Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11769


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Full Text


ANNO XLV. NUMERO 37.

i i

*r
.\
i



: i
\
i
V
PABA A CAPITAL E LOGARES (WDE UO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos dem.. .
Por um auno dem. .


6,5000
12(51000
24)9000
,5320
i >. i >.

QUARTA FEIRA 17 DE ff VEREIRO DE 1899. 2
t*i
: 'Por tres mnei adiantados.
(Por seis ditos idem. .
Por* nove ditos dem .
Porumanno.....
PARA DITRO l TORA DA FWVBuL*
>**
............



Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.

_k
----------------------------:_____i_____ -
. i. '
-*)----------
i----------!---------------1------.-


iO ACiK.VTI* :
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves A Filhos, noPar; Gonfr^s Pinto, no Maranho
(Iutaiaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio AlexandWno de
em Nazareth; Franrino Tatares

; oaquinr-Js de Oliveira, no Cfea*; Antonio,d Lemos Braga, no Aracaty; Jo3o Mara Jnlio Chaves, no Ass,- Antonio- Marques d Silva, no Natal; Antonio Joaquia
i Lima, na Parahyba; Antonio Jos, (jomes, na Villa da Pemla; Belarmino. los Santos BUfcSo, -em Santo Antao; Dominges Jos cb Costa Braga,
ares da C*sta, i'm Alagas; )r. Jfese Martms Alves, na Baha;'e Jos Ribeiro Gsprinho, noRio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Ministerio do Imper lo.
Ministerio des negocios do imperio, ti de Ja-
neiro de 186-. lllni. e Exm. Sr. Aecusando
o reeebimjnto do odieio de V. Exc, sol) n. 124 de
^2 4o mes lindo, ho nal coinmuncou ter decla-
rado nulla a revisas de qualilicayao feita em 1868
na fregiiMia de Nossn Senhora do Desterro, do
municipio do Kamb. declaro a V. Exc. que o go-
verno imperial approva o' seu acto pelas seguin-
tes j-azocs: .
1. Ter a junta, durante os trabadlos, dentado a
matriz, pasando a funccionar na casada residencia
4o jnii de paz presidente, sem motivo justificado
e seiu proceder dlst. infringindo-se o precedo da
lei e as determiracftes dos avisos n. I de 2o de
iunho de 1849 e n. 298 de 3 de julho de 1863.
. (Ao ter a mesn junta trabalhado cinco dias
ronseeutivos. como determina o art. 22 da lei n.
387 4e 1!) d>' agosto de 1846;
3. Ter o dito juiz de paz, contra as d'sposiroes
da lei, reunido a junta tereeira vez em 2 de
marco, sob pretexto de irregularidade nos traba-
Con=eqiienteinenle approva tambem o governo
imperial o acto, peloqual V. Exc, como commti-
nioou no mesmo oflirio. declarou valida a eleieao
feita na referida freguezia em 7 de setembro ul-
timo para \ creadores e faites de paz, visto ter
ella corrido regularmente, elTectuando-se as cha-
madas dos votantes pela qualilicaeao de 1867, e
nao por acuelle alistamento nullo.
Deus guarde a V. Exc. Paulino Jos Stores
de Souza. Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Rio de Janeiro, S de fevereiro de 1869. Em
oftlcio sem data, que acabo de receber Vine, par-
ticipa que entre as cdulas rccolhidas urna com
o rotulo para eleitores genes, tem-sc encontrado
aleumas que trazem no principio a declararo
pan senador e consulta sobre o modo porque
taes listas devem ser apuradas.
< A' vista do art. 3." das instruccoes de 30 de
etembro ultimo, (leve a mesa parochial regular-
se pelo que indicar o exterior da cdula, que
examinado na occasiao do reccbimenlo desta. De
outra sorta poden a fraude embararar qualquer
eleieao sementante, lieando ao arbitrio do votante
entregar duas cdulas com rtulos diversos, ambas
para eleitores geraes ou para eleitores especiaes,
a nao haveodo lisralisaco possiveL
Deus guarde a Vmc. Paulino Jos Store*
de Souza. Sr. juiz de paz presidente da mesa
parochial da freguezia do Santissimo Sacramento.
Ministerio da justica.
Rio de Janeiro, 30 de Janeiro de 1869. lllm.
e Exm. Sr.. Fui presente Sua MagesU.de o
Imperador o offleio de V. Exc, de 27 de novem-
bro da anuo passado, coiiimunicando a consulta
que lhe fizera o juiz de direite da comarca de Va-
lenca, sobre o procedimento que lhe cunipre ter
como presidente do jury quando, por motivo re-
pentino e superveniente, licar inhibido de. conti-
nuar a funccionar, nao se acliaiido,presente o seu
respectivo substituto : e o mesmo Augusto Senhor
manda declarar a V. Exc. que, por aviso expedi-
do eiu data de 3 de setembro do armo passado,
sieao
no caso vertente deve o jury
neiro de 1868, que
ser presidido pelo juiz de direito da comarca mais
prxima, e. na sua falla ou impedimento, pelos
scus substitutos, porquanto o que a lei teni muito
em consideras* e quiz evitar foi a demora dos
{ligamentos dos reos, alm dos prazos indspen-
saveis, ..,,,. i
Deus guarde a V. Exc. Jos Marlimano de
AteHcar.Sr, presidente da provincia do Piauby.
Ministerio da Marinha.
Rio de Janeiro, 28 de Janeiro de 1869. Fique
V. S. na intelligecia, para os necessarios effeitos
na parte que lhe toca, de que, allin de executar-
sc o Io do art. 9.* do decreto n. 1,203 de 13 de
junho do anno passado, relativamente concessao
do habito da ordem de Aviz aos offieiaes dos_eor-
pos de saude e fazenda da armada, deverao os
respectivos chefes no tempo opporluno remetter a
M de offleio, competentemente informada, dos al-
ludidos offieiaes que merecerem Jser agraciados a
quartel-general. o qual dar a taes papis o
destino indicado no 2. dos citados artigos e de-
creto, requisilando directamente daquelles chefes
os esclarecimentos, de que por ventura precise.
Deus guarde a V. S. amo d Categipe. =
Sr. encarregado do quartel general de mariulia.
*
Rio de Janeiro. 30 de Janeiro de 1869. lllm. e
Exm. Sr. Em ollicio n. 33 de 5 do mez ultimo,
partici|)ou-me V. Exc. que Antonio JosdaSilva,
a quem se referir em outra communicacao de
27 de novemhro sob n. 32, fura julgado promptof"
para aprendiz marinheiro, e remetteu-me copia
do respectivo termo de nspeccao. Deve recordar-
se V. Exc que este individuo se aclmva nessa pro-
vincia a receber indevidamente sold como inva-
lido; o ipie teve termo, segundo informou a the-
sourai ia (h- fazenda em offleio de 26 do mez de
novembro, em virtudc dos esclarecimentos que
exigi para abrir crdito requisilado. Por aviso de
o do corrate, declarei a V. Exc. que nao podia
ser approvado este crdito, e que devia ser a fa-
zenda publica indemnisada das quantias que j
haviain sido despendidas cora elle.
Acctesce ainda que aqui na corte o mencionado
Silva, que chegara como recruta no paqnete Pa-
ran, em 14 de fe\1;reiro do anno passado, foi posto
em liberdade por ter sido julgado incapaz do ser-
vico. Entretanto elle regressa essa provincia e
aeolhiJo como invalido, sem exibir o competente
titulo, e agora, depois de reconhecido este abuso e
classillcad apto para a companhia de aprendizes
marinheiros.
Estes faclos deaunfiam segurameikte um pro-
posito Ibme de illudir a administraCo, e convm
que sejam por V. Exc. investigados para reconhe-
cer-se, d'onde parte este procedimento censuravel.
Ao indicado Antouio Jos da Silva mandar V. Exc.
ar baixa.
Deus guarde a V. Etc. Bardo de Cotegipe.
Sr. presidente da provincia das Alagoas.
<;overuo da provincia.
KXPEOIBNTE ASSIONADO PELO EXM. Sil. CONDE DE BAE-
PEKDY, PRESIDENTE DA PROVINCIA, EM 6 DK FEVE-
EEIPO DE 1869.
1" secjSo.
N 169 Portara ao Exm. general eomman-
danle das armas.. Achando-se, segundo o offl-
eio do promotor publico desta comarca, no pre-
sidio de Fernando de Noronha, os sentenciados
militares constantes da relajo junta pw copia sem
guias, sendo possivel que ja teaham cumpndo as
nenas, a que foram condemnads, baja \. Exc. de-
dar as precisas providencias para que sejam en-
viadls ao commandarite d'aquelle presidio as guras
de ditos sentenciados.
N 170Dita ao me9mo.-*-Recebi o offleio que v,
Exc. derigiu-me hentem sob n, 75, mostrandoa
imp*ssibilidade de nomear, como declarei e* oni-
eio *i dia antecedente, offlcil general ou srjnenor
do exer-etto para ir proceder a tm inquento 'no
pretiio de Fernando de Ntroato, pws actos
nesse offleio relatados, visto que os dois brigadei-
ros reformados aqui existentes nao aeceitaram a
incumbencia por motivos de molestia, e os doi co-
ronis commandantes das fortalezas do Brum Bu-
raco tambem nao podem servir, um pelas suas n-
fermidades, e o outro por ser desaffecto ao com-
niandante do presidio; lembrando os dois capities
de mar e guerra da armada, que estao ne^ta capi-
tal. Em resposta commnico a Y Exc. que, a
vista do que refere, e de nao poderem igualmente
estes dois offieiaes ie marinha ser noineados para
aquella eomraissao por ser um director do ar-
senal e outro capitao do porto, onde suas presen-
cas sao indis|)ensaveis ; vou levar tudo ao conhe-
imento do Sr. ministro da guerra para que haja
de deliberar a semelhante respeto como entender
conveniente.
171 Djta ao inspector do arsenal de marinha.
Autoriso V. S. a mandar alistar na oompannia de
aprendizes artfices dessse arsenal, visto estar as
rondiceSes legaes o menor de notne Ignacio, de
Jao trata o requerimento que devolvo, de D. Luiza
lexandrina Pessoa de Mello, sobre que versa a
sua infrmaeao n. 1683 de 4 do corrente.
N. 172Dita ao mesmo.Nos termos de sua in-
formado de 3 do corrente sob n. 1682, ministrada
a cerca do requerimento de Feliciano Francisco
Xavier de Almeida Chacn autoriso V. S. a man-
dar desligar da companhia de aprendes artices
desse arsenal o aVulso do mesmo nome, lilho do
supplicante visto sofTrer de enfermidade que oim-
possibilita de nclla continuar.
N. 173Dita ao mesmo.Pode V.*S. comprar a
Cardozo e inuao pela quantia de 3005000 rs. as 6
toneladas de carvao de cok, que se fazem neces-
sarias a eontimiaeao da fundicao de balas, segun-
do consta de seu offleio de 29 de Janeiro ultimo,
sob n. 1677.
flf. i74 Dita ao capitao do porto. Respondo
ao offleio que V. S. me dirigiu em 3 do corrente
sob n. 16. dizendo-lhe que approvo a deliberacao
que tomou de despedir do servico desta capitana
o guarda Antonio Jos de Souza pelos motivos
constantes do seu citado offleio.
N. 17o.Deliberacao.0 presidente da provin;
ca attendendo ao que requereram Mendes & Coe
ttio, resobre roncederr-lhes licenca para embarca-
ren para o presidio de Fernaudo, no. vapor Gi-
qui, da companhia Pernambucana, os gneros--}
constantes da relacao junta assignada pelo secre-
tario do governo, nao podendo poreni, effectuar o
desembarque dos mencionados gneros, sem que
por parte do commandante do mesmo presidio
se proceda a exame, afim de se verificar se ha
agurdente ou outra qualquer bebida espiri-
tuosa.
2' seceao.
N. 177.Portara aochefede policia.Comm-
nico a V. S. que attendendo ao que requereu o
alferes Joao Tieira de Magalhaes, pai do individuo
de nome Antonio Jos de Magalhaes, que fora re
rrutado no termo de Ouricury desta provincia e
remettido para o de Ico, da de Cear, afim de se-
guir para esta capital; e tendo em vista a infr-
maeao por V. S. prestada em offleio de hontem,
sob n. 178, nesta data solicito do presidente da-
quella provincia, que baja de expedir ordem ao
delegado de policia do referido termo de Ico, onde
lii-ara o remita por doenca grave, para que o fa-
ca por' em liberdade, visto ter isoncSn legal para
servico do exercito. Cumprindo, porm; averi-
guar a "veracidade das argui^oes feitas a autori-
dade policial do termo de Ouricury por aquelle
alferes, acerca do modo violento e vexatoro, por-
que foi conduzido o mencionado recruta, reenvi
a V. S. o respectivo requerimento, afim de que exi-
ja os esclarecimentos que julgar necessarios a se-
melhante respeito para transmittir-m'os opportu-
namente.
N. 178.Dita ao mesmo.Exija V. S. do dele-
gado do termo de Villa Bella, e me remeta com
a possivel brevidade, a relacao nominal dos pre-
sos pobres, que estiverem recolhidos a respectiva
cadeia, nos mezes de julho a setembro do anno
prximo passado, afim de quo na thesouraria pro-
vincial possam ser examinadas as contas das des-
pezas feitas com taes presos, durante aquelles me-
zes, como ndica o inspector da mencionada the-
souraria, em offleio datado de 3 do corrente, sob
n. 53.
N. 179.Dita ao mesmo.Segundo informou o
commandante superior deste municipio em data
de 30 do mez prximo lindo, ja se expedio ordem
para que os guardas do Io batalhao de infantana
deste municipio Jos Francisco da Trndade,
Francisco Celestino Ramos, Joaquim Jozino Leal
de Barros e Manoel Appolinario de Sant'Anna, se-
jam dispensados do servico activo da guarda na<-
cional emquanto exercerein os cargos de inspecto-
res de quarteirao ; o que a V. S. commnico em
resposta ao seu offleio n. 48 de 12 do mez cima
citado.
N. 180.Dita ao juiz de direito da primeira va-
ra desta cidade.Em additamento ao mcu offleio
de 3 deste mez e para o um nelle declarado, trans-
miti a V. S. os documentos juntos por copia, que
pelo presidente do tribunal da relacao me foram
enviados em offleio de 4 do corrente.
N. 181Dita ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Mande Vmc. alistar no ebrpo
sob seu comraando ao paisano Francisco Bezerra
dos Santos, a que se refere o seu offleio n. 52 de
Repartirlo da polica.
t' seceao.Seeretafia da policia de Parnamboco
i6 de fevereiro de 1869.
N. 229.lllm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ao conhecimemo de V. Exc, que, asguwlo
consta das participares reoebidas hojenesta re-
particao, foram hontem recolhidos casa de de-
tencao, os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recre, Imiz'Jbfc
Barbosa de Vasconcellos, para ser conservado ei
custodia^
A' ordem do de Sanio Antonio, Lulz, cscraVo de
Maria The^eza de Jesus, a requerimento de-ta.
A' ordem do de S. Jos, Antonio do Monte Bes
zerra, para ser conservado em custodia; Atotero
Jos Rodrigues, at secunda ordem ; e Silvino Hen-
riques dos Santos, por desorden.
Por offleio de 13 do corrente parlicipoii-me o
delegado do termo de Nazareth que, por informa-
cao do subdelegado supplente em exercicio do 2"
uistricto, teve scieneia de haver sido assassinado
um individuo com un tiro qne lhe dispararan de
emboscada s 8 horas da manh do dia 10 deste
mez, no bigardo engnho Vertente daqnelle mes-
mo termo, havendo aquella autoridade procedido
ao competente corpo de delicio.
O mesmo delegado de eommum aecordo com o
reft rido subdelegado, emprega todos os sforeos
possiveis para descobrir e capturar o criminoso.
Deus guarde a V. Exclllm. Exm. Sr. conde
de Baependy, presidente da provincia.O chele de
polica, Fruncisco de Faria Lemos.
Joo Gualterto Herariques Prcira.Entrgoc-se
passando recibo.
Bacharel Jos Roberto deMoraos eSilv.De-'.
I.auriana Candida Rosa de Drummoud Apr-
sente prmeiro as provas exigidas i>ela junta da
Santa (Lasa de Misericordia.
Maria Henriqneta de Castro.Informe o Sr. "es-
embargador proveder da Santa Casa dpMweri-
cordia..
Rosendo Montciro de Lima.Conceda-se s- lieen-
Sa reoucrida pelo supplicante para ir a provincia
as Alagoas, fazendo. a sua cna as dwfkfjt Uo
transporte.
EXTERIOR.
_-i----------------- ,
HueuoH-Ayres.
J vem do bnge que alguns correspondentes de
diarios argentinos levanlam imputaeoes calumnio-
sas s (breas brasileirasde mar ou de trra.
Se delles dependesse, todos os generaes do im-
perio nessa guerra colossal appareceriam como
ineptos, e suas tropas como as mais cobardes do
mundo.
Porm os factos se encarregam de desmentit-os,
e chegoU'iiin momento, em que pareciam ter aban-
donado to triste trela.
Sobre tudo, a pagina de guerra, que em quiize
dias do mez de dezeiiiiro escreveram nos campos
4 deste mez, urna vez que tenha a precisa mora-
lidade para a elle pertenec'.
Quer-se um juiso ,claro e pteCiso sobre taes. ic-
tos, dando-os kijpoflwtirmnmtte cmo exactos. Pois
bem, ellcs seram perfeitanente desrulpaveis, sei-o-
biain anda que ttvssein muito- maior gravidade.
Basta para isto um ligoiro olhar ao passado.
O Bras, que nao fez ncm Mitentoi' a menor
oliensa ao Paraguay, e que \rl> contra:* fra seo
amigo, promotor da sua indeiiendencia na Europa,
o escudo delta fortU>Rosas; ero fim o seu mais
ol UMiff sUwdo, o Brasil vio^se nm bello da
tra-coeirameiite agmdido pelo Paraguay.
A inerme pnrillra provincia deMatto-Grosso,
foi levada a sangue e fogo.luhs iwvnaci's destrui-
das, su-rtqneza abandonada, e cena de 81)0
pessoas, quasi toda mnthi*res e eriaoeas, trazldas
em ca|rtiveiro .\ssnmj)cao, e'ahi repartidas pelas
familias.
Em seguida a'nobre provincia do Rio-Grande
soffreu igual 'insulto na zona do Uruguay. At
agora as forcas de Lpez tem-se aumentado eom
gado de marca riorandensc; cS.Boria, Itaqu>.
Uruguayana Msemm a mancha indelevel das
violencias pangn*vas tontra a riropriedadc, a vida,
a honra das familias.
Foi necessario Tingar tudo sso, e o Brasil nao
calculou quanfo lhe eilstaria: impryisou tima
forte esquadra e um numeroso exerciio.
As familias mais opulentas e distlnctas acha-
ram-sc representadas- naqtielta e nest, e alguina
ha, como a do manjuez de Caxias, que conta seis
de seus membros morros nessa guerra de honra e
patriotismo.
Ha cerca de dous annos que ella dura, distando
50,000 homens e ISOmilhoes de pesos fortes isto
, as forras de urna geraeSo para um paz de 12
milhoes de liabitantes
Em que eoo*?5s fez-se a guerra do Para,
guay? Nao precisamos diz-lo no paiz argentin-
onde seis mil familias "obrem-se de luto de scuo
prenles, morios tanto pelo ferro e fogo ininiigos
como pelas fadigas. a dureza do clima e as epide-
mias.
De parto bV immigo, b qne acharara os scldados
quer brasileiros, qner argentinos, e estes raais do
que aqueBes?
A i rur;t i. a ingratido, o assassinato de gente
indefeza, o fuzilamento em massa dos prisio-
neiros. .
Agora mesmo ao tomar as ultimas posieoes,
Lpez en um incentivo para os adiados, a espe-
ranca de libertar centos de pri;!ioneiros, soldados,
offieiaes e chefes, que o exercito paragi ayo tivera
occasiao de tomar no decurso da guerra.
Onde estao ellesfn perguntou-se aos paraguayos
que se renderam, e elles responderam.All
All, era o eemiterio.
E sao as vatas en que empilhados, mutilados,
ns, impossiveis de distinguir, jaziam os cadavnv-
de 400 prisioneiros mortos de fomc e miseria, ou
fuzilados depois de soffrerem os mais alroxes mar-
tyrios. Foi assim qne o exercito Porque eonseni que wbre informacoes vagas
de eorresiiondentn preconeeituados *e calumnie a
es. truir na America- d Sul o nano das reaee>es,da
federacoes contra a liberdade do Prata?
Aguardando que faite quem deve fallar n'om
caso t5o grave-, nos, como braseiro, e a titulo de
amigo do martfuez de Casias, e nao menos amigo
do seu exercito, eunqoe se actnm tancas pessoas
que nos sao mai aras, trazenm mprensa este
protesto contra o preteaso saqoe de Assump-
cao.
Portanto na urna potemiea me nceta-
mos.
Se assim fizessemo, imiito teriaane que dizer
Tribuna a respeito das sin obsemroes de anle-
hontem.
Moslrariamos ao Nacional qne o e*ercte> fcrasi-
leiio nao aceita, como modelo de discipliiw e mo-
ralidade, ao cxercilo de Itogkuerra na f"hina t na
Abyssinia, e netn tambem ao exercito argentino dos
Andes. Ao exercito braseiro bata carao medeio, o
seu passado.
Ao Standard Jiria que peesml levantar al-
tura de um ctiwfs belli urna travessunt de guar-
da-marinbas, ainda mesmo deslhjunndo-a, romo
elle fez.
Nao : o exercito braseiro, que por toda a par-
te onde appareeeu, se mostra nobre, dosinteressa-
do, semeando ouro comtanto que se aceitera seus
mesmos servici*, nao necessilava dos pobres mo-
vis das carcomidas moradias (raguayas, nem do
seu tabaco baiorento, nem de surroes de mate ti-
rados das latrinas.
A ofllcialidade desse exercito, em que tantos e
mni jovens millonarios, indignada repelle a man-
coininunaeo nos abusos; e pelo que toca ao mar;
quez de Caxias, a tolerancia que se lhe attribue,
um verdadeiro insulto.
E nao terminemos sem urna observaeao mni par-
ticular.
Aeonselha-sc ao governo argentino que mande
um commissario a fiscalisar acerca do saque de
Assumpeo, e diz se que o governo oriental j no-
ineou mu seu.
Pensamos nos que no dstincto general Emilio
Mitre tinha a confederacao um digno represenUmte
de seus direitos, assim como a repblica oriental o
tinha no valente general Castro.
Durando anda a guerra, c em meo de um exer-
cito em operar/es, nao sao admissiveis outra elas-
se de representantes, e eremos quo o marquez de
Caxias obrar bem era nao enxergar era taes acoin-
missarios seno curie-sos sem carcter nem repre-
>eillaran alguiua.
Isso de por censores ou commissarios junto aos
generaes era chele, era bom para os desvarios da
convencao franceza. De seu paiz o marquez de
Caxias nao os-admittria; e como os aceitara do
outro governo ?
tempo da impreusa do Prata dar consclhos s-
aceitar urna guerra to infundada e gratuita; que ros a seus governos, e nao arrasta-los puerilida-
DESPAC110S DA PBBSIDENCIA DO DIA 15 DE FEVEREIRO
r DE 1869.
Antonio Valeriano dos Santos Neves.Conce-
da-se a permissao requerida.
Vigario Agostnho de Godoy c Vasconcellos.
Cumpra-se e regisire-se.
Antonio Gomes dos Santos.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Candido Valeriano da Silva Freir.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Candido Emigdo Percira Lebo.=lnfortne o Sr.
engenheiro chefe da repartic^iio das obras publi-
cas.
Empreiteros dos trlhos urbanos.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Flavio Ferreira Cato.Informe com urgencia
o Sr. inspector da thesouraria provincial, ouvindo
o parecer fiscal.
Furtuoso Martins Gomes.Drja-se ao chefe da
reparticao das obras publieas.
Francisco de Paula do Reg Barros.Informe o
Sr. director damstruccao publica, ouvindo o rege-
dor do Gvmnasio.
Flix Jos da Silva Gomes.Selle o requeri-
mento.
Dr. Gabriel Alcibiades Raposo da CmaraConce-
do a rescisao pedida. ..
Herminia Jannaria Tenorio Colbo.Dinja-se
ao Sr. desembargador provedor da Santa Casa de
Misericordia era sessao da junta.
JuliaSenhorinhadeS OhveinAprsente docu-
mentos que provem a sua falta de recursos.
Josepha das Neves.Prove eom os doeumentos
necessarios que o menor de que trata orpao, e
que a supphcante pobre.
Jos Alexandre Ribeiro.Ao Sr. inspector da
tiiesouraria provincial, para informar ouvindo o
parecer d. Dr. procurador fiscal.
Jos Vicente Godinbo.Ao 8r. major director do
arsenal de-guerra para examinar minuciosamente
toda esta questao, e informar sobre ella com o seu
parecer circumstaneiado.
Joao Hypolitode Meira Lima.A' vista das aovas
informaces das repartieoes competooar*, susten-
tando o despacho desta presidencia de tt de julho
de 1867, ndero a prettn$ftodo sufalUaate.
de Vlleta o exercito braseiro, e seu digno gene-
ral em chefe, era tao gloriosa que fez emudeccr
aos mais emperrados anti-brasileiros.
Por sua vez, os homens impareiacs e sobretndo
os escriptoros conscienciosos, ahi tiveram assuinpto
para eloquentes dissertacoes. I
Ahi se vio um exercito, passando trnta horas
sem comer nem descansar, comba ter sem atoar,
e oppondo filenas de soldados bateras de ca-
nhoes, anniquilar dentro de seus fortes reductos
um exercito inimigo, que nao lhe era muito infe-
rior em numero.
Ah se vio urna ofllcialidade intelligente, patrio-
tica, lillia das primeiras familias do seu paiz, dei-
xar nos campos de batalha trezeutas victimas, ou
moras ou feridas.
Ahi se vio de onze coronis que entraran na pe-
leja, ficarem oito fra de combate.
Ahi tambem se vio que os dous generaes de cor-
pos do exercito, Ozorio e Argollo sahiram ferdos
gravemente.
Emtlm, ahi se vio o general em chefe, anciaode
85 annos de idade, lancar-se de espada em punho
no mais encarnicado da peleja; e passando por so-
bre os cadveres de seus subalternos mais.queri-
dos e de seus sobrinhes, a quem ama va teruamen-
te, ir vingar as mortes delles com victorias suc-
cessivas, at poder dizer a o exercito paraguayo
j nao existe mais.
Pois bem, de tudo isso, dessa to grandiosa epo-
pea, somente se fizeram narracCes desboladas, e
tanto que por ellas nj se faria no resto do mundo
nenhuma idea approximada do que foi essa luta
de gigantes.
Isso quanto ao exer.'ito todo; que pelo que toca
ao Ilustre general em chefe, o seu nome foi sup-
priinido em quasi todas essas narracm '
Nao se estranharia de correspondentes, que es-
crevessem debaixo de provencocs conhecidas e con-
fesas.
Porm a imprensa argentina, que conta tantos
varees de coracao abalisado, tambem foi tibia e
concisa em suas apreciacoes. Exceptuando-se al-
gum ligeiro comentario, que disse ella de propor-
cionado magnitude ;le taes successos, e das suas
eonsequencias neste continente ? A notoriodade pu-
blica que responda a isso.
Porm, ahi que vagamente se diz haverem as
tropas hraseiras pratieado abHsos em Assumpgo,
c tanto bastou para se levantar urna verdadeira
algazarra na imprensa argentina. Nao um dia-
rio de criterio incerto, uem os orgos somente de
um partido poltico, systeinaticamente hostil ao Bra-
sil, sao todos, ou quisi todos, variando somonte
na violencia da lingu;tgem.
Vejamos em primeiro lugar os fuadamontos do
facto:
Por em quanto o qie achamos de mais preciso
sao duas correspondencias publicadas na Tribuna
de 19.
0 primeiro desses correspondentes eomeca di-
zendo:
lh|pinuto tempo que nao lhe escrevo... >
Q(|ef isto dizer que, assistindo esse correspon-
dente luta homrica do que ha ponco demos bre-
vissima idea, emudecia. t
Assstindo tambem resistencia, por certo he-
roica dos jtaraguayos. emudecia.
Vendo assim renovada em nossos dias a I tita dos
romanos e sieaajbros, esse escriptor uunbein emuv
deca.
Emudecia igualmente vendo as conseqoenoiaf
poliUcas e moraes da queda de orna tyrannia se-
cular.
Emudecia emfim vjndo que. pela fruncir tve
as nardos do Prata, os principios liberaos a a idea
do progresso tlnham garantido seu futuro.
So recobra esse escriptor a voz parafdizer que
algumas casas de Assumpco foram abenas, e db
alguns movis utilisaram-se os offieiaes. .De
certo, com tal teeido nao se formara os Cios Sa-
lustios: quando milo parodiam-se os Jeremas.
0 outto correspondente AiWibuna diz ais, as-
segorando factos em que foi autor no sentido de
reprimil-os, mas obetlecendo, talvez sem:psisal-o,
voz da conscienria, attribue tamben aos a^gre-
gados do exercito braseiro grande parte dos abu-
sos ; e dos destroeos nas casas, reconheee que al-
guns podem ter sido platicados pelos paraguavos
que haviam lieado em Assumpco.
Sobre a natureza d abusos resumem-se elWs
aesim.
Foram abenas as casas que estavam ferHajfcs:
dos seus movis Utisani-se as tropas -tonvileraai
inclusive os offieiaes, e muitos artigos como taiuq
era ate oram arrebatados.
a manteve tao dura e terrivelmeiite; que receben
como bilhete de despedida de Lpez o assassinato
de 400 compatriotas, amigos, irmos de armas, esse
exercito, ainda dominado pelo ardor de urna luta
de morte, levando no coracao o mais legitimo ran-
cor contra (t que Lope/, e vera de Lpez; res-
ponssbilisando tambem todo paraguay > (porque
nao dizer a verdade?) por ter sido voluntario, dcil
c at officioso instrumento das iniquidades de seu
governo, entrn na capital inimiga.
Encontra ahi as casas de Lpez, de seus amigos
e sustentadores, as quaes sao, como se sabe, a
principaes da Assumpco; encontra outras embar-
gadas por Lpez; mais outras com sellos postos
por ordem de Lpez. Pois bem! Esse exercito
devia passar de largo, talvez fazer eontireneia, e ir
acampar nas abrasadoras praias ou nos slvados
que rodeio a capital paraguaya.
Seus dejmsitos, seus doentes e ferdos devia dei-
xa-los succunihir sem abrigo.
Tal nao se fez; pan alojar-se em casas que,
embora desertas estaram fechadas, fiu de mister
abr-las... horror! era una devastaco.
Os offieiaes serv.iin-se das cadeiras e mesas, os
feridos das camas que encontravam----atrocida-
de! era um saque.
Lpez, tinha, o que notorio, o monopolio do
fumo e mate; seus depsitos estavam atulhados;
vio-se em inaos de um soldado um rolo de fu-
rao. Selvajaria! ecusa de fazer estremecer a hu-
manidade.
Eis em resumo o carcter dos factos (admittida a
hypothese que estauelecemos) e tal a nreeiafb
que delles se tem feito.
Escandalism-se e horrorisam-se os escriptores,
que se tem conta de sensatos, ao ver que tropas
caneadas por tres annos de durissima guerra, dizi-
madas pf los combates o ameaeadas de novas epi-
demias, abrigam-sc em casas desertas, itilsam-se
momentneamente de movis que alli encontrara;
esses escriptores estao em seu direito.
A sensibildade, a impressionabilidade de certos
homens como o pudor de certas donzellas, toca a
rebate pelo nemor aggravo, grita e pode soccqrro
contra a raais leve offensa..... de ceos olfen-
sores.
Repetimos que estao no seu direito; mas nao o
estao em sacar d'ahi deduccoes injuriosas para um
des inconvenientes.
Essa hecatombe de otenta rail vidas, que os
campos paraguayos presenciaran), tanta riqueza
desbaratada,tanto luto c sepulturas.as lagrimas que
nao se enxngarao nunca, tudo sso dina em anos
brados imprensa desses paizes, como a do impe-
rio, quaes os seus deveres, para que entre os po-
vos visinhos haja concordia de governo governo
e at onde fdr possivel, sympathias de brasileiros,
argentinos e orientaos, c viee-versa.
Aqu terminaremos, c ser declarado que, sendo
tambem periodistas em nosso paiz, e dirigindo-nos
a muitos periodistas argentinos, entendemos que
nao deviamos guardar o anonymo, que sempre
menos certo.
Buenos-Ayrcs, 21 de Janeiro de 1869.Jos Can-
dido Gomes.
-
PERNAMBUCO.
paiz digno b altamente representado em um exer-
cito, que poder apresentar-se a todos o exercitos
do mundo.
Assstindo at aqui, como hypothese, que fosse
certo o que se dizia, isto terem-se as tropas bra-
sileas apoderado, em sua gana das casas da As-
surap^ao e do que nellas se aehava; mostramos
que, ainda que assim tivesse acontecido, nada ha-
veria que justifieasse asdeelamacdes da imprensa :
porm agora negamos um semelhante facto, e te-
mos prova para tal dizer assim.
Antes do marquea de Caxias entrar era Assnmp-
So, mandou o coronel Hermes da Fonseca, para
que impedisse qualquer abuso da soldadesca e para
se prepararen! alojamentos para hospitajs, depsi-
tos etc
Alguns marinheiros da esquadra, que, chegando
antes, tinham apanhadoobjeclos adiados nas casas,
foram presos.
Entrando depois o resto do exercito, cada briga-
da, corpo ou companhia oceupou o aloja ment que
lhe foi destinado.
Expediram-se ordens mni severas eontra o fur-
to, ou destru cao da proprie.lade alheia ; e, se era
possivel evitar que n'um exercRo de 23,000 ho-
mens, espalhados n'uina cidade sem habitantes,
houvessc abusos daquella especie, esses eram e sao
fortemente reprimidos.
Te-lo-hiamos assegurado, mesmo antes de o ter-
mos sabido, pois conheceraos o marquez de Caxias
desde muitos annos. America do Rui, n8o tem nem
nunca teve um militar mais diseiplinador, e ao
mesmo tempo um cabo de gnerra mais culto e ge-
neroso, e por isso devia prever-se que havia do
fazer o que acabou de fazer.
Tem-se dado abusos na Assumpco, mas no se
deveria esquecer que, eomo excrecencia do exer-
cito, vao quinze mil individuos de vintf naciona-
lidades diversas, e, se entre elles ha effectivamen-
Ue gente honrada e loboriosa. ha tambem urna outra
gente, que, como praga de gafanhotos, devasta o
iiue encontra no cammho. sem haver outro modo de
reprirai-la, seno expfilsa-to.
0> marquez de Caxias ja assim praticoa em reta-
cao pan com o seu asercito; mas te*e que tole-
rar semelhante gente jdto do rate) argen-
tina
Nossas cartas., as de nossos amigos referem os
factos, como acabamos de ihdica-te; s outras ha
em sentido, osrttmrio, se/sobivtudo,ha eomntaM-
'caeoes offlciae^pdequasBnao publicara?
REVISTA DIARIA.
ACTO OFFICIiVL.Por portara da presidencia,
foi designado b professor Ezequiel Franco de S
para servir de secretario da Escola Normal.
ELEtCOES.Temos o resultado das seguinttjs
freguezias :
2 DiSTmrro.
guarass.
Eleitores para senador.
Barao do Rio Formoso.
Dr. Antonio Tristo de Serpa Brando.
Dr. Joo Carlos Augusto Cavalcant Vellez.
Manoel Francisco de Souza Leao.
Francisco Cavalcant Jayme Galvo.
Joao Carneiro Leito de Mello.
Fraqcisco Xavier de Andradc Jnior.
Joao Francisco do Amaral.
Joao Dourado Pereira de Azevedo.
Pedro Jos Montenegro.
Francisco Joaquim Cavalcant Galvo.
Francisco Cesario de Mello Jnior.
Joo Dourado da Cunha Azevedo.
Manoel do Reg e Albuqnerqiie.
Padre Trajano Estevo da Providencia.
Padre Manoel Ignacio Bezerra do Amaral.
Joaquim Pires Campello.
Jos Joaquim Barbosa.
Antonio da Cunha Vieira de Moraes.
Joo Luiz Antonio da Sirva.
Jos Ignacio da Fonseca e Silva.
Brasiliano Rodrigues Campello.
Francisco Cockles Texeira d'Araujo c Silva.
Joo Bapnsta Teixeira Cavalcanti.
Roberto Gomes de Fraga.
Joo Severiano Mendes d'Azevedo.
Padre Jos Bezerra da Silva Villares.
Ismael Gaudencio FurUido de Mendonca.
Jeronymo Leito da Costa Machado.
Padre Joaquim Jos Lobo d'Albertin.
Bernardino de Senna Salir--.
Joo Vieira de Fnga.
Antonio Joaquim da FonScca Galvo.
Francisco Xavier Cavalcanti.
Antonio Joaquim da Fonseca Galvo Jnior.
Jos Vieira de Praga.
Joaquim Francisco de Mello Ca.
Manoel Joaquim da Fonseca Galvo.
Roberto Gomes de Praga Jnior.
Licirio Antonio Carneiro da Silva.
Estevo Francisco Pessoa.
Pedro Antonio Alves Machado.
Laurentino Dourado de Azevado.
Ruliniano Barbosa da Silva.
Prancelino da R cha Lima.
Manoel da Costa Carneiro da Cunha.
Luiz da Cunha do Amaral.
Manoel Ignacio da Luz.
Vicente Juamilm de Caldas Brandao.
Joao Sotero uc Almeida.
Antonio Benlo de Araujo.
Joaquim Mauricio Tavares Barros.
Jos Januario Dourado.
Franciseo Leito da Costa Machado.
Antonio Martins do Couto Viamia.
Manoel Antonio Ferreira.
Joo Luiz d'lmeida Lima.
Eleitores pan deputados.
Bar do Rio Portrloso.
Dr. Antonio Tristo de Serpa Brandao.
Dr. Joao Carlos Augusto Cavalcanti Vellez.
Joao Francisco do.Ajnaral.
Francisco Cavalcanti Jayme Galvo.
Francisco Xavier de Anurade Jnior.
Joo Carneiro. Leito. de Mello.
Joo Dourado Pereira de Azevedo.
Pedro Jos Montenegro.
Francisco Joaquim Cavalcant Salvan.
Francisco Cesario de Sello .rumor.
Joao Dourado da Cunha- Aaevcdo-,
Manoel db Reg e AJhut|Derque.
Padre f najano Bajeras >h Provideapfa.
Padre Manoel Ignacio Beaerra do AmaraL
Jos Joaquim- Barbosa.
Antonio a Cunha Vieira db Morae?.
Joo Uiiz iSMonio da Silva
Jost Ignacjn-da Fonseca e SilVa.
Brailiano R)di Francisco Coekles,'RMxeira d'Araujo o Silva.
Anfamio Jiiaqntni- da FonsecatSalvSo.
Ruitcrto Gome de Praga. '
*|iiini Pires lampallo. J
Mu Severiano Mendes de Azewlo.
fttmardino de Sena Safck;, ,
Jww> Viera de Fraga. .
Joao Baptista Teiw#avalcant#.1|
Fraaciscu de Pauk&Gavalrante.
Padre Jos Bezerra da Silva Vilimwj
Padre Joaquim J,? Lobo d'Alberda.
Josa Vieira de Fraga.
Jeroaymo Leito da ("iwta Machado.
Ismael Gaudencio Furtado de Mendbnea;
Antonio Martes do Couto Vianna.
Francisco Xavier Cavaieanti.
Roberto Gomes de Fraga Jnior.
Ctaudlno de Mcnezes Vasconcellos de-Dftunmomk
Jos Januario Dourado.
Joaquim Francisco de Mello Ca.
Francisco de Hollanda Cavalcanti.
Franciseo Leito da Costa Machado.
Pedro Correa de Amnrim.
Antonio Fnincisco Furtado de Mendonca.
Jos Ignacio Ovidio.
Ignacio Marcolino Bezerra do Amaral.
Vicente Joaquim de Caldas Brando.
Antonio Joaquim da Fonseca Calvan Jnior.
Manoel Alves Bezerra Catrt.
Manoel Jos Pereira de Moraes.
Joo Barreiro Rangel.
Estevo Evangelista Lucas.
Benedicto Manoel do Rosario.
Emilio de Souza Costa.
Luiz Francisco Muniz.
Andr Cavalcanti d'Albnquerquc.
Joo Luiz de Almeida Ribeiro.
/fmfir Eleitores para senador.
Francisco Cordeiro Cavalcanti.
Franciseo Rapozo da Cunha Rogo.
Rcajerto Brasiliano de Mnura FalcSo.
Aristides Honorio Bezerra de Mcnezes-.
Joaquim Branco da Assumpco Pires.
Manoel Lopes de Albuquerque.
Pedro de Alcntara Cordeiro-
Francisco Cordeiro Marinho Falco.
Herminio Marques Ferreira
Cosme Joaquim da Fonseca Galvo.
Fortunato Vieira da Silva.
Francisco de Paula Pinto.
Laurino Gomes Vidal.
Trajano Barbosa do Valle.
Justino Alves Pereira.
Jos Barbosa do Valle.
Francisco Marinho Falco.
Antonio Ferreira Guedes Sdroniu. >
Andr Alves da Mulla.
Joo Vicente Guedes Pacheco.
Regenerado de Brito B. de Menezes.
Eleitores para deputados.
Francisco Cordeiro Cavalcanti.^,
Francisco Rapozo da Cunha Reg.
Rogerio Brasiliano de Moma Falco.
Aristides Honorio Bezerra de Menezes.
Joaquim Branco d'Assumpco Pires. *
Luiz Cordeiro Cavalcanti."
Manoel Cordeiro (Cavalcanti Ari.
Jos Alves Pragana Guabiraba.
Joo Cordeiro Falco. I
Padre Ignacio Bezerra de Menezes.
Padre Joo Vicente dueles Pacheco.
Fortunato David Amador de Oliveira.
Possidonio da Rocha'Pereira.
Claudio Jos de Santa Anua
Florentino Lobo de Miranda.
Regenerado de Brito Bezerra de Meneos.
Rogerio Victor de Camino.
Manoel Thom Ribeiro de Souza.
Francisco Joo do Pilar.
Manoel da Cunha R-'go.
Severiano Cesar Correa Berenguer.
S. LOURENCO.Esercvem-nos dessa localidade
a 12 c 14 do corrente :
Agora que, gracas a solicitude do Exm. presi-
dente da provincia, temos communicacao para ahi
por meio de ura grande bote, que no Caxang' da
passageni a aquelles que pretendem transpor o
temivel Capibaribe ; vou dar-Uies noticias desta
freguezia.
t No domingo (7) s 9 horas da noile, o muito
digno subdelegado Bernardino de Miranda e Albu-
querque, queja nao tinha podido chegar ao eng-
nho por causa da cchente, e que achava-sc era
casa do Dr. Paes Barrete, entendeu conveniente
de conjinaco com este, com o Dr. Francisco Joo
e o alferes Jos Antonio de Oliveira, prevenir, co-
mo de facto preveniram aos habitantes da margeiu
do Capibaribe para que 'tomasseiu tono o cuidado.
Infelizmente porm assim nao acontecen, por que
s 2 horas da manha alguns achavam-se cerca-
dos d'agua e pediam soccorro.
t Nesta occasiao, nao obstante a muita chuva
e a escurido que reinava, os Drs. Paes Barreto e
Francisco Joo, o subdelegado e o alferes Oliveira
descerara do alto da povoacao para a ra de bai-
lo, e com alguns moradores tralavam de soccorcer
aos que prerisavam de auxilio, c que em gritos pe-
diam soccorro.
Felizmente foram todos altondidos, tendo eor-
rido maior porigo a Sra. D. Catliarna, que com
sua familia fui transportada ein hombro, j coiu
seis palmos d'agua em sua habitaco.
Torna-se ainda mais louvavel o procedimento
desses senhores pelas difflculdadcs com que luta-
ram, devidas a chnvosa o escura noite acompa-
nhada de forte ventana ; sem embargo do que.
conservaram-seein tao penivel trabalho at as 6
horas da manha, quando retiraram-se, deixaodo to-
da a povoacao em paz, e lendo prestado soccorro>
Mananos a alguns moradores que haviam perdi-
i) suas casas.
c Eu que fui testeraunha do que tira dito, nao
posso deixar de louvafto caritativo procedimento.
< Agora passarei a expor os prejuuos de algn-
engenhos, cujas obras o jitantacoes fieavam a mar>
gem do valente rio.
> D'entre os engonhos, com queja temos eoni-
muoicaejao, sabemos que o General foi que mai
soffreu, scguindo-se-lhe Tiuma, Constantino, Pe-
nedo de Cima edous do Exm. vsconde de Suas-
suna. y
Soul)cn)os agora ser falso o ter soffrido a pon-
te de S. Joao.
c O engenlio deste, nome perdeu a casa de ba-
gaco e soffreu outros pequeos prejnizos.
Se forraos sabendo de mais algumas noticia-
que valham apenas, lhe communicare.
14.Nada mus tem oceprrido, a nm ser a al-
ternativa do rio que continua, on mai* ora menos
cheio; hoje amanheoeu com mais cinco paJno-
d'gua de altura, devdo sem duvida muita ehu-
va que tem cabido nestes ltimos dias.
o J tempo do governo tratar de evitar as
desgrcas resultantes das nnundacSes, dando mais
urna ou duas sabidas as aguas do Capibaribe sem
qne para isso sejam precisas grandes despezas. >?
PAO D'ALHO.-Escrevem-nos as segurntes 1-
nhas sobre a enchente do Capibaribe a'aquella lo-
calidade.

f
I
I
DATA INCORRETA


2 J68I 30 Mlfllf*^ 30 \\ fcflIBl ATflAVfH0 de ^"^1> <%*da feira 17 de Fevereir* de 1869.
" .. -. ________________________________________________
Jn .VJI OHIl
A enrhentc drtCapibarbr,iHie.ohegu aqu
no domingo (7) pela madruga,;foi:'ai iac>f, de
que ha noticia.
O^Wjilna hora da tarde d'aqudlte dia'as aguas
ereMMMni pouca violencia, asTesta tora em
dianjKR|tttoinou proporeoes aMtiadoras, en-
O poVa" que principio ohsarYva. com satis-
fazlo o cresemeiito das aguas, lepis .amedeonta-
do corra pelas mas da villa saWawA) a casto o
qne lhe pertencia, As cinco htarfs ttjara&jteueol
mais ou iiieai>s, jlod as ca|ps Uatf^a.dojltayba
tinham sido nMkias pelas alnas. =3
N'essa ru^^ue em IWi a che*, pernios es-
tragos oceasigaw.i.apenasfluas (H/fluc! llcam
situadas as fnMas de urna nwiiunha, hlj.wram
de ser comptatantotc arruinadas .petas usufcs, que
m sua earrcita,i|)pftuosa IcTavam Oirojo ludo
que llies omh*iguroa ivsfctenua.
< A rtuta Matizo la>^ depara.* rio,
cahio qu.iw toda, -e.ji oppost mai*Be
ram deterioradas, .a,f>onto de ser impossivel-fazer-
sen'ellas qualquer-concert.
As seis horas ida'tarde esteva j* aguas, gmasi
4io nivel da calcada da igruja matriz.
m N'essa occasiao entendeu o Hwa. 'Vigaiicque
desvia conduzir oftacnunento para a jgreja ile'Sos-
aa Senhora do Liviamento, o que fez an.a florida
soJemnidadc. sendo acoinpanhado por todo o;pevo
da villa, que em altas-votes pedia mweniconlia.
o Subiram as aguas anda uin pouee, mas como
raa apenas as solejras de suas portas.
Eram dez horas danoite quando o rio come-
i'ou a vasar com grande icapidez.
* u Opovo (|ue so achava quasi todo reunido no
pateo da Feira, lugar mais alto da villa, a pojL-as-
sim dizerooompanhando a agnas em procura de
suas habitacoes.
Anda boje o ro no est em seu leito natural
com grande encommodo pura os habitantes da
margem opposta em que est situada a villa, pela
ifcnidade de transporte.
Era bom qne a cmara .municipal d'aqui ou a
reparco das obras -pallucas procurasse quanto
antes facilitar por meio de jangadas a passagem ;
porque de outra orle por essea tres ou qnatro
iuezesteremos os gneros alimenticios por um pre-
50 exorbitante, \1sto a quasi imposaibilidade de sua
condcelo para a villa.
< Lembramos tamban a autoridad competente
que d providencias no sentido ile se destribuir pe-
los pobres, que flearam sera 0 mnimo recurso, al-
guns mantimentos e roopa.
Emlim Pao d'Alho est em to Misero estado,
que os magistrados, e grande namero de familias
estam sem casa para habitar por agora, *om bem
poucas esperanzas do que se reedifiquein as des-
truidas pela cheia. >
SAQUE DE ASSUMPCO. Sob a rubrica Ex-
terior, transcrevemos hoje o artigo que sob este
titulo pWieou em Buenos-Ayrcs o Sr. Jos Candi-
do Gomes, e para o qual chamamos a attencao dos
nossos letores.
PHAROL DO CABO DE GRISNER. No dia
15dcjaneroopharolde |." classc do Cabo Gris-
ner (Paso de Calais) ser allumiado por meio de
luz elctrica. A luz contauar a ser de eclipses
que se sucredero de 30 em 30 segundos, sendo,
porm de maior durarlo que o antigo, e sohrc-
tudo d>: maior iatensidde. Urna luz Uxa e de pe-
queo alcance ha de apparecer durante o interval-
lo dos eclipses, para que os navegantes nao per-
ram de vista o pharof, logo que se approximarem
da costa. Em caso de desarranjo no apparelho
elctrico, o amigo, que ser conservado, dever
logo funecionar.
BEZERROS. Dizem-nos desla localidade que
o acude fui desmoronado pela ultima cheia.
REGENTE DE ORCHESTRA Por acto do dig-
no emprezario do Theatro de Santa Isabel oSr. An-
tonio Jos Duarte Coimbra,'fo incumbido da re-
gencia da respectiva orchestra o nosso comprovin-
ciano o Sr. Jos Coclho Barbosa, rujo mrito ar-
tstico bem conhecido e apreciado, nao s nesta
provincia, bem como as do norte e sul do impe-
rio ate o Rio de Janeiro, d'onde ha ponco chegou.
Na qnaldade de cantor esse nosso dstinctocom-
provinciano -_ recebeu na corte as mais vivas de;
nionstracocs do sympathia c applausos, de que
dignamente merecedor.
Bem merece" o Sr. Coimbra porto bella acqui-
>icao. que nao deslustrando o mrito artstico o
apurado gosto do antecessor do nosso comprovin-
ciano, offerece ao publico desta cidade occasiao
npporiuna de apreciar mais extensamente o meri-
10 do Sr. Josc Coclho Barbosa.
SENISTRO. O capitao da barca ngleza Ca-
rioca, chegada hontem a nosso porto, informa que
no canal, no da i. do corrente, fora avisado pelo
piloto que um navio pelo mo tempo que entap
faza, se acliava multo perto da barca a antes de
ler tempo de prevenir qualquer encontr, viera
chocar-se, quebrndoos gurups da Carioca c fa-
zendo-a perder ludo quanto sobre o convez vinha,
;din de graves dainos causados ao casco; re-
CflBflKItAJaiURM.
ACTA H\ SESSAO ADHINHIRATIVA K E
FEVEREIRO DE 1869.
PVMH)ESCIA 'DO BKM. Stt DfiSV.UARGADM AXSLMO
rBAMCisco Hirerri.
iM^oras dananha, reanidos osSr.dojiu- Iioioriio'Gonisves Votreira cseS
ta*oslKsa, Mirana Leal e baao do Cruagy, f;u- Antonio Alvej Barbosa.
taado on causa o Sr. depuUdo Basto, S. E%c. o
Sr. TTresidwte delrou berta. k So. M
Lula, foi apprwada.**;ta dasessao aMeae-
deate.
OllictaJo adminvtr;utar |do iconsulado f*'in-
l, de 12 do HMnte, Uisfaajindb a refolB^o
VK se fe li?.'taar offle de li.Accumi afta-
deermlo.-icstilv^ que a -searelaria voriWsse
em pi-esaKa do tejfcio de Janj do en)e 4* lei-
les JoAlf doro Bfcrtine, e a.fteclara.;ao o rou-
edey ^a-'- snto''" icide a dik4ound? -A. .JaV-
^^Offlea do presante interino e secretario da
junto Awarretores, -com dato-He 13, d^ndoha-
ver a jtuta uraprda o que so lhe djtomdoJTim
olllco ie ILInteirado. *' a
Offieio dos mesraos fiinccionafos, com data de
hoje, enado o boktim commeneal da semana
prxima paesada.Ao archivo.
Aos Sre. deputados furam distilbBdos os livros:
Copiador de Joaquira filverio de Souza & C.
Diario de Ferreira Lima & C.--Pratocollo do cor-
rotor Franeiseo Jos Silwra. '!'
0 Sr. secretario assignot 2 oHicies dirigidos ao
secretario do tribunal do comniorcto da Baha e
ao gerente da Companhia Pcrnanibucaoa.
MWMHOSi
Requerimento de> Joao da Silva Faria & Irmo,
para se Ihes mandar registrar a noineacao de seu
aixero Francisco Xavier da Silva iGoiinaries.
Como requer.
Dito de Jos Luiz Goncalvct Ferreira C, para
negstrar-so-lhes a de se'u eaixeiro Francisco Jos
de Souza.Registre-se;
Dito de Antonio Lourenco Texeira Marques e
Joao Mara da Silva, para se Ibes darcertkao do
tlwor do contrato social que eelehraram coi Ma-
qoel Monteiro da Cunha.Como requer.
Do de Francisco Texeira Barbota Custodio
de Pnho Porto, registro de seu contrato social.
Visto no Sr. desembargador fiscal.
Dito de Henr\- Forster & C, registro de duas
procuraes bastantes, que juntom.Como re-
querem.
Dito do corrector gcral Bernai dio de Vascon-
cellos, apresentondo o termo pelo qnal substituto
a prmera testemunha abonadora de sua flanea
pelo commercianto Joo Jos Rodrigues Mendes.
Como requer, levantando-se a suspenso determi-
nada no dia 11 do eorrente, expedndo-se portara
nesto sentido, e offieio ajuntacommunicando ole-
vantomento da suspensa.
Duvida apresentoda pelo Dr. ofllcial-maior sobre
a expedicao do registro do rigue Alberto.Proco-
de a duvida, cumprindo que os supplicantes satis-
farn! as exigencias delta, nao Ihes sendo por ora
entregue a carta.
Requerimentos adiados :
De Alvaro Paulo Noblatn, lugar de nvaliador do
commercio.
De Jos Mara Sove. dem, dem.
De Jos Antonio Gomes Jnior, dem, dem.
De Jos Mendes de Freitas, procurador da com-
panhia de seguros Feliz Lembranca.Continan)
adiados.
Com nformaco do Sr. desembargador fiscal :
De Antonio Jos Moreira Pontes e Jos Goneal-
ves Lourenco, contrato de sociedade sob a firma de
Moreira & Gonra I ves.Registre-se,
De Jos Domingos de Sampaio e Emilio Perera
de Abreu, distrato da llrma social de Sampaio &
Abreu.Registre-se.
O Sr. deputado Rosa propoz que ficasse sem
effeito a suspensao imposto na sessao de H do cor-
rente ao corrector geral Francisco Jos Silveira,
por quanto prestando a devida attenrad ao dspos-
to no art. 41 do cdigo commerrial, entenda que
o fiador do mesmo corrector nao estova incluido
nos casos especificados no referido artigo.Posto
em diseussao, depois de algumas^explicacoes dadas
pelo Exm. Sr. presidente, esclarecendo o referido
artigo, nao foi approvada, votando contra o levan-
tomento da suspensao o Exm. Sr. presidente e os
Srs. deputaJos Miranda Leal c bao de Cruaugy,
brando porm o mesmo Exm. Sr. presidente auto-
risado a levantar a suspensao se no intervallo des-
ta sessao vlndoura o mesmo corrector substituir
o fiador.
Dada a hora (11 1/2), o Exm. Sr. presidente en-
cerrou a sessao.
Bvisito dojjury do ftefe
ia 11 de Janeiro
|iM Itacife.
Antonio Jos Silva do Brasil.
Antonio Huliio ilo Andrade Luna.
# '
Dr. Carolno Francisco de Lima Santosr
Candido Autran da Malla e Albuqueryue.
S. Jn
Pr. (Jandido Al ves Machado. h
[uirystovab Guilhermo Brenkftld.
Caelano da Silveira Amaral.
Boa-Vjsta.
Dr. Caetono Xavier Pereira de Brito.
Corbnano de Aquno Fooceca.
"-rnero riwiii 1>HaTlil i f
rlofrnut'iisto l.insde S<
r. I landwo Jos Calado
S
da ;a-
Aidpnio Hejuigues M.
Aifonio fiHalves
Antonio Jos mti
Augusta Ribolro i
AJeiandre JRof rig
j Aririiiuo ftsssiln de AUAquorqae
-Vntonlo Joaq'iim de *ascoiceHb-
Autontoj^s ifci Costae -
Dr. Antonio Conc.d\iea i-vmin
JJr. AnMnio (^briaiAlcibBB Ranos
inara. *^
*>r. Antonio Kfirr5f)Jn Olveira
Antonio Francisco da Costa Pernambuco.
AJnedo Hftnriquft^arca.r i|fr
Dr. Alfredo Alfonso Ferreira.
Dr. Antonio Buarque de Macedo Lima
Aulono Luiz dos Santos.
Antonio Augusto Ferreira. -,.T_.-.%,
Tenente-coroiidl Antoaio Francisco,delS)a2aV?-
galhaes. .
Dr. Aatotiio Joaijiiiin Ayres up Nascimento.
Antomo los Duarte. T
Andr .Forren a de Almeida.
Antonio dos Santos Ramos de Olveira.
Antonio Pereira de Faria.
.aetolo Ifcndes da jilv A:
Candido ttiomaz PefeirD
Custodk Moreira Dias.
Candido Jos Ja Silva (iuinaraes.
l'.actaW-a Costalea.
Clirystenfc Santiago de Olvrra.
Caetao d Carvalho Rapozo.
Caetano -ttlintino Galhardo. | L
Dr. Caetano Mara de Faria Neves.
Dr. Cypriano Fenelon Guedcs Alcoforado.
Em quanto os'facloa me nao desilludirern, inn ljrilj ,,._ ,, .. ,
om a actualidad,.. Fique disto serta o Liberal. Sil"* ^ C',UZ"1:' p,apel affan0S de
Sobro ns innmneraveis exemplos, bem conheci-
dos, occorndos aluda neste secnlo, qiiem ignora as
com a actualidade. Piq
para nao se engaar cmico..
Kecife, 15 de fevorelm de 1869.
Manoel d Reg Barros.
Antonio de Souza e Silva.
Dr. Amerieo ?[etto de Mendaoca.
AmelmoJosia Costo.
Dr. Angelo H'.'nrlque da Silva.
Dr. Ayres de Albuquerque Gama.
Dr. Augusto F,Ki'dio do Castro Jnior.
Agostmho Jos! de Olveira.
Antonio Henrk/uu de Miranda.
Antonio Francisco Pereira de Ljra.
Antonio Jos Pereira de Mendooca..__
Dr. Antonio Domingties Pinto.
Antonio Jos Lodrigucs de Souza.
Antonio Bernardo Quinteira
Dr. Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Antonio Jos ce Abreu Rbeiro.
Augusto Palor Cesar.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
Dr. Antonio Jos Alvos Femara.
Dr. Alvaro Carimba Tavrea da Silva.
Dr. Antonio Aunes Jacomo Pires.
Dr. Antonio os da (^osto Ribeiro.
Dr. Antonio d'.lssunmco Cabra!.
Antonio Martin s Seabra Lemos.
Dr. Aurelano Anguslo Pereira do Carvalho.
Dr. Antonio Epiminondasde Mello.
Dr. Ainauco Concuso de Cantalce.
S. Jos.
Antonio Leonardo de Menezos Amorten.
Antonio Joaqum de Olveira Baduem.
Augusto Coclho Leite.
Antonio Goncalves Perera Lima.
Antonio Dias da Silva Cardeal.
Anselmo Jos Piulo de Soma.
Alejandro Corroa da Silva.
Antonio Rodrigues de Albuquerque.
es

ir
Kecile.
Dr. Duarte Estevo de Olveira.
Domingos Soriano Alves da Sirca.
Santo Antonio.
Urtttaajlpro Ulpiano Coelho Catanho.
S. Jos.
Drf Demosthene da Silveira Lol. '
i .1..L n/ Ba-Vsto
Demetrio de Gusmao Coclho.
Domingos Alves Maileus.
Dnamerico do Reg Rangel.
Domingos dos Passos Miranda. *
Domingos das Noves Texeira Bastos.
Daniel Cesar Ramos.
Decio do Aquino Fonseca.
Domingos Aflbaso Nery Ferreira.
Recife.
Eutiquo Mondim Pestaa
Santo Antonio.
Dr. Ernesto de Aquino Fonseca.
Dr. Estevo Cavalcante de Albuquerque.
Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tavaros.
Elias Francisco Mmdello.
Dr. Ezequiel Franco de S.
S.Jos.
Eduardo Frederico Banck.
Boa-Vista
Tenentc Emiliano Ernesto de Melio Tamborira.
Dr. Eduardo de Barros Falcad de Lacerda.
Eduardo Firmino da Silva.
Afogados.
Elias Goncalves Pereira da Cunha.
Vanea.
Egido Carnciro Rodrigues Campello.
Ermclindo Elisio da Silva Cmara.
Recife. '/
Capitao de fragata Francisco Jos de Olveira.
Francisco de Sales de Andrade Luna.
Francisco Jos Jaime Galvao.
Francisco Ignacio de Olveira.
Francisco Joao de Barros Jnior
Francisco Ferreira Borges.
Francisco Vera Perdiga.
Santo Antonio.
sultoudo desse choque reiientina submercao. Subs-
lituindo como pode outros gurups provisorios
pAde demandar o nosso porto, sofirendo continua-
do mo tempo at o dia 13.
ASSASSINATO.No da 11 docorrenle, em tor-
ras do engenho Vertentc do termo de Nazaroth,
fo assassnado por volto de 8 horas da manha,
um individuo, cujo nome se nao declara na commu-.
nieacao oflkial, com um tiro de emboscada. Pro-
cede-se formadlo do corpo de delicto, e trata-
se de descobrir c aprisionar o assassino.
SELECTA BRASILIENSE, Bem merecedor
de bom acolhimento r| o publico, por tratar de cou-
sas patrias, o interessante lvro, que com o titulo
le selecta biusilie.nse acaba de publicar no Rio
de Janeiro o illuslrado Sr. J. M. P. de Vasconcellos,
actual director da aatonofad publica em Santo
I!;: lliai i na.
Na encadernacao Parisiense, a ra do Impera-
dor n. 73. acham-se venda alguna exemplares. a
i000 cada um.
LOTERA.A que se acha a venda a 96"cm
beneficio da greja da Boa-viagem. que corre no
da 26.
PASSAGEIROS.Do vapor brasileiro Pirapama,
sabido para os portos do norte :
Alfredo Affonso Pereira, Joaqum Romli Seabra
de Mello e 1 filho, Adolpho"Eugenio Soarcs, Joa-
quina Mara da Conceico, Alexandro Jos de Lyra,
-\ntonio Jos Fortunato, Joaqum Ignacio Pereira,
Jos Flix da Silveira Varella e 1 escravo, Dr. Ga-
briel Alsides Rapozo da Cmara, 1 irmao e 1 cria-
do, Manoel de Barros Barreto, Vicente Tiburrio
Ferreira de Malangoso, William Riehards, Joaqum
de Mello liego, Manoel Modesto Pereira do Lago,
'fargino Paulino de Carvalho, Jos Alves de Olvei-
ra, Francisco Soares da Silva Retumba, Trajano
remandes de Lima, Luiz Emygdio Rodrigues Vian-
na, Francisco Fernandes Pereira Mendes, Jos Joa-
qum de Souza Carnciro, Joao Perera, Luiz, Jcro-
nymo Amerieo Rapozo da Cmara, Gamillo Norat.
Passageiros do vapor brasileiro Potengi, salu-
do para os portos do sul :
Manoel Xavier de Albuquerque Maranhao, ma-
jor Paulino Salvador da Rosa e Silva, Jos Theo
lulo Theodorie de Castro, padre Jos Francisco
de Olveira Jnior, Eugenio Casado a Cunha Li-
mA, Joo Antonio Machado, fre Viotol Maria de
Pernambuco, Balbno Joaqum Gusmo, Bernardino
de Azevedo Cruz, capitao Rozendo Monteiro Lima,
sua mullier, 1 filha menor e duas criadas, Can-
dido dos Santos Lima. Jos Fernandes Lima, Ma-
noel Candido dos Santos Lima.
CEMITERIO PUBLICO.Obtnario do dia 13 do
rente :
Isabel Mara da Assump;ad, Pernambuco, 60 an-
uos, 8. Jos; cancro.
Jos, Pernambuco, 3 annos, Boa-Visto; vari-
las,
llosa Alexandrina da Graca e Mello, Pernambuco,
35 annos, casada : hcrysipela.
Carlota Maria dos Prazeres Carnciro Leao, Per-
nambuco, 38 annos, casada, Santo Antonio;
gastte chronica.
Maria, Pernambuco, 9 dias. Boa-Vista; espasmo.
Mara Pernambuco, 9 mezes, Recife ; dentincao.
Luiza, Pernambuco, 1 mez, S. Jos ; fraqueza.
Manoel, Pernambuco, 2 dias, S.Jos; Hemor-
rhaga omnel.
Gcminiann. Pernambuco, 13 dias, Santo Antonio;
espasmo.
i* -
Maria, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos; tosse con-
vulsa.
Manoel Jos Soares Avelar, Portugal, 60 annos,
casado, Boa-Vista ; febre alaxica.
Joao Vicente Evangelista, Pernambuco, 28 an-
nos, aolteiro, Boa-Visto; amolecmento cerebral
Manada Costo, frica, 80 annos, soltcra, Boa-
Vista ; apoplexia.
Luza Pereira dos Santos, Pernambuco, 70 annos
soHeira ; grangrena senil. ''
gnez Cypriana da Coneei^ad, Pernambuco 25
annos, soltoira, Boa-Visto; fobre perniciosa.
Mara Bertholeza, Pernatabmo, 14 annos, soltei-
Ya, SJos; gastro entente.
Pedro Jos dos Sansos, Pernambuco, 60 annos
Sumo Antonio; inOammacao.
i i ''
SESSAO JUDICIA1UAEM lo DE FEVEREIRO
DE 1869.
PRESmESaA DO EMX. SK. DESEMBAROADOR A. F. PE-
RF.TTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao meio da declarou-se aberta a sessao, estan-
do reunidos os Srs. desembargadores Silva Gui-
maraes, Res e Silva e Accioli, e os Srs. deputa-
dos Rosa, Miranda Leal e baro de Cruangy, fal-
tando por doente o Sr. Basto.
Lida, foi approvada a acta da precedente ses-
sao.
O cscrvo Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 13 do presente mez sob o n. 1710;
e o cscrvo Alves de Brito a 9 do mesmo mez sob
o n. lfi.l.
accordXos assrjnados. -~
Appellante Francisco Jos de Paiva, appellados
Monteiro 4 Irmo ; appellante D. Maria Cordero,
appellaflo JooTRbolro Pessoa de Lacerda; appel-
lante Jos Cosario de Mello, appellado Joo di Cu-
nta Reis; embargautoFrancisco Goncalves Netto,
embargados os administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C.; embargante Joa--
3uim Luiz Vera, embargados os ditos adminstra-
ores; appellante Francisco Ferreira Novaes, ap-
ellado Joaqun) Jos Pereira da Cunha ; appel-
lante Domingos Ramos de Araujo Pereira, appella-
dos Moeda Mcderos & C.; appellantes os adminis-
tradores da massa fallida de Antonio Jos de Fi-
guciredo, appellado Francisco Jos de Oliveira J-
nior.
JULGAMEKTOS.
Juizo especial do commercio : appellante autor
Antonio Pereira de Faria, appellado reo o curador
fiscal da massa fallida de Joaqum Jos de Arruda.
Juizes os Srs. Gumares, Res o Silva, baro de
Cruangy e Miranda Leal.Annuilou-se 0 pro-
cesso.
Juizo especial do commercio: appellautes reos
Feidel Pinto & C, appellados autores os adminis-
tradores da massa fallida de Amorim, Fragoso,
Santos A CJuizes os Srs. Reis e Silva, Accioli,
baro de Cruangy c Miranda Leal.Confirmou-sc
a sentenca appella'da.
Juizo especial do commercio : appellanles reos
Prente Vianna & C, appellados autores os admi-
nistradores da massa fallida do Amorim, Fragoso,
Santos & CJuizes os Srs. Res e Silva, Accioli,
Miranda Leal e bario da Cruangy.^Confinnou-se
a sentenca appeilada.
Appellante Antonio Perera Lessa, appellados
Moeda, Medeiros & CAdiado na sessao anterior,
adiou-sc a pedido de oulro Sr. deputado.
Por nao estar presente o Sr. Basto nao foram
propostos os feitos entre partes : appellantes os ad-
ministradores da massa fallida de Antonio Jos de
Figueiredo, appeilada D. Paulina reas de Godoy;
appellantes os ditos administradores, appellado An-
tonio Perera de Carvalho; embargantes os admi-
nistradores da massa fallida de Siqaeira & Pereira,
embargado o Dr. Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Santos ; appellantes Guimaraes A Oliveira,
appeilada a directora da caxa filial do banco do
Brasil nesto cidade; appellantes Jounston Pater &
C, appellado FcRx Sauvage; appellante Vicente
Jos de Brite, appellado Francisco da Silva Bezo;
appellante Joo Gasimro da Silva Machado, appel-
lado o bacharel Gaspar, de Menczcs Vasconcellos
Drummond.
PASSAGGU.
Do Sr. desembargador Rois c Silva ao Sr. desem-
bargador Accioli: appellante Theodoro Chrstan-
sen, appellado Francisco Antonio de Albuquerque
Mello.
DSTRIBU1COE.S.
Pela suspecao do Sr. desembargador Silva Gui-
maraes, ao Sr. desembargador Reis e Silva: appel-
lante Adriano Xavier Pereira de Brito, appellados
os administradores da massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Ao Sr. desembargador Accioli: appellante Jos
Rodrigues de Araujo Porto, appellados Izidoro
Bastos & C.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva: appellantes
appellados Jos Maria Goncalves Pereira e outros,
appellante appellado Bellarmino Pinto de Araujo.
ACCRAVO DE INSTRUMENTO.
Juizo municipal e do commercio de Serinhaem :
aggravantes Tasso Irmaos, aggravados os nerdeiros
do padre Paulo Bento Zidaaeo.O Exm. Sr. pre-
sidente den provimento.
Nada mais houve, e encerrou-se a sessao
urna hora e meia da tarde.
Yx^'
Andr de Abr Porto.
Angelo Custodie Rodrigues Fran$a.
Boa-Vista.
Dr. Autonio de Vasconcellos Menezes de Drum-
mond.
Dr. Antonio dos Passos Miranda.
Antonio Jos Gomes.
Dr. Antonio llereulano de Souza Bandeira.
Antonio Carlos do Pinho Borges.
Dr. AprigioJiistnano da Silva Guinures.
Dr. Antonio dos Santos Siqueira Cavalcanl.
Alfonso do Reg Barros.
Alfredo de Albuquerque Martins Pereira.
Antonio Augusto Ferreira Lima.
Augusto Cesar 1 ereira de Mendonca.
Antonio Aunes Yieira de Souza.
Antonio Ignacio da Silva.
Major Antonio Dornellas Cmara.
Dr, Antonio Ferreira Martins Rbeiro.
Antonio Carneiro Machado Ri'js.
Dr. Amaro Joaqum Fonseca de Albuquerque.
Antonio Machado Pereira Vianna.
Antonio Augusto da Cmara Rodrigues Selle.'T*
Antonio Gomes da Silva.
Antonio Pires Ferreira.
Antonio Jos da 0>sta e Suva.
Amaro de Barros Corroa.
Antonio Jos Conrado.
Antonio de Mouri Rolim.
Antonio Cesario Moreira Dias.
Antonio Luiz de Amaral e Silva.
Antonio Fetosa do Mello.
Alexandrc Amerieo de Caldas Brandan.
Dr. Antro Manoel de Medeiros Furtado.
Antonio Ferreira da Annuncaelo.
Dr. Antonio Maria de Faria Neves.
Augusto Pinto de Lemos.
Augusto Genuino de Figueiredo.
Antonio da Cunha Soares Gnimarcs.
Antonio da Silva Azevedo.
Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
Antonio Jos Mauricio.
Dr. Antonio Vicente do Nascimcnto Fetosa.
Dr. Alexandrc de Souza Perera do Carmo.
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Dr. Antonio Mancel de Siqueira Cavalcanl.
Capitao Antonio Jos de Souza Cousseiro.
Antonio Jos Leal Reis.
Antonio Luciano de Moraes Mosquita Pmentol.
Antonio Maria de Miranda Seve.
Antonio Feliciano Rodrigues Sette.
Augusto Ferreira de Oliveira.
Antonio Jos Ribeiro de Moraes.
Antonio Jos da Silva Azevedo.
Dr. Alfonso de Albuquerque Mello.
Dr. Antonio Paulino Cavalcant de Albuquerbue.
Dr. Augusto Vaz de Oliveira.
Afogados.
Dr. Antonio Justiio de Souza.
Dr. Alvaro Barbalho Cavalcant.
Da. Augu to Carnciro Monteiro da Silva Santos.
Antonio Goncalves de Moraes.
Antonio Caldas da Silva.
Antonio Valentiui da Silva Barroca.
Antonio Lopes Rodrigues.
Antonio Cantoso de Queiroz Fiiceea.
Antonio Jos Leopoldno Arantes.
Antonio Procopio dos Santos Barcoljar.
Antonio Soares da Cunha Nobre.
Dr. Antonio Wilruvio Pinto Bandeira Accioly de
Vasconcellos.
Poco.
Dr. Antonio Joaqum de Moraes e Silva.
Antonio da Rocha Accioly I.in-.
Varzea.
Antonio Alves Moateiro.
Muribeca.
Antonio de S e Albuquerque.
Antonio de Carvalho Soares Branda.
Augusto de S Albuquerque.
Jaboalo.
Antonio dos Santo.- de Souza Lea.
Antonio de Souza Lelo.
Antonio Francisco Paes de Mello Brrelo.
Antonio Pereira da Cmara Lima.
Recife.
Bruno Alves Barbosa da Silva.
Santo Antonio.
Bernardino de Sena Pontual.
Belmiro Augusto de Almeida.
Dr. Bartholomeo Torquato le Souza e Silva.
Dr. Bento Bprges da Foiweca.
S. Jos.
Benjamn Constant da Cunha Salles.
Boa-Vista.
Barao de Vlla-BelLi.
Baro da Soledade.
Baro do (Lampo Verd,
Baro de Beuinea.
Bario de Cruangy.
Dr. Bernardo Pereira do Carmo.
Bernardino de Sena da Silva Guimaraes!
Dr. Braz Florentino Hcnriquc de Souza.
Bollarmino de Barros Correa.
Braz Jos dos Res. ^
Bernardo CaraoiroMonteiro da Silva Santo=
Bernardo da Cunha Teixeira.
Dr. Bento Jos da Costa.
Afogados.
Barao do Livramcnto.
Bellarmino do Reg Barros.
_ Varzea.
Barao de Muribeca.
Recife.
Dr. Cosme de S Pereira.
Candido Alfonso Morara,
(osmo Jos dos Sanios Callado.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira.
Catulino Goncalves Lessa.
Santo Antonio.
Claudino Benieio Machado.
Caetano Pinto do Veras.
Caetono Jos Mendes
Carlos Jlo de Souza Correa.
Dr. Celso Tertuliano Fernandes Quiatella
Dr. Cicero Odn Per jgrino da Sjjva.
Francisco Jos Raposo.
Francisco Jos Pinto de Oliveira.
Francisco Xavier dos Santos.
Fi ancsco de Freitas Barbosa.
Francisco Antonio de Assis Ges.
Francisco Pacfico do Amaral.
Francisco Jos de Magalliles Bastos.
Francisco Antonio de S Barreto.
Firmino Jos de Oliveira.
Franccllino Augusto d Hollanda Chacn.
Iraiicisco da Silva R3go.
Francisco Antonio de Brito.
Dr. Francisco Gomes Pareute Filho.
Francisco Antonio Gomes de Mallos.
Francisco de Paula Mmdello.
Francisco de Assis Pereira Rocha.
Francisco JosCyrTllo Leal.
Francisco Pinto Guimaraes.
Florencio Damlugues da Silva.
Dr. Francisco do Reg Bautista,
Francisco .da" Costa Ribeiro.
Dr. Francisco Pires Machado Portella.
Dr. Francisco Leopoldno de Gusmao Ixibo.
Francisco Belarmino dos Santos Freitas.
Dr. Felippe Nery Collaco.
Dr. Felippe de FiguerOa Faria.
Francisco Borges Leal.
Francisco de Paula e Silva.
Dr. Francisco Lucas de Souza Rangel.
Dr. Francisco de Paula Salles.
Dr. Francisco Odilon Tavaress Lim?..
S. Jos.
Dr. Francisco do Paula Soares.
Florencio Tertuliano do Reg Costo.
Francisco Canuto da Boavagem.
Francisco de Oliveira Mello e Silva.
Flix Paes da Silva Pereira.
Boa-Visto.
Conselhero Francisco de Paula Baptisto.
Francisco de Barros Falcad de Lacerda Cavalcante
de Albuquerque.
Francisco de Mirauda Leal Seve.
Francisco de Paula Goncalves da Silva.
Dr. Francisco Cordeiro da Rocha Campello.
Francisco Alfonso Ferreira.
Francisco Jos Silveira.
Francisco Joaqum Ribeiro de Brito.
Francisco de Lemos Duarte.
Francisco Lucio de Castro. "7
Firmino Herculano Baptsta Bibeini.
Francisco Jos Alves de Albuquerque.
Faustino Jos dos Santos.
Frankln Jos de Andrade Pogg.
Francisco Martins Raposo.
Dr. Francisco de Paula Penna.
Frederico Augusto de Lemos.
Dr. Francisco Ferreira Martins Ribeiro.
Francisco Ignacio de Medeiros.
Francisco Antonio da Silva Cavalcante.
Dr. Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
Francisco Accioly de Gouva Lins.
Francisco Paes Barreto Lamenha Lins.
Dr. Francisco Augusto da Coste.
Francisco de Assis Pessoa.
Firmino Pereira da Cunha.
Dr. Francisco Goncalves de Moraes.
Francisco Antonio Pontual Jnior.
Francisco Augusto de Araujo.
Francisco de Carvalho de Andrade Brandad.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Dr. Francolino Dias Fernandes.
Afogados.
Francisco de Pnho Borges.
Fernando Francisco de Aguar Monlarroyos.
Francisco Antonio Pontual.
(Continuar-se-ha)

OIITICA INTERNA
Partido conservador.
VMA hkctiku: \i; \o.
Nao poseo deixar passar sem contesta$o a filia-
dlo as tileiras do seu partido, que me d o Liberal,
em o n. 43, quando tratando dos eleitores de Ja-
boatao, colloca-nie entre os seus amigos pol-
ticos.
E' Mrto que me fez justica, qualificando-me de
liberal; mas andou errado em suppor-me opposi-
cionsta situarlo.
ltimamente tem-sc arranjado diversas denomi-
nacoes aos liberaes, de sorte que temos liberaes
historios, liberaes genuino* e lioi'.raes conver-
tidos.
Em nenhuma deesas classes de liberosme acho
com praca assentoda. E a razio que, ao meu
entender, o liberalismo nfio consiste na denomina-
cao que este ou aquello individuo, este ou aqtKlle
partido adopta; o liberalismo assenta nos princi-
pios proclamados em opposico, e realisados no
governo.
Pensando assn, nao posso ^er liberal com
aquelles que acabaran) de governar, torturndoos
principios liberaes e tyrannisando o piz. Elles
nao me merecem confiahra,e nem d:am aoseus
concidadlos provas de lealdade e amor ao princi-
pio de liberdade. Tambem nao teno confianza
nos que com elles so identiticaram, e mourejam
para ropo-Ios no poder. De um Moi ro nunca se
fez bom chrislao.
Sa sincero em meus principios liltcraes, quero
os ver lealmente realisados.
Affiim, vendo os verdugos do liberalismo substi-
tuidos por urna situaco que vai se dirigindo por
actos de mais moderarlo, justica e mrratidade que
a decahida, son bastante prudente paianao hosti-
liza-la, aguardando os seus actos, em relacao a po-
ltica dos principios liberaes.
Venha a reunilo das cmaras, e fac a nova si-
tuacao concessoes a esses principios, como nao o
I fez a situaco Onda, quo eu a adherire de bom
grado. Prefin urna situaco que al zuma cousa
,'aca em sentido liberal, embora pouco, aquella que
nada fez, e antes esmagou todos os pronuncia-
mente* da liberdade.
So, porm, a situaclo for pelo trilho da que pas-
iou, d* mestno modo que fui adversario desta, 9e-
rei delta.
. (A- PEDIDO.)
Senhores redactores.O acaso deparou-me o Li-
beral de ti do corrente mez, onde sob a enigraphe
Fados Utreras e no pjnodoH(radacontra-,
se a noticia d ha ver sido espaneado o colleclor
desta villa Antonio Torquato de Almeida e de ser
eu o autor desse espancainento, por sw seu ini-
migo-agadal, o ter pretenoies ao seu lugar de coj-
lecton
A ata noticia aacrescenta aqolle jornal o trs-
cho de urna carta, iiuc diz escripia |r qm a
cultor dstincto e insuspciUi pelas relaces que
nianlm com os conservadores, na qual o seu an-
tor, sem Individual- o nOme do pessoa algumn
tnbue vagaiiiente o facto a exaltainento das pai-
xoesnoJitiMs dos adversarios do collector.
i2r5l'n''a Pr"Pria honra e dos conservadores
este -villa, devo declarar para conhecmento do
publico, que falsa e calumniosa nao s a noticia
lia parte em que me diz respeito, como o contexto
da carta do insuspeto agricultor a respeito do exal-
ta ment dos conservadores.
Emquanto a imputadlo que se me faz, direi que
o proprio Liberal, que me attribue a autora do
tacto, quem se encarrega de desmentrr-se, assegu-
rando que Torquato, sendo offendido pelas 7 horas
da noite, nao couheceu o seu offensor, com quem
estove em contacto, e de quem ouvira as seguntes
palavras :dou-lhe como nomem.
Com effeito, seria rrvel que o collector Tor-
3uato deixasse de conhecer-me hora em pie po-
e dstinrtamente ver e ronhecer que seu offensor
trajava palitot preto e chapeo de Manilha, c eslava
encostado um cavallo castanho com sella, e lhe
dirigra jmlavnas, que elle perfeitamente ou\ ira ?
E" por isso que publii^amente se diz nesta villa
que tal espancamento nao houve, que isso nao pas-
sa de urna tanja ridicula inventada por aquello
que, habituado s-vas, como a que suffreu de um
Portuguez em Agua-Prcta, nao escrupulsa em n-
culcar-se ap.mhado para tornar odiosos seus ad-
versarios, e mclhor reconmieudar-se ao Sr. inspec-
tor da thesouraria, cuja protecr|o caprichosa alar-
dea publicamente nesta villa, bem que a meu ver
falsamente.
Felizmente sou bem conhecido nesta Ierra, onde
vindo ha 16 annos, e onde os homens honestos do
todos os partidos sabem que nunca commctt cri-
mes, e que sou incapaz do taes inmoralidades.
Nem motivo havia para isso, pois se nao suu ami-
go do collector Torquato, tambem nao sou seu ini-
migo (igadal, como inculqa, apenas voto-lhe aquella
ogerisa que o seu mo carcter inspira aos homens
sizudos e honestos.
Pelo que pertence aos conservadores desta villa,
a quem allude a carta cima, cabe-me somente
dizer que aqu desconhecdo o exaltamento do
partido de que trata o agricultor insuspeto; e
basta saber-se quem sao os caracteres a quem es-
tad confiados neste lugar os cargos pblicos para
conhecer-se a falsidade de tal asser;ao.
Conclurei declarando aos meus amigos e afila-
dos, que urna vez que o collector Torquato se de-
clara meu maior inimigo, elle d'ora em diante o
responsavel por todo o mal que possa sobre-
vir-me.
Escada, 15 de fevereiro de 1869.
Manoel Alces da Silva Caldas.
(TRANCRIPCAO.)
A PBOFI880 DE rS DE UM LIBERAL.
Na sua carta aos mu comprovincianos, o Sr.
Urbano, fazendo-se echo dos declamadores, que
sem provas atlribucm ao governo pessoal do Im-
perador factos oriundos de causa muito dfferonte
e muito explicada, repeli a mais injusta das ac-
ensa jocs.
De suas palavras, so colhc claramente o intento
de laucar couta da cora a organisaco e a dis-
soluslo dos ministerios, como actos nlo motivados
pelo interesse publico, sobre a egide da constitu-
cao, mas nicamente inspirados pelo arbitrio.
a Grtam, disse elle, contra o cesarismo, o impe-
rialismo, o governo pessoal, e proccdein lgica-
mente, porque da cora e somente da coroa que
procedem as situacoes
Governo pessoal ? Que significarlo precisamente
attribuem a esta expresso os corypheus liberaes
que a teem enipregado de cort tempo a esta
parte?
Alludrlo, por ventura, aos actos emanados das
attribuicoes que pertenceni ao ehefe supremo, ao
primeiro representante da nac|o por delogacao
privativa, ao exercicio do poder moderador ?
Quererlo referir-se aos actos do poder executi-
vo, referendados e levados execuco pelos mi-
nistros sob a sua inmediata c nica responsabi-
ldade ?
Se governo pessoal existe, se cesarismo, se im-
fcriahsmo se manifesla por nomear e demitlir o
aiperador livremente os ministros de estado, o
governo pessoal est consagrado na constituco,
nlo.s no capitulo, em quccommetteu-llie a misso
de velar incessantementc na inanutenco da inde-
pendencia, equilibrio c harmona dos mais pode-
res, senao nos arligos em que o declarou represen-
tante da naco em roncomitanra com a assombla
geral, mas em primeiro lugar.
Se governo pessoal discutir em conselho com
os seus ministros, mostrar que a opnilo opposta a
por elles apresentada a melhor, convence-los de
erro as medidas que premedtam c induzi-Ios.
pela forca da argumentado, a renuncia-las para
abracar as que o debate (emonstrou seren dignas
da preferencia, governo pessoal impera nao no Bra-
sil somente, senao em todos os paizes regidos se-
gundo o systema representativo.
Nao j assumpto de controversia, porque foi
j provado evidencia e sanecionado pelo accenso
da razad universal, que o imperador, o re consti-
tucional, supposto nos consolos nvariavelmente
convenga os seus ministros de serem as suas ideas
as mais praticamente proveitosas governaclo do
paiz, nao tcm, perante o parlamento, nem prante
os Iribunaes, perante a opinio cm sumina, a mais
remota responsabilidade.
Os factos que se realisam por effeito das disposi-
coes do art. 102 da constituido nao slo tdos e ha-
vidos como existentes senao" quando os ministros,
subsbscrevendo-os com a sua referenda, declaram
screm seus por deliberarlo e ronvteclo.
Se ninguem seria to temerariamente desazisado
que qualificasse de governo pessoal o exercicio do
poder moderador, privativamente delegado (repe-
tiremos sempre) ao imperador pela naco ; se o
proreder do executivo da responsabilidade dos
ministros, exclusivamente seu, virtual eeffecti-
vamente, intellectual, moral c polticamente : ao
que se reduz essa mais que muito ftil increnaco
de governo pessoal, to (requeme na bocea indis-
creta do liberalismo ?
O seu valor o competente s necessidades e pe-
quices que as opposices apaxonadas, soffregas e
irrefleclidas, artculam em deelamaedes bombsti-
cas e jocoserias.
E" um nonada no seu propio conceito, clara-
inente revelado no procedimento que tiveram e que
hlo do ter, quando segundo as pnases naturaes da
poltica, se converteram ou se transformaram em
materias.
E" una indiscrip<;o do quilate das que commet-
tera aquelle que notasse de vicio ou erro o que
praticou no dia precedente e espontneamente pra-
ticar no dia seguinte, ou daquelle que conspur-1
casse a agua onde hontem inaiou a sede, onde ama-
nha ir beber apressurado.
Mal sabem que triste idea do da dignidade pro-
pra, da" dignidade dos seus amigos, consocios e
alliados polticos os regeneradores do systema re-
presentativo, que proferem a sandia invectiva de
governo pessoal.
Governaram j o estado, prxima ou remota-
mente. Se curvaram a cerviz ao jugo do governo
pessoal, isto ao arbitrio do principe, o que fo-
ram, o que ficaram sendo perante a consciencia e
perante o paiz ? Ficaram perpetuamente perten-
cendo classe dos polticos retratados por Tcito,
quando dzia de certas, caracteres, vis de Roma :
Omnia serviliter pro dotnmatione.
Homero, que compreheqda os seus deveres de
odadao o aspire, membro activo da sociedade sob
nstiluicOes representativas, a. governanja do seu
paiz ; nomem que se nlo confunda com a turba
ignara dos declamadores, MM rime ni rai.son,
nao trar baila governo pessoal, cesarismo e impe-
rialismo para explicar os factos occurrenles no
cammhar e pratica do systema constitucional.
Nlo ha ministros vitalicios, nem sitoacoss perpe-
tuadas no poder, at no proprio dominio dos reis
absolutos. De maravilha tem havdo Rirhelious,
Colberts, Alberonis e Pombaes, nos lempos da mo-
narchia pura. Sob instituioes como as nossas
quantos se rontam demorados as alturas do gover-
no como os dous Plus 1
Na Inglaterra, que taes instituices tem a expe-
riencia por swoIos, como outras por lustros, as
sitiMcdes polticas mais forttMnente cimontadas
pela opiniao, pela posse duturna do poder, foram
de repente baqueadas da sua imminencia. E a
mmensa maiona, que representavam, da noite
para o da, foi suppbau&t pela parcialidade op-.
circunstancias em que subi o ministerio organi-
sado por lord Derby, ha pouco exonerado empre-
s.nca da clcicao dos "seus adversarios em maio-
na 7
. Foi, pomntnra, piwa e governo pessoal com-
Meltil a ratafia Victoria o governo a homens da
leMoia diflgpe cavalheiro, de sen Ilustre filho e
to honralf -Sr. Disraeii, que na cmara baixa ti-
nham de enconiraros liberaos em materia, quando
se acrilava una das mais taeandesrentcs quesloes-
que na Inglaterra tem o [rlvilego de inebriar poli-
lieos e populares ?
Nisguea ousoii altegar semelhanle causa mu-
danca completa, ciUi pffoctuada. pela transir de
una para outra parcialidade. nlo obstante a ten-
lenria daquelle parlamento (imnipotentc.
No Brasil, porm, os regeneradores inaravilham-
se, rlamain a reclamam, quando a Corita, cedendo-
00 a fados imperiosos, ou a instancias por dc-
iniss, mil vezes reiteradas deixa que se retire
um ministerio como, por exemplo, o 12 de mate ou
o .'1 de agoste !
Se ha governo pessoal no Brasil, tobaja razio
teriam os nossos regeneradores para dcnunca-lo e
accusa-lo na Inglaterra, havda por elles como es-
pelho das instituicoes lvres.
Est no conhecmento de todos o procedimento
darainha com Sr.R. I'eel recusando-lhe a exone-
rafo das damas do pa$o, e com lord Pahnerston
increpando-o pelas suas communcacoes nlividuaes
ao embaixador francez por occasiao'do golpe dees-
taddfetmtt dezembr.
TaiAeiti se sabe o que i na imprensa e
no parlaml-iiwlnglez em 1854, quando ao pricii1
consorte attribujp-se iutervencao inconstitucional
nos nft|ooios pnldictt. ""'
Como essa increpaclo, se fundada fosse, do
monstrara na realidade, governo pessoal em todo
o extremo, nao parecer suptTfluo allegar o que
cscreveu a esse resieito a llntie des Uetix Mon-
des.
Por brevidade preferimos o extracto do que dis-
se aquelle auturisado peridico, extracto feito pelo
dislincto visconde de S. Viente no senado, em
sessao de 13 de junho de 1867.
Ei-lo:
O prncipe Alberto, esposo da rainlia, era en-
toobjectodo particular animadversao. Fia aecu-
sado do ntervenco inconstitucional em todos os
negocios do exercito... e de outro ascendente, nao
monos funesto, sobre a poltica geral da Inglaterra.
Era elle, dizia-se, que por seus conselhos secretos
coiitrariava a marcha que parte do gabinete leria
querido seguir, e assim desazia os planos rainis-
teriaos.
Quasi todos os jornaes referirn no mesmo
sentid,Jal era a irritarlo geral ao tumpo da
abertura do parlamento,que se dizia que a ainha
aeompanhada do principe Alberto receberia man-
festooes, assobios, por ataa causa.
Nao aconteceu assim ; ella foi acolhida como
deva ser, mais silenciosamente do |ue era cos-
lunw, mas sem nenhuma dessas demonstracoes
que denotam o esquecimento do respeito e das
conveniencias.
t Lord Aberdeen, desde que pode pronunciar-
se, dirigi-so aos aecusadores do principe. Sem
atfirmar por modo absoluto, todava insinuou que
seus nobres adversarios da cmara dos lords nao
eram estranhos a esse systema ; e depois traten
da questo de principios. E accrescentou eslas pa-
lavras :
Sua influencia pois, real; seria e pode ser
exereida muito legtimamente em todas as circuns-
tancias em que elle julgue a proposito iutervir. Os
ministros nao tem por que achar isto mo, non
por que procurar obstar. Seu nico direito, se
elles nao se acliam de accordo com a opiniao da
rainha, dominada ou nao por essa influencia, de
retirar-se do poder.
Tal a doutrina que j antes fora estabelec-
da por sir Roberto Peel c tambem por lord Mel-
bourne em carta de 30 de agosto de 180.
Ninguem da opposic^o ousou contestar a
doutrina, o que deu-lhe o valor de principio ac-
ceilo.
Lord John Russcll cora a mesma energia de-
clarou na cmara dos conimuns, que essa era a
verdadeira doutrina, e ninguem tambem a contcs-
tou. Atenloduvdoso, esse principio deve enten-
der-se que a partir desse dia licou dudo.
Pois que apresentando palavras de um senador,
nao sera fra de pro|osito offereci r as de outro,
pelo menos to autorisado, do Sr. marquez de Oliii-
da. Nao Ibes dar o Sr. Urbano grande eslimaro,
lembrado do aggraro que mane! alia mente repo-
sititm.
Travam-se, porm, intimamente com a questo,
e por una grande frarco do partido liberal ha
de ser respetosamente attendidas.
Lendo a constituco, essa constnio que;
boje no mundo a segunda em din ac i, acho o
seguinte : O Imperador o chefe do poder execu-
tivo e o exercita pelo seus ministros de estado
Os seus ministros sao responsaveis.Sao eslas as
mximas que eu sigo nesta materia ; nao tenhn
outras, nao jwsso ter outras. Quaesquer que sejam
os principios do outras constitucoe-!, os da nossa
sao os que us devenios seguir, ella nos levemos
eittgir.
Drei ainda sobre isto o seguinte : a mxima
o re reina e nao governanao seguido na
Inglaterra. Ainda ha pouco tempo, um peridico
ile grande autoridade, o Tinn:s, lamenlava a abs-
lenclo da rainha na administraran do estado. E
dizia que ella devia excreer na administraco par-
te activa, porque para isso era chamada |>ela cons-
lituic; e o povo inglcz uo quer a rainha s
para ser espectadora.
Apontarei outro exemplo. O fallecido rei da
Blgica, de gloriosa memoria, soubc sempre conter
os partidos dentro dos seus limites, interpondo-se
entre elles, exerceudo urna intervenco benfica
nos negocios, sem se afastar nunca dos principios
consttucionaes. E nao fo senao deste modo que
elle, paralysando a lula dos partidos, fez sua glo-
ria e a grandeza do seu governo propriedade da-
quelle estado.
( Do Diario do Rio. )
PUBLICACOES A PEDIDO.
Illm. Sr. Declarando o gremio do parti-
do consenador desta provincia, em sessao
de 25 de Janeiro do corrente auno que a
ndicco feita dos candidatos a deputados
geracs nao excluindo a liberdade de escu-
lla por parte dos eleilores.e nem revelando
a intencao de Ihes por embarazo, s liaba
a autoridade de um conselho, motivado pela
necessidade de attender s circumstancias
do partido e pela apreciaclo dos servidos
prestados causa de suas ideas; reconbe-
cendo, alias fra do circulo dos candidatos
propostos, muitos outros nomes dignos de
seren offereeidos ao suffragio eleilor.il;.
tendo eu tido j a honra de representar es-
to districto em duas legislaturas da issem-
bla provincial, em nome das ideas do
partido que hoje dirige os destinos do paiz,
ouso ainda apresentar-me candidato a de-
putado geral por este districto, aspirando
a huma de represental-o na prxima legis-
latura,
A dedicaclo c firmesa de principios, de
que tenho dado provas em toda minha vida
poltica; os servicos, que, por ventura, te-
nho prestado causa das ideas do partido,
soffrendo, por isso, demissao do cargo pu-
blico, que exercia, ha* 17 annos, sem haver
jamis desmerecido do conceito cm que fui
sempre tido pelos meus amigos, slo outros
tantos garantes.que ofTere ral deste districto, ao qual me acho mais
estreitamente ligado por aquelles servicos
e relaces polticas para merecer-lhe o suf-
fragio que ora solicito.
Se V. S. pois, tomando em considerado
a deliberado do gremio que, na amencia
da oppo&ic-o, bem apreciou a liberdade e
criterio, cora que V. S. e os nossos ami-
gos deveriam escolber os candidatos as
circumstancias actuaes do partido, como,
de sua ndole e principios, quizer tambem
considerar o que deixo exposto, por modo
que. com seu voto e o de nossos amigos,
venino eu a ser eieito; serei incansavel na
defesa de nossas ideas polticas, pugnando
pela felicidade e prosperidade da tu^io, e
!

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especialmente peln bem moral e material
tiesta provincia e *Jjatrfcto, aisim me escu-
deril a Providencia- l)i\i&a e os vo'.ns de
meus concidados^n irocarei e siiuervi,
de preferencia cahsulfcrjpara bem cumplir
o honroso mandato,-e que lor "ftncirreJ
gado.
E, sendo V. S. pessoa de legitima infU*
ene Reste districto, venho solicitar seu
valioso apoio, bem como o de seus numero-
sos amigos minlia pretencio, tomando
desde j, a ser eleito peto voto de confian-
Ca e de conformidado de ideas, o compro-
miso)'de desempanhar, quanto em mim
couber, tao elevado encargo.
Agradecendo, de ante mo, soa valiosa
coadjuvacao, contiua a ser, com a maior
estima e consideraga.
De V. S. amigo, patricio e sincero corre-
ligionario. Cipriano Fenelon ti. Alcofo-
rado.
Recife, 9 de fevereiro de 1869.
Bronchif es. perda da voz
A mudanra de ares nao cura o bronchi-
tes ou perda da voz, porm o oleo puro
medicinal de figado de bacalho, de Laman
A Kemp, o curara. O Hevdo, Heber Ha-
pelye, do Mihvaukee, presentemente em
Buen s Ayres, para onde foi com a esperan-
za de que o ar trpico o curara d'uina dor
de garganta clironica de que padeca j
havia inuitos amos, oscreve o seguinte :
A mudanca nao me produca bem algum,
porm aqu me aproveitei do uso do oleo
de ligado-de bacalho, de Lamn A Kemp,
e depuis de o tomar pelo espaco de dous
mezes, posso assegurar-vos, que me ac!io
melhor, minha voz tao clara e forte como
dantos, e tenho toda a fe, que me hei-de
curar perfeitamente. Grabas Providencia
devo sem duvida alguma este resultado
excellente preparago de Laman & Kemp.
Outros leos de figado de bacalho, poderao
sor eflicazes, porem consta-me, que esto o
na realidade e isto em summo grao, e
porisso o recommendo como tal. O reo,
E. W. Simmonds.de S. Luiz, e o reo, John
Handford Jones de Bangor, publicaran! re-
sentemente (sem para isso serena solicita-
dos) seus testemunhos relativamente ao
mesmo particular. Evite-se pois o mais
possivel os leos ordinarios dej ligado de
bacalho, porque sao falsiticados e para
nada servem. Este especifico puro conser-
va-s perfeito em todas as latitudes, e pode
onter-se em todas as principaes boticas e
tojas Je drogas.
Acha-se venda as pharmacias de A.
Caors, J. da Conceico Bravo A C. M.
A. Barbosa, P. Maurer A C. c Bartholo-
mcu A C.
Senso commum.
Emquanto o mercado est innundado de
preparares chamadas salsaparrilha,
que, nao tendo em si as qualidades que
devem sempre recommendar um remedio,
sao apregoadas ora-a titulo de frascos gran-
des, ora pela virtude fia antiguidade, e ora
por seren novas, nos apresentamos ao pu-
blico um remedio em frascos de tamanho
regular, que tem seu favor smente a
virtude de curar toda a qualidade de mo-
lestias que vin da impureza do sangue.
E este remedio chama-sesalsaparriliia
PE AYKR.
io Janeiro.Sobre Englisb Bank of Rio de
ieiro. Linii ti'il.
Baha|obre C Vanghau k C
Sobrea? Ptttii.- -Tappenbeck Brin4e?r & C.
AI-FAXDEGA.
Regiment do 4ia 1 a 13 I 422:732*965
dem do dia 16......v. 60:247**22
01
482:980*787
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
COMMERCIO.
PRAGA DO REGIFE 19 DE FEVEREIRO
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cambio sobre Londres 90 d/v 19 d. por 1*000
Leal Seve
Presidente, interino.
A. P. de Lomos
Secretario tuterino.
BANCO MUA & C.
llua do Trapiche n. :s-l.
Desconta lettras co nmerciaesa taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em conta corrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata e Euro-
pa, e compra cambiaos sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se, por ommissao da com-
pra e venda de fundos pblicos e acroes de
companhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, c de qual
quer outra operacao bancaria.
O expediente para o publico comecar
s 10 horas da manlia, e terminar s 4
horas da tarde de todos os dias uteis.
ENGLISH BANK_
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo lixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
O English Bank of Rio de Janeiro Limited
casa sobre as seguintes pracas:
I/mdres.Sobre London Joint Stock Bank.
Pars.Sobre Fould & G.
Hamhurgo.Sobre J.Berenberg Gossler & C.
Lisboa e Porto.Sobre Banco de Portugal.
Volumes'entrados com fazendas
dem idem com gneros
Voluntes gaidos com fazendas
dem idem eom gneros
324
764
141
419
-----560
1088
Descarregam hoje 17 de fevereiro.
Vapor inglezAmazoM=niercadorias.
Barca francezaCo/i'/Hj/=mercadorias.
Escpna nurte-alleniaaCat harinamercadorias
Patacho norte-allemaoApolloidem.
Patacho inglezSanronbacalho.
Barca inglezaConradfarinha de trigo.
Brigue argentinoVolantefarinha de trigo.
Patacho hespanhol Lulzavinhos.
Sumaca hespanhola Thereza vinhos.
Hiale inglezTygresidpm.
Barca ingleza&rtr/or=mercadorias.
Patacho norto-allemo Ventdyidem.
Brigue inglez Erabacalho.
Barca portuguezaDespiqu II varios gneros
KEGEEDOIUA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES "DE PERNAMBUGO.
Rendimento dodia 1 a 15 24:871*817
dem do dia 16 ...... 2:473*457
27:347*274
CONSULADO PBOVINGIAL.
Kendimcnto do dia 1 a 13 60:037*783
fdcindodi&16....... 5:894*407
63:932*192
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia Id.
Rio de Janeiro23 dias, brigue portuguez Lida-
dor, de 338 toneladas, capitao Antonio Primo da
Costa, equipagem 12, com lastro ; a Amorim
Irmao.
Rio de Janeiro23 dia?. sumaca hespanhola Cari-
Mota, de 99 toneladas, capitn Izidoro Izern.
equipagem 9, mu lastro: a Prrcira Garneiro
AG.
Grcopock45 dias, barca ingleza Stella, de 213 to-
neladas, capitn John Torrantes, eguipagem 13,
carga carvao ; a Saunders Brothers & G.
Liverpool48 dias, barca ingleza Carioca, de 312
toneladas, capitao Thomaz Gamphcll, equipa-
geni 13, carga dilTerentes goneros ; a Johnston
Patar & ('.
Genova57 dias, polaca (allana Sara, de 209 to-
neladas, capito Emanocl Solari, equipagem 10,
carga vinlio. massas e outros gneros ; a Joa-
qnim Jos Gonealve? Beltriio,
Babia9 dias, biate brasileiro Garibaldi, de 109
toneladas, capitn Custodio Jos Vianna, equi-
agem 8, carga differentes gneros ; a Tasso
rmao.
Rotterdam77 dias, barca norueguensc Argenti-
na, do 459 toneladas, capitn A. B. Morck,
equipagem 12, em. lastro ; a ordem.
Nato sahido no mesmo dia.
New-YorkBrigue inglez Titanea, capitn E. M.
Grev, carga assurar
EDITAES.
O Dr. Arminio Coriolano lavares dos San-
tos, juiz municipal da 2.1 vara prepa-
rador dos processos do jury desta comar-
ca do Recife por Sua Magestade o Im-
perador, a quem Deus Guarde, etc.
Faco saber que pilo Dr. Manoel Jos
da Silva Neiva, juiz de direito da 2.1 vara
criminal desta comarca, me foi communica-
do ter designado o dia 1. de marco prxi-
mo vindouro pelas 10 horas da manha,
para abrir a primeira sesso ordinaria do
jury, que trabalhar em dias consecutivos ;
e ha vendo hoje procedido ao sorteio dos
18 jurados que tem de servir na mesma
scsso, em conformidade de artigo 328 do
regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de
1842, foram sortiados e designados so ci-
dados seguintes:
Freguezia de Santo Antonio.
Thomaz Lins Caldas.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Dr. Antonio d'Assumpcao Cabral. ;
Dr. Angelo Henrique da Silva.
Vicente de Mello Wanderlcy Maciel Pi-
nheiro.
Virgilio Jos da Motla.
Dr. Francisco Leopoldino de Gusm3o
Lobo.
Joo de Castro dJOliveira Guimares.
Januario de S Brrelo.
Julio Jos Pereira da Rocha.
Joo Manoel de Castro.
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro.
Dr. Jos Joaquim de Mojaos Sarment.
Jos dos Santos Nev*,
Freguezia da Boa-Vista.
Manoel Antonio Cardoso.
Demetrio de Gusmo Coelho.
Antonio Ferreira d"Anmmciaco.
Dr. Jos Antonio de Piulo Borges.
Dr. Jos Vicente Duacte Brando.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Dr. Virgilio de Gusmo Coelho.
Vicente de Paula dOliveira Villas-Boas.
Dr. Tarquinio Braulio de Souza Ama-
ranto.
Severiano de SiqueiraCavalcante.
Theodoro Jos Tavares.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Thomaz Carneiro da Cunha.
Vicente Antonio do Espirito-Santo.
Baro deCruahgy.
Baro de Be moca.
Gustavo Jos do Reg.
Dr. Mauricio Fernandes Pereira de Bar-
ros.
Domingos Alves Matheus.
Francisco Jos Alves de Albuquerque.
Francisco de Lemos Duarte.
Dr. Francisco de Paula Pepui.
Jos Mari Seve.
Joo CarnejrQ Lini Sopapo.
Dr. Antodn* VfitruvioPialo Baikieira k
cioly de Va9eicello.i. ...
Vicente Teixef a Xavier.
Horacio 4d- Gosv|o Coelli i.
Raymndo'd *^i" Maia.
Freguezia dos Affogados.
Fernando Francisco de Aguiaf Montar-
royos.
Freguejia do Po?o.
Luiz Francisco d Mello Cvalcante.
Freguezia da Virzea.
Visconde de Camoragirj*.
Freguezia de.Jaboato.
Dr. Felippe de Souza Le3o.
Vicente de Acamo Pinheiro.
Fceguezia de S. Loucenco.
Luiz Francisco de Barros Reg.
A' todos os quaes e a cada um de per si,
bem como todos os interessados em ge-
ral, se convida-para comparecerem no pri-
meiro andar da casa que foi cada. na sala
do jury, tanto no referido dio e hora, como
nos demais dias seguintes em quanto durar
a sesso, sob as penas da le, se faltarem.
E para que chegue a noticia todos, man-
dei passar o presento edital, que ser lido
e alixado nos lugares mais pblicos e pu-
blicado pela imprensa, e lambem remetter
iguaes aos respectivos subdelegados para
publica-los e mandaiem fazer as notilica-
ces necessarias aos jurados, aos culpados
e as testemunhas que se acharem em seus
districtos. Cidade do Recife 15 de fevo-
reiro de 18G9.
Eu Manoel Antonio Correa, escrivo inte-
rino do jury o escre\i.
Armimo Coriolano Tamres dos Santos,
Pelo presente faco publico a todos os
dorios de estabelecimentos nesta fregoezia
de Sao Jos, que venderem por pesoe me-
didas que at o lim do corrente raez deve-
ro estar com os pesos e medidas, pelo
novosystema posto era execucio'pela I lima.
Cmara, todos aferidos, sob pena de lhes
ser imposta a multa em que incorrerem
conforme determina o art. 2 tit. U das
posturas de 30 de julho de 1840. Outro
sim. que todos os dias at 7 horas da ma-
nila devem manda varrer as testadas do
suas frentes ou toda largura da ra at o
outro lado ( seno houver igual obrigaco )
como determina o art. 5. 1. 2.* das
posturas de 20denovembro de 185o,cuja6
penas serio impostas aos contraventores.
Fiscalisaco da freguezia de Sao Jos 15
de fevereiro de 1869.
O Fiscal suppfente em exercicio
Joaquim Cvalcante de Hollanda Albu-
querque.
DECLAIIACOES.
ii
= Pela recebedoria kj rendas internas geraes
se fz publico que uesl? mez e no de fevereiro
prximo futuro, que os contritainte 4a axa dos
escravos do exercicio urente de 68-69, qitr
moradores as freguezias. da ciaade, quer na de
fra, tecm de paga-la, ^vre da muka da 0/0.
com ella de marco em diaule.
Itecebedoria de Pernambuco 8 de Janeiro de
1860. ^
O administrador,
Manoel Carneiro- de Souza Larerda.
Ojuiz de paz do 3 distric-
to da freguezia da Boa-V lsta,
audiencia as terqas-feiras idas 0
hortts da manha praca da Boa-
\"ista ti. 2, c quandu o di seja
feriado ou santificado, tera lugar
no dia immediato as mesmas
horas.
Inspec^o do arseual co
mariuha.
De ordem do Illm. Sr. inspector fa(*o publico,
(|ue acha-se marcado o praso de 60 dias, a con-
tar da data do presente, para o concurso a que se
vai proceder nesta inspeccao para provimento do
lugar vago de ajudanle do escrivo do almoxarifa-
do de marinba desta provincia.
Os pretendenles devero inscrever-se no men-
cionado praso, e exige-se-lhes que tenhaui boa
letra, bom comportamento, e a idade de 21 annos
completos, assim como saberem grammatica da
lingoa nacional, principio de escripturacao por
partidas dobradas, arythinetica e suas applicacoes.
Inspeccao do arsenal dii marinha de Pernambu-
co 12 de fevereiro de 1869.
0 secretario,
_______ Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O disnrto da sociedsdp de Alvaro Augusto de
Almeida.. FruiicLsco da SilviuCardoso e Henriqu--
f^'f^Mif fis*e#d'4iriiia de Jhidim 4 V..,
ufq.)nej|i|5s^q| |^ai raigo e- sob a res-
poasabilidade do e\-soeio t!ardoso.
O dlstrit da aoctedade A .latujuim f reir de
Sae Jjfda Qosta Moira, di.s|btvendo.!i.liriiia de
laia k (1, iulndo activo <' passiv a cargo do
x-soefo Cosa-Maia.
O ifslritOMl 8<>eed*te An||nJ jas e os^dpefl-a.'dtssflreiiiffi*a*tinia. de Fa-
rias-& Ngueita, Qcando o ox-soeio Nogucira de
posse do estabajeaiojento e ubri^iulo peto pasaivo.
0 distrato da sociedad* d Fraucwco do Paula
Mindello, Joao Baptista da.tiruz e Hodrigo Lopes
de Oliveira, qpa-gyroii sohaliiina.de Mindello,
Otivoira & C.,cu)a liquidad) lica a.cargO'do ex-
socio Mindello..,.
O distrato q_ue celebrarais Kfaticismo Antonio de
Assis Goes, JoaquiinMoreifaUerr/do. e Jos Joa-
quim Goncalves Hastos, em virtude do qjiai deixa
defazerpoMedatirma de GAos &.-Bastos o socio
comnandilario Goni-alves Bastos, continuando a
sociedade com os dous uriweros sorkw, sob a
mesma firma.
O contrato de sotieade de Antonio. &omes de
Oliveira e Silva > Hrom-isco dk. Silva tinkwo, es-
tahelecidos nesta. cidade sob a. lirnia de (ornes &
Silva, com o. capital de 19:200, para o. qual entra
o^6jpd Gines com. 10:0005, e- o socio Cardoso
c*#200t,. norffundos do estalieleciincuto sito
ra Nova n. 10.
O contrato de sociedade de Jus Antonio de Al-
meida Calmarles e Jos Antonio de AJmeida No-
vaes. estabelecidos im> cidaile de Mncnt, ion a fir-
ma de Almeida Guiniara*!s 4r Sovxis,. com o ea-
pilahle 20:000,1 6*rjiecido |>e!t> socio.Akm)ida Gui-
mares ern dividas, ftuendas e dinbeiio.
O contrato de sociedade d Manoel Nunes da
Fanseca e Emilio Pepeir de Akreit-, eslabt-lecidos
nesta cidade sob a firma com o capital du 7:242910 o diulioiro, sendo do
socio Fouseca 3:C2lAit>D e o do. socio Abreu igual
quantia.
O contrato de soctedade db Manoel ftrreira Ra-
mos e Jos da Costa Maia, eftabelecido nesta ci-
dade sob a tirina dt Maia di ('.. <-oiu o capital de
il:77'i5."il*,para b lutal ejktra o sucio Baiikoscom
22:-"i77ji81 em c-Mumdndlta, o socio Maia com
1'J!2.">730*1 em.ftiZendus, dividas earmacao do es-
labeleci ment.
O contrato de ^owedade dftJos Mendes te Arau-
o, Manoel da Cunba Lupo e Chrisiovio Ferreira
Campos, estabelecidos nesti cidade sob a lirma de
Mendes,Lobo&C, comoi-aniak do 20:000*000,
para o qual entra o socio Araojo eom 8:6004, o
socio Lobo com 7004 e o socio Campos com ...
lo:70Q em commandita.
E que foi inscripta no \ivro competente a carta
de registro da barca nacional Rorha, de 580 fttnc-
lad.ts, propriedado de Antunio de Oliveira Al hados
e Josida Rocba o Souza. ,
Secretaria do tribunal do commcrcio de Per-
nambuco, 12 de fevereiro de 1860.
O offieial-raaior,
lutio Crtimnrvs.
Julianno nwa da hcdnd^: .
Kfrwrjsi ssIibUo).
Jacque Faifel.'.....
Oconde-AGraiidual. .' .
Luir de- Beanchamp. .. .
AWbur do Marsoy. ...
Cannuche (nforo' da IrntSkle).-
Bourgogne......
,j;Auguste.
IBornaz.
Primo-da G0*ta.
Ptamno.
it Giiimares.
Jowtoni.'
S;iia Rosa
Vice-consulado de Hespanha
em Pernambuco.
El infrascrits, vice-consnl de Hespana en esta
provincia, por el presente convida a todos aquelles
que acreedores se juzgan del fallecido subdito Hes-
panol Jos Felippe Martnez, a presentar sus cuen-
tas en el improrogable plaso de quince dias, a con-
tar de tala fecha. Pernambuco a trece de febrero
de 1869.=EI vice-consulJuan Buson.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se fez publico
para conhecimento dos interossados que o tribu-
nal do thesouro autorisou o pagamento de dividas
de exereicios fiados coja' credores sao os segtiin
tes: Estevao Jop Dantas 131870 e fcaiiuim Cus-
todio de Oliveira 85*605 rs.
Secretaria da tttesouraria de fazenda de Per-
nambuco 12 de fevereiro de 1869.
O official-maior,
_________Manoel Mam^de da Silva Costa.
Tribunal docommercio
Por esta secretaria se faz publieo que ficam re-
gistrados :
O distrato da sociedade de Feij & Silva, de que
fizeram parte liento de Barros Feij e Francebno
Candido da Silva Brasil, en jo estabelecimento e o
seu activo ficam pertencendo ao ex-socio Brasil,
nao existindo passivo.
"I
G
eamponezes, awmddres, ambnlMies,.
Moco,
soMmbf.
A sceno passa-se em hrvem 1827:
i. aefO descrtor-Sla na burdeda. 9iv
Dn)rwilte.
2." actoO ramalbeteJtdiaj.das. d*us- oi-
nho.
S actoUrna por outra^-Salao nc* co4te41*i de-
Grand-vaL
4." actoSacrificio dAme-= O raesmo-dfi li>
acto.
.'i." actoO aseaisjno |Nr #>' tJlw|iie em
nite tonneutasa. '
ljeclosdfeTie(raor!-\rftr e que nao excedam a dua
arri)bafo.'p<*( n.# ptilmou enbieos demedi?ao.
j Tudoqntt passar. estm limites dover ser embarca-
do como earga.
Previne-s ao?-Shs. assageiro3 que sua? passa-
yens s se-recebewina.agencia na da Cruz n. 57.
I* andaar. serq>apio-tle Antonio Luiz de Oliveira,
Azevedo &fl..
f#pW

Arrematapo.
A arremalacin dan casas n. 84 da ra Direita
nos Afogados,* avallada em 900*, da ra do Ma-
xixe u. I, avallada por 200*. n. 23 da ra do Mo-
tocolomb por 60O|,|O. 39 A a va liada um 900*, e
n. a do porto d Motcolomb avallada em 1:000*,
que deverta ter lugar no dia 10 do corrente pelo
juizo-muniripat da 2* vara Virgilio de Gusmo
Coelho, escrivo Baptista, ficou transferida para o
dia 17 do corrente, a 1 hora da larde, na sala das
audiencias, as quaes vao praca.por execu^aa de
Autoaio Alves de Miranda Guimares contra a ne-
ranca d Victorino Tavares'Leite.___________

GORREKO GERAL
Relami das cartas registradas viudas da Europa e
existentes na adniinlstraGao do correio dosta ci-
dade par* ? senhores abaixo rJi^ctendos :
Pelofi*Bo-4c Siaone, Franehc Antonio Ote-
ro. Francisco de Simoue, Fi ancit^o de Paes Bar-
reto, Franciseo Puncit'ire, Goipi)e Bulaferoca,
Gioram Laeoroza, Picota Lamlaijlia, Phi|ips J.
Enders. Pasquih LngMoiinn (t)..-_______
CORREIO GERAL
Rela?o das cartas registradas existentes
na administrafio do correio desta cidade
para, os sealiores alwixo declarados:
Dr. Amaro Joaquim daFonseca Albui|uerque,
Dr. Alfredo Juiieira ilendes, Anooio Bernardo de
Soyz, Antonia Pires Ferreira, Antonio Pacbe >
Soaies.da Silva, Betcun Bibeiro da Fouseca,C.
Xodelino, Elias Baptista da Silva Ramos, Erasmo
Jos de Mello, Frederic'o Chaves. Francisco Canuto
da Boaviagem; JtlMo Cesar de Alomao, Joviniano
Pereira Duarte, Jeaquini do Andrade Lima, Dr.
Joaquim Ferreira Cbave3, Joaquim Pereira Duarte,
conego Joaipiim Pinto de Campos (2), Dr. Joaquim
Pires Machado Portella, Dr. Jos Pinto Jnnior, Joao
Ramos, Jos Lucas Ferreira, Moreira & Primo,
Manoel Ferreira Lima, Manoel Gomes Viegas, Dr.
Manoel Jos Domingues Codiceira, Dr. Manoel do
Nascinieuto Machado Portella, Manoel Ribeiro de
Carvalho, Narciso Francisco Vidal (2), Theodora
Maria da Silva Pinto, Viconde de Camaragibc, Dr,
Vicente Pereira do Reg.
A msica composicao 1% dislmoio-artista- Jbs
C*-l-ho Barbosa.
Da lim ao espectculo, a., nova eojnedla. enb4
aeto
0 houiein iiik 'pprfiftos
Pcrsonagew.
Mchou, moco de fretes. .
Boirot, seu amigo. .
Godolphin, pastetoiro. .
Magdalena, peixeira. ..
Luizinba, lavadeira. .
Em casa de Michnu.
Principiaras 8 kona-
Sn llores.
Jo.-tVVilltOM'J
Thomaz.
Jordaoi.
M: rllulL
Ai.'fclonia.
Acha-se aborta una asignatura db- 3 recitas
divididas em3 presta^oes para cnnwirtvs o ca-
deiras, com abatimento de-10 por cent, tendo os
Srs. assignantes direito a H espeetieolos (pelo
menos) inteiramento novos.
Previne-se aos Srs. que fizeram eneommendas
de camarotes e cadeiras para o espaetaculo an
nunciado, que as mande buscar at- ao oteio dia,
que desta hora em di ante serio expoeto $ a venda.
AVISOS MARTIMOS.
Com muita brevidade sejne para_o porto indica-
do a barca portugueza Beiem, capitao J. J. de Fix-i-
las, a qual tendo a niainr parte do carregamento
proinpto, recebe o resto a frote, (jara o qiw trata-
se noescriptorio de Amorim Irma.os, ra da Cruz
numero 3.
Para o Porto
seguir com a nwor brevidade pwsivfl a mui ve-
leira galera portngncza Nova Fama n, por j ter
a maior parte da carga engajada : para o resto e
passageiros, aos quaes olerece excellentes com-
modos: trala-se com Cunha Irmos & C, ra da
Madre de Dmos n. 31.__________________
^racaty
Segnir com a pf>ssivel brevidade o pataeholb
Sobralense ; a tratar com S Loitao Irmos.^ ra
da Madre de Deas n. 1.
PANIUA PKNAMBUCANA DE NAVE-
GAgAO COSTEEIRA POR VAPOR.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Mamanguoft, com-
mandante Mello, seguir para os
portes cima no dia 20 do cor-
rente a meia noite. Recebe car-
ga, oncommendas. passageiros e
dinheiro afrete : no escriptorio do Forte do Mal-
los n. 12.
|.r|Jrwi
a vapor.
i
1<* portes do sul '- esperado
at ala 23 do crrante o vapor
>nmmr commandftuie o prlmelro"
, tenante P. H. Duarte, oquald-
_ pois da demora d& costume se-
guir para os bojos d nojle. ,
DeMe jVrtcfflemHW pissagefros e-engja-e a-
wja que o vapoi\p(-*f nonfhzi; a qual dever
ser embarcadu.nu diailb suaclu-gad*. Eacommen-
dbs e dinheiro a fuete- at o dia da sua sahida- as *
horas.
, Nao se receben**om> encommendu seno ob-
jertos de peiineno-vafes wrae nao excedom a. duas
avrobasde peso ow8-palmos cubkw de medica.
Tudoo,ue passar deste limites dever ser embar-
cado como carga*
COMPANIUA PERNA.MBUCNA
XaresariM* cobsieira fon vapor.
Macek>>esialase Pencdn.
O* va}KMr Potetgi, citrmnMdant
Peraira, seguir para osuortos acuna
no dia 3 de nlaf^o as5ioras da far-
de. Recabe carBa at o dia 2 as 3- horas da tar-
de, encommendiis, passageiros e dmheiro a frete Mi-
as 3 horas da tardo do dia da saliiiU noescriptorio
do Forte do Maltosa 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Mavegaf potteira par vapor.
Maceii*em dircitnra e Fftnedo.
O vapor Jaguauifr, comnetndan-
te Moura, seguir pom o^nrts ci-
ma no dia 22 do oorrente as 5 horas
da tarde. HSeeb carga at o- dia 20, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete al as 2r
horas da tarde dodia da sabida ao escriptorio do.
Forte do Mattos n. 12.
3L
C011ANH1A PERNAMBUCANA
3L
\av<'ico costeira per va|
Paralaba, Natal, Marau, Mossor, Aos.
caty, Cear, Achac e Granja.
O vapor Ipajtiea, commandaot'*
Martins. si-gana para os portos cima
no dia 3 de- marco p. futuro as 5- ho-
ras da tarde. Recebe c-sega at o dia 2, encom-
mendafl, passageiros e dinheiro a fre* at as
2 horas da tarde do dia. da -aluda no esccipturio
d(> Forte do Mattos n. fct...
Para a Maranho
A barca portugueza Despique II, de primeira
elasse, forrada do eobre, sal com a carga que
houver m-stes 8 dias : a tratar na travessa da
Madre de Dos *. 10.
Subdelegara de polica da freguezia de Santo
Antonio, 16 (le fevereiro de 1869.
Por est subdelegaria se faz publico que foi ap-
prehendido e suppoe-se ter sido furtado, um burro
castanho com betta preta pelo lonibo, tem urna fc-
rida na pata dinteira direita, com ferro no quarto
esquerdo. qbem a- ello so julgar com direito, quei-
ra apresentar-sc, que jirovando sua propriedade
Iho ser entregu;.
O subdelegado,
Antonio Domingos Pinto Jnior.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
Inauguraqo da estadio dram-
tica de 1809.
tuarta-feira 1V de fevereiro
Primeira representacao do drama em 5 actos
AIMEE
i PASTORA miT.
No qual faz a sna estra a Sr." D. Julia Aze-
vedo.
Personagens. Senhores.
Aime (a pastora de Svry) Julia Azevedo
Hortencia Fauvel. ." Maria Velluti.
Senhora Deronville. .... Clelia.
Para
Parat o indicado porto segu em poucos dias o
palhaboe Jiozfa, por ter a maior parte da carga
e para o resto que Ihe falta trata-se com o con-
signatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, ra
do Trapiche n. 17.________________________
Para o Porto
Segu sem demora a barca portugueza Novo
Silencio, por ter grande parte da sua carga promp-
ta, para o resto e passageiros aos quaes offerece
excellentes commodos trata-se com Oliveira Filbos
4 C, largo do Corpo Santo n. 19 ou com o capitao
na praca do comniorcio.________________^_
Para Lisboa.
Segu com muita brevidade a barca portugueza
Gratidao, tem grande parte da sua carga promp-
ta ; para o que ainda llie falta e passageiros, tra-
ta-se com Oliveira Filhos &. C, largo do Corpo San-
to n. 19. ou com o capitao na praca do commercio.
Para Lisboa
O brigue portuguez Laia I, capitao Vieira, vai
sabir com muita brevidade, por ter a maior parte
da sua carga prompta; para a que ainda lhe falta
o passageiros, trata-se cora Oliveira Filhos 4 C,
largo do Corpo-Santo n. 19, ou com o referido ca-
pitao, na praca do Commercio.

LEILOES.
LEILAO
Para Lisboa
Vai sabir com umita presteza o brigue portu-
guez Constante II por ter grande parte do seu
earregamento prompto : para o restante e passa-
geiros, trata-se com Oliveira, Filhos 4 C, largo
do Corpo Santo n. 19, ou coi o eapilo na praca
do commercio.
DE ESClRAVOS.
O agente Pontual vender em leilao por autori-
sa^ao de diversos os seguintes escravos : 1 escra
va de 17 annos de idade, sadia, cosinheira e en-
gommadeira, lavadeira, cose niuitG bem, borda e
taz labyrintho ; 3 ditas de habilidades diversas,
sendo as idades H, 2o e 50, assim como um escra-
vo de tocia idade.
HOJE.
No 1 andar do sohrado n. 62, rna da Cruz, as
11 horas.
LEILAO
De um relogiode ouro patente, 2 cadeias de mi-
ro, 1 medalho de ouro, um caixo de folln para
roupa, diversas pecas de roupa usadas, um rc-
wolver de 6 tiros, o mesas, 6 bancas, 2 consolos,
20 cadeiras com assento de palha, urna dja de
balando, 2 relogios de parede, 1 marqneza, 1 mar-
quezao, 14 moxos, bancos, qnadros, eolheres, ci-
pos, garrafas, pratos, machina de fazer caf, ban-
deijas, garrafas de vinho do Porto, vinagre em
barril e muitos outros artigos proprios de hotel.
Quinta-feira 2i do corrente.
O agente Martins far leilo por autorisacao do
Illm. Sr. vice-consul de Hespanha, dos movis e
roupa cima pertencentes ao espolio do subdito
hespanhol Jos Filippe Martins, ha ra cstreita do
Rosario n. 23, as 11 oras do di acima^
o l'orlo
Segu com muita brevidade a barca porgueza
Harmona, para a caiga e passageiros trata-se
com os consignatarios T. de Aquino Fonseca 4
C, ra do Vigario n. 19, Io andar, ou com o ca-
pito na praca.__________________________
rara Lisboa
o brigue portuguez Relmpago, segu em poucos
dias, tem a carga prompta e para o resto e pas-
sageiros trata-se com os consignatarios T. de
Aquino Fonseca A C. ou com o capitao na praca.
lomfflIA BRASILEIR V
DI
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 28 do correte, o vapor
'man, coBunandante o capitao
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barliora, o qual depois da
demora do costume seguir para os do sul.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de snachegada. Eneommen-
das e dinheiro a frete at as dnas horas do dia da
sua sabida.
Naoserecebem como encommendas seno ob-
De um guarda roupa de amarcllo, urna meia
commoda, dous pares de cadeiras de balaaco, um
candieiro a gaz,l par de rodomas, 4 quadros com
ricas gravuras, 1 banca para ourives, 1 guarda
vestido de amarello, 3 mesas proprias para en-
gommado, dous pares de serpentinas, diversos
quadros a oleo, 2 marquezoes, diversas marquen-
mas, consolos, mesas redundas, cabides, quarti-
nheiras, um meio apparelho de louca para jantar,
1 tocador de Jacaranda, 13 cadeiras de Jacaranda.
18 ditas de amarello com pouco uso, 2 pares de
bancas de Jacaranda proprias para jogo, um re-
partimento de amarello para escriptorio, um re-
iogio patente inglez de ouro, urna pulseira esmal-
tada, um meio adereco e uns oculoscom armacao
de ouro.
Quinta-feira 18 do corrente.
0 agente Martins competentemente autorisado
vender em leilo os objectos cima desenpto no
annazcm da ra do Imperador n. 16, ao meio dia
em ponto, sem reserva de preeos.

tem

tem
DE
Um terreno na rna Imperial onde tem casa
Theodoro Jos de Sant'Anna.
Um dito dito na mesma rna n. 152 onde
casa Francisco das Cbagas.
Um dito dito na mesma ra n. 142 onde
casa Tiburcio Valeriano Baptista.
Um dito dito na mesma ra onde tem casa
Custodio Jos da Silva.
Dividas na importancia de 17:984*396 cm le-
tras.
Quinta-feira 18 do corrente.
O agente Martins far leilo dos terrenos e divi-
das achna por authorisato do Illm. Sr. Dr. Clau-
RA
;do
CABUGI
esquina
da ra larga do
Rosario.
% yr i
AO AMEL DE OURO
iliO#IA DE
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
A vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por preeos muito ele-
vados.
A loja est aberta at s 9 horas da noute.
RA
CABUGA S
esquina Hj
da ra larga do|li
Rosario. m

llflHLZl


<

k ile Pernamlmco
Dia*
Quaria fera 17 de Fevereiro de
186^(
~)

-Tr-rt.-------------1-------------

-r+-
dinO*le Araujo Guimaries cewsul de Portogal
pei*encetites ao cpolio do Mito portuguez Joa-
quim Jos dos SaMos Andrae.
No armaxcni da raa do hnporador n. 16, as H
horas 0o da.
em /3 de construcclo. com 140 palmos de
Iba kmoa, 28 de botci, e poJlogadas de pon-
bre, e IoUda ipara 12,000 arrobas de eSrne de^
charque, demandando apenas 9 palmos Tapia.
zulaca f< ir. 1 corre ute a o
meio i*.
Ni 'largo "do Carpo Santo t porta dp'*fr-
mazem n. 17,, onde
O ageafte ReriiardiRO Guimares por authorisa-
pao da jcizo de orphaos do&a capital, levar no-
vamente leilo dita barcaca, perumeenfc; aos
bens de finado Jos tiuiz de Azevedo Mata, po-
' dendo -ser examinada no estaleiro do constructor
- Sr. 1. A.. fodrigra, j. ra do Brum,
Eusino Je arithmetkr, algebra e
ge*we O bac'.iarel em diroito Casemiro Borges Godinho
de Ass'.g, enstoa estas materias no primeiro andar
daca^n. 17, sjtana rua Nova, das 7 1/ as 8/
lloran da uianbaa aos senhores es ludan tes que de-
sejajn facer exame so collegio das artes, e das. 7
1. as 9 da aoitcaos senhores erapregados no com-
'"rcio-________-____________
Trocam-se
as notas do banco do Brasil e das cantas filiaes,
jU. con descont milito razoavel: na praca da Inde-
' "*-
*--
pendencia n. 2.
No sitio n. i da Passageui, vende-se urna
escrava de meia idade.
i)
CASA OA FORTUNA
Aos 4:0001'
Bilhetes garantidos.
A ra ilu Crespo n, 23 e casas do costurae.
O abaixo asignado tehdo vHV nos seos
nuiiiu felizes iiiHietes garantidos um meio o. 55b
com a serte de 700i, mu mera h. 1062 .com a
sorte de 2034 e outras. umitas serles de 10,
10 e 20 da lotera que se acal>ou de extrahir
em bencGcio da matriz de Jaboalao (95j* ) convida
aos possuidors a virem receber seu nspeclivos
premios sem os descoutos das. teis na casa da
Fortuna raa de Crespo n. 23.
IX. f a 13 calvas can 1 iwefa Acham-ae a venda os da 4" parte da lotera a
Jo ....m(ii l< ,,,,11. Jmu% beneficio da reja de Nossa Senhora da oa-via-
** *&ttffsS" aar mrahir ^^* **
-as 11 horas na armazeni do Annes, largo da al- """" "" Precos.
toqt.

BMTHOLOMEU t C.
J







i
iandega, por Hrtervencao do agente
(Mein Sfifes
LEILAO
DE K

|'!- I
A SABER-
Um piano forte, urna mobilia de Jacaranda, 't
jarros com flore, um retugki de paretle. um sor-
timentode msicas para .piano e canto, i coinuie-
das, 2 camas de ferro, 2 (litis para mano, 1 to-
cador, 1 sof, 2 consoles e 1,2 Gafeiras de ama-
relio, 1 qarfinheira, 2 wneV.iatia?, I tanca de
jogo, eadeiras de balance. 1 fogae, 2 eabides, 1
mesa di ngoinmato oitra bjec*s.
Ncxt-feira 1 le irvrrolro
i na da Impratrii n. 4t>, Io andar.
Tobas Pieri teudu de retirar-se para Europa
com sua familia tari leio |Mtr. mlervcncio de
agente Pinto, dos movis de cas de sua residen-
cia, no 1* andar 4o sobrado da raa da Imperatriz
n. 40, onde se efectuar o leilfioas 10 horas do
dia cima dito.
Bilhete. ". 4*080
Meio. 2*000
Qnarto.....14880
Em perca de 1004 pan
Bilhete.....34300
4*........ iqn
n
Quaito.
' MaaoefofarhM Finta.
Ama
CRIADO
Na rita de Imperador, u. 73, 2j andar, ^recisa-se
1 de umeriado
---------------------.^----:_________________

-----
avis*s ekm;
Preeisa-se do um moleque^le 12 a 14 anuos
para servico cxtqrno : un ra Direita u. 79, loja.
Ama de Jaita
Aluga-se una ama'dereite'.fcrava eem lillie :
que n precisar dirfa-se a pnwt dfc Independencia
n. o.
a,
Una do Torres n. 16,'4 andar, nreois-*e .-de
urna ann que engomiue e cosinhe para urna pes-
soa. ______________________
AMA .
Precisa-se de urna ama : a tratar no pateo do
Terco n. 63. .
Moleque
Precisa-se alugar um moleque ou mesmo um
negro de maior idade : a tratar no pateo do Ter-
v> n. 63. i
Precisa-se d
do-se a-* juros de 2 por cento
ci n. 38. se dir quem quer.
niM .(uraiK ;i
.'1004 a joros por 3 u
Precisa-se de nina tmk'para servico interno e
externo do urna casa jle*aua s4 pessoa : na ra
(lo Bangd n. 33. ____________
Precisa-se de urna ma para todo c qualqner
servico de nina ca?a de paqtiena familia : na roa
do Hospicio n. 64.
Cozinheira
Precisa-se de urna criada cozinheira : na ra do
Imperador n. 73. 2" andar.
Escriptorio
Gomes de Mattos Jnuius
eriptorio aberto na ra du
dar propOc-se a qnalquer
de escravos.
stao com o seu cs-
igario n. 26, 1 au-
consignlcao, menos
Sebastio Olegario Lamenha Lins declara ae
public e ao'Cor'pO'do commercie que tm justo a
taberna da rua)ireita don Afogados 42 perten-
Cento a Jos de Snuzu Pereira, e eo alguam se
filgar com direio a mesma aprsente no prazo
de 3 dias a contar ro de lKfiH.
ioitutc
. Precisa-se de um menino que saiba comprar e
fazer inais alguin servico de casa : na ra do Im-
perador n. 73, 2 andar.
PARA, USO INTERNO
mfAlABOiS S|M#L*8
Xarope de jurulieb garrafa. 15OO0
Vinlw ile jumbclia gairafa. l&QQO
Wh^ e jurubeba vidro. 1 600
Tintura de jurubeba \idro. 640
Extracto liydracbolico de jurubeba. 2#500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2i5QOQ
Xarope de furobebl ferruginoso garrafa. 1^600
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. 2S000
Oiea de>jurubeba vidros. 640
Pomada de: jurubeba pote 640
Effllphtstro de jurubeba libra. 20500
PARAUSO EXTERNO
A J1K1BIB1.
Esta planta hoje reoonhecida" como o inais poderoso tnico, como um exeel-
teute^esubstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e bac^o, as
liopatites pro[inaiiiente ditas, ou anida complicadas com anazarobas, as inflan-magoes
sultsequsutes as febres intermitentes ou (Utreras, nos-abeessos internos, nos turnares es-
pevialiiMnt'd0teme abdomen, nos tu'raores glandulosos, na anazareba, as bodrope-
zias, erysipeilas ; e associada as1 reparac5es ferruginosas, anda de grande vantagera
ios anemias, cUloro.-^s, faltas de menstruaeo, leuconbeias, desarranjos atnicos do
estanugo* defeftidade orgnica e pobreza de sangue, etc.
O ^edizerao*arirmam os mais distinetos mdicos desta cidade, entre os
(fuaes pdeteos citar os IHms". Sr. Dr. Sih'a Ramos, Aquioo Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do Carino, Fina Xavier^ Silva etc. Todos elles reconhecema exceeocia d'este
poderoso mefttcaraenki sobro osdemais at boje conheeidos para todos os casos :itados,
lauto que todos os dias azem d'elle appjiaSo.
Apresentar da aos mdicos e ao publico emgeral diversos preparados da juru-
beba, tivemis, por#im .gfineralisar ais o uso deste vegetal, fazendo desappirecer a
nqwgnancia que at hoje sentiam ma1sdrekeslrepd:jftatttes a trflga,rem-se, e que tinham ainda a desvantagem Je nao
ser calculada a dose c'qMyeniehtea ipplicar-se, o que toma multas veaes improiuo um
medicamento, que pudwia prodtixir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentados depois de haverraos conveniente-
mente estuflo a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bemconlieeer aspro-
priedades medicamentosas d'esta planttt em sua rb.es, fbihas, fructas ou bagasy e a
dose conveniente a iipplicaco, tendoalmdisto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeiSo possivel, para o que nao ocupamos esforcos, nao nos im-
portando o pouco lucro que possamos1 tirar.
Por tanto os que se'dignarem recorrer aos nossos preparado* poden tera
certeza de queelksolTeiecema garanta, deque se pode encontrar, a prompta e infalli-
vel cura de qalquer dos soffrimontos, que deixamos innumerados, se forem em lempo
applicados, leado aj^d^o- J^edico en doente avantagem de escoJher as nossas va-
riadas preparao^/iq&M^ijaifcorlhe podeeonvir, jpekfacil applicacao, e ja pela
coniplwaco das molstias, idade, sexo, ou anda tiatiu-cza de cada individuo.
As nossas-pcepara?es ferruginosas sio feitas-de forma que se tornara comple-
tamente solaveis nos'stecos gstricos, jwrque procuramos osconipostos de ferro que
comotaes esto hoje,recotihetfdos.
Para aquel les que haU minuciosamente queiram conhecer as'propredades da
jurubeba, e sabeuem a tq)plc*cao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito un fometo1, onde tratamos-rab extensamente- d'esta planta edos
mesmos. preparados.
jDe psito sjeralde tortoras
Iloca e drogarIa.23QQ A9AJ03
!> xarope Vegetal Americano, espcclaltdade de Bartholomeii A C.
34RA LARGA DO OSAR10-34
Nao costumamos procurar attestado? para acreditar nossos preparadoB, e dei-
xamos que sua applicacao e os resultados obtidos petas pessea* que se dignaram acceita*
los, lhesdeem crdito evoga; pprque sao sempre os attestados considerados gratuito,
e -delles que lancamo o charlatanismo; mas, n5o querendo ofender as pes*oas que
espontanetteiite nos offereeeram os que abaixo vio transcriptos, os faiemos publicar,
manifestarido-lhes nossa gratidao pela attenco, esperando que venham elles corroborar
o concedo, e acceitaco que tem merecido nosso xarope.
Bartholonieu & C.
ATTESTADOS
lllms. Srs. Bartholomeu d- C com a mais subida satisfaco que deelaro
ser o xarope Americano de urna eflicacia extraordinaria, pois que soffrendo 1.a dias de
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamentos
que tomava, a elle recorri e na terceira colher fui alliviado, e de todo me ado hoje res-
tabelecido com o uso somente de quasimeio frasco: grato, pos/ esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconliecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma-
nuel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 4868.
lllms. Srs. Bartholomeu & CPenhoradissimo com o favor que me fizeram
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composicao, quando me acha-
va bastante doente de urna 'constipac5o, que me tornou completamente muco e que
truiix urna forte tosse, e me impossibilitou de cumprir os meus dereres de cantor da
empreza lyrica, vou agradecer-lhes meu completo restabeleeimento, que obtive com um
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitos tratamenlos. Desejarev
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de lo terrive
incommodo, to fatal neste paiz. Com maior considerado contino a ser de Vv. Ss
attento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1868.
Ulms. Srs. Bartholomeu A C0 xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teera
exposto venda de toda eflicacia para o curativo d'asthma, conforme observei appli-
cande o a meu fimJoaquim, menor de paira annos; victima d'esse flagello, que at
entao per espago exeedrte a dous annos ha\ia resistido a outros xaropes de grande
nomeacra.- Queiram,- pofs, Yv. Ss. aeceitar a expresso altamente sincera de meu reeo-
nhecimento ao meritorio servico que lhe prestaram com o indicado xarope, acreditan-
do-me para sempre deVv. Ss. criado, atiento e obrigado.Americo Netto de Mendonca.
Recife, 2 de outubro de 1868.
Irmandade de \. H. da Coaeel-
eo dos Militares.
Por deliberan da mesa regpdora desta irman-
dade sao convidados os nossos charos irmos para
una mesa geral que dever' fuijccionar (juinta-fei-
ra 18 do correne, pelas 5 horas da tarde.
O secretario,
Itapoel ynsepa,de Medeiros
maces, pagan-
na ra do llospi-
Brigue inglcz Prele.is, chegadu de Terra No-
va consignado a Saunders Brothers & C. tem um
can-eg barcado pelos Srs. Bieber.'& C, de Londres, o
possuidor do conheciinemo ter a bondade de
apresentar o mesmo no escriptorio dos consigna-
tarios.
O Sr. Amonio Francisco Duarte queira appa-
reeer na ra ireita n. 58, a negocio de seu ule-
rease.
Na na do Torres, n. 42, 3 andar, precisa-se de
una uiulher para engoimear e qse tenha regu-
lar coniportainento, paga-se bem.
don en
JoTs
Meik, Antonia
Aluga-rc um esrravo moro e ronnsto para
uakpjer servico, no qual se ppeai empregar das
9 horas da manhaa as 7 da noite : a tratar nos
Coelhos, ruado Prazeres n. 22.
; OITerece-se nma pessoa para tratar de um
sitio gratuitamente, pora com as eondicoes (|ue
os pretendentes verao : a tratar na ra da Con-
cordia, taberna n. 12.
34r Ra larga do Rosario-33
fc.".W(, '
DOENCAS DO PEITO
XAROPE D'HYPOPHOSPHITO OE CAL
l'eHa ])if|9>cB> MMIelecila desde 4867, pelo* mais celebres medico. Desde
i} masfanhnraa poude sustentar a eomparsco com o
produelo apreseaiado pela nossa eeza. Por isso citemos 0 publica .par que triga seiapce
este xarope com un a bella cor de rosa, nunca branca, e cora a nossa assigoaiura i roda lo
frasee.
Sofc a sua influencia, a tosse acahna-se, os suores nocturnos cesslo e o doente volve rpida-
mente sade. 0 seu emprego d umbero os mais brilhantes resultados nos defluxos, catar- I
rhos, bronchites, irrilaeMs do peko, etc.
Deposito em Peruambueo, em casa de Manra* c*.
isto da (uuica
loaipiia de Mello. Antonio de Paula e Mello, He- [
lena Tasso de Mello, marido, mi, irmo e cunba-
da da Uada 1). Kosa Alexandrina da Graca c
Mello, cordialmente agradeecm a todas as jiessoas
3ue se dignaram acoinpanhar m restes mortaes
a mesma senhora ao cemitoio publico desta c-
de ; os mesmos rogam as mesmas pessoas que
por um acto de caridade ebrista queiram assis-
tir a missa do stimo dia, que se deve celebrar
terca-eira na matriz de S. Jos-, as 6 horas da
manhaa, pelo que Ihes licarao sununamente gra-
tos.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava pa-
.ra eosinhar e comprar : a tratar na ra da Praia
armazero ns. 13 e 45.
Precisase de urna ama forra ou escrava pa-
-pa o servigo de urna casa de pouca familia, pa-
Ka-se bem : no largo do Carao Santo n. 19. trapi-
che da companhia..
Precisa-se
No annazem de Candido Alberto Sodr da Mot-
ta iravessa da Madre de Dos n. li. estao paten-
tes mais de dez mil amostras de papel, o mais lin-
do que se ti ui visto uesta provincia; desde o mais
imples at o niais sumptuo'so e proprio para
i: uaniirfio e forro do salas, gabinetes, capellas de
igreja e sanetnarios, pela variedade e belleza de
sews desenhos e arboseos primorosamente dou-
rados. O eust desse artefacto o mais razoavel
nsivel, porque antenas se sugeitar o Sr. jireton-
te a una diminuta commissao alm do mdico
preco porque vende o fabricante em Pars.
No mesmo armanea de Candido AJberto vn-
dese muito em coutao sgniute :
Muito bom farelo
Por .">, o sacco de 120 libras. K' muito barato .'
ptimo cimento
Por 104 a barrica de 12 arrobas. Nao lia que
dizer.
ArmaeeM de taberna
com os> seas perlen*es, pesos e raed das etc., tudo
em muito bom estado e proprio para algurn prin-
cipiante : vender por melade ao seu justo val.ro
>.'/;,'>.
J5AKAT181M0
Calcado nacional, na fabrica de Joi tienie
Godinho & C, rita do Jardim n. 19; avisam aos
seus reguees desta capital e do interior, qoeoon-1
linnam a fabricar calcado era altd escala, e offe-
recemas melhorescondifoes,lantoempre50 como
em qualidade. <>s proprielarlos deste estabeteci-
mento' chamm a attenejodos senhores consumi-
dores do interior, que os quizerem honrar com
sua frcguvzia, especiliesndo em seus pdalos a
qualidade e numeraefid. -se para os en-
tregar bem acondicionados em casa de seos cor-
respondentes nesla praca.
'
i wi'srcwJrsft
J^igcdo pun calqadas
A tratar na ra do Apollo n. 4, escriptorio.
0 advocado Dr. Antonio1 de Vs-
concellos Menezes de Drummond.
transferio o seu estiriptorie_para a
na d Imperador n. f>.onde pode
[ ser procurado todbs"dSkdias uteis"
' rjs 41 horas da manhaa at as 4 da
tarde, para os austeros de sua po-
fissao.
AlUga-se a loja do sobrado n. 32, sito na
praca da Boa-vista, tendo couimodos para qal-
quer estabelecimon-: a tratar ama do Alecrim
n. 30.
Criado.
No caes de Apollo, armazem n. 71, precisa-se
alugar para servico de casa um rapazinho de 12
a 11 annos.
de. urna cozinheira. preferindo-se escrava
ar na ra de S. Hnralo n. 26,
a tra-
= Na ra ireita ja. 88, casa que foi do fallec-
alo Paranhos, coniimja-se a vender o verdadeiro
vepaM e a aba do Dr. Tompsun.
Batalhao patritico
Avisa-se ao respeitavel publico que ten-
alo de se organisar esse baUUto, para a
conclusa* da guerra, con-vida-se a aquelles
que sequizerem alistar -rua diixuta'do
filar, onde lia sessie todasas noutus ; na
venda n. 13> se indicara a casa,
Cozinheiro
PrecMkse de um cortiheiro para un coUegfe :
a informar na ra do Iinpcfad*ir n. 28.
-"recisa-se de um menino de 12 a 14 annos
para ecir de taliem, preferindo-se dos lti-
mos crttgados da Europa : no pateo da Ribeira
n. 13.
Afciga-se o terceitw auda' lo sobrado da
rua-da lmneratriz n. 39 cDnviim grande sotao,
Viraco c bastantescommodos para urna familia:
a tralar na ra Augusta n. 43.
elegi de S. Francisco Xavier
L'^tabelecido na grawle o bcm.arejada casa
iule esteve o Gymiiask), na na do Hos-
picio n. 3^, dirigido pelos iKtdres da
companliia de Jess.
O reverendo padre director iaste collegio scien-
iiea aospaisdesens. alumnos dos demais qno-
euiMrem confiar-lhe a edueaco de seus filiaos,
q ue no da 3 de fevereiro comecario a fuccionar
todas a aulas, achando-se abertas j as matri-
tilas. Recebem-se memaos de 6 a 12 anno
aara seren instruidos as materias weparatorias
as facilidades do imperio, a saber, primeiras Iq-
Iras e ngoa nacional, geographia e historia. ar-
tnlttfea e giMimetria, inglez, franeea, (da-se infe-4
or e superior), ltiro, da-sc nfima, media e su-
prema, feso a praea da prosa e da poesa),, e
hriaaaeate iniiuanidadesou a introduccio rheto-
ri.'4ue comprebende os tratados do estvlo e da
eiueticaoquer em prosa quer em poesa basdua
Imataa latina a nacional. A msica para canto-
na e para todos os iusirumenioa de moto e cor-
eas, assim como as lingoaa alleinaa, itauaoo, gre-
ta, ebraica s erao ensinadas pedido ios seiiiores
aie.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltrao
RA DO TMPICHE N. i7, l." ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
jodeMinlio, em Braga, esobre os seguin-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
- Porto. *",3 fi f 11 -
Vilenca.
Guimar5es.
Coajibra.
CiMHKS.
Viseo.
Villa do Conde.
reos de Val de Vez.
Vianna do CasteHo.
Ponto do Lima.
ViBa Real.
Vilo-Nova de FaiMiko.
Lamego.
Lagos.
Covilh5a. i
Vassal (Valpassos).
Mirandella,.
Baja/
Barcellos.
ESCRIPTORIO BE AflYOCAC
6Ba larga do Bosark.G
0 advogado bacharel Ayres de
. Albutmerque Gama tornou a abrir
seo escriptorio na na larga do
Bosario fii id: onde pojeser pro-
curado, 'a QTtjilojuar hora, .para to-
dos os misteres da sua proftsso.
m
Frederido M
ClrnrglaW- deeilrta p*JJa escola
de rurdlciua
do lUo t laneiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital e seos Auliiirbifis, qtiUm aten
seu gabinete de consultai e operaces dentarias a
ra ireita n. 12, primein. andar, onde pode ser
Srocurado todos os dias dii8 horas da mantea as
da tarde. Elle acha-se eoropetentemente habili-
tado para com pe re i cao collpcar deates arflciaes.
por qalquer dos sfst''inaii, e bem assim .deafnipe*
aliar qalquer u trafalbo coneerneete su
prolisso. .0 nutmo. romnbeoerid ,ue era senf
pie possivelsenhorag ou criancas saliireui a
proejar o remedio, elferece-se a remover qual-
= Preeisa'-'se de urna ama qoe eosnbe e en-
gotnme : na ra de S. Francisco n. 5i'.
0 ahaixo assignado roga as autoridades po-
liciaes ou a qalquer outra pessoa que anprehen-
dam a escrava com os signaes abaixo declarados e
se dignem manda-la entregar ra da Roda 1
andar da casa n. 17 ou ra do Imperador n
:13 em seu cartorio, Raymunda, cabra, de 22 an-
nos iwuco, mais ou menos, estatura ordinaria,
bstame robusta, cabello carapinho, denles claros
a perfeitos, jhs regulares e perfeilos e com a iuo
esquerda aleijada em 3 dedos. Fngio vestindo
urna saia de chita-escura, .uorpmho braneo e cha-
ls cor de bunioa ja mn. pouco desbolado, con-la
que vaga em companhia de um soldado pela rua
Imperial. Cabanga e outros lugares circumvisi-
rihos.
Joaquim da Silva Reg.

DE


DE

-
J. VIGNES


N. 55BA DO 1MPERAD0BN. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje assz conbecidos para seja nceessario
insistir sobre sua superioridade, vantagens c garantas que offerecem aos compradores,
qualidades esfcis incuntestaveis, que elles tem definitivamente conquistado sobre todos
os que tem apparecido Resta praca; possuindo um tecladoe machinismo que obedecen)
todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falbar, por serem fabricados
de proposito e ter-se feito ltimamente mellioramentos importantissimos para o c\\m?
deste paiz; qeanto s vozes sao melodiosas c flautadas e por isso muito agradaveis aos>
ouvidos dos apreciadores.
Fazcm-sc conforme as encommendas, tantonesta fabrica como nado Sr. Blon-
del, de Pars, socio correspondente de J. Vignes, emcuja capital foram sempre premia-
dos em todas as exposices.
No mesmo esiabelecimento se achara sempre um esplendido e variado sorli-
tnonto de msicas;dos tiielliores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos
harmnicos, sendo tudd vendido por precos commodos e razoaveis.

ra larga do rosario \, ;iz
Este acreditado esiabelecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para che-
gar ao cuine do bem viver.
Alm dos saborosos manjares confeccio-
nados com o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de bospedagem, tanto para urna s
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indispensavel elemento para a
(MiTERIA E PETIT MSTAHAST
Annexos ao Hotel Central, rua estreita do
Bosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a variedade infinita
de charutos de llav.iiia, Baha, Rio, etc. que
existem neste novo esiabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que ge-
ralmente se fazem, reduzindo-nos apenas
tres letras que s5o tres bbb bom, bonito e
vida e hygiene, temo-la sempre em abun- Iwrato. A' vista do genero annunciado po-
dancia para facilitar cxcellentes banbos. tle-se julgar de nossa veracidade. Esta casa
Ha tambem urna boa bibliotheca e perio- gosa tambem das comUedes de um elegante
dicos nacionaes e estrangeiros, piano para e prtit restaurant onde se pode wr a es-
recreio, buhares, etc. etc. pecialidade dos fiambres e salames de Lio
Sendo ociosa qalquer recommendacad para lanches e at faaer nina boa colafo,
para t5o acreditado estabelceimento, omitr juntamente com os principis rnhos de
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresahindo entre o bom a puta
lira, que o bom servico, oidem e moralid- e fervente champagne, o mui saboroso Bhe-
de imperara n'esta casa, como observancia no, a primorosa ceneja, o b'cor espirituoso,
fiel do regulamento que possue. o quanto pede urna mesa. Faz-se nout
Comedorias a la carte. soneto e variedade de refrescos.
Prec-se do urna -ama para .serviip inter-
no e externo de urna casa de daas pessoas: na
rua Formosa n. 6.
GRANDE HOTEL
DE OBIEM
InaHgurou'se este commodo e elegante
estabelecjmento d'onde os seus frequenta-
dores poderlo apreciar a especialidade na
coofecoio dos gneros alimenticios.
As bebidas sao as mais primorosas e re-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres- commendadas.
A docencia e bom servico primam n'esta
casa no bello gosto oriental.
Mandam-se domicilio comedorias. tanto
a valso," cono por assignatora mensal. ^rj
precos sao mdicos e convencionaes.
Ha urna espatjosa e bonita sala para o
elegante jogp de bilhar.
Ha tambem aposentos commmodos e bom
mobilhados para bospedagem.
Rua larga do Bosario
n. 44.
tara a qalquer chamado sem que isso influa cousa
alguraa nacommodidade eos precos de seus.traba;
lhos,e quando para fr dela assim mesma ser
precedido de um ajuste ra oavcl, garanlindo elle a
segurancae perfei4o de seus ditos traBalBW- *
se gabinete so encontrar constantemente excel-
lenteps d*entifn>io, elixir e outros mediramen*
oaontalgic8 :.iLlua.Direita a. 12, primeiro
S5--RUA DA IMPERATRIZ-55
0 proprietario deste importante esUlwlecimento tem a honra de participar
ao respeitavel publico que tendo fgido d'esta praca a pessoa que se acliava na sua ge-
rencia-, elle.contratou para sua casa um.perito oflicial que foi por muito tempo o pri-
meiro ollkial da importante casa Sulingre do Bio de Janeiro ; por iss* espora o annun-
ciante que todos (icario satisfeitos dos seus trabalhos, visto, alera d'isso, possuir no seu
stabeleciment as machinas mais aperfeicoadas.para liugir e lustrar de que se taz us
na Europa, e aehar-se tambera prvido de grande quantidade de drogas escolhidas,
sempre de primeira qualidade e fomecidas pelas casas especiaos de Pars.
Tinge-se, lava-se e limpa-se com a maior perfeico fazeudas em pecas o
em obras de qalquer qualidade que sejem, taes como 13, algodao, seda, touquim,
iiennas, chapeos de feltro e de.J\ianilha ou palbinha de todas as cores, etc. etc., e
tambem tira-se nodoas e limpa-se a secco sem molhar os tecidos.
Os senhores negociantes, logislas c particulares experimentem que todo^
acharo proveito.e vantagens.
Tintura prela torgas e sextas-feiras.
Ur
AO
.TCSO
Na rua Nova n. 46, loja, precisa ffalar-se ao
Sr. Goilberme Rodrigues Breekenreld a negocio
que nao ignora.
t Tii.iiitiii:
Aos 500 pares do brincos.
3u e vende-se no Goraco
rua do Cabug, brincos de
as eom urna franja penden-
rico desenlio e ouro de
i pequeo preco de 5(000
r. baraeimo.
Amas
Em S. Jos do Minguint, cas n. 2,
antes de chegar a ign;ja, ainda se precisa
alugar duas amas que entendam de en-
gommadoe costara, paga-se boai alugvel
agradando.
Jos Maria Ferreira da Cunua, part
cipa ao respeitavel publico, que mudou a
sua residencia para a rua. do Bangel n. (9,
podndo ser alli procurado, na falta na rua
do Queimado n 5&
Cieo$raphfa e franeeaT
O bacharel Francisco Odd iona particularmente francez e geographia no
pateo do Terco n 33, e ala pode ser procurado
por aquelles que quinerem studar os mesmos pre-
prratorios, da $ 7 horas da tarde,
-------------------. i !.-----------"* ----------,
.
Preeisa-se de um caixei para urna loja de
fazendas, com pratica on sem ella, para ir para
Alagoa-nova, que tenha li a 16 annos de idade :
a tratar na rua daCadeia do Heeifc n. 38,-toja de
Alfredo & C.
86Eua das Cinco Pontas86
Thomaz Jos de Oliveira d- C. avisa aos seus freguezes que foram, tanto desta pri-
fiicomoeleicentro da provincia; que regresao! de sua viagem Europa no fim de de-
zembro proaimo passdo, ese acia estabelecido com um armazem bem sonido de mar-
ceara (raigo molhados) de bons gneros, por precos commodos e garantindo qualida-
de, pez e medida, nos geoeros comprados no seu armazem ; portante pede e rog
qoe nao deixeni de lhe dar a preferencia.
fbaMa-bbasl
HR-ME11CIER, alfaiatc francez, previne ao respilavel publico e a seus imaM-osos fregae-
zesqne,lende traljlerido sua residencia |>ara a rua do Trapiche n. 7, primeiro andar, ahi encontrar*
sempre todas as qualidades de fazendas para trajos de hornean, e prepara costumes para montara de
Precisare iFul 0j senhora. Fax tambenrobras para militares erara criados, para as quaes tem grande sortimento #e
No collegio da Conceicao precisa-se d urna
ri____ engeemadeira periu. ____
Precisa-se alugar, para o servico ex- '-----------------\ A-------------'
terno de urna casa^ man preta e aai prate, ^1 Tafi
escravos, n5o se evgiBdo que tenfeam ha-' nt nu atraa, do Roaarie l l, t andar,4re-
[j bilidaies., a tratar na nw do Crespo n, 8. 'eUa-se de unuaou.
31, ou rua Augusta n. 94. Na mesma caaa se
vestem anjos para proci-socs, por todo preco.
' ='"0 jaz de paz do disuicto da frej;uezia
do Poco da-Panella, Antonio da Rocha A:cioly
Lins, em exereicio, contina a dar audiencia as
segnndas-feiras, as 4 horas da tarde, em sue: casa
de residencia no >footeiro.,'
ltimos (gurinos para bomem, senhoras e meninos.
Aluga-se a casa n. 8 da rua do Jasmiin : a
tratar no segundo andar do sobrado n. 37 di rua
das Flores.
PECHINCHA
VESTIDOS A 6:000 RS.
Superiores cortes de grenedine de seda, lisos e de lisian
de muito lindas cores, com 18 a 20 covadq o corte,; pelo horatii-
simo prec de 6|000 cada um: na loja das columnas, rua do Cresp*
n.ld, de Antonio Correa de Vaseoncellos $ C.
1





V
Diario de Periiambuco QuaHa feira F de Fevereiro Je 1869.
nuil
\
/
'. C .n i
.tobe i
II

Grande liquidado de miudezas !
AfFonso Morcira Temporal, (merend liquidar as miudezas existente* em sua
toja a ra do Queimadp n. 55, resolveu annunciar as mesmas miudezas para que o pu-
blico se certifique do diminuto preco porque as est vendendo, a sabe
Massos com grampos 25 a
Pecas de tranca lisa e caraeol a
Sabonetes de todos os precos a
H50 100 200 e.....
Abotoadrns para collctes a .
BotOes de louca para camisas, a
Garrafas d'agua Florida (verda-
deira) a.......
Frascos com agua de Colonia a
320 e........
Garrafa do tinta roxa a. .
Caixas com 100 envcloppes a.
Mantas de seda para homem a
Fita de sarja para enfeitc de
vestidos por......
Frascos com oleo para cabello
a 400 e......
L5a para bordar, libra. .
Escovas ("mas- para chapeo a .
Ditas para cabello a 320 e. .
Ditas muito finas para latos
por preco nunca visto 100
"00 e........
Peras de babadosc entre meios
a 600 800 e .....
Grvalas de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 c .
Bico e renda das ilbas a todo
preco. S a vista far f ..
Pecas de fita de coz com 10 va-
ras a

20
40
240
320
ICO
10000
400
800
500
800
600
600
68O0
320
500
600
16000
320
500
500
:* ;
Jmoiw: aitai!AHiiuitolt-ida
'MaHY) -tt'H; UVW *>
2 t
;
mm
_.
Latas com graxa.duziaa 480
Coques muito bons com rede s
a rede val..... lf)500
Meias para homens boa fazenda
a 3*000 e...... M00
Linha de marca, caixa com 16
novellos ,..-.... 240
Latas com baulia (familiia), duxia 26200
Frascos com banha a 3w 400 e 500
Botoes para punbo fazenda boa
a0 e J ...... 100
Yolta de Aljpfre cousa boa a 460
Fitas para debriun de vestido a 500
Caixa com aguHia franceza a 160
Bolesdeacopara coletednriaa 120
CartSo com atlinetes a ._____100
Caixa com perfumaras muito
fina. S a caixa val 106000
12*000 ....... 15*000
Copo com opiata muito fino a
400 e....... 500
Metal muito finas para senhora
duiia........ 1000
Cartas francezas a 200 e' 240
Ditas portuguezas a 120 e 200
Caixa de linha do gaz branca 50
novellos....... 600
Frasco com tinta a 100 e 106
Franja de 13a para sapato (peca) 1 6000
A *b C 1H>-
Festa de Nossa Senho-
ra & Conceicao na
, Monteiro.
N&dia 18 io correte, pelas 7 horas da
nomVtei lugar a asemelo da respectiva
bantira, sabindo ella da tasa do Sr. An-
tonio* Jos Goincs do Corre, collocada
emtuna. liqui&jhuj charola, ipie ser-le-
vada por quatro vigens, e is de p'-
corw at o CaMeireiro voltar a ser depor-
tada*^ ^m mage6toso arco triumphal enn-
fron a igreja.
ohservai-se-ha resta occasilo un so-
Icmpade toda'nova e surpremlente.
No dia" segUinte priucipjarrt as noveiits
queripio cantadas pela Exma. tilha do Sr.
peroiaiio-m1 -
. mas WJrtM-rao pago* pornluito ujai dfcheiro
[ Ferrelra Yftllel.
Com muito motor vantagem
ipww O rv-au>Oni>i$-n. D,ffialdo'Ca!
Mas de miro e prata e pedras preciosas.
Compra-se escravos.
Photogranho dk casa1 iitDefiUllH,!0 ,,".Fa,i',,v L- *i"Ia v*''trl
prmianlo e m
) o. 24, es-
iltf ainlms os

i dj> que <'in outra qnal(|iicr parle.
2

Ra do Imperador
EtfiQROS*) K A VAMEJO
2
N* sua photographia roa do G bag n.T i i / .i i & n
,8> _eHtwda pelo pateo da matriz ra reir-1 [[j || ^\\\m\$jh
\'> largo Jo Corpo Sanio n. 4, t andar, cobre
velli.
Ouro e prata
^n mseda c em obras inutilisadas, compra-sc por
hu pmo : na praca da Independencia n. 22.
J toda* as nortes msica mAar, orcbesUw
'lirigida pe'n nutavel mestre o Sr. Colas,
e um ilud) fo^o. de aiiuo..
Na wspera, pregar nortee Sr. pa&
Amrasto Mana Fon eir Botclbo.
No 4ia 8 celelM-afse-ha; a fesU com freguexes podera ter a certeza de que se
toiUiits|ilendor e reverencia que soe ca-I** cwontra^o em' nosso. estafeetecime
ractp*ir as solemnidades do coito cttris*
tao, raudo ao Kvangclho o |r. padni Dr.
Luiz Ferreira Nobre-Pelinca, enoT>-Wwm
tos por todos os systemas plwtogr.ipl*k.'as.
Em porcelana Em vidio
Em talco Effi paiel
CART ES DE? VISITA A9,J ADWA.-
Os retratos carte-de-visite sao collados
ef.r cartlb de lux bristal ou porcelana, r
Obrados eu lithographados, qttadruollgbsfcs^S^
OU vmlielas para 0 que. existe AlUl^vmieda- \sm\mi\ se faz qualquer obra de encoinmeuda, c
ue de 12 modelos.a escolba de quese-,re- ^eguaignerconcert.__________________
tratar. Para asiouJws especies de retratos)" pATnnrn na
temos caixkklias,.p(wr-w>/ei miodrosj. uunipirt-SrtJ
e moldaras dour-ul-K onri>lN rat< ,TT ""rauda epatan csows ^jL,^ epor ,naior pref0 dftqne em ou(ra ,iarte .
oiuo e atuetes sunpiei e coa p.-diaA pro- & riia ,!a lajuiadn Reciien. r.8. leja ,ie az.ii.j...
nosas, navendo nos-alfiwetes wn* mhwosa 1L"offw.w.e_, um rapaz de 16 annoTara ca- 'dea que se.aproxima o tapo
\andade de feitio. (iro, com pratica de miudetas, e d fiador de sua
O nosso estabelecimeitto pliotograpBio rtoducta : ti sempre orara cmrios nielhoramentos.r,vl,a,la rom ;is ",l,*,acs A- s- UtS,a ,>P"fc'ra
(>mipra-se urna burra ( cofre) : na ra do
retino n. ti;, priinciro andar.
e m-ogressos ^ na America . Norte, na i
Kursp* oirwwo 'ti* "Tmeirorsp consegu1
na arte pluitogiupluca, e para alcauvai'mu.,
tal fina minea poupaaos des(pcws neni sa-
crificios, de sorte que os nossos numerosos
n*l
,1,10!
ludo quanto a artee a mofci ofotecer (tei-
ham *.n r,. -~~. ^.i ^ l.onipra-se una casa terrea o da-se a unan-
bomi no novo e velbo mundo aos unante^ (1, ..^^ a sob vnoth^a m ,ireios
dapbotoraphra.
OURO E PRATA
Em obras velhas, compra-sc pormaiorjveis Paia unia ",esa
ero i|iie em outra qnalquer parte na roa I ^t3.
Charulos de diversas marcas dos bun
acreditados fabricantes, tjista Jrmos c
Mauuel da Cosa Ferrea de (Sao Feliz).
Fuona da-tenw muito boa, i> res a
saca.
Miragoaia do Rio Grande do Sul, pec
secco de superior quadade a G400 a ar-
roba.
Congro e mivo de Portugal, em barris o
libras.
CamaroeS seceos, do Maranho, em libras.
Latas com peixe em conserva sendo:
Salmom, Lagostas, Ostras c outras muit;.''
i|ualidades, a saber: Portuguezes, Inglezes,
Americanos, Hespanbes, etc., etc.
0 Campos aluda urna vez, vem ter a
honra de lembrar ao respeitavet puldico, as
muito excellentes agurdenles de Lima IV
: rati. e Tiquira do Maranhn. por vir-lhe a
invernoso,
e ipie muito nescessario se torna trasero
estomago quente, e como se acha o seu es-
tabelecimento bem prvido dos gneros ci-
ma ditos, ccommenda uro passeio al elle,
onde encontrarse os amantes do que e
bom bucado, um completo sortimento de
gneros finos, que se turnan recummenila-
inais ou menos pro-
Papel de peso muito bom
Sapatos de tranca e onlros muitos artigos, que enfadonho seria mesrioaar.
RA DO QUELMADO N. "
UOnn !1 mfc Sr- Fr- ^^TJ'"1 do Espirito San-
*"^!tf>. 'N#sle da. Urde subir m ar um
todo
illu-
bidovuinpiu.
OMiado^ no
** tltMA6

A agimtsraaca tM-se ftwto ti conbeeida e
acreditada,"nao s pelas novidades, variedades, su-
perioridate e abandaiKia de sen sorioeuto, como
pela constante comuio4idade de secs precos, e nus-
mo pelo sea assaz e E*nca olvidado agrado e since-
ridade.
Essas verdades ieeontestavets -o sem duvirta
apreciaites pelo b*!o sexo em tparticular, e plo
respcitavel publico n geral, o a tanto tein di^gao
que estn quasj pasundo como annexim ou pra-
verbio, quando se v nm objrto de elefairoia,
gosto, fifividade, etc, etc., diz-sc logoupMe ot<-
jecto sem d'ivida si comprado na loja d'agnia
branca.
Quando no cMb, nos ba*es, ou no alac Santa l-.-diel. urna exceeatisiBia se jipreseata
garbosamente trajaado, traieaid'i o modemo ciato
V mui larga lita, lisa, cnamatotada, ou esc^raa,
as suas adinirad<*r&s dizem oemsigo aqueHa nu
foi comprada na fejad'aguia far;.nra.
limhbalao iBtiito original, e a nmite
o largo; da igreja sor formossmerrte
invado,
NO da immedrtl ao da festa quemar-so
i'-i um loff) de bengala efs* aimlad
cotilleado entre us
Nada ^gupa|um os eficarrcgados da Tes-
ta, nem dedkavao new esftn^o*, pan que
o resoUadn da juo Ae que foram acar-
egadoi, conrespi)indignanie|. ftt-siK^'S ess carre
efpirfto
r<'ligo|o q.ic imporaiM Oftiaci osle
nan'ifio' pt#vu, espeiau* ^osmesmos -que puf
parlo ilo-ldujj aquelles que estNfera no,
caso c amina-tos no roinptoto 'dexidera-
t am a -aobW- empresta-em que-seempe-
nharaut iwda etxara; de rea|tsar-se a Iba
de que lita aJUi y, f iguiu ativaui**te |xssa-
mos nlio e nosso aior e adoraro.
mentos contra fogo
m edificios^'j^nifcrias e wobitias: aa
verdadutitmeBitejfua d'J Vigwio i. 4, p.i\inn-irto \vn*>.
Eio de Janeiro.
&ferino AlmeiU Pinto, wlvogado no
Rio -e Janeiro e com escritorio de agen-
cia na ra Sos'Pescadores r. C, encarre-
ios tftatH
urna a outra os agraaaveis chefeasde qutusaiii
em seus linos lencos, ccada urna c*s quaen orgu-
lliosas polo elogio do aoerto de sua esculla, i como
que quoreado por si inesnia justificar dtuaviimul-
taneamente verdad que este ebeiro foicompra-
do na loja d'aguia bfca.
Alada mate.
Quande faontem osipais alllictos sentan- o rigor j ea^/>
da dentifo de seu haro iilbinho, c hoje-alegres e i ':..,.-
salisfeitos pelo etii-i'estabeleciM'iito reeebem as P|;,''> e *
j visitas tai seus-analhar amigos, ^lizein atjuelles a fn.'S p COmniissneiLttS(MV estes, l'uiiteus queme inspiroufura quctonipras-
se, como comprei, um desses virtu86 eiillare>
Royer, qre se vendan na loja d'aguia hjanta.
Alia lo inuif o mate qne aimla
falla dLcer.
On.-iiKi em um civ-ulu de cirsumspecios carac-
teres 9e disentiraveracidade de taes dizwes, appa-
recer iw outro qwe.queira anda levemecte inter-
j i'onmcr-a. discussao,-os primeiros por momento es-
circimniR'Cao e-tlies (ka-3 um gra
queoerao a
cioso 4aU<|ue dizendo^lhesj -sabemos -cue V.
Quado outra et^ellentissi*^ nao meaos -.?ar-1 um dajt&Mles que iadina o chapeo de. sel ,ou que.
^a, Bwstra o rifw do seu bwa Rosto na acertada niereoia ef desira6 pela afna braaea da iva
'-'olUadus cnfdci de altaeovidade qoe toS!a-1 do Quemado n. 8.
ne-nte oruam seu vestido, ainfia mesmo as rivaes
de ~na nympathi*fonfewaBiq5aquettes enfe^s
' -i .ni da loja d'aguia branca.
Qnanfo n'ouira excellentisnima, aperar da- n-
gelleza -de sen jvr te agradavel, so vem *s MMn
luvasde pellica duqueza as suas bellas ai*i
*o taulM as coas que por
niuas caeapam as outras.
J i*^.-vjui'cendc.aapuia bram.i,mas etu tempo
leiiibrou-v para Mtiaar, que j*ecebeu lima pe-
i|tiena qtkf itidade de-enfeites pasa coquesc gram-
pospara-ffito?, tndo feito de metal com lindos e
gas lomnm-UM ojsto e mafumm queaquia? ^rj^ei- colorida, obras estos pela urimeira vez
hivas foram da ii. d'aguia braaea.
Qiandi mesmo duas exfleHentissinias, aatigas
amigas de c.oHegio, e encontram naquettes Un-
ie. depeis dos cuamrimontos de recprocos Mje, I
mi. uis por foroa appartoiSM, e portantainteira novidade.
Tunfeem ebegaram novamente delicados enfeite
e (lores orzadas de ajafare e wdrilhos, taato de
pallia par.! coques orno para vestidos, e tudo
continsa a merecer a apreciacao das excetkiitissi-
uias conbaa'doras do feom.
irias.
As) pessis'ii qaojfla >iu< er.^08 iO qul^
zjrem utilisar jnfl'Wao (li^qB-se ioal*
menle ou pi>~m*iiio-('s aronlpanhados o>- todw .os .doaumetkto
precjpos e-com iiulicaco da pesa com
q.iei seposa-traUc.
l'ttra mate iiiCinrai.le8.dingaui U"a da ru*Jarga*do Stosark) 10; Te*rta
ci.lad^. '*
P'
do (.abug n.
5, junto loja de cera.
I na na Nova de Santa Hita n. 5V
0 mmm de joras
i do Cabup n. i compra-s i
e pedras preciosas por precos niaii vautajosoa de
l|lH' en
MARTIMOS
oxtra roc;ci>.
\.C0mpai*la Inde*Msadora,stabeJc|wl
nesta prasa> omnsef ims marilnuos so5fl-e
Na na do Cabup n. i compra-s ouro, prata
podras preciosas por precos na i
em mitra qualquer parte.
Mi
ALTA mWMB
i Lujadle Favila
gurcuroes para vestidos a i0ck1,
, -. -, -curvado.
Chegaram os niais Wcd
rphilosophia
ToWa*. Brrelo dr. Muc.es ,*ia phiiosophia,
na ra tvi/e.ila n. > \ 1" andar *. podeitdu para
itfu ser procurado fias boraaat lueio a.
" *Na ruaro*a n..a6,'depxsrtO; preciase
alngaraw escRivopara lodo' eertr^u,- dSkMM'ch-
ad mesa e Mi iwensaes.
.? i ij^------.....( m.....
Koga-se pessoa. uue. entn>gu,.uma garlu
ni roa dos Piresia. ~, \iwla, da Baha para Bf-
Luiz ase Corr* (le Si, liwef de aliuat'sBa
tnorag'paia sciprocuraao.__________________
S vua-estrala d.i
ucn-anuar, fazifl-se flores
pwi uiiiiimuin tlulgul
1>

todas x-
m
t;hegaram os Uiais Wi.dernus p!iguro-s
Compra-se una pequea easa miiTuli nwi.' pairf*esti4os; sondo delodas as crres,como
MB pretender vende-la dirija-se a ra do Quei-1 sejam verde, azul, rosa, bisinark. petla,
palo n. ti. 0 | roxo ^ ^ tendo quasi quatro palmos de lar-
gura e vende-so pelo baratsimo
n
VENDAS.
1 -L-i U 1
No principio da eorada de Joan de.Itanfos,
i/p'rimeiro sitio vindo |ti Soledade, a esquerda,
veude-se nina commoda grande. ^^^__ f~
"" Vende-se, por b; rain, asobifdo p 17 silo ;i
Aa.lo Pilar : a tratar nannsma ra u. I'^l. an-
Veiide-s
aez de roy-iras e fructeiras de
(> pateo la Santa Cruz u. 20.
(jmacle liqu(la(su.
^0 proprietario d'antiga e bem coobodda
Iq|a ?teraiudezas denominada Beija Flor,
iJ-ua do Queimado n. 63, qtierendo acabar
n o &
4om deil
ar
con
slrativc-s, mediante bboi-> ^^SJT"' Mb*sc r,08as'"
.-r. ,j ^..-,.., ;. ... ,,i.i-.^io- rn rr conrermnfT aos sarFas actos ;
e t ido
asim c
ipor vaiteaMiiaH
.) <*i. limiao,-
ropnd| llafMifei-
Jupjqj epnais
lazatotiuVem outra qniT|lierparRr ^V;i tiesnia
*fc* seitMMnnC|tf p#arados promptos
vWa o sefukle icea Tupio* fono/A* ufeilados
canutilho cohi flores c <-era pruprioj parado-
iBgo de toa**s,- na** empitada^ iWf.iirienfe, bor-
dadas a urfl.fiiropms pat* baptiMAs, capetas de
*! e para ninas t orvts. Afeal' disto en-
miabeni'de-preparo de 4-andejas de liles finos
^OfritadM ftfTonfonnida* ao firtt* gu'e se desti-
rirtiniento de mudizas que existe,
'berado proceder a urna completa li-
quitlaca'), para o que cbamaa atteneu de to-
Os objectos serao vendidos por metadede
sea valor, epara que o publico, nao suppo
', que o preiente annuncio urna illuso,
oprielario da dita loja oflerece una pe-
na lista de algumasmiudezes, com os seu*
utos precuscomo abaixo se ver;
presentando urna lista completa de Ic-
os objectosuB eato exjioetos a venda.
la razao de se tinar um aimuncio muito
eSlenso e por conslqienda de enfidonha le-
tuja, por isso apenas lemita-se as seguinles:
C$\a de envelopes de cotes. .
i>as de envelopes cun tarja,
preta
l'ara a ar.ite qu**pmr-4l*efttc nrstehospN
ta! a naica pus-ua incumbida de conceder gaias c
o .imrdMimllt. Antni*ifaria de ferias News na
ai'sencia do mnrdomo'Vvnte de !'.?>. ViHWfloas"
qu' se da tarde. naUesonraria provincial, e dqsfjtHora
em J
Rorros.
aa, hier sa para casameMos, quef para bailes; .J \ ', V
..fiuwi^ntwK vestid^para a quarcoo% onjroi4,*i,s ,le '"v,'lopes brancos gran-
dauer ne-fae uraBuar Ojaotauer que-b proear >coin a bimoc piunq^iilao
A3ug-se tura, ama d :fc3ie escraw com filho :
diante bo seu sitio da estrada de Jo*i dij jjueo procisar ditija^ei poaca da (iifr-pondenci
'numero o.
PEDIDO
Frauvisro Antoofo de C'arvalho V (. Jiquldootarios^bi extlac-
la flraia soeial dellgo Honra, lojaiH aos devedores dcsta- o
obsequio de andawm saiisfaaer seas dcldtos at o fin doeor-
i-eutc aocz. sob pena de .seren ainados jndeiattuente o euoo-
prlmeauo desse dever.
Kedfe. & 4tc femviro de 1 &*m.
OITerece-se um cownheiro pata hotel oucasa
parucnlar: a tenar na ra de 8. Gflwcalo n. fc.
Preeisa-se de um pequeo para caixeiro de
taboma. prefenndo-se dos ltimos vhegadas do
Porto: na praca da Boa-Vista n. 17.
Francisen de Paula Mniclto tejs mudado o
sen Borne para -Franeisco de Paula Mindello Ofi-
veia.
Aluga.se uus i* indar idc um sobrado do
Caes do Hamos, e um 3 da cua da Prt:ia; a tra-
tar na.rna da impisratrz n. 6S i andar.
Fugio no dia 3 do correte do sitio da Pro-
pridas, na villa de Seinhaem. o molato cio, idade 0 a ii oaaot espigado do corpa, rosto
legular, um tanto dcsufTcicnado, cabello pjcbaitn
desandado, iutitula-ee por forra, e ju|ga-se que
lalvcz queira sentar praca; potanto pede-se as
autoridades policiaes t. captura de dito escravo, e
quein o [tegar dirija-se a ra da Cadeia n. 10 que
*er generosameule gratifn-ado.
ATcio.
i_
Ama df loile.
Na
-
Lindos ces de cassade wr com liarra,e.oom figulino iudicando o otoide-do*csti-
! pelo haralifet-iuio prufo de 3&J00 o coiie
Ditos de' percalia muito modernos omu duu saias a 5.WGO ri
Na loja dts Columnas da nua do Crespo il 13 de Aotouio Correa Je Vascwt-
d0S [DE LERAS eOOTOR EM sgieicias^
iMaaH'lifnu!
DcbaKO da forma d'um liquido sem saliAr.
aaalogo a urna agua mineral, este medica-1
neato rune os elemeata* que constitua
os ossos o sangue. E* o mtis raeioal dos
ferruginosas; por estt razio o adopirflo
os mais ewiocnics medieos do mando in-
teiro. Un*em mu as metuoas le leraperimen io delicado, eujo desenvolvimealo tardio
s senboras que padecem estas doj-ea d'esiomago intolertveis, causadas pela chlorose!
anemia, mensiroaoao ou leucorrha, as criancas d'uraa cam^ti<;ao paluda e dlicad, e a
todas as jiessoas qne tem o sangue empobrecido pelas doencM. EfBcacia, rapidez datcao,
cura perleia, sera eonetipacao de entre nem accao sobra os dotes, taes silo as raides que
opero para que os seabores mdicos o preserevo aos seus (lenles.
Ucposiio em Pernumbuco* era casa de Mmmm C*.
So orna lrma lmpida e agradavel, este medica-
memo ruae a quina, qne o tnico por exeellencia,
e 0 Ierro, um dos princ.ipaes elementos do sangue. E'
adoptado pelos mdicos mais distractos de Pars, para
curar as cores paludas, facilitar o desenvolvimento
das meninas e restituir ao eorpo os sen* principies
alterados ou perdidos. Faz rpidamente desapparecer
as dores d'estomago intoleraveis snsciudas pela ane-
mia ou pela leucorrha, s quaes as seuhoras estao
tantas vezes snjeitas, regularisa e fac lita a mensiruacao,
e receitado com successo as criancao pafldas, lym-
ihaticas ou escrofulosas Emlim, excha o appetite,
avoreca a digesto, e con vera a todas as pessoas cojo
sangue es ni em|iobreoido pele trabelho, polas moles-
tias, as convalesceocaa longos ou dikeis. Os boas
resuludos nanea se fazem esperar.
Deposito em Pemambuco, em casa de Mu O*.
CAPSULAS VECrETAES
com H1AT ICO
D.EGHIMAULT E^f P'HARMACEUtlOOS EM PARS
EUs eapsulss, 'com capa de gluten, contem o balsamo de copabiba associado i esseneio A
Manco (arvore do Per), e eonstituem um remedio infallivcl contra a gonorrhea Ellas, obrto
sera cansar o estomago e nao prowco nunca os enjoos e nauseas que oecasionio as cansulas
ordinarias, tendo a immensa vantagem de nao comraunicar elieiro as onrinat. E' por estes mo-
vos que ellas sao superiores as capsulas de copabiba, enhebas, ec.
Deposito em Pertiombuc, em casa de Maunr c.
Prccisa-se de unta ama que eosiabe bem
para casa de pouca faruilia; na ruado iiuperador
n. 74 2" aiidu-.
catino.
Pscecisa-fedc um criado : na ra doQueimado
n. I i, 1" andar.
Kscravo
Preeisa-se alugas" um escravo das
nianhaa as !> da tarde : na ra da
Io andar.
8 horas da
Cruz a. 46,
Feitor.
Precisa-se de uu homem para trabalbar em
uuia planta de eapim : a tratar na ra Direira nu-
mero 60.
J..
Desappareceu do poder do abato aseignado, de
sitio Campo Grande, distrieto de Marangnape, no
da i6 do mez pivxinu passado, um cavallo de
eor caldo, anda novo, nao tendo ferro algiwv
sendo cateado de um p, e tem maos, como vulga-
niente se diz, eucruzadas : roga-se a qualquer
pessoa que o appreliender de levar ao mesmo
abaixo assignado naquelle distrieto ou em dunda
em casa do Sr. tenenle-coronel Manoel Autouio
dos Passoe e SiWa, que ser recompensado.
_____ Jos Thendori Cavaleanti Horaes Litis.
' ella.
Pede-se* a Sra. N. N. Bolenel,moradora n'um dos
arrabaldcs mais prximo a esta eidade, que deixe
de e.nvolver-se com a vida de certas pessoas que
anida nao yt oecuparanr. do seu nome, e que jul-
gam nunca a terem odjndido. Ksia senhora tem
urna eserava qne supponl que s se ocenpa todas
as nones andar feita es|iia por onde andam oslas
pessoa-, pois ella (escrav), cono o nome della do
da, por isso a norte v todo, epede-se a osta se-
nhora que s se emporte eom a sua rarailia, deixe
estas pessoas divertfrem-se por onde quizerem,
menos em casa deUa; ser por Isso esta entri-
ga !! i Qnem sabe III
Os Mrtires.
Ama
Na ra Dircita n. 61, loja de chapeos, precisa-
so de urna ama para ca.'a de homem soltero.
Jezuina Alexandrina de Carvalbo Pedrso
avisa aos pais do familia e a quem oonvier, tpie ae
acha inteiramenteno ejercicio da primeira cadei-
ra do freguezta do S. Jos, na ra Augusta n 70.
- Precisa-se na ra da Crmn. 33 de tumi anal
eserava que iba bem coidor para casa dnfln-
ea familia.___________
Precisa-se alogar um molenue : na ra do
Cabug ii. 2 B.
O pitSn Vietotmo Jos dos Santos Fmtnuato.
Aiituiiio Augusto-dos Santos Purto, Jos ortuna-
to dos-Santos 'orto, AugtWo TreBerico dos San-
tos Porte./Leonor diastos dos Santos Porto, Auna
Carolina dos Santos Porto, e f iiDa BcJida Scha-
lo Porto, eonlalente agradet a todas as pes-
soas que e dipnaram assistir as exeqrrtas e acom-
panhareiu ao cemiterio publico c inuo presada miersogra D. Aetoia Alargjida
dos Sanfais.e. de nove Ibes rogara e caridoso ob-
seguio Ue aesistirem as missas ^ue por iateoco
de ua alma se tem de rezar na igreja do Divino
Espirito Sanio quintadeira 18 do correte as 7
llora* da iuanha. Prevalecendo-se do- ensejo
tribatam iguahnente seos agradocituesitos a Ilus-
tre irnundadedo Divino Espirito Santo pela at-
teneao que volmitariameirte Ihe preston._________

Joan Raptista P'errera da Anauncia^o, Antonio
Dias da Silva Cardeat. rilomeoa Candida de No-
vaes Amiuuciaeao, Mara Filomena de Novaes
Cardeal, Candiifa Filomena de Novaos Paos e (ui-
Iherniiitl Candida de Moura Novaes, tendo de
mandar rezar urna niissa as 6 horas da manliaa
do dia 20 do correase na igreja de Santa Itita de
Gocsia por alma de sea cuiihaao e innao o capitn
Antonio Augnsto de Monta Novaes, morto no re-
pblica do Paraguay no combate de 31 de deiem-
bro do auno prximo; passado, eonvidam os seus
parento e amigos heui como os do fallec do a as-
sstirem a esse acto de eartdade pelo' que desde
j antecipam seu reronbociraento e gralido.
Manoel Muniz Tavares Cordeiro convida aos
seus amigos e aqneties do Sr. Marcelino de Sonza
Pereira de Brito, residente em Lisboa, i assisti-
rem missa que pela alma do finado Fre Luiz
das Dores, manda celebrar na igreja da ordeui
terceira de S. Francisco as 7 horas da manbaa do
dia 20. e desde j se confessa extramameite agra-
decido aquelles que comparecercm a esso acto
religioso.
O baeharel Cae tao Maria de Faria N;ves pede
as pessoas que o ltonram com a sua ost ina o aos
prenles e amigos du tinado Manoel Lidoro de
Oliveira Lobo o caridoso obsequio de assistirem a
uiiss que pelo eterno repouso de sna alma llie
t tunda rezar na igreja da Soledade, sabbido 20 do
crreme pesas 7 horas nvaa. ________
Ditas de envelopes grandes e pe-
genos. ..,..,;.
Ubr.t d la para bordar, surtida
uzia de caribes de corchete fran-
cezes com i pares cada carto
Dita tle colberes i^ metal prin-
cipe para sopa. \ ,
Dita de ditas para- clwi. .
Concba de metal principe para ti-
rar assucar. ,.....
fiutuadura para collete. .
RaVes de luvas. de lio da escocia
branca e d*. cores pufa homem.
ilas de ditas para senhora. .
Fita para sinto de senhora. .
Pares de sapatinlios do casimira,
bordados.......
Pares de cascarrillia de la. .
Eseova tina para limpar unhas.
Ditas de ditas. ...(...
Ponte preto de barba. .
I Caixa com apparelho de chumbe
a 650, 10 e......
Boneca de cera a 1 3^00, 4000 e. ; ... .
Apparelho de pott^laua para al-
moco e jantar. \. .
Jogode Vispora......
Caia com papel branco e de co-
resi ........
Inadores para vestido. .
Caixa de linha de marca encar-
nad.- e azul.......
Sapatinhos de la para meninos.
Tocas........ .
1 (hr/.ia de linha para la/a r croch.
Ditas de carriteis com 100 jardas
brancas e de cores. .
Fila de la para debrum de todas
as cores........
Ditas de ditas, branca. ,
Pecas de lila de linho para ros. .
Dita para cus.......
Pentes voltiados para [meninas e
senhoras.......
Ditos pretos com chapa, para ali-
zar .. ......
Ditos brancos.......
Ditos brancos finos.....
Eseova para denles a 160, 240 e
Ditas para cabellos muito finas. .
Pecas de franja para toalha com
14 varas a peca.....
Entremetes bordados a peca 500 e
Tinte-os de porcelana i> l-Vino.
Balaios para meninas de escolla
bonito desenlio a 500, 1(5000,
ItfiOOe........
Fita de sarja de todas as cores. .
Gravan rotas a 400. ,
1> re? o
de I 000, adacvado' sdaniite no ar-
mazem do Flix Pereira da Silva, na ra da
Iuaperalriaa. 60.
ltBINSxPARA CALCA NA LOIA DO l'AVAO.
Vendase os.mais modernos e nielhorcs
brinj dbiritgfde todas asrores,nulros com
listas^o la^o", garantindo-se seren df 1 i i r. o
puro e vender por procos nmitu en cm
ta nO 'armazejir de Fefis i'freifa da Silva}
arias qualidades ra da Impcratriz n. 60.
.\S DEZ1I1L VA|\S DE CAMIHAIAS FRAN-
CEZAS S NA LOJA U PAVO A 560
HS. 0 METRO.
Vende-se finissimas cambraias francezas
com os mais delicados padrees, tanto mio-
doscomo grados, ecom as coros mais no-
vas que tem vindo no mercado pelo bara-
lissimo preco de 5C0rs. tj metro; garantindo
que 7 metros dao um vestido para quai-
quer senhora, e que em potra qjialquer loja
n5o se 'encontrar a mesnia fazenda por
igual preco, e sim s na loja e armazem de
PavSo, roa d Itapprafiiz n. CO de FeL'2
Pereira da Sil>a.
Cassasiu^leza a J* rs n inerc
Vende-se urna grande poiro de benita!
cassas iDgleznsaanto graudascomo miud>-
nhas e de cores filas pelo barato preco 4e
4M)rs. ometraj,gaiTntndo-sc (|ue 7 metros.
Hq5o qmvestido para qualquer Sra. s na
loja do Pjvo ra da Imperatriz n. 60 de
Flix Pereira da Silva.
RETALIIOS PAliAUjrO-NALOJA Di.
IPAVAO.
Venderse orne grande qmtidade de i f
talhos de chitas e cassas pretas por pre$a
muito barato, e qtianto maior for a porcS
que o fregne comprar, mais barato se ine
vender na ruada imperatriz n. 60 de F^
lix Pereira da Silva.
CRINOLINAS OU BAL ES A duOO Sv Na
ARMAZEM DO PAVO.
Balos 250G.
Crinolinas 2rj50C.
Baloes 2,5500.
Crinolinas t)50.
Balbes 6560;
Crimilina* 26500.
Vende-se os mais modernos baloes ou
crinolinas americanas, muito bem feitas. sen-
do todas de modelo esgnios, pelo barate
preco de 2500 cada urna, nicamente na
loja e armazem do PavaV de'Flix Pereira
da Silva, ra da Imperatriz n. 60.
CAMBRAIA COM SALPICO A 56000 A PECA.
Vende-se pecas de eambraia branca com
salpicas, sendo neste genero o mclhor que
tem vindo ao mercado, tendo 8 e nieia va-
ras, pelo barato proco de 56000, peehincha
na loja e armazem do Pavao, ra da Impo-
ratrizft.60 de Flix Pereira da Silva.
600
900
700
600
7-5000
900
4-5800
640
600
360
600
600
800
16200
500
600
:too
300
16500
5-5000

26000
900
700
. 80
280
400
800
160
360
260
900
500
iOO
400
320
400
360
900
26600
600
26000
26000
16100
500
Feijto raiilatiiiho
Veode-se superior foijao mulatinbo em sacros
e a retalbo : na ra dr Peidur n. 33.
Ama
Precisarle de urna ama na ra da lUxla n. 30.
COMPRAS.
= Compra-se urna armaco
tttar na ra Direite*. 33,
envidr.i^ada: a
UVAS I
Bareges a 400 rs.
*o na Ibja do Pavao
Se vendem as mafs bonitas barrees transpar^r
tes, propras para vestidos eom listrinhas a imita-
cao de listras de seda, e vendem-se pelo barate
preco de um cruzado cada um covado, nicamen-
te na loja e armazem do Pavao, ra da Inipera-
tri/. n. liO. de Flix Pereira da Silva.
Fundico da Aurora.
Xcile vasto estahelerlmcnte sempre se eneontra
um completo sortimento de taixae de ferro bade
e liimlido, fabricadas recntenteme, e se faliricaut
de qualquer molde a rontade dos compradores, e
precos razoaveis.
Vende-se o grande sitio no becco do Espi-
nheiro, ao cbfigar a estrada dos AfDicU>s, frensa
murada e drrmas obras de pedra e cal por aca-
bar, bons viveiros rom abundante peae, baixa
para capim, boas trras para plantario com ex-
cellentes fructeiras ; para examinar a qualquer
bora, e para aiustar cora Joaquim de Oliveira Mel-
lo, na ra da Hora junto ao mesmo becco, ou na
luinlicaii da Aurora.
Augusto Porto & C. rcceb.eram polo vapor
G*iW superiores luvas de pellica pretas c de
corea^iivra senlwras e homens, lindos pepruros
de rdsvla e ^uipure pretos para senhoras o dne
ha do tijajs modexuo ; ra du Qucimado n. -
una senhora para cosinha- em
su aupria casa; nessa mesma casa lava-se e en-
goiia-se : quem precisar dira-se roa da Glo-
ria ai
Ji.
Vendem Aupsto F. de Oliveira 4 C. rna do
Comraercio, n. 42.
Capsulas de Raquim
Os bons ofleitos destas c apsulas para fazer res-
par os fonorrheas arjiam-se comprovadas pelas
experiencias de muitos annos.
Os mdicos de todos os paiz.es as recommofidanv
pela sua eflicacia.
VftfiiiE-SE
KA
Pharmacia e 1 rogarla
BARTI10LOMP 4 C,
34 Rna larjpi rio Rosario34
l'ASTILIIAS ASSIWRADAS
DO
DR. PATERSON
l>e blNmuth e magnezia.
Rqmedio por excellencia para combater
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
BfiPOSrTO sskcial.
ftiannacia drBarm'olomeuAC.
34Z_RUa larga do Rosario------Ji.
d



"lili I

Dia,i > *eWWftW E ftarla feiva U de Fevereiro dp 1860, (|
AO BAZAR DA MODA
DE
w J0S1 W SOZA SOARES & C.
Eua Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
PARA O WOVO t>\OI)|; i fi.
Perfumaras finas dos prmeipaes autores.
Lavas de pellica frescas, brancas e de cores para homens e pnliora
Uiapeozinhosdepatliade ludia oufWtados, parasenhoras \
Rirasrli.-ipfliii.-is para senioras, gorros de j.aUa de Italia para senhoras C meninas
Especial sortimcutode s i utos para senhoras "Ieni"as.
Eufi'ites de ffosto para senhoras.
Pilas de poateMfe superior d* todas as cores o lareuras
Franjasconividnlhos.liiiMicas, de coresepi-ctas
Guarnicoes de todas as.qualidades para vestida
Vestuarios completos para baptizados.
Galianas e punhos enfeitadi* para senhoras
Coques modernos, lisos e enredados.
Bornous de laa c seda, cores laras, moda elegante para senhoras debom rosto
.orp.nhos de cambraia enfeudes p;ira senhoras OSt0-
Cachc-rim de h.
Chapeos do sol para homens e setthoras
Mores linas, sortimeuto speekU.
Plumas elegantes dequalidado superior
l .mos neos de palha, alta uovidade.
r.rinaldas de flores lirias.
Camisas superiores para homens. '
r.olarinhos e punhos.
travatas e mantas modernas.
Bengalas de diversas qualidades.
r'.aixas grandes com quatro peras de
)tm^t^&&&^^
msica.


ni. f -. HIUMIU.
CTorre impallia para guarnicoes de vestidos, Iwtoes lii-rta I-* oara enfrite.
Regeos do pr-l dase* pretos.forma a Iioischild. SSSSSmSSSms
I.on-.mes de plaqu lino, gostos bonitos para ,-eloius '
Cazoletas de tan estopara as mesmas '
(orrentes pretas de bolacha djvfms Modeles para rollas.

^bjertns para luto.

E h mitos outr.,< artigo* de novldae me s ;i vista podem ser apreciados.
Exit e.ontmuamente umcompleto sortimento demiudezaa, vende-sepor grosso e;a reulho
AC TlffsTTiTfAC em l0<1** u Prt do mondo, empVegam, con o maior xito,
U lUEiL'lViUa, o phosphato de ferro solara! a Luus, para corar a col jresis
(cores pallidasj, as ora 80 estomago, e a exhaastacis do langue; eom esta preparaelc, dio
ao corpo TifOiS ** oaraes, a na ftrmeza nalurtl; facilitam o desenvolvimemo to labo-
rioso da pubei dade. Com effeito, tsdo, n'esle medicamento, se aeha reunido par Ihe
assegurar o isior crdito, pois que tutram, na sua eomposico, os elementos dos oaos e
do singue. 0 stn autor, U. JLiiua, dontor em sciencias, plrarmaeeirtico, professtr de
ehymica, inspector da Academia, foi. recntenteme, condecorado da ordem da Legiio de
Honra, digna recompensa dos seus importantes trabalhosj' n
As seguales apreciacSea dos mais celebres mdicos aiada Tea oorroborar e Jtaflear
lodos estes ttulos confianca publica :
c Precisa clarificar o phosphato ce ferro solavej entre os isrrnginosos que aelhor
convem sos doentas eojw orgles digestivos suppbrtam mal as" preparaeoes de ferro.
SOUBEIRAN, propmor na Escola de medicina t de pharmaoia. -
i 0 phosphato de ferro soluvel em quanto a mira, a raelhor das preparados ferragt-
c aosas, e o sea :mprego di os neis promptos e seguros resoltados.
AlUN, medico do hospital Sainte-Eugenio.
, A forma licuida do phosphato de ferro soluvel d-lne urna immensa vantagem iiobre
i a* pillas; eu considero estomedicamanto como mui superior s preparacSes ioaadas.
ARNAL, medico de S. M. o Imperador.
f Entre todos os ferruginosos, nlo cenhecemos um sd que obre lio prompta e efBcazmenla
t como o phosphato de ferro soluvel, e sao, sem cansar o estomago.
BKLLOC, BAUME, BIGOT, FOLLET e PRVOST, mdicos dos hotpitaes.
I Os effeites da ptvparaclo de phosphato de ferro soluvel me parecen ser mui segaros
e preaiates. > BEBOUT, redactor em chefe do Bulletin thrapeut que.
t Entre todas ss prparaedes ferruginosas, o photpbato de ferro soluvel foi a que seinpre
t me deo os tnelhores e mais satisfactorios resaludos. GUIB00T, medico dos hotpitaes.
< 0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretodo,
oonvir sos temj>eramentos delicados. >
vantagem de evitar a eonstipaclo e
D' FAVROT.

Deposito em Pernambuco, em casa de
O*.
I
J*
BAZAR DA MODA.
_


WECO COnY^1^ S CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
MAti'OEUC.
Ru a Nova n. 23,=.Bu do Cabug n. 8
Pernan.^biico
CMpos de seda trangada, Paragnn, u'c 1$ ,,ast. 28 pollegadas a,6,?; 26
nollftfffl/lafi a IS#, e -'* poilegadas a I4->000. nn '
r j >tos de seda G. de N. Bara, de aro. nS tN eJ 28 pollegadas MU;
Je G noli. Tadas a IU ; e 24 pollegadas a I2,>000.
v ,j tos de seda G. de N. lisa, de afo, de 12 lurtes, 28 pollegadas a W ;.de
s a 115 ; e 2i pollegadas a 10&XX).
S de alpaca, de a?o, de 12 hastes, 28 pollegadas a i 26 pollegadas
tlh

v\
,jE^iGANF.Sr'
laBURINroBDISSON
rturmacttit
bureado
da
araenak
0 tratamento das affecces chloroiicns, ljmphaicas ou eMropbulos.is sempre lentis-
? e-itsjilas ities essas molestias rtristem s preparacew ferrog'osa.ordinarias. As
utfagacocs feta-, pelo professores Hannm de Bnrseflas. GenwMil e PeTeqn de LvaV> e
Beraelms e Troasasai de Pars, tem provad que a caissa d'esss persrslenei en a compela
aasencte do.Manunese, elcracnto que sempre deve-se aebar oo sanfiie junctasnente cosa
0!.**s f1* s?PPrm* PO's "* therapetica wm falta iitpeTia,nte, e por esle
mtswo eiM tem mereewo a approvacSo da Academia de Iffedecii e das principares socie-
dades medicas. Deposito era r^rnutinuco, em casa de Mm,ret t.

8 M11
ia cadente
Vswdci'ns
d, PrU.
6 pollegada
Ditt
i WtOO.
As prparaedes ferrugloosas liquidas tem desde muitoa annos Bereeico a approvaclo
especial dos mdicos, porque ellas bro mais rpido e seforamentr do qne as piMas, e
so mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os' Pos err-B8anganicoe possuen a iMppre-
ciavel vantagem se poder offerecer n'um instante urna agua terruginos gazeos, de goslo
agradavel, mais activa do que as aguas mioeraes, e contendo de mais un elemente preeko,
o Manganese, que sempre se adra ao sangne, juaetamente co o ferro>. Bmpregb-W em
todas as molestias que tem por caosa o empobrecisnento do sangee, assim orno par vigorar
os temperamentos debis c lymphattcos. A Morse, *s Perdc brancas, diresi'ettom*f,
a irregularidade da menstruafSo e amtnorrhia ou snppressao d menstns, cedem rpida-
mente a sen empreo. Devenios mencionar aqu um tacto aotavel, isto que os doentes-cor,
dos pela agua preparad eom estes pos esto nMtt menos raoslos a recadas dbu (ja*
aqoelles qoe forao tratados pelas preparacoes ferruginosas ordmarti JI& *i W
Deposito en Ptrrambuco, em casa de Hawor C*.
TASSOIRMOS
Tem para vender em seus arm;uens, alm de ou-
tros, os seguintes artigo :
Papel para imprimir. ,
Perlina azul.
' Greve pautado e liso.
Yinhos em cabs de doze garrafas
Bourgogne.
Herv.
Madira.
Hermitage.
Cltamblis.
Licor de curaco de Hollanda em caixas de Tin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmio?.
Grades de ferro
liara jardins, porleiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmaos
AIIHIXHO* IH FERRO
Para eervicos de grandes armazens, para remo-
ver barricas ou caixoos de um para outro, lado polo
mdico precode liiOOOcada mu.
Farnha de trigo de Trieste
Das melhoras mareas Paaonia (verdadeira) Fon-
tana e grande sorlimento das niclhores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de fariiiha de trigo do
Chile
Todas novas, ehegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso Ifmios.
Cemento hjdcauiico 12$
O melhor para ludo joe siio obras para agua, co-
mo assen lamento de-caaosdeesgoto, algerozcs.de-
posito, tanques d'agua, ele, etc.: em porcoes de
cincoenlo barricas se fan rtxfuecowipreo : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Purtlasd em aa de Tasso
roslos.
Grades de ferro, cercas, por-J
teiras, etc., etc.
De diferentes rpulrdades para rwcados (fr- ani-
maes, clrpiciros pava galinhasoujardius-: osear-
iiiazens tfe Tasso fraao.
Barrgi com brea
Nos armaecns de '/i*o laaos.
CANOS BE BABEO
5a ra Xov* de SanraiRta, na anriga febrra dir
sabo, ha par vender aor preep o mas mdico
po9.4vel, canos francet para edifieaedas e esgo-
tos ifetoda ai|iw1iila4i',sj|fje/iore a toderos que
Por ditzia faz-se descont de 15 0[0
Cha os dp so1 Je Panno' de balea' de 8 hasles' 2i e 26 allegadas a 32^
i doria (Desc< ,nt" ,,e l0 '0)-
Ditos l 'e P111"10' de Junco 8- hastes, a 18-50001 a duzia, liquido.
?$;&W&s-&&i--&:'y-.#:*>v-.
.'s. .;:.
GR ANDE LIQUIDACM)

.'. i a mosieas militare!
Completo sortimento
NO
BA. ZAR DA MODA
RA NOVA N. 50,
Esqn i wa da ra de Santo Amaro
VERDADETRAS
PILLILASdeBLANCARD
20 a 30 por cenU menos que* ootra qualqucr parte vendem
JOS
H
h
ESQUINA M \m DE SANTO AMARO.
COaV ioDostrro bo na io MAtTCHAVEL
~ APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
" rossntado as propiiedades do loan et do larri, convem especialmeote as Arrrccot
scrofulosas, a T i sica no principio, a fraquea de temperamento e tambera noe essos de
Falta de cor, aminoruhfx,em- que preeisare, iotr sobre o sangue seja parsrrestitiir
lhe a soa riqueza e abundenoia normaes, ou para provocar regular o seu curso peridico.
N, B. O -iedaret* da ferro imparo oa itsrad um i kdfeuoento infiel,
IrriUnl*. Como prov da pnrn.i de antheDcidada ds vermrirma BH-
lulas 4 Rlanrarai dere-so exigir Rossa cIS # 1 !' i fmUrm %
aijuh-n appareeid pela"s** solidez.
PREQ8.
1 #400 por rano- grande (*'{ e meia poll 1 i200 por dilo-de 2 e tres quartes de dita.
1 OWpor dito- d 2 e uin quaFt de dita.
500 rth por pistoleta de 2 eollfegadas.
Cotowilos, cum* rcados- dfe- maior grosstara. a
vstase Ora o preso; Compr naaiores de iflO
km 5 per cento d descont per prompto papa-
u.errto. Pde-se var as amostra nos armases
dt-Tasso gruaos.
Tijolos- riiieezfi8
l'ilrn larJrilharcaaa^terre.is conKtsseioe pre^w
mo icos,- nenilo convenientes e propraw para lai*
Ihn: de rnainhas em. librados, peha- sen asseio*
evitir a pawagem te< aguas para o andtsr inferwr
enuismo operigode-ftgo, aos precios aV 304000 v
i i540' antig.'Uabria de sa*r e compras- inawe:* de 200*.
se fara* porcento de esconttvpepprosapsfi
LOJA DO PASSO.
Hita do C i espo B. 9 A> esquina
al do Imperador.
O dono deste importante estabelecimeito,
tendo recebido de sua conta, pelo vapor
francez Exiaemadurc, diversos attigos de alta
novklade proprios para a festa, econscio de
que Seu estabeldmento se acha bem soni-
do, principalmente em artigos de moda, pe-
i e ao respeitaVel pubLco e em particular
aos seus numerosos freguezes atondado
de honra-lo com sua corifianra, garantindo-
Ihes serem bem servidos e por precos ni-
miamente baratos. Venbam, pois, todo
comprar novas e lindas fazendas boas e de
alta novidade, com bem:
Riquissimos cortes de blonde.
Riquissimos cortes de seda de cores.
Sedas de lindas cores para covados.
Moire-antique azul, verde, blanco e pre-
to.
Grosdenaples azul, verde, branco e pre-
to.
Gorgurlo branco e preto.
Setim branco macau.
Cdrtea de seda com dfa saias.
Cortes de 13a escosseza com dua saia*.
Cortes de lia e seda, norWades.
Poil de clietre de lindas cores.
Alpacas de cordo lindas cores.
Ditas lisas de fodag as cores.
Cortes de vestidos de cambraia kordado*.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho com lindos brdalos.
Lenros de cambrai* de linho bordatos.
Chapenas de pallia da Italia.
Dita de sodas de cores e pretas.
Enfeites para cabera de senhora.
Coqnes- de todas as qoafidades.
Basquina de seda enfefeufas com primor^
Le^aes de madreperola-, marfim, snda-
lo e osso.
Carrasas bordadas para homen.
Colcho de af^edi) e seda- para cama.
Ditas de crocHfl para cama.
Pannos de croeftt para cadora e sof.
Chapee* de sol k seda para senhoras.
Esportivos para stahoras.
Toaihas de labyrxMo.
Lencos dls labyrhal. .
i Fronhas de laby-rat.
Bicos, rendbs e gvades.
Finissima*cambraias de cores,.peroale,
fitas e ouUwmuitos- rticos de gwto e n>
aMade.
Loja do Pa?so rua dn. Crespo n. 7 A es
(n na da do Imperador.
AHOMTsTElAirgr
2I*=Rua &> QMinado = %t
E p A Sova Espenmca, rus do Queinrad-
n. 21 lem um variado sortiamito de objec-
tosdergosto e pliturtasia psoprios para pro--
sentesv sobresahinci entre eHes ricas caixi-
nhas dk bano con finas erromaras, cos-
lureiros de chagrn, aguINnreo de madre*
pe rol a : assim, pois^ quem tijirier fazer um
Whda offtrta, dirigir-se liora Esperanca*
rua do ^ateimado i?/2l.

iioso Una, aqu reprotrazMm,' (roa M ara na p rw matior da na
' D-re-ia iasconAardia'fBlKfemcoa.
ratai* verde 1
AO TRIUMPHO
F.ii aTxDosico do respeitavel publico neste mportante estabeleeimento um
inav ft^mnKrtmeto de fazendas chegadas pelo ult.mo vapor da Europa, o que
Im(l0 e ftS?1 ITnnnnear aos pais de familia, assim como ao bello saxo, a quem o
TSln 2 iSS garStodo sempre em sua nova loja o goslo defazemdas e
SrSSfS ^SAe^, para aW a svmpa^ia de quem der a honra
06 *SSt& novo gosto, a MJOO8000M covado.
Glac,3z de sedae la apurado gosto f^^^^
isainhas com 1 stras de seda para 102UO, i**** ooo>w.
utt? de inTs padres para 500, 700,800 o 900 rs. o covado.
Cambraias branL de 4^000 at.MMO. W
Ditas de cor novos padrSes de 640 e 800 rs. a \ara.
Saias de laa com bonitas barras.
Bales de 13a e murcelina e de arros.
Basquinas de gros-de-naple de 22*000ia 40*000.
Gros-de-naplespretos de 2*000 a 4*500 o covado.
Ditos de todas as cores.
Organdiz branco.
Brillantinas brancas e de cores.
Esparthos e entre-meios bordados.
nipias finas oara senhora e para bomem. .... ,
uto, oas fazendas tem um completo sortimento de chitas escuras e claras, mi-
fcoo^braSt^haSs, toaihas de linho e dealgodfe, e outras mmtas fazendas
^ym ^%mos qno so a vista o comprador se poder desengaar questino
Triumpho poder comprar bom, e comeooNS
Bonito sortimento de'casemiras, brins brancos e de cores camisas de linho e algo-
fio cioL manto e grvalas do que ha mais moderno, chapeos de sol de seda e alpaca,
l^lraaTitaa^ c manda-se fazer qualquer obra
5e EatrPara o qUe tem um hbil mestre, p preco em tuda, so encontrara no Tnumpho I
ua do (|heimado n. 7.
DOENCAS oas CR1ANCAS
XAROPE de RBANO IODADO
DE GRIMAULT E C^PHARMACEUTIC0SoEM PARS
Este medicamento goza em Pars e no mondo inteiro de ama fama justamente merecidaf fib
aehar-se intimamente combinado elle o iodo com o sueco das plantas antiscorbutieas, cuja efficacla
beri conbecida e as quaes j naturalmente existe o iodo. E' com este motivo qne elle suppre
eom vantagem o Oleo de figados de Bacalho, qne deve, secando os homens cientficos, a sua
efficacia presenca do iodo. E' preciosa no tratamento das erlancas para combater o lymphatismo,
as obitrucedes das glndulas do pescoco, o u diversas erupcoes do rosto, to freqnentes as
enancas de ponca idade. Tnico e depurativo ao mesmo lempo, elle excita o ippetite, fscilita a
digesto, e restitue aos tecidoa a sua firmeie e vigor natoraes. E' cada dia receitado pelos medios
espe Deposito em Pernam%uo, em casa de aba*** o;
Alegrai-vos myopes, e presbjtas, ja po-
dis ver de longe, j podis ver de perto,
nao ha mais vistas curtas, ero caneadas.
F. J. Germann acaba de recetor pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortimento de
oculos, lunetas, pince-nez, fece--main,
lorgnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim,
a^o, bfalo, ncar, unicornio e metcaior;
assim como binculos de ma a tres mu-
(imras para theaii'o. campo e mariiia da
ultima invenco i duffoesas,. vierwzas de 6V
8 e t2 vidros, tudo dos meifaofes fabrican-
tes da Europa.
3 mesmo vapor tro**
xe urna exoelltntes ma-
china para graduar e
observar o unmero dos
vittros quo. se necessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excelleutes stev
rioscopos, instrumento* do matUsmaticu
barmetros, vidros de chystal de rocha, e
de cores para, resguardar a vista; conoerta
todos estes objectos a procos commodos e
com prometida'-); tira o mofo dos vidfos o
encitrrega-se de toda a encommenda relativa
a ptica.
Becebeu tambem os excedentes relogios
do antigo e afamado fabricante Robert Gerik
garantindo a sua superior qualidade.
Attenco.
Vcude-fe no caes de Capibaribe
nha da primeira qualidad \ pelo r
palmo corrido, sendo honibreiras,
com o mais qne se segne.
pedia mulati-
de iiOC. o
letras esopos
LOJA DO GALLO VIGILWTE
Sua do Crespo n. 7
Mandoa vir de sua coala e acaba de n~
ceber pelo ultimo vapor, .completa) sortiineu-
ot de objectos-de novidosk & pltaatasia, oa-
quaes esto resolvidos a-vender por-prefosv
nimiamente baratos, para assim uiiniar aos
concurrentes e-aomesmotempo dar safda
ao grande deposito que- tem: iso rua do
Crespo ti. 7, toja do Gailo Vigilante.
Gollinhas, punhos e-amisinhas ptxa se-
nhora, fazendas. de gosto e novidade.
Finos vestuarios paia.-.baplisados., assim
como touqumbas, sapaahos a meiasiobas
para o mesaoo fim.
Grande sottimento de. bicos e rendas- de
croch e k outt-is. uuitas qudadcs.
Supejioces caixas eom msicas e sea, el-
las, tendo o necessaxio para costuras, pro-
pinas para, um delicailo mimo.
Finas C3ixas com tentos e 3em elle** para
voltarete.
Agullus para machinas da-costura.
Ditas para croch, sendo de a^o,. marfim
e outras. muitas qaalidades,. assim somo li-
nhas para o mesmo mistes.
Finas grinaldasv para noivas.
Meias de borncba para quesa sof re de
erysipella, assiat como meias de laa para
os rjue soffrem. do rheumatisHio-
Suspensorios para homem e meninos.
Finos pentes de tartaruga para coques o
de outras rruitas qualidades e para oatros
misteres.
Dedaes j de maireperoia, marfim osso,
ac, metal, etc., etc.
Superior agua cosmeocome para tingir
cabellos, dando aos mosmos a sua cor pri-
mitiva.
Completo sortfTnento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes, assim com. ami-
tos outros objectos que impossivel des-
crever: isto so na rua do Crespo n. 7, loja
do Gallo Vigilante.
Collares Royer elctricos magnetico con-
tra as convulsoes da3*criancas e para facili-
tar a dentineao das mesmas, o Gallo Vigi-
lante antigo recebedor d'estes prodigiosos
collares e contina a ter sempre grandS de--
posito, rua do Crespo n. 7.
de Tas?' binaos.
Vftls d espaamaeete vejdRcira para lan-
ternas dtoarros: ne>anBazem dtoTs^oNmos.
V.'tu> do Por lia supepior: ne> aarmazem
de Tsso'lrmaos.
O -nethor cogw5nthie PVcres: no arma-
zem deTasso Irmaos:
Ifeteir a& da ladia
Em cae de Tasso Iraaios vene-se esteiras da
India de^iversoe pnMies e larguras, per preco
comnioci
e ver-as amostres rse- armazens Colfan anodxtg fillccPno-mafmetf
eos ttmtra a corwufyte* das
cresmeas.
N30 re*3ta a menor duvida, da-enie muito
aoJlres se vendm sor ahi ittolados os-
verdadeiuoe- de Royos..e eis paitqiae muito'
gris-de familias n3o CTeem (c#inprando-os)-
reffeitoprentettidoro que s pfSdem dar,
(-verdadeioos ; a N^wa Esperanza, porm.
*119 respe-'fct-.ao bem estar-da wnsanidade,
fruma eaaoaunenda directa de** collares
e-{garante aos pais d* finmilias, que s5o oe
setrdadeirr* de RBjn$ que a tantas crean-
m.tem ssKado do terrivel incoramodo de
8nrvulces>. assim pois. precise-, que ve- -
oam a NosaEspcrscjaia rua daQueimado-
:. i\ comoparem o al^a vida, para seus
SUsnhos, antes que atea- sejam atommetti-
dfts do ter-iwel mal, qaando en*5& ser di-
ittcil aleanfar-se/) efilo desejado, emboras
"sjam empregados- as-verdadeioos. collares-
Macartky
f :)-hiaas de dUtscaroear att^rulo.
Hoje mi est reeonoecido que as nu.ihira.- de
serrote ^Dejadican e-qpebram .: iilira di, alfodao,
precbo-recorrer a> naachiniriuo nieoo arpero,
que pro'JUaindo o mesoao servido i]ue qmtflas. e
facilidads no trabalOy nao queem a lalra da lia,
para qca>essa possaofjterrnos mercado* europeos,
i difTetsnoa que ha>esfrc o r.kodao Hascarocado
por aqpeltas luencknadai macMnas, ^ iu estao li-
candi>iifliilecuzo, patoprejuizoime. tem- causado,
e o da -abj.-i bolanesra, qtie nao podo voaipetir
pela, marosidade da- seu>trabJiio. K" asian qne
estas machinas se teraam as i jais
pre#ra.-w para o ; i ^..pp
da moilalade e ;-4? K0^T-
nosso atfodiki, pessiia ao par
pronsjjtidao cons^wa. a libra a laa, qos limpia
ella, e'qualificadajsa Europa, a par damethur
landeira, valendo assim entro 10 arrobas 20 0/0
mai:;doquoa Ku llmpapela-maebis de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que laa muito
K
rara extinguir as sapdaa e
Recebeuia
pan 110
Nova Bsperancav.

esta adoptadas no Egypto, aonde as d serrote ^iimadr> m. ii, imtv de roe,
foram inteirarneaoe abidoaadas, e por,isso o algo-
dao daquella paeeedencia, sendo da qcadade do
dauossaprovwiayobtem hoje de 10 arrobas 20
0/0 mais do <\m o nosso vendem-sa a ISOjOMej
nos armazens de Tasso Irmaos.
rua da-
especiad
Illuminacao.

RUA DO CRESPO N. 16.
Duarte Pereira A C, tendo recebido pelo
ultimo vapor grande e variado sortimento
de bates de papel de diversas qualidades,
e do mais moderno gosto, proprios para
illuminacao tanto di cidade como do
campo, assim o fazem constar a seus nunte-
rozos freguezes e ao respeitavel publico,
afim de que com tempo so previnam, visto
como attento aos ltimos successosda guer-
ra se espera a cada momento a fausta no-
ticia de saa conclusSo. A illuminacao or
bales de papel alm de ser linda menos
dispendiosa possivel, os annnnciantcs r>m
dem-os por presos aui razoaveis,
Vende-seuma vacca, tima garrota e ovellias,
prenhes e paridas : a trabar no sitio n. 17 na es-
trada dos Afflictos, passatido a cabella.
Meias elsticas de borracha.
As melhores e excellentes meias elsti-
cas de borracha contra varizes e erysipellas.
. Vende-se na
Pharmacia e drogara de
Bartholomeu & C.
34rua larga do Rosario34
Manoel Alves Ferreira & C, na rua da
Moeda n. 5, segundo andar tem para \ender
superior potassa da Russia em barris e meios
barris e cal de Lisboa da mais nova que ha
no mercada.
Cemento "de Portland.
Vende-se no armazem de Vicente Ferreira
Co9ta A Filho, na rua da Madre de Dos n. 12,
barris grandes._______
PECHIMCHA
Vende-se barato um bilhar com seus portences
na rua da Imperatriz u. 69.
para extinguir sarcias.e pannos.
DONECAi DE CERA
A Nova>-Espfanea.a rna do Qoeimado-ni
3, acabs de recebar um completo sorti-
mento de-finas- boaaeas de cera de diver-
sos tamaalios, seada as mares do com-
prmento zem bonitos coques e botinas, havendo. en-
tre ell3-algumas que fallara e ontras qpe
clioranii de sorte- que fcilmente podem ser
preparadas, e f2er-se um presente de muta
acceitaco.
Finas caixas de tartaruga para rog- ven-
dom-se a rua do Oueimado n. Ma loja
da Wova Esperanca.
Modernos Hincos de. sndalo, so so en-
rostrarlo na Nova Esperanca a roa do
Qaoimado a. 24.
MEIAS 1* LAA
A No^ia Esperancaa. rua do Queimado n.
2i!, acaba* de recebe? um especial sortimen-
] to d& saetas de la para houem e senhora.
CONTRA AS CONGESTES
K mai terrivel a congestao fulminantes
da repente leva um imlivido, d'esta para
mcasaoTrieod. Chnsrlarwan, rua dotmi- roimor vida, se d*ar-llid tempo de recber
mcrcio- n. 1, eneontram-se elfeotivamente todas mpil-i leitamln ae mai Has
as qualidados do vinho BordeMH Bonrgoge e *> a*>tt>r&a I
FUNDICAO flOBaWfflAi
lina do itrum a, a*.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de cania.
Taixos de ferro, batido fundido.
Rodas dentadas, para moer com agoa,
vapor e animaes.
E oatros muitos objettos, ele. etc., ro-
prios para agricultura.
Tintura japoneza
Instantnea para ungir os cabellos e a
barba, a 1(5800 o frasco.
E' a nniea approvada e recomoendada
por ter sido recowheci Ja superioc a todas
as tinturas d'este genero.
A venda em casa de Gustavo Mervelin &.
51. ruada Cadeian. 51.
J
Winno.
GAZ GAZ GAZ
C.hepou a antigo deposito de Henry Forstor A
C; rua do Imperador, am carregamento de gaa
de primeira qualidado; oqual se v.-udc om partidas
e a ratalho por menos prajo do que em outra qual-
quer parte.
ACABAM
de chegar os sabonetes de
alcati-ao
Para curar as molestias da pelle, tacs co-
mo impingens, dartras, sarnas, comichoes
e mais molestias de pelle sem occasionar
accidentes; desfaz as manchas do corpo,
pannos e sardas, restabelece a cor natural
quanto cutis, seca, grossa, amarellenta,
occasionado por alguma enfermidade, e co-
mo desinfetante e preservativo das molestias
contagiosas,
Deposito, botica do Pinto, junto ao quartel de
polica, n. 10.__________________
Vende-se somonte para esta praga urna bo"
ntla negrinha de 6 nnos de idade e um negriubo
de 13 annos, inaao da mesma ; na rua do Pilar
u. 63, i- andar.
veses mulher e lilhos no mais amargarado
pranto; a Nova Esperana que deseja pres-
tar servicos. recorreu a Vojer, o qaal Iba
mandou aunis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para semelhante mal
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranca"
NAVALHAS
A Nova Esperanca a rua do Queimado
n. 21 recebeu um sortimento de navalhas,
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afiadores e massas para as mesmas.
LINHA PARA C1RGIR MEIAS
Esta muito necessaria linha vende-se a
rua do Queimado n. 21 na Nova Esperanca,
BORDADOS BONITOS, BONS E BARATOS
Esparlilhos s na Nova Esperanca a rua
do Queimado n. 21.
. <
Vendem-se quatro r?cra\-as de 80 a 22 an-
nos, bonitas figuras, boa conducta, engommam,
rozinham e cosem muito bem, duas ditas mui ro-
bustas proprias para engenho, e teom habilidades,
um moleque poca de idade 20 annos, um mulato
bom cozinheiro e copeiro, de idade 21 annos ; na
travessa do Carmo n. i.
Sementes.
Chegaram as novas semgntes de liorlalicc do
todas as qualidades, na roa da Cadeia do Recife
n. 80.
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Diario de Peruambuco Quarta feira 17 de Fevereiro de 18C9.
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A DINHEIRO NA LUJA E
DO
89aoa oa ra?3iaa?Q2a9 m
DE
Feliz Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
O proprietario d'este estabelecimento convida ao respeHarrel publico desta ca-
pital a vir surtir-se ao grande estabelecimento que tem de fazendas, tanto da moda como
de lei, a as pessoas que negociam era pequea escalta,1 tent da Jraca como do niatto-
nesta casa-poderte faier os sous sortimentos em pequeas e grandes porcoes, venden-
do-se-lhes pelos presos que se comprara as casas inglezas ; assimcomo as excellentis,
simas familias, poderao mandar buscar as amostras de todas as fiwendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nosso3 caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
to aberto constantemente desde s G boras da manha s 9 da noute:
O atoalhado do Pavo
Vende-se superior atoalbado de algod3o
com 8 pateaos de largura, adamascado a
20200 a "vara; dito de linho fazenda multo
superior a 302GO a vara ; guardanapos de
linho adamascados a 40500 a duzia e milito
finos a 80009, e ditos econmicos a 3 500
a dnu'a.
Crochs para eadelras na leja do
Parao
Chegaram os mais Hndos panos de cro-
ch ou guarda bantras, proprws para ca-
deiras tanto d'encosto, como de balando e
de guamicao, e outros comprlos para so-
f, assim como ditos redondos para mezas
redondas, ditos pequeos para almoTadas, e
ditos para cobrar presentes, tendo pequeos
at para cobrir um prato, que se vendem
por .preco mullo em conta, na Iqja e arma-
zem do Pava ra da Imperatriz n. 60, de
Flix Pereira a Silva.
Pastes para vr saldos brancos
a40.
Vendenwse os maismodernostfustes bran-
. alpicos proprios para vestidos e roupas de
menino a'640 rs. o covado, na loja e arma-
zem do Pavo ra -da Imperatrizn. 60,4e
Flix Pereira da Silva.
CSrosdenaptcs
Chegou para a loja do Pavao pelo ultimo
varpor um grande sortimento dos melhores
grosdenaples pretes e de cores, tendo verde
tambem, que se vendem mais barato que
em outra qualqucr parte.
Pechincha em xlgodAosinho a 5f5>00
A PECA NA LOJA D PAVO.
Ve.nde-se superiores pecas de algodaosi-
nho com 20 jardas a 53500 a peca, gran-
de, pechincha, naxua da Imperatriz n. 60
armazem de Flix Pereira da Silva.
PECHINCHA A 3:500.
Cortes de la 3:500.
Cortes de la a 3:500.
Cortes de la a 3:508.
LSazinhas a 280 ris.
Larinhas a 280 reis.
"LSazinhas a 280 reis.
So o Pavo.
S o Pavo.
S o Pavo.
Vendem-se bonitos cortes de lasishas
para vestidos com padroes moderaos tendo
cada um corte i i covados pelo barato pre-
co de 3:500 rs, asim como ditas em pecas
que se vendem a .280 rs. o covado, sendo
grande pechincha na loja e armazem do Pa-
vo raa da Imperatriz n. 6Q, le Flix Pe-
reira da Silva.
BABADINHOS
Vendem-se fuiissiraos babadkihos, liras
bordadas e ntremelos, mais baratos do que
em outra qualquer parte, assim como espar-
tanos dos mais modoruos, no armazem de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
n. 60.
ALTA N0VIDAD
A LOJA DO PAVO
GUrguro de seda
Chegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
nitos gurgures de seda, proprios para ves-
tidos, sendo lisos e lavradinhas, com multo
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
inda e de mais phantasia qae este anno tem
chegado a este mercado, e vende-se por
preco muito razoavel, na na da imperatriz
. 60, de Flix Pereira da Silva.
GROSDENAPOLES PRETO A QUATRO
PATACAS S 0 PAVO.
Vende-se grosdenapoles preto de boa,
qualidade pelo barato preco de 10280 oco-1
vado, s na loja e armazem do Pavo, na
da Imperatriz n. 60 de Feliz Pereira da
Silva.
CAMBRAIA BRANCA A 3,->500.
Vende-se pecas de cambraia .branca
transparente, com 8e meia varas pelo ba-
rato preco de 3,5300, ditas muito finas tanto
tapadas como transparentes 4-3500, 30000,
t#OO, 70000 e &00, assim como organ-
d muito, fino tanto lizo, como de listas e
quadros na loja e armazem do Pavo ra
Silva.
ALPACAS LAVRADAS JPARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavo, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para lucio, sendo
muitolargasepelo barato preco de800rs. o
covado, s na loja e armazem do PavSo, ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
l.uasiuha*
A doze vintens.
A doze vintens.
A doze vintens.
Vendem-se lasinhas de cores muito bo-
nitas com desenhos miudinhos e grandnhos
com listadlas e pintas pelo barato preco de
240 ris o covado na Iqja do Pavte, ra da
Imperatmn. 60, de Feliz Pereira da Silva*
AS CAMBRAIAS DO PAVAO
Vendem-se'finis.sirtias pecas de cambraias
lizas transparentes tanto ingieras como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
procos de 5,5000 t 400000 a pega, assim
como finissimos wgandys branco Uso que
serve para vestidos de bailes, por sdr muito
transparente a 10000, a vara, na loja do
Pavo ruada Imperatmn. 60, de Flix Pe-
reira da Silva,
FUSTAO BRANCO PARA VESTIDOS A640
Na loja do Pavo vendem-se os mais mo-
dernos ftistoes branoos de lista e csrdo
muito encorpado 'mas muito flexivel, pro-
prios para vestidos,roupoes, penteadors etc.
etc.,e roupa para meninos, pelo barato pre-
co de 648 ris oicevado, na loja e armazem]
de Flix Pereira da Silva.
SEBAS COM LKTINHAS A 3#X?o o
COVADO
Vendem-se as mais modernas sedas de
listinlias para vestidos, chegadas pelo ultimo
vapor cam as cores mais modernas que tem
vindo a este mercado, pelo barato preco de
30 rs. o covado na roa da imperatriz n.
60 de Flix Pereira da Silva.
Alpacas' lavradas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a 10000, o covado,
ditas lisas tendo tambem cr de canna a
800 rs, ditas mescladas muito finas a 1:200,
o covado, e outras muitas fazendas de gosto
e moda que Be vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, ra da Imperatrizn. 60. de Flix
Pereira da 'Silva.
ORGANDYS DE COR
Vendem-se organdys de cores com pa-
drees miudinhos em assentos brancos e de
cores pelo baralissimo prego de 360 rs, o
covado, nissimas cassas francezas com deli-
cadas cores e bonitos desenhos a 320 rs. o
covado c ditas a 300 rs, na ra da Impera-
triz n. 60, armazem de Flix Poreira da
Silva.
Roupas para hoinem
Vendem-se superiores palRts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com Os peitos
de esguio, ceroulas francezas de linho e al-
godo, fueias cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanolla e como ueste estabelecimento existe um-grande
sortimento de pannos pretos, e de casemiras
inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer abra a contento dos Srs. fregue-
zes, e promette-se-lhes quesero servidos
com a maier promptidOo e multo mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
aa ra da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento dos me-
Ibores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12,9000 rs. eada par at 250000 rs,
isto fia ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
Chitas
Vendem-se as melhores ehHas escuras para
asa sendo de cores lixas, pelos baratos
precos de 320 e 360 rs. o covado, ditas
muito finas francezas sendo claras, com pa-
drees de cassa a 360 e 400 rs, pechincha,
na raa da Imperatriz n. 60, armazem de F-
lix Pereira da Silva.
Grosdenaples preto
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, sendo de 20000 rs. .o
covado at 4,5000 rs. garantindo-se que
n'este genero ninguem tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que era outra
qualquer parte, na ra da Imperatiixn. 60.
de Flix Pereira da Silva.
Poli de chvre a l->OOtfn eovado
Vende-se poil de Chvre muito largo com
as melhores e mais modernas cores pelo
barato prego de 10000 o covado, na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60
de Flix Pereira da Silva.
Notamente chegadas ao armazem
0 cordeiro previdente
lina do Inclinado n. 18.
Novo e variado sormeutq de perfumaras
iuas, e outros objectus.
Alm do completo sortimento de perfu-
marlas, dcque.ellectivaraente est prvida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um ouo sortimento que se torna
notavel pelaa-ariedade de objectos, superiori-
dade, qualidades c conunodidades de pre-
Jgos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciaco
Tend-nos chegado ltimamente fazendas inteiramente novas, convida-
mos por este meioao respeitavl publico'a tpi'ns- procure comprar 'azendas de
bom gosto e por precos que nBo achara em outra qualquer parte.


Admiren!!

i
-i/
MadapolCes Uros a 50,60, 70 e 80 rs.,
s no armazem do Leo. "

Chitas escuras de padr5es lindos por pre-
co de 320 e 360 rs. o covado.
Cssas de corss com pahninha? e cem
listas de diversos padroes a 240 e 320 rs.
Laazinhas cinzentas e cor de bonina- a
320 o covado.
Chitas claras miudmhas a 320 e 360.
Alpacas gretas e de cores lindas proprias
para vestidos a6S0, 700 e 800 rs.
Pecas de camiraia transpai-entes a 40,
50 c 60. Por este preco admira a todos J
Cortes decascoiirasdequadimhos elis-
ias a 20800 e 30.
Corpiabos brancos para' senbrU a 30 ,
Pechincha
30200.
Oortes de cassineta de cores para caloas palctots a 10500.
Cassineta de cores com -um pequeo 1
qie de mofo a 400 rs. o covado.
Espartfihos miato finos a 40500, 50 e
50500.
A-1111 i i^a 1 !
Gravitas de seda a 5W) rs.
Gol mas bordadas a 500 rs.
/ L3azinhasa200rs.il
Llazinhas a 200 rs.!!
Laazinhas a 200 rs. f!
Lencos bordados a 60,60500 e 120500.
lucos e bera escolliidos gos>os de bis-
marks para calcas e paletots a 20500 o
cprte.
Tambera,.tem,para acabar pepas, da pan-
no de linho, com 27 varas, a 170 e 180.
'Toalhas de linho para rosto a tt)0 a du-
zia.
Aos Srs. armadores de enterros.
Vendem-se pecas de hoUanda preta com
40 wvadqs a 40 : na raa da Imperatriz n.
4$ e 52, junto a padaria ftianceza^ loja do
LeSw.
AUencao a roupas ferias i 1 to armazem
de Leo, raa da Imperatriz ns. 4$ e 52.
Assim pomo temos m gran*, compibto
letots saceos, sobrecasacos, fraques, jaque-
toes, calcas, | coUeles, camisas. ceratias,
chapeos etc., tue por preoos que admira!
Tem tambem um sortimento de roupas
ordinarias por ppeco baratissimo.
Acaba de chegar tambem um -completo
sortimento de >amascos >de cores, sesdo
azul, amareUo e cor de cafe eto, vende por preeo commodo.
Admira!!
TS'o armaemdoLeaol t!
TS'o aimazem do Leo 1J1

No aimazem do Leo 111
No armazem do Lelo 1
No armazem do Leo, raa da Impenatriz ns. 48 -e 52, junto a loja de ourives
e padaria francez.
liOlPA NI HEND
UIA, LESSA & G
NOVA N.-14
-i prop ietaiios d'este .estabelecimento acabaa de montar urna das mais com-
pletas oficinas de alfaiate, encarregando a direceo da mesma un dos mais habis
artistas; e para melhor satisfazer -aos-seus fneguezes tm um variad* sortimento de ca-
simira de toda a qualidade, pannos finos, brins, merinos e varios objectos propriospara
Iwmem, assim como um completo sortimento de fazendas finas de toda a qualithde,
Garante-se.a melhor qualidade da fazenda e o preco mais rasoavel possival.
FAZENDAS PRETAS
PARA A QUARESMA
Para familias
Orande Bazar, rua Xova us. SO e
2 de Caruelro 1 Linnn & V.
Acaba do chegar a este estabclecimente
grande porfo de machina* para costuras do
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposico de Paris, as quaes cozera com
do respeitavcl publico 'efli geni e de sua! do" pospontos toda a costura, c km a
boa freguezia em particular, nao se afas- vantagem d ser lao suave o movimer.to,
tando elle de sua bem conhecidainansidao 1ue qualquw, crianca de oito annos fecil-
e baraten. Em dtta loja enconU-arao os '"cute trabalba, o ikiIc, com este ntrele-
Rna do Qucimado n. II
Rcceberam directamente da Europa "as mais superiores fazendas pretas espe-
ciaes 'para a quaresma, as quaes esto veadendo i>elos mais mdicos precos em "vista
ja supwiar qualidide de ditas fazendas.

1* TOSSES PASTILHAS PEITORAES IRRITCOES DO PEITO
[de SUCCO deALFACE]
CITARRHOS E LOURO GE REJO
E' este o mais novo e (j piciamente a popularidad I as iones, defluxos, catan | grande empnhoo procur 1 primeiro que todo inof 1 Deposito em Ptmambtt delicioso confeito al agora coniiecido. P s de que goza. Os mdicos os mais dislin rhos, tosset convulsas, catarrhos epidmica So as mies de familia, assim para ellas coi tensivo, as suas propredades adocantes n co'em casa de Ibmr e o1. or isto tem adquirido re- f dos o acn sel lio contra | irritaedes do veito. Com I no para as criancas, poia B iodeixlo nada a desejar. B
Basquines pretas de renda, verdadeira novidade, para senhora.
<;orguro preto de geda liso e com listas assetinadas para vestidos.
Grosdemaples preto largo estreito de diversas qualidades havendo ueste ge-
nero o que ha de melhor.
Basquines feitados, elegantes peplums de seda preta, fichos pretos de renda, mqdernas capinhas
pretas de renda e superioras vestidos de gorgorad preto bordados.
-Moiraoti^ue preto e bran<*>, bombasina, superiores princezas pretas. merinos
de vero e trancados dos melhores.
Os mais lindos vestidos de blond com mantas, capella para noivas, superiores
fronhas de cambraia de linho e de esguio bordadas, e lindas colxas de seda e de la
para camas.
8ahlda de baile brancas, azues e cor de cinza de gosto especial e ves-
tidos de ambraia branca ricamente bordados.
Popelimes de seda para vestidos lisos e com listas das mais lindas cores
e mais bellos padrbes, e grande e variado sortimento de sedas tanto em corles como
em pe^a.
Cortinados bordados para eamas e janellas, ba!5es parisienses com
molas novo gosto, baloes reguladores brancos e de cor, espartilhos e bellas colxas
de croch.
Carnizas de iiuho inglezas para homem, chapos de sol de seda,
gravatas modernas, pannos Anos e casimiras de cor e pretas, e outras muitas fazendas
que vendem por muito commodos precos.
A loja n. 11 da ra do Quemado tem sempre o melhor sortimento de tapetes,
alcatifas e
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana^ fran-
ceza, todas dos melhores c inais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrifina.
Dita de flor de lartingeiraa.
Dita dos Alpes, violte para toilet.
Elixir odontalgico para iconsenago do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
G^os e latas, maiores e menores, com
nonada lkiapara cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente,
c outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
franceses em frascos simples e enfeitados.
Esseuoia imperial to litio e agrada vel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente liaos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolbidos clieiros, em frascos de dif-
ferenles tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores c menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos emcaixinha para barba. \
Caixinhas com bonitos sabonetes Imitando
nietas.
Ditas de wdeira invemisada contendo fi-
nas perfumams, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papeloigualmente bonitas, tam-
bem de pei'frmiaris tinas.
Bonitos -vasos de metal coloridos, c de
moldes novofi e elegantes, com p dcarroz
e booeca.
. Especial p de arrox sem composirao de
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
Cas.
Opiata agieza e francezapara dentes.
Ps de-oampliora e outras dTerentes
quaida Tnico oriental deKemp.
Ainda mais eoques.
Um outro sortnentos de coques de ne-
xos e bonitos moldes com ffleta de vidrilhos.
e abjuiis d'eHes ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciaco de quem
os pretenda coaiprar.
GOLLIXHAS E PU.MIOS BORDADOS.
Obras dejawito gosto e perfeico.
Firellas e fitas para cintos.
Betle e variado sortimento de taes objec-
tos, fieaado a boa eseolha aogo-to do com-
prador.
FLORES FINAS-
0 que ide melhor se pode enoentrarnes se
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvatoados para coques.
I*ara t iagem.
Bolsas dto tapete ccartuiras de couro, por
precos comt&odos.
ChajMJnas de palha da Italia mui hem
enfeitadas, e eufeites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
rio presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 6.
ENTEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Previdente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorli-
mento de trancas de palha para eufeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido cora a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de galfes de la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos e apreciados; compareco pois os pre-
tendentes que sero servidos a contento.
TAO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos e rendas de
guepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homen-
como para senhoras, constantemente noham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimado n. 16.'
nimento, levar vajitagera ai servio diario
de tiinia rostureiras. A comprebenso
simples, pois em ubi quarto de hora se li-
ca senlior .do nwviincnto da machina, ten-
do a mesma a projHieilude de fa;'.er as se-
guintes costinas: pospmtar, abainhar.
franzir, marcar e boidar, como apresenlam
os desenhos que aconnianhara-nas. Os pro-
prietarios do (;stabelecimeulo se encane-
gam de mandar ensinar n'esla cidade, e
gaiantem entregar o importe dispendjdo ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
perfeico a machina vendida, nao tendo,
porm, sofl'rido ella alguma avaria. Ha tam-
bem no mesmo estabelecimento- machinas
do autor Giower & Baker, de trahalho sim-
plcsmenle mo, e outras com movknento
dos ps; e mxime todos os perlences das
mesmas machinas, para vender avulso. __
"OLEO DE BOGG
Figados frescos de bacali;*.
Para cura ccila de plrtisica, alfec{CS Mcrol:i-
Iosis, tosiWfhroni'a, fiaquza dos uembras e t, -
bilidade geval, roconuncnda-se a exeeflenda ter-te
oleo anda por sr aizradavel i>" paladar.
VBNDE-6E
M
kai'inacla c drogara
BAUTIIOIOMFX & C.
31 = fm l'trya M llosa no =* 34
Estevas da India para forrar salas.
SOFFRIMENTOS DH3TOMAGO, CONSTIPACAO.-
Uim em poucos da pelo CHio oc bclloc era p ou era pastiUiai.
-U.
rtttttrttttx
iirm
fiPPHSliO
(f CIGARROS fNDIANOS \
Idqcannabis indicaKI
XKIMA'JLTcC- PHARMACtOriCOS emPAFIIS/
DFF0C1$I
lOBQDIDll
Todos os melos at hoje preconisados conira a astbma nao tem sido mais do que palliatiroa
debaixo de todas as formas, tendo por base a belladona, o estramonio on opio. Recentes expe-
riencias feitas em Allemanha, repelidas em Franca e na Inglaterra, tem provado que o cnamo
indio de Bengala possne as mais ootaveis propiedades para combater essa temlvel aneeclo,
assun como a tosse nervosa, a insomnia, a tysica laryngea, a rooqnida#, extinecio da vot,
e as nevralgias faciaes. E' pois com o apoio da sciencia que offerecemos estes cigarros, prepra-
nos com o extracto de cnamo das Indias, que nos importamos de Bombaim. I
DepoBto em Ptrnsmbuco, em easa d Mais o*. I
m r
fTTTTTTTTTTTTTT
Mr*C.
EUXAQUECA8; KEVRALGIAS. UssM.ffeccaessiodis-
slpads rapidaniute petes Ptnotas CCTHCR i OUT1I.
ANEMIA, A PALLIDEZ e os soffriraentos que necessitamdo
emprejo dos ferraginotos to sempre combatidos com o melhor resultada '
pelas IMLULAI OC VALLCT. Cada Pflula tem incravado o norae TUUT.
Fu DE ROG. Basta dissolver um frasco d'este p em meia
garrafi d'agu para se obtr urna limonada agradassl que purga sem l-
ser clicas.
VIHHO DE QUINIUM *e Ubarrem- Esta rinho, um des
poucos cuja composicio e partnda constante, i urna das malhtras pre-
paracois de quinina, sem aceto nstavel sobre os convalescenles, dando-
lhcs forcas e aprestando i volta a saude. Cura as labres antica* qtw re-
sistto no sulfato de quiuino.
MOLESTIAS DA BEX1GA. A maior parte d'estai mol
tias, carao as soaticas, lombagcs, caUrros. todas as dores nervosas em
geral sio curadas pelas PEBOUtt OC CSSCNCIA DE THERCBEHTINa do
Dr. Cleitan. 0 protessor Trousseuu em sea TratUo i* therapeutic* acoa-
selba ai; para serem tomadas na occasilo do jantar, na dose de 4 i 13.
OLE DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.-
Garantulo puro e de primeira qualidade, um dos poucos aproYadas pala
Academia de medicina.
AVISO. Toiot t*let medicamentos fortm aprovadn pek Academia
imperial de medicina de Paris.
DEPOSITO
as Varia, fc. FftEBB, lt, raa J.o.k
DcKwcnu; Haaaan i Ptrnmtmtt.. kUaaaa at O.
Hsaaot f>. 1 Casr*.....lasu et O.
NOVIDADE
A loja de Coelho A Oliveira ra do
Queimado n. 19, reqeheu pelo ultimo vapor
um bello sorlimeuto de baloes de diversos
syslemas, os mais aperfeifoados ^que teem
viudo ao mercado, sendo :
Baloes de guipur com tiras chamados
reguladores, ditos de musselina aherlos por
ambos os lados, de modo que sendo todos
de um tamaito servem para qualquer se-
nhora, de laa de cores, com tiras, e as se-
geintes fazendas:
Saias de la com bonitas barras.
Oales turcos de seda e la Beatriz de
Tundas.
Fitas de guipur pretos Rocamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
LasBha
Sultanes, Poil deChevre, Tricte, dito de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
La pura de cores a 360 rs. o covado.
Basquinas a Mara Antonicte.
Cambraias fantazia.
Ditas brancas transparentes ,e Victorias
Colxas adamascadas.
Cobertas chinezas a 2$J00 rs- e outras
muitas fazenda que tornar-se-hia enfadonho
annunciar.
Caltjado barato
Bomjgtiius de oezerro c ttudavao para bMifir a
SOOO.
Ditos de duruquo para mcuina a 2 000.
Butiiuinln rs para meninos a I oOO,
Vendf-se-na prara da Indepencia, loja d. cai a
don. 3&___________ 4
Vr*!-9e ou penuuta-se una grandT- p
lriteflc pert de Apipucos e baralissHua : a tra-
Uumio pateo do Carnw n. i8, junld a^igreja uc
Sarita ffcereza, das 9 horas em ianle.
ESCRAVOS FGIDOS.
Piiffio a lo do correnie Mea de Unesro, o
enenm de nomo PeKypt, -abra eoiii 2(i anuos i .
idade, nm pooco alto, sulnancelbas jueas e gi r-
radaa, os eataatlu inhncmtMnaj t(iian.io anda pi-
za timo e com passos largos, tem una marca de
caustico do lado dircito sobe o ligado, levou fal-
ca de lirim de quadiinhos preloa, eaouea de nia-
dapolao, chapeo preto de laa redondo, eafig ewra-
vocostumavaa jiaiilia^na ra eonduzindo cen -
ros de una venda da ra Direita para a estarac .
das Qnco Ponas, natural do lugar Canhotii
da comarea do S. Bunio desla provincia e foi
comprado ao Sr. J. Alves Je Mullo, morador no
mesmo lugar, presunie-o que o mesmo escraw
oontimn a ganhar na ra, munido de um nilhefe
biso procurando senlior ; pede-se aos Srs; eapi-
taes de campo e mais auioiidadcs policiaca a i
tura do dito escravo e leva-lo ao sen senhor Jos
Pereira de Miranda Cunlia, morador era Santo
Amaro, sobrado prande do Sr. Manoel Cnslodio
n. 22, que 3c gratilieai aynerosamenle.
O aballo sssignado reeummenda a eaptora
qo sep estravo tro sen sino do HonfHr, comprado aos teus de-
nos os Sis. Joan Goncalves da Silva. Vrente Ca-
yaleanli de Alhnquerque e Alexandre Gomes da
silva, nesia cidade, por Intermedio de seos pin
curadores na ptesoa do Sr. Manoel Francisco!
valcanti, lodos de Pao d'Allio e por in!eiven?ed
Sr. Santos (corrector de escravo), cuio escravo
tamben, natural de Paofl'Amo e tem os dsii
segumles: IflatW :i."j annos, seeco do eorpo e
poueoaUo, bigodo, cabono um pouco earapmba.
e perneado, falta de denles, nina inlbnuiiacan en-
cruada na junta da niao esquerda, falla a serti
jo, muitodescancada e mansa : levou eamisa
madapolao e riseado de algodao, c calcas de brm
pardo. O ahaixo assignado nmilo recomrottida a
captara deste sedx. escravo todas as autoridade;
e mais pessoas cncarregadas da eaptora de e
vos. naoso pelas diversas cidades, villas e povoa-
dos. como pelo sertao, para onde pode ler seguido
promette bem graritear, e tambem a qualquer
pessoa que delle der noticia certa ; a dirigjrein-
se ao sou escriptorio a ra do Crespo n. 15, ou ..o
>en sitio nn Monleiro.
Recife, 27 de Janeiro de 1869.
_____ Antonio Jos Rodrigues de Sovxa.
= Fugionodia il do crrente o escravo
cmtlio, Congo,idade avanzada, bem preto,fa!la mul-
to atravessado, quaikdo anda a junta os joelhos c
torna-se por consequinte cambeta, tem una pe-
quea croa no alto da caneca, costuma andar eom
um sacconas costas c um pao na mo, carregou
nina calija do casenra vellia de quadrinhos com
un remend az.ul no joelho, paletot vellio azul c-
curo, chapozinho preto com o alto da opa pin
lado buen vernisado de encarnado: recommen-
da-se aos Srs. capitaes de cam|>o e mais autori-
dades polieiaes a captura do dito escravo e leva-lo
a travessa da Madre de cos a Jos Joaquim Dias
Fernandos Jnior, que se gratificar generosa-
mente. *
100$ de gralilicafo
Fugio uo dia U de Janeiro do correnle anno.
do engenlio Batato ra, freguezi;i da Esrada.
ciavo preto. crioulo, de 24 annos de dado, cla-
mado Marcelino, que ui do Sr. Joao da Conha
Pereira, eqjo e-xravo estera no deposito geral, a
tem (K signaos seguintes : alio, secco do corpo,
rosto muito marcado de bexigas, falta de denles
na frente, cor preta, sabio de enante do chile, pa-
leto c ca^a de castor, levando um bahuzinhc i',
(landres mi mais rotipa. e sttppde-se estar na
freguesa do Cabo : queui o apprehender leve-e
ao dito engenh, ou ra da Senzala-nova n. 38,
esc iptorio do Sr. Bernardino Pontual, que i
bera a gratifleacao cima.
Acha-se fgido desde o dia 29 de Janeiro
do presen anno, o escravo Herculano. crioulo,
de idade de 40 a 43 annos, com os signacs se-
guintes : altura regular, seoce do corpo, efir bem
preta, nenias bastante linas, testa cantada, n
barba, falla de denles e com sjguaes de chicote n..*
rostas; gratificare quem o pegar e leva-lo a
sen s?nhor Antonio Joaquim Cavalcanli de Albu-
querque, no engenho Tapujfi de cima, da Cool
ca do tobo, ou no Recife, a ra do Apollo n. 34,
segundo andar.
Attencao
Vende-se una porco de latas para 4, 6 e 8 li-
bras de doce : na raa da Gloria n. 101
Vende-se urna taberna no Mondego n. 97,
bem afreguesada para a Ierra, com poucos fun-
dos, propria para algiim principiante, a cas>a offo
rece vantagens, que ao pretandeute se explicar :
a tratar na mesma.
Escravo fgido
Fugio em 28 de Janeiro de 1869 o escravo Ma-
llieus,de meia idade, coi preta, falla grossa. n. -
xigoso, lin pelas costas cicatrizes de baca i
tem upa ver ruca no cant do nariz, os pe foyer-
ros, n\*> negiwar. traba !do do Illm. Sr. Ago--
idw ieoriadio Vieira. em Panellai de Miranda, qi.e
ba pouoos mea de la veio fgido ; jiede-sc as
autoridades e canites de (ampo de o pegar e ira-
rerem asen senhor Jos,- Cirdoso de S, na ra da
Lingoelano Recife n. 2 ; e o mesmo pro ,
ira "qualquer pessoa qno'o touha acolitado, o gra-
tnicar bem a quem a nejar
Acha-se fgida desde 13 de oulubro
ultimo a escrava de nume Custodia, idade do 24 a
26 anuos, mulata, cabellos earapinhos, de
alvos e Ua tura regular e um tanto c
do corpo, natural de Piancoziuho, disi
Baixa-verde, e4u vendida aqui jielo Sr. Vn
Xogueira de Carvalho : q
dirgir-se a Albino Jos FerToira da Cunb;i
go de S. Podro n. 17, que ser generoean
oompentado.


. 8
Diario de Pernambuco
Quarta feira 17 de

Feverciro
de 1869.
. _

LITTERATTOA.
Murmurios.
<......i
Como sublime asa aurora de aajo,
Que envoi^d o uosso amor I
As propnas nv=as,
As proprias flote* mais loo>ns! mals linda*,
bir-sc-ia, ([no invejavam loucamente
D'ella as regencias viriinaes, se acaso
Widesscm repiwlap, <'' blUa ,
Bits flores iala lnifiam rehira o aroma i
Tudo que c bello de perfumo e insenso
fti lut e de esplendor, de orvalho e sonno,
Como que se lia n'um pacto divjno
Arrojado a nos>a alma I
Me parpee
f)ue cada qqal de nte, um para o outro
J fra destinada tu, qae anda
T doce coraeao virgem no polo ,
nabas s liara mim ; eu. me na vida
Etobora de outro amor jame cmbalassB
No seio modoloso, me arwubara,
E d'este arroubo no crizl rnais puro,
Depurara meu ser, e a melhor parte
D'elle aguardara para ti, que s minha.
Como eu sou teu as orlas do infinito,
Atirado no estasis supremo.
Como um raio d luz, qne uom Deus masmo
D'elle jamis dispor pudera nunca I
Tu tens em mimas formas de men rosto
Horizontes sem termo !ein minha bocea
Achas o rizo eterno da* auparas !
Em meus olharesessa lu que tere
R deslumhra talvez e em minba fronte
Ceo de jaspe, em que tu por cada um astro
Cuntas sorrindo um pensamento'louro
Ento en. todo teu, se te descubro,
Sinto cine em mim esrola-se e palpita
De vasto c de sublim o quer que seja
Que faz-me estremecer, temendo a inorte,
l'orque sinto prondrr-me ao Paraiao I
Quando tn fallas junto mim-uana alma
Bebe cada nalavra que profere,
Ko um .loenia-ellluvios cenca
froacaiados da llr. a mais ininwa* l
Quando me olhas paUda o divina
A' sos e de repente.-ora me dando
Km cheio o teu oHiar ; ora fajeado
Snq,u. eu contemple a te* d.**e teu rosto
Mais alvo do mo um cysne se banhando
as ondas do ocano, em noite ciara
le iua e de esptowtor.-cni inW** ,
0 qae os meus labios traduzr nao podem !
Sinto-me as vezes louco, e s vezes pens
Kni tomar tnas maos. e no leu sen
Derramar c;-sas lagrimas rdante,
One u cscadaii. de febre, e .n&ft tressuan
U a por "has faces ; porque ha prantos
Qu nunea saiem d'ama Sinto as veies
Na voz da natureza, a arg.la informe
Atirar-me um escarneo.. ... '
Da louca iudilTerenca, oh me perdoa !
Atira-se-me aos-W**, como um verme
A'g bordas de um abysmo. .t eum arrejaco,
E alvar me torno.....c estpido me ac !
A's vezes.....Mas p'ra que duer-te tudo
Oue me fazes sentir, quando tu sanes
Me r do que eu. quaes sao os ^ninentos
dar de teu amante A> vezes sinto,
Se bem junto de mim tu vas pagando
Qual sombra, a mais numoza,-o fl da du\ida
Inocular-* em minha pobre ff; %
F eu decreto de t.....e eu me record
Que inda tu podes ser quem mais deun; soiio
Venha em mou peito irrterromper o hymno .
O amor -me um marlyrio Mas tu volves
Sestea duros instante*, um sorrizo
Desses que se eneontram nos teus tamos,
E tud > se devora, e tudo linda
No deaeapdro ardente e delyraute
De novas sensacoes I
Santa e formo; a,
'm nao me dizes festejando e rindo ;
Um sim tu me proferes ; tu me lancas
Um doce olhar ; a mao branca e miinoza
Tocas na minha ; bebo um pensamento
Ten que rom o meu vem confundir-se .
Basta sto a sureir tudo de envolta
Na mais ilncc harmona e nos mais santos
Perfumes de leu seio, p'ra eu sentir-mc
Crentc arroubado, Rapnael divino,
Hvperbole de amor!
Amo-te tanto,
Taulo me sinto teu, tanto me has preso
A's algemas do ceo de teus sorrizos,
Que inda mesmo por mais negras que sejam
As dars tempestades que me assaltam
A mente escandecida, orna scenieina
Da taz divina que te adorna a fronte,
Bastante p'ra fazer me crguer ads raios
e aurora encantadora !
Isto se junto
Be lea rosto divino eu pasto as horas.
Na amencia, oh I nao ha phrazes que traduzain
Meas loucos pensamentos I _
Imagino
Que te vejo cercada de esplendores,
Cantando n'um edyUio a fleeidade
De noasoa eoraobaa", Bm, imagino
Que tu passas por mim, e em minha trente
Deixas-me um beijo c flores de teu seio,
Orvalladas dos prantos de tua alma;
Imagino observar-te suspirando,
IV.liudo Deus, n'uina oracao ceiestc,
A morte de nos ambos.....
Oh me escuta !
Torna outra vez ao eco e implora o mesmo !
Sim implora ao Senlior, de nossa vida
o termo ueste mundo A nossa essencia
Ja nao deve existir seno n'um xtasis
linde se a II >r desbrocha, nunca murcha,
(i su! se nasee,jamis desee ao fundo
Do peito do ocano! ...
Eu vivo anda
Somonte para ti : se tu desejas
Moner tambem e so... e s eomigo,
Vem bemd'pr.issa saciar-me a si*de
De comtigo dormir na sepultura I
A nnrtc 6 bella assim Qaando se ama,
Como eu, como tu, nada mais lindo.
Nada mais fulgurante do que as sombras
FOLHETIM
CATHARIMA
POR
Jules Sandeau
XVI
Planos frustrados.
(Continuaco do n. 36)
Na manhaa segaintc, Rogerio levantou*
se zangado, mais comsigo mesmo do que
com a prima, e reconhecendo que ia pra-
ticar urna actSo indigna, porm era tardia
qualquer recoasiderafo. Para trauquisar
a cousciencia revoltada, disse comsigo mes-
mo que, afinal de contas^era urna ausencia
de tres dias, o mximo ; que, logo quere-
gressasse, voaria a S. Silvano, e que en-
tretanto talvez rosolvesse seu pai a assegu-
rar-llie urna posifo honesta e livre, senao
brilhant e opulenta. Por ultimo, para sa-
tisfazer o corado, resolvendo confiar a carta a toquerette, se
a encontrasse, on ao primeiro aldeao que
se lhe deparasse no caminho.
Por i'../, horas da manhaa, quando o sol
tinha dissipado o nevoeiro matinal, fo pos-
tar-se em frente do porto do palacio o
calecbe, seguido do jockey conduzindo a
roo dous cavallos.
0 conde, saa irma e sobrinha estavam
reunidos no salo; s foltava Rogerio.
A Sra. Barnajon ia em trajo de jornada.
Vestido de amazona, que lhe cingia o cor-
po e cahia em elegantes pregas ao longo
dos Uiargas at ao chao; a fronte animada,
o olhar vivo e os labios exf*essfvos.
Malvina assemelhava-se a' tima joven
(jue nvolvem do sepnlchro o rijo niarmor
Tudo mais o mentira/ tudo um soubo
rPesadelo de homr, d qu se acorda
As-vetes WasnM^nde, as totw indo
.N*sorgias dador 1
Ol Ui nao sabes
Quo sio horriVeis s twllezas fulsrida-
De que se adorna o mando Tunan sabes
Quau las, borrascas geram sous fulgores ;
Quantos espinhos criam suas ros;is :
Quanto veneno exalam seus perfumes -
Eu moco assim, creanca, inda envolvido
as roupagens azues da adolescencia,
la mil vezes trujado eu tenlio as vesli -
De quem mil vezes ja desceu ao rundo
De todo o entendimento !...
Moeo e cheio
De esperanca e de amor, no meu caminlio,
Somenle as unes de um fatal destino
Nosps tenho encontrado !
Peregrino
Das conquistas mais sobres; forasteiro
Dos mundos em que brilha o pensaiuenlo,
0 sol de nosso craqeo; ebrio do vinho
Que trasborda das tapra no hanqnotte
Das kuteas phantasias :meus InUmpItw,
De glora os meus brasoes, teto sido apena -
1 in manto estrangulado,no deserto
Perdido sem bordb,e urna golphada
Mysto de raiva, desespero e tedio !
Uj
Mas nada importa isto I A gloria a imt-ina :
Quer seja a do cndor que ao cu se eleva,
Quer a do raio qu se- alir e erava
as profnndezas ttricas do abysmo !
Ser luz ou pretidao, Simao ou Lataro,
Inferno ou co ;que eVpaco mu rouba ao outro "
Tudo se mostr flor de uma^minencia
E faz-se contemplado !
Eu tenho a 'gloria
De ter*pierido arcar eom a furia enorme
Da pro 11 na pequenez, cada instante
Este hymno d'alina dirigindo ao Eterno :
Soletra do poema que eu sotnoo
A mais intima siroplie oh I le a pagina
Mais intima de amor e mais ardente.
Que eu escrevo co'as bagas de meu prauto
No livro de minha alma Encara o astro
Que rebentara esplendido e brmanle
Do mundo de meu peito, se teu dedo
Kerisse do oriente de meus sonhus
A tia encantadora I Aspira o aroma
Dos brancas lyrios queem festoes brotavam
as colimas azues d mensenlevos,
Se um dia um teu sorriso aurora fosse
Que entao os rociasse Abre-me o espac*
De meus pulsos desprende as vis cadeia%~
E v como eu as azas sacudindo,
Aguia, aguia de amorl no fnttnito
Vou por sobre a cora que tu cinget-,
Adejar como a loura borboleta
Sobre as rozas gentis, qite madrugada
Desbrorham na campia !
As minhas lagrimas,
Porm hoje por ti que se vertem !
Hoje por ti somente que ellas rolam
De quatro em quatro sarca de meu rosto
Mais pallido que a nev, e mais sombro
Que o gondoleiro a descantar saudades !
Tudo quanto de ti nao traz o sello
Perfumoso e divino, me desala
N'alma o tedio que eu voto abertamciile
Ao mundo e ao que elle ofTrece em seus prazeres !
Os momentos, que eu passo, os mais ditosos
Em toda a minha vida, sao aquellos
Em que ou junto a ti, sinto em meus labios
0 BM da poesa ; ou em que pens.
as caladas da noute, que te vejo
E te fallo e te adoro, e tu me dizes.....
Phrases que exigem bblicos adornos !
Phrases que sao a essencia de mil cnticos ;
Phrases que sao psalmos de ventura.
Que Deus somente e tu, n'um santo arroulio,
Em harpa eolia e pura bao entoado!
Joo Candido.
POUCO DE TUDO.
QESTO DE CAPRICHO.Sao bem
conhecidos os artificios empregados {pelos
logistas para atrahirem compradores pela
grande barateza das l'azendas.
Os annuncios nos jornaes, e em folhas
separadas expediente muito sabido, e quasi
sempre acontece que as cousas de menor
preco esto todas vendidas quando se pro-
cura m.
E' em Paris que taes meios se empregam
em grande escala, mas nem todos ss dei-
xam illudir, e ha pessoas to zelosas dos
seus direitos, que nao duvidam recorrer
aos tribunaes para punir a falta de boa f
dos vendedores.
Mrs. Peuvrel, DencourtA C, negociantes
de modas de Paris, tinham em expsito
as vidrafas de seus armazens pecas de ta-
fet com um letreiro, que iudicava o preijo
de 5 francos e 75 centesimos o metro. Mme.
Martin, convindo-lhc a fazenda, cntro.u na
loja e pedio que lhe dessem o tafet pelo
preco marcado. Mrs. Peuvrel, Dencftort -
C. recusaram satisfazer exigencia da com-
pradora, a qual por este motivo, os deman-
dou no tribunal do commercio, pedlndo-
lbes a entrega do tafet e perdas e dta-
nos.
Os demandados sustentaram que tinham
direito de attrahir os compradores pelos
precos marcados, sem serem por isso obri-
gados a vender as fazendas contra sua von-
tade.
O tribunal julgou que recusa dos de-
mandados se oppunha a boa f, que deve
presidir s transaccoes commerciaes e ao
principio que a venda fica perfeita, e que o
comprador adquire a propriedade da cousa
vendida, logo tute houve accordo .sobre a
cousa e o preco; e me o letrero sub
cousa indicava ta^boMieoes do vondod
e o pedido da 4^0%r| w(efPc|6 ]
parte d'esta, e por consegu!)te aconclif
do contracto, e a acquisieo da coua pelo
prec^waraaio. ao arft^TJi
PT esles motivos* conemnoi "Psuvre^"
Dencourt d C. a entregarem a fazeuda^jerm-
prada e a Dagarem 5
damnos, alm tas
PAZ OU GUERRA.0 exercito fiajce/
acha-se completamente reorganisado, tndo,
mu raeoTva, niuneiiosgB%iuJH||sile|Nat
ila uarional movi'l qae-ge f-nniftein da tnn
riilark uais brilbante e injrUH da flu-i
i a; e [wssuindii adtiirivws marhinai de
guHm"qu^m nada ses inventos n^cderru de que teem lanea-
do mao as oates .mais engenhosasda Eu-
ropa e da America.
O Moiiiteur de 1'arine declara que a
Franca' eadw hoje bastante forte para vi-
vir em perfeita harmona com todas as.pu-
teadas europeas, e para combater ttft-
josamente com as que de entre ellas quize-
rem emprehender guetra injusta, e lfora-1i
a QV.'sembaiHhar a espada.
Masas1 folhas militares da Prussia, ptla
sua parte, no se expressam menos torra-
me'lt0- ./
Para por immediatamente em armas um
milhio de honums, Mi um jornal official,
basta apenas um telegrarmrra de Berlim: a
oossa organisaciio militar acba-se eort|ela.
Efectivamente os exercitos prussihnos,
compem-se do 3i btttalhoes 8o inl'.nifu-
ria, 468esquadioeS'de cavullaria, II ivjgi-
mentos de artillieria, com i: IW bfi^as de
fogo, e iibatalhoes dmnnpebos escomi-
dos entre as miis illuslns famibas ia Ale-
manha, cojo valor, disciplina, acceio, riqueza
de armamento, os constitu; com a primeira
milicia do mundo: ."onwmdno total de. .
i 10:0OU humen*, aos quaes se ttevem jun-
tar os contingentes federaes, que se aim-
pom de i:Jb;rtnUioes,-30 esijuan>5e e 2tJ
'boceas de fogo: a este segundo numero
de combatents, -que montam a 403:000
homens, airida lia a noanir os soldados de
Badn, da Hesse, de Wurtemberg, e da Ba-
viera, que os halados militares poem s
ordens do chfe da confederaco.
Alm d'isso, a Prussia pode mais por im-
mediatamente em p de guerra, !.:Em
tropas de reserva lObatahifK'S de infanta-
ra, 76 buceas d; fogo, e 12 hatalhes de
artilheiros; u4, 143:000 homens ;.:
Em tropas de occi*)aCo de defeja de
pravas fortes, OO:O0O homens.
Este numero de cmbaUmtes, que monta
a 1.8H:000, est longe de ser a expresso
villa d.i Cachooira, ultima estancia, ande
luyja sacerdqle^. m
nao tem podido dsen-
cessara para penetrar
virgens lo immenso imperio. Nem
admira por que tambjm la vpgam as dou-
4rthas opn?*rorvs do rojaifnio, cujas fu-
ti'ests crtrtsijueu'cias cescorm ?cem os pe*
quenos estadistas brasileirosv
n chamameto de algumas ordens reli-
s, uspzaristas, os jesuta;, as irms
didKft impulso dado por alguns pre-
lados verdaderamente apostlicos tenflem
a modificar felizmente o estad do alero
- braslfeiro.
qucuo
"i
l'AUCVS EM TODOS OS ANDAHES.-
BteMma ratice une so-deu em iBarceluna, e
que rfSo d'ixn ae >nr nm cast) ruruso que
cbamuu ali moito a attenco. Na ra de
Poniente, em qiwjitu osdeilofeiiconcorriam
urna nos baixos da casa, no l. andar
ha va um baile que se costuma dar todos
os domingos.' To collegio dei S. Caetano
iam os eleitores votar na urna ooUocada em
um 1. andar, e nos baixos da mesma casa
havia urna representado dramtica.
Em ambos os locaes a porta de entrada
era a mesma tatito para os eleitores cmo
para os outros.
rTOMEOPATIIIA. Segundo notieim os
jornaes do I^yon, vaifundar-se a'aqaclla ci-
dade um hospital lwmeopathicojpara os po-
bres qu i desejarein ser tratadps por esta
medicina.
A opinao publica recebou com muito fa-
vor esta noticia.
Ern'flespanba fam*bem a homeopathia re-
cebeu ltimamente u:n signa! de protecco
ofcial, decidindo, em urna aaS suas ses-
ses, a junta munitipal de benencencia no-
mear meflieos humeopalhas paira tratarem
as Casas de Soccorro os pobres que pr-
ferii-ema nova medicina antiga.
Foram Horneados os Srs, Tejedor, Cues-
GJ4 boje coiita doze padres professos cinco
% Tendo-se concluido 'as ceremonias da -rtov^os e qirirrz irniSos. n.-Amaro 6-hon-
ta, Fimnat Bnin, Diaz e Manzan
eque.
SAO.v conoAcio.L-se 10 Banakk
Daily Adoertiscr :
* Comacaram M ceremonia-; d'este dia
solemne, salvando os navios de guerra
embandeirados de sua magertarie sameza,
Imprgnala e fatn Supportv'r. Seguio-
se-lhes urna salva real feita pela canhoneira
ingleza Avon. Ao anoitecer estes tres
vasos de guerra repetiram a saKa real.
Nao tendo nos assistido as ceremonias
da coroaca de sua magestade Prabat Sovn-
det Pra-Paramindr Maha Chulalongknrn
Pan Klou tlhouyu-huar primqiro rei de
Sio. as quaes liveram lugar na mania de
, II de novenSlro, nada podeiaps dizer a
da verdade, pois como dissemos, anda se!este respeitoaosnossos leJtores.
lhe deveijuntaralguns contingentes Wt)eraos: Quando chegmos ao palacio real, pela
e alm d'isso nao se lhe achata reunidos
nem os olicwps.nem ds trens deiqotpt-
mentos, nem os engenheiros, nem finalmen-
te todos os corpos especiaes de diversa na-
tureza, que fazetn paite indspensavel d
to numeroso exercito.
Em prosenca de tal desenvolvimeiito de
forcas; vendo assim a Prussia e a Franca
armadas de ponto em branco, perguntamos:
hnver paz ou guerra?
pjA A.NTICL7DADE VVENTE.Na re-
vista ingleza T/? Monlk teem apparecido
desde Janeiro d'iste aftno urna serie de ar-
tigos sob o titulo:Scenas de viagem de
um missiethario na America 4o St.-0
missionario sacerdote ingtez propoz-se au-
xiliar o bispo de Porto Alegre, capital da
provincia do Rio Grande do Sul; acompa-
nlimi o prelado em urna visita ao interior
e atrabido pela sympathia que lhe mereciam
os restos das antigs misses dos jesutas^
as celebres redutres habitadas por muitos
militares de indgenas, e fle quem uta his-
po hespanhol dizia que ali seno commettia
um peccado mora! em cada dia, penetrou
essas invias regoes e vio e praticou com as
tribus cttjos antepassados haviam sido dou-
trinados pelos jesutas. Te ve ento occa-
sio de constatar a devastarlo moral causa-
da pela destruieio da celebre companha,
que nao teve successores.
Entre outros indgenas que praticou, su-
bindo o rio Jacuni, foi um indio Guaran
chamado o Vellio Thomaz. Em 1803, anno
da viagem, tinha elle 122 annos; nascera
em 1741, na redueco dos Res ; fora edu-
cado pelos padres Jesutas que lhe ensiua-
ram a primeira instrueco e alguns princi-
pios do latim; tinha 27 annos quando fo-
ram expulsos os padres, mas conservou
cora a memoria d'elles a f. N'aquella ida-
de trabalhava anda e todos os dias recitava
por um velho livro o ollicio pequeo do
Nossa Senhora. Era sempre cora a raaior
emoco, que fallava dos bons padres. La
mentava que as suas doencas e idade lhe
nao permittssem ir receber os sacramentos
guerreira prestes a arremessar-se, em da
de combate, sobre as margons de algum
novoThermodonte.
Rogerio, porm, nao apparecia. 0 con-
de, impaciente por ver seu filhu lora do
alcance da aldeta de S. Silvano, mandra-o
procurar.
Minutos depois, chegou Rogerio em trajo
de caca, prompto para a partida, mas
trazia o rosto to desfigurado, que quem o
visse dira estar elle ao fado dos succes-
sos da aldeia. E, todava, o mancebo tudo
ignorava, sendo certo, porm, que o assal-
tavam, havia algnmas horas, tristissimos
presentirnentos-. Urna voz oceulta me dzia
que nao devera affastar-se ; s vezes pa-
recia-lhe ouvir a voz de Camarina gritando
em seu auxilio.
Depois de ter feito urna satfdaco, sem
dizer palavra, poz-se a ensopar vagarosa-
mente um biscouto n'um copo de vinho de
Xerez. Os companheiros de viagem ob-
servavam-no em silencio e consternados.
Ento, meu primo, vamos Idisse a
(4nal Malvina, pondo-lhe urna mo no hom-
bro.
Como um homem despertado onf sobre-
salto do somno, Rogerio estremeceu, olhon
para a prima e offereceu-Ihe machnalraente
o braco, qae ella agarrou alegre trlum-
phante.
O conde, parecendo-lhe ainda impossi-
vel a realisaejo do sea plano e ancioso por
se ver de casa para fora, agarrn pelo
brarjo a sna irm3a, c alguns segundos
mais tudo sahira medida dos seu de-
sejos.
Rogerio ia arrastado, sem consciencia de
si, como urna creanca, mas entretanto ou-
via-se da parte de fra horrivel barulho ;
gritos furiosos, ladrar de cs, movis de
rojo, e na maior intensidade da. algazarra
eis que se abre violenta e estrepitosamente
a porta do salo, deixando passar, como
urna baja, atravez da criadagem, que se
esforctrva por o segurar, um individuo,
com cuja presenta ninguem contava.
De cabera descoberta, fato esfarrapado,
cabellos arripiades, as mos e o rosto co-
bertos de feridas e queimaduras, exha-
lando do todo um activo cheiro a chamus-
co, era elle, o bravo Claudio, que, nao
obstante, offerecia um aspecto de frieza e
indifferenca, ainda que ameacadora.
-~r Que isto '' Que doudo osle ?
I)eitem-no l fra I exclaman o conde,
palrdo c trmulo de aiiva, porque com-
prenendeu logo que estava all a ruina da
sua igrejinha.
Agarrem-no, prendam-no I gritava
por fu vez Robineau, que esbravejava
como um pocesso no meio dos Tacaios ap-
nhads na ante cmara e em duvida sobre
se derveriam transpor a porta do satio.
* Desgracado do primeiro qae se mo-
ver Idisse Claudio, virando-se para traz
com ar ameacador, a manera do javali ar-
remetiendo com a matilha.
A sua energa kive urna forca dominadora
sem Igual : ninguem avancou, a nSo ser
o jockey, que, ati rando-se a elle conw um
cosilo ao cao d fila* leve a intelicdade
de set arremessado a distancia de vinte
passos, apenas cera iMa "dedada de Clau-
dio. Feito isto 4i fedhando por dentro a
portando salo, sem notar
Sras.Barnajons, immoveis
de sibto, o ftjho mo^conde de Sougeres
Rogerio.
Que me quer ? Que tenia dizer-me?,
peifcuntou o mancebo com Voz alterada
a presenca das
e estupefactas
affastou com a
e dirigo-se a
O.ique ha
Falle*
de aovo em S. Silvano ?
volta das 9 horas da manhat soubemos
que j estavam concluidas ns ceremonias
mais interessantes da coroacp, e que a
colonia estrangeira alli reunida tnlia to-
mado parte no lunch opparo ofl'erecido
pelos membros do governo.
Os consulss de todas as naces occi-
dentaes, que assignaram tratados de com-
mercio tom o reino de Sio, os ioffietaes do
Avon de sua magestade britannica, os cu-
ropeus que esto ao servico de sua ma-
gestade siameza, trajando todos uniforme
de gala, juntamente com as mais elefantes
damas e com a sociedade esculhda de
Bangkok, contribuiam para reamar e abri-
lhantar esta scena.
Ao aproxiinar-se o momepto em que
sua magestade devia subir ao throno dos
Prabats, os cnsules e o seu squito dri-
giram-se antiga sala da audiencia, para
alli aguardarem a c llegada do joven mo-
narcha. Depois de tomarem alli assento,
reuniram-se-lhes quasi todos os estran-
geiros que se achavam nos aposentos do
real palacio. Passando cuidadosamente
por entre a multido indgena Jleitada de
brucos entrada e dentro da sala de au-
diencia, conseguimos oceupar urna posico
d'onde vimos sua magestade subir ao throno
de seu fallecido pai.
O grupo central de europeus. composto
do corpo consular, da oulcialida le do vaso
de guerra inglez, e dotgovemo siamez,
formava um contraste notavel com as cen-
tenas de olliciaes indgenas prestados na
sala de audiencia.
.. Sua magestade trajando o manto real,
com a cora de Sio na cabeca[ fez a sua
entrada na sala do throno. Ao chegar aos
degraus do tlirono, sua magestade unindo
as mos fez utna vema, e depois subindu
foi assentai-se pela vez primeira no throno
dos Prabats. Depois de tomar assento sua
magestade recebeuas homenagens de todos
os que se achavam presentes, aos sons de
urna alegre banda marcial, e da artilharia
de mar e trra que deu urna salva real
Tendo sido Portugal a pYimeira nacSo
que estabeleccu um consulado no reino de
'Silo, o Sr. G. F. V-wnna, eonsal geral de
sua magestade el-rei de Portugal, com o
consenao e em \noeue de lodos os capsules
prsenles, fez m breve e eloquente* di*-
cui'AO, iM>ngrtiiWldo-seolh stfajnageslade
pela sua subida ao jhro^i e manifestando
a esperanca de que a paz e a prosperidade
bavttiude roar ortnado de sua mages-
tade.
Os chefes das dtfferentes secretarias
do governo siame/. desfilaram succearfiaF-
mente diante ri" tfrorio, depositando as
mos do-joven monarclra ai insignias do
poder qde Ibes* tinha sfdo 'cornenuo pelo
fallecido rei.
Nao o devia ignorar respondeu
Claudio 0 parocho da aldeia est a mor-
rer I
Pois que morra I bradou o conde
E' natural, velho como mas isso nao
razo para entrar assim n urna casa
alheia turdindo-nos os ouvidos 1
Todos temos de morrer .iccrescen-
tou a Sra. Barnajon. Os padres nao teem
mais razo para viverem do que os bedeis
ou sacristes 1
^ Silencio !gritou Rogerio E' pre-
ciso que seia respeitado o homem que di-
riga consolac5es a minha mi, que a aju-
dou a viver e a morrer I
O parocho de S. Silvano est morte
repetio Claudio, sem se mover e ama-
nha ou talvez boje ainda sua sobrinha ti-
rar sera amparo no muudo !
Mas, com mi! diabos I exclaaaou o
conde, sem se poder conter e revelando
todo o seu carcter ferino que quer que
fagamos a isso ? Julga este castoMo re-
fugio das sobriohas dos abbades ? V-se
com todos os diabos t E nos, Rogerio,
partamos ; nao perotmos tempo cora dis-
cursos asnaticos.
- S no mundo, repito Claudio con-
cisa e gravemente s, sem refugio, sem
apoo, mais abandonada do que Paquerette,
mais pobre do que qualquer creanca da
aldeia I
- Podr viver dos bordados disse o
conde.
Pobre pequea f acudi a Sra. Bar-
najonOlhe, amigo, diga-lhe que nao de-
sespere e que, nos lhe Jfaremos algum be-
neficio. Vou escrever para a ordem do
Sagrado Coraco, e, se fr preciso, en pa-
garei a sua entrada no convento. Sinto-
subida ao throno, sua magestade relirou-
se aos seus reaes aposentos, e depois de
trocar as-suas vestes de gala por outras de
ylva coi- i emblema de luto em Sio) foi
prestaras suas homenagens aos restos mor-
taes de seu chorado pai.
N'esta ala do palacio, tudo se achava
no mesmo estado desde a nossa ultima
visita, exceptuando a sala onde se achava
um numero consderavel de carpideiras re-
citando oracoes, etc.
O som das suas vozes reboava atravez
de todo o edificio e rapressionava profun-
damente os espiritos, recordando a todos
que se achavam na vksinhauca de um ca-
dver.
Assim que anoiteceu os navios de
guerra amainaran) as flmmulas e os ga-
llardetes que foram substituidos por larn-
pioes accesos. Subi aos ares um variado
fogo de artificio e os festejos d'este dia
lindaran) com girndolas de foguetes, no
meio de vivas levantados pelas tripulaces
dos vazos de guerra.
COXTENDA CELEBRE. 0 emprezario
AHemanba, no anno de 1800, com seu r-
rnito boje D. Placido. Os dous rmios es-
tabeleteram-se primelraaient em Paterbon
na dieces de Munster: porm mais tarde
deitafem esta antiga abbadia para fundar
urna colonia beno4lictiiemBeuruu; emum
valle pittorendo Dajiobio perto de Sig-
mrfwgen. r.nd..,iMmi:M|pf;.-B..|1(o possui-
ra Uh convento desde o anuo lie 777. Fui
o fallecido Areebiw de Friburgo ; Monse-
iinorVii'iii. que fila allichamou os Bene-
dictinos ; o SS. Padre Pi IX deu nova
fcas|:MJpstrtuir/0.canoni,jm o titulo de
priorado, e com direito de receber novicos.
rosamente conhecido na Allemanha cathofi-
ca^por varias obras muito estimadas.
Possam, conclue a Correspondencia de
Roma dando esta noticia, os sueessores dos
Santos Bonibcio, Columbareo, Kihano,
contribuir para a unidade religiosa, em um
paiz que fora conquistado para o christianis-
rnojpel'i zelo, piedade e setencia dos primei-
ros Benedictinos.
ESTADOS-UNIDOS.Eis a proclamaco
de amnista publicada pelo peresidente :
Considerando que o presidente dos
Estados-Unidos tem publicado rauitas pro-
clamaces offerecendo amnista e perdo as
pessoas que tem participado da ultima re-
bellio contra a autoridade legitima do go-
verno dos Estados-Unidos, as quaes pro-
clamoces sao na data de 8 de dezembro
de 1803, ( de marco de 1804, 24 demaio
de 1805, 7 de setembro de 1807 ode 4 de
julho de 1808 :
Considerando que a autoridade do go-
verno federal tendo sido reslabelecida em
lodos os estados e territorios que se acham
debaxo da jurisdieco dos Estados-Unidos,
de um de Amsterdam chamou aos tribu- jia jUgar (]e Crer qUe as p,.U(jeiites reservas
naes una voltigeuse por esta faltar a certa e excepcoes julgadas necssarias na epoi-ha
condico do contracto, nao dando alguns d'cstas diversas proclamaces pedem agora
saltos a que se obrigara. A voltigeuse,
[Bame Besnard, allegava que era s obri-
gada a piruetas simples. 0 emprezario
dza que a contratara tambem para pirue-
tas em circuios, ou piruetas a>erfeicx>adas.
O tribunal deu razo ao emprezario. Bes-
nard ter de dar um pouco mais tibia.
SOCIEDADE SEGURANCA DAS DIVI-
DAS. Organisara-se com este ttulo em
Marselha urna sociedade, cujo fim era fur-
necer a diversos estabelecimentos em rela-
Ces secretas imformaces sobre os consu-
midores que pagam bem, os que pagam len-
tamente, e os que nao payam. Alguns ci-
dados qae souberam eslarem incluidos na
relaco dos que no pa^ain,ehamaram a so-
eiedade aos tribunaes, e a justica condem-
nou-a como difamadora.
QUADRUGAMO.Ha lempos morreu em
Inglaterra um rico negociante, e foi-lhe le-
vantado um mausoleu, cuja fnaeripejo o
qualifirava de bom pai, bem esposo. Na
verdade era to bom esposo que dexou
quatro viuvas inconso lavis I A primeira,
que elle esposara em Irlanda, pede iteran-
te os tribunaes a annulaco dos outros tres
casamenlos contractados posteriormente por
aquelle quatro vezes*esposo!
PHENOMENO.Um dos dias do mez de
dezembro, a cidade de Londres ficou en-
volvida em trevas ; era urna hora da tarde
e nao se podia dar um passo sem luz, sem
que houvesse o menor nevoeiro para expli-
car aquella ausencia de luz. Utna nuvem
amarellada pairava nos ares. Accenderam-
se os lampeoes as ras e as lojas, como
se fosse de noute.
A escuridade absoluta s exista nos dis-
trictos do centro da metropole, principal-
mente as ras visinhas do rio.
As pessoas que caminhavam para o norte
da cidade viam um ceo pardacento, em
quanto que atraz as casas jaziam as trevas.
Por occasio do crepsculo, a nuvem appro-
ximou-se da tena e um espesso nevoeiro
cobriu os arre-dores de Londres.
PRUSSIA.Ha perto de 70 annos que os
religiosos Benedictinos haviant desappareci-
do da Prussia. Agora a Ordem de S.
Bento foi alli restaurada no principado de
Ilohenzollem em Beuron, que hojepertence
monarcha prussiana.
D. Amaro (ou Mauro) Wollcr, natural de
Bonn que assentou os fundamentos d'esta
nova fundaco, recebeu, era 20 de setembro
ultimo, a benco do Abbade do mesmo raos-
teiro, na baslica de S. Paulo era Roma, das
mos de S. Emin.a o Cardeal de lleisach ;
assistido dos abbades de S. Paulo, e dos
cistercienses; estando presentes S. Emn.*
o Cardeal Pitra e o procurador geral dos
trappistas.
D. Amaro deixou a arebdiocese de Co-
lonia em 1850, fez o seu noviciado em S.
Paulo extra muros, d'onde foi enviado
ser abandonadas com sabedora-e justica.
e que urna amnista e um perdo universal
estendido a todos os que tem participado da
Alta 'rbelio, tendern) assegdrat de unta
manera permanente a paz, a ordem e a
prosperidade em todo o paiz, a renovar e
a restaurar completamente a confianca e os
sentmentos fraternaes entre as populachos,
e a restabelecer o respeito e affeico que
ellas consagravam antigamente ao governo
nacional creado pefos patriotas para o bem
geral:
Em consequencta. que seja conhecido
de todos que:
Eu Andrew Johnson, presidente dos Es-
tados-Unidos, em virtude do poder e autori-
dade que me sao dados pela conslituico, e
em nothedopovo soberano dos Estados-Uni-
dos, publico pela presente proclamaco, e
declaro sem condicTies c sem resrvas, a
todos e a cada um d'aquelles que tem par-
ticipado directa ou indirectamente da ulti-
ma insurreco ou rebellio, que eu lhe
concedo perdo e amnista pelo fado de
traico contra os Estados-Unidos ou por
ter favorecido os inimigos dos Estados-Uni-
dos durante a ultima guerra civil, e que
serio reintegrados em todos os direitos,
privilegios e inmunidades de que goza-
vam debaixo da constituirse) elei que d'ella
derivara.
Em f do que eu tenlio assgnado as
presentes ele minha m5o e tenho feito por o
seio dos Estados-Unidos.
Em Washington o 25* dia de dezem-
bro do anno N. S. 1808 e da independen
cia dos Estados-Unidos da America 93,
Andretv Johnson.
Pelo presidente.
F. Seward secretario.
VIVEIRO D'ARANHAS.Morreu emNo-
wa-York um individuo originario da Esco-
cia, que deixou urna fortuna de 750,000 dol-
lars, ganhos a vender whisky, caada. O
sen estabelecimento era conhecido pela de-
sgnaco de Cobsivel haib, isto Taverna
das teias d'aranha, porque o seu dono ti-
nha grande affeico quelles insectos, de
sorte que o seu estabelecimento era um
perfeito viveiro d'aranhas.
mano, porque verdaderamente inters-
sante.
Deixemos-nos d'isso gritou o con-
de E' urna intrigante das mais habis !
Estou bem ao fado do seos ardis. Alm
d'isso, na freguezia ha captaes consignados
para a sustentaclo dos orphaos e indi-
gentes.
Recommendo-lhe, senbor, que, no
caso de acreditar em Deus, se v reconci-
liando com elle!disse Claudio, encarando
o conde com um olhar que nao tinha nada
de bom.
Ao mesmo tempo Rogerio avancra dous
passos para seu pai. J nao era o mance-
bo fraco qae nos conheceramos. 0 amor
proprio offendido qperava o milagfe qao
a paixo por si s nao Uvera forca do roa-
lisar. Como olhar firme, o aspecto sereno,
o gesto imperiosa, a fronte radiante pelo
reflexo da vorrtade alfim victoriosa, Roge-
rio pareca n'aqueUc momento to grandio-
so, tao nobre, qua o proprio conde, ao
ve-lo assim, sento-se impressionado de
adaraco e quasi de respeito.
Senliordisse alte, elevando a m
-Msto que Uissipou os bens de minha
mii, \ist# que me ser eSfflcil dar-me con-
tft dos seus haveres, cono tambem da sua
fekcidade, -satba ao menos qae este cas-
telo, desde a hora da minha maioridade,
celsou de lhe pertencer. Se sua irma
juaga ter direitos legtimos e mais sagra-
dos do qae os de mn timo indignamente
espoliado por seq pai, ser a justica qoem
o decida. At erilSo estou aqu em- minha
caa e'tmb a Dus por testemanha do pne-
teato que faco de que Gathama nio sabh
UM PRINCIPE CONDEM*H.\DOPOB CON-
TRABANDISTA.S. A. R. o principe de
Monteuegio foi ltimamente condemnado
pela alfandega de Trieste a urna mulla de
100 florius, por ter passado tabaco as suas
mallas.
Desgracadamenle para a alfandega, diz a
Geatta dos tribunaes, ella tinha completa-
mente esquecido que as bagagens dos prin-
cipes reinantes e mesmo dos simples em-
baixadores gosam de certos privilegios, e,
em consequencia das enrgicas reclamaces
do principe Montenegro, foi levantada a
multa, e as guardas da alfandega, apezar de
escudados com o direito coramum, foram
severamente reprehendidos.
de casa de seu to seno para entrar sob
este tedo, defendida pelo meu braco, mi-
nha mulher face ele Deus e do mundo!
Se as demonstrares de amor venerarse
de que pretendo cerca-la nao agradaren)
aqu a algumas pessoas, ser desnecessario
lembrar a minha lia que o seu palacio
em Paris e a meu pai que a sua1 familia
est na Allemanha.
D-me a sua mo I disse Claudio,
estendendo-lhe entusisticamente a sua.
Claudio e Rogerio abra^aram-se como
dousirmos.
Amigo,disse Rogeriocrea na mi-
nha eterna dedicaco I
UM.
Obrigado!redarguio ClaudioCrea
tambora quo, se me houvera repellido, se
uu o nao encontrasse com estes, bons sen-
tmentos, se o einhpr" houvesse hesitado
um s momento:..
O que faria ? pergamou o joven
visconde.
Que, faria ? -- repeli com sorriso
amargo o virtuoso Noirel. Com a mesma
certeza cora que Deus est i* <;o, ssas-
stnato-Wa aqm' -utesmo na -sna propela
asa I :">*'**"*'t"TTTt"*"*r'*'C'
Corramos a S. Sl\pwoi exclanleu
Rogerio.
AS. Silvane I repetio Claudio.
E. agarrando-se f0*o braco umdeotro
saniram arabos *reciptadaet4e da sito.
(iQmtttmr^e^.
Tj P7W> MlUr^tl A DAS CSVZE8 ,
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