Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11757


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Full Text

>'

y
I
ANNO XLV. NUMERO 25.
'
PARA A CAPITAL E LEGARES ONDI NAO SE PAGA PORTE.
Por tres mozos adiantados...............'* 6000
Por sois ditos idem........... ........ 12000
' Por ura auno idem..........4*......... 24^000
Cada numero avulso.........r......... #320
QUABTA FEBI 3 DE FEVEREIRO DE 1869.
m
8
PARA SEERO E FORA DA PROVECA.
Por tres meaos-adiantados......I.....
Por seis ditos-iflem. .. .
Por nove dito idem.....:
Por um anno.......? .
64750
134500
20<$250
27000
DIARIO DE PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria St Filhos.
SAO AfiEMTES:
,-r wa A* ninr!i nn rp-ir Antonio de Lomos Bra^a no Araeatv: JoSo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Antonio Joaquim
0s 1*. Gerardo Antoi Ata 4,m*. noPar,rConnives* Pinjo no, Mnh5o tan1W^ O'-'^'^Srau da ^'mSUm w*. em SanU> An.ao; Domingos Jos da CoSU Braga,
Cima*, ..anead,, em Wg'^.^^*^ g^ Al'a^; Dr too rns Alves, na Babia; e to Mr. E-** Janeiro.
PARTE 0FFICIA1.
Ministerio da Guerra.
enramando cni chele b todas as tareas brasi-
leiras eni aottfaedee OMM o governo do Paraguay.
Onartel general em Assimipc-a ., 11 de Janeiro de
1*69.
Illin. e Exm. Sr.Communirn a Y. Exc. que no
ilia :i de novembro de ti>7, IHMeceuem Hamayta,
unde era dolido ramo prisionero de guerra, o eo-
ranel do corpo de engenlieiros Frederiee Ca metro
le Camilos. ,
Deas guarde a V. Exc Illm. e Exc. Sr. barao
de Muritiba, ministro e secretario de estado dos
negocios da guerra.Mrquez de Caxin%.
\oficias da guerra.
Comranndo em cliefb de todas as toreas brast-
leiras ea ojieracpe contra o governo do Paraguay.
Assumpco, l'i de Janeiro de 186!).
ollliKM DO DA N. 272.
Desde queme convenc, pelos diversos reeonhe-
eimentos a que niandei proceder e alguns dos
luaes posoalmenle assisti, de que o inimigo as
onde se coUneara. nao poda ser atacado de frente,
e pelo tlauco direito, em cmsequeucia das dilh-
euldades iuvenciveis que se oppunham a marcha
do exereito, provenientes di- ni bandado a trans-
poT de toga e meia d? exteusao, e cujas aguas
*;ram abastecidas pelas da lagoa lpn, tratei de le-
var a efleil i o plauo, que cooecbcra. de p intor-
nal-n peto Banco esquerro; sondla base das opc-
rariies ulteriores o Gran-Chaco.
Era de neeessidade extrema abrir por elle a es-
Irada, por onde o uossO faercKo, passaudo-se do
port de PMinas. marchasse al o pulofronteiro a
Villeta, n i qual se acharan j alguns dos nossos
navios cncotiracndos. Malta virgens, terrenos jia
maiorpartealagadio.se a extensa > depe
tres leguas a pereorror, eram o- senos obstculos.
que se tinlia de veHMr, para que se padesson co-
ler os resattadas que en linba em vista.
Pazendo Justica ao reeonlecido merecimento,
- zelo infatigavel e completa dodieacao do Exm.
marecnal de campo Alexandre Gomes de Argollo
Ferrio, o ncarreguei de lao ardua quanto glo-
riosa misao, semlo-me summamente agradavel
aanuociar ao exereito que aquelle distineto gene-
ral, eoinpreliendendo a tarefa de iiue o enearre-
gaei, a executou dentro do curto espaco de 21
dias, abrindo una estrada larga c commoda, com
estivas de consideravel extensao e ditas pon tes que,
o inimigo. O ardor e ontliusiasmo com que nossas
tropas me seguiram e ataearam o inimigo, luram
taes, que esto comepoii a recitar e, d'ali a pouco.
ugia em completa debandada. A nao ter sido o
paim estado em que se aehava o camintio se-
guio pelo Exm. teuento gen.-ral viscoivle do Her-
val \ tosa do terceiro oorpo, sua extensao de tres
legCM e-o tompo-imlwi tensavel para bater e des-
trocar urna pequea p rlida paraguaya que ene m-
troi:, S. Exc. toria chegado ao campo em lempo
de corlar compleUimente a-fuga do inimigo.
Seis pecas de artilli; lia. muniroes e arinamen-
io llt todii especie e grande numero de prisionei-
roa foram os trophos dotan da de gloria para as
anuas alliadas, lirand) sobre o campo 600 cada-
vena e declarando os prisioneros que o inimigo
Uvera tora de combat 1200 bomens.
Ao amanhecer do dia 7. marchei a testa do pri-
meiro e segundo corpos de exereito e m> dirig
para m poatsdu na vesiera coiupiistadas, mis
quaes se baria mantillo o Exm. tenente general
viscnde do Herval ct m o terceiro corpo de sen
coiriinando.
0 inimigo, abrigado as mallas, pareca acre-
ditar que com ellos iai ws travar combate, mas vio I c
i .i 'i-anilo um pouco alai do porto de Palmas.no
lugar denomina*) Santa Tbcreza. ia terminar em
frente Villeta, evitando por um ngulo divergen-
te as l"ivas de Angostura.
Tendo'determinadoque n> dia 2'ide novembro
prximo passado, fbrcassem aquelle passo os en-
couracados que ainda estavam a quetn-delle, as-
sim o praticou o Exm. Sr. visconde d inhania
eom lelo, interesse e abnegacSo, com que sempre
se tem prestado em tudo quanto tem dependido da
esquadra brasUeira que lab dignamente comman-
da. E porque recebesse na tarde desso dia tele-
gramtna de S. Exc, no qual participando-me o
que Oca rol'erido, me tlizii ter observado que o in-
imigo tratara de fortilirar-se, julguei dever quanto.
antis apro-ssar m nba passagem c a do exereito
para o Chaeo; o que se vorifieou namanhaa do na
26 e com felicidade, apezar de estar a estrada com-
plctamente damnifleada pelas aguas flnviaes que
haviam-na coberto, e pelo exeessivo creicnnento
das do rio Paraguay e arroto Villeta. () exereito,
lazend) sua marcha atravs de mil pongos que a
rada instante o estorvavam, deu mais una prova
de sua disciplina, valor c resignacao.
Na madrugada de 5 de dezembro prximo pas-
sado. ama columna de 8,000 Bomens de infantana
e arylharia ao inando do Exm. marechalde campo
Alexandre Gomes de Argollo Ferrao, bem provida
e municiada, se embarca em alguns dos nossoa
encouracados e monitores, passa pelo porto de
Villeta, onde o inimigo nos esperara, e vai desem-
barcar com a maior felicidade as barrancas do
porto de Santo Antonio, duas leguas alm de Vil-
leta. soguindoeuenmoExiu. Sr. visconde do Her-
val, c o grosso do exereito expedicionario s 2 lio-
ras da tarde do referido dia 5, e desembarcando
no ponto mencionado.
A forca de cavallaria que fazia parle da colum-
na expedicionaria, segnio por tetra parallelainen-
te ao rio ate o ponto denominado Sania Helena,
que fica 'em frente das barrancas de Santo An-
tonio. -
as ordens e instruceoes que en dera ao Exm.
marecbal Argollo, comprebendia-se a de procurar
elle oceupar, logo que descmbarcassi', a ponte do
arroio Itoror, para evitar que o inimigo, preve-
nido do nosso movimento, "lomasse netla posicao e
nos dispulasse o passo; mas, nao tendo sido ab-
solutamente possivel que aquella minha ordem
fosse < xecutada, pela demora que se deu no em-
barque e desembarque da cavallaria em barrancas
ingremes e que se esbroavam ao pizar dos eavallo?,
r.conheci, percorr,endo as localidades, que o inimi-
go oceupava j a mencionada ponte do Itororo.
No dia seguinte 6, ordenci ao Exm marecbal
de campo Argollo que, a testa do 2o corpo sob seu
eommando, tendo por vanguarda forras das tres
armas confiadas ao intrpido e valentc coronel
Fernando Machado de Souza. avanrasse sobre a
posicio inimiga que na realidade era para elle
sumiamcnte vantajosa, por consistir em urna ele-
vada col ir a coroada de espessos capes de matlos.
que se poda abrigar e emboscar, fazendo-nos
fogo sem soffrer elle grande prejuizo.
O Exm. Sr. tcnento general nsconde do Herval
recebeu ordem para marchar testa do terceiro
corpo, por urna vereda no flanco esquerdu, tendo
por missao contornar por abi inimigo, cortando-
Ibc a retaguarda no momento em que, batido de
frente, procurasse elle evadir-se.
As torgas que, sob o eommando do Exm. maro-
cha! de campo Argollo, tiveram de avancar por um
desfiladeiro estreito, guarnecido nos flancos por
matto cerrado e que ia terminar na ponte do Ito-
ror, comecaram a soffrer o fogo de artilbaria ini-
miga, desde que assomaram no ponto culminante
do desfiladeiro, sem que porisso tivesse de affron-
xar a gailiardia com que avancaram.
O immigo rompe tambem nutrido fogo de fuzda-
ria para evitar que o intrpido coronel Fernando
Machado estorbos foram baldados, porque aquelle bravo of-
icial, avanzando sempre, desaloja o inimigo da
ponte; mas alii cahe morto, sellando com a perda
de sua existencia, sua dedicacio e coragem que
em todo o exereito eram proverbiae*.
0 inimigo, conscio da importancia intuitiva da
posicao que abandonara, voha a reconquista-la,
empregaado os mais pertiuaieg esforcos : tres ve-
zes a jtonte do Itoror por nos tomada, e pelo
inimigo retomada. .,.,._,
0 fogo de artilhana e fuzlana nao cessa um so
instante o inimigo manobra para poder nos cortar
ora direia, ora esquerda. Os Exms. marechal
de campo Argollo e brigadeiro Hilano Maximiano
Antones (iurjao sao fendos no sen posto de honra,
onde teem combatido como bravos. Entrando cn-
tao eu na rea do combate, conhect o estado, em
nue elle se aehava e qual a situacao das for?as do
inimigo e daquelles do segundo corpo de exereito
nosso que estavam em fogo.
Tendo mandado retirar os generaes fendos, guiei

que o primeiro e terceiro corpos contramarcha-
vam, seiiuindo pelo lia ico esquerdo e que o Bagan-
do :orpo. ao mando i.o Kxin. Sr. brigadeiro Jos
Lu! Menna Brrelo, mascaraiido nosso iiiovimen-
10, p.'rniauecia as mesillas posbes. Meu lim,
del manando a marcha pelo Hinco esquerdo, era
coi .tornar o inimigo e buscar a passagem do arroio
Ipaa que, eom elT'ito, s 5 horas da tarde estova
por nos transposto sem resistencia, e o nosso exer-
eito acampado em terreno elevado e abrigado.
No dia 8 expedi as ncressarias ordens para que
avfncasse o seguudo :orpo de exereito e viesse la-
zei junecao com o irimeiro e terceiro, devendo
partir da< posices. em que licra, entre meia noi-
le e una hora." No dia 5, ao levantarem acampa-
mento as tropas, chocara o segundo corpo de ex-
ereito. nao tendo encontrado em seu transito obs-
rt taclo de cpialquer n taren que fosse. O potrei-
ro Valdovmo, ponto i nportante c estratgico, foi
alravessado pelo exereito brasileiro, tendo havido
romas pequeuo tiroteio entre o corpo de infanta-
ra inimiga, que all B aehava e o nono da niesma
anua do nosso exer-ito, c as 3 horas da tarde
ac impava as proximidades do rio Paraguay, no
Inrar denominado Guarda Ipaa, em cuja frente
se aehava a nossa esr uadra encouracada.
Durante a tarde desse dia, a noite e o da se-
gi inte einpregaram-se os encouracados e inonito-
res em transportar para esse pouto as divisoes de
cavallaria coininandadas pelos Exms. hngadeiros
bario do Triumpbo e Joo Manoel Menna Barreto,
que haviam j feito sua passagem do porto de Pal-
mas para o Chaco,ordo ainda liana tambem urna
brigada composta de tres batallados de infantana
co iunandada pelo coronel, honorario do exereito
Joi de Oliveira Bueno.
Ao toque de alvorada do dia 11, ordenei que os
dilferentes corpos c!e exereito se puzessetn em
m:.rcha, seguindo o terceiro na vanguarda, o se-
gundo no centro e na retaguarda o primeiro. A
divisan de cavallaria commandada pelo Exm. bri-
gadeiro baro do Triuuipho e lorie de ol) ho-
uiiiis, seguio pela csijuerila, com o lim de cortar
a retaguarda ao iniu igo que, eu sabia, aehava-se
nc arroio Avahy, di-posto a disputar-nos o passo,
toldo ordenado'ao Exm. brigadeiro Joio Manoel
Mauna Barreto que, com a diviso de seu coni-
maudo, composta de 900 nomens, seguisse pelo
llanco direito, encarregado de, por ahi cumpnr
igual commissw, que foi dada ao Exm. barao
do Triumpho. Com as foreas da vanguarda mar-
cliou a quinto diviso da mesaos arma, couiman-
dada pelo coronel Jos Antonio Correa da C-
mara. .
Ao aproximarm-se nossas torcas do arroio A-
v ihi, vi que o inimigo, forte de o a 6 mil bomens
das tres armas, estar estendido em linha de ba-
talha, no intuito de i os disputar o passo. O F.xm.
lente general visconde do Herval recel*u ordem
para mandar que nessa artilharia rompesse o fog_p
sobre a linha inimign. carregando sobre ella a 5'
diviso de cavallaria e tres batalhes da-infantona
do 3' corpo.
Apezar de um temporal horrivcl, que neste mo-
mento desabou, foi til a intrepidez com que nossas
torcas carregaram, que o passo foi transposto e o
inimigo obrigado a ibandona-lo. Nao sendo po-
rui, sulllciente a forra nossa que avanzara para
manter-se na posicao conquisuula, e sustentar o
fugo contra o iiiiil-j que procurava, a todo cus-
i, desalojar-nos, disso rao dar-me parto o Exm.
lente general visconde do Herval, quem orde-
nan cnto que lizesse avancar o resto das infauta-
r.as do 3o corpo, seguindo eu com as infantarias e
artilharia do 2o pelo flanco esquerdo. Quando es-
se movimento se operava, chegou-mc a noticia de
baver ido ferido gravemente por bala de fuzd, o
Exm. tonente general visconde do Herval, que por
isso se rctirava do combate. Nessa occasiao, de-
t;rminando eu que o i" corpo de exereito, ao
mando do Exm. br gadeiro Jacinllio Machado de
liittencourt. formas.se a reserva, avancei a testa de
todas as foreas coitra o inimigo, que atacado e
acossado nos diffet entes pontos em que procurou
tomar posicao, fazendo contra nossas massas fogo
horrivel de bombas, metralha efuzilaria, teve.de-
pois de quatro horas de combate, de recuar para
1, planicie, sendo nessa occasiao carregado intr-
pidamente pelos Huncos, pelas nossas arrojadas
i avallaras, licaado completamente desfeito.
Com dezoito canl oes batalhou o inimigo no me-
i oravel dia 11 e 17 delles cahiram em nosso po-
t'ier, tendo-se preci|)itado as aguas do arroio A-
vahy o ultimo. Dous coronis, um tenente-coro^
nel, dous majores e muitos ofliciaes subalternos
llcaram pristoneiro;., alm de 800 e tantas solda-
dos e de mais de 600 feridos, que foram recollii-
c.os aos nossos hos pitaes.
A mortalidade lo iniugo excedeu a tres rail
bomens, que forai i por nos dados sepultura.
Onze bandeiras, una quantidade extraordinaria de
municoes de guerra c de armamento, e duzentas
rezes completara os tropheus desse da to gloro-
so para o exereito brasileiro. Sao contestes todos
os prisioneiros em asseverar que apenas 200 ho-
rneas, quando muio, em grupos de 16 a 20, po-
deram escapar, de toda a forca paraguaya que
nos deu balalha nesse dia
Acampado em Villeta, deiiberei que um movi-
mento geral de nossas cavallarias, tivesse lugar
na noite de 17 para 18, tanto pelo flanco esquer-
do das posicoes que oceupavamos, como pela
frente onde se aehava postada a vanguarda ini-
miga, cujo flanco direito me parecen completa-
mente no ar. Uira columna, ao mando do Exm.
jrigadeiro Joao M inoel Menna Barreto, marclwu,
pois, pela esquerda, tendo chcg?do aos lugares
donominados Capilla e Aregu, que apenas dis-
tam legua e meia de Serr Lelo. Nao encontrou
essa forca partida alguma inimiga, a quem tives-
se de bater, nem porcao consideravel de gado
para arrebanhar, m dos pontos de sua co nmis-
sao; mas, durante o seu trajete, deparou com
um numero extrae rdinario de familias paraguayas
era muitas das quies iam ainda feridos do com-
bate de 6 e batolha de 11 e que por ordem de
Lpez, abandonavam, espavoridas, seus domicilios
procurando o inerior. Os esforcos empregados
por aquelle general, seus ofliciaes e pracas pode-
rain conter a fuga precipitada desses infehzes,
convencendo-os a voltar aos seus lares tranquil-
los acerca de nos; as intencSes.
Afira de evkar que qualquer forqa fosse manda-
sob as ordens do Exm. barao do Triumpho, lo-
masse posicao tal, que interceptasse o cammlw
de Lomba, resultando da |iericia e vigilancia, com
que esta cominisso foi exeimtada, que a prmiei-
ra columna expedicionaria nada soffresse, tanto
na ida romo na volta.
Dous regimentos de cavallaria, postados alera
da Satina Branca, foniwvan a vanguarda H tor-
ras de Lpez, o o eorouol Vasco Alvos cumpno
com tal tino e intrepider a commissao de que o
twearrogue de os sorprender e bater, que fot Jo*-
lamente com a forca sob san eommando sabir na
retaguarda dos corpos da cavallaria inimiga, coda
mu dos quaes se comnunlia de 200 homens Um
delles que se pode aperceber daapproximacaoaa
nossa forca, disparan e fugio: flcando, porem, o
outro coipletamente derrotado e desfeito; pois
que rento e tantos foram os cadveres encontrados
sobre o rompo, cahindo em nosso poder 53 prisio-
neiros, incluindo-se neste numero 5 oIBciaos, que
declararen! que alienas o seu commandante- e um
cabo de esquadra foram os nicos que desse regi-
ment escaparam.
Eniquanto se operavain estes movimentos, aran-
ara eu testa da quinta diviso de cavallana,
ominandada pelo coronel
Jos Antonio QMtea
da Cunara ede una forja de infantaria que man-
dei fazer alto em distancia de meia legua da resi-
dencia do dilador Lpez em Lombas, com o lim de
proceder a um minucioso reconbecimento sobre
este ponto e lugares adjacentes, ebemassim sobre
a fortilicacao de Angustura.
Tendo deliberado, em virtnde desse reconhe.'i-
mento, que um ataque geral e smoltaEOO tivesse
lugar sobre a Lomba Valentina e Augustura, det
as precisas ordens para que na madrugada do da
19 o exereito se patease em marcha ; mas a era-
ra copiosa que comerou a cahir durante a noite e
que ronlinuou no dia seguinte, fez com que so
pndesseinos levantar acampamento s 2 horas da
madrugada do dia 21, seguindo o exereito em
duas alas, cada urna das quaes contnha forras
das tres armas, sendo nma commandada pelo
Exm. brigadeiro Jos Luiz Menna Barreto e a nu-
tra pelo Exm. brigadeiro Jacintho Machado Bit-
lencourt e ambos sob o raen immediato eom-
mando.
Urna liora antes de marchar o exereito, seguio
o Exm. brigadeiro barao do Triumpho testa de
una columna de cavallaria, forte' de 2:500 bo-
mens, com ordens e instruceoes de contornar o
inimigo na Lomba Valentina, explorar o Potrero
Mannor, arrebanhando todo o gado que alii en-
eontrasse, batendo quaesquer partidas que pu-
desse aleancar e interceptando a communicaeao
entre Lpez e as foreas de Pikiciry, ou quaes-
quer outras do Interior. A jornada comerou bem
porque nossa vanguarda sorprendeu e captaron
dous piquetes avancados do inimigo que estavam
de observaro aos nossos inovinintos, e dos quaes
se nao pod escapar una s prara.
Ao chegar em frente da extensa linha fortificada
uo Pikiciry, ordenci ao Exm. brigadeiro Joo Ma-
noel Menna Barreto que, testa da diviso da ca-
vallaria sob seu eommando e apoiado em suOlci.m-
te infantaria e artilharia avancasse pelo nosso llan-
co direito, procurando romper e aswhar essa
linha pela sua retaguarda. Esse general nao so
coinprehenden perfeitamente a natureza da com-
missao de que eu o ncarreguei, como a executou
com a maior felicidade e denodo, atacando a trin-
cheira pela gola, tomando-lho 3 canhoes de dil-
ferentes calibres, matando-lhe 680 homens e fa-
zendo 200 prisioneiros, entre os quaes figurara
100 feridos. Una quantidade extraordinana de
plvora e municoes, de armamento de toda csjie-
cie e de algumas'bandeiras, completaran! este bello
feito de arma que solou e sitiou completamente a
Angostura, aifindo nossa coniinunieaeao directa
parte das seis que cahiram em nos o poo>r na
ponte do Itoror, seguindo-se rusto que o ijiiniigo
nao possue boje ura s canhao de qualquer <|alibre
que seja que nos tivesse pertencido.
Para completar as vantagens da notite dii 21, o
coronel Vasco Al ves pul dirrmte ella e fogo
incessante que a acomjianhou, arrebanhar mais
de 700- rezes. que, por'orden* de Lpez, procura-
ram sabir para o Serr Leao.
Durante o dia 22 e 23 as forras argentinas, ao
mando do Exm. Sr. g.'iieral l>. ICBW A. Gelly y
Obes, ento seu comiiiandante iin chefe e as orien-
tacs sob o rom.o nido tambem era chefe di Exm Sr.
general D. Henrique Castro, e bem assiin a brigada
de infantaria nossa, co iimandada pelo coronel An-
tonio di Silva Paranhos e telo o eorjo de a tillia-
ra a cavallo ao inando do coronel Emilio I lallet,
se passaram de Palmas para este acampamento
pela linha do Pikiciry, ja env nosso pmler,
que soffressein da gnarnico da Angostura
or hostilidade.
De aceordo rom os Exms. Sr. generaejs
chele, Geliv \ Oftes e Hemique Castro,
mandar ao'dicl idor Lpez intimaco para
do praso de 12 horas e sein interrupftw de ti
dades. dein'.r as anuas, evitando assiin a continna-
i;ao de d.uTanninento iniHil de sangne, e vista da
posicao critica em que y, noss manobra, o havia
enllocado. ^^na^BMk-^is i
Que era nome da rcrigio-ajBlJIfmaw^ade e
daeivilisar > na < quizesse e|| c mi ilo art <
minio danacao paraguay, e que peranto
naroes alliadas, e o nnroilo rivilisado, nos <
posabilisavamos pelo sanguc intil qiv ai
esse de correr, e pelas desgnieas que iam <
oer s que j pesavam sobre a repblica do
goay.
dictador Lojk'z receben o parlanietitn
e sem
a me-
cm
sol vi
Jentfo
ostili-
ila as
re-
da ti-
ccres-
Pura-
e, no
lim do praso marcado, mandiva sua rt posta,
queixando-se do pouco caso com que havr i sido
tratado pelos generaes ajilados, desde que propuze-
ra elle a paz ao Exm. Sr. general Mitre, confes-
sando as derrotas que solfrera no Itororo e Avaln.
declarando estar prampte para tratar da paz era
lases elle dizia nn'ljaa* e rematando com o asse-
verar que, tendo lido a intimaro aos seus generaes,
chefes, ofliciaes e soldados, todos unnimemente se
haviam decidido pela continuaco da guerra, sendo
que elle Lpez combateria testa delles em quanto
houvesse um soldado.
Ao clarear do dia 25. quarenta e seis canhoes
que eu mandara assestar durante a nenie, rompe-
rain contra as trincheiras niraigas horrivel bom-
bardeo, fazendo cada bocen de fogo 511 Uros,
acompanhados de una quantidade nrodigiosade
foguetes a congreve, que cauSavam alm 4' gran-
de mortalidade as massas iniraigas, muitos e visi-
veis estragos. Em seguida ordenei que as duas alas
do exereito brasileiro avancassem, para ore upar as
posiees de que haviam sabido dorante o i.ambar-
deio,' ganhando inais terreno se para isso opportu-
nidade se offerecesse, o que praticou com ordem c
intrepilez, sendo o inimigo desalojado, e obrigado
a abrgar-se as niattas que existen) no deelive da
colina para a retaguarda.
Capito do 8.-batalhao da guarda nacional.
Teifln chcgaeV'i ao meu conhecimento, qne uina
toread ?cavallaria inimiga de 400 a 500 nomens
esc'olhidos tentava sabir do reducto, com o lim de
bater um corpo da mesma arma nosso que eslava
colloeado na extrema esquerda para interceptar a
passagem do Potrero Marn or. ordenei ao coronel
Vasco Alvos que lomasse posicao conveniente para
carregar e destrocar essa forca. a qual com elfeito
sahio-as 5 horas da tarde e cora tal irapeto foi car-
A vista do estado de sitio completo, era que h-
via tleadn a fortilicacao de Angostura pelaataque
da linha do Pikyciry e peliwpusieo que, em sua
retaguarda, guardavain iwwae trojias, entend, no
intuito de evitar que o sangne continuasse a cor-
rer sem- necessidade, de acconlo com os Exms*.
Srs. generaes alliados, mandar imi dia 28 intimaeao
escri|)a ao coronel paraguayo Lucas Carrillo, p-
renle prximo do dictador Lpez e commandante
da Angostura para render-se con as torca sob
seu coraran ndo. no prazo de 12 horas sob pena de
ser a fortilicacao at irarta por agita e por ierra,
mandando eu por ciu pratica todo o rigor das leis
maniata
O parlamento nao produzio resoltado, por que o
referido enmmandaote- dn fortaleza nao quiz re-
leebera inlimaeo, pelo motivo de ser empregado
militar do dictador Lpez, rtckiirst elle ainda em
seu mu ful general na l/tinlm IVnViir/wi c de ser
eom elle queros generaes alliados deveriain entcn-
der-se directaiuente.
vista disto, levantei campo ao alvorecer do
dia 29- e. frente fas foreas do exereito que jul-
guei conveniente, marchei sobre Angostura, apro-
xiraondo-me de sitas Indias fornicadas, para mo-
far as reronherc*, e, quaido designava s nos-
sas tropas as |osicdes que doviam oceupar e fazia
assi'starabateriaquetinba de enmelar o assalto.
bombardeando o. inimigo. appareceu em mas li-
nhas banileira partaaHntar, e d'ah lia pouco nina
commisssao de olliciaes pai-aguayos se apresMta-
va com olliri.1 assignado pelo coronel Lucas Car-
rillo e tenente-eoronel George Thompson, inglez,
commandante da batera, eontendo materia lio
frivola, (pie desde logo me convenc ojoe aquelles
ofliciaes, arrenpendidos do que haviam praticado
na ves|>era e adianto do quadro medonho da fome
que comecava a desenliar-se era Angostura, procu-
ravain un pretexto de comnosco entender-se so-
bre sua rendico.
Minha resposta foi <(ue, aproveitando a oppor-
lunidade que se me olTerecia. mandava intimar aos
commandantes da Angostura para renderem-s
com as foreas que commandaram, dentro do prazo
de seis horas, atorando no caso negativo a forta-
leza, para o que tudo eslava dsposto, como os
couimissarios vam e testemunliavain.
Hora e meia depois voltavam1Jos|niesnios cora-
missaros, trazendo ura outro oflicio dos comman-
dantes acuna mencionados, no qual diziam elles
qup. querendo satisfazer os desejos manifestados
pelas tropas de seu enramando e com o fim de
mais fcilmente as poderera convencer sobre a ne-
cessidade da rendieao, pediam, sem que duvidas-
sem um s instante' do que eu Ihes havia mandado
dizer, que una commissao dos ofliciaes paraguayos
viesse ao nosso acampamento e fosse por si mes-
mo verificar que Lpez, depois do soffrer comple-
ta derrota, fugira, abandonando aquelles de seos
soldados que nao haviam surcumbido no combate.
Nao Uve a menor duvida em annuir a esta soli-
citaco, recebendo, como recebi, cinco ofliciaes pa-
raguayos de difterentes patentes, fazenao-os pas-
sar pelo centro do nosso acampamento e, man-
dando que, acompanliados por dous de meus aju-
dautes de oompo e escollados por um esipiadrao
de camaiiaria, fossem visitar o tneatro dos ultiims
acontecimetos na Lomba Valentina, o que elles
pratiearam. voltando muito impressionados, nao
s pelos testemtinhos inequvocos quoencontrarain
da earnagem e derrota do seus romiiatiiottscomo
pela liiiinaiii lade e igualdade rom que viram ser
tratados em nossos hospitacs de sangue os para-
guavos feridos.
O prazo que eu havia marcado expirava a4
ao fogo os ^^^^^^. da o"r Lpez de Lomfia,rom o uto de hostilisar a
*^>;V*^"^^?^ columna expedicionaria cima referida, ordenei
com o porto de Palmas e inutilisando todas as di-
liculdades naluraes e da arte, de que o miratgo se
fizera cercar pela frente e pelo flanco dirciio.
Emquanto to brilhante successo se passava na
nossa dreita, ordenei que as outras foreas avan-
cassem para a frente, rom o fim de se proceder a
m reconhecimento armado sobre o reducto mura
go no qual se aehava cntrincheirado o dictador
Lpez atestado que lhe resta va de se i exerei-
to. Neste momento recebi parte do Exm. briga-
deiro barao do Triumpho de haver elle com sua
costumada pericia e bravura cumplido risca as
ordens e instruceoes que recebera, pereorrendo
eom suas valentes cavallarias o Potreiro Marmore,
batendo e destrocando urna forca inimiga que en-
controu, e capturando 4,000 ubecas de gado gordo
e descancado. Deterrainei entao que, fazendo es-
collar todo o gado capturado para-Villeta, se nian-
tivesse era posicao tal, que podesse qom felicidade
fazer junecao "das torcas de sua columna com o
grosso do exereito que segua para a frente.
O inimigo, que desde o meio-dia que avistara
nossas foreas rou.peu contra ellas fogo de suas ba-
teras, teve de as faser caTar pela resposta imme-
diata c certeira dada pelos nossos canhdes, em
quanto as infantarias descancavam e t imavara
algum alimento. '
Erara 3-horas da tarde, quando mandei dar ao
exereito o sgnal de avancar e carregar. Todas
as nossas tropas rivalisarara em denodo e coragem,
avaneando rpida e intrpidamente sobre as trin-
cheiras inimigas, collocadas no ponto mais culmi-
nante de una elevada colina, para dentro das
quaes suas foreas se haviam recolhido, obngadas
pelo nosso nutrido bombardeio. As 6 horas e nao
obstante a mais pertinaz resistencia do inimigo,
haviam nossas tropas feito brecha e transposto o
fosso, achando-se dentro de urna das hnhas da
trincheira, na qual tambem penetrou a columna
de cavallaria do Exm. baro do Triumpho, que se
approxima. a ouvindo o fogo e que do campo so se
retiron depois de haver recebido um glorioso, mas
felizmente leve ferimento.
Reconhcceu-se entao que o terreno Interior do
entrincheiramento favoreca extraordinariamente o
inimigo, por conter extensos e successivos capots
de matto. dentro dos quaes se emboscavam suas
infantarias, alm de grande quantidade de arran-
chamentos em todas as direcQoes, cada um dos
quaes se poderia tornar um baluarte, sendo abso-
lutamente impossivel que nossas cavallarias pu-
dessem manobrar em terreno tal, juncado alera
disto de cadveres por toda a parle. Ao entrar da
noute, o tempo, que durante o dia fra de excessi-
vo calor e de trovoada, tornou-se borrascoso, ca-
hindo chtiva copiosa e incessante, que innundou
todo o terreno por nos oceupado. O reconheci-
mento estova feito; mas como as vantagens que se
haviam colindo eram grandes e nos estayamos
senhores de una das linhas de fortilicacao inimi-
ga, deiiberei a todo custo manter-nos as posicoes
conquistadas. Oinimigo, reconhecendo por seu lado
a importancia dessas posicoes, procurou, durante
toda a noute e sem cessar, rehav-las, fazendo
sem a menor interrupcao vivo fogo de fuzilaria e
artilharia.
Seus esforcos, porm, foram baldados. O intr-
pido e calmo brigadeiro Jacintho Machado Bitton-
court, que apesar jjaachar-se com um vesicatorio
aberto, em ronseqapeia de seus graves soffrimen-
tos de ligado, entrn em fogo e se houve durante
toda a noute com tal galhardia que, ao alvore-
cer, o inimigo recuava e nos nao havamo cedido
um s palmo de terreno
Quatorze canhoes inimigos que se achavam
assestados na linha que tomamos, cahiram era
nosso poder, cabendo-ine a satisfacao de annunoiar
ao exereito brasileiro havermos retomado o canhito
32 Withworth qde, pela inimigo fra arrebatado no
ataque di 3 de novembro de 1867 em Tuyuty, e
bem assim as duas das quatro por elle tomadas no
dia i de uaio de 1866. As outras duas formara
pie eciararam que _.
os da cavallaria paraguaya e que todos os soldados
de que se compunha, eram pelo menos condecora-
dos com urna medalha. Nao devo omillir' que o
dictador Lpez assistode una pequea colina esse
massaerc, a que sujeitou a torca escolhida.de sua
cavallaria, sem ter a coragem de a proteger.
Tendo deliberado dar contra as trincheiras do
inimigo assalto geral e decisivo, mandei que vnte
e quatro boeas de fogo, convenientemente assesta-
dase commandadas pelo coronel Emilio Mallet
rorapessem, ao amanhecer do dia 27, nutrido bom-
bardeio contra o reducto inimigo na sua retaguar-
da, fazendo cada boca de fogo cem tiros, i A testo
de urna columna forte de 6,000 homens, dos quaes
faziam parte 2,000 argentinos sob o conintando do
Exm. general D. Ignacio Rvas, marchei contor-
nando as posiroes iningas e collocandofme em
sua retaguarda a meio tiro de fuzil. j
Terminado o bombardeio, que nao so rausou
grandes estragos e mortalidade no inimigo, mas
que parecen t-lo aterrado e completamente des-
moralisado, avancei com a columna, a cuja testa
me aehava, sobre o reducto, sendo o movimento
simultaneo cora o que pela frente fizeram os Exms.
Srs. generaes Gelly y Obes e Henrique Castro a
Trente das torcas de suas nacionalidades, das quaes
faziam tambem parte tropas brasileiras aa mando
do Exm. brigadeiro Jacintho Machado Bitlenrourt.
O assalto foi dado com o maior imi>eto c galhardia
rivalisando em arrojo e intrepidez as torcas das
tres armas que nelle tomaram parte, masl cabendo
inquestfonavelmente as honras da jornada a arti-
lharia, que depois do bombardeio avancou por mo-
do tal que penetrou as trincheiras do inimigo com
as linhas de nossos atiradores. I
0 inimigo, cortado em todas as direceoes e dei-
xando o campo coberto de pilhas de cadveres,
buscn a mata que coinmunicacom o Potrero Mar-
mor, tendo cnido em nosso poder mais quatorze
canhoes, urna quantidade extraordinaria de gene-
ros alimenticios de toda a especie, rolos de fazenda
c la em grande quantidade, muita plvora, muni-
coes de guerra eannamento, bandeiras, c beinas-
sim toda a bagagem, trens, eqnipagens, guarda-
roupa e papis de Lpez que, em vez de cumpnr
o que dissera em sua resposta nossa ptiniacao,
combatendo emquanto lhe restasse um so soldado,
proferto ser um dos primeiro? ou talvez o pnmei-
ro a fugir cobardemente, esquecendo-se ate da dig-
nidade que se deve guardar e manter np propno
infortunio. L ,
Apenas 90 homens o acompanharam e destes so-
mente 25 com elle chegaram ao Serr Len, onde
tocou de passagem. Durante o dia, grupos de pas-
sados sahiam da mata e vinham apresentar-se as
nossas forras, figurando entre elles algumas pes-
soas notaveis estrangeiras, como o medico inglez
Wiliiam Stuart que no exereito de Lpez servia ue
chefe do corpo de saudecom a patente d>! tenente-
eoronel e um coronel Hngaro que no mesmo
exereito, servia de engenheiro. Este veio com toua
a sua familia, constando de sua senhora, tunos e
criados. ,
Mais um triumpho obtiveram s antas alliadas
no dia 27 para o lado de Angostura, O Exm. bn-
adeiro Joao Manoel Menua Barreto, es ando cora
o seu flanco direito desembaracado pela victoria de
nossas armas sobre o reducto inimigo jalgon op-
oortuno fazer um reconhecimento na extrema es-
uuerda da linha do Pikyciry, onde havia anida
torca paraguaya. Para isso mandou que um ba-
taJhaftde infantaria nosso fosse tomar pcsicao per-
localidade e determinou ao coronel argenti-
noSB'es commandante do regiment le S. Mar-
tim 5 guardava aquelle flanco que, apnado pela
nossa intantaria, procedesse no dia27 a> reeiido
reconhecimento. O referidocoroneleomprehendeu
e executou feliz e galhardamente a commissao de
que fra incumbido, carregando sobre o inimigo,
depois de algumas manobras feitas con
dores, tomando-lhe tres canhoes e mataido-^aa
guaruicoes enj. umuero de 30 honieus.
persuasivos para que a guarnico de Angostura se
rendesse, pediam a prorogacao do tempo que Ihes
fra marcado, o que ib, determinando que elle ex-
pirasse ao romiwr do dia seguinte.
Eram 6 horas menos um Ruarte da manha do
dia 30, quando as linhas iniraigas appareceu ban-
deira parlamentar, sendo conduzdos minha pre-
senta os olliciaes que a trazam e que foram por-
tadores da deelaraco escripia e assignada pelo co-
ronel Lucas Carrlho e tenente-eoronel George
Thompson, de que estavam promptos a se rende-
retn, esperando da generosidade dos generaes allia-
dos, que os ofliciaes podesseni conservar suas es-
padas e cantaradas e seus soldados sahissem da
fortaleza cora suas armas para as depostareni tora
das linhas, no lugar que Ihes fosse indicado.
Ao meio dia observou-se que na fortaleza se ar-
reava a bandeira paraguaya, e que sua guarni-
co tratara de formar-se para deixar as linhas, o
que com effeito teve lugar, sahindo ella com os
dous commandantes frente, desfilando por entre
nossas tropas e depondo as armas em minha pre-
senta no lugar para isso anteriormente por mim
indicado. .
Duas rail e tontas almas formavam a guarnirao
de Angostura, sendo 1,200 combatentes validos de
dilTerentes armas, cento e tantos ofliciaes, e o resto
enfermos, muflieres e enancas, (uinze canhoes,
dos quaes 13 de calibre 68, um de 150, e outro de
menores proporcoes. cahiram em nosso poder, bem
como muniroes de guerra, bandeiras e torpedos,
que se achvam em deposito, expedrado eu desde
logo as necessarias ordens para que nossos trans-
portes e vapores de madeira da esquadra subis-
sem, vindo fundear na Angostura, para receberem
a grande quantidade de feridos, que se achavam
nos hospitaes de sangue, desembaraqando-nos as-
sim e habilitando-nos a proseguir nossa marcha
sobre Assumpco com maior presteza.
No dia 31 marchei eom o exereito para Villeta,
atim de que os nossos soldados, que ha nove das
se mantinham com a roupa com que d all sani-
ram, recebessem suas mochilas e barracas e tive>-
sem algum repouso, aproveitando-me eu do ensejo
para ir entender-me com os Exms. vice-almuante
visconde de Inhama e chefe de diviso barao da
Passagem, acerca da expedicao, que julguei con-
veniente fazer desde logo seguir para a cidade de
5No dia > foi ella rio cima, transportando urna
brigada de infantaria forte de 1,700 homens, ao
mando do coronel Hermes Ernesto da Fonsca,que
na noite desse mesmo dia desembarcou e temou
posse da cidade de Assumpcao sem resistencia, fu-
gindo, logo que avistou nossas tropas e encoura-
cados, una guarnico de 100 a 200 homens, per-
tencentos aos vapores paraguayos, e que, por or-
depi do dictador Lpez, guardavam aquella ci-
dade.
Ao toque de alvorada do da 2, levantei campo e
marchei com o exereito em direccao refenda ci-
dade, onde cheguei no dia 4, sem ter encontrado
em ponto algum a menor resistencia ou eraba-
raBuitas e rudes foram as provaedes de todo o ge-
nero, riscos e perigtis que soffreram rom a maior
abaegaco e atravessaram eom calma adm.ravel,
todos os que teem a honra de pertncer as ffleiras
do exereito brasileiro e tiveram a gloria de tonjar
parte as memoraveis jornadas, J(!u"^ir^!l
zerabro do anno prximo passado decorreram ao
dia 30 do mesmo mez. Esse periodo, que por si so
constitue urna das mais brilhante^paginas da his-
toria e\a presento guerra, nunca ha de ser esqueci
dojetoBrasiUseujpverno^ ^ de combalej
peranoso de futuros generaes brasileiros, ma-
tambem eerto tpie aaniqpJflaram romptetaaenta
o exereito paraguayo, que forte de i3,000 a 14,00o
homens, ousou dispufar-nosi> passo na ponte d"
Itoror, no Passo Avahy no reducto da Lomba Va-
lentina, e na extensa e fortificada linha do Py-
k c rv.
Os'importantissmios acontecimentes o victorias
as mais completas por nos alcaneadas, aurante os
memoraveis vinte e cinco dias do inezde dezerahro
prximo passado, puzeram termo, em minha opi-
nio, guerra do Paraguay. O dictador Lpez fo-
ge attono e espavorido dianle le nossos soldados
triumphantes, at que possa eflertuar, se lhe foi
possivel, sua fuga para fra lo Paraguay. Na-
condicoes criticas em eioe nossas manobras e a ui
trepide/ de nossos soldados o rollnearam. restar-
Ihc-hia a pequea guerra de recursos, se a rep-
blica do Paraguay nao- estivesse, tcorao est, eoni-
pletamente exhausta delles.
Muitos foram os actos de valor praticados por
ofliciaes e pracas de todas as armas do exereitono^
combates, bata'lhas. assaltose feites d'annas que ti-
veram htgar no mez dirdezembro e que valerain
para seus autores os bem moroftio elogios V
seus chefes e commandantes. Resolvido, como es-
tira, a reraetter ao Exm. Sr. minislro la gnerra
todas as partes qne me foram remettidas, e da^
niacs constara esses actos e os nomes dos elogia-
dos, serfb ellas pnWieadasoarorte e pelo govern'
imperial aquilatados os serviros de cada um, para
convenientemente os remunerar.
Todos os generaes, que commandaram forca>.
commandantes cor[ws c batalhijes cumpriram religiosamente o sen
dever. mas nao |>osso deixar de consignar na pre-
sente ordem do dia, os mais sinceros votos de im-
nha gratitlo e reconhecimento aos Exms. Srs. te-
nente-general visconde do Herval rommanilantr
do 3o corpo do exereito e marechal de campo Ale
xandre Gomes de Argollo Kerro, commandante *>
2". nao s jiela valiosa e efflcaz coadjuvacao qu>-
delle recebi e da qual muito dependeram os tnum-
phos que, no mez prximo passado, alcanrararn
nossa armas, como pelas pravas irrecusaveis d-
(Irme e inbalavel dedicaco que sempre mamfes-
laram acf servico pubhco e minha pessoa.
Por melhor que fosse o plano que conceb d
contornar o inimigo pelo flanco esquerdo, evitando
assim ter de atravessar as difticuldades quasi msu-
pcravels que se oppunham a chocada de nossa-
tropas frente do flanco direito da linha do Pyki-
cry, elle nao tena sido coreado do xito prospera
e completo que se verificou, se nao Ura a passa-
gem do nosso exereito pelo Chaco, base de todas a-
nossas ulteriores operacoes.
No trabalho insano da abertura da estrada pe"
Chaco, exhibi o Exm. Sr. marecbal de campo Ar-
gollo provas taes de seu tino e pericia, de sua per-
severanca e da sua prodigiosa aclivitlade, queso
por ellas tornara a memoria de seu nomo indcte-
vel na historia desta guerra, se j por outros tan-
tos titules nao tivesse elle adquirido js a honra too
distincta.
Pede a justica que eu manifest igualmente meu
profundo reconhecimento aos Exm- vie.'-Mim.raiii.
visconde de Inhama e chefe de diviso barao da
Passagem, e bem assim a lodos os chefes, comman-
dantes, ofliciaes e pracas da esquadra imperial
m\os relevantssiraos serviros que sempre presta-
Tara desde que tive a honra de assmnir o eomman-
do em chefe de todas as torcas brasileiras, peto
zelo, ntelligcncia, boa vontade, abnegacao, com
que constantemente me eoadjuvaram, e pelos tes-
temnnhos qne nunca deixaram de dar de consitle-
ra-o e estima minha individualidade. Se.
exereito sempre se orgulhoii em ter por auxiliar a
intrpida esquadra Imperial, nao menos certoqu
esta, por seu procedimento e bravura, sempre te
mostrou digna de ter por auxiliar o valente exer-
eito do seu paz.
Nao posso, nem devo deixar de Tazer exprs* i
menco dosExns. Srs. brigadeiros Jacintho Macha-
do Bttencourt, Joo Manoel Menna Barreto, Hylano
Maximiano Antones Gurjo e Joo de Souza da
Fonseca Costa. O primeiro. cuja pericia e bravura
sao geralmente reeonheeidas no exereito, nao s>>
eeimprovou mais urna vez c brilhantomente e?sa<
qualidades distnctas no ronhido combate da ponto
do Itoror, e na sanguinolenta batalha notan.-
Avahv, como tocou as raas do herosmo militar na
noite"'famosa jde 21 de dezeinbro, devendo-se a sua
energa e incansavcl estorco .*o manierera-se nossa-
tropas as posicoes que haviam coneJWJado na pn
meira linha do'reducto de Lomba. O secundo que
se havia j tornado notavel no ataque do Potrero
Ovelba, c na acquisicSo do Tagy, onde nos fortifi
caraos, desenvolveu tanta pericia e galhardia, exe-
culando as ordens que de mim recebra para ata-
car o inimigo na linha do Pikyciry e tantos tro-
phos e vantagens nos fez ganhar nesse ataque
que seu nome licou regstrailo por maneira glorio-
sa nos annaes da presente guerra, como um dos
generaes que n'ella mais se ennobreceram. O ter-
ceiro j vantajosamente conhecido e respeitadon-
exercito, por seu amor disciplina, intelligencia
superior, bravura e intrepidez de que tontas e tan
brilhantes provas deram as difllceis e arnscada-
commissoes, de que foi encarregado no Chaco,
sellou a distneco de seu nome pela intrepidez o
calma, com que se portou no combato do da b de
dezeinbro prximo passado e pelo honroso ferimen-
to que n'elle recebeu. O qtiarto finalmente pela
intelligeneia, zelo infatigavel e dedicaco completa
cora que tem desempenhado constantemente osar-
dos e variados de veres do olevado cargo de chele
do estado-maior do exereito, prestando-rae, em to-
das ;1s occasics, a mais decidida cooperacao era
tudo quanto tem dependide. de seu alto emprega
nao s na marcha regular de todos os ramos de
servico publico a seu cargo, como as batalhas -
combatos a que tem assistido sempre ao meu lado
recebendo e transmitlindo minhas ordens e expon
do-se com sangue fri e abnegacao aos riscos e pe
rigos delles.
Tenho pezar que as attribiooes que me foraiu
conferidas.'.pelo governo imperial nao comprehen-
desse a de poder promover aos postos de ofllciae-
generaes; se assim nao fra cada um desses dis
tinctos brigadeiros estariam j no poste mmediate..
de que too dignos se tornaram. Besto-me recom-
mendarseus nomes ao governo imperial eeston
bem certe de que elle Ihes far completo jasuca
Sinto confranger se de dr meu coracao, vend-
me privado de citar, entre os nomes dos vivos,_o d-
intrpido, bravo e desterrado brigadeiro barao d-
Triumpho, quem j urna vez euham chama*,
o bravo dos bravos do exereito brasero, e que A
entoo para e nao perdeu urna s opiwtamda*
para justificar nao so o respailo e consideraran A-
nue tosava em todo o exereito, como esrolha do U-
tulo com que a munificencia imperial havia come-
tcado a remuneracao de seus continuos e relevan-
issimos servicos. .... .K
para deplorar que too valente gnerreiro, sahi-
do inclume de um sem numero de combates e re-
contros, tivesse de deixar-nos, victima de urna fc-
bre typhica que se tornou rebelde aos mais enr-
gicos meios que foram empregados.
Dando sentidos psames a sua tamilia e pro-
vincia de S. Pedro do Bio Grandetto Sul, que se-
guramente se orgulhava por pertencer-lhe ftlhota-
" Yivenios nefle 4,000homens f^^
sendo felizmente assaz diminuto o.nuinerojemor
tos e multo a
demos (digo-
tttai distinclos ou
Sravura inrontestayeis, hamra tapor ^m-
^ZZ^^oZ^mem feridos. Per-
SoVoom a maior magoa) muitos e mui-
-- ofliciaes superiores que, por actos de
ido seus nomes, formando ncleo brilhante o es-
distincto, empregarei todos os esforcos, para que
pelo governo imperial sejam conferidos viura e
lilhos do Ilustre morto os meios indispensareis.
para p-los ao abrigo dos malos inherentes pobre-
za honrosa e orphandade.
A pericia, intelligeneia, sangue fri e intrepidez
com que na batalha de 11 de dezembro proxini-
passado.'manobrou o coronel Jos Antonio Coma
da Cmara, eom a quinta divi*o de caraUana sol.






2
.631
i
I3P.3V2-: 3Q
T
Di
e Pemambucp Quarta feira 3 de Fevereiro de 1869.


ORIA
seu commando, roncorrendo directaineataro|ara
que do fossem de todo destrocados os tnwt.i-
Ihiesde infamara do exereito que haviamaw os
priinejros e nteos que avaacacam.sobre o iurni-
xo, lornam esstv oficial sunerQr djgnq. dos maio-
is Ionios quo eom satisiaeo Ihe tributo agora,
tenda ja i econunhdado su nom ao fcovern im-
perial.
Iguaes direitos aos nieu* nidios ereconnecimen con.Infortu o Si*, inspector do arsoual de
lo ganhou o bravo e aricado coronel de cajtJt.iri^ rinda.
Vasco Alves Pereira, pelas jelilezas eproditios Tenerte Francisco Xavi.'i
ile valor constantemente planeados na prest ni')
guerra e especia I incale as gloriosas jornadas do
-Y taaenih n imparte- rehurta ao pagamento de for-
ragens, nao tom lugar o que pede o supp-
cante. J
Augusto de S e Albuquerque.-J)irija-se the-
souraria .pro-incial......
Andr de .ibrctt PortaInforme o Si', enge-
nbeiro obste* ta repartido das bitos publicas.
Feliciano Francisco Xavier de HoUanda Cha-
ma-
mer, de desembro prjimo passad, nas qnaes fea que |iede o suplicante.
da.Conferir ando-i 113 coni o parecer da inspec-
tora datbesi arara de fazenda, nao tem lugar o
elle subir limito alio sen mime, ja respeitado >r
indos os seus eompanheires do armase "
rom a inaioi satisiaeo que en julgn dever
aproveitar o cnseMiiara dirigir minlias sinceras o
nthusiastieas tofieitacoas s brava, corajosas e
desternillas i-avallaras rio-grandenses. Seus servi-
.v iinportanlissimos na |ireseute guerra, amanei-
fa eflk-as rom que sempre me ajudaram, coneor-
rendo)iaia todas as victorias que temos aleanciido
a resignacao com qne tem supportado a> mais
duras provanras, censtituem un verdadeiro tii.iln
le gloria para soldados tao distinctos. Nada disto
; novo para uiiin, porque ein pocas anteriores
havia cu ja experimentado o quanto valia o ct o7-
ariano rio-grandense. Se lia poueo passei pelo
desposto de dar a provincia de 8. Pedro do Rio
tii-ande do Sul psames pela inorteoe hdi dos mais
ilhistres lilhos, ein couipensacab Ihe dirijo minbas
congratutaeoes, pur possuir a mais intrpida de
todas as cavallarias da America do SuI.
Tenbo praser pateutuaudn anda una vez uiinha
ratido, c a du exereito ao digno cirurgio-uir
era comiuissao e cliefe interino do corpo do salido
l)r. Francisco ouifacio de Abren, e a todos os
'rurgijos inillares, mdicos contratados e ph.ir-
inaeeuticos que, debata) de suas ordens estao ser-
viado, eque nos hospitacs lixos e nos de sangue
teem cuuiprdo religiosamente os deveres de sua
prolissao, com o maior zelo, abnegacao e human-
uvadus pelo corpa ecclcsiastico, primando por
snns virtudes evanglicas os virtuosos eapuchinhos
Kr. l'idelisd'Avola. I-'r. Salvador de aples, o co-
nego Sei apliiui Gonralves dos Passp's Miranda c pa-
dre Fortunato Jos de Soasa.
Itocoumiendaro os nemes de todos os uenibios
ilo curpn de salida que servirn) nos hosptaes de
-angue numilieeiicia do Imperador c considera-
cao do sen governo.
Agradece os bous servieos quo no combate de b
de dezembro prximo passado, me prestaiam os
ofliciacs qu.' forma'vamo esiado-iuaior do Exiu.
Sr. niarecliil de campo Argolo Ferrao e que. de-
pois de se retirar este pelo ferimeuto que recebfa,
viera m seis ir spb inhibas ordens. Seus nomes,
era como os dos ofTiciaes .que na batalla de 11
pertenriim ao estado-maior do Exin. teuente-geni;-
ral visconde do llerval, e que depois deseu fer-
mento, igualmente se apreseutaram i ininhas or-
lens, prestando os melbores serviros, constain de
um annexo esta ordeni do da.
O capitao liernardino Rodrigues de Mosquita,
.pie eoiiiinandava o ineu piquete no combate de 6
iiabalalha de II, e que recebendo ordein minlia
para reunir-se as eavaJlarias e com ollas rarreg;.r
a exerutou com a maor bravura e intrepidez, tor-
nou-se digno de elogio e consideracito.
Rao tenho expresses sutlicientes. de que me
possa servir, para sgnilicar toda a extensao de
rom le.viihecinienlo e gralido todos os offleiaes
U; que se coinpunba o ineu eslado-niaor as mc-
noraveis jornadas de dezembro prximo passado.
I)e t idos ellas reeebi as mais ineiuivoeas denious-
iraroes e pravas iiTecn>aveis de zolo, dedicaio,
eorgem O saugue fri. Hecebendo ininlias ordens
e. indo-as transmitlir atravs de um sem numero de
bombas e balas de fusil, baveudo-se sempre com o
.maor tino e iiitelligenca, voltavam ao meu lado.
eom|Kjrtando-se nao s como olTiciaes dignos das
liosicoes que iM'euiiavam, mas tamben) como meus
amigos desvelados, i'.uiuiirindo um dever imperio-
so com leeoniniciidacao quejaliz e rupelirei, de.
seusnoni''sa nuinilieeicia do imiierador ea con-
-idera?ao tki governo, eu desejo que todos ellas
desde seu digno ebele at o ulliino de seus empre-
ados, receban! desde j protestos da estima ele-
vaoa ein que os teno e do quauto elles me jie-
iihorarain por seu uobre proeedimento.
Tendo pi-omovido por actos de bravura, prali-
cados as jornadas do mes d dezembro prximo
passado. alguns olliciaes. eoiislam leug noniCfi do
nupairlim aoaexo na presente entero do da, e
|mCo ao Iaio. Sr. niinisiro da guvrra se digne,
prticandn um acto de rigorosa justica, de quan-
to tales aa apprbvar.
Na miaa ordeni do da l de dezembro po-
simo passado disse eu aos ineuscaiuaiadas que
o iniuiiio sencido na ponte de llorlo e no ar-
rojo Avalis.nos esperara na Lomba Valentina com
iS restos do sen exereito. Que uiareba.^semo- .-
FraathRa Ludo vi na de Borge Ribeiro.Passe
titulo por ipunze dias e rom ordenado somente.
lnqandaiie do Santissiino Sacramento da fre-
guesa de S. Pedro Martyr de OMiida.=Entregue-
m' uuMmnli) i eeibo.
Tenente-coionel
Justino Pereira de Farias.
Expeca-se oriem ao tenente-coronel coiniuandan-
te do corpo d i polica, para satisfaxer o pedido do
sitpplicante cciii una loica de tres piafan
Dr. Joao P ulo Montero de Andradc.iglnforine
o Sr. inspector da tbesouraria de fazenda
Jos Thomss do Agolar Jnior.Informe o Sr.
inspector da tliesouraria de fazeuda.
Padre Jos Porfirio Gomes. Sellado o docu-
mento n. 1, vjlte.
Joaiiuim l'ianciseo de Barros Brrelo.Infor-
me o-Sr. engibiro chefe da repartcao das obras
publicas.
Vicario Jos; Teixeira de Mello.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
'Jos Augus o de Araujo. Ao Sr. ongeiibero
cliele da lepa ticao das obras publicas com todos
os papis inclusos para verlicar. nos termos de
sua inforuuc;io n. 6 de 20 de agosto do anuo
paseado, se bouve excesso de peso na ponte, de
q'ie te trata, |or erro de calculo ou maiores d-
UtOMSeSj se o arrematante leve auloiisacao para
lazer o augiicnto, cuja indenuiisueao reclama, e
- augmento era i eelamadu para solidez da
obra
l.oiuviieo (iiedes Alcoforado.Passe titulo por
dolis iiiezcs e oiu ordenado snmeule.
feria titulo a contar de 7 "do correte e com ordenado
soiilenle.'
Hepresciitacao do tenente-coronel Luis Francis-
co de llanos Hego. ex-juiz de paz da freguezia
do S. Lourcnc) da Mulla.Sellada a rcpnesenlar
cao, que fui presentada boje a esta presidencia.
Informe a oamira muniripal deata eapilal sobre
0 que allega 0 supplicante.
Barroso e Pinuhif rom os transportes na retaguar-
da da linba forinassem a divisao do desembarque,
e snmeule iiivestcriam a capital initniga para'effec-
tua-Io. quando o chefe de divisao barao daPassa-J
geni assigualasse : os demais navios navegafttun na
formatura que Di foi ordenada. Seguio.pois, ebeia
^
elle
na ate a eapnai nmuga, onde chegou mas 4 Seras, e fui sepultado no
neia heaas da^ae, enicttawjueun;, da ixniee -izi>iiu>eHtw ai honras
,irha dos nielares, eijeeessidade de ler a viau posta na tarde do da 7.
los os navios. 8 lendo-se transposto o- p mtes peitndo .'titile os seus com
i' seccao.Ilio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios lo inq erio em 18 de Janeiro de 1869.
illm. e Exm. S". Conununico V. Exc. ein olli-
ciosns. 1(18 e 113, lar, Meta das acias e docu-
mentos que nnietteii, declarado millas as elei-
eoes a que se | nkmmIi-ii em duplicitta pan serea-
dores e juizes ile paz tanto na freguezia de S. F-
lix, eeme na di Xussa Senhora da onceicao da
Peilra, do inimicipio do lluique.
O governo b venal approva estes actos, alten-
deudo as seguintos razdes, ein que V. Exc. se
l'undou.
Quanto a priineira das ditas freguezia- :
i.* Estar prosado nfio s que o primeiro juiz
do paz conqian cen na matriz e organisou a me-
sa parocbial depois : da hora designada |iela lei.
t''nilo-se eiiii-ervado fechada a mesnia inati'iz, a
vista do que s retirara grande parle Ao povo.
concorreudo paa a eapella de S. Hobaatin, mide
se formn ouin mesa aab i presidencia do cpiar-
I juiz de paz dj segundo disuieto : mas landuMii
que aquello jui,: de paz. leudo a sua disposieo.
as miiiiediacocs da inalriz. crescido numein dfl
pessoas anuadis. atemori-oii a niuilos Tatamaa
ipie se ii'tiraraiu ;
i. Nao pode:' tambein subsistir a oulra aaat-
cao feita, na referida aapalla de S. v'bastiao, ja
pela irregularid.ule de ler sido lita fra da ma-
triz, nao procedido a notan de acbar-se esta le-
chada hora designada pela lei, poique oVsia
terna recorrido aos roa hu eatNpeaanaaa para que
fosse aborta, ja por tereiu sido eleitos os dous
inembros da me: a, que deviam represenlai- a tur-
ma dos suppleiiles. peto cidadao Joao Correa de
Mello GuiMaraeti. que est provado nao se adiar
incluido na lis!; destos.
(JuaiSo a segunda las referidas fregue/.ias de
Ndan Hi^nliora ta Ganeaieaa de P.^lia :
l." Nao torein sido ehaiaadns. na eleieao feita
na matriz aab ;. presidencia ilo segundo juiz do
paz do segundo listrieto da parochia de Aguas
Bellas. I.uiz Gavtilcanti de Albuqueiypie .Mello, os
votantes da parid annoxada a dita treguezia da
Pedra, e que |>ertencera ao municipio de Cim-
bres ;
i." Estar demonstrada que foi clandestina a li-
tro el cima que se diz feita na sala das audien-
cias do juiao de paz. sob a presidencia do juiz
qne nenlmma noti-
e alm disto, ser
do enthusiasino a expedcao sem contra riedade al-
gunia at a capital ininuga, onde chegou mas 4
aneia u-
mai
Rodrigues df Miran-Itodi
outr'ora fortilicaih-e eolDeados os navies e;
sicao de proteger operando, fes<^Mmial a dvaS
de desemlurque que investisso^BBi ,. ih.mt-
dessit inmediatamente ao dcsemaHak nim t activMlade, apnaar do mo tem
s (i horas da larde esta opeaH| e^iva con-
cluida, tremulava em A-sunipeaoa baiuleira impe-
rial: no arsenal de inariaha. 'basteada na posicao
em que se achava acampada a forra expediciona-
ria sob o commando do coronel Mermes, e final-
mente oo vaski pillado dr Lqpef, no [uoprio lugar
em ipie fdra doiTiibada a baadeira paraguav^por
tiros do eneouraeado Bahia no bonibardeamento
que esta divisao fez em 30 de noveinbro ultimo, foi
levantada urna nova haste, e o proprio barao da
Passagem all arvorou o pavilhao brasileico. >
Antes de encetar-se o desembarque \i>se hma
forra ininiga de cavallaria e nfantaria que pare-
ca refirar-se precipitadamente, < nessa peeasSo
conseguio escapar se do rapliveiro c ser recolhido
a homo inclume um soldado nosso voluntario de
Malto-Grosso, onde cahra prisioiu'iro. No tiorto
foi encontrada, fondeada una escuna italiana com
i sua respectiva tandear*. Est, pois, realisada
una das maiores aspiraeoes da trplice allianca.
Assumpco que revelava o estado uorrivel a que
fra reduzda pelo exilio, fuzilanienlos.piisries sub-
terrneas e entrincbeiranienlos. apres mente urna aova era de redeuipyao e esperanca
Sarao malfadado povo paraguas o, pie un dia tem
uvida alguiua cubrir de uialdicocs o dictador ino-
pes, que fez de sua nacao seu leudo e sacrilicou-a
aos seus caprichos sanguinarios a deshumanos.
I0 da.'I inarchoii o inaiquez de Caxias como
e\ercito. e leudo p;issado porLuipie. noe enconlroii
abandonada, aqu chegou na mama dadia ">.
No mesmo dia .'I pelas 8 horas da manlia.t veio o
vice-ahiiraute visconde de liibaiinia no vapor Priii-
eesfi An JoincUle. para este porn, e aqui apoi ton
pelas i lunas da tarde, vndo mais as eanhoneiras
Mennm e nilu/. rebocano o pontao padaia, e a
Arafuaiiit e o patacho D. Lu* earregado de car-
vao; os avisos Henrique Dias com duas chatas car-
regadas com plvora, e o Felippe C.nmarao com
idntico reboque; o pequeo vapor l.imfoya traate
eotnsigo urna escuna carregada de muueoes, e o
Jdmartt e o pataclio Iyaassi.
Veio mais o avio Fenatinles Yteira.
Xeste mesmo dia. pelas .*i horas da nianha, ti-
ubain descido para o Cerrito, alini de se prepara-
ren! para seguren) para a corte, os eneowaeados
Cabial, Colombo, Brasil e Lima Barros, devendo
esles dous ltimos lomar em Palmas a reboque as
duas bombardeiras Pedro Alfonso e Forte de Coim-
bra.
0 eneouraeado. Silriulo, depois de tei webdo em
Angostura as cinco peras de artiljiaria que nos lOr
con na divisao do armamento deste ponto, seguio
igual destino.
Ficrain de proteeao a nossa forra existente em
Angostura os eucouraeados Hirvis Mmiz e Uni-
ros, sob as ordens do rapbao de nutre guerra .Ma-
lliede.
Teve acieqiia o vce-alnurante visconde de In-
hama de ipie am lena liasia urna casa, na Ojnal
se encontrara algum dinheiro e joias, que fura ni
entregues guarda do coronel Hennes Fonseca:
enlaojiwindoii inimedialauente prohibir a conimu-
nicaco da esquadra coma tena,B levantando es-
ta prohbicao depois da cliegada do .marques do
Caxias.
Para manter a orlen do porto, e evitar as dela-
pjdacdes que se jmdesseni fazer peki rio, foi no rfa
-i estabelecida a capitana do porto da Assunipcao.
sendo Horneado para preencher osle cargo, alide
continuar no exercicio de coniiiiandauie do Prin-
ceta, o capitao-lcneiile Stepple da Silva, que tem
prestado valiosos servieos. aprisionando varios g-
neros do tais, de que a rapacidade se ia assenho-
re.unlo. e uio em pequeas quantidades, porquan-
to est o aapor mercanle (horio impedid) por esle
motivo, achand-se em completo estado de cana -
gamento.
0 chefe de divisao Torres c Ais un foi villa
Occidental, e eneontrou-a abandonada.
Espalbou-se na tarde do dia -I que um vapor
paragua.so tinha descido at parto deste porto,
com o l'un de eertiOear-se da nossa estada aqui, e
que tinha sido descuberto, pela fumara ao longe
vista, e desappaivrera em |ioucos mqmntos: en-
tao teve ordem o chefe de divisao barao da l/assa-
cao: tem sido elle um dos mais fortes ldadores
da presente guerra.
No dia 6 chegou a forca argentina, sob as or-
dena, general Emilio Mitro.
Peto? i| ili noite deste mesmo dia. deixou de
ser contad > entre os vivos o bar > do Triumpho,
o^ brigadi'iro honorario Jos Joaquim de Andrade
Neves, e (ni sepultado no cemterio desta capital.
devidas aaj'seu (deradir tava
Era rectrokeciilo e res-
panheiros Tannas conv
ailiiar valeute, brioso e extnHnamente mo-
desto.
I'ma febre perniciosa rouhon-o aos seus cama-
radas, e os seus servieos valiosos ao aeu paz.
Desappareeeu tambera dentro ok vivos o coro-
nel Dr. Fernando Sebastian Dias da Motta, no dia
de boje.
' .Este inhspito, clima vai-nos diztmando diaria-
mente, ou introduzndo no organismo da nossa
gente germens de molestias morlifdras (jue mais
ced-i ou ralis ludo acabaro cora ella.
Soube que no dia 7 se tinham recolhido a esta
capital o cnsul italiano Chaperon, < o encarcega-
do do consulado de Franca Mr. d Curveville, e
permaneccm nos seus respectivos lulzares.
I'odeiu ser homens mui circunisneetoe, mas a
fluvida se apodera do meu espirito, por quanto
nao dcixara de se mostrar sempre mjuto adeptos
causa do dictador Lpez, insinuando-so como seus
partidarios acrrimos, limito emhora reputem a
sua causa perdida, augmentando jmais a minha
duvida a segunte carta o Sr. qurveville, que
envo traduzida, estando era meu poder o original:
Luque, junho ii de 1868.Sr. ministro e esti-
mado amigo.Venho, como sempro, pedir de vossa
amisade alguns obsequios, e eslou Jiersuadido da
vo-sa boa voniade. se puder.
a Em primeiro lugar eu pedirei (f favor de em-
prestar-me tres mil pesos p/ipW, porque agora nao
Icono se nao p.uacoes o sinto inuitd troca-los a j!
pesos cada um, quando eu se que representara
limito mais. E' ninasituaco critica cicada pelos
Boliviauose qne nao pode durar. Eu darei a usted,
iiaturalnieute. meas pataedes na raz|ao do cambio
actual, porra sob a condico de poder vende-tos
em alguns mezes. se a situaco se a presentar mu
|RHico inelbor.
A retribuico ipic receba de me
me |M-niiille perder tanto ao cambio.
t"s que tem um poueo de papel ee
leuipresta-lof) parnenhom preco.
Em segundo lugar, liraria muit
o don- peoes. Delaplain e Franco, jue agora es-
tn na fabrica de carvo, pudessein ir trabalhar
no Carapo-Grande, por dous mezes, ufi chcara do
Sr. Benjaniini Sauterre, patricio ineui casado com
urna paraguaya, porque nao pode encontrar pees
para comer son niilbo, mandioca, etq.
Eu pego estes hmeos por favor especial por-
que sao franeezes, purera o MstUOPtol que me im-
porta mais, ver a agricultura de Sauterre bem
arramada. -
Nao sai como vossa amabilidade peder fazer
para escusar-me de Unta iiiiportiinaeoes, mas se-
rei sempre vosso mui dedicado* sincero amigo.
t A' S. Exc. o uiajor T. FernandesiF. de Cur-
rrnille.
Os homens sensatos domen paz que julgueni o
que tem sido a guerra que o Brasil tein sustentado
e vencido, e nao se adiuireni mais de nao saber-se
qual seja o rumo ou direceo que tontn o amos-
tro americano general Mac-Mahon, pe rquanto des
de o dia 7 pelas i horas da larde, que
a eanhoneua hausas, nao tem sido p(
eommandaute enviar ou entregar as
do sou governo, muitoemboia livesss
nistro americano participado ao marqez de Caxias
M'iu dala de i do passado, que a 3> u 6 do cor-
renle mea deveiiam bagar
i -----------.,---------._|---------------------------
ragnay, ponpie naturalmente asfecebera dos cor-
respondentes especaes ; e .desta vez tenbo alga-
mas interessantes qu dar-lite do meu districto.
Do domingo 17 uo'eorrento -Jarde bouve um
baculbu entre soldados linasileirrfc ^loliciaes des-
la capihd. que nos causou deiffetQS, .^i jjpdi-ria
ser origen i de um grave conflicto.
Nao assisti ao seu desenvolviinento, porque es-
no Passo de Itoiine.-arrabal le desta cidanVr
foi-me referido pbr tstemunlias insuspeitts
i governo nao
es nogariani
querem dalo
) recouhecdo
mas
Ciidedignas.
Da guarda do hospital italiano, na ra de St>-
rfano, em que esto os nossos diK'ntes, sablram
tres ou quatro soldados brasileiros e foram a urna
taberna tomar algum espirito. Ao dabcarein-a ta-
berna passava mi Italiano bebadojfos nossos (*-
livam em sau juizo), e um dos soldados deu-lhe
una lorte cncapellacao, uieltendo-llie o chapeo pe-
las .orelhas. Como era naural, o bebado em sua
ragua pasara urna descompostura ao malcriado
Urasileuo; este deu-lhe urna sva era letrihui-
cao. RauBirain-se logo alguns Italianos e gente do
povo, que passava. e preteiideram agarrar o sol-
dado que tinha provocado e olTendido ao pobre
bebado.
Os companbeirosdo soldado resistirn), e come-
ou o conllicto. Acodera dous poliriaes, eos nos-
sos, distribuuido cabecadas j direihi e esquer-
da, os desarmani. Apparece o conunissariode po-
lica ([aquella seccfio, c tera a niesina sorte dos
seus subordinados. Paja defender-so puxa por um
revolver, fas fogo, e fere gravemente a un dos
nossos soldados, ijue labros a esta hora ja tenba
morrido.
Cada vez crescia mais a reunio de povo. Al-
gumaa ponen tarreram guarda para avisar do
([lie se passava ao inajor Drago, ipio o coin-
nandanle da pequea forca que aqui maulemos.
Esieoflkial, sem rellectir no que fazia, movido
talvez pelo desejo de salvar das iras ponfauMa
seus dous subordinados, commetteu una impru-
dencia, (pie mais aggravou o faci, fazendo-nos
repreaeatoff um ridiculo papel. Chama oitoou das
soldados desarmados, e laiubem sera anua eollo-
ca-se frente delles e dirige-se ao lugar do con-
llicto. Ja havia cerca de 2,U0 pessoas quando elle
chegou, as quaes. apenas oavistarain com acpiel-
la pequea loica desarmada, tnronQaniroi a grifcu-
niorrain os macacos, sendo incitadas por
um Oriental Chamado Mendes e outros amigas (pie
semine nos iiisultam. A estes gritos sguio--e
una infernal chuva de podras, que ariancaram
da ra, debaixo da ipial vio-sea nossa gente
obligada a correr, sendo o mais hgeiro na reti-
rada o majan
Perseguidos desta forma, procuraran!
;------1---------rfv--------------------------
lambem dissemes que corra geralmente que o
marques de Caxias e o vice-ahnira/ite visconde de
Inliania, achando-se doante oste-witirao. se reti-
ravara ein breve, tendo gloriosafnente concluido a
sua imssan. Alguns do? encouracados que mais
tnilamofTrido-tambem se recnlhiara, nibhavendo
ja sofire o rio fortilicacan contra iiue tivesseni de
0|>erajL _^^^
lleceranbbario Trimpno.niaj.ir Tani-
iKinm, eo coronal Dr. Fernando Sebastin Dias da
Motta.
as ('arlas de Assumpco e de Montevideo
encontrarao os leitores mais pormenores.
ron DA MUTA.
O nunisiro francs em Buenos-Ayres partir
d'ani para Assumptao, no intuito de ihquerir da
sorte dos subditos de sua nacao. Aesquadra ame-
ricana tarahem suba para o Paraguas.
A prottncla argentina dellalta tinha sido
mais uina nez invadida pelo famigerado Vrela
cora guerrilhas Irazidas do Bolivia. O governo de
Buenos-Ayres mandn mobilisar as milias daquella
provincia e das de Tucuman c Jujuy e eniregou e
seu commando ao general Bisas para com ella e
alguma tropa de liulia baleroeguerrilheiros.
No Bosario o calor tinha sido intenso a ponto
de diser-se que varias pessoas haviara morrido
asphyxadas.
Ein Montevideo houve rixa entre alguns sol-
dados nossos, um dos qnaes foi inortalmeiite feri-
do, c gente da polica e do povo.
mo N JANCUIO.
S. M. o Imperador, acompanhado de seus se-
manarios, visilou no dia 2o o qrjai tel da arraa-
cao.
Por carta iiapiTial de ii do crrante inez,
foi naiiiralis.ido cidadao brasiieiro o subdito portu-
guez Luis Netto liras.
Por decretos da mesnia data :
Foram Horneados casalleiros da ordeui d> 3
Bento de A vis o capiao-tenente da armada Helve-
cio de Souza Punentel e o i* lenle Antonio Ja>
quii Mnreira Marques.
For;un concedidas as seguintes pensoes. por NV*
vicos piestados na guerra anual:
De 600 rs, diarios ao taralior-mr de3 balallio
de artilharia a |i Jos Leandro llarbosa. .
De 500 rs. diarios:
Aos cabos de esquadra do Io hatalho de artilha-
ria a p Itapbael Tobas, e do 1 batalbo de infan-
tana Jiiai|uim Jos de Souza Lima.
De 400 rs. diarios aos soldados do I" batalbo
de ralantaria, Manoel Jos Salustiano; do o" dito
dito, Benedicto de Souza Correa; do G dito dito.
Benedicto Tobas de Barros; do 35 corpo des
luntarios da patria, Paulo Jos Joaquim; doa>'
\ma-
lugiar-
psssSaS ra d^Sra-ra; ^- 86 mfStsst
' OSS'de oiK^S ^ ^^ I SW d h^> ^Wn* Joo Lomen, o
iqui l'uudeou
ssivel ao seu
larlicipacOcs
> mesmo mi-
bre elle e que, cora nina batalla inai, leriaiuos niaiAittaKO'(to d-stricto. por
concluido nossas fiulig;* e provaroejj. Que o Deus ca i mi ve della ia oncnaiao
dos exerciius eslava eaueoaaa, gpn iuarcbass(v
uios |tara oaonwnletqiM eracerla a vicioria, por-
que o general e amigo i\m os guiava anda nao
iinha sido vem'ido.
O ininig i se acbava na Lomba Valentina com
o resto de seu exereito, all o atacamos,, all o
destrocamos, all o derruamos completamente, o
Deus dos excrclos nao nos de-amparoii, neni a
bravura e intrepidez dos meus cantaradas consen-
Mraui que losse YnjBaJhl o general-n aipigp que
>ua frente se acluva. A guerra cliegiiu ao seu
ttano, e o cxsrcito e a (>jiMulra brasileira po-
den) utanar-se. de bascr condialiilo pela maisd
justa e santa de todas as causas.--Mrquez de
Garofn
IIHaeio nominal dos oftiriacs, que {KH-tenceiuto ao
estado maior desle eommando ero chefe, tuina-
rara parte nos feilos de .unas que. lveiaui lu-
gar no mez de dezembro de 1868.
lirigadeiro Joo de Souza da Bonaom Costa, che-
fe do eslado-uwor.
'iiqito de mar guajm Manoid Luiz Pereira da
Cunlia. ajud.mte de ordena e secretario,
Cenuel Fernanda Sebastian Dias da Meta, seere-
tario geral.
geni para ir em seguinenlo delle. e dos que so
dizia eslareni escondidos no rio Manduvir, o para
eveiutar esta ordein parti no dia S pelas horas
da inanba com a divisan, coniposta dos^navos
Bahiii cora a insignia do chefe, e dos monitores
nianifesla a iiw lidade sido real, nao s pela incompetencia do lugar Pura, Afruj'lii, Pinuln/. Cear e Santa Catharina
sem prava de motivo legitimo que justilicasse o
tacto, como tambuii por ler serado a qualilica-
co dn ieeniio dellainterposio para o conselho muni-
C|KI.
Deus guave a V. Exc.-Paulino Jos Soares
de Sonsa Sr. presidente da provincia de Per-
namlraco.
Ciiinpra-se.Palacio do governo de Pcrnambu-
co, 30'dn Janeiro le W6.Conde de Baependy.
Ajudante- de campo.
Tenente-coronel Luiz Alses Pereira.
viajhr Antonio Marques Fianca.
i Francisco Correa de Mello.
Manee! Janetnaho Fagundes.
Antonio Vieira de Maeedo.
i'Jipilo leiuiiihi Cesario Nones.
i'.ustodio Carlos de Araujo.
Ajudantes de ordens.
Capilio drodr Alsi-s de riiiseira Bello.
Luiz Carina Brrelo Pereira Pinto.
Francisco de Paula ti; Andrade Neves.
rain Proptittn da silva Tenas.
Jacintho Ferreira da Silva.
Capitn Be.rnardno Hodrgues de Mesquita, copi-
mandanlir ttoipiqnetoj
i jipito Salusliaiw n Barios e Albinpieique, es-
rripturario.
Tcnente Antonio Garca ib; Miranda, idera.
Major Francisco CeSar da Silva Amara!, cncarre-
gado do diario do exereito.
Ienente-coione! Jos Mara de AleucasUe, a*sis-
tente do chefe do estado-maior.
Hatoi- Luiz Knaade de HaWaibo, idem dem.
Offleiaes ordens.
'.apitao l'lysses Augusto de Albuquerque Salles.
Jos Pereira da (iraca -Jnior.
Geraldino Gomes Pabeco.
Jos .Uitonio Peroirade Noronlia e Silva.
Suly .lus de Sansa.
Maxiiuiaiio Jos Gomes de Paisa.
Tenente Tbeaors Marques Bamo-
Alfiolo.le Miranda Pinheiio da Cunha.
Jos Mara Marloli i da Silva.
! temiente j,m> Hbui'o Nogueira Soan s.
Vlferes Atipan Ferreira Fleurs.
Itelacao uominal dos otliciaos que, pertencendo
aos estad is maiores dos Exnis. generaos yscou-
do de Ib-rvil e Alexandie Gomes de Argolo
K.-no. passaram a servir no deste commando
om cliefe depois dos fermentos daquel|es gc-
neraes.
Tenente-coronel Joo. Franci.si-o libas, majores
Irancis.-,) Silvera Killio e Jos.'; Rodrigues ; capi-
les, Jos da Oxta, Pellado, Manoel Luiz di Bo-
cha Oserio. Iteinaldii Soares Loiizada. Joao Pe-,
reir da Silva, Antonio Mximo da Silva, Fran-
cisco do Paula Argolo e EuzebkiGoines.de Argo-
lo Ferrao ; temrate Fma%0 Gomeade Carvalbo, o
dfcarea Jtiwi BaptLsta Monna Barreta
l5ej:irii'ro dtl polica.
2" sejecao.Seci-etaria da polica de Pernambuco
era o'l de ferei'ero le 186!).
N. 103Illm. e Exra Sr. Tenho a honra de
levar ao conlieeimrirto de V. Exc. qne. segundo
consta das participamos recebidas boje nesta re-
naTttoJto, foram reeolhidos a casa de drtencao os
segnjmes individuos :
No dia 30, aoidera do subdelegado de Sanio
Antonio, Josefa, iscrava de Antonio de Souza Bego,
a requeriinenlo de:.(e. Homana. africana lisie. Ro-
drigo, esrravo de inionio Ferreira Martins d Mi-
randa, e Samuel, esrravo di; Jos Antonio da Silva,
por distiiriiios.
A' ordem do dir S. Jos. Manuel Venancio da
Cruz, por disturbii s.
A* ordem do dos Afolados. Jos Feliciano Baibo-
sa e Vicente Ferreira de Franca, para seren con-
servados era custodia.
Jfo dia 31, onlem do suMelegado do Reeife,
Jos*, escravo de M guel de tal, por tor 'ido encon-
trado depois dasft horroada noute sera hil hete do
senhor, Balbina, e cravasn\Fredprieo Antonio de
Mello, para ser conservad a em custodia e Joo Go
mes da Silva, por insultos.
A' ordein do de S. Jos, Jos Orino Theogenes
Xavier e Jos Beinardmo Ferreira, ate segunda
ordem.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. conde
de Baenendy, presidente da provincia.*) chefe
de polica, Franeisv) de Faria jemos
das raukineiras luiluj e iearim, aguas cima
deste poeto, e navegou at pelas 4 horas e raea
da larue: franjeando prximo das embocaduras
di rio Manduvir com o intento de explora-las e
saber por qual das duas eonvinlia pendrar mo-
Ihor a expedicaq.
No da segiiinte, pelas 6 horas da nianha, dei-
xando junto embocadura inferior o eneouraeado
Bahia, e acompanhado das caunoueras liahy e
Mninm, o chefe barao da Passagem passou-se-p-
ra o monitor Santa Catharina, e com os de mais
monitores penotrou por ella ueste rio.
Pelas i hoius da tai
rente inez ilevenan chegar estas piartiripacoes.
quando elle parta de Lombas Valentinas, sem." de-
signar a direceo que tomara. E' troves como il-
laco desle acAateciinento que se espalham boatos
ponen honrosos para un diplmala.
Houve no dia 10 mu Te-Ikum em aecodegra-
cas najas hontinnanaa victorias que o Todo Pode-
roso nos tora dado, coiu-edendo-iios a gloria e vic-
toria deestarraos na capital paraguas,), subraelli-
da s toreas alliadas.
Parti esta inanba urna esquadrilha composla
dos avisos llenri nandes Vieira, e das canboneiras Mearin, Icalty e
Iguatemy, sob os ordens do capitao de fragata Piras
de Miranda, e o vapor JaguanU com carvo, levan-
do o batalbo de sapadores com i'M (iracas com
mu major de engi.ubciros. Leva o camiuandantc
da oxpedic.io ordem de lomar posse dn fecho dos
morros na extrema de Matto-Grusso, ponto eoniro-
veiso ha longos anuos en! re oimperioe a repblica
do Paragnas. e ah levantar una fortilleagao, de-
vende somente os dous avisos Felippe Camua e
Fenmies Vieira reni at Cuiab, e regressar m-
incdiatanieNie a ii'iinir-se aos outros mivios.
Prcpara-se a divisao que para l deve seguir bre-
vemente, e que tera de permanecer em delsa da
provincia.
Hoiitem, chegando a buido do vapor l'rinceza i
homens e um nieniuo que rieran) aguas abaixo ora
una canoa, do um deJjes soulieque, se ido casado
e com 8 lilhos, tendo o mais voltio a peina direiUi
alejada, recebera ordera du Lopes para Ctser seguir
a sua familia para alm das cordilheias de Serr
Len, assim como a niulhcr de seu .flainpanbeio,
que e sua sobrinha, c elles homens para onde elle
ibnnes so achava (disse-m o lugar, mas nao rae
leinbro): as mulhres coin.irouxas as cabecas e
com as criancaa nos bracos seguram i caininho
ordenado, levando comsigo todo o restante do gado
que possuiam. Marcando Lpez o praso de 2i ho-
ras para espacin de sua deterrainai-o, elles u>
uirain destino diflereute e aqui se api .sentaram
um summum paa conhecer os autores e cm-
plices desta desordera, alim de seren processado.-
e castigados. Creio. poiV'iii, qan nao passar dis-
to: porqna o tal Mendes, que (ni o principal ins-
tigador do povo, preso pelo coinmssaiio de poli-
ca naoecasiao do conllicto foi logo depois sollo.
A meu ver o major Drago portou-se muilo mal.
Nao tendo loica siilllciente para intervir. neui de-
vralo cmprega-la em una cidade onde neiihunia
accao pode ler, sua inisso estotra clara. Devia
proearar as autoridades do pais e (leixar-lhes a
iniciativa das |irovidencas para abalar o luniiil-
to, que assim liraria circumsrriptn.
Ja sabemos
com
tOS.
olho.N Miiamos nos nina lorca eslrang
so paz imeteniter iiigcrir-s ron qual(|iierqucs-
tao ?
Est ludo concluido, eja nem.se falla nesteas-
smiipto ; mas elle tem una grande signillcaco.
que nao (leve ser despiezada.
Revela rhiraiucnte a aninosidade Manto que
existe contra os Brasileiros, e a conveniencia de
manter aqui funeetonnriot brasileiros to intelli-
gentes como respeitaveis por sua pnadcnrin e
eiiergia.
E preciso cohibir todo o contacto dos nontOS 10*-
/ados com a gente do paiz. De parte a parto ha
poueo hliaa para avahar as funestas coiisequeneias
de nina provocaro. e nos, adenomas mais fortes,
devenios ser taiubi.Mii mais rellectidos.
dos Res: do 13 corpo "de ca vallara da guarda
nacional do Rio-Grande do Sul, Joaquim Y
de Oliveira.
Foi nomeado oOIcial da ordem da Rosa, Beroar-
dio de Sena Madurara, ficando sera efTeito o d< -
creta de 19 de outnhro de 1867, que o noraeou
casalleiro da dita ordem, por j ter elle esta con-
decoracao.
Por decretos de 19, 23, 23 e 26 do prximo
passado:
Foram reformados: segundo o disposto nodo II
de dezembro de 1815, o impelid niarinliein. da 3*
cla.-se. Guilhernie Sebastin de Sant'Anna, vi-'o
ter se invalidado em combate; e na conformidad
. 81 da lei n. Gi8 de
- do qnarto batalbo
Brito. visto achar--e
inpossibiliado para o servir do exereito em co:-
sequenda de ferunento receido em i'uinbaie.
Foi declarado sem efTeito o de 18 de noverahro
do auno passado, que iimiu ou o i0 escripturario
dajilfaudega do Mai-aiibo, Joio Isidoro Xavier d
tirito, |iara o lugar de i" conferente da de Mana j
piovinca do Amazonas.
Foi dispensado do coininandodas armas da pro*
simia de S.Pedro do Rio-Grande do Sul, por ler
do seguir para o exereito era operacoes no Para-
arecnal de canuto Guiinernic Xavier de
DIARIO DE PERNAMBUCO
de asistaram-se oo longe os
vanares inimgos, navegando a toda a forca, e saos e salvos.
2. nw3 r alyU"S rc'l)'),lu.cJs ,lu,i levavaui para | Unidos prisioneirosque tiveinos era Lomtm U
nv com mais rapides. Os nossos aug- o baro de Ferien; julgo ser a.piella personagem
que originou trocas de notas entre o noss ministro
urussiano e (ranees.
de Casias o
mentaran) de forca.
Pelas C lunas a" esquadrilha de monitores alean- de estrangeiros e os numstros
casa os reboques abandonados,
EXTERIOR.
overno ra prnvinvia.
KfA O OU .29 DK M.NBIRO Mi
Abaixo asaignados moradores da ra de S.
i'Vanase*Vnite ao Sr. enaenheiro chefe da r-
iai1icao dan duas -pnhltoas (tara informar quaes
n ras me estao calcadas, mantas o foram ia
m virtude do contrato feito eoia o bario da Li-
ramento. e ..atanto se ha despendido at o hm
I desemlu i.
Arotonio Domingoes de Sonsa. = Expesa-9 or-
len para a procissao somente.
ajor .\ntonio Feitoza de Mello.Conformndo-
me com o parecer da contadoria da thesouraria
\siMpg.o, 14 de usina un 186U
Depois de ostrenu lidar, artam-se as forras al-
hadiKde posse da .pitad do P;iraguay.
Treinulaas anu-ido |iaiacto novo-que sivpre-
paeasn para habitaio dn harbaiu dictador Lpez
o pavilhao brasiieiro.
Anda irradio pebs inonUuihasettte monsn iui-
migo da Tilisai'io e da liuiiianidc.de. it saguo
derramadode tantas victimas innoeontes por aipiel-
la mao cruenta, com cando a plHltiiroi ni, e exba-
lando um cheiro ftido: deve soi- um constante ex-
citador de seos renumsos.
Quaitttts brasiteirets sacrificados pela forne, mi
sena ei^iunninias, quamesiles-orados pelas ennV
imdades, e.quantm Inton em.nolocausto da hon-
ra nacional!
0 Brasil este vic|criow),,e a lionra nacional, co-
bardementeiiltrajadu.est viagada. Viva o Bra-
s I Vivo i Iiaiwraior Vivma os o.vreitos al-
liadosl
Deu-se o combate, quecoroecou a 21 domes pas-
sado e ternraouai; noamtula*au deAnnes-
tura, enli eando-no as chaye da .apital do Para-
guay e da cidade de raque.
Nentomia torea-mnnga se nos apreseutou liara
tolher a passo at ao presenta
Destribuidas as fori-aa brasiieiras, e designadas
que devialiear im Anp^uu-ao Villota, seguiran
no dia I de Janeiro de-mar e.trova^we dovtuo
ociwparastoeanilal.o Paraauay, registnamto as-
srai iras laitos Jummouns desta campaaaftanajs on
feita esplendido e de grande alcance. Aehava-sa
nrompta, ,s 10 horas da manhaa desse diawt diri-
sao emuposta doeniui*aendosifiym,.IaiaamtoiV,
Barroso, monitores, Par, Alagan*. Santa Cathari-
na. Piavkw, R Gran fe 9ay*<
$amm.*> Guayour, e a boato destos dous iiitonos
embarcad/a G* brigada do xercilo imperial do
comioawto do- oixme Hermas rnest darFonsec*
e 15 miamos, de Villeta levantaran)
AHi apresentaram-se era um bote sais Paraguayos!
sendo um del los o mes re do patacho Hosario.
0 dopoinonto deste. passado resume-se no se-
gunte : os navios que se esca|iavam erara o Pira-
Mie, o Rio Apa, Sallo de Guan, Ypora, Ibera,
Anhambnhii e Paraguary, em reparagao.
Os aores hanaai sido, avisados por um aju-
danta do bopea do movneato offensivo da esqua-
dra hrasileira, e depois de empreado todo, o dia
e noite do o era cortar lenlia. tinbara contecado a
retirar-so pelas 8 hor.is da manhaa desse mesmo
da 6.
A guarnicio remuda de todos os navios ehega-
va ao numero do 180 homens. sol o commando
de um capitao de fragata, e j iiavia recebido or-
dem de Lopes para leunir-se-aogrosso de suas
torcas, depois de enllocar os navios em lugar se-
guro, tirando mais a artilharia o municoes.
Que Lopes deveria acbar-sa cora cerca do 1.S00
a 2,000 bomens, c qae d'eatre os S,000 foridos
existentes em .serr Leou anda podeia aprovei-
tar poueo mais ou menos igual numero. Decla-
rou que nada mais sabia
Ao escurecer, o chele barl da Passagem, re-
coHliecendo que nao iwdciia navegar durante a
noite pelas (Ubicuidades do rio, fundoou depois do
ha ver vencido cerca de 20 leguas a contar da
embocadura.
Ao amanhecer de 7 a csquadrillia continuo a
sua marcha, e reoonheeeu que os vapores para-
guayos, deixando o rio Manduvir, haviam pone-
trado em uinaiToio mais streito e siniioso : in-
temou se ella igualmente, e navegou |oueo mais
ou menos quatro leguas. Na termo desta distan-
cia deparau' com o vapor Paragmry, mettido a
Mama em tres hraeas du-tonda fechando o armio
de urna margen) a oulra.
O chefe bario da Passagem eaaminou cuidado-
samente este obsiaenlo inesperado, e reeonheceu-
do a impossibilidade de supera-to, resolveo re-
gressar aguas abaixo.
Os restantes vapores jiaraguavos ficarara presos
da parte de cima deste obstculo por elles levan-
tado, mas ao mesmo lempo ao abrigo do raiatouer
perseguicao de nossa paite.
No movinento de retirada da esquadrilha, o
monitor Para, bateado com a popa de oneontro a
um gi'osso tronco submergalo, perdeu o teme.
Sahio de Manduvir retiocado pelo Alagos nas-
sou depois no rio Paraguay para o reboque da ca-
aboneira vahy, que o treuxe at este porto, e
aeaa-sc em concert junto ao arsenal
iSa nata de 7 a nossa wquadritoa penimtou na
estancia de Barrios, deseando o Manduvi t. ro.aa
imanfcecer Vfteotrou.te novo ne rio Paraman
reoaiade.se aos demais navios que ah
feaae.
i1wlpelimaaha C0I*!f,ani a deseer, pelas
11 toiras estavan' de regrssso. -v
mTt,1?d,>m*smo*<*pe na torea marti-
nuode Lapes; perquanto se nao acabou com ella,
pebmeno? a rounlisoa por.mnitotempa, de
morotoa nao causar emtiaraao prximas cero:
miinicacdes com apmvnwnawafcmBOresso
(rompno o barao da Passagem mais csi Z
REUrK 3 K FEVKIlKllto. DE 1869.
NOHCIAS DO SUL DO IMPERIO.
Anlc-h mtcn chegou o vapor americano Mista-
sipe, trazendo jornaes da curte de 2; ,. *$, o da
Haba de 29 e 30 do passado.
'llamamos a attencao dos leitores para a parte
offlcial e exterior, onda se achara transcriptas as
noticias mais minuciosas do theatro da .tierra.
Alera disso, eis o que comemos mais dos ornaes
THEATHO D 6UBRHA.
O transporte Vussimon. ebogado corte no dia
24 a noite, foi portador de datas de Assunipcao at
lo.
Fugindo da Lomba Valenlina. )iouco antes daquei-
la posicao cauirera nosso poder, Lpez com apou-
ca gente que o aconipanhas-a dirigio-se prmfeint-
niente a Serr Len. All, com as guarncoes .pie
uia.ndara retirar dos seus vapores, tornadas agora
imitis, roujiio una forca de l.JOO a 2,000 bomens
aos qnaes fez a segunte proclamaran :
iJompatriotasI Denotado no ineu .piarbl-ge-
neral em Pikiciry, eslou ueste canino. Agonisante
o ininiigo pela nossa esplendida victoria de 21 e
Miccessivoe reveses que elle solfreu at 26, velo
liontem era (tese-peracao com os seus restos sobre
a nossa linda, e a sorte da guerra nos foi adversa
mais por um capricho do (pie pela torca das ar-
mas.
A nossa pouca artilharia desmontada, apenas
faria um ou oulro tiro sobre montoes de trra, e.
nao sendo ella' inovel, atacou-nos o iiiimigo por
onde nein assim a tullamos.
a Rompen elle o fogo com numerosa artilharia.
que as nossas legioes aguentaram mo he:n como
nos outros dias; mas um corpo de remitas den
vMtfagw ao iumigo o os nossos retoreos nw che-
KJueeza parain- P* ([lie se chegassem, oulra' teria sido a
' jomada, e a esta hora estallamos proclamando a
dellnitiva libertarn da patria.
O nosso I leus qner provar-nos a ti e a cons-
tancia para dar-nos depois una patria mais forte
e mais gloriosa, e deveis cerno en sentii -vos nova-
uienle robustecidos eom o sangue generan que
nossa trra natal beben hom>m. Para vtngal-o.
A saude do visconde de Inhama est bastante
idterada, e actualmente o seu estado mui melin-
droso, e iras serios cuidados aos seus mdicos.
Ciininha para cicatrizaejw o ferimeuto do vis-
conde de Itapariea, que veio no vapor Priuceza, -
para esta capital, leudo seguido para Humas la o
brigadeiro liurjo, que eslava uo encouraeadu Bra-
sil, arabos era tcataraento.
Para que se julgue do carcter republicano do
Paraguay, envi umaescriptura deco.npia de urna
'sci asa, e a carta de liberdade da mesnia, a-sim
como bilbetes. pepindo ({uantias |iara comprar ser-
guay. o inarectiai de cani|to i
Sonsa, e nomeado o marecbal de campo Franc--
co Antonio da Silva Btlencourt para exercer inte-
unamente aquello lugar.
Eis as noticias couiuierciaes da ultima data
(25):
Cambio.Londres, 19,19.1', 19'( e I9W d.a
90 (1/v., sabbdo, 18 5/8 d. a!H) d,v. boje, 18 3 i
d. a 90 iL'v., letras para o paquele ingles ib.' feve-
reiro, e 19 d. a 90 d/v., dinheiro ,e letras, bo-
je; Pars, 300 rs. por fr. a !M) d,s\, sabqado;
Haiiiburgo, 910 rs. por B a 90 d s mbbado.
Apolices.Geraes de 0 % a 82 83 1/2
Mel.-U's..soberanos a 12230. sabbado. ditos
a 13J hoje, ditos at 30 docoirente a l-laltl".
I3200 e 13300, boje.
Elfectuaram-se pequeas lransaccr.es em
cambios sobre Londres a 19. 18 7 8, 18 81, 18 9 8
e 18 1/2 d. para o papel particular.
Negociarain-se varios totes de apolices geraes
de 6% a 82 c 82 1/2 %; 20 acede* do banco do
Brasil a 177j. 110 ditas da coinpanhia denavega-
cao Es|iirito-Santo e Campos a I70 e 3i7 diUis
da coinpanhia de Gas a 203130, transacejw d
sabbado e Ir'ansferencia boje; e cerca de 80,000
soberanos a i.3|, 13l00, 13^130 e 13*200 a di-
nheiro, 133100, 13^200, 13*230. M300 e ftJiOO
a diversos prasos, fechando o increado a 134130
res.
Aalfandega rendeu de I a 23 do passad >,
1,938:11394032 i s.
Sabio para Pernambuco, a 24, a barca.rus-a
auomatoiM*.
Ficavam carga para Pernambuco, as bal-
eas Garfa e Saphyru.
MLNAS-GEBAES,.
Desta provincia apenas encontramos o >
giu'nle no Noticiador :
.Voda i de setembiodo auno passado deu-
se as colonias do Mucury ose^uinte e lamentas.. I
(acto:
Os indios mansos de Poion ha lempos incora-
ra iiJasain os"colonos destruuilo-lhes as pbntaeo
ni roubando-lhes gado e gneros, e era conae-
'
adelph
vientas. Mostr a quera quizer ver estas !i ovas de falv;in,L0 a Pailn>> aqm cstou. Um revez defor-
gualdade e fraternidade, c da liberdade e usli- "na na? ha deJ)0 eprt0 ahater o espirito n enti-
ca. legenda das armas paraguayas.
Ein todas as casas do governo paraguayo se en-
raiutra cadeira com docel, anda mesmo na casado
Club.
----- -----^t-----....- '-vi x, -|m un ,j r^isi-i-
biar a abnegacao do magnnimo povo. nein os va-
MONTKVIliKO. 20 0E JANEIRO.
Segu o Vnxsimnii com noticias da Aiumprn
at o dia lo, mas o Providor, que acaba dj chegar,
s.ihio daquelle poito no dia 16. Apenas retore, amm
daquelle, que o Sr. marquez de Caxias linba entre-
gue o commando do exereitoao marecbal liuilber-
nie. Entretanto pelo Vassimon nos tinha constado
gue o mesmo exereito 'una sido dividido em dous
corpos, ficando um sob o cumulando do visconde do
Herval e outro do visconde de Itaparies.. qu
achara em convatescenca dos fcriiuentos que recc-
lii.-ra.in.
A entrada do exereito brasiieiro na Assunqico,
de que linbauos tomado posse no dia 1, eile-ctuou-
ne no dia 3. pelas 8 horas.da manhaa, cora grande
e.ntl)usiasmo,,nutos vivas, fugeles, eto. i) Si.
marques do Caxiasfoi residir na casa do infeliz ux-
minislro Burgos. No da (i larde entraram tam-
liein o exereito argentino o o oriental, o onenpanm
laagnicos i|uarteis. O nosso igualmente se acba-
sa-iuui beiilaconuuodado.
Tom-se encontrado grande quaidklade de ob-
jectos, tanto as casas particulares, amo no ar-
sanal de marinlia, que um bello esiabel.-cimi-u-
ti, com machinas de turneis caldeiras ras, etc. Tndo tem sido devidamente ariveadado.
8 nossos cnifes, que ja estao-sondo aconsiulos in-
justamente, nao se dosemdain de lavrar termos
asrtiftoando os valores que tem achado iraquella
abandonada ea|iital. Com o lint de se vigarem |do*.Kstados-lnidosi.qVte nem sequer hviaTi
da providenoia tomada, polo mai-quos le fazer oc- mandado a. Assomncao tomar os oBicios do
e-apar a cidade s (tor tor?asbraslci;;is mi pri-
meiro momento, os jornaes anfenliins ti ni nos
fiito a injnstica de aUribtkr s nassas-tiopas o
petos italianos, que >a to, pro-
lentes que tlverara a dbsfnea de cahir as raaos
ito inimigo, bao de esquecer as snas '-'lorias e o
que devem sua patria, e, longe de m lornaiviu
trabidores, viro buscar a nossa bandeira e o cu
logaran nossas Metras.
SoffreiiifH um revez, mas a causa da patria
nao est perdida e os seus bous (linos organisam-
se agora para lutar com maior alineo, anda contra
o inimigo exterminadnr (pie s ticou no campo da
batato para completar a destruirn do seu pon-
derado numero. J elle nao t-m seno eromoM e
mullos cavados cora poucos eavalleiros. as ul-
timas jornadas conla o iuimiiro as saos i erdas por
mais de 20,000 homens, e vos, soldados, sabis
xual era o vosso numero, e nada um le vos lietn
reeorda ipianlos invasoiios cabirain diante do vosso
chumbo e foram traspassados por vossas laucas.
Assim sabis tambem o que vos resta toser
para purgar a patriados seus inimjgos, e seo fizer-
deseuui atopeent no nosso Deus, e coma resolu-
eo-e bravura que sabis, aeonclusao ser fcil,
como fcil foi para vos outros rednzir qoelles res-
tos-queaHi vedes o gramte oxereitomieha quatro
anuos oi-gulhoso aineaoava reduzir a p em pou-
caa- semanas nossa patria.
Ssrro. Len, 28 de dezembro do ibmFw-
cisoo Solano topa.
Hecoiilieeendo que llic seria impossivel susten-
laii-se era Serno Len, Lopes com os destroc dn
seo; poder, metteu-se. na oorddbeira, para onde
havia feito transportar os sena feridos, que se cal-
culaiam ein 3,000 o. parto dos- quaes< rantava por
oulra ves em armas.
Acruiipauliava-o o general Mac Manon, ministro
anda
para prender osaggressorea, e no acto dessaprisao
ofterecendo os ditos indio* resistencia, travuu-sc a
lula resaltando a marte de 3 indios, e os (erimen-
tosde 3 das pracas da escolta encarregada da dili-
gencia. Fez-se auto de corpo de delicio as pray
cas da escolta.
< Apenas o Sr. Dr. chefe de polica teve conhe-
cimenlo do faci expedio logo as precisas ordens
para me linease lugar contra os delinqueiites es
procediraenlos da juslica.
t Tambera consta que tora assassinado era urna
das malas daqneUa colonia ii ni escravo do cidadao
Leonardo Estoves Ottoni, e attribue-se ente a-sassi-
nalo aos inesnios indios. PnKv;deu-se a corpo de
delicio.
UAillA.
Do Jornal extractamos as seguintes noticias :
Huitein (28) foi oonduzida com grandes esfoe-
eos. e por mais de 89 bracos, para a prac^a de Pala-
cio a niachina que tera de servir para o appanlh i
que all se vai montar cora o fira de fazer-se inde-
pi.'iidente das ladeiras a asceucao da cidade baixa
para a alia.
i \'o dia 13 de dezembro, no districto das Pe
dr.is. do termo de ChtoHe-Chique, foi assassinado
Antonio Ferreira da Silva com duas facadas, qu->
Ihe dera Antonio Cuiz, que consta ler fgido para
a villa do Remanso. Instauroii-se procesao, e ex-
peiliram-se ordens para a prisao do dolinuiieute.
O cambio licava sobre Londres a 19 i/4 d.
A atfandega rendeu de 1 a 30 do passado...
791:649*138. '
PERNABBUCO.
*.aa|*i Hay. ciideram.
atan E urna accao feia
ancora todos os navios, toi ^^^oIi^T^m^^^
issagem mais esta ardua
accao rea, que esto panucando asas
cp aandevemoa tomar muito ao serio, porque o
mnweli-niai mui tannsparenati
.Mommann dia &tivemesmier o
comnaiasario da canboneira Henrique Dios, Anto-
n) Arma de Seuza Jnior, que marran atoffado
per terroe virado o esealerem que eabiao serv-
cu rutando o vento Creso e. o rtov-ampolaito. O
akairiante acaba da. prohibir o eroprege dts em-
barcaca3es miudas nestas circumstancias.
_. seu
govcniu. levados (>ela- canboneira Kansas, qae ha-
sia das all se aotinvu. sem encontrara quera eu-
tregara coivesfioimaiioia.
Os consoles, trances ,-e italiano, estes tkiham-se
apreeenaado mu capital do Paraguav.
Jvdtosemis (peno dia IVnma esquadrilha dq
6canboneiras subtoraMaHo-Orosso para.roatabe-
lecer as- oomnranicaodes. con aquella timianiii o
tomar poase do Fecho dos atorros, tovantuna M
una lortificaco. Anteriormente ootra- osquadri^
toa d eaaa aos vapore* parapiayem qwj.mat-
teniJo.se por om arnjo estreno- e torttieso, esea-
parom sacrificando um deatre-si, que nitnda. a
pajue, fecbou -
Aprisionaraui
a passagem dnipargcm mamm,
se, porm, algumas embarcaodes
ATO Imtllltntn ^L ____ .
e dedica-1 Oeixo .de transmittir-Uie outras noticias ca Pa-1 que os vapores leva vara a reboque.
REVISTA DIARIA.
ACl'OHIADES POUCLvES^Hor Jeiiberaces
de .10 do passado foram nomeadus :
i" a b- supptoataa do delegado do termo de In
g^?'VTei'!!ia*r#r de Siqueim, Paulino Ra-
pbael da Silva Croa, Manuel de Siaueira Paiva.
A^simbo iNoptetrj.de Carvalbo. Andr Ferreira
de Un i o e Manuel Marques Fcrniiou
2; a 6 simpiSBtoS dusiu^dtlaiiado do ldtic-
to do mesmo tenaoManoro des Aneas Lnanel,
Uuntoto JosedaConcoicBoerSia, JortBodaCn-
nna Irainj*c Britov. AgoMmnn Traiaao Nogueira,
Beilarrorou bis, de> Venas.
i' e-3* supiWentas do sabdaiemnlo o' Varas, idem
^wUaroBinoJoa. Nary e Mi*ud Arebaajo da S-
2a-.*> smiptontes do snbdetogado da Alagadas,
idemJoao Jos da Silva a Jabi Raaaiao mVale.
t* a 6 suppleutes do subdelegado da S. Jos
IdaioManoel Marques Ferreira, Manuel do asci-
inanto Pereira. Joba Dominaos de ftantrolo. l'rr
conoto Paes do Lira, Francisco Antonio da Rotan e
Simio Kantista (toncaran.
! a 6 supplentes oo subdelegado de S Pedro
idemGerakto Ferreira da Silva e Mello, Vicente'
!

<-

i
!
v


fyiario de Pernambuco Quarla feifa 3 de Fevereiro de 1869.
Ferreira de Squeira, Maftoel Joaquim de Souza
Lima, Manuel Alex;udro de Luua, Pedio Ferreira
da Silva c Joaquim BaptisU Ferreira.
3* a mppljtes doiubelopado do 1* iliKtrirta
do termo de CaoWj-fiavM Gomes de Si C
Alejandre GoaTcalw aoves 2
S Hatinga.
kS.(AiUiesou domingo, 31 do pastado:
iva marcado, em ludas as freguezjas
da provincia, o processo para a organisaco dos
corpas (kiloraei que lem de eleger os represen-
tante rovmca ao parlamento brastjeiro, e
9 senadores que dovein preenehor as vagas ora
existentes ncssa importante parte da assembla ge-
ral legislativa.
Era todas as frcguezias, do que temos conbeci-
meuin, o processo eleiloral correa livre e isentode
tuda a surte de questes e disturbios. Eiu quasi
todas, tambem a opposieo nao sef presenten. Eis
coma licaram organisadas as mes:
S. Fre Pedro GonralresosPedro dasNeves,
presidente; Joao da Cimba Magalhts Jnior, Jos
l*edro dos Sautos Neves, Manoel Jos Baptista, e
Estevo Jorge Baplisla, mesarios.
Sutil" AntonioAntonio Augusto da Fonseca,
presidente; Frasjrcliuo Augusto de llnllanda Cha-
coo. Joao da Guata Soaros Gunaros, Thomaz
Jos da Costa e S, e Joaquim Ugotoio da Silva
Fragoso, msanos.
/(o (- Fttt tHiilo Carneiro Machado Rios, pre-
sidente; Dedo de Aqnrao Fonseca. Tandido l'..
tiuedes Alciirorado. Tlioodoro Machado Freir Pe-
rcha di Silva, e Joao Francisco Anlunos. me-
sarios.
S. Jos. Manoel Antonio Rjbeinb, presidente ;
Joao Amonio da Silva Pereira, Joo Soares da
Fonseca Velloso, Joao Baplista do Reg, e Joaquim
Pedro tos Sanios, Bczerra musarios.
Affogmbs.Manoel Joaquim do Reg e Albu-
Juerque, presidente; TI\omaz A. Pereira de Brito,
I.i.t da Silva Leiria. Joaquim Francisco de
Albujucriiue Santiago, e Joao Hibeiro Pessoa de
Laeerda Jnior, mesarios.
Ynrzea.T-Bario de Muribeca. presidente; Dr.
Manoel Arthur de Hollanda Cavalcante, Francisco
Xavier Carneiro I.ins, Isidoro C. Rodrigues Cam-
pello, e Manoel Francisco de Carvalho P. de An-
drade, mesarios.
Pop).Dr. Jos Bernardo Galvio Alcoforado J-
nior, presidente; Serapio Correa, Felippe uarte
Pereira, Jos Alfonso do Reg Barros, o Antonio
Lu?, mesarios.
Jaboato.Manoel de Si raza Lefio, presidente;
Miguel G. dos Senlos Pereira de Bastos. Jeronvmo
deSouza Leo. Jos Francisco Pereira da Silva
Jnior, e Joaquim Pedro to Reg Barreta, mesa-
rios.
S. Loiiiviiro.Coronel Jos PeresCampoHo, pre-
sidente ; .Dr.' Francisco Joao Carneiro da Cunlia.
padre Jos Ildefonso Rodrigues da Silva Pula.
Antonio eViriaiiodoBegoBarros, e Jos Antonio de
dlivera. mesarios.
Se de Olinda.Lxz do Reg Barros; presidente;
Jos Candido da Silva Pessoa, Jos Marcelino da
Fonseca Manguinlio, Antonio Hibeiro de Albuquer-
que, e Hilario Manoel da Conreicao. mesarios.
S. Pedro Marti/r.Teneule-coronel Manoel An-
tonio da*. Passos e Silva, presidente Francisco
Luiz Viraes, Alexandre Jos Dornellas, Joaquim
^eferino de Hollanda Cavalcante, oAstolpho Mues
de P. Vi;;iina. mesarios.
Esraa e Atjiia-Preta.Nso houve elcieSo. por
falla de previa convoeaejio, como determina a le.
Osnovosjuizes de paz ja fizeram-n'as e as cleicoes
deve realisar-se a 7 do correte.
PRISOES.Por comnrancacoes que tivemos de
Agua-Preta, conseguid a policia local a captura
de alguns dos implicados na oecorreneia de 28 do
passado, da qual inleiramos os lcitores.
COMPANHIA PERNAMBUCANAEsta compa-
nliia, a pedido de muitos negociantes c inais pes-
soas rateresaadas no commercio entre esta ea pro-
vincia das Alagoas, resolvcu de hojo em diante
auiiudar as viagens de seus vapores na linha do
sul; exprdindq, alni dos vapores que regular-
mente salieiu nos das 15 e 30 de cada mez. niais
dous que devano partir a 7 e22, em direilura
Maceio e Penedo.
DINHIRO.O por americano Mississipetrou-
xe para a nossa praca ;is segnintes i|iianlias :
Tasso Irmaos..... 60:000000
London and Brasilian Bank 60:000*000
dem........ 1.000
Jos da Silva Loyo AC. 2.>:000000
Augusto F. de Oliveira & C. 10:000-5600
Mano,;l T-ixeira Bastos 10:000.000
ADMIMSTRACO DOCORREIO.Noanno civil
de 1868 renden esta repadicio 28:0110^330, sendo:
Em Janeiro...... 1:930^230
Em fevereiro... 1:9695730
Km marco....... 2:5303050
Em abril-....... 1:9763690
Em maio.......... 2:2."i0$990
Em junlio........ 2:6713170
Em jullio......... 2:1053000
Em agosto....... 2:168:i80
En setembro... 2:7173910
Em oulubro.... I:882t7(i
Em noveinliro. 2:480*590
Em dezeinbro. 3:1073070
EM TRANSITO.-boodo do vapor Mississipe
passaiam pan os Estados-Unidos 13 passageiros,
eatre os quaes Mrs. Porter C. Blissis e G. F. Mas-
termanu, <|ue foram empregados da legacao ame-
ricana no Paraguay, e que alli ficaram prisionei-
ros. quando se relirou Mr. Washburn.
HISTORIA IM) BRASlL.-Os Sis. I.ailhacar &. C.
acabara de expor venda a 2' edicao do Compen-
dio da Wsloria do Brasil, pelo Sr. Salvador Henri-
|,ie de Albuquerque, que editaram eom zeloe
cuidado.
um bello trabalho. novamenle convelo pelo
autor, milito propro nao s para as aili3 piinia-
rias. como para aquellas pessoas que quzerem cs-
tudar resumidamente a historia patria.
INSTITITO ARCHF.OI-GtClt.Emnossa 8a pa-
gina, ios ltimos dous niineros, demos o discurso
doKxtn. e Rn. Msefem) non^enlior Muniz Ta-
vares, e relatoriq do Sr. Dr. Soares de Azevedo.
presidente e 1* secretario dessa corporacao; e boje
damos o do Sr. Salvador Henrique de Albuquer-
que. 2" secretario.
Para fldss traballios chamamos a atteircjSo dos
leitores.
GVMNASIO PROVIXtnAL. Sumiendo este
anuo que entre as ferias grandes, que deviam ter-
minar heje, e as do carnaval havia apenas tres dfas
uieis, resoiTeuo Dr. regedor do Gymnain transfe-
rir para o dia 11 do corrate a abertura solemne
do anno lectivo, que dever ter lugar s 10 horas
da manliaa. como verao os leitores do annuncio,
que vai publicado uo lugar competente.
FERIAS EM IGUARASSU'.Escrev'em-nos d'e
Iguarass, era data de 29 de Janeiro:
Retiraram-se liontoui d'aipii os seminaristas
] Olind i. depois de taverem pasando as ferias no
DBio de innocentes passatempos edistraccoes pro-
prias do estado a que se destinara.
Dorara Irequentcs passeios, foram Itamarac,
Itapissuina, e oulros lugares, sendo sejuprc
muito bem recebidos pelo poVo, que corra atlrahi-
do pela iiovidade, e principalmente para beijaro
aflnel do Exm. bispo diocesano, que todas as vezes
'que podia aeompanhava os seminaristas nos seus'
Basseioa.
. Emre ontras distracfdes organisaram os estu
danies a ropresentacao de um drama sacro, hitim-
lado Satrifico de Ismc. do Dr. Maeedo, a que ti-
ramos a liiurade assistir, e cujo deseminho ex-
cedeu a nossa espectativ.i.
i Os jovens a quera foram confiados os diversos
papis mostraraui intelligencia e aptidao para se
aiiropriarem do personagatn que representavam ;
a cantona eslava bem ensaiaaa, e o proprio ins-
trumental era todo executado petos alumnos do
seminario. Sao estos no nosso entender os enlre-
timento; que devem oecupap durante as ferias
quelles que se votam ao melindroso estado eccle-
siastico ; e oxal que assim continu nos demais
annos, o se nao volte ao lempo em que o semina-
rista u renovar pelas furias os passatempos mn-
danos que doixra interrompidos apenas pelo de-
curso do auno lectivo.
Consta-nos que o.Rvm. commisaario dos reli-
giosos franciscanos ceder o convento ao Exm.
prelado mceeano, iiean portn esta resolucao
depeadinle da decisao do capitulo dosmesmos re-
ligiosos na Babia, que tem de reonir-se em deiem-
bro prximo. ContIamos".que o illostrado capitulo
ha d crafirraar o aoto do Rvm. commissariei oonv
o que muilo ganhar este convento de.Iguaraant,
cajas ruinas j cemecarara a ser reparadas pelo
Exm. prelado, tanto no temple como no proprio
tanto.
Folgamos de nouciar-le tambera que o Exm.
beneficio do patrimonio dos orphaos, que corre
aUiado 6 dAevt reiro.
Sflguiram para o sul a bordo do
vapor''Po/iP:Felipe da Silva Porto, Dr. Joao
- Joaquim Pirouno, vipuio/Targino Paulino de i)ar-
Manoel Gomes d* fcK^Vgafi| Mexandre
Gomes de Mello e
eacravo, Domiagos Jas Pereira,.Manoel Fran-
cisco da ('Asta, Ailefano Chuidino Duarte, Luiz Pe-
reira da Cunha, Jcaquim Jos de Fanas, MarciOni-
o Gomes Coutinln, Eugenio Jos Neves de An-
dratle. Manoel Joaquim Teixeira, Antonio Jof
Duarte da Silva Braga,. Manoel noel Joaquim de Aducida Castello-Branco, Domin-
gos Ramos de Araujo Pereira, sua senliora um
filho, Flix Ferreia da Silva, Manoel Luiz de Arau-
jo Leal, Pedro Jirge da Silva Ramos Jnior. Dr.
Aunejda Lopes, Jraqvta Jos de Araujo Waacon-
cellof, Joaimim Fiancisco Paulo Maia, Leonardo
Francisco reman es, Antonio Francisco Maia e um
sobrinho, Joaquim Mara Sobrnho, Antonio da
Silva Reg, Justin) da Silva Torres, Francisco Xa-
vier da Silva Marques.
Seguiram para o norte a bordo do vapor Ipo-
'uca :=Padre Joiquim Severiano Ribero UajiUis.
>r. Jost da Costa Machado, Dr. Pedro Prancelino
G., sua senhoa, una iraiaa, urna lha e steies-
oravus, Joo BaptiiU Soaros, Dr. Francisco Anto-
nio de Almeda Albuquerque e um criado, Josi'1
Raymundo Borges da Costa, Antonio de Sa Litao,
Manoel Jos do Passo, PatTlino Angusto Ua Silva
Freir, Joao Auoisto da Sirva Freir, Joao Fran-
cisco da GoneeicaC', Francisco Tavares Pessoa de
Araujo Jnior, sua senhova e dona criados, Feli-
ciano Pereira Lyn, de Faria, sua senliora e una
criada. Dr. Jorge Dornellas Pessoa, Franrisc) Po-
n-ira de Albuqueri[ue, Gonzalo Pinto da Silva, An-
tonio M. S., Joao nlves Cavalcante da Bocha, su a
senliora c quatro lil|ios, Benjamin Jos da Rocha,
Jos Napolcao de "Almeda Rocha Grauja e urna
escrava, Domingos S. de Azevedo, Alexander Cari
Ieanrnaud, Joao Baptista Magallifies, Dr. Hermoge-
nes Joaquim Barbusa Tissoco, Gabriel Soares lia-
poso da Camaia e um criado, Jos Correa dos San-
tos e duas (iracas de polica.
O vapor ame 'cano Mississipe, trouxe os se-
gnintes :=Antonio Mara de Castro Delgado, An-
gosto Rodolphu F. de Freitas, Joaquim Bossa de
Carvalho.
0 vapor americano Mississipe. levou os se-
grales :Capitao G. A. Begelon e sua senliora,
Joao e Joaqun.
CEMITERIO PUBLICOObtuario do dia28 do
crreme !
Amaro, Pernambuco, 2 dias, Boa-vista; hemo-"
riiagia nmbelical.
Rosendo Alves di Silva, Portugal, 65annos, viu-
vo, Po^o; interite chronico.
Mara, Pernambuco, mezes, Santo Antonio ;
convulsdes.
Gedeao, Pernambuco, IB-raezes, S de Olinda ;
convulsoes.
Mara, Pernambuco, 9 mezes, Boa-vista ; con-
vulsoes.
Mnthilde, Bernambuco, 2 mezes, S. Jos ; con-
vulsoes. ~
29
Oliva, Pernambuco, 18 fnezes, Boa-vista ; con-
vulsdes.
Mara, Pernarabueo. 6 mezes, Santo Antonio ;
phtysica.
J?.*""a. p?rnam':uco; ^ mezes, Sanio Antonio ;
denticao.
Maia, Pernambuco, 2 mezes. Recife; convul-
soes.
Thereza, Pernambuco, 1 anno, Recife; va-
rilas.
Francisca Sculioi inha dos Santos, "Pernambuco,
32 annos, casada, Santo Antonio ; ulceras intes-
tihaes.
Jos da Costa Velloso, Rio-Grande do Norte, 50
annos, casado, Boa-a isla ; interite chronico.
-30-
Adelaide Cavalcanli da Silva, Pernambuco, 18
annos, soltoira, Poco ; ttano.
Maria Luna da Coneeicjo, Pernambuco, 30 an-
nos, viuva. Boa-visti; hepatite chronico.
Jos, Pernambuco, 60 annos, Boa-vista; hepatite
chronico.
Damiana, Pernambuco, J4 annos, Santo Anto-
nio; congestao cerebral.
Manoel B. da Cunha, Pernambuco, 24 airaos.
solteiro, Boa-vista; tubrculos pulmonares.
Antonio Joaquim dos Reis, Per nambuco, 12 an-
nos, S. Jos : erysq ela.
Rendimento
Candiatii, que o ajndou rjDrespaCp dalguns
dias. Nao obsta
guezia de S. Jos .d'Agua l'n'ta bstanle
e^tlujlic^v cojtAuio jjtimts pa*.so.is liavm,
que vivkmi a&ttad.i ic4|itos da igr"
e nilvd. )udr j|.J|Io pelas p
cipiosda i''li^i,|iala venladeita dedic3oj|
l>ela, bPiiuAi e, anjabjlSlale coni ojie jr.v
tava os fiis conseguio muitas conwst^,
as quaes foram em numen) de. 113.
Conseguio mais <\\m se confessassem em
numero de 2918 p 'ssoas que recebessQW a
communho em numero de 2786 pessoas ;
que se chrismassem em numero de 3510
pessoas. Pelo Rvd padre Vital foram eji-
tregues as offertas dadas por ociysiio.do
eltUsma, que cluejarain a 1:101 >(JD0 ao
Dr. ornelio da Fionseu-i. alim de continuar
a obrada igreja, ofertas ime foram gajo
Exc. e Rvd Sr. bispo destinadas para ftsse
ftm, emais a quantia de ,\ 10,^000 de es-
molas que por diversas pessoas foram ofe>
recidas a obra da mesma igtvja; iicaalo
o niesmo Dr. incuribido do cout a$ refe-
ridas ipiantias continuara metiiiotiada obra
da igreja. Agradei emos a Deus em pri-
meiro 'htgarnt vinda de tao Ilustre, virtuoso
e sabio mlssiotjafjo esta reguezia ; em
segundo lugar ao Exc. e Rvd. Sr. bispo
que procurando com todos as forfas que
a palavra de Deus sjja semprc oqvjda era
todos os lugares de sua jurisdieco, escplbe,
para realisar csse dever santo os ministros
ms delicados, mais virtuosos e Ilustrados.
0 Rvd. padre Tliomaz Vital, rene em si
todas as qualidade< d'um vrdadeiro mi-
nistro de Cnristo, nos agua-pretanos em
particular agradecemos ao Rvd. padre Vital,
tantos beneficios que a esta freguesia fez.
para o que concorreu tambem com toda
dedi,eacao o Rvd. coadjutor pro-parocho
padre ScsoslresAbdom Freir de Carvalho:
e rogamos a Deus [tela vida e augmento d
'.'ludes ao Rvd. padre Vital. Agua-PreW
23 de Janeiro de 1809,.
U,n ayua-pretaiw.
e New-Orlcans, e imitle cartas de crrfn'to,
po,a as inesnios lugares.
Largo ,do Pulourmlio a. 7
0 laglisli Bank o Rio de Janeiro, Limited,
D_ W' sobre as segrales praras:
-Sobre Fon Id &
nSont SK
tires.Sobro LondooBoUtf Stock iiank.
.Be*i)flrg,G<.s
Li*6wi e Porto.Sobre Banco de Portugal.
Rio do Janeiro.Sobre Englisb Bank of Rio de
a neiro,-Limited.
rtn.Sobro ('.. Vaughan & C.
Pura.Solare Tappenbeck Brarabeer U C.
ALFANDBGA.
do dia 1 .
5(i:999227
109C
29i
^, HOVOENTO DA ALFANDEGA.
oluraes entrados coi fazendas 424
dem iden com gneros 672
Voluntes sahidos com hfeendaa 119
dem idem ooni gneros 176
Descarregain hoje 3 de fevereiro.
Barca francera>,//<* mercadoras.
Vapor inglez_Ama2on=idem.
Uart^i iiii.'leja=SoppAo=idem.
Pamho americano.l ftuarao norte-allemoApollodem.
Itrigue inglez-.drtA^bacallao.
Bngue inglezTiluuiuidem.
Br/gue ingli;;/ Ak.randra drill.
Patacho inflnJfanjarelh flV//^=bacallo.
fituna inglezaEiujle ITVj=>bacalho.'
Brigue injilez Bleadafarinha de trigo. .
Galera portugueza = Aota Fama = varios g-
neros.
Patacho norte-allmoHpnnr^=farinhai
Barca nglczaMaranMop ilvora.
Patacho inglezHartar tirarebacaluao.
Parahybat dias, hiae braajiro Marta Amelia,
d :i8 toncadas, capitio Francisco T. de Asis,
equipauem (\ c'argi toros de mangue : a P-
renle V'ianna & C.
Navios saltillos no tnesmo Ha.
CanalEscuna ingleza Waif, capitn Harrs, car-
ga assucar.
Liverpool-Barca ingleza Witc of the Tugo, capi-
tao Hulching. carga assticar e algodao.
Naviih modo* no dia I
Valencia47 dias. patacho bespanh.il Uenrtquela'
de 180 toiiL'lailas, capUru. Ainl.rozio Borunat.
eqiiipagoin 13, carga vinho e outros gneros :
a Carm-iro Per.ira Al'..
Montevideo37 dias. sumaca hespanhola Guada-
lupe, de 133 toneladas, eajpitao F. Koiitanilla.
equipagem H. carga .'.266 quintaes hespanbeii
de carne; a Maui) Rouiagiieira Hijo 4 ('.
Habor Grace26 das, patacno inglez llabor Gra-
te, de 180 toneladas, capitn James Biwn. equi-
pagem 10, carga 1800 barricas com bacalhao :
a Sannders Brotbres & II
Terra Vnvafl dias. brigqe inglez Kate. de 222
tonelada^, rpita i R. Palfrev. ilfnipagmi 10,
carga 3.300.rricas.con bacalhao : a Jolras-
ton Pater & C.
Bk'lunond37 dias. patafiho norte-allemao Rene.
de 149 .toneLidas. capitao J. Von Ehren, equi-
pagem 7, carga 1778, barricas com fyrinlu. de
trigo: Pbepps Brothers A C.
Rio de Janeiro e Baha6 dias, vapor americano
Mississipe, de 2.000 toneladas, conunandante
Slocnn. ivmipagem 70. carga diferentes gneros:'
a Henr\ FotsUr& C.
Mares tahitl'n na mesimi dia.
\e\v-York e nortos uileininlisVapnr uneri'a-
no Mississipe, conmianflanre SIh-iiii.
ftar-r-ttrigu.' cscniui uacwual Aurtti i, ca| Jos Mara I'ei reir, carga assucar e outros
geueroS
jdoeo Si
erandod
Valores.
W500
900
420
IfQCO
Ksitatistiea curiosa.
Quem sonharia da importancia de urna em-
preza estabelecida com o lim -nico de fab i-
car um purgante para o uso geral do povo, e
com que voz de ma<;oa fallam os l(jil>Ml
algarisinos do sollrimento e da d6r qae
combatida diariamente por urna cousa tao
insignilicaute como seja urna pilula ?
O Dr. Ayer de Lovell, nos Estados-Unidos
fabrica no sen laboratorio oitenta grozas p-)r
dia das suas puia iritltartkas durante todo
o anno, isto dezeseis vidrinhos por minuto
ou duas dses por segundo; portanto, mais
de 8(5,000 pessoas tomam estas pilulas todos
os dias, ou 2.580^000 por mez Facto este
que faz admirar8t>;00 doentes al lirio todos os dias na pericia medica de
um homem!
Um homem em cujos hombros pesa urna
responsabilidade taldeve sersempre, como
neste caso de urna intelligencia da primeiFa
ordetn e de um carador elevadissimo*
POLmOA INTERNA
Partido conservador.
(A* PEDIDO.)
DUAS PALAVRAS AO Sil. M.UOR JOS RUFINO BARBOSA
DA Sll.VA.
Em 4 de dezeinbro passado appareceu neste Dio-
rio o Sr. major Jos Itulino queixando-se de tro-
pelas e vechacoes iraticadas para cora os seus
moradores a. proposito de designacoes de guardas
nacionaes para o aq artelamento.
Na qualidade de lommandanle da8."compantiia
do 8. batalhao, a qai pertencem os moradores do
eugenho Pintos, entend dever pela imprensa con-
testar a allegagy falsa do Sr. major Jos Bnlino ;
e o liz pola forma constante da minlia pubHraeio
ueste mesmo Diario em 18 do citado mez.
Entito disse, o que boje repito, e alftno sob pa-
lavra de honra, que desde o l." de agosto do cor-
rente anno at osla data um s morador do enge-
nho Pintos nao foi preso ou perseguido por moti-
vo de serviyo da guarda nacional, alm de Joa-
quim Jos de Sania Anna, que smente se demo-
ren no servico de aquarlelaiueuto dez dias pouco
milis ou menos.
Entao convidei, e hoje repito o mesmo cenvnv.
ao Sr. major Jos Bnlino, para que declare quaatos
moradores de seu enjenhoforampresos.desd amel-
la data, declinando t s nomes dos que foram preses,
conduzindo cargas quer em camnho quer kokta
cMade.
Eiitrulanto o Sr. iiajor em vez. de, tana, cava-
Iheiro, acudir ao convite que Ihe liz, e ao quabnao
liodia decentemente fugir, neaba de pabacar
mas buhas em data le 2 do correte, tao'si)
te para dizer, que nio gosla de lutos coot. inwtri-
duos, que ajto tendo urna educaem cmvetoiente pa-
ra entenderse eom raraJheiws, que sepresuin, Uo
se pejain de ch&fudur-tsc em faltidades; que edr-
robora \ seta dizer cousa aiguma em contesta;*!))
o que ja disse ; e qm nio quer, iijo .-pode, c Tiem
deseja discutir comido. ,
O publico vio a nianera cavalheirosa cpm aiie
me expressei, e o modo por que me responde o Sr.
major, era quera na> recontjefo sonerioridadc De
qualidade aiguma alcm do posto de major da gjnat-
da nacional. O pub'ico que seja o nosso luiz.
O Sr. major nao pode esqnivar-se a responder a
contestaban que faro aos seus aleves : nao Umj8i-
reito para isto, desdqne aiiiimando, que persegu
e prend lloradores ieu*,euo contesto, pedindo^ie
que decline oswwes dos jiersegudos o presos,
ue inellior meio podera ler u.Sr- inajor pata
confundir-nve ? _,
Era quanto nSo c'ecHnajlQS mUnes dos qiirajlo-
res do engenbo lint is, cjui.' [era sulo iiL'rsiguilas,
lioi de continuar affrninr. que oT amante da vedade ; quexa-se de perseguicojBlc
?echacoes que nunca existirara.
Recife. 2 de jane rod 1869.
JoSo-'frnneitco HHaelerio-lPortella.
f.^M......... j ,! ljtj
PUBLICACOES A PEDIDO.
, ... ....... .^ .. ------- .
MissSes d'Agua Preta,
A educagao ma obra de toda a vida,
ns pYiHeiros diiiis do homea^, ella ope-
rada sob adiroeco dos outros homens.
Os preceitris religiosos que s3o offere'cidos
pelos ministros oe Christo a sociedade dos
catholicos, constituem sob a denominaco
de missoes a ednsaco que a igreja de maos
dadas com o etado civil offerece a seus
membros. D'ordera do Exc. e Rvm. Sr.
bispo d'esta diccese veio a esta Villa o
Rvd. padre thomaz Vital ftm de mtesionar
e applicaroSacrfmento do Chrisma. Este
virtuoso e illus ado sacerdote consaigwo
por meio da prelica da palav de Ibbb,
os ns que podt: desejar um veradeiro
ministro da religao de Cltristo; quando
enviado para expl car as doutrinas da i|eja.
8em descansar o Rvd. padre Vital cheas-
i?S^^ ^ o ?ia til do Ll de dezeobr do
lanhoso aiflan^ jguaraas e com os ares destt, ^o, passado, t o dia de sua partida
loeaKdid.
Por veaes tivemos a honra e visitar a S. fixe
Kvua. m en eeafertavai apo*MM.eoi & Francts-
ca, e ionio$ encontrados con i aflabMade *4aW
flezadii inauK viruwso,prelado.
tOBBI-A que se acba i venda a M
^efoinodia do raer, paseado, owo
(Ieonfe)iaoatoi!o8que rjueriam rtcber
o sagrado Sacra liento d EmSUawti; e
Sendo mnito grai de a coucorreucia do povo
foi enviao j?tra confbssv o RwL ptdre
Agua florida de Mur-
ray & Lanman.
A verdadeira prova da genuidade e pureza de
qualquer um perfume extrahdo das flores consis-
siste na sua duradoura existencia quando exposto
inlluencia do ar. O aroma derivado de olos cbi-
micos desvanece em breve e deixa aps de si um
cheiro per certo mui pouco agradavel, jnimn,
aquelle que obtido mediante a destillaco de fras-
cas e odorferas llores, se apura e aperfeira pelo
contacto do ar, e por cmseguinte a sua durara i i
de maior espaco de tempo. Eis por isso que a
agua florida de Murray <* Lanman. formando urna
concentrada prodcelo das mais raras flores do
sul, apanhadas duraiile-o zenih da sua florescen-
cia e maior fragrancia, nao s possue a fresfonKo
de mil fresco raraalhete, mas tambem indestruc-
livel e nextinguvol, a nao ser a excepcao de ia-
vageni do lenco auteriorinente humedicdo na
mesraa.
A' proposito do avisoAo publico
impresso n'este Diario de 1 do correte
mez, sob a conheciia firma do Sr. com-
mendador Guilherme Jorge da Motta, piir-
guntamos a S. S.se ou nao exacto que
S. S. contractra ltimamente vender a sua
taverna ra do Imperador ?
Respondida esta pergunta, desde j pro-
testamos a S. S, no s explicar seme-
lhante negocio, mas tambem aquell'outro,
que S. S. nao ignora de um decantado em-
bargo, requerido petante o juizo comraer-
cial d'esta cidade, eefl'eiluado independeiitc
dr mandudo em cioenta jn-anchoes de lou-
ro bordo da bawaca l/mrentma por
certo individuo, que se intitulou de ollicial
dejuslica, e escreveo o respectivo termo
no verso da propria jjetioo!
Seja attencioso. Sr. commendador, que a
nossa duplice explioico agradar muito e
a S.S., tanto mais quanto baseada em
documentos que o fortifteam nessa honrosa
posiejo de eiuiter o peito, atiral-oavante,
e caracolando os bi^odes, repetir alto e
bom somas seguintes pala\Tas memora\ js
do seuAo publico:
Como t-enJio consdencia dos meus aclos
despiezo esse vil calumniador, que nao tem
coragem precisa paradepr nao seria regeitada.
Alerta, Sr. commendador! S. S. dirigio-se
ao publie: este -agiiarda-llie a resposta, e
a nossa explica^ao.
Hamos, oficial de justira improvi0O
s ordens do Sr. commendador.
TABELLA dos PRtgos dos cenkros sbitos a di-
HKITOS 1)F. EXPollTACAo. SKM.VKA DE 1 DE JANKIt
r.o a 6 d i mksmo mi:z DE 186.
Hreadoriaa: Unidades.
Abaiws........i. eenio
Alcool ou fc^pirito de aguarden-
te.......... capada
Agurdente cachara.....
dem de caima' :.....
dem genebra....... ^
Idean resillad? #A '
* va no romo
Algodao em enroco arro>;
dem em rama ou em ta.
Angico (toros )....'.. duzia
Arroz cora casca...... arroba
dem descascado eu pilado
Assucar bramo ......
Mein miscavado. ......
Idera refinado.......
Azete de aincndoim ou 'amen-
dobim......... caada
dem de ceo.......
bli'm de mamona...... >
Hlalas alimenticias..... arroba
Haunilha....... libra
Bolacha ordinaria, propria para
embarque........ arroba
.1...- .;,,'
_- "i .*......* >
Caf bom........ _,
dem escolba ou restolho ...
dem torrado ......'". libra
Caibros........ um
farao a sua estra a Sr.-> I). Julia Azevw-
Sr. Primo da Costa. iirr,inpiillcando-s ii o
grande drama
EDITAES.
Fq-;.
13*"^
COOOO
13000
246 *a700
25700
ilOO
25500
lfiSIMI
14400
l^iOO
23500
81000
7 aIII MI
0 cidadao Antonio Augusto da i-^,lfteca,
juiz de paz mais votado d reguezia do
Santissimo Sacramej;i0 dobairro deSan-
5 p!0"10 <" cidade dRecife provinia
J^ nambuco em virtude da lei etc.
^ raro saber que, pelo oflieio circular do
Exm. Sr. presidente da provincia, conde de
800 llaependy, em data de 3 de outubro do
i anuo prximo passado, qup por copia ni
.fi remettido junto aum da cmara muni-
cipal d'esta cidade, datado 19 de outubro
do dito anno, convoco os eleitores d'este
municipio para reuniao do collcgio no dia
4 de marco prximo vindouro, im de
proceder-se eleicao de 2 senadores que
prehencham as vagas [deixadas na cmara
vitalicia pelos fallecimentos dos Exms. con-
selheirosAntonio Coelho de S e Albu-
querque e Francisco de Paula Almeida e
Albuquerque. Em consequencia do que
devem comparecer na igreja matriz d'esta
para estra do nrimeiro actor o Sr. Maruulio Cor-
rea Vasques, do Sr. Eduardo Alvares da Silva.
Primo da Costa, Julia Azevedo e I). Apolonja.
A empieza aniiuncia anda ao Ilustrado publico
que chegando-nos a grata noticia do fim da guer-
ra, suspender qualquer trabalho para dar lugar
ao espectculo em festejo a tao feliz nova, sed"
o producto desse espectacub applicado as viuva-
dos voluntariosnernambucanos.
AVISOS MARTIMOS.
-----------_-------:-------------------------------------------------------m
CPMP.VNII1.V, PERHA.MqL(l\NA
DE
Navegad-So cost Mcei em direilura e Penedo.
O vapor Jatjuaribe, ermmandante Moura, segui-
r para os portos cima no dia 8 do eorrente as>
horaS da torne. Recebe carga at o dia asi:
horas, encoinmendas, passageiros e dinhiro a
fele at as 2 horas da tarde, do dia da sabida no
escriptorio do Forte do Matos n. I!.
3L
CMPAMUA PKRMAMRLG.VNA
DE
.\avegaoao eosleii a por vapor.
Femando.
O vapor (liqui. coinraandantc Aze-
vedo, Seguir jrna o porto cima no
dia lo do tortente ao metb ia. fte-
cehe carga al as Huirs da lajab'do dia 9, en-
commendas.passageiro-i'd.nlieii'o a frete ateas
10 horas do'iia'da sabida no escriptorio do Forte
do Ma.'.'wi9 n. 1.___________________
~CMPANHIA PERNAMBCANA
DE
avesiacao costeira por vapor-
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara.
caty, Cear, Acarac e Graufa.
O vapor Pirapama. coramandante
Torres, seguir para os portos acuna
no dia lo do edrrente as 5 horas da
tarde. Recebo carta at Cdia larde, enconwenas, JiassaeeiOHS e dinhiro a
fri'te al as i horas da fanle do dia da sabida no
escriptorio 5:' Forto do Mattosn. l.
v.
Vl
SIL
73000
6^500
440
i'....
ii i.
uezi ;;S D loras uS riaiiiua do dia 'i de
Cal prela........ arroba
Cal branca......t
Carne serca ( x'arque ). \
Carneiros........ um
Carvo ve^elal....... arroba
Cavernas de sicupira .... una
Cera amarelta....... arroba
dem de carnauba em bruto. libra
dem idem em vellas ....
Cevado ( parco)...... um
CU.......... libra
Charutos........ ceuto
Cocos seceos .......
Colla.......... libra
Oraros de boi, salgados ...
Idera idem seceos espichados.
dem dem verdes .....
dem de cabras cortidos um
dem de onca.......
Doces seceos ,...... libra
dem em gela ou mas-a.
dem em calda...... ?"
Knxanis........ um
Kc-panadoivs grades.....
dem pequeos......
Esleirs para forro, ou estiva de
nane......... rento
Idera de carnauba ..... uiia
llsiojia nacional...... arroba
Farinha de mandioca. .... alqueirc
dem de ararta...... arroba
Feijiin de qualquer qualidade
FrechaS........ um
Fumo em folha bom..... arroba
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ,........
liban era rolo, bom. ..."
Fumo em rolo, ordinario ou res-
tolho .........
lalinlias........' lima
Goninia de mandioca..... arroba
Ipecacuauba ( raiz ).....
Jacaranda ( eouepeiras) duzia
Lenhaem acnas...... cento
dem de inangiie em toros.
Lindas e esteios...... um
Mel ou melaco...... caada
........ arroba
marco cima declarado os respectivos elei-
tores especiaes que compoe o collegio do
300 Recife, os quaes sao:os de S. Fr. Pedro
*!** i Concahes, de Santo Antonio, de S. Jos,
3J800 ('os AITogados, da Varzea, deS. Amaro, de
Jabaat5o, de Muribeca de S. Lonrenco da
Mala, do Poco da Panella e da Boa-Vista.
E para constar mandei allixar este nos
lugares mais pblicos d'esta freguezia e
publicar pela imprensa.
Recife, Io de fevereiro de 18G9.
Eu Joaquim da Silva llego, escrivao que
o subscrevi.
Antonio Augusto da Fonseca.
Mlho........
Ossos....., -.
Falla de carnauba .
Papagaios.....
Pao lirasil......
dem de jangada. .
Pechury.......
PedOb .1'amolar: .
Idera de filtrar.....
Idera de rebollo .
I'ennas de eraa.
Piassava......
Pontas ou chifres de vaceas e
novilhos........cento
Pranchoes de amarello de dous
costados........um
Idera de luro.......
Rap......... libra
Sabao.......... 1
Sal. ,......alqeuire
Salsaparrilha.......arroba
mol ho
um
quintal
um
arroba
urna
libra
nollio
4000
U600
35300
6|o00
230
500
2050M
290O
2000
t|000
000
153
90
170
380
103000
IjOtX)
360
520
1^300
4 000
2*000
124000
160
2-3000
24509
104006
41000
53000
lojOOO
83000
104000
84000
13000
3JW0
235000
5.3000
330001
123000 I
CaOOO
200
13000
240
lOOO
fi*000
63000
53000
12*000
900
800
13000
2*000
160
DECLARACOES.
CoiiMsilado portnsnez.
Os senhores credores di espolio do tinado sub-
dito portuguez Solidonio Jos Francisco (africano)
qoeiram apresentar suas conras neste consulado
dentro do praso de 8 dias, para seren conferidas e
pagas.
Consulado de pnrtugal em Pernambuco aos 29
de Janeiro de 1869.
-Aniuues Gtrinurlas,
_____________, '________ Chanceller.
Caixa Filial do Banco do Brasil
A caixa filial do banco do Brasil em
Pernambuco em liquidaco paga o 30 divi-
dendo das acc3es do Banco do Brasil ins-
criptas nesta caixa; a razo de 9#000 por
aeco.
Recife, IGde janeir^de 18G).
.m -Xll
COMMERCIO.
CANCO MAUA & C.
na do Trapiche n. 34.
Desconta lettras co nmerciaesa taxa con-
vencional. Recebe dinhiro, a premio con-
vencional, por lettcas e em conta eorrente.
Confere eredkos,- wrt sobre as primeiras
pragas do Imperio, Rio da Prata ftiro-
pa, e compra cambines sobre as mesinas
pracas.
Encarrega-se, por commisso, da com-
pra e venda de fundos pblicos e accoes de
corapanbias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de sea pagamento, e de qual
quer outra operaco bancaria.
O expediente tfwa o publico comee ara
s 10 horas da manltSa, e terminar s 4
horas da tarde de tolos os dias uteis.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras di praca taxa a con-j.
vencionar.
Recebe dinhiro am conta eorrente e a
prazo fixo.
Saca t ate ou praso sobre as cid; des
priucipaes m Europa, tem agencias pa Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, Ncw-Viork
20SOO0
103000
S(VK)
160
400
304000
800
54000
74000
41501)
1104000
874000
35000
9*000
64000
:t80
105000
6*400
8#0
Sapatos de couro branco par
Sebo em rama...... arroba
dem em vellas. ......
Sola em vaqueta..... um
Taboas de amareljo .... duzia
dem diversas.......
Tapiocas.......... arroba
Talajuba........ quintal
Travps......... urna
Unhas de boi....... cento
Vassoras de piassava..... >
Idera de timbo......
dem de carnauba..... >
Vinagre......... eaiada
AUlTAMe.NTO.
Cigarros.........cento.
Cosladinho de vinhatco de mais
de urna pollegada. um
Bito de outra qualquer inadeira
de urna pollegada.....
Ceneja em botija ou garrafa caada
Mel de abelhas ......
Taboas de vinhatico at urna
pollegada........urna
Dito de outra qualquer madeira
at urna pollegada.
Era ud snpra.
Alfandega de Pernambuco 30 de janeirc de 1869.
Os conferentes. Antonio Carlos de Pinho
Borges. Francisco de Paula Gonralres da Sdva.
Approvo.Alfandega de Pernambuco 30 de Ja-
neiro de 1869. Pereira de Barros.
Conforme.Joaquim Tertuliano de Medeiros.
RECEBEDORIA DE HENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1..... 2:654*172
Gonselho de compras navaes
O conselho promove no da 5 do eorrente mez,
avista de propoatas recebidas at as 11 hoiap da
manbaa e sob as condic,ocs do estylo, a compra
ilos objectos do maierial da armada seguintes: 6
pegas de arribeni. 3 ancorte? de 2 quintaos, 200
alqueires de cal preta. 8 pocas de cabo de Hnho
de 1 pollegada, 8 pe(as de capo de linho de 1 1/2
pollegada, 5,000 estopares, 200 lencos de seda pre-
ta, 20 resmas de Gxa de. esmeril era panno, 6
arrobas de niiaiar, 1(1 libras do brelas france-
zas,50 folhas .de papel para manpas, 2 resmas de
papel li (llanda. 21) lira-liiihas, 40 Irados de ferro
de 'i B, li i arosas de torcidas para, pharol, o 8 vi-
dros gratules de patente de 5 I/tpalinos de com-
priraenlo e 4 1/2 de largo.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
1 de fevereiro de 1869.
0 secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
. Pela subdelegacia de S. Pedro Martyr da ci-
dade de Olinda acha-se recoihido cadeia o preto
Antonio, que diz ser egttvo do capitao Francisco
Bruno, senhor do iragenno'" Adique ou Mamangua-
pe. provincia da Parahyba. e est fngido desde o
principio do mez de dezembro do anno passado.
Subdelegacia da freguezia de S. Podro Martyr da
cidade de blinda 26 de Janeiro de 1869.
Jos Eustatmio Maciel Monteiro,
Subdelegado em exerccio.
320
17*000
125000
43007
15280
tuno
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1..... 6:853*502
MOVIMENTO DO PORTO.
__---------------!---------1-------------------------- jfcd
Navios irntradotnoMa 8.
Glasgow dias, barca iagleta Marathn, de
5H7 toneladas, eapitio Thomaz PowoM, equipa-
gem 16, carga plvora e outros gereros ;
AdMoa Howire 4 C.
Babia9 dias, hawa norwfueweTWr', de 371
toneladas, capii Axelseiv eqjripageu. iO, em
lastro ; a Tbooaai Jefleries & C.
THEATRO
BB _____
S, ISABEL.
GRANDES
Bailes de mascaras
va 1IIJLS
Sabbado 6
Domingo 1
Segunda-fcir a 8
Terga-ferra 9
%
w.
FEVEREIRO RE I N.
O tbeati-o acba-se decentemenUi preparado e or-
nado, para recebor os amadores deste diverti-
mento.
A banda de msica do 3 balalbo da guarda
nacional deste municipio dirigida pelo seu hbil
mestre o' Sr. Antonio Francisco das Chagas, exe-
cular novas c brilhanles quadlhas, polkas, schs-
tes etc., etc.
Os bailes coiuecarao as 8 horas e 1]2 o termi-
narao as i horas da madrugada com o grande
LOPE INFERNAL
N. B. 0 regujainento da policia sera obervado
em todos os bailes.
Je marea* previne ao (Ilustrado publico que a
abertura da estacSo drama tea tena lugar a 17 de
fevereiro com o soberbo drama em 5 actos
AE|E
0 assassino por amor
COMPANHIA PERNAMUCCANA
p
NaTcgaeao costelra por vapor.
Macei, escalas Penedo c Aracajff
O vapor Potengi, cmniaudantf
Pereira, seguir para os portos cima
_ no dia 15 do crrante as aoras datar-
de. Recbe cartia at o dia t i a* *3 \hhi* ifc^ar-
de, encommendas, passageiros* dinhiro a frete al
as 2 horas da tarde do dia da sabida no escriptorio
do Forte do Mallos n. 12.
Par
Para o indicado porto sejjue era poucos dias o-
palhabote Rozita. por ter a maior parle da carga
e |iara o resto que Ihe falta trala-se cora o con-
signatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, ra
do Trapiche ri. 17. __________^^^^
Para o Porto
Segu sera demora a barca porlugueza Noca
Silencio, por ter grande parte da sua carga promp-
la, para o resto e passageiros aos quaes oflerwe
excellentes c nnmodos Irata-se eom Oliveira Filhos
& C, largo do Corpo Santn. IV ou cora o capitao
na praca do commcrcio.
Tara Lisboa.
Segu com omita brevdade a barca [tortugueza
(rtitidao, tem grande parle da sua carga promp-
ta ; para o que anda Ihe falta e passageiros, tra-
ta-se com Oliveira Filhos i C, largo do Corpo San-
to n. l'J.ou com o capitao na praca do enramen-io
Para Lisboa
Vai sabir com muila presteza obrigne pnrtuguiv.
Constante II por ter grande parte do seu ea riega-
ment prompio para o restante e passageiros,
trata-se i-om Oliveira, Filhos e C, largo do Corpo
Santo n. 19, ou com o capitao na praca do coni-
mcrcio.________________________________________,_
Para Lisboa
0 brguc portuguez Laia I, capitao Yieii a, vai
sahir cora multa brevdade, por ler a maior parte
da sua carga prorapta ; para a que ainda Ihe falta
i' passageiros, trata-se com Oliveira Filhos A C.
largo do Corpo-Santo n. 19, ou cora o referido ca-
pitao, na praca do Commercio.
Para
O briguc escuna nacional Amelia II, segu no
Tira do eorrente mez de Janeiro, ainda recebe ai-
guma carga miuda : trata-se com e consignatario
loa-1 Francisco da Silva Novaes, ra do Vigario
n. 11. ,
l'ASU
Segu cora brevdade o palhabote .{jirelia, re
cebe carga miuda. e lraia-se eom o consignalarii.
Joao Francisco da Silva Novaes. ra do Vigario
n. H.__________________________________________
Para o Porto
Segu cora a maior brevdade possivel a barra
Amelia de primcua marcha, por ter a maior parte
le sua carga engajada: para o pouco que le faka
e passageiros. tos quaes offere excelleutes eommo-
dos, trata-se cora Bailar, Oliveira & C, ra do Viga-
rio n. 16.___________________________________
Risco martimo
Tuerd Dyckstra, capitao do patacho hollande/.
S. Petersliuiy, precisa lomar a risco martimo, so
breo casco, appai elbos. viclualia-, carregaiaenU
decarvao e frete do dito navio para pagamente de
despezas encorridas pela sua arribada neste porto,
a quantia de 6 a 7 0005000. para poder continuar
asuaviagem para Buenos-Ayres. As proposia-
devem ser entregues em carias techadas aw o dia
6 de fevereiro ao meio da. no consulado dos Pai-
zes-Baixos, ra da Cruz n. 1>,
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do Bul esperad.,
al o dia 8 do eorrente. o vapor
Paramt. coanuandaule o capitao
de fraoata Antonio Joaquim de
Santa Barlmra. o qual depois di
demora do costurae seguir para os do norte.
Desde j ree'bem-se. passagpii e engaja-sc a
carga que o vapor poder comluzir, a qual deve/
ser embarcada no dia de suachegada. Encoinoien-
das e dinhiro a frete at as duas horas do da da
sua sabida.
Nao se rocebem como encoinniendas seno ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de med
Tudo que passar destes limites dever ser embarca-
do como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
epss se recebera na agencia ra da Cruz n. ;>..
andaar, escriptorio do Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. __________,____________t_______
ISPAIIA AVSlLEttA
DE.
Paquetes a
r.
DosTxirtosilH Kb esperado
at o dia 9 do commte o vapor
Tocantins, commandante J. M.
Ferreira Franco, o qual depois.
da demora do costurae seguir,
para
Desde j recobeavse passaelros e engaja
carga que o vapor poder condnzir. a qual deven*
ser embarcada no da de suachegada. Encoinnien-
das e dinhiro a frete at o dia da sua sabida as 2
horas,
arrobae.de peso ou 8 pai
Tudo que pa
cado como carga,
nendas seno ol
exqdda a.dua*
i* A* ma^K





iaho Previne-seaosSrs. passageiros que as passa-
genss serceebemna agencia ruada Cruz u. 57,
escripiorja de Antonio Luiz da livaita Azevedu
A C.
A pedido du omito* f arragadartBs e varias
oulras pessoas rnteressadas na provincia das Ala-
gas, resolveu a Companhia Pernan.bacana, a
nudar suas viagens na linha dosul, pelo que
safeirao os vapores naipn-lla direccao a 7,15,22 e
30 de cada mes, cxiiediudo j agn o seu vapor
Jaguan* para Macei e Penedo, esta vez so-
monte a 8. por eahir n dia 7 em domingo e ter ha-
vido alem disso mu di santo, nos dias 7 c 22 au
tocando as escalas.
.Deefarac&o
D. Ahna Joiquiua de Mello Carioca, de-
clara ao publico qe deixa de ser seu pro-
curador o Sr caprtao Jas Rodrigues de
Oliveira Lima. ftecife 25 de Janeiro de 1869.
25#Q00
Paga-so 251 n ensaes por urna escrava boa co-
zinheiraedo boicendBfla : na ra do Pires, so-
brado n. 27.
-r*-
LEILOES.
LEILAO
l)e una escrava moca, de bonita figura, perfeita
eugominadcira, costureira e cosinheira, urna
lita "ni 22 annos de idade com algumas habi-
lidades, o quarios todos em bas carnes pro-
prios para carga e um boi de carrora.
Qtiiiita-fuira i de fevereiro.
O agente Martins competentemente autorisado
far lekao dos escravos c quartos cima no ar-
mazem da ra do Imperador n. 16, as 11 horas
en ponto. ______________^_

I
ll:i lalK'i'ita sita na la impe-
ratrlz n. ttS.
Quinta-feira i do corrente.
Joao Bob'llio Jnior legalmcnto autorisado por
- 'as .-redores tendo de tratar de sua saude fai a
leilao por intervengan do agente Pestaa, a ar-
macao. gaz. gneros e inais utencilios existentes
ua taberna cima mencionada, em um ou mais
lotes, este estabelecimento aclia-se ein boa posi-
cao. bem afreguezado e garante-se a casa, os pro-
tendentes que quizerem examinar o balanco adia-
se em mao do agente, e o leilao ter lugar as 11
horas da inaiihaa de quinta-feira i do corrente no
mesmo estabelecimento.
LEILAO
1IK IINCKAVON
O agente Puntual vender em leilao urna escra-
va preta, sadia, bonita Agora, cosinheira e lava-
leira ; asaba como um escravo de meia idade
proprio para qnalqncr servico.
Quinta-feira i do corrente.
N'o 1 andar lo sobrado n. 02, ra da Cruz.
as I i horas.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de um moleque de 12 a 14 annos
para s.i vico externo : na ra Direita n. 79, loja.
Pr!;isa-se de um trahalhador capaz par.)
ii.iiai le um pequeo sitio, prefere-se 'asado : a
tratar na ra .Nova n. l), i" andar.
AflMADO
0 bacbarel J. FrankUn da S. Tavora
46=Ri(a do Ituperador=4t
i* andar.
Ensillo de irilhuictica. algebra e
geometra.
O bacharel en airalo Casemiro Borges Godinho
de Assis, ensina estas materias no primeiro andar
da casa n. 17, si a na ra Nova, das 7 1/2 as 8/2
horas da inanli&i aos senhores estudantes que tle-
sejam fazer exai ic no coiiegio das artes, e das 7
1/2 as 9 da uott aos senhores empregados no com-
niereio.
iVISO
leal conipanhla de paquetes
Inglezes a vapor.
Os agentes da real companhia de paquetes in-
Slezes a vapor lazem publico que os directores
a niesma, para facilitar as coniniiinic;icois entre
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres autorisain una reduco nas passa-
gens para aqiici les portos ; d-se tambein billie-
tes de ida evolta com prazo de 6 mezes, confor-
me a seguate tabella recebidas em papel moeda.
l'iimeira ela.ise. Ida. Idatcolla.
De Pernambuco at Baha. 5G 815
j Rio de Ja-
neiro. H2 1683
> \|iiliIevi.|.''o. 250/ ''''>:>
Buenos-Ay-
res......270J 4055
Passageiros da terceira classe pagam um quar-
to das mantias cima mencionadas.
A passagem d aqui at Lisboa da segunda clas-
se fica rcduzida de S 27 a S 24.
Tambeni aclia n-se reduzidos os fretes de di-
nheiro para Ing aterra, Franca c os portos do sul.
Para ulteriores informacies trata-se na agencia
ra do Trapiche Novo n. 40.
Trocam-se
i
as notas do banco do Brasil e das caixas liliaes,
com descont muito razoavel : na piafa da Inde-
pendencia n. 22.
Antonio Jjs Rodrigues de Souza, precisa
ilugar um criaco para o servico de casa, de mais
de 15 annos: a tratar com o inesmo na ra do
Crespo n. 15, ou em seu sitio no Monteiro.
Cozinheira.
Precisa-se de una cozinheira : na rua do Mon-
lego n. 24. _______________
Aiua eoziuheira.
Na rua do Pires, s Mirado n. 27, precisa-se de
urna ama boa cozinheira e de boa conducta, pa-
ga-se bem.
Cosinheiro
Na cidade nova em Santo Amaro sobrado gran-
de do Sr. Manoel Custodio n. 22, precisa-se de
um cosinheiro liomem ou mulhcr me seja de boa
conducta._______________________________
Engomiiiadeira,
Precisa-se de urna mulhcr que engomme per-
f.-itainente : a tratar na rua da Cruz n. 17, segun-
do andar.
Fazem-se filhs de ceringa para presents.
com proiuptidao, aci-io e pericia: no pateo de S,
Pedro a K.
Qiiein precisar de um liomem chegado ha
poueo do norte para administrador d engenho,
tendo grande prtiaa do novo systema le fazer
.-issucar, como se u-a nas lhas de Cuba, c cn-
teude tambein de assentar vapor, ou para traba-
lhar com o mesmo: podo ser procurado na tra-
vessa da Lingneta n. ou na rua do Brum n.
'i4. fabrica de caldereiro dos Srs. Villaca &
Braga.
i
Na rua estreit i do Rosario, sobrado de um an-
dar n, 35, alugain-se rii-os vestuarios bordados a
onro e laa, novo;, de muito gosto, dminos de seda
c de laa, todos de gosto e bordados de velludo, para
vender-se, e faz-so para qualquer pessoa que quei-
ra mandar fazer a gosto e a carcter de qualquer
ligurino,tem um grandesortimento de dominse
vestuarios de principe, tudo em inuito bom estado
para alagar a H cada domin e vestuario, e para
vender por muito barato preco, tem rosas para
enfeitar qualquer vestuario proprio jiara o car-
naval.
BARTHOLOMEUarC.
PARA USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. 1.9000
Vinho de jurubeba garrafa. 1)5600
Pilulas de jurubeba vidro. 1 -?600
Tiutura de jurubeba vidro. 640
Extracto hydraeoolico de jurubeba. Hb'OO
PREPARAOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ierniginoso garrafa. 2-5000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. I $600
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. 2$000
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 640
Emplastro de jurubeba libra. 25500
PARA USO EXTERNO
A JIIUKIKA.
Esta pUata hoje re leate desobstruen-ie, e jomo tal applicada nos engorgitamentos do figado ej bacanas
bepatites propriainente ditas, ouainila complicadas com anazarchas, nas infammacoes
suhsetiuentes as fbres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do ulero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, nai hodrope-
zias, erysipellas; e associada as pre))araces ferruginosas, anda de grande vantagem
nas anemias, chloroses, faltas de menstruafo, leucorrheias, desarranjos atnicos do
estomago, debilidide orgnica e pobreza de sap.gue, etc.
O que dizemos aflirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os lllms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do Carino, Firmo Xavier, Silva etc. Todos clles reconhecem a excellencia (Veste
poderoso medicamento sobre os demais at hoje conhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'ellc applicacao.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, ti vemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muilas vezes iinpoficuo um
medicamento, que poderla produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados so foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conheier as pro-
priedades medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas, fructas ou bagas, e a
dose conveniente a applicaco, tendoalm disto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeico possivel, para o que n5o poupamos esforcos, nao nos im-
portando o pouco lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar, a promptta e infalli-
velcura de qualquer dos soffiimentos,que deixamos innumerados, se forem em tempo
applicados, tendo alm d'sso, medico cu doente a vantagem de escolher nas nossas va-
riadas prepara^oes, aquella que melbor lhe pode convir, j pela fcil applicacSQ, e j pela
complicaco das molestias, idade, sexo, ou anda natureza de cada individuo, j
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornajm comple-
tamente soluveis ios suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que
como taes estao boje reeouliecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propiedades da
jurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folhelo, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e doi
mesmos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botica e drogara
34Rua larga do Rosario34.
^^^^m^m^^^^^^^^^^^^^m^^m^^^^.
DOENCAS DO PEITO
Roga-se acS r, Paulino iiezerra de Andrade
Lima, o" gappkate de subdelegado la Gloria de
Goitii, que comprela na rua da Cruz n. 34, que
muito se desoja aliar.
GflA DTH0TET
XAROPE d'HYPOPHOSPHITO
CAL
l'recisa-se comprar ou alagar alguns es-
cravos para o servi;o de armazem de assucar :
na rua de Apollo n.'i.
D. Catharina Percha de Maraes, M. P. de Mo-
raes Pinheiro, Ralbino de Maraes l'inlieiro, Lau-
riuo de Moraes Pinheiro, D. Mirandolina de Mo-
nas Pinheiro, I), Guilherniina .Moreira le Moraes
Pinheiro. Jeionvmo de Albuquerque Maranhao,
Jos Marques de Araujo Pinheiro, D. Catharina de
Maraes Anoaaerqae Maranhao, 1). Mara A. de K.
Moraes Pinheiro, 1). Francisca Marqnes de Moraes
Maheiro, convdam a seus prenles e amigos para
assistirem ao memento que inandain celebrar pe.a
alma do seu presado filho, irmao e cunhado o fal-
lecido capiao Vicente de Araujo Pinheiro, na
seila-feira 3 do corrente, pplas 7 horas da ma-
nhiiaf no convento de S. Francisco, e desde j
agi-adecem a iiiantos se dignarem comparecer na-
gnelle acto religioso.______________________
i**
Iiiatigurou-se este commodo e elegante
estabelecimento donde os seus frequenta-
dores poderao apreciar a especialidade na
confeccao dos gneros alimenticios.
As bebidas ;o as mais primorosas e re-
commendadas.
A decencia e bom servico primam D'esta
casa no bello .oslo oriental.
Mandam-se domicilio comodonas, tanto
avulso, como por assignatura mensa. Os
presos sao mdicos c convencionaes.
Ha urna espumosa e bonita sala para o
elegante jogo i.e bilbar.
Ha tambem posentos commmoilos e bem
mobilhados pa a hospedagem.
Rua larga do Rosario
n. 44.
GR1MULT E C'f RHARMAGEUT1GOS EM PARS
A effieacia d'esta preparacSo est esubelecida desde i 857, pelo mais celebres mdicos. .Desde
enlo muilas imitacoes tem sido feitas, mas nenhuma poude sustentar a comparacSo com o
producto apres<:iitado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga sempre
este xarope com nma Baila c6r de rdsa, nunca branca, e com a nossa assignatura rota do
frasco.
Sob a sua inf.uencia, a tosse acalma-se.ossuores nocturnos cessSo e o doente volve ripda-
mente i sade. 0 seu empregod tambero os mais brilhantes resultados nos defluxos, Icatar-
rhos, bronchites, irritacoes de peito. etc.
Deposito em Ptrnumbuco, em casa de Maarcr C*.
AVISO
Ama deleite.
Precsa-se de urna ama de leite preferindo-se es-
clava, para acabar de criar urna menina de 8 me-
zes de idade: na rua da Conceic,ao, na Boa-Vista,
n. 14.
Ama
Precisa-se de urna ama para coznhar e com-
prar, preferinde-eescrava : na rua do Lvramen-
to n. 4, loja.
Os vapores da Companhia Pemanibucana d
hoje em diantc chegarao na linha do norte regulai
e peridicamente at ao porto da Granja, e mesmo
entre este e os demais portos do norte da cidade
da Fortaleza, capital da provincia do Cear, car-
regarao lics, visto d r expirado o previcgio que
para esse fin tnha a Companhia Maranlense, e
por isso o vapor Ipajuca da Companhia Per-
nandmeana, que segu para o norte no dia 30
do corrente, chegar ate quelle porto, para onde
recebe carga e passageiros, tanto deste como de
nitro qual|uer porto da escala : trata-se no sen
escriptoro, caes da Companhia Pcrnambucana nu-
mero 13._______
O profinsor de latim, abaLxo assignado, f
scicnte ao publico que se acha aberta a matricula
de sua aula, c pie o exerccio da mesma terco-
meco no da 3 de fevereiro: qucni se qnzer ma-
tricular, dirija-se ao sobrado n. o, sito no largo da
ribeira.
______________Manoel Francisco Coelho.
llerece-se um cozinheira : quein quizer
i ille n:i rua das Cmzes n. 41 A, taberna.
BAMHMMO*
Calcado nacional, na fabrica de Jos Vicente
Gudinho \ C, rua do Jardim n. 19, avsam aos
seus freguezes desta capital o do interior, que con-
tnuain a fabricar calcado em alta escala, e offe-
recem as melhorescoudit.'fies, tanto em preco como
em qualidade. Os propretarios deste estabeeci-
niento chamam a atlimeao dos senhores consumi-
dores lo interior, pie os quizerem honrar com
Jos da Crol Sanios pungido da mais aguda dor
convida a seus amigos a prenles para assistirem
as inissas que manda celi-hrar na orden terceira
Cas;i para alugar.
Aluga-se no im da rua da Aurora una boa
tk> Carino, "na quarla-feira 3 do corrente, e stimo ja constando de andar terreo, primeiro an-
Ama
Xa rua do Queimado n. 46, loja, precisa-se alu-
gar urna ama esc :a va para eozinhar e comprar, *ua freguezia, especificando em seus pedidos a
paga-se bom alu{ uel. qualidade e numerario, offeroceudo-se para os en-
tregar bem acondicionados ein casa de seus cor-
respondentes sest praca.
lia do fallecimento de sua presada iiulher- D.
Francisca Senhnrinlia de Oliveira Sanios, pelas 6
horas da inanlirui, e prevalece-rt da oix-asiao para
agradecer aos seus amigos que se dignaram acom-
(anhar o corpo ao cemiterio e assistiram a en-
rommendacao solemne, pedindo descnipa a aquel-
lea jue por ven l ura nao foram lembrados nos
fmvites.
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A rua do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaxo assignado tendo vendido nos seus
muito felizes bilhetes garantidos 3 quartos n. 4336
com a sortc de 4 0004 ; 1 quarto u. 3888 com a
sort de 700 e nutras muilas sortes de 1003,40
e. 904 da lotera que se acabou de extrahir em
beneficio da igreja de Nossa Senbora do Terco
f93), convida aos possuidores a virem recober seus
respectivos premios sem os descontos das leis na
rasa da Fortuna rua do Crespo n. 33.
Acham-se a venda os da 8* parte da lotera em
)>en*fici() do patrimonio dos orphaos (94.") que se
'-xtrahir sabbado 6 do correnie mez.
foecos.
Bilhete. *. 4J0OO
Meio.....34000
narto.....iooo
Km porcae de 100* para cima.
Bilhete.....34300
Meio......147S0
Quarto..... 87o
Manoel Martins Faza.
dar, sota e um mirante no centro, com commo-
dos para grande familia, achandp-se a memas
casa toda illu miu ida a gaz o com canno de esotog
com bom quintal c cocheira : os pretendentesque
desejarem urna bia morada dirijam-se a rua No-
va 1^30, que achiro com queni tratar.
Jug'a-se
urna escrava que az com perfeijao todo servico
de urna casa de f imilia : a tratar na rua larga
do Rosario n. 34, jotica.
t nrii\ir
Aos500 pares de brincos.
Chegou e vende-se no Coiacao
d'Ouro, rua do Cabug, brincos de
mosinhas :om urna franja penden-
te a um rico desenho e ouro de
lei, pelopeijueno preco de 15,5000
cada par. baratissimo.
Lagdo para calcadas
A tratar na rua do Apollo n 4, escriplorio.
Aluga-se
Huma casa com bastantes commodos na
cidade Nova de S. Amaro: a tratar Gom An-
tonio Jos Gomes em S. Amaro, das (i horas
d maanlia as 8, e das 3 em diante.
(BKf
Precisa-se aiugar uuia negrinha de 13 a 14
annos de idade para andar com urna creanca de
anno e meio; na rua da Imperatriz n. US, an-
dar.
escriptoro e advocaca
26Rua larga do Rosario20
O advogado bacharel Ayres de
Albuquerque Gama tornou a abrir
o seu escriptoro na rua larga do
Rosario n. 26: onde pode ser pro-
curado, qualquer hora, para to-
dos os misteres da sua profisso.
Precisa-se alugar urna casa terrea ou de um
andar em qualquer bairro desta cidade, prefere-
se o de Santo Antonio ou S. Jos, tendo .a mesma
casa bom quintal, sendo a frente Dar o" nascente
ou norte, e na fait i qualquer sitio que seja perlo
do trem urbano ism qualquer localidade, tendo
boa agoa ou rio : procure a tratar na na da Au-
rora n. 74.
Ama.
Pmeisa-se de urna ama para eozinhar. prefe-
i*o-se escrava : a tratar na rua do Queimado
n. 36 A, toja.
Alugam-se os tres andares do sobrado da
rua ova n. 33 ; e vende-se urna escrava criou-
la anda moca, e parte de urna mobilia : a tra-
lar no primeiro andar.
Precisa-se de fundidores de ferro
a da rua do Brum n. Si.
[PILULAS, VINHO
XAROPE DE JURUBEBA.
| PREPAliADOS PELO PlIARMACEi:TICO
| tloaquim d'.tlmcida Pinto, i
[ As preparaces de jurube ja sao i
[ boje vantajozamente conhecidas e
( preconisadas pelos mais habis ine-
I dicos, tanto da Europa como do
paiz, pela sua effieacia nos casos
de anemia, chlorose, hydrcpesia,
obstrucco de abdomen, e tambem
nas de menstruacao difficil, iathar-
ro na be.xiga, etc.
Vendem-se em porfo e a reta-
lho, na cidade do Recife, pharma-
cia de seu compositor, rua larga
do Rosario n. 10, junto ao quar-
tel de polica.
XAROPE DE FEDEGOS^)
E" le urna effieacia vml; detra-
mente maravilhosa como calmante
do systema nervoso e app licado
conlia a paralisia, asthma, tosse
convulsa ou coqueluche, tos;e re-
coute ou antiga, sufocaci s. ca-
tarrhs bronchicos etc., e em geral
contra todos os soffrimentos das
vias resin'ratorias, o na ph tisica
pulmonar, sua virtude con ra o
ttano ou espasmos, e conv lsiVs
incontestavel, e ninguem ha que
a desconheea.
XAROPES
DE
SALSA PARRILHA DO PAR
ou
DEPURATIVO DO SANG
Usado nas molestias de
impigens, dores rheumatic
ulceras venreas.
O nico deposito destes medica-
I camentos na botica do Pinto, rua
[larga do Rosario n. 10 jmit j ao
tartel de polica,
E.
pelle,
s, c
Ama
Precisa-se do urna ama para eozinhar e com-
prar para rapaz.es solteiros : na rua do Crespo n.
2, livraria.
El
Deseja-se fallar cora o Sr. Justiuiano
de Mendonca Lima, na rua do Queimado n.
18 A, ou que se digne amiunciar -a sua mo-
nda para ser procurado.
Precisa-se de ana ama de leite sem filho e pa-
l?a-se bem : na ru.i da Cadeia do Recife n. ti, a*
indar.
= Precisa-se aiugar' uma-preta para vender na
*ua, sendo diiigenif e o preco razoavel: dirija-se
\ rua d'-> Padre Fia nano n. 69, Io andar.
na fabri-
Alugam-so duas casas na Capunga. rua da
Amizade n. 17 e 81 t?no ade'nl m|* ons
commodos: a tratar na rua da jj.'weratrirn. 74.
-- O abaxo assigiado faz sciente aos IHms.
IM. pas de familias da povoacao de Apipucos e a
juem mais possa inlei-essar, que do 1 de feverei-
ro em diante comecar o exercicio de suas func-
t^es na escola de mstrucco elementar da referida
povoacao, e que desde j esi aberta a respectiva
matricula, a qual s podero ser admettidos os
ri yierem competentemcnie habilitados ni firna
le,O professor publico de apipucos,
Jos Vicente Ferrura Bajr-.
Frederico Maya
Cirurglo dentista pela escola
de medicina
do Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital e seus suburbios, que tem abertoo
sen gabinete de consultas c operacoes dentarias a
rua DireKa n. 13, primeiro andar,' onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da man ,V as
3 da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeicao collocar dentes] artifioiaes
por qualquer dos systemas, e bem assin> desempe-
nhar qualquer outro trabalho concernente sua
profisso. O mesmo, reconuecendo qu nem sem-
pre d possivel s senhoras oh criancas sahirem a
proet u e remedio, offerece-se a rombver qual-
quer obstculo, declarando que aa cidade se pres-
tar a qualquer chamado sem qae isso uflua cousa
alguma na commodidade dos preoos de seus traba-
dlos, e quando para fra della assini u.esnio serj
precedido de um ajuste rasoavel, garaatindo elle a
ieguranca e perfeicao de seus ditos trabalhos. En>
leu gabinete se encontrar constantemente exce!-
lenteps dentifricio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgicos : rua Direita n. l, priincirc.
andar. JHL_
No sitio n. 1 da Passagem, yenle-se urna
escrava de meia idade.
Do xarope Vegetal Americano, especialidade de Barthoiomen fe C.
34AC LARGADO ROSARIO34'
Nao costumamos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei-
xamos que sua applicaco e os resultados obtidos,pelas pessoas que se dignaram acceita-
los, Ibes deem crdito evoga; porque s3o sempre os attestados considerados gratuitos,
e delles que lancamo o charlatanismo; jnas, nao querendo oflender as pessoas que
espontneamente nos oQ'ereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar,
manifestando-Ibes nossa giatido j>ela attenco, esperando que venham elles corroborar
o conceito, e acceita?o que tem merecido nosso xarope.
Bartholomeu & C.
ATTESTADOS
lllms. Srs. Rartholomeu & C. com a mais subida satisfacSo que declaro
ser o xarope Americano de urna ellicacia extraordinaria, pois que soffrendo ha dias de
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamentos
que tomava, a elle"recorr e na terceira collier fui alliviado, e de todo me acho hoje res-
tabelecido com o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois/ esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma-
noel Antonio Vegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868. ?
lllms. Srs. Rartholomeu 4 C.Penhoradissmo com o favor que me fizeram
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composico, quando me acha-
va bastante doente de urna constipaco, que me tornou completamente rouc e que
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cumprir os meus deveres de cantor da
empreza lyiica, vou agradecer-lhes meu completo i estabelecimento, que obtive com um
s vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitos tratamentos. Desejarei
que outros como cu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de t5o terrivel
iicommodo, tao fatal neste paz. Com maior considerado contino a ser de Vv. Ss.
atiento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 2o de setembro de 18(58.
lllms. Srs. Rartholomeu & C.O xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teem
exposto venda de toda effieacia para o curativo d'astbma, conforme observei appli-
cando-o a meu filho Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagello, que at
entau por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grande
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a expressao altamente sincera de meu reco-
nhecimento ao meritorio servico que lhe prestaram com o indicado xarope, acreditan-
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento c obrigado. Americo Netto de Mendonea.
Recife, 2 de outubro de 1868.
DE
Ja
DE
J. fIGNES
N. 55RUA DO IMPERADORN. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assz conhecidos para seja necessario
insistir sobre sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores,
quididades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente conquistado sobre todos
os que tem apparecido tiesta praca; possuindo um tecladoemachinismo que obede<-em
todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por serem fabricados
de proposito e ter-sc feilo ltimamente melhoramentos importantissimos para o clima
deste paiz; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas e por isso muito agradareis aos
ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tantonesta fabrica como nado Sr. Ron-
del, de Pars, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premia-
dos em todas as exposiees.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sorti-
mento de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos
harmnicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis.
RA LARGA DO ROSARIO 137
Este acreditado estabelecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para che-
gar ao cume do beni viver.
Alm dos saborosos manjares confeccio-
nados com o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para urna s
pessoa, como para numerosa familia.
A agua, indispensavel elemento para a
vida e hygiene, temo-la sempre em abun-
dancia para facilitar excellenlcs banhos.
CHARLTERIA E PETIT RESTALRWT
Anncxos ao Hotel Central, rua estreila do
Rosario n. 4 A, andar terreo.
Para dar a conhecer a variedade infinita
de charutos de Havana, Babia, Rio, etc. que
existen! neste novo estabelecimento pres-
cindimos dos aun uncios pomposos que ge-
ralmente se fazem, reduzindo-nos apenas
tres letras que sao tres bbb bom, bonito e
barato. A* vista do genero innunciado po-
le-se julgar de nossa veracidade. Esta casa
Ha tambem urna boa bibliotheca e perio- gosa tambem das condices de um elegante
dicos nacionaes e estrangeiros, piano para e petit restnnrant onde se pode ver ^i es-
recreio, buhares, etc. etc. pecialidade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qualquer recommenda;o para lanches e at fazer tima boa cola;3o.
para to acreditado estabeleeimento, onn't-Juntamente com os principacs vinbos' do'
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresahindo entre o bom a puta
fim, yue o bom servico, ordem e moralida- e fervenle champagne, o mu saboroso Rhe-
de imperam n'esta casa, como obsenancia no, a primorosa cerveja, o licor espirituoso
fiel do regulamento que possue.
Comodonas a la caite.
o quanto pede urna mesa. Faz-se
sorvete e variedade de refrescos.
a noute
EFFICAGIA
DO
"S
XAROPE DE RBANO IODADO
0 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C*, pharmacenticos de S. A. I. o principe
NapoleSo, em Pars, preparado com o sueco das plantas anti-escoi bmicas cuja effieacia
mni popular.
Encerra o iodo como combinadlo orgnica, e considerado como o melhor succedaneo
do oleo de figado de bacalho.
A rara perfeicao d'este producto anima-nos a dar a conhecer aqni a opiniio de alguns
d entre os prncipaes mdicos de Pars, que diariamente o prescrevem.
0 Xarope de Rbano iodado nm medicamento d'um effeilo suave e seguro para a
medicacto dos meninos, n3o sraenie snppre e oleo de figado de bacalho, mas ainda faz
as suas vezes eom vantagem. >
Dr A. CAZENAVE, medico em che fe do hospital Saint-Louis, em Paris.
0 Xarope de Rbano iodado um medicamento de primeira ordem para o tralamento das
f affecedes lymphalicas e escrofulosas. Muilas vezes, empreguei-o com feliz xito, em cerios
c casos de tsica ao seu principio, como succeflaneo do oleo de figado de bacalho. >
Dr A. CHARIIIER, antigo chefe de clnica da b'aculdadt de Paris.
0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellenlcs resultados como regenerador
do sangue, e succedaneo do oleo de figad de bacalho.
D A. FAVROT, autor do Traite des maladies des femmes.
0 Xarope de Rbano iodado um dos mais poderosos modificadores das censtitoicoes
lymphalicas. Tenho visto ulceras escrofulosas que nada podia curar, cicairizarem-se,
graeas a sua accSo, com promptidao extraordinaria. Tambem, pelo sea aso desapparecem
t u affecfoes tuberculosas dos ossos, nos meninos.
Dr GUESNARD, antigo externo dos hospitaes de Pars.
* 0 Xarope de Rbano iodado possue todas as vantagens do oleo de figado de bacalho,
sem ter nenhnm dos inconvenientes que aprsenla este ultimo medicamento. *
D' GU1BOUT, medico dos hospitaes. Presidente da Socicdade de medicina de Pars.
a 9 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C" encerra 4i2 porcento de iodo, na sua
composico orgnica anloga que se acha no oleo de figado de bacalho. >
Dr KLETZIISSK1, professor de chymica, tomado dos tribuna de Yienna.
Deposito em Pernambuco, era casa de Maurer o*.
FRANCA-BRASIL
^ MR. MERCIER, alfaiate francez, previne ao respeitavel publico e a seus numerosos Tremie
es que, tendo transferido sua residencia para a rua do Trapiche n. 7, primeiro andar ah encontraran
empre todas as qualidades de fazendas para trajos de Immem, e prepara costumes pa montara A*
ahora. Faz tambem obras para militares epara criados, para as auaes tem grande sortimento fe
.otoes simples, eom virola e corda de conde, trancos e amarellos. Recebe por todos os vaoores o
ult i. os figurintis nara homem, senhnras e meninos. i* ^
IpirOTafi.
a aeataia
t aweau
Frii
ULULAS
dlBLMNdBIIISSoS
IIIII
fitmtutlic*
tonsa*
k
tnkwu
0
simo
traumento ias affecc^sdiloroticas, lymphaticas on escropaulosas 6 sempre lentis-
, e muilas vtzat essas molestias resisten a preparaces ferruginosas ordinaria. As
indagncoes feu pelos professores Hannon de BroxeUa, Gbsb1 e teirerin de Lyao e
Berzehns e Troussean de Paris, tem provado que a'cansa d'essa per*istencia era a completa
ausenaia do Maoganese, elemento que sempre deve-*e achar no sungne janeamente eom
o ferro. Eaias pilulas snpprem, pois, na tberapcca nma falta imiwrunte, e por este
motivo ellas tem merecido a approvacio da Academia de Medecina e du principies socie-
dades medica*. Deposito em Pernambuco, em oat* de Mmmm r.




I:
<
>-fc


1
Diario de Pemambueo Quarta feira 3 de Fevereiro de 1869.
Grande liquidado de miudezas !
Alfonso Morera Temporal, querej -lo 'qu^r as uidezas existentes era sua
loja laja do Queimado n. 53, resolveu annuniar as mesmas miudezas para que o pu*
Mico se Certifique do diminuto proco porque as est vendeudo, a sati
Ma^os com grampos 2o a .
Pecas de tranca lisa e caracol a
20
iO
Sabonetas de todos os precos a
SO 160 200 e.....
Abotoaduras para colletes a .
Bot5es-de loucapara camisas, a
Garrafas d'agua Florida (verda-
deira) a........
Frascos com agua de Colonia a
320 e........
Garrafa de tinta roxa a. .
Caixas com 100 nveloppes a.
Mantas de seda para linmem a
Fita de sarja para enfeite de
vestidos por.....,.
Fraseos com oleo para cabello
a 400 e.....i '.
L_a para bordar, libra. .
Escovas finas para chapeo a .
Ditas para cabello a 320 e .
Ditas muito finas para fatos
por preco nunca visto 400
500 e........
Pecas de babadose entre meios
a 600 800 e '. .
Gravatas de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 e .
Bico e renda das ilhas a todo
preco. S a vista faz f .
Pecas de fita de coz com 10 va-
ras a
240
3_0
ICO
1;?000
400
800
300
800
600
600
0>SO0
' 320
oOO
600
.000
320
500
Latas com graxa, duziaa .
Coques muito Lons com rede s
a rede val .....
Meias para honens boa fazenda
a 3#600 e
Linha ("le marca, caixa com 16
novellos ,......
Latas com banha ^famiiiia),tiu/ia
Frascos com 1 anha a 320100 e
Botoes, para puplio fazenda boa
a 80 e .
Volta de Aljolre cousaboa a
Fitas para deb -um de vestido a
Caixa com agiTha franceza a
Botos de ac pira coleto duzia a
Carto com ali metes a -
Caixa com pe -fumarias muito
fina. S a ciixa val 10000
l000.......
Copo com opi; ta muito fino a
400 e .....
Meias muito finas para senhora
iln/.ia......
Cartas franceza s a 200 e .
Ditas portugus a 120 e .
Caixa de linha lo gaz branca 50
novellos.......
Frasco com thta a 100 e .
rasapato (peca)
480
y 500
4)009
2&_00
50ft
4oo
505
160
120
100
15#000
500
5*000
240
206
Feria ile Xossa enliora d* *a*'
de no cnPB Antonio do Recle.
A me 're i la dev. c5o di N'^sa
"Senhora da Sade tendo por um dos seus
deveres festejar no corrente anno a Pa-
droeira .la referida devocao; afim de satis-
la/.et- eate coiopromisso, muito me tem aju-
mado ; valiosa eoartjuvaco daquelles que
Wrindo sntimento de religiosidade de-
monstran. dedicaeSo Santissima Mt de
...Deus.
ZZn Sjgunda-fera pelas 7 horas da noite de-
pois de reunido um avultado numero de
meninas, d*este .convento 9er levado em
procisso o estancarte de Nossa Semiora da
Sade, ao som da msica do 2.- batalhao
de infantaria da guarda nacional, liastear-
se-ha no respectivo mastro. No da 2 do
corrente pelas lt horas da mantilla ter
lugar a festa.na qual tecer o panegynco
Excelsa Senhora o muito digno gtiardiSo
d'este convento, e a orchestra ser regida
fpelo maestro Jos Miguel, e noite o pre-
* gador da capella imperial Fr. Joaquim do
Espirito Santo recitar um bem acabado dis-
curso. Em seguida sera entoado o Te-
Deum, e Qudo-o qual Jera, lugar o tiraineu-
to da bandeira. Rogamos concurrencia
ds devotos neste act para maior l>ril!ian-
tismo d'elle. \
Consistorio da devocao de Nossa Senhora
Franja de 13a p
500 Papel de peso muito bom
Sapatos de tranca e outros muitos artigos, que enfadonho seria mencionar.
RA DO QUEMADO N. 55
600
106
idood
46000
tf&SPlA Bllin
60 ([fc-MA*6
nerioridade .
ela constante commodidade do seus pren, e mes-
nio pelo seu assaz c nunca olvidado agrado e smee-
ridade.
EJssas verdades inconlestaveis sao sem duvida
apreciadas pelo bello sexo em particular, e pelo
respeitavel publico om geral, e a tanto tem cliegado
.me estao (iuasi passando como annexihi ou pro-
una a ontra os agradaveis cheiros de que usam
em seua Baos tensas, e cada nina das quaes urgu-
lliosaspelo elogio do acert de sua escolla, e conw
que querendo por si mesma justiQcar dizem simul-
i anea mente vudade que estecheiro foi compra-
do na luja d'aguli branca.
Muda mais.
Quando hontei i os pas alllictos sentiam o rigor
i denticao de seu charo lilhinho, e hoje alej
*
Feitor
Precisa se com urgencia de um fe[lf que en-
tente bemtle jardni : a tratar rio ReeiTo, tratessa
da Madre de Dos n. 16.
Quem precisar de um criado para ("azor Vulo
o servico de una casa, pode procura-11 ua roa do
Imperador n. 79, 2" andar.
_^-
0 Sr. Antonio Francisco uarie uueira ajipa-
reeer fia na ireita n. 58, a negocio tle seu mte-
resse.
20,00i
De gratifica(
10.
Quem achou na entrada do Parnamerm
um embrulho pequeo, contend) 4 caixi
nhas com botoes de punho e duas oom
de camisa, tudo de ouro, que cahira d'um
passageiro que vinha de Appipucos do
trem de 8 horas da manha, nO valor de
I50f>, querendo ter a bondade d entregar
ao ebefe daestacao do porto dojCapim-rc-
ceber 20 de gratificacao.
da Sade, 1 de fevereiro de 1860.
O trivio,
zalas Francisco d>' -Paula S.
Aluga-se um molequo de 10 a l auaos para
o servico externo de uina casa : a tratar-na fu
da Imiiratrii, toja n. 13 A. _______
Aniel.

: .\a ra estreita do Rosario n. 18, 2* andar, pr-
cisa-se de urna ama para comprar, cozinliar e tit-
gommar paradas pessoM. '_''*'
T
1
Urna casa de educaco de numerosissinia fami-
lia, desejando bem ordenar a/admiiiistracao inter-
la e externa, precisa de um procurador |>ara ad-
ministrar dous sitios e diversos prodios, cobrar alu-
gucis e mensalidades dos mocos, e fazer outros
negocios: deve residir no collegio ou ao meaos
alii ter o seu escriptono.
Deve apresentar documentos que jnstiliquem a
sua inoralidade e eapacidade; de mais um cosj-
nheiro bem liabil na sua arte c acostumado s
grandes familias; de mais um copeiro hbil para
o servico de urna numerosa communidade; de
mais um bolieiro que preste-se aos outros" servi-
dos da casa ; de mais dous homens para o servi-
S) interno da casa, como varrer, tirar agua, etc.:
eseja-se com especialidade homens robustos e j
de idade.
Todos aquelles que se julgarcm nessas condicoes
podem dar todos os esclarecimentos necessarios,
paia que sejam tomados na divida conslderacao,
na na do imperador n. 28._______^^
:..,,' o nrlo , ,.'., ''TI satisfeitos pelo leliz restabelecmicnio ivccbern as
; iW visitas dos seus inellnr amigos, dizem aquelles a
verbio, quando" se v um objecto de elegancia,
-osto, novidade, etc., etc., diz-se logoaquelle ob-
jecto sera duvida foi comprado na loja daguia
branca. ., .. _
Quando no club, nos bailes, ou no salao do
Santa Isabel, nina excellentissima se apresenta
-arbosamente trajando, trazendo o moderno cinto
de mui larga fita, lisa, chamalotada, ou escosseza,
as suas admiradoras dizem comsigo aquella lita
ni comprada na lojad'aguia branca.
Quando nutra excellenlissiuia, nao menos gar-
bosa, mostra o rigor de seu bom posto na aceitada
.seolha dos enfeites de alta novidade que bella-
mente ornam seu vestido, anda mesmo as ries
de sua sympathia confe6sam |ueaquelles enleiu
loram da loja d'aguia branca.
kvas foram da loja d'aguki branca.
Q jando misma duas excellentissimas, antigs
untgas de cofiegio, se encmttram naquelles loga-
fes, depois dos eunprinieiitos de recprocos beijos.
%leiu do niiuito mais que anda
Taita dizer.
Quando em un circulo de circumspectos carac-
teres se discutir a veracidade de taesdizeres, appa-
recer um outro qte queira anda levemente inter-
romper*a disenssio, os primeiros por momento es-
qaeccrEo a circ mispeccao e Ihes darao um gra-
cioso debique dizendo-lhesj sabemos que V.
um daquelles qut inclina o chapeo de sol ou que
mereefa ser designado pela aguia branca da ra
do Queimado n. l.
Sao tantas as consas que por
unas eiicapaiu as nutras.
J ia esquecendo a aguia branca,mas em tempo
beu umape-
coqnes e gram-
com lindos e
primeira vez
apnareoidas, e portantointeira novidade.
Tambem chega -am novamente delicados enfeites
e flores ornadas le aljofares e vidrilhos, tanto de
pal ha para coqies como para vestidos, e tudo
contina a inerec:r a apreciaco das excellentissi-
Preeisa-se alugarem uiu dos ariibaldes pr-
ximos cidado, um sitio, cuja casa nao fique
face da estrada. Quem tiver algum nestas eondi-
Soes, pode dirigir-se a ra do Apollo \n. 25 ou a
o Ouro n. 30, que adiar com quem tratar?
Preeisa-se d una escrava qnc Isaifta eozi-
nluir, eugommar e fazer compras ; a tratar na ra
do Cadeia do Reeife, n. i, armazem._____
Aos 8 mil globos
de papel.(Jedores.ctegados. parq illwnina-
co dos festejos, preco muitojer eonta
e ajnda mais sendo em duzia: n armazem
do Vapor Frncez ra Nova u. 7.
Precisa-se de urna ama para culzinhar : na
ra do Scnhor Bom Jess das Creouljis 41, 1
andar.
... .....-i---------------------------------------------------------------
Grande liquidacao
0 propriotariofd'tiga e bem cotil
iija de miudezas uada BeijaFlr
rindo Queimadon. 63, querendo ara
/ Dluminapo.
ri'a rw) c.Rfcspo n. te.
Duai-te IVreira A C, tendo recebido pelo
ultimo vapor grande e variado sortimento'^. u jortimwltde infem '||!1' ,M^
de baloesdc papel de diversas qoatfados, ttenj d^rado proceder a nina completa .-
e do mais moderno gusto, propnos para | qU{(|a^0) ji;.a 0 f,ue chama a ttencao di
I1ujj<;o tanto da cidade como do, j,^
campo, assiia o lazem constar a seo* mime-' qs 0bjectos sero vendidos por meta* de
rozos Ireouezis e ao respeitavel pubco, ,0I1 v,dor. epara que o pulilico, nlo sio
alim de ihiccoiii tempo se previnam, \istu ,411a.que o presente aimuncio una illu
como atiento aos ltimos successosd gier-J0proprietaiioda dita loja, oll'erece urna pu-
ra se espera a cada momento a fausta no- ,., |jsta,i(.algumasmiudezes,comosM ,s
ticia de sua conclusao. A illnminarao em Jjminutu [|,rccoseomo abaixo se v.
bales de papel alera de ser linda e menos; n5 a|)|.e^ltando uma |js completa de I -
dispendiosa possivel, os annunciantes ven-1 (|f)3 os 0itjt.,-tos qoe estao postes a venda,
dem-os por precos mui razoaveis,______| ^ raz5o ^ se toraar um annuncio muito
V^lllP-SP I extenso eporconsetpjencia di'cnfadonlia!.-
T ciiau 00 t lemita-se as seguint ;
Duas pas de marmore muito finas, com floi
em relevo, que podem servir para igreja, ou para 1------------ y
casas particulares, vende-sc por preco^nuito com-1 fazer crocite.
1 uzia de miadas de linha para
modo: a ra
Agr, n. 63.
Nova, escriptono de Quinteiro &
Rap Gassee Paulo
Cordeiro
No armazem de Jos Joaquim Lima Bairo, a
ra da Cruz n. 18, tem constantemente suprimen-
lo de rap Gasse groa e lino, e Paulo Cordcire .
cominum e viajado; nao precisa fa/.er apologa de ; as cores, a peca.
I Caixa de linha com 50 novellos
1 Dita 30
I Dita 10
1 Duzia linha de carriteis de
100 jardas
1 Dita t de
00 jardas.
Fita de la .para debrum de todas
166
300
800
300
3*0
I :V2'
sua excellente qualidade, pois ella j de mais
conhecida, assini como o lugar proprio de sua
venda.
ALTA NOVIDADE
A
1:)000,
Dita
Dita
branca
ARMAZEM IM) CAMPOS.
PrecJsa-se de im menino de 14 a Ifi anuos
de idade pouco mais ou menos, para caixeiro de
taberna : a tratar na na do Crespo, Kija da esqui-
na, n. 8. f
Antonio Dafiiel da Silveira Machado faz
sciente ao pulilico que se despedio da casi do Sr.
Jos Ferrara Ccelho. Reeife de fevereiro de
1869._________________ ________
O Sr. Jos Mariii Alves da Silva tem um em-
brulho vindo de Portugal na ra da Cadeia n. 1.
Furgiram no dia 43 de Janeiro do corrente an-
no de 1860 do engenho Jassini, em Sernhem, os
escravos seguintes: Luiz, crioulo, do, servico do
campo, estatura e corpa regulares, bem fallante e
bastante esperto, cor preta, olhos um tanto api-
tombados, representa ter 30 annos de idade, pou-
co mais ou menos, tem cicatrizos de chiclo pelas
costas; Mara, erioula, alta e corno regular, falla
um tanto descansada, rosto-bem Rito, olhos gran-
des e um tanto trancos, reprcsedta ler 25 annos
de idade, do servico do campo, tem os dentes al-
vos c perfeitos ; esta escrava foi comprada ao
Exm. Sr. baro de Nazareth ; Luiz, crioulo, com
23 annos de idade, pouco mais ou menok carreiro,
alto e um tanto secco do corpo, tem falla de dentes
na frente, peinas finas, bastante esperto, e nao
bem feito de ps, tein cicatrizes de jchicole as
costas c todas saas, de cor preta ; foi este compra-
do ao inajor Luiz Antonio de Almeida | nesta cida-
de, na qnalidade de procurador do >r. Antonio
Mara de Araujo, morador no engenho Pacas, tam-
bem de Sernhem, cujo negro j foi escravo do
Sr. Joao Cardoso do engenho Quimivo: em Agoa
Preta. Roga-se a captura de ditos escravos, e a
entrega clles a seu senhor no engenho Jassir, o
major Francisco Manoel de Souza Oliveira ; nesta
cidade na ra da Madre de Dens, eseiriptorio dos
Srs. Cunha Irmaos & C, ou na ra do Imperador,
escriptorio do Exm. Sr. bario de Nazareth. A
psso que os capturar ou delles der noticias nos
lugares Kima indicados ser generosamente re-
compensada. _____
Loja do -Pavao.
GURGURES PARA \TSTID0S A
O COVADO.
Chegaram os mais modernos, gurguroes
para vestidos, sendo de todas as cores, cuino
sejam verde, azul, rosa, bisinark, perola,
1 xo A & tendo quasi quatro palmos de lar-
gura e vende-se pelo baratissimo preco
de I -000, cadacovado nicamente no ar-
mazem de Flix Pe reir da Silva, na ra da
bnperatriz n. 60.
BkINS PARA CALCA NA LOJA DO PAVO.
Vende-se os mais modernos e inelhoiv>
brins de linho.de todas as cores, outros com
listas do lado, garantindo-se serena de linho
puro e vende-se por precos muito em con-! com j 4 varas.
Pe?a de fita de linho com 10 varas,
e qeu serve para eos.
Dita < cus
Pentes voltiados para mqnina e se-
nhora.
Ditos muitos finos.
Ditos pretocom chapa.
Ditos urancos
Ditos pretos.
Ditos brancos finos.
Escovas para dentes a 160, 210 e
Ditas para cabellos.
Ditas muito finas.
Ditas para rour^ia.
Ditas dita de dita.
Pentes de coque com fita a 1 >300,
2*080 e
Pentes para coques 1 ">."0, 2>300
3*000e
Peca de franja para toalha a peca
Ama de leile.
Precisa-se de uma : na ra da Penha n. 21, Io
andar.
Escriptorio
nbas or forca de. sua elevada delicadeza, gabam mas conhecedora; do bom.
DO
BRASIL E PORTUGAL

Situado em um dos bainos mais centra es de Paris, sendo as immediacoes dos
inincipaes theatros e outros muitos divertimentos, e assim das estaces dos caminhos de
ierro para todos os pontos da Europa, acabado de ser inteiramento renovado, nao se
tendo poupado o seu novo proprietario a despezas para ser completo embellesamentp e
acolo, lorna-se porlanto vantajosamente recommendavel aos senbores brasileiros e por-
tugue'zes, a onde encontrarao sempre aquella convivencia desojada em paiz estranho,
por ser constantemente frequenlado por seus compatriotas. O tratamento superior a
lodo o elogio, mesa redonda, ou a carta, ou servida nos apozentos; habitacoes conve-
nientemente despostas para familias, e quartos para uma s pessoa, o servico feito
com a precisa regularidade: os procos muito rasoaveis cao alcance tambem d'aquellas
oessoas que se queiram limitar.
Gabinete de leitura com os principaes jornaesdos dou? paizcs, salao, de recepcaoe
de msica, etc. etc. Todas estas vantagens podem ser applieadas igualmente aos senbo-
res passageiros das repblicas do Prata, porque almda emellianca dalingua, ali en-
,-int-aro muitos senhores hespanhoes, por quem tambem esta casa bastante fre-
cuentada.
Gomes de Mallos Irmaos estao com o seu es-
criptorio aborto na ra do Vigario n. 26, 1* an-
dar : pro|)oe-se a qualqucr consignarlo -
de escravos.
menos
Precisa-se de uma ama que cozinhe bem,
para casa de pouca familia : na ra do Impera-
dor n. 7!, 2" andar.
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia : na ra do Crespo u. 18, 2o andar.
I?scrava.
Na ra da Cadeia n. i, l Indar,
comprar urna escrava com todas as
de idade de 20 a 30 annos, mas que
figura. _____
precisa-se
labilidades,
seja bonita
Prcisa-sc de um criado copeiro
de hdme'm sotteiro: a tratar na ra d.
Reeife n. 40, Io andar.
para casa
Cadeia do
COMPRAS.
= Compra-se urna armacao envrdracada : a
tratar na ra Direitan. 3o.
O abaixo assigoado, tendo resolvido repenti-
namente seguir no vapor de hoje at o Rio Grande
do Norte, sent sobre modo nao poder por isso so-
licitar as ordens de seus amigos, e desta falta in-
voluntaria Ibes pede por este meio desculpa.
Gabriel S. Raposo da Cmara.
Gymnasio provincial.
De ordein do Illm. Sr. l)r. regedor se faz publica
para eonliecimento do corpo cathedratico e dos
pais dos alumnos, ou quem os representa, que a
abertura solemne de anuo lectivo fica transferida
para o dia 11 do corrente as 10 horas da manha
Secretaria do Gymnasio Io de fevereiro de 1869.
O secretario,
Antonio da .Uniuiipnlo Cubval.
Precisa-se de um caixeiro para administrar
a botica que foi do fallecido Prannos : a .tratar
na mesma.
Com muito maior vantagem
Compra o Goracao de Ouro, n. 2 D, ra do Cabu-
g, moedas de ouro e prata e podras preciosas.
Compra-se escrayps.
Lino de Faria & C, na ra do Vigario n. 2i, es-
criptorio, l" andar, compraui escravos le ambos os
sexos, sendo que, moleques de 14 a 20 annos e bo-
nitas figuras, sero pagos por muito mais dinheii
do que em ontra qualguer parte.
Ouro e prata
em moeda e em obras inutilisadas, oinpra-sc por
bom preco : na praca da Independencia n. 22.
Na praca da Independencia 11.33, loja de 011-
rives, compra-se ouro, prata, e pedras preciosas,e
tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.______________________
Compra-se
hoje libras esterlinas, ouro a p -at de todas as
nacoes e por maior preco do que em ontra parte, :
n ruada Cadeia do Recite n. 58, loja de azulejo.
- Compra-so cobre : na ra do Queimado n.
49, rival sem segundo.
Collegio de S. Francisco Xavier
Estabelecido na grande e bem arejada casa
onde estove o Gymnasio, na ra do Hos-
picio n. 32, dirigido pelos padres da
companhia de Jess.
O reverendo padre director daste collegio scien-
ttlica aos pais de seus alumnos edos demais que
qnizerem eonuar-lhe a educacao de seus lUhos,
que no dia 3 de evereiio comcaro a fuccionar
todas as aulas, achando-se abenas j ai matri-
culas. Reecbem-se meninos de 6 a 12 annos
Sara serein instruidos as materias preparatorias
as facilidades do imperio, a saber, primeiras le-
tras e lingoa nacional, geographia e historia, sri-
thmetica e geometra, iuglez, frano;/., (da-c infe-
rior e superior), latim, da-so intima, media e su-
prema, isso a pratica da prosa e da poesta), e
linaunento humanidades ou a introduccao rheto-
rica, que comprehende os tratados do estelo e da
elocucaoquer em prosa quer em poesa as d.ua^
lingoa's latina a nacional. A msica para canto-
na c para todos os iustramentos de sopr) e cor-
das, assim como as lingoas allema, italiano, gre-
ga, ebraica sero eusinadas pedido dosseuhores
pais.
VENDAS.
Vende-se una
n. 30.
escrava : na ra da Gloria
= Quem precisar de comprar una escrava
com leite para criar meninos, dirija-se a na Im-
perial n. 217.
ta no armazem de Flix Pereira da Silva,
ra da Imperatrizn. 00.
Pechincha em algodAosimio a 5r$500
A PECA NA LOJA 1)0 HAYO.
Vede-se superiores pecas de algodosi-
nho com 20 jardas a 5^300 a pera, .gran-
de pechincha, na ra da bnperatriz 11. 60
armazem de Flix Pereira da Silva.
AS DEZ MIL VARAS DE CAMBRAIASFRAN-
CEZ.VSSNA LOJA DO PAVAO A 560
RS. O METRO.
Vende-se finissimas cainliraias franec/as
com os mais delicados padroes, tanto mui-
dos como grados, e com s cores mais no-
vas que tem vindo no mercado pelo bara-
tisshimpreco de560rs. o metro; garantilo
que 7 'metros dao um vestido para qual-
qoer senhora, e que em outra qualquer loja
nao se encontrar a mesma fazenda por
igual pre?o, e sim s na loja e armazem de
Pavao, ra da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
Cassaslnglezas a 440 vs o metro
Vende-se uma grande porcSo de bonitas
cassas inglezas tanto graudascomo miudi-
nhas o de cores lixas pelo barato preco de
440 rs. ometro.crareiitind-se que 7 metros,
dao nmTestido para qualquer Sra. s na
loja do Pavao ra da bnperatriz n. 60 de
Flix Pereira da Silva.
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
PAVAO.
Vende-se urna grande quantidade de re-
tainos de chitas e cassas pretas por preco
muito barato, e quanto mair for ajpoirao
que o fregu comprar, mais barato so loe
vender na ruada imperatriz n. 60 de F-
lix Pereira da Silva.
CRINOLINAS OU RAL ES A 26500 Sv N()
ARMAZEM DO PAVAO.
Baloes 2-J5O0;
Crinolinas 2600.
Bales 26500.
CrinoBhas -M500.
Rales -S50O.
Ci-inolinas 2 >.'i00.
Vende-se os mais modernos bales ou
crinolinas americanas, muito bem feitas, sen-
do todas de modelo esguios, pelo barato
preco de 2-viOO'cada nina, nicamente na
loja e armazem do Pava j de Flix Pereira
da Silva, ra da 1111per.1tiiz 11. 60.
CAMBRAIACOM SALPICO A .i >0(K) A PECA.
Vende-se pecas de cambraia branca com
salpicos, sendo neste genero o melhor que
tem vindo ao mercado, tendo 8 e meta va-
ras, pelo barato preco de 5000, pechincha
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60 de Flix Pereira da Silva.
Eilemeiosbordados a peca600
Tinteiros de porcelana 150 M
Balaios para meninas de escolla
bonito desenlio 800, 1-5, 1>500
Peca de fita de seda para enfei-
jes de vestidos.
Fita de sarja de todas as cores.
Grava tas pretas a 320 e
Ditas de cores.
Sapatos de tranca e tapete.
Garrafa de agua Florida verda-
ira
deFrasco com extracto em sapati-
os.
uhpitos com leos.
Dito agua de Colonia, pipienos.
Dito, dito de dito de fiever.
Ditos combanba.
Ditos com tnico.
Ditos com oleo lilocome.
Ditos com extracto e banba.
Ditos com extractos diversos
Pao de pomada.
Ditos pequeos de pomada.
Capellas paranoivas muito Ihs.
Sabonetes, 120, 320 e
Ditos transparentes de bolla 300,
Redes para cabera
Bandeja 900 a
Duzia de botSes de seda para en-
feites de vestido
Porceira de contas.
560
260
960
500
300
:kK>
JO
320
220
100
360
280
900
3i0
500
2500
i)......i
20600
700
263O0
21600
i000
IdlOO
500
500
i 100
?300
too
MO
5(1 I
54 i' 1
10000
15000
1,3000
500
500
80
3^400
:; 1
13000
300
14800
246
606
iPHOSPHATOdeFERR
[de leras doutor em sciencias. .
Debaixo da forma d'um liquido sein 1
anlogo a uma agua mineral, osle medica-
memo rune o elementos que constituem
os ossos e o sa igue. E' o mais raeional dos
ferruginosos; >or es razio o adoiitrSo
os mais emincr tes mdicos do mundo in-
teiro. Concm muito s meninas de temperamento delicado, cujo desenvolvimento tardo,
s senhoras que padecem d'eslas dores d'estomago intoleraveis, causadas pela chlorose,
anemia, mensiruacae en leucorrha, scri:ncas d'uma complei^o pallida e delicada, o a
todas as pessoas que tem o saogue empobrecido pelas doenca:.. Eficacia, rapidez d'acco,
cura perfeila. sem constipaco de ventre nem aeco sobre os dentes, taes sao as raides que
imperio para que os seahores mdicos o prescrevo aos seus dot ates.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer e O*.
INJECCAO VEGETAL
com MATICO
!df.GR!MAULT e C^ phJrmaceutigoIs em PARS j
, 0 successo i'et iuieccao, preparada com s folha do Matice do Per, foi to rapid* que
liase tem tornada popular em lodosos oaizes lo muodo. paca a cira da gonorrba e das purga-
toes de toda a natureza. V nie producto teste genero coja atraia aa Ras tenia aislo
wthorixada pelo conseibo medico de San Peten burgo.
Deposito em Pernambuco. em oaaa df o*.__________________
virdahbro le roy
del Doctor SIGNQRET, nics Sucesor,
RU DE SEI3E, 51
rn P4BI.
Ppx:61e
por el triei del
cueUo d* U boittla,
rotulo amurillo na
el hilo Bit OMINO
IlUKCt.
por todo ernio donanlot
d* 59 fnnooi otpublo m-
bre Viril 6 Lonre, K bao
1 ntyot mcoU peiiU*.
precio* ro-
'rocdioibi dot-
rperUdo li ce dici
rde un gran nijnero
'de fclsicidore; jor
rlUnUdefee eiigiiN m
rtulo impreso en negro tobre
nn fondo teuido de a lleti lu rmu Lt Bot t l mi,
aii eomo rai nombre S16H0BKT
K li nisai nsTi iil riru.
'. B. Sobre el corcho, debtjodol papel
un qni Her el otilo Pmamicii Geni
i pegado
A FLOR OO Fl'MO

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Oli lvIOU oijv
Victoriano Paularos
HARPA DE TOGO
Poesas patrio!leas.
l'm volunte ntidamente mpresso
IOOO.
Assigna-se na livraria franceza, ra do
Crespo.
Vende.n-sc seis sacadas de pedra de Lis-
boa : na ra do Queimado n. 29 se dir quem
vende._________________________________
Vendeui-se 3 eseravas recolliidas, crioulas,
bonitas figuras, de ptima conducta, sao perfeitas
nos, muito robustas, sem vicios, para todo o ser-
Tico, 1 dita de meia idade por 400* : na trave-sa
do Carino n. 1. _____
Vende-se nota armacao envernisada e envi-
dracada,_propra para qualquer estabeleciraento :
a tratar na rna Direita n. 30, taberna._________
Vende-se
s. taberna da ra Direita n. "rO. propria para qual-
quer principiante por ter poucos fundos : a tratar
na mesma
Vende-se por motivo de retirad i, uma es-
crava erioula de meia idade, cozinha, engomrna,
faz doces e mais arranjos de casa : na ra da Im-
peratrir n. 45, t* andar._______
jfliil 110
POR
Salvador 11. de Albuqu erque
2* EDI^O 2000
' IiTUUi AHM.
Para femilias
Grande Bazar, ra Xova es. SO c
*9. de Carnlro Vianna & C .
Acaba de chegar a este ertabelecimenl)
grande porco de machinas para costuras do
autor ArVIiceier. Wilsiui, approvadas na uH-
ma exposico de Paris,as quats cozem com
doua pespoBtos toda a costura, c tem a
vantagem de ser tu suavn o moviment ,
que qualquer enanca de oilo annos fa< i1-
mente trabalha, e pode, com este entreti -
iimento, levar vantagem ao servico diario
do tiinta costureiras. A comprebena|| '
simples, pois em um quarto tle hora se ti-
ca senhor do movimento da machina, le -
do a mesma a propriedade da fazer ai tt -
truiites costuras: pospoutar, ibamhar,
i'ianzir. marcar e bordar, como apiesenlam
os desenhosque acompanham-nas. Os pro-
prietarios do estabelecimento so encan--
gam de mandar ensinar nesta cidade. e
garanten, entregar o importe dispendido
comprador, no caso de nao trabalhar com
perfeifSo a machina vendida, nao lendo,
porm, sofl'ridoella algtiina av.iria. llatani-
no engonimado, na costura, e insignes cozinheras. bem no mesmo estabelecimento machinas
idade 18 a 2o annos, 2 ditas de idade 20 a 24 an- do autor Grower & Baker, de traballio sim-
plesmente mo. e outras com movimei.
dos ps; e mxime todos os pertences das
iii.siiiiis nicliinas, para vender a vulso.
"^ Buhares.
Vende-se magnilicos buhares com s*us
pertences. 1 gamSo com pedras de mrtir'
.i i grundes titeiros envernisados e envidra-
Cados: na raa da Imqeratriz n. 69.______
Farinha de Mandioca.
No trapidie da companhia, largo do
Corpi. Simio, lia farinha de Bvandioca de
Porto Alegre, ensaccadae de qualidade muito
e>i"'cial. Abordo do brigue Nortaa ha
para vender tarinha de mandioca de Sai
tlatharina, fres e de boa qualidade que
se vende a preeo coininodo ; a tratar no
criptorio de Amorim Irmo, ra da Cruz
n. 3.___________________________
__Yeude-se por necessidado uma negrinl '.
com todas as habidaites : a tratar na ra do Pa-
dre Floriano n. 71. Na mesma casa d-se algum
dinheiro a jnrd.____________________________
~" Vende-se por pnco ruoavel 1 sof, i par *
ron)to?, cadeiras e 1 cabide, tudo com uso : mi
do pateo Terco n. 29, loja.
____ i -\m--------------------
Ba da Cruz n. 68
ha para veudrr
MEDIDAS e pesos do systema dcvimal, de i
as (nulidades, para lujas,' trap
Meia elsticas do borracha.
memores e excedentes
cas de borracha contra van l*>.
Vende-se na
Pharmacu e drogaria de
Bartheomeu 4 C
34ra larga do Rosario34
1
1
de chegar os sabonetes de
alcatrao
Para curar as molestias da pelle, taes co-
mo mpiugens, dartros, sarnas, comiches
e mais molestias de pelle sem occasionar
accidentes; desfaz as manchas do corpo.
pannos e sardas, restabelece a cor natural
quanto cutis, seca, grossa, amarellenta,
occasionado por alguma enfei-midade, e co-
mo desinfetanti' e [^reservativo das molestias
contagiosas.
Deposito, botica do Pinto, junto ao quartel de
polica, n. 10^_______________^______
Vende-se a taberna n. 14 da ra dos Copia-
res ou becco do Lobato, bein afregueada e sortida
de gneros de estiva, com poucos fundos, assim
como tambem a armacao da taberna n. 2 da ra
doForte.
Venden Aujnisto
Conunercio.n. 42.
P. de O-hreira & C roa do
Bomba
Vende-se urna bomba de japy para cawmba,
Ini
e.im pouco
12, loja.
uso
na ra da Imperatrii numero
J*ara o carnaval
Na ra do*espi> n. 20 ha para vender ricos d-
minos de sefr.e de laa, por pregos baratissimoa.
__Vendew(l,na preta moca com habilidades :
a tratar ua ra do Arago n. 32.


7
(i
Diario de PeiuamkMco -- guara;_ fejfy 3 de F.vn,i, de 1869
k.


AO BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOARES ft C.
Ra Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
PARA O HOVO AWXO BE i89.
Novo soriiiii>iiin do MMi de moda eluxo, recebidos pelo ultimo vapor vindo da Europa.
Esjii'cialsiM-iiiiii'iilodculijci-ins para mimos.
e mininas.
Perfumaras linas dos pruictpaes autores.
Luvas de pellica frescas, brancas e de cores para homens ; senhora.
Ihapeozinhos de pallia (fe Italia en (Vitados, |ara seulioras.
Ricas chapelinasparasi'iihoras. gorme de palha de Italia para senhoras
Especial surtiiurnio de sintos para senhoras.
Eiil'ei'.es de gusto para sonhoras.
Fitas de grosdenaple superior de todas as cores e largura;.
Franjas rom vidrillios, braivas, de cores e pretas.
Caarnicoes de todas as<|tialidadrspara vestidos.
Vestuarios ejinpletus |iara baptisados.
'.nimbas e pannos enl'eitadospara senhoras.
Coques modernos, lisos e enfeitados.
BeraMis delae aedaj cores claras, moda elegante para senhoras debom gosto.
Corpiihes de cambraia cufeitadospaiasenhoras.
Cache-naz de la. rirfr**^ > C
Chapeos de sol para homens c senhoras.
Flores linas, sortiinento especial. < r
WH'
V?.




Plumas elegantes dequalidade superior.
Ciatos ricos depalha, alta novidade.
Camisas superiores para homens.
Gravatas c mantas modernas.
Bengalas de diversas ipialidades.
Caixas grandes eom qualro penaste masea.
Floras de pallia para guarnitea do, vestidos, botdes, i velas, Lieos para eufeites.
Chapeos de pello de seda pretos, forma a loisclld. fazenda superior para horneas.
Gorrentesde plaqu fino, postos bonitos para^nelgios.
Caeotetas de bom gasto para as mesinas.
cenes pretas do.borrarlia diversos modelos para volta.
ftbjectTs para Into. -r
E muitos outros artigos de novidade que s vista podin ser apreciados.
Existe continuamente nm completo sortimento de niiudezas, vende-se por grosso
A COJtOfODOS PRE0
BAZAR DA MODA.
ri-iallin
PEQO
CBRENTE DOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
EL & C.
Eua Nova n. 23,Ra do Cabug n. 8
Pernambuco
Chapeos de seda trancada, Paragon, de 16 hasles, 28 pollegadas a 10$ ; 20
polcadas a 13, e 2 i pollegadas a 14#O00.
Ditos de seda G. de N. Bara, de ac, de 16 hastes, 28 pollegadas a 145
de 20 pollegadas a 13; e 2i pollegadas a 12,5000.
Ditos de seda G. de N. lisa, de ac, de 12 hasles, 28 pollegat
-* pollegadas a ll ; e 24 pollegadas a 10000.
Ditos de alpaca, de ac, de 12 hastes, 28 pollegadas a 6,5; e
a 35500.
Por dtizia iz-se descont de 15 OjO
Chapeos de sol de panno, de baleia, de 8 hastes, 24 e 26 pollegadas
(Descont de 10 0[0).
Ditos de panno, de junco, 8 hastes, a 18000 a duzia, liquido.
HI1
[PAC tm toMspartes do mondo, empregam, com o ma or xito,
\JO IWIjL'l^v/O) o phospfaaU) de fe/ro olvel de Leras, para curar a chlorosis
(cores paludas), as dores do tomago,Ta e*hitrstac*fo Jngne? oom MU prepaniolo, dio
ao eorpo o vigor, e s carnes, a sur. firmeza-tara!; fatUtam o desfarotTimento lo labo-
rioso da pnberdade. Com effeito, tudo, n'este medicamento, se acba reunido para lhe
assegurar o maior crdito, pois que entram, na sua composioo, os elementos doi ossos e
do sanguc. 0 seu autor, M. Leras, doutor m seiencias, pharmaceutico, .profassor de
chymiea, inspector da Academia, oi, rcceniemenie, condecorado da ordem da Ltgiio de
Honra, digna recompensa dos leus importantes trabalnos.
As seguin.es apreciacScs dos mais celebres mdicos anda vem corroborar e justificar
todos estes lindos eptiapca publica :
c Precisa da"-"*1' JP&sphato de ferro sotuvcl entre os ferruginosos qn melhor
c convem tos dientes cajos orgios digestivos supportam mal as prepartcocs de ferro. >
SOltilBAN, professor na Escola de medicina e de pharmacia.
i. 0 phospjiatp de ferro soluvel t em quanto a tnim, a melhor das preparacees ferrugi-
aosas, eti.euemprego.d os .mais promplos e seguros resultados. ,
- ARAN, medico do hospital Huinte Eugnie.
A forma liquida do pliosphato de ferro soluvel d-lhe ama immensa vanlagem sobre
as pilulas; cu considero esto med amento como mui superior s preparares iodtdas.
AltNAL, medico de S. M. o Imperador.
Entre todos os ferruginosos, nao conhecemos nm s que obre lio prompta e effnazmente
t como o pliosphato de ferro soluvel, c isso, sem cansar o estomago.
BELLOC, BAU1E, BKJOT, FOLLET e PRVOST,mdicos dos hospitaes.
t Os effeitos da preparacSo de phosphato de farro soluvel me parecem ser mui seguros
i e promplos. 6EB0UT, redactor em chefe do Dulletin llirapeulique.
a Entre totlas as preparacoes ferruginosas, o pliospualo de ferro soluvel foi a que sempre
c me deo o melhorcs e mais satisfactorios resultados. GI'lliOLT, medico dos hospilaet.
% 0 phospl.ato de ferro soluvel tem, sobretodo, a vanlagcm de evitar a consiipaco e
TASSO IRMAiOS .
Tem para vender era seus armazen,; ajera de o
tros, os seguintes artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado e 11
Vinhos coi caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
Hermitage.
Ghamblis,
Licor de curaco de Hollanda era caixas devin-
Itequatrobotijinhas.
GESSO,
-Nosarmazens de.Tasso Ifin^os
convir aos temperamentos delicados.
Deposito em Pernambuco, em casa de K
D' FAVROT.
tirrr e C*.
LOJA DO PASSO.

FASTILHAS
lifiOSESsDIGESTIVASl
Pharm,uxutice
laureado *i"!
pela Academia
- medicina de Pars
* ***CQH LACTATO ;OE^QD^E
Estas Paslhas constitnem o medcaaento,o mai-'noTe'
Uedalhao S
*!<'*!
dfBURINduBUSSON
'*as -
r- maisTraSolal Pafa""combaef
todas as affeocoes das Tas dlgesvas. Ellas contem, eom effeito, o acido lctico, din dos
elemento* noraaes da digestio, conbinado.com a, magnesia caldatoa, eajoe-bcaj effeitos
tem sido ppiteadw por todos os medico, e o bMarbonato de toda, sal que faz a base das
aguas de Victy e da maier parte das aguas nuneraes alcalinas. "Este tripbee conjunctj de tres
^M^>.'.^^.>>i^/
ApprOTaca*
ia ncadmia
ietMfyM
de Per.
f#t^----------
de
a dtuia.
is a 12)5
26 pollegndiis
a 3U
GRANDE LIQUIDACAO
11
Rara msicas militares.
As preparacoes ferruginosas liquidas tem desde muitos annos merecido a approvaco
pocial dos ncdicos, porque ellas obrSo mais rpido e seguramente do que as pilulas, e
es
s mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pds ferro-manganicos possuem a'inappre^
ciavel vantageu de poder offerecer n'um instante urna agua ferruginosa gazeosa, de costo
agradavel, mas activa do que as aguas mineraes, e contendo de mais um elemento precioso,
o Manganeso, :roe sempre se acha no sangue, junctamente com o ferro. Empregao-se em
todas as molestias que tem por causa o empobrecimento do sangue, assim como para vigorar
os temperamentos debis e lymphalicos. A chlorose, as Perdas brancas, dores d'estomago,
a irregularidade da menstruacSo e awenorrha ou sppressSo do menstruo, cedem rpida-
mente a seu emprego. Devemos mencionar aqu um facto notavel, islo 6 que os doentes cura-
dos pela agua preparada com estes pds estao muito menos expostos a recadas do
aquelles que forao tratados pelas prcparacSes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de Mane* e C*.
que
Completo sortimento
NO
BAZAR DA MODA
RA NOVA N. 50,
Esquina da na de Santo Amaro
i" :> por ceiito menos que em ontra qualquer parte vxsndem
t JOS DE SOUZA SOARES ft C.
*.aajs acreditado autor Goutrot Ainea Paris.
RIJA MOTA M. ;O
_ ESQUINA DA RA DE SANTO AMARO.
f
VERDADEIRAS
PILUUSdeBLANCARD
COM IODURETO DO FERRO INALTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do iodo et do Cerra, convem especialmente as Aff:ccos
escrofulosas, a Tsica no principio,a fraquezade temperamento e tamliem nos casos de
Falta de cor, AMF.NORRHFA.era que precisareagir sobre o sangue seja para restituir
llie a sua riqueza e abundencia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peridico.
A/. B. 0 ioilur'lo de ferro impnro on lteraito nm medicamento infiel, y?/ ~
irritante. Come prora dn pnreza e de aulhtm-jd.ndo das vrrdanirm ri- jpL^. -C
lula de iilnnrnrd, devele exigir nosso ello *c prat reactiva *,
noso Arma, .iirai reprodmida, ijne se aeha na parle iofarior de um
ruiu o rartic Deve-se desconfiar das Lilsificaeo/s.
,*cliara->em toda. a (liarmrelaa.____K'mrmaceuMco, ra Bonaparle, 40, Par:!
y
Grades de ferro
para jardn, porleirasete.
Nos irniiizciis de Tasso Irmaos
clAMMOsM BE niiiio
Para servicos de grandes armaran, para remo-
ver barricas ou caixoes de um para oulro, lado telo
mdico prego de 12000 cada um.
Farinka de trigo de Trieste
Das meltpxaa marcas Panonia (verdadera) Fon-
tana e grande sortimento das mclhores marcas de
farinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Chile.
Todas novas, ehep:adas ultimamontc nos arma-
Eens de Tasu Irmaos.
Cemento romano
Nosarmazens de Xasso Irmaos.
Cemento hidrulico 12$
'K> O melhor para tudo que sao obras para agita, ce-
, ino a^sentamnto de canos de esgoto, lgerozeSjdti-
lositu. tanques d'agua, etc., etc.: em portjoes de
iiH-o-nto barricas se far reduccao no prcijo : nos
irniazeiisdo Tasso Irmaos.
CCmeuto Porlland
0 verdadeiro cemento PorllandiOH! casa de Taso
raos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De diflerentes qualidades para cercados de ani-
I maes, chiqueirosnara {alijiliasoujardins: nosar-
. mazeos de Tasso Irmaos.
Banis com breu
Xos annazens de Tasso Irmaos.
CANOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Rita, na antga fabrica de
abao. La para veuder por prego o mais mdico
possivcl, canos franceze para CS."^? fseo-
tos de toda a qualidade, superiores a-todos os que
aqu tem appatecido pela um solidez.
PREOOS.
ii'iOOporrano grande de;3 e meia pollegadas.
15200 por dito de 2 e tres quartos de dita.
1 OOO por dito do 2 e um quarto de dita.
500 res por pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovellos, curvase canos de maior grossura.a
vstase fardo preco. Compras maiores de 200
tem 5 por cento de descont por prompto paca-
j ment. Pde-se ver as amostras nos armazens
I de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrillwr casas terreas comasscioe procos
| mdicos, muito convenientes e propriosparaladii-
Ihos -de cosinhas em sobrados, pelo seu as'seio e
: evitar apassagem de aguas para o andar inferior
e mesmo o perigo de fogti, aos precos de :)0000 a
; ioOO o milheiro : na ra Novado Santa Rita, na
antiga fabrica de sabao, e compras maiores de 200
se far o por cento de descont por prompto paga-
meiito. Podem-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Inrtaos.
Velas de esparmaecte verdaderas para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Purto lino superior: no armazem
I de Tasso Irmaos.
0 melhor cognac Gauthier Frcres: no arma-
zem de Tasso Irmaos.
Esteiras da India
! Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
ludia de diversos padroes e larguras, por prego
ufes.
fominotto.

AO TRIUMPHO
Sn^t.!6?031^0 t re?P8/ave' Pub'ico oeste imprtame estabelecimeuto um
uiido e completo sort.mento de fazeodas chegadas pelo ultimo vapor da Europa, o que
rZlJ ',0i? dea,1;,,uncLai' aos Pais d Emilia, assm come ao bello sexo, n quem o
Ei^ISiTZSS ga,a,lt,nd0 npreemsua nova Ioja o gosto de fazendas e
^ rri -ffn t? ,laCad0SI>reC0S' para aJ'P'-ir asympahia de quem der a honra
ok jirotuidi o titimpiio.
I.m: is sedas de cores novo gosto a 2->600 e 2?8000 o ;ovado
Olacez de seda c la apurado gosto para 1500 o covado
Laa/iithas com listras de seda para 1^200, lf>000 o covado
itas de lindos padroes para 500, 700,800 e 900 rs. o c jvado
Cambraias brancas de 45000 at 80000 a pe?a.
Ditas de cor novus padroes de 640 e 800 rs. a vara.
Saas de la com bonitas barras.
Baldes de la e murcelina e de arcos.
Basquinas de gros-dc-naple de 22,^000 a 40000.
Gros-de-naplcs pretus de 2U00 a 4*500 o covado.
Ditos de todas as cores.
Organdiz branco.
SnUiantinas brancas e de cores.
Espariillios e entre-metos bordados.
Meias linas para senliora e para ltomem.
AtmdeaUs fazendas tem um completo sorlimento de chitas escuras c
Jjpoloes, bramantes, atoalhados, toalhas delinho e dealgodao, e outras inuitas
^ veattan por precos queso a vista o comprador se poderti desengaar "i
Tnuioplio podera comprar- bom, e com economa.
PARA HOMENS.
Bonito sortimento de casemiras, brins brancos e de cores, camisas de linho e .
4 euoulas, mantas e gravatas do trae ha mais moderno, chapeos de sol de seda ealnan
ras militas fazendas que vista se podero agradar, e manda-se fazer qualquer obra
*s aUuato para o que tora ara hbil mestre, p preco em tudo, s encontram no T iumnho I
ua Jo Qucimado n. 7. *
LOJA DO GALLO VIGILAME
Ra do Crespo n. 7
Mandou vir de sua conta e acaba de re
I ceber j>elo ultimo vapor, completo sorlimen-
pOOllServadora de SUa ldivi- ot de ol>Jects de novidade e phantasa, os
quaes est5o resolvidos a vender por piceos
nimiamente baratos, para assim animar aos
concurrentes e ao mesmo tempo dar sabida
ao grande deposito-que tem: isto ruado
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilante.
Gollinhas, punhos c camisinhas para se-
nhora, fazendas de gosto e novidade.
Finos vestuarios para baptisados, assim
como touquinhas, sapalinhos e meiasinhas
para o mesmo fim.
Grande sortimento de bicos e rendas de
croch e de ouiras omitas qualidades.
Superiores caixas com msicas e sem el-
dualidade, auriga do
proA'resso.
Os labyrintlios da Espcranca
AJoja de miudezas da ra do Queimado
n. 35 A, vem apresentar sua escolhida
heguezia um artigo que at boje coat rti
muito cara, e par issu s chegava para a
classe mais abastada da sociedade.
Taflbas de labyrlnlhos
Perfeitamente iguaes s que so fabrican,
no paz por una decima parte do valor d'el-
Macarthy
las viudo a esta loja, apreciar a perfecao 'as, tendo o necessario para costuras, pro-
reunida cconomia, (nein sempre possivel! pi*as para um delicado mimo.
Finas caixas com teios esem elles para
isso).
As toalhas leem um circulo de lindo de-
senlio e no centro se le em caracteres maius-
culos a allegorica inscripto.A' baptisar.
A' passeio.Meus cuidados.Lembran-
ca.Visita.
Ninguem porcerto deixar de ir completar
o euxoval do lindo iil 10 para fazer ecoiioin.a
de 15 ou 20,esses nadas de que se compe i eryaipella, assim como metas de
o guarda roupa dos recem-nascidos qua- os que soffrem de rheumatismo.
si seaipre ficam
vol trete.
Agulhas para machinas de costura.
Ditas para croch, sendo de a?o, marfim
e outras muitas qualidades, assim como li-
nhas para o mesmo mfster.
Finas grinaldas para noivas.
Meias de borracha para quem soffre de
aa para
Machinas de descarocat" algodo.
Hoje que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudcam e quebram a libra do alfrodao,
e preciso recorrer a macliinismo menos spero,
que pnxluzindo o mesmo servico que aquella-; e
facilidade no trabalbo, nao quebrem a fibra da la,
para que essa possa obter-nos mercados europeos
a dillerenca que ha entre o aJjradfio desea meado
|)or aquellas mencionadas machinas, que estao Pi-
cando em dcuzo, pelo prejuzo que tem causado,
e o da antiga bolandeira, (|ue nao pode competir
pela morosidade de seatiabtlho. E' assim que
estas machinas se tornain as mais proprias para o
nosso algodao, porquo ao par da facilidade e
promplidao conserva a tibia da la, qne limita por
ella, qualificada na Kuropa a par da melhor bo-
laadeura, valendo assim entre 10'arrobas 20 0 0
mais df que a lia limpa pela machina de serrote
Ksiasmaehipas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Egypto, aomle as de serrote
foram mleiramenle abandonadas, r por sso o alco-
daoda,|uella|iro.ed,Micta, sendo da .pialidde do
da nossa provincia, obtem hoje de !0 arrobas 20
0/0 mais do que o nosso' : vrndem-se a 150000
nos annazens de Tasso Irmaos.
do Crespo u. J %. esqnlna
da lo imperador.
.0 dono desjciinpilitante estahelecimento,
tendo recehido de sua conta. pelo vapor
france2j-('HM(/(//'e.divii-sii.->artigosdealta
novidade proprios par) a fiesta, i conscio de
que seu i nu-ut. se cia bm soni-
do, principalmente em artigos de moda, pe-
de ao respeiiavet publico e em particular
aos seus numerosos freguezes abondade
dehonra-lo com sua confianza, garantjndo-
Uies serem bem ser\idOs e por preces ni-
miamente baratos. Venliam, pois, todos
comprar novas e lindas fazendas boas.e de
alta novidade, com bem:
"Riquissimos cortes d blonde.
Riquissimos cortes de seda de cores.
Sedas de lindas cores para covados.
Moire-antiqe azul, verde, branco e pre-
to.
Grosdenaples azul, verde, branco e pre-
to.
Gorguro branco e preto.
Setim branco macau^
Cortes de seda cm duas saias.
Cortes de la escosseza' com duas
Cortes de la e seda, novidades.
Poil de cbevre de lindas cores.
Alpacas de cordao lindas cores.
Ditas lisas de todas as cores.
Cortes de vestidos de cambraia bordados.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho com lindos bordados.
Lencos de cambraia delinho bordados.
Chapelinas de palha da Italia.
Ditas de sedas de cores e pretas.
Eufeites para cabeca de senhora.
Coqucsde todas as qualidades!
Rasquias de seda enfeitadas com primor.
Leques de madreperola, marfim, snda-
lo e osso.
Camisas bordadas para homens.
Colchas de algodo e seda para cama.
Ditas do crochet para cama.
Pannos de crochet para cadeiras e sof.
Chapeos de sol de seda par* senhoras.
Espartilhos para senhoras.
Toalhas de labyrinto.
Lencos de labyrinto.
Fronhas de labyrinto.
Ricos, rendas e grades.
Fiuissiinas cambraias de cores, percales,
&S 6 OUtros muitos artigos de gosto e no-
vidade.
Loja do Passft ra do Oespo n. 7 A es-
quina da do Imperador.
e claras, ma-
fazendas
que s no
aos extremosos cuidados
das mais, a essas a quera e Esperanza se
dirige, para quem desdejdispe-se a dar
amostras e certa est que pelo preco oenhu-
ma deixar de comprar.
Fronhas
A Esperanca, tambom recebeu fronhas no
mesmo gosto das toallas que vende pato bal
rato preco de 3000, o que custava M> I j
apreciai e se hgaides importancia awcon-
fqrtavel da vida, sem duvida cemprateis :
ueste bello paiz ninguem se faz pobro dis4
Stispcnsorios para homcm c meninos.
Finos pentes de tartaruga para coques <9
de outras muitas qualidades e para outros
misleres.
Dedaes de madreperola, marfim, osso,
ago, metal, etc., etc.
Superior agua co6medcorae para ungir
cabellos, dando aos mesmos a sua cor pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas perfumaras
m melliores fahiicantes, assm como mui-
toa outros objectos que impossiv. I des-
FUNDICAO DQBOWIYIflN
Ra do Uruiu n. 59.
Machinas de vapor.
Rodas cPagoa.
Moendas de cannaj"," ,
Taixos de ferro, I>atid<- fundido.
Rodas dentadas, paia moer com agoa,
vapor e animaes.
E outros muitos objectos, etc. etc., pro-
priospara agricultura.
ra do
especial
Temporal
Liquidacao de miudezas, ra do QueimadO n.
os, tunos ou chammeis para candiero a caz a
130 rs.
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os cabellos e a
barba, a 15000 o frasco.
E' a nica approvada c recoramendada
por ter sido reconhecida superior a todas
pensando ibfr ou 205000, com o acceio tJctever: isto s na ra do Crespo n. 7, loja as tinturas d'este genero.
-do^aaito^ilaate.. ..J venda em casa de Gustavo Hervelin n.
algo-
belleza d^ que se decora a habitecao, s
vezes no que menos pensamos, entretanto,
como diziam nossos maiores, a sepultura da
vida : ainda s senhoras a quem a Espe-
ranca se dirige. Urna senhora cuidadosa
do nada faz a casa.
Ra do Queimado n. 35 A,
__j23naj\ia!a____
Na ra de Hortas casan, l.compra-scjornaes
ou outro qualquer papel que esteja limpo, a4*a
arroba.
Cih
(follares Rover etectricas,magneticos
tra fis tarwulsoes das enancas e para facili-
tar p dntingo das mesmas, o Gallo Vigi-r
lanlp antigorecehedoF d'este.prod^fiososJ
coII|re e,contina .a ter sempre grande di-
psito, i ra do. Crespu x. 7.
Vende-

uraa boa armacao de louro
reita dos Afpgados n. 42.
se
tratar
" "
81. ra da Cadeia n. 51.
na ra 0:-
Vede-se a 120 rs. o p : no annazitm n. 3Ido Ca* Viute e Doih de \n
s-uibro junto ao escnptorio do Sr. audo Dubeux.
EPIDEMIAS
DvmkeUe; B. Teeiorpf. mm r.n.a-1.,. Mmsrtr.
Manuel Alves Ferreira C, na ra da
Moeda n. 5, segundo andar tem para vender
superior potassa da Russ ia em barris e meios
barris e cal de Lisboa da mais nova que lia
no mercad.
*m sMa Jaaalr.
Cemento de Portland.
v,de-se no eniaaem de Vicente Remara da-
Cesta & Filho, na ra da Madre de Dos n. 21 em
barris grandes.
Proprias para a qua-
resma
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se rap Paulo Cordeiro lino, via-
jado, era latas, meto grosso evinagrinho,
qcj deposito cargo de JoSo Francisco da
Silva Novaes, ra do Vigario n. 11. Faz-se
vantagens a quem comprar porcao, e troca-
se o rap que nSo sahir ao agrado dos con-
sumidores.
Em casa de Theod. Chnstiansen, ra do Com-
morcio n. 16, encontram-se effectivamente todas
as qualidades de vinho Bordean* Bourgogne e do
Itheno.
Para afiaajzes aretalbo.
tidojeom iS e 19 covados,
Ditos de seda lavrada, boa fazaoda odia-
r-antique,
^jasqinas
ximh. Fg^riri-------------
Vende-se em ancoreras i 9 cacadas. eunanor
nnho da Figueira, propro ura casas paicula-
' DaruadoAmofi, m,+rmtm.
A saber:
Gfs-de-napoles para todos 08 precos, O Campo da ra do Imperador u. 28, tem p:
Cortes de exceente gorguro para ves-s VM*r t1** enjantidad.' de medidas de estaoho
para liquidas, .e de madeira pacaaeaaos, pelo svs-
ten* mtrico decimal, polo aai estao osaajorij.
to retalho obligados a vende* iasHBereivdorra&,
a captar do de maroo do corrente auno. O ao-
nuntjante aga e *;araa os que do laes medidas
necautam, ene sao estas as mais exactas, or
OflagoaloAltasemParlsi de cenformidade com
^J)fem* Mi.m k, e sefwde e pwlre ad nutade
*mo com outras que ahi se venden, 'oim s
mesma capacidade, devwsrica.idff.|
elajtkkMB asmais;n-
oQueima'do n.,31, luja de <&{#.*'
M. Rohm & Cv aandeaaenbeiii'MK
Twiylnto-eorticaeQto de fazeodas J
-:x^*m&** T^iiiWi%WMaa""-
A NOVA ESPERANCA
21= Ra do Queimado = 21
t para presentes
A Nova Esperanca, ra do Queimado
n. 21 tem um variado sortimento de objec-
tos de gosto e phantasia proprios para pr-
senles, sobresahindo entre elles ricas caixi-
nhas de bano com finas perfumaras, cos-
toreros de chagrn, agnlheiros de madre:
Iterla : assim, pois. qnemquizer fazer um
linda offerta, dirigir-se Nova Esperanca,
rita do Qneimado n. 21.
Col/ares anodinos ellectro-magneti
[eos confia as convulces das
crcancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares so vendem por ahi intitulados os
verdadeiros de Rover, e eis porqae muitos
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porm
que detesta a falsificaco principalmente no
qne respeita ao bem estar da humanidade,
fez uma encommenda directa destes collares
e garante ios pais de familias, gue sao os
verdadeiros de Rover, que a tantas crean-
cas tem salvado do lerrivel incommodo di-
conyulcoes, assim pois preciso,. que ve-
nliam a Nova Esperanca a ra do Queimndc
n. 21 compraren o salva vida, para seus
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivcl mal, miando ento ser di-
flicil akancar-se o effeito desejado, embota
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
Para extinguir as sardas e
panno
. Recebeu a Nova Esperanca,
Queimado 11. 21, leite de rosas,
para extinguir sardas e pannos.
BONECA DE CEliA
A Nova Esperanca a ra do (Jueimado fe.
21, acaba de receber um completo sorti-
mento de linas bonecas de cera de' diver-
sos tamanhos, sendo as maiores do com-
primento d'um covado : estas bonecas tra-
/rm bonitos coques e botinas, tiavetido en-
tre ellas algumas que fallara e outras que
chorami -de sorte ijue fcilmente podem ser
preparadas, e fazer-se um presente de muita
anvitaeo.
Finas caixas de tartaruga para rap ven-
dera-se a ra do Queimado n. 21 na loja
da Nova Esperanca.
Modernos brincos de sndalo, s se en-
contrarao na Nova Esperanca a ra do
Queimado n. 21.
AIELVS DE LAA
A Nova Esperanca a ra do Queimado 11.
21, acaba de receber um especial sortimen-
to de meias de laa para homom e senhora.
CONTRA AS CO.NGESTES
h mal terrivel a congesto fulminante :
!de repente leva um mdmdo, d'esta para
milhor vida, sera dar-llie tempo de receber
conversa medica; deixando as mais das
veses mulher e filhos no mais amargurado
pranto ; a Nova Esperanca qua desoja pi.
tar servicos recorreu a Vojer, 0 qual lhe
mandou aunis elctricos magnticos, como
o nico preservativo para semethante mal S
elles antes que se acabem : na Nova Espe-
ranca-
NAVALHAS
A Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 recebeu um sortiaMinto de navallias.
de qualidades, e tamanhos especiaes assim
como afiadores e massas par as mesmas.
LINIfA PAHA CERG1R MEIAS
Esta muito neeessaria bnha vende-se a
ra do Queimado n. 21 na Nwa Esperanca.
BORDADOS BONITOS, BONS E BARATOS.
Fspartilnos s na Nova EsperaBCa a roa
do Quemado n.'l.
Vaquetas envernMadas para
carro*.
Vinho de Bordeaux fino em ci-
xas ta marea *ki I. B. & C.
Vinho de champague em cakas
venda ruada Cmx n. C.


Diario
de Pernambuco Quarta teira 3 de Fevereiro -Je 1869.
(
A

'

A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO -m.
Pteli
DE
k Pereira da Silva, succeissor de Gama
& Silva
O proprietario d'este estabolecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
pital a vir suilir-se no grande estabelecimento que teiu de fajeadas, tanto da moda corao
de lei, i) as pussoas que negoeiam em pequea escalla, tanto da praca como do niao-
nesta casa podero fazer os seus sormentos em pequeas n grandes porcoes, venden-
do-se-lucs |k)los preces que se compram as casas inglesas ; assimcomo as excellenlis,
^mas fauilias, podero mandar buscar as amostras de tudaj as fazendas, ou mandare-
iiis levar en suas casas pelos nossos caixeiros, para o que tcha-se este estabelecimen-
to aborto constantemente desde as lloras da mauliaa as 9 da_aoute.
Lusiuha
A doze vintn i.
A doze \intens.
A doze vintens.
Vendem-se lasinhas de cores muito bo-
nitas com desenliosmiudinbose grandiabos
com Jistinhas e pintas pelo barato preeo de
2i0 ris o covado na loju do Pavo, na da
Imperatriz n. GO, de Feliz Pereira da Silva.
AS CAML RAAS DO PAVO
Vendem-se liuissimas pecas de cambalas
lizas transparentes tanto inglesas cerno suis-
sas tendo mais ele vara de largura, pelos
a pega, assim
liso que
multo
transparente a I?000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
FUSTAO BRANCO PARA VESTIDOS A 640
iNa loja do Pavo vendeaiTse os mais mo-
dernos fustoes l)rancos de lista e cordo
muito encorpado mas muito flexivel, pro-
prios para vestido:,roupoes, penteadores etc.
etc., e roupa para meninos, pelo barato pre-
go de 6i0 ris o '"ovado, na loja e armazem
de Flix Pereira da Silva.
SEDAS COM IISTINHAS A 3>00o o
COVADO
Vendem-se as mais modernas sedas de
listiuhas para vest dos, chegadas pelo ultimo
O atoalhado do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodo
coa 8 palmos de largura, adamascado a
iiJOO a vara; dito de liuho fazenda muito
superior a 3*200 a vara ; guardanapos de
'inho adamascados a 4^300 a duzia e muito
Fines a c,$OO, o ditos econmicos a 3,->OU
a duzia.
c .'roch* para cadeiras un loja do
Pavo
Chegai-am os mais lindos panos de cro-
eh ou guarda bantras, proprios para ca-
deras tato d'encosto, como de balangoe,
de guarnicao, e outros coinpridos para so- \ PreCsde o-50UO ate 10*000
la, assim como ditos redondos para mezas|(mo imisstraes organdys branco lis<
redondas, ditos pequeos paraalmofadas, ej*6?8-?"wh?'^)***< lV*yj
ditos para cobrir presentes, tendo pequeos
at para cobrir un prato, que se vendem
por prego muito em canta, na loja e arma-
reis do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Fustoes para vestidos brancos
a tt-ftO.
Vendem-se os mais modernos fustoes bran-
cos flexiveis com padioes de listas e de
salpicos proprios para vestidos e rompas de
menino a 640 rs. o covado, na loja e arma-
zem do Pavo ra da Iinperatria. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Grosdenaples
Chegou para a loja do Pavo pelo ultimo, co,n as ^ wais modernas que U;m
* a. por un. grande sortimento dos melhores vindo csle ^ ,(a|.at0 J
...osdenaplespretose de cores, tendo verde 3*cb. ocovadon ra da
tambem, que se vendem mais barato que
em outra quatquer parte.
CHALES A 2-5000.
Vendem-se Qhales de merino
Novamente chegadas ao armazem
DO
leAo
DE

O cordeiro previdente
Yendo-nos chegado ltimamente fazendas inteiramente
novas,
Admirem!
MadapoBes finos a 0$, G|,< e 8> r.s.,
s no armazem do Leao.
Chitas escuras de padrees lindos por pie
go de 320 e 360 rs. o covado.
Cassasdecores.com palminhas e com
listas de diverso? padroes a 240 e 320 1 >.
Lazinhas cinzentas e cor de bonina a
320 o covado.
Cliitas claras miudinbas a 320 e 3G0.
Alpacas pretas o de cores luidas proprias
'para vestidos a 080, 700 e 800 rs.
Pegas de cambraia transparentes a 4;>,
5;? e 65. Por este prego admira a todos !
Cortes de caseimras do quadrinhos elis-
ias a 2*800 e 3
Corpinlios blancos para senhora a 34 e
35200.
Pecl lincha !
mos por este meio ao respeitavel publico a que nos procure comprar fazendas de
bom gosto e por procos que nao achara em outra qualquer parte.
Lencos bordados a U, 6^500 e 130800.
Ricos e bem escolbidos guatos de Itis-
marks para caigas e paletuts a 20800 o
j
Cortes de cassiucladecores para caigase
paletots a 15500.
Cassineta de cores com um pequeo to-
que de mofo a 400 rs. o covado.
Espartilhos muito finos a lftOQ, '><>
55500.
Admira!!
Grvalas de seda a 500 rs.
Golinhas bordadas a 500 n.
Lazinhas a 200 rs. I !
Laeinhas a 200 rs.!!
Lazinhas a 200 rs.! ?
convx
corte.
Tambem tem para acabar pecas de pan-
"o de Imho, com 27 varas, a 17 e 18#.
Toalhas de linbo para rosto a 100 a du-
zia.
Aos Sis. armadores de enterros.
Vendenv&e pecas de hollanda preta com
40 coyados a 5.) : na ra da Imperatriz n.
48.e 52, junto a padaria frnneeza, toja do
Leao.
Attencao roupas feitas |! no armazem
do Leao, ra da Imperatriz ns. 48 e 52.
Assim como temos um grande, completo
e variado sortimenki de 1 uupas feitas: pa-
letots saceos, sobrecasacos, fraques* jaque-
tes, calcas, colletes, camisas, ctroulas,
chapeos etc., tudo porpregosque admira!
Tem tambem um sortiinento de roupas
ordinarias por prego baratissimo.
Acaba de ebegar tambem um completo
sortimento de damascos de cores, sendo
azul, amarello e cor de caf etc., que se
i vende por prego commodo.
Admira!!
No armazem do Leao !
No armazem. .do Le3o! !
No armazem do Leao !!!:
No armazem do Lco '' '
Ra do Weimado n. 10.
Novo e variado snriimento de perfumaras
finas, c ciutms ohjrctos.
Alm do completo sortiinento de perfu*-
marias, deque etli>efivMMe rttpiwidaa
loja do Cordeiro Inevidente, ella acaba^de
receber um outro sortimento (jue se torna
notavel pfa vaii.'dadedeobjectos,superiori-
dade, qnalidadcs e commodidades de pre-
cks: assim, [iois, o Cordeiro Previdente pede
c espira continuar a merecer a apreciago
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, n3o se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontraran os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudraj'.
Dita verdadeira do Mtiroay ALamman.
Dita de Cologne ingleza, ainerioapa, fran-
ceza, todas dos memore e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservago do
asseid da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradareis.
Coi)os e latas, maiores e menores, com
pomada lina para cabello.
Frascos cora tlita japoneza, transpai-ente,
eoutras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Esseucia imperial do fino e agradavel ebei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finos e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de Superior qualidade,
com escolbidos cheiros, em frascos de dif-
ieren tes tamaitos.
Sabonetes em barras, maiores e menores'
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira nvernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito
sentes.
propnas para pre-
Ditas de papclo igualmente bonitas, tam-
No armazem do Leao, a ra da Imperatriz ns. 48 e 52, junto a luja de urives 1^, ut nerimiiaris finas
ra fpanpova > .
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
A Perfumara Victoria Iwje muito procuran
pela flor da aristocracia, e das .elegantes, jx*
cansa da fabricacio superior' doa producto* des-
tinados aos usos do toucador, e entre os quaea
ella creou urna especialidade em cada artigo.
Os seus novos perfumes, preparados tonr. a
Euencia dt Yltmgylang, que ella oblem nesmo
as HhasPhilippinas, pela disiillac3o do Unen
odoratissima, nSo temem'Vienhunia eonr.urreaeia,
no que diz respeilo fineza c sua\ i.ladedo ebeiro-
pelo que coBselhmos ao publico elegante qu
pefa como perfume para o lento
0 EXTRACTO DE YLANGVLANG
0 BOUQUET DE MANILHA'
Alm d'cstes dois extractos excepcionae?, qi.
sSo propriedade exclusiva de sua casa, os mr
Rigaud e C*, prenarao igualmcnie, com nari.cn
lar perfeicao, toaos os extraclo* adoptados ),t..
moda, e entre os quaes citaremos os seguinlcs :
Jockey-Club. Vilela. Reseda.
E$i. Bouquel. Narecliule. Jtitmin.
Feno fresco. Mousteline. iugnoliti.
Flor dos prados. Rondelttia. Rosa musgosa.
T0MTO1 B1GLID
E' urna Agoa admiravel para o toilette, coac-
titue ella o verdadeiro talismn da belleza, e con-
serva a pelle fresca, c a tez do rosio branca. E' a
ultima expressfio da sckmcia. Esl por iodos
reconbecida a sua inconteslayel superioridaoe
sobre as aguas de Colonia, a agua de Florida e ot
vinagres aromticos de ntaior nonieada.
LEO E l'dHAIIA MIR1IB4
Exccllcntes preparacoes que se poden c.bamr
0 thesouro do cabellle que, com;oslas de subs-
tancias tnicas e fortificantes, embellezSo e con-
servio o cabello, ao mesmo lempo quu he com-
municio um cheiro suavissimo.
e padaria .franceza.
n.
Imperatriz
60 de Flix Pereira da Silva.
i I pao as luvi-adas
Chegaram pelo ultimo vapor as mais com honi-1 dernas alpacas lawadas com as mais lindas
as barras, pelo liaralssimo precode 2(50091cres, que se vendem a I;J0O0, o covado,
' 2)00 rs., na loja do Pavo ra da Impe- ditas lisas tendo tambem cor de canna a
1800 rs, ditas mescladas muito finas a 1:200,
o covado, e outra muitas fazendas de gosto
1 atriz n. 60, de Flix Pereira da Silva.
PECU1NCHA A 3:500.
Cortes de la 3:500.
Cortes de la, a 3:300.
Corles de la a 3:500.
Lazinhas a 280 ris.
Lazinhas a 280 reis.
Lazinhas a 280 reis.
S o Pavo.
S o Pavo.
S o Pavo.
Vendem-se bonitos cortes de lazinha
ara vestidos com padroes modernos tendo i
cada um corte 14 cavados pelo barato pre-
;o de 3:500 rs, assim como (Utas em pecas
que se vendem a 280 rs. o covado, sendo
-Taade pecliincha na loja e armazem do Par
\3o ra da Imperatriz n. 00, de Flix Pe-
reira da Silva.
BAB.vniNHGS
Vendem-se finissimos babadinhos, tiras
e moda que se vjndem mais barato do
que em outra qaalquer parte, no armazem
Ido Pavo, cna da I nperatriz n. 60. de Flix
Pereira da Silva.
ORGANDYS DE COR
Vendem-se organdys de cores com pa-
droes miudinhos em assentos brancos e de
cores pelo baratissimo preco de 360 rs, o
covado, fmissimas ;assas francezasccan deli-
cadas cores e bonitis desenhos a 320 rs. o
covado e ditas a 300 rs, na ra da Impera-
triz n. 60, armazem de Flix Pereira da
Silva.
iSoupas ]|ara homem
Vendem-se saperiores palitts de panno
sobrocasacos forracos de alpaca o de seda,
camisas inglezas e francezas com os peitos
de esguio, cerottlas francezas de linho eal-
gefa, p'ias cmas inglezas superiores, ca-
ALTA NOVIDADE
LOIA DO PAVO
C'oriinados
bordadas e ntremelos, mais baratos do que!m,sas de flanella e de meia de laa, assim
-m outra qualquer parte, assim como espar- como neste cstabelecimento existe um grande
ilhos dos mais modernos, um aimazem de sortimento de paanc 3 pretos, e de casemiras
lelix Pereira da Silva, ra da Imperatriz "^ms de cores, o que se manda fazer
i). 60. i qualquer obra acontento dos Srs. fregue-
|zes, e promette-se-lhes que sero servidos
c un a maior promptido e muito mais ba-
rato do que em outra qualquer parte
11a ra da Imperatr.z n. 60,de Flix Perei-
Chegaram pelcTultimo vapor os mais bo-;ca 'da Silva*
nitos gurguroes de seda, proprios para ves- i
dos, sendo lisos e lavradinhos, com muito i r!i camas e jmilas.
itistro, garantindo-sc que a fazenda mais I Vende-se um gratde sortimento dos me-
inda e de mais plianlasia que-este atino tem lll0rcs maiores cortinados bordados pro-
hegade a este mercado, e vende-se por l)rios Para camas e Para janellas, que se ven-
lireco muito razoavel, na ra da Imperatriz llcm a '->000 rs. cada par at 2&S000 rs,
n. 60, de Flix Pereira da Silva. !ist0 na rua da Iimjieratriz n. 60, de Flix
GROSDENAFOLES FRE10 A (U \TR0 perefc da Silva-
PATACAS S) O FAVAO. r Claltas
Vende-se grosdenapolfs preio de boa I Vendem-se asmel aeres chitas escaras para
jialidadepelo barato preco de 10280oco-!casa sen(Jo de coref fixas- Pe,os baratos
vado, s na loja e arma/rm do Pavo, rua: PrcCos de 320 e 3^1 rs. o covado, ditas
-la Imperatriz n. 60 de Feliz Pereira da I,nuit0 fiaas francezas sendo claras, com pa-
Silva. di Oes decassa a 300 e 4XM) rs, pecfeinclia,
CA.MB8AIA BRANCA A 350. 'Ha rua t,a Imperatr; n. 0, armazem de Fe-
Vende-se pegas de cambraia branca i ''* ^'"eira da Silva.
IIIIIWI'llllIDIDi
LIMA, LESSA & C
14-RUA NOVA .-14
08 proprietarios d'este cslabeleciineuto acabam de montar urna das mais
pletas ollicinas de allaiate, cncarregaudo a dii-ecgo da mesma um dos mais
artistas; o para melhor satisfazer aos seus reguezes ln um variado sortimento de ca-
simira de toda a qualidade, pannos linos, brins, merinos e varios objectos proprios para
m, assim como um completo sortimento de fazendas finas, de toda a qualidade,
Garantc-se a melhor qualidade da fazenda e o preco mais rasoavel possivel.
FAZENDAS PRETAS^
PARA A 0UARESMA
com-
habeis
homem.
transparente, com 8e meia varas pelo ba-
rato pigo de 3.S500, ditas muito finas tanto
tapadas como transparentes 4.)500, 50000,
ijSOO, 7,5000.e 8->000. assim como organ-
d muito fino tanto lizo, como de listas e
quadros na loja e armazem do Pavo rua
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
ALPACAS LAVRADAS ?PARA LCCTO.
Vende-se na loja do Pavo. as mais mo-
dernas alpacas lavradas para litcto, sendo
(rolden aple* preto
Vende-se tim grar de swtimento dos me-
llmres grosdenapleu pretos, tanto lar-
gos como e&reitos, sendo de 2*000 rs. o
covado at 44000 n. garantindo-se que
11 "estegenero ninguen tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que cm outra
qoalquer paito, na na da Imperatriz n. 60,
de Flix IV.ram da Silva.
Poli deehvre a I OOOmovado
Vende-se poil de ihvre- muito largo cem
muitolargasopelo barato prego de 800 1 s. q as melhores e mais modernas
ovado, s na loja e armazem do Favo, rua
da Imperatriz n. di de Flix Pereira da
Silva.
cores pelo
barato prego de i000 o covado, na loj*e
armazem do Pavo, i-ua da Imperatriz n. 60
de Flix Pereira da Silva.
I-----------T-
-----1------f
TCSSES
CATIRRHOS
v%zmt
PASTILHAS PEITORAES
DE sueco deALFACE
E LOURO GEREJO
IRMTUgOES
DO PEITO
E' esta anus aovo e delicioo coufeito at agora conhecido. Por isto tem adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais distinaos o aco.nselliSo contra
as tostesy defluxos, coorrAfli, tosses convulsas, catarrhos epidmicos, irr'4ac8e$ do peito. Com
grande empnho o procaria as mies de familia, assim para ellas como p ira as enancas, pois
primeiro pe todo inoffensivo, e as sus propriedades adocantes nio deixio nada a desejar-
Deposita em Pernambuco*em casa de M*rar O*.
Receberan directamente da Europa as mais superiores fazendas pretas espe-
cies para a quaresma, as quaes estaj vendendo p*los mais mdicos piveos em vista
da superior qualidade de ditas fazendas.
aIjTa \ Basquinas pretas de renda, verdad?ira novidade, para senora.
Corguro prtto de,seda liso e coni listas assetinadas para vestidos.
Crosdemiple;. preto largo estreto de di\rs^ qualidades haveudo nestj ge-
new <* que ha de laeTftDr.
_ Hasquiae. da odi pretos, ditos de seda preta com cintos delicadamente en-
rettados, elegautes pe|:lunis de seda preta, lichos pretos de renda, modernas capnhas
pretas de renda e supt'rioras vestidos de goi guro [ireto bordados.
Moirantque preto e branco, borabasina, superiores princezas pretas, merinos
de vero e trancados dos memores.
Os mais lindos vestidos de bloud com mantas, capella para noivas, superiores
fronda* de cambraia de linho e de esguio bordadas, e lindas colxas de seda e de la
liara camas.
*:iltitlas de baile brancas, azue.s e cor de cinza de gosto especial ves-
tidos de cambraia branca ricamente bordado-;.
Popeliuea de seda pam vo e mais bellos padroes, c grande e variado sx-ntento de sedas tanto em cortes
em peca.
CortinadoM bordados para camas e janellas, bales parisienses
molas novo gosto, bales reguladores hmm e de ir, espartilhos e bellas d
de crocit.
un/us ele liuho insiezas para homem, chapeos de sol de
grvalas modernas, pannos finos e casimiras dp cor e pretas, e outras muitas faz<
que venden por muito commodos piwos.
A op n. 11' da rua do Queiiiiado km sempre o melhor sortimento de tagetes,
ores
.orno
eom
olxas
seda,
indas
alcatifas e
Estars da India para forrar salas.
fcirtttttttttj
iiriii
0PMISI9
rT CIGARROS INDIANOS
lOfrCANNAJBiS IWDlCAlll
IS-.'PARS/
lOCQUlDll
p
Todos os tam ata ijoje precoaisados coutra a aslhma nio.te sidomii**) qne r'liMTtn
debatxo de todas as formas, tepdopor base a belladona, o estramonio ai opio. RecaoM ipe-
pencias feitas em Allemanha, repeudas em Franca e na lnclierra, lem p-prado que o cnamo
.indiode Bengala possue as mais; ooUves propriedades para comDater eua lenuvel rteecto.
assim comoa tosse neryos, a insemoia. a tysica laryngea. a ronquiddi., eapess* da a.
e as nevralgias faciaes. E' pois cem o apoio da sciencia queotfareflemos.ajatpWfa. anlZ
doe eom o extracto de cnamo das Indias, que nos importamos de Bquibain / ***** ^
________B^poitOiam^rsMimiitfO. em casa de a**," *

80FF RIHCMTOS DE5T0PAG0. CONSTIPACAO.-
tuw em ioucm diaa pelo carvAo oe. BCLLOC tqi po ou em pastilhw.
ENX/iQUECAS; NEURALGIAS. e***iTeces ao d
tlpadas raudamente peJis wroas q-UNER i CUITll
ANEMIA, A PALLIDEZ e emprpgo das ferruginosos sio sempre inbatidos com o melhor resultad*
pelas PJLULA OE VAUET. Cada Pilula tem incravado o norae TiUH.
PO DE ROG. Beta.dhsoiver ai Arasco d'este p em mei*
arrala d'sgua para se obtr, una liipoeada agradavel que purga sem U-
ser coligas.
VINHO DE QUiNIUM dt Uiarreque. Kste rinbo, um dpi
pneos cojii eompjsiciat garantida coistante, e urna das memores.pre-
iaratdes d quin^, m accaona*el olire os co.nvalescentes, dando-
lk<* torcM e apros-siudo a roiu a saude. Cura as febra antigs que re-
stjo ao vlfato de,quinno.
MOLESTIAS DA BEXIGA, A saaior parte d'estaa mete.
tias, cerno sciaticas, lombagoB, catar* e tedas, a* dores nerroea* na
geral ao cuwdas petas pebol*s ue secstciA de tmerebntina de
Dr. giertan O professor, Treusssauax ais Jnt*d d* tiierapeutiot acqn-
ielba as para sercm tomadas na ocesa^ dq'^ntar, na dM de 4 i 13.
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composcode
cheiro, e por isso o mais prop io para crian-
cas.
Opiata ingleza e franceza para tientes.
Pos de camphora e outras differentes
qualidades tambem para denles.
Tnico oriental deKemp.
Aluda mais coques.
Um outro sormentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com filetsde vidrilhos.
e alguns d'elles ornados de llores efltas,
eslo todos expostos apreciago de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PU.MIOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
Fivellas e Olas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, cando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
0 que de melhor se pode enconlrarnes se
genero, sobresaltindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para Tiagent.
Bolsas de tapete e carteros de couro, por
precos commodos.
Oiapelinas do palha da Italia mui bem
enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
rao presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a rua do Queimado
n. 16.
ENFEITES DE PALHA PABA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
0 Cordeiro Previdente rua do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para .enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM D AQELLES.
Becebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos ; assim como um variado sor-
timento de galles de la, babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade de gostos o's tornam reeommenda-
dos e apreciados ; compareco pois os pre-
tendentes que serao servidos a contento.
TO BEM BECEBEU.
Novo proviniento de bicos e rendas de
guepure.
LUYAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para hornen-
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
rua do Queimado n. 16.
SAHAO MIRANDA
Quem comparar este sabio com os qne e
vendem por ahi, fcilmente recoaheccra supe-
riodade do nosso. Este torca a cutis muiissime
macia, faz urna escuma abundante que fonra um
verdadeiro banho de leite, e nada deixa a desojar
como delicadeza de perfume.
DlUOHI\A
PASTA DEUllItMIt
A Dentorina um elixir dentifricie dos mas
suaves : perfuma e refresca agradavelmenie a
boca, fortifica as gengivas, e preserva os denles
da carie.
Esta pasta dentifrcia tez ama verdadeira re-
voluc3o na Perfumara; acabeu para sempre cem
es pos e opiatas, que sio mais eu menos acidoe
ou perigosos. Basta passar ama escova hmida
por cima, para obler ama mucilagem suave e
nnetuosa qne torna os dentes perfectamente
brancos.
POS ROSADOS
Preseryio a pelle do rigor dos ventos e do fric,
eommunicSo-lhe nma agradavel frescura, e prt-
venem as sardas. Sao superiores aos pos de arras
e de amldo. Sen perfume delicioso.
Deposito en Pernambuco, em casa do S"
Frederiro C. Burlaniaqii'
loja da Nova Fama.
& ('.. roa Nova n. IS
GitZ I.AZ I.AZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C, rua do Imperador, um earn.iiiiento de ga/.
de priiiiiiaqualidad(i;oqual se vende em partidas
e a retalho por menos pre^o do que em outra qual-
quer parto.
Taberna
OLEO OE FIOADO DE BACALMAO DE BERTH.-
Gawntide puro a de priwira qualtdadt, um dos poucos aprovados ptk
Afledsjato dn madiewa,
ATISO. Toa etlet *eimW:lvm>Wn*&* &* 4<^MftM
tmptriai,d, mofsU Pao*.
DEPOSITA
Ka *!,, L. fBCBV, L.,r"e Jc,fc
toJmeire. 'j^JJg^i^ UHW*,^ '* rr^l,<^.
Baha.. BtmeUK i ,f>m- **.
NOVIDADE
A loja de Coelho & Oliveira rua do
Queimado n. l), recebeu pelo ultimo vapor
um bullo sortimento do bales de diversos
syskJBias, os mais apereiado8 tque teew
vindo ap mercado, sendo :
Baldes de guipur com tiras chamadas
reguladores, ditos de musselina abertos pw
ambos os lados, de modo que sendo todos
de um tamanho servem para qualquer se-
nhora, de la de cores, com tiras,, e as se-
geintes fazendas:
Sajas de la com bonitas barras.
Chales turcos de seda c la Beatriz de
Tundas.
Fitas de guipur pretos. Bocamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
JLi&asInhas
Sultanes, Poil de Chevre, Tricte, dito de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
LSa pura de cores a 360 rs. o covado.
Basquinas a Mara Antoniete.
Cambraias fantazia.'
Ditas brancas transparentes o Victocias.
Colxas adamascadas.
Cobertas chinezas a 20500 rs. e outras
muitas fazendas que tornar-se-ia enfadpnk)
annunciar.
Vrende-se a taberna da rua das Cruxes n. i I, o
local nd s e bom para o mesmo eslabeledmento
como niestuo para qualquer outro negocie por
em una rua das principaes : a tratar na m mi,
Ycndc-sc tuna taberna sila no bairro de 5.
Jos, propria para principiante : a tratar na ri.
Imperial n. 3C.
ESCRAVOS FUGSOOS.
recompensa
Para anianhecer o da 10 do enrenle fugio eugcnlio Canahrava, no tenno de KhdM, oescravn
Bernardo, erioulo, de idade 23 anuas, pouco inais
ou menos, alto, secco, rosto descarnado, pooea
barba, quei.xo fino, pes limis, peritas finas, ten-
do a falla um pouco demorada, e sendo bstanlo
esperto.: quem o capturar e o for entregar no
nteucionado engenho a seu ser.hor Antonio GoVre i
de Oliveira Aorado, ter muito l)oa recompensa.
Pde-se o auxilie e atteneao da polica, a quem se
previne que o iuesiuo escravo seguio para Red-
fe embarcano-se em Goyanna. Snspeila-sc que
elle procure dalh .'inbaicat-.-e para qualquer o
Ira provincia.
decflra.dfl.niassa, de a(a#e e,4e, seda, a precos
luratissmos, em porgues e a rcta!bft : ao arma-
zetu do vapor iraacei, rua. Nova n. 7.
Fuio a 15.do corrente me* de Janeiro, o
escravo de nome Felippe. cabra eom 25 annosde
idade, ttm pouco alto, subraoojlhas pretas e ser -
radas, os cabellos acaboculados, ([uaudo anda pi-
za duro e com passos largos, tem uma marciic
caustico do lailo direito sobra o ligado, levou cal-
ca ilc brim de quadrinhos pretos, eamisa de ma-
dapolao, chapeo preto de laa rWnmln. esle c?cr..-
vo costumava a ganhar na rua conduzindo gne-
ros de urna venda da rua yireita jiara a estacio
das i'.iao l'ontas. natural do lagar Caiibotinhc,
da comarca de S. Bento desta provincia, e H i
comprado ao Sr. J. AVies de Mello, morador ue
nicsino lugar, presuine-so que o uiesmo eseravo
continua a ganhaf na na. nnniido de um liilheie
falsg nroriirando senhyr ; pede-se aos Srs. cap
tes de campo e mais autoridades policiaes a eof -
turado ditoqscravo e leva-lw io seu senluir Jo,"-
Pereira de Miranda Cunba. luiradr em SaaW
Amaro, sobrado grande do Sr. Maitoel Custodio
n. 2, que se gratificar geperosamepte.
O abaixo assignado recoinnuuida a captuta
do seu escravo de, nomo Joaquim, mulato, nigid
do seu sitio do Monteiro, comprado aos ?Ws d
nos 08 Srs. Joao fionealw s da Silva, Vicenta i-
valcanti de Alluiquerqe o Alexandre Gomijs da
Silva, uesta cidade, por inieriiedio de seus pn-
curadures na pessoa do Sr. Mannel Francisco te-
valcanti, ledos de Pao, d'Alho e por inlervencjto k>
Sr. Santos (corrector de escravos). cujo esrrtwa e
lanihem natural de Pid d'Alho e tem os distiftm
seguinles : idade :ia anuos, setfp lo corpo u uta
pouco alio, bigode, cabello um ponen carapinnad
o^eWeado, falta de denles, urna inflammaeo on-
critada na junla da mao esquerda, falla a settane-
jo, milito descansada e mansa : levou camisas, de
madapolao e recado de algodo, o calcas de brim
pardo, abaixo assignado, muito recommend a
qaplura deate seu escravo todas as autoridades
e mais 'ncarregadsda hipturade escra-
vos, DOS pelas diversas eidades. villa1? e po{oa-
dos, como pe|o seftio, para onde ilude ter seguid .
propic'te bem gratificar, e tanibom a quaijuer
,pessoa que d'lle der noticia, certa ; a dirfgirw-
se ao seu escriptorio a rua do Crespa n. 15, 0H.aa
sen sitio no Monteiro.
Bepife, V dttJaneiro de \tf,
__________AfilOHJQ Jttf Rodrigues .dr Suuza.
A diasque,seausentou ,\&c^sa de seu senlu
Apro Quto, erioulo, natural da cidade da Ba
plimo offlcial.de sapateiro, e, ti'abaHiava n '
do b>r. Mximo Jq de Andrade, sita i ron P-
^Crtiz.'abeler.e ecrevr, c iniilpla-o forro, ats
aleado tew um olho mais nuj
Iro, te>n a cabida re; lida, o dikiib-
Ctt cop diversas cicatnzes provenientes de i
o tinto haixo e reforcado do corpaj
^pnrhhendor luve-o a nasa n. 18 d* rua
a seu sennor Aprigio Jos da Silva, ou u<
Parao-n. 26. casa do mitao Flix FraM&W Ue
Soza Magalts/qu'w iWt'nipfensatfo gencro-
sameata.'

i



8
Diario de Pernambuco Quarta fera 3 de Fevereiro de 1869. .
UTTERATIIBA.
Taris de Otitubro
Que e pagsait-il dans Oto ames?
Amour! Anuwir?
V. Bt'oo '
roi n urna tarde de Oulubro,
Tarde de frayehl saudosas:
Na tena uui cheir de rosas '
(1 horisonte rubro!
Apenas malva*singella
Do seu regaro nos flfios:
No chao cravados seus 0*68
E meus olhos n'ella!
A aragcm lasciva e callida .,
Os nossos ais alinava,
E eu medroso a contemplava:
Tao bella e paluda !

Oulros queren Ozorio; a um grupo Honrado
uuh.- toflol-bfii'oes, dizer ou vi
Que nbiiriW rburau de boin grado
A"*psale Maurity!
Temperas rijas frentes innundadas
Polo da guerr; matcial fulgor!
Fracs que tira n fogo das calcadas
D;i ruido Ouvidor!
Sao menos belicosos meus desejOS :
Vossa Exceller ca vai sabe-lo agora :
Era dar-llieuu abraco euns trila peyos.....
II; siava-iiif por hora.
O ninlio em soccgo;o arbusto
Hmido j de sereno;
No seu regace moreno
O segredo, o susto!
A varzea solada, nua,
Na trra um echo tremente :
0 sol a cahir no poeute.
No levante a la !
Era o instante da saudade!
Ella pendida a meu braco:
As nossas almas no esparo..
Que felicidade!...
Rio, 18C9.
Gnimaraes Jnnior.
Da natureza o rumor,
O ai, o sopro, o gemido,
Tinham s um s sentido :
Era amor! amor!
As frias azas dos ventos.
A agreste e furtiva briza
Arrebataran, Lui/.a.
Nossos juramentos!
* D'aquelle incanto indizivel
Tent esqnecer-me n'est'hora:
Cruel inartyrio. senhora,
Nao! nao me possivel!
Rio, Janeiro de 1860.
Lyriodo Mato
.NOCTl'RNO PARA nKCITATIVO
A minha prima b>
l.ongc dos bailes, dossaloes fgida,
Livi e do engao e da fallaz ventura,
Anjo exilado.bella flor crescida
Entre osespinlios da floresta escura.
S como a estrella e como a estrella na
ve tempeslades, solitaria e bella!
Terna e suave como a luz da la.
Suave e terna como o olhar da estrella,
Aflua tu vives, meigo arebanjo, e a vida
Corre-te Umpa da mais tenue dor:
Tu s a rosa em inattagaes perdida,
Mas no teu calx vive e brilba o amor.
As auras cantam do teu sonlio as horas
-Astro escondido nos nocturnos veus,
E' nos teus labios que Deus forma auroras,
E' nos teus olhos que medita Deus.
Nada te ensombra a viigudade airosa,
Flor da innocencia, abencoada flor!
E's raio, s alma, s poesa, s rosa.
Anjo no rosto e era tudo o mais amor.
Sabes quem a meiga flor divina
Da natureza no regace n?
Sabes quem tao pura assim, Balbma .
\h; quem seria se nao fosse t! 1
Engenho Novo, 1869.
Instituto Aichcologico c Cisura-
prico Pcrnambneano.
SKSSO MU.NA ANNIVKRSAIUA, KM 27 DK JA-
NEIRO.
Discurso do 2." secretario Salvador Ikn-
rifjue ile Mmpierque, Hilo na sessao do
timo twniersario em 27 de Janeiro vi-
timo.
meus sv.Miotr.s! 0 espirito humano
as primitliva? hitas com o Saber, foi mui-
tas vezes atacado pelos defensores da ma-
teria : nao ha razan que nao soja batida
por um principio; o erro gosta de ferir a
verdade!
A dupeidade da organizaro do homem,
-alma e corpo, le via defacto suscitar grandes
questes charandas philosopbicas, que re-
sol vossem os importantes problemas da
immorlalidade (Palma e dissoluro da ma-
teria: d'ahi foi que o esplritualismo vio
n'alma um reVxo da immoilalidade. ao
passo que o materialismo vio Deus sem
a alma e a alma sem Deus.
Nos grandes fados, as grandes Iotas
provpcm grandissimas victorias: assim
de# ser. Das deas e dos principios foi
qui-nasceuo cenhecimento pnrtico dofaeto.
A ihtelfigenca contou victoria, o espirito
dominou a materia, o estenio suWimou a
tam com a friesa dos sentimentos, matando
as nobres aspirares?1
E oque ser is o ? Saudades dofausto
materialismo, ou a falta sensivel do amor
pelas grandes iasdo progresso?
O guerreiro mo s arremessa- aos com-
bates, ser indifferente o incrdulo?
(fuem faz o verdadeiro here e o verda-
dero sabio? O here e o sabio parti-
ciparn das sinistras ideas do passado,
em que o sentimeiito da virtude ufo era
mais ilo que um loso !
Nao, eu cre'ro qje a sabedpria e o hero-
smo sao os son sos da dwndade. a
sciencia e a religiao que de mos dadas
conspirara para a filecidade humana, na
gloriosa conquista do sublime.
Seria incrdulo o feroz Sieambro, vence- heroica provincia,
ii' l.i l.mi-i ...I-i,: flnllitc mmnnklnjA .a. .....
tico superior ao dos nossos antepassados,
Juran dedade ignal, una tal abnegarn ?
Que o digam os rasgos brilhantes que en-
cliem as paginas da nossa historia.
Os montes de Tababocas e Guararapes,
as campias da Varzea, Casa Fotfu-e outros
mnitos lugares o atlestam; os neto* de
Viira, Vidal, Das, Camaro, o tem confir-
mado em pocas diversas. Hoje mesmo os
ampos do Paraguay testemunbam o seu
valor. Os descendentes d aquelles hroes,
ainda nao tfegefteraram, sao Pernambuca-
nos. i
O sangue brasileiro que alii seltem der-
ramado e que agora mesmo acabal de regar
Itoror. Villeta, Palmase Lomba Valentina,
involveu-se no p com o dos fillios desta
dignjdado d'alma; e depois de urna pro-f(|u |>i*giesso.
dor de Roma e das Gallias, que cahindo aos
ps de um padre, lancava os alcerces do
Imperio Francez ?
Seria incrdulo Mathias de Albu(pierque
responxlendo ao invasor Hollandez: quei
mai OAinda se a nao podis sustentar ?
Era indifferente Henrique Das, nasbata-
Ihas : fazendo doseu baslo o resgate de
suas victorias ?
Incrdulo foi Bruto, quando cercado pelos
seus inimigos, atirou-se contra a espada,
exclamando : virinit, nao passas de M
nome t
IndilTi.rente e incrdulo foi tambem Severo
(piando nos paroxismos da morte, recor-
(Lido-se do passado disse : tudo fui e na-
da m !
.Mais incrdulo ainda foi Tocqueville, as-
severando : qm o scepticismo eslava no
principio e no/im ile cada sciencia.
Os grandes homens nao cahem inteiros
no tmulo, o que de melhor pertence a
Deus e a historia; a alma e o nome. Os
principios philosophicos e religiosos sao, e
ncm poden, deixar de ser, a causa jrrimor-
dial de to grandes bellesas humanas.
Senhores! pelo desenvolviment> mo-
ral, primando sobre o material que as na-
ces torn5o-se grandes epoderosas; aedu-
caco moral e scientifica lentle a banir to-
dos os males que se eoraizTw nos senti-
mentos do povo la/eiido-o conhecedor dos
seus direitos e apto pora cambihar na senda
Versos escriptos na areia
Deus fez o Amor, mas teniendo
Rival to bello e tao forte,
Deu-lhe as Lagrimas por guias
E por companlieira, a Morle.
Bota-Fogo186....
A Exm\ Sr. ). 0. S. F.
la quera cubico a gloria, o louro, a palma
Estatua e throno e muitas couzas mais:
Ha quem deseje engrinaldar a alma
De flores immortaes.
Lendo as partes da guerra, muita gente
Muitos amigos meus, almas j fras,
Electrisadas gritam de repente:
Ah! se eu fosse o Caxias!
funda meditacao aadgtirOO-e a pliilosophia.
Dividio-se o estudir cm religioso e scien-
tOco; este que traa da natureza e do
homem. aquello das vcrdVdcs religiosas.
A philosphja que era tf instrumento das
celebridades, tornou-se ntSo a narraco
brilhante do pider de Drk e amis com-
pleja historia d' grandesa humana.
Na ordem natural como na sobrena-
tural, em pln'losophia como em- religiao.
todas as verdades vem de Deus orno causa,
e passam p:'lo homem como efl'eito: nao
pode haver lula entre a verdrrleira pl-
losophia e a leHgi^o, entre a natureza
Deus, e a natureza homem: a ordou- urna
lei eterpa.
Na vasta esphera do espirito, a ratf
urna soberana: isto significa que o* olhos
do espirito humano abrangem o esporo que
vi do homem sociedade: do facto cons-
tante da vida triste renlidade da raorte.
Alem da razio e do tmulo, sentante que
somos nada!
Seiihoivs! A ffegiSo bem como a- sci-
encia repousam em dous dogmas subli-
mes: a existencia de Dense a immortali-
dade d'alma. Estes factos conveiicemHios
que um futuro todo espiritual nos espera
na amplidao dos cios.
O homem e a sociedade marchara flanes
nessa futura ermea, ao mesmo tempe que
tratara de realisar o destino social que se
alcance nesta vi< a. E' assim que a vtrdat-
deira'philosopbii deve ter em vistas a in-
dependencia do espirito humano; dirigindo-
se a descubrir a perl'eico, nao s com re-
laco a sciencin natural, mas ainda ivlc-
rindo-se a moral ea intellectual.
A religiao para o espirito nada mais
qner que o seu completo desenvolvoento
racional e mord; o livre exercieio de suas
facilidades de iccrdo com a razo.
E nao senil o seio das'verdades reli-
giosas que a inielligencia e o coraro. acban
elementos de grandeza e progresso.?'
Si !
O Brazil, esta peroi da araerica meri-
dional, est destinado pela Procidencia ser
um paiz grande e poderoso-.
A stnt posiCao geograpliica. o e-stensSo de
suas costas, a prodigios fecuiwfidade de
seu seU\ raridade e multiplieidadc de
seus producto, a excelleacia de suns s-
titnicoes, garante-nos a veracidadb iSenUx
prediecx).
Si no cspaisp de quasi meio secuto- emancipaejb jx ditica, nao lemielle attingido
no estad de nwdesa tpe era possivel;
as reformas realisawis que-visamos- ao-fta-
toro, o d^vem omdozir esse deside-
rtum.
Ti-cs grandes vultos "figoram en nossos
amaes. Sao as- tres pedias-inabalaveisso-
5 bre- que assenta o Imperio do Cruzeiro*.
"Eres homens fitran destiaados a nepre*
Vejamos o que diz um dos mais Ilustra-
dos cronistas daquella guerra. 1
S o mez de dezembro, diz elle, en-
cerra factos bastantes para urna! epopa.
Este exercito, dando no espaco d 16 dias
quatro combates ou antes, batalhas de 6
30 horas de duraco; este exercito apenas
alimentado, sem dormir, sem descancar 3
horas as 21 de cada dia; este exercito sof-
frendo, pelejando, morrendo aosimilhares
de homens, mas triumphando senpre;....
ah! este exercito, deve ser oorgolho da sua
patria e a honra do nome brasileiro, at os
confus do mundo!
Senhores! A vida dos hroes, como
disse um antigo sabio, tem enriouecido a i
salvo essas imperfeices, a lei que rege na
Inglaterra, a prirao preventiva e a liU-rdade
provisoria^ prudente e jreVidente, e q^ue
os magistrados a aplicara cora tan|o dc-
cernimeiwquanta moderacao.
Maatido -uesses limites, o elogio verda-
deiro ; alera delles false.
So se esta tambem longe da verdad
quando se di? que em geral o aecusado fran-
cez desapparecepriraeiraraeiile da socieda-
de e posto de lado partas exigencias da
juslira, salvo ocaso em que Ihe concedida
a liberdado provisoria ?
0 nosso cdigo criminal de 1808 nos le
historia. Saudemos estes hroes, e sejam
seus noraes gravados na memoria e-no cu-
rasao do povo brasileiro.
O Instituto Archeologico e Geigraphico
Pernainbucano, commemora boje a restau-
racSo de Pernambuco do poder hollandez,
e o stimo anniversario de sua instattaejio.
No curto periodo da sua existencia, esta
sociedade tem procurado com a maior soli-
citude preencher seus nobres fin. Matar somma da easeSo.
a duvda, e conservar a verdade do? factos I A lei de 4 de abril
serio o reSpeitavel, seperattisseosjnizes
correccionaes incluir a durarao dessa de-
tecio na da priso marcada pela Sentenca"
A idea nao minha: achei-a em muitos c-
digos da Europa, no cdigo belga (art. 30)
no cdigo italiano (art. 36) no cdigo por-
tugus (art. 114).
Nao serta entrar na intencao da lei de I \
de julho ? Attt'ino-nos ao principio da li-
berdade dedireito, diziaoSr. Lacase, com-
mssario do governo, em sesso do corpo
legislativo de 29 de maio de 1865, somente
pira di-fiuir as tendencias e o espirito d
le nova, afina de queojuiz ache alii como
urna reputarlo de severidade que tal vez] qu urna hidicacio do procedimento que
um pouco merecida. deve ter, urna regra que Ihe indique que o
Intimava elle aos juizes formadonu de|t|esejo da lei a liberdade provisoria em
culpa, que nao s prendessem os individuos
acensados de um criine, mas tambem os
que fossem apenas aecusados de um delicio
se nao tivessem domicilio certo.
Ojuiz estava ligado definitivamente pelos
mandados de priso que lavrasse.
O aecusado de um crime nao poderia
nunca pedir a sua liberdade provisoria ; e
se o aecusado de um delicto a oblinha era
sempre cora a obrigaco de presentar una
flanea solvavel ou de depositar urna caucao
de iO francos pelo menos.
Mas, durante estes ltimos 20 anuos, a
nossa legislaco de algum modo se transl'or-
mou, e hoje pode-se aflirmarque nao tem
(jue invejar Inglaterra. *
Em 1842 foi tentada nina primeira refor-
ma. O governo propoz tornar a lil>erdade
obligatoria (jiando a retmeressein certos
reos de factos correccionaes, e deixar ao
juiz a faculdade de redozrr a cauc3o a 100
franros. 0 projecto nao passou a cmara
dos pares.
O decreto de 1846, pela revogaco do
Io | do art. 110 do cdigo do anocesso cri-
minal, |iermitte abaixar iridcfinitlamente a
de 1853 antorisa o
em honra da posteridade, eis o seo mais
importante e afanoso trabalho.
Masque fbflicuhlades nao encontram os
discpulos de Dante, de Petrarha de
Cota Bienzi, no descobrimwrto dessa ver-
dade, nico objecto daliistoriaf |
Anda com o soccoitos da anheologia,
a geographia e cronologa, a btria nao
pode aspirar a urna certeza matiematica.
O scepticismo, o medo, a adaSacov oespi-Jpor_CU^fc).
rilo de partido, detractores e o pane-
giristas-, fado conspira para impedir os
trafealhos (leste genero ; s a- mais juicio-
sa cmticafpodr de algum modo remover
este obstaolos ; sein ella, como diz um
i Ilustrado esriptor, a- historia^ um ceg
que toma oulao por ia.
A experieiKia proja ; a aarraeao das
ipessoae ijic-e-atesaos fectos caique/d'slles
liveranoonhertmento; es monumentos- que
os atlestam; sfi' as fontes da historia.
Nao bastam as adicyes vagas e sem nwo,
para qae ella seconsidsre un'sciemia:
juiz a revelar esi>oiitaoeamente o reo-da pri-
so, ouvido & minislefro publico.
A lei de 2(J de nrm de 1865, onsaisan-
do r trihunaes- dos flagi-,auts delictos, im-
primi notavel impulso diminuico das
prises preventhas. Em 1866, 21.!)l!?dc-
lictos ftigrantes feram sujetos aos trfbttiaes
correccionaes, 5,186 peb> compareciiwnto
inimedii*) dos reos a audiencia, e 16^33
star, como- eleitos do cormisse-s de re- ;de mai&ou.men*s digne; compara-las Ai-
precisa de fados verileados, observados
rJassificulbs e bem dfescriptos.
Discesnir neasas- fontes o qiK-nellas ha
!i>> e-de publica,fozendo sobresal! dessa
srWhiu' allianya as duas* idea pelas quai-s
ramxnie lunaanidaie :em e iiterdade.
Pedro descobre o-Brazil.
edro ergne a igreja.
Pelro' funda imperio.
l'ttbolvi's (iitral em 1500; D-.Pedro-
Fernandes Sardlnha em l.rio2. D. Pedro
(le Alcntara em 1822. Sao os tres gran- .todas as. dflkuliiles ; -nossa Avisa, a
des vultos, base do nosso edificio social.
Estas semetiancas histricas na sot^es-
s5o> dos factos, assigualo eoincideneias no
taweis nos destinos de um povo.
ada secuto- que passa um no#o facto
epae se reproduc posteridude pela voz po>-
deaesa da naiTaeao. A historia ao mesmo
iwnpo que ensina, como mestra, da Yida
oilica ao povo pela licito, fazendo-o queri*
do e admiravel pelas grandes, e nobres
aceces. Assim e que a patria so orgulha de
[ser patria daqufclles que a illustsaoje a enno-
IbrecenL
SenhoresJ O Braza grande Do trata
ao Amazonas urna congerie de vinte- brilhan-
tes estrellas o guarnecem, discrevoiHlo a
sua integridade qoe bem atiesta a fraten-
Meufi Senhores Em todos osteipos, dade do povoe a dedicaco do governo!
duas tem sido as molestias que afligen a
humauidade no caminho da vida: aV-
\defferenca e u incrednUdadc: ambas
alTectam a inU-lligencia, mas igualmente
ambas martyri.am o coraco; a sua malvola
influencia evelhece as almas e quasi que
extinguem no espirito as grandes ideas da
gloria e do sa )er.
Em religiao, em historia, em sciencia,
em Htteratura. em poltica, em sociedade,
a indifferenca e a incredulidade se aprosen-
FOLHETIM
CATHABIIA
POR
Jules Sandeau
XI
pars em Blgny.
(Continuaco do n. 25)
Poder fazer-se urna idea da surpreza e
perturbado de Rogerio ao ver por esta
forma inutilisados todos os seus planos ce
batalha, todas as bateras desmontadas,
todas as pecas encravadas, sem carecer iio
menos de queimar urna escorva Cont*a
elle ter de vencer grandes resistencias,
lutarcora grandes difficuldades, affrontar
furiosas coleras, e por isso se provera an-
tecipadamente de toda a coragem e resolu-
c3o. ,
Quem Ihe dira, pois, que, em vez de
tudo isto, o inimigo que elle tmha de de-
bellar erara as caricias, os sornsos e ate
as lagrimas daquelie homem mfiexivel.
que at alii nunca vira sorrir-se, nem
chorar ?
Entao dizia o conde com voz ie
ternurajulgaste, meu filho, que eu te
nao amava ? N5o me surprende isso. A
mocdade n5o profunda as cousas e s se
de xa levar pelas apparencias. Nunca pe-
guntaste a ti mesmo o que terei soffrido
para chegar a este grao de tristeza e taci-
turnidade ? Nao te lembrou mesmo inves-
tigar que soffrimento se oceultaria sob esta
rede apparencia ? Nao te censuro por
isso, Rogerio; pelo contrario, a mim que
increpo de haver despresado as tuas ter-
nuras, deixando smente ver-te o lado d>-
loroso da minha alma. Sou eu, pois, que
te pego perdao !
Perdoar-lhe, meu pai! redarguio o
mancebo submjssamente Que Ihe hei de
A religiao e a monarchia firmes em tao
solidas bases ji mais poderSo ser attacadas
e combatidas com vamtagem.
A cruz precedeu monarchia; pois bem
dessa monarchia abencoada deve proceder
a felicidadc do Bnzil.
E nao ser bastante para convencer-nos,
alm de outros muito factos, a lula admira-
vel de vinte e quatro annos, com o mais
feroz inimigo da nossa patria ?
Onde encontraremos um esforso patrio-
eu perdoar ? Era'preciso que rao sentisse
amado para ter o direto de me lastimar.
Mas eu concedo-te esse direito, meu
tilho.
As demonstraces que acaba de dar-
me, meu pai, tem supprdo tudo.
Oh I encantadora creatura I E' na
veSpera talvez de, nos separarmos para
sempre que os nossos coracoes se expn-
dele um pan o outro !
E' bastinte que dous coracoes se
abram um para o outro urna nica vez para
que nem o tempo, nem a distancia os possa
desunir Meu pai,accrescentou- o man-
pbo, o qual, menos enternecido do que
admirado, nao perda de vista, no meio
d'estes discursos, as conveniencias da sua
paixonao lermitta Deus que eu pertur-
be com preoecupaces egostas o regosijo
da sua alma E' natural que a sua ale-
gra n'este ir. omento exceda a minha. 0
que Ihe pecc smente que se nao esque-
ea da sua pnmessa de no praso de quinze
das rae ouvir com seria attenc3o ; sen5o
com benevolmcia.
Podes estar certo d'isso, Rogerio,
contando igialmente que te ouvirei com
toda a bene>olencia de um espirito firme
e de urna ra::o clara que nao deve, nem
pode desejar senao o teu verdadeiro bem.
Estou ;erto d'isso, meu pai, e agra-
deco-lh'oatedio Rogerio com ar de gra-
vidade.
Confiado n'esta promessa, o joven de
Sougres sentio-se satisfeito. Devemos
mesmo conrir.com o risco de prejudicar
um pouco o carcter do nosso hroe, que
elle se nao considerou contrariado por
aquella condic5o de tempo. por quanto,
anda que bstante apaixonado por Cama-
rina c decidido a desposa-la, o nosso joven
amigo nao eia d'aquelles que v5o direitos
ao alvo come urna bala, transpondo as dif-
ficuldades, ?m vez de contemporisar com
ellas, e corundo com o gurae da vontade
os nos gordks que o destino Ibes prepara.
tre si, ligando consequentes a fim de chegar- venia n
pois oque coostitue a wrdadeka |critKa.
D-aqui, a importancia' da historia, era
necessiebde que temos ilkcorri^r e aper*
ficoar aido noseo paiz, expurgawh>a eibs
en-os eiacorrecroesde qseella-sef ressen3e.
Contmuar seriliores, ir auante,. apesar de
sgaifica^k) do grandioso thema upe o Ibs-
tituto Acheologieo e Getigrapliieti Pernaoa*
bucano-trata, de etesenvo* jct. e pit em prar-
tica (aote da gerafo qi-passa e- dos qjie
vigrena depois.
E se-assua exfetencia, cmo-l firmemen-
te, interessa naens a esf;>.provieia como ao
paiziaieiro ; a protecnu iinanite de tedos
os feasileiros apreciadores das-glorias.pa-
trias, fortificar- a sua wnreha, e(oncorner
para o complete' desenvolvimeirto ele seus
nobies lins.
Secretaria do Instituto Anheologko e
Geographico Pcrnambucano, 27 iile jaoeiro
de 186!).
Salrad&K Henripte de Mbuquert/ue,
A let criminal
Fine/unt creduidque
V
(Contiiuiac&o)
Sao tambem incompletas quanto dura-
cao. Ser para n3o revelar algum dos vi-
cios daorgansacaojudiciaria (lo paiz ? Se-
r para nao deixar ver quanto te
tica tarda perante as sessoes
dos condados e os tribunaes do d
Seja como'l&r, cumpre recon ecer que
ropo a jus-
rimestraes
stiicto?
Finalmente a leii de I8S4, annunciaiii
pelo imperador, nai abertura da sesso te>-
gislativa, como nova garanta *ida libev-
efede indivahial, cmpletu; por modo mais-
feliz, o rgimen come.'adopela*!eisepie ac-
b de lembrap.
materia correccional.
E' necessario que os membros do minis-
terio publico e os juizes formadores da
-culpa, qualquer que seja a sua opiniao acer-
ca da priso preventiva, levem em conta
esta recommendaco e se tornem auxilia-
res resolutos do corpo legislativo; elles
nao fazem a lei; sao apenas os Seus mi-
nistros. O seu dever observa-la, nao s
na sua letra, mas tambem e principalmente
no seu espirito.
Nao exacto dizer que a Justina franee-
za subtrabe sociedade aquelles (fue sao
objecto de processo. Mas, pens, como o
governo e o corpo legislativo, que a priso
preventiva anda pode diminuir em materia
correccional.
Submetto este pensamento aos magistra-
dos enCarregados da direcro dos negocio*
criminaes. Examinando-o, nao esquecam.
em caso de dutida. que devem pronunciaf-
|ela liberdade, i dtibiis pro librtate.
como Ibes disse antes de miro, S. Exc. o
ministro dajustica.
N5o paramnisto 9 censuras dirigidas ao
nosso processo criminal.
A averiguaco judicial objecto das mai
amargas censuras.
Dizein ser aum destiTfo mais intacto
antigo proenao inquisitorial.
Oppoe-se-nos tambem ueste pontooexem*-
plo da Inglaterra: As leis e os cesrume>
deste pniz repellem, dizem, com vehemen-
te indignace, a imtituQo dos nos.-os jui-
zes formadore* da culpa e seus modos oV
Iiroceder.
L i averijjueco criminal publica oui
todas ae- suas phases. Pelo centrario, eri-
tre n*faz-se elfe uo mysterio. Nenhum
defensar admiltiil*; nao penetra Um
olhar do' publieo
sim. r vi.-i-dado-quera juiz ioglez colh-
ordinariamente em-|i)blico o depoimen'.*-
das testemunlias-, mai quando o interess
juiz fotfinador dculpa est-agora aulo- da justara orcukuiMt ^'e pode fechara-
risadb1 a s mandar hvrar ni mandado th j portas.
corapareciinrto. aineh- contra as peSBMM E depois, na mor parte dos caeos, esse>
acmsads uVnm criine; e por cmsequenc 'poticos depoimeiites ufo constitoem toda a
de iteixadas em-liberdade. [averigtaacao' Al pettm sessions eos juize-
E igualmente autorisado, n*OTrso d'i'dc polica nao sao obMaados a completa-
devaseai o swpender ex-ollicie- depois de-ia. Basta-lites-aahar ndieios, ma revela-
ouviilo omiiisterio pobliro, os-mondados-(.r,8S qIW ||,es fazem para serem
de priso.
EioJim aatorisado, em toda a materia,
autonsa-
dos a remetter os-aecusados para as sessoes
trmestraes e tribunaes do jury. Perante
a ordenar a soltura ele aecusado por ped- otribuaal de Thames foi. pro vado-tpie Jor-
do deste, e eftpois de envido o procurador ge Baias commeUera un.furto, da noute.
impeiial.
Era materia 0orrecck>al quandb-oro fr
domiciliado, qjiando n> foi antes condem-
nado por crime ou a una* priso superior \. jys prc*as poderiam ser unistrac'ft breve-
as ras de Londres, com a aggravante de
violencias. Acrascentav um conelable qu*'
o reo" bavia commottido-oulros crimes, cu-
um aono, recobra a libenlade d pleno di-
reito, ipso juae, cinco tilas elepois- do inter^
rogatorio, se o-delicto pelo qual e aecusa-
do punido eom pene inferioras a dota
annoe-: dlsposioes awiazes, qua-n'o esta
na legislaco ingleza.
Ojaahdo a Sberdaile no de- direito, o
juiz ajdes vardade, origar o detido a fer-
UBOm cauccv mas pode tambeini liberta-i,
e era.toda a materia, criminal e correccional.
Na discussao da lei. de 14 de julho de
18GS- pedile mais- Tinha-se prope*to
dispensar oe- accusadbs con-eerjonaes da
priso preventiva ou ao menos tornar obri-
gatoria a suu liberdade sob caoro. Tiatia
se tamben* pedido que.no cursoda.de-
vassa, o juiz formadnr da culpa puJesse
suspender espontattamente os mandados
de detenc3o, qpaesquer que fssem. as- con-
eluses da promotoria. A maoria vh cor-
po legislaaivo retou essas propostas.
Creio ejue fez bem. A priso preventiva
pode ser urna mdida necessara e certos
processos correcionaes, e- estando elles
collocados debafato da direceo commum do
juiz e do procurador imperial, convin que
a suspensodos mandados por via graciosa,
s seja feita do commum. accordo dos dotas
magistrados.
Xas nao se poda dar ama ultima c supae-
ma satisfaQo s queixas levantadas pela
priso preventiva? Dixaria a lei de ser
prudente, comprometteria um prii>:ipio
Assim iam elles conversando, quando,
ao virar de urna ra de arvores, no mesmo
lugar onde Rogerio pela prmeira vez en-
contrara a pequea fada, se acharara face a
face com a Sra. Barnajon e sua filha," que
andavam passeando bavia mais de urna
hora.
O conde, tomando a mo de Rogerio e
apresentando-o a sua irma, disse-lhe :
Meu filho, beja a mo de tua tia.
Rogerio beijou a tia e em seguida com-
primentou a prima.
Vamos, meu filho, beja tua prima.
Malvina estendeu a mo ao mancebo,
que, tomando-a jespeitosamente, a tocou
com a extremidade dos labios.
Terminada esta ceremonia e depois de
trocadas as phrases de delicadeza proprias
da occasio, o conde deu o braco a sua ir-
ma, Rogerio offereceu o seu a Malvina e a
pequea caravana dirigio-se para o pala-
cete, onde n'esse momento os chamava o
toque da sineta para o alraoco.
Como a ra era bastante estreita para
permittir que as quatro pessoas carainhas-
sem a par, a Sra. Barnajon e seu irmo
iam adiante, seguidos a pequea distancia
por Malvina e seu primo.
A fallamos verdade, Rogerio n3o tinha
motivos para estimar estas duas mulheres.
Ainda alguns dias antes elle ignorava ter
urna tia e urna prima. A chegada d'ellas,
para a qual nao achava explicaco, devia
necesariamente perturbar a sua felicidade
ou pelo menos contrariar os seus habites
de liberdade ; todava a impressao que Ihe
causaram primeira vista nao correspondeu
hostilidade das suas prevenebes. Fi-
gurara na sua imaginaco o quer que fosse
de mais feio e desagradavel que deveria
causar-lhe profundo tedio.
Eram bem naturaes estas conjectaras.
Quando se ama, imagina-se que, afora o
objecto amado, nada ha bello no diluido.
Quem poderia crer, tendo o coradlo
apaixonado, que exisUssera no mundo,
alm da amante, outras mulhors jovens e
bellas ?
Rogerio imaginara que, excepto Cathari-
na, todas as mulheres eram teias e se asse-
melhavam velha Martlia.
Com certeza, ao ver sua prim|, nao sen-
to elle a imagem de Catharina offuscar-se-
Ihe no corac3o-; com quanto, p|orm, pre-
ferisse que aquella so achasse fi quinhen
tas leguas de Bigny, teve de confessar a s
mesmo que a menina Barnajon era de um
aspecto menos desagradavel do! que a elle
oprouvera imagina-la.
Era urna mulher alta e bella,) olhos e ca-
bellos negros, olhar firme e altivo, tez mo-
rena e colorida, corpo esbelto,! delgado e
magnficamente bem talhado. Examinada
minuciosamente, nao se Ihe descobria as
feices nada de admiravel ou exquisito;
um pincel delicado recusar-se-hia talvez a
reproduzir sobre a tela o coniuncto d'a-
quelles contornos. Fallando Claramente,
hava all falta de nobreza e distinecao ;
anda assim, no todo realcava ei quer que
fosse de superior frescura da mocidade.
Via-se a vida circular animada sob aquella
cutis diaphana e colorida. Os cabellos,
menos finos do que lustrosos, deslisavam-
se ao longo da fronte em espiraes, que re-
flectiara como o bano. No humedecido
das palpebras transluzia a effervescencia do
seu temperamento. Trajava um elegante
vestuario de manha, que Ihe dava a maior
graca. Envolvia-a um vestido branco da
fmissima cassa. Fluctuava-lhe nos hom-
bros urna mantinha de Smyrn. Um co-
thurno turca de setim Ihe esticava o pe,
talvez demasiado grande. As mos, com-
primidas pela luva como para um baile,
agitavam negligentemente um chapellinho
de sol com o punho marchetado de pedras
finas. ..
Quanto belleza da Sra. Barnajon, j
vai longe a poca da sua florescencia para
que nos oceupemos a descreve-la ; todava
rescende ainda n'uns perfumes aristocrti-
cos que debalde se tentariam aspirar em
volta de sua filha ; conservava ainda uns
restos de nobreza innata, que nao tinham
podido ser absorvidos completamente pela
sociedade opulenta onde vivera. Sobre-
sabia alii, comoj dissemos, o carcter dos
Barnajons, porm nao deixavam de notar-se
os vestigios de urna antiga raca. Facamos
a comparacSo de um pergaminho esfregado
contra um sacco de dinhero : a fricc/o al-
terara os caracteres ; examinando, porm,
attentamente, poda anda conhecer-se o
vestigio dos brazoes.
Com que o meu irmo dizia a Sra.
Barnajondo velho castello de nossos paes
fez urna habitaco de delicias e encantos ?..
Se isto s em attenco a mim, declaro-
lhe que muita generosidade e delicadeza
da sua parte.
Minha irma, respondeu o conde,
sorrindo-se sendo natural que este cas-
tello de um momento para outro Ihe per-
tenca por autoridade da justica ou por di-
reito de conquista, julguei do meu dever
restaurado, embellza-lo e torna-lo digno
da nova possuidora tanto quanto estivesse
ao meu alcance.
Cautela, meu irmo t S ntenclo
sua motejar, pode ser que mais tarde se
arrepenta I Advirto-o de que todo este
luxo de hospitalidade que desenvolveu por
meu respeito, em vez de affrouxar as mi-
nhas pretenc5es, nao faz mais do que exci-
ta-las. Bem deve calcular que, disputan-
do-lhe eu um albergue, nao lbe faria cesso
de um palacio I
Palacio ou albergue, declaro-lhe que
o meu desejo que aqu se installe como
soberana.
N'esse caso, para que pleitearemos ?
Por dtftracco ou por capricho. Plei-
tear um jugo que offerece variados lances,
diversas commocoes: ahi est a distraeco.
E como nao (icaria bem a um dos Soug-
res deixar tomar sem resistencia o sotar
de seus avs, ahi est, q capricho.
= Tem graca o meu irmo! Todava,
de todas as surprezas com que me mrao-
sla, a mais agradavcl sem duvida a
presenca de seu filho : de certo gracej>va
quando me dizia que elle era urna creanca
acanhada e rachilica.
Ento acha interessante o me* Ri -
gerio ?
Acho-o encantador.
Tambem assimojulgo, mas ao que-
ra ser o primeiro a dize-lo.
E' muita modostia ou antes falta dr
franqueza, porque creio que o sobrinho em
nada se parece com meu irmo!
Agradeco-lhe a sinceridade, e, pond
departe todo o desvadfcimento paternal,
estou certo de que, quando o estimar vei -
dadoiramente, comprehendera que devo
te-lo como objecto da minha alegra e or-
gulho... Como acaba de dizer, este man-
cebo encantador, meigo e resoluto, terno
e amavol; o vivo retrato de sua mi!
Pobre senhora Nao a conheci, mas
constou-me que o mano a matara de des-
gostos I
E er isso ?
S i nao tomei o negocio como ver-
dadeiro, achei-o ao menos verosmil.
Louvado seja Deus I minha mulher
morreu-rae nos bracos, de urna aUecc"
dopeito, e abencoando-rae I
Ora essa Pois disseram-me n'essa
occasio que ella morrera sem sentidos!
accrescentou traoquillamente a Sra. Bar-
najon.
Deixamos estas duas almas fraternaes
prosoguindo na sua conversa e voltemos
aos nossee jovens: iun tmido, sem desem-
barico, corando menor cousa como urna
virgem; o outro, ao contraro, dotado no
mais elevado grao d'esse caracter varonil,
d'esse intrpido desembaraco que a opu-
lencia imprime s vestaes dos sames.
(Contin*ar-s*-ka)

mente ao tribunal. O jyia, o Sr. Palridge.
respourieu: lijve-as -sesso: eu nao
possoveter o preso.
Coripletar-se-ha a prevaem outa parte .'
Quem reunir os ltimos elementos? Um
magistrado, em sua cadetra, em presenta
do publico? Nao, a polica ou a parte ac-
cusadora, a portas fechadas. Colbe-las-ho
f com mysterio e nao seie obrigadas a com-
iiiiai tea-las. Ercquentemente, o aecusad!
apparecer perante o jj7, seio. conbecei
as contestaces e os kstemunlio- contra o^
quaes tem de defendes-se. Obtura, se pa-
gar, copia do acto da aecusaejo (indicte-
tnode); mas- o resto ser para atle comple.
tomysti'iio.
Eis o.modo de processo que $ prefer
ao outro.
Em Franca, entretanto, saiso os actos
preliminares, tudo -feito pelo magistrado
ou por ordem sua. K elle qaem dirige to-
das as o^eraces dai formacao- da culpa,;
elle quem oiive todo os depoimentos. Sim.
mas a portas fechadas. O mal est aisse.
Estis certos de que isto seja uia. mal.
publicistas estraolios s praticas do. foro .
Nao eemprehendereis que, se o juia proee-
desse formacao* da culpa portas aterta.s.
os cmplices, os, parentes, os amigos do reo
teriam toda a felicidade para desfaaer o -
vestigios do facto pesquisado pe justica ?
(Continuarse-ha.)
I
fr. W WAWO~Rl'A PAS (RVZE9 R
^


Full Text
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