Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11783


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Full Text

I
1


ANNO XLV. NUMERO 5.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE HA6 SE PAGA PORTE.
Por tres mexes adiantados................
Por sois ditos idem...... .
o um auno idem. ........ .' .'
-t^da oumaro avulso...... .
6,5000
120000
24,5000
320
DIARIO DE
^^B
H
SEXTA FEIRA 5 DE MARCO DE I869.
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Porumanno.....
6730
13/MSOO
200250
270000
Propriedade de Manoel Figjieira de Faria & Filhos.
SAO AGEXTES:
Oi S,s. Gerardo Antonio Al ves A Filhos, no Para; GoncalvesA Pinto, no MararJiao; Joaquim Jos de OJiveira, no Cear; Antonio de Lemos Braga, noAracaty: Joao Ufara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marones Gmmaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penl.a; Belarroio dos Santos Bulco, em Santo Antao; ]E Jo" d CtaU bSa *
em, Nazareth; Francino Tavares da Cssta, em Alagas; Dr. Jos Martins Alves, na Bahia; e Jos Bibeiro Gasparinho, no Bio de Janeiro. '
PARTE OFFICIAL
iue de conformi
iiiidfdi
termo?
f.oieiuo da provincia.
BSMMfNTE ASSKIX.lHJ I'KI.O EXM. SR. CONDE UK BAE-
PKNRY, PUKSIDKKTB W^ PltOVlHCM, NO DA 20 DE
nVKBEUK) DE 1800. "*
Ia soeco.
N. 7i4. Portara ao chulo de dvso naval.
Respondo ao oflleio que V. Exc. me dirigi nesta
data, sen n. 59, decarando-lhe que approvo i de-
liberaeao ele fazer seguir para a curte no brigne-
escuna Tonelrm. disposico do quartel general
de narraba, o grumete los Vieira Vallado, que
tem prae i a bordo do vapor de guerra tedfe com
o nomo de Jr.sc dos Sanios, o e reclamado pelo
cnsul de S. M. Fidelissima nesta provincia, cuino
desertor da cmh meira da mesma naeo Zarco.
N. SIS. Hila ao inspector do arsenal de mari-
nha..Nao sendo mais necessario que se conserve
na ponte Je Laxango escaler desse arsenal, que
alli se acha para o servico da passagein dos vian-
dantes, visto que n rio te baixado multo, segundo
dedanw o --ubdelogado do districto da Varzea ao
chefe de polica, ciunpre que V. S. mande retirar
para esta capital o mesino escaler e os individuos
de >ua tripolacjio.
V 7l&Bita un commandante do presidio di'
Fernando de Noroiiha.Faca V. S. regressar para
capital, na primeira opporianidadc, o crimi-
noso Jo-e Joaquim dos Santos, ipie ah se acha, e
'"io de ser ubmettMo a julgamento na 1' sesean
doiorj do termo do LImoeiro.
N. 717.Dita ae cnsul de S. M. Fidelissima.
Commmiicti ae Sr. cnsul de S. M. Fidelissiiua
iH -.la pro\iucia. que, avista do contedo do oflicio
junto por copia do cliofe da estaca" naval do -' dis
hielo, v.n ser enviado para o [li de Janeiro, o de-
sertor da canhoneira portaguezaZarco.Jos Vieira
Vallado, de qiirm eS. cnsul tem tratado em uili-
eios (pa me dirigi em datas do i\ de Janeiro ul-
timo i"i'! d i frrente, por existir naquelle porto
urna oorveta d \ sua uaro, qual pode ser cn're-
tn desertor, quando o enverno imperial
attendendo a que elle n subdito luasileiro.
mandar dar-lde baixa do .-cvico da anua la na-
cional, onde, se acha. Renov ao Sr. cnsul, os
protestos de minha perfeta estima e distincta con-
sideral i >.
N. 718. t.liL'racao.O presidente da provin-
cia, atti adeudo aoque requeren Antonio Francisco
i 5, resolve conceder-1 he liceuca pan r ao
presidio d Fernando de Noronha no primero va-
par que para alli seguir, levando os lioneros cons-
tantes da ivi/ro junta, assignala pelo secretario
doauvorno, nao pudendo porm cllectuar o des-
eobarque d >s ditos gneros sem que por parte do
commandante do mesmo presidio se proceda a exa-
me, aliin de so verilicar se ha agurdente ou outra
qualquer bebida espiriluosa.
2' scelo.
Y 7i'. -Portara ao chele de poli.'a.Km res-
oflBcio de V. S com data de hontem. sob
n. 28t. acompanhado de copia" do do subdelegado
da fregnezia da Varzea, declaro-lhe que o patrao
di esraler do arsenal de nariuba, que se acha no
rio Capibaribe, junto ponte do Caxang, te-ve or-
dem minha pira atti conservar-se at ulterior de-
libarAtao, o que nao julguei n.ce-sario dar disto
sciencis ao rebxid suhdel -rali, porque aquello
ineio de transporte f"i prestado palo inspector do
arsenal de marnua, requisicao de V. S. e auto-
risaeao minha. B visto que nao mais preciso
alli o sobredito escaler, ne-ta data ordeno ao ines-
inspector que o faca retirar.
N. 7S. Dita ao coniinandante superior interino
do Recife.Expf ja V. S. suas ordens para que
urna guarda de honra de uurdos corpos da guarda
nacional sob sea coininando superior pcompanlie
aprocissao da Senhor Bom Jess dos Pobres
\mictos, que pelas duas horas da tarde do dia 28
do conente, i un de sabir da igreja de S. Jos do
Riba-mar.
N. :?>. Hila ao mesmo.Expeca V. S. suas
tu pan que, cuino pedio o chele de polica em
oflicio ii 287, de 2'i do corcanlu, sjan dispensa-
dos do servieoactivo da guarda naci mal as placas
do i" Latalii.io de aitilharia Antonio Alvcs de SU
ia, Cbristovo Jamtarie Vieira dos Paseos, Jos
Ignacio d.- .Medeiros e Joao Mariuho de Araujo, em
qitante-oceuparem es cargos de inspectoies de
ouarteiro dafregaeiia de s. Fifi Redro Gonoalves
do Recife.
N. 72o.--Dil t ao cominuidaute superior deOlin-
ix Expaca V. S. ordem para que urna guarda de
boma acoiopanlie asprocissoes que durante osdias
da semana sania saliirem da igreja de Nossa Se-
nbora do l.ivramenlo da villa de Iguarass.
Y 727. Dita ao conimandante superior de
(i iyanna.Annuindo ao que splicitou o inspector
di thosouraria provincial, emomcio de 2V do cor-
rente sob n. 101, recommendo a V. S., que me
remeta c >m a possivel hrevidade a duplcala dos
prels, que loram pagos pela collectoria de.-sa cida-
de, relativos a vencimentos, nos mezes de no-
veuibro e dezembro do anno prximo paasado,
guardas oaeionaes destacados na villa ue Itam-
b, ebemassim a relacionominal, tambamem
duplcala, das pracas, d.'i que sccoinpz aquelle
menlo nos precitados mezes.
N. 728. Dita ao juiz de dreito de Garanhuns.
Devolva-me Vmc. oofflciodopresldente da cmara
niunieipal da villa doBom ConseUw de 29 de setanv
bro uliini,que di-ixou de acompanharo seuoflicio
de >! de dezembro do anuo passado, beui como a
r ipreaeolaej i cnica o major Antonio uedes Al-
> Jnad i, mii 11 asta a iiupanhada da resposta por
elle dada em sua defeza.
N. 719. -Hila ao coannandante do corpo provi-
s >jo de polica.Transmiti a Vmc. para a devida
icio a i nlenea da junta, que ein ultima ins-
tancia' te;n de julgar o alferes do corno sob sen
commaado, Miguel Joaquim do Reg Barros, lau-
cada no proceaso que incluso devolvo.
!. 730.Deliberacio.O presidente da provin-
cia, attendendo ao que em oflicio desta dala sob
n. "i'i, vpivsi ntou o chefe de polica acerca do
; i i|u h tuve em propr, em 5 do crrente a
txoneragao de Antonio Guies Cordeiro de Mello,
'I lugar de 2" supplente do subdelegado do Io dis
tricto da freguezia de Iguarass, (piando ella j
navia sido dada em o 1 de agosto do auno passa-
do, sendo preenchi lo aquelle fugar, nessa occasiao
: Ismael Gaudenc.o Furlado de Meudontja; en-
gao de que proveio nova exoneracao, em 5 desle
inez, do nicsmo Gordeiro de Mello e nomear-se
Jos Joaquim Barbosa Jnior para oceupar o refe-
rido lugar; resol ve, declarando sem effeito nesta
parte as respectivas deliberacfies de 8 do corrente,
mandar que subsista a nomeacao do mencionado
l.uiaeJ Gaudencio Furlado de Mendonca, cassan-
do-se o titulo expedido a Jos Joaquina Barbosa
Jnior.
3.a seecao.
N. 732.Portara ao inspector da theaouraria de
fazenda.Attendendo ao que expoz o director do
irsenal de guerra n j oflicio junto por copia, data-
le 23 do corrente sob n. 41, recommendo a V
S., que, em vista da inclusa conta em duplicata,
mande pagar a companhia de Beberibe, a quantia
'.'7:tflOO, em que iuiportou o oruecjioeuto d'agua
potavel aquello arseual nos mezes de juana de-
'.'mbro do anao passado.
N. 733.Dita ao iue*uw.Intoirado da quanto
V. S. expoz em seu oficio de do corente sob
n 97, a que veio annexo o recibo, que devolvo em
duplcala, reiaiivo ao alluguej de uui cavallo para
a viafem de ida e volta a villa, do Wmoeiro, do
Ufere do ^batalhao de infantina da guarda na.-
tenho a dtaer em reepoa
com a ultima parle do ctalo "offieio e nos termos
^do aviso do ministerio da guerra de 13ikisle mea,
mande pagar o que justamente se dever desse
aluguel.
N. 731.Dita ao mesmo.Ao tenente. Pedro
Paula dos Santos, mande V. S. pagar, depois
de liquidados, em vista da t'oHMrTcnta em
duplicata, que me remetteu o commandante supe-
rior interino da comarca do Honilo, com oflicio de
3 do corrente, os vencimentos relativos a primeira
quinzena do inez do/dezeniliro ultimo, do offlcial
commandante do dostacamento de guardas naci-
es existente na cidade de Caruarti.
3^> :Dita ao inspector da thesouraria provin-
riarDepiMs de liquidada, em vista da relacao e
conta junta, aquautia despendida, durante o'mez
do*oulubr/j ultimo, cora o sustento dos presos po-
bres da cadeia do termo du Bjnito, mande V. S.
treditar ao delegado daquelle termo a somina de
37^000, m que importa o sold existente em seu
poder, proveniente dos 200M)00, que para laas
despezas, Ihe foram adiantados por essa thesoura-
ria, e pagar o restante a Francisco Pereira Gaiuel-
V conforme sol(citou o chee de polica em ollicio
de 2i do corrente sob a. 280.
N. 736.Dita ao mesmo.Informe V. S., se,
cffectuado o pagamento de 48:9674000, a que se
refere a sua inforinaeao de 13 do correle sob
n. 72, e o de 26:7oi6 empreteiro do calcaineuto desta cidade, c unidas
essas soinmas as que foraui sasfeitas no actual
exerccio, a consignacao votada na le do orca-
uieuto (lea excedida e nossa caso se o excesso deve
ser pago em apolices na forma do contrato, visto
que na sua citada ipforiaacao nao se faz distinc-
cao alguma a semelhanle' respailo, liinitando-se
apenas a declarar que se pode realisaro pagamen-
to logo ipie as forras dos cofres o permttirem.
N. 7.17.Dita ao m.-sino.Pode V. S. de con-
lonnidade com sua ii'.formaco de hontem sob
n. 193, cuii reliTeuca a da contadoria dessa the-
souraria, mandat pagar a Candido Valeriano da
Silva l1'reir, o que licou-se a dever ao linado sol-
dado do corpo ellectivo de polica Lotz Pereira da
Costa, proveiiienle da gralilcacao concedida pelo
art.7" da le n. 61l,provando elle odiaenniueralle-
ceu o cieiido soldado, c mostrando-se legAlmeote
autorisa'lo pelo legitimo herdeiro daqnella praca,
o qual se devera habilitar nos termos do parec r
da mencionada contadoria ou apresentar carta
predatoria do juiz de orphaos.
N. 738.Dita ao mesmo.Em vista do pret no-
minal, junto em duplicata, mande V. S. liqudal-
os vencimentos correspondente< ao miz de Janeiro
ultimo, dos guardas naconaes destacados na villa
do Harreiros, e pagar a sua importancia a Alfredo
e Cunba, para isso indicados pelo commandante
superior da comarca de Palmares ein offieio de 20
do correute.
N. 739Dita ao mesmo.Dcvolvendo os d tus
prels, que vieran) aanexos ao seu oflicio de 24 do
corrente sob n. 101, relativos aos vencimentos. nos
meaos de:/ioveinbro e dezembro do auno prximo
passado, dos guardas naconaes destacados na
villa de Itainli, tenho a dizer em resposta ao cita-
do ollicio qiu remeti esses prets a thesouraria de
fazenda, os quaes fazem-se all necessarios para
elTtctuar-fic a indemnisacao da respectiva impor-
tancia a essa repartilo; certo de que nesta data
exijo do commandante superior da comarca de
G lyanna a reaesu da duplicata dos mencionados
prets, e bem assim a relacao nominal, tambera em
duplicata, das pracas de que se cnmpde aquello
destacamento nos precitados mezes.
N. 740.ita ao chefe da reparticio das obras
publicas.Aulorisj Vmc, em vista de sua infor-
inacao de 28 de Janeiro ultimo, sob n. 41, a man-
dar incluir a ra estreita' de S. Francisco no nu-
mero das que devem ser calcadas, providenciando
ao mesmo lempo para que se elleetue essa caion-
mentocoma brevidale oaipativel com ou'r -s
servicoe da mesma natnreza que faz o respectivo
empreiteiro.
. 741.Dita ao mosmo.Tendo resol vido con-
ceder nos termos de sua informagao de boje, sob
n. ), e mediante as cautelas uella indicadas a por-
iiiissao que solicihm Ilernardino Pinto Colho para
fazer mu canno (pie d esgoto s aguas pluviaes
do quintal de sua casa n. 34 no caes do llamos ;
assim o declaro a Vmc. para sen couhecimento e
devidos effeitos.
i'seecao.
N. 744.Portara cmara municipal da villa
de Sorinliaein Hespondendo ao ofco da cmara
municipal da villa de Serinhaem de lo do corrente,
tenho a dizer-lhe que havend .-me communicado o
delegado de polica desse termo, era oflicio de 17
desle mez, que a epidemia da varila ia fazendo
progressos, enviei-lhe honteui, em vista de sua rc-
qu8cao urna ambulancia cora os medicamentos
necessarios ao curativo dos enfermos pobr s e ap-
prove o procediinentoque elle tevede chamar tima
pesaoa habilitada para encarregar-se desse curati-
vo. Mas nao obstante isso d essa cmara por sua
parte as providencias que forem convenientes, de
aecrda cora o referido delegado. Quanto ao que
expon com referencia ao cemiterio de que trata o
seu citado oflicio, fica esta presidencia interada,
cumpindo que a cmara active o inas que poder
o estabelecimonlo dse, alim de quesocissem
quanto antas os enterramentos as igrejas.
N. 745.Dita ao director geral da instruccao
publica.Em vista das ponderacOes feitas pelo rc-
gedor do Gymnasio Provincial'em oulcio de 9 do
corrente, e do que Vuiejpropoz uo seu de 18 desta
mez sob a 42, autorisei nesta data o mesmo rege-
dor a contratar um sacerdote para servir proviso-
riamente de, capellao naquelle estabelecimento, era
quanto nao for prvido o lugar de censor, ao qual.
eslo annoxas as funeefios de esmoler.
X. 746.Dita ao mesmo.Em vista de'sua in-
formacao de 18 do corrente, sob n. 33, mande
Vmc. admittir no Gymnasio Provincial, como ex-
nformn o director geral da instruccao publica
em 17 e 22 do correte sob ns. 3i e 47, resol ve
noineal-os para e.xereerem interinamente c sem
vencimento algum os lugares do repetidores do
gymnasio inovincial.
N. 7.32. Dita. O preslent'1 da provincia at-
tendendo ao que requeren a prolessora publica da
I.* cadeira da rreguezia de S. Jos desta cidade,
Joanna Justina de Siqucira Varejao. e tendo em
vista a informacao do director geral da instruccao
publica de 17 do correute sob n. 33, resol ve pro-
r^gar por mais um inez cora ordenado smente a
liccnra, em cu jo gozo se acha a referida profes-
sora.
N. 733. Dita. O presidente da provincia at-
tendendo. ao que requeren o professor publico da
cadeira da povacae da Puqtc-uos Garvallios Fran-
cisco de Sonza Magalhaos, e tendo em vista a in-
formacao do director geral da instruccao publica
do 18 do corrente sob n. 38, tesaiveconced-i-lhe3
mezes de licenca com onlenado somonte a contar
do dia 7 de Janeiro ultimo para tratar d sua sen-
do.
EXCEDIENTE ASSIOXADO PELO SR. DK. JOAQUIM ORRKV
DE AI1AIJO, SEUBKTAlUO U (i pVKIIXo. EM 2 DE
KEVKUKlllo D8 1869.
i1 sfcjPi
X. 731.OHoo au (lireetor do arsenal de guerra.
O Exm. Sr. presidenta drprovincia nsponden-
do o oflicio de V. S. datado de 23 ito corrente. sob
n. 41, manda declarar que a thesouraria de fazen-
da tem ordem para pagar a companhia de lielie-
ribe a quantia de 73^600 rs., constante de seu ci-
tado oulcio.
N. 733. Dito ao capitn do porto. Declaro
a V. S. de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia que o reeruta Paulo Francisco de Olivei-
ra requeren para novaraente sor inspecionado
visto achar-se doente e leve o sgiiinte despacho.
Como requer. Palacio do goveruode pernarabuco
ii ih de feverero. Conat a /.' i fenig.
1. ser cito.
N. 736. Offlciolao Dr.'chefe de polica.Pela
delibTacao junta por copia foi supprmido, como
V. S. propoz era ollicio n. 23 i bis de 19 do cor-
rente, o 2.u disiripto.da subdefegaaia da freguezia
de S. Loarenco da Malta; e.de.ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia remetto a V. S, os
ttulos dos supplenles do subdelegado noinead
para a inesina freguezia. alim de terein o conve-
niente destino.
N. 737. Ditoao mesmo. O Exm. Sr. pres
denle da provincia manda declarar, a V. S. qu1'
nesta dala se expedirn! as convenientes ord ins
para seren dispensadas do servic>) activo da guar-
da nacional as tiraras do I.1 hataflii deanlliaria,
de que trata o sen offieio n. 287 de 13 do corrente,
eniqiianto forera inspectores do quarteirao no dis
trelo de S. Fr. Pedro Goncalves d>i liedle.
X 738. Dito ao mesmo. O Exiu. Sr. presi-
dente da provincia ni.uida doc^arer a V S. que
iraii-inltio a thesouraria provincial p:u-a o ln.i
indicado era seu offieio de 2 do correte, sob a
28(1 a conta o relacao. que vieran aunexas ao ci-
tado oflicio, o qual lica assim respondido, de ordem
do Exm. Sr. presidente da provincRT
LYktor Ferreira Lopes Jnior.Informe a
?a do iheatro de Santa Isabel.
Ucio Avila. Informe o Sr. inspetor da
'ia de fazciida.
avalcanle de Albuquerque.Coneeda-.se a
termos do artigo 63 do regulautento de
^Iel868._
o de remos Jnior.Junte o tirulo ori-
ginal de terreno de (pie trata, assim como docu-
mento que prove estar o mesmo terreno bem fei-
tonsado.
Manoel Estanislao da Costa.Junte a planta do
terreno, culo dominio til pretende transferir.
Placido de Pinlio Pessa.D-se.
l((*l>:ii'lic:'io la pollcl*.
2' seecao.Secretaria da [Milicia de Pefeambuco,
i mareo de 1869.
N.
313.Him. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conheciniento de V. Exc. que, segundo
consta das partieiparei's receidas hnje nesta re-
particio, foram hontem recolhidos a casa de deten-
cao, os seguimos individuos :
A' uiiniia ordem, Floriano Cesarto Colho indi-
ciado ora criine de raorte na villa de Itirreiros.
A ordem do subdelegado do Hocife, o subdito
inglez Tliomaz Spencer, requisicao do respectivo
C ni il ; Jos liibeiro do Valle c Antonio Luiz Das,
por disturbios.
A' ordem do de S rato Antonio, Sabino, escravo
de Jo- Simplicio de S Esleves, por andar fgido.
Deascuanto a V. Exc liliit Exm. Sr. conde
de Baependy, presidente da provincia.O chefe de
polica, Ftnasa) de Faria Lemos.
dencia para apresi-ntario das propostne a illianina-
cao publica dessa capital por ineio de ga?e abas-
tecunento d'agua puuvel, tendo informacoes de
que ha concurrentes para arabas as emprezas.
o (|ue niuito desojo e estimo.
E, assim, dever esta provincia ao Exm. S*. W.
Thoodoro Machado Freir P. da Silva, seu hbil
administrador, a cnniiuuacjio de duas de suas prin-
cipaes obras ; o calcameto publico da capital' e
o prolongaiueiito da estrada de rodagem ;oscon-
Firmo .intonio de Carvallio .
Delmro Terreira Cmara ....
Leonel de Souza Barbosa .
Eleloies fiara senadores.
Pedro Pesson de Siquewa Campos .
Dr. Manoel Antonio da Ponseca e- Melk.
Antonio Jos de Campos Barbosa. .
Antonio Lope de Siqueira Braga. .
Ignacio R|)eiro Leite.....
tratos de'outras d.uis nai>" me"no71nportonle\"dB SSn n.-^T--0".....'* Ci,,,,l,os-
illuminacao publica a gaze encanainento d'agua. 1 (SPg.gjP J* ^P0:. -
potavel ; alen, do da navegaeao vapor cutre este { ? -nu ->"^ a Sdv. .
porto e o de Mamaiiguape, c\ijos beneficios ja au-' {"? \X?l Sl?Ue"'a Bnto *
ferraos desde dezembro i.roxi.no|.assado. SblanhS wJS?,18^ '
Que presidente ja leve a |>rovincia. que ja lizes- ,3L\?or^Pn, d (M,il
se tanto e em tiio pouco lempo ? Qual,
3M
340*
Correspomlencia do lj ii-ii de
I'ei-aasnfosseo.
P VltAUYH.V, 28 DB I lOVKUKIP.l. DH 1869.
Revendo as minhas mjsshras anteriores, noto
ter-me esquecido do part cipar-lhc, (pie ebegou a
esta capital em 23 do inez lindo, c reassunio o
exeicicio da vara de direito, o propretario Dr.
Jo- A-cenco da Costa Ferreira, que lia alguns
mezes, aehava-se no Maranhao, no goso de urna
liceuca.
Con 'gimi esla lacuna, faco votos para que d-
o magistrado mantenua-'se em sua cadeira de
juiz, despido do espirito pailidario, dsiribuindo
justiea iiiiparcialuieiito, Como para desejar-se
em funecioiiari'i tao altamente collocado na co-
marca..
Tamben) regressoUj em fins do passado, de
sua importante commissao ao centra da provincia,
o digno chele de polica Dr. Serapiao Eusebio de
A^suoipi'ao, deuando restablecidas naipiellt re-
gioes a paz e tranquil I idade publicas.
Durante sua ausencia, djrigio o expediente da
respectiva secretaria, o illuslj'e delegado de poli-
ca da capital Sr. Manuel l'ofrtirio Aranba, que ao
pouco leinpo r yual, cora seis
mezes apenas de adininistracao esculpi sen neme
na memoria de todos, fazendo js a eternos enco-
mios 1
Xenhiiiu ; posso afTirmar-Ih^ com seguranca !
Sou velho hahitante deste torrao, tenho acompa-
nbado a marcha de todos governos, sei perl'eila-
nento a sua historia ; portento digo-lhe, sem mo-
do do errar, que o Sr. Dr. Theodoro Maclrtito nao
tem tjo rival na provincia, em todos os ramos de
adqnnistracao publica.
administrador provecto, activo, Ilustrado e
nimiamente creador ; ncnluiin mais zeloso pelos
dinbeiros pblicos, disveHado pelos interesraa da
provincia, estremecido por sua honra e reputadlo
pessoal.
O sjslema que adoptou para factura c conlra-
tos destes importantes inellioramentos. bem diver-
so do que seguio-se era lempos que nao vio longo,
asss o prona, resguardando e preservando seu
nenie das censuras e raaos juizos com que outrus
-sobrecarregaui, sem que possam jnslilicar-se
Urna poca, prtenlo, de raoralidadc. abrio-so
para a provincia, que eslava a fatigada de ver
esgotar-se suas rendas, o suor de seu povo, domo-
do mais improductivo (pie possivel, como alles-
tam cabalmente as constrneeds de todo genero
que alli se fizeram, de cinco anuos para c, CUJp
valor intrnseco estma-sc por um terco do que
realraenle se gastou !
E, como a presente ja vai mu pouco tonga, ter-
mino estaatiabas eonsideracoes, desejando-lhe vi-
gorosa sade e sera numero de prosperidades.
de Pao d'Alho de conformidade com a prop >sta de
V. S. de 19 do corrente sob n. 23't bis e 236.
N. 760.Dito ao mesmo. De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia transmiti a V. S. o
titulo do nomeacao do hachare! Jos Francisco de
Paula Correa de Araujo para o lugar de 2." sup-
plente do delegado do 3." dstrcto do municipio da
capital, de coiifonuidade com a proposta de V. S.
em oflicio n. 3 de 19 do corrente.
N. 76L '-Dito ao mesma. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia remetto a V. S.
copia da deliberacio desta dala, pela qual Ibi de-
clarada de neulnini -ffiito a nomeacao de Jos
Joaquim Barbosa Jiinior para o cargo de 3. sup-
plente do delegado do termo delguarass,e subsis-
tente a noiiii'acao do alf vs Ismael Furtado d--
Mendonca para aquelle caijgo, enmo V. s. propoz
em ollicio u. 292 de 20 d > corrente, que assim
Mea respondido.
X. 762. = Diao ao commandante superior de
Palmares. S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda declarar a V. S. em resposta ao seu offieio
de 20 do corrente, que a thesouraria provincial
tan ordem para pagar a Alfredo e Cunda os vn-
ciinentos constantes de seu citado ollicio.
X. 763. Dito aocouenandante superior do Bo-
nito. = Xesla data autorisou-se a thesouraria de
fazenda a pagar ao tenente Pe Jim Paulo dos San-
tos, os venciiuentos constantes do oflicio de V. S.,
datado de 3 do corrente, o qual fica assim res-
pondido, de ordem d i Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
31seecao.
X. 764. Oflicio ao inspector da thesouraria de
fazenda. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda transmittir a V. S. convenientemente des-
pachado, o incluso requerimento de Jos de Amn
rim Cima, a que se refere a sna informacao de 23
do corrente sob n. IQO.
X. 763. Dito ao inspector da thesouraria pro- j
vincial. De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia comuiunieo a V. S. que, segundo parti-
i-ipacao do Dr. chefe de polica era offieio u. 283
de 23 do corrente a 23 do mez (Indo, deixou o al-
feres honorario do exercto Francisco Mathias Pe-
ivir Diuz o comraandod) destacamento do termo
de Xazareth, no qual foi substituido pelo alferes
Jos Ignacio de Seabra.
N. 766. Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia tendo por delibera?ao desla
data e era vista da informacao do director geral da
instruccao publica de 23 do cerrente sob n. 49,
resolvido que seja contado do da 7 de Janeiro ul-
timo em (liante a licenca de 3 mezes que foi con-
ua adminlstracSo emtodo aquello perodo.
Xao foi sement a exigidad i dos cofres pro-
vinciaes, que origioou a suspensao das obras da
matriz desta cidade, sob adminislracao do digno
vigaritda fraguezia; concorren tambem poderosa-
mente parajsto a {alta de planta e ercamento da
reienstruccao do templo, preliminares tndispensa-
veis at as mais Insignificantes ediucjacoes.
- Por estes motivos, pois, tomou o Exm. presi-
dente aquella providencia, ordenando, acto succes-
-iv'. ao engenhero civil I). J. Iv.drgues a orga-
nisaco d is trabamos technicos neecssario tiara
ara
ogo
continuacao das obra- que terao andamento
que elles sejam concluidos.
De-te modo llavera um plano a seguir-se narc-
REVISTA DIARIA.
DEPUTADOS A' ASSEMBLA GERAL.Rece-
bemos honteni o resultado seguinte :
Ia distrkto.
(iillegio de Pao d'Alho.
Obtveram votos :
Visconde de Camaragibe................... 90
Dr. Joaquim de Souza Res................. 90
Dr. Francisco de Barros Barreto............ 89
Dr. Cyprano Fenelon G. Alcoforado.........
ao linaL
337
:m
308
.',' lislricto.
Coftegio de Santo Aula".
I)r. Joaqun) P. Machado Portclla............ 70
Deseinbargador Alvaro Barbalho............ 70
Conselheiro Jos-' B. da Cunba e Figueiredo... il'i
Gollegio de Barreiros.
Desembargador Alvaro Barbalho............ 61
Dr. Joaqun) Pires Machado Portolla........ Bfi
Conselheiro Jos R. da Cunba e Figneiredo.. 37
San-
!"unha e Figueiredo..
Resumo dos collcgios do Cabo, Barreiros e
to Anteo:
Desembargador Alvaro Barbalho........... 211
Dr. Joaquim Pires Machado Portclla......... '-'os
Conselheiro Jos B. da Cunba c Figueiredo.. 192
SEXADOIIES. Coinecou hontem o proceaso
coliMiuccao emprehendida do que a presidencia ,deUovd para a o.-anisacao da listo sxtupla.
Jando por Isso habilitada para N vlll.,/vi ,loeUecfe f1C0u assim composta a
mesa : presidente visconde de Camaragibe. secre-
f... ,, HW-- \jtll (IIUIIIV H i i I I \J\J tf lili I. I. (I (' VVII
lemos gratuitos, os tres filhos de Leopoldina. Ante-, eedida ao professor publico da cadeira de Bhate.
nio da Ponseca de nomes Antonio Lcopnldino da
Silva, Leopoldiuo da Silva e Leocadio Leopoldino
da Silva.
X. 747.Dita 'ao regedor do Gymnasio Provin-
cial Em vista do que propoz o director geralda4Br ^- 757 offic
mstrucco publica em 18 deste mez e ponderou
Vmc. eai data de 9, autoriso-o a contratar um sa-
cerdote para servir provisoriamente de capellao
nesse Gymnasio, emquanto uao for prvido o lugar
de censor, ao qual esto annexas as fnuccoes do
esmoler.
N. 748.Dita ao commissario vaccinadnr pro-
vincial. Remelta-me Vmc. com a possivel brev-
dade algunias laminas com puz vaccnico de boa
qualdade, para seren enviados cmara munici-
pal da cidade da Victoria, que as solicitou em offi-
eio de 17 do corrente.
X. 74*.Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucana.O Sr. gerente da .companhia Pernambu-
cana mapde dar urna passagem de estado a r at
o Rio Grande do Norte ao ex-al.feres do 30 corpo
do voluntarios da patria Symphronio Cesar Paes
Barreto.
N. 730.Deliberaeao.0 presidente da provin-
cia, attendendo ao que/equeju o professor publi-
co da cadeira de instruccao .primaria da villa do
Buique Aureliano Augusto de Vaseancellos, e len-
do ein, vista a informaoie do director geral da ns-
trucyjao publica de 23 qo. crrenle, sob n. 49, re-
sol ve que seja contada do da 7 de Janeiro uliinio
em diane a licenca de 3 mezes, que por delibera-
(w de 21 do r fe rido mez da Janeiro, llie foi con-
cedida para trrlai' de sua sade.
H. 7^>L Dita, .0 paesidente da provincia at-
tef denqo ao que requereram.Hlderico de Araripe
c-ioual deste municipio Joao Paulo de Carvalbp, Jaria e Jernimo Aves da Cunha Lins, e ao que
Aureliano Augusto de Vasconcellos, para tratar
de sua saude ; assim*) manda coinrauuiear a V. S.
para seu conheciraento.
4" secgao.
co ao director geral da instruc-
cao publica. = S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia leudo por deliberaeao desla dafa e era vista
de sua informacao de 23 do corrente sob n. 49,
rosolvido que seja contada do da 7 de Janeiro ul-
timo em diante a licenca de tres mezes, qie em
21 do referido mez de Janeiro foi concedida ao
professor publico da caucara da villa do Buique
Aureliano Augusto de Vasconcellos para tratar
de sua saude; assim o manda communicar a V. 8.
para seu conhecimento.
N. 768,Di.o aojraesmo.S. Exc.o Sr. presiden-
te da provincia-tendo por deliberaeao d'esta data e
em vista de suas informac-Ses de 17 e 22 do cor-
rente sob n. 34 e 47, resolvido nomoar Hilderico
do Araripe Faria e Jeronymo Alves da Costa Lins,
para exercerem interinamente e sem vencmeuto
algum, os lugares de repetidores do gimnasd pro-
vincial ; assim o manda communicar a V. S
seu conhecimento.
para
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 3 DE M4RC0
de um.
Padre Florencio Xavier Das de Albnqw*que.
Ao Sr. inspector da tbesouraia provincial, para
que, facareceber.do^upplicante aanaptja que elle
tem era seu poder, dando-se-lhe ao acto da en-
trega a competente quitaco, e exneratk) o-'res-
pectivo liador da responsabilidade.
rranciscp Maa Cortes Infern o Sr, inspeetor publicada, diarios dessa provincia.
da tb^eouraria provincial.
coacorrer de um modo proveitoso s obras cora a
subveinjao marcada pela asserabla, o que era
caso contrario nao noutia acontecer.
Portanto, o acto ce S. Exc. foi mu prudente c
cheo de inleresse pelo bom emprego da subven-
cao estipulada, e neiiliuin desar acarrla ao Rvra.
vi gario, alias credorde todo respeito pelo zelo que
manifeste na conti uacao daquellas obras.
Serios conflictos houverain na cidade de
Campia Grande, por occasiao da mudanca da
feira. para lugar dive >o daquelle, onde costunia-
va fazer-so.
Incontestavohnente o novo lugar preferlvel ao
antigo por todas as raides, como tve occasiao de
observar occuhrmpntq, quando em dezembro ul-
timo, liospedei-rae naquclla cidade por alguns
dias.
A maldita poltica, porm, que nao deixa de
metter-se em todo, nao perrattio que este acer-
tado acto da nova cmara municipal se executas-
se pacificamente, como era dado espenir-se.
K. I lis, a opposico que naquelle ponto do ser-
tao, pessimament organtsada c estonteadamente
dirigida, prorurou de modo indecente obstar
aquella mudanca, insuflando contra a mesma seus
adeptos, por motivos nconfessaveis.
II iuve, portanto, rollo, do qual resultaran! al-
guns fermentos, sendo necessaria a intorvencao
da torca publica e autoridades policiaes para o
restabelecimento da ordem.
Nao contente com esta brilhatura, os chefes op-
posicionistas da localidad.' dirigiram presidencia
uina representacao, acensando as mencionadas au-
toridades pelos tactos occorridos, pensando deste
mi#) (trica sedica e miii usada !) retirar de si a
autora de sua conducta turbulenta e sediciosa,
que tanto revoltou a populacao pacifica da ci-
dade.
S. Exc, o Sr. Dr. Thoodoro Machado, com a
prudencia que o distingue, mandou in confinen!i
todos os papis ao Dr. chele de polica para infor-
mar sobre o assumpto, ouvindo previamente os
acusados, alim de habilitar se a formar nm juizo
seguro e poder deliberar respeito como Ihe
cumpre.
Aguardo, portanto, o desfecho desta questao
para communicar-lhe e resultado, que emquanto
a inini, nao pode deixar de ser desfavoravel aos
tacs representanlasj que duvid* possam escapar
por meio dessa trica, ao indispensavel summario.
Tomando serio interesse pelos melhoramen-
tos materiaos da provincia, o Exm. Sr. Dr. Theo-
doro Machado, muito desoja contratar, como eni
outra Ihe disse, o preBnganieiito da coraecada es-
Irada de rodagem, cuja primeira seecao desta ca-
pital at a Cruz do Espinto Santo, est quasi con-
cluida.
Com este intento, ordenou ao engenheiro Ro-
drigues que se transportarse nuelle local, estu-
dando era diversas direc^ocs o terreno que segu
desde dito ponto at a villa do Pilar, seecao de
quatro leguas regulares que fica em eontnuacao
mesma estrada, aura de conseguir aquelle 'desi-
dertum.
Com mxima diligencia cumprio^o mesmo en-
g nheiro esta cmmissao, apresentando a iC Exc.
no dia 17 do correte, o resultado de seus traba-
dlos que tenho ouvidp muito elogiar por todos que
os teein examinado-
' Estes cstudps serv rao de base para a confescao
do contrato, projectado, cujo annuncio convidando
es licitantes a essa importante obra ser tambem
7 AiitajUs linda-sc a-pcasu marcado polapresi-
tarios. Dr. Francisco Joao Carueiro da Cunha e
Helionoro de Aquiuo Fonceca; escrutadores Jos
l'elio das Xeves e Theodoro Machado Freir Pe-
reira da Silva.
JUItV.Xo funeeionou hontem esse tribunal,
apezarde haver numero legal dejuizs de facto,
por nao ter sido anda fornecida a guarda solicita-
da pelo respeclivo Dr. juiz de direito presidente ;
o (|nalno pudendo assim fazer vir barra do tri-
bunaro reo. que devera ser submettido julga-
incnto, resolveu levantar a sessao, adando-a para
hoje s 10 horas do dia.
PONTE DA BOA-VISTA.Tendo-se ultimado H
reparos, a (pie se proceda n'essa ponte convm
ipie (Pella se relirem os travessoes, restituiudo-a ao
transito geral.
Esta providencia solicitada pelo commerco das
adyacencias ; e se nao convm que por alli transi-
lesfl vehculos, pde-se fazer esta excepeo, proh-
bindo-so-lhes expressamente a passagem por esse
lado, continuando ella a ter lugar pela ponte do
Sania Isabel, como ora se d sera desvanlagem al-
guma.
Antonio da Silva Cnflipos .
Tor.piato Jos da Sika. ..... 48B
Filomeno Nfcton do Andrade..... 4*5
Literato Jos* dos Amos....... 485
Manoel Bibeiro Grama...... 483
Flix Jos da Luz........ 483
Alcxandre Xunes da Silva Carapateira. 482
Joaifiiiin 'Xavier Baudeira...... 4*2
Antonio Joaquim Leite Brasil..... <481
Manuel Barbosa de Sanl Anna..... 48(1
Joao Xavier Itezerra....... 4MU
Franeiseo Fernandi-s Arouca..... 478
Amonio Ferreira de-Siqueira..... 478
Joaquim Alves Fetosa.....t. 478
Apounario Goncalves Lima.....178
Onriio Ferreira Cmara ..... 476
Joao Antonio de L\ra.......470
Manoel Ferreira N........4*9
Antonio Jos de Carvalho......467
Jos Alves da Silveira.......464
Manoel los de Almeida......4G4
Alexandre Jos dos Iteis......402
Jos Ferreira Moreno.......46t>
Urbano de Siqueira Cmara.....490
Alcxandre Xunes da Silva.......450
Joo Jos Xogueira........445
Ignacio da Cista Waulerloy ....... 115
Jos Francisco de OUveira......US
Luiz Cuines da Cunba.......442
Antonio Barbosa da Silva......440
Antonio Soares de Sonza Pas .... 408
Antonio Barbosa da Cruz......402
iRayininnlo Florentino dos Santos. 395
rBraz Liberalquino do Vasconcellos 301
PROCISSAd DE TliHMPIIO. -Os Tercein
Carinehtanos fazenr.-na presente quaresma esta
procissao, no da" l!t do corrente segundo nos in-
formain, trabalba-se com alineo na promptlffra
codas analas. precisas para o acto, estando a-
irraaas de caridade incumbida de b rdarooro
as tnicas o capas das imagen-.
LIBERDADE.Informani-ims que a irmandade
do Sr. Bom Jess das Porta-, erecta uagreja da
Madre Deus, alforriou, por occasiao da (esta do
seu padroeiro, rana crianea eserava do Ir. Ann-
mo Albertp de Souza Agmar, molante snbscrip
cao promovida pelos roaos prsenles festn-
dad. _____
' RA DO LIMAMoradores dessa roa sesos
qneixam do procodimenS poueo regular do-ins-
pector de qnarteirfl do lugar, e nos pe.leui eha-
iMcmos a atiene"io do Sr. Dr. subdelegado db 4."
distrirto da Boa-Vista para is*o. alim de evitar
alguma occorrencia dcsagradavel, provocada pe-
las suas arbitrariedades e inconveniencias. Assim
fazendo, esperamos que se deem providencias no
sentido de eessarem as tropelas dessa anlorfdfl
COMPANBTA l-Kll.NAMIilCANA.Beunie,->e
hontem .-i 1 hora da tarde, no edificio de sua pro-
priedade na caes da Assembla n. II a ssseml
geral dos accionistas desta companhia, represen-
tando 388 acebes.
X.ao se adiando presente' o Exm Sr. preshlentc
e M-erelario, oceupuu a cadeira da presidencia y
Sr. Manoel da Silva Santos.
Abertal a sessaQi wi M-< e anprovada a acta da
sessao antecedente, e dispensada a leitura do n Ja-
lono apresentado pela gerencia, por j ter sido
publicado ueste titirito, no dia 19 do inez pausa-
do, procodeu-se a do parecer da cmmissao iic
exames de conta; o qual. bem com o relatoiio
depois de postos em discussao, loram appru-
vados.
Era seguida, de aecordo com o art 13 dos esta-
tutos, foi eleito o Sr. Loiz Antonio Siqueira com
8:) votos para um dos logaros de director, em
suhstitnicao do Sr. harn da SoJedade, cuja evclu-
so fui designada pela sorte, como dispon o anigi.
citado.
Xo havendo mais nada a tratar-se levantlas,-
a sessfio.
VAPOR DE GUERRA.Procedente do Rio- di-
Janeiro ebegou hontem pela raanha. com 28 dias
de viagem. o'vapor de guerra inglez Spider. Anda
misando.
sadiro, que se constria alli, achando-se por tanto
reslabelecido o transito para aquelle lado, que tora
interrompido pelos estragos da cheia.
ELEICOES Temos o resultado seguinte, da fre-
liczia de flores, pertencentes ao 5 dstrcto:
Eleitores para depulados.
Pedro Pessoa de Siqueira Campos. .
Joo Baptisia de Alhaydo Siqueira .
Liberato Florentino de Magalhes. .
Antonio Lopes de Siqueira Braga. .
Joao Pimentel de Siqueira Brito ...
Torquato Jos da Silva......
Benedicto Hortencio de Siqueira Campos,.
Porfirio tomes Coimbra Campos.. .
Joaquim Duarte Pinto e Silva. .
Gomes Coimbra Campos.......
Manoel Antonio Pereira da Cunha .
Manoel da Silva Juca......
Luiz Pereira Ribeiro Vianna ....
Ignacio Ribeiro Leite......
Antonio Francisco Xavier......
Manoel Jos da Costa Borgcs ....
Claudino Gomes da Cunha.....
Jos Fernandos Lopes......
Jos da Vera-Gruz Campos ....
Marcelino Xunes da Silva.....
Joaquim Jos do Nascimento Wanderlej.
Matheus Lnurenco Nunes.....
Filomeno Gomes da Cunha.....
Francisco Gomes Villa-Nova ....
Manoel Xunes da Silva......
Joaquim Paulino Gomes da Cunha .
Jos Roberto Ferreira......
Licinio Porcro Norston e Andrade .
Antonio de Jess da ConcecSo Granja .
Jos de Souza Martins.......
Patson, hontem, pela manh.
grande vapor, que se sopada ser
PARA O SU..
ii988 rumo, mu
inglez.
S. GONCALO.Domingo tarde lera lugar, na
freguezia "da Boa-Vista, S procissao do Senhor
Bom Jess dos Pobres Afilelos, a qual gafeira da
groja de S. Goncalo, c perc irrera as ras da San-
ta Cruz, Velha. Veras, Aragio, Rosario, Caeeei-
co. praca da Matriz. Hospicio, Formo-a, Aumni.
POXTE DA MAGDALENA.Concluio-sc o pas-, linperalriz. Matriz, Gloria, a ivcollior-se. (s en
450
US
445
442
442
441
440
440
440
139
428
427
427
42'
425
423
422
422
425
4#)
410
403
400
400
400
400
395
carregados desojara que os moradores facara var-
rer as diversas ras.
VEREADORES E JUIZES DE PAZA 17 de Ja-
neiro ultimo procedeu-se, na villa de Ouricury, a
nova eleicao, por haver sido annullada a que tnvo
lugar a 7 de seterabro do anno^interior. O seu
resultado foi o segnintc :
Y creadores.
Bayraundo Leonel de Alencar.............
Francisco Maiux.d Angelim................
Domingos da Silva Saldan ha...............
Pedro Marinho do Almeida c Silva.........
Joo Francisco de Moraes..............
Antonio Marinho Bibeiro..............
Manoel Pereira da i '.oncejsatf..............
JnizesTu //:.
1. distrielo
Rayraundo I^onel de Alencar.. ........,.
Marcos Francisco Evangelista.............
Pedro Marinho de Almeida e Silva.........
Luiz Rodrigues de Carvalho...............
2.* dstrcto.
Jos Gomes Vianna......................
Severino Jos de Andrade................
Francisco Fernandos de Souza............
Jos Pedro Goncalves.................
3." districto.
Beginaldo de Castro Bittencourt............ 172
827
823
810
818
l.'i
812
8W
2.-3
248
237
311
208
206
SMi
Ignacio Tenorio dos Santos.
Joaquinf Avelino de Vasconcellos.
BalbinoJTelIcs de Meoezes.....
DfanoeWie Souza Monteiro.....
Joaquim Jos de Souza Lima
Jos Lyra Chaves Pessoa.....
Manoel Arouca de Medeiros ....
Manoel da Costa Borges.....
Joo Vicento Pereira......
Casimiro Ferreira do .Arauio ....
Albiao Ferreira du Araujo Brasileiro. .
Olyrapto Elisi6 do Nascimento Wanderiey
380
378
378
378
375
370
365
363
330
3i5
Francisco Jos Soares.................... 164
Jos Isidro da Silva...................... 151
Wenrelo Ildefonso fapiass Ara gao....... 148
*.* di-tricto
Alexandre Goncalves Torres.............1 180
Antonio Manoel da Silveira................ 16:t
Joo Pereira da Silva.................... 152
Antonio Manool do Nascimento............ 13?
5> districto.
Francisco Jos Barbosa Velhluho........... Ifi
Manoel Martins de Oliveira................ 19
Joaquim Bonto da Cruz.................. 150
Amaro de Barros Galvo................. 13
CRIMINOSOS CAPtURADOS..No mez do Janei-
ro ull nio foram capturados os segumtescrintino-
sos, as freguezias :
S. Frei Pedro Gonrftfvet.ttetuiqw Ficher, ho-
micidio, om 18. a requisicao do delegado doCabo:
Rayrauudoda Silva Gomes, residencia em 24, pefe
subdcl"3gado da freguezia.
-



Diario de Pernamfatico Sexta feira 5 de Mar<;o 4e 1869.
Sant Amonio.Agostiulio Manoel do Nascimen-
lo, (istupro. a 6; Jos da Cosa Andrade, olTensas
physicas, a 23 ; ambos pelosub
S. Jos.Antonio los do Castro, offensas phy-
sicas, a 3; Vicente, escravo de D. Thcreza de Arau-
jo fiahero, homicidio,,i 12 ; e Francisco Nazario
Gulat, resistencia e armas prohibida?, a 22 ; todos
pelo subdelegado.
Capunga.Francisco Henriquc Cordeiro, a 7, e
Luir Guilherme do Espirito Santo, a 8, ofTensas
phj sicas ; pelo subdelegado.
Peres. -Luiz Jos do Nascimento, resistencia, a
22, pelo subdelegado. .
Varzea.Francisco Ignacio Gomes (Pao rerroj,
fuga de presos, a 8. pelo subdelegado.
Muribeca.Joao Barbosa da Silva e Antonio Bar-
bosa da Silva, tentativa lo homicidio, a 7,pelosuD-
dclcuado. ....
Pedras de Fogo.-Sos Leao, .homicidio conimet-
tido na provincia das Alag.-as, a 3, pelo subdclc-
ir "i Jo
Nazareth.-Genuiuo Jos dos Santos, ferimcntos
graves, a 8, pelo delegado do termo.
Pao d' Hito Paulo Jos Vieira e Manoel Joa-
.piim de Santa Anna, ferimentos graves, a i6, pelo
delegado do termo.
Santo Anttlo. Targmo Pereira de souza, furto
de cavallos, a IS^wlo subdelegado.
Cato.=Antonio Joaqnim Manoel de Araujo, ol-
ensas physicas feitasno Peres, a 21, pelo delegado
Jo termo.
Ipojuca Francisco Alves de Miranda \aivjan.
homicidio commettido no Cabo, a 26, pelo delegado
do termo. _. _
Ctenle.Francisco de Albuquerque Lins, furto
de escravos no Bonito, a 13, pelo subdelegado.
Coi-Man.-llenrique Je tal, offcnsas physicas
graves, a 14, pelo delegado do termo.
S. BHo.-lJcrnardino de Senna Soares da Fon-
ceca, dlTcnsas physicas graves, a 30. pelo subdcle-
Ganiii/iiiiis.Antonio Teixeira Lima, homicidio,
a 1, pelo primciro supplcnte do delegado em exer-
cicio. .
Bom Conselho.Gabriel Antonio da Costa, ho-
micidio na-provincia das Alagoas, a 2, pelo delega-
do ; e Francisco Antonio de Oliveira, abort >, a 2,
pelo subdelegado. ,
Caftiot.-Manocl Hvlario da Silva, tentativa de
Homicidio, a 16, pelo delegado do termo.
Villa Bella.Jos Vicente de Almeida, homici-
dio, a 13, apresentado voluntariamente ao dele-
gado.
1RMANDADE ACADMICA DO Bft CONSE-
LHOAs missas da innandade acadmica de .Y
S. do Bom Conselho, erecta no convento de Santo
Antonio desta cidade, combaui no presente anno,
no domingo vindou.ro, sendo celebradas pelo ca-
pello da irmandade padre Estanislao Ferreira de
Carvalho, as 10 horas da manha.
PROCESSO.Continuou, hontem, perante o Dr
chele de polica, o processo instaurado a I.Ielcodo-
ro Afcacio Rangel, por suspeito de haver sido au-
tor do incendio, que se nianiestou na madrugada
do dia 26 em ua loja de forondas sita na caes de
22 de Novombro. ,
Dastesteinunhas inqueridas em numero de cinco
nao resuham indicios que levem crer que o rc-
terido incendio tenha sido causa voluntaria.
Coinparcccram como advogados do indiciado os
Srs. Drs Gusmo Lobo c eodoro L'lpiano.
LOTERA.A que se acha a venda e a 97a a
beneficio da igreja de Nossa Senhora do Guadalu-
pe de Olinda, que se cxtralnr no da .
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO
BU.ANCF.TE DO SOVO BANCO DK PF.HNAMB1V.0 KM LIQUI-
DACVO, EM 27" DE FEVKUEinO DE 1869.
Mico.
Letras protestadas........"!?:^-k-
Ttulos depositados....... SSEmE
Despezas geraes......... tn0r>80
Caixa. Pelos seguintes valores :
Em onro amoedado. :4293O0
Em notas do thesouro
e da Caixa Filial do
Banco do Brasil 10:279*000
Empratac cobre. 1623513 42:870*813
~Ris. 290:23333o
- Pussiro.
Capta)..........
Knriaaan ,.........
Coalas crranles eom foros. .
Coalas correntes simples. .
Fundo do reserva.......
Ttulos em caucan.......
Xassas fallidas a cargo do Banco
Dividendos..........
Lacros e perdas........
Res. .
116:0973000
10:401) WOO
4:602080
.>.626084
112:743*766
36:337|67fl
3:615*967
600400
2:}062O
IO:2o:.*iJo
ni:MONsiR',t..voda kjiissao
31 notas do valor de 200000 6:400000
27 ditas de 1003000 : TOO $000
26 ditas de o0000 1:3003000
Ris.
10:4005000
S. E. c O.
O guarda livros
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
POLTICA interna
Partido coaserrador.
O Lilieral em tempo nenhum fez jus a ser con-
siderado orgo de nm partido poltico, que per-
tencessem nomens de bem.
Poder exprimir, nao duvdamos, o sentir de
neia duzia de especuladores e ilesmoralisados,
que nada mais tendo perder, esperam tudo ga-
nhar com a perturbacao da ordein, porm nunca
0 pensar do partido liberal.
razemos justica aos nomens honestos, c since-
ros patriotas, que anda ornam as tileiras liberae*,
acreditando que nao concordam em que homens
perdidos na opiniao publica especulem em nome
da liberdade, pregando dontrinas subversivas da
ordem publica : e este nosso juizo corroborado
pelo solemne protesto que j lavraram as colum-
nas do Jornal do Recife. em 23 do passado.
Do que alf se l, resulla que os verdadeiros li-
beris nao commungam com os anarchistas e re-
publicanos.
A lingnagem do Jornal do Recife, reputado hoje
o verdadeiro orgao liberal, demonstra, que, feliz-
mente ainda nao devemos julgar perdida a espe-
ranza de ven reinar as discussoes da imprensa a
calma, a razan, a ordem, e o respeito as ideas.
Campre porm que os libpraes sinceros, os ami-
gos verdadeiros da ordem facam desapparecer da
arena jornalistica estes assassnos da honra, estes
perversos sacerdotes da anarchia. Abaixo com
estes peridicos, pelourinhos das reputaeoes as
mais (libadas, c que nem respeitam o sagrado do
lar domestico, em cujo numero figura com proe-
minencia o Liberal
Este peridico tocou a meta da desmoralisacao.
Os seus redactores descerara ao nivel do que ha
de mais ignobil e baiso na sociedado. Nao discu-
ten cousa alguma : nsultam, injuriam, ealum-
niam, difamam, desde o homem mais altamente
collocado at o mais nfimo : desde o tribunal su-
perior at o offlcial de justica.
E a par de tanta insolencia ostentan) garbozos a
mais erassa ignorancia, eos, grao tan elevado, que
casta a crr-se, que a teffla de semelhante ester-
quelinio C3tejam nomens, que receberam um per-
gaminho de urna academia de sciencas sociaes e
jurdicas; alguns dos quaes j oceuparam cargos
elevados, como v. g. presidentes de provincia, de-
pntados etc. etc.
Quem supporia que o Sr. Villa Bella, tao grave,
na o edictor responsavel de tanta insolencia e
desmoralisacao I
Para tornar mais clara estas assercocs, copiare-
mos alguns trechos do artigo cdictonal do Liberal
de 27 do passado. .
Si dos actns gerae, si de fados, cujos efiei-
tos se estendem a todo o imperio, desces>emos
a te mizerias locaes, nao haveriam penas do in-
temo (na phrasc das velbnt bruxas) que vos
eorregissem, e fossem proporcionaes aos vossos
dbelos, a plantassem o exemplo para os vin-
douros.
o 13a*a dizer oue o prizao sem culpa formada,
pelaconstituico e as leis o maior atlentaio
contra a liberdade individual: (que bella theo-
ria para as ladroes e assassnos I) vos daes boa
execu?ao a constituicao e as leis fazendo da
4 prizao preventiva (permittida pelas leis nos ca-
.so de flagrante delicio, de crime inaOancavel) o
- vosso pao nosso de cada dia.
< E quando algum magistrado honrado e seve-
io (' etere-se ao juiz de direito de Olinda) repa-
ra a atroeldade (de ser prezo antes de concluso
da culpa um reo aecusado de crime de inorle)
concedendo habeos corput, os tossos desembarga-
u dores vermelhos, com im despudohque enveh-
4 COKBAJUA 8 saSSMJKsS BB ROMA, E COM UJIA
AUBACIA Qt- CAUSA I.NVIJV KMSADOS
. pki > RVHA de EBBSATDO, renyitm a or-
dem daJibtrdade, destroem os elleitos d'aquella
magna garanta constitucional.
U mi miseraveis hypocritas, rsdelesa
c nimio, vandaloi contemporneos, novas Atttlat,
i e uovos Hunos, que, como animaes biedes (aqu
o cscriptor entortou o cotovl), ii pUrasedos
histmiadofes, a colera divina atremessou sobre
i <( ierra -pura flagello e aroile da humunidade.
Ora, avista deste especimm, ainda baver quein
diga, que o Liberal podo ser orgao de um partido,
a que perle.neain homens que tenham honra e
pundonor ?
Como que um jornal que conla no numero
de seus icdactores juizes, e ex-deputtdos geraes,
equipara os memhros de um respeitavel tribunal
Je justica. s Me Fernaudt f
Nao evo admirar que assim procedam os re-
dactores anoiiunos do Liberal, quando um lente
da Faculdade de Direito, redactor e nico respon-
savel da lipiniao nacional chama a un ministro
da corda, filko d-t.....de Magdalena outts da
conversa.
Si os povoadores dos aeougues, ribeiras, e lu-
panares nm dia se tornassem redactores do jor-
naes, encontrariam o seu diccionario esgotado
|wr estes seas collegas.
Continucm os redactores do Jornal do Recife a
obra encelada, a verdadoira propaganda liberal,
que farao grande- servieo ao seu partido, c a pro-
vincia.
Encontrar-nos-bao na estacada, dispostos urna
bita de principios e ideas, e trata los cora a dis-
linccao, de que sao (-redores cavalheros que sa-
bem prezar a 6ua e alheia honra.
A CIRCI.AR D3 MONSENH )R PINTO D8 CAMPOS.
O monsenhor Pinto de Campos, assegurando que
prestar todo o seu apoio toda a idea boa, til
e reclamada pelas necesidades do paiz, nao quiz
fazer de antemao um prograinma de reformas.
Quanto reformas, diz elle, nada promelto, por-
que fujam do candidato, que cometa por pro
metter reformar muita cousa sem prometter re-
formar-so a siprimeiro; pois a mxima parle
< dos males pblicos nao provm tanto de leis de-
fetnosas, como dos que as execulam I
Esta verdade est na consciencia de todos.
Os liberaes boje procurara tirar vantagem da
promessa- de reformas radicaes, do mesmo modo
que j procuraram tirar vantagem da protestado
solemne de que nao queram reforma alguma na
constituicao ; sendo que, para protestaron! com a
maior solemnidde, esperaran, una vez que raias-
se o dia 25 de marco, o anniversario do juramento
da constituicao, e substituirn] o seu orgao0 Li
beralpor utroO Constitucional.
Pois" bem, muitos desses liberaes reformistas
teem resonhecido que os males de que se queisam,
nao remitan) da lei, mas de sita m execucao ; e
que esta devida principalmente falta de educa'
i o poltica e de bous costumes. J em 1867 dizia
se o seguinte na cmara dos Sis. deputados :
O Sr. Bezerra Cavalcant:Quanto liberda-
de poltica, nos precisamos principalmente, e
milito mais de ediicacao do que de legislacao no-
va, de costumes do qic de reformas. Sem espi-
rito publico e sem costumes polticos pdem-se
t improvisar quantos cdigos se quizer, na pratica
a lei ha de ser deturpada [icio abuso que vicia
os caracteres.
O Sr. Correa das Neves :Apoiado. OmiT le-
ges tiue moribus ?
- O Sr. Bezerra Cavalcant:A primeira refor-
ma deveria ser a de todos nos, traduzindo c ob-
servando o conselno qne se envolve as seguin-
tes palavras do inarqnez de Marica: Todos
' reclamam reformas, nhujuem se quer refor-
mar t
O Sr. Araujo Barros :Sentenca judeiosa !
a Esta que devia ser fundamental.
ANo partido liberal, seja puro, ligado ou fundido,
fiada individuo tem o seu prograinma, que paten-
ta ou conserva n mente (a maior parle das ve
zes) mas o mesmo partido nao tem prograinma al-
gum.
O partid progrossista nunca teve programma,
sendo pie, tendo havido algumas cosferencias po-
lticas, afini do organisa-lo ; a ultima das quaes
teve lugar em casa do fallecido senador D. Manoel,
nunca ehegaram ao menor aecrdo a respeito, co-
mo declaran no parlamento o Sr Ottoni.
O partido fusionista nao tem ainda bandeira al-
guma. No manifest cora que os directorios libe-
beral e progressista proclamaram a fusao uesta
provincia (contra a opiniao de desmembras do di-
rectorio liberal, que protcstaram) disseram que
nao apresentavam logo nm programma, porque
lain consultar aos liberaes das dilTerentcs locali-
dades, logo que so Bzesse a eleieao (de setembru).
Entretanto essa consulta nao se fez nem se ha e
fazer.
O centra liberal da curte, tendo de estabelecer
as bases de sua organisacao, esquivou-se aos,em-
baracos, acobertando-se com a expressao genera-
lissraatendencias liberaes. Depois appareceu o
Sr. conselheiro Nabuco colbendo informacoes para
a confeceao do programma liberal, de cuja re-
daceSo diz estar encarregado, nao sabemos por
quem.
Quando os reformistas anda nao assentaram
era cousa alguma a respeito das reformas ; quan-
do a maior parte dos chefes fusionistas ainda nao
se manifestaran) positivamente a respeito dellas ;
quando o centro liberal escreve era sua bandeira
duas palavras sihyllinas tendencias liberaes :
ridicula a exigencia de que nenhum candidato
conservador se aprsente sera que declare o seu
juizo sobre cada una das questocs montentosas do
paiz, sem que diga quaes as reformas que aceita,
e quaes as que deixa de aceita..
Entretanto o Liberal publica um aranzel, em
que insulta o partido conservador e ainda mais o
Ilustre autor da circular, porque nao fez um pro-
gramma articulado, t O que nos pertence (diz
* aquelle jornal) mostrar ao paiz o quanto ha
descido o espirito publico, e como a situaco do-
rainan'e, escarnecendo do bom senso dos brasi-
leiros llics pega as faces acerbas nodoas do
quilate da circular do Sr. padre Campos.
Nao deixemos aquelle pedacinbo sem olMenrar-
mos que o Librale o prtmeiro viiyulador do uni-
verso, vejamos:
Macuoso sacerdote (virgula/
como se acensa fchrgmla)
sua illustrissima senhoria se vanglora (virgula)
entretanto (virgula)
de ser partidario indefectivel (virgula)
quebrando (cirgulaj
assim (virgula)
o adagio (virgula)
de nunca de (traro de separara)
ruin) mouro (cirpula)
sabir bom ebrisfao (ptmto final).
Diz o Liberal:
' J se acreditando senador in pido...
Diz a circular:
Como senador,porta '' me foesc dala a hon
ra da escoUutJj..
Diz o Liberal:
Fluctuar na cerina '. quando todos os mais
t fluctuara na duvida, e descaneam ha certe-
o VA...
Temos vista a enrular transcripta na 0inn\
Sacional n. 84, onde l-se:
... cntre a fluctuar na incerteza...
Se em algum jornal salfio d'outro modo foi por
erro ty|K)graphico.
Diz o Liberal:
o Pedir pouco ser prora que revela egosmo '.
(t quando toda a gente lera antes por egosta
aquelle que pede muito, ou como se costuma di-
zer quer tuao para si...
Esteser prora que revelanao est na circu-
lar nem podia estar. Pde-se dizer : petlir pouco
prona de egosmo, ou pedir pouco recela egosmo,
mas pivea que revela e misliforio d> Li-beral.
Ha tantas colisas apreciaveis no artigo do Liberal
que urnas fazem esquecer as autras. No trecho
que j transcrevemos, e oue principia assim : O
partidario monsenhor... le-se isto :
... nada tem praticado DE Ql'E, ao menos SE
CONFIE na justica absoluta de Deus. e antes
JA SE CONSIDERA CONDEMNADO, S? I.N'EX-
AL'RIVEL NAO FOSSE a misericordia divi-
ua...
Nada de que, ao menos se confie na jmtira
nao portuguez; e ainq> menosj se comidera,
se nao fosse.
Sao bberdades gramniaticacs...
Fazer analyses ionio a do Liberal (que infeliz-
mente sao raiissiiiiasj sujeilar-se a bascar loa
e sabir totqueado.
PU6LICAC0ES A PEDIDO.
nipos
A circular programma do Sr. padre Campos
ou una grosseira zombaria ao corpo eleitoral
< da provincia, ou entao o padro da nibibdade
t dos vermelhos da trra.
Deste modo seria fcil mostrar padroes de nibi-
lidade em todas as circulares dos nossos adversa-
rios, inclusive a circular de um ministro da mari-
nha (o Sr. conselheiro Alfonso Celso) pedndo vo-
tos para um seu prente. Mas nao insistamos
mais nisto. o que o Liberal quiz foi pretexto para
urna enliada de facecias injuriosas ; em falta de
argumentos, procura ridcularisar, inverlendo as
palavras da circular e citando-as falsamente.
Nao queremos analisar semelhante analysc como
ella merece, mas diremos o quanto baste para pa
tentear a deslcaldadc eorr, que foi feita e o como
cahe no ridiculo o Liberal, querendo ridculari-
sar.
Diz o Liberal:
O partidario monsenhor diz, que orea por
mcio seculo da perigrinacao neste valle' de la-
grimas, confessando, que ua sua vida de padre
a catholico, nada ten praticado de que, ao menos
se confie na justica absoluta de Deus, c antes j
< se considera condemnado, se inexnaurivel nao
fosse a misericordia divina.
Diz a circular:
... me entristeco de nao ver n'uma vida de
a meio seculo um s servieo relevante qo/une re-
commende perante Deus, de cuja misericordia
> alias nao desespero.
Dizer algnem que nao tem praticado servicos
relevantes que o recommendem perante Deus, nao
dizer -que nao pode confiar na justica absoluta
de Deus.
JscmOo sacerdote, como se acensa, sua illus-
trssima senhoria se vangloria, entretanto, de
ser partidario indefectivel, quebrando, assim, o
adagio, de nunca deruim mouro, sabir bom
christao.-*
c Padre catholico, se confessa expulse o seio de
Abrahdo se lhe faltar a infinita misericordia de
Deus.
Servicos relevantes que nos recommendem pe-
rante Deus, sao actos devirtute, triste daquelle
que se ganar de os ter praticado; e porque al-
gera (sem referencia especial ao seu estado reli-
gioso) diz aquillo que todos nos devemos dizer,
que al os santos teem dito, eonclue o Liberal que
elle se copfessa macuoso sacerdote, padre catholi-
co expulso do seto- de Abrakao, homem que como
padre catholico nao pode confiar-se na justica'ab-
soluta de Beui I
Nao confiar na justica de Deus urna hMisia, c
o Ente Supremo notem duas justicas. *
Fazer justica dar a cada um o que sen, mas
nos, fracos humanos que buscamos encobrir as
nos?a3 faltas at eom o ageitamento da linguagem,
dizemos que justica relativa dar a mesma cousa
a todos os que se acham as mesmas circumslan-
cias, anula que a nao mere;am. Assim as nossas
duas jnstkas estao multas vezes em contradic-
cao.
Cabal resposta
As verdades contidas no artigo publicado pelo
verdadeiro conservador, excitaran) ao Dr. Carvo-
eiro mais um d'aquelles hydrophobicos accesssos
do costume, e em falta de algum rabugento cao,
com que se entretesse, atirou-se de unha c dente
sobre minba pobre indivdualdade, e rcvolven-
do o raeu passado, que muito me honra, tratou-me
de funilciro e rancheiro, e nao sei que mais, ein
um ann unci que publicou por este Diario, sup-
pondo rrogar-me a mais infamante das injurias;
forte bobo cj foi republicano! Sr. Velloso, antes
ter sido funilciro e rancheiro, ou mesmo sapateiro.
gosando geral estima, e subida consideracih das
pessas gradas, conceito que muito me orglho ter
merecido em todos os lugares ein que tenho habi-
tado, e actualmente goso no termo de Olinda, onde
mora, do que possuir um pergaminho como o de
S. S., tisnado itelo p das carvoeiras: o que de-
grada o homem na sociedade, ter reccliido dos
seus paes una educaeo que o halelita brilhante
carreira da magistratura, e logo no primeira cargo
que exerceu d-'sempenha-lo com tal etrcuMpec$io
que, sendo d'elle destituido, nunca mais foi esco-
Ihido para outro; o que ainda mais o avilta, levan-
do-o miseravcl condicao de reptil, ser como
S. S., repellido pelo hora' censo cercado somonte
pela* escoria da sociedade no lugar onde reside.
As injurias cuspidas a face do lllm. Sr. tenente-
coronel Souza Leao, cidadao respeitavel, por todos
os ttulos, cujos termos fez estremecer a moral pu-
blica, ao v-los publicados, so deviam partir da
satnica hngua de algum canalha que, menos e pre-
zando o pudor de sua familia, eonservasse pou-
cos passos de sua residencia um lupanar, onde
permaneciesen) na mais dcscommunal orgia assas-
sino e malfeitores de toda a especie.
Quanto a celebre juslilicacao, com a qoal preten-
de S. S. distruir os tactos constantes da denuncia,
dada pelo delegado -de Iguarassi, proredimeiito
idntico que tiveram os delegados anteriores, -cB-
j >s documentos devein Bpnstar da secretaria ila^o-
lieia, nao podem proceder, por ijuanto, sao as tes-
lemunhas da referida justiocaeao, uns in.-pectqWs
de quarteiro da mesma subdelegada, ou'ios com-
padres do Sr. Velloso, e individuos que viven) do
fabrico do carvo, e tiragem de madeira, e em
toda dependencia do Sr. Velloso.
O Sr. Velloso s tem un mcio honroso de jusli-
ficar-se, chamar-me responsabilidaile. Eu o
provoco a faze-lo, sob pena de fiearem os fictos con-
signados no artigo assignadoverdadeiro conser-
vador tao imponentes como urna columna de bron-
zc,en) cujo pedestal se,lera esta iuscripcao :o
subdelegado do 2 districto de Maranguapo e o mais
cobarde prevaricador.
Em additamento ao que disse o verdadeiro con-
servador, accrescenlo os seguintes factos: Ha
tres das que um tal Xico Vernielho, e dons filhos
ios mesmo, armados de clavinotes, pistolas e lac-
eas, tentara matar a un creoulo de nome Manoel,
morador a nnticos passos distantes de minba resi-
dencia, sendo que o inspector Francisco de Souza.
era urna das tentativas foi o proprio a commodar
os faccinoras, e qual fo a providencia tomada pela
polica do Sr. Velloso ? O pobre creoulo que,
tambera armando-se, tem repellido os a^gressores
que, mesmo em sua casa, o provocan): e nao s
isto. Esses mesaos soldados do quilombo do Sr.
Velloso j terecira vez que em claro dia, ao pas-
sarem pela porta de minha residencia, disparara,
pistolas c clavinotes. llavera maior provocacao ?
Nao son dotado de demasiada prudencia, e so to-
lero taes provocaoSos porque espero promptas
provindencias das autoridades superiores, em quem
asss confio.
Fimino Tlicotonioda Cantara Santiago.
-------------------------1----------m------------------------
Protectora das familias
Em eiimpri ment -do prevenido no artigo 29 do
regulamcnto, se convida a todos os seuhores con-
tribuimos desta associacao, que ainda nao tverem
apresentado Sircertidies de idade dos segurados,
para que facam entrega dellas na ra do Livra-
mento n. 19, Io andar, afim do ser expedidas r
mais breve possivel para a inspectora geral do
Rio de Janeiro. As certidoes devein ser selladas e
recouhecidas psr tahellio. Recife 15 de Janeiro
de 1869.O representante,
N. F. de Vidal.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 4 DE MARCO
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
Assucar mascavado purgado 3 #600 por arroba
(hontem).
Assucar americano purgado=3o00 por arroba
(honbm).
Assucar bruto Canal=3150 por arroba (hontem).
Algodode Pernambuco Ia sorte16^203 e 16000
por arroba (hontem).
Cambio sobra Londres 90 d/v 19 d. por 15000
hontem e boje).
Cambio sobre Pars 90 d/v 500 rs. por Tranco
(hoje).
Descont do letras=8 0/0 ao anno.
F. J. Silvera
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
BANCO MAUA & C.
lina do Trapiche n. 34.
Desconta lettras co umerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras c em conta corrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata e Euro-
pa, e compra cambiaes sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por commiss5o, da com-
pra e venda de fundos pblicos e aeces de
oompanbias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
quer outra operaco bancada.
O expediente para o publico comecar
s 10 huras da manlia, e terminar s 4
horas da tarde de todos os das uteis.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
vencional
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
prncipaes da Europa, tem agencias na Ha-
rria, Buenos-Ayrfis, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebip,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
JABOATAO
O corresponden le deste lugar para o pasqun) in-
titulado Liberal entondeu oeeupar-se era ridcuia-
risar-uie; perde o son lempo este infame, ratonei-
ro, sera honra, inmoral e sera alma, nasci pobre e
pobre me eduquei e pobre vivo, mas nasci de pas
honrados, com honra rae criei o cora honra etou
vivendo, tenho robusteza e coragem para traha-
Ihar e viver honestamente, sem ser pesado a nin-
pueiii e nem querer fazer fortuna a custa do albeio
e dos Cofres pblicos o Sr. tonente-emonel An-
tonio Francisco Paes de Mello Brrelo Marrana Bo-
tija bem me conhece c j me expermentou quando
infelizmente aqui aecuinulou todos 03 cargos, este
Sr. Botija quiz que eu lhe m; n lasse uns canos de
barro que haviam no engenho Suassuna, de onde
era e son administrador, e como nao os mandei
por nao poder dispor daquillo que rae nao perten-
cia, contrariado o Sr. Marrana de eu nao o ser*r
cegamente, pois, eslava acostumado ludo obter pelo
seu.quero posso a mr.ndo, declaiou-se d'ahi por
diante meu desafi-icoailo, por que conbeceu sem
duvida- nada poder por ani desructar, portante
acho mellior que o ralo de Manas eor.teuha-se,
pois a sua cauda grande, o se nao ten) agora
aonde muito roer procure o caes do Collegio que
ah achara muitos conipanheiros e aonde encher a
barriga.
Recife, 4 de marco do 1869.
Francisco de Hollanda Cavalcanli.
Jaboatao.
O actual fiscal n3o quer erailar as vivezas
do infame paquineiro do intitulado Liberal,
e nem tao pouco as espertezas do ex-fiscal
d'sta freguezia, querlf^cumprimento da
lei com raoderaco, e nao .viver encommo-
dando ao Publico. Quanto a sua irm3 que,
infelizmente Iludida por chefes da podre
situaco ligueira,apresentou-se como volun-
taria em companhiade seusirm5os, que t3o
bem o foram, e que tirada d'esta lluso
existe honestamenUi como sempre em com-
panhia de seu pai, se alguma vivesa de fogo
teve por amor da patria, por lhe correr
pelas veias o fogo e vivesa da lha do rato
de Manass, que amigamente era conhecda
pelo fugete, e era bem conquistada, e d'isto
tirava o seu pai grande lucro.Quem tem
telhado de vidro nao aura pedras em quem
nao os tem.
Jos Francisco (teReg Barretto.
ALFANDEGA.
Rcndimento do dia i a 3 .
dem do dia 4......
108:8643643
35:823263
164:6874906
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazendas
dem dem com generas 23
Volumes sahidos com fazendas 225
dem idem com generas 300
23
3M
Descarregam hoje 5 de mareo
Barca nglezaCrtr/'om^=mercadorias.
Barca ingleza Zen niacarvo.
Inportaco.
Barca portugueza Corra, vinda do Rio de Ja-
neiro, consignada a Thomaz'de Aquino Fonceca A
C, manifestou :
30 barricas gesso, 6 barris tinta, 3 caivoes cola;
a A. L. de Oliveira Azevedo & C.
70 pipas vinagre ; a J. F. da Silva Novaes.
133 rolos fumo; a C. A. Sodr da Motla.
25 ditos dito ; a ordem.
6 barricas cigarros ; a J. B. dos Reis.
100 volumes barricas vazias; a Carvalho & No-
gueira.
I caixao rap ; a J. J. de Lima Bairao.
15 ditas cafe moido; a J. J. Goncalvcs Beltro.
310 saceos caf ; a Carvalho, Zenha & C.
200 ditos dito ; a Tasso Irmos.
122 ditos dito ; a J. Ferreira da Costa.
; a A. A. de Carvalho Veras,
aos consignatarios.
DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Mendimcnto do dia 1 a 3 l!:8843764
dem do dia i...... 2:0303465
347 ditos dito
473 ditos dito :
RECEBEDORIA
Ii:9335229
CONSULADO PROVINCLVL.
Rendimento do dia 1 a 3 20:6384141
dem do dia 4....... 10:1704320
30:808*161
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia -i.
Rio de Janeiro (crusando)28 dias, vapor inglez
de guerra Spider; conimaudaute Hay.
Navios sahidos no mesmo dia.
LisboaBrigue portuguez Relmpago, capito Joao
Epiphanio da Silveira, carga^assucar e outros ge-
neras.
Liverpool Barca norueguense Turest, capito
Axelscn; carga algodao.
EDITAES.
O inspector interino da alfandega faz publi-
co, que no dia 6 do corrente, depois do meio dia,
esr levado em hasta publica livre de dircitos ao
arrematante, um voluine da marca A F O conten-
do um oleado para forrar sala, medindo 18 varas
3ladradas, avahado era 344, o qual foi bandona-
o aos dreitos por Augusto Frederico de Oliveira.
Alfandega de Pernambuco, 4 de marco de 1869.
O inspector interino, Luiz de Carvalho Paes de An
drade.
0 Dr. Tristo de Alencar Araripe,-oilicia
da imperial ordem da Rosa, juiz de di-
reito especial do commercio, uesta cidade
do Recife de Pernambuco, seu termo,
por Sua Magestade Imperial o Consti-
tucional o Sr. D. Pedro II a quem Deus
guarde etc.
Faco saber pelo presento que os admi-
nistradores da massa fallida do Amorim,
Fragoso, Santos 4 C. por sen advogado,
me fzeram a pelico seguinte:
lllm. Sr. Dr. juiz especial do ittmmer-
cioDizem os administradores da massa
fallida de Amorim, Fragoso, Santos & C.
que querem fazer citar a Joaquim da Silva
Castro, para fallar aos termos de urna ac-
c5o ordinaria, em que tem de pedir o pa-
gamento da quantia de seis contos e qui-
nhentos mil ris, para completar o capital
pelo qual se responsabilisou para com a
mesma sociedade, como socio commandi-
tario, o que no tempo opportuno melhor
allegarlo. E como o supplicado so acha
ausente em lugar incerto os suplicantes
requeren a V. S. que os admitta a justi-
Gcar esta ausencia o que depois de julgado
mande passar editaes, afim de ser o sup-
plicado citado por editos com o praso de
trinta dias, para todos os termos atdeci-
so flnal.=Pede V. S. deferimen;o pena
de reveliaE. H. M.Augusto V;iz.
nesta petico dei o despacho seguin-
te Cite-se, justificando no dia 21 do cor-
rente mez i- oiize horas da manlia Ru-
clfe 22 Mu Tevcrciro de IHoU Alencar Ara-
ripe.
Km cumplimento d'esle meu despacho
foi feita a disliilm-.-o ao escrivao d'este
juizo Manoel de Carvailio Paes de Andrade.
Depois do que tendo os supplicantes
produzido suas testeinunhas no dia desig-
nado que sob juramento aos Santos Evan-
gelios que lhe foi deferido, depoteram con-
venientemente acerca da ausencia do sup-
plicado. o respective) eseiivo interino fa-
zendo autoar, sellar e preparar os autos,
me os fez conclusos e nos quaes dei e pro-
fer a sentenca do theor seguinte Hei por
justificada a ausencia e mando que o sup-
plicado ausente seja citado por editos de
trinta dias na forma requerida. Recife 27,
de fevereiro de 18fi!j Tristo de Alenccr
Araripe.
Em virtude desta minha sentenca o res-
pectivo escrivao interino fez passar o pre-
sente edital, pelo theor do qual chamo,
cito e hei por citado ao referido supplica-
do Joaquim da Silva Castro para no termo
de trinta dias comparecer n'este juizo, por
si ou por seu procurador afim de res-
ponder aos termos de urna aceito ordinaria
que lhe propoem os supplicantes, confor-
me declara a pelico aqui transcripta sob
pena de se proceder a sua revelia.
E para que o supplicado nao fique in-
defeso toda e qualqner pessoa, pa ente,
amigo, desconhecido, poder-lhe-ha fazer
sciente de todo o expendido.
E para que cheguc ao conhecimento de
todos mandei fazer o prosente edital, que
ser aflixado nos lugares do costume e pu-
blicado pela imprensa. '
Dado e passado n'esta cidade do Recife
de Pernambuco, aos 2 de marco de 1869.
Eu Manoel Silvino de Bairos Falcao. escri-
vao interino a subscrevi.
Tristo do Alencar Araripe.
O nsjiector interino da alfandega faz publico,
que no dia 6 do corrente mez. depois do meio dia
a porta desta alfandega seria levadas a hasta pu-
blica livre de dreitos, as niereadoras abaixo de-
claradas, comprehemlidas as disposicoes do capi-
tulo 6 tit. 3 do regulamcnto de 19 "de setembro
de 1860.
Armazem n. 9.
Marca I A S n. .'2.Fina barrica vinda de Li-
verpool na escuna ingleza Zouave, entrada em 40
de abril de 1865, ignora-se a consignaco ; con-
tendo 12 potes de barro vidrado, sendo 8 era pa-
gamentos e sem valore 4 inteiros, pesando liqui-
do 18 libras, valor da libra a 200 rs. 34600.
dem Lucio MarquesUm caixote, vindo de Lis-
boa no brigue portugus Bella Figueirense, entra-
do em 8 de junlio de 1866, dem, vasio e sem
valor.
dem A J S P Um dito, vindo da Ilha de S.
Miguel no patacho porfeagoez Erna, entrado em 29
de novembro de 1866, idem. idem.
dem L n. 3Um dito, vindo do Porto na barca
portugueza Segttranca, entrada ein 16 do dezem-
bro de 1867, idem. dem.
dem diamante C n-. 1 a 3636 barricas vindas
de Londres no brigue sueco Victoria, entrado em
18 de fevereiro de 1808, consignadas a Rabe*Sch-
mettan A C, contundo gesso em pedra, pesando
bruto 522 arrobas e liquido nao verificado 470 ar-
robas a 14 4704-
Idem F. CUrna caixa, vinda de Lisboa no bri-
gue portuguez Soberano, entrado em 15 de maio
de 1868 ; a Antonio da Costa Figueiredo, contendo
obras mpressas brochadas, pesando liquido 328
libras a 1J 3285000.
Armazem n. 6
Marca L & O n. 602Urna caixa, vinda do Ha-
vre na barca franceza Fgaro, entrada em 9 de
maio de 1867, contendo 29 garrafas com agua mi-
neral gazoza, pesando em ditas 76 libras a 500 rs
233, e 8 garrafas de vidro ordinario vasias, pe-
sando 8 libras a 60 rs. 328 rs.
dem I P & C1,249 caixas, rindas de Liver-
pool na barca ngleza Serafina, entrada era 8 de
junho de 1868 ; a Johnslon Pater & C, com sabao
ordinario, pesando bruto 27,977 libras, e liquido
25,180 libras a 100 rs. 2:5184.
dem J P S A C400 ditas idem, idem, idem,
pesando bruto 11,480 libras e liquido 10,332 libras
a 100 rs. 1:0334200.
dem N FUrna caixa viuda do Rio de Janeiro
no vapor francez Extretmiure, entrado em 29 do
dito mez, a Nova freres, contendo 46 gravatas de
seda, pesando liquido una libra, no valor de 204-
Tres camisas linas de algodao para homem a
14333 cada una, 35999.
Treze libras de cachimbo de gesso ordinario a
200 rs. 24600.
Um par de botinas do couro para homem no va-
lor de 44.
Armazem n. ti.
Marca Augusto V., n. 656Un) euibrulbo vindo
do sul, no vapor nacional Tooantins, entrado em
22 de jullio de 1868, com um par do botinas de
couro velbo, no valor de 500 rs.
dem A A X A MUrna caixa vinda de Sou-
thampton, no vapor inglez Oneida, entrado tm 27
de dezembro de 1867, contendo uiassas alimenti-
cias arruinadas, sem valor.
dem R C, n. 241 Um embrulho vindo de Mar-
seille, no vapor francez Picardie, entrado em 6 de
fevereiro, idem, conteudo amostras de chita, sem
valor.
dem P. C. da Fonseca A IrraaosUna caixa
vinda do sul, no vapor nacional Guar, entrado
em 29 de abril, idem, contendo una garrafa de
vinagre, no valor de 100 rs.
dem Tbeod FrereUm embrulho vindo de Sou-
thampton, no vapor inglez Qneida, entrado em 27
de maio de 1868, a J. Lea Freres, contendo duas
obras mpressas brochadas, posando urna libra, no
valor de 14.
dem Antonio Souza LeaoUrna caixa vinda do
sul, no vapor nacional Cruzeiro do Sul, entrado
ora 27 de julho dem, contando dons frascos com
doce em calda, pasado 18 libras, a 400 rs.,
74200.
dem Barao da GratoUm sacco vindo do sul,
no vapor nacional Paran, entrado coi 8 de agosto
idem, contendo cocos podres, sem valor.
4a seccao da alfandega de Pernambuco, 4 de
marco de 1869.
O inspector interino,
Luiz de Caroalho Paes de Andrade.
pal da mesma villa, em cuja ra de-
vora terminarPode ser pouco alterado e
em parto somonte, se pelos estados gra-
phicos reconliecer-se vantagem n'isso.
.2.Havoj tantas lionibas quantas forem
precisas, e serlo fcitas de pudra, cal e ty-
jolo, com soba geral e rebocadas com ci-
mento.
I.Asnirv.is da estrada nunca teta
menos de quinhentos palmos de raio.
4.A estrada, que lera cerca de quatro
leguas de tres mil bracas, ser feita com
trinta palmos de largura e com o abaula-
mentode um e meio palmo.
5.Em toda a extenso da estrada far-
se-ho de cada lado os vallados precisos
para o perfeito esgoto das aguas pluviaes,
devendo elles ter nunca menos de seis pal-
mos de bocea e tres de profundidade ;
salvo quando forem abertos em rocha, em
cujo caso podero ter a metade destas di-
menses.
6.Os taludes dos aterras lerio a incli-
nagao de um e meio de base para (um de
altura, e nas excavack um de bato para
um de altura, excepto se forem feibts em
rocha, caso em que podero ser mais in-
gremes e menos verlicaes, conforme a re-
gidez da rocha excavada, e a juizo do en-
genheiro da provincia.Os taludes desater-
ios sero guarnecidos nas nrestas por urna
fita de relva de um palmo de largura.
7.Os declives longetudinatios nao ex-
cedern de seis por c >it.
8.Os leos" de subida o desoda com
declive de quatro por com para cima, se-
ro calcados com pedra bruta, (calcamento
ordinario) s se admiltindo para este calca-
ment o emprego de granito.
9.Evitar-se-ha que as desapropria-
ces precisas para a conslrucco da estra-
da recaiam sobre predios de estabelicimen-
tos ruraes, taes como casas de engenho e
suas dependencias, senzallas, casas de vi-
vendas ilosJproprietarios ecapellas; ese
nao obstante fr indispensavel alguma des-
api opriaco de tal natureza, nao ser o
governo responsavel pela sua indenmisacao
correndo quassquer outras por conta do
mesmo governo.
10.Fcitos os. estudos graphicos, todos
os pei'fis dos cortes, atorros e projecto das
obras d'arte sero definitivamente tragados
de accordo e sob a nspecco do engenhei-
ro da provincia.
H.A superstructura da estrada ser
barreada ou areiada, conforme o exigir a
qualidade das dilferentes trras, por onde
ella passar, a juizo do engenheito da pro-
vincia.
12.Os langos sero de quinhentas bra-
cas demarcadas com marcos de granito, em
que csteja inscripto o numero do Jungo da
estrada.
13.llavera quatro pontes de ferro com
assoalho de pranches do amarello, de tres
polegadas de espessura e cinco de largura
pouco mais ou menos, urna sobre o rio
Menitipe com o comprimento de quarenU
palmos, outra sobre o rio Acaio com oi-
tonta tos, a torceira sobre o rio Gurinheia
com cem ditos, e a quarta sobre o rio Curi-
mata com sessenta ditosEstas puntas se-
ro de um s vo e tero vintc c cinco pal-
mos de largura.
li..0 prego da conslrucco da estrada
ser discriminado do das-pontes pelos pro-
ponentes.
Os pretendentes, pois, que quizerem con-
tratar devero ren;tter-suas propostas em
cartas fechadas esta repartico.
O official da secretaria,
Manoel Odortco Cavalcanli d'Albiiqmrque.
DECLARACOES.
O administrador da recebedona de rendas
internas geraes declara que tendo-se concluido o
langamento do imposto pessoal do exercicio tor-
rente de 1868-69 das fregnezias de S. los 9 Boa-
\ i-ta, tica marcado o praso deste mez o de mareo
futuro em que deve ser pago o referido impost,
sem multo, das sobreditas iregoesias, coma deter-
mina a ordem n. 17 do ministerio da blenda >
30 de Janeiro uliiino.
Rocebedoria de Pernambuco 19 de fevereiro do
1869.
Manoel Carneiro de Souza Lae ria.
Pro* lucia da Parahyba.
ParahybaSecretaria do thesouro pro-
vincial, em 26 de fevereiro de 1869.
0 lllm. Sr. Dr. inspector do thesouro pro-
vincial manda fazer publico, de conformi-
dade com o oflicio de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, n. 811, de hontem
datado, que no praso de quinze dias
contar de 25 do corrente, receber-se-ha
neste thesouro propostas para contratar-se
a construeco da estrada de rodagem, par-
tndo da Cruz do Espirito Santo, seu ter-
mino actual, com direeco Villa do Pilar,
sob as condices seguintes :
1.O tragado da estrada, segundo a in-
dicago do engenheiro da provincia em of-
fieio dirigido a presidencia o seguinte
Partindo da Cruz do Espirito Santo pela
encosta da cordilheira de pequeos montes
prximos, seguir em direegao do engenho
Santo Antonio, de Manoel da Costa Cunha
Lima, passando nas immediaces e por de-
traz do engenho Cob do Antonio Cabra!, e
indo pela cha, c egar s proximidades do
engenho Mara do convento de S. Bento
Deste ultimo ponto dever seguir a es-
trada com a directo ao sitio de Manee! Ja-
nuario Pereira denominado das Antas, on-
de atravessar ro Gurinhera, de que tam-
ben} fica prximo o engenho Antas, p^lo
sitio da freguezia (porto do qual atravessar
o rio Curimata) "felo riacho de Joao Be-
zerra, pelo logar denominado Cha. prxi-
mo Villa do Pilar, e entrar nesta villa
pela estrada antiga, descendo a encosta
junto ao engenho Santa F (onde j nao
chegaia as inouodaeoes) o em direcco ra
Consulado provincial
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que os trinta dias uteis marcados para a eo~
branca dos impostos pertenccnles ao exercicio do
1868 a 1869, annunciados nr i'dilal de 28 de Ja-
neiro prximo passado, llndam-se no dia 8 do
correute, ticando sujeitos multa de 6 0 0 os
forera pagos depois daquelle dia.
Mesa do consulado provincial de Pemamboco,
1 de margo de 1869.
O administrador
Antonio Carneiro Jdachado Rio.
Fiscalisacao da freguezia da Bua-\r*l3
margo de 1869.
Por esta fiscalisacao so faz publico a quem i -
teressar, que se acha depositada urna vacca ap-
prebendida no sitio do Sr. Manoel Maxiraiano Pue-
des, na estrada dos Afflictos : quem se julgar :om
direito a mesilla, compareca nesta fiscalisarfio, que
satisfazendo o disposto no art. 16 do titulo 7* das
posturas nunicipaes de 30 do junho de 184**. be
ser entregue.
Jpronymo Jos Ferifii i.
Arrematado.
Sexta-i'eira i do corrente, depois da audi
do Dr. juiz municipal da Ia vara, escrivao i
va, ir praca l cadeiras, 1 mesa de meto do
sala, e banquinhas, tudo de Jacaranda, e 1 m-r-
queza do amarello, penhorado a Joao Joaquim de
Figueiredo ; 1 relogio de alg'bera com caixa do
prata e 1 trancelim com passador e cliave, tado
de ouro, penhorado a Roque Jacintho de Oveira
e Souza.
~PRTCAO DAS OBRAS PUBLICAS.
De ordem do lllm. Sr. engenheiro em chefe di-
rector das obras pub!ica,se declara adiarse res-
tablecido o transito publico pelo pacadico da pon-
te da Magdalena, nao s para pessas pe con,.
para carros e cavallos, com excepcio soraenle dos
carros que conduzera assucar e outras_ grandes
cargas dos engenhos, os quaes continuarao a trac-
sitar pela estrada dos Remedios.
Os transentes se conformaro com as prescrp-
ces que por intermedio da polica forera deter-
minadas.
Secretaria das obras publicas 3 de nnr;D de
1869.
O secretario.
_______________Feliciano Rodrigues da Silva.
C'orrci* geral
Pela adininistracao do crrelo dosta cidade so
faz publico a quem interessar possa, que nao so
demorando os vapores da contiwnliia Messax
Imperiales neste porto em seu regresso do Rid do
Janeiro, o tempo preciso para se fazer a expedico
das malas para Europa, tem resolvido que as
malas so eehein as 6 horas da tarde do dia a;
rior ao da chegada dos mesmos vapores.
Correio de Pernambuco 25 de fevereiro de 186.
O administrador,
Domingos dos Pasaos Miranda.
CORREIO^EML
Relacao das cartas registradas existentes na ad-
rainistracao do correio desta cidade para os sc-
nhores aba.xo declarados:
Desentbargador Alvaro B. Lcnoa Cavalcant.
A. Duperron, Dr. Amaro Joaqun) Fonseca Al
querque, Alfredo Garca, Dr. Alfredo Teixeira
Mondas Adriano XavierPereira de Brito, Antonio
Piras Ferreira, Bokfonhibeiro da Fonseca, C. No-
u



^1
k A
I
i
*J
\
\



Diario de Pcrnambuco Sexta feira 5 de Marco de 1869.
3

delino, Carlos Jos Augusto de Oliveira, Br. Carlos
Jostiotauo Rodrigues, Curios Fmncisro ds Silva
Drilo. Cosmo J
Srkiner (i'i, !"' eir A 11, itoer.iba
FrancU-o omiugues.da Silva, Dr. K. I
Dantas,! L. ('... Liilharar, Jali
Allenia!) Cisneiro, Dr. juii municipal da i* vara,
Dr. jniz do orphios, Joaquim Bernardo Mondonga,
Ji.ao Clementiuo do Sonza Martins, Dr. Joao Jos
Fermn de Afiliar, Joao Martins de Andrade, Joo
Bodalpho bornea, Dr. Jos Bernardo Alcoforado,
Jos da Costa Maia, drsi'inb.irgador Jos Felippe
de Souza Lerm. Jos Francisco Bitancourt, Jos
de MagffthSes Machado, los Pedro de Castro, Leo-
poldo l'erreira. Martins RJbriro, alfertv MarroMa
Henriques de Figueircdo, M. de Sonta Travaseo,
narciso Fraaciaco Vidal (iV, Taciano Gome* da
Silveira, padre Themistocles Remao Peroira dos
Santo, Dr. Victoriano de S Albnquerque, Vctor
Waadfriey, Tbconde de Camaragibe.
THEITRO
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
i.:
Sexta-fcirn 5 de margo de I M(>9.
RSMCTACtn l KM II. N IV |i ii I 0. W1STA
1'!-:i.v\miii i:\mi
103ICJIJ VICTO It'.\IOIt.
Subir a se >na o omito applautllo drama coi
'! )i
' Eio de Janeiro
par cima ^egu ein poicos dias a es-
cima ter parte do son
uto engajado : paca o rosto que Ihe
(alta trala-sc coni Antonio Luiz dcOliveira Azcve-
do & C, ra da Cruz n. 57._______
d.) da cima dito, no escriptorio do referido
arenlo. ___
LEILAO
COMPAflkWA BUVSILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
|t o dia 8 do correte o vapor
Tocantint, comniandante J. M.
Perreini Franco, o qual depois
da demora do costume seguir
para os do norte.
Dosde ja recebem-se paasageiros e engaja-se a
a que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da dosuacbegafla Encommcn-
das c dinlieiro a frete at as duas horas do dia da
sua sabida.
.\ao se receben como onconmeadaa seuio ob-
jetos do pequouo valor e que nao excedam a 8
arrobas de peso ou H palmos eybieos de modicSo.
Tiuo que passar do-Ios limites Severa ser embar-
cado como carga.
Previne-sc ai Sfsvpaasageiro&queaiiM p_wa-
sena s se receben na agencia ra da Gru n. B7,
[ andar, escriptorio de Antonio Lu de Oliveira
Azevedo & c.
01
A pastora d'Ivry.
TdcanMo o beneficiado
NO RE6D INTERYALLO
Capricho sobre o septuor de Eraani, por E.
Prudetil
NOTERCEIRO INTERYALLO
Difieilima phantasia sobro motivos da opera
:. Bonriapor S. Thalberg.
E DEPOIS DO ULTIMO ACTO
an le walsa briihante, chele d'obra d" Ket-
lerer.
Principiar as 8 huras.
O beneficiado visitar os camarjtes depois do
iro acto do drama.
i; resto dos bilbetes acham-se expostos a venda
no escriptorio dotboatro.
RISt'IT.t 12KTR.t011D?.l2Sf.t
Sabbadq 6 de inir<;.
espectculo era a partes
ntDflORA PARTE.
Peta ultima voz o drama era S actos
h
SEXTA PARTE.
C Sr. Martinho oaatar pela prneira vez alin-
da aria cmica
O MSCATE ITALIANO
STIMA PABTB.
'. media em un acto
O liomei lirio perfeilo.
OIT.W.V K IXTIM* PARTE.
O Sr. M tinlio apodiilo de mullas pessoas e pe-
la ultima vez cantar a limito appl.iudida. aria-
toriesca
Kel ou o miudinho.
Principiar as 8 horas.
(MPAIA BKAMEIM
' I.K
Paquetea a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia i\ do crrante o vapor
V.nuiii. commandante o primeiro
entonte !'. H. Duflrtc. o qual de-
1 pois da demora do costume se-
guir para oa portos do sol
Desde ja rocebera-ee passageiros e ongaja-so a
carga que o raper poder conduzir. a qual devora
ser embarcada no diado suachegada. Eneommon-
ilaa e dinliero a frete at o dia da sua sabida as i
horas.
Nao se recebem romo encommendas senao ob-
petos do pequeo valta1 equenaojaxcedan a du_
arropas de poso ou 8 paln.os cbicos de medica.
Tudo que pasear destea limites dever sor embar-
rado como carga.
Previno-so aos Srs. passagcirft que sitas passa-
gens s so rocebem na agencia ra da Cruz n. .'17.
1" andar, escriptorio do Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C
COMl'AMIIV I'F.IINA.MUUCANA
DE
Xavegapo eosicis'a por vapor.
Fernando.
Ovaip rGiyui, commandante Aze-
vedo. seguir para o porto cima no
m dia 10 do correle ao nieii; dia. Rc-
cibe carga at as II horas da tarde do dia 9, cn-
conimeiidas. passagcirus edinheiro a frete alcas
10 horas do diada sabida no escriptorio do Forte
do Mattos n. I.
cOaII'AiMiia T'IIknamuClVNA
Xavogaco esteia*a por vapor.
(iiiiiiiina
(i vapor '.liuii'iiiiiiinpr, cofn-
mandante Mello, seguir para o
poiin cima no dia fi do corren-
te as 9 horas da noiio. Receb
carga, encommendaa, paanagei-
ros c dinhi'iro a froto lio escrijitorio do Forte do
Matos n. l.
rs<
CMPAXIHA PERNAUBCANA
, 01
\avc"a^o eosieira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Cururipe, commandante Peana, seguir
paral o porto acuna, no dia 12 do correte as, O
leras da tarde, recebe earga at ao meio dia, cn-
iiendas, p'sagen^edinheiro afrete at as 3
lioras da tarde do dia da sabida no escriptorio do
Fi rto do Matos n. l.
GOMPANilIA l'ILILNAMBLCANA
DE
Xnvcga^o costeira por vapor.
RIacei, escalas Penedo e Aracajit.
*tJ71b/ ^ vanor Potengi, commandante
xf* P'i'oira. seguir para os portos cima
fiSS3at no dia lodo marco as."i horas da tar-
de. Recebe carga at o dia 13 as : horas da tar^
de, cneoininendas. passauims edinheiro a frote at
asi! boas da tarde do da da sabida no escriptorio
do Parte do Mattos o. 13. __________
CO.MP.vNIHA PERNAVBUGANA
DE
.flitvesa^o costeira por vapor.
Paraliyba, Natal, Maco, Mossor, Ara.
caty, Cear, .Mnnilalii'i.Acaian'i
c Granja.
j^7?V O vapor Ipojuva. commaiubnte
Martins, seguir para os portos cima
:ia no dia I .'i do corronte as ."i horas
da tarde. Recebe carga at o dia 13, encom-
ia-, passageiros e dietbeiro a frete at as
ras da tarde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mallos u. l
Rio do Janeiro
Para o indicado porto segu com niuita brevi-
dade o veleiro e bem conhecido brigoc Adelnide.
portor a maior parte do carregamento tratado e
para o resto que Ihe falla c escravos a frete, tra-
ia-so com o consignan rio Joaquim Jos Goncalves
Hcliro, ra do Trapiche n. 17,
"ara o l'orio
Vai sabir com milita brevidade a veleira barca
Flor, de & Shnao visto ter parle da carga enga-
jada, para o resto e passagens trata-se com os
consignatarios Camino & Nogueira na ra do
Apollo n. ?0.
Da casa terrea n. ; da travessa da rita Imperial
(ou do Rapuzo) freguezia de S. Jos editieada
ein chaos proprios o que ronde 10 p ir mez.
HOJE
Sexta-feira 5 d fevereire as 10 I|2 horas
oin ponto.
Por intervencao dr agente Pinto ein sea escrip-
torio ra da Cruz n. 38.____________________
LEMO
De 3 caixa.s rom selius isiglezes
rom averia d'agi?a saldada.
Sabbado de maten as 11 horas em
ponto.
Samuel P. Jolmston & C. farao leilao por conta
e risco de quciii pertencer o por intervencao do
agente Pinto, do :t oaixas marca 3 (380) ns. 280,
30 com llSselins avariados e vindos de Livcr|ool
no navio ingle. Sappko,0 lediio ser elfectuado
no dia cima dito no armazein dos mesnios senho-
res a ra da Senzala Nova n. 42.
Vinho degestivo de
chassaing
n u
I'KI'SINA i'] MXSTAEX.
Remedio por excllenda para cura certa
das digestes diTiceis e completas, acalmar
asdotvs pastralgicas, o reparar as forras
produzmdo urna assirautac_o completa dos
alimentos; sendo mais nm excedente tnico.
HA
L
tte SOO ralxascom ehariitoslfa-
vaaa latas com miaii.clga hambnr-
Siieza de I libra cada lata.
189 latas com dita de 9 libras
Si-ounda-feira 8 do correntc.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de qnni pertencer de 309 caixas com excellentes
charutos mareas as :;iais acreditadas c 476 latas
eoni mantoipa hmburgueza milito propna pan
casas particulares, e serio vendidos esto; gneros
polo maior proco para liquidar em nm ou mais
otes no dia cima as H horas da inanliaa no ar-
mazcm do Annes defronte da alfandoga.
LEILAO
SETII IIJIIITES.
De um forno de padaria, un tclK-:r?, eaixoes,
batanea com pesos, um cylindro, maccira, ten-
dedeira, um relogio, balean de amacollo, arma-
cao, irn cofre de ferro e ni ais pertences da pa-
daria da ra do Sobo i.
Segunda-feir. 8 do c irrente.
O agente Martins farIcilio da padaria cima
em um lote e sem limite, garante-se o arrenda-
racnto por 't anuos.
As 11 horas do dia.

Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e litteralura nacional-no gymnasie
provincial do Hecife, tem aberto em sua
casa, na Helia n. 37,.nm
CURSO DEuxgca niANCK/.v
DE GEOGtUnnA HISTORIA
DE PIIILOSOPI1I\
DE RI1F.TORICA K POTICA.
Os estudantes que pretenderen) frequen-
lar qualquer destas disciplinas, podemdiri-
gir-se indicada residencia, de manlia al
as 10 lioras, c de larde a qualquer hora.
Para o Porto
Segu sem demora a barca portugueza A'oro
Silencia, por ter grande parle da sua carga promp-
la, para o resto c passageiros aos qiiaes offerece
excellcntcs commodos trata-se cm\ Oliveira Filhos
& C., largo do Corpo Santn. 19 oa com o capitao
na praQA do commcrcio.
Para o Porto
Segu com muita brevidade a barca porguozs
Harmonio, para a carga e passageiros trala-c
com os consignatarios T. de Aquino Fonseca c
C, ra do Vigario n. 19, 1" andar, ou come o c
pit i na praca.
Para Lisboa.
Segu com muita brevidadi n barca
Gralido, tem grande parte da sua ca
ta ; para o ipieainda llie falta e pass:
ta-se com Oliveira Filhos & <'... largo do
to n. 19,ou com o capitao na praca do
p rtigneza
r. i promp-
igeiros, tra-
Corpo San-
commercio
C0MPANHL\ PfiRMAMRUCANA
DK
.^avcgacio costeira por vapor.
Porto Tamandar.
O vapor Mamaiigiiape, com-
mandante Mello, seguir para os
portos cima no iba 10 do cr-
reme a tocia noile. Recebe car-
ga, enconimeiidas. passageiros e
dmhciro a lelo lo escriptorio do Forte do Mat-
12.
COMPANHIA l'LKNA.UiilCANA
OK
.%'avegaeo costeira por vapor-
Ma'.'.'i em direilura e Penedo.
O vapor ParaJtyba, commandan-
/ X \ le Mello, seguir para os portos aci-
'<____ na no dia 8 do correntc as B horas
di tardo. Recebe carga at o dia 6. cncom-
mendas,passageiros edinheiro afrete at as 3
horas da tarde do dia da sabida oo escripwriodo
Forte do Mattos n. 1.'.
Loanda
O brigue portnguez Benwinda, oapilao Silva, a
ehegar de Lisboa, saldr para Luanda poneos dias
depois de recolludo a oslo porto : pude receber
alguma carga, e trata-se com o seu consignatario
Joaquim Gerardo de Bastos, roa do Vigario o.
1G, Io andar ____
Para Lisboa
Vai sabir com muita presteza o brigue porto-
guez Comanle II por ter grande parte do seu
carregamento prompto : para o restante e passa-
geiros, trata-se com.Oliveira. Filhos & C, largo
do Corpo Santo n. 19, ou com o capno na praca
do coinmereio.
PHARMACIA E DROGARA
DI
Bartholomea tfc <'.
34RA LAUCA 1)( ROSARIO3i


Anna Mara da Cimba Oliveira e sei 3 libios ro-
gam as pessoas do sua amizade e as de son lina-
ilo i'sposo c pai Domingos Itibero da Cunha Oli-
veira u eaiiuoso obsequio de assistirem a una
missa e memento pelo airaivei-sario de sen falle-
eimeato na igreja matriz de s. Jos, as li b iras da
inanba do da 9 do eoiren'e, do que desdo j se
confessam etcrnaincnlc gratos.
Attencao
ioo IVrcira Pedroso de Lima eomprou a ta-
lioniadi Sr. Antonio Fernandos de Figueircdo
Paivaj sita ra de Santa Tueroza n. CO, Kvre o
ikaembaracada de ipialquer dehito un ooos :
quem se jlgar com oiroito a qualquer debito an-
nnncie ou compareca a mestna no praxo de 3
das a contar desta data. RcCife 4 de mareo de
1869.
Feitor
I'recisa-se de um feitor para tratar de um si-
tio, prefere-se com familia : a tratar a escadi-
nhada alfandcga n. 3._______________________
Precisa-sc poraluguel de um molcqnc do 10
a II anuos: na ra Direla n. 79, i" andar.
L'raa sonbora que Bver as babihtacdes para
cnsinar o portuguez, frajirez e msica, i m nm en-
genho distante da estacaO deOIinda duas legoas,
annoncie por este Diario, ou dirija-so a ra do
Caideireiro n. 18, que adiar com qnem tratar.
il
Na na do Commercio n. S, precisarse alugar
um criado.
inta
i
Procisa-se de una ama para casa de urna pes-
soa : na ra da Sonzala-velha n 128, > andar.
Precisa-se
de um caixeiro de l'i a 16 asnos, que tenha pra-
iica de negocio : no pateo do Calino n. i, onde se
dir quem precisa.
Conipanhia IVrnanibiicana
l'aga-sc do dia 29 i.o correte em diante, no es-
criptorio da eompanhia, o i" dividendo na ra_io
de 10 por cento.
mwmmmmry
- Os abaixo assignados dedarara ao respeita-
vel publico e ao corpo do commercio que desta da-
ta em tliante deixoo de er seu caixeiro Horacio
Antonio Mangabeira. Hecife i de mareo do 18G9.
Jos de Souza Soares \ C.
de
Os bilbetes da lotera, garantidos, da loja da ra*
da Cadeia n. 9 ; porto muito comniodo para os
moradores do Hecife
Cheia Vermelha.
Est venda este peridico na Rvraria popu
lar da ra do Imperador n. 67, e quera-lena
saldr o n. % avulso 8!) rs. Assigna-se na mes-
na livra'ra e na ra do Torres n. 10 a > pw tee*
metes.
Veneravcl ordem terecira
S. Francisco do Kcciife.
Tendo fallecido o nosso cbarssimo irnio que
oceupava o lugar de sacrisio desta veneravel or-
dem, sao por tanto convidados todos :qnellos de
nossos eharissimos irmaos, no caso de bem des-
injMOiharem o sobredito lugar, diri.'rem suas
pelitoes a mesa regedora do conlonaidade com o
art. 1'tG dos estatutos.
ri'laria ", de marco-de 1869.
0 secretario,
Joao da Cunha Soares Cuin.
LEILOES.
de urna casa torrea nova ao sabir da ra de S.
Goncalo para os CotMlins n. 2'i, edifleada cm
cb&os proprios, com oitiies nieieiros, travejada
para sobrado, com eiicanamento de gaz, sala es-
tucada e muitas outras accommodacoes para
grande familia.
Sexta-feira .'i de mareo.
HOJE.
O agente Pinto far leilao precedida a competen-
te anioi isaQo, da casa cima dita, a (pial se torna
rerommendada pela sua eonstrucco e capacida-
des materaes : o leilao ser effecluadu as 10 horas
Programma da festa
de N. Senhora da
Ba-Viagem.
No sabbado G do corrente finalisam-se as
novenas acompanhadas com toda orchestra
dirigida pelo Sr. Rodolpho Mamedc d"Al-
tneida, e tocar a msica do I9, batalliio
sob a direcro do Sr. Thcotonio J. de
Sonza, nesta occasio sulrao algunsbalos.
No domingo 7 ter lugar a festa da ex-
sclsa Senhora com toda a pompa e biillian-
tismo. As 11 horas entrar a fesla, ser
levada a intitulada missa da Formiga, bem
conhecida aonde se pode, apprecial-a, o
ensigne cantor o Sr. Jos Coeliio Barbosa
c outeo paitos cantores. Pregar no
evangelho o destnelo pregador da capella
imperial Frei Joaipiim do Espirito-Santo.
Depois da festa soltar-sc-lia um lindo balo,
e a tarde a mesma msica marcial estar
colocada no adro da igreja aonde se poder
otivir lindas pecas, e subiro alguns bales.
A noitc bavei ladainlia, orando n'esta oc-
casiao o padre mestre Antonio de Mello
Albnquerque, e dar lini a festividade com
um lindo logo artificial.
Pede-se aos moradores do mesmo po-
voado illuminarem as frentes de suas casas
para maior brilhantismo.
\p} Mudanqa
M -i- A. Moreira Dias transferio sou esta- ijg
^ belecimento de ferragens ra da Cruz ~~
{_ n. iO para a mesma ra n. 26. j58
anninia m m mmmmmW
Ama
Na roa estreita do Rosario n. 27, andar, pre-
ci-ase de una ama que lave, cozinhe e engomme,
para una s pessoa.
\ILL\S\i]IIS
DE
Antonio Xevcs de Castro.
Vermfugo clficaz, e preferivel a todos os
condecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicaco as creancas,
quasi sempre mais atacadas de to tcrrivel
e mudas vezes fatal soffrimento.
L'NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia c drogara.
di:
Bartboloiiieu C.
34 Ra Larga do K osar lo -34
PEvTEADOS TARA SENH0EA8
SALN DE COIFFURE
**
i.
4
t
ta
DE
ANDRE DELSUC
s um n; un. nitis
Ra do Crespe n. 7 primeiro andar
Andre Delsuc, cabellereiro de Paris, empregado de Mme.
viuva Leconte, tem "a honra de participar ao respeitavel publico
que contractou com Mr. Georges, que sc'retira desta provincia,
tomar corita do seu salo de coiffuro da ra do Crespo n. 7.
Nutre "a esperanca que seus amigos, conheeidos e os fre-
guezes a quem servia omquanto foi oincial de Mme. viuva Leconte o
favoreccrfio, acompanbando-o no seu novo estabelecimento, e tam-
ben) que a bella freguezia de Mr. Gerges continuar a frequentar
o seu salo, certos de que envidar todos os seus esforcos para
merecer a sua confianca.
Acbar-se-ba sempre no seu estabelecimento um grande
sortimento de cabellos- de todos os tamanhos para coques, seja
qual for o feitio, de trancas, repentiz, frisos, bandos, etc. etc. etc.
eiiifim tudo que diz respeito sua arte.
Continuar a praticar no seu salo o mesmo que pialo a vi
Mr. Georges : fazer a barba, cortar os cabellos, frisar c friccionar
com toda a promptido, asseio e delicadeza.
Aviso s senhoras
Tem a honra de participar s senhoras que o quizerein
honrar com suas freguezias, que poderao mandarlo chamar, certas
de que sero sempre ponteadas com gosto e (-tima moda.
9
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I
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B
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TEABALHOS EM CABELLOS

VERDADERO LE ROY
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>:. U Vi-M. rASTt 0l IJEL.
:. l:o, uc^jodl|>?;iel
i i'ak..inii CsitiK i
77 RUI DA IMPEUATRIZ 77
N'este novo estabelecimento h um completo sortimento de medicamentos, pro-
ductos ciimicos, e drogara, tudo de primeira qualidade, c se vendem por menos de-
que em oulra qualquer parte.
H tambera um sortimento de medicamentos homeopathtcos, tinturas e.gIobu
los inertes, por pregos commodos; bem como xaropesde jurubeba ferruginoso simples,
vinhos de jurubeba simples e ferruginoso, e o bem conhecido xarope de Paracary, es-
pecial desta pharmacia. Aviam-se receitas a qualquer hora do dia, c npite, com promp-
tido, cuidado, e pericia ; nao se negam a qualquer oceurrencia em casos urgentes. O
socio gerente encarregado do estabelecimento mora no mesmo, para o que esta
prompto a abrir a porta a qualquer bota que for preciso.
r C. Cntm <& 6.
INJEGCA0 VEGETAL
J
MATICO
deGRIMAULT e C* pharmaceuticos em.PARS
si'.i.Lu it'i. oait'.ao ------------*^-
~,t:o deuniWiJf
_
, r*rl
O successo d'esu injeefao, preparada com as folhas do Matico do Per, fi o rap.d, que
ella te ten. lomada popular em todo.oa palies do mundo, par. a cura^da ****** dJnha sfdo"
c5es de toda a naturezi. E' o nico producto ueste genero enjt entrada na Rnam tenha sido
authoriada pelo conselho medico de Sao Pelersburgo.
Deposito em Pernambuco, em casa de Umm O*.
RIJA
CABUG
esquina
da ra larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OURO
RlTA
EO
j_LOJ^L n_E_
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
A vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e podras fiaas por pre vados.
A loja est aborta at s 9 horas da noute.
CABUG
esquina
da ra larga do
Rosario. n|
o


Diari de Peroatiibuw Sexta feira 5 de Marc,o de 1869.
*
Rio de Janeiro.
Zeferino d'Almeita Pinto, advogado no
Rio de Janeiro c com escriptorio do agen-
cia na ra dos Pescadores n. 68, enearre-
ga-sede todos e quaesquer negocios jadi-
ases e administrativos, mediante honora-
rios e commissoes rasoaveis e moderadas.
As pessoas que de seus servicos se qui-
serem utilisar, poderao dirigir-so pessoal-
menle ou por "carta ao escriptorio cima ou
a casa de sua residencia, Cllete n. 172,
acompanhados ilc todos os documentos
precisos e com i ud carao da pessa com
quem se possa tratar.
Para mais informat.es dirigam-se a bo-
tica da ra larga do Rosario n. 10, nesta
cidade.
Attencao! attencao!
Guilhermino Itodrigues do Monte Lima faz sci-
ente no ollleiaes >Ie Iodos os eorpos, receber um completo sorameato de espadas, ban-
das, talins, talabartes c cliarlateiras, c n>ais per-
tences. Assiin como receben tunbem chfeos de
oleado para criados, do copa alta e baixa, com
eordaa do orno ou pnta, e vende mais barato 49
qac cm outra qualquer nano, na praca da lnde-
pendencia n. 17, junio a loja do Sr. Arantes._____
SEGUROS
MARTIMOS
Escriptorio
Gomes de Mallos Irinaos estao com o seu es-
riptorio aberto na ra do Vigario n. 2C>, 1' an-
dar : propoe-se a qualquer consigHacjLo, menos
de cscravos._____________________________
Joaquim Jos Gon-
palves Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, l. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minlio, em Braga, e sobre os seguin-
tes logares cm Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos do Val de Vez.
Vianna do Caslello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalico.
I.amego.
Lagos.
f'.nvilhaa.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Bcja.
Barcellos.
BARTHOLOMEU a C:
mm
COtfTItlFOGO.
A Companliia Indemnisadora, estalieleeind j
nesta pra^a, toma seguros martimos sobre
navios e seus eairegamentos e contra logo i j
em edificios, mercadorias e mobilias: aalj
ra do Vigario n. i, pavimento terreo. i
Trocam-se
as olas do banco do Brasil c das raixas Hiacs,
com descont inuito razoavel : na praca da Inde-
pendencia n. l
*. Fcrrelra Filela.
Photographo da casa imperial
premiado em diversas exposi-
eoes.
Na sua photograpliia a ra do Cabug n.
i8, entrada pelo paleo da matriz tira retra-
tos por todos os systemas photographicos.
Ein porcelana Em vidro
Em talco Em papel
CART ES DE VISITA A )-> ADIZIA.
Os retratos carte-de-visite sao collados'
era cartao de luxo brstal ou porcelana,
Jomados ou lilhographados, quadrilongos
ou vinhetas para oque existe urna varieda-
de de 12 modelos a escolta de quenf se re-
tratar. Para as outras especies de retratos
temos caixinlias, passe-par-touts, quadros
e molduras dearadas e pelas cagsoltas de
ouroc allinetes simples ecom pedras pre-
ciosas, havendo nos allineles urna mimosa
\ariedadc de feitios.
0 nosso eslabelecimento photograpbico
va semprc em dia com os melboramentos
g progressos que na America do Norte, na
Europa ou no Rio le Janeiro seconsegue
na arte pholograpliica, e para alcancarmos
tal fim nunca poupamos despezas ncm sa-
cilicios, de sorteque os nossos numerosos
IITIL1UADE
Aos500 pares de brincos.
Chegou e vende-se no Coraco
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
mitosinhas com urna franja penden-
te a um rico desenlio e euro de
lei, pelo pequeo preco de t00O
cada par. c baralissimo.
'"'! Iq'J'?'1 ij:
O advogado Pr. Antonio de Vas- g
concellos Mene/.es de Drummond |
transferio o seu escriptorio para a
i roa do Imperador n. 20,onde pode
i ser procurado todos os das uteis
das 11 boras da manha at as i da
tarde, para os misteres de sua pro-
| fisso.
ANTONIO EPAM1N0NDAS DE
IfELL tem o seu escriptorio de
advogado ra do Queimado n. 8,'
1. andar.
Para cozinh
Precisa-se de una pessoa que cozinlie boin : na
ra do Cresp i n. 2.'1.
PARA USO INTERNO
P II E I' A H A D O S SIMPLES
Nampe de jurubeba garrafa. 10000
Vinlio de juriH)eba garrafa. 1|600
Pitillas de juruk'ba vidro. ItfOOO
Tintura de jurubeba vidro. 040
Extracto bydracoolico de jurubeba. 1200
I'HEPARAnOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 2^000
Narope de jurubeba ferruginoso garrafa. 1600
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. 2iO0O
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 640|
' Emplastro do jurubeba libra. 2#500
PARA USO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta planta boje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excel-
lentedesobstrueiile,ocomo tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, as
hepatites propriair ente ditas, ouainda complicadas com anazarchas, as infla inmaces
subsequentes asfebres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmentc do tero o abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hodrope-
zias, erysipellas ; e associada as preparacSes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cUoroses, faltas de menstrnaco, leucorrbeias, desarranjos atnicos do
estomago, debilidaJe orgnica e pobreza de sangue, etc.
O que diremos aflirmam os mais distinctos mdicos dcsta cidade, entre os
quaes podemos citar os Ulitis. Sis. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarmerto, Seve,
Pereira do Caimo, Firmo Xavier, Sirva etc. Todos ellos reconhecem a cxcellenoia d'este
poderoso medicamento sobre os domis at" hoje conhecids para todos os casos citados,
tantojque todos os dias fazem d'ellc applicacaO.
A presentando aos mdicos o ao publico emgeral diversos preparado ida juru-
beba, livemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a iragarem-se, e que tinliam ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improlicuo um
medicamento, que podara produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estodado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conliecer aspro-
priedades medicamentosas desta planta cm suasraizes, folhas, fructas ou bagas, e a
i dose coiiveniente a appticafSo, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados
BD maior grao de peil'eieo possivel, para o que nao poupamos esforfos, uo nosim-
porlando o psoce lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles oll'erecem a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e infalli-
velcura de qualquer dos soffrimentos.que deixamos innumerados, se forem em tempe
applicados, tendo alm d'sso, medico en doente a vantagem de escolher as nossas va-
riadas preparaces, aquella que melbor llie podeconvir, ja pela fcil applicaco, ejpela
complicaeSo das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacqes ferruginosas sao feitas deforma que se tornam comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos oscompostos de ftiro que
como taes estao boje recoobecfdos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiram conhecer asproprielades da
jurubeba. e saberem a applieaeo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um follieto, onde tratamos mais extensamente dcsta planta o dos
mesmos preparados.
Deposito Botica e drogara
34Ra larga do Rosario34.
lU
Pelo presente scientifica-se a queni iu-
teressar possa, que na villa de Flores, pro-
vincia de Pernambuco, fallecer em dias do
mez de Janeiro do corrente armo o Portu-
guez Joaquim Goncalves Meireles, capitlio
das antigs melicias, alli morador lia 20 an-
uos, onde -passou seguodas nupcias: E
como o fallecido eclavassc no seu tes-
tamento, que do seu primeiro consorcio.
freguezes podem ter a certeza deque sem- C(,.|e!ado na provincia da Babia, no termo
pro encontrarlo em nosso cstaboleeimonlo dt Santarem, comarca de Tapero com .
ludo quanto a arle e a moda olTerocer de, Ouiteria .Maria do Espirito Santo, (ivera urna
bom no novo e velo mundo aos amantes (j||,a de nuino joa(Juina o Espirito Santo
DOENCAS DO PEITO
XAROPE D'HYPOPHOSPHITO
CAL
da pliotograpbia.
- Jos da Costa Cazeiro e Kotnao Jos da Sil-
va Marques, (:w\i\ sciente ao respeitavd publico
e com especialidade ao eommercio que na pre-
sente data dissolveiar.i anii};ivelniente a soeiedade
juctinhain nos flwua e-ialiel'-ciinentos de taberna
Mtos ra da Senzala Vellia u. 80 c ra da Se-
ala Nova n. U9, sob a firma social de Co-ta &
Silva, fleando o socio Cosa d'ora em diante na
posse exclusiva dos mesmos estabeleeimeutos pa-
ra geri-los como seus proprios, com todo activo
e ppssico existente e demonstrado no balaneo a
que prorederam para dissolucan de dita soeieda-
de, fieando o ex-socio Costa obriradoa liquidagao
do aevo e passivo da extincta firma social como
nico responsavel e retiraudo-so o ex-socio Sil-
va pago e satKeito de seu capital e lucios e deso-
nerado de qualquer responsaliilidade. lecife 24
de fevereiro de 1869.
J>

wiiao Jos da Silva Marques.
DA FOlTIiiU
Aos 4:000S
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n. 3 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido nos sem
niuito feJiaes bilhetes garantidos um m.*io n. 29o'i
eom a Rorte de 4:000,3, i quartos n. 100 coin a
sorte de 700 3 quarlos n. 4616 com a sorte do
021 e .miras muitas sortes de I00, 40j e
10$ da lotera que so acabou do extrahir em
beneficio da igreja de Nossa Senhorada Boa-via-
ge0l4w Adiados(%).convida aos possoidoresa
vireui neeber seus respectivos premios sem os
descontos das leis na casa da Fortuna na do
(rapo n. 23.
Arliani-se a venda os da 41 parte da 61 o 1*
da 7d lotera a beneficio da igreja de Nossa Se-
ohora do Guadelupe da Cidade do Olinda (97.*)
que se extrair sbbado 6 do corrente me&
Preces.
Bilhete. \ i 000
Meto.....25000
Quarto.....13000
Em poreati de UX) para cima.
Bilhete.....3JS00
Meio......i 57.f>0
Qoarto. .... 87S
ilanoei Martina Fiuza.
.Meireles, que casou-secom Felippe de tal
uomesmo lugar Santarcni. avisa a supra-
dila D. Joaquina ou seus descendentes,
do fallecimento do referido capito Meireles,
alim de i|ue, por si, ou por procurador,
competentemente habilitado, possa adquirir
a lieranga que llies pertenec'. Quemsejul-
gar interessado poder-se-ha dirigir por iu-
termedio do Sr. Manoel Ribeiro de Carva-
Iho, negociante estabelecido na cidade do
Reciferuado Queimadon. 18, ouao Rvmd,
padre Pedro Manoel da Silva Burgos, viga-
rio collado da freguezia dePajade Flores,
como primeiro testamntelo instituido pelo
testador.
A efflcaeia d'eslipreparacXo est estabelecida desde 4 S57, pelos rnais celebres mdicos. D< sde
cnio muitas imilaces tem sido feitas, mas nenhuma poude sustentar a comparaco con o
producto apreseniado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga serepre
este xarope com una beMa cor de rosa, nunca branca, e eom a nossa assignaiura i roda do
frasee.
Sob a sua influencia, a losse acalma-&e,ossaorcs nocturnos cessSo e o doente volve rpida-
mente sade. 0 seu emprego d umbem os mais brilhantes resulttdos nos defluxos, catar-
rhos, bronchitcs, irritacoes do pcito. etc.
Deposito cm Ptrnambuco, em casa de Maarer a O*.
W^^M^^m^^^^3^^S0i^^^^^4^^^^^^
Do xarope Vegetal Anerleano. especialidade de Barfilaolemen 34RA LARGADO ROSARIO3i
Nao costumaxnos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei-
xamos que sua applicaco e os resultados obtidos pelas pessoas que se di guara m acceita
los, llies deem crdito evoga; porque sao sempre os attestados considerados gratuito,
e delles que lancamo o charlatanismo; mas, nao querendo ^ffender as petsoea que
espontneamente nos offereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar,
manifestando-Ibes nossa gratidSopela atteng5o, esperando que venham elles corroboraj
o conceito, e acceitaco que tem merecido nosso xarope.
Bartholomen & C.
ATTESTAUOS
lllms. Srs. Barlholbmeu & C. com a mais subida satisfaca que decan
ser o xarope Americano de urna eDcacia extraordinaria, pois que soflrendo lia dias de
intensa tosse, ponto de n\ poder dormir a noite a dspeito mesnio de medicamento
que tomava, a elle recorr e naterceira colher fui alliviado, ede todo me a. lo lioje res-
tabelecido cora o uso somonte de quasimeio frasco: grato, pois,' esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obligado.Ma-
noel Antonio Vicgas Jnior.
Sua casa 20 de abril de i 808.
Illms. Srs. Barllioloincu & C.Penhoradissimo com o favor que me fizera
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composieao, (piando me acha-
va bastante doente de urna constipago, que me tornou completamente relee e que
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cmnprir os mcus deveres de cante* da
empieza lyrica, vou agradecer-ibes meu completo restabelccimento, que oblive ctni um
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitostratamintos. Deeejarei
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de r5o terrivd
incommodo, tio fatal neste paiz. Com maior considerar,ao contino a ser de Vv. Ss.
atiento, vewador e obligado.Luiz Cremona.
Recife, 23 de setembro de 1808.
Illms. Srs. Bartholomeu & CO xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teera
exposto a venda de toda eflicacia para o curativo d'asthma, conforme ebeervei appli-
cando-o a meu filbo Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagcllo. que at
entao por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes di, grande
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a expressao altamente sincera de meu reeo-
nhecimento ao meritorio srvico que llie prestaram com o indicado xarope, acreditan-
do-me para sempre deVv. Ss. criado,attentocobligado.Americo Netto de Mendonga.
Recife, 2 deoutubro de 1808.
DE
DE
.1. VII1NES
N. 5rRA DO IMPERADORN. 55.
Os pianos dcsta antiga fabrica sao hoje assz conhecidos para seja necesrn/it
insistir sobre sua superierdade, vantagens e garantas que offerecem aos cempradi n i
qualidades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente conquistado sobre todos
os que tem apparecido nesta praca; possuindo um teclado o machinismo que obedecen
todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por seren fabricado'
de proposito o ter-sc feito ltimamente melboramentos importantissimos para o clima
deste paiz; quanto s votes sao melodiosas e flautadas c por isso inuito agradaveis ao
ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blon-
del, de Pars, socio correspondente de J.' Vignes, em cuja capital foram sempre premia-
dos em todas as exposicoes.
No mesmo estabelccimento se achara sempre um explendido e variado sorti-
mento de msicas dos memores autores da Europa, assim como harmnicos e piados
harmnicos, sendo ludo vendido por precos commodose razoaves.
Antiinio Francisco OS Santos leudo ci-ssado
com o estabeleciinento que tinlia na praca da
Boa-vista casa n. 11, de deposito de assucar, caf
e eh e mercadorias diversas pelo haver vendido
a Jcio Francisco Orpbao, declara pelo progenie
nada dever do mesmo at il dfl levcreiro do auno
corrente e menos por qaalqoer motivo, e quem se
julgar credor queia dirigir-so a ra da Matriz da
niesma freguezia casa n. 42, onde sua residen-
cia, para ser satisfeito. assim como os que ti verem
comas por ai vidas queiram l'azer o favor de o em-
bolsar.
Candido Vieira Chaves c Luctna Hermina Cha-
ves, fllho e ora do Ccrvasie Vjeira Chaves, Cal-,
lecido n oMaranbo a 9 do mez prximo lindos
pedem. magoados da mais pungente dr a todo
os parentes e amigos seus o caridoso obseqaio de
assislirein a missa que pelo deseanco eterno' de
seu pai e sogro uiandatn celebiar a igreja ma-
triz da Boa-Vista as 7 horas da manhaa do dia 6
do corrente.
BARATI8SIM0
Calcado nacional, na fabrica de Jos Vicente
Godinbo A C. ra do Jardiin n. 19, avisam aos
*cus fregaeseadesta capitale.do interior,quecon-
iiiu.im a fabricar calcado em alta escala, e offe-
recem as melbores coiulicoes, tanto em preflo como
?m qualidade. Os proprietarios deste ostabeleei-
mento ehamam a attencao dos senhores consumi-
dores do interior, que os ifute honrar com
sua freguezia, especificando em seus pedidos a
qualidade e numeracao,oltereceudo-se para os en-
tregar bem acondicionados em casa do seus cor-
respondentes nesta praca. ^__________
Frederico Maia
Cirurgio dentista pela escola
le medicina
do Rio de f aueiro.
Tema honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital asaos siburbios, que tem altertoo
seu gallineto de consultas c operacoes dentarias a
ra Direila n. 12, primeiro andar, onde pode sor
procurado todos os dias das 8 horas da manb'-a as
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeicao collocar lentes artiflciaes
por qualquer dos systemas, e bem assim desempe-
nhar qualquer outro trabalho concernente sua
profissao. O mesmo, reconhecendo que nem sem-
pre possivel s senhoraa ou criancas sahirem a
proef.aro remedio, offiTece-se a remover qual-
quer obstculo, declaranlo que na cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem que issoinflua cousa
i alguma na commodidade dos presos de seus trab-
Ihos, e quando para (ora delta assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, gai antindo elle a
segurancae perfeicao de seus ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
lentcns dentifricio, el xir e outros medicamen-
tos odontalgicos : ra Direita n. 2, primeiro
andar.
Precisa-se d'uma criada de bons costumes
para casa de familia, que nao esteja acostumada a
ra, preferindo-se escreva, quo cosinhe e engom-
me com perfeicao, a tratir na loja da ra nova
n. 47.
Hospital Porluguez de Beneii-
eeueia.
Tendo a junta administrativa do Hospital Porja-
gnez de Beneficencia de mandar celebrar urna
missa pelo eterno icpouso do socio benemrito
Manoel Custodio Peoto Soares, convida e roga
aos senhores socios, parentes e amigos do finado,
para que se dignem assistir a referida missa no
dia 5 do corrente, as 7 1/2 horas da mankaa, na
apella do mesmo hospital.*
Recife i de ma/eo de 1869.
O 1" secretarlo,
F. da Costa Soares.
s#No downgo28 do corrente as 7
norte, na Boa-Vista, furlarain ou desemcami-
nhou-s.! da cabeca de um cabrmha um.t bandegi-
nlia eom diwrsas pecas de roupa de hniem e
stBliora : quera aehmi ooder noticia far o favor
do si dirigir a ra Nova n. 18. i* andar, ou na
loja do mesmo sobrado que ser bem recompen-
SM0,
Alberto.
por
000
cenas de um romance
i o So Candido.
Uin volume era 8-, francez____
Do mesmo autor
MA REUN AO NA PRAtlA PUBLIC V
SUENA DRAMMATICA,
Um volume em 8-, francez... aO0
Assignam-sc na livfaria franceza ru
do Crespo e na encardo na cao Parisiena
ra do Imperador.
Precisa-se de um caixeno que tenia baslan-
te pratica da padaria ou mesmo de venda : a
liessoa que estrer nestes casos, pode vii tirata- no
pateo do Terco Ti. 63.
Pede-sc ao Sr. tenerle-coronel Luiz
da Francisco de Barros Reg, que d aolucao
ao negocioque tem com o abaixo assignado,
relativo a sua letra e uypotheca que se
aeha vencida, visto que nao tem-se dignado
responder as cartas que llie tem sido diri-
gidas, pedindo-lhe o comprimento de seu
dever.
Recife 3 de marco de 800.
fr. .fallo Francisco Xavier Paes farreto.
CASA
GRANDE HOTEL
SE ORIENTE.
Inauguroti-se este commodo e elegante
cstabelecimento d'.onde os seus fr;quenta-
dores podero apreciar a especialidade na
confeceo dos gneros alimenticios.
As bebidas sao aS mais primorosas e re-
eommcndadas.
A decencia e bom servico primara n'esta
casa no bello gosto oriental.
Mandam-se domicilio comodonas, tanto
avulso, como por assignatura mensa!. Os
precos sao mdicos e convencionaes.
Ha urna espaciosa e bonita sala para o
elegante jogo de buhar.
Ha tambem aposentos commmodos e I ni
mobilhados para uospedagem.
Ra larga do Rosario
n. 44.
Na ra Augusta n. 94 vestem-se anjos para
procissoes por commodo preco,e ultima moda.
RIJA LARCA DO ROSARIO 137
Este acreditado estabelccimento augmenta
de dia cm dia quanto possivel para ebe-
gar ao cume do bem viver.
Alm dos saborosos nianjares confeccio-
nados com o melhor asscio, tem bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para una so
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indutonaavel elemento para a
CIIARITERIA E PETIT BESTAllAXT
Annexos ao Hotel Central, na estreita do
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a variedade infin-ia
de charutos de Havana, Baha, lto, etc. que
existem neste novo cstabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que ge-
ratamente se fazem, reduzindo-nos apenas .>
tres letras que sao tres bbb bom, nonl
vida e hygiene, tem-la sempre em abun-,barato. A' vista do genero annunciado \><>-
dancia para facilitar excel lentes han los. de-se julgar de nossa veracidade. Estacas*
Ha tambem urna boa bbliotheca e perio- gosa tambem das condices de um elegante
dicos nagonaes e estrangeiros, piano para e petit restauraiit onde se p^dc ver a i s-
recreio, buhares, etc. etc. (iccialidade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qualquer recommendac5o para lanches e at fazer urna boa eaKaO
para to acreditado estabclceiniento, omit- juntamonle com os principaes vinhos i>
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresabido entre o bom a pura
lim, que o bom servico, ordem c moralida- e fervente champagne, o mu i saboroso Rl:.-
de imperam n'esta casa, como observancia no, a primorosa ceneja, o licor espirituosa,
fiel do regulamento que possue. o quanto pede urna mesa. Faz-se nom*
Coniedorias a la carte. sorvete e variedade de refrescos.
I'E
Empresta-sc dinheiro
sobre joias de ooro, pra-
la, brilhantes e pedras
preciosas: na itmm
das faiizos n. % jnnlo
a esla lypograpliia. i:
andar.
Precisa-se de urna ama
Aurora n. 20.
?K.
Pracisa-se de urna ama para casa de pouea fa-
milia j a ti atar na ra da Palma n. l.'i
Preeisa-se de nm eitor para o sitio da Sa-
pucaia em Beberibe, a tratar ali ou na^alfandega
4io Sr. Caldas Rarreto.
O curador fiscal da fatfencia de Joao
Ferreira Salgado Guimares roga a todas
as pessoas que sejulgarsmcredoras, delhe
apresentarem seus ttulos no praso de 8
dias, afim de poder trafar da classificacjio
dos crditos na forma da lei; devendo a
apreseulacao ter 4ugar a tu proeucador
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao S. Francisco.
Fcsta da lloa-Viagein.
Domingo'7 do corrente alm dos trens ordina-
rios haver os seguales espeeiaes :
IDA. MANHA.
H. M.
Cinco Ponas (pailida 9
Afufados 9.. 8
Boa-Vianeni (chexada) 9..2
VOLTA. NOITE.
. M.
Boa-Viagem (partida) 9
Alegados 9.. 14
Cinco Ponas (ehegada> 9..20
Vespera da fesla.
Sabbado noite baver um trem especial que
partir da Boa-Viagem as 10 horas para. Cinco
Ponis.
Villa do Cabo, n de marco de 18C9.
G. O. Mann,
Superintendente.
TITiAMA FRANCEZA
55-RUA DA IKIPERATRIZ-55
O proprietario d'este importante estabelccimento tem a honra de partici] -r
ao respeitavel publico que tendo fgido dcsla praca a pessoa que se achava na sua {. -
reacia, elle contratou para sua casa um perito official que foi por milito tempo o p: -
ineiro olficial da importante casa Sulingre do Rio de Janeiro ; por isso espera o annu:.-
ciante que todos (carao satisfeitos dos seus trabalhos, visto, alm d'isso, possuir no s
eslabelecimento as machinas mais aperfeicoadas para tiogir e lustrar de que se faz f*
na Europa, e achar-se tambem prvido de grande quantidade do drogas escolhid;-
sempre de primeira qualidade e fornecidas pelas casas espeeiaes de Paris.
Tinge-sc, lava-se e lmpa-se com a maior perfeicao fazeudas om pecas ou
[era obras de quaiquer qualidade que sejam, taes como l, algodao, seda, touqaini.
pennas, chapeos de feltro e de .Manilha ou palhinha de todas as coros, etc. etc., e
tambem tira-sc nodoas o limpa-se a secco sem molhar os tecdos.
Os senhores negociantes, logistas e particulares experimentem qne tod"*
acharo proveito e vantagens.
Tinturo preta tercas e sextas-feiras.
ti. M. 11. M.
10. .30 i
10. .38 12..8
l. .Si 12..ii
11. * H. M.
11 1
il. .14 1.14
11. .20 1..20
ATTENCAO

CUEA DOS CALLOS.
EEL\
iadue?Japoan.
Deposito especial
% Pharaiaeia de fttholonteo C.
^*------Rna larga -rio Rosario------34.
Por alma da fcxm. Sr." U. Lucrecia da ierra
Nunes Goncalves, fallecida no Rio de Janeiro, re-
za-se no dia 8 do corrente urna missa no conven-
to de S. Francisco pelas 8 horas da-Aanbaa. e ira
cujo fim se convida aos parentes e aos am.gos da
alieeida. Recife. 4 de mareo de 1869.
O abaixo assignado declara ijue 6 o procura-
dor nesta cidade do padre Joao Cyrilo de Lima,
para reeeber o* aiuguej de sua. m>* e liatar de
todos os seos negocio?. Beclfe--'de mrco de
1869.
E m\\ os atraales.
No centro de Mando Elewnte ma N na n.
46, precisa-se de offlciaes de aUajate,aos quaes so
offareee melliores vjiBtageus do que em outra
qualquer parle.
MaxiHno da ^il|a Gusalo.
Joaquim de Albuquerque e limo, ra do Precisa-se alagar iT
Imperador n. i2 prneiro andar.
O abaixo assignado declara ao
com especiaJidale ao eommercio,
de S Pereira.deiaou Ojcuw q
desde o dia 17 de fevereiro de
putli
Benjamn
sua casa
a-se^Sna aota-da
, _.. ewravo moco oa \e* I precisar dirija-se s Ciaeo Ponas
J no ao: largo do arsenal is nurinna n. 8. i indicar quem aluga.
selbe
AO "
AllAZMMI PERMIIBICAIO
86Eua das Cinco Ponas86
Thomaz Jos deOliveira A- C. avisa aos seos fregnetes que fonm, tanto desta pra-
ca como do centro da provincia, que regresse^u de sua viagem Europa no fim de dt-
zembro prximo passado, ese acha estabelecido comumarmazembemsortido de mar-
ceara (vulgo molhados) de bons gneros, e por pregos commodos e garantindo qualida-
de, pezo e medida, nos gneros comprados no eu armazem ; portanto pede tarifa
que nao deixem de lhc dar a preferencia.
"Tranca-brasil
MR. MERCIER, alfaiate francez, previne ao respeitavel puMico e a seos numerosos fregne-
zea que, t nde transferido sua residencia para a rna do Trapiclie n. 7, primeiro andar, ahi enconara*
sempre u das anualidades de fazendas para trajos de homem, e prepara costumes para montana nV
senhora. Faz tunbem obras para militares e para criados, para as quaes tem grande sortiment *
botoes simples, roa virola e corea de conde, brancos e amarellos. Recebe or iod< s os vauows o
ltimos figuriio para bomem, senliora meninos.
KtttrrTtttTttjj
rttttti
1ITII1
prussli
f CIGARROS INDIANO?
DOCANNABIS INDICA
JSBWMTfC'P' PARS JJ
iDPPicifla
leueoiolf
Tados os meios at hoje preconijados contra a aslbma nSo tem sido mais do se palliatiTOsJ
debaixo de todas as formas, tendo por base a kelbdou, o estramonio on opio. Recentes expe-1
rieocias feUs em Allemanha, repelidas em Franca e na Inglaterra, tem proTtde que o cnamo
indio de Bengala possue as mais ootaveis propriedades para eombaler esss temivel afeccio,
assim como a tosse nervosa, a insorania, a tysiea larynrea, a roaqnidie, extinecio da vaaj
e as nevralgias faciaes. E' pois com o apoio da scienejaqueoftare.....una ules tipa, pup
dos com o extracto de cnamo da* Indias, que nos importamos de Bombaim.
____ Deposito em Pemmmbuca, em casa de w O*.
VUAlU+llllllllllU+mU 11111111111111 i
u
*






*
Diario a
Grande iquidiicao de miudezas !
Alfonso Moreira Temporal, qaemad.0 liquidar as miudezas existentes em sua
toja a ra do Qucimado n. io, resoiveu annuuciar as mesmas miudezas para que o pu-
blico se certifique do diminuto pwo porque as est fondeado, a saber:
Massos cini granaos 23 a .
Peras de tranca I sa e caracola
Sabimetes de todos os presos a'
80 m OOo..... 2i0
Abotoaduras para colletes a 320
ISittes 4a lou$a para camisas, a 100
Ganaas d'ag.ia Florida (verda-
deira) a....... y000
Frascos com agua de Colonia a
320 e........ 400
'arcara de tinta rosa a. 800
Caixas 60oi 100 eavetappes a. -'(ht
Mantas de seda para homem a 800
Fila de sarja para enfeite de
vestidos por......_ 000
Frascos cora oleo para cabello
a 400 e....... 600
haa para bordar, libra. 6(?00
Kscovas linas pira chapeo a 320
Ditas para cabello a 320 e 500
Ditas muilo finas para Estos
por preeo nunca visto 400
sarje........ 000
le bahadose entre buhos
a 00 806 e..... 1*000
bravatas de seda do cor a 320
Ditas protaa a oo e 500
Bico e tenia das ilhas a todo
proco. S a vista faz fe .
Pecas do lita .le coz com 10 va-
ras a
20 Latas com graxa, duzia a
40 Coques muito bons com rede so
a rede val......
Meias para borneas boa fazenda
a :im;oo e......
Linha de marca,caixa com 16
novellos ,......
Latas com banlia (famlliia), duzia
Frascos com baubaa 320 400 e
Botos para nimbo fazenda boa
a 80 e....., .
Volta de Aljofre cousa boa a
Fitas para debrnm de vestido a
Caixa com agulba franceza a
Botoes de ac,o para colete dnzia a
CartSo com alfinetes a .
Caixa com perfumaras muito
fina. S a caixa val 10^000
l-'jOOO.......
Copo com opiata muito fino a
400 o.......
Meias muito finas para scnbora
duzia........
Cartas francezas a 200 o .
Ditas portoguezM a 120 e .
Caixa do
480
1-^500
4)000
210
2200
500
Fundicao da Aurora.
Nesic vasto cslabeleeiiaentl sempre scoocowra
iiiti coiii|ili;to sortii:i(;iito de taitas de ferio batido
c fundido, faln i vntemenle, e se labrieam
tle qualquer mold a voutade dos comprada
reces rapoaVpis.
VLHI U
Rosta venda mu escolhido^orliniento de ob-
jeetos de marrineri:. rumo sejam, mobilias de ja-
caranda, mogaoeamarella, obra nacional e ostra-
eir, de apurado gn>tO e purprec.i* razoaveis :
ua ra estrato do Rosarlo a. 31 Jesti mesma
casa fazem-sc cun p 'rffeteao todos OS trabalN
' palhinli;\ romo sejam, empalhamenlos de lustros
i para camas, e adoiras.'c swphs._______________
a.-seio e
500
Lava-se e engnmma-se com
I promptidio, mandando-se buscar e levara
iQO'roupa por um potador fiel i casa des pre-
l,;0 tendentes: tetar na ra Augusta n. 111
:00
160
0 AMA
Precisa-se de una ama que d boas informa-
120! roes a respeitu da s ia prubidade, para temar eon-
I O> la da casa de um cstrangeiro solleiro quo mor
ji'uin sitio, lateado i odn o servic da casa : trata- i,,,!,,,.:,!-. '',-*' ~ ,.,,.,,, ,,t..;,i,,
- |se na ra Nova 11). 1- andar. DOlOCHlO, C ate mesmo bastante lltltlldo,
isiiiiii i tsica
l.M KSCHHIMKNTO ESPANTOSO!
Ixarope ile fdegoso, de Pttroaml
parado pelo pliaiuia eulico J. de A. Piu-
lo, cura radicalmente a ti sica e astbma, e
todas as molestias dos polm
Podem ver-se os attesiados de curas no
nico deposito das preparacoes de fedegoso
Para a qnarrsma
Xa ra estrea do Rosario n. 95, solirad
mu andar, fazein-so flores de todas as qnalidades
para urnainento de igreja, altar, andares o scpul-
chro,iiu'Insivearcos, palmase rosas, e Indo quan-
lo i, r miteerneate aos -ros actos assim como
iran-separa fon coma maiorprestezaqual-
quer eiicommenda ae le panero ; cairo sim tam-
ben] so fazejii flores mimosa* pronas paracafei-
lar vestidos, -aides e capacete de aojos, B mais
deste autor, ra do Kosario Larga n. 10.: barato que em mura qualquer parte. Na mesma
junto ao quartel de oolicia. ."'' r":'"""'''"" ja fwna e ptomptos
,,......-.,.. .-,.,. unte: neos ramos de seda ei
proprios para do
la seguinto : ricos ramos de seda enfeitadm
lUm. Sr. Joar/uun d Almeuki Putto.T a cauulttloemn flores do/wa proprios parado-
raga, 2-i ile Janeiro de 1868.Meu ami- i mingo de Ramos, vedasenfeitdas rieamente. borv
go, aqui chegnei com algumas melkwas; Jadasaoro,prpriM|Murabapildo8,eapeHad depois de ter tomado tres garrafas d) s.;u ,h,y; lara moninatoMVas Alcm disto se m-
,,' .,,,,1., ,/ 71. 'nmibem do preparo do bandejas de bolos linos
preparadoxarope -le fedeyoso-, isto enfeitdas de eohformkkdo aofim aquosedesti-
pelo mar, porque logo que ebeguei ciu Lis-
boa, principiei com mais f-a tomar o dito
xarope, por coubecer pelo mar que elle me
l'a/ia grande beneficio, pois vista da gran-
de qttanlid.ide de sangue que cu Lotava pela
boea, vi que me ia desaparecendo com ri-
|'id'/_ depoi que continuei a tonar o dito
xarope, c 13o milagroso foi para a minha
molestia que boje ino acho de todo rosta-
i.'-sooo
500
Prccisa-se de urna umlhor de idade para la-
ter coi|ianbia a unin senb ira : a Iratar na ra
da Palma n. 1.
5>000
240
200
novellos
linliadogazbranca 50
Frasco com tinta a 100 e .
Franja de laa parasapato (peca)
Papel de peso mnito bom .
Sapato de tranca eoutros-muitos artigos, que enfadonlio seria mencionar.
RA DO QUE1M.VD0 N. 55
Xa ra da Praia n... esiar de 5 a II oeste
mez, das fi da nianba as (1 da larde, c de noilc no
[segundo andar da casa n. 18 da ra do lUngel,
em exposicao, um Celebre c grande animal, rindo
600 dos campos de 8. !mi Congo par 8. Flix da
,nn Mella, o qnal sendo -orno < nina cousa espantosa,
i: digno de se ir adn irar : o pial sodop a de yis-
I:)t.KK) i,,, lendo-SC i'.vitT ge be pode crmheccr os ins-
i;>000 tinelos. K admiravel ver osse roonstro rodeado
rom os Beus. ararieiando-os e betjando-os, e trai-
i-ao pando yai para o pasto, na suppotrn quo
llie nao ebega, one cometa aos couces e as denta-
das at fler sosinho, para entao saciar a sua ga-
na. Qucm nao poder ir admirar aquella celebri-
dade, por Iba flear lonja, va ao caes 22 do Noten-
bro n... que i existe laiubem em exposiclo mu
lies filbos mais predi ecti-s, qoe muito se parece
na, raer soja para pasamentos, rqne para bailes
a/.'in tambern vestidos para aquarcema ou ootre
rraalqner qne se preci-ar com a maior promptidSo
e nsio.
Ao publico.
A irmandade do Sr. Bom leras das Dores
da igreja de S. (loncalo, no bairro da Boa-
Vista, vem pelo presente convidar todos
os devotos, a Mgjstir a liencaft BokNnne
da milagrosa imagen do Sr. Bom Jezus
por fesopode Vm. fazer sciente ao puWiiio,
o milagro que o seu preparado obrou na doa Pobres Afliictos que se ten do oelebrar,
minha enfermidade. Sem torr.no para mais. :|,) domingo < do comente pelas 8 horas da
sou de VmcAmigo attento, venerador maiihaa, e para que se torne mais brdhante
muilo obrigado.Manoel Jte Goncaltes '"l" '*''" pPera ;1 mesma Irmandade a
Pe reir. proteceao dos devotos.
Oonsistorio da irmandade emS de marco
de 1860.
O esciivao
llaphael Antonio da Hoza Lima.
A *>$ $MAt>6
* com o pal, e qne pela sua contnmasia mereceu do
pni o neme il<- Mrtt Santo oW*PT*'''" MlCtfr,
DO cnlaa procurar pelos lupanares um outro fibo
que anda |)or al racueiniuh, uno por ser multo
pequeo, e sendo tambern um dos fimos maisque-
rid s merecen dn pai o neme de GOMO DE AMOR.
l'ai a eouunodidade d s visitadles estar em expo-
sicao a ninbada tolla reunida, na ra Nova n----
no da 7 das 0 s 11 lloras da noite. Quem-qni/er
admirar esse eetqbre jrupo, deve ir ver ct^i toda
a brevrdade, pois nao ha lempo a perder, que lem
de -gnir muito breve para a exposicao universal
que teru de b.iver ik Japao, onde sem duvida tul-
pa scjaiB muilo apreciados.
M. R. V.
A iguia bi i feito tac eonl.....'u\ e
credilada, :.'' pelasnoriiades, variedades,su-
oridadeeal mdaneia sensoriimenio, romo
imm idi lade de seos pracae, e met
nunca olvidado agradoe.s-l'.ice-
ridade.
-
Esis \ acontes! res -ao" ;em avida
apreciadas peto bello sexo em particular, e pelo
caopeilavel patoo i in HRNtt, e a tanto tem rltegado
qoeestioquasi passando como annexim ou pro-
vei"bii), qiiaaflo* se v ajo objecto de elegancia,
(gosto. aovidade, etc.. eic, diz se logoaqnelle ob-
Jecto sem divida loi eompwtdo ua toja d'agnia
branca.
Quan 1 -i iv) .'lab, nos bailes, ou no salo do
Santa IsabeJ, urna exccllenssiina se aprsenla
garbosamente (rajando, trazendo o moderno cinto
de nial larga tita, lisa, elismalotada, ou eseosseza,
s suas admiradoras dizem comsigo aquella lita
foi comprada aa IdjOjmwIj branca.
Quando ostra exccJtentissima, aio aueoa gar-
osa, mostra o rigor de sea bomgosto na aoertada
eseolha dos anftHes de ata novidade que bella-
uente ornairi "U vestido, ainda mesmo -- rinef
;a s\ h?| i-lita confessam queaqueHs eofeites
fi/ram da loja d'agnia branca.
Quando n'outra OMtMlaiuima, aperar da sin-
geiea de na porte agradarel, se vem as bonita?
luvas de peWea daqaeca as asasMlM ami-
gas louv.i-ihe i goslo e eonfessam qiwaquellas
uvas (braai i toja dTagaii branca.
Quando mesmo duss eceBantiseiaus, antigs
amigas deeeHegio, se eMwatrara naqoeRes loga-
res, depois (os ciimpriniistos de recprocos beijos.
mbaas |jor torea do sua elevada delicadeza, gabam
Jl.lliJL
Ossockis i rentM da soriodadeRUQUE;-TKl*-
QS, I.VIi.M'IU. I.ADKAD & Costebekcida
ra Nova n.....laiem scienU) a lodos os a-soda-
dos, que nao haveaJo produzido nada o appello
para os rredores, |or julgarem a gerencia da so-
riedade muila corrupt.i. devassa e imuioral. ipie
adinitiiram para a sereneia mais dons socios, os
1 quaus su os .-e:ib um.u: ti mus 4ue njfadcs
garantes dos rnl ; eque coqfiam que o ni
eese aoepescimo essa lao respeitabiliaimii luuua
desmenliili .vfiea'a'e. ha de poder continuar nos
isous altos i'eiios: |ssando d hoje-por diante e
tiortrs a liriiwsocial aserRI'QrES-TIll'(tl'ES,
l'AMlli.HA. C.mFA.EM), UARAP10, I.AORO
& C; cujo mime-for r soleve -por foroa me-
Irecer ellmutada comlanea. Aswhicuhio uuubeiu
resolveram adimtlir para socios toda qwtldqdej
i casta e rara dt'vh'iife: pois o que se per
O <|ue. se foz publico, .para quem quizer.
urna a ontra os agradaveis cheiros de mw Bsam
em seus daos lencos, e cada una das ipiaes orgu-
Ibosaspelo elogio do acert do sua escoma, e como
gae querendo por si mesma justificar dizcm simnl-
laneainente venlade que este ebeiro foi compra-
do na loja d'aguia bra"nca.
Alada mais.
Quando hontero os pais alllictos sentiam o rigor
da denlicio de seu charo filhinbo, e boje alegres e
-atisfeiios pelo foliz ri.'slabeleeinicnto recebem a-
visitas dos seus melbor amigos, dizoni aquellos a
estes, foi Bous que me inspiroupara que ooBJBras-
-e, como comprei, umdesses virtuosos collares
Koyer, qoe se vendom na loja d'aguia branca.
Acui falta dizer.
Quando em um circulo de circumspeetos carc-
ter, se discutirveracidade de taesdizeres, appa-
recer um outro que queira ainda levemente inter- S0('l.l>;
romper a disenesao, os primea* por momento es- j^",""1'
quecerae a circumspeccao e llios-daro um gra-
///m. Sr. Joaquim trAlMetda 'mo.
lia muito que ouvia proclamar as e\c>'l-
jentes propriedades do xarope de fedegoso |
contra a tosse e aslhma, e solfrendo eu de
urna tosse pertinaz, e tendo usado de toda
a BOrte de medicamentos, vali-me pois do
xarope de fedegoso, e urna garrafa somon-
te foi bastante para restabeleceivme, e me
vejo lao robusto como d'antes; suecum-
biria de corlo a nao ter usado seu xarope
de fedegoto,
" V vista disto nao tenlio expri
com que exprima a V. S. agratidao de que
Ihe deve
e criado <
Joao da. Cusa feyo.
Um. Sr. ioaquini tnUmefrla Pinto.~
Tenbo a ventura de rommunica' a V.'S.
que grifas ao mar.ivilho.sftoi,y>/' de fede-
goso, estou com o men escravo Jorge com-
pleamente rettaftefecido da mo'estia dos
pulmoes, qne ha tanto tem|)o o persegua.
Aceite V. S. esta minha declar.ieao
como pmva do meu reconliecimento pelo
bem que V. S. acaba de fazer-me., c cuja
recordarlo licar internada no coiaco do
e V. S.
ltenlo venerador e criado
liento Joaquim Gome?. >
RIVAL SEM SraDfl.
Ra do Quamad n, 49 loja de
miudezas de Jom de zeved*
Mina t Sil vn conhecitio por Joi
Bigodinho.
B8Bqneimandonsobj< ..a AMMUm
pelo dimiiiulo pr i :
raseoseom ngoa'de'ConmiS ved; rira a Kf..
Garrafas com agua Florida iwdnJi
ranie a lii'co
| Pernos para regacareabeHo de megloaa a320 rs.
Tbesouras muito linas para aunas e costuras z
900 rs.
Tinleiros fbeios de i uta emito prela a 80, 100, IfiO
e KM .
Varas de Irania branca de ulio para toaJfia-. a
MO rs.
Caixas de phosphoros de ^esjajanea a ~J), 40
m rs.
Navaibas do cabo de mafl ne qne si prli -
qualidade a i i.
Librado laa para bordar a 7 5.
I', cas de lita loan a elstica mnito superior a V*
e 900 rs.
Novellos (le buba branca com 400 jardas aWrs.
Resmas de papel de peso liso moilo lin i a 2.-,'
Latas coi MtpBTJ balda a IQQ 8 100 .
Caixas com seis travos, de ebeiro muito Bao
800 i .
Caixas cwfidoze frasco-, razenda s boa a iWt
c;.:00.
Fraseos eom saperor oteo Mocme a -'iiiOrs.
Caiongas do sabio Iransporeate muilo benito e -
o a MO rs.
Duzia de pi s de poma la d i Roiao. d i
qaatidade a SMI rs.
Pecas de mas bordadas inulto finas a 560; f'O e
ou rs.
Dilas de babaiinlio- com le: varas a 600 rs.
Carrilei du linlu di todas as cores, para acabar
a MI rs.
Garrafas com agna divina a l-3','oo.
l-'ra-cos com su|*rior macaer'i perala a 3M rs
Laixasde vidro eom dore duaes, que so a st .
valv diiiln.'iro a 100 rs.
Dilas de mndeirl < m alfln ,!'--. o que ha di
llior a 3 rs.
(rosas de botoes de louca, Usos c lu rdados a
100 rs.
Caixas redondas para ra.....a;.ando tait^nnraa
1*500. '
Compra o Coracao de (Juro, n. 2 D. ruado l'.abu- Pecas de Ota para cus ;,i;o rs.
Escoras para limpar d nJcs, fazenda que so a ?-
la a 840 rs.
Ditas para limpar anhas de mperior qnslidad' a
ROO re.
Cnixeiro.
Na ra larga do Rosario n. ai prccisa-se de um
caNeiro de li a lli auno?, com pratiea de la-
berna.
Com muito mular ranfayem
.. aipra o Coracao de (Juro, n. 2 D. ra do (~
lor, o .de v. b. alenlo venerador -; moedas de ooro e prala e pedras preciosas.
Ouro e prata
em mneda cm obras inutilisailas. compra-sopar
bom prec i : na praro da Independencia n. t.
- Na praca da ludeoeiideueia n..i:!, loja doOB-
rlveg, compra-se onro, prata, o pedras preciosas, e
tamben) se faz qnalquer obra de enconimenda, e
lodo o quaujaor boacerto.
II!n. Sr. Joaquim d'Alincida Pinto.
Gumprindo um dever de gratidao partici-
Ooinpra-se
hoje libras esterlinas, ouro e prala de todas as
nacoes e por maior proco do que em oatra parle :
ama da fjirieja do Itecjlen. 58, loja do azulejo.
0 miizeo de joias
Na roa ilo Gabug n. 4 compra-se ouro. prata
a podras preciosas por procos mais vaatajosos do
que'ein ontra qnalquer parte._______________
COMPRA-SK
tA.0ER^%
urna escrava que cozinbe c eaeomme com perfei-
po a \. s. qin>. por meto do seu abenc-oado ^w : na ra nova de Santa Rita n. 65,
cioso de-ique dizendd-lbesj sabemos que V. e
um daquellcs quo inclina o chapeo de sol ou que
mereca ser designado pela aguia branca da ra
\ do QuciEado n. 8.
Mo Cantas as colisas que por
nanas escapara as ntras.
J ia esquecendo a aguia brauca.mas ein tempo
lembrou-se para noticiar, que 'receben una pe-
quea quantidade de enfeites para coques o gram-
pos para ditos, tudo feito de metal eom lindos e
agradaY(iis coloridos, ataras estmpela primeira vez
aaaareeiaas, e pactaataiatere aovidade.
Tambern caeganua novanwnte delicados enfcites
e flores ornadas de adjofares e vid:llios, tanto de
palha para coques como para vestido*, o tudo
contina a merecer a apreciadlo das excellenissi-
raaa eaajweedoras do bom.
ns. ... o ..., no caes Vinte e ous
de .Voveinbro B. ... e na ra da Cadeia u.
primeiro andar, que a moralia dos gerentes que
tei'i casa.
G. A.
Ama
Prtcisa-se fie urna ama idosa para edahar
liara asa de homem aasteil o> prel'ei iuA>~e- Hcra-
ia rua'Mov.i n. l. Iojo.
Agr faz sotante ao publico que pira maior
resasBoaidade tem aseapre no eetttaeloenaoato le
carros lunebro- do |teo do Paraizo, pessoa me
pasea tratar qnalquer enterro, quer durante o dia
qner dnrenlc a noite.
.-/madeleite
Preeisa-ce 8a tuna ama de Jeito
ivita do Rosario n. i'i i' andar.
tu na es-
Noasoriptorio do Isso Inaios, ra do Amo-
vim n. -i", ha p.ara ven dar forgurao de ^eda"zu
, mais iicriencs para forro de um bom nearr.
- Fogw no dia (i do correute auno do eugeulio
-ilonceicao, (reguea de ipojuca, o cabra fzidro,
4ie 50 aano pon- a mais ou menos, baixo, l.
iem urna sseanBC no rosto : quem o appreten-
4er, pode levado ao dito engenko, ou ra do
Torios n. 18, qoe ser r. counionsado.
Ha
ra do Pires n. 12, peaeisa-se de duas
para eugomnur c coziuitar.
A actual mesa de irniandade de ossa Sc-
nbora do Terco desta cidade, apreciando os rele-
vantes servicos di ea finado irmao cx-juiz Do-
mingos Ribeirn da lamba Olrvoira, prestados
mesma iriuaudadi; ; assim como a osinola que a
familia do mesmo finado fez, tem resolvido man-
dar fazer mu menienfo solemne e nissas pala al-
ma do dito liaailo no dia do carrate mez as (i
horas lia maanaa, por ser o dia anniversario do
bito do diio asdo ; 0 para o que convida a
Illma. I'amilia e amigos do mesmo tinado a honra-
rom dito acto.
Prccisa-se de uina ama para eagammar
ra de llortas n. 70.
na
No pateo do Carmo n. i, a!uga-se um escla-
vo para lodo servico.
\eiide-ee na ra da Imperatriz n li, t" an-
dar, am oscravinho de l a 10 anuos.
Venecnvel ordetn terecis'U le V
fc. idk Cacan do Kccifc
Xaanel Coetho Guimares, actuaJ estro de no-
vicos da mesma veneravel ordem, pelo praseate
convida a seus irnios ao\icos a maadarem fazer
seus hbitos ailm de poderem comparecer para-
mentados para acnnipaiiliarcm a prodsso de tri-
niupbo, que na prsenle quare>uia sahir da nos-
sa veneravel-ordem.
Manee! Goelho Guimaraes,
Mestre dos noviees.
le od.....da irie.-a regedoni da confraria do
Senbor Bom i ta Cruz, convido aos irmaos da mesma conl'raria a
eompareerem >em nessa Igreja ao aaaiago 7 do
crreme, wlas .1 horas da tordo, afim de in-
corporados acoii!|ianhaivui a procissao do Senbor
Dom lesas dos Pobres Alllictos da igreja de S.
Goncalo ; rogando ao mesmo lempo aos que pos-
suirem capas suas. so apreseafen munidos dallas.
O oscrivao, Tkeaoro Jos Taran*.
ATTENCA
Manuel Augusto de Menezes (aisla, professor le
msica, contina a dar liooes de sua arle, tanto
vocal como instrumental* em casas partir.ilare
ou em algnm collegio; assim como tem abeito
una .lela na casa de sua residencia, na ra da
Palma n. 53.
Alnga-so o primeiro andar do sobrado da
ra da Seozata Velha n. 50 : a tratar na loja do
ll"S|lli.l.
Ama
Aloga-se a metade da casa n. -'t, wt, ra das, ama ea
'.rn/e- a tratar aa mesma 14, 2"
Precisa-so do urna ama para todo o servico de
urna casa do pouca familia : na ra -de llortas n.
andar.
0
DE JOIAS
I
GOMES DE 1SIATT0S IRMlOS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias- com o fim de
dar-lhe maiores proporeoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. k
onde encontraro um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello *e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS* E RUBINS
de novos gostos, e que devem cauzar um grantle effeito nos trages quares-
maes, assim oome grande variedade de salvas e paliteiros de prala con-
trastada e de gosto ainda nao visto.
Compram a trocam qualquer joia ou pedra preciosa e gararitem
a qualidade dos objectos vendidos.

C/2
ce
DE JOIAS
tarop dejed^gm, ept peifrittniente res-
tabpleci.lu dos seus longos soffrimentns o
mea escaro,
Como sabe, este tncu escravo tiuha
Hiegiiik) aojado mais alllicxo da moles-
lia de pnlrmies: au obstante rttn nao n-
tcrromfridii wa de remedios, e tuna demo-
rwla Viafcm ao nossn sorto.
* Pois bnm : a enfermidade, quo st' a-
ua turnado rebelde a todos os meta flhj
prtgddfla para cornbate-la, cedeu, de nina
mhera cpiasi milagrosa, a quatro garrafas
apeuas, do sea fedegoso
Hoje, grarns a Deas, tenho o mmi es-
crtvo rcstabelecfdo ; e nao fcil mostrar
todo o reconliecimento que sinto pelo bem
que V. S. mo acaba de fazer.
Sou de V. S.
Caiada agradecida
Mara Sorberla Schefftr.
Ciudinuadamente se nos apreseatam no-
vos testemunhos da ellicacia do fedegoso
de Pernambuco!
- Compra-se nina graminalica de Burgain, V
edil ao na pra?a da independencia ns. '1 e :W.
Compfa-se urna casa, ou da-se a juros a
q lamia de 2:3004(HK) ris sob htpntheca de um
bem de n'n de dobrado valor, dirija-so a roa
nova de S. Rila a. 54.

CWALLO.
Compra-se um cavallo novo e bom andador :
na ra da Praia n. 10.
Compra-se um enrtico de abelhas iirucii,
que possa-sc logoi'xirabir algnm niel, assim como
ps de bananciras enlituladas de S. Thom on
eaixo de crutado : na ra dos l'razeres n. SO.
VENDAS.
bi;h>o
Pede-se ao Sr. Manoel da Costa Pereira, prati-
cante da reparlicao das obras publicas ora em
Jaboatio, que compareea ra Augusta sobrado
n. 102, aflu de saldar o seu debito ou pagar o
qu poder 8 isto com brevhlade. _______
Proei-a--'1 Be una ama de bons cdstnmes o
que saifca bein engomniar e cosinhar : a tratar
n ruado fin erad ir n. ti"), 2' andar.
A pessoa que nerdeii um cachorro galgo
appareea na ra do Nogueira n. 415, com todos os
signaos do dito animal que Ihe ser entren i
Ama deleite.
Precisa-so de una ama de loite, sadia e soni fi-
ibo: na ra do Qucimado ti. 6. Io andar.
Estabelecimento fnebre no pateo
do Paraizo.
Agr, achando-se a testa deste estabelecimen; >.
onde o publico e os seus amigos o acharao sem-
pre pmmpto para satisfazer suas obrigacoes, visto
como o Sr. Jos Pinto de Magaiaaes vendea o dito
estabelecimento vro c desombaiacado de qual-
quer onus. Ja bein conhecido e tendo gozado a
coopcraoo, vem ainda por esta vez pedir quao
nao abandnelo ; podando ser procurado a qual-
qaer hora do dia no mesmo estabeteci ment e a
noite em sua casa na ra das Flores n. 19.
Vende-se urna boa escrava com idade de 22
annos, a qual coze, cozinha. engomma, lava, e
tambern boa vendedeira; o motivo de srosla
eserava vendida, ella fropria assim o qnerer:
quem precisar, dirija se Sanio Amaro, ao so-
brado junto do cemiierio Inglez.
Vcude-sc mna boa eserava com idade de 22
Sanos, a qual coze. eoaha, engomma, lava, e tam-
bern boa vendedeira ; o motivo de ser esta esera-
va vendida, ella pmpra assim o (|uerer : qoem
preci-ar. dirija-se em Sanio Amaro ao sobrado
janto do cemiterk) inglez._______________
Vende-so una exeeReate eserava, erioala
Hade H annos. insigne emgnnimaxleira e melhor
cosinbe.ra, lem mu lindo lilhinho que admira a
sua fornvisura, una dita, eingonima bom, borda,
mana, o ptima costureira, duas ditas para todo
servico, um escravo mostr sapateiro, um dito bom
aosianeira e eapeiro, um dito para o senico do
campo. Na travessa do Carino n. 1
= Vende-se nm viado muito manso c novo : a
iratar as Cinco Puntas n. 81, taberna.________
Vcndc-se duas armaces, sendo urna enver-
nizada o a outra pintada, por conimodos precos : a
tratar na ra da Penha n. 8.
Vriide-se a taberna na ra de Hurtas n. Vi,
bom alr.'guezada para a ierra pmpra para qual-
3uer um principiante, o motivo do proprielario em
isfazei'-se da dita em virtude de retirar-so para
Europa _____________________________
Loja venda.
Vcndo-seuma loja de miudezas, na ra do Quei
inad'i, bem afreguezada tanto para o mato como
para a praca, propria para algnm principiante per
ter pouco fundo : a tratar na mesma roa u. 6;i.
Precisa-50 de um caixeiro de 14 a !?) annos
de idade : na taberna da ra de S. Francisco nu-
mero 70.
Precisa-se de urna ama livre bu captiva para
todo o servico de nina casa de pouca nmflia : na
ra Nova n. 33.
Attenqao
Hotel aa Baa-viagem. a antiga Triviata' Vo-
aate. ____________
Afraz da matriz da Boa-vista n. *k 1 andar!
lia una eserava para se alugar, que faz todo o
servico. Na mesma casa ha para vender-se nm
mulaiinho de 12 annos c urna preta do 20 annos
de idade, ambos peca.
= Precisa-se alugar am escravo, paga-se bem
agradando: a tratar no pateo do Ter^o a. 63.
Prectsa-se alugar urna eserava para cozmbar
e comprar, paga-sc bom aluguel agradando : a
trat ir no pateo do Terco n. 63.
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRA
Remedio por exeellencia ptYa cnrayrapi-
da c completa das coqueluches, bronchitcs,
catarrhos, tosses. convulsivas, escarros sito*
guios, e outras molestias do peito.
NV
PHARMACIA E DROGARA
n
Rartholomeu A C.
34-RA LARGA DO R0^rVlr>*-94
lNovos chapeos pretos para
homem,
A fealdad e
Tendo reeebido u.n novo sortimento de chapeos
pretos de pello para homom o de elegante forma,
vendeos pelo diminuto proco de 10 cada ma,
mercadura que em nutra qualquer parte aaocom-
prarao por menos de 141: a elles, antes que sa
acabem. na bem conhecido loja da Lealdade, rao
da /inperdtriz n. 70.
Aiegrm*vos mywjie, e [Nn*i4tas, |a p.-
deis ver de tonge j podis ver dt pffto,
nao ha mais vistas curtas, nem canca&s.
V. i. Ciennann acaba de r. ceber pilo uf-
mo vapor um rico c variado sortimenba >
ocuk-s, rmelas, pince^noz, i; :-;:-'
lorgrioas, de miro.-prala, tallan:ra. marte.
ac, bfalo, ncar, unicornio e melciri
assim como binculos de nina a tres
dancas para tbealro, campo e nariaha <'>
ult'mia mveni'iio ; ocfaesas. vionfzas de I -
8 c 42 vidros, tudo dos memores fitbrit
tes da Europa.
O mesmo vapor :
sa una exo lenles m--
hina para gaattaar i
mI.s, pVar o numero
vidros que se necessiia
'ntilbmie a vista 'v,
qualquer pessoa.
Tem excellentes ste-
rioscopos, instninit'nlos de mallcmatif,i.
barmetros, vidros de drystal de rocha,
de cores para resgtini dar a vista ; cenctirta
todos estes objwAos a precos t^ommodos *
com promptidao ; tira o mfo-dos vidros t
eearrega-se de toda a encommuida rebrara
a ptica.
Recebeu tambern os excellentes iv!ogi< -
do atigo c afamado fabricante lubqrt GbrM
cD C, os qur.es vende pivros c.-trunodcs
garaalindo a :sua Superioi- qualidade.
No trapiche do (hn-rra, no l'.ecile, venderse
um bratjo do balanea graadeRomaocoofbK,
cniKliase BOriaate____________________
Scbonete de alcatro.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tilo tu a
aeceitacao tem merecido n'esta provincia,
muito se recomnieda para a cura cerl
das imfwgens, sarnas, caspas e todas ti?
molestias de nie.
Depo'ito nico,
Pbarmacia de Barlholomeu & C,
:Ura larga do Rosario3*.
Na praca aa-Boa-'vsta, sdbrado'n 10, wi-
dem-se-por mdico proco caixas coiuiIe'a oam
r.inaas. ferramenla o mais utencilios nccessarii?
para a factura de flore; de cria.
lossenhores slairelro
Vendo-so fumo proprio para cigarro, em rolos *
a rotalbo, isto mallo em eonta por ter grande pf
cao : ama dn Arpgo n 'i-r>.
Ti
v /
_
" 'o
Vendo-s urna bonita burra de carro, a qua
esl gorda o nova, serve tambern para carga, e
poder servir para carraca: tambern vende-se
urna orea icavllo de Hunos-Ayres) igualmente de
caVO, e pode servir para ca roca, este esta M -
nudo : quem pretender dirija-se a ra da Imper;.-
U"iz n. 66, loja de fazendas, que dir-se-ba com
quem tem de contratar.
n
;i
A casa terrea, sita ra do Aragao u, 18, reedifi-
cada e pintada de novo, proinpta para poder m ir r
qualquer famili i. tem sabida para a ra do Tani-
ibi e tem bons rommodos : a iratar na ra da.
ia do Rerife por cuna do araiaem dos Srs.
Ferrcira & Malheus do lado do raes de Apollo.
Eserava para vender
Vende-se nnia iverava cali ca, moca, boa cnzi-
nheira, engommadeira e lavadeira, por preeo m-
dico : no largo do Carmo n. 18, t andar._____
Vende-se una eserava prwa d'n SS idade.
nnaaoamba e lava perleilamciite. boa quiton-
deiro, o garante- e nao ier vi.'ins nem acaaqaes.
L3
fnde-saoma ey scrava crioula de
idade 24 annos, bonita figura, a qual cflsmba. en-
gomma o lava, boa vendedeira, o motivo da ven-
-? a eadir so compredm': a tratar na mar do
' QttcrnVdo n. 69.
Vciiile-se um piano de mesa de Jacaranda
muilo bom : na ra do Vigario n. I, das 0 ass 4
boras da tarde.
Paris, 36,RaVivienne, IT
CHABLE MDCCIN
DEPURATIF
dn SANG
ASF.NFI HMIhAllAS DKSSKXtAKh, as AFTEO
Qnrv r\rr%sr.k*.r. Ai.TgWAQQr.sno sangue.
|'.0000curtsdasimfitn<{nt
\nt$tHlai, *;<, lamm
camixoei.acrimonias l-
I itcom, vieiotti do MH-
gite; virus, t altsrac,*$
u -iuj t iXarupe vegetal sem aerrurui.a<^Hi-
ralia* vrcrlar* Bi!HWH 1IVK*I
tomao-se loo* por semana, seguiniloo inriaaianl
fe nrnlirn : i enn recado naa ne.m* nnlMtiM.
Este Xaruue Craoto da
ferr de CIIARi.K. caa
immedatmeniqalef
PLUS Dt
COPAHU
uurgacao. relaxa$mo,
i debilidad*. ifMi-
eeute ob /uto r fioret brancas da^ hHibt.-.
sta j*ao tenign ->faaj-M
Cilraclo de Ftro.
anmMu. Pomada se aa cara wa *n*4H*.
POMADA ANTIHERPETtCA
Contra: aaa affeccoes eulaiMoa corni*o#f-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
Jo Chahle. cada fraseo vai iMataaela* #
ais) talaata._________________________^
f SIftNAS ASMittalaf J
no .,
mi. iwTKnsoN
De hKmirth e maDrria.
Remexiio por eicellencia para combati'r
a magreza, facilitar a digeslo, IbftBaT
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Rartholomeu A C.
34------Ra larga do Ros;
_ -_____...... ....r.. M.. -..-._____
Vende-sca tahema n. I da na aa Sa1**
Hita caarfraBtpm a ribeira : a tratar na ro*
do Ordoaiz n. it. com l la Cuataa.




Diario de Periiambuco fiesta feira 5 tle Marro di- 1869.

Lint! cor com barra.c com figurino indicando o molde do vesti-
baratissimn proco de 35600 o corto
Ditos d percalia multo modernos com duas salas a 5#0G0
jfa loja das Columna*-*, ra do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vascon-
celos & C.
PREGO CBRENTE DOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
20

Eua Nova n. 23,JJua do Gabug n. 8
Pernambuco
Chapeos do'soda trancada! Pararon, de 10 bastes, 28 allegadas a 1G$
pollegadas a lo, e 21 pollegadae a 140000,
Ditos de soda G. de N. Bara, de ai;o, dolG bastes, 28 pollegadas a 14(5;
de 26 pollegadas a 135 ; e 24 pollegadas a 125QO0.
Ditos de seda6. do N. lisa, de ac. de 12 bastes, 28 pollegadas a 12i5; de
2t> pollegadas a HA; o 24 pollegadas a lOdOOft
Ditos do alpaca, de ato, de 12 bastos, 28 pollegadas a G; c 20 pollegadas
a -i^OO.
Por
Chapos (!. sol de panno,
a duzia. (Descont do 10 OjO)..
Ditos de panno, de junco
, faz-se descont do 15 OjO
de btela, do 8 bastes, 21 e 2G pollegadas a 32fj
8 bastes, a 18,5000 a duzia, liquido.
% ~
HDSPHMatFERR
LERAS DOUTOR EM SCIENCIAS.,
Dcbaixo da forma d'um liquido sem sabor,
anlogo a urna agua mineral, esle medica-
mento rena os elcmcnlos que constituem
os osos c o sangue. E' o mais racional dos
ferruginosos; por esla razio o adoptarlo
os mais eminentes mdicos do mundo ic-
teiro. Convem muito s meninas de temperamento delicado, cujo dcscnvolvimcnio 6 tardio,
s senhoras que padocem d'eslas dores d'estomago intolcraveis, causadas pela chlorose,
anemia, mcnslruacao ou leucorrlica, s crianens d'uma compleicio paluda c delicada, e a
as nessoas que lem o sangue empobrecido pelas docncas. Efficacia, rapidez d'accao,
pcrfeia, sem consiipaco de ventre nem aceao sobre os denlos, laes sao as razies que
ALTAS NOVIDADES
LOJA DO PASSO
Ba'do Crespo n. 7 A. esquina da do
PARA QUARESMA.
Gorgoro preto.
Setim macan.
Sodas luvradas.
.A,f itreantque preto.
Gros-de-naples
Basqioes de gargarita c do gros-de-na-
ples enfoitado com primor.
Corpinjios de gros-de-naples'.
Basquincs, capinbas, pelerinas, flchus,
de crochet c de guipar, pretos e brancas.
Mantas pretas do blond.
Riqnissimos chales detouquim.
Requissimos cha es de gurgurao de seda
prota o mclhor Reste artigo.
Chales de mirin protos com requissimos
lindados o franjado de ivtmz.
Chales do mirin bordados sultanc;
ultima moda*.
Romeas pretos com lindos bordados.
Loques de madrepej'ola, marim, snda-
lo o osso, e pretos, para senhoras.
Ditos dosandalo para meninas.
Ghapelinas pretas.
PARA CASAMENTOS, RAILES, TIIEV-
TftOS, ole etc.
Lindos cortes do blond, Wutendo setho,
mantas e g'rinaldas.
Requissimos cortes do soda-; assbneomo
para eovados.
Gurgurao branco.
Moircantiquo branco azul o verde.
Imperador.
Gros-de-naples brancas c do coros.
Som branco macas.
Sclim, branco, azul, verde, cor de rosa.
o amarellos.
l'il de soda, branco e preto.
Cortes de setla com duas saias.
Cuales de gurgurao do seda do cores.
Camisas bordadas [tara bomens.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas i
lVonhas de linho bordadas com prm-r.
Lencos de cambraia de linho bardados.
Riquissimas colchas de damasco de seda,
assim como do seda e algodao.
Ditas de crochet para cama.
Chapos de seda bordados, parasol,
l'oil de rhevrc de lindas cores.
Alpacas do lindas coros.
Ghapelinas de palha da Itali,
ormo de seda.
(afeites para cabera do senbora.
Ksparlilhos para senhoras.
Meias de laia para padre.
Ditas de 15a
Ditas do soda fio
para senhorase-meuinas,
Lencos de laliyiinlho.
Fronbas de labyriniho.
lucos, rendas e grados.
rinissinias cainbraias di
iras, o oatros muitos
de alta novidade, isto s
assun
da Escossia e algodao.
arligos
cures, percales,
de gosto o
todas as
cura
imperio para que os senhores mdicos o prescrevao aos scus doentes.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer e c.
que
Na loja do Passo ra do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
v&e^&&&i@&&m05&?
1APSULAS EETES
COM
ICO

DEGRIWAtAlC5PHARWACT-iC6aEMPARIS
Estas capsulas, com capa de gluten, coniem o balsamo de copahiba associado i essencia del
Matico (arvore do Per), e constiluem um remedio infallivel contra a gonorrhea. Ellas obraol
sem cansar o estomago e n3o provocSo nunca os enjos e nauseas que occasiono as capsulas
ordinarias, tendo a inmensa vantagem de nao eominunicar cheiro s ourinas. E' por estes mo-
tivos que ellas sSo superiores s capsulas de copahiba, cubebas, etc.
Deposito em Pertiambuco, em eua de Kaarer e C*.
. ^w"i^'g." imi-iii.....| |iW mIBMattaMI
Apprt>pt(io
da

actdemia
medeea
dt Mr*.
II]
liS-MAN
II
Phamaceutico
lauread*
da academia
i* medecina.
?^ri^^iBts^^iS5^iis^^ira^s
As preparares ferruginosas liquidas lem desde imiitot annos merecido a approvaco
especial aos mdicos, porque ellas obrSo mais rpido e seguramente do que as pillas, e
sao mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pds ferro-manganicos possuem a inar pre-
ciavel vantagem de poder offerecer n'um instante unja agua ferruginosa gazeosa, de j;osto
agradavel, mais activa do que as aguas mineraes, e eontendo de mais um elemento precioso,
o Manganese, que sempre se acha do sangue, junetamente com o ferro. Empregio-se em
todas as molestias que tem por causa o empobrecimento do sangue, assim como para vigorar
os temperamentos debis o 1 ymphalicos. A chlorose, as Perdas brancas, dores a"estornino,
a irregularidade da menstruaco e amenorrha ou suppresso do menstruo, cedem rpida-
mente a seu emprego. Devemos mencionar aqu um facto notavcl, isto que os doentes cura-
dos pela agua preparada com estes pos esli muito menos ezpostos a recadas do que
aquellos que lorio tratados pelas preparaedes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer a C
EFFIGAGIA
DO
XAROPE DE RBANO IODADO
0 Xarope de Rbano iodado de Grimault e O, pharmaceuticos de S. A. I. o principe
Napoleio, em Parts, preparado com o sueco das plantas anti-escorbulicas cuia eficacia (
mu popular.
Encerra o iodo como combinacJo orgnica, e considerado como o melhor succedaneo
do oleo de ligado de bacalho.
A rara perfeicio d'este producto anima-nos a dar a conhecer aqui a opinilo de alguna
d entre os principaes mdicos de Paris, que diariamente o prescrevem.
0 Xarope de Rbano iodado um medicamento d'um effeito suave e seguro para a
t medicaco dos meninos, nao smente supprc o oleo de ligado de bacalho, mas ainda faz
as suas vezes com vantagem.
Dr A. CAZENAVE, medico em chefe do hospital Saint-Louis, em Paris.
c 0 Xarope de Rbano iodado um medicamento de primeira ordem para o tratamento das
f affecede Jymphaticas e escrofulosas, lluitas vezes, cmpieguei-o com feliz xito, em cerlos
t casos de tsica ao seu principio, como succedaneo do oleo de figado de bacalho.
Dr A. CHARR1ER, anligo chefe de clnica da t'aculdade de Paris.
0 Xarope de Rbano idado sempre nos deo excellcntes resultados como regenerador
do sangue, e succedaneo do oleo de figad de bacalho.
D A. FAVROT, autor do Tratt des maladies des femmes.
0 Xarope de Rbano iodado um dos mais poderosos modificadores das conslituicSes
lymphaticas. Tenho visto ulceras escrofulosas que nada podia curar, cicatrizarem-se,
gracas a sua acca"o, com promplidao extraordinaria. Tambem, pelo seu uso desapparecem
as aflecc5es tuberculosas dos ossos, nos meninos.
Dr GUESNARD, anligo externo dos hospitaes de Paris.
a 0 Xarope de Rbano iodado possue todas as vantagens do oleo de gado de bacalho,
m ter nenhtim dos inconvenientes que aprsenla este ultimo medicamento.
Dr GU1B0UT, medico dos hospitaes. Presidente da Sociedade de medicina de Parts.
6 Xarope de Rbano iodado de Grimault e C* encerra 1|2 por cento de iodo, na sua
composicSo orgnica anloga que se acha no oleo de figado de bacalho.
Dr KLETZINSKI, professor de chymica, lomado dos tribunars de Vienn.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer a O*.
r;
VERDADEIRAS
PILULASdeBLANCARD
COH tODURETO 00 FERRO INALTRAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
' Possuindo as propriedades do lodo et do farro, convem especialmente as Arreccots
escrofulosas, a Tistca no principio, a fraqwsa de temperamento e tambem nos caso- da
Falta de cor, amenorrhra, em que precisarragir sobre o sangue seja para restituir
II; e a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocare regular o seu curso peridico.
N. B. O ioclnreto de ferro imparo oa alterado i nm medicamento infiel,
irritante. Como prora de pureza e de autbencidade das verdadeiraa Pi-
de nianeard, deve-sa exigir neaap sella 4e arata. reaatlva e
nosso firma, a"'ii reproduziHa, que M trjia na parte inferior de nm
rotula verde. Deve-se desconfiar da* faisificacoi.
Aeliam-aeem todaa oa pharmreiaa. Pharmaemtico, nu Bonaparte, 40, Part
irritan
W lula.
^^ nossi
i sem
OLEO DE HOGG
DD
Figados frescos de bacalho
Para cura cer& do pbiisica, affeecoes oscrofa-
liis;<. tosse chronieaj fraqueza dos nembrns ede-
bilidado peral, reconfinenda-so a. excedencia deste
oleo ainda por scrtigradavel m paladar.
VNDESE
KA
Pharmncia c (li'ogai'iai
DR
AP.THOLOMEU & C.
34 = lina larga do Rosario 34
u^^gnB^^iw^mmm^sjm^^sm^^im
CATARRHOS
'(g^-'j^gs^zm
PASTIIHAS PEITORAS
de sueco deALFACE
E LOURO GEREJO
IRRITAQOES
DO PEITO
E' este o mais novo e delicioso confeiio at agora conticcido. Por isto tem adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais dislnctos o aconselliao-contra
as tosses, defluxos, calarrhos, tosses convulsas, catarrhos epidmicos, irritacoes do peito. Com
grande empenhoo procuro asmaes de familia, assim para ellas como para as enancas, pos
primeiro que ludo inoffensivo, e as suas propriedades aclocantes nao deixSo nada a desojar.
Deposito em Pernambuco'em casa de Maurer e C".
Chegaram as novas sementes de hortaliea
de todas as qualidades: na ra du Caaeia do
Recife n. 50.
LOJA DO GALLO VKILAXTE
Ba do Crespo n. 7
Mandou vir de sua conta e acaba de re-
ceber pelo ultimo vapor, completo scrtiinen-
ot de objectos de novidade e phantsia,
TASS01RMA0S
Tem para vender em seu? amia/rus alni d<
tros, os scguinies arjji
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Grave paulado c liso.
Yiiihos cm caixas de doze garrafas
Bourgognc.
H-rv.
MaueJra.
Harmiiage.
Chamblis.
Licor de curaco du Hollanda em caixas de vin-
le e qitatro butijinhas.
OESSO,
Nosarmaacns de TaasOlnoaos.
Grades de ferro
para jardins, porteiras ete.
Nos arma/cus de Tasso Irmaos
c ABsiiiftiao de i i:s?i:o
Para serrinos Aje grandes armazens. para temo-
ver barricas ou eaivVs de um para outru, lado ix-lo
mdico preeo de 125000 cada um.
Farinlia de trigo de Trieste
Das mclhoras marcas Panonia (verdadeira) Kon-
lana o grande sortimentodas melnores mareas da
farinhas americanas.
Saceos de arinlia de trigo do
Chite
Todas novas, cliogadas ltimamente nos arnia-
zens de Tasso- Irmaos.
Cemento romano
Nosarmazens de Tasso Irmaos.
Cemento hidrulico 12|
0 mclhor para rudo que sao obras para agua, co-
mo assentamento decanos de esgo, algcrozej
psito, tanques d'agoa, etc., etc.: em porcOes de
eineoento barricas se fr reduecaonopreco : nos
anmoens de Tasto rrmaos.
Cemento Porlland
O^verdadciro cementa) Porlland em casa de Tasso
Irmaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De differentcs qualidades para cercados de ani-
raaes, chiqueiros para galinhasoujardiiis: nosar-
mazens do Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos annazotas de Tasso Irmaos.
CANOS DE BAREO
Na na Nova de Santa Rita, na amiga fabrica de
sabao, ha para vender por prceo o mais mdico
possivel, canos fcancezes para i'dilicaeoes cesgo-
tos do toda a qnalidade, saperioces a todos os que
aqui tem appareeido pela sua solidez.
PREQ08
MiOO por cano grande*do 3 e meia pollegadas.
i |300 por dito de 2 e '.res quartos de (lila.
1M00 por dito de 2 o nm quarto de dita.
00 ii'is por pistoleta deSpollegadas.
Cotovcllos, curvas e canos de maior grossura a
vislase lamo preco. Compras maiores de 200
(ni B por cento ue descont por prompto paga
monto. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
lijlos francezes
Para ladrilhar casas terreas eomasseioe preeos
mdicos, miiim convenientes e proprios para ladri-
llios de eosinhas cm sobrados, pelo se a asseio c
evitar apassagem de aguas para o andar inferior
omesmo o perigo de fogo, aos preeos de 30^000 a
*S000 o milheiro : na rnaJiova de Santa Hita, na
anliga fabrica de sabao, e compras maiores de 200
e! !i5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-so ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacetc verdadeiras para lan-
ternas de carros: noanr.azem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto lino superior: no armazeni
de Tasso Irmaos.
I) melhor cognac Gauthier Frcres : no arma-
zeni de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-sc esteiras da
India de diversos padrOes e larguras, por proco
commodo.
Macarthy
Machinas de lesearocar also Boje que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudicam o quebram a libra do algodao,
preciso recorrer a macliinismo menos spero,
que produzindo o mesmo servico que aquellas, e
faeilidade no traballio, nao quebrem a fibra da lia,
21
A NOVA ESPERABA
JKua do Queimado==21
fc para presentes
A Nova Esperanca, ra do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento de objec-
lus de gosto c phantasia proprios para pr-
senles. Bobresahindo entre elles ricas caixi-
nlias de bano com finas perfumaras, cos-
turaros de chagrn, agulheiros de madre*
pcrola : assim, pois, quemquizer fazerum
linda offerta, dirigir-sc Nova Esperanca,
iua do Queimado n. 21.
Collares anodinos eUcetro-magneti
eos contra as convidcdcs das
crcancas.
Nao resta a menor duvida, de qne muito
collares se vendem por nlii intitulados os
venladeiros de Rover, e eis porqae muitos
pas de familias nao creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdeiri dar,
os venladeiros; a Nova Esperanca, porm
que detesta a falsikaro principalmente no
que respeila ao bem estar da liumanklade,
fez urna encommenda directa dcstes coliare?
e garante aos pais de familias, que s3o os
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do terrivel inenmmodo de
convulcoes, assim pois preciso,, que ve-
obom a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seus
Glhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser di-,
llicil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
Receben a Nova Esperanca, ra do
Queimado n. 21, leile de rosas, especia]
para extinguir sardas e pannos.
BONECA DE CERA
A N<" a v,spci anca a ra do Queimado n.
21, ac?5 de receber um completo sorti-
niento ae finas bonecas de cera de diver-
sos tamanlios, sendo as maiores do com-
prmeme d'um covado ;. estas bonecas tra-
zem bonitos coques c botinas, liavendo en-
tre ellas algtimas que fallam e oulras que
clioram de sorte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-sc um presente de muita
acceitaco. .
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
ilem-se a ra do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanca.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
eontraiio na Nova Esperanca a ra do
Queimado n. 21.
MEIAS DE LA
A Nova Esperanca a ra do Queimado n.
21, acaba de receber um especial soitimen-
to de meias de lita para hemem e senhora.
CONTRA AS CONGESTES
mal terrivel a congeslo fulminante:
de repenle leva um mdivido, d'csta para
milhor vida, sem dar-lhe tempo de receber
conversa medica; deixando as mais das
veses mulher c filhos no mais amargurado
pranto ; a Nova Esperanca que deseja pres-
tar servaos recorren a Vojer, o qual Ihe
mandou anneis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para semelbante mal
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranca*
NAVAUIAS
A Nova, Esperanca a ra do Queimado
n. 21 recebeu um sortimento de navalhas,
de qualidades, c tamanhos especiaes assim
como aftadores e massas para as mesmas.
1
Vendem Augusto F. de Oliveira & C. ruadi
Commercio, n. 42.
quaes esto resolvidos a vender por preeos ^^^1^*^^!^^
aquellas mencionadas machinas, que estao fl-
Attenco
Na ra de ApWlo n. 28-flrinazem de asscar, lia
para vender algodao da Babia da acreditada fabri-
ca do Pedroso, dito liso muito Bbm, dito trangado
da fabrica de Fernandos Yelhe.c cal de Lisboa a mais
nova que ha no mercado : ditos artigos vendem-
se nafa barato do que em outra qualqucr parto.

AO BAZAR DA MODA
Eua Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
NOVSDADES
Para senhoras. FLORES finas, grande sorlimenlo.
GRINALDAS de ditas para coques.
LOUES da ultima moda, enfeitadus e lisos, gran- LACX)S, fivelas, penachos paca enfeil
VPEUNAS de palha da Italia, guarnecidas com Rara hoiUCUS.
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
m^^Z %%%& \tSSSSH OMISAS com peitos, cobrinhos e pantos de H-
nno lino, lisos c bordados, a moda,
(alta novidado I) de palha da Italia, a emtiacao,
iI soriiment.
CINTOS de eres e pretos, rico sortimenio ulti-
ma II:
CAMISAS bordadas por commodos preeos.
LENCOS bordados e cora letras, novidade nesle
"en
ISS yemltacao de.niarliin,
iindalo.
gosto novo c de
Cttl.AHINHOSdc linho e algodao.
PIMOS de ditos.
GHAVATAS de todas as qualidades.
liOTES para puntos e guarnieses para coletos.
COltHE.NTES de plaque a emilaeao do ouro, lin-
do gosto.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Roldiil, qna-
lidade superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
ll \s e imnhos, a emilaeao do guipure.
pretos e do cores para cabeca, lindos MEIAS'de snperior qualidade.
, r,,- -..= BENGALINHAS finase chicotes.
ulmlao alta novidade I a Mane Ros"
mmente usada em Paris.
PNHOS de guipure brancos e pretos
BORNOS de laa e seda, cores claras, elegante
la em Paris.
l!lliaH[l finas
KsrAKTILa^^HlBres.
MEIAS supiWes de fio de Escocia.
a Marie Rose, ulli-
lindos
LUNETAS aro de ac e tarluraga.
Para criaueas.
LUVAS de pelica chegadas pelo ultimo vapor.
ADEN ECOS de coral verdadeiro c camafeo, gosto
delicado.
DE PALHA
GUARNICOES para vestidos.
TRANCAS para enfeites do coques.
] ITOBS lisos c com pingentes para vestidos.
CINTO alta novidade.
VESTUARIOS completos para baptisados.
SAPATINHOS de merino e selim enfeitados.
MEIAS de seda e fio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeadas e de cliroch.
BUNECAS vestidas, muito bonitas e diversos
brinquedos.
Perfumarlas finas.
AGUA FLORIDA verdadeira
man New-York.
de Murrav A Lan-
TOX1CO oriental, verdadeiro.
AGUA DIVINA de E. Coudray c superior agua e
acia de Colonia.
ESTRATOS e essencias finas e de agrada
mas para o leaeo.
VINAGRES aromticos para toilet.
POS DE ARROZ para affi iciar a pello i^A paco-
ts'e ricas caixinhas cem arminto.
POS superior para limpai os denles.
COSMETtQTES de fina qualidade.
SABONETES, grande sortimento deste genero e
de superior qualidade.
LEOS de pliilocoine. babosa c antiquos.
RAN1IA fina para os cabellos.
AGUA de limes de laranja.
CREHE de sabao para barba.
Caixas preparadas com perfumarias finas.
Hiudczas finas.
nimiamente baratos, para assim animar aos
concurrentes e ao mesmo tempo dar sabida
ao grande deposito que tem: isto ra do
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilante.
Gollinhas, punhos e camisinhas para se-
nhora, fazendas de gosto e novidade.
Finos vestuarios para baptisados, assim
como touquinhas, sapatinhos e meiasinhas
para o mesmo Dm.
Grande sortimento de bicos c rendas de
croch e de outras muitas qualidades.
Superiores caixas com msicas e sem el-
las, tendo o necessario para costuras, pro-
prias para um delicado mimo.
Finas caixas com tentos e sem elles para
voltarete.
Agulhas para machinas de costura.
Ditas para croch, sendo de ac, marfim
e outras muitas qualidades, assim como li-
nhas para o mesmo mister-.
Finas grinaldas para noivas.
Meias de borracha para quem solTre de
erysipia, assim como meias de lu para
os qm soffrem de rheumatisino.
SJafensnrios para homem e montaos.
is pentes de tartaruga para coques d
as muitas qualidades e para outros
res.
Dedaes de madreperola, marfim, osso,
ac, metal, etc., etc.
Superior agua cosmeocome para fingir
cabellos, dando aos mesmos a sua cjr pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas perfunarias
dos melhoresfabricantes, assim com) mui-
dos outros objectos que impossivd des-
crever: isto s na ra do Crespo n. 7, loja
do Gallo Vigilante.
Collares Royer elctricos magntico:; con-
tra as convulsoes das criancas e para facili-
tar a dentinco das mesmas, o Gallo Vigi-
lante, anligo recebedor d'cstes prodigiosos
collares e contina, a ter sempre grande de-
posito, ra do Crespo n. 7.
por
eandoemde-'uzo, pelo prejuizo que tem causado,
o o da antiga tolandeira, que nao pode competir
pela morosidade do seu trabalho. E' assim ejne
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodao, porque ao par da facilidade c
Para familias
Grande Bazar, ra Nova ns. O e
22, de C'arneiro Vianna& C
Acaba de chegar a este estabelecimento
promptidao conserva a fibra da laa, que limpa por ("grande porfao de machinas para costuras do
ella, e.qualificada na Europa a par da melhor to-
landeira, valendo assim entre 10 arrobas 20 0/0
mais do que a laa limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de serrlo
foram inteiramente abaiidonad.as, e por isso o algo-
dao daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 arrobas 20
0/0 mais do que o nosso : vendem-sc a 150^000
nos armazens de Tasso Irmaos.
Oleo de aineudoas
Em caixas de 8 latas, cada caixa 100 libras :
nos armazens de Taasolrmaos.
IRIORES fitas de grosdenaples de todas as
cores c larguras de velado preto e de cores, c
gurgurao para cintos.
BABADINHOS e entremeins bordad
GUARNIfWES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANCAS pretas com vidrilbos e pingentes.
BTES de cores, brancos e pretos com vidrilhos
lisos c com pingente
DEDAES de madreperola, de marfim, de co e
metal. .
THESOURAS fina9 para costura e unhas.
CAIVETES finos com quatro folhas. E aaniitos
outros artigos de miudezas que se torna nfa-
donho menciona-los.

Tudo se vende por presos bastante commodos.
Vleias elsticas de borracha.
A melhores e excellenles meias elsti-
cas de borracha contra varizes e erysipellas.
Vende-se na
Pharmacia e drogara de
Bartholomeu 4C.
3ira largado Rosario34
Manoel Alves Ferreira 4 C, na -uada
Moeda n. 5, segundo andar tem para vender
snperior potassa da Russiacm barris e mcios
barris e cal dto Lisboa da mais nova que ha
no mercado.
Leite puro a 24(Trs.
a garrafa
Na ra larga do-Rosario junto a calea.1.
'groja, encontrar o publico o verdade ro luito de
vacca, desde as 6 horas at as 8 da man
0 vendedor^i
JIVaL sem segundo
Ra do Queimado n. i9, ioja do miudezas de
los de Azevedo Maia e Silva, tem para vender os
artigos abaixo declarados, tudo boin e baratsi-
mo, que sao para acabar.
Duzia de sabonetes muito linos a 700 rs.
Pares desapaloade tapete para homem a 1^280.
Ditos de tranca para creanea a 1.
Tramoia do Porto, bordada, a melhor a 200 rs.
Dita do Porto liza, da melhor qualidade a 100, 120,
160 c 200 rs.
Resma de papel almaco, Kzo superior a :i00.
Dita de papel almaco pautado a i 1.
Livro lie niissoes abreviadas a 2->.
Carlbas com toda a doutrina o muitas rcs?s a
_ 320 rs.
Silabarios portuguezes com estampas a 320 rs.
Baralhos francezes muito finos a 200 o 20 rs.
Sabao inglez superior qualidade a .">00 e 15.
Grvalas pretas e de cures muito finas a S00 es.
Duzia de meias para senhora, fazenda husjg 4.
II.'des pretas lisas para segurar cahello a 5?o l
Varas de transa de seda do todas as corea a (iot) rs.
Pares de brincos dourados com mozi
dras a 320 rs.
CartOes rom corchetes de duas ordens e si) de la-
tao a 20 rs.
tomaduras de vidre para colete muito linas a
12Q, 240 e 100 rs.
Tares de boloes dourados para punhos a 160 rs.
Cabs de pennas de ac muito tinas a 210, 320 e
OO rs.
CartSes com duzentas jardas do linha do fabri-
cante Alexandrc a lO rs.
Caixas de pennas de ac, a verdadeira peima a
Carrilcis'de linha Alexandrc ns. 70, 80, 100 ate
200 a 100 rs. '
Caixas com superiores obivias de massaaWrs.
Carriteis com duas oitavas de retroz nreto a 500 rs
Duzias de agulhas para machinas a J.
Libras de pregos francezes de todos os tamanhos
a240rs, .
Livrosescripturado* para rol de roupa a 120 rs.
Caixas com papel aBHSade muito fino a 700 rs.
Caixas com cem envelopes da mclhoi qualidade a
600 s.
Talhercs para meninos muito boa fazenda a
240 rs.
autor Wheeier WilsgD, approvadas na ulti-
ma exposico de Paris, as quaes cozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser tao suave o mmimento.
que qualqucr crianca de oito anuos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entretc-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A comprehensao
simples, pois em um quarto de hora se ti-
ca senhor do movimento da machina, ten-
do a mesma a propriedade de fazer as se-
guntes costuras: pospontar, abainhar,
franzir, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompanham-nas. Os pro-
piietarios do estabelecimento se cncarre-
gam de mandar ensinar n'esta cidade, e
garanten) entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
X'rfeico a machina vendida, nao tendo,
KH*m, soflridoella alguma avaria. Jlatam-
iem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower & Baker, de trabalho sim-
plesmento mo, e outras com movimento
dos ps; c mxime todos os pertences das
mesmas machinas, para vender avulso.
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os caboHos e a
barba, a lWOO o frasco. #
E' a nica approvada e reconanendada
o^pe- Por lei' Sl'^ reconhecida superior a todas
1 as tinturas d'este genero.
venda em casa de Gustavo Hervelin n.
51. ra da Cadeian. 51.
Cemento de Fortknd.
Vende-se no armazem de \fjcente Ferreira
Costa & Filho, na ra da Madre de Dos n. 22,
barris randes.
|r- Em casa de Theod. Chnstiansen, na do Com-
mercio n. 16, cncontram-se ofTectivanie
a qualidades do vinho Bordeaux Bourgognee do
Pneao.
iAZ (i\Z GAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forstcr &
C, ra do Imperador, um earregamento de gaa
de primeira qualidade; o qual so vende eoa partidas
c a retal ho por menos preco do que em outra qual-
qieT parle.
Na ra da Cadea do Recife n. S3, loja de
chapas, ha para vender-so tres portadas comple-
tas do podcajdc Lisboa.
FUNDICAO DOBOWMAN
Sliia do llrnm n. *5.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batidor fundido.
Rodas dentadas, paia moer com agoa,
vapor o animaes.
Alambiques de ferro.
Formas para purgar assucar.
E outros muitos objectos, etc. etc., pro-
prios para agricultura.
Vende-se um milheiro de tenas velhas e
oito cosiados.de pinho grande, barato, para ver'na
ra da Florentina n. i>.

>-<



Diario de Pernambuco Sexta feira 5 de Marco de 1869.
h
VI
!
4*
GRAMIE
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprietario d'e.te estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
pital a vir surlir-se no grande estabelecimento que tem defazendas, tanto da moda como
de lei, e as pessoas que negocian em pequea escalla, tanto da praca como do maUo-
nesta casa podero fazer os seus sortimentos em pequeas e grandes porcoes, venden-
do-se-lhes pelos precos que se compram as casas inglezas ; assim como as excellentis,
simas familias, podero mandar bascar as amostras de todas as frondas, ou mandare-
mos levar era suas casas pelos nossos caixeiros, para o que acha-se este estabeleemien-
to aberto constantemente desde as G boras da manhaa as 9 da noute. r
O atoalhado do Parto. AS CAMBRAIAS DO PAVAO
Vende-se superior atoalbado de algodo Vendem-sefinissimaspecas de cambalas
com 8 palmos de largura, adamascado a lizas transparentes tanto ingtezas como ai
PECHINCHAS
Novamente chegadas ao armazem
PAREDES PORTO
2/J00> vara; dito de linbo fazenda muito
superior a 3200 a vara ; guardanapos de
nho adamascados a 43oOO a duzia e muito
finos a 8#000, e ditos econmicos a 3?$500
a duzia.
Crochs para cadelras ua loja do
Pavo
Gkegaram os mais lindos panos de cro-
cit ou guarda bantras, proprios para ca-
deiras tanto d'encosto, como de balando e
do guarnifo, e outros compridos para so-
f, assim como ditos redondos para mezas
redondas, ditos pequeos para almofadas, c
ditos para cobrir presentes, tehdo pequeos
at para cobrir um prato, que se vendem
por preco muito em conta, na loja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Fustdes para rostido* brancos
attlO.
Vendem-se os mais modernos fustoes bran-
cos flexiveis com padiesde listas e de
salpicos proprios para vestidos roupas de
menino a 610 rs. o covado, na loja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatrizn. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Grosdenaples
Chegou para a loja do Parto pelo ultimo
varpor um grande sortimento dos melhores
grosdenaples pretos e de cores, tendo verde
lambem, que se vendem mais barato que
em outra qualquer parte.
Pechincha em algodosinho a o#500
a peca xa loja do pavo.
Vende-se superiores pecas de algodosi-
nbo com 20 jardas a .':>500 a pega, gran-
de pechinciia, na roa da Imperatriz n. 60
armazem de Flix Pereira da Silva.
BABADINHOS
Veadem-se finissimos babadinhos, tiras
bordadas e entremeios, mais baratos do que
em outra qualquer parte, assim como espar-
Ulhes dos mais modernos, na annazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatr
n. 0.
ALTA NOVIDABE
A LOJA DO PAVAO
Gurguro de seda
Cliogaram pelo ultimo vapor os mais bo-
nitos gurgures de seda, proprios para ves-
tidos, sendo lisos e lavradinhos, com muito
lustro, garantindo-se due a fazenda mais
inda e de mais phantasia que este anno tem
anegado a este atercado, e vende-se por
preco muito razoavel, na ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
GROSDENAPOLESPRETOA QATRO
PATACAS S O PAVAO.
Vende-se grosdenapoles preto de boa
qualidade pelo barato preco de lrjiSO o co-
vado, s na loja e armazem do Pavo, ra
'iajmperatriz n. 60 de Feliz Pereira da
Silva.
CAMBRAIA BRANCA A 35500.
Vende-se pegas de cambraia branca
transparente, com 8 e meia varas*pelo ba-
rato preco de 3f5i500, ditas muito finas tanto
tapadas como transparentes i$50, #000,
?>/J500, 7^000 e 8->000, assim como organ-
d muito fino tanto lizo, como de listas e
quadros na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
ALPACAS LAVRADAS TPARA LUCTO.
Vende-se na loja do Parte, as mais mo-
dernas alpacas lamidas para lucto, sendo
muitolargasepelo barato prego de800rs. o
ovado, s na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Sirva.
AS DEZ MIL VARAS DE CAMBRAIAS FRAN-
CESAS S NA LOJA DO PAVAO A 560
RS. O METRO.
Vende-se finissimas cambraias francezas
cora os mais delicados padres, tanto mui-
dos como grados, e com as cores mais no-
vas que tem vindo no mercado pelo bara-
tjssimopreco deoGOrs. o metro; garantindo
que 7 metros do um vestido para qual-
quer senhora, e que em outra qualquer loja
ao se encontrara a mesina fazenda por
igual prego, e sim s na loja e armazem de
Pavo, ra da Imperatriz n. 60 de Felis
Pereira da Silva.
< assas Inglezas a 44 rs o metro
Vende-se urna grande porro de bonitas
assas inglezas tanto graudascomo miudi-
nhas ede cores fixaspelo barato preco de
*10 rs. ometro.garaitindo-se que 7 metros,
do um vestido para qualquer Sra. s na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de
Flix Pereira da Silva.
Bareges a 400 rs.
S na loja do Pavo
Se vendem as mais bonitas bareges transparen-
tes, propinas para vestidos com Hstrinhas a imita-
i-o de listras do seda, e vendem-se pelo barato
preco de um cruzado cada um covado, unicamen
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 5,9000 at IOdO0 a peca, assim
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a loOOO, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Alpacas labradas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a liOOO, o covado,
ditas lisas tendo tambem cor de canna a
800 rs, ditas mescladas muito finas a 1:200,
o covado, e outras muitas fazendas de gosto
e moda que se vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60. de Flix
Pereira da Silva.
ltoupas para homem
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguio, ceroulas francezas de linbo e al-
godo, metas cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de la, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes que serio servidos
com a maior promptido e muito mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
na na da Imperatriz n. 00.de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento dos me-
mores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par at 5f5000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Fejjx
Pereira da Silva.
Cretone para leinjes com 10
palmos de largura a 2$,
Acaba de ebegar esta nova e excellente
fazenda branca propria para lenee de um
s panno, garantindo-se que um metro e
urna quarta ou un metro e meio da" um
excemote lenco! de um ; panno, assim
como esta boa fazenda tambem muito
propria para toalkis de meza, rosto etc. e
outros wysteres c vende-se pelo bwatissi
mo preco de 2> cada metra
Admirem!
Madapoles finos a U, U, 70 e 8. rs.,
s no armazem do Leo.
Chitas escuras de padroes lindos por pre-
co de 320 e 360 rs. o covado.
Cassas de cores com palminhas e com
listas de diversos padrees a 240 e 320 rs.
Lazinbas cinzentas e cor de bonina a
320 o covado.
Chitas claras miudinhas a 320 e 360.
Alpacas pretas e de (ores lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs.
Lencos bordados a 65, 6*500 e 12<500.
Ricos e bem escolhidos gostos de bis-
raarks para calcas e paletots a 2*500 o
corte.
Tambem tem para acabar pecas de pan-
no de linbo, com 27 varas, a 17* e 18*.
Toalhas do linho para rosto a 10* a du-
zia.
Aos Srs. armadores de enterras.
Vendem-se pecas de hollanda preta com
40 covados a 5* : na ra da Imperatriz n.
48 e 52, junto a padaria franceza, loja do
Leo.
Pecas de cambraia transparentes a 4*. ,.
5* e 6*. Por este proco admira a todos Attenco roupas feitas!! no armazem
Cortes de casemiras de quadrinlios e-lis- do Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52.
tas a 2d8O0 e 3*.
Corpinhos brancos para senhora a 30 e
3*200.
Pechincha!
Cortes de cassineta de cores para calcas e
paletots a 1*500.
Cassineta de cores com um pequeo to-
que de mofo a 400 rs. o covado.
Espartilhos muito finos a 4*500, 5* e
5*500.
do Leo, ra da imperatriz ns. 48 e 52.
Assim como temos um grande, completo
e variado sortimento de roupas feitas pa-
letots saceos, sobrecasacos, fraques, jtque-
toes, calcas, colletes, camisas, ceroulas,
chapeos etc., tudo por precos que admira 1
Tem tambem um sortimento de rcupas
ordinarias por preco baratissimo.
Acaba de chegar tambem um completo
sortimento de damascos de cores, sendo
azul, amarello e cor de caf etc., que se
vende por preco commodo.
0 cordeiro previdente
Una do QKctmado u. 1.
Novo e variado sorlimento de perfumarlas
finas, c outros objecl
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, deque i'iiW-tivamente cstaprovidaa
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
Fiotavel pela variedad e debjectos, superlort-
dade, qualidades c conmiodidades de pro-
Cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente ped
Grande lwui(lacvao.
0 proprietario d'anliga e bem conhicida
loja de iro'udezas denonwiada Beja Flor
ra do Queimado n. <>:J, \>-,\i
cora.o sortimento de' miudezas que
tem deliberado 11
quidacio, para o u de tO-
adSJ
Os objeelos seio vendidos por mefadede
seo valor, epara que o publico, nai) suppo-
hha.quc o presentoannudco nina Hu
oproprietarioila ditaloja oll'erece nina pp-
e espera continuar a merecer a apreciacao na ,jst;| ^ a|gunasmiudezes, com os seos
do rcspeitavel publico eni gera] e de sua (iiniIlUlos ,, ,,ni0 abaiGO se ver,
boa freguezia em particular, nao se aras- ? n..in,in ...> i:..i., ,.,,,,,,,i..t-, ,i,i,_
tando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontraio os
apreciadores do bom:
No armazem do Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52, junto a loja de oifives
e padaria franceza. ___
FAZENDAS PRETAS
PARA A CUARESMA .
AUGUSTO PORTO & C.
lina do Queimado n. 11
Receberam directamente da Europa as mais superiores fazendas pretas espe-
ciaes para a quaresma, as quaes esto vendendo pelos mais mdicos precos em vista
a superior qualidade de ditas fazendas.
AliTA MOVIDABE
Basquines pretas de renda, verdadeira novidade, para senhora.
Coreurio preto de seda liso e com listas assetinadas para vestidos.
Grosdenaples preto largo estreito de diversas qualidades havendo nestt ge-
nero o que ha de melhor. .
Basqumes de croch pretos, ditos de seda preta com cintos delicadamente en-
feitados, elegantes peplums de seda preta, fiebos pretos do renda, modernas capmhas
pretas de renda e superiores vestidos de gorguro preto bordados.
Aloja n. 11 da ra do Queimado tem sempre o melhor sortimento de tapetes,
alcatifas e
Esleirs da India para forrar salas.
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores c mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservis do
asseioda bocea.
'Cosmetiques de superior qualidade e clici-
ros agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com lita japoneza, transparente,
e outras qualidades.
Finos extractos inglezcs, americanos c
franeezes em frascos simples c enfeitados.
Essencia imperial do lino c agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de de-
ferentes taannos.
nao apresentando urna lista completa de to-
dos os objectosque estad expostoe a venda,
pela razao de se tornar um annuncio muito
extenso c por consequencia de enfadonbalei-
lura, por isso apenas lemita-se as scapintes:
Coixa de envclopes de corea.
Ditas de envelopes com tarja.
preta...... .
Ditaf de envelopes brancos glan-
des. .f.....
Ditas de 'envelopes grandes e pe-
queiios. .......
Libra de laa para bordar, surtida
Duzia de carios de corchete fran-
c zcs com )L\ pares cada carto
Dita de colbcis de metal prin-
cipe para sopa. ,
Dila de ditas para cii. .
Concha de metal principe para ti-
rar assucar. ,.....
Botuadura para cohete. .
Pares de lavas de fio da escocia
branca e de cores para homem.
Ditas de ditas para senhora. .
Fita para sinto de senhora. .
Pares de sapatinhos de casimira,
bordados.......
Pecas de cascarrilha de la. .
Escova fina para limpar uiihas.
Ditas de ditas.
Sabonetes em barras, maiores c menores ( ptjnlt} p,.olo je b.u ba.
MOCAMBIQLEPARA VESTIDO A 868 RS.
Chegou para a loja do Pavao um elegante
sortimento dos mais bonitos mooambiques
proprios para vestidos com as cores mais
modernas e que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado.
ALPACAO DE GORDAOPARA VESTIDO A i f
Chegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, sendo de cordo e com mais
largura do que a alpaca, com as mais tolas
cores, como sejam Bismark, lyrio, perolas.
roxo, cor de canna, magenta etc. e vnde-
se pelo baratissimo preco de 1 o covado.
R0ME1RAS PARA QUARESMA A 16,
Chegaram as mais bonitas e modernas
romeiras pretas de guipure, que se vendem
pelo baratissimo preco de 1(5-5 cada urna.
SOBRECASACOS PARA A QUARESMA A 18-i E
Vende-se um grande sortimento de so-
brecasacos e palitts sol)recasacados de fi-
nissimo panno preto pelo baratissimo preci
de 18;>, sendo forrados de alpaca, e poi
20& todos forrados de seda, 6 grande pe
chincha, principalmente por estarmos n:
quaresma, assim como, tambem se vend
um grande sortimento de calcas e colettet
de casimira preta que se vende muito man
barato do que em outra qualquer parte.
ESGU1A0 DE LINHO DE 12 JARDAS A 10$.
Vende-se pecas de esguiSo de linho, fa-
zenda superior, com 12 jardas cada poca, a
100000.
Poil de ekvre a l*OOo covado
Vende-se poil de Chvre muito largo com
as melhores e mais modernas cores poli
barato preco de IjiOOO o covado, na loja e
armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60
de Flix Pereira da Silva.
VALOR THERAPEUT1XO
DO
XAROPE DE QUINA FERRUGINOSO
OE GRIMIULT C COMf.
llrMMtii 4 A. t. V*frmW*p<*e~, mm k.
A assodac do fe-r e da quinaresoW. um dosnwis mportaules problemas 4a pharmacii,
e fai eom que se ct gratulara os mdicos dos relavantes servidos qoe lite presta esta pre-
paCoffeito, ninguem ignora qne a quina, em mileira medica!, 6 o melhor tnico que se
eossa erapregar, sendo, sbremelo, unido ao Phospbato de ferro, a ma.s estimada das prc-
paracoes ferruginost*, pois que euuam ua sua oompostcao o ferro, elemento do sangue, e o
nhosphato, principio dos ossos. ,
Por isso, )ulgamoi que, para os sfirs mdicos, serio uleressantes as observacSes feitas pelos
seus collegas, os mais distinctos e Paris:
< Este Xarope produz os man felizes resultados nos casos de dyspepsia, chlorosi,
c amenorrhea, heir.orrliagias, leBOOrrheas, febres typhoidas, diabetes, e quando precu*
restabelecer as forcas dos doentes c restituir ao eorpo as foreas alicradas ou perdidas.
ARNAL, medico de S. M. o Imperador.
urna das raras combinacoes que, ao mesmo tempo, salisfazem o medico e o doente. En
i quanto a mn, cu a considero como a mais effioaz preparaco ferruginosa, cujo uso C dos
mais agradaveis para os doentrs. .,..... n
CAZENAVE, medico do hospital SairU-Louis, em Pars.
Com su prept.raco d'uma forma agradavel, e fcil de digerir, administra-se aos
doeirtes doi medica ncnios irauortantes. .... ,, n
Ca\Um,chefedccliuicadaFaculdadedeParit.
Eu emprego com o maior esito o Xarope de Quina ferruginoso, c o conjMero coaio
urna das mais felizes innovacoes, ua mateira medical.
CHASSA1GNAC, cirurgio em chefe do hospital Laribouiire.
Este medicamento, sempre beui aceito pelos doentes, deo-me constantemente os maii
vantaiosos resultados. ..,
HERVEZ DE CHEGOIN, membro da Academia de medicina.
A limpidez d'esta preparacSo, o sen gosto agradavel, sent de qualqaar sabor tle
ferro, azem d'ella um medicamento to efficaz como agradavel.
M0N0D, addido a Faculdade de medicina.
Deposito em Pernambuco, em casa de
*c\
A
^^loja do Pav&o.
GURtRoES P.\R.\ VESTIDOS A 1?>000.
0 COVADO.
Chegaram os mais modernos gurguroei-
para vestidos, sendo de todas as cores, come
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola.
rxo d A tendo quasi quatro palmos de lar-
- gura e vende-se pelo baratissimo preco
te na loja e armazem do Pavo, ra da Impera- riz n. 60, de Flix Pereira da Silva. nanm de Flix Pereira da Silva, na ra da
GroMleaaples preta imperatriz n. 60.
Vende-se um grande sortimento.. dos me-
lhores grosdenaples pretos, tanto lar- Brins para calca na loja do payad.
aos como estreitos, sendo de 2.->0O0 rs. o Vende-se os mais modernos e melhore*
riwadoai W000 rs. garantindo-se que brins de linhojde todas as cores, outros com
nW eener ninguem tem melhor fazenda e listas do lado, garantindo-se sercm de bnh.
oue se vende mais barato do que em outra puro e vende-se por precos muito em con-
Sfluer Darte, na ra da Imperatrizn. 60,, la no armazem de Flix Pereira da Silva, i
\ ?._ X__:L acu,-, na da ImDcratrizn. 60.

kfftmp
da aeataii
k mtitau
ktins
PILULAS
deBUBINduBUISSOn
PbirKKeilic*
laureaio
h
academia
0
simo
tralamento das affecedes chlorooiH^mpbatieas ou escrophulosas sempre lentis-
u.^, e muias vezes essas molestias resistem s preparacoes ferruginosas ordinarias. As
indagaedes feitas pelos professores Hai.non de BruxeUas, Gensoul e Petrequin de LySo 0
Berzelius e Troussuau de Pars, tem provado que a causa d'essa persistencia era a completa
ausencia do Mangaiiese, elemento que sempre deve-se acbar no sangue junciamente com
o ferro. Estas pilas supprem, pois, na tberapeca ama falta importante, e por esto
motivo ellas tem merecido a approvacio da Academia de Medecina e das principaes socie-
dades medicas. Deposito em Pernambuco, em casa de Maura* O*.
Illllll
II

f\0 T?rvrTiC? >" tda8 as Parle do Bnd0' npregam com o maior exilo,
de Flix Pereira da Silva.
Chitos
Vendem-se as melhores chitas escuras para
casa sendo de cores fixas, pelos baratos
precos de 320 e 360 rs. o covado, ditas
muito finas francezas sendo claras, com pa-
dies de cass3 a 360 e 400 rs, pechincha,
na ra da Imperara o. 60, armazem de Fe-
Jix Pereira da Silva.
na da Imperatrizn. 60.
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
,PAV0.
Vende-se urna grande quanudade de re-
talhos de chitas e cassas pretas por preo
muito barato, e quanto maior for a porcao
que o fregu comprar, mais barato se "e
vender pa ruada imperatriz a. 60 de F-
lix Pereira da Siiv.
sy o phospbato de ferro Mtovtl de Lbras, para curar a chloresis
(cores paludas), as dores do estomago, n a exhausuco do sangue; com esta preparaco. do
ao corno o vigor, e s carnes, a sua firmeza natural;4lteihtam o desenvolvimento lio lalio-
rioso da puberdade. Com effeito, tudo, n'este medicuBtnto, se aeha reunido para he
asseeurar o maior crdito, pois que entram, na sua coapoaoio, os elementos dos osso 6
doiangue. 0 sen autor, M. Lbius, dontor em sciesBt, pbarmaceuuco, professor de
chymica. inspector da Academia, foi, recentemente, condecorado da ordem da Legiao dt
Honra, digna recompensa dos seus importante trabtlkot.
As seguintes apieciacoes dos mais celebre mdicos anda vem corroborar e nubfiear
todo este titulo ii conanca publica :
Precisa classificar o pbospnato de ferro solnvel entre o ferruginosos que mellar
i convem ao doente cujos orgSos digestivo snpportam mal a preparaede de ferro.
SOUBE1RAN. profttser na Escola de medicina e de phartnaaa.
c 0 phospbato de ferro soluvel em quanto a mina, a melhor du preparacoes fermfi-
nosas, e o *eu emprego d os mais promptos e seguros resultados.
ARAN, medico do hospital SainU Eugnie.
c A forma liquida do phospbato do ferro solnvel di-lhe nma immensa vantagem solire
as pillas; eu considero este medicamento como mni superior s preparacoes iodadas. )
ARNAL. medico de S. M.o Imperador.
Entre todos os ferruginosos, no conhecemos nm s* que obre tto prompta e cfficasmeate
como o phospbato de ferro solave!, e isso, sem cantar o estomago.
BELLOC, BAUME, B1G0TVF0LLET e PRVOST, mdicos dos hotpaet.
0 effeito da preparaco de phosphal de ferro solnvel me parecem ser mui seglro
a e promptos. > BEBftUT, redactor em chefe do BuUelin thrapeutique.
Entre todas as. preparacoes ferruginosa, o pbospnato de ferro soluvel foi a que sem are
rae deo os melhores e mais satisfactorios resultados, s GUIBOUT, medico dos hotpikes.
0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretodo, a vantagem de evitar a constipacbi
i convir sos temperamentos delicados. 0' FAVROT.
Deposito cm Pernambuco, en esta de Wsmii 0a.
para mos.
Ditos transparentes,, redondos eem figu-
ras de meninos..
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invemisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perl'umaris tinas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos c elegantes, com pd de arroz
e boneca.
Befeeial p de arroz sem composieo de
eheiro, Q por isso o mais propiio para crian-
cas.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de eamphon e outras difieren tes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental deKemp.
%InIa mais coques.
Um outro soitimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com filetsde vidrilhos.
e alguns d'ejes ornados de flores e lilas,
estao todos expostos apreciago de quem
os pretenda comprar.
OLLlXrBR E PL'XHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivcllas e Utas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
los, ficando a boa estiba ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
0 que de melhor se pode encontrarnes so
genero, sobresabindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para ia^ciu.
Bolsas de tapete e oarteiras de couro, por
precos eiMiimodos.
Cliapelinas de palha da Italia mui bem
enfeitadas, e enleites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
ro presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PABA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
0 Cordeiro Providente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapos, coques etc.
ludo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade do presos.
. \LEM DAQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de galloes de la, babadinhos "de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos o apreciados ; compareci pois os pre-
tendentes que serao servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo proA intento debicos c rendas de
guepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homerr
como para senhoras, constantemente achanv
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimado n. 16.
600
706
000
-MilO
900
l800
(ifiO
860
600
600
609
10200
.'ido
600
:m
30tt
Caixa com apparelho de chumbo
a 6W, 1-iOO e.....I*SH.,0
Boneca de cera a l-j000, 1-^200,
3)5200, ');>000 e.....
Apparelho de porcelana para al-
moco e jantar......
Jugo de Vspera......
Caixa com papel branco e de co-
res.........
Infladores para vestido.
Caixa de Baba de marca encar-
nada e azul.......
Sapatinhos de la para meninos.
Tocas.
50006
20600
600
700
fcO
400
800
mu vfl
28-= Ra lo Imperador =- 23
EM GROSSO E A VARE JO
Charutos de difersas marcas dos bem
acreditados fabricantes, Costa Jimios e
Manoel da Costa Ferrete de (Sao Flix).
Farinha da trra inuito boa, -S reis a
sacca.
Miraguaia do Rio Grande do Sul, peixe
secco de superior qualidade a 60100 a ar-
roba.
Corigi.e ruivo de Portugal, embarr c
libras.
Camaioes seceos, do MaranhSo, em librar;
Latas cora peixe em conserva sendo:
Salmean, Lagostas, Ostras e outras muitas
qolfdadcSj a aber: Portuguezes, Ingle;
Americanos, Hespanhes, etc.. etc.
0 Campos anda urna voz. vem ter a
honra de lenibrar ao respeitavil publico, as
muito excellentes agurdenles de Lima Pa-
rati, e Tiquirado Maranho. por vir-lbea
kla que so aproxima o tempo invernoso,
e que muito nescessario se torna trazero
estomago quente, e como se acha o scu es-
tabelecimento bem pmvido dos gneros ci-
ma dilos, recommenda um passeio at elle,
onde encontrarao os amantes do que
bom bocado, um completo sortimento (tu
gneros linos, que se tornam recommend*-
veis para urna mesa mais uu menes prOr
viila. ___________
Aos senhores lojistas
Para a quaresma
miras pretas linas : na roa da Cadeia do-
Recife, innazoni n.60. ___________
Cocheira
Vende-se uuicacocoeira coin 2 carros, is .
os o sous porien***?, tiidb cm bom estado : ua -
doSl o n. .15. a imt.ir 11:1 menina.
ESCRVOS FOGiDOS.
NOVIDADE
A loja de Coelho & Oliveira ra do
Queimado n. 19, recebeu pelo ultimo vapor
um bello sortinicnto de bal5es de diversos
systemas, os mais ap%rfeicoados, que teem
vindo ao mercado, sendo :
Bales de gurpur com liras chamados
reguladores, ditos de musselina abertos por
ambos os lados, de modo que sendo todos
de um tamanho servem para qualquer se-
nhora, de la de cores, com tiras, c as se-
geinles fazendas:
Saias de 15a com bonitas barras.
Chales turcos de seda c 15a Beatriz nle
Tundas.
Fitas de guipur pretos Rocamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
l.Sasiiiha*
Sultanes.Poil deChevre, Tricte, dito de
xadrez c outras muitas, en-e ellas urna
Especialidade
La pura de cores a 360 rs. o covado.
Basquinas a Maria Antoniete.
Cambraias fantazia.
Ditas brancas transparentes o Victonas
Colxas adamascadas.
Cobertas chinezas a 2/500 rs. c outras
muitas fazendas que tornar-se-hia enfadonbo
annunciar.
O abaixo assignado reeommeBda a eapt ira
d.) sen escravo d-j nome Joaquim, mulato, l'ug'.dc
do se i sitio do Monleiro, comprado aos s>'us do-
nos os Srs. loao Goraves da Silva. Vio ote C.v
valcanlido Albaquerqao o Alexandie Gomes I
Silva, aesta cidade, por intermedio do seas w*
curadores na pessoa do Sr. .Manr.cl Fiiiuck'oIi
v.ilcanii, todoi de Pao d'Alho o por iaterven^dj
Sr. Santos (corrector do ogeravos). eojo escravo
lamliem natural de Pao d'Alho o tem w disti t
seguintes: idade 38 asaos, secco do eorpo e um
pouco alto, liigde, cabello um pouco rai.'.piui
e perneado, taita de dentes, una inuammr.cao v
cruada na jaula da mo osquefda, falta a fcrtano
jo, milito descansada e mansa : levou canis
madapolao e riseado de algodao, c i
pardo. O abaixo assiimado muito recommenda a
captura deste scu escravo todas as auloridadm
e mais pessoas unoerregadas da captura de escra-
vos, nao s pelas diversas cidades, villas c >W<*-
dos, como pelo sertao. para onde pode ler
piomttte bem gralilicar, e tambem a qual
a que d'elle der nolieia Hert : a d
eae sen escriptorio a ra do Greepon. l>, o: ;u
scu sitio no Monleiro.
Recife, 27 de Janeiro de 1869.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Tinta rxa de Mon-
teiro.
Vende-sc tinta roa de Monteiro para escrever:
natoTdocalSSodofoJa-ado amarello da ra da
Cruz n. 21.
00S de palikaflo
Fu^io uo dia 11 de Janeiro do eorreule auno,
d i engenixi Balatura, freguezia da Escada, o w-
cravo preto, crioulo, de i\ annos de idade, cha-
mado Marcelino, que foi do Sr. Joao da Cunha
Pereira, cujo escravo estove no deposito geral, p
tem os utapnw seguintes : alto, secco do eorpo,
rosto muito marcado de bexigas. falta do deal<.
na frente, cor preta, Nihio de chapeo doclnlo, pa-
ietol o calca de castor, levando nm tianuzmno a*
Ondres eom mais ronpa, o supuoc-so estar na
freguezia do Cabo : quem o apprenewk r leve-o
ao difc) onganho, ou ra da Senzala-nova n. M,
escriptorio do Sr. Bernardiuo Poutual, que i
ber a gralilicacSo cima.
"Escravo fgido.
Fugio no li.i 1 do crreme mei de feve >
escravo crioulo de nome Alfredo bastan!
idade de 23 anuos, alto, s-cco, de prrnas tonp
parecendo cambaio quando anda pt'-s muito [
des e largos, beicos tambem nB
sos. olhos grandes e flor M B*J'
dentes, e principia a appantfl cc-
zinlieiro ; supp3e-se ter sidorednapo, c
prestaad servico de sua arte em al
trangeira ou emalgum hotel : qne
ve-o'aoseu senhoro teoeaie-comnel Loa i
cisco de Barros Reg, o engenho ( l M
Sr Antonio Climaco Moreira Temporal, i
eriptorio ra da Cruz n. 51, que trt genc
mente recompensado ; tambem se r.inn-ir. *
(njem do mesmo escravo der noticia, |*la qu
posta tratar c toa captura.



Md
8
Diario do Pernanibuco Sevla feira 5 de Marro de 1869.
LHTERATURA.
Chroalea theatral
II
Fiei '.aba d ohedeccndo ri-
gurosamente ao meu programan, hoje, com
mais satsfaoo do que esparava. vou oc-
cuparcne dos dous ltimos espectculos
que, a nova companhia dramtica offereceu
publico desta capital.
Em o espectculo, que tuve lugar a 24
doiuez passado, representou-se o drama
de Aniceto Bourgois .Christol, o enfureci-
do e a luid i comedia: Osdoustamban*. To-
dos os Mares, inclusivo o Sr. Sania Roza,
indo pejfeitamente os seus papis, com-
Hceendemlo as suas paites, concorreram
4*ra a^jccoilaeo que tiveram essas duas
animosas produeces Iliterarias.
Para niilhor avaliar o traballio artstico,
yrocurarei descrover todas as personagens
do drama.
Sazanna Herfitft dotada de un* carcter
afavel, temo e meigo, consagrara a seu
marido (Gilbertood'Artigues) esse sentimen-
tal ir menso, como oespaoo; eterno, como
o tempo sublime; comodevesor apresenca
de Deus, chamarlo amor. Na companhia de
os seus carinlios, julgna-.se feliz, bastante
jitosa; mas, tendo-sc-lhc gravado na imagi-
uac-o o nome de unvi mulher que seu es-
poso, cm sonlios. pronunciara, deixou-se
dominar pelo ciume.
O ciume foi aprimeira nuvcm negra (pie
surgi no horisonli: da sua existencia; foi
Elladesojando depositar sabio os seus in-
nocentes labios o seu prirneiro o ultimo
beijo, symbolo da sua dor, va i capella; e,
quebrando o caixSo, onde devera estar de-
positado o cadver, encontra-o .vasio, fi
cando, por este modo, convencida da exis-
tencia do fructo querido, do penhor adora-
do do seu extremoso amor. Gilberto, sou
marido, fugindo s garras dos seis iin'mi-
gos, apodera-so da crianoa e, louco, fora
de si, penetra na capella e, alii esconde-a.
Sazanna, apenas sabe que seu filbo navia
sido salvo por seu marido, apressa-se em
depositaba aos ps da Virgem e, ajoelhan-
do-se com Gilberto, ora, agradecondo a
Deus a sua ventura. As oraOes e as sp?
plicas de urna verdadeira, do urna santa
mi acham seinpre echo na mansito celeste!
Casilda e urna dessas mulberes infames,
urna dessas creaturas asquerosas que, no
leilo do opprobrio, mercadejanilo o corpo.
dispem dephrases para impor-se, sorrisos
para vencer, lagrimas para captivar.
Nos bracos da miseria, da verdadeira
miseria, da miseria que tera por elementos
constitutivos a prostitnico do corpo e a
corrupeo da alma, a depravarlo do espi-
rito e a dssoluoo da materia, julgando-
se viuva, resolve companhar a Brdeos
una senbora portugaeza que, tendo perdi-
do seu pai, ia abrigar-se sombra di ami-
zade a mais sincera. Na viagem, porm,
i) navio em que iam, presa de un fatal in-
cendio, submergio-se.
Casilda vio a lancha em que embarcara
sua ama oeeultar-se no seio do ocano
e ella, salva miraculosamente, tendo em seu
poder as poucas joias e os papis da po-
bre naufraga, apresenta-sc em Brdeos es
fatalidade, bato-s suas portas, Diana Men- lo infeliz, bastante dajgracado. Tratlo
des, prioresaia casa de caridad;, que ias-1 misera vel mente por suamulier, em duello,
tituira, confundindo Citilda, poe'termO. plmata o seu amante. Casilda tenta assassi-
soffrimantos de Gilberto e s au mstias
na-lo servindo-s de um veneno que costu-
mava trazer no engaste do ancl. m es-
pelho, postado no gabinete, onde eslava
d'Artigues no momento em que ella langa-
va no copo o veneno, a denuncia. Gilber-
to, i-rendo m religio de sua mi, prefere
(fugir de Bordos a envenenar-se, a suici-
da r-sa. como desejara. Aban lona sua mu-
llier aos cuidados de urna criada e deixa
.Bordos, dizendo que s ve I liria (fiando
serv h'i i Im-1 D'us o tivesse violado. Sibend que
restituo a vida mn innocente que aJrtiasilda anda viva, easa-sa cam Sazanna.
seoberln
3 primeira paginadu.orosa que. manchn o Z^^oTS^C^JS
drama da sua vida intima; foi opnmeiro casad g dAl.tiglies, pa oillierto.
l-o que a prenden a desgrara. .
Para ella, a felicidade devora ser passa-
-geir e transitoria, como a vida humana.
Como ella, mitra mulher linha direito de
usar do nome de seu marido que, jurando
ano-la perante Deus e os homens, mentira
;i sociedade, mentira ao mundo! Sitzanna
ligara o seu destino sorte de um homem
ni).
Ella sabe tudo: seu marido confessa o
..mi crime, pedindo-lhc que consinta em
lagir com elle para longe, bem longo .1.
tlieatro das suas fraquezas. como se a dis-
tancia podesse livra-lo do despreso publico
que oesmagava, que o subjugava. Sitian-
i, medindo a profuruldade do abysmoem
que ia sobinergir-se, recusa a proposta, le-
udo avltar-sc : mas Gilberto, humilde e
utsso, implora-lhe perdi, asseguran-
do-llie qu aguardara o castigo da le que,
como depois Ibe informara, condemna ni ir-
te os bigamos. No omento em que Ca-
tilda, primeira mulher de Gilberto, exer-
ftftdo a mais baixa. a mais vil das vingan-
cas, diante da autoridaile. declara que Gil-
berto era criminoso, Sazanna, eonsentindo
que os impulsos generosos do seu corac3o
iniquifema influencia da sua razUo, deca-
te ame, dizendo que nunca fora casa-
da. Abnegacao heroica, dedicaclo angli-
ca O affe ;l i qu;; Gilberto inspirara a Sa-
zanm era tao grande, to poderoso que
obrigou-a a sacriflcar-lhe a sua honra. A
i de Su
impossivel d
amor.
Ama pouco ou nada ama qaem pode di-
'Y quanlo ama. ehi dio dir eom'eglt
in pteciol fuoeo, dizia o grande P
clin. Entretanto, para cnbecer-se da en
deza do affecto que impoz
da comparacab
ar-
dil cham:ir-se Diana Mendes, prevalido se
a filba do negociante Mendes de Lisboa,
que salvara o crdito commercial de d*Ar-
tigues. O Sr. (VArtigues obriga seu filbo
a dar-lhe a sua inao de esposo.
Gilberto obedece; mas, pouco tempo de-
pois, reconhecequee>sa mulher era indigna
de ser sua esposa. Cisilda joga nos alcan-
ces, vai casa de seu amante- Ruul d Sin-
reterro, onde vista por Sivrav. amigo in-
timo de seu marido. Saureterr^ morlo
em duello por Gilberto, a quena Casilda
tenta envenenar.
Abandonada aos seus costumes deprava-
dos, para captar a benevolencia de um lio
de Gilberto, Van Brouk, velho millionaro.
vai a Hollanda e, permanocendo cm sua
casa, conseguc bordar a fortuna de Van
Brouk; com a condcao, porm, de vver
em companhia de seu marido. -Casilda,
para satisfazer a condcao, volta Franca e
emprea esforcos desesperados para desco-
brir Gilberto. Auxiliada por Moretto, sen
irmao, nao duvida ])erturbar-lhe a tranqui-
lidade no lugar, onde habita, seggregadO
do mundo c do rumor sempre montono da
sociedade. D-se a conhecer a Suzanna,
matando-lhe a felicidade.
Apodera-se de Gilberto, encrrando-si'
no castellode Grande-chne. Fuge-se mi
e aprsenla, como seu, o filbo ae Sttzatma.
Gilberto, livre da espionagem constante de
do comsigo
Gilberto e,
| com elle, a beranc d Van Brouk qu
bia a tres milhes, persegiie-o. N;> bospi-
Icio de Saint Jalien jes Rois, procurando
ndid i
Sitzanna. Aniquila todas as uretenfBes
criminosas da sua antiga criada, decan
a seu verdadeiro nome, a sua miserawl e
baixa condicSQ.
ODr. Latremblade, amigo da sciencia-e
da hnmanidbde, recebendo o corpo de um
executado, conliece que elle aimu. nao t-
nba exhala.lo i seu ultimo suspiro. Em-
prega lodos ot; esforcos para ?alval-n
prest indi) um grando
mano,
juslicados hormMis. sompiv sujeih ao lam-
po e ao ospaeo. elemento fataes qnows
penagnemv pretender assassinar. Salien-
do" que Gilberto casara com sua sobrinba
S/crinna e ignorando.que Casilda tamliem
linha -direito de'C,bamar-se Sra. d'Artigum,
nao obstante estn no oecaso da viihii no
invern da existencia, ouvindo deprim
carcter da Sra. d.krtimtes. tanca mo
i-spada c procura ving,it-a. Tres vezes
te-se em sua d safiroitW'-e tres vezes
cido, (cando ferdo. Quando se entvo
com Casilda o reconliece o papel ridiciio
que tem representado, declara-lhe que ella
(leve deixarde isarum nome que nao Ihe
porienc.-, julgando-a amiga amante de Gil-
berto. Tendo pleno.conliocimento, pondm,
da infelicidade de sua sobrinlia, piel
bater-se com Gilberto; mas, inlor.n
do seu estado por Sirrae, desisti do ||n
intento, pedindo a Si uro*; que o auxilie n
descobi ir S'tzan.'ia. Km o hospicio, <-i eado
por Diana ifh*d4h enctintra sua M'biinjw
(pie Ihe i'rtilica do enorme sai-iilicio qur
praliciva para salvar Gilberto. Sen'
orgulhoso da acrao de Stcanm e pu.rur.i
m-liar.as suas incoas. Fica salislu
voBdflgsmagadn a mulher que envenenara
a existencia de sua sobrinho, perturbando
a sua felicidade coniagal.
G'n-i*tnl,ocBjvxado. nio poda ver saiJ
sem I i car lodo lereelido,/- t"m o desficain,iufo de confessar. Con-
demnado i morte por ter pratjcailo o crjme
de bigamia, foi executado publicamente.
Mis o l)r. Litremblacfrl-iiW*'H\n e toma-p.
ao seu servico-:.' Na fniiilidaile de criajlodj
sacrflear-rae a sua honra. \ '" '<* esp.onageuc
a^ provou que Ihe seria f ^e co ras.ello ,,v;:
1,1-: minar a grandeza do sen LS5P* g""* ^aajo
j--- I rehaver o seu pretenOHo filho. desmas
carada pela verdadeira Diana Mendes, cu-
io enorme sa- ''"f" IP^'C**83 sSocoafimaaa por Ckristol,
i-primairn marido de Casilda que. havia seis
que o inmortal Shakspeare
labios de Antonio ao descrever a Cleapatra
o amor que, ao ve-la, rebentara em o seu
craeao:lmdocoe da trra, quecon-
crifieio, basta .ue me. sirva -^^-^j anuos, mais. ou menos, para o i
nia perdido a \da no cadafalso.
ualia, no prirneiro acto, criada.
confidente, etc,. etc., de Casilda c, no
gundo acto, serve na hospedara de
tio Roberto. .Naquelle acto mosha-se mili-
to dedicada a Casilda e, ueste, con i
amaro hospede que habita o quarto, n. i...
Manda preparar almoco, gasta toda a agur-
dente a esquinar frUadasi refina assucar
para cremes,destinando tudo aon. i, que .
sem tirar nem por, o Sr. Ckristal, criado
templamos, dizia elle, magia !-sc um novo
co, ama Ierra] nova e, com os limites desse
universo, marque-se o verdadeiro e o ul-
timo limite do ineu amor.
O amor de Sitzanna era maior ainda e,
por isto, nao pode ser limitado nem dete-
nido.
A sua declaraco livra seu marido da
infamia. Ella, qu nao linha o direito a
usar do nome de Gilberto, que nao devia
ligar sua deshonra os nomes de seus I seus das, licauuo poiire
pais, que se curvara furia de medonha j nascera, para viver sob
tempestado, coberta devergonba, persegui-
da pelo despreso publico, corre a refugir-
e no hospicio de S iin> Jalien des Bois,
abrigo das mis desgranadas, para cuja fun-
dar') eoncorrera. AIi d luz um filbo
que Ihe roubado por urna creatura as-
gabrada pela primera mulher de seu ma-
rido. Dzem-lhe qu seu filho morrera.
Dr. L'ilrembladf vem e/geral-o estalagem [
ile Robi-rto, onda, venda '/ci'i/,.|ca ai>ai-
xonado : I -mbraudo-se, porm, do .pie Ibe
acontecer 'c*n Coimbra, anonselhaa qm,
para correspond'rao scujfampr, eya iudi.^
pensavel que ella se gasasse primramete.
porque linlia sido infelz*no s com apri-
meira. como lamben) fom a segunda mu-
lher. Acredita pamente na morte de seus
mullieres : mas nao se qur antes, apaixonar-se por una mlher casada.
embora com marido velho e fek, sendo
ella mocae-bonita. Notem mo gosb. nao.
Annunciam-lh que seuamo.tendo-se balido
pela Sra. d'Arlig/tes, ficara ferido em An-
cvHz e elle que ora grato ao favor que re-
cebera, resolve ir eneontrar-se com sen
amo; vendo, porm, o seu carro, muda de
resoliiCHo.
Fica na estalagom! onde, bem contra a
sua vonlade, v urna das suas defuatai
mulberes. Pn'ncpia o lento martyrio do
pobre Chmtol q:i;\. mais tarde, dr.para
tambera com a rotna de son cmtliado. O
terror apodera-se do infeliz, Par evitar
iiovos encontrse transformado em mulher,
vai servir ao !). ibbade de Gallac. Nesse
presbylerio, Ciriyol, etaminando os assen-
tamentos dos obi k di'pwa
com a certeza da morte de sua primara
mulher, lamentando que tivesso sidp nid-
iamente enforcado, visto como sua mamar
havia fallecido na vespern do seu segudo
casamento. Restituido alegra, como,
seu ouir'ora, ;i vid.i, entra novamente ao ser- posso.
vico do f. Lairemblade, l'izendo-se subs-
tituir por outra serva no presbyterio. Seu
cunhado. guiado por urna nota de. Gilberto
Desooberto osan sucedo, denunciado o
seu crirae, tenta sucdar-se para nao co-
brir-se de infamia, como se a sua a-co ja
nao o tivesse nfaiqado, j.a nao o houvesse
coberto de opprobrio. Conseguindo fugr
do castello de Grand-cliAm, penetra no
Impido de Mi Jnlien dm Bois, onde tem
a felicidade de enconirar-se com Sitzanna,
sabendo que era pai e que a creanca, que
havia arrebatado-das mo3e Qisildn, era
seu filho. (nsdorando nullo o seu pri-
rneiro casamento, l.mca-se nos bracos, de
Sitzanna, crendo nos sorrisos da felicidade.
Honorato d>>, Sicrac amigo de Gilberto,
autoridade publica, para mm, um peaso*
nagem superfino no drama ; entretanto,
qn 'in [llanta no animo de Gilb-ri a (irme
conviccrio de ter sido tratada por sua mu-
lher que tivera baxeza de conceder urna
entrevista a S'iare/rrrn; > tamben) elle
quem coavenre ao .Dr. ljifreiibl que
nao poda, que na. devia battr-.-o com Gil-
berto.
Mit/tarinti, Dm'\'nw, Hiberlo, o presi-
dente, o ajenie, de. i dida o.o rrintb nao
tem importancia alguna, Dm; Ro-
berto s appareci-m no -*' acto, Mat/ariuo
no dente no 1'*.
Morelto, irmo de Casilda, um palife,
um misera vel que enconlra o castigo de
seus vicios e ibiicuI.is. Lancand i-se a. rio
para fugir persegui^o de Ctristol,
ilion-enfogado.
Desenliadas assm todas as personagens
do drama, fcilmente se poder conhecer
as suas bellezas e os seas defeitos.
As bellezas sao inuunaeras, sa > repetidas,
sao suceessivasr os defeitos, porm, por
insignificantes, nao atlrahem a attenco do
naulramo
especiad.>r. Cnlsida salva lo
semel.a meAia o s-eilir... Diana Mendes,
egibai-caiido-se n'uina laucha para fuar-
se s garra (h morte, diz Clsidn na
a 7a. dol\ aeto, foi tragada pelo oce-
Quem sal vou Gemldal Como se
expliea o apparecimento de Diana Sobre
tes pontos o autor guarda o mais pro-
fundo silencio. N l prirneiro acto, Gil-
berto um homem de bem, o prototypo
de todas as virtudes: no segundo, bi-
gamo.
O carcter de Gilberto, por tinto, nao
foi bem sustentado, sacrificando o autor
scenas-naturajg por outras do mais effeil t.
vem a dalia. inutilizar o assento de casa-
mento de Suzanm. Moretto, arrancando
a folha do livro, para se ver livre de Chris-
tol, airn-.se ao-ri i que banha o presbyte-
FOLHETIM
OS BMM1S m CUEWA
do Dr. Latremblade, Lncilia nma pobre rio. Christol, imaginando que elle rasgara
rapariga... o assentamento d'obito de sua primeira
Diatta Mendes. tendo perdido o autor dos mulher. lanca-se tambem ao rio. Toma a
deixa Lisb6a,onde folha do livro, opedera-se de una carteira,
a proteceo do pai onde ha urna nota sobre a mulher que
Brdeos. Eralronbara o filho de Sazanna. (oncorre
para o completo desapontamento de Cete-
la, aparecennVlhe no momento em que
ella pOe cm dnvid as palavras de Diana
Mendr.s.
Gilberto i'Artigites, tendo-se casado por
,'ratido com Casilda, suppondo ser Dian-
de Gdberto, negociante em
viagem. porm, naufraga. Conseguindo
aalvar-se, dedica toda a sua vida a.obras de
beneficencia c caridad.;, minorando os das-
gQStOS das mis infelizes. Funda o hospi-
cio de Saa! Julia des Bois, ila diocese
de Burdeos; hospicio que, mais tarde ser-
ve de asylo a Sazanna, que, impellida pela
POR
Berthet.
Prologo.
Por fins do outomno de 183... perpe-
lirtu.-se no departamento do Senna-Ioferior
um crime atroz, que diffundio grande p-
nico rraquelles sitios.
Foi o caso que um tabellio de Bolbcc,
regressando de um;i feira nos arrabaldes,
apparejcea assassjnado na estrada real, nao
se Ihe encontrando as considerase quan-
tas de dinheiro e mportantissDps papis
de que se soube qju era portador.
A justica, logo que teve onhecmento
h) facto, poz-se em campo para descobrir
os autores.
Soul '-se que no dia do assassinato es-
iverao tabellio n'um botequim deBolhec
de conversa com dous individuos, os.quaes
de ha muito gusavam de mi reputaQo.
O ioqaerito, dirigido por magistrado h-
bil, nao tardou em produzir contra os dous
referidos sujeilos os mais seguros indicios
de criminalidade, sendo por isso captura
dos, e, depois do mais minucioso processo
preparatorio, julgados perante os tribunaes
de Ruo.
m dos criminosos, chamado Rigaut, era
um miseravel de -baixa espbera, que i fra
liar vez. condaaanado pelo, orimes de
burla e roubo. Elle proprio teve de con-
f(ssar que s vivia do jogo, porquanto era
notorio que nao bavja mercado ou feira
onde Rigaut nao apparacesse para all por
em pratica toda a especie de estratagema,
com que astuciosamente extorquia aos la-
cadores o prodiwto da venda dos sews
^eneros e gados. Sobre elle, pois, reca-
hiam as principaes suspeitas do crime, as-
severando-se que o melhor quinhao do
roubo Ihe deveria ter pertencido.
O outro aecusado, tambem jogador, cba-
mava-se Bertomy. Fura n'outro lempo-
0 Sr. Santa 'Boza., (liberto, estataja-
deiru), com satis'aco O declaro, trabalhou
bem, esqoecendo;se completamente .h
ponto, do majdito ponto qui;, qua.si sempre,
me esfria as scnas. P->r Imje nada mais
dira sobrp o Sr. Santa Boza, se aos meas
puvidos nao cliegassem os seus qiieixumea
Ao l-.-r a mnha primeira cltroica, o Sr.
Santa Rozar imitando Juremias, fez di-
versas lamentares. Vs? que Ihe
queriaio tiiaro pao, nao obstante ser um
actor velho; teve mesmp a fraqueza de
(lizer que, se fosse mulher, nao seria to
aggredido, tao vituperado.^ Por aflaor da
minha propra dignidade, n3o quero,' n3o
i devo dei.xar sem resp ista
esias accuaacyes que, paia muitos', sao
niliilidades; mas que, para miin, sao mi- i
serias, sao infamias que "me revoltam. Me
muitissimo indfferente que o Sr. Santa
Boza viva no tlieatro ou fora delle: que
se sustente com pao, bolacha ou biscouto;
quaseja actor novo ou velho. Como es-
pectador, indo ao tlieatro para distrahir-me
nao desejo que o Sr. Santa Roza, appa-
recendo em scena, me fornaaa materias
.soporficas; comocscriptor, nao tenho obri-
gafo de queimar myrrbu podre a falsos
dolos. Applaudindo o mrito e censurando
o demerito, compro um dever segrado.
O Sr. Santa Rosa um actor veJba, niu-
guem ignora ; mas \m actor velho que
nao estada, que consagra profundo .1 ^re-
so sua arte. S estadasse, se amasse a
sua arte, seria um bim artista : para tudo,
na Mendes, cxn ella se inculcava, foi mui- o uso o mellior mostee ; asus effcflcisw
tomy, cansada de Iolrer, rcndcji a alma
ao Creador mezes antas de se lercon-
summado o assassinato em que sau mari-
do eslava implicado, e por isso deiiou de
experimentar mai; esse terrivei golpe.
rendeiro de urna bordado, mas aehava-soj Apes.ir da deterioraos) que soffrera nos
arruinado em consequencia da sua dea ir*
denada paixo pelo jogo. Ausont (ins-
tantemente da herdado e entregando ao
abandono os negocios domsticos, cahira
na insolvencia das rendas, at que f i des-
pedido, e, em vez de procurar outro qual-
quer modo de vida, entregou-se mais
ociosa vadiagem. Foi ento que estabe-
leceu relacoes com Rigaut, chegando os
dous a lornar-se inseparaveis.
Nao obstante, Bertomy tinha urna fami-
lia digna do respeito e compaixo. Sua
mulher, que Ibe levara um bora dote, fi-
zera todas as delgencias para o meller em
bom caminho, e umitas vezes, com as suas
economas, pagou ella as dividas do ma-
rido. Quando, porm, o vio expulso da
herdade, recouheceu a necessidade de re-
servar para os filhos os restos do seu dte.
Solctou e obteve judicialmente a separ-
oslo do beos, ao que o marido se nao op-
poz, e foi estabelecer-se era Fcamp com
seus dous filhos : urna menina, ento de
dezeseis annos, c um rapaz de quatorzo,
suido-mudo de nascenca.
Durante alguns annos, a Bertomy pouco
import iu a familia. Nao obstante, quando
por acaso ia cidade, ne deixava de os
visitar, manifestando-Ibes tai ou qaal aifji-
co. Ouvia com docilidade as arguicoes
misturadas de lagrimas de sua mulher, e
promettia-lhe firmemente abandonar o jogo
c voltar a occupaT-se do trabalho honesto.
Helo-que respeitava aos filhos, dirigia-lhcs
carkias e nao deixava de Ibes fazer alguns
presentes. Por isso as suas visitas eram
sempxe ardentemente desejadas, e, (juando
se despeda, deivava-os na espectaliva do
cumprlmento das suas prom$ssas; docor-
ram, porm, os das e os mezes sem que
elle renunciasse ^KUviO;. errante, enjos
mysterios se iguoravam.
Foi n'esta alternativa que a infeliz Ber-
mits nerum omUiam mxgister, dizia Plino.
Serei o prirneiro a applaudi-lo, quando
merecer ; mas, fique certo, nunca serei o
ultiino a ceisura-lo, xmando nao represen-
tar bem. Tenha pawencia ; nao impreste
aos outros santimentos baios e mes-
quhihos. Se foste mnlher, seria'applau-
aiao, disse o Sr. Santa Bosa. Meu Deus!
para que descer a essas torpes represalias ?
para que lancar m2o dessas- intrigas de
bastidores, que tornam enfermos todos os
espirites, entorpecendo todas as conscien-
cias c plantando descrencas em todos os
eoracoes ? Desoja ser mulher o Sr. Santa
llosa-' Nao ere, palavra de honra! Faco in-
toia c completa justica aoseu bom sonso:
foi o despeito quem o impollio a pronun-
ciar leviananiente essas palavras e, neste
caso, s me cumpre dizer: A lanlerna
indepondente, meu caro senhor.
O Sr. Jos Victorino (Presidente e arfen-
te. de policia)... Nao obstante a insignifi-
cancia dos papis que Ihe foram confiados,
trabalhoo bem, identificando-se com os ty-
pos que representou. Porque r.o se apro-
veita o talento do Sr. Jos Victorino, dan-
do-se-lhe papis mais importantes, dslri-
bundo-se-lhe partes de mais esforco artis-
licO I
O Sr. Guimares (Duoernais) sempre
o mesmo ; iramutavel como o destino.
Malhurino, representado pelo Sr. Jor-
dan. agradou. Apezar de insignificante o
seu papel, o Sr. Jordarri consemiio faze-lo
sobresahir na scena oitava do se^ndo acto,
ao entregar sua ama a carta gue era di-
rigida a seu amo.
O Sr. Flaviano (Criado)... Bravo, bravo;
muito bem Oue criado gamenho, dexando
ver alvissimos (lentes sob negro bigode !
O Sr. Thomaz (Moretto). nao obstante o
papel ser muito inferior s suas forcas,
muito insignificante para o seu mrito, tra-
balhou bem.
O Sr. Primo da Costa (Honorato Swrae)
apezar de so resentir anda de acanhamento,
empregou todos os seus esforcos para agra-
dar. Ejjta" reconhecido, o Sr. Primo dis-
pe de recursos para tornar-se urna cefe-
bridada artstica ; falta-lhe somonte tempo
para aproveiter-se dos dons, que Jhe conce-
den a nitureza.
Na scona quinta do prirneiro acto, ao re-
conhecer ua esposa do Gilberto a amanto
de Raid, soube mostrar a sua admiraco,
a sua sorpresa. Na scena quarla do se-
gundo acto houve-se irreprehensivelmente.
No quario e quinto actos, excedendo mi-
nha espectaliva, hrilhou.
O Sr. Eduardo da Silva, cstrean.lo no
papel de Gilberto dArtir/nes, revelou o seu
talento artstico, forcando-me a applaudi-lo
frenelicanbte.
E:n todo o prirneiro acto, o Sr. Eduardo
nao offuscou as primeiras mpressjes
que plantou cm lodosos nimos. Na sce-
na deoiina-primera, final do prirneiro acto,
domiuou os espectadores, eonseguio im-
nr-se platea 1 Na scena decima-quinta
di) tereeiro acto, paludo, trmulo, curvado
aof ps de Snzunna, implorando o seu
pada.. o Sr. Eduardo commoveu todos
os eoracoes, perturbou todos os nimos.
Em todas as suas secnas do quinto acto,
com os seus olhares desvairados, com a
sua voz vacllaule, com a sua excelente
mmica, patenleou todos os tormentos que
turluravam a alma do Gilberto. Transir
.'oes magnificas, posicoes soberbas, dieco
firmo e constantemente agradavel, tudo,
tu.io, no Sr. Eduardo, se enconlra cora
abundancia, N'uma palavra, o Sr. Eduardo
artista.
OSr. Martinho (Christol, o enforcado)...
Est em suena o Martiuin, o /celebre Mar-
tinho (juc. em lodos os theatros do Rio
de Janeiro, fez rir at... aos bancos das
plalcas. Nao desmonte a fama....
Foio bicho.
Limpa lixo!
Carantonha
Sem vergonlia I (1'.
Que nariz! aesemma-se a beque do
encuurncado Tamindar, disse um guarda
marinha que, honra Ihe seja feira, anda
nao teve o goslnho de ir ao Paraguay.
Qual! respoude outro que deseja sentir
Seconamra bocejar. i cap: dentu-
da- as ond/tas, rosna o hornem da rabeco.
Na Id essas eousets... Tem as peinas
toHae, qw dizer o Adonis que toca tim-
bales; mas engulio a phras i, pensando que
olla traduzia desaforo gmsso. L'ma urna.
foram analisadas todas as partes da |uelle
todo que, tantas v do
Souto (visconde. S3 me faa favui.. Marti-
oho continua en 11 ,.M, )Sto
crilica desapiedada dos zoilos. Principia a
fallar, a desenvolver a sua sapiencia, a des-
pejar o sou arsenal de jocosidades... Risos.
girgalhadas ueeessivas o tornam orgullo-
so, mais sobjjrbp ilff4ue o ineu amigo
Santa R isa quando a platea, tragando o
seu espirito, Ihe mostra os denles. Sem-
pre o inosmo em todas as scenas do dra-
ma; sempre artista notavel em todo o seu
trabalho.
Todos s ditos chitosos do autor, pro-
nunciados pelo Martinho, ficam mais salien-
tes. As plirases monos espirituosas, ca-
ldudo daquclles labios', transformam-se em
incentivos para prolongados risos. Marti-
nho nasceo fadado para provocar risadas.
Um sorriso seu exta gargalhadas deliran-
tes, loucas, desesperadas! Nada ha qu.'
o pertube... E mais poderoso do que as
proprias ccegas! A imito, portanto, em
que estreou o Martinho, jamis sahir da
memoria dos espectadores que, em suas
casas, lembraudo-se delle, ainda riem-se.
Conheco um dos espectadores que ainda
boje, r so, ri-sc e ri-sc sem esperancas de
por termo s suas ris3das. Urna velha.
mais velha do que a elernidade, foi ao thea-
tro, disse-me ella, somonte para ver o Mar-
tinho... Rio-so tanto que, agora mesmo,
ouvindo-me pronunciar o seu nome, diz :
Nao me falle naquelle capeta:
sendo homem faz rir tanto agente, quan-
to mais se fosse macaco! Fig, ten-
< taco Eis o maior elogio que se
pode fazer ao Martinho : comparal-o a um
macaco. Como nao deve estar vaidoso da
sua estra?! Aceite o Sr. Martinho as mi-
nhas felicitaces.
O Sr. Joaquim- Augusto ( Dr. Latrem-
blade )..... Muitas vezes, o mais profundo
silencio symbolsa a mais eloquonte Imgua-
gom. Calo-me, calo-me, iiorque nao tenho
e.ipressoes para manifestar a sublimidad^
do trabalho do Sr, Joaquim Augusto.
A Sra. D. Cleh'a 'Diana Menes)... Es-
tou mal cora a Sra. D. Clelia: averbo-me
de sqspeito, nao obstante estar intimamen-
te convencido de que desempenhou bem o
; papel. Nao quero que ellajulgue que
nao tenho a energa pre.a'za para d.'ixar de
Ihe fazer elogios;mas, fallando cornos meus
botos para nao ser ouvido por p iSSOa al-
guma, a tal Sra. D. Clelia est deitan.lo as
manguinbai de fora, est muito adantada:
quem le vio e quem te v |
A Sra. D. Aplonia (LuCilio) embe mu
pequen papel, Contendo, mais ou menos.
quatiodiWs no priniero acto odozc no se-
gundo. Anda (icaria esperada, seno mo
lembrasse das seguintes palavras do S.
I'e.lro:Deus castiga os soberbos e disiri-
bue araras aos humildes. A Sra. D. Aplo-
nia, leudo as phrases que foram publicadas
n'mn jornal esta cidade, disse: Bem
seique nao sou artista; se podesse orn*
ripiar por ende os outros acabam, fa-lo-
bia, para'agradar a todos. Nao Ihe fi-
cou no coraco o menor resentimento...
Nao d artista? Que importa que o can-
caro c a fadiga. ao discahir da noite, ho-
ra saudosa do crepsculo, digam ao vajor
que, reclinando a sua fronte, beira da es-
Irada, sobre annoso tronco, procura recu-
perar as suas forcas perdidas :Nao che-
gaste ao termo da tua longa e perigosa jor-
nada ?! Oue importa, se elle, ao romper
da aurora, depois de breve c fervorosa
oraco, continua a sua remara, esquecido
do passado e pensando no futuro ? 1
O desanimo e a desereaca Diobodiam do-
minar as grandes almas, os espirites for-
iv- dulos! F em Deus, e esperan-
za no futuro, comdemne-se sina fatal de
A-liiworo: camnhar, caminharsempref Se
hoje, ha una voz que lenta acabrunha.la;
anianha^u o espero, essa mesma voz, fa-
zendo-lhrjustira, proclamar os seus tri-
o cheiro da plvora; aqkillo que elle tem umphos. as suas'glorias.
na cara 6 o badal do sin i de S.
de Paula.
W destina i >-,) da familia dos
Francisco
l'n-tiii-
A vida artstica
tambem tem as suas grandezas e quedas ;
a sua rocha Tarpa e o seu Capitolio Para
mis tem mrito: para outros, domer.r
o bocejaam terce.ro, bmpando o ptnce- iodos, porm, Ihe reconheeem muta S
ligeneia, luz brilhanle que o dedo de Deus
gravou na sua fronte. Estude.' estude mui-
to, que nao Ihe Acara longe o Capitolio,
vez.
(I) Palacra de m/por Cezar d La-
cada, se nao houver quem Ihe dispute a
propriedade.
seus havores.rfdiJixou ella ainda a ssus fi-
lhos um peqifeno rendim'uto, que devia
[)i-los ao abrigo das primeiras nnceasir
dades.
Tambem ellos n.o abandonaram o pai
n'aquella situaeo. Logo que Ihe constan a
acbar-se preso, foram va-te ao carcere. e
no dia do julgamento assistiram audien-
cia vellidos de luto.
Josephina Bertomy tinha ento vnte
dado, eem quanlo Bgautfoi conderanado. a
trabadlos forjados por toda a.vida, BerLo-
myfoi-o apenas por vito annos, em vista
do jury ter dado cuiik pro-va das as cu -
cumstancias atteuuanj#> apiesjntadis pei
defesa d'estc.
Mi das cireumetancias 'd*estc crime fica-
ra m .^oradas. Nem antes nem depois
do jupWij se pude sarjer do destino dos
impoilaiitespapis de que o tabellio era
pojBB01* na occasio do asss-assinato e que
savam a urna rica familia iFaquota
proviucia. Os dous aceusados, paraistino
sempre em negar o crime, nao podiam dai-
xar de guardar segredo a lal respeito, por
que o contrario corresponda a confessa-
annos. Era urna esbelta e fonnosa rapa-irem-sc culpadas. Debaldo foram interpo-
nga, d aquellea lypos uormandos de robas- gads separadamente, debat to so Ihe liae-
al. Posto qu d cabellas ram pi'omessas. do recompensas e por ul-
timo ameaeas. Bertomy, menos eosaizado
no crime do que o seu companheiro, e por
isso mais aueassivel no. arrepondimanto,
teria tatvoz cediio, se rtao-fosse o reeeiir
que in inifeetamente Ihe inspirara Rigaut.
loaros, tinha oluos pretos de uaw vivaci-
dade oioridional, emqnetransluzia singular
exahaco.
O* magistradiis. u o jury coiwaram
muito lempo depois a lenabraora- d'aaue^a
oxppessiva. figura, o nobre e potica, e
vendia fatos e diversas mercadorias pro-
prias para, o uso dos marinlieiros. A sua
belleza, modestia e carcter triste propor-
cionaram-lho grando freguezia. Nao ha-
va martimo que, parlindo para a pesca
do bacalho ou dos arenques, nao- fosse
munir-se das suas provisoos na loja da
Camponeza, como Ihe chamavam, e, posto
nao tivesse outra protcec) alm da de
urna criada, que a ajiidava no seu commer-
cio c no arranjo domestico, nunca qual-
quer dos seus rudes freguezes Ihe dirigi
uina palavra inconveniente ou um gesto
menos attencioso. N'estas circamstanoias
va ella prosperar o seu pequeo commer-
co, que, posto Iho nao peonase fie a dar
urna fortuna, ao manos Ihe permitia es-
perar honestamente das mais felfees.
nem distante,
gloria !
ficar
por conseginte, o dia
Continuar-se-h
da
Assiin decorreram quatro annos, Jp<
luPri
jpse-
phma, nao obstante.a insulaco eraqifli-ivia
e a desagradanel recordaco a que o seu
nome andava ligado, ter-se-hia podido ca-
sar, porquanto se Ihe oftereceram alguns
tambem a prosan^a de Miguel Bertnmv, o detr causado grande sonsaco, n4u so no
su^do-akiido, pobre-rapaa, qae pone cora-
pretenda do que all sepassava, mas em
cuj. rosto se vi.-j o reflejo da dor intima,
ea#iais un motivo que devia influenciar
lavi*ivtiluK)nte n>i saatenea dnaocusacto, e
se ppr um lado a9 eipciimstancias do pro-
ce*m avam a indignafo contra o
pai, p >r'Mro faziam Tedobrr a comnrise-
rac* para com os fi.bo.
ti para acreditar que a indulgencia re-
Utin da semm teutna.sidn devidai pre-
Este negocio iudiclario, potin, dopois I)artiaos vantajosos, 03 quaes todos ella re-
'geitou sob diversos pretextos. Animada e
departamento como ra> toie o paiz, em|^'ailavelPara com a.8e,t,'ali(ladedos fre-
breve cabio-no esqueeimento.
Os dous condemnados foram em vjrtude
s
da sentenga, transportados a C-iye'iwa,. e os
sus-ames, que aos primeiros tempos an-
daram de bocea em bocea, apagaram-se
aftnal da memoria de todps.
A-situaco de Miguel o de Josephina
Btiromy n5o podia deixar de ser tristissi-
ma. Sos no inundo- dapois da condep)na4J
IJsHU Dii. Ai Jlia.i eraatiu-ij si nnl W
seitaa commovent dos-da-us-iradas?, por
liiaao aliafiusso atnsignou a oneumstaa-
ciajaUenuante de Bertomy twoedido-a'm-'
iliuncia da Bigaol perverso consammado,
e^o quiVSem boas ratee, se sapptnma
nao ser aqaette o primeiro assassinato que
comoettera.
oCm effoito, Bgaut exercia sobre o sea
cmplice nnwcarta aiuoridade, o-qaeBer-
tomj.se nao atreveu a qegar jttraitfe psLceita.
Tambem o castigo loYaisIribiido
guezes, tornava-so triste e taciturna quando
desacompanhada. A saude pareca nao ter
perdido nada da sua robustez, porm con-
.servava certa paluda, divisando-se-lhesjios
olhos um bririio febril fra do natural.
Recebia ella frequentes cartas, cuja leitu-
ra Ihe produza urna exaltafo mysteriosa.
;Evidenlemente Josephina Bertomy achava-se
|ob a influencia de urna ideia fixa e medi-
co (tensan p*i as duas raatiira* s' po-J*^ al^um P,ano cuJa atureza se nao ti-
diamontar otmsigo. Felizmente, Jos- *aa ^othdo Prever-
poma, nobstaat a na pooea etperen- : Sen irmao tambem Iho causava alguns
ca} era^ urna mumer de wiatoanee e inern dados pela negaclo qe raaofestava para
^J150 r1^1"88-, vda seaentaria e montona do collegio.
Mandou logo >ea iwnlo- para urna escola, Cnegado idade adulta, tornava-se-lhe em
de IW5o, afim de aprender ate* e escre. Esencia a actividade pliv^ica Manifsteva
Ver, e.xoroo a mensalidade do collegio decidida tendencia pela, vida do mar o sen
qnasj Ihe absorvia os seus reodimentos, de- aaior rcgozijo, no tempo de ferias, era ir
juizee.
lironwcionabneiUc
cidro-sea procurar.uxna novaoatede re-
Estabelecen, pos, prximo ao caes
a) grao- de cflama- deseabarque em Fcamp oaMloja,
V mar nos barcos de pesca para se excr-
etar as manobras. Adora va a irma, qjje
ia sobre elle um imperio, aUsoluto; oba-
pta-the cegamente emeircumstancias nop-
maes, mas as saudades da (erra natal que
experimentara em Ruo, traduzindo-se-lhe
n urna enfermidade de espirito, venceram a
repugnancia que tinha em afflgir a sua jo-
ven tulora. Duas vezes escapou do colle-
gio, saltando por cima dos mures c indo a
pe apresentar-sc a Josephina, que teve de o
reconduzjr sob sua vigilancia cidade por
ello execrada. ltimamente, em consequen-
cia de algumas reprehensoes que ella Ihe
deu, Miguel escapuUu-se para bordo de um
navio, prximo a partir para urna viagem di;
longo curso, sendo preciso que Josephina..
fosse buscar ao meio da tripulaco para 6
lazer regressar a casa.
Todas estas contrariedades concorreram
liara acabar de excitar-lhe o espirito, lanran-
do-a n'um ^stado que por vezes dava indi-
cios de desvario. Comtudo, por fins da
poca de que nos oceupamos, Miguel Ber-
tomy, tendo-se escapado pela terceira vez do
collegio de Rulo, Josephina n3o tractou
mais de o fazer regressar afli. Tinha etfe
ento dozoito annos, sabia ler e escrever
conhecia os eleniuntos das scoiick nafa-
raes c Analmente possuia urna educado lit-
terana que poderia considerar-se o bastante
liara um suido-mudo. Miguel, cora a mais
viva satisfaco, obteve de sua irm uceara
para ficar em Fcamp, e o que mais '
que, em lugar de Ihe contrariar d'ahi em di-
ante aquellas tendencias, deixou-lhe toda a
oberdade jrtira r aomar e adquirir todos os
conhecuneottis praticos indispeasavefs a um
marinheiro.
Darrse-na caso que esta suba mudanoa
as ideas da joven tivesse aUjuma relacao
cora os planos que ella to reservadamente
meditava ?
Es o que em breve sabaremas, porquan-
to esta summaria naorafio apenas um pre-
mbulo m relacao i imprtante historia da
que pausamos a ocenfar-oaa.
(CoutMuar-u-haJ
\ ,


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