Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11767


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Full Text
>.
Y-
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; *
*


*
y
ANNO XLV. NUMERO 35. <**, *
--------------------------. ..--------------------------------.---------------------------------
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE.
Por tres mezea adiantados..................
Por seis ditos itle................... .
Por um auno idem....................
Cada numero avulso...................
6000
i 2000
245000
#9
O'
SEGUNDA FEIRA 15 DE FEVEREIRO DE 1869.
---------------------;------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------'
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA. .ffiL
Por tres mej:es adiantados........,.......... 667*0
Por seis ditos idem.................... 4a00
Por nove dilos idem................. 204250
Poi'umanno................... 276000
fc.-

Propriedade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.

Os Srs. Gerardo Antonio Arves d Filhos, no Para; Goncaives &

'. '
'' i ''
------
--------------
SAO AGESTE*:


^_
. rio MaranhSo; Joaquim Jos de Qliveira, no Cear; Antonio de Lemos Draga, no Araptv; Joao Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Antonio" Joamiin
Unraaraes Pancada, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; BeJarmino dos Santos Bolcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em'Nazareth; Fraacino Tavares da Costa, era Alagos; Dr. Jos Martins Alves, na Bahia; e.Jos Riboro Gaspariuho, no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAL.
Cioveru* da provincia.
DBSBAOHOS DA PItKSinK.NCIA DOS DAS 11 E 12 DB*KE-
VKRKDtO DE 1865).
Antanio Vatario dos Santos Neves.Informe o
Sr. general commaudftiite das anuas.
Augusto Cesar daCunha. Expeca-se ordem
para nrotnpanhnr a ^orlssao gmente.
Florida Gtloeria Po'ixoto de Albuqnerque.Infor-
me o Sr. rommandantc superior interino.
JoSo Pinto do Lomos Jnior.Concedo a liccn-
CA, pagOS os direitos.
Jos Xavier Kaiisiino Ramos Jnior.Informe o
Sr. irajor director do arsenal de guerra.
Joaquim Marques Vellozo. A vista da infor-
mactki n;io pode ser a'tendnlo.
Jos do Ainorim Lima.Informe o Sr. inspec-
tor d;i thi'souraria de fazenda
Maria Francisca do Rosario. Informe o Sr.
eommandantc superior iute(po.
Manoel de Barros Barreta-Informe o Sr. ins-
pector da tliesouraria provinrial.
Capilao TihurrioJIilario da Silva Tavares.=In-
forme o Sr. coimnandante do presidio de,Fernan-
do, visto nao existircm na secretaria desia presi-
dencia os cilicios, cujas cortidoes pede o "apli-
cante.
Repartidlo da polica,
2* seccao.Secretaria da polica de Pernambuco
litfe feveroirodc 1869.
N. 8.Illin. e Exm. Sr.-Tenho a honra de s.ol,u5art ^conferencia,
levar ao coiilieeiniento de V. Exc. que, segundo
constadas particinacoes recebidas hoje nesta re-
partieo, foram hontein recolhidos casa do de-
tencao, os segultttes individuos :
A' inhiba ordem, Juliao, escravo de Eduardo de
tal, requei miento deste.
A' ordem do subdelegado do Recite, Roberto,
escravo de Manoel Antonio Vieira, tambciu rc-
querinianto deste.
A' ordem do de Santo Antonio. Miguel, Africano
liviv, por embriaguez, e Benedicto Francisco da
Silva, at secunda ocdeni-
A' ordem do de S. Jos. Manoel do Naseimento,
. Manoel, escravo de uui fulano Lima, por desurden),
6 Isabel Mara da Conceieao. ale segunda ordem.
Participou-me o subdelegado do l- districto do
termo de OIrada, por. oflku datado de bontem, que
zra recollier respectiva cada Antonio da Cos-
ta Prazercs. por havor^coimoettido o criine derou-1
lo. pelo que ia contraselle instaurar o competente |
piocesso.
Deas guarde a V. Exe.-Jllm. Exm. Sr. conde
de Baejicndy, presidente da provincia.O ctele de
polica, Francisco de Fiirin Leinos.
DIARIO DE PERNAMBUCO
nre l'i de ravKRWfto de 186!).
NOTICIAS i)A El'ltOl'A
i.icii Ti'iie i-ukc.o.A conferencia reunida
em Pars conciuia 'ot sem Irathillios, rtdigind4
um piotocollo fundalo nos lies prmeifo* ponto*
nUimatum da Turqua. A Turqua assignon
e r-eVm o uUim&m m cato da Oficia se
.ujei.'nr. Continua w Syra o jnUjamenlo do
!S.
FaAKQA.Aht'rlunt do m,'HM ulu no dia 18 de
jmein, discurso o mtpvtKlorMMierodtipor
un cerno milito pacifico e por ou'.ros como bel-
, ,. i) ministro da /';<'(' (/neseiUuii o onja-
viento pura 1870.
1!ki/.I'.:a.Fulleam o principe realmiico htraeiro
do I, i uno b:luu; tinJta apenas nuceanuos e meio
Husi'ANiu.Eli H roim!Uuiu's. Grande Irittmiko dos monardti-
. w. ssattinalo do gorernaor de Burgos. Tu-
nml'ot m Madrid tmtrtt pintos. Medidas do
rno bem 4a ordem publica.
h.\.!.\CvHtiiia n iifitum em Ilulia contra o
imposto sol a moagem. '.lulau-te immisunte a
(fUtda tD ministerio Mnuikrn.
Ai.i.K.sn.MiA.Ih'tuntelliue-ucitis entre os gabinetes
l'erliin r de Virnno. Pernelos de amanea da
i'rtusia e Russia em leluroao Oriente; e da
i'ur 'niin/i i liiijluterro.
Estad is-iMbns.O onyirsso mogn o Tenure
0}iri'-:'.i!. ipie hacia sido tlerretodo pura cortar
i ttr biees de lotinsaiu stmto aiji.ru restabe-
lerido em faxor de Urnui.
Portugal.tecoutecao n-irio. hssol'uco tbi cmaro. Noticia* diver-
sas.
o.Enosis e nao o porto de Syra. c que a frota oto-
mana se retirara fe a Rossia Wcasse responsavel
pelos actos do navio prego.
Elfeolivamente Uob'ba'rt-paonjr deixou as aguas
de Syra sob promessa de que Enosis nao saiira
do Syra. ,
O plenipotenciario ottomano conforme com as
inslrucerx's (jue recolie. as-ignou o proloeoilo da
conferencia. Nao oxactoftqne Djamil-jHich te-
nha appresentado restricfoes com relacao Tur-
qua aceitar ou. nao os principios que a conferen-
cia proclamou na dwlaiacao. A adhesao dtt Por-
ta nao foi acompanhada de ivsiriccao alguina. A
nica questao suscitada pelo plenipotenciari i otto-
mano, incidentemente, foi a de se saber, como,
e porque modo, poderiam restabeleeer-se as rela-
eoes entre a Turqua o a Grecia. Esta questao po-
rm parece que e de simples forma.
O ministro da Grecia em Pars, Rangalb, nao
deixou de cscrever para Alhenas desde o principio
das deliberacoes para que o governo adherisse
deeiso das potencias. (I por*no do rei Jorge
respondeu-lhe qu s podera tomar'parte na con-
ferencia para pedir a revisao do tratado de 1830.
que detenninon a sorte da Grecia, e reclamar enr-
gicamente a cessao de Creta as reino hellenico. Era
para ter o direito de desenvolver estas ideas qne o
gabinete Delyannis instava para que Rangab fosse
admittido conferencia, *HMn os mesmos dreitos
que o representante da Porta.
Dizem de Venna que a Grecia resolver nao
aceitar a decisao da conferencia. Os iornaes fran-
cezes desmentem um telegramma publicado pelo
(antis afurmando que a Grecia nao adhera re-
solu^ao da conferencia. O FJendart julgaprova-
\ vel que a Greciaya aceite.
Parece que c/rei Jorge vai dirigir urna circular
aos agentes do leu governo no estrangeiro, eem
apoio das assercoes contidas naqnella circular
mandn o governo grego redigir una memoria em
que procura demonstrar que a Grecia para chegar
ao lugar que deve oceupar necessario possuir as
ilhas de Grata, Sanios e Chio, e parte da Maeedo-
nia e da Tessalia. A memoria para confirmar esta
opinao conten numerosos pormenores geographi-
cos e estatsticos
Algnmas correspondencias de Alhenas diz que se
laziam all grandes preparativos militares e marti-
mos; que seVteem organisado mudos batalhoes de
atiradoies, que o governo comprou em Franca
dous navios Vouracados e qne as fluas corve-
ta-; com-acadas Olga 'e fedrges F que ha alguns
mezes se"construan! por sua conta em Tries-
te tinham sido laucadas agua estavam a
chegar ao Pyreu. ota-se grande aaianaeio na
cidade, c o pora a cada passo levanta gritos patrio-
ticos.
Em Nouplia azem-se preparativos para prevenir
o caso em que o re o a corle se vejara obrigados a
deixar a ca|iilal. Nouplia est situada no fundo
dfi um golpho a pones distancia de Corntho. Este
locar milito seguro e ea|iaz de sustentar um dc-
niriado cticn se Ibr bem defendido.
Tem dito alguns jornaes que a Dinamarca ba-
via antecipado ao governo prego o dnheiro neces-
sario para a compra de navios de guerra. Allir-
main de Vienna que os navios gregos no Danubio
arvurarain a bandeira rusaa com itoasarao do
cnsul na Serbia.
Diz una jornal da Vienna que se a Grecia se re-
cusar a atrherir as deeisoes da conferencia, tornar-
se-ba esta a reunir para elaborar urna revolucjio
que garanta a execueao das suas deciss c obste
a mu conlliclo; c'onsrvando-se o staln quo no Me-
diterianeo, e impedir a expulsao dos Gregos rn-
denles na Turqua.
0 governo ottomano approveilou o ensejo ac-
tual para levar a effeito a roorganisacio da sua
inaritiha que daqui em diante coniprehenderi tres
ratliegorias de navios : a primera compu.-ta dos
barcos armados, a segunda dos navios em prepa-
rativos do ai mmenlo e a terecira dos navios em
coinmis.-ao do porto.
Ertesysteuia anlogo ao francez, offerece a van-
ferido pelo imperador summamente imtieftante.
Ei-lo f
() discuno que vos dirito todos os annos
abrindo a sesiao legislativa a sincera expieasa
do peBsamnto que dirige os meus artos. Exjir
fi anramente naco, perente os grandi-s 'iMpos
do estado, g que tem 'eilo e far o governu. de-
ver dpwhefe resionsa'-cl de um paiii IUre.
E ardua tarefa a qne todos pomos hombros.
Nao 6, com elTdio, sen ilitlirnldade que se Is'sen-
ta, sobre um soto moudo por tantas revolares,
um pove no que condece sullicienteinente As ne-
cesidades da sua pocj para acollier todos-,os lie-
netjciosda lioerdade, e que i fiaslante forte para
al niesmo lhe supportar os excessos.
As duas leis votacas na vossa ultima sessilii,
que nuil,un por lini, desenvolver o principio da l-
vre discussao, produzi.aiu dous eteitos uposlos
,que til assignalar : por um lado, a impnipsa c
as reuniors publicas civaram em certamejo urna
agitacao facticia, e fixeram reapparecer ins e
paixs quo se julgava eslarora extinctas ; mas.
por outro lado, a nafas, insensivel s mais \iolen-
tas excitacoes, contando com a mnha lirineza pa-
ra a conservado da ordem, nao sentio abalarle a
sua fno porvir.
t Nulavel coincidencia Quantomais alguns es-
pritus .arrojados c subversivos iratavam de alte-
rar a tranquilidade publica, mais profundo se tor-
nava o socego.
As transaeeoes commerctaes recobravam fe-
cunda aelividade, as iiceitas publicas augmenta-
vam consideravelmeiite, os inlercsses tranquiUsa-
vara-sc, ea maior parte das eleicoes parciaes vi-
nhain dar novo apoio
tos do imperador para prevenir tanto quanto delle
dependa, por meo de inlerveacoainigavel, oseon-
Un-to.s que a poderiam perturbar.
Apesar da Jma impressao causal nos circuios
lliianoeii'ws pele relatorio a presentad o pf.'lo minis-
tro da fmula, nao melborar de modo notavel a
siluacao ds fundos pblicos, porque os especula
dores
convencidos pelas anteriores decla--
racoes dinfue a paz eslava por era 'segura entre
as grandes potencias da Europa..
Pnbhcou-si) tinalmente o lino amaivl'o enmen-
d uns documento que diznn respeito Hespa-
nha obre os limites da fi-onteira dos l'yrin-'os. ;i
Italia, Servia, a Roumania, e s negoeiaroes da
Hespanha com as repblicas do Parifico. Os do-
cumentes que dizent respeito s questes tureo-
gresa*, ajipareeoraia ultoriurniente.
Relativamente Hespanha conten olivro ama-
nillo um despaelio do marque?, de Lavaliete ao Sr.
Mercier, dizendo que o imperiidor recetara o Sr.
Olozaga em audiencia particular. Tenqo o impe-
rador encarrevado o Sr. Lavalleto de sei infermar
>e este ejemplo seria seguido pul Inglaterra, lord
Clarendon declaren que o representante do gover-
no provisorio hespanhol ierebera o mesmo trati-
niento quo em Maris.
Falla-se novnneiite em Pars em modifieagio mi-
nisterial, em virtude da qual seria ir imi-ado minis-
tro do interior o Sr. Saint-Pal, ministro das obras
I'ii bhcas o Sr. Forcade de la Roqucttc em substi-
tuto do Sr. Gressicr que seria nomeado senador.
0 imperador ocrupa-sc activamente das refor-
mas concernentes Argelia. Airma-se que o ge-
neral Mac-Mahon, que se acha em Vienna,"tem sido
convidado a apressar a sua vlla Par, alim de
c o Sr.
;io raen governo.
A le militar os subsidios concedidos pelo gratar deste assumpto com o imperado
vosso patriotismo teein contribuido para consoli- Rouher.
dar a coiiianra do pai, que no justo sentiinento
do sen orgulbo, senta verdadeira satisfa^So no
dia em ipie soube que cstava habilitado para ar-
rostarcom todas as eventualidades.
Os exercitos de trra e de mar, fortemente
llouve ha pouco graves disturbios i
Reunin, colonia* franceza. Os amotinados ataca-
icdindn a
rain o colleio dos jezuits, pedindW a
dellcs. inici veio a tropa, e persstindo
a ilha da
expulsan
i povo na
sua attitude hostil, teve aquella de bar fogo, de
constituidos, eslao em p de paz: o effeetivo em que resulten matar 'j, pessoas, c ferir gravemente
servi^ijiao excede o dos reginiens anteriores : mas 1. Parece que o germen de laes disturbios a
eterna questao da eniancipacao colonial.
o nosso armamento aperfeicoado, os nossos arse-
naes e depesitos cheios, as lissas reservas exerc-
tadas, a guarda naci; al movel a organisar-e, a
uossa armada transformada, as noasas pravas-for-
tes em bom estado, dai ao nosso poder um desen-
volvimento indispensavel.
Aleancei o lim constante dos meus esforcoe:
os recuisos militares da Franca estide ora avan-
te i altura dos seus destinos no mundo. Ifesta si-
tuacao podemos proclamar em voz alia o nosso
dselo de conservar a paz ; nao ha fraqurza era c
voaroos das colonias Irancezas pedein que
.xen iiomear a si niesmas. os me abros do
colonial, que vote os seus impostos, e re-
o direito de enviar representantes s cor-
As datas de que fui portador vapor francez
liuieuiic aieaiieain de flaniiHisgo a 20, ile Par e
Londres a 1 e Lisboa a 9 de pa>sado.
i: INFLICTO 7iaiX)- No lia SOteruiuiou a conferencia os eus traba-
aisignando os representantes das potencias o
pretor olio. O protooollo redigido nos termos se-
guintes:
O:} representantes das grandes potencias reu-
nidos em Pars, depois de examinaren) o ultimtum
dirigido pela Turqua Grecia e a eotitcstacao do
no grego, sfei de opinwo:
1." Que a. Turqua se queix a com fundamento
di ..rgaiiisac^p^ bandos de voluntarios no territo-
;rego; "iu i-lo eunsii';> vinlaeao do direito
intern.'icional, e que um dever da Grecia qnaes-
qner que sejam as suas lea interiores, nao prmit-
tir no sea territario ataqui* contra um paiz vis-
Blio.
. 2.' Que igualmente dever sen impedir pelo
menos nos seus mares q armamento de piratas.
:t." Que- nao tem direito de se oppor ao re-
gresso ta emigrados cretenses que desejem voltar
aos seus lares,
\ declaiacao das potencias admitte pos sobre
tres pontos, como legitimas asreclamaeoes da
Turqu a manifestada no sen ultimtum, em rela-
ao quarto |nto no tomou delhuraQao por
que o governo ottomano declaren que o entre-
gava a jnridiecao dos Uibuusxi o iliuane^r-res-
peito (O quinto"p.mtn, iste,-convite dirigido a
Grecia para nie einj o seO-HOedimento ao direi-
to o gentes, est implk-4tatWBteon*ido no* tres
jirimoiros, eoui a particuUiridailquert'ra de que j
nao a Turqua quera formula este convite como
ameaea, mas s ti a Europa como conselho.
lleve alm disso a Turqua declarar, caso a
Grecia aceite a apreeiarao das pontencias sobre os
ponto t essencaes da questao, que est disposta a
retirar o ultimtum.
Consignando esta resoloejio, manifestava as
potei |ieranca de que a Grecia seappres-
gara a conformar-se com ellas, e de que as boas
relactfs entre a Turqua e a-firecia por algum
ixi interrompidas, nao tardario a restabele-
0 presidente da conferencia internacional o mar-
fuez de Lavaietle dirigi ura despacho ao governo
hellenico. excitndo-o a que aceite os principios
approvados por unanimidade pelos representantes
das randes potencias.
O Sr. de walewsk membro do conselho priva
tagem d si ter armados os navios estrictamente legal do sen mandato.
neeessarios para as necessidades do servico c ter
seinpie a dispnscAo do governo certo numero de
navios em eslado de so armareni em pouco tompo.
A Tinipiia em vez de atTrouxar as suas disposi-
56ea defensivas em face da conferencia, vai elevar
80,000 taomens o eorpo de exercito commanda-
do por iuer-Pach.
debate de Vienna explica que depois de dei-
xar 20.000 soldados no Epiro e na Thessalia, o
general em chefe ottomano podera marchar infi-
damente sobre Alhenas sem que o exercito grego
se lhe podesse oppor.
O Internacional assegura que o governo turco
concordara com o emharxador inglez em Gnos-
tantinopla para obter da Craa-Rretanha MBv-0
apoio moral, e ora caso de neeessidade o mate-
rial. .
O erabaixador russo era nstantinopla dirigi
reclamacoes ao governo turco pela concentraban
de tropas otlomanas em Relsarabia e na margein
direita do Prnth.
dize-lo qnando se vst prqiarado para a defoza da
honra e da indopendeneia do paie.
t As nossas relaces com as potencias estran-
geiraasiodas mais amigaveis. A revolucio que
rebentou alm dos Pyreneos nao alterou as nos-
sas boas rWaooes com i Hespanha, e a conferen-
cia que ltimamente se veriei u para snfforar no
Oriente um nonilicto luiminenle um grande acta,
cuja importancia devenios apreciar. Est no ("un
dos seus trabadlos, e tflBs os plenipotenriiirjos
vieram a um.aecordo sobre c% principios proprios
para se a realUar urna reconrifaeo entre a Cre-1
ia e a Turqua.
O Journol des Dabais diz (fue nao haveria reme-
dio seuo discutir novamente as i|ueste.- (|iie in-
am organisaco poltica das eolonjas.
rto para a ilha da Reonion um agente espe-
im de se informar ininhciosaniente sabr es
s acontecimenlos de que foi thejitro esta
Porlanto, se, como firmemente espero,, nada nao tiverem anda os actuaes re~ d.-i liekica outro
, ll .m .i ii 1.a ..... .___1 n_n1 .an r\ i. l i i i 1 it i I ."i ,-.* .1 *l n .-., ii.,nl'. '. *if. ,. ...*.. .. ilila l'|j,n Ja.t
vier alterar a 'harmona gerat, ser-nos-ha dado
realisar mnitos melliorr nipntos jirojectados. o pro-
curaremos r<'sil\ei- tudas as iiuesloes [iraticas mo-
vidas pela inquerto agrcola
t As obras publicas estira convenicntemnh! ilu-
tadas, i seaminhos coneelliios constni(Mii-se. a kis-
truccao em todhs os graos contina a receber be-
neflc dosenvolviinentiis. e breve podefnjabis, pra-
cas ao augmento peridico das receift*. apile-ar
toda anossa solicitude dmiinuicao doT encm'gos
pblicos.
Est prximo I ilia einque pela terceira vez
desde o estaliHetimeiilo do imperio, o eorpo Ipgi--
O governo francez admtlio a interpelllaijao an-
nunciada pelo depntado Betbmon sobro este as-
su rapto. .
anunca.
Fallecen no da 22 o principe real da Blgica
Leopoldo Fernando Elias Vctor Alberto Maria, du-
que de Brabante, conde de Jlanaut c duque de
Saxouia: tinlia apenas nove annos e meio. O rei
Ido II da Blgica tica sem successor. poisnao
ha outro ,UHw varo, utsni (evo sMUCfisso dt'pois
18G1. eai que nasceu a priTiceza Souliia. Se
successor, rccoMra a ciira- no emule de Flanres
que conta -'t'i annos, mas que tanibcm au ton BUC-
cessao mascolina.
llliSI'ANIIA.
lt noticias eleitoraes de todo o reino a; segurara
grande maioria monarrbisla ilemoci'atiea. Alllr-
iu.vii | jomaos aul irisados que as eleiciie-
dcnim o seguinte resultado ; deputaijos progres-
sistas liO. da unio liberal 80, di-mocralas monar-
eiiicos l'i. reimblicanos 80, absofutistas SI. isabnj
listas 2..
Estes nmeros. ainda est) sujeitas rectiiica-
coes, iias v-60 que a cmara teia 2-io iiwnaivhi-'
foi nejo mesmo general ohereeida aos que se sub-
mettessem dentro do praao de 40 das.
Se isio succeder nao podera resistir por inulo
tompo aos esfor^os do governo" o gruji de Bayamo.
O general Dulce suppriuio em toda a parte as
estatuas de D. Isabel" e'os symbolot da casa
Bourbon.
O embaixndi r r>fespajjha em Pars, o Sr. Olo-
zaga. transmittio ao governo provisorio nra tele-
gramma reeebhlo alli de New-York, em qne se di-
zi que o governo de Hespanha cstava contratando
eom o dos Eslados-Cnidos a venda da ilha de
Cuba.
O governo pnivisnrio mandou immeiatamente
desmentir pelo telegrafo tal noticia.
IWMA B ITAUA.
Duem de Roma une o canteat Antonelli dertar-
ra ao Sr. Pesada Herrera que ne poda ser rece-
bido como enibaixador de Hespanha. em quanto
se nao constituir o governo definitivo daquella
nacao.
Assegura-se que as retaques entro a santa se" e o
arcebispo de Pars continuara sendo muito fras, e
que o representante francez em liorna tem tinto
mnitos esforcos para conseguir urna reconciliarn
entre o Santo Padre e o Mgr. Dartioy. Falla-se em
urna carta do Pontfice ao arcebispo eondeiiman-
do os actos episcopaes deste prelado.
Diz-se. me o Papa enviara cartas autographas
de feliritacoes aos peridicos austracos proeessa-
dos por terom combatido a constituido e apuiado
a concordata.
A Gazela da Allemanba do Norte desmente a
noticia dada por alguns jornaes sobre a existencia
de negociafoes entre o governo pontificio e o prus-
sano jiara a creaco em Berln de una menriatu-
ra apostlica.
O jornal de S. Petersburgo declara que a |ier-
manencia em Roma de itabonefT nao lera por ob-
jecto nenhtima misso poltica ; v amanea que
aqneHe estadisla sii fon Italia para tratar de
sua saiido.
Chegaram a Cvita-Vecchia tres navios fran-
cezes carregados de municoespara o eorpo da cx-
pedicao Mticoza. Era vista disto cre-se qne a per-
manencia dos.Prancezcs anda durar muito teni-
po. Com as mnnQdes que havia, e com as novas
remessas, o exorcito imperial tem recursos para
mais de um auno.
Diz-se qne apocr|iha a carta que se publi-
co cuino dirigida pelo Papa ao re Vctor Em-
manuel.
Tem banda mamfestacoes hos'is contra o
ministerio Menabrea, motivadas pelos excessos
eoinniettidos pela tropa em varios pontos da pro-
vincia de Floreuca e.do antigo ducado de l'arnia.
A opposicrto pede a eslatistca das vctimas do
imposto sobre as moagens ; porque se calcula qui-
s os vnte das decorridos lera havido por este
motivo 380 mojes, mais de rail fondos. : mil pri-
soes e 20 mil cstabelerunentos fechados^
O ministro da fezenda respondendo urna in-
terpellaco disse que as aeie deeinus partes a
moajem prosegue regularmente.
Jrtfga-se imiuini'nte a queja do ministerio Me-
nabrea.
Desinentcni de Florenfa o boato de que o minis-
tro da guerra jtaliuo. decidir por ura p de guer-
ra una das classes aetiialmeute na reserva.
I.NUI.ATKnilA.
Dizem de Londres que o novo gabinete aniuin-
riar ao pariaojeMe nmaroduofip da tres nlnoes
de libras Merlinas no prximo orcamentn das des-
pezas da Gra-Bretnnha. Falla-;e na reforma das
liautas, sendo rediuidos oa 17 actuaes artigos a 6.
O* impostos dhvcipi sern aiiguientados na pro-
n ircao necessaria pan eobrir esta diminuico, ou
qnasi snppressio no imposto do eonsummo.
O princi|ie i:aprncez:i de Calb-s linliam chega-
do Vienna, .sendo hospedados no pnlaeio im-
perial.
Diz o Times me lord Clarendon e Johnson
qne lord uarenuon e Johnson as-
lalivo se renovar por eloieo,' e, cousa dsninije- cos-fhberaes a intrnJBO republicauo*, aos qacs^ro- sgnaram una convetfjo acerca do Atabama pou-
cda at agora, ter attingdo de cada vez o limite Lvavelmente se uniriio nfi momento decisivo os 23 eo differente da primera.
Esta rgtilaridade das legislaturas devida ao
acrdo que sompre existi entre-nos e conlianea
queme mepira o xercicio sincero do suffrajjid
universal. As massas populares sao perseveantes
na sua f como as suas afTeigoes. e. se nobre< pai-
xoes sao capazes de movel-as. o sopbisraa e a ca-
lumnia mal Ibes agitara a superficie.
Esteadih na vossa approva^o e no vosso. au-
xilio, estou bem resolvido a perseverar no c-ami-
nho que tomei, sto | a acceitar todos os pregres-
sos verdadeiros. mas ta nbem a sustentar fofa de
toda a discussao as bases fundamentaos, da CunMi-
tuico, que o voto nacional poz ao amparo de ag-
gressoes.
Conhecc-se, diz o Evangelho, a bondade da
arvore pelos frnetos (\\e d: ora, se volver, i
olhos para o passado, qual o rgimen que deu
j Franca dezesete annos de qielaco e da prq-
peridade sompre CBesjentes ? De certo, h-do'fc)
governo est sujeito a jrrar. e nao sorrj fertuna
i a todos os comnieitimei tos: mas auiiiriMH(a esta
Contiua em Syra o julgamento do Enossis i en, qnc ;1 nn,.(-,0 nao ignora que ha vnte anms nao
eneale una enmisaia enmneett dos commandan-' lenbo tdo um s pensamento. nao teoho pra irado
tes dos navkie estrangeiros alicorados no porto de f um s acto que nao teulia tidojior ni ivel os intc-
Syra.
Os jornaes gregos atacara violentamente o
einbaixador francez era Constantinopla, ipie acen-
sara de ter influido na attitude bellica tomada pelo
governo ottomano.
As condi?5os da capimlaco dnsch fesdbs
revoltosos de Creta conten seis artigos :cessa< o
do hostilidades da parte das tropas ottomanas;
aionystia geral; direito para os insurgentes em-
barcarem exclusivamente em navios franoezes. >
Esta eonvcnfo comegou logo a ter execuco.
No fim de dezembro urna corveta a vapor franceza
parti para tomar a bordo diversos destacamen-
tos de voluntarios e comeeou a leva-Ios para Ca-
nea ondo deviam embarcar para deixar a ilha.
O numero dos voluntarios que se snbmetteram
em eonsequencia dos esforeos do cnsul francez o
Champoiseau do 1,014, dos maos 864 eram com-
mandados por Petropoulaki e ISO por sen filho.
No dia :t de Janeiro ja tinham deixado em Canea
d25 voluntarios ; os outros deviam partir succes-
s iva mente.
raANC*.
O marquez de Lavalleto ministro dos negocios
estrangeiros aprctntou ao conselho de ministros
urna circular que vai ser remetlida a todos os re-
presentantes da Franca no estrangeiro, para des-
mentir todas as assercoes do livro azul publicado
pelo governo grego, acensando o einbaixador fran-
cez ora ConsUntinopla de Jiaver excitado a Porta
Otiouiana a adoptar o camiaho bellicoso que em-
prebendeu.
A Franca esforcando-se por pacificar o conflic-
to turco grego nao se descuida dos seusinteresses,
e parece ter motivos para temer qne alguem lhe
venha perturbar a paz.
bavailote e Rouher tem (ido varias conferencias
com o imperador e parece- po as preewnpacoes
estio lon'ge de terem por fim a questao do Orlen-
te ; a sua attencao tixa-se principalmente,em cer-
trs manejos lrincipados Dannbianos.
Chegou ha pouco a Pars, Vinescati qne o
! carlistas e i abeliMa J. Wvea com os veiiresentan-
iSBvdo ultiatnar, suba a 101) o iiiuiiero de ropuldi-
canos puros. Depois da votacao decisiva acerca
da forma do gojBBBO natural que na maioria se
di-.-envolvaiu sinta*.
Quanto ao candidato que apresentar maiores
probabiljdailes de reunir os siiflragios, nada se pode
poJ'a-adiantar enm certeza. Parece mesmo que
>ce\ que o governo provisorio prepare eai se-
greoni golpe de estado, e que as constitumos se
nao cheguem a reunir.
Entretanto, dos candidatos aprsenla di S-, o ge-
neral Esparlero declinou a honra que seus amigos
lhe queriam facer apreseplando o como fandjdal i,
mas recusa firmemente. O chique de Abate, Blho
do rei da Italia, e espeso da pnuceza da Cisterna,
ncontra em Hespanha iiiiimneraveis anttaatbias, e
apelar de protegido pelo imperador Napoleo, nao
tem probabilidades algumas do xito a sjia candi-
datura.
0 candidato mais popular o duque de Mont-
pensier, cuja candidatura nao pode ser sollrida
pelo imperador dos l-'rancezes, mas que por isso
inesmo mais reconmiendado pelos Hespanhi's.
Parece, porm. que o imperador Napoleao, ven-
do a inexeipiibilidade da candidatura do duque de
rtsses e a grandeza da Franca. Ella tambem nao
ignora qu fui o primiiro que quiz una verifica- Aoste eqiierendo desviar a di duque da Montpcn-
c.o rigorosa da administrara das cousas publicas, sier. auxilia pode
e que para oso augmente! as atiribuir/es ds a-
semblas ileliberativas, persuadido dajue o verda-
deiro esteio de um governo est ntTUdepend-ncia
e no patriotismo dos grindes corpos do;estad).
. Esta sessio vai ;ju lar novos serviros
que j li^ves prestado ,io p&iz.
Rrevenienle a naca o convocada em seus comi-
cios, sanecionar a poltica que temos segidoo;
mais nina ven proclamar, pelas escoHias qi e ti-
zer.quono quer neveioefles, mas que quer bascar
os destinos da Franca na intima allianca do poder
com a liberdade. '
O discurso parece ter sido interpretado em
sentido bellicoso no es'ranmeiro, o que junto A no-
me.'ieo dos officiaes da guarda movel publicada
no Diario Ofjicial do 1" do passadq,, faria suppor %s farnslas e os ijabelistas, reunindo-se os direitos
as levando deciarac> resolrda na confe-
rencia, j, ^
Paiwc q4 ofeewrr IgnBe*; V mmmmnr
a Pinna ai restiee* da onfererri, pdia que
foss chamado a Constantinopla obbart-f acha
pois que Woqueava injustamente o porto de Sy-
ra AHi-pach responoea qme Hobbart bJipeava
do do imperador dos Francezes, partia |iara Athe- mais intimo confidente de el-rei Vctor Manoel e
que tambera gesa da conflanca do imperador Na-
peieo j foi tefe recebido pelo imperador, para o
misso especial, segundo amrmam
haba.
Wo1Bl18abrio-sft^nartamento francez oma
BOlemBldade do estylo: O dwcnrso d abertnra pro-
_ oderosainenli! a do prmciw! das As
turias sob a regencia de sua av a raiulii Christi-
na; e um ministerio mixto de liomens importantes
do pai lado e liberal.
Corre d lante de Hespanha em I'Mis. se, retira desla capi-
protestaudo assim contra a itervenco do im-
perador dos Frincezs nos nej mha.
o HtsUiutionet desmente queOtazaga apresen-
tasse observacao acerca das ontrevists do impe-
rador e imporatriz eom o rei -e rainlia de Hespanha.
A Patrie nega que .1 raiuba Isabel assist sse ao ul-
timo baile das Tuilherias, naas o que v< rdade a
intiniidade dos soberapes^l^ncezes con os des-
thronadps res do Hevanna.
como certo o aceordo estabele*ido entre
imiuinente coucentra^io de tropasinas fronteiras
do Este.
as regoes polticas francezas, a opinio geral
que o discurso na vordade pacifico, mas todos
sao concordes m que. o imperador j os-ten pro-
nunciado mais pai.-ilicos, principalmente nos lti-
mos dous annos. 0 discurso teve applausus por
duas vezes; mas a passagem que fclla d-s .infl-
menlos foi ouvida era profundo sHencio.. Na mama-
ra nao produzem bom efleito o silencio guardado
sobre os dellctos da hnprensa, (jne todos ef pera-
vam ver amnistiados.
Na Austria a imprensa nota que o discurso do
imperador Napoleo indica conuanca na propria
fon*a. e que annuneia paz. Na Prussia priduzio
aquello documenta effeito inteiramento conrario
quanto s iotenooes pacificas da Franca.
0 projecto deprcan iento de 1870 foi j arresen--
tado ao parlaqHnt* francez.
O 8r. Magne mUtttfit'O da fezenda diz na sua me-
mor quo a- dtvilr flnctaante foi levada de 902
milhoes a 727, pisos impostas direeloe eia 1868
augmentaram de 3V milhoeasobre os de 1867. 0
oreamento ordinario de 1870 : rtceitat 1736
milhdes; despez 1690 milhoes;os 88 inilhoes
que cresccm, com.os excedentes doanreamentoB
dos dous ramos da familia Bonrbon, paro, se oppo
rom c^m tedas as forras candidatura do duque
de Mofitpansier.
ta de Madrid publicou um dpereto or-
denando que o estadi tune posse dos archivos, bi-
bliotheeas, collecces artsticas e scientillcas exis
ientes as eaied'raes e captulos dos mostairps, i
oxcepcio dos seminarios. Quando o givernador
de Burgos foi ca Hiedra I exeeutar este decreto
iiarani-no .
Foi proclaraado o estado de sitio eprssas urnas
rincoonta pessoas.
As forcas destioada-s para Cuba sao MPQO bo-
mens que sahirara de Caqix no da 26 no vapor
Cuba, 1,000 que no mesmo da sahiram deBarce-
JflM no vapor Hespanha. 1,600 qnfe i>i lia 27 ha-
viam de sahir de Alicante no vapor Stmt mdei\Wti
que no dia 28 baviam de sahir n'mu vapor de
guerra; 7.">0de Cadix no vapor de guerra rVon-
deBorja. no dja 29, c 500 no'vapor Antonio
jjpet qne de vera sahir a :I0
Os rebeldes da ilha de Cuba eslo diritdoseui
dous grupos. Um dellcs, o do Bayamo, que conta
a independencia absoluta da ilha, o o de Por
loYrineipe, que conta cora as pessoas mais nota-
.Mis dftifca, qne- tendo adherid* ao mevmento, se.
rio; 42 mflnoes deverio ser consagrados amor-
lisa^ao em 1870. O relatorio diz mais qu a,con-
cartMi^nli' flanea manifestada > im do no flndc.'-prova
ao a paz neeeiairia no paiz, e at ntfMltb
ella se pode tornar fecunda, e quanta ratnt> tn a
opiniao publica t^uamlo applaude os oertoinien-
aaterioresservirio para o oreamente extra.trdina-n darianr. twwhsfertos de participar .de toda ai
T franquas e direitos polticos que cabam de
conceder em Hespanha.
a verno dtatinclo. Bspera-se .qunesto'ollianneeecft--
tMaainRtMMia p^ittaal^oniBdofdo
general Dulce, ee.auioplaJa 4a ,auirastia.i|U'}
Os jornaes.inglez-i continuain a fallar da ees-
sao de (ibi-altar a Hespanha
Celebroti-se -em Londres um meelinij afina de
se concordar nos leooos de tuna peticio dirigida
ao inini.-lro do interior denion-trando a iusulli-
riencia e netBeaeia do syslema actual da polica
daquella Cidade.
AI.I.rM\MIA.
O conde de Hisuiark fez novas proposta de
transaeeai) ao. rei Jorge do llauover por meio do
einbaixador da Prussia em Vienna, porm o rei
Jorge nao tem querido escutar neoloima d'ellas.
O Reiehstag vai-se oceupar da projecto de con-
veiu;o a respeita do. servico mililar baden-i- e de
projectos anlogos eoui a Uniera e o Wurteiii-
berg. fe
Uz o Inlernacvnal uue .Prussia leui agentes
que percorrem nesta iM-casio a Bohemia, a Hun-
gra, a Moldavia, e os estados da Allemanba do
sal. e dos quae.- se contara actos de notavel gran-
deza.
Uz o mesmo jornal que o conde de lsmark
deve ir brevemente S. Petersburgo, pois parece
que o principe de Cortschakolf apreciando em toda
a sua gravidade os acontecimenlos dn Oriente,
deseja pr-se de aceordo verbalinente sobre a po-
ltica commum da Russia e Prussia com respeito
Inglaterra, Franca^ Austria, e eom o chauceller
da confederacSo germauica
O governo "russo favorece por todos os metas ao
seu alernc-e a einigraco para a Meus re a e a t'.ir-
cassia das povoaces cliristas da Anatola. Deste
modo traa de repovoar as vastas legies do Can-
caso, abandonadas pelos seas antigos habitantes, e
'sobretodo esteoder era U>da aquella parte da Asa
Menor a sua influencia moral, figurando assiiu ser
protector effeetivo de todos os enrielaos disserana-
il is no imperio turco.
Diz o Morqen-post que Weilspffer, ministro
austraco em Berln, enviara unj despacho ao conde
de Beus't, annuneiando que Bismark declarara a
retirada de Ueujt, como urna neeessidade para a
Prussia ; eqne'c Bcust continuar frente da prt-
liticia austraca, se deveriam esperar actos serios
da parte daquelle reino. D,izem, porm, de Vienna,
que tal noticia pura falsidade.
Os repetidos ataques da imprensa prussiana con-
tra o conde de Beust tem produzdo grande irrita-
co dos anjolfes era Vienna e em toda a Austria.
O imperador Napoleo coniribnio, porm. podero-
samente para que cessasse a polmica. O impera-
dor manifestou a Soluis a aduiirufo que lhe cau-
savam aquelles inauditos ataques com iiiiem se es-
t em boas relaeoes. O Sr. de Benedetti tnibem
recobeu mstrucQoes a tal respeito. Diz-se que tan-
to ao gabinete de Berlin como ao de Vienna agra-
dara muito a araigavel intervenido do imperador
dos Francezes.
Na Hungra reina grande agitacao por causa
da- eleftoeJ A-te agora tem triumnliado o partido
Deak e o governo. O programla dos partidos da
opposiiio unio ncsseal; separaQo couipleta do
reino da Hungra do imperio austraco ; supprcs-
sao da lei sobre as delegaQdes para os assumptos
communs.
Os habitantes da Galitzia pederaao governo aus-
trjato Skrecouheciraento da autonomia d;i Polonia
austraca.
ESTADOS -*!NIDOS.
gajto telegramma de New-York diz que a enma-
rados representantes de Washington annullou por
119 votos contra, 4J0 a acto do tenuie-afiice. A
maioria radical do congrfisso com o intuito d
rainuir tanto, quanto possivel o poder de Johnson
ispeito, votan ha dous on tres annos
o acto o tenure office, segundo o qual o presiden-
te perdJa o direito de mudar de ministerio e de-
mitlir outros *ltos fancrouarws do estado sem ou-*
ocongresso approv.tse taes dortsdes.
Deste modo o poder legislativo alafgava a sua
esphera d'aceiio de um modo positivo ; ponjue
d]antes a (Yinsiitiiifo slhe dbva explictamente o
diirfodeconliriiTar a noineacao dos embaixadorc*
e oiitrna funecionarios acolhiiios peta ioder oxeen
tivo.
O congresso interpretou em sentido raais largo
o texto da constituico e declaren peta Tnmre-of-
fire-art que nao s o presidente nao poderla no
mear ministro plenipotenciario sem o ronsenti-
mento do senado, mas tambera nao tinhaiTrreito de
demitlir certo altos fiinecionarios senvapermisso
do congresso.
Moje a cmara destruio o que tinhafeito.aborai-
do o Tenure-off/re-arl e parece querer restituir ao po-
der exeeutivo toda a saa liberdade de aciao.
PORTUGAL.
Cessou aflnal a rri-e ministerial, voltnndo ao
poder,nodia21 dopassado,os miniaros denMBtoOa-
rios, sendo a 23 dissolvidas as ertS, 6 convoca-
das as novas para 4 de maio proxigio'; rtevendo
as eleicoes ter lugar por todo o mez de abril, pir
urna nova lei eleitoral, qnc dentro era pOurosmas
dizia-se. serta publicada.
No dia 1S do passado, ao divulgarem-sc as no-
ticias das victorias alcanzadas pelas arma- brasi-
leiras nos campos do Paraguay, levadas Lisboa
pelo vapor Extremadme, o presidente da cunara
dos deputados,n Sr. Mendos Leal, antes da ordera
do dia, aprosontou una mocSo felicitando o povo
brasileiro por essas brlhantes victorias e saudan-
do a aurora da paz.
Otrtrotanto feoSr. Casal Rilieiro, na cmara
dos pares, disoorsande largamente robre o as-
sumpto.
En Lisboa e Porto houveram illmninacoes e de-
inonslra?oes significativas deprazer.
Ha piucos dias foi publicada na folba oflicial
a seguinte carta el-rei ao marquez de S :
n Met caro marquez.Acabada a erise, e ten-
do que nos oceupar da questao flnanceira, que de-
ve merecer todas as nossas altencoes, apresso-me
em coiniuiinicar ao marquez. como presidente di
conselho de ministros,, qne a rainba. en e mensfi-
Ihos qu -remes ser os primrims a eontiibnir quan-
to esteja as nossas pesses para diminuir os encar-
gos graves do thesoaro, cedendo a rainba a decima
parle da sua dola-So annunl,eu :<6:0004ftft0 e por
meus filhos, da sua dolaran. IMHWiiihH) para as
urgencias do estado, no fiHiiro auno economice.
\ -aro ao marquez qn em todas as circums-
tancias paiz me achara a mim e toda familu
real a seu lado. Creia-me seu alleieoado 1.U1Z.
O Sr. I). Fernando cedou tambera, como costu-
raa, locontos de res de sua dotarlo, para as ur-
gencias do estado.
Foi nomeado omhaixadorportiigucz era Pari<
o Sr. duque de Saldanha.
O governo, em -ale-.i'- i do pseceito do acl i
addiccional, apresentoii o ori-araeiilu as cmaras
antes da dissoluc a. A icnila ilo estado vera cal--
culada em 13,357:216^000 e a despeza e,m......
19,856:0i'.l.'i. Juntando a dcs|ieza oxlraonlina-
ra de 1,228:208*000 o dficit de j,618:01601.
fortes.
A maior novidade que aprsenla este ornamento
na sua organisaco, aexcluso tanta na reivita
como na despera, dos juros dos ttulos que perten
cen a fazenda e queservmdepeubor a oper
de -diviilailuctnaiiie.
llouve no dia 28 do passado grande desor-
dem era Alcntara, entre pocas do b ilalbo tta
c.-o-adoirs djZ;uiiii''-ria e da guarda municipal; Ir
rauduJi-ridfBnaluta algWBS
N'o leudo ate agora sido nomeado ministro
portuguez para Vienna, > gOVOOM au.-tiiaco man-
dou retirar de Lisboa o seu representante. Dizia-
se que a legaoau ser -uppiimida.
Foram agraciado- ltimamente : com e titu-
lo de marquez. de l'eualirl n Sr. oonde itesse no-
ine : visconde de Pinto i.ete. o Sr. Seliaslio Pinto
Leite ; c >in o titulo de conselheiro, o Sr. Antoui
de Alnu-ida Campos, ministro pMtaibWP i"> Rio de
Janeiro.
Fallecern! : oeonseluejro Marcal llnirique-
de Azevedo Alvim, ex-deputadoc goveruad vil do Algarve ; e o general Mainel Julio da Cuer-
ea ex-ebefe das obras do Tojo.
J traba rdo assignado o eonvenio sobre a
qneslao de Bolama, por meio de arbitragcni. O
arbitro sera o governo dos Estado
Segundo o rotatorio da gerencia do banco
Utilidad Publica, o Porto, as operaedea princi-
paes durante o auno de 1868 foram as ,-e-
guintes:
Ttulos negociados............ l,70:t:.-.'.Ii>tIV,.i
Depsitos prazo............. l.-i.'l2:'.!2:tG81
Ditos em conta crreme........ S,."i3^78O0
Movimenlo total da caxa...... 17,793:773*446
Lucros lquidos............... 141 :f>IO^O Dividendo aunual.............
Foram reeonduzi los. comorapmbios do conselli
administrativo, o-Srs J. s Bereira de Loureiro <
Dogo Jos Cabial; e eleilos para presidente o ba-
rio de S. I.oureneo e para vice-presidente o vis-
conde de Azevedo.
Na asscinUa do banco Coumercial foi ap-
provada a seguinte proposta da directoria :
Propomos que a futura direceo soja autori-
sada por esta assemblea ocal (>ara empregar (lar-
te dos fundos que esle banco lem no Braseni
qualquer novo emprestimo que ata venlia a fa
se, a semelhanca do ultimo, cujos titulo: tnu c
rido naquella praca com grande premio ; ort, na
falta disso, a dar esses fundos o destino que mais
provetoso pareca, atteudendo-se semprn a eoiuli-
5o de seguranza que sobretodo so deve ter em
vista.
A direccao fioou assim composta: presidente,
visconde de Figueiredo; drecton- lialtbazar
Jos Martins, Custodio TcLxeira Pinto Basto, Manoel
Joaquim de Araujo Costa e Joao Antonio de Miran-
da Guimaracs.
No archipelago Michaolense deram-so dpus
faetos importautes: ura incendio e um tem-
poral.
Desde o dia 7 at o da 9.. houve um tmpora*
viole,!*) nos mares dos Acores, causando prejtu
pequeos om trra, raas pruduzindo alguns estra-
gos era navios.
Diz a Persuasao do Punta Delgada, qu
ebegou a atWngir a vetaddade de .'iti,o7 kilmetros
por ota, conserv.iudii-se nesta intansidade por al-
gumas horas.
As obras da doka passaram por una prova
celleate, rosistindo a foi-ca do temporal; apena
plataforma do porto artificial sollreu dainno do fa-
paracao.
Naufragou a escuna iagleza Gleaner queja tinli.i
abordo 300 caixas ..dolaran ja. Morreu o coai-
nhero.
. I ni vapor inglez Lote Bird correo gravo risco,
e devo-so a sua salvaco ao intrpido martimo J" -
da Costa Charola, que, expondi* i vida
leu a bordo do mesmo vapor, e como bom proco
soube comluzi-lo para lngar seguro dentro da
doka.
O rasgo de valor e peri riam
tem sido muito tauvaiic pela in 're-',
e varias pessoas oonqorreram oora dinlK'iro pai-L
uma subscripcio em favor dejle__felizmente ih
sustoi e foram superiores as desgrn-
cas.
acto foi na adiuiiis.trat;
laaPraia da,-Victoria. Ardei
perteoccnles .1 adanni6tra.
uoderno-
<

=
. IB


2
ario de Pern.ain!b*co Segunda feira 15 de Fevereiro de 1869.
Supp6e-sc que foi posto, e a autoridade admi-
nistrativa prosegua na deseoberta *os culpados,
se bem que um tanto <-.oostitucionalmente como
referem algumas folhl. Ie presumir qne se en-
oairem es crimine
NOTICIAS DOS ESTADOS-UNIDOS E J PARA'.
Hontem chegou o vapor americano Merrmacl;
trasendo datas de New- Stt do passaflo,
e do Para at 8 do correle.
STADOS-I'NIDoS.
O presidente da repblica dirigi 18 ao se-
nado a seguiute mensagem, ein resposta resolu-
to de inqucriio aeerra da proclaniacode amnis-
ta, approvada por esta cmara
Ao senado dos Estados-UnidosEm resposta
resoiucSo, etc., junto a presente c.ia da pro-
elamacao de amnista de i'o Me deaentbro ultimo.
Aautorisarao legal em virtudede^nc foiessa
proclamadlo publicada, aclia-se cuntida no mesmo
texto. AIm se acha declarado que, em vista do
poder que me confre aconstituieao, cen nome
do povo soberano dos Estados-Unidos, fui que pu-
blique! esse acto, declarando, sem reservas nem
condiedes, todas as pessoas que tomaran parle
directa ou indirectamente [na ultima rebelliao
ou sedicao, que Ibes concedido inteiro perdao
ou amustia geral do crime de tralrao contra o
governo dos Estados-Unidos, ou de adbesao
seus inimigos durante a ultima guerra civil; e
i|ue sao remtregados em todos os direitos, privi-
legios e immunidades que llies gatantem a cons-
tituicao e as leis.
A constituicao lederal c. aos olhos do poder
executivo, a le suprema do pait. A sceco i." do
art 2. dessa constituicao dispoe que o presidente
temo poder de perdoir e amnistiaros criines
contra os Estados-Unidos, excepto no caso de m-
peachment. A proclainacao de 23 do dezembro
acha-se streitaim ate conforme disposicao da
cousuakao, conferida ao poder executivo, c ver-
se-ha pelos documentos annexos que ella est de
accordo com os precedentes de Washington em
1733, e dos presidentes Adams em 1800, Madison
em 1813, Lincoln ein 1863, e do chefe actual desso
poder em 1863, 1867 e 1868. Andrew Joliiisoirt
Contra a espectativa geral, iieiiluiina deliberacao
foi tomada, tendo anonas o senador Ferry dito que
a mensagem nada adanuva, e que entenda que
o senado continuava a ignorar o que desejava sa-
ber.
O general Grant, de volta Washington, re-
cebeu innmeras felictacoes pela sua eleicao para
presidente.
Urna commissiio republicana -do Mississipe, pe-
dio ao futuro presidente a entrada desse estado na
Uuio, sob o imperio da constituicao votada lti-
mamente.
Mr. Morln, representante da Indiania api e-
sentou cmara o seguinte projecto de lei:
< Attendcndo ipic o fallecido presidente dos
Estados-Unios, Abraham Lincoln, estando em ef-
fectivo exerciciodo presidente e commandante em
chefe dos exercitos, foi assassiuado na guerra da
rebelliao pelos inimigos do estado; e, attendendo
que sua viuva, Mina Mary Lincoln, tem dreito
urna pensao, pela mesma razao que a viuva de todo
o official niorto na guerra;
Decreta-se que, Mma. Mary Lincoln, viuva
de Abraham Lincolu, recebar urna pensao de
3,000 dollars, que Ihe ser paga desde o (lia da
mortc deseu marido.
Este projeeto foi remettido coinmissao de pen-
sos.
Realisaram-se, no dia 22, as eleieoes sena-
toriaes em diversos estados, sahiudo eloitos : Mis.
Sumner e Abbott, pelo Massachusetts ; Mr. Cari
Senara, pelo Missouri; Mis. Bayard e seu lillio,
pelo Delaware; Mr. Fenton, por Albany.
paha'
Segundo referem os joniaes e cartas desta
provincia, a cidade de Belein, por qnatro dias e
desde que apparecou alio vapor Tocantins, levan-
do a noticia dos gloriosos feitos das armas impo-
naos no Paraguay, esteve entregue s inais vivas
dcmonslracfles de entusiasmo.
- Passeiatas, illuminacdes, msicas, foguetes, co-
pos d'agoas, repiques, suffragios, esmollas, liber-
. ilude a escravos e tantos oulros signaes de regosi-
jo se patcntearam n'aquella cidade, quer entre na-
cionaes, quer entre os cstrangeiros.
A gerencia da coinpanhia do Amazonas, os em-
prcgados d'alfandega, e a commissao da praca
gastaran) nao pouca somma com foguetes, msica,
illuminaco e copod'agoa.
A socicdae de beneficencia Y inte e Oilo de
Julho, ha poilco installada porjMaranhenscs, nao
custa dos seus cofres, mas |>or cotisacsio particu-
lar entre os seus associados, commemorou os fei-
tos gloriosos das armas imperiaes no Paraguay
por modo diferente, applicando o dinlieiro em
cousas de mas utilidade do que em foguetes e
msica.
Depois de enviar urna respeitosa e patritica
eongratulacd ao imperador, a qual, por urna com-
missao, foi entregue providencia para aencami-
nhar, mandou no dia o na igreja das Mercas suf-
fragar as almas dos bravos que fallcceram em
campanha contra o governo do Paraguay, acto
este que atlrahio um grande concuuBO de autori-
dades, cavalheiros e senhoras, pronuwiadojse por
esst occasio nao poucos discursos. Em seguida
fez destribuir esmolas pelos pobres presentes e en-
viando outras familias indigentes, em suas casas.
Esta sociedade conclnio a sua commemoracao
nos grandiosos feitos das nossas armas, libertando
urna creanra do sexo feminino, escrava da nacao,
de anno e meio de idade e cor mulata de nomo
Leocadia.
Consta que a presidencia da provincia, dos vn-
ie contos de rete consignados pela assembla pro-
vincial para os festejos pela coneluso da guerra,
destina parte dessa somma para liberdade de cran-
las escravas do sexo feminino, exemplo do que
praticou a sociedade Vinte Oito de Judio.
A' esse respeilo lomos no Diario do Grao-
Par :
Na noute de domingo (31), accendeu-se a il-
luminaco feta na alfandega a expensas dos em-
pegados. E' um primoroso specimen de sump-
tuosidade e gosto atlico. Occupa um arco de
trumpho opulentamente enfetado com emblemas
maritimos, o alto do perystylo do edificio pelo lado
do rio. Em cima do arco o pavilhao brasleiro la-
deado por duas insignias da alfandega. No cen-
tro est collocada urna cora de louros cnfeixan-
do as datas mais gloriosas da presente campanha.
No pouso, em transparentes de lindo effeito, qua-
iro strophes tao primorosas na forma como na
idea, e que aqui copiamos;
Forcas de mar e de trra
Ao renome fazem juz :
J dicta a lei em Assumpcao
O imperio da Santa Cruz.
Com metralha a esquadra escreve,
Das muralhas na expessura,
A luz que accende Humayt
Esta palavrabravura!
Vinga-se a affronta irrogada
< A brasileira nacao;
Cahe por trra a tyramnia
Triumpha a civilisacao.
De taes feitos a epopa
' Registrar nossa historia.
Significa este triumpho
Honra c paz, denodo e gloria!
As sociedades Porttigueza Beneficente e Vinte
Oito de Julho, o palacio do governo, a casa da
municipalidade, a gerencia Ba eompanhia do Ama-
zonas, a casa da praca do commercio, todos os
" edificios pblicos, todas as casas particulares con-
tribuem com urna decoracao para a sumptliosida-
de das festas que faz a cidade. Os navios surtos
no porto constantemente embandeirados, os consu-
lados com os seus respectivos pavilhoes levanta-
dos na frente do edificio em que funcionan), a po-
pulacho da cidade saudando por todas as ras, por
todas as pracas os grupos que as percorrem, e a
detonarlo das salvas, e o estrepito dos foguetes, e
os repiques alegres dos sinos, e os sons das bandas
de msica que se fazem ouvir, aocomecar a noute,
dio provas de que no Para nao est morto o sen-
timento de amor da patria, e que ao manifestar-
se explendente, vigoroso, como o era as pri-
meira datas da nossa historia tao nova quao cheia
de efsodios gloriosos, quando inspirava Camaro,
Dias e Negreiros as accfies que Ihe do o renome
sempre venerado que se conhece no paiz e fra
d'elte.
t Na noite de sabbado, aopassaremas bandas
le msica, que percorriam as ras, pela travessa
do Passinho, recitou urna menina do Collegio de
.V. S. de Nazareth, de que directora a virtuosa
>sposa do Sr. Dr. Trajano Velho, urna mimosa
lioesia em que se casara a belleza da forma com a
inaviosidade da voz que a reeitava. Enthusiasti-
iaa ovacoes responderain poesa, vicloriando o
acontecimento que a inspirara, a
Aguardavam-se as definitivas noticias da
coHclusao da paz, para se ftterem novas e bri-
llantes mamfesfaedes, entre as quae ser o as-
que vai ser construido na praoa de Pedro 11, e
qoe se denominar Theatro da VMoria.
A alfandega rendeu de 1 a 5 do corrente
22:918*786.
- Fiearam carga os navios : City of Aspan e
Uniao para .Liverpool; Unclte, San, Frutty, ha-
Lella Fraqcis G. Davs para Ney-Yorkj Lfaeiiv
para Lisboa.
Antonia
anuos,
bral.
Margarida dos Santos, Pea moneo, 70
vi*va, Sanio Antonio ; eougesto cere-
XEVISTA DIARIA.
O vapor Merrmack leva a seu fcosdo para o
sul, Joo Lms d'AIm 'ida Araujo Cavalcanti e
Francisco Julos Mello.
INSTITUTO ARCHEOLOGICOE GBOCRAPflCO.
Ueune-se hoie, pelas* 11 horas da manli, em as-
sembla geral, ara eleger a nova mesa adminis-
trativa que hade servir no anno social de 1869-70,
como os leitores vero do edital publicado no lu-
gar competente, pelo qual sao chamados a votar
iodos os socios que se acham no Recffe.
ELEICO. = Pr ordem da presidencia da pro-
vincia deve ter logar na igreja do convento do
Carino, a reunan do collegio eleitoral, para a elei'
ejio de senadores e deputados assemWea geral,
nos dias 2 e 4 de marco prximo.
EM TRANSITO. O vapor francez Guienne
troiixo da Europa lliii passageiros para o sul
do imperio. JEntre os de Bucnos-Ayres acha-se
Mr. Lemaistre, ministro da Allcmanha do Norte,
junto repblica Argentina.
DINHEIRO. Es?e vapor trouxc da Europa
300 para os Srs. Tasso 1 maos c 1000 para o
Srs. Augusto F. de Oliveira A C
AMBROSE.Este vapor, da linha de Liverpool,
devia tocar em Lisboa, em viagem para o Para,
Maranho e Cear, de 21 a 22 do corrente.
A' CARGA. Fiearam os navios: Pereira Bor-
ges, Bella Figueirense qptmria da Gloria para
Pernambuco, Bom Succesto para o Maranho, Flor
do Vez e Ligeira para o Para, em Lisboa; Segu-
-anea, Nova Sympathia e Triumpho para Pernam-
buco, Josephina e -Marta Carolina para o Mara-
nho eAdelaide para o Para, no Porto.
SAH1DOS.Para os portos doNortedoflrasilsa-
hiram d Lisboa os navios : .4mazoHts,al7,parao
Para, Bemcindo, a 20, pira Pernambuco, Feliz
YetUurae vapor Madeira, a 21, para o Para, c
Mara Luiza, a 24, para o Maranho.
ENTRRDAS. Procedentes do Norte do Brasil
chegaram Lisboa os navios: Bom Sucesso do
Maranho e Ligeira do Para, a 14; Mara da Glo-
ria de Pernambuco a Ift"; Pereira Borges idem, a
22; e Venus do Maranho a 27.
NOTICIAS COMMERCIAES Eis as ultimas
das principaes pracas da Europa:
Ixindres, 27 de Janeiro.
Depois de urna alca de '/i d- P01* *^ baixou o
algodo V d. leando firme aos precos de 11 '/
d. o de Pernambuco, 11 4/ d. o da Parahyba,
12 Vi d.; o do Maranho, 11 3/9 odeMaceio.
O assucar ficou calmo aos precos de "/s e x/t o
branco, / a l3/ o somenos, e '2% a K/t o mas-
cavado.
A borracha lina vende-sc a V., e a entrefina
Vi-
Harre, 28 de Janeiro.
O algodao firme; vendendo-se o de Pernambuco
bom ordinario de frs. 141 a frs 142.
O cacao do Para de frs. 70 a frs. 72.
SANTA CASA DE MISERICORDIA.O pessoal
dos estaheleriinentos a cargo dessa eorporaco no
mez de Janeiro ultimo foi o seguinte :
Hospital Pedro II.
Enfermos nacionaes. 173
Ditos estrangeiros..... 21
Filhos de enfermas..... 10
Mendigos.......... 14
Empreados......... 18
Serventes e lavadeiras. 16
Total i
Hospital dos Lazaros.
Enfermos.......... 22
Emprcgados......... 6
Serventes......... 2
ToUJ 30
Hospicio de alienados.
Enfermos.......... 68
Emprcgados......... 10
Total 78
Casa dos expostos.
Educandos no estabcleci-
menlo........... 97
Ditos em creacao...... 71
Emprcgados......... Servente. ,...... 13 i
Total Collegio dos orpluios. Emprcgados........ 182 72 11 7
Total Collegio das orphaas. Educandas......... Empreados......... Serventes......... 90 13a 12 2
Total Secretaria. Empregados......... Advogados......... Solicitadores.......\ Cobradores......... 149 6 2 2
Total Recapitulwao.] Empregados......... Serventes ...,'...... Enfermos.......... Mendigos........... Educandos......... Criancascm amamentaco. 12 82 28 286 14 314 71 72
Total 867
Deste pessoal 239 pcrtcnccm ao patrimonio dos
orphos c 628 ao da caridade.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.Devem hoje
reunir-se, em assembla geral, os accionistas desta
eompanhia, para ouvir a leitura do relatono do
anno passado, e proceder cleicao da nova direc-
tora.
ERRATA ESSENCIAL.Na correspondencia da
Parahyba, ssbbado publicada, onde se leconven-
cer-se da consternaeaoleia-se convencerse da
eontinuarao
PASSAGEIROSO vapor Irancez Guinne trouxe-
a seu bordo procedente da Europa os seguiutes :
Felippe Emili Fiaus, Francisco Jos Lopes, Tha-
bourene Marie Vctor Cinne, Norat Camille, Bu-
dalf Tricol, Joo Simo d'Ameida Jnior, .Manuel
Ferera de Faria
Seguem no mesmo vapor para o sul, Henri
Thomire, Delphine Domitille Thbmas. Michel,
Marie Sipoliz, Alberto Francisco do Espirito-Santo,
Joo Botelho Jnior.
CEMITERIO PUBLICOObtuario do dia 10 do
corrente :
Francisco, Pernambuco, 4 annos, Recife; febre
perniciosa.
Mara, Pernambuco, 4 dias, IMp.-Vista ; convul-
soes.
jMBUneuto da prneira pedra do tbeatro publico, ticoes,
Manoel, Pernambuco, 5 mezes, Santo Antonio ; in-
terite.
Um homem de cujo nome, estado e condicoes sao
desconhecidos, 24 anuos, Boa-Vista; asphyxiado
por occasio da cheia.
Maria Bemvenuta da Silva, PernamVo, 24 annos,
soltelra, Santo Antonio; tubrculos pulmona-
res.
Francisca,'Pernambuco, 4 annos, Santo Antonio ;
bronebitc.
11
Ludovieo, frica, 32 annos, solteiro, Boa-Vista ;
gastro-interite.
Luiz, Pernambuco, 39 annos, Boa-Vista; peritoni-
le aguda.
Umbelina, Pernambuco, 30 annos, soltcra, S. Jo-
s ; herisypela.
- 12-
Isabel Maria da Conceico, PernamouCoT I>2 an-
nos, viuva, Santo Antonio; hydropesia.
Jacintho Duarte Cedrim, Pernambuco, 23 annos,
S. Jos; alocado.
Elvira, Pernambuco, 1 anno, Afogados.
Maria das Dores Gomes, Pernambuco, R annos,
solteira, Santo Antonio; tubrculos pulmona-
Lydia, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos ; convaj-
Libana, Pernambuco, 18 annos, Boa-Vista ; febre
perniciosa
Caetano Silverio da Silva, Pernambuco, 32 annos
casado, Boa-Vista; hyrisipela.
Pnnciano, Pernambuco, 11 mezes, S.Jos: den-
BLATORIO
(presentado d assembla geral dos acci-
onistas da Companla Pernzmbncatta
denaoegC&t> costeira a vapor, pelo ge-
rente F. F. .Borges, ein lo de ferereiro
de 1869
Srs. Accionistas.
Sobre moda agradavi'l me o vnr-voahoje
reunidos nestacasadeproprieilade vossa, e
(iiiiiprindo o pveceitodoart. I!) dos estatu-
tos que nos rece dar-vos oonta das oceur-
rencias, que tiveram lugar no decurso do
anno passado na administraco da Compa-
nhia Pernambucaua, que se acba a ineucargo.
Tenbo aluda o inaior prazer, e i8 con-
pratulo comvf5iX, de poder dnc!arar-vos
haver decorrido esse periodo, sem que te-
nhamos a lamentar qualquer sinistro no j
to crescido material que possuimos, e que
por deliberacao vosea deixou de continuar
seguro, cancelladas as respectivas apolices
em devido tempo.
.\pezar do crescido e trabalhoso expedi-
ente que se acha hoje a cargo de vossa em-
preza, me muito lisongeiro poder ainda an-
nunciar-vos, qut! foi elle desempenhado de
modo bem satisfatorio.
Coadjuvado pela directora, tenho re-
movido alguraas difficuldades, que soem
apparecer em emprezas da natureza desta,
a qual com perseveranca caminba sempre
em demanda do lugar que Q'ftrturo Ihe ha
destinado.
Nao mais licito duvidar da utilidade das
emprezas de navegado por vapor.
Approximando os centros productores do
litoral, e n'este os pequeos dos grandes
mercados, sem duvida navegaco por
vapor assim desenvolvida, que se deve esse
augmento de produccSo espantoso, e por
conseguinte proporcional augmento de ren-
das, que se nota no paiz.
S assim pode elle ser justificado, visto
como longe de lnvermos tido augmento de
populaco por meio de colonos ou emigran-
tes, tem ella sido rcduzida consideravet-
mente, n8o so pefa progressiva diminuico
dos bracos escravos, nao substituidos, como
principalmente pelos muitos milhares de
homens livres que teem marchado para a
guerra, que o paiz sustenta em desaggra-
vo da lionra nacional ultrajada.
Felizmente, Srs., annuncia-se o termo
d'essa luta sanguinolenta que tantos sacrt
(icios nos ha cuslado! *
A vossa empreza, pois, continuando a bem
merecer do coininjrcio e do paiz, nao pode
deixar de contar com a cbadjuvaro de am-
bos, visto como est ella disposta por sua
paite a concorrer para o seu desenvolvi-
inonto, devassando quanto for possivel os
rios, propoicionando d'est'artc aos agricul-
tores mdico e fcil transporte aos ^eneros
de sua producto. Tenho f robusta em
que, terminada a guerra, o coinmerlo se
desenvolver em grande escala, e sob taes
condicces acredito que a vossa Companhia
trar especialmente provincia em que tem
a sua sede, toda a prosperidade de qae
capaz.
Balando.
Junto vos offerecoobalancodoannoOndo
em 31 de dezembro ultimo, a coiUa de lu-
cros e perdas, c os mappas demnstrateos
da receita, despezae movimento dos vapo-
res.
D'elles se verifica que sma receita, que no
anno anterior foi de 190:0003221, elevou-si-
no passado a 283:281^224, bem'cqino.que
a despeza, que entilo fra de 22G:733I?D07,
subi tambera a.322:453^870.
Proveio o accrescimo da despeza nao s
doexcesso deviagens dadas, reparos radi-
caes de alguns navios, como do augmento de
preco em todos os gneros de que fazemos
uso, e especialmente do carvo, ludo devi-
do a baixa do cambio.
Os salarios de engenheiros etc., pagos em
Thoeda forte, concorreram igualmente para
esse augmento de despeza.
Entre os dous ltimos annos_ nota-se a
ilifferenra de 79 viagens, que demais se effec-
tuaram no prximo passado.
Os valores transportados a bordo dos
vossos navios montaram a res........
12,431:888)117. 0mime de passageiros
quefrelles viajaram, elevou-se a 7389, isto
6, 2665 mais que no anno anterior.
Do balanco se vi5 ainda, que vai seHIes-
tribuido um dividendo a razo de 10 % por
anno.
Dos ttulos constantes do balando e sob a
denominacao de activo e passivo veris o
estado da Companhia: consent, porm, Srs.,
que detalladamente trate de algumas de suas
verbas, comerando pelo:
Capital.
A pezar da repugnancia que entre nos se
nota para assocacoes, pelo mo resultado
que quasi todas as emprezas teem apresen-
tado, ilho da nossa inexperiencia, -me
muito agradavcl poder consignar aqui,. que
tendo a directora feit) anhuneiar, para
cumplimento do disposto no art. 4C do car
pitulo 2o dos estatutos, a emssao do res-
tante das aeces, foram subscriptas 912 no
valor de 188: i00)$00, realisada pelos res-
pectivos subscriptores a 1* entrada de. 20
/o como dispoe o^it. 7o.
Continua aberta a assignatura quo breve
ser preenfchida vista dos pedidos que
tem havido, e em presenca do bom emprego
que ao referido capital se tem dado, e se
acha ao alcance das vistas de todos.
ro,
eta
Vapores.
Todos os"vossos vxpofts, nove em ni
acham-se as mlhores condicces, e p
tos a prestar quaeSquer servicos.
0 Parahyba acaba de soffrer
reforma, recebendo caldeiras novas, fazendo-
se-lhe costado Oxo, e tendo sido uovaniente
forrado de cobre.
Espero n'estes50 dias o vosso vapor Man-
dah, com o qual completa o numero de 10
e igual ao Coruripe, que aqui chegou em
24 de setembro de 1868. Ser orno elle
destiuado navegaco de rios, onde a parde
peqtfcno calado se exige grande capacida-
de. Nao pudendo ter grandes commodida-
des para passageiros, accommoda com tudo
(frande porcao 4e carga,- o que nao de
menos utilidade ao commercio e lavoura.
Para facilitar o transporte de cargas pe-
los ros at aos Jugares 'onde smerde po-'-
dem efaegar os nossos maiores vasos, fiz ac-
(uisico do pequeo vapor Mossor, que
durante a safra, se jmpregou no reboque
de lanchas, qu da villa d'aquella donomi-
naco, faziam a condiccao de gneros at o
trapiche da barra.
Como o havia previsto, voltou em abril, e
se acba reunido aos outros vossos navios,
prestando bons serv fos, o Jaguaribe, que
d'esde o comeco da fierra, com carias io-
les, esteve empregado no servido de
osporte.
egtiros.
Em harmona cora a deliberacSo por vos
tomada em vossa ultima reoniao, depois de
elladas as apolices dos seguros dos va*
tomou a companhia a si o risco, fi-
gurando sob o titulo Fundo h seguro, a
quantia de 160:001)^1000, para a qual con-
m o anno passado com a do res......
00:000,5000.
Contractos eon o goTerao.
Foram regiosam; it'3 cumpr.das-por par-
te di Companhia todas as condicces dos
contractos a que se*acha obrigada, quer com
o governo geral, quer com os das diferen-
tes provincias do norte e sul.
Em 17 de julho do anno passado com o
governo da provincia, airtorisado pelo art.
52 da lei n. 852 d 5 de junho, foi con-
tractada a navegac5o do rio S. Francisco do
Penedo Piranhas.
A o*ecuc3o d'esse contracto, porm, que
devia ter comeco em 18 de novembro pas-
sado, e para o qual estavamos preparados,
foi pela presidencia, de accordo com a Com-
panhia, addada, at que seja approvado o
contracto pela assembla provincial.
E' notavel a quantidade de gneros de
produccao d'esta provincia que todos os an-
nos se escoam pelo rio S. Francisco, sem
provincia pagar os respectivos direitos,
que revertem em favor de outras.*
A Companhia teria ainda asiin ensaiado
aquella navegacSo, se nao tives'se le hitar
com outra, que para esse fim somente tem
um subsidio de 60:000^000.
A falta d'essa navegaco pela vossa (m-
preza, arredar o commercio d'esta impor-
tante provincia do magestoso rio S. Fran-
cisco, e seus sertoes em falta de concurren-
cia tero' de sujeitar-se ao monopolio, que
aquella subvencao garante outra empreza.
Por convite do corpa do commercio da
cidade de Mamanguape foi ainda contracta-
da a navegaco entre o porto de Jaragu,
margem do rio d'aquelle nome, e a capital
da Parahyba.
Sua execuci) teve comeco no Io de de-
zembro prximo passado, e tem sido des-
empeada com a mxima regularidade.
0 'atrazo no pagamento da subvenco
d'esta provincia obrigou a Companhia ao
pagamento de pesados juros pela acquisioo
de dinheiros, de que precisou para satisfa-
co d seus comproraissos.
Tendo porm melhorado o estado dos
cofres, foi-lhe pago o subsidio equivalente
a um semestre, tendo cabido em exercicios
lindos o dos tres mezes anteriores.
As demais provincias teem pago regular-
mente aquelles a que se obrigaram, pelos
servicos que a Companhia llies presta, e
acham-se quasi em da.
Proprios diversos.
Com autorisaco da directora eflectuou-
se a compra do trapiche, que hoje vos per-
tence na cidade do Penedo margem do
Rio S. Francisco, o qual presta mu valiosos
servidos na descarga e embarque de gene-
ros, que all se fazem pranxa.
No principio do corrente anno teve lugar
a raudanca do escriptorio para o andar ter-
reo do vosso edificio n. 12, do Caes d'As-
sembla.
Mais dous argkazens se acham acabados,
e trata-se da conclusSo de outros'dous.
Contina a edificacSo de accordo com os
desejos que tendes manifestado,*era presen-
ca de sua grandeza^e futuro valor.
i: ni presumo do governo.
,m No respectivo vencimento foi devidamente
recomida aos cofres pblicos a quantia de
72:0420739, 8* prestaco e juros vencidos
do emprestimo com que, em auxilio da
vossa empreza, veio o governo geral em
marcede 1860.
Creio que o nico exerlplo de paga-
mento de juros em hypothes semelhante.
Resta-nos ainda pagar as duas ultimas
prestaejes no valor de 60 contos cada urna
e seu respectivo premio.
Expediente.
Tem considerayelmente augmentado o
servico da Companhia; vai-se mesmo tor-
nando superior s minhas forcas, e vos con-
vencereis desta verdade se vos. lembrardes
que de dous, se acha elevado a dez o nume-
ro de vossos vapores: que de 36, subi a
164 o numero de viagens dadas em um an-
no, e que naturalmente ser anda augmen-
tado no decurso do corrente e seguintes.
A pezar d'esse augmento -me agradavel
poder dizer-vos.
Que o servico foi feito com a maior regu-
laridade.
Que os navios sao conservados no estado
de maior aceio e limpeza.
Que a carga continua a ser transportada
com toda a cautclla e o mais bem acondicio-
jjuida que possivel.
Que aos passageiros que viajara nos vos-
sos naaios se despensa o raelhor tratamento.
Que o crescido movimento de gneros
e mercadorias em vossos conceituados ar-
mazens se operou, sem que se dessem ce-
clamaces ou faltas, e finalmente:
Que o expediente no escriptorio foi con-
ducido com toda a regularidade, assim
como o seprigo a cargo do engenheiro chefe.
as differentes reparticoes publicas com
que a gerencia teve de corresponder-se,
os chefes e subalternos attenderam sempre
com a melhor boa vontade manifesta-
CSo das necessidades de vossa associago.
Outro nao poda ser o seu procedimento,
zelosos e verdadeiramente interessados
como sao, no engrandecimento do paiz.
Pela minha parto dando a semelhantes
servicos a devida considei-aco, perraitti, Srs.,
que os consigne aqui m demonstrac5o de
minha gratidio.
Se a presente exposicao nao satisfizer a
vossa expectativa, ser fcil remediar qual-
quer falta que encontrardes, pela maneira
poique me acho prompto a ministrar-vos
quaesquer esclarecimentos que desejardes.
Pernambuco, 15 de fevereiro de 1869.
0 gerente, F. F. Borges.
prospero a que vossa empieza tem sido
conduzida, e aqueJIe para que ella.caramba,
devjd). direci.'o babil e zelosa que lite
tem sido imprimida pola actual gerencia,
congratiila-se com vosco por esse resultado.
is pede que na acta da respectiva sesso
se Ihe ftca nenco de um voto de reconhe-
cimento.
Pernambuco, 3 de fevereiro de 1869.
Antonio Luiz dos Santos.
Domingos A/fonso Nery Ferreira.
Alvaro Augusto d'Alnmda^
PTOiTrciTNTEitra:
Partido conservador.
Como* sabido, e foi j publicadonesta columna,
o gremio periianibucano da uniao conservadora,
em sessao do consclho director, de 25 do mez pr-
ximo passado, resolveii apresentar ao corpo clei-
toral da provincia, os candidatos que em sua opi-
ntao, devem merecer de preferencia os votos jiara
deputado o para senador, as prximas eleieoes.
Esta resolucao oi communicada aos Srs. eleito-
res, nos seguintes termos :
Conselho director do gremio pernambucano da uniao
conservadora, 20 de Janeiro de 1869.
Illm. Sr.Tendo sido resolvidoem sessao de hon-
tem que, paja manter-se o mais possivel a unidade
do pensamento acerca dos candidatos que, as pr-
ximas eleieoes, teem de ser eleitos deputados as-
sembla geral legislativa, e dos que devem compor
a lista sxtupla', da qual teem de ser wcolhidos
dous senadores por esta provincia, era conveniente
offerecer consideracao do corpo eleitoral os ne-
mes dos cidadaos que ao conselho parecessein as
condicoes de serein adoptados pelo partido conser-
vador ; procodeu o iJicsmo conselho a essa escolha
por escrutinio secr x), dando esto o soguiule re-
sultado :
Pura candidatos depttaeao.
1" dislrictoVisconde de Cainaragibe, Dr. Fran-
cisco do Reg liarr| arreto e Dr. Joaquim de
Souza Reis. ',.
2J districtoDr. Joo Alfredo Correa de Oliveira,
Dr. Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
e Dr. Joo Juvencio Ferreira de Aguiar.
3o districtoConselheiro Jos Rento da Cunha Fi-
gueiredo, deserabargador Alvaro Rarbalho
cha Cavalcauti e Dr. Joaquim Pires Machado
Portella.
Io districtoMajor Francisca Raphael de Mello
Reg e Br. Augusto Freddiico de Oliveira.
5- districtoConego Joaquiut Pinto de Campos e
Dr. Manoel Clementino Car]neiro da Cunha.
Para candidatos lista sxtupla.
Visconde de Camaragibe, conselheiro Jos Rento
da Cunha Figueiredo, Dr. Joao Jos Ferreira de
Aguiar,'desembargador Alvaro Rarbalho Ueha
Cavalcanti, Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lefio
e conego Joaquim Pinto de Campo*.
Fazcndo estas conimunicacoes a V.....o conselho
declara que assim procedeu em razao da obriga-
clo que Ihe corre de dirigir e uniformisar o pen-
samento do partido, i cuja frente foi collocado, es-
pecialmente ein um negocio que affecta, de tao
perto, a sua existencia e o seu.razoavel descnvol-
vimento.
Portanto, confia o mesmo conselpo que V.....com-
penetrando-se da necessidade e conveniencia de
ser mantida a resolucao por elle turnada, se digna-
r coadjuva-lo com seus osforcos, para que M ci-
dadSo cima indicados sejam de preferencia vo-
tados.
V. de Camaragibe,
Presidente.
Dr. Joao Alfredo Correa de Oliveira,
1 secretario.
Jmquim de Souza l(ei>,
2 secretario. %
O partido conservador confia qu os seus candi-
datos serao acoMiidos iior aquelles. que elle mesmo
escolheu para eleger os seus representantes por
esta provincia.
(A PEIDDO.)
A caria e protesto que sob a assignatura do Sr.
Santos Vital foram publicados no Jornal de hontem,
mereceriam apreciacao se porventnra aquelle se-
nhor houvesse sempre sido conservador.
Em poltica o Sr. Santos Vital bem conhecido :
adherio liga desde que esta foi governo, servio s
ordens do bario de Una, e smente agora com a
ascen^o do partido conservador apresentou-se co-
mo conservador Quem tem tal firmeza de prin-
cipios, nao pode decentemente fallar ao publico em
materia poltica. sabido que o fraco daquellel
senhor julgar-se apto para dirigir, embora nada
dirija e sempre acia dirigido pelos meios de que
sabem dispor aquelles que o conhecem de perto
E assim que suppunba e Guia erer que diriga o
baro de Una durante o dominio progressista quan-
do realmente era por elle dirigido vontade.
Metteu-se-lhe na cabeca que podia suppor e fa-
zer crer que, declarando-se conservador, dirigira
o nosso distincto amigo barao de Arac^gy ; e por-
que este cavalheiro oortou-lhe de principio as azas
para nao poder aspirar a tanto, ei-lo que ostento-
samente se apresenta na supposta qual idade de
conservador, adulterando os tactos occorridos na
elei^o, e descrevendo o partido conservador no
Rio Formoso por forma que s bem assentaria ao
progressista quando d'elle fazia parte o Sr. Santos
Vital. Mas, perde o seu tempo : ou recolha-se ao
silencio, como promette, ou volte de novo a servir
ao progresso, como parece que o est servndo com
taes publicacoes (talvez ordenadas pelo chefe pro-
gressista), isto indillerente ao partido conserva-
dor do Rio Formoso, que compondo-se de caracte-'
res muito distinctos e tendo sua frente o presli-
moso barao de Aracagy, tem sabido ter e manter
organisaoo c directo regulares e foi sempre te-
mido pelo estampado progresso do Rio Formoso,
sem que nunca ihe fosse preciso empregar os
meios creados pela frtil imaginaco do Sr. Santos
Vital.
Fique o publico sabendo que a palavra da carta
e protesto a de um trnsfuga poltico, progres-
sista se hontem que boje quer ser tido por conser-
vador e ter voto na poltica conservadora do Rio
Formoso. Outro ollicio, Sr. Santos Vital.
Um Conservador.
Illms. Srs. Accionistas,
Acommisso de contas tendo procedido l^11*?^ ^""i
como prescreve o art. 22 dos estatutos, a
minucioso exame nos differentes livros que
compoem a escripturacAy|| Companhia
Pernambucana, encontroo*o todos na me-
lhor ordem e escripturados com i maior
regularidade e acceio, coiwidindo as addi-
coes lancadas, com os documentos rdspec-
tivos, e os saldos das diversas contis com
o resultado, que tos aprosentado no ba-
lanco fechado em 31 de dezembro prximo
Ando.
' -Em presenca do que, a corara
parecer, que sejam as referidas contas ap-
provadas.
Convencida coae est de qae o estado
(TRANCHIPCrtO.)
O NOVO PROGRAMMA DO SR. SARAIVA.
O programma do Sr. Saraiva em 1865 compre-
hendia cinco pontos cardeaes : reforma judicia-
ria, completa descentralisacao, translorma^o da
guarda nacional, reforma eleitoral, guerra ao amor
do funecionalismo.
yuem vio o procedimento dos regeneradores do
systema representativo, como se appellidavam mo-
destamente os ligueiros, quando ein 1864 fingiram
velleidades de reformar a lei de 3 de dezembro de
1811, pode acreditar que sinceramente desejassem
c desejem semelhante alteracao ?
Desejaram e desejam, como os luzias que tan-
tos escarceos haviam levantado contra essa lei.
Mas, elevados ao poder em 2 de fevereiro de i86i,
nao consentiram que a mnima m^danca se fizesse
as molas e rodas da machina, infernal.
Ao contrario ; se pudessem teriam-lhe accres-
centado a l'orca, a pressao, a violencia para, mais
a seu geito e contento, opprimirem, esmagarem e
triturarem os seus inimigos, os conservadores.
Assim pensaram, assim praticaram os progres-
sistas. Tnhain o queijo e a laca na mo ( permit-
ta-se-nos a phrase trivial) e nao satistizeram os
seus appelites.
Apresenlaram um projecto do reforma judi-
ciaria, fingiram dscuti-lo em algumas sessoes, e
em segunda discussao, qnando pareca cheio de
vida, amortalharam-o e sepultaram-o no p dos
archivos.
N'essa nao cahiam elles I Pois nao sabiam as
virtudes da lei de 3 de dezembro ? Nao as ha-
viam experimentado na eleicao de 1863 ? Nao es-
peravam lograr os proventos da sua apphcacao em
1867 ?
Elles que tanto Ihe deviam, seriam ingratos ca-
dimos se, colhidos os fruetos primara o segunda
vez, levassem o machado derribador raz da-
Ao contemplar o seu mimo os liberaes poderiam
dizer-lhe -.gTmeo Daaos...
Quera depoto o Sr. Saraiva a completa deseen-
irahsacao para pie o paiz em cada canto do im-
perio nao precisasse da aeco o governo para
tratar de sens aclis puramente domsticos.
Quando o Sr. Saraiva proferia estas palavras,
tinha talvez ciu mente o telfgotxnuntent, qual pos-
sue a Inglaterra.
Por ventura este homem poltico julgaria fcil
e nos limites da capacidade humana improvisar
em paiz como o nosso a transformaco de um ex-
tremo para outro ? Pode ser isso ffeto que de
leis se es|ere, desajudadas do profunda e secular
alteraran na ndole do povo, de urna nova educa-
eao ?
A Franea, por exemplo, nunca chegar at la,
nunca conseguira rgauisar a sua administrar.,
cm modo que desse os resultados ipie na Ingla-
terra se eontcmplani.
A .'10 de maio daquelle anno dizia na cmara
dos deputados o Sr. Nabuco, entao ministro da jus-
tica :
"t urna perfeita illusao o querermos asseme-
lhar com a Inglaterra o nosso e outros paizes re-
gidos pela fiinna-do governo representativo : a In-
glaterra, |Kir suas circumstancias especiaes, uui
paiz excepcional. > *
E o Sr. Saraiva teve para si que bem simples
estabelecer cm lei que cada canto do imperio trate
dos seus actos puramente domestid
I'i i' le isso classificar-se entre os desejos de ante-
mo havidos por impossiveis. Desarrancado, po-
rm, sera quein o eserevesse entre os captulos de
urna reforma poltica.
Queris reformas uteis, que perduren), que se-
jam cordealmente acceitas pelo povo ? Aceqpi-
modai as vossas ideas sua ndole, sua educa-
cao e s necessidades que dahi dorivam. O p-
timo absoluto chim, boa l para Utopia de
Monis, ou para a Cidade do Sol de Campanella.
Omtra a guarda nacional armou-se o braco do
Sr. Saraiva, por que va nella utlt emharaco m-
menta manifestarlo da vontade popular.
Toroe-se nota desta apreciaciio do Ilustre ba-
iano para applica-la s eeicoes qne depois e li-
zeram sob o mando e. dominio progressista, elei-
eoes entre as qnaes se compreheude a da 1 ta tri-
plico, cujo terco na scolha foi o Sr. Saraiva.
A guarda nacional parecen ao Sr. Saraiva una
das parsitas que matam o procesto eleitoral. Que-
ra elle remove-las para ser a cmara dos deputa-
dos o thermometro nico e verdadciiv dos tenlimen-
tos do paiz. .
Constitucionalmenta considerada, incorrecta a
pluase, sob.e ser algum taato bombstica.
A constituicao delara serein dous os represen-
tantes da nacao assembla geral e o impera-
dor, a quem denomina seu pruneiro represen-
tante.
O representante aquelle que tem poderes pa-
ra querer pelo seu coiumittente. Logo exprimem
os verdadeiros sentimentos do paiz nao smente
a cmara dos deputados, se nao o senado, e como
seu primeiro representante o chefe supremo da
nacao.
Como, pois, sem erro levar urna das casas do
parlamento a cathegoria de thermometro nico f
O que significa em programma poltico a guerra
ao funecionalsmo?
Se o seu amor nos devora e desnatura o carc-
ter poltico dos nossos patricios, estai o reme-
dio a esse llagcllo as disposcoes de urna lei
nova ?
Quem assim pensa, inostra que attenta ns effei-
tos e nao Ibes busca as causas. Nesse clamar con-
tra o amor do funecionalsmo, ainda resumbra a
influencia do immoderado pendor que se nota em
al; un- dos nossos homens polticas, o de imitar a
Inglaterra.
Essa paxo funesta nao hade desapparecer por
ordem dos legisladores, emquanto na sociedade
nao tiverem elToctuado mudancas essenciaes.
Estabelecei quantas restric^es imaginardes, di-
minu o numero dos empregados, accrescentai-
Ibes o onus das obrigacoes e dos requisitos para
admisso cerceando ao mesmo lempo os venci-
mentos, e anda assim nao tereis apagado a flam-
ma desse amor fatal.
Para consegui-lo mister urna reforma, mes
nao urna daqucllas que entram em pmgrammas
improvisados ou feitos somente para desencargo de
consciencia, ou, como vulgarmente se diz, para
inglez ver.
A reforma profunda e lluramente econmica,
e trava-se com o desenvolvimento da industria, des
hbitos de trabalho, e com a direccao que foi dada
educacao da mocidade...
A que tica reduzido o programma do Sr. Sarai-
va em 1863? A meras aspiraeoes, kiexc(|iiiveis por
sua natureza, ou pelas circumstancias to paiz, ou
na propria consciencia dos que a nianifestam.
Verba, verba, metereaiiue nihil.
Cabe aqui registrar algumas observables -rae
provocaram as palavras com que o Sr. Saraiva e\-
plicou a sua antiga protissao de conservador. F-
ra o no tempo em que a ordem eslava teamente
ameacada pela cegueira das paixoes polticas e era
preciso nao enfraquecer a uutoridade.
O Sr. Urbano, vendo os histricos to acerba-
mente acoimadosanarchistas, inimigos regaien-
te apaixonados da*, rdem e da autoridadesabio
ao encontr do Sr. Saraiva.
O n .brc minisiro da marinha dissequer o
liberalismo, mas nao quer liliar-se ao antigo parti-
do liberal. Porque razao tem receio e pejo do par-
tido liberal ? Porque foi algum tempo conservado: i
O nobre ministro procurou sempre explicar a sua
situacao de urna maneira que nos oflende.
O partido liberal nunca foi desordeiro, nunca
foi propenso a desordens e a exageracoes; o par-
tido liberal um partido regular, de ordem e li-
berdade. L eerto que em pocas de crise appa-
receram exageracoes do partido liberal, mas estas
exageracSes eram reacijao contra a oppressao do
partido opposto; e logo que passou a pressao, ce;-
sou a reaccao.
Se o Sr. Saraiva ainda fosse o conservador per-
petuo que jurara ser, teria milito que replicar ao
seu adversario. Mas calou-se, quando a-.verdade
obrigava-o defensa de sua antiga f...
Mas nao seria demasiada proluxidade querer
que a apostasia defenda as crencas renegadas ?
(Do Diario do Rio.)
E, pois, no primeiro capitulo da reforma do Sr.
Saraiva, ninguem podera ter f. Palavroro sono-
ro moda liberal; mais nada.
Mas, admiltidj que o Sr. Saraiva tivesse -von-
tade e poder para traduzi-la mu realidade, a sua
nnovacao nao seria muito ao gosto.do liberalismo.
0 Sr. Saraiva propuuha que se entregasse s au-
toridades de eleicao popular tudo que podesse
lites ser entregue, sem perigo para a ohdbm pu-
suca.
Quantat; reslriccoes, uantos embaracos, quan-
tos obstculos a liberdade individual, quantos ex-
cessos do arbitrio e compressao nao se encerran
i? palavras, que um liberal chamara machia-
vez de ama Venus poderia pavorosa Me-
Eira cahir das mos reguladoras do Sr*-S*rava
m vex de reforma liberal eBectuaria cousa mil
veze peior que a lei excommungada.
PUBLICACOES A PEDIDO.
0 conselheiro Jos Bento da Cunha
Figueiredo, abaixo assignado, espera que
todos os seus amigos particulares e polti-
cos do circulo do Cabo Ihe facam ainda a
distincta honra de elegei-o deputado as-
sembla geral; eroga a todos os seus ami-
gos polticos e particulares de toda a pro-
vincia se dignem fazer-lhe a distincta hon-
ra de incluir o seu nome na lista sxtupla
para senadores.
Longe do theatro da eleicSo, o conselhei-
ro Jos Bento da Cunha nao duvida de que
os seus amigos, cuja generosidade invoca
nesta occasiSo, supprirlo a falta de sua pre-
senta com dobrada deligeneia, Elle assim
o supplica com todo o fervor de quem sa-
liera agradecer taraanha honra e fineza.
Cidade de Belem do Grao-Par Io de
fevereiro de 8G9.
Jos Bento- da Cunha Figueiredo.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 13 DE FEVEREIRO i
DE 1869.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDR.
Assucar maseavado do Rio Grande do Norte
34200 por arroba posto a bordo.
Algodo de Pernambuco i* sorte = ISjiOOpcr
arroba, e sem ns|>eecao 14*500.
Algodo da Parahyba sorte 16|800 por ar-
roba posto a bordo, a (rete de 3, i e 5 0,*> tem e hoje).
Algodo do Rio Grande do Norte16*500 por ar-
roba posto a bordo, a frete d 3/4 d. e 5 0/0
Cambio sobre Londres 90 d/v 19 d. por 1/000
(hontem e hoje).
Cambio sobre Pars 90 d/v 608 rs. por franco
F. J. Sllveira
Presidente.
Leal Seve
BANCO MAU/ i C.
IIaa do Trapiche 34.
Desconta kltras co nmerciaesa taxi con-
veMonal. Recete dinheiro, a premio cor.-
fcnal, por retiras e em conta cotrente.
* .
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<- -
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r
Diario de PernamltMico Secunda
feira 15 de Fe^erein de 1869.
3
eonfero crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperto, Kiu da Prata e littro-
pa, e compra cambiaeso'ire as niosmas
pra.as.
Encarre^a-se, por commisso, da com-
pra e venda de fundos pblicos e accoes de
eompanhias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
quer outra oneracao bancaria.
O expediente para o publico comecar
s 10 boras da manlia, e terminar s 4
boras da tarde de todos os das uteis.
'ENGL1SH BANK____
O Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praga taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo lixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
prioipaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Bttenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7
O English Bank of Rio de Janeiro Limited
casa sobre as seguales iracas:
Londres.Sobre Loodon Joint Stock Dank.
Taris.Sobre Kould & C.
HoMburga Sobre J. Bereiibcrg Gnssler & C.
Lttba e Fort.Sobre Banco de Portugal.
Rio do Janeiro.Sobre English Bank o Rio de
aneiro. Limited.
Baha.Sobre C. Vaughan & C.
Para Sobre Tappenbeck Brambeer & C.
ALFANDF.GA.
Rendimento do dia 1 a ti .
dem do dia 13......
371:6^8^133
27:127iS60
398:77_A713
MOVIMKNTO DA ALFANDHOA.
V_._n.es entrados
dem idem
com fazendas
emn gneros
Volumes sabidos com fazendas
ld.nl idem com gneros
313
471
162
231
787
396
Dcsrarregam boje 15 dwfcvereira
Escuna norte-.nllemaaCatharinnmercaduras.
Brigue portuguezRelmpago idem.
Brigue norueguenseGaspar WilJ farinba de
trigo. .
Vapor inglez.lww_o=niereadonas.
Barca inglesa=S;p/w=iueiradorias.
Patacho norle-alleuto Apollo idem.
Barca ngle/.aMaranhiio .erro.
Barca lomerarnuiafcrra.
Patacho inglez Manche hacalh.
Barca portuguesaDesp-qne ffvarios gneros
Patacho liespnliolTfl/ Patacho inglez Santn haralh.io.
Brigne inglezli i=idem.
Barca inglezaConrad farro ha de trigo.
Patacho hespaulvil Lnzia vinhos.
Brigue argentinoVolantefarinbi de trigo.
um
auintal
un
amiba
urna
5*000
6.000
5^006
124000
Papagaios.....
Pu Brasil......
dem de jangada.
Pachury.......
l'edras de amolar.
dem de lillrar.....
dem de rebollo ... *
Pennas de eraa. ... libra
Piassava........momo
Puntas ou chifres de vaceas e
novlhos........cento
Pranchoos de amarello de dous |
costados.......
dem de lonro. ......
Rap.........
Sabio..........
Sal. ... ,.....
Salsaparrilba.......
Sapa tos de eouro braneo .
Sebo ''in rama......
dem em vellas. ......
Sola m vaqueta......
Tahuas de amarello ....
dem diversas.......
Tapiocas.........
Tatajuba........
Travs.........
Unbas de boi......- .
Vassouras de piassava....
dem de tindo.......
dem de carnauba.....
Viuagre.........
ADITAMENTO.
Cigarros.........
Gostadnho de vinhatico de mais
de una pollegada.....
Dito de outra qualqucr madeira
de imia pollegada. ....
Ceneja em botija ou garrafa .
Mel de abelh.ts......
Taboas de vinhatico at tuna
IKillegada........
Dito de outra qiialqner madeira
at urna pollegada.
Era ud supra.
Alfandega de Pernambtico 13 de fevereru de
(869.
O stereometra, Manoel Coe/ho Cintra.
0 ajudante dem, Manoel Antonio Virgo* Jnior.
Approvo Alfandega de Pernainbuco 6 de fe-
\erimd\il869. Pereira de Barros.
Conforme.Joaquim Tertuliano de Medriros.
Importarn.
Vapor americano Meirimack, vindo de New
York e Para, manifestou :
6 volumes chapeos. 1 caixa fecidos de algodao;
a Keller & C.
3 ditos comcstves,3 ditos impressos ; a A. du
Mout.
1 dita charutos: a L. A Siqucin
5 barricas farinba de trico; a Jolina Patero:C.
2 volumes drogas e instianenlos cirurgieos ; a
A. Caors.
KKCERDOIUA-DE RENDAS INTERNAS GE-
R.VES DE PERNAMBUCO.
l.endimenlo do dia 1 a 12 19:6*25169
Idem do dia 13...... 1:38?A125
um

libra
1
alqeuire
arroba
par
arrolla

um
duzia
i
arroba
quintal
una
cento
caada
cento.
um
caada
11000
24000
160
24800
201000
10*000
U0O0
160
4O0
30 i 000
800
55000
75000
4*500
1403000
87*000
3*000
2*000
6*000
:wo
10_(XW>
8*000
65400
800
320
16*000
123000
1*600
13280
urna 12*000
8*000
21:0093294
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 12
Idem do dia 13 ... .
49:479*502
5:613*686
55:152*089
TABELLA dos puncos dos gneros suikitos a di-
I!FITOS DE EUWTACAO. SEMANA DK 15 DE FKVK-
BKIBO A 20 D3 MKSMJ MKZ DP. 1869.
Mercaduras: Unidades. Valores.
Abanos......... cento 2*500
Aleool ou espirito de agurden-
le .......... caada 900
Agurdente cachaca..... '^
dem de caima .'..... 1*000
Idem genehra....... 880
idem estilada ou do reino 800
Algodao em carneo arroba 2*975
Idem em rama ou em lia. 14*500
Angico ( toros )...... duzia 60*000
Arroz com casca...... arroba 15000
Idem descascado ou pilado 2*600
Assucar brauco...... 4*700
dem masca vado...... 3*000
dem refinado....... 6*400
Az.'ite de amendoim ou amen-
dobim......... caada 2*500
tdem de cuco....... 1 *800
dem de mamona...... 1*400
Batatas alimenticias. arroba 1*500
Baunilha.......- libra 2*500
Bolacha ordinaria, propria para
embarque........ arroba 3*000
>mlina......... 7*000
Caf bom........ 7.4(.!0('
dem escolba ou restolho ... 6*500
dem torrado....... libra 440
Caibros......... um 360
Cal prela........ arroba 400
Cal branca. ....... 580
Carne secca ( xarque J. 3*800
Carneros........ um 4*000
Carvao vegetal....... arroba 11606
Cavernas de sicupira .... urna 34500
Cora amarella....... arroba 6*500
dem de carnauba em bruto. libra 250
dem idem em vellas .... 500
Cevadn ( porco )...... um 20*000
Cha.......... libra 000
Charutos........ eenlo 3*000
Cocos seceos....... 4*000
Colla.......... libra 660
Couros de boi, salgados ...
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes..... 170
Idem de cabras cortidos ... un 380
Idem de onca....... 403000
Doces seceos....... libra 1*000
Idem em pelea ou ana. ... 360
Idem em calda...... 520
Enxams........ um 1*500
Espanadores grndes..... 4*000
Idem pequeos......* 2*000
Esleirs para forro, ou estiva de
navio......... cento 12*000
dem de carnauba..... nina' 160
Estopa nacional...... arroba 23000
Farinba de mandioca .... alqueire 23500
dem de ararula...... arrolla -10*000
Feijo de qualquer qualidade 45000
Frechaes........ um 5*000
Fumo em fulha bom. .... arroba 15*000
Idem em folha, ordinario ou res-
tolho ,........ 8*000
dem em rolo, bom. 10*000
Fumo em rolo, ordinario oures-
tollK........... 8*000
Galinhas........ urna 1*000
Gomma de mandioca. ". arroba 3*200
Ipecacuanha ( raiz )..... 25*000
Jacaranda ( coucoeiras) duzia 95*000
Lenhaem achas...... cento 3*000
dem de mangue em toros. 12 J00O
Lindas e estelos...... um 6*000
Melou melaeo...... caada 200
Milho.......... arroba 1*000
Ossos.......... 240
Palha de carnauba..... molho 1*000
Rio de Janeiro e Babia Vapor francez Gairnne,
. commandanle A. de la N..
Rio da Prata Patachi norte-allerao Rite, capi-
tao II. Scliade. carga assucar.
cionado praso, e exige-se-lhes que- terham boa
letra, bom cuiiiporUmento, e a idade-db- 21 annos
completos, nssim como sabenni yraniawtira da
lBgoa lu-mal. principio de escripilinagtw por
iao u. M-naue, carga assurar. ,, '*,,'.. ----
Liverpool -(ialera ingleza Dougtas Caslle, -rapitao partidas d-.ibradas, ar\tbincbcacauaUjlUMio<'>-
A. Lendegreen, caria' algodao. Inspecfao do arsenal de marinha d Ptjanibu-
ObtnarAo.
Suspendcram do lamarao para Barbadoes o pa-
tacho inglez Lad;i Bird, capttao Bourgarfl, cun c
mesmo lastro qiietromo de Macelo..
Para Parahiba pabicho inglez Ehsa Sherri.
capitao E. Sherris, com o mesmo lastw qm?
trouxe de S. Helena.
Para o Rio de Janeiro, briquo francez Cytiu, ca-
pito Rouquier, cm a mesma carga que trouxe
de Cette. .".
lara Parahiba. barca ingleza Jrttir, tapilao
Clark, com o meBdno lastro^tlie trouxe do Rio
de Janeiro.
Para Macci barco Noruegnense Je htelsen,
rapitao Anderson, com o mesmo lastro que trouxe
da B ihia.
Navios entrados no dia 14.
Rio Grande do Sul13 das, palhabote nacional
Amaro, de 313 toneladas, capilao Luiz da Costa
Amaro, equipagem 10, carga 13000 de carne,
a Maia & Espirito Santo.
New-York31 das palhabote inglez Tigre, de 16o
toneladas, capilao Morris, equipagem 7 carga
farinha de trigo e ontros gneros; a Tasso
Irmos.
Montevideo, 31 dias, barca ingleza Boomrrang, de
379 toneladas, capilao P. R. Chritora, equipa-
gem 10, ero lastro; a ordem.
New-York e portos intermedios21 dias, vapor
americano Mrrrmaclc, de 2000 toneladas, com-
mandante Wellioin Weir, equipagem 70, carga
dilferentcs gneros; a Henry Forster 4 C Nao
trouxe passageiros.
* Tfarios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do SulBrigue brasileiro O/*/o, ca-
pilfut. Fnlncisco Jos de Oliveira, carga assucar.
Rio de Janeiro e Baha vapor americano Merri-
nutrir commandanle W. Weir.
Observar-o.
Fundeou no lamarao una sumaca Hollandeza
mais nao leve eommicacao com a trra at meo
dia.
EDITAES.
PR\(;\ DO RECIFK
EM 13 DE FKVEBEIIIO DK 1869, S 3 HORAS DA TARDE
RI2VISTA MIIWI,
Cambios.Saccou-se sobre Londres, durante a
semana, a 18 3/4 e a 19 d. por 14. Subindo o total
dos saques a 70,000.
Ai.oodao.O de Pernambuco escollado e regular
vendeu-se de 154 a 16*500, o de Macei, posto
bordo, de 16* a 16*500 nominal e o da Parahiba,
tambero posto bordo, de 16* a 16*500, por ar-
roba.
Assucar.Nao houve alteracao nos precos da
semana passada.
Aguardkntk.dem a 85* por pip i.
Couros.Os seceos e salgados venderam-se de
250 a 260 rs. por libra.
Abboz.O pilado da India vendeu-se de 3*400
a 3*500 por arroba.
AzKiTg-Doc.O de Lisboa obteve 3*400 e do
Estreito a 34 por galio.
Bacalho.Em atacado vendeu-se de 18*200 a
18*500 e a retalhu de 18*" a 19* por barrica.
Batatas.Venderam-se.a 1*800 a arroba.
Bolachimias.dem a 5* por barriquinha.
Caf.dem de 5*500 a 6* por arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*800 por libra.
Carvao de pudra.iueura toa pt-r de Lancasbiro. <
Ckbvrja.Regulou a 4*500,5*200 e 8*000 por
duzia de garrafas.
Fabinha de Tnic.o.Retalhou-se 28* a barrica
da de New-York 29, a franceza. de 294 a 31*
a de Richraond, de 30 a 35* a de Trieste, de 11*
12*500 o sacco da do Chile, 13* a da Califor-
nia; ftcando em deposito 7,000 barricas da prroiei-
ra, 1,200 da segunda, 1,600 da terceira, 6,800 da
aparta, 19,000 saceos da quinta e 3,500 da ul-
,ima- j tn
Louca.A ingleza ordinana vendeu-se cora 420
por cento de premio sobre a factura.
Mant rio a.Vendeu-se a ingleza a 13100 e a
franceza a 940 rs. por libra.
Massas dem a 10* a caixa.
Oleo de LtNHAgA.dem a 2*500 por galao.
Passas.dem a 64 a caixa.
Pbesi ntos.dem a 20* a arroba.
Queiios.Os flamengos venderam-se a 1*800
cada um. ... .
SaboVendeu-se o inglez a 170 rs. por libra.
Touciniio.dem o de Lisboa de IOSjOO 114
por arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de lio*
a 135* por pipa.
Vinhos.Vendeu-se o de Lisboa de 2203 a 270?
e do estrangero tinto de 210| a 215* e de 1154 a
240 por pipa.
Velas.As de compositvio regularam a l rs.o
parole.
Dbscontos0 rebate de letras regulou de 8 a
10 por cento ao anno.
Fbetes.Do algodao para Liverpool em navio
de vela ) d. por libra e 5 % e a vapor 5/8 d.
dem. Do assucar para o mesmo torto em lastro
17/6 a 20/ por tonelada e 5 % e para o Canal :M)/
a 32/6 por tonelada e 5 % nominal. Da Parahyba
37/6' e 5 % para o Canal. Do algodao de qualquer
porto de M/a/69, # d. e5%
O cidadao Antonio Augusto da Fonceca, juiz de
paz mais votado da reguezia de S. Antonio do
Rocife, e presidente i uterino do colegio eleiloral
desta cidade em virtude da le etc.
Faeo saber em aditamento aos edilaes atusados
em data do 1." do corrente, que nao podendo ler
lugar a renniao do collegio eleitoral em a igreja
matriz de S. Antonio^ pelo motivo da mesma se
acliar em obras, e nao poder nella efTectuar-se, a
2 e 4 do margo, dita reunio S. Exc. o Sr. conde
de Baependy, presidente da provincia, ordenara em
data de 13 do corrente que tal reuniao se elTec-
tuasse na igreja do Carmo desta cidade.
Assiin, cunvjdo aos Sis. eleitores gentes e espe-
caos das freguezias de Muribeca, Jolioatao, S. Iyoo-
rengo da Malla, Varzea, Poco.AITogados. Boa Vista.
S. Jos, S. Frei Pedro Gncalvcs do Recife, e S.
Antonio, a compareeercm em os dias 2 e 4 de
margo s 9 horas da manha na referida igreja do
Carino ; afim de eleperem os deputados assein-
bl.'a geral legislativa, e os dous senadores pelas
vagas dos conselheims Antonio Colho de Sa Al-
bu'querque, e Francisco de Paula Almeida e Albu-
querque.
O que, para constar mandei fazer o presente
para ser atllxado no lugar mais publico d'esla fre-
guezia. e pela imprensa. Recife, 14 de fevereiro
de 1869. Eu Joaquim da Silva Reg, escrivao que
o escrevi.
Ah/o?iio Augusto DECLARACOES.
= Pela recebedora de rendas internas geraes
se faz publico que neste mez e no de fevereiro
prximo futuro, que as contrbuntes da laxa dos
eseravos do exercieio corrente de 1868-69, quer
moradores as freguezias da cidade, quer as de
fra, teem de paga-la, livre da multa de 6 0/0, e
com ella de margo em diante.
Recebedora de Pernambuco 8 de Janeiro de
1869.
0 administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
- ___________ .____________________
Cotnpanhia Pernambucana de na-
vegando costea por vapor.
De ordem do conselho de direccao e para satis-.
_jTia___ t|u_ di_}___ o art. 19 dos estatutos, sao
convidado* os senhores accohisla. a reuntitmi-se
ef assembla geral no dia 15 do corrente ao meo
dia no 1" andar do seu edificio no caes da As-
senililan. 12.
feo 12 de fevereiro de 1869.
0 secretario,
Aloxandrc Rodrigue* dos njo.
Vice-eonsnlado doHesipai.ha
em Pernambuco.
El nfrascrits, vce-consul de Hespana en esta
provincia, por el presente convida a lodos aujuelles
panol Jos Felippe Martnez, i presentar sus cuen-
tas en el improrogable plaso de quince dias, a con-
tar "de esta fecha. Pernambuco a trece de febrero
de 1869.=E1 vce-consulJuan Buson.
COMPANflIA PERNAMBUCANA DE NAYE-
GACO COSTEIRA POR V.-POft.
Porto de G_linhas, Rio Formoso. e-
Tamandar.
O vapor Manangmpe, conv
AMA
Para
Conselho de compras navaes
O conselho promove no dia 15 do corrente mez.
sob as candigoes do estylo c vista de propostas
recebidas at as 11 horas da nianbaa, a. compra
dos segtilntes objectos do material da armada : 6
pecas do arribem, 3 aU'"orotes de 2 qiiintaes, 1
ancora de 6 quintaes, 200 alqucires de cal preta,
8 jiec^s de cabo de lnho de 1 ixillegada, 8 peeas
de cabo de lnho de 1 1/2 pollegada, 3 pegas de
cabo de lnho 3 1/2 pollegadas, 1 pega de cabo de, para 0 indicado porto segu em poneos dias o
lnho de 4 pollegadas, 1 |>eca de cabo de linho de: palhabote Rosita, por ter a maior parte da carga
4 1/2 pollegadas, 3,000 estopares, 200 lencos de e par_ 0 rcsto que |Ut, faila traU-se om o con-
seda prela, 20 resmas de lixa de esmeril em pan-
no, 6 arrobas de mialhar, 10 libras de obreias
francezas, 50 folhas de papel para mappas, 2 res-
mas de papel Hullanda, 100 pratos travs*** de fo-
lla, 400 pucarus de folha grandes, 20 tira-lnhas,
40 trados de ferro de 4/8, 10 duzas de taboas de
assoalho de pito-carga, 10 dunas de Uboas de
lo-carga de 3/1 de pollegada, 60 grosa. de tor-
cidas para pharol e 8 vidros grandes de patente de
5 1/2 paliaos de compriinento c 4 1/2 de largo.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
10 de fevereiro de 1869.
O secrc ario
Alrxandre Rodrigues dos Anjos.
Na ra do To^^^^^Hpdar, precisase d-
ruma uuilher para engommar e que tenha regu-
* lar comporiamenlo, naga-se bent________
cor-1 ___
rente a meia noite. Recebe car-1 ^J
W g, oncommendas, passageiros c ja(.aina de Mello, Antoaio de Paula e Mello, Ue-
!te : no esenptono do Forte do Mat- lena fas90 j,, Mello, marido, mal, rmao e cunha-
da da finada D. Rosa Aloxandrina da Graga e
Mello, rordialmente agradeeem a todas as pessoas
3pe se dgnaram aeompanhar os restos mortae<
a mesma senhora ao eemilerio publico desta ci-
dfe ; os mesmos rogam as mesmas pessoas qu.
por um acto de caridade chridtia queiram assis-
; ti. a niissa do stimo dia, qiw so deve celebrar
t.Tea-luir na matriz de S. Jos, as 6 horas da
maliaa, pelo que Ibes licari suinmameDte gra-
tos.
Companhia americana e brasile-
ra de paquetes a
vapor.
At o dia 15 do corrento osperado de New-
York por S. Thomaz e Para o vapor americano
Me i-rimarle, o aual depois dfSt demora do costnme
seguir para os portos do sul. Frates
trata-se cora os agentes Henry Forster
do Trapiche n. 8,
Precisase de una ama livre ou escrava pa
ra cosinhar e comprar: a tratar na rua da Praia
Fretes e passageus armazem ns, 13 e 15.________________________
A C, rua Precisa-se de una ama forra on esTflva pa-
pa o servigo de urna rasa de pone* familia, pa-
ga-sebem : no largo do Corira Santo n. 16, trapi-
che da eompanhia. ^^
signatario Joaquim Jo.k Gongalves Beltrao,
do Trapiche n. 17.
a rua
Inspec^o do arsenal le
niiiriuha.
Faz-se publico que a commissao de peritos exa-
minando, na forma determinada no regulameuto
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-
treagao, veame, amarras e ancoras do vapor Pi-
rapama da eompanhia Pernambucana de navega-
cao costeira, achou todos esses objectos e^n estado
de poder o vapor navegar.
Inspecgao do arsenal de marinha de Pernambu-
co 12 de fevereiro de 1869.
Q inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
THEATRO
DE _____
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
Inaugnraqao da estacao drama-
tica de 1869.
Quarta-felra l 9 de feTerelro
Priroeira representacao do drama em 5 actos
1
AIMEE
Arsenal de guerra.
Chama-se a altengao ilas peesoas que quizerem
vender ao conselho os objectos annunciados a to-
rero em vista o annuncio do mesmo de 9 do cor-
rente e publicado neste Diario a 10.
Jos Baptiza de Castro Silva.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia 13.
Bordeauxe portos intermedios14 dias.vapor fran-
eez fuienne. de 1177 toneladas, commaudante A.
de la No, equipagem 113, carga differentes ge
eros a Tisset Freces.
Navios sabidos no mesmo dia.
MamangnapeVapor brasileiro Cururipe, coro-
mandante Penna, earga dilTerenles gneros. I
teve passageiros.
Fiscalisaco da freguezia de
S. Antonio do Recife.
Pelo presente se lembra a quem interes-
sar que no dia i de marco prximo,
tem Andado o prazo de 6 mezes que a
Illma. cmara municipal, por seu despa-
cho de 19 de agosto do anno lindo conce-
der aos interessados do seu municipio, para
ser feito dentro dello as afterices das ba-
bancas, pesos, e medidas, pelo novo syste-
ma mtrico decimal, como est determina-
do pelo re'gulamento de 17 do mesmo mez
de 18C8, approvado pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia em igual data.
Por cujo motivo do dia 2 de marco em
dinte passa esta iscalisacao a examinar se
as ditas balanzas, pesos e medidas j estSo
afleridos pelo dito systema, impondo aos
contraventores as multas determinadas no
art. 2. do titulo U das posturas de 30 de
junho de 1849.
FiscalisacSo dafr.guez de S. Autonio
do Recife 11 de fevereiro de 1869.
O fiscal,
Cae tao Pinto de Veras.
laspeeeo do arsenal co
marinha.
De ordem b Illm. !>r. inspector fago publico,
que acha-se marcado c praso de 60 dias, a con-
tar da data do presente, para o concurso a que se
vai proceder nesta inspDcgao para provimento do
lugar vago de ajudante do escrivao do almoxarifa-
do de marinha desta provincia.
Os pretendentes deverio inscrever-se no meo-
No qual faz a sua estra
vedo.
Personagens. Senhores.
Alme (a pastora de Svrv) Julia Azevodo
Hortencia Fauvel..... Mara Yelluti.
Senhora Deronville..... Clelia.
Julianna (moca da herdade). Apolonia.
Francisco (soldado). J. Augusto.
Jacques Fauvel...... Thomaz.
U conde de Grandnal. Primo da Costa.
Luiz de Beanchamp. Flaviano.
Arthur de Marsoy. Jos Guimaraes.
Cannuche (mogo da herdade). Jordani.
Bourgogne....... Santa Rosa.
Mogos, camponezes, mercadores, ambulantes,
sok-ados.
A scena passa-se em Ivry em-1827.
I- actoO desertorSala na herdade da Sr.'
DerunvilU. ,
2. actoO ramalheteJardim dos dous moi-
nno?- .. _
3. actoUrna por outraSalao no castello de
Grand-val.
4.' actoSacrificio d Aime = O mesmo do P
acto.
5. actoO assassino por amor Bosque em
note tormentosa.
A msica composigao do distincto artista Jos
Coelho Barbosa.
Da Uro ao espectculo a nova comedia em 1
acto
0 hornera nao perieito.
Para o Eorto
seguir com.a maior brevidade possivel a mu ve-
leira galera portugoeza Nova Fama II, por j ter
a maior liarte da carga engajada : para o resto e
passageiros, aos quaes oerece excedentes rom-
modos : trata-se com Cimba Irmos & C, rua da
Madre de Dos n. 34.
Segnir com a possivel brvidde o palhabote
Sobralense ; a tratar com S Leitao Irmos. rua
da Madre de Dos n. 1.
Eio de Janeiro
Para o prto cima segu com brevidade o pa-
acho norte-allemo Amonitas, por ler parte do
seu carregaroento engajado : para o resto que
Ihe falla trata-se com Antonio Luiz de Oliveira
Azevcdo A C., rua da Cruz n. 57, 1 andar._______
Para o Porto
Segu sera demora a barca portugueza Novo
Silencio, por ter grande parte da sua carga promp-
ta, para o resto e passageiros aos quaes offerece
excedentes coinmodos trata-se com Oliveira Filhos
& G., largo do Gorpo Santn. 19 ou com o capilao
na praca do commercio. ^^____ ______
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico
liara conhecmento dos interessados que o tribu-
nal do thesouro aulorisou u pagamento de dividas
de ejercicios lindos cujo* credoree sao os segnin
tes: Estovo Jos Danta 13*870 e Joaqun Cus-
todio de Oliveira m:_0d: rs.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Per-
nambuco 12 de fevereiro de 1869.
O ofncial-inaior.
Manoel Mamede da Silva Costa.
= No sobrado n. 2 da rua dto Imperador ha
urna carta vndado Ass p_a o Sr. Bernardino
lleiiriqies de Oliveira. ____________________
_UlE__
Na rua estreita do Bosario n. 18, andar, pre-
csa-se de urna ama.
Precisa-se
de urna cozinheira, preferindo-se eserava : a tra-
ar na rua de S. Gongalo n. 26.________________
= D. Marianna da Onceigo Pereira, curadora
de seu marido Joo Tertuliano Moreira de Carva
Iho, declara, por ordem do Illm. Sr. Dr. juiz de
orphaos, que nenhum debito de seu marido ser
pago, a nao ter sido conlrahido com auiorisago
Lkijuizo,oque annuncia alim de que nao conti
iiuem a vender-lhes fiado, como se tem dado ul
timamente.
Para Lisboa.
Segu com muita brevidade a barca portugueza
Gratidao, tem grande parte da sua carga promp-
ta ; para o que ainda Ihe falla e passageiros, tra-
ta-se com Oliveira Filhos & C, largo do Gorpo San-
to n. 19, ou com o capilao na praga do commercio.
Para Lisboa
Vai sahir com muta presteza obrigne portuguez
Constante II por ter grande parte do seu carrega-
mento prompto : para o restante e passageiros,
trata-se com Oliveira, Filhos A G., largo do Gorpo
Santo n. 19, ou com o capilao na praga do com-
mercio^_______________________________
Para Lisboa
O brigue portuguez Lata I, capitio Vicira, vai
sabir com muita brevidade, por ter a maior parte
da sua earga prempta; para a que ainda Ihe falta
e passageiros, trata-se com Oliveira Filhos & C,
largo do Corpo-Santo n. 19, ou com o referido ca-
pitao, na praga do Commercio.
Senhores.
Jos Victorino
Thomas.
Jordanij.
M. Vdluti.
Apolonia.
Personagens.
Michou, mogo de fretes. .
Boirot. seu amigo.
(Wdolpbin, pasteleiro. .
Magdalena, peixeira.
Luzinha, lavadeira. .
Em casa de Michou.
Principiar as 8 horas.
Actal-se aberta urna assignatura de 30 recitas
divididas ero 3 prestaees para camarotes e ca-
deiras, com abatimento de 10 por cento, tendo os
Srs. assignantes dreito a 10 espectacu Os (pelo
menos) nteiramcnte novos.
LEILOES.
LEILAO ,
ll. KM'KAVIK
O agente Pontual vender em leilo por autori-
sagao de diversos os seguintes escravos : 1 esera-
va de 17 annos de idade, sadia, cosinheira e en-
fommadeira, lavadeira, cose muito bem, borda e
u labvrintho ; 3 ditas de habilidades diversas,
mito as fdiides -*, 2 c 80, aeicn eomo um e_cra-
vo de meia idade.
Quarla-feira 17 do corrente.
No 1 andar do sohrado n. 62, rua da Cruz, as
11 horas.
Na rua Nova n. 46, loja, precisa fallarse com o
Sr. Jos Patricio de Castro a negocio que nao ig-
nora.
No collegio da Conceigao precisa-se de urna
engominadeira perita._____________^^
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 13 a 16 annos.
preferindo-se dos chegados ltimamente : na rua
dos Pires n. 50.
Precisa-se de um caixeiro para taberna : aa
rua do Pilar, travessa do chafanz n. 4.
= Na rua Direita n. 84 se dir quem d $
a premio com hypothcca em bens de raz.
Aluga-se a casa n. 8 da rua do Jasmim :
tratar no segundo andar do sobrado n. 37 da rua
das Flores. _____________
LEILAO
De um relogio de ouro patente, 2 cadeias de Oti-
lio, 1 medalhao de ouro, um caixo de folha para
roupa, diversas pecas de roupa usadas, um re-
wolver de 6 tiros, 5 mesas, 6 bancas, 2 consolos,
20 cadeiras coro assento de palha, urna dita de
balango, 2 relogios de parede, 1 marqueza, 1 mar-
quezao, 14 moxos, bancos, quadros, colheres, co-
pos, garrafas, pratos, machina de fazer caf, ban-
deijas, garrafas de vinho do Porto, vinagre em
barril e rouitos outros artigos proprios de hotel.
Quinta-feira 24 do corrente.
O agente Martins far leilo or autorisaco do
Illm. Sr. vice-consul de Hespanna, dos movis e
roupa cima perlencenles ao espolio do subdito
hespanhol Jos Filippe Martins, na rua estreita do
Rosario n. 23, as 11 horas do dia cima.
0 assassinato da villa do Cabo.
O abaxo assignado declara ao amigo ou instru-
mento do Sr. Varejo, que tem contiauadament.
cangado os letores no Diario com um aranzel sern
lgica: primeiro que elle e seus runhados sao
pobres, e nao pode ler essa bolsa allema de que
falla : segundo, que a jnstiga saber descubrir e-
castigar o verdadero assassino; terceiro, que suas
costas e de seus cunhados sao livres, e por isso
isentas do azorague de quem qur que seja ; e
nem tao poueo tiveraro ascendentes sugeitos ao
azorague : finalmente o abaixo assignado d> clara
oupede a penna mercenaria das oirrespondencia-
contra elle e seus cunhados, que nao se allliia, qu"
a jusliga saber cumprir o seu dever! Queris
saber quero o verdadero actor do brbaro as-
sassinato t Pergunui-o a Jes Menino ? pergun-
tai-o a populagao inteiradesta villaJ perguntai a
vossa consciencia que nos responderao I
.____________ -- Pita, __.
O abaixo assignado declara ao publico com
especialidade ao corpo do commercio, que vendeu
no mez deoutubro prximo passado ao Sr. Flix
valcant o seu estabelecimento de molhados sito
no Giqui, livre e desembaragado de quaesquer
dbitos, unto de imposto* como de quaesquer ou
tros dbitos. Recife 13 de fevereiro de 1869.
Antonio Estoves Moreira da Costa.
O bilhete inteiro do Rio n. 783 da lotera 52
concedida ao Monte Pi Geral, pertence ao Sr. Ma
noel Rodrigues Gamboa Sicupira da provincia da~
Alagoas.
AVISOS DIVERSOS.
AVISOS MARTIMOS.
Mlfl
Com muita brevidade segu para o porto indica-
do a barca portugueza Beln, capilao J. J de Frei-
tas, a qual tendo a maior parte do carrjgaraento
prompto, recebe o resto a frete, para o due trata-
se noescriptorio de Amoriro Irmos,
numero 3._______
da Cruz
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco eosteira pr vapar.
Gohmna.
O vapor Mamanguape, comman-
danle Melhvsegutra para o porto ci-
ma no dia 16 do corrente as 9 horas
da noite. Recebe carga, passageiros, encommen-
dasedinheiro afrete no escriptorio
Mallos n. 12.
2L
Instituto Archeologico c Geogra-
phico Pernaoibucano.
Sao convidados todos os socios do Instituto,
qualquer que seja a sua cathegoria a se reuni-
rem em assembla geral hoje pelas 11 horas da
manha na sala de suas sessoes, no convenio do
Carmo, para ah elegerem os tnembros da nova
mesa administrativa e rommissoes respectivas que
ho de ter exercieio no anno social de 1869-70,
27 de seus estatutos.
Secretaria do Instinto 15 de fevereiro de 1869.
/. Soares "Azevedo.
Secretario perpetuo.
Na rua Direita n. 88, casa que fo do falleci-
do Paranhos, contina-se a vender o verdadeiro
veame e a salsa do Dr. Tompson.
Escravo fagido
Fugio em 23 de Janeiro de 1869 o escravo Ma-
theus, de meia idade, cor preta, falla grossa, be-
xigoso, tem pelas costas cicatrizes de bacalho.
tem urna verruga no canto do nariz, os ps fovei-
ros, corpo regular, tinlta sido do Illm. Sr. Agosti-
nho Leocadio Vieira, em PanelJas de Miranda, que
ha poucos mezes de l veio fgido ; pede-se a*
autoridades e capites de campo de o pegar e tra-
zcrem a seu senhor Jos Cantoso de Sa, na rua da
Lingoelano Recife n. 2 ; e o mesmo protesta con-
tra qualquer pessoa qne o tenha acoutado, e gra-
tificar bem a quem a pegar.________________
Criado.
No caes de Apollo, armacm n. 71, precisase
alugar para servigo de casa um rapazinho de 1-
a 14 annos. _______.
Cozinheiro
do Forte do
Precisa- sis de um menino de 12 a 14 annos,
para caixeiro de padaria : no pateo do Tergo nu-
mero 38.
Precisa-se de um cozinheiro para um collegio:
a informar na rua do Imperador n. 22._________,
Augusto Jos Teixeira e Benijarain do Carnw
Lones agradeeem cordealmente as irmandades do
Senhor B m Jess das Dorss, Santa Cecilia, erec-
ta no convento do Carmo, N. S. do Livramento, s.
Boro Jess dos Afflictos, erecta em S. Jos, e a do
Senhor Bom Jess das Chagas, que se prestaran >
a aeompanhar os restos mortaes de seu muipre
lado afilhado e fllho ao cemiterio pubhco ~esl
cidade._________
= 0 3- juiz do paz do 1* districto da freguena
do Poco da Panelfa, Antonio da Rocha Accioh
Uns, era exercieio, contina a dar audiencia na*
segundas-feiras, as 4 lioras da Urde, em sua casa
de residencia no Monteiro.
CAB11G
esquina
[da rua larga do
Bosario.
T"I_m T
.. 1_.
____-
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.
Garante-se ser tudo de lei. Co:mpra-se ouro, prata e pedras finas pdr prepos muito ele-
vados, i
^_ A loja est aberta at te 9 hort da noute.
esquina
da rua largado
Bosario.

y


.
4

Diario de Pemamlmco Segunda fera 15 de Fevereiro de 1869.
Wfff
J. Ferreira Vi lela
Pfefographo da casa imperial ?<:
pfremiado em diversas expsi-
Na sua pliotagrapliia i ra do Cabng n.
18, entrada pelo paleo da matriz tira retra-
tos por todos os systemas pliotograpicoa.
Km porcelana Em vidro
Em talco Em papel
CiUT ES DE VISITA A !),$ A DUZIA.
Us retratos carle-de-visite sao collados
ei.WMho-46 Inxo -hristal ou- porcelana,
douradox ou lithograpliados, quadrilongos
ou'vinhetas para oque existe urna varieda-
de de li modelos a escollia de quem se re-
tratar Para as outras especies de retratos
temos cakiuhas, paase-rpai-totUs, quadros
e molduras douradas e pretas cassoltas de
ouro o alliuetes simples e com podras pre-
ciosas, havendo nos alfinetes una mimosa
variedade de feitios.
O nosso estabelecimento pliotograpbico
est sempre eia da con os mellioramentos
e progressos que na America do Norte, na
Europa ou no Rio do Janeiro se consegue
na arte pliotograpliica, e para aleancarmos
tal fin nanea poupamos despezas nem sa-
crificios, de sorteque os nossos numerosos
freguezes podeiu ter* a certeza de que sem-
pre eucontrarao em nosso cstabelecimento
ludo (|uanto a uit^j a moda oll'erecer de
bom no novo e vfflW_lin
da photographia.
Euslno de arithatetica, algebra e
geometra.
O hacbarel em dircito Casemire Borges Godinho
de Assfc ensaa estas materias ao primeiro andar
da casita. 47, sita na ra Nova, das 7 i/& s&MA
horas da mania aos senhores estadante q^^H
Isejaro fasereitame no eollegio das artes, e das 7
1,:i as 9 da noile aos senhores empregados no com-
QHH'CiO.
"* '' i"
Trocam-se
as notas do banco do Brasil e das caixas fillaes,
com descont milito razoavel : na praca da Inde-
pendencia n. 2.
ufo aos amantes
Joaq
pal
uim Jos Gon-
ves Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seguin-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Guimares.
Ooiuibra.
Cbaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Cabello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famacao.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Be]a.
Barcellos.
Pnecisa-se alugan, para o servido ex-
terno de urna casa, urna preta e nm preto,
escravos, nao se exigindo que tenliam ha-
bilidades, a tratar na ra do Crespo n. 8.
GRANDE HOTEL
BE HEME.
kiaugurou-se este commodo e elegante
estabelecimento d'onde os seus frequenta-
dores poderlo apreciar a especialidade ha
confeccao dos gneros alimenticios.
As bebidas sao as mais primorosas e re-
commendadas.
A decencia e bom servico primam n'esta
casa no beto gosto oriental.
Mandam-se a donjicilio comedorias, tanto
avulso, como por.assifhatura raensal. Os
procos sao mdicos e convencionaes.
Ha urna espacosa e bonita sal para o
elegante jogo de bilhar.
Ha tambem aposentos commmodos e bem
mobilhados para Iiospedagem.
Ra larga do Rosario
n. 44.
tina
Precisarse de urna ama para cozinhar e com-
prar, preferindo-se escrava : ua ra do fflvramen-
to n. loja.
Aos 500 pares dr/brincos.
Chegou e vende-sc no Coracao
d'Ouro, ra do Cabug, brincos de
mosuilias com urna franja penden-
te a um rico desenlio e ouro de
lei, pelo pequeo preco de 15J1000
cada par. barassimo.
BARTHOLOMEU 8: C.
i')ii

PABA USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. 1|9000
Vmliodejurubeba gamifa. 1^600
Pdulas de jtirtitoba vidro. 1*000
Tintura de jurubeba vrdr. 640
Extracto liydracoolico de jurubeba. l500
PllKPAItADOS COMl'OSTOS.
Vinbo do jurubeba ferruginoso garrafa. 2O0O
Xarope de jurubebti ferruginoso garrafa. 1JWO
Pdulas de jurubeba ferruginosa vidro. 2#KX>
Oleo de jurubeba vidros. 64
Pomada de jurubeba pote <
Emplastro .le jnmbeba libra. 250O


No sitio n. 1 da Passagem,
escrava de meia idade.
vende-se urna
Precisarse de um traballiador capaz para
tratar de um pequeo sitio, preferc-se casado : a
tratar na na Nova n. l, 1 andar.
BOA FAMA
Pateo da l&lbeira n. 9.
Os donos d'este mui acreditado estabe-
lecimento partecipam ao respeitavel publico
desta heroica cidade. que se encarregam
de mandar levar comida em casas parti-
culares com menos 20 % do que em outra
qualquer parte, e garante a decencia bom
sorteo, que para fsto tem um Dom cosiTiei-
ro Fumaca.
MARITlIftOS
CONTRA FOUO.
A Companbia Indeinnisadora. estabelecind
oesta praca, toma segares martimos sobre
navios c seus carregameutos e contra fogo
em edificios, mercudorias e mobilias: aa
ma do. Vigario u. i,., pavimento terreo.

PARA USO EXTERNO
r, i k A JURUBEBA.
Esta plaa e.noje reconhecida como o mais poderoso tnico, como uin excel-
lente desobstruente, e como tal aplicada nos engorgilamentos do figado e baco, as
hematites propriauwate ditas, ou anda complicadas com aaazarcbas, as inlammacSes
subsequeiites as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bodrope-
zias, erysipeltas; e nssociada as prepararles ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de meustruacao, leucorrbeias, desarranjos atnicos do
estomago, debilidad* orgnica e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afflrmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Perora do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d.'este
poderoso medicamento sobre osdemais at boje condecidos para todos os casos citados
tanto que todos os das fazem d'elle applicaco.
Apresenteudo aosvmedicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por flm generalisar mais o uso d'este vegetal, farendo desapp^recera
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos prendados empipicos delle, o
mais das vejes repugnantes a iragarem-se, e que tinbam aind^ desvanfafem de nao
ser calculada a dose conveniente a appbcar-se, o que torna muites.vezcs mprocuo um
medicamento, que poderia produair ptimos resultados.
Os nossos preparados s forain apresentados depois de bavermos conveniente-
mente eshidado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer aspro-
pnedades medicamentosas d'este planta em suas raizes, folbas, fructas ou bagas, e a
dose conveniente a applicacSo, tendoalm disto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeicao. possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos im-
portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto xs que se dignaron recorrer aos nossos preparados podem teu
certeza de qye (Hes alTerecora a aarantia, de que-se pode encontrar, a prompta e infalli-
velcura de qbal^uei* dos solfrimfiitos, que deixamos innumerados, se forem em tempo
applicados, tendo alm d'sso, medico eu doente a vantagem de escolher as noSsas va-
Do xarope Vegetal Americano, eepeeialMade de Bartholomeu A c
34RA LARGA DO ROSARIO34
NSo costumamos procurar attestedos para acreditar nossos preparados, e den
xames que sua,applicac3o e os resultados obtidos pelas pessoas que se dignaram acceite-
los, llies decm crdito vog; aporque sao sempre os attestados considerados gratuitos*
edelles que lancamao o charlatanismo; mas, nao querendo offender as pessoas que
ospontaneamente nos olereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar,
manifestandoJbcs nossa gratidao pela altenco, esperando qe.'veallain.ellf|||o4,oborar
e conceito, e aca'itacao que tem merecido nosso xaiope. ;^
, >, Bartholomeu de C.
A1TF.STAD0S ,
Illms. Srs. Bartholomeu d- C. com a mais subida satisfacSo que declaro
ser o xarope Americano de urna editada extraordinaria, pois que soffreodo ha das do
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito miismo de medicamentos
que tomava, a elle recorr e na terceira colher fui aiviado, e de todo me aclw boje res-
tahelecido com o uso somonte de quasmeio frasco: grato, pois/i esseresidfado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconliecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrjgado.Ma-
nuel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu A CPenhoradissimo com o favor que rae fizeram
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composico. quando me cha-
va bastante doente de urna constipado, qe me tornou completamente rouco e que
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cumprir os meus deveres de canter da
empresa lynca, vou agradecer-llies meu completo restabelecimento, que obtive cem um
so vidro do mesmo xarope, depois de liaver recorrido a muitos Iratamcntos. Desejarei
que outros como eu recorram ao seu xarope para se vercm alliviados de t5o ti rrivel
incommodo, to fatal neste paiz. Com maior considerarlo contino a ser de Vv. Ss.
atiento, venerador e obligado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu de CO xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teero
exposto a venda e de toda efficacia para o curativo d'asthma, conforme observei appli-
cando-o a meu lho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'essc flageBe, que at
cntao por espato excedente a dous annos bavia resistido a outros xaropes de grande
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a express5o altamente sincera de meu reco-
nliecimento ao meritorio senico queche prestaram com o indicado xarope, acreditan-
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento e obligado.Amerko Netto de Moidonca
Recife, 2 de outubro de 1808.
faaaaa
DE
nadas preparacoes, .aquella que mellior llie podeconvir, jpelafacil applicaco, e j pela
complicado das molestias, idado, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
AsiiossaspieparacesArrugmoeas sao feitas deforma que se tornam comple-
tamente soluveis nos succosgastricos, porque procuramos oscompostos de ferro que
como tees esteo hoje rerontaecidos.
Para aquelles queTnais minuciesamente queiram conhecer as propriedides da
jurubeba, c saberem a applicaclo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um fojbeto, onde tratamos mais extensamente d'este planta e dos
mesmos preparados.
[Deposito geral de totlos os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rosario34.
DE
. J.VIGNES

DOENCAS DO PTO
XARQPE d'HYPQPHOSPHITQ oe CAL
N. 53RA DO IMPERADORN. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje as.sz conbecidos para seia necessario
insistir sobre sua superioridade, vantagens e garantas que ofierecem aos cempradores,
qualidades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente conquistado sobre todos'
os que tem apparecido neste praca; possuindo um teclado emacbinismo que obedecem
todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por serem fabricados
de proposito e ter-se feito ltimamente mellioramentos importantissimos para o clima
deste paiz; quanto s.vozcs sao melodiosas e flautadas e por isso muito agradaveis aos
ouvidos dos apreciadores.
Fazemrse confoimc as encommendas, tantonesta fabrica como nado Sr. Blon-
del, de Parle,.socio correspondente de J. Vignes, emcuja capitel foram sempre premia-
dos em talas as.exposicoes.
No mesmo estalielecimento se achara sempre um explendido e variado sorti-
mento de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos
barmonicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis.
n
Os donos deste novo -hotel participam
ao respeitavel publico, que os seus frequen-
tadores poderao apreciar a especialidade
dos gneros alimenticios, e tambem rece-
bem assignantes e se encarregam de man-
dar comida em qualquer casa, tudo por
preco muito commodo.
_____No pateo da Ribeira n. 9.
Precisa-se de um'molequcilo 12 a 14 annos
para servico externo : na ra Direita n. 79, hija.
Collcgio de *S. Francisco Xavier
Estabelecido na grande e bem arejada casa
onde esteve o Gymiesjo, na na do Hos-
picio n. 32, dirigido pelos padres da
companbia de Jess.
_ O reverendo padre director daste eollegio seien-
tifica aos pas de seus alumnos edos dcinais que
(|uizereui eonfiai-lhe a odueaeo de seus lillios,
ijuc no dia 3 de feverciro comcc^ir a fuecionar
todiis as aulas, aeando-se aberlas j as matri-
eulas. lieeejjein-se nfciJuus du C a li .um...
para seren instruidos as materias preparatorias
das facilidades do imperio, a saber, primeiras le-
tras e tingoa naeional. geograpbia e historia, ari-
thmeea e geometra, inglez, irancez, (da-sc infe-
rior c sii|)eiior), latini, da-so nfima, media o. su-
prema, isso ,ajiratica d-prosa dapoesia), e
linalmente liulnaaididesoii a. introdcelo rlieto-
riea, que comprobende os at|ds do esMo o da
elcucaoqucr em prosa-querem poesa asduas
lingoas latina a nacional. A msica pata canto-
na e para todos os iustrumentos de sopro c cor-
das, assim eomo as lingoas allemaa, italiano, gre-
ga, ebraica serio ensilladas pedido do seulwres
pais.
^A efficacia d esta preparado est esUbelecida desde 4857, pelos maU celebres meiicoi. Des je
eniao muita miU.^es tem sido feilas, mas nenhuma poude sustentar a comparaco com o
producto aprsenla io pela nossa eaa. Por isso excitamos o publfep para qne exiga sempre
este xarope com-urna bUa edrde rdsa, nunca branca, e com a nossa assignaiura roda do
Sob a ana influencia, a tosse acalma-se, os inore nocturnos cesso e o doente voWe rapdn-
roenle sade. 0 sen emprego d tambera os mais brilhanles resultado nos defloaos, catar-
rlios, bronchites, irritaedes do peito, ele.
Deposito em rer.iambuco, em casa de Wrc O*.,
KHUTISSDIO
Calcado naeional, na fabrica de Jos Vicente,
Godiulto A C., ra do Jardim n. 19, avisam aos
seus freguezes desta capital e do interior, que con-
tinuam a fabricar calcado em alta escala, e ofie-
recem as memores cundieses, tanto em preco como
ni qualidada Os propietarios deste estbele*
ment clianiam a attencrio dos senhores e<.usunii-
dores do interior,que os quizerem homar sua freguezia, especificmdo em seus pedidos a
qualidade, o numeracaa, offerecendo-se para os en-,
4regar bem acondicionados cm casa de seus cor-
respondentes-nesta praca.
la de leite.
Precisase do urna : na ruadaPenlia n. 21,. 1
andar.
O Sr. Antonio Francisco Duarte queira appa-
rejer na ra Direita n. 58, a negocio de seu inte-
resse.
MWiWffl MM i
Eseriptorio
Gomes de Mallos Irnifios estao com o sen es-
eriptorio aberto na ra do Vigario n. 26, 1 an-
dar : prope-se a qualquer eotisignaoao, menos
de escravos.
Sebastian Olegario Lamenlia Lins declara ao
publico e ao corpa do commcrcio que tem justo a
taberna da na Direita dos Afogadosn. 42 perlcn-
cente a Jos de Sonza Percira, e se alguem se
ulgar com dlreitO a mesma aprsente no prazu .
de :t dias a contar de hoje. Recife de ferere-'
ro de 1SG9. I
BE \HI
N* 3 RA DIREITA N. 3
i
As pilulas, o xarope alcohlico e
o ethereo de veame, cogforme a
formula do finado pharmaceulico Pa-
ranhos, assim como a pomada con-
tra as inchaces en-siplosas, achio-
se venda, na botica de Francisco
Antonio das Chagas ra Direita n.
3, defronte do annazem de media-
dos denominado viado branco. Es-
tos medicamentos teera sido e sao
3 os mais enrgicos agentes auxilin-
S dores da natureza na debellaco das
tlB doenoas, geniado de grande alivio
M a burasnidade soredra, principal-
^ mente aquelles, que dispondo de
cg poneos recursos e nao podendo por ]
g muito tempo permaneccrem em um ]
*S tratamento talvcz intil, pela ineffi- ]
'Mi cacia de certos remedios, recorrem \
f i elles; e por isto asss recom-
^ mendados se tonio, para as pessoas
;'li ('ac sKrm ^e rhumatismo, escro-
jg fulas, ulceras, impigens, ei7Spla,
M t,,m',res '!os ossos' tO9e asthma,
I truo a menstruaco difficil, sendo
parra usados conforme a direceo
escripta que os acompanha.
H:.sa faUkla KUvcira.
Os administradores d massa fallida de Joa^nim
Jos Silveira estio aotoiisados pelo Sr.. Dr. juiz do
eommerciQ a pagarem o 4" dividendo da mesma
massa a razio de 2 c meio a 3 decimos, para o
que podem os credores se dirigir ao eseriptorio do
Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado.
O abaixo assignado fax sciente a todas as
pessoas que se julgarem credaias da taberna siu
a tiavessa da Souzala-volha n. t, qne no praso de
8 dias apresentom suas cuntas conferidas pelo ex
administrador da referida taberna Francisco Jos
da Silva Santos, para serem pagas. Recife lde
fevereiro de 1869.
Franciseo Aires Monteiro Jnior.
Aluga-se um segundo andar de um sobrado
do caes do Ramos, e um terceira andar da ru.i da
Praia : a tratar na ra da Imperatriz n. 63, se-
gundo andar.
Lagdo para calcadas
A tratar na ra do Apollo n. 4, eseriptorio.
slUH IM ffil Mi
I ESCRITORIO DE AWOCACIA
26Ra larga do Rosario20
0 advogado bacharel Ayres de
Albuquerque Gama tornou a abrir,
o seu_ eseriptorio na ra larga do' i
Rosurio ii. 2G: onde pode sen pno* i
curado, qualquer hora, para to-
idos os miste res da sua profissao.
M BOA FAMA
Pateo da Kibeira n. 9.
N'cste novo hotel hsver lodosos domin-
gos e das santificados m6o de vaaa mais
barate-de que em outrai_ gaalquer parle.
CabugT^ ***** *" m')^a CASA DA FOKTINA
As 4:000$
Bilhetes garantidos,,
A ra do Crespo n. 23' e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus
muito felizes bilhetcs garantidos um meio n. 4132
com asortede4:000s ; um meio n. 881 com a
sorte de.700j, dous quarios u. 89 com a sorte d<-
JOJ e outras multas sortes do 100/, 4J1 e 2
da lotera que se aeahuu de exirahir em bene-
ficio do patrimonio dos orphaos (94.*) convida
aos possuideres a vicem reeeber seus resjiectivos
premios sem os descontos da6 leis na -asada
t-ortuna ra do Crespp n. 23.
Acham-sea vendaos da i* parte da lotera em
beneficio da malrfc de Jaboatao (95) que se cx-
trahir segunda-feira 15' do correnie mez
Precos.
fiilhete. ". 4/000
Meio. .... 2/000
Quarto.....UOOO
Em porcae de 100J para cima,
Bilhete.....35500
Meio......11750
Quarto..... 875
Manocl Martms Fin
RA LAMIA DO ROSARIO 137
Este acreditado estabelecimento augmenta
de dia.em dia quanto possivel para che-
gar ao cume do bem viver.
Alm dos saborosos manjares confeccio-
nados eom o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para urna s
pceos, como paro numerosa f.iiuilid.
A agua, indispensavel elemento para a
CRITERIA E PETIT RESTAIMT
Annexos ao Hotel Central, ra estreite do
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a variedade infinite
de charutos de Havana, Bahia, Rio, etc. que
i'xistem neste nov estabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que ge-
ralmente se fazem, reduzindo-nos apenas
tres letras que sao tres bbb bom, bonito e
vida e hygiene, temo-la sempre em abun- barato. A' viste do genero annunciado ao-
dancia para facilitar excellentes banhos. jde-se jul^ar de nossa veracidade. Este c Ha tambem una boa bil.liotheca e perio- gosa tambem das condicoes d'irn elegante
dicos nacionaes e estrangeiros, piano para e pett restaurant onde se pude ver a rs-
recreio, bilharos, etc. etc. pecialidade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qualquer recommendacao pata lanches e at fazer urna boa colaco
para to acreditado estebelceimento, omit-juntamente com os principaes \iidios o
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresabimlo entre o bom a pura
lim, que o bom servico, ordem e moralida- e fervente champagne, o mu saboroso Rhe-
de imperam n'esta casa, como observancia no, a primorosa cerveja, o licor espirituoso,
fleljto rernlamento que possue. o quanto pede nma mesa. Faz-se nout
Comedorias a la carte.
sorvete e variedade de refrescos.
mn
VedericolEla^"
O advogado Dr. Antonio de Vas-
concellos Menezes de Drummond
transferio o seu eseriptorio para a
ra do Imperador n. 20,onde pode
se procurado todos os dias uteis
'das 11 horas da manhSa at as 4 da
i tarde, para osmisteres de sua pr>
I fissao.
0 muzeo de joias
Na na <4ftataav. 4 emupra-se uurv, |,r;i[;,
o pedras preciosas poc.precos mais vantajosos d
que em outra qualquer parte. jk
= Preciea-se de ama ama que cosiulie e en-
gonime : na ra de S. Francisco n. Si.
O abaixo assignado ropa as autoridades po-
lieiaes ou a qualquer outra pessoa que npprehen-
dam a escrava com osslpnaes abaixo declarados- e
se di*nem manda-la entregar ra da Roda 2*
andar da.^'a>,a.Jt.ii3.ou ajuar do ImperaJor u.
12 em um eartorio, Bavjattnja, cabra, tle !2 au-
nus pouco mais ou.iiie*, estatura .ordinaria.!
bastante robusta, cabello carapinho, denles claros
e perWa, ps rejnilaree e pfrfeiws e com a mao'
Paa servido domesti-
co interno.
H*ptIaualugar"se Miefiuo *a i ua do Hospicio n. 28.
Ctrurglo deuliita pela escola
de medicina
1). Joannn Maria da Silva AvellBr, Jos M. Soa- do Re de Janeiro.
res de Avellar, Manocl J. S. do Avallar Jnior, ba- T?ma honra dfl Participar ao respeitavel publ.
charol Joaquim T. S. de Avellar, e demais irmaos,!'' desta capital e seussutmbios, que tem aberto ti
Drs. Wenceslao Garca Chaves e Jos Mara da I wa-'Kawnpte de ewa^ltw rogeracoes dwttanaaa
Trindade (ausente), e Juao I. S. de Avellar, repas- raa Direita n. i, iljft1) andar, onde pode k
sados da mais intensa dr pdoinfaustopassamen-! proeura td- de seu mui presado,espuso, pai^ogru, eunha^i3 da tarde. Elle acba-se competentemente habi-
o e inuao o gapitao Maaoel Jos .Soaree de Awl- udo Para com perWeao enllocar dente artificia,;
lar, agradecen cordjalmentei a todaa as petaaas i fg* qualquer des systemas e bem assim jdesempi-i p;i me se diynaram acompanhar at o ultimo jaaigo n*r qualquer outro trab, llio concernente sua u,lia & chita eseura, corpinho branco cha-
os restos inortaes do mesmo fallecida, e -pelo pre- pronssao. O mesmo, reconheendo que nemsoni- '
sent coBvdam a todos os seos amigos a asmsli- Pree possivel s senlioras oh criancas sahrem a
rem urna misaa que tem de sfir celebrada no dia ', Procu.aro remedio, efferece-se- a remover qual-
16 direorreiite pelas 7 horas da inaim naigre- T1*/obstculo, daflaraado que na eidadese pres-
ja da Santa Cruz, pelo repon. r terna de sfla alma I t*r*> qualquer chamado s'raque issainflua cousa
por tuijo acto de raridada desde j se eonfssam i Wmia na coramodidade dos precos da setis trab.i-
ass,-. reconlteeidos.___________________ Ihos, e quando para fra della assim mesmo ser
^JB i precedido de um ajuste rasoavel, parantindo elle a
i seguraneae perfeicao de seus ditos trabalhos En
lllStrUCCnO priUlffJ^ l^j^nrm^enconl^icmumm^o^. \ JW||UrilPl Afi~Mipfi
A abaixo assignada competentemcnlahaMiada' I ^^C09. *nWncio, elixir e outroa medicamert* ? m MUI Ul^Ull UC
reeeberuadoAragaon. ;i, meninas para o en-! "!, OBta*icos : ra iMreitt n. 12, primajib i
,. orp
es cor de bunma ja um punco desbotado, consta
L"f,y.39*!." coiaPa'*ia de um soldado peli rna
lugares circuiuvisi-
ImperJ Cabanga e outros
nhos. .
ATTENCAO
Na na do Imperadqr loja |de ourlws preeisa-
s<> alagar mulheres forras para eomprare cosinha*
ATTENCAO
Tsrca-feira 16 do crreme, depois da" audientia
o Dr. jniz de orphaos, ir pnea de venda o es-
raw pardo Clemente, de idaile de 40 annos. per-
"oeente aos menores herdefros do flaader SMoel
de Lyra.
sino de primeiras letras e de costuras* assegura o
melhor tratamento, dedioagao e interesse pelas
alum*s. teeebc tambem pensionistas e meias-
pensionlstas, tanto da cidade como do exterior.
Josepha 4upus(a de Caslrp Fonseca.
OITerece-sc um rapa/ de 1G annos para xeiro com praticv de miudcias a d tiador de sua
conducta ; quera quizer utilisar-seescreva^m car-
ta fechada com as inlciaes AJfi. i estaltpogra-
plia. ^*
rinhar para casa de rapazts solteiros : na ra do
Imperador n. 40.
_______Joaquim da Silva Reg.
~ 5eesa"*e t,e ua ama parafo servico]5er-
no e eirterno de urna casa de duas pessoas: na
ra Fofmoea n. 6. '
eenew.
-' Preejsa-sde urna ama oara oirTI acjalJwn drail*^v do Bespilal Pe.
r tumiea deRmeflceneia, tendo deimpossara boto
junla que tem de funecionar no corrente auno de
,,86K.r?? quam *> Julgar eMtbr dmesmo
Hosplial, de apreseutar a sa cofflTao respectivo
esmolef. par sar innomiBeate paga.
EFFICACIA
XAROPE DE RBANO IODADO
0 Xarope de Rbano iodado de Grhnault C, pharmaeemitfs de S. A. I. o priMice
yleJ^m p* preparado eom o sueco das plantas anti4s*rbncas cuja m\SS>4
d.oleo Hm%mim??** "*"*"'' 'en8der?d0 C"0* at0r 80coedM,eo
A rara perfeicao d'este producto anima-nos a dar a conhecer aqni a opinife do ilnns
a entre os pnnUpaes mdicos de Paris, qne diariamente o prescrevem.
" ^-^a0p^ de Ra^ano iodado nm medicamento d'am effeilo suave e seguro para a
medicacao dos. meninos, nio smente snppre e oleo de irado de bacalho, mas ainda fas
as suas veaes com vanugem.
. Dr A. CA2EMAVE, medico em che fe do hospital Saint-Louis, em Par.
0 Xarope de Rbano iodado nm medicamento de primeira ordem jra o tratamento das
aneccoes ljmpnaiicas e escrofulosas. Muilas veies, empregei-o com feliz xito, em cortos
e casos de tsica ao sen principio, como snecedaneo do oleo de figado de bacalho.
D* A. CHARR1ER, amigo chefe de clnica da Faculdade de Paris.
t 0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellentes resultados como regenerador
do sangue, e snecedaneo do oleo de figade de bacalho. >
D' A. FAVROT, autor do Traite des maladiet des femmm.
0 Xarope de Rbano iodado nm dos mais poderosos modificadores das eonsutuicoes
< lympaaUcas. Tenbo visto ulceras escrofulosas que cada poda curar, cicatrizarem-se,
i gracas a sua accio, com uromptidio exuaordBaria. Tambem, pelo seu uso desepparecem
as afleceoes tuberculosas dos ossos, nos meninos.
\y GUENARD, anligo externo ios hospilaes de Paris.
e 0 Xarope de Rbano iodado possue todas as vantagens do oleo de figado de baealbo,
sea ter nenhum dos inconvenientes que aprsenla cele ultimo medicamento.
D' G U1B0LT, medico du hospilaes, Presidenu da Sociedad de medicina de Paris.
Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C* encerm <[8 por cento de iodo, aa sao
e eossoosieio orgmiea anloga i e.ue se aeba no oleo de tigdo de bacatato. >
Dr KLETZINSKI, professor de chymica, leuvado dos trtmnaes de Kietma.
Deposito em Pemambuco, em casa de M FRANCA-BRASIL

MR. MSICIER, alfaiate>*Aooez, psensaooo reapeitavel publico e a seas numeroaos fregna-
zes que, tendo transferido sua residencia para a ra do Trapiche u. 7, priaieiri andar,ahi eitaoiiti^^B
sempra todas as .qualidades de fazendas para trajos de homeni, e prepara costuaes para mentariao>
senhora. Faz taibcm obras para militares epara criados, para as quaes lea grande sottimento- di
be toes simples, con viola e cora de conde, brancos c amarellos. Recebe por todos os vaDores- os
ul limos figurinos parahomem, senhoras e meninos. *^
Costureiras
. Predsa-se de costureiras : na loja do Triumnho
a_ruadoQueimadon: 7.
.iT 8*"*6 uma PW*1 paramMm
"^'^^""to, porm com as coadi3es que
Padaria alema ______
Ra do Lima, em Santo Amaro\ Kq fifi v\Art\
PwieasalngarmaaoJeqBadeJgan^^u. __ ^C V1UT.
mais ou .menos. ~-~w a -pegsoa que perdew nnr orlio de vidro,
a fTT'g^ n ura dos banhe'ros da praia do Carmfl em
ass t mi**^ Olinda, queira rprocura-lo nesta tvpo(;ra-
N a No*n; .*. ^j. pwfsalfalla^fe atipWa-
Sr. Guilherme Rodrigues fireckenfeld
ifue nao ignora.
negocie
PECHINCHA
VESTDOS A 6:000 RS:
Sitperiores cortes de gronedine de seda, lisos e de list,
- Madame Aaguste Caora va para ft-anca, le-
ores.
na miasma oiv seas'doofrfijli'eoma- Dfiiaia=e a lugar lutaioteque bo_Q;
larga do Rosario a. 4i.
JQHUilfittUHVllO" Ke mutto tndas c6res* com 18 a 20 covados o corte* pe.Q.Qarai-
_a^e ais_r_^rt_u_, h__, r_l" ^^ A6* cada um: na loSf ** columna, iva thCresm
|. 13, de Antonio Correa de Vasconcdlos Sp C.
>*'

*
i/

1-


w
Diario de Pemambuco Segunda feira 15 de F
tere'tro
de
1869.
O
5


t-
;
>>
I
x

_^
rr

' Grande liquidadlo de miudez&s !
Alfonso Moreira temporal, querendo liquiar as raiudezas existeetea era. sua.
loja. ra da yueiuudo a.'85, resolveu amiuntiar as mesmas miudezas para que o pu-
480
- j- ., x*v ^MVHAa^ViVJ 11. VUj It/OV7lCU ailil>All^l* ^ ***w.*.w ...-
buco se certifique do.diminuto preco porque as est vendendo, a saber:
Massps com grampus 25 a
Pecas de tranca lisa e caracol a
Sbemeles de todos os mecos a
80 160 200 e.....
AbotDaduras para colletes a .
Botris de loucapara camisas, a
Garrafas d'agua Florida (verda-
dera) a.......
Fraseos com agua de Colonia a
:30'e........
Garrafa de tinta rosa a. .
Caixaj com 100 enveloppes a.
Mantas ile seda para bomem a
Fita de sarja para nfeite de
vestidos por......
Frascos, com oleo para cabello
a 400 e.......
Laa para bordar, libra. .
r.--'ovas,finas para cliapo a .
Ditas para cabello a 320 e. .
Ditas muito finas para falos
" por preco nunca visto 400
500 e........
Pecas de babadose entre mcios
000 800 e .....
Gravatas de seda de cor a .
Ditas prctas a 400 e .
Bico e renda das Ibas a todo
proco. S a vista faz f .
Pecas de fita de coz com 10 va-
ras a .........

20
40
240
320
lO
1*000
400
800
00
800
GOO
600
C$800
320
500
600
lOOO
320
500
500
Latas com graxa.duziaa
Coques muito bons com rede s
a rede val ...... 10500
Helas para homens boa fazenda
a 3f?600 e......i 4*000
Linha de marea, ctfxa com l(i
novellos ,...... 240
Latas conabinlia (faiuiliiaKduzia 2^200
Frascos com li'nha a 320 400 e 500
Botos para punho azeoda boa
a 80 o .*...., 100
Volta to Aljfri eoasa be*slEJli JO
Fitas para debnim de vestido a 500
Caixa com agulha franceza a 160
Botesdeacopara coletodnziaa 120
Cartio com alfmetes a .______108
Caixa com perfumaras muito
fina. S a caixa val 10*000
12,3000 ....... 15*000
Copo com opiata muito fino a
400 e ...... -500
Meias muito finas para senhora
duzia........ 5*000
Cartas francezas a 200 e 240
Ditas portuguesas a i 20 e 200'
Caixa de linha do gaz branca 50
novellos........ 600.
Frasco com tinta a 100 e 106
Franja de laa para sapato (peca) 1*000
Papel de peso muito bom 4*000
f:<
(hiro e prata
5 n moel Ihjnm preco : na praca da Independencia n. 22.
Xa praca da Iudcpcndencia n. 33, luja de ou-
G
H


A Ferfumarim Viclorin boje muiw procurada
pela flor da Aristocracia, e das elegantes, por
casas, da fabricacSo tuperior do* productos des-
tinados .aos usos do toucadbr, e entre os quaei
eljtjred orna especialdade em cada artigo.
w seus novos j)erfumes, preparados com a
Eencia de Ylangylang, que elta obtem mwmo
as illiHMlrppimn, pela drstillaffio do Unont
odrotiuiwa, nBotememneiihvma csacurrrBcia,
oupie diz respailo fineza e suavidad* do ebeiro-
pelo que aconselhmos ao publico elegante qm
paca como perfume para o lenco.
Sapatos de tranca e outros muitos artigos, que enfadonbo seria mencionar.
RA DO QUEIMADO N. 55
8U
0 $UttMAD'
A agola branca tem-sc fcito to conjiecida e
acreditada, nao s pela novidades, variedades, su-"
peroridade e abundam-ia de seu sortiuiento, comp
lela constante coimnodMadc de seus procos, e mes-
mo pe sea assaz c nunca olvidado agrado e sinec-
ridade.
Essas verdades incontestaveis sao sem duvida
apreciadas pelo bello sexo em particular, e pelo
respcitavcl publico em peral, e a tanto tem chegado
trae estilo quasi passando -como annexhn o pro-
i rbio, quando se v uin objecto de elegancia,
posto, Bovidade, etc., etc., diz-se logoaquello ob-
jeto sem d'.wida foi comprado na loja d'aguia
branca.
Quando no club, nos baile?, ou no salao do
Santa Isabel, urna exrellontissima se apresenta
garbosamente trajaudo, trazendo o moderno cinto
de mui larga fila, lisa, cbamalotada, ou escosseza,
as suas admiradoras dizem comsigo aquella lita
foi comprada na loja d'aguia branca.
Quando outra excellentissima, nao menos gar-
osa, ni istia o rigor de seu bom gosto na acertada
i ollia dos cufeites de alta novidade que bclk-
nenie ornan seu vestido, anda mesmo as rivaes
de sua sympalliia confessam queaquelles euteiles
loram d loja d'aguia branca.
Quando u'outra excoltentissiuia, apezar da sin-
K'elleza de seu porte agradavel, se vem as bonitas
uvas de pellica duqueza as suas bellas ami-
gas louvam-lhe o gosto e confessam queaquellas
.vas firaiii da loja d'aguia branca.
Quando mesmo duas cxcellentis*imas, antigs
aiigas de collegio, se eaconlraui naquellos loga-
ros, depois dos cumpriinentos de reciprocos beijos,
mbias por forea de sua elevada delicadeza, gabn)
urna a outra. os agradareis cheiros de que usam
em seus finos lencos, c cada una das quaes orgu-
Iboaas jiclo elogio do aceito de sua escoma, e como
que querendo por si mesma justificar dizem simul-
tneamente rerdade que este ebeiro foi compra-
do na loja d'aguia branca.
Aluda uais.
Quando liontem os jiais afilelos sentiam o rigor
da denticap de sou cbaro lillnnlio, e boje alegres e
satisfeitos i>elo feliz restabeleciuicnto recebem as
visitas dos seus melbor amigos, dizem aquellos
estes, foi Deus que me mspiroupara que compras-
se, como comprei, un desses virtuosos collares
Rover, que se vendeni na loja d'aguia branca.
A le ni do miiilo mals que ainda
falta dizer.
Quando era nm circulo de circumspeetos carac-
teres se discutir a veracidade de taesaizeres, appa-
reccr nm outro que queira ainda levemente nter-
roni|)er a discussao, os primeiros^or momento es-
queccrao a circnmspeccaq e Ihes darao um Rra-
P
cioso debiime dizeudo-lbesj sabemos que V.
um daqueiles que inclina o chapeo de sol ou que
mereca ser designado pela aguia branca da ra
do Queimado n. 8.
sao tantas as cousas que por
uuias escapan! as outras.
J ia esquecendo a aguia branca,mas em tempe
lembrou-se para noticiar, que recebeu urna pe-
quena qiiantidade de enfeites para coques e gram-
il is para ditos, tudo feilo de metal com lindos e
agradareis coloridos, otiras estas pela primeira vez
apparecidas, e portento inteira novidade.
Tambem rhegaram novamentc delicados enfeites
e lloros ornadas do aljofares e vidrilhos, tanto de
palba para coques como para vestidos, e tudo
contina a merecer a apreciacao das excellentissi-
mas conhecedoras do bom.
PEDIDO
lTanelseo Antonio de Carvalho A C. IIqdatarlos da cxtlnc-
ra firma social de eso A Moma, rogam aos devedores dcsta, o
obsequio de mandaren! satlsfazer seus dbitos at o una do cor-
reate mez. sob pena de seren chamados judicialmente ao cum-
primento desse dever.
Ilccife. 5 de feverelro de i Hili.
INJECTION BRQ

0 EXTRACTO DB VLANGYLANG
0 BOQL'ET DE WAtftH*--
Aldo d'catM dois extracios excepcioniei, qjM
s8o popridad erelusiv do tM'-eaH, w 5n*
Rigaud e 6'*, prearlo igualmente, com particu
lar perfeifao, lodos intacto* adopUd pek
moda, c cnirc os juacs citaremos os se^nintes :
JoeJctti-CtLb. YiohJa. feseda.
Est. Bouquel. Mar "chale. Jatmin.
Fem fresco- Mousteline. 'Magnolia,.
Flor dos prados. Ron ieletia. Rosa nusgora.
TOM'TIVl KIGAIO
E* orna Agua .adm ravcl para o toilette-, coa*-
titne tila o verdadcKi talismn da belleza, e con-
senraa pclle fresca, e a tez do rosto branca. E' a
ultima expressao da scicncia. Est por lodos
reeonbecida a sua iuconicsUvel superieridade
tobre as aguas de Colonia, a agua de Florida c o
viaagres aromticos de maior nomcada.
OLEO E I'OUAIH uin V\ItA
Excellcntcs preparai/ft.'s que so poden chinar
o thesouro do cabello, e que, com^oMas de sr*s-
tancias tnicas c fortificantes, cmbcllczo e coo-
servJo o cabello, ao mesmo lempo que ihe coia-
mnnicio um cheiro suavissimo.
SAIIO UinUDA
Qnem comparar este sabio cora os qvc se
vendem por ani, fcilmente reconhecera spe-
riodade do nosso. Este torna a cutis muiiiuira>
macia, faz urna escoma abundante que forma um
verdadeiro banho de leite, e nada deixa a desejar
como delicadeza de perfume.
Di:\roitivA

PASTA BBNTIFniCIA
A Dentorna nm elixir dentifrcio dos mas
soaTea : perfuma e refresca agradavelmente a
boea, fortifica as geHfcivas, e preserva os denles
da carie.
Esta yuta- iemtifrid* fenma verdatlerra re-
volnco na Perfumara; acabou para sempre con
os pos e opiatas, que sSo mais eu menos cidos
oo perigoso*. Baste passar bom estova buaiida
'por cuna, para obter urna mucilagem tnavo t
oncioosa que torna os denles perfeiumentt
brafleos.
POS ROSADOS
lo a pelle de ri^or dos ventos e do fi Le,
eommonico-Ine ama agradavel resenra. e prt-
veaem as sardas. Sao superiores aos pds de anas
de amtdo. Sen perfaae delicioso.
eposto em Pertuimbuai, em _cm* do S^
l'rederii-o C. liur'juij'i.nio AC. f.18
loja da .Va Fama.
assBaradas de Irislol., r:
.VVOCOKTKM >EM CALOMELANOS NRM NENIU*,''
OUTBO IIIMOUL. ^ ,
A grande neeessidade e falla .;d$ um c
thartreo ou de urna medicina [purgativa,
muito rfue tem sido sentida, tonto pelo
vo, como mesmo por rudo d faruld
medica; e iH)r issn, infinito o^gpsto
praaer que' sentimos, em ppdoruws co*
toda _a CQtianga e seguridade, recouimendir
as pilalo reyetaes amurradas -de liritlol,
como tuna excellente medicina p trjjava, jf^
qnal (Micerra em si todas as par
iiigredientes essenciaes, tornando-|
perfeito, seguro e agradave
familia. Este remedio nao :
dessas drogas orilinariamenle
clat^o.
(^iwpnifcsl'adlii.e ben\ eodiecida
luja de miudeaa denominada Beija F16r>
i roa do Queimado n. G^gnocrendo acabar
qpn|>o joflimenlo di miao. -te,
K'iiulefiberado proceder a urna completa li-
rpijd.vo, para u que cbamaa attooflode
dos. ;9 ,(
f)s rdij.eetos scro vendidos jmr meUdede
m o valor, epara que opohlico, rao suppo-
nlia, que o presente anniincio urna llusao,
OITerece-se um rapaz de 16 annos para cai-i oproprietaiioda dit;i loja offerWC oma pe-
ffitT ttUZkEti&JISt: S lista de al.utua.miudezes, com os sus
f1 "rives, compia-Sf?oiiro,rata,e 4>dra* preciosas,e
I tambem se faz qual.pier obra de ei*ofua'ida; e
1 tpdo_equaIquqrclnceoj .\ f\
|hoje lhraa,^sterlinasa ouro e prata de todas ai
[naoes cjbf s^pisVpnro do que em joolra parte :
( KTi ra da CauYia do Becife n. 58, loja de azidejo.
hada com as iniciaes A. S. nesta typogra- diminutos jilecoscomo aliaixo se veri;
uoiapresentando urna lista completa de tri-
dos os olijectos que esto expcslos a venda,
pela razao de se tornar um aimunno muito
i:\tenso e por consi'quencia de rnfadotilia lei-
Un-a, por issoapenas lemita-se as seguidles'.
Compra-sc urna burra ( cofre)
spo n. It, primeiro andar.
OURO PRATA
na ra do
Em obras velhas, compra-se por maior
ireeo que < m outra qualquer parte na ra
do Cabug n. Vjupto loja de cera.
Oimpra se nina casa terrea e d-se a qiian-
tta de 2::t00 a juros, sob hypotbeea em predios :
na ra Nova de Santa Hita n. 5.
6 e lli;.i
se em nm
catnartieo de*
.composte),
isadas na a taberna da roa Direita n. SO, propria para qual-
VENDAS.
Yende-se
quer principiante por ter poucos fundos
na mesma ., ti
a traar
Farfha de inilho.
Vende-se farinba de miliio amarello
composi'-an dogsas pululas, que oor alii >e
Ivendem, mas sim, ?So pfpparsd > n>m as
j mais finas esuperimvs (|nalkiatk's de rafe-jg
} Medicinaos, horras e plantas, deyois de se
harer chimicameute
os principios activi
^^p^^rnb^sas =7^ ^r:.,v?r,vt m^tMoiomcu
Oh irtelramltte destituirlas da menor vW ,,'iel de ,,1 ^^ ^
de. Entre csses agentes activos ou ingr^
dientes especulos, podemos Hornear a pt>
, nf^1,e1i.,-1m!nuiil0 fia' L'1U l"^o e a ,,talho, por pro-
?'. Z f .P i* Co commodo, na tabena da rua taiga do
dadeiro valor niedriOnl, R(l!W.., ,|(l|l,,, ,1.1 hm;,^ dojifif/in, a tem demonstrado, possue um poder o mais
unaravilboso gossivol subre as legioes do
fonda, assim como solire todas as secre-
Ces bmsas. Tsto de combinar "o como
cptandeij e mais algmis rxtractos vege-
taes e drogas aHamente valiosas, consti-
tuem c formam una pilula purgativa, lor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna oatra medicina da mesma
nnluieza, que jamis fora,.aprcsenlado ao
publico. As nulas reyetaes as&ucaratkfs
de Bristol, acliar-se-bo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente eflSI-
caa, para- a cura de molestias, taes como-
Vende-se ou permuta-se una grande pro-
priedade porto de Apipucos e bai':Uiwiu>a :alra-
tar no pateo do ('.armo n. 28, jauto a igreja de
Santa Tbereza, das 9 boras ny dianlc.
PfimiHA
Vende-se tnrato itm%ilharcoui seus pertcnces :
na rua da hBjwrairiz u. lili.
Feijao mulatinho
Vende-se superior feijao inulaniiho
e a relalbo : na rua dr Fnlia n. '3.
eni saceos
Vendem Aapusio F. de Olivclia
Commeivio. n. 41
as segwinte?.
j nl I
Dyspcpsia, ou indi;
gesta,
AiLstMigeneia, ou..
prisao do ventre
habitual,
A/ia do. estomago e
flutuL'iicia,
Per da do apetite.
Estomago snji|r
Em tudas, as mole
f
Hydropesia dos meai-
litos ou do corpC',
Ateecoes do ligade-,
Wericia,
Hemotrodias.
Mau balito, e rrepu-
laridades do seso
femenitO
Dotes de. cabeca.
slias que d-rivam ?
Preeisa-se
D(^ um inonino bin^ileiro do 43 a 44 anuos de
idade que torroaou uaj prat'ica de taberna, na roa
dos Pescadores n. W.
5
crtod
lo : na rua aova mis.
Paecisa-se de uui
moro 44. _________
Alu?n-se a loja do wtnado n. 3S, so na
praca da Hoa-vista, tendo commodos para qual-
quer csteblcciuionto : a tratar na.rtia do Alccriin
D. 30.
= Na iioite de 12 do correrte ft.irtar.tm um
avallo rodado, convo olno dlreito muito incrfcdo
e ferido e com as ventas e- boieos cheio6 de sar-
nas c abrindo em feridas : previiBTse as .auto-
ridades paliciaes ou a qualquer pessoa. que en-
contranao o approlienc'a c leve aos Afflictos, sitio
e I). Maria.
PASTILUAS ASSICARADAS
DO
R. PATERSON
De bismuth e magoezla.
Remedio jior excellencia. para comiater
a magreza, facilitar a digestao, fortificar, o
estomago etc.
34
nE'OSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholoweu & C.
-----Rua larga do Rosario------34.
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galoupeau.
D(iosito especial
Pharmacia de Bartliolomeo & G.
34------Rua larga do Rosario------34.
DE
GOMES DE MftnOS IRMAOS
tendo feito completa mudanpa em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias. com o flm de
dar-lhe maiores proporcoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RUA DO CABUG N. 4
iitleencontrarao um completo sortimento do qije ha de mais elegante,
bello e precioso en* brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo -que em obras
de ouw> prata e platina se pode desojar, e para prova do que hfio dito,
apresentam desde j
A "estrelu do norte
riquissimo brillaote de tamaito raro e seguramente a maior e mais bo-
nita pedra .exposta a venda nesta praca, a qual como tudo mais i seca,
vendido pretjo razoavel.
Qarante-se a qualidade dos abjectos v^nija.
srwwipMii-ila massa do sangue: a misa
farrilhu ^sv/y>7-./-casoilioi' ie tixk;
os purilicaiKlrs desje srr unKiaV) **.* nijun-
laififr coui as Minias. p>us i uf estas
dtis medicinad,iPlrao *cfrrT,firtsmente,
preparadas-papa obrarem de harmona una
ota- outra, (friMksVAMMsMMm se faz,
uin .Fs-KW(a a meaor que no maior numero dos casos, podemos
iffiancar nao s um grande alivio, como
Umbeni urna cura prompta e radical, isto
est l>e visto, quando o doene nao se
afi^e n'um estado muito alm dos recursos
Lumauos. ^J^M
* Pnenfea-so d im eaixeiro. itawi ua loja de
faienda, eom pralifa oh sem ella, pai -ir para
Alagoa-nova, que tenha ti a 16 annos de idade :
a tratar na rua Ha Cadeia do Iteeife n. o, loja de
Alfredo & C.
Vende-se tun bote em bom estado
liiche do barab da Iivranionto.
Precisa-se de um pequrno para caixeiro de
taberna. |ircfei'iado-se dos ltimos cttesjados do
Pono :. aa pra^a da Boa-vista n. lf:
AflfCMIfDS
28Rua do Imperador =28
EM GROSSO E A VAREJl
Charutos de diversas marcas dos beni
acredados fabricantes, Costa Jemos- o
\f.inoel da Cost-Fcrreira dtT(S5o. Feliz).
Farinlta da ierra muito !, 4#-rets a
sacca.
Miraguaia do Rio Grande do Sul, peixe
secco de superior qualidade a 6#4#0 a ar-
roba.
Congro e mivo de Portugal, em barris e
libras.
Camaroes seceos, do-Maranho, em libras.
Latas com peixe em conserva sendo:
Salmom, Lagostas. Ostras e outras muitas
qualidades, a saber: Portuguezes, inglezes,
Americanos, Hespanbes, etc., etc.
0 Campos ainda urna vez, vem ter a
honra de lembrarao respeilavel publico, as
muito excedentes agurdenles tic ma Pa-
rati, e Figueira do Maranlio, por vir-lhe a
idea que se aproxima o tempo invernoso,
e que muito nescessario se torna traiero
estomago queute, e como se acha o seu es-
tabelecimento bem prvido dos gneros ci-
ma ditos, recommenda um passeio at elle,
onde encontrarn os amantes dn que
bom bocado, um completo sortimento de
gneros finos, que so tornara recommenda-
ves para urna mesa mais ou. meaos pro-
vida.
-Na rua da I'raia n. veiidepi-se hngoas de su- T...n
perior qualidade por preco 'muito commodo, rhc-
gadas do Hio Grande do Sul.
Capsulas de Raquim
Os bons effoitos destas capsulas para fazer fi'--
sar os gonorrlicas aeliam-se coiiipr^vadas pelas
i'xperieacias de muitos annos.
Os mdicos de todos os paizes as recommendam
pela sua efficacia.
VENDE-SE
XA.
34
Pharmacia e drogara
DE
BAKTHOLOMEC & C.
Rua larga do Rosario34
no Ira-
Padaria allem
DE
Matemit Lenz
EM
* VVrO A1IABIO.
Tem para vender chegao pelos ltimos navioi
vindos de Ilamburgo :
Presuntos e salames
Hervilhas richadr,
Hcrvillias inteiras,
Peras seccas,
Amechas ipecas,
Macaos,
Kirchen,i
Tudo de 1* qualidaft,
Precos baixos.
Vende-se urna escrava preta c rao^a:
lar na Boa-Vista rua da Coneekjao n/ 8.
a ta-
0LE0.DE H0((
Caixa de envelopes de con'S. 800
Ditas de euveopes com tarja.
preta........ 900
Ditas de envelopes braneos gran-
des......... 760
Ditas de envelopes -i andes e pe-
queos. ....... 600
Libra de 15a para bordar, surtida 7-5600
Duzia de cartoes de corchete frau-
cezes com 21 pares cada cartao 900
Dita de colherea de metal prin-
cipe pan sopa....., i&OO
Dita de ditas para cli. 2|40
Concha de metal principe para ti-
rar assucar. ,..... 600
lio'.uadura para collete. '":
Pares de luvas de lio da escocia
branca e de cores pitra homem. 600
Ditas de ditas para senhora. 600
Fila para sinto de senhora. 800
Pares de sapatinliG de casUaira,
bordados....... 1*200
Pares de cascarrila EScova lina pata lirapar unhas. 600
Ditos de ditas....... .100
I Pente preto de barba. 300
1 Caixa com apparelho do chumbo
a ovo, i460 c.....i-v.m
Roncea de cera a IHIOO, l>O0,
3,)20O, i^OOO e.....55000
Apparelho de porcelana para a'-
moco o jantar......2500*)
H*
700
8 280
400
800
160
Jogode Vispora.
j Caixa com papel branco e de co-
Jli^HU res. ......
& d rua do; Ioiadores para vestido. .
__________. Caixa de linha 'd marca encar-
nada eawil.......
para meninos.
1 duzia de linha para fazer croch.
Ditas (h5 carriteis com 100 jardas
brancas e de cores. 360
Fita de laa para debrimde tudas
as cores. 1...... 880
Ditas de ditas, branca. 260
Pegas de fita de liho para eos. 880
Dita pata cs. ...... 500
Pentes voltiados para meninas e
senhoras....... 100
Ditos pretos com chapa, para ali-
zar .....; oo
Ditos bramos....... 33
Dito braneos. unos..... 400
Escota para dente a 180, 240 e 368
Ditas para cabellos muilolinas^ 900
Pecas de franja para toalna com .
14 varas a ipeca. 25600
Entremetes bordados a pega 500 e 600
Tntenos de'poroelana 15 15500. 25000
Balaios para meninas de escolla
bonito deseaJio a 500. 15000,
1,5300 e. ....... 2*000
Fita de sarja 4otodas as cores. 15100
Gravatas pretas a 460. 500
DO
Vende-se somente para esta praga urna bo-
nita negrinha de 6 nnos de idade e um negrinho
de 13annos, irmao da mesraa : na rua do Pilar
n. 63, Io andar.;
Amas
Em S. Jos do Manguinho, ca;a n. 2,
antes de chejjar a igreja, ainda se precisa
alugar duas amas que enleudam de en-
gommado e costura, paga-se "bom aluguel
agradando.
Jos Maria Fecreira da Cu/slia, parti-
cipa ao rVgpeitavel publico, qua nudou a
sua residencia para a rua do Rangel n. 69,
podendo ser all procurada, na falta na rua
do Queimado n 55
Precsa-se alocar urna preta moga para iodo
servco de urna senbora ; na r-ua,do Jiwuueato n.
31, ou rua Augusta n. 94. Na rncsra casa se
vesfremanjos'para pporij*>s, poi' todo ptetp.
COMPRAS.
Figados frescos de bacalho
Para cura cena de phtisic, afleecoas escrofu-
losas, tosse clironica; fraqscza dos membros e de-
bilidade geral, recommenda-se a exi*llenea deste
oleo ainda por ser agradavel no paladar.
VENDE-SE
_ KA
JPharm;u-ia e drogaurla
DE
h IWRTHOLOMKi' & Q.. -
34 Rita Ifu-gcuiQ Bosasio =- 34
Fundicao da Aurora.
tun completo sortimento de taixr.s de ferro batido
c fundido, fabricadas recentemente, e se fabricam
de qualquer molde a vontade dos compradores, e
preces razoaveis.
= Cmpra-se urna armacao envidricada :
tratar na rua Direita n. 38.
Gm muito maior. vantagem
Compra o Cora?a>deiOaw, n.'f 8,ru. do Cabu-
"yinoedas de ouro e prata e pasraajKseiosas.
Uomprarse, esdpaC'S.
Lbo de Paria C, a rua do Vicario- u. 24, es-,
criptorio. 1 andar, compram eawswos de ambos os
I saso, suado qii^, Bioloquot du 14 a?0 araoa o bo-:i
ditas4guxas,rap iaw pr muo mais dinlieiro
da mm wia; qil^m-firte.
COMPRA-
aft.targo do "Cotpo Santo n. 4; 1* aadar, cobre
velho.
ALTA .NOVIDADE
A
Loja do Pavo.
GiRGUROES PARA VESTIDOS A 1000,
0 COVADO.
Clsfigaram os mais modernos gurguroes
para veslklos, sendo de todas as c6rt'S,come
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola,
rxo & &. tendo quasi quatro palmos de lar-
gura Tende-se pelo baratissimo preco
de 1)1000, caa-covado nicamente no ar-
raazem de Flix Wjreira da Silva, na rua d.
Imperatriz n. 60.
Brins para calca na loja do p.^Ao.
Vende-se os mais moderno* e memores
brins deKnhofde todas tsxres, outros com
lisias do lado, garantindo-se sefem de nho
puro e vende-se por preces mmto em cen-
ia no'armazera de FelikT l*ereira da Silva,
rua da Impcritrizn. 00.
Neste vasto cstb.>leciinente Minpre se encontra AS DKZ Mil. VARAS DECAMBR\IASFRAN-
CEZASSM LOJA DO PAV0A560
RS. O METRO.
Vende-se tintsimas cambraias francezas
com os mais delicados padrees, tanto mui-
dos como grfidos, e com as cores mais ne*
vas que tem vindo no mercado pelo bara-
tissimo preco de560rs. o metro; garantindo
que 7 metros dSo um vestido para qual-
quer senhora, e que em outra qualquer loja
nao se "encontrar a mesma fazenda por
igual preco, e sim s na loja e armazem do
I'avao, na da Imperatriz n. 60 de- Flix
Pereira da Silva.
C'assasInglezas n448rso metro
Vende-se urna grande porcao de bonitas
cassas inglezas tanto graudaseomo mhidi-
nhas e do cores fixas pelo barato preco de
440 rs. ometro,gar!ntmdose que 7 metros,
dao um vestido para qualquer Sra. s na
loja do Pa\5o rua da Imperatriz n. 60 de
Flix Pereira da Silva.
RETALHOS PARA MITO NA LOJA DO
[PAVAO.
Vende-se orna granee quantidade de rJ''
talhos de chitas e cassas pretas por pre?e
muito barato, e quanto maior for a porce
que o 'fregie comprar, mais barato se Ihe
vender na ruada imperatriz n. 60 de F-
lix Pereira da Silva.
CRINOLINAS OU BAL 'S A 8*800 Sv Nfr
ARMAZEM DO PAVAO
Baloes 2A506.
Crinolinas 2^800.
CriBOrH itm*>
Bailesa 2*54)0.
CrmoHjias t ,2*J>.
Vi*t-se.-osl;Efe. mcsiswnes baloas ou
cnwlMiae awMcaists, omito bem feit, sen-
d todas, dit modelo eatjuk, pelo barate
P^..4j^$Bty&c^j^,^ na
loja e armaae: do Pava *de Flix Pereii,
da Ka, rua. da Imperatr n. 60.
GAMEfRAlA CO*fSALPKO A 5,5000 APE$A.
,;, wper^e. pe^as do caobraia branca oq
salpiais, sendo oeste goaace melbor <**>
tem viudo ao aereado, tendo 8 e eia va-
ras, pelo barato preco d* WBOO, pecbrnefc
na loja e anmns do Pavao, rua da Impe-
HPradaS**.
Vcnde-sc o grande sitio no beceo do Espi-
nheiro, ao chegar a estrada dos Afflictos, frente
murada e diversas obras de pedra e cal por aca-
bar, bons viveiros com abundante peixe, baixa
para capim, boas trras para plantacao com ex-
cellentes fructeiras ; para examinar a qualquer
hora, e para ajustar com Joaquim de Oliveira Mel-
lo, na rua da Hora junto ao mesmo becco, ou na
fundicSo da Aurora.
Sementes.
Chegaram as novas sementes de hortalice de
todas as qualidades na rua da Cadeia do Recfe
n.gQ._______________________________
Calcado barato
Borzeguius de bezerro c cordavo para homcm a
51000.
Ditos de duraqnt -para menina a 2*000.
Botinzinbos para meninos a 14500.
Vende-se na prsrea da tndepencia, loja de calca-
do n. 39.
No armazem dw Gandido Alberto Sodr da Mot-
ta iravossa da Madre do Dos i. IV, esto paten-
tes mais de dez mil amostras de papel o mais li-
udo que se tem visto nesta provincia, desde o mais
simples, atj.o mais. sumpioao e proprio. pa/a"
guaraieao'efewftde sata*v,bineteH capollas d
igreja e sanctotaaosi: pe)a vriedaile e beilaza- de*
seus desenho rbcse pr#norosajnaalo do
radoa. O cusjo dais aHiaiili 1' o mi* -caceave
possMcl, porqpatwHienas-se aufoiaut o pr*t#o-
dcat^ uma'#Hlutaeojitriiissic'al(vtti.do mdico
pree^)orquei3nd'> tabrieante rnn-^itrt..
NaBhesmo.*.waad. Candto- AIMrto rm*
de-sa>inuilo em cont o seguinle :
Muito bom farelo
Pofa^osadw^etrnbra*. V muito barato!
0ptHlO^ittt4X
Po* K>| a bafricar de arrotoa. !f*> ha m
i'M
ArvaeSo de taberaa
com#s sous pertences, pesos aaied das,*itc., tudo
cipiauta vns^^tt*p>i^ii^fiw,nw^pi^B|BT
2L
mmsi-tMt.


6
Diario de Pernambueo Segunda feira 15 de Fesereiro de 1B69.
AO BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOARES ft C.
Ra Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
PARA O H OVO AMWO DE 1 SG9.
Novo soriimens: de artigos de moda eluxo.rccebidos pelo ultimo vapor vinflo da Europa.
Especial sortimento deobjeclos para mimos.
Perfumaros linas dos principaes autores.
Luvas de pellica frescas, brancas e de cores para homens e senhoras
Chapcozinhos de palha da Italia enfeitados, para sentaras.
Ricas cliapelinas iara senhoras, gorrosde palha de Italia para senhoras c meninas.
Especial sortimento de sintos para senhoras.
Enfeitcs de gosto para senhoras.
Fitas de grosdenaple superior de todas as cores e larguras.
Franjas con vidrilhos, brancas, de cores e pretas.
Guarnieses de todas as qualidades para vestidos.
Vestuarios completos para baptisados.
Golinhas o punhos enfeitados para senhoras.
C(N(ucs modernos, lisos c enfeitados.
Bornous de lia e seda, cores claras, moda elegante para senhoras de bom gesto.
Corpinhos decambraia enfeitados para senhoras.
Cachc-nez de la.
Chapeos de sol para homens e senhoras.
Flores finas, sortimento especial.
Plumas elegantes de qualidade superior.
Cintos ricos de palha, alta novidade.
Grinaldas dellores finas.
Camisas superiores para homens.
Colarinhos e punhos.
Gravatas e mantas modernas.
Bengalas de Arenal qualidades.
Caixas grandes rom quatro peras de msica. -
Flores de palha para guarnieoes de vestidos, botos, velas.lacos para enfeites.
Chapeos de pello de seda pretos, forma a Rotschild, fazenda superior para horneas.
Correntesde pla Cazoletas de bom gosto para as mesmas.
Correntes pretas de borracha diversos modelos para voltas.
Objectos para luto.
E muitos outros artigos de novidade que s vista podem ser apreciados.
Existe continuamente um completo sortimento de miudezas, vende-se por grosso e_ a rctalho
a colimnos presos
BAZAR DA MODA.
\C HffT7T\ir AC ,m lodt* Prte do mundo, juren, eom o maior mulo,
Uo Mul/HA/o, o phosphjto de ferro solnvel de Lttfit,fon evar a ehloreeie
I dore* do estomago, o a exhausta cao do saupe; eom su preparaeio. dio
e t carnes, a sel firmeza natural; facilita* o deeenvolvimenlo to labe-
(eres paludas), m ore* do estomago, a exhaustacao do
------t,a si' '
assegurar o maior crdito.
o maior eredito, pois .:
do sangne. 0 sel autor, M. Leras, d.....
chvnica, inspector da Academia, fe>, .
Honra, digna recompensa dos seos imp.......
As segu mes preciacoes do* mais tiv '
lodos estes ttulos i eonfianca publica :
i Precisa clsssificar o phosphato de fer;
convem aos deentes cujos orgles digestivos .-
Teste mcdicamea* *e aeha reunido para Um
na sua composico, o* olementos dos- o* km
"m scieneiaa, pharmaceutico, professoe do
nte, copdecojado da ordem da Legiio de
i'Hllios.
.. .dicos anda vem corroborar e justificar
vcl entre os ferruginoso* ue melhor
les digestivos .- < ., ortam mal as preparacoes de ferro.
S01BE1RAN, profeuer na Escula de medicina $ de pharmacia.
0 phosphato de ferro soluvel ers quaato a mim, a melhor das preparacOe* fenugi-
t sosas, e o seu emprego di os mais promptos e seguros resoltados.
ARAN, medico do ktpilul Sainte Eugnie.
i A forma liquida do phosphato de ferro soluvel d-lhe urna immensa vanlagem fobre
as pilulas; eu considero este medicamento como moi superior s preparacoes iodadas. >
ARN'AL, medico de S. M. o Imperador.
Entre todos os ferruginosos, nSo eonbecemos um s que obre lo prompta e efficazmente
como o phosphato de ferro soluvel, e isso, sem cansar o estomago. >
B.LLOC, BAUME, B1G0T, FOLLET e PRVOST, mdicos dos hospitaes.
c Os effeitos da preparaeio de phosphato de ferro soluvel me parecem ser mu seguro*
< e promptos. BEBOUT, redactor em chefe do Bullein thrapeutiyu.
c Entre todas as preparacoes ferruginosas, o phosphato de ferro soluvel foi a que sempre
* me deo os melhoroa e mais satisfactorios resultados. > GUIBOUT, medico dos hospitaes.
c 0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretudo, a vantagem de evitar a eonstipacto
t couvir aos tem|>eramentos delicados. 0' FAVROT.
Deposito em Pernambueo, em casa de iim O*.
PREQO CORRENTE DOS CHAPEOS E SOL
Da fabrica de
MANOEL &
Ra Nova n. 23,Bua do Cabug n. 8
Pernambueo
28 pollegadas a 160 ; 26
t mi
Chapeos de seda trancada, Paragon, de 16 hastes,
pollegadas a 15$, e 24 pollegadas a 14,-5000.
Ditos de seda G. de N. Bara, de ac, de 16 hastes, 28 pollegadas
de 26 pollegadas a 135 ; e 24 pollegadas a 120OO.
Ditos de seda G. de N. lisa, de ac, de 12 hastes, 28 pollegadas a 12(5; de
26 pollegadas a 11$ ; e 24 pollegadas a 10000.
Ditos de alpaca, de ac, de 12 hastes, 28 pollegadas a 6(5; e 26 pollegadas
a 3(5500.
Por duzia faz-se descont de 15 OjO
Chapeos de sol de panno, de baleia, de 8 hastes, 24 e 26 pollegadas a 32?5
a duzia. (Descont de 10 0|0).
Ditos de panno, de junco, 8 hastes, a 180000 a duzia, liquido.
GRANDE LIQIJIDACAO
DE
.ppraufM
da joj'Jtai
dt ardeau
de Paria
SILULAS
IODETo
bebRINduBIIISSon
PtursHttulico
laurea**
da
anemia
0 tratamento das affeccdesdiloroiieas, lymphatlcas ou escrofulosas sempre lenlis-
simo, e muitas mes essas molestias resisiem s preparacoes ferruginosas ordinarias. As
ndagaedes fcitas pelos professores Han non de BmxeUas, Gensoul e Peircquin de LySo e
Bcrzelius e Trousscau de Paris, tem provado que a cansa d'essa persistenci:i era a completa
ausencia do Manganese, elemento qne sempre deve-se achar no sangne jnnciamente fom
upprem, pois, na Uicrapcntica urna falta im|riantc, e por este
ido
0 ferro. Estas pilulas sui
motivo ellas tem merecido a approvacio da Academia de Medecina e das principis so-
dados medicas. Deposito em Pernambueo, em casa de Maurr C.
lilil
Appreta<*
4 teadmia
te mt de cine
di Par.
especial
sao mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os
Phamacwtko
lauriai*
d* tctdmU
t MSdSCJM.
muito* annos merecido a approvacio
os mdicos, porque ellas obrio mais rpido e seguramente do que as pilulas, e
Pos ferro-manganicos possuem a inappre-
azeosa, de gosto
As preparacoes ferruginosas liquidas tem desde
' d(
11
ciavel vantagem de poder offerecer n'um instante ama agua ferruginosa g
agradavel, mais activa do que as agua;, mineraes, e contendo de mais um elemento precioso,
o Manganeso, que sempre se acha no sangne, jnnetamente eom o ferro. Empregio-se em
todas as molestias que tem por causa o empobrecimenlo do sangue, assim como para vigorar
es temperamentos debis e lymphalicos. A Morse, as Peraas brancas, dores d'esiomago,
a irregularidade da menstruacao e amenorrha ou suppressio do menstruo, cedem rpida-
mente a seu emprego. Devemos mencionar aqu um fado notavel, isto que os doentes cura-
dos pela agua preparada eom estes pos esto muito menos expostos a recadas do que
aquclles que foro tratados pelas preparacoes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambueo, em casa de atura* O*.
>W&ti
n
VEJRDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
^
Para msicas militares.
Completo sortimento
NO
BAZAR DA MODA
k RA NOVA N. 50,
Esquina da ra de Santo Amaro
20 3. 30 por cento menos que em outra qualquer parte vendem
JOS DE SOUZA SOARES a C.
do mais acreditado autor Goutrot Ainea Paris.
RA MOTA m. 50
ESQUINA DA RA DE SANTO AMARO.
COM lODURETO DO FERRO HULTEMVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
' Possuindo as propriedades do lodo et do forro, convem especialmente as Amccofts
escrofulosas, a Tsica no principie, a fraqueta de temperamento e tambem nos casos do
Falta ds cor, amf.norrhea, em que precisaoeagir sobre o sangue seja para restituir
lhe a sua riqueza e abundencia normaes, ou para provocar a regular o seu curso peridico.
tf. B. O iodarelo da ferro impuro on altando i un medcamenio infiel,
irritante. Como prora da pima da authencidad da> TwiJrir, r-
de Rlaaeard, dave-M exigir DOSM MtS prala reactiva *
nonio rma, aqtii reproduzida, qae m aeha'Via parta iafarior da mal
r.tuta Terdr. Dere-M desconfiar das ftliifieacoa*.
rlinr- ti toda, a, ptaiaai liaa, Usarmmeiuieo, rus BonaperU, 0, Fartt
irritan
k lula.
^^k 110511
P
t.\XERM%
AO TRIUMPHO
Est a expsito do respeitavel publico neste importante estabelecimento um
lindo e completo sortimento de fazendas chegadas pelo ultimo vapor da Europa, o que
temos a honra de annunciar aos pais de familia, assim como ao bello sexo, a quem o
Triumpho pede sua attencSo; garantindo sempre em sua nova loja o gosto de fazendas e
novas modas e raodificacSo dos precos, para adquirir a sympathia de quem der a honra
de procurar o Triumpho.
Lindas sedas de cores novo gosto a'20600 e 208000 o cavado.
Glacez de seda e la apurado gosto para 10500 o covado.
L3azinhas eom listras de seda para 10200, 10000 o covado.
Ditas de lindos padrees para 500, 700,800 e 900 rs. o covado.
Cambraias brancas de 40000 at 80000 a peca.
Ditas de cor novus padrees de 640 e 800 rs. a vara.
Saias de la eom bonitas barras.
Bales de la e murcelina e de arcos.
Basquinas de gros-de-naple de 220000 a 400000.
Gros-de-aaples pretos de 20000 a 40500 o covado.
Ditos de todas as cores.
Organdiz branca.
Brilhantinas brancas e de cores.
Espartilhos e entre-meios bordados.
Meias linas para senhora e para homem.
Alm destas fazendas tem um completo sortimento de chitas escuras e claras, ma-
dapoles, bramantes, atoalhados, toalhas de linho e de algodo, e outras muitas fazendas
que#e vendem por precos que s avista o comprador se poder desengaar que s no
Triumpho poder comprar bom, e eom economa.
PARA HOMENS.
Bonito sortimento de casemiras, brins brancos e de cores, camisas de linho e algo-
do, ciroulas, mantas e gravatas do que ha mais moderno, chapeos de sol de seda e alpaca,
e outras muitas fazendas que vista se podero agradar, e manda-se fazer qualquer obra
de alfaiate para o que tem um hbil mestre, p preco em tudo, s encontram no Triumpho I
ya do Queimado n. 7.
HC^^O

Alegrai-vos myopes, e presbytas, ja po-
dis ver de longe, j podis ver de perto,
nao ha maig vistas artas, nem caneadas.
F. J. Germann acaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortimento de
oculos, lunetas, pince-nez, face--main,
lorgnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim,
aro, bfalo, ncar, unicornio e melcliior;
assim como binculos de urna a tres mu-
danzas para theatro, campo e marinha da
ultima invenco ; duquesas, vienezas de 6,
8 e 12 vidros, tudo tos melhores fabrican-
tes da Eunpa.
O mesmo vapor trou-
xc- urna excellentes ma-
china para graduar e
observar o numero dos
vidros que se necessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.'
Tem excellentes ste-
rtoscopos, instrumentos de mathenjatica,
barmetros, vidros le chystal de rocha, e
de cores para resguardar a vista; concerta
todos estes objectos a precos commodos e^
eom promptido ; tira o mofo dos vidros e
encarrega-se de toda a encommenda relativa
a ptica.
Recebeu tambem os excellentes relogios
do antigo e afamado fabricante Robert Gerth
& C, os quaes vende precos commodos
garantindo a sua superior qualidade.
DOENCAS das CRIANCAS
XAROPE de RBANOJODADO
DE GRIMAlT e C^ phariv.aceuticos em PARS
Este medicamento goia em Pars e no mundo inteiro de ama fama justamente merecid _
acharase intimamente combinado nelle o iodo eom o sueco das plantas antiscorbuticas, cuja eficacia
bem conhecid* e oes quaes j naturalmente existe o iodo. E' eom este motivo que elle suppre
eom vantagem o (Meo de (gados de Bacalho, que deve, secundo os homens scientificos, a sua
eficacia presenca do iodo. E' preciosa no tratamento dascriancas par* combater o lymphatismo,
u ebstruccoes das glndulas do pescoco, a as diversas erupcoes do rosto, tio frequentes as
criar cas de ponca idade. Tnico e depurathlF ao mesmo lempo, elle excita o appetite, facilita a
digeslio, restitue aos tecido* a sna rmeca e vigor naturaes. E' cada
espeialistas para combaler as diversas affeccSes da pelle.
Deposito em Pernambueo, em casa de Kawar O*.
1 cada da receitado polos medico*
HA DO MI
POR
Salvador II. de Albiiquerqiie
2a EDICO 20000
LOJA DO GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 7
Mandou vir de sua conta e acaba de re-
ceber pelo ultimo vapor, completo sortimen-
ot de objectos de novidade e phantasia, os
quaes esto resolvidos a vender por precos
nimiamente baratos, para assim animar aos
concurrentes e ao mesmo terapo dar sahida
ao grande deposito que tem: isto ra do
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilante.
Gollinhas, punhos e camisinhas para se-
nhora, fazendas de gosto e novidade.
Finos vestuarios para baptisados, assim
como touquinhas, sapatinhos e meiasinhas
para o mesmo liin.
Grande sortimento de bicos'e rendas de
croch e de outras muitas qualidades.
Superiores caixas eom msicas e sem el-
las, tendo o necessario para costuras, pro-
prias para um delicado mimo.
Finas caixas eom tentos e sem elles para
vol trete.
Agulhas para macliinas de costura.
Ditas para croch, sendo de ac, marfim
e outras muitas qualidades, assim como li-
nhas para o mesmo mister.
Finas grinaldas para noivas.
Meias de borracha para quem soffre de
erysipella, assim como meias de la para
os que soffrem de rheumatismo.
Suspensorios para homem e meninos.
Finos pentes de tartaruga para coques 9
de outras muitas qualidades e para outros
pisteros.
Dedaes de madreperola, marfim, osso,
ac, metal, etc., etc.
Superior agua cosmeocome para fingir
cabellos, dando aos mesmos a sua cor pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes, assim como mui-
tos outros objectos que impossivcl des-
crever: isto s na ra do Crespo n. 7, loja
do Gallo Vigilante.
Collares Royer elctricos magnticos con-
tra as convulses das crianzas e para facili-
tar a dentinco das mesmas, o Gallo Vigi-
lante antigo recebedor d'estes prodigiosos
collares e contina a ter sempre grande de-
posito, ra do Crespo n. 7.
TASSOIRMOS
Tem para vender em seus arina/.en?, alm de on-
tros, os seguiules artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul
G re ve pautado e liso. '
Vinhos em eaixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery. '
Madeira.
Herniitage.
Chamblis.
Licor de curago de Hollanda em caixas de vin-
te e quatro botijinhas.
GESSO,
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardins, portoiras etc.
Nos armazens de Tasso Irmos
c aiih i mos ii: I IHItO
Para servicos de /rumies annazens, para remo-
ver barricas ou cauda* de um para outro, lado pelo
mdico preco de I 000 cada um.
Fariiiha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
tana e grande sortimento das melhores marcas de
farinlias americanas.
Saceos de irinlia de trigo do
Che
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tosso Irmaos.
Cemento romano
Nos armazens de Tassj Irmaos.
Cemento hyuraulico 12$
O melhor para tudo que sao obras para agua, co-
mo assentamenfo de canos de esgoto, algeror.es, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porc/ies de
rincoento barricas se far redurciio no preco : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
0 verdtdeiro cemento Portland em casa de Tasso
fruaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras. etc., etc.
De dilferentes qualidades para cercados de ani-
maes, chiqueiros liara galinhasou jardins: nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Barris eom breu
Nos armazens de Tasso Innans.
GANOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Rita, na antiga fabrica de
sabao, hatiara vender por prc^o o mais mdico
possivel, camis franeezes pon cdificacoes eesgo-
tos de toda a ifiadade, superiores a todos os que
aqui tem apparecide pela sna solidez.
PREGOS
IjiOO por cano grandede'i c meia pollegadas.
5200 por dito de 2 e tres quaros de dita.
1 iOOU por dito de 2 e um quarto de dita.
500 ris por pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovellos, curvas e canos de maior grossura. a
vstase far o preco. Gompras maiores de 20
tem !> por cento de descont por prompto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Tijolos franeezes
Para ladrilhar casas terreas comasseioe presos
mdicos, muito convenientes e pronrios para ladri-
Ihos de cosinhas em sobrados, pelo seu asseio e
evitar a passagem de aguas para o andar inferior
e mesmo o perigo de fogo, aos precos de 30000 a
4.*i000 o milheiro : na ra Nova de Santa Rita, na
antiga fabrica de sabao, c compras maiores de- 200
se far 5 por cento de descont por prompto paga-
mento. Podem-sc ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no anuazeni
de Tasso Irmaos.
0 melhor cognac Guthler Frcres: no arma-
zem de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India de diversos padroes e larguras, por preco
commodo.
Macarthy
Machina* ule desearonar algodo.
Hoje que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudicam e quebram a fibra do algodo,
preciso recorrer a machinismo menos spero,
que produzindo o mesmo ser vico que aquellas, e
farilidade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodo descarocado
l>or aijuelas mencionadas macliinas, que estao fi-
cando em de*uzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode' competir
pela morosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tomam as mais propUas para o
nosso algodo, porquo ao par da farilidade e
promptido conserva a fibra da laa, que limpa por
ella, e qualificada na Europa a par da melhor bo-
landeira, valendo assim entre 10 arrobas 20 0/0
mais do que a la limpa pela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ba muito
esto adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram inteiramente abandonadas, e por isso o algo-
do daquella procedencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem boje de 10 arrobas 20
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a 150*000
nos armazens de Tasso Irmaos.
XOJA DO PASSO.
Una do Crespo n. 9 A, esquina
ila do Imperador.
0 dono de,ste importante estabelecimento,
tbido de sua conta, pelo vapor
francoz Extaemadure, diversos artigos de alta
novidade pronrios para a festa, econscio de
rpic seu estabi'locimento se acha bem sorti-
i o, principalmente em artigos de moda, pe-
de ao respeitavel publico e em particular
aos seus numerosos freguezes a bondad*
delionra-lo eom sua confianca, garantindo-
Ibes serem bem servidos e por precos ai-
miamente baratos. Venham, pois, todo
comprar novas e lindas fazendas boas e d
alia novidade, eom bem:
Riqusimos cortes de Monde.
Riquissimos cortes de seda de cores.
Sedas de lindas cores jan covados.
Moire-antique azul, verde, branco e pre-
to.
Grosdenaplcs azul, verde, branco e pre-
to.
Gorguro branco e preto.
Selim branco macau.
Cortes de seda eom duas saias.
Cortes de laa escosseza eom duas saia.
Cortes de la e seda, novidades.
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de cordita lindas cores.
Ditas lisas de todas as cores.
Cortes de vestidos de cambraia bordados.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho eom lindos bordados.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Chapelinns de palha da Italia.
Ditas de sedas de cores e pretas.
Enfeites para cabeca de senhora.
Coques de todas as qualidades.
Rasquias de seda enfeitadas eom primor.
Leques de madreperola, marfim, snda-
lo e osso.
Camisas bordadas para homens.
Colchas de algodo e seda para cama.
Ditas de crochet para cama.
Pannos de crochet para cadeiras e sof.
Chapeos de sol de.seda para senhoras.
Espartilhos para senhoras.
Toalhas de labyrinto.
Lencos de labyrinto.
Fronhas de labyrinto.
Ricos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
fas e outros muitos artigos de gosto e no-
vidade.
Loja do Passo ra do Crespo n. 7 A es-
quina da do Imperador.
A NOVA ESPERANQA
21= Ra do Queimado = 21
E para presentes
A Nova Esperanca, ra do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento de objec-
tos de gosto e phantasia proprios para pre-
sentes, sobresahindo entre elles ricas caixi-
nhas de bano eom finas perfumaras, cos-
tureiros de chagrn, agulheiros de madre:
Iirmla : assim. pois. quemguizer fazer urna
linda offerta, dirigir-se Nova Esperanca.
ra do Queimado q. 21.
Collares anodinos ellectro-magne
eos contra as convyices das
ereancefc^
Nao resta a menor duvid, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o?
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitof
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar.
os verdadeiros ; a Nova Esperanca, porm
que detesta a falsificaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade.
fez urna encommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que sao os
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulcoes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seus
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser di-
fiicil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
Recebeu a Nova Esperanca, rita ti
Queimado n. 21, leite de rosas, especial
para extinguir sardas e pannos.
. RONECA DE CERA
A Nova Esperanca a ra do Queimado n.
21, acaba de receber um completo sorti-
ClIliniPin nl DIMIMAN menl ^c ^">as bonecas de cera de diver-
rUnUILAU UU DUWIYIAIl sus tamanhos, sendo as maiores do com-
una do Iti-mn ii. 59.
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, batido- fundido.
Rodas dentadas, paia moer eom agoa,
vapor e animaes.
E outros muitos objectos, etc. etc., pro-
prios para agricultura.
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os cabellos e a
barba, a 141000 o frasco.
E' a nica approvada e recommendada
por ter sido reconhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
A venda em casa de Gusta\o Hervelin n.
51. ra da Cadeian. 51.
Em casa de Theod. Christiansen, ra do Com-
mercio n. 16, encontram-se efTc(tivamente todas
as qualidades de vinho Bordeaux Bourgogne e do
Rheno.
4=------------
CHALES A 20000.
Vendem-so chales de merino eom boni-
tas barras, pelo baratissimo preco de 20000
e 2f$00 rs., na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60, de Flix Pernea da Silva.
Attentjao.
Veude-: e no caes de Capibaribe pedra mulati-
nha da primeira qualidade. pelo preco de 1*9)0 o
palmo corrido, sendo homfcreiras, soleiras estipos
eom o mais que se segu.
Vende-se por necessidade urna negrinha
eom todas as habilidades : a tratar na ra do Pa-
dre Floriano n. 71. Na misma casa d-se algum
dinheiro a juro.
= No principio da eslr ida de Joao de Barros,
o primeiro sitio rindo pela Soledadc, a esquerda,
vende-se urna commoda grande.
Ra da Cruz n. 68
ha para Tender
MEDIDAS e pesos do systema decimal, de todas
as qualidades, para lujas, trapiches e tabernas.
Meias elsticas de borracha.
As melhores e excellentes meias elsti-
cas de borracha contra varizes e erysipsllas.
Venderse na
Pharmacia e drogara de
Rartholomeu C.
34ra larga do Rosario34
Para armazens a retalho.
Vende-se por preco raioavel i sof, 1 f>ar de
consolos, 6 cadeiras e 1 cabida tudo eom uso : no
do pateo Terco n. K, loja.,
Manoel Alves Ferreira C, na ruada
Moeda n. 5, segundo andar tem para vender
superior potassa da Russia em barris e meios
barris e cal de Lisboa da mais nova fpe lia
no tercad.
O Campos da 9a do Imperador u. 28, tem para
vender grande quantidade de medidas de estanho
para lquidos, e de madeira para seceos, pelo sys-
tema mtrico decimal, pelo qual estao os negocian-
tes a retalho obrigados a vender suas mercadorias,
a contar do 1 de marco do corrente auno. O an-
nunciante avisa e garante aos que de taes medidas
necessitam, que sao estas as mais exactas, por
quanto sao feitas em Paris, de conformidade coro
o systema cima dito, e segundo o padrao adoptad
pelo governa imperial; nao acontecendo, porm,
o mesmo eom outras. que ahi se vendem, que sen-
do da mesma capacidade, deversilicain de modello,
vindo offerecer dn vidas nao s aos compradores
como aos vendedores.
caz m m
Chegou ao antigo deposito de Hcnry Forster &
C, ra do Imperador, um carreganento de gai
de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retalho por menos preco do que em outra qual-
quer parte.__________________^^_
E. R. Rabello tem para vender em seu ea-
criptorio ra do Commercio n. 44, t andar, vel-
las de cera, vinho Sherry muito superior em cai-
xas de 1 duda de garrafas, e cachimbos de diver-
sas qualidades.
Na ra de Hortas casa n. se jomaos
ou outro qualquer papel que esteja limpo, a 45 *
arroba.
! primento d'um covado ; estas bonecas tra-
zem bonitos coques e botinas, havendo en-
tre ellas algumas que fallam e outras que
clioram de surte que fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente de muita
accetacao.
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
dem-se a ra do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanca.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
contrado na Nova Esperanca a ra do
Queimado n. 21.
MEIAS DE LAA
A Nova Esperanca a ra do Queimado n.
21, acaba de receber um especial sortimen-
to de meias de laa para homem e senhora.
CONTRA AS CONGESTOES
mal terrivel a congesto fulminante:
de repente leva um individo, d'esta para
milhor vida, sem dar-lhc tempo de receber
conversa medica; deixando as mais das
veses mulher e filhos no mais amargurado
pranto; a Nova Esperanca que deseja pres-
tar servicos recorreu a, Vojer, o qual lhe
mandou anneis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para semelhante mal
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranca-
NAVALHAS
A Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 recebeu um sortimento do navalhas.
de qualidades, e tamanhos especiaos assim
como afiadores e massas para as mesmas.
LINTIA PARA CERGIR MEIAS
Esta muito necessaria linha vende-se a
ra do Queimado n. 21 na Nova Esperanca,
RORDADOS RONITOS, RONS E RARATOS
Esparlilnos-s na Nova Esperanca a ra
do Queimado n. 21.
Vende-se urna arinaejio envernisadae euri-
dracada, propria para qualquer estabelecimento :
a tratar na ra Direita 11. 50. taberna,
VeBM0-e dttesrravas eom habiiidadas,
hado urna deltas urna rinda filha de 6 para 7 an-
uos ; na rna dos Prateres, nos Coelhos, n. M.
Cemento de Portland.
Vende-se no anuazetn de Vicente Fer
Cista A Ptrho, na ra da Madre de Doos a,
barris grandes.
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Diario de Pernambuco Segunda feira 15 de Fevereiro de 1869.


*
.

A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
moa 35\ jsai?aiaa,i(aii2~iaa s
DE
Flix Pereira da Silva, successor de Gama
& Silva
0 proprietario d'esto estabelecimento convida ao respitavol publico dcsta ca-
pital ji vir surtir-se no grande estabelecimento que tem defazendas, tanto da moda como
de le, e as pessoas que negocam em pequea escalla, tanto da praca como do matto-
nesta casa poderlo fazer os seus sortimentos em pequeas e grandes porcoes, venden-
do-se-lhes pelos precos que se compram as casas inglezas ; assimeomo as excellentis,
simas familias, poderao mandar buscar as amostras de todas as fzendas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixeiros, para o que acha-se este estabelecimen-
to aherto constantemente desde s 6 horas da manhaa s 9 da noute.
PECHINCHAS
Novamente chegadas ao annazem
DO
DE
O atoalhado do Pavo
Vende-se superior atoalhado de algodao
cofa 8 palmos de largura, adamascado a
#OO a vara; dito de linho fazenda muito
superior a 3JiOG a vara ; guardanapos de
linho adamascados a 4#SOO a duzla e muito
finos a 8^000, e ditos econmicos a 3J>500
a duzia.
Crochs para cadclras a loja do
Pavo
Chegara os mais lindos panos e cro-
ch ou guarda bantras, proprios para ca-
deiras tairto d'encosto, como de balanco e
de guarnicfo, e outros comprids para so-
f, assim orno ditos redondos para mezas
redondas, ditos pequeos paraalmofadas, e
ditos para cobrir presentes, tmdo pequenos
al para cobrir um prato, que se veiWlem
por preco muito em oonta, na loja e arma-
zem de Pavo ra da Imperatriz n. 6G, de
Flix Pereira da Silva.
Fnsles para vestidos forneos
aSM.
Veadem-se os mais modernos fustoes bran-
cos flexiveis con pathoes de listas e de
lpicos proprios para-vestidos c reupas de
menino a GiO rs.-0'covado, na loja c arma-
zem do Pavo roa da Imperatriza. 60, de
FeKx Pereira da Silva.
Grosdenaples
Chegou para a loja do Pavo peto ultimo
varpor um grande sortimento dos melhores
grosdenaples pretos e de cores, tendo verde
tambem, que se vendem mais %arato que
em outra qualquer parte.
pECHINCHA EM AI.GODOSINHO 4 5500
A PECA HA, LOJA DO MW.O.
Vende-se superiores pecas de algodosi-
nho com 20 jardas a 93Q0 a pera, gran-
de pechinclia, na ra da Imperatriz n. 60
innazem de Fclix Pereira da Silva.
PECIHNCHA A 3:309.
Cortes de lea 3:500.
Cortes de la a 3:i0G.
Cortes de lia a 3:500.
L3azinhasa--280 ris.
Lazinhas a 280 res.
Lazinhas a 280 reis.
So o Pavo.
S o Pavo.
S o Pavo.
Vendem-se fconitos cortes de lazinhas
para vestidos eom padres modernos tendo
'ada um cortea4 covados pelo barato pre-
co 6e 3:500 rs, assim como ditas eia pegas
que se vendem a 280 rs. o covado, sendo
grat.de pechincfca na loja e armazem do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de FdUx Pe-
reira da Silva.
BABADINHOS
Vendem-se finsimos babadinhos, tiras
bordadas e ntremelos, mais baratos da que
em outra qualquer parte, assirn como eepar-
tilhos dos mais modernos, no armazeaa de
Flix Pereira da Silva, ra da Imperatriz
n. 60.
ALTA N0V1DAOE
A LOJA DO PAVO
Gurgucio de seda
Chegaran pelo ultimo vapor os mais be-
nitos gurgares de seda, proprios para ves-
tidos, senda lisos e'Iavradinhos, com muito
lustro, garantindo-se que a fazenda mais
linda e de mais phantasia que este anno tera
ahogado a este mercado, e vende-se por
preco muito razoavel, &a ra da Imperatriz
n. 64>, de Flix Pereira da Silva.
GHOSDENAPOLES PRETO A QUATRO
PATACAS SQ PAVO.
Vende-se grosdenapoles prelo de boa
juahdade pelo barato preeo de 1 .j280 o ce-
\ado, s na loja e armazea do Pavo., ra
da faiperalriz n. 60 de Feliz Pereira da
Sitos.
CAABRAIA BRANCA A 3;>500.
Vende-*e pecas de cambraia branca
transparente, com 8 e meia varas pelo ba-
rato preco de 3;>500, ditas muito finas tanto
lapadas eomotransparentes 4$500, 5(5O00,
05500, 7 #000 e 8,^000, assim como organ-
d muito fino tanto tizo, como de listas e
quadros na loja e armazem do Pavo na
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
ALPACAS LAVRADAS JPARA LUCTO.
Vende-se na loja do Pavo, as mais mo-
dernas alpacas lavradas para luctQf sendo
muitolargasepelo barato preco de800rs. o
ovado, s na loja e armazem do Pavo. ra
ila Imperatriz n. 60 de Fclix Pereira da
Silva.
Laaslnhas
A doze vintens.
A doze vintons.
A doze vintens.
Yendem-se laasinhas de cores muito bo-
nitas com desenhos miudinhos e grandinhos
com listinhas e pintas pelo barato preco de
240 ris o covado na loja. do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Feliz Pereira da Silva.
AS CAMBRAIAS DO PAVXO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
feas transparentes tanto inglezas como suis-
1 sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 5000 at IOjJOOO a peca, assim
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a IfJOOO, a vara, na loja do'
Pavo raa da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
FUSTJto BRANCO PARA VESTIDOS A 640
Na loja do Pavo vendem-se os mais mo-
dernas fustoes brancos de lista e cordao
muilo encor'pado mas muito flexivel, pro-
prfcs para vestidos.Toupes, penteadores etc.
etc., e roupa para meninos, pelo barato pre-
ce de 640 ris o covado, na loja e armazem
de Flix Pereira da Silva.
SEDAS COM LISTINHAS A 3,500o o
COVADO
Vendem-se as mais modernas sedas de
fistinhas para vestidos, chegadas pelo ultimo
vapor com as crres mais modernas que tem
vindo a este mercado, pelo barato preco de
3 rs. o covado na ra da Imperatriz n.
60 de Fetix Porerra da Silva.
Alpacas tarradas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais mo-
dernas alpacas lavradas com as mais lindas
cores, que se vendem a I 000, o covado,
ditas lisas teno tambem cor de canna a
800 rs,Mitas mescladas muito finas a 1:200,
o covado, e orfU-as multas fzendas Se gosto
e moda que se vendem mais barato do
que em outra qualquer parte, no armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60. fle Flix
Pereira da Silva.
ORGANDYS E5 COR
Vendem-se organdys de cores cm pa-
dres miudinhos em assentos brancos e de
cores pelo baratissimo preco de 360 rs, o
covado, finissimas cassasfrancezascom deli-
cadas cores e bonitos desenlios a 320 rs. o
ovado-e ditas a 300 rs, na ra da Impera-
triz n. 60, armazem de -Flix Pereira da
Silva.
RoHpas parafeomem
Vendem-sc superiores palitots de panno
obrecasacos forrados de alpaca e de seda,
eamisas inglezas e franeczas com os peitos
de esguro, ceroulas francezas de linho e al-
godao, meias cruas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e -de meia de laX assim
como nesle estabelecimento existe um grande
sortimento de pannos pretos, inglezas de cores, e que se manda fazer
qualquer obra a contento dos Srs. fregu*
zes, e promette-se-lhes queaero servidos
com a maior promptido e muito mais ba-
rato do que em ostra qualquer parte
na ra da Imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
or nados
Para amas e janellas.
Vende-se um grande sortimento dos rae-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janeilas, que se ven-
dem a I2000 rs. cada par at 25|000 rs,
isto na ra da Imperatriz il 60, de Flix
Pereira da Suva.
has
Vendem-se a* melhores chitas escuras para
casa sendo de cores fixas, pelos baratos
precos de 320 e 360 rs. o covado, ditas
muito finas francezas sendo claras, com pa-
dres de cassa a 360 e 400 rs, peehincha,
na ra da Imperatriz n. 60, armazem de F-
lix Pereira da Silva.
Grosdeoaples prpo
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, sendo de 2(5000 rs. o
covado at 4.0000 rs. garantindo-se que"
n'este genero ninguem tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que em outra
qualquer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira da Silva.
Poli de ehvrc a I %0 Vende-se poil de Chvre muito largo com
as melhores e mais modernas cores pelo
barato preco de lOOO o covado, na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60
de Flix Pereira da Silva.
PAREDES PORTO.
Tendo-iiios chegado ltimamente (jizendas inteiramente novas, convida-
mos por este me o ao respeitavel publico a que nos procure comprar fttzendas de
bom gosto e por precos que nao achara em outra qualquer parte.
Lencos bordados a 6,-J, 60500 e I2#00.
Ricos e bem escolhidos gostos de bis-
marks para calcas e paletots a 20500 o
corte.
Tambem tem par! acabar pecas de pan-
no de linho, com 27 varas, a I7# e 180.
Toalhas de linho para rosto a 100 a du-
zia.
Aos Srs. armadores de enterros.
Vendem-se pecas de hollanda preta com
40 covados a 50 : na ra da Imperatriz n.
48 ^52, junto a padaria franceza,. loja do
Lelo.
Attencao roupas feitas I! no armazem
do Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52.
Assim como temos um grande!, completo
e variado sortimento de roupas feitas: pa-
letots saceos, sobrecasacos, fraques, jaque-
toes, calcas, colletes, camisas, ceroulas,
chapeos etc., tudo por precos que admira!
Tem tambem um sortimento de roupas
ordinarias por preco baratissimo.
Acaba de chegar tambem um completo
sortimento de damascos de cores, sendo
azul, amarello e cor de caf etc., que se
vende por preco commodo. -
Admira!! Admira!!
Gravatas de seda a 500 rs. No armazem do Leo 111
GIkAas bordadas a 500 rs. No armazem doXeo!! 1
Lazinhas a 200 rs.!
Lazinhas a 200 rs.! 1 m armazem do Leo!! I
Lazinhas a 200 rs.! t No armazem do Leo f!!
No armazem do Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52, junto a loja de ourives
e padaria franceza.
Admirem!
Madapoles finos a 50, 60, 70 o 80 rs.,
s no armazem do Leo.
Chitas escuras de padres lindos por pre-
CO de 320 e 360 rs. o covado.
Cassas de cores com palminhas e com
listas de diversos padres a 240 e 320 rs.
Lazinhas cimentas e cor de bonina a
320 o covado.
Chitas clanrt iudfchas a 320 e 361).
Alpacas pretas e decores lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 00 rs.
Pecas de camtraia transparentes a 40,
50 e 60. Por este preco admira a todos I
Cortes de casemiras de quadrinhos e lis-
tas a 20800 e 30.
Corpinhos brancos para senhora a 30 e
30200.
Pechincha!
Cortes de cassineta de cores para calcas e
paletots a 10300.
Cassineta de cores com um pequeo to-
que de mofo a 400 rs. o covado.
Espartilhos muito finos a 40500, 50 e
MA POR MEDIDA
LIMA, LESSA & C.
14-RUA NOVA N.-14
Os propiietarfos d'esto estabelecimento acabam de montar urna das mais com-
pieas oflicinas de auaiate, encarregando a direeco da mesma um dos mais habis
artistas; e para melhor satisfacer aos seas freguezes tm um variado sortimento de ca-
simira de toda a quadade, pannos finos, brins, merinos e varios objectos proprios para
honem, assim como um completo sortimento de fzendas finas de toda a qualidade,
_______Xarartte-se a melhor qualidade da fazenda e o preco mais rasoavel possivel.
FZENDAS PRETAS
PARA A CUARESMA
augusto romo a c.
TOSSES
CAT1IIH0S
PASTILHAS PEITORAES
E LOJRO GEREJO
IRRITAQOES
DO PEITO
E' este o mais noto e delicioso coafeito t agora conhecido. Por isto tem adquirido r-
pidamente ajopularidade de que goza. Os mdicos os mais disnctos o aconselnSo contra
as touet, defluxot, caiarrhot, tosset convulsas, catarrhos epidmicos, irritaedes do peito. Com
grande empenho o procurio as mies de familia, assim para ellas como para as enancas, pois
primeiro que todo inoffensivo, e u suas propriedades adocantes nSo deixlo nada desejar.
Deposito em Pernambuco* cm casa de Maorer O*.
&&&
fina do Queimado n. 11
Receberam directamente da Europa as mais superiores fzendas prebs espe-
ciaos para a cuaresma, as quaes eslo vendendo pelos mais mdicos precos em vista
da -superior qualidade de.ditas fzendas.
ii/rt %oviiti:
Basquines pretas de renda, veedadeira novidade, para senhora.
GorgurSo preto de seda liso e com listas assetinadas para vestidos.
Grosdemples preto largo estreito de diversas qualidades havendo neste ge-
nero o que ha de melhor.
Basquines de croch ppetos, ditos de seda preta eom cintos delicadamente en-
fetados, elegantes pepluas de serla preta, fenos pretos de renda, modernas capitulas
pretas de renda e superioras vestidos de gorgurao preto bordados.
oirantique preto e braaco, bombasina, superiores princezas pretas. ferinos
de vero e trancados dos melhore*.
Os mais lindos vertidos de blond eom mantas, capella para noivas, superiores
fronhas de cambraia de linho e de esguio bordadas, e lindas colxas de seda e de la
para camas.
Saluda de halle brancas, azues e cor de cinza de gosto especial e ves-
tidos de cambraia braaea ricamente bordados.
Popelines de seda para vestidos lisos e com listas das mais lin
e laais bellos padres, e grande e variado sortimento de sedas tanto em cor
em peca. ,
Cortinados bordados pana camas e janellas, bales parisiena
molas novo gosto, bales reguladores brancos e de cor, espartanos e belhs colxas
de crodi.
Carniza* de linho inglezas para homem, chapeos de sol
grvalas modernas, pannos finos e casimiras d cor e pretas, e Outras muitas
que vendem por muito commodos precos.
A loja n. 11 da ra dpQueimado tem sempre o melhor sortimento del tapetes,
alcatifas e
las cores
tes.como
de seda,
fzendas
V
i
mu
mus
CIGARROS INDIANOS \
IDOCANNABIS INDIGAl
HARWACETICOSev.PARIS,^
SCFFOGiglt
lluflDllll
Todos o* meiM at hoje preconiados con ira a asthma nao ten sido mais itt que Mlliativos
debati de todas a formas, tendo por base a belladona, o estramonio ou opio. Recentes eipe-
riennas feitas em Allemanha, rcfpeudtteu Franca e na Inglaterra, tem proTado qne o enamo
indio de Bengala po&sue as mais notaveu propriedades para combaler essa temivel affeccio
assi como a tosse nervosa, a insomnia, troica laryugea, a rouqnidle, uineco da tu!
e as nevralgias faciaes. E' pois com o apoio da sciencia queofferecemos estes cigarros, presen-
do com o extracto de cnamo das Indias, que nos importamos de Bombaim.
Deposito em Ptrnambtsto, em casa de Mmmm c.
Esteiras da India para forrar salas.
SOFFMMENTOS D'ESTOMAGO, CONSTIPACO.-
cura .3i poocos dias pelo carvIo de bclloc em po ou em piilas.
EMXAQUECAS; NEURALGIAS. E*maffecess slpidas rspidamsnte pelas PEROLM oether i*l'CUHll.
AhEMiA, A PALLIDEZ e os sofirnentos que necestam do
empre.ro dos Jerruginosos s5o sempre combatidos com o melaor resultado
pelas i'lulas de vallet. Cadi Pilula tem incravado o norae VUUT.
PO' DE ROG. Basta dissolrer om frasco d'este p6 em me!
gvrali d'agua para se obtr urna limonada agradare! que purga sem l-
ser col cas.
VINHO DE QUINIUM de Abarraque. Este Ttoho, um dos
psucos cuja composicio garantida constante, i urna das melhores pre-
paraos.* de quinin?, sem acelo netavel sobre os eonvalescentes, dando-
lhes fo'css e apresando i volts a saude. Cura as febres sntigas que re-
sisUo so sulfato de quinino. #
MCILESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d'estas moles-
tas, cerno as scUticas, lombagos catarros, e todas as dores nerrosas era
geral sSo curadas pelas perolas de esjehcia de therebzntina do
r. Qertan. 0 professor Trousseau em sen Trtelo de tlierapeuiiee aceo-
selha ai para seren tomadas na ccasiio do jantar, na dos* de 11
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.-
GarantHopwo a de pnmeira qtaJidade, um dos peucos aprendes pab
Academia de medicina.
0 cordeiro previdente
fina do Uieimado n. 10.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
marias, de que effectivamente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, quslidades e commodidades de pre-
cos ;. assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
o espera continuar a merecer a apreciarlo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansid5o
e barateza. Em dita loja encontrarlo os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melliores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toilet.
Elixir odontalgico para conservadlo do
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada lina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente,
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradare! chei-
ro de rioleta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiroe, em frascos de dif-
ferentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas,com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invemisada contendo fi-
nas perfumaras, > muilo proprias para pre-
sentes.
Ditas de papello igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaris finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes noros e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composiolo de
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza c franceza para dentes.
Pos de camphora e outras di Aeren tes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.-
Um outro sortimentos de coques de no-
ros e bonitos moldes com filets de ridrilhos.
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciarlo de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUN'IIOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo. .
l'isellas e fitas para cintos.
Bello e rariado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa cscolha aogbslo do com-
prador.
FLORES JIAS-
0 que de melhor se pode encontrarnes so
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para viagem.
Bolsas de tapete e carteiras de couro, por
precos commodos.
Chapelinas de palha da Italia mui bem
enfeitadas, c enfeites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
rlo presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
0 Cordeiro Previdente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
Vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQUELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um rariado sor-
timento de gallos de lia, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos os tornam recommenda-
dos e apreciados ; compareci pois os pre-
tendentes que Serlo servidos a contento.
TAO BEM RECEBEU.
Novo provimenlo do bicos e rendas de
guepure.
LITAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homen-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimado n. 16.
Para familias
Grande Bazar, rna Xova ns. te e
35* Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porco de machinas pnra costuras do
autor Wkesier Wilson, approvadas na ulti-
ma exposicao de Paris, as quaes cozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser to suave o movimento,
que qualquer enanca de oito anuos fcil-
mente trabalha, e pode, com este euti(li-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A comprejienso
simples, pois em um quarto de hora se fi-
ca senlior do movimento da machina, ten-
do a mesma a propiicdade de fazer as se-
guimos costuras: pospontar, abainhar.
franzir, marcar e bordar, como apresentan
os desenhos que acompanham-nas. Os pro-
pietarios do estabelecimento se endarre-
gam de mandar ensinor n'esta cidade, e
garantem entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
perfeiclo a machina rendida, nlo tendo,
[Kirm, soffrido ella alguma arara. Ha tam-
ben! no mesmo estabelecimento machinas
to autor Grower A- Baker, de trabalho sim-
plcsmente mo, e outras com movimento
dos ps; e mxime todos os pertences das
mesmas machinas, para vender avulso.
de chegar os sabonetes de
alcatrao
Para curar as molestias da pello, taes co-
mo impingens, dartros, sarnas, *comicho< ;
e mais molestias de pelle sem occasionor
accidentes; desfaz as manchas do corpo,
pannos e sardas, restabelece a cor natural
quanto ;i cutis, soca, grossa, amarelleiila,
occasionado por alguma enfermidade, e co-
mo dosinfetantc e presenativo das molestias
contagiosas.
Deposito, botica do Pinto, junto ao quartol iJe
poliria, ii.I0.______________
Familia de Mandioca.
No trapiche da edmpanhia, largo do
Corpo Santo, ha faiiuha de mandioca de
Porto Alegre, ensaccada e de qualidade muito
especia!. A bordo do briguc Vorsui ha
para vender farnlia de mandioca de Santa
Calharina, fresca e de boa qualidade que
se vende a preco commodo; a tratar no es-
rriptorio de Amorim Ii mo, ra da Cruz
n. 3.__________________________
llluminacao.
RA DO CRESPO N. tC.
Duarte Pereira C, tendo recibido |
ultimo vapor grande e variado sortimento
de bales de papel de diversas qualidades,
c do mais moderno gosto, proprios para
illuinnacao tanto da cidade corno do
campo, assim o fazem constar a seus mime-
rozos freguezes e ao respeitavel publico,
alirn de que com tempo se previnam, \
como atiento aos ltimos successos da guei -
ra se espora a cada momento a fausta no-
ticia de sua concluso. A Iluminarlo ei
bales de papel alm de ser linda menos
dispendiosa possivel, bsanponeiantcs ven-
dt'ni-cs \)i>v preeos mui razoavais,
NOVIDADE
A?lS0. Todos
ettee medicamentos {orean aprovados pe* Academia
imperial de vuavn* de Paris.
Me-Jenein. MaM*.. . DEPOSITO *!, b. rasas, IS, ra* J.e.k Di-mcreiu ; flsajua 1 Penmonos.. aUnaasatO, Tsnean. Baiib et O. | c*wt- *< O.
A loja de Coelho d- Oliveira ra do
Queimado n. 19, recebeu pelo ultimo vapor
um bello sortimento de bales de diversos
systemas, os mais aperfeifoados 'que teem
vindo ao mercado, sendo :
Bales de guipur com tiras chamados
reguladores, ditos de musselina' abortos por
ambos os lados, de modo que sendo todos
de um tamanho servem para qualquer se-
nhora, de lia de cores, com tiras, e as se-
geintes fzendas:
Saias de lia com bonitas barras.
Chales turcos de seda e la Beatriz de
Tundas.
Fitas de guipur pretos Rocamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
I.asiuhas
Sultanes, Poil deChevre, Tricte, dito de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
Lia pora de cores a 360 rs. o covado.
Basquinas a Maria Antoniete.
Cambraias fantazia.
Ditas brancis transparentes e Victorias
Colxas adamascadas.
Cobertas chinezas a WSOO rs. e outras
muitas fazenda i que tornar-se-hia enfadonho
annunciar.
ESCRAVOS FGIDOS.
janeni
Fnirio a IX i!o cortete inez de )aiK,i
csciavo de boom FcUupe, cabra cun II jm i
idade, mu punco alto, sabraaeetlias prolas cid-
radas, os cabellos acaboeulado?, quando anda |.i-
za duro c com passos laos, lena nma nana de
caustico rio lado direito sobi o Bgado. levou cal-
ca debriin de quadrinhos pretos. cana de ir.a-
dapoloo, chapeo pelo de lm redondo, este i. -
vo eoslumava a (tanliar na ra condiizindo gene-
ros de una venda da ra Direia par.i a est;
das Cinco l'oulas. naiural do lugar Caahotinno.
da comarca ^e S. lenlo desla provincia, e oi
comprado ao Sr. J. Alves de Mello, morador no
mesmo lugar, presume-se que o mesmo esclavo
continua a (.'anhar na na..munido de um bilhele
fabo [irocurando senhor : pede-se aos Sis. capi-
tes de campo c mais autoridades policiaes a cap-
tura do dito estrato o lera-to ao seu senhor Jiw
Pereira do Miranda Cunda, morador em Sanio
Amaro, sobrado mande do Sr. Manoel Ceslodu.
n. 2i, que se pratillcar generosameste.
O abaixo assignado lecoiiuni-ada a captura
do sen esciavo de nonie Joaquim, mulato, fugid
do seu sitio do Monteiro, comprado aos seus do-
nos os Srs. Joo Goncalves da Silva. Vicente Ca-
valcanti de Albuquerqne e Alexandic Coins da
Sita, nest* cidade, por intejniedio de seus pro
curadores na pessoa do Sr. Manuel l-'ianciscoiv
seguintes: idade -lU anuos, secco do eorpo e um
pouco alto, bigode, cabello um poueo caraplnbado
e perneado, falta de denles, urna ofhmmaeao en-
cruada najunta da mao esquerda, falla a sertas
jo, muito descaneada e mansa : levou camisas d*
madapolao e riscado de alcodao, e calcas de brim
pardo. O abaixo assignado muito recoinnienda a
captura deste seu escravo todas as autoridad* s
e mais pessoas enearregadas da captura de eaera-
vos, nao s pelas diver-.K .idades, villas e povoa-
dos, como pelo sertio. para onde pode ter seguido ;
promette bem gratilicjr, e tambem a qualquer
pessoa que d'elle der noticia certa ; a dirigiren
seao sen escriptorio a ra do Crespo n. 15, ou ao
seu sitio no Monteiro.
Reeife, 27 de Janeiro de 18C9.
__________Antonio Joi Rodrigues dt Souza.
^ I",UR0 no ,,l;i '' rile o "esciavo Ja-
cmlho, Congo,idade avancada, bemprcto.falla mui-
to atravessado, quando anda a junta os joelhos e
torna-se or consequinte cambeta, tem urna pe-
quena croa no alto dacabe?a, costumr. andar coi i
um sacco as costas e um pao na mao, carregou
una calca de casemira \elha de quadrinhos com
um remend azul no joelho, paletot velho azul es-
curo, chapozuilio preto com o alto da copa pin
lado ou envernisado do encarnado : recommen-
da-se aos Srs. capitaes de campo e mais autori-
dades policiaes a captura do dito escravo e leva-lo
a travessa da Madre de Den- ., j,,> Joaquim Dias
Fernandes Jnior, que se gratificar generosa-
mente.
Bareges a 40Q rs.
So u i loja do Favao
Se vendem as mais bonitas.bareges transparen-
tes, proprias para vestidos com listrinhas a mita-
cao de ltetras de seda, e vendem- pelo barato
pregse um cru udo cada um covado, nicamen-
te na loja e armaiem do Pavao, ra da Impera-
triz n. 60, de FeJ Pereira da Silva.
400$ de grafifeafo
Fugio uo dia 11 de j;meiro do correte anno,
do engeabo Batalura. freguezia da Escada, o es-
cravo preto. crioulo, de i annos de idade, cha-
mado Marcelino, que foi do Sr. Joao da Cunha
na frente, cor preta, sabio de chapeo do chile pa-
letot e cal?a de castor, levando um sahuzinlio de
(landres com mais roupa, e .uppoe-so estarna
fregiieztl do Cabo : quem o apprebender Ieve-o
ao dito engenbo, ou ra da Senzala-nova n. 38,
escriptorio do br. Bernardino Pontual, tute i
bera a gratilicacao cima.
Aclia-se fgido desde o dia 39 de Janeiro
do presente anuo, o escraro Hercuiano. crioulo,
ae idade de M) a 43 anuos,
gumles : altura regular, secco do
Pre*4 Bagas bastante tilias, testa carnuda, pouca
barba, ana de dentes e com signaos de chicote as
costas; gratilica-sa quem o pegar e tova-to a
seu smho. ..juim_CvuJca
querque, no
ea do i
segundo;
a do Apollo n. 3*,


r
8
Diario
de
Permimbuco
y
Segunda
feira 15 de Fevcreiro de
./l

1869.
___
IfflEMITO. M,5gg;
> ultimo adeus de urna Perdida
0 paito dt MmiU i onf a tela
Toma as ftes 'la inart ifiie imprime nella..
Oner timas, ipH'r amor :
^e este fiott-e, e fl'stri anjo iinajtem sua,
Sp o I lUi adora o desvirta,
llus Seulr.
F. D/'is '.(i'-neiro.
Ono han Mste I"*' silencio augusto I
Toilns i doraren, e Bu swsWHo velo ;
Despre/.am tollos d'esVhora a seena,
Seet n tristonha que eti somente zelo.
As crespas aguas do ocoano imineaso
A pt-aia insultan cora horriveis gritos,
E o vento acorda do arvoredo as ramas,
Orn so]>ros terno3 e com ais afflietos.
As estrellas brilham no azulado espado,
<]om luz que indica da natura a paz;
E a la cheia, que da trra foge, .
Atrazd'um monte amortecida jaz.
N'est'hora morta de triste clieia,
Km que tudo assusla, amedronta, espanta,
Eu ouco, calmo, boira-mar sentado,
Uimi voz chorosi que assim descanta:
i Adeusa minha hora chegada
Demorar meu tormento nao devo :
L no co eu serei premiada,
D"osta vida saudades nao levo.
Adeus mundo de engaos
Qu a pe dida no olvido deixastes ;
\deus homens otaos
(ja mulher innocente enganastes.
O meu veo de pudor foi rasgado
Helas mos de um mancebo cruel.
Que, depois do pra/.er ter gosado,
Me fugioah ingrato, infiel !...
Me fugio,e no mundo eu fiquei
Aos escrneos do hornera, sujeita ;
Que torturas no mundo eu passe,
Onde seinprc a virtude suspeita !
Minha mi suas faces voltava,
Para mim que perda lhe pedia ;
E meu pai sua fronte curvava
Kde horror e vergonha gema I...
N'este mundo me vi to sosinha
Supportando da dr o martyrio,
Qua'l mimosa tenra avesinha
D'orphandade presa ao delirio.
Mas j sinto da morte o palor
Me rocar os labios convulsos.
Prosinto extingur-se a minha dr.
ais e solucos.
rfftfi CU S p
A minha aira
i&lAfthet
A minha ani sita-; o
o rfaatf ilftrno:
Jsaq se foge
ao soffri-

Metigar-se meus
Ar,cbata-rae morte querida !
De raorrer tu bera vs que carero -
o que val para mim esta vida,
Se Deus a minh'alma offereco ?
Adeusa minha hora 6 chegada,
Demorar meu tormento nao devo ;
L no co eu serei premiada,
D'esta vida saudades nao levo.
Foi este o ultimo adeus
Da perdida desgraciada" :
Da mulhcr abandonada
Aos honores da tortura.
Deixou da vida os tormentos,
E o co buscou enl evada
Dos arijos pela aorada,
Que diz ao justo ventura !
J. f. Carneiro.
Tmulo e l>er?o.
(Concluido)
Desci o degro, segurei-a por urn braco
no momento em que ella ia Umcar-SO ao
mar.
A mulher voltou o rosto para mim, e
disse rom dolorosa supplica :
Deixe-me 1
*Nao, respond; a senhora nao deve
morree.
A mulher desatou a chorar.
i Era formosa, meu amigo; as lagrimas
anda lhe rualcavam a belleza.
a Deixei-a chorar i vontade. A dr pre-
cisava d'aquillo.
No lim de alguns minutos, disse-lhe:
.(Suba; venha contigo.
Ella nao me ouvia; tinha os olhos fi-
los no mar como urna especie de desvario.
O sol su^ia lentamente no horizonte.
Repet as palavras; ella olhou para
mim, e disse:
Nem na morte posso ter a liberdade?
Morrer 1 disse eu; to moca e to
bella!
A moi;a sorrio tristemente.
c Dolis, luvantaudo-se como se tomas-
se u na resoluco-subita, disse, segurndo-
me na mo:
.- Subamos.
Subimos ao alto da rocha.
< Alii haviam duas pequeas lages; fi-la
e ntar cm urna d'ellas, e eu fiquei de p.
O senhor impede-me que me mate
FOLHETIM
1TH4RHA
POR
Jules Sandeau
XVI
Planos frustrados.
(Continuafo do n. 34)
Kinquanto se davam cslcs successos em
S. Silvano, parecendo que a mito de Deus
se descarregava nexoravel sobre a cabeca.
de Camarina, Rogcrio debatia-se no meio
de embarazos e mficuldades (fue de todos
os lados o perseguiam, envolvendo-o como
nimia rede, deque nao podia sabir.
Natureza fraca e potica, deixra, desde
a sua ultima visita ao presbytcrio, correr os
dias na expectativa de que surgira um cn-
o qualquer que o tirasse do escolho em
que se achava ; os das, portel, iam pas-
sando aera se lhe deparar novidade alguraa :
a sea situaco conservava-se na mesma,
ou, para melhor dizer, cada da que pas-
sava a torna va mais critica e perigosa.
Abstemos-nos, todava, de calumniar o
nosso joven here. Rogerio nao se retirara
cuvardemento da luta : l tinha alfcsuas es-
pera 3?as e nio so limitara a espectador
impnssive do drama do seu destino. Por
escomo o,co.
A deshonra ? disse eu.
so deshonra; foge-se tambera
monto. O soffrimento nao tem cura; mas
entre a morte e a deshonra, ha um meio
termo, que ...
-0 senhor um hornera honesto, n8o?
Jura que me deufl.RJ morrer se eu
lhe confiar o segredo da aiad vida?
Nao juro isso ; mas se eu tr que o
se^redo da sua vida s pode ter por des-
enlace a morte, deixa-li-hei morrer.
-Juraisto?
Juro.
A moca comecou urna culi rwrrac, io,
que eu lhe rgsumirei assm.
Era pobre, e orphia. Viva a .expen-
sa de sua madnnha, seplior'a rica, qu a
recomer em casa logo que me haviam mor
rido os pais. LtraballK.\a cora afinco'c
zeloafimde que nunca lhe pudessera laucar
em rosto ojpao que rijebia A' mdrinha
tiuha um fimo que desde os prmoirosdia-
comecou a requesta-la. Ella fingi nao ver
nada.
O rapaz era um eslouvudo, c ao mes-
mo tempo \im Tiomem gasto de roraco.
Via n'ella urna simples conquista. A friez
da mofa nao o dsarmu nem dissuidio, O
rapaz djzia militas vezes "que o corafo das
iniilheres era como1 a rocha das pris, aort-
de a vagavai bater todos os dias at gas-
* 'i-I n
' "A moca quiz um dia referir tudo mu-
drinha: mas esta era de um genio spero,
e estimara o filho cima de tudo..,'Tomen
que entre a aflirmacao d ella e a do filho a
velha aceitasso a segunda.
N'esse caso estara sera pao.
nvolveu-se pois na sua virtiul .
mdia pofem, poucos dias antes, a
insistencia da agua tinha vencido rdefta, e
a pobre moca teve urna hora em que olhou
para si coberta de vergonha.
Nao lhe arga a consciencia; tita ama-
va o rapaz ; antes aborreea-o. Foi. a vio-
lencia, nao o amor, que a vece.
Vendo-se perdida, m ica rsolve^ matar-
se: mashesitou: velou urna note mtira;
e no da seguinte foi referir miirinha o
seu infortunio. "
Gudou adiar um amparo: afbou se-
gundo algoz. A Bttdrinha expulsou-a de
casa. .
Acontecer isto na vespera.
A pobre moca sahira desvairada, sem
saber para onde ia. Andou toda a noute. A
idea da morte apossra-se do novo, do seu
espirito. Entre a deshonra da sua'vida e a
morte nao hesitou. Quera a morte.
Ouvi commovido esta narracio IWIi
cora lagrimas. Dia-me ver o destino d'-
aquellamoca, to bella, 0o honesta, lauca
da pela fatalidade ao protapic.
"A moca levantou-se.
Quvio a minha narraco, disse-me ;
bem ve que a morte o meu nico refugio.
Deixe-me passar.
E (leu um passo.
Eu segurci-a pela m3o.
Ouca : sabe o que vira fazer aqu I
Vira mo/rer tambera. Como a senhora,
fujo a vida, fntco como soy para lutar com
lia.
Tambem?...
Sim: mas, se eu a deixar motrer,
serei cmplice dt> um crime..
De um crime ? disse ella com dolo-
rosa irona; nao vai commett-lo tamtwm?
Mas a senhora tem o trahalho'honesto
como um refugio; eu nao tenho nada, por-
que nem tenho alma.
Senhor, disse-mc ella, dcscabida a
disenssao n'este lugar. Qaandq una crea-
tura chega to perto do tmulo j rao dis-
cute. Deixe-me morrer...
Acredita em 'Deus-?
Ella levantou os ollios para o' co, g_
respondeu:
Vou para elle.
Nao ; elle que vejo para us. &cha
que foi simples acaso este encontr? Nao
foi; avnbos nos fugimos vida, victima dos
homens. Deus nos guiou pelo mnsmo ca-
miuho para que nosencontrassemos, c para
que eu lhe dissesse: Nao tenho alma, re-
suscite a minha alma que morrn; faca de
mim o humera queja fui. Em troc d'isto.
eu s lhe offereco urna cousa ; a proteccao
de um esposo. Podamos ser desposados
na morte ; porque o nao seremos na vida?
A mora olhou para mim serii"dfcr pa-
labra; 'pareca que nao me comprehendia.
Era to estranho o que eu lhe dizia que
suppunlla nao ter ouvjdo bem.' Depois
soltou um grito, e cahio de joelhos.
Estarei eu j morta, disse ella, c isto
que ouco a linguagem dos alijos1 '
Anjo a senhora, respond eu incl-
nando-me e bejando-lhe a fronte. Levan-
te-se, que nao fem nada que a oiivergonhe.
Pelo contrario, se eu a salvei da rrorto, a
senhora salvou-me tambera, e miis recon-
clia-me com a vida. Uenasco chelo de ju-
bilo.
(,'asrao-nos. E' a minlia historia a
de Clara. Vamos agora procurar uin asylo
ignorado onde sejamos feli/.es. Somos dous
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------,-----------------------------------------------------------------.i-------------------------------
nem
i | ta
!
destrocos q i
disse o poela frapci
Abracei Amara* (|
raco.
O senhor
N3o, sou apeas um homem; mas di-
\e-ni j t'ir unta faWad*: i 'Wta Diogens.
Amaral e Clara vivem hojena Suissi.
Paris,Janeiro di 1868.
I". U r\
es-1
m
Ha nniPSjqo*1 Bfio a Bia.tenipi
pecio (le, talJBinau pai
usain e coifro una do
a(p#,lrW''tliieAW p"ofitii
Neste aso esui o sympathico noni
llia do lord Byron.
Quera repetir o nomo de Ada sem que
lhe acuda de sbito imaginariio a ijnagem
candida'de urna tiienina ou de unra' mica,
adornada de todos os dotes que qfracteri-
n;i)it o' entes privilegiados|do sexo mim >so
da creaco?
exhala -perfume,
.rosa de Alexan-
s. ci ;icoutrar o seu salao ilbimiiia lu, o pas-
awiijoaviveoeia algumas ho-
agradaveis.-
e^scolhida era a socieda-
> dos homens, como a das senioras, que
frequentavo a casa da viuva Soires.
.Catre tqtvtia) porm, lava-seun
tnacchoipf de suas ma-
neiras, c s dotes de sua intelligea-
cjae.taleDloera sempre c por t idos rece-
mais franca cordialidide.
|Baava^Belle Joo da Cunta, c te i-
do-se formado em direito na academia de
C ll...^l
ni una (lis ruis mais lequcutadas
fcslBtPoffWl-5-
soBncia para Jo da Cnuha or.i pobre e vi i i apenas
fflns rwirris rtv sen tralnlli <. N ivel anda
da na carn'ira que havia tiictvtad, iapesarde
-affeicao. elli iiittdligente, prudente, un se-,
nhora emliai criada e filha do grande mundo!
Se Ala |vess rpaao conheceria que
a esH rtylac3rrse li;riam subitalnahlie cd
berto^d fsIlWelfe fakes o *biS '-A
pobre senhora encostou-se. s costas de
urna cadeir. para nio cahir! Pa.isou-me
felo e^^lt ?m relmpago e peta, coraco
urna flecha.
Olhou paca a fllha, e disso-lae com urna
apparente e meiga tranquidadc:
E tu vibos se elle Te ama?-

Paulo, havia estabelecido ha [.ouco ais
t! ni -scHiihjriode advoci-
,da um nomu^qUe
o seto de nina
alguns brlhaiiles triumphos qu
) j havia
cu-
que d um
ai nuihf-rfs a
f
de uais osse
como
dria.
doce, meigo, e quem o recebeu na pa
ilo baptisiuo nao p6de sor senio urna mu-
lher formosa e capaz de inspirar sentimen-
tal to tornos como o seu propriir nomo
pitoc indicar".
Alera d'isto est- nome foi irnirrlhilisailo
por um dos raaiores poetas de 'nosso
tempo.
Q.iem tora lido seni eonsci-var una deli-
ciosa reminiscencia dessas estropties, pal-
pitantes du inspin^rio e si'iitimi'fito, que
frazem 0 oanho 'fl"ssa soboron poesa (pie
colloc ni o aiitud' m Jwtn no inemo
tal de Shakespeare?
O poeta il'Mxavi. n'essa h-^ra de sfiprfidi
angustia, transbordar de sin alma toda a
saudade o tristeza qu" o destino vario de
sua vida havia acetraWMdo li dentro.
nossas espeteos admiraveis do seu
coracao ulcera! >. qie melhor se coiltcce
todae'evac('.a.pioltaalma infelizmene ob-
secada polas idts do sceptisoirao perigoso
introducido na inodwua pliilosophia.
Mas vamos historia que o nomo que
servo de titulo a estas linhas prometb ao
leitor.
\ Ada que merece agora, toda a nossa
alinelo era na verJade urna encantadora
cr.'-aiura.
Teria miando iniit flifiza annOs de ida-
de. Sua estatura era ragular e saus lindos
olhos pretos suaveaieiUe aveliidados ti-
nham8ia expmsso to doce de bondade
c ternura, que a todos caplivava.
Nao era dossa alvura rnbicuada, jquo .di
ractdWsajhs orpinisa ;'i 's robost is e vulga-
res, a su i t tinha pHo contrario essa
transparencia aristocrtica,
alio do potica melancola
quem a natusezi adornou
attrctivo.
As qualidades de sin alma estavam cm
rolaco cora as porfeiroes de seu phyMoD.
KiM intelligonte. b.mdosa, ea fina educaco
que havia recobido ainda mais fazia malear
o nohro conjuncto de todos estes dotos.
Ada viva em compauhia de sua mi, que
era viuva, ainda bella, e a toibs os r.-sjuiitos
digna de venerarfio.
A viuva do Joo Soares, que assim se
chamava o pai de Ada, teve a coragem de
dexar sualilha aiada mu auno mais ao
collegio depois do fallecimiento de sou ma-
rido, ti vera lugai* eMfaM'fite dous anuos
antes de comerarmos a" nossa narrativa.
Privada da companhia de sua filha ; viveu
era completa reclusSo um auno intoiro, ate
que compltando a menina qaatorze anuos,
a mandn chamar para seu lado.
lia um armo pois que Ada eslava era com-
panhia de sua mai, e fallando a yerdado
quem as visse juilas antes suppora que
erara duas irms, do que mi e filha, to
gentil era I). Mathilde Soares, que (piando
inuito poderla ter trinta e dous anuos ,de
idade.
Sahiudo do collegio Ada completo a em
casa de sua mi a esmerada educaco que
havia recobido. D. Mathilde era una se-
nhora iitelligentee prendada, que teado
sido o modelo das esposas, devia ser tam-
bera o modelo dasmis.
A educaco do Ada nao era pois dessas
ednt-acoes frivolas e descuidadas, jue fe-
ralmente se d as mocas de iiossos salos.
Nao basta s que a mi de familia desem-
pnhe tridos os devores da domesticidade,
preciso que ella tenha tambera a illus-
traco necessaria para encantar o homem
a quem o destino a uni, e para que saiba
encaminhar a educaco moral de seuslillios
e fiossa escolher a carreira que de prefe-
icueia devem abracar, em refei-oacia s
obtido na tribuna judiciaria, os seus meios
nao estavam em relacSocom as exigencias
da sociedade em que wia,
Poucivs sao os que conheccm as tribu
1,-k.Vs de nina situaco semelhante.
Joo da Cuuha ni tinha o fro scepl-
c'sno deVollaire, nem as de.-vairadas aml i-
ces da raaor parte dos homens polticos
do seu .tempo, quo nao olham a cohereocia
em seu modo de proceder (uand ) preten-
d"ii alcaiirar um fimalmejado, tnaosah'ia
resistir aos al iquos violentos da sorle. se-
no com urna t%nobrc resiguaco. que
mais pareca cega coulianca na felicidade.
Quauto mais |irofuido era-o jralpe que
lhe mSMaLas circunistuncias. iniorera
esta
tamhei ibilidade
apivsentava para o a|wiar.
Tinha 28 anuos do dado o j
aaha que
estava por
E muito de cre
assim dizer s nO mun lo. \ mi rio do seu
pai, sendo elle ainda milito criar ica, succo-
deu pouebiufcpuis a d.- sua mai, e maLs
algans prenles que lhe podan servir de
amparo tiveram Ibjo em seguida o mesmo
destino.
c S restava pois a Joo da Cunha um tio re-
sidente no Maraoho, quedispondo de una
avultada fortuna, mas sendo demasiada-
mente forreta, de vez, era quando auxiliava
exiguamente a seu sobrinho, cencorrendo
tambem para qoe t-ruiiiiassi' wi S. Paulo
a sua formalura; mas que todavii lhe nao
dispensava urna proteccao segura c efii-
caz.
Joo da Cunha trabalhava pois com afiv
cae tenacidado para poder supprir cora os
seus esforcos iiiiliviihiaes as grandes lacu-
uas que a fortuna havia deixaibl em sua
exigencia.
Joo da
esn ero e nun-
ca deixou de apresenlar-ae' na sociedade
c im i um verdadeiro cayalheiro.
Tambem a--casa 4a,, viuva Soares nin-
guera inquira qual era nele sentido a po-
sirllo do oanccbo.
jContcotayam^se envipr^ciar a sua ro.'iver-
Ape/jir/k'esta lula quolidiana
Cimba \estia-so com todo o esn
sarao espirituosa e" attraatva, sem se iin-
portarem se ra rico ou pobre o homem
que Ttssim sabia I unar-sc o en "arito o o
enlevo aquella sociedade mimosa.
A frequenc'ra das visitas de Jro da Cu-
nha a casa da viuva Soares pnduzio um
Ella.rjom'oconfasaoQi'.masou creio
que o dvinho.
Nunca: nem urna palavra te falln a
esse rfspelio?
Nem urna.
Bera, minha filha; eu esta noute .pro-
curarei ver se posso consolidar a tua feli-
cidade.
Oh! minha mi! Acredita entSo que
eu $erei feliz casando cora Joo da Cunha?
que elle querer ser meu marido ? que se
realisaro todos os meus sonhos ?
Creio. Ada; e esse o motivo por
que no fiz objeceo alguma ao que acabas
de me revelar.
D-me um beijo, miuha mi.
Toma-o, filha; e recebe n'este beijo
a transmisso da minha alma.
Um moz depois d'esta secna Joo da Cu-
nha eslava casado com a filha de D. Mathil-
de Soares.
A ventura d'este par afortunado seria
completa, se um desgo$lo profundo lhe nao
fosse eusornbrar o horizonte.
D. Mathilde padeca horrvclmente depois
do casamento de sua filha. Estava quasi
desfigurada.
Una afleixo sbita do eoraco punha a
cada -momento a sua vida em risco. De es-
paco em espajfo davara-lhe desmaios, em-
que, permaneca por alguns momentos como
mora.
Com o tempo a doe^a fo-se aggravan-
ilo. >is ultimas esperancas coraecaram a
abandonar a enferma; e com ella a todos
quantos rodeavam o seu leito. A morte ap-
proximou-se de repente.
A noute desceu portanto sobre aquello
niiho de amores, que pareca fadado nica-
mente para os raos do sol c os perfumes
das flores da primavera!
D. Mathilde confessou ao sacerdote que
lhe ministrou os ltimos sacramentos a ori-
gein de sua morte prematura. Era urna
paixo que se nao poda arrefecer seno
no gelo de tima sepultura, se os gelos da
sepultura podem apagar os incendios do
eoraco.
D. Mathilde expirou.
Joo da Cunha e Ada sao boje o modelo
da felicidade conjugal.
Sua mi morrendo do amor foi como a
ourysalida que re rompe para dar orgem
a urna creaco esplendida.
Candido.
Inspirou
igual
suas vocacoes c qualidades intellectuaos.
A viuva Soares, bstante rica e relaciona^jaela cabera que ambas amavam
da com as prindpaes familias da turte.fTOmem!
singular o duplo effeto.
sontimento mi e a lilha.
Cma, a priineira, com os olhos da rollo-
xo recouhceu u" maineb:' todas as qua-
lidades que. o poderiamrecommendarcomo
um niaitido digno de fazer a felicidade de
sua mulher, amava-o com o eoraco e com
a cabera; pelo seutimentoe pela razo.
Ada, porm. amava-o com esse amor vir-
ginal e espmtanco da priineira quadra da
juventiule.
O olhar, a intelligencia, os modos de
Joo da Cunha, exemam sobre a moca
urna verdadeira c syrapalliica fascina-
t;o.
Mo o amava nem por calculoi nem pm
vaidado, nem [wlo natural iiStiqcto que at-
traho t.idas as mocas pa-a o cisamento.;
em jpouco tem-
po os pongos da situaco cm nue so
achava.
Sejn autorisar por urna manfetaco qual-
ipier o signal ile sua predilecfq, elle en-
controu-so realmente em um lance arrisca-
dsimo.
O son eoraco escolhia de preferencia a
menina ; a sua idade, as suas tendencias,
e mais do que tudo as suas aspiraces futu-
ras, nclinavam-o para esie lado franca e in-
contestavelmente.
Mas de que maneira daria elle a eonheoer
este seutimento, sem offender o amor pro-
prio daquella, a quem reputava tambara
como urna das sehoras mais dgitas de fa-
zer a ventura de um homem ?
De da para dia se complicava o erabara-
co. oio da (nlia-comprehendia perfei-
tanwnte que ambas as sentoras o estima-
;vam; porm citas quo nao Ibes passava
o mesmo
amava-o s pelo amor!
Joo da C^nha percebou ci
perigs da
pouco depois que Ada voltou para casa,
abri os seus sles a um pequeo e inti-
mo circulo de sus rotacoes mais predilec-
tas.
as noites em que nir.frequentajja os
espectculos ou fazia visitas, era'tpiasi eer-
raas de urna vez, nos ltimos 'dias, voltra
elle brecha, mas todas as vezes seu pai
lhe responder :
Casa com ella, se quores ; nao tepo-
nho obstculos ; mas peasa bem que nao
tens meios alguns, e qu, posto muito me
custe, nada poderc fazer por ti. I.embra-
teile que esta propriedade tudo oque,
possuo hoje, e que antes do dous mezes
pertencer legal e legtimamente a tua ta.
Rogerio, nao tendo argumentos para lhe
contestar, curvava a cabeca e calava-se.
Posto que educado na opulencia, nao te*
mia a pobreza, mas, anda assim, riao po-
dia olTerecer a Camarina, a classca chou-
pana, dourado sonho de amores, quapdo se
tem vinte annos. Decidido para tudo quan-
do consurtava a sua coragem, recnliecia-sc
impotente quando avfiava os recursos de
que poda dispor. Tinha nveja do operario
que encontrava cantando com as ferramen-
tas ao nombro ; invejava a sorto do ira-
balhador, quo ao menos possuia ma ca-
bana de colmo sob que abrigar a mulher
e os tilhos. Parecia-lhe que tiuha. dirtitos
de revindicaco contra seu pai, eirpe, re-
correndo justica, as ebusas eormm de
maneira diversa do que o conde affifraava,
mas *ua igapmiQia das rca4jfta^ da
vida*razia ^nete nao tivesse sobre as-
sumpto WaS'eTiactas e determinadas; alm
d'lsso, por falta de energa ou aates por
cavalheirismo, senta repugnancia per. tal
procedimento. A idea de instaurar iMia de-
manda e proseguir n'ella revoltava-lhe os
instinctos e honrorisava-o atrozmente, lias-
tavam os termos do processo que sea par
empregava, quando arabos fallavam a.esse
respeito," para a razerem empallidecer, pa-
recido-lhe que eram uns monstros iilipos-
siveis de vencer.
Era elle como urna d'aquellas jarras fra-
gese preciosas que se quebrara mais
leve pancada, urna d'aquellas organsagoes
delicadas a quem Deus d delle'za e recusa
a forra, como se fosse licito suppo-lo cioso
da perfejco da sua creatura.
Que resolver, pois ? Que partido havia
de tomar ?
Rrevo porm se offereceu oceasio de
proporcionar um desenlace a to singular
acontecanlo.
Ada confessou sua mi quo imava Joo
da Cunha. Esta vacillou. NunCa tinha at-
tenfado para a possibilidado de semelhante'
Avaliava o soffrimento de Camarina, mas
que dizer-!ho ? Ao ponto a qu cliegra,
depois de lhe haver furto prolisso do seu
amor e deibcaco^omo ira agora confes-
sar-lhc que se via'fmbarac/ado para comprir
a menos importante das suas promAsas ?
Omelhor emais shnpis seria sem duvida
confessar-lfie tudo, mas oppunha-se a isso
o seu amor proprio, e depois Rogerio con-
tava sempre com urna inspiraco sobita,
com urna aurora, que nunca raiava.
Desgracadamente, nao eram "estas as
nicas latas, os nicos combales que o
mancebo tinha a sustentar. Desde gue o
conde e sua irma vsavam ambos a ura
POTJCO DE TUDO.
UM PORTUENSE DESCCNDENTE DO
MAKQUEZ DE TAVORA. No The Wahe-
fu-IiL Journal an^ Exam'uier, de 18 ilode-
zembro ultimo, encontramos a noticia do
falleciiuento em Liglaterra, do respeitavel
negociaute e propretario portuguez o Sr.
Jos Luz Fernandes, eslabelecdo em Wa-
keield.
A importancia e a consideraco de que o
Sr. Fernandes gozava entre os inglezes.
\ -se de mh exteuso artigo biographico que
o referido jornal publicou. O Sr. Fernan-
des era neto do marquez do Tavora. Des-
protegido e pobre, pela desgiaca da fami-
lia Tavora, o Sr. Fernandes, que nasccu
no Porto eml dejulho de 1790, foi para
Inglaterra tendo quatorze annos de idade,
na companhia do Sr. J. Todd Naylor, rico
negociante do las em Wakefield, sob a fir-
ma J. oW. Naylor A C. quo certaineiite ti-
uha retacees com Portugal.
Educado polo Sr. Naylor, o Sr. Fernan-
des tornou-se um perfeito ingiez e at na
o Sr. Fernandes
rvasse amigos iio^Porto, e que algum
lhe sobreviva. Cojnoielv m data de seu
nasciiae^to, tinha fete#j oio annos.
A^fhulia Tavora nWtmHa o appellido.de
Fwnfindes, m fui extincia e riscada
dos livrojda nub; ,, lodosos
Ntparentes adoptaran li*ii apjltllidos
para prono ai |,, Fernan-
des, i a ni
MODAS. Damos"-em seguida a revista
das trias ultimas de Pas,. que encontra-
mos nos jorWfis-dePortogal, vindos sabba-
dp-pelo vapor frapcez Guiennc :
Os toilettes de baifc comeama ..
der toda a attenco (las Sras. elegantes,
pois que se esperara toilettes riquissimos
este invern,e de muita originalidade. Todos
estes toilettes sao um composto tle gaze,
tulle, rendas e setim.
f Algumas Sras. tentam fazer revi ver os
toilettes estylo Henrique 11!, mas creio que
nao obteem'graude uecesso, pois que por
emquanto s predomina o getero Luiz XV.
Os donaires, as caudas de corte usadas
sobre as salas curtas na frente, os lacos de
selm, as rendas, tudo compile os toilettes
regenc*, acompanharjos dos polvilho?, que
vao ser usados este invern.
'.Por especial favor podemos ver alguns
d'estes- lindos toilettes, destinados Sras.
da alta aristocracia e que vamos descrever
s leitoras.
Vm dos que adiamos mais bonitos, e
de lindo elfeito, era de "kfitmf oranro, rom
pequeos salpiOos d(f^oiro, priineira saa
formando cauda, segurida saia nberta aos
lailiis e guarnecida de renda. Tnica de
gaze de seda branca bordada com estrellas
de oiro saliindo dos lados da frente, e pren-
dendo as pntas meia saia. oom um laco
de setim branco, tendo no meio urna roseta
de gaze. Corpo de setim degotado, tendo
por cima um tufo do gze prendendo sobre
os hombros, e atraz com lacos de setim.
Este tufo formava eoraco na frente. Cinto
redondo, e mangas formadas por um tufo
lo frase.
Devia completar este toilette um pen-
teado com estrellas d'oiro. L'm outro toilet-
te tambem muito bonito, era a priineira saia
de tulle, tendo embaixo um folho estreito, e
cima d'este folho um tufo passando por
baixo urna tira de setim verde. Asegunda
saia tambem de tulle aberta nfrente,
apandada os lados e_ airis, e toda guar-
necida com renda de "Inglaterra posta fran-
zida, c cima d'esta urna grinalda de rosa
e folhagem. l'ma cauda de corte, de se-
tim verde, sae dos lados e cobre o lado de-
traz da saa. O corpo de setim verde for-
ma bico as costas, e termina por um cin-
to formado de lacos de setim verde, fechan-
do atraz oom um tufo de rosas, sbindo
d'estas oito bastes pela saia abaixo. Mangas
de tulle formando tufos divididos com
rosas.
Outro nao menos bonito, era a prinni-
ra saia de setim azul, teudoem baixo dous
tufos de tulle. Saia de cima de tulle branca
guarnecida de renda e apanliada era todas
as costuras por una ruche do setim azul,
terminando em baixo com um laco do mes-
mo setim. Corpo degotado de setim ten-
do urna bertha de tulle guarnecida de ren-
da e ruche, redonda as costas, e apanha-
da em cima dos hombros com lacos de se-
tim, vindo prender adianto na cirtura com
um laco de setim.
Para passeioos costumes d'este Inver-
n sao quasi todos de panno, panno ve-
lado, ou veludo de seda. Muilos sao
compostos s de saia redonda, e Mfacn
com tinto, temi lai;o atrae feito do cagues,
que artsticamente juntos formara uirt ele-
gante laco rom duas ou tres pontas largas
cabidas.
Outros tambera de sarja, se fazcm cora
mantelete redondo, ecoui duas saias, sendn
a de cima levantada, formando pouf. Vi
um costme para Sra. que eslava bonitn.
religio, pois que abaucou a da igreja an- era de veludo preto, tendo a saia por bai-
glicana. Dedicando-se vida commeraial
foi negociante de cereaes, e tomn urna par-
te principal na foiaaaco do algumas com-
panhias e de diversos estabelecimentos de
Wakefield. Ainda inuio- joven entrouno
servico da guarda rural daquella cdade e
districto, chegando ao posto de capilo dos
districtos de Wakefield c Yorkshiro sob o
commando do primeiro lord Wharnclift. Mais
tarde foi director dacardado de Wakefield
e.commissario dosimpostos, exercondoain*
da outros cargos de grande consideraco.
Tambem foi um dos fundadores e protecto-
res da igreja da Saatissina Trndade de
Wakefield.
Tendo grande influencia .poltica no par-
tido conservador, apoioupor muit >s annos
a candidatura do seu amigo o Hqn. Wil
liam Sebright Lascelles.
Amado e respoitado entre os seus vi/.i-
nhos, o Sr. Fernandes viveu sempre vida
honrada, abastada, activa e lab uiosa, dei-
xando considorave fortuna a sua viuva e a
seuSfilhos. Ainda vive em Coinibra urna
inna do Sr. Fernandes. O Sr. Jos Mar-
ques Braga, digno viee-consul do Brasil em
Liverpool, e ha pouco agraciado pelo jjover-
no com nina condecoraeao, era sobrinho do
Si. Fernandes.
n'elle o orgulho de wsciuiento, o appetite
dos gosos a que nos arraslam o mundo e a
fortuna, mostran lo-llie a-socedade par-
zienseoomo um Edn, de que olla possuia
a chave.
Esperar c confiar no poder occidto e mesmo fnn, a urna mesma ambico, -tudo
myslrioso que nvocam os espiritos fiacos, em Bigny conspicava contra Cathafma e
cujo apoio os fortes encontram em si contra o amor de Rogerio. Por maio de
meamos. respeitos simulados para com este amor,
xo nm folho de setim preto, guarnecida
por um lado e-outro de randa preta, casaco
com a mesma goarnicO, cinto de setim
formando atraz um loque composto de pe-
queas basques de setim guarnecidas de
renda.
Apparecom muitos casacos tanto era
veludo como em panno, todos tendo einto
como cima disse, guarnecidos de setim
ou tafet.
Os penteados sao mnito altos, os cabel-
los levantados sao dispostos ou em rolo ou
em bandos frisados. O ohigann formado
pelos cabellos atados o mais ltopossivel,
cahem em carares sobre o peseoco. O chig-
non liso, nao deixa de ser tambem usado.
Cora estes penteados impossivel sa-
rem-s.' enfeites volumosos, mas sim algu-
ma joia pequea, ou alguraa flor, disposta
com arte entre o cabello. O diadema esty-
lo Henrique III tambera ser mmto usado
este invern.
Os chapos, cada vez mais pequeos,
sao raudo graciosos. Vi um muito, bouito.
de veludo, guarnecido de renda preta, ai
grette ao lado, brides de veludo ore
com ura laco de renda. Un outro de ve-
ludo preto, com um diadema de plumas
azues, d'um eleito lindissimo.
Ao mesmo tempo Malvina redobrava de
amabilidades & sedueces para com seu
primo. Para ebegar com mais segurauca peri
a urna ra ascendencia-sobre o eoraco
deoRogerlo.'fizera-seconfidenrr' otftciosa da
sua paixo e das suas tristezas. C
guida a entrada na eidadela sob pretexto
de lhe levar soccorro, n perda o menor
oosejo de a desmantellar.
Todos os dias adiava para o immetjialo
sua ida ao presbytcrio, esperando que
n'ess meio tempo-.. a-situaco raudas se de
face,-esperando desde pela manhaa at.
nout#por um vento propicio que varresse
todaas nuvens e obsta'culos.
Njidia seguinte tudo estava na mosma,
e Rorio acordava mais perplexo e irre-
solutl do quo s' deitra de vespera.
Tiria laucado mo da penna, mas os seus
escriplos resentiam-se da m disposigao do
era d
cami
entra
io fazia voltar o cavallo" pela relea e
casa mais triste do que Mira.
pwi
ao
ixar
j tao cruelmente ultrajado, fa;;iam-s-lhe
allusoes prfidas, mas com tanta finir e
calculada hypocrisia, qn Rogerio n
menos, poda ter a coasoiaco de se q
ou romper abertamente a sua iia.
Urnas vezes era o coado quo falla a
respeito de Catharina, affectando urajea-
tiraento de esaggerada deferencia : oiitras
vezes era sua irma que diriga pftbre
rapariga al|uma d'essas plavra>
desdem que matam, soaM'isso terffln o
irito. Por vezes montara a cnvtllft awttea .primeira vista, qaando nao a|on-.
ccSoao presbyterio,. pornaameio teaiafiie a Sra.T Barnajon, chaman jo a'
togen
parte "seu sobrinho e em convesa hibil-
mente entabbftda, procorara deapiriar
O conde o sua irma estavam de aceordo
para ftwilitftrem aos dous jovens largas
lloras de Cimversa, evitando contrariar os
progressos da sua intimidado.
"Durante o dia Malvina
tt*t****""ta i*5o larga va o
no para o distrahir, (atCiiwo--llie. Fi-
la amWB'taaa Mas seas tvdAcias ; j
ia quae eram as ariajeoas1 btedilectas.
algunfa tez Rogerio onseguia escapar-
noute, ella esperava-o volta,' vmo o-
nortrala o ao piano, entoaRdo
SMthl
citeriores (I* porta, em postura meditativa
oldTJaaella. erabueada no seu albornoz,
r olharcs inspirados eos tongos cabe*-
l<3 fluctuando sobre Os iKrtrrorrjs. De ma-
ja encontrava-a na-faftrla.
A balda dos amantes fallarem da sua
paixo. Na falla de confidente, di-la-ho
saves que pairara, s nuvens quepassam.
Contrariado e offendido ao principio, o
joven visconde acabara por se sentir agra-
decido ao interesse que sua prima lhe tcs-
temanharae'arrvez mesmo ciiegAra a ex-
entar attivio n'qoqias
dr. Malvina Justilicava essa confiaBl
peta maneira aftciosa com que, sob o
pVotevto de lhe #irar as feridas do corafio.
mas largava e Invenlfiav. Usava do un-
artifteos para exaltar Catharina, que a
coilocavam rom ps nbaixo da torra, tinha
urnas maneiras de lisongear Rogerio, qu
por vezes lhe. faziam'perder a cabeca. De-
pois, sempre sob o manto da compaixo.
havia de longe em looge unsais reprimidoe.
uns ornares humedecidos, uns silencios ar-
detilelt ''^BW "Uflia tiMtMila^^NsiSRl "CWn
m5o lurtha. T* -HlHUlnt*"*^t*v^|f-
nosso joven amiao resista a todos eies
assaltos. mas ribera HBWte que aqael-
! aldia* j' winha ajpesma. Jimpidf:
ia i
j nao se rellaca no seu coraco
que ceiaerftoAaid* d lago
sopro da terapestde.

fContfnnar^st-a).
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ffr, do ni ir. iu- iti;i.!AJKfis k
mim i
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