Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11780


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Full Text
,


I -V*^*^*--*"
JL

i
II
ANNO XLV. NUMERO 48.
*t;.
PABA A CAPITAL. LUGARES ONDE NAO SE PAGA POITE.
Por tres mezes adianlados..................
Por seis ditos idem..........' .........
Por um auno idem. i...................
liada numero avulse..................."
DIARIO
GOOO
120000
241000
320
TERCA FEIRA 2 DE MMQO DE 1869.
; <
PABA DS&G E FOiA DA PROVINCIA.
Por tres mozos adiautados..................
Por seis ditos idem....................
Por nove ditos idem...................
Por um anuo......................
W7S0
13*80*
20.$250
27,5000
PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Fgueira de Faria & Flhos.
SAO AVENTE*:
Os Era. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para; Goncalves Pinto, nft Maranhao; Joaquim Jos de Olivaira, no Cear; Antonio'de Lemos Braga, no Aracatj; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Antonio Joaquim
Guimaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; llelarmino dos Santos Bulc3o, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth; Francino Tavares-da Cssta, m Ategas; Dr. Jos Martina Alves, na Babia; e Jos Bibetro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
CSovrruo da provincia.
i: pbbic.yte assi.nado pelo exu.sr. conos deb*k-
pk.ndy, pit::sidknte da provincia, em 30 de fevk-
bsiro de 18(59.
3' ser rao.
N. 620.Portara ao inspector da thesouraria
Je fazenda.Remetto V. S. a inclusa loria em
duplicata, a que se ratera o ofncio do chufe da re-
partico das obras publicas datado de hontem, n.
6i, e relativa ao salario dos trabalhadores, que,
durante a semana de 15 a 20 doste nioz, esliveiam
empreados noa raparos do palacio desta presi-
dencia, alim de que mande pagar, na forma do eos-
fume, a quantia de 42.53960 rs., em quo importa
i awsaaf feria ou a que se liquidar, pelo crdito
imperio de 1( de novembro do anuo prximo pas-
cado e ordem do thesouro nacional n. 211, de 20
lo citado mez de novembro.
N. (21.Dita ao*mismo.Em additamento ao
mea offleio de 20 do correte, transmitto V. S.
ira os lius convenientes a inclusa segunda via,
que me remetteu o chefe do polica com officio de
19 de-te ara, n. 'i'i. da cunta das despezas na
importancia de "i'iOSO rs. feitas com as diarias
abonadas Kn 18 remitas, viudos dos turulos de
Garanhuns, Buique c Flores.
N. 6.Hita ao mesmo.=Tendo o governo im-
perial. com> foi-nn declarado em aviso do minis-
terio da iniainha d) 6 la corrente, aceitado o olle-
recimenlo do baeliarel em lettras Joaquim Jos
de Siqueira Va rejan, para ominar gratuitamente
aosaprendzesartilices do arsenal de marinlia, geo-
metra applieada, meclianca e desenlio deniu-hi-
DM assiui o communico V. S. para seu conlie-
ci melo.
X. 6zJ.ta ao raosmi.Transmiti V. S.
pira seu cooli'M'im.'n'i e dovda exeeuc) c'ipia do
aviso circular de 11 di corrate, pedo qual o go-
verniiiiiijieri.il le n d-liberal > que aos otueiaes
honorarios e qnaesquer outros que regressem da
eampanba nutilisados p>r ferimentas recebidos
em combate e na i p osara prover os motos de sus
Mbsistencta, se continu a abanar o sold, corres-
i i id. re aos respectivo* posto;, at que entrem
eleetivammie n> goso da pmso a que tiverem
direil).
Aviso a aque se refere a parlara supra.
Circu ir.Itio de Janeiro. Ministerio das mago-
da aiiorra e:n 12 de fevereiro de iSBSt.Htm.
Bsai.BT.De:laro V. Exc. para seu canhe-i-
[ii tato l devidos eleitos que os ollleiaes honorarios
do exercito e qnaesquer estopes ajan pagrogoarem da
campanha iiiutlisados p ir oriiiuiitos recebidos
em combate e Bao pjssam prover os meios de sua
-ubsbteneia, devora > (-oir.iuiiar a receber o sold
gjj, -respndemeaisseus respectivo* aostos, at que
t'iiti\vin ellectivamenle no sojo dapisaoaque
tv!3 em din-ir i. I) :us gu ir de V, UxcII mo de
'Hu-i 'tiln.Sr. presidente .da provincia de Pernam-
bueoV (Mlumanique-se. rSilacio do governo de
Pernain\1,,1Cl,> M J,! fevereiro d8 1869.Conde de
Unepemlr '
X 621. Dita ao mesmo Em observancia;n
aviso do min, 'sterio da guerra de id do crrente, in-
cluso porcpi: i, mandeV. S. pagar a Antonio Fran-
cisco Martins i 'e Miranda a quantia de 2305, *Iue
despen leu com a con-trucrao de um telheiro junio
, ediiicio do ar- onal de guerra, para nelle s ir n
recolhidas as b iml 'ias do apagar incendio perton-
- ao mesmo arV'enal.
Aviso a que se rVefere a portara supra
Ministerio dos negoV^os da guerra.Kio de Ja-
neiro III d i feveveiro i 'e 1869.Illm. e Exm. Sr.
Fica V. Exe. autorisadii annndir pagar a An-
tonio Francisco Martins db Miranda, cujo requen-
monto foi por V. Exc. remet .'do este ministerio
eom o seu offleio n. m ds t4 da jaaafero prximo
passado, a quantia de HOJ tp* desfOHdeo com a
construcclo de um teltieire jojoto ao ediQcio do
ii; mi de guerra dessa proviinx-ia. para nelle se-
reai re illdas as bombas de incVendio perteaeen-
i:i-oi-arsenal ; o qne (lleclaro a V. ElC,
nara seu couhec'rmento e para os lirvs convenientes.
bous guarde V. Eme-. Bunio de \MurUtba.Sr.
presidente da provin.-ia de IvriiamYnico.
pra-e. Palacio M KWerna de Pernan
de fevi;reiro de 1869.Conde Bflfli
N. f.i.'i.Dita ao inesin>.Hatendo
ministro do imperio, por aviso dla
constante da cupia inclusa, coBCedMe
ePresidencias de provinciasdo c
1868 a ti odoi883i;t0 rs. parapaga
aoao, em23
i'l-
Exm. Sr.
crrente
o crdito
icio de
nto d
despezas feitas cima compra de movis e (tbjaetos
11 gevvtao d i palacio desta presidencia ; reinvio a
V s. h i- I i- a que se rel'erem os meus ojicios
de 18 de Janeiro prximo lindo, e que aciimpa-
nharao sen BBeio de 21 do mesmo mez, tm i
si-iro.
Aviso que se refere a portara supra. \
Rio de Jan-iro.Ministerio dos negocios do im-
perio, em 13 de fevereiro de 1839.-Illm. e E\lm.
Sr.Attendcndo ao queV. Exc. expoz em'seu ofn-
cio n 6 de 23 de Janeiro nlthno, a que respondo,
lii-a concedido pelo crdito dePresidencias de
provinciaslo exerceio de 1868 a 69. o de. .
48M130 rs. que V. Exc solicita, para cobrir ades-
feila com a compra de movis e objectos do
s.-rvico d) palacio da presidenefa. O que V. Exc.
enastar para os devidos eleitos, a respectiva
tliesonraria de fazendu Dens guarde V. Exc.
Paulino Jos Soaret de Sonsa.Sr. presidente
da provincia de Pernambuco.Cumpra-se. Pala-
cio do governo de Pernambuco, 23 de fevereiro de
1869. Conde ie Baqmiy.
N. 626.Dita ao mesmoCommunico V. S.
para seu conliecimento, que em aviso de 13 do
crranle expedido pelo ministerio da guerra, foi
approvado o procedimonto dessa thesourara, im-
pugnando o pagamento ao alteres honorario do
exercito Mariano dos Res Espindola, da forragem
i-ara jm cavado, que lhe fora forneeido por ordem
d -la presidencia pira delle servir-se durante o
io que o mesmo alteres esteve no termo de
Ingaxeira, coini roerutador. p.rquanto pelo eser-
cioto d-'sse emiirego apenas eompete-lbe a gratili-
n-ada no arl. t do decreto n. 2821 de 21
de ajrocto de 1661.
Nj %n.9Jk ab inspector da lliesouraria pro-
vincial. lyynsmiUo a V. S. o pret iutHo em du-
lilicata, alim de que de|>ois de liquidados, mande
pagar a Belisario Alves Paes Barreto, conforme
solicitoa o commandante superior da comarca de
Palmares em oflcio de 19 do corrente, os venci-
mentos a contar de 9 a 31 de Janeiro ultimo, dos
suardas naeionaes destacados na povoacao dos
Montas.
N. 628.=Dita ao mesmo.Mande V. S. liquidar
em vista da conta e relacao inclusa, a despeza
tafia durante o mez de Janeiro ultimo, coraosus-
tenu dos presos pobres da cadeia do termo do Bre-
jo, e pagar o que justamente se estiver a dever
dessa despeza a Jeronymo Peroira Marins ou a
Evaristo Mendes da Cunha Azevedo^para esse flm
indicados pelo chele de poiicia em officio de hon-
umsobn. 266.
N. 29.=Dita ao mesmo.Pode V. 8. de eanfor-
midide com a sua nformaeao de 20. do corrente,
30b n. 90, com referencia a da contadoria dessa
(hesonraria, mande pagar o que justamente se es-
tiver a dever ao protessor publico da Lagda Soc-
N. 030.Dita ao mesmo. Recommendo a V.
S, que em vista dos dous prets juntos em dupl-
cala, que-me remetteu o commandante superior
do municipio de Serinhaem com offleio de hontem,
sob n. 6, mande liquidar e pagar os vencimentos
relativos ao mez de jaueiro ultimo, dos guarda-
nacionaes destacados naquella villa o na povoafo
de Gamelleira.
N. 631 Dita ao mesmoXos termos de sua
informaeao do 19 do corrente, sob- n. 87, expeca
V. S. suas ordens, para que os vencimentos do
destacamento da cidade da victoria sejam pagos
pela respectiva collectoria, "visto assim o haver so-
licitado o chefe. de polica em officio de 20 de
janero ultimo, sob n. lOi.
X. 612.Dita ao mesmo. Attendcndo ao qne
solicitou o tenente-coronel commandante do corpo
provisorio de polica em offleio de hoje, sob n. SO.
recommendo a V. S. que mande adiantar os ven-
cimentos correspondentes a este mez, do tenente
Luz Felippe Gavalcanti de Albuqiierque que vai
commandar o destacamento existente na cidade
de Nazareth, e bem assim abonar-lhc a quantia de
233000 comoajudade cusi de ida c volta.
N. 633.Dita ao mesmo. Autoriso V. S. nos
termos de sua informaco de 20 do corrente, sob
n. 91, a mandar pagar ao ex-arrematante das
obras do primeiro lauco da estrada da Victoria a
Gravat, Manoel Francisco de Arruda Fraga, pela
consignadlo do % 13 do arl. 13 da le do orcamen-
to vigente, a quantia de 7:9Oi|iO00 a que segun-
do o certificado annexo ao requermento que in-
cluso devolvo, tem elle direilo, proveniente das
duas ultimas prestacoes do seu contrato,
1* seccao.
N. 633Offleio ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia do Amazonas.Tendo o consclheiro presi-
dente do supremo tribunal de justica, enviado a
estl presidencia urna portara para" ser entregue
ao juiz de direito Marcos Correa da Cmara Ta-
marindo, sobre o processo de reclamaran de anti-
guidade do juiz de direito Ignacio Joaqiiim de Pai-
va Freir de Andradc, e achando-se hoje aquelle
magistrado exercendo na provincia por V. Exc.
administrada o careo de chele de polica ; trans-
miti a V. Exc. a dita portara, para que se sirva
fine-la chegar ao seu destino.remettendo a respos-
ta que ella tiver ao mencionado consclheiro pre-
sidente do supremo tribunal de justica.
N. 636.Portara ao juiz de paz niais votado da
freguezia de Buique.Pelo seu offleio do Io do
corrente, tico inieirado de haver Vmc. tomado pos
sedo cargo de juiz de paz dessa freguezia, bem
como de que reconhecendo o juiz de paz do dis-
trcto niais vizinho Luiz de Franca Monteiro, que
nem o juiz de paz do quadriennio* fmdo e nem os
sens inmediatos llzeram no devido tempo a con-
vocacao doseleitores.supplentes e votantes para as
eloieoes genes c especiaes a que tinlia de proce-
der no dia.31 de Janeiro prximo tindo, tomara a
deliberacao de mandar anixar cdital de convoca-
cao designando o da 7 do corrente para as referi-
das eleicoos.
X. 637.Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucanr..=Pde Vmc. fazer seguir para os portos
de seus destinos no dia 3 de marco vindouro os
vapores Ipojitcn e Polengi.
N. 638.Dita aos agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes a vapor.Podem Vmcs. fazer se-
guir para os portos do norte o vapor Guar ama-
nilla a hora indicada em sen officio de hoje.
X. 639.Dita a cmara municipal de Buique
Pelo offleio que me dirigi a nova cmara muni-
cipal da villa de Buique em 12 de Janeiro ultimo,
liquei uteirado de haver a niesma cmara entra-
do naquella data no exercicio de suas funecoes.
X. GiO. Dita a cmara municipal do llora Con-
selho.--=Xao tendo acompanbado ao offleio que
me dirigi a cmara municipal da 'villa do Bom
Consclho em 23 de Janeiro prximo fmdo, a copia
da acta de que trata o final do citado offleio, cum-
pre que a mesma cmara a enve para tor o con-
veniente destino.
X. 611. Dita a cmara municipal da villa de
Tacarat.Kecebi o officio que dirigio-me a cma-
ra municipal da villa de Tacarat em data de 3 do
corrente, acompanhando as copias das actas das
eleicoes gentes e especiaes, a que se procedsu na
freguezia dessa villa a 31 de Janeiro antecedente.
N itando porm que a cmara apenas remetteu
urna copia das actas da organisa^o da mesa da
assembla parocbial da 1", 2J e 3*, chamadas dos
votantes com a da apuracao dos votos para eleitores
genes, c tan tmentevna da apelo para elei-
tores especiaes, ns vindo esta acompanhada das
mesraas actas de organisaejio da mesa c das tres
chamadas que sao necesarias. para que se possa
inviar una a cmara dos deputados, e outra a dos
senadores; e nao estando tambem aquellas copias
conferidas e concertadas por tabelliao de notas, e
na sua falta por escrivao de paz; determino a so-
bre-dita cmara que faca com a maior urgencia
extrahir c remetter a esta presidencia, de forma
que estejam aqu at o fim de marico prximo, duas
coplas authenticas de cada urna das actas da or-
ganisarao da mesa da assembla parochial da 1",
2' e 3" chamadas dos votantes; assim como duas
das apuraeoes dos rotos para eleitores, sen lo urna
dos que tem de eleger os deputados ;i assembla
geral, e outra dos de senadores, devendo todas e.-sas
acias depois de subscriptas pelo secretario, da en-
mara, vir conferidas e concertadas por tabelliao de
qual Oca assim'respondido de ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia.
X. Gi8.Dito ao comiuandante d.
sio-de potieiai'-g.lftr' tmrr^fflr'fesiifciiu
vincia, respondendo o offleio de V. S. datado de
boje c sob n. 30, manda declarar, que a thesoara-
ria provincial tem ordem para adiantar ao tenente
desse corpo Luiz Felippe Garateante de Albuquer-
que os seus vencimentos do corrente, mez o -adian-
tar 23|080 como aju la de eusto de ida e volta
cidade de Xazireth.
3.' seccao..
N. 619.-^Officio o i nspector da thesourai a de fa-
zenda. S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da trausniittir a V. S. o incluso offleio da directo-
ra geral das rendas publicas, datado dfl 6 do cor-
rente.
N. 630.Dito ao nusmo.O Exm. Sr. presidente
da provincia manda transmitur a V. S. a inclusa
ordem do tribunal do thesouro nacional sob n. 20.
N. 631.Dito ao inspector da Ihcsouraria pro-
vincial.De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia communico a-V. S.para os fiaseonyenientes.
que segundo officio di) chefe de polica n 268 de
22 do correte, o delejaido do termo de Itatnb ar-
rendou a Antonio Jos Bruno Jnior una casa a
103000 mensaes para servir de prisao na povoa-
cao de Timbatiba, cuj) contracto lhe scroppor-
funainente enviado.
X. 632.Dito ao rcesmo.Tranmittiose a tlic-
souraria de fazenda, para os ins convenientes, a
feria em duplicata, q xc veio annexa ao officio de
V. S. datado de hont;m e sob n. 61, o qual fica
assim respondido de crdem do Exm. Sr. presidente
da provincia.
de Baupendy, presidente da provincia.--^) chefe de
polica, Fruucisco de Fariq Lemos.
- IMBJ
DESPACHOS DA PRESIDENCIA D.) DIA 27 DE FEVEREinO
DE 1869.
Antonio Augusto Maciel,Passc portara conce-
dendo a lcenca pedida.
Adolpho Liborio dos Santos. Informe o Sr.
commandante superior interino.
Antonio Joaquim de Mello.Xo sendo obriga-
torias as aatorisroes concedidas ao governo por
actos legislativos, nao tendo a presidencia usado
[.da faculdade que lhe foi dada pela lei n. 831 de
22 de maio do anuo prximo passado, tanto que
ncnbum contrato se tu anda om o suplicante,
e subsistindo os motivos expendidos no raen des-
pacho de 13 de dezembro ultimo, nao ha par ora
que deferir ao presente renueriinento.
Francisco Jos Ramos de Oliveira.J fu pr-
vido o logar.
Francisco Manoel Joaquim da Gonceicao. = J
foi prvido o lugar.
Baeliarel Jos Huberto da Cunha Salles.Entre-
gue-se, passando recibo.
Joanna Justina de Siqueira Varejao.Concedo
um mez com voncimento de ordenado som-mte, a
contar do dia em que terminiu a anterior licenca.
Jacintho Rodrigues da Silva Cahral.J foi pro-
vid i o lugar
, Joao Francisco de Paula Machado. J lu pro-yyora Pars 30o rs.
ridn o lugar.
Joao de Souza Rangel Filho.Passe portara no-
meando o supplicante.
Maria Clara de Assumpeao.=Informc o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joao Cavalcante Mauricio Wanderley. Trans-
mitta-se.
Jos Francisco Lopes Lima.Transmitta-se.
Manoel Martins Pares. Prestando-se o suppli-
cante a exigencia fetal pela junta da Santa Casa,
ser attendido no que requer.
Romana Rita de Sampaio.Informe o Sr. desem-
bargador provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.
DIARIO DE PERNAMBUCO
BBCIF, 2 DE MAligi) DK 1869.
NOTICIAS DO NORTE DO IMPERIO.
Pelo vapor Paran, chegado hontem de manhai,
recebiinos jornaes do Para at 19, do Amazonas
at 21, do Cear at 21, do Rio-Grande aj 25 e
da Parabvba at 27 do passado. Eis o que co-
Ihemos.
Commando das armas.
QiTnnTin Tmwnii do commando das \h.m\s d.; per-
nambuco, 1 de HAngo DK 1869.
Ordem ./o dia n. 433.
O brigadeiro coiuniandante das armas faz pu-
blico para os lius eoavaaiaates, que nesta data foi
o Io batalliao do infautaria ihi guarda nacional do
municipio do Recite, substituido no servir o da
guarnicao desta cidade, pelo Io de artilharia da
mesma guarda e municipio, e declara que o pri-
meara dos referidos balalhoes etn.quanto esteva
aquartclado rauito bem satisfoz s exigencias do
s'iviej. Louvando-o pelo seu coniiiortamonto,
nao pode deixar de, nesta occasio, agradecer ao
seu commandante o Sr. tenente-coronel Joaquim
Jos Silveira, e aos respectivos Srs. ollleiaes nao
s o desempenho de suas obrigacoes, mas anda o
zelo e esforcos que empregaran em asseiar o
3u arl el que en contra rain em niao estado, i na li-
ando s suas expensas proceder concertus. caia-
co e pintura na parle principal do edificio, que
se nao cstendeu a lodo elle em razode ser a des-
pe/.a avultada.
AssignadoJoaquim Jos Goncalves Fontes.
ConformeEmiliano Ernesto' de Mello Tambo-
rim, tenente ajudantj de ordens encarregado do
detalhe.
Motas e na sua falta, por escrivao de paz.
, O que muito lhcTccommcndo, como j o fiz em
portara de 8 do corrente mez.
X. 612.Dita ao engenheiro fiscal da estrada de
ferro.Respondendo ao seu officio de 21 du dezem-
bro do anno passado, tenho a dizer-lhe que em
vista do parecer incluso por copia da commissao
de edificacao da cmara municipal desta cidade,
nada lia que providenciar acerca do embargo que
fez o fiscal da freguezia de S. Jos na obra do le-
vantamento do muro no recinto da estacio das
Cinco Pontas, do que trata o seu citado officio.
EXPEDIENTE ASSUJXADO PELO SR. DR. JOAQtUM COR-
BEA DE ARAJO, SECRETARIO DO GOVERNO EM 23
l.i: FEVERE1BO DE 1869.
1.* seccao-
X. 613.Offleio ao commandante do"deposito es-
pecial de instruccao.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, faco apresentar a V.
S. o soldado Manoel Ferreira da Silva, por estar
doente, afim de ser substituido por outro no seavico
de destribuicao de espediente desta repartirlo,
durante sua molesta.
2" seccao.
N. 614.Offleio ao Dr. chefe de polica.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia tran-
mittoaV. S. os [ttulos juntos de nomeacao para
os cargos de delegado ao termo de Pao d'Alho e
para os de 2 a 6* snpplentes do mesmo delegado,
de aonformidad e com a proposta de V. S. de 19
do crrante sob n. 256.
X. 615. Dito ao mesmo. S. Exc, o Sr. pre-
sidente da provincia, manda declarar a V. S. que,
transmittio a thesouraria provincial, para os fins
convenientes, a conta e relacao, que vieram anne-
xas aos seus offleios de hontem sob ns. 266 e 267,
os quaes ficam assim respondidos.
X. 616.Dito ao commandante superior de Pal-
maresO Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. S. em resposta ao seu officio de
19 do-eorrente, que a thesouraria provincial tem
ordem para pagar a Befcsario Afras Paes Barreto
os encmenlos constantes do citado offleio.
X. 647.Dito ao commandante superior do mu-
i nicipio de Serinhaem. Xesta data autorisou-se a
c.a, los Luiz de Franca Torres, proveniente do' tbesonraita proTiBcial a pagar os vencimontos eons-
t xp-idiente de sua aula, a contar de julhe do anno tantea dos prets, que em duplicata vieram annexos
prximo passado. ao offleio de V. 8., datado de hontem e sob n. 6, o
Hcpartif o da polica.
2' seccloSecreta ia da polica de Pernambuco,
1 marco de 1869.
X. 299.Illm. e Esm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhecimento de V. Exc. que, segundo
consta das participacoes recebidas hoie nesta re-
partieao, foram recolhidos casa de de'encao.
nos dias 27 e 28 do mez lindo, os seguintes in-
dividuos : *
No dia 27, a Blinha or.lein, Heleortiro Accacio
Rangel, como aoapeito em crime de estellionato,
pratirado por mcio v incendio em sua loja de fa-
zendas.
Xo dia 28, a ordem do subdelegado do Recite,
Antonio da Rjeha Gianja, por disturbios; e Joao,
escravo de Bernardino Gomes de Carvalbo, iwr ser
encontrado depois da? 9 horas da notc sem bilhe-
te de seu senhor.
A' ordem do de Santo Antonio, Leonardo Jos
Gomes, por disturbio;.; e Jorge, escravo do Anto-
nio Xunes Machado, por ser encontrado depois
das 9 horas da noilc sem bilhote de seu senhor.
Em officio de 23 do mez lindo, participou-me o
subdelegado do 3* districto da Escada que, em con-
sequencia de recommendaeso minha, fizora na-
quella mesma data prender no engenho Jundl a
Antonio de Salles Coireia, por ter furtado um ca-
vallo no cercado de Joq^ Ferreira Lima; ficondo
o delinquente a disposieao do juiz municipal res-
pectivo para scr-Ihe instaurado o competente pro-
cesso.
Em officio da mesma data, participou-me o sub-
delegado do 2o districto do Curato da S de Olinda.
que, no dia 4 do mesmo mez, no lugar Agua Fria,
fizera prender a Joaq-iim Martins dos Santos e Con-
stancia Mari Pastora, como indiciados em crime
de ronbo, feito na casa da vi uva de Jos Carlos
dos Santos, e que contra ambos ia proceder nos
termos da lei.
A mesma autoridade participa ainda em dito of-
ficio que lbe foi communicado pelo inspector de
Juarteirao do Rio Doce, que o menor de 1S annos
prigio Pereira dos Santos, filho de Joao Chrysos
tomo Pereira dos Sar tos, se suicidara com um tiro
de espingarda, do que proceder a competente vts-
toria.
O subdelegado de Huribeca, por offleio de 26 do
dito mez, participou-me que fez recolher a casa de
detencao a Eduardo Virginio Alves, que avia fe-
rido a Manoel Xavfcr da Pafxao, como cwnmuni-
qnei a V. Exc. em data de 20 daquefle mesmo
mez, e pte Acara ir slanrando o competen le pro-
cesso.
Dcus guarde a Y. Excfltov E^a. Sr. eone>
AMAZONAS.
Correram tranquillamente as eleices na ca-
pital, Villa-Bella, Manes, Silve*. Serpa, TelT e
rencendo o governo em todas ellas.
Foram muito festejadas as noticias da tomada
de Angostura; havendo um solemne Te-Denm na
igreja dos Remedios, passeiata com msica, tanto
em trra como no rio.
A importaco da provincia elevnu-se a
26:'<01i288 na 2' quizena do mez de Janeiro, e a
exportaco a <66:8SKJ830.
Lemos no A/iunonas :
Xa fronteira de Tabatnga, onde, dentro em
(Mucos dias, haviam sido atacadas 47 pracas do
destacamento, apenas '-\ dellas se achavam na en-
fermaria, tendo as domis sido curadas com tanta
t lici lade que nenlium caso funesto ha lamen-
tar.
nha-se declarado com caracteres mais severos,
hHeetsndo una india na casa de um Sr. Freitas
Velloso.
n Xo Javary, Caldeiro e ontros pontos vislnhos
de Tabatnga, acholerinase tinlia |iropagado,
us SOR resollados maos.
< Pelo expivsso militar que aqu chegou ha dias,
vindo do Cneuliy, tivemos noticias de ticar em paz
lodo o Rio-Xe.gro, e de nao hver occorrido facto
algtim que atina para alterar as relaeles amiga-
veis, que existem entre o Brasil e a repblica de
VepzneUa.
Do Rio-Madeira tivemos noticias que tambem
confirmam a sua tranquillidade em todos os ponto-,
e a permanencia da harmona que reina en're seus
habitantes e os do territorio visinho da llolivia.
PARA.
Era ja conliecido o resultado eleltoral de
3nai toda a provincia, sendo geralmcnto vence-
or o governo.
O gremio do partido conservador resolveu
apresentar a depu'.-v-o geral os Srs. cunego Ma-
noel Jos de Siqueira Mendos, consclheiro Fausto
Augusto de Aguiar, e Dr. Antonio Francisco Pi-
nheiro.
A aKandaga rondeu de 1 a 18 do passado
161:117^022.
O cambio regulara: sobre Londres 19 d,
e sobre Portugal 180 190
por cont.
Ftcavam carga os navios: Lind', para Lis-
ba; Ftorint para Liverpool: Antlope para Ham-
burgo: e II. C. Lae para Xew-York.
Sanio para Pernambuco: alio hiate Pro-
tector.
Chcgaram de Pernambuco: a J3 o brigue A*-
relia II, c a 15, o brigue Wenriqw.
L-se no Jornal do Para:
O vapor Mojil acaba de fazer urna viagem de
experiencia que pode trazer muito bous resulta-
dos, para as ragwes que percorreii. Parti deste
porto as 3 horas da madrugada do dia ti, levando
a seu bordo o Sr. gerente da companhia lluvial de
navegacao vapor, commendador Jop Augusto
Corre.i,C Sr. cnsul fraacez Edouard Lona, o pro-
priatorio d i lagnarary, leneate-coronol Souza, -o
engenheiro Dr. Tocantins, e outros muitos passa-
geuos. Dirigio-sc para a villa de Igara[i-miry,
tonudo em Abaet e outros vanos pontos nter
midiarios. Entrando pelo vasto arcbipelago que
l'onna os districto; de Abaet e lgarap-miry,
pavegou pelos rios de Anact, Peqniarana, Ta-
'Apumbnca, Urna, Murutipnc, Anapii, Meruy^,
eruy-iniry, e garap-mrry, ondccbegou as 7
boras da'noute do dia lo.
Xas margens destes ros v-se urna popular o
numerosa. -!a regios destinguem-se pela va-
riedade tTe seus productos taes como borracha,
cacao, mucii. assuear, agurdente, inel, arroz,
farinha, algodao, fio de algodao, madeira de varias
quididades, azeitede anajioba e outros.
Aposar de sua proximidade desta capital,
apesat Se sua populacaa laboriosa, apesar de seus
productos de todas as estacies, alguns destes ros
viram pela primeira vez a passagem de um barco
vapor! Assim, o Moja foi rocebido com estrepi-
tosa ovacao: girndolas de fogos o acolhiam por
toda a parte, e eram correspondidos de bordo
pelo activo c dedicado commercante Antonio Jos
llego, negociante matriculado desta praca e estabe-
lecido em Taumbuca. Era a regiao mais agr-
cola da provincia saudando o grande motor do
progresso.
Os lavradores c commerciantcs fizeram o mais
cnthuastico acolhiinento que se possa imaginar:
todos procuravam animar a creacao de urna linha
especial de navegacao vapor entre esta capital c
lgarap-miry. o que esperam do digno gerente da
companhia -lluvial, cujo genio emprehendedor j
tem sido to fecundo para a prosperidade desta
esperanto provincia.
O vapor, que Bazunlaquc dirigi como pratico
por esse labiryntho de ilhas, ia de porto em pono
rocebendo carga. Porm a viagem foi tao rpida
jue cerca de mil arrobas ainda ficaram por em-
barcar.
Terminando fazemos ardentes votos para que
nao fiqucni sem navegacao vapor regular esses
districtos, onde a lavoura fixa se acha j tao des-
envolvida, e de dia para dia vai tomando maiores
proporcoes.
MARANHAO.
Voltra do termo do Rosario o Dr. chefe de
polica, tendo concluido a syndicancia sobre os l-
timos acontec men tos.
Suicidra-so, enforcando-se no punho d'uma
rede, a Sra. D. Candida Rosa Serva de Souza, inu-
llier do Sr. Antonio de Souza, quo se achava au-
sente de casa. AUribue-se o acto alinacjio
oK-otal.
Fallecer o Sr. Jos Antonio Ltpaagnre
Vaua.
Xo auno de 1868 matricularam-se nos esU-
nakciutento de instruccao da provincia, tanto pu-
licos con -particujares, 5,129 alumnos, sendo
3,863 do sexo masculino e 1266 do feminino. D.i-
quellc numero reeeberam instruccao secundaria
27o alumnos c 893 frequentam aulas particulares.
A alfandega roneu de l a 19 do passado
131:417o97 rs.
tiiimi
0 invern comecra rigoroso. Cliovando co-
piosamente na capital.
Fora nomeado promotor publico de Piraeu-
ruca, o Dr. Symplicio Coelho de Rezende.
Chegra a provincia, depois de liaver com-
pletado os seus estudos, o Dr. Ricardo Jos Tixei-
ra Filho.
= Ha va j se recolhido capital, de Oeiras e
Picos, ondo fora em commissao da presidencia, o
Dr. chefe de noticia da provincia.
O Piauky, o novo vapor da compaahia fluvial
d'aqoella provincia, fez no dia 21 de Janeiro a sua
primeira viagem de experiencia. O teu machi-
nismo fnncclonou regularmente dorantemna hora
pouco mais ou. menos, peroorrendo o navio n'esse
lempo o spaco de i }{. a 2 leguas.
Foi exonerado, seu pedido, o vice-director
do cstabcleciuicnto dos educandos arlifices, Case-
nairoJos de Muraes Sarment.
CEAR.
Do todo o centro da provincia chegavara no-
ticias eleitoraes, sendo o resultado (avoravei aos
conservadores.
= A presidencia da provincia creou urna agen-
cia fiscal para arrec;idaco dos dreitoasobre g-
neros de prodnecao da provincia, na cidade da Par-
ualnba, provincia do Piauby.
Sobre a capital cahirm copiosas cuvas du-
rante alguns dias, havendo prejuizos notaves.
A alfandega rendeu no primeiro semestre do
exerceio de 18681869 a quantia de 650:1404590.
Falleceram, no Baturit, o capito Francisco
Pereira Castello Brauco, de cmaras de saugue e
o major Joo Carlos de Oliveira Saconto, de apo-
plexia. Eram amlios conservadores.
Cartas do Aquiraz do nina endiente no rio
Pacuty, tao grande como ni) ha exemplo nos lti-
mos triuta anuos. Ilouveram grandes estragos cm
lavouras e gados.
Xo Ico foi espancada, por alguns individuos
deseonhocido-, o Dr. juiz de direito Luiz Jos de
Medeiros. Seguir para o lugar o Dr. chele de
polica, alim de syndicar do faci.
Chegra de Pernambuco, no da 17, o biate
Mari a Amelia.
Lemos no Pedro II:
Xo dia 17 do corrente, s 7 horas da noite, se
reuniram nos saines do Club os accionistas da com-
panhia edificadora de una casa propria para func-
cionar o Clul>-Cearense, sendo aclamados, presi-
dente da assocacao, o Exm. Sr. Dr. Goncalo Bap-
tista Vieiia, secretario o Sr. coronel Victoriano Au-
gusto Borges c thesoureiro o Sr. Ricardo Hughes.
At o momento da rouniao acbavain-se toma-
das 111 aecoes no valor de 41:100.4000, destribui-
das por 56 individuos do modo por que notaremos
abaixo.
Estiveram presentes 29 senhores accionistas
representando 256 ac<.
O capital social (ixadu em 50:0005-
Deberou-se que a direccao aclamada, provi-
soriamente lease dirigindo a associacao ate defi-
nitiva approvaco dos estatutos sociaes, sendo acla-
mados para a commissao de redaccio dos meamos
os senaores accionistas Dr. Paulino Xogueira, Adol-
pho Herbstcr e Miguel Severo, tazendo-se j urna
chamada de cinco por cento do capital subs-
cripto.
RIO GRANDE.
Comccou a publicar-se, na capital, o Co-
serrador, jornal representante desse partido, Sobre
a direccao do Rvm. Joo Manoel de Carvalbo.
Xo dia H do passado, o cabra Antonio Jos
de Souza, estando a cacar e encontrando-se com
um italiano chamado Geraldo, no termo do Cear-
mirim, assassinou-o para o roubar Foi preso e
ia ser processado.
FAnaRVBA.
Escreve-nos da capital o nos-o corresponden-
te, em 27 do corrente :
Vo desapparecendo os elTeitos da ebea que
tivemos em 8 do crrante, com as acertadas pro-
videncias do governo e dos particulares.
A nova ponte da Batalba nada soflreu em seus
fundamentos, e os tterros, que abateram estao
quasi restabelecidos.
h Os estragos da estrada de rodagem, desta ci-
dade Cruz do Espirito Santo, eram menores de
quaparei-eram principio, c acham-se reparados
eom pequea despeza.
t Foram nomeados ; segundo escriturario do
consulado provincial o Sr. Ignacio Ferreira Serra-
no, e ajudante do administrador do crrelo, o Sr.
Julio Xavier de Carvalbo.
Ambas estas noineaeSes foram asss acertadas
e recahram em individuos de muito niereciinento
e honradrz.
Com a meliiora d is caminhos tem havido en-
trada regular de gneros neste mercado, ficando
cotado o algodao do 154500 e 154600 por arroba
na in.-pivco. e o assuear de 24400 e 24500
bruto.
t Ficam carga, neste porto, oito navios de va-
rias nacionalidades embarcando assuear C algodao
eonsignaeo de diversas casas commerciaes.
A tranqoiOidade publica c seguranca indivi-
dual coiitiiniavaiii inaltcraveis.
A salubridado publica tem tambem melbora-
do nesta quuizena.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ELEICES.Temos o resultado da freguezia de
S. Lotirenro da Malla, onde foram eleitos eleitores
liara senador e deputados :
Coronel Jos Peres Campello.
Coronel Joaquim Mauricio Wanderley.
Tenente-coronel Francisco Pereira de Arruda C-
mara.
Joaquim Correa de Arauio.
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha.
Dr. Joo Francisco Xavier Paes Brrelo.
Capito Jos Francisco de Barros Bego.
Capilo Manoel Joaquim Mauricio Wanderley.
Yigario Jos Ildefonso Rodrigues da Silva Dutra.
Brasiano Correa Pessa do Mello.
Capito Manoel Correa de Araujo.
Tenente Bernardino de Miranda e Albuqiierque.
Jos Luiz de Andrade Lima.
i:apitV) Manoel Brasi I i no de Arruda Cmara
Joo Luiz Antonio da Silva.
Jos Peres Campello de Almeida.
Manoel Cavalcante de Albuqucrque Ltns.
Capito Jos Ferraz Daltro.
Alteres Jos Antonio de Oliveira.
Major Firaiano Jos Bodrigues Ferreira.
Tenente Antonio Soriano do Bego Barros.
Francisco Jacintho Pereira.
Jos Pedro Hibeiro.
Jos Vieira de Oliveira Maciel Fimo.
Tenente Jos Rodrigues Bezerra.
Julin Ferraz Daltro.
Jos Luiz de Souza.
Antonio Joao Ribeiro.
Antonio Pedro Ribeiro.
Jos#unes Vianna.
Manoel Alves do Nascimento.
Francisco Jos de Sant'Anna.
Bento Jos Anselmo Hibeiro.
Francisco Jos de Salles.
Para eleitores para senador, na freguezia da
Varzea, foram eleitos :
Viseonde de Camaragibe.
Baro de Murlbeca.
Padre Damazo d'AssutmcaoPire5.
Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerda
Dr. Manoel Arthur de Hollanda, Cavalcante.
Francisco de Panto Correa de Araujo.
Jos* Antonio de Brito Bastos.
Irnacio Alves Monteiro. .
Manoel Francisco de Garvalho Paes de Andrade.
Antonio Alves Monteiro.
Firmino dos Santos VWra.
Francisco Xavier Carneiro Lins.
Francisco Soter de Frgoolrddo Castre. _
Egidio Carneiro RodnfOcs pello
Jermino Augusto dos Santos Fragoso.
Dr. Gractono de Paula Bajrttsta.
Manoel Romao Correa de ArWjo.
Joa Harwan Caweiro.
BSCRAVOS.A' bordo do Paran vieram do
norte, com destino corte, 72cscravos,
COMPANHIA PEHXAMBCANA. Nao tendo
ate hontem cliegado o vapor Ipojuco. desta com-
panin.i, seguir auiaiilia para os portos do norte
at Amana, en lugar desse, o vapor Jaguaribr
A carga s ser recebida boje ; passageiros c en-
commendas at o dia di sabida.
DIXHEIRO O vapor inglez Uneidn levou.....
7:000*000 para a Babia, e 3:0004000 para o Ido
de Janeiro.
O vapor Paran tronxe para n nossa prac>
3:4004000. para a da Baha 2:1694261, e para a
do Rio de Janeiro 220:5124103. sendo desta pr
celia 215:898410.1 para o thesouro nacional.
IPOJUCA.Este vapor di companhia Pcrnanr
imcana cntrava no porto de Macan, quando por
aln passou o Paran.
NAVIO ENCONTRADO. Conimuncou-nos t>
Sr. commandante do vapor Jatjiiaribe, que, h>
domingo as 10 horas da manha, passou pelo bri-
gue-cscuna de guerra brasileiro Toneleiro, na al-
tura da llia de Santo Ale.xo, indo no rumo d.
Mil.
AQUARTELAMEXTO.-Entrou hontem no ser-
vico da guarnicao o I." batalho de artilharia da
guarda nacional do li.-cife, sob o ominando do
Sr. tenente-coronel Decio de Aquino Fonseca.
PAHANA'.Tira a mala boje s 3 horas da lar-
de, para os portos do sul do imperio, este vapor,
da companhiaJirasileira.
CANTORES IMPOIlTrNOS.-Chamamns a atten-
eao de qnem compele para mis itetantit msi-
ca.-;, qne perturbara o silencio da ra das Cruze>
at 1 e 2 lunas da manha, cora descompassados
cantos, aosoin de rnnquenlio violan.
JUB4VA falla de nuniei o legal de juizes di-
tacto, nao foi hontem ioataltoda a sesso dasse
trib.inal. prooedeado cunsequentemente o respec-
tivo juiz presidente a n.vosorleio naurnasup-
plcinentar.
l.MPOSTOS PBOVLNCIAES. Com a presente
semana lnda-se o piraao para a recepeo a bocea
do cofre de toes iinpuslns, ineorri-ndo d'ahi por
liante na inulta de 6 por cento o contribuinte
oinisso.
sril'.iniO. No pivoad: do rio Doce, do termo
de Olinda, o menor de 13 annos Aprimo Pereira
dos Santos, filho de Joo Cbrysostomo Pereira dos
Santos, siiicidoii-se com um tiro de eepigarda, a
24 do passado.
PRIS0E5. Pelo subdelegado de Mnrbcca Coi
preso Eduardo Virginio Alves, por ter ferido a Ma-
uoel Xavier da PaixSo, pelo suhdrlee.nlo do i- dis-
tricto do curato da S de Olinda. Joaquihi Mar
tins dos Santos, e Constancia Mara Pastora, como
indiciados em crime de roubo; e pelo robdeiegadd
por furtos de cavallos.
RECTIK1CACAO. Lina das bombas, que auxi-
liou a extincrao do incendio da ra do Imperador
pertence Alfandega.
PROCLAMAS.Foram lidos na matriz da fregue-
zia de Santo Antonio no dia 28 do corrente uw
segnintes proclamas :
1.a deiiunciacao.
Gamillo Pereira Mendes, com Adelaide Thci*eza
lttencourt.
Antonio Jos Cordeiro Simoes. cora Senhornha
da Silva Campos.
Es|ierdio Sloccovich, com Helena Francelina
de Mello Rranger.
Manoel Jos de Oliveira, com Maria Francisca
de Jess.
2.* deiinneincjo.
Francisco Joo de Barros Jnior, com Isabel
Clara Rodrigues Ferreira.
Victorino Manoel de Campos, com Joanna Maria
da Cruz.
Jos Pclro de Alcntara, c: m l'mbolna da Silva.
Sinnies.
Antonio de Jess Alves, com Concordia Frailes-
ca Lopes.
Jos llermino de S e S mza, com Amelia Rosa
de Freitas.
Thoraaz de A quino Pereira da Silva, com Aloxan-
drin.i Franeisia Gomes.
LOTERA.A que se acha a venda a 97- a
beneficio da igreja de Nossa Senhora do (ndalo
pe de Olinda. que se exirabir no dia 6.
= Passageiros entrados dos pertos do norte no
vapor Paran :
Dr. Jo-i- de Are.ujo Hoz > Danin, Julin Bernar-
dos, Pedio l'.liermont de' Miranda, baeliarel l'lvs-
ses Correa de (Lastro e sua senhora, Ignacio Vfci
ra da Silva Cotfceirn, Manoel Pereira Reg, Dr.
Ernesto de Paiva Pires Lima e 1 criado, Raymun-
do B. Pires Lima. Man >el Antonio Carneiro Arau-
/
':-
jo, Dr. Carlos Alberto Quadros e 1 escravo, Pedro
Baptista Moraes Reg e I escravo, Estevao Tasso.
Pedro Morano, Carlos lomillo Andrade Pelxoto. Dr.
Raymundo Jos Moraes Reg, Joaquim Vicente
Mendos dos Reis, Jos Clemente da Silveira e 1
criado, Joo Antonio Alves Jnior. Jos Ferreira
Frazao, Thomaz Pompn de Souza Brasil e 1 cria-
do. Alexandre Barrozo de Souza, Themoteo Ep:-
phanio Ferreira Lima e 1 criado. Mauricio Levj.
Charlee Roas, Victorino Jos de Suiza Travassos
e 1 criado, S marnheiros, Horacio de Souza Ri-
beiro Castro, Antonio Ximenes Maciel AragSo c 1
escravo, Jos Antonio Correa, Bernardino Macha-
do Colho, Dr. Manoel do Barros Barreto, William
Richard, Xathan Velien, Gustavo Oeiaviano Alves
Pequeo, Joaquim Maxiniiano Pestaa, Joao Pe-
dro de S Pereira, Joamiim de Mello Reg Barre-
to, Vrente de Malangunzo, Jos Domingues Cor-
rea, Francisco Antonio Parcon, Francisco de As-
sis Pereira Rocha e 1 escravo, Ignacio da Sil-
va Colho, Joao Marinho de Albuqiierque Mello e
1 criado, Francisco Barboza Aranha da Franca e
1 escravo, Dr. Luiz Emigdio Bodrigues Vianna
Jos Simplicio Narciso de Carvalbo, Antonio de
Souza Gouvd Fimo, Ignacio do Reg Toscano de
Britto Jnior, Manoel Juvenal Rodrigues da Silva
e 1 escravo, Alipio Dias Maeliado, Antonio Ale-
xandrno Lima, Antonio Alexandrno Ribeiro Li-
ma, Salviano Ramos, Lourenco Antonio de Aze-
vedo, Francisco Jos Mera Sobriabo, Eneas d-
Arrochellas Galvo, Cvpnanno de Anochellas
Galvao, Vicenso Violante, Joaquim Soares da Pe-
nha, Antonio Ferreira Baltbar Filho, Antonio
Jos do Souza Guiniares, Joo Baptista (
Joao Pinto Rodrigues de Paiva, Augusto ;.
da Fonseca Galvao e I criado, Antonio Veris
do Lima, Francisco Pinto Pcssoa, Antonio Polarv.
Jos Izidoro Monteiro, Jos Pereira Maia e 1 cria-
do e 2 escravos entregar.
Soguera para o sul :
Frei Antonio de Xossa Senhora SalbJCe, cadet-
Agnello Lopes Pereira, Dr. Raymundo Jos Vteira
Castro Jnior, D. Jezuina de Souza da Silveira i-
2 escravos, Dr. Joaquim A. da Cruz, Dr. Alfredo
Pompilio da Silva, Jos1 da Silva Mola Jnior e I
escravo, Dr. Julio Mario Sena Freir, sua senho-
ra e l eserava, Pedro Raymundo Rilieiro, Jacintho
Lipe, Pedro Augusto Borges, Arthur Borges, Ma-
ria izabel e 3 filkos, Mara Thomazia, Camarina
Emilia, Maria da Trodade, Autono Pompea de
Souzi Brasil e 1 criado, Francisco ('alia, Fraacis
co I'io Teixeira Bastos, Joao Evangelista, Fran
cisco das Chagas Araujo Filho, Francisco de Pau-
la Fernandes Vieira, Mariano Xunos Teixeira de
Mello, padre Trecco, cadete Candiilo Carlos Ca-
eiro Caatto, 4 cadetes,
voluntario c 67 4
O va
troui.e a -
67ejn..
^aaaaos .
de Goiania.



Diario de Peinambuco Terqa feifa fi de Marqo de 1869.
Albuquerque, Joaquim
i criado, itkardo Josc!
Quirino Francisco de
de Oliveira Andrade e un
Machado.
Seguem no vapor Curunpe para Mamangua-
ue U Anna Cavakatfli do Albuquerque, D. Mana
aira A. Galvao, Bento Lote A. Galvao e doos-Os-
era vos, Miguel Jos da Costa Braga.
CHRONJCIJI Din ARIA.
RIUIWL .i R15LM**.
. SESSAO DE i7EFEVEnEIR0DF. 1869.
4-RMIDKNCU DO KX*. t*. DESBMBARf.XDO 8AT4A00.
As 10 horas da mankaa. presentes os Srs. flesem-
simiro do tal, momear no Recite, Ceksliiw. Igua-
ria, morcara nesta villa, Clauditu, moradora no
Ariado em casa do Amarraba {mai 4a tinada), c
Francisca, utulher de Andj, moradora no engenho
Macaco e_o majar Joao amos liexerra Cavaleanti;
'com relacio aos indiciados Henrique F'rch e Jolio
Fich, requera-gue fossem citadas as ptssom
ellos indiciadasmo auto de perguntas. os quaes
rain elles no dia 16 de. Janeiro na eidadedo Reci-
to, islo at as M horas da noite.
Furaiu citadas todas eslas testeumnhas apunta-
das pela pronMIor publica^ontra Varejao, assim
como as aponlodas por Henrique Fie* -seu minio
Conipareocranvf>dasc fo-
ram inqueridas, unas juradas e outras informan-
tes ; mus ditos contra Tai < jao sao o*-seguntft
Donng
e Freitis Henriques, akrio-se a sessao
Passados os Wtos deram-se os seguales julga-
mentos:
Acguavos de pF.tie.vo.Agsravante, Francisco
Alves de Mello; aggravado, o juizo.Relator o Sr.
desendiargador Lounenco Santiago, sorteados os
Srs. desemhargadores fji tirana e Freitas Menri-
ijues.Negaraui provimento. Aggravante, Feli-
ciana Maa Olympia; aggravado o juizo.1Relator
o Sr. desembargador tirana, sorteados os Sn.
descnibargadores Ahneida Albu(|uerque eOomm-
gues c Silva.eraiu provimento. Aggravante,
Vmaro Jos do Amarar; aggravado, o juizoRe-
lator o Sr. dosembargador Souza Leao, sorteados
os Srs. descnibargadores Lourenco Santiago e
Freitas Henriques.Negon-se provimento. Ag-
u'ravante, Antonio Carlos l'ereira de Burgos; ag-
gravado, o juizo.Relator o Sr. desembargado)-
Tchoa Cavalcante, sorteados os Srs. desendarga-
.lores Motta e Guerra.Uegaram provimento. Ag-
ravante, a hunda provincial; aggravado, o jui-
zo.Relator o Sr. desembargado!- Freitas tienn-
qne>, sorteados os Srs. descnibargadores Gitirana
h Souza Lefio. Nega rain provimento.
Rkcuksos chimes Receorreiite, ojuko: reccor-
i-ido, Jos da Silva Senieiro Guiiuuaeselatoi o
Sr. dosembargador Souza Lefio, sorteados os srs.
Luarenra Santiago, Domingue* e Silva e Freitas
Heariques Improcedente. Reccorrente, o juizo ;
iwoorrido, Paulino Jos A>res Relator o be. des-
embargador l'eha Cavbante, sorteados os Srs.
descnibargadores Doniingues e Silva, Ahneida Al-
buquerque c Lourenco Santiago,IiimrocedonT
le. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Canuto Jos
de Aguiar.Relator o Sr. dosembargador Freitas
Henriques, sorteados os Srs. desembargadores
Dmningues c Silva, Gitirana e Motta.Improce-
dente. .
Awki.i.vooks civeb.Anadiante, a innanaaa,,
do Esphito-Sr.nto; apnclh, Manod Camello Pe-
res Falcan Despresados os embargos. Appellan-
te, Antonio Francisco Anaslacio; appeliado, Can-
dido AITonso Moreira Despresados os embar-
gas. Amalaste*, Santos & Rolim; appeliado Jos
Soares de Azevedo. Despresados *os embar-
gos. Appeltante, Guilherme Jorge da Motta; ap-
ellado, Josc Mendes de Freitas Despresados o
embargo*. ., ...
amuelo cnam.appeliante, Manoel Lmz do
Nascimcnto; appeliada, a justica.Reformada a
sentcnca.
PASUGKKS.
Do Sr. dosembargador Motta ao Sr. desembarga -
dor Doniingues e Kva.Appeliado crime: apral-
lante. Severino Antonio Pereira da Silva ; appelia-
do'' DermOBOgiMo Eduardo Reg Monteiro.
Do Sr. deeemhargador Almeda Albuquerque ao
Sr. deseiiibai-gador Motta.Appeflacao civel: ap-
pellantes. Manoel Antonio dos Pasaos c Silva c jui-
zo ; appeliado, Francisco das Cbagas Salgueiro.
D.1 Sr. dosembargador Domingues e Sdva ao Sr.
desembargado!- Souza Leao. Ap|iellacao va:
appellanto, Joaipiim (ioncalves Ferr-ira; appeliado
Maooel Joaquim Baptista,
Do Sr. iesembargador Souza Leao ao Sr. deaem-
liargador Uchoa Cavalcante.Appellacoes ciycis:
aspeRantc Baltbazar Lopes Lima; appeliado,Fran-
cisco Cordeiro da Cruz. Appcllante, Antonio Joa-
quim de Lima; appeliado, Jos Libanio
Montciro.
Do Sr. desembargador Freitas ilem-iqu.;s ao br.
.icMiiiba aador Gitirana.Appelia<;ao civel: appel-
lante, Jos Pedro Velloso da Silveira; appeliada, a
Tazcnda.
Dojoesca civ:i..Ao curador geral: appellan-
tes, Manoel de Souza Silva Serodio eoutros: ap-
pollados. Francisco Pereira e outro?.
Idaigaoo-ae .lio para julgamento dos iSgumlos
EeMos:
o cadver e suas vests liaban vestigios, de que
antes da marte tiitlia liavido ojula.; e a vistoria
consta de outros proinenores, que se allegou na
de/eza a Jai-w de Varejao, donde jesuta a l'alci-
dade ile lose Menino, quando omputa u acto cri-
minoso a Varejao, p; i natural da disditosa Anto-
nia.
Quem desapaixon.idameiite cror, que haja pai
ainda natural, que piaticasse aemaluante crime ?!!
Nada mais-direu.os.
Cabo, 25 de fevcre.ro de 18G9.
Jts Paulo de Srijo Belo.
no auto de i^fguntas.
su
a tl. .
Joaquim Jos 4e Sant'Anna diss,- que nada sabia
do tacto criiniawso, senao boatos quo corriam do-
pois da prisa* de Varejao, que nuaca dissra a
ninguem que vira Varejao passar naquelle dia e
nem em oulro qualquer em sua porta para as
partes da villa do Cabo; que at fazia tempo que
nao va Varejao; que eom Varejao naelinita ou-
tras relaees de que quando o encontrara corteja-
vam-ee rci-'iprocamente.
Fot esta testemunha aquerida coma nunca vi-
mos inquerir-sc testemunhasl I! no entretanto dis-
se o que fica ex|tosto.
Thomaz de Aquino disse que soubrn damoite
por lite dizer F. moradora no engenlio Dourado, que
Jos Menino tinba confessado que tinha sido pri-
meiro i* Inglezes, e ao depois disto disse que ti-
nlia sido seu padrinhn Varejao. Que aesta mes-
ma occasiao llie dissra a mesma mullicr que os
moradores do cngeibo PemUronna tirmam visto
passar no dia 16 de Janeiro Varejao para as par-
tes da villa do Cabo, mas que elle testemunha na-
quellc din 16 tinha estado com Varejao no engenhu
Do rodo s 6 hora* da tarde, sendo que nessa oc
casino lambem all etttora al as mesmat korat
Fulano de tal Ximendes, aviador de outro engenho
Nole-se que Dourado dista da villa do Cabo quatro
leguas grandes ; nada mais disso.
Francisca, nmlher de Andr disse que nunca
dissra a Higuera que tinha visto Varejao passar
em sua porta naquelle diapara o lado do Cabo ;
que fazia ruezes que nao via Varejao; que ludo
isto quem tinha levantado era urna inunier F., c
que nada mais sabia.
Joao Emiliano : disse que nada sabia do fado
criminoso, senao as publicacoes que se fizeram
pelo Diario e officio do Sr. delegado e o mais que
se publieou. Que s F., morador no O', lhe tinha
dito que depois daquelle acontecimento indo a casa
de Varejao, este lhe dissra quo eslava muito
afflicto jior ter recebido carta de Aniarinha, dan-
do-lhc noticia da mortc de Antonia, c que foi esta
conversa que leve depois disto com Firmino de
Freitas Xogueira e Francisco de Siqucira, c que-
nada mais sabia.
O major Joao Carlos disse que s soube do facto
criminoso por lhe dizer um seu morador que tinha
encontrado una escolta de cavallaria que tinha ido
prender Francisco Alvos de Miranda Varejao,por
se dizer ter elle fiarte na mortc de urna fllha natu-
ral ; e nesta occasiao llic entregou o aito morador
os Diarios que trazia do Recite, o nelles vio tudo
quanto se tem publicado.
Que s F. lhe (fiera que estando em casa de
Varejao, quando esta j tima recebido ordemde
prsao dada pelo respectivo delegado em pessa para
se recolher, c vindo depois dous cavallciros, e
saponado Varejao, que era nova prisao, talvez
para o escoltaron, deu una carreira cahindo urna
grande queda ao saltar una cerca, elevava nesta
occasiao um clavinote; e que ao depois nao era tal
prisio, e nada mais sabia.
Casimiro (morador no Reoife) disso; estando
passandn a testa nesta villa depois do aconteci-
mento da mortc estando tomando banho no acudo,
com um liomem morador aqni chamado Bont, este
dizendo que se atribua a mortc a Varejao, ello,
testemunha dissera, que lhe pareca que em um
d is das passados estando leudo o diario em casa,
vio um cavallciro passar, queJhe pareca Varejao
mas nao precisara o dia e hora por nao se lembrar.
Nada mais disse. Notc-se, Varejao no dia 9 de
Janeiro andn nesta villa esleve cm casa do escrl-
vao Araujo, sobre, negocios do lutella; estove cm
i-asa de Jos Paulo do Rogo Rancio, seu advogado
de a muito, estove cm casa de Antonio los Vaz.
e da-hi seguio para Muriheca ; veja-se o auto de
perganta leito a elle.
('.(destina Ignacia, disso sor falso tercm dito (|ie
ella tinha encontrado a Varejao no dia 16 de Ja-
neiro no lugar Hassangana ; e que ueste dia es-
lava ella no engenho Mercz, aonile soube dias de-
Em addamTib ao noticiario cima dizemos,
^W no corpo de delicio se desereve, que, alm da
loalha, i|u direito do torno do icscoc da infeliz ditas mei-
sis, que denota vam seren feilaa com a uolu do
dedo poltegar da iiiao esquerda doassassino, o co-
gulo de torra escavacido por saltos de botins tres
ou qualro bracas do eogulo pan dentro da roca
em dirceeao ao lugar, em que foi achado o
A' I hora da tarde encerrou-se a sessao.
PUBLICACOESlAPENN.
UM. redactores.VtW cumplir o que prometo*
no seu conecituado jornal de 18 do crreme, com
wlacao ao procosso de Francisco Alvos de Miranda
Varejao, indiciad.) na inorie da infeliz Antonia Al-
ves de Miranda Varejao, filha natural do indiciado.
Nao farei commentario algun, entrego a aprccia-
.-ao das proras ao juizo esclarecido do Ilustrado
publico, e dos horacns da scienca de direito.
Com effeito no dia 15 teve principio aquello
lirocesso, sendo iiniuoridas cinco testemanhas, as
quaes sao todas moradoras na Tilla do Cabo, jies-
-oas todas de alguma consideraejio.
Disseram ellas que com relscao ao tacto crimi-
nan de quem fosse o seu autor, nada mais sabiam
.lo que o que ouviram das conlissoos de los Me-
nino em difterenles autos do pergunlas l'oitas quelle
los Menino: que s apena* estando elles a con-
M'rsarem dias ik'puis daquelle acontecimento em
casa de Antonio Jos Martins, nesta villa, duvidan-
do que Varejao tivesse parle naquelle crime, ja
porque o julgavam incapaz disto, e j porque elle
nao tinha andado pola villa naquellcs das; entao
:dli ouviram dizer de Antonio 'Pereira do Monte
que. segundo sua lembmnca, no dia sabbado 16
de Janeiro, tinha visto um cavallciro trajando ves-
ts preta, calca de cor e botaste que ia desta v.lla
para o engenho Rarbalho, (pie lhe pareceu ser
Francisco Alves de Miranda Varojao, isto em occa-
-iiio que elle eslava tirando asentar no engenho
Rarbalho, para onde se diriga o cavallciro ; c
i-oino Varejao tinba um negocio com elle sobre um
avallo, esperan dito Monte na casa do encaixa-
uientoque o cavalleiro.apparocesse, porm que as-
ski nao aeonteecu, pois o cavallciro entrou entre
a casa do engenho e a de disllacao, de sortc que
o nao vio mais para que parle tnlia seguido.
Disseram ainda as cinco testemunhas, que nos
referimos, que naqiiella mesma occasiao ouyirara
tambera do preto DeJIlno, escravo do Dr. Luiz Fe-
lippe, dizer que tinha naquelle dia encontrado Va-
rejao, trajando aquellas vestes a cavallo, c que
nada mais sabiam.
Chamado Antonio Pereira do Monte, etfe decla-
rou que com effeito tinha dito aquellas pessoasque
no dia quinta ou sexta-feira da semana que se
deu a morle, que se nfio recordara bem o da, es-(
lando no engenho Barbalho tirando assucar, e ten-
do vontade de fazer urna precisao, lora ao baldo
do acudo, c que nesta occasiao avistira um ca-
valleiro que vindo da villa do Cabo se diriga ao
lito engenho, e eomo quer que elle testemunha ti-
vesse um negocio cora Varejao, e pelos trajos c ca-
ortfo que dito cavallciro vmha, lhe pareceu ser
Varejao, cujo cavalleiro entrou entre a casa do en-
^enho e a di destilarlo, o elle testemunha entrou
yor detraz da casa do engenho e foi para o cncai-
\iment aonde estava tirando assucar, e espern
toe o cavalleiro o proeurasse, porm que o caval-
leiro o nao procurou, e nem tao pouco elle vio
para onde tinha seguido ; que nao afflrmava que
fosse Varejao; e que nada mais disse.
Chamando o preto Deifino do Dr. Luiz Felippe, o
preto declara que nao tinha dito ter encontrado a
Varejao aquello dia, e nem em outro qualquer ;
i que disse foi, que em conversa eom seu pareeiro
"danoel di P'nha sobre ser todos os senhores de
'"nfcnho gardos, o seu pareeiro lhe dissra que no
tabbado tinha encontrado Varejao e que este es-
lava muito gordo ; que vinha montado em um ca-
vajlo pedrez, chapeo chnez, calca preta e jaqueta.
Ouerendo o Dr. delegado mandar vir a sua pre-
jcnea Manoel da Penha, fra nesta oecasio dito ao
mermo delegado pe'o Sr. Dr. Jos Jo'.iquim Tacares
Helfort, advogado de Joao Fkli e outros indiciados
naquelle crime, que nao titeste o trabalho de man-
dar buscar Manoel da Penha, porque ha pouco t-
/tan estado com elle (crtio aue em casa do Dr. Luiz
Fefippej e o dito Manoel da Penha lhe tinha dito
ipte nada tinha dito Deifino.
Snbiram os autos a condusao do Dr. delegado,
pois dos interrogatorios e razoes de defeza por
paite d^ todos os indiciados o Sr. Dr. delegado
raandou dar vista ao Dr. promotor, e este rcquwcu
pie para deseobrimento da verdsde de quem era
j rriminaso, requera que comrelacao ao indiciado
Varejao. fosseni notificadas por precatoria na fre-
a de Ipojuea as testemunhas Joaquim Jos de
Sant'Anna, morador no MHkHacuco, Thomaz
de Aquino, morador em b >ur.iJ i, Joao Emiliano
do AJbuauerque^ senhor io efnliQ Boassica, C3-
esta villa ; nas no sabbado vospera da bandeira
dos artistas (dia 9 de Janeiro), o Ote nesta occa-
siao vira Varejao em casa de Antonio Jos Vaz
Salgado ; o que nada mais saliia.
Claudlna, preta moradora em casa de Amariulia
mal da infeliz Antonia disse, que no_da que ama-
nhecra Antonia (alta cm casa, a mai de Antonia,
chamara Jos Menino e pedio-lho que dissesse a
Joaquim Paschoal, que se Antonia apparecesse
por la, que a Irouxesse, pis ella tinha desanpare-
cido de casa; e vindo ella lestemunlia a villa por
ser dia de sabbado fazer sua feira, Amarraba lhe
pedir, que fosse a casa de Joaquim Paschoal, c
lhe dsso aquello mesmo recado; c com effeito
chegando ella nesta villa dirigio-sc a casa de-Joa-
quim Paschoal. c l j encontrou Jos Menino, e
dando ella testemunha o recado a Joaquim Pas-
eboai, est lhe dissra. que nao sabia de Antonia,
e nesta occasiao Jos Menino dissera, -meu padri-
nho Varejao vinha boje busca-la, c nao a encon-
tra, hade haver grande barulbo; e que ouvir
Joaquim Paschoal dizer. Sr. Varejao anda aqui; o
nada mais sabia.
Feito novo auto de perganta a Joaquim Pas-
choal. este declarou que era falso de Claudiua,
que elle nao disse naquella occasiao, que Varejao
se achara na villa, pois nao o tinha visto.
Disse que era verdade ter cscripto no dia lo de
Janeiro a Antonia nina carta contendo dentro ninas
inhas, e mandando dizer, que nao tinha appareci-
do por estar oceupado; caria de que fra portador
Jos Menino.
Notc-se em outros autos de perguntas, Joaquim
Paschoal nega, que eserevesse a carta e que ape-
nas tinha mandado as linlias fechadas em caria em
a os quartes e mcia noite, ppde ver o praticar a
morte ea hora na distancia de quatro leguas ?
Rcsorratn os homens de consciencia
cada-
ver, relos de pessas, que por ala tinham klo c
voltadas calcadas de botins, c entre as roupas da
infeliz a-certido de seu baplismo que uiostrava
ser maiur de 17 aunes.
Alm disto, o juiz que procedeu a vistoria oDr.
Joao Gonzaga Barcellos, disse a diversas pessas,
que o cadver o suas vestes tinham todos os vesti-
gios de que antes da morle tinha havido copula
carnal.
(i delegado e a mai da infeliz indigitaram logo
a Jos Menino, Joaquim Paschoal 'Corby, Uenrique
Fich, e seu irniao f> io Fich; como autores do cri-
me, pelo que foram logo presos. Vidc offlcio do
delegado de 13 de Janeiro no Diario de 20 do dito
mez e a carta da mai da infeliz de 17 do mesmo
mez, dirigida ao pai. E como agora negara ?!
lutard-iipadt) Joa&Alcuino com toda a calma dis-
se, que pijas i horas da madrugada do dia 16 oj-
io, em compaiibia de Uenrique e de seu irmao
Joao, rapton 9 infeliz a pretexto de conduzi-la pa-
ra o Recife, afini de .-asar-se cora Uenrique, levan-
do-a para casa de Jos Vicente, aguardou a noite
daquelle dia, e chogaiido Corby reunirani-se todos
quatro, dirigirain-se para casa de Jos Viccute
e conduziram-ii'a ate a ponte do engenho Novo,
onde Jos Menino lhe? entregou urna trouxa, que
trazia,flizendo que os nao acoinpauliava inaie, se-
guindo elle por um caminho, que ia dar casa de
Galdino, dizendo elles que seguiam aquclle cami-
nho jiara chegareni mais cedo ra do Vapor, e
que o lenco que liaba era da infeliz por Ih'o haver
dado Uenrique, proinotlendo-lne dar-lhc mais----
103000.
Sendo Corby cnterrogado nega o faci, confessa
porm ser cntermediari i de Uenrique para com a
infeliz, visto a ter deflorado.
Aniarinha Pereira laidas, mil d:i infeliz eonfes-
sou era juizo que logo que a infeliz desappareceu
de casa dcsconliou ter sido autor do rapto Uenrique,
seu irmao Joao, Jos Menino eCorby, confessoumais
que tinha contratado com o pai da infeliz no dia 9,
manda-la buscar no dia 16, segrate, e que a in
feliz nao quera ir.
Confessou a amazia de Jos Menino, que na noi-
te de 15 para 16 chegra a casa delle a infeliz pe-
dindo-lhe pelo-Santissimo Sacramento, quo a le
vasse em casa de Corby, e que este a levasse a
Uenrique, que ella le-teiiiunha veio com a infeliz
at a porleira do engenho Novo, c que hi Jicara
com ella, indo Jos Menina ver se Corby eslava
cm casa, e voltando dissra nao o ter eucoutrado,
pelo que foram lovar a infeliz para rasa de Jos j
Vicente, (como ser o pai que a raandou raptar fl )
Que Jos Menino sahindo de casa a bocea da noite
do dia 16, s voltou de madrugada.
Interrogado Joao Fich declarou que conhecia a
Aiuariiiha e eslava seu irmao Hoiirniue para ca-
sar-se com sua lilha, a infeliz Antonia.
Interrogado Uenrique nega o facto criminoso,
confessa porm, que eslava de casamento contra-
tado com infeliz ha dous annos.
Torna Jos Menino a ser interrogado c diz, que
ello Bornete fra quem conduzira a infeliz na noi-
te de sexla-feira para sabbado ili de Janeiro, c que
lora elle s o nico autor di morte da infeliz, e
iiuc fizera o assassiuato a mandado de seu pa-
rinho.
terceira vez interrogado Jos Menino, diz que
conhecia a infeliz, que era portador de recados e
cartinhas amorosos de Heni Ique, sendo interme-
diario Corby, carias quo foram encontradas em
sua gaveta; que no dia sexta-feira 15 de Janeiro,
viudo villa s 9 h ras do dia, c fallando com
Corby este he dissera, que senao retiraste nm
tallar, e- assim cumprindo, Corby lhe entregara
una, caria que fra Icita -era casa de Joao Ev. n
.u'.-li la, dizendo que ontrogasse a infeliz o quff'dle
fez, e, que em rirlude da tal earta tinha a infeliz
saludo, dizendo mais que nao negasse, pois que
indii era vordade.
Chamado Joj Evangansta. este jurou ser ver-
dade ter Corby feitu naquelle dia una carta em
sua casa, mas que nao sabia do contedo d'ella.
caria que fra entregue Jos Menino, reo pre-
sente.
Perguntado Corby i que eonl'uiha a carta, res-
pondeu que
niandado por Jos Menino una carta fechada em
branco contendo una nieiada de linha q-ie a infe-
liz lhe tinha encomiinanlado (no ultimo interroga-
torio porm, confessou ter fcito a carta.)
Perguntado quem tinha comprado as Hnhas,
respondeu que tinha mandado compra-las no Re-
% illm. Sr. Dr. MaaeK Bar-
bosa de lraujo.
Nojtlgando sulliciente a declaracSo fraa-
ca c engenua que hci Caito ao Sr. Dr. Ma-
noel Barbosa de Araujo, do meu reconlie-
cimeato e grafidlo, quando o mesmo Sr.
director do collegio S, Pedro, onde teve
nm rncit lillio, e recioso de offetider sua re-
conticcida modestia, peco-lhe permissJto
para itanifestni-ai, publico a transceailencia
d'i apreso que dou as suas quididades e
forma porque me acbo' penborado.
0 proceder nobre ao Sr. Dr. Barbosa,
quando adoeceu meu filbo Ernesto em seu
collegio, tendo empregado os maiores des-
vellos, e um trato cima mesmo dos deve-
res de director, e s proprios de pai, cu-
ja solicitude junlou a pericia e pbilantropia
dos Sjs. Drs. Villas-BOas e Pitanga, foi a
sn I vacuo ro mesmo meu filbo, e aos mes-
mos til lottvores e agradecimentos dou.
A delicadesa no trato, cuidados e interes-
se que o Sr. Dr. Barbosa, toma em geral
pelo adiantamento e sade de seus alumnos
collegiaes, esto cima de todo elogio, ese
por si s o Sr. Dr. Barbosa mereca o mais
alto concedo como director do collegio, bo-
je reuuido aomui digno Dr. director do im-
perial collegio Bom Conselho, cujas excel-
lentes qualidades sao bemaftestad is, e l'unc-
cionaudo ambos emums collegio, pode-se
assesgurar que tem o publico obttdo o me-
Ihor dos estabelecimentos de adoeaffo e ins-
trueco para meninos: Alm do alto mere-
cimento pessoaljdos mesmos Srsi$ a manei-
ra porque tem procurado montar esse csta-
beleinieuto com todas as vantagens para
seus alumnos, e pais que Ibes conliam seus
Oaos digno de apceo. Aceite, pois, o Sr.
Dr. Barbosa esta manifestaco como um
simples tributo de meu reconbecimento.
P. Ernesto Rodrigues da Silva.
!:<, A* OFFII I ES.
COPIAS.Secretaria da polica do Cear, em
4 de fevereiro de 1869.N. 87.Illm. o Exm. Sr.
Acabo de lr noDiario do Poroque se pu-
blica no Ro de Janeiro, de 5 do mez prximo lin-
do, u. 3, um artigo sob a cpigraphe A necessidade
de reformas, o Cear fra da le, etc., e assignado
iiele visconde de Jequitinhonha, no qual se attri-
buem diversos assassinatos commctlidos nesta pro
vucia desde agosto a novombro ltimos polica
de varias localidades c a particulares por odios
polticas. E, porque esta aecusac >. alera de gra-
ve, fundase em lados menos verdadeiros, ou fal-
samente apreciados, veuho em cumplimento da
contidencialdeV.Exc.de 16 de Janeiro lindo, in-
formar sobre elles escrupulosamente para seu in-
teiro c mhocmento, anexar de ja lc-lo feilonapar-
ticipacoos anteriores desta reparlicao.
i Era Queixeraniobim, diz o Diario do Poco, nm
iiidividuo que tinha um desairelo, obtendo do re-
clutador urna escolla, vai casa de um aneao,
cerca-a, e com um tiro mata o lilho, quando, de-
pois de fugir, voltou-se para pedir misericor-
dia.
O faci nico all acontecido que parece dar
lugar a scmelhante vorsao, foi o seguate : N i
da 6 de novembro prximo passado, coniluzindo o
commandanle interino da 3" companhia da guar-
da nacional daquelle municipio una escolla ao lu-
gar Cacimbas, aflm de prender um guarda desig-
nado para o servoo da guerra, deu-se entre o sol-
dado da escolla Jos Francisco cana e Manoel Pe-
reira Duarle, pai do designado, una lata, da qual
resultou sahir ftido Manoel Pereira, que fallecen
disso quatro dias depois. V, pois, V. Exc. quo
nem houve escolla obtida por um particular, nem
se tratera de recrutas, e muito menos (ue a victi-
ma fosse kiii (ilbo em occasiao de ja pedir miseri-
cordia ao seu perseguidor. Immediatamcnte o de-
legado de polica respectivo proceden corpo de
delicto e processoa toda a escolta ; sondo alinal
pronunciado o referido Acaiia no art. 93 do cdi-
go criminal.
Con-tou-me que este criminoso achava-se refu-
giado na serra d i Machado, do termo de Canliul,
e ezpedj ordens terminantes para prompta captu-
ra dolle.
'< Em Sobral, oootiaua o Diario do Poco, man-
da o delegado orna escolta amarrar gente, apro-
veita-se esta sen a menor prudencia de urna fes-
nao era carta, e sim era verdade ter la, que all hara, e o resultado o assassinatfl de
um individuo, depois de lhe haver a osoolta morto
nm cavallo, em que fugia cora una na a. O fac-
to foi ; Constando ao delegado, que so fazia nos
lugares S. Fernando c Arroz, feslas por occasiao
das quaes devia reunir-se gyiite e no meio desta
designados e recrutas, expedio em a nontc de 22
cife. Perguntado quera as tinha comprado, res- de novembro ultimo, duas escoltas, nina sob o
mando do proprio coinmandante do de-taeainonto,
e outra sob o do respectivo cabo do corno de poli-
eia. A que chegou aS. Fernando teve do prender
a Honorato de tal, solteiro; e oslo de ios de ha-
ver resistido a prisao, lutado, desarmado a um sol-
dado, lerido levemente a dous, c quando dispunha-
Himas, foi niorlo com um tiro
:ulo de |H)licia Jos Cypriano
de Aniorim, como se verilicou ulliinanente. Con
cobe-se que so taes oecases podein proporcionar
mais l'acilidade de seren encontrados individuo:
iveititaveis quefazoiii tudo para se ctunirein do
servio i da gui'rra. prmeipalmenle instando-se por
novos contingentes. impossivel impedir que i
urna escolla que soffre resistencias taes, nao baja
algueniquo tome prompto desforro, niio obstante
as mais prudentes e leraiinanles reeonimeodaooes
ila autoridade que a expede, como ao nlocoii com
o delegado em questao, talvez o da provincia mais
poiidcu que fra uin homem que nao conhecia !!
Conclue Jos Menino que elles foram quera irtata-
ram a infeliz para a r mbar c que antes de a roa-
larem tiobam-se servido d'ella.'
Ameacando Corby matar a Jos Menino, foi este
conduzido cjiii aparato de forca ao lugar do deuoc dado, lerido levemente
lo e quarta vez e inturrogado, diz que elle fln se a fazer novas vietin
quem raptara a infeliz a mandado de seu padrinho disparado pelo solda
(pai da mesma infeliz, (entretanto quo a amazia
de Jos Menino diz qae a infeliz chfara cm casa
deste podindo polo Santissimo Sacramento que a
levasse a Oniy e que este a levasse Uenrique.)
que elle s foi quem a enforcou, fazendo elle Jos
Menino nicamente u lago, mostrando >> lugar, o
corgulo. lug-ir que oiuYora assevcrou ter do o
em oac elle e seus eonq>aniieiros celebraram tao
moastruoso festim, u reconhecido pola vistoria :
b assim pir diante eoatinaou a comprometter o
pai da infeliz etc.
\ mai desta confessou, com i ase vio, ter con- exacto curapri dor de seus devores." Esta exposi
branco, mas que nao osereveu; disse outras cousas I tratado com o pai da mesma infeliz, no dia 9, a eao consta de um officio circumstanciado que di-
que ja publicamos no Diario, isto perante milita; mandar bascar nodia.16, e que estaan q im ia rigio-rae a_ este respeito no dia inmediato. Toda
este o o rato le partida para eannecer-s
gente que assistiram os primeiros interrogatorios, e
agora diz que osereveu !! Note-sc bem isto.
Ainda perguntado a Jos Menino se Varejao lhe
tinha insenuado para dizer que Henrique, Joo
Fich o Joaquim l'a cboal, haviam raptado, o as-
sassinado a Antonia, responden, que nao teve in-
sinuacao de alguem, fra acto proprio seu : e que
nao oivira a Joaquim Paschoal dizer que Varejao
eslava nesta villa.
Existe nos autos duas cartas escripias por Va-
rojao a Aniarinha todas com data de 18 de Janeiro,
cm una diz Varejo=honlein as 7 horas da noite
ti ve a infausta noticia da mor? de F, que diz vos-
? ser minlia filha, vose a motora de todo o
mal de sua infeliz filha, e a decencia me faz calar,
c reeoiher-me ao silencio. As autoridades do lu-
gar punan a quem fr criminoso etc.
Esta earta Varejao mandou no citado dia 18 por
portador proprio. Logo depois que escreveu aquel-
la carta reeebeu outra carta de Aniarinha escrip-
ia no domingo a noite de 17, em que Ibe commu-
ncava a morle de Antonia, elle respondeu com a
data j iii(a de 16. accusando a carta e sustentan-
do o seu primeiro proposito na outra carta, que j
lhe tinba eseriplo, e entregando a pnuicao dos cri-
minosos que Amarina he mandara dizer terem
sido os autores, as autoridades, que j eatavam a
testa das investigacoes le tas a Jos Menino, etc.
Auiariulia confessa que quando sua filha desap-
pareeera sempre bolou para Uenrique Fich e Joa-
quim Paschoal; confessa que recehera antes a
carta de Varejao, e que depois recebera %utra
era rospwta a dola no da 19, o que tudo est de
aecrdo eom o que responder Varejao no acto de
pergunlas; como confessa aiuda Aniarinha, que
Varejao tinha estado em sua casa no sabbado 9 de
Janeiro, e contratara mandar buscar a lilha, mas
que esta nao quera ir; e nesta occasiao pergun-
tara ella se tinba chapeo e proparos para mon-
tar a cavallo, dando-lhe dez mil ris, etc.
Varejao em seu interrogatorio diz, que tanto
queria e convinha no casamento de Henrique, que
ir. & este o n into i; pariida
os criminosos.
Confessou a amazia de Jos Menino, como lam-
bem j sevio.qnena noite de l."> para 1 ti chegra
em casa deste a infeliz, pediodo-lb pelo Santissi-
mo Sacramento que a levasse Corby, e que este
a levasse Heoriqua
Coneesou Jos Menino, como tinibem j se vio.
que indo villa s J liorrs di dia sexta-feira lo
de Janeiro, Corby II e entregara uina carta que
aesta occasiao Qzera emcasadeJoJo Evangelista
para entregar miel z, como entregou na mesma
inajiba (atteuda-se para o segredu do nomo do
comprador das suppostas liuhas). e que era vrtu-
de desta carta (diz Jos Menino) fra que a infeliz
sahira de casa ; est de accordo com o que depoe
sua amazia.
Conclue-se, que tendo a infeliz "certeza de ir
para a companhia do pai no dia 16 como este ha-
va tratado, antecedentemente fugio na noite do
dia 15 para nao ir, v por assim a induzir Corby
pela carta que lhe escreveu s 9 horas deste dia
13 em casa de Joo Evangelista, c da qual foi por-
tador Jos Menino, que diz ser era virtude dclla
que a infeliz sahira do casa.
Aqui temos eomo representando, os mesmos per-
sonagens, o deflora dor e os medianeiros ; veri-
ficada a verdade e a procedencia com toda a clare-
za da primora eenflstio de Jos Menino, corrobo-
rada pela vistoria c d-stemunlio do juiz qae o-pro-
cedeu e verificado quaes eram as pessoas calcadas
de Mu.
Agora pergunta-se, como matar a filha natural
para niio casar com Henrique, quando elle pai
procurou realisar o casamento, como na villa do
CahodstosabeManoe1 Ignaoio da Silva, no Recife
Joo Cardoro Ribeiro, lugar para onde rotirou-se
Henrique depois do d ;floramenlo (
Para que matar o pai a friha quando elle pai
contratou com a mai da infeliz leva-la para
sua companhia, alim de casa-la eem outrem,
o procurou muitas vezes, iratou com elle, mandou I "^0 n''" querer Heinque ?
o seu correspondente dar dinueiro e despachar Confc o pai, sendo alcijado do braco ejqueio,
papis perante o Exm. bispo, tendo testemunha de j pode com a uaha do (ledo polegar dessa mao fazer
tudo isto; Varejao pergunta qual era o motivo
que o levara a tal praticar, c outros argumentos,
ele.
Eis o resumo de tudo quanto se ada nos autos
contra Varejao; combine o respeilavol publico is-
to, que acabamos de publicar, com o que j ajse-
mos no Diario 8 do crrente raez, e faca o seu
juizo a respeito do veiadeiro criminoso.
Convm ainda notar-se, que Jos Menino, em
una de su:is primeiras conissoes disse, -que elle
w> foi quem matou a infeliz Antonia, tendo antes
de a matar tido copula com ella.
O Dr. juiz municipal Joao Gonzaga Bacallar,
que foi quera fez a vistoria, disse e sustenta, qu
urna inciso do lado Kreito do pescle da infeliz ?
Como o pai com urna ii mi pode fazer o enforca-
ment, sera a outra q;ie nao tem, para o aiudar f
Como o pai em sua pr;senca consentir que a filha
serviss de pasto a Jo Menina, como ette con-
fessou o reconheceti o juiz qne procedeu a vi lo-
ria ? Isto nem imagina-se I Como achando-se a
cavallo o pai da infeliz, nao.consta da vistoria ras-
tos de cavallo ? Como possivel que o pai estan-
do de bota/, Jos Meaiuo descalco e a infeliz sem
botins, se eecontrass na vistoria rastos do pessoas
calcadas de hatins qae iam e vollavam o lugar
do delicto ?!
Como o pai, nao salindo do engenho, assistiado
a es,-iilia foi logo presa 0 suininaiiada. como V.
Exc. sabe pelas pailieii>,n r.'. do Dr |iomotorpu-
blici.
Ainda em Sobral, prosegue 0 Piano do Poto,
na sorra 4e Manioca, entra escolta cura a casa
de nm v-'llio de setenta anuos, e o issassina.
Nao conste absolutamente esle laclo, su nao vor-
sao muito adulterada do. assassinalo do Jos Cor-
ia deCarvalbo, pessa abastada, platicado em 31
de oatubro ultimo,por Francisco Itodrigues Fran-
co, a mandado, ou a couiplicidade da miilher da
victima, Joauna Mara Luiza. Neste facto nao bou-
ve, nao podia haver cor poltica ; o. os criminosos
foram logo presos c processados.
No termo da Imperatriz, diz ainda. oDiario
do Poco-dam-se iguaes abusos: mas o assassna-
do um .soldado da escolla. > Nao consta absolu-
tamente este laclo na Imperatriz, onde nem ha des-
tacamento. No termo de S. Francisco, sim da co-
marca d'aquelle nome, deu-se, nao no periodo in-
dicado, mas a II do mez de junho do nno prxi-
mo passado, o seguinte: == Em a noite deste dia,
tejido urna escolta no lugar Ipueiras = prendi-
do para recluta um filho de Pedro Soares de Sou-
za, foi por tste e mais quatro filhos tom;ido aquelle,
morto o soldadij Francisco de Paula das Cbagas.
e foridos outros individuos. As autoridades poli-
ciaes actuaes tceni tratado da captura dos delin-
quentes, e instauraram o respeclivo pncesso.
O mesmo se deu na Pavuna, onde foi morto
um soldado! Esle facto nenhuma piridadclem
com aquelle, seno cm ler sido praticado por oc-
casiao do odioso servico do recrutaineuto ; cl-o
como foi circumstancadmente: Pe1 as 9 horas
da' noite de 29 de novembro uina escol ,a do corpo
de polica, sob o commando do tenents Prudente
Gomes Brasil, tendo effictuado a prisao do recru-
ta Vicente de Freitas Correa, homem sem iscnco
algum.i, um irmao d'este de nome F.orencio'de
Freitas Vieira, sahindo cautelosamente de tuna
casavisinha, acommetteo primeiro soldado que
encontra, o infeliz Carlos Jos Pereir, e maU-o
inslantaneamento com urna facada. Foi preso o
delinquonte, e aclia-se pronunciado. Releva notar
que este offlci.il, alm d rcconhecidameatc intclli-
gente, moderado em seus actos e liberal.
r No termo do Ip, sempre o=Diario do Poro
quem falla, um inspector do quarleirio, frente
c nma escena que se diz para reerular, traicoei-
ramente espera por seu immgoe mata No mes-
mo tormo outro inspector de quartciri), tendo s
suas rdeos urna escolta, mata um volho I 0
priiw-jro d'esto factos o seguinto: O inspec-
tor de qaarteirao Pedro Alexandrino de Oliveira fi-
zera eguir urna escolla do lugarPao Barriga-
para preoder recrutas no dia de outubro.
Foi apiitbado Antonio Francisco de Oliveira;
ma este, armado da espingarda e faca de ponta
.. a prli&t e longe de entregar ai armas, e
deixar-se convencer das razos do inspector, pro-
para-so a aggr.edil-0. Nesta (Kcasio approxima-
se um individuo estranko escolta, quasi sem ser
presentido, o vendo que o recruta lenta ofender o
inspector. canvga-lhe umaca-
ertada, do que veio VHonprV^- Ve-sc que quem
vai preparado para manar nm criminoso, nao dis-
pensa a arma de fogo. 0 fado foi casual e ins-
tantneo. O swHftulnr evadi-se ; mas foi picsa a
escolta, procedendo-se ao corpo de delicto e aver-
guou-sc. al com declaiaces de Catlurinade tal,
amasia da victima, presente ao acontecimento, que
o autor da morte fra o lilho do inspector. O outro
facto tamben nao consta absolutamente na especie
referida, e s pode ser o seguinto, grandemente in-
vertido.
No dia 8 de agosto do auno prximo passado,
MU cima da Serra-Grandc, Alexandrc Fernandos
de Oliveira, saliendo que amulher adulterava com
Venceslao Jos de Souza, solteiro, c os encontran-
do n'aquelle dia juntos, matou-o. O delinquente
foi logo preso o est pronunciado. Ccrtamcnte
tanilieui ftesto deploravel aconlcciineulo nao |iodia
entrar o odio poltico.
iEiii os ltimos dias do mez passado.no Cascavel,
pello da capital, o juiz de orphos, quo lambem
recrutador, confia uina escolta a um individuo, qae
olferecera um ou dous recrutas por um filho seu
que achava-se preso: dirigc-se alta noite casa de
ura fazendeiro, cerca-a, aborta a porta, dous fi-
lhos do dono da fazenda tenlam fugir, sao ambos
baleados, um morro logo, e o outro fica gravemen-
te ferido Este facto est capitalmente alterado.
Na noite dei de novembro o reclutador geral do
Csea vel, Dr. Manoel Coelho Cintra Jnior, juiz
municipal e de orphos expedir una escolla, nao
confiada a um particular, mas sob o commando
do alfoces Joaquim Gn-alvos Valentc. Chegando
ao lugar Casa Grande cercen a casa de Ma
noel Antonio Barboza, propriotario de um grande
silio, que tinha varios filhos. Mas lodos estes apro-
veitando a noite e querendo romper o cerco, acom-
metieram a escolta, do occasiao uina lula, de que
rcsultaram a morte de um delles, e o eruneiito de
outro.
A nao ser o acontecimento n'estas circumsian-
cias, o simples bom sonso repelle que, confiada
a escolta de um particular com o lito de obter
substitutos a um lilho, julgasse conseguir seu lim
inutils,indo-so com un crimed'essanatureza. Pre-
sa logo toda a escolta e subnietlida a procosso, foi
o alferos pronuneiaJo. Releva notar que o re-
crutador, Dr. Manoel Coelho Cintra Jnior, co-
nhecido vantajosaniente pela sua modcraeo c cri-
terio, e no Pedro II de 6 do mez passado' fez nina
publicae/io sobre o acontecimento uipro, notndo-
se quo, entre os attestados que abonara a sua pru-
dencia e imparaialidade, avulta o do juiz do direito
da comarca, Dr. Hypoliio Casaiano P.miploua, nem-
bro da ultima cmara dos disputados geraes dis-
solvida.c chele ostensivo do partido liberal no Cas-
carel e Aracaty.
Em Sant'Aima um alteres de nome Jost; Marti-
n ano de Alencar, primo d Exm. Sr. ministro da
justica, alm de imitas prisSes arbitrarias, orde-
nadas por ello, mandou prender o cidadao que era
eleitor Dar recruta; o preso era casado o coin
mullos filhos.
A mnlhor naquelle mesmo dia havia lido o seu
bom successo. Para nao assuslar a mullier o ma-
rido cntregon-se a escolla, c fez tudo que esta
exigi, pedindo nicamente que nao varejasse a
casa. Intil, e por domis, foi pedd-o.
Toda a casa foi varejao*... at a propria alcova
da parturiente., os lenees-. A infeliz, lio atroz-
inonte insultada, grita-horror! Enlouquece, e dias
depois nurre 11! O fado puro e simples foi o
seguinto:A L'l de soto.ubro, tonda tid o men-
cionado alteres denunciade que Galdino Mara
Gomes da Frota, sujeito turbulento, sogro de An-
tonio Jos Cysnc, o preso em onestao, conservara
escondidos em casa, cm tudo aiastada da villa, al-
guns individuos recrutavois, expedio nina escolta
de seis bracas, sob o commando de um sargento,
com oraem do seren capturados os individuos que
se enconlrassera l, n'aquellas condieces; Cysue
achava-se all eom sua mullier. Isabel Mara Cys-
ne, ha va das, estava enferma e a expirar de um par-
to laborioso; circumstancias todas estas, que tanto
o alfares, como a escolta, r I togados havia pouco,
no lugar ignoraran) completamente. Cercada a
casa, foram eflectivamente presos Cysne e mais tres
individos alli ontrados, s.-ai violencia alguma, e
respeitados o dono da casa e a familia. E apenas
cnegaram villa, foi aonelle posto em Bberdade,
nao obstonte os insultos que prodigalisava escol-
ta, nicamente pelo facto de sua prisao. A mu-
llier do mesmo Cysne falloceu no dia 6 do.outu-
bro, 14 dias depois da prisao do marido ; o era
cm Sant'Anna. Ingar pequeo e nem cm oulro pon-
to da provincia fallou-se antes d'esse dia em desa-
catos a ra^lierdc Cysne, levantainenlo de lenees
etc. Sinentc depois so principien a explorar essa
circumst.incia com ptimo achado. E tanto as-
sim que o Ceareace, qae nao potipava o menor
capitulo de aecusao ao referido alferes, guardn
a tal respeito campano silencio, como V, Exc. lera
a bondade de verificar do n. 2,727, do 10 de outu-
bro ultimo, em que v-so una correspondencia
de Sant'Anna que, tratando do acouieciuiento, diz
o seguinto : i Antonio Jos foi arrancado dos
bracos da esposa que eslava dbateado-se as an-
das da morte, proveniente do parto. D'ali foi ar-
restado e conduzido para este villa, e algemado,
com Jeronymo RiReiro, sendo solt depois que
juslilicou ser casado e ter filhos; a mesma sorle
teve Alexandre Ferreira de Vasconccllos Nin-
guem acreditar fados tao revoltantes, mas ellos se
ilcram c so provam com numerosas testemunhas.
A miilber contina a agooiaar.
a No Camp-flrande, da comarca do Ip, o sub-
delegad > v.ii .-om ui.ia escolta casa do lenente-
coronel Vicente Torres, que est ausente, prende
seus trabalhadoros, sarta seus escravos, insulta
sua rcspcitavcl c virtuosa esposa, e at a amcaca
com palmatoadas! Este facto est tambera com
pl''.ament adulterado. Houve eflectivamente una
diligencia expedida pira um sitio do dito lente-
coronel, nao pelo subdelegado, mas pelo proprio
delegado o teve por lira prender varios recrutas
e alguna criminosos que alli julgavam-se em boa
paz, sob a proteccao do mesmo tenente-coroncl, e
isto depoi d ter um irmao d'ete com malta gen-
te armada, n-pellido o subdelegado e a pouca gente
3uc levava era busca dos criminosos pelo homici-
io de Eugenia de tal. A diligencia logrou o re-
sultado do traxer um recruta e tres desses crimi-
nosos. Quanto as demau circumstancias, o pro-
prio lenenle-coronel declarou ao capito Joaquim
ilo Carino Ferreira Chaves, actual delegado de po-
licia do Ip. quo isto imformou-me, nao ter occor-
rido nada mais, alm do duas pranehadas dadas
em urna escrava insolento que, n'aquella occasiao,
atirava pedradas no furriel e soldados da escolta.
E junto, por copia, para nielhor apreciacao do V.
Evc. a iinferaiacao a que rao refiro, provocada por
nina representado quo dirigi V. Exc o inosino,
tenonte-'-oi |
No Sai") aro diz filialmente o Diario do Poco, o
delegado, prximo prente do vice-prcsdcnle Bap
lista vieira, mandou prendero capito Luiz Anto
no Arraes, qie estava na villa, c depois de reco
lido este a cadeia, outra escolta mandada
fazenda do mesmo capito Luiz Antonio Arraes
prender ura filho menor de li annos, espanca-ro, e
quando a nifii, oni ligrimas, acode ao filho, igual
mente espantada, do |ue se seguio abortar' i
A este respeito bouvi o seguidle:
Polas 11 horas da raanha do dia 16 do agosto,
as mas da poToaeo do Assar, Ignacio Ricanlo
Airaos. Sslvador Arraes, Ignacio Soares Airaos.
liberal, entao subdelegado da povoaco do Assar,
c Custodio Ricardo Arraes, assassinaram paula-
das o septuagenario Bento Alves Pedralino, do
partido conservador. Deixando de ser instaurado
o procosso icio supplento do subdelegado, em
exercieio, JoSo Gaspar, por temer os erimosos que
estavam omuIos no malto, porto da povoaco,
aineacando-o se hes formasse culpa, c i|ue com-
municou ao delegado do termo Francisco Vieira Fer-
nandes Bastos, a viuva do Pedralino intentou sua
qucixa perante o delegado, indurado como cm-
plices o capilao Luiz Antonio de Mallos Arraes,
primo dos outros acensados; e proseguindo a
queixa, foi preso este, sondo em grao de recurso
posto era licerdade.
Quanto prisao do filho, motivou-a o ter elle,
cuja ida le superior a que lhe do, se opposlo,
eom um escravo, prtsaa dos criminosos, muito
depois da prisao do pai; resultando dessa opposi-
SSo sahir alia ferido levemente, assim como um
os soldados da escolta. Quanto mai, estaan
estava jirescnte, e quando estivesse, una pura
iuvencao te sido espancada, como o haver abor-
tado ; porqje, com toda a certeza a idade del la
superiar de 53 annos, e o ultimo filho que teve,
de 12 annos de dade. Se niio fosse assim, era
mais fcil, cm caso to grave, convencer-se eom a
prova material do esp&ncamonto o do aborto, que
deixam vestiglos, do que l'azer-se acredilaveis
factos que nunca e.tistiram, e tanto repugnara.
Tenho restabelneido a verdade.
Nao dado a ninguem, e monos a autoridade era
lula com ;a difliculados e perigos da deplorav.#
quadra que atrave9sa o pak, sem forca publica
sulcicnte, prevenir aeonweimentos que surgem
pela propria caioresa das cousas, ou pelas cir- j
cumstaiirias oxco|icionaes, tanto da guerra externa
que sustentamos com as armas, eom da guerra in-
teTna que a calumnia c a intriga iiianteein contra a
situaco. V. Exc, que tem arompanhado us aconteci-
raentos, ropremiado com energa nanesquer ex-
ees-os praticados, sabe como o tenho procurado
auxiliar, tomando a iniciativa que me cabo para a
prisao e punirn dos autores dos factos criminosos
venkdeiros,- qnc, em eontlnuaco, dos de lempos
anteriores, leem apparecido na provincia do raez
do jolito do auno passado para o presente.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Diogo Vclho Cavalcanl de Albuquerque. presiden-
te da provincia.0 chefo da,polica, Esmeran
(ame- Prente.
ConformeO ofllcial-maior, Pm//mo Nogneira
llorijci da ''aora.
Bm. Si-.Foi-me entregue o officio de V. &.,
sob n. Sil) de 9 do corrente mez, em que me or-
dena de responder, com urgencia o circumMan-
ciadanietiie, sobre os factos allegados era twu
potico dirigida ao Exm. presidente da provincia
pelo lenente-coronol, chele do estado-maior 00
municipio desta villa, Vicente Gomos Ferreira
'Forres. Satlsfazondo o que V. S. mo determina,
prevejo que minha resposla lhe causara a misma
surpreza que ex|ierimentei com a leitura daouella
potieo; pois (pie todas as allegacocs nellaifoiiti-
das sao verdadeiros inventos de imaginar com
os quaes pretendeu alguem desconceitiiar perante
o Exm. presidente da provincia a polica actual
deste tormo.o lente coronel Vicente Gomes,
antes de ir a essa capital, entondeu-se coniigo a
reapeio de quatro plisos effecluadas no seu sitio,
e ento inl'orniou-inek|uc nada mais havia occor-
rido por aquella occas o, seno que una sua es-
crava, leudo atirado alguiuas pedradas no forrei r
soldados, estos Ibe doram duas planchadas no que
accroscentou o raesrao tonente-coroael, obrava
muito bem o furriel, por ser aquella escrava mui:
insolente; |Mtrlanio muito niaravilhou-mo j\n-'
elle mesmo dicesse em sua pelico ao Exm. presi-
dente da provincia, que sua snhora tinha si-i >
desacatada e at ameaeada com urna palma-
toria.
lona outra cireiimslaneia me faz crcr qne este*
Insultos e ameacas de palmatoria, tudo sao puras
nvencocs; e que. argaiodo na agora ao mesmo
tenenle-coro%yl Sobre sua conlradiceo entre o
que disse ao Exm. presidente da provincia, e o
que mo havia dito aqu antes de sahir para a ca-
pital, se descartou, dizendo-me que, tendo sabi-
do (losen silfo muito .i pressa. sua mullier no
Uvera lempo de o nlormar, porm que, enegand >
nesta villa, aqu ento sodbe de tudo.
Senielliante evasiva moslra bem o crdito que se
deve dar osla c outras allegacoes cuntidas na
pet cao daquelle leneute-eonftiol.Agora passarci
a informar sobro as priscs havidas no silioTani-
boalpropriedade do qucixoso teiienlc-coro-
nel. Neste silio, bem como em outros. cujos pro-
prielarios foram encarregados do recrutamento e
dcsigpaco, era do costume rcunir-se grande n -
ii'io d pessoas que ali viviam da proteccao da-
q lelle teqanle-coronel para escapa rom do recruta-
inento.Entre o grande numero do pessoas assim
reunidas no sitioTamlioatexistiam alguma*
contra quem havia suspoitas do tercm feito parte
ile urna escolta commandada por un ceixeiro 1 >
li llUllli oannill. acensada de ter assassinado por
moio de espancamiiilo urna innliz mullier d
nomo Eugenia. (i subdelegado d.upielle distri-
to, formando una pequea escolta, lot aquelle sio
con o designio de capturar os indicados crimi-
nosos ; porm foi repcllido, elle c sim pequea
escolla, por ura rmo do tononte-coronel, que f
pi'iz fronte de um numeroso grupo de homens
armados: isto Uvera lugar no dia li do mez pro-
ximo passado, vospera de minha chegada nesta
villa.
Tendo o subdelegado participado este aconte..
mentau delegado. (Wie roqusitou-nie a loica do
polica sob o niou coinmanilo. (kini alguns salda-
dos de pokcia reforeados por guardas nacionacs
forinou o delegado uina escolla que foi comman-
dada por ura forriel de r.oheia. de minha confian..
Esta escolla execulou fiolinentc a diligencia cap-
turando no sitio Tainboal (nitro individuos, en-
tro os quaes se acham tres dos que compuzeram a
escolta em que fra assassinada Eugenia. Por
tanto v V. S.que aquellas prises nao foram et-
fecluadas peta subdelegado, |iorin sim por orden
da delegada, quera foram entregues os qualro
presos.Nada mais occorreu que dsse lugar ?
levantar-se tanta celeuma da parte do lenle- 0J
ronel ; nao houve essa l;d destruicao no sitio ",j,,
tenenio-coionel Vicente Gomes, de que elle se tj\wi-
\.i. e altendendo-soque um riti nao podia{ -r
destruido no curto espaco de tempo de urna j|.
gencia cxoeuiada por ponen soldados ben ,, dis,-;.
plinados,tica patente a incredibilidade idesta aj-
legaco.
Agora que o tenente-coronel Vk
acha nesta villa, |iedi-lhoa-que iihj
um sde seus rapazes que, como i
licao, tivesse sido espancado, ou aij
dsse o nome d'ellc ; porm o le
sim aperlado nem me aprsenlo]
lie Gome --
apresentass
lie nsae na p. -
iiiesuio lemp
kiile-coronel as-
pessoa alguma
nem ao monos a nomeou.lUmben coit-a i
pura imaginaco o receio, (|u^ diz lor o toiionte-c>
ronel Vicente Gomesde w*r assassinado :csta
una alicantina que por trfas as parles se lea -
vantado onti o aquellas q*ie mais ou menos so eom-
proinottorain as intriafls polticos, e desenvolve-
rn maior rigor na Jbxccuco das ordena para o
recru lamento e desy^naeao.*
Nao |iosso acredrfir, c nem acreililar pessa al-
guma, que reflect* com calma(pie, se o subdele-
gada pretendesse 'assasssinaro lente coronel pro-
eurasse j-ommeler esse alternado com estrep
oslentacao, em pecasio em que fotse .ao seu sitio
aconipanhado he forca legal ;e muito' menos
qne, se islo pyreloiidesse, anjasse propalando an: -
cipadamente/como d a entender em sua petico o
tenente-cori(mi I Vieenle Gomes Ferreira Torres.
Sao estasa* infotimeOsqm entend devia dar so-
bre o contenido da pelico do tenenle-corenel qo
xou : pon que islo ma pura verdade com que
tetaba swateile o que me foi ordenado por \. S.. a
quem Dhas guarde por nimios anuos.
Dele/gaWa de polica na villa do Ip, em 20 Je
setembro de 18G8.Illm. Sr.Dr: Francisco de A=-
sis Onveira Maciel, mui digno cholo de nolici
teriuu da provincia.O delegado de polica, J-\i-
quhn) do Carino Ferreira Chaves.
ConformeI) secretario de polica, Manoel de
gOMXn Cania.
Conforme.O ffleiai-iiiaior, Pjho Notmjra
Borues da Foncera.
i (Do Pedro II)
O CO.NSKI.HKIRO JOS BKMTO DO Cl.NHAK H-
, GLTillICDO. AO COi>0 EI.K1T0BAI. DA PWf-
\1\CI\ DE PKII.NWIHICO.
Cont qui) a estas horas tersido puliii-
aWo tas RjKettlg do Recife a circular di-
rigida aos meus amigos polticos e particu-
lares, pedndo-Hies a subida honra de ele-
gerem-me deputado geral pelo districto do
Cali, e de incluirem o meu nome na lista
senatoria!.
Se eu podesse ter opportunamonle no-
ticia do nome de todos os memores do
corno cli'iioral de Pernambuco, e tempo de
dirigir-me a cada um em particular por caria
escripia de meu proprio punbo, eu o faria
com a melhor vontade.
Mas sendo isso impossivel pela distancia
cm que me acbo, c pelo atrpelo de minhas
instantes obrigacoes publicas, vou cumprit
o meu dever por meio da imprensa, rogando
incarecidamente a todos os meus correli-
gionarios c amigos eleitores de Pernam-
buco um voto de honra e coallanca, as
eleicoes de i de marco, e desde j Ihes pro-
testo o meu temo reconhecimeDto.Cidade
de Bel'-m do GrS Para, 19 de fevereiro de
1869.
As sezoes desafiadas.
As pessas armadas com a Salsaparrilha
de Bristol, e que residem nos districtos em
que reinam as febres intermitentes e sezoes,
podem realmente zombar dessa efHermi-
dade aniquiladora. Um Irasco deste pode-
roso tnico vegetal afugenta os calefrio6,
e perseverando-se no seu uso, as forcas se
rnstabelecem completamente, e o systema
se. foruleco contra a miasma generadora da
molestia. Ella tem sido universaltaenle
experimentada pelo espado de 35 asnos
as localidades infestadas pelas seno
febre itentes. Porm os benignos
effeit grande cspociQco conser>-adoj'

1
i
ir

MUTILADO



tm
Diario tle Pernaiabirco Terqa fcira 2 de Marc^ tile 1869.
da vida, alo se limitan ;i ama b asse
de euferiaidad.'; ;i sua ac?3 i medicinal
to extensa, como a das proprias molestias.
As esofcfulasde typo mais hoiriwl, u cancro
destruidoras contraecoes das juntas, tandoes
e msculos, o entropeciment e congesto
do ligado, o estado mrbido do estomago e
do teatro, a asthma, a tosse convulsa, as
erupcoes, o theumatismo, a debilidade
geral, sao subjugadas com urna rapidez e
segurancatal, que assombra os mdicos os
mais experimentados; grabas assuas qua-
lidades suavizadoras, curativas e fortifi-
cantes. Vende-sc em todas as principaes
lojas de drogas em toda a parte do
mundo.
Senso commum.
ftinquanto o mercado est iniuindado de
prcparacoes chamadas sai.sah.vhuii.iia,
que. nao tendo em si as qualidade que
antea sempre recominendar um remedio,
sao apregoadas ora a titulo de frascos- gran-
des, ora pela virtud;- da antiguidadi', o ora
por serem novas, nos apreseutamos ao pe-
blico um remedio em frascos de tamaito
refalar, que tem seu favor smente a
virtude de curar toda a qualidade de mo-
lestias que vftn da impura do saogue. '
E este remedio chama-sesauapamulha
ae aykh.
COMMERCiO.
Pl'.Af'.A DO UUCIFK I" DE MAW'.O
DE 1860.
AS l /i IIOR.VS nv TARBK.
Aasnearde Machio = :!i'00 c :''M> par arroba.
gniKoae Pornanibueo i4 surte17000 por ar-
n iba.
AlgwKo dfl Maeei Ia sorte = I8S60Q por arroba
posto a bordo,a frete de 1/2 e 0/0
Cambios sobre i. uulrcs 00 d/v 18 3/1 d. por
1*089.
F. J. Silreira
Presidente.
Leal Seve
Soeretano.
do Rio Grande do Sul. feijai. furiul.a de mandioca
da trra, galinbfts tonba, tate, inauteifta ingleza,
d.a francez.i, p>. sabio,sal, torinho de Lisboa,
tapioca, lijlo do alvcnai i vinh > de Lis-
la. vela.- slearin.i flfcjjsooa, velas
stoariiuis do .....l
Sala das sessoes (hajJJJJJJJJJJJJJB* J'" compras
vaes 27 de feverciro de 1869.
0 secretarlo,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O administrador da recebodona de rendas
internas geraes declara que tendo-se concluido o
laneameuto do imposto pessoal do exercicio cor-
rente de 1868-69 das freguezias de S. Jos e Boa-
vi-ta, Ara marcado o praso deste mez c de mareo
futuro ein que deve ser papo o, referido imposto,
sem multa, das sobreditas freguezias, como deter-
mina a ordeni n. 17 do ministerio da lzenda de
30 de Janeiro ultimo.
Hoeebedoria de I'ernambuco 19 de feverciro de
im.
Manoel f.ameiro de Souza I.acerda.
AI.FAXOEC.A.
Rendimiento do da 1 .
40:110*033
MOVIMENTO DA ALFANDEtA.
Voluntes entrados com fazendas
dem idem com generas
Voiurnfls sahidos com fazendas
dem idem com gneros
Mil
16i
------ V-i I
IH
------ 13*
Discarresam boje 2 de marco
Patacho injilez -Viw mercaderas,
arca inglezaCariocaidum.
Patacho norte-allemao YeneiUj idetn.
Eseaaa norti'-allemaaAilelr'i:! fariiitn de trigo
Barca inglesaZeaniavarios gneros.
linportaco.
0 vapof brasil ro Paran, viudo do
I*ji; e portos intermedios, maoifestou as
-''-minies encommeiulas: I votme a J.
f. da Silva Novacs, I a A. Mtmiz Machado
Jnior, I a Manoel Alvos Guerra. I ao Dr,
Prxedes Pilanga, I a Manoel Pereira Reg,
I ao Dr. Joao Raymundo Pereira da Silva,
t a Januatio R. Gamas, 1 a Jos Novaes
de Sousa Carvalho, 1 a Tissel frres, I a
Joao Rodolpbo (ornes.
ItECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUOO.
Rendimento do dia 1 7:.T8t),i!).7i
No dia 3 do torrente, itepit da audiencia do
Dr. jtiiz municipal da segundeara, esorivio Mul-
ta, vai ;i prca um sobrado de mu andar sito
ra das Agitas Verdes n. 21 com duas salas, qua-
tro qaartoB, travejamento para soto, coiihha tora,
quintal oapaQMO e munido, cacimba meieir, em
cbaos proprios, e que ser arrematado sob a base
do valor de 8:0(), visto ler sido para pagamento
da quanlia 6*0 3:360* altan dos juros vencidos da
letra aceita pelo Hnado bacliarel Francisco de Pau-
la Cavalcant: de Albtiqnenpie, a qnsJ vai a praca
para pagamento de I). Auna Amelia Pina, entilo
l'oi dado no inventarlo a que se procedeu por fal-
lechneato do coronel Lourcnco Cavalranti de Al-
buipierque, visto (|ue a dita IX Auna nao quer in-
ferir maior prego por dita caa, e preiudicar assiin
os berdeiios do dito coronel daquella que Ibe
devida, nem tao pouco ser prejudieada no caso em
ijiio ella seja inferior ao computo da referida divi-
da, fazeudo a credora entrega de qtialquer excesso
une baja, assim como licai eotti direito a baver
ilos benk'iros quabjuer dilereuca que porventura
baja para sen integral pagamento. _
Consulado provincial
Pela mesa o consulado provincial se faz publi-
co une os trint Jias uteis marcados para a co-
brnuca des mpostos periencenles ao exercicio de
1868"a 1869, aununciados por edital de 28 de Ja-
neiro prximo passado. iindam-se no dia 8 do
crrente, licando sujeitos multa de 6 0/0 os que
foreni pagos depois daquelle dia.
Mesa ilo ensillado provincial de IVrnamliuco,
l" de marco de 1869.
O administrador
Antonio Canifiro Muranlo fio.
"lORREOlERAr
Pela adminislracao do correio desla cidade se
faz publico que boje (4) reeeber-so-ha correspon-
dencia para os portos do sul. sendo caitas regis-
trada* e joniaes ,-!i as i luas da tarde, e asear-
las ordinarias al as J horas, e a'c as ^ !, COm 0
piule duplo.
Administraran do con eio de I'ernambuco 2 de
marco de 1869.
O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
M.W.I BRASILEIILV
I'K
Paquetes a vapor.
Dos portos d st esperado
at d dia 8 do remonte o vapor
commandanti! J- M.
Ferieira Franco, o qual depos
da demorando costuine seguir
para os do norte.
Desde j reeebcm-se passageiros- e engija-se a
carga que o vapor poder conduzir, a quul devera
ser embarcada no dia desnachegado. Encoinmon-
das e dinbeiro a frete at ae duas horas do dia da
sua sabida.
.Nao se recebem como cncotnmendas sonso ob-
jectos de pequeo valor o que nao' excedam a_ z
arrobas de peso ou 8 palmos cubico? do medicao.
Tudo que passardestes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que snas passa-
glns s se recebem na agencia ra- dft Cruz n. 57,
I andar, escriplorio ele Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo Se C.____
CONSULADO PI'.OVINCIAL.
lleudimento do dia 1 ... 11:22o 5626
MOVIMENTO BO PORTO.
JVff entrado ira dia 28.
tioianna. 6 horas, vapor brasileo Mamangua-
pc.de 2.'1V toneladas, comnandante Mello, eqni-
l>ageni 16, carga em lastro, a coinp.iubia l'er-
iiambucana.
A'/r/o sakido m mesmo dia.
Maiiianjiuape. Vapor brasileo Cu naipe, com-
mandante Pena, em lastro.
Jj(Kos entrados no dia 1".
Dueos Ayres. .'W dias, barca ingleza Manj, de
400 toneladas, capilao F. Dutton, equipageiu 11,
em lastro, a ordem. Seguio para West (odies.
IV-ario do Santa Fe. 'Jo dia-, barca ingleza Jo-
sefine, de 279 toneladas, capilao D. E. Day. equi-
pagem 10, em lastro, ordem.
Portos do Norte. JO dias, vapor nacional Para-
n, de 410 toneladas, couimandante capilao de
fragata Santa Uarbara. eqnipaaem 6'i, carga dif-
ferentes^encros a Antonio L. de O. Azerew & C.
Navios sahidos nn mesmo dio.
liarcellona.Sumaca bespanbola Guadalupe, capi-
lao F. Fotitenella. carga algodao.
Maeei. Barca ingleza Edwin Bastan, capilao
Deikenson, com lastro.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DB s
4|uar(a-fera 3 de mareo.
Iteeita extraordinaria livre de assignalura
Grande drama em o actos
CPAIIA IIRASHEIIM
DE
Paquetes a vapor.
Di,s portos do norte esperado
at o dia 11 do correte o vapor
CiMR-d, commamlaiUe o primeia
teneute P. II. Duarte, 0 qual de-
pois da demora do costume se-
guir tara os partos do sul.
. Desde j recebcm-sii passageiros e engaja-se a
carga queo vapor poder eotwuzir,- a qual dever
ser embarcada no dia de sua rhegada. Lnc^mmen-
das c dinbeiro a fele at o dia da sua sabida as 2
horas.
Nao se recebem como eocommendas senao ob-
jectosde pequeo valor oque nao excedam a duas
arrobas de peso ou. 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo ipie passar (lestes limites devora ser embar-
cado como carga.
Prevne-sc aos Srs. passageiros que suas passa-
gens sii se recebem na agencia ra da Cruz n. 37,
1 andar, escriplorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & G. __^______
"COMPANIIIA PERNAMBUCASA
DE
Javegsv*0 <*o:*leira por vapor.
Fernando.
*** y O vapor fiijui, eominandantc Aae-
yL&L Vt'1'"' se?ll'nl Para l""',u ;u-ll,ia
jj&a&i^f (]a in do corrente ao ineio din. Re-
cebe carga*at as 3 horas da tarde do dia 9, en-
conmii'iidas, pass.'^reiros e dinbeiro a frete ateas
10 horas do dia da saluda no escriptorio do Forte
do Maltes n. 1.______________; _____
C0.MPANH1A PKHNAMBUCANA
DE
tfavegaeS eostelra por vapor.
Goianna
0 vapor Mamanguape, com-
mandante Mello, seguir para o
porto cima no dia 6 do corren-
te as 9 horas da noito. Recebe
carga, cncommendas, passagei-
dinbeiro a frete no escriplorio do Forte do
... 12.
Segu pelo artista o Sr. Martinbo
ARIA CMICA
Kel ou o miudinho.
Findo o divertimento a come lia em 1 aclo
O IMMJS TAMHOttl?.
Principiar as 8 horas.
DECLARACOES.
C mniaiulo das armas.
D-se conheciinento ao Sr. 1 cadete Antonio
Eugenio Arras Ferreira, e a ex-praca Jos Macba-
d Oraras, que devem vir reeober no ipiariel ge-
neral, em qualquer dia til, da- 9 horas da ma-
ana, s 2 da lardo, o primeiro a qnantia de 9O80
i>.. e o segundo a de 142080 r^., que pelo Exm.
Sr. conselheiro aindantc general do exercito foram
remeltidas aliin de Ihes ser entregues.
Secretaria do conminndo das armas de Pernam-
buco, 25 de fevereiro de 1869.
Francisco Camello Pessm de Laceria,
Tenenle-coronel secretario.
AViSCvS MARTIMOS.
COlflPAMIIIA
DAS
Httssagcries imperiales.
Ateo dia 2 de marco espera-se dos portos do
sul o vapor francez Guieuue, commandante A. de
la Mee, o qual depois da demora do costume se-
guir |iara llordeos tocando em Dakar (Gotee) e
Lisboa.
Avisa-se aos Srs. passageiros que por delibera-
ce do conselho de adminislracao se acham redu-
cidos de frs. 125 as passagens de segunda classe
para Brdeos e Lisboa,assiin como Pe concedern,
iiiliietes de ida e volla para os portos do Brasil e
llio da Piala com 2o % de abatimento pelo tempo
de sois mezes.
Para rondiccoes frotes c passagens trata-sc na
agencia ra do" Commercio n. 9.
Couselho de compras navacs
O conselho contrata no dia de marco prximo
vindouro vista de propostas entrantes at as H
horas da manba o fornecimenlo de viveros, die-
ta-; e ontros ohjectos de consumo aos navios da
armada e estaheleementos de marinha no trimes-
tre de abril a junho do corren'e anno, composto
o fornecimenlo dos seguintes objectos : arroz do
Maraahao, azeite d'jce de Lisboa, dito inferior,
agoanlentc de 20 graos, assucar bratco retando,
aetria, araruta. assucar braneo grosso, hacalbo,
bolachinha americana, cangica ou milbo pilado,
caf em grao, dito nioido, carnauba em velas,
cha b .sson. carne verde, cevadinha, carne secca
Rio de Janeiro
Para o pfjrto cima segu em ixmcos dias a es-
cuna dinamarqueza Hi/yea por ter parte do seu
carregamento engajado : para o resto que lhe
falla tratase com Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, ra da Cruz n. 37.
Conipanhia americana e brasilci-
ra de paquetes a vapor.
At o dia :t de marco esperado dos portos do
sul o vapor americano ilerriniaek, o qual depois
da demora do costume seguir para New-York
tocando no Para e S. Thomaz, para fretes e pas-
sagens traja-sc coii os agentes leon Forster A
C, ra do Trapiche u. 8.
Por conta lo seguro
Oajiente Oliveira far leilno, pac ordem de Otto
Robres, e conta e risco de iuitin pertencer, de uiiki
caLxa ctmlendo cerca C30 dkuias de tracas de n-
racwt, de la, pretas e de otees, araadas, viudas de
HaraMrgQ, via Havre, pnjjp navio Coligan, n
continiiaco vender mais^Mir conta di! diversos,
swi linnlaco em prafna, um inteiro sortieento
de miudezas, consistindu em 2 caixas de lindos
lrinqu"dos para meninos 1 dita com botone lisia
vestuarios de senhora, eiulos modernos, malas e
saceos de couro e do tapete para viagem e monta-
a, charuteiras, toalhas de crochet, liengallas di-
versas, cbicotes de dilerentes qualidades esporas
e estribos, casticacs e palmatorias de lati, thesou-
ras tinas para costara, escovas paraannhas, pen-
tes de algibeiras eoulros artigos proprios do mer-
cado.
QCARTA-FEIUA 3 DO COItHENTE
A's II horas da manila em ponto. DO sen es-
criptorio ra da C.uleia n. 4, 1" andar, por cinta
do arniazeu. de fazendas do Sr. Barroca.
ros o
Matos
llio de Janeiro
Para o indicado porte segu com muita brevi-
dade o veleiro e bein winliecido brigue Melaide.
por ter a maior parte do carregamento tratado ; c
para o resto (pie lhe falla e oscravos a frete, tra-
ta-se com o consignatario Joaqujjn Jos Gonealvcs
llell. o. i na do Trapichen. 17,___________
Para o Porto
seguir com a maior brevidade possivel a mnl ve-
leira galera portngneza Nova Fama II, por j ter
a maior parte da carga engajada : para o resto e
passageiros, nos quaes olterece excellenles com-
modos : trala-se com Cunha Irmaos & C, ra da
Mame de Dos n. 31.
COxMPANrUA PERN.\MBUCA!S.V
DE
.\avegaeo eostelra por vapor-
Paralivba, Nalal, Maco, Mossor, Ara.
caly. Cear, Acarac e Granja.
<*^?IW O vapor Ijwjuca, commandante
yflfl/L Marliiis. seguir para os portos cima
ZBaeiJB no dia 3 de marco p. futuro as S ho-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 2, cncom-
mendas, passaieiros e dinbeiro a fete at as
2 horas da larde do dia da saluda no escriptorio
do Forte do Mattos u. 12.
COMI'ANHIA PERNAMBICANA
DE
Xavegacao eoslelra por vapor.
Maeei, escalas e Penedo.
O vapor Potengi, commandante
Pereira, seguir para os porlos cima
no dia 3 de mareo as 5 horas da lar-
de. Recebe carga at o dia 2 as 3 horas da tar-
de, encornmendas, passageiros e dinbeiro a frete at
as ;i horas da tarde do dia da sabida no escriptorio
do F.Mte do Mattos n. 12.
Para o Porto
Segu sem demora a barca portugueza Aoio
Silencio, por ter grande parte da sua carga promp-
ta, para o resto c passageiros aos quaes offerece
excellenles enmmodos trata-sc com Oliveira Filbos
* C, largo do Corpo Santo n. 19 ou com o capito
na prac;a do commercio.
Para o Porto
Segu com muita brevidade a barca porguezs
Harmonio, para a carga o passageiros trata-&
coin os consignatarios T. de Aquino Fonseca e
C.,jua do Viga;io n. J9, 1 andar, ou com-c o c
pito na praca.
Para Lisboa.
Segu com muita brevidadt a barca portugueza
Grulidao, tem grande parte da sua carga promp-
ta ; para o que anda lhe falta e passageiros, tra-
ta-se com Oliveira Filbos & C, largo do Cor|o San-
to n. 19,ou com o capitn na praca do commercio
Para o Porto
seguir dentro em poucos dias a barca portugueza
Amelia, de 1* marcha, por j ter mais de dous
tercos de sua carga prompta; para o pouco que
lhe falja e passageiros, aos quaes oflerece excellen-
les commodos, tratase com Bailar, Oliveira & C,
na ra do Vigarion. 10.
Baha
Para a Rabia satie dentro de seis dias a polaca
italiana Sara, qnem quizer na mesma aproveitar
carpa entenda-se com o consignatario Joaquim
Jos Goucalves Beltro, ra do Trapichen. 17,
Para o Porto*
Vai sahin com wuita brevidade a wMra barca
flor de S.Sinoin visto ter parle (!*. (arga enga-
jada, pani.o in>>f,> ,. passagens r*tase com os
cnisigiiaiarin;, Camino & Xogaeira, ua ra do
Apollo n. 28..
m
--------------- ,......- --
BBfa^ttMtflittjy'MPli^BT^litfllihj^lfjim^Qlff XMltSk'Qi
L. s
mmmmmmvjmmmmm
Com maeibrevidade segu parato>porto indica-
do a barca pottiujiieza Belem, capilao J. J. deFrei-
las, a qual tendn a maior parte do enireganieiiiu
prompto, rwobe o resto a frele, apa- o que trata-
se nooscrnoiiio de Amorim Irmaos, ra da Cruz
numero 3.
Para Lisboa
Vai sahu oora muita presteza o- brigue portu-
guez ComUutt II aot ter granito- paite do seu
carreggmcntn prompto : para o restante e pasan*
giros, trala-ee rom Oliveira, Fifhos A C, largo
do Corno Santo n. 19, ou com o capito na praca
do comineirio.
Para Usboa
o brigue porluguez Ilelampago, segu eni poucos
dias, tem a carga prompki c paea 0 resto e pas-
sageiros trata-sc com os consignatarios T. de
Aquino F'ciseca & C. ou com o> capilao na praca.
LEILOES.
LEIL.V0
Ue fazcatlas n variadas coustan-
do de estopa e chitas ro\as.
i.iuai ta-leira .'1 de maroo as LO i i oras.
Mili Lalham & i;, fari leilo por iiilerveneo
do agente Pinto e por eonta e ri-co de qnem per-
lencer, de dilferenie.; f.izen las inglezas avariadas
a bordo da barca ingleza Sapfiu, o leilo ser ef-
fectuado as 10 horas em ponto no 1 and ir do so-
brado dama da Cruz n. i "i, em frente do sen ar-
mazero do fazendas.
(
LEILAO
De urna mohilia de Jacaranda a Luiz XV com-
posta de 12 cadeiras rasas, 2 ditas de bracos, 2
ditas de balance, um sof, dous consolos e urna
jardineira com lampos de pe Ira, urna mobilia de
amarello, un gna.ili vestido, urna eommoda de
amarello tj la frrala e com nnit) pwc uso,
nina cama franeca nova, um iv.bgio franeez,
dous pares dricos aparad nv-. S quiilros com
linas gravuras, um piano de Jacaranda, 3 handei-
jas com pouco uso, cadeiras, cousolos, mesas pa-
ra engorronado, marquezoes, qnarlinlieiras, mar-
quezas, cabides e um viola) e bem assim diversas
obras de ouro como sejam allinetes. rosetas, pul-
seira?, relogios. corremos e mais objectos anj os-
larlo patentes aos eompradures.
Quinla-feira 'i do corrate.
0 agente Martins competentemente autorisado
vender cm leilo os objectos cima mencionados
no armazem da ra do Imperador n. 16, as 11
horas em ponto, sem limite*.
CASA OE OIGAS
I
77 RA DA IMPEiUTRIZ 77
N'este novo eslabelecimenlo lia um completo sortimento de medicamentos, pro-
ductos cliimicos, e drogara, tudo de primeira qualidade, e se vendem por menos io
que em outra qualquer parto.
H tambem um sortimento de medicamentos homeopatliicos, tinturas e glolni
los inertes, por precos commodos; bem como xaropesde jurubeba ferruginoso simples,
vinhos de jurubeba simples e ferruginoso, e o bem condecido xarope de Paracary, es-
pecial d'esta pharmacia. Aviam-se receitas a qualquer bota do dia, e noite, com promp-
tido, cuidado, e pericia ; nao se negara a qualquer oceurrencia em casos urgentes. O
socio gerente encarregado do eslabelecimenlo mora no mesmo, para o que est
prompto a abrir a porta a qualquer hora que for preciso.
C. Catw < C.

LEILAO
de urna casa terrea nova ao sabir da ra de S.
Goncalo para os Colhos n.. 2i, edificada em
chaos proprios, com oitoes meieiros, travejada
para sobrado, com cncaiiaincilo de gaz, sala es-
tucada e muitas outras acconimodacoes para
grande familia,
Sexta-fcica o de marco.
O agente Pinto far leilo precedida a competen-
te autorisaco, da casa cima dita, a qual se torna
recommendada pela sua construccio e capacida-
des malcraos : o leilo ser effeetuado s 10 horas
do dia cima dito, no escriptorio do referido
a gen le. .___________________________^^
AVISOS DIVERSOS.
Cheia Y.crmelha.
Est' venda este peridico na livrarii popu
lar da ra do Imperador a. 67, e quarta-feira
saldr o n. 2, avulso 80 re. Assigna-se na mes-
ma livraria e na ra do Torres n. 10 a 2 por tres
m ezes._________________________________
3Iaxanibomba
Alvicaras meus ssnhores. E' chegado,
quero dizer veio com a inchenti do rio, de
envolta com as ruinas e destrozos o invicto
cltefe Telles Jos de Saldanha para exercer
a sua soberana na estaco do Recfe, a
despeito di pretenco do soberano chefe
Gouveia.
Hatam palmas povo meu.
Que o Jos Telles venceu.
0 engenheiro.
_______ ThiftDol.
Ama de leite.
Na i ua da Penha n. 2o, 1" andar, se precisa de
urna ama que tenba boro leile para auiamenlar
urna crianca.____________________________
Precisa-se
de un. caixeiro de 14 a 16 annos, que tenba pra-
tica de negocio : no pateo do Carmo n. 1, onde se
dir quem precisa.
PENTEADOS PARA SENHORAS
SALN DE COIFFURE
a
a
s
<
DE
ANDRE DELSLC
I
es
Ba do Crespo n. 7 primeiro andar
Andre Delsuc, cabellereiro de Pars, empregado de Mme.
viuva Leconte, tem a honra de participar ao respeitavel publico
que contractou com Mr. Georges, que se retira d'esta provincia,
tomar conta do seu salo de coure da ra do Crespo n. 7.
Nutre a esperanca que seus amigos, conhecidos e os fre-
guezes a.quem servia emquanto foi ollicial de Mme. viuva Leconte o
lavorecero, acompanbando-o no seu novo estabelecmento, e tam-
bem que a bella freguezia de Mr. Grgs continuar a frequentar
o seu salo, certos de trae envidar todos os seus esfotcos para
merecer a sua conlianca.
Achar-se-ha sempre no seu estabelecmento um grande
sortimento de cabellos de todos os Lmannos para coques, seja
qual for o feito, de trancas, repentiz, frisos, bandos, etc. etc. etc.
emfim tudo que diz respeito sua arte.
Continuar a praticar no seu salo o mesmo que praticava
Mr. Georges : fazer a barba, cortar os cabellos, frisar e friccionar
com toda a promptido, asseio e delicadeza.
A\iso s senhoras
Tem a honra de participar s senhoras que o quizerem
honrar cora suas freguezias, que pode rao manda-lo chamar, certas
de que sero sempre penteadas com gosto e ltima moda.

>
Z

s
l
TRABAMOS EM CABELLOS
INJECCAO VEGETAL
com 1HATICO
de GRIMAULT E C^ pharmaceuticos em PARS
' 0 successo d'esia njeccSo, preparada com as tolha do Malico do Kei, foi o rapidt, qe
ella te tem tornada popular em todot os paizes do mondo, para a cara da fonorrbt e das purtn-
c&es d toda a natareza. E' o nnico prodocio neste genero caja entraa na Rusaia teoha do
autl.orizada pelo conseibo medico de Slo Petenbargo.
Deposito em Pemambueo, em casa del
RA
|D0
CABUG
esquina
| da ra larga do
Rosario.

mmi de
i
Este importante estabelecmento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por presos que nenhuma outra casa pfle vender,
A vista da qualidade e do preco das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele-
vados.
A loja est aberta at s 9 horas da noute.
CAIMA
esquina
da ra larga do]
Rosario.
T**T1


Diario de Pernanmco Terqa feira 2 de* Marqo de 1869.
Rio de Janeiro.
Zeferino d'Almeita Pinto, advogado no
Rio de Janeiro e cora escriptorio de agen-
cia na roa dos Pescadores n. 68, encarre-
ga-se de todos e quaesquer negocios judi-
ciaes e administrativos, mediante honora-
rios e commissoes rasoaveis e moderadas.
A> pessas que de seus servicos se qui-
terem utilisar, podero dirigir-se pessoal-
inente oh por carta ao escriptorio cima ou
acasadesua residencia, Cllete n. 172,
aeompanbados de todos os documentos
precisos e com mdicafo da pessa com
raem sepossa tratar.
Para mais informagos drigam-se a bo-
tica da ra larga do Rosario n. 10, nesta
cidade.
Attencao! attencao!
Guilhcrinino Rodrigues do Monte Lima faz SCJ
ente aos ouiciaes de todos os corpos, que acaba de
rceeber um complete sortmienlo de espadas, ban-
das, lalins, talabartes e charlateiras, e mais per-
tenec. Assim romo recebeu tambcni clmeos de
oleado pafa criados, do copa alia c baria, com
cordita de ouro ou prala, e vende mais haratotfb
ijuo om mitra (nalquer parte" na praca da Inde-
pendencia n. 17, junto a laja do Sr. Arantes.
Precisa-se de tuna ama escrava que saiba,
coiiniar, engonmiar e fazer compras (paga-se
bem) : a tratar no Corredor do Hispo n. 3.
SEGURO
MARTIMOS
Trocam-se
as notas do banco do Brasil e das eaixas filiaes,
com descont muito razoavel : na praca da Inde-
pendencia n. 22.
No sitio n. 1 da Passagem, vende-se urna
escrava de meia idade.
Escriptorio
Gomes de Mattp- Irmios estad com o seu
iptorio aberto a ra. do Vigario n. 2, Ia
m
m
r : propoe-se
kfe cscravos.
a rpialcrupr consignaco,
os-
an-
menos
Precisa-se de uM memn.0 que saiba comprare
azer mais algum servico de casa : na ra do Im-
perador n. 7:1, i1 andar.
COXTRAFOGO.
A Corapanliia Iiideinnisadora, estabelecind
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios o seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: aa
ra do Vigario i. i, pavimento terreo.____
Os cinco bilbetos da loteria 96 a benelicio da
igreja de N S. da IJoa-viagem de ns. 2C97. 2,073,
ili8, 2698 e 3U9, pertencein aos Srs. Ricardo
Wittis?, Manuel (Simes de Freitas e Manoel Jos
Xarlins, do Araeaty, e licam em poder do abaixo
assignado.
Francisco Martins de Amorim.
Aijtiafo le taberna
com os seus pertenfcs, pesos e med das etc., tudo
em muito bom estado e proprio para algum prin-
cipiante : vende-se por melado do sen justo val jo
Precisa-se da cjuanlia de 1:11G a juros so-
bro hypolbeca de uma parte de um sitio nestes ar-
rabaldcs : a pessoa que quizer fazer este negocio
annuneic por este jornal ________^^^
No annazem de Candido-AH^rto Sadr Ja Mot-
ta (ravessa da Madre do Dees n. l. eslavo paten-
tes mais de dez mil amostras de pape o-mais lin-
do ijue se tem visto nesta provincia, desde o mais
srraplfs at o mais suuiptu^o e proitrio para
OarmVao e forro de salas, gallinetos, eapellas de
igreja sanctuarios, pela v&riedade e belleza de
seus (Jesenlios e arabescos primorosamente dou-
ntdos. < custo d3sse artefacto o mais razoavel
possivel, porque apenas sesogeitar o Sr. pretcn-
dente a uma diminua commissao alm do mdico
preeo porque vende o fabricante nn Pars.
u inesmo armuein da Candido Alberto ven-
de-se muito em conta o seguinte :
Muito bom trete
Por 3.4 o sacco de 120 miras. E' muito barato I
ptimo xiniento
Por 105 a barrica de 12 arrollas. Nao ha
dizer.
BARTHOLOME 8: C.
que
J. Fcrreira vlllela.
Photographo da casa imperial
premiado em diversas exposi-
tjoes.
Na sua photographia ma do Cabuga n.
18, entrada pelo pateo da matriz tira retra-
tos por todos os systemas photograpbicos.
Em porcelana Em vidro
Em talco Em papel
CART ES UB VISITA A9-J ADLZI.V.
Os retratos carte-ik-ciaie sao collados
eu cartao de luxo bristal ou pcivelana,
dourados ou lithographados, quadrilongos
ou vinhetas para oque existe urna varieda-
de de 12 modelos a escoloa de quera se re-
tratar. Para as outras especies de rctratosrt
temos eaixinhas, passe-par-touts, quadros
e molduras douradas e uretas cassolctas de
ouroe alflnetes simples ecom pedras- pre-
ciosas, havendo nos alfinotes una mimosa
vaiiedade de feitios.
O nosso estabelecimento photograpbicd
est sempre em da com os melhorainentos
e progresos que na America do Norte, na
Europa oujio Itio de Janeiro seconsegue
na arte photographica, e para alcannroios
tal fim nunca poupamos despezds ncm sa-
crificios, de sorte que os nossos numerosos
freguezes podeui ter a certeza de que sem-
pre cncontrarao em nosso estabelecimento
tudo quanto a arte e a moda ollerecer de
bom no novo e velho inundo aos amantes
da photographia._______________
PARA. USO INTERNO
P n E P A B A D O S SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. I)000
Vinlio do juruboba garrafa. 1*600
Pilulas de jurubeba vidro. 1|J600
Tintura de jurubeba vidro. 640
Extracto hydracoolico de jurubeba. 12^500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2#000
Xarope de j urubeba ferruginoso garrafa. 1#600
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. (J000
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 640}
Emplastro do jurubeba libra. 2#500
PARA USO EXTERNO
, A- .11 Itl Itt It 1.
Esla planta c boje reconbccida.como o inais poderoso nico, como um excel-
lente desobstruente, e con tal applicada nos engorgitamentos do ligado e taco, as
hepatitis propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, as inflainmacoes
subsequentes asfebres intermitentes ou durezas, nosabeessos internos, nos tunores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as liodropc-
zias, urysipelfas; c assoeida as prep.Traces ferruginosas, ainda de grande "antagem
as anemias, cbloroses, faltas di mcnslruaco, leucorrbeias, -desarranjos atnicos do
estomago, debilidade orgnica e pwbreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os lllms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Poreira do Garmo, Finno Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este
poderoso medicamento sobre os demais at boje conhecidos para todos os casos citados,
tantojque todos os'^ias fazem d'elle applicaco.
Apresentando aos mdicos e ao publico em gcral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desappareccr a
repugnancia que at boje sentiam os doeutes de usar dos preparados empricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a iragarem-se, e que tinliam ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improcuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
i)s nossos preparados s foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bemeonhecer aspro-
Sacca por todos_os paquetes sobre oBan- priedades medicamentosas d'esta [danta em suasraizes, folhas, fructas ou bfgas, e a
dose conveniente a applicaco, tendo alni d'isto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeicao possivel, para o que nao poupamos esforeos, nao nos im-
portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e infal-
vel cura de qualquer dos soffrimentos, que deixamos innnmerados, se forera em tempo
applicados, leudo alm d'sso, medico eu doente a vantagem deescolher as nossas va-
riadas prcparac5es. aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicaco, ejpela
comirficago das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaees ferruginosas sao feitas de forma que se tornara comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que
como taes esto hoje recouhecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiram conhecer as proprie lades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados^ des'ibuimos gratuitamente
em nosso deposito um folbeto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos
mesmos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botica e drogarta
34Ra larga do Rosario34
Joaqiiim Jos Gon-
(jalves Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Do xarope vegetal Americano, egpeelalldade de Barthotamcu *t C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
Nao xamos que sua applicaco eos resultados obtido pela* pessoas que se dignaram aceetta-
los, lhesdeem crdito e voga; porque sao sempre os aUestados considerados gratuitos,
c delles que lancamo o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas qu
espontaneamente^nos oiTereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar,
manifestando-lhesnossa graVidopela attencao, esperando que venbam elles corrobora;
o conceito, e acceitaco que tem merecido nosso xarupe.
Bartliolomeu & C
A^STADOS
lllms. Srs. Rartholomeu & C cora a mais subida satisfacio que declaro
ser o xarope Americano de uma efficacia extraordinaria, pois qne soffremlo ha dias de
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamentos
que tomava, a elle recorr e na terceira colher fui alliviado, e de todo me acho boje res-
tabelecido com o uso sement de quasimeio frasco: grato, pois/ esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obligado.Ma-
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
lllms. Sis. Uartholomeu & CPenhoradissimo com o favor que me fizerare
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composico, quando me acha-
va bastante doente de uma constipaco, (pie me tornou compk lamente rouco e qi*
trouxe uma forte tosse, e me impossibilitou de cumplir os meus deveres de cantor da
empreza lyriea, vou agradecer-lhes me completo restabelecimento, que obtive com un
so vidro do mesmo xarope, depois de haver reeorrido a miiitos tralamentos. Desejid
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de lo lerrivi
incomraodo, to fatal neste paiz. Com maior consideracao contino a ser de. iv. *.
atiento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 2o de setembro de 1868.
lllms. Srs. Rartholomeu & C.O xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. Ierra
esposto venda de toda efficacia para o curativo d'asthma, conforme observe! appi-
cando-o a meu lilho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagello, que ;
ento por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de gramits
nomeada. Queirara, pois, Vv. Ss. acceitar a expresso altamente sincera de meu reco-
nbecimento ao meritorio servico que lhe prestaram com o indicado xarope, acredit; -
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento e obligado.Americo Netto de Mendonca.
Recife, 2 deoutubro de 1868.
DE
Jos la Costa GMetro o Uomo Jas d.i Sil-
va Marques, fazem sciente ao respeitavul *blco
; com especiali-ladc ao conuiiemo <|uo na pre-
sente data dissolver.im amifravelmente a Socieda'le
iue tinliam no< dous estabelecimentos de taberna
-itos ra da Sen/ala Velha n. 80 c ra ka Son-
ala Nova n. 39, sub a lirma social de Cota i
Silva, ficando o socifl Costa d'ora em diantc na
posse exclusiva dos mesmos estabelecimentos pa-
ra Reri-los como seus prop ios, com todo activo
! ppssico existente e demonstrado no balance a
>jue procedern para dissolucao de dita socieda-
le, ficando ocx-soco Costa bripadoa lifiuidacao
Jo activo e passivo da extincta, lirma social como
nico responsavel e rotirando-se o ex-socio Sil-
va pago e satisfeiio de feu capital e lucros e ileso-
erado de qualquer respoflsabilidade. Recife 24
de fevereiro de IBtift. *
Jos da Costa Cazeiro.
Roiuao Jos A Silva Marques.
;o do Minlio, em Braga, e sobre os segum-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna lo Caslello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalico.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos. '
wj$)\ mMM IMlMlM JMMlMl [
UTILIUADE
Aos500 pares de brincos, g
Cbegou e vende-se no Coracao S
d'Ouro, roa do Cabug, brincos de jjjp ;
r.iostnhas-cora urna franja penden- {g
le a um rico desenlio e ouro de |j|
Iei, pelo pequeo proco de U>1000
cada par. bartissimo.' W-
O advogado Dr. Antonio de Vas-
concellos Menezes de Drummond
tiansferio o seu escriptorio para a
ra do Imperador n. 20,onde pode
ser procurado todos os dias ulois
das 11 horas damanha at as i da
tarde, para os raisteres de sua pro-
fisso.
\V&fr^H^&&^&^fr*&&^^W&g^^*&fr&
DOENCAS DO PEITOi
XAROPE D'HYPOPHOSPHITO oe CAL]
GRIMAULT z. C1* pharmaceuticos em PARS
A efficacia d'esta preparacSo estestabelecida desde 4 S67, pelos mais celebres mdicos. Desde
enlSo muitas. unita(5es tem sido feitas, mas nenhuma poude sustentar a comparado com o
producto apreseniado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga sempre
este xarope com uma bella cor de rosa, nunca branca, e com a nossa asignatura roda do
frasee.
Sob a sua influencia, a tosse acalinc-se,ossuores nocturnos ccsslo c o doente volve rap:da-
mente sade. 0 seu empreeod lambem os mais brilhanics resultados nos defluxos, cstar-
rhos, bronchites, irritaedes do pejto. etc.
Deposito em Pemambuco, em casa de Hm O*.
Pecis;i-e de urna ama para cozinhar e com-
prar para casa de pouca familia : ua ra da Pe-
nha n 27.__________________'____________
-No collegio da Couceiijiio precisa-se de uAa
enommadeii a perita.
1
c
Prepara-se almoco c janlar em uma casa
particular de familia, na ra estreita do
Rosario n. 35, sobrado.
na ra do
Ama de leite.
conf filho
.Muga-se una ana escrava
aa ra da Concordia n. S8.
a tratar
Precisa-se alugar um moleque
Cabuj n. i B.
ANTONIO EPAM1N0NDAS DE
$& MELLO tem o seu escriptorio de
| advogado ra do Qucimado n. 8,
I. andar.
(148A DA HITIiiU
Aos 4:000,8.
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo ,n. 3 -e casas docostume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus
muito fetijos bilhetes garantidos um ineio n. 29o'.'i
om a sorte de 4:000-3, 2 quartos n. fOO com a
sorte de 7003, 3 qiiartos n'. 1616 com a sorte de
02* e outras muitas sortes de 100/:, 404 e
01 da loteria jue se acabon de extrahir em
benelicio da igreja de Nossa Senhora da Boa-via-
gem dos Afogadus (!">) convida ao possuidwres a
virem receber seus respetivo* premios sein o>
Prtcisj^-se. depura molfiiue de 12 a 11 annos
para servico extei no : na raa Direita n. "9, -loja.
Ama
Precisa-se. dfi.jUiA-aiii de meia idade para
comprar e cozinuar para uma fmnilia de noatas
pessoas : na roa Bella p. :;. '
Deseja-se fallar com o Sr. Marciano Coneal-
veada,ltoyia,.na ra Vlhaa. 68.
BAEAHB8IM0
Calcado nacional, na fabrica de Jos Vicente
lodinho &C, a ra do Jardimn. 19, avisam aos
seus freguezes desta capital e do interior, que con-
tinuan a fabricar calcado em alta escala, e olfe-
recem as melliores eon'iiQoes, tinto em preeo como
sm qualidade. Os proprietarios deste estabeleci-
mento eliamam a attenca* dos senhores consumi-
dores do interior, que os iiuizerem lwnrar com
jua freguezia, especificando em seus pedidos a
qualidade e numcracaq,otrcrccendo-se para os en-
tregar bem acondicionados em casa de seus cor-
respondentes nesta praca. ______
ieis
na casa da Fortuna
ra do
descontqs das
Cresp n. 21.
Aclian-se a venda os da. 4" parte da 6' ej
da 7* loteria a beneficio da igreja ile Nossa Se-
niora do 'mdelupe da Cidade de Olinda (97.'J
Toe se extra hir slibado 6 do mez vindouro.
Preeos.
Bilhete.....4*000
Meio. .?.% 2*000
Quarto. .... U000
Em porce de 100 para cima.
Bilhete.....3*500
Meio......1*750
Quarto..... 875
Manoel M'bns Fiuza.
M
Ama de lite
Precisa-sc dq una ama d( leite : na ra da-^e-
nlian.,21,1'andar.__________________
Procisa-sealugae un escravo para carrffar
{|gnis na ra do Husm'cro^n. Hi._________
AMA
Precisa-se de uma ama: na rna da Cadcia n.
9, loja. mmm^m
Prccaa#e"d um faitor p** engenliOj pre-
fecHdo-soTdfun que tenba prad^a: a tratar na
luadd Paro n. 32, portj de leita.* '
Precisa-se da,dous boxi cns para distteeo e
trabalbo de casa de purgar em um eiwenho : a
tratar, na roa do Onro n. 32, portfc-de Ierro.
1C.
laudade do enbor Bm ns das D*rr em ft. Conral
8m virtude da delibernco da mesa regedora
-ao.convidados todos os maos da respectiva 'M
iiaadade para tfwMifpgreu} jo consistorior d-
luel igreja no k.fo marob-proximo vindouro,
i lhora da tarde, competentemente paramentados,
jfcn de acompanharem a procissao do Senhor Bom
mms dos Pohr^.Ailavt.i^ que, sane da mesma
'greja. C-nastoriaJde fevereiro dai8G9.
O secretario,
- ______Raphael Archanjo de Rosa Lima.
HotSl nadoair
O abaixo assignado, proprietario do hotel cima
'Mar aos seus freguezes e ao corpo do commer-
!, et? c,dade' ,Jue >r- Themoteo Landtilpho
eHi.Jaujealej decou de_ ser interesaado no
. etei'i
lecife 27 de
Jderiaenegildo A. Camaragine.
Prceisa-se de una ama de conlanca e sem A..
Uws. daaa fiadora respeitu da ua' probidade,
para tomar conta da casa de um estrangeiro sol-
teiro que mora em um sitio, e fazeg tod e servido,
da casa : a quem convier dirija-se a ra Nova n.
19, Io andar "
i Precisa-se de um caixeiro dp 12 a 14 annos:
na prae.Tda.Boa-vista n.-i: _____
Aluga-se
o 1 andar do sobrado da ra dos Martvrios n. 4,
muito fresco e com bastantes commodos, assim
con uma cafa na ma do CJaboaco e outra na
ra Imperial, c Orna lojinha fio 6ecco de ttito
Patl4arporecojiWito commodo : q.uiem WJsHDPS^kKd^
tender dirjalo ao Owuru sobrado n. 4, segundo
andar.
Frederico Maia
( ini-lo dentista pela escola
de niedleina
do icio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co destacapiuil eseus suburbios, que temabe*too
seu gabinete de consultas e operaeoes dentarias a
ra Direita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da. maut'.a as
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeican culloear denles artillciaes
porquaW|uerdos systmas.e bem assim desempe-
nhar qualquer outro trabalho concernente sua
profissao. 0 mesmo, nwmhecendo que nem sem-
pre possivel ssenhoras ou enancas sahirem a
proc^ro remodio, offerece-se a remover qual-
quer obstculo, declarai do que na cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem que issoinflua cousa
alguma na commodidade dos preces de seus traba-
Ihos, e qnando para fra deila assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantmdo elle, a
segurancae perfeicao de seus ditoVtraballios. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
lenteps dentifricio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgicos : ra Direita n. 12, primeiro
andar.______________
Aluga.se um 2o andar de ..un sobrado de
Caes do Ramaje um 3 da ruada IVaia; a tra-
tar na ma Precisa-se d'uma jriada de bous costnmes
para casa do familia, que nao osteja acostumada a
ra, preferindo-sc escrava, quo inhe e engnnir
me com perfejqio, a tralar n lo da na nova
" 47. *
GRANDE HOTEL.
1 OMITE.
este commodo e elegante
d'onde os seus frequenta-
Inaugm-ou-se
estabelecimento
dores podero apreciar a especialidade na
confeecao dos gneros alimenticios.
As bebidas sao as mais primorosas e re-
eoinmondadas.
A decencia e bom servico primara n'esta
casa no bello posto oriental.
Mandam-se domicilio comedorias. tanto
avulsoj como por assignatura men?al. Os
preeos sao mdicos e convencional s.
Ha uma espacosa o bonita sala para o
elegante jogo de bilhar.
Ha tambera aposentos commmodos c bem
mobilhados para bospedagem.
Boa larga do Rosario
n.44.
Precisa-se de mn caixeiro para urna loja de
fazendas, com pratica ou sem ella, para ir para
Alagoa-nova, que tenha 14 a 16 annos de idade :
a tratar na ra daCdeia do Recife n. 3:5, loja de
Alfredo & C._______________
Ama deleite.
Aluga-se uma ama-de leite esciava com filho :
quem precisar, dirija-se praja da Independencia
numero 5L
Para cozinlia
Precisa-Se de uma pessoa que cozinhe.liem : na
ra do Crespo ,n. 23.
AVISO.
Emprestase dnheiro
sobre dias ie ouro, pra-
la, lirilhanies e pedras
preciosas: iu travessa
das Gnes n. % jante
a es&> iyp^graphiar 1/
andar.
Precisa-se alugar um preto de boa conducta
para o servico de uma casa de grande familia : a
tratar no sobrado n. 2 da ra do ImperaJw, en-
sla de S. Francisco.
Irada
en: ntt
8. jf n. 1.
Precisa-se de ttn'leltor oo sitio ddUr. Bar-
roca em Bemfica.
CousUiidoao .abaixo assignado, gonro do
tinado tenente-coronel Jos de S Albu-
quevque Mello Catkllux que- o Sr. Jos
Maria Ferr ira da Cunha, morador na ci-
dade do Recife, se constitue croilor do
mesmo linado, e ietido o abaixo assignado
desde o falleciroanto daquelle teente-tcoro-
nel se dirigido ao referido Sr. Ferreira da
Cucha, para pesentar seus ttulos, e
sern liquidados, e nao o tendo fjito at
a fiente data, declara de accorda com
Losarais lierdeiros que nlo se responsa-
bilfiw por qualquer premio que por ventu-
ra qneixa o mesmo Sr. exigir .piando
exista debito legal, pedindo ao-mesmo
tepo a rajao de laranjia demora.
aigenbo Mugay de-cima, .17 de feve-
reiro de 1869.
Henrique4)lipio-Tavares da Rucha,
J.
E
i
l
N. 55RA DO IMPERADORN. o.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje assaz conhecidos' para seja uoeoiil] i
insistir sobre sua superioridad, vantagens c garantas que offerecem aos compradora.
(jualidades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente conquistado sobre tocios
os que tem apparecido nesta praca; possuindo um tecladocmachinismo que obedeii r,
todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por seren fabricados
de proposito o ter-se feito ltimamente mclhoramentos importantissimos para o clin i a
deste paiz; quanto s yozes sao melodiosas c flautadas e por isso muito agradareis os
ouvidos dos apreciadores.
Fazemlse conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blr:i-
del, de Pars, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre prenda-
dos em todas as exposiciVs.
No mesmo ostabelecimento se adiar sempre um explendido c variado Bati-
mento de musicas dos melliores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos
harmnicos, sondo ludo vendido por preeos commodos e razoaveis.
RA LARtA DO ROSARIO 137
Este acreditado estabelecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para che-
gar ao cume do bem vi ver.
Alm dos saborosos manjares confeccio-
nados com o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de bospedagem, tanto para uma s
pessoa, como para numerosa familia.
A
CIIARLTERA E PETIT HESTAIMT
Annexos ao Hotel Central, ra estreita do
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a vaiiedade infinita
de charutos de Ilavana, Babia, Rio. etc. que
existem neste novo estabelecimento pre*-
cindimos dos annuncios pomposos que gi -
ramente se fazem, reduzindo-nos apenas i
agua, indispensavel elemento para a tros letras que sao tres bbb bom, bonito e
vida e hygiene, temo-la sempre em abun-j barato. A' vista do genero annunciado p -
dancia para faclar excellentes bandos. de-se julgar de nossa veracidade. Esta casa
Ha tambem uma boa bibliotbeca e perio- gosa tambem das condices de um elegi
dicos nacionaes e estrangeiros, piano para e peiit restaurant onde se pude ver a es-
recreio, buhares, etc. etc. pecialidade dos fiambres c salames de Lion
Sendo ociosa qualquer recommendaco para lanclies e at fazer uma boa colaco,
para to acreditado estabeiceimeuto, omit- juntamente com os principacs vinhos da
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresahindo entre o bom a pura
fim, que o bom servico, ordem e inoralida- e Servente champagne, o mui saboroso Rbe-
de imperam n'esta casa, conlo observancia no, a primorosa torreja, o licor espiritaos .
fiel do regulamento que possue. o quanto pede uma mesa. Faz-se noul
Gomedorias a la caite. sorvete e variedade de refrescos..
55-RUA DA IMPERATRIZ--55
0 proprietario d'este importante estabelecimento tem a honra de participar
ao respeitavel publico que tendo fgido d'esta praca a pessoa que se achava na sua gi -
renda, elle contratou para sua casa um perito ofcial que foi por muito tempo o pri-
meiro official da importante casa Sulingre do Rio de Janejro ; por isso espera o annu-
ciante que todos licarao satisfeitos des seus trabalhos, visto, alm d'isso, possuir no seu
estabelecimento as machinas mais aperfeicoadas para Ungir e lustrar de que se faz us >
rra Europa, e achar-sc tambem prvido de grande quantidade de drogas escolhida^.
sempre de primeira (jualidade e fornecidas pelas casas especiacs de Paris.
Tinge-se, lava-se e limpa-se com a maior perfeicSo fazeudas em pecas o i
em obras de qualquer quajidade que sejam, taes como 13, algodlo, seda, touquim.
pennas, chapeos de l'eltro e de Manilha ou palhinha de todas as cores, etc. etc., e
tambem lira-se nodoas e limpa-se a secco sem molhar os tecidos.
Os senhores negociantes, logistas e particulares experimentem que todos
achanto proveito e vantage.ns.
Tintura preta tergas e sextas-(tiras.
cajxeitQtde
19 annos, o qual
rlja-? a travesra te^zflv<*n*Tif3>i
ndar.
rendar. ^
CURi
EA DOS CAIalOSe
PILA
^fi
*
Pharwra do larfiello A
U-----Boa larga do Rosario------34
Surpo* Portee de Uon, administrador da mmr
da de Manoel do Amparo taj, roga aos se-
tiores credores da mesraa. maa, queiram aprc-
sentai- seus crditos para serem veriiicadois c clas-
sifleados nos termos da Iei, ieto dentro do praso de
oito dias : na ra das Trincheirs, sobrado n. 48,
1 andar.
= Vende-se na ra da Imperatrii n. 14, 1 an-
r*m niiiha i n in
Preei-se ahlpar orna escrava para com-
prar e cofiintir: a tratar no pateo do I arco n.
H nadara.
\2SKifI PKK.l A mil Ml'O
86Rna das Cinco Tontas86
Thomaz Jos de Oliveira & C. avisa aos seus freguezes que foram, tanlo desta Jtfa-
ca coja do centro da provincia, zemlir prximo passado, e so acha estabelecido com um armazem bem sortido daaier-
cearia (vulgo molhados) de bous gneros, e por preeos commodos e garantindo qaalid."-
de, pero e medida, noa genero comprados no seu armazem ; portoito pede ftga
que nao deixem de lira dar a preorencia.
FRANCA-BRASIL
MR. MERCIER, alfaiate francez, previne .1 respeitajul p%bfico e a seusmureresee
es que, t,nde transferido sua residencia para a ra do Trapiche n. 7,'primeiro aidar, atai
sempre ti 'lis.as qualidades de fazendas paratrajosde homem, eprepara costmies pira
senhora. Faz tambem obras para militares e para criados, para as quaes tem grane" son
botdcs iimpies, com woia e con'a de can*, brancos e amarcUos. IWtiie por kl< s os
ltimos tlgonao- para bemem, senhora e meninos.
rrtTtrrTrrt
AITA
rCIGABROS INDIAMC--
oprimi
BOGAIWABIS INDICA!
r,S.vPAr\l5-
SBPPICIIt
mull*
?
!
I Todo* os meios at hoje preconisados ponu-a a aatbma nio tem sido mais do que pall
debaixo de todas as formas, tendo por bCM a belladona, o estramonio ob opio. Recental
I riendas feitas em Allemanha, repetidas em Franca e aa Inglaterra, w ptwmit indio de Bengala possue as maia ootaveis propriedades para combaiereaia u '
I assim como a tosse nervosa, a insomnia, a tysioa Uiyngea, J roaqw
-.
^^^^??e^e^


Diario de Peruambueo Terqa feira 2 de Marqo de 1869.
.*
11
Grande liquidado demiudezas
I
Alfonso Moreira Temporal,.querendo liquidar as miudezas existentes em na
loja ra do Queimado n. 55, resolveu ainunciar as mesmas miudezati :para que o pu-
blico se coi tiique do diminuto prego porque as est vendendo, a saber
Massos com grampos _i a .
Pegas de tranca lisa e caracol a
Sabonetes de todos os precos a
80 1G9 200 o *. .
Abotoaduras para cohetes a .
Notos de loin.-a para camisas, a
Garrafas d'agua Florida (verda-
deira) a.......
Frascos cora, agua do Colonia a
320 e....., .
Garrafa de tinta roxa a. .
Caifas cora 100 enveloppcs a.
Mantas de seda para homm a
Fita de sarja para cnfeite do
vestidos por......
Frascos com oleo para cabello
a 400 o.......
L3a para bordar, libra. .
Sscoyas linas par chapeo a .
Ditas para cabello a 320 c. .
Ditas muito finas para latos
por proco nunca visto 400
300 e...... -. .
T'ecasde bailados e entre racios
a 000 800 o .....
Iravatas de seda de cor a .
Ditas pretaa a 400 e .
ieo e renda das Libas a todo
preco. S a vista faz f .
"ecas de fita de coz com 10 va-
ra9 a........
240
320
m
1-5000
400
800
300
800
000
000
65800
320
300
000
l,)00O
320
300
300
20 I-atas com graxa, duzia a .
40 Coques muito bons com rede s
a rede val......
Molas para homens boa fazenda.
a 3f50OO e......
Linha de marca, caixa com 10
novellos ,......
Latas com banha (familiia), duzia
Frascos com banliaa 320400 o
Botos para punho fazenda boa
a 80 e....., .
Volt de Aljofre cousa boa a
Fitas para debrum de vestido a
Caixa com agulha franceza a
Botes de aro para colete dnzia a
Carto com alfinetes a .
Caixa com perfumaras muito
fina. S a caixa val IO000
12)000.......
Copo com opiata muito lino a
400 e........
Meas muito finas para senbora
duzia........
Cartas francezas a 200 e .
Ditas portuguczas a 120 e .
Caixa de linha do gaz branca 50
novellos.......
Frasco com tinta a 100 e .
Franja de la para sapato (peca)
Papel de peso muito bom
Sapatos de tranca e oulros amitos artigas, que enfadonho seria mencionar.
RA DO QUEIMADO N..35
480
I >300
4;)O00
240
2*J00
300
100
100
300
160
120
100
155000
300
35080
240
200
600
106
15000
45000
i Jos Soares de Azcvedo, professor do
jlingua eJitleratura nacional no gymnasi
provincial do Reo le, tem aborto em sa
' casa, ra Bella n. :!7. um
ClKSODl-
~DE GEOlinAl'IHA t HIST01UA
- ii;i';iii.osoi'iu\
DE UHKTORICA E POTICA.
Os ostudantes 'fue prctenrtereV frequen1'
tar qualquer .tos*as Ascipliuas, podeni diri-
gir-so indicada residencia, de manhfia at
as 10 botas, e de tarde a qualquei'bora.
Fundicao da Aurora.
Neste vasto estabclecinicnte sempre se encontra
um completo sortimento de taixas de forro batido
c fundido, fabricadas rerentemente, e se fabrieam
de qualqucr molde a vonttde dos comprador
recos razpoaveis _____
Precisa-se de urna UM
Aurora n. 20.
rua-tJa
Aluga-se una loja com aruiaca propria
para qualquer negocio no pateo do Tercio por
baix d) sobrado n. 2 : a tratar na loja de iina-
gens junto a mesma. _________
Ama
Na ra do Amorim n. :19,
para casa de pouca tamilia.
precisa-sc de una
Escravo
Precisa-se nlnirar um escravo da? 8'horas da
manida as 5 da tarde : na rita da Cruz n. i'. 1 >
andar.
, $M\ i TISICI
UM DlwSCOBHIMKMO ESPANTOSO!
Oxarope m fetfegfts*, de iYrnambuco,
prepawdo pelo pharmaccutico J. de A. Pin-
ta, cura radicalmente a tsica e asllitna, o
tolas as molestias dos pulmes.
Podem vor-se os attestados do curas no
nico'deposito-das prepararles de fedegoso
deste autor, ra do Rosario Larga d. 10.
junto ao guartcl de polica".
Iilvi. Sr.-Joaquim d'Almeidc: Pinto.
^aga, 25 de Janeiro de 1868.Meu ami-
go, aqui chegei com algunras melhoras ;
depois do tor tomado tres garrafas do son
preparadoxarope >!< fedegoso--: isto i
pelo mar, porque logo que chegnei cm Lis-
boa, piincipiei com mais f a tomar o dito
xarope, por conhecer pelo mar que ollenie
lazia grande benolicio, pois ;'t vista da gnu-
de quantidade de sanguc que en b da\a peta
bix'a, vi que me ia desaparecerlo rom ra-
pidez, depoie que conlimiei a tomar o dito
xarope, c to milagroso foi para a minlia
molestia que boje me acho de todo ivsta-
belecido, e at mesmo bastante futrido, e
por isso pode Vm. fazer sciente ao publico
o milagro que o seu preparado obrou na
mirilla oncrinidade. Sem tempo para mais,
sou de Vmc.Amigo atiento, venerador o
muito obrigado.- Manoel Jos ftHtfaltes
Roga-s pessoa que entregou una carta
na roa dos l'ircs n. fc'L viuda da Babia para
Lu/, los Correia de S, o favor de indicar jna
atorada para ser procurado.
11
U
Hhii. Sr. Joai/aim d'Mnwda Pinto.
Ha muito que ouvia proclamar as oxivl-
lentes propriodades do xaropejte fedegoso
'0'p':1 contra a tosse o asthma, e soflfrendo eti de
urna tosse pertinaz, e tondo osado do toda
a surte de medicamentos, vali-me pois do
xarope de fedegoso, o urna garrafa somen-
te foi bastante para restabelecor-me, c roe
vejo tio robusto ee_o (ttmtes : suecum-
biria decerto a nao ter usado sea xarope
lil
Resta venia um escolhido sortimento dcob-, ,
; jectos de marcineria, como sejam, inotmias de ja-1 ftaegoto.
caranda, iiiiij-aincainarelio, obra nacionaleestran- i "A* vista disto nao tenho cv]nv
geira, do apurado gosra o porprec**' rrxoaveis
na ra ostroifcl do Rosario n. :!2.' Ni'Sia mosina
casa l'azenise com pe tuejhl lodos os trabalhos de
palltiiiba, como si'jwm. empakiauentos d>{ laslros
liara canias, eadeirasje suplas. ^ *
com que exprima a V. S. a gratidao de que
He llovedor, o de V. S. attenlo venerador
e criado
Jrio da,'Costa Htijo.
Alberto.
to$ tlMA*6
lilil. Si\ Jouquim d'Miimda Pido.
Scenasdc mu romance por Tenho a Ventora de communieai a V. s.
foo Candido. 'I11" gratas aoimravillioso aaropc ik fedt-
LTm volume cm 8-, francer.... i060fj*'i **m rom o meu escravo h rge c(fctt-
Mn ih< niiio autor < [domnenle rostaholociilo da molestia dos
I M.N HKIMO AS HORCAS PI";C1CAS'pulmes, qiw l>a lauto tempe o forsogla.
SCENA DHAMAT1C\, Aceite V. 9. esta minlia decrarajao
Cm wlvnie em 8-, francez.
A aguia branca tcm-se feito to conlieeida e
acreditada, nao s pelas novidades, variedades, su-
per uridade e abundancia de seu sortimento, como
lela cousUnte c.ommodidade de seus precos, c mes-
no pelo seu assaz e nunca olvidado agr^jlo e since-
ridade.
oOOrs.como prova do meu reeunhecimuito peto
\ssionam-se na livraria fran.o/a na be qu V. S. acaba de fazer-m<\- e cuja
do Crespo e na e;i 'aniimrao PafiStetH, n'conla^io'lirar* internada no coracSo do
una a outra os agradaveis cheiros de que usam |-ua do Imperador,
cm seas liuos longos, e cada urna das quaes orgu
Essas verdades incontostaveis sao sem dnvida
-ipreciadas pelo bello sexo em particular, e'pelo
espeate] publica em mal, e a tanto tem ebegado
pM esto qoasi passando como annexii on _
/erbio, quamlo se t um objei-to de degaei
gosto, novidade, etc., etc., dii-se logoaquelle nb-
leclo lem d'.ivida foi coeiprado na loja d'agttia
branca.
Quando no club, nos bailes, ou no salao do
Santa fsaln'l, urna excellentissima se aprsenla
irarbosamente trajando, trazendo o moderno cinto
le iniii larga lita, lisa, cliamalotada, ou eseessea,
lliosaspelo elogio do acorto de ua esculla, c como
que querendo por si niesnia justificar dizem simul-
tneamente venada que eslecbeiro oi compra-
do na loja d'aguia branca.
Aluda mais.
Quando hontem os pais alllctos sentiam o rigor
da denlicao de seu cbaro lilliinbo, e boje alegres e
i satisl'citos polo feliz cstabelecinii-nto receben) as
izem aquellos
pie compras
.Utnito venerador e criado
liento Juii/tiim tUmm.
* lilm. Sr. Jtxir/Him d'Muwidn Pido.
iSe,^^ < degrattdao particl-
llSC^a^'o tiigido.
Fii!io no dia 1' do correnfe HW de- 1,'vweiro o
erecavo crioulo de nomo Alfredo, bastante feio, de
legado iuiu u-ii/. it;stuiji;icLui<:iiiu
a pro- i v's'tas dos seus mellior amigos, dizen
ancia. ost,'''"'I)cus 'lue I,le inspioiipara <|
i .' des e largos, beicos tainbcm muTtb grandi e gms- po a V. S fjfr, por inoio do son nlionrnado
sw,^Hw-gri>i>weif(to- leshy-tew todHi iwinnnpi linfwfaywi) ontfnw'itte res-
.lemcs. e priiirijiia a apparecer-lhe a.baiha, e Co- falw|e(.^ J()S s us )S so|Tii,nentOS 0
/inbeiro : suppue-si' ter sidoscduzdo. p -eacliai ,, p
. prestand .sMWi'icft^e na agJM'SW13 <'a/aiat mtu ., '
se, como compre, umdesses, virtuosos collares i i rango i i a ou cialfuirlinel : quem o p>g;.r le-, (.oaM .site, oiter indo cscroo tuina
Rover, que se vendeni na loja d'aguia branca. j vo*o ao >eu seolwr o*ciii:nie-i'roi1''j Lniz Fian-1 (JieojdivtTO estad./ mais alidvo ila uioISB-
Aini do milito nial que alud: seo de IJarroa, Hi.. n..cnjr4aiit* il(a nao iir-
falta dixer. .J- ;;; > > ;-; ^^JpJi^iS.temimpido uso-de remedios' urna d,mo-
ouindoem un, circulo de cireninspeclos carac- gg mT^^iiS^^SSSS rada viagom ao nosso serta,.
teros se discutir a vorac.dade de taes (fizeres. anna-19 [o mm g^,^ ^ noticia, pds qrnl se
ecer um outro que queira anda levemente inter-
is suas admiradoras dizem comsigo aquella lila romper a discussio, os primeros por momento es-1 yssa.trayar T f aPwr;i-
'oi comprada na loja d'aguia branca.
Quando outra excellentissima, nao menos gar-
-a, mostra o rigor de seu bom gosto na acertada
scolha dos enlV'ites do alta novidade que bella-
tiente ornan sen vestido, ainda mesmo as rivaes
le sua sympalla coiil'essamqucaqwJBes i'iifeitcs
ir..m Ja loja d'aguia brauca.
quecerD a circumspecgao e Ibes darn um gra>
cioso debique dizendo-lbcsj sabemos que V.
um daquelles que inclina o cbapo de sol on que
mereca ser designado pela aguia branca da ra
do Queimado n. 8.
Mo tantas as colisas que por
unas eseapan as ouJras.
excellentissima, apezar .la sin- ^^^^^^^ST.
uv.isuo punca auuqueza a suasij'.u,i>ami- ..,... j:, nu-nl run '" '
uvas foram da loja d aguia branca. aparecidas, e porunto nteira novidade.
Tambcm cliegaram novainente delicados enfeites
Quando mesmo duas excellentissimas, antigs | e llores ornadas de aljofares e vidrilhos, tanto de
mnigas de eolleg, se oncontrain naqaalles loga- palba para coques como para vestidos, e tudo
es, depois dos cumprimentos de recprocos bejos. | contina a merecer a apreciaco das oxcellentissi-
obias por forca de sua elevada delicadeza, gabam ; mas conhecedoras do bom.
metal com lindos e
nieira vez
Ama
Procisa-se do um ama idosa para eoninhar
tara casa de homem solleiro, preferindo-se escra-
va : na ra Nova n. ti, loja.
CIIIUKI
Frecisa-se de um criado
sobrado n. :t, andar.
no caes do liamos,
A viuvade Aula) Ferreira Saldanha pede a Agr faz sciente ao publico que para maior
iodas.as pessoas quederam roupa para Ungir, ao cdmmoddsdetem sempre no estabelecimento ie
pa ra da Gloria n. 36, no preso de 13 das, a possa tratar qualquer enterro, quer durante o dia
ontar desta data Hecife 2 de mareo de 18G9. quer durante a noite.
Jos Pinto de Magalbaes faz scienfe que em ialn
do Io di' marco corren c vertBcu sen etaBefecr-
iin.'Mtode cairos fnebres, sito no largo do Paraizo
n. M>e ti. ao Sr. Manod Gonfatves Agrr, njtito
o annunciantc a todas as transarrfie* atA onlttmo
de fevereiro do crlente anno. Outro sim pede
aos devedores o obsequio de qnanto antes paga-
reni seus dbitos a seu lilho Germano Pinto de
Magalhaes, uu ao annuneiantc, ra de S. Francis-
o n. ti, sobrado jamo ao hosptel da venravel
orden tereeira, onde podo ser procurado para
qualquer negocio, ou para receber ordens de seus
amigos e afeiooados, de quem ha muito se eonfessa
grat.).
Pors fteft : aonformidath', i| ie so ha-
viatorWiTfo'toholdo' a todr>s os otaos eo>
pregados para combate-la, cedou. de urna
maueira quasi milifyiosa, a quatro garrafas
apenan do seu fedegoso
IfOje, gragas a Dcus, tenho o meu 8$-
cravi> peslaliolerido : e nao fcil mostrar
todo o reconhecimento que sinto pelo bem
que V. S. me acaba de fazer.
Sou de V. S.
Ceiada agradecida
Marta norbett Scheffer.
Continuadamente se nos apresentam hu-
nos testemimhos da ellicacia do fedegoso
de Pernambuco I
abaixo assgnado declara qie o procura-
dor nesta cidade do padre Joao Cyrilo de Lima,
para receber oe alugieis de suas casas e tratar de
ledos os seus negnos. Itecife 1 de marco de
184.
Maximino da Silva Gusinao.
l'recisa-se de urna ama que sama eiigom- .Mugase o primeiro andar do sobrado da ra
roa e eozinhar pcrlcitamente para casa de pouca da Scnzala-velha n. 50 : a tratar na loja do
r,ur ilia ; na ra de Hortas n. ol.
mesmo.
Na ra da Seazala-volba u. 12, casa lema,
preeisa-se alugar moleques ou pretas quitandeiras,
paga-se bem semanal mente.
.No escriptorio de Tasso Irmiios, ra do Ano-
im n. 37, ha para vender gorgurao de seda azul
mais pertences para forro de um bom cairo.
Precisa-se de urna ama para comprar e eo-
zinhar : na ra darYipmiion. it.
Na ra do Imperador n.
*a de urn criado.
CRIADO
73. *
Attencao
Preeisa-se de um criado moco para trabaHiar
em um pequeo sitio perlo da eapital. Na nesina
casa precisa-se lambem de urna ama que coztnhe,
engpmme e lave para um homem e um menino :
na na de Santa Thcruza n. ti se dir quem pre-
cisa. _____________________
= Precisa-se de un menino para eaixeiro de
taberna de 10 a-'12 amos de klade : na travesa
de S Jos n. 22.
= A pessoa que tiver urna preta boa qujtandei-
ra, dirija-se a travasia da ra Bella p 5, que
adiar com quem Iratar.
anjai |e pr.Ti-1 frecisa-se de urna ama para c.i>ade peque-
2 na familia : na ra do Rangel n. 33.
0 MUSEO DE JOIAS
c/o

GOMES DE MATTOS IRM&OS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o flm de
dar-lhe maioresr* propor^oes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as xms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
0adftncontrarao um completo sortimento to que ha de mais eegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que ero, obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREMOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, e que deven cauzar um grande effeito nos trages quares-
maes, assim &>me grande variedade de salvas e palrteiros d pwita con*
trastada e de gosto ainda* nao visto.
Compram a trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garahtem
aqualidade dosobjectos vei4d#lo.
Suffragfog pelas almas los que
falleeeram no lidar dos eoui-
bates em desasgravo da offeu-
sa e nltrajr ao Brasill pelo
presidente da repiiblica do
pragna-f.
Se os denodados guerreiros. que ebegaram a
engrinaidar-se com os louroe da victori;, secons-
tituem legitimos credores dos applai sos e das
fesiivaes lelicitacoes de seus coocidados, como
erova ainda que tenue do reconhecimento que
es deve a patria agradecida, nao menor direilo
cabe qitelles de seus com^ianheiros as armas e
guaes na heroicidade, que foram at ao extremo
de perder a vida no gkn ioso sacrificio a que se
dedicaram. O pretto omwiagem po 'm ijue a
jtes e devido, nao pode mi trer-se oim as dc-
! moustracoes l'eitas em honra d'aquellos; porqne
se bem que uns e oulros tenham de levar seus
ooties posteridade, todava o tributo de grat-
do, que com justica^pertence_ agora :,os que j
passarain morada etern, nao deve ser outro
mais que-o interceder-sc ao Dos do Infinita lon-
dade e Misericordia (|ue Ihes d o gozo da bema-
venturanca na mansao dos justos.
Nesta firme conviccao pois, um christao. since-
ra admirador dos altos feitos praticado por todos
esses que suecumbiram no empenho de desa-
frantar o Brasil do grave insulto que Hie aflingio
o governo do Paraguay, manda celebn r por suas
almas na igreja matriz do Corpo Sanio, no da
jUpfnta-fetra 4 do corrento, missas de rquiem que
eomecarao a dizer-se desdo as 6 hora* da ma-
nbaa e successivaniente de quinze em qainze mi-
nutos, at poder fer lugar o ser celebrada a ulti-
ma pelo Mvnid. vigario da freguezia.
Desnecessario lembrar o dever, qoc
C^
! S
m
0 MUS
ai
todas, principalmente ai familias.
aos irmTos d'armas uos^heroes
corre a
as tamillas, aos amigos e
uos*heroes fallecidos, de
proveitarem occasio de?tes suflragios, para
supplicarem ao.Altissiruo o dar o per|ietao des-
canso podpm estar bradando :
Mhetemini me. miseremini mei,
Saltem vos atni'ci me i I
i
Pnra a qiiaresnia
Na ru.i estieita do Rosario n. -lo, sobradii do
um andar, l':i/..in-se llores de todas as qnaljdade*
pra ornamento de igte.|a, altar, andores e m|ui1-
chro, ini'ln i i> i- rosas, e tudo 'qnan-
to for coacesaeute aos sanos actos ; assim como
preparam-sc-para fra com a maior presteza qual-
quer i ncommenda tiesto genero ; cutro sim luin-
bein se fazom llore; mimosas propnas fiara enfei-
lar vestidos, saiotes c capacetes deanjos, o ma>
barato qae em outra qualquer parte. S inesma
ciia|ram j preparados e promptos
venda o eprnte : ricos ramos le sedo enlejiado-.
i>m.flores de cera proprios parado-
mingo (! Hamo?, vella enfcilflas ricamente, lar-
dadas a ouro, proprias paranaptsados, ftyelbu iki
llores para meninas e noivas. Vleiu disto se cn-
rtimbem do preparo de b:mdeiH de bolos linos
Jl
Ra do Queimado n. 49 loja de
miudezas de Jone de Azentdo
. Mata e Silva cotilleado por Im
fir/odt/to.
EsflBrteftnanoV) os objedos IbaixO dedarat-s
|n'lo dininuto preco, asaber '
frascas com agua de Colonia verdadca a l|.
iVnt-s para regacarcabelle da meninas a.'20 n.
Thesnmg muito finas para uubas e costaras i
. Sis.
iTinteiios cnekis le tiutimuito prela a80, 100, 1(0
e Ors.
Varas de franja branca de lnlio para traillas a
IGOr.
nafras ile pliosi.lioros
160 rs.
Navalbas de cali d' marlVn
qualidade a 5.
lAnde ln para bordar a 7j.
Pecbs de lila tiran a elstica muito superior a V>0
e 300 rs.
entortadas de cofonniladr ao tioi a ipie se desti-
na, quer seja para casamento*,Bae para bailes ;
fazem (airtbem vestidas para a q'naresma ou oulr
qualqucr que se precisar com a maior prompdao
o Sr. Antinki Praocisco Diai-te qulira appa-
recer na ra Dircita n. .'8, a negocio de sea rto
resf^.
le spffinnca a 20, 40 e
e qu
l'iigii da tenda oetoroeiro da ra das Tri ,-
cheinis ii. :i, o menino por nomo Flix. oofl os
segiiiuti's atenaos : dade de i-Ja 1-'i anuos, cur giwelkis de linliii hranc con y) jardas-a 60 r~.
parda, cabellos carapinhos, olbos grandes, orelUas posmas de papel doneso liso Dmifti lino a 1*900.
acabaadas, ten alguns .nrranbocs as cosas pro- <;|,;|- <.....i RUperl o banha a * veniente de vadiaees, ps bem l'eito*. (lentes po-
dres : pede-se a qualquer pe&soa do povo, ou as
autoridades polciacs, a apprebenso do dito me-
nino elevarem a mesma ra.
Estabelecimento fnebre no pateo
do Paraizo.
,\fra, achando-sc a testa de-te estabeleoimeiito,
onde o publico e os seos amigos o acharao sem-
pre prompto para satisfazer suas idirigames, visto
como o Sr. los Pinto >e ftfagaibes vendeu o dito
eslabelecniento livre o lesembaracado de ipial-
queronilS: JWiem coiiliecido e ten I i HBMS a
eoi.ieracao. vem ainda por esta vez pedir qaoo
noaliaiuloiieni : podemn ser pHKUfado a ipial-
quer hora do dia no manso uiliiinV i inwiiln e a
noite em suareasa na ra das Flores n. l'.i.
frascos de ebeiro muito tino a
fazenda s boa a ljlSOO
Caixas com seis
800 re.
Cateas com doze frascos,
e2190O.
PraMtM com superior oleo i| .;. a S00 rs.
Calungas de sabio iransparente muito batito
no a iO rs.
Duzia de plus de pumiuia do Reino, da fflcihor
qualidade a 2ii> rs.
Peras de tiras bordadas muito finas a 300. 600 e
800 rs.
Hitas de b.ibadinhos coin dez varas a (V)!) i -.
Carriteis de linha de todas as ('res, para aeab: r
a W i s.
(arrafas com agua divina a l-V00.
- com superior marac peiula a .120 rs.
Carxis de vidro edm doze dlaes. que so a caiz.".
ro a 00 rs.
Atteii^ao
A ricsa regodora da irmandade
do So-
vali; dinliei
Dit.s de madeira com all'meVs. o qne ha i
Ihor a :m rs.
tiie as de botes de louca, lisos e bordados .
160 rs.
nlior Uom Jess dos Martirios da freguezia Caima redondas para-im enrtunio tartanA
do S. Ji-, IwmIo de fazor a proeissaodo twoo.
sea iiili iL'ini no dia do marro do cm-
rente, Paz scJontc ao respetavel pabGco as
ras por onde tem do percorrer a nicsma
liroiissao ao saliirda igreja, ra de Horlas,
Gamboa do ('.armo em frente a rua Nova,
roa do (>abug, roa das Crti/.os, travesea
doOvidor,"rua do Imperador, seguir para
o lk'ciie, rua da Ondea, rua da Cruz, a lr>
ve*a do Arsenal, rua do Apollo, travesea
da Santa Cruz, caz do Apollo, rua do Im-
perador, roa do Queimado, Livramento,
Direila. Cinco-Pontas, ao vollar ao cliafatis,
rua Augusta ao recolher.
Consistorio 1 de marco de 1869.
O secretario.
Simplicio Lopes Lima.
V
\
de lita para coa da melhor qnatidade a
600 rs.
Ksovas para limpar denles, fazenda ou....... vfc-
i. a 2i0 rs.
Ditos para linq.ar dabas de superior qoalidade a
9 o rs.
Ein casa de ''lieod. Cbrisliansen, rua do-Cflffi"
merco n. 10, eneontram-se effectivamente toda"
as qnalidades de viuho llordeaux BourgognO e do
llbeno.
ti\XERM4%
li
Pelo presente seientirtea-se a quem in-
teressar possa, que na villa de Flores, pro
vincia de Peruambueo, fallecer em dias do
iiilv. de aueiro do eorrente anuo 0 Portu-I Aiegrai-vus in\u os, e presbytas, Ja
guoi Joaqoim GoncaKcs Meireles, capitao deis v do Jonge, j*podeis ver de i
daiantigs melicias. alli morador ha 20'- n3 Iwmais vitas cuitas, nen
nos, onde passou i segundas nupcias: K
como o fallecido declavasse no seu tes-
tamento, que do seu priuiciio consorcio,
celebrado na provincia da Baha, no termo
de Santarem, comarca do Tapero com l).
(Juileria Mara do Espirito Santo, Uvera una
lilha de nomo Joaquina do Espirito Sanio
Meireles, que casou-se com Felppe de tai
Doiiitsiiio lugar Santarem, avisa a supra-
dita D. Joaquina ou seuS descendentes,
do fallecimerito do referido capitao Meireles,
alim de jue, por si, ou por procurador,
competentcmento habilitado, possa adquirir
a heranca que Ihespertencer. Quem se jul-
gar inleressado poder-sc-ha dirigir por iti-
termedio do Sr. Manoel Itibeiro de Carva-
Iho, negociante, cstabelecido na cidade do
Itecife amado Queimado n. 18, ouao Rvm,
padre Pedro Manoel da Silva Burgos, viga-
no collado da freguezia de Pajai de Flores,
como primeiro testamenteiro instituido pelo
testador.
Ofterece-se
Um rapaz 4c 17 anuos para caxeiro de re-
linacao ou armazeni de carne secca, o qual
dar provas de sua conduela : quem per-
cisar aun unci por este Diario, para ser
procurado.
Na' rua Angosta n. 94 vesten-se anjos para
procissdes percoamode prcen, e ultima moda,
O Dr. Jos Mauricio Fenwfld
reir de Barros, n3o tendo podid
despedir-se de todas as pessoas
que o hflnrSratr} 'com-'Suas visitas,
pede-lhes desculpa por csU falta
IrrvolwriaWer, e Iros ollerecc os seus
'' sefWcos na "CArte, para onde se re-
tira cora licenca da *
Ama
Precisa-se ie urna ama towm
ruada fiteftein. 43.
ou
apia: na
Precisa-se e paga-se bem, a u.n criado Se
1 i a lti anuos a.e ii|ad. s se aceita dando lian
cada conducta :,a rua Direila n 12, Io andar.
COMPRAS.
Com muito maior vantagem
Compra o Coraco de Ouro, n. 2 D, rua do Cabu-
la, modas de onro e prata e piedras preciosas.
Compra-se um molequinlio de 4 a o anuos
de idada^que nao tenha vicios, e que seja sadio,
a pessoa que tiver e quizer vender dirija-se a esta
typograpliia para tratar.__________________
Oompra-se. escravos.
Lino de Faiia & C, na rua do Vigario n. 24, es-
criptorio, Io andar, compram escravos de ambos os
sexos, sido que2 moleques de 14 a 20 annos e bo-
nitas liguras, serao pagos por muito mais diunciro
do que einontra qoalqner parte._______'
Ouro c prata
em moeda e em obras inutilisadas. compra-se por
bom preco : n prca da tndepeadencia n. M.
F. J. Ciorruann acaba dep'cbcr pelo
mo vapor um rico e variado sortimento
^etilos, lunetas, pince-nez, face--iTi
lorgnons, de miro, prata, tartawiga, mariim.
aro, bfalo, ncar, wacornio e melchio
assim como hinoculos de urna a tres mi
(lauras para Iheatro. campo-e marinha "
ultima invenco ; luquesss, vienfizas de -
8 e 12 \id#o%tudo dos memores fahri
tes da Europa.
O mesmo vapor tro
xe urna excellentes ina-
iliiha para graduar e
i>l)sflrvar o numero
vidros que se nnces
conforme a vista di
qualquer pesaa.
Tem excellentes ste-
rioscopos, instrumciitos de matheniat*.,
barmetros, vid#os de chystal de rocha, e
de cores para resgutrdar a vista; concerta
1 todos estes objectos a presos commodos"%
com promptido ; lira o mofo dos vidros e
encarrega-se de toda a encommenda relativa
a optiea. *
Recebeu tambem os excellentes relogio
do antigo e afamado fabricante lobcrt GertA
<& C, os quaes vendo prepos commodes
garantindo a ja superior qnalidade._____
TCCAMPOS
28 = Rua do Imperador =28
EM 6R0SS0 E A VAREJO
Ch.ii'utos de diversas nwcas dos bem
acreditados fabricantes, ^6sta Jrmos e
M;:ftoeI ila Costa Ferreira de (Sao Feliz).
F"arinha da tena muitS bojl 4(9 reis a
sacra.
Miraguaia do Rio Grande do Sul, peue
secco'de superior qualidade a 6i5'iOO a ar-
roba.
Congro e ruivo de Portugal, em barr: e
libras.
Camares seceos, do Maranho, em libras.
Latas com peixe em conserva sendo:
Salmomv Lagflfctas, Ostras e outras umitas
qualidades, a "saber: Portuguezes, Inglezes,
.Vmericaaos,-Hespaphes etc., etc.
0 Campos anda urna vez, vem ter a
honra de lembrar ao respeitavel publico, as
.Na praeai daln.kipendcncia n.;;t, loja deou-
rives, conipra-s onro,prata, e pedras preciosas,e \ mutO excellentes aguardentes de Lima Pa-
tambem "*Taz qdalrpier obra de ,oacommenda, e
todo e qualqnrxonr'eTto.
Compra-se
hoje libras esterimas, ouro c. prata de todas as
nacoes e por maior preco do que em outra parte :
o rua da Cadeja do Rccife n.a>8, loja de azulejo.
Omuzeo de joia_
Na rua do Cbug n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por procos mais vantajosos do
que em outra qualquer parte.____________
rati, e Tiquira do Maranho, por vir-lho a
idea que se aproxima o tempo invenios'.
e que muito nescessario se; torna trazero
estomago quente, e como se ada o seu es-
tatielecimento beni prvido dos generos^irci*
ma ditos, recommenda um passeio at elU,
onde encontrarao os amantes do tm
bom botado, um completo sortimento gneros 8nos, <|M se tornam reconwnei
vais; para mna mesa mats ou menos pto-
Compra-se ama ci terrea pequea om al-
um arrabalde pertn dacidade : a tratar na rua
a Glorian.*}, omtff becco do Tamb d. 1.
Compr-se urna negra do mea dado que
nao tenha vicios nern achaques : na rua de 8.
Jos n. 2. ,
COMPRA-SE rf
urna escrava que coznbe e engomme com perfei-
go : na rua. nova de Santa Rite o. 65-_______
~~^ Compra-se nm preto sadio e '^<,,"1<}"^
ta para o servty de urna casa > famflte; assim
como dua* negrinhas ou mnlatinhas de 12 a M-
annos : na ruadoPiuar h. D^nidar.
" Comura-sfllim irtico cbTabelhas urue que
possa-se logo extrmir algam niel, ass.m coiiio p*
de nananelra erttituladaS de S. Tom ou caixo de
crisado : na rua dos Prazeres n 30.
VENIAS.
JEo a *jo(
a sfcc h de tardo a 4$*)ft : noarmazem d
trella, largo,do^Paraiao m ti-
Bom e barato.
*_
Vente-eeferBma4#Ti00asacca, i nrillio a 4,
\inlia. a 400 rs. airarr.ua. em caada a HJU^C
miRtea-kift-te ller a 14460, dita JrnantM ;a
(080, clia miudo muito bom a BM09. a liM, e
o"* Sf*" > con* : no huro1 du Pav
raizo n. 30, esquina da rua da Rala.
coi a
Offerece-se urna ama para andar
coser e tratar de alguns ati
do Amorim n. $8 se -iflMPHi
la rua
a tratar n
anha.
de Santa
.na rua
Scbonete de aldettnf.
M
Antn- Nflrtir'deCtolr
Este acreditado preparado1- quejl
acceitacao tem merecido n'esta p&mt
muito se recormienda para a
das impigena^sarlias', canias
mole8tia*.4e.ielfv- ^^
Pharmacia te Bartbolomeu A C,
JlHlWtW' do Rosario34.


i



G
Diario' de Pernnmbuco
Ten?i
Lindos cortes de cassade cor rom barra,e rom figulino indicando o molde do vesti-
do pelo baratissimo preco de 3r$500 o corte
Ditos de percalia muito modernos rom duas satas a *> >0O0 res
Na loja das Columnas da ra > Crespo ir. 13 de Antonio Correa de Vascon
cellos A C.
PRCd CORRENTE DOS CHAPEOS D SC
Da fabrica de
MANOEL & C.
Ra Nova n.. 23,=Rua do Cabug n. 8
Pernambuco
Chapos de seda trancada, Paragon, de 10 bastes, 28 pollegadas a I0^C; 26
pollegadas a 15$, e \ pollegadas a 143000.
Ditos de seda G. de N. liara, de ac, de 1G liastes, 28 pollegadas a 145;
de 26 pollegadas a 13); e 21 pollegadas a 12,5000. .
Ditos de seda G. de N. lisa, de ac, de 12 bastes, 28 pollegadas a 12 ; de
26 pollegadas a iU ; o 24 pollegadas ,i 10f$000.
Ditos de alpaca, de ac, de -12 bastos, 28 pollegadas a 6$ ; c 20 pollegadas
Por duzia foz-se descont de 15 0^0
Chapeos de sol de panno, debaleia, de 8 baste, 24 e 20 pollegadas a S2
a duzia. (Descont de 10 0|0).
Ditos de panno, de junco, 8 bastes, a 183000 a duzia, liquido.
PHOSPHATOdeFRRO;
[de LERAS doutou em sciencias.^
m
Ueliaixo da forma d um liquido sem sabor,
anlogo a urna agua mineral, esle medica-
mon'io rene os elementos que consliluem
os ossos e o sangue. E' o mais racional dos
ferruginosos; por esta razSo o adoptarte
os ninis eminentes mdicos do mundo in-
teiro. Convem muilo s meninas de lemperamcnio delicado, cujo desenvoh ment 6 lanlio,
s senhoras que padecem d'csias dores d'estomago inioleraveis, cansadas pela chlorose,
anemia, mcnslruacSo ou lcucorrlifia, s crian cas d*uma compleivao paluda c delicada, e a
todas as pessoas que lem o sangue empobrecido pelas doencas. Eflicacia, rapidez d'acco,
cura perfeita, sem consiipaco de ventre nem aci.o sobre os denles, taos sao as razes que
imperte para que os senhores mdicos o prescrevo nos seus docnles.
Deposito em Pernambuco, cm casa de Maurer e c.
ALTAS
LOJA DO PASSIT*
Ra do Crespo n. 7 A, esquina da do
Imperador.
TASSOIRMOS ltI_!?i^ffi!SH..
Ten, para vender cm seus armazens, alin de ou- l-----tJul uo Wt ll,w
L para presentes
A Nova Esperanca, ra do Queimado
PARA QURESMA.
Gorgorito preto.
Setfft macau.
Si'das lavrulas.
M:iireanli|ii(' pretO.
(ios-de-naples
Basquinas de gur uro e de gros-de-na-
p'es enflatado com i riinor.
Corpinboa de oms-de-naples.
Basquines, captabas, peloriaa^ fichas,
de crochel e de guipur, pretos e francos.
Almilas pretas de blond.
Hiquissiinos diales detouquim.
Requisamos diales de gurgui ao de seda
prela o niellior nesle artigo.
Cliales de mirin pretos com requissimos
bordados e franjado de retroz.
Cuates" de mirino bordados sultan.c:
ultima moda.
Romcus pretos cot Bndos lardados.
Loques de madreperola, inirlirn, sind
lo e osso, c pretos, para senhoras.
Ditos desndalo para meninas.
(Capelinas pretas.
1'AIU CASAMENTOS, BAtS, THfcV-
TUOS. He etc.
Lindos cortes do blond, sontendu selim,
mantas e gnnaldas.
ReqtiisSHnos cortes de sedas assim como
para eovado?.
Gurgnrlo bronco.
Gros-de-naples blancos e de cores.
Setim branco macau.
Setim, branco, azul, verde, cor de ros;;
e amarellos.
Fil de seda, branco c pelo..
Cortes de seda com duas saias.
Ctales de gurgui ao de seda de cores.
Camisas bordadas para homens.
Saias bordadas para setiboras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linlio bordadas com primor.
Lencos de cambraia de Moho bordados.
Riquissimas colchas de damasco d>! seda,
assim como de seda c algodo.
Ditas de crochet para cama.
Chapos de seda bordados, parasol,
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de lindas cores.
Chapclinas de palha ;da Italia, assim
oemo de seda.
Lnl'eiles para cabera de senbora.
Espartilhos para senhoras.
Mi'ias de laia para padre.
Ditas d 13a
Ditas di- seda fio da Escossia c lgodo.
para senhoras e meninas.
Lencos de labycinlho.
Fronhas de hihyrinlh".
Micos, rendas e grades.
Fiussimas cainhraias d. ct'nr*. percales.
las, e otitros muitos artigos de gosto e
de alia novidade, isto s
tros, os seguales artigos
Panel para Imprimir.
Perlina azul.
Grcve paulado c liso.
Vinhos em eaixas de doze garrafas
Dourgognc.
HiTV.
Madeira.
Ilormitage.
Chamblis.
Licor de euraeo de Hollanda em caixas de \n-
tc e imano botijinha.
GESS,.
Nos irmazcns de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardins, pnchasele.
Nos armazens de Tasso Irirmos
t iicii mos : i limo
Pita serviros de grandes armazens,para remo-
ver barricas u canon de ana para outro, lado peta
modicn preco de 125000cada un.
Farinlia de trigo de Trieste
Das mellioras mareas Panonia (verdadeira) l'on-
lanae grande sortimenlo das memores mareas de
farinlias americana-.
Saceos de farinha de trigo do
(Me
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
Nosarnia7.cn de Tasso Irmaos.
Cemento hidrulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agaa, co-
mo assentameno de canos de esgolo, algrrozes, de-
posito, lampies d'agna. ele, etc.: em pon/oes de
rinroento barricas so far rednreao no prcui: O
anuazeus de Tasso limaos.
Cemento Portland
O vordadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Irmaos.
Moiicantitpie branco azal e verde.
Na loja do Passo rua do Crespo n. 7 A, esquina da do Imperador.
n. 21 tem um variado sortimeoto de objec-
tos de gosto c pbantasia prnprios para pre-
sentes, sobresaliindo entre elles ricas caixi-
nhas de bano com linas perfumaras, eos-
lureiros de chagrn, agulheiros de madre
perola : assim, pois, quemquizer fazerum
linda offerta,-dirigir-se Nova Esperanca
rua do Queimado n. 2t.
ahilares anodinos ellectro-magneti
eos contra as convaleces das
crcancas.
Nao resta a menor dnv'rda. de (pie muito
collares su venden por ahi intitulados of
verdadeiros de Royer, e eis porqae milito"
pais tic familias nao creem (comprando-os,
noelfeito promettido.o que so pdem dar.
os verdadeii os: a Nova Esperanca, porem
que detesta a falsificaran principalmente no
que respeila ao bem estar da hnmanidade.
fez umaencommpiida directa destes collares
e garante aos pais de familias, (me sao os
verdadeiros de llover, que a tantas crean-
cas lem salvado dir terrivel incommodo r>
convaleces, asinr pois preciso, pie ve-
nbrm a Nova Esperanca a na do Qurimadf*
n. 21 romprarem o mva vida, para seos
Tilliinlros, antes que estes sejam acomrsetti-
dos do terrivel mal, qnandn enio ser di-
ffirrl alcanrar-se o efleito desejado, emln
sejam empregados os verdadeiros collar?
de Royer.
Para extinguir n sardas e
Recaben a
Queimado n.
panno
Nova Esperanza,
21, hite de nia,
rua d'
especia
GAPSLAS VE^EIAES
M A T11 c o
dGRIMAULTeCApha
5BEH?Pal
EM PARS.
Estas capsulas, com capa de gluten, coiuecm o balsamo de copaliiba associado & essencia de
Matico (arvorc do Per), e conslituem um remedio iofallivcl conira a gonor-rliOa. Ellas obrao
sem cansar o estomago c nao provoco nunca os enjoos e nauseas que oecasiono as capsulas
ordinarias, tendo a inmensa vantagem de nao coinmnmcar < beiro ;s ourinas. E por estes mo-
tivos que ellas so superiores s capsulas de copahiha, cnbebas, etc.
Deposito'om Pen.ambuco, em casa do Maurer c.
Bt*BrK3M&
ia tcadmia
de atJtcin
i* Part.
Pkamacniico
laureado
i* tcaierun
i* mtdtcin*.
As preparac5es erroginesa liquidas tem desde muitot unos crecido
special dos mdicos, porque ellas obro mais rpido e seguramente do qn
s3o mais facilmer te toleradas pelos doentes. Os Pos ferre-mangankos possuem a inappre-
apppovaeSo
e seguramente do que as pihrUs, e
ciavel vantagem le poder offerecer n'om instante nma agtra ferruginosa gazeosa, de gosto
agradavel, mais activa do que as agtws mineraes, e contendo d mais om elemento preeioso,
o Manganese, que sempre se acha no sangue, junctamente com O ferro. Empregic-se em
todas as molestias que tem por cansa o empobrecimento do sangue, assim como para vigwar
os temperamento: debis c lymphatieos. A chlorose, as Perdat brancas, dores d'estom-tgo,
a irregularidade da menstruaedo e amenorrha ou suppresso do menstruo, cedem rpida-
mente a sen emprego. Devemos mencionar aqal um faci notavel, isto que os doentes cara-
dos pela agua preparada com estes pos esto muito menos expostos a recadas do que
aqueles qe foro tratados pelas preparacocs ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de Mmumr C.
Grades de ferro, cercas, por- ^^"t^'fffSSk
A Nca Isfieranca a roa do Qwwiado n.
t\, ac>* de receber um cometo sorti-
mento oe finas bonecas de cera d* diver-
sos Umanhm, sendo as maiores do com-
pi imento d'um eovado ; estas boneeas tra-
zeni bnnitos coques e botinas, haventfo en-
tre ellas algumas que fallam e outrw tpip
choraip desorle que fcilmente podan se
preparadas, e fzer-se um presente dcmiit-'
acceilwo.
Pinaeaixas de tartaruga para rap ven-
dem-se a-rua do Queimado n. 21 na< loja
da Nov*lftpefffi)a.
Modernos brincos de sndalo, s se er>-
eootrara* na Nova Esjteranca a rua- d-
Uueimada n. 21.
HEM DE L.\A
A Nova Esperanca a rua do Oueimadivii
dementa por prompto paga. ^|, Kafom ^ recelar im especial sortimet -
lo de meH# de la para homem c senbora
CONTRA AS CONGESTOES
teiras, etc., etc.
De dilTerenies qualidadrs pora rendados de ani-
niaes, chiiiiioirospara galinnasonjariftis : nosai-
ma.-'.eiis deTaN Irmaos.
Barris com breu
Nos arinaznis de Tasso Irmiin*.
CANOS DE BARBO
Xa rua Xova do Sania Hita, M aiili?a Mrica de
8. saltan, apara vender |mr preen o mais mdico
possivel, cano* franeezes para cdillrar^es PCSJto-
tos de inda a i|iiatida!e, superiores a uios os que
su|ui lem apparerid) pela sita st*itez.
PIIKIjOS
1S400 por cano grande de 3 t weia poMegadas.
l(H por dilfrde i e tres quarins de ilita.
1 000 por do-o i e um tjarto de dita.
ROO ris por pistoleta de i pnilegadas.
Cotovi'llus. eoriM e canos de maior gritssHfat a
vetase faro pwti). Compras maiores da B3
tein .'i por eenla a\;
nnnto. Pdo-aa ver as amostrad nos a
te Tasso Irmaos.
lijlos francozes
mal terrivel a rongestao fulminan}?
QARESMA
QUARESMA
CUARESMA
FAZEU'DAK FRKTA8
Ciando sortimenlo-de gros-de-naples por precos Rteiraraento reduartos, assim
romo basquinas de gros-de4hp!e e gurguro preto, ditas de guipur fazenda de plu-
mo gosto e outros muitos objectos proprios para a estacao, que se vende por menos
20 % do t|ue em outra qdsiliiucr parte, assim como um completo sorlunento de lami-
das deluxo como sejam^sedas de cores de lindospadrOos pelo diminulo proco de2NOOO
a 2'>500 rs. o corado.
Alpacas de lindas cores, lisas e lavradas.
Laziiihas com Ostras de seda para 1>200 e l->000 o eovado.
Ditas de lindos padrocs para 500, 700,800 e 900 rs. o eovado.
CamDraias brancas de i;>000 at 8>000 a peco.
-Ditas de cores de lindos padroes de GiO e 800 rs. a vara.
Saias de la com bonitas barras.
Balbes de cores, braneos e de arcos.
Basquinas de gros^de-naple de 225000 a 40;>000.
Oros-de-naples protos e de cores que se vende por barato preco.
>Organdiz branco, bfilhantinas brancas e de cores.
^Espartilhos e entre-meios bordados.
Meias finas para senbora e para homem.
Alm destas fazendas lem um completo sortimento de chitas escuras e claras, ma-
dapols, bramantes, atoalhados de linho e de algodo, e outras militas fazendas
que se vendem por pre?os que s a vista o comprador se poder desengaar que s no
' Triumpbo poder comprar co* economa.
PARA HOMENS.
Bonito sortimento de casemiras pretas e de cores, brins brancas e de cores, camisas
de linho e algo Ro, ciroulas, mantas e gravatas do que ha mais moderno, chapos de osl
de seda e alpaca, e outras murtas fazendas que s vista podero agradar, c manda-so fa-
zer qualquer obra de alfaiate para o que tem um baffil mestre, tudo por preco que s
encontro noTriumpho I raa do Queimado n. 7.
EPIDEMIAS
O .ICOR DE LABARRAOUE um presenativo seguro em temposde
epidemias : cholera, fehre amarella, peste, lypho, etc. Devem evitar-se as fal-
sificaedes as juaes sao a maior parte das voces mal preparadas, sendo por isso
mais nocivas do oue uteis. Deposito em Parix, L. FUERE, 19, ru Jacoh.
Km ato-Jaaetro. DuponcheUe; H. Tt-tdorpf. E ernamfcc. Maurer.
rt
VERDADEIRAS
PILULASoeBLANCARD
COM IODURETO DO FERRO IRAtTERAVEL
A?PROTADAS PELA ACADEMIA DE MEMONA DI PARS, ETC.
Possuiada s itrojriedades do toda at do farra, eonTem especialmente ns Ameteto
BSCRonrLOSAS, i Tsica no principios fraqwsa cU temperamento etambemno* casos m
Palta m c6r, kMENoaHEA, em pie precisa RKAora sobre o SMiGVt seja para restituir
lhe a sua Fique e ahundencia normaos, ou para provocare regular e-seu curso peneieo.
t. B. O iodoret de ferro imparo oa alterado ara medicamento infiel,
irritante, (tomo prora do pureza de authencidade das itrmttrm i**-
laa de niann.rd, dere-M exigir doso aell pri reaetiva
DOfiso nrmat, ((ni reprodmida, que
W lulaa
^^ dcmsi
r*nra ladrilhar rosas terreas emnasseine preeo (](, repcnte leva UM divido, tiesta p3f.
,Hl,eos, im.iinewveu.eni.-se pnuitf^para ladn-: r] d _^ { receb#,
osdeeoS,nh^e.ns.l.rad..s, ,*lo seuassewe! > ,,-,n(ln ninis -
o acha
rata-I* rerde. Der-M'descefiw das falific
A.liam-M eaa adtea aa aaaaaai il
Inferior d* ura
na parla
ICO fSarmuefuHe, Ht Jwiaaarf, JO,
OLEO DE HOGG
DD
Figados frescos de bacalMo
Para cura certa de pkUsiea, affeccSes eseEou-
losa, loss-) ehroniea, f.-mpiena dos luuuliNii e de-
bilidade uerat reronunemla-se a excellenr desle
oleo anda por .-er agradavel no paladar.
VENDfeSE
KA
Pharniacla e lro^aria
M
BAltTHOLtlMEU A B.
34 -= Rtm larga do (osario =* 34
Chcgaram as novas sementes de bortalica
de todas as qualidades:"na rua da Cadeia do
Reeife n. 50.
eriftir a passaiicr* dn ajiuas para o andar inferini
catesmo o pen^aKkrfogo, aaa precos de 304000 a
ISaOO uiilheiro : na rua Narav Santa Hila,na
artiga fabriea di! saltao, o compras imioras de 2(K>i
swl'ar'i porrurtt4.de descont piir proinpio pafa-
maalo. l'ndem-se ver as aniostrw nos armaieas
i! Tasso Irmaos.
Velas de espannacete Tcrdaciras para Lin-
ternas de carros: noarmazem de T.'tsso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior^, no acmatcoi
tle Tasso Irmaos.
O mellior cognac Gaulhier Frcres: no arma-
: 2ein 'de Tasso Irmans.
Esteiras da India
Km casa dfc Thuso Irmaos vendfi-se esleirs da
ftidia de diversos padrOea e larguras, por pceo
eoniinodo.
Macarthy
Machinas, de descaroear algodo.
conversa medica; defiando as mais dV
vesos inullier e filhos w mais amarguradi
| pranto ; a Naw Ispe anca que deseja praa-
lar servicos recorre a Vojer, o qual lh'-
mandou anireis elctricas magnticos, copi
o nico preservativo para semelhante mal"
elles antes ojee se acabem : na Nova Espe-
ranca1
NAYALHAS
A Nova Esperanca a rua do Queimad-
i 21 receben um sortimento de navalKat-
de qualidades, c tamanhos especiaes assiiti
como aliadores e masan para as mesmas.
Attenco
Na roa de Apollo n. 28, armaem de assucar, ha
para vender algodo da Bahia da acreditada fabri-
ea'de Pedroso. dito listi muito bem. dito trancado
da falo iea de Feraande* Velho.aeal de Lisboa a mais
nova que lia no merca lo ; ditos artipos ventkun-
v-n.iis barato do que em outra qualquer parte.
AO BAZAR DA MODA
Rua Nova n. 50, esquilma da rua de S. Amaro.
NOVIDADES
Para seuhora.
C.OQt'ES da ultima moda, enfeitados e lisos, gran-
de sorlimeuio.
CIIAPELI.NAS de palba da Italia, guarnecidas com
delicados e elegantes enfeites brancos e de cores
CHAPEL'SINHOS e gorras de velludo o de pennas
(alt novidada !) de palha da Italia, a emtiacao,
especial sorlimento. ...
CINTOS de cores e pretos, rico sortimenio a ulti-
ma moda.
CAMISAS bordadas por comtnodos precos.
LENCOS bordados e com letras, novidade neste
genero a> ,
LEGUES a emiiago de marfim, gosto novo e de
sndalo.
GOLINHAS e punhos, a emitcao de guipur.
ENFEITES preu e de cores para cabe^, lindos
moldes,.
GUAHNIfJlAO altanoTidade a Harie Rose, lti-
mamente usada em Pars.
CORJMNH06 de guipur brancos e pretos lindos
modelos.
BORNOUS de la e seda, cores claras, elegante
moda em Pars.
GRINALDAS de flores Anas.
ESPARTILHOS superiores.
MEIAS supe, iores de fio de Escocia.
LUVAS de pelica chegadas pelo ultimo vapor.
ADERECOS do coral verdaoeiro e camafeo, gosto
delieado.
DE PALHA
GUARNICOES para vestidos.
TRANCAS para enfeites de coques.
BOTIS lisos e com pingeules para vestidos.
CINTOS alt novidade.
de li-
culctcs.
curo, lin-
FI.ORES finas, grande sorlimento.
GRINALDAS de ditas para coque-
LAGOS, livtlas, penachos para cufoiles.
Para homens.
CAMISAS cflhi peitos, colarinhos c punbo
nlio lino, lisos c bordados, linda,
rol,MUNHOSde linho e algodo.
PIMOS de ditos.
GRAVATAS de todas as qualidades.
BOTES para punhos e guainiroci para
CORRJENTES de plaqu a emitacao do
do goslo.
CHAPEOS de pello de seda, forma a Rolclul, qua-
lidailc superior.
CHAPEOS de seda, para sol.
MEIAS de superior quahdade.
RKNCAI.IMIAS finas e chicotes.
LUNETAS aro de ac e tarluraga.
Para crianzas.
VESTUARIOS completos para bapIisado>.
SAl'ATINHOS de merino e ^etini enfullad.-
MEIAS de seda e lio de Escocia.
CHAPEUSINHOS de palha da Italia.
TOUCAS de fil e setim enfeitadas c de cliroche.
BUNECAS vestidas, muito bonita; c (li>
brinquedos.
Perfumarla luas.
AGUA FLORIDA verdaddra de Mu ray 4 Lan-
man New-York.
TNICO orientaT, vurd;.deiro.
AGUA DIVINA de E. Caudray e superior agua c
icia do Colonia
ESTRATOS e essencias finas e do agradaveO aro-
mas para o lenco.
VINAGRES aromtico; para toilet. #
POS HE ARROZ para imaciar a pelle ; fn paco-
ricas caixinhas com arminho.
POS superior para linuiar os dentes.
dETIQUES de fin qualidad*. x-rrtS
SARONETES, grande sortimento dest genero e
l superior qualidade.
OLKOS de philocome, Ijabosa e antiqnes.
BANHA lina pata os cabellos.
AGUA de flores de lariinja.
CRK.ME de sabio para balita.
Clxas preparadas com perfumaras finas.
Alludczas finas.
M'i'ERIORES litas de grosdenaples de todas as
cores c larguras de venido preto c de cores, e
prgurio para cintos.
BABADINHOSaj entremeios bordados.
(( All.NlCOES de seda de cores para enfeites de
vestidos.
TRANCAS prelas com vidrilhos e pingentes.
BOTS de cores, brancos e pretos com vidrlhos
lisos e com pingentes.
UEDAES de madre|terola, de marfim, do co e
ifielal.
THESOURAS finas pan costura e unhas.
CAIVETES finos cora qualro folhas. E muitos
outros artigos de miodezas que se torn3 enfa-
donbo menciona-los
Tudo se vende por precos bastante commodos.
LOJA D GALLO VH.ILAOTE
T?T1Q QQ OreSDO IL Ifojb que es reeonhecido qua as machinas de
* | serrote projudiram c quebram a libra do aigodO,
Mandn vir de sua conta e acata de re- precisa reawrer a macbJnisiao menos spero,
ceber pelo ultiinovapor, completo sortimen-
ot de objectos d& novidatle o pitan asia, os
quaes esto resokidos a vender per precos
nimiamente baratos, para assim animar aos
concurrentes e ao inesmo torneo dar ssbkla
ao grande deposito que tem: isto rua V
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilante.
Gollmhas, punhos e camisinhas para se-
nhora, fazendas de gosto e novidade.
Finos vestuarios para bafUsados, assim
conjp touquinlws, sapatinbos e meiasiuhas
para o mesmo fim.
Grande sortimento de. bicos e rendas de
croclv e de outras inuitas qualidades.
Superiores eaixas coi msicas e sem el-
las, tendo o necessario para costuras, pro-
prias para um delicado mimo.
Finas eaixas com teatos e sem eiles para
vol trete.
Agulbas para machinas de costura.
Ditas para croch sendo de ac, marfim
e outras muitas qualidades, assim como li-
nhas para o mesmo mister.
Finas grinaldas para noiyas.
Meias de borracha para quem soffie do
erysipella, assim como meias de la pun
os qop sofrem de rhcuraatisiao.
Suspensorios para homem e meninos.
Finos pentes de tartaruga para coques o
de outras muitas qualidades e para outros
nisteres.
Dedaes de madreperola, marfim, osso,
ac, metal, etc., etc.
m Sqperior agua cosmeocome pitra fingir
cabellos, .dando aos mesmos a sua cor pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas perfumaras
dos memores fabricantes, assim como mui-
tos outros objectos que impossivel d&s-
crever: isto s na rua do Crespo n. 7, loja
do Gao Vigilante.
Collares Royer elctricos magnticos con-
tra as convulsoes das criancas e para facili-
tar a dentnxJo das mesmas, o Gnllo Vigi-
linle antigb recebedor d'estos prodigiosos
collares e contina a ter sempre grande de-
positOr rua do Crespo n. 7.
Meins elsticas de borracha.
As melbores e excellentcs meias elsti-
cas de borracha contra varizes e erysipellas.
Vende-se na
Pharmacia a drogara de
| ^**y- Bartholomea d C
34rua larga do Rosario'4
lanoel Al ves Ferreira A C, ra rua da
Moeda n. 5, segundo andar tem para vender
superiorpotassa da Russia em barris e meios
barris e cal de Lisboa da mais nov que ha
no mercado.
Cemento de Portlaad.
Vende-se no armaiem de Vicente Fisrreira
Costa 4 Filho, na rua da Madre de Dos n. ,
larri mandes.
tu,-vi
' Na praca da Boa Vista, sobrado n WFW
de-se por mdico preco eaixas completas
formas, ferramentas e mais utencilios uecessarios,
par a factura fe-flote fe cera.
Vendem Augusto V. de Oliveira A C. raa-(>
Coninien-io. n. 42.
que produzinda o mesmo servico que i|iiellas. *
faoilidadc no tcabalho, nao qucnetii alunada laa,;
para que essa possa obier-nos morcados europeos.
a ililerenca que ha entre o atfcodao descaroeado
por ai|ti('lias mencionadas machinas, que eslao li-
cando emdcc*zo, pelo prejuizo. pe tem causad,
eo daanliga. kolandcira, que nao pode compel
lela niorosidhde de sen trabaifto. E' assim (|no
estas inarhisas se tnrnam as atis propt as para o
nosso algodo, porque ao pr da facilklade i-
promptido conserva a fibra da laa, que limpa por
ella, quaficada na Europa & par da mellior ftn-
landcira, falendo assim en!; 10 arrobas 0 0/0
mais do qpc a laa limpa |*lit. machina de serrata.
Estas machinas nao saonoMas, pois que hmulo
cstiio adaptadas no Egypm, aonde as de searote
foram inteiramente ahandtmo'Jas. c por isso o algo-
do dnqaella pro'-cdeurki, sendo da qualidade do
da nossa provincia, iiliMiw boje de 10 arrobas 20
O/O mais do que o nosso : vendem-so a i5a000
nos annazens de Tass. Irmaos.
loo le-ftmrnrioiiM
Em eaixas de 8 J.itas, cada caixa I0O fibras :
nos armazens de T>aso'Irmaos. .
RIVAl," 8MMT
Rua do Queimado n. 49, loja de miadezas de
los de Azevedr Maia e Silva, tein para vender os
artigos abaixo deslaiadus, tudo bom iv baratissi-
mo, que sao para acabar.
Duzia de saboaotes mmfc) finos a 700 is.
Pares de sapatos de- tapete para lioraem a 15280.
Ditos de ii-awa para craan. a a IJ.
Tramoia do ffttto, bordada', a nielnM" a 200 rs.
Dita do Porto liza, da mellior qualidade a 100. 120,
160 e 200 rs.
llesma de papel almaco, fizo superior a 35200.
Dita de papel aboaco paulado a 't.
Livro de> missds abreviadas a 2;\.
Cartilhas com hua a doutrina e umitas rasas a
;iiO rs.
Silaba i ios portupufizes comeatam|ias a 320 la.
Mantillos francoaes muito finos a 200 e 240 rs.
Sato inglez superior qualidade a fiOO c ii>.
Grvalas prelas c de coros milito finas a TOO rs.
DuzTa de meias para seniora, fazenda tina }i-
Rotles prelas lisas tara segurar eabeUo a 32frT's.
Vanis de transa de seda de fod > a 600 rs.
Parra de brincos doirados com niaaaana e pe-
dias a 320 rs.
Candes com curebetos de duas orden* e sao de la-
tid a-20rs.
Aboluadtiras do vidro para culete muilo finas a
1, 240 c 400 rs.
Pares de botoes aburados para punhos a 100 rs.
Cateas de petmas de ac muito finas a 240, 320 c
OO rs.
Canoes com feaentas jardas do Uuba do fabri-
cante Alcxaudre a 100 rs.
Caixas de ponnas de aeu, a vei rladeira peim.'i i
liJSOO.
Carrileis de linha Alexandre- ns. 70. 80, 100 at
200 a 100 rs.
Caixas rom superiores obreias de roassa a 40 rs.
Carrileis com duas oitavas de retroz preto a 500 rs
uzias de agulbas para machinas a 24.
Libras de pregos francezes de todos os tamanhos
a 240 rs,
Livrosescriplurados para rol Uo roupa a 120 rs.
Caixas com papel amisade muito fino a 700 rs.
Caixas com cem envelones da melhoi qualidade a
600 rs.
TaHieres para meninos muito boa fazenda a
240 rs.
de chegar os sabonetes de alcatro.
deposito, botica I
de polica.
Fara familias
t lamlc Bazar, rua \o :i us.tt* v
22, le -nrlro Vlanoa afi C
Acaba de chegar a este estabelceime!' >
grande porco de machinas para costaras du
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposajo de Ruis, as quaes cozudieom
dous po&iKnt>s toda .a costura, e tem a
vantagem. de ser to suave o nioflmento.
que quarquer enanca de oito annos fcil-
mente trabalba, e pode, com este e*treb-
nimentov levar vantagem ao servie diaria
tle triuta costureiras. A compueuenso
simples, pws em um quarto di; llora se ti-
ca SOabOi tbt niovimento da iL.t^Lna, ten-
do a mesma a propriedade de fhzer as se-
guinks costuras: pospona?, abainhar.
IVanzii-, arcar e bordar, como apresentasu
os dstiihos que acompanhaak-aas. Os pw-
prietarios do cstabelecimeato se encarjre-
$m de mandar ensinar i*vesta cidad, e
garontem entregar o imponte dispendid* ao
comf^iador. no caso de a3i> trabalharcom
perfeifao a machina wu&da, nao Sendo,
porm, sofTi ido ella alguna avaria, lila tam-
bem no mesmo estabck'CHmenb i nuebinas
do autor Grower & liakat, de trabatlio sim-
ptosmente mo, e outras com ovimento
dos ps; e mxime todos os pertences da>
raesntas machina, para vender avulso.
Tintura j aponeza
Instantnea paratingir os cabellos e .
barba, a lWOflo frasco.
E' a nica approvada e rerommendatl,,
por ter sido reconhocida superior a todas
as tinturas d'este genero.
A venda em casa da Gustavo Hcntalin n.
51. rua da Cadeia n. i I_____________
Chegon ao antigo deposito da fert Forster 4
C roa do Imperador, mn carrepaiwnto de taz
de primeira qualidade; "|iial se vcndaam parlida-
o a reUlho |ioi menos preAaque cm outra qual-
quer liarle. ^ I'__ ^ <_____
JtlOBII/ll
Vende-se urna mobnH irelbi em
uso : quem pretender dirija-le ao Berro Largv
Om, i'' andar. _________
Laazinlias a 2iS5O o.corU'
com 12 rovadosdo bonitos padn'ies no arasasem
da cstroNa largo do Paiao __
_ :, ie-r
um braco de balanca grande-Homao-cssa p
conchas e rorrenles._______._____________
^Labvriiitlos do Cear
CJieuaram roa do Crosi n a conhe-
cidos labyrinthos do Ceara semb. lindissimos lea-
eos nropnos p4-a mimas hndas fronhas proprta*
nara noivos c riquissimas toalhas propnas para
baptisados, enjos objectr* re vendem muito tm
conta ______]______________
ra rua da Cadesi do Reeife n. 53, loja de
tas de pedra de Ltsba,





Diario de Periianibuco Tcr s
h
GRANDE LIQUIDACAO
A D1NHE1R0 NA LOJA E ARMAZEM
DO
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprotario d'este estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ta-
pilal a vir surtir-se no grande estabelecimento que tem de fazendas, tanto da moda como
de Iei, e as pessoas que negociam em pequea escalla, tanto da praca como do matto-
uesta casa poderao fazer os seus sortimentos em pequeas e grandes ,porcoes, venden-
lo-se-lhes pelos procos que se compfam as casas inglezas ; assimcomo as excellentis,
simas familias, poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
lo aborto constantemente desde s 6 horas da manhaa s 9 da noute.
\
O atoalliado do Pavao.
Vende-se superior atoalhado de algodao
com 8'palmos de largura, adamascado a
ilOi) a vara; dito de linbo fazenda muito
superior a 33200 a vara ; guardanapos de
iinbo adamascados a 4.3300 a duzia e muito
linos a 83000, e ditos econmicos a 33300
a duxia.
Crochs para cadclras na loja do
Pavo
Chegram os mais lindos panos de cro-
ch ou guarda bantras, proprios pa.a ca-
deiras tanto d'encosto, como de balando e
la, assim como ditos redondos para mezas
redondas, ditos pequeos para almofadas, e
utos para cobrir presentes, leudo pequeos
*t para cobrir uin prato, que se vendem
oor preco muito em conta, na loja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Fnstes para vestidos hrauctns
a40.
Vendem-se os iuais modernos fustes bran-
cos flexiveis com padres de listas e de
^lpicos proprios para vestidos e roupas de
menino a 640 rs. o covado, na loja e arma-
xem do Pavo ra da Imperatrizn. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Grosdcuaples
ChcgoH para a loja do Pavo pelo ultimo
\arpor am grande sortimento dos melhores
grosdennplcs pretos e de cores, tcndoTerde
rambem, que se vendem mais barato que
era outra qualquer paite.
Pechincha em alcodosimio i 53500
A *npA N-V LOJA DO PAVAO.
Vende-se superiores pecas de algodosi-
nho" com 0 jardas a 53300 a peca, 6 gran-
de pechincha, na ra da Imperatriz n. 60^,,^ ^nVaiores^'coitTnados bordados pro-
.nnazem BABABINIIOS dea a 123000 rs. cada par at 33000 rs,
Vendem-se linissimos babadinhos, tiras to na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
bordadas e entremeios, mais baratos do que pereira da Silva.
-m outra qualquer parte, assim como cspar- pf lences com 10
ilhos dos mais moderaos, ne anmazem de ivreToiie paia lentes com
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz palmos de largura a 'IS,
i. 60. Acaba de ahogar esta" nova e expeliente
I Ti lim/inJinC i fazenda branca propria para lences dcum
ALIA nUwlUAUt i s panno, garantindo-se que um metro e
A LOJA DO PAVO \ urna quarta ou un metro e meio da um
Gurguro de seda iexceente leo<;ol de um s panno, assim
C.bugaraiu p^lo ultimo vapor os mate bo-: como esta boa fazenda tambem muito
propria para toalhas de me/a, rosto ele. e
outros mysteres mo preco de 3 cada metro.
AS CAMBRAIAS DO PAVAO
Vendem-se imssimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
procos de 5000 at 104000 a peca, assim
como Apusimos organdys branco liso que
servo para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 14000, a vara, na loja do
Pavo ruada Imperatrizn. 60, de^FelixPe-
reira da Silva.
Alpacas labradas
Cbegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a 13000, o covado,
ditas lisas tendo tambem cor de canna a
800 rs, ditas mescladas muito finas a 1:200,
o covado, e outras umitas fazendas de gosto
e moda que se vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60. de Flix
Pereira da Silva.
lloupas para houicm'
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguio, ceroulas francezas de linho c al-
godao, meias croas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de la, assim
como neste estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lbes que serio servidos
com a maior promptidao e muito mais ba-
rato do que em ostra qualquer paite
na ra da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
\'ende-se um grande sortimento dos m-
ritos gurgures de seda, proprios- para *es-
-.i5 sendo lisos elavradinhos, com muito
ustr !* larantindo-t'.jue a fazenda mais
inda o'k."186 phantasia que este anne tem
hegao a cs* mercado, e vende-se por
oreco muito ra\oave'> Da rua ''a Imperatriz
n f0 /le PelxV^*JW ''a Silva.
pvtacvt sga pavao.
Vende-se gre3fP^es P*oge boa
.palidudepclo barato tW> de M280 o co-
vado, s fia loja e aiVazem do Pavao, rua
da mpesriz n. 6 de xFehz Pereira da
CAMBBAIA BRANCA A Vfl.
Vende-se pecas de eaoMM b'-anca
iraaipareole, com 8e meia vana? pelo ba- tf
rato preco de 3jMb, ditas mudo Atoas tanto I
aadas como transparentes 43500, v?-)00O,
>3500, 7.-V000 e 83000, assim como dtfgan-
!j muito fino tanto lizo, como de tetr*
juadros na loja e armazem do Pavo -
I- rmmwatril n t\(\ ll P|>1V PP.rP.il',
PECHINCHAS
Novamente chegadas ao armazem
R
DE
PAREDES PORTO
Admirem!
AlndapolQes finos a U, U, 7$ e 8* ES,,
s no armazem do Leo.
Chitas escuras de padrees lindos por pre-
co de 320 e 360 rs. o covado.
Cassas de cores com palmiubas e com
listas de diversos padres a 240 e 320 rs.
Lazinbas cinzentas e cor do bonina a
320 o covado.
Chitas claras miuiinhas a 320 c 360.
Alpacas pelas e de cores lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs.
Pecas de cambraia transparentes a 45,
5^ e 65. Por este preco admira a todos 1
Cortes de casemiras de quadrinhos e lis-
tas a 2-5800 e 3,$.
Gratule liquidaojio.
O proprfrtario d'antiga c bem conhecida
loja de wudezas denominada llcija Flftr>
;i rua do (jueimndirn. 03, qoerendo acabar
(com o Mrtimcntode mradetas que existe,
Alm docorflpleto sortimento de penu- tem delilicrado proceder a urna oemni
0 cordeiro previdente
Rua di Quelmado n. i.
Novo e variado sortimento de perfumaras
linas, c outros bjectos.
Lencos bordados a 65, 65500 e 125500.
Ricos e bem escolhidos gostos de bis-
marks para calcas e paletots a 25500 o
corte.
Tambem tem para acabar pecas de pan-
no de liobo,^com 27 varas, a 475 < 1S5.
Toalhas de linbo para rosto a 105 a du-
zia.
Aos Srs. armadores de enierros.
Vendem-se pecas de hollanda preta com
40 covados a 55 : na rua da Imperatriz n.
48 e 52, junto a padaria franceza, loja do
Leo.
Aitenclo roupas feitas 11 no armazem
do Leo, rua da Imperatriz ns. 48 o 52.
Assim como temos um grande, rompleto
Corpinhos blancos para senhora a 35 e e.variado sortimento de roupas feitas: pa-
35200. i le'tots saceos, sobrecasacos, fraques, jaque-
-p ,- i i toes, calcas, cohetes, camisas, ceroulas,
x eenmena |chapeos etc., ludo porprecosque admira!
Cortes de cassineta de cores para calcas e i Tem tambem um sortimento de roupas
paletots a 15500. ordinarias por proco barassimo.
Cassineta de cores com um pequeo to- Acaba de chegar tambera um completo
que de mofo a 400 rs. o covado. sortimento de damascos de cores, sendo
Espartilhos muito finos a 45500, 55 e azul, amarello e cor de cafe etc., que se
;j,^5QQ vende por preco commodo.
*No armazem do Leo, rua da Imperatriz ns. 48 e 52, junto a loja de ourives
e padaria franceza. ______
FAZENDAS PRETAS
PARA A QUARESMA
AUTO POETO & C.
Rua do Quciuiado n. II
Receberam dilectamente da Europa as mais superiores fazendas pretas espe-
ciaos para a quaresma, as quaes estilo vendendo pelos mais mdicos procos em vista
ja superior qualidade de ditas fazendas.
AliTA 30VIDADE
Basquines pretas de renda, verdadeira novidade, para senhora.
Goriuro prelo de seda liso e com listas fssetinadas para vestidos.
Grosdenaples preto largo estreito de diversas qualidades havendo iuste ge-
nero o que lia de melhor. ... .
Bas-iuines de croch pretos, ditos de seda preta com cintos delicadamente en-
feitados, elegantes pepiums de seda preta, fichos pretos de renda, modernas captabas
pretas de renda e superioras vestidos de gorguro preto bordados.
A loja n. 11 da rua do Queimado tem sempre o melhor sortimento de tapetes,
alcatifas e
Esteims da India para forrar salas.
marias, de qne elleclivamente esta- provida a
loja do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber um ouiro sortimento que se torna
notavol pela vfltdade deobjectos, superiori-
dade, qualidades ecommodidades de pie-
eos ; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciaran
do respeitavel publico em geral e de roa
boa fagonia em particular, nao se alis-
tando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica deiitrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservado do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade c elidi-
ros agradaveis. v
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente,
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes" em frascos simples eenfcRados.
Essencia imperial do lino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philcome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de dif-
ferentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madein invernisada contendo fi-
nufds^t! para o (pie chama a attmco de to-
dos.
Os objeclos sero \cndidos por metadede
seu valor, para que o pblico, to su,
nba, que o presente aiuioncio una uto
oproprietarioda dita luja bfferece va pe-
quea lista de algumasmiudezes, com os
diminutos precos como ahaixo se vi
nao apresentaiido urna lista completa de to-
dos os objcetqsqae estM) expostos a venda,
pela ra/.ao de se tornar um annuncio muito
extenso epor coBsequencw de enfadonha lei-
tura, por isso apenas Icmita-se as segointef :
Caixa de eovelpes- de cures. 60-^
Ditas de envetopes com tarja.
preta.....^ .
Ditas de envelopes blancos gran-
des........ .
Ditas de envelopes grandes e pe-
queos. .......
Libra de laa para bocear, surtida
Dozia de caites de corchete fran-
eey.es .Din i pares cada earto
Dita de colheres de metal prin-
cipe para sopa.....,
Dita de ditas para cha. .
Concha de metal principe para ti-
rar assucar. .....
:U(Iliad-na para cohete. .
. Pares de tovas de lio da escocia
branca e de cores para hornera.
Ditas de ditas para senhora. .
Fita para sinto de senhora. .
Pares de sapalinhos de .casimira,
bordados. .......
Pecas de cascarrilha de la. .
Escova fina para linipar unhas.
Hilas de ditas.......
I Ponte preto de barba. .
1 Gaa com apparelho de chumbo
500
.id,)
75000
900
'.(>80O
24400
60 i
36 i
600
8(D0
800
km
:)(')
600
300
300
a 640, 1-riOO e. .* 1*54
Boneca de coral iJQoO W200,
3]>200, '<0U0 e.....WOOO
Apparelho de porcelana para al-
mofo e jantar......oOOO
Jogode Vispora. 901
as perfumaras, muito proprias para pre- r>yva Coia papel brinco e de co-
sentcs. res.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tarn-;,.,,-,.,,!,,,^-I);l|.a XSliu0_ .
bem de perluinaris finas. Caixa de linha de marca encar-
Bonitos vasos de metal coloridos, e de j l);i(i;1,. ;1XU|.......
moldes novos e elegantes, cota de M*ri*[sapatnhos de la para meninos;
e boneca.. jocas.........
Especial p de arroz sem composicaode
>-
180
4.0-J
800
FUNDICAO DOBOWMAKI
Kua do Bruui u. .*.
Machinas de vapor.
Bodas d'agoa.
Moendas de caima.
Taixos de ferro, batidu fundido.
Bodas dentadas, paia moer com agoa,
Formas para porgar assucar.
E outros muilos ohjeotos. etc. etc.. pro-
|prios para agriiultura.
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira
Silva.
ALPACAS LAVRADAS 1PARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavo, as mais mo-
MOCAMBUjLE PARA VESTIDO A 500 US.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento dos mais bonitos mocambiques
proprios para vestidos cora as cores mais
modernas e que se vpndem pelo barato
re{0 de 500 rs. o covado.
ALPACO DE r.OROAOPAA VESTIDO A I I
diegou esta nova fazenda com o nome
de alpaco, sendo de cordo o com mais
largara do que a alpaca, com as mais finias
cures, como sejam Bismark, lyrio, perolas,
de canna, magenta etc. e vende-
peto Daratissimo preco de 1$ o covado.
OMEIRA.S TARA QUARESMA A 10?,
Chegram as mais bonitas e modernas
romeiras pretas de guipure, que se vendem
pelo baratissimo preco de 10?$ cada urna.
0B8EGASAC0S PARA A QUARESMA A 18 E
\ 20.
"mde-se um grande sortimento de so-
- ,,ia liredasacos e palitts sobrecasaeados de fi-
.vado, s na loja e armazem do Pavo, roa
da Iiaperalriz n. 60 de Flix Pereira da
Sirva.
>S Vm MIL VARAS DE CAMBUALISFRAN-
CEZAS S NA LOJA DO PAVAO A 560
RS. 0 METRO.
Vende-se fmissimas cambraias francezas
om os mais (felfeados padres,tanlo_ mui-
dos como grad.is, e com as cores mais no-
vas que tem viudo no mercado pelo bara-
tissimo preco deUSOra. o metro; garantindo
.que 7 metros dao um vestido para qual-
quer senhora, e que em outra qualquer loja
ii2o se ^encontrar a mesma fazenda por
igual preco, e sim s na loja e armazem de
Pavo, rua da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
Casaasinglezas a lO rso metro
Vende-se una grande porco de bonitas
.-assas inglezas tanto graudascomo miudi-
iihas e de cores Guando barato preco de
140 rs. ometi-o.garentindo-se que 7 metros,
do um vestido para qualquer Sra. s na
lujado Pavao rt da imperatriz n. 60 de
Flix Poroira da Silva.
Bareges a 400 rs.
wo aa loja do Pavo
Se naden as niais bonita i bareges inmparen-
(e>=. proprias para tHm enm lisibas a imita- -
['destrasde Eiveiid.^ pelo barato rxo & & tendo quasiqualropaluiObde lai-
pf<;o de um n uzadofya um covado, unieamen- gura e vende-so pelo baratissimo preco
de i;Ji00O, cada covado nicamente no ar-
de MS. sendo forrados de alpaca, e por.
Ovados forrados de seda, grande pe-
chincha, oiinciDalmenle por eslarmos na
quaresma, assimcomo, tambera se vende
um grande sorlimei^o de calcas e colettes
de casimira preta qu\se vende muito mais
barato do que em outraxqualquer parte.
ESGUIO DE U-NHO DE JARDAS A 10,5.
Vende-se pecas de esquila de linho, fa-
zenda superior, com ijardas>.cada [teca, a
10^000.
Poli de ehvre a 1.41OOO o covado
Vende-se poil de Chvre muito larg^ com
as melhores e mais modernas i-rcs. pelo
barato preco de ir>000 o covado, na mnie
armazem do Pavo, rua da Imperatriz n. 6aJJ
de Flix Pereira da *ilva.
VALOR THERAPEUTICO
DO
XAROPE DE QUINA FERRUGINOSO
DE GUMMI! TtMr
Vliarmaceatieo* de S. A. I. o principe Wapoleao, em Varia.
A associacle do ferro e da quina resolveo um dos mtis importanles problemas da pharmacia,
e faz eom que se congratulam os mdicos dos relevantes servidos que lhes presta esta pre-
paracSo. '
Com effeilo, ninguem ignora que a quina, em mateira medical, o mclbor tnico que se
possa empregar, sendo, sobretudo, unido ao Pbosphalo de ferro, a mais estimada das pre-
parares ferruginosas, pois que cniram na sua composivo o ferro, elemento do sangue, e o
phosphato, principio dos ossos.
Por isso, julgmos que, para os srs mdicos, serio interessantes as observagSes feitas pelos
seus collegas, os mais disiincios de Pari;:
a Eate Xarope produz os nuis felizes resultados no3 casos de dyspcpsia, chlorosis,
ameoorrhea, licmorrhagias, leucorrheas, febrestyphoidas, diabetes, e quando precisa
t restabelecer su forcas dos doantes c restituir ao corpo as foreaa alicradas ou perdidas.
ARNAL, medico de S. M. o Imperador.
urna das raras combinaeocs qne, ao mesmo tempo, satisfazem o medico e o doente. Em
t quanto a mim, eu a considero como a mais efficaz preparago ferruginosa, cujo uso dos
mais agradaveis para os docnios. >
CAZENAYifr medico do hospital Saint-Louis, em Pars.
c Com esta preparaco d'uma frma agradavel, e fcil de digerir, administra-se aos
doenles doi medicamentos importantes.
CHARRIEP.. chefe de clnica daFaculdadede Parts.
En emprego com o maior xito o Xarope de Quina ferruginoso, c o considero (orno
c ama das mais felizes inrovacoes, na mateira medical.
CHASSA1GNAC, ciiitrgio em chefe do hospital Lanboisiire.
Este medicamento, sempre bem ac;ito pelos doentcs, deo-me constantemente os mais
vantaiosos resultadas. .,.,,..
I1ERVEZ DE CHEG01N, membro da Academia de medicina.
A limpidez i'esla prcparagSo, o seu gosto agradavel, isento de qualquer saboi de
* ferro, fazem d'ella um medicameato to efficaz como agradavel.
MONOD, addido Faculdade de medicina.
Deposito em Pernmbuco, em casa de afeare e O*.
clieiro, e por isso o mais proprio para crian-
Cas.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de eamphora e outras diferentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental deKemp.
Afnd mais coques.
"Um outro sortimentos de coques de no-;
vose bonitos moldes cmi 'i^^idrilljos. JJJ
le alguns dcllcs ornados de llores ctitas,
est3o todos expostos apreciado de quem
os pretenda comprar. '
GOLLWHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfei.;3o.
Fivellas e fitas para cinios.
Bello e variado sortimento de taes objer-
os, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
PLORES FINAS.
0 que de melhor se pode eiicuntraines sa
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para viasem.
Bolsas de tapeto e carteiras de couro, por
procos eommoilos.
Chapelinas de patita da Italia mni bem
enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
- dttk do i'i'io
r*-S0 lia l,a de leuagi-ns do Tlioinaz Fe:-
nafidea da Caoba, ba na ila Cadcja n. 14, pr
comni.xlo,
ESCRAVOS FGIDOS.
; gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
j rao presentes a quera se dirigir dita loja
I do Cordeiro Previdente a rua to Queimado
n. 10.
ENFEITES DE PALHA PABA VESTIDOS,
Boga-seas autoridades polieiaes c eapitii
de campo n apnrehensSo I Brrtv Antonio, par-
t, de iila'!'! poueo mais 011 menos de 2 anos,
pouca barba, estatura regular, ebeio do corp
Ib regulares, testa pequea, nariz afilado, boc.-;.
regular, nilos e ps grande?, cabello crespi, tem
una eieatria na laMa urorenleirte d'nm {ro!|>' .
mnio prosista e nMn, e oostunu ineinear-e 1
liviv. levou ve>tidocainia de algodosinuo bran-
eo, calca preta, cuapo de bia velho : quejn o
raptorr leve-a a loja da Boa Fama rua d>
Queimado n. 38, qne r reeonapcasado.
CHAPEOS E COQUES. O nbaixo aiwignado reeommenda a captara
0 Cordeiro Previdente rua do Queima- do Fea erawi do botm Joaquim, ^mulato,Jhgid
do n. 10 acaba de receber um bello sorti-
iiiiiim-rriiiu 11111 irrrrrr
ALM NOVIDADE

Loja do Pavao.
GURGI'ROES PABA VESTIDOS A l->000.
0 COVADO.
Chegram os mais modernos guigures
para vestidos, sendo de todas as cores, como
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola,
re na leja c arniazom'** Pavao, rua da Inipera-
iriz n. tiO, de Flix Pereira da Silva.
Grosdenaples preto *
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores grosdenaples pretos, tanto lar-
'os como estreitos, sendo de 2-SOOO re. o
covado at 4500O rs. gaianlindo-so que
u'este genero ninguem tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que em outra
qualquer parte,na rua da Imperatrizn. GO.
de Flix Pereira da Silva.
Chitas
Vend m-se as meihores chitas escuras para
>asa uendo de cores lixas, pelos baratos
precos de 320 e 300 rs. o covado, ditas
muito finas francezas sndo claras, com.pa-
dres de tesa a 360 o 4001, pechincha,
na rua da Imp^ralri 00, arma.WB? de Fc-
Jii Pereira da Silva.
mazem de Flix Pereira da Silva, na rua da
Imperatriz n. 60.
*
BlUNS PABA CALCA NA LOJA DO PAVAO.
Vende-se os mais moderno e melhores
brins de linhojde todas as cores, outros com
listas do lado, garantindo-se seren do linho
puro e vende-se por grecos muito ena con-
ta no armazem de Flix Pereira da Silva,
rua da Imperatriz n. 60.
BETALHOS PABA LUTO NA LOJA DO
PAVO.
Vende-se urna grande quantidade de re-
tamos de chitas e cassas pretas por preco
muito barato, c quanto maior for a porcao
que o fregu comprar, mais barato se llie
vender na ruada imperatriz n. 60 de F-
lix Pereira da Silva.
lpprcTjjfc
di aodtaii
de edeciu
de Pirii
PJLULAS
JflffiTolaiiw^^ANF1SFJ
leBUHINdBUISSOn
PbarBKCBtiet
laureado
i.
anotan
0 tratamento das affcccScscbloroca, lymphacas ou escrophulosas sempre lenlis-
simo, e muias vszes essas molestias resistero s preparaedes ferruginosas ordinarias. As
indagacoes feitas pelos professores Hannon de BruxeJJas, Gensoul e Petreqnin de Lyio e
Berzelius e Trousseaa de Pars, tem provado qne a cansa d'essa persistencia era a completa
ausencia do Man gaese, elemento que sempre deve-sc achar no sangue junciamente com
o ferro. Estas pilulas supprem, pois, na therapetica urna falta importante, e por este
motivo ellas tem merecido a approvacao da Academia de Medecina e das principaes socie-
dades medicas. Deposito em Pernamtmco, em casa de Kaurav o*.
e 11
T
JJI
TT
T7rTP/~iC em l0('"8 ** Parl*' ^ mnn^ cmpregara, com o maior xito,
UJ Mj1/1\.jUo o pbospbato de ferro aoluvel de Lbras, para curar a chlorosis
(cores paludas), ai dores do estomago, e a exhanstacSo de sangae; com esta preparacio, da
ae corpo D vigor, e as carnes, a sua firmeza natural; facilitan) o desenvolvimento lio labo-
rioso da pyberdade. Com effeito, ludo, u'este medicamento, se acha reunido para lhe
assegurar o maior crdito, pois que cniram, na sua composico, os elementos dos osos e
do sangue. 0^m autor, M. Lbras, doutor em sciencias, pharmaceutico, professor de
chymica, inspector da Academia, foi, recentemente, condecorado da ordera da Legi) de
Honra, digna recoiipensa dos seus importantes trabalaos.
As seguintes apredaedes dos mais celebres mdicos anda vem corroborar e justificar
todos estes titulo; ctmfianca publica :
Precisa classificar o phosphato de ferro sdluvel entre os ferruginosos ue melhor
t convem aos doenles cojos orgas digestivos supportam mal as preparacoes de ferro. 1
SOIBElHAN, profesar na Escola de medicina e de pharmacia.
f 0 phosphato de ferro soluvel era quanto a mira, a melhor das preparacoes ferragi-
f nosas, e o seu emprego di os mais premptos e seguros resuludos.
ARAN, medico do hospital Saint Eugenio.
A forma liqida do phosphato de ferro soluvel di-lhe urna immensa vantagem sjbre
a as pilulas; eu considero este medicamento como mui superioras preparacoes iodadas
ARNAL, medico di S. M.o Imperador.
Entre todos os ferruginosos, nio conhecemos um sd que obre to prompta e efcazn ente
t como o phospt ato de ferro soluvel, c isso, sem cansar o estomago. *
BfiLLOC, BAUME, BIG0T, F0LLET PRV0ST, mdicos dos hospitaet.
c Os effeitos fia preparacio de phosphato de ferro soluvel me parecem ser mui seguros
c e promptos. DEBOT, redactor em chefe do Bulletin thrapeut^ue.
Entre todas as preparacoes ferruginosas, o phosphato de ferro soluvel foi a que sempre
* rae deo os melhores e mais satisfactorios resultados. GUIBOUT, medico dos hospi'aes.
0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretudo, a vantagem de evitar a constipacllo
t convir aos temperamentos delicados. 1 BT FAVR0T.
1 af iriT 1 T*
ment de trancas de palha para enfeites de
vestidos, oulias para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bom
conhecida commodidade de precos.
ALEM D'AOUELLES.
Receben outros lindos enfeites de seda
liara vestidos ; assim como um variado sor-
timento de galles de la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos os tornam recomraenda-
dos e apreciados ; corapareco pois os pro-
tendenes que sero servidos a contento.
TAO BEM BECEBEU.
Novo provimento de bicos c rendas de
goopure.
LCVAS DE PELLICA.
De todas as corea tanto para homeiv
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
rua ilo Queimado n. 16.
do son sitio do Monieiro, eoinprado iMMiudcr
DOSOaSrs. I0S0 toncahesda Silva, Vicente C-
valcantide Albuqaerqtic e Atexandre Gomes da
Silva, nesta eidaae, por iniermedio de seas pi'
enrndnres napessoa do Sr. Manoel Fraiici-eoU
valcanti, todos do Pao d'Albo e por iBterveaejwd)
Sr.Santos (corrector de esclavos;, cujo escravo
lambein natural de FSo d'AUo e tem os dlstieoa
seguintes: idade 95 annos, serco do corpo e uro
poncoalto, btgode, eabeHo um pouco cirapinlud.
e penteado, falla de denles, una inllainniaco e:-
(ruada Difunta da nuui esquerda, falla a sertene
jo, muito descansada e mansa': levou camisas di
madapolao e riscado de algodao, e caiejas de hrirv
pardo. O abaixo assjsjnaao muito reeommenda \
captura Joste sen escravo todas aa autoridades
o mais patsoas eneairefadas da captura de escra-
yos, nao s pelas diversas cidades, villas e po1
dos, como pelo sertao, pora onde pode ter seguido ;
promelte bem gratificar, e tambem a qualquer
1 que d'elle der noticia certa ; a dnigiren -
soao son .soriplorio a rua do Crespo n. 15, ou ao
seu silo do MuiHciro.
Reehb, 7 de Janeiro ilo 1869.
Anionio Jet P.odrijues de Souza.
OOS (ic Rralilicaolo
Fugi-J 110 dia 11 de janciro do rorrete anno.
do cngonbo Balattira, Irenaexia da Eacada,
: travo preto. ionio, de ii annos do id.iilc
mado Mareiino, que foi do Sr. Joao da usaba
Penara, cujo eeeravo e^teve do deposUo geral, e
seceo* do eorpo,
falta de dentes
na frente, cor preta, sabio de chapeo do chile,
letot e caica de castor, levando un baliuiinho o>
flandros <-'m mais ronpa, e suppoe-e estar ra
Ifregociiado Cabo: quem o apprcbenterleve-u
NOVIDADE
A loja de Coelho & Oiiveira rua de
Queimado n. 19, receben pelo ultimo vapor, ., os,iu-, .. sogjuiates : alto, s
um bello soi timeiito de balos de diversos rosto muito marrado de besJgas, 1
systemas, os mais aperfeicoados que teem
viudo ao mercado, sendo :
Balos de guipar com tiras chamados
reguladores, ditos demussehnaabertos Bor|aoojtoengenlio, ou a'ruaa Seazala-nova n. 38,
ambos os lados, de modo que sendo todos I enripiarlo dp Sr Bernaidino Pontual, que rece-
de um tamanho seera para qualquer se- l"'l:l s
nhora, de la de cores, com tiras, e as se-
geinles fazendas:
Saias de la com bonitas barras.
Chales turcos de seda e la Beatriz de
Tundas.
Fitas de guipure pretos Roeamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
Lasi abas
Pngiu do enpenho S. Pedro, temi de Ba-
-i'iio--. no dia 6 de Janeiro de 1869, o escrav
I Lni*. crioolo, cor meia fula, com idado de 83
DO", penco mais ou nienos, com muila pennger.k
de barba no bigoe, c j nasceodo na ponta
queixo, falla niela apresada, bracos o pomas um
iwiico linos, q branco do orno amarella^o, te
dedos acostados ao dedo grande, emai?
coinprilos un pouco que o grande, muito dever-
tido, nao Joixa do csiai un lncoao no lugar onde,
pascar por forro, tem apenas
habita, capaz de
Sultanes, Poil deChevre, Tricte, dito dejdus ou tres marcas do chicote, isto mesmope-
qneoas, que se precisa -eparar, boa altura, boni-
ta figura, beicos meio grossos julga-se anda)
nefta pi ac : quem o pegar dirija-se a casa dot
Sis. M:moel Alves Ferreira & C, rua da Moeda 1:
,", i" andar, que ser recompensado com lOOjOOO
neo dit > escravo a Christovio Beole do Reg
Barrete.
xadroz o ouasmultas, entre ellas una
Especialidade
L5a pura de cores a 360 rs. 0 covado.
Basquinas a Mara Antoniete.
Cambraias fantazia.
Das brancas transparentes o Victorias
Colxas adamascadas.
Coberlas chinezas a 25300 rs. e outras
muitasTazendas que tprnar-se-bia onl'adonho
annunciar.
Escravo fgido
Deposito em Pernambueo, em casaJe
Tinta roza de Mon
tero.
Ven
J na loi
I Groan. 21.
Fugi j em S3 de janeir-) de 1860 o escravo M-
theos, de meia idade, cor preta, falla trros*i ex'-
, goso, fin pelas costas cicatrizas de tahfa0.,
iii vorraga no canto do nariz, os i>cs towiros,
corpo 1.-llar, tiuha sido do Illm. Sr. Agostinb'J
.ieira, em Pancllwde Miranda, que aa
poneos moiee de la \ 'M ",***!
ridasoeapitaesdec irlfiT
>a, na rua da Lui-
proiesta
Monteiro para da 1>'< **l!L!2f,ttA,if?sS"
ido amarello da n, o nepr. Consto aHdar na. *a-


8
Diario e Pqfuambuco
utteratbba.
Tolerancia.
Sf.KMf PBEGADO XA MUU UATftlZ DO SA>-
T18SW0 SACRAMENTO DA CORTE, PKI.O 1HI.
JOAQl'IM DO MONTE CAHMKU.O, Q*.\Kt0 DA
DE S. PAll.O.
. Domtntim Ueum, uum .. et lli unli WfM.'
Tu ftiWMM 0 S.-uht
Dew, fowut un- servirs.
MATTH. iO v.
leu
inels3o)
Principio.
App-ireccndo sobre a trra, o christia-
nismo, dizia 8 sabio e piodnso hispo de
Hermopolis, o christianismo tomou o firme
proposito do ensinar que s elle possuia a
verdade. Elle nao vio no judaismo senao
figuras que se acabavam de roalisar, e no
paganismo superstroes que convinha des-
truir. Sons discpulos forarn animados do
mesmo do ardente para estabelecerem
seu imperio e para combaterem, nao pelas!
armas, e sim pala persuaso, os erros e os
vicios umversalmente derramados, e para
fazerem em todos os lugares, ao Deus
erdadeiro um povo, que o adorasse em
espirito e verdade. Inimiga nllexivel do
erro, a religiao elirista jamis poderai li-
gar-se con mitra qnalquer. Debaixo ties-
ta relacSo ella exclusiva ; podc-se oh
ma-la mesmo intolerante : porm sua in-
tolerancia somente recae sobre as mis
doutrinas, em quanto que seu carcter dis-
tinctivo o amor de todos os homeus, sem
esclusan dos proprios inimigos. Ella en-
sina que em Jes.us-Christo nao lia jadeo
nem gento, gregi> ncm brbaro, senhor
nem cscravo, que nelle todos os bomens
sao innos
muro
dos.
mais
tolei:anle
refe/e-s i
os erros
Nosso Dous, di/.U S. Justino, l>,*us
dajastiea.da castidade e de t Ma* as outras
virtudes, sem mistura de vicio algum. Vis
o. adoramos em espirito e verdade ; us o
adoramos "conjunctamentc como lilho, gera-
dode toda a eternidade, e de que apren-
demos tudo: nos o adoramos conjuncta-
maofce anda con o espirito que de amo s
procede. Se dizeis que entre aos lia alguna
culpaba, concedemos; uais o nomo de
christo, como o de philosoph i, coavm a
urna inlinidade de pessoas, que na > pensam
seora do mesmo modo, Porm, nao nos
julgueis pelo noine c sim pelas fados. Se
somos culcidos intlijiam-nos o eistigo, nao
como christaos, mas cona i maileitoivs. S
vos fallamos assim menos em nosso pro-
prio interesse que no vosso. E' certo, que,
para escapar aos vossos castigos, basta ne-
gar que somos christaos: mas, iwo quere-
mos viver pela mentira! O proprio Plato dasdiiranh a perseguir" >, ef^-avarn-se por
cindade. Eu' esperava sus wf,Miew Txj p meo dew. a >s iviar que o povo
estabelecer entre os homeus rt aotyrda+obrr Iwaseiro, oa os seas representantes, que,
o rallo de Deus, a adnminirtuf, dos -te- me roe de Deas, nunca estiveram separados
gocios pblicos muito apromtarut. 1 por interesses religiosos ; que ho vivido
E o grado ponteo aao so enganasa,
elirislaosT Ette prerro mnito-bem, qu*
da a lberdad.' dos cultos, isto a tole-
rancia comquo tanto sJMbarra hojeas
almas demasiado timiiMr" gara-uido -<>di-
ivilo de cada quil atorar i..J,i for-
in t que millior lhe pai
hia necessaramJfit, qn aqo di- ilfl ,nltof
[ic reunisse niji- irr-s dft vei-il.i I
dejiistien a santidad, pi .sp. idi nrh -
os oufros a po.Ho d* ftrtl-H* i| isiiftpmv or
tmlos, um por mi. Foi jtfjtm mto b^juj
acontecen. Sim, emquanto os templo* do
paganismo MrtintataJse ermos; ewpMnto
os dolos licavam sem adoradores: I >-
lire os restos de humildes eftocftfct tarpdina-
ensina que os mentirosos serjulgados e
punidos; e nos acreditamos que Jjsus Curie*
to os punir com urna eternidade de sup-
plicios Nao condemneis. pois, mor-
te liomens que nao azemmal algum.
Todo malfeitor, dizia Tertuliano aos
magistrados de Cartlago, aos grandes do
imperio, aos governadores das proviacias
todo o malfeitor receia ser visto, tre-
me se descoberto, foge quando o denun-
ciam : quando inlerpellado, ou nada con-
fessa, ou s se declara de medo; condem-
nado emfim afflige-se, dosola-se, tralie-se
a cada passo e nao cessa-de maldizer a sua
estrella f Vio se, porm, nada disto em um
chrislao? Este noine nunca eavergaao!
Nunca alguem se arrependeu de liaver con-
fessado Jess Cliristo! Denunciado, o cliris-
to se gloria! Accusado, nao foge! Inter-
rogado, o primeiro em confessarl Con-
demaado, emlm, d mil gracas a fteus por
aclia-lo digno da palma' do martviio! Es
B50S, e que a candade destrato o tranna especit dc lQal ^^,1!^ esSt} que
deelivisao qu,) ostroaxera separa- n5o tera uem um (l()S caracteres do mal,
'n
; porm. n i tolerancia smente
spessoas. Nella o zelo contra
sempre adorado pelo balsamo
suavissimo da caridade.
Nada mais injuito, diz anda umes-
criptor contemporneo, nada mais injus-
to do que cliamar-se intolerante urna reli-
giao que nos manda amar todos os bo-
mens como a nos mesmos, e que s quer
que nos vmguftmo3 de nossos inmigos,
ainda os mais crois, por meio de heneaos,
de oracos. de beneficios.
E ua verdade, christaos, qaal tem sido
r.empre o proi'edimento dos discjiulos do
i?vangelho, que sabem prezar este nom\
desde S. Pedro, at o ultima dos marty-
res ? Que re-islencia
ellos contra o mundo e
oppuzeram jamis
o inferno de mos
dadas para exterminados ? Consultai os
annaes da greja ; vede os actos de todos
esses hroes que derramaram generosos o
ai sangue pela f, e acharis por toda a
parle" sempre a mesma resignaco, a
mesan paciencia, a mesma camura, que
realcaram em Estevo,primeiro que morreo
per Jess Christo, e que a excmplo do seu
Divino M Btra exhala a vida pedindo fervo-
rosamente a Deus por aquellos que lh'a ti-
ravam Domine, ne statuas ills hoc pec-
catum. Adiareis a mesma resignaco, a
mesma paciencia, a mesma candura, o
mesmo amor dos inhhigos, qae faziam o
apostlo Santiago,* primeiro hispo dc Je-
rusalem, chamado geralmente o justo in-
teressar-se pelos barbaros judeus quo, sem
respeto algum por sua velaice e por sua
proverbial innocencia, o precipita!am do
alto do templo.
Taes forana as primicias gloriosas d'esta
greja, cojos combates foram sempre o-
raines de esplendidas victorias A perse-
guii;o suscitada contra ella em Jerusalm.
breve passoa systemaca e horrivel Etoma,
d'onde irradioo-se at os ltimos confias
do imperio com um laxo de crueldade e de
cynismo, eme espanta! Na Italia, as Gal-
as, na llespanha. na (r.'cia, no Egypto,
na Syria, na IVrsia. em luda parte, li'va-
Mini-se christos aos leoes, e, a este grito
de morte, as niultidoes. vidas de sangue
e de carnagem, corriam aos amphtheatros,
como ao mejbor e ao mais recreativo dos
-|i 'i'taculos Tal era a ferocidade incon-
cbivel a que as habituara o governo des-
ptico dos eros, dos Domicianos e de eo-
ims que taos imperadores, to bem repre-
seatados pelos seto res de que falla o
estrilado de i'athmos em sua prophetica
viso *
Os suppcios singulares j nao as con-
tenta vam I Innmeras victimas de toda
dille, de todo sexo e toda c-mdico, eram
confusamente amontoadas em estreitos e
inmundos calaboucos, para dalii serera le-
vadas s fogueiras, aos cadafalcos, aos Ba-
rios adrede preparados para precpital-as
no fundo dos mares! Em Agoune, urna
Iegio composta de seis mil homens, gao-'
caoaJM a ferro fri Na Phrygia entrega-
s desapiedadamente s chamas urna ci-
lade iuteira, com seu -governador, seus
magistrados e todos os seus habitantes !
Em Lyon, dozenove mil pessoas sao massa-
ciadas de urna s vez com S. Irineo, seu
digno bispo E os senadores, e os philo-
s iphos, e os magistrados faziam a apolo-
ga de semelhautes horrores O celebre
Ulpiano, perfeito de Roma, e figadal ini-
migo do christianismo, leve a triste lem-
tiranca de colligir todos os rescriptos ful-
minados contra os inoffensivos sectarios dal
nova doiitriua, para que, dizia elle, os pro-
cnsules soubessem o rigor com que os ha-
viade castigar!
Nem se diga que toda essa raiva, que
todo esse furr-r somente apparecera em
um momento de delirio, que fra apenas o
resultado passageiro da eXaltaco do odio!
Nao; aperseguico durou seculos: come-
eeu no ominoso reinado de ero, e s ter-
mrnou com a ascencio de Constantino! fi
em todo esse longo periodo, o que faziam
os christaos! Invectrvavam, reagiam, re-
pelliam a fwca pela furca ? Ali 1 elles sabiam
todos que a forca nada pode sobre as
almas: que a conscienca o mais rebelde
de todos os nossos sentimentos; que os
actos de violencia, praticados em materia
religiosa, s operam como meio dedestrui-
co ; sabiam emfim quo as reaccoes
e as invectivas nunca seriam armas fezes
Assim a religiao chrsta ostenla-se a | nem temor> nem confas5o> nem mr nem
1 arrependimento! Que crime, pos. essede
que o culpado se honra, cuja aocusacio fazo
objecto de seus votos, cujos castigos sao
para elle a raaior felcidade? Vos procedis
para comnosco de ummodo bem singular:
aos outros culpados fazeis confessar seus
crimes; dc nos, apenas exigs quo o negue-
mos I Um liomem diz: eu son christo, e
vi'is queris ouvi-lo dizer que nao Esta-
blecidos para descobrirdes a verdade, que-
ris obrigar-nos a mentir! Suspoitais um
christo capaz de todos os crimes, inm-
go dos deuses, dos imperadores, das leis,
dos costumos de toda a natuivz i: entre-
tanto, para absolve-lo, apenas exigs que
elle negu I Um to extranho proeeairnen-
lo demonstra asss, que nao se trata de
crime algum, e sim nicamente d > no.n de
christo 1
Dzemque somos scelerados, qno em nos-
sos mysterios massacramos nessos lhos,
que os devoramos: porm.j verideastooos*
lase mil outras calumnias de quo nos fazom
victimas? Vossa propria dissimularao nao
antes a prova evidentissima do quanto
sao falsas? Nos veneramos nos imperado-
res ojuizo de Deus, que os tem preposto
s naeoes.. Nao, a religiao, apiedade, a f
que lhes sao dovdas, nao consistem em
testemunlios exteriores, debaixo dos ojosos
a traico sabe to bem oceultar-se: con-
sistem nos sentimentos que somos ohriga-
dosa ter para rom todos o.;homei-. M i s'i
para os imperadores que devenios querer
o bem ; o bem aovemos querer para todos:
e nos o fazemos a todos sem excepcio d
ninguem : nos o fazemos, sem esperar lou-
vores, nem recompensa de homem algum.
Nosso nico remunerador Deus, quo nos
manda amar a todos indistinctameute.
No furor das baixhanaes nao tem pou-
pado os christaos que j fallecern!... Ellos
bao sido arrncalos do re pauso dc seus
tomillos, do proprio asylo da morte!... En-
tretanto, quando foi que procuramos vin-
gar-nos?!... Os mouros, os marcomos, os
parlhas, naco alguma do mundo por ven-
tura to numerosa como nos, que nos acha-
raos derramados por todos os ngulos da
tona? Sim, somos apenas de hontem; mas
j enchemos vossas aldeas, vossas villas,
vossas cidades, vossas provincias, os vos-
sos imperios! No senado, no foro, o exor-
dio, em vossos proprios palacios, achar-
nos-hes: somente vos deixamoscm vossos
templos. .
Finalmente, chfistaos, pouco mais de
meio seculo depon de Tertnliano, dizia um
santo bispo da mesma cidade de Cartlago
exhortando seus diocesanos paciencia,
resignaco c pratica de todas as outras
virtudes que s o Kvangolho ensina. Nem
um de vos faca disturbio, ninguem se apr-
sente aos pagaos, seno quando a isso o
ohrgarem: basta que cada um falle quan-
do fr preso, porque s ento o Senhor
fallar por sua bocea.
Confrontai agora tudo ist com o proce-
dimento irregular c criminoso de cortos ho-
mens que entendem dever trazer os outros
ao conliecimento da verdade pela forca e
pela violencia, e vede quanto 6 justa a in-
tervenco do peder publico, quo reprima
taes excessos I Nao. diristos, nunca o tri-
umpho das grandes idas obteve-se pela
forca e pela violencia! Filhas do oo, pre-
sentes da muniicencia divina, sao seme-
ntantes a esses benficos arbustos, que, tra-
ridos de regioes longinquas, e implanta-
dos em solo adaptado s condicoes de sua
existencia primitiva, adquirem taes raizes
qne ninguem mais os arranca Tal a
disposicSo do homem para o bem. para-a
verdade! Urna vez de posse delta s a per-
de por um grande castigo de Deus!
Que esforcos nao fez o paganismo para
acabar cora a greja desd o seu nascmen-
to? Entretanto tres seculos consecutivos
de perseguices inauditas, de massacres
horrorosos, das mais formidaveis hecatom-
bes, como acabamos de ver, servirao ape-
nas para demonstrar cora toda a evidencia,
que contra a mimosa filha
toda a pirle rgrejai rnignili.Ms, decora lis
com um esplendor desconhecido. Sabida
dos suiterraneos, a nova religia i Hianifus-
tava-se luz j da... As ceFemonfts, as
pompas religiosas, os cnticos dw psalihos,
a celehraco ios dvno*j mysterios, attra-
ham de contimio mnltdQes de toda s ida-
de e de todo o sexo.
E porque uo deviam contar com srae-
Ihante resultado os vares Ilustres, experi-
mentados doutssimos. (fK redigiram nossa
1e fundamental, elles que legwtavam
para um povo como eramos, somos e sere-
mos como favor de Deus, eminentemente
endneos-, Beta s nossas croncas, que por
eousa alguma as trocaremos, e qu; mais
da que nunca pi-peisavamos, como precisti-
mos anda, do concurso-de todos os homens
laboriosos" c. honestos,-qae, sem nada"re-
cejar tambes por suas creneas, sem peri-
go de as ver menospre/.idas, quizessem
aju:lar-nos no empenho p;rti-iotic.o de des-1
cortinar nossas espessas florestas, de ex-
plorar nossas riqusimas minas, de vadear
nossos ros, de povoar nossos deaertos, da
promoverjntre n> as ares, a iidnstri* o
o commercT, do aprovoitai- emam tantos"
elementos de grandeza e de prosperidad*)
com que anatureza se dtgnoii enriquecer
este torro abencoado? oois, comjnstte-
sima razo de alta conveniencia decritou-
se: Ninguem pi'tde ser perseguido por
motivo de religiao, desdo que respeite a to*]
estallo, c nao offenda moral publica.
Da pouco vos dissemos, christo*, quea
verdade semelhante a benficos arbwiteB,
que implantados em terreno apropriado a I-
quinmi urna lal lenindidadeque numa mais-
se cxlinguem. Pois bem : quem ignora o
que so passa principahuente na Syria e~na
Polonia, aondo o catholietsmo tem entido
sobre o pezo da mais niel e diattirna por-
seguco ? Entretanto, elle ah vive, sem
que o kuout do [diItoso russo ou a ce-
mitarra do mahometano feroz tenha podi-
do arrancar Hie a seiva ou destruir-lhe o
espirito de proselvtismooqualadquiretodos
os das novos adeptos! Oque np solreu
outr'ora a ilha dos santos da obstinada pre-
potencia de um re, que se dizia defensor
da fe? Entretanto, l est a iucIytaAlbion
revestindo-se de oovo esplendor pelas bri-
Ihantes e multiohcatlas conversos quo se
operam em seu seio! E que a igreja
satholica linha dexado no solo religioso de
Inglaterra profundas raiz is que dffo novos
troncos ; e aquella que julgivam morta ou
estril revive principalmente-dotada de ama
fecunddade marrimeaat
Dopois de tres seculos de mailyrio, de
dores, de agona, a Graa-Hretanha, que nun-
ca perder de vista o pharol que deve alu-
mial-a, a estrella que deve conduzil-aa ver-
dadeira grandeza, v surgir hoje no meio
de suas cidades principaes, no centro de
sua propria capital, sumptuosissimas igre-
jas, magnficos seminarios, esplendidos tnos-
teiros Fallando sobre to grato objecto
assembla dos calholcos na Blgica, o ve-
nerando cardeal de Westminister, cuja per-
da com tanta razo lamentara a igreja e a
ciencia, dizia ha menos de seis anuos:
s grandes cidades de Manchester c de
Liverpool, to eminentemente catholcas,
veem elevar-se incessantemente templos
soberbos! Em Northampton e em Ply-
mouthe, onde o cathoheismo receiava
outr'ora apparecer, surgem como por encan-
to bollas cathedraes, emquanto quo as al-
deas e"nas ivimpiuhas estabelecem-se com-
munidades religiosas.
Outro fado consignado mesma assem-
bla, e que asss demonstra a influencia
benfica da liberdade religiosa ou toleran-
cia o seguinte:
Disessenta annos contava-se.apenas nos
Estados-Unidos um hispo, vinte e dous pa-
dres e vinte e quatro. mil e quinhentos ca-
t'iilicos: nohavia para grojas seno algu-
mas salas particulares, ou choupanas de
inadeira: ncm um convento, nem um s
collegio. Hoje, porm, h sete arcebispos,
quarenta c sete hispos, dous mil seteeen-
tos setenta c tres padres, duas inlnevecen-
tas quarenta e oito grojas, algtimas das
quaes sao as mais esplendidas e toda a
Unfto, e trezeatos cincoenta e.oito onven-
k>s1
vista, pois, deste prodigioso moviraento
que se nota na Amei'ica, na Europa, na
Asia, na frica, em toda aparte, s o Bra-
sil, nossa patria querida, naco to eminen-
temente catholica, recuaria agora para o.
obscurantismo das duvidas, das -incertezas,
sempre unidos pelos doces lac da mesma
ft, dos mesmo sacramentos e da mesma
caridade; que prezam mais que ludo as
oras, fcWBcas que receberam das 11
$3o para elles urna fon te
priexgolavel de c ios i.a^oes e de lieos, qne
mira:* em outra algiiiaa. parte :
pouco devem is recejar dzsmos, que o
[>gM tirasileiro ou Os seus rapres'litantes
i nais o trist exornlo la Iloanda.
I Ranebra n de i!jiinsoiitn)> eaat.vs da
Suissa, (|ue trbuntffl as bellezas ea santi-
dade do culto catholieo por um culto rido,
estril, todtmtfetbrid sem sl?nilicaco al-
guma ; por um ctiMo qnB roscrare as
artes, i|iio nao sabe fallar aos olhos nemao
coraco, c a que dlo o nom: de nformi.
E setal i'Ksoiigefra 0on!Hin:;aqa) ins-
pira o decidido aforro do povo hrasileiro
pela religiao (tseos avs, oque nli seria
se elle visse esta mesma religiao, qual a
coneebera seu Divino Fundador, exIrene
[dos abusos com que a deturpam os capri-
chos da falsa devocJio? !..
O que nao seria se o nomo do christili,
longe de ser para alguns individuos un
titulo de goso, do seiico, do privilegios,
fosse para todos os homens o que o
sigaal do alarma para sodos tfW militim
soh os mesmos estandartes e qae ambicio-
nara colher os mesmos louros?!... Oque
nao seria, finalmente, so os i issos tem-
plos, restituidos .i saaamgMtaSf gravidade
expurgados desses ridculos enf;ites. dessas
msicas profanas; convertidos em verda-
deras casas de oracao, l'ossem o quo sao
os templos catholicos da Barnpfl, os da
Franca, principalmente, e os de Inglaterra.
os de Londres e Pars, onde certamen!
ninguem v.ii para ver ou ser visto, e sim
para derramar seu coraco e a sua alma
aos pos de Dous, qu; morral] para salvar-
nos ; para se dexar possuir d isste idea
siililmes, inefTaveis, do compuircfco o d
recoUiimonto yue inspira a hahitaco do sor
supremo!...
Tal christaos. o bom que importa mais
do queueuhuia.-outro promover entro nos.
Hestabeleca-se o respeito e a ve:ieraco que
devemos s casas do Senhor; cumpra cada
um de nos religiosamente as obrigaces de
seu estado e de soa profisso : sejam os
fillios obedientes a seus pas, e estes des-
venados em sua educacao religiosa, ensi-
nado-lhes amarem a Dous sobro todas as
cousas e ao prximo como a si mesmos ;
esforce-se o chefe dc familia ern ediical-a
com repetidos ejemplos de justica, de mo-
ralidade, de vrtudo: contenha-so o supe-
rior na rbita de snas aUribnieos, para
assim exigir dos subalternos o cumplimento
liel de seus deveros: *constituase o sacer-
dote de Jess Christo, verdadero sol da
tena, luz do mundo, pharol qu! deve levar
as almas ao porto de salvaco; tenha, em-
fim, cada um de nos presante seu es-
pirito a necessidado ndedna.el de um
juiz, que tarde ou cedo o chamar contas:
eonsidere-se a todo o pistante perante esse
tremendo tribunal, omle de tudo se Ihe far
cargo, de aeces, de palavras, de ponsa-
inentos ; e tenhamos por certo que os
crypheus do erro, os ai>ostolos da men-
tira, nada tero que ver comnosco; e, por
nico resultado d-e todo o seu proseij t'ismo.
elles todos confessar-se-ho vencidos como
se conlssa o aggressor imprudente e te-
merario, que nao contou com as forcas do
eo que dorma; ou, como o prfido Satn,
ao ouvir as palavras do Filho de Dous, quo
para sempre o confundirn!.
Domina ni Deum tuum adoiabis, ei illi
sol i servios.
Disse.
tas qu existe entro a Inglaterra e
para se evitar qualquer complicacio exter-
na que podesse aggravar a crise actual em
JfespanM.-^JKiBfter.
Do ministr Lorenzana ao cmbaixa-
uorde Framja em Madrid.H de ontobro
de I8!J8. Sr. embaixador. Cabc-me a
honra de levar ao conhecimfito de v
Mcellenca quo, tendo-se constituido um
governo provisorio, fui chamad > a l'a/er
d'elle parte, na qualidade de ministro da
estado. O paiz, representado por corte?
coostituintesi eleitas pelo sulfragio univer-
sa!, pronunciar^e-ha sobre a forma defi-
nitiva do novo governo.
_ Em resnlt nlo das recentes transforma-
bas i|iie bao de melhorar o bomeatar e a
sitnai-ao poltica de Despanha, terei a maior
satisfaco em contribuir, segundo o desojo
do governo provisorio, para a manutenco
das boas relacoes e para estreitar cida vez
mais os lapos de amizade que unem feliz-
monte o governo, que vossa excedencia to
dignamente representa, e o da naco hes-
panhola.Lorenzam.
Da embaixador de Franca ao mi-
nistro de estrangeros da Despanha. Sr.
ministro.-^Por meio de um despacho com
data de i 1 do corrente, me flzesles a hon-
ra de me participar que, tendo-se cons-
tituido um governo provisorio, fostes cha-
mado a fazer parte do mesmo, na qualidade
de ministro do estado. Vossa e.xcellcncia
Sccrescenta que o paiz, representado por
cortes tonstituntes eleitas pelo suffrago
universal, pronunciar-se-ha sobre a forma
definitiva do novo governo, e que ser para
VOS
motivo de grande satisfaco o cotri-
Fodois, poriaoto, expadir se | il
do erro, da fierra, da iuci-eduiUUe ? 'Oi* ^d^MMi^^MilM^as a todos os a
nao, mil vezes nao: pois que do tamaaha
dosgraca 4ios Uvrar cej'Um.Mite aquella
Virgem-ftoberjma e Compasiva, -le quem
muito uos ufanamos de ser fiihos, e cuja
maternal solicUude, cuja pnoteoga aia-
cissima, ftmm to solemonaiente oaiados
o* nossos destinos! Mttiier, eme fHus-
\mtus!
ttuna, -obristaos, com quo olemeatos.
jdejcaattr a-hereaa para ^tmami-'-itor na
erra .la Santa Cruz suas to de lefedita-
dis ttioorias, seos erros tantas v^/esrefuta-
POUCO DE TUDO.
LIVRO AMRELLO DA FRANCA.Da-
mos em seguida os documentos, relativos i
Hespanha, publicados pelo governo francez
no livro araarello, que apresentou.aocorpo
legislativo :
Do ministro de estrangeros d Fran-
ca aft seu embaixador em Madrid. Paris,
30 de selerabro de 1867. Sr. baro.
Era presenca do urna siluacao cuja gravi-
dade parece ir crescendo dc dia para dia
era do nosso dever procurar oa ineos de
por a coberto, tanto quanto fosso possivel,
os intoresses francezes aapastoa a todas as
consequencias dc urna agitar i que -se-ma-
nifosta principalmente nos portos hespa-
ntioes.
Obedecendo as instrucc.os do impera-,
dor, entendi-rae a este respeito com o mi-
nistro da marinha, e varios navios da nos-
sa esquadra foram mandados sair com des-
tino para Barcelona, Corunha e Cdiz. As
instruoces dadas aos comiaaadantes desses
navios, naxonformidade dos dosjos ma-
nifestadas por S. M. lhes ordeiam a-do
evitarem toda a ngereaeia nos negocias-4i-
tecnos de Hespinha, e do se limitarem a
pitrteger os nossos compatriotas. Esta
recommendaco deve igualmente servir de
regra aos nossos cnsules em todas as'
eventualidades que em seguida surgirem, e
escuo de insistir sabr o interesse qae se
hga ao cumprimonto rigoroso das indicada
instruccoes.
huir para manter boas relacoes c estreitar
cada vez mais os laCos de amizade que
unem a Despanha c a Franca.
Dei-mo pressa em commnnicar este
despacho ao ministro dos negocios esiran-
geros de S. M. o Imperador, e felicito-me
de pader-vos annunciar, na conformidade
das instrnecos que recebi, que o procedi-
mento de vossa excellencia foi acolhido
pelo governo de S. M. com os mesmos
sentimentos que o dictaram. O governo
imperial nada tom mais a podo do que
manter e estreitar os lacos do confianca e
de amizade que unem a Despanha e a Fran-
ca, e, emquanto a constituico de um poder
definitivo nao permitte restabelecer sobre
bases normaos as relacoes oflieiaes dos ga-
binetes, fui convidado a participar a vossa
excellencia de (pie estou autorisado a man-
ter comvosco as mesmas relacoes interna-
cionaes que existiram at ao presente entro
os dote pairas. Do mcu lado, emponliar-mo-
hei do bom grado em facilita-las em pro-
ve to reciproco. Mercier.
Do .mesmo ao mesmo. Madrid,
i de outubro de 18(58. Sr. marques.
Recebi o despacho que vossa excellencia fez
a honra de me enderecar em 21 do corren-
to, e, segundo as instruecoes que nelle se
centoni) doi-mc pressa em transmiltir ao
senhor Lorenzana, o projecto incluso no
despacho, e que indica a naturezadas rela-
coes ijue a embaixada dever manter com
o gabinete de Madrid, aguardando a cons-
tituico deum governo definitivo em Des-
panha.
O ministro de S. M. britannica recebia
no mesmo dia instruecoes anlogas, e se-
gua por consegrante os mcus passos.
O ministro de Portugal imitou ramo
diatamente o nosso cxemplo. Mercier.
Do mesmo ao mesmo.Madrid, 6
denovembro de 1868.Sr. marquez.No
seu despacho com data de 21 do corrente,
vossa excellencia mo ordenava que entre-
gasse ao governo hespanhol a nota cujo mo-
delo me transmittia.
Teuho a honra de enviar incluss a vossa
excellencia o texto e a tradueco da res-
posta que o Si-. Lorenzana acaba de me di-
rigir.
O despacho de sua excellencia no tem
data.Mercier.
Do ministro de estrangeros ao em-
baixador francez.Sr. embaixador. Tive
a honra de receber a nota de vossa excel-
lencia datada em 23 do passado, e cm que
respondendo a minha nota do 11, tnhois a
bondadede me participar, na conformidade
das vossas instruecoes, que o governo im-
perial nutre o mais vivo desojo do manter e
estreitar os lacos de amizade e de con-
fianca que existem entre o imperio francez
e a Despanha, e que vossa excellencia es-
lava autorisado cm quanto a instituir i de
amento i levantou o estandarte da
revolta, sob pretexto de qae o medico en-
carregado do servico clinica o tratava com
escessiva severidade.
Foi necesario estabelecer um assedio
em forma para entrar no campo das revol-
tosas,
TJnham ellas construido triricheiras as
portas das salas, an-.tstaad) para all o (fie
toparattti moteitos, colxoes, travessei-
ros. S$ depois de desmanteladas as trin-
cheiras se podo restabelecer a ordem e
prender as principaes autoras da revolta.
O procarador imperial, acompanhado
de outras autoridades e de agentes policiaes
apenas bou ve conliecimento da revoluco
feuiiiiiiia, acudi a pacifica-la.
Depois sala do memoravel succedi-
mento, teve que mudar-se-lhe o nome :
chama-se agora a sala das meninas ingo-
vernaveis.
\
NAO PEGOU A MODA.Alguns rapazc^
de bom humor dc Paris, lefies da fashion
sem duvida, quizeram introduzir urna inno-
vaco as modas lie homens. E' o casaco
de velludo brauco. Todava a tentativa
obteve apenas mediano xito e suppoe-se
que os elegantes que o iniciaram tero que
desistir da sua empresa.
PONTE MAGNIFICA. O Nigara, cele-
bre rio americano que alravessou sobre
urna corda o acrbata Blondn, pode agora
passar-se sem pergo, porque lhe pozeram
urna ponte gigantesca, qne mede 1268 ps
dc coinprimoiito. E' a obra deste genero
mais grandiosa que se conhece, sobre um
abysino de 180 ps.
TREMORES DE TERRA. No Mxico
houve violontissimos tremores de trra, que
causaram immensos estragos. Em alguns
pontos sentiram-se cincoenta e o:to ahalos;
as montanhas abalavara-se, caindo* alguns
dos seus fragmentos a grande distancia,
causando o terror e o espanto. As oscilla-
es estenderam-se era volta dos Picacho^
a um raio de cincoenta milhas.
Alguns rios sahiram do sen leilo, produ-
zndo grandes inundaces, que devastaran
mudos campos, doixando na miseria os seus
habitantes. Foram arrebatadas grandes
minadas de gado, e muitos homens tam-
bem.
ESTATISTICA. Um jornal italiano d a
estatislica seguinte das execuces foitas por
ordum do paternal governo de Vctor Ma-
nuel as provincias napolitanas do sotem-
brode IMO a maio de 1801 :
Fuzilados immediatamente 1841.
Dopois do algumas horas 7127.
Do sexo femenino IO,C0i.
Pisioneros 0112.
Pares fuzilados 54.
Frailes fuzilados 22.
Casas incendiadas 918.
Aldoias incendiadas 5.
Familias maltratadas 2905.
Igrejas saqueadas 12.
Creancas moras 38.
Individuos presos 15,020.
ANTIGUIDADES.Castigo que ol-rei D.
Joo I deu a Fernando Alfonso, seu cara'
rista, por continuar no trato com urna d\
ma do paco, depois de repelidos avisos :
El-roi D. Joo tinha todo o cuidado no
crdito da sua casa, e zelava quanto podia
a honra das suas damas. Sabendo um d- d
que urna senhora das principaes er? ajje_
Coada a Fernando Alfonso, seu '>amarista
rauto seu privado, irmo de J^jjq' \ffons,,'
do Santarem, e que olla er^iprocament,.
correspondida, cliamou Ffmtm AlTonsn
vana vezes c o adverta, Jhandando-lhe qui-
se abstivesse do seu mfo de proceder Se
nao quenacar as na mdnncart j,- e||e ,,,,,.,
disfrahr a sua paixSf^ p0l|0-lhc licne
para ir cnmpnr certoyf romaria na qua, ha.
viam de gastar al^s das> E,.re conce.
deu a hcenca, ^r,as como tives- fndjc-,,
para enten^,,. qiIe cUt lomava um t5i(
santa pretexto para o seu peccado, cuidou
em avenarrar. n soube "' <
que iievi
sent.
um poder definitivo nlo permittsso o rey^.
liara das *,-
Fundado, sem duvida, aesta verdade in-
concussa, Constaatino, que so senta cha-
mado a dar aova direeco ao maior impe-
rio que o mundo tinha visto, fez publ car
o seu famoso edito cliamado de Milo, polo
qual assegurava a todos os aas subditos a
para discpulos de um Dous, que tantas vei|4iberdade de seguir cada qual a religiao que
prevaleceriam as portas do in^f 5K! &r!^ g
infer non pmmlebunt adversas M/n! TLS. cOar eatw.ajpria-
agiotes estabelocidos na 1Utoral, gujupe
hajaui de coirformar-se coui a deliiaer,.
tomada pelo governo do impwafWrTe oi-
tenderem-se com os c mimaudantls dos na-
vios da marinha imperial relalviimonte as
pradeacias miis apropciadV o desem-
peabo da tarefa que lhes e confiada.
Monstier.
to mesma ao jsmo. -- Pars, 7
da eH despacho do 30-de setembro prximo
passado. commuqjrfaei-vos em resumo, as
s aos camaiandantas
zes ensmara. Nio resistis ao mal; quan-
do vos ferirem na facedireila, oflferecei tam-
bem a esquerda; aquello que vos despojar
da tnica, entregai tambera a apa; aben-
;oai todos os que disserem mal de vs.
Non resistero, in malo; qui peroussertl te
in iexterant^prabe ei et aunv; qui vtt
umitam tuam tolere dimitte tUi et pallium.
Btmdtcite tmledicentibusvos.
mais lhe agradasse. O efieito dsta-me-
dida foi maravilhoso f Constantino, diz um
escriptor de grande nota, comprehendeu
todo o partido que podia tirar da nusia
m christaos para f estabelecer a ordem no
imperio. Eu me prapunha, esorevia o pro-i
prio imperador logo depois de seu acto, eu
me propunha reduzir a urna s forma a!
opimo que todos os homens faziam da Di-
. es navaes e aa* aossos
es ambiciosos, seosaaese despeitados,"COBsales estaWlecidos nos portos do litto-
ts bes^ai&oi: O nosso escarregdo je
aBs oome os Voderieos >de asoma, os
Widgravesde JJasse, osdastavos ila *ue-1
ft, os Cliristiornos' da Dinamarca e o fami-
gtrado Dtinrque VIH ? E maaud n.achas
^ o que ae raaaifatfamante aapafwel, o m Despanha. Das informacos colhidas
tase Januai aliesb^jejiorasil, am pteao, palo saahor de Saint Ferwol, resulta qae
Mculo XIX? Nada, aheafttaunto nada i o* comraaudaates des- navios imjtoaes dai-
arque o msu, pesar de- sofredor-epa-.'taeadesnos portos da *eninsiila recebenafi
Wn(e cama aniontam ara .siaioie ordo de nowtwvireainasaoaaBBptos ?rto f> -de son or qoeUe paiz, e de evitarem tnd^ que p%
nejfB.cios em Londres teve ensejo de saber
qual a altitude qua o governo tritanoian
tenciona guardar as actuaes coajeptuas
de sen-sangae, alada o/iando nlo soabesse
fie h muito qne os tps ncdoem todos o
oramio uuMOjoco ds-mao-e -coBsenso
tos pavos para fanerem o que devem
eao para os levrem a d6sgrlbjr|H ver-
fMte, i appcmfc* i morte I...
desse^nvolver a acelo de en-governo a
comprometter os interesses dos subditas
brltannicos. Estas instroceSes sao conaa-
bidas no jnesmo espirito qu as que vos
incumb de transmittir aos nossos agento*,
a sao oma prova da conrermidaae de vis-
tabolccimento sob a forma ordinaria uj
lacdes otficaes a manter com a secretaria a
mou cargo as mesmas relacoes interliacio-
naes que at ao presente existiram Ventre
ambos os paizes. t
Terei sempre o maor prazer^senliar
embaixador, em correspond:''lo molhor
modo ao procedimento' JUfilgavul do gabine-
te imperial, e cm coq/orrer, com todos os
meios ao meu alcano!?, pan o til resulta-
do de conservar vl)oa e franca intolligoncia
que une os dou* pavos.
O govern provisorio, de cujos senti-
mentos eu s/fu fiel interprete, tem er gran-
de apreco/a amizade da Franca, e, consi-
derando-a/ segura em vista da declaracJo
contida^l nota de vossa excellencia, julga"-se
aindajflais obligado a cultiva-la imprimindo
syelacoos internacionaes que vossa excel-
da tem a misso de manter cora a Des-
an 3 o carcter da mais completa fran-
queza e da confianca a mais absoluta.
Lorenzana.
Do maequez do Lavalette, ministro
lo estraageiros da Franca, aOseu embai-
xador em Paris.29 do dezembro de 1808
Sr. baro. (tosejando S. M. o Impera-
dor atlender s circunstancias que obsta-
ram constitaicao mais rpida de um go-
verno definitivo em Madrid, e testemuahar
as suas constantes disposices a favor da
Despanha, houve por bem prestar-se a
urna combinacio que tinha por fim facilitar
ao Sr. Olozaga o desempenho da sua mis-
sSo, e S. M. dignou se recebe-lo em audien-
cia particular no dia 23 do corrente.
Aftm de dar a sua deliberaco todo o
alcance de que era susceptivo!, S. M. en-
carregou-me de indagar so este exemplo
seria seguido peia corte* de Inglaterra. 0"
priucipo do La Tour d'Auvergue teve por
esssa occasio um.i entrevista 'om lord
Charondon, e certificou-se que o represen-
tante do govecno provisorio em Londres
receberia alli o mesmo traUmento que o
sea collega em Paris.. La Valette.
ar, o soube que todo *> tompo
a gastar na roniaria, estivera em
A tal senhora; quando efie se apre-
recebeu-o sem demonstrafo algu-
mas poucos dias depois el-rei despe-
o-o do seu servico, e dissc-lhe que ao
iltasse mais ao paco. Elle tornou dc no-
vo para casa do dita senhora.
El-rei foi logo avisado de que elle
a'li eslava, e tanta zanga lhe causou isto,
qae inmediatamente o mandou chamar
sua presenca pelos seus criados, e entre-
gou-o a Gil Aunes corregedor da corte :
esto o Icvou preso ignorando a causa, mas
s Portas do Alfofa, elle fugio e metteu-se
na igreja de Santo Eloy, fechando immdia-
taniente as pastas, julgando-se seguro por
estar em lugar sagrado.
t Assim que Gil Annes contou a el-rei
o quo so tinha passado, este encolerisou-sr
e saio inmediatamente a p, dirigindo-se
igreja ; adiando as portas fechadas mandou
que (batan abortas, c Fernando Alfonso
vendo el-re. subi ao altar-mr e abracon-
so mugen de Nossa Senhora. El-rei
mandou que o tirassem do lugar para on-
de tinha ido o que o levassem para a ca-
deia.
Fernanda Alfonso foi depois sentenda-
do a ser queimado na praca do Roci, sera
que lhe valfesso dizer que elle estova casa-
do e as intercessoes foitas por toda acorte,
t A dama logo que soube da morto do
seu querido Fernando Alfonso, teniendo
u'iial sentenca, mandn saber -de el-rei sr
tinha a mesma sorte; ee respondeu qui-
nao quera mais vingaoca -pie a sua pro-
pria deshonra, o que sendo quera era, fi-
casse reputada como uraajpj infamia, des-
pedindo-fc do paeo para nao voltor i mais
A dama foi para CasteUa, ande estova
sua mai, mas pouco teanpo sobreviveu por-
que o amor gradualmente lhe foi cortando
aeiistencia.
dos
o
UMA REVOLUCO NO DOSPITAL. -
L-se na France .
O hospital cfvil de Toulon teve tam-
bera seu motim, no penltimo sabbado, por
dez horas da manha. O gentil e frgil
sexo, submeltido a trataraento no estabele-
-UM ANNUNCIO DECRETO.-Um
curiosos resultados da lei promulgada n
territorio deKansas, pelo qual urna molber
pde perseguir judicialmente o taberneiro
que vender licores ou bebidas espirituosas
a seu marido, v-se no seguinte annuncio
que so le" n'um peridico d'aquelle territo-
rio : t A quem tocar .Pelo presente face
constar que a venda de bebidas espiritu
a Homero Hays, meu|marido contraria a
meu gosto e raeus interesses e por conse-
grante perseguir! porante os tribunaes toda
a pessoa que obrar contra o dis posto n'esto
aviso.Catalina Hays.
Tff. 9% WARIt-l A PkS CmXMlT

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