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Diario de Pernambuco ( Tuesday, March 23, 1869 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11798

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, March 23, 1869

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11798

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11798

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, March 23, 1869

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11798

Full Text

'III
WKKmW^M
ANNO XLV. NUMERO 66.

PARA A CAPITAL E LUGARES OIDE HA8 SE PAGA PORTE.
Por tresmezesadiantados................". 6.000
Por seis ditos idem.................... 12AOOO
Por un anooidem.................... iMfOSO
Cada numero avulso................... (320
I
TERCA FEIRA 23 DE MARCO DE 1869.
<<
p3A DENTRO
Por i'resmezes amantados,
Por sers ditos idem. .
Por r ore ditos idem .
Por na anno. .
E F01A DA PROVINCIA. 6$0
43*0
aojMo-
t */(* * 270000
i
i

Propriedade de Manoel Rjfueira de Faria & Filhos.


ii-i
SAO ACEXTES'i
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Par; Goncalvs <$ Pinto, no Ubranhao; Joaquim Jos de Ofiveira, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracly; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Antonio Joaqun
Guimaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Paraliyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona; ftelarroino'do Santos Bulco, em Santo Antao; Domingos w da Costa Braga,
era Nazareth; Francino lavares da Osla, em Ategas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Jos Ribeiro Gas]>arinb, no Rio de Janeiro.
'.* .:.
PARTE OiTOIAL
iiowerno da provincia.
municipal da dita cidade, rom toda urgencia, faca
extrahir e envi a este presidencia quanto ant.'s as
sobreditas copias das actas da organisarjo daste-
feridas mesas, vindo em duplicata conferidas-pelo
secretario da cmara, e confortadas por tabelliao
do lugar, e na falta por escrivo do pax como de-
wmbjknti: assig**ado*blo exm. sr. coNDK de BA-ftermmei em portaria de 8 de fevereiro prximo
l
fDT, PRESIDENTE DA PHOVIKl'IA, EM 1OE MARCO
d ms
2* seccao.
W. 436 Portaria ao commandante do corpo
uroTisnrio de polica.l'ili' Vine, desligar do*Cor-
po *?b 'sen commando as piaras Vicente Ferrei-
vs Aires do Monte e Roze.ido Adriano do Monte,
deque trata o seu nlirio n. 78, de 11 do corren-
te, visto terem sido julgados incapaces de servir.
flt H$7.Dcliboracao.O presidente da provin-
cia attendundo ao "que Ihe reqnereu o promotor
publico da comarca de Itamb, bacharel Joaquim
Gnedes Correa Cnndin, rej^ve eonceder-lhe un
mi de liconoa, a contar de 6* do corrente, com
irdenadn, para tratar de sua saude.
3* scelo.
N. 458.Portaria ao inspector da thesouraria
d fazenda.Temdo o bacharel Olympio Marques
da Silva, o cap+tib reformado Jbs Ignacio de Me-
iiros Reg Monteiro, e o Io eseriplurario Joa-
qun- Pereira Bastos de seguir em commissao do
ministerio da guerra para o presidio de Fernando
de Noronha. no dia 14 do crrante, cumpreque
V. S. mande, por conta do mesmo ministerio e
pPla verba competente abonar a cada nm delles a
quantia de trezentos mil res como ajuda de custa
pelo servico. que ali vao prestar.
If. 439.Dita ao mesmo.Tendo nesta data no-
meado o 1* escripturario dessa thesouraria Joa-
qnim Pereira Bastos, para razr.parte da commis
que tem de ir ao presidi de Fernando em
virtude de ordens que recebi'do ministerio da
i"rra; assim o conununico a V- S. para seu co-
nhecim^nto e fins conveniente
N. 460 Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincialMande V. S. pagar ao alferes Jos Joa-
'iuim de Oliveira, deiwis de liquidados, em vista
da folha jun'.a em duplicata, que me remetteu o
c "imsndanle superior da comarca de Pao d'Alho
'e,:n olfleio do Io de dezemhro do anno prximo
1>, os vencimoatos correspondentes ao mez
I" ntvembro do mesmo anno, e a que tiver drei
to o niunrionad'i alferes, como commandante do
destacamento d'aquella villa.
N. 461Dita ao mem >.Rflcommenio a V.
S. mte em vista do pret junto em duplicata, man-
de liquidar os vencimientos relativos ao mez de fe-
vereiro ultimo, dos guardas nacionaes destacados
n villa d'A ,'ua-Preta. e pagar sua importancia a
Antonio D.tmingues de Almeida Poras, conforme
on o rom mandante superior da comarca de
Palmares em offlcio de 7 do correte.
TI. 461Dita ao m*sm>. Tendotesta data no-
! i o bacharel Olympio Marques da Silva, aju-
do procurador fiscal dessa thesouraria, pa-
ra fazer ((arte da commissao que tem do ir ao
presidio a Fernando, em virtua do ordens que
recebi do ministerio da guerra ; assim o coinmu-
iiIio a V. s. para seu coaheciaieuto e direccao.
-N. M3.~Dita an mesmo.Tomando em consi-
dracao o que reipereu Manoel Thomaz de Albu-
'iSerque Maranhao, arrematante do 1" anco da
estrada do_ Limoeiro. mostrando com certificado
da ruparticio competente, que concluir as obras
.'.a mcs,ma estrada, e pedmdo por isso pagamento
da quantia de 10:8155730, importancia da 4"
prestacSo do respectivo contrato ; o attendendo a
a demora do recebimentfl provisorio da refe-
n.la oda (pie teve lugar a !l7do correnle, nao pro-
veio di arrematante, mas- do engenheiro de dis-
'tricto, que nao pode por outros servicos a seu
. variOcar a concluso d'aipielle, como infor-
iii u em 12 de novembro do anuo passado era offi-
cio dirigido ao engenheiro chefe, no qual demons-
tras-.' que os (rablhos contratados achavam-se
oncluidos nos prasos estipulados, com cxcepgao
apenas de urna parte das valllas, onde se encon-
trara una pedreira que nao estando prevista, fo-
r preciso destruir com mais dilculdade : tenho
dollberado que se effectue ao mencionado arrema
taate o pagamento da quantia, a que tem direito,
gan 11 \. S. c a raparticao a seu cargo ja de-
claJraram era data de honrem, o se reconhece do
certificado, que incluso remeti.O quecommu-
uicj a V. .S- para sua intelfigencia e execu^io.
4* seccao.
N. 463.OBJcio ao coiiseeiro Jos Carlos de
Almeida Aras, enviado extraordinaria e ministro
leuipoteuciano do Brasil na cjric de Londres.
enho a honra de transmittir a V. Exc. o balanco
e a copia da acta da Bquidacao, a que se proce-
de, das contas da estrada de ferro do Recife ao
Sao Francisco, relativamente ao mez de fevereiro
ptOXilll l lillll.'
If. 466.Portaria a cmara municipal do Reci-
c Para ser tomado em consideracao o auvmen-
lo de crdito que pede a cmara municipal do Re-
cife, em seu offlcio de H de fevereiro ultimo sob
n essario que essa cmara aprsente urna
deraonstracao da duspeza feita, bam como da que
- tiver de fffectuar-se at o flm do exercicio pre-
pela yerba designada no 9 da lei provin-
cial n. 83:1 de o de junbo do anno passado, que
se ac'na extincta.
N. 467.-Dita a cmara municipal da villa do
Granito.Recebi o officio que a cmara munici-
pal da villa do Granito dirigio-me em data de 22
do mez prximo lindo, acompanhado das copias
das actas da nova eleicao de juizes de paz, a que
s prcacfeu "o dia 17 de Janeiro na paroebia de
S.iit-Auna do Sacco desse municipio.Tendo exa-
minado as ditas actas, c nao adiando nellas irro-
jrularidade que vicie a referida eleicao, cumpre
( ie a cmara municipal expedindo diplomas aos
cjdadaos eleitos juizes de paz daraesma parochia,
laride a prestar juramento em dia, que pre-
m un eiie designar aum de entrarem em exerci-
n. 468.Dita a cmara municipal da cidade
de oliu.la.Constando de informacao do chefe da
rtica i das obras publicas, que as torneiras do
chafariz collocado na valla de abastecimento d'a-
ua dessa cidade de Olinda sao constantemente
danmificadas por alguns malfeitores, recommendo
a cmara municipal da niesma cidade que laca
coilocar ali ura guarda para evitar scmelhante
damno.
N. 469.Dita a cmara municipal da cidade de
Caruani.Nao tendo as mesas dos collegios <^ei-
toraes da cidade de Garuar, para as eleigee de
4epntados a assambla geral legislativa, pelo quar-
te dislricto. e dou* senadores por esta provincia,
nviado copias autneniicas das actas da orgamsa-
to das mermas mesas nos das 2 e 4 do corrente,
limitando-se a remetter as das actas do reoebiinen-
to das cdulas e apuracao dos votos: cumpre que
a cmara municipal da dita cidade com toda a ur-
gencia, faca extrahir, e envi a esta presidencia
quanto antes as sobreditaa copias das actas da or-
panisaeao das referidas mesas, vindo em duplicata
conferidas polo secretario da cmara e concertadas
por tabelliao do lugar, 4 na falto por escrivao.de
paz, como determinoi em portara de 8 de feverei-
ro lindo.Igual cmara municipal da villa de
Garanhuns
N. 470.Dita a caruata ruunieipal da cidade da
VictoriaNae tendo a mesas tos ollegios'eleito-
Taes da cidade da Victoria, para as lH$8es de de-
puudos asMihtta eral legislativa pelo terceiro
distncto. eous senaerespor esta provincia, en-
viado copias autkeatnasilMactas da organisaclo
das mwnm meats nos dm i e 4 do eorraitta, t-
40 d*s eedolas dos votos j eumpre que a cmara
lindo.
N. 471.Dita ao director geral da instruccio pu-
blica.Louve Vmc. o delegado litterario da Var-
zea, Jos Antonio de Brito Bastos, pelos servicos
qne, segando consta de sea olcio de 9 do corren-
te, sob ti. 64,prestou no districlo de sua jnrisdeicao
por occasiao da cheia do Capibaribe em o mez pr-
ximo lindo.
N. 472.Dita ao gerente, da eompanhia Pernam-
Imcaua.O Sr. gerente di companbia Pernambu-
cana, mande dar urna passagem de estado a r at
o Rio Grande do Norte, iw vapor qne tem de se-
guir para all no dia 13 do corrente. a Carlos Joa-
quim Pinheiro de Vaseoneellos, offlcial-maior apo-
sentado da secretaria do governo da mesma pro-
vincia.
N. 47:>.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da eom-
panhia PernamtmcaHa mande dar transporte para
o presidio de Fernando, por conta do ministerio da
guerra, no vapor Gi^ui, ao tenente-coronel refor-
mado do exerclto Sebastio Antonio do Reg Bar-
ros, sua senhora b quatro filhos.
N. 474.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da eom-
panhia Pernambucana mande por a disposicao do
tenente-coronel Sebastiao Antonio do Rogo Barros,
tres passagens de estado a proa do vapor Giqm,
que segu para o presidio de Fernando no dia 14
do corrente.
N. 473.Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
eompanhia Pernambucana mande dar transporte
ate o Cear, era lugar de r destinado a passugeiro
de estado a Francisca Maria Correa Carneiro o a
una lilha menor.
N. 476Dita ao mesmo.O Sr. gerente da eom-
panhia Pernambucana mande transportar para o
presidio de Fernando de Noroiiba, |ir conta do
ministerio da guerra, o capilao do 2* batelhaode
infamara da guarda nacional dcste municipio Ig-
nacio Pinto dos siwtos Salles, que va i ussumino
commando do destacamento do mesmo presidio.
N\ 477.Dita ao mesmo. O Sr. gerente da eom-
panhia Pernambucana mande dar transporte para
o presidio de Fernando por conta do ministerio da
guerra, no vapor (U/jui. ao bacharel Olympio
Manpies da Silva, ao capitao Jos Ignacio de Me-
deiros Reg Monteiro, e ao primeiro eseriplurario
da thesouraria de fazenda Joaquim Pereira Bhstos.
que vo alli em commi9saodo governo.
EXl'BDIENTE ASSIGN-ABO PELO SR. DR. JOAOUIM CORREA
DE AUAllO, SKCROTARIO DO O0V|KO, EM 12 DB-
MARCO Dfi 1869.
t seccao.
\ 478.Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
dante das arnws. De ordent de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, declaro a V. Exc. em res-
posta ao seu oilicio de 3 do corrente,. eob n. 'J,
que nesta data so mondou san'sfazer o pedido de
fardantento para o deposito de rocrutes, unnexo ao citado offlcio de V. Exc.
2' secyao.
N. 479.OHicio ao Dr. chefe de polica.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que Jico intairado por seu offlcio de 10 alo cor-
rente, oh n. 47. de haver V. S. noneal. para o
lugar de guarda da casado deteirao a Emilio de
As shd <; (lisiante Rodrigues que pedio exoneraba.
N. 480.Dito ao commanaante superior da guar-
da nacional de Palmares.^esta data autorisou-
-e a thesouraria provincial apagar a Antonio Do~
mingues de Almeida* Pocas os veneimentos cons-
tantes do pret. que em "duplcala veio annexo ao
offlcio de V. S. datado d t TO*'eorrente mez, o
qual fica assim respondido de ordem do Exm, Sr.
presidente da provincia.
N. 481.Dito ao juiz municipal da, Escada.=0
Exm. Sr presidente da provincia manda acensar
o recebimento do offlcio de V. S. de 8 do corren-
te, em que communiea ter nessa data reassuinido
o exercicio do seu cargo.
N. 482.Dito ao commandante do corpo piovi-
sorio de p ilicia.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., que nesta data se
expedio ordem ao director do arsenal de guerra,
liara fornecer os objectos, que pedio Aa seu offlcio
n. 77 de 11 do corrale.
N. 483.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S., que nest
data se expedio ordem ao director do arsenal d#
guerra, para recolher naquelle arsenal o arma-
mento e uiunico, de que trata o seu offlcio n. 76 de
11 do corrente.
3* seccao.
N. 484.Offlcio ao inspector da thesouraria de
fazenda.S. Exc, o Sr. presidente da provincia
manda trausmiltir a V. S. competentemente despa-
chado o requerimento documentado de Joao Pinto
da Lemos, a que se refere a sua informacao de
hontem, sob n. 140.
N. 485.Dito ao atesmo.O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a Y. S. para
seu conhecimeato e fins convenientes que, segun-
do offlcio do juiz municipal do termo da Escada,
bacharel Luir Antonio Pires, a'8 do corrente reas-
sumio olla o exorcieio.do seu cargo.
N. 486.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que, segundo orlelo-do
chefe de polieia de 10 do corrente, sob u.'M'. foi
nomeado guardada asa de detencao. KmUio de
Assis Campos Gosdea^ na vaga que deixou Zosiuo
Constante Rodrigues, que pedio exoneracao.
rnos o nosso hiteot acerca da vossa direc-1 tas irem ali de vez era quaado a ropoosar
cao parochial, esjjecialmente em vista das o espirito catpado dos. estudos. Mas as
reformas qne bao de ser sanecionados pelo!casas deste sitio exigetn, antes de poderem
concilio geral, que de ve comecar este anno servir t,on\-enfntemente coramaidade,
rac?
em Roma pela festa da Immaculada Con-
ceicao.
Mas tendo aquella circular' por objecto
principal urna urgente necessidade diocesa-
na, bem que tenharaos ahi recommendado
aos reverendos parochos que vos digam de
muitas repaTar;oes e augmenlos dispen-
diosos.
O uso dos banhos indispensavel neste
paiz, eo governo imperial, assim o compre-
hendeu, dignou-se, a nosso' pedid, conce-
der ao seminario a derrocada fortaleza do
viva voz o que sentimos acerca d'esso mes- Monte-Negro, em Ouda, para esse lin. E'
MARQO
DESPACHO DA PRESIDENCIA DO DIA 20 DE
DE 1869.
Bacharel Caetono Maria de Farias Neves.In-
forme o Sr. inspector do arsenal de marinha.
Dario Ribeiro da Boa-Morte.Informe o Sx. ge-
neral commandante das armas.
Emilia Maria da Ceneeioao.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Francisco de Piaho Borges.Vista ao Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial para informar com o
parecer fiscal.
Dr. Jos Bernardo GaTvao Alcoforado e outros
Certifique. m
Joaquim Marques Velloso.Informe o Sr. des-
embargador provedpr da Santa Casa da Miseri-
cordia.
Rosa Amelia da Silva.A vista da informacao
da junta da Santa Casa da Misericordia, nao pode
a supplcaute ser aUendida.
rao objecto, nos vemos impedido pelo af-
fecto a fazer-vos esta comraunicacao pessoal
sabendo mnito bem (e isto nos consola so-
bremanera) que, pela benevolencia que
vos anima para com a nossa pessoa, a voz
do pastor diocesano unida as exhortarles
dos vossos reverendos parochos respectivos,
ser mais efficaz para o flm que nos moveu
a solicitar hoje a vossa cooperacSo.
Muitos de vos j viram nos jornaes de
setembro, novembro e dezemhro prximos
pretritos o nosso plano de estudos. que
organismos para este anno, e o prospecto
das condigoes de admissao ao nosso semi-
nario. Era de esperar que u.a novo bispo
lancasse as suas primeiras vistas sobre o
seminario, cojo significado o mesmo que
viveiro ou lugar onde se cultivam tencas
plantas (da ordem sobrenatural) que sero
depois transplantadas pelas diversas paro-
chias, sob cuja benfica sombra todas as
povoaces da nossa diocese' bao de reco-
Iber-se.
A reforma religiosa e social dove, para
stf estavel, comecar por ima nova gera-
Ora anda qne tenbamos achado com
muita consolacao nss seminaristas em
Oliuda bem prvidos na parte mais im*-
porlante, bera assim da sua edcalo
ecclesiastica,, a conducta moral e a pie-
dade religiosa, grabas ao zelo incansavel
do reverendissimo redor do seminrio,
o Dr. Gregorio Lipparoni, todava nao po-
demos deixar de reconbecer com pozar,
que-a parle scientilica era alli assaz insufi-
ciente em todos os seus ramos, faltando-llie
algumas cadeiras indispensavejs para elevar
o nosso clero tpiede grao de instruccao,
que outros estudante, nao clrigos, ad-pii-
rejn as aulas publicas, com bastante dis-
pendio do governo imperial.
Era tempo de corrigir esse deleito no
organismo identifico do nosso seminario,
onde s havia dez cadeiras pagas pelo the-
souro publico com o ordenado cumulado
de 9:0U000.
esta apenas urna pequea casa necessarta
para os nossos clrigos tomaYem o.- seus
vestidos debanho e os guardaremahi mes-
mo. _\as aqtfi tambora precisamos cabedal
para* os corlcertos convenientes.
Havendo nos determinado, com geral
applauso dos fiomens prudentes, conservar
os nossos^clrigos no seminario durante is
ferias cora evidente vantagem da soa virtu-
tte, economa de diiheiro que elle; des-
pendiriam na viagem a suas casas, e lucro
de mais dousii^ezes de estado cada anno,
busca vamos urna casa de campo aonde hou-
vessem de passar as grandes ferias, quan-
do a caridade da ordem de S. Francisco
veio offerecer-nos um bellissimo local, o
convento de S. Antonio em Iguarassd.
Nesse lugar nao somonte 6 o clima mu
fresco, c sao os banhos de rio. no recinto
da, propriedade excelleutes; mas tambem
ha naquelles amenos arredoros passeios
bem recreativos. Porm a par dessesjeom-
modos que t so deAeiH rifionciar, quaes
nai sso-as u>Rpaaa# xigWa* pelas repa-
racesqae -mistr-sc facam em um editi-
sempre, assimjvoj-o desejamos, assim vol-o
auguramos em Jess hristo.
No entretanto vos enviamos com estes
sentimentos nossa bencao paternal em Ne-
me do Padre do Filho e do Espirito Santo.
Amen.
Dada em nosso palacio da Soledade aos
8 de marro de 186*
g FRANCISCO, hispo,
llepar I?o da polieia.
J- seccao.Secretaria da polica do Peraambuco,
2?de margo de 1869.
N. 4i.Illm. e Exm. Sr.Tenho a lwara.de
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segundo
consta das participaQoes recebidas hoje nesta re-
particao, uiain hontem recolhidos a casa de deten-
gao nos das 20 e 21 deste mea os segnintes indi-
viduos :
No dia 20, a minha ordem, Manoel Leonardo de
Lima, como suspeito de se aenar pronunciado no
termo de itamb.
A' ordem do subdelegado do Recife, Mertin En-
giras, norueguense, reqisieao do cnsul inglez.
A' ordem do de S. Jos, Jos Antonio Ferreira
da Assurapcao, para ser conservado era custodia.
No dia 21, ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, John Synpen e William HirlcssoeJ, por dis-
turbios ; e Pedro, escravo do major Lniz Jos Pe-
reira Simdes, reqnerimento deste.
A* ordem do da Boa-vista, Vicente, eVravo de
Antonio da Rucha Accioh Lius, por surpeilo de
andar fgido.
Em olflco de 18 do corrente communieou-mc
o delegado de polica do d-tricto de JaboaSio, que ,la "er Mito renhida. Nao ponjue os partidos po-
tonk> Pereira da jimba, e Dr. Franciseo- Mauoei dr
Memlonca.
A eonmissao cenfral oo descanea, pois, vist-
que os Hcspanhes tatiibem porsua'pane nao dio
treguas, cliegando a haverjornaes que abartamen-
te se declarara partidarios da uniao, tats cuniu
Iberia de Madrid e oufro*.
Reappareceu em Lisboa a Independencia Nao*
nal, fulha hebdomailaria, de qne proprietarJa o
Sr. Albino Antonio de Aodndee Almeida, secreta-
rio da rummismio cenirql rimeiro de Dnimbrot
E" collalxirada pelos Srs. Thomaz Ribeiro Mandes
Leal, Silva Tullio, A. Pereira da Cunha, Tedas.da
Vasconeellos. Luiz Felippe Leile e outros eserip-
lores conhecidos.
Anda se nao pabKeen a lei ekilorai. Os
trabamos da respectiva eeaamissao dii-se qne es-
to concluidos ; entretanto aflirraava-se ha poacus
lias que a prximas eleu*6es serian eis pal
lei vigente. slo , que os circuios eleitoraes sao
le iini -6 deputado. De modo que devendo a reu-
niao das cortes ser em 4 de maio, os trabalhos lei-
Uiraes andam atrasadissimos. Se os circulo, eoa>
forme lei recentemenie elaborada, e anida nao
promulgada, sao grandes e tem de abranger Ires
ou mais deputados, os tratadnos sf*> diversos, par-
que preciso entao que a inftueneia dos partwtos
se faca sentir energicamente,*para substituir a -
portancia do campanario. IndigiUm-se j algo-
mas candidaturas, mas tudo iflo prematuro e ex-
twn-ioraneo em quanto nao constar offlcialmente
porque lei e em virtude de que systema se deve
proceder eleicao geral.
Seja qual for a lei que naja de regulara do>-
cues, de crer que o ministerio nao donar da
influir no resultado dellas. Entretanto a Inta ha
na madrugada do da anterior o menor Manoel
Joaquim de San! Anua, achando-se dormindo sobre
o empenYamento da estrada do termo da Escada
titea casnahnenie fendo por urna carroca do en-
.'eHlni Manij qne por alli passou na occasiio, con-
forme foi declarado pelo mesmo menor ao respec-
livo subdelegado, que procedeu ao competente
auto de vistura.
co multo annoso, enjo quintal ve-se com p^ offlci0 datado de honteni, pai*cipou-me o
urna cwca de muro a desabar ? E quaes subdelegado da Magdalena que na noito do dia an-
loda a diligencia aflu de descubrir o cadver de
Joo Manoel, o que nao foi possivel conseguir-se^
iDeus guarde a V. ExcIllm. Exm. Sr. conde
de Baepeudy, presidente da provincia.O chefe de
poilcia, Francisco de Fariat Lemos.
I
IVUTTT
Para corrigir pois um tal defeito nos e*v ado por falta de cultura, ou le recurso
Governo do biflpado.
PASTORAL
Francisco cardoso avres, no instituto da
CARIDADE, POR (ilU^A Dt DEIS E DA
SANTA S APOSTLICA, PP0 DE. PBRNAM-
BUCO :
A todas os fiis da noesa diocese nos pro-
vmciat rakyba e JHo Grande do Norte, sas,
p*z a btifo em Jess Quisto Nosso
Stnhot. Amen.
FNfeM dwriflMmoa em 9m Por meio de orna circular, que dirigimos
nossos veoeravais irralo8 os reveraedo pa-
rochos de-nossa diocese, mes commnnie-
'.
pozemos antes de Judo ao governo de S. M.
o actual estado do nosso seminario e o nossoi
plano de reforma nos estudos, pcdindo-lhe
ao mesmo tempo um augmento de ordenado,
para poder com as novas despezas., Temos
a esperanca do sermos attendido n'este
particular; mas devenios nos esperar s do
governo todos os recursos? Muitas outras,
charissimos filhos, c mu i graves sao as
necessidades do nosso seminario dioce-
sano.
E para que vos conliefaes a extensSo de
todas estas necessidades, que vos convida-
mos supprir com a vossa caridade, fa-
reinos aqu urna breve exposicb d'ellas.
As cadeiras de ensino, de dez que eram,
passram a ser em numero mais que flo-
brado; e os anuos de estudo que eram oto
agora se esteadem a dez, porque nao se
pode fcilmente dar em menos tempo urna
completa educado moral e intellectual quel-
les que devem ser um dia mestres e pais
dos povos.
Jovens de boa ndole e capacidade para o
sacerdocio nao faltam ; o que nos falla sao
os meios de podermos educar gratuitamen-
te a muitos que pertencem a familias po-
bres. Com tudo, confiado na Providencia,
temos alguns postos gratuitos, e meio gra-
tuitos : por falta porm de meios temos re-
gentado, com bastante pezar, a muitos pre-
tendentes a esses postos, por estarem oceu-
pados os que existem. Entretanto os vos-
sos Rev. parochos, e as povoacSes mesmo,
continuamente nos. pe.dem coadjutores e ca-
pell5es para grandes fraccSes paroebiaes
distantes das matrizes, que inteiramenle ca
recem de subsidios espirituaes. Sobre os
setenta clrigos que estudam no seminario,
nos temos'talculado que n3o se podero #r-
denar mais de sete sacerdotes por anno.
Esta grande necessidade. amados filhos,
vos a podis remediar com as vossas es-
molas generosas, para que com a ajuda
dellas, sejjpssaui formar padres bons e sa-
bios, queTOmarao depois a vossa direccao
espiritual e a de vossas familias.
Bem sabis que o nosso seminario n5o
rico : algumas moradas de casas em mo
estado-e um fundo, eis todo o seu patrimo-
nio que rende uns dous contos de rois por
anno. Ora esta somraa nSo adequada,
nem para os meros emolu-nealos que se
bao de dar ao reitor, ao dirictor espiritual,
ao vieotreitor, e ao assistente.
tantos esttidantes, e OS Olliciaes do semi- se mmediatamenie a aquetlo lugar o ompregou
. Q locar do juesiao seminario de, Onda,
onde os seminaristas passam dez pezes do
anno lectivo, tambera merece a vossa alten-
cao. Elle bastante vasto e requer para
sua manutenejo reparos* armuaes, aGm de
estar decente e seguro, tanto mais que
edificio anttgo- As [XM-tas e caxilhos das ~z^Z
vidracM em grande* parte nao exisem, eas
quaha.-reclaiparnoiitrns novas, que. as snlis-
tuauj, pois estfuj a*can'ir ca^ unidas. O
tecto, as paredes raesmo, o assoalho e la-
drilho, tido pede reparos. O quintal, t5o
precioso para frequentcs recreios internos
dos ujocos, e mesiuo para foi-necer verdu-
ras para a casa, est inteiramente nutili-
para manda-lo cultivar.
Se eutrarmos na capelladesle estabele-
cimento, aonde a piedade deveiia ser assis-
tida do competente apparalo externr, da
decencia e decoro as festividades, ella
.sii privadade tudo, at de .ornamentos
sagrados, que so pedem emprestados nessas
occaaoes, estando o seminario sem meios
de o? comprar.
A estas despezas transitorias accresce a
insulficiencia das penses dos alumno^ para
as qnotidianas; sobretudo depois que alm
dos tres pistos ordinarios de cada da or-
denamos que se dosse aos estudaates uraa
reeicao vespertina ; que liuiivesse ura me-
dico addido ao estabelecimento, e urna en-
fermar, a para o caso de doenras dos
raesmos escudantes ; como tambem que
durante as ferias elles tvessem passeios
extraordinarios e as necessarias distraeces.
Seria desconfiar da vossa generosidade,.
carissimos filhos, se, depois deto clara ex-
posigao tas necessidades do nosso semi-
nario, ajuntassemos palavras de animac5o.
Por tanto s vos pedimos que vos lembres,
que se trata aqui de preparar com todo o
esmero para vos ou ao menos para vossos
filhos um clero regenerado, o qual deve
zelar as importantes necessidades da vida
humana, convm a saber, as que dizem
respeito boa ordem presente, e - segu-
rauca da vida beinaventurada no futuro.
Estamos na quaresma, tempo salutar de
peuiteacia, de jejum, de oraees, de sacra-
mentos para celebradnos depois digna e
fructuosamente a Paschoa do Cordeiro Di-
vino. Todos somos peccadores aos olhos
de Oeus, scrutador dos coraces, e todos
precisamos de *sa infinita misericordia para'
sermos perdoados.
Qfr; voso sabis, a esmola livn do
pccdflftrreqtie esmola porte haver mais
bella, mais necessaria do que esta,, cujo
lim preparar aquelles mesraos padres,
que tem o .poder de perdoar aos penitentes
os seus pecados, commetfrdos upois do
baptisino, em xjitude da autoridade, que
esus Christo lhes confere na sagrada >rde-
na#n? Os vossos parochos capell5e:i vos
ia#n
fallarJ
fallarSo disto mesipo era publico e em par-
ticular, exhortndolos a concorrer para
esta obra diocesana.
E vos todos com animo alegre de])osi-
tareis as suas mos quanto poderdes dar,
certos de que rauito nos ajudareis nesla ur-
Se, mediante as offertas, que esperamosi ifeote necessidade. Quem nao poder dar
da vossa caridade, se podessem reparar as' muito, d aquelle pouco que poder: o pe-
casas e alugfll-as depois a familias abasta-)
das, o seu rendmento seria muito maior.
Tendo agora fallado das propriadades do
seminario nao podemos, sem fattar grati-
d3o, deixar de tributar urna baktvra de lou-
vor ao Revm. coaego Firmino., dfi J|ello
Azedo. Elle ha pouco nos fea. presento de
um sitio de coqueiros con duas coms e
una capella perto do mar e a pouc dfs-|
taera de Olinda.
lugerde reeneio pana os nossos mmaam-
queno bolo da pobre vi uva do-evanjjelho
foi muito acceijo aos olhos de Deus, que v
as boas.int6D.c5es, e assim o ser o vosso.
A publicacao, que taremos dasvoss;is of-
fertas no Diario efe Pernambueo medida
que nqs,Qrena.eniYiQas, vos servir ce re-
cibo.
Amados fitbee, Deus que nos safarte
qqe/ecyrressem a este meio para obter-
melborameato do nojso seinieriae
EstedomprecwsoOAoare(^iim,aeiio o bem esterde toda.di*eese, vos tnuoa
wrojw, sua santa graea ves aisista
Correspomlejicia do Diario de
Per nam buco.
'USUOA, W' 1>R FKVKIUMIIW.
Coulniia o mesmo ministerio frente da atlmi-
nistracao do paiz.
F..i antes do honteii) asignatura real um de-
creto aliolindo a escravidao em todas as posses-
sdes portuguezas desde o dia em que o decreto for
publicado. Todos os individuos, sem exeepeo al-
gnma, que se acharem na condicao de cscravos,
passarao de libertos e gozarao de todos os direi-
tos, ficando sujeitos a todos 08 deveres concedidos
e impostos aos libertos pelo decreto de 14 de de-
zembro de 185i. Os servicos a que os libertos fl-
cam obrigados em conformidade com o referido
decreto, pertencerao s pessoas de qnem ellos no
me-iiio (fia forem escravos. O direitoWesses ser-
vidos cessar no dia 29 de abril do 1878, dia em
que teria de acabar inteiramenti' o estado da es-
cravido. em virtude do decreto de 29 de abril de
1858. m
No referfdo dia cessar para todos os liliortns a
obrigacao que pelo presente decreto Ibes im-
posta. *
Acabou para sempre o labio da escravdo au
colonias portuguezas, lim este para que o nobre
marquez de S da Bandcira trabalhava ha tanto
te'nqifi.
Estas e outras medidas que nos avantajam em
eivilisacao ao paiz visinho, taos como a da aboli-
r i da pena de morte, a iii desvinculadlo, a do
direito do reunio quo anda nos falta, a do ensino
primario obrigatorio que entre nos lettra morta,
i do armamento nacional que nao passa per ora
di' boas desejos, e multas outras que forniam a
guarda avancada dos povos livns, que sao a
contramina dos affagos c seduccoes astuciosas que
o povo e o governo provisorio hespanbol tem
adoptad") ltimamente para aproxiinarem a rea-
lisaeao da iberia.
Csse o descontentamento publico em Portugal,
que os ards de llespnnha nao tora razan de ser.
Seriio settas embotadas, esforeos inuteis e nada
mais.
Estar o gabinete actual verdadeira altura das
circumstancas ? Nao parece que o esteja. Gas-
ton-se j, embora una ou outra medida tenha O
cnro> de plausibilidade que distingue essa por
onde comecei.
A commissao central Primeiro de Dezemhro ia
remetteu, creio, commissao patritica do Rio ae
Janeiro a resposta inensagem que d'alli veio em
22 do dezembro de 1868, assignada pelos Srs. :
visconde de S. Mamede, Leonardo Caetano de
Araujo e Manoel Jos Goncalves Machado Jnior.
A Commissao central tem proseguido em seus
trabamos com todo o ardor. Em vista da obstina-
cao com que parte considravel da imprensa hes-
panhola, e alguns jornaes de Franca. Blgica e
outros paizes da Europa, repetem que em Portu-
gal ha um partido ibrico, a Commissao Primei-
ro de Dezemhro enlendeu que devia, como por
igual motivo o fez em 1861, protestar novamente
contra essa opiniao errada que, para fins demasia-
damente transparentes, se pretende l fura estabe-
lecer a nosso respeito. Foi nomeada urna eotn-
missao de redaeco composla dos Srs. Alexandre
Herculano. Rebeilo da Silva, Mendes Leal, Pereira
da Cunha e A. da Silva Tallin para formularem o
novo protesto.
Na quarta-feira (24) a commissao central appro-
vou depois de longo debate e algumas altera5es
esse documento, ^ue, assignado por qoarenta ro-
gaes da commissao, ter a maior publicidade, tanto
em Hespanha, como nos domis paizes. EsperoJ
nao fechar esta, sem Ihe remetter um exemplar se
d'aqui at essa hora-, jacircnlarem como espero.
Foi eleita urna commtssao consultiva, que se
compoe dos Srs. Augusto Romano de Sanches
Baena e Farinhafhoje visconde de Sanches Baena)
presidente, D. Amonio de Mello Brayncr, Ayres de
S Nogueira, Innocencio Francisco da Silva, e Luiz
Felinpe Leite, secretarios. Est-so oceupando de
apresentar urna proposta eonfendo os alvhres mtife
adequados para, as actaaes erreurastauaas, ga-
rantir a nossa independencia Para que uuia
tal proposta seja corroporada pelo geral assonfl-
mento, vai-se, desde j eslabelecer activissima cor-
respondencia com as t!ofnmissoes filiaes que desde
1861 estao estabetecidas as freguezias de Lisboa,
devendo tambem crear-se outras novas era todo o
paiz, onde quer gne nao existissera ainda. Urna
(Wirimfsslo t&petlm-'M enarreeada deste expe-
diente, e forrageao de couimissoes, no que ir de
accordo com a mesa d assertibhSa goral. Esta
commissao ct>moirtiqM9rs. : marquez de Pom-
bal, Camillo dMefi*mc, 'P. W.:*-Brto Aranha,
Francisco Lourenc/) da Fonseaa, Souza Leal, An-
liticos exislam entro nos orgaoisaUos, mas porque
o deseantentamento no exercito, no funcckmalismo
civil e em diversas classes muito pronunciado.
Prodtuio sensaoao om UsMa o segmntc tre-
cho d'uma correspondencia de Pars a liul-prn-
denciu Belga, que apparecen no son numw4*
18 do crrenle ;
Os negocios ifc Hespanha aprtseniam tummfu-
N inesperada. O artuil ni de Portugal mas-
Ira-se dispmto a aceeilnr n cindidatitra an
a throno de Uespatskn, abdicando em favor de seu-
filho o throno le Portugal, fiando el-re D. Fer-
nimio, seu pai. regente do reino, e tutor do jo-
om principe, V.' esta a comncSo em tomo
da. qual ve atigrnpam uego-jaroes do goeerm
provisorio de Hrspamka ; c r pura que se cheque
-( a este resultado que se (ara a propaganda us
cOrles.
0 Diario Porlugnez (do Lisbi'ia) transcrevendo.
no dia 24 este nolavel trecho do jornal belga, es-
crevou um enrgico artigo, partiodo da base de
que a noticia nao exacta, o quo o Sr. D. Luiz I
por forma alguma se mostra disposta a quebrar
as suas mos o sceptro dos seus maioros. O que,
parece, porm, certsimo que fra do Portugal
se conspira enntra a nossa autonoma e nao pou-
co. O citado jornal falla muito claro, e diz entro
outras cousas, quo a ser possivel (o que nao crj
que tal plano se reaKse, pertenc depois a fier-
liiS.il eleger cortes constituimos que determinem
a futura forma do govcrno'desta trra, pois qoc*
a cora portiigueza nao mimo que se di1 a urna
dbil creanca etc. etc. No publico geralmente
nao se acreditou a afflrmativa.
Ainda ha bem poucos dis el-rei, por occasiao
de agraciar um benemrito portuguez, o Sr. Bae-
na o Farinha rom o titnlo de visconde, aproveitoo
o ensejo nao sii para Ihe conferir una merco qne
esse cavalheiro nao sollicitava, mas para alludir
nos termos mais explcitos aos servicos que os an-
tepasados do Sr. Baena prestaran) ao paiz em
1640.
Kis o decreto com os seus considerandos, que
lean tanto maior Blgaifleacao quanto certo que
mesmo el-rei D. Luiz foi q'uem os suscitou ao mi-
nislro :
Attendendo aos merec mentes e qualidades
de Augusto Romano Sanchos de Baena e Farinha,
moco fidalgo com exercicio na minha real casa ;
e querendo perpetuar na sua pesada a memoria
dos Valiosos servicos que seus anlepassados fize-
ram ao paiz especialmente os que seu sexto av\
o Sr. JoSo Sanches de Baena, desouibargador do
[iaco, presin a laror da restauracao de Portugal,
no anno de 1640 : hei por bem por estes resuel-
tos, e em testeniiiiiho da minha real consideracao
fazer ao mencionado Augusto Romano Sanches As
Baena e Farinha do titulo de visconde de Sanches
de Baena em duas rMas.
O ministro c secretario de estado dos negocios
do reino assim o tenha entendido c faca execntar.
Paco de Belm em 10 do fevereiro de 1869.
Rei.Antonio, bispo de Yisen.
Ao mesmo tempo que alguns jomaos cstrangei-
ros apontam a candidatura do Sr. D. Luiz I, em
que pessoa alguma por ora acredita em Portugal,
insiste-se pertinazmente na do Sr. U. Fernando
que assumpto para mil combinacoes diversa-,
fia dias S. M. deu um jantar a alguns amigos
mais nfimos, e parece que ali se expressou clara-
mente sobre o firme proposito em que estava de
recusar a cora do Hespanha. Estas conversa-
coes transpiaram e forain muito bem recebidas
pelo publico, fazendo snnpathicascnsacaoaphrasc
attribuida a el-rei 0. Fernando por essa nccasjjBk
Das Necessidades, s para S. Vicente.
Algnuras assoeiaeoes populares projectaram di-
rigir mensagens e congratular-se com el-rei pefi
-na recusa ao throno hespanhol, assim que olli-
cial e positivamente fosse conhecida a sua respos-
ta s solhctacoes do paiz visinho, onde com ludo
nao falta quem advogue a candidatura de S. A. o
duque de Montpensicr.
A Rerohirao de Setembro. antigo jornal de Lis-
boa, disse que pelo facto do Sr. D. Femando re-
gistrar q qne tantos apeteciam, era elle sem duvL-
da o mais digno, c que a sua elevacao ao throno
de Hespanha dara amplissimas garantas de tran-
quillidade para Portugal, e de recproca benevo-
lencia naf relaeocs dos dous povos. O instincto
popular porm contrario a tal acecitafao. Jul-
gam outros que se a forma republicana e federa-
tiva predominasse em Hespanha, mais immineiitu
sera para Portugal o risco da absorpeo.
sessenta e tres operarios sem trabaibo forara
ha poucos dias ao paco das Necessidades pedir
esmola a el-rei D. Fernando. A' sabida do toea-
tro juntani-se no Cbiado grupos de tres e mais
individuos que se dixeni operarios, e pedeui
mola.
Ha quem diga, mesmo pela imprensa que q$m
'grupos sao mandados por quem interessa em
palhar certo pnico e terror. E' possivel, ma?
tambera certo que a crise nao ficticia, nraer-
pilmcnte em Lisboa, depois que o governo lanepi*.
a furiosa derrama das deduc^des sobre os emprc-
gados pblicos. Cajeula-se que estas dedueoOes
prqduzlrao 480 contos; mas tambera se ora "
igual quantia a falla do rcadimento as alfa
as, pois sao 400 e tantos contos que s laojani
le menos- na circulajo, e que farrosamaote
presemam grande numero de privaoios. iMf
gumte igual desfaiqiM^n4 receit puWWt-
h;i grande paralsacao no commerclo de Lisite
e quasi que absoluta falta de tra'nsaccoes. Na
paiz ha sucedo.
Passa como certo que o goverao ntaeteM*
Londres lesposta favoravel a respeito do oontratu
em projecto com a eompanhia fl9
as basas j. estavara asseote
empoucos dias ser assignado,)
'Crdito Lyonm a
iquantias de que elle careca para *$WSfa Jgm.




-
\
"



M-
-.-..
.
30 QtyJM 30 E2 A8
m
diario de Pernambuco Tetxja feira 23 .^
flSlM
at 4 de abril se hio de vencer. Algunias del la
seo reformadas.
A proposla por parte da eompanhia do eauiubo
le ferro drSsieste, e que eslava s dependente de
respostas flk Londres consiste em emprestar ao
governo portigiiez 18,000 coitos a juro de 9 por
cento, comprehendidas as despeas de eommissao
e amortisaco dentro de 20 anpos, comprando a
governo o eaminho por i ou 7,000 libran appro-
ximadamente em nscrifcoe a 39 ou 40 par. cento.
deduiida a subveneio ja paga do camintio rod Evora a Deja, e eoneluhfflo acompasan
eaminho at ao Guadiana, Catevel < ^^moz.
Este accordo independenUy|o.amnlioB de fer-
ro de norte e lete.
Parece que o govera nao precisou agora recor-
rer Socit Gnirale para obter supprimentos.
Deve noiar-se que ainda no Diario do Go-
cerno se estad publicando as representac50s que
foram dirigidas a elrei, da varios pontos do paiz.
pedalo a reconduccao do actual ministerio, e que
o fundamento dequasi todas que de modo algum
convm ceder as propostas dos portadoras de obri;
gacoes dos cammhos de ferro. A coincidencia e
curiosa, visto que l se volta ao mesrao ponto. O
Diario Popular lera combatido nestes ltimos das
enrgicamente o accordo.
O Jornal do Commercio d assim noticia do pro-
yectado accordo :
Segundo diz, o accordo quo a empreza de
sueste snometteu i approvacao do governo encer-
ra-se pouco mais ou menos esies termos :
O governo compra empreza os 268 kilmetros
de linhas, de que ella era proprietana, pelo preco
de 6,000 libras por kilmetro, o que monta quan-
tia de libras 1.608:000. Abatendo desta somma a
importancia da subveneio, que a eompanhia re-
cebeu, ou libras 446,000, tein o governo que pa-
ar libras l,r8.000 Se desta somma abatermos
anda o que corresponde sos trabalhos ainda por
azer as seccoes do Extremoz, Casevel e Guadia-
na, calculados em libras 180,000, lear reduzida
a somma que o governo tem que pagar a libras
88,000.
Esta somma ner paga em bonds a 39, o que
equivale a um juro de 7 >/i Pr eento, e traz ao
tbesouro o encargo annual de libras 744 ou 423
contos. Desta somma ha de deduzir-se a impor-
tancia actual liquida da exploracio, on 100 contos
de res, o que reduz o encargo actual a 323 eon-
tos, que ir diminuindo na proporoio em que a
receita da U'nha fr crescendo.
Da sua parte, a empreza obriga-se a empren-
tar ao governo libras 4,000:0000 ou 18,000 contos
de res, a 9 por cento, eomprehendendo juro e
amortisaco para extinguir o encargo em 19 an-
os. Nestes termos ser o encargo annual do the-
aotiro, at extinecao do emprestimo (19 annos).
da 1,680 contos, e no tim deste periodo estar in-
teiramente livre de tal encargo.
Nao sabemos se sao estas as eondicoes do em-
prestimo otferecido ; se rom effeito estas forem,
teremos um encargo d juro e amortisaco infe-
rior ao termo medio do que hoje pagamos s pelo
juro da divida fluctuante.
O que nos parece certo que por ora o gover-
no nada resolveu, e discute anda algumas desias
eondicoes.
6 Sr. Visconde da Estrella, correspondente
do banco de Portugal no Rio de Janeiro, autorisou
Sr. Jos Lourenco da Luz, presidente da direc-
aao deste cstabelecimento de crdito, a add^cionar
quinte mil libras <67:500ji fortes ao emprestimo
nacional que ltimamente o governo levantou as
pracas da Lisb6a a Porto. Na folaa offlcial foi pu-
blicado o offieio do presidente do banco de Portu-
gal em qao ata se communica ao governo, e urna
portara declarando direccio daquelle estabele-
cimento o alto preco c louvor que essa deliberacao
mereceu de S. M., e perguntando se a mencionada
somma pode ou nao ser entregue ao thesouro co-
mo supprimento temporario, visto estar j provi-
denciado o pagamento do dividendo para que a
destina va o benemrito visconde.
(Continuar-se-haj
PERNAMBUCO.
1,363
1.428
t**iuiti>< fio. 39 de fevereirodc
*o.
Encelo hoje urna serie de correspondencias para
o Jornal do Commercio, promettendo dar-1 he noti-
cias exactas dos movimentos e serviros da esqua-
dra, e tambem de quaesquer suecessos polticos ou
militares que occorrerem em trra.
Com a chegada quasi simultanea do Sr. eonse-
lheiro Paranhos e do Sr. chefe de esquadra Elisa-
rio sahimos da inaccao em que tinhamos cabido
depois dos gloriosos das de dezeinbro. felizmente
a tempo de evitar, ou pelo menos, nao soffrer tan-
to as con nova Capua.
A prime ira providencia do digno diplmala, de
tomhinacio com o general Giriherme, foi mandar
acampar fra da cidade todo o nosso excrcito, qne
desde o dia 23 principiou a marchar para Loque,
d'onde partiro as expedicoes regulares que de-
vein perseguir o foragido dictador.
Consta que elle se acha actualmente as proxi-
midades da villa de Concepcin, povoacao a mar-
em do rio Paraguay, a abaixo do Fecho dos
lorros.
Na capital ficou nicamente a guarnicao neees-
saria para policia-la emantera ordem.
Por seu lado o distincto commandante da es-
quadra nao jKrdeu teni|K) em dar-lhe a covenien-
te organsacao para desempenhar sua missio, e
Sor ordem do dia de hontem a reparti em dua-
ivsdes, dando o commando da__ ! ao chefe baro
da Passagem e o da 2* ao capitao de mar e guerra
Garcindo.
A I' diviso ficou composla dos encouracados
Baha, Barroso, Tamandar, Cabral, Calumbo,
llerval e Mariz e Burros, dos monitores Alagos,
Pauhy, Cear, Part, Santa Catharina efi-'o Gran-
de, e dos vapores de madeira Mag, Ypiranga, Bel-
monte, halnj. Mearan, Igualemy, Henrique Mar-
tns, Fernades Vieira e Felippe Camaro.
A 2* divisa ficaram pertencendo o enenurarado
SU indo e os vapores de madeira Beberibe, Ara-
nuay, Araguary, Itajahy, Greenhalgli, Henrique
Das, Taquaru c Chuy.
Os demais navios nao mencionados ficaram di
rectamente sob as ordens do chefe de estado-
maior.
Outras providencias uteis e i pportunas tem to-
mado o novo chefe com aquella energa c tenaci-
dade que sr Ihe conhece, e que constituem urna
das suas mais preciosas qualidades.
Para seu estado-maor escnlheu elle o segrate
pessoal : chefe o capitao de fragata Jos da Costa
e Azevedo, tao Ilustrado quanto bravo; ajudantes
de ordens os 1" tenentes Antonio Ferreira de Ol-
veira, Eduardo Fabo Pereira Franco e Manoel
Augusto de Castro Menezes; chefedesaude o Io
cirurgio Dr. Joio Adro Chaves. Para auxiliar
os trabalhos da secretaria o hbil e activo escrivo
da 3' classe Zeferino Carlos Ferreira, que tem fel-
to toda a canipanha oriental e do Paraguay, sem-
pre ao lado dos cheles e almirantes, e por ellos to-
aos considerado.
Anda nao foi designado o secretario, mas indi-
"ta-se para este cargo de confianca um offlcial
stincto que se acha doente nessa corte, tendo ha
pouco tempo se retirado daqui.
A expedico naval que foi mandada a Matto-
Grosso j est de volta, tendo sido recebida na-
quella provincia com indescriptivel enthusiamo.
Trata-se j de preparar nova expedico, qne
leva ao mesmo tempo navios de commercio, com
a condicao, porm, de venderem alli gneros por
um preco razoavel, previamente Laxado. O forne-
cedor de mantimentos para aesquadia j tem
promto o vapor Duque de Saxe para tambem
subir. ., .
A providencia tomada para conter a avidez dos
commerciantes mui justa. Em Matto-Gi osso ven
de-se o alqueire de sai a iSO c cada garrafa de
cerveja a 7# I
O general Guilhermc est na melhor harmona
com o chefe Elisiario ; e ainda no dia 22 Ihe ce-
deu magnificas casas para o hospital de marmita,
que vai ser transferido de Hamait, ficando assim
ste estabelecimento perto dos navios como con-
vm. urna medida econmica, o ao mesmo
lempo proveitosa para a saude de nossos mari-
nheiros.
Felizmente o estado sanitario da esquadra nunca
aq'ni60 Em Hanuilii tmos 2 doente e
A^m b,ir!Lda * nioaceitou o comman-
tXJllSEh* com parte de
O servico assim tem-se tornado multo oenoso
exige bastante dedteacio da parte de nossoTv^
O Sr. ebefe Elisiario nao para no dia 18 eeu at Humait para cuidar da transferencia do
hospital, e apenas regreasar tenciona subir at o
Pecho dos Morros.
Com elle veto a Montevideo o bravo pratico-mr
Pernando Etchbarne, que nao descansar emquan-
to nao lizer aiguma outra facanha digna de seu
crdito.
Alegato va.
REYISTA.'DIAEIA.
SENADORES.Cb'jgou hontem o resultado do
collegio de Ingroein^ que reunido aos conhecidos,
forma ass-;n li?;,a sxtupla :
VisecMe de Camarafib*................
','onselheiro Jos Rento da (*.. e Figuciredo.
Desombarg*idar Alvaro R. Ucha Cavalcaato
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leo.......
Conego loaquim Pinto de Campos.........
Dr. Joo Jos Fenvira de Aguiar.........
DEPDTADOS A ASSEMRLA GERALO re-
sultado do collegio de Ingazeira, chegtUo bonteiji,
Dr. Maaoel Cleraentino Carneiro da Cunha
Conega Joaquim Pinto de Campos....... W
Resumo dos collegios de Cimbres, Rtejo, Inga-
zeira, Flores e Villa-Relia, pertencentes ao 5 dis-
Dr. Manoel Clementino Carneiro da Cunha 188
Conego Joaquim Pinto de Campos....... 186
Faltam, tanto para senador como para deputa-
dos, o resultado dos collegios de Tacarat, Cabru-
, Ouricury, Granito e Roa-Vista, abrangendo 191
eleitores:
SEPULCRO A expsito do Santissimo Sacra-
mento que deve ter lugar na igreja de Nossa Se-
nnora>do Paraizo cargo da Santa Casa no dia 26'
do corrente, durar smenle at as 7 horas da
noute, devendo as pessoas que tiverem de visitar
esse templo l'az-lo at essa hora.
MISSA FUNERRETeve hontem lugar, como
annuncimios, a missa que pelo repouso eterno
do Ilustre visconde de Inhauma, mandn celebrar
o digno inspector do arsenal de marinha, o capitao
de mar e guerra, Hermenegildo Antonio Rarbosa
de Alni'iila, n.-i capella do mesmo arsenal.
As 8 horas precisas eomecou o acto, assistido por
muitos cavalheiros amigos do finado, pelo capitao
do porto, commandante do brigue-barca Itamara-
c, algunsofllciaes de marinha, entre elles capitao
de mar e guerra Mamede e da guarda nacional,
empregados do arsenal, eompanhia de aprendizes
marinheiros, e de menores artistas do arsenal. As
rmandades do Senhor dos Passos e do Sacramen-
to do Rccife fizeram-se ali representar por alguns
de seus irmos.
Tambem ali se va a familia do Sr. inspector
acompanhada de algumas outras familias respeita-
veis desta cidade.
Durante a missa a msica do Io batalhao de'fu-
zileiros da guarda nacional tocou algumas pecas
sentimentaes apropriadas ao acto.
Foi um modesto, e tocante exemplo de caridade
christaa, e um tributo de amisade, que seu fina-
do amigo prestou o dignojnspector do arsenal de
marinha.
FERMENTO No dia 17 do corrente, estando o
menor Manoel Joaquim de Sant'Anna dormindo so-
bre o empedramento da estrada da Escada, foi
ftido casual e levemente por urna carroca do cn-
genho Macuj.
AFFOGAMENTO.Joao Manoel morador no po-
voado da Torre, indo pescar no rio Capibaribe, no
dia 20 do corrente, cahio n'um peru e abi mor-
reo asphyxiado, nao se tendo podido encontrar o
cadver.
ALFORRIAS.Tendo ido leilo, no dia 17 do
corrente, diversos escravos, pertencentes ao espolio
ilo subdito hespanhol Jos Feiippe Martins, que
leve um botequim na ra estreita do Rosario,
foram elles vendidos por altos precos, menos a es-
crava Niquelina, que, sendo avahada em 300,
apresentou essa quantia pela sua liberdade, e o
escravo Salvador, bastante enfermo, que deu 120<
pela sua alforria.
JOIAS.A' ra do Cabug n. 8 noabam, os anti'
Sos e acreditados joalheiros Moreira & Duarte
essa mesma ra, de abrir um novo estabeleci-
mento, onde offcrecem as seus freguezes escolhido
e variado sortimento.
JURY EM PAO D'ALHO.Encerrou-se, sex-
ta-feira. 19 do fluente, a primeira sessao ordinaria
desse tribunal popular no corrente anno.
Foram apresentados quatro processos, sendo jul-
gados snjente os de Severino G. Coutinho, acusado
por crime de morte, o qual foi condemnado gales
perpetuas; e Paulino Jos Vieira, aecusado por
tentativa de morte que foi condemnado a um anno
de priso, e multa correspondente a metade do
tempo; o quarto processo apresentado foi o de
Manoel de Mello Faleo, pronunciado como, crimi-
noso de morte, o qual requereu para ser submetti-
do julgamento em outra sessao, e foi atten-
dido.
CASA DE DETENCO.Poi exonerado de guar-
da deste estabelecimento, o Sr. Manoel Joaquim
Neiva de Figueiredo, sendo nomeado para o subs-
tituir o Sr. Antonio Aquilino da Costa Cabral.
PHYSIOLOGIA DAS PAIXES E AFFEC-
COES.Sob esse titulo, diz o Jornal do Commercio,
da cjirte, encetou oSr. Dr.Alexandre Jos de Mello
Moraes a publicacao de urna obra de qne acaba de
apparecer a primeira c admela com urna gravura
representamlo a creaco e o retrato do autor. as
seguintes palavras expde este o seu plano:
Um livro falta va na litteratura medica e prin-
cipalmente na bibliotheca da lingua portugueza
que excIdaVamente traiasse do hontem e da mu-
Iher, em rela?o as suas paixes. Ei-lo vertido a
brasHeira, tal qual o podemos escrever, colligido
dos numerosos escriptores que no* sao familiares,
eo nvlhor que nos agradou. Dividimo-lo em tres
partes : na primeira fallamos da mulher sob todos
os pontos de vista em que pode ser- considera-
da ; na segunda do hontem; e na terceira das
paixoes e affecces.
CARIDADE.Remettem-nos a seguinte publi-
cacao :
Pedimos a atten^o das pessoas caridosas para
3ue se dignem soccorrer duas familias desvali-
as : urna moradora no pateo de S. Pedro n. 2, e
outra na ra de S. Francisco n. 37; as quaes vi-
vera entregues as maiores austeridades da vi-
da. Estas solteiras desvalidas, a |uellas tambem
solteiras, sendo ambas cegas; e assim pedimos s
pessoas caridosas que se dignem soccorrer a estas
duas pobres familias desvalidas ueste tempo de
caridade.
COLLEGIO DAS ARTES.Lista dos estudantes
chamados exame de rhetorica no dia 17 de
Mareo de 1869.
Plenamente..... 1
Simplesmcnte... 8
Reprovados..... 6
12
Lista dos estudantes chamados a exame de
geographia e historia no dia 17:
Plenamente... 1
Simplesmente. 1
Reprovados... 4
PROCLAMAS.--Foram lidos na matriz da fregue-
sa de Santo Aatonio no dia 21 do corrente mez os
seguintes proclamas :
!.* denunciara.
Manoel Livino do Amorim Lima, com Emilia
Coriolana de Mendonea.
Manoel Francisco da Silva Marinho, com Anto-
nia Leopoldina de Senna llego.
._ Mar-
colina da Silva.
|0 barharel Lamino de Moraes Pinheiro.com Anna
{%)rnelia de Moraes Guerra;
Antonio Luiz de Deus, com Mariu Joaquina da
Conoeieao.
Roberto Henriques da Costa, com Joaana Mara
de Jess.
Antonio Peregrino deFaria, com Calumba Maria
do Reg.
FratiAisco dos Santo Jorcira, conrvlivia, Maria
do EsplriUi-Saiito Percha Lago. *
Bernardino re Azevedo Pereira Maia, com Clau-
dina Francelia de Duela.
3.a denunciacao.
Jos Zachanas Das, com Maria Joaquina de
Manoel Luiz Carlos Tavares, com Mbt Tbflodo-
ra de Lima Rarros.
Jos Luiz, com Florencia Mara da Conceioo.
Manoel Jos Soares Guimares, com Joanna Car-
lota Celestina da Silva.
Anacleto Pereira Magalhaes, com Clcmentina
Amelia de Mederos.
Aquilino da Costa Arruda e Mello, com France-
lia Hnllandina da Silva.
Belmiro Gomes de Oliveira, com Dorothea Xa-
vier de Macdo.
O bacharcl Francisco Teixeira de S, com Fir-
mina Nomisa Wanderley Cavalcante.
Joao Francisco_ Ribero da Silva, com Candida
de Souza Guimares.
Claudino Amonio Vieira da Cunha, com Delfina
Lista dos estudantes chamados exame de
latim no dia 19:
Plenamente... 1
Simplesmente. 6
Reprovados... 8
Levaatou-se.. 2
14
Lista dos estudantes chamados exame de
inglez no mesmo dia:
Plenamente... 2
Simplesmente 10
12
Lista do estudante chamado a exame de
rhetorica no mesmo dia :
Simplesmente. 1
Lista dos estudantes chamados a exame de
franeez no dia 20 :
Plenamente... 6
Simplesmente. 4
Reprovados... 3
12
Lista do estudante chamado a exame de
geometra no mesmo dia :
Simplesmente. 1
Lista dos estudantes chamados a exame de
pbylosophia no mesmo dia :
Plenamente... 1
Reprovado ... 1
Uta dos estudante chamados exanw de|
latim no mesmo dia ;
Plenamente......., 2
Simplesmente......6
Reprovados........4
' ''
Adelaide Rodrigues da Silva.
Alexandrc 1 burdo,
do
com Damana Maria
Espirito-Santo.
Joao Ramos, com Elvira Annes de Souza.
LOTERA. A que se acha venda a 99', a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Soledade
desta cidade, que corre no dia 24 do corrente.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 18 do
corrente :
Joquina Jaratara dos Santos, Pernambucq, 42
annos, casada, Poco da Panella ; quemadura.
Joao Evangelista' Relio, Pernambuco, 61 annos.
casado. Boa-Vista pneumona.
' 19
Joaquina, Pernambuco, 68 anuos, solteira, Boa-
Vista ; hydro-perecadio.
Julia, Pernambuco. 6 mezes, Recife ; denticao.
Rosa, Pernambuco, 3o annos, casada, Roa-Vista;
bexigas.
Marcelino Casado Lima, Pernambuco, 21 annos,
casado. Boa-Vista ; hydropesia.
Luiza, Pernambuco, 80 annos, solteira, Sauto
Antonio ; Iterysipella.
Recem-nascido Manoel, Pernambuco, Rocife ; ao
nascer.
Jos do Canto Lima, Pernambuco, 70 annos,
solleiro ; anazarca.
Francisco, Pernambuco, Ji mezes, Ra-Yista ;
convulsoes.
Anna Joaquina de Lima, Pernambuco. 66 annos.
vtuva, S de Olinda; hydropesia.
CHRONICA Jl DUIARIA.
i nuc mi. .% iti:i.a lo.
99S8A0 DE 20 DE MARCO DE 1869.
PBESIDK.1CU DO EXM. SR. DBSEMBARGADOR SANTIAGO.
As 10 lunas damanha, presentes osSra>desem-
bargadores Gitirana, Guerra procurador da cora,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Domingues c Silva, Souza Leao e Freit is Henriques,
faltando o Sr. pesembargador l'citoa Cavalcante,
abrio-se a sessao.
Passados os feitos derara-se os seguintes julga-
mentos:
Appellac5es civeis.Appellante,Vasco Marinho
da Gama Mello; appellado, padre Jos Comes dos
Res Lima*Despresados os embargos. Appellan-
te, o visconde de Suassuna; appellado, Joaquim
Rodrigues Duarte.Q^spresaJos os embargos.
Appkllaco crime.appellante, o juizo; appel-
lado, Severino Dantas de Araujo.A' novo jury.
Dkligbncia crime.Ao Sr. desombargador pro-
motor da jusoa : appellante, Julia. Alves Galvo ;
apellado, o juizo. Appellante, Manoel Raymnndo
de Oliveira; appellada, a Justina. Appellante, Joao
Severino de Souza; appeHada, a Justina. Appel-
lante, Antonio Pereira Mnnteiro; appellado, Galdino
Jos de Lucena.
(le de un mostr qaasi jubilado, rivialida'jes ou
semsaborii
E o publico, no-seu enleo, inquini entre si a
razie porque aquelle sabio, eminente sobre mu-.
tes outros, sem obrigacao, sera neceaaidade, desee
da sua altura para articular, ao nivel dizedores
vulgares, proposites ja sedi^as ou*Sttnn vala em
face das questoes que ho uiister solu';o nos tem-
Lco'pol- pos actuaes. ^,
Arazao simples, ao parecer de muitos. O hon-
rado Sr. Zacaras, como Alcilades, nao quer que
o puhlco o esqueca. Pata dar assunipto curio-
idade, o gentil, o faceiro atheniense nmtHou, se-
gundo relate Hutarcho, mu libreo lo primoroso
que Ihe costara setenta minas," mais de seis mil
francos.
Felizmente mu iouco satisfaz-te a vaidade do
Ilustre haitiano. E com isso nao ocet.siona maior
damno que o da maledicencia para com os ou-
tros, ou urna multa sua bolsa pelos entrelnha-
dos. Se para celebrisar-se, desee para imitar os
Erostratos ? ^^
A guerra est ou nao acabada ?pergunta an-
da o Sr. Zacaras cora a sua caracterstica serie-
dade, algum tanto desenrugada por irnico sor-
risp.
f! Es abi um grande problema Valia bem
a pena que eoi rcsolve-lo se alarefasse ura genio,
ttin vero; delro genio, capaz de calcular ao certo
o numero dos infusorios e das estrellas telesc-
picas !
Nao, a guerra nao se acaboudecide o Sr. Za-
caras. E dahi colhe copiosa materia para censu-
rar acremente o Sr. marquez de Caxias.
Censura ao invicto marechal por ter dito em or-
dem do daacabou-se a gueirafor ter-se reti-
rado para a capital do imperio.
Sobre estes dous tpicos a imprensa liberal ex-
haurio a sua suficiencia. Nao se contam ja as
suas datrilles em que os contemporneos, s ye-
zes mais irados que facundos, invectivaram o in-
clyto brasileiro, a quem o imperio deve tanta gra-
tidao por haver considerado terminada a guerra,
Hilando o inimigo, Janeado de todas as suas posi-
S5es, despido de todos" os seus recursos, cortado
e nosso ferro em todas as pelejas, fugia para os
recessos das maltas e serranas com algumas cen-
tenas, quando ntuito, de companhetros, por ha-
ver, quando entregara o commando ao seu suc-
-
randoterminada a guerra. 9ejn5oenganon-sedrsse
a veidade. Nao ha terceira hypothcse.
Mas o hornera mais sabio "do^Rrasil diz que ha.
E- queo Sr.< marqnez de Caxias no fez mais
cato dos poderes supremos do Estado, nao quiz
cansar a sua estrella.
l)e inaneira que o homem pie para servir a sua
patria nao escrupulisou em receber ordens de um
ministerio adverso s suaa opinioes, uue dtMfto,
antes de, marchar para a-Sul. seyundo a phrase
do Sr. Zacarias, a tnica de pelitieo, que permaac-
ceu obediente s deterininacoes do ministerio de 3
de agosto por espaoo de 21 mezes. havia de anTen-
tor o governo, coi 11 posto de tiemblos do seu partido.
na hora em que havia eonsummado a obra de#ua
pericia e de sua bravura heroica I
De inaneira que o hontem que as dioturna
provacoes anteriores tomada de Hamait re
signou-se a padecmentos inoaleulaveis. sem que-
bra, nem por um momento^ de sua confianca no
valor dos seus soldados o na benignidade de sua
estrella, roeeiaria que esta se cansaste, depois de
haver aniquilado o poder do inimigo em triumplms,
eternamente honrosos sua tctica, sua indmita
impavidez!
(Diario do Ro)
-
PUBLICACOES A PEDIDO.
Jlwei.
cessor, nomeado e enviado pelo governo imperial,
por haver transferido sua pessoa, arriscada em
Assumpcao, para Montevideo e depois para o Rio
de Janeiro.
Presume o" honrado Sr. Zacarias que com a sua
rica prosa la nem a barra adianto dos seus colle-
gas tiberaes da imprensa ? Que disse mais, quo
disse melhor ? Cremos que nao.
Ja em outra occasio indagamos as consequen-
cias provaveis daquella apreciaco do Sr. marquez
de Caxias. Vejanto-las anda.
Supponharaos que nao foi de todo o ponto exac-
ta, que a grande guerra, a guerra das batalhas,
I das fortalezas havidas por inexpugnaveis, chegas-
! se ao termo, mas nao a pequea guerra, a das
' correras, dos pequeos bandos, que talara o ter-
I reno, que accominettem e fogein, que se embos-
cam nos passos difflceis, que sao emfim motivo
para muito cuidado, pela extrema vigilancia : por-
ventura seguio-se dahi aconsequencia das guer-
ras acabadas, a retirada das nossas. tropas, dos
nossos depsitos, da nossa nvencivel esquadra ?
O exercito l esl sera mais outro desfalque de
seus bravos que os martyres das batalhas e as
victimas das enfermidades. A esquadra contina
em sua faina heroica.
U distincto e valenle general, que commanda o
exercito brasileiro, tem dado todas as providen-
cias necessarias para acautelar possveis eventua-
lidades, para chamar aos seus lares a populara.!
dispersa nos campos ou embrenbada aas maltas.
Se, pois, nenhuin daino pro velo dajserrao do
Sr. marquez de Caxias, ainda quando podessem
os seus adversarios nota-la de inexactas, o que
adunia o Sr. Zacarias demonstrando, se demons-
tra-se que de facto o ?
Facamos, porm, o gesto ao ex-presidentc do
con8elho, digamos com elle: A guerra nao se aca-
bou. Quidinde? Engauou-se o Sr. marquez de
Caxias 1
iigina-se dahi algum desar ao invicto general,
aiguma quebra a sua discripcao de capitao pru-
dente f
Quizcramos ver a subtileza da dialctica do Sr.
Zacarias empenhada na demonstraco desse desar
ou des-a quebra. Mas seria nivel que, por muito
fistulado de odio que esteja o seu coracao contra
o invicto general, com o qual se identificara,quan-
do governava, nao seria crivel que a tao arrisca-
do alvo enderecasso os tiros de sua maledicen-
cia 1
Retirou-se sem consentimento do governodiz
o Sr. Zacaras.
Pois, quando o governo tinha enviado, porpro-
posla do Sr. marquez de Caxias, o Sr. general Gai-
llierme Xavier de Souza, para substitui-lo no com-
niandi, quando a sua transferencia ja se havia
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
Appeixacao crvEL.Appellante, Vicente Ferreira effetuado, havia para o invicto marechal abriga-
da Silva ; appellado, Miguel Ferreira de Mello.
PAS8AGBNS.
i cae de permanecer no exercito, onde nao com-
lrtlndava. onde nenhuraa outra funco lite era
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar- dado exercer 1 Em que carcter se demorara em
gaor GuerraAppellacoes civeis: appellante, An-
tonio Carlos Pereira Pinto; appellado, Jbs Flix
do Reg. Appellanies, -Antonio de S Albuquer-
que e outros; appellado, TUiurcio Valeriano Bap-
tista. .
Ao Sr. desembargador Lourenco antiago.Ap-
pellaco crime: appellante, o juiz; appellado, Ger-
mano, escravo.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador MottaAppellacao eiver* ap-
pellante, Rufina por seu curador; appellado, Anto-
nio Ferreira Leite Cardial. Appellacoes crmes :
appellante, o juizo; appellado, Thomaz, escra-
vo. Appellante, o juizo; appellado,Francisco An-
tonio d Negreiros.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Domingues e Silva.Appellaees crmes: ap-
pellante, o juizo; appellado, Manoel Flix de Sou-
za. Appellante, o juizo; appellado, Thomaz, escra-
vo. Appellante, a Santa Casa da Misericordia;
appellado, Syinphronio Olyntpio de Queroga.
Do Sr. desembargador Domingues e Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao.Appellacoes crimes:
appellante, o juizo; appellado, Jos Antonio dos
Santos. Appellante, o juizo; appellado, Antonio
Luiz de Souza. Appellante, o juizo; appellado,
Alexandrc Noves da Silva. Appellante, o prumot
tor; appellado, Jos, L. de Lima Appellacoes ci-
veis : appellante, o baro de Una ; appellado, Ma-
noel Vicente de Hollanda Lima. Appellantes, os
herdeiros do commendador Manoel Figueirja de
Faria; appellada, a fazenda. Appellante. a fazen-
da ; appellados, Joaquim Lopes de Almeida e ou-
tros.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. desem-
bargador Ucha Cavalcante.Appellacoes civeis:
appellante, Jos Pedro Velloso da Silva Jnior; ap-
pellado, o coronel Coriolano Jos Velloso da Silvei-
ra. Appellante, Smio Barbosa Cordeiro; appel-
lada, D. Joaquina Moreira Taborda.
Do Sr. desembargador Freitas Henriques ao Sr.
desembargador Gitirana.Appellacoes civeis: ap-
pellantes, Joaquim Jos dos Santos e sua mulher;
appellado, Antonio Ferreira dos Santos. Appel-
lante, tenente-coronel Luiz de Albuquerque Ma-
ranho; appellado, Gervasio Jos da Costa. Ap-
pellacoes crmes : appellante, q, juizo ; appellado,
Manoel Gonealves do Nascimento. Appellante, o
juizo; appellado, Joaquim Gomes da Silva.
A' 1 hora encerrou-se a sessao.
POLTICA INTERNA
Partid* couAerradoi-.
A per fe cao nenhuin hornera* auingio, nem at-
tingira. Em suas facuidades, assim como as fen
turas que as revelara, um seno, ainda mi
quasi imperceptivel, mostra a fragilidade da
natureza limitada e mesipiinlia.
Assim que os hroes, assombrosos por seo es-
forco descommunal, por sua magnanimidade ni-
ca, ou por sua virtude sem igual, foram, mais ou
menos, pelos contemporneos ou pela posteridade,
notados de defeitos, como de sombras, que acom-
panham a luz.
Assim que Homero, o poeta por tantos imi-
tado, mas nunca preeidido, algumas oezes Mi
mi/OM.
Nao maravilha, pois, que homens da hitla e da
estofa do Sr. Zacarias de Ges e Vasconcellos, te-
nha, como os hroes, alguns stndes, e como o
cantor da lUiada, algumas vetes cabecee.
Dormiln, tem dormitado,' vai dormitando o hon-
rado ex-presidente do 3 de agosto, como parla-
mentar nos debales legislativos, como administra-
dor as presidencias de provincias, como poltico
lia suprema direccao dos negocios pblicos, como
polemista nos artigos a pedido do Jrnal 4 Com-
mercio.
0 publico que mede os gigantes pelos dedos,
que conhece as arvores pelos fructo*, admira-se
rndo a espaeo de mez em mez, surde nspera
lente nobaleao da imprensa o vulto reapeita-
vel do Sr. Zacaras, para dizer, com a solemnida-
Assump(So ?
Ainda quando estivesse ua plenitude das forcas,
no vigor da saude, nada vedava que, transferid. o
commamlo, voltasse para a capital do imperio.
Mas a sua vida correu serios perigos nao entre
os diluvia de metralha as suas inimorlaes jor-
nadas de dezembro, mas pelos assaltos de formi-
davel molestia.
Devia deixar-sc morrer em Assumpcao, no lete
do enfermo, quando a sabedoria djs mdicos Ihe
aconselhava a sua prompta saluda daquelle foco
de infeceo, onde a sua espada la licar no re-
pouso t
Mas o honrado Sr. Zacarias, dando por averi-
guado que o Sr. marquez de Caxias se retirou
sera consentimento do governo, quando est de-
monstrado o contrario, empenha todos os-recursos
de sua temivel analyse para definir os motivos
desse extraordinario procediinento.
Seriara, inquire elle, Io, accordo entre o gene-
ral e os seus amigoj. polticos da corte; 2o, enga-.
no do general na apreciaco dos fados e do estado
da guerra; 3, o general nao fez mais caso dos
poderes supremos do Estado, nao quiz cansar a
sua boa estrella.
Que o prmeiro motivo urna pequce, encar-
regou-se.de o demonstrar o Sr. Zacarias, que, para
fazcl-o desperdicou a sua condicao, inmensa, todos
o sabem, contamlo ura episodio da guerra da suc-
cessao ao throtto da Hespanha.
Nao adraitte o filustre ex presidente do conse-
Iho o segundo motivo, porque denunciara da parte
do invicto general completa ignorancia da historia
e dos '.'ctos por elle testera n libados.
O que diz a historia ? Segundo o Sr. Zacarias,
que invoca ainda as suas recordacoes da historia
da successao, o carcter do povo hespanhol ser
derrotado fcilmente em campanha regular, mas
nvencivel era campanha irregular, e esse carcter
possuem os povos americanos da lingua hespa-
nhola. Exemplo, accrescenta elle, o Mxico, exem-
plo o proprio Paraguay.
Mas nao se lembrou o douto escriptor de quo os
Estados-Unidos pouco tempo gastaram para tomar
ao M xico o Texas e a California com pouca resis-
tencia na campanha regular, sera nenhuraa na
irregular.
^ao reflectio que o Paraguay resiaMo-nos ni-
camente, porque so acolhera a exilenles forta-
lezas, porque se resguardara com os seus esteros,
os seus panlanaes, as suas brenhas invias. Em
campo raso nanea Lpez onsou affrontar as nossas
legioes I A guerra das correras^ diz o Sr. Zaca-
ras que vae principiar. Ainda nao principiou.
O testemunho, pois, da historia, como foi allega
do pelo Sr. Zacarias, nao servira para escusar o
engao allndido. A historia, pelo contrario, mos-
tra e convence que, quando uina naeo se v des
pojada de- suas fortalezas, de seus arsenaes, depois
de derrotada em batalhas que Ihe consomem os
exercitos, por muito nobres que sejam seus sen t-
menlos, por muito altivos que se sobrelevem as
seas bros curva-se vontade do vencedor irresis-
tivel, recebe as leis de sua vontade.
O exemplo est na Prussa, vencida^ era lena,
conquistada em quinze dias por Napoleo I e obli-
gada al a prestar-lhe contingentes de guerra
para as suas expedicoes posteriores, come a inva-
sao da Russia.
O exemplo est na Hespanha, longos seclos
provincia romana, depois de vencida na resisten-
cia heroica de Numancia, na de Sertorio, na de
Virato. E ainda nessa mesma Hespanha, domi-
uada peloa mouros na maioria do seu territorio
,oor espaco de mais de 700 annos.
E o exemplo do Paraguay Unto menos apreco
poda ter na estimacao do Sr. marquez de Caxias,
quanto elle sabe, e ninguem ignora, que em urna
guerra de recursos, de correras, tudo depende
da pavidez, do eaforeo pessoal do diere, e Solano
Lopes mostrou, em toda a guerra, estupenda pusil-
lanimdade ecobarda, incapacidade, portante, para
o papel de cabo de guerrilhas.
Como o Sr. Zacaras nao pode de>crer no dis-
centaoato etem wvo do invicto general, tam-
bera nao pede acreditar que te gnM decla-
. liieslo religiosa.
Dura lex, sed lex.
A denegacao de sepultura ecclesastica aos res-
tos morlaes do Ilustre general Abreu e Lima, por
deterniiuacao do poder ecclesiastico tem agitado
na provincia de Pernambuco unta grave e melin-
drosa questao, que pela imprensa vai sendo discu-
tida e apreciada cotiforme a opiniao dos escrip-
tores.
Alguns jornaes censurara sem criterio o proce-
diinento do prelado, outros defendem-o, baseados
no que positivo, e nao pode ser tphismado.
De um lado ura biapo dotado de coracao ang-
lico, incapaz por iudole e por dever, de ultrajar
os restos mortaes de algum seu subdito por me-
nos importancia, que tivesse na sociedade; um
pastor cheio de virtudes, aeloso pelo seu rebanho,
pai o amigo de seus suhdHos, e sobro quera pesa
grave responsabilidade, n> governo pastoral da
dioceseperante Deus, ea homens, e a sua con
sciencia.
De nutro lado o cadver de um homem Ilustre
por seu saber; de elevada posicao social; a au-
sencia de um lugar sagrado, onde repouse seu
corpo inanimado, a sorpresa de todos, a magoa
dos seus amigos e familia..... mas o que fazer ?
Foi certameiite ura infortunio, e infortunio bem
lamentavel, de que acintosaiueite se quer tornar
responsavel a aquelle, perante quem estao confia-
dos os destinos espirituaes desta importante igreja.
Ninguem mais do que nos lainenta urna serae-
lbante infelicidade, ninguem mais do que nos vene-
ra a memoria do Ilustre e douto Pernambucano ;
roas ante estas valiosas consideracoes est a obe-
diencia, sem restricqao s leis da igreja catltolica
quo estamos afiliados.
A grande questao i saber o seguinte :
Profossava e en*inava por meio de publicacoes,
Abreu e Lima, doutrinas heterodoxas, contra a f,
e o que ensna a greja calholica romana ?
Se professava, e publicava as suas doutrinas
errneas, relral u-se por ventura em seus lti-
mos momentos f
E, se relratou-se, procurou anda dar ura teste-
munho do seu arrependiutento, c reconciliacao
cora Jess Cltristo no sacranicntojla penitencia ou
por demonstraroes, que merecessem a absolvicao
dos seus erros f
Recebeu a graca, que conferera os sacramentos
d'.s morios?
E, nem se diga, que o Ilustre general prestes a
expirar, litara n'uma iraagem do Crucificado e ex-
clamara : = Aquelle o meu eus=e qu isto seria
suflleieute para merecer a tolerancia do virtuoso
prelado.
Essa sua exclamacao, esse seu fervor, que e
posto em duvida. quando muito poderia servir
para a iranqulidade de sua conciencia.
Seria mesuro a prova de ura arrependimento
sincero, que mnito ulihsaria ao Ilustre finado se
por ventura suecumbisse depois repentinamente,
e nao tvesse sido antes admocstado, para que se
confessasse n arrependesse.
Em seguida transo revenas unta esplendida de-
feza ao procediinento legal, e cunsciencioso do fi-
lustre diocesano, na questao Iludida.
Marei, 18 de narco de 1S69.
P. D.
Da Unido Liberal.)
ATTENCAO
Em resposta um aviso por mim publi-
cado no Diario de 23 do prximo passado
mez, no qual declara va ao Sr. Jos Maria
Ferreira da Cunha, que se elle continuasse
indifferente ao*meus repetidos convites, e
nao se apresentasse logo para receber o
pagamento do que lbe devesse o casal do
meu linado sogro o tenente-coreoel Jos
de S Albu juerqtic Mello Gadelha, exibin-
do para esse lim ttulos convenientemente
legalisados, tanto eu como os outros her-
deiros nao respondiriamos pelos juros re-
sultantes da sua demora; aquelle senhor,
sahindo o ni tim do seu silencio, dgnou-se
dizer em urn aviso publicado no Diario de
25 do supradito mez o seguinte:
Nao tendo sido procurado parece-me
i que as rninhas rola os com a familia
d'quelle finado diviamlivrar-mea moexi-
t gir logo o meu pagamento hoje, porm,
que o Sr. Henrique mostra-se estranho
< aquella attcnco, dir-lhe-hei que n'esta
< cidade me encontrar sempre prtmipto
para receber o pagamento apresentando
i a emita e titulo.
Acceitaria qualquer explicaco por mais
banal que fosse, mas nto posso consentir
que o Sr. Jos Maria a presen te-se com ares
de cavalheiro generoso e delicado, fazendo-
me passar por grosseiro c mentiroso.
Saiba, pois o publico que o Sr. Jos Ma-
ria Ferreira da Cunha, poucos dias depois
da morte do meu fallecido sogro, dirigio-me
urna carta exigindo o pagamento do que
Ihe fiara dever dito meu sogro, e que im-
mediatamente Ihe respond que apparece>-
so, ou mandasse pessoa competentemente
autorisada para receber o pagamento de
sua divida, em vista dos documentos que
apresentasse. Tenho em meu poder essa
carta do Sr. Jos Maria, e manda-la-hei pu-
blicar se por ventura fr contestado.
OpOrtador da minha resposta existe, o
canoeiro Marcelino Barbosa, que tambem est
prompto declarar, sob juramento, face
do Sr. Jos Maria, que este senhor depois
de ter lido a minha resposta dirigio-se
elle e disse: Nao tenho pressa, o meu di-
nheiro estsegurq,accrescentando, em es-
tylo que bem revella a sua fina educacSo e
elevados senlimentos: Eu costumo en-
gorda-Ios para depois come-los.
Saiba mais o publico que, nao ticando eu
satisfeitonem tranquillo com aquellas
palavras dirigidas ao canoeiro Marcelino,
dei-me pressa em pedir ao meu correspon-
dente e amigo o Sr. Jo3o Pereira Moulinho,
que procurasse entender-se com o Sr. Jos
Maria cerca desse negocio, e que aquel-
le meu amigo mandn o seu caix-vro mais
de urna vez casa do Sr. Jos Maria. O
Sr. Joao Pereira Moutinbo nao hesitar, cer-
tamenle, era attestar publicamente, se fr
necessario, a verdade do que deixo dito. J
se v pois, que se intenco, segundo pen-
sa o Sr. Jos Mara, demorar a cobranca
da divida de um amigo fallecido para nao
incommodar os seus herdeiros (reservando
se, porm, o direito de cobrar depois o prin-
cipal com todos os respectivos juros), essa
iutcco nao teve o Sr, Jos Mara, e eu
-------------------------------
nao posso ser aecusado de ingrato ou gros-
seiro -por t la desconherido.
E' claro tambem e evidente $ue se o
mentiroso aquelle queaventiira'affirmaces
contra a verdade de fados reaw e sabidos,
foi o Sr. Jos Maria quem mentio e nao eu.
Afora, ttaafaefldo, declaro ao Sr. JoS4i
Maria, que. descutiheceiulo a obrigacao de
ir sua ea-aajustarconutepogar-ie, vis-
to como a rega gerirt leve ser fiiro no domicili do devedor, es-
tou prompto apagar-lhe logo que sua sc-
nhoria, ou aiguma outra pessoa convenien-
temente habilitada com os ttulos da divida
e os poderes necessario, appareca no en-
genho Miga, onde resido, protestando nao
levar em conta os juros resultantes de qual-
quer demora, que sua senhoria der lu-
gar.
Maga 1.- de marco de 1860
Henrique Olympio Tavares da Rocha.
Sepultura ecclesiaitica
Ouvia-se em todos os eirentos desde o salao. es-
tacado dos fidalgos t as pracas publicas depois da
morte do general Abreu e Lima, comnientar-se o
acto pralicado por S. Exe. Kvma. em negar sepul-
tura ecclcsiastica aos Testos mortaes do mesmo ge-
neral ; e por mais de.urna vez tomos tosteiuunhas
de opinioes contradictorias, fundadas apenas as
affeicoes dos litgame : de nenaun modo preten-
damos envolver-nos na questao, certos, como ca-
tholico e mais ou menos coaheedores dos Cao-
nes, que dada taes ou quaes circuinstancias na vi-
da dos ebristaos, a igreja nao obstante ser urna
sociedade instituida pelo Deus das misericordia,
via-se na rigorosa obrigacao de excluir de seu
gremio seus nlhos rebeldes, e que se obstinavam
l seus ltimos momentos; e isto fondado no mes-
mo EJvangelhonolte dar snela cautn, quan-
do no Jornal do Recife de 19 deste o muito Ilus-
trado Sr. Dr. Vilella Tavares procurou demonstrar
a falta de justica, piedade e misericordia de S.
Kxc. Rvma. fazendo valer nicamente sua vontade
soberana, e em vista da circumspeccao do eserip-
to, por isso que era firmado por um profesional
na materia, e que rom toda a modestia procurava
ou pedia explicacoes, appellando para o virtuoso
diocesano, como tambem para mais alguein que o
podesse esclarecer, entendemos sem prelences de
mestre, responder ao senhor doittor o que passa-
raos a fazer.
negada, segundo os Caones, sepultura ecclc-
siastica, em geral, a todos aquelles morios com os
quaes nao communicamos era sua vida saeris ca-
twnibus est institufum, ut quilus non comtuuni-
camus vivs, non communicumus defunctis; em
particular porm, conforme o direito coiumum, o
especial da consWuicao do arcebispado e pres-
cripcoes do Ritual Romano, dcixam de ser enterra-
dos em lugar sagrado, alera de outros, cojo nu-
mero classificado t lios judeus, os hereges e
os seus factores, os scvsmaticos e os apostatas
(Const. Liv. 4 T. 37 n. 837 1. :) os que manifes-
tamentc nao cumpriraiu os preceitos annuos da
eonfissao e communho e fallecerem sem signaes
de arrependimento, etc.
Ninguem ignora a luta religiosa que so dra
por meio da imprensa entre o fallecido general e
o ;>r. conego Campos; e que sendo laucado esse
mosaico de impiedades a apreciaco publica nunca
o sea autor procurou retratar-se : tambem sa-
bido que S-Exc, Rvma. cscrevra de Roma ao Sr.
general penndu-lbe que fizesse sua retrataco e
que aqu chegando e sempre na esperanza de po-
d-la conseguir, sabedor do nto estado de saude
c perigo de vida em que estava o general dirigira-
se a sua casa para ver se poda arrebanhar es?a
ovelha tresmalnada do aprisco do Senhor, e que lo-
ra recebido pelo moribundo de modo desagrada-
vel, dando-lhe o desprazer de preven-lo que nao
Ihe tratasse em materias de religiao.
Pergunta-se aos homens desprevenidos que cos-
tiimara ver as cousas pelo prisma da raza desa-
paixonada, ao rae-rao Sr. Dr. Vilella, tcri.i sido S.
Exc. movido por outra causa a nao ser o arduo
curaprimeuto de seu dever em dar o passu que
deu prohibindo a sepultura ecclcsiastica ao cada-
ver do general?
Tem sido S. Exe. precipitado intolerante como
V. S. o aprsenla em seu corainunicado 7
Nao eslava o Sr. general, ainda que nao expl-
cita, mas implcitamente reconhecido herege? Nao
sera S. Exc. Rvma. autoridade competente, para,
depois de ter sido repellido, como foi, quando pro-
curava converte-lo, negar-lhe a sepultura em sa^
grado ? Parece-me que de boa f nao me poder
o senhor doutor responder negativamente. Antes
pelo contrario seria digno de censura o prelado
que tivesse obrado de maneira differente. Sira,
ainda o repito, n prelado que obrasse diferente-
mente com toda a razio deveria ser considerado
como pouco zeloso e negligente era fazer effecUva
essa disposicio cannica.
Procura saber o senhor doutor a causa porque
foi negado o Sacramento da Extrema Unci: a
igreja cosluma dar esse Sacramento a aquellts
que nao obstante serem sorprehendidos pela mor-
te e nao podem dar demonstraco aiguma d> arre-
pendimento, mas que todava por sua conducta an-
terior presume-se que o desejariara receber se so
podesse manifestar ; mas sempre negou e negava
com precedentes taes.
Colloca o senhor doutor S. Exc. Rvma. era um
dilemma tanto mais odioso, quanto versa sobre re-
vellaeio de sygllo sacramental. Deixo de respon-
der essa parle por rae parecer que foi pouco rc-
fl'cctida essa accusac.au : o objecto de tal trans-
cedencia que admira raesrao que tivesse sabido da
penna de senhor doutor.
Tranquillise-so o seuhor doutor que Ihe nao se-
r negada a sepultura em sagrado: a orthodoxia
de suas doutrinas bem conhecidas o tornara n-
suspeito ; e acredite, faca melhor juizo de S. Exc,
que se tomou essa resolucio para com o Sr. ge-
neral, o seu coracao paternal lutou, lutou muito
entre o seu dever e a piedade, vencendo aquelle ;
assim como que pedir continuamente a Deus pa-
ra que senio reproduzam faews scmelhantes en-
tre os seus diocesanos era cujo numero V. S.
contemplado.
Srs. redactores. Lcndo o seu krt de do
corrente nelle deparei cora ura offieio do Dr. che-
fe do polica a presidencia da provincia, que assim
se exprime : Km offieio de 23 do mez lindo, par-
ticpou-me o subdelegado do segundo dstricto da
Escada, que em consequencia de recoininendacaa
minha, tizera n'aquella data prender no engeoho
Jundi, a Antonio de Salles Correa, por ter furtado
um cavado no cercado de Joao Ferreira Lima, li-
cando o delnqueme a disposicao do juiz municipal
respectivo para ser-lhe instaurado o compleme,
processo.Para que nao se supponha que o me:i
engenhe couto do ladres de cavado, para cap-
tura dos quaes havia recommendacao da polica,
apresso-me era declarar que Antonio de Salles Cor-
rea nao era morador no meu engenho, c nem fora,.
preso pelo subdelegado, e sim que a prisao do
mesmo tivera lugar do modo seguinte : sendo An-
tonio de Salles Correa encontrado no cercado do
engenho por um meu earreiro de nomo Roberto
Gomes de Lima, sem acertar com a estrada, Ro-
berto desconfiando ser ladrao de cavado o conuuz
a minha presenca, e eu o mandei levar acompa-
nhado pelo mesmo Roberto e mais moradores do
engenho presenta do mea amigo o subdelegado
do segundo dstricto capitao Francisco d'Albuquer-
que Cavalcante Lins, para cujo testemunho appel-
lo, este pela contradiccio as respostas as per-
guntas por elle feitas a Correa, e pela declaracao
ile Joao Ferreira Lima, que poucas horas depois
appareceu procurando o seu cavado, que havia
sido fuado do engenho Caipra onde mora, man-
dou recolhe-lo a cadea a disposicao do juiz muni-
cipal, como tudo se pode ver no processo instau-
rado contra Correa pelo Dr. Pires, juiz mauicipal
do termo. E nem era )>ossivel o chefe de polica
ler noticia do crime para fazer 'a recommendacao
de que falla o offieio, a que alludo, salvo se fossn
mandada por alvum balo aerosttico, visto que o
meu engenho dista desta capital doze leguas, e a
prisao teve lugar urna hora pouco mais ou menos
depois do 'uno.
Dignem-se, senhores redactores, dar publicidado
a estas poucas linhas para restabelecer a verdade
dos factos.
Jundi, 19 de mareo de 1869.
Manoel Antonio dos Santos Dias.
S=3 *
COMMERCIO.
FRACA DO RECIPE 2t DE MARCO
DE 1868.
A 3 1/1 HMAS DA TAUK
Algodao de Maeei 1 sorte17* por arroba posto
a bordo, a reto de 1/1 d. e 8 0/0 (abada).
Dito de dito * aorta161300 por anata posto a
bordo, a trete de 3/8 sem capa (sabbado).
V J
I
\
N
4
I
\

I
j
I
iV-
!
j rato!


Diario de Pernambuco Ter *
Dito de dito l sorte 16J300 por arroba posto a
bordo, a frete do 9^i4> SO/8 (hoje).
Cantos sobre Lon< r 1^006.
Caitlo sobre Paw --90 d/v 300 r. por franco.
F. I Silveira
Presideate.
Leal Seve
Secretario.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited,
Desconta lettras da pra$a taxa a con-
vencin ar.
fiecebe dinheiro era conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orisans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
BANCO AUA 4 C.
Ilua do Trapiche n. S4.
Desconta lettras co umerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e era conta corrente.
Gonfere crditos, saca sobre as primeiras
pravas do imperio, Rio da Prata o Euro-
pa, e compra cambiaes sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por coraraisso, da com-
pra e venda de fundos pblicos e aeces de
jompanhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
quer outra opefacao bancaria.
O expediente para o publico comear
s 10 horas da manha, e terminar s 4
horas da tarde de todos os dias uteis.
vedores
iobr (toa
Vorem |
p activar esen
bens doa gando o impost
Id n. Sia|13'
, que o nao ti-
lavrarem-se as res-
Jpmarem |
. pa
nipe-
tentes. sob pan de, se o n|o (fcerem, proceder-se
a cobranza do mesmo imposto pelos oieios udi-
eiars. ,
Scelo do contencioso da thesourana provin-
cuJ de PernaniDUC 16 de marco de 1869.
m O oflicial,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva
Dr. Trisiiin de Alencar Araripe, oflicial da impe-
rial ordem da Rosa e juiz de direlto especial do
rommercio desta cidade do Redfc e sen ti rmo
capital da provincia de Peniaiiilmco por sua
magestade imperial e constitucional o Sr. D. Pe-
dro II, a quera Dflus guarde etc.
Fapo saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiveVein que por parte de Caors A
Barbosa, em liquidadlo meoi dirigida urna peticao
do theor segnite .
Illm. o Kxn Sr. Dr. juiz de direito especial do
eommercio.'Izera Caors & Barbosa em lqulda-
ihco que spmlo rr*do.res de Octaviano de Sorna
Franca, da qnantia de 1:45**280 o seus jaros, im-
portancia de mu i letra mercantil uceada a 31 de
agosto de 1863, cora o prazo de 9 mezes acceda
pelo supplicado, acontece que o mesmo nao a tem
pago apezar de se adiar ella vencida a inuito tem-
pe, aiiercm por btfl os supplirantes interpon o
competente protesto, allm do sor iiHemiiupida a
presrripcao da dita letra cgarautido o direito fu-
CASA DE C
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico que tem estabelecido nesta cidade,
urna sociedade bancaria sob a firma social
de ^ .
THEODORO SIMN 4C,
da qual socio gerente e solidariamente
responsavel. .
O fim e objecto da dita sociedade o se-
guinte :
Comprar e vender por conta proprta
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
letras de cambio, sedulas do governo e do
banco do Brasil.
Encarregar-se por conta allteia das mes-
mas transaeces, da cobranca de letras da
trra e de outros ttulos conimerciaes.
Receber quaesquer quantias em deposi-
to, em conta crtente, e por tempo deter-
minado.
O escriptorio estar aberto das 9 horas
da manha s 4 da tarde, no largo do Cor-
po Santo n. 21.
Teodoro Simn & C.
Vendem
Ouro nacional
DECLARACQES.
Conselho le compras do arsenal
de guerra.
O conselho chama a attengio 4a# pessoas que
quizerwn vender os artigos annunciados pelo an-
nuncio publicado neste Diario no dia 19 do cor-
rente. *
Consellio de compra? dn arsenal do guerra de
Pernambuco 19 de marco de 1869.
O secretario vogal,
Jos Baptista de Castro S
v.''';"'
turo dos" snpplir.inte,. pelo que requeran a \ &f.> dg Souza
Exc. selavre termo, e se)a intimado na to/ma da nnAminiatr.
le e por que publico que o supplicado w
SANTA CASA DE MISEfUCOHDlA DO HKCIPE
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia
do Hecife se faz sciente qiicni convier, que o so-
brado n. 3 A sito ra Augusta e a casa terrea
n. 39 da ra dos Pescadores, e*ao sujeilas a se-
L'uinte disposicio testamentaria, com uue fallec
D. Esmenia d' Conceicao Souza, mulher do Dr.
Jos Joaquim de Souza :
c Declaro mais que instito por herdeiros ae
minha meia accao ao meu marido o Dr. Jos Joa-
quim de Souza, com a obrigacao de com sua mor-
te passar a terca de meus bens para os meas ir-
mos o padre Jos Leite Pilla Ortigueira e D. Car-
lota Esmenia da Conceicao Leite, aos quaes tam-
bem instito por herdeiros da mesma tere. na con-
formidade do que fica disposl*, e no caso de que
nao sobrevivam seus irmaos a sen marido, a terca
que olles pertencer, vontade sna que passepara
o hospital de caridade que tica assun instituido.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
5 de marco de 1869.O escrivao, Pedro 71o-
Segnnda-felra * de atareo.
\ffl"U> KM PBA.VDK. CAI.A PAHA
>01.EMll\n O s .nio DA OO.'tSTITncAO
POLTICA DO IMPEHO.
Phjpai-a-se para este dia rom lodo o mero
nomjgina eiu um prologo e tres actos, origina
z do Sr. Corrcia de Barros
porte
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNiVMBCANA
DE
WaTegaeo eostelra por vapor.
Porto deGallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Mamangiiape, com-
maodanlc Olivcira, seguir para
os porto cima no dia 31 do cor-
rente a meia noiu. Recebe car-
ga, encommenda:. passageiros e
no escriptorio do Forte do Mat-
dmlieiro a frete
tos n. 12.
jg 56o/o de premio
13*900
t portugez }
Soberanos
Sedulas do governo)
' I o/0 de premio
de 1 e 5*000 )
Largo do Corpo Santo n. 21
'ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 20 739:99503i
dem do dia 22 .. 28:676*957
768:071*991
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados
dem dem
com fazendas
com gneros
"Volumes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
149
387
-----536
210
411
----- 621
Descarregam hoje 23 de margo,
arca inglezaLevantmercadorias.
iJriguo portuguezflenp/ndomercadorias.
Lugar inglez Pearl idem.
Barca inglezaFloating Cloud idem.
Escuna dinamarqueza Eliza idem.
Escuna norte-allemao Mamut ftrmlia de
trigo. *
Brigue inglezSalway Qtieenidem._
Barca inglezaCariocaferro e can'ao.
Barca portugueza-Se^ranfamercaduras.__
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a O. 49:51o*2U
dem do dia 22...... 6:174*289
55:719*533
CONSULADO
Rendimento do dia 1 a
dem do dia 22 .
PROVINCIAL.
20
110:504*517
5:262*344
115:766*861
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados Mo dia 22.
Rio Formoso e portos intermedios. 8 horas, va-
por brasileiro Mamattguape, de 333 toneladas,
commandante Oliveira, equipagem 16, em lastro;
companhia pernambucana.
Liverpool. 36 das, patacho inglez Portia de
197 toneladas, capitao S. J. Thompson, equipa-
gem 10; carga differentes gneros.
Navios sahidos no mesmo dia.
Tortos do norte. Vapor brasile iro Crvzeiro do
Su/, commandante Alcoforado; carga differentes
gneros.
Penedo, por Macei. Vapor brasileiro ParaAi-
6o, commandante Mello ; carga ditlereutes g-
neros.
ausente desta cidade e provincia em lugar incerto
e nao sabido, requeran a V. Exc. se digne admil-
ti-lo a justicarao do estvlo sobre a ausencia dn
supplicado para que julgada por sentenga seja In-
tioiada por carta edital passando-se. os editae3 do
estvlo : pede a V. Exc. deferimento e recebera
mcrc.O procurador, Rodolpho Joao Barata de
Almeida.
Na qual dei o segninte despacho :
Sun, justilicaudo no dia lo do correte mez, dc-
pois da audiencia.Recfe, 11 de margo de 1859.
Alencar Araripe.
Em virtude do que lora a mesma petigao dcstri-
buida ao escrivao deste juizo Manoel Maria Rodri-
gues do Nacimonto, o qual em obediencia ao meu
supradito despachq fez lavrar o seguinte termo de
protesto.
Termo de protesto.
Aos 12 de marco de 1869, nesta cidade do Recife
de Pernambuco, em meu cartorio appareceram os
supplicantes por seu bastante procurador o' solici-
tador Rodolpho Joao Barata de Almeida, e disse
rara perante mim e as testemunhas infra assigna-
das que reduziam a protesto o conteudo da s,ua
peticao retro, a qual offereciam como parle do pre-
sente que Um sendo, e de como assim o disseram
e proteslavam lavrei este termo, no qual depois de
lido se firmaram com as ditas testemunhas.
Eu Segundino Heleodoro da Cunha, escrevente
juramentado o escrevi.
Eu ManoelMaria Rodrigues do Naseimento, es-
crivao o subscrevi.Rodolpho Joao Barata de Al
meida.Francisco Joaquim Pereira Antonio Car-
los Pereira de Burgos Ponce de Len.
E tendo os supplicantes produzido suas testemu-
nha-i. sellados e preparados os autos subiram a
minha conclusao e nelles dei e profer a minha
senlenca, a qual do theor seguinte :
Hei por justilicada a ausencia, e mando, que o
supplicado ausente seja citado por editos de 30
dias par o din requerido a folhas 2 e pagas as
cnstas ex-causa.
Recife 18 de margo de 1859.Tristao de Alencar
Araripe.
Pelo theor da qual chamo, cito e hei por intima-
do o referido supplicado Octaviano de Souza Fran
ca para que comparega neste juizo dentro do
indicado prazo, alim de allegar o que for de jus-
tici
E para que chegue ao conhecimento de todos
mande passar o presente que ser publicado pela
imprensa e afflxado nos lugares do cosame.
Recife 18 de marco de 1869.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oflicial da impe-
rial ordem da Rosa, juiz do direito especial do
eommercio desta cidade do Recie de Pernam-
buco e seu termo por sua magestade imperial o
Sr. D. Pedro II, que Deus guarde etc.
Fago saber pelo presente que Joao Soun & C,
em lquidagio por sea procurador, me dirigiram a
peticao seguinte : ,
Ilra. Esm. Sr. Dr. juiz do eommercio.Dizem
Joao Soun & C, em liquidacao, que sendo credo-
res de Octaviano de Souza Franga, da quantia do
769*510 rs.,e seus juros eimportancia de urna letra
mercantil saccada em 31 de agosto de 1863, com o
prazo de 7 mezes, acceita pelo supplicado, acon-
tece que o mesmo nao a tenha pago apezar de es-
tar vencida a muo tempe, quercm por isso os sup-
plicantes interpor o competente protesto, afim de
interromper a prescripgao da dita letra, e garanti-
do o direito futuro dos supplicantes, pelo que re-
queran a V. Exc. que se lavre termo, e seja inti-
mado na forma da le; e por que publico que o
supplicado se acha ausente desta cidade e provin-
cia, em lugar inesrto o nao sabido, reqaerem a \.
Exc. se digne adinitti-los a justificago do estylo
sobre a ausencia do supplicado, para que julgada
por sentenga seja intimado por carta de editos, pas-
sando-se editaes do estylo : pede a V. Exc. defe-
rimento e espera receber merc.O procurador,
Rodolpho Joao Barata de Almeida.
E nesta petigao dei o despacho seguinte :
Sira, justificando a ausencia no dia 15 do cr-
reme, depois da audiencia.Recife 11 de marco
de 1869.Alencar Araripe.
E sendo fcita a destribuigao ao escrivao deste
juizo Manoel de Carvalho Paes de Andrade, no da
designado produziram os suplicantes as suas tes-
temunhas, as quaes sob o juramento dos Santoe
Evangelhos, que Ihe foi deferido pelo juizo, depu-
zeram conveniente acerca da ausencia do sopph-
cado Octaviano de Souza Franca, fetto o que o res-
pectivo escrivao interino fazendo ludo autoar, sel-
lar e preparar, me fez os autos conclusos, e nos
quaes dei a sentenga do theor seguinte :
Provada a justilieagao, assim mando que o sup-
LEILOES.
LEILAO
rci|uerniento de Luiz Antonio Sequeira por au"
ii>iicao du neeia cidade.
ira 14 do" corrente.
as i i horas da manha em ponto na porta da al
fandega.
O administrador da recebedona de rendas
internas geraes declara que tendo-se concluido o
lancamento do imposto peesoal do exercicio cor-
rente de 1868-69 das freguezias de S. Jos e Boa-
vi-ta, tica marcado o praso deste mez e de margo
futuro em que deve ser pago o referido imposto,
sem multa, das sobreditas freguezias, como deter-
mina a ordem n. 17 do ministerio efepzenda de
30 de Janeiro ultimo. .
Rocebedoria de Pernambuco 19 de fevereiro de
1869.
v Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
ANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
De ordem da illma. junta administrativa desta
santa casa se faz publico que a exposigao do SS.
Sacramento que de ve ter lugar na igreja de N. S.
do Paraizo no dia 25 do corrente, durara somente
at s 7 horas da noite, podendo as pessoas que
mbzerem visitar o Santo Sepulchro, faze-Io so-
mente at ossa hora.
Secretaria da santa casa de Misericordia do He-
cife 19 de margo de 1869.
O escrivao,
t Pedro Rodriijuesde Souza.
Santa Casa da Misericordia do
Recife
Devendo ter lugar na igreja de N. S, do Paraizo
no dia 23 do corrente, pelas 10 horas da manha,
a missa solemne que ha do preceder a expo^ieao
do SS. Sacramento, convido a todos os irmaos
para comparecercm no dia e bol cima indica-
dos, afim de assistirem a esse acto.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 19 de margo de 1869.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Por esta subdelegada se faz publico que se
acham em deposito uous bois, eujos foram encon-
trados pasando as lavouras do engenho S, Pau-
lo : quem for seu dono, comparega, que provan-
do, lite sero entregues'
Subdelegada do districto do Peres 20 de margo
de 1869.
C0IPA1IA BRAS1LE1BA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 24 do corrente o vapor
TocoMins, commandante J. M.
Ferrara Franco, o qual depois
da demora do costme seguir
para os do su
Desde j recebem-se passageiros o engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devora
ser embarcada no dia de suachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sua saluda as 2
horas.
Nao se recebem como encomjncndas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a dnas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medigao
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previnc-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia, ra da Cruz n. 57,
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
De nina grande casa de campo no Parnameirim
com 3 salas, 12 quartos e dispensa, com grande
sitio murado na frente, cerca de 1.050 palmos
de frente e 1700 ue fundo, com multas e exce-
lentes fruCteiras e bntxa de capim.
iioji:
Turca-feira 30 de marco as 11 horas
em ponto.
O afete Pinto competentemente autorisado fa-
r leilao da casa e sitio cima menciQMdo do fi-
nado Joaquim Jos de Amoriin (em Sant'Anna i
sendo que dito sitio torua-sc recommendado ja
pelas grandes proporcoes e accoinnio4|j6es que
offerece e j por ser em chaos propros' em cuja
lente passa os trilhos urbanos epertode urna das
estacoes.
Oleilo ser effectuado as 11 horas do dia ci-
ma dito no escriptorio do referido agente ra da
Cruz n. 38.
Os pretendentes podero desde j examinaran
dita casa e sitio, podendo obterem do mesmo
agente toda e qualquer informacao a respeito.
TlLO
De ttO saceos com cevada to Rio
Grande.
Segunda-feira 29 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 60 saceos com cevada do
Rio Grande em um ou mais lotes, hoje as 11 ho-
ras da manha no largo da escadinlia da alfande-
ga armazem do Sr. Azevedo.
AVISOS
DIVERSOS.
Jos Soares de Azevedo prol^or de
Imgua e Iitterapjra nacional no gymnasi
provincial do Ifcife, tem aberto em sua
casa, ra Bella n. 37, um
CURSO DEI.INGUA FBANCKA
DE GF.0GHAPI1IA E HISTORIA
DE PHILOSOPHIA
B BHETOBICA E P01TICA.
Os estudantes qne prctenderem frecuen-
tar qualquer destas discipliuas, podemdlri;
gir-se indicada residencia, de manha at
as IQhoias, e,de tarde a qualquer hora.
CASA PARA ALUGAlt"
Aluga-se o 2o andar da casa n. 144 da ra Im-
Eerial, com bastantes commodos e muito fresco, e
ella vista : a tratar no pateo de i. Pedro n. I.
LEILAO
Joaqti
O subdelegado em exercicio,
iim Thomaz de Barros Campello.
Hoje depois da audiencia do jnizo municipal
da i* vara, se ha de arrematar em praga publica,
a metade da casa terrea sita ra Velha da Boa-
vista n. 3. con 2 qaartos, cozinha fra, quintal e
cacimba nieeira, por exeeucao de Joao Rodolpho
Velloso de Azevedo contra Joao Evangelista Reljo
e sua mulher, como inventariantes do finado Joao
Nepomuceno Velloso de Azevedo, toda ella ava-
hada por 1:2003. Escrivao Santos.
COMPANHIA PKRNAMUUCANA
DE
.\avegacSo eostelra por vapor.
Goianna
O vapor Mamanguape, comman-
dante Oliveira, seguir para o
porto cima no dia 26 do corren-
te as 9 horas da noite. Recebe
carga, enconunendas, passagei-
ros e dinheiro a frete no escriptorio do Forte do
Matos n. 11
De 30 barrls rom excellene
i oucluho de .Ulnas de 4 arro-
bas cada iini.
Terca feira 23 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 30 barris com superior tou-
cinho de Minas,'o qual ser vendido em um ou
mais lotes a vontado : terga-feira 23 do corrente
pelas 11 horas da manha no armazem do Sr.
Azevedo no largo da esradinha da alfand ga.
Jos Peixoto da Fonseca, Firmina Soares Pei-
xoto, pungidos da mais acerba dr pela morte do
seu muito estremoso lilho Jos Peixoto da Fonse-
ca Jnior, mui cordialmente agradecen a to-
das as pessoas que se dignaram assislir ao seu
enterro e as mesmas scientilicain que os ltimos
suffragios tero lugar na igrejw matriz do Corpo
Santo no dia 24 do corrente as 7 horas da ma-
nha. ______________
Ama
Precisa-se de urna ama de
Senzala Velha n. 112, 1 andar.
leite : ra da
IJIliO
Attencao.
Joaquim de Sonza Silva Cunha, administrador
da massa fallida de Silvestre Pereira da Cunta,
faz sciente a todos os credores da dita mas-a que
no prazo de 8 dias, devem apresentar seus ttulos
afim de ser cumprido o que dispoe o art. 859 do
cdigo commercial, e isto na ra nova de Santa
Rita n. 15, sobrado de 1 andar.______________
Para Mamanguape esta carga na escadinha
para o porto cima a barcaga Angetiea de Lima.
de lotagao de 4.000 arrobas, a qual seguir via-
Rem at o fim da setnana ; os senhores carrega-
ires podem dirigir-se ao mestre da mesma, Chn-
Para o indicado porto pretende sahir em non-
__j;___. _^_i____. i.__ ,.,!,..>.;,!., Iiiii'.i'i Ufu*i/i/'
eos dias a veleira e bem conhecida barca Social-
capitao Rocha, por ter a maior pane do seu car-
regamento prompto, e para o resto que Ihe falta
e passageiros, para os quaes tem bons commodos
trata-sc com o consignatorio Joaquim Jos Gon-
galves Beltrao, ra do Trapiche n. 17.________
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
DK
Mavegacao eostelra por vapor.
Parajiyba, Natal, Maco, Mossor, Ara.
caty, Ceai-, Mondah,Acarac
e Granja.
O vapor Ipojucn, commandante
Martins, seguir para os portos cima
no dia 31 do corrente as 5 horas
da tarde. Recebe carga at o dia 30, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
i horas da tarde do dia da sabida no escriptorio
od Forte do Mattos n. 12.
A 24 do corrente.
O agente Oliveira far leilao por conta e risco
de quem pertencer de urna caixa marca X n. 722
contendo 552 chales de la entre tinos e ordina-. -
ros e 50 pecas de foulards de seda tendo 7 fou- d.no Luiz dos Passos, no mesmo lugar,
lards cada pega, tudo avariado a bordo do navio Na ra da Conceicao n, 20 precisa-sefde ama
francez Adle, capitao Robert, vinda do Havre, a para servico interno.
WL
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
' DI
SABBADO DE ALLELUIA.
Sabbado 29. de margo de 1869.
A empreza flesejando satisfazer os numerosos
pedidos de camarotes faz subir a scena ainda o
soberbo drama histrico de grande espectculo
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgaeao eostelra por vapor
Mamanguape.
O vapor Coruripe, commandante Penna, seguir
para e porto cima no dia 28 do corrente as 6 '
li ..ra* 4a tarde, recebe carga, encommendas, pa-
sens e dinheiro a frete at as 4 horas da tarde
do dia 7, no escriptorio do Forte do lalos n. 12.
Rio de Janeiro
Para o indicado porto segu com mnita brevi-
dade o veleiro e bem conhecido brigue Adelaide.
por ter a maior parte do carregamento tratado ; e
para o resto que Ihe falta e escravos a frete, tra-
ta-se com o consignatario Joaquim Jos Gongalves
Beltrao, ra do Trapiche n. 17,
-
EDITAES.
De ordem do Blm. Sr. Dr. procurador fiscal
da fazenda provincial, se convida a todos os de-
B?ado ausente seja citado por editos de 30 dias na
ma requerida a lolhas 2, pagas as castas ex-
causa.Tristao de Alencar Araripe.
E por torga desta sentenga o respectivo escrivao
fez passar o presente, pelo "theor 3o qual chamo,
cito e hei por citado ao supplicado Octaviano de
Souza Franga, para que dentro de 30 dias compa-
rega ante esM juizo por si ou seu procurador alle-
gando e provando o que for abem do seu direito
e justica, sob pena de revelia.
E para que o mesmo reo nao fique indefezo, to-
da e qualquer pessoa, prente, amigo ou conheci-
do poaer-he-ha fazer sciente de todo o expendido.
J>E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente, que ser afflxado nos lu-
gares do costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recito de Per-
nambuco aos 20de maio de 1860.
Eu Manoel Silvino de Barros Falcao, escrivao
interino o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
ou
A descoberta da America.
D fim ao espectculo a cansoneta do Sr. Mar-
tinho
o imni\iio.
A empreza roga as pessoas que encommenda-
ram bihctes queiram manda-Ios buscar al
quarta-feira 24 do corrente por todo o dia.
THEATRO
Gymnasio campestre
ASSOCIACAO ARTSTICA.
as nones de 27 e 28 "do corrente
ESPLENDIDOS
Ralles malcarados
com o valioso concurso de duas
SOCIEDADES CARNAVALESCAS
organisadas expressamente por
DISTINCTOS CAVALHEIROS
que se dignam honrar os mencionados bailes, no
intuito de auxiliarem a associaeao deste theao.
Os bilhetes acham-se desde ja no theatro e por
obsequio em casa do Sr. Godofredo, cabelleireiro,
ra do Crespo.
N. B. As pessoas que morarem no Recife e em
toda a linha frrea at Apipucos, no caso de que-
rerem assistir a este bello divert ment, terao de-
pois do mesmo passagem gratis era
TREM ESPECIAL.
O baile principiar as 9 horas e terminar as 2
da madrugada.
A orcheslra ser regida pelo artista
Cola Fllho.
Em lugar competente achar-se-hao diversos
vestuarios de phantasia para alugar-se.
C0MPANHL\ PERNAMBUCANA
ra
Navegaco eostelra por vapor.
Macei escalas e Penedo.
O vapor Giaili, commandante Aze-
vedo, seguir para os portos cima no
dia 31 do corrente s 5 horas da tar-
de. Recebe carga alo o dia 30, enconunendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sabida no escriptorio de Forte do
Mattos n. 12.
Loanda
O brigue portuguez Bemvinda, capitao Silva, a
chegar de Lisboa, sahir para Loanda poneos dias
depois do recolhido a este porto : p')de receber
alguma carga, e trata-secom o seu consignatario
Joaquim Gerardo de Bastos, rna do Vigario n.
16, 1" andar
O
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SS'S'i
O G ^
Macei
O brigue nacional Olinda, seguo viagem ao
porto cima nestes seis dias impreterivetmente re-
cebe carga a frete commodo: a tratar na ra do
rio n. 10, escriptorio de Balthar Oliveira,
Vigar
se.
ECASA DE DIGAS
77 RA DA IMPERATRIZ 77
Para o Porto
Segu sem demora a barca portogueza Novo
Silencio, por ter grande parte da sua carga promp- N'este novo estabelectmento ha um completo sorttmento de medicamentos, pro-
la, para o resto e passageiros aos quaes offerece chimicos. e drogara, tudo de primeira qualidade, e se vendem por menos do-
excellentes commodos_trata-so.com 6l.ve.ra Folios | JOM ^ ^ ergparte.
H tambem um sortimento de medicamentos homeopathicos, tinturas e gionu
los inertes, por precos commodos; bem como xaropes de jurubeba ferruginosa simples.
vinhos de jurubeba simples e ferruginoso, e -o bem conhecido xarope de Paracary, es-
pecial d'esta pharmacia. Aviam-se receitas a qualquer hora do da, e noite, com promp-
tido, cuidado, e pericia ; nao se negam a qualquer oceurrencia em casos urgentes. O
socio gerente encarregado do estabelecimento mora no mesmo, para o que esta
orompto a abrir a porta a qualquer hora que for preciso.
v v C. Caldo & C.
& C, largo do Corpo Sanio a 19 ou com o capitao
na praga do eommercio. _________... ...
Para Lisboa
Vai sahir com muito presteza o brigue portu-
guez Constante II por ter grande parte do seu
carregamento prompto : para o restante c passa-
geiros, trata-se com Oliveira, Filhos & C, largo
So Corpo Sanio n. 19, ou com o capitao na praca
I do eommercio.
RA
IDO
CABUG
esquina
|da ra larga do
Rosario.
ANNEL DE OURO
, DE
Este importante estabelecimento no eu genero, tem sempre um sortimeto sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra basa pode vender.
- vista da qualidade e do pre Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele-
vados.
L < Aj loja esta aberta at s 9 horas da noute.
S3
RA Ifl
eo ni
CABUG ffi
esquina
da ra largado]
Rosario.



#r
4
Diario de Periiaijb.iM Teirqa feira $3 de Marqo de 69.
mutmiiios
COMTRAFOGO.
A Companbia Ixdemnisadera, estabelectrd
aesta pra?a toma seguros martimos sobre
navios e se'us carregamentos e contra fogo
m edificios, merendonas mobilias: aa
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Trocam-se
s notas do banco do Brasil e das caixas ftliacs,
cwn descont nnrito razoavel: na pra$a da Inde-
pendencia n. fk_______________________
llJlU ll
Resta venda um escolhido-sortimcnto de ob-
yectos de marciiicria, como sejam, mobilias de ja-
rand.wognooanmrello, obra nacional e estran-
geira, de apurado go>to c por, preco razoaveis,:
u raa streta do Rosario n. 32. Nesta mesma
casa fazem-se com perfeicao todos os traballios de
nalhinha, como sejam, empalhamenlos de lastros
para camas, cadeiras e soplis. |
Joaquim Jos Gon-
qvm Beltrao
aUA DO TRAPICHE N. 17, i.u ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seguin-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Guimares.
Coimbrt;
Chaves.
Viseov .
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalielo.
Lamego.
Lagos.
Covilha*.
VassalfValpasses).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
-:T7.'
UTILIDADE
Aos 500 pares de brincos.
Chegou e venie-se no Coragae
dOuro, ra do Cabug, brincos de
maosmbas com una franj, penden-
te a m-rico desenbo^erouro de
tel, pelo pequeo proco de l^OOO
cada par. baratissimo.
*. Fcrrelra VHlcIs.
Photographo da casa imperial
premiado em diversas exposi-
c5es.
Na sua photographia ra do Cabog n.
48, entrada pelo pateo damatiiz tira retra-
tos por todos os systomas photographicos.
Em porcelana Em vidro
Em tako Em papel
CART ES DE VISITA A 9> A DUZIA.
Os retratos car te-de-visite, sao collados!
era cartio 4e hixo dourados oa lrthogmpRados, quadnlonj<* m S(r procurado todos o* dias uteis
ou vinhetas para oque existe uiua vaneda- jj} A.A Vi hoEa6 (la manna alt as 4 ^
de de 12 modelos a escolha de qu f lapde> para os instcrg s fo sua pro_
fisso.
O advogaio Dr. Antonio de Vas-
concellos Menezes de Drummond
transferio o seu escriptorio para a

BARTHOLOMEU 8; C.

D xarope Vegetal Americano, especialidad^ de Bart holometi & O.
3411LA LARGADO ROSARIO3i
Nao costomamos procurar attestados para acreditar nossos' preparados, e dei-
xamos que sua appficagaow os resultados obtidos.pelas.pessoas que se dignaram acceita-
los, Ihesdeem crdito e voga; porque sao sempre os attestados considerados gratuitas,
e deiles que lancam5o o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas qua
espontneamente nos offereceram os que abaixo v3o transcriptos, os fazemos publicar,
manifestando-Ibes nossa gratido pela attenco, esperando que venham elles corroborar
o conceito, e acceitaeao que tem merecido nosso xarope.
Bartholomeu C.
1 ATTESTADOS
Illms. Srs. Bartholomeu A C. com a mais subida satisfaco que declaro
ser o xarope Americano de uma efficaci extraordinaria, pois que soffrendo ha das de
intensa tosse, ponto de n5o^)oder dormir a noite a despert mesmo de medicamentoa
que tomava, a elle recorr e na terceira colher fui alliviado, e de todo me acbo boje res-
tabelecido com o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois/ esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venftadur e obligado.Ma-
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de I8C8.
Illms. Srs. Bartholomeu & C.Penhoradissimo com o favor que me fljferaa
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composl-fao, quando me ha-
roneo o que
tioux^uma forte tosse, e me impossibilitou de cumplir os meris deveres de cantor da
empresa lyrica, vou agradecer-lhes meu completo restabelecimento, que ohlive com tna
tratar. Para as outras especies de retras Il
temos lliilmlill pame-par-touts, quadix)sI
* molduras douradas e pretas cassoltas de'
ouro e alaetes simples e com podras pre-
ciosas, havendo nos alnetes una mimosa
Tariedade 4e feitios.
O nosso estabelecimento photograpbico 11
esta sempre em dia com os mclhoramentos, |
eprogresos que na America do Norte, naij
Europa ou no Rio de Janeiro se consegue |
na arte photographica, o para alcancarmosj
tal fim nuaca poupamos despezas -nem sa-45
wiicios, de soiie que os rtossos numerosos P
freguezes podem tai* a certeza de que sein-irU
jre enoifttraro wn nosso estabelecimento 'preparado pelo pharmaceutico J. de A. Pin-
tado quanlo a irte e a moda offerecer detjo, cura radicalmente a tsica e astlima-, e
ANTONIO EPAM1N0NDAS DE
MELLO tem o seu escriptorio de
advogado ra do Queimado n. 8,
1. and;ir.
PARA USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope da jurubeba garrafa. I<5060
V111I10 de jurubeba garrafa. 1)5600
4 P'luJas de jurubeba vidro. 10600 ,
Tintura de jurubeba vidro. 640
* Extoacto hydracoolico de jurubeba. t2#50O
PREPABADOS C0MP0ST0S.
Viuho de jurubeba ferruginoso garrafa. 25000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. 1*600
Ptalas de jurubeba ferruginosa vidro. 2#000
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 640J
Emplastro de jurubeba Ubra. 241500
UAHA USO EXTERNO
xt 'A JtJRCBEBA.
Esta planta e boje reconhecida como o mais poderoso louteo, como tm excel-
leRtele{ hepatrts propriameiit ditas, ou anda complicadas cora anazarchas, as infkrnmacoes I
subsequentes as febras intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es- va babtan,e doente de uma constipado, queme tomou completamente
peciakuente do ulero e abdomen, nos tqmores glandulosos, na anazarcha, as hodrope-
zias, erysipellas ; e associada as preparaeoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbior.ises, faltas de nleustruaco, icorrheias, desarranjos temeos do 6J ^1. '^ Xarpe' ,ep'S de haYer reComdo mu',os1r:,.,a"ienfos. Deseare,
estomago, debilidade orgnica e pobreza de sanue, etc. ?ue oatr? como eu recorran ao seu xarope para se verem all.v.ados de ao termal
incommodo, tao fatal neste paiz. Com maior consideiarao continio a ser de Vv. Ss.
attento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & C.O xarope Vegetal Americano me Vv. Ss. toen
exposto venda de toda ellicacia para o curativo d'aslhma, conforme obsirvei ffpph-
cando-o a meu filho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagcllo, que at
entSo por espaco excedente a dons annos liavia resistido a outros xaropes de grande
nomeada. Queiram, pos, Vv. Ss.*acceitar a expressao altamente sincera de meu reco-
nheeimento ao meritorio-Servigo quelhe prestaram com o indicado xarope, acreditan*
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento e obrjgado.Amero Netto de Mendonca.
Recife, 2 deoutubro de 1808.
DE
is

"ASrifHV E TSICA
UM DESCOBRIMENTO ESPANTOSO
O xarope de fedegoso, de Pernambuco,
0 que diremos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereirado Cai-'no,Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reoonhecema excedencia deste
poderoso medicamento sobre osdemais at hoje conhecidos para todosos casos citados,
tantojque todos os das fazem d'elle applicacJSo.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por im generalisar mais o uso d'esto vegetal, fazendo desapp arecer a
repugnancia que al boje sentiain 03 doentes de usar dos preparados empiricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que linham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna inuitas vezes improlcuo um
medicamento, que .poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos pieparailoss fram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bemeonhecer aspro-
piiedades medicamentosas desta pl.inta em suasraizes, follias, fructas ou bajas, c a
dose conveniente a appti'aclo, tendo alm disto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeieao possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos im-
portando o poseo iucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dgnarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offeicccm a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e infalli-
vel cura de qualqutT dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem ern tempo
applicados, tendo alm d'sso, dfedico eu doente a vantagem de escolher as nossas va-
riadas preparaejoqs, aquella que mclhor Ihe pode convr, j pela fcil applicago, ejpela
complicacao das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparages ferruginosas sao feitas (te forma que se tornara comple- insistir sobre sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores,
tamonte soluveis nos sacao^aBUiaoa, porque procuramos oscompostos de ferro que i qualidades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente conquistado sobre todo
como taes estao boje econhecidos. os que tem apparecido nesta piaca; possuindo um tecladoe machinisrno que obedece
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conheccr as propriedades da todas as vontades e capriclios das pianistas, sem nunca falhar, por serem fabricado!
jurubeba, e sabereni a applicao3o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente de proposito e ter-se feto ltimamente mclhoramentos importantissimos para o clima
em nosso depesilo um foilielo, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos deste paiz; quanto s vozes sao melodiosas c flautadas e por isso muito agradaveis aoi
mesraos preparados. ouvidos dos apreciadores.
Deposito "eral de todos os preparados Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blon-
!del, de Paris, socio correspondente de J1. Vignes, emcuja capital foram sempre premia-
DE
I. VIGNES
N. 55RA DO IMPERADORN. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assz conhecidos para soja necessario
born no novo e velbo
da photogranhia.
iOllAl
inundo aos amantes
Felheo Kcmaual
PHOtiltAMMA:
O upi adilu foilicto em 10 paginas di!
impresa etc., etc., eccupar-sc-ha exclu-
sivajueute.....de lntki.
Kedaccao :
Capitio Salbi-dale.....(Critica lit-
eraria e ?al?s.i
Cavalieiio De Prtfinttis.....(Noticias
frescas.I
Dontor Fatuto.....(Hocas idem.)
Baro de Luj-zoq.....("Ad libituin.)
Visivmde do O'......?Theatro e lypos
das mas.) () V.
l'i-.'cu 200 t-i. cada pumero.
Irajtr-essao nilfiia, coiwa de anviralar
u olio. Recemnienda-st a leitma prin-
cipalnieiiU! aos nyopea. E aJeu-i !
O priiufiro numero tari dado luz no
sabbado de albinia. H7dia E atleus !
A' venda onde se annanciar, no dia do
nasciinento do Diato rt tinco.
() Batas roconhecidas as tirinas pelo
tabeliian Pn!ha d< Sttizn.
CRUDO
todas as molestias dos pulmoes.
Podem ver-|e "os altfBlados de curas no
Aiico deposito. dIS preparai.oes de fedego>o
drste .-nitor, rWK oRosaiio Lai^a n. 10.
jimio ao (uartei jd' polica.
lllm. Sr. Joaquim d'Almeida Piula.
Braga, .j de Janeiro de 1868.Meu'am-
l?o, aqu cheguei cm. alguinas melhoras;
depois de ter tomado tres garrafas do seu
preparadojarope fe fcdc pelo mar, porque logo que cheguei era Lis-
boa, principiei com mais fe a tomar o dito 1
xarope, por conhcce*r pelo mar que elle me |
foza grande beneficie,-pos vfetn da gran-
de jtianlidadedesanfltteqiic eitbotava pela
boca, vi que me ia desapareivndo -mih ra-
jpklez, depois que continuci a Utrnav o dito
| xardse, e 15o milagroso foi para a minha
molestia que boje me acho de todo resta-
ftleeido, e at-mesmo bstanle nutrido, e
por isso pode Jim, fazersciento a publico
o milagre que o seu
1 lo i ha e drogara
34Ra larga do Rosario34.
"-^'r. -:^ ^:^^-{i'^:S^^^^^:'-
DOENCAS DO PEITO
XAROPE d'HYPOPHOSPHITO
GRIMALTt C!-A-PHARMACEUT1C0S EM PARS
A eftlcacia d'esu preparado est ettabelecida desde 4 857, pelos mais celebre* mdicos. Desde
enlao militas imiia?6es tem sido feitas, mas nenhuma poude sustentar a comparadlo com o
producto apresentado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga sern;
este xarope com urna bella cor de rsa, nunca branca, e com a nossa assignaiura roda do
frasco.
Sob a sua influencia, a tosse acalma-se.ossuores nocturnos cess3o e o drate volve rpida-
mente sade. 0 sea empreod lambemos mais brilhanles resultados nos defliuos, calar-
rbos, bronckiles, rrilacoesdo peilo. stc.
Deposito em Pernanibuco, em casa de Manrer O*.
Na ra do IiK|>erador n
*e de um criado.
73, andar, precisa-
Vinho degestivo de
chassaing j
<:om
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por exoeHencia para cura certa
das digcsloes dfl.icei,eeompletas, acalmar
as dores gastralgicas,- Preparar as forca
produzindo uma as.-imulagao completa dos
cimientos; sendo mais um excelleute tnico.
\f\i>8i:
l'HABMACIA E HRCKiAB! V
Rarihelom ti k. %'. h\
54RA LABfJA m ROSARIO-^
minha enfermidade. Sem tempo para mais,
sou de Vmc,rAmio ltenlo, venerador e
muito obrigado.-Hlftwfoe'' Jos Gongalves
fereka.
_______
lllm. Sr. Joaquim d'Almeida Pinto.
Ha muito que ouvia proclamar as excel-
entes propriedades vtarop de fedegoso
contra a tosse e asthma, e soffrendo eu de
uma tosse pertinaz, e tendo usado da toda
a surte de medicamontos, vali-me pois do
.tarop de fedegoso, e una garrafa somen-
te foi bastante para restabelecer-me, e me
vejo tao robusto como' drantes; suecum-
biria de corto a nao ter usado seu xarope
de fedegoso.
A' vista disto nao tenbo expresses
com que exprima a V. S. a gratido de que
Ihe devedor, o de V. S. atiento venerador
e criado
Joo da Cosa Reg.
BAEUSSfflO
Calcado nacional, na fabre de Jos Vicente
in.i.'.i-i(t, ihinn na GodiBlio &C, rna di) Jardiin u. 19, avisan aos
'iseus freguezes desta e: ptale do interior, que con-
Ordcaad* *n iaierouse;
Precisa-sde^um honiem prefertnYi-*sfJDius.ior
tdiMle, sufllcientemeate habilitado beni adminis-
trar um estabelecimento de seceos e molhdos :
tra-se na ru Nova n. ir,.
Alvaro t'eha rio de advoeaeia ra da cambo o
Carmo n. 8. 1 andar. onde-:ndeser pro-
curado para os mistees de sua prtfitfa
Hlm. Si: Joaquim d'Almeida Pinto.
Tenho_a a-entura -de coinmunicar a V. S.
ipne gi-caa ao marovilhoso xarope de fede-
goso, catnom *meu escravo Jor com-
pletamente retitabelecido da molestia dos
pulmoes, que ha tanto tempo o persegua.
' Aceite V. 6. *la nlinba declaracao
como prova do meu reconhecimento pelo
bem. que V. S. aeaba de fazer-me, e cuja
i-ecordaco fiear iblernadi no coraclfo do
De V. S.
Atterrto venerador e criado
Bento Joarjuim Gomes.
hesappareceu Iwhww 'Ims .'i horas da tarde
uma mulatinlia de Borne f.-udula, eom qn.Uro .tu-
nos de-idade, coutumtiniao de chita rxaUsado
+, o cabello acanhado : quera della dr noticia
.mito se asraeeeer na ra da Pahua t. B3.
Caixrro.
ftecisa-se de um caixeiro : a tratar
rfo Terco n. 63, nadara.
k Em
AN6EN,
tiuuam a fabricar calradoem alta escala, e ofTe-
recem as melhores condieSes, tanto em preco como
MU qualidade. Os preprietarios deste estabeleci-
mcuto chamam a aller r.rio dos senhores ounsumi-
dores do interior, que os quizerem honrar com
sua frefuezia, espeeitlcands env seus podidos a
qualidade o numorae^aCjOtferecendo-se para os en-
tregar bem acondicioftidos cm casa de scu cor-
respondentes nesta prai;a._____________-,
Frederico Mala
Cirur^io deutlsta pela escola
de medicina
do Rio e Janeiro.
Tem a honra de participar ao rcspeitavel publi-
co desta capital e seus suburbios, que tem aberto o
seu gabinete de consultas e operaeoes dentarias a
ra Direita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da iiia/;t-a as |
3 da larde. Elle acha-.-e competentemente hubili-
tadopara com perTeicao collocar dentea artiflciaes
por quaiquerdos systeiras, e bem assim desempe-
nhar qulquer outro triballio concernenle sua
proflssao. O mesmo, r>conbecendo que nemsem-
pre possivel s senhoras ou crianzas sahirem a
procu..ir o remedio, oerece-se a remover qul-
quer obstculo, declarando que na> cidade se pres-
tar a qulquer chamado sera que issoinllua caMa
alguma na commodidad.; dos precos de seos traa-
lhos,e quando para fon delta assim mesmo ser
precedido de um ajuste asoavel. garaatindo elle a
segurancae perfe#c3o di euditoi trabalhos. Em
seu galnnete se encomiar constantemente encl-
lente pos dentifricio, elixir e outros mi^dleamen-
os odontalgicos
aadar.
GRANDE HOTEL
1E ORIENTE.
Inaugurou-se estecommodo e elegante
estabelecimento d'onde os seus frequenta-
dores pdero apreciar a especialldade na
confeccio ddsgenerosalimenticios.
A bebidas sao- as mais primorosas e re-
coinmndadas.
A decencia e boro servico primara n'esta
casa no bello gosto oriental.
Mandam-se domicilio comedorias, tanto
avulso, como por assgnatura mend. Os
presos sao mdicos e couvencionaes.
Ha uma espagosa c bonita sala para o
elegante jogo de bilbar.
Ha tambem aposentos comminodcs e bem
mobilhados para hospedagem.
Ra larga do Rosario
n. 44.
dos era todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sorti-
mento de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianoa
harmnicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis.
M LAMA 80 ROSARIO 137
Esle acreditado estabelecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para che-
gar ao cume do bem viver.
Alm dos saborosos manjares xiufeccio-
nados com o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para uma s
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indispensavcl elemento para a
vida e hygiene, temo-la sempre em abun-
| dancia para facilitar excellentes banhos.
CIIARLTERIA E PETIT mtSMNt
Annexos ao Hoiel Central, ra estreita de
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a vaiiedade infinita
de charutos de Havana, Babia, Rio, etc. qoe
existem neste novo estabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que ge-
ralmente se fazem, reduzindo-nos apenas i
tres letras que sSo tres bbb bom, bonito a
barato. A' vista do genero annunciado pe-
de-se julgar de nossa veracidade. Esta casa
Ha tambem uma boa bibliolbeca e perio- gosa tambem das condices de um elegante
dicos nacionaes e estrangeiros, piano para e petit restaurant onde se pode ver a es-
recreio, buhares, etc. etc. peciadade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qulquer recommendac3o para lanches e at fazer una boa coiafo,
para tao acreditado estabelceimento, omit- juntamente com os principis vinhos do
timos mais prembulos, faaendo ver por mercado, sobresahindo entre o bom a pura
fim, que o bom servico, ordera e moralida- e fervente champagne, o mu saboroso Rbe-
imperam n'esta casa, como observancia no, a primorosa cerveja, o licor espirituoso,
de
--------
ra Direita n. 12, rimeiro
CURA DOS CALLOS.
Na ra Augusta n.
procissoes por eommodo preQO, (i ultima no
94 vestem-se aijos para
da,
n. ti.
Aluga-se
rava que esteja aeo
bolos pelas ras : a tratar na ra do Vigario
aia preta escrava que esteja aeostumada a ven
der I
PILA
lllm. Sf. Joaquim d'Almeida Pinto.
Cumprindo um dever de gratido parlici-
poV,8.,|Be, por meio xarope de fedegoso, est perfeitamente res-
tobelawdfra^oa iiml lao^^cliwMeuHs-1>
mee eseravo,
Como sabe, este meu escravo tnha
no pauT*le"ado a(M^at%nMM atilitAivo da ujole*:
lia de pahTics; nao obstante um,nw)in>-
rempido uso de retoedios^-e una deino-
caea de THEODOttO CHR4STI-
rua -1*-Crue r|8, encontran-se rada viagiaa ao nosso ertiv;
^tivameme JeWas calidades de vinho1 foistmn.: a enfermidarje, que se ha-
Mrieaux. Bourgogne e do Bheno. I v ** reiM,a *"?<* o ine.os en>
- _. r -----: prega Criado. jinaneira-djuasi naflafntsa, a pairo airafa#
"Im"^ ui" e,"iad0: "a /ua das La,"an*Blr apenas J seu fedegoso
_ttU^ir^ercwlg | rk ; n^^^ a DeuspenTio o mea es-
i^reci
^n. 29,
Pomada :;alonpeau.
Deposito especial
Pharmacia de Fiartholomeo 4 C.
34Ba larga do Rosario------34.
***<* fe-ama Ma para iftar ; na ruado Rosario da Boa-vista, taberna
da esquina, ftao para h ip-ruja.
Attoncao
Minos
ttofiodacasados Srs. Oliveira l-llho
jrazsciente ao^rcspetavel publico g^
^?seentenW,m ol^43fallencia ab&B)
mS&FTtir ,,e'la cidadcTde1-
j^Mi trata o edital de 19 deste
Manoel Ap^uslo <\< Menezes Coila, pro-
essor de ravsiea, co.atina a d- licoes de
sna arto, tanW.voc;! amo toitrrnnentfcl.
em casa particUwr ou etn algm collegi
^ssim como tem aberlo nma aMa na c,
de sua residencia na ra da Palma n.
PEDIDO
Pede-se ao Sr. Manoel da Costa Pereira, prim-
eante da repanico das obras publicas ora em
Jaboatao, que oompareca rna Augusta sobrado
n. 102, alim de saldar o seu debito ou pagar o
que poder o isto com brevidado.
-----------------------------------...... ------
Fundi(jao da Auroi^a.
Neste vasto estabelecimente sempre se eneontra
um completo sortiment* de taixas Be ferwbalio
e fundido, fabricadas recentemente, e se fabrican
de lUialqucr nilde a voaiade dos coyjr.idafliyj
l'tmm* se da wna anwque laib um ewiahir
para casa de rapaz solteiro : a tratar na ra da
l frMia do meiTr n. 58, toja de fenyeng.
fiel do regulamento que possue.
Comedorias a la caite.
o quanto pede uma mesa. Faz-se a noOU
swvete e vaiiedade de refrescos.
FRANCA-BRASIL
MR. MERfllER, alfaiatc francez, previne ao respeitavel publico e a seos numerosos frego*-
zestpi'Vtende transferido sua residencia para a ra do Trapiche n. 7, primeiro andar, ahi encontrar?
sempre todas as qualidades de fazendas para trajos de lioniem, e prepara- costumes para montara 4
senhora. Faz tambem obras para militares paia criados, pai*a as quaes tem grande sortimento t
botoessimples, com virola e corea de conde, brajicos e amarollos. Recebe por todos os vapores
ultimo figulinos para Iwmem, senhoras emeninos. i n, ^ i.,, ,,, ,
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------^-:--------------------------------_-------------------------------------------___________,.. .
lendo montado uma completa oflicina taha conckhto k aki.naoo de nanos
tendo contratado para o mesmo fim o experimentado contra-mestre Sr. A. Masnjui
chegafdo da Europa pelo ultim pa cimento s Exmas. familias Pernambucanas, prometiendo premptid3o e per/eico
trabaiho.
i i
'Una Foroiosa ii. 11
Eum um
1

Preei>a-se de urna ama |>ara
|irar para casa dopouca familia
nha n.
cosinhar
: na ra da

com-
Pe-
lindo corpo coiimereal.
ha representca* no theatro Gymnasio
rsire. Os 'rtistas sao .-tignos de jjroti-.
.Jimonto bello, o luar convida e
0 apr'tf&r.
cravo reslabelecido;. e nao rftteif- kostraf.]
todo o recoobecimento que sinto pelo <
que V. S. me acaba de fazer. W~~*4 M
moa i.e&*****
Marta Norberta Scheffer.
Continuadamente se nos apresentam no-
Pimm& st de urna ama fflerava
ar e fazer compras : a tratar uo
rspo . 23.
*> mez d icreo. Lonunuaaamente se nos apresentam no-
_ L^*.9b&faSubfc.*l ^ia- M,!g0S
UPlW!ia-se df ama anja^crnToTrinr"* ------T^-------------I-------------------^ZT. fllho? :. *%*** qu^n for sabedor, de se dirigir
i otLixn ama roq
Precisase de uma ania escrava ou forra, de
bons eottomes, que cozinhe bem : a tratar em
Para eoziuha
na ra Nova, loja n. 47.
se de um moleqae para urna tasa es^
a tratar na ra d3 Coramerci) n. 3,

BRASIL E PORTUGAL
3(181 IIMTIIIIUUI
de commistw e

acoes de fruls" e prucoes'do B. _
coa Jos Hara Palmelra, no largo do Corpj Santo
b. i, andar, escriptorio.
mu
Sr. Jlereier vade- T
cional.
dia 17 do correte-o preto Alexao-
o^atart laixa, te n uma
e quaado falla mais ap-essado
u m
Situado em um dos bairros^ma^contraes de Pars, sendo as immediac
itos, e assim 349 estacSftrtfos camin
ado de ser teiramnte renovado,/
[Was para seu completo embellesai
imerielaflf>teDla)rq(> brmileaB e-por-
_ convivenca deqlaa tm paiz stra
polSF'co^lantemente frequenfado por seus gompatriolas. 0 tratamento supegjpla
tadb-o tjrpho; mesa-i^Ainda, ou a tarta, ou servida nos aaftwntoa/J^Hitacoes am-
nTntemenfe despostas para familias, e qnaitos para um;r~sdl)essD,' servigo ""
com a precisa regularidade : os pre;^iram||i'6oaveis eao alcance tambem di
peaaoas que se queiram limitar.
Gabinete de leitura com os prncipaes jornaeados dous paizes, sali de
de msica, ele? etc. Todas estas vantagens podeser applicadas'
Isara.
n
>,

V
*


qoentda.


asi
aa*m
li.i .....I. ! \
i

Diario de Pernambttco Tef(Ja feira 23 de Mar^o de 1169.
*

>
i




ttaiide liquidado de miudezas !
Alfonso Moreira Temporal, qoorendo. liquidar as miudezas existentes em sua
toja ra do Qoeimado n. 55, resolveu annnciar as mesmaS mindozas, para qoe o pu-
fioo se certifique do diminuto preco porque as est vendendo, a saber:
Caixa com agulha franceza a
Gaitas com 100 enveloppes a.
Pegas de babados e entre-meios
a 500, 600, 700, 800 e. .
Pecas de Ota de eoz com 10 va-
ras a ........
Luto de marca, caixa com 16
novellosa......
Coques muito finos com rede, s
a rede val......
Fraseos com santos muito linos
, a.........
Latas com banha (familia), a
160 e........
CartSo com alfinetes a . v.
Copo com opiata muito lino a
400 e.......
Cartas fiancezas a 200 e .
Ditas portuguezas a 120 e .
Caixa de linda do gaz branca .'iO
oovellos a......
Frasco com tinta a 100 e ,
Frascos com banda a 320 e. .
Frascos com agua de Colonia
Piver a........
Pcntes de travesa*para tabello
de meninas, s a vista la/,
. fe, a ........
L5a para bordar, libra. .
Novel lo de linda grande com
400 jardas, S a vista faz
f,a........
Pares de liga de borradla para
pernas de sendora, muito
boas a .......
Franja branca para toalda vara
160
500
.1.0000
240
1^500*
1*200
200
Resma de papel almaco, muito
boa fazenda, com 85 cader-
nos a......'
Caixa com papel amisade a .
Ijogo de vispra a.....
) Sapatindos de M para meninos
a...... '
Pecar-de tranca e caracol a .
Sabonetes de todas as qnaiida-
des a 80, 160 e .
Frascos com bleo babosa a
400 e.......
Pinceis para barba a. .
Gaz a........
100, Frascos com agua de Colonia a
320, 400 e......
500 Pontos com costas de metal .
240 Carteira de marroquim a .
160 Pcntes pretos -para tirar pioldos
Escovas para cabello a 400,
500 e ...... .
Garrafa com agua divina a. .
Gravatas de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 o .. .,
Botes de louga par^a camisas, a
arrafa de tinta rosa a. .
Lencos brancos para mos
a.........
Par de suspensorios para ho-
mens a.......
Espeldo.de toucadur a . .
Frasco com edeiro muito fino
a.........
Bandeja para copos a . .
.Meias ornas para domens, boa
moo
700
400
320
40

600
160
400
1)000
320
6SK0Q
60
60
aoo
fazendaa 8& 3^600, -i e.
Abotpaduras paracolletes a
200
600
200
320
500
320
400
200
600
1500
320
500
160
00
240
200
2.-5500
1000
400
3
CASA H FORTIISA
Aos 4000$
Biiliees gaiaiitos.
A ra do Crespi n.S3 e asas do costume
O iliafco assign lo tendo vendido nos seu-
amito t.'Iiz. I .ilhtrs garantidos uminoio n. JiJo
rom a soYte de k:CW, nm Intairo *. 447o com a
so'rte do 700, um quaito n. 4361 com sorte
do 2# e outra* multa sortcs? de 100i, ty* %
tOt da lotera que se acabott de extrahir em
beneficio da matriz de iNazareth (98), convida aos
possuidores a virem receber sena resr*
premios sem os ilescontos das leii na
Fortuna na de ('ramo n. 23.
Acnam-sc a venda os da V parte da lotera a
beneficio da igreja de rtossa Senliora d
de (99) que se extraliir quarta-l'eira
renle mez.
Procos.
Bilhete.....4*000
Meio.....000
BQuarto.....1*600
En purcao do 100* pava cima.
t-Bilhete.....3*500
Meio......1*750
Quarto . j 875
Manocl Mamas Fiuza.
Para a quaresuia
Na na estrato do Rosario n. 35, soferado de
Y. 0. terceira de S.
Francisoo da oidade
"o Recife.
Kmnonie da actual eon? macan. ton\ido a to-
d0S 2!0S0S pntissi,ll iwtf's, |>ai i que, para-1 la(i0 a innato da taberna, sita na" ra da* <3nco
menutos com leus haba, eomparenam em nos- < PonUw n 9:i vre e desembaracada : quem se
sairejano da i do crrenle, as 7 horas ju|gar com dreito a ella, aprosenie--e no praso de
tardo para o auto penitencial, de que trata, a imssl ^ dias, necirc 23 de marco de 1869.
Ja- Leopoldo flourgard, retirndose para
Europa, julga nada d*ver,porin,quem tiver cuntas
com o mesmo pode ir receber no praso de I res
dias ra da Cade-do Re i le u. 15.- Hecife, K
de marco de iflti'.i. __________-
Ao publico
Anna Maria da Coureieao tendo justo e contra-
santa regia, e nos seguinies 2,1 2ii, S!7 e 28, para
assistirmos aos actos sacromntos la Paixao do
Senhnr. ta reja, do convento, e nulamente
* acompanbarmos as proeisses d'euterro e resur-
ivicao, devendo a primeira sabir ai 5 Uoras da
tard-
24 do cor-
le, e a segunda as 5 horas da inanhil, Jo seo*
respectivos dias por convite especial, do nosso
muito ltcv. padre guardin do conve ito de Santo
Antonio. Secretaria 22 de Marco de 1869.
_______ Jodo da C. S. (iiniidraes
-Alugam-so unas meia-aguas n. entrada dos
por loes da travesea das Barreiras, uu bairre da
Boa-vista : a tratar na rua do Cotovello n. 2o.
Na padaria franceza da na di Imperatriz,
precisa-se alugnr um preto para entregar pioc
mais servico de rasa.
Precisa-so de urna ama forra ou eserava para
cozmhar em casa de familia : na tnveasa da ria
do Quciiuado n. 18.
Precisa-se de una ama
para casa di' poma
na rua da Cruz
um andar, fazem-sc tares de t*ias as para ornament e groja, altar, andores e sepul- ". 15.
chro, inclusive arcos, palmas e rosas, c ludo quan-
to for concemente os sacros actos ; assim con
preparam-sc ipaia fora com a maior presteza tpial-
quer eiit\mineiiki ueste genero ; cutro simtani-
bem se fazein dures mimosas inopnas para cntei-
tar vestidos, sawtes e capjTdcs de anjos, c nis
barato que em outn pi*jiier p?vte. N 'mesma
casa encontrain ja preparados e promptos
venda o sognite : rios ramos (le seda cnfdfodqs
csnutillio ctm Dorea de cera proprios parado-
mm^n de Hamos, vemri enfeitaas ricamente, bor- -- aljaixo asignado professin- jtitilatlo da ca-
ddas a ouro. proprias para toptfeadoB, rapcllas de feira de geograptlia e historia lo ex-lyceu dcsta
Aeres para meninas c nolvas. Alem disto se en-l-cidade, autm'isxdo pela directora'eral da intruc-
cuinbem o preparo do ba.'jas de boles OnoB-,j eoffltodas de coefoTmidade .o tim a qne se festi-
na, qner leja paraasahiMtos, rque pura bailes
Quem precisar de'um sacerdote |tara cf-
^ar a ntissa de Paschoa, dirija-se rua Oireita n.
43, 2 and.ii. ___
frecsa-sc de ma senhoraque lena babili-
taeoer para ensinar-o pormpuez e msica ca um
BDgBBho distante desla t-idade duas.kgoas : quem
pretender aununeic por este Diario, ou dirija-se a
rua da Concordia h. 37, que arhar com bueai
tratar.
fazem tumbem vestios para a quaresina ou nutra
qualqoer que se pnisav com a maior'promptidao
e assew.
i^^tot*8^
a ensmar pi-imeiras
latim, fraHeez, rhetorica c. gengrapliia. Recebe
nnmms iiltrnos, externos e raew-pehsiotfista,
para o quc'iein as accominodiieiiis precisas andares de predio n. 23 sito rua Nov, para
onde se mudou.
Affniifii J,>* ti? (Mirara.
Protectora fes faanflias

grS2J
^0
^ ftOUltlMA6^
d&
Deseja-se fallar ao Sr. Manuel di Silva Mea-
donca V-anna, por issn roga-fl-lhc o especial fa-
j vor de izer por tale jqrual a na o utuuci'o da
j casa orle mora,
uilhermf. Augi^td Rodrigues *eMe, tenSo de I
virnr-se Trrr^or.1i1;,l.-nte desea iwroviueia para o
' WS f rS'-K ^^Sv'es' Bm-mp* do prrrenido Ho ligo *Jd
fcSfnStSZSr-,^2 ^JS t <"^"""""- mtmK-aa uv.U-s ... s-Mborae^on-
Sta CYSeVr fc?SSi lW-Inlos dMU Horim'-i que anda nao tiv.....,;i
Gomes* Mv-n Mb NoWato, s quaes^ea, ,,-, g ^M ^'''^ didlas na ;M raj
deiesp^, -"-^^rSt
Utede aneir Itcif 1) de jau'iro
durarte asna auspicia, e lambcm
rtm qum-squer wn.acues e ntor.ws. m ntoMt& pdr MbliSo.
r3a-se a qjiantia de 1:300a a juro sobre y- d_ 1869.O jfrefflMatste,
------
Attencao

Um moco com bastante pratica 4e seceos e mo-
Ihados, com soffrivel talho de letra e apto a tomar
conla de qualquer slabeleciiuento des|e genero,
offerece-se para cakeiio nesta piafa ou em outra
qualquer, dando fiadores de sua conducta : quem
precisar annunrie por este Diario.
Irmandaile de -N. S. Mi dos Hornens, erec-
ta na igreja da Madre de Dos.
Convite.
De urdem do irmo juii convido a todos os ir-
maos a eomparecereni em nosso consistorio nos
dias 26 c 28 to corrente mez, a flirt de acompa-
nbarmos as procissoes do enterro e ressurreigo
que teem de sabir da igreja matriz de S. Fr. Pedro
Goncalves, as horas do costume ; afsim como a
do Senhor aos enfennos no da 4 do prximo mez
de abril, as 6 horas da manliaa : por convite que
nos fui dirigido pela irniaiidadc do SS. Sacramento
da mesma matriz.
Consistorio 22 de mareo de 1869.
O escrivao.
J. X. Vicira Ligo.
RIVAL SEM
Alngam-se
Duas casas terreas silas no Manguinho a margem
tki ro, recomniendaveis pela rommodidade da
via-feirea : a.trhtar n:i rua do Vigario o. 31.
Precisa-se de um caixeiro que lenha pratica
de taberna : na rua da Aurora n. 30.
Precisa-se de um inestre de uiassera para
pinlaria : na rua Impt-rial n. I'iti.____________
Jos
OS? Cirueii i da Iluda convida aos sen-; .tim-
bs para oiivireni una uii-a que manda dizer no
lia zi do corrente, s 8 horas da manbaa, na ma-
triz da Boa-vista, por alma de seu presado lio An-
tonio Jos Carneiro, fallecido no dia 17 na pro-
vincia da Babia.
Rua cq Queiinndo
miudezas de Jos de Aztvttto
Mota t Silva conheddo por J+s
Bigodinho.
Rsl queimando os objectos abaixe declaiados
pelo diminuto preco, a saber :
Fraseos eum agua'do Calonja verdadeia a 1*.
Garrafas com agua Florida vcrdadtira, qne se ga-
rante a 1*200.
Pontea) para regacar cabello de meninas a 326 rs.
Thesouras muito finas para un has e costaras a
809 rs.
Tinteiro cheio de Unta muito preta a 80, 106, 160
e 100 rs.
Varas de franja branca do linho para toalbae a
460 rs.
Caixas de phosphoros de secncanca a 20, M e
160 rs.
Navahias de cabo de narllm e que se geraole a
qtialidade a 2*.
labra de lia para bordar a 7*.
Pecas de fila bran.a clstica muito superior a 206
e 300 rs.
Novellos delinha branca com 400 jardas a 66 rs.
li.'snias de papel dcpe.su li.-o iiuiiiu lino a 2*"t.
Latas coui superior banha a 2IX) e 400 rs.
Caixas com seis frascos de cheiro muite fine a
800 rs.
Caixascomfeze Irascos, razando s bOa a lzDt'
e 2*500.
Frascos com superior oleo Alocme a .'00 rs.
Calunigaj de sabao tpasparcie muito bonito e f'-
no a 240 rs.
Duzia de paos de pomada do Reino, da meihor
qualidade a 240 rs.
Pecas de tiras bordadas muito linas a 500,600 t
800 rs.
! Ditas de babadinhos com dez varas a 600 rs.
CaiTite de liaba do toda* as ci es, para aeJ.i>r
a20rs.
Garrafas com agua divina a l300.
I'ia-cis com superior macar penda a 320 rs
' t'.aixas de vidro etnn d'i/.e m/tm, ipM o a caixa
valedinheiro aOOrs.
Diuu du madeira com alfiootes, o que ha de D
Ibor a 320 rs.
Grosas de botes de lonca, li-os c bordados a
160 rs.
Caixas redondaspara rape emulando tartaruga a
15500.
Pecas de fita para eos da meihor qualidadi a
a casa n. X rua da Florentina, recbe-
se ronpa para arar c ehaommaf : quein precisar: 500 rs.
dk-ija-se a tratar e entregar de manha at as 8 Escovas para limpar dente?, fazenda que s a vis
e entregar ue niaimaa at U
e nieia horas, e tarde das 4 horas em diante.
COMPRAS.
notbeca em casa '&o dobrado valor, Rvne o descm
baracatla : qu nova feSanta Rila n. 5\, qu dir qn. m di._____
i AAiuva de ioso Lttiz fe nwfe Maia tendo
>Wquidar a rasaroinineraial de seu fallecid ma-
Ho.qiedo a tofio< os seas devedwes para wem
rtlisfeier seosHebitos naTpraca d>ierpo .Saiite'n.
f, 4 indar, b-^^^i^-^^-:^
N. F. dcYibl.
I--------!-------------------.- ........ *

A a^uia -braaca tem-se foito tao conbecida e
ereduada, nao s pelas nuvidades, variedades, sn-
uma a outra es agradaveis oleiro6 de qira usam
em seus finos denlos, e cada urna das quae* orgu-
m
Kav......ido da Silva aia, 1>. "JarrioniStt Pin-urua iio impera
i.t; -cMa -de r.nniao, Tprfiawln Au?nn . de !fru por falta;
Gwmao,' Fr;aicseo Goncalves dj Cali, AWOnio regar oif-ciencia, dirija-si
C.'flnimar-iese Silv.t o. AmaPa Olidolia d; 'RoaVi-? i 21, une alem da
pe-rioridade e abundancia dsseu sortimento, tmo Ihosaspeio elogio do acert de sua escettia, t eonio:^j'|v), yjai,"o^rfeatoeuKapafeeai a peanas i muito aewgradeemi.
o
a-sc Wi ?mna pulfelre de oiini da largura de d-ms dedos,
ontemia ai^Hinas pedras noarnadas sobre o es-
^vnatie. otw n 'bf nHWOlwda efe fete. PerdeM-*e ita
rua do Imperador ot a ponte de Rerife. onde se
rpTnm a acbnu fi quizar desenear-
u i da matriz da
que alem da gratili-'S^o cima
ta a 240 rs.
Ditas para limpar unhas de superior qualidade a
:ih rs._____________________________ ___
Tabellas vermickfcw
PE
Com muito maior vanlagem Antonio Nuncs de Castro.
^^SZ^T.'^'jZt^11- Vennifwo eflioaz. pielerivel a lod
y\---------------'.----------------jconliecidos. ja pela certeza de seu ivsulia-
(Juro e prnla do, ejpela fcil applicaro m creaacas,
em inoeda c em Obras inutilisadas eompra-sc por, {)Uas cm|,re niais atacadas de 10 errivu.
bom preco : na praea da ndependenc.ajJ fj QJ ~ yeze. f.|la| soffnm(.Illo.
NICO UKI'dSlKl
-VA
Phannacia e drogara.
M
Barttiornea & ('..
i .11 aiiiu l^ara o Itosui io 3 t
cela constante commodidade fe seus
nao pelu seu assaz o nunca ulvidado a
fidade.
I pnoa, e mee- que querendo |r si mesma.jusfcicar dizem simul- ,,, se aiaiamm a
agrado a since- taneamtmte verdade que estecbeirotei-esmpra- '.Jf,, IW rel0^ m9rt.
do na loja d'oguia branca.
Aioda tais.
Qtiando bontera os (ais afflitlos seRtiara o rigor
inmwbar ao ceinitio|)dl)H-;
Essas verdades incontesiereis sao sem duvida ,
apreciadas pelo bello sexo em particulnr, e pelo ,d* deucao de sen cliaro filhmho, e hoje algrese
fespeitavel putiieo emgeral.e a tanto temchegado s'!***f r^1 felu resttdialecimcBto reoebem as>
visitas dos soas meihor aiauws, dizeui aquelles a
ostes, oi eus que rfie impiroupara que-compras-
se, como comprei, ui Royer, que se vendem na toja d'aguia (tranca.
Alem la milito uiais que anda
que estao quasi passando como anuexnw ou pro-
verbio, quando se v um objecto de elegancia,
gosto, novidade, etc., etc., dfz-se loge^aqjelle ob-
lecto sem duvida foi conipiado ua loja d'aguia
branca.
9J
Quando no club, nos befes, ou no sali do! falta dixr.
Santa Isabel, urna excelKsmissima se aprsenla I Quando em un circulo de circunispecrtas caraca
Sarbosamente trajando, traeeiido o moderno cinto teres se dscuUr a veraciafe de taesdlteres, appa-
e inui larga U, lisa, chamalutada, ou eseosseza, recer um oulro que queira asada levemente inter-
V uas adivinadoras dizem comsigo aqaella fita | romper a discussao, os primaros por momento es-
; eoso debiqiie Quando outra excellenlissima, nao meaos gar- um daqiudles que indina o diapo de sal ouque ica-SC a quem l*Wr, lia -Ra
osa, mostra o r^or de seu bom gosto na acertada 'mereca ser signado pete aguia branca da rua '
?ricolha dos enfcfes de alta novidade q&i bella--do Queimadoi. 8.
0lKd*!> assjgnado t''d'iido tizi-r una via-
Pi M <*rlao, e fai;uido-lli") t|i > pera k swal-
I|b de sua mu: presada wnaor-kjp.
o e tir%JMgr taim-di: Giwiao Cehfe no-dk ( meu, 4es|itllr^>..de,is a*os o^arentes, pe-
17 do corre.ite, e pelo reseute ?e c.invman aos ( ai._lltes u^Uia fesia falta, e r..ga-lhes m.airatp
.parantes e amigos paro ataismitm a nlissa dost- .Cvit;-rtnn--Sfit.l*cibraco. di*or do sen Im'
- nulo prestio .para o que jnlpmm
.S. toiircH-'o O-ihi marco feiS86'J.
J)r./. F. Xacier Vivs ildfirf
limo da, q re por okmr, da niesiaa finada, * >t
Ha celebrar It.'ica-teuo 231 peas 7 horas da ma-
mila na i^-ejard fioHoeico do? Militares, e^eV
?, f stpwcam o 5en-etBrno recouhecimWo.
Jm,
Na ru du CaMHiii -u n. 9.-pt cci*a-.v; fe
fiasa tofe rt-rwrvico 'j. -cftsaj
Ama de leite.
Precisa-se ie S'^i mt-.
conx'enitnte;'
f
l ii

mente orna seu vestido, akJa mesmo as nvaes
de sua s>mpathia confessam^aeaquefes eufeites
foram da loja d'aguia branca.
Quando n'outra excellentistwna, apezar da sin-
gelleza de aau uorte agradare!, se vt'an as.iionitas
tu vas de petlica duqueza as suas bellas ami-
gas louvamdbe o fcosto e confrsaiii queaquellas
uvas foram da loja d'aguia imtnca.
Ovando mesmo
amigas de orflogio, te enconu-aia naquelks
Hu* tantas as emnsas me por
nmukft scapami as outras.
J ia esqec?ndo a agoial>rtnca,mas em tempo
lembrou-se para noticiar, que recebeu urna je-
fiena quantidade de enfurtes $ara coques gram-
pos para ditos, tudo feito do metal cono lindos e
agradaveis coloridos, obras estas pela primeira vez
apparecidas, {Borlan to inteira novidade.
Tambem ctWfaram novamente delicados nfeites \
a todo* os seus eharfaeimoa
cempareeerem m nosaio dia, pelas 6
duas exeefenti-simas, aatiga? e llores ornadas de aljofares e vidrilhos, loga-1 pauta para coques como para vestidos, e tudo Uisso.
em ao ptjflHrAviai a todas as pjssoa*que ten mi
KiuvvMiufe -ualar negocie eow. o malino, que
rile 4M\a-rMMiM) aeos iprooacadores iumI.'i cld.nlc
dn Bot'nfH, m 8rs. 1rs. Awtio ioaqnim de Mo*
raes * SHva^ Marocl do Xasc.mi^iUo'Mienao l'of
tella. aHfl;i> waicAerao dirir durante a sua'
Ueefe.d8 fe marn de. 1869.
Dr. i. F. Xiirier Fots Harruto. *j,
t 9 afcai) assignado peideu nina letrada
00 uepete- ,XtT^Si de 432471)0. aceita por Jos Pereira da,
or n.3, 3* aadar, c tarebem de urna para Fonsw.a m k)i(- itnvembro dio abho passado,
OOSinhar. 'endossadaiporJuilo Francisco Autuius & Iiwao,
i--------------^ =p- h-i,.' g.-'-------------------' jcom.o n. XI&; feriara mais q& j recebe* do>
lrmandad<>'W)\^b.^ba.e]w , i tt* i em qualquer temjKi to-damateiz da !oa-vista narco de o. ..,,..",,
, . r loao Teixcira da Rocha.
A mesa regedara dasta irwandadc tendo de a- .-------------------------- .------ .,
-zer sabirem solemne procisso-e Santissiuio Via- i ? madrugada de 18 do carrente rouacant
tico aos enfermos 111 dia 2
convidar a todos os seus
a lionra de part-
de" corrente, maada \" rancio do Si"Sehastiao, na Estrada Nova, doulcpai,lai)*'es(Ji.'itavel publico que recebeu pelo
es, depois dos cumprime.ntos fe recprocos 'fceijos, I eentina a merecer a apreeic das exofeinlssi-
laimaas por forca de-sua elevada-delicadeza, gJiam I mas conhecefera do bom.
EPIDEMIAS
O {.(COR D LABARRAOUC un preservativo seguro em teapos fe
epidemias : cholera, febre ama*ella, peste, typho, etc. lievem eikap-se as fel-
sificaifes as quaes sao a maior parte das ves mal preparadas, sondo par isso
mais-nocivas do eme uteis. Deposito em Parti, L. FRERG, 19, rut Jacob.
ia au^incii*. Dupmichelle; H. Tesdarpf. Km rnd.n. Mamer.
Consisiario 22 fe marco fe Mi.
O escrivao mterioo,
Manocl Antonio Qardaw.
iCysue rua da Iiaperatriz n 6a, acaba de
receber polo ultimo vapor nova iates.sa tos ricos
e lindos cortes de tariataa,Mlnuiados e prateadi s
de padres ioteirainente mudemos.
pe|ueno^e nosso, com dinas e cauda eompridasj
bem ardigo apasseiro : quem o encontrar ou d*i
noticia fe setts roubadores com certeza, ser re
compensado ia cocheira da rua da Jmoeratrlz, dd
Sr. Joaqaim Fernanfes Rosas, ou to Curato do
Dom Jarditn seu dono Jo3o Ferrei. a Scttc.
Na praca da Independencia n. 3-1, loja de ou-
rives, compra-seoiiro, piala, e pedras preciosas.e
tambem se faz qualquer obra de oncuuunenda, e
tudo e qualquer concert. _____
Compra-se
Um prelu Cozinheiro de 15 a 18 annos : a tratar
na casa da rna da Cruz n. 10, ! andar.
0 muzco de joias
Xa rua do Cabogi n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por aneas mais vantajosos do
qua eqpapftm qualqirar parte.
tjompra-se
boje libras esterlinas, ouro e prata de toda- as
naroes por maior preco do que em outra parte :
n'rua da Cadeiatlo Recifen. .'>8, loja de azulejo.
------------
Compra-se
tl'm carneiro manso, habituado a sella : na ruada
.ahmxo asiikpado-lbBfe i+.(z*r nm>ia^ Iiuperatriz n.86.
VENDAS.
VENDE-SE
Polanall> urna rronlinha de 9 annos, de muito
.boa moral e saude : na rua da Imperatriz, foja
in.^___________________________________
J'^scriiva peca de 14 anuos
Vnde-se ama49onita crioula de li annos, rom
principio de liabilidades, per seu senhor retirar-se
paraEuropa : ruada Imperatriz. loja n. 28.
PE
O nico deposito de baa fe tilrca do B/lu
llio do Cabo, sito.no pateo do IVim n. 12 desta
cidade, tem resolvido lser grande abatiinento sos
canos qne tem recobido. os quaM lic;.m veadife?
pela segiiinle ubeila. a saber:
De 11/1 aajlajada rano mtradorpot 8C0ts.
De t dilaB'tdein dem por 1-SOisO.
l)e :t e 4 di (as dem dem por i SfiOO.
.De 6 ditas dem ideui per -i.'itii.
De 8, 9 e 10 ditas dem ifeui pu 4 WO.
Uue para isso tem una niaruiia appaari^ada
para fazo-Ios com perl'er ao. senfe cada nm tojn
tres palmos de pomprimento.
grande sortimento de
liara resfriar agoa.
a -iiii co'iio
iouca, tanto vid rada .t)
!nin
Maii.ime Adoiir em
Prertisa-se-fe
Pires a. 33.
Amae leite.
urna ama de leite.:
na rua dos
DE JOIAS
C/2
GOMES DE MATTOS 8M0S
tendo feito completa mudanza em seu antgo e
acreditado estabeiecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporcoes e elegancia, convdam
ao publico em geral e com especialidade as lxms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RUA DO CABUGA N. 4
nde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhautes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pcje desejar.
ADEREQQS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
* gostos, equedevem cauzar um grande effeito nos trages quares-
gmnde varidade de salvas e paliteiros de prat corir
C/2
de novos
maes, assim come
trastada e de gosto
anda nao visto.
oh em
Comprara a troc^m qualquer joia ou. pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos.

1 '!""
-^r
hdm Basmea
0 f USE0 DE JOIAS
\>>/Af
sai
.s,otb i ftHa<-3... "i
_
rmandade das timas
da matriz de Santo
Antoo.
>e oniai do-kiaao :\a ^a pulo pre-
sente convidados todos os timaos desta ir-
j inaiKlade, para-^m coi'piuacio aetmpanhar-
jse.a procissao do Senhor aos enfermos, na
terca-feira 3 do corrente ; a qual tem de
sabir da mesma amtriz, gs 7 horas da
mandia.
.Consistorio da itananda, j&< de kia^
o de 8(i9.
G eer*-); i'
E. .1. du fpyu Gazunti
rica
Orapos |ra sen horas e meni-
nas
Munlliosde renda preta
Casnquino de guepre preto
burnous
Bal oes brancos
V^frtuarios de fustao para ho-
rnens
Rua do Imperador 1/andarn.
23
Para eucanameirto d'agua.
Canos de /erroditos estauluulo*, tlilos furmdis
do porcclruia, todos pom .i; coiuprtentes turaeiiis,
curvas etc. : a rUa 'do Qudmado n. 32.
-iOa K B.VHA'fO.
. Vendp-soaun exeeUente piano usado, de*ma-
rio, eom tres curdas : ua rua da Impcralrii ^ri
|nj;i.
Cera At mm
Vende--p na rna da Madre do leos ns. 7 a 11.
rmafrharai do pie em unir qualquer parte.
(O.MMTA E l'K.WAS lli; KM A.
v.ii.lr-s' na rua do (jin-iinado n. 13, f-aml;. r
_..
X
Ji)s Buarqae Lisboa, morador nos Alosados,
avisa a quem-eonvier, que de segunda sexta-fc-
ra sano, pesca os seus viveuos, onde os seus re-
guezes Auarfl a veda boas uuiuTis. ca rpete
e camorin.
Prettaa-se alugar um luideque para,andar
j com urna laboleta aas ras da edauV,: na loja d
Coraeto deouro n. -. 1).
1
Comd para ffira^1
Na rua estreila do Hosario. soirado 4* um an-
dar n. 3o, contiiwa-se a preparar almaco e jan-j
lar em una casa le faula, o nunda-tic Jevar!
tudo com .promptido e aatoio.
peimeieo Lnrlo
M2ITIM1
PELO
Dr. Abilio 0. Boles.
2* EDIOAO MELHOnADA AIWMBiTA*
4' venda na livraria Franceza
Esta obrinaa,- primeira que ctTi la] tftulo
apareceu np.paiz, .composta sc&und0.ui
iyatm* espocial, abreviado, philoiopbioe^
ameno, e muito differente das cartas' o-
nhecidas como nome de.A B C.
Recomijru^-.iiQ acto,4e haver f
tada para ls .scls,.. punta Je uiwmvtw
da* as pcovieia^ do imperio, spn>'50
toda a parte t3o vantajosaineWeP('.
em menos do 18 mezes aehou-:
a primeira wlic5o do dez it oxcuii
Joao da uva Fana k Irman ronwiuam ler
venda osupiaior vinho tinto Brduaux e de Chs.
S-l I naneen eatxa de 1 garrafa? r vm sua casa
na rua da Oii7vn. 66. _________________
Wf)WP01T(f1
Clieinninh idiflenates (joaTidadVs no de-
posito ^ viilkis. em casa de Thood. Chris-
tiansen, rua da Crm n. 18.
Vende-se uina mulata rom habilidades : a
tratar rua do Hospicio n. 47.
Vende-se o dominio directa de alguns afo-
rament"s dos engenhos l'cres c Giqui, preferin-
do-se os actusps:lt)reinis, a enUmder-Sc com M,i-
noel Jotquim do Regj Albuquerque no eugenlio
Peres.
O" pnoeos exeniplares que restam 4 das pre-
leccocs de direto nWsrrueional, e de diplomacia,
com a legislaran .patria, pelo Dr. Antonio Je Vas-
concellos Menezes do trummond, acham-se c\-
postos vpnda s ras do (inajdor n. 71, lea
de-eneadernaeSio do Sr. Paul* mWciro, e do Cres-
Bo n. 9, livrana franceza.
r
Vendeni-se i boas escravaa iusignes engein-
madeiras e cozinheiraa, % b iiiitas mmnandas de
idado Ida 18anuos, rom boas lialiilidados, i ex-
rellente cozinheiro o copeiro, do idado 22 annos,
1 eserava propria.para eugeaho boa lawdeira.
i muleea de ida'dd Iffnnos por 800 : na tra-
vesa do Carnni n. I. ____'
TOXICO DE JAYUE
RUA DO Ql EIMADO N. 55.
Farinha demilho.
Vende-se molw *> wHho aunrrllo muito una
a 3* a arroba e 100 rs. a libra : na taberna da
rua larga do Rosario dolitinte da botica do Bar-
iholomeu e iravessa das Cruzes n. 16, esquina
que volta paran qiwrtel da polici.i
CALCADO BARATO
Borjem-'ti* A'ant.s para homem a 9 o par :
na rua da CadeU n. 45, enpiina da Madre de
Dos. &. .__i
--. a*ari
Vlide-se ^rjnacao e poricnces da laborua
la ru'Direita n. 50, propria para qualqner ne-
eocio assim como tambem se vende urna dita en-
rernisada e envjdpta^ooa ^S W^rms"
na mesma w&'Virstm- M rtra li"i>enha i
mero 8.
T
esarmada
nu
XtbYSLS esterlinas.
imite barato do
Voada-so-iTi''i"- &>> iinwrw,
j flvoatra \*r, quarto a. 47.
Scboncte de alcatro.
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, qoe tSo boa
acceitacSo tem merecido n'esta provine,
muito se recommenda para a cura certa
das ini|n>,us. sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Barthlomeo & C,
.34rua larga do Rosario34.
Vergouieas de pinho:para masfai!us."v:#ijv
e retraneas, toda? de mprtor qualidade. Tin'
Verde Pars, branco de zico e pteta. em la as lo
14 o W imrai,- ja preparaos, oleo de linba
barris : no armazem de deposito da c*iuu^uli.<
Pernambueana, no largo da Asscml
-
Tinta rxa de fim
teiro.
Vende-se tinta rxa de Noutwro par* apffff>
na loja de calcadodo obrada auiarvUo 4aoa^a
''.rnz n. 21.
Vende so urna casa tcrrli na dtW SVmi*
da, sita na na. do* Jua tro-Can tos: quem qn
""a-rte a resma rua casa que faz esquina CCi i


o neceo du Cardim.
-,
L mi i


6
Diario de Fernambuco Tanja foira 23 de M.r<^> de 1069.

I
Lindos cortos do cassade cor com barra.e com figulino indicando o molde do vest
do pelo baratissiino preco de 3)5500 o corte
Ditos de percalia muilo modernos cora duas saiaS a i&OOO res
Na luja das Columnas da ra do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vascon-
cellosAC. ._______
PRECO~CORRENTE DOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de '
MANOEL & C.
Ra Nova n. 23,Ra do Cabug n. 8
Pernambuco
Chapeos de seda trancada, Paragon, de 16 bastes, 28 pollegadas a ity ; 26
pollegadas a 150, e 21 pollegadas a 140000.
Ditos de seda G. de N. Bara, de aro. de 16 bastes, 28 pollegadas a 14(5;
de 26 pollegadas a I3; c 2i pollegadas a 12#000.
Ditos de seda G. de N. lisa, de ac, de 12 bastes, 28 pollegadas a 120 ; de
2G pollegadas a ilft; e 24 pollegadas a 105000.
Hitos de alpaca, de ac, de 12 bastes, 28 pollegadas a 65 ; e 26 pollegadas
a 55300.
Por duzia faz-se descont de 15 0[0
Chapos de sol de panno, debaleia, do 8 bastes, 2 i e 26 pollegadas a 325
a duzia. (Descont de 10 0|0).
Ditos de panno, de junco, 8 bastes, a 185000 a duzia, liquido.
[DE LERAS DOTJTOR
Dcbaixo da forma d'um liquido sem sabor,
anlogo a urna agua mineral, este medica-
mento retine os elementos que eonstiluem
os ossos e o sangue. E' o mais racional dos
ferruginosos; por esta razao o adoptro
os mais eminentes medico do mundo in-
teiro. Conxem minio lis meninas de temperamento delicado, cujo desenvolvimento tardo,
s senhoras que padeccm d'estas d6rcs d'estomago intoleraveis, cansadas pela chlorose,
anemia, menstruacao ou leucorrha, s criancas d'uma compleicao paluda c delicada, e a
todas as pessoas que tem o sangue empobrecido pelas doencas. Efficacia, rapidez d'accSo,
enra pcrfcita. sem conslipacao de ventre nem accao sobre os dentcs, taes sao as razoes que
imperio para que os senhores mdicos o prescrevo aos seus doentes.
Deposito nm Pernambuco, em casa de Maurer e C*
ALTAS
LOJA DO PASSO
Ra do Crespo n. 7 A, esquina da
Imperador.
do
PARA QUARESMA.
Gorgoro prcto.
Setim > macan.
Sedas lavradas.
Moireanlique preto.
Gros-de-naples
Basquinas de gurgucio e de gros-de-na-
ples enfeitado com primor.
Corpinhos de gros-de-naples.
Basquines, capiuhas, pelerinas, fichas,
de crochet e de guipur, pretos e brancos.
Mantas pretas de blond.
Riquissimos chales detonquim.
Requissimos chales de gurguro de seda
preta o melhor neste artigo.
Chales de mirin pretos com requissimos
bordados e franjado.de retroz.
Chales de mirin bordados sultane;
ultima moda.
Roraeus pretos com lindos bordados.
Leques de madreperola, marlim, snda-
lo e osso, e pretos, para senhoras.
Ditos de sndalo para meninas.
Chapelinas pretas.
PARA CASAMIENTOS, BAILES, TliEA-
TROS, etc. etc.
Lindos cortes do blond, contendo setim.
mantas e grinaldas.
Requissimos cortes de sedas assim como
para co vados.
Gurguro branco.
Gros-de-naples brancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de rosa
e amarelos.
Fil de seda, branco e preto.
Cortes de seda com duas saias.
Chales de gurguro de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho bordadas com primor.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Riquissimas colchas de damasco de seda,
assim como de seda e algodao.
Ditas de crochet para cama.
Chapeos de seda bordados, para sol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de bndas cores.
Chapelinas de palha da Italia, assim
oemo de seda.
Enfeites para cabeca de senbora.
Espartilhos para senhoras.
Meias de laia para padre.
Ditas de 15a
Ditas do seda fio da Escossia e algodao.
para senhoras e meninas.
Lencos de labyrintho.
Fronhas de labyrintho.
Bicos, rendas c grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
las, e outros muitos artigos de gosto e
de alta novidade, isto s
Moireantiquc branco azul e verde.
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
CAPS ULAS VEGETAE S
com MATICO
qe GRIMAULT e Gf phrmaceuticos em PARS
Estas capsulas, com capa de gluten, contem o balsamo de copahiba asociado esseneia di
Matico (aore do Per), e constituem nm remedio infallivcl contra a gonorrhea. Ellas obriofl
sem cansar o estomago e nio provocao nunca os enjos e nanseas que oecasiono as capsulas
ordinarias, tendo a immensa vantagem de nio communicar eheiro s ourinas. E" por estes mo-
tivos que ellas sao superiores s capsulas de copahiba, cu bebas, ele
Deposito'em Perr,ambuco, em casa de "
.i.niipmumi WWWWBWIHII'I lf
[aurer O*.
ApprovecSo
i teademi
iitudeeina
d, ParU.
wPOS

Pkarwuc4uHco
Uurttd*
i tudtmU
i* mdtcU*.
As preparares ferruginosas liquidas tem desde muitos annos merecido a approvacSo
especial dos mdicos, poraue ellas obrio mais rpido e seguramente do que as plalas,
sio mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pos ferro-manganicos possuem a inappre-
ciavel vantagem de poder offerecer n'um instante urna agua ferruginosa gaseosa, de gosto
agradavel, mais activa do que as aguas mineraes, e contendo de mais nm elemento precioso,
o Hanganese, que sempre se acha no sangue, junctamente com o ferro. Empregio-se em
todas as molestias que tem por causa o empobrecimento do sangue, assim como para vigorar
os temperamentos debis e lymphaticos. A chlorose, as Peraas brancas, dores d'estomago,
a irregularidade da menslruacdo e amenorrka ou snppressio do menstruo, cedem rpida-
mente a sen emprego. Devemos mencionar aqu nm faci notavcl, isto que es doentes cora-
dos pela agua preparada com estes pos esto muilo menos eipostos a recadas do que
aquelles que forao tratados pelas preparacOes ferruginosas ordinarias.
fe :
Deposito em Pernambuco, em easa de I
'/.'/>y,-'. '/?'.
C*.

EFFICACIA
DO
VERDADEIRAS
XAROPE DE RBANO I0DAD0 | V p|HJLAS DE BLANCARD
0 Xarope de Rbano iodado de Grimault e O. nharmaceuticos de S. A. I. n nrin^n. OS "'"ri,r UL sWBiniWwnii mv
0 Xarope de Rbano iodado de Grimault e Ca, pharmaeeuticos de S. A. I. o principe
petelo, em Pars, preparado com o sueco das plantas anti-escorbuticas cuja efficacia
mui popular.
Encerra o iodo como eombinaclo orgnica, e considerado como o melhor succedaneo
do oleo de figado de baealho.
A rara perfeicBo d'este producto anima-nos a dar a conhecer aqui a o pinito de alguna
d'entre os principaes mdicos de Pars, que diariamente o prescrevem.
0 Xarope de Rbano iodado um medicamento d'um effeito suave e seguro para a
i medicacSo dos meninos, nio smente suppre o oleo de figado de baealho, mas anda faz
< as suas vezes com vantagem. >
IVA. CAZENAVE, medico em che fe do hospital Saint-Louis, em Pars.
* 0 Xarope de Rbano iodado 6 um medicamento de primeira ordem para o tratamento das
affecedes lymphaticas e escrofulosas. Muitas vezes, empreguei-o com feliz xito, em certos
casos de tsica ao seu principio, como succedaneo do oleo de figado de baealho. >
Br A. C11ARR1ER, antigo chefe de clnica da t'aculdade de Pars.
0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellentes resultados
do sangue, e succedaneo do oleo de figade de baealho. >
IV A. FAVROT, autor do TraiU des moladles des femmes.
c 0 Xarope de Rbano iodado nm dos mais poderosos modificadores das constituices
lymphaticas. Tenhe visto ulceras escrofulosas que nada poda curar, cicatrizarem-se,
< greca a sna accao, com promptidio extraordinaria. Tambera, pelo sen uso deaepparecem
as affeccoes tuberculosas dos ossos, nos meninos. >
D' GUESNARD, antigo externo dos hospitaes ie Pars.
t 0 Xarope de Rbano iodado possne todas as vantagens do oleo de figado de baealho,
c sem ter nenhum dos inconvenientes que apresenta este ultimo medicamento. >
Dr GUIBOUT, medico dos hospitaes, Presidente da Sociedade de medicina ie Pars.
c 0 Xarope de Rbano iodado de Grimault e C* encerra 4 t por cento de iodo, na sna
composico orgnica anloga i que se acha no oleo de figado de baealho.
Dr KLETZINSK1, professor de chymica, louvado dos tribuna de Vienna,
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer O*.
n
COI IODURETO 00 FEM INALTtMVtL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
" Possuindo as propriedadesdo ledo et do ierro, eonvem especialmente as AmocoEf
BsevonrLosas, a Tsica no prinripio,a (raquetade temperamento e tambemnos caso* de
Falta di cor, amknorrhea, em que precisa reaoir obre o sanguk seja para restituir
lhe a sua riqueza e ahnndenela normaes, M para provocar a regular o seu curso peridico.
N. B. O tatareto dt ierro imparo on alterado i o medicamento infiel,
Irritante. Como prov de porta o do aothewtf adeJUs reraaaalra SM-
latea Blaarard, dere-M nifit nona a*** fle rala rra.Mra
nosso tnu, s/jni reprodoiida, qoo n acha a parta infirior do (
raala vanle. Doto-m desconfiar dal (iliificaOf i.
Arhai oe oteaaa aa rterwttoa. Pharmaeeuttf, rtae Btmyrte, 40, HrUA
TASSOIRMAOS
Tem para vender em seas armaiens, lm de ou-
tros, os seguales artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Grevc pautado e liso.
Viudos em caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Herv.
Madeira.
Hermitage.
Chamblis.
Licor de curaco do Hollanda em caixas de Tin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nosarmazcns de Tasso I raos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmos
C AIIKI.MIOM l>i: FERRO
Para servicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixocs de um para outro, lado pelo
mdico preco de 12*000 cada um.
Fariuha de trigo de Trieste
Das melboras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
tana e grande sortimento das melliores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de fariuha de trigo do
CMle
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso lrmaos.
Cemento hydraulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcoes de J,'
cincoento barricas se far reduccao no preep: nos
armazens de Tasso lrmaos.
Cemento Portland
0 verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
lrmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De diferentes qualidades para cercados de ani-
maes, chiqueirospara galinhasoujardins : nosar-
mazcns de Tasso lrmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso lrmaos.
CANOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Rita, na antiga fabrica de
sabao, ha para vender por preco o mais mdico
possivel, canos francezes para edificacoes e esgo-
tos de toda aqualidade, superiores a todos os que
aqui tem appai ecido pela sua solidez.
PRJECOS
1*400 por cano grande de 3 e meia pollegadas.
1 200 por dito de 2 e tres quartos de dita,
i 000 por dito de 2 e nm qarto de dita.
500 ris por pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovellos, curvas e canos de maior grossura.-a
vstase far o preco. Compras maiores de 2005
tem o por cento de descont por prompto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmos.
Tijolos francezes
Para ladrilhar casas terreas comasseioe precos
mdico?, muito convenientes e proprios para ladri-
lbos de cosinhas em sobrados, pelo seu asseio e
evitar a passagem de aguas para o andar inferior
e mesmo o perigo de fogo, aos precos de 30*000 a
'toflOOO o milhciro : na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fabrea de sabo, e compras maiores de 200a
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmos.
Vinho do Porto fino superior: no armazcm
de Tasso lrmaos.
O melhor cognac Gauthier Freres: no arma-
zem de Tasso Irmos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmos vende-se esteiras da
India de diversos padroes e larguras, por preco
commodo.
A NOVA ESPERANQA
21-Ra do Queimado = 21
E para presentes
A Nova Esperanca, ra do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento de objeo-
tos de gosto e phantasia proprios para pre-
sentes, sobresahindo entre eHes ricas c*ix>
nhas de bano com Gnas perfumaras, co-
tureiros de chagrn, agulheiros de madre
perola : assim, pois.'quemquizer fazerunu
linda offerta, dirigir-se Nova Esperanc,
ra do Queimado n. 21.
Collares anodinos ellectro-magnett
eos contra as convulces das
creangas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Rojfer, e eis porqae muito
pais de familias nio creem (cmprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; Nova Espean(a, porm
que detesta" a falsficaf3o principalmente no
que respeita ao bem estar da humamdade,
fez urnaencommefida directa dstes collares,
e garante aos pais de familias, que s5o o#
verdadeiros de Rojer, que a tantas crean-
tas tem salvado do terrivpl incommodo de
convulces, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanza a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para sena
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser i-
flicil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collarea
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
Recebeu a Nova Esperanza, roa do
Queimado n. 21, leite de rosas, especia]
para extinguir sardas e pannos.
BONECA DE CERA
A No''a Esperanza a ra do Queimado n.
21, acaf>* de receber um completo sorti-
mento de finas bonecas de cera de diver-
sos tamanhos, sendo as maiores do com-
primento d'um covado ; estas bonecas tra-
zem bonitos coques e botinas, bavendo en-
tre ellas algumas que fallam e outras que
choram de sorte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente de muita
acceitac3o.
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
dem-sc a ra do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanca.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
contrarlo na Nova Esperanca a ra do
Queimado n. 21.
MEIAS DE LA
A Nova Esperanca a roa do Queimado n.
21, acaba de receber um especial sortimen-
to de meias de la para homem e senbora.
CONTRA AS CONGESTES
mal terrivel a congesto fulminante:
de repente leva um individo, d'esta para
milhor vida, sem dar-lbe tempo de receber
conversa medica; deixando as mais das
veses mulher e filhos no mais amargurado
pranto; a Nova Esperanca que deseja pres-
tar servicos recorreu a Yojer, o qual lhe
mandou anneis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para semelhante mal A
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranca1
NAVALHAS
A Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 recebeu um sortimento de navalhas,.
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afiadores e massas para as mesmas.
como regenerador
OLEO DE HOGG
DO
Figados frescos de baealho
Para cura certa de phtisica, affec*5es escrofu-
'oss, tosse chronica, fraqueza dos membros e de-
lilidade geral, recommenda-se a excellencia doste
)Ujo anda por ser agradavel no paladar.
VENDE-SE
KA
Pharmacia e drogara
DE
BARTHOLOMEU & C.
34 = Ra larga do Rosario 34
TOSSES
CATARRHOS
PASTILHAS PEITOR'AFS
E LOURO GEREJO
IRRITACOES
DO PEITO
E' este o mais novo e delicioso eouftulo at agora conhecido. Por isto tem adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais dislnclos o aconselnio contra
as tosses, defluxos, caiarrhos, tosses convulsas, catarrhos epidmicos, irritaedes do peito. Com
grande empenho o proenrio as maes de familia, assim para ellas como para as criancas, pois
primeiro que ludo e inoffensivo, e as suas propriedades adocantes nio dexSo nada a desejar.
Deposito em Pernambuco*em casa de Mamar a O*.
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses conyurelvas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
Vi:\IH>SF
PHARMACIA E DROGARA
Bartholomeu d- C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
AO BAZAR DA MODA
Sua Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVIDADES
Para homens.
Para senhoras. i FLORES finas, grande sortimento.
f GRINALDAS de ditas para coques.
CUQUES da ultima moda, enfeitados e lisos, gran- "LAfOS^fivelas, penachos para enfeites.
de sortimento.
CHAPELINAS de palha da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAPEUSI.NHOS e gorras de velludo e de pennas'p.w.e,,, .. .,
(alta novidad.) !) de palha da Italia, a emtiacao,, LAMISAb com peitos, colannUos e pnaos
especial sortimento. L:.1S?,a21 0..b"dado9, a nwd-,
CINTOS de cores e pretos, rico sortimenio ulti- n;.!A,^S.Vi)^e.,mho e,"1<>'lao-
ma moda.
CAMISAS bordadas por commodos precos.
LENCOS bordados o com letras, novidade neste
deli-
LQUES a emitacao de marfim, gosto novo e de
sndalo.
GOLlNHAS e punhos, a emitacao de guipure.
mSf Pret0S C de trCS para CabeCa' lind09i? K'AS_d_e superior "qualidade.
PUNHOS d ditos.
GR AVATAS de todas as qualidades.
ROTOES para punlios e guarnieres para coletos.
COItRENTES aqpaqu a emitagao do ouro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Rotch, qua-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
ulti-
GUARNigO alta novidade I a
mmente usada em Paria.
CORPINHOS de guipure brancos e pretos
^IMfm^rfs ^^ C,aras' e,eant
GRINALDAS de flores Gnas.
ESPARTILHOS superiores.
MEIAS supe, iores de fio de Escoca
LUVAS de pelica chegadas pelo ultimo vapor
ADERECOS de coral verdadeiro e camafoT gosto
' DE PALHA
GUARNICOES para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTOES lisos e com pingentes para vestidos.
CINTOS alta novidade.
RKNGALINHAS finas e chicotes.
Marie Rose, mu- LUNETAS aro de ac# e tarturaga.
Ited08 Para erlancas.
VESTUARIOS completos para baptisados.
SAPATINHOS de merino e setim enfeitadot.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadss e de chroeh.
RIrNECAS vestidas, muito bonitas e diversos
brinquedos.
Perfumarlas Anas.
AGUA FLORIDA verdadeira de Murray & Lan-
mao New-York.
TNICO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray e superior agua e
esseneia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de agradavois aro-
mas para o lenco.
VINAGRES aromticos para toilet.
POS DE ARROZ para amaciar a pelle ; em pacr-
tes e ricas caixinhas com arminho.
I'( IS superior para limpar os dntes.
COSMETIQUES de fina qualidade.
SABONETES, grande sortimento deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de philocorae, babosa e antiques.
BANHA fina para os cabellos.
AGUA de flores de laranja.
CREUE de sabio para barba.
Cacas preparadas com perfumaras finas.
nindezas finas.
SUPERIORES fitas de grosdenaptes de todas as
cores ejarguras de veludo preto e de cores, e
gurguro para cintos.
BABADINHOS e ntremelos bordados.
WJAHNICOES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilhos e pingentes.
BOTOES de cores, brancos e pretos com vidrilhos
lisos e com pingentes.
DEDAES de madi >perola, de marfim. de co e
metal. ^
THESOURAS finas para costura e unhas.
CAIVETES finos com qulro folhas. E muitos
ontros artigos de miudezas que se torna enfct-
donho menciona-los.
Tudo se vende por preejos bastante cqmmodos.
liOJi
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. V
Os proprietarios deste bem conhecido estabele-
eimento, alm dos muitos objecios que tinbam ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
lo resolvidos a vender, como de seu costume,
por precos muito baratinhos,e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e e mui lindas cores.
Mui boas c bonitas gollinhas e punbes para se-
nhora, neste genero o que lia de mais moderno.
Superiores nenies de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para canecas das
Exmas. senhoras.
Superiores naneas pretas e de efires com vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que |K>de haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30^000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna la India e
casto de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
Juanlidade de outras qualidades, cont ;ejam, ma-
eira, baieia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos c airosos clicotinhos de caieia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de t a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba;.sio muito boas.e de mais a mais sio ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Liitha muilo boa de peso, frouxa, para enener
labyrintho.
Rons bara 1 los de cartas para voltaretc, assim
como os lentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melliores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnficos contra as convulsdes, e
facilitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afn de que nunca faltcm no mercado,
como ja tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do-gallo
titilante, aond sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes atlendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ma do Crespo n. 7.______^^^
Macarthy
Machinas de descaroear algodao.
Hoje que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudicam e quebram a fibra do algodao,
preciso recorrer a machinismo menos spero,
que produzndo o mesmo sen ico que aquellas, e
facilidade no trabalho, nio quebreni a fibra da lia.
para que essa possa obter-nos mercados europeosj
a differenca que ha entre o algodao descarocado
por aquellas mencionadas machinas, que estio fo-
cando em deauzo, pelo prejuizo que tem cansado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode competir
pela morosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodao, porque ao par da fcil idade e
(dan conserva a fibra da lia, que limpa
promp
ella, qualificada na Europa a par da melhor
e
landeira, valendo assim entre 10 arrobas 20 0/0
mais do que a lia limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nio sio novas, pois que l* milito
estio adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foraminteiramente abandonadas, e por isso o algo-
dao daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 arrobas 20
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a 1504080
nos armazens de Tasso Irmios.
Oleo de amendoas
Em caixas de 8 latas, rada caixa 100 libras :
nos armazens de Tassoyrmios.
Charutos da Havana.
Excellentes charutos da Havana e por baratsi-
mo preco : em casa de Tasso Irmios, *ua do
Amorim n. 98. 7
EIYaL sem segundo
Ra do Queimado n. 49, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para vender os
artigos abaixo declarados, tudo bom e baratissi-
mo, que sio para acabar.
Duzia de sabonetes muito finos a 700 rs.
Pares de sapatos de tapete para homem a 14280.
Ditos de tranca para ertfSnea al*.
Tramoia do Porto, bordada, a melhor a 200 rs.
D'^J P"0 liza'da raemor lualidade a i00j' l2. dos ps; e mxime todos"os"perts"das
9 til I I* zl *^
mesmas machinas, para vender avulso.
Dita de papel almaco paulado a~ \i.
Livro de missoes abreviadas a 24.
com toda a doutrna e muitas resas a
Vendem Augusto
Commercio, n. 42.
F. de Oliveira k C. ra dr
Para familias
Grande Bazar, ra Nova ns. *0 e
92, deCarnelro Vlanna& C.
Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porfo de machinas para costuras do
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposigo de Paris, as quaes cozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser to suav**o movnento,
que qualquer crianza de ofto annos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A cdbprehensSo
simples, pois em um quarto? e hora* se ti-
ca senhor do movimento da machina, ten-
do a mesma a propriedade de fazer as se-
guintes costuras: pospontar, abainhar,
franzir, marcar e bordar, como apresentam
os (Ii'schImis que acompanham-nas. Os pro-
prietarios do estabelecimento se encarre-
gam de mandar ensinar n'esta cidade, e
garantem entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de n5o trabalhar com
perfeifio a machina vendida, nao tendo,
porm, soffrido ella alguma avaria. Ha tam-
bem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower A Baker, de trabalho sim-
plesmente m3o, e outras com movimento
Capsulas de Raquim
Os bons effeitos destas capsulas para fazer ees-
aar os gonorrheas acham-se comprovadas pelas
experiencias de muitos annos.
Os mdicos de todos os paizes as recommendam
pela sua efficacia.
VENDE-SE
HA
Pharuaaela e drogara
DK
BARTHOLOMEU & .
Ru34a larga do Rosario 31
Cartilhas
lOrs.
Silabarios portuguezes com estampas a 320 rs.
Baralhos franceaasjjuito finos a 200 o 240 rs.
Sabio inglez superBr qualidade a 500 c 14.
Grvalas pretas e de cores muito finas a 500 rs.
Duzia de meias para- senhora, fazenda fina a 4A-
Redes pretas lisas para segurar cabello a 320 rs.
Varas de transa de seda de todas as cores a 600 rs.
Pares de brincos dourados com miozinha e pe-
dras a 320 rs,
Cartoes com corchetes de duas ordens c sao de' la-
ti a 20 rs.
Abotuaduras de vidro para coleto muito finas a
120,240 e 400 rs.
Pares de botos dourados para punhos a 160 rs.
Caixas de pennas de ac muito finas a 240, 320 e
500 rs.
Cartoes com duzentas jardas de linha do fabri-
cante Alexandre a 100 rs.
Caixas de pennas de ac, a verdadeira penna a
14100.
Carriteis de linha Alexandre ns. 70,80, 400 at
200 a 100 rs.
Caixas com superiores obreias de massa a 40 rs.
Carriteis com duas oitavas de retroz preto a 500 rs
Duzias de agulhas para machinas a 24.
Libras de pregos francezes de todos os tamanhos
a240rs,
Livrosescriptnrados para rol de roupa a 120 rs.
Caixas com papel amisade muito fino a 700 rs.
Caixas com cem en velones da melhor qualidade a
oOOrs.
Talheres para meninos muito boa fazenda a
itrs,
Cemento de Portland.
Vendc-w no armazem de Vicente Fe
Costa & Filho, na ruada Madre de Dos n. 22,
barris grandes.
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os caJksfioc e a
barba, a liJOOO o frasco.
E' a unifa approvada e recommendad
por ter sido reconhecida superior a todaa
as tinturas d'este genero.
venda em casa de Gustavo Hervelin n.
51. ra da Cadeian. 51.
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito do Henry Forster
C, ra do Imperador, um carregamento de gaz
de primeira qualidade; o qual se vendo em partidas
e a retalho por menos pre^o do que em outra qual-
quer parte.
FUNDICAO DO BOWMAN
liua do Briiin n. 5.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batido fundido.
Rodas dentadas, paia moer coffl agoa,
vapore animaes..
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assocar.
E outros muitis objectos, etc. etc., pro.
prios para i agricultura.
para semana santa/
Madama Adour, 23 roa do Imperador
acaba de receber mantiahas e maotolets df>
fil preto.
f
i



Diario de I*ernanibuco Ter


A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO ^
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O preprietario d'este estabelecimento convida ip i-espeitavel publico desta ca-
pital a vir srtir-3e no grande estabetecimento que tera dezendas, tanto da moda como
de la, .e as pessoas que negociam em pequea escalla, lauto da pra^a como do matto-
nesta casa podero fazer qs seus sortimentos em pequeas e grandes porcoes, venoen-
do-se-lhes pelos precos que se compram as casas' inglezas ; assim como as excellentis,
simas familias, poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
t berto constantemente desde s 6 horas a manhaa as 9 da noute.
O atoalhado do Pav5o.
Vende-se superior atoalhado de algodao
Com S palmos de largura, adamascado a
S2#0 a vara; ditodo linho faxenda muito
nperior a 3200 a vara ; guardanapos de
linho adamascados a 4#50O a duzia e muito
finos a 8;JOOO, e ditos econmicos a 30500
t duzia.
Fustes para vestido Itraucos
a 4.
Vendem-se os mais modernos fustSes br an-
cos flexveis com padrees de listas e de
alpicos proprios para vestidos e roupas de
menino a 640 rs. o covado, na loja e arma-
wun So Pavao ra da Imperatrizn. 60, de
Fex Pereira da Silva.
Crosdenaplrs
Goegou para a loja do Pavao pelo akimo
irarpor um grande sortimento dos melhores
frosdenaples pretes e de cores, tendo verde
fembem, que se venciera mais barato que
em outra qualquer parte.
BABADINHOS
Vendera-se flnissimos babadinhos, tiras
bordadas e entromeios, mais baratos do que
em outra qualquer parte, assim como espar-
iilhos dos mais modernos, na armazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
Q. 60.
ALTA NOVIDADE
A LOJA DO PAVO
Gurgurao de seda
Chegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
nitos gurgurcs de seda, proprios para ves-
tidos, sendp lisos elavradinhos, com muito
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
linda e de mais phantasia que este anno tem
chegado a este mercado, e vende-se por
prec-o muito razoavel, na ra da Imperatriz
D. 60, de Flix Pereira da Silva.
GROSDENAPOLES PRETO A QUATRO
PATACAS S O PAVAO.
Vende-se grosdenapoles preto de boa
quaHdade pelo barato preco de 1(5280 o co-
vado, s na loja e armazem do Pavao, ra
da Imperatriz n. 60 de Feliz Pereira da
Silva.
CAMBRAIA BRANCA A 3/jSOO.
Vende-se pecas de cambraia branca
transparente, com 8 e meia varas pelo ba-
rato preco de 35500, ditas muito finas tanto
tapadas comotransparentes 4^500, o#000,
60500, 70000 e 85000, assim como organ-
d muito uno tanto lizo, como de listas e
quadros na loja e armazem do Pavita ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
ALPACAS LAVRADAS "PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavao, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para lucto, sendo
muitolargasepelo barato preco de800rs. o
covado, s na loja e armazem do Pavita, ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Cassas Inglezas a -i -t o rs o metro
Vende-se urna grande porgo de bonitas
cassas inglezas tanto graudascomo miudi-
nhas e de cores fixas pelo barato preco de
440 rs. ometro.garcntindo-se que 7 metros,
dao um vestido para qualquer Sra. s na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de
Flix 'Pereira da Suva.
Bareges a 400 rs.
o na loja do Pavao
Se vendem as mais bonitas bareges transparen-
tes, propas para vestidos com Iistrinhas a imita-
fio le bstras de seda, c vendem-se pelo barato
Cecp de um cruzado cada um covado, unicamen-
na loja e armazem do Pavao, ra da Impera-
triz n. 430, de Flix Pereira da Silva.
(ramio pechincha para a
quaresma
VESTIDOS PRETOS A 4
Vende-se superiores cortes de vestidos de
seda preta lavrada, sendo fazenda muito
encorpada e muito moderna, pelo barato
prego de 45/?, nicamente na loja do Pavao,
Tua da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira
fla Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 55000.
Vendem-se colchas de fustao damasca-
das para cama, pelo barato prego de 5->,
grande pechincha, na loja c armazem do
Pavita, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
COBERTORES INGLEZES A 4$, 4floOO E 5)5.
Vendem-se os verdadeiros cobertores
ingleze*, de pura la, pelo barato prego
de 40, 40500 e 50, assim como colchas de
fusto de cores, pelo barato prego de 30. na
loja e armazem do Pavo. ra da Impera-
triz n. 60. De Flix Pereira da Silva.
A 20, OS BALES DO PAVO.
Vendem-se superiores baloes america-
450000.
AS CAMBRAlAS DO PAVO
Vendem-se linissimas pegas de caminatas
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 50000 at 100000 a peca, assim
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos do bailes, por ser muito
transparente a 10000, a vara, na loja do
Pavio ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Alpacaslavradas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a 10000, o covado,
ditas lisas tendo tambera cor de caima a
800 rs, ditas mescladas muito finas a 1:200,
o covado, e outras multas fazendas de gosto
e moda que se vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60. de Flix
Pereira da Silva.
Roupas para homeui
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguiao, eeroulas francezas de linho e al-
godao, meias cruas inglezas superiores, ca-
misas de tlanella e de meia de la, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes que sero servidos
com a maior promptido e muito mais ba-
rato "do que em outra qualquer parte
na raa da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par at 25/5000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
Cretone para lenqes com 10
palmos de largura a 2$,
Acaba de chegar esta nova e excellente
fazenda branca propria para lences de um
s panno, garantindo-se que um metro e
urna quarta ou um metro e meio d um
excellente lengol de um s panno, assim
como esta boa fazenda tambera muito
propria para toathas de meza, rosto etc. e
outros mysteres e vende-se pelo bartissi
mo prego de 2-? cada metro.
M0CAMBIQ8E PARA VESTIDO A 500 RS.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento dos mais bonitos mogarabiques
proprios para vestidos cora as cores mais
modernas e que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado.
ALPACO DE GORO PARA VESTIDO A 1$
Chegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, sendo de cordo e com mais
largura do que a alpaca, com as mais Unjas
cores, como sejam Bismark, lyrio, perolas,
roxo, cor de canna, magenta etc. e vende-
se pelo baratissimo prego de 10 o covado.
ROMEIRAS PARA QUARESMA A 16*,
Chegaram as mais bonitas e modernas
romeiras pretas de guipure, que se vendem
pelo baratissimo prego de 160 cada urna.
SOBRECASACOS PARA A QUARESMA A 18 E
aoa.
Vende-se um grande sortimento de so-
brecasacos e palitts sobrecasacados de i-
nissimo panno preto pelo baratissimo prego
de 180, sendo forrados de alpaca, e por
20$, todos forrados de seda, grande pe-
chincha, principalmente por estarmos na
quaresma, assim como, tambem se vende
um grande sortimento de calcas e colettes
de casimira preta que se vende muito mais
barato do que em outra qualquer parte.
ESGUIO DE LLNHO DE 12 JARDAS A 104.
Vende-se pecas de esguio de linho, fa-
zenda superior, com 12 jardas cada pega, a
100000.
ALTA NOVIDADE
A
Loja do Fav&o.
GRGROES PARA VESTIDOS A 10000,
0 COVADO.
Chegaram os mais modernos Eurguroes
nos de trmta a quarenta arcos, tendo asfi- v*tiiin .nH,wia ..Z. J2Z!Z1
tas bastante la, sendo muito fcil trans- %X&^%?XiS&
forma-Ios para outro qualquer novo modelo rQ & & ^ ^ f
#hqmdam-sepelo barato prego de 2$ cada fl vende.se4 ^lo4 baratissimo prego
ni sendo fazenda que sompre se yendeu e t{m ato tonto nicamente no ar-
a 70 e 80, .sto na loja e armazem do ft- d F ,, Pereira da s|
So, ra da Imperatriz n. 60. De Fehx ^^^^ n< qq.
Pereira da Silva.
Madapolo enfestado a 8&500
Vende-se superior madapolo enfestado,
sendo muito encorpado, para carnizas, e
ROUPAS. FEITAS
Na loia do Leao da porta larga
J 'IDE......_____
PAREDES PORTO.
Ra*da Imperatriz n. 52, junto aloja deounves.
s'este estabelecimento se encontrar ra da Imperatriz n. 52, loja do Paredes
sempre um completo sortimento de roupas Porto.
eitas de todas as qualidades. Como se- Neste estabelecimento encontrar o resper-
jam: paletots de alpaca, de merino, de tavel publico um completo sortimento de
casemira, bombains de panno preto, fra- fazendas e roupas que, se vende, pelos pre-
ques e sobrecasacos de brins de cores e gos seguintes:
parde.
CALC.\S E COLETES.
Tem sempre no mesmo sentido um sor-
timento completo a prego comraodo.
CAMISAS E SIROULAS.
Encontrar sempre o respeitvel publico
um bonito sortimento de todos os humeros.
MEIAS CRU.AS.
Sortimento de todas as qualidades. de
30 a 50, assim como tambem sortimento
de lengos de linho brancos e com barras
de cor, chmezes, bonitas grvalas pretas e
de cores,
ta larga.
FAZENDAS PRETAS.
Completo sortimento de fazendas pro-
prias para a quaresma, como sejam: gros-
de-naples a 2, 20500, 30, 30500 o cova-
do, moreantique de diversas qualilades
a 20200, 20400 e 20800 rs., sortimento de
alpacas pretas e de cores de 500 rs. at 10,
princza, mirin de diversas qualidades.
FAZENDAS BRANCAS,
Madapolo de diversas qualidades e pre-
cos commodos, cambraia de 30500 411500
e 50, ditas victorias de 50500 a 120, pecas
Ra da Imperatriz r. 52, por- de cassa liza o mais fino que ha n merca-
do a 90, 100, 120. com 12 varas, o vara
PARA ACABAR. Je largura
Urna grande porgo de caigas ordinarias SEDAS DE LISTRAS.
para trabalho a 640 e 800 rs. cada um par, Recebeu-se um bonito sortimento d'esta
pechincha na loja do Leo junto a loja de fazenda que se vende a 20500 o covado.
ourives. i CHITAS.
GRANDE PECHINCHA, Vende-se chitas escuras a 280, 300, e
Cassas he cores a 160 rs. o covado, na 320 rs. o covado.
160 RES O COVADO GUARDANAPOS
Chita preta pele barato prego de 160 o Vender esta fazenda de linho, fazenda
covado na ra da Imperatriz n. 52 na loja boa a 40000e 5:>000 a duzia.
que tem um Leo pintado. MEIAS PARA HOMEM
PANNO DE LINHO Sortimento de meias inglezas para lio-
Paredes Porto receheu um sortimento da mem a imo 5oO e 6^800 fazenda boa.
pannos de linho, com 27 varas a pega e
174000 c 180000, na ra da Imperatriz n.
52,junto a loja de ourives de porta larga.de
Paredes Porto.
LENCOS DE LINHO
Vende-se lengos brancos de linho a 30,
a duzia para acabar na loja de Paredes Por-
to. Ra da Imperatriz n 52 loja da porta
larga que tem um Leo pintado, de Paredes
Porto.
THOALHAS
Sortimento de toalhas de pelucia a 110
a duzia.
LENCOS BRANCOS a 20200
Para acabar lengos de algodao a 20200
a duzia,
20000
Vara de bramante de linho suprior e
tem 10 palmos de largo.
No armazem do Leo, ra da Imperatriz n. e 52, junto a loja de ourives.

-
FAZENDAS PRETAS
PARA A QUARESMA
Ra do Quciinado n.ll
Receberam directamente da Europa as mais superiores fazendas pretas espe-
ciaos para a quaresma, as quaes esto vendando pelos mais mdicos pregos em vista
da superior qualidade de ditas fazendas.
AliTA MOVIAE
Basquinas pretas de renda, vurdadeira novidade, para senhora.
Gorguro preto de seda liso escota listas assetinadas para vestidos.
Grosdenaples preto largo estreito de diversas qualidades havendo neste ge^
ero o que ha de melhor.
Basquines de croch pretos, ditos de seda preta com cintos delicadamente en-
feitados, elegantes peplums de seda preta, ichos pretos de renda, modernas capinhas
pretas de renda e superioras vestidos de gorguro preto bordados. ,
A loja n. 11 da ra do Queimado tem sempre o melhor sortimento de tapetes,
alcatifas o
Esteiras da India para forrar salas.
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
iPAVAO.
Vende-se urna grande quantidade de re-
endo cada pega 24 jardas, "pWbaratis'sf- lhotde chitas e cassas pretas por prego
mo prego de 80500, na loja e armazem do muito barato, e quanto maior for a porgo
Pavo, na da Imperatriz n. 60. De.Felix Vivir da Silva vender na ruada imperatriz n. 60 de Fe-
Pere^a da JuV. ^ ^ ^ ^ fc perera da ^
Vendem-se a* verdadeiras cambraiasl
francezas, com lindos padrees e cores fixas, | Grosdeuples preto
sendo tapadas e transparentes, pelo barato Vende-se um grande sortimento dos me-
p'eco de 500 rs. a vara, ou 300 rs. o co- mores grosdenaples pintos, tanto lar-
vado, sendo fazenda que ningnem vende gos como estreitos, sendo de 20090 rs. o
por menos de 7 ou 8 tustoes, e liquidara.- covado at 40000 rs. garantindo-se que
se por este barato preeo, por se ter feito n'este genero ninguem tem melhor fazendff e
orna avallada compra, na loja e armazem que se sude mais barato do que em outra
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60. De qualquer parte, na roa da Imperatrizn. 60
FclU Pereira da SMva. M Flix Pereira da Silva.
ARARA
Lourengo Pereira Mendes Guimares, proprietario da toja da Arara, ra da Imperatriz
n. 72, declara ao respeitvel publico e seus freguezes que acaba de concluir o balango
desua loja de fazendas e fazer abatimento as fazendas que julgou necessario para
vender mais barato que em outra qualquer parte, por isso roga ao respeitvel publico o
favor de mandar ver as amostras das mesmas para ver como se vende barato.
CHITAS FRANCEZAS A 280 RS.
Vtendem-se chitas francezas a 280, 320 e 360 rs. o covado.
MADAPOLO A 6*000.
Yondem-se pecas de madapolo fino a 60, 70, 80 o 90000.
(iANGA A 320 RS.
Vende-se ganga para calca e palitts a 320 e 360 rs. o covado.
CASTORES PARA CALCAS.
Vendem-se castores para caigas a 240 e 280 rs. o covado.
LAZINHAS A 240 RS.
Vende-se lazinha a 240,280 c 32 / rs. o covado, e outras muitas fazendas e roupas
feitas, fazendas pretas para a quaresma, como gros-de-naple, casemiras e panos pretos
de todas as qualidades, baloes de 20 35 arcos a 10500 rs., cortes de brim para caiga
de homem a 640 e 800 rs. cada um, por este prego s na loja da Arara ra da Impera-
triz n, 72.
Lourengo Pereira Mendes Guimares paoprietario da loia do grande uaribaldi, rae
da Imperatriz n. u6.
Declara ao respeitvel publico, que rcebeu um grande sortimento de fazendas
de todas as qualidades, tanto para a praga como para o mato, aos quaes espera lhe fa-
gam a honra de frequentar o seu estabelecimento que lhe prometiera vender mais barato
do que em outra qualquer pai te.
? CORTES DE LA A 2400 RS.
Vcndem-se cortes de la para vestidos a 20400 e 30000
CHITAS FRANCEZAS LARGAS A 280 RS.
Vcndem-se chitas francezas a 280, 320, 360 rs. o covado.
LAZINHAS A 240 RS.
Vendem-se lazinhas paia vestidos a 240, 280 e 320 rs. o covado.
ALGODAO A 4*000
Vendem-se pegas de algodao a 40, 50 e 70oOO, pegas de madapolo a 6, 70, 80
e 90000. M
CORTES DE CASEMnU PRETA A 4*000.
Vcndem-se cortes de casemira preta para caiga a 40, 50, 60 e 80000, cortes de
cansa para caiga a 10280 rs., ditos de brim 800 rs., ditos de castor a l,000. .
6 K ^ V CHITAS PARA COBERTA A 320 RS,
Vendem-se chitas para cobertas a 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vendem-se cassas francezas para vestidos a 320 e 360 rs. o covado.
\OVI4ES.
Baloes de 25 30 arcos, a 10500 rs. cada um, s se pode ter balo por este pre-
go, e outras muitas fazendas pretas para a quaresma, pannos, casemiras e gros-de-na-
ples preto, outras fazendas muito baratas que se dao as amostras. Na ra da Impera-
triz loia do Garibaldi n. 56.
ATTENCaO
Lourengo Pereira Mendes Guimares, declara aos seus devedores queentregou ao
sen procurador o Sr. Bernardino de Senna Dias as suas contas para elle promover seu
recebimento conforme lhe convier amigavel ou judicialmente, por isso roga-se a todos
os devedores vir entender-se com elle na ra da Conceigao da Boa-Vista, ou na loja a
ra da Imperatriz n. 56.
0 cordeiro previdente
Una do tueinado ti. I.
Novo e variado sortimento de perfumaras
tinas, e outros objetos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que eflectivamente est prvida a(
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se terna
notavel pela variedade* de objectos, snperiori-
dade, qualidades e commodidacks de pre-
gos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciago
do respeitvel publico cm gcral e de sua
boa freguezia em particular, n3o se afas-
tando elle de sua bem condecida mansido
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de.E- Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservago do
asseio da bocea.
Cosmetques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com-dita japonesa, transparente,
e outras qualidades.
Finos extractos ingleses, americanos e
francezes em frascos simples eenfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidOs.eheiroB, em frascos de dif-
ferentes tamanhosi
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhascom bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaris finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composigo de
cheiro, e por isso o mais proprio para enan-
cas.
Opiata ingleza e francezapara dentes.
Pos de cmphora e outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coqnes.
Um outro sortimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com file'ts de vidrilhos
e alguns d'ellcs ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciago de quem
os pretenda comprar.
GOLLLN'HAS E PUNIIOS RORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeigo.
Fivellus e Otas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa.escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
O que de melhor se pode encontrarnes s&
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para vlagem.
Bolsas de tapete.e carteiras de couro, por
pregos commodos.
Chapelinas de palha da Italia mni bem
enfeitadas, eenfeites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
ro presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a raa do Queimado
n. 16.
ENFE1TES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
0 Cordeiro Previdente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecidacommodidaderde pregos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variao sor-
timento de gallees do la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos os tornara recommenda-
dos e apreciados; compargo pois os pre-
tendentes que sero servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e rendas de
guepure.
LUVAS DE PELUCA.
De todas as cores tanto para hornen*
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimadn n. 16.
OVDADE
A loja de Coelho Oliveira ra do
Queimado n. 19, recebeu pelo ultime vapor
um bello sortimento de baloe de diversos
systemas, os mais aperfeigoados que teem
viudo ao mercado, sendo :
Baloes de guipur com tiras chamados
reguladores, ditos de musselina abertos por
ambos os lados, de modo que sendo todos
de um tamanho servein para qualquer se-
nhora, de la de cores, com tiras, e s se-
geintes fazendas:
Saias de la com bonitas barras.
Chales turcos de seda e la Beatriz de
Tundas. ,
Fitas de guipur pretos Rocamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
laslnhas
Sultanes, Poil deChevre, Tricte, dito de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
La pura de cores a 360 rs. o colado.
Basquinas a Mara Antoniete.
Cambraias fantazia.
Ditas brancas transparentes e Victoria?
Colxas adamascadas.
Cobertas chinezas a 20500 rs. e outras
muitas fazendas que tomar-se-hia enfadonho
annunciar.
Dh. PA1B90N
De bisiunth e maguczla.
Remedio ]>or c^celleriria para corabater
a magreza, facilitar a digesto, fortica
estomago etc.
DKI'OSITO ESPKCIAL.
Pharmacia de Bartholomeu & C.
34------Rlia larga do Rosario------34.
XAMPE PI1TRAL BKAS1HIR0
M
POXTA E EMBAIBA
CONFSTO ): MIEPARADO
Pelo itbarmact'iitico
Jos da Cruz Santo.
Esta planta cujas virtudes me-dieinaes
existiam desconbecitlas para a maior parle
dos nossos facultamos, devendo-se a stw
Jdescoberta ao uso que d'elle faziam os
nossos indgenas que menoscabavam com
a sua appcaro de ttidos os soffrimentos
pulmonares, boje conbecido como o me-
dicamento mais ctticaz para a cura de as-
thma, bronchite, coqueluche, penemonia,
e at a plitysica, produzindo um effeto mi-
lagroso e prompto.
Para um adulto :$ 4 colheres de sope
ao da puro ou em cosimento peitoral.
(riangas, 3 4 colheres de cha.
Prego 20000 o frasco.
Pernamhuco, ra Nova bottra n. 51,
a antiga taberna d;i na o H.augel n. 3, bem
freguezada para a Ierra e malo ; a iralar na
mesina. ....
SEDAS PRETRAASRA A QUARESMA
A 30 O COVADO.
Vendem-se sedas pretas lavradas, fazen-
da muito superior, que com avantajadalai-
guraquetem, 14 ou l'J covados do um
vestido, e sendo fazenda que em outra
qualquer parte nao se vende por menos de
10000, mas por se ter comprado ama
grande porgo vende-se a ;$<)00 o covado
nicamente na loja carmazem do Pavo;
ra da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira
da Silva.
Meias elsticas de borracha.
As melhores e exceHentes meias elsti-
cas de "borracha contra varizes e eryspellas.
Vende-se na
Pharmacia e drogara de
Bartbolomeu i\- C
34raa larga do Rosario34
ESCRAVGS FGIDOS.
INJECTION BROU

B* v, f+i*t* Ufmt, ta.
) (M mm> No di quart-fein, 10 Jo correntc, fuglo (fi
rna do Caldereiro, Fraucisro, pardo, itlale 13 ah-
ilos, cheio do o.r|x>, aorMo caneca urande,um pe-
queo lallio na lerta, junio ao cabello em nina das
orelhas, nina pequea marca de urna dentada, le-
vou vestido camisa de chita com colarinho de ata-
car na frente, calca de brim branco liso j suja :
quem o pegar lev-o ra do Caldeireiro n. fi-
que ser nuompetsadn.
Fujiio de 18 para 19 do crrante o mulato do
nome Jos, idade de 10 a 30 annos, magro, iltm i
regular, cabdkM cpiasi corridos, go-la de andar
bem vestido, calcando alpenutaa e as vezez borae-
guins, 6 mulato do serio (Ro do Peixe), costoma
andar com camisa de algodao branco e as mes
cqm camisa de madapolo, e tambem usa paletos
d casemira preta, levou mais um mirria do coh-
ro e um bahii de dito, desconfiase que tenba se-
guido para o Rio do Peixe, pela estrada de Nai-
vth : ieeoniiiienda-se as autoridades c rainla-.-*
de campo que o apprchcndam c o remeltan a su
senhor, ra da Praia n. 47, padaria, que lerao
bem recompensados.
O$ de-grataciT
Fugio uo dia II de Janeiro do crrente anuo,
do engenbo Balntura, freguezia da Es<-ada, o *
ciavo preto, crionlo, de 24annos de idade, cha-
mado Marcelino, que foi do Sr. Joao da Ctmlia
Pereira, cu jo escravo esteve no depositu ireral, e
lem os signaea seguintes: alto, secco do forpo,
raato muito marcado de bexigas, falta de dente-
na frente, cor preta, sahio de chapeo do chile,
letot c calca de castor, levando um habuzinho
(landres com mais roapa, c suppe-se estar rfa
freguezia do Cabo : quem o apprehender leve o
ao dito engenho, on na da Senzala-nova n. 38,
escriptorio do Sr. Bernardino Puntual, que rec-
bela a gralilicacao cima.
Escrava fgida
Desappareceu do poVr do abaixo imgaaio
sua escrava cri ma da nome Benedicta, dantii
tambem pelo no ne de Conceie,5o, estatura regular,
magra, rosto comprido e descarnado, falta de den-
se na frente, contuma a embreajrar-se, levou rus-
tido de chita clara com urnas rudas llngindo flores,
chales c laa de barra j velho ; ella natural
de Stirinhemi para onde se desconfia ter ella se-
guido : roga-se as autoridades policiae? e aos ea-
pitaes de campo a apprehensao, e leva-la na
da Imperatriz n. 52. loja, quo se gratificar.
Joao PraBflscn Paredes Porte
O ahaixo assignado recomuienda a captura
do seu escravo de nome Joaquim, mulato, fugirt*
do seu sitio do Monteiro. comprado aos seus do-
nos os Srs. Joao Goncalves da Silva, Vicente Cv
valcanli de Albuquerque e .Alexandre Gonei la
Silva, nesla cidade, por intermedio de seus pro
curadores na pessoa do Sr. Manoel Franci-co
vale uili, tildo.- de Pao d'AIho e por nieiu-ngao
Sr. Santos (corrector de escravos). rujo es<-iavo A
tambem natural de Pao'd'AIho e tem os di-stico**
seguintes : idade 38 anuos, secco do eoi-jh e utr>
poueo alto, bigode, cabello um pouco rarapinliafti
e penleado, faifa ue dentes, urna inffamiruirSo en-
eruada na junta da mi esquerda, falla a scrtaBft
jo, muito descansada e mansa : levon camisas rf
madapolo e riscado de algodao, e cairas de brim
pardo. O abaixo assignado muito recimivenda a
captura deste seu escravo todas as au'i.iidadt-
e mais pessoas encarregadas da captura de e-crl-
vos, nao s pelas diversas cidades, vdlas e povoa-
dos, como pelo sertlo.para onde pode 1er seguida
promette bem gratificar, e tambem a qualqnei
pessoa que d'elle der noticia certa ; a dirigirem-
seao seu escriptorio a ra do Crespo n. 15, uu ao
seu sitio no Monteiro.
Becife, 27 de Janeiro de 1869.
.l/i/oii/'o Jos Rodrigues de Souza.
Fazeadas de gado.
Vendem-se seis fazendas de gado na ribeira do
Serid, denominadas Boa-Vista, P de Serra. Mu-
rangu, Mundo Novo, Inga e Serrar, tedas mnito
boas de eriar e de um ser bem conbecido naquel-
la ribeira : os pretenden tes podem difigir-se 4 nu
do.Vigario n. 31, ! andar.
- Vendem-se moedas de ooro da (Crneos :
no escriptorio da roa do Commereio a. 9.
Fueio do engenbo Jacobina, comarca do Ca-
bo, ao amanhecer do dia 13 do correntc mez o
anno, do abaixo assignado, um escrav preto da
nome Antonio, conhecido por Candca, idade de W
a 30 ann s, pouco mais ou menos, alto, ps gros-
sos, tem urna das juntas do mesmo um pono
grossas, andar banieiro, levando chapeo de felt i
j usado, camisa de algodao azul e smola de al1-
godao americano, cujo escravo veio de Buique pa-
ra Pao d'AHio. para onde se desconfia ter seguido:
nga-se a qualquer tutoridade policial no eapitSa
de campo a capture do dito escravo. levando m
engenho cima, ou a roa do Caldeireiro n. 42, as
Sr. Francisco Quintino Bodrigues Eeteves. que
sera generosamente gratificado.
Antonio Carnoiro Lins e Mello.
Fugio de bordo do palhabote nacional -4*"-
ro, um mulato claro de nome Justino, estatura re-
gular, cabetes carapinbadns o metes ruivi s, pouc
barba, tem urna pinta preta no canto do olho dirt-
to e um talho as ciclas ao mesmo lari
vestido camisa de chita com listas veriles, e usi
de urna cinta com borla encamada para anertar
as ealsas, natural de Santa Anna do^Matm ni
provincia do Bio Graode do Nc f*
qneira ir, Umbem mnit "*"
lar. Recommenda.se aos mesires de bsreaca > \
ser generosamente graficad.


8
Diario de Feruanibueo Terqa feira 23 de Mpi(;o de 1$69.
UirmATlIRA.

i LTBA DK SILVA SCNNA.
Chora, chora na vida
Violeiro do serian.
(Castro Alves).
Vodka da serra; ao grito da araponga,
Deixei alegre o rancho dos tropeiros,
INem saquer prolonga vam doces.;caatos
As granas no topo dos coqueiros.
is bmas suspiravam manso c manso
franjando as aguas do erystal do rio;
As sericoras s'ertcefhfam trmulas
iis nevoas matinaes a um beijo fro.
Erttdo esplendor; junto 9 cabanas
fttrnavam perfume as grnadilhas,
As guabirabas sareurtiam flores
fjorrendo as viraces as longas trilhas.


Porm, patricio, meu peito
Era urna vetga sen flor,
Um lyrio sem tr ocvattios
Affora sem ter fulgor:
Minha serrana indolente
Como as auras do serto,
Chora, de mim tio distante,
Fillia de meu eoraco.
Tenho saudades, patrici
Desae meu anjo do lar,
Mas, a tarde vaito longe...
Eu venhb aqui sestiar,
Nesta viola que as maguas -
Sabe tristonha carpir.
Quero tocar meu fandango
Quero a turannfenr.
Toca, toca na vicia
Corrara versos a porfa,
Sapateia minha gente
Que eu parto ao romper do dia.
Minha serrana, sedormes
Como a coirana ao luar,
Nao te despertem do sorano
As trovas do meu trovar
De la das bandas do valle
Sa a canco do vaqueiro, ,
' Passa a brisa, leva os sonhos
Leva os cantos do tropeiro.
Leva os cantos do tropeiro,
Leva o perfume das flores,
Todos' teem sorrisos d'alma
Todos teem os seus amores. -
Todos teem os seus amores
Todos teem su'affeico;
Mas, hoje estn n'um deserto,
Deserto meu corado,
t Deserto meu coraco
Loira flor da sapucaia,
Junto d'haste ella tem vida
Solta ao vento ella desmaia
Solta ao vento ella desmaia
Como a bonina da serra
Voa deixar-vo*. meas patricios,.
Vou viver na minha Ierra.
Vou viver na minha trra
Que fica n'outro serto,
Minha serrana me espera
Nao posso cantar mais, nao.
Arde a luz da candeia; aeavalgada
ialopa a redea solta na campia,
Pende o calix a flor, aos lumes trdos
Que entorna a grande estrella, peregrirfa.
No taquaral deserto, da palmeira
Ouvio-se ao longe um throno de magia
Era o canto suave e dolorido
Da viuvinha ao desmair do dia.
Morria a tarde, o sol ja descancava
Quebrando os raios na extenso dos mares,
I Deus c'o a dex ra omnipotente, augusta
Ergua a la na amplido dos ares.
Mello Moraes Filia.
O mutilado
Sabina...-linda Salvina,
as horas de Deus, amem,
Porque suspiras no valle,
Porque solucas tarabem ?
Ai, Salvina suspirava
as horas de Deus, amem...
Porque morria de amores,
De amor se morre tambem...
E solucava no valle ,
Com saudades de seu bem.
Que da patria ouvira Anselmo
Agudo grito de morte...
E corre aos campos da guerra,
Era um va'.ente do norte!
Adoos, Salvina, nao chores...
-Ai, Anselmo... ai triste sor*...
E' sorte, filha ditosa
Para um valente do norte,
Dar o sanguc a patria, quando
Lhe escuta o grito de marte!
E Salvina amavaa patria...
Por isso torna n'um ai:
E' nossa mai nossa patria...
Pois vai, Anselmo, pois vai...
Mas,, a foque me juraste?
Salvina torna n'um ai,..
Hei-de amar-te eternamente...
Pois vai, Anselmo, pois vai...
E aps adeus dolorido
Parte Anselmo, guerra vai...
E choras, triste Salvina?
Porque suspiras tambem?
Ai chora, suspiras e gemo
* Com saudades de seu bem;
Sete diasseescoaram...
Setenta mezes tambem...
Seisvezes florece omatto,
J novas flores l veem...
E Salvina sempre firme...
Sempre chorando tambem.
T que um dia, entre os sobacos,
Junto a si ouve no lar:
Urna esmola ao motilado...
Ja nio posso trabajar!
Da guerra trouxe ftidas
Da guerra santa do lar...
E por ellas o meu sangoe
Soube, virgem, derramar,
Defendendo minha patria...
E defendendo o teu larf
E Salvina solucando
O mutilado (itou...
Porquo choras tanto, virgem ?
Por quem prantoamedeixou...
Onde foi quem tanto adoras?
Amor da patria o levou...
A quanto tempo solucas I
Muito tempo j paseou...
E quaIseu nome Ef a Anselmo...
E o mutilado a litou.
ilados de alen e ficou lnguido marasmo.
Brilhavam nos eus alguns atsos ftrra-
dios e a la transporta fenwfta.eindum
sudario de nuve*. 1
Apenas ouvia-se pi svagerir doTn-
cho, como um poeia da raerte, e o murmu-
rio das vagas.que DaijavatiLas praas.
Ella despertara-se da ligeira,
r.i.mprimeutoti-nie de leve e
.un > a i.-ljH'oUp cal en ti
A imajfci vaga do sua re
de tua artstica habilaco, e* tu, do ten pos-
tigo por. entre verdes gejosias, escutavas o
canta as ^ras,:-aasi*tiasv a choreia lubri-
cafu^sandinas ejps-salabas que volitavam
pmwproresc^twciHO* Yteuuphar dos pa-
ludes. -Chorabas e te ooternc^as perante
oquadre da bJi-rasca, & com. Aua harpa,
0n Arethtsa, mistdravas os teus sons de
ivetlrarSo. peregi-iaaaaaciez-eeiu a voz Surto do ocea-
ffl que st/despelae.iva de encostro os fra-
guados ao desmurar do i lampago.
fina griiiMi de tristeza cuno perola
su
lira-sel
Kl (b:
parico*'grwou -a* p|w aPnaefajesta do eco, se-.erystaMiv*-oii4iii jMpebras
phantasia infeliz. Vi-ac>chorpii. O.-prarito
foi a minlm iuspiraco.
Ella a musa.



IL
Entre o fumo das'bombardas
Vi-o gentil combater...
Era um guerreiro do norte
Sua patria a defender:
Vi-o sem braco, sem perna, ,
Depois de tal combater...
Ah, quasi morre t Se o visses
Fugiras para o nao ver.
Que ficou horrendo o bravo i
Sua patria a defender!
E Salvina estremeceudo
Logo bradou a chorar: ,,
Ah, nao morreu! Inda c \W&.,.\
Anda o posso escutar...
Beijar-lhe a fronte entre os louros,
Eas cicatrizes beijar!
Mas quando volta... nao sabes?
Findou-se a guerra do lar!
E aonde o viste?... Que dita!
Ei-lo a teus ps... a chorar...
E-lo.a teus ps,.. mutilado...
Desforme... mas vencedor! .
Anselmo, Anselmo!Oh, transporto...
Quantos estreios de amor!
Mais bello voltas, coberto
Dos signaes d'alto valor...
Que estas chagas sao loureiros,
Cada loureiro urna flor...
Se outr'ora amava o Anselmo,
Hoje eu amo um vencedor!
E embreve, embreve, Salvina,
Guiando Anselmo, seu bem,
Assim cantava esmolando,
as horas de Deus, amem :
Ao meu esposo urna esmola...
t Ao mutilado um vintn ?
E quem amar sur patria
< Um hymno d-lhe lamben!
Ai, muita gente chora va
as horas de Deus, amem.
Juveml Galeno.
FOLHETIM
OS DIUlItS DE CIVEm
POR
lie Berthet.
a vapor
Cayenna
(Continuado do n. 65)
VII
A viageaa.
No dia aprasado o Galgo, aviso
do Estado, deixava a baha de
com destino penitenciaria de S. Lourenco
de Maroni, fazendo escala pelas ilhas de
Salvacao;
Este navio, que todos os mezes levava
participaces officaes, pavimentos e passa-
gviros para as diversas possesses da
Cuianna franceza, ia agora cueio de gente.
Sobre o convez havia urna multido agglo-
merada, a qua I era protegida dos ardores
do sol por um toldo arrahjado com urna
vela. Alm da gente da trjpolaco, viam-se
all militares, empregados da marinba,
alguns acompanhados das mulheres e fl-
Ihos ; deppis facoltativos militares, eccle-
siasbcos, freirs e tambem afguns commer-
ciantes, e hr.almento graade numero de
degredados passeando em tiberdade e es-
perando cada um que os deixassem nos
pontos do seu destino.
Josephina Bertomy e seo irmao, que ha-
viam sido admtdos abordo do vapor por
ordena do governador, na qualidade de pa-
rentes de um degredado, iam assentados
popa sobre as suas bagagens. Ella pareca
mais paluda do que ordinariamente, em
razo d ultima aventura ; com tudo divi-
saFarse-lbe no resto um doce sorrise. Beta
VO TI l\0.
(PHANTASIA.)
Ao Dr. J. Xavier da Silveim.
I.
Era noute.
Ella acabava de cantar urna aria desco-
nhecida.
Trazia os cabellos em confusao, e o toio
crystalino de seus olhos deposilava-so na
ambdla de seu peito.
Chorava...
Limpou os olhos, sacudi a cabeca' em
um meneio gentil, alongou a vista pelos
Tu pareces urna dessas Bocees ridentes,
que miran na flux do Danobio, emtamos
hyhuios dantureza, surgem como ft*Uki-
rias do*heio dos gelos e se mostran siri-
thides nos crnicos dos nutMsinyfM.
Viseo pura que viste daS brumas dd Nor-
te nos dulkw hapejos dos'bardes doSep-
tentrlo, enloareceste os aneis de tuas
madeixas as nevoas do occidente e te en-
langueceste, como o aloes, sombra me-
rencoria^les oasis do meio dia.
Estafe de rubim desprendida dos fes-
toes dos castellos theutonicos. aviventaila
pelos tSds do astro da Arcadia, recebeste
o fogo do genio nos labios dos canteres
do Adritico e te mostraste lucida e bella
aos assomos divinos dos seaktas 'das mar-
gwns do Belt.
Canta, poetisa louca sonhando beira do
mar,_ libra-te, phatemr voluvel, nesa es-
phera sublime onde1 a harmona transdbs-
tancia-se, o genio mira arrebes mais pu-
ros e o coracto se eleva as ondularles
de tua voz melodiosa, como nas agosto o canto do sabia as bafagens dos
laranjaes.
Tua voz niacia o echo de uaa nota au-
gusta, estrppbe de unT poema de lagrimas,
que se perde, gyra e se fonfunde com os
suipirosdasviracoes.
Teu cntico a toada branda da harpa
eolia, em cujas cordas mys^eriesas os ge-
nios inspiram as elogias ao coraco, e a
cujas volatas a alma se extasa como embe-
bida no vozear melanclico da natureza,
embalada ao sopro dos ventos, que gemem
as cupolas dos eoqueiraes.
Os sons estridulos que tarlamndeias nos
boleros graciosos que arrancas do teu pei-
to, sao hymnos de enthusiasmo que ge
turbilhonam como a voz tmida das rolas
as horas-do erdpasaifto e e juteneiam em
alegre modulaco conv) o ehtro tas ando
rinhas. nos prHnetro:[l*p*jeeda acorada.
Cantas e o borburinho de tui bailada
anglica cuche a alma dessfi 'oimaocao U
Mime, que a eleva, derrama nos cora-
foes a luz viva da inspiracao, embriaga o
pensamento e/az dolirar as frontes quite
litan, as expaases, de tua mteiqsa ie-
tnanza, como as ribas vireiites i soKtaria
Lesbos aos doces ttieados da'ljwa &tk-
Pl'o. i]
Trinas c o estremecimento' de teagar-
gaateio suspira, chora, se enterre e pal-
pita como o gorgein delicado do rouxmol,
que Lesbia admirava dos eslofos do seu tri-
clnio e Caiiillusulcmntsava nos-seus versas
divinos.
Canta e canta sempre...
Tua vojr a manifestaeSi deieitoaa do
sentimenlo, porque sai das cavijrnas do ten
pobre coraco. A dor foi a tua musa e o
pesar que lo acabrunha servio de cempasso
a essas nota cheias de mgia, como irr-
diacoes de urna angustia sem 'Hmites.
Canta e soffre masa do infortunio. i
Canta e chora anjo da desgrana.
A melancola de Bethowen jncarnouise
no teu espirito c a tristeza pungente de
Goria denamou cm ti o genio de urna phan-
tasia dolorida.
Canta e canta sempre -como o cysnes
que Corna ouvia as margens do Eorotas.
III
Um da, como o anjo daraeditaco, tiohas
essa fronte de madona rorejadas pel la-
grimas, as espaduas de estitua libertadas
do roupo azul, os olhos files nos astros
de urna noite de abril e as mies t9o alvas
como dous traaos de nev arrimavam o pei-
to offegante por urna dor'que te presta va.
Tinhas a posico da estatua do desespero.
Fallei-te em amor, nao me responderte.
Abysmada ness'e xtasi divino, ..segrodavas
a sos com o infinito em eloque'nte Silencio.
Lembras-te, Eleonora?
Tinhas ao sope de tua casinh*, tao bran-
ca como a rea das praias, o'mar qoe \i-
ha no seu vagido enorme beijar as plantes
ao sopear do vento tyl. PKu !
Lembras-te, Eleonora ?
Cota o rosto macilento, com a estatua
da dr oe te us> cabellos ensopados as go-
tas amargas de teu pranto e alguns aunis
a trancaren raios pardaceuMss em torno de
tua testa nevada, como um diadema assente
pelo capricho do Levante choravas e ^olu-
cavas.eu bete ouvia.
Tu filha raerencoria da saudade, anjo
baixando dos ce os em m arroubo sublime
de meditaco. te ontretinhas com o olhar
os pncaros dascordilheitas cqmo s:u friso
ile prata, paluda resteade luz, que a haca
penumbra do cruzeiro lincava mortuaria
uo sea trajelo sobre a trra.
A escomilha rendada que te cobria os
poaaee, dejando ea&^preeipilados volteLos
semaiuava os retrnalos lebris de urna
walaa em un salo sombro ou a aza al ve-
jante da garfa, que, agonisa moribunda so-
bre a face do lago.
-As saphyras de ton collar eram como
que lagrimas de intimar e:n urna alcatifa de
rosa.
As toas narinas precipites em incessante
agtacao me lembravnm as ptalas do bo-
gary movidas pelas lufa das do outomno.
(entmiW'Xf-hiu.
POUGO DE TUDO.
sabia que eada giro operado pelas rodas do
barco a approximava de seu pai, que ella
contava abracar na manhaa immediala.
Grandval tambem se achava a bordo do
Galgo. Dirigia-se s penitenciarlas do Ma-
roni, sob pretexto de completar o carrega-
mento de ma de ira para marceneria, co-
mecado ero Cayenna, e, gracas pruden-
cia com qne se houvera, nao se suspeitou
o fim real d'esta viagem. N3o obstante,
conservava-se a distancia de Josephina e
Miguel.
Depois de os haver installado sobre o
convez, fra assentar-se ao lado do piloto,
cora quem parece entabolra retacees, e
iam conversando ambos com a assiduidade
que lhe permittiam as exigencias da ma-
nobra" sobre t3o perigosa costa.
Encaminhavam-se ilha Beal, onde o
navio devia demorar-se algans instantes, e
n'aquella altura j as grossas vagas comeca-
vanra sacudir o Galgo.
Tambem logo os passageiros experimen-
taran os effbitos do enjo. Josephina, do-
minando esse incommodo, conservava-se
em boa disposico.
Urna freir que se achava assentada all
prximo, empallidecendo rpidamente, quasi
ia cahindo redondamente no chao, quando
Josephina, dando por isso, correu para
ella, amparando-a e ministrando-lhe todo o
auxilio possivel.
Esta religiosa, que teria os seus quaren-
ta annos, era do urna physionomia agrada-
vel e sympathiea. Perteocia ordemde
S. Jos de Chartres, cujas professas teem
a seu cargo as penitenciarias soccorrerem
as mulheres degredadas o tratar os en-
fermos.
Josephina fez-lhe aspirar um frasquioJio
de elxir que a Sra. Gallois lhe dera, pre-
venindo qualj}uer accidente d'esU, nal
reza.
*-kfc.* que a religiosa abrIsse 'o
olhos, a^radaceaih>{he os. seus sertow
O IMPERADOR IDA BIRMAXIA.Segun-
do lmos na iuteressante carta d'ura ms-
sionario da Birmania, o hispo d'aquelle
paiz teve urna conferencia com o impera-
dor, em que 1he deu conta dos desejos do
Santo Padre deque todos os bspos catho-
licos do mundo se reunissera em volta d;elle
no uturo concilio romano; accrescen^aado
que sua santidade esperava e pedia que os
reis imperadores e demais chefes das na-
5es nao impediran est grande reuniao,
antes a .auxiliaran!' quanto. clhes /ss pos-
sivel. Ouvindo isto o semi-barbaro impe-
rador da Birmania, mais sabiondo que mili-
tos civil sajtos, ejsclamou,:, Poi quem se-
pia to 'atrevido qie iftpedisse censa tao
santa e justa-? Pela minha parte quero
que fcacs a viagem d da e volta a mi-
uLa cuela; e mais aula quero que offere-
caps em mj teme ajeada um dos bspos
aili reunidos lina crui d'ouio embutida de
Btibis, que vou deede j;^maiidar fazer.
Abatidos d*te numero mais 55S, que
foram transleriilos paia o Brasil durante
o trimestre de qpe se trata, o total do pre-
sente?mappa c'ife l)t. '""
Calculada a pnortalidade por 100 sobre
oi-i'eiido uumero esta reduz-sc a 9,4.
A mortatidade de 9,1 por 100 em um
exrcito que opera por um paiz desconhe-
cido, fazendo marchas continuas', urnas
fezes aljcgad m barracas, outras exposto
ao reledo passando uo mesmo dia, e muitas
vezes, em 2 horas de uin-calor excessivo a
urna humidade incompaiavel, para licar no-
vamente sob a afoo de um calor abrasa-
dor; um exrcito, digo, que ha quasi 4
annos acha-se desalentade pelas vigilias,
enfraquecdo pelas fadgasatacado pela
eholera-morbus, accommetlido ppla varila,
invadido pelo sarampao, pelas febres inter-
mitteates, pelas perniciosas, pelas bron-
chites, pelas pneunionias e por outras
muitas enfermidades endmicas deste paiz
apresentando urna mortalidade do 9, 4 por
cap sobre os doentes de seus hospitaes,
offerece um resultado que contrasta vanta-
josamente com essas- aecusacoes banaes, e
injustas, que levan* rouitos que esforcam-se
pot- justificar sua partida para o paiz; qne
escrovem outrrjs dominados, ou pelo espi-
rito de maledicencia, ou pelo terrorismo
gerado pela morte de qualquer amigo ou
affeigoado.
Alem de tudo, lia urna consideracao anda
deordem superior e transcendente, e vem
a ser que no mez de dezembro feiraaa-se
em renhidos e porfiados combates, dos
quaes resultou terem de baxar para os
nossos hospitaes centenas e centenas de
feridos, muitos dos qnaes por ferimentos
graves pereceram nos hospitaes durante o
mez de dezembro, c estao comprehendidos
no presente mappa.
, a differenca em favor
Recordando anda o repiquete do cholera- RUn(j0 g fl\,mat/,
morbus que ti*)mo$ en ottu|5D*piw '9ie ge q^
que o resaludo de noisos ho|pitMa:tf| Comparada a mortaldade **ta com a
to Cerrito a dtf#rengl edT vJrM'aquelle
sido, attentaf as nos citcnmitinoias,)(j
mais lisongeiro para'os facultativos e otnais
glorioso para T. Exc, que lograu provar ao
pai%, ao ^ovenio, e ao niundn cMliado,
que sem termos os" oslAlsiV'os^feciirso?' cbs
potencias europeas, ou daiAmerica' donote,
todava temos conseguido resultados que
res deven orgulhar. *
'Deixo de. re'meiter tambem. a V. Exc,
urna estatisiic* organisada i*hh e -evi-
mento de nossos^ hospitaes no mez de Ja-
neiro "
Jiro, ponyre ajada n|o recebi 9-manja don -Motalidade por 10&,7.
UVl,il^^lnf^PCa0Cn,rr,'l',a^, Deuuzidos do'presente m
a v..Me., quedos nossos feridos ana /le-
para os hospitaes de Humada, liguraado
esse numero duplamente nos mappa; o
total reduz-se a i3.IW.
zemhro.j btiveram alU nos hospitaes de ^nte. que sendo represenUdos no mappa
Humait 21857 pravas; tenofaEdo seis- ^ hosp.tal de sangue, foram transferid
cenias c tantas. Para os combates e hitas
renhidas quetivemos, o resaltado 6 galante.
Logo qne me ehegoem os mappas que
me faltam, proftararei satisfazer por este
lado a cnriosrdade de V. Exc.
Felicito a V. Exc, por esses-to satis"
factorosos qu5o hamanitarios resultados"
lilhos inconteStavelmente da illustrago,
zelo, dedicarlo, tirio, perseveranca e acert
com que dirigi V. Exc, os nossos hospi-
taes, dando, em todas as vicissitudes da
guerra, os seus commandados as mais
sublimes provas de abnegacao de si, pela
patria e pela humanidade.
Illm. e Exm. Sr. conselheiro Dr. Fran-
cisco Bonifacio' de Abreu, cirurgiao-mr,
che fe interino, do corpodesaude em cam-
pan ha. Dr. Ramiro Jos Doria, secre-
tario.
de 1,6.
Enfermara de Agaapey.
Exteh'art , eiftrtmrt 5. iiirsK Rlk-
curados 71, fallecidos 8, total 71 : fican
ewtindo 37.
."Mortalid-ide ,por I0M.
Existiam 3,346, entraran 13,954, total
J2,3dO; ciiradds 8,0:i. fallecidos 1,215,
total 9,238; ficam existindo 3,786.
xtaa
presente mappa 3,718
Podcr-lhe-hei ser mil em mafs algu-
ma cousa, minha irmSa ? perguntou-lhe
Josephina.____ _
Obrigada, menina. J que tem tanta
bondade, peco-lho o obsequio de me acom-
panhar ao camarote reservado ssenhoras,
onde esto as minhas irmas, que trataro
do mim.
Quiz descer, agarrada a Josephina, po-
rm as pernas dobravam*se-lle e foi pre-
ciso que esta a segurasse bem para a acom-
panhar at ao camarote onde estavara' aS
outras freirs. Depois de a deixar assen-
tada sobre um divn, ia Josephina t ret-,
rar-se, quando a religiosa- lhe disse :
Vejo quanto caritativa, menina, e
tambem sei que 6 muito' devota, porquo a
vi esta manhaa fazer o signa!, da cruz
quando embarcavaraos. Vai para S. Lou-
renco de Maroni ?
Sim, minha irmSa.
Pois. bem ; espero que nos vanemos
all.
A pobre freir nao pode dizer'afanada,
porque, empallidecendo sbitamente, de
novo se achou atacada dos1 espasmos.
Josephina, vendo a impoten* o* seas
auxilios, volton ao convez, onda o sordb-
mudo, durante a sua auseacia, tinta enr-
gicamente defendido o seu lugar contra as
invasoes dos passageiros.
Assentada novamente sobre afeaalis,
entregou-se meditaco, com a cabeca en-
costada ao bordo do navio.
O aviso a vapor deixra ja aps si as
ilhotas Ramiro, c, posto se n3o perdesse de
vista a cosa, comecavam a- ver-se, 'seme-
Ihantes a montan has azuladas, as ilhas de
Salvacao, de que faz parte a ilha Real.
O Glgo, guiado por mo hbil, vogava
com igual faeilidade, pete maaoe apparan-
temente, do meio dos limos
dureza, poreatre m, r>
prigosos bawoa, tm&
a navegc5o n'aqaeilas paragons.
A bordo, ou por ffeito do enjo ou do
excessivo calor, ou tal vez por ter affrou-
xado aquerie^primeiro entliusiasmo da par-
tida, agitado dos primeiros momentos
succedera geral quietaeao. Apenas de vez
em quando s ouvia urna ou ouitu vez, in-
terrompida pelo bater cadenciado da ma-
china de vapor e pelo estalido das vigas
contra os tambores das rodas.
De repente urna voz sarcastica, dirigindo-
se a Josephina, disse-lhe :
Ola I Por aqui, menina Bertomy ?.j.
Bons das : como vai isso ?
A joven estremeceu, voltando-se rpida-
mente.
Um dos degredados que ia a bordo do
vapor acabava de se cocear junto d'ella,
depois de ter descalcado os tamancos, allm
de fazer menos ruido.
Rgaut I E' o Sr. Rigaut I oxclamou
Josephina admirada.
.Miguel, reconbecendo o homcm que se
podia considerar o genio rao da sua fami-
lia, fixou sobre elle um olhar chamme-
jante.
N8o ha novidade I redargid o tor-
eado atemorisadoN5o preciso fallar alto;
Al aiool um viga que me espreita... Di-
ga ao simplorio de seu irmao que eu n5o
sou papao que e coma! Bem sabe que a9o
6 asi aera, a elle qee quero mal.
Josephina, considerando quanto lhe in-
tpressqva n5o cortar as retacees com este
PARAGUAY.Reproduzimos em seguida
um oilieio do Sr. Dr. Firmino-Jos Doria,
dando cunta do movmento dos hospitaes
brasileiros- existeides no Paraguay:
Secretaria do-corpo de sade do exeroito
em Assumpco, 14 de fevereiro de 1869.
Illm. e Ex-m. Sr.Recebi hontom (13) pelas 7
horas da noute a carta de V. Exc de 5 do
andante, enupiemfr dterminava qte lhe re-
mettesse o traslado dos mappas nosologicos
dos diffcTontea hospitaes o enfermara do
exrcito, relativamente ao quarto trimestre do
anno prximo passado, e tenue, do echar-se
hoje a mala que deve seguir para o Brasil
amanha, na imposaibilidado em que estava
de cumpr o determinado por V. Exc, por
falta de tempo preciso para esses trabamos,
tomei o alvitre de organisar aestatstica do
eada om dos nossos hospitaes separada-
mente, organisando-a depois resumida-
mente, afim de que possa V. Exc. compa-
rando os differentes resultados, avahar por
este modo dos esforcos dos facultativos,
empregados em cada um dos estabeleci-
mentos.
O meu trabalho nio ser muito desen-
volvido, porque 1 hora da tarde, quando
so me apresenta o amanuense que vai pas-
sar a limpo, tendo 4 horas apenas para
termina-lo : mas oque posso assegurar a
V. Exc. , que elle representa urna ver-
dade inconteslavel, como a propria evi-
dencia.
MAPPAS est.vtisticos dos differentes hos-
IMTAKS MILITARES DO F.XEnCITO, PERTEN-
C.EVTE* Aft QFARTO TitlMESTRF. DO ANNO
PRXIMO PASSADO.
Io hospital de Humait.
Existiam 2,159, entrram 4,871, total
7.038; curados 3,457, fallecidos 874, total
5.420; ficam existindo 1.610.
Motalidade por 100, 12,4.
2 hospital de Humait.
Existan 928, entraran 2,527 total 3,255
curados 1820, fallecidos 172, total 2,224;
ficam existindo 1,031.
Mortalidade por 100, 5.
Differenca entre o primeiro e o segundo
7,4.
Hospital do Cnrrito.
Existiam 571, entrram 1,543. total
2.114 ; curados 1,290, fallecidos 147,
total 1,437 ; ficam existindo 682.
\lortalidade por' 180,7.
Morimento geral dos differentes hospitaes e
ciifi'rmarias do e.rercito.
Comparado o resaltado do Io de Humai-
t com o do Cerrito, a dTerenra em favor
d'este de 5,4.
Comparado o resallado do 2 com o do
Cerrito, a differenca em favor d'aquelle
de 2.
Hospital de sangue.
Kxistiam 276, entrram 6,979, total
7,255 ; curados 2,6111, fallecidos 396, total
3,027 ; ficam existindo 510.
Mortalidade por con 5,4.
Comparada a mortalidade d'este con o
l9 de Humait; a differenca em favor d'a-
queBe de 7.
Comparada a mortalidade d'este com o se-
ALABAMA.O tratado relativo ..este
navio, assignado no dia 14 de Janeiro, em
Londres, com as modificaces exigidas palo
gabinete americano, foi remettido ao sena-
do pelo presidente dos Estados-Unidos para
ser examinado. Foi inmediatamente en-
tregue comraissSo dos negocios estran-
geiros. Es em resumo as dispusieses, do
tratado assignado por lord Clarendon e Re-
verdy Johiisou para / o regulamealp da
questSO. Sao oito sarigos da convenci,
e esto concebidos n'estes termos :
Art. 1.* Os dous governos on~
sentem em pr-se de accordo, para da-
rem urna soluco a todas as reclamacjes o
diflieuldades suscitadas depois da.coiv.en-
C3o de 1853. y
f Art. 2V Nooear-se-ha urna commiss5o
de qoatro pessoas, tendo cada geverae di-
reito a nomear deis representantes, devende
a mesma commisso formular um plana da
regut amento.
Art. 3.# As quastOes pendantes-se*
resolvdas pela maioria da commisslo.
Art. 4. Em caso de empate, os iois
governos deveio escolher um arbitre. O
presidente dos Estados-Unidos representar
os Estados-Unidos; porm a sua escoma
deveri ser confirmada pelo senado.
Ai*, b* No caso em que o arbitro re-
cusasso. pronunciai>sc, a quaatao sn deci-
dida pela sorte em presenca da commis-
so.
-
Ait. 6." Quaesquer casos que J fos-
sem julgados por tribunaes do almirantado,
ficaro excluidos da jurisdieco da com-
misso.
t Art. 7.' Os reclamantes devero pri-
meiramenfe provar que sao subditos bri-
tannicos, que mantiveram urna astricta
neutralidade durante a guerra, e que nao
auxiliaran! os confederados.
Art. 8." A commisso reunir-se-ha em
Washington.
Foram igualmente assignadas mais
duas convences em Londres, por Reverdy
Johnson e pelo ministro dos negocios es-
trangeiros: urna diz respeito aos cidados
naturalisados, segundo os termos da qual a
Inglaterra renuncia ao auxioma por ella sus-
tentado at aqui, a saber que a qualidade d
subdito britannico inalienavel. Por conse-
guinte, um subdito do Reino-Unido, natu-
ralisado americano, gosar d'ura avante, se
regressar ao seu paiz natal, da proteceo t
das. immunidades ,,A utaa ano i
Luidos.
do cidado dos Estados-
A terceira convenco, relativa oc-
cupaejo da ilha de San Juan, no golpho do
Mxico, ha muito em letjgo entre as duas
potencias.
' ., > #
sahir com carta limpa. Fiz persuadir aos
juizes que cahira casualmente ao mar e quo
a corrente me levara para o largo, agarra-
do ao tronco da arvore : nem se podia
presumir que eu me lombrasse da tal meio
de. evaso, em que havia um grao de pro-
babilidade por cada dez mil. Depois fiz-
Ihes ama narraco enternecedora dos meus
soffrimentos, da minha luta contra os mons-
tros maritimos. Tive por testemunhas
bons camaradas, que juraran ter-me visto
canT ao Biar accidentalmente sera poderem
soecorrer-me... Ecifim, minha chari, os
juizes deixaram-rao ir sem aggravafo de
pena, sem culpa 1 Com rail diabos, c
sabe-se jogar urna carta I
Josephina, nao obstante toda a sua vir-
tudchrista, taive desejasseque a sorte
do toreado tvesse sido outra ; entretanto
perguntou-lhe tmidamente:
Ento o Sr. Rigatt veio para a pe-
nitenciaria da ilha Real ?
Infelizmente, nao : teimaram em
mandar-me para o infernal Maroni I... Mas
nao importa l Ellas julgam possuir-me
muito tempo, porm engaaam-e perfeita-
mente I Tanto hei de emprehender, que
coftsegirei o meu flrft-1... N'este mio
tempo accrescentba eBe com o seu riso
sarcasti<*M-conto achar all o meu amigo
Bertomy, a quem preciso vigiar, portjae,
tmivethomem, fez.alguns sgaaes o. sur- em'samraa, persisto era acreditar qae esta
do-mudo, o qual tomou um aspecto menos sua viagem objecto deahjam conlaio.
ameacador, sem, coratudo, deixar de ob-
servar todos os movimentos de Rige UL
' Esta bemdisse o fccado salisfeito.
Conversemos corno bons amigos... Es-
toa certo de qu nao contava agora encon-
trar-meaqui Effectivaaiente respond por
ahtne de tentativa de ftiw : se foaf con-
HS,aaios de
^ Pre"
_y^SJMSy>j^'ftgtdar o
povo I'- "ff^i -puSrli'MBrlilWW tle me
A innocente Josephina 'batsou os olhos,
dizendo:
O fim da minha viagem levar a
meu pai algaw lenitivo a tt4%t|raca.
E por certo tambera aigum diahelro,
nao verdade ? E' o que. se preeisa c e
eu sabawi ter a minha parte n'iaso. fi^
verdade ; nao aquelle damaado oapitao
Grandval quem est a conversar com o
aossq pMoto ? EHe.aaaseiipfa'afajraito.
as suas saias !.,. Com todos os diabos
Sempre tem ttma vida beat forte
Sobre esta ilha est edificada a cidade
de San Juan de Nicaragua, tambem chamada
San Juan del Norte o Greylocon, com um
porto na embocadura do rio de San Juan.
Este ilho, situado prximo do isthmo de
Nicaragua, no sitio m que foi projeetada
a abertura de um canal de juneco dos
dous ocanos, foi por muito tempo cubieado
[tela Inglaterra, qne o oceupou em 1847
en nome do re dos Mosquitos, de cujo
territorio ella.dizia que tormava parte,, e
pelos Estadosapnidos, que bombardearan a
cidade em 1854. Em seguida, a ilha de
San Juan e a cidade do mesmo nome pass-
rain a ser administradas pela repblica da
Nicaragua, por consentimento das potencias
litigantes ; porm, a este respeito aindV res-
tam para resolver algumas* reclamacoes an-
tigs.
nr
alma bem agarrada ao corpo,' Pois nao
foi falla de o recoramendar a certos in-
dividuos de bom olho Todava, se o
errarem ainda outra vez, len'ha elle a cer-
teza de que serei eu proprio que. o pro-
curarei!
Peco-lho, Sr. Rigaut, disse Jose-
phina, pondo as mos que renuncie aos
seus planos de vinganca contra o capilSO
Grandval I Elle nao tinha inteneao de O
entregar polica ; ao contrario, n'outra
occasio lhe prestara todos os servicos.
possiveis. Crea que s a torca da ir
cumstancias...
-r- Est bom, est bominterrompeu a
toreado com ar indUforante. Nao tome
esses ares de desespero aem estoja assim
lanmriando ; olhe que seu rmo est-rae
deitando ons olhos muito feios e conste-
rne que elle mu forte de pulso. Alorada
que, o guarda vigia-ine e nao ate tratar
muito bem, .se vir que estaraos deaccerdo.
Ora pois ; vou livija-fa da ininha preaejir
ca... Mas diga-me : nao ha por ahi urna
moeda de prata para o amigo dojMp ^
Poderia entio beber mua garrafa, de vptao
para combater o enjoo Devras qua a
acho bonita e farei comprimentos da sua
parto a Rertomy, se i bondade correspon-,
der belleza.
r
Josephina revolveo precipitaxlamaalS1-
algibelrav (JlQpde tirou urna mOda.qae-
Ihe entregou. Entao'tt"gau ludo^fie
uai.agradeeiaienteiironiao, rereu-sa a^ratr
sadaraente.
(OmiifmM^.
uf. do i>uiio-to*aJi ywwiT



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