaris-
tas irem ali de vez em quando a repotisar
o espirito caneado dos estudos. Mas as
casas deste sitio exigein, antes de poderem
servir convenientemente commnnidade,
muitas reparacoes cv augmenlos dispen-
diosos.
O so dos banhos indspensavel neste
paiz, e o governo imperial, assim o eoinpre-
hendea, dignou-se, a nosso pedido, conce-
der ao seminario a derrocada fortaleza do
Monte-Negro, em Olinda, para csse fim. E'
esta apenas urna pequea casa necessaria
para os nossos clrigos tomarem os seus
vestidos de banho e os guardaremahi mes-
rao. >?as aqui tambera precisamos cabedal
para os concertos convenientes.
Havendo nos determinado, com gcral
applauso dos l)omens prudentes, conservar
os nossos clrigos no seminario durante as
ferias cora evidente vantagem da sua virtu-
de, economa de dinheiro que clles des-
pendiriam na viagem a suas casas, c lucro
de mais dotis mezes de estado cada anno,
buscavamos una casa de campo aonde liou-
vessem de passar as grandes ferias,, quan-
do a caridade da ordem de S. Francisco
veio offereccr-nos um bellissimo local, o
convento de S. Antonio em Iguarassi.
Nesse lugar nao smente o clima mui
fresco, e sao os banhos de rio no recinto
da propriedade excellentes; mas tambera
lia naquelles amenos anedores passeios
bem recreativos. Porm a par desses com-
raodos que nao se devem renunciar, quaes
nao s5o as despezas exigidas pelas repa-
racoes que mistr-se facam em um edifi-
cio muito annoso, cujo quintal v-se com
una crea de muro a desabar ? E quaes
nao foram ja, e nao vao a ser ainda as des-
pezas tambera correspondentes ao prever-
se mobilia permanente indspensavel para
tantos cstudantos, e os oiliciaes do semi-
nario ?
O locar do mesmo seminario de Olinda.
onde os seminaristas pasam dez mezes do
anno lectivo, tambera merece a vossa atten-
clo. Elle bastante vasto e requer para
sua manutengo reparos annuacs, alm de
estar decente e seguro, tanto mais que fJ,? ,n Por ceal oin 10 aanos'
edificio antiso. As portas e caxiluos da# ..,^^L1^ r!ald^ls

Ilteparilciio da polica.
2' sererto.Secrft;iri;i Ja nilieia do Pernambuco'
21! -le marro de 18G9.
N. V2i. Illm. e Exr* Sr.Tenho a henra de
levar ao conbecmento de V. Exc. que, segundo
constadas parifeipacoe* receidas boje nesta re-
partieao-, foram bontem reeoltndos 'easadedcteii-
53o OS segHnles individuos :
A' minha ordem, Vicente Rodrigues de Lima,
Manoel Jos Fidolis, Manoel Francisco (le Salles e
Lota Francisco da Silva, vindos do termo de Itam-
b, o primoiro como recruta, -e os demais como
sentenciados ; Florencio dos Santos Salles, como
retrata ; e Manoel Francisco da Cunha, vindo do
lermo de Igunrass, como pronunciado em criine
de morle.
A' ordem do subdelegado do Rcetfo, Antonio
Hcnrquc do Costa, por crite de resitencia ; o*
subditos nglcr.es Henry Rhode, John Rnpinolds,
Alfredo Heack, Eduardo Nelson, Antonio Col e
Jobn P. Linden, rcqusco do respetivo cnsul.
A' ordem do de Santo Antonio, Cecilia Duvina
de Andrade, por insultos.
Em ollicio de 16 desfe mez, commnnicou o sub-
delegado do dlstrictoda S de Olinda, que no mes-
mo da, uo lugar Mara Simplicia daquelle distric-
to, fra preso o recolhido respectiva cada An-
tonio Jo3f|uini Maniva. por crime do ameaca. e que
a prisiio tora cITectuada em flagrante, quando Ma-
niva com urna granadeira carregada ameacava
matar Jos Antonio dos Santos.
Por ollicio de 16 deste mez, communicou o Dr.
juiz municipal do termo do Brcjo que naqueJIe dia
das 9 para 10 boras da inanhaa Alexandre Flix
de Arantes, inspector de quarteiro daquclla villa,
estando a trabalbar em seu robado nos suburbios
da mesma, fora brbaramente assassinado com
um tiro dado de emboscada, ignorando-se qual o
autor ou autores de semelhante atlentado, nao
obstante as diligencias empregadas para deseo-
bri-los.
Igual communcaco me fez o delegado de poli-
ca do termo, em oftlcio datado de 14.
Deus guarde a V. ExcIllm. Exm. Sr. conde
de Baependy, presidente da provincia.O chefe de
poilcia, francisco de Furia Lentos.
Tambcrn n'estes ltimos .lias fallecon o Sr.
Joo Hada Bregan, capitalista italiano, ha muito
residente ca Lisboa. Tinba 7 i ann is.
('ni dos irmos to Sr. Bregara foi no Rio de Ja-
neiro ajudatito de campo do Sr. D. Pedro iySp um
seus mais intimas amigos. Era notosjapcla
muita torea de que dispuuba. Morrea no Brasil
lia mu tos aanos
f.hegou a Lisboa a estatua do Sr. D. Pedro
IV que deve sor inaugurada no Roci. A I
ou o pedestal do ni inumenu val bstanle adanta-
do. A estatua magnifica. Foi guardada no ar-
senal da marhha. A estatua de bronze e lem
;),70 do altura.
Manuel Rieusadn, o chistoso folbctinista, foi 1"1S1 restabelecidodaloucurade que fra acoin-
agraciado com o habito de 8. fhiago da Espada. I "iet"<1',> segundo I he communiquei em mitin anto-
sando ''"ru*siva,o propietarioe fazendeiro JoaquimCa-

urna, granadeira, tentou as dos Santos, no dia 16 do corente
ASSASSI.NAT.Xa villa doBrejo, no dia 16 do
eorrente, estando o mpectnr de Mtartciro Ale-
xanro Flix de Arantes iralialhando as proximi-
dades de sua ca-a, foi assassinado rom um tiro
dado de emboscada. Apesar das activas pesqoizas
da polica, n.o foi possivel' descobrir o autor ou
autores desse crime.
VILLA BELLA. Escrevem-nos dcsta local-
dade. em 10 do corrento :
Tenbo grande satisfacao em declarar-1 lie qu>
aqu acha-se ainda em uso de remedios, porm
valcantl de Lacerda, conhecido por Quineas do
Poco da Iba.
E este o segundo caso de loucura perfetamen-
No thetfro dn Principe mal est caasand
furor o Abijan da Diekens, traduzido pe Sr.
Ferroira de Mesquia. Este drama teve successi-
vas enebentes em Paris e tem de fazer epocha em
Lisboa. O scenaric soberbo, sobretudo o quadro
que representa os Alpes. Foi levado a scena pela
primeira vez no beneficio do actor Santos que se
distingui notavelmcnte. A actriz Virginia tem
sido muito victoriaila taaibem no desempenho de
sua difflcil parte.
Corriam ba tempos om Lisboa e as pgpvra-
cias militas moeJas de 300 es. falsas, sobretudo
no conselho. e eidade de Visen, As autoridades w"We ascendente do assumptos.
conseguirn!, por lim, descobrir o escondrijos dijs .../_.N, d*J6.0U '/ do Pa^-^o, no lugar
fabricadores, no dia 19.
As autoridades t nliam recebido denuncia da
existencia de urna fabrica de dinheiro fahuyio lo-
e freguezia d( Abravezes, perto de^Tseu.
vota o odio aos que nao Ihe sao subserrienle-
conbecein tal qual elle sem mrito, pobre de
talento e ilhi-traco, verdadeiro catavento que s
se move ao spro d IntoWt
Conhccn perfejtainenlc o Sr. r. J. F., doulhe
o devido apreso, e por ia>, sou victima de seu
odio.
Ai boje, merc de Deus. tenbo podi.lo frustar
seus rdts e tramas, teuho podido quebrar urna a
una as armas com que me l mi querido ferir esse
bom amigo. Julgav.i entretanto que O; lempo fosso
influindo no rido clima do seu mo corac/io
parvo que sou o liomeni sempro o mesmo Ur.
J. r.
E quando jnlgava baTCr-nie esquecido ei-lo (|u
assoma no Liberal n. H, para cuspir-me injurias,
-sob a esfarrapada capa do anonymo0 Z.jul-
gando com esie desl'arce poder eiir-rae a seu
salvo.
O nosso bom pastor s.nliio contristado, vendo
nauuelle acto do general, elementos de perdicao.
E fm assun que o infeliz general morreut
.eDdde. impenitente.... exaluu o ultimo
suspiro I
Unein lia ah que atiesto contrario; quem vio
arrepemlHuentodo general na ultima hora ?
ijueni m o lia, pa,a que nao jurou peante S.
te curada pekflioinenpatlia Francisco le Assis Al- Be,n cpnheco a mo que no fre ; e essa trica
buquerque da Silva Brasil, o qua digno de todo i?. m>P n o-donato-todos a compregendeal
o elogio por sua dedicaeai) ao sistaiua o pericia
com que emprega seus remedios.
0 resultado da votacao d'este collegio em am-
bas as cleicoes j deve ser abi conhecido, porlanto
proenro outro assumpto.
O termo de Flores contina em sua marcha
donoj
gar
EXTERIOR.
vidracas em grande parte nao existem, e as
que ha reclamara outras novas, que as subs-
tituam, pois esto a cahir carcomidas. 0
tecto, as paredes mesmo, o assoalho e la-
tlrilho, ludo pede reparos. 0 quintal, tao
precioso para frequentes recreios internos
dos mogos, e mesmo para fornecer verdu-
ras para a casa, est inteiramente inutili-
sado por falta de cultura, ou de recurso
para manda-lo cultivar
So ontrarmos na capeHa deste estabole-
cimento, aonde a piedade deveria ser assis-
tida di) competente apparato externo, da
decencia e decoro as festividades, ella
esL privada de tudo, at de ornamentos.
sagrados, que se pedem emprestados nessas
occasioes, estando o seminario sem meios
de os comprar.
A estas despezas transitorias accrescc a
insuliciencia das pensoes dos alumnos para
as quotidianas; sobretudo depois que alm
dos tres pistos ordinarios de cada dia or-
denamos que se desse aos estudautes urna
refeic'o vspertina; que houvesseum me-
dico addi lo ao estabelecimento, e urna en-
fermar a para o caso de doeogas dos
mesmos estudantes; como tambem que
durante as ferias elles tivessem passeios
extraordinarios e as necessarias distraccoes.
Seria desconfiar da vossa generosidad;,
carissimos ilhos, se, depois de tao clara ex-
posico das necesidades do nosso semi-
nario, ajuntasseraos palavras de animac3o.
Por tanto s vos pedimos que vos lembreis,
que se trata aqui de preparar com todo o
esmero para vos ou ao menos para vossos
ilhos um clero regenerado, o qual deve
zelar as importantes necessidades da vida
humana, couvm a saber, as que dizem
respeito boa ordem presente, e segu
ranea da vida bemaventurada no futuro.
Estamos na quaresma, tempo salutar de
penitencia, de jejum, de oracoes, de sacra-
mentos para celebrarmos depois digna e
fructuosamente a Paschoa drt* Cordeiro Di-
vino. Todos somos percadores aos olhos
de Deus, scrutador dos coracoes, e todos
precisamos de sua infinita misericordia para
sermos perdoados.
Ora : _vs o sabis, a csraola livra do
neceado; e que esmola pode haver mais
bella, mais necessaria do que esta, cujo
fim preparar aquelles mesmos padres,
que tem o poder de perdoaraos penitentes
os seus peccados, corainettidos depois do
baptismo, era virtude da autoridade, que
Jess Christo Ihes confere na sagrada orde-
naco? Os vossos parochos e capelles vos
fallaro disto mesmo em publico e em par-
ticular, exhortando-vos a concorrer para
esta obra diocesana.
E vos todos com animo alegre deposi-
tareis as suas m3os quanto poderdes dar,
certos de que muito nos ajuda'reis nesta ur-
gente necessidade. Quem nao poder dar
muito, d aquelle pouco que poder: o pe-
queo bolo da pobre viuva do evangelho
foi muito acceito aos olhos de Deus, que v
as boas intences, e assim o ser o vosso.
A publicaco, que faremos das vossas of-
fertas no Diario de Pernambuco medida
que nos forem enviadas, vos servir de re-
cibo.
Amados filhos, Deus que nos soggerio
que recorressemos a este meio para obter-
mos o melhoramento do nosso seminario e
o bem estarde toda diocese, vos torne ge-
nerosos, e a sua sanli graca vos a>sista
sempre, assim vol-o desejamos, assim vol-o
auguramos em Jess Christo.
No entretanto \o$ enviamos com estes
sentimentos nossa bencao paternal em No-
rae do Padre do Filbo e do Espirito Santo.
Amen.
Dada em nosso palacio da Soledade aos
8 de marco de 1869.
Corrcspoadeucia lo Diario de
Peruambiico.
LISBOA, 28 DE FKVEREinO.
(Coc/mo)
Diz um jornal do Lisboa, que urna das ideas
do actual ministro dafazenda (conde do Samodes)
c augmentar 10 por cento no imposto de viacao,
elevaudo-o a o0 por cento sobre as contribuicoes
predial, industrial, pessoal e de registo, a 40 por
cento sobre os direitos de morc c matriculas. Es-
tando o imposto calculado, segund a lei vigente
em 1,357:5005, o projectado augmento eleva-lo-
hia a 1,70o.407385'1 rs. isto dara um aceres-
cimo de 317:967^853 rs. Esta idea, diz o citado
peridico, tem o gravissimo inconveniente de ag-
gravar as doigualdaJoi trihularias do que todo o
paiz se queixa.
Trata-se de reduceoes no corpo diplomtico,
mas parece que as economas propostas pela com-
missao que o governo encarregou de cstudar este
assumpto nao sao muito Importantes. No anno de
t8o7 a 1858 a despeza com a nossa representaban
diplomtica e ministerio dos negocios estrangoiros
foi de rs. 123:78;3j6 rs. Em 1867 a 1868 foi de
rs. 266: KW.3653. ""
Nao consta, c superior a representacao porlugueza as. cortes
estrangeras, nein os negocios internacionaes cor-
ressem incllior, apezar de gaslarmos mais.......
110:33 5297 rs., isto apezar da despeza ter eres
sendo indiciado coi 10 principal fabricador Manoel
Estevao de Figueiredo.
Estivera quatorze anuos no Brasil d'onde re-
gressra ha pouco lempo, indo estabelecer-se1
n'uma quiuu que comprara n'um descampado
prximo do monte de Santa Luzia a 4 kilmetros
da c dade, aondo a#ora eslava passando o tempo
da la de mcl, [Miis casara bavia qiiinze das.
As autoridades acompanhadas por urna fi.ri;a de
infantaria li cahiran de sbito na manha de
I sobre a proprei.ade que cercaram, apoderan-
do-se de Figueiredc c da fabrica que cncontra-
rara inteiramente montada, c com todos os indi-
cios do ter fabrica']" moeda poucas horas antes.
Dois carros puchados por bos conduzindo os
instrumentos do fabrico encontrados em Abrave-
zca seguam o preso^escoltado pela tropa e gran-
de concurso de povff
Eram os instrumentos um balanc, fiera de
puxar metal, prata em barra j estendida, folie, e
mais utei'cilios de forja, balanea, cailinhos, algu-
mas moeilas de 500 i"S. em acabamento e cunho
d'cllas, etc.
No dia inmediato foram indiciados como cm-
plices n'este importante criine; Francisco d'AI
incida Henrique-. neroeiante de fazendas brancas
estabelecido na cdade, c Joo Coelno Fortes, 1."
sargento que fra de infantaria l, depois cscrip-
turario do escrivao de tabn, e agora escrevente
de urna casa do Sr. Jos Antonio Silva.
minado Estreito, duas leguas cima daquclla n u
villa, Flix de tal foi assassinado por um preto que' SK"?iai"l lu? [ui cl!? conservador,_de cujas
tinba c'm sua companbia, e a que protega, isto
em conseqenca de pequea desputa que dra-sc
entre elles naquelle mesmo dia.
O assassino, prcvalecendo se do ensejo do in-
feliz dormir, matou-o golpes de machado, e pon-
do-so ao fresco em um cavallo da victima, quando
foi tambem victima de um tiro que desfecbou-lhe
um irado do morto; o qual, tendo corrido armado
ao logar do delicio, attrabido pelo som das ma-
ehnduas,,e encontrando o assassino j de fuga,
dispjaron Ihe um tiro pelas costas, que o estendeu
nurto aos ps do cavallo, e quasi ao lado de sua
vctima, vindo depois entregarse ao delegado de
Flores.
t Na povoaeo da Baixa Verde pertencente
queJJe mesmo termo, Mara de tal, no dia 4 do
crrante, matou com una tacada Joaquim Cal-
doso, em acto de dar-Jhe o mesmo una surra.
A assassina est presa, o j deve ester sendo
processada.
c Naquella povoacao toda a populacao est em
armas ha mais de oito das a espera de um gru-
po do criminosos" de Panc, que ameacs saojucal-a,
o que j praticou n'estes pou s das em cinco ou
seis casas dos povoados e fazendas visinbas.
t Acha-se preso, e est sendo processado nesta
villa, um soldado do destacamento da guarda na-
cional aqui destacad/, de nome Evaristo; o qual
se suppe ter aiTogado c roubado no dia 15 do
mez passado, no lugar denominado Curial dos
Bois, um menino de 13 annos de idade, que sabira
naquelle dia em companbiaI'elle da fazenda
Xo consentire, pois que, o Sr. Dr. J. Fpor si, du
poralgum bilho-tre asen mandorga poeira lem
que com ella se ubra. Se como covarde se rebu-
fa, para ferir-ine de emboscada, venho eu arran-
car-lho a capa, e atcalo de frente, dizendolhe
quo mentquando me chaina transfuga, sempre
fui e ainda sou liberal! nunca reneguei os meus
principios I!l
Outrotanto, peder dizer o senhor doutor, nao.
^loravaFrtus'ein7a-"a'p7rtence^t7'a Francisco Quixcba para S. Francisco. A suspeita ou pre
i~:j.. ii:, ., j o \i:.,i ,i sumpcao de ter elle assassmadq o menino funda
quenos funeconarios foram
que os pe-
levados quasi as ulti-
mas raas da penuria em virtude da niqua lei (re-
troactiva) de 26 de Janeiro ultimo.
Para a conferencia escolar que deve reunir-
se prximamente tem os lyeeu nacionaes, as es-
colas e faculdades da universdade de Coimbra
elcito os seus representantes ou delegados.
A facn Idade de theologia clegcn o sen decan, o
Sr. Dr. Francisco Antonio Bodrignes d'Azevedo; a
do philosophia, o Sr. Dr. Jos Mara d'Abreu, que
j foi director geral de instrurcao publica; a de
mathematica, o Sr. Dr. Goncalves Mamede, que foi
tambem vogal ao extincto "conselho geral de ins-
trueyao publica. A escola polytechmca elegeu o
Sr. Joo d'Andradc Corvo e o Sr. Aguiar. O pri-
moiro foi vogal do referido conselho legal.
O lyceu nacional de G'imbra elegeu o Sr. Do-
ria. O lyceu nacional de Lisboa, o Sr. Maximiano
Ghira, commissario dos estudos do districio de
[ Lisboa. A escola medico-crurgica de Lisboa, o
Sr. Dr. Magalhaes Coutinbo, que foi director geral
de instruccao publica." O Sr. Barjona do Freitas
foi eleito pela facuKlade de dircilo da universdade
de Coimbra.
Pela escola medico-crurgica do Porto, o Sr. Jos
d'Andrade Gramacho, lente de pathologia interna.
Pela academia polytechnica (Porto) o Sr. Jos de
Parada Silva Lctao, lente du physca.
Pelo lyceu nacin >I da mesma eidade o Sr. Del-
phni Maria de. Ollvcra Maa, professor de rhe-
tonca. Falta eleger, tanto no Porto como em Lis-
boa, o delegado dos professores particulares e di-
rectores de collegos, ao que se proceder breve-
mente.
Os representantes da instruego primara teom
de ser nomeados polo governo sobre proposta dos
commissarios dos estudos.
No dia 2 de marco va para Timor um re-
forcp de tropas e muniooes a corveta D. Joao I.
A bandeira que as damas do Ga offerece-
ram ao batalnao expedicionario que dos estados da
India va para Mozambique foi levada para a
greja do Bom Jess (Ga-vclha) por differentes
damas, entre estas a esposa do Sr. Pestaa, tjrer-
nador geral, para se benzer sobre o tmulo de S.
Francisco Xavier. No da 1 ou 2 de Janeiro seria
entregue ao batalho.
Das ultimas noticias de Mozambique, vmdas
pela India, consta que o Bunga conservava-se na
sua azinga, ou fortaleza, esperando ser lb batido
pelas forcas portuguezas.
Contnnava fraco o commercio e poueos nego-
ciantes se aventuravam a ir traficar as paragens
do Bonga.
A companbia Lozitana offereceu ao governo
portuguez os seus vapores para servirem ao trans-
porte da expedicao da Zambesia.
O Rev. bispo do Cabo-Verde, actualmente
em Lisboa, tmeiona officiar de pontifical em S.
Maria do Belem na missa que ha d#ser celebra-
da das antes de partir a expedicao para a Zam-
besia ; e a que a mesma va assistr. Diz-s< que
um dos plegadores de maior reputacao pregar
na solemnidade.
Algumas senhoras da primeira nobresa offere-
ceram-se para bordar a bandeira do batalho,
semelhanca do que lizeram as damas de Goa.
_O.Sr. Agostinho Coelho, capitao em com-
missao na escola do exercto, foi promovido a
major, e nomeado com.nanJante do batalho ex-
pedicionario de Angola Zambezia.
Calcula-so que a expedicao contra o Bonga,
custar nns 6!W:0005000 rs. I
A expediejb de Timor ser de 120 homens,
para o que vao ser convidados nos differentes cor-
pos do exercto os individuos que quizerein fazer
parte delta.J^,
As pracas na reserva poderlo ser encorporadas
n'esta expedicao. Quanto nao custar tambem
esta expedicao III
Comparem-se estas despezas com a necessidade
de contrahirmos novos emprestimos, e concluir-
se-ha francamente quo muito mais lucrava o paiz
em alienar (em quanto tempo) urna parte das
colonias, ou na Oceania. ou na frica oriental.
Antes isso, do que ficarmos por dezenove annos
com o onus espantoso dos novos encargos que vao
resultar da accetacao do emprestimo dos .....
I8,0ll0:0000000 rs. ou com os atftnacs da divida
fluctuante, que sao enonnes.
Aftia-se qoasi restabelecido da enfermidade
que ulti mente tem soffrido, o Sr. conselheiro
Antonio de Almeida Campos, cnsul geral de
Portngal no Rio de Janeiro, qne tem estado em
Lisboa com licenca.
S. M. o imperador do Brasil condecoran com o
grao de cavalleiro da ordem da Rosa, o Sr. Dr.
Agostinho d'Ornellas e Vasconcellos, residente na
iltia da Madeira.
Fallecen o distincto .engenheiro Joo Evan-
gelista d'Abreu, que ha dons annos se achava alie-
nado no hospital de RlhaMes. Grande nnmero
de alumnos da9 escolas polyteclinica e do exer-1
d'Almeida lcnrique; na rua de S. Miguel, e onde
se encontraram indicios de estar montado outro
balanc c nma forja.
A casa era una luja escura, e nella se achou a
pedra em que devia pensar o balanc.
Ambos os presos eram ntimos de Figueiredo de
Abravezes. Esto incommumcavei9 todos os pre-
sos.
Parece que Figueiredo confessou lardado as
primeiras pergnntas o ndicou mais dozc ou qiiin-
ze consocios desta vasta empresa.
Em Lisboa at j M fallava que tinha sido pre-
so um desses Individuos, c consta que ha pouco
fra para o Brasil outro consocio com as iistruc-
coes precisas para estender a esse imperio os ef-
feitos da criininosa.ndustria.
Consta que n'uiria das casas devassadas pela po-
lica, se encontrn om apparelho de galvanisar,
que so suppoe destinado ao fabrico de mondas
ifoaro,
O cunho da moeda de 500 rs. perfeto, e pa-
rece que o metal com que elle era fabricado tinba
a liga de 6i % Figueiredo era serralheiro no
Ulrasil Vizcu est impressouado com este acon-
tccinienlo. <
No rio E'stc c a velha o nova ponte, alguns
rapazes e mulhercs encontraram ninas cncoenta
c tantas moedas falsas de 500 rs. e foram leval-as
as autoridades administrativas.
Parece que o governo vi mandar inventa-
riar todos os bens movis perti-neentcs aos con-
ventos de religiosos, collegiados e cathedraes, por
quo parece que nos ltimos tempos se formou urna
c-pecie de sociedade de olko vio\ quo trata de
fazer alienar uitos ohjectys preciosos pertencen-
tes a essas corporacoes.
P. S. Parece que o governo est muito pou-
co resolvido a transigir na qncsp do Sueste.
Os agones da companhia do Sueste retraram-
se de Lisboa sem nada terem consoguido do go-
verno portuguez.
Na praca nao se tem feito venda de fundos,
mas tem as bavido as casas bancarias.
Urna folha franceza attrbuc ao ministro dos ne-1
Bocios cstrangeiros de Inglaterra as eguintes pa-
lavras a proposito das tentativas da Unio Ibrica.
Portugal bem sabe que para entrar em
quaesquer combinares ibricas, toria de ras-
gar todos os tratados que celebra com a Ingla-
terra.
A' ultima hora.Pouco interesse apresentam
as noticias com que os peridicos desta manhaa
en'retm os seus leitore*.
O Avenir National de Pars publicnu a 27 um
telegramma prctendendo que el re D. Fernando
recuse definitivamente a cora de Hespanha, e que
por is-o o governo hespanhol propoe o duque de(
M mtpenser.
De Madrid um despacho trfegrapbco desta ma-
nba diz ser quasi crto queVgoverno recommen-
da a candidatura de Montpensier, a favor do qual
houve manifestares em Sevilba. Do Lisboa (diz
o mesmo telegramma) veio um despacho tclcgra-j
piuco affirmando que o duque parte brevemente
para este paiz. O governo prometteu cmara
fazer grandes economa, mas declarou que se va
obligado a recorrer r.o imposto. O governo nao
apreseniar nenhnin projecto sem autorsa^o pre-
via das cortes. Disse Serrano que o estado de
Cuba grave, mas que c-pera pacificar restituir Ihe cnto a liberdade.
Em algumas provincias de Hespanha ha certa
agitacao.
Continuou a commissao central Primeiro de
Dezembro em seus trabalhos at bontem s II '/?
da noite. Ficou assigr.ido o protesto anti ibrico.
Rcproduz ornis importante do manifest de 1861.
E' firmado telo numero symbolico de 40 yogues,
que tantos foram *os inspiradores qne em 1640
eonsegoiradl restaurar a independencia nacional.
A faculdade de direto elegeu como repre-
sontante conferencia escolar o Sr. Ayres de Gou
vea. A de medicina, o Sr. Francisco Fernandos
Costa. Pel.i escuta naval foi e-edhido o Sr. Joo
Braz de Oliwra. O mini tro do reino anda nao
nomeou os tres.ttpresent antes da instruccao pri-
maria.
A Socit Genrate offereceu ao governo a
reforma de algumas letras. Foi acceito este offe-
recimento.
O governo nglez nfierecen ao portuguez para
a expedicao da Zambezia urna peca de inontanha
com todos os seus pertences, igual s que servi-
ram na Abvssinia.
- Nojninistero das obras publicas estao senff
elaboradas as bases de urna convenci postal P
tre Portugal e Italia.
Sanio no Diario di Governo o decreto abo-
lindo a escravidao em todas as-posses-oes portu-
guezas como na minha carta (j fechada) Ibes no-
ticic.
L
se no fado de eneonirar-se o rasto de ambos at
a niargem do rio Paje, que ento eslava com
bastantr agoa, voltando somente o rasto d'elle e
tendo at boje desappaucido o menino, o qual
conduzia 10*000 rs. apenas !
Um dos grupos de criminosos que nfestam a
serra da Baixa Verde, ameacando saquear a res-
peetva povoacao, acastellou-se no Boqueiro do
Media, quatro legoas a cima d'esla villa, eroubou
em um flj dia dons negociantes que so dirigiam
feira naquella povoacao. Felizmente nao che-
gon a lOOOOO rs. a qantia r ubada, a o delega-
do d'este termo tem tomado as mais serias medi-
das no sentido de tornar transitivo! a quella es-
trada.
Agora mesmo percorre elle todo Boqueiro
da serra com urna grande patrulha, postando pi-
quetes nos lugares mais apropriadus.
Neste mojiiento chega-me a noticia de mais
nina morte, perpetrada liontem no p da serra da
B.iixa Verde, porm do lado do Piancd, e um
roubo de OiOOO rs. feito ante-hontem em um
negociante de BaixaVerde de nome Marcal Diniz.
Est horivel o serto.
MEDICO OCULISfA.A' pedido de um amigo, e
com acquiescenria e satisfacyo nossa, aqui trans-
crevemos as linhas abaxo, publicadas no Jornal
do Commercio da corte, de 21 de dezembro passa-
do, em referencia ao Sr. Dr. Fernando Pires Fer-
reira, hbil medico operador de olhos, o qual,
depois de graduado n'uma das melhores escolas
medicas do mundo, a de Pars, defendeu theses na
do Bio de Janeiro.
Molestias e operaews de qfhos.No dia 11 do
eorrente defendeu'theses perante a Faculdade de
Medicina do Ro de Janeiro o Sr. Fernando Pires
Ferreira. Dr.em medicina pela Faciildade de Paris,
tendo sido nellas approvado plenamente.
a Nascido na provincia do Piauhy, anda em
menor idade seguio para a Europa o Sr. Pires
Ferreira, fazendo em Paris todos os seus estudos e
distinguindo-se sempre as diversas aulas que
frequenlou, a ponto de grangear a estima de toos
os seus mostrea, de muitos dos quaes (jomo Vel-
peau, Wecker, Nelaton, Dcpaul, Labb, Grisolle,
Trousseau, etc.), receben iieoutestavcis pravas de
consi leraca > e amisade.
Depois de obter o diploma de baeharel em
ciencias pela Facnldado de Sciencas de Paris,
teve o de doutor em medicina pela Faculdade Me-
dica da mesma eidade, sendo ainda membro da
associaeoo Medica de Franca. Applicando-se
especialidade das molestias que affectam os olhos,
o Sr. Dr. Pires Ferreira o fez com tanto aproveita-
mento qu foi elevado ao ambicionado lugar de
chefeda clnica ophtalmologica do celebre
oculista em Paris o Sr. Dr. Wecker.
Dotado de urna vigorosa intelligeneia, e reu-
nindo aos profundos conhecimentos que tem de sua
especialidade, um trato ameno c bastante modestia,
acredita^? que o Sr. Dr. Pires Ferreira ser bem
recebido pelo publico do Rio de Janeiro, que,
llustrado como saber devidamente aquilitar
seu verdadero merecmento.
LKfLO. Conforme est annuncado dever
ter lugar no dia 30 do eorrente a venda d'um ex-
citante sitio, com casa grande cm Sant'Anna,
cuja venda se tontttrecommendada pelo grande
terreno que tenvtoao arborisado.
LOTERA. A quo se acha venda i a 99*, a
beneficio da greja de Nossa Senbora da Soledade
desta eidade, que corre hoje 24 do crrante.
PASSAGEIROS. =. Sabidos para o norte no va-
por Cruzeiro do Su l :
Jos Januario de Camino Paes de Andrade, sua
senhora, sua mae e 6 escravos, Ignacio de Paula
Goivim Geo B. Modamas, Marcicano Germano Lan-
coebi. Gusset. Jos G. do Reg, W. Alfr-s) Padi-
Iha, Petro Morossd, Joo Manoel Barroso, Augusto
Gnnes da Silva, Dr. Anesio Adelseman, Dr. Jos
Vital Valente, Duarte Brando e 1 criado, Jos
Gomes Villar, sua senhora e seu cunhado.Francis-
co Elias do Reg Dantas Jnior e 1 escala, Pedro
Augusto Jorge, Alexandre D. de Figueiredo, Dr
Jos Rodrigues Pereira Jnior, Jos Salgado, Jos
Soares, Antonio Goncalves d'Aguir, o criminoso
Sebastio e 2 pracas de polica que o escoltam,Joa-
3uim Antonio Pereira Vinagre, Zeferino Jos
e Barros Moreira.
Entrados do Rio Formoso no vapor Maman-
guape:
Major Thomaz Lins Caldas, 2 filhos e 1 escravo,
Joaquim Antonio Goncalves de Souza e. sua se
nhora.
tilcuas desertara por nao Ihe terem querido dar o
jabado municipal de Navarro, que tanto ambicio-
nava, para seus particulares arranjosde Abreus.
Se me chama trnsfuga porque ora ajudo a ac-
co benfica do partido conservador, assim o faco,
porque com clles que me achei, quando fui per-
seguido pelos progressistas, em cuja sinceridade
nao poda mais civr, vendo a de>lealdade com (jue
procederam para com aquellos que acreditaran
como eu em suas ves promessas.
Abuzaram da boa fe dos liberaos a quem perse-
guan! de preferencia, e boje loman do sua victi-
ma a caudda vote, para talvez Iludir anda sua
boa f.
Ouca quem quzer o canto da sera, que prefi-
ro ser grato aquelles que me eslenderam mo
generosa, quando era eu atrozmeuto perseguido
pelos progressistas.
Bem semelhanto ao mo homem de quem nos
falla o Evangelho o Sr. Dr. J. F. vera metter a zi-
zania no trigo. Maligno que .
Para invenenar amisade quo tenho ao Sr. Lou-
renco liezerra Marinho Falco, o com que tanto
me honro, usa de urna das suas tricas, fazendo-o
passar cm sua correspondencia, por meu subser-
viente.
Taes sao os hbitos de lea Idade deste senhor
doutor, que nao cora, nao recua em ferir seu pri-
mo, a quem deve beneficios, que jamis de vera es-
querer. Ingrato!
O Sr. Marmho Falco est superior, e muito ci-
ma dessa inlriguiilia ridicula ; sui bem conheci-
da probidade o poc a salvo de imputaeocs desta
ordem, mxime quando sahem de labios, que pou-
cas vezes se abrem para dizer o que sentem.
Nao me julgue o publico desabrido para com o
Sr. Dr. J. F. no falso supposto de ser elle um typo
de honestidado : nao. Ferido cm minia reputa-
cao nao posso dexar de soltar um brado contra
quem me insulta e calumnia. A medd"do soffri-
mento tem seu termo, e o Sr. Dr. J. F. nao por
corto una vestal em quem nao se possa tocar.
Saiba o publico, que a quexa que ello em sua
correspondencia aliado, em parte calumniosa ;
nina infamia para o proprio queixoso, que a in-
tentara somente de ordem do Sr. Dr. J. F., juiz
suppler.te em exercicio, c que da queixa tinha de
tomar conhecimento, e talvez julgar. Que tal o
juiz I
Assim declarou o queixoso a differentes pessoas.
lastmando-se de licar sua infamia no cartorio re-
gistrada. Cotado.
E quando queremos declinar nosso juzo dessa
immoralidade tao sabida nesta povoacao ; quando
queremos descre- das palavras do queixosoins-
trumento do Sr. Dr. J. F., sentimos assim nao po-
der fazer, por quanto todos conhecemos bem do
quanto elle capaz, e principalmente eu que ob-
servo, atiento seus pasaos para me poder delle li-
vra r.
No cartorio de orphaos desta comarca tem o se-
nhor doutor bellos liores com que orna sua toga
de juiz municipal supplente. La, vi com os meus
proprios olhos o que nao poda acreditar, isto ,
vi registrada a celebre permuta de urna casa per-
tencente aos orphos do lente Joo Cavalcaute,
no valor de quiuhentos mil ris, por um cazebre
pertencente ao tutor dos mesmos orphos, que a
este custra setenta mil ris, e tanto valia; entre-
Morrcndo assim o general, poda ser o seu cor-
po sepultado no sagrado? Nao.
S. Exc. Itvma. obran com a lei. com o dircito
cumpno a risca o seu dever negando a sepultura
ecclesastca ao impenitente.
E' o aulorsado conde de Iraj, na sua obra
Elem. de Dir. Recles, tom. 2 pag. 400. cap. 6" e suas
notas, me nos diz que o general Abren c Lima
nao poda receber sepultura no sagrado, eonside-
rando-o impenitente.
Seria longo c enfadonho analisarmos os prnci-
cipios lucidamente estabelecidos sobre a malaria;
apenas devenios dizer que S Exc. Rvma. estudou
o direto cannico.
Agora vejamos o que nos diz a Coust. do hispa-"
doella diz o seguinte :anda que a sepultura
concedida ao cadver de quahfuer cbnslo fiel,
comtudoiwo exceptos della : g 2" os blasphemos
manfestos de Deus Nosso Simhor. da Sacrats>ima
Nossa Senhora m dos Santos, constando que mor-
reram iinpcnitontos e sem manifest arrepend-
mento, L. 4 T. 57 n. 857 S S Cousl. do Bispado.
E' esta a conscicncia de S. Exc Rvma.
Admira porm que por semelhante fado se Ic-
vantass"1, por mesquinhezas politiins, na arena
jornalislica, urna discusso to pouco conveniento
em que se pretende manchar a illibada repotac^o
do nosso virtuoso prelado.
Mas, arazo Ilustrada, ao passu que vae des-
ci imiiiando os factos, vae tambem fazendo a devida
jastira a aquelle que, longo de, influencias vi o
de .apricho malvolo, sabe respeitar a Deus sobre
tudo o ao seu prximo como seu verdadeiro igual.
Sim; far a devida juslica a aquelle que rollo-
cada, na alta sublime e posico de prelado diocesa-
no, s pretende dar a Cesar o que de Cesar c a
Deus o que de Deus.
Deixemo-nos de imprecacoes o dircito estao
lado de S. Exc. Rvma. e praza aos ceus que Deus,
esteja ao lado do general Abreu e Lima.
A sua alma precisa mais de luz divina que r
seu corno de jwrfmnes humanos.
Es a causa e a razao do-fado.
- O fado, a lei e o juiz.
O christo moco.
ATTECAO
Em resposta um aviso por mim publi-
cado no Diario de 23 do prximo passado
mez, no qual declarava ao Sr. Jos Maria
Ferreira da Cunha, que se elle cootfotnMi
ndiirerente aos meus repelidos convites, e
nao se apresentasse logo para receber o
pagamento do que Ihe devesse o casal do
meu finado sogro o lenente-coronel Jos
de S Albupjerque Mello Gadelha, exibin-
do para esse lim ttulos convenientemente
legalisados, tanto eu como os outros ber-
deiros nao respondiriamos pelos juros re-
sultantes da sua demora; aquelle senhor,
saliindo em iiin do seu silencio, dignou-se
dizer em um aviso publicado no Diario do
'2'i do supradito mez o seguinte:
t Nao tendo sido procurado paieco-nv
que as minhas rela.oes com a familia
daquelle finado diviamlivrar-mea nSoea-
gir logo o meu pagamento boje, porm,
que o Sr. Henrique mosln-se esttwrito
i qtwlla attencao, dir-lhe-bei que n'esta
i eidade me encontrar sempre prompto
i para receber o pagamento apresentando
< a conta e titulo.
Acceilaria qualquer expiicago por mais
banal que fosse, mas n5o posso consentir
que o Sr. Jos Maria.apresente-se com ares
de cavalbeiro generoso e delicado, fazendo-
me passar por gross>iro e mentiroso.
Saiba, pois o publico que o Sr. Jos Ma-
ria Ferreira da Cunha, poueos



dias depois
tanto que a permuta fora concedida parte por I da morte do meu fallecido sogro, dirigib-ino
parte, sem reposto do tutorasnigo-do Sr. Dr. | uma carta exigindo o pagamento do que
Ihe fiara dever dito meu sogro, e que im-
mediatamente Ihe respond que appareces-
J. F. I.
Que escndalo!!!
E um hoineiii dcstes que vem perturbar o si-
lencio de meu retiro Quo vem cuspir-me inju-
rias !
No furor de seu despeto, no malogro do seu in^
lento, veudo escapar a victima a quem quera es-
magar como juiz parcial, es o Sr. r. J. F. fume-
gando iras contra o Sr. Manoel Jos Lopes d'AI-
buquerque, a quem cm sua correspondencia acoi-
ma demeu espoleta. E essa I...
Nem eu preciso de espoletas, e nein o Sr. Al6u-
querque est neste caso.
Espoletas sao aquelles que se prestam como do-
ceis instrumentos de vossos ardis e tramas.
De espoletas precisa o Sr. Dr. J. F., e at mes-
mo de capangas e assassinoscontiendescom
quem se aconipanha, vem a igreja, crusa com el-
les as estradas em suas casjpanhas eletoraes, co-
mo por vezes temos presenciado esse risivel es-
pectculo.
O vigaro Bazilo, este mesmo que vos falla, nun-
ca precisou de espoletas, nunca se acercou de fa-
aabosos e valentes, tem, gracas a Deus, se con-
duzidoem paz com os homens com seus superio-
res, amando aos bous, e dos mos filando.
E disto sabe bem o Sr. Dr. J. F., que outr'ora
abundava em tecer-me incomios, j em uma cor-
respondencia no Diario de Pernambuco m>erta, o
j na asseuibla provincial em uma iiiipugnaco,
quando se iratava da transferencia de certos en
geubos desta freguezia para a de Pao d'Alho.
Ento era eu o parodio zcloso, concetuado
entre meus parochianos, o amigo sincero e deve-
lado, etc., ele. hoje porm, mundo como s!
perdi no conceito do Sr. Dr. J. F. todo esle ser mo-
ral, j nao sou o mesmo homem nao tenho con
ceite entre meus parochianos; da calcada dirijo
apodos aos meus desafectos e... nao sei mais u
que diz elle em sua correspondencia. Combine-se
o juzo que actualmente inculca formar de mim, e
o que j maniestou sem odio.
O pu5lico me far juslica.
Traeunhein, C de marco de 1869.
O yigaro, Buzlio Gou^alccs da Luz.
PUBLICACOES A PEDIDO.
POLTICA INTERNA
PERNAMBUCO.
4*63
1,608
l,9fti
1,579
1,447
* FRANCISCO, bispo,
cito formava o prestito, bem eomo ijdiversos len- Br. Manoel Clementino Carneiro da Cunha
tes de qum aquelle infeliz fora collega e amigo. Conego Joaquim Pinto de Campos___
V'nn mil., rHiLn.n. n>AM#n aJ* I.-7T-, r?..-___l -. \ Unan I* > iln .l, i !> .>jl____ *.*_**
N'aquelle mesmo quarto onde Joao Evangelista
findou as trovas da loucura seus amargueados
dias, se finara o eminente estyllista Lopes de Men-
donca. o Oliente poeta Lobato Pires, o engenheiro
Fortanra e o sabio naturajista Isidoro Emilio Bap-
tista. Que triste desengao para os ojpjl veein
na mais robusta intelli|wjcia urna forcaraabala-
REYI3TA DIAKIA.
SENADORES.Chegou hontem o retallado do
collegio de Ouricury, que reunido ao dos 24^colle-
gos eonhecidos, abrangendo to>los 1,689 eleltores,
rom assim a lista sxtupla:
Visconde de Camaragbe..............*.
Coaelheiro Jos Bento da C. e Figueiredo!
Deseinbargador Alvaro B. Ucha Cavalcante
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Loio......
Dr. Joao Jo. Ferreira di Aguiar.........
Unego Joaquim Pinto dt' Campos..... 1 40i
DBPTADOS A ASSIiMBLA GEBAL."- Hon-
tem chegou o resultado do collegio de Onricurv.
que e o seguinte :
41
O resultado do* seis o)legos''c.)nhpcid.)8 : -
Dr. Manoel Ueraentino Carneiro da Cunha S29
Conego Joaquim Pinto de Campos....... 7
Faltam, tanto para urna rom para ontra eteicao,
quatro collpgna com 14* deitores.
PRISAO.-Pelo subde legad, da S de Olinda foi
capturad, no lugar Mari* Simplicia daquelle dsa
(neto, Antonio Joaqnn wn, que armado d-
Partitlo conservador.
(CORRESPONDENCIA.)
* Passar a vida sem ter inimigos um inlortunio.
diz Sneca : miserum le judico... quia tantiste
vitam sine adversario. Porm ter inimigos do qui-
late dos que eu tenbo, me parece uma verdadeira
desgraca.
Nao me aecusa entretanto a conscenci; de ha-
ver feito mal algum a essa boa gente, antes algum
bem tenho feito a meus gratuitos inimigos. Porfm.
como o.dia do beneficio a vespera do da ingrati-
do, infelizmente me vejo rodeado de alyunsvis
delatores, instigados por uma sombra^et -ica que
enire elles avulta, e que por vezes tern entendido
suas negras azas para me abafar.
Nao o tem podido conseguir, porque Dejs pro-
tege ao innocente, e volta sua divina face a) ingra-
to e ao prfido.
Nesta sombra leio a imagem da ngntido e
deslealdad*, porque nella vejo a pessda do Sr. Dr.
J. F. de Mello Cavalcante : moco este que sabe ter
o riso nos labios, e le no coracao; sabe alirahir
simulad para se vingar raivo o I Carcter des-
leal e ingrato at mesmo para com aquellos de
quem se diz amigos, para com seus proprios p-
renles, seus bemfeitores I... .
Po-suid > do fofo orgulho de chefe do partido
progressi-ta nesta comarca, ainda que alguem, e
com razio, nao concede este fro, causa no -io
como se dulcid -a, como se amemsa entre os pen-
cos parvos, que Ihe escutam as pelas, mpiante
4|netSo do dia.
A qnesto do dia, que actualmente oceupa a
attencao das eidfides e villas, dos sabios e ignoran-
tes, a sepultura do general Abreu e Lima I
Esse homem que lanto excepcional foi na vida,
nao deixou menos de s-lo nos paroxismos da
morte I
E mais tordo seus amigos dedicados, feridos
Eelos golpes certeiros da fatalidade, souberam ce-
brisar a sua morte, fazendo da sepulturao es-
petho de infundadas argucSes, e do nosso virtuoso
preladoo alvo de injustas censura-, e at......
de criminoso por negar sepultura sagrada ao ga-
era! Abreu e Lima I
O factos pren lera-so naturalmente causas pri
mitivas que tomam o nome de movis de aecao
nao ba causa sem effeito, e nem effeito sem caust;
isto no campo da possbilidade.
Tal a lgica dos acontecimento'. Pois bem,
sejamos lgicos e breves ; o nosso escripto es-
cnpto pela imparcalidade, nao conhecemos S. Exc.
Rvma. e nem tao pouco tivemos a felicidade de
conhecer o fallecido, amamos somente a verdade,
em nome della que fallamos.
Qual foi a cau-a que levou S. Exc. Rvma. a ne-
gar sepultura sagrada ao cadver do general 1
Qual foi a razio de semelhante proceder?
Sao duas questoes que se rosolve com a lei,
com a consceneia e com a venlado.
E' publico e notorio que S. Exc. Rvma., amante
como dos seus diocesanos, se dirigi casa do
general, (ento enfermo) para vr si, por meios
suasorios poda chama-lo ao gremio do, chrislo
se, ou mandisse pessoa competentemente
autorisada para receber o pagamento de
sua divida, em vista dos documentos que
apresentasse. Tenho em meu poder essa
carta do Sr. Jos Maria, e manda-la-liei pu-
blicar se por ventura fr contestado.
Oportador da minha resposta existo, o
canoeiro Marcelino Barbosa, que tambem est
prompto declarar, sob juramento, face
do Sr. Jos Maria, que este senhor depois
de ter lido a minha resposta dirigio-sc
elle &.disse: Nao tenho pressa, o meu di-
nheiro est seguro, accresccntando, em es-
tylo que bem revella a sua fina educar o e
elevados sentimentos: a Eu costumo en-
gorda-Ios para depois come-los.
Saiba mais o publico que, nao ficando cu
satisfeitonem tranquillo com aquellas
palavras dirigidas ao canoeiro Marcelino,
dei-me pressa em pedir ao meu correspon-
dente e amigo o Sr. Joo Pereira Moutinho.
<|ue procurasse entender-se com o Sr. Jjpj
Maria cerca desse negocio, e que aquel-
le meu amigo mandou o seu caix-iao mais
de uma ve% casa do Sr. Jos Maria. O
Sr. Joo Pereira Moutinho nao hesitar, cor-
tamente, em attestar publicamente, se fr
necessario, a verdade di) que deixo dito. J
se v pois, que se intenco, segundo pen-
sa o Sr. Jos Maria, demorar a cnbranca
da divida de um amigo fallecido para nao
incommodar os seus herdeires (reservndo-
se, poiin, o direto de cobrar depois o prin-
cipal com todos os resjwctivos furos), essa
intenco nao teve o Sr, Jos Maria, e eu
nao posso ser aecusado de ingrato ou gros-
seiro por t la desconbecido.
E' claro tambem e evidente que se o
mentiroso aquelle que aventura afOrmaces
contra a verdade de lados reaes e sabido*,
foi o Sr. Jos Maria quem mentio e nao eu.
Agora, inalisando, declaro ao Sr. Jos
Maria, que. desconhecendo a obrigacao de
ir sua casa^ijustar contis e p3gar-!he, vis-
to como a regra geral que o pagamento
deve ser feito no domicilio df devedor, es-
tou prompto a pagar-lhe logo que sua se-
nhoria, ou aljnjma outra pessoa convenien-
temente habilitada com os ttulos da divida
e os poderes necessarios, appareca no en-
lenho Miga, ofede resido, protestando nao
levar em conta os juros resaltantes de qual-
quer detaora, que sua senboria der lu-
gar.
Maga 1.- de marco de 4869.
Henriqtte Olympio Tavares da Rocha.
Eleiglo prtcular
del.
vida do general, seus escriptos, suas dontri-
haviam i npress'ionado a aquelles que, verda-
deiros catholcos apostlicos funMnos, crem na
conflssao, na Immaculada Coneeicio da SantissirA
Virgem, na invocaco dos Santos e em miiitos oo-
tros pontos que coosliluera a belleza e sublimida-
de da religio de Christo.
Repellio o general a vi-dta do caridoso priado
despreaando dosi'arte a religio christaa na hora
extrema em que mais necessaria Ihe era a proseo-
cade Deas! isto n3o fax o chrislao fleL
DAS JIIIZ VS, JUIZRS, ESCniVAKS, BSCRIVAAS, MORUOMOS.
MORD IMAS, QUK TBKM DB FESTEJAR A- VIRGEM K
MARTYR SANTA CECILIA, DO CONVENTO Df NOSSA
SENHORA DO CARMO, NO ANNO DB 1868 a 1869.
Juitas por eleico.
A's Exmas. Sras.:
Barbneza de tilinga.
Raroneza da Vera-Crns.
D. Arsina da Siheira Lins.
A' esposa do Illm. Sr. Nieotto Alteryn.
Juizes por tUi?.
Oslllms. Srs.:
Baro de Utingn. |
Rvm. padre vitrario Joao Jos da Costa Ribeiro,
Major Manoel Uoacio de Albuquerquo Mara-
ohao
Dr Antonio Jo** s Costa Ribeiro.
Juizas por devofi.
A's Exmas. Sras.:
kll
\

I


'A.

Diario de Pernambuco Quarta feira 24 ele Marqo
=5=
D. Mariana da r.ainara Lima.
1>. Thomazia UmpeHoo de Oliven
A' esp.isa ti." Hlm. Sr. capitao V Paula
Oliveira Villas-Boas.
A' esposa do Mu. Sr. Jo;;
Moracs.
Juizes por devoedo.
Os films. Srs.:
Thomaz Fernandos da Cunha.
Jos Elias dffOliveira.
Jos Francisco de Albuquerque Maranuo.
Joo Pinlieim Catle.
Escrivaas por eleirdo.
A's Exmas. Sras.:
D. Luzia Mara dos Prazeres Portella.
D. Mara Gandida Gui maraes do Amaral.
D. Virginia Mara da Coneei';
D. Virginia Peres da Gnu.
Escriiaespor eleico.
Os Illms. Sis.:
Antonio da Silva Ca-tro Gome-.
Aquilino Gomes Pono.
Emilio Americano do Rogo Casumb.
Joaquim Antonio Garnero.
Escrivaas por eton&o.
' A's Exmas. Sras.:
".). tsabol Bphigeaia Moreira Ponte-.
D. Marta Pereira Lemos.
D. Justina Anna da Silva Santos.
D. C ipitulina do Jess Soaros.
Escrita por decoro
Os Illms. Srs.:
Flix Jos da Costa Pimentel.
Antonio Jos Gal van.
Lniz los de Fran
Gabino Joaquim Ganes.
Mordoini*.
A's Exmas. Sra-.: t
D. Cecilia Francisca de Sonzi Listi *.
O. Damasiada F de Je-u-
D. Rita Maria da Conceicao.
D. Jeronyma Emiliana d" Mello GoUscn'o.
D. Retida Campello da Veiga Pessoa.
D. Emilia Libani? de Vaseoocelk.
D. Aquilina de lesa* Pm MenJjnea.
Morilomos.
Os Illms. Srs.:
Joaqnin de Almcida Seixas.
Francisro Antonio de Arante.
Jos do Espirito Santo e Silva.
Jos Francisco Reges.
Francisco Bruno do Rosario.
Ceciliano Maraede Alvee Ferroira.
Ambro/.io Io*e da Silva.
Desiderio Pedro de Antojo.
Garlos CaroUnoBorKonea.
Gandido Jos de Ges Telles.
Ignacio Francisco das Ghagas.
Ignacio Francisco dos Santos.
Consistorio da rmaadaie de Santa Geciia erecta
no convento do Carino, 23 de mareo de 180M.
o secretario.
lidio Pmpurario Santiago de Oliveira.
a Extrema-Unan,, um d ifWB mtos ins-
tan* Christo, e nao pela igreja.
neste f robnsl *>';,:s a le>tora
dio .: a Moral de Monte. Rispo
' Tom. i.', Trat III
J' ''''' Que Jess Ckristo inslituiue todos
sete fh da le nova, i unta
verdade de ft estabelccida no Trid.
a contra os reformados que smente re-
t amheceram dous sacramentos como
u t**do instituicao diana, baptismo e
Eucharistia. Se alguem disser que os
. sacramentos da lei nova nao Joram
t instituidos todos por Jess Christo,
Nosso Senlmr,.... est excommungado.
Cun. 2.)
Ora eu estou convencido dos sentimentos rel-
Jgiosos do Sr. Dr. Vilella. o noni de leve quero crer
: ipic S. S. ponba eni duvida que o sacramento da
Extrama-Unecao tonlia sido, como foi, instituido
por Jasus Christo.
Mas entretanto alti estao as palavras do Sr. Dr.
no citado artigo, e realmente nao as posso conci-
liar eom o que teiiho lido a seuiclhante respeilo.
i; como at i se est exgindo que mandem
seos nomos para os prelos as pessoas que a seme-
Ihautc resp'iio esereverem, nao me quero mostrat
indcil i semelhaite exigencia.
Recife, 23 de, marco do 1801.
Isupuldw Antonio da Fonseca.
ENGLISH BANK .
Of Rio le Janeiro Limited
Dcsconta lettras da praca laxa a con-
vencional".
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo flxo. j^i-tT
Saca vista ou praso sobre as cidadts
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-iork
e New-Orleans, e imitte cartas do crebito,
psh os mesmos lugares
Largo do Pelourintio n. 7
ALFANDEGA.
Rendimento do dia i a 2 .
dem do dia 23 -
768:C71 091
47:83iS536
816:."06*)27
Rocebedoria de Pernamburo 19 de fcvoreiro de
I8C9.
Manuel Carr.eiro do Sonsa Lacerda.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
volumes entrados
dem idem
com fazendas
cora gneros
Volumes sabidos cora fazendas
-dem idem com gneros
133
454
____587
109
50
-----098
de i
vida
Um lagrima
a sepultura
Fallecen no dia 20 do eorrento o jovem Jos
Peixoto da Fonseca Jnior, mol digno e nico filho
do honrado negociante do mesmo nonie.
Foi una perda dolorosa 1 Na flor da idade
era um complexo de virtudes; dedicado a
do commerco depois de sua volta de Lisboa, a
par de grande aetividade ostentara elle maneiras
affavcis para com todos com quein tratara.
Re dar de seus pas o dom da beneficencia
pois que cimpraza-se cm ser til a quera quer
que precisara d s sen- recursos que poda dtepor.
Bou. filbo, bom amigo era a esperanca e ale-
gra de seos pas c de quantos com elle manti-
nham relaces de amizade. Promettia tornar-se
bom pai de familia ( um prestante cidado.
Nos que de perto o conliccemos nao podemos
dotar de verter lagrimas de saudades sobre sua
eampa.
Deus tem seus m\ aterios.
O justo que parece deixar o mundo antes de
lempo, talvez esteja reservado a tois nobre mis-
Bao na manilo celeste. Consol se o Sr. Peixoto
o sua virtuosa consorte eom os sabios decretos da
Providencia.
Seja a trra leve ai finado.
de
de
d saudade soiirc
de fos Peinlo
da ffonseca tluuloi', dedicada a
seus incoasolave s pas.
No verdor dos aimos, as dezoito primaveras da
vida, nessa idade gentil, toda de illusoes agueiras.
aneas e vigor..! Gomo se morro?... met
Deust... Grandes e infalliveis sao os vossos de-
creto*, e sobre ottM K curva iqual mimosa flor Algodio de Pernainlmco l sorte = 15500 por
Desearregam hoje 24 de margo.
Barca inglez;tLecantmereadoras.
Escuna n >rte-allemio La Plata = familia
trigo.
Barca portuguezaSeguranmvratios.
Lugar nglezPearl -mereadoras.
Baa inglezaFloating Cloudidem.
Bseooa dinamarqueza Eliza earvao.
Escuna norte-allemao Johmna fannlia
trigo.
Ungue nglezSainan Queendem.
Importaco.
Vapor brtuileiro Ciuzeiho do Si i., rindo do
io de Janeiro e portos intermedios, nnnifestou :
7 caixes rape, 30 rolos fumo ; a J. F. da Silva
Novaos.
H ditos dito; a C. A. Sodr da Molla.
50 ditos dito ; a Fernandes & Irmao.
40 ditos dito ; a Fonseca 4 Santos.
30 ditos dito ; a A. L. de Oliveira Azevedo A L.
3 canudos queijos : a Manoel Ferreira da t.ruz.
Encomraendas.1 volume a Joio AI ves da truz,
1 a J. J. du Gosta Maa, 3 a F. Joaode Barros J-
nior, i a Prente Vianna & C, 1 a J. L Bourgard,
3 a Franciseo I. Tinoco de Souza, 2 a Jp*6 bomes
de Freitas, 1 a J. da C.Magalbes Jnior, la bai-
Ibacar & G-, 1 a Julio Alvos de Rrto. 1 a Antonio
F.das Neves, 2 a J. F. do RegoRangel, la Joanna
M. R. A. Xa buco, 3 a J. J. Tasso, 2 a Augusto F.
de Carvalho, 1 Gorga Irmaos, 1 a Miguel Jos
Hibeiro de Carvalho Jnior, 2 a Adolpho Curio, i
a Nogucira & Medeiros. 1 a A. M. Rolim, 1 a Gra-
raer Frev & C. 1 a Jaeome M. B. de Araujo.
IlECEBDORIA DE RENDAS ISTEKNAS GL-
RAES DE l'ERNAMBUCa
.de dia la 22. o>:/l9o.;
1:300*700
SAMA GASA DA MiSKl'.lCllRDiA L'O
RECIFE.
sordera da illma. junta administrativa d
santa casa se faz publico que a exposicac doSS.
Sacramento que de ve ter lugar na igreja de N. S.
do Paraizo no dia 25 do corrente, durar rnente
al is 7 horas danoite, poifendo as pessoas que
jnbzerem visitar o S,aiily Sopulchro, fazc-lo so-
niente at essa hora.
Secretaria da santa pana de Misericordia do Re-
cife 19 de mareo de 1809.
O eserivao,
_________ Pedro Kodiijuesde Souza.
Santa Casa da Misericordia do
Rect'fe
Devendo ter lugar na igreja de N. S. do Paraizo
no dia 23 do corrente. pelas 10 linas da manhaa,
a missa solemne que ha do preceder a exposicao
do SS. Sacramento, convido a todos os irmaos
para compaiecerem no dia c hora*acima indica-
dos, aliin de assistirem a esse acto.
Secretaria da Santa Ga*a de Misericordia do Re-
cfe, lhle mareo de 1809.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de S "za .
que se
C03PANHIA 1'ERNAMBUC.WA
DE
%aTega^o coslelra por vapor
Porto de Galliuhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Mamanguape, com-
maadante Oliveira, seguir- para
os portos cima no dia 31 do cor-
rente a meia noitc. Recebe car-
ga, eucommenda passageicos e
dmheiro a frote no escriptorio do Forte 3o Mat-
tos n. 12.
Por esta subdelegacia se faz poJilico
adiam cm deposito uous bois, cujoforai encon-
trados pastando as lavouras do engenho S, Pau-
lo : quein for seu dono, coaipareca, que provan-
do, Ibe, serio entregues-
Subdelegacia d i distriato do Peres 20 de marro
de 1809.
O subdelegado cm exereicio,
Joaquim Thomaz de Barros Campello.
.i
Rendimento
dem do dia 23
1,7:0204239
PRAGA DO REGIFF. 13 DE MARCO
DE 1809.
AS 3 1/2 IIOIUS DA TARDE.
no descaliir da lardo) toda a humanidad.....
'.rente na religiao de Christo, dessa luna dilecta
do eco, nao quero sondar o myslerio que fez bai-
\ar man*ao da morto esse formoso botao lio cul-
tivado por aquclles (pie dando-Ibe a existencia,
Ibes era todo carinbo o amor. Fne.io tunco:
lastimo mais a sorte daqucil.s que deixaste so no
mundo, sem outro conforto que a religiao do Gal-
vario, do que a loa, pois te apartaste para Iros
gozar as doraras do eco, at mais tarde te umrcs
aquclles de quem s idolatrado. Amigo de infan-
cia querido !... morreste para o mundo... mas,
leu nome grato minh'alma, s deixara de ser
balbuciado cm raen peito. quando os mcus niem-
lros inanimados se ronyerterem no mesmo p dos
sepulciftos... Disse.
Fredeneo A.
A uomeacao do lxin. Sr. des-
embargado!* Caetauo los da
Sllra Santiago para presiden-
de do tribunal da relaro.
O governo imperial acaba de praticar um acto
de jusiica, Horneando presidente elfectivo do tri-
bunal da relaeao desta provincia o Exm. Sr. des-
embargador Caetano Jos da Silva Santiago.
Carcter intesro a lodos os, respeitos ; um dos
tvpos do magistrado honrado, S. Exc. ja excreta
interinamente c com a aptidao necessana, aquello
importante cargo na forma da legislaeSo em vigor,
visto ssr o desembarga lor mais antigo. A esta
circumstancia, que, s por si, Ihe dava direito a
sua nomea?o. devem juntar-se os importantes
sm vicos, que S Exc. ti.'iii prestado como juiz mu-
nicipal, juiz de direito. distinelo desembargador do
i'.unal da relaeao (onde tambera exerceti o cargo
i1 procurador da cora'i, ebefe de polica interino
desta provincia : e finalmente durante o tempo
auetem exercido interinamente o cargo de presi-
dente do referido tribunal, para o qual acaba de
- jr effectivamente nomead^i ; servieos e-tes geral-
nualt apreciados, e que nao podan deixar de ser
tunados na de vida considerado.
Sao actos como estes, pautados pelo justo c pelo
honesto, que honrara toe que nomeiam e aos no-
meados.
Felicitamos, portante, ao governo imperial pelo
acert dessa oomeaeao, e ao Exm. Sr. desembar-
gador Caetano Santiago, pelo acto de justiea que
acaba de receber do mesmo governo.
Recfe, 20 de marco de 1*09.
O Justicetro.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do
Idem do dia 23
dia 1 a 22
115:7661861
10:708*718
THEATIU)
DE
S. ISABEL.
EfflPREZA DRAMTICA
0 SABBADO DE ALLELOIA.
SabbadS 2d.de marco de 1869.
*A empieza desejando satsfazer os numerosos
pedidos de camarotes faz subir a scena anda o
soberbo drama histrico de grande espectculo
I
COMP.WIUA BRASILEIRV
DE
Paquetes a vapor.
Dos' portel do norte esperado
at o dia 24 do correnle o vapor
Tocantins, commandanlc J. M.
Ferreira Franco, o qual depois
da demora, do costunio seguir
para os do suT.
Desde j recebem-se pxssageros e engaja-se a
carga que o vapor poder coiuliizir. a qual dever
ser embarcada no da de sua ehegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at o da da sua sabida as 2
horas.
Nao se recebom como encomraendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo quepassar destes lmites dever ser embar-
cado como carga.
Previnc-sc aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebera na agencia ra da Cruz n. 57,
Io andar, escffptorio de Antonio Luiz do Oliveira
Azevedo & C.____________________________
GOMPANHIA PKHNAMBUCANA
DE
\avegaro eostelra por vapor.
Goianna
O vapor Mamanguape,commnn-
dante Oliveira. seguir para o
porto cima no dia 20 do corren-
te as 9 horas da noitc. Recebe
carga, encnmmendas, passagei--|
ros c uinlieiro a frete no escriptorio do Forte do
Matos n. 12.
Quarla-feira 21 do corrente.
as 11 horas da manliaa era ponto na porta da al-
fa ndega.
Quarta-fcira 24 do corrente.
O agente Oliveira far leilao por eoata e risco
de quem pertencer de 80 caixas de 16 libras, 20
de 8 libras, e*40 de 4 libras, de flgo^ noros che-
gados ha das de Lisboa, pelo navio Bemvindo.
HOJE
ao mco dia, no armazcm do Sr. Annes, defronte
da arcada da alfandoga. _
LEILAO
De SO saceos eom revada do Rio
drande.
Scgnnda-feira 29 lo corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 00 saceos com cevadjTdo
Rio Grande em um ou mais lotes, as 11 horas da
manhaa no largo da escadiuha da alfandega arma-
zem do Sr. Azevedo.
de
ou
A descoberta ? D fim ao espectculo a cansoneta do Sr. Mar-
tinho
O Mil WIXHO.
A empreza roga as pesaoaa (pie encommenda-
ram billietes queiram manda-Ios buscar at
-teira 2i do correnle
PORl
> ir t"do o dia.
Sepultura ecelesiastica.
Anda que o Ilustrado e mui digno Sr. Dr. Jero-
nymo Vilella de Castro Tavares em seu artigo pu-
blicado no Jornal do Recife n. 6V de sexla-feira
19 do corrente, parece dirgr-se principalmente
aos Rvms. Srs. sa eerdotea, comtudo emendo que
por mais humilde e obscura que seja a niinlia pos-
aos, fracos, quasi nullos os raeus conhecimentos,
todava o carcter de chrslao, slo de membro
indigno da associaco de liis caiholieos apostli-
cos romanos, me permitte dirigir S. S. urna per-
punta relativamente certa assercao do luminoso
e.'Cripto de S. S.
E para este fim solicito com re*peito a indul-
gencia do Sr. Dr. Vilella, assegurando-lhc que s o
faca, porque em materia de crengas desejo con-
servar as que me foram ensinadas por Jess Chris-
to e pela igreja. e Deus supplico que rae desvie dos
lacos do fanatismo, e dessa licenciosa descrenca,
inaifferentisino religioso o mal entendida liberda-
de do Densamente em materia dogmtica e mais
doulrinas da igreja.
Diz o Sr. Dr. Vilella no -eu escripto a que rae
retiro, que foi a igreja quem instttuio a Santa Un-
e'o, instituto ella... este pronome S. S. o fez re-
tiro igreja.
Eis o objecto da minha simples pergunt, per-
cunta de quem deseja saber as cousasjio certo,
i>orque at hoje tenho estado na conviccao de que
arroba
Algodo de Macc I- sorle 1GJ500 p ir arroba
posto a bordo, a (rete de 1,2 d. o 9/10 e5 0/0
Cambios sobre Londres90 d.'v 18 7/8 e 19 d. por
iOOO (hootem).
Dito sobre dito90 d v 18 7,8 c 18 lo/lO por 1
(lioi>).
Cambio sobre Pars -90 d v 510 rs. por franco.
Cambio obre Portugal !H)d,v 178 0/0 de premio
(hontem e hojeii.
F. J. Silvera
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
CASA DE CAMBIO
0 abaixo assignad faz sciente ao pu-
blico que tem estabelecido nesta citlade,
urna sociedade bancaria sob a firma social
de
THEODORO SFMON 4C,
da qnal socio gerente e solidariamente
responsavel.
O fim e objecto da dita sociedade o so-
guinte :
a Comprar c vender por conta proprta
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
letras de cambio, sedulas do governo e do
banco do Brasil.
Encarregar-se por conta allieia das mes-
mas transacc^os, da cobranfa de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Receber quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e por tempo deter-
minado.
O escriptorio estar aberto das fl lioras
da manhaa s I da tarde, no largo do Cor-
po Santo n. 21.
Teodoro Simn & C..
Vendem
Ouro nacional )
\ % 56o/o de premio
portugez )
Soberanos 13^900
Sedulas do governo)
> |o/0 de premio
de 1 e 5->000 )
Largo do Corpo Santo n. 21
12(f'i7o5'79
MOVIMENTO DO PORTO.
Natos entrados no aja 2U
hiale brasilciro Tilaria Amelia, de
de As-
Assd 13 das,
53 toneladas, capitao Francisco Thomaz
sis, cquipagem 5, carga varios gneros ; a I a-
rente Vianna & C. _,
Greenock-38 das, barca ingleza Rniertck Dhu,
de470 toneladas,eapitio H. Galloway, cquipa-
gem 1.", carga earvao; a Edwardo Fentou.
Nario tahido no mesmo da.
MacetBarca ingleza Jame Kehjonr, eapitio Cre-
en, era lastro.
DECLARACOES.
a
d
Theodoro Simn & C.
Vendem
Ouro nacional )
) a 5t9[0de premio.
portugnez )
Soberanos 130000
Sedulas do governo)
) t 1[0 de premio.
de I a 5,^000 )
Largo do Corpo Santo n. 21.
quarta-
THEATRO
Gymnasio campestre
ASSOCIACO ARTSTICA.
as noites de 27 e28 do corrente
ESPLENDIDOS
llillos malcarados
com o valioso concurso de duas
SOCIEDADES CAItSAVALESCAS
organizadas ospressamete i1 *
DISTINGTOS CAVALHEIROS
que se dignara honrar os mencionados bailes, no
intuito de auxlarem a associaco doste theatro.
Os blhete acham-sc desda ja no lueatro _e por
obsequio cm casa do Sr. Godofredo, calielleireiro,
ra do Crespo.
N. D. As pessoas qiie moraren) no Recife e em
toda a liulia forrea ate Alineos, no caso de que-
rerem assistir a este bello dverlmento, terao dc-
pois do mesmo passagem gratis em
TUKVI ESPECIAL.
O baile principiar as 9 boa- e terminar as 2
da madrugada.
A orrlw.-ira ser regida pelo artista
Celas B^illio.
Em lugar competente achar-sc-ho diversos
ros de pliantasia para alugar-se.
----------
Segimda-feira 99 le marco.
ESPKCTACl'LO EM GRANDE GALA PARA
SOLEMMSAR O ANMVKUS RIO DA CONSTITt'ICO
Para o indicado porto pretende sabir em pon-
eos dias a velera e bem conhecida barca Social-
rapitao Rocha, por ter a maior parle do sou car-
regaraento prompto, e para o resto que Ihe falta
e passageiros. para os quaes tem bons com modos
trata-s com o eonsignatorio Joaquim Jos Gon-
i'alves lleltro, rua do Trapicho n. 17._______
COMPN1UA PCHNAUBUCANA.
saavc^aco coslelra por vapor.
Panthyba, Natal, Haco, Mossor. Ara.
caty, Ccar, Mondali,Acarac
e Granja.
^>y O vapor Ipojuca, commandante
JlJiL Martins, seguir para os portos acina
(&%emf. no dia do coircnte as 3 huras
da tarde. Recebe carga al o dia 30, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
t horas da tard do da da sahda no escriptorio
ol Forte do Mattosn. 11
importantes joias de bri-
Ihantes, dous escravos e mo-
vis.
A SABER
Um rico broxe moderno de brilbantes, 2 pul-
seiras tambera modernas de brdhantes, 2 alflnotes
de brilbantes. 1 par de rosetas de ditos, 1 dito di-
to com brilbantes e pedias verdes, 1 pulseara eom
um rubim e 4 perolas, 1 rico colar de filagrana,
1 importante pulseira de coral cousa muto rara,
1 alnete c rosetas de camaplieu ricamenteencas-
toado, 2 reh gios de algoeira inglezes, colheres
de prata para sopa e cha, salvas e paltero, 1 es-
crava de 18 annos com habilidades, 1 eseravo de
50 annos, copeiro, pintor e carniceiro, 1 excel-
lento piano moderno cora pouco u>o, 1 mobilia de
Jacaranda cora 12 cadeiras de guarnigo, 2 do
bracos, 2 ditas de balanco, 1 sola e2 bancas en-
talladas, 1 sof c 11 cad'eiras do Jacaranda, 2 ri-
cas bancas de cha rao, 2 guarda vestidos de ama-
relio, 1 guarda roupa, 1 cama de Jacaranda, 1 toa-
lhete, 1 lavatorio de niogno, 1 cama para menino,
1 carrinhe de 4 rodas tambera para menino, i
-nuda kraca, 2 canslos, l espclho dourado, 1
misa elstica, berco, quarthiheira, 1 retrete de
Jacaranda e 1 carrosa para conduzir farinlia de
trigo.
Tirca-feira 30 do corrente.
O agente Martins far leilao competentemente
autorisado das joias, escravos e movis no sobra-
do da rua do Padre Flortfho n. 7, as 10 horas da
manhaa.
COMPANIIIA PERNAMBUCANA
OF.
\avcgacfio coslelra por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, com man dante Penna, seguir
para e porto cima no dia 28 do corrente as 6
turas da tarde, recebe carga, encommendas, pa-
sagens e dinheiro a frete at as 4 horas da tarde
do dia 27, no escriptorio do Forte do Malos n. 12.
LEILAO
Rio de Janeiro
Para o indicado porto segu com muita hrev-
dado o velero c bem conhecido brigue Adela ule.
por ter a maior parte do carregamenlo tratado ; e
para o resto que Ihe falta e escravos a frete, tra-
ta-se com o consignatario Joaquim Jos Goncalves
Reltrao, rua do Trapiche n. 17^_____________
De urna grande casa de campo no Parnameirni
com 3 salas, 12 quartos e dispensa, cora grande
sitio murado na frente, cerca de 1,0<*0 palmos
de frente e 1700 v,e fundo, com muitas e excel-
lentes fructeras e baixa de capta.
Turca-fcira 30 de margo as 11 horas
em ponto.
O agente Pinto competentemente autorisado fa-
r leilao da casa e sitio cima mencionado do fi-
nado Joaquim Jos de Amorra (em Sant'Anna)
sendo que dito sitio torua-so recoramendado ja
pelas grandes proporcoes e aceommodaeoes que
offerece e j por ser em chaos proprios era cuja
frente passa os trilhos urbanos e perto de urna das
estacoes. ,. ...
O leilao ser effeetuado as 11 horas do da ci-
ma dito no escriptorio do referido agente rua da
Cruz n. 38.
Os pretendentes poJcrao desde ja examinaren!
dita casa c sitio, podendo obterera do mesmo
agente toda c qualquer informaran a respeito.
POLTICA DO IMPERIO.
Prcnara-se para este dia cora tinlo o esmero
novo drama era um prologo e tres tetn, origin a
portuguez do Sr. Correia de Barros
NOBREZA.
~ COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgaco eostelra por vapor.
Macei escalas e Penado.
O vapor Giqni, commandanlc Aze-
vedo. seguir para os portos cima no
dia 31 do corrente s 5 horas da tar-
de. Recebe carga at o dia 30, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do diada sahida no escriptorio do Forte do
Mattos n. 12.
2L
Loanda
Coiniuaudo das armas.
Faz-se saber Sra. D. Maria Amelia los Santos
Amaral, que no quartel general existe para Ihe
^er entregue, conforme requereu, a rerliduo de
bito de seu marido o Sr. 1 tenente do 4 batalhao
de artlharia a p Felippc Marques dos Santos.
Secretaria de enramando das armas de Pernam-
buco 23 de marco de 1809.
Francisco Garn iro Pessoa de Lacerda
Tencnte-coroneL secretario
BANCO MAUa & C.
lisia do Trapiche n. 34.
Desconta lettras co nmerciaesa taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em conta corrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata e Euro-
pa, e compra cambtaes solire as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por commissSo, da com-
pra e venda de fundos pblicos e aeces de
oompanhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu ptmento, e de qual
quer outra operacSo bancaria.
O expediente para o publico comecar
s 10 horas da manhaa, e terminar s 4
horas da tarde de todos os dias uteis.
SANTA CASA DE MISERICORDIA IX RECIFE
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia
do Recife se faz sciente quem convier, que o so-
brado n. 3 A sito rua Augusta c a casa terrea
n. 39 da rua dos Pescadores, estao sujeitas se-
grate disposcao testamentaria, com que falieeeu
D. Esmena d Conceicao Souza, mullier do Dr.
Jos Joaquim de SouzsfK
c Declaro mais que inslito por herdeiros de
minha meia accao ao meu marido o Dr. Jos Joa-
quim de Souza, com a obrigacao do com sua mor-
te passar a terca de raeus nens para os meus ir-
maos o padre Jos Lete Ptta Ortgucira c D. Car-
lota Esmena da Conceicao Leite, aos quaes tam-
bem instto por herdeiros da mesma terca na cOn-
formidade do que lica disposto, e no caso de que
nao sobrevvam seus irmaos seu marido, a terca
que elles pertencer, vontadesuaque passepara
o hospital de cardade que fica assira instituido.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 5 de marco de 1869.0 eserivao, Pedro Ro-
drigues de Souza.
O administrador da recebedona de rendas
internas geraes declara que tendo-su conojpdo o
lancamento do imposto pessoal do exereWb cor-
rente de 1868-69 das freguesas de S. Jos Boa-
vi-u, fica marcado o praso deste mez e de marco
futuro em que deve ser pago o referido imposto,
sem multa, das sobredilas freguezias, como deter-
mina a ordem n. 17 do ministerio cfepzenda de
30 de Janeiro ultimo.
O brigue portuguez Bemrinda, capitao Silva, a
ehegar de Lisboa, sabir* para Loanda poucos dias
depois de recolhido a este porto : pode receber
alguma carga, c trata-se cora o seu consignatario
Joaquim Gerardo de Bastos, rna do Vigaro n.
16, 1" andar_________^________
BAILES
com mascaras c sem ellas.
RUA NOVA DE SANTA RITA N. 1.
Alcanir dansante.
Este novo eJtebelecinienio, profiri para estes
divertmentos pblicos, oslar aberto Habbado e
domingo 27 e 28 do corrente, fazendo ua estra
no priraero desses dias.
Os seus saloes, {feamente ornamentados, offere-
ceni, apar di conortavel. a elegancia e o luxo
oriental, adequados s regioes da America do
sul. .
Nao sendo s destinado a esse fim. ras sendo
um delles dar bailes pblicos, o ALCACAR DAiN-
8ANTE prximamente publicar o programma
geral de seus divertmentos ; no entan.o.seu pro-
prietaro, descau-ando na benevolencia e bom gos^
to do publico da Veneza Americana, convida a
bonra-lo, indo esses prmeiros baile, certo de
quesera recebido como vsrdadeiro imantc do
bello c agradavcl.
Sero guardadas as desposicoes regulamentares
da polica.
Os cavalleros pagaro 2 de entrada.
As damas franqueado o ingrosso pelos seus
lindos olhos. ,
RUA NOVA DE SANTA RITA N. I.
LEILAO
sito ao
da
SE FREE10S.
0 agente Pontual vender era leilao por auto-
rsaco de diversos, os prediga seguintes :
1 sobrado de 3 andares, solo propno
becco do Abreu n. 6.
\letade do sobrado do 2 andares sito a rua
Cruz n. 60.
1 parte do sobrado de 3 andares sito a rua%aa
Senzala Velha n. 70.
2 casas terreas era sob) foreiro, sitas a travessa
das Barreiras ns. 16 18.
Quarta-feira 31 do corrente.
Ao anda,- do sobrado n. 62, rua ba Cruz, as
11 lioras.
Os Srs, pretendentes poderao examinar os pre-
dios cima, e dirigirem-se a* agente no caso
precisaren! de algum esclarecimento a respeito.
du
Para o Porto
Segu som demora a barca portugueza A'ouo
Silencio, por ter grande parte da sua carga promp-
la, para o resto e passageiros aos quaes offerece
oxcellentes rommodos trata-se cora Oliveira Filhos
& C, largo do Corpo Santo n. 19 ou com o capitao
na praca do comraercio.____________________
Para Lisboa
Vai sabir cora muita presteza o brigue portu-
gnez Constante II por ter grande parte do seu
carregamento prompto : para o restante c passa-
geiros, trata-se com Oliveira, Filhos & C, largo
do Corpo Santo n. 19, ou com o capitao na pratja
do commerco.______
AVISOS DIVERSOS.
i
Rio de Janeiro
Segu com muita brevidade para o porto cima
a es*una dinamarqueza Elise, tem a maior parte
do seu carregamen o engajado : para o resto que
Ihe lalla trata-so cora Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, rua da Cruz n. S7, I" andar.
Jos Soares de Azevedo, professorde
lingua e lilteratura nacional no gymnasio
provincial do Recife, tem aberto em sua
casa, rua Relia n. 37, um
CURSO DELINGUA FRANCEZA
DE GE0GRAPH1A E HISTORIA
DE PIIILOSOPHIA -
DE RHETORtCA E POTICA.
Os estudantes qne pretenderem frequen-
tar qoalquer destas discipliuas, podem diri-
Tr-se indicada residencia, de manhaa at
as 10 hoias, e de tarde a qualquer hora.
AVISOS MARTIMOS.
LEILOES.
1
O brigue
Macei
nacional 01 inda, segu viagem
A 24 do corrente.
O agent Oliveira far leilao por conta
de quem pertencer de urna caixa marca X n..-
contendo oo2 chales de la entre tinos o o_rd
ao ros e SO pecas de foulards do seda tendo
Irmandadc do Espirito Santo
Autorisado i>ela mesa regedora, e por convite
especial do provincial do convento do Carmo con-
vido aos irmaos para que no dia 26, pelas 4 horas
da tarde, sereurarem no consistorio, afim de en-
cocorados, irinos acompanhar a procissao de en-
terro, assira como no dia 48, pelas 6 horas da ma-
nhaa, acompanhar a procissao da ressurracao.
M. G. Agr,
* Eserivao interino.______
Prcciaa-se de urna ama secca para casa de
pouca familia : a tratar na rua da Snsala-nova n.
26, ou praca do chafariz do Brum n. 1.
e risco
722
ina-
7 ibu-
porto cima nestes eis dias impretervelmente re- |ards cada poca, tudo araado a bordo do navio
cebe carca a frote commodo: a tratar na rua do francez Adele, capitao Robert, \inda do Havre, a
... i/\ An;n*nmn /Irt R^lllnr niivnipa
Vigaro
1C.
n. 10, escriptorio de Balthar Oliveira,
requerimento de"Luiz Antonio Scqueira por
otrisacao'do cnsul de Franja nesta cidade.
Mudanpa
Da rua do Towes o. 20, andar, para a rua da
Gadeia n. 1>__________________________^_
Da-se soeieda le a nma pessoa capaz, entram-
do cora 3oD, para um bom negocio : quem qui-
zcr annuncie.
RUA
CABUGA
ANNEL DE OURO
lil A
EO
_ MJE jioias r CABGAB
esquina Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual, esquina |
, e vende por precos que nenhuma outra casa pode vender. da rua lartrado
Ida rua larga do A vista da quandade e do.preco das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.1
Rosario. |Garan|e-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata- e pedras finas porjprecos muito ele-
Bosario.
a
vados.
AJ loja est aberta at s 9 lioras da noute.
a

id-


Diario de Pernambuco Quaita feira 24 de Marco de
SEGUROS
MARTIMOS
COITRA FOCO.
A Companhia Isdemnisadora, estabelecind
nesta praca. toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: aa
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Trocam-se
as Batas do banco do Brasil e das caixas tlliaes,
coro descont rauito razoavel : na praca da Inde-
pendencia n. 82._____________________________
Ll
Resta a venda nm escolhido sortimento de ob-
jectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
caranda, mognoeamarelln, obra nacional e estran-
gefra, do apurado goto e porpreco razoaveis :
oa ra estreita do Rustri n. ;il' Nesft mesma
casa fazcm-se com pcrfeii;a>v todos os trabalhos de
palhinha, como sejam, empalliamentos de lastros
para camas, cadenas e sophs.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltrao
RA D TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minhq, em Braga, e sobre os seguin-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte" do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalicao.
Laniego.
Lagos.
Covilha.
Vassal(Valpassos).
Mirandella.
Deja.
Barcellos.
BARTHOLOMEU & C.
PARA iSO INTERNO
'REPARADOS SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. liOOO
Vinho de jurubeba garrafa. 4^600
Pilulas de jurubeba vidro. 1)5600
Tintura de jurubeba vidro. 640
Extracto hydracoolico de jurubeba. 120500
PREPARADOS COMP06T08.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 20000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. 10600
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. 20000
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 640|
Emplastro do jurubeba libra. 20500
PARA USO EXTERNO
t-.--1a4.ir.iita e Ikjc reconhecida como o mais poderoso inico, como um excel-
ente desobstruente, e como tal applicada as engorgitamentos do ligado e bago, as
hepatites propriameflte ditas, ou anda complicadas cora anazarchas, as inflammacoes
subsecuentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
I. Ferreira Villcla.
Fhotographo da casa imperial
premiado em diversas exposi-
jdes.
Na sua photographia ra do Cabug n.
18, entrada pelo pateo da matriz lira retra- J
tos por todos 03 sysiemas photographicos.
Em porcelana Km vidro
Em talco Ein> papel
CART ES DE VISITA A 00 A DUZIA.
Os retratos mrte-dc-visite sao collados
ti cartao de luxo bristal ou porcelana,
domados ou thograpbados, qnadrilongos
ou vinhelas para o que existe juna varieda-
de de 12 modelos a escolta de quem se re-
tratar. Para as outras especies de retratos
temos caixinhas, passe-par-touts, quadros
e molduras douradas eprctas cassoltas de
ouroe alfmetes simples ecom podras pie-
ITT1XIDADE
Aos500 pares de brincos.
Chegou e vende-se no Corarlo
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
mosmlias com una franja penden-
te a um rico desenho e ouro de
lei, pelo pequeo prego de 150000
cada par. baratissimo.
Precisa-se ilc um menino para caixeiro de
urna taberna, prefere-sc um menino portoginz
jllegado lia pouco : a tratar na na .lo Cabug n. medicamento, que poderia produz
Precisase de urna criada para comprar e
eozinliar para uiia s Dasah, paga-se bem: na
rna de Hurtas n. ii.
estomago, debilidade orgnica e pobreza de sangue, etc.
0 que dizemos affirmara os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do Canno, Firmo-Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a exceltencia d'este
poderoso medicamento sobre os demais at boje conhecidos para todos os casos citados,
tanto|que todos os dias fazcm d'ello applicaco.
mais das vezes repugnantes a uagarem-se, e que linliam ainda a desvantagem de
ser calculada a dose conveniente a applicar-so, o que torna multas vezes improficuo um
nto, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentadosdepois de havermos 'conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as pro-
priedades medicamentosas d'csta planta em suas raizes, folbas, fructas ou bagas, c a
dose conveniente a applicaco, tendo alera disto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeicao possivel, para o que uo poupamos esforgos, nao nosim-
waes P P, indicando quaes as patitas que 1 portando o pouco luco que possamos tirar.
"*4- -.....-------ras- Por tanl os 'lue s dignarem recorrer aos nossos preparados poden ter'a
TnbS*Smm r?*" ? 1ue e"es off a-ecem a garanta, deque se. pode encontrar, a prompta e infnlli-
lo Leal & iriiia.. iiki da Ivel .ura,' qualquer dos soffrnncntos,que doixamos innnmerados, se l'orem em tempo
apphcados, tendo alem d'sso, medico eu doente a vantagem de escollier as nos as va-
A powAa que amuuicion lerpmtica desec-
eos o moldados doixe carta nesta typojraphia com
as inir
puilcill
""defa-1
9o xarope Vegetal Auierleauo. especlalidade de Dartholomeu k O
34RA LARGADO ROSARIO34
N3o costumamos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e de-
smos que sua applicaco e os resultados obtidos pelas pessoas que se dignaran) acceita-
los, lhesdeem crdito evoga; porque sao sempre os attestados considerados graiuitoi,
e e delles que lanca mo o charlatanismo; mas, nao querendo oflender as pessoas que
espontneamente nos offereceram os que abaixo vao transcriptos, os fazemos publicar,
manifestando-lhes nossa gratido pela altencao, esperando que venham elles corroborar
0 conceito, e acceitacSo que tem merecido nosso xarope.
Bartholomeu t C.
ATTESTADOS
Illms. Srs. Bartholomeu A C com a mais subida satisfago que declaro
ser o xarope Americano de urna efficacia extraordinaria, pois que soffrendo ha dias da
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeilo mesmo de niedicamentoi
que lomava, a ello recorr e na terceira colher fui alliviado, e de todo me ado hoje res-
tablecido com o uso somentc de quasimeio frasco: grato, pois,' esse resultado mani-
lestc- a Vv. Ss. meu reconbecimento.Do Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma-
noel Antonio Viegas Jnior. ,"" ~
Sua casa 0 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu A- CPenhoradissimo com o favor que me ilzeram
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composicSo, qaando me acha-
i constiparo, que me tomou completamente ronce e que
(leveres do cantor da
que ciji\t cem um
utro5 como cu recorram ao sen xarope "paraje Tm'inii^^umr^'lMaol'S
1 ummodo, tac.fatal neste paiz. Com maior considerado conlino a s.r de Vv. Ss.
atiento, venerador e obligado*Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1808.
,, .Illms1- Srs-, bartholomeu A C.-O xarope Vegetal Amr-ricnno que Vv. Ss. teem
E Z' rn deIt0daefficac,a para curalivo a'aafcM, conformo bsemi appli-
camlo-o a meu filho Joaqmm, menor de quatro anuos; victima d'esse flagello, que at
entao por espaco excedente a dous annos liavia resistido a outros xaropes de Wanda
^ nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a expressao altamente sincera de meu reco-
lfo j ecunent0 ao m(!r'tono servico que lue prestaran) com o indicado xarc \,o. acreditas*
do-me para sempre de Vv. Ss. criadq. aliento e obrigado.Americo Netto de Mendonca
Recife, 2 deoutubro de 8ll8.
No ebgesbo Bagfe-Swea,
zareUt, pivcisa-so de feUui
a tratar n> scriptorio do
ciosas, havendo nos ancles urna mimosa! Cadela n. .'ti._________
variedade de feitios. Precisa-se de quairo ou seis Smvo7bos nt,las prejiara(;oes, aquella (jue mellior I he pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela
O nosso estabelecimento pliotograpbico
est sempre em dia com os melhorainentos
e progressos que na Amrica do Norte, na
DE
PLI10
DE
J. VIGNES
Europa ou no Rio de Janeiro
na arte pholographica, e para alcancarmos
tal fim nunca popamos despezas nem sa-
crificios, de sorte que os nossos numerosos
freguezes podem ter a certeza de que sem-
pre encontrarao em nosso estabelecimento
ludo quanto a arte e a moda offerecer de
bom no novo c velho mmido aos amantes
da photographia.
arco da ConceicSo.
Vinho degestivo de
chassaing
N. 55RA DO IMPERADORN. 55.
!w',m/;; Di'nv^^^'V';!. I;1 :-.V JE?,ctm^'^(1,1S "-olestias, tdade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo. Os pianos dcsta antiga fabrica sao hoje assz conhecidos para sc.a necessarie
toC, nlaTia ffi.^Redfc"l mf35 L ~ta Jf "^^s preparacoes A^rruginosas sao feitas de forma, que se tornan) comple-. insistir sobre sua snperioridade, vantagens c garantas que offerecem aos compradores,
^.untnie soioveis nos suteos gstricos, porquo proem-amos oscomposlos do ferro que i qualidades estas meontestaveis, que ellos tem definitivamente conquistado sobre iodo
____________como M-fiI '"'JO reconhecidos. os que tem apparecido nesta praca; possuindo um tecladoe machinismo que obedocea
RTIil/1 -i a,':' ,:i(luelles 1,,fi mais muiunbsamente queiram conhecer as propriedades da todas as volitados c caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por serem fabrii-adoa
I lallA jurubeba, o saberem a applicaco de nossos preparlos, destribuimos gratuitamente do proposito c ter-se feito ltimamente mellioramentos importantissimos para o ciin)a
ESPANTOSO cm nosso oposito um folhelo, onde tratamos muis extensamente d'esta planta e dosjdeste paiz; quanto s vozes s5o melodiosas e flautadas e por isso muitowgradavcis aoa
0 xarope de fedegoso, de Pernambuco, mcsmos preparados:
preparado pelo pliarniaceutico J. de A. Pin-
to, cura radicalmente a tsica e asthma, c
todas as molestias dos pulmoes.
Podem ver-se os attestados de cimas no
iinico deposito das preparacocs de fedegoso
deslo autor, ra do Rosario Larga n. 10,
'junto ao quartel de polica.
j Illm. Sr. Joaquim d'AlmeiJn pinto.
com i Braga, 25 de Janeiro de 188.--Meu ami-!
PEPSINA E DIASTAEX. 'go, aqui ebeguei com algunas melhoras;:
Remedio por excellencia para cura certa depos de ter tomado tres garrafas do seu \
das dgestes difliceis ccompletas, acalmar preparadoxarope 'le fedegoso; isto ;
as dores gastralgias, e reparar as forcas \ Plo mar, porque logo que ehegoei em l.is-:
produzindo una assiinulaco completa dos l)0a> pi'incipiei com mais fe a tomar o dito
alimentos; sendo mais um encllente tnico. xarope, por conhecer pelo mar que elle me
Deposito geral de todos os preparados
liolica e drogara
3i Ra larga do Rosario34.
VEXDE-SE
PHARMACIA E DROGARA
Bartholomeu & V.
34RLA LARGA DO ROSARIO-34
ro Octia Cavalcanti tem escripto- j|
rio de advocacia ra da eanioa do S
Carino 11. 8 i" andar, onde pode.ser pro-
curado para os mistares do mi srabnio fig
Caixeiro.
[icd.lail
faz grande beneficio, pois a vista da gran-
de quantidade de sangue que cu botava pela
I);' 1, vi que me ia desaparecendo coa ra-
pidez, depois que contnue a tomar o dito
larope, e to milagroso foi para a miidia
. molestia que hojo me ado de todo insto*
bi'lccido, e at mesmo bastante nutrido, e
por isso pode Vm. fazer sciente ao publico
' o milagro que o seu preparado obrou na
miaba enfermidad. Sem tempo para mais,
sou de VineAmigo atiento, venerador e
muito obligado.Manoel Jos Hoiiralres
Pereira.
DOENCAS DO PEITO
XAROPE D'HYPOPHOSPHITO de CAL
ouvidos dos aprecidores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blon-
del, de Paris, socio correspondente de J. Vigncs, em cuja capital foram sempre premia-
i dos em todas as exposices.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sorU-
ment de msicas dos melhnres autores da Europa, assm como harmnicos
; liaYinonicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis.
c i;iao#
A efikaeu d esu preparaclo est esubclecida desde 4 8B7, pelos mais celebres mdicos. Desde
entao rnuiias imitacdcs tem sido feitas, mas nenhnma poude sustentar a comparadlo com c
producto apreseniado pela nossa caza. Por isso datamos o publico para que exiea semi.r
frasco""0** Cm Uma ^ de rM' nUDCa braDCa' e COm a n038a ,ssiKn*lura oda d'
Sob a sua influencia, a losse acalma-se, os snores nocturnos cesslo e o doente volve rapida-
mepie sade. 0 sea emprego di lambero os mais brilhanics resnludos nos defloxos. caUx-
riios, bronciuies, irntafdes do peiio. ele
Deposito em Pernambuco. em casa de sanrr c*.
Precisa-se de um caixeiro : a tratai
do Terco n. 63, padaria.
110 pateo
Otado.
Precisa-se de um miado: na ra das Larangei-
ras n, 29. hotel cninmrcial.
Illm. Sr. Joaquim d'Almeida Pido.
Ha muto que ouva proclamar as excel-
entes propriedades do xarope de fedegoso
contra a tosse e asthma, e soffrendo eu de
y rr,~f V W Iuma tosse pertinaz, o tendo usado da toda
JOaqUim JOS6 amOS a sorte de medicamentos, vali-me pois do
ex-socio da casa dos 9rs. Olveira Filho f"r-nPe ,le f^V' ma garrafa somen
C, faz sciente ao rcspeitavel publico que
nao se entende com elle a fallencia aborta
pelo juizo do conuiierrio desta cidade, e de
que trata.o edito] de 19 deste mez de marco.
ReciferO demarro de 1869.
Joaquim Jone Rain x.
urna ajna ecrava 011 forra,
na ra de S. Francisco im-
Precisa-so de
,ue saiba eorinhar :
mero 84.________
Despja-sc fallar ao Sr. Maoci da Silva Mfn-
doea Vtanna, por isso roea-fe-lhe o especial fa-
Tor de dr/er* por este jornal a ra e nmnero da
casa ond* mora.
Ama
Precisa-se de uma ama de
ricnzala VWha n. 112, 1 andar.
lei te
ra da
Attenco.
Joaqnim de Sonza Silva Cunta, administrador
da masca fallida de Silvestre Pereira da Cunha.
faz sciente a todos os credores da dita mas?a que
no ppazo de 8 dias, devem apresontar seus ttulos
aflm de ser cumprido o que dipoe o art. 859 do
ividifro conimertal, o Lsto na iua nova do Santa
Rita n. I'. sobrado do I andar.
te foi bastante para restabelecer-me. c me
vejo to robusto como d'antes; suecum-
biria de eerto a nao ter usado seu xarope
de fedegoso.
A' vista disto nao tenho expressocs
com que exprima a V. S. a gratido de que
llie devodor, o de V. S. atiento venerador
e criado
Joo da Costa Reg.
Illm. Sr. Joaquim d'Almeida Pinto.
Tenho a ventura de commonicar a V. S.
que grabas ao maravilhoso xarope de fede-
goso, estou com o meu oscravo Jorge com-
pletamente restabelecido- da molestia dos
pulmoes, que hatanto-tempo o persegua.
Aceite V. S. esla minha declaracHb
como prova do meu reconhecimento pelo
bem que V. S. acaba de fazer-me, e cuja
recordacao ficar internada no coracab do
De V. S.
Atiento venerador o criado
fenlo Joaquim Gomes.
BARAT1MM0
Calcado nacional, na fabrica de Jos Vicente
Godinho & C, ra do Jardiui n. 10, visara aos
seos tragQSfcadwta capital edu nurtfT. *pt*ffi
nuaui a fabricar cal^adijom alta escala, o ole-
irc'iuas iiiclliuiY'sc.rindit,'oes,tantoeinpre^o como
sm quadade. Os propietarios deste estabeleci-
mento chamam a attenco dos senhores consumi-
dores do interior, qne os quizerem honrar com
sua freguezia, especifleando em seus pedidos a
qualidade e numeraeao.offereeendo-se para os en-
tregar bem acondicionados em casa de seus cor-
respondentes nesta praca.
Frederico Maia
Cirurglo dentista pela eseola
de medicina
do Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao rcspeftavel publi-
co desta capital eseus suburbios, que tem abertoo
seu gabinete de consultas e operacSes dentarias a
rna Dhvita n. 12, primeiro andar, onde jide ser
nrocnrad(rtodo3osdiasdas8horasda mar.t'.a as
J da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeicao collocar dentcs artiticiacs
piirquaiquerdos systemas, e bem assim desempe-
nhar qualquer nutro trabalho eoneernente sua
profissao. O mesmo, reconhecendo que nem sem-
pre pjssivelssenlioras ou criancs sahirem a
procu .ir o remedio, offerecc-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tara a qualquer chamado sem qne isso influa cousa
aljinma na commodidade dos prests de seus traba-
lhos, e quando para fra delta assim mesmo ser
piwedido de nm ajuste rasoavel, garanlindo elle a
seguranca e perfeicao de seus ditos trabalhos. Em
=eu pabuietese encontrar constantemente excel-
ente pos dentifricio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgicos ; a ra DireiU n. 12, primeiro
andar.
GRANDE HOTEL
BE ORIENTE.
lnaugurou-se este commodo e elegante
estabelecimento d'onde os seus freqrenta-
dores podero apreciar a especialidade na
confeccao dos gneros alimenticios.
As bebidas sao as mais primorosas e re-
commendadas.
A decencia o bom servico primara n'esta
casa nbello gosto oriental.
Mandam-se a domicilio comodonas, tanto
avulso, como por assignatura mensal. Os
precos sao mdicos e convencionaes.
Ha uma espacosa e bonita sala para o
elegante jogo de bilhar.
Ha tambem aposentos commmodos e bem
mobilhados para hospedagem.
Ra larga doRosaiio
______n. 44.
Aluga-se
Urna preta escrava que esteja acostumada .1 vea-
aer bolos pelas ras : a tratar na ra do Virarlo
n. 14. "
RLA LARGA DO ROSARIO 137
Este acreditado estabelecimento augmenta
de dia era dia quanto possivel para chc-
gar ao cume do bem vivor.
Altai dos saborosos manjares xwifeccio-
nailos com o mellior asseio, tem bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para uma s
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indispensavel elemento para a
: vida o hygiene, temo-la sempre em abun-
dancia para facilitar excellentes banhos.
CRARITERIA E PETIT BESTALHAHT -
iVnnexos ao Hou;l Central, na estrta do
Rosaii'o n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhftcer a variedade inflnka
de charutos de Havana, Babia, Rio, etc. qua
existem neste novo estabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que ge-
ralmcnte se fazem, rednzindo-nos apenas i
tres letras que sao tres bbb bom, bonito a
barato. A' vista do genero annunciado po-
de-se julgar de nossa veracidade. Esta casa
Ha tambem uma boa bibliotheca e perio- gosa tambem das condices de um elegante
dicos nacionaes e estrangeiros, piano para e petit restaurant onde se pode ver a es-
recrcio, buhares, etc. etc. peciaiidade dos fiambres e salames de Lon
Sendo ociosa qualquer recommendac5o para lanches o at fazer uma boa colaco,
para to acreditado estabelceimento, omit- juntamente com os principaes vinhos do
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresahindo entre o bom a pura
fim, que o bom servico, ordem e moralila- e fervenle champagne, o mu saboroso Rho-
de iraperam n'esta casa, como observancia no, a primorosa ceneja, o licor espirituoso-,
fiel do regulamento que possue. o quanto pede uma mesa. Faz-se noutt
Comedonas a la caite* soneto e variedade de refrescos.
FRANCA-BRASIL
MR. S1ERCTER, alfaiatc francez, previne ao rcspeitavel publico e a seus numerosos frefto-
zesqoe, tendo transferido sua residencia para a ra do Trapiche n. 7, primeiro andar, abi encontraraj)
si .mure todas as quau'dadcs de fazendas para trajos de homem, c prepara coslnmes para montara da
senhora. Faz tambemobras para militares o para criados, para as quaes tem grande sortimento dt
Dotix's simples, com vfrola e roroa de conde, brancos c aniarellos. Ilccebe por todos os vapores
i ltimos lig/iuos para hornera, senhoras e meninos.
rendo montado uma completa ollicina paha qoncbmn)
_,------------.. .-..., w.,UB.w.u AFI.NACO DE I'IANOS 0
.. _^,\tr\l?.La'l^P m^mo J,n experimentado contra-mestre Sr. A. Rastou*
-x Para Mamanguape est carga na escadinha
paA o porto cima a barraca Anglica e tima,
de lntaeao d 4:000 arrobas, a qual seguir via-
les* at o fim da semana; os senhores estreg
lores podem ilinjrir-sc ao mestre da mesma, Clau-
dino Luiz dng Passos, no mesmolugW.
Na ra da Conceiclo n, atprecisa-se-de ama
parasenico interno.
ATTENCO
o
l)a-se iOi de gratiliearao a quem tiver adiado
mna pUlseira de ouro da largura de dous dedos,
contendo aigumas pednis enramadas sobre o es-
malte, obia bem acabada o de gosto. Perdou-se di
ma do Imperador at a ponte do Recife, on.:
deu por falta ; quem a acbou e juizer desencar
ar a conscftncia, drga-sc a rna da matriz da
. Vista n H, que al m da grilicaA ackna
muito s.' agraflerere,
- O abiiixn assiguado tendo de fazer urna via-
ireai^) s?rtao, e faltando- !ho lempo pera pcssoal-
iiiante desped Hg amigos o prenles, pe-
*1,,-'he* '' i-lhes queiram
ev^rum nudoso r do sed dimi-
ll?ttfi,lg 4'"' j,lgi,rein ^nvenieite.
. Loureuco 20 de marra de I8G9
____ bmreto.
-Oabaixo assignad
geaorertoo,aviM que temu
hoaverem de tratar nr: U,' ",n8
elledeixacomo seus prdrffl istacidide
doHecifiMisSi-s. brs. Antonio Joaquim de Mo-
raeie Silva e Manoel do XascimentoMai-hailo Por-
**.aos' i > dirigir Jbrante a sua
auteaeia. I de margo de 1869
Dr. J. /'. Xavier /V,< D'irreto.
D*-eea quantia do> 1:300 a juro sobre hy-
potfaeea em rasa de dohrado valor, livre e desem-
bancada : fuem pretender pode dirigir-se a rna
Btva do SanU Rila a. 3i, que djr quera da.
Jllm. Sr. Joaquim d'Almeida Pinto.
Gumprindo um devor do gratido partici-
po a V. S. que, por meio do seu abencoado
xarope de fedegoso, est perfeitamento res-
tabelecido do seus longo* soffrimentos o
mou cscravoi
Como sabe, esWftneu escravo tinha
cltcgado ao estado mais afflcttvo da moles-
tia de pulmoes; nao obstante um no-n-
terrompido uso do remedios, e uma demo-
rada vagem ao nosso serto.
Pois bem : a enfermidad, que se ha-
via tornado rebelde a todos os-meios em-
preados para combate-la, cedeu, de uma
maneira quasi milagrosa, a (juatro garrafas
apenas, do seu fedegoso
Hoje, gragas a Deus, tenho o meu es-
cravo restabelecHfc; e n5o fcil mostrar
todo o reconhecimento que sinto pelo bem
que V. S. me acaba de fazer.
Sou de V. s.
Caiada- agrnrtecida
Mara Norberta Scheffer.
Continuadamente se nos apresentam no-
vos testemunhos da eflicacia dr fedegoso
de Pernambuco f
CUSA DOS CALLOS.
PELA.
Pomada gatottpean.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
------Ra larga do Rosario------34.
34
AMA
P1.1B W S, U.. 1 1 7.V
nTda^ar^Sim aboatao,quecoWarefaruaAugnsu Sb-ado V?5Sl^ Pernarabucaoas, promettendo promptidSo'e perfeicao
. 102, aflm de saldar o seu debito on pagar < '
ue poder e isto com brevidade.
cante
no
Prerl?a-?c de-urna ama para engommar e cozi-
nliar ; na ra do Rosario da Boa-vista, taberna
da esquina, oitao para a igreja.
Attenco
Manoel Augusto do Menezes Costa, pro-
fessor de msica, contina a dar lices de
sua arte, tanto vocal como instrumental,
em casa particular ou em algum collegio
assim como tem aberto uma aula na casa
^je^tencia na ra da Palma n. 63.
Precisa se de uma ama escrava para cazf
Uhar e fazer compras : a tratar do Corredor do
Hispo n. 2J.
Ama
Precisase de uma ama e.-crava ou forra, de
bou coslnmes, que eozinhe bem : a tratar em
uma das casas de azulejo da ra do Sebo n. 38, ou
na rna Nova, loja n. 47.
?S^Sto^lSlft,rttbe*f'deMrwr
enectivamente todas _
Rordeaux, Bourgogne e do Rheno.
uD^c2."sSMb?c-?n!l,,l,e re8,a Provincia, ou
lora deltei Fr*Bt.eo km> de Soasa Castro cassrio-
i o> Sena I&TS?
Para cozlnha
Prccisa-so de unja escrava que eozinhe bem
na rna do Crespo n. 33.
Fundipo da Aurora.
Neste vasto estabelecimento sempre su encentra
um completo sortimento de taixas de ferro bitidn
e fundido, fabrieadas recentemente, e se fabri-am
jle qualquer molde a vontade dos comprador* s, o
roco* razpoaveis
Casa de commissoes e
onsignapoes em
Lisboa.
A casa naneara de Ruiz Arcllano & C, cajo ea-
pital de res 300:000,5, moeda forte; recebe
consignacSes de frutos e produces do Brasil, so-
hre os quaes faz importantes adiamantemos em
mdicas comlii.oes. Para inTorraacdes, a tratar
com Jos Mara l'almeira,no largo do Corpo Sanio
n. i, 1" andar, escriptoiio.
- Fuo uo dia 17 do con ente o preto Alexau-
dre, de idade 30 annos, estatura baixa, tem uma
bebde em um olho, e quando falla mais apressado
gagueia, tem de co.-tume andar pela Capunga e
fcmaaQoes da Ponte de Uchoa : quem o pega
teve-o ra de Apollo n. 20, que sa recoinpt'
r.
Ra Formosa n. 11
DO
BRASIL E PORTUGAL
Situado em um dos bairnps mais oantraes de Paris, sendo as Immediafoes di
IV~ Vn caa de THEOJJORU CIIRIST1- TQT.Tr^TUS
ra da Cruz n. 18, encontram-se **. fnmihUM w*MOi
ilMlidades de vinho rrerisa^ae da um moleque jara uma cas
' ^" langetra : a tratar aa rea do Commercio
Ir andar.
n. 3,
Jos Peixoto da Ponseca, Pirmina Soares Pei
xoto, pungidos da mais acerba d ir peja marte de
seu muito eatremoso lilhi) fos Peixoto da Fonse-
ca Jnior, mui cordiabneute agradecen* a to-
das a* pesaoas que se dignaram assistir ao seu
enterro e as mesmas scientifleam que os ltimos
saHragios tetan tagar na- igreja matriz do Gotpir
Sanio no dia 24 do corrate s 7 horas da ma -
nhia. ______
. __. ,_...... =_.Uwo u., r.tn.-., sunuu ims iiiuoeuiaioes m
prmcjpaes theatros o outros mudos divertimentos, e assim da* calaceesdoa camnhos de
para todos os pontos da Europa, acabado de ser interamente renovado, n5o M
temi puupadofl Mu-nvo propneiarie a despezas para seu completo embellesaraento,*
acero, toia-se portante vantajosamente reeommendaMd ao* senllarea britUdros-e por-
tuguezes,a cmde encontraran sempre aquella Convivencia desejada era paiz estranh.
por ser coo^ntemente frequentado por seus compatriotas. O trataraento superior**
todo'^ulogtJfBWBa redonda, oaa carta, o sernda nos apoaeolw,-babiiac5es conve-
nientemente despostas para familias, W quartos para uma s pessoa, o servico fei#
com a precisa regularidade : os precos /muid rasoaveis e ao aleando tambem d'aquelltf
pessoas que se queiram limitar.
de mus
Gabinete de leitura con) os principaes jomaos dos dous paizes, salSo de recepcafte
lusica, etc. etc. Todas estas vantagens podem ser applicadas igualmente aos senta-
res passageiros das repblicas do l'rata, irorqi la semelhana dalingua, liH
contrato muitos senhores bespanhoes, por quem tambem esta cae bastante fr*.
quentada. *
J
J


Diario de Pernambuco Quarta feira 24 de Marqo de 1869.


>
f
Grande liquidado de miudezas !
Affonso Moreira Temporal, querendo liquidar as miudezas existentes era sua
ioja ra do Queimado n. Si, resolveu annunciar a3 mesmas miudezas, para que o pu-
blico se certifique do diminuto preco porque as est vendendo, a saber:
Gaixa cora agulha franceza a
Caixas cora 100 enveloppes a.
Pegas de babadoseentre-meios
a 500, 600, 700, 800 e. .
Pegas de Ota de coz cora 10 va-
ras a ........
Linha de marca, caixa com 10
novellosa......
Coques muito linos com rede, so
a rede val......
Frascos com santos muito finos
a.........
Latas com banha (familia), a
160 e........
Cartao com al fine tes a .
Copo com opiata muito fino a
400 e.......
Cartas francezas a 200 e .
Ditas portuguczas a 120 e .
Caia de. linha do gaj branca 30
novellos a......
Frasco com tinta a 100 e .
Frascos com banha a 320 e. .
fiascos cora agua de Colonia
Piver a........
Pentes de tramase, para cabello
de menivis, so a vista taz
f, a........
Lia para bordar, libra. .
Novello de linha grande com
400 jardas, S a vista faz
fe a........
Pares de liga de borradla para
pernas de senhora, muito
boas a .......
Franja branca para toalha vira
a.........
160
500
ItfOQO
500
240
i.$500
I 300
200
100
500
240
160
600
160
400
1*000
.320
(5*800
60
60
200
Resma de papel almaco, muito
boa fazenda, com 85 cadera
nos a........
Caixa com papel amisade a .
Jogo de vispra a.....
Sapatinlios de la para meninos
a ........
Pecas de tranca e caracol a .
Sabonetes de todas as qualida-
des a 80, 160 O .
Frascos com oleo babosa a
400 e ....... .
Pinceis para barba a. .
Gaz a........
Frascos com agua de Colonia a
320, 400 e......
Pentes com costas de metal .
Carteira de marroquim a .
Pentes pretos para tirar piolhos
Escovas para cabello a iOO,
500 e.......
Garrafa com agua divina a. .
bravatas de seda de cor a .
Oitas pretas a TOO e .
ftoles de louca para camisas, a
Garrafa de tinta roxa a. .
Lencos brancos para mos
a.........
Par de suspensorios para ho-
mens a.......
Espelbo de toueador a .
Frasco com cheiro muito fino
a.........
Bandeja para copos a .
Meias erqas para bomens, boa
fazendaa 3*, 34600, 4,3 e. .
Abotoaduras para eojletes a .
4800
700
400
320
40
200
600
200
320
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n. 23 e casas do costume j i XlUolJ?.
V. 0. terceira de S.
Francisco da cidade
500
320
400
200
600
lfj.iOO
320
500
160
800
240
200
2.) "00
O abaixo assignado leudo vendido nos seu
muito folizcs bil heles garantidos utn meio n. JiJ
i'om a sorte do 4:000*, nm inteiro n. 4475 com a
sorte de 7001, uui quarto n. 1301 com ajo
do 202 o nutras multas sor tes de 1005, 40* e
20 da lotera que se acabou de extrahir em
beneficio da matriz do Nazareth (5)8), convida aos
possuidores a virem receber seus respectivos
premios sem os descontos das leis na casa da
Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 2- parte da lotera a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Soleda-
do (99) que se extrahir quarta-feira 24 do cr-
rente mez.
Precos.
Bilhete.....4*000
Meio.....2*000
BQuarto.....1*000
Em porcae de 100* para cima.
r.liiihete.....3*500
|Mcio......U750
Quarto..... 875
^ f lanoel Martina Pinza.
Para a quaresma
Ha ra cstrcita do I osario n. 33, sobrad de
um andar, fazem-sc llores de todas as qualidades
para ornameuto de igrsja, altar, andores e sepul-
chro, inclusive arco?, palmas c rosas, e turto qnan-
to for concernente aos sacros actos ; assim como
proparam-se para tora rom a maior presteza qual-
quer eneoninienda neslo genero ; cutro sim tam-
bem se fazem llures mimosas propnas para enfei-
tar vestidos, safotes e capacetes de anjos, e mais
barato que em outra qualqucr parte. Na mesma
ca-a se cncontram ja preparados o promptos a
venda o seguinto : ricos ramos de seda enfeitados
eaimtilh cora flores de cera premios para do-
mingo de Ramos, vellasenfeitadas ricamente, bor-
dadas a ouro. proprias para baptisados. candas de
llores para meninas e noivas. Alem disto se cn-
cuiiibem do preparo de bandejas de bolos finos
, enfeiladas do coiiformidadc ao lim a que se desti-
i na, quer soja para ca-amentos, rqnc para batas :
IflOOO i 'ilzftin tambem vestidos paraba quaresma ou cutro
t pn | qualquer que se precisar com a maior promptidao
l.m nomo da actual eosgrcf id* ;' lo-
dos os nosos charissimos Irmao, para que para-
mentados com seus hbitos, rompnree.-im em nos-
sa igreja no da 24 do MrreQie as 7 horas da
larde, pata o acto penitencial, de mu irala a nossa
santa regra, e nos seguintcs 23, 26, 27 e 28, para
nssistlrnms aos actos sacrosantos da l'aixao do
Senhor, na Igreja do convento, o juntamente
acompaiibarnios as procissoes il'eiiterro n resur-
i-eicao, devendo a prtmeira sabir as .'i hniaa da
tarde, q a secunda as 5 horas da maulla, do seus
respectivos das p ir conviv especial, do nosso
muito ltev. padre guardiio do convento do Santo
Antonio. Secretaria 22 de Maiyo de 1869.
___________Joo daC. S. Gvtmeiiui ___
Alugam-se unas eia-aguaa M enirada Ais
portoes da travesea das liam-ims, m Iwirr da
Boa-vista : a. tratar na rna do Coto vulto it. 2.
Napadaria franceza da r i* da Imperatriz,
precisa-sealugar um preto para cntreg:ir pao e
mais servico de casa.
Jo> Leopoldo Bourgard, retirando-se para
Eoropa, julga nada devcr,porm,quem tirar cuntas
com o niesmo pode ir receber no praso de
dias ra da Cadeia do Recife n. 13. Recifo, 22
de marco de 1869,
Ao publico
Anna Maria da Conceicao leado justo e contra-
tado a ai inacao da taberna, sita na ra das Cinc
Ponas n. 93, livre e desembarazada : qnem se
julcar com ilireito a ella, apre>enle-e no praso de
tres das. Recife 23 de marco d- 1869.
Mil
1 recisa-se de nina ama forra ou escrava para
coxmhar em casa de familia : na travesa da ra
do Queimado n. 18.
-Precisa-se de upas ama para nasa Ap pouoa
familia, para comprar e cozmhar: na ra da Gru
n. 1.).
Quem precisar de um sacerdote para cele-
brar a mi 43, 2o andar.
4;>;wo
320
e asseo.
J
l
O abaixo assignado jubilad i da ca-
deira de geograpbia e historia doex-lyeeu de-la
ridadc; autorisadopola directora peral da insiruc-
cao publica, continua a ensinar primeira:! leltras.
latini, francez, rhetorica o gcographla. Recebe
alumnos internos, externos e nietn-pcii' ioni-tas,
pan o qne lem as acconun idaees precisas ns tres
andares do predio n. 23 silo a na Nova, para
ooao se uiudou.
__________Alfonso Jote de (Mirara.
Comida para fra
Xa ra estreita do Rosario, sobrado de un an-
dar n. 33, eominua-sc a preparar almocu e jan-
tar em una casa le familia, e manda-Ve levar,
turtocom promptirtao e asseio.
Criado.
Precisa-se de uta criado proprio para o .-cvico
deum sitio prximo desta cidade: lrata-se na ra
o-Rosal
Attencao
l'iu moco com bastante pratica de seceos e ino-
Ihados, com soffrivel lalho de letra e apto a tomar
ronta de qualquer estabelecimento oeste genero,
ofTercce-se para caixeiro nesta praca ou em outra
qualquer, dando Madores de sua conducta : quem
precisar annuncie por este Diario.
iuilherme Augusto Rodrigues Sette, tendo de f estreita do-Husanb'n. S8 at as 3 horas da tafo
retirar-so temporariamente desta provincia para o
fin de abril prximo, julga necessario declarar
desde-j, que tcm constituido seus jnocaradoivs
Se br boiii.
constuuido seus mnam p3Fa,-sc-lia hem um moleqne que se pretendo
bastantes no toro desta crdnde aos pW* ; ama>: na ra larga do liosa, io ... 44,> andar.
Jijaqu.m Jos da Fooseca o )r. Me "J" Precisa -e de MW para enwnl.o : na ra
Olivera Konseca : c solicitadores fos TWwWlu ,,, I|r|ii...., (. (| .^
(lomes e Alvaro Paulo Noblalo, os qua. s te. .o po-
deres para representar o annuiiciante em juiao
durante a sua ausencia, e tambem para recebe.
rcm quaesquer iiHimactk's e citac.oes. ___
i___. ..'__
Na quinla-feita sattia,
horas (l;i manii5a. missa
It
lvela pelas 10
canffila para a
** ^tlMAC
NOVO EXPLENDDM) SORTMENTO
Ama de leite.^
Precisa-se de urna ama de l'-te,*Rratii- ,,
ca-se atjuem levar, m rita ojmpwi- ficar SIcmnoinoillc exfoaio ;i :u]qv^0
dor n. K.i, 3o andar, u tambem de urna para dos iois
cosinliar.
A Agttia Branca, cortando com a protee-
ro de sua boa fivouezia, tambem caprieha
em nao lli'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
ahonram, e em prova ao que fita dito, d
eomo excmplo o explendido sortimento
que acaba de receber, anda mesmo achan-
do-se bellamente prvido do quo de bom
e melhor se j>de desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Maja vista aos necessarios livros de missa
e oralo, Obras de apurado gosto c peihi-
r,3o, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos com ditas de inarfim igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros imi-
tando charao machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e gHarnico, dourada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Assim como.
Grande e bello sortimento de toques
todos de madreperola, madreperola e seda,
Ditas de fio lie Escocia abertas, tambern
para meninas c senhoras.
Ditas muito linas d'algodo, alvas, c
cruas para meninas c senhoras.
Luvas de fio d'Escocia, torca!, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de laa para homens, mulheres e
meninos.
Gollinhas e punlios bordados obra de
muito gosto.
Entre-meios linos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enar lita.
E OS PRODIGIOSOS
Anenis e collares itoyer para creancas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
c setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixinhas devidro
com podras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos aibuns com msica.
Pinseis ou btmecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores om
Irmandadc do 88. Sacramen-
to da matriz da Boa-Vista
A mesii*|dra ilesii innandade leudo de fo-
zer sahir em solemne pracisso o Santissiuia \ia-
tico aos enlemios no dia i do crreme, mnnd.1
convidar- a tmlo* os-^eiu clurissimos irmaos a
comparecereiih no mesmo di i, pelas 6 horas da
manhSa, aliui*do acompanbarem a mesma pro-
cissao.
Coisistorio H'fleinarn de 1869.
O escrivao interino,
Manoel Antonio Caldoso.
0ITerece-se para algunia arrumadlo para o
mato um caixeiro com pratica de lazends e miu-
j dezas : quem pretender dirija-se praca da In-
ileiwndeiicia ns. i e 23, ou Samo Ama na do
Liman. 8. '
lterecc-se urna ama porttipnera para casa
de familia, .para/on;iomniar, ou para casa ds'ho*
mem solteirn para o servio interno de casa :
qnem preeisa#1liriJJ-se a'raao li^itarVn. ."2,
3* andar.
ft-ecisa^se-aUpir um imileque |iaia amlar
com um- taboh-ta as nas da cidade- na foja do
Cora cao deOuro n. i. i).
O Cysne a ra da Imperatriz n. 61, acaba de
receber pelo ultimo vapor nova remessa dos ricos
e lindocortes detartalana, dourados c prateado?,
de padrtee iuteiramente modernos.
EMPRESTIMO SOBBE
Pi
Ra do Queimado n, 49 leja de
miudezas de Jos de Azcvetk
Mata e iStlva conhecido por Jos
Bigodinho.
Est queimando os objetos abaixo declarad
Pelo diminuto preco. a sal
rseos com a pa 'de Colonia verdadeir* a4f.
Garrafes com agua Florida verdadtira, qae *t gi-
rante a I 5oo.
Pentes para rejacar cabello de meninas a .150 rs.
Thesnuras miiiu Anas para tubas o cor!mas
500 rs.
Tinteiros rlieios de tinta muito rreta a80, 100, 16
e 400 rs.
Varas de franja branca de tinlio para toalhas a
160 rs.
Caixas de ]ilio.spheros dsemranoa a 20, 40
160 rs-.
Navalhas de cabo d maifim e que so garante-*
ipialidade a ?J.
Libra de laa para bordar a l..
Pegas de lila Pran.a elstica muito superior a Oi
e 300 rs.
Xovellos de linha branca com 400 j.irdas afiOrs.
Bomas de papel de peso liso milit Ano a 2$'08.
Latas com superior banha a 200 o 'iOO rs.
Caixas com seis frascos de cheiro mol! fino a
800 rs.
Caixas com dozc frascos, fazenda s ba a MSM
Fraseos com superior ole.) filoenme a ECO rs.
Calunpas de sabio transparente muito boito c fi-
no a 240 rs.
Duzia de paos de pon.ola do Reino, da ineltH*
Duas casas terreas sitas no Mangntnlio a niaracm n T"-J'dade a 240 rs.
do rio, recommendaveis pela connuodidade da i P,'^.s. de 1,nis bordadas multo finas a 5C0, iiQO e
via-ferrea : a tratar.na ra do Vigariun.31. L.,P\ .. rn
Ditas de babadnihos rom dez varas a GCO rs.
Irmandade de N. S. Mai dos Homens, erec-
ta na igreja da Madre de Dos.
Convite.
De ordein ilo irmao juiz convido a todos .os ir-
niaos a comparecerem em nosso consistorio nos
dias 26 c 28 do corrente mez, afim de acompa-
nharmos as pnxjissoes de enlerro e ressiirreieao
q_uo teem de sabir da igreja matriz de S. Fr. Pediwi
Goncalvcs, as horas do costume ; assim como a '
do Senhor aos enfermos no dia 4 do prximo mez
de abril, as 6 horas da manliaa ; por convite que
nos foi ilirigido (i -la irmandade do >'. Sacramento
ila inesnia matriz.
Consistorio ii de marco de 1869.
O e>crivao.
,.,. _____J. X. Vfeira l.igo.
Alugam-se
Precisa-se de mn mestre de masseira para
padan'a : na rna Imperial n. LI6._____________
Jos Carneiro ila Mocha convida aos seos ami-
gos para oiivirem urna missa que manda dizer n i
da 24 do crreme, as 8 horas da nianhaa, na ma-
triz da Boa-vista, por alma de sen presado lio An-
tonio Jos Carneiro, fallecido no dia 17 na pro-
vincia da Babia.__________________________
- Xa casa n. 28 na da Florentiiia^recebe-
sc i-mpa para lavar e engoinnar: quem precisar
dirija-se a tratar e entregar de manida at as 8
e incia horas, e larde das 4 horas em dianle.
Arsenal de guerra.
De ordem do Ilhn. Sr. director ifaz-se publico
que o arsenal de unerra tcm de contratar para o
rancho dos aprendiz.-s menores do niesm arsenal,
pelo lempo de tres mezes, a contar d > 1" de abril
-prximo a 30 de junho, os gneros abaixo decla-
rados ;
Asnear relMdo do Ia c 2*'qua!dade.
Arroz pilado.
Azeite doce.
Itacalho.
Cbi da India.
Cafe em caroeo.
i'.ame verde. "
Came secca.
l'arinha de mandioca.
Feijao niulatinhn.
Manlciga franceza.
Po de 4 c 3 oncas.
Toucinho.
Vinagre.
As pessoas que quizerem se prnpr devem apre-
sentar suas propostas em cartas fechadas acom-
panhads das amostras, na sala da directora, no
dia ;M) do corrente, as 11 horas da manhaa.
Directora do arsenal de guerra de Pernambuco
23 de marco de 186P.
O cscrinturawo,
Jos Alfredo de Carvalho.
Carritcis de linha de todas as cres, para acabar
a 20 rs.
Carrafas com agua divina a 15?;00.
Francos com superior macar perul.i a 320 rs
'.aixasde vidro com doze di'dacs, que s a eaia
vale dinheiro a 200 rs.
Ditas de madera com altinetcs. o que lia de mc-
llior a 320 rs.
Grosas de botos de lenca, li>os c bordados a
1^0 rs.
Caixas redondas para rap emittaudo tai taruga a
MGOO.
Peas de lili para eos da melhor ouahdade a
500 rs.
Escoras para mpar denles, fazenda que s a vis-
ta a 240 rs.
Ditus para limpar unhas de superior qnadadc a
500 rs._________________________
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efftcaz, e preferivcl a todos os
condecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicaco as rrejncas.
qnnri sempre mais alacadas de to Urmoi
emtiilas vezes fatal solfrimcriin.
L'NICO'DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
I>E
T.-n lliomeu & C.
S-IRna l.ai'a do ISosaro94
Caixeiro
Precisa-se do um caixeiro capaz
prestar cuntas de urna taberna por
ra do Bangel o. 1 se.informa.
de tomar c
balanco: na
rna
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda, marrafes para enfeitar coques.
f, faia etc. etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azucs.
Vottas de cerrento do borracha.
.Metas de seda para meninas e senhoras.
Helio sorlment de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de Titas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alinetes da madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas.
EPIDEMIAS
O LICOR DE LABARRAOUE um preservativo seguro em tempos de
epidemias: cholera, fehre amarclla, peste, typho, etc. Devem evitar-se as fal-
sificacoes as quaes sao a maior parle das vezes mal preparadas, sendo por isso
mais nocivas do que uteis. Deposito em Parix, L. FREUE, 19, me Jacob.
9m Bl J..^ro Duptmchct; II. Tudorpf.
Em Pcrmaiukpsa. Mr.urtr
Fupio no dia lo de fevereiro de 1869, do
engenho Caitli, pertencente ao Sr. Heiniino Lau-
enteitadas rentino de Andrade, um- escravo preto de nomo
Felippe, idade 40 annos, alto e de boa-figura, pou-
cos cabellos na barba, nariz gros^o e chalo, olho*
grandes e vermellios, beicos grossos, ps grandes
e grossos : roga-se |toticia ou a qnem dello ti-
ver nodcia, se dirija ra do. Apollo n. 8, que
ser recompensado. _________^__^^^
Joao da Rocha e Sdva, negociante estable-
cido nesta cidado, retira-se para Europa,^ llcando
encarregado dos seus negocios com rclaco a loja
de miudezas da rna do Queimado n. 3.1 A, o seu |
socio Manoel Alves Lessa e a seu amigo Manoel
Joaqnim Ribeiro : nos negocios do armezem de |
miudezas da ra da Cadi-ia n. 38 ; aos Srs. Jos |
Matbeus Fcrreira, Lourenco Alvos Salatar Jnior i
e Alfredo Jos a responsablidade do armasem de recolher baca- j
Iho, no caes da alfmdega, ao Sr. Antonio Jos
Dantas.
ttoga-se ao Sr. chefe do Iraiico da estrada de
Ierro do Recife ao S. Francisco, que para evtal-
os extraviosajue se dao das amostras de assucar
que os remetenUi mandam, por nio se poder ti-
rar mais amo-iras na estaca > das Cinco t'ontas, que
fa eos vasios, poi desse modo so sero entregues
em troca do conhecimento.
0 MUSEO DE JOIAS
C*2

(JO
GOMES DE MATTOS IRMOS
tendo feito completa mudanpa em seu antigo e
| acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde cnoontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhautes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, e que deve.m cauzar um grande effeito nos trages quares-
maes, assim come grande variedade de salvas e paliteiros de prata con-
trastada e de gosto anda nao visto.
Compram a trocam qualqUer joia ou pedra preciosa e garantem
aqualidadedosobjets veudidos.
0
DE JOIAS
a
(SEM I.IMrTB.)
\a invess da
das (iniz's n, 2,
ineiro andar, da-so qual-
quer quanlia sobre ouro.
2 prata e pedras preciosas.
O dono deste estabclocimento,
competentemente aulorisado pelo
governo, est as condi^oes de ga-
rantir a transac$o que se lizer em
sua casa, prometiendo todo e zeto
e cpnsidera(5o s pessoas que se
dignarem de honra-Io em seu esta-
belecimento.
Na mesma casa conipra*seora,
^ prata o brilhantes.
Luiz Pinheiro da Silva, qnedosde 1839
viaja de correio particular das pefsoaspro-
prietarias e commerciantes do tenuo de
Milagres, Careris Novo, para esta praca e
para outros muitos lugares, vindo a esta
cidade cxim cartas para os Srs. Maia a es-
crivao Araojn vollou no dia 19 do coi rente
mez, pernoitando em S. Lourenco da Matta,
e dalli segqiado sua viagem, s 3 hora3 da
madrugada para amanhecer no dia 20, de-
pois de passar o Grilo e entrar matta
de S. Joo que segu para Pau d'Aalhe, foi
assaltado por tres sujeitos que no escuro
llie pareceram cabras ou pardos, deram
com elle ao chao e Ihe tiraratti o matul5o
que levava s costas e o chapeo de baeta
sinzento, e pao o assassinaram por presen-
tirem uns almocreves que desciam a c vllo
e os ladroes seguiram para traz, bascando
S. Lourenco. Dentro do matulao levava
i2 varas de madapolo, 2 camisas, I calca
de brim, 1 rede e coberta de panno de al-
godao, 63000 em papel, mais i3d00(i
dentro de urna carta, varias cartas parti-
culares, urna porco de frascos p; com remedio, uns embrulhos, roceias, e i
relogio de ouro horisontal n. 2,138^ que
pertence ao Sr. vigario dos Milagres, que
mandava ao seu pai. Itoga-se as autori-
dades policiaes hajam de dar as pi ovklen-
cias para que seja descoberto o roubo, e
os ladroes, caso seja apprehendidos qual-
quer destes objectos, podem restituir a
casa n. 24 da ra do Rosario da Ba-
9Ma,
frrelo seral
Pela ;idiniiistra faz publico a qiiem intero-.-;ir powa, que D&OfS
demorando os vapores da ooinpanlria Messageries
Imperiales neste |K>rio em son rwresn d "i" *
Janeiro, c tempo preciso para se l.izer a expedicao
das malas para Europa, tem rerolvido qae as
malas se fechem as ti horas da tardo do dia ante-
rior ao da chegada dos meunoe vapores.
Cotreio de Pcrntnnliuco 24 de iuai\'o de 1809.
0 administrador,
Domingos dos Paraos Miranda.
Irateindade das almas na ma-
triz do Corpo Santo.
De ordem da mesa regedora sao ron vi-lados to-
dos os inr-Sns dista'mnandade para assistirem aos
acto da semana santa que tem de relebrar-se na
matriz do Corpo S;itto no dia 26 do prsenle, a-
C Imras da tarde, m dia 18. as (' huras-da manhaa.
e uo dia 4 de abril |ih)iningn) as ti da inanhaa para
acompnnhar o Saniissimo Viatico aos enfermos, tt
para desla forma correspoiiderinos ao convite fei-
to pela irmandade do Sanlissimo Sacramento da
nii-ma matriz.
O escrivao.
1 I. Lima Rairao.
COMPRAS.
Com muito maior vantugem
Compra o Coracao deOnro, n. 2 D, rna do Cabu-
la, moedns de ouro e prata c pedras p-eciosas.
Ouro e prata
em moeda e em obras nutilisadas, compra-se per
bom preco : na pra9 da lnde|ienilencia n. 22.
Na praca da Independencia n. 33, loja deou-
rives, eompr-srtonro, prata. e pedras preciosas,e
tambem se faz qualquer obra de encoinmenda, e
todo e qualquer concert.___________________
Compra-se
Um preto cozinheiro de 15 a 18 annos : a tratar
na casa da rna da Cruz n. 19, I" andar.
0 muzeo de joias
Na rna do Calinga n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos mais vantajosos di
qae em ontra qualquer pa'te.
ESTRADA DE FERRO
Recife ao S. Francisco.
Compra-se
hoje libras esterlinas, ouro o prata de todas as
nacoes e por maior preco do qne em outra parte :
na ra da Cadeia do Recife n. 38,-loja de azulejo.
Olllll E HITA
Compra-se -moedas de oaro e
bem como libras sterlinas, na ra
bag n. D. relojoaria.
prata e
do Ca-
CMTM-NE
Compra-se moedasde ouro e prata, bem
como libras sterlinas por maior precio que
em outra parte, na roa do Crespo n. 16
i, andar.
VENDAS.
Por'600*000 urna ciimhnffit de 9 annos. de mnito
tioa moral e saude : na ra da Imperatriz, loja
n. 38.__________
FP.3^^
ywiO
O nico deposito do louca da fbrica da Barba
Iho do Cabo, sito no pateo do Terco n. 12 da
cidade, tem revolvido fazer prande batimemo u>"<
canos que tem reeehido, os quacs licam vtndids
pela segninte tabella, a saber :
De 1 1/2 pollegada cano vi.lrado por 800
DC 2 ditas idem dem por I000.
De .1 o 4 ditas- dem Itrem pf l :,'*00.
De 6 ditas idem idem por -'ito O.
De 8, 9 e lO^dKas dem idem por Ofi.
Que para isso-tem nina h>wIi:i appMWIrt'ia
|wra fazo-Ios com perfeicik, Semlo r;.d.v mn con*
(re palmos de compriniunto, a >im como leu
grande sortimento da nuca, UU> viiu-ada* coniu
liara resfriar agoa.

Para eucanameuto 'agua.
Canos de ferro-, ditos estanhadi-s; dilns friraans
de porcelana, todos'omi as competentes torneiras,
curvas etc. ; a rna-do Oueinmdo i>. 32.
im k cariiiiiSia
Vende-'e na ra da M.-idre de Deo* n. 7 e *4,
mais barato do que em outra qiialqiier parle.
Farinha rlomilho.
Vende-se farinha de millio amarelln modo Ifoa
a 3* a arroba e 100 rs. a libra : na taberna fe
rna larga d Rosario defronte"da botica do'Bar-
llioloniru e travwsa das Cruzes n. 16, esqaina
que volta para o qnartel de [inliria._____
Scbmetee alcatrdo.
DE
Autonio Nunes ele Castro.
Este acreditado preparado, que 13o b*a
acceitafo tem merecido n'esta'provincia,
muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas aa
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Rartltolomeu .& C,
:tirna larpa do Rosario34.
Vergonleas de puiho para inasiaros, **rgM
a retrancas, todas de superior qnalidade. Tini
Verde Taris, branco de zineo e pretn, em laias #
14 e 28 libras, j preparadas, oleo de linhaf*tif
tarta : no anrazem de deposito da ct>n>punm<
Pernambncana. no largo da Assemhla n. Itt
~~ cmgoiMTO
Borieguins d Nantes para howem a o Dar:
m roa da Cade n. iS, esquina da Madr da
Deop. ^^^_^^
Na sexta-feira Santa, do cohynto,nao
haver freos.
Villa do Cabo, i' de marco de 1869.
t. O M lendntd.
II io Sr. Joao
tario do engenho Prado, queira ter
diligir-se a ra Augusta n. 63, a neje
dia "i de abril.
H de

Escrava peca de 14 annos
Vende-se urna b mita criuula de IV annos, com
principio de habilidades, | nhor retirar-sr
para Europa : ruada Imperatriz, loja n. 28. __
\ Vende-se a aino; e perli^nces da taberna
grii), assim como tambein se vende nina dita en-
tirpisada e envidraej^i, mada
'na nie-maea-a : a tratar na ra d Penha nu-
meroS. ___,.....:_______
Libras esterlinas.
barato' do
linaria u. 17.
Chegaruni !!
A loja de Colho & Ollveira ra do<}itj-
mado n. I, as mais lindas e mais miufye-
nas basquinas de porgaV), prlmorcstmeli-
tc enfeiladas a sel ira." Sao o mais impu-
tante que tem wndo ao mercado desiA- -
dade em fazenda deste geWro
O melhor!!
Gorgurb preto para" vestidos doubtt i^
fazenda superior.
Grande sortimento de camisas franrJOW
e inglezas por menos 20 por i
valor
. Ronpa feita de todas as j^H
medida. Chitas, laas, ca
e de cores, todo do muito gosto V"
precos muito'commodos.

st


6
Diario de Pernambuco Quurla feira 24 Je Marco tle 18C9.
Lindos corles de cassade cor eom barra.e com figurino indicando o molde do vesti-
do pelo baratissimo prego de 34500 o corte,
Ditos de perclia muito modernos com du.is satas a 5>OO0res
Na loja das Columnas da roa do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vascon-
celos & C.
PRC0C0RREMTE DOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
ALTAS NOVDADES
LOJA DO PASSO
Ra do Crespo n. 7 A, esquina da do
Imperador.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Ra Nova n. 23,~Rua do Cabug n. 8
Pernambuco
Chapeos de seda trancada, Paragon, de 10 bastes, 28 pollegadas a 16$ ; 26
pollegadas a 15(5, e 21 pollegadas a 145000.
Ditos de seda G. de N. Bara, de ac. de 16 hastes, 28 pollegadas a iW;
de 26 pollegadas a 133 ; c 21 pollegadas a 125(X>0.
Ditos de seda G. de N. lisa, do ac, de l bastes, 28 pollegadas a 125; de
28 pollegadas a 1M; e 2 pollegadas a I0000.
Ditos de alpaca, de ac, de 12 baste?. 28 pollegadas a 6$ ; c 26 pollegadas
a 50300.
Por duzia faz-se descanto de 15 0[0
Chapeos de sol de panuo, de baleia, de 8 bastes, 24 c 26 pollegadas a 32i$
a duzia. (Descont de 10 0|0).
de panno, de junco, 8 bastes, a 185000 a duzia, liquido.
Ditos
#&HOSPHATOj>tFERRO
m LERAS DOTJTOR EM SC1ENCIAS.J
JNSf ECTOR DACAOEMIADEPARIZ Etc.
Dehaixo da forma d'um liquido sem sabor,
.anlogo a urna agua mineral, esle medica-
mento rune os elementos que constiluem
os ossos e o sangue. E' o mais racional dos
ferruginosos; por esta razao o adoptante
os mais eminentes mdicos do mundo in-
teiro. Concern muto s meninas de temperamento delicado, cujo dcscnvolvimcnto tardo,
s senhoras que padecem d'rslas dores d'eslimago intoleraveis, causadas pela chlorose,
anemia, menstruacao ou leucorrha, s criancas a urna complcico paluda e delicada, e a
todas as nessoas que tpm o sangue empobrecido pelas doencas. Efficacia, rapidez d'acco,
cura perfeia, sem consinacao de ventre nem acrao sobre os denles, taes sao as razos que
imperio para que os senhores mdicos o prescrevo aos scus doentes.
Deposito rra Pernambuco, rm casa de Maurer e O.
333*3
PARA CUARESMA.
Gorgorao preto.
Setim macan.
Sedas lavradas.
Moireanlique preto.
Gros-de-naples
Pasquines de gurgurao e de gros-de-na-
ples enfeitado com primor.
Corpinhos de gros-de-naples.
Basquines, capinbas, pelerinas, ficlius.
de crochet c de guipur, pretos e brancos.
Mantas pretas de bbnd.
Riquissimos chales detouquim.
Requissimos chales de gurgurao de seda
preta o melhor neste artigo.
Chales de mirin pretos com requissimos
bordados o franjado de retroz.
Chales de mirin bordados sultane;
ultima moda.
Romcus pretos com lindos bordados.
Leques de madreperola, marfim, snda-
lo c osso, e pretos, para senhoras.
Ditos de sndalo pa-a meninas.
Chapelinas pretas.
para casamento;?, bailes, thea-
THOS. etc. etc.
Lindos cortes do bloml, contendo setim.
mantas c grinaldas.
Requissimos cortes deselas assimeomo
para corados.
Gurgurao branco.
verde.
e
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarellos.
Fil de seda, branco c preto.
Corles de seda com duas saias.
Chales de gurgurao de seda de cores.
Camisas bordadas para bomens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronbas de linho bordadas com primor.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Biquissimas colchas de damasco de seda,
assim como de seda e algodao.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
.Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
nenio de seda.
nfeiles para cabera de senhora.
Espartilbos para senhoras.
Meias (le laia para padre.
Ditas ili'laa
Ditas de seda fio da Escossia e algodao.
para sondaras o meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronbas de labyrintho. _
Bicos, rendas e grades.
Finissimas cambdas de cores, percales,
lias, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, islo s
Moireantique branco azul c
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
Ui
iiVVZtML
<
CAPSULAS VEOETAES
com MATICO
beGRIMAULT e C* pharmaguticos em PARS
Estas capsulas, com capa de gluten, conteem o balsamo de copahiba associado a esseneia de
Matico (arvore do Per), e constiluem ura remedio infallivel contra a gonorrha. Ellas obrlo
sem cansar o estomago c nao provocSo nunca os enjos e nauseas que occasiono as capsulas
ordinarias, tendo a immensa vantagem de nao communicar cheiro s ourinas. E' por estes mo-
tivos que ellas sao superiores s capsulas de copahiba, cnbebas, etc.
Deposito em Pen.ambuco, em casa de Maarer e O*.
Approvaclo
la academia
itmedecina
i$ Part.
II]
PharmaceuHco
lauread
i academia
U mdtciaa.
As prepararles ferruginosas
dos mdicos, porque elias onrao mais rapu
sio mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pos ferro-manganicos possuem a inappre-
liquidas tem desde muitos annos merecido a approvacSo
especial dos mdicos, porque ellas obrSo mais rpido e seguramente do que as punas, e

EFFICACIA
DO
ciavel vantagem de poder offerecer n'um instante urna agua ferruginosa gazeosa, de gosto
agradavel, mais activa do que as aguas mineraes, e contendo de mais um elemento preeioso,
o Manganese, que sempre se acha no sangue, junctamente eom o ferro. Empregio-se em
todas as molestias que tem por causa o empobrecimento do sangue, assim como para vigorar
os temperamentos debis e lymphaticos. A chlorose, as Peraas brancas. dores i'estomago,
a irregularidade da menstruapio e amenorrhia ou suppressio do menstruo, cedem rpida-
mente a seu emprego. Devemos mencionar aqu um fado notavel, islo que os doentes cura-
dos pela agua preparada com estes pos estio muito menos expostos a recadas do que
aquelles que forao tratados pelas preparacoes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em easa de >mf O*.
XAROPE DE RBANO "ODADO f f Dll l]| AC DI IMPAD)
0 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C, pharmaeeuticos de S. A. I. o nrinein* ofl ^^ U ***" "
VERDADEIRAS
0 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C% pharmaeeuticos de S. A. I. o prin<
Napoleao, em Paris, preparado com o sueco das plantas anti-escorbuticas cuja eficacia
mui popular.
Encerra o iodo como combinacio orgnica, e 6 considerado como o melhor succedaneo
do oleo de figado de bacalho.
A rara perfeicio d'este prodneto anima-nos a dar a conhecer aqni a opinilo de alguna
d entre os principaes mdicos de Paris, que diariamente o prescrevem.
0 Xarope de Rbano iodado um medicamento d'um effeito suave e seguro para a
c medicacSo dos meninos, nao gmente snppre o oleo de figado de bacalho, mas anda faz
as suas vezes com vantagem.
D' A. CAZENAVE, medico em chefe do hospital Saint-Louis, em Paris.
0 Xarope de Rbano iodado um medicamento de prmeira ordem para o tratamento das
a affecees lymphaticas e escrofulosas. Wuitas vezes, empreguei-o com feliz xito, em certos
t casos de tsica ao seu principio, como succedaneo do oleo de figado de bacalho.
Dr A. CUARRIER, amigo chefe de clnica da Faculdade de Paris.
a 0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellcntes resultados como regenerador
do sangue, e succedaneo do oleo de figad de bacalho.
D* A. FAVROT, autor do Traite des maladies des femmts.
t 0 Xarope de Rbano iodado um dos mais poderosos modificadores das censtituicSes
( lymphaticas. Tenhe visto ulceras escrofulosas que nada poda curar, cicalrizarem-se,
t gratas a sua aceito, com promptidio extraordinaria. Tambem, pelo seu oso desapparecem
as afeccoes tuberculosas dos ossos, nos meninos.
D' GUESNARD, antigo externo ios hospitaes de Paris.
0 Xarope de Rbano iodado possue todas as vantagens do oleo de figado de bacalho,
< sem ter nenhum dos inconvenientes que aprsenla este ultimo medicamento. >
D' GUIBOUT, medico dos hospitaes. Presdeme da Sociedade de medicina de Paris.
c 0 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C* encerra 12 por eento de iodo, ai sua
composicio orgnica anloga que se acha no oleo de figado de bacalho.
Dr KLETZINSK, professor de chymica, louvado dos tribunaes de Vienna.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maarer O*.
COM IOOUHCTO DO FERRO INALTJUVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as projiriedades do ledo et do ferro, convem especialmente as Amccofts
escrofulosas, a tisica no principio,! frarruria da emparamento e tambem nos casos de
Falta de cor, aminobrhea. em que precisa rf.agir sobre o sangue seja para restituir
lhe a sna riqueza e ahundencia normaes, ou para provoeare regular o seu curso peridico.
f. B. O iodnreto da ferro impuro on alterado i nm medinnienio infiel,
irritante. Como prora de poreza de aothenridade dai verdatdelraa Pi-
de illaneanl, deve-SO exigir nosso aella fral "iilm t
do.iso inni, arroi -'prodniida, que se acha na parte inferior da um
ri>i verde. Deve-ie desconfiar dai faliificaeos.
Arham-ao etat taetaa aa pharretaa. Pharmmeautiea, ra Bonmaartt, 40, Parta
TASSOIRMOS
Tem para vender em scus armazn?, alm de ou-
tros, os seguales artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado o liso.
Vinlios em caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
Hcrmitage. O.
Cliamblis.
Licor do curaco de Hollanda em caixas de vin-
ic e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmaos?
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso limaos
< \ I? il i YIION DE FIGURO
Para somcos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixes de um para outro, lado pelo
mdico prego do 12 3000 cada um.
Farinlia de trigo de Trieste
Das mellioras marcas Panonia vordadera) Fon-
tana c grande sortimento das mclhores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinlia de trigo do
Chile
Todas novas, ebegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romaio
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentaniento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcoos de
eincoento barricas se far reduccao no prego : nos
armazens do Tasso Irmaos.
Cemento Portland
0 verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differentcs qualidades para cercados de ani-
maos, chiqueiros para galinhas ou jardins: nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Larris cora breu
Nos armazens de Tasso Irmaos.
! CANOSDEBARRO
Na ra Nova de Santa Ra, na antiga fabrica de
sabao, ha para vender por prego o mais mdico
possivel, canos franeczes para edifteagocs eesgo-
tos de toda a qualidade, superiores a todos os que
aqui tem appaieedo pola sua solidez.
1'KEgOS
100 por cano grande de 3 c meia pollegadas.
1H200 por dito de 2 c tres qtiartos de dita.
1 fiflO por dito de 2 e um quarto de dita.
500 ris por pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovcllos, curvas c canos de maor grossnra.a
: vista se far o preeo. Compras maiores de 200
; tem 5 por cento de descont por prompto paga-
| ment. Pode-sc ver as amostras nos armazens
' de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrilhar casas terreas com asseio e pregos
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri-
Ihos de cosnhas em sobrados, pelo seu asseio c
evitar a passagem de aguas para o andar inferior
cmesmo o perigo de fogo, aos precos de 305000 a
.i.'iOOO o mlheiro : na ra Novado Santa Rita, na
antiga fabrica do sabao, c compras maiores de 200
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacetc vordadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazcm
de Tasso Irmaos.
O melhor cognac Gauthier Freres : no arma-
zcm de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-so esteiras da
India de diversos padroes c larguras, por prego
commodo.
OLEO DE HOGG
DD
Figados frescos de bacalho
Para cura corta de phtuica, affeccoes escrofu-
losas, tossechronira, raquoza dos membros e de-
nilkiade gcral, rerommenda se a excellencia deste
oleo anda por ser agradavel no paladar.
vend::-sk
KA
Pharniacia e dros;ara
DE
BARTHOLOMEU & C.
34 = Ra larga do Rosario = 34
TGSSES
CAT1RRH0S
iwzBmsm&E
PASTILHAS PEITORAES
DE sueco DEALFACE
LOURO GEREJO
IRRITAQOES
DO PEITO
E' este o mais novo e delicioso confeuo ate agora conhecido. Por islo tem adquirido r-
pidamente a popnlaridade de que goza. Os mdicos os mais dislinctos o aconselhlo contra
as totset, defluxos, catarrhos, tosses convulsas, catarrhos epidmicos, irritacSes do peito. Com
grande empenho o procnrSo as mies de familia, assim para ellas como para as criancas, pois
primeiro que tudo inoffensivo, e as suas propriedades adocantes nio deixio nada a desejar.
Deposito em Pernambuco*em casa de Maarer e O*.
CAPSULAS MOLES
DE.
ALCA!RAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses convulsivas, escarros san-
guinos, e outras moleslias do peito.
Vi.
PHARMACIA 12 DROGARA
DE
Bartholomsu A C.
34RA .LARGA DO ROSARIO-34

AO BAZAR BA MOBA
Eua Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVDADES

i
Para senhoras.
COQUES da ultima moda, enfeitados o lisos, gran-
de sortimento.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAPESINHOS e gorras de velludo c de pennas
(alta novidada I) de palha da Italia, a emtiacao,
especial sortimento.
CINTOS de cores o prelos, rico sortimenio ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas porcommodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
genero
LEQUES a emitago de marlm, gosto novo e de
sndalo.
GOLINHAS e punhos, a emitaeao de guipnre.
ENPRITF.S pretos o de cures para cabeca, lindos
moldes,
GUARNICAO altanovidado a Marie Bose, lti-
mamente usada em Paris.
CORPINHOS de guipnre brancos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de lia e seda, cores claras, elegante
moda em Paris.
GRINALDAS de flores finas.
ESPARTILIIOS superiores.
MEIAS supe iores de fio de Escocia.
IAJVAS de pelioa chogadas pelo ultimo vapor.
ADEREMOS de coral verdadeiro e camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
OUARNICES para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTES lisos e com pingantes para vestidos.
CINTOS alta novidade.
PLORES finas, grande sortimento.
GRINALDAS de ditas para coques.
LAGOS, fivelas, penachos para enfeites.
Para horneas.
de li-
CAMISAS com pcitos, colarinhos o pnnhos
nho fino, lisos e bordados, moda,
COLARINHOS do linho e algodao.
PUNHOS de ditos.
GRAyATAS de todas as qualidades.
BOTOES para punhos e guarnieses para coletcs.
CORRENTES de plaqu a emitgo do onro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Retel.!!, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MEIAS de superior qualidado.
BENGALINHAS finase chicotes.
LUNETAS aro de apa e tarturaga.
Para crianzas.
VESTUARIOS completos para baptisados.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitados.
MEIAS de seda o fio de Escoca.
CHAPESINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadas c de chroch.
BUNECAS vestidas, muito bonitas' e diversos
Lrinquedos.
Perfumarlas finas.
de Murray & Lan-
AfiUA FLORIDA verdadeira
man New-York.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray e superior agua e
essenca de Colonia.
ESTRATOS e essenciasJlnis e de agradaveis are-
mas para o lenco.
VINAGRES aromtico? para toilet.
POS DE ARROZ para amagar a pelle ; em pce-
les c ricas caixinhas con arminho.
POS superior para limpar os dentcs.
COSMETIQUES do fina qualidade.
SARONETES, grande sortimento deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philocome, babosa e antiqnes.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja
CREME de sabio para baria.
Caixas preparadas com perfumaras finas.
Hiudcza! finas.
SUPERIORES fitas de grosdennples de todas as
cores e larguras de vellido preto e de cores, e
gurgurao para cintos.
BABADINHOS e ntremelos bordados.
GUARNICOES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANQAS pretas com vidiilhos e pingentes.
BOTOES de cores, brancos e pretos com vidrilhos
lisos e com pingentes.
DEDAES de madi aperla, de marfim, de 6go c
metal.
THESOURAS finas para costura e unhas.
CAIVETES finos cora quatro folhas. E muitos
outros artigos de miudezas que se torna enfa-
donho menciona-los.
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
lina do C'respo n. 9
Os proprietarios deste bem conhecido estabclc-
cmento, alm dos mullos ohjeetos que tinham ex-
postos a apreciacao da respeitavei publico, man-
darain vir e acabam do leccber pelo ultimo vapor
da Europa* um completo o variado sortimento de
linas e mui delicadas especialidades, as quaes cs-
tao resolvidos a vender, como de seu costme,
por pregos muito baratnhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas o bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pontos do tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabegas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
lhos e sem ellos; esta fazenda o que pode haver
de melhor c mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madneperola,
marfim, sndalo c osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estos pretos.
Mito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras. ns quaes sempre se venderam por 305000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20i,
alm djelas, temos tambem grande sortimeato de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India c
castaode marfim com lindas c cucantadora? figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
3uanlidade de outras qualidades, como sejaio,ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chcotinhos de cadeia e
de outras quaiidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borraeha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navnlhas cabo de marfim o tartaruga para fazer
barba : sao muito boas,c de mais a mais sao ga-
rantidas polo fabricante, e nos por nossa yex tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas rapollas para noiva.
Superiores agujhas para machina e para crox.
Liaba muito nBr de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons bara II ios de cartas para vollarete, assim
como os tontos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das roelhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convuloe3, e
facililam a dentigid das innocentes criancas. So-
mos desde muito rceebedores destos prodigiosos
ooHafbs, e continuamos a rccebe-los por todos os
vapores, afim do que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois podero aquel-
les i|iie oMis precisaren), vir ao deposito do gallo
vigilanlo. aonde sempre encontrarao destes verda-
deiros collares, o os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applieados, se vendero com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, arisUi dos objectos quo deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por pregos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Macarthy
Machinas de desearocar algodao.
Hoje quo est reconhecido que as machinas de
serrote prejudieam e quebram a fibra do algodao,
preciso recorrer a machinismo menos spero,
Sie produzndo o mesmo serrico que aquellas, e
cilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
para que essa possa obler-nos mercados europeos,
a diffeicnea que ha entre o algodao descarocado
por aquellas mencionadas machinas, que cstao fi-
cando em de^uzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da antiga bolandcira, que nao pode competir
pola morosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tomam as mais proprias para o
nosso algodao, porque ao par da facilidade
promptdao conserva a fibra da laa, que limpa por
ella, o qualificada na Europa a par da melhor bo-
landera, valendo assim entre 10 arrobas 20 0/0
mais do que a laa limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estiio adoptadas no Egypto, aondo as de serrote
foram interamente abandonadas, o por sso o algo-
dao daqueIla.pror*deiicia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obten) hoje de 10 arrobas 20
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a iSO000
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de amendoas
Em caixas do 8 latas, cada cuxa 100 libras :
nos armazens de Tasso'Irmaosr.
Charutos da Havana.
Excellentes charutos da Havana e por baratissi-
mo prego : em casa de Tasso L-miios, ra do
Amnrim n. 33.
Tudo se vende por precios bastante commodos.
Capsulas de Raquim
Os bons effeitos destas capsulas para fazer ces-
sar os gonorrheas acham-se comprovadas pelas
experiencias de muitos annos.
Os mdicos de todos os paizes"as recomeendam
pela sua efllcacia.
VENDE-SE
NA
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOMEU & C.
Ru3ia larga do Rosario34
IVAL em segundo
Ba do Queimado n. 49, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para vender os
artigos abaixo declarados, tudo bom e baratissi-
mo, que sao para acabar.
Duzia do sabonetcs muito finos a 700 rs.
Pares desapatos de tapete para hornera a 13280.
Ditos de tranca para creanea a 1.
Tramoia do Porto, bordada", a melhor a 200 rs.
Dita do Porto liza, da melhor qualidade a 100, 120,
160 c 200 rs.
Resma de papel almago, tizo superior a 35200.
Dita de papel almago pautado a 4.
Livro de missoes abreviadas a i.
Ctrl i I has com toda a doutrina e umitas rosas a
320 rs.
Silabariosportuguezes com estampas a 320 rs.
Baralhos francezes muito finos a 200 o 240 rs.
Ss,bao inglez superior qualidade a 500 c 13.
Gravatas pretas e de cores muito finas a 500 rs.
Duzia de meias para senhora, fazenda fina a 45-
Rodos pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Varas de transa de seda de todas as cores a 600 rs.
Pares do brincos dourados com maozinha e pc-
dras a 320 rs.
CartSes com corchetes de duas ordens e sao de la-
mo a 20 rs.
Abotuadnras de vidro para coleto muito ma a
120, 240 e 400 rs.
Pares de botoes dourados para punhos aiwrs.
Caixas de pennas de ago muito linas a 240, J- e
500 rs. .. ,. .
Cartdes com duzenus jardas de hnha do fabri-
cante Alexandre a 100 rs.
Caixas de pennas de ago, a verdadeira penna a
Carriteis'de linha Alexandre ns. 70,80, 100 at
200 a 100 rs. .
Caixas com superiores obreas de massa a iu rs.
Carriteis com "uas oitavas do retroz preto a 500 rs
Duzias de agulhas para machinas a 2.
Libras de pregos francezes de todos os tamaitos
Livrosescripturados para rol de roupa a 120 rs.
Caixas com papel amsade muito fino a 700 rs.
Caixas com cem envelopes da melhor qualidade a
600 rs.
Talheres para meninos muito boa fazenda a
240 rs. .
A NOVA ESPERANQA
21== Ra do Queimado = 21
E para presentes
A Nova Esperarla, ra do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento de objec-
tos de gosto e phantasia proprios para pre-
sentes, sobresahindo entre elles ricas cad-
alias de bano com finas perfumaras, coa*
lureiros de cifren, agulheiros de madre?
pcrola : assim, pois, quemqiiizer fazer um
linda offerta,- dirigir-se Nova Esperaba,
ra do Queimado n. 21.
Collares anodinos ellcctro-magnett
coS contra as convulges das
crean cas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por aiii intitulados o
verdadeiros de Royer, e cis porqae muitos
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanza, porm
que detesta a falsificaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collares
c garante aos pais de familias, que sao ot
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulces, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperance a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seua
lilhinlios, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando entao ser di-
Ificil alcangar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
Recebeu a Nova Esperanza, ra do
Queimado n. 21, leite de rosas, especial
para extinguir sardas e pannos.
BONECA DE CERA
A No* a ^speranca a ra do Queimado n.
21, acal-a (Je receber um completo sorti-
mento de finas bonecas de cera de diver-
sos taannos, sendo as maiores do com-
primento d'um covatlo ; estas bonecas tra-
zem bonitos coques e botinas, bavendo en-
tre ellas algumas que fallam c outras que
eforam de sorte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente de muita
acceitaro.
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
dem-se a roa do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanca.
Modernos brincos de sndalo, s e en-
contrarao na Nova Esperanca a ra do
Queimado n. 21.
MEIAS DE LAA
A Nova Esperanca a ra do Queimado n.
21, acaba de receber um especial sortimen-
to de meias de laa para homem e senhora.
CONTRA AS CONGESTOES
mal terrivel a congesto fulminante:
de repente leva um individo, d'esta para
milhor vida, sem dar-lhe tempo de receber
conversa medica ; deixando as mais das
veses mullier e filhos no mais amargurado
pranto ; a Nova Esperanza que deseja pres-
tar servicos recorreu a Vojer, o qual lhe
mandou anneis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para semelhante mal i
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranca*
NAVALHAS
A Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 recebeu um sortimento de navalhas,
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afadorese massas para as mesmas.
Vendom Augusto
Commercio, n. 42.
F. de Olveira
rua Para familias
Grande Itazar, rna TVova ng. SO e
S 8, de arnelro ** launa & c.
Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porgao de machinas para costuras do
autor Whecier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposigo de Paris, as quaes cozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser tao suave o movimento,
que qualquer crianga de oito annos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A comprehensao
simples, pois em um quarto de hora se fi-
ca senhor do movimento da machina, ten-
do a mesma a propriedade de fazer as se-
guintes costuras: pospontar, abainhar,
l'ranztr, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompanham-nas. Os pro-
prietarios do estabelecimento se encarre-
gam de mandar ensinar n'esta cidade, e
garantem entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
perfeicSo a machina vendida, n3o tendo,
porm,-soffrido ella alguma avaria. Ha tam-
bem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower & Baker, de trabalho sira-
plesmente mo, e outras com movimento
dos ps; e mxime todos os pertences das
mesmas machinas, para vender avulso.
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os cabellos e a
barba, a i(5000 o frasco.
E' a nica approvada e recommendada
por ter sido reconhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
A venda em casa de Gustavo Ilervelin n.
51. na da Cadeia n. 51.
Cemento de Portland.
Vende-sc no armazcm de Vicente Ferreira
A Filho, na ra da Madre de Doos n. 22,
barra grandes.
GAZ GAZ GAZ
Cliegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C ra do Imperador, um carregamento de gaz
do primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho por menos prego do que em outra qual-
guer parte. ___________
FUNDICAO DOBOWMAN
ltua do Bruna n. &t.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batidor fundido.
Rodas dentadas, paia moer com agoa,
vapor e animaes.
Alambiques de ferra.
Formas para purgar assucar.
E outros muitos objectos, etc. etc., pro
prios para agricultura.
Para semana santa/
Madama Adour, 23 ra do Imperador
acaba de receber mantinhas e mantelete dr
fil preto.
-
rr


^r
Diario de Pernambuco Qaarta feira 24 de Mar<;o de 18G9.
1
>

-
*
GRANDE LKPDACO
A OINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DE
Flix Fereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprietario d'csto estabelecimento convida ao respciUvel publico desta ca-
pital Vir surtir-se no grande estabelecimento que tem de fazendas, tanto da moda como
de le, e as pessoas que negociam em pequea escala, tanto da praca como do matto-
neeta casa podero fazer os scus sortimentos em pequeas e grandes porcoes, venoen-
do-se-lhes pelos presos quo se compram as casas inglezas ; assim como as excellentis,
mas familias, podeio mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
to aberto constantemente desde as 6 horas a manhaa s 9 da noute.
AS CAMBRAIAS DO PAVO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas trsnsparentes tanto inglezas como suis-
sas teedo mais de vara de largura, pelos
precos de 5J000 at 10/JOOO a peca, assim
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser milito
transparente l.jlGOO, a vara, na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Alpacaslavradas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a 1#00G, o oovado,
ditas lisas temi tambera cor de canna a
800 rs, ditas mescladas muitofinasa 1:200,
o ('ovado, e outras muitas fazendas de gosto
e moda que se vendem mais barato do
que em ostra qualquer parte, no armazem
do Pavao, ra da Imperatriz n. W. de Flix
Pereira da Silva.
Roupas para horneen
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguio, ceroulas francezas de linho e al-
godao, meias cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de 15a, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes que ser3o servidos;
coi a raaior promptido o muito mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
na ra da Imperatriz n. 0,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento dos me-
Ihores e raaiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12000 rs. cada par at 255000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da SHva.
Cretone para lenqes com 10
palmos de largura a 2%
Acaba de chegar esta nova e excellente
fazenda branca propria para lences de um
so panno, garantindo-se que um metro e
urna quarta ou um metro e meio d um
excellente lencol de um s panno, assim
como esta boa fazenda tambem muito
propria para loalhas de meza, rosto etc. e
outros .my.steres e vende-se pelo baratissi-
mo preco de 25 cada metro.
O atoalhado do Pavao
Vende-se superior atoalhado de algodfo
Com 8 palmos de largura, adamascado a
2(5200 a vara; dito de linho fazenda muito
superior a 32O0 a vara ; guardanapos de
linho adamascados a 4$50O a duzia e muito
finos a 8^000, e ditos econmicos a 35500
a'duzfa.
Funtes para vestidos francos
aGlO.
Vendem-se os mais modernos fustoes bran-
cos fiepveis com padroes de listas e de
salpicas proprios para vestidos e roupas de
menino a 640 rs. o cavado, na loja e arma-
lem do Pavao ra da Imperatrizn. 60, de
Flix Pereira da SHva.
Grosdenaples
Chegou para a loja do Pavlo pelo ultimo
\arpor um grande sortimento dos melheres
grosdenaples pretos e de cores, tendo verde
tambem, que se vendem mais barato que
m outra qualquer parte.
BABADINHOS
Vendem-se finissimos babadinhos, tiras
bordadas e entremeios, mais baratosdo que
em outra qualquer parte, assim como espar-
lhos dos mais modernos, no armazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
o. 0.
ALTA NOVIDADE
A LOJA DO PAVAO
Gurgurao de seda
Chegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
nitos gurgaroes de seda, proprios para ves-
tidos, sendo lisos e lavradinhos, com muito
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
linda e de mais phantasia que este anno tem
chegado a este mercado, e vende-se por
preco muito razoavel, na ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
GROSDENAPOLES PRETO A QUATRO
PATACAS S O PAVO.
Vende-se grosdenapoles preto de boa
qualidade pelo barato preco de I 280 o co-
vado, s na loja e armazem do Pavao, ra
da Imperatriz n. 60 de Feliz Pereira da
Silva.
CAMBRAIA BRANCA A 35500.
Vende-se pecas de cambraia branca
transparente, com 8 e meia varas pelo ba-
rato preco de 35500, ditas muito finas tanto
tapadas como transparentes 45500, 55000,
65500, 75000 e 85000, assim como organ-
d muito fino tanto tizo, como de listas c
quadros na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
ALPACVS LAVRADAS PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavao, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para lucio, sendo
muitolargasepelo barato preco de800rs. o
ovado, s na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Sirva.
Cassas inglezas a lio rs o metro
Vende-se urna grande porco de bonitas
cassas inglezas tanto graudascomo miudi-
nhas e de cores fixas pelo barato preco de
440 rs. ometro,garcntindo-se que 7 metros,
do um vestido para qualquer Sra. s na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de
Flix Pereira da Silva.
ROUPAS FEITAS
Na loja do Leo da porta larga
DK **
PAREDES PORTO.
Ra da Imperatriz n. 52, junto aloja deourives.
N'este estabelecimento so encontrar ra da Imperatriz n. 52, loja do Paredes
sempre um completo sortimento de roupas Porto.
feitas de todas as qualidades. Como se-1 Neste estabelecimento encontrar o respei-
jam: paletots de alpaca, de merino, de tavel publico um completo sorlimento de
casimira, bombaras de panno preto, fra- fazendas e roupas que. se vende pelos pre-
ques e sobrecasicos de brins de coros e eos seguintes:
pardos. FAZENDAS PRETAS.
CALCAS E COLETES. Completo sortimento de fazendas pro-
Tem sempro no mesmo sentido um sor- prias para a quaresma, como sejam: gros-
timento completo a prego commodo. de-naples a 25, 25500, 35, 35500 o cova-
CAMISAS E S1ROLAS.
Oeordeiro previdente rASTILHAS ASSCCAKADAS
Encontrar sempre o respeitavel publico
um bonito sortimento de todos os nmeros.
MEIAS CRUAS,
Sortimento de todas as qualidades, de
35 a 55, assim como tambem sortimento
de lencos de linho brancos e com barras
do, moreantiquo de diversas quali lades
a 25200, 25400 6 25800 rs., sortimento de
alpacas pretas e de cores de 500 rs. at 15,
princza, mirin de diversas quididades.
FAZENDAS RRANCAS,
Madapolo de diversas qualidades o pre-
cos commodos, cambraia de 35500 411500
de cor, cbinezes, bonitas gravatas pretas e e 55, ditas victorias de 55500 a 125, pecas
de cores. Ra da Imperatriz b. 52, por- de cassa liza o mais fino que ha no mcrca-
ta larga. I do a 95, 405, 125. com 12 varas, e vara
. PARA ACABAR. i de largura
Urna grande porco de calcas ordinarias SEDAS DE LIS TRAS.
para trabalho a 6 iO e 800 rs. cada um par, Recebeu-se um bonito sortimento d'esta
pechincha na loja do Leo junto a loja de fazenda que se vende a 25500 o covado.
ourives. i CHITAS.
GRANDE PECHINCHA, Vende-se chitas escuras a 280, 300, e
Cassas he cores a 160 rsr o covado, na 320 rs. o covado.
160 RES O COVADO GUARDANAPOS
Chita preta pelo barato preco de 160 o Vende-se esta fazenda de linhc, fazenda
oovado na ra da Imperatriz n. 52 na loja boa a 45000 e 55000 a duzia.
que tem ump^( PJJj.^.W. MEIAS PARA HOMEM
Paredes Porta receben um sortimento di Sorthento de meias inglezas para ho-
1 raem a 45800 55800 e65800 fazenda boa.
pannos de linho, com 27 varas a peca e
175000 e 185000, na ra da Imperatriz n.
52,junto a loja de ourives de portFlarga,de
Paredes Porto.
LENCOS DE LINHO
Vende-se lencos brancos de linho a 35,
a duzia para acabar na loja de Paredes Por-
to. Ra da Imperatriz n 52 loja n porta
larga que tem um Leo pintado, de Paredes
Porto.
THOALHAS
Sortimento de toalhas de peluda a 115
a duzia.
LENCOS BRANCOS a 25200
Para acabar lencos de algodo a 25200
a duziaJ
25000
Vara de bramante de linho superior e
tem 10 palmos de largo.
No armazem do Leo, na da Imperatriz n. e 52, junto a loja de ourives.
FAZENDAS PRETAS
PARA A QUARESMA
&c.
Bareges a 400 rs.
So na loja do Pavo
Se vendem as mais bonitas bareges transparen-
tes, proprias para vestidos com listrinhas a imita-
gao de listras de seda, c vendem-se pelo barato
prego de um cruzado cada um covado, nicamen-
te na loja e armazem do Pavao, ra da Impera-
triz n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Grande pechincha para a
quaresma.
VESTIDOS PRETOS A 455000.
Vende-se superiores cortes de vestidos de
seda preta lavrada, sendo fazenda muito
encorpada e muito moderna, pelo barato
preco de 455, nicamente na loja do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira
da SHva.
COLCHAS PARA CAMA A 55000.
Vendem-se colchas de fusto adamasca-
das para cama, pelo barato preco de 55,
grande pechincha, na loja e armazem do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
COBCnTOUES nclezes a 45, 45500 e 55.
Vendem-se os verdadeiros cobertores
inglezes, de pura 13a, pelo barato preco
de 45, 45500 e.55, assim como colchas de
fustao de cores, pelo barato preco de 35. na
loja e armazem do Pavao. ra da Impera-
triz n. 60. De Flix Pereira da Silva.
A 25, OS BALES DO PAVAO.
Vendem-se superiores baloes america-
nos de trinta a quarenta arcos, tendo as fi-
MOCAMBIQUE PARA VESTIDO A 500 RS.
Chegou para a loja do Pavao um elegante
sortimento dos mais bonitos mocambiques
proprios para vestidos com as cores mais
modernas e que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado.
ALPACAO DE CORDOPARA VESTIDO A1$
Chegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, seodo de cordo e com mais
largura do que a alpaca, com as mais linlas
cores, como sejam Bismark, lyrio, perolas,
roxo, cor de eanna, magenta etc. e vende-
se pelo baratissimo preco de 15 o covado.
ROMERAS PARA QUARESMA A 16J,
Chegaram as mais bonitas e modernas
romeiras pretas de guipure, que se vendem
pelo baratissimo prego de 165 cada urna.
SOBRECASACOS PARA A QUARESMA A 18 E
20.
Vende-so um grande sortimento de so-
brecasacos e palitts sobrecasacados de fi-
nissimo panno preto pelo baratissimo preco
de 185, sendo forradosv de al pac/, e por
205, todos forrados de seda, grande pe-
chincha, principalmente por estarmos na
quaresma, assim como, tambem se vende
um grande sortimento de calcas e colettes
de casimira preta que se vende muito mais
barato do que em outra qualquer parte.
ESGUIO DE LINHO DE 12 JARDAS A 10.
Vende-se pecas de esguio de linho, fa-
zenda superior, com 12 jardas cada peca, a
105000.
ALTA NOVIDADE
A
Loja do Pav&o.
GRGUROES PARA VESTIDOS A 15000,
0 COVADO.
Chegaram os mais modernos gurgures
tas bastante largas, sendo muito fcil trans- P^a vestidos, sendo de todas as cores, como
forma-Ios para Sut o qualquer novo modelo, *'m *??' fu1' r0Sa', b,sm,ark' S8"1"'
e liquidante pelo barato preco de 25 cada rx0 & *f gura e vende-se pelo baratissimo preco
de 15000, cada covado nicamente no ar-
mazem de Flix Pereira da Silva, na ra da
um. sendo fazenda que sempre se vendeu
a 75 e 85, isto na loja e armazem do Pa-
to, ra da Imperatriz n. 60. De Flix
Pereira da Silva.
Madapolo enfestado a 8.&500
Vende-se superior madapolo entestado,
sendo muito encorpado. para carnizas, e
Imperatriz n. 60.
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
PAVAO.
Vende-se urna grande quantidade de re-
tendo cada peca 24 jardas," pelo baratissi- ^os de chila8 e cassas pretas por preco
ido preco de 85500, na loja e armazem do mait0 barato, e quanto maior for a porco
l>avao, ra da Imperatrizn. 60. De Flix 1aeP fngao comprar, mais barato se Ihe
vender na ruada imperatriz n. 60 de F-
lix Pereira da Silva.
Crodeaaples preto
Vende-se um grande sortimento dos me-
Ihores grosdenaptes pretos, tanto lar*
gos como estreltos, seado de 25000 rs. o
por menos de 7 ou 8 tustSes, e liquidara- covado at 45000 rs. garantindo-se que
se por ete barato preoe, por se ter feilo n'este genero ninguem tem melhor fazenda e
orna avultada compra, na loja e armazem que se vende mais barato do que em outra
do Pavao, roa da Imperatriz D. 60. De qualquer parte, na roa da Imperatriz n. 60,
Fl Pereira da Silva. de FetU Pereira da Silva.
Pereira da Silva.
A J,000 varas a &OO rs.
Vendem-se a* verdadeiras cambraias
francezas, com lindos padroes e cores fixas,
sendo tapadas e transparentes, pelo barato
peco de 600 rs. a vara, ou 300 rs. o co-
vado, sendo fazenda que ningnem vende
Una do Queimado n. II
Receberam directamente da Europa as mais superiores fazendas pretas espe-
ciaes para a quaresma, as quaes esto vendendo pelos mais mdicos precos em vista
ja superior qualidade de ditas fazendas.
AliTA IOYIDADE
Basquines pretas de renda, verdadeira novidade, para senhora.
Gorgorito preto de seda liso e com listas assetinadas para vestidos.
Grosdenaples preto largo estreito de diversas qualidades havendo neste ge-
nero o que ha de melhor. *
Basquines de croch pretos, ditos de seda preta com cintos delicadamente en-
feitados, elegantes peplums de seda preta, fichos pretos de renda, modernas cpinhas
pretas de renda e superieras vestidos de gorgurifo preto bordados.
A loja n. 11 da ra doQueimado tem sempre o melhor sortimento de tapetes,
alcatifas e
Esleirs da India para forrar salas.
ARARA
Lourenco Pereira Mendes tiuimaraes, proprietario da loja da Arara, roa da Imperatriz
n. 72, declara ao respeitavel publico e seus freguezes que acaba de concluir o balanco
de sua loja de fazendas e fazer abatimento as fazendas que julgou necessario para
vender mais barato que em outra qualquer parte, por isso roga ao respeitavef publico o
favor de mandar ver as amostras das raesmas para ver como se vende barato.
CHITAS FRANCEZAS A 280 RS.
Vendem-se chitas francezas a 280, 320 e 360 rs. o covado.
MADAPOLO A 6*000.
Vendem-se pecas de madapoto fino a 65, 75, 85 e 95000.
GANGA A 320 RS.
Vende-se ganga para calca e palitts a 320 e 360 rs. o covado.
CASTORES PARA CALCAS.
Vendem-se castores para calcas a 240 e 280 rs. o covado.
LAZINHAS A 240 RS.
Vende-se lazinha a 240,280 c 32 rs. o covado, e outras muitas fazendas e roupas
feitas, fazendas pretas para a quaresma, como gros-de-naple, casemiras e panos pretos
de todas as qualidades, baloes de 20 33 arcos a 15500 rs., cortes de brim para calca
de homem a640 e 800 rs. cada um, por este preco s na loja da Arara ra da Impera-
triz n, 72. F F
Lourenco Pereira .Mendes Guimares paoprietario da lua do grande aribaldi, ru
da Imperatriz n. 6.
Declara ao respeitavel publico, que recebeu um grande sortimento do fazendas
de todas as qualidades, tanto para a praca como para o mato, aos quaes espera Ihe fa-
cam a honra de frequentar o seu estabelecimento que Ihe prometiera vender mlis barato
do que em outra qualquer pai te.
CORTES DE LA A 2400 RS.
Vendem-se cortes de la para vestidos a 25400 e 35000
CHITAS FRANCEZAS LARGAS A 280 RS.
Vendem-se chitas francezas a 280. 320, 360 rs. o covado.
LAZINHAS A 240 RS.
Vendem-se lazinhas para vestidos a 240, 280 e 320 rs. o covado.
ALGODO A 4*000
Vendem-se pecas de algpdo a 45, 55 e 75^00, pecas de madapolo a 6, 75, 85
e 95000.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4*000.
Vendem-se cortes de casemira preta para calca a 45, 55, 65 e 85000, cortes de
ganga para calca a 15280 rs., ditos de brim 800 rs., ditos de castor a 15000.
CHITAS PARA CORERTA A 320 RS,
Vendem-se chitas para cobertas a 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vendem-se cassas francezas para vestidos a 320 e 360 rs. o covado.
NOV1DADES.
Rales de 25 30 arcos, a 15500 rs. cada um, s se pode ter balo por 3Ste pre-
CO,.e outras muitas fazendas pretas para a quaresma, pannos, casemiras e gros^de-na-
ples preto, outras fazendas muito baratas que se do as amostras. Na ra da Impera-
triz ldja do Garibaldi n. 56.
ATTENCaO
Lourenco Pereira Mendes Guimares, declara aos seus devedores que entregou ao
sen procurador o Sr. Rernardino deSenna Das as suas contas para elle promover seu
recebimento conforme Ihe convier aroigavel ou judicialmente, por isso roga-so a todos
os devedores vir entender-se com elle na roa da Conceico da Boa-Vista, ou na loja a
ra da Imperatriz n. 56.
INJECTION BROU
9 avMii iaet, Mimi nw. is.
CMa m*> i.ciiuuh. ilun,*. % u|
da oitUMM.) rtm, a ot
Rua do laciniado n. fltt.
Novo e variado sortimento do.pcrfuraaria.-
linas, e outros ohjec!
Alm do completo sorlimento de perfu-
maras, de que efectivamente est provida a
loja doCordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna'
notavel pela variedade do obyectos, superior!-
dade, qualklades ocommodidadee de pie- j
Cos; assim,pois,oCordeiroPrevid.-nle pede!
e espera continuar a merecer a apreaaeSo \
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, Bao se afas-
tando elle de sua bem conhaedamansidao
e barateza. Em dila loja encontraio os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos memores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrifieia.
Dita de flor de larangeirat.
Dita dos Alpes, e violeto para toilet.
Elixir odontalgico para conservarlo do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente,
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeirO.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de de-
ferentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos. 4
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
CaixinMg coni bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada conteni fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de pertumaris finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca. .
Especial p de arroz sem composicode
cheiro, epor isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e francezapara dontes.
Pos de camphora e outras difidentes
qualidades tambem para dente?.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um outro sortimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com (Hete de vidrilhos
c alguns d'elles ornados de flores e litas.
esto todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
GOLLLNHAS E PUNIIOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivellas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escdlha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
O que de melhor se pode encontrarnes s
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para vlagcm.
Bolsas de tapete e carteiras de couro, por
precos commodos.
Chapelinas de palha da Italia rnui bem
enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
gosto.
E assim mulos outros objectos que sc-
ro presentes a quem se dirigir dila loja
do Cordeiro Providente a rua do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS.
CHAPEOS E COQUES.
0 Cordeiro Providente rua do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de procos.
ALEN D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites do seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de gal loes do la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos e apreciados ; compareci pois os prc-
tendentes que serlo servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e rendas de
guepure.
LUVAS DB PELUCA.
De todas as cores tanto para homen-
como para senhoras, constantemente ?cham-
se a venda na loja do Cordeiro Providente :
rua do Oneimado n. 10.
DR. PATERSON
De bfcmnth e innguczJa.
Remedio por exctllcncia para cembater
a magreza, facilitar adigestlo, fprticar
estomago etc.
DEPOSITO B5PEC1AL.
Pharmacia (eDurlliolon.eu- C
34------Rua larga 00 Rosario------34-
~lARPE 'EITAL""lillASILEIBO
DE
POXTA OEEMBAISA
i MI'OSTO E PBEl'ABADO
Pele -.IiarmaecErlIco
Jos da Cruz Santos.
Esta planta cujas virtudes medicinaes
existiam desconhecidas para a maior parte
dos nossos facultativos, devendo-se a sua
descoberta o uso que d'elle faziam os
nossos indigenas (pie menrisvaitavam,erm
a sua applicacSo de tidos os soffnraentos
pulmonares, 6 boje conhecido como o me-
dicamento mais ellicaz para a cura de m-
ihma, bronchite, coqueluche, penemonia,
e at a phtyslca, produzindoum elTeito mi-
lagroso e pn mpto.
Para um adulto 3 i colheres de spc
ao dia puro ou era cosiraento peitoral.
Crianeas, '.) ;i 'i colheres de cha..
Preco 2OO o frasco.
Pernambuco, rua Nova botica n. '6\J
"SEDAS PRTPAASRA A QUARESMA
a :u 0 COVADO.
Vendem-se sedas pretas lavradas, fazen-
da muito superior, que com avantajada lai-
guraque tera, 14 OU lo covados do um
vestido, e sendo fazenda (|ue em uutra -
qualquer partn nao se vende por menos *)
M00O, mas por se ter comprado *ma
grande porco vende-se a :(:SU o rovami
nicamente na loja rua da Imperatriz n. 60 de Flix Perefc
da Silva.:__________________.
Meias elsticas de borracffti.
As melhores e excellentes meias ela-li-
cas de borracha contra varizes e erysipellas.
Vende-se na
Pharmacia o drogara de
Barlholomcu & C
34rua largado Rosario34
VERDADERO LE HOY
del Dcct ar S! G N 0 R E T, Quice Sussct,
roe de seras.
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la toub, /"\,yy '
i lo .1 M11IUO
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T r I !3lod fslef
':>' h bacM Mfftat4> 5-
ire i'ari, Loodl^l,M Inca
M HacattAn poattto.
Fazcudas de gado.
Vendem-se seis fazenda? de gado na riheira do
Sefid, denominadas Roa-Vista, P do Perra. Mn-
lung, Mundo Novo, Inp.i e Serrote, todas mnilo
boas de criar e de um s.t bem eonherido naqncl-
la riheira : os pretndeme* podem dirigirse rn>
do Vigario n. 81, Io andar.
Ventem-se moeda< de onro de f! francos :
no escrjptorio da rua dn rommerrio n. 9.
Madame Adour tem a honra de parti-
cipar ao respeitavel publico que recebeu pelo
ultimo vapor fazendas finas de muito gosto
como sejam:
Vestidos de gase de chambery
obra rica
Chapeos para senhoras e meni-
nas
Manthosde renda preta
Casaquino de guepure preto
hurnous
Baloes brancos
Vestuarios de fustao para ho-
mens
Rua do Imperador 1.* andarn.
23
VINHO DO PORTO
Chegaram ditTerentes qualidades no de-
posito de vinhos em casa de Theod. Chris-
tiansen, rua da Cruz n. 18.
Vende-se urna mulata com habilidades : a
tratar rua do Hospicio n. 47
VenJe-'e o dominio direct de alguns afo-
ramentos dos engenlio* Pores e Giipii, preferin-
do-se os actuaos foreiro-, a enten ler-se com Ma-
noel Joauaiin do Reg Alfcuquerque no eaeenho
P8T98.
Os |m acottcxemplaresaue lestain das pro
lecefles de dirrtlo nlemacionai, o de diploaiorfa
coma leirNIacin pa'rla. pelo Dr. Antonio do Vas-
eonrellns Uenezes do Druminnnd, ach.m-se ex-
poMosvenda s ruasdn bnpearior n. 74. .fa
le eneadei naci do Sr. Paula Monteiro, e do Gras-
po n. fl. livrai i.-i franceai.
Vendem-se hoas esnavas insigiies engont-
madeiras e mzinhoiras, 2 b ditas nimnbandas to
idade 16 a 18 aunes, com boas habilidades, 1 ex-
cellente coziiiheiroe copeiro, de idade 22 annos,
I escrava propria para eftgwhd c boa lavadeirn,
nuileca de idade l) annos por 8003 : na U-a-
vessa do Carino n. I.
Tinta rxa de Mon-
teiro.
Vende-se tinta n'ixa de Monteiro para rscrever:
na loja de calcado do sobrado amarello da rua da
C.niz n. 2.
ESCRAVOS FUGECOS.
Fupio de 18 para 19 do corrtnte o mulato djj
nome J'i-, idade de AO a 50 anuos. Bagro, all fi
regalar, cabellos qnasi corridos, go^ta de andar
bem vestido, calcando al|>er^atas e as vezez In rzc-
uins, mulato do serlao (Rio do Peixe), rost
andar com camisa de algodao hranco e as vezes
com camisa de madapolo, e tambem usa psl t
de eavemira pretR, evoa mais ui.i surr de ri,n-
ro e um bab de do, desconliase que lenha se-
guido para o Rio do Peixe, peta estrada de Nn-
n-lli : iveommenda-se as autoridades e camtaes
de campo que o apprcheadam e o remetan) a sen
senhur, rua da Praia n. 47, padaria, que serio
bem recompensado*.
lOOS de graitaflo
Fugio uo dia 11 de Janeiro do comnte ann^
do enpenbo auuura, freguezia da Escuda, o es-
cravo preto, crioulo, de annos de idade, cha-
mado Marcelino, que foi do Sr. JoSo da Cnba
Pereira, cujo escravo esteve no deposito geral,-o
tem os signaes seguintes : alto, secco do Tpo,
rosto mnito macrado de bexigas, falta de Vntei
na frente, cor preta, sabio de chapeo do chile, p.
letot e calca de castor, levando um l'ahuzinho
flndres eom mais roupa, e suppie-ve estar
freguezia do Cabo : qnem o apprehender leve-
ao dito enpenhn, ou rua da Senzala-nova n. 39,
escriptorio do Sr. Rernardino Pontual, que reee-
ber a gratilicacan artma.
Fugio do engenho Jacobina, comarca do Ca-
bo, ao amanhecer do dia 1.1 d.i correnle miz b
anno, do abaixo assignado, um escra pr>to da
nome Antonio, conhecido por Canden, idade de 58
a 30 ann s, pouro mais ou menos, alto, ps gros-
sos, tem una das juntas do me>mo um pnuco
grossas, andar banzeiro, levando chapeo de fiplfro
j usado, camisa de algodao azul e sen ma de al-
godao americano, cujo escravo veio de Huique pa-
ra Pao d'Alho. para onde se desconfa ter seguido:
rogare a qualquer autoridade policial ou capitn
de campo a captura do dito escravo. levando an
engenho cima, m a rua do Caldeireini n. t, a
Sr. Francisco Quintino Rodrigue* Esteves. que
ser generosamente gratificado.
______ Antonio Carneiro Ijns e Mello.
Fugio de bordo do palhabole nacional Ama-
ro, um mulato clan de nome Jnsiino, estatura re-
ffular, cbelos carapinhadns e tneios ruiv. g, penn
barba, tem urna pinta preta no canto do olho direi-
to e om taino as costas ao mesmo lado.; k
vestido camisa de chita com listas verdes, e um
de nina cinta com borla encarnada | ara ai.
a< calsas natural de Santa Anna do Main na
provincia do Rio Grande do Norte. p?rs onde tatos
queita ir, tambem muito desembarazado "" 'a*^
lar. Recemmenda-se aosaoicstres de barcac
a qnalaner pessoa que o agarrar, t>vir rn^
apiche n. 4 ou bordo de refMido navio qne
seta jencrosamento gratificado.
'

i nffifta


8
Diario de Peniambuco Quarla. feira 24 de Marqo de 1869.

TTEEATRA.
Saudades do serto
Invern! Rasgara-se as nuvens,
jase alaga todo o chao...
Ai que tempo venturoso
as campias do serto!
Caiaditiva no telliado,
0 rio corre no prado,
Salta alegre e herra o gado
Ouvindo o som do trovo!
Ai que saudades que eu sinto
;) i vida do meu serto !
(juem me dera ueste iusUnt**
Voar as azas do venlo. .
A'quellcs campos formosos
Onde est meu pasamento !
Onde o miman, o panasco,
Crescem debaixo do casco,
Da rez que foge ao carrasco,
Da que procura alimento.
Ai que saudades dos campos
Onde est meu pensamento!
(Jue vida! Que docessonhos...
Que noites as do casal!
Ouvindo mugir as voceas
De quando em vez no curral;
E uar cavando o terreiro
O novillio mocambeiro...
Beserrnhos no chiqueiro,
Boiotes nocapinal/
Ai que saudades dos sonhos..
Das noites l do casal I
Mal desponta o da ainda,
Bella moca, sem enfeite,
Eis corada e graciosa
No curral tirando o leiteI
Enclie a cuia, e toda euleio,
Cabellos sollos no seio,
Vai olfrece-la a quem veio
Contempla-la por deleite!
Ai que saudades da moca
No curral tirando o leite!
E perto o moco vaqueiro
N'aquelle mesmo lidar...
Clieio o pot >, solta as vaccas,
Se arruma p'ra campear;
Enviando da porteira
A morena feticeira
Urna palavra faceira,
Brando riso, arderte olhar I
Ai que saudades do moco
Quando sai p'ra campear!
E encourado, no ginte
Correndo peas ribeiras,
Aos visinhos pede campo
Para as rezes catingueiras ;
Ou vai curar os garrotes,
Ou vai juntar os boiotes,
Que despersos, em magotes,
S bebem as ipueiras.
Ai que saudades do moco.
Correndo pelas ribeiras I
Heunidos os vaqueiros,
Que vaquejadas ento!
Derruba-se o boi sagonho.
Que nao conliecc ferro ;
E ao touro mais atrevido,
Se ao curral conduzido,
Topa o rapaz destemido,
Saltando do campeo!
Ai que saudades que eu sinto
i )as vaquejadas d'ento!
E pelas vargens o rio
Convidando os nadadores;
E as (Tiimatans nos acudes
Provocando os pescadores!
Combinam-se as pescaras...
Que tradiras luzidias!
Qnantos risos, qif alegras,
Afugentam dissabores.
Ai que saudades da pesca
E tambem dos nadadores,!
Ou limpando as lazarinas,
Quem nao gosta de cacar
As marrecas na laga,
Jacanans a mergulliar?...
Ou se principio de maio,
Nos mattos o papagaio,
Que ligeiro e sempre gayo
Em bandos passa no ar?
Ai que saudades agora
Dos rapazes a cacar!
E em casa, tomando o ctteo
No cornimboque lavrado,
O velbo pensa, ou conversa
No batente acocorado,
Em seu cachimbo fumando,
O p do chao alisando,
E n'olle uib ferro mostrando
De boi seu recommendado.
FOLHETIM
OS Mil DE CiVEWi
I'OR
lie Berthet.
No
Ai que saudades do velbo
batente acocorado!
Em quanto a dona da casa
Cosinlia o seu requeijao;
O sro tira coaldada,
Faz queijos de prensa c mo...
D come- ao carora...
Fillio que a mi engeitra,
E que toda noite urrra
Se lembrando do pirao.
Ai que saudades da dona
Cosinltando o requeijao!

E no terreiro os meninos
Fazdndo seus curraesinbos,
Os penis, galinhas, patos,
E n3o longe oscarnorinhas;
Aqui relincha o melado,
Alli dorme o cao de gado,
Alm o canto entoado
Do rapaz, e passarinhos.
Ai que saudades dos patos,
Dos penis e carnerinhos!
E de tasde, que passeios
Nos arredores, no val!..
Eu nos moires m'assentava
Da porteira do curral,
Vendo a vacca que voltava
Vagarosa e logo entrava,
E o menino que aboiava
Cora seu tom sentimental.
Ai que saudades das tardes
Na porteira do curral!
Eis que o sol desapparece,
Ja ua noite desee o manto...
Longe canta a sariema...
"Longes sons... que doce encanto ;
Fecha os curraes o guieiro,
Pede rancho o boiadeiro,
A' casa volta o vaqueiro,
E os arreios poe no canto.
Ai que saudades das horas
De tao doce e mago encanto!
E seajuntando a familia,
Para acoalhada ceiar,
Se nao resa logo o terco,
Finda a ceia o vai resar *.
E depois perto fogucira,
Fia aqui a fiandeira,
Fuma o velho n'uma esteira,
E todos a conversar.
Ai que saudades do terco,
Que a familia vai resar!
Conta o moco urna proeza,
Das vaqueijadas do dia,
O velho recordji um caso
De quando se diverta :
A velha conta urna historia...
O vaqueiro urna victoria...
Cada qual tem sua glora,
Seu feito de bisarria.
Ai que saudades dos casos
Das vaqueijadas do dia.
T que o somno se intromette
Para acabar o sero...
Ai que vida d'innocencia,
A vida de meu serto!
Quem l deseja a cidade?...
Entre o amor, entre a amzade,
Alli tudo flicidade...
Purezas do coraco!
Ai que saudades qu'eu sinto
Da vida do meu serto !
Juvcnal Galeno.
\oi ri itvtf.
(PHANTASIA.)
Ao Dr. J. Xavier da Silceira.
III
Tuas espaduas de urna pallidez fugitiva,
eram como um frco de avalanehe receben-
do a nesga embaciada do sol, que se reflec-
te as geleiras.
SulTocando na alma o inferno que me
consuma, I i berta va a fronto de um pesa-
dllo horrivel, como o Satn de Milton, e
os labios, o transmissor do sentimento, te
enviavam os meus suspiros as azas do
torvelinho, o qual, como som de perola era
crystal luzido ia nos umbraes de tua ogi-
va, dizer-te o mote sonoro de um hyrae-
neu tremente.
Lembras-te, Eleonora ?
Eu te espreitava tmido e te osculava de
longe.
Tu n3o me vias.
Einbacava-me no negro manto da noute
e pareca um cadver boiando na superficie
das ondas.
^ Era o homem joguete do infortunio.
Era a estatua da desgraca joguete do sof-
frimento.
Pobre moco!
Symnolo de urna Luda exquisita me con-
torca nos phrenesis de una desespero atroz.
Trmulo e sem forras me vi a no isola-
raento.
O mar abria-me as fauces medoahas, co-
mo um tmulo enorme, como abafasse o
fogo que o coraru incendia no cerebro.
As ondas, assingelasnereydas da tadfc-
Co paga erguiam o seu corpo e mostro-
vam o seu gorro de luz, comocyrios da mor-
te nos braco do ocano. A' noute, o co-
veiromisterioso das catacumbas, vendjnra
me osolhos com seu veo di" trovas, fasci-
nava-rae como seu abraco silencioso, e me
opprimia com os guantes pesados de sua
mortuoria soliiWo. Ttntaa a morte n'alma,
tinha-a por toda a parte dolorosa, triste e
feia como um adeus de moribundo.
Eu tambem chora va.
Com os ps sob*e o abysmo, va a face
luzentc de* Vesper desmaando de luz, o cor-
tejo brilhante de Venus no seu tapete da
via lctea e asHyadas em mrbidos des-
raaios, treme luziando ao redor do Taurus
como que te saudaudo.
Choravamos. O pronto nos conchega-
va. Nossas almas se elevavam nos thre-
nos do sentimento e a sociedade nos sepa-
rava como um abysino.
A realidade e o idealismo. .
A esperanca e a mentira.
Margarida, Fausto, c Mephstopt teles.
Nse o impossivel.
VII
A viageut.
(Continuaco do n. 60)
Josephina, com tudo, nao ficra tranquil-
la : parecia-lhe priraeiro que todo indis-
pensavel prevenir Grandval da presenca
do forcado a bordo da apor para se acau-
tela r. N'este intuito procurou com a vista
o capito.
Estava ainda conversando com o piloto e
pareca tracar um desenho segundo as suas
indicaces, em quanto elle tomava tambem
as suas notas. Absorto no seu trabalho,
nao vira Rigaut conversar com Josephina,
mas quando reparou que esta o chamava,
veio logo.
Parece-me que so esquece muito de
mim, meu amigo, e, coaatudo, urna pobre
rapariga est exposta a militas semsaborias
n'um navio onde vai tanta gente.
Desculpe-me, chara Josephina, porm
eu oceupava-me de um trabalho cuja im-
portancia mais tade reconhecer. A altura
era que navegamos verdaderamente te-
mida pelos marinheiros : aqui multiplicam-
se as dilBculdades da navegaco em con-
sequencia dos roehedos, dos baixos e tor-
rentes, e pelas indieac5es d'aquelle hbil
piloto quasi tenho um roteiro entre Cayen-
na e o Maroni. Tenho notadas todas as
f tsayons e recito mais perigosos, qne elle
me indicou minuciosamente: Bem poder
comprelieuder de quanta utilidade rae ser
tal mappa, se, como eu supponlio, tiver de
levar o meu navio para alguina enseada
d'esta eos a.
Ah meu excellente amigo, redar-
guo ella enternecidao bom xito da nos-
sa empreza, se o obtivermos, ser devido
sua iutelligencia e sua dedicaco Eu
apenas disponho do enthusiasrao o boa
vontade ; mas, ainda assim, o seu zelo pela
causa coramum nao deve fazer-lhe esque-
cer os pergos pessoaes.
Ento contou-lhe a entrevista que Uvera
com Rigaut e as ameacas proferidas pelo
forcado, com o que Grandval nao se mos-
trou inquieto ; com tudo, meneando a ca-
beca, disse-lhe :
A presenfa d'este tratante na peni-
tenciaria de Maroni ser mais urna diffieul-
dade para nos : nao que eu receie cousa
alguma por mim. mas devemos convencer-
nos de que Rigaut exerce um po ier occul-
to sobre os outros forcados. Na nossa
presenca disse elle ser urna especie de rei
da prsao e isso provam-no os atlentads
de que eu estive prestes a ser victima :
quem sabe mesmo se a audaciosa tenta-
tiva d'aquelle monstro nog*ro teve lagar
por induccSo delle ?
Josephina estremeceu.
Nao falle mais d'isso, Pedro, eu Ih'o
supplico!disse ellaEssa horrivel recor-
dacao traostorna-me as ideas o nao se me
alfastar da imaginaoSo anda que eu viva
cera anuos I
Ah I n5o estar eu l I Feliamenie
que esse bravo Miguel se atirou de ps e
mos contra aquello maldito negro I.. Mas
nofallemos mais n'esse assurnpto, que
tanto a afflige. O que eu estou reeaiand,
porm, que a ominosa influencia do H- j
gaut se v ainda exercer sobre o carcter j
de seu pai, naturalmente dcil.
O amor c o mundo, o corarlo e os pre-
conceitos.
Lembras-te Eleonora ?
IV
Que dr sinislra te esniaga naquelle mo-
mento fatal ? Que tempestuosa ventana I
Jescerrou-tc o clice o evaporen o ambi-1
ente, que o solbemfazejo do amor te pres-
in para conforto de tua serva vital ? Que
commoco maldita transformou o teu por-
te senhoril em figura de allico, que espe-
ra os lumes da alvorada, para no sanetua-i,
no do peito soffrer e amar /
Como eras bella nessas horas silentes em
que a visagem prateada de Phebo tem a
fronte de sultana reclinada nos coxius do
J infinito, e o corpo invisivel cingido pelo
amitho azul das ejpheras, bordado pela
mo de Deas com sidreas lantejoulas.
Parecia-me urna visao nos sonhares d e-
licidade, quando o anjo das vigilias debru-
Ca-se sobre o leito, magnetisa o espirito com
doce bafejo de sua anglica poesa, accende
na alma a para voltil de urna sensaco su-
blime, faz o coraco bater em mrbida lan-
guidez e d o espasmo ao corpo que descan-
ca e ao espirito que sonha.
Tu me Mostravas a alma nesse extase ele-
vado, que arrouba os sentidos, e como que
asphyxia o pensamento mergulhando-o em
urna lethargia doce e aflavel. Eu te va
bella como cssas coiiceproes vagas e aereas
que illuminam o genio do poeta e derramam-
Ihe a jorros a luz grandiosa de urna idea
brilhante e fugidia, como meteoros polares
as manhas dos equinoxins.
Surgias-me cautelosa e tmida como a es-
trella do pastor na sua gravitar o brilhante,
paludo comparsa do prestito-nodurno, m
rende a vassalageui luminosa rainha das
trevas, quando esta divaga pelos espieos e
meneia um sorriso faceiro no jaculo de seu
clarao crepuscular.
Ahi no ten recanto, pensativa, qlede 1-
luses a mente eseraviaada pelo amor nao
enconlrava nos teus labios serios, como de
estatua, na tua fronte paluda, como um
symbolo de marmore, o nos teus olhos hu-
mectados de lagrima* como as da Magdale-
na aos ps da tras,
S eu sei os poemas que sonhava, as
dores que soffria e os gemidos que a vira
Cao me roubava para levar aos teus castos
ouvdos.
Ah !... Quando o dedo da paixoe o an-
ecio da dor (mam abrir a cicatriz immensa
e incuravel, que o nosso amor sangrava no
teu seio de virgem, e tu. nao podendo sup-
portar essa commoco energmeno que te
atravessava, com urna das mos tiritando
de fri amparaste a testa dormente, cujo
embacado tinha o vernz da pellicula do
jambo, e com a oulra apertaste o seio late
jante e fremente, como jazida de um volcao
prestes a arrbenlar-se.
Eras digna de verse; o estatuario estu-
daria um contorno sublime no teu divino
modelo ; o pintor esbocaria urna virgem la-
crimosa, como o poeta-criara urna epopa
monumental, como o Tasso nos olhos de
Armida, Cames em Natercia e Dante cm
Beatrice.
Eu estava atnito e alquebrado.
Quizera arrebatar o universo, das mos
de Deas, esboroal-o de um jacto e sobre as
ruinas do cadver immenso passar comligo
em meus bracos, como romeiros do felici-
dade e... a um^rif de teus labios tudo sur-
gira brilhante e espendoroso para saudar
o madrugar de nossos amores.
V.
Fugiriamos para bera l^qge.
L no serto. Nos savanas rdanles onde
Flora recebe Diana na sua toillette de flores,
enche-jhe o regaco de ptalas, e guarnece-
llie o eolio com catelites ediamintes.
Ahi as horas brandas do mormaco por
entre as alfombras dos matagaes, ao lado
do indio erranle, donnitam os poemas da
natureza, cantam as cigarras dos poetas pri-
mitivos, escuta-se o balalo dos redis arca-
dianos, i (rauta dos pegureiros, sargena as
nymphas do bucolismo c o sol apparece a
medo como almenaras do dia.
A noute os troncos altivos dos jequstibas,
poleiro enorme das harpas de trra, collo-
carab sea barrete de nevoes, a sua tnica
de n blinas, contoniam-sedegeadas e pare-
cera gigantes sem fim, phantasmas informes
que segredara cora o infinito pela voz dos
lurlcoes e pelo estampido dos esparos. Sao
as vedetas dessas regioes sem limites e as
guardas dessa vegetarlo luxuriante.
l no meu berco natal, onde o bemtevi
canta saudoso, o sabia enche os sylvedos
de harmonas, o colbry corta os ares, como
relmpagos multicres, e a irer rapressio-
na com seu grito montono.
E nesse Edn de poesa que meu patrio
rio se espreguica indolente como a tapuya
na sua rede de pannos, os campos inlloram,
os vales espargem aroma- e* tudo nos diz
amor.
L est o m;u tugurio, solado sobre as
grimpas de um penhasco, com um ninho
de gaivola, ou orno a choca do pescador
ouvindo o tumultuar constante da cachoei-
ra, que referve em catadupas de espuma 8
mostra no pego enorme o tremendo bul-
co.
Alii me corre a vida tio tranquilla como
a alcyone folgaz que voeja sdbre as aguas
do Lepante, ou subtil alba-
troz que empana a lisura dos ocanos com
suas azas selvagens.
E'jira paz divino, temas pompas do Ori-
ente e os perfumes do Levanle.
Queres vel-o, Eleonora ?
perolas c circumdam-lhe os tenidos vapores
da manhaa, como um cortinado de nevoas
que a mo de Deus cerra com a noite e
abre com o sol, parece a odalisca de-
licada, que exhala as fumacas do aromtico
latakia no san cachimbo de mbar.
O ocano e as cordilheiras parecem sul-
t5es do seu serralho.
O Indo, os minaretes e os j ardas sao
como derviches, que guardam os thesouros
de seu senhor.
Tudo le sorri, tudo poesa e pompas,
como eja obra prima, que o architecto
divino expz na galera do universo.
Exhalam-lhe perfumes o verde pmpano
o nardo, o cravo, o intenso, a mirra, a
rosa de Bengala e o molle agapantlio.
Cantam-lhe as serenatas do amor, a can-
tilena do nauta, o canto arrente do cvpaio.
a guitarra do paria, a voz dos monestreis e
as cancoes de seus guerreiros.
Voltejam ao seu redor em voluptuosos
brados, mmvas de seus trovadores, os
adityae de suas leudas, os duendes de
suas banaderas, as hamadryadas e as suas
apoaras.
Seu cortejo traz na frente, Indra, a irma
da Freya rnica e da filha das espumas,
Agnis, Varuna, Kuvera, Vayus, Icama e
todos os myrhos de sua potica tradccSo.
Os seus poetas tangem o alade sob a
projecrao umbrosa das-palmeiras indian-
nas.
Eis o Oriente magestoso, o morgado so-
berbo, que fez o espolio das bellezas da
trra e constituio-se o rival de Deus.
A' sombra da magnolia, tendo por docel
suas flores odorantes o por narctico o
perfume que embriaga, querers t, ouvir
um cont de fadas ? Escutar urna ode Sa-
lia/ Lina scena de Calidasa? Lina stro-
phe de Hamayana? Um hymno do Rlg-
Veda ? Um episodio do Mahbratha'?
Queres, Eleonora?
este anno pastoral alguma para a quarc"
ma, para nao ver-se obrigado a soffrer a
mesma sentenca que pelas leis fundamen"
taes do Estado se deu contra sua pasto"
ral do anno passado, que assim como
foi confiscada, assim tambera seria a de
1869.

faremos a diligencia por desviar meu pai
de ms inspiraces. Em summa, meu
charo Pedro, agora qu3 est prevenido,
peco-lhe toda a prudencia.
O resto do dia passou-se sem incidente
digno de menco. Breve se chegou ilha
Real, onde houve urna paragem dealgumas
horas, afim de largar passageiros e alguns
provimentos. De tarde recomeepu a va-
gem para se chegor foz de Maroni.
noute tornou-se agitada : o mar era
spero e o vento demasiado forte.
Josephina procurara um refugio n'um
camarote de nutras* mulheres, e, como
de crer, pouco dormio. Apenas raiou o
da, logo ella deixea o quai-to em que pas-
sra a noute e subi ao convez, procurando
ar mais puro e mais fresco.
N'este momento o aviso approximava-se
da costa, que resplaodeda sob a luz ma-
tinal, e j se via a grande boia que indica
a entrada do rio. Os raios do sol, reflec-
tmdo sobre as vagas, como que matizavam
o mar das variadas cores do ouro, das
perolas e dos brilhautes. X ierra, boma
decida pelo orvalho, pareca sahir pouco e
pouco do seio das aguas, lancando em
baforadas as mais suaves emauacoes, era
quanto que as borboletas de brilhantes co-
res se aventuravam sobre as ondas, como
os primeros mensageiros da verdura e
das flores.
Josephina contemplava admirada este
superabundante espectculo. Ao seu lado
estava sempre Miguel, que a nao perda
de vista no raeio d'aquella multidao de ma-
rtimos, militares e depredados, .e, dt-p-tf
de una noute passada sobre o mvm, o
bravo sardo-mudo bocejava a poirto da
deslocar os queixos, iadidareate JuaeUas
bellezas da creaco. O capito firaadval
apenas se approximara um mmawto de
Josephina para saber do seu astado da
Tens razo, a minha phantasia precipitou
rae.
VI
O serto rido. Para Romeu c Julieta,
Shakspeare scismou as ondas de Veneza.
A cidade dos doges serena de mais, o
leo de S. Morcos dorma ha seculos, o
meio da muito fri, nos sonaos filhos dos
trpicos, vamos alm... Oriente...
Ao largo... ao largo...
VII
Deixemos a esposa do mar acompanhan-
di, na harpa das ondas e no lyra dos
ventos, as cantilenas sentidas que suas ilhas
cntoam junto ao tmulo de Manin.
Deixemol-a procurando o miel de seu
thalaiao legendafto.
Mas adiante ruge o Bospboro as moaa-
dias das tormentos, nos'cosdas tempes-
tades.
Sao os ossodos dos martyrs que pro-
testara, o canto do exul dos Sarmathas,
[ue passa pelos sinceraos da trra, beija a
ace das ondas e marcha para R>ma ; o
pranto incessante de Hero que chora a ca-
tastrophe de Leandro, as ribas sonoras
de Abydos, Q gemido pungente de Pro-
metheo, manietado no Caucaso, pedindo
vinganca contra o fogo do eco ; sao os sus-
piros que exhalara as auras da loma, como
queixas do cantor dos anin* ie Iklenu;
o Leviathau que transita e deixa vestigios
como abysmos nesse mar, ao qual a cs-
iripturo chama grande mar, o mar que vio
Deus e que Adiante----- trra do luz-----
L est...
VIH.
Alvejam-lhe nos cncoslas a brancura dos
casaes, parecendo refolhos do seu vestido
de gaze.
As suas praias semelham-se poeira de
prata, abafada pelo mar que empina o seu
dorso, como um cavallo selvagem, eujas
crinas deTouro o sol Ilumina com o seu
disco de fogo.
As cimas risonhos de Ceyao com seu
bonet de opolo e crystoes, como pharol
im;nenso. dardejam aos raios solares.
Ella desparta de seu sonho ardente. O
Ganges entorua-lhe de seu lveo precioso,
o incens e as aguas cor de leite para o
brilhantismo da sua toilette de corteza.
O sol terrete a nev das gargantas ge-
ladas do Himilaya, quo parece chorar de
contentamento pelo bjn estar de sua filha
dilecta.
Ella ainda est reclinada no seu leito de
Nao,
rae.
bem sei: a phantasia preeipitou-
X
Reatemos.
Meu berro natal nio tem encantos,
paraso para os cancioneios da Arcadia
e os enthusiastas da Buclica. Virgilio
ahi estara contente. Gesner, Ubland e
Rodrigues Lobo em sublimes idylios procu-
raran! a l'aia do cysne de Mantua.
T nasceste para o grande mundo, nao
nasceste para a poesa.
A lyra e a frauta te incommodam.
O Oriente nao te desperta o fogo da ima-
ginaco. As perolas de Ophir valem menos
que os brilhantes de Lutecia. A porcelana
chela de arabescos nao se equipara aos al-
catruzes dos capiteis de teu jardim. O ban-
ilolim dos bardos nao tem a harmona do
piano de Thalbrg e Arthur, Vyara, Vanikis
e Agastia nada sao ao lado de Bellini. Mayer-
ber e Donizetti.
Tens razao!
Nao devemos ir longe, para que ?!
O uosso amor lilho das trevas, nasceu
de urna serenata, no fri das noutes hy-
bernaes. Araemo-nos no silencio ; e quan-
do o mundo jazer esquecido de si, ento
fallaremos a sos e cantaremos a nossa ba-
bada como lenitivo ao soffriment.
O nosso amor odiado pelos hoinens e
o nosso coraco apunhalado pelos, precon-
ceitos.
Amemos a noote, porque ento as nossas
almas terio o vago e nocturno de um sonho
incompleto.
Ser urna meloda nocturna.
INCENDIO.A alfandega de Trieste aca-
ba de ser presa das diammas.
Em ama d"estas ultimas noites, pelas
duas horas da madrugada, urna salva de
seis tiros de artilharia annunciava aos ^abi-
tantes que um incendio havia rebentado na
ddade.
Urna espessa nuvem de fumo, e grandes
columnas de fogo rompiam dos vastos ar-
mazens da alfandega, situados ao longe do
rio.
Conseguio-se, com muita diflkoldade,
solar o foco do incendio para salvar as
construccoes prximas, assim como os na-
vios fu ni loados na baha.
Entre outros pude salvar-se o Sitos, que
estava carregado de cereaes.
A maior parte dos armazens flcou des-
truida.
Esta desgraca tanto mais deploravel
quanto mais consideravel, por isso que ha
um mez os caminhos de ferro tinham con-
duzido pelo menos 2.300.000 quintaes de
mercaduras.
O fogo pegou naturalmente n'um depo-
sito de espiritos.
(Iracas coragera dos soldados, podrara
retirar-se os barris de oleo e um grande
numero de materias inflamraaveis.
SORPREZ.-k.-Um negociante dos Esta-
dos-Unidos, chamado Smith, arruinado pela
crise do algodao em 1857, desappareceu
sbitamente de S. Luiz, onde abandonara
sua mulher o tres filhos, dizendo-se que
elle attentra contra a sua vida.
Sua raulher tem chorado por espaco de
dous annos a sua viuvez, mas Smith nao
estava morto.
Depois de umitas peripecias dirigio-se
California, onde, ao cabo de alguns annos
de trabadlos infructuosos, teve afinal a for-
tuna de encontrar um jazigo de ouro de
consideravel valor.
Voltou logo incgnito para S. Lniz; fez
a corte sera ser reconhecido; a sua mulhcr
que acabava de enviuvar do seu segundo
marido, Mr. Bradford, e casou novamente
com ella.
Sua familia tinha augmentado com dous
lillios de Bradford, quando, junto ao altar,
se fez conhecer a sua mulher pelo sea vor-
iladero nome.
A noute abre os seus seios e faz nascer
a filha do dia, ella atira um raio de luz so-
bre a face da trra e contempla a sua fronte
siderca no cspelho dos mares, parece cas-
tell pdica que se mira de relance no seu
trem dourado.
Boa noute, Eleonora!
Ayamonte.
a quem no dqixra de acomponhar desde
a vspero.
Umo vez entrados no ro, mudou o quo-
dro rpidamente. Transpozera-se a praia
arenosa dos Halles, situada na embocadura
do Maroni, .e onde abjuraos centenas de
degradados
madeiras. O navio
enire duas margens
arvores, formando
verdura. Bandos
cas, como garfas
empregavam era apparelhor
agora
K" verdade, desgracadamante, por'saude,. voltando logo para junto do piloto,
a vapor vogava
coberlas do frondosas
inter.ninaveis arcos de
e grandes aves aquili-
ibis, ate, esvoacavam
no lmpido ar ou superficie das aguas,
l'azendo ouvir gritos exquisitos. Viam-se
aqu e alli singelos balis, de bonila confi-
gurac*, construidos- de um so tronco de
arvore. tendo dentro um-homem meio n,
de pello acobreada, longos cabellos fluc-
tuamos, de p e imraovel, com o arco em
puiiho : era um indio Galibi, espera dos
peixes, que traspassava i flecha cora a
maior destreza no momento em que ellas
se detxavam ver.
Havia bastante tempo que Josephina es-
lava entregue a esta contemplacao, quando
a religiosa de S. Joseph, a quera soccor-
rera na respera, appareceu sobre o convez
e se approximou d'ella.'
E' sem duvda disse a religiosa,
saudando-a'um espectculo curioso e novo
para quem aqui passa pela primeira voz.
A enferma, desde que o navic entrou no
rio, sentira-se, como natural, livre do
enjo, e ainda que o rosto coeservasse o
veitigio-do recente soUrimcnto, ella estava
risuaha. Tinha na mo um guarda-sol,
com que se resguardava dos raios obliquos,
mas j bastante rijjnlas. da *ol tscente.
A alguns passos'della estava oiHra religiosa
de olaase inferior, ddsbugalhandj silencio-
samente um rosario.
Josephina teve muita satisfaga o por tor-
nar a ver esta senhora, a quem dirigi
afiactuoats- cumpraentoe, mfbrando-se
dedicadament do seu estado de saude.,
POUCO DE TUDO.
A LIBERDADE DOS BISPOS NA AUS-
TRIA.Monsenhor Rudigier, hispo de Linz,
fundando-se no artigo XIV da concordata,
reforreu ao supremo tribunal de justica
contra a sentenca do tribunal do Linz sobre
sua pastoral.
O tribunal supremo confirmou a sentenca
d > tribunal, por decreto de 20 de Janeiro,
fundando-se em que se as leis fundamentaos
do Estado encontrassem um privilegio para
os bispos, o aboliriam. Sobemos boje que
o senhor bispo declarou que nao imprimira
Entabolada a conversa, assentaram-se
ao lado urna da outra. A religiosa disse a
Josephina:
Confesso-rae since "amonte sua affei-
coada, minha filha, como a quera Deus
nao poupou as duras provacoes do soffri-
raento moral, que do seu rosto tranluz.
Visto que se destina a S. Lourenco, talvez
eu tenha occasio de lhe ser til. Sou a
irma Rosala, superior das religiosas de
S. Joseph nos estabelccimentos peniten-
ciarios da Maroni.
h! senhora, de certo que muito
carecerei dos seus conselhos, auxilio e
proleccio.
E creia que ludo isso tora... Agora,
porm, minha filha, diga-mo quem A
mulher ou filha de algum empregado, n8o
assim ?
A joven baixou os olhos", fazendo-se co-
rada.
Oh nao, minha senhora! balba-
ciou ella Sou filha de um desterrado e
vendo de Franca para ver meu pai!
De um desterrado! repeli a freir,
mudando de aspecto.
Josephina reparou n'esta mudanca.
Oh minha senhora, disse a pobre
rapariga, debulhada em lagrimas nao o
desprese pelo acto de ter sido condemna-
do pela justica humana : elle est innocente
do crime que lhe imputara ; tenho a certe-
za d'isso f
A freir parecen coraraovida por t3o ar-
dente convicio, manifestada dolorosa-
mente.
Eu aao despreso ninguem, minha fi-
lha !disse ella com amabilidad Ao
contrario, nutro por todos *>s in/teles,
mesmo os culpados, sentimentoe de eera-
paitie e caridade coristia. Quwto. porm
injusta coodemnacao que, segundo lhe
parece, seu pai sa&reu, sera querer ferir o
sea amor filial, devo dizer-lho qae nos ou-
tras, que passamos a vida no meio d'essa
ESTATISTICA.O medico rasso Hubbe-
net, professor na universidade de Kiew,
acaba de publicar sobre o cerco de Sebas-
topol, ao qual assistio, um relatorio rc-
cheado de pormenores horrveis.
O segunte trecdo revela as terriveis
consequencias desta campanda para os rus-
sos:
Dos 169.000 homens que se soccede-
rain na defensa de Sebastopol, at ao 1" de
novembro de 1853, isto at ao momento
em que o typho se declarou no exercito
russo, apenas 30:000 homens, isto me-
nos de urna quinta parle, se conservaran!
vlidos; mais de 7:000 foram feridos,
15:000 foram montos, 40:000 adoeceram,
e d'estes morreram de doensa 8:500.
A TACIIVGUAPIA NO CONCILIO. No
prximo concilio ecumnico ser chamado
a tachygraphia a prestar os seus importan-
tes servi'cos.
At aqui, quando os papis precisavam
de conservar exalamente o texto das dis-
cusses que pndam ter lugar, recorriara
homens dotados de memoria fidelssiina.
basta recordar, para nao citar mais que un
excmplo, que quando Gregorio XVI rece-
beu o imperador Nicolao da Uante, que-
rendo conservar sem a menor alterac3o as
palavras do czar, confiou a um joven pre-
lado o cuidado de reter bem o seu de-
curso.
Os tachygrapdos empregados no prximo
concilio devero ser sacerdotes e pertencer
diversas nacoes, para poderem compre-
hender os matizes que apresentarto as ds-
l netas pronuncias latinas dos oradores.
gente, que sabemos quara raras vezes a
justica se engaa Ha vinte anuos que
os deveres do meu ministerio me teem
era contacto coin conderanados de todos
os sexos e idades, e era tantos mudares
relies dfficilmenle se podero apuntar
tres que a lei baja fulminado injustamente !
Pois bem, minha senhora, redar-
guio Josephina empJianticamente meu pai
pode ser incluido n'esse limitado numero
de innocentes, se que nao devemos du-
vidar dos revelacocs do co I A propria
Virgem Santa me disse : Vai salvar Uu pai!
Foi ella quem me resolveu a deixar a mi-
uha modesta habitaco, o meu tranquillo
vi ver ; ella quem tem vencido os obsta-
culos, frustrado os planos inimigos, goan-
do-me aira vez das dilliculdades e dos pe-
rgos Ah I senhora, se meu pai estivesse
culpado, nao pie imporia a rainha dos an-
jos esta raiss3o!
Sror Rosala, na sua mocidade, talyez
experimentasse alguma cousa d'aquejla
exaltarlo de crencas, que em Josephina se
expanda tao vivamente, porm a madureza
da idade nao lhe permittia acceitar assim
superficialmente a declaracao de Josephina;
todava, encarando-a fixamente durante al-
gum tempo, sentio dissiparem-se-lbe as
suas vagas suspeitas em presenea-a sin-
cera candura que transluzia d'aqoelle roo.
N3o tenho motivo algum para duvldar
de taes manifestac&es divinasprosegad a
religiosaEm todo o caso, a sua presesca
junto a seu pai oao pode servir SeSo de
utilidade : anima-lo-ha, e, aconselhando-lhe
a resignacSo e o arrependimento, carvtt--
buir para a salvaclo da sua alma. E'
est.1 sem dorida a aiisslh' que a Santa
Virgem quiz impor sua toreara KM.
w
-/
I
't
<<

(Continm'-t+to).
)


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