Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11747


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Full Text


ANNO XLV. NUMERO 15.
PABA A CAPITAL E LUGABES iMIDE IAO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados............... CiSOOO/
Por seis ditos dem............... 468
Por uui auno idem. .......... ^ .' 246000
Cada nomero avulso................. a-jjq
DIARIO
QUINTA FEIBA 21 DE JANEIRO DE 1869..
PARA DEBTRO E TORA DA PROVDCIA.
Po.-tres mezes adiantados........,....... 6.5750
Por seis ditos idem........0......i!.'.'. 134500
Por nove ditos idem..............' 20A230
Porumanno................'.'.'.'.'.'. 27/5000
Propriedade de Manoel Kgraira de Faria & Filhos.
Os Sis. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Pun
Cumiarais Pancada, em
_PARTE OFnCIAL.
Cioveruo di proiIneia.
KWEDIli.NTE ASSIXADO PKI.il EXM. Sil. CONDE DK BAE-
0EN0Y. FomsiDK.VI'E 1>\ I'WIVINOIV, KM 14 DE JA-
MO l0 DE I8G9.
i* seceso.
N. 420.Portarla ao comrn tnrt:ui!i> .tas armas.
Con,mmico a V. Exc. para sen rnulioementn o lins
convenientes, que (ti transferala pasa amaninaao
meto (lia. a sabida do vapor Giiuu, que tem de so-
, : ura 11 presidio de Feraaiidn.
K. 4l.Dita ao mismo.Temi rea lvido que o
c mit-i do i'vTi'ilo Tilmirio liviano di Silva Tava-
v, que serve d- nnjor di praei do presidio de
Fernandoide ffenmlm, renHa a esta capital nova-
dor Giqui que lioje parte para all, .-ilini d on'ou-
.'"--: eomigo obre objeto doserviei .publico;
>i o o cniumiimcn V. Ese. para seu oonluvi-
u elilo.
I?. IDita ao mesmo.Em resposta ao oQk'io
que Y. Exc. rae dirigi boje, sol u. 27, tenUo a di-
/.' r, queja providencici para que a escolta, quede-
ve ir at o presidio d- Fernando,guardndoos sen-
1 iiciadns eivis e militares a burdo d> vapor Giqui,
non >:i!i 1 de 2d praeas da guainicau do hriguo-
3 Uauvtrnc.
Hf. 'il.Dita ao director do arsenal de guerra.
! ommuniroa Y. S. para sen eonlcvimenlo, ou i
foi transferida p.ua amania ao meiodia a sabida
q) ir Giqu que tem de seguir para o presi-
! Fernando.iguaes ao inspector do arsenal
marrada e ao cuwnandatitc do brigue-baroa
I
X. 12'.Dita ao eommandantu do presidio de
nido.Tendo resohido que o capit;ui do exer-
eii'Tuiieio Hylario da Silva 1\ivires, que serve
nnjor da praea desse presidio, venlia a esta eu-
110 v.ip>> ll-'i'i'ii. q-ie lioje parte para abi.
, ;u di) i'iiiend r-se eomigo sobre ohjcrto il i ser-
pul lico; rxsiin ncommunieo a V. S. parasua
i* diligencia, deveudo llcar etterceudo n dito lugar
i ij'i', durante a ausencia daquelle ollicial, o
-,;Ni!iiu a quera competir.
i25.Dita ao capitn do exerrito Tiluucio
rib di Silva lavares, inajor da praea do presi-
die de Fernando de Normana.Para objeclodo ser-
v o punteo, bata Vmc. de apresentar-se nesta ca-
pital, e no palaen da presidencia o mais breve pos-
sivuL viudo no vapor Giqui. que ora segu para
1 presidio.
2' seecao.
i27. -Portarla aocronmanflaate superior in-
aodo Rerifo.Pode V. S. mandar fazer as hon-
Joto Mara Julio Chaves, noAss; Antonio Marques da S/ha, no Natal; Antonio Juaauim
s Santos Bukao, em Santo Anto; Domingos Jos da Cesta Braga,
asparinho, no Rio de Janeiro.
Coinpanhia Peruarabucana.Sendo as pre-i:i-
1;ots lins mezes de abril a jnnlio do anuo passado
pertencentos ao ecerciciode Sti7 a 1868, queja
se acia encerrad e nao poJenJ) por isso ser a
sua importaneia sntisfeita rom a renta do exerei-
1 io actual. Resta d\ta ordeno a thesouraria pro-
vincial, que pjue ao sup;>lieaute a*.protai>w*Jd*.(>'' '.de-tt*ramis -Joo'da l^isia Ribeiro rato"
d prasenhtrcBr-" Francisco Ignacio e Andrade. Manoel dadista
Paulino dos Rois Oliveira, e Gos!*e Pinto de Leao,
de a 6> suppleutos da Gloria do Goit.
Forarn nomnados:
Subdelegado d i" districto de Ilamb (Cari-
ce)Pe i,,, de Mello e Silva.
SuppleoN's do subdelegado d* Nossa Senhora
ra- fnebres ao alteres reformado da guarda na-
al A n iro G aieaUe- dos Santos, que boje l'alle-
ecu. S17 111 lo parnripoU'Die craofOrb tic noje data-
dc, que iea assim respondido.
:!.' seecao.
128.Portaria ao inspector da tliesouraria de
t-.'.riida.Cominunico a V. S. para seu loubci-
tioquc foi transferida para^amanba ao mal
1-iliida do vaicir Giquiti, que tea de seguir
1 o rcsfdio de Fernando.
'ra seeeio.
IV. 4S0j Aularia aojuiz de paz mais votado do
d .trietoda matriz da freguezut da villa de Aguas
P.v'a.Itecebi o ollcio que Vine, dirigio-ine e:n8
1. frrente, partiripindu que uodia anterior pres-
juramiiiio e entran no exercicio do cargo de
juiz de paz mais volado tlcssa pamebia, no actual
i;L::idlielllio.j' (pie reeolllieceildo que 0 doi)iiadri-
i lie lo nao lizer.i allkaro editad de oonvocacao
dr eleidires. supoicntos e votantes para as ek'ieos
.. rese espeeiaes. a qpe se tem de proceder no
:>l (liie.oriooe. temara a beliberaeo, a vista da
i inba portara circular de 16 de dezembro ultimo,
mandar afflxaro-itoedital,48ignandoomesmo
31. para as referidas eteirdes; assim comoqne
hawado lainltein sido amado edita] para a
(...ililicacao il >s votantes na :' doiuinga deste moz,
t. ara igual deiberacao a tal respeito. Em res-
i c-.'a declaro a Yme.. que nao foi regular0seu acto
pando no eilital odia 31 do coi rente para pro-
c. der-se as deicSeB genoa e espeeiaes, porque, nao
ivendo Decessidad*! da encunar > prazo do un
. deque trata o art. 41 da lei n. 387 del de
tod; 1848, visto que. guardado eHe existe tem-
-iiliicienie para que os efettores. que proviereni
jobreditas neicoes, possara votar no rpapoetivo
c llegjo cleiioral no da 2 e 4 de marco prximo lii-
d'via Vme. no edital de convocaras dos elei-
8i ppleiiies e votantes, designar* o da 7 de
ivirn para a organisaeao da mesa paroehial, e
lis precesso das eleieO's tendo a ininba portara
'lar de 10 de dezembro, explicado a bvpotliesc
'I.....iiuvinlia encunar agnelle prazo, que era
indo nao mMttassa icnmo bastante para pie os
iresque fossev eleitos, pudeesera votar ocoi-
fio eleitoral. Assim. cumple que Yme. em addi-
i miento ao edital queaffixou, mandepubear ouiro
. i que declare que as eleicoes para eleitotes de
di Hitados e senadores, devem encctuar-seno'dia 7
.: fevereiro; fazende sate sentido a convoeacao
di eleiiores. suppleutes e votantes, Quanto cn-
eai para i revisao da qualiiieacao de votantes
J" dtaninga deste mez, leaho a dizer-lbe, que
i.iialnieiite nao foi regular a BUS lieliberaeao. pota
que ja anteriormente se Itavia ordenado 'que tal
ccnviK-acao se nao nzcsse, a vista do que dispoe o
-'da |e citada, e ltimamente se detennmou,
':i|,,ni.....avisq do antateriodo imperio de li do
dezembro lindo, que so neprocedessea m-ncionada
r isao ta :t' doinmga do mez de Janeiro do annode
1870; pdo que cuinpreque Yme'. mande retirar o
kicital a este respolto, que informa haver pubtica-
Ci lazemlu sto niesmo confiar pm- ora ontro,e I --
. < isar as iK-ssoas que ver convocado para a for-
,i.i cao da junta.
N. 430.Dita ao gerente da coropanliia Pernam-
bncan.i.A bem do servfeo publico tica addiada
para araaahaa ao meio dia," a sabida do rapar 6-
ffiy/d para o presidio de Fernando; o que comniu-
nico a Vmc. para seu colibecinunto e lins conve-
otentes.
R. 431.Dita ao mesmn.O Sr. gerente da com-
Pmina IViiiambucaua mande dar urna passagem
de estado a r, al o Acaracii, no vapor que abgue
0 norte, ao bacliarel Manoel Tboraaz Barbosa
l'reire, juiz municipal nomeado para o termo da
1 de proa a mu seu criado.
>.\1'!:dkmi: assiunadopelo sr. dr. joacuim correa
je vrvujo. skcret.vrio do otek*), em 14 dk ja-
NEIRO HE 1869.
2." seecao
V il.Offleio ao delegado encanegado do ex-
padiente da reparticao da |K.licia.- Exm. Sr.pre-
'' '" da provincia", manda declarar a V. S.,para
*;u connecimento c fins convenientes, que a sabi-
Ui do vapor lltqui, para o presidio de Fernando
rte Noiunlta, ficou transferida para atnanhaa ao
mew da.
N. 133 Dito ao niesmo.0 Exn. Si-, presidente
cu provincia, manda declarar a Y. S.. em reOBOtU
i sen oilieio ,|(. bnntem, sob n. 53, que segundo
cilicio do comniandante do brigue-narca Itamnra-
n. seguir no vapor C^tt/d, quevaa ao presidio
oe remando de Noronha, um Racamento de 20
praeas da guarnieao daquelle brigue, inclusive um
'te e oo cabo, para guardar os 13 senten-
d' juvtira. que deveni ir em dito vapor.
/ DF.SPADK JANEIRO
. n 1869.
Amonio Gomes Netto.Informe o Sr. inspector
ex tbesouraria provincial, ouvind > o parecer flseal.
Antonio Elias de Barros.Informe o.Sr. inspec-
tor do arsenal de marnha.
i os mezes do julho a dezemliro di present1
cirio em inoeda correute ; indeferindo o pedido da
c impanbia, era que sujeilava-se a receber o que
so [he deve era apatices, por fazer de]iendente
desse recebimento o euibolcodatotalidaJe da som-
ma, de que credora.
Joaqun) Celerino de Oveira Hamara.Informe
o Sr. inajor director do arsenal de guerra.
Julia Francisca da Silva. Dirija-so a thesoura-
ria provincial.
Joaquim Francisco de Barros Brrelo.Prove o
que allega.
Julia Senlioriuha de S Oveira,Informe o Sr.
desembargado!- prove I n da Sania Casa de Mizeri-
c ir.lia.
Joaquina Mara la (j.uceicao.Km data de 13
do crrente foi a rdpreseataeao da supplicanie
si'bmettida deciziio do goveruo imperial pelo
ministerio da marinlia.
Landelino Antonia Ferreira.A' cmara muni-
cipal da cidade di Hecife. para informar.
Leopoldo unges Galvao trliia.Ao Sr. major
director do arsenal do guerra para satistaaer o pe-
dido do supplicantc, se nao houver inconveniente.
Miguel Laurinto le Siqueira Varcjo.A' vista
da informacao conceda-se a prorogacao pedida.
Pedro S tares de Oliveira.Ao Sr. Dr. chele de
polica para providenciar como fr conveniente
aerea do que. allega o stipplicante.
Samuel de S,i M i!iteuegro.*-Satlsfaca o sello (1-
xado no artigo 59 5 '; do regulameiito do 20 do
dezembro do 186').
Vicente Maebado ''reir Pereira da Silva.Co-
ra) requer, vista do que diape o artigo 49 do
rcjularaento de .'I de agosto de 1852.
Victorino Manoel l.ourenco.4)irija-se ao direc-
tor do arsenal de guerra.
Heunque de Carvalbo, Jos Maria Peixoto do An-
drade. i Mil Gomos Correa de Oliveira, e J iSoPei-
xoto Ferreira de Andrade.
2'a 6" suppleutes ilo subdelegado de Goyaaai-
nbaManoel Freir de Andrade, Antonio Ribeiro
de Campos, Ursulino Corra de Andrade, Antonio
Pessoa de Albuquerque, e Henrique Pereira Gue-
des.
^ 2" a 6'' supptetttes do subdelegado da Gloria de
GoitAntonio Firmino Pereira da Silva, Jos (k)-
llm de Mello, Alexandre Jos de Faria. Paulino
Bezcrra de Andrade Lima, eJoaodeSouza Gasta,
Para o lugar de ajudanle do procurador fiscal
da tliesouraria provincial, em Iguarass, foi no-
meado o Dr. Joao Carlos Augusto Cavalcaute Vel-
ler de Gravara, einsubslituicao do Sr. coronel
Epaminondas Vieira da Cunla. que foi exene-
rado.
Foi nomeadoo Sr. capitao Miguel da Fonseca
So.arose Silva, para servir de presidente do conse-
llio de investiu'acao, i que tem de responder o Sr.
alferes Miguel Joaquim do Reg Barros, em substi-
tuicao do Sr. capitao Francisco Borges Leal,
deu parte de doento.
haver rbactKirel Joaufiiiin Jos Ferreira da Rocha
Jumor, dandi por liador o proprietario Jos Lopes
Rosas, arrematado, cora o abate de dous por cento
nos prteos da respectiva tabella, oforneeimento di
sustento dos presos |wibres da casa de deteneao,
durante* nra semestre, a contar do Io
proxtan naMjrtt) e temi em vista o no infor-
inou a este respeij, era outro offiek) n. 793 de 13
deste mez. reo>Ivi approvar ess arroinaJtacao. O
que declaro a V. S. para seu conheeiinenlto'e devi-
dos ctTeitos. Deiis guardo a V. S.r-Gw ponan. Sr. inspector da ilie-ouraria provin-
cial. r
PRONUNCIAPeto subdelegado da Se de Olin-
da foi pronunciado Jos Manoel dos San os, como
mcurso no ai'l. 201 do cod. crim.. peliw ferimentos
fetos em Antonio Manoel Alves Pereira. |
ESPANCAMENTOS.No dia lidoeorroile Joan
Manuel da Silva espancou a Margarida ds Praze-
res, e a 24 do passado Antonio Gomes Ferreira fez
que
Repartido da polica.
2' seecao.Secretaria da polica de Peniambueo,
20 de Janeiro de 1869. N. 103.Illra. e Exitt. Sr.
Teulio a bonrade levar M conlieriinento de V.
Exe. que, segundoetnsta dasparliepaeoes rocebi-
da-buje ucsta reparlicao. uo dia 18 do correute
(oran) recolbidos a cesa de deteucao os seguintes
individuos :
ordem do subdelegada Ao Becife, D. F. He-
nit'iibrodt e John Jobnson, rossiauos, a requisicao
do .respectivo cnsul.
ordem do de S. Josf, Pedro Luiz Gouzaga e
Antonio Jos dos aiutos,#por di.-turbios; Luiz,
africano livre e Quin io Francisco de Mello, at se-
ga ida ordem.
A ordem do dos Alegados, Jos Roberto de Mel-
lo, por luiga e oleus.i- a moral publica.
i dala de 2J de dezembro prximo passado,
parlii'ipouuie o delegado do termo de Bonito, que
sendo informado pelo subdelegado do districto de
Calende, que cinco individtios disfarcados cora
mascaras haviam ido a casa do padre Joao Hercu-
lano do Reg, inorad ir no lugar Roc.idinlio. com
o lira de o roulciiei i. c qtu nao o' eaconirando
era casa roubaram llie dinb-iro e lettras, segundo
alliiinava o niesin." pnliv. para all se dirigi, tou-
do antes mandado unta forra coinmaudada pelo
lenle coinraandante do respectiva destacamento
o o subdejegado do districto de CapoeJras, alim de
averiguar seinelliante faeto. e que all cliegando c
proeedendo s mais rigorosas diligencias e autos
de porguutas ao reCerdo padre 0 mais pessoas de
sua casa, nada nade colber cora fundamento a tal
respeito.
Por ollicio de 31 de dezembro ultimo, corarauni-
cou o delegado do termo da Escada que no dia 12
Joao Manoel daSil\j espancra alli a Margarida
dos l'ra/.eres ; e que na n te d 21 para 25 Anto-
nio Gomes Ferreira IViia a Joaquim Amaro, sen-
do que, em vista dos autos do corno de delicio a
que se proceden, dec araran) os peritos que lauto
as offensas pliysic;..- Je Margarida cuino os feri-
mentos de Joaquim lmaro sao graves. Os deliu-
quenles forau) preso- era 11-tgruite o estad sendo '. !,' '''. m
processados. .t um na, .iu rs.
Era ollicio de 11 do eorrnte, conimuiiicnu-nie o :r''^u"''a7r,'inl'
subdelegado do Curalj da S do termo de Olinda,
que no di:i 9 pronuneioii a los Manoel dos Santos,
como ncurs.i no art. 501 do cdigo criminal, pelos
lrimentos feitos na pt-ssoa de Antonio Manoel Al-
ves Pereira.
Em data de 15 de>'e rnpz, participou o delegado
do termo de Garuar ii. que foi preso c recoibido
respectiva cadeia. Her rique de tal, pronunciado
all por criiue de offetsas j>b\ sicas graves.
Por ollicio de 18 de le mez, communicoii-mc o
delegado do termo de Pao d'Albu, que no dia 16,
no largo da feira, qua ido esta se aenava bem con-
cn ida, Paulino Jos Tita, feriramoitalmente a
Antonio Tranquilino da Silva Mouleiro, cora urna
punlialada sobre o peito e>querdo ; sendo que mo-
mentos antes Paulino acompanliado de Manoel
Joaquim de SanfAnna e mais um outro individuo
estirara junto a casa dr MoiUeiro cora quera con-
versira.
O delinquente Paulino Jo.- Vieira e seu corapa-
nbeiro Manoel Joaquim de SanfAnna forain pre-
sos em flagrante, conseguindo evadir-so xi outro
individuo cuja captura se diligencia.
Mamlou-se dar gua de passagem ao capitao
do 2- batalhao de artilbaria da guarda nacional do
Rio-Formoso, Joaquim Cordeiro RIm-io Camiws.
por haver transferido sua residencia para o muni-
cipio do Bonito.
REGriFICACAO. Adeinissiio del1' supplente do
delegado de polica do termo de Itamli concedida
a Manoel do Reg Cavalcante de Albuquerque foi
por motivo do nao haver elle aceitado a nomeacao
deste cargo, pelo que nem se juramenlou.
FORNECUEXO DL) SUSTENTO DOS PRESOS
POBRES DA CASA DE DETEXCAO.Acerca da
arrematacao desse forneeimento temosos seguintes
actos omVtao*. para os quaes chamamos a Uenco
dos nitores:
t' Illm. e Exm. Sr.Subinetto approvacSo de
\ Exc. a arreiiiawcao do fornecimosito do sustento
dos presospobres da casa de deteucao. que indo
boje a praea pelos preeos da respectiva tabella, e
por um semestre a contar do Io de Janeiro prximo
vindouro, propuz-se a bz-io com o abate de dous
por cento nos ditos preeos, o bacliarel Joaquim Jo-
M) Ferreira da Rocha Jnior, dando por fiador o
proprietario Jos Lopes Ro.-a. Deus guarde a V.
Exc Thesomaria provincial de Pernambuco. 10
de dezembro de 1868. -Illm. e Exm. Sr. Conde de
Baependv. digrassimo presidente oesta provin-
cia.O inspector Jos Pedro i SUoa.
Despacho: Volte ao Sr. inspector da thesou-
raria provincial para informar (|ual o proco porque
foi |iosloem praea o furueeimeiito.remetiendoa res-
pectiva tabella para resol *er-se sobre a appn.n
da airematacao. Palacio do pnvero* de Peinin-
buco, 12 de dezembro de 1868.Conte de Bae-
peiuln.
^ illm. e Exm. Sr.Cumprindo o despacho de
V. Exc hincado no ollicio desla inspectora que
devolvo. tenbo a honra de apresentar a V. Exc,
por pona as tabellas que regulan) o sustento dia-
rio dos presos pobres da casa de detencao; bem
como os preeos que tem servido de base a arrema-
tacao deste sustento.
Devo scientillcar a V. Exc, que as ditas ta-
bellas, assim como as condieoes especiaos para a
arrematacao, me toram reiriettidas pelo chefe de
polica 23 de agosto de 1861, e os preeos resulta-
ran) da oflerta mais vantajosa a fazeda. que se
fez |ra a primeira arrematacao. depois que se
piizerain em execucao as mesitas tabellas. Deus
guarde a V. EscTbesounria provincial de Per-
nambuco, 15 de dezembro de 1868. Illm. e Exm.
Sr. Conde de Baopendy.dignissimo presidente desta
provincia.O inspector Jo.% Pedro da Silvr.
Preeos que servirn de base arremata-
cao :
mo.Almoeocjanlar. segundo prosereve
ermo da
graves
esos.
privn
pacer,
Joaquni
i do Sr.
ciir par-
eneonl Milu lio
o amza-
Eu) additameuto a ininba parte diaria de lion-
tem sob n. 95, com relaeSo ao facto do assassinato
de Antonia Alves de Miranda Varejao, cumprc-rae
participar a-V. Exc, que por rnelos datados de
lionlcm e boje, comnitinicnii-me anda o delegado
do Cabo, que em vis a de ulteriores diligencias
que procedeu a saneUiaute respeito, soube que.Jo-
s Antonio do Monte. (oOhecido por Jos Menino,
lora quem perpetrara tito brbaro atteutado con-
forme elle mesmo o i onfesson, declarando mais
onde se acliavam os pbjectos e dinbeiro de que
tratei em raeu citado oficio, os quaes j se achara
liementes suspeitas contra o pai da infeliz Antonia,
e tindente que. nao obstante o expendido, con-
serva linda presos a Henrique Fien, ao irmio des-
te ea Joaquim Pascboal Corbi, at que liquem ul-
liina las taes indagaci>' e conheeidit a verdado.
Deus guarde V. E?.c. -Illm. e Exm. Sr. conde
de Baependv.O ele-fe de polica, francisco de
Faria Ijemot.
PERNAMBUCO.
BEVISTA DIAEIA.
ACTOS OfrlCIAESPor deliberarse* da presi-
dencia de 19 do corren'e:
Foram exonerado-, por conveniencia do ser-
vico publico:Feliciano Cavalcante do Reg Vas-
concellos, Joaquim Cavalcante da Cunha Vascon-
cellos, Jos Eleulerio I reir Rabello, Henrique de
Pauh Rabello, Antonii Comes de Albuquerque, e
Manoel ile Araujo Souza, de supplentes do subde-
legado de Nossa Se hora do O de Goyanna; Joao
Bezerra Chaves, Jbs Joaquim da Silva Brrelo.
Manoel Bezcrra da Avunipcio, Antonio Vieira
Pessoa de Mello, e Jcao Ribefra Pessoa, de 2 a 6o
supplentes do subdelegado de Goyanninba; Seve-
rino Jos dos Res Carvalho, Cl'audino Pinto da
Molla Nunes, Joao Scares de Albuquerque Mello,
idem idem. 380 rs.
Terea-feira idem idem, 380 rs.
Quarta-feira idem idem. 360 r-.
Quinta-feira idem idem. :t80 rs.
Sexta-foira idem idem. :;Vir-.
Sabbado idem idem, 340 rs.
DIETAS.
N. 1 por 380 rs.
N. 2 por 400 rs.
N. 3 por 640 rs.
N. 4 por 400 rs.
N. 5 por 400 rs.
tabeli.v \. I
Dieta para frttoi pobres.
' N. 1.
Um quarlo d-.- galhnba para tres caldos no dia,
lenha e sal.
i N. 2.
Almoco.Um pao de i; ouca em sopa de caldo
de gallraha, lenha e sal
Jamar.Um quaj-to de gallinba cosida, duas
oncas de arroz para canja. lenha, sal e vinagre,
t N. .'!.
Almoco.O mesmo da dieta n. 2.
Jantar.O mesmo da dieta n. 2. e mais um
quarto de galliuha assada. um pao de 6 oncas, le-
nha e sal.
N. 4.
Almoco.Duas oitevas de cli.i da India, um
pao de 6 oncas, 2 oncas de assucar e lenha.
Jantar.Urna libra de carne verde, um dcimo
de farinba, lenha e sal.
N. 5.
Almoco.O mesmo da dieta n. 4.
Jantar.Urna libra de carne assada. 4 oncas
de arroz, umpao de 6 oncas, lenha e sal.
TABKUt N- 2.
. Alimentari, dos pretot pobres.
Domingo.
Almoco.Um pao de 6 oncas, 1 onca de caf,
2 oncas de assucar elenha.
Jantar.Urna libra de carne verde, 1 onca de
toucinno, 1 dcimo de farinha. lenha e'sal.
Segunda-feira.
Alilo.O mesmo que no domingo.
Jantar.dem idem.
.. Terca-feira.
Almoco.O mesmo que no dominge.
Jantar.-Idem idem.
.. Quarta-feira.
Almoco.O mesmo que no domingo.
,n'. ,a.ntar -Meia libra Je carne secca. i onca de
toueraho meio dcimo de feiiao, 1 dcimo deferi-
nna, lenha c sal.
Quinta-feira.
AlmocoO mesmo que no domingo?
Jantar.dem idem.
Sexta-feira.
t Almoco.O mesmo que no domingo.
. Jantar-Meia libra de bacallio, meio decano
de fejao, 1 dcimo de farii.ha. 2 oilavas de wile
1 onca de vinagre, lenha e sal.
Sabb'idc.
Almoco.O mesmo que no domingo.
Jantar.0 mesmo que na sexta-fetra.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 15 de dezembro de 1868. Confor-
me. Antonio Ferreira dAnnunciaeao.
Palacio do overeo de Pernambuco, em 1S de
dezembro de 1868 Accuso receido o offleio de
10 do corrente, sob n. 785, em que V. S.participou
outro tanto Joaquim Amaro, ambos no
Escada. Os fenmentos foram julgados
pelos peritos, e os criminosos acham-se pi
LOUfllRA.Aps tonga molestia, que
dos dedos de um dos |rs. acaba de enlo
na Floresta, o capitao do eerpi de pulida
Fernandes de Azevedo.
MENINO PERDIDOAcha-se c
Dr. subdelegado do Recite um menino, de
ta, de 8 anuos de Hade, que foi
samado noute na na da Cadeia pedim
Iho, e que deelarou ser lillio de Yietori io Mala-
quas dos Santos, morador em Pao d'Albol; e, que
estando servindo n'uma casa dobairm da loa-Vis-
ta, d'alii fura expellido por ter perdido o dinbeiro
qne levava para fazer compras.
PRISAO.Pelo delegailo de Caruarii fI preso
Henrique de tal, pronunciado em crime d nlfen-
sas ptiysicas graves.
FERIME..TO GRAVE.-0 delegado de I io d'A-
llio communica que, uo dia 16 do currante, no Tal-
go da feira, (piando esta se a chava bem c incurri-
da, Paulino Jos Vieira ferio mortalraente a Anto-
nio Tranquilino da Silva Monteiro, com u na pu-
nhalada sobre o [Mito esipierdo. Depois tle por-
fiada persegnlpo foram capturados Paulino Jos
Vieira e um seu companheiro chamado Manoel
Joaquim de SanfAnna, aquello autor e esle cm-
plice no crime
ASSASSINATO NO CABO.Damos era seguida
um ollicio do Sr. r. d-legado desse ter'ra >. rela-
tando as novas netsjtfizas a que lera procedido :
Delegaeia do tbo, 20 .1 Janeiro de 1869.
Tenbo a honra de eommunicar V. S. que, con-
tinuanlu em averiguaces poli?iaes reiati\ament
ao brbaro assassinato" da infeliz Ant uia Alves de
Miranda Varejao. pude honteni pojas 4 hiras da
tarde colber as mais robustas provas. que vieran)
toda a luz patttntear qtial o veidadeiro e princi-
pal autor de tan reiiugnante crime.
Logo que clu^gou ao raeu conlieciraento a no-
ticia do assassinato referido, o qual teve Idgar na
noi'e (|e ii para 17 do corrente mez, nutr serias
desc-mliancas contra un individuo de nome Jos
Antonio do Monte, condecido por Jos Menino, mo-
rador no lugar Areatlo, urna legua distan ,e desla
villa, e e:n enjo lugar lamiera morava infeliz
Antonia em cnmpauhia de sua mae.
As II horas da note de 17 ordenei ao coni-
mandante do destac.iinenlo ipie li/.esse prepiro em
ordem de marcha. 12 ancas das que estavam sob
seu coramando. alim de aconipanliarera-uic a una
diligencia.
Guardando o ma- rigoroso silencio pa Ii s 2
horas da madrugada, e cliegando ao mencionado
lugar puz em cerco a casa de Jos Menino, i assim
aguardamos que amanhecesse o dia. alim d* elfec-
tuar sua prisao, guardando rigorosamente tudas as
formalidades legaes este acto, perada, teve o me-
nor xito possivel ; Jos Menino foi preso e proee-
dendo tuna busca em sua casa Uve em re rollado
a descoberta de um dos objectos pertencentt s aa-
sassinada, e bem assim algum dinheifo, tuc o sub-
Iraliido quando perpetrado o crime.
umligeiro interroga lorio, qne all mesmo
proced, deelarou elle ludo aquilloque em ol lirio de
honteni datado seieutiliquei V. S., a vista do que
fazia-se neressaria a captura dos otitros, KM*elle
Jos*1 Menino indicados como cmplices ou atoras
do niesino crime. o que foi feito, e todos em conti-
nente presos.
Continuando, porm, com a maior'vigilancia
para descubrir a verdade, alim de milita \ ez nao
recibir a punicao devida sobre a cabera de algum
innocente, resolv conduzir Jos Menino lio Uera
tarde ao sinisiro lugar.onde tinha sido per|>elrado
o crime. alim de abi intei roga-lo, e isto puz em
execra;iio; all cliegando. o assassino nao pode re-
sistir ao remorso de sua couseiencia, e foi por ella
obligado a confessaro crime. e entao deelarou ter
sido elle o autor de tao brbaro assassinato, e tan-
to assim que o restodos objectos de miro que ainda
faltavam, c os quaes a infeliz comluzia quando foi
assassinada. estavam eseondMos debaixo de uns
capins. em frente de sua casa ; dirigi-me em con-
tinente ao lugar indicado, e encontrei os objectos
testeinunhas de to horroroso crime, e volteS entao
com elles, e acham-se ainda em mea poder.1
Agora procuro descobrir qual o mandante de
tao horroroso crime ; pois, segundo a ultima con-
Bsslo de Jos Menino, figura nesla qualidade o
proprio pai da assassinada. assim contino em ave-
riguacoe- e o que mais descobrir levarei ao conhe-
cimen'to de V. S.
a Depois que offieiei liontem a V. S., dizendo
que ia por em liberdade os demais individuos que
como indiciados se acliavam presos, visto a < onlis-
sao de Jos Menino, lembrei-me que os nao deveria
soltar ainda. em quanto nao soubesse a toda a luz
da verdade qual o outro criminoso, e assim conser-
vo-os Ainda reclusos at o conhecimento desojado.
Deus guarde a V. S Illm. Sr. Dr. chefe de
polica da provincia.0 delegado, duronte Pedro
remira Lima.*
RECTiFfCACAO.Do Sr. Luiz Pires Galvao re-
cebemos a seguinle:
Srs. redactores da Revista Diariq.Levados
por falsas informacoes, noticiaran! Ymcs. em sua
Revista, que eu ha va tentado enveiieuar-me.
Reconbeco a ienliuma culpa quea Yme*. pos-
sa caber em semelbante noticia, mas devo decl.n ar-
ibes e pedi-Ibes que publiquen), que tal coisa se
nao den.
a Estando eu era uso de remedios, e no calor de
um grande iucouunodo, equvocamente tomei inter-
namente, urna cx>iuposJcaodeiiiercuroeeain|)liora.
de que usava em friccoes ; edabi me proveio o mal
que foi interpretado, nao sei por quem, como enve-
nenameulo.
Peco a Ymcs. deculpa pelo iucouunodo, mas
rogo-lhes a publicaco da presente reeducara o. Sou
de Ymcs. atiento venerador.Luiz Pires utoo.'
Nao fomos mal informados, cono diz o ir. i alvio,
porque bebemos essa noticia na conimunicacio offl-
cial do Sr. subdelegado da freguezia da Boa-vista,
que cromos nao phanta>ou este crime.
BEBERIBE. l m outro morador dessa locdida-
de nos remette as seguintes lindas, a propesito e
em resposta que ha poucos dias publicamos:
Srs. redactores. Pedimos a Ymcs. o favor de
publicaren! em a sua Revista, estas poucas linhas,
Como passadores de festa em Beberibe, e ami-
gos do proprietario sobre quem se fez cahv um
acto de todos, nao podemos ser indifTerentes w> que
cata, sobre aquella povwuao.
t Surprendeu-uo a injustioa do comniuiii-
E'verdade qas horas lia om,tic so nao pode tomar
bauhc no. no Beberibe, em razio dos muiloj torpe-
do que descera; mas n>> se jiodc attribuir smen-
te a i |iriipretario do sitiiem que passa orio Mor-
m, como se quiz, mximo sendo aquello rio de
punca rorrentesa, cheio (te bervas pie obstara a
facij descid de qiialquer cow.
V. tanto mais saliente a j^stie, quanto os
passadores de festa all, com raras oxrepcoes (o que
uto deve ignorar o coinmuiiicaiHe), fazet serventa
do rio. Onsure-se a todos, por ipie o acto de
todos e nao a um em parh'rtilar.
ENGAO.No obtuario do dia 15 A torrente,
que publicamos donteni, den-se um engao, em lu-
gar de Joao Antonio Goncalves Serrano. Pernam-
buco. deve
hespaidkil.
LOTERA.A que se acha venda- a 93" a
benelieio da igre/a de Nossa Senhera do Terco
desta ciikule, que corre terca-feira. 26 do cor-
rente.
POLTICA INTERNA
, Pernam
ler-se Joao Antonio Goncalves. subdito
li."
UNIC1PAL.
DE DEZEMBRO
SESSAO ORDINARIA EM 9
DE 186.
PltESIDENCIA DO SR. PEIIEIRA SI.MOKS.
Presentes os Srs. Gustavo do Reg, Santos, Dr.
Miranda, Dr. Pitonga, Dr. Villas-boas, o Silva do
Brasil, faltando com causa os mais senhore-, bre-
se a sessao, e lda e approvada a acta da antece-
denle.
L-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um offleio do administrador do cemiterio publi-
co, coinmunieando que tendo sido em sessao do Io
lo corrente proposto e approvado para guarda da-
quelle cstabeleeimeute ocidadao Alvaro Pereira de
Sa, deixou de prestar o juramento em consequen-
kcia de nao ter havido sessao anles do dia 7, e tor-
nando-so omito preciso o seu servico, chainou-o,
logo que foi approvado, para tomar posse do car-
go, jmIo que pede cmara lbc mande abonar os
venciuieiilos desde o da da nomeacao.Que se
respondesse ao administrador que o fa'cto da posse
nao da direito percepeao dos vencimentos, pois
que nao poda aquella ser dada sera que Ibe pre-
cedesse o juramento do estylo, pelo que nao tem
lugar o pedido.
Outro do engenheiro cordeador, informando so-
bre o requeriinento de Albino Jos Ferreira da Cu-
nha, o qual achando-se reedificando o sobrado de
um andar sito no largo de S. Pedro n. 4, para o
que ja obti-ve licenea, pretende fazer una soten ;
eumpre-llie dizer que nada tem a oppor, visto que
o supplicante tent de edificar a frente.Conee-
deu-se.
Outro do mesmo, declarando em vista da ordem
que Ibe foi Iransmitlida em oficio de 27 do mez
passado, procedeu ao cxainc na eseavaeao que est
lazendo Andr de Abreu Porto, na coslruccao de
uina ponte no lugar do Caldereiro; cumpie-lbe
dizer que o referido Andr de Abreu Porto, para
fazer rom mais presteza c economa o aterro na
entrada da ponte dolado do Caldereiro, abri dous
vallados junto ao aterro, para com a trra desfcs
altea-Jo, sera precisar transportes ; estas evacua-
edea na altura em que estao ainda nao prejudicam
o transito publico, mas ser urna causa de ruina
para os aterras da ponte em toinpo de ebeias do
rio.Inleirada.
Outro do riscal da freguezia do Recite, informan-
do sobre o requeriinento de Justino da Silva Boa-
vista, proprietario da casa n. h da ra do Codor-
niz, que declara ter a dita casa sido sempre oceu-
pada por eslabclecimentos de diversas naturezas. e
que achando-se fechada, nao tem podido aluga-la
em consequencia dos impostes que a mesina esteja
a dever, sendo isto em seu prejuizo, pede a illiuii-
naci dos ditos impostos ; cumpre-lhc dizer que a
casa em questao existe fechada, pelo que nao foi
eollirclada no presente exercicio, e lera sido OCCU-
pada por diversos estabeleciuieutos ; quanto ao que
deve nada pode declarar, e s a contadoria, onde
existem todos os lae-amentos. Que o contador in-
lorniasse.
Outro do fiscal da freguezia da Boa-vista, infor-
mando o requeriinento em que Miguel Pires Blan-
co pede licenea para enllocar no quintal da casa
n. 32 do caes do Capibaribe dous pequeos taxos,
um para retinar assucar, e outro para fazer sabio;
declara que nada tem a oppor a pretenco do sup-
plicante, por quanto a dita casa tem as precisas
ai-couunodacoes para o litn exposto.A' coinrais-
sao de sad.
Outro do fiscal da freguezia de Sanio Antonio,
remettendo dous termos de infraccao commettida
por Marcelino Jos Goncalves daFonte e Manoel
Paulino da Silva, este mestre pedreiro encarregado
da obra do sobrado n. 30 da ra Nova, e aqueHc
proprietario do niesmo sobrado, por terem execu-
tado a obra da solea contra o disposto no art. 7
das posturas de 2 demaiodeste annoQue se ro-
mettesse ao procurador para mandar proceder
como for de direito.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos, infor-
mando a petico de Valtrudes & Borburema, que
pedein para abrir e continuar era seu nome a. pa-
Partldo conservador.
A' PEDIDO.)
NAZARETII, 15 DE JANEinO DE 1869.
Escribido pelo partido conservador de Nazaretli
de accordo com os chefes da capital, para prestar
a nova Arecc.io poltica raeu intimo e activo con-
curso ; acceitei esta niisso, que proenrarei des-
einpenhar, sera tocar as queslocs pessoaes, sem
revolver Tactos, que desuertem as tristes leinbran-
do passado ,- evitando romparaeVs e allusoe-
sao do-
ofensivas; atorado novo espaco a aetos, que se passa rem a nosss vistas ; rmgmdii-
nie sempre a verdade.
O raeu mais nobre empimho ser nianter intacta
a eliectiva umdade de pensamonlo e aeco, que
ludispensavel para assegurar a mnreha "regular da
[olilica local.
Ao cliegar a esla cidade minoti logo um fac-
i grave por sua nalureza. e que mais grave se
turna pela pene* com quem se deu-, e pelas cir-
eunislancias de que se reveste.
E um lacio, que proocrupa s populacao da eoniarca, nao pelo carcter, que Ihe
assignam algims visipnartos da opposico, empe-
nhados era dar corpo e forma as sombras mais va
gas e fugitivas do crime para transformado em un.
altentado poltico ; por que os hnmens sizudos de
ambas as parcialidades, unidos em um pensamento
coinmuui. reeuHheeeni a futildade desta estulto
uiveneo : mas pelo peso qne se deve dar a segu
ranea individual, atollada por esse acodtecimento.
O Sr. Dr. Coitinho, corainaiidante superior ecx-
delegado desta comarca, dirigindo-se de seu enge-
nho a esta cidade, receben em caminho dous tiros,
tirando levemente ferido de um.
A policia, movendo iinmediatamente a torca pu-
blica, poz-se em actividade, tomando o subdelega-
do da cidade Indas as providencias nece-sarias pa-
ra descubrir e prender os autores do erime, o qn.
nao se conseguid.
O delegado da comarca, o Sr. Joao Cavalranti
Mauricio Waaderiey, solcito no cumplimento oV
seus deveres, correu promptainente a cidade. e na
da esqueceu para conseguir o lim desejado ; per-
corrido o canillo, apenas n encontrar.ini os vesti-
gios da emboscada. Sem nutra luz, mofsMjat
na indagaco do crime. interrogou oolfendiilo. n
nada adiantou coufundindo-sc era vagas suspei-
tas.
Instaurar um processo. asn se saber eonlro
quera, sera ao menos so ter obtido o ni ais leve in
dicto contra o autor, era precipitar a aeco da n-
tica, prncedendo-se a innpportunas iBTestigaedos.
Esperar que o lempo offerocesse nieos lacis de
descobrir a verdade. foi o que julgou de mellioi
acertado a autoridade prudente, que esta frente V
nossa jiolicia.
Tornando-se de da em da mal* vigilnnn ton
tenlou-se de rcmetter ao Sr. Dr. chefe de patela
interrogatorio, aguardando suas mstrucefiee ; en-
tretanto o Sr. Dr. Coitindo aconseldado por sen
amigos, repi esentou aoExm. Sr. presiden le da pro-
\ incia o facto occorrido, e esle enva ao Dr. chele
de polica, que bascado no eoupi de delicto. c na
representa cao do Sr. Coitinho. procedeu a inquir
cao das testemunhas olferecidas por este, embora
se lvesse recusado a dar nina qnexa formal.
Nao sallemos qualificar o procediinento do Sr.
Dr. Coitinho, representando aogoverno, oflenMB-
do testemunhas, e ao niesmo tempo se recusando
a dar urna queixa formal ; sejain quaes forem a-
razoes de sua conducta, de nada lera que se quei
xar contra os agentes do poder ; nao s por que
foi proniptamente altendido; como por que tem si-
do inquiridas as suas testemunhas, e ouvklas ou-
Iras referidas de sua parcialidade.
Ate o presente, era as suas testcmunliav nem
as referidas tem derramado a menor luz no pro-
cesso : e o Sr. Dr. Coitinho, que devia ser o raai-
empenhado em roadjuvar os esloxeos do Dr. ebef-
de policia no descobriinenlo da verdade. abandona
a sua atusa, o reeolkaVM ao silencio.
Na insulBciencia de esclarecimeutos recorre a
autoridade proeessante ao Sr. Dr. Joao Baplista do
Araaral e Mello, juiz municipal da comarca, por
Ihe constar, que esse juiz declarava publicamente
coiiliecer o> anteras do crime; mas o Sr. Dr. Ama
ral, ininiigo capital da verdade, sem nada positiva-
mente asseverar. presta una informacao capciosa
que s tem por lira envolver o nome d ura cidadao
rer-peitavel, ao qual vota odio intranbavel.
E sobre o Sr. Alfonso de Albuqerque Maranhao.
que elle quer fazer recahir as suspeitas do crime.
Est as eondices do espirito maligno e insidio
so do Dr. Amara! essas conceproes, atacando assu-
inimigos com lici oes ridiculas", e levando-as ao-
Irbunaes. regosija-se de encontrar meios to facei-
de vinganca, e se attribue umavantagem, que mu
gera Iheusa de-putar.
O motivo por qne quer o Sr. Amaral fazer re-
cahir suspeita sobre o Sr. Alfonso e ter o Sr. Di.
Coitinho mandado cercar na propriedade daqueuV
senbor a casa de ura seu morador ora essa pre-
daria n. 55 da ra Imperial, e assentar urna ma- sumpcao to ftil, e inverosmil, que por simas
china i vapor para o fabrico de pao e bolacha ; diz
3ue a casa tera as precisas aceommodacoes para o
ra requerido.A' commissao de sade.
Outro do fiscal da freguezia da Boa-vista, re-
metiendo o termo de infraccao commettida por
Jos Carpinteiro da Silva, em consequencia de ter
sido encontrada era sua taberna da ra da Matriz
urna pipa cora 50 caadas de vinho, pouco nias ou
menos, o qual sendo examinado, foi considerado
incapaz de estar sendo vendido ao publico.Posto
em discussao, resolveu-se mandar ao procurador
para proceder contra o infractor.O Sr. Gustavo
do Bogo votou contra, o Sr. Dr. Miranda deu-se
por suspeito nesta questao.
Outro do fiscal da freguezia de Jaboalo, pedin-
do que se Ibe mandasse pagar a quantia de_I2i,
importancia que despendeu com a preparacao de
bolas para matar caes, e com o cnterramento dos
mesmos.Que se mandasse pagar.
O Sr. Dr. Pitanga propoz e foi approvado que se
fizesse extensivo ao lugar do gazoiiietro a materia
do art. 18 do tit. 7o da lei n. 797.
Estiveram em praea e foram arrematados por
Libante Candido Ribro, os talhos ns. 14, 17,18,
19. 20 e 21 da rito-ira da freguezia da Boa-vista.
A cmara foi intimada para pagar a Jos Perei-
ra de Miranda Cunha a importancia de 1154415,
provenientes de custas da sentcnca que a favor de
seu eseravo Pompeu obteve no superior tribunal
da relaco.
Despacharam-sc as peticoes de Antente Lima
da Silva Martins, D. Aroelina Xavier Caraciro Ro-
drigues Canmello, Ignacio Jos Barroso, Joan Bau-
tista Fernandes, bacliarel Joao Paulo Monteiro de
ftndrade, commendador Joao Joaquim do Bego
Barros, Joaquim Jorge de Souza, Justino da Silva
Boa-vista, Joao Manoel Puntual Jnior. Jos Fran-
cisco de Menezes Amoriin, Manoel da Silva Santos,
Manoel Figueira de Faria & Filhos, Neon
Mua Freir, Salu>tiano Augusto Pimenta de Sou-
za Pires, e levantou-se a sessao.
En Francisco Canuto da fioa-t/oaen^secrolario
a subscrevi.
Declaro em tempo que o Sr. Gustavo do Reg
votou contra a decisao sobre a falsilicacao do vi-
udo, por entender que nao eslava na lettra da pos-
tura, visto nao haver addieionainenlo de materia
que tornasse a substancia nociva sado publica.
nio se dcslroe.
O espirito mais presumido contra o Sr. Aflbns-i
nao poderia acceita-lo. E sua moral, a bondad--
de'seu coracao, sua elevaco de carcter, susten
tadas desde o berco at a posico em que se acha
collocado, por uina constante tradico da mai-
coraplela lion.'.-liilade e seulinientos ae bilinanida-
de protestara altamente contra essa torpe aterrar
O Sr. Alfonso, o perfeito prototypode um cavalhei-
i'o rlieio de sentimentes de honra e dignidade, nao
pode descer ao ponto de confundir-se cora misera
veis assassinos.
Na pungente ignomia do insulto, toncado nessn
informacao resaltara os traeos idiondos do carcter
de ura inimigo, que debatendo-se entre a vergonha
e o desprezo de si mesmo, roja-se como vil dilato.
era face da juslica. julgando-se irapotentn para aV-
zcr sentir os cfteites de sua propria jurisdico.
Arrojando para longo de si a espada da juslica
toma un punhal, e cora elle tere a honra de um
adversario, que nao ousa atacar de frente.
Cobarde !
Car regando as cores desse facto. sinlo-me en
commodado, mas nao devo ser complceme ;
raou dever despedaear essas armas, lirara-serauil"
embora as raaos nue usain d'ellas.
Tenbo eontiahido brigacoes, serei iuflexivel :
escudado na verdade. e inspirado pelos sentiraenli -
de juslica, fallo cora os irnos, e anida que quizes
se acatar a seus autores, nao pedia.
Se o Sr. Dr. Amaral quer ser tratado com atteu
roes, dispa-se do minio era que se envolve, nao traja
as faces : a mentira sempre nociva.
Faca opposifo franca, e em quanto a minhavi./
for (Huida, marchardesassombrado, encontrando
era frente um adversario, que s sabe combater com
arma.- bae-.
Tome una attitudo seria, mostre-se menos apai
xonado e eu. que ora Ihe dirijo tao rudos golpes
seni o primeiro a corteja-lo era seu posto de honra
Conveuca-sc de una verdade o mrito pess
a priunma torca e a primeira Cundicao do sor
eesso em lodos os actos da vida.
Um espirito que tera por base a BiaUgadade,
por principal ornamento o ridiculo, rao pode me-
recer conceito entre pessoas, que se estimara.
(i partido liberal em Nazanth eoraposjo em
sua grandemaiuria de pessoas disimilas, sao ho
Bea-riane.m o declarei.Huiros Reoo. r-( sbtentc.Reg..Dr. PUanga.Ur. T. ViHti-boas. | tes o) u de viv r, lalx.i; timOst
Silw do brasil--Di'. Miranda.
! ciitodot en .tralo : o corpo liberal de Narera

L nafra 1


___l^___l^__l
ifH3"l AT^rW0 de Pemambuco Quinta felfa 21 de Janeiro de 1869. WlBU? Mil OH HA
lera mrito real: e a homens taes nao pode convii-
a tatica poltica adotaua pelo Sr. Dr. Amand.
tUmdcmnando rudo e uveramente a sua con-
ducta, nao fallo por espirito de partido,- creia-nie,
quero fazer-Hic tfm snico.
Deixemos o juix municipal coni seu esj>irito aca-
nhado'c pequeos odio*, voltomos a questao prin-
cipal.
Cora a sua informar*) mas se confundi a ver-
dade, rodeiando de trovas mais ospcssas o criwr,
que pretende o nosso mui digno etaefe, de poliaia
lesobrir.
E o Sr. Dr. Cofciuho, sera poder entender-se no
meio das exitaroes do seu espirito estende a sua zadi
ide, apanhando de dia em du novos iiiimigos. a res
.mera vai mn a W M'ixlnouia alti ibuindoa au- essj
L'inmvsierk to mar*v_os, c lio til-
nuA4 iL> im;, na il lun d' merece n
a in.-
isto vai peorando cada vez mais
seu dizer nada, que ten! cor de
<|ueiu vai m>i
toria do cHnie
:i sua posico.
verdade. ....
No dia, em que fo crido, deel ron que traba o
seu juizo formado, altribuindo o attentado ao Sr.
-enente-roronel Jos Cabial do Oliveira e Mello; e
fiubora elle se tenha desmentido mnitas vezes, de-
vo responder a essa imputaco em termos bem
precisos ; porque o Sr. Dr. Coitinho nao se faz
respritar em sua infelicidade.
O iufoi tuiio 4 urna cousa sagrada, s com a de-
licada coiupaixao da amizade devenios-nos apro-
ximar dos infelizes para adorar suas penas ; mas
<* o homein, que solhv o liuico causadorde seus
males, se no tropel dos vicios e dos erinies a que"
arrestado |or suas paxoesjlesyrdeuadas, proeipi-
tt-se contra o priuteiro que encentre em sua mar-
i-lia desastrada : ento eumpre det-tos, e com tir-
meza fazer-lhc ouvir a voz da razito.
Ouea.
Sr. l>r. Coutinho. seus matos, san grandes, por
que grande foi a sua fraqueza. Ceg a luz da ra-
zan, surdo a voz da couscioncia, sem ver os ca-
ininhos que o conduziam a sua ruina completa,
soni ouvir os gemidos das victimas sacrificadas a
sua brutal concupiscencia, sem se recordar das
' barbaridades commettidas nos assomos de san ge-
nio arrebatado e violento; acliou-sc cercado de
iniraigos por todos os lados. leudo cada um una
injuria a ving.ir; o quaudo vio erguer-se sobre sua
cabera mu brea vingador, nao saliendo a quera
dar a" razio, que' sobra va a todo<. .vaciln, e em
san assombro, perturbada a razio, de balde enter-
rogou a sua eouscionein I
A sua memoria desvairada se reproseutou em
liunulto toda* as oiensas feitas ao pudor virginal.
a honre conjugal, apiadado filial, aos nriaeea
dignidade de um honiem de seutimentos, barbara-
mente o>paiieado e injuriado : mas como reconhe-
eer entre todos <111.1l era o que tinha deliberado de
viugar com um rrime lautos crimes ?
O Sr. Dr. Coutinho nao poda ; e obrigado a tal-
lar, suas palavras resnunoreni do aon odio atis
vivo, e o mais cente ; anda e o sen avio genio
queni o guia. De seas labios de,sdobra-so o noiue
do Sr. teneute-coronel Jos Cabial de Oliveira e
Mello!
Nao bastavam tantos males, altava aiuda esse
i-scariii'o eiisangucutado alirado a lace de um ini-
Era preciso o nome do liomem, que o >r. Ur.
Couluho julgava niais credor de una v ufanea ;
sem se lembrar, que nunca em seu coraoao gene-
roso leve entrada apta sent ment. -
O Sr. Cabial da um carcter vivo, ardenle,
mas sempre dominado por seus nobres estmulos
do frau(|ueza e lualdade; incapaz de um acto de
eoliardia.
Para desaffrontar-se nao vera dianle de si nc-
nhum perigo, atacara de trente o seu mimigo,
aiada inesuio desrmalo, exp nido a sua vida, mas
einbosca-lo, counnetler um assassinato, i>so im-
possivel ao seu carcter.
O Si-. Dr. Coutinho n.io sabe o que diz. e emanas
eontradiceoes e ineousequencias se denuncia como
um homeu completamente desvairado em seus jui-
na lonco e man.
Teulio dito quanto basta para cont-lo, e nao
c nsentrei na elle a seas conselheiros, aprovei-
tando-se de um facto deatos, vio Impunemente of-
lendendo os nossos metiiores o mais esl'oi-cados
amigos.
Km rnnalnain. quanto ao fado, commumeo ao
publico (|tte a autoridade processante. apezar do seu
zelo e perspicacia, licra apenas convencido de
una vcnlade. e que neni o proprio offendido.
nein os inos consellieiros. nem os adversarios,
ueni os iiulill'eiviites. podem formar um juizo cor-
lo. Entretamo :
Louvores sejam dados ao Sr. Dr. chefe de poli-
ca, elle inquerio as testemunlias offereeidas pelo
..Hendido, nao obslante elle se ter -negado a dar
iiw laniMiiMiie r.inial. ouvin o jniz municipal o
mtr4S testemunlia- referidas, que ana podem aar
suspeitas a parte : dando provas nio equivocas,
que o seu nico lira deseobriro criminoso, e dar
el eumprimenla a le, sem oeinbaraearem as ina-
diinacoes da opposicao, que nao exilou em fazer
OgO polilico com mu l.ielo desl:i natureza, tratan-
do de coni|iroineller. com prfidas insinuaeoes. os
canelaresnaais puros do naaaa lado, o Sr.Dr. che-
fe de polica est superior a todo elogio: rompen-
do por entre esse lecido informe de calumnias e
aleivosias. proseguio em sua inarclia. collocando-
se superior a todo espirito de partido. Se nao con-
j=eguio descobrir a verdade. nao polluio a le.
Tendo feito a exposicao do facto de modo a ser
tlevldamente qualilicado com o preciso criterio, em
relacao as circumstancias aecidentaes e a sua na-
inreza. nada posso adiantar quanto a sua autora.
O jardiuc.ro de Nazarelh, que o juiz municipal,
o Sr. Dr. Joao baptista do Ainaral e Mello, attn-
ieie a autora ao partido conservador de Xazaretli.
I'elo pouco que venlio dizer a seu respeito j se sa-
be que peso merece esse juizo.
O publico desta comarca est bem convencido,
une boje nenlium partido se oceupa da existencia
do Sr. Dr. Coutinho. Ti les daquelles que >bre-
vivem asimesmos! O partido conservador nao
pode ter a prctencao de accelerar, ou retardar os
Justantes de sua vida, por esse lado esteja tran-
quillo, nenlium perigo o ameaca, e se sua vida de-
pendes-e do partido conservado, eu llie poderla
presagiar longoa annos.
Basa Idea S pode caber na cabeea vazado Jar-
ilineiro, urna de suas facecias; e sem tocar em
nenhnma deltas quero f.izer-IUe ainda um seryieo
vom um leve traeo critico sobre as formas ridicu-
las com que escreve.
. O ridiculo a arma teuiivel de que a malda-
de se serve militas vezes, e quasi sempre sem sue-
-esso : porque nao sendo bem manejada, s fere
a quem usa della com impropriedade. E' o que
aconteccce ao Jardinciro. Ha nada mais ridiculo
i-m si mesino do que v-lo cultivando as flores de
Molhre?
Ras ficcoes cmicas sempre insulsas e desemxs-
bidas excita a piedade pela sua pobreza de espiri-
to; ana quadros picantes, sansa tedio pela malig-
nidad!1 grosseira com que tortura a verdade.
O Jardineiro s cultiva cardos, e as flores que
deles brotan, nao tem coloridos, nem delicadeza,
nao tem jierfumes, e em torno de seus clices va-
rios a mais deligente abellia -em vio sussurraria
pura siigar-llies o niel.
Pintando fielmente as flores do Jardineiro, nao
< miaba intencao condemnar o ridiculo, que sen-
do bem manejado, prodnz efleitos mui salutares,
corrige os costumes, os erros de linguagem. o des-
ase as maneiras, abranda a aspereza das paixftes,
desterra os vicios. A' sua voz desannareeent os
dandys, os pedantes, as njullieres samas, as pre-
iosas ridiculas ; e muitos outr.is defeitos de espi-
rito e coracocs, nao quero por tanto priva-lo de
s^ua arma favorita.
O que quero torma-lo melhor ctltor, persna-
di-lo a ser mais justo, mais moderado, mais indul-
gente, sobretudo para com nossos homens do cam-
pa p:.ra quem sem piedade; ninguem ignora que
fhes falta illustracio, mas lhes sobra muitas vir-
tudes, que nio tem o Jardineiro, o qual se entras-
te, verdade, com alies em concurso, juntara me-
lhor as s\ Habas, e loria mais correctamente letra
redonda ; mas diga-me, por tao pequea vanta-
gem, ral a pena mostrar-se tao orgulhoso do seu
saber?... Seja mais indulgiente. Ouca o que diz
Montaigne Se queris humilhar e abater os yos-
sos adversarios, nao os injuriis, nem calumniis,
attribuindo-lhes falsos defeitos; mostrai o vosso
luereciinento, o vosso saber, provai-llie o vosso t-
lenlo E' o que eu duvido que possa fazer o Jar-
dineiro.
% ffo quero fechar esta correspondencia, sem fa-
zer algumas observacoes- sobre* a posieao poltica
iras oceupa actnalniente nesta comarca" o Sr. Dr.
Juaquim Francisco de Mello Cavalcanti, que, co-
nbecendo quanto ella falsa, varia segundo as
circumstancias, protestando sempre contra a eter-
nidade de um so culto. Agora abrindo grandes
olhos a luz do partido conservador, se une a elle
i-in espirito, collocando-se entre as duas lampadas,
que, devem aclarar a sua marcha retrograda ; en-
trado >or este meio no seio de Abraho, e tornan-
do-se o nico herdeiro de todas as gracas proinet-
lidas, lieara formada a nova allianca, e o novo sa-
crificio se ha de celebrar, ficando assim cumprida
irucmo dos particruios de boa fv, merece bem sar
considerado, e esiudado em todcs os seus pontos
para descobrirnit* Twowito, que se deve tirar
deseas converaof-s e- a dooura dos frutos, qne
ellas devem prodiuir.
Quanto a mim. guarde-se cada um de os sa-
boriar.....
Desconfo de um grande donativo, que vem de
inaos inimigas, Wn o bojo muito caf regado, nio
pode entrar petas |)otus ; e se rompennos as mura-
Ibas para o intnxuzir em nosso recinto, tiremos
urna machina de destrukao ; assim foi Troia arra-
zada. Apartemos, iiorm* do nossas vistas as co-
res sombras do t mor e desgosto que me causa
essa entrada ; o amor da paz oBerece a outros um
quadro nus doce e mais risonho.
Com essas consideracoes a minba intencao
reunir, c nao div dir, acalmar, e nio irritar ; se
uiuewo eu o prc.ino, se urna vaittageia aceito-a
quem quzer.
So meus votos nao forein cumplidos, sabe re
resignar-inc ; sou tolerante.
o pessoal das alfandegas altura scientifica do das
demais repareoes de duenda ; como despedir-se
empregados aue sat.sfizeram essas condenes da
le, para seren conservados outros quoj. al ni do
crescido numero de annos de servico, Mbbuma
outra rezno pdem ipresentar que lheSgiranta
direito conservad ; sendo que at nem licito
d'elles litteralmento esperar-so serviros uteis rc-
particao ?
E se mra este o pensamento de S. |J-w, aaria
incontestavfunenie urna calaimdade as reparti-
coes se veriam desfajadas de eiupregados qu<| me-
lhores servcos poden i prestar e de quem iiiuilo se
deve espirar.
os casos aggravados ou flrovenentes de um esta-
do impuro de cingue, a salsaparrlha do Dr. Ayer
devojjier tomada conjunctainente.
COMMERCIO.
PBLICACOES A PEDIDO.
S
tf.-Ma
A lAiua. Sra. D. Rita Beliuli:
la .Holn Naclel poi* oocaslo
da anorte de sen filho lirucsln.
mi G ixuga esse pranto :
Que teu lilho nao morreu !....
Elle drme.... eadormi'ceu
los tajai ao temo canto.
S' o seu carpa inanimado,
Se o seu rosto desbotado
Sem cali r agora est, .
Amanbia sn'ahna rdante
Accordai brandameiite
Nos bracos de Jeliov !
Dormir i senipre.... que importa,
Qu'impoia morrer p'r'o mundo
Se de um tmulo no fundo
que est do i'o a porta i
Que salj: ter muitos das.
Se ha tac fundas agonas
Hni.cad;i instante que pas.-a ;
Se iio gizono momento,
Ha tanto e tanto tormento,
Que de dores nos Iraspassa ? !....
Ku sei q e, quando a desdita
Nos fre no coracio,
S temos con.-olacfin
Nen torrente bendita.
Que ilos olhos se desata.
.Semelliando a catarata
o meio la solidio !
Mas romcm nos consolarmos
Para nao contrariamos
i Autor Ja rreaeao f....
K momoi abencoado
ViKir a n orada etberea,
Que viv'attihulado
N'este nuMido de nzerias !
Enxuga pois o teu pranto,
Pobre mal, nio chores tanto
Que ten ilho nao morreu ;
DeiXOU apenas o mundo
K i\f seu soiiino piofundo
Foi despi rtar l no eo !
16 de Janeiro de 1869.
M. Godofredo (le A. itlian.
Para os Srs, subdelegado e fiscal
da Boa- Visla se lembrarem de
applicar as tavernas da ra do
Hospicio prximas ao (uartel c
seus visitantes.
l'OSTUR.VS n.\ CMARA MI MCIPA.L DA CIDADE
DO BEClKi: DEC11ETADAS PELA LE! PROVIN-
CIAL EM 30 DE JIMIO DE 189.
im LO \l.
Art. L* As cas;.s publicas de bebidas, lvenlas
ou barracas, pie venderem molhados. serio li1-
ehadas as 9 horas da noute, e no lempo em que es-
tirerem ilierlu.i tle dia ou n ."'''. o seu dono nao
consentir ujuntamento de prelos r viiiilus denho
deltas, e logo que lies estivereni prvidos da iner-
cadora. os far inmediatamente sabir : sob pena
de pagar o dono da taverna, loja de bebida ou bar-
raca a multa de 6UO.
TrTUI/) XII.
Art. 2. A cmara municipal marcar os luga-
res que devem servir de prarm de capim. lenhn,
Itortalfct. frtelas ( outrajt especie* de comesliceis
que coslumrm vender as miitaiuieiras : os que
deanaitaroai os referidos objedeB tora dos lugares
que forem di^igna'los, serio niultados em 1-3000 ou
soffre o 24 horas de prisao.
N. B.Esto marcados os ditos lugares por edi-
tal de l de matn de 1849.
tBOrjLAMENfO POLICIAL N. lO DE 31 DE JA-
NK.nto di: 18'i.
Art. 111. Os cheles do polica, delegados, subde-
legados o juizes de paz, aos quaes constar que exis-
teni nos seus dislnctos ou a quem forem apreson-
tadosalguns Vadlos emendigos.nos termo.- dos arts.
293 e 296 do cdigo criminal bebados por habito,
prostitutas que perturben! o soceao publico, turbu-
lentos que por palanas e accoes offendan o$ bous
cottitmes, a trauqailidade publica e paz das fami-
lias, procederaoin(mediatamente na conformiilade
do disposto nos arts. 121, 122, 1*1 e 124 do cdi-
go do processo cr ininal obrigando-os a assignar
termo de bem viver, e conuninando-llies pena para
0 caso em que o quebrem. E tendo noticia por
qiialquor maneiri de que o termo foi quebrado,
procedern, segn lo oqueseacha disposto nos
arts. 206, 207, 2(8, 209 e 210 do mesino cdigo,
afun de que possain ser unoslas aos iransgresso-
res as |ienas marcadas nos arts. 12 i 3o, 121 e 122
do ciuulo cdigo.
O abaixo assign ido. tendo sciencia perfeita de
que, no sabbado lt do corrente, Henrique Ficb,
que a priucipio se indigitou como cumplice do as-
sassinato da infeliz Antonia Varejo, se achou du-
rante todo aquello dia e noute na cidade do Hecife.
como o podi'in att 'star os Srs. Ariur Cavalcante
Diihi'rmand ktcerda, Valeriano Francisco das
Chagas, Jos Ignai io 'ercs Quinto e Manuel Joa-
qun de Souza, que com elle Ficb estiveram, e
para cujo testcniuiiho appella; assim o faz presen-
te paca que fique liem p.uente a innocencia de
Fien, bem como jara evitar-lbe futuras imputa-
coe>.
Recife, 20 de Janeiro de 1869.
Piete.r Van Luine.
Sr. redactor.{i) ntra a noticia dada por sua
Rrrwtfi de bontem. relativa ao pal da infeliz assassi-
nada, venna protestar, nao so fundado na ineapa-
ciladc detle para mandar praiiear lacio ti horro-
roso, como porque pola exposicao do oficio que
acoinpanha a primeira, parte da dita noticia se v,
e por conlissio do um dos autores du dueto, qne
toram muitos os que o praticaram ; e inverosmil
que algum pai por mais malvado e estpido man-
dasse enforcar sua lilha por tantos homens, na-
vendo-se dado o defloramento j ha tempo, como
diz a dita noticia, e deixando de parte 8$eu autor,
contra o qual deviam ser os mais impetuosos sen-
timentos de quali|uer pai.
E' inverosimil, ainda mais, quo sendo essa lilha
natural e vi vendo, em coinpanhia de sua raai as-
dellorainento se lembrasse qualquer- pai, por mais
embrutecido, de um tal alternado.
a? claro, portauto, que o supposto exeeutor que
aa eanCaaaa doaaa mandato em que falla, nao usa
se nao de una evasiva, que olhou em seu pensa-
mento, peinando minorar a importancia do crine
de que e um dos prineipaes autores.
Recife 20 de Janeiro de 1869.
l' amigo.
Elei<;ao para a fosla quo iom de
fazerem os devotos artistas a
NOSSA SENHORA DA CONCEI^'AO
naniatciz da villa to Cabo no
dia 2 de.fevereiro de 1870.
Juiz por eleieao
O Illni. Sr. eapitao Unibclino d Souza Ledo.
. Juiza por eleieao
A Exma. Sra. D. Joaquina Candida de Gusmi >.
Juizes por devocao
Os Exma. Srs.:
Conde da Roa-Vista.
Coininenila-lor Mam' da Vera Cruz I.ins Mello.
Capitao*Kraiicisi'o Paes Brrelo.
Juizas por devocao
As Exmas. Sras. :
Raroneza de Cani|.o Alegre.
I). Angela, e-posa do Sr. Manoel Cavalcante da
Costa,
. Amelia Vetoriua Raulctrau, lillia do Sr. Pedro
Vctor Ratilelrau.
Escrivu) por eleieao
O Illni. Sr. Luz FiancM-o Rodrigues Franca e
Mello.
Kscrivaa por eleieao
A Exma. Sra. I). Canuta, esposa do Sr. alteros
Manoel Feppe du Espirito Santo.
Escrivii's i>or devocao
Os Olma. Srs.:
Canitao Thomaz Jos da Silra Gusniao.
Guilliermino Joaquim do Reg Barroto.
Jos Joaquim dos Santos Can,
Escrivi: s por devo^io
As Exmas. Sras.:
I). Izabcl, esposa do Sr. Joao Chanre.
D. Emilia, esposa do Sr. tenente Joao Chrsoslomo
de Sena.
1). Maria Victorna Pa-heco, esposa do Sr. Joao de
Deus da Silveira.
Juizes protectores
Os Illms. Sis. :
Vgario Jos Luz Pereira de Queiroz.
i'.oinuienilailor liraz Carneiio Lelo.
i '.i iinineudailor Joaquim Francisco Paes Barroto.
Dr. Manoel Clementhio Carnciro da Cunlia.
Jos da Silva Cisneiro Gumaraes.
Joao Paes Rarretoidc Lacerda.
Capitao Estevao Jos Velho Brrelo,
(laplao Joao Marinho Paes Brrelo.
Tenente Julio Feraandino da Silva e Mello.
Domingos Martins Monteiro.
Juizas protectoras
As Exmas. Srs. :
D. Anna Del lina Paes Barroto.
I). Mnria'do 0' de Jess Barreto.
D. Kufrozua, esposa do Sr. Dr. Antonio Pedro-
Fi'ireira Lima.
D. Josefa, esposa do Sr. major Luia da Costa Por-
to-Carreiro.
1). Maria do Rosario Teixeira.
D. Virginia Siento, esposa do Sr. tenente Fernan-
do Steple da Silva.
I). Anna, esposa do Sr. capitao Antonio Carnciro
l.ns e Mello.
1). Rufina de Barros. I.ins Wanderley e Araujo,
esposa do Sr. capito Manoel Jos de Sant'Anna
e, Araujo.
f). Maria da Cunha Lima,
. Joaquina, esposa do Sr. Jos Mara de Albu-
querque Maranhio.
Prccuradores
Os Srs. :
Alferes Vasco Vaz da Silva.
Manoel Marques da Silva.
Joaquim Antonio de Albnquerqne.
Alexandrino Vianna de Vasconccllos.
Jos Ignacio Nonos de Mello.
Joao Baptista.
Manoel Marcellino. *
Manoel da Santa Cruz.
Joaquim Paseoat Coreo.
Antonio Herculano.
Th'soureiro
O Sr. Jos Joaquim da Silva.
Vill do Cabo, 10 ile janoiro de 1869.--0 viga-
rio Jos Luiz Perreiru. de Queiroz.
PRAGA DO RECIFE 20 DE JANEIRO
DE 18(W.
AS 3 1 2 IIOBAS DA TARDE.
Cambio sobre Londres 90 d/v 19 3/4 d. por
14000.
Cambio sobre Pars 90 d/vdfl rs. por franco.
Deiconto10 0 0 ao auno.
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
BANCO MAUA& C.
Ra do> Trapiche u. 34.
Desconta h'ttras co:nmerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em contal corrente.
Coofnrrcredilos, saca sobre aspiiineitas
pragas do imperio, Rio da Prata e Eun -
pa, e compra cambiaos sobre as mesmas
pravas.
Encarrega-se, por commisso, da com-
pra e venda de fundos polticos e acees de
companbias, d oobrany.a de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
queroatra operacao bancaria.
0 expediente para o publico comecar
s 10 horas da manha, e terminar. s i
horas da tarde de todos os dias uteis.
ENGLISH BANK .
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da prao,a taxa a con-
vencional'.
Recebe dinltciro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
prineipaes da Europa, tem agencias na Ra-
hia, Riienus-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, c imitte cartas di crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do l'elourinbo n. 7
Caixa Filial do Banco d Brasil
A caixa filial do banco do Brasil em
Pemambuco mi liquidaran paga lo 30 divi-
dendo das accoes do Banco do Brasil ins-
criptas nesta caixa; a razo de fl^OOO por
aeco.
Recife, lude Janeiro de 1869.
De ordena do llhn. Sr. inspector da tneou-
raria de fazenda desta provincia, sao pelo preen-
te convidados os Srs. Manoel Joaquim do Rogo
Rarros, Clementino Jos de Alexandria, Rellann-
no Jos Nunes, Jos da Silva Randera, Elias Rap-
tista de Oliveira, Jos Pedro de Alexandria eJose
Caelano Madciro, moradores no tormo do Innnzeir
ra para dentro do prazo de noventa dias que lhes
tica marrado a contar desta data, recollierem ao
cofre desta tbesotiraria cada um a qOintia de du-
zeutos e vintc e rinco mil ris pronenfento de mul-
tas que loes foraui impostas peloDr. juiz de die
reito presidente do tribunal do jury do mesmo ter-
mo por taita de comparecimento a segunda ses-
sao do dito tribunal. Pind o [trazo sera a eobran-
ca das referidas inultas etTectuadas exeeutivamen-
te de contornada* rom o art :i do regulamento
que baixoucont o decreto n. 1,181 de 6 de maio
do anno prximo Ando.
Secretaria da thesonraria de Pemambuco, 12 de
Janeiro de 18(59.
0 offlcial-maior,
ijAi C Manoel Mmale da Silva Costa.
DECLARACOES.
ALFANDEGA.
Rondimento do dia 1 a 19 .
dem do dia 20......
5(3:087*437
110:687*981
6Q>:7434i8
MDV1MENTO DA ALFANDEA.
Volumes entrados
dem idein
com fazendas
com gneros
Volumes saludos com fazendas
dem idem com gneros
:ts
ISo
lr'6
:83
o(J9
m
Descarregam hojo 21 de Janeiro.
Vapor nglez=.l//(nmb!7i=-mereadoras"
Rarca iiigleza=S(ip//!0=dem.
Lugar inglez=.Vrtr/foridem.
Lugar inglez=Cflrr/'!)ion=dormentc9.,
Rarca franeeza=.l/ois.s, de .V(m/=vinnos.
Patacho hespanholAdelleidem.
RECEREDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimcnto dodia 1 a 19 ^2:1183435
dem do da 20...... ,1:676I87
3:821562*
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondimento do dia 1 a
dem do dia 20 .
19
l6:872*939
2:920*312
99:193*201
MOVIMENTO DO
Navioe entrados no dia 20.
Babia11 dias, briguo iiiglez Uackwor, h, de 309
toneladas, capitao T. Ely, eimipageiri 10, carga
lastro de assucar; a James Ryder St i.
Mossor 8 dias, hiato brasleiro Nosa Senltora
doy TnroananM. de 78 toneladas, ca|pitio Joa-
quim V. de M. Gandas, equipagem 6, carga al-
godao e outros gneros; a Bartliolouicu Lou-
renga
Rio-Grande do Sul 22 da?, patacho norte-alle-
mao elphin, de 132 toneladas, capitao J. W.
Lilienthal,. equipagem 6, carga 10,900 arrobaa
de carne ; a Oliveira Futios c C.
Navio saludo no mesmo dia.
Ro da PialaEscolia norte-allemaa Padehn, ca-
pilao D. Rarteln, caiga assucar c agurdente.
EDITAES.
A reforma das alfandegas.
ii
E (feralmente entendido, que a le que autorlsou
a reforma de quj se trata, mandou des|ieir das
roparticoes os empreados que nao lvessem a seu
favor aii'eitus adquiridos ; e que taes direitos na
phrase da mesma lei, sao a somma de doz e mais
annos de servico.
Admitlido um tal principio, o empregado, que
nao contar se qur aquelle mnimo tempo de ser-
vico, embora exerca o seu lugar por eleito de
concurso a que se submetteu para exhibir as pro-
vas de sua suficiencia, deven ser despedido.
Nos, porni, opinamos diflerenlemente : enten-
demos que, pela ni que devem inspirar os contra-
Ios rom o governt', o empregado, em taes condi-
tem todo'o direito a ser mantido no seu res-
pectivo lugar ; e tanto mais legitimo esse direito,
quanto o emprego foi concedido mediante concur-
so, que se apnsentou o empregado por convite
da mesma lei ; ni qual tamoem se Ine garanti
nao s aeeesso gridual aos empregos su|eriores.
como propria co servacao nos lugares em quan-
to bem servisse ; dando assim, a lei, laes empre-
gos certo carcter de vitaliciedade.
Alm disto taes eiupregados satisfazem ;is vistas
do legislador, que, no empenho de melhorar o pes-
ias alfondega, nimiamente desfalcado de ha-
blitaeoes especiai, estabdeceu concurso para os
a amiga prophecia de Jacob, t Juda multiplica-ugares que fossim vagando, de sorte que mais
do desde o comeeo mais do que todos os seus ir- tarde llrasse elle t ioUhis'trado quanto o do thesou-
jiiaos; e tendo sampre conservado urna certa proo- ro e thooorartas ile fazenda
oiinencia, receber emfiin a realeza, como heredi- Se. pois, foi ene indnbitavelmeste o tim que
taiia. I aeoBselhou urna tal medida legislativa, de elevar
Estomago debilitado, oppresso
depois da comida.
A indigestao toma i minora veis formas. As vezes
o estomago torna-se liio sensitivo, que rejeita at
mesmo as comidas as mais simples, e outras vezes
a indigestao tao penivel, que o docnte teme salis-
fazer o appetite. E' justamente em casos semellian-
tes, que as qualdades tnicas das pilulas assnca-
radaa de Bristol, mais claramente se manifestain.
A Sra. Margare! Me Elroy, de Troy, Nova-York,
asaevora ijue, durante cinco annos, ella nao poda
digerir comida algunii solida, nao comendo mais
nada do que gelas. arroz, mngaos, ete. e isto
mesmo causava-lhe lano vexame que ella se vio
obrigada reduzii a quautidade um par de on-
cas tres vezes ao dia. Ella achava-se n um estado
torrivel de magrsa, e para servirmo-nos de suas
proprias expressoes, ja bem pouco se lhe da va o
viver.
Depois de ter experimentado mais de vinte mo-
dos de tratamento, ella linahnentc prineipioa a to-
mar as pilulas assucaradas de Bristol, c of seus
resultados sao por ella mesma narrados da inanei-
ra seguinte: com o maior regosijo de gratidao
que Ibes iiarticipo que me acho boa. Como perfei-
tamente bem, durmo descancada, tornei a engor-
dar e nao sinto as menores dores. Tudo isto devo
as [lilulas assucaradas de Bristol, o por isso com o
maior gosto do mundo as recommendo todos que
padecemdejjm estomago fraco e debilitado. Ellas
sao da maior eflleaci;.
Em todas as molestias aggravadas ou provenien-
tes de impureza do sangue, a salsaparrilha de Bris-
tol, deve ser tomada conjunctamente com bs pi-
lulas. 0 seu expeliente aoondicionamento lorua a
ja censervacao lixa em todos os climas.
Tratamento cathartico mo-
derno.
As pilulas catharticas do Dr. Ayer formani urna
grande excepcao as pillas apurativas que per ah
sao vendidas, pois o elfeito fue produzem perma-
nente.
Para a prisao do ventre, dores de caneca, ner-
vosas, de ordens bellfesas, calafrios e febres, in-
eommodos de estomago,debilidade geral, coHens. ir-
regularidades do systema ferainino, ellas consttueni
nina cura especifica. Ellas estao mettidas dentro de
frasipiinhos de vdro, e por isso a sua boa conser-
vacau duraduura em todos os climas. Em lodos
(1) Dando publicidade ao artigo cima, ajienas
temos dizer, em resposta, qae o que hontem dis-
semos e o que hoje ainda era nossa Revista addi-
cienamos^ob o assas.inalo do Cabo, oi-nos tudo
ministrado jielas communicacoes polieiaes, fonle
sem duvida, insuspeita. Rccomraendamos, poli, ao
amigo do pai da desgranada Antonia Varejaoit lci-
tnra de oflicio do Dr. delegado do Cabo, gai vai
transcriptoJioje em dita Revista.
A SEDACCAO.
De ordem de S. Exc. o Sr. j_ residente
da provincia se faz publico, par; conheci-
mcuto das pessoas, quem conv er. que,
tralando-se do forneciuiento d'ag a potavel
esta capital por meio de encan imento e
chafarizes, recebem-se nesta secretaria pro-
postas para a construccao das (bras res-
pectivas at o dia 28 de fevereird prximo
viiidouro, preveuindo-se de que jcai de-
pendente do assentimento da assembla pro-
vincial o contracto, que para esse fin for
celebrado.
Secretaria do governo da Parahyba, em
9 de Janeiro de 1869.
Thomaz de Aquino Mindello.
lnspeceo do arsenal eo
marinita.
De ordem do Exm. Sr. presidente da plrovincia se
faz publico o edital abaixo transcripto relativo ao
pharol nos baixos de Rraganca.
Inspeccao do arsenal d uarinlia de Pernambu-
eo 16 de Janeiro de 1869.
.0 inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
EDITA!,.
De ordem do Exm. Sr. eonsellieiro pi'esWenle da
provincia se faz. publico que no dia 21 db novembro
ultimo foicoltoeada as proximidades do cotovello
do baixo de Rraganca ao S. S. E. da ponta da ilha
de Tjoca, e ao S. E. 4 E. da ponto do Curuca em
latt. S.O 26' 9"e long. O de Grew. 47 St',
3.", em fundo de Id bracas ara Una, a barca
Pharol, que para semelhante fim destinen o go-
verno imperial, as eondiecocs segnintcs : E' toda
construida de ferro, tem 80 ps de co nprmento,
20 de bocea, 10 de pontal, calando 7 Eleva-se
do seu centro um mastro, no qual cada a lan-
terna,que contm um apparelho luminoso do sys-
tema catoptrico, coniposto de nove la: upadas de
balance com outros tantos reflectores irateados e
dispostos em grujios de tres. Este apparelho
giratorio, concluindo em 3'una revolacao com-
pleta com (elipse de 3." cada um. 0 idioco lumi-
noso eleva-se 3f>ps cima da linha de fluctuaeao.
a luz clara e pode, regularmente, ser avistada
na distancia de oito milhas. 0 navio que buse; r
a entrada deste porto logo que tiver re onhecido a
barca Pharol a dever conservar par R. B. e nave-
gar ao S, 0.4 0., della distante ineia milha, e topo
que tiver pela popa a igual distanda, navegar
ao S. 0., tendo muita atten?o a ruar com que
entrar, porque a vasanto encosta para cima do
baixo e a cnchente o afasta. Os run os de que
cima se trata sao magnticos.
Secretaria do governo da provincia do Para ein
2 de Janeiro de lfw9.O secretario interino, Joo
Brgida dos Santos.Confere, Antonio Ames Ja-
come 'PiresConTere, Masar.Confo-meO se-
cretar da inspeeeao.
Akxmire Rodrigues do i Anjos,
= Pela reeebedoria de rendas internas geraes
se fazjpublico que neste mez e no de levereiro
prximo futuro, que os contribuintes da taxa dos
escravos do exereicio corrente de 1868-69, quer
moradores as freguezias da eidade, quer as de
fra, teeni de paga-la. livre da inulta de 6 0/0, e
com ella de mareo em liante.
Reeebedoria de l'ernambueo 8 de Janeiro de
1869.
O administrador,
Manoel Carnciro de Souza Lacerda.
Consol lio de compras navacs
O couselbo no da 2 do corrente mez promnvc
a compra, sob as condcoes do estylo e vista de
Srepostas recbalas at as 11 horas da manhaa,
os seguintes objectos do material da armada : 6
pecasde arribem, 3 aneorotes de 2 qniataes, 12
badeiras nacionaes de 4 pannos, 200 alqueircs de
cal prcta, 8 pecas de cabo de linho de 1 polegada,
8 pecas de cabo de linlio de 1 1/2 polegada, 200
canelas. -'>,000 estopares, 10 arrobas de graxa do
Rio (irande, 200 lencos de seda preta, 30 pecas de
lona larga da Rnssia, 20 resmas de lixa de esmeril
em pann6, 6 arrobas de mialhar. 10 libras de
obreias franeczas. 30 follias de papel para mappas,
2 resmas de papel lioll.inda, 2 pecas de tapete. 20
tira-lnbas, 40 tradoa de ferro de i/8, 60 grosas de
trridas para pharol, e 2 vidros grandes de patente
de 5 1/2 palmos de conipriuiento e 4 1/2 de laigo.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
18 de Janeiro de 1869.
O secretario
Ale.mndre Rodrigues dos Anjos.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da anta casa da misericordia di
Recife de ordem da Illma. junta administrativa se
faz seiente aos prenles das educandas Emilia Pe-
reira, lilba de Mara Renriqueta de Castro e Ale-
landrina Soares, sobrinha de Joaquim Alvos Xu-
ues, que se as nao vierem tirar do collegio rao
ellas para o hospital Pedro 1{, aflu de seren em-
pregadas como serventes, visto queja tendo com-
pletado a sua educaran no mesmo coliegio, nao
IKKleni all continuar.
Socretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 12 de Janeiro de 1869.
O escrvao.
"Peilro Rodrigues de Souza.
AVISO AOS NA V EGANTES.
Em virtude provincia manda o Illni. Sr. capitao de mar e guer-
ra e capitao do porto publicar o edital abaixo trans-
cripto, conforme sohcitou S. Exc. o Sr. presidente
da provincia do Para:
Edital. -De ordem do Exm. Sr. conselheiro pre-
sidente da provincia se faz publica que no da 24
de novembro ultimo foi enllocada, as proximida-
des do cotovello do baixo de Rraganca ao S. S. E.
da ponta da ilha daTijca, e ao S. E. E. da ponta
do Curuc em latt. S. O26'9", e long. O. de
Grew i7 54'3", em fundo de 16 bracas aren
fina, a barca Pharol, qne para seuiel liante limdes-
tinou o governo imperial, as condirrrx's seguin-
tes:
E' (oda construida de ferro, tem 80 ps de com-
primento, 20 de bocea, 10 de pontal, calando
7.
Eleva-se do centro um mastro no qual icada a
lantema que contm um apparelho luminoso do
gysthema catoptrico, composto de nove lampadas
de balanca com outros lanos reflectores prateados
e dispostos em grupos le tres.
Este apparelho giratorio, concluindo>m 'i
una rcvolucao completa com eclipsa de S" rada
nina.
O phoro luminoso eleva-se 30ps cima da linha
de fluctuaran, a luz clara e pode regularmente
ser avistada na distancia de oito niillias.
O navio que buscar a entrada deste porto logo
que tiver reconbecido a Bnrca-Pharol a devora
conservar por R. R. e navegar ao S. 0.4. O.; della
distante nicia inilba. e logo que a tiver pela popa a
igual distancia, navegar ao S. O., tendo muita
attenco a mar rom que entrar, porque em va-
santo* encosta para cima do baixo o a endiente o
afasta.
Os rumos de que cima se trata sao magno
tico?.
Secretaria do governo da provincia do Para. 2
de Janeiro de 1869.O secretario interino JooRri-
gido dos Santos.
ConfereAntonio Aunes Jacome Pires.
Confer. -Salazar.
Capitana do porto de Pemambuco, 16 de Janeiro
de 1869.
O secretario,
Decio a"Aquino Fonseca
O inspector da alfandoga faz publico que o
lcilo das 2o barricas com p de podra marmore,
annuneado para boje, e que por falta de licitan-
tes dcixou de ser eifeetuado, lira transferido para
si.-xla-feira 22 do corrente.
Alfaudega de Pcrnanibuco 20 de Janeiro de
1869.
Jos Mauricio Fernundes Pereira de Barros
Para Lisboa
O brigne portuguez Lata I, capitao Vieira, vai
sahir com muita brevidade, por ter a maior parle
da sua carga prompta; para a que anda lhe falta
e passageiros, -ata-se com Oliveira Filhos&C,
largo do Corpo-Santo n. 19, ou com o referido ca-
pitao, na praca do Commeri
DE
Paquetes a vapor.
Dos pollos do norte esperado
ate odia 26 do corrente e vapor
LruseUv do Sul, commandante
Alrofuradu.n qual depois da dc-
mora do oslme seguir para os
do sul.
Desde j recebem-se passageims e engaja-se a
carga ipii' o vapor poder conduzir. a qual dever
ser embarcada no dia de sua ehegada. Eneommen-
das e dinheiro a frote at as duas boras do dia da
sua sabida.
Nao se receben! como cnconiniendas senao ob-
jectos de pequeo valor c qne nio exredam a dnas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medieo.
Tudoipic pasear uestes limites dever ser embarca-
do como carga.
Previnc-se aos Srs. passageiros que suas passa-
ena s se reeebem na agencia ra da Cruz n. 37,
1" andaar. escriplorio de. Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. _______^___.^_______
Para o Porto
Segu com a maior brevidade posshel a barca
Amelia de primeira marcha, iku ter a maior parte
de sua carga engajada; para o pouco qne lhe falta
e passageiros. ao; tata offere excellentes eomnio-
doa, trau-sc com Rallar, Oliveira & C, ra do Viga-
rio n. 10.
Kio Grande do Sul
Para o referido porto saldr infallivelmonte at
a dia 27 do corrente a barca pnrfitgaata Arminda,
recebe alguma carga a frote para o que pode tra-
tar-se com o seu consignatario David Ferreirc
Paitar, na do Rrum n. 92.______________
"mm\ masilera
DB
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado-
at o dia 21 do corrente o vapor
Tocantins, o qual depois dade-
; more do costume seguir para
os do norte.
Desde j recebem-ae pasoaantaxie e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no diado sua ehegada. Eammmen
das e dinheiro a frote ;it o dia da sua sabida as 2
horas.
Nao serecebemcomo encomniondas seno ob-
jectosde pequeo valor eque nao exredam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de Dedican.
Tudo que passar desies limites dever ser embar-
cado como carga
Previnc-c aos Srs. passageiros que suas paoaa-
genss se recebem na agencia ruada Cruz n. 57,
oscriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
Para Lisboa
Segu em poucos dias o brigue portuguez Cons-
tante I, por ter grande parte do seu earregamento
prompto ; para o restante e passageiros. trata-so
com Oliveira, Filhos & C, largo do Cupo-Santo n.
19, ou com o capitao na praca do Commorcio.
COMPANH1A r-RNAMBIJCANA
1)F.
.\:no_;:it:So cesteira por vapor.
I'atahyba, Natal, Maco, Mossor,
Aracaty, Cerfl e Acarac.
O vapor Ipojuca, commandante
Martins, seguir para os portos cima
no dia 30 do eorrente as 5 horas da
tarde. Recebe carga at o dia 29 as 3 horas da
tarde, encomniendas, passageiros e dinheiro a
frete at as 2 lunas da tarde do dia da saluda no
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Porto
A barca portugiieza .lwiW/a,deprimeira mareba-
acha-se prompta para receber carga frete e pas-
sageiros, liara o que tem excellentes commodos;
trata-se com Rallar. Oliveira 4 C, rna do Viga-
rio n. 10.
1
ara
O brigne escuna nacional Amelia II, segu no
lio do corrente mez de Janeiro, ainda recebe al-
guma carga uiimta : trata-se com o consignatario
Joao Francisco da Silva Novaos, ra do Vigario
n. H.
LEILOES.
Yice-consulado do Per.
0 abaixo assignado vice-consnl da repblica do
Per, tendo de remetter a junta de beneficencia de
Lima, o producto da subseripeo aberta a benefi-
cencia dos prejudieados com os ltimos terremotos
que destruirn! diversas cidades e povoacoes da-
qnelle naiz, deixando millares de pessoas ontr'ora
abastadas, reduzidas ao maior grao de mendidda-
de; avisa a todos os habitantes desta eidade que
queiram concorrer para um lim tao caridoso, qne
no vice-onsulado est aberta a respectiva subs-
eripeo. Jos Jronte Tasso,
Vice-consnl.
Pela admmistracao do corrcio dcsla cidade, se
faz publico a quem inleressar possa, que nao se
demorand't os vapores da coinpanhia Messageries
hnperial*s neste porto em seu regresso do Rio de
Janeiro, o tempo preciso para se lzer a expedirn
das malas com directa, a Europa, tem resolvido
que as malas se fochein 6 horas da larde do dia
anterior ao da ehegada dos mesmos vapores
Correio do Pemambuco, 18 de Janeiro de 1869.
0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
MMIiRrMAL
Relacao das cartas registradas existentes na
administraran do correio desta cidade
para os senhores abaixo declarados :
Dr. Antonio Teixeira Mendos, Antonio Jos
Dnartc Coimbra, padre Antonio de Mello Albu-
S-erque, Antonio de Souza e S, Rraga _. Villana,
r. Cassemiro Rorges Godinho de Assis f2). Dr. Car-
los Jusliniano Rodrigues. C. Adelino. Erasmo Jos
de Mello, D. Feliciana Maria do Reg, Francisco
Antonio da Rosa, Francisco Rorges Marques, Fran-
cisco da Silva Vaz, Francisco dos Santos Lomba,
D. Guilhermlna Franca de Oliveira, Dr. Gabriel S.
Raposo da Cmara] (2), D. Joaquina Maria de Sa-
cramento, J. C. Bravo & C, Joao Gabriel Baittista,
Jos Hermino de S o Souza, Jos Marcos Nunes
Relfort, D. Maria Augusta H. Jorge, Dr. Marciano
Goncalves da Rocha, Manoel Rodrigues dos Santos
Moura, Urbano Nones Machado Antunes, Raymun-
do Agostinho Vieira.
LEILAO
De 3 casas terreas e um eaiio
ena Olinda.
HOJE.
O agente Pesia na far lcilo por conta de quem
pertenec- de 2 rasas terreas n. 4 e 3 na do Rom
Sueresso. em chaos proprios. de pedra e cal, com
grandes quintaos cercados. 1 dita tanibetn depedra
e cal menos um oilo na ra da Rica nos Quatio
Cantos e mais una casa em caixo junto a esta
ultima. Para examinar a do n. 4 veja-se a chaye
na ile n. 3 e as mitras aos moradores : o leilo
ter lugar no dia quinta-feira 21 as 12 horas cin
ponto no largo do Corpo Santo junto aocaf com-
mercial.
LEILIO
De 'O cal\as com masnifleo cha
llysson.
Cordeiro Simdcs
por conta e risco de quem pertenec' far leilao de
20 caixas com cha tino llysson desembarcado l-
timamente em um ou mais lotes a vontade dos
concorreiitos. isio
Hi1 lia Ni i 22 do corrento
as 11 horas, no armazem do Annos largo da al-
fandega.
AVISOS MARTIMOS.
Para o Porta
Segu sem demora a barca portugiieza Noce
Silencio, por ter gm|de parlo da sua carga
prompta ; para o resto c passageiros, aos quaes
offerece exoellentes commodos, trata-se eoiu Oli-
veira, Filhos k C, largo do Corpo-Santo n. W, ou
com o capitao na praya do Commercio,
LEILAO
De urna grande casa com soto da ra da
Ventura n. 15, porto do Lasserre na
Cipunga com casa, sitio murado, cacim-
ba e arvorediis.
Quinta-feira 22 de Janeiro as 11 horas.
Luiz Puerh tendo de retirar-senara Europa far
leilo por intervencao do agente Pinto, de seu pre-
dio acuno mencionado, o qual se torna recom-
luendavel por ser edificado em chaos proprios e
porto da cidade, o leilo ser eifeetuado no dia o
hora cima referidos no escriptorio do menciona-
do agente ra da Cruz n. 3o.
I_E___0 ~
De nm carro americano de 4-rodas coberto, com
arreios para um cavallo, tudo em estado per-
feito.
Um cavallo grande proprio para carro e bom de
sola.
Sexta-feira 22 de Janeiro as 10 12 hora
em ponto.
0 agente Pinto far leilo por cont e ordem de
um estrangeiro que rotira-se para Europa, do
carro e cavallo cima descrilos as 10 Ij2 hora
do dia cima dito na praca do Corpo Santo lado
da sombra.
B.l.llitO
De 3 casas terreas.
O agento Pontual vender em leilan oaaas ter-
reas sendo a primeira aita rna dos Prea n. 30,
solo proprio, a segunda e tereeira ama a ra do
Mondego ns. 3 e 43, soio foreira, a quaes sao
vendidas por auton una pesaoa que
acha-se presentemente na Eur>
Os &rs. licitantes podeiio examinar as litas ca-
sas e c-ncorrerem ao leslio.
A

i
'
i


1
Diario de Peiiiambnco Quinla feira 21 tle Janeiro de 1969.



Sextafeira.33 ti" correte,
No primeiro andar \
Crur., a> 11 hoi
i
AVJS
INSTITUTO AttOLOGIl E (MR.WO
liisliliiio A Tlieelogico c Geogra-
phieo Pernainhiicano.
hfcvflrj sessii aria quinta-feira 2.1
de Janeiro ooriut#,%eta3 11 horas da ma-
nilla.
ORDEM DO DA
Providencia* a tomar para a prxima festa
do anniversario;
Pareceres t mais trabadlos de commis-
soes;
Secretaria do Instituto, 18 de Janeiro de
J. Soares de Azevedo,
secretario perpetuo.
Toado o Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernamhucatio de celebrar o stimo
auuivorsario da sua fundariio no dia 27 do i
corrente Janeiro, pela 1 hura da tarde, no sa- 1869.
13o da Bibliotheca Publica Provincial, no con-
vento de Nossa Senhora do Carino, sao con-
vidados para semelhante elTeito em assmbla I i
geral todos os socios que se acharem do il.lUga-Se
Ijecife,effecthus, honorarios e conespon- nmaim paracas de familia para o servio inter-
dontes. no c externo, mor os cozinha ; a tratar na ra lar-
Nao conhecendo o Instituto a sede das dif- > do Rosario n. 34, botica.
ferentes asssociacoes litterarias, seientilicas,
artsticas e de benotcencia que existem Bos-
ta cidade, tem a honra de convidar pelo bastantes conimo. los para familia :
presente edilal a cada urna de taes associa- da Cadc-ia do Recife n. Gt, 1 andar.________
Bes a assistir solemnidade do dia 27, ou ^a rua do Hospicio, sobrado n. 23, junto aos
a fazer-se ahi representar. trilitos rnanos, 1 a urna escrata para alugar, que
E para conhecimento da? eorporacoes ou cozinha, engouuna e lava.
pessoas que tiverein de ornar a sesso com
Alnga-se
a loja do sobrado n. Ol sila na rua Imperial, com

151
a sua palavra authorisada, aqu se transcre-
ve a ultima parle do art. 28 do regiment
do Instituto:
Se na sala existem socios ou pessoas
oatras que desejam ler algumas memorias
i.iteressantes, partid" parn-no ao secretario
perpetuo, para este prevenir o presidente,
o qual d a palavra aos autores das memo-
rias ; a leitura de cada urna das quaes nao
pode cstender-se alm de meia hora. Porm Algo4o da Babia da fabrica do" Podro,
neuhuma.memoria ou trabalUp pode ser J^Jff&^^SJ!U^m,t^
Aluga-se a casa terrea n 19 da rua do Tara-
liia. na Roa-vista a tratar no Mondego com o des-
pachante Joao Ra-tholomeo Goncalves da Silva.
Alugam-se c Io e 2o andares do sobrado da
rua da Penha 11. 29. preco commodo : a fallar na
rua Direito u, 93. 2o andar.
Precisa-se de urna ama que saiba eozinhar
para casa de bou em solteiro : na rua das Laran-
goiras n. 12, refinicao. ____
= Precisa-se d; una ama de leite sem fillios
na rua do Vigario n. o. 3 andar._________
apresentado e lido em sessao publica, sem
que antes seja submettido a urna commisso
de exame para, isso nomeada, a qual tem
voto decisivo sobre a conveniencia ou in-
conveniencia da leitura.
Secretaria do Instituto, 18 de Janeiro de
1809.
J. Soares de Azevedo,
secretario perpetuo.
Aluga-se
4.
Atten$lo.
Fugio hontem o escravo Julio, de boa
presenea, nagio Mozambique, de 48a 50
amos de idade pouco mais ou menos, alto,
corpolento, rosto comprido, beicos grossos.
os brancos dos olhos meio amarellados, os
cabellos e barba pintando de branco, mas
traz as vezes a cara lisa, tem a falla baixa e
grossa, una cicatriz grande e profunda por
cima da fonte direila bem vizivel, que foi
d*um couce de cavallo, mSos regulares, pos
pequeos, aleijado da perna esquerda na
altura do ipelh, pelo que arqueada e
quanilo anda manqueija, tem tres talhos da
naca.) bem salientes entre as sobrancelhas
postos .ao comprido ; tevou urna trouxinha
contendo urna caifa de brim de algodao
riscado C um;i carniza de chita; levou ves-
tido carniza de algodau riscado americano,
caira de brim pardo por cima de outra de
casimira dequadrinhos, chapeo de fltro de
copa redonda preto, tudo bastante usado,
foi pegado ha tim m na Varzea, e talvez
ja tenha tomado' essa direceo, ou Torre,
Estrada-Nova A- e as mais proximidades
(lestes lugares, fbi ()$6rat0 i Sr. Jos liento
da Costa, do engenlio novo da Villa do Ca-
li >. e talvez ande por alli.
Costuma andar trabalhanclo de enxada em
diversos sitios d'aquelles arrebaldes, dizen-
do ser livre. As autoridades policiaes e aos
capites de campo roga O abaixo assignado
a sua captura, que os recompensar; assim
como protesta contra quem o tiver por dolo
acuitado. RecMe d Janeiro de 1869.
Silviim Antonia Rodrigues.
A exccllcntc c;.sa e grande sitio, de Guilherme
Sette. nos Afogados, rua de S. Migu] junio Igre-
ja, lem viveiros com jpeixes, grande baixa de ca-
iim, inuitos coq'iciros e grande quantidade de
rneteiras, caciuilias com bombas e tanques para
banhos, ele: atritar na rua do Queimado n. 18,
loja.
Aluga-se
A casa terrea ;om sotao na rua do Fugo n. 32,
para qualquer estabelecimento ou moradia: a tra-
ar com o solicitador Mauoel Luii da Veiga.
O solicitador Manoel Luiz da Veiga contina
a morar na rua da Gloria n. 9i ; acceita casas de
partido com mdico onerario, e se encarrega de
talugueis de casas nesta praca. cuncertos, etc. com
una porcentagen razoavol.
C0ZINHE1R0
Deseja-se uiabum cosinbeiro : rua larga do Ro-
sario n. 44.
Precisa-se arrendar um sitio grande, at a
distancia de 3 legoas desta cidade: a tratar na rua
da linperatriz n. 2(1, loja.
Pilulas azucaradas de Bristol.
NAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NT.NIll'M
OITIIO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo no-
vo, como mesmo por meio da faeuhlade
medica: e por isso, infinito o gOsto e
prazer que sentimos, em podermos com
toda a confiancae seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assiicaradm de Bristvl,
como urna excedente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
parfefto, seguro e agradavel cathartico de
familia. Esle remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
coraposirao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas shn, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver cliiiuiraniente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que costeen) o verdadeiro valor medicinal,
daqucllas porcOcs fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
(bii!i tem demonstrado, possue um poder o mais
maravilhoso possivel sobre as regioes do
,'igad, assim como sobre todas as secre-
coes biliosas. Islo de combinaco com o
leptamlrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consli-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mema
nalureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegelaes assucaradas
de liristal, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente elfi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as segundes.
reriki-se
lonito i! aeiri.-. (te tenha alftit-
IA 4e f;rfx'iro no armazem du oatii do
[H.8C.
m Ja coinloi para
[oeda i!. 17.
para tod > MCvico de
'"ff038*1*1 a tratar na fiia. da enzala-m\a
n^2^jnfl^r__JJT
Pirctea-se de ua>a
pequea familia: na rua da
Da-se sociedade n'unia taberna muito afre-
gnezad na freguezra de Santo Antonio, a urna
pwoa que entre com fundos superiores a 1:0001,
e entrega-se inesina pes quizer falle na rua de Hortas n, 7, qu "abi di rao
qnem faz o negocio.
Hydropesia dos mem-
* bros ou do corpo,
AlTeccoes do figado,
Ictericia,
Ilemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
1VISI)
lleal companhi i d* paquetes
inglezes a vapor.
Os agentes da real companhia de paquetes in-
giezes vapor fazem publico que os directores
da ine-ina. |iara facilitar as communicaviie-- entre vaV da corte"
Pernambuco, Babia. Rio de Janeiro. Montevideo e
Bnenos-Ayres anlorisam una reducSo as passa-
gens para aijiielles portos ; d-se tainbem bilhe-
l de ida evjlli cota prazo de 6 mezes, confor-
me a seguinte tabella receidas em papel moeda.
Primeira clone. Ida. Ida e volta.
Do lVniainbuco al Babia. ... o6 85*
Rio de Ja-
neiro. H2
> Montevideo. -'iOS
Buenos-Ay-
ns.....'. 270
Passageiroa da tereeira ctasse pagam um quar-
to das qiiautia- cima m-ncimadas.
A passagem d'aqai at lasb i da segunda clas-
; lie.| i lii'.i'l i ile i >' a ^ \.
Tambetn aeham-se rodazidos os Bretes de di-
niteiro para Inglaterra, Franja e os partos do sul.
''ara ulteriores informacSes trata-se na agencia
rua do Trapiche Novo n. 40.
Rua do Rosario n. 79,
sobrado
Agencia de negocios da corle pa-
ra as provincias e destas para
a corle.
Stib a direceio do advogado Francisco Carlos
Brando, acha-se ostabelecida na cidade do Rio de
Janeiro, rua do Rosario n. 79, sobrado, tima nc en-
ca de negocios da corte para as provincias, e des-
tas para a corte, a qual, pelo pessoal habilitado, c
meios de que dispee, encarrega-se de todos e quaes-
qner negocios jad ciaes em 1* e 2a instancia, como
accoes civeis, crinies e cominerciaes, recursos, ap-
jiellacoes, aggra\os, revistas, defezas peraitc o
jury, reclamacoes de antiguidades de magistra-
dos, etc., etc.
Incunibe-se oulro sim de liquidacoes comnier-
ciacs, de verifieacoes, e ajustes de cbntas, de co-
brancas de divida*, de arrecada^oes de heraiicas,
de matricula de juizes, e comuierciantes, e em ge-
ral de todo e qualjuer trabalho forense, ou que te-
nha de ser feito pirante as repartieres admiuistra-
lG8
373
OoS
CV:>
<2>
D. Josephina Amelia de Morae> S, Francisco
Teixeira de S e Jos f. jnjalves de S ap-adeceni
a toda- as pe980ft que se diiinaram asisltr as
cequias de sen muito prosado marido, pac e so-
gto JoaoBaptista de S. Confessam-se extrema-
mente gratos por esse acto de caridade e de reli-
gue pranearam para com o finado, em obse-
quio assuasrinzas,
Ama de leite
Precisa-se de un ama para acabar do criai
urna crianca de b uwa%, prefere-se sem ilno r i
tratar na ra do Amorim n. 43. 2o andar.
Mediante as condicoese garantas que com as par-
tes estipular, adu.nta dinheiros sobre as arrecada-
coes e direitos que Ihe parecerem seguros, e l-
quidos.
Presta-se a fornecer aos seus committentcs as
mforiiiaroes que exigirem, e que puder obter, so-
bre assnmptos e uteresses que lhes digam res-
peito.
Seus honorarios e commissoes scrao razoaveis e
moderados, regulando-sc pela importancia e difll-
culdade que ofletecerem os negocios commet-
tidos.
As pessoas qu; dos seus servicos se quizerem
utilisar, poderao dirigir-se pesso'aimente, ou por
caria ao escriptoi io cima indicado, devendo na
segunda hypothtse renietter os documentos que
tiverem ou'copia liel delles, e urna mformacao cir-
enmstanciada, escripia, c assignada sobre o nego-
cio ou negocios que tiverem de ser tratados. Alm
desta remessa os seuhores que morarem fota do
municipio neutro e em qualquer das provincias
deverao competei-teniente autorisar peasoa id-
nea, resiilenib na corte, com quem a agencia poss
entender-se e validamente contratar.
.0 fiel dosempeiiho dos seus deveres para com
todos, e especialncnte para com aquelles, que tol-
la confiaran, constilue o fundo capital, com qae
a agencia principalmente conta. e por isso tem o
mais vivo interese em mant-lo, e ha de zela-lo
coni a mais vi(j^;inte solicitude.
Precisa-se de um feitor, prefere-se casado,
para tratar de un pequeo sitio: a tratar na rua
Direita n. 10.
Ricardo Baibosa Coperlno, por haver outro
de igual noine, i.csta_ data em diante a-signa-se
Ricardo Barbosa Monleiro. Recife, 20 de janeita
de 1869_______________________
Procin-SOM um feitor que seja tralialbador
e de bk'in com )oi lamenta : a tratar na rua da
l'raian?. 18 c I?.
Dyspepsia, ou indi-
gesto,
Vdstringeticia, ou..
prisao do ventn:
habitual,
Azia do estomago e
llatulencia,
Perda do apetite,
Estomago sujo,
Em todas as molestias que derivam a
sua origen) da massa do sangue: a taistt-
puriillta di' tirkiol esse mellior.de todos
os puriicadoros deve ser tomado conjtin-
tanicutc com as pilulas. pois que estas
duas medicinas, UmiIm sido expressamente
preparadas para obrarem de barmonia urna
cun a outra, quando belmente assim se la/..
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que nomaior numero dos casos, podtnios
allianrar nao s nm grande alivio, como
tambem una cura prompta e radictd, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ade n'um estado muito almdos recursos
11 ti manos.
I). Emiiavon Slisten, viuva de Pe-
dro C. von Slipsten, faz publico que a casa
commercial de que fez pai le o seu tinado
marido, continuar' como at aqui sob a fir-
ma de von Sohsten d- C tendo passado a
fazer parte da mesma o Sr. Geraldo Abri
Pedro Brender a Brainli<.
Recife, 19 de Janeiro de 1869.
Franscisco Jos Martn* da Costa vendetta
taberna que llic pertence ao Sr. Antonio da Silva
Netto, na rita Imperial n. 178.
Jos Goncalves Benrio 4 Irmap fazem ver
ao corpo do commercio que Jos Das Brandan
doixou de ser seu caixeiro, a contar d'j da 18 do
correaie.
_____
~~ Pugio dositio da Sapucaia, em iBeberibe, a
h iiluirente' escravo Saturnino, mulato (ac),
cabellos vermelhos, sem barba, estatura mono que
retulpynrnido, representa 30 aunos, i\ natural do
sertao, ntasj est em Beberibe ha muttos annos :
e carreiro e consta ter relaroes no brirro do Re-
cife : recommenda-se portanto as autoridades
competentes e pessoas do officio. de o eptnrareo
o levarem a seu senhor em dito sitio, que re(\mi-
liensar convenientemente.
Preeisa-se de um caixeiro com pratica de
taberna : na raz da Aurora n. 50. _________
Compra-se urna negra que saiba eosiahar e
engommar : na rua de Santa Rita Nova n. 63.
Devo^o de Nossa Menh Maide no eonvento de Manto
Antonio do Recife.
Por ordein do Illin. Sr. irmo juiz sao convida
dos todos os nossos charissimos irma >s para di>-
mingo li do corrente pelas 10 horas Ja manliaa,
eoiiiparccerem em nosso consistorio, alim de pro-
ceder-sc oleiciio da mesa regedora de 1809
a 1870.
Consistorio da devoeao de Nossa Senhora da
Satide, %l de Janeiro de 1869.
O cscrivio.
Isaas Ftmem ir- 'aula e Sili'a.
11*1
Precisa-se de 2:0003 a juros, pagando-se o pre-
mio que se convencional', e dando-so boa garan-
ta : a pessoa que qtiizer fazer este negocio, deixe
caria, fechada na rua das Cruzes n. 13, com as
iniciaos J. F. M.
Apedido.
Acaba de sabir do pelo relacao dis unidades
das medidas brasileiras o niel ricas, por Jos Anto-
nio Gomes Jnior, obra ao alcance de todas as in-
telligencias, e que se torna indispensavel para o
uso das medidas do systema mtrico, e vende-se
oni casa do autor na do Destino n. 3. e na typo-
graphia Universal, rita do Imperador, a 210 ts.
o excmplar. ___________
Precisa-se de um menino para caixeiro de
taberna, qnr tenha pratica d'ella : a tratar na rua
de S. Jos n. 2.
Deseja-se fallar
da Silva (iiiniaraes :
metro andar.
rom oSr. Franc
na rua da V.rui
PAUA A BOA CON.-KIU ACO
de
VOSSO CABELLO
nsai do
seo Xavier
n. 27. pri-
Jos Soares de Azevedo, prolssor de
l'mgua e litteratura nacional no Gyrahasio
Provincial do Recife, tem aberto em sua
casa, rua Bella, n. 37,
Um curso de
LIM'.l'A FHA.NCEZA.
GEOGIUPHIA E HISTO-
ni\.
PIHLOSOPllIA.
RETlIORICA E POTICA.
Os estudantcs que quizerem frequentar
qualquer d'estas aulas, lauto os que dovem
fazer exame em marco prximo, como os
que teem de segur o curso durante o anno,
podem dirigir-se indicada residencia, de
manlia at s 9 horas, e de tarde a qual-
quer hora.
Attenco
Para se evitar letigios, previne-se que ninguem
contrate negocio algum com os escravos de Jos
Lins de Sigueira Cavalcante Jnior, hoje morador
no engenho Manhoso do Porto Calvo das Alagoas,
por quanto se acham hypotliecados e segundo as
condices da hypotheca se presume vendidos. Os
escravos sao : Bonorato, cabra^Maria dos Campos,
crioula, Amador, Tioulo, Ron ao. cabra. Benedic-
to, Angola, Cincinato, cabra, Severino, Angola e
Olympia, crioula,
Recife, 15 de Janeiro de i809.
Monte Pi Portuguez.
A directora desta associacao manda re-
zar urna missa por alma do fallecido socio
Joao Simoes de Almeida., quinta-feira, 21
do corrente s 7 horas da nianha ua ma-
triz do Corpo Santo, c para esse acto con-
vida a familia e amigos do fallecido.
pello
prema-
Elle um preventivo seguro e cefto contra
a calvice,
Elle d e restaura *forca e sanida
da cabeca,
Elle de prompto faz cessar a que
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bfllos.
Elle doma e faz preservar os-cabellos em
"qualquer forma e posicao que se deseje
n'um estado foriiioso, liso e macio,
Elle faz crescer os cahellos bastos c com-
pridos,
Elle conserva a pollo e o casco da cabeca
liinpo e livre de toda a especie de caspa,
Elle previne os cabellos de se tornarem
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel,
Elle nao demaziadamente oleo
rento ou pegadico,
Elle nao deixa o menor cheinj
davcl,
Elle o melhor artigo para os cabellos das
crianzas,
Elle o melhor e o mais aprasi
para a boa conservaco e anai
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pon-
teado dos cabellos e barbas das seuho-
res,
Nenhum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
Tonieo Oriental
aformosea
?o, gordu-
desagra-
,el artigo
jo dos ca-
o qual preserva, limpa, fortifica t
O CABELLO.
Acha-sc a venda nos estabcl.ejimentos de
A. Caors, I. da C. Bravo C. P. Maurer
it(\, M. Barbosa, Bartholomeu & C, e em
odas as principaes lujas de ijerfumarias
e boticas,
Para descansar algodao
Exposinlo Iniversal de 1807. Premio imieo.
Estas novas machinas obram sera machucar a sement, sem deixnr ficar a menor
parcelia do tecido, e conservara s fibras todo o seu comprmento e loda a sua elas-
liiidade. lirn (pie tanto desejavam os fabricantes.
i) aqiii'ritamt'nto do algdo destruido por urna correnteza de ar fri, produzida
pelo ventilador.
Estas machinas apresentam a vantagem de poderem ser reguladas pelos Iraba-
Ihadores os mais ine.xperientes. O seu pequeo yJume e o son penco peso permittem
transporta-las com cavados, pelos mais pessimos caminhos, e o aeu manejo t3o f-
cil que um homemjpode, sem se cancar, descarocw* de 18 a 20 arrobas, e um meni-
no de 8 a 10 arrobas por dia.
Muitos agrjculWes f negociantes viram funecionar estas machinas em casa do Sr.
Germano relojoeiro. seu expositor, e apreciaram muito o systema pela faeilidade c aper-
feicoado ilo trabalho, porque os fios n ao sao cortados, e deixamos carofos Bmpos sem ne-
iiliuina felpa, deixando portanto um beneficio de 20 a 25 por cento sobre as outras ma-
chinas. A vista destas vantagens, j se v (pie estas machinas sao preferiteis aquellas
de serrar, tanto mais que as queixas dos fabricantes e dos negociantes de Liverpool.
Havre, Hamburgo etc., izerara com que o ministro da agricultura do Brasil prohibisse
o uso das machinas de serrar, que muito deprecia o algodSo braseiro nos mercados
da Europa.
INJEGCAO VEGETAL
com MATICO
DE GRIMAULT E Cf'FARMACUTICOS EM PARS
0 successo d'esta injeccSo^ preparada com as folhas do Matco do Per, foi lio npid, que
ella se tem tornada popular em todos os paizes do mundo, para a cura da gonorrha e das purn-
c5es de toda a natureza. E' o nico producto oeste genero cuja entrada na R-ussia tenha sido
authorzada pelo conselho medico de Sao Petersburgo.
Deposito em Pernambueo, em casa de Hrare O*.
DOENCAS DO PEITO
XAROPE d'HYPOPHOSPHITO de CAL
A effieacia d'esta prepara;So est establecida desde 4857, pelos mais celebres mdicos. Desde
enlSo muitas imila(5es tem sido feitas, mas nenhumapoude sustentar a compareci com o
producto apresentado pela nossa caza. Por isso excitamos o publico para que exiga sempre
este xarope com urna bella cor de rosa, nunca branca, e com a nossa assignatura roda do
fiasco.
Sob a sua influencia, a tosse acalma-sc, os suores nocturnos cess5o c o doente volve rpida-
mente sade. 0 seu emprego d tambero os mais brilhantes resultados nos defluxos, citar-
rhos, bronchites, irritacocs do peito, ele
Deposito em Pernambueo, em casa de Manrer e O*.
Sob urna forma lmpida c agradavel, este medica-
mento runc a quinad qne o tnico por cxccllencia.
e o ferro, um dos principaes elementos do sangue. E*
adoptado pelos mdicos mais distinctos de Pars, para
curar as cores paludas, facilitar o desenvolvimento
das meninas e restituir ao corpo os seus principios
alterados ou perdidos. Faz rpidamente desapparecer
as dores d'cslomago intoleraveis suscitadas pela ane-
mia ou pela leucorrhea, s quaes as senhoras eslao
tantns vc?.es sujeilas, regularisaefaeilitaamensiruacSo,
c receitado com successo s enancas paludas, lym-
pbaticas ou escrofulosas. Emlim, excita o appeiite,
favorece a digesto, c convem a todas as pessoas cujo
sangue est empobrecido pelo trabalho, pelas moles-
tias, as convalcsccncas longas ou dil'iiccis. Os boas
resultados nunca se fazem esperar.
Deposito em Pernambueo, era casa de Manrer e O".
esquina
la rua larga do
Rosario.
LOJit DE_____
Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre um sortimento sem igual
e vende por pre vista da qualidade e do pre$o das joias cada um pder-se-ha convencer dverdade.
Garante-SB ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pednis finas por presos muito ele-
vados, a
A loja est abert at s 9 horas da noute.
esquina
da rua largado
Rosario.
B

;.!.


Diario de Pernambuco QiuuU feira 21 de Janeiro de 1869.
i




COLLEGIO
E
SANTA GENOVEVA.]
Ra do Hospicio n. 22.
Todas as aulas deste collegio qne eomprebendein
oensino do prhneiras lettras; das lnguas latina,
franccza ; ingleza; de geometra, geographia e
philosopha, estarao inprctcrivelmente abortas na
secunda- feira, 11 do corren te. Alm destas disci-
plinas, llavera duas veres por semana una aula de
grammatica portuguesa e um curso especial para
a pratica ila ronversacao franceza, dirigido por un
professor francs.____________
OSr. sargento brigada do corpo d;
polica queira vir aTesta Typographia a en-
gocio.________________
.Trocam-se
as notas do banco do Brasil c das caixas filiaes,
vota descont milito razoavel : na praca da Indc-
pendencia n. tt.______________I__________
BARATSIMO
Calcado nacional, na fabrica de Jos Vicent:
Godinho A ("., ra do Jardim n. 19, avisan) ao<
scus freguezes dcsta capital c do interior, que con-
tiuuam a fabricar calcado em alta escala, e offe-
recenias melhores condieoes, tanto em preco cono
em qualidade. Os proprietarios deste cstabeleci-
mentn cliamam a attencao dos senhores consumi-
dores do'interior, que os quizerem honrar coi: i
sua fregufltia, especificando em seus pedidos i
qnalidade e nuinoraeao,olTerecendo-se para os en-
tregar tem acondicionados em casa de seus cor-
respondentes nesta praca.
Criado.
Na ra do Imperador n. 73, segundo andar, pre
i'isa-sc de um criado liel e bem procedido.
Clrurglo
Antonio Jos Rodrigues de Souza, precis.
akigar um criado para o snico de casa, de mai;
de 15 annos : a tratar com o memo na ra di
Crespo n. lo, ou em sen sitio no Montoiro._____
Frederico Maya
dentista pela escola
de medicina
do Ro de Janeiro.
Tcm a honra de participar ao rcspeitavel publi-
co desta capital e seus suburbios, que tcm aberto o
seu gallineto de conguitos e operaeoos dentarias a
ra Direita n. ii, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os das das 8 horas da mantaa as
:i da tarde. Elle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeieae col locar dentes artificiaos
por qualquer dos sysliinas, c bem assim desempe-
nhar quaiquor nutro trabalho conccrncnle sua
profissao. O mesmo, reconhecendo que nem sem-
pre possivolssenhoras ou maneas sahircm a
prora:jr o remedio, offerece-se a remover qual-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a qualqucr chamado sem que isso iuflua cousa
alguna na ciumnoilklade dos precos de seus traba-
jos, equando para fra dola assim mesmo ser
precedido de um .ajuste rasoavol, garantindo elle a
seguranea e pcrl'eieao de seus ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente escol-
ente pos dentifricio, elixir e odtros medicamen-
tos odontalgicus : ra Direita n. 12, primeiro
:uidar.
Photographia
0 photograpb9 J. Fcrrcira Villela participa ao
respeitavel publico, que tendo cbogado do Kio de
Janeiro no da do passado, tomou a direccao do
seu estabeleeiniento de photograpla, 9ito ra do
Cabug n. 18, < ntrada pelo pateo da matriz, onde
so contina a tirar retratos por todos os systemas
photograpbicos. No mesmo estabelecimento a inda
se contina a ti rar retratos em cartao de visita a
9*000 a duna. Ha tambero una linda colleccao
de alfnetos de toro de le coro podras preciosas,
para a collocaciio de retrato.
ya v
Precisa-se de duas amas, urna para engommar
e outra para cotinhar : na ruada Cruzn. 66.
Arrenda-se a propriedade denominada
Barra de Serinhacm no littoral da freguezia
do mesmo no me, com muitos foros rece-
ber e muitos coqueiros a desfructar, tendo-
alm disto, a excellente e rara posic5o de
beira-mar, e beira-rio, inteiramente apro-
priada para manter-se ah qualquer es
tabelecimento commercial de seceos, e mo-
Ihados ; a tratar ra do Imperador n. 20,
ou a ra da Florentina n. 28.
Cozlnhelra
Na ra do Imperador n. 73, segundo andar, pre-
cisa-se de urna cozinheira.
lina de I*.
Precisa-sc de una ama de leitc preferindo-se cs-
Frava, para acal ar de criar una menina de 8 me-
zos de idade: ni ra daConceieao, na Boa-Vista,
n. 14.
tVttencio
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de Len,
como solicitador do foro desta cidade e*dos termos
de fra, se encarrega de todas as questoes que fe
rem suscitadas icrantc os tribunaes civeis, cri-
mes, coramcrck.es e ecclesiaslicas, prometiendo
continuar a exercer o seu emprego, com a niesma
lealdade, actividade c dedieaefio. O annunciante,
pode ^inda receber certo numero de casas com-
merciaes, por co itrato annual e bem razoavel. De-
ve declarar, que cosluina dar as sontas de despe-
zas judiciaes, to las datadas, especificadas e com
escrupulosa exaetidao, como afflrmam os que tcm
sido seus constituintes. Quem pois quizer o hon-
rar com sua con ianea, dignar-se-ha procura-lo
ra das Trincheiras no primeiro andar do sobrado
n. 48, junto ao cartorio do Sr. cscrivo Motta, para
onde acaba de n udar-se.
Antonio de Audraolv de Luna avisa ao pu-
blico c especialmente ao repeliere) corpo do
coniineici, que ndniittio para socio de sua casa
commercial em Goianna a ma do Meio n. 27,a seu
sobrinho Luiz Antonio de Andrade Luna, tendo
principio no (lia Io de Janeiro de 1809, na razan so-
cial de Ivo Antonio de Andrade Luna & Sobrinho.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltro
HUA DO TRAPICHE NT. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
'o do Minlio, em Braga, e sobre os
tes logares era Portugal:
Lisboa.
seguin-
Porto.
Valenfa.
Guimaraes.
Coimbra.
IJiaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalico.
Lamego. #
Lagos.
Covilliiia.
Vassal (Valpassos).
Alirandflla.
Reja.
Barcellos.
Gyirui.asio provincial
De ordein do I Im. Sr. r. regedor e de confor-
midade com o quj dspoem os arts. 62 e 63 do re-
giment interno ;faeo saber que desde o dia 13
at o da 31 do torrente mez estarao abertas as
matriculas nesta secretaria, desde as 9 horas da
inanha al 1 hora da tarde dos das uteis, deven-
do os pas dos futuros alumnos, ou i|ucm os repre-
sentar, de por r as mitos do Sr. Dr. regedor : 1
certido de idade do matriculando ; 2o certido ou
alloslado de ter sido o mesmo matriculando vac-
cinado ; 3o recibe do importe do primeiro quartel
da pensao, paga r a thesoiuaria do Gvmnasio.
O mesmo Sr. D \ regedor manda avisar aos pais,
tutores e curadores dos pensionistas, que sal.iran
do estabelecimento para passarem as ferias, de que
deveni estes recollier-se ao Gymnasio at o dia 2
de feverciro, vesp.ra da abertura do anno lectivo,
sob pona de ficare n privados de sahir por lempo
de anos mozos, cerno dispoe o art. 161 do regi-
ment interno.
Secretaria do G innasio Provincial 7 de Janeiro
de 1869.
O secretario,
______________Antonio da Assuinpcao Cabral.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annosde
idade, que tenha pratica de venda: na ra do Ran-
gcl n. 7.1, onde dai fiadora sua conducta.
BARTHOLOMEU ft C.
PARA USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de jurubeba1 garrafa. IdOOO
Vinlio de jurubeba garrafa. I GOO
Plalas de jurubeba vidro. I MiO
Tintura de jurubeba vidrn. M)
Extracto Itydracoolico de jurubeba. t^oO
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2-5000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. 1 600
Pilulas de jurubeba ferruginosa vidro. 200 Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote OiO
Emplastro de jurubeba libra. 25O0
PARA USO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso Inico, como
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do ligado e
bepatites propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, as inl
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, na
zias, erysipellas ; e associada as preparaces ferruginosas, ainda de grande
as anemias, chloroses, faltas de menstrttaco, leucorrheias, desarranjos J
um excel-
baco, as
ammagoes
bodrope-
vantagem
tnicos do
estomago, debilidade orgnica e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Hlms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excelle icia d'este
poderoso medicamento sobre os demais at hoje conbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacao.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da Juru_
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de n5o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes impitoficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados s foram apresentados depois de havermos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhec er as pro-
priedades medicamentosas d'csta planta ern suas raizes, folhas, fructas ou t agas, e a
dose conveniente a applicacao, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeicao possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos im-
portando o pouco lucro que possmos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offereccm a garanta, de que se pode encontrar, a promplia e infalli-
velcura de qualquer dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem lem tempo
applicados, tendo alm d'sso, medico eu doente a vantagem de escolher as nossas va-
riadas preparaces, aquella que melhor llie pode convir, j pela fcil applicac5c, c j pela
complicaco das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornai n comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de : erro que
como taes estao boje reconhecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conbecer as proprijdades da
jurubeba, e saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folbeto, onde tratamos mais extensamente d'esta plai ta e dos
mesmos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botica e drogara
31Ra larga do Rosario3 i.
Do xarope Vegetal Americano, espeelalldade le Barholouicu 1 f.
34RL'A LARGADO AOSARIO34
Nao costum3mos procurar atteslados para acreditar nossos preparados, e dei-
xamos que sua applicacao e os resultados obtidos pelas pessoas que se diguaram acceita-
los, Ibes doein crdito e voga; porque s5o sempre os attestados considerados gratuitos,
e delles que lauca mao o charlatanismo; mas, nao querendo offendeF as pessoas quo
espontneamente nos offereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazeuios publicar,
manifestando-lhes nossa gratido pela attencfio, esperando que venham elles corroborar
o conceito, e acceitacao que tem merecido nosso xarope.
Bartholomeu < C.
ATTESTADOS
Illms. Srs. Bartbolouieu & C.E com a mais subida satisfacao que declaro
ser o xarope Americano de urna eficacia extraordinaria, pois que soffrendo ha dias de
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despeito mesmo de medicamentos
que tomava, a elle recorr e natercera colher fui alliviado, ede todo me acho hoje n -
tabelecido com o uso somente de quasimeio frasco: grato, pois,r esse resultado mani-
fest a Vv. Ss. ineu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obrigado.Ma-
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu 4 CFenhoradissimo com o favor que me lzeram
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composico, quando me acha-
va bastante doente de urna constipaco, que me tornou completamente rouco e quo
trouxe urna forte tosse, e me impossiblitou de cumplir os meus deveres de cantor da
empreza lyrica, vou agradecer-lhes meu completo restabelecmento, que obtive com um
s vidro do mesmo xarope, depois de havor recorrido a muitos tratamentos. Desejarei
que outros como eu recorram ao seu xarope para se verem alliviados de tao terrivcl
incommodo, to fatal neste paiz. Com maior considerarlo contino a ser de Vv. Ss.
attento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 2.> de setembro de 1868.
Illms. Srs. Bartholomeu & CO xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teem
exposto venda de toda eflicacia para o curativo d'asthma, conforme observei appli-
cando-o a meu fillio Joaquim, menor de quatro annos; victima d'esse flagello, que at
ento por espaco excedente a dous annos havia resistido a outros xaropes de grande
nomeada. Queiram, pois, Vv. Ss. acceitar a expressao.altamente sincera de meu reco-
nhecimento ao meritorio servico que lhe prestaran com o indicado xarepc, acreditan-
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, attento e obligado.Americo Netto de Mendonca.
Recife, 2 de outubro de 1868.
DE
M
DE
J. VIGNES
Antonio Jos Hodrigues de Souza, na ra do
Crespo n. 18, oa ero sen sitio do Monteiro, gratifi-
ca a quem capturar o seu oscravo Joaquim,
pardo, de idade 33 annos, natural de Pao d'Alho,
para onde se suppoe ter fgido por ter sido visto
neese dia a conversar com pesada daquellc lugar,
estatua, seeco do corpo e um pouco alio, bigode
B cabello moio carapinhado c ponteado, e lem un
canco na munheca da mao diroila, do qual solTre
dores rheuniaticas, tendo a falla a sertanejo, muito
macaneada.
= Precisa-se de urna ama para roziuhar e fa-
nt o mais servteo de una casa : na ra estreita
'lo Rosario n. 32', 2" andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e engom-
mar para una casa de pouca familia: na ra de
1 lorias n. lOi. loja.
Cozlnhelra.
Precisa-se de urna cozinheira: na ra do Impe-
rador n. 73, 2 andar.
i'aciliaco.
Por ordein do Sr. presidente convido a todos os
Srs. socios para assislirein a nina missa que a
nossa sociodade manda celebrar no dia 22 do cor-
lente pelas 8 horas da nanhaa na igreja do Es-
pirito Santo, pela alma do nosso consocio Joaquim
Jos Gomes de Souza, fallecido em Portugal no
dia 22 de outubro de 1808 para o que igualmente
convida aos amigos e prenles do mesmo fi-
nado.
Recife l) de Janeiro de 1869.
O secretario,
_^^^___^^________Andrade.
I'bhIiio de aritlmiot lea, algebra e
geometra.
O hachare! em direito Casemiro Rorges Godinho
de Assis, eiisina estas materias no primeiro andar
.la casa n. 17, sita na ra Nova, das 7 1/2 as 8/2
horas da nianhaa aos senhores estudantes que de-
sejam fazor exame no collegio das artes, e das 7
1/2 as 9 da noite aos senhores enipregados no com-
mercio.
Os abaixo assignados declaram ao corpo
commercial e a quem interessar, que rompranun
i talierna da travessa da Senzalla Velba n. 4,
pois quem se jnlgar cera direito a dita taberna,
ineira apresentar-se coia seus ttulos no praao de
tres dias, poii est eenipcada, livre e desembara-
zada, fleando-an* Alonada f, Silva.
Recife. 18 de Janeiro de 1869.
Jotu/Hii* Prudencio de Almeidn.
X A. da Siiva Jnior.
CASA DA MHHI
Aos 4:000?;
Bilhetes garantidos.
ra de Grespc n. 23 e casas do costme.
Acham-seaventa os felizes bilhetes garantidos
( a Ia parte da lou ria em beneficio da groja de
Nossa Senbora do Terco do Recife (93.*) que se
exlrahir tor^a-feir.i 2 do torrente mez.
Procos.
Rilhetc *. 45000
M'io.....2S000
Quarto.....lOOO
Em porra) de lOO para cima.
Hilhete. 3-S500
Meio......1730
Quarto..... 873
_________.________Manoel Marllns Fiuza.
Gymnasio provincial.
O Dr. regedor do gj-mnasio manda fazor publico
para conlu-cimento dos senhores pais de familias o
soguinte :
Io Que 110 gymnasio provindal de Pernambuco
so enana: pnmeiras letras, lingoa nacional, lalim,
fiancez, inglez, allemao, grego, aritlmictiea, alge-
b,-a, geometria e teigonometria, geograpbia e 'his-
Uria, philosophia, rlietorica e potica, sciencias
n.ituaos,msica e desenlio,paracujo ensino ha 17
P ufossoros cathedra:icos, 1 substituto e 3repeti-
(I iros,
2" Que o eslabele*imento admitle alumnos de
ti os classes ; pensio *sla$, que moram elTecliva-
n;entc na casa; mao pensionistas, quo entramas
8 horas da manhaa e retirain-se as 6 horas da
tarde ; e externos que s vao ao estabelecimento
a;, horas das aulas.
3o Que os pensionistas pagam 30 por mez em
trimestres achantad* 9, e com este prganiento po-
dcn freguentar todas as aulas (excepto a de m-
sica), e teem casa esnaeosa e arejada, comida boa
e abundante, roupa lavada e engommada, papel,
pinnas e tinta, medl'o o botica.
i" Que os meio-pensionistat pagam ISOOO por
COLLEGIO DE SANTO AMARO
Recife, ra do Commercio n. 5.
Este cstabeleeimcuto de educaeo, acha-se a dlsposicjio dos
liluis. rs. pais de familias c a quem mais possa convir. O Direc-
tor faz scieute, que desde j acha-se aberta a matricula da a ula de
iustrucco primara, a qual ser aberta em o da 11 do andante :
bem como as secundarias, enjos cursos tiveram principio pelas fe-
rias c ilevem ser encerradas em marco. As demais funeci tnaro
do dia 3 de fevereiro em diante, com a regularidade do cbst nmc.
Recife, 4 de Janeiro de 1869.
LOJA
DE
BEL0J0EIB0
DE
VCTOR GRANDIN
iO Ra da Cadeia do Recife N. 40.
O proprietario deste estabeleci-
mento, premiado com a medalha
daexposio universal de Paris no
anuo de 185o, tem exposto a ven-
da em sua loja, um grande sorti-
mento de relogiospara algibeira,
'como sejam : de ouro e prata, sen-
do dos melhores fabricantes, de patentes inglezes,
guisaos e horisontaes. Tambem tem una grande
quantidade de relogios para parede e que batem ho-
ras, ditos para embarcaooos c para cima de mesa,
todos estes relogios sao dos mais bonitos modelos.
O mesmo concerta relogios de todas as qualidades
existentes, assim como tambem concerta chrono-
metros de algibeira e martimos : recebe sempre
por todos os vapores, um completo sortimento de
corremos e trancelins, sendo ludo de ouro de lei
ede modelos os mais modernos, assim comodiver-
- is objeetos de bijouteria dos mais bonitos o moder-
nos gostos.
Umapessoa de tonga pratica no commercio
offerece-se par eseriptrar u'vros por partidas do-
bradaa, podendo ser procurado na roa do Crespo
n 18, primeiro andar.
Joaquim Goncalvis Perreira, tendo de reti-
rar-se para os suburbios desta cidade a tratar de
sin. gando, v-se inipossibilitado de continuar com
o seu esudieiecimento de relinacao sito na ra das
Cinco Pontas n. 61, vende a mesma, na falla ar-
renda-se, contendo a mesma todos os requisitos
neressarios, como bem.
[PULLAS, MJHO
XAROPE DE JURUBEBA.
PREPARADOS PFXO PIIARMACEllICO-
loaqiiiui d'Almeida Pinto.
As preparaces de jurubeb sao
hoje vantajozamente conhecid|as
preconisadas pelos mais habei
dicos, tanto da Europa como
paiz, pela sua eflicacia nos
de anemia, chlorose, hydrop
obstruccao de abdomen, e tamjjem
as de menstraaco diflicil, ca
ro na bexiga, etc.
Vendem-se em porco e a
lho, na cidade do Recife, phaipnta-
cia de seu compositor, ra
do Rosario n. 10, junto ao q
tel de polica.
N. 55RIJA 1)0 IMPERADORN. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assz conbecidos para seja nccessai io
insistir sobre sua superioridade, vantagens e garantas que offereccm aos compradores,
qualidades estas inconlestaveis, (pie elles tem definitivamente conquistado sobre todos
os que tem apparecido nesta piara; possuido um tecladoemachinismo que obedeccm
todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por seren fabricados
de proposito e t-i-se feito ltimamente mellioramentos impoitaatisimos para o clima
deste pais; quanto ;is vozes sao melodiosas e flautadas e por isso muito agradaveis aos
ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blon-
del, de Paris, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premia-
dos em todas as exposices.
No mesmo estabelecimento se adiar sempre um esplendido c variado soni-
mento de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos
harmnicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis.
Rl'A LARGA DO ROSARIO 137
Este acreditado estabelecimento augmenta
de dia em dia quanto possivel para che-
gar ao cume do bem viver..
Alm dos saborosos manjares confeccio-
nados com o melhor asseio, tem bellos apo-
sentos de hospedagem, tanto para urna s
pessoa, como para numerosa familia.
iIIRITERIA E PETIT RESTAIRWT
Annexos ao Hotel Central, ra estreita do
Rosario n. i A, andar terreo.
Para dar a conbecer a variedade infinita
de charutos de Ilavana, Babia, Rio, etc. que
existem neste novo estabelecimento pres-
cindimos dos annuncios pomposos que gc-
ralmente se fazem, reduzindo-nos apenas
eta-
litrga
jar-
A agua, indispensavel elemento para a tres letras que sao tres bbb bom, bonito o
vida e hygienc, temo-la sempre em abun- j barato. A' vista do genero annunciado po-
dancia para facilitar excelentes bandos. | de-se julgar de nossa veradade. Esta casa
Ha tambem urna boa bibliotheca e perio-.gosa tambem das condenes de um elegante
dicos nacionaes e eslrangeiros, piano para e petit restaurara onde se pode ver a es-
recreio, buhares, etc. etc. pecialidade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qualquer recommendaco para lanches e al fazer urna boa colaeo,
para to acreditado estabelceimento, omit- juntamente com os principaes vinhos do
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresabindo entre o bom a mira
fim, que o bom servico, ordem e moralida- e fervente champagne, o mui saboroso Rhc-
de imperam n'esta casa, como observancia no, a primorosa ceneja, o licor espirituoso,
fiel do regulamento que possue. o quanto pede urna mesa. Faz-se noute
Comedorias a la caite. sorvete e variedade de refrescos.
MUDANCA
DO
caixocs para deposito de
quatro mil arrobas, foao a m n\M, tambem em triiiestres adiantados, e oora este I deposito tfagna e tanque para banlio, commodos
pagamento podem freqnentar todas as aulas (ex-
cepto a de msica), jantam no estabelecimento e
teem papel, peanas n tinta.
5 Que 03 externos pagam o or mez, do mes-
mo modo, e com csie podem frequentar todas as
aulas (excepto a de nusica).
i" Que os alumno.' que quizerem frequentar a
an a de msica pagaro, na mesma conformidade,
4 por mez.
T- Que m alumnos que forem iulgados habilita-
dos para exame, as diversas aulas corresponden-
tes as do collegio das artes, querendo fazer neste
os scus exames, terac preferencia para serem cha-
mados logo depois dos alumnos habilitados do
momo collegio.
liara caxeiro, separado dos trabajadores, deposito
de carvao e grande quintal com sabida para o For-
te, casa milito fresca, muito boa localidade para a
venda de retalho, e com especialidade para com-
prar assucar, quem a pretender para compra ou
arrendamento, otlcrccendo a casa ser propria, po-
dendo-se assim garantir qualquer negocio de maior
estabiDdade, procure na rua da Aurora casa ter-
rea n. 74.
Almga-se
O !, o 2 e o 3- an lares do sobrado da rua di-
reia n. 88, ltimamente concertado e com bons
commodos para famil a ; a tratar na padaria n. 8i,
a o i'snia rua.
Mudanza de escriptorio
Jiuquim Gerardo 4> Bastos, transferio seu es-
crirtorio para a rua io Vigario n. 16, primeiro
andar.
Precisa-se de una escrava de rua para alu-
gar se : a tratar na rua da Cadeia Nova n. :i.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
rua do Qu.-imado n. 33 proprio pai'a escriptorio :
< tratar na loja.
Luiz Eiuygdio Rodrigues Vianna, advoga na
rua do Queimado n. 24, primeiro andar, onde po-
de ter procurado para os mysteres de sua prons-
so das 10 horas da manhaa s 4 da larde nos dias
tem.
Precisa-se de urna ama de leite para acabar
de criar urna crian ca de 9 mezes, porm sem cri-
anca : quem c/uizer dirija-se rua do Brum nu-
mero 69.
Pedc-se informacoes se existe nesta 'capital
o Sr. Luix Leite Guimaraes, filho de Manoel Leite
Gtiimaraes, no reino de Portugal; no escriptorio
de Jos Victorino de Rezende 4 C, na rua da i-
deia n. 52,1 andar.
= Perdeu-se no dia 14 do corrente urna carleira
feiU de papel de Hollanda, contendo em sedul.is
swsenUa e tintos mil rcis, urna letra j vencida de
80800 e varios conhecimentos de decima de pre-
dios urbanos, pagos nos dias 12 e 13 tambem do
corrente : quem a tiver adiado e quizer restituir
leve-a ao segundo andar do sobrado da rua do Sol'
esquina da rua das Plores, que ser recompen-
XAROPE DE FEDEGOSO
E' de urna effieacia verdadera-
mente maravilhosa como calma nte
do systema neiToso e applicado
contra a paralisia, astdma, t<
convulsa ou coqueluche, tosse
cente ou antiga, suffocaces,
taj-rhs bronchicos etc., e em g
contra todos os soffrimentos
vias respiratorias, o na phytijyca
pulmonar, sua virtude contrai
ttano ou espasmos, e convuls5es
incontestavel, c iiinguem ha me
a desconheca.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Tachygrapho
OttenygraphoCarlos Falco, em cnmprimenio
le nma das condicSes de sen eontrato, abre um
rnrso de sua arla, onde aceitar os senhores que
para gao obtiverem despacho da Exma. eomaus-
-O dpolicia da assembla provincial.
Criado.
Paussa-se ainda de mais mu criado
Jianerador a. 73, 2o andar.
na rua do
Pnwfsa-se de uin cozinheiro iw liotelL4bo-
uense; na rua estreita do Rosario u. u.
= Precisa-se de un
de liberna e de" Hadar
das Cruzes n. 24.
caixeiro que tenha pratica
a sua conducta : na rua
II. Iliod o C asIHho.
Secundino Jos de Filia .Simos, professor par-
ticular de instruceo cementar pelo .nethodo 'as-
tilbo. avisa ao rospeiia,rel pnblico e com especiali-
dade aos pais de familia, que est aberta a sua
aula desde o dia 7 dej; neiro, na rua da Penha n.
2S, 1' andar, aonde recebe pensouistas por preeo
comniodo. O mesmo p/ofessor promette muito se
esmerar no adiantamento de seus alumnos. O
mesmo professor abri desdo o >mum 4 ma
carst de primeiras hitraj aaoite para aquellig \^i-
om pe nao poderem jrequentaf durante o dia,
Memorias do clero per-
nambucano
Quem tiver a obraMemorias do clero pernain-
Inicano, que quizer vender ou trocar por una
outraMemorias histricas da provincia de Per-
nambuco : dirija-se a tarde ao escriptorio da
primeiro andar desla typojrrapliia.
------1----------------J------...____ ________.
Precisa-so de uirta ama que saiba cosinliar"e
engommar :narua da Cadeia n. 10.
Aluga-se o > andar Tsoto do sobradTa
ruado Arago n. l.com excellentes commodos
para lamilia : a tratar no 1- andar do sobrado n
oO da rua larga do Rosara.
Precisa-se de urna ama para cosinhar para
rapazes solteiros: na ruando Queimado n. 23.'
Albino Jos da Cm, subdito porjiguez." val
a Europa.
XAROPE
DE
SALSA PARRILHA DO PAR.4
OU
DEPURATIVO DO SANGUE.
Usado as molestias de pelle,
impigens, dores rheumaticasi e
ulceras venreas.
O nico deposito destes medica-
camentos na botica do Pinto, i-ua
(larga do Rosario n. 10 junto ao
quartel de policia,
11 amXffUfflI' fl (fflUTf 13
MMgMHmm
Antonio Faustino de Casti'o
C onslnielor de utensilios i ypo-
graphleos de madelra, ferro e
outros metaes.
LISBOA.
Alm dos utensilios typograplueos em uso, se-
gundo os mais modernos e perfeitos modelos an-
provados para o snico da impronsa nacional de
Lisbiia e de grande numero das typographia de
Portugal e do Brasil,'fabrica pequeos pelos de
ferro, em que se podem todava fazer bpressoes
de formato nao excedente a meia fblha do papel
coinmum. Estos prelos, que j foram tambem
adoptados cm muitos dos principaes estabcliri-
mentos do paiz, servem excellentemento, nao s
para a tiragem do provas, mas inda para a im-
pressio de quabnier trabalho, itor mais delicado
que soja, por quanto a esse flm se Ibes podem
adaptar rama, tympano, frasqueta e ponturas,
tendo, para regular a cravaco, o competente re-
gistro.
Inclinado os aecossorios indicados, 0 preco de
eada pelo de 4*>i000 fortes.
O contructor u>lo ser procurado w imafenaa
nacional de U4ida. Estes prelos sao poi-taeis,
f^dem-se eolloca*- ubre un mesa oa bakio-
OSSA SENHOMDO BOM CONSELH
Da rua da Aurora n. 52
PAIIV A
RUA DO HOSPICIO M. 36.
0 director conimunica aos pais de seus alumnos, tanto internos como externos, que
transferio o seu collegio para a espacosa casa da rua do Hospicio n. 36, a qual olercce
as iuelhores proporcoes para oonimouidade c recreio dos collegjacs.
Todas as aulas acham-se abertas desde o dia 7 do ianoir
: QdBI -J'-""---'1-.t'c
JWWWH1
FRANCA-BRASIL
O)
MR. MERQER, alfaiate francez, provino ao respeitavel publico e a seus numerosos fregue-
ses qne, tendo transferido sua residencia para a rua do Trapiche n. 7. primeiro andar, ahi encontraran
sempre todas as qualidades de fazendas para trajos de homem, e prepara costunies para montara de
senhora. Paz tambem obras para militares e para criados, para as quaes tem grande sortimento do
botdes simples, com virola e corda de conde, brancos e amarellos. Recebe por todos os vapores os
ltimos ligurinos para homem, senhoras e meninos.
EPIDEMIAS
O LICOR DE LABARRAOUE um preservativo seguro em tempos de
epidemias : cliler, febre amarella, peste, typho, etc. Devem evitar-se as fal-
sificacSes as quaes sio a maior parte das vezes mal preparadas, sendo por isso
mais nocivas do que uteis. Deposito em Parix, L. FUERE, 19, rut Jacob.
m Kio-Jaaalro. DuponchelU; H. Tetiorpf. Km Firnm. Maurer.
Issroratls
ta sfWci
le mitn
i Paris
SJLULAS
buHINduBUISSon
0 tratamento das affecSes chlorotica, lymphatica ou cscrophulosas t sempre lenlis-
suno, e muhas vezes essas molestias resislem s preparaQes ferruginosas ordinarias. As
indagaedes feitas pelos professores Hannon de Bruxellas, Gensoul e Petreqaia de Lylo e
Bereelius e Trousseau de Paris, tcm provado que a cansa d'essa persistencia era a completa
ausencia do Manganeso, elemento que sempre deve-se acbar no sangue juncumente coa
o ferro. Estas pilulas snpprem, pois, na uerapcAtca nma falta importante, e por este
motivo ellas tem merecido a approvaclo da Academia de Medecina e das principaes socie-
dades medicas. Deposito em Pernambuco, m casa de Hhm e O*. -itJkMl^ssl
*
(
-.-

II lllllli


I

'
Diario de Pernambuco Quinta feira 21 de Janeiro de 1869.
Grande liquidadlo de miudezas!
AITonso Moivira Temporal, querendo liquidar as miudezas existentes em sua
luja ra do Queimado n. 33, resolveu annitncfar as mesmas miudezas para que o pu-
blico se certifique do diminuto prego porque as est vendendo, a saber:
Massos com grampos 2o a .
Pecas de tranca lisa e caracol a
Sabonetes de todos os precos a
80 i00 200e ". .
Vbotoaduras para colletes a .
Botes de louga para camisas, a
Garrafas d'agua Florida (verda-
deira) a.......
Frascos com agua de Colonia a
320 e........
Garrafa de tinta roxa a. .
Cacas com 100 enveloppes a.
Mantas de seda para bomem a
Fita de sarja para enfeite de
vestidos por......
Frascos com oleo para cabello
a 400 e.......
Laa para bordar, libra. .
Escovas finas para chapeo a .
Ditas para cabello a 320 e .
Ditas muito finas para fotos
por prego nunca visto 400
500 e........
Pecas de babadose entre meios
600 800 e .....
Grvalas de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 e .
Bico e renda das ilhas a todo
preco. S a vista faz f .
Pecas de fita de coz com 10 va-
raba
20 Latas com graxa, duzia a
40 Coques muito bons com rede s
a rede val......
240 Meias para hornens boa fazenda
320 a 33GOO e ......
160 Linha de marca, caixa com 16
novellos ,......
I >000 Latas com bauha (faniiliia),duzia
Frascos com bauha a 320 tOO c
400 Botes para puni fazenda boa
800 a 80 e....., .
300 Volta de Aljofr cousa boa a
800 Fitas para debrum de vestido a
Caixa com agullia franceza a
600 Botes de ac para colote dnzia a
I CartSo com alfinetes a
600 Caixa com perfumaras muito
6-$800
320
300
fina. S a caixa val 10>000
12f?000 .......
Copo com opiata muito fino a
400 e...... .
qqq Meias muito fina.; para senhora
I duzia........
480
4)9(500
4)5000
240
2-3200
500
100
160
300
160
120
100
15,-5000
300
O advogado Dr. Antonio, de Vas-
concellos Menezes de Drummond
transferio o seu escriptorio para ra
do Imperador n. 20t onde pode ser
procurado lodos os das uteis paraca
misteres de sua profissao, das H
horas damanhila s i da tarde.
VENDAS.
Os abaixo assignados par-
ticipan! ao publico e ao cominer-
cio que a antiga casa commercial
de seu finado pai, o senhor Jos
dos Santos Noves, fica gyrando
sob a firma de Jos dos Santos
Neves & Irmao, desde o Io de Ja-
neiro docorrente anno.
Recife 15 de Janeiro de 1869.
Jos dos Santos Neves.
Joaquim dos Santos Neves,
5-5000
240
200
I 000 Cartas francezas a 200 e .
320 I)'las portuguezas a 120 e .
500 Caixa de linha do gaz branca 30
novellos....... 600
Frasco com tinta a 100 c 106
Franja de laa para sapato (pega) 1.-5000
300 Papel de peso muito bom 4$000
Sapatos de tranca e outros muitos arligos, que enfadonho seria mencionar.
RA DO QUEMADO N. 55
GRANDE HOTEL
IE ORIENTE.
Inaugurou-se este commodo e elegante
t'Stabelecimento d'onde os seus frequenta-
dores poderao apreciar a especialidade na
ronfecelo dos gneros alimenticios.
As bebidas sao as mais primorosas e re-
ommendadas.
A decencia e bom servico primam nesta
rasa no bello gosto oriental.
Mandam-se a domicilio comeilorias, tanto
avulso, como por assignatura mensal. Os
preces sao mdicos e convencionaes.
Ha urna espacosa e bonita sala para o
legante jogo de buhar.
la tambem aposentos commmodos e bem
mobjlhados para hospedagem.
Ra larga do Rosario
n. 44.
PROGRAMMA
la les!a de X. tt. da Kaude. uo
Poco da JPancIIa.
Tendo de solemiiisar-sc condignamente a
festa da excelsa Senhora da Sade, faz-se
publico que, mediante previa licenra da au-
loridadc competente, dentario |de ter logar
na matriz da referida fregoezia, e se fariio
na capella da povoaro do Munteiro, as elei-
i.oes popidares a que se ha de proceder oeste
mez de Janeiro.
Sabbado 23 do corrate, pelas 7 horas da
noite, haver o levantamcuto da bandeira,
sahindo da residencia da Exm. juiza, Casa
Forte, conduzida p%r meninas e acompanha-
Iustruccao primaria.
A abaixo assignaih competentemente hatiilitada
recebe, ra do Aragito n. 5, meninas para o en-
sino de primeiras letras c de costuras : assegura o
inelhor Iratamento, dedicacao c interesse pelas
alumnos. Recebe tanihem pensionistas e mcias-
pensionistas, tanto da cidade como do exterior.
Josepha liigmta de Castro Fonseca.
l'reeisa-se de uui caixeiro para taberna ou
amiazein do sal: na ra das Cinco Ponas n. loG0
Caixeiro
Preeisa-sc de un caixeiro brasileo de ti a 13
annos de idade : a tratar na ra Imperial, em casa
de Valdcvino da polrora.
Precisa-so de un preto para andar com ta-
boloiro de fazenda nos arrabaldes da cidade :
quem o tiver dirija-se a ra do Crespo n. 20.
Aluga-sc urna escrava que faz todo servico
de casa de familia, tanto externo como interno :
atraz da matriz da Boa-vista n. 26.
Lagdo para calcadas
A tratar na ra do Apollo n. 4, escriptorio.
mtmm ral WHIHWw
PUFPHMIHiS I VLAME
, N. 3 RA DIREITA N. 3
Continam a achar-se venda as
punas eo xarope alcohlico e ethe-
reo de veame, conforme a formula
do finado pharmaceutico Paranhos,
na botica de Francisco Antonio das
Chagas ra Direita n. 3; medica-
mentos estes asss conhecidos, e
proficientes a quem soffre de rhe-
matismo, escrfulas, erysipla, im-
pigens, exostses ou tumores nos
ossos, amenorrha ou falta de
menstruaco e menstruago dilfi-
cil, etc.
ATTEW.'aO
Yende-sc una escrava de nacao, excipiente qui-
tandeira e lavadeira, e solTrivefcozinlieira : a pes
soa que a pretender dirija-se a ra AJgsta nu-
mero 96.
Cemento de Portlaud.
Vende-se no armazem de Vicente Ferreira da
Costo & Filho, na ra da Madre de Dos n. 22, em
barris grande?.
Yendem Augusto F. de Oliveira 4 C. ra do
Commereio, n. 42.
Para familias
CiraudeBazar, ma \ova na. O e
. Icr.trmln.thnniA C
Acaba de chegar a este estabeleeimento
grande porcao de machinas para costuras do
autor Wheeier Wilson, approvadas na ult-
\W8l
IfiSiSfl!
101 !OI
!fs
Precisa-se llagar um moleque, paga-se 14#
rs., que repule 15 amos de idade : na ra doCa-
bnga, n. 2 B,
U (ladre Manoel Barroso Pereira vai a
ropa.
Eu-
da por grande numero de mocas, todas
uniformemente vestidas de branco, soltan-
ilo-se nessa occasO varias gyrandolas do
logeles e subindo ao ar um magnifico ba-
lito ao desparar um morteiro. 0 acompanha-
mento ir at perto da estaco do Caldereiro.
e seguindo para o Poco entrar na roa da
Mangueira, Ouiaho e ra do Rio, e chegan-
do ao atrio da matriz, passar sob um vistoso
e bem illumoado arco no cimo'do qual se
abrir una linda assucena de fogo, appare-
cendo brlbante de luz a augusta effigie da
excelsa Padroeira : para maior brlhantis-
mo (leste acto, pede-se aos moradores das
ras por onde lem de passar a bandeira,
que sesirvain illuminar as frentes de suas
casas.
No dia seguate comegar a novena, ha-
vendo todas as noites msica militar de pan-
cadaria, e outra de orchestra regida pelo
dislincto maestro Colas, sendo os versos
cantados pela mesma Exm. Sr.a que a isso
se prestou no anno passado, e com a maior
graciosidade se presta ainda esta vez a (asar
o mesmo obsequio em honra da milagrosa
Senhora da Sade.
No dia 2 de fevereiro, ter lugar a festa
com toda a pompa e explendor devidos
magestade divina, orando ao Evangelho o
(Um. Rvm. Sr. padre Dr. Luiz Ferreira
Nobre Pelinca, e noite ao Te-lhum o lllm.
Kvm. Sr. padre Augusto Mara Ferreira
Itotelho.
Findo o Te-Deuin queimar-se-ha mn ti-
qiiissimo e variado fogo de vista, feito por
um hbil artista pyrotechnico, e composto
de diversas lisuras" alegricas, tornando-se
notavel o ataque de um e.peouracado i for-
midavel fortaleza de Angostura, caliendoaft-
ual a victoria ao estrellado" pendan auri-ver-
j pus tremular galhardamente na forta-
leza paraguaya, apparecendo nessa occasio
irciundada de myriailasdc luzes a sagrada
i'lligit da Padroeira.
Os tinca negados da festa tem envidado
iodos ososforcos para que tamaita solemni-
dade se aca com o possivel brilhautismo, e
esperam a ellicazcoadjuvaco e concurrencia
de todos os-devotos da mesma Senhora, que
saber remunerar com larga mo a piedade
c dedieacjio de que derem provas.
O abaixo assirnado faz publico a quem con-
vier, e particularmente ao corpo commeivial, que
nesta data venden aos Srs. Jos Rodrigues Ferraz c
Justino Francisco Henriques, membros da firma,
Ferraz & Henriquos, o seu estabeleeimento de mo-
lliados, sito ra lama do Uosario n. 23, livre e
desenmaracado de qnaqucr debito at boje contra-
ludo.
Recife, 18 de Janeiro do 1809.
Jom/Him Pai's Perora da Silva.
Fabrica de carros Sto-
res Gelozias.
DE
F. Poirier.
9-Rua do Imperador-i).
Xeste estabeleeimento sempre se encontrar um
grande >nHimentodeGelo7.ias(Stenesianas)asmis
modernas e de todos os tamaitos e larguras, com
s correutes .'nlvanisailas e tambem de fita de linlm:
asseuta-se cora brevidade as que forera para dar
iliiuencoes das fabricadas, e coneerta-sc as mesmas
|ior preco rasoavel.
Escola publica uocluriia da fre-
guzia de Santo Antonio do
Recife.
O abaixo assi;rnado, professor publico enea fre-
gado da escola sopra, faz scieote que dita escola se
acha funccionaiiito dtsde o dia 7 de Janeiro cr-
lenle e na mesma cas; da ra da Detcncao n. 41,
onde pode ser procun.do por todo aquello indivi-
duo que, oceupado d arante o dia, quizer a noute
aprender a lr, esciever, contar, arithmetica,
grammatica etc. ou aperfeicoar-se em alguraa desaaa
materias, lim para que foram creadas taes esco-
las. O mesmo abaixo assignailo contina a leccio-
nar as suas horas vagas tanto em seu domicilio,
como por casas particulares, alm das materias
que professa, o latim c o francez, para o que tem
titulo legal.
^^^^^^^^ Jodo Jos Rodrigad.
O abaixo assignado tendo em seu poder como
depositario, perante o juizo municipal da primeira
vara desta cidade, a preui Mara, de nacao da Cos-
ta, de idade de mais de 30 annos; acontece que no
dia 8 do corrente fugira do sua casa, no lugar da
Boa-Viagem, e tem os signaes seguintes : quasi to-
dos os cabellos da cabera sao brancos, costuma
trazer a cabera enrolada cora panno como fazem
as pretas de sua acao, de altura e corpo regu-
lares, nao tem denles na frente, soflre de conuco
de cscrophulasao lado do pesclo e lem urna per-
na mais grossa que outra jwr causa de erysipella.
Boga, pois,o abaixo assignado as respectivas auto-
ridades ou capitaes de campo que no caso de lhes
ser apresentada ou capturada dignem-se manda-la
entregar em sua casa onde satisfar todas as des-
pezar.
Vicente Antonio do Espirito Santo.
E' preciso resposta.
Em vista do annuncio do Sr. Jos Mara
Sodr da Motta, publicado no Diario de hon-
tem, no qual declara que nada deve nesta
praca, nem mesmo fianca por escripto ou
verbal, c, pois, conveniente que declare se
ou nao liador da casa ra Direita n. 15
que por consideracu o seu proprietario
deixou de acccita-la por escripto.
= Precisa-se salier se existe nesta provincia o
Sr. Augusto Jos de Souza, natural da provincia do
Rio Grande do. Su), e que foi furriel do batalho de
cacadotoes n. 10 oull, e depoLs fez parte do corpo
policial desla provincia : no escriptorio de Jos
Victorino de Kezende & C., na ra da Cadeia n.
32. 1 andar, recelw-se as informacSes a respetto
ma exposi^ao de Pars, as qnaes cozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser to suave o niovimento.
que qualquer crianca de oito annos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A comprehensao
simples, pois em um qttarto de hora se fi-
ca senhor do niovimento da machina, ten-
do a mesma a propriedade de fazer as se-
guintes costuras: pospontar, abainhar,
franzir, marcar e bordar, como apresentam
os desenhos que acompanham-nas. Os pro-
prietarios do estabeleeimento se encarre-
gam de mandar ensinar nesta cidade, e
garantem entregar o importe dispendido ao
comprador, no caso de nao trabalhar com
Manoel Alves Ferreira & C, na ruada
Moeda n. 5, segundo andar tem para vender
superior potassa da Russia em barris e meios
barrs e cal de Lisboa da mais nova que ha
no mercado.
Na roa de Hortas casa u. l.cjinpra-se jornaes
ou outro qualquer papel que esteja tirapo, a 1$ a
UTOUJl.
Veude-se urna prela moca, com habilidades:
a tratar na roa do Aragao n. 32.
Atten tas virgeus, e proporco para o refazimento de ga
do ein grande escala, cujos terrenos de olantacao
se acnam inteiramente descancados por nao seren
trabalhados ha mais de 6 annos : quem o preten-
der dirija-se a roa do Imperador n. 24. a tratar
com o Dr. Alfonso de Albuquerquc Mello.
mcasadcThend. Christiansen, roa do Com-
mereio n. 16, encontram-se eflectivamente todas
as qalidades de vinho Bordeaux, Bourgugne e do
Rheno.
= Vende-se 1 escrava, bonita crioula, insigne
engoraniadeira e cozinheira, com nm lindo Dlhi-
nho, 6 ditas para todo servico ainda mesmo o de
engenho, 1 escravo moco por 700#, 1 negra boa
quitandeirae qne faz todo o servico por 7503 : na
travessa do Carmo n. 1.
Vende-se a taberna sita na ra da Concordia
n. 93, com armaran de amarello enveruisada e en-
vidragada, com sortimeuto e bem afreuezada:
quem a pretender entenda-se na mesma taberna ou
na roa da Cruz n. 36, com Braga Gomes & C
Cavallo de sella
Vende-se um cavallo de sella comandares muito
bons, novo, gordo e bonito, tendo vindo do Cear:
para ver na cocheira do liento Hespanhol, e para
tratar na ra larga do Rosario n. 24.1" andar.
Vende-se urna taberna com poucos fundos e
bem afreguezada, tanto para o mato como, para a
trra, o aluguel commodo e tem conmiodos para
pequea familia, a razio da venda se dir aos pre-
tendentes: a tratar na ra Direita n. 50.
Vende-se um preto de 22 annos, cozinbeiro,
bonita figura, um moleque de 11 annos, linda fi-
gura: na roa do Fogo n. 9.
Na roa de Hortas n. 1, dejiosito de charutos
e cigarros tem para vender phosphoros de segu-
ranza inveneao moderna a 2800 o cento.
Ama,
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
urna casa de una s pesso.i, paga-se bem : a tra-
tar na ra da Palma n. 50.

VVISO.
Deposito de molhados
Joo Botclho Jnior, nao podendo continuar com
si'u negocio por emeommodo de sade, vend* o seu
deposito de molhados sito ra da Imperatriz n.
>x, bem afregnezado, e para pagamento de seus
redores:-a tratar no mesmo.
Escriptorio de advocada
J>Ria URU.V no Rosario26
O advogndo bacharel Ayres de Albuquerque
Cama toreou abrir o sen escriptorio na ra lar-
u t do Rosario n. 26, onde pode ser procurado,
qualquer faora. para lodos os misteres da sua pro-
lissao.
0 Sr. Raymundo Remigio de JMello Jnior,
tem urna parla rom encomnienda vinda do Cear,
pode-a procurar ra de Hortas n. 96, das 6 s 9
horas da manh. ou das 3 as 6 horas da larde; faco
rete annunrio. por ignorar-se sua residencia aqui.
Cozinheiro.
Cachorro perdido.
Perdeu-se sabbado 16 do corrente as 4 horas
da tarde, quando acoinpanhava o dono, um ca-
chorro preto, peqaeon e muito gordo, cora os qaatre
pee calcados de branco, desappareceu as proxi-
midades da poiiRc Provisoria; quem o tiver ou
delle der noticia se gratificar com gencrosidade,
na ra do Sebo n. 54.
Pedido.
O Sr. que na i dias tomou na loja dAguia
Hranca as amostras de biccos de guipure,
c enfeites de seda, fica o favor d'as restituir
porque de corto ha mais
deltas.
quem precise
Precisa-se de rana ama para comprar e co-
sinnar : a ra das Trircbeiras n. 9.
== Coiapram-se eaii-.s para de^itolj"assucar
retinado : na ra da Sonzala Nova 2.
Precisa-se de unu ama para cugoiiiiai7^
eosmhar : a ra das Ctuzes n. 19.
= Tendo o coronel Jos Mara Ildefonso trasido
da provincia do Amazona- um casal de inuttins.
passaro preto, cora a abeca emarnada. honteni,
segunda-feii a 17. s 10 horas do dia, desaparecen
a lemea, que saliindo lo ninho onde havia pOMO
dous Ovos; e como ir mansa estivesse acostumada
a passear jielos quimaet. visinhos, na ra do Hospi-
cio, hontcm mesmo foi vista ])clo cantarada do les-
na coronel, no muro do quintal do meu amigo o Sr.
Thoinaz de Aquino, de da Ciisa da Macharabon ha, do onde j mais foi vis-
ta amutuin: o mesmo coronel pede a quem a pe-
gou, pie lera una gratificacao se lh'a entregar, s
para nao perder o casal, visto que o mutum ma-
cho est muito inqnieto pela falta da outra.
O abaixo assignado, cnsul dos Estados-Unidos
da America, desoja fallar cora as seguintes pes-
soas : Trajano Augusto de Camino, Gonealo Joo
da Silva Fontes, Miguel dos Santos Costa* Felippe
Francisco Gomes, Theoplnlo Jacintho de Souza
Mello, Luciano Alves Com-eicao, Guilhermc Vieira
da Rocha e Manoel Jos Pereira Marrano : qual-
quer pessoaque pode dar lignina noticia sbreos
meamos, o abaixo assigaade lomar como um es-
pecial avor.
Thomaz Adamson,
Cnsul dos Estados Unidos.
LEITE VIRGINAL
Este leite branquia a pello a mis es-
cura e a preserva da seceura, vermelhidao e
borbulhas; exhala os perfumes os irais fi-
nos, e emprega-se, quer puro, quer mistu-
rado com agua, em todas as circumstancias
do toilette; nao ha nada melhor para os
banhos, urna garrafa l\ e duzia 10\
nico deposito, pharmacia do Pinto.
Ra larga do Rosario junto ao quartcl de
polica n. 10
Libras esterlinas.
Vendem-se mais barato do que em outra
qualquer parte: na ra da Cruz n. S|0.
lttucamba
Vende-se una bonita mulata de 16
idade, vinda ltimamente do Cear pmprp
mucumba, para ver e tratara ra da lira,
n. 2, segundo andar.
Vcndem-se caixas cora velas de ea
nos de
para
eraliiz
nauba
porem, soffrido ella alguma avaria. Ha tam-
bem no mesmo estabeleeimento machinas
do autor Grower A- Baker, de trabalho sim-
plesmente mo, e outras rom movimento
dos ps; e mxime todos os pertences das
mesmas machinas, para vender avulso.
Rap Gasse e Paulo
Cordeiro
No armazem de Jos Joaquim Lima Bairao, a
ra da Cruz n. 18, tem constantemente suprimen-
o de rap Gasse grosso e fino, c Paulo Cordeiro
comuram e viajado; nao precisa fazer apologa de
sua excedente qualidade, jkis ella j de mais
conhecida, assim como o lugar proprio de sua
venda.
FASmUS ASSICARADAS
DO
DR. PATERSON
De bisinuth c naguezla.
Remedio por excellencia para corahater
a magreza, facilitar a digesto, fortificar o
estomago etc.
3 i
DEPOSITO ESPEOAL.
Pharmacia de Bartholomeu d- C.
Ra tana do Rosario------3i.
Vende-se urna casa terrea, cun bastantes
conunodos, sita na ra da Estaco, na povoaco dos
Montes, era Una, junto a estaco da estrada de
ferro : a tratar nesta cidade com Virgilio de Castro
Oliveira, travessa da ra do Vigario.
ALTA N0VIDADE
A
Loja do Pivfio.
GURGURES PARA VESTIDOS A
0 COVADO.
!,* NOVA ESPERANZA
21= Ra do Qiieimndo==21
E para presentes
A Nova Esperaoca, roa do Quuimdo
n. 21 tem um variado sortimeuto de ei
tos de gosto c phantasia proprios paja
sentcs, sotiresabindo entre ellos ricas caisi-
nhas de bano com linas {K-iuniaiias.
lureiros de chagrn, agulhcims de nuuhe
perola : assim, pois, quem quizer fazer omt
linda ollV'ila, airifir-se Nova Bopcranca,
ra do (juemado n. 21.
Para baptisados
A Nova esperase* i '*ua do Qneimado n
21, tem ricos vestuarios proprius para bap-
tisados, sapatinhos, meias do seda e lio da
Eacoatia pan o mesmo lim.
Collares anodinos ellectro-magneti-
cos contra as convulces das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendan por ah intitulados os
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitos
pas de familias nao creem (comprando
noeffeito promettido, o que s pdem dar.
os verdadeiros; a Nova Espranca, porm
que detesta a falsilicaro princiflabentc o
(jue respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna enconuncuda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que sao >s
verdadeiros de Royer, (pie a tantas Ciza-
eas tem salvado do terrivel incoafinodo fie
convulcoes, assim pois preciso, que ve-
nhain a Nova Esperanca a ra do QueimadO
n. 21 compraiem o salva vida, para seos
lilhinhos, antes que estes sej;un acommetli-
dos do terrivel mal, quando enlo seta 'tcW alcancar-se o eleito desejado, entbora
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
Aos amantes das caradas
Commodas boleas proprias para os caca-
dores, vende-se ra do Queimado n. 21,
loja da Nova Esperanca.
Preparo para flores
A Nova Esperanca, a ra do Queimado
n. 21, tem um completo sortimentode pre-
parosparaflores,comosejapa|nd parafolbas,
dito para petulas, clice, boles, folbas de
panno c todos os mais prepares para for-
mar-se um ramo ou grinalda, com gosto e
derfeico.
Agua divina
A Nova Esperanca a roa do Queimado n.
21 receben nova remessa de verdad.- a
agua divina.
Para extinguir as sardas e
panno
Receben a Nova Esperanca. i roa do
Queimado n. 21, leite de rosas, especial
1">000, para extinguir sardas e pannos.
Para alvejar e conservar os denles, re* e
Uiegaram os mais modernos gurguroes bea Nova Ksperanca, a ra do Queimado
para vestidos, sendo de todas as cores,como n. 2i, 0 verdideiro puz de rosas e o elixir
sejam verde, azul, rosa, bismark, perola,! lentifrico e o dentalflco.
rxo & & tendo quasi (pudro palmos de lar-
gura e vende-se pelo baralissimo preco
de I $000, cada covado nicamente no ar-
mazem de Flix Pereira da Silva, na ra da
Imperatriz n. GO.
Hni.NS PARA CALCA NA LOJA DO I'AVO.
Vende-se os mais modernos e memores
brins de linhode todas as cores, outros mni
listas do lado, garantindo-se serem de linho
puro e vende-se por piceos muito em con-
ta no armazem de Flix Pereira da Silva,
rita da Imperatriz ti. GO.
Pkciiixciia DI Ai.nonAosi.Mto A i-)u00
a im:i;a NA loja do pavo.
Vende-se superiores pecas de algodSosi-
muito claras, do Aracaty, e esleirs grandes e pe- nho com 20 jardas a ."i .*>( 10 a peca, gran-
quenas, de bonita pintura, tudo por preco c mimo- de pechineha, na ra da Imperatriz n. GO
do : na ra do Vigario n. 33.
COMPRAS.
Conipram-se 30 pipas com mel (s o caldo):
a tratar no caes do Hamos n. 24.
= Compra-se mu escravo preto que seja regu-
lar cozinheiro, cuja idade regule de io a 30 annos,
cuja compra realisada para a provincia do Rio
Grande do Su I : a tratar no escriptorio de Jos
Victorino de llezende & C, na ra da Cadeia n.
52, Io andar.
= Conipra-se nina armacao |envidracada :
tintar na ra Direita n. 35.
Escrava
Precisa-se comprar urna escrava que saiba en-
goinraar e cozinliar e de boa conducta, quera ti-
ver annuncic ou dirija-se a ra do Queimado
n, 69.
Ferros velhos.
Compra-sc toda c qualquer porcao, tanto batido
como fundido: no caes Vinte e Do'us de .Novembro
n. 24 (armazem).
Compra-se um pianno inglez que seja mo-
derno ; a pessoa que tiver para vender pode vir
tratar no pateo do Terco n. 83.
Compra-sc um relogio de ouro usado, pre-
fere-se descoberlo : na ra da Cadeia do Recife n.
44, loja de ferragens.
Com muito maior vantagem
Compra o Curacao de Ouro, n. 2 D, ra do Gabu-
g, moedas de ouro e prata e pedras precio
Compram-se escravoi corpulentos e sadios
at a idade de 30 annos, e una niiilalinlia lumia
figura de 14 a 10 annos: na roa da Cruz n. 57,
primeiro andar.
Compra-se una burra (cofre) que seja segu-
ra ; a pessoa que a tiver p?xa vender pude vir tra-
tar no pateo do Terco n. 6::.
Nos, abaixo assignados, temos justo e con-
trallado cora o Sr. Th xnaz Antonio Coimbra, a
compra de urna de sua:.tabernas, sita na roa Im-
perial n. 198, livre de c ualquer debito que o mes-
mo Sr. assim possa ter.
Recife, 19 de Janeiro de 1869.
Jos Pires Chaves.
______Manoel Francisco de Souza Lima.
Precisa-se de una criada para servio de
casa: a tratar na praca da Boa-Vista n. 24.'
Augusto Octavia! >o de Sena & C, ra" ido
Queimado n. 2, precisan i de utn caixeiro de 14 a
16 amos.
Quem precisar de um bomem solteiro que
QftfceJer, ascwver e. contar para caixeiro de enge-
nbo, annuncic.
Precisa-se de mu caixeiro de 12 a 16 annos>
eque tenha alguna pracA de taberna: a tratar
na roa DireHa dos Aforados n. 38.
Prec
jo, casa ck' Sr. aawCu^d/a7

l'recisa-se de una ama forra eu captiva,
isaibacoanhare enyoranax; na ra da Cn n.'
4o, ai'inazera.
Compra-se escravos.
Lino de Faria & C, na ru do Vigario n. 24, es-
criptorio, 1 andar, compram escravos de arabos os
sexos, sendo que, nioleques de 14 a 20 annos e bo-
nitas figuras, serao pagos por muito mais dinheiro
do que era outra qualquer parte.
Compra-se
urna escrava moca de cor preta, que saiba cozer
o engoinmar bem, paga-se ventajosamente na
ra do Vigario n. 10, eseriptorio de Balthar, Oli-
veira & C
Ol
uro e prata
em moeda e em obras inut lisadas, compra-se por
bom preco : na pra<;a da Independencia n. 2i.
Xa praca da Independencia n. 33, loja deou-
rives, eompra-seouro, prat;, e.pedras preciosas.e
tambera se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.
0TJP.03:rE.ATA.
Compram-se moedai de jirala e ouro de tod)s
llores, ouro e praft eni obras velbas, o pedras
^Btas; compra-se bem na ra da Cadeia n. t,
ebaixo do arco da (imceito, loja de onrives.
E Compram-se plices da divida puWica : lia
ra do Livramento n. 2U.
Macarthy
Machinas de descaroear algodo.
Hoje que est reconbecido que as machinas de
serrote prejudicam e quebrara a fibra do afcodao,
preciso recorrer a niacliinisino menos spero,
que^roduzindo o mesmo servico que aquellas, e
facilidade no trabalho, nao qnebreni a fibra p lia,
para que essa possa obter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodao descaroeado
por aquellas mencionadas machinas, que estab Pi-
cando em desuzo, pelo prejuizo que tem causado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode competir
pela morosidade de seu trabalho. E' assiiln que
estas machinas se tornara as mais proprias para o
nosso algodao, porque ao par da facilidade c
promptidao conserva a fibra da laa, que limna por
ella, qualificada na Europa a par lia melliAr bo-
landeira, valendo assim entre 10 arrobas 20 0/0
mais do (|ue a laa linipa jiela machina de serrote.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de atmte
foram inteiramente abandonadas, c por isso o, algo-
dio daquella pro edencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem boje de 10 arrobas 20
0/0 irais do que o nosso : vendem-se a la )00()
nos armazens de Tasso Irmaos.
Meias elsticas de borracha.
As melhores c excellentes 'meias plsti-
cas de borracha contra varizeso erysipllas.
, Vende-se na
Pharmacia e drogara de
Bartholomeu & C.
3 ira larga do Rosario34
vliiho Figuelra
Vende-se em ancorlas de 9 aadas superior
vinho da Figueira, proprio para casas pancula-
res : na ra do Araorim n. 58. armazem.
Vende-se nina casa era Tygipi, de tijolo, em
liaos proprios, junto a igreia :' a tratar no i pateo
do Praizo n. 20.
Vende-se urna terca parte da casa terrea
sita roa Velha n. 39 : quera quizer diriji-sea
ra estreitado Rosario n. 32, 3o andar.
Ornamentos de igreja.
Vendem Gregorio Paes do Amaral
a ra do Crespo n. o, casullas e urna
bella de damasco de seda portuguez
ledamente acabados.
IMIiflilO.
A C.
tun-
[)er-
Vendem tambem utn riquissimo \
de damasco de seda branca portuguez
dado a ouro fino.
allio
bor-
Msicas
Vende-se partituras para pianno, 6 canto,
e pianno s, para msicas militares, penis
de operas, e danca, methodo para rebecas
flauta, e ophcleyd, duelos para duas flau-
tas, para dous clarinetos, fantasa para jiai.-
no, e rebeca, tambem ha'ontras pecas,paia
pianno 4 e 6 maos, alguns pedamos fliceis
para pianno s. Na mesma ha tambem
missas para quatro vozes: as pessoas que
quiserem podeni compra-las rua do Jasmim
n. 27pa ra.Nova n. 21 fabrica de cha-
pos de sei. t _
tros eacfavas crioulas, duas mocas e urna de meia
idade, todas cora habilidades : na roa da Praia
n. 47, primeiro andar.
armazem de Flix Pereira da Silva.
AS DEZ MIL VAHAS DE CAMBRAIASFRAN-
CEZAS S NA LOJA DO PAVO A 560
RS. O METRO.
Vende-se finissimas camiiraas francezas
com os mais delicados padroes, tanto mui-
dos como grados, e com as cures mais no-
vas que tem vindo no mercado pelo bara-
tissimo'preco deSGOrs. o metro; garantindo
que 7 metros do um vestido para qual-
quer senhora, e que em outra qualquer loja
nao se encontrar a mesma fazenda por
igual preco, e sim s na loja e armazem do
Pavo, rita da Imperatriz n. GO de Flix
Pereira da Silva.
Cassasiuglezas a 440 rso metro
Vende-se urna grande porgan de hondas
cassas iuglezas tanlo graudascomo miudi-
nltas e de cores fixaa pelo barato preco de
UO rs. ometro,gari!ntindo-se que 7 metros,
do um vestido para qualquer Sra. SO na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. GO de
Flix Pereira da Silva.
RETALHOS PARA LUTO NA LOJA DO
PAVAO.
Vende-se urna grande quanlidade de re-
talhos de chitas c cassas pretas por prego
muito barato, e qtianto maior for a'poroo
que o fregu comprar, mais barato se lite
vender na ruada imperatriz n. 60 de F-
lix Pereira da Silva.
Poli;dechvre a l<$OOOocovaclo
Vende-se poil de Chvre muito largo com
as melhores e mais modernas cores nelo
barato prego de i,->000 o covado, na foja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. GO
de Flix Pereira da Silva.
Aos Srs. d(
e engenho
Ha para vender urna excellente machina de dis-
tilacao, a qual se acha em casa dos Srs. Villaca;
a ra do Brura (fundicao). Para tratar com o seu
dono na ra do Hospicio n. 23, que tara negocio a
dinncirn mi a pi'azo.
Vende-se
Duas pias de raarmore muito linas, com florois
em relevo, que pdem servir para igreja, ou pan
casas particulares, vende-se por preco muito com-
escriptorio de Quinteiro A
Grande liquidiH'ao
0 proprietario irantiga e bem conhecida
loja de miudezas denominada Beija I
ra do Queimado n. 83, querendo acata r
com o sortimentode miudezas que existe,
tem. deliberado proceder a una completa -
(|udaco, para o que cnamaa attenrao de i -
dos.
Os objectos serio vendidos por melad', de
seu valor, i'para (|ue o publico, nao supp< -
tilia, que o presente annuncio tuna ilhis" .
o proprietario da dita loja, offerece una pe-
quea lista de algumasmiudezes, com os
diminutos piceos-romo ahaixo se vera;
nao apresentando urna lista completa Seto-
dos os objectos que estao expostos a vend i,
pida razio de se tornar um annuncio muito
extenso e por consequencia de enfadonha le-
tora, por isso apenas lemita-se as seguintes:
1 Duzia de miadas de linha pata
fezer croch.
I Caixa de linha com i'Q novellos
modo: a ma
Agr, n. 63.
Nova,
Veude-se
um cofre de ferro, grande e bea fornido : a tratar
na ra da Cruz n. i3, Io andar.
Vndense
A taberna sita no becco dos Carvalhos n. 1. aiic-
gueada tanto na praca como lora de Ha; por seu
dono ter .a familia docnte tora da cidade e querer
retirar-se, vende-a; boa para qualquer princi-
piante, e tem coraniodos para familia : a tratar na
mesma.
de cara, de masa, de rame a procos
bai'aNssnos, era porches e a retilho : no arraa-
zein do vapor francez, ra Nova n. 7.
Vendem-se oito moradas &> caias d p
SlSs **(*&*&*%
1 Dita fi
i Dita i 10 i
I Duzia linha de caniteis de
100 jardas
I Dita < de
00 jardas.
Fita de la para debrum de todas
as cores, a peca.
Dita < branca
Dita
Peca de fita de linho com 10 varas,
e qeu serve para eos.
Dita < cs
Pentes voltiados para menina e se-
nhora.
Ditos muitos finos.
Ditos preto com chapa.
Ditos mneos
Ditos pretos.
Ditos Brancos finos.
Escovas para dente a ICO, 210 e
Ditas pura cabellos.
Ditas muito linas.
Ditas para roupa.
Ditas dita de dita.
Pentes de coque com lita a i ,-$00,
2*000 e
Pentes para coimes I 30, #>00
35000 e
Peca de franja para b.vlha a pega
com 14 varas.
Entremetas bordados a peca 600
Tinteiros de porcelana 1*880 2-5
Balaios para meninas de escolla
bonito desenho 800, R 11800
Peca de fita de seda para enl'ei-
jes de vestidos.
Fita de sarja de todas es cores.
Grvalas pretas a 320 e
Ditas de cores.
Sapatos de tranga e tajiete.
Garrafa de agua Florida verda-
ira
de Frasco com extracto em sapati-
os.
nhDitos com leos.
Dito agua de Colonia, piqueos.
Dito, dito de dito de liever.
Ditos com banha.
Ditos com tnico.
Ditos com oleo filocome.
Ditos com extracto e banha.
Ditos com extractos diversos
Pao de pomada.
Ditos pequeos de pomada.
Capellas para noivas muito finas.
Sabonetes, 120, 320 o
Ditos transparentes de bolla OO,
Kedes para cabe
Bandeja 000 a
Duzia de b<
ICO
800
500
contas.
3G0
l200
860
-2( id
120
neo
800
800-
800
MO
320
220
100
3G0
180
900
820
300
ft#S00
Hfjoo
2-Mi.HI
700
2:>;oo
2^000
11680
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800
800
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liJKK-O
O0
too
800
800
14000
I.SINO
;;oo
80
."ko


6
Djariu AO BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOARES V C.
Ra Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro,
PARA O MOTO AWMO DE 18G.
Novo sortimeatode'arffaosde moda eluxo, receidos pelo ultimo vapor viudo da Ei*pa
Especial sortiraen&ideobiectos para mimos. .
IVrluni;irias linas dos iniiicipacs autores.
I.uvas de pellica fnscaa, brancas e de cores para homens e senhoras.
i :hapeozinhos de pa/lia de Ilata enfeltados,para senhoras.
Micas rhapi'iiiiaspara autoras, gorros de palha de Italia para senhoras o meninas.
Especial soriiiMi'iito do sut's para senhoras.
Enfcites de (rosto pan senhoras.
Pitas de grosdenaple superior de todas as cores e larguras.
Franjas rom vidrillios. brancas, de cores o pretas.
t'iuarnices de Unas as qualidades para vesidos.
Vestuarios completes para baptizados.
fioliulia- p puntos enfeltados para senhoras.
Coques moderaos, Usos a enlejiados.
Bornoas fllaae seda, cores claras, moda elegante pai'a senhoras de bom gosto.
C.orpinhos de caiuhraia enfcitados para senhoras.
Cache-nez de la.
Chapeos de sol pan homens e senhoras.
Flores tinas, sortinunto especial.
Plumas elegantes deqaaHlade superior.
Cintos ricos de palha, alta uovidade
Gnnaldas de ores (mas.
Camisas superiores para homens.
Colarinhos e punhos.
Gravatas e mantas modernas.
Bengalas de diversas qualidades.
\ grandes com quatn) pecas de msica
Plores de palha para gnarnic3s de vestidos, hotoes. fivelas, laeoe paraenfeites.
Chapeos de patio di seda pretas, forma a Roischild, fazenda superior para horneu*.
Gom i!is de plaqun too, pistos bonitos para relogios.
i Jetas de bom justo para as mesmas.
Correntes pretas de borracha diversos modelos para voltas.
Objeetos p.'ira luto.
E iimosoutrosartigos de novidade que s vista podem ser apreciado?.
Exista continuamente uui completo sortimento de miudezas, vende-se por grosso
A COIOIODOS PRE^OH
BAZAR DA MODA.
/\c rrnvrAC em todas s partes d* mundo, empregam, eom o malor xito,
(Jo Mll (cores pallidas), as dores do estomago, e a exhausta?*) do sangue; com esta preparacao, dio
ao corno o vigor, e is carnes, a sua firmeza natural; facilium o desenvolvimento tao labo-
rioso da pnberdide. Com effeito, indo, n'este medicameuto, se acha reunido para Ihe
assegnrar o malor crdito, pois que entram, na sua composioao, os elementos dos ossos e
do sangue. 0 sen autor, M. Leras, doutor em sacadas, pharmaceuco, profeasor de
chymica, inspector da Academia, foi, reeentementc, condecorado da ordora da Legiio de
Honra, digna recompensa dos seos importante^ trabalbo.
As seguinies aprcciac5es dos mais celebres mdicos anda vem corroborar e justificar
todos estes ttulos canfianca publica :
* Precisa classificar o phosphato ile ferro solurel entre os ferruginosos que melnor
t convem aos doentes cojos orgitos digestivos supportam mal as preparares de ferro.
SOOEHUN, profxsor ta Encola de medicina e de phurmaaa.
0 phosphato de fetro sojuvel < quanto a raim, a mclhor das proparaces ferrugi-
nocas, e o sau emprego d os mais memptos e seguros resultados, u
ARAN, medico do hepilal Sainte Eugnie.
A forma liquida do phosphato de ferro soluvel d-lhe urna immciisa vantagem sobre
c as pilulas; eu considero este medicamento como mui superior s preparaedes iodadas.
ARNAL, medico de S. ti. o Imperador.
Entre todos os ferruginosos, nSo ronhecemoa um s que obre tao prompla e efficazmente
como o phosphato de ferro soluvel, e isso, sem cansar o estomago.
BELLOC, BAUttE, B100T, POLLET e PRVOS r, mdicos dos liospiUus.
t Os effeitos da preparado de phosphato de ferro soluvel me parecem ser mui seguros
< e promptos. BEBOUT, redactor em chefe do Bullctin thrapeutique.
Entre todas as prepararles ferruginosas, o phosphato de ferro soluvel foi a que sempre
< me deo os melhorcs e mais batisfaclorios resultados. GllBOl'T, medico dos hospilaet.
c 0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretodo, a vantagem de evitar a constipafJo e
convir aos temperamentos delicados. &r FAV ROT.
Deposito em Pernambuco, em casa de ataurer O*.
Tem para vender em seus armazens, afea de ou-
tros, os segnintes artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Greve pautado e lis-1.
Yinhos cm caixas de dozc garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeira.
llermitage.
C.liainblis.
Licor de euraco de Hollanda cm caixas de vin-
tcequatro botijiuhas.
GESSO
Nos armazens- de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
para jardn?, porteirasetc.
Nos armazens de Tasso Irmaos
< \ ICIII mos de fi:rro
PARA A FESTA.
Facas e gario* do bataneo de 1 botao a
45700 a duzia, itlem idem de Ixitoes a W,
idem dem para sobre meza de i botao a
W500, ideai idem de botSes a 50, tote
cm perfelto estado ; assim rumo bandeajas
finas c de dilTeiintes tamaitos, nilheresde
metal principe, trun pan ci sinha, ferro
para frisar \estldos, Lacias de metal de 20
a 30 plegadas, propinas para banho, es-
pinardas de 2 canos finas, assim como pe-
zos pelo systema mtrico adoptado ultima-
mente pela cmara municipal, alm de oo-
tros muitos objeetos tendentes a ferragem
e miudezas, que se vendem por barato pre-
co, na ra Direita n. 53, loja do Braga.
A loja 'agiia branca
o receptculo das modas e na-
vidades.
A ajraia branea tem-?e feitn tao ronhecida e
Para snicos de grandes armazens. para remo- acreditada, nao s petas novidades, variedades,
e a retamo
Pharmaceutico ^ -
laureado ?!&
vela Academia .
dcPar^.
i
'.:
PSTILHS i
[1D OSES ^DIGESTIVAS]
oeBURINouBUISSON
Medalhado,
veta]
Sflcie
'de,
fomento'.'
p.CON LACTATO DE.SODAEr.MAGNES
i Pastilhas consttnem o medicamento' o mais nove e o mais radonTpTrli'eRbtSr
todas as afTeccSes das vias digestivas. Ellas contem, eom effeito, o acido lctico, nnr dos
elementos normes da digestlo, combinado com a magnesia calcinada, cojos bons effeitos
tem sido appreciados por todos os mdicos, e o bi-carbonato de soda, sal que faz a base' das
apas de Vichy e da maior parte das aguas mineraes alcalinas. Este trplice conjnncto de tres
productos cuja efBcacla popular, explica o bom xito que se obtem as gastrites, gastralgias,
sahidas de gazts, inchacao do estomago, vmitos aepois das comidas, indigestdes, a,
\t'estomago, etc. Deposito em Pernambuco, em casa de aUwer o1.
res
PREGO CBRENTE DOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
Ba Nova n. 23,=Rua do Cabug n. 8
Pernambuco
Chapeos de seda truncada, ParagOQ, de 10 bastes, 28 pollegadas a iG:$ ; 20
poUegadas a l">-5>, e 2i pollegadas a li;>000.
-ililos de seda G. de N. Bata, de ac, de 10 bastos, 28 pollegadas a l'i#:
de2fi pollegadas a i:>; e 2 pollegadas a lJOOO.
EHtos de seda G. tle N. lisa, de ac, de 12 bastes, 28 pollegadas a I2c>; de
20 pollegadas a 11*51.; e 21 pollegadas a 1000.
Ditos de alpaca, de ac, de 12 bastes, 28 polleg.das a 0.-): e 20 pollegadas
i ;; vioo.
Por duzia faz-se descont He 15 0{0
Chapeos de sol de panno, de baleia, de 8 bastes, 21 e 20 pollegadas a :2-> |
a duzia. (Descont de 10 0(0).
Ditos de panno, de junco, 8 bastes, a 18;>000 a duzia, licjuido.
Approu(ii
da academia
de medecina
de Pars.
Phanaacevtko
laureado
da academia
de medecina.
As preparares ferruginosas lquidas tem desde mtiilos annos merecido a approvacSo
especial dos mdicos, porque ellas obrSo mais rpido c seguramente do que as pilu as, e
sao mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os I's ferro-nianganioos possuem a inappre-
ciavel vantagem de poder oflerecer n'um instante urna agua ferruginosa gazcosa, de gosto
agradavel, mais activa do que as aguas mineraes, e conlcndo de mais um elemento pre :oso,
o Manganese, que sempre se acha no sangue, junctamentc com o ferro. Empregao-se em
todas as melestias que tem por causa o empobrecimento do sangue, assim romo para vigorar
os temperamentos debis c lymphalicos. A Morse, as Perdas brancas, dores d'estoiiago,
a irregularidade da menstruacao e amenorrha ou suppresso do menstruo, cedem rpida-
mente a scu emprego. Devcmos mencionar aqu ura faci notavel, isto 6 que os doentes cura-
dos pela agua preparada com estes pos estao muilo menos exposlos a recadas de que
aquelles que forao tratados pelas prq>arac5cs ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de Kaurer e C*.
w?%
GRANDE LQU1HACV0
r:
Para mnsicas militares.
Completo sortimento
BAZAR DA MODA
RA NOVA N. 50,
Esquina da ra de Santo Amaro
20 a 30 por eento menos que em outra qualqner parte vendem
JOS DE SOUZA SOARES ft C.
do mais acredikulo actor Ooutrot Ainea Paris.
RITA IOVA ;
ESQUINA DA RA DE SANTO AMARO.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCAR
COM IODURETO DO FERRO INALTRAVEL
'APPROVADAS PEU ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
r Possuindo as propriedades do lodo et do ferro, convem especialmente as Arreccos
escrofulosas, a Tsica no principio,! fraqueta de temperamento e tambera nos casos de
Falta de cor, amenorrha,era que precisareagir sobre o. sangue seja para restituir
lhe a sua riqueza e ahundencia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peridico,
N. B. O iodurelo de ferro impuro ou alterado um medicamento infiel,
irritante. Como prova de pureza e de autbencidade das rerimeirmm P-
talas de Blancarrf, deve-se exigir r.osso e rala rraetiTa e,
nosso firma, qui reproiInzMa, que se acba na parte interior de um
rotula verae. Dere-se desconfiar da falsificacoes.
Arlim- om toduii aa pharmreias. Pharmaceulicn, ra Bonapartt, 40, Pars .
ver barricas ou eaixoes de um para oulro, lado pelo
mdico preeoje 12^000 cada um.
Farhiha.de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
tana o grande sortimento das memores marcas de
arinlias americanas.
Saceos de irinha de trigo do
Chile
Todas novas, ehegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso Irmaos.
Cemeuto romano
Nos armazens de Tasso Irmaos.
Cemento hydraulico 12^
O mi'llinr paralado que sao obras para agua, co-
mo assentamento de canos de esgoto, algeroxes, de-
posito, tanques d'agtia. etc.. etc.: em porcoos de
ehicoeato barricas so l'ar reduceao no proco : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Cemento Portland
O verdadeiro cemento Portland em casa de Tasso
Innaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De dnTereotcs qualidades para cercados do ani-
inaes, chii|ueirospara galinhasoujardins: nosar-
; mazens de Tasso Innaos.
Barr com breu
Xos armazens de Tasso Irmaos.
CAITOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Rita, na antga fabrica de
Sabio, ha para vender por preeo o mais mdico
; possvel, canos francezes para dificacies e esgo-
tos de toda a ipialidade, superiores a todos os que
[aqui ti 'ni apparecido pela sua solidez.
PRECOS.
l'iOO por cano grande'de3 e meia pollegadas.
1321)0 por dilo de 2 o tres quartos de dita.
l(KH) por dito de 2 c um quarto de dita.
800 nis |ior pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovellos. curvase canos de maior prossura. a
vstase l'ar o preco. Compras maiores de HM
tem ."i por cento de descont por prumpto paga-
mento. Pde-se ver as amostras nos armazens
I de Tasso Irmaos.
Tijolos francezes
Para ladrilhar casas terreas comasseioe procos
uiodieos, inuito convenientes e projirios para lad'ri-
Ihos de cosinhas em sobrados, pelo seu asseio e
evitar apassagem de asnas |>ara o andar inferior
omesmo opwigoilefogo, ao< procos de 303000 a
i.'i ,ikj0 o milheiro : na ra Novado Santa Rita, na
antiga fabrica de sabao, e compras matera 2003
solara") pre; cinto do descont por prompto paga-
monto. Podem-se ver as amostras nos armazens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmaceto verdaderas para las-
ternas de carros: no armazeni do Tasso Irmaos.
Vinho do Porto fino superior: no armazem
de Tasso Irmaos.
o mclhor cognac Gauthior Freres: no arma-
zem de Tasso Innaos.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esleirs da
India de diversos padrees e larguras, por preen
eommodo.
LOJA DI) GALLO VIGILAN!
Ra do Crespo ja. 7
Mundou vir de sua conla e actjba do re-
cebar pelo ultimo vapor, completo sorlimen-
Conservadora de sua inilivi- ot de oi.jerhw ,i,: ..midaik-e piutniasia. s
iones eso resonidos a vender pwprecos
ATTEWCAO
AO TRIUMPHO
E> aexposicao do respeitavel publico neste impottanie estabelecimento imi
lindo e completo sortimento de fazendas cliegadas pejo ultimo vapor da Europa, o que
temos a honra deannunciar aos pais de familia, assim como ao bello sexo, a quem o
Triumpho pede sua alteneo; garanndo sempre cm sua no\a luja o gosto de fazendas e
novas moilase modificacaodosprecos, para adquirir a svmpathia de quem der a honra
de procurar o Triumpho.
Lindas sedas de cores novo gosto a 2(i00 e 258000 o covado.
Glacez de seda e laa apurado gosto para l;)500o covad).
Laaziiilias com listras de seda para l$(>0, 1,4000 ocovido.
Ditas de lindos padres para 500. 700. 00 e 900 rs. o covado.
Oambraias brancas de W000 at 83000 a peca.
ts de cor novos padrees de 650 e 800 rs. vara.
Saias de la com bonitas barras.
Balites de la e murcelina e de arcos.
Basquinas de gros-de-naple de 22(O00 a 40,-SflOO.
Gro3-de-aples pretas de 2/5000 a 44500 o covado.
Hilos de todas as cores.
Organdiz branco.
Bril!: i atae brancas e de cores.
Espaitilhos e entre-muios bardadus
Meiss unas para senhora e para bomem.
Alm destafl fazendas tem um completo sortimento de chitas escuras e claras, ma-
dapofes, b .;naules,atualhados, toalhas delinho c dealgodo, e outras umitas fazuulas
que se % 11 :.n ;>or precos queso a vista o comprador se poder desengaar que s t)
Triuiupli podar comprar bom, e com econoihia.
PARA HOMENS.
Bonito sortimento de casemiras, brins brincos e de core-., camisas de linho c algo-
do, cirm'is, mantas egt avalas do que lia mais moderno, chapeos deso de seda c alpaca,
c outras imitas fazendas que vista se podera) agradar, e manda-se fazer qualquer obra
de lifeiate pan o que tem um hbil mestre, p preco emtudo, s encontrara no Triumpho ,
oa do (Jueimado n. 7.
dualidade, amiga do
progresso.
Os labyrinilios da Espermc.a
A loja de niude/.as da ra do Queimado
n. 35 A, vem apresentar sai escoltada
freguezia um ai-tigo que at boje eustawa
muilo caro, p por isso s chegava para a
classe mais abastara da soeiedade.
Toahas I'eifeitameiiU' igHM9 s jiie se faiiri.-nrn
no paiz por. urna decima parte do valor d'cl-
las viudo a esta loja, apreciar a perfeicao
reunida economa, (nem sempre possvel
isso).
As toalhas teem um circulo de luido de-
senlio c no centro se le cm caracteres maius-
culos a allegorica inscripcao.A' baptisar.
A' passeio.-Meits cuidados.Lembran-
?a.Visita.
Ninguem porccrlo deixai de ir completar
o enxoval do lindo ilho par fazer economa
de 15 ou 20,-5,esses nadas de que se campee
o guarda roupa dos recem-nascidos qtta-
si sempre ficara aos extremosos cuidados-}
das mais, a essas a quem e Esperance se
dirige, para quem desde j dispe-se a dar
amostras e certa est que pelo prec<>nenhu-
ma deixar do comprar.
Fronhas
A Esperanca, tambem recabeu fronhas no
mesmo gosto das toalhas que vende pelo ba-
rato preco de 3*000, o que custava 10d 1 I
apreciai e se ligardes importancia aocoh-
iiiniamente baratos, para assim ai mar aos
concurrentes e ao mesmo lempo dir sabida
ao grande deposito que tem: isto ruado
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilante.
(eillinhas, punhos e camisinhas para se-
nhora, fazendas de gosto e uovidade.
Finos vestuar para baptisados, assim
comolotnniinlias, sapatinhos e njeiasinlias
para o mesmo lim.
Grande sortimento de Lieos e rendas de
croch e de outras mudas, qualidadrs.
Superiores caixas commusicas n sem el-
las, tendo o necessario para costuras, pro-
prias para-mu delicado mimo.
linas caixas com tentos c sem dles para
voltarete. -
Agulhas para machinas de costura.
Ditas para croch, sendo de acoj, marfim
e outras militas qualidades, assim como li-
nlias para o mesmo mister.
Finas grmaldas para noivas.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nones de Castro.
Vermfugo efficaz e preferivel todos os
conhecidos j pela certeza de seu resultado,
e j pela fcil applicaco s criancas, quasi
sempre mais atacadas de tao tarrife! e
muitas vezes fatal soflrimerrto.
nico deposito,
Pharmacia de BartholomeoAC.
3 ira larga do Rosario34
perioridade e abundancia de seu sortimento,
pela constante eommodidade de s, em...
mo pelo seu assaz e nunca olvidado agrado e sinre-
ridade.
Blas verdades incontestaveis sao sem duvida
apreiiad.is pelo bello sexo em particular, e p*
respeitavel publico em peral e a tanto ti w rtsefad
que estao quasi pascando como aunexin ou pro-
verl'io. qiiando se \ un nbjecto de elepanria.
pisto, uovidade, etc., etc., dil-so lojfoaqnelle ob-
fecto sem duvida foi comprado na k-ja d'aguia
branca.
Qiando no club, nrs baile?, ou no saBo do
Santa Isabel, una exceUenlissima se apn
Barbosamente (rajando, trazendo o m derno cinto
de mui larga lita, lisa, chamalotadt;1 ou escossro.
as mas admiradoras dizem comsigo aquella 6ta
fui comprada na loj.i il'aguia bnaea.
Qnando nutra excelleiissinia, nao niem i par-
bosa. niosira o riger de sen l>om potn na acertada
esculla dos enfe-ites de alta uovidade que bella-
mente i iiaiu seu vestido, ainda mesmo as riraes
de sua sympaUa conlessamqueaquelles Afeites
foram da loja d'agnia branca.
Qnando n'oiilra excelliiissiiua. ape/ar da sin-
gellcza de sen porte agradavel. se vm as bonita'
uvas de pellica dmpieza a$ sua.- bellas anu-
yas loiivain-llie o posto r confessain queaipiellas
uvas foram da loja d'agnia branca
0 lando mesmo duas exrefleaaVsimas. asricas
amigas de collegio. se eneortrara aqndw teja-
res, depos dos nuuoinientosdereciproros be*jn,
ambas por forra do sua elevada delicadeza, ganm
nina a outra os agradaveis cheiros de que mam
em seus finos, lencos, e cada urna das qnacs orgn-
Ihoeaapelo elogio do acert de sua escolha, e rano
que ajuarando por si mesma justificar dizem simul-
tneamente verdade que estecheii fui compra-
do na loja d'agnia branea.
.linda mala.
Quando bontem s pais afllictos sentain o rigor
da dentcio de seu charo lilbiiibo. e lioje alefirs e
satisfeilos pelo feliz. restabelecinirnH rereiM'in as
visitas dos seus memr aiidgi s. dizem aquelles a
estes, foi eus que mv inspiroup.nia que enn pri-
se, eomo comprei, iimdeafes virtuosoa c Itam
llover, que se vendem na loja dajuna branca.
A ('iii do m ii i lo mais qne alada
falla dizrr.
Quando em nm circulo de etruiinswflM carac-
teres se discutir veraridade de laesdizeres, app.i-
reeer nm outro que qm ira anda levemente i
ronmer a discussao, os prim iros p- r momento e-
qnecerao a crruiuv|>ercfio r Ihes daio ora pa-
noso dehique dizendn-lhi i.' D qne V. t
un daquelles que inclina o cbapo de -
mereca ser designada pela agiiia branca da toa
do Queimado n. S.
Ko tantas as eeusas qtie por
unas eseapam as entras.
J i a esqnecendo a nenia branca, mas cm tenso
lemlnMi-so para noticiar, que receben rma pe-
quen, i qnanlidaile de enfetes para coqn.
pos para ditos, tudo feito de metal com lindas e
agr.idaves coloridos, obras estas pela primeira vez
appareridas. e porunlo nteira novidade
Taiubem chegaram novamenle delicados enfeitt
e flores ornadas de aljofares e ridrilhos, tanto de
palha para coques como para volido
contina a merecer a apreciaco da- ese IIntissi-
mas conliecedoras do Iwm.
Vonde-se.
lu balcao em bom estado : na ra da CaVia
do Recfe n. 22.
LOJA DO TASSO.
lina lo Crespo n. f A. c\(]ulc i
da do Imperador.
O dono deste importan!' eslabdivimentn.
tendo recebido de sua corita, peta vapi-
frajicez ffiilnnstarfis} diwussiiltamdili
uovidade proprios para a fusta, essaesli Ai
que sen eslalndcciiento se acha |n ni #
do, principalmente em artigos de m da. i
de ao respeitavel publico e em ]
aos seus numerosos fre FlINnir.uf) fin RWMN dehonra-io com sua >nian?a. garantiwlt.-
rU,l.!iadoI5ri.m n.S. 'les seren i,,,, s,v,,,,,, e por precos ni-
Meias de borracha para quem soffre de
erysipella, assim como metas de la para
os que sofrem de rhetmiatismo. i
Suspensorios para liomem c meninos.
Finos pentes de tartaruga para coques ]o
de outras muitas qualidades e para outros
misteres.
Dedaes de madreperola, marfim, osso,
ac, metal, etc., etc.
Superior agua cosmeocomc para Ungir
cabellos, dando aos mesmos a sua cor pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas perfumaras
Machinas de vapor.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixos de ferro, balido^.' fundido.
Rodas dentadas, para moer com agoa,
vapor e animaes.
E outros muitos objeetos, etc. etc., pro-
prios para agricultura.
GAZ GAZGAl
Chegou ao antigridejiosito de HflDT) Forster &
C, ra do Imperador, um earreganiento de caz
de pibullir i|iialidade:oqual se vende em partidas
e a retalho por menos preco do que om outra qual-
quer parte.
fortavel da vida, sem davida comprareis : dos'melhores fabricantes, assim como mui-
neste bello paiz ninguem se faz pobre dis-'tos Uros ohjee'os que impossiyel des-
ENQAS das CRIANCAS
U8ANC >D
^iHVMM-IS
pensando 135 ou 2;5000, tata o atiplo e
belleza de que se decora a habitat*'
vezes no que menos pensamos, entretanto.
como diziam nossos maiores, a sepultara da
vida : ainda s senhoras a quem a Espe-
ranca se dirige. Urna senhora cuidadosa
do nada faz a casa.
Itua do.Queimado n. 35 %,
n^eao. f^fte.-, ,e T,nnt,t) inteir l,p unia ,u,l> i**'"* njcrecida: rt>r
as-iMruecdc* daTglandulM dTet.W TlS^^S* P!'* "^"V l^tanta,
enauvasde poaca Tade. Todo*/Zmlivo SSSSTl9 "T' *WM
di^Uo, resume aos tecidos a ana firme e vU-jr^rS'r i! ?C'U 'fpetoLM1S*
nSTalistaa para combater as ditmas ftW^ da p2. """^ pel' m
>posifo em Pernambuco, itm casa d* Hna a*
Vende-se ou arrenda-se o engenho S.
Gaspar, sito na freguezia de Serinhaera, co-
marca do Rio Formoso, prximo do embar-
que, com grandes partidos de pal, o irias-
sap roda da moenda, matos e mangues
para madeira necessaria, bom pasto,etc.:
tratar na ra do Imperador n. 20, ou ra
da Florentina n. 28.
crever: isto s na ra do Crespo ti. 7, loja
do Gallo Vigilante.
Collares Mover elctricos magnticos con-
tra as convulsoes das criancas e para facili-
tar a dertinct das mesmas, o Gallo Vigi-
lante atitigo recebedor d'esles prodigiosos
'"llares e contina a tersempre gtandedo-
posito, ra do Crespo n. 7.
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os cabellos e a
barba, a i>000 o frasco.
E" a nica approvada e recommendada
por tex sido reconhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
venda em casa de Gustavo Hervelin. n.
51. ra da Cadeian. 51.
Sabonetes de alcatrao
CUBA DOS CALLOS.
IRLA
Pomada galonpean.
Deposito especial
Pharmacia de llartholomeo 4 C.
34------Ra laiya do Rosario------34.
AGULHAS
para machinas de costura de Grever t Baker :
vendem-se na ra da Cadia do t cifenW.aW
a duzia.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acredilado preparado, que tao boa
accertacto u-m merecido nesta provincia,
tnuito se recommenda para a cera certa
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34ra larga do Rosario3i.
Farinlia de mandioca.
Tem aara vender Joaqu:m Jos* (Soncal-
\es BetMo, reeerrtemeiite ehegada de San-
ta Catharina, a bordo do pttacho prrtuguez
ArtAe, fondeado defrontc do trapiche do
Exm. bario do Livramento e para tratar
com omesmo na ra do Trapicha n. 17,
ou a bordo do referido navio.
NOVIDADE
A loja de Coelho Olivetra ra do
Queimado n. 1!), receben pelo ultimo vapor
um bello sortimento de baJoes de diversos
systcmas, os mais aperfeicoados ,que teem
viudo ao mercado, sendo :
BalSes de guipur com Aras chamados
reguladores, ditos de musseliua abertos- por
ambos os lados, de modo que sendo todos
de um tamanho servem para qwalquer se-
ubora, de ISa de cores, com tiras, e as se-
guintes fazendas:
Saias de la com bonitas barras.
Chales turcos de seda e la Beatriz de
Tendas.
Fitas de guipur pretos Rocamboly.
Chapeos de so! para senhora, muito lin-
dos.
Iasinbaa
Sultanes.Poil deChevre, Tricte, dito de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
La pura de corea a 360 rs. o covado.
Basquinas a Maria Antoniete.
Cambraias fantasa.
Ditas brancas transparentes e Victorias.
Colxas adamascadas.
Gobertas chinezas a 34500 rs. e nutras
muitas fazendas qne torrar-se-hia enfadonho
annunciar.
niiamenle baratos. Venham, pois. todos
comprar novas e lindas (UMta koai f de
alta novidade, coa ln'm:
Riqttissimos cortee de blonde.
Riquissimos corles de seda de core-
Sedas de lindas cores-para ovados.
Moire-aiitique azul, verde, blanco e pre-
to.
Grosdenaples azul, verde, branco e pre-
to.
Gorgurao branco e preto.
Setim branco macau.
Cortes de seda com duas saias.
Cortes de ISa escosseza com dais saias.
Cortes de la e seda, novidades.
Poil de cJicvre de lindas con>s.
Alpacas de cordo lindas cores.
Ditas lisas de todas as core.
Cortes de vestidos de cambraia bordados.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho com lindos bordados.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Cbapelinas de palha da Italia.
Ditas de sedas de cores e pretas.
Knfeites para cabeca de senhora.
Coques de todas as qualidades.
basquinas de seda enfeiladas com primor.
I.eques de madreperola, marJim. sand
lo e o.-so.
Camisas bordadas para homens.
Colchas de algodao e seda para rana.
Ditas de crochet para rama.
Pannos de crochet para cadeiras e sofi.
Chapeos de sol de seda para senhoras.
Cspariilhos para senhoras.
Tnalhas de lafcyrmto.
Lencos de labyrinto.
Fronhas de labyrinto.
Bicos, rendas e* grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
laas e outros muitos artigos de gosto e no-
vidade.
Loja do Passo ra do Crespo n. 7 A es-
quina da do Imperador.
Eira armazens a retalho.
Vende-se una canoa nova que pm 1,900
tijolos: na ra Imperial n. M7.
O Campos da ra do Imperador n. 28, lew |
vender grande quantidade de medidas de ti
para lquidos, e de madeira para wecoa, peto aya-
tema mtrico decimal, pelo qual esli osneyotaa
tes a retalho obligados a vender snas iner adorias,
i contar do Io de marco do corren? ana. O ao
ranciante avisa e parante aos qne ile uw jaedMas
necessltam, qne ao estas as mais gtaMay por
quantoo fwtaa em Paris, de ecamajaaaala wy
) systoma cima dito, e setmdo opam aosvala
pelo governo imperial ; iiaaoaMaa.
o uiosnio com outras qic abi U tmitm,- m ata-
do da mesma canaeidade, deversikam da modeife,
rindo offiereeer duvidas nao s aos compradorea
como w vendedores.





"ti
ario de Penianibuco Quinta feira 21 ue Janeiro &
1869.
GRAWE LIQMIACAO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
pavAo
1
laaoa &\ a-jasaMifiaiao. 3
DE
Flix Pereira da Silva, succossor de Gama
& Silva
O proprietario d'este esiabelecmuato convida ao respeitavel publico dcttfi ca-
pital a vj- surtir-se no grande estabeleeiinento que tero del'azendas, tanto da moda como
de lei, e as pessoas que negociam em pequea escalla, tanto da praca como do matto-
nesta casa poderao fa/.er os seos sortimento* em pequeas e grandes porcoes, venden-
do-se-llies pelos precos que se confpram nis casas inglezas. ; assim como as excellcnis.
simas familias, poderao mandar buscar as amostras de todas as frondas, ou mandare-
mos levar em suas casas pelos nossos caixyiros, para o quo acfaa-se este estabelecimen-
to aherto constantemente desde s G horas da manhaa s 0 da norte.
O atoalliado do Pavo,
le-sc superior atoalhado de algodc
com 8 palmos de largara, adamascado ?
2J2(I0 a vara; dito de linbo Calenda muito
superior a :\SiOO a var ; guardanapos de
liano adamascados a lS00 a dn/.ia e muito
"linos a 8^000, e ditos econmicos a 30300
a duEia.
Crochs para eadelras na loja do
Pavo
Chftjjaram os mais lindos panos de cro-
MADAPOLO A 3:300.
Vendem-se iccas de madapolo fino edm
12 jardas pelo barato proco de 3:500 a peen,
dito com 24 jardas a 7^000, na na da Ini-
peratrix n.60, armazem de Flix Pereira da
Silva.
EiSasinhas
A doze vinloiis.
A doze vintens.
A doze vinlens.
Vendem-se lasinltas de cores muito bo-
nitas com deseuhos miudinlios e grandinhos
che ou guarda bantras, proprios para ca- com lislinhas e pintas pelo barato preco de
deiras lano d'encosto, como de bataneo e
de guarnirfio. a mitins compridos para so-
f, taifas como ditos redondos para meras
redondas, ditos pequeos para almofadas, e
ditos para cubrir prsenles, leudo pequeos
at para cobrir mu prato, que se vendern
SUt>ris o co\,:dona loja do Pavao. ra da
Imperatrizn. 60, de Feliz Pereira da Silva.
AS CAMBHAIAS IX) PAVAO
Vendem-se inissimas pecas do cambraias
lizas transparentes tanto inglezas comosnis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
Jemos uovidaden Ierra !
Porera ningiiea se espante
A cousa nao de dar cuidado,
Faz sempre a sua admiraco,
Mas nao oliendo a ninguein,
Agora nao se lrnibrem de novo incendio no pardieiro,
Mein que houve explos7io na maxambouiba,
Ni'ii! (joco preto Tliomaz fugio da Octenco,
Nom Due o vapor eliegou embanderado,
Nem que a FRAGATA AMAZONAS virou o S.
Nao se trata disso
Ser aUjiunjntz ik paz que quer pastar o metro m sen subs
titulo ein eonsequencia de estar abolida a vara ?
NAO SKNLIORESTenian p;tcicncia- -Esperan ,
Nos vamos di/.er do que s. trata nfw com aquellos modos que loma o ridado
russo, Sr. Antonio Dumingucs. i|nando recouhece que na mefior boa fe Ibe cnipui rarain
algmn livro sem principio nem limmas sim com aquellas manchas assz delicadas que
sempre se encentrara no j>ei funieso ninbo da syui|iatliica Aguia-Branca ; asura, pois
altcndam: -^ ^^ |
Amigos de faltar o estomago agradavelmente venhatn ra da Unperatiizolhem
para a rasa que fie a em frente' ao magnifico cafolliem..... olheni..... Nao \e^m "
O BOM DEMONIO
Nao se benzam
Que peior
Fii|iieni beni quietos
i Que nii'Ilior.
MuTher, demonio que importa !
Mulher, demonio nei lo amar-te !
por preco muito em corta, na loja e arma-1 preces de M% at IGOOO a peca, assjni
rem do Pavo roa da Imperatriz h, GO, de como finissimos organdys branco liso que
Flix Pereira da Silva. sorve pacavesiidos de bailes, por sermuilo
transparente a tOOO, a vara, na loja do
Pavo nu da Imperatrizn. 60, de Flix IV-
i reir da Silva.
I FlISTAO UIUNCO PARA VESTIDOS A 010
Agora digam comigo
Fustocs para vestidos forneos
a40.
Vendcm-se os mais modernos festes bran- j
eos fiexivets com pudines de listas e de
salpicos proprios para vestidos e roupas de
Fallemos inuito serio
RJltY. ATZ31TC?C
iieuino aSlOrs. ocovado, naloja e amia- mBto> cncorpado mas muito
zem doTevao ra da taparatrizn. 60, de pr-ios para veslidos,roapoes, jiei
Flix Pereira da Silva. ntc, e roupa p;.ra meninos, pe
Na Soja do Pavo vendem-se os mais mo-
dernos fustoes brancos de lista e cordo
flexivel, priv
.peiileadoresetc.
;lo barato pre-
Orocimlys (' <'t 6M) re's ocovado, a loja e mam
n ,. .. ,. OA fie Flix Pereini da Siha.
Orgndy branco hso, mtto fino a 800 gBDAS C0JJ USTIMAS A Um 0
rs. a vara; dito com qnadros ou listas, fa- (JOVAJO
moda muito ama*** a H; (li de linho Yml^ u mmu]mm setos de
bnnoa com palmuhas, fazenda muito lina a Jjslilili;)s paw ^ ,sti(los.,.iie,,,;ls pele^iiim.,
hw T. a vara. vapor convas cafes ma?s modernas que teni
Cromlenaples viudo a este wt rcado, pelo barato preso de
Ohegou para a toja do Pavo pelo uhfi ^^> ocovado na naa da Imperatriz n.
. ipor um grande sortimesto dos melhores 60 de Flix Pereira da Silva.
<;i f sdeuaples pretos e de cores, tendo verde I Alpacas lavradas
Umbem, que se vendem mais barato qee Chegaram pelo ultimo vapor as-maismo-
m outra qualquer parte. dems alpacas lavradas com as re ais lindas
Lencos bauros a -600 a duzia (cores, que se vendem a 4>000, O invado.
Yendeni-selenei*brancos de cambrai algudao a I#600 e U-is., ditos de liuho a 800 rs,4itasmesctedas muito liras a IrM),
3500 e M a duzia, na loja e armazem o covado, e oulrns muitas fazendas de ajaste
:o !';\Qo na da Imperatriz n. 60, de Flix o moda que st vendem mais barato do
Pereira da Siha. !quo em outra qnalquer parte, no arm.i/.ein
Com o fim de tentar aos Horneas a abastecer as suas despensas no MA
AHMAXEM DR MOLIUPOS -jsquiua da na da Aurora defrorit do sumptuosq
peratriz; o incansfivel proprietario desse importante estabelecimcntn acaba di
do que ba de mais suprior e digno de urna casa dessa oplem.
Este mferessaafe estabelecimemo se torna saliente, nao su pel -na jHi
ilide. como pelo fornii?so e encantador emblema que o assigjiala. -> wlt'-O foruiJa (arce,
------ ----------------------,
0 cordeiro previdente
lina o Qib'elnaado o. 1.
Novo e variado sorllmento de perfumarias
linas, e ouM-08 objectus.
Vlm d> rcunblHO sortimento de perfu-
marias. de ipie efectivamente est prvida a
loja doOrrteiro Previdente, ella acaba d'
receber un outro sortmento que setorm
notavel pela variedade deobjectos, superiori-
dade, qualidades e coinniodidades de pre-
cos: assim, pois, o Cordeiro Previdente ped
e espera continuar a merecer a apreriaco
do respeitavel publico em geral e de sui
boa Fregueza em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mausido
e baraieza. Em dita loja encontraran os
apreciadores do boni:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murra'y & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fraa-
i'eza. todas dos iiiellioms e mais acreditado;;
fabricantes.
Dita halsainica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Aljies, e vilete para loilet.
Elixir odontalgia) para conse vaco do
asseio da bocea.
(osmetiipies de superior qualidade e chei-
j ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
I [lomada lina para cabello.
Frascos com dita japonesa, transparente,
le ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
france/.es em Irascos simples eenleilados.
Essencia imperial do linoeagradavelchei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente linos e agradaveis.
Oleo pliiloroine verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade.
com escomidos cheiros, em frascos de dif-
ferentes tamanlios.
Sabonetes em han-as, maiores e menores
para mos.
Dif.is transparentes, redondos eem figu-
ras de meninos. t
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhascom bonitos sahoneles imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada rontendo fi-
nos.
JMS' flVie gralilk-afo.
tratiflea-st', -c.uikIu a dislanria, n ) .
un|ia t- All)U(iueji|uc, iuuradr u ust-'enb* **-
cordia, da frcgiic/.j;t da tu n Siiiil'Aniia, prelot!" didf dof'i
irua ropahr. \m ivtii rmi p.iui- espa
olho< pequeos, vivos c um |K,nr., iaici.s, d> ir.--
perfeitos, alTOs e limados, calnra (letpKoa, p>
mies regulares;dfc]8lo i |Hra qiaKj.i.:
sen ico, lalia va^aiisa prona em .li.-a, aadarn
IKiiiro carignfint. lif-ve l.r marra na? (.mas *-
costada aes (tos de forros i|iio lov u l, i ,. ..
ao Sr. bariw di- Naiaret i ipruu-a ao ir
Jos Miiiol (AUoniio) |ue o RNU "ln I u.CruuU
do Nortee al o ruu4J>rou ao Sr. ia|uliki i i
moiadcr na villa do l'aii a ferro, e o
ra|iil.o Fernandos mmpmu-o ao Sr. M.in Daz da Silxa morador na villa do Pora Ak
sondo o rolo i ido o^ravo natura! dolida ilapi
cia (la l'arahjaypertciM-cu o viajan
os solios de lnpazira oiii l'ajon eniilo om
senlu ros ni i bouio Mairolino Ca
Sorra Talliada, Mdade doSoeza. Sorra dn.Mai
ole. ole. n>siin tantbcm nrovino-s.' a <'i.nu apr t\
bondor o referida esrravo'ipie sondo no 11
provinfio ila l'araliU/a 0-OpaflM M I)r Jus Pa-
iii. do Fi^uciredo na cridado i r.t-
pilo Joai|uim Saldanba, na fami'
riacho do Porros, no raso do nao qtere Irazor 11
seu referido senlior.
Altenciio!
Pupo liojc pola manbia a <'rt-i--i\..
nerosa, portonooulo ao )r. Elias rYpderifo de .*?-
moida e. Alhnqiienpie. da l'arahvba. a (|ii;.l k i
signaos soi;ninios : cor pivta. cabera peqneaa, r*-
bellos rarapiutios. ollios (raudos, estatua regalar,
dor|io bastante soroo. |"'s un poueo apalheta
gesticula muito quando falla, rom idade !< 10 para
17 anuos, milito ladina, lava hoie. rodaba e aa-
gomina, sabio com \o.-iido docilita .lia!.
azul : (jnem a prender pode entra|a-ta ao Dr. Er-
nosio do Amiino Fonsera, na ra N jva ::. 7
andar, ou ao Sr. Maiund Caldas BarretO, an I
ribo, que .ora recogipeiigado devidaroeme.
Vi.dia :10 do moz de nnvombro proxiBM!
sado, higio do engenbo S. los, do Icraa
nhaoni. a o-crava do nome llonedicla. un
22 anuos dc-NMe. cara boxigosa. altora raj
cabello cortado e denlos pedrea, liii o n ava de J i
de llanos Araiijo. icndoiro do engenbo Maiiauoa.
levou um roupao do cbila clara j velbo," DJ8 p:u-
no da Costa novo : quero a petar lere-a ao din.
engenbo, ou ao Sr. Man. el Aires FerreiraAC,
nesla praca, que sera gonorosaaioi..' renmpen-
sado.
prov
ia locali-
encaiftdora maga qiw, se espelha as aguas do nosso ameno Capibaribe, c como que desa-
tando o riso para a aBaneira Olinda que alm se avista garbosa e gentil repTecta (\xnoca es-
penmea de em breve gosar os mais (ralos passetantes pie Uie serao levados p<
trad de ferro que se acha ro nasceduuro.
Assim, pois,
a nova es-
do Pavao, ra raImperatrizn. 4>0. de Flix
Pereira da Silva.
tmdWDYSDE re*
Tnfn <> .cum|ya de ccres com pa-
drees miudinhoj em assentos twancos e de
cores pelo bar^tissimo preco de IGO rs, o
covado, inissimas cassas fraoezas com deli-
cadas cores e b-jnttos desenlies a 320 rs. I
i covado e ditas a 300 rs, na roa da Impera-
triz n, 60, armaeem de Flix Pereira da
Silva.
itHipas para honiein
Vendem-se superiores palitts de panno
sobrecasacos forrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com os pettes
de esguio, ceroulas francezas de linho eid-
:?odo, meias cmas inglezas superiores, ca-
misas de flanella e de meia de la, asshti
come neste estabelecimento existe um grande
sortimento de p;uinos pretos, e de casemira^
ingieras de con s, e que se manda fazes-
[iialquerobra 8 contento dos Srs. fre^ne-
aL\LES 2f5000.
Vendem-se chales de merino com boni-
tas huras, pelo baralissimo preco de 2#000
e iSSOO rs., na toja ao i'avab ra da 4mpe-
ralriz n. 60, de Flix Pereira da Silva.
PECllSCHiV A 3:500.
Cortes de laa 3:308."
Cotes de la a 3:500.
Cortes de la a 3:3*0.
LSazinhas a 280 ris..
l^azinhas a 280 rete.
Laazinhas a 280 reja.
S o Pav*i.
S o Paio.
S o Pavo.
Vendem-se bonitos cortes de lazhihas
para vestidos com padrees moderaos tendo
cada um corte ti corados pelo barato pre-
co de 3:508 rs, assim como ditas em pecas
que se vendem a 280 rs. o covado, sendo
grande ptvliiuelia na loja e armazem de Pa- ,'es, "e prometie-se-lhes que serao servidos
vao rita da imperatriz n. 60, de Felte Pe- ^m a maior pramptido e nwtto mais I-
reira da Silva. rato do que em outra maalquer parte
BABADDBIOS
Veuha to&i a populacao do Itecife ver e.admirar a bella phvsionomiai do BOM
DEMOMO.
HITAS MOVIDADES!
PECHINCHAS
Novamente d^sradas ao armazem
\'endem-se finissimos babadinbos, iras
bordadas e eintremeios, raais baratos doque
um etttrtqoatajuer parte, assim como espar-
tilhos dos mais modernos, no armazem de
Flix Pereira da Silva, roa da Imperariz
n. 60.
ftLTft
A
NOVIDADE
LOIA DO PAVAO
Gurguro de seda
Chegaram pelo ultimo vapor os mais bo-
nitos gurgures de seda, promios para ves-
rato do
na rus da imperatriz n. 60,de Flix Perei-
ra da Silva.
C'oa-tfnados
Para camas ejanellas.
Vendc-se um grande ortimenlo dos me-
Ihores e maiores cortinados lardados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12,->000rs. cada par at 25MX) rs,
isto na roa da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silvi.
Chitas
Vendeni-se as meluores chitas escuras para
casa seiido de cores filas, pelos baratos
S^Te't&oT^efaSd^r^n^ fi.* 3? 6 36 ""/* 2?S ..*
ostro, garantindose que a fazenda mais i ^ f1135 fiau^s Wj <****. &W P*
:,>.u i %n .,; h.u m I<0 onnn om I droes de cassa a 360 e 400 rs, e pechineha,
Tendo-nos chegado
convida-
mos por este meto ao respeitavel publico a qne nos piocre comprar fa^endas de
bom gusto m outra qualquer parte.
Lencos bordados a 6?>, 04'500 e
Admipem!
81 rs.,
MadapoBes finot; a 5^, 6;$, 7! e
s no armazem do Leo.
Chitas esouras de padses lindos por pro-
co de 320 e 360 rs. o covado.
Cassas de cores com palm'mhas e -com
listas de diversos padres a 210 e 320 rs.
Laazinhas cinzentas e cor de botana a
320 o covado.
Chitas claras miudinhas a 320 e 360.
Alpacas pretas e de cores lindas propras
para vestidos a 680, 700 c 800 rs.
Pecas de cambraia transparentes a 4-,
65. Per este preco admira a todos!
Ricos e bem escolhidos gostosj
marks para calcas e paletots a
corte.
Tambem tem para acabar peca
no de linho, com 27 varas, a 17$
Toalhas de linlm para rosto a
zia.
Aos Srs. armadores de eiiterros.
Vendem-se pecas de hollanda preta com
125300.
de bis-
25500 o
de pan-
! 18*.
05 a du-
5$e
40 covados a 55 : na ra da mp
48 e 52, junto a padaria franceza,
Leo.
Attenfo roupas feitas! 1 no
Cortes de casemiras de quadrinhos es- j0 Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52.
linda e de maisphautasia que erteanno tem
chegado a este mercado, e vendc-se por
preco muito razoavel, na ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Keria de listas para vestido*
Chegaram as mais modernas sedas lista-
das para vestidos, com as cores mais mo-
dernas que tem vindo ao mercado e ven-
dem-se por preco muito em conta por es-
taos muitos prximos da festa, isto na
.! na ra da Imperatriz n. 60, armazem de F-
lix Pereira da Silva.
Cifosdcnaples preto
Vende-se um grande sortimento dos me-
Ihore* grosdenaples pretos, tanto lar-
gos como estreitos, sendo de 25000 rs. o
covado at 45(00 rs. garantindo-se que
restegenero ni iguem tem melhor fazenda e
que se vende mais barato do que em outra
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de qualquer parle, na ra da Imperatriz n. 60,
Flix Pereira da Silva. I de Flix Pereirc da Silva.
TtSSES*
CaTARRHOS
PASTILHAS PEITORAES
DE sueco DEALFACE
E LOURO GE REJO
IRIITkCOES
DO PEITO
E' este o mais hoto e delicioso confeito at s);ora conliccido. Por isla tem adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais disUnctos o aconseitiao contra
as tossei, ieftuxoi, catarrhot, tosset convulsas, cilarrkos epidmico:, irrUacSesdo peilo. Com
grande empenho o precario as mes de familia, asaim para ellas como para as enancas, pois
primeiro qne tado inoflensivo, e as suaa propr edades adocantes i.So deixo oada a desejar.
Deposito em Pernambuco' em casa de Blaorer O*.
Kttrttt
4
1ITII1
e?!tissSfl
f tTliViilKllCtllMaiK! SCFF0C1C t
tas a 25800-e3).
Corpinhos brancos para senhora a 35 e
35200.
Pechincha!
Cortes de cassineta de cores para calcas e
paletots a 15500.
Cassineta de cores com um pequeo to-
qne de mofo a 400 rs. o covado.
Espartilhos muito finos a 45500, 55 e
55500.
Admira!!
Grvalas de seda a 500 rs.
Golinhas bordadas a 500 rs.
Laazinhas a.200 rs.! I
Laazinhas a 200 rs.! !
Laazinhas a 200 rs.!!
Assim como temos um grande, completo
e variado sortimento de roupas feitas: pa-
letots saceos, sobrecasacos, fraquep, jaque-
es, calcas, cohetes, camisas, jeeroulas,
chapeos etc., tudo por precos que admira!
Tem taabem um sortimento ele roupas
ordinarias por preco baratissimo.
Araba de ebegar tambem tun completo
sortimento de damascos de
azul, amarello e cor de caf
vende por preco commodo.
Admira!!
No armazem do Le5o !!
No armazem do Leo! f I
No armazem do Leo I!!
No armazem do Leo I
GMIICO
*'' !'\~\as perfumarias, muito proprias para pre-
sentes.
Hitas de papelo igualmente hondas, lam-
bem de perl'umaris finas.
bonitos vasos de metal coloridos, e de
molde- novos e elegantes, com pode arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem composicode
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e franceza para (lentes.
Pos* de eamphora o outras differentes
qualidades tambem para tientes.
Tnico oriental deKemp.
Anda mais c***^8'
Um outro sortm*s de coques de no-
vos e bonito-moldes com filetsde vidrilhus.
o ot^uus delles ornados de flores efitas.
,-,**, tiV.u t'A|m.wuj a api i' i.".tiu au ijucui
os pretenda comprar.
GLLIMIAS E PXHOS BORDADOS.
Obras d muito gosto e perfeico.
Fivcllas e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
O que de melhor se pode encontrantes se
genero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para viagem.
Bolsas de tapete e carteiras de couro, por
precos commodos.
Oiapelinas de palha da Italia mui bem
enfteitadas, e'enfeites de Adres obra de bom
gosto.
E assim mnifos ontros objectos que se-
rao presentes a qqem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 16.
ENFEITES OE PALHA PARA VESTIDOS,
CHAPEOS E COQUES.
O Cordeiro Previdente ra do Queima-
do n. 16 acaba de receber um bello sorti-
mento de trancas de palha para enfeites de
vestidos, outras para chapeos, coques etc.
tudo isto est sendo vendido com a sua bem
conhecida commodidade de precos.
ALEM D'AQOELLES.
Recebeu outros lindos enfeites de seda
para vestidos : assim como um variado sor-
timento de galles de la. babadinhos de
cambraia com bordados de cores, cuja va-
riedade degostos os tomam recommenda-
dos c apreciados ; coinparcco pois os pre-
tendentes que sero servidos a contento.
TO BEM RECEBEU.
Novo provimento de bicos o rendas de
guepure.
LUVAS DE PELLICA.
De todas as cores tanto para homens
como para senhoras, constantemente acham-
se a venda na loja do Cordeiro Previdente :
ra do Queimado n. 16.
Fugiodoanganlo SaMdade, na OMtarcafe
Porto-Calvo, jirovincia das Ala?as. ew raw >
lippf, cabra, cabellos rarapinbo?, de t\ amo* de
idade, poueo mais mi peaoa, pmica barba, pi (
qneno, nariz regular oibes grandt, ('.'n!
iimicii Untados e roni falta de um ua Irciii.'. ai
ligetro, oujo cstravo fot rumpraflo ao Bxbr. i
de Xazarcth : pede-se s aHUuidades |.dici;.s (
capitacs de campo a apprehfii.-a 4a iii.-ni. h-
va-lo an seo wnnor no reiendo eaganho, ou bsj
dado iln l'.i i il'c ao Sr. Joaqun) Rcdrgnea I
de Helio, largo do Carpo-SuttD n. 17, I" andai. (jup
ser generusamaMp reeowpmMdb.

Acha-se fugid de>h
um milaUuli- a**ntrT!nni(< J"-*-. ilc a l^
:,iiiins ilc ilado. m do D'illitli em jaiinr. de l-Hi
e i'oi vendido nesla ridade por Antonio J.
Mello, negociante aaqnefle Ingar, ao 9r. FernaBdo
Jos Correa, com loja na rua Dteita desta fidadt,
pede-se as autoridades, ipicr daqni quer de foa
am o aprciiciutan e eiiln-prnc-ni I tea senhor.
na rua Nova ilp*fc. cilad nu ---*" -e,
casa n, SI que sera gran lirado.
eratnz n.
loja do
armazem
cores, sendo
etc., que se
No armazem do Lo, rua da Imperatriz ns. 48 6 52, junto a loja d our
e padaria franceza.
OVIDADES
Rua do Queimado n. II
i! PORTO & C,
A este estabelecimento chegaram as mais lindas chapelinas de crep, tule e pa-
lbinba da Italia, primorosamente enfeitadas.
Bales reguladores para senhoras e meninas, os mais modernos e de varias
cores.
Basquinas de seda para senhoras, o que ha de mat gosto, e delicadamente en-
A escrava Hercutana
Comprada a Baam Sra. i). Qara fteoton, un
j.uiriro da WW, paaaaa a eteriptura de oda,
saino e ate hoje nao rolton, ignorando-e para
de se evadi. iimlala cima, teia, ktwli 'M
anuos, falta de denles ao ifaeixo saperii r, -
no rosto, cabellos um penco rmiid a tb
corpo. Foi escrava do Sr-. Joo Siinoes d'Almeiu
da rua do Vigario, e anterioi inenle do leaante-fo-
ronel Joan de S do engenbo Tab, na Parabtba
J estevo una vez em Goyaaaa para ser vead
se alguein a quizer comprar taade-se e se poder
ser apprehendida, on se indicarem o Ingar em qni
estiver, sendo encontrada so dar a gratilicac'
cima : na rua do Hospicio n. 23.
Fucio no dia 10 do Brrente ...../, do i
nlio Quiliba, ftegtiezia de Sarinhiam, o eacraTi
Uenodieto, crioulo. idade 30 e lanos annns, barXD,
feicoes iiiludiis, pera e liijode, dente quebrado na
frente, bem fallante e ladino, montado em um ea-
vallo com cangallin. mi os signaos fcuintes
alasao, bem feito. esl gordo, nao tem e-trclla na
testa, nem calcado. Foi comprado lia pootM
niezes ao Exm. Sr. barao de SasantiL
Qiiem o apprebender o enlrepar aasU prai
Dr. Joao da Silva Ramos, ou a Gabriel Anti nu d
Castro Qnintaes, na travessa do Queimado n. 3,
eno referido engenbo Quiliba sin senborDr.
Jos Eugenio da Silva Ramos, ser generosaii:
ircomiiensado.
^ast\w?\aa2)aiaA>it
NA
boCANNABIS INDICA
^ GRIMAULTcC^HARMiCEUTICO.S ev PARS,
DFF0C1CA
QDQDIBll
Todos os meios at hoje preconisados contra a astlima n5o tem s do mais do qne palliativos
debaizo de todas as formas, tendo por base a belladona, o estramonio ou opio. Recentes expe-
riencias feitas em Alltmanha, repetida* em Franca e na Inglaterra, ra provado qne o cnamo
indi de Bengala possve as mais ootaveis propriedades para combitcr cssa temivcl affcccAo,
assim como a tosse nervosa, a insomnia, a tysici laryngea, a roojnido, exti necio da vox,
e as nevralgias facaos. E' pois cora o apoio da ciencia que offerecemos este6 cigarros, prepara-
doa com 0 extracto de cnamo das Indias, qne nos importamos de Bombaim.
Deposito *m Pernambuco, em casa de ataoret e C.
> iil.il^4il4.4444>4M^i4i4iiA444i4ii44414.44i i
Ceitadas.
Ricos vestidos de bloDde, com manta e apella, para noivas.
Cortinados de cambraia bordados para camas e janellas, de diversos gostos e
qualidades de IU at 806000.
Tapetes alcatifas em peca para foirar salas, gabinetes e corredores.
Camisas inglezas de Imbo para homem.
Iticos vestidos de seda pretos bordados agulha e de cambraia brancos tam-
bem bordados pelo mesmo systeraa.
Fronhas e toalhas de linho e de esguio todas bordadas para casamentos.
Sedas de lindas cores, casimiras de cores as mais modernas, salas de 13a com
barras de cor, chapeos de sol de seda inglezes, espartilhos para senhoras 'e meninas,
colarinuos de linho para homem e grande sortimento de fazendas de todas as qualidades
que se vendem por precos que agradan aos compradores.
Neste estabelecimento contina a receber-se esteiras da India para forrar sal-
las de diversas larguras e cores, que vendem-se mais baratas do que em outra qual-
quer parte, por isso chamam a attenco para as
Esteiras da India para forrar salas.
A boa pitada de rap na Aurora
A BOA PITADA DE RAP HA ALMA
A loja da Aurora
rua larga do Rosario n. 38,
Pertencente a Manoel Lopes & Irmo, re-
cebeu as seguintes qualidades de rap mui-
to fresco:
Rap gasse grosso, dito gasse fino, dito
Paulo Cordeiro, princeza rocha, dito de dita
viajado; todas estas qualidades cima, e
vindo do Rio de Janeiro, rap princeza fino
da Bahia, dito princeza mcio grosso tambem
da Bahia, dito francez muito fresco, dito
Meuron; todas estas qualidades se vendem
tanto em libras como retalho; assim co-
mo tambem tem bom sortimento de miu-
dezas de qualquer qualidade que se pre-
cisar : quem duvidar v loja da Aurora na
rua larga do Rosario para veritear a verda-
de, onae sempre encontrarSo o desemba-
race e bom agrado prempto a despachar
qnalquer freguez que queira honrar este
estabelecimento.
" Faz um mezque tupio do eiijenho Canna-
vii-ira, li epuezia da Gloria do Goit, um eseravo di
D. Thereu Francisca dos Santos Pinheiro, por
nome Vicente, criouki, o> idade 30 anims, pouec
mais on menos, estatura regular, cor preta, ou fula
por estar nrn poueo descorado, muito ladino, com
marcas de beaigas no rosto, bastanto barbado^e
pequeas as barbas, as costas urna cicatriz de
sipadas mais para um dos lados, urna pequea
ferida na perna, que talve ja estoja fa. muito pe-
ralta : quem o. ajiprehender pode dirigirse ao dito
engenbo, qup ser l#m recompensado.
Fugio a 15 do correte mez Se Janeiro, o es-
ravo Felippc, catira um poueo alto, idade 25 an-
uos, pitBciuiando a barbar no qUeixo. cabellos pre-
tos, aclboentaim, olhos apntadns e i|uando olba-
feclia as sobrancelhas. tem una marca de causti-
co do lado dimito subre o (gado, ievon no corpo
calca de bnm de qtiadrintios pretos, camisa de
madapolo, cbapo de fia redondo nm poueo aza-
da Este eseravo rostnaia conduzir genero de
urna venda da rua Direila para a estacao das Cin-
co Pontas, o mesmo anda com um bHhete proca-
randa senhor. sem o ronsentimento do niesmo se-
nlior. IV?de-^e as autoridades policiacs e BtfaBKt
pessa que o vir, de o pegar e levar ao seu -(
nbor, no sobrado grande de Santo Amaro do Si
Mauoel ('.n>todio n. 22 que se gratifiear generosa-
mente'.
Recife, 18 de janero de 186.
Contina fgida a escrava Domingas. d<
rabia, isiade 30a35annoH, coui nina cicalnz de
fogo em todo o peito do pe esquerdo, cabera rapa-
da de poueo,, natural do Rio do Petare, consta
estar amasiada na rua Imperial, oque se protesta
com todo o rigur da lei contra a pessoa trie a trm
oceulta por todos os pivjui/ot- e dainos qu.
sam acontecor dita escrava : qoem della aouber
der liarte na rua do Rangel n. 9, ser gr.itii
e se fhe guardar segredo.
Desde o dia 2 de setranbro do anno ptuxinin
passado que fugio da casa de sen senhor a esc
Eduviges, cabra, de idade d 85 annos, poneo mai
ou menos, altura regular, magra, p<-
peitos sumidos, pirada de bexigas, cabello qaasi
pixaim, nao fazia uso de sepH-a-Io, a cor um
poueo macilento, sem falta de denles na fenle.
em cada um dos cotovellos tem imy:aracp bastan-
te snente, gosto de agoardente. fuma raebfmbo, 6
muito falladeira, ha noticia que subi para o cen-
tro, indo pela estrada de Santa Antio : roga-sg a
todas as autoridades, capilaes de tampo, ou a quem
a pegar leva-la casa de seu senhor, rua d;>
deia do Recife n. 8, armazem, onde sera gratifica-
do generosameate.
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se rap Paulo Cordeiro fino, via-
jado, em latas, meio grosso evinagrinho,
no deposito cargo de Joao Francisco da
Silva Novaes, rua do Vigario n. i I. Faz-se
vantageis a quem comprar porejo,e b"oca"
se o rap que uao sabir ao agrado dos con-
sumidores.
Fugio o preto crioulo de nome fto-
dolpho, de idade de 24 annos poueo mais
ou meno, no dia 9 do crrente, vesgo de
ambos os olhos quando affirma para al-
guein, andar gingando, usa cavagnac levou
vestido cala parda e camisa de chita en-
carnada; andou embarcado en vapores da
companhia Pernambucana, qnera o pegnr
leve-o ao Corredor do Bispo n. 33 casa
de Luis d'Oveira Lima.
i
LRKlllO


-P

UTTERATTOA.
A" una Italiana
I
I ,'t na patria do anrar, l 'essa Italia
O-.de o berro embalou-te a casta infancia
i atorrar, tais formosa,
abellos negros na flagrancia !
Distrahrao, as gndolas nirturaas
Dormir ao som da terna serenata,
ido uas verdes ondas dq Adritico
ange a loa seas (encoca de prata,
min doce nfer M amor inflado
Por tocto o ceo azul, por Icito o mar!
Nos soles da murena Italiana
[>e amor no fogo a fronte descorar !
Como o triste Bohemio, horas moras.
r-.is mas de Veneza adoflMr"
Mesa i estatua da paluda Mldona
POr lam vacillante esclarecida...
Ah t feliz gondolfiro, no ahandono
na os remos presos na fala ;
A teus ps. de joelhos te adorava ;
santa, a lampada era a la !
> 7 de teus affectos na indolencia
Sentir a vida renascer do nada !
morrn de mrbida tristeza.
Guano pobre (.ili Oh! no neo d'essa Italia, que tn amas,
tleuseio abrir eni fuidos respiros,
Como a ave do etlier se alimenta,
! i] vivera, miilher. de leus suspiros!
Delxa o mttndo; n'nm erran desolado
A' st.iubi pabmural emflm
Vamos vi ver n'nm co abenrado,
Como dous cvwes na estaeodo amor!
m
Alta nonte, no i [mares de Veneza
Palinuro de amor en von remando....
E nossa barra enta e solitaria
Ao marulho dtsvagas recalando!
A madeixa e vestido flncraantes,
Tu escolas, n'iim plido langor.
Os .suspiros dos pobres iiiarinbeiros,
E Mais larde..: ( uando a lna de teus olhos
Finia sorrindo o ultimo lampejo....
Mcn Deus. prcsintb lna voz tremendo
Nun 1i acordar di me dizer ti un beijo !
IV
Mas nao! se fojo a fronte de poeta.
Dos labios teus a deleteria tlor...
So le peco na scisma solitaria
lu suspiro ao noctivago cantor!
liecifc, 6 de novembro de 1868.
./ aqu'm da Silva H'-'yo Juiaor.
Frauda
DO^ sk.wks MUS APPARENTES DA DECA1>EN-
C1A DE l.M rovo
(Ciiuliiii'ora".)
Nu ..listante, a influencia da roligio as
sociedades |en le sempre a diminuir, pelo
effeitodo raciocinio, da diffiso das sci en-
cas p -itivu-s e dos ataques constantes da
usada em teu eolio a fronte exhausta, ptiosophia. A religo pende primeira-
iria entre os veos de teu cabello.
( orno Anzolen, na viola trist'.
. litando as canejes de Consuelo!
I deshoras, na gndola silente,
doce qne o gemer da tarambola,
i o pescador nocturno, que divaga,
rentara soa-a barcarolia !
i. assim n'nm devaneio vagabundo
Como as aves da noite. em sodlo
ffinhalyra acordara da tristeza.
Hasgaria amortalha o coraco !
II
Mas nao da ataba febre nos deliquios
e sonhode amor varilla c passa !
miasma de nmlher, teu peno cirio
Como em noite de invern urna vidraca
:.
colando, ipie fogo em tuas fallas!
teas olhos azues mente a innocencia
,. as nevoas das tertulias
porque anvigm. ^u ,ua ,>xistencia?
A vezes, da hyperdulia nos delirios.
Como um anjo, revelas-te sublime!
As vezes libertino ditbyrambo !
Sa em teus labios, que desmaia o crime !
Auju. im dunmioja. ,.vii insensato
Escuto a la voz (juc arrouba e mata...
Od te contemplo luz dos candelabros
I irtr no piano a lnguida sonata!
Pera SOi enihugas lagrimasardentes.
ndo lemhras a Italia e teu passado...
, arranca a mascara a mo do desespero
Sulla a madeixa, ao rosto descorado!
Mi! porque choras, paluda hachante,
Emanante en triste e disolado clamo?
v'orque te escuto, lagollando as faces,
(>' misera, dizer, adi y amo 1
xas o leito desgrenhada c muda,
Noctambula de amor, erras sera tino...
n como vagabundo nos sepulcros
0 vampiro ijue invoca seu destino !
He leu borlo as ras solitarias
Te impelle esmoquin passo vacillante ;
E, pensativa, em tuas faces brancas
Cabe furto urna lagrima brillante!
Qoe buscas tu no seio do mysterio,
ainha vil da infrene saturnal?
Acaso a sombra hirta de um remorso
Te corta o coraco, como um punhal ? !
Porque um riso infernal aos labios triste.
Como mu sarcasmo, paira te medonho.
Na mesa do festim cantando trovas.
Uu oogdso sacrilego de umsonho!
Quanto s bella, mulher no eolio impuro
Quando as trancas adujam-te revltas,
Do corcel as vertigens da corrida,
u da valsa allema as voltas loucas!
mente o goveino das classes esclarecidas,
e. m SC inaiite mais leinpn no corar" il l
povo, ahi ness; mesmo asylo vai fazer-llie
guerra o imperio da imitaoo, bem como a
influencia de urna rihicaon imperfeita e
da escassz di s luzes.
Qnalqoer q le seja a onergia mais ou
111 < -11 > s tonga da sua resistencia, cumpre
considerar o momento em que as classes
directoras j a nao conhecem, ou ao menos,
preslando-ili.' a homonagom habitual, nao
actetela as sias cSes nera. aco della
se ciirvam e obedecem. Nao impede essa
mudanea que a soeiedade poltica subsista,
nem basta para excluir della o espirito de
dediciTio e de sacrificio. Destruida essa
priiueira trine icira, outra apparece que
pode tambara repellir em alguna pontos a
invaso dissolvente de egosmo individual:
c a idea ilode\er ou o sabio calculo do in-
teresse bem entendido. Mas esses duus
motivos, que suppoe ambos seria instruc-
cao philosophica e cultura de inlelligencia.
nao podem ter a pretenco de conduzir
aqii'-lle grande numero de almas queso
em-ndi mi a linguagem'mnis simples da re-
ligia- i. --;_^
A historia e>; chau4eheres dedicados
jusiiea e ao bt m publicoyju himples nocau
dodever. 'e sai-rilicandaje coni eim.u.;..
,,... a ,.,.... ,. io sininn^^.....uarfiii
ciencia. Grecii e Roma, e os mais bellos
raimientos de nossa propria reyelucao tive-
ram muitos desles nobres exemplos; mas
a materia dos horneas pouro aecessivel a
um motivo de arcan tm abstracto, *e ron-
dcizir um [>n\ inteiro s rom o freio do
devel nina chimera. Se apura dedica-
cao ao dever amttp&e moa alma 15o eleva-
da que impossivel lazer della um impulso
para lodos, o inleiesse bem entendido exi-
ge demasiada argucia ao espirito e |3o
exacto disceruottdo das coouicoes da vida
social que nao pode jamis ser de grande
peso. O iuteivsse bem entendido, calcula-
do por urna indiligencia recta^ produz na
pralicao mesino resultadouue os impulsos
ilo deve : mas a quantotpaens esclare-
cidos falta a torca de WBstir tentacao
pre.H'uie, o quantos repncm,' no que diz
re>peito aos seus interesses particulares,.o
consellio do in.'iesse bem entendido que
Ihes manda resistir ? Se entretanto os es-
piritas mais peespicazes sabem raramente
esquivar-se aura prazei presente para evi-
tar um mal futuro e pessoal, como imaginar
.que um cidado punco instruido, suppor-
| te voluntariamente um mal presente c pes-
soal por amor do bem futuro e geral da
soeiedade de que faz parle ? Supportar vo-
luntariamente a desigualdade, das condices
o trabalho manual, a pobreza, para evitar
soeiedade e asi mesmo o mal daanaivhia,
ir expor-se diante morte no campo da ba-
lalhapara evita r aos seus concidados e
sua pusteridade a mingua da patria, lazer
esfoi-eos de raciocinio e actos de herosmo
FOLHETIM
intellertual de que raramente capaz a na-
tureza humana.
Nao se faz ella, e os homens que sao bofls
cidados pelo simples seatiaiento do de-
ver ou que-obedecem sleis independente-
mente do modo que ellas inspirara, por uta
calculo bem entendido a respeito do inte-
resse partkular e do interesse geral em con-
flicto, si^rao pouco numerosos que n)
podem mantee na soeiedade a rdem, a
probidade e a sonima de dedicacao relativa
sem aqual o estado nao pode vi ver. Pre-
ciso portante que outvo motivo deaeco,
mais geral e ellicaz. venba auxiliar o raris-
simo e por demais elevado impulso do de
ver e o especialissimo c nimiamente subtil
impulso do'interesse bem entendido. Esse
motivo a honra ou antes o pundonor, ul-
timo e pnjante baluarte das sociedades en-
canecidas especialmente da soeiedade fran-
ceza.
Aos olhos de todo o observador sagaz e
de boa f, o nosso paiz aprsenla boje o
espectculo, quasi nico no mundo, de urna
soeiedade em que o pundonor constituio-se
a principal garanta da boa ordem e faz pra-
ticar a mor parte dos deveres e sacrificios
que a religiao do patriotismo j nao poden)
inspiraj. Se as nossas leis tanto que estao
de acoado rom as prescripces da cons-
ciencia universal, sao geralmente respeita-
das, seo joven-soldado acompanha dcil-
mente a sua bandeira e lhe leal, se o
agente responsavel respeita o cofre publi-
ca, se o francez einlim pratiea convenien-
temente a mor parte dos seus develes para
com o estado e OS seus concidados, deve-
mo-lo principalmente ao pundonor. Nao
o respeito da le divina que de ha muito
passou ao estado de problema, nao a de-
dicacao pliilosophica a um dever incerto e
menos anda ao ser abstracto do estado
abalado e desacreditado por tantas revo-
lucoes, o recelo de corar publicamente
de urna aeco reputada vergonbosa. oque
mantera entre nos ora sufficiente desejo de
l'iaticar o bem. Se querem medir o po-
deroso auxilio que o pundonor nos presta,
considerem os povos a que falta esse ulti-
mo recurso, depois de lnfi'aqueciun'iilu da
relgio eda ausencia do patriotismo. No
Oriente, por exempto, onde o mobo nao
deshonra, o funecionario prevaricador c
re.speitado emquanto est impune, e i*
impune emquanto um rival poderoso nao se
interesse pela sua perda e pode reappare-
cersem vexame se urna nova aura o tiaz
outra vez a luz, ahi impossivel a boa
administraran da fazenda, e o estado apenas
pode colber os restos do imposto que oj>-
prime os subditos. O pundonor sobera-
no contra tao funesto a bal i ment ; faz con-
vergir todas as forras do amor proprioem
proveito do bem publico e defiende assim o
grande apparelbo da soeiedade e do estado
contra ama ruina que por outro modo se-
ria inevitavel. V-se milita vez, a margein
de um ribeiro, urna aore profundamente
ferida pelo lempo ; vi-se-lhe larga fenda
no tronco e dentro a madeira destruida ;
''t.i-llie apenas um pouco de podridlo;
""-. a c^r? esta -^ an(ia. a aviva pode
subir, e todos os riL^. robre-e a aore
de verdura, como no bello tempo da m .-
cidade: conserva-se pois altanen a epWK
afrontar mais de tima tempestade. Y. essa
a imagem fiel de urna naco. que o pundo-
nor anda Bastera, depois de se terem au-
sentado a religio e a virtude.
Mas o pundonor pode ser tamborn araea-
eado e enfraquecido porrera perverso do
senso moral que o producto ordinario
das revolucoes frequentes. O espectculo
da iniquidade triumphante um agente de
coirupco assaz poderoso na alma huma-
na, e nao sao preciso* muitos exemplos
(leste genero para inclinar ao culto do sur-
cesso e adorarn da forca. Ojiando o
espirito adopta diliuitivamente a idea de
que o successo supera tudo e de que o
um justifica os meios, est em risco de
desapparecer o pundonor, que consiste
precisamente em nao adiar bous todos os
mlos de obter um fun e em respeitar em
todas as cousas as regras do jogo.
A soberana do fim, essa doatrina favori-
ta das revolucoes, a mortal iniraiga do
pundonor. Ora, pode professar-se de dous
modos, ou antes por duas razes dterentes
a doutrina da soberana do fun. Pde-se
ebegar ao fim por um fanatismo sincero, co-
mo cortos devotos que se acreditam autori-
sados a nao ter le nem lei, no ponto de vista
humano, quando se trata do mteresse su-
premo da rr'ligio, e como cortos socialistas
que nao escrupulsam em reformar a soeie-
dade contra a vontade d'ella e levar o ge-
CATHARIMA
pon
Jules Sandeau
VIII
Dias fellzes.
(Continuaco don. ti)
Por muito que o abbadc dissesse n'este
uiesmo sentido, o passeio terminou triste-
oente, e mais d urna vez a pequea fada
te voltou para traz afim de furtivamente
enxugar o pranto dos seus negros c avellu-
dados sobr'olhos.
Cbegados a casa e depois de Rogerio se
tirar, menos alegre do que do costume, a
I quena fada atormentou o tio com per-
guntas, o qual, mais em liberdade pela an-
- enca do visconde, narrou vagamente o
que, viute anuos antes, por urna noute de
invern, se passra no castello de Bigny.
Receioso de murchar aquella alma em
io, adocou elle a narrativa e disfarcou
(iianto p(')de a terrivel realidade, porm
disse o bastante para que sua sobrinha
compre hendesse que qualidade de hornera
ra o conde de Sougcres, c de que rancor
aquello altivo e mo coraco deveria ainda
-t;.r possnido contra o parodio de S. Su-
mo.
Porm, meu tio, exclamou Cama-
rinatudo isso nao impedir que o Sr. Ro-
gerio de vez em quando aqu venha ; pois,
como muito bem o disse elle, senhor
dassuas accSes.
Minhafilha,replicou Francisco Paty,
meneando a cabeca este mancebo nao
to livrequantose imagina ; alera de que,
n espirito dbil, que muito receio seja
ergado jiela vontade de seu p, assim
como o fui o de sua infeliz mi. Ora bem;
.ai-te deitar, minha ilha. Peco a Deus
pie te envi agradaveis sonhos'concluio o
irtuoso velho, depondo-lbe um beijo na
innocente fronte.
Entrada, no seu quarto, Catharina ceriou
'V
aiaoella com forca, sem saber que a fe-
chava no nariz de Claudio, o qual, de p,
encostado a uuia arvore das do adro da
igreja, estava alli dando suspiros capases
de commoverem as pedras ; depois, atiran-
rlo comsigo para cima da cama, a pobre
creaiica desfazia-sc era pranto/
Primeiras lagrimas de amor, mais puras,
do que as gotas do matutino orvalho que.
con.o perolas, lolam por sobro as ptalas
da' aucena, dignas de seren colindas pelos
anjos era lacas le. sajibiras e opalas t
Por Deus, minha menina, que ha de
novo *exclanpa a velha, toraando-a pelo
-- A!i ama, ama, vamos ficar separa-
dos, como succe.deu a Paulo e a Virginia I
Mutha custoi-lhe muito a comprehen-
der, mas quando afinal se assenhoreou da
causa de to glande amargura, disse-lhe:
Ah.' ento o tal pal um turco ?... Con-
sole-se, menina, porque ao menos entre
S. Silvano e Bigny nao corre o mar I E
depois, seo Sr Rogerio nao vier por aqu,
Deus o acompaahe E' verdade. que isso
ser grande perca para a igreja ; o pedi-
torio de domingo resentir-se-ha um pouco,
mas' o bom Deus nao nos abandonar, e
continuaremos, como d*antes, a adiar moio
de ajudar os pebres.
Dilo islo, a velha ama, que em negocios
de amores era 15o forte como em arebeo-
logia, deu um beijo em Calharina efoi-se
deiiar.
-- Ora .esta Ia ella resmungando pela
escada abaixo Pelo que vejo, posso per-
der as esperanras de tornar a ver na mi-
nha cosmna ouiros bellos peixes e formosos
patos t
Eotretanto Rogerio voltava a Bigny, ga-
lopando no set cavallo, e, sentindo arrei-
se-lhea paixo tanto mais quanto en-
'raviaobstaculcs, ia na disposico de rom-
pero jugo paternal, no caso de necessi-
dade.
Vede este actor, que ainda ha pouco Ro-
gerio conhecia, e j adquirir tamanba
ero humano pela forra t o Edt n por elles
Nonhado. Mas ha outra maueira, rail vezes
mais baixa e desgra(admente mais propa-
gaba entre.nos,de entender a soberana do
lira: admittir, sem fanatismo 9 at sem
nerihurai crenct pessoal, que a forca a
medida do direito, e (jue aquelle que aem-
prega a teinpo, ainda contra toda ajustica,
tem sempre razao se acaso lhe cerrern pro-
babilidades sulllcientes de vencer, e se ven-
ce, tem juz admirarn universal. Chega-
se ento aquello estado moral qu:Tiiu ydi-
des pintou de urna maneira sublime des 're-
vendo a decadencia da Grecia, a proposito
das matancas deoreyro, o escrevendo o
inimortal dialogo dos Melianos e dos Athe-
nienses, que, tendo venoido naquelte dia,
declairam se francamente conteinptores da
justica.
O que ha de notavel na coiTiipco da
consciencia publica que essas funestas m-
ximas, ao principio reservadas i poltica,
cedo se esteudem aos negocios particulares,
e o pundonor, retirando-s a um ponto
obrigado a ir recuando sobre todos os ou-
iros. Acostumam-se primeiro a louvar com
o nome de habidade em poltica, a fraude
e a violencia que o triumpho recompensou;
mas, por um resto de pudor, d-se um i des-
culpa ao louvor.procurando persuadir-s que
se a mora, nao existe na poltica, deve reinar
na soeiedade e principalmente na gesto
dos negocios privados, entretanto a lgica
vence no raciocinio como na linguagem, e
(piando menos se espera est-se a louvar
como suprema habilidade de negocio todo
o furto praticado com tal manha que fiqu i
impune. to inevitavel essa coimexidade
nos nossos juizos acerca da poltica e dos
negocios privados, que, se deve cessar a
depravaco das consciencias e se o pundo-
nor deve reassumir anda algum ascenden-
te as almas, pelos negocios privados
que comer a reacro salutar, para subir
depois poltica, d onde descera o mo
exempto. Sente-se primeirainenle que foi
erro acreditar tudo licito para enrique-
cer ; depois, dando um passo mais e
despertando como de um souho, reconhe-
ce-se tambera que nem tudo Ifcito pa-
ra governar. Mas nem por isso o pundo-
nor deixou de receber um violento golpe
e nao devenios esquecer jamis que em
Franca, enfraquecer o pundonor, nao s
abater as almas, mas tambera abalar o
ultimo alicerce da soeiedade e do estado.
Nao ter mais que o pundonor como
apoio e senti-lo dobrar-se s vezes de-
baixo das raaos, como o frgil carneo
de que falla a eseriptura, sem do-
vida um signal de decadencia, mas ha des-
gracadamenle mais. doOs que tambera se
podem reconhecer entre nos. E primei-
ramete este curioso phenomeno : a timi-
dez poltica do cidado cresce com a sua
fortuna, e a riqueza em vez de ser entre
nos como na Inglaterra um auxilio para a
independencia cvica e um appello ambi-
co poltica, parece urna cada mais, que
torna o Francez mais dcil a todos os ca-
prichos do poder. No quero dizer cora
isto que o Francez que enriquece nao quei-
ra metter-se era poltica e desempenhar
um papel no estado; pelo contraro, o t-
*-i_de conselhoiro geral ou de deputado
o attrahe iunn mu ornamento c unta cou-
sagraro da riqueza ; mas esse desejo vul-
gar llO mOI'OOO O normo do nmbii>!o, uidj i
que o titulo e nao a funeco, a apparen-
cia e nao a realidade, o que tenia o candi-
dato : de modo (pie arecitar de boa von-
tade, para alcancar o que desoja, os vncu-
los do poder; aindj quando a sua situaco
pessoal lhe pennitta dispensa-Ios. deste
modo que at boje tera sido formadas as
cmaras do segundo imperio, as quaes nao
se podem estudar de perto sem sentir-se
urna patritica inquietaco acerca do futu-
ro ; porque essas assemblas to singulares
sao, afinal de contas, compostas de cida-
dos qHe, por sua riqueza e posicSo pes-
soal, seriam os representantes naturaes da
Franca e reuuem evidentemente todas as
condices materiaes da independencia poli-
tica e de urna ambico legitima. Mas pa-
rece que se Ihes quebrou na alma a mola
da vontade, e esses homens a quem basta
querer para governarem o paiz, quer em
suas provincias quer na cmara, tm to
pooca vontade de resistir a um orador offi-
cial na cmara como a um pretejto na pro-
vincia. um dos mais tristes svmptomas
do tempo que atravessamos e do tmfraque-
cimento moral do paiz o ver que |a riqueza
nao gera a independencia, e o desejo de
governar nao resulta naturalmente da ri-
queza.
Para nos consolarmos d'esta bdcaco
obstculo que se
mais provavel
intensidade ao primeiro
lhe offerecia. v
Em geral, o amor tanto
quanto parece impossivel.
Supponhamos dous jovens que. seus paes,
estrelamente unidos, tenham desde a in-
fancia destinado ura para o outro, oascMos
porta com porta e crescendo quasi sob o
mesmo tecto ; o sonho donrado de suas
mais que elles, approximados insensivel-
mente por urna terna affeico, terminem
por se desposar. Pois poderemos apostar
cera contra um que elles,. cada um por seu
lado, nutrirao urna.diversa paixo e nao
chegaro a casar-se um com o outro. Mas
se, ao contrario, nao houver unio intima
entre os chefes das duas casas, e. como diz
o ditado, andarem a ferro e a fogo, pro-
hibindo seus filhos de se fallarem e mes-
mo de se vereni, concorrendo para isso a
exiiencia entre elles como que de um bra-
co de mar ou urna cordilheira de monta-
nhas, isto um d'esses odios hereditarios
quepassam de geracoemgeracfio, quasi
certo que essas creanras virao a amar-se e
mesmo a idolatrar-se.
Sao os poetas que criam as Julietas e
Romeos.
Quando Rogerio entrou no castello, tudo
dorma. Ao atravessar o salo para o seu
quarto, ficou espantado de ver um magni-
fico piano de cbano, acabado de desencai-
xotar, e em grande desordem um sem nu-
mero de caixas. Um piano em casa do
conde de Sougres era tanto para surpren-
der como um volume de poesas no covil
de urna raposa ou urna flauta no r.inho de
um abutre.
Rogerio tiriha o defeilo, boje raro em
gente da sua class, de nao tocar instru-
mento algum, mas onda que elle fosse h-
bil tocador de piano, conhecia bem seu pai
para o suppor capaz de lhe fazer qualquer
mimoso presente.
Para saher alguma cousa de novo foi.
sem mais detenca, bater porta de Robi-
neau, que, levanlaodo-se a resmungar, res-
pondeu que aquelles objectos baviam che-'
assustadora das classes ricas ((|iie outr'ora
se chamavam classes goweniante-
tam-nos as classes operaras diajiost:
promptis para reeeber a iM-ranca e laucar
mo do poder. Nada mais justo nem mais
necessario que esta transmisao de um po-
der cajos naturaes possuidores abandonara;
mas se arasscs operaras estn di^iwtas,
como direito seu, a receber essa heranca
abandonada, pde-se duvidar desgracada-
mente que ellas sejam boje capazes de fa-:
zer della rasoavel applicaco. Kil'ectiva-
ineiile ellas esto mais ou menos compene-
tradas de urna idea falsa e eminentemente
perigosa qoe sempre floresceu nos lempos
de ilecad.'iieia : -' crmfitnilif derere d<>
estado rom ni funerdes di ad>nini&M
ilu beneficencia mblica.
Tal o fundo de todas as doutrinas so-
cialistas queemfeto tamanhos estfagoi no
espirito das nossas classes operaras ; c, com
o nome novo de socialismo, cumpre reco-
nhecer nisto a velha tendencia das repbli-
cas democrticas da Grecia e m lis tarde do
imperio romano para encarregar o estado
nao s" da existencia e das comniodidades
do cidado, mas tambera dos seus diverti-
ihentos. Devenios cortar este mal entre os
mais insidiosos que podem minar uina so-
eiedade encanecida e preparar-lh i a ruina ;
porque, por un lado, urna vez divulgada
essa opiuio acerca dos deveres do estado,
abre camiiiho infinito aos artificios e excita-
co's dos demagogos, e, por outro lado, esse
deseiivolvimeiito novo dos deveres do esta-
do, acrescentando assim a caridade justica,
pode parecer ao principio un progresso e
seiluzir inuilas almas nobres.
Fallemos priineiramente da facilidade qn
essa falsa opiuio sobre os deveivs do estado
d ao odioso trafico dos demagogos rale
sao vepgonha B tla;jello das SOOedAdeS 08-
inocraticas. E antes de mais nada, o que
um demagogo e como distinguil-o de ura
amigo do povo ? O carcter proprio do de-
magogo c sacar proveilo, em seu interesse
pessoal, dos solrinientos populares exage-
rando-os e principalmente atlribuindo-os
d m tomlade do estado ou das classet su-
periores, posto que elle seja incapaz | quan-
do o compelem a isso) de suggerir nenhum
raeio pratico de os alliviar. Se querem ter
um traco que distingue o demagogo do re-
formador, amigo do povo, reparen nesta
dilVerenra
entre os barbaros para I i encontrar ao me-
iios as las da natureta e repouiar um pou-
co daqtielle excesso de emlisaeo de qu.-
erara victimas.
Longe estamos de taes abusos, mas cum-
pre indagar se nao estamos do dadive que
noj pede levar at l. Examinando #4 va-
rios slgftaes de decadencia que acabamos
de descrever por modo geral, e reflectndo
espefiilinetit" sobre nos mesmos podemos
cheger conduso consaladora de (|ue ne-
nhumadas nossas doenras mortal; mas
como dissiniiilar (|ue estamos doentes, e que
sao precisos grandes estreos paramanter o
nome da Franca na altura a qu 1 os scalos
precedentes o levaram ? Esta cessidade
urgente de ura heroico eeforco era favor
de nssa cara patria parecer, creio eu,mais
evidente ainda a todos os olhos, quando
houvermos desrripto, em outro capitulo, a>
tremendas provancas porque a Franca hade
passat na Europa e no mundo.
PRFAWr-PABADO.I
neclses do o ver no.
Ora esse poder execntixo provincial nao
mais do que a delegaco do poder executi-
vo geral, de quera deve recetor a norma
de proceder.
Finalmente epara completar odesenvol-
viinenlo desta parte da qnestSo, reproduzi-
remos anda algmnas palavras terminantes
do filustre visconde de S. Vicente, que em
sua obra do direiln publico bivleiro a.
iK eslabeleceu ueste as?umpto averdalei-
ra doutrina 1
Acrescentaromos s una observaco, e
que os presidentes de provincias jamis
devem ohidar que nao hmi poder proprio.
que nao sao se.no agentes da coroa,do po-
der executivo as presidencias, e que poi -
tanto o seu dever de honra e de lidelidade
obriga-osna questo de anecio ou rapug-
naio das leis provinciaes. 11a intelligencia
da ronstituico ou do acto addicional, a li-
gar-se ao pensaraento de gowrno imperial
Se sua consciencia opposta offereco sua
deniiss': nao porm licito uem honroso
aceitar taes cargos para Irahir as eonviecSes
sinceras de quem as confia.
Realmente quando o legislador eonstitri-
0 reformador aponta o mal par- cional collocou o poder executivo provin-
ticulare prope ao mesmo tempo ummeio
pratico e especial de cural-o ; aceita a dis-
cusso oeste ponto, concentra-se nelle, e
curva se razio, se se lhe demonstrar que a
desuniera social que lhe olTendra a vista,
nao pode ser nteiraraente comprimida, como
acontece tantissimas vezes neste mundo, se
nao cusa de maior desorden. <> dema-
gogo, polo contrario, prefere as dcclama-
coes vagas e perpetuas, acerca dos sidri-
ui'iilos do povo, dos ricos e da inercia ou
m vontade do estado, sem jamis indicar
o que se pedera fazer para que nao houvesse
pobres, e sem revelar ao estado nenhum
neto de estendei a todos os cidados o
gozo goal dos leas da trra. V-se b mi
quanto esta lactea to sabida do demagogo
as sociedades modernas, favorecida pela
doutrina que encarrega o estado do gozo de
todos os corpas, como outr'ora o eucarre-
ga\a da alvucao de todas as almas. Se tal
o de\cr do estado, que cousa mais com-
moda se pode achar, do que accusa-lo e
(leuioiiM...... ,. gig nao cumpre o dever;
porgue apeaar ae i -*- QJ ^ ...f.....-..--
nao poderla Cumpril-O, e quanto mais os ci-
dados se acosliimo a contar com o seu fa-
vor, tanto mais incapaz se torna ello de
Ib'o prestar.
Alera disso, esta situai;o gra urna Musito
nao menos singular que funesta: entra-so a
ver indicio de progress) naquillo que; sifial
de enfraqueeiinenlo. e magraO qi.e o es-
tado coiiiprehende melhor os seus deveres
e comoca linalmeiite a desenipenha-los,quan-
do alie esta precisamente em via de dis-
solver-se. O imperio romano notavel ex-
\ emplo di.-ssacegueia dos espiritse da for-
j ma insidiosa que1 eveste esse ganoso par-
ticular de decadencia. Ainda boje, ouve-se
frequentemonte elogiar cora pompa, ueste
ponto de vista, o imperio romano, as ins-
tituicoes de caridade que se lhe io multi-
plicando, os beneficios engenhosos prepara-
dos pelo estado a todo o genero de fraque-!
za. e oppe-se essa generosidade sempre'
cresceote do poder imperial, ao duro espi-
rito da antiga liorna. Sabe-se 110 entanto
qual foi o resultado mais claro dessa polti-
ca : OS protectores, acbando-se inferiores em
nmuero aos protegidos, e sem podcrein sa-
' tisfazer a lodos, fugiSo desanimados aquello
informe phalansterio, e io s vezes viver
cial na .absoluta dependencia do poder e\e-
culivn geral, seu pensaraento fot qM ee
exprmsse o intorasM leod harmeuMdo e
nao repugnante cora o interesse nacional.
(ContiittKK-si'-hni
POUCO DE TUDO.
E.oogrl|ko.
E' piimeira cora segunda
Adverbio: e porque nao ?
E acaso se invertondo
No latim nao conjnncco?
A tercena e mais a (raerte
Go'a quinta e sexta tanibein
Fnrmam o nome de urna urna
Que a outra lilba nao tem.

Todas ellas sem a quaita
Se pratiea todo o ib*,
E quando SSO C pratiea
W- damomti'ii O uloul'i:.
Fallando agora da sexta
Que bem igual a segunda
Vos digo-a pura vevdade
Era qualquer livro ella abunda.
Aqui,em ouiros lugares
Pode at ser derradeira
Mas p'ra quem nao sabe nada
E' ella sempro a primoira
gado n'esse mesmo dia dirigidas ao Sr,
conde e a todas as insistencias dej Rogerio
afiirmou que nada mais sabia.
Na mauha do dia seguinte Rogjmo acor-
dou sobresaltado pelo grande barjulho qui-
se fazia no castello, onde ordinariamente
renava sepulcral silencio Ergueu-se a
pressa e foi encontrar Robineau nq meio de
um monto de tapecaras, de pintores e
outros artistas oceupados era restaurar o
interior do palacio. Uns arrancavam as
cortinas velhas, outros retocavam as pintu-
ras. Robineau presidia a todos estes tra-
bbaos com ar de importancia, e1, aover
Rogerio, a sua physionom'ta de chacal to-
mou um aspecto de regosijo mo, de insul-
tante triumpho.
Que 'quer isto dizer ? prguntou
elle logo.
Cumpro as ordens do Sr. conJe=res-
pondeu Robineau seccameute.
Mas entretanto...
Executo as ordens do Sr. edndein-
terrompeu aquelle.
Com tudo, devia saber...
Nao soi nada repeli Robineause
nao que executo as ordens do Sr. conde.
Nao pode ser assim disse o man-
cebo Mostre-me a carta que meu pai lhe
escreveu a este respeito.
Posto nao conheca aqui mais. do que
um amo, senhor, sinto ter de lhe obedecer :
as instrueces que seu pai me deu nao ha
nenhuma que me authorise a dar-lae conhe-
cimento das cartas que elle rae escreve.
Basta, senhor gritou Rogerio.
E alTastou-se desconfiado de que se tra-
raasse alguma cousa no castello, em quan-
to Robineau ria, esfregando as mos, sem
caber de alegra na sua velha pelle- de mor-
domo. I
Agitado, atormentado, observando com
inquietaco o que se passava em redor d<3
si, o joven Sougres esteve algunsdias sena
voltar a S. Silvano. Durante este lempo a
nossa pequea amiga nao soffriu pouco.
Desde que ella vio claro no seu coraco
tornra-se meditabunda : o amor verdadei-
ro produz esse effeito. C rnitudo, no meio
das niagoas que a cercavam, a piedosa ra-
pariga nao se esquecia dos pobres da al-
deia, nem das urgendas, sempre .crescen-
tes, do presbiterio. Acabara lite bordar
algumis cousas que lhe hav.am sido encom-
mchdadas, e como o pequeo Joo se acha-
va doente cora febre, decidio-se a levar os
bordados ella mesma a Aubusson, que era
a cidade visinha. Alm de que, as suas
circunistancias achava-se bem com a soli-
do, com o exercicio e o ar livre. Parti,
pois, urna inanha sem dizer nada a Clau-
dio, que de certo nao deixaria de acompa-
nhar; parti, como d'antes, sobre Annette,
que se nao dispensoude zurrar o>n bocado
e sacudir o rabo, sentindi>-se montada pela
sua joven dona.
Posto que franzina, nervosa e delicada,
Calharina era de urna organisaco enrgica
e vivaz, vida de felicidade e pouco indi-
nada ao lado doloroso das paixoes.
Achando-se sobre a sua velha jumenti-
nha parda, por urna bella manha de julho^
no meio dos esplendores da natureza.^te
ella amava e to bem comprehendia ; aspi-
rando o ar a plenos pulmoes, ouvindo o
canuco dos passarinhos como que a feste-
jar a sua passagem ; contemplando os
campos e prados que tantas vezes a viram
passar feliz c alegre ; recebeodo, como
d'antes, p-lo caminho, a saudaco amiga
dos pastores, a pequea virgem esqueceu
tudo para so sentir a doce embriaguez da
mocidade e do amor, que de todos os lados
respirava. Ella era realmente bella, equal
quer quaker, eremita ou santo que a v 1
com o seu chapeo de palha fina com fitas
azaes, corpete branco sobre saia de chita
cor de caBtanha, sob a qual de vea em
quando furtivamente se divisava a ponta
dos pequeos ps, juro que nao poderla
dcixar de parar para a contemplar.
Araavam-na na cidade da mesma forma
que nos campas : tudo era elegria e telta*
as casas onde parava, sendo acolhda pe-
las melhores familias, quo a '.r-atsvam igual-,
mente bem.
C It A R A h A.
Sou na lingua pMtuguepa
Adverbio de lugar
Assim se chama 4 um bando
Que tem por vicio berrar.
con ek1t n.
I
Tib! vote safa ? arreda!
Que nao te quero pra mm-:
Nao te quero nemporgraca
Comigo tira oec tira uu.
L. M, de A.
Deve. dizer-sc aqui que Aubusson nao
era ento o que boje c que os beneficios
da civilisaeo nao baviam anda penetrado
no interior d'aquellas montanhas. Os cos-
tuiues alli erara simples; a cidade, pro-
priamente fallando, era toda urna familia.
Bella cidadesinha rio de lmpidas aguas!
outeiro da Migdalena lameda da Seigl-
retjardun, de tres terrassos, onde tantas
vezes brinquei com minha irmasinha I ja
nclla onde eu va imana velha mi assenta.-
da a liabalhar !
Qimmove-se-me a alma com estas recor-
daces, despertadas s polo nome damiuha
patria, onde jamis voltarei!
Desta vez Catharina levava os seus bor-
dados s menina.- de G..., duas jovens que
ella particularmente estiniava, por ca*sa d;-
sua graca e bondade. Ao ouvir na ra &
trotar de Annette, as duas irmis corre-
ram ao encontr de Catharina, a qual re-
ceberam uos bracos com caricias.
Como veas bonita dis-e
examinindo-a dos ps cabeca.
-- Como est vir mou AdriaunaAprcsentas-tc aqu fre
cumu um ramilliete de llores, lhido ao
,!ho da itanha '
Em seguida levaram-na triumphalmente
presenca de- sua mi, C4ue a apertou ao
peito como se fra urna terceira filha. Sc-
guirain-se conversas inundas, como o gor-
gear das avesinhas nos silvados. Admira-
ram-se os bordados da pequana virgem, nao
so pela delicadeza do ponto como pelo gost*.
do trabalho. Cobpram-na de delicadezas,
de caricias e de dadivas. Adrianna deu-
Iho o son dedal de ouro : Octavia tirou do
peseoco urna cruzinha de finas perolas, quo
poz ao de Catharina. obrigaudo-a, sobre todo
isto, a aeccitar o preco dos bordados.
Ah !minhiis queridas amigas, com
podere cu retribuir-lhes tantas finezas ?
disse a sobrinha do parodio entristecida.
Orando a Deus por nossa boa mi t
redargirn! as duas irmias, abracan-
do-a. (Continuar-se-kaA
Octavia,
f l P. >0 WABIO-81A UAS CUFZB4 R.
ruin J
i
r


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