Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11741


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Full Text
------------- -
-


ANNO XLV. NUMERO 9.

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Mi
PARA A CAPITAL JE LUGARES 01TDE NAO SE PA6A PORTE.
Por tres meros adantailos.
Por seis ditos dem. .
Por um auno idem. .
Cada numero avulso .
SOOO
awooo
320
QUINTA FEIRA 14 DE JANEIRO DE 1869.
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por tres mees adiantados.................. 6A7.r><
Por seis ditos idem.............
Por nove ditos idem.......... -..... ^^n!
Porumanno......................
Propredade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

h\o Avhkxtesj
n s>- fenrdo Antonio Uves A Filhos. no Para: GonrMvesd Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear; AMmio de Le Braga, no Aracaty; JoSo Marta Mi Chaves, no A**; Antonio Marques da: Silva, no Natal; Antonio Joaquim
5 ** Gerard Gaim es Pan ada, em Ma.nanguapc; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahrba: Antonio Jos Gomes, na Mita dt^l.a; Belann.no dos Santo Bulcaoem Santo Antao; Donimgos Jos da Costa Braga,
fc em Nazareth; Francino lavares da Costa, em Alagas; Dr. Jos Martina Ahes, afcBahia: e Jos Ribetro Gaspannho, no Rio de Janeiro.
PARTE 0FTICIA1.
Governo la provincia.
lAPEDIEXTE ASSKINAIMll'ELO EXM. SR. CONDE DE IIAE-
MiY. HHMMHTK 0\ rROVINTJA, KM 8 M JA-
rento de 18(59.
Ia soceo.
N. 196.Portara ao Ba. Sr. gn val comman-
dante das armas.Coiniimilico a V. Exc. para sen
conherimento, que por delilieraoo datada de i do
errente, nouui'i o brigath'iro reformado Joaquim
Roirisraes Carito Kellv. presidente da commissao
incumbida d.' syndiear dos abusos e irregulari-
dades commettidas no arsenal de guerra.
\. 97.Dita ao peneral director interino do
arsenal de guerraTondo o guarda desse arsenal
Pedro Ferreira dos Santos, requerido pagamento
do vencimentes como professor interino da cadei-
de qiif........----------------.
ti--, e iiii:d o sen comporlainciito o a-snluniaue.
\ 198.Dita ao niesnio. Comnmnico a V .
E\c. para sua intolligenoia que. na forma do sua
i idieaeio feita em ofllcio n. 7 com data de boje,
fio-a designado o guarda do o" armazem .1 ahno-
xarifailo Jerou\nio Odom Ferreira Caltral para m-
eumhir-se das comprase desperis muidas desse
arsenal, rorebendo da besburaria de far.enda a
quantia de duremos mil rb que mando adiantar
(ira essas compras e desperas, eom a obngacao
il prestar sontas do dinlieiro dispendido nos ter-
mos do 2o do art. V' das instrueeoes n. 287 de
!0 de dctenbro de 1831.
\. 199.Wta ao mesmo.Tendo por delibera-
rn desta data oomead o bacliarel Otympio Mar-
ques da Silva, .' o i" escripturario da thesouraria
de fazenda Joaquim Pereira Bastos para servironi
,in substituirn dos Dr* Joaquim de Aqumo I-on-
- a B Wenceslao Garcia Chaves. que pedii am
.\..neracao de inombro da commissao, incumbida
-\ndicar dos al.usos e irregularidades commet-
lidas lio arsenal de encera : assiin 0 conimunico
a V. EXC. para sen eonlierimento.
y -jik.Dita ao bacliarel Olyinpio Marques da
s,iha. -Tendo por deliberaeao desta data noinoado
V. S. para (arer parte da commissao incumbida de
.-uidicar dos abusos e irregularidades conunetti-
d is no arsenal da guerra ; assiin Ih'o communco
n.ra seu conhecimento,!e aftas de que se eutonda
c..iii o presidente da menina o brigadeiro reforma-
di Joaquim Rodrigues Coelho Kelly, para com
ele e ti outro membro Horneado o primeiro s-
pturario da tliesouraiia de fazenda Joaquim l*e-
ivii i l'.astos, continuaran nos respectivos trba-
nos da mesiua commissao. Espero que V. S. de-
-. upeiihar esta commissao com o zelo e dedica-
ran queeostetta ter pelo snico publico, ideuti-
,. :)li 1" eserqilurario da tbesouraria de fazenda
qnira Pereira Bastos. .
V 01Dita ao cnsul da repblica oriental
(' o li lauav Acenso recetado o cilicio qne o Sr.
\ ionio Valeuiinnla Silva Barroca, cnsul da re-
:i, a oriental do Uiuguaj me dirigi em i do
i irp-ute. parlioipandu-nie ter reBTOSsado da Eu-
ropa ereassumido o exenieio de sen i-argo. Apro-
. |o a orcasSopara renovar ao inesmo Sr. con-
-nl os protestas da minha estima e considerarlo.
\ m Dita ao eapitao tenente commandanle
('..l.iigue barca Itnmnrac.Nos termos do aviso
iinit" por copia, expedido |iel<> ministerio da ma-
i ha 'ni H de novembro do auno prximo p*s-
. i lo, mande Vine, dar tafea do servieo da arma-
(I i e entregar ao delegado onearregado do expe-
diente da iepartieaj) da poUcUt, afim de ter o con-
fuiente destino, o pardo Virgilio, que com o nomo
; .lose Pedro da Silva assentotl nraca no corpo
( imperial* niaiinlu-iros, e se aeha a bordo des-
se l'ii.'iie barca, visU llavero mencionado delega-
do segundo partkpou-nic em offit-iu de hontem,
;...!> n 21, verificado ser elle escravo do visconde
de Suassuna.
N. 103.Deliberaeao 0 presidente da provin-
n i atlendend a neeessidade de completar a com-
rui ao. ini-iimbida de syndiear dos abusos e irre-
gularidades coinnieltidas no arsenal de guerra, ie-
l nodo o disposto no aviso do ministerio respecti-
vo de 21 de levereiro de 1808, visto que della fo-
i dispensados a sen pedido, era data de lion-
. o Dr. Joaquim de Aquino Fonceca e o aju-
dante zenda, bacliarel Wenceslao Garca Chaves, resol-
\e nornear. como efTeetivamente nnnu-a, para fa-
lerem parte da mesiua commissio, oonjuntaiiiente
oom o brigadeiro Joaquim Rodrigues Coelbo Kel-
I \. designado para presidente della. o bacliarel
Orvm o Harquea da Silva e o Io escripturario da
ttfesouraria de fazenda Joaquim Pereira Bastos.
\. 104.-Dita.O presidente da provincia, at-
eniendo ao que requeren Monofl Jos de Souza
Aunes, resolve conceder-lbe licenca para i&ao
dio de Fernando no primeiro vapor que para
lii seguir, levando os gneros constantes da rela-
i unta, assignada ih>Io secretario do governo.
2.* seccan.
N. 200Portara ao con'iinandante superior da
irda nacional do Brejo.Providencie V. S. de
lo a >eieiii capturados os guardas nacionaos do
batoil ao n. 35, MR o seu cominando superior, que
.nulo oflicio do delegado do Brejo de 28 do
Jeronvmo Pereira Marins. ou a Evaristo Mendos I de fardamento da eompanhia de operarios do arse-
da Cunba Arevedo. dC|is de liquidado em vista | nal de guerra, o qual veio annexo ao citado officio
da relacao junta em duplirata. que remetteu o ile-' de V. Exc.
ei|Ksliente da repartieao N. 225.Dito ao mesmaO Exm. Sr. prestden-
- te da provincia manda declarar a V. Exc. em res-
posta ao seu ofllcio de 5 do corrente sob n. 12,
que transiniHio a tliesouraria de fazenda paraos
lins convenientes as rontas e attestados, que em
duplicata vieram annexas ao citado ofllcio.
N. 220.Dito ao brigadeiro director interino do
arsenal de guerra.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar V. Exc. em resposta ao
seu ofllcio de bontem sob n. 5. que nesla data au-
torisou-se a tbesouraria de fazenda. a pagar ao
pliannaeeutico Augusto Caors a quantia de......
IMjNHI constantes do citado oflicio.
2" seccao.
N. 227Oflicio ao juiz de direito da comarca
do Cabo.Q Exm. Sr. presidente da provincia
manda acensar o recebiinento do ofllcio de V. S.
de 7 do corrente, em que enmmuniea ter nessa da-
ta reassumido o exercicio do seu cargo.
. 228.Dito ao delegado encarregedo do ex-
pediente da reparticrio da polica.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda declarar aV. S.. em
resposta aos seus ofllcios de 5 e 7 ilo corrente sob
us. 8e 17. que a tbesouraria provincial tem ordeui
para pagar a Jo*; Mara Ferreira da Cuaba a
quantia de 48^000 e a Joaquim de Souza Noves a
! de 560t) Constantes de taes oflicios.
N. 229Dito ao inesmoNesla dataautorison-se
a tbesourirria de fazenda a pagar a Jeronvmo Pe-
reira Marins. ou a Evaristo Mondes da Cunha Aze-
vedo a iinporlancia das diarias abonadas aos re-
mitas constanles do prcl que em duplicata veio
. oiinexo ao seu citado oflicio, o qual ica as ini res-
incuiibida de syndiear dos I |>ondido de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
N. 2:10.Dito ao inesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda acensar o recebiinento do
Horneado com o presidente da .....sma commissao ofllcio de V. S. de o do corrente sob n. 10, em que
o brigadeiro reformado Joa inm Bodiigues Gih-IIio participa ter a 3 do mez lindo assumido o exerci-
Kellv e o outro membro. bacliarel Olyinpio Mar- ci do cargo do delegado do termo de Serinliaem o
nes da Silva loiitinuem no? respectivos trahalbos. ckladao Antonio Peregrino Cavalcante de Alim-
legado "enearregado di
da |Hlicia com oflicio de 5 do oonvnte sob n. 15 a
importancia das diarias abonadas aos cinco reclu-
tas indicados na supradita relacao, os quaes, toado
viudo do termo do Brejo di Madre de Deus. fui
posto em Mbcrdade o de nno Hcrcnlano de oli-
veira Lima, assenhiu pr;w;a no exorrilo Joan Fran-
cisco de' Cibeera Morengote, o os outros de-l'ma-
rain-se a* .servieo da armada legando consta do
mencionado oflicio.
N. 213Dita ao inesmo.Recommcndo a A. S.
que, em vista da cunta documentada, junta em
duplicata mande liquidar a despoza feita com o
fornocimento de medicamentos para a enfermara
dos aprendizos menores do arsenal de guerra, du-
rante os niezes de outubro a dezembro do auno
prximo passado e pagar si a hbporUulcia ao pliar-
maceutico Augusto Caors, conforoie solicilou o
director interino d'aquello arsenal em ofllcio do
bontem sob 11. 5.
X. 214.Dita ao mesm).Commimico a V. S.
que por ndreacao do brigadeTm director interino
do arsenal de' guerra. de4gnei o guarda do 9.*
armazem ilo almoxarifado leronymo (Wim Ferrei-
ra Cabial para incumbir-so das compras e desner
zas iniudas do inesmo arseial; cuinprndo que \.
S. Ihc mando adiautar para ellas a quantia de da-
zentos mil reis de que Severa prestar contas nos
termos do g 2." do artigo 4. das instrueeoes D.
287 de 10 do dezembro do 1851.
X. 213Uita ao mesmeTen lo por delibera-
cao desta data nohieado o i." escripturario dessa
hesnnmia Joaquim Pereira Bastos |iara I
liarte da eoniinissao
abusos o irregularidades eomniettidas no arsenal
de guerra ; assiin 'o comniunico a Y. S. para que
expeca suas ordens afim de que eutendendo-seo
ques rta Silva continuem no) respec
N. 210Dita ao hspertor da tbesouraria pro-
vincial.Km resposta ao oflicio que V. S. me diri-
gi em '1 do correte sob n. 0 teulio a dizer, que
concedo a autorisaoao que solicilou para legalisar
a compra de alguiis' movis contemplados no pedi-
do, que fez o administrador do consulado provin-
cial e que |>or copia veio anuexo ao seu citado olli-
querque.
3'seccao.
N. 231.Oflicio ao inspector da thesourana de
fazenda.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da oomninnoar a V. S. para os lins convenientes
que segundo ofllcio de juiz de direito do cal de
7 do corrente, nessa data reassumio elle o exeroio
de seu cargo.
N. 232.IMto ao inspector da tliesourara pro-
j[.'217Dita ao mosnio. De|iois de liquidada, vincial.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
I ___- ....... I.. 1' O A .l.tnlniut.i \T X *\m.w*m < AiiiKi u i i \ .11 I i n t|)lS
do. os quaes jwir onsano foraiu mandados fornecer
por V. S.
i vista da eonla e relacao {untas mande Y. S. da declarar a Y. S. para sen conheciinento e
pagar Joaquim de Souza'Nevos conforme solici- convenientes, que, nesta dala foi autorisado o dele-
lo o delegado eiiearregadn ilo expediantc da re- gado enearregado do expediente da repartieao da
partieao da polica em irflii io de bontem sob n. 17 policia a comprar para a casa de detenciio m W-
a iiii|Nirtancia das despezss feitas com o sustenfc) lude de roquisicao do respectivoL adiiiinistnuior
los atbzos obres da eadeii do termo de Nazareth,
a contar do 1. at 2i de o tubro ultimo.
_\ 218 Dila ao mesm).Expeca Y. S. suas
ordens para que em vista do incluso pret que me
remetteu o delegado enearregado do expmliente
da repartieao d^ielieia com oflicio de 5 do cor-
rente s-.l. n. 8. soj.im liquidados e pagos ao nego-
ciante Jos Mara Ferreira ta Cimha os vonrimen-
los de uma escolta de guardas nacionaes que con-
ilu/.io nove eriminosos do termo do Limoeiro para
esta capital, os quaes foram reoolhidos a casa de
detenciio s-gundo consta do citado ofllcio.
4" secorio.
N. 21!'. Portara ao presidente interino da c-
mara mu licipal da cidade ilo Bio Formoso,Tbomaz
lins Caldas.Em soluc/io as duvidas, que Yiuc.
aproseiita' em seu oflicio de 2 do corrente mez, te-
iiio a 'declarar-lhe que a mudanca de
um livro de 300 folhas com 0,56- e 0,002- de
coiiiprimonto c 0,39- o 0.002 de largura com os
dizeres necossarios para os laue;unentos de entra-
das c saludas de presos.
denoia para a parodua de Una do 2o juiz de paz
do segundo distrioto da.pvochia de S.Jos do
Rio Formoso. padre Mgit 1 Peres de Azevedo
FalcSo. e a Impossibilida' e por molestia inflara-
vel, do (piarlo juiz de paz do niesnio dis-
tricto. eapitao Francisco Liandro de Geuva. sao
motivos sullicienles para considerar a esses cida-
daos como escusos dos cargos para que foram plei-
tos, o por isso cumpre cmara municipal dessa
cidade chamar os inmediatos ein votos aosactuaes
juizes de paz e deferir-lites juramento para esta-
rci promptOS a entrar em exercicio, quando I lies
tocar. Quanto ao 1" juiz de paz, major Leandro
Jos di Silva Santiago, que Vino, refere nao baver
prestado juramento por ter preferido servir o car-
go de supplente do juiz municipal para que foi
Horneado, cominunico-llie que, nao sendo motivo
de inconipatibilidade absoluta, nas relativa ac-
cuniulaoao de exercicio, a rcunio dos dous car-
gos ft mesnio individuo, como, entre outros dis-
poe o aviso de l'i de marco de 1865, deve a cma-
ra convidar o mosnio cidadio a prestar agora o di-
to Jaranalo, ou a allegar i-azao que o escuse nos
termos do ai t. 4" da le de 15 de outubro de 1827,
para enlae chamar-so quem deva proeneber a sua
vaga.
N. 220Dila ao inesmo.Em resposta ao olli-
DESPACHOS na TORSfMKKI.CBO OTA 12 DE JAMURO
DE 1869.
Alexandre Amereo de Caldas Brandan.infor-
nw o Sr. inspeetor da thesouraria provincial.
Andre Avolino de Mello Galvao.Prove com at-
tostado de medico sua inferinidaie.
Augusto Rodrigues da Slveira.Como requer,
excluidas as in-bidas ateaeRaao.
Cosme Damin Pen'ira Fraseam.Informe o Sr.
tosnantor da thesouraria provncinl.
Joo Monteiro de Can-albo.Prove que tem 4
! anuos de servieo como ofticial, ou 10 como guarda
re-i- nos termos do 3o do art. 65 da tei n. 602 de 19
de setembro de 1850.
Jos de Amorim Lima.informe o Sr. inspector
di thesouraria de fazenda.
Luiz de Albuquorque Martns Pereira.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Alferes Luiz Gonc.il>es da SilvaInforme o Sr.
commandaiitc superior interino.
Leonardo Francisco de Almeida.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra.
Paulina Felippe Neponuceno.Informe o Sr. de-
legado enearregado do expediente da repartieao da
policia.
Victorino Manoel Lourero.Informe o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Victorino Domingues Alvos Maia.Satisfar pri-
meiro a exigencia da contadoria da thesouraria do
la/.enda.
das. As tropas.'do governo oceupavam todo o re|-
cinto de Cadix, desde o parque at porta de deli-
ra e da alfandega. Os suMerlos tnham todo 0
ttiritorio dapnroaco de>deS. Jos o porta do Mar
em frente da tal eslava fondeada a Tetmm, coi*
todos os scuidtes vanguarda.
Gom trezentoSTnomens rontava o general Peral-
ta aliando estivwra em oomtntooom os sublevado;.,
tendo de acudir dofosa tfe toda a oidade o viga
dos seus fortes.
A causa da fevoluoo attrilme-se ordem emaj-
nada do governo, para o dcsarmamento e reorgaj-
nisaco da foraa cidada. Ao publicar-se obandq
sobr a reorgaiisaoo da fon;a cidadax os paisa-
nos ronipoiam o fugo contra o 3 batalliao de ar-
tilharia a i3.ns gritos don'ra a repblica .'e
morra a artiOmia I Este batalbio roni[iosto de
150 hoinens, resisti ao priim-iro impulso, e teve
metade de sua forra fura do combate; as ras de
Cadix estovan) abortas de barricadas, e com una
segunda liulia do larras do ferro, saceos de areia
e outros obstculos.
As pasas que .pela sua uiaioria sao construida
de pedra, foruiava cada urna dellas um reducto,
bostilis;iiido a seguro os sublevados as tropas do
governo, qiureram obligadas a atacar a peito des-
ooberto. As tropas do. governo toniaram nos pri
metros momentos multas barricadas.
Os paisanos nuc fonnavam a orca cidada de
Cadix, em numero de 2.500, haviaui sido poneos
dias antes milnlcindos com trinta mil partuciios.
A sublevacao re|Hiblieana de Cadix nao encon-
trn echo as gntras provincias de Hespanha. A
maior parte das toreas piielieni as suas columnas
eom as inanififUacos de adhoso ao "overno pro-
visorio, o contra suMev.vto de Cadix, se nao so
dos njutitiiiiteuto* (mnnicipalidado>l e outras auto-
ridades, como dos nrop ios ctmiits republicanos
constituidos agrande numero do cidades edeou-
tnu povoacoes ini|>orlante>.
No dia 13 acaba* o praso fixado na proqlama-
co do general Caballero de Bodas, para o* suble-
vados deporem as armas, s republicanos suble-
vados pubu'oaram e aQixaram pelas esquinas una
alloouoao pacfica, mostrando que renuidas sua-
armas,' se iun entregar a um governo que no po-
da deseonhecer o seu valor e as suas virtudes, e
que em rcelamar-llias oliedece necessidaile da.
conservacao de um prestigio, que nao desojaran
ver-fue arredado; prosognuidoem ideas liberaes e
harmnicas com a pacilicaeao apresentada, em cu-
toe deas se manifestou toda a opino publica.
Beiuirain-se na casa capitular todos os chefese
ofliciaes da milicia, e eonveramein de|)r as ar-
mas renunciando a loda resistencia.
O general Caballero de Bodas entrn oTeotiva
mente, s 2 horas da tordo, em Cadix afrente Q>
exeivito de oiracues, temi procedido ao de-ai -
mente das tercas insurreccionadas.
Pela tarde nao'se viam se nao voluntarios coni
as suas armas para entregar, mis na casa de al-
gum cnsul psuangeiro, e outros na capitana da
respectiva contoanhia, e outros na casa municipal.
As bnnii adas foramaiiandonadas.
A Gibraltar aaagardra alguns dos mais compro-
meltiilos na sublevacao de Cadix. Acham-se alli
refuuiados D. Jos Be'renger, Jos Pireto, D. Fran -
cisc de la Bicsca, D. Segura, D. Juan Antonio Du-
eas e D. Manoel Alfedo.
Terminada a entrega das armas retiraram-se
Sara Madrid, os reginientos di' Gerona e eaeadores
e Madrid.
0 general Caballero de Rodas terminada a sua
mi.-so, visitar algumas povoac5es da Andalusia.
ecolbendo-se a Madrid.
Dixem que em Estipa, na Andalusia, alguns in-
dividuos approveitando a ausencia da guarda civil
que havia partida para Cadix, assaltaram a casa
da municipalidade que eslava funecionando. e ar-
mados de facas, pistollas. navalhas e espinguardas
obrigaram a retiraros voroadoi'es. sentarain-se ellos
e ordenaram a sua volitado. Foram ao juiz o obri-
garain-no a assignar ordens de soltar os presos.
pparpceu jiorn a foroa publica e restabeleceu-
se a ordem.
O governo bospanbol saliendo que o duque de
Montpensier se dirigir a Cadix, alim de ofereeer
os seus snicos ao general Caballero, expedio una
ordem a este "para convidar o duque de Montpensier
a regressara Portugal, pois que a sua presoneaalli
jM)deria ooniplioar a situaoao poiilica.
Eflectivamente o duque de Montpensier regres;
sou a Lisboa, donde escreveu a seguinte carta
raes, retroced uinediaiaoiente e regressei Lis-
lia.
Explicado o ineu uliiino arto devo agradecer
a qu:uUos M iiuprensa o defenderain seguindo as
anas proprias iiispirafOes. Aos que o censuraran)
direi que, ao passar a froiiteini |iara oflerecer
s meus serviros, cuno cidadao nsii de um direito,
e como militar cuioari ihii dever, sendo lamenla-
vel que n'umpaiz Hvre haja qnoin se escandalise
pelo uso de direitoa o cuuiprimento de devores.
Aqu poderia dar |wr terminado o meu inten-
to, mas. roto o silencio que me impozra, julgu
conveniente nodeixar a pena sem refutar alguma-
acciisares infundadas relativas a soccessos ante-
riores a revolueo de setembro.
Esi'rwcu-se entre outras cousas, que do nosso
retiro le San Telmo vimos passar com indilfereuca
os successus que mais funda sensacao produzi rain
na Hespanha. Islo conipletainente falso. Se en
1859 nao levoi as minlias dragonas frica, nao
foi por culpa minha. De documentos oflleiaes
coasta a insistencia com que solicite! ento a hon-
ra de derramar o mvn sangue pela minha patria
adoptiva, como em 18ii o havia derramado defen-
Aaada os interesses da Frainsi, naquelle mesmo
solo africano, frente de urna companliia de va-
lentes liespanhes pertenceutes legio osan-
goim
Nocessario tambin lembrar que em 1800,
quando inultos agitadora do hoje nao davam sigoal
de vida, a infante Barrea perigo da sua vida peta
son oslado de salido, depois de pedir iufructifera-
iiK'nle urna amnista, fez tuna viagom corto para
dar con cilios lberaes, e s recebeu ordem de qui-
nao tornasso a envolvor-se na poltica.
t Ouvimlo tambein que somos aecusados, urnas
vezes de fanticos, outras de alheiis, eslainos no
dever de sor milito explioitos neste ponto. Nos, ca-
tholicos ferventes que podemos cumprir publiea-
inente os nossos de veres religiosos na anglicana
Londres, na augelina Edimburgo e na calvinista
Cenehra, nao queninos que os que nao professaui
a rnUfffie que i-remos verdadeira, tenliam a menor
liheiilade na nossa querida Hespanha que nos as
i>utiMs naioes.
Termino aqui, porque o meu projiosito foi es-
vrever una refulacao e nao um programma de
principios polticos," bastando para o meu iutento
exprimir clara e terminantemente a minha eonfor-
inidade com os que a revoluoo jiroelamou e o
paiz acalheu.
Ao autursii-lo para dar publicidade a esla
carta, usando de um direito hoje pratico no asato
paiz que, entre oulras lilierdades, gosa a de
sta aOirinar-llie que nati u>*bi- \
prensa, se me resta auinnar-ine que mimw uimii- nas pari,,.i;i t(M
dono e que ukamente tenbo empenho decidido i ,.j0 tn.0 ,, :1(.
em contuiuar pertencendo nova Hespanha, a I artividade da na
Os ministros foram reelcitos nos seus districtos.
0 almirante que connuauda a esquadra ingtez;i
na China, dirigio-se aos navio> da Nemkina para
os obrigar a virem d'alli dar satisfaco {lelo assassi-
nato de varios nissonarios; satisfaco que nao tem
Iludido obter o representante inglez em Pefcim.
Esta medida motivada por uma repetioao A-
liosiilidaibs aos estrangeiros, que sesuccedein cnt
varias provincias daquellc imperio e que o governo
central nao jide evitar.
ORIENTE.
Todos os jomaos scocenpam quasi cxclusiva-
inente do conflirlo tiiroo-grego.
A nota que o representante da Porta em Athena^
envin a 10 de dezembro em nomo do governt
ottoniano, ao ministro dos negocios estrangeiro-
Delyannis conten pormenores ue grande Iflteressi
sobre a origen] e desenvolvimento da questo entre
:ls duas potencts.
0 presidente do conselho de ministros da Grecia
Blgaros, do alto da tribuna acouselhou a nao ro-
Bistenca s reclamaeoes da Porta, e o ministro Bul-
L'.nis vio-se obrigado, segundo dizem deConstanli-
nopla a refirar-sedo gabinete.
O rei daDinainarea e o principe de Galles enva-
rain um telegrainina ao rei Jorge da Grecia indu-
zindo-o a que atienda s justas reclamaeoes da Tur
quia, dizendo-llieos perigos que do contrario pode-
riam resultar sua dynasfla.Apesar dos conse-
Ihos das tres poteaehs protectoras e dos ffAustria
o ila Italia o governo grcgorepollio o ultimtum da
Turiiuia.
A Turqua; a pedido das potencias, prorogou o
praso para a expulsan dos gregos, e vai publicar
um/uianifeslo procurando jUstincar a poltica qn<-
toa seguido na questo da Iba de Canda.
A Bussia apoiada pela Prussia propz mna con-
ferencia para rognlar o conflicto, em queentraram
a Austria, a Franca, a Inglaterra e a Italia.
A Inglaterra, segundo Bright, derlarou manter a
sua poltica do nao intervenco.
A Fraine desmonte o boato da circular do minis-
tro da Russia GortschakofT. O Temos explica u
boato por uma conversa cao entre GortseliakoftV
Talleyrand. GortschakolT, disse ime se a Tnrip '
se mostrara to exigente era (Miitpic tinta raz3o*-
jular apoiada por uma grande potencia, e que se
assiin fosse a Russia teria o direRo de ser mal re-
servada nos passos communs tendentes a impedir
o ei inflicto. Talleyrand participou lelo telegraptio
esta conversaeao.Tal a opinio do Temps sobre
a origen) de boato que tanta ensacSo cansou na
bolsa.
0 Diario turco diz que a intervenco das poten-
ter fim oceulto de destruir o inipe
...crescenta que precisa vigilan!
uuar pertencendo a nova Hespanha, a | actividade da parte do soberano da Turqua, mui-
da 1868 .Monto dt
Hespanha livro.
i Lisboa, i9 de eczembro
Orleam.
= Em quanto a imprensa hospanhola discute as
candidaturas ao tlirono de Hespanba, restringm-
las vezes obrigado a escotar eonscllnis de niml ra
cao, quando era preciso apesar, c que era teinp- <
de sahir de somelhante nosico.
Apesar de todos os esforebs das potencias rote-
pirain-se as hostilidades, e'pegou fogo AO rastilb
do-as ao duque de Moutponsivr, e Baldomcro Es- mi(! (a|voz levar a Europa a urna guerra lia tanl
partero, o |rtido carlista agila-se, o os curas M- | |Pn,po addiada.
Repart*-So 21 secfao.Secretaria da policia de Pernambu-
co, 13 de'Janeiro de 1869.N. 52Illm. e Exm. Sr.
Tenho a honra dj levar ao conhecimento de V.
Exc. que foram hontem recolhidos casa de de-
tenco, segundo consta das parlicipacoes recebidas
hoje nesta repartieao, us seguintes individuos.:
A minha ordem Manoel Vital, como sentenciado
n ez lindo, desertaran do destacamento em que se
; i iiavam. levando comsigo armamentos e eleitos
el estado, fazendo-os V. S. submetter a conselho
(I di-ciplina para seren punidos na forma da lei.
N. 207Oita ao Dr. juiz de direito Hisbello Fk>-
iiino Correa de Mello.Envo a V. S. a inclusa
rlaria erodida pelo conselheiro presidente do
Supremo tribunal de justica, e que para ter esse
ij -tino me foi nmettiila pelo Exm. presidente da
.iviiicia das Alagoas com ofllcio de 2 do cor-
rate.
N. t08.Dita ao delegado enearregado do ex
ilieute da repartieao da polica.Autoriso a
vHe a comprar o livro de que trata o seu ofllcio
iJ. 5 do corrente, sob n._7, pedido pelo adminis-
trador da casa de detene5o.
N. 209.Dita ao mesmo.Inteirailo de quanto
Vine, expoz em sua informaco de hontem, sob n.
t. a "abo de recommendar ao eapitao do porto
e d baixa, do servieo da armada ao pardo Vir-
io, que com o nome de Jos Pedro da Silva, se
!ia abordo do brigue-barca Itamnnu, e o man-
aoresentar nessa repartieao, afim de ser entre-
gue ao visconde de Suassuna, que o reclama como
T- u escravo, o que declaro a vmc. para seu co-
i i (cimento e devidos effeitos.
N. 210.Dita ao commandante do corno pro-
visorio de polica,Autoriso-o a desligar do corpo
sob o seu commando ao segundo sargento Virgilio
Tavares de Oliveira e soldados Joo Helditrudes de
Azevedo e Manoel Figueira Curada de Menezes,
dos que trata o seu ofllcio n. 900 de 5 do corren-
te, visto terem sido julgados incapazes de servir.
3.' seccao.
N. 2H Portara ao inspector da thesouraria
de fazenda.Transmuto a V. S. a3 inclusas contas
documentadas dos medicamentos torneados duran-
te os mezes de outubro a dezembr j prximo pas-
sado a enfermara militar desta cidade, a cargo
conselho econmico, do deposito de recrutas,
iedo annexo a taes contas o atlestado, lambem
por duplicata, do facultativo enearregado da men-
cionada enfermara, afim de que mande liquidar e
pagar ao pharmaceutieo Joaquim Ignacio Ribeiro
.unior para isso indicado em ofllcio do brigadeiro
commandante das armas de 5 do corrente sob n.
12, a importancia de taes medicamentos.
>. 212.Dila m mesmo.Mand; V. S. pagar a
a gales no termo de Go\ anna : e Gregori, escravo
ci que Vmc. drigio-ino em 26 de dezembro lindo e d. Mara Alm. par fgido,
e hoja raoabido, euvio-lhe copias authenticas das A or(iein j0 sulxlelegado de Santo Antonio, An-
portrias (pie em 12 exped acamara municipal na Amancia Ja Conceicao, por desturbios,
dessa cidade. c ao vereador della Manoel leixeira i ^ ordem do-de S. Jos, Vicento, escravo de D.
da Motta, afim do serem cumplidas pela mesuia j Theresa de Arauio Pinheiro. por fgido,
cmara. Quanto duvda [r Vmc. proposta rea- i por 0fne0 de 4 c$te mei participou o delegado
tivaioenie a dever ou nao chamar para ser iuri-1 jo termo de Garanhuns, que nacpiele dia capturou
meotado cuino supplente de vereador um cidadao I e fez recoiher respectiva cadeia, Antonio Tcixeira
que oceupa o lugar de advogado da dita cmara, 1 yInaiComo pronunciado no art. 193 do cdigo pe-
havendo tambein exerc.ido o de curador geral dos I na| combinado com o art. 34 do inesmo cdigo.
orphaos, tenho de declarar-lhe que sendo conside-, )eu9 guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. conde
radoempreg) municipal, creado por lei provincial, de Baepondy.O delegado enearregado do expe-
o de advogado da cmara, > exercicio dasrespec-
tivas funocoi-s fez perder ao referido cidadao_ o di-
reito a servir o cargo para que foi votado,nao po-
dendo por isso ser agora convidado a prestar ju-
ramento. Nao ?o d o mesnio motivo a respdto do
lugar de curador geral dot orphos, pois que este
nao in-'ompativel com o exercicio do cargo de
vereador.
N 221Dita a cmara municipal do Itecite.
Accuso o reeebimento do c fflcio datado de hontem
sob n. 2. da cmara municipal da cidade do Recite
ltimamente eleita para c quatriennio de 1869 a
1872. participando ter temido posse da administra-
cao municipal, depois de irestarem juramento osj
respectivos vereadores, e em resposta declaro-lhe
que, inteirado des-= part cipacao, agradeeo as ex-
presados que me dirige, e aperando esta presiden-
cia que a mesma cmara ompregue todo o seu ze-
lo nos nielhoramentos de que carece este impor-
tante municipio.
y 222.Dita ao gerente da compnhia l'crnam-
luieana.O Sr. gerente da eompanhia Pernambu-
cana mande dar uma passagem de estado, a proa,
at o Aracatv, no vapor que tem de seguir para o
norte no dia 15 do corrento, a crioula Germana, li-
berta.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PEL) SR. DR. IOAQCIM CORREA
DE AFACJO, SECRETARIO DO GOVERNO EM 8 DE JA-
NEIRO DE 1869.
! se< cao.
N. 223.Officio ao Exn. Sr. general comman-
dante das armas.S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarara Y. Exc. para seu conheci-
mento e fms convenientes, que nesta data submel-
teu a consderaco do Exm, Sr. ministro da guer-
ra o requerimento em que o eapitao do 2o batalhao
de infamara do exercite ."oaquun Antonio de Mo-
ntes pede mais tres mezes de licenca com sold
e etape para tratar de sua saude nesta provincia, e
a que aflude o officio de V. Exc. de 5 do corrente
sob n. 13.
N. 224.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, declaro a V. Exc,
em resposta ao seu officio de 5 do corrente sob n.
11, qu? se maudou sasmer o pedido de artigos
diente, Joo Hirmno Altes Maciel.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 14 DE JANEIRO DE 1869.
NOTICIAS DA EUROPA.
Hespanha .Termiaou a revolucao republicana de
. Cadix, depondo os sublevados as armas. Eleicoes
municipaes. 0 duque de Montpensier vae a Ca-
ducara servir s ordens do governo, e recebe or-
dem de rollar para Lisboa. Carla do duque ex-
plicando os seus actos polticos. Candidaturas ao
throno Iwspanhol.
l$GLkTERiix:Organsacao do gabinete Gladslone.
Oriente. Rompimenlo das hostilidades entre a
Turqua e a Grecia. 0 vapor grego 'Enosis.
aecusado pela esquadra turcaMoque io de Syra.
Concessoes feitas pelo almirante turco. Os esfor-,
eos das potencias so impotentes para produzir o
rompimenlo das retardes. Opiniaoda imprenta.
Franca :0 Sr. laust'iex substituido no minis-
terio dos estrangeiros pelo Sr. Lavatette, e o Sr.
Ptnard no miniselrio do interior pelo Sr. For-
cadk.
Italia :Xovas condemnacoes marte em Roma,
impressao na Italia, exforcos do governo italia-
no para obter uma commutacao de pena. Esta-
do das retardes de Roma com a Austria e com a
Russia.
Rovmania :0 ministerio demittido. Bratiano
eleito presidente da cantara e recebe um voto de
campanea mostrando que tem representado os in-
teresses do paiz. E conrliado pela opposico a
declararse dictador, e a depbr o principe Carlos.
Estados-Unidos :0 senado americano recusa-se a
ouvir lr uma mensagem do presidente Johnson
e addia-se.
hespanha.
Pelas noticias trazidas pelo ultimo paquete tinlia-
sc concluida um armsticio entre os republicanos
sublevados de Cadix e as tropas do governo provi-
sorio, commandados pelo general Caballero iinpreiisa hospanhola explicando os seus actos:
Sr. director de La Poltica. Aprociavel se-
nhor: ltu>oi\ era guardar absoluto silencio einquan-
to durasse o estado transitorio do nosso paiz at a
sua constltuicao diuniiva. Nem as provocar/ios
da imprensa, hostil unas vezes, benvolas oulras,
mas cujas inanifestacoes tem tomado carcter pes-
soal que nao me pode ser indifferente, teriam con-
seguido fazer-me mudar de proposito neste assunq-
to. Parecia-me que a infante e eu deviamos dei-
xar ouvir como nossa ultima palavra a manifesta-
co que dirigimos ao governo provisorio em 30 de
outubro e que terminava com esta explcita deca -
raco:estamos resolvidos a respeitar todas as
resoluoes emanadas do voto nacional como fonle
legtima dos direitos polticos nos naizes lvres.
t Como V. ver nesta franca e leal manifestacao
nao ha a mnima restriccao : a Hespanha, qual-
quer que seja a sua forma de governo, contar-nos-
ha como seus cidados ; servi-la-hemos se poder-
mos ser-lhe uteis, e sempre e em qualquer caso
tomar o nosse coracao parte nas suas felicidades
c desventuras. !
t Mas se a minha resoluco de carsilencoso
tem sido al hoje inquebrantavel, se pode ouvir
com impaciencia as fbulas absurdas inventadas
contra nos, nao quero nem devo consentir que se
iraduza -.por falta de sympathia regeueracao do
nosso paiz o sentimen'to de patritica abu.eicac.io
que, a nosso pezar, nos conserven na embocadura
do Tejo, at o da era que, migando em perigo na
Andauza a liberdade de Hespanha, marehei para
oflerecer a minha espada ao governo provisorio.]
c Tendo sido este meu acto approvado por uns
c censurado por outros, vejo-me na neeessidade
imprescriptivel de explica-lo. Ausente de Hespa-
nha, mas sem me estar vedada a fculdade de re-
gressar, julgava-me fazendo parte do exercto hes-
panhol, na obrigacao-e com o direito de oflerecer
os meus servicos quando os successos d paiz os
reclamassem. Chegou ao meu canhecimento o que
succediaem Cadix e comprehendendo a sua gravi-
dade pelas narracoes e telegrammas que a impren-
sa publicava, deduzi dos dados aomeu alcance que
talvez aquelles acontecimentos fossem resultado de
combina^ao em que tivessem entrado os diversos
elementos inimigos da revoluo, o julguei de>er
meu o dirigir-me ao ponto de reunio das torcas
do exercto para alb receber as ordens do go-
verno.
t Considerando mais decoroso para um militar
esperar essas ordens em sitio prximo do perigo,
que longe d'elle, nao julguei conveniente dar m-
nhecimento ofticial da minha marcha at chegar ao
lugar dapeteja. A estas razoes se aggregar acon-
'sideracao de que, se antes de anresentar-me ao ge-
neral m chele, para offerecer-lhe osjneus servicos
e aceitar o posto que me destinasse, a questo '.er-
minava e se restaielecia a ordem.'iicava na pcisi-
bilidade de regressar Lisboa sem ter dado passo
algum oficial que podesse ser laxado de alarde vao
e offerecimento intil.
i A minha previso nao foi infundada, pois ao
chegar Crdoba tive noticia de que os succe*os
de Cadix iam em breve resolver-se de modo stis-
fatorio. Soube lambem que nao havia alli elementos
reaccion.'iiosque combater, e, nao devendo envol-
ver-iac em lulas, que deploro, do3 partidos lb-
borotam o povo em alguns pontos da Galliza, Na-
varra, Sargusa, Remolinos. Zaragosa, etc.
Dizem que os amigos do duque de Madrid, conti-
nuara os seus esteros para que a sua bandeira
Iriumpliasse no dia enl que resolutamente a arvo-1
rem em Hespanha. As suas esperaiieas esto ua-
tiirahm nte nas Vascongadas e nas niontanhas da
Calaliinha.
O Imparcial refere que em Pars acaba de se
veriliear nina reunio dos homens do partido nio-1
iterado, e que a cx-rainha declarou terminante-
mente que nao facilitava mais duiheho do ana
aquelle tem adiantado para a obra da restauraco.
Nao potloram por-se de accordo. Por consequen-
cia Cheste iRepara Portugal, o general Cassetpara
S. Joao d;i Luz, e Coronado, Osario e outros vol-
Iam aos seusquaitesde invern. Gomales Bravo
a>sistio reunan.
O conde de Cheste j requeren ao governo pro-
visorio para estabelecer a sua residencia ein Lis-
boa.
O lelegrapho leui-se crapenliado em desmentir
o tiin da viagein de Caldini Madrid, pelo contra-
rio ein Flornea nao se falla de outra cousa. insis-
tindo-se e alliruiando-se que ninguem poe em du-
vda em que a sua partida i no gnita de Piza no da
10 de dezemhro, depois de baver tido uma confe-
rencia com Vctor Emmanuel, nao foi por outro
motivo seno a candidatura do duque de Aoste a
eora de Hos|anha, embora se llie queira attnbuir
negocios de familia, em consequeneia de ser o ge-
neral casado com una madrilea.
Querein alguns que nao seja o duque de Aoste
o projeetado monarclia, mas sim o principe de Ca-
rignan. primo do re Vctor Emmanuel, mas todos
os dados do menos provavel esta candidatura do
que aquella, porque Iwns fundamentes dizem que
o principe de Cargnan nao pode convr aos Hes-
panhes.
O Imparrial desmente quasi ofllcialmente que o
general Caldini vesse tratar da candidatura de
qualquer principe italiano ao throno de Hespanha.
e accrescenta que nenhun membro da familia
real italiana aeeitaria o throno de Hespanha.
Um artigo da Correstondencia enumerando os
direitos do duque de Montpensier ao throno de
Hespanha, tem sido assumpto de polmicas reuhi-
dissimas na imprensa e nas assemblas.
Conoluiram-se as eleicoes municipaes. Nao bou.
ve inteiro socego. Nao houve nteiro socego junto
urna ; o acto eleitoral foi perturbado e interrum-
pido em diversas freguezias ruracs, e houve algu-
mas mortes e ferimentos. Em Cont de Sania fu:
rara recebidos a tire 8 ou 10 eleitores republica-
nos. Dous suecumbram aggressao. Em diversos
liontos leve de ser adiado o acto para evitar des-
graeas. Fizeram-se prsoes e insUuraram-so pro-
cesaos. As eleicoes de Cadix foram suspensas ate
nova ordem em consequeneia da destruiean dos
documentos preparativos dos ajuntanientos.
votos
colln
30so republicanos. Das eleicoes effectuadas, ei dos
resultados conhecidos calcula-se que os republica-
nos obtiveram 17 a 23 votos sobre 100 dos mouar-
cbico-democraticos.
INGLATERRA.
0 ministerio nglez licou definitivamente consti-
tuido do seguinte modo:
Primeiro lord do thesouro, Gladstone;
Lord chanccller, sir Wiilam Page \>ood;
Lord presidente do conselho, conde Grey;
Chanccller do exchequer, M. Lowe;
Secretario de estado dos negocios estrangeiros,
lord Clarendon; .
Secretario das colonias, lord Granville;
Secretario da guerra. Mr. Cardwell;
Secretario da India, duque d'Argyll;
Secretario do interior, Mr. Bruce;
Secretario de Irlanda, Mr. Chicester Fortescue ;
Primeiro lordvlo almirantado, Mr. Cmlders;
Lord do sello particular, lord Kimberley;
Presidente da reparti?ao do commercio, Mr
Brigl.t; .
Di-ector geral dos correios, marqnez do Har-
tington; .
Repartieao das obras publicas, Mr. Layard;
Secretario do thesouro, Mr. Glyn;
Altorney arnera!, R. Collier.
O ministerioDisraeli havendo remettido os sellos
do estado, o novo ministerio havia tomado ja posse
das suas secretarias. .
O parlamento devia ser aberto mu brevemente
e a rainha pronunciar, segundo afflrma o Daiiv
News, uma simples allocnco. .
Dii-se qac a abertura sera provisoria.
No da 16 foi atacado e activamente perseguid.
|ior un navio da esquadra turca o va|wr gres *
j Euosii. Este aoossado de porto e com grana -
i avarias refugiou-se no porto de Syra filba do mes-
I mo nome perlenoente Grecia). A esquadra turca
I dirigio-so aquello ponto e oslaboloceii o bloqneio.
I cora inteneo do bombardear o Enosis e mett-lo i
. pique.
0 commandante do navio francez Sorleri decidi
Hobbast-Pacli aaddiar o bombardeamento ataque
recebesse instrueeoes de C.onstantinopla.
O Moniteur diz que. gratas aos bnns servci -
daquelle oflicial francez, Hobbast-l'acha consent-,
era cessar o Moqueta de Syra o a perseguico d i
Enosis, com a ooiidico de que a fragata Bell*
aconipanliara a EHostl at o porto de Pireu onde
os seus actos seriara levados aos trbiinaes.
Eis o estado da (uesto.
Folhas de Alhenas annunciam que o ministro
das fmancas nodo um crdito extraordinario de
sais millioes de draclimas. destinado a prever a*
necessdades dos refugiados cretenses, c a diversa-
medidas nio tmpUeami.
O ministro tem eonlkinca no patriotismo dos re-
presentantes do paiz.
O almirante francez Julien de la Gravire che-
gou a Tuulon prooudente do Paris, e toinoii o nom-
inando da esijxadra franceza que deve brevemen'.
partir para o Oriento. As frotas das outras poten
cas approximavain-se tambein da Grecia.
0 Moniteur confirma a ruptura entre agreda
p a Turqua, runflando porm em que a unanimi
dade de opinifies das potencias signatarias do trata
do de 1853, e a aeco collectiva dos nimos par..
attenuar as circurastancias deste conflicto.
O Monning-Post diz que as grandes potencia-
obtiveram que a Porta addiasse as medidas de ri-
l'i u com que ameaeava a Grecia.
O jornal Turqua desmente que a Porta tcnlia
ordenado Serbia e Roumania que expulsasseiu
os Gregos e afirma que a Porta consentisse era
demorar por 30 dias o praso para a expulsad com-
pleta dos Gregos; e que aquelles que nao sahissera
nesse praso senara considerados vassallos ott."
manos.
Um telegramma oficial de Constantinopla anil-
ina que o governo ottomano esta firmemente rcsol-
vido a nao se desdizer das suas reclamaeoes c a
executar as medidas de rigor com que ameaeava
a Grecia.
O Diario de Paris pergunta se por acaso nao
haver quem incite a Grecia aos actos anti-polili-
cos que tem praticado. e pretende que esse al-
Buem a Russia e os Estados-Unidos.
O Sicle pergunta se as potencias protectoras*;
Grecia e signatarios do tratado de Pars em lw>
podero impedir a guerra a conflagraoao geral tto
todo o Oriente; que se forem movidos pelo mesnio
sentiraento de conciliaco julga que ser isso pos
sivel apezar da gravidaae dos acontecimcmo<
mas, que se pelo contrario, como ha razao para te-
mer, algumas ajudam o conflicto mostrando appa-
rentemente interessarem-se pela paz, julga impro-
vavcl a paciflea^o do conflicto no Oriente.
A Opino Saconal mencionando os diflerenle-
boatos que correm a tal respeito. accrescenta :
t Ha suspetas, fundadas ou nao do gabinete d.-
S. Pctersburgo, e at do de Berln; e a imprens
russa, pelo seu lado aecusa a diplomacia occiden-
tal de ter provocado o conflicto, levando a Subura.-
Porta a medidas que nada poda justificar; por-
que a insurreico cretense aimnue ha tres me-
zes.
FRANCA.
Foi concedida a demissao ao ministro dos nego-
cios estrangeiros o Sr. Monser, sendo substituid.-
pelo marquez de Lavalette.
Os jornaes francezes interpretam esta mudanca
no sentido bellico, mas segundo afirmara outn-
foi procedido do grave estado de sade do br.
Monstier. ....
Foi tambem substituido o ministro do mterior o
Sr. Piaard pelo Sr. Forcado de Roquette. Diz->.
que a nomcacao doSr. Forcado nao tem outro mo-
tivo do que o desejo do imperador de esclarecer o
povo de Pars na atropcUacao dos processos provo-
cados pelas inanifestacoes Baudin, cuja responsa-
bildade se quer laucar amJ^-rtmtmtamt.
Afflrma-se que val ser noroeado j^*fr_
da Franca em Londres o principe de Latour a Au
VeGonunuam os preparativos bellicos, e a fabriear-
lA" "j' ..nJiA* de cartuchos do nOVO Ulo-
se grande quantidade de cartuchos do novo mo-
dC0 antigo ministro dos negocios estrangeiroa di-
rigi urna apta ao embaixador trance, cm Fioreu-
d



mt
nmm
aw
vi
8381 30 0R3HA! 3Q frl IRI31 l*^ de Pemambuoo Quinb feira 14 de Janeiro de 1869. .g 0A3WUH .JI OMM
?i, dando-llic ordem do se queixar ao gpvorav de
ictor Manoel, em eonsequencia das manifcstacfles
que tiveraiu kigar un aples cnica o imperador
das franceze;. ...
A ola esf redimida cm sentido bastante enrgi-
co. As in,mifestac5es liaviam sido, provocadas per
ios exccucd.4e Ment e Fngnetti.
ITALIA.
Dizem de Itoma que a priineira seceo do tribu-
nal condemnou inorte Ajatii o mu doe sel cm-
plices. Os outros einoo reos jbrain condomuados
a trabalhos Toreados por toda a vida, ou iKr eerto | iad
ella dosc>tttaka do prometo afeetva do enipresl-
mo, lnde| tendentemente das Ospezas da" ptibliri-
dade, mijiressn, sello e fritara de letras, despezas
estas que licriain rgoj metade da societe g-
nrale metade do governo nortugitez.
. No caso do producto -liquido do empresto
exceder (-remos, que por premio que os ttulos t-
vesscni) a cifra dos 10 millioes de francos, o ex-
cedente s'ria repartido em partes iguaes entre o
gocer u a sooiete general, por haver Mu |x>r
ua iitteneii(;ioque se oh ti vera >'sso fefii resul-
lempo. Todos intct|iozerani recurso de revista
l'ina deputaco da ewigraijfB romana apreseii-
too cmara dos disputados italianos urna petico
convidando o governo entabolar aegociacA para
obter urna oinmutae5o de pena em favor dos
loas romanos cojideanndos morte ido tribunal
pontificio.
O deputado PhiMini pedio que apeticao fosse
enviada sem demora ao presidente do couselho.
Mcaabrea declaren que adberia de boa vontade
a esta proposta, e icrescenlou que o governo j
einpregou toda a sua influencia para salvar os
doos condemnados, e que tein alguina esperanca
leobter hom resultado.
As autoridades francezas frneceram o hospi-
al militar de Cvita Veccbia para todo o anno de
1869.
Diz-se que o Suinino Pontfice est resol vido a
convidar 0 clero polaco dar pravas de modera-
rlo se a Russia tambem se mostrar disposta a fa-
zer prinieiro concesses igreja catholica ; mas
parece que a llussia uo quer ser a primeira.
Oizeiii de liorna que. dcsappareccram as difficul-
dades que -lia va entre o Santo Padre e o goveruo
austraco.
Francisco II de aples tein estado gravemente
doente com urna \ Motila febre typhoide ; o sen
estado inspira seria?, inquietaces.
O parlamento iudiano volou ouzc niillioes de
libras para as obras a executar no porto de Ye-
neza.
A commissao ilaliina que foi a Paris assistir aos
funeraes de Ressini, tintn regressado patria com
a promessa formal do Ilustre maestro de que os
>eus restos mortaes serao transferidos para a igre-
ja de Santa-Croce em Florenea que una especie
le Pantheou nacional.
A nica condicao imjiosta pela viuva de Rossini
que se Ihe prometa que os seus proprios restos
descanearo ao lado dos do seu esposo.
1IKLGICA.
O principe real da Blgica que tinba experimen-
tado consiueraveis melhoras no seu orrivcl pade-
cer, recado novamentc.
O ministro das obras publicas desmentio cathe-
goricatnento o supposto projecto de venda dos ca-
iniuhos de ferro do tjrau-Luxeinburgo aos empre-
sarios dos caminos de ferro da Franca.
HIM.LA.MH.
A segunda cmara bollandeza pronunciou-se
pela conservarn da pena de morte.
srk>sA.
O goveruo da fedoraco Suissa est tratando de
i urganisar 0 seu exereito, augmentaudo-o e le-
vando-o altura dos demais estados da Europa.
A assembla federal procedeu as elcicoes eons-
tituciouaes para 1869. Wolti foi cleito presidente
' Ruffy vice-presid.;nte da conederacahelv-
tica.
AI.LEMAMIA.
O re da Baviera v.ii fazer una viagem a S. Pe-
lers&urgo. Na Ademaba d-se grande importan-
cia a esta viagem.
O conde de Bismark era esperado em Dresde
pan assistir ao anniversario natalicio do rei.
Em una seaaao de 10 de dezenibro, a com-
missao eneai regada pela cmara dos deputados de
Berln, do projecto da lei relativo aos bens dos
principes destluonados, adoptou este pmjecio pela
uiaioria de 13 votos contra 1, e decidi que taes
bes fossem sequestrados. Um niembro da com-
missao propozera que o projecto fos>e abandonado,
e que urna accusaoo de alta Inicio fosse formu-
lada contra o eleitor de Hepe, mas o conde de llis-
uiarV liinitoti-se a resionder que razos polticas e
praticas se oppunhaui a este modo de proceder.
Uin telegrainina de Pestli auahsa o discurso
pronunciado pelo imperador Francisco Jos na cn-
r 1 ramelo do parlamento no dia 10 :Fclicitava-
se por ter desapparecido o antgo estado de cousas
que tantos males produzira, e d'jclarava que con-
Miiba ver as instituigoes que consolidam as rcla-
coes da Hungria com a mouarchia, uiu penher de
paz, cuja cousei'vacao urna das principaes pre-
roeafiva do governo.
i imperador da Austria dirigioao exereito urna
"dem do dia concebida uestes termos :
A nionaicbia lem necessidade de paz. E' pre-
cio qne sainamos cou;crval-a. A nova conslitui-
rao politica do estado, eolioeoa o imperio sobre a
l'ae histrica existente na epocha em que a Aus-
iria nos sustentan vii torios.uneutc una luta dif-
licil.
' 0 exereito solreu grandes desgrans, mas o
~-u valor permaneeeu inquebrantavel," e lenno
'uuanea na sua lidelidade.
mmiPABOB da.nl'bianos
A regencia^ da Servia abri a sessao do comit
de coiisttui<-o proclamanln a necessidade de um
govecno nnnstitiKiional, cmaras appropriadas, res-
lionsabilidade niinisteiial, liberdade de imprensa,
e o direiio soberano da assembla nacional, eNO-
Iber a dynastia e regular aordem de successo.
As ultimas noticias de P.ucharest dizem que
i cmara dos deputados, elegeu Biatianopara seu
presidente, e lhe concedeu um voto de confianza,
i'ianifestmdoaopinio de que os ataques dirigidos
mira elle sao mjustos, e que lem representado
perfeitamente os inleresses de ti 111 paiz.
Owre o boato de que a opposicao tcm pedido a
Rratianopara que se proclame dictador da Houtna-
iua, despedindo o principe Carlos que lhe deve a
.-oja.
ESTADOS-UMDOS
O presidente dos Estados-I'uidos cuviou urna
mensageni ao senado, reprovandoa politica do con-
1-iivsso relativamente ao sul,c duendo que as rela-
coes com as |>oteiieas estrangoiras sao aiuigaveis.
<> senado depois de receber a mensagein do |>re-
-.deiilc recusou ouvir a sua leitui-a e abdieou-se.
Os joniacs francezes dizem (pie os republicanos,
que triumpliaram na ultima elei^io do presidente
<.raut,sc dispem a dar apuio absoluto, para que
o governo possa impedir as cxpcdiccs dos flibus-
t-Mros contra Cuba. I)i;cem de Nova-York, cm 10
le dezerubro, que os insurgentes de Cuba founii
derrotados.
A etnissio, qualquer que fosse a sua frma>
deyerl ler principio nos doejumezes, que se se-
guissaru a iiotilicacao prevista no contracto feito
em 28 de setembr do corrate anuo. Parece que
este coMracto feito primeiro. pelo qual a socitU
gninl ewnecou a faaer supprlmeiitot ao governo
portunfi;
Um mez antea da emissSn, a sortet gural
deveria d ir couhiH'imento da forma delinitiva do
emprestimo, ou fosse por obrigac/ww com premios
ou sem el les, ou fosse por ttulos de renda publica
dentro sempre dos limites lixados pela le. para n
reemboiac em 74 prcstacOes semestraes de francos
4.750:000 do capital de 100 milhoes, importancia
do enipre timo.
Feita a declara<;ao, seria celebrado entre o
governo jiortuguez e" a societ general, um con-
tracto definitivo sob as bases do primoiro, compre-
hendeudo todos os detalhes da execueo que eom-
portasse a operacrio e regulando especificadamen-
te o expediente ultcrku do einprestiino.
O em irostimo ficava anda dependente das se-
gundes el instilas.
As prmieiras sommas realisadas da emissao
ou da ven la dos ttulos, seriam priviligiadas para
seren exclusivamente appHradas ao pagamento
do capital e dos cncarg ibis antecipacoes feitas
ao goveni) pela Snciot genrale.
O governo obrigar-se-la a reimibolsar. por
quaesquei meios, qne tivosse por conveniente, o
saldo das ditas anteciparoes.que por impossibili-
dade nao imdesmMH ter sido ingas dentro do mino
lelo proiliicto liquido da emissao ou da venda dos
ttulos do emprestimo.
A Soc irte gi'nrale (icaria aulorsada afim de
se pagar co dito saldo que o governo lhe devesse.
a realsar como pdeme e as pracas que ella jul-
gasse conveniente, a quantidade necessaria de t-
tulos nao vendidos do emprestimo, filando o nies-
1110 cmprcsiiaio h>|K)theeado na sua totalidade co-
mo varan! a do reembolso dos ditos adiamnten-
los, em d\ida a ella Societ genralo.
Nolca*o de ser levado a elfeito o contrato do
einprestmio, a Societ genrale faria um adianla-
iiientoao governo de : milhoes e 500 mil fran-
cos (5,850 rontos) ; tanto esse adanlamento como
o contrato do emprestimo lieavam anda mais
de|>endentes de outras condicoes. que se segnem :
1.' A tiiencioniulas conlinws e clausulas se-
riam approvadas pelo ministerio porltignez. e logo
que o Sr. iiiinistro da fazenda chegasse a l.islioa
Flor e Vtx, Amazona o Feliz VtHtnra para o Pa-
r, en Lisboa Sfyuruura e A'r Sympathia liara
Pernambueo. laseplm e Marki Caivlinn para o
Para,'no IV
YAPOB DI! tIYERP00L.-0 An/iro despar-
tir de Lisboa, com. destino ao nosso porto,
6 do corrate.
NAVIOS SAHIIMS.De Lisboa sahiram: a 26
a o Ceai. Marauhao e Par o vair Aamuti.
; e a f7. 1 barca . MPRESTIHS IlHASflLEIMdS. Kwtu ,-sim
calidos em Landres;
s %de 1W:>........ 78 a 78 '
deramo uvuincravel), |ois >utro litn nao tivera
os blh|Hns daijuclle peridico, que iratam da
MOtalfi cwsa de paludo, que dJseeevem o I)oge,
rguntaremos : Onde est o ataque vida
taes artigos pelo
'h /, de
'/ % de
185*-. 7t a 74
*>..... 07 68
l,i:'..... 07 a 68
SUICIDIO DO MINISTRO POKFIGIKZ KM II
LIM Leaos a esse ivspeito na Cerrexpomlmn,,
de PotMjai :
. 0 governo receben um tefegramma de Ber-
lim, com a triste noticia de que acabava de appa-
rorer suicidado, estrangulando o pescoco n'uaia
ajgola, oSr. riscouie e Pain, nosso ministro
all e em Vienna.
D-se como razao do faci difflculdades fi-
nanceiras da sna vida particular.
O infeliz tinba 53 anuos. Era casad> com a
Sra. I). Carlota Maia, lilha do antgo commerriaitte
do Porto, o Sr. Antoaio Maia.
. Ao cabo de 33 anuos de sefviro publico, 20
dos qnaes foi nosso representante ei Pars, o Sr.
Francisco Jos de Paiva Pereira. 1 loro o Io vis-
ronde de Paiva, vio-se pobre da sua fortuna par-
ticular e de sua esposa, e lio vexadVom obriga-
y/ie* que o levaram ao desespero de por termo
vida .
Esta desgrata causou profunda sensacao em
Lisboa.
transmtlii i a Socieu1 genrale. |K'lo telographo, 1
resultado da decisiio dos seus collegas. Para cer-
teza e autb 'nticid.iile de tal cominunicaco seria
ella enviadl Societ genrale por viada legaco
de Porluga em Paris.
Nada 0.0 que tica referido teria vigor seaan
quando o governo estivesse habilitado a Anflnr
al ao da i\ de dezeinbni. que por um accordo
equitativo ni quesiao tos caminhos de ferro, tnha
posto termo as difliculdades que a emissao ou a
venda do er iprestinm encontiaria actualmente nos
mercados de Paris e de Londres.
3.* A Sieiet genrale solicitara do governo
ini|eiial a a|tpmvaeo do emprestimo,como exi-
gitb) pelos s 'lis estatutos, mas no caso que as duas
ultimas conliroes cima exaradas fossem cumpli-
das e a Soc ete genrale nao podesse proceder i
emissao |>oi falla de airtorisaco do goveriMi fran-
cos, ojuliantamonto de 32 millioes e ,'i00 mil flan-
cos, nao Atoara de realisar-se segundo as bases
estabelecidas [icios ajustes de 28 de setembr e 5
de noveinbrii do crrente anuo. Estes ajustes fu-
fan 1 pata os suppriincntos feitos pola Societ tr-
nraleao gnomo, para pagar parte da divida
llucluante e 11 ixuidres.
Tendo falhado esse meio de allivar os apu-
ros dos cofres pblicos, o governo eonvocou una
reaman de ca|M'ealistas, qne se realisou no dia 21
do passado ra casa do ministerio da fazenda. cota
assistencia de quarenta ban<|ueiros c capital islas.
Depois de exptirem o occorrido os Srs. minis-
tros presidente do couselho marqnex de S, da fa-
zenda (interino) Calheiros. e da justica bispo de
\ zea : os S s. F. Chamico director do" banco Ul-
tramarino. Carlos Santos e Pinto Leite, negocian-
tes, apoiaram o |irocedimento do governo recusan-
do sua approvaco contrato tao oneroso, o, pro-
pozeram a noiiieacao de una commissao liara
O seuado votou no dia 19 urna praposta cm que
se declara que os Estad.is-I'nidos, tcm visto com
apresent.tr adiases to emprestimo interno.
A commissao eleita compoz-se dos Srs. lose
Lourenco da Luz, F. Chamico e Joaquim Pires, di-
rectoras dos bancos Ultramarino, de Portugal e
Luzitano.
A subserpeo em Lisboa elevou-sc a 837:."00j
fortes, o no Porto a 217:3004000. sendo subscripto-
res :
Banjo de Portugal................ 37,000
Banco Ultramarino................ 20.000 S
Banco Luzitaio................... 20,000 *
Warburgo & Dotti................ 10,000 S
Pinto Leite....................... 10,000 S
Banco Cominercial do Porto........ 60:0003000
Banco Una...................... 60:000000
Banco Merca mil.................. 30:0005000
Banco Allian ;a................... 7:5003000
e outras de q antias menores ate 1.000 o 2,000 S.
O emprest no feito a 7 1|2 por cento, sobre
letras a 3 meros com penhor de hlrtfripgilni de 3
por cento, ou sobre letras sacedlas pelo' thesouro
contra a agoiria linaneeira em Londres a 90 dias
com o cambio que so ajustar.
Logo di pois de realisado esse eiaprestimo,
teceben o governo un telegramina da casa Stern
Brothers, de Londres, offerecendo fazer o empres-
timo da quaw ia que o goveruo precisar.
Um outn fado nao mono* importante don-1
se em Lisboa o qual assftn narrado pelo nosso
eorresBondenle :
Tein causado milita sensacao o desappareci-
mento de Antonio Faustino da Silva, delegado do
thesouro do (strirto de Lisboa, e tliesoureira do
mnntt-pio official.
A reputaba d'este funecionario pareca lia
lda. Depois de ausentar-so, o mesino de se ter
espalhado que fugra para o Brasil no vapor fa-
*mc, comoooii-sc a verilicar o estado de suas coo-
las, tanto d3 nonte-pio, como das recebedorias. O
alcance montar a hhs cincocuta rontos.
BARCA HIRAM.Segando noticias de Lisboa.
pcrdeii-se a 16 de dezembro ultimo, na praia do
Guincho, esse navio da praca do Havre, de pra-
priedade dos Srs. T. Fewer 4 C. O navio ia do
Maranho para Lisboa. Pereeanm apenas dous
tri|wlantes. O navio dosfez-se totalmente.
NOVA LTNIIA DE VAPORES ENTRE LIVER-
POOL E O PARALemos nos jomnes de Lis-
boa :
< A acreditada casa dos Srs. Snglehuras, Bro-
cklehurst 4 C. de Liverpool, mando a Lisboa o
seu socio, Sr. Brocklehurst, para organisar a
agencia de tuna nova llnba mensal de vapores pa-
ra o Para. Maranho e Cear.
(>msta-nos que os agentes aqu sao os Srs.
Percia 4 La Kocque, negociantes desta praca, e
3ue o primeiro vapor passar por este porto, Vi-
0 do de Liverpool, em marco futuro.
O crdito das pessoas que venios intorossadas
nesta nova empieza faz com que ella nos pareen
em extremo vantajosa para o comtnercio daquells
pracas do Brasil.
MEBC HONORFICA.Pelo governo porluguez
foi agraciado com a coininenda de Christo o Sr,
Euzebio Bapbael Rabello, negociante de nossa
praca.
BffiHADA DE JOAO DE BARROS.Levanta-se
hojo. a bandeira de Nossa Senbora da Conceicao.
que se venera na capella dessa localidade. A fes*
ta deve ler lugar 110 dia 24, orando ao E\angellio
o Hvm. Dr. Potinca, secretario do bispado.
VAPORES DE SOUTHAMPTON. Segundo o
annuncin em otitra parte publicado os vapores
desta linha devoran deinorar-se, acomecar ila Da-
nube, que boje -e es|iera do Rio de Janeiro e Ba-
bia, apenas 6 eras em nosso porto.
SENTENCIADOFoi rocolhido anto-liontem
cadeia desta cidado. ordem do Dr. delegado da
capital. Manuel Vital, sentenciado gales no termo
de Goyanna.
CAPTURA.Por diligencia do delegado do ter-
mo de Garanhuns foi capturado e neolliido res-
petiva cadeia, no dia 4 do crranle, Antonio Tei-
xeira Lima, como pronunciado no art. 193 do c-
digo penal, conminado com o art. 34 do uiesuiu c-
digo.
COMPANHIA PEHNAMBUCANA Os vapores
desta companhia que teein de seguir para o norte
e sul amanha s S horas da tarde, anda recebem
hoje carga para os |iortos de suas escalas.
IXJTERIA.- -A que se acha venda a 92",
beneficio do recolhhncnto de Iguarass, que corre
sexta-fon, 15 do corrente.
PASSAGEIROS-No vapor .Varan-? viudo da
Europa vieram :
David Tlaeh Jos Joaquim donealves de Bar-
ios. Gualiermo Lereh de Ciuo Gomara.'e sua se-
nbora, Mr. Samuel Meyer, Antonio .Graciano de
til tpmlWa do autor que escrevtu
f fdclo da sua reprodueco ?
O nosso fim nico, fazendo aquellas iranscrip-
coos, foi mostrar a incoherencia poltica do seu
autor, que san motivo juBBfrtlo; de allado es-
pontaneo dos conservadores atj a queda to gabi-
nete Zacaras, se constitu paladino esforendo da-
(|uolles, i|tio, como o Sr. Villa-Bolla, foiam vict-
Jwalte sua peana, muito embcTa manejada sem
vaiitanain ]>ara partido algum.
Se e isto o que chama a iipi.iiao ataque a vida
piivada. ilireraos que ella nao sahe o que diz. ou
quer zumbar do bota sonso de seus leitores.
Sabemos, ha muito tempu que o proprietario da
Qqiiihm SutkiML vive aeebru diado, pelo papel
inconveniente que ha representado na politica do
paiz, desde que enlrau na vita publica (note-se
beiu que falbuuos da vida puldica, papel qe a
eoHoeou em posieSo bem esipierda ; e que arden-
femento desoja, melhorar de sorte, ganhando algu-
ma importancia na oppositao, que o olha muito
desconfiada, e por isso quer a todo transe inculca -
se loartyr poltico.
Se pretende isto conseguir a nossa custa enga-
arse redondamente : haremos de deseamcertai-
Ibe os planos, como acabamos de fazer ueste
artigo.
Agrippa tem maiti presumpeSo : supp3e ter al-
gum valor e peso como poltico : alm disto vai-
doso; nao se quer conhcccr. D'ahi nasccm as
docepooes que tem soffrido, e lia de soffrer na po-
ltica, em quanto se nao convencer das seguintes
verdades :
Que nao ha hometn pre.iiunpfoso que nao seja
mediociidade.
Que a taidade o sello da tuediocrklade.
Que a r.atdade suppoe urna 91a me ignorancia.
O vaitloto um ceg que nern si te e nem se co-
nhece.
Finalmente, que a vaidade airaira, e recela a
incapacHlude.
guarda queabrae fetv- dito portao naoccasio
da passagein dos canos, e por modo que nao llquc
o sitio cm aberto, indeninisaco que ser feta ami-
gavelmente ,1 juizo de arbitros, o pelo que fr jus-
tamente devido.
Retifc, 8 de oovenibro 1866. Jes Bernardo
.Gabao.Alcoforado*Raro do LivraiuenU>.Anto-
nio Luiz dos Santos.Gertrudc Anglica Joaquina.
Anglica Bornuda Pereira.Por procuracau de
Jas Antunos JHim|s, Gaspar Anuario tteara
ifttianari's.Manoel Ferreira Ramos. '
Recondena verdaJelras as aetc assignaliiras re-
tro, don f
Rocifc. 12 de Janeiro de 1818. Em testemimfco
de verdado signal publico. O taU-iliao publico
Francisco llaptisia d'Alme.la.
E mais -ivao coaanba em dito abaixo a q*e me foi apresentan para rediizir publica for-
ma que a prasente, a qual vai coiiferMa, concer-
tada, subscripta assignada em publico e raso do
que uso nesta cidade do Recite de Pernambueo
, LWleu*u de 1869. Subscrovo c nssigno.
tesimuiiho de verdade.O tabellio publico,
Francisco Baptisla d'Almeida.
*amn rasa d a%lserleordla lo
Heclle.
A Illma. junta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do llecife manda fazer publico que na
ala de suaa sessoee, no dia 14 do crrente pulas
iiuajro horas da larde, lem de aer arreaiatadas
quem mais vantagens offerecer. pelo lempo de um
a tres_annos, as rendas dos predios em seguida de-
Kta
COMMERCIO.
imvuxvii.
XabtH-o est
O Sr. conselbeiro Xubvco est encarregado de
redigir o programnia liberal; e em virtude disto
drigio-se ao Sr. conselheiro Sai uva. pedino-lhe
que inanilstasse sua opinio ac vea das reformas
que devem figurar no mesmo pmgramuie.
Maitas duvklas nos assaltam o espiritosa propo-
sito desta simples noticia.
Quem encarn^gou ao Sr. Nabuco de corlar o n
gordo do partido fusionista 1
Como se explica este faci com as reservas ine-
vitavois e insuperaveis c/im que rganisou-se e vai
vivando o centro liberal'?
Que especie de autordade lera b programma as-
sim organisado '
Porque razio foi o Sr. NabHCO o escolhido para
scmelhante missao ?
Para que procurou elle obter aimanifestacao pu-
blica da opinio de seu collega sofero o programma
de (pie foi encarregado tao particularmente f
Em quanto algum fusionista uo se resolve a
esclarecer a nos e aos seus a este] respeito, vamos
ver se coniprehendemos alguma epusa, provocando
algumas e.\|ilcacdcs.
PILACA DO RECIFE 13 DE JANEIRO
DE 18C.
AS 3 1/2 HollAS DA TARDE.
Algodiio de Pernambueo sorte ^13000 por ar-
roba,
dem da Paralaba i' sorte posto a bordo=13500
por arroha, a frote de 3/4 e 3 0/0. (hontem)
Cambio sobre Londres 90 d/v 19 d. e do lianco
18 3 4 d. por i .
F. J Silvoira
Presidente.
I^oal Seve
Secretario.
BANCO MAUA & C.
la do Trapiche n. 34.
Desconta letlras coinmerciaes a laxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e era cotila correle.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pravas do imperio, Rio da Prata e Euro-
pa, e compra cambiaos solire as mesmas
pracas.
Encarre^a-se, ior commissao, da com-
pra e venda de fundos pblicos e acedes de
companltias, da oobranca de lettras e di-
videndos ou de seu pagamento, e de qual
quer outra operaco bancaria.
0 expediente para o publico comecar
s 10 horas da manlia, e terminar s i
horas da tarde de lodos os (lias uteis.
ENGLISH BANK
{io de Janeiro Limited
laxa a con-
fn partido cn que todos peinsam differenle- Desconta lotlris ri* me*
mente, um partido sem princii)io{ assentados, at | uVbConia ,euras (,a Pra(.a
a mni liuialammilnl pm mencionar.
Recebe dinheiro em tonta
prazo fixo.
"~ Parodiando"o Jmitr fi'ft ItiiiiaV Hen ulano i .S,19a a vfta n a P,aso sob
sobre o protestantismo, o partido liberal urna in- j pnuctpaes da Europa, tcm ag"
clara.
aWARELBCIMEN-roS DR CJBIDADE.
Una 'la Alejija,
("isi terrea n. 7, por amo..
Ciiieo-Poiita>.
fjM terrea n. 112, hlem.......
Ra de Hurtas.
I.oja do sobrado n. 41. por a-iuo .
Ra da Abata.
Casa tenca n. 7, idem.....
Roa da Mivda
Segundo andar, idem..................
Luja do mesmo, dem..................
Areal do Forte.
Casa terrean. 1, por anno..............
Ra do Padre Fluriano.
Casa terrea n. 43, por auno............
Casa terrea n. 45, idem................
Rcco das Ca valhas.
Casa terrea 11. 5, por anno..............
Hua da Iuiperatriz.
uisa terrea n. 68, por anno............
Ra da Concecfto.
Casa terrea n. Si, por auno..............
Ra da Glorix
Casa terreajn. 25, por anno .
PATRlUftJNIO DOS OHPMAOS.
Ra do Pilar.
Casa torrea n. 100," por anno..........
dem n. 102, idem....................
Rna do Ranee!.
Casa terrea 11. 56, por anno .. ..' .. ..
Ra da Madre de Deus.
Casa terrea n. 12, por anno........
dem 11. 6, idem..................
Ra do Amoriin.
61000
.. ukuooo
Os preteiidoutes devero apresenlar no acto da
arrematacao as suas lanmi, ou comparece! en
acoiupanbados dos manMtivae fiadores.
Societaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 7 de janeira de 1809. o 1 sci ivao.
__________________Pedro Rodrigue de Sansa
= Pela recebeoria de rendas tatemas aera*
se faz publico que neste mez o no de Inven it 1
prximo futuro, que os contrd.uintts da laxa dos
cscravos do oxercicio corrente de 1868-69, qmr
moradores as freguezias da ridado, quer as d
fura, teein de paga-la. livro da multa de 6 0,0 e
com ella de marco cm dianto.
Recebedoria de Pernambueo 8 de, Janeiro de
1869.
O administrador,
Manuel Carnoiro do Souza Lcenla.
300000
:WOJOOO
.. 1204000
.. 300000
. 965000
. 120000
. lOOOOO
. 17000
137*000
, 151000
303000
219J00O
144*000
014000
201000
302*000
764*000
400*1X10
nuu uo .vinoi 1111.
(-asa terrea n. 26. por anno........
Sitio n. 5 do Forno da Cal, dem .. ..
em relacao ao que ha de mais lundanieutal em
nossas instiUiicoes, nao smenlo incapaz de go-
vernar; mas tambem de combater no terreno das
ideas, em noine de principios.
corrente e a
preso sobre as cidades
agencias na Ba-
letiipo o senado norle-ameri'eauo eouua cm que o
voverno h.ispauol far quanto csteia da sua liarte
(.ara abolir a escravatura das provincia:- ultrama-
rmas,
O deputado Saches aprcsealou no congresso
nina proposta pediudo (ue a cmara declarasse
que o governo tiuha o ilever de reconbecor eouio
estado mdependente a illia de Canda, enlabobalo
elaroes com o governo pravkorio estabclecido c-
l"< insiiircccionades.
A cmara resoJveu qu j esta proposta pasassc
ministerio dos negocios estraageiros.
A Hespanha e as j-epuldiras do sul accefla-
!>m a proposta americana, terminando ju diicid-
iiaaea por urna cominisrio pleipotciiciaria reuni-
da cm wa#hiagton.
tmwoM-
0 miuisiro da fazenda, o Sr. Carlos lenlo, pedo

tpprovado o eoutrai.lo de emprestimo realisado
111 Paris entre e#* eetndista e a societ gnei:tl
assim coiiceliido:
* O-goviTuo, ota virtade da lei de receita e des-
peja deste anno econmico, tontava tle BUipreeaH
1 sounna de 1H0 millioes de francos ellectivos, (18
ma contos) a reeiofcolsar o capital c interesses^m
-17 aunos, por meio de .74 pagamentos semestraes
!" 4.730:000 francas radi um. (I:71 contos uor
.no. '
* A socbn general serit encairegada de emittir
'' esii gover"1' portognez o referido em-
1. nlaSS .r*nr! ,,,ria *ealdade absolnn
o l? //r *' P***JM mais mtajoso aos
"iteris communs, o raido,.as condcoe- a em-
2 a os Inga.es da emissao do o m fe ,imo ou
irntepersub^rtopo publica pare"5 ou total S
' por outra forma qu ella 'entendedw cmn
uuicacondictw de respeilar as presrriprocs!
ditle de recata e despeza eo modo do r^nb,,'
1) do capital_e interesses, lijados na mencionad:,
?ominade 4.750:000 francfs, durante 37 annos
A societe general recelieria a titulo de indem-
otsacao, para a remunerar dos seus trabalhos 1
cuidados, o pagar as despejas do pessoal e eserin-
oiio, urna commissao de 1 "[ sobre a totalidade
nominal das obrigacoes ou ttulos que seriam crea-
dos para a operacao, cuja commissao seria certa
liara a societ general, guaesqnor que fossem as
ocurrencia?, pelo nico tacto de serem^wstas as
Ha das >eio praia, junto ao caes do Sodr o
daver j dcif gurado do infeliz suicida. Parece
que o jogo foi a sua desgraca. Antonio Faustino
da Silva tnha muitos amigos c goraes sympathias.
Mingnem por sombras se quer duvidari'a da sua
proverbia] prubidade, at hora em que se au-
sentou I
O conlin?entc de dunlarios para Zambezia
achava-sc enrr pleto.
Fallecen o viscomte de S. Bartholomo (Jos
Joaquim Lohoi presidente do tribunal de cuntas,
victima de 11 anthraz.
Em Lairegn incendion-se urna parte da igre-
ja de_ Nossa Sonhora dos Remedios, calcnlaudo-se
em cinco -cont is do res fortes os prejuizos.
Em Coiiubra so iastallon o consellio director
da Astaejatao onbnbrknse do sew feminino e
lieou assu composto :
Presdeme, I). Mara fon! LuaNMua Pereira de
Miranda. '
yce-prrsdcnte, O. Virginia da Bea-Morte Fer-
reira da Crhz.
Secretar. It. Emilia Adelante -Silva e Olveira
Vice-secreta-ia, D. Virginia da ConoeicTio C. da
Cruz.
Thesouna'ra, D. Maa Candida Castajiheira.
O Jornal de Vism, sob o titulo oraros, da a stguinte noticia :
Particjpicfcs ofllciaes declaran), que nos con-
selhos de Castello Bntncoe da Idanlia a Nova ap-
parecera este ; nno urna tan grande quanlidade
uaquellas aves, qtte lem ansado muitos dainos
na boiota. Os caradores tizem gran*! natanca
n aquellos poinbos, mas nao se sonto diflnwnca bo
seu numero, to grande este.
Araujo. Gaimpnc Cini fiarolti, madfnosolle Ma-
rio Faure, Mr. Sal Wolf, Fredenc JulesRecIi, Do-
meneo (kilomlio o sua senbora. Felice (kilomlio,
Alessando Colombo, Manoel Ferreira Pinto, Ma-
uoel Jos Moutciro.
CEMITERIO PL'BIJCO.Obluario do dia II do
corrento:
Maria, branca,'Pernambueo, Omezes, Boa-Vista;
espasmo.
Vicente Ribero da Costa, pardo, Pernambueo,
58 anuos, solteira, Santo Autouio; a nazarea.
Maria, branca, Pernambueo, 7mezes, Boa-Vista
com ulsoes.
Manoi'l, pardo, Pero;unbuco, (recem-nascido), S.
Jos; espasmo.
Gaspar Feitosa. pardo, Goyanna, 44 auuos, casa-
do, Boa-Vista; cancro.
12
Maria Josepha de Souza. parda, Goyanna, 2o an-
nos, solteira, Boa-Vista; pbtysica pulmonar.
Joaquim Zacaras (ouvoa. brauco, Pernambueo,
56 annos, casado, Sanio Antonio ; tubrculos pul-
monares.
Delima da Costa, prata, frica, 90 annos, soltei-
ra, S.Jos; anazarca.
Antonio Ignacio de Souza Bandeira. I.raneo.
Pernambueo, 76 anuos, casado, Santo Antonio; in-
terio eolito
Josepha Mara, preta, frica.. 60 annos, solteira,
S. Jos; vongestao cerebral.
timdade de crencas, unidas s em guerrear o par-
tido conservador, e que no dia emlquc Ibes faltasse
o inimigo eominum se despedacariam mutuamente.
Os chefes liberaes conhecem a necessidade de um
programma que os barinonise ; inda boje diz a
Opinio Ulierat que, ein quanto se nao organisar o
programma haver a mesma distinecao de liberaes
e pragressistas. Mas to difflcil chogarem a um
accordo a respeito de principios, que na confeccfio
das bases fundamontaes do centro libend apenas
se falla em tendencias liberar; o que vem a ser a
eousa mais vaga deste mundo.
N'inguem de^conhece a grande ilcsponsabilidade
da organisacao de Um prograinina. que ser a ra-
zao da existencia constitucional do partido liberal;
e o compromet ment dos que della se encarrega-
rein liara eom os outros chefes, [ara com o pro-
prio audo. Aiuda nao se quiz provocar no cen-
tro liberal a disrussao c votacao d is bases funda-
mentaos do programma liberal; mas em todo o
caso deve parar do mesmo centro, qno ehamou a
si ti direccao supreina do partido, i|ualquer inicia-
tiva a este respeito.
O Sr. conselheiro Nabuco certanJente nao se en-
carregou por si mesmo de redigir o programma li-,
beral, logo foi o centro liberal quem lhe delegou o
poder constituintc.
Se o centro liberal para livrar-sc de grandes em-
barazos preferio a dictadura do; Sr. conselbeiro
Nabuco, que tomou
liia, Buenos-Ayrcs, Montevideo, New-York
e New-Orle;tris, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho 11. 7
ALFANDEGA.
Rendimonto do dia i a 12 .
dem do dia 13......
367:557*495
14:598*064
382:153*559
MOVIME.NTO DA ALFANDEGA.
Voluntes entrados com fazendas
dem idem com generas
Volumes saludos com fazendas
dem idem com generas
384
641
148
301
449
1025
Descarrogam hoje 14 de Janeiro.
Vapor inglcz.1/aamluYimercaduras.
Patacho nort(valleiii(iInmi Idnw.
Escuna norle-alleiuau=6VMcff-~idem.
Escuna portnguezaAguia=dem.
Brigue nglezEleonordem.
Itrigue norte-americanoDianafaiinba de trigo.
Rrigue naconal=/fenr/9He^idem.
Barca franceza=.tfoMse de Xantesvinhos o mais
generas.
Barca inglezaB'. of lhe Wacecarvao.
RAES DE PERNAMBCO.
Rendimento do^dia 1 a 12
dem do dia 13 .
11:219*963
1:039*350
12:279i313
CONSULADO PROVINCIAL.
POLTICA INTERNA
Partida conservador.
BREVK RESPOSTA 0PIN1A0 NACIONAL .
N'ao pretcndianios oceupar-nos tao cedo com o
que escrevesse a_rcdaci;ao da Opinio Nacional.
Peridico que nao exprime o sentir de nenhum
partido poltico, e apenas eipressao apaixonada das
ideas de seu proprietario, euuio elle propro con-
fessou, nao passa de um pequeo barco de avenm-
reira, iruc no mar tempestuoso da politica pretende
tambem lanear a sua fraca nWe; c portanto seria
perder lempo dar omidos a gritaria de sua (Tipo-
laco.
Deste proposito nos veio, temporariamente, tirar
um trecho tle um artigo da redaeeo daquellc pe-
ridico de 7 do corrente.
Coinet;a assim :
" auno de 1868 fimlou para as, redactores
desta folha^ sob a dolorosa impressao da injuria
fa diffamanle, armas nicas dos escriptores do
appetfidado grande partido conservador.
Onmado um de nos ao poste, presumosla a
respeito desse a autora de qiumto se escreveu e
se escreve na Qpinio Xaeionui, nao se discu-
tian esoriptos : discutia-se o earacter do esorip-
tor, c entravase com loaos os pannos pela uta
rfa perrada.
Brolestamos eaergicamente contra este amontoa-
dode inexactidoes. Declaramos alto e bom'som,
que a redaecao da OpmiSo Nacional esorevendo.
r/tte ciframos com todos os pomos n vida prira-
>ln de twn de sen escriptorc*, autorisoU-nos a re
jKilH-b, com a forma'
Rendimonto do dia 1 a 12
dem do da 13
46:820*120
8:898*196
o papel de edictor responsa-
vel: ou M este foi ajienas encarregado de formu-! Lugar nglez =Canili;/o/i=doniientes.
lar um simples projecto, oque nao sabemos. RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS
As differentes seitas liberaes suppriinirao seus
pragrammas, para abracar sem hesitaeo nem di-
vergencia o do Sr. Nabuco; quer soja apresentado
sob sua rosponsabilidade individual, quer seja
sanecionado pelo centro liberal f
Anda duvidamos.
Quanto razao da escolha nao lia cousa mais
simples; se o Sr. atoco quem \ faz progrm-
alas pitra m siluacSes mscenfes, como disse a
Opinio Nacional!
Alm do que se diz no Diario dejl do corrente
sobre os lins possiveis com que o Sr. Nabuco pro-
voco u as manifestacoes do Sr. Saraira, emittiinos
mais urna idea.
Talvez tenha S. Exc. em vistas um systema do
responsabilidailes limitadas: cada uin'dos asso-
ciaoos ter a rosponsabilidade das reformas que
propozer ou aeceitar ; o a responsapildado do re-
dactor ser tambem limitada como! a dos outros ;
a cada um dos quaes ir cliaaiando autora, para
que o justiiique.
So a imprensa opposicionisla nos quizesse escla-
recer sobre estas duvklas nos Liria especial
favor.
.Y.
GE-
- De ordem do Illm. Sr. inspector da tliesou
na de fazenda desta provincia so faz publico .
quem inteivssar possa, que no dia 15 do corren!.
mez comecaro na referida lliesouraria os paga
meatos das pensoes, to monte po peral dos serv
dores do estado, vencidos ate o ultimo de dezem
bro prximo lindo.
Secretara da lliesouraria de fazcuda de Per-
nambuco, 13 de janeiio de 1869.
O olRcial-maior
___________Manoel Mamede da Silni Cotia.
Notice is hereby Krt*n tbat Hie Ruli
ByDgtlw stoppage at this Port ofthe Roya
inail Company Steamers, has heen modfiei
so that tlie Paeketsare uulv required lo Btay
Siv (6) hours of daylipht instead o levelve
(12) hours, and, shonld thev come le anc-
hor off the Port as late as 2 P. tu thev may
proceed on their Voyage the same evening
provided the mails, passeugers ete have lati-
ded and embarked.
Brilish Paeket Ofliee Pernambueo Janua-
ry II, 1869.
Ry order of H. Ms. Post Ofiee ageot.
me* Noel-Ellcott
Clerk to the Paeket Ofliee.
Participo que o regulamcnto da demo-
ra dos vapores da Real Companhia de Sou-
thamptou neste porto, fui modificada de
forma que de agora em diinte, os vapores
se demoraro 6 horas do dia em lugar de
12 horas, e se por acaso eUes fundearem
no Lamarao as 2 horas da tarde partirao na
mesma tarde, se nao hover inconveniente
era embarcar e desembarcar as malas, pas-
sageiros, etc.
Con-eio britannico, Pernambueo, II de
Janeiro de 1869.
Py order of Her Magestys Post Office
agent.
James Noel-Elleot.
Clerk to the Paeket Office.
>o:718316
MOVIMIENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 13.
Bordeaux e portos intermedios18 das, vapor
francez Navarre, de 1,271 toneladas, couiujan-
Consmlndo proTlmcial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que os 30 dias uteis marcados para a cobranca
a bocea do cofre do imposto da dcima urbana."e
de 5 0/0 sobre a renda dos bens de raiz porten-
cont corporacoos de mao mora, corresponden'
ao Io semestre do anno linaneeira de 1868 a 1869.
iindam-se no da 16 do enmat mez, o (pie fieam
sujeitos a multa do 6 0,0 todos amieMes dbitos
que foreni pagos depois de lind os ditos 30 da-
Mesa do consolado provincial tle Pernambueo 9
de Janeiro de 1869.
Amonio Carnerro Machado Ros
Administrador.
desta cidade de
Tendo a camttraiiiiiiiicipal
dante Massenet, equipa'gein 3, "carga"diiferoii- '''"'"alar a publiraeo de seus trabalhos, bem ro-
tes generas; a Tisset Frere & C. "w as mpressi">es titie lite sao relativas durante o
Ao publico
Os abaixo assignados consenhoras e possuidores
do sitio denominado aho de-Vidro, em Parnainei-
iin. tendo conseutido a passagem das locomotivas
dos trilitos urbanos do Recife a Apipucos por den-
tro do dito 'sitio, comanlo porm, quo os respec-
tivos emproiteiros lhe fecbassem o siUo na frente
com uin portao; estos, a isso so <>urgaram, bem
como, a conservarem em dito portao um vigia com
o lint de vedar o transito publico, e de abrir e fe-
char dito portao toda a vez que sah ssc ou ontras-
se (niabpior urna de ditas loconiotvis (documento
abano transcripto.)
Nao tendo porem, os senhores emproiteiros sa-
tisl'eui aestedever. nem lio pouco procurado
meios de indemuisarom aos abaixo assignados de
qualijuer urna quantia a que tculiaia direito pelo
consenco de dita passagem confor.ne tambem se
olirigaram, tem tratado aro, do, por todos os meios
os prejudicarem, dispondo do terreno de dito sitio
a seu bel prazer, ja edificando de pedra e cal, e
coicas nativas.
fwdieoeg do empresiinw em vigor, e seria por
REVISTA DIARIA.
DINHEIRO.1 i vapor Omr levan desta pro-
vincia as seguimos quantias '.
Para JUacei A:09000 em notas.
Q,PYAaRio de olr 4:o00000 em notase
8i:oO0i807 em curo.
0 vapor rnmeoz AT(irTrrtrouxe51,OiiJ fran-
rpm mu' P'w* a noSSS Prafn-
EM TRANSITOVieran da'Enropa 157 jmssa-
goiros, abordo do Novare, com destino aonll
do imperio.
NAVIOS CUICA.Esta-ram carga os na.
H;n ''?*' rfawjwsBa Bella Fmtlreiue
para Pemanibuw., Maria Luizn para o Maiiinlio,
eom -ovnismo mqualiticavet
Un s pahvca nunca escrevenws com a mini-
ma relacio a vafa privada de um s membro da
tliposmao ; c muito monos dos redactores da Opi-
*/do nacional.
Se isto nao verdade, fcil ser a redaeeo da
OpintS confundir-nos. Cite um m do nossos es-
criptos, d'ondo se possa depreliender dijfamacao e
alaqne a vida/privada de qualquor um de seus re-
(lactores. Corrolhe hojo este dever de honra em
face da solemne contestaco, que lhe acabamos de
fazer iterante o publico Ilustrado desta capital.
Se o nao cumprir, Picar reconhecida como ca-
lumniadora de seus adversarios. I
Os eseriptos dos redactores da Opinio Nacional,
dados a luz da .puolicdade neste peridico, nao
constituem vida privada de seus autores.
Sao do dimunio 4o pubh'co, e eefio suietos a
analyses.
Nao temos feito mais do que transemer, itra e
smplesmenJe, os qtie -sao da penna do seu actual
proprietario, como publico c notorio, principal-
mente .s que tem por titulo.Voros horttonks da
ptlttn-n do-Jtras, e os que anatysavam a adrainis-
tracao do Sr. ViBa-BelIa.
E" verdade qne, em alguw destes artigos, a re-
daecao da OpmtSo Nacional, prietario, exiydeu as raias de ama honesta cpposi-
^'i atacando o Sr. ViHa>8ella en sua vida i>.nva~
(que sentimos pxazer m declarar, que o cor-
Agora. porrn, quo ao conhecimenlo dos abaixo
declaiaeaa, de que mestio assignados chega a noticia de que, em cima do
I passadico que cobro a bomba que ileairo de dito
sitio existe, se ha feito urna armadtlha punta agu-
da, com o mu nico de ooiitinuarem r/ui a mfrac-
oao do contrato (portan e vida) e pudendo muito
boro occaslonar dita armadiltia scemts tristes e la-
mentavois, veni os abaixo assignados pejo presente
pratestar, emquanto que, por oujro meio o nao
fazem, nao s, coutra as consoimeo-as "funestas
(|ue uccasionar possa Ud armadilha, -orno tambem
pela etTectividade do contrato.
Recife, 9 de Janeiro de 1869.
Gnirudes Anglica Joaquina.
Anglica Bernarda Pereira.
Jas Antnnes Gttimatcs.
, Manoel Ferreira Rmms.
Nos ab'ixp a*guados declaramos le mna parte
aos proprietarios ^as partes do sitio Olbo de Vidrn
e 11 Parnameirhn, que damos" consentimonto para
Sue sobre o terreuo pertencente a Companhia Be
eberibo, o na forma do contrato crin esto cetc-
braco se collomiom os trilhos urbanes: se fa?a o
desvio para sabida o se eolloque o portao para a
saluda na estrada, sem me possamos oppor qual-
quer embaraco; e de outra, aos ompieiteiroi dos
trilhos nos obrigamosa pagar a indemnisacao que
for devida em vista do refrido contrato, e da es-
criptnra ^rae do dito terreno se celebran com dita
companhia, e pola colloeacSo do porta) o pelo ter-
reno parao.esvio,-seiar am dos.flrnarenta palmos
perlencentes Companhia de Beaeribe, e a por
Ponedo24 horas, vapor nacional Jaauaribe. de
439 toneladas, commandante Manoel Rodrigues
dos Santos Moura, equpagem 31, carga 40 sac-
cas cora algodao; companhia Pcrnambu-
cana.
Nucios sonidos no mesnut dia.
MaceiPatacho nacional Jaitoatao, eapilo Du-
prat, carga parte da que trouxe de New-
York.
MaeeioBarca ingleza Jessica, captao J. Cogdon,
em lastro.
BarcelonaSumaca bespanhola Manoefa, capnaa
Mariano Ramentola, carga alginlo.
Portos do sulVapor brasileira (litar, comman-
dante C. A. Gomes, carga differantes generas.
demVapor francez Nucarrc, eonimandante Mas-
senet.
Obserrwcs.
Suspendeu do lamarao para Londres a barca in-
gleza On/.r, capitn P. Gil, com a mesma eanra
que trouxe de Yokobama ma China).
presente qtiatrienuio. manda convidara quem qu-
zer oncarregar-se deste servir^ >, apreaaiatar sua
proposta no paco do suas sesses em o dia 14 do
(oliente as doze horas da manlia, declarando na
inesina i-roposla o menor preco porque pretende
coiitralar.
Sect ciara (la cmara municipal do Recife, 12
de Janeiro de 1869.
O secretario
Francisco Canuto da Boaviagrm.
EDITAES.
De ordem de S. Exc. o Sr.- presidente
da provincia se faz publico, para eonheei-
mento das pessoas, qnem convier, que,
tratndose do fornecimento d'agua jiotave
esta capital por meio de encanamento c
cltafarizes, receuem-se nesta secreUuia pro-
pislas para a ronstruerjo das obras res-
licctivas at o dia 28 de fevereiro prximo
vindouro, prevenindosc de que Cetra de-
pendente do assemanenlo da assembla pro-
vincial o contracto, que para esse lint for
celebrado.
Secretaria do governo da Parahyba, em
U de Janeiro de 1869.
Thomaz de Aquino Mindello.
DECLARACOES.
Immpee^o do arsenal de
rnitirinha.
Faz-so publico que a eomimssao do peritos exa-
minando, na fqrma determinada no regulamentoj
aunexo ao decreto n. 1324 de $ de fevereiro tle
185i, os cascos, machinas, caldeiras, apparelh(is,
mastrea^o, veame, amarras e ancoras dos vapores
Paranyba e Pirajiama da companhia Pernamb 1-
eana de navegaco costera, achou todos esses oli-
Do orjlom do Illm. Sr. inspector da ibes Mit-
rara to convidados os Srs. Manoel Joaquim do Bogo
Barro-, i'.lenienlino Jos de Alexandria, Kcllarmi-
110 Jo Nuiles. Jos da Silva Bandeira. Elias Rap-
lista de tilivHra. Jos Podro do Alexandria o Jos
Caotanu Madeiro, moradores no termo do Ingazei-
ra para dentro do prazo do noventa das que Ibes
tica marcado a contar desta data; recolborein ao
colie desta lliesouraria cada um a ipianta de du-
zentose vinto e cinco mil reis proveniente de mul-
tas quo Ihos foram impostas (tolo Dr. juiz de (lie
reito inesidentcdii' tribunal do jnr\ do mesmo ter-
mo |ir falta de onnipnreeimcnto a -e-onda ses-
sao do dito tribunal, rindo o prazo sota a cobran-
ca das refet idas multas elTeetuadas exocutivamen-
le de conformidade com o art. 3o do regulamcnto
Jue haxou com o decreto n. 4,181 de d i) anno prximo lindo.
Secretaria da tbesonraria do Pernambueo. 12 de
janeira de 1869.
( ofHoial-inaior,
________Manoel Mamede da Silva Cotia.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFK.
Pola -secretaria da santa casa da misericordia dj
Recife de ordem da Illma. junta adininistrativa se
faz sclentc aos prenles das educandas Emilia Po-
relra, (Ima de Maria Renriquota de Castro e Ale-
jandrina Soares, sobriuha do Joaquim Alves u-
os, que se as uo viorem tirar do collogjo iro
ellas pan o hospital Podro II, alm de seren em-
preadas como serventes, visto que ja tendo com-
pletado a sua edueaoao no tnestne eolJogio, n5o
potleni ah continuar.
Secretaria da santa, casa da misericordia do Re-
cife l de Janeiro de 1889.
O escrivao.
Pedro Rodrigues de So iza.
VcmmM> do Per.
O abaixo assignado \-icc-consul da rcptddica do
Peni, tendo de remettor a junta de beneficencia de
Cima, o producto da subscripto abena a bencli-
eendados prejudicados com os ltimos terremotos
que destruirn! diversas cidades o povoaoTes da-
quellc paiz, deixando mhares de |iessoas utr'ora
abastadas, redolidas ao maior gnio de mondicida-
jectos em estado de podorem os vapores nar^rar. /de; avisa a todos os htibitantes tiesta cidade que
luspoc^rui.do arsenal de marinha de Pernamfctt-'f tiueiram concorror para um fim rao caridoso, quo
eo i do 1 .'metro de 1869 j ntf vice-consulado osla aborta a respectiva subs-
O inspector, tcrii*?*0- Jos Jueeme Tasso,
H. A. Barbosa de AJmeida, I Yiee-coBsul,
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Diario clt Periiftiubiieo Quinta (Vira 14 de Jamro-de.. 11691
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compras nu\ues
eSproHa)*
Conselho de
O conwdho
a vista di' pr
manhaa o sob as
s'-guintes niijtytosle >alfriaManA&|
li poras de|ftnpiMl5dfUntai
cw 11111 aejnuintes. 12 bana>iras na-
> mdm miVfim^m ah wfos >e*i prea.
50 nares de chinelas, 200 eaoota3,-8 peras de ca.
bo do linli,, de i jiollegada, 8 pocas de cabo de li-
riho do 1 e meia pollegadas, "i niilheiros de estpa-
lo arrollas fie graxn do Nin Grande. 200 lon-
de seda preta. SO resmas de lca de esmeril em
jiaaoo. 80 lampe triangulares. *00 foihas de lia
arrobas le luealhar, 10 libras
4c obreras francezas, .">() folh.n de papel para inap-
tas, t n-snias de papel holtanda. 2 peca? de tapete,
40 trados de trro do 'i oitavas '*> libras de tinta
verde, 60 procas de torcidas para pharol, 20 tira
lintaas e 8 vidros grandes de patente dc e me
palmos de eouiprimento e4 e meio de largo.
Sala das sessfies dn ronselh) de compras navaes
l de Janeiro B> 189,
O secretario
Alaxmdre Rodrigues dos Anji*.
isboa
AVISOSJMRITIMOS._
C0MPAN11IA PERNAMBUCAiNA
DE
ITogaf5o costelra por vapor.
Gninnna.
O vapor Mttthitnguape, comnian-
dante Mello, suplir para o porto aci-
MB na no dia 16 do corrente as 9 horas
da noite. Recebe carga, passageiros, encommen-
dasedinheiro afrete no escriptorio do Forte do
Mattos n. l.
igue portuguez Coci-
do seu carregamento
passageiros, trata-se'
go do Corpo-Santo n.
5 na praca do Commercio.
Para o Rio de Janeiro
Saldr rom a ma cima brevidade possivel o bri-
gne nacional Trovador, para carga eeseravos a
(reto, trata-se coiu o consignatarios Marques.
Iiarros & C, na primado Corpo-Santo n. t), segun-
do andar.
I
rio. idade 20 annos. bo;>ira teura
seguir para o snl. istof k ,f|
Sabhadu f a.< J | hr;i
em frente a porta do-predio Que
Coimnorejai late i
LEILOES.
fie-
OMPAIHIA
DAS
Mcssagcries imperiales.
At o dia H do correnle nicz espera-se da Eu-
ropa o vapor t'ranrcz Nannre. o qual depois da
demorado cosiumc seguir juira lahia e Rio de
Janeiro.
Para eondioeoes frotes e passagens trata-se na
agenda ra do Commercio n.9.
Para o Porto
A barca portugema Amelia, de primeira marcha,
aoha-se prompta para rereber carpa a frete e pas-
sageiros, para o que tem excellentes commodos:
trata-se com Bailar Oliveira & C, ra do Yigario
n. 10.___________________.______________
Para o Porto
Segu com a maior brevidade pos.-ivel a barca
Amelia de primeira marcha, por ter a maior parte
de sua carpa engajada; para o pouco que Ihe falta
e passageiros, aos quues ofTere excellentes commo-
dos. tratase coinRaltar, Oliveira & C, ra do Viga-
rio n. 10.____________________________
Bio Grande do Sul
Tara o referido porto sahir infalliveliuente at
o dia27 do correnle a bal*a porlugueza Armimlu.
recebo alguma carga a lete para o que podetra-
tar-se cora, o sen e asignatario David Perreira
Rallar, ra do liriini n. 92.
DE
PREDIOS.
lima casa torrea n. 56 no becco do Quiabo
gnezia dos Afogailos.
lina casa terrea n. 48 na ra da Gloria.
Tina casa terrea n. 29 na ra das Trincheiras.
HOJE.
O agento Martin competentemente autorisado
vender definitivamente em leilao as casas cima
mencionadas no armazem n. 16 da ra do Impe-
rador as II horas >m ponto, a quaes sito edifica-
das em chitos propiios.
c,o intento de casa de pouca familia :
dos Acouguinhos n. 8.
- Precisa-se de una ama: ha liadas
Copiares (patio do Trro) n. 1, 1, sobrado.
= Prccisa-se de nin caixeiro do 14 a 16 annos
de idade, com ortica de fc'berna, que d liauea a
sua conducta : na rita do Domingos Pires n. lo.
25*5000.
Paga-sc 25000 uiensaes de aluguol por tuna cs-
cravo que cosinlie beta e toaba bom comporta-
numto: na ra dos Pire* sobrado n. 27.
LEILAO
DE
53 cafxas ihii vid ros so r i idos
IOJE.
Qtthita-feira 14 de janeirn ao meto dia
9R ponto.
Na all'an epa armazem n. 6.
O aponte Pinto fma leilao por conta e risco de
anen pertencer do tt caixas marca A C n. 'Y.\'J a
."92, com vidros sorlidos descarregados do navio
francez .4rfc/c, o leilao ser effectuado ao meio dia
do dia atina dito na alfandepa armazem n. 6.
LEILAO
COMPANIH.V PERNAMBI :ANA
DE
A;ivci;i<*o costeira por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaj.
t*?\W O vapor Jagitrribe, commandante
%| c^aenj dia li do corrento asS hora- da lardo.
Recese carga at o dia li as .') horas da tarde,
ineoinmendas.passageirosedinheiro afrete at as
"i horas da tarde du dia da sabida no escriptorio do
Forie do Mattos n. 1.
COMPANI1IA PERNAMBUCAIU
DE
]VaTega^ao cosieira por vapor.
Femando.
0 vapor Gimi, commandante Aze-
vede, seguir para o porto aciiua" no
dia 11 do correte ao meio dia. Re-
cebe carga at as 3 lloras da tarde do dia 13, en-
coimneiiila-. |ia 10 horas do dia da sabida no escriptorio do Forte
do Mattos n. I.______________________^__
lio de Janeiro
Sepue com brevidade para o porto cima o bri-
gno nacional hubel, ten parte do seo carregamen-
to engajado, para o resto que Ihe falla trata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
AzerefloA ('... ra da Cruz n. '7, primeiro ailar.
Para o Porto
Sepue sem demora a barca porlugueza A'oro
Siltnei, por ter grande parte da sua carga
prompta; para o reate o pasjageiros, aos quaes
i ferecc excellentes commodos, trata-se com Oli-
veira, Filhos & C, largo do Corpo-Santo n. 19, ou
com o capitao na praca do Commercio.
Para o Porto
Seguir com toda a brevidade, por j ter quasi
todo o sen carregamento engajado, a mui velleira
barca Vencedora : para o resto e passageiros. aos
quaes oflereee excellentes commodos. trata-se eem
Cunha intaioa & ('... ra da Madre de Deus
n. 34.__________________________________
Maranhdo Para
Para os tndkdos portee pretende seguir com
brevidade o hiale nacional Rosa, para a carga que
Ihe falta trata-se com Marques, Barros & C, no
largo do Corpo-Santo n. 6, segundo andar.
"l^OMPANlllA PEILN.BCAA
DE
Kavesa^o costeira por vapor.
Parabyba, Natal, Maco, Mossoi.
rncaty, Cear c Acarac.
O vapor Pirapama, commandante
Do una escrava moca com 22 annos de idade
rom lgumaa habiliilades, um guarda vestido de
amarello, urna nmbilia de pao d'olo com 18 ca-
deiras razas, 2 ditas de bracos, 2 de bataneo, i
sof e 2 consolos con pedratudo a Luiz XV, 1
comnioda do amarello, 1 cama franceza de Jaca-
randa, 1 mesa elstica, 1 sof de Jacaranda, di-
versas cadeirasde amarello com pouco uso, 1 me-
sa para engommad i. diversas marquezas, mar*
quezocs, consolos, sifs, mesas redondas; 1 machi-
na para lavar roups e muitos outros objectos.
iio.ii;
Pelo agente Marlins no armazem da ra do Im-
perador n. 16. ao n eio dia em ponto.
LEI7
le 4 caivocs com caixiiihas de
pera> e anieixas.
Quinta-feira li do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta c risco
de quem pertencer de 4 caixoes contndo caixi-
nhas com peras o aneixas em um ou mais lotes
no dia cima as 11 I oras da manhaa no Anuos.
T5aDLXo~
De 50 qiieijes prato.
HOJE
0 agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 30 queijos prato niuito
frescos o sero vendidos hsje as 11 horas da ma-
nhaa no Aunes defrmte da alfandepa.
"XllliiAp
De urna mobilia de Jacaranda
com lampo de pedra, 1 berco
de dito e 2 escravos de meia
idade.
Sexta-fei *a li do correnle.
No Io andar do so irado n, 62, ra da Cruz as
11 horas.
LILAO
De farfulla, arroz e milho.
Pelo agente
Bcrnardino Guimares. '
Por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito in-
terino do commercio vender o inesnio agente, por
conta e risco de quem pertencer, a requerimento
de Antonio Francisco de Oliveira. capilao do hia-
to nacional Rosa
497 saceos com farinha de mandioea avariada.
12 ditos com arrot avadado marca A R.
63 ditos com dito dito marca X.
13 ditos com milho marca X.
Sxta-feir lo do corrente as 11 horas.
No trapiche Cunb i onde se acham ditos gneros.
Um amigo do consetheiro desem-
bargador Fumino Antonio de Sou-
za convida aos que iambcm o foram
deste distincto magistrado para
assisttrem a urna missa c memento
que serdo rezadns no dia 18 do cor-
rente pelas 8 horas da manhda na
igreja do convento de S. Francisco
dcsta cidade o que sob maneiras
llics agradecer.
xnHESBnnnHSB^Bsn99HE?
- O bacharel Francisco Odlon Tavares Lima
lecciona particularmente o fratase! e geograpbla no
pateo do Terco n. 33, eabi pode ser procurado por
aquellos que quizerein estuilar os mesmos prepa-
ratorios das o as 6 horas da tarde.
Agencia (!e negocies da corle pa-
ra as|ffo\inciasedeslaspara
Frifcr.
Piw*a-se.<|e um feitorqiie tenha praliea de ser-
viro de enpenho: a tratar na rua do Apollo n. 5o.
FEITOR.
LEILAO
De movis e nina eserava.
A SABEH:
l'ina rica mobilia de Jacaranda a Luiz XV com
1 sof, 1 mesa oval. 2 consolos com pedia mar-
more, 4 cadeiras de bracos c 18 do guarnico (du-
zia e meia), i raobil a do amarello, 1 candelabro e
2 serpentinas, 2 cadeiras de bataneo, 12 ditas de
guarnico, 1 apparador, 1 caixa de teios
voltarele einuilos outros objectos.
Cma escrava crenla Cassiana, 22
ina e engomma.
Sekta-fcira 15 de Janeiro.
O agente Pinto levar a leilao por conta de quem
pertencer urna escrr va. movis e mais objectos
cima mencionados existentes no terceiro andar do
sobrado da rua do imperador n. 75 por cima do
Assoeiacjio Cearense.
De ordem do lllm. Sr. presidente provi-
zorio, convido aos socios j inscriptos, e bem
como a todos os Cearenses, aqu rendentes,
que queiram ser socios eflectivos, contri-
buintes ou honorarios, assistirem sesso
mima de inaiiffuracao destasociedade, que
ter lugar no dia 17 do corrente (domingo)
no palacete do pateo de S. Pedro pelas 11
horas da manhaa.
De ordem do mesmo Sr. presidente, rogo
a todos os Cearenses rezidenfcs n'esta ca-
pital, oobsequio.de honrarem aquello acto
com sitas prezencas, ainda mesmo que nao
queiram pertencer a sociedade. Recife 14
de Janeiro de 18fil>.
Alfredo Heiniqic Garca
Secretorio interino.
a
Sob a direceo do advogado Francisco Carlos
Brammo, acha-so ostabelecida na cidade do Rio de
Janeiro, rua do Hosario n. 79, sobrado, tupa agen-
cia 1 negocios da corle para as provincias, e iles-
tas.pataa corto, a qual, pelo pessoal habilitado, e
meios do que dispoe. oncarrega-se detodoj e quaes-
qner negocios judiriaes em 1" e 2* instancia, como
aro/ies civeis, crinies e commerciaos, rocu|rsos, ap-
peflaeoes, aggravus, revistas, defezas peante o
lury. MCjujaei>es de gutiguidBdos do tiiagistra-
"de[c.,eic.
littunbe-se outro sim de liijuidaees conime-
ciaes, de verilicacfies, e ajustes de conta,, do co-
branzas de dividas, de arreeadaooes de icrancas,
de matricula de juizes, e commerciantes, em pe-
ral de todo e qualquer Uabalho forense, oh que te-
nha de ser feito peante as repartieses ad ninisti-a-
tlvas da rrte.
Medianteasccmdicfleseirarantiasque con as par-
tes estipular, adiania dinbeiros sobre as irrecada-
coes e direitos que Ibo parecercui segiros, e l-
quidos.
Presta-se a foinecer aos seus commi lentes as
infomiacoes (pie exigirem. e que poder rbter, so-
bre assumptos e interesses que Ibes di jam res-
poito.
Sens honorarios e eommissoes sero razoaveis e
moderados, repnlando-se pela importane
cuidados que otferecerem os negocios
ti dos.
As pessoas (ar- dos seus servicos se
utilisar, poderao dirigir-se pessoalinentf", ou por
caria ao escriptorio cima indinado, dependo na
segunda hypothese n-metter os documintos que
tiverom ou copia fiel delles. e nina int'orm icocir-
cumstanciada. cscri|ita, e assignada sobria o" nego-
cio ou negocios que tiverem do ser tratados. Alem
(beta raneen os genSevee que moraren fora do
municipio neutro, e em qualquer das provincias
deverao competentemente aulorisar pe soa id-
nea, residente na corte, com quem a agen :-ia possa
entender-se o validamente contratar.
O fiel desempeiiho dos seus deveres pra com
todos, e especialmente para cun aquelles, une nel-
la confiarein. constituo o fundo capital, bom que
a agencia principalmente conta. o jior isso tem o
mais vivo interesse em manto-lo. o lia ae zela-lo
com a mais vigilante solicitude.
a c difll-
conimet-
luizerem
Preeisa-se de um feilor para sitio pequeo perto
da praca^ que so^ trabalbador e capaz; paga-se a
secco, dando-so Mpropria e boa para morar:
quem eonvier dirija-ao ru i Nova n. 19 primeiro
andar. .
mtt.
Xa rua de Hurlas n. 106 -obrado, precisase de
una ama para cosinhar para pouca familia.
Jos Soares de Azovedo, prol'essor de
lingua e litteratura nacional no Gymnasto
l'rovincial do Recife. tem aberto cm sua
casa, rua Bella, n. 37,
Um curso de
Ama
Precisa-se de nina ama para andar com mu
me : oa rua das Larangeiras n. J*. hotcleoni-
/
UNGLA FRANCKZA.
GEOORAI'IIIA E HISTO-
RIA.
rmi.osoPiiiA.
HETII0R1CA E POTICA.
Os estudantes que quizerem frequentar
tpialquer d'estas aulas, tanto m croe devem
lu/.i-r exaine em maixo prximo, como os
ru teem ile seguir o curso durante o anno.
podem dirigir-se indicada residencia, de
marihSa at s 9 horas, e de tarde a qual-
qtti'rjhora.
Ama
Na rua da Cadeia do Recife n. 9. precisa-se de
una ama para todo senifo de una casa de pouca
familia.
Antonio Faustino de Cas
ro
Constructor de utensilios typo-
graphleos de madeira, ferro e
outros nietaes.
LISBOA.
O padre Vicente Varejo, as horas vagas, de
larde, das .1 horas em diantc, lecciona todas as dis-
ciplinas sjue pi ofessa. com especialidad!- gramm.Ui-
ca nacional e arilhmetica, tanto na rua de S. Bom
Jess das Crieulas n. 35, como por casas particu-
lares.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para ca-a do pouca familia: na rua do
llarlholomot n. 49.
ATTEXQAO
l'm contra-senso!
Eutendia-se que os estabelecimentos e
depsitos de carvao n'esta cidade, faria
elevar-se o canao um preco extraordina-
rio; no que cu estava resoluto demolir
a minha armadilha de cazinha, quando
esje genero valesse mais de 15120 como
tenho solTrido. Hoje porm, creio que nSo
excedern seu ma\imo amis de UOOO
pelo que ftcarei bem satisfeito. Hontem a
minha sppa foi feita com carvao de 60 rs.
a barrica, comprado no deposito do porto
das Canoas na rua Nova.
Gracaa s Deus.
Alm dos utensilios typopraphieos em
uso, se-
Ivo Antonio de Andrade Luna, avisa ao pu-
blico e especialmente ao respeitavet corpn do com
mercio. que admitlio para socio de sua casa com-
morcial t m Goianna rua do Meio n. 27, a seu
sohrinlio Luiz Antonio de Andrade Luna, tendo
principio no dia Io de Janeiro de 1869, na razio
social de Ivo Antonio de Andrade Luna c Sobri-
nh.
^raenca^Tr TbrnnnanBnx.
Antonio francisco Marlins de Miranda manda t
celebrar ninas missas na malriz de S. Jos, pelo :
repouso eterno de seu ex-caxeiro Flix Amorim
de Lima, e convida a seus prenles e aBSgOS para
comparecer as Olioras da manhaa do dia lo para
dilo lim. ______________________________
loaquim Gon^alves Fcrroira, teiido do rcli-
rar-se para os suburbios desta cidade' a tratar de
su i sade, ve-se impossibiiJUado de continuar com
o seu ostabelecimento de refmaeao silo na rua das
Cinco Ponas n. 61, vende a inesina. na falla ar-
reuda-se, conlendo a mesma todos os requisitos
necessarios, como bem, caixoes para deposito de
Sualro mil arrobas, fogao a moderna, de carvao,
eposito d'agua o tanque para banho. commodos
para eateiro, separado dos irahalhadome. deposito
de carvao e grande quintal eom sabida para o For-
te, casa muito fresca. imilo boa localidade para a
venda de retalho, e com especialidado para com-
prar assucar, quem a pretender para compra ou
arieiidamento. offerecendo a casa ser propria, po-
dendo-se assim garantir qualquer negocio de maior
estabilidade, procuro na rua da Aurora casa ter-
rea n. 74.
pondo os mais modernos e perleitos modelos ap-
provados para o servico da imprensa naonal de
Lisboa e de grande iunero das typognpinas de
Portugal e do Brasil, fabrica pequeos prelos de
ferro, cm quo so podem todava buer in pressoes
de formato nao excedente a meia folha de pa|iel
coninuim. Estes prelos, (pie j foram tambem
adoptados em muitos dos principaes eStaBeleci-
mentos do paiz, servem excellenlementi', nao s
para a tiragem de provas, mas ainda para a im-
presso de qualquer trabalbo, por mais delicado
que seja, por quanlo a esse lim se Un s podem
adaptar rama, tyinpano, frasqueta e ] nnturas.
lando, para repular a cravacao, o compe lente re-
gistra. I
Incluindo os accessorios indicados, o proco de
cada prelo de 4o000 fortes.
O constructor pode ser proenrado na i nprensa
nacional de Lisboa. Estes prelos sao \ ortateis.
podem-se collocar sobre mna mesa ou balo'
No dia 5 do actual, ebepou esta praca um eom-
boyo de onze cavallos com assucar do enpenho
Cainassary. dos quaes se e-liaviou ou furlaram
um na occasio em que se pesa\a o assucar na
rua da Concordia, refinaco do Sr. Livio de Souza
e Silva ; o cavallo allegado tem os seguintes sig-
naes : allazo, tres ps calcados de branco, cauda
comprida e frente aberta at ao beico. Gratilica-se
bem aquem delle dr noticia : na rua da Cruz n.
27. primeiro andar; escriptorio de Ramos & Tem-
poral.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da rua do
Rosario da Boa-Vista, n. 82. muito fresco c bonita
vista : a tratar na rua das Cruzes. sobrado n. 9. Io
andar, das 9 horas ao meio dia.
Lembranca ao emprezario da
ponte da Torre.
O enlulho que est acumulado ao entrar da pon-
te para^terro, incommoda o transito publico, c
esle senipre lem as melhorcs garantas na socie-
dade, por tanto pede-.se ao Sr. emprezario de man-
dar espaldar o referido cntulho, para evitar algu-
mas quedas, que ahi se tem dado no escuro.
L'm que deslocou o bruco.
C
aixeiro
Precisase de um caixeiro, bom para lomar cen-
ia de urna venda, o qual se Ihe faz interesse : a
tratar na praca da Santa Cruz, n. 4.
Criado
Precisa-se de um criado : na rua das Larangei-
ras n. 29. hotel commcreial.
Precisa-se de una ama de feile para acabar
to rlur urna crianca de 9 mezes, fnir^m s. ni cri-
nca : quem qiuzer dirija-se rua du Bru nu
ero 68).__________
Dinheiro a premio
I)a-se na Capuupa, porto do Laenre n. 30.
Precisa-se de urna ama para servico de casa de
ronca familia ? na rna do Imperador n. li.
i= Offerere-se urna porlugueza de bous costil-
i H's para casa de familia, para costuras e enpom
iar,- esabe bem desniipenbar sen servico eoiu
lerl'eiro: na rua Nova de Sania Bita n. 7, poi
1 aixo do sobrado. ___________
Precisa-se de um menino de ti annos para
caixeiro de taberna, profere-se portuguez, quedo
I ador a sua rondn-ta : na rna do Fogo n. 20.
Lagdn para culpadas,
A tratar na rea do Apollo n. 4. escriptorio.
TWisa-se TTe runa iiiiltTieilorrii U escrava.
para o servico interno de una casa do familia : a
Iralar na rua do Queimado bija n, 8.
Pars, 36,RuaVivienne, D*
CHABLEMDCCIN
A SENT ERMIDAUAS DESSEXUAES, AS AFTIO
COKS CITANF.AS.E ALTERACOESDQ5ARGUE.
110 000 cunsdsiimpingmu
\rnuttilat, herptM, san%*
comiln, acrimonia ai-
mere oes, viciosas do *m-
___l/i" ; rirvs, t allerac94S
do sangue. (Xarope vegetal sem mercurio)?-
rativaa ,tjp(ci ha:*no nniRut
tomao-M dous por lemaaa, seguindo o iractamenta
Depurativo : emprepado oas mesmas molestia*.
DEPURATIF
du SAING
PLUS DE
COPAHU
Esta Xarops Cilracto da
ferro de CIABLE. car
immediatamenteqaalqiter
purgacao, relaxafao.
e debidade, e igual-
mente os luxos e flores brancas das mntheres.
Esta injeccao benigna emprega-6e com o lartpe t
Citraeto de Ferro.
Hemorroida*. Pomada que as cara em tres da*.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i as affeccoes cutneas e comixoes-
PILULAS VEGETIS DEPURATIVAS
do D' ChaMe, cada (rasco Tai aeaimpaatda 4
folbeto.
VERDADERO LE HOY
M Doctor S1GH0RET, aico Sucmct.
RU
SEINE,
P.im
Prkfifr
kZ
tai
:i,'fi MAM
rteim n-
li-..-.. <%m-
V A lO I
i- m prr>n iitiiurn
tm ej <:f U\>- :.:"!.: *>; Wtff
VjrU B &&* t'iiairvi .1
\ l.r.iAt't.ito i.h l;uY,riryt-
rtuk)ini',*t,s"f,ti u>'^rns ' i'.n fnDito \r\t* \" !e i"ii.,'.'n
7 licva U liiinwl.*; Ro ) u m,
como :i lumbre SIGNHKT
L& HMM *r- pvl uru.
/'.Sobre el corci, il-b^jcll ,. j-l
a:til t|iwl!eva lHo 1'hamualii Coriia
jt- r .:! Ir.iTeJ tti
te'.i" de li i 'ieii*(
nn rtnto aman'i. r:on A^Sf 0//9**
KA! I .
iVr lo ^ enri d> nn valor
d 5C0 francos a\ital B>
bre l'arii v Londres, sa haca
el ma>or dsacuenlo postilla.
\Q

mm
annos, cosi-
Precisa-se comprar una escrava de trinta annos
pouco mais ou monos, eme saiba engomuiar e co-
zinliar. e que lenlia lioa conducta : ijiumii livor di-
rija-se a rua do Queimado n. 69, que se dir quem
precisa.
tarde.
tarde.
Torres, sofruir para os portes cima >""'"!" "'' '' '" W* "> i
l ....a do coWme Worae *i '">no dd tabellia.. Alnieida.
cebecarsa al o dia l't a< 3 horas da I_______________Principiara a- 10
I
e dinheiro a j
da sabida no
Re
oncommerni.v. pafsae.firos
(rete at as i horas da tarde do dia
1 Jcriptorio do Forte do Mattos n. l. __________
Para Lisboa
0 brigue purlugnez Lata I. capitao Vieira, vai
sabir com nmila brevidado; por ter a maior parte
da sua carga prompta: para a que ainda Ihe falla
iteiros, I rata- com Oirreir
-1 < Corpo-SantirB. tD. on'rm
(>iia na praca do Commercio
horas.
;
LI
De um escravo.
(ordeito Sinioes
ira Filhos c C, por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de orpb^os e a
1,1 n r^rido ca- In'qiwrimenw da-'iii"enlTVriane do finado Joaquim
1 Trancisco de Alem, far leilao do escravo Grcgo-
Zcferino Fernandi s da Silva Manta, como ad-
ministrador de sua mulhcr D. Aulonia Mafia da
Silva Manta, previne polo presente que pessoa al-
guma faca negocio com os bens de Luiz de Fran-
1 a lieleui; por quanto osses bens estao sugoilos
heranca que a*mulhcr do abaixo assignado tem
direito* como herdeira de D. Gandida Salustianaf
llelem sua irmaa.
U aliaixo assignado laz sciento ao corpo de
conunercio desta praca e a quem mais interessar,
que do primeiro do corrente tem dado sociedade
ein seu estabeleeiiuoiik de Iweudas a rua do Quei-
mado n. 18. a sen caixeiro inleressade Joiio Hap-
tisU dos Guimares Peixoto, sendo a firma de ora
6111 diante Carvalho & Peixoto coniJt'Onicy a
ambos o uso da firma social.
Recife, li de Janeiro de 1869.
Manoe' Ribeiro de Carvalho.
PREPARADOS DE VELASE
N. 3 RVA D1REITA N. 3 |
Continala a achai-se ven(i as
pilulas eo xarope alcohlico e e
reo de veame, conforme a forniula
do Tinado pharmaceutico Paran!
na botica de Francisco Antonio
Chagaa rua Direila n. 3; ine nientos esU-s asss- conlrecidos
proficientes a quem sofi're de ri
matisrao, escrfulas, eiysipla,
'pigens, exostses ou tumores
ossos, aiiienunlica ou falta
menstruaco e menstruacao
cil, etc.
Nao londo camparecido numero suflicionte de
consenhores da propriedade comniuni=Ai)iipucos=-=
para a reuniao peral ordinaria designada para
bonleui, o administrador convoca de novo a todos
os consenhores a couiparccerem no don lingo se-
guinte. 17 do corrente, pelas 10 horas da manhaa.
na casa de sua residencia, cerlos de q e a reu-
niao gerat so effecluara com os consenliores que
coinparecerein, assim como que nclla s se tratar
da eleico dos nioiubrus da aniiuistraco, auprova-
co de contase contratos da arreinataco) das ma-
las, obras da capella. c reelaniaco do o crintnjca-
rio relativa a reduccao de seu ordenado, tudo de
conformidade com o'disposto no artigo U dos es-
latutos. Apipucos H do Janeiro de 186tL
O administrador,
Joao Francisco do KejoMaia.
ATTEfSC A (1
Francisco Antonio oelho Jnior, filho do ex-
proprielario do hotel Francisco, doclaia ao respei-
tavel publico, que se encarieca de iralialaos de
cozinha ; assim como, prepara cha para basamen-
tos e partidas Mipulares, ou qualquer sociedade
que d-suas partidas men3ae*,.ponine se acba em\
habililacocs, neccssarhts para esto ftiu. Taiuboin
, prepara mesas para grandes jan tares ; fudo-cObi
V a8^j|ruioplidao. e urnecc niensaloiont.' cojBe-
1 dorias para casas jtarlicularcs, a fallar np rua Bel-
la n. 2, qae encontrar a mesma pessoa para In-
tratar.
4
o
1
1

x
4)
lili
,ag
c u
J & -
= 2 3 S
f. %. 1;
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fifli
C 5, -
i

9 ce
1 s
a =
v. ct 3
RA
CABUGA
esquina
t'M\'W
vauos.
D tlOE-lfi
Este importante estabelecimento no sen genero, tem siapr tim sortimento sem igual
esquina
larga doe vende ? f**** /enhuma outra casa pode vender. ^ da rua largado
-mm* a vista da quahdade e do preco das wias cada um der-s&4ia convencer da veraae.
Crarante-se ser tudo de lei.


e do pre$o das jtas cada um pder-se4ia convencer
Compra-se oaro, prata e pedraa finas por presos muito ele-
Rosario.

.AWItfJa ( *! O.
otfee a o rfliflaa olsq ai
aun a..-
i. ca <
A lja esj4 nbert-a at is 9 horas da; noute.
i
jax-i
:


Diario de Pemambuco Quinta feira 14 de Janeiro de 1869.
COLLEGIO
DE
SANTA GENOVEVA.
Ra do Hospicio n. 22.
Todas as aulas doste collogto quo comprebondcm
o casino de primeiras lettras; das linguas latina,
franceza e inglcza; de geometra, geograpliia r
yhttowphia, estario impreteriveneale abenas na
segunda-feira, 11 do corrate. Alm destas disci-
I>Kuas, haver duas vezes por semana nina aula de
Tammauca portugueza e un curso es|>ccalpara
a pratica da aniversario franceza, dirigido por um
prutesso^franerz. _________________
O Sr. sargento brinda do corpo de
polica queira vir a esta Typographia a en-
corio.________________________________
Claudio Dubeux mudou o seu escrip-
torio da ra do Imperador para o Caes 22
de ovemhro, n. 22, junto ao bilhar dos
arcos.
Prcc sa-sc alugnr un criado escravo, para fa-
zer todo servico do nina casado familia : a tratar
na ra da Cadeia do Recifc, n. 51, primeiro andar.
Prodisa-se de una ama que saiba cosinlinr
para casa lo hornero sulteiro :, na ra do Livra-
incnto n. 12, a
.Trocam-se
as notas do banco do Brasil
oa descont inuito razoavel :
pendencia n. 22.
c das caixas tilines,
na praca da Inde-
I
O abarro assipnado faz sciente no respeitave
-orpo cuminercial desta praca e at> publico ein pe-
ral, que do Io de Janeiro correte tein dado socie-
dade aos seus antigns raixetros Joaquim Vieira de
Mello Pinto c Joao Francisco de Monra, ein sen
stabelecimento de fazunilas ra do Queimado n.
31, sendo a firma d'ora ein diante Antonio de Mou-
ra Rolim & C, couipetindo smente ao abaixo as-
sigaado usar desta at ulterior delilieracao. Reci-
te 5 de Janeiro de 1808.
A. de Moura Rolim.
BAEATISSIMO
Calcado nacional, na fabrica de Jos Vicente
< odinho & C, ra do Jardim n. 19, avisam aos
seus freguezes desta capital e do interior, que con-
iiimam a fabricar calcado ein alta escala, e offe-
recem as melliures condiroes, tanto em proco como
ni qualidade. Os propietarios deste estabeleci-
inentii cbamam a attencao dos senhores consum-
lores do interior, que os quizerem honrar com
sua freguezia, esjiecilicaiido ein seus pedidos a
qualidade o nuineracao, olerecendo-se para os en-
tregar bem acondicionados em'casa de seus cor-
respondentes nesta [iraca._________________
~ Criado.
Na ra do Imperador n. 73, segundo andar, pre-
'sa-se de um criado, fiel e bem procedido.
Aluga-sc o secundo andar do sobrado n. 30
sito a roa da Aurora : as pessoas que o pretende-
ren! podem dirigir-sc a na Bella n. 37, que alii
acharan ruin qiicm tratar.
Pbotographia

0 photo granito J. Ferreira Vtllela participa ao
respeitave. publico, que tendo ebegado do Rio de
Janeiro no da 7 do passado, tomn a direecao do
wn estabelecimento de photocraplia, sito ra do
Cabuya D. 18, entrada pelo patoo da matriz, onde
se contina a tirar retratos por todos os systemas
photcigraplliens. No niesino estabelecimento ainda
se cnntin \ a tirar retratos em cario de visita a
OOOO a duzia. Ha tambem nina linda colleccao
de aliinrti-s de ouro de lei com pedias preciosas,
para a collocacao de retratos.
\MA
i
Precisa-iio de duas amas, urna para engommar
c outra pa a cozinbar : na ra da Cruz n. 66.
Aluga-
u-se
Duas cisas com bastantes commodos na
Cidade Nova de Santo Amaro a tratar com
Antonio Jos Gomes Jnior, om Santo
Amaro.
Attencito
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de Len
como solicitador do foro desta cidade edos termos
de fra, se encarrega do todas as questoes que fo-
reni instiladas peante os tribunaes civis, crimes,
conunerciaes e ecclesiasticos, promettendo conti-
nuar a exc rcer o seu emprego com a mesma leal-
dade, aclividade c dedicacao. O annuncianto, pode
ainda receber certo numero de casas conunerciaes,
por contracto annual e bem rasoavel. Deve decla-
rar, que costuma dar as contas de despezas judi-
ciaes, todas datada^, especificadas o com escrupu-
losa exactidfto, como affirmam os que teem sido seus
constituinte*. Quetn, pois, quizer o honrar com sua
conlianca,dgnar-se-ha procural-o ra das Trin-
clieiras no primeiro andar do sobrado n. 48, junto
ao cartorio do Sr. eserivao Molla, para onde acaba
de inuilar-sc.
Alnga-se o 1" andar e metade do 2", do so-
brado amarello da ra do Queimado n. 31, os quaes
se aelian pintados de novo, e sao milito proprios
para os senhores advogados : a tratar na loja do
mesnio sobrado.
Alug
:a-se
<) terceiro andar do sobrado n. 8, ma da
Impera I riz: a tratar com J.S. de M. liego,
ra do Trapiche n. .14.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, precisa
atesar un criado para o servico de casa, de niais
de lo annos : a tratar com o mesmo na ra do
Crespo n. 13, on em seu sitio no Monteiro.
Aluga-sc umescravo pardo e moco, limito h-
bil e intelligente. por 30.* mensaes : a tratar na ra
las Trincheiras, n. 50 Io andar.
Arrenda-se a propriedade denominada
Barra de Serinliftem no littoral da freguezia
do mesmo nome, com muitos foros rece-
ber e muioscoqueiros a desfructar, tendo-
alm disto, a excellente e rara posiejo de
beira-mar, e beira-rio, inteiramente apro-
priada para manter-se alii qualquer es
tabelecimento commercial de seceos, e mo-
Ihados ; a tratar ra do Imperador n. 20,
ou ra da Florentina n. 28.
BARTHOLOMEU ft C.
c ozluliclra
Na ra do Imperador n. 73, segundo andar, pre>
cisa-sc de nina cozinheira.
Frederico Maya
C irnrgio deutista pela escola
de medieiua
do Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital c seus suburbios, que tem aborto o
-o gabinete de consultas e operaeoes dentarias a
na Direita n. 12, primeiro andar* onde pode ser
procurado todos os duts das 8 horas da nianr.li as
da tarde. Elle acha-se eompeleiitemcnte habili-
tado para com perfeicao enllocar danto artificiaos
por qualquer dos systemas, e bem assn desempe
inW qualquer nutro trabalho concernente sua
profissao. O mpsinn, reconhocendo que nemseiu-
prepoesvelssennoras on criancas sahirem a
procm aro remedio, olferece-se a remover anal-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a i|uali|iier chamado senique issoinfiua colisa
alguma na eonunodidade dosnrecos de seus iraba-
llios,eqiinndo para fra della assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo elle a
seg uranca e perfeicao de seus ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
lente pus dentifricio, elixir c outros medicamen-
tos odontalgicos : ra Direita n. 12, primeiro
andar.
Dase a premio de um c meio por cento sobro
penhores de ouro ou piala, aquautia de 700,3000:
ipiem quizer annuncie.
Preeisa-se de um caixeiro de 12 a 14 anims.
que tenha pratica de molhados, nito scolbaa orde-
nado : na ra do Rangel n. 69.
Da-se a quantia de um cont de ris sobre hy-
potheea do casa: na ra larga do Rosario loja n. 22
se dir.
w PARA USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de jurubeba garrafa. 1j000
ViitlM de junibeba garrafa. I.?G()0
I'ilulas de jufubeba vidro. ltiOO
Tinlura de jferubeba vidro. 610
Extracto liydracoolko de jurubeba. 123'jOO
PttEPARADOS COMPOSTOS.
Vinlio de jurubeba ferruginoso garrafa. 2rJ000
Xarope de jurubeba ferruginoso garrafa. I 600
Pirulas de jurubeba ferruginosa vidro. 2$000
Oleo de jurubeba vidros. 640
Pomada de jurubeba pote 4*40
Emplastro de jurubeba libra. 2^500 *
PARA USO EXTERNO ^
., A JURUBEBA.
Esta planta e hoje reconhecida como o mais poderoso touio, como um excel-
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e bace, as
heiiatitos propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsecuentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, ros tumores es-
pecialmente to tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hodrope-
zias,repellas ; e assoctada as preparacOes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cldoroses, faltas de menstruaco, leucorrheias desarranjos atnicos do
estomago, debilidade orgnica e>pobreza de sangue, etc.
0 que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os
quaes podemos citar os Illms. Srs. Dr. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve,
Pereira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconheccma excellencia deste
poderoso medicamento sobre os demais at hoje conhecidos para todos osi casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaco.
Apresentando aos mdicos e ao publico emgeral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a :
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empiricos d'elle, e
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes mprofico um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos preparados so foram apresentados depois de havennos conveniente-
mente estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as pro-
priedades medicamentosas d'esta plante em suas raizes, folhas, fructaa bu bagas, e a
dose conveniente a applicaco, tendo alm disto procurado levar os nossos preparados
ao maior grao de perfeicao possivcl, para o que nao poupamos esforgos, nao nos im-
portando o p'ouco lucro que possamos tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a
certeza de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar, a prompta e infalli-
velcura de qualquer dos soffrimentos, que dcixamos innumerados, se forem em tempo
applicados, tendo alm d'sso, medico eu doente a vantagem de escolher as nossas va-
riadas preparaces, aquella quemelhorlhe podeconvir, j pela fcil applicago, e j pela
complicagao das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individo.
As nossas preparages ferruginosas sao feitas de fonna que se teroam comple-
tamente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que
como taes estao boje reconhecidos.
Para aquellcs quemis minuciosamente queiram conhecer as proprieddes da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d"esta planta e dos
mesmos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botlea e drogara
3 iRa larga do Rosario3 i.
Do xarope Vegetal Amerleaoo. eopeelalldade de BartholoaieH dk C
IQB 34RA URGA DO ROSARIO34
Nao costumamos procurar attestados para acreditar nossos preparados, e dei-
xamos que sua applicaco e os resultados btidos pelas pessoas que se dignarara aeccita-
los, lhesdeera crdito evoga; porque sao sempre os attestados considerados gratuitos,
e delles que lauca mao o charlatanismo; mas, nio querendo olender as pessoas que*
espontneamente nos oflereceram os que abaixo vo transcriptos, os fazemos publicar,
manfestendo-Ihes nossa gratido pela attengSo, esperando que venham elles corroborar
o conceito, e aca-itago que tem merecido nosso xarope.
Barihohmeu & C.
ATTESTADOS
Illms. Sis. aitholomeu C com a mais subida satisfago que declaro
ser o xarojie .Vniertcano de urna efficacia extraordinaria, pois que sofliendo lia dias de
intensa tosse, ponto de nao poder dormir a noite a despaito mesmo de medicamentos
que tomava, a elle recorr e na tercena colher fui alliviado, e de todo me acbo boje res-
tabelecHto com orno somante de quasi meio frasco: rato, pois.f es*e resultado mani-
fest a \v. Ss. meu reconhedmento.De Vv. Ss. amigo, Teoerador e obrurado.- Ma-
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
Illms. Srs. Rartholomeu & CPenhoradissimo com o favor que me lizeram
de aconselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua composigo, quando me acha-
ya Dastante doente de urna constipago, que me tornou completamente rouco e .pie
trouxe urna forte tosse, e me impossibilitou de cumprir os meus deveres de cantor da
empreza Ivrtca, vou agradecer-lhes meu completo restabelecimento, que obtive com um
so vidro do mesmo xarope, depois de haver recorrido a muitos tratamentos. Deseiarei
que outros como eu recorram ao seu xarope para se vercm alliviados de to tortol
incommodo, tao fatal ueste paiz. (k)m maior consideraco contino a ser de Vv s<
atiento, venerador e obligado.Luiz Cremona.
Recife, 2o de setembro de 1808.
Illms. Srs. Rartholomeu d C0 xarope Vegetal Americano que Vv. Ss. teem
exposto a venda e de toda efiieacia para o curativo d'asthma, conforme observei anpli-
canrto-o a meu mito Joaqtnm, menor de quatro anuos: victima desse lagello, que at
itao por espaco excdeme a dous annos havia resistido a outros xaropes de grando
Queiram, [wis, Vv. Ss. acceitar a expresso altamente sincera de meu reco-
nliecimento ao meritorio senico que Ihe prestaram com e indicado xarope, acrcdit.m-
do-me para sempre de Vv. Ss. criado, aliento e obligado.Americo Netto de Mend.....a.
Recife, 2 de outubro de 1808.
DE
DE
J. VIliNES
N. 55RA DO IMPERADORN. 55.
Ama de leite.
Preeisa-se de tima ama de leite prefei indo-se es-
eYava, para acabar de criar urna menina de 8 me-
zes de idade: na ra da Conceicao, na Roa-Vista,
n. H.
OITereec-se um cozinheiro ehegado da Euro-
pa : quetn pretender dirija-se a ra das Gruzes
n. 41 A.
I'reeisa-se de um feitor para um sitio e que
emenda do servico do mesmo, prefere-se casado :
a tratar na na Direita n. 10.
Aluga-se
COLLEGIO M SANTO AMRO
Recife, ra do Commercio n. 5.
Este es< a beleelmeu i o de educaco, aeha-se a disposieo dos
illms. Srs. pas de familias e a qncm maispossa convir. O Direc-
tor faz sciente. que desde j acha-se aberta a matricula da aula de
instruccao primaria, a qual ser aberta em o da lt do andante :
Iiem como as secundarias, culos cursos tlveram principio pelas fe-
rias e deveni ser encerradas em mareo. As demais fiiuccionaro
do dia 3 de fevcrelro em diante, com a re^ularldade do costiitnc.
Recife, 4 de Janeiro de 1 *<;.
................. que oliedi'cetr
a todas as vontades e caprichos das pianistas, sem nunca falliar, por serem fabricados
de proposito e ter-se feto ltimamente mellioramentos iinportentissimos para o clima
deste paiz; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas e por isso muito asradaveis aos
ouvidos dos apreciadores.
i i F.azem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blon-
del, de Pars, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premia-
dos em todas as exposicoes.
exposieocs
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sorti-
mento de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos
harmnicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis.
urna ou duas pretas para vender na ra, ou dous
molcqnes : a tratar na roa da Sanzala confronte a
botica n. 69, rom o Sr. Jos Alves de Souza Kego.
instruccao primaria publica
A primeira escola publica em Santo Antonio, ro-
gida pelo padre Varejo,continuou em seu exercicio
desde 7dejaneiao, na ra do Senhor Bom Jess
das Creonls n.3o.
Preeisa-se de um caixeiro com pratica de
molhados: no pateo do Carmo n. 9.
(AOS MENINOS;
Eneontra-se no armazem do vapor francez, na
ra Nova h. 7, bellos artigos de phantazia em quin-
quillera, e finos brinquedos muito interessantes
hegadoB de novo, proprios de meninas e de meni-
nos, a preoos variaveis e commodos segundo os ob-
jectos.
Antonio de Andraolv de Luna avisa ao pu-
blico e especialmente ao respeitavel corpo do
eoniniercio, que admittio para socio de sua casa
eoininercial em Goiannaa ra do Meio n. 27, a seu
-(Jiiiiibo l.uiz Antonio de Amlrade Luna, tendo
principio no dia 1 de Janeiro de 1869, na razao so-
cial de Evo Antonio de Andrade l.ima & Sobrinho.
Jos*1 Nogueira de Souza scicntilica ao respei-
tav.l publico e corpo commercial i|ue a principiar
ilo Io do corrente admitlio para socio de seu esta-
t-eb'cimento eonhecido gob o tituloLivraria Eco-
nmicaa sen antigo caixeiro oSr. Joaquim Fran-
cisco de Meileims. ;\iaiido o mesmo estabeleci-
NMBfo daquella data em diante soba lirma Noguei
i a \ Medeiros. Recife 8 de aneiTO de 1889.
Ama
Precisa-se d(! urna ama para o servico interno
de una casa do pequea familia: na estrada de
Joao de Barros, n. 11.
Offerece-sc uuia ama para casa de pouca fa-
milia : a tratar na Boa-Vista, rita Vcllia, n. 24.
Lembranca.
A companliir. dos Uillios urbanos tem acolbido
com bondade os pedidos, que o publico tem feito, e
conliado em que mais esta vez acolher ainda um
pedido; temblamos a factura de una cstacao no
ponto de parada da Torro, pois que sendo um dos
pontos da linha de grande movimento. impres-
cendivel um abrigo para os passageiroR, porque
estando proxim i o invern, nao justo que liquen i
expostos ao rigor do tempo.
_______________O prejudicado.
Precisa-se de una boa engominadeira o de
nm copciro : no collegio'da Conceicao.
= lre<'isa-se alugar urna ama para easa de
pouca familia : a tratar na ra estrella do Rosario
n. 27, 2 andar.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, i. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os [seguin-
les logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do' Castello.
Ponte do Lima.
Villa Beal.
Villa-Nova de Famalieo.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Reja.
Barcellos.
Na ra Nova n. 6, precisa-se de urna ama
que cosinlie pe-feitamene, para poucas pessoas.
prefere-se osera va.
Desappareceu da ra dos Coelbos n, 20, o
cabrinha escrax-o de nome Milburges, idade 10 an-
nos, o qual tinlia rindo do engenbo Salgado, cu-
rar-se de mordedella de cachorro damnado. Roga-
se as autoridades policiaes e a qualquer pessoa
3ue dellc soubcr, se sirva dar parte na dita ra
os Coelbos, ou na ra do Apollo n. 8.
Attencao
VALOR THERAPEUTICO
DO
XAROPE DE QUINA FERRUGINOSO
DE GRINAULT E COMP.
rbuDMenlieo d* S. A. I. o principe KTapolet, em Paria.
A associafij do ferro e da quina resolveo um dos mais importantes problemas da- pharmacia
e faz eom que se congralulam os mdicos dos relevantes servicos que Ihes presU esta pre-
paraclo. r
Com effeito, ningucm ignora que a quina, em mateira medical, o meihor tnico que se
possajimpregar, sendo, sobretudo, unido ao Phosphato de ferro, a mais eslimada das pre-
paracOes ferruginosas, pois que entram na sua composicSo o ferro, elemento do sangue. e o
phosphato, principio dos ossos. f
Por isso, julgimos que, para os srs mdicos, serSo interessantes as obscrvac5es feitas uelos
seus collegas, os mais dislinctos de Paris:
Este Xarope produz os mais felizes resultados nos casos de dyspcpsia, ctlorosis,
amenorrhea, hcmorrhagias, leucorrheas, febres typhoidas, diabetes, c quando precisa
t resubclecer as torcas dos doentes e restituir ao corpo as foreas alteradas ou perdidas. *
ARNAL, medico de S. M. o Imperador.
urna das raras combi'nac'des que, ao mesmo tempo, satisfazem o medico e o doente. Em
quanto a mim, eu a considero como a mais efficaz preparaco ferruginosa, cujo uso dos
t mais agradaveis para os doentes.
CAZENAVE, medico do hospital Saint-Louis, em Paris.
Com esta preparado d'uma forma agradavel, e
doentes doi medicamentos importantes.
o mu
FUNDICAO DO BOWMAN
Ra do Brun n. 52
O propietario participa aos senhores de engenho, que por falta d'agua ou de
animaes se achem inhabilitados para moer suas cannas, que est prompto a assenlar
machinas de vapor, com moendas ou sem ellas, dentro em oito dias depois de estarem
as pecas no engenhoisto sem precisar de obra alguma ou de outra mudanca de moen-
das existentes senao a substituicao das rodas da almanjarra.
ilo
Precisa-sede !:000 a juros nagando-se o pre-
mio que se convencionar e dando-se boa garanta:
a pessoa que quizer fazer este negocio deixe carta
na i na das Cruzes n. 12, com as iniciaos I. F. M
fcil de digerir, administrarse s
ClIARUIER, chefe de clnica da Faculdade de Paris.
Eu emprego com o maior xito o Xarope de Quina ferruginoso, e o considero como
ama das mais felizes nnovaedes, na mateira medical.
CHASSA1GNAC, cirurgiao em chefe do hospital Lariboisire.
Este medicamento, sempre bem aceito pelos doentes, deo-me constantemente os mais
vantajosos resultados.
HERVEZ DE CHEGOIN, memhro da Academia de medicina.
A limpidez d'esta preparacao, o seu gosto agradavel, isento de qualquer sabor
ferro, fazem d ella um medicamento tio efficaz como agradavel.
M0N0D, addido Faculdade de medicina.
Deposito em Pernambuc, em casa de Haorer e O*.
Bl'A LARGA DO ROSARIO 137 CIIARLTERIA E PETIT RESTALRWT
Este acreditado estabelecimento augmenta Annexos ao Hotel Central, ra estreita
de, dia em dia quanto possivcl para che- Rosario n. 4 A, andar terreo.
gar ao cume do bem viver. Para dar a conhecer a vaiiedade inflnila
Alm dos saborosos manjares confeccio- de charutos de Havana, Babia, Rio, etc. que
nados com o meihor asseio, tem bellos apo- existem neste novo eslabelecimento pi-es-
sentos de hospedagem, tanto para urna s cindimos dos annuncios pomposos que gc-
pessoa, como para numerosa familia. ramente se fazem, reduzindo-nos apenas .i
A agua, indispensavel elemento para a'tres letras que s5o tres bbb bom, bonito e
vida e bygiene, temo-la sempre em abun- barato. A' vista do genero annunciado po-
dancia para facilitar excellentes banbos.
de-se julgar de nossa veracidade. Esta casa
Ha tambem urna boa hibliotheca e perio- gosa tambem das condicoes de um elegante
dicos nacionaes e cstrangeiros, piano para e pettt rcstmtrant onde se pode ver a es-
recreio, buhares, etc. ele. 'pecialidade dos fiambres e salames de Lion
Sendo ociosa qualquer recommendaco para lanches e at fazer una boa colara,
para to acreditado estabelceimento, omit- juntamente com os principa vinhos do
timos mais prembulos, fazendo ver por mercado, sobresahindo entre o bom a pura
fim, que o bom servico, ordem e moralida- e fervente champagne, o mu saboroso Rlie-
de imperam n'esta casa, como observancia no, a primorosa cerveja, o licor espirituoso,
fiel do regulamento que possue. o quanto pede urna mesa. Faz-se noute
Comedorias a la carte. sorvete e vaiiedade de refrescos.
MUDANCA
MM
de
DO
Joo.Alves da Cunha morador em Kiaxo da
Baramartc termo da villa do Inga provincia do
Parahyba, faz sciente ao respeitavel publico que
de hoje em diante se assignara por Joo Alves da
Cunha Villa Bella por ter encontrado nome igual
Recife 12 de Janeiro de 18C9.
= Precisa-se Jugar urna escrava para cozinbar
e engommar : ni ra do Crespo n. 23.
Atten$to
Alnga-se a casa nova da ra dos Prazeres n.
H, com grandes commodos para familia.
Achando-se justas as casas da ra da Amisa-
de na Capuja, de ns. 28, 30, 32 e 34,outr'ora 11,
W, 15 e 17, do Sr. Angelo Custodio dos Santos; se ha
aJgaem que se oppouha a esta venda, queira annun-
<-iar nestes 3 dias por este Diario.
^Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
TOespoTt. 15, on em seu sitio do Monteiro, gratifl-
>a a quenf capturar o seu escravo Joaquim,
pardo, de idade o vaaot' natu^a^ de Pao d'Alho,
para onde se sudd> t-" fl*do Pr ter aido ^^
nosse dia a coniSnwenni p^ daqueUe ingar,
f ranello meio carapinhado e penteado, -i| onYe
aroco na munheca da mao cireifa, do qu. -'lo
^ore rneunuticas, tendo afolla a sertaneio, mu.
descancada. I
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de Len,
como solicitador do fro desla cidade e dos termos
de fra, se encar-ega de todas as questoes que fo-
rem suscitadas rante os tribunaes civeis, cri-
mes, coramercia.is e ecclesiasticas, promettendo
continuar a exercer o seu emprego, com a mesma
lealdade, aclividade e dedicacao. O annunciante,
pode anida receber certo numero de casas com-
merciaes, por contrato annual e bem razoavel. De-
ve declarar, que costuma dar as contas de despe-
zas judiciaes, todas datadas, especificadas e com
escrupulosa exaeridao, como affirmam os que tem
sido seus constituintes. Quem pois quizer o hon-
rar com sua confiauca, dignar-se-ha procura-lo
ra das Trincheiras no primeiro andar do sobrado
n. 48, junto ao cartorio do Sr. eserivao Motta, para
onde acaba de mudar-so.
= Aluga-se rara escrava parda de meia idade,
somente-para cozinhar: qnem precisar dirija-se
em Santo Amaro, ao sobrado junto do cemiterio
oglez,________________
= Aluga-se un grande sobrado por acabar,
todo travejado, ma nao est assoalhado, com porto
de embarque, mnilo proprio para qualquer estabe-
lecimento de offlci u, lugar dos Coelhos : a tratar
naruadoMondegc, olana n. 13.
= Quem quizer contratar comidas, dirija-se ao
armazem do sal n. 6, e na ra da Conceicao, por
preco comroodo.
MA
"3''\ :'.
EFFICACIA
XAROPE DE RBANO IODADO
.*
0 Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C\ pnarmaceuticos de S. A. I. o principe
Napolei, em Parist preparado eom o sueco da plantas anti-escorbulica cuja efhcaci
mmi popular.
Eneerra o iodo como combinacto organie, e considerado como o meihor succedaneo
do oleo de figado d< bacalho. ^^
A rara perfeico d'este producto anima-nos a dar a conhecer aqui a opiniio de lguns
d entre os pnncipaes mdicos de Paris, que diariamente o prescrevem.
medicacio dos meninos, nio smente snppre o oleo de figado de bacalho, mas ainda faz
as sus vezes eom vantagem. >
D A. CAZENVE, medico em chefe do hospital Saint-Louis, em Pars.
* ^"* ^6^'L\>Mn0 "dtdo nm medicamento de primeira ordem para o tratamento das
amecoea lymphalicas e escrofulosas. Hnitas vezes, empreguei-e com feliz xito, em certos
casos de tsica ao seu principio, como succedaneo do oleo de figado de bacalho.
D' A. CHARRlER, antigo chefe i* clnica da Faculdade de Paris.
0 Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellentes resultados como regenerador
do sango, succedaneo do oleo de figado de bacalho. >
V A. PAVROT, autor do frotfct des maladies des femmes.
0 Xarope ce Rbano iodado nm dos mais poderosos modificadores das constuicdes
rjnnpnatieaa. Tenhe visto ulceras escrofulosas que cada poda curar, cicatrizarem-se,
fracas a sua aceto, com promptidao extraordinaria. Tambem, pelo seu uso desapparecem
as affecede. ttiberculosu dos ossos, nos meninos. "^
Jy GUBSNARD, antigo externo dos hospaes i Paris.
0 Xarope dt Rbano iodado possue todas as vantagens do oleo de figado de bacslho,
sem ter nenbtim dos inconvenientes une aprsenla este ultimo medicamento.
D' GIBOUT, nadie dos hospaes. Presidente i* Sociedad* de medicina de Paris.
Xarope de Rbano iodado de Grimanlt e C eneerra 4r2 porcOTto de iodo, na su
compoiiclo rganicainalega qu se acba no oleo de figado de bacalho.
Ir SLETZINSKl, prtfessor de chymica, lowvaie dos tribunaes i* 1
Deposito em Psmtmbuco, em cata de Usarte 0a.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
NOSSA SENHOMDO BOM GmSELHOl
Da ra da Aurora n. 52
PARA A
Vienna,
IU1 DO IIOSIMC IO V. 36.
O director communica aos pas do seus alumnos, unto internos como externos, que
transferio o seu collegio para a eepacosa casa da ra do Hospicio n. 36, a qual offerecc
as melhores proporcSes para conmiodidade e recreio dos colleg^iaes.
Todas as aulas achain-se abertas desde o dia 7 de Janeiro .
FRANCA-BRASIL
MR. MERCIER, alfaiate francez, previne ao respeitavel publico e a ses numerosos fregue-
zes que, tendo transferido sua residencia paira a ra do Trapiche n. 7, primeiro andar, abi encontraran
sempre todas as qualidades de fazendas para trajos de homem, e prepara costumes para montara d
senhora. Faz tambem obras para militares e para criados, para as quaes tem grande sortimento oV;
botos simples, com virola e cora de conde, brancos e amarellos. Recebe por todos os vapores os
ltimos figurinos para homem, senhoras e meninos.
INJEGCAO VEGETAL
com MATHCO
EGRIMAULT E.C PHARMACEUTIGOb EM PARS
0 snecesso d'eata injecefo, preparada eom u ralbas do Msc do Per, tai Uto rapid, qu
olla a tem tornada popular om todos os paizes do mundo, para a eira da pnorrboa e das pmrgn-
edes de toda a natoreza. E* um produt ust geaero caja aatra u Rnssk tuna aft
authorizada pelo eonselho medico de Mo Peteraurgo.
Deposito tm Pemembuc; m casa el
J
| ftEBHB_l i



wJM
Diario de Pernanibuco Quinta feira 14 de Janeiro de 1869
5
<#

Grande liquidaclo de iniudezas!
240
320
160
400
800
500
Alfonso Moreira Temporal, querendo liquidar ;is iniudezas existentes em sua
loja roa do Quelmado n. i5, resoveu annunciar as me tinas miuflezas para que o pti*
Mico se certifique do diminuto preco porque as esti venteado, a saber:
Massos com grampos 25 a .
Pecas de tranca lisa e caracol a
Sabonetes de todos os precos a
80 ICO 200 e.....
Abotoaduras para col.etes a .
Botes de louca para camisas, a
Garrafas d'agua Floriila (verda-
deira) a....... I000
Frascos com agua de Colunia a / "
320 e........
Garrafa de tinta rota. a. .
Caixas com 100 envclppes a.
Mantas de seda para liomem a
Fita de sarja para eufeite de
vestidos por......
Frascos com oleo para cabello
a 400e.......
Laa para bordar, libra. .
Kscovas linas para chapeo a .
Ditas para cabello a 320 e .
Ditas muito finas para fatos
por pre?o nunca visto 400
500 e........
Pecas de babadose entre meios
a 600 800 e .....
Gravaba de seda de cor a .
Ditas pretas a 400 e .
Bico e renda das ilhas a todo
preco. a vista faz f .
Pecas de fita de coz com 10 va
rasa........
Ama
Precisa-sede una ama para o servido de ama
rasado (mura familia,prcferlndo-se ererava mais
que soja de boa .aduca : a tratar na taberna em
fn-nte a na do Vi gario n. S.
20 Latas com graxa, duzia a
40 Coques muito bons com rede s
. a rede val......
Meiaspara hamens boa fazenda
a 3,5600 e......
Liaba de marca, caixa com 16
novellos ,......
Latas coui banlia (faniiliia), duzia
Frascos com barita a 320*00 e
Botes para punho fazenda boa
a 80 e.......
Voltt de Alj aire ceusa boa a
800 Fitas para debrum de vestido a
(Caixa com agullia franceza a
600 Botoes de ac para coletednziaa
| Caitao com ; lmeles a r
GOO Caixa com perfumaras muito
^OO, fina. So a caixa val 10:5000
| 12^000 .......
i Copo com opiata muito fino a
400 e.......
qqq Meias muito finas para senhora
I duzia. .......
90
500
480
Ij.-iOO
4,500b1
240
2*200
500
100
160
50
160
120
100
15.)000
1^000 Carta francezas a 200 e .
320 D'tas portuguezas a 120 e .
500 ^a'xa de linha do gaz branca 50
I novellos.......
Frasco com hita a 100 e .
Franja de laa iat-a sapato (peca)
....... 500 Papel de peso muito bom .
Sapatos de tranca coutros muitos artigos, que eufadonho seria mencionar.
RA DO QUEMADO N,
500
5>000
240
200
600
160
1,3000
4*000
Aluga-se urna sala propria para escriptorio
de advogado por ser na ra das Cruzes u. 37, Io
andar, u aluguel barato: a tratar no 2 andar do
ini-sino durado. _________
O abaixo assiroado leudo em sen jioder cono
depositario, perante o juizo municipal da prinieira
vara desta cidade, i prcta Mara, de saino da Cos-
ta, do idade de mande SO anuos; acontece que no
i lia 8 do crrente fuarira de sua rasa, no lur da
lioa-Viagem, e leu os signaes seguintes: qiuBi to
dos os cabellos da rabera sao blancos, costuina
trazer a cabeca enrolada com panno romo fazem
as pretas de sua naeao, de altura e corito regu-
lares, nao tein dentes na frente, soffre de romero
de eseropliulas ap lado do pescoco etem una per-
na mais grossa que outra por rausa de crysipella.
Koga, pois.o abaixo assignado as respectivas auto-
ridades ou rapitaes de campo que no raso de Ihes
ser apresentada ou capturada dignem-se manda-h
entregar emsua casa onde satisfar todas as des-
lazas.
Vicente Antonio do Espirito Simio.
MARTIMOS
Iluta |iessoa de longa iratica no commercio
o(Terecc-se liara escripturar livros por partidas do-
bradas, podendo ser procurado na ra do Crespo
n. 18, primeiro andar.
AVISO
Jeito Valentina Ferreira Bastos, prol'essor parti-
cular de instrucrao primaria, avisa ao respeitavd
publico e com rpecialidade aos pas de familia,
que no dia 7 de Janeiro est aborta sua aula na
ra de Santa Cecilia n. 37, onde recebe pensionis-
tas i>or preco edmmodo : o mente profesa* pro-
mette muito se esmerar no adiantameuto de seus
alumnos. Nomesmo dia pretende o mesmo pro-
fessor abrir um curso de primeiras letras a noite
Sara aquellas pessoas .que nao poderm frequehtar
urante o dia.
'>
Gymnasio provincial
l)e erdem do lllni. Sr. I)r. regedor e de confor-
:uidadc com o que dispdcm os ails. (i.' e 63 do re-
Knonto interno jfaco saber que desde o dia 18
it o dia 31 do corrate mez estarn abertas a:
matriculas nesta secretaria, desde as 9 horas da
nanhaa at 1 hora da tarde dos dias uteis, deven-
da os pais dos futuros alumnos, ou quem os repre-
sentar, de por uas nos do Sr. Br. regedor : 1"
i tiilao de idade do iHatrirniando ; i" certidao ou
atestado de ler sido o mesmo matriculando vac-
inado ; 3" recio do importe do primeiro quartel
da pensio, paga na thesou.iaria do Gynmasio.
O mesmo Sr. Dr. regedor manda avisar aos pais
tutores e curadores dos pensionistas, que sabiram-
do estabelecimento para passarem as ferias, de que
devein estas reeeihar-se ac Gymaasio at o dia 2
de feverciro. vespera da abertura do anno lectivo,
sob pena de Hcarcn privados de sabir por lempo
de dous raezes, como dispoe o arL 161 do regi-
ment interno.
Secretaria do Gvmnasio Provincial 7 de Janeiro
le'lSOa
O secretario.^
Antonio da Assniuprao -Habr!.
rllenlo da C mrieio.
Acham~.se abertas as aulas desle estabelecimen-
to sito ra de S. Francisco n. 74. junto a esta)
5ao dos trilitos urbanos do Hecife a Apipucos.
AMA
Ouem precisai de nina ama de lcite dirija-sea
rua de Sania Rita n. o0.
wm mmmmmm mmm m m
O advogado Dr. Antonio de Vas- ji
| cooceUos Menezes de Drummoird
H fransferio o seu escriptorio para rua
I do Impon dor n. 20, onde pode ser
^ procurado todos os dias uteis paraos
JB misteres Je sua profisso, das 11
lunas dai.ianhaa ;is da farde.
ATTENCAO
A qnem souber roga-se o especial obsequio de
informar se existe ainda nesta provincia Maria de
Jess, natural do Porto, viuva de Joao Loureiro,
natural de Vercez. Vieram ambos para aqui em
18i7 ou 1848, para casa de um lillio por nomc
Joao Loureiro, que aqui eslava tambem estabele-
cido coni loja do sapateiro ou tamanipieiro : quem
souber e se dignar fazer este favor, pode dirigir-se
ao escriptorio de David Ferreira Hallar, rua do
Iliiun n. que limito o obsequiar.
t l'OXTRl FOl- O
A Companla Indemuisadora, estabele ida
nesta praca, toma seguros maritimos stibre
navios e seus carregamentos e contra logo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
LOJA
DE
EELOJOEffiQ
DE
VCTOR GRANBIN
N. 40 Rua da Cadeia do Recjfe N. 40.
O proprietario dcsm estabeleci-
mento, premiado com a iK-dalha
daexposico universal de Parfe no
anno de 1856, tem exporto ven-
da em sua loja, um grande anrii-
nw;uto de l'i'logios para a I gibe la.
como sejam : de ouro e prata, sen-
do dos melhores fabfiranes, de patentes ingezi's,
suissos e oorisoutaes. Tambem tem urna grande
quantidade de relogios para parede c que batem ho-
ras, ditos para embarcacoes e para efina de mesa,
todos estes relogios sao dos mais bonitos modelos.
O mesmo concerta relogios de todas a? qualidades
existentes, assini como'tambem conerta chrono-
metros de algibeira e martimos : rqcebe semprc
)or todos os vapores, um completo sjrtiinento de
correnles e trancelins, sendo ludo de ouro de le
ede modelos os mais modernos, assim como diver-
sos objectos de bijouteria dos mais bonitos e moder-
nos (rrwtne
Vende-se urna rasa terrea, com bastantes
commodos, jila na rua da iliaca", na poroacao dk.s
Montes, em l'na. junto a estaeao da estrada do
ferro : a tratar nesta cidade con Virgilio de Castro
Oliveira, travessa da rua do Vicario.
Vealcni Angosto F. de Oliveira
Commercio. n. 42.
nos gostos.
tm>
t^L-uSUfi
A Exma. Sra. D. Anna babel BarrctoVe
Saboia tem urna carta viuda do Rio de Ja-
neiro, na rua do Sol n. 31 primeiro andar.
Precisa-se de um menino de 14 a iti anuos,
liara eaixeiro : na travessa do Marisco n. 7, falKi-
a de eliaiulo.
Precisa-se de um menino de 12 a 11 anuos de
idade. que tenha pralia de venda : na rua do llan-
gel n. 73, onde dar dadora sua conducta.
Os abaixo assignados compraram nesta data
.to Sr. patricio Martins Ferreira dos Santos a sua
aberna sita na rua da Praia n. C. Jivre c desem-
barazada d qoalqner ieUto : queaise ulgar con
direito a OKStna, apreeeate-se no praso de tres dias.
.cife 11 lie Janeiro de-*869.
Xireira Precisa-se de urna ama pa-
ra lavar, engommar e cuidar em
roupa e arranjos de alguna meni-
ti: trata-se ra da Cadeia n.
34 Io andar, prevenindo-se que
pana ir para \piptiro.s.
Ka niadaimneratrizn. Iflnraparlilil
bandejas eon bolos nnnitartm, propis
para easamentas, bailes etc.: podms e to-
da < fualquer ifiialidade de kilo, garantin-
do-se o aiM'eio, promptidao e preco mdico, i
SlS6J'Sai5e9;Sl
Deseja-sc arrendar um en>nho prximo a
-liada de ferro e que moa com agttfi: tratar com
l.eal & iiJiiao.
Ama
Precsa-se de una ama forra ou catis-a para casa
de |>ouca fiunilia: a tratar na ruado Quemado n.
09.
resta de Kossa Senhora do
Monte em Olnda.
0 D. abbade de S. Rento, de acord
om o Sr. commendador Vires, avisa o
sespeitavel publico e devotos da mesma
Seoliora, que tem transferido a festada mes-
illa rente.
Ji Victorino de hezende i C. continuam a
vender farinha de mandioca de superior qualidade.
'-cem-.cnegada de Porto-Alegre: a tratar em seu
scriptorio, rua da Cadeia, n. 5, primiro andar.
Jos Antonio de Oliveira e I.uiz Januario da
'.mna declaram que dissolveram amigavclmente a
soeiedade quejtinham na fabrica de cigarros e
charutos sito na travessa do Quemado n. 5 sobre
a Arma de Oliveira & Gama, fleando todo o activo
e passivo doditoestabelecimento sobre aresponsa-
iiilidade de Luiz Januario da Gama e o ex-socio
oliveira em mais responsabilidade alguma e em-
holcado de wu capital e lucros, e para constar fa-
/.emos a presente deelaracao em que nos asigna-
mos. Reeife 11 de ianeiro de 1809.
Joe Antonio de Oliveira.
I.uiz Januario da Gama.
Luiza Aunes de Andrade Leal, protessora
particular, tem aberto aula para o sexo femenino
na rua Direita n. 87, sonde ensina a ler, escrever.
-oata, grammatica nacional, costuras, bordados,
labyrinihos, cacund e mais habilidades proprias
te nma enhora, os senhores pais de familias que
quizerem conliar-lhe suas fllhas dirjaui-se a casa
aeiuu.
Piliiis mmm*k& de Brislol.
NAO CONTEM mil CALOMELANOS NM NENIirM
OI'TIIO MBfEBAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
tbarticoou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po*
vo, tomo. fttSOM por meio da ficuldade
medica; e por isso, .inlinito 6 < goslo e
prazer que si ntimos, em podermos coa
toda a coiifianraeseguritlade, ivciiHiiieiiilar
as plalas vegeraes assHcaradas (h lirstol,
como urna encllente medicina purgativa, .a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, segara e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao romposto
dessas tlrogas ordinariaBiente usadas na
composicao detsas pululas, que por ah se
vendem, mas Mais linas e superiores qualidades deraizes
Medicinaos, hervas e plantas, depois de se
itver chimicara.nte extraliido e separado,
os principios adivos, ou aquellas partes
qtae contem o verdadeiro valor medicinal,
datiullas porrn fibrosas in>3rtes e agres-
tosmteiramentc destituidas da menor virtu-
de. Entre essi s agentes activos ou iugre-
dientt-s espeeiftaM, pedemos nomear a jto-
tlufihfftn, a qual segundo a .experiencia
tem demonstrado, possue um poder- o mais
maravilboso possivel sabr as regioes do
liuml, iissim como sobre todas as secre-
ces biliosas. Isto de coaibinace com o
leptemirm. e mais alguus extractos vege-
tales e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e fornam una pilnla purgativa, tor-
aando-se por isso muitissiuii superior, a
qualquer urna outra medicina da mesina
naireza, que jamis fora apresentado ao
pHWico. As*p)tlas vegetaes asaucaradas
de Bristol, acliar-se-lio sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, para a cura de molestias, tacs como
sejam as seginles.
Hyilropesia dos mem-
bros ou do corpo,
Affecfes do ligado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Dyspepsia, ou indi-
gestao,
Adstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomag e
flatulencia,
Perda do apetib',
Estomago sujo,
Em todas as molestias que derivam a
sua origem da massa do sangue: a salsa-
parrillia de Brislol esse mfilhor de todos
os purificadores deve ser tomado conjun-
tamente com as pilulas, pois que estas
duas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarera de harmonia urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
n3o nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar n3o s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
esta bem visto, quando 'o doente nao se
ache n'um estado muito alera dos recursos
humanos.
Jos Mara Sodr da Motta,*ex8rcendo de a nim-
ios annos o commercio, no qual tem movido tran-
saccoes de toda a ordent e importancia, julga por
onvenieate fater publico que nada deve nesta
prac. ou fra della por titulo de qualquer natnre-
za: ou mesmo a vencer directa ou indirecta, nem
mesmo de responsabilidade verbal ou de simples
confianca depositada no crdito con) que se dignara
honra-lo : todava se alguem ha que se considere
seu credor, nao tem esco)ha de oecaiao para se
diriair ao annoacianv, eeriQ d que ser promnia
inuaedialamente satisfelto.
DTaffl^X!t^omesdeSouza^)^rez
Firmina da Souza, D. Firmina Maria de Souza,
D. Maria Firmina lo Souza Vianna, e Luiz Erayg-
dio Rodrigues Vianna convidain as pessoas de sua
amizade, e da de seu irmao e tio o desimbarga-
dor Francisco Joac uim Gomes Ribeiro fallecido no
Rio de Janeiro para assistirem a missa, que se
\ tem de cetebrar na matriz da RAa-Vista sexta-feira
15 do corrente as i: horas da mandila pelo repouso
eterno d'aquelle firado, e desde j se confessam
gratos por lao pied o obsequio. t
PILULAS, VIMO
E
XAROPE DE JURUBEBA.
PnEPARADOS PELO PHAIUIACEITICO
ffoaqiiini I A filicida Pluto.
As preparaces de jurubeba sao
hoje vantajozamente conbecidas e
preconisadas pelos mais habis m-
dicos, tanto da Europa como do
paiz, pela sua ellicacia nos casos
de anemia, chlorose, hydropesia,
obstruccao de abdomen, e tambem
as de menstruacSo difficil, cathar-
ro na bexiga, etc.
Vendem-se em porco e a reta-
lho, na cidade do Reeife, pharma-
cia de seu compositor, rua larga
do Rosario n. 10, junto ao quar-
tel de polica.
XAROPE DE FEDEGOSO
E' de urna efficacia verdadeira-
mentc maravilhosa como calmante
do systeun nervoso e applicado
contra -a jwnDsia, aslhma, tosse
convulsa -ou -cotpieJucbe, tosse re-
cente ou antiga. sulfocaces, ca-
tarrhs Ini/nrhiros ter, e em geral
contra todos os solfrimentos das
vias respiratorias, o na phytisica
pulmonar, sua virtude ontra o
ttano ou espasmos, e convulses
incontcstavel, e nmguem ha que
a desconheca.
XAROPE
DE
SALSA PARRILIIA DO PAR.4
OU
DEPURATIVO DO SANGUE.
Usado as molestias de pelle,
mpigens, dores rbeumatieas, e
tuiceras venreas.
O nico deposito destes medra-
camentos na botica do Pinto, rua
larga do Rosario n. 10 junto ao
jifquarte 1 de polieia,
CASA DA FORTIM
Aos 4:0001
Billietes garantidos.
A rua do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus mui-
to fclizes bilhetes garantidos, um quarto n. 3113
com a, sortc de 4;000, dous quartos n. 1631
cem a sorte de 700, um meio n. 2160 com a
sorte de 202 e outras umitas sortea de 1003.
W) e i) da lotera que se aeabou de extrahir a
beneficio do patrimonio dos orphaos (91) convida
aos possuiiiires a virem receber seus respectivos
premios sem os descontos das leis na Casa da
Fortuna rua do Crespo n. 23.
Aeuam-searenda os da 5.* parte da lotera em
beneficio do reeolliimento de Iguai-ass (92.*)
que se exlrahir sexta-feira lo do corrente mez.
Procos.
Bilhete.....4|000
Meio.....2000
Quarto.....i 0ooo
Em porcao de 100* para cima.
Bilhete.....3J500
Meio......1^730
Quarto..... 873
Manoel Martins FU7^.
ftosalma de Miranda HefiqS fex.ia.
professora particular, declara aos pas de familias
que de novo Ihc quizerem confiar as suas filhas,
que acba-se com aula aberta no dia 18 do corren-
te, na rua da Roda n: 16, onde contina a encinar
a ler, escrever, contar e a grammatica nacional,
como tambem costuras chas e labvrintho cheio
e passado, a bordar de ouro, de mat i, e de (loco,
a bordado branco em ponto de prata
pontos de la.
Madrinas de desraroi*ar al#odo
Domingos Alvos Matheus tem para vender em
seu escriptorio na rua do Vigario n. 21, nmorio
res machinas para descarorar algodau, de lodosos
amanhos.
PASTILHASTSSCAADAS~
DO
DR. PATERSON
De hisnuitIt e maguezla.
Remedio por eipellencia para combater
a magreza, facilitar a digesUto, fortificar o
estomago etc.
34
DEPOSITO RPECIAL.
Pharmacia deBartholomeucc C.
-----Rua larga do Rosario-----31.
Aos Srs. ili* engenlio
Ha para vender una asedenle matutea de dis-
tilaeao, a qual , rua do Brum (fondic^o). Para tratar coin o leu
dono na rua do Hospicio u. 23, que far negocio a
((iiihciio ou a prato.
Precisa-se de urna ama para caka estrangei'
ra, paga-se bem : na na do Brum n. 8, 3 andar
= Aluga-se um teireiro andar de um sobrado
na rua da Praia e um segundo no caes do Ramos
a traiar na rua larga do Rosario n. 18, segundo
andar.
de todos os
COMPRAS.
Com muito maior vanihycm
Compra o Coracao de Ouro, n. 2 D, ua do CaLu-
ga, moedas de ouro e prata e pedras preciosas.
Compram-se 30 pipas com niel
a tratar no caes do Ramos n. 21.
s o caldo) :
OURO E PRATA
Compra-se hoje, moedas d prata, li-
bras esterlinas e ouro de todas as qualida-
des por maior preco do que em outra qual-
quer parte, na rua da Cadeia do! Reciie n.
58, loja do azulejo.
Compra-se um preto que saina tritar de un
Sitio : na rua da Cadeia n 31, arniazei
Ferros vellios.
Compra-se toda e qualquer porcib, tanto batido
mo fundido: no caes Vinte e Dous de Novembro
como
n. 21 (armazem).
Compra-se
luna escrava moca de cor preta, que kaiba eozer
e engonunar bem, paga-se vantajos mente: na
rua do Vigario n. 10, escriptorio de Bltliar, Oli-
veira 4 C.
Para familias
Crande Bazar, na \ov:i ns. SO e
. de Carnelro Vlanua <& C.
Acaba de chegar a osle esfaholecimento
grande porco de machinas para costuras do
autor Wheeier Wilson, approvadas na ulti-
ma expsito de Paris, as quaes cozem com
dous pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser tfio suave o niovimento,
que qualquer crianca de oito annos fcil-
mente trabalha, c pi'xle, cum este ntrete-
nimento, levar vantagem ao servico diario
de trinta costureiras. A comprebeosao
simples, pois em um (parto de hora se li-
ra senhor do movimento da machina, ten-
do a mesma a proprii dade de iazer as se-
guintes costaras: pospontar, abainhar,
i'ranzir, marcar e bordar, ionio ajiiesiiitan
os desenhos que acompanhain-nas. Os pro-
pretarios do estabelecimento se encarre-
gain de mandar ensinar n'esla cidade, e
garantem entregar o-importe dispendido ao
comprador, no caso de nao tialialhar com
[i'i IVicao a machina vendida, nao tendo,
porm, soffrido ella alguma avara. Ha tam-
bem no mesmo estabelecimento machinas
do autor Grower & Baker, de trabajbo sim-
plesmente mao, e outras com movimento
dos ps; e mxime todos os pertences das
mesillas machinas, para vender avnlso.
Cemento de fortland.
Vende-se no armazem de Vicente Ferreira da
Costa & Filho, na rua da Madre de Lieos n. em
barris grandes.
Em casa de Theod. Clinstiaiiseii. rua doCom-
mercio a 16, encontram-se efTeetivamenle todas
as qualidades de vinlio Bordeaux, Bourgognce do
Rheno.
Ck
uro e prata
em moeda e em obras inutilisadas. compra-e por
bom |>roco : napraca da Independencia n. 22.
Na praca da Independencia n. 33,i loja de ou-
rives, compra-se ouro, prata, e pedias preciosas e
tambem se faz qualquer obra de enculnmienda, e
todo e qualquer concert.
Compram-se moedas de prata e ouro de todos
os valores, ouro e prata em obras vellihs, e pedras
preciosas; compra-so bem na rua da Cadeia h. 2
debaixo do arco da Conceicao, loja de (prives
Lompra-se um escaler de 20 a 2 palmos de
comprimeuto c de 7 a 8 de largura, e maneiro de
inadeiras : quem o tirar annuncie ou dirija-se ao
escriptorio de Alfredo & Cunha, por cima do Tra-
piche Dantas.
= Compram-se aindices da divida publica: na
rua do Livramcnto n. 20.
Compram-se escravos corpulentos e saSofl
ate a idade de 30 annos, e una inulatjnha bonita
tigui-a de li a 16 muios : na rua da Cruz n. 57
primeiro andar.
Manoel Alves Ferreira & C. na ruada
Moeda n. 3, segundo andar tem para vender
superior polassa da Russia em barris e meios
banis e cal de Lisboa da mais nova que ha
no mercado.
Vende-se nina niobilia de amarello com muito
poueoiiso: tratar BaruaVelha de Santa Rita
n. 27 segundo andar.
Vende-se urna oseraTiiiha de 11 anuos, sabe
cazer, engommar ecosihar, e de excedente con-
ducta: (iieni a pretender dirlja-sc ao boceo do
Marisco sobrado n. 7 prinieh-o andar.
Na rua de Hortas casa n. l,e.Mnpra-sejornaes
ou outro qualquer jiapel que enteja liinpo, ala a
arroba.
Na rua de Hortas n. i tem para vender f i veas
de niailiin. para correias de tereeiros do (".armo.
Vende-se una mulata lie idade de 18 a 20
annos, milito baengommaceira ecosinheira: quem
quizer piule dirigr-se rua do Liviamento a. 19,
que achara.com quem tratar.
VENDAS.
Pechincha.
Paraum Drineipiante, na rua de Joao Fernandes
Vieira vende-se a taberna n. 56, com poucos fun-
dos e de muito negocio, por seu dono achar-sc
doente : trata-se na mesma taberna.
~0~PUBC0~
Para liquidadlo
0 deposito de carvao do Porto das Canoas da
rua Nova junto a rampa que vai para a casa de
delenran, vende carvao a.retalho em barricas a
ooO rs. levando o comprador cobre ou croco feito
Vende-se una escrava com um lindo lllliinlio
mesira-cosinlieira e insigne eiigoinmadeiin.tein lnJa
conduca e bya bgnra. seis eo, una dita por 750:5, boa quitandeira, cosinlia
bem c leva': travessa D Carmo n. 1.
Grande liqiidarao
0 proprietario (Pantiga e bem cnnl. da
loja de iniudezas denominada Beija I
rua do Quenado n. V.l, querendo acal .i
com o sortiiiiento de iniudezas que exis i:,
teii delibnado proinler D urna cumpk'ta !i-
qnidaeao, para o que chama a atlencSod. ., -
(los.
Us objectos sero vendidos por melado de
50 valor, criara que opublin. nao suppo-
nha, que o \\iv. ente antiuncio urna illuso,
o proprietario da dita loja, oflerece una pe-
quea lista de algumasmiudezes, com os m s
diminutos precoscomo abaixo se ver;
nSo apresentando una lista completa de to-
dos os objectos (pie esto exjiostos a venda,
lela razio de se tornar um annuticki nm to
extenso e por cnise(|uencia de enfadonha li i-
tui a, por isso apenas lemita-se as seguint. s :
1 Duzia de miadas de linha para
fazer croch. |,f>
1 Caixa de liidia com 50 novellos 360
1 Dita i 50 .< N'O
I Dita i 10 .;.)
I Duzia linha de carriteis de
100 jardas 300.
1 Dita a ( de
00 jardas. i _< i
Tita de laa para debrum de todas
as cores, a peca. ;;? < >
Da branca Ji o
Dita t (o
Peca de fita de linho com 10 varas,
e mu serve para coa. < i
Dita f eos ; )
l'entes voltiados para menina e se-
nhora. ::<.()
Ditos muitos finos. 50fl
Ditos prelo com chapa. U0
Ditos blancos :;.d
Ditos pretos. -j-.n
Ditos brancos finos. WO
Kscovas para denles a ICO, O c :; t
Ditas para cabellos. S)
Ditas muite linas. hi
Ditas jiara roupa. ::.
Ditas dita de diia. .>'J
l'entes de coque com fila a 1->J0,
2i5WOO e ,.1( .,
Pentes para coques I-S30, 2^300
3.-5O0O e 'm)
Pecado franja paratoalha a peca
com 14varas. ii i
ntremelos bordados a peca 600 7' o
Tinteiros de porcelana l500 -"> 2 I
BaTaios para meninas de escolia
bonito desenlio 800, !), 1^300 :.' I
Peca de fita de seda para enfoi-
tes de vestidos. i -> u-r>
Pila de sarja de todas as cores. I 11 i
Gravatas pretas a 30 e :ii i >
Ditas de cores. :vt)
Sapatos de tranca e tapete. 1 :. i
Garrafa de agua Florida verda-
deira ]::,)
Frasco com extracto em sapati-
nhos. ',!')
Ditos com leos. ',. i
Dito aguado Colonia, piquenos. 5*0
Dito, dito de dito de lie ver. Ii" I
Ditos com banha. yfio
Ditos com tnico. l$ooo
Ditos com oleo (locme. l,-5>m*
Ditos com extracto e banha. IfHH'O
Ditos com extractos diversos >>>
Pao de pomada. f>< n
Ditos pequeos de pomada. so
Capellas para noivas minio finas. : i 100
Sabonetes, 120, 320* fil'O
Ditos transparentes de bolla 300, l tu ti
Badea para cabeca 3*10
;
Bandeja 900 a
Duzia de booes de
l'eites de vestido
Porceira de cotilas.
sedapaia en-
2V0-
800
Liquidacao de fazen-
das avariadas
Chitas largas finas o covado a 180 e 240, ainda
estao frescas da avaria, por cuja razio lavando fi-
cain em perfeito estado, cheguein a ellas antes que
se acabem : na loja n. iti da rua da Madre de
Deus defronte da puarda da alfandega.
Vende-se
Duas pias de marmore muito finas, rom floroes
em relevo, que pdem servir para groja, ou para
casas particulares, vende-se por preco muito com-
Wova, escripiorio de' Quinteiro &
modo: a rua
n-63.
Libras sterlluas.
Veodem-se na rua la Cruz n. 20, armazem.
Vende-se oito casinhas na rua Imperial, que
rende mcnsalmente W000. sao de pedra e cal: a
tratar na mesma na n. 247.
Viiiho verde
Vendem S. T. Basto & irmaOB, rua da Cadeia
n. 17, barris com superior vinho de Basto.
Vende-se una mobilia de amarello quasi no-
va : a tratar cam o tenente Luiz Jeronvuio as Cin-
co Pon tas.
Vende-se a taberna n. ti. na travessa da Sen;
zal velha, com poucos fundos e bem afreguezada
para a trra, propria para qualquer principiante :
a tratar com Francisco Alves Monteiro Jnior, na
travessa da Madre de Dos n. 18.
Mara Joaquina da Cruz Celestino professo-
ra particular de primeiras letras participa aos
pas de sua* alumnas que abre sua aula no dia
11 do corrente e convida aos pais de familias, que
de novo Ihe quizer confiar as suas filhas o diri-
gir-se a travessa dos Expostos n. 18, primeiro
andar. '
Urecisa-se alupar um moleque, paga-se 14J
rs., que regule 15 annos de idade : na rua do Ha-
bu ga, n. 2 B,
d

r^"mf
Aluga-se
Preciaa-se alngj r duas pretaa escravas ou dous
nwteques que sirvun para ender na na frotas e
Mitra*cousas a uatar na ru do Qoeimado n. 87,
ESTRADA DE FERRO
DO
Reeife ao S. Francisco.
AVISO.
Pela superintendencia desta estrada de
ferro s5o convidados os Srs. accionistas des-
ta companla a virem ou mandarem por seus
respectivos procuradores a estacao de Cin-
tasPootas receber o 9. dividendo de suas
aeces.
Escriptorio da superintendencia, Villa do
Cabo, 11 de Janeiro de 1889.
G. 0. Mann,
Superintendente.
Rap Gasse e Paulo
Cordeiro
No armazem de Jos Joaquim Lima Bairao, a
rua ua Lruz n. 18, tem constantemente suprimen-
to de rape Gasse grosso e fino, o Paulo Cordeiro
commum e viajado; no precisa fazer apologa de
sua exeellente qualidade, pois ella j de mais
conhecida, assim como o lugar propiio de sua
venda. ,
Hadeira serrada.
Vende-se urna porcao de laboas de lonro e ama-
rello vinhatico em diversas vitolas, desde forro at
costados: a traiar na rua da Paz n. 20.
i.i:\<;0* Wl i.AiiYHivro.
Chegou a loja do Passo rua do Crespo n.
71 uinricoe completo sortimento de ricos
leosle labyrintho que se tinham manda-
do fazer de encommenda propria, para se
fazer presente.
Vende-se um solim inhlez em meio uso com
todos os arreios : na rua Direita n. 30.
VENDE-SE
Urna casa terrea nova, na Boa-Vista rua de S.
Goncalo, com 6 quartos, sala bem estucada, com
gaz, quintal murado etc. Vende-se ou permuta-
se por outra propriedade, a melhor olaria dos Co-
lhos, em frente ao hospital Pedro II: a tratar com
Antonio Carneiro da Cunha.
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se rap Paulo Cordeiro fino, via-
jado, era latas, meio grosso evinagrinho,
no deposito cargo de Jo3o Francisco da
Silva Novaes, rua do Vigario n. 11. Faz-se
vantagens a quera comprar porejo, e troca-
se o rap que nao sabir ao agrado dos con-
sumidores.
Aos donos de coxeiras e forrado-
res de carros.
Na antiga coxeira da rua Nova, que foi do Adol-
pho e hoje de Vieira & C, tem para vender o se-
guinte para forro de carros: panno asul e seda da
mesma cor com seto palmos de largura, galio lar-
go eestreito da mesma cor, bonitos chirotes para
cabnolet. escaras para lavar oarallos, velas para
carros, latas rom graxa para limpar os arreies,
encerados para guarda chuva de carros vaqueta
para eoberta de carro e meios de sola de lustro
para arreios.
AfilMAS
para machinas de costura de trover A Baker :
vendem-se na rua da Cadeia do Reeife ir 31, a 2
a duzia.
Vende-se
um cofre de ferro, grande c bem fornido : a tratar
na rua da Cruz n. 23. Io andar.
= Vende-se urna mob lia completa, nova, de
amarello, a Luiz XV. algum, feita de en-
commenda, e tambem se trisnada a chave do so-
brado de um andar em boa rfia, pintado de novo e
esteirado : a tratar na rua do Kangel n. 8, deposi-
to de pao.
Vende-se um buhar com seus pertences : na
rua do Hospicio n. 38.
A NOVA ESPERANQA
21= Rua do Quemado = 21
para presentes
A Nova Esperanca, rua do Qneima n. l tem mu variado sortimento de ol
los de gosto e pliantasia proprios para pre-
sentes, sohresahindo entre elles ricas cai\ -
nlias de bano com linas perfiininrias, cos-
tureiros de chagrn, agulliein s de madre
petla : assim, pois, quem quizer fazer un a
linda ollera, dirigir-se Nova Esperan ,
rua do Quemado n. 21.
Para baptizados
A Nova esperanca rua do Quemado ti
21, tein lieos vestuarios pretorios para \ta\>
tisados, sapatiihos, meias de seda e ii i
Escossia jiara o mesmo im.
Collares anodinos ellectro-mogncli-
cos contra as conmlccs das
creangas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados < s
verdadeiros de Royer, e eis poajKc muitos
pais de familias nao creem (comprando-.^)
noelTeitopromettido.o que s poden dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porn
que detesta a falsilicaco principalmente no
que respeita ao bem estar da homanidade,
fez urna encommenda directa destes collares
e garante aos pais de familias, que sao os
verdadeiros de Royef, que a tantas ere
cas tem salvado do lernvel mcommodo de
convulfoes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanca a rua do Qoeimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seus
tilhinlios, antes que estes sejam acommett*-
dos do terrivel mal, quando enlao ser di-
flicil alcan?ar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collar, i
de Royer.
Aos amantes das cacadas
Commodas boleas proprias para os rae-
dores, vende-se rua do Quemado n. 21,
loja da Nova Esperanca.
Preparo para flores
A Nova Esperanca, rua do Quemado
n. 21, tem um completo sortimento de pre-
aros para flores, como seja papel para folbas,
dito para petulas, clice, botes. (bhas
panno e todos os mais preparos para fi
mar-se um ramo ou grinalda, com gosto e
perfeicao.
Agua divina
A Nova Esperanca a rua do Quemado n.
l recebeu nova remessa de verdadeira
agua divina.
Para extinguir as sardas e
panno
Recebeu a Nova Esperanca, rua do
Queimado n. 21, leite de*
para extinguir sardas e pannos.
. Para alvejar e conservar os dentes
beua Nova Esperanza, m do Queim
n. 21, o verdadeiro poz de rosas e o eli.v /
dentfrico e o dentalgico.
IIIBIVH


14 do Janeiro do 1869.
AO BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOAMS 8r C|| 1
Ra Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
PARA O 2fOYO AJliXO DE 180.
.Novo siiriiiiifiituil :;rli(ii>sd moda ehixKreoetudos pelo ultimo vapor vindo da Europa.
Especial Mirtiiueni > dcol.ji'ciDs para mimos.
Perfumaras finas los principa* autores-.
Luvas de pellica fivscns, brancas c de core* para homens e sentaoras.
('.hapeeziohos de piHia de Italia enfullados, para sonhoras.
llica's ehapiiiuiwpan senlioras, porros de pallia de ludia paia senhoras enteuiia?.
Especial soriiiiienlodi' .-.intos parasenhoras.
Enfettos desasto para seitlioras.
Fitas do pinsd''iiaple superior de todas as cores e larguras.
Franjas com vidrHos, bruteas, do cores e pretasr
Ciuaruiees de ledas as ipialtdadeg para vestid*;
Vestuarios cmplelos para baptizados.
("totinhas e pitrinos enfeitado.' para guanaras.
Coques mudemos, lisos e enfeados.
Hornoiis de laa e seda, chvs claras, moda elefante para senlioras debom gost>.
CocpinblM deeamliraia enfuetados para senioras.
Cacnc-nea de la.
Chapeos ae sol para homens e senhoras.
Flores linas, srirtiiuenlo especial.
Humas elegantes deqnalidade superior.
Cintos riqps de pallia. alta novidade.
Grinaldas de llores linas.
Camisas superiores para homens.
i'.olarinlios e punlios.
Gravatas e mantas modernas.
Bengalas de diversas qualidades.
Caixas grandes com quatro peras de msica.
Flores de palha para guarnieses de vestidos, botes, fivelas, lacos paraenfehes.
Challos de pello de seda prctos, forma a Kotschild, fazenda superior para haBie**
Correntcs de plaqu lino. gustos bonitos para relogios.
Caooletas de bom gasto para as mesmas.
dormites pretas de borracha diversos modelos para vultas.
Objectos para luto. .
E mnitosoutrosartgos de novidade que s vista podem str apreciados.
Existe continuamente um completo sortimento de iniudezas, vende-sc por grosso
a emmm&nm puecos
NO
BAZAR DA MODA.
OS MED
as partes do mondo* cmpregaui, com o maior xito,
o de ferro soluvel de Lanas, para curar a chU rosis
(core m afeS aJF*B ft#aP exuustaca do Mogae; com esta prcparacSo dio
ao corno o vWtHTifWbt^aKnieu natural; faclilam o desenvolvimento tao labo-
rioso da puSerdade. Cas effeito, ludo, n'cste medicamento, se aclia reunido para Ihe
assearar o maiar rsdiW. pois que entram, na sua eomposicSo, os elementos dos esos e
M. Lbras. doutor em sciencias, pliarmaeeutico, professtr de
condecorado da ordem da Legio de
setnelas, pliarmaeeutico, professer
Honra, digna recompensa dos seas importantes Irabalbos.
do sangue. O eu autor, M. Lbras, doutor em
cuy mica, ipPfffarV ^fhPW' w'' tecentcmentc.
e a rctalho
As seguintes "apreriacSes dos mais celebre mdicos anda vera corroborar e justfficar
lodos estes tiiulos 4 cenanes pnblica :
Precisa clarificar o puosphato de ferro soluvcl entre os ferruginosos que n-.elnor
t convem aos doenlcs cujos orujos digestivo supporlam mal a prepsraides de ferro.
SOL'BKi''v profesor na cota de medicina e de pkarmaaa. I
O phosphalo de ferro mj v,, .. rm qnanto a mm, a mellior das preptracoes ferrugi-
t nosas, esou emprimo da o* mci -impos e seguros resultados.
\',\ \S, medico do hospital Sainte Eugme.
A frma liquida do phospi -f^a soluvel d-lhe urna immensa vantagem jsobre
as pilnlas; cu considero eslcn.c.. como mui superior s preparacSes iodadajt.
< ...VAL, medico de S. M.o Imperador.
Eulre todos os ferruginosos, njlo coi .. emos um s que obre tio prompla e efficaziaente
como O nhosiiato de ferro soleve!, c uso, em cansar o estomago.
IlELLOC, BAUME, B1G0T, FOLLET e PRVOST, mdicos dos liespitaes.
-Os effeiles da preparacio de phosphato de ferro soluvel me parecem ser mni sguros
e promptos. DEBQUT, redactor em chele do Bullelin thrapemiqne.
Entre todau as preparacSa erraginosas, o phosphato de ferro soluvel foi a que |;mpre
i me deo os m-lhores e mais saMsctprios resultados. GIBOUT, medico dos hotfilaes.
t O phosphato de ferro soluvel tem, sobreludo, a vantagem de evitar a^constipado e
convir aos temperamentos delicados. D* FAVROT.
Deposito em PernambMC, em casa de aiaurer O*.
' '>.'<-. ;:' .

Pharmactutico
^laureado *
pela Academia
' ide i
PASTILHAS
[sDOSESifDIGEST^Sl
deBURINouBUISSON
Medtlhado
pela%\
Sociedade
fomento.
. m
PREQO CORRENTE DOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
NGEL &C
Eua Nova n. 23, Ra do Cabug n. 8
Pernambuco
Chapeos de soda trancada, Paragon, de 16 hastos, 28 pollegadas a 16$ ; 2
pollegadas a lo->. e 2i pollegadas a 14000.
Ditos de seda G. de N. Bara, de ac, de 16 lastes, 28 pollegadas a l >
de 26 pollegadas a \U ; e 2i pollegadas a 124000.
Ditos de seduG. deN. lisa, de aro, de 12 bastos, 28 polleq-adas a 12-^: de
20 pollegadas aj;e 21 pollegadas a 10000.
Ditos de alpaca, de ac, de 12 hastes, 28 pollegadas a 6* : e 26 pollegadas
a :;-^00.
Por duzia faz-se descont de 15 0\0
Chapeos de sol de patino, de baleia, de 8 hastes, 24 e 26 pollegadas a 32;$
a duzia. (Descont de 10 0[0).
Ditos de panno, de junco, 8 bastes, a '18:5000 a duzia, liquido.
iicim in tari*.
>^^%CON LACTATO D^SODA E.M^GNEIA
Estas Patlls constituem o medicamento o mais novo e o mais racional paf' ednbatr
todas as affeccoes .das vias digestivas. Ellas comem, com effeito, o acido lctico, nn dos
elementos normes da digestio, combinado com a rnagnesia calcinada, cojos bons cffeitos
tem sido apprsciados por lodos os mdicos, e o bi-carbonato de soda, sal que fas a base das
aguas de Vichy e da maior parte das aguas mineraes alcalinas. Este trplice oonjuncto de tres
productos coja efficacla popular, explica o bom xito que se obtem as gastrites, aaslrgias,
\tahii*s degazts, inchaido do ettomago, vmitos devois das comidas, indigesloes, dores
Cestomago, etc. Deposito em Pernambuco, em casa de atanrer e c*.
Approta(5o
ia academia
de medicina
de Pars.
OS-MANi
SfiSS
As preparacSes ferruginosas liquidas
especial dos
tem desde muitos annos
l'iunmaccutYO
laureado
ia academia
de medicine.
merecido a approvaco
mdicos, porque ellas obrao mais rpido e seguramente do que as plalas, e
s mais fcilmente toleradas pelos doentes. Os Pos ferro-manganicos possuem a iaappre-
ciavel vantagem de poder offerecer n'um instante urna agua ferruginosa gazeosa, de goslo
agradavel, mas activa do que as aguas mineraes, e contendo de mus um elemento precioso,
d Manganese, que sempre se aclia no sangoe, junctamenie com o ferro. Empreg8o*se em
todas as molestias que tem por causa o empobreciruento do sangue, assim romo para vigorar
os temperamentos debis e lymphaticos. A chlorose, as Per das brancas, dores d'estbmago,
a irregularidade da menslruacao c amenorrlta ou suppresrSo do menstruo, cedem
mente a seu emprego. Devenios mencionar aqu um facto notavel, islo 6 que os doentc
dos pela agua preparada com estes pos esto muito menos expostos a recadas
aquellos que forao tratados pelas preparaedes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurcr e C".
apida-
s cra-
lo que
Para msicas militares.

Completo sortimento
BAZAR DA MODA
RA NOVAN. 30,
Esquina da ra de Santo Amaro
i por cento menos que em outra qualquer parte vcudein
JOS DE SOUZA Qun
a acreditado autor Goutrot Ainea Paria.
k
a- c.
ttll MOVA M. SO
ESQUINA DA RA DE SANTO AMARO.
VERDADEIRAS
PILULAS DE BLANCARD
COM IODURETO DO FERRO INALTRAVEL
'APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
r Possuindo as propredades do iodo et do ferro, convem especialmente as Affi:ccos
escrofulosas, a Tsica no principio,a fraquciade temperamento e tambero nos casos de
Falta de c5r, amf.nimniiEA, em que precisa reagir sobre o sangue seja para restituir
lhe a sus' riqueza e abundeneia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peridico.
N. B. 0 iodnrelo de ferro impuro on alterado Vi um medicamento infiel, >/ t-\
irritante. Como nrora de Dureza a de autlicneidade das trrdadeira* Pi- *).-f. *J
$L
irritante. Como prora de pureza o de aullicneidade das rerdadoiraa
lula* de Blaneard, deve-se exigir nosso aella de prata reaeliv
no-so arma, aqui reproduzida, que se ar.lia na parte inferior de um
rotula crdc. Derc-sc desconfiar das falsificacocs.
. Aehan-ne n lodaa a pharmrei. Pharmaeeutico, ra Bonaparle, 40, Par!
Tem para vender em seu* arma
tros, os segaJntes artigos
Papel para imprii'.
Perlina azul.
Orare pautado e "liso.
Vinlios em caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hery.
Madeirli.
Hennitage.
Chamblis. .
Licor de curasao de Hollanda em caixas de va-
te e quatro botijinhas.
GESS0
Kosarmazens do Tassolrinios.
Grades de ferro
para jardins, porleiras ote
Nos armazejis de Tasso Irmaos
< \ ii it i mos im: i iii ii<
Para semiene de grandes armazens. para remo-
ver barricas ou eaixues de um para outi u, lado pelo
mdico preco de 12000 cada um.
Fariiiha.de trigo de Trieste
Das nii'llioras marcas Punonia (verdadeira) Fon-
tana e grande irtimcio das nielbores marcas de
farinlias americanas.
Saceos de fai'iuha de trigo do
(Me
Todas novas, cliegadas ultiiiiauente nos arma-
zens de Tasso Innlos.
Cemeulo romano
Nos armazens de Tasso limaos.
CeutflUte hyilraulico 12%
Omelb.ir.para ludo que.sao obras para agua, co-
mo assentamenlp de caaos de esgoto, algeroxcsi de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcoes dt
rinroento barricas se far redurcao no preco -. no;
armazens de Tasso Irmaos.
Omento Portland
0 rerdndesro cemento Portland em casa de Tasso
[raaos. .
| Grades de ferro, cercas, por
teiras, etc., etc.
De diHcreiitcs <|tialidadi-s para cercados de ani
naes. cbiipieiros liara galianas ou jardins : nosar
nazens do Tasso InnSos.
Barris coiii bren
us armazens de Tasso Irmaos.
i CANOS DE BARRO
Na ra Nova de Santa Hita, na antiga fabrica de
[sabio, tapara vender por preco o mais mdico
I possivel. canos francezes para edificacoes e esgo-
tos de toda a qualidado, superiores a tidos os qu;
aqui tem apparecido pela sua solidez.
,prbos
11400 por cano grande de 3 e meia pollegadas.
1 a300 por dito de 2 o tres quartos de dita.
1 aOuO por dito de 2 e um quarto de dita.
BOO ivis por pistoleta de 2 pollegadas.
Cotovellns, curvas e canos de maior grossnra.il
vstase far o preeo. Compras maiores de 300i
tem 5 por cento de desltonto por prompto paga-
! monto. Pde-se ver as amostras nos armazens
i de Tasso trisaos.
lijlos francezes
Para Iadrilbar casas terreas com asseio e prepon
mdicos, muito convenientes e proprios para ladri
: llios de cosinhas em sobrados, pelo seu asseio e
evitar apassagem de aguas para o andar inferior
e mesmo o perigo de fogo, aos^irecos de 30000 i
155000 o milbeiro: na ra Nova de Santa Hita, na
antiga fabrica de sabao, e compras maiores de 200;;
PARA A FESTA. *
As e liarles uY halaiK <) tle 1 boto a
UuP% a duzia, dem di'in de i bolOes a 8.
iilem dem pata sobre me/a de 1 botao a
4(^00, idem idtiu ,]c i lurfes a ";>, todas
em peifeito estado ; assim ijorao bandeijas
finas o de dilTervntes |;manllys. cnlUeresde
luclal princii'f'. irem pa cosriiha,ferro
para fw vestdns, bacas de metal de 20
a 36 iiolegadas, proprlas parabanho.es-
pingardas de 2 canos linas, assim como po-
zos pelo systema mettico adoptado ltima-
mente pete cmara municipal, alem de.ott-
tros muits objectos tendentes a ferragens
e miudezas, que se vendem por barato pre-
co, na roa Direita n. 53, loja do Braga.
!
VFE,I1TC
AO TRIUMPHO
Esta aexposico do respeitavel publico ueste importante estabelecimento um
lindo e completo sortimento de fazendas cliegadas pelo ultimo vapor da Europa, o que
oda* l muuiuoavay uya prctua, para auquinr a svmpauna ae quem
procunr o Triumpho.
Lmdas sedas de cores novo gosto a 2*000 e 2*8000 o covado.
Glaccz de sedae laa apurado gosto para 44800 covado.
Laflzinhas com listras de seda para 1*200, 1*000 o coy ido.
Ditas de lindos padres para 500, 700,800 e 900 rs. o covado.
Cambraias brancas de 4*000 at 8*000 a peca.
'tilas de cor nevos padroes de 640 c 800 rs. a vara.
Saias de 19a com bonitas barras.
Baldes de la e inurceiina e de arcos.
Basquinas de gros-de-aaple de 22*000 a 40*000.
' iros-de-aples prrtos de 2*000 a 4|500 o covado.
IWtftS de todas as cores.
>gadiz branco.
Brmanthas brancas c do, cores.
partilhos c entre-meios bordados.
Meiaa tinas para seubora e para bomem.
i . bramantes, atoajhadps, talhas de lii.hu o dealgodac, e outras umitas fa*z'endas
ud-ai por precos que s a vista o comprador se poder desengaar que s6 no
ph lera comprar bom, e coinecononia.
PARA HUMEAS.
Bo u'to sortimento de casemiras, brins branco? o'de cores, camisas de Iinho e aigo-
maas e gr natas do tte lia mais moderno,chapeos de sol de seda e alpaca,
o outras murtas fazendas qoe vista se podero agradar, e manda-se fazer qaalgaer obra
i o que tem um hbil mestre, p preco em tudo, su encontram no Triumpho '
) (Jueimado n. 7.
>\u
al'aiate
- ua
sSOMGAS das! CF kNCAS
XAROPE de MAOTODADO
G^AUVli CA. PHAFilVlACtUTICO EM PARS
Este
bom roidiecida e as
mmlieamento goza em-Pars c nomu.do inteiro de nma faria justamente merecida, por
itimuientc combinado nccowdo com o sueco das plantas inliscorbuticas, cuja efficatia
uaes k naturalmente exisn e iodo. E' com este motivo que elle sumir
cora vantagem o
especialista para combater as diversa affeecjes da pelle.
Deposito em Penamhuo, en casa de atanrar 0a.
Conservadora de sua iudivi-
dualidade, amiga do
progresso.
Os lubyrmtlws da Esperanga
AJoja de miudezas da ra do Queimado
n. 3." A, vem apresentar sua escolhida
freguezia um artigo que at boje custava
muito caro, e por isso s ebegava para a
classe mais abastada da sociedade.
Tolhas de labyrlntho
Perfeitamente ignaes s que se Cabricam
no paiz por urna decima parte do valor d'el-
las vindo a esta loja, apreciar a perfeicao
reunida a" economia, (nem sampre possivel
isso).
As toalhas teem um circulo de lindo de-
senlio e no centro se le em caracteres maius-
culos a allegorica inscripeo.A' baptisar.
A' passeio.Meus ruid'ados.Lembian-
Ca.Visita..
r Ninguem por cento deisor de* completar
o'enxoval do lindo filho para fazer economia
de i 5 ou 20Ji,esses nadas de que se compbe
o guarda roupa dos recem-nascidos qua-
si sempre ficam aos extremosos cuidados
das mis, a essas a quem e Esi>eranca se
dirige, para quem desde j dispe-se a dar
amostras e certa est que pelo prego neahu-
ma deixar de comprar.
Fronhas
A Esperanca, tambem recebeu fronhas no
mesmo gosto das toalhas que vende pelo Ba-
rato preco de 3,)000, o que cusava 10*! 1
apreciaj e se ligardes importancia aoon-
fortavcl da vida, sem duvHla comprareis :
LOJA D GALLO YIG1LUTE
Eua do Crespo |n. 7
Mandn vir de sua conta e acjiba'de re-
ceber pelo ultimo vapor, complettj sortimen-
ot de objectos de novidade e phantasia, os
quaes esto resolvidos a vender por precos
nimiamente baratos, para assim animar aos
concurrentes e ao mesmo tempo dar sabida
ao grande deposito que tem: isto ra do
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilaite.
Gollinhas, punhos e camisinhas. para se-,
nhora, fazendas de gosto e novidade.
Finos vestuarios para baptisadis, assim
como touquinlias, sapatinhos e u|ieiasinhas
para o mesmo fim.
Grande sortimento de bicos e rendas de
croch e de outras militas qualidsdes.
Superiores caixas com msicas i sem el-
las, tendo o nocessario para costuras, pro-
prias para um delicado mimo.
Finas caixas com tentos e sem talles para
voltarete. .
Agulhas para macliinas de costura.
Ditas para croch, sendo de ac, marfim
e ouiras muilas qualidades, assim como li-
nhas para o mesmo mister.
Finas grinaldas para noivas.
Meias de borracha para quem soffre de
('ivsipella, assim como meias de la para
os que soffrem de rheumalismo.
Suspensorios pai-a bomem e mejninos.
Finos pentes de tartaruga para nipnsja
se faca Q por cento do descont por promptu paga-
nirnto. 'odcni-se ver a-, amostras nos arma/xa
di' Tasso Irmaos.
Volas do esparmacote verdadoiras para lan-
: lernas de carros: noarniazem do Tasso Irmaos.
Vinbo do Porto lino superior: no arniazem
do Tasso Irmaos.
0 melhor cognac Gauthier Frcres: no arnia-
zom do Tasso limaos.
Esteiras da India
Ein rasa do Tasso Irmaos vonde-se esloiras da
India do divorsos padioes c larguras, por proco
commodo.
A loja d agira branca
o receptculo das aioda* e ao-
vidade.
A agnia branca tem-se feilo tao ronbecida o
acreditada, nao s pelas novidade?, variedades, su
porioridado e abundancia de seu sortimento, com
pola constante compiodidad'' do seus procos, e mes-
mo pclu seu assaz o nunca olvidado agrado e sinro-
ridade.
Essas verdades-incofltestaveis sao soni dnvida
kpfteiadas ^>olo bello sexo em parficnlar. o polo
respeitavel publico cm^oral, o a tanto loiu otorgad
po estaoquasi passalo como snnexiin ou pm-
verbio, qund so \v um objeotu de elefaJKiM.
gosto. novidade, etc., etc diz-so logo arpicilr ob-
jocto sem d'.ivtda foi ci inprado na kja d'agnia
liraiii-a......
(juando no club, nos bailes, ou no alao dn
Santa Isabel, moa exceflenssina se aprsenla
garbosamente rrajando, trazendo o nJoderne chito
de mui larga lila. Iis;i, enamalotada, ou i
as suas admiradoradfeero comsigo acuella Illa
fui comprada na luja d'aguia branca
Ouando outra cxccHenUssima, nao iiihhs gar-
bosa. mostra o rigor do sen bosaosto na acertad..
ex.,Ilia dos^nfoites do alta novidade. que bella-
mente ornam sen vestido, aaada pwem a ri\ -
do sea sympatbia coafeesamo^ieaquclles enfeim
tbram da loja aTagni branca.
Qund n'diilia excelleniissiina, apozar da sin-
geueza de seu porte agradavel, se rea as bonita*
uvas do pellica a dmpieza as suns bellas an
gas loiivam-lbo o fioslu o coiilossain que- aipiell-.i-
hivas (Aran da luja d'aguia brama.
Quando mesmo duas oxcollonli^imas. nug is
amigas de coHegio, se enoonUau naqneiles loga
res. do|K)is dos cuinitrimentos ambas por forya de sua elevada didicadoza. ganun
nina a outra os agradavois cheirea de que osa
em leas finos lonoiis. o cada una das mees inge-
niosas pelo elogio do acert de sua esculla, e con ..
ipie querendo por si atesta* justificar di/em sinml-
lanoamenti vordade que este cboiro (bieOBSpTa-
do na loja d'aguia branca.
Anda mais.
Quando bontoni os pais afllirtos sentiam o rigot
dadenlico do seu charo lilbinfio. e buje aleg
satisfoitos polo feliz ii'staboleciiiientii recebeiu a-
vi.-ilas dos setu molliui amigas, dizem aquelle- ,
estos, fui Deus que me inepiroupara que easnp i
se, couio comprei, nm desees virtuosos cullare-
Pioyer, que se Tendea na loja d'aguia branca.
Alem do muito mais que anda
falta dlzer.
Quando em um circulo de eireumspeelos carao-
leras se discutir a veracidado de taesBrres, ippa-
recer un nutro que (uoira ainda levemente nter
romper a dcuasao, os prmeiros por momento e-
LqneeerSe a circuBMpeccio e bes darn sisa gra-
cioso deifique dizoiido-lbesj sabemos que V.
tim daquolles que inclina o cliapo de s I ou que
merecia ser. designado pela aguia branca da nn.
do Queimado n. 8.
Miio tantas as colisas |tte por
unas eseapam as outras.
J. ia esquecendo a aguia branca, mas em i
lenibrou-so para noticiar, que recebeu urna pe-
quea quantidado de enfoilos para coques e (rraio-
pos para ditos, tudo feito do niolal com lin'
agradaveis coloridos, obras estas pela primoira \-
apparecidas. e poi tanto intuir novidade.
Tambem chegararo novamente delicados enfeii.-
e flores ornadas de aljofares e vidrilbos. tanto d>-
pallia liara noques como para MMHa> c tu>l
continua i merecer a apreciacao das excellentissi-
mas eonbecedoras do bom.
Vende-so.
Um halcao em bom estado : na ra da Cadei i
do Recite n. 22.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz e preferivel todos os
conhecidos j pela certeza de seu resultado,
e j pela fcil applicacao s criancas, quasi
sempre mais atacadas de lo tcrrivel e
inuitas vezes fatal soffrimento.
nico deposito,
Pharmacia de Bartholomeo C.
3ira larga do Rosario34
FNDICAO D0B0WW1AN
Rna do Brum n. 59.
Machinas de vapor.
. Rodas d'agoa.
Moendas de canna.'
Taixos de ferro, batidge fundido.
Rodas dentadas, para moir com agoa,
vapor e animaos.
F. outros muitos objectos, etc. etc., pro-
prios para agricultura.
<;.tz m iaz
de outras muitas qualidades e pata outros
misteres.
Dedaes de nadrperbla, marfim, osso,
SCO, metal, etc., etc. .
Superior agua cosmeocome pira tingir
cabellos, dando aos mesmos asua> cor pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas pe fumarias
dos melltores fabricantes, assim com mui-
Cliogon ao antigo deposito de ee, Forster &
C, rna do Intperadnr. um earregamenro do Mu
de primeia qualidado: o qual se vendo em partida-
e a retalho por menos proco do qi- em (iiiiia.ijual-
quer parte.
ii'lli' paiz iiinguom se-fa peias-dis- tos outros objectos que mpossivol des-
pensando l.'is ou.20^00, <**m o acceio
belleza de que se decora a Itabitacao, s
vezes no que menos pensamos, envetante,
como diziam nossos maiores, a sepultura da
vida : ainda 6 s senhoras a quem a Espe-
raba se dirige, ma seuhora cuidadosa
do nada faz a casa.
Ra do Quoimado n. 33 A,
Vonde-se ou arrendarse o engenho S.
Gaspar, sito na freguezia deSrhfn, co-
marca do ttwl^rmoso/pAwrxgldombar-
que, qoni grfido* pattilo deiniil,% n
sapo roda da moenda, matos e mang..
para madeira necessaria, bompasto.etc: -
tratar na ra do Imperador n. 20, ou ra
da Florentina n. 28.
crever: isto so na ra rio Crespo n. 7, toja
rio (iallo Vigilante.
Collares Royer elctricos magnticos coi.-
tra as convulses das enancas e para facili-
tar a dentinco das mesmas, o Gallo Vigi-
lante anti.-'o recebedor d'ostes prodigiosos
eoHares e contina a ter sempre grande de-
posito, ra do Crespo n. 7.
Sabonetes de
'ao
mas-
e mangues
GURA DOS GALLOS.
F-LS.
Pomada ,salonpeau.
Deposito^speciat
Pharmacia de Bartholomeo A c.
34-----Ra larga do Rario-----.34.
v PECHIMCIIA
Vendein-se chitos rrancezas de bonitos padries a
aw e o rs o covado, coia pequeo toque de ava-
da : na rna do Livramemo. toja n- 6.
DK
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado proparado, que tao boa
acceitaco tem merecido n'esta provincia,
mwlo se ^commenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e ludas as
molesfcwe de peile. r) CjI,
Deposito nico,
Pharmacia ele BartUolomeu C,
34ra larga do Rosario3i.
------
Tintura japoneza
Instantnea para tingir os cabellos e a
barba, a lOOO o frast o.
E' a nica approvada e rerommenriaria
por ter sido reconhecida superior a Inda
as tintuias.d'esle genero.
venda em casa de Gustavo Hervelin n.
51. ra da Cadeian. 51.
_ NOVIDADE
A loja de Coelho & Oliveira ra do
Queimadii n. 10, recebeu pelo ultimo vapor
um bello sortimento de baloes de diversos
sy^emas, os mais aperfeicoados ^que teem
vindo ao mercado, sendo ;
Rifos de guipar com tiras chamados
reguladores, ditos de musselina abortos por
ambos os lados, de modo que setdo todos
de nra tamanho sen-em para qualquer se-
nhora, de 15a de cores, com tiras, e as se-
guintes fazonrlas :
Saias de 15a com bonitas barras.
Chafes turcos de seda e laa Beatriz de
Tendas.
Fitas de guipur pretos Bocamboly.
taraos de sol para senkuia. muito li-
A Perfumara Victoria 6 boje mnito procurad
peU flor da aristocracia, e das elegantes, por
cansa da fabricaco superior dos productos des-
tinados aos usos do loucador, e entre os qnaes
ella creou ama especialidade em cada artigo.
Os seus novos perfumes, preparados eoan a
sicia de Ylangylang, que ella obtem mesmo
as ilhas Philippinas, pela distillacio do Uona
odoratissima, niotemem nenhuma concurreseia,
no que diz respeito i fineza c suavidade do eheira-
pelo que aconselhmos ao publico elegante qne
peca como perfume para o lenco.
0 EXTRACTO DE YLANGYLANG
0 BOUQIET )E MANILHA
Alm d'eslcs dois extractos excepcionaes, n<
sSo propriedade exclusiva de sua casa, os Snrt
Jockey-Club. Violeta.
Ess. Bouquet. Narechale.
Feno fresco. Uousseliae.
Flor dos prados. Rondeletia.
Reseda.
Jasmin.
Magnolia.
Rosa musgosa.
Familia de mandioca,
Tem para vender Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, reeentemeiite chegada ie San-
ta Camarina, a bordo do patacho portaguez
rabe, fondeado defronte do trapiche do
Exm. baro doiStraeno e par 'tratar
com o mesmo na ra do Trapiche n. 17,
ou a bordo do referido navio.
Lasiaha*
Sultanes,Poil deCJievre; Tricte, diti de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
L5a pura de cores a 3G0 rs. u covado.
Basquinas a Maria Antoniete.
Carabraias fantazia.
njUs braacas transparentes eJVictoria*.
Colxas adamascadas. *
Cobertas cliM^-a ^ODUb. e outras
muitas fazendas que tornar-se-hia enfadoatao
anuficiar.
Vende-se urna canoa' nma que
jollos; na ra Imperial n. 47.
TOLITIVV niOAID
E' urna Agua admiravel para o toilette, com-
titue ella o verdadeiro talismn da belleza, e con-
serva a pelle fresca, e a tes do rosto branca. I'a
Juma expret-sSo da sneneia. Est por todo
reconbecida a sua incoiitestavel snperieridade
aebre as aguas de Colonia, a agoa de Florida e o*
vinagres aromticos de maior Borneada.
OLEO E POMADA 11IR1MJI
Excellentes preparacoes que se podem chamar
o thesouro do cabello, e que, comoslas de tuba-
Une i as tnicas e fortificantes, enilellezo e coa-
servio o cabello, ao mesmo lempo que lbe coa-
municio um ebeire suavissuo.
ABO MIRANDA
Quem comparar este sabo com n qne te
vendem por airi, fcilmente reconhecera i sopa
riodade o nosso. Este terna eufis mni issim,
macia, faz urna escoma ationdante qne forrea na
verdadeiro bauho de leile, e nada deixa desejar
coma delicadeza de perfume.
OEftTOBISA
PASTA DENTIFRirit
A Dentorina um elixir dentifrkie dos msj
suaves : perfuma e refresca agrtreimemka a
boca, fortifica as gengivas, e preserva os dentes
da carie.
Esta past ientifrici fea ntia fradeira re-
volucao na Perff mar; aeakvu pasa sempre com
as pos e opiatas, que sio mais eo aeaas ridos
oa perigoso. Basta paasar nma escora bitaia
por cima, pan bter nma macagem nava
aactoott qne terna os dente* perfetuaeaia
braacM.
POS ROSADOS
Preservlo a pelle do rigor dos ventos e do tria,
eoaaiunicio-lhe nma agradavel frescura, a *>
tenemas sardas. SSo superiores aos pos de arras
a de amtdo. Sea perfume delicioso.
s 1,W j. J*3*toj* Ttrmmim, m tan de





dtal&to

Diario fe Fernanibuco Quinta fcira 14 de Janeiro Je 1869.
B
-
1

'}
f

A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEIYI
DO -^.
Feliz Pereira da Silva, sucoessor de Gama
& Suva *
O propietario d'cste estabeleciraento convida i o respeitavcl publico desta ca-
pital a vir surtir-se no grande estabelecimento que tem do fazendas, tanto du moda como
de Ici, e as pessoas que negociara em pequea escalla, tinto da praca cerno do raatto-
nesta casa poderla fazer os scus sortimentos era pequeas e grandes porgues, venden-
do-se-llM;s pelos preros que se compran as casas inglezas ; assim conio as excellentis,
simas familias, podeiao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou maullare-
mos levar em suas casas pelos nossos cajxeiros, parar o que acba-se este estabdecimeu-
lo aberto constantemente, desde as (5 horas da manba as 9 da noute.
I
O atoalhado do Pavo.
Vende-se superior atraillado de llgttto
con H patees do largura, adamascado a
2#O0 a vara; dito de linho fazenda muito
superior a 3;>00 a \ara ; guaixlanapos de
linho adamascados a 16500 a doxia fl muito
linos a 86000, e ditos econumioos a Z4BQ
a duzia.
< rock** para cadolras mi loja do
PavSt
Gitr$aram os muis lindos panos de ero-
c) guarda bautias-, proprios para ca-
detTM tanto d*encosto, cerno de baUnco e
le warnico, e outros. cempridos para so-
la, assim como ditos rotados par mezas
redondas, ditos pnprilW para ahuiladas, e
lites para cubrir presentes, teiidopequeno.-
al para cubrir m pnito, que *e vendem
por proco muito em cauta, na taja e artna-
: em do Pavo naa da Imperatrie u. GO, de
'elix Pereira da Sika,
Viistes par vestidos brancas
a40.
Venden oc os mais moderos fustes brin-
cos He x i veis crtm iadi5es salpico? proprios para vcslios e roupas de
menino *4i6 zem do Pavao Tira da Iiuteratrizn. GO, de
Feto IVreira & Silva.
Orgaiulys
Orpuak taMM liso, inuito fuma 00
rs. a vara: ln cora zend* Mita tfpsrior t M ; fil de linho Veri(lem_S(! m ,wai^ modernils mm de
bnttco ora tnal.n.ulias, tazenda mudo fina a ,stulMls para ^Mi),y cbisgadas pdluKtno
) *U rs. u vat a. ^^ CQm M e^^ m;(,. U1|)(i,!nws ^ tom
Grosdeaaples j viudo a este Morcado, [>elo barato ptoOQ de
fhogoi)para a iojaio Pavao pelo nltime j W rs. o covado>aa ra da Iinpoiiitews n.
\a|mir nn: grande sortimento dos melliores
Temo? novidade na tena *
Porm ningnem se espante
A colisa nao de dar cuidado,
Faz sempre a sua admirard,
Mas nao olTendc a ninguem,
Agora nao se lembrem de novo incendio no pardieiro,
Nena que houve exploso na maxamhomba,
Nem que o preto Thomaz mgio da Detencao,
.Nem (pieo vapor ebegtm enihandeirado,
Nem que a FOGATA AMAZONAS virou 0 S.
Nao se trata disso
Sem algumjmz de m: que ,/Wr pausar o metro io scuawbs"
titulo em consequencia de catar abolida a vara t
NAO SENHOWJSTenlwm pacienciaEsperem
Nos vamos dizer lo que se tratanao com aquellos modos que, toma o cidadao
russo, 8r. Antonio Domingues, qnando recoithece que namclhor boa Te lbe empurraram
algnm livro sem principio nem funmas sim coraaquaftas maneiras assz delicadas qucn
sempre se encontrn no perfumoso ninbo da sympauYica Aguia-Branra : assim pois
at*endam: '
'1*
Amigos de fartar o estomago agradavebaentc venham ra da Impe atrizolbcm
para a casa que tca em ft-ente o magnifico caicolhem..... olftem..... Nao veem ?
0 BOM DEMONIO
* Nao se benzam
Que fl prior
Ftqin'in bem quietos
Que meltior. b
Agora digamwmigo:
3LU),VP0LA0 A 3:500.
Vendem-se pecas de madapolao fino com
12 jardas pelo barato preco de :):o00 a pera.
dito com 24 jardas a 7000, na ra da lin-
perati'iz n.60, aimazem de Flix Pereira da
Silva.
Lasinbas
A dozc vintens.
A doze vintens.
A doze vintens. .
Vendem-se llasinbas de cores muito bo-
nitas com deseultos miudiub'os e grandinlios
com lisliabas e pintas pelo barato preco de
240 ris o cosido na loja do Pavao, ra da
Irapcralriz GO, de Feliz Pereira da Silva.
AS <:VMIiRAIAS DO PAVO
Vendem-se linissinias pecas de cambraias
lizas afisparentes tanto inglesas como suis-
sa.s tofido maij de vara de largura, pelos
procos de i,-)(K)0 al iOtfQQQ a peca, assim
como finsimos orgamljs branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a lOOO, a vara, na loja do
Pavao ra da Imperalran. 60, de Flix Pe-
reira a Silva.
FL'STAO RRANCO PAflA VESTIDOS AG40
Na loja do Pavo vendem-se os mais uio-
deim>s fustoi's lirauoiis de lista e cerdao
muito encornado mas multo flexivel, P^jtte^nlrtBaiiwiAra digno de urna nw&Ssa or.!-m.
pnts para vesti i^ii
I rouI,;l !'',ra nos. Peo P-1 dade, rnrno pelo foliaos e meante** emblema que o acjate. -V<

Mulher, demonio que importa
Mulher, (It-monio hei de amai-te !'
Fallemos muito serio

WH2. A.TT31T9.0
Comw fin de tentar aosbomena a abastecers suas despensas no MAGNIFICO
VRMAZEMfE MOI.HADlS esjuina da rua ida Aurora defroide do somptaoM f hn-
poraurtz; v iiicansavel prprietariu desse wiporlante estanrhviiwuto acaba de provey
siun ptima
. Je-o l'oroiosa Circe,
ce ue w res o cuvauo, na toja e aimazow mimatilm maffa quc$f. espelha as aguas denosso ameno G^iibarbe, e come que desa-
JSmiZ".^. o-_ ,ando O'iiwo para a altaecira Oliuda fue alm*1-. avista garl)osa e flil replecta da ora es-
peranmc. em breve trada de ferro que seecba no nasceionro.
vresdeimpks pretos e de cores, tejido verde
tambora, que se vuudem raais barato que
em mitra qualquer^parte.
.Luwos areos a lr>G(X) a duvia
GO de Flix J*oroira da Silva.
Alpsieas lavradas
Cliegaram 90I0 ultimo vapor astuta, mo-
dciiias alpaCM Itewpdas cora as mais lindas
nms, que se vendem a 1?)000, =o covado,
Vendeai-se lenco*to-ancos de cambraia -de ditas lisas tenio tambera cor de canoa a
^Ijoihio a l-SGO0-e2.'> rs., ditos de linhe a
^joOO-e 4 rs. alEzia, na loja e annozeo
def3V"fia rua daiuperatriz n. (KMe.Fotix
Pereira da Silva.
CHALES A 2;jO0O.
A'endem-se diales de merino eom Iboni-
lasltairas, pelobaratissimo prec-de BjWO
MMO rs., na loja do Pavo rua da 4n)e-
.iliiz n. GO, deiFebx Pereira da Silva.
PECHrN:.HA A 3:500.
Cortes de laa 8:500.
Curtes-Itela a 3:500.
Cortes de la 8:3W.
.LHaziubas a 28* ris.
Lwtutinkas a 280 re*.
iLiazinbas a 280 >eis.
O Pavao.
80 o Pavo.
S o Pavo.
Wendem-se bonitos cortes de aaziihas
para vestidos compadros modernos teado
alia um corte Ab covados pelo borato pre-
go de 3:500 rs, af sim como ditas em pecas
pie se vendem a 280 rs. o covado, -sendo
grande pecbincba na loja e armasem to Pa-
\o rua da Imperatriz n. GO, de Flix >Pe-
reira da Silva.
BADWW)S
Vendem-se fifiieanos babadndios, tiras
limdldl fi cmlaiMB lio i, raais baratos do i|uf
Assim, pois,

Vonha toda-T nopulaco do Reelfe ^er e
admirar a bella pbysifusomia do BOM
ALTBS WpVIDADES!
i'i outraipialquer parte, assim como espar-
lilbos dos mais ndemos, no armazcm de;
t'elra Pe eir, dadiva, rua da Imperatriz
n. di.
800 rs, ditas mescladas rauito finas .a 1:200,
o covado, e entras muitasfazendesnlo gosto
e moda que se vendem mais 'barato do
ipie em ontra-qualqucr parte, no-airaazera
do Pavo, raa >da imporatrz n. Gil Pereira da 'Silva.
6RGANDYS DE COR
Vendem-ase organdya de cores -com pa-
droes miudiriios em assentos broncos e de
cores pelo fearatissirao proco de WO rs, o
covado, finissimas cassas francesaseom deli-
cadas cores .e4iOidtos desenbos a S20 rs. o
covado e ditas a 300 rs, na rua fia Impera-
triz n. GO, acmazem de Flix Pereira da
Silva.
Itm>ais para hornera
Vendem-se-superiores palitts de panno
sobrecasacos itorrados de alpaca e de seda,
camisas inglezas e francezas com ><*s peitos
de esguio, ccnoulas francezas de ;linbocal-
goHo, meiascruas inglezas superi*es, ca-
misas de flauolla e de meia de -la, assim
como neste esttbtdei-imentoexiste'um grande
sortimento de-pannos preos, e decaserairas
inglezas de odres, e que se manda fazer
qualquer d*rn <:ontento dos Srs. fregne-
es, e ptxjmeEe-se-llies que seio -servidos
cora a maior pnimptido e rauito imiis ba--
rato do na rua da Imporitriz n. GO.de ik. Perei-
ra da Silva.
< iirlinado*
NoF^mente chegadas ao armazem
DO
DE
ALTA
A
NOVIDADE
L0J DO PAVAO
Gurgwo de seda
Cliegaram pelo chimo vapor os mais bo-
nitos forgnrbea de*ea, prapries para ves-
tidos, sendo lisos e.lavradinbos. com muito 1
Para camas exaudas.
Vende-se mirando sormetrto t*s me-
Ihores e maturos cortinados bordades pro-
jiriosparacamaf.epaiajanellas.qie-fie ven-
dem a 12-S00Qn. cada par at 25<0 rs,
Pereira da Silva.
t hitas
Vfmdem-se as ntelbonis chitas escura* para
casa sendo de ca:os fixas, pelos baratos
procos de 320 e JGO rs. o covado, ditas
lustro. arantindo-s*: me a foseada mais I "iK',0 fmas franelas sendo claras, titm pa-
liada ,e de raais iliantasia ,pie este auno tem i *** cassa a 3ae i0 re> pedumelia,
cnogads a este mercado, e vende-se por
preco muito razoavet, na ma da Imperatrft
11. G, de Flix Pereira'da Silva.
Wedas de liatas para vestido*
Cliegaram as mais miMleinas sedas lista-
das para vestidos, coi as cores mais mo-
dernas qe tem vimlo ao mercado e \wo-
dom-se por preco muito em cf>nta por es-
tarmos mudos pioximos da festa, isto na
na nua da Imperatiizfi. GO, ai-mazem >de F-
lix J*ereira da Siha.
Cirosdr naplcs preio
Veile-se um grande sortimento dos ew-
Ilioivg grosdenaples pretos,. tanto lar-
gos como estratos, seado de 2-000 rs. o
covado at 4JOGO rs. ^jarantindo-se que
n'este gauero ninguem teas melhor faaenda e
que se vende raais barato do que. em outra
loja do Pavo, rua da baperatriz n. 60, d- j qualquer parte, n;i rua da Imperatriz n. GO,
Flix Pereira da Silva. I de Flix Pereira da Silva.
*
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DOCANNABIS INDICA
^.GRiMtv'LTtC'-1 ?HARft'iACEJT,GOS ty PARlcz
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SIFF0C1I
lOEQCIDla
Todos os meios al hoje preoonwado contra a aslbma nao tem sidd mais do que palliativw
dcbaixo de todas as formas, tendo por base a belladona, o eclramonk eu opio. Recentes expe-
riencias fcitas em Allemanha, repetidas em Franca e na Inglaterra, lem provado (fxe o cnamo
indio de Bengala possue as mais notav propriedades jiara combate r ca temivel affeccio,
assim como a tosse nervosa, a insomnia, a tysica laryngca, a rnquidlo, extinecao da voz,
e as ncvralgias faciae*. E' pois com o apoto da sciencia que offerecemes estes cigarrts, prepara-
dos com o extracto de cnamo das Indias, que nos importamos de Bombaim.
Deposito em Ptrnambuto, cm casa de H*ut O*.
> iiiixa.A.iu.imnivUriu~i
1
TGSSES
CftURnHOS
PASTILHAS PEITORAES
de SUCCO deALFACEj
E LOURO GEREJO
iRBingoES
DO PEITO
E' este o mais novo e delicioso confeito al agora conhecido. Por isto temadqnindo r-
pidamente a popularidade de q^J goza. Os mdicos os mats disnctot o aconselho contra
as tcuet, defluxot, caorrAos, tosses convulsas, catarrhot epidmico*, i-riiaedet do yeito. Com
grande empenhe o proenro as mies de familia, assim para ellas como para as enancas, pois _
primeiro que indo inoffensivo, e as snas propriedades adocantes nao leixSo nada a desejar.
Deposito em Pernambuco* em casa de Ifaorar 0a.
PAREDES PORTO.
Tende-nos cliegado ltimamente ftenda inteiramente novas,
mo?fM)r este-meioao reapeitavel-puWieo a qne nos procure eomprar fazejndas
boa gosto hnt presos que nao achara em outra (foalqaor parte.
Ocordeiro previdente
Rua do laciniado n. 1.
.Novo e variado surliinento de perfunwrias
finas, c outros objectos.
Alm do completo sortimento de |>erfu-
marias, ie que eleetivamente est provida i
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
reeener un outro sortimento que se torna
notavel pala variedade de objectos, su|>eriori-
dade. qualidades c comraodidades de pre-
ros; assim, pois, o CordeiroPrevidente pede
e espera Kiiilinuar a merecer a apreciacao
do respetare! publico em geral e de sua
boa liffiiezia cm particular, nao se al'as-
tando elle de sua bem condecida mansido
e barateza. Em dita loja encontrai ao os
ajH-ei adores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita viidadeira de Murray .V Laminan.
Dita de Oilogne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e maisaneditados
fabricantes.
Dita balsmica dentricia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacao
asseio da Iwicca.
Cosmi'tio,ues de superior qualidade e cbei>
ros agradaveis.
(>>jos e latas, maiores e menores, com
pomada lina para cabello.
Fraseos com ditajaponeza, transparente,
e ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
fraaeezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do iinocagradavelcdei-
ix de violeta.
utras concentradas e de edeiros igual-
mente lutos e agradaveis.
Oleo pdilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escomidos edeiros, em frascos de dif-
ferentes tamanlios.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para bar.
(iaixinlia^com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Dilas de madeira invernisada coutendu fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo.igualmente bonitas, tam-
bera de perfumaris linas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com pode arroz
e boneca.
Especial p de arroz sera composico de
edeiro, I por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e francezapara denles.
Pos de campdora e outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mala coqnes.
Ura outro sortimentos de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrildos,
e alguns d'elles. ornados de flores e fitas,
estafe todos expostos apreciacao dequem
os pretenda comprar.
GOLUXHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fhcllas e Otas para lutos.
Bello e vanado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolda ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS
O que de meltor se pode enrontrames se
peero, sobresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Para vla^em.
Bolsas de tapete ecarteiras de couro, por
precos comraodos.
Chapetonas de palha da Italia mui bem
convida- enfeitadas, e enfeites de flores obra de bora
Par iriMZPis i novillo.
0 Caiii|ius d;i rua lo EmpenHlur n. iR tn |ira
vender ^mide qiuuUikidr di1 uwdida di' cstaiittn
para liipiidus. o di- madeira |ra -eos. i- ln --
iciiia metrieo de 'mal. neto |Ml esta < uejs
les a retalho olvigados a TOnoer ?uas mercad'M
;i cont.u ijn 1" de nianti > CM Uto una i
nuicianfr' avisa o pranla nos que de taea medid
aettaaitam; me no esas asmis exactas, por
quani sao feias em Parto, di ronaTiuidade i
n >xsti'in;i arinia ilito. e Mftundo onodra adocOki
pelo goverm ini|H'i'ial ; mb aomtecffadO) porem,
o menea no outtas*que anj se rendem, que sesu-
do da mesilla eapacidacle. develartcam de UKKktlo,
viada ortofecer dovidas nao a eoaiDrudoies
uno aus vpuderturc?.
ESCRAVOS FGIDOS.
1001000
Fiipio lia i|iiatru anrun. poueo iiishu BMMt,4o
enj.'eiilio Jussra, ftamiaii d.' Jalmatao, o escr*vo
t'rliano, crioulo, idade do "I 3Januos,ba (o
secco do corpo, tem parecido, deve ter luje a!
Iiarba. ollios vemieltuw afuinaeadns, o qual foastt
que cstivra- na Kscada iraballiaudo na via talca
eun o iiKiue de Joaqnini: Mga-se as aut'.ri'l. das
|Kiliciaes (iu aus capilaes du eairipo qaAoappfO-
tieiidam e eoiulnzan qirelte engeunn. ou i roa da
j,j i imperatriz n. t>. Sendo que esta se graflc! ra
0001 tlHIi. e quelles M IMeBiaiMUi de ti da.c as
lesiiezas que lizereiiinuu aappieii' uso de mesnw
eacravo.
.Nu dia :t du nnv. de uoveniLio pruxiino pas-
sailn. Iii[iu do eiifc'enlio S. los, do U'nno de aei>
nliaem, a esrrava de nonie Itcnedii'ta, mulata, u-nt
2 aniKisde idade, rara batfMI, altura regular,
cabello cortado e denlos podren, tui eecnva de Ji n
de Barros Araujo, rendetco do n teobo Hai iamu,
letn mu ronpao de chita clara ja \elho, c um p li-
no da (Justa novo : qnein a pecar leve-a ao dita
enpcnlio, ou ao Sr. Manuel Atoes Ferreira A i.',
nesta piara, que sei gcnecosanujote recompen-
sado.



de
Lencos bordados a f>, GaOO e I25>00.
Ricos e bem esooHdos gostos de bis-
maiis :pai;a -calcas e paletots a 2i>500 o
corte,
Tarrfbem tem pata acabar pecas de pan-
no de Mo, oom 7 varas, a 17 i 48?5.
Toaldas'dc lindo para rosto a 10$ a du-
zia.
Aes Sr&. iadorfis de enjerros.
Vendem-se pecas de hollanda prieta cora
40 covados a i>-> : na rua da Imperatriz n.
48 e M, junto a padaria franceza, loja do
Leo.
Atleoro a roapas feitag!! no almazen
do Leo. rua da Imperatriz ns. 48 e ->.
adapoBee finos a o$, ssj.no araiazemo^o Leo.
?Ghitas escuras de padroes lindos,por pre-
xfie 320 c-300 rs. o covado.
rCassas de.tares com ,pafcni/tlias e .com
liefcasde diversos padres.a 240 e 32 rs.
.Laaziudas duceutas c eur de boniaa a
320 o covado.
GIAas claras aiiudintas a-S20 e 360.
Alpacas pretas e de cores dindas proprias
para vestidos a 680, 700 e.800 rs.
Pecas de -cambraia transparentes a H,
5$e<6*. Porete precoadaiira a todos !
Gortes de casemLras detjuadiinlios e-fis-
las ^800 eU.
Oorjpinlios branco i para seuhora a 34 e
3.S280.
Peehineha!
Cories de cassinea de cores ira catease
paletota 16300.
Casaieta de core* com um ipequeno to-
que de mofo a 400 a^. o covado.
Espartamos muito finos a \Q3QO, nt e
50390:
Admira!!
Grvalas de seda a 300 rs.
Goliiida bordadas a 500 rs.
Uazinbas a 200 rs.! !
Lazindas a 200 rs.!!
USaunbas a 200 is. l!
No armazem ,1o Leo, na da nH>4aanz us. 48 e 52, junto a loja de
piii<*iri3 rrsiic^zi.
gosto.
E assim muitos outros objectos que se-
ro presentes a quem se dirigir dita loja
do Cordeiro Previdente a rua do Queimado
n. 16.
LOJA DO PASSO.
Rua do Crespo n. 9 A, esqnlna
da do Imperador.
0 dono deste importante estabelecimento,
tendo recebido de sua conta, pelo vapor
francez Extamadure, diversos artigos de alta
novidade proprios para a festa, econscio de
que sen estabelecimento se aeda bem sorti-
do, principalmente em artigos de moda, pe-
de ao respeitavel publico e em particular
aos seos numerosos freguezes a bondade
Assimeomo tomos um grande, completo t^SSiff^^t
e varalo sartrmeuto de roupas fe!as: pa-1" btrv'Ub, ePr P.,eC0s m
b-tote^^ SnbWeca.^ Vm iJ,0.!m,ametebaratoS:. Veita, p01S, todOS
letos ateos, sobrecasacos, fraques
toes, aaVas, coltees, camisas, ceroutas,
edapos etc., tudo por preces que ladmira!
Tem tamliem m sortimento de roupas
ordinarias por preco baratissimo. 1
Acaba 4e edegar tambera um completo
soitimento de damascos de cares! sendo
azul, amareHo e cor de caf
vnde por proco commodo.
Admira!!
No armazem do LeSo!!!
Ko aimazem do LeSo 11 !
No armazem do Leao f i!
No armazem do LeSo 11
etc., ue se
NOVIDADES
fina do Qflc.inado n. 11
porto 11.
ourives
A este estabeleeimento ebegaram as mais lindas edapelinas de crep, tule e pa-
Idinda da Italia, primorosamente enfeitadas.
llalles reguladores para sendoras e meninas, os mais modernos e de varias
cores,
feitadas.
Basquinas de seda para sendoras, o que da de mais gosto, e delicadamente en-
Ricos vestidos de Monde, com manta e capella, para noivas.
Cortinados de cambraia bordados para camas e janellas, de diversos gastos e
quadades de IH at.80,5000.
Tapetes alcatifas em peca para forrar salas, gabinetes e corredores.
Camisas inglezas de bnbo para domcra.
Ricos vestidos de seda pretos bordados agulha e de cambraia Mancos tam-
bera bordados pelo mesmo systeraa.
Frondas e toalhas de lindo e de esguiSo todas bordadas para casamento^.
. Sedas.de lindas cores, casimiras de cores asmis modernas, saias de 13a com
barras de cor, chapeos de sol de seda inglezes, espartHhos para senhoras e meninas,
colarmhos de lindo para hornera e grande sortimento de fazenaas de todas as qualjdades
que se vendem por precos que agradam aos compradores.
Neste estabelecimento contina a receber-se esteiras da India para forrar sal-
las de diversas largaras e cores, que vendem-se mais baratas do que em outra qual-
quer parte, por isso chamara a attenc3o para as
Esteiras da India para forrar salas.
comprar novas e lindas fazendas boas e de
alta novidade, com bem:
Riquissimos cortes de blonde.
Riquissimos cortes de seda de cores.
Sedas de lindas cores para covados.
Moire-antique azul, verde, branco e pre-
to.
Grosdenaples azul, verde, branco e pre-
;to.
Gorguro branco e preto.
Setiin branco macau.
Cortes de seda cora duas saias.
Cortes de la escosseza com duas saias.
Cortes de 13a e seda, novidades.
Poil de chevre de lindas cores.
Alpacas de cordo lindas cores.
Ditas lisas de todas as cores.
Cortes de vestidos de cambraia bordados.
Saias bordadas para sendoras.
Camisas bordadas .
Fronhas de linho com lindos bordados.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Chapelinas de palha da Italia.
Ditas de sedas de cores e pretas.
Enfeites para cabeca de sendora.
"Coques de todas as qualidades.
Basquinas de seda enfeitadas com primor.
Leques de madreperola, marfim, snda-
lo e osso.
Camisas bordadas para homens.
Colchas de algodao e seda para cama.
Ditas de crochet para cama.
Pannos de crochet para cadeiras e sof.
Chapeos de sol de seda para senhoras.
Espartilhos para senhoras".
Toaldas de labyrinto.
Lencos de labyrinto.
Frondas de labyrinto.
Bicos, rendas e grades.
Finissimas cambraias de'cores, percales,
lias e outros muitos artigos do gosto e no-
vidade.
Loja do Passo rua do Crespo n. 7 A es-
quina da do Imperador.
Futri do cnjienlii) Solcd.nl''. lia ci.marca iUi
P(irlo-i;ilvo, provincia das Alaguas, oescravoF*-
lippi', cahra. r.iliHlos oanpinhos, de 24 annosita
idadi*. ponen mais 011 menos, ponca barba, |" |
ipieuos, naiiz ic^idar. qHmm granjas, dentes un
iiouoo limados p com fulla de um na fi"nte, andar
lipi'iro, enju eseravo Ibi comprada an Exm. bard
de Nazaictli : pt-de-se as autoiid; >lis polriaes e
i-apitius de campo a appri'liciis.o do nn ano, va-lo ao sen senhor no refirido eitgeid, (.11 naii
dade do Herir ao Sr. Joaqun] rodrigues Tavaros
de Mello, largo do Carpo-Santo n. 17,1" andar, (jue
ser (renerosaiiieiile reo ni|iens;idi'.
TOOlOOOde Kmtiifitrao
Aclu-se futido desde o dia 4 (e junho de 1868
um iiiiilatiiilm ealtoeolo de nonie Jos, de 13 ;> i*
anuos de idade, veto do Bonito em Janeiro de 1866
e foi vendido nesla cidade por Antonio Jus ne
Mello, negociante daquelle lagar, ao Sr. Fernando
Jos Correa, rom loja na rua DiRita desta cidade,
pede-se as autoridadeB, qner datnii, quer de fura
que 0 apreliendain e o eulregueni a -iii feuhei,
na rua Nova desta cidade no segundo andar 'la
casa n. 00 jue ser pratilieado.
250,000 ~
A escrava Hci-cufena
.Comprada a Exma. Sra. U. Clara FeMon. ^rr.
janeini de 18 sanio e at lioje.nao voltou. ignoraudo-fC para en-
de se evadi. mulata dar, leia, dada 36 a 18
anuos, falta de dentes no ipieixo superior, sardas
no rosto, cabellos um ponen eorrioos e chela do
corpo. Foi escrava do Sr. Joio Slump d'Atmeida
da rua do Vigario, e aottrwnneale do 1 ente- 1-
roncl Jo.ao de S do engeidui Tab, na Paraknba.
Ji esteve una vez em (ioyanna para ser vendida,
se altiuem a ipiizer comprar vede-se e se pod> r
ser apiiieliendida.oii se iudicaieui o I tgar em ijtie
estiver, sendo eucontiaila se dar a gratittea^ao
cima: na rua do Hospicio n. 3.
Fugio no dia 10 do crrenle mi. ... do enge-
nto Quilina, (reguezia do Serinhaem, o cscra o
Benedicto, rrloulo, idade 30 e tantos annos, l ai:
feicoes miudas, pera e bioode, dente quebrado na
fronte, bem fallante e ladiu|), montado em un ea-
vallo rom caiigallia, com os siguaes si-guinlft :
.alasao, bem feito, est gorilo. nao lem estrella i.a
testa, nem calcado. Foi comprado lia poucos
1ne7.es ao Exm. Sr. torio de Nazareth.
Quem o apprehender e entrenar nosla praca ao
Dr. Joo da Silva Ramos, ou a Gabriel Antonio de
Castro Quiutaes, na travessa do Queimado n, 'J,
e no referido engenho Quiliba sen senhor Dr.
Jos Eugenio da Silva Hamos ser << nerosatueii:c
recompensado.
Existe fgido, desde o dia I deste [mea, a Di-
erais de nome Domingas, cor cabra, com u na ci-
catriz no neito do p esquerdo, proveniente de fo-
go, representa ter de idade 30 a 35 anims, Jillia
do serao Rio do Peixe, levou no corno um vestido
cor de rosa c chaile roxo : quem a pegar leve-a a
rua do Rangel n. !t, que sera gratilicado.
^
Na Urde de terca-feira 5 do correnle mez de Ja-
neiro, ftigio a escrava crioula de nomo Mara, de
idade de 30 annos, mais ou menos, cor pata, es-
tatura bai\a, sem dentes na frente, cara chupada,
cadeiras bstanles largas, andar nielo apalhetado,
tem no p direito nma cicatriz junto ao dedo mni-
mo, proveniente de um taino dado ba poneos dias,
cabellos grandes, c gosta de andar com elles rufa-
dos e de estrada aberta, levou no corno um vestido
de chita escura du lislras j usado, c le\ou mais
comsigo outros vestidos novos o usados de chita e
do cambraia, braiicos e de listra?, c um chales de
merino branco mesclado cen palmas e ires listras
escuras lingindo barra, natural da Gloria de Coi-
la, onde tem mai c irmos, tambem tem conheti-
mentos em Pao d'Alho e Santo Antao. Pede-se as
autoridades policiaes e capilies de campo a appte-
hensFio da mesma escrava c leva-la rua do Quei-
mado n. 69, que ser recompensado.
Faz um mez que fugio do engento Canna-
vieira, fregueziada Gloria do Goit, un escravo de
D. Thereza Francisca dos Santos Pinheiro, poi
nome Vicente, crioulo, de idade 30 annos. pouco
mais ou menos, estatura regular, cor preta. ou fula
por estar um pouco descorado, muito ladino, com
marcas de bexigas no rosto, bastante tornado, o
pequeas as barbas, as costas urna cicatriz de
sipoadas mais para um dos lados, urna pequea
ferida na perna, que talvez j esieja ftia, muito 1
ralla: quem o appretaonder jiode dirigirse ao dito
engenho, que ser bem recompensado.
' = Ausentou-se de bordo do patacho Garibald*
o preto Jos, de idade 32 annos, de eor escura, es-
tatura regular, olhos pardos, rosto coniprido. bar-
bado, natnral do Cear, condecido por Jos Malu-
lo : quem o apprehender queira levado a bordo
do mesmo navio, ou no escriptoro de Amorto Ir-
maos para ser gratificado.
Moleque fgido.
Fugio no dia 31 de dezembfo prximo passado,
da villa da Escada, em oceasio da l'eira, o moleque
No, natural do Lomoeiro, de 13 annos de idade,
cor fula, dentes perfeitos, ps apailietados e mnbi-
go grande, pelo que se torna conheeido. Anda
vestido de camisa de chita escura usada, calca do
Lrira pardo c chapeo de. palta de lista pteta com fita
da mesma cr, velho. Cstuma mudar o nome para
Manoel e dizer-se forro quando foge! Paga-se bem
a quem o levar ao Dr. Jos* Antonio Correa da Silva
na estaclo da Escada, ou ao Sr. Bruno Alvaro llar
dosa da Silva, ma da Cna do Hecife n. i-''.
Fngio na noite do dia 10 para 11 do correnle.
do engenho Balctejra, fregwaa da Escada. o escra-
va preto crioulo, do "t annos de ade, chamado
anq-colmo, cujo escravo esteVe no di psito geral al
I o dia 23 do prximo passado. e lem os signaos sc-
: gm'ntes: alto, secco, rosto picado de bexigas. falta
1 de (lentesna frente.-cor nrrtae sabio de chapeo do
Chile, palite calca de castor,camisa de luadapolao.
Quem o appre*hedej-leve-o ao dito engenho ou "
rua da Senzalla ^ftTra n. 38, esrriptnrk) lio Sr. Bor-
nanlo Pontual, que ser generosamente recom-
pensado.
Mobilia
Vende-se urna mobilia a Luiz XV, em estado
Serfeito, com algum uso, por preco muito eommo-
9. A venda folia por ter a possoa de retirar-se
para fora. a tratar na rua da ITaa a 20,
Atten Fugio no dia 9 do eorrento, o njuleqne de nome
Vicente, de bonita figura bem pivit.
16 annos,nariz chato, pesgrando^cabellos cuitados
e leTOu calca e camisa de algodao Ib "o
de b*ta vemo: quem o apprehender I--vo-o rua
da Cruz n. 36, em easa de seu senhor, que sera re-
couijiesado de seu Uabaiho,


-t
. I IKlKHlJ
r




8
Diario de Periiainbuco Quinta feira 14 de JaueifO de 1860.
LITTERATUM.
Das esquadras
NOVA TCTICA
(CoaeJuso)
V
Torres e Casa-matas
Mas se a batalha de Lissa deitou viva e
f nistra luz mii multas qtestes duvidosas,
culras lia qucdeixou na sombra, c parti-
cularmente a superim-idadc relativa dosmo-
i i tures e dos navios casamatados,ques-
tio que to discutida lia sido.
I ns, os discipalos da escota franceza,
alein-sc as bateras 'cotarras.
Dizem ellos que as casamatas exigem urna
certa altura da coberta do navio cima do
Hie da agua, o assim conservara aos navios
- guerra as qualidades nuticas indispen-
saveis para navegar emmar alto com mo
teoso ; a Xornuuulie foi, seni precisar de
iviode auxilio, ao mar das Antillas; a
fragata hespanhola Snmoncia fez a eampa-
riha do Pariieo, dobrou o cabo de Horn.e-
uavegou sempra bem; a corveta encoura-
rada Bettiqtmm alca neste momento a ban-
lii-ira franceza nos mares da China e do Ja-
po.
\lm disso,os navios construidos segn--
< oiilasdo-Sr. Dupy de Lome podem ter
niastrearo sullieiente para ^aranlir-lbes s
vela nina velocidade de sele milhas com
i "mu vento; essa vantagem duplica a sua
na real, visto que permit ao navio trans-
t-nrtar-se a tixlos os pontos do globo e
negar aos mares em que deve cruzar com
toda sua proviso de combustivel cuidado-
samente reservada para odia dp combate.
Essas qualidades nuticas peruiittem aos
oiiraoados doUpo Gfairedesenvolver,com
auxilio do vapor, o mximo de velocidade,
H.-anear assim lit c il militas cm cnsaio e
i I a 12 em servico, ao passo que o Mijan-
'.amomak nunca passoudc nove, e com bo-
issmo lempo, segundo alirmam os pro-
prios offieiaes: desde que o mar se torna
agitado, torna-so a sua rapidez quasi aulla
c s rom dilliculdade governa. Em conse-
qoencia da sua poma rapidez, nao podem
os monitores atrasar o seu choque de proa,
apezar da faciUdadc com que fazem as evo-
neo es; as.-ui foi que o primeiro Monitor
u3o pode metter a pique o MtfhttaCf apa-
w de tef abordado umitas vezes.
as casamatas, os canhoes sao mais espa-
,-., dos, c por consequencia sua manobra
;i7 -se mais commodaawate: nao sao pre-
s, romo as torres americanas, esses
;||1,, nismos mais ou menos chgenhosos, que
,, |,L mor inconveniente h'eavam desarran-
,,,,.; nao ha necessidade tle pensar na
manobra: da torre, nem das avadas que po-
llera occ error em todo o seu mecanismo, e<
lie notar* que grande numero de torres'
soffreram, pelo logo das fortalezas sulistas,
a que a couraea fosse tocada, avahas
que as toni.a rain ntmOrvets no seu eixo:
io era preciso mais para por fura de serv-
oo navio quo* leva torre: n'uma batalha
uva!, tal incidente .produziria graves in-
, .avenientes, pois que os monitores nao se
.,:,.! defender swiocom artilhanae nem
inore fcil sabir domeio deumarelrega.
Nosedbpor nados os partidarios
do system americano, e respndela por
sua vez com una vigorosa descarga de ar-
gumentos. .
' vedado, dizemrfes, que o primeiro
monitor mergulhon emmar de rosas, mas
11 no!' terem esquecido fechar-lhe as esco-
binas; verdade, que os enormes canhoes
com queso armam as torres, tem as vezes
causado mais damno aos homens da eqm-
in iiui! .ao iuimigo, mas esse nico
trpo de "avio que foi experimentado duran-
ti 'una longa guerra e fez as suas provas.
Essa experiencia, que fez com que os Ls-
tados-nidos perseverassem no seu systema
,1, navios com torres crasos com a agua,
i talvez notar nos courai}ados francezes
J .feitos que anda se nao haviamsuspeitado.
Em todo caso, cotnomavios destinados a
-nena de costas, os monitores provaramdo
que eram capases, as balas immigas nao po-
dem olender navios cuja borda esta ape-
as aOcentimetrosde agua e cujas torres
s comdificaldade podem ser normalmen-
. atacadas.
\ hita do Wechaiclcm e do Atlanta mos-
trou victoriosamente as terriveis destruires
que podiamcausaros grossos canitoes; as-
FOLHETIM
POR
Jules Sandeau
VI
luuoceate* conversas amor
t insuma
(Continuaro do n. 8)
Claudio, depois que acabava a aula
sim pois o lvp> anvricaiio o nico que
kmvhi ofemuah$ de artilharia, e prin-
cipalmente o ufad) qu! tonvem grossa
artilharia.
As pecas de navias casamatados abran
geni limitada e'sphe-a de tiro: ntfo podem
ser apuntadas na direceo do eixo do na-
vio e nao podem ser utilisadas, quer alta-
can.lo quer retirando, no passo que as tor-
res lo monitor podem, sem obstaeulo, vol
tar assuas janellas para todos os pontos
do Lorisonte.
E sopor esto motivo quo taes navios
nao temrmastreaco, nem rdame, nem
toinliadilho, nada, em urna palavra, quo
ns-aembancaron limitar B acro dos ca-
nhoes.
Cano navios de alto mar, concede-so
que os primeiros ousaios nao podem ser
satisfactorios; mas a viagem do Mifantonn-
mal elertuou-se sefli iucommodo; j est
averiguado que esse navio dotado de ex-
cepcional estabilidade. Ao passo que os
navios de alto bordo que o aeompanharam
arlavam de 19- a 20", o portanto eram obri-
gad >s aterporliiiholas fechadas e ser-lhes-
liia impossivel empregar a artilharia, o Mij-
aiitmioinah apenas se inclinava un 1- no
horisonte, e de esperar que nloseja aquel-
la a ultima palavra dos monitores, chegua
un dia em que ellos sejam tidos como os
;nel!iores navios d1 grande navegaefio. Com
as quaiidai'os nuticas, adipiirio a veloci-
dad.' de trae al agora foram privados, mais
por iusulliciencia de machinas mediocres do
ano pela m'ure/.a do navio: quinto mis-
treaco.podep.'ir-se-lhe, caso soja necessario,
msate agora!eni-se dispensado.
.No que concerne ;i saltibridado, ninguom
eseolher por prart* ,1 Vida nos monitores;
mas a ventilara o 6 t) ptTfeita que as equ-
pameos pdeme viverc.nif boa sade.
Nao preciso m lis p:lr.l pYotaf a velhn
Europa que soajovira Americacomprehen-
dc as necessidades la.guerra, eijuestem
a coragem e a tegica de adoptar os meius
necessarios para coi formar-se'com ella.
Ve-so ci'lli'ir suli jndke lis est, c io se-
remos nos que decidiremos esta questo.
Biitrtstanto a%ans resoltados positivos po-
dem colhcr-se de tedas estas considerar-oes
(jue, especialmente na Inglaterra, forarn
subinetMlas s dlscussfesaprofundadas dos
bomcM mais competemleS; na imprensa, no
parlamento, nos wi\'ti'js pblicos; nos ma-
res porreo profundos, ao longo da costa,
na foz dos rius. os monitores parece que
devem ser ovi-.t/cptis machinas' de guerra:
fonnWaveis guanti-c istas: em mar alto, nao
parece que navios i>i flor d'ajroa, possam
jamis navegar com >egoTnnr.a.
Hor i&'so' prociH-oiHitr conciliar a* vanta-
gens dos navios d dio bordo com a das
torres. Os navios construidos seginwfo os
desenhos dO capitn Cofes, os ariete* do
genero de Tottri'ttir, sao na. verdade com-
promissos, transaiTRes nte os dous sjs-
temas extriww que frm' ao menos cada
um o mrito fle* ser perteHamiraite lgico?
E' mais cabido o exame mioneioso desses
typis no esiiido das esquadrados diversos
pases.
Emquanto se produziaine aflirraaram cacto
vez mais essas gpmdes e iu*aBaefitaes di-
vergencias de ideas, outras quesees vinbaiii
anda agitar e preoixnipar os naoritimos' e
os eiigenheiros.
Entre ellas, urna das mais iHt|*>rtantes,
en sem contestacuaa artilliaiii: outr'ra
nao era una difnVnl tnde : as es+jnndras do
Franca como da Inglaterra, tiuliaiuseuai--
mamento regidameri^r; na coberta das
naos o fragatas pui'bam-se cambes-de 30;
KB bateras, pepai 30, cui-tasou.tongas,
e obuzes ik' 'JO e W>..
Nos navios inferiores punham-se canhoes.
de 48, ontrosde e-obuzes de :k). (De-
creto de 1. de levereiro de IBIC).
Mas j o emprego lesscs obuzes ile grosao
calibre ipie se generabsaiva es* todas as
esimadras, preparava a appari;ao das coit-
racas rompeudcuK'qiilibiio entre o ataque
e a defeza, equilibrio que ia car anula
mais compromettido com a tvenco dos
canhoes estriada, ii lagiuados mais tanlc
pelo coronel Prenda de .Beautieu.
No tempu do rei l.uiz Filippe, durante o
ministerio do Sr. de Maokatueconbereu-se
qua sohrepondo laminas de Ierro em urna
grande carnada de madura protegiam-se
ellicazmente contra os efi'itos destruidores
desses enormes olun:es que em alguns mi-
nutos, poderiam larcar fgo a um navio e
convertel-o,
segunde a enrgica expressao
de S. A. R.o principe de Joinville, em um
coffre caima^. w fltfi
Por suaTt'z,aapplicic5o dtsoauracasex-
citou a imaginario dos artillieir* sempre a
cata de novps lieiot d (teftihi^o.
A este repoite anda tmfa vlz se man
festou de ambos os lados do Atlntico urna
radical divergencia deopinio; os ameri-
canos nao se applicaram a augmentar a
exaeco do tiro, a rapidez do projectil e a
sua forra de peuetraco, mas licaram fiis
aos antigos canhbes de alma lisa, cujos ca-
libres augmentaran! em extraordinaria es-
cala, de maneira a obter pelo clwque for-
midaveis effeitos; e ao passo que a repar-
tido da marinjia de Washington se appli-
cava ao systema contundente, as artilha-
rias da Europa esfoivaram-se por obter
effeitos to enrgicos pelo systema perfu-
rante aliviando notavelmente os navios, pois
que llbsta ordem de ideas, a pecas e os
projectis eram sensivelmente mais leves.
Assim que, no comeco da guerra de sc-
paracfw, as pecas americanas lancavam pro-
jectis de onze pollegadas de dimetro (0,38
amtim.); son o impulso do almirante
Dahlgreen, os dimetros internos dos canhoes
attingram quinze pillegadas (,0,118 c), pro-
octando bailas de iO, ou 8 vezes o peso
nha, mixtos ou rpidos, e de 37 fragatas a
hlice ou do rodas, igualmente mixtos ou
rpidos. Desses navios, as l naos e 19
fragatas mixtas eram antigos navios 3 vela
transfcrmados, molidos por ama forca total
de l , o todo dos navios, um exesso de 500 fran-
cos por cavallo, contendo alera disso o preco
das machiias, as despezas de installacao.
de revisao e arranjos que se deviam fazer
nelles. Aos 200 railhoesjlancados.l igua
cumprc accreseentar mais 31,500,000 Tran-
cos.
Quanto s li nose 18 fragatas rap das,
eram -magnficos navios quasi novos, iiahi-
ilos dos estaleiros: entre ellos contaln-se
todos os irmaos do Napoko : o rcale, o
hfrien e finalmente a soberba Bretanha.
A tonelagem total desses navios repre-
senta mais de 100,000 tonelladas, valndo
cada um pelo menos 1,500 francos inclusive
as machinas ; nova perda de 150 railhOes.
Os navios a hlice de madeira podem ser
armados em fusta e servir de transporte,
mas sao transportes dispendiosos, salvp se
forera atulhados homens e de material poi-
que as despezas geraes que traz o deslpca-
raento desses pesados navios sao sempre
extremamente consideraveis.
das ipie uaraaantigam*riuha (Calibre ID.) \ Mwa artilharia que outr'ra armufa os
EsUi prodigiosa artilharia causou multa flancos dessa bella esquadra, os canhoes que
vezverdadeiros desastres ntreos que ajSegrupavam as bateras de um navio e
empregavam, por que os grandes canhoes [ ihe davam to magest tinhaiu fama de rebentar com fwqueacia. pecto, tudo issff loje fen-o velho, bono
Era compensaco vimos que tei-riwl tarefa para ser vendido aos pe penos Estados que
faziam essas enormes mascas do fen-o qnan- geni dinheirr nem sorawlos querem tor ai-
llo penetravam atravez di? espessas mura- (guns brinquedos maritinios- pora fazer me-
llwr figura do mundo. Esperemos ipois
que o noss.o govei'no poder* acliar aluuina
%
dos navios couracados; e anda quando
nao chogassom a derrabar os obstculos,
desbravara com a sua m issa, todos os pon-
tos do navio.
Na Europa, pelo contrario, afascnacao
exercida pelos canhoes estriados, fez com
pe os artilheiros buscassem um grande al-
cance, una grande procisao e a penetrac3o
mxima ; os enormes canhoes de 10i46 cen-
timotros de dimetro, quo, oa exposicao
universal zorara a admiraco do publico,
cada voz mais amante das grandes massas
que das mais engenhoMS concep$>cs, s3o
reservlas para a defew das cortas,
Depois de U'iem-se feito canhoes estriados
de 12, li, 10 centmetros, zeram-se de t\
emais; estos constituem o arraameirto da
esquadra francesa. Todas-as pecas paasi-
veis lorai* cnbtiiadas em divIVTentes pai/i-s:
une em miihuma parto com taita persisten-
cia e puWicMadc como na fglaterra, em-
Shceburyncsh-
Instalarara-so- all solidas m.-a^sas de miK
ralba cooracaM^ representando' todos os-
systeinas de cowacat* adoptadas pelos dlTe-
rentos- pnizes, e neiles ensaianmWe o ca-
nhao fraocez Witwoit!i,ocanhao Armstrong,
o dos irussianos, etc; Estes ensata* arre-
daram tisonsivelim-ntec^rtonumero d ty-
pos: maa aaoostab^teceram asupeiiorida-
de absoluta de mu sj systema,
Uns tildara por si o- '*tasimo alcance, ou-
trts,a preriso, outros-a penetraoam Em
roumo, atmla estamowu periodo c^en-
saios, e dos- mais cusloso que se podm
aonhecer : masainda nS se acbou ess per-
Siic.o que irapoe a uiPBiinidade di*-suf-
fegios.
VI
Os orean*?*'*.
Mas.se os^ensaios devW'ws-aosaperff^at-
mentos necessarios daailittnria devorara
s*muiasen(roB!*< o quedSetos doquetes
que., em raeuoa-de vinte annos. lizeramds-
apparecer sobernas esquadras?
O So>ole fez transJFwaar a nossawes-
quadra o raesa*>acontecv coubu G/oiVr;s
inglezes, anteciffHlos por nws, quzerana al-
c.mcar-nos foiea de milbts, e o aossemi-
nisterio ue ma*ihaiio ewa disposto;-kii-
do posto o p aifiautc dos uossos rivaes
deixar-se ficar atraz.
Nasceu desta emulaco ama luta ruinosa
cntit'osdous orcamentos. Effectivanwnte,
adwttindoqueovalor met da tonellarf
de-arquearo de um navio de>gafeiti de
madeira. o el* soja de Til francos, para
mais que nao para meaos a elTectivo.nor-
mal de paz, emaios de tinto o fragata* so-
monte, representava nina arquearn total de
21,700. toneliadas com o vator de perta de
2'jo mimOes.
A 31 do dezembro do 18*0, quando os
couracados j tinham dado provas de si e
relegado paca as antignaDias de outras. eras
os navios de liiihae ateas fragatas, compu-
nha-se a nossa. esquadra de 35 navios^te li-
tancias ou conditfbes do povo governado;
a civilsai;*) e a moralidade dos povos so
as nicas e teaes inspiradoras 4a escolb
do systema progresso poltico quem corre mais do que
[>Je, val tropecaado, o cahljdo, e atra-
sa- om fez de avaacar.
A historia da America exhibe innumera-
veis factos que saucionam esfcu) verdades,
de que o testeinunho do anno de 1808 se
diretofoi disputad a Johnson, foi a ques-
tiojardento <(i se dehateu em!87, eque
anda om 1888 eseapou de custar caro ao
mdomito vif*'-pn>sidente.
Pn>mulgada a lei da recoostruefio do>
ost idos do Sid, resolvido, pois, ao meaos
legislativamente 0 dlicilimo problema im-
posto pela victoria do Norte, o anno de 1868
foi anda caeio de ferventes episodios da
luta provocada e P'Ttioazmcnte sustentada
ajuiita aos dos aun is que o prffHeram na flfc Johnson, o d... onTffnhoa ardentes dos
repblica hispano-ainericaii;, aigum nababo
oriental ou algum soberano negro- ipie quei-
Kr vkr comprar-nos o nosso velho espolio.
Entretanto, vamos fonstruindocouracjidos
e 6 nisto ipie os progressos modernos do
raara^ilboso desenvolvaento s despiaas.
O na\ cowiiw-ado nao feln menor mossa
que o iravio1 de linha deipie lrdiiro.
Tem ni. lTm pequeim navio o1 no o
Tanrean ctesic 0,200 toneladas ; unc
simples cwvefa- eourarada 3-, 400 : $>l-
fcrino chega' a- 0,GO0. s.i/russianoslaca-
baro de comprar um, com vistas na' Fran-
ca r o1 WilhdH F, que desloca cerca db
9,600- toneladas.
Gracas- s couracas, cada tbneladai ia
deslixco vale cerca de 1,000 ft-ancOs; a
mnchirars postas- admrtb desses navio: va-
lem cercade i ,000'francos por cavallo no-
minal, e-quasi t>xlas asTragatas ronraoidas
somovKlas por machinas de 800- a 1.000
cavallos. Por tanto- 0' Wilhelml vale um
IKiuco mate de 10 railhes. Nao nos ad.mi-
iemosogt>verno f-nme% compn:-w agora
i?m ariete irasamat-ub- amernano Dande-
b>l, crismado agora em-RoclimnbcmV. vi-
otos constiT.ir esse navio em New-'Sorv ha
anuos, te-pwnchas (i-mwlera veidejcom
que'foi constando sioi ninlws de pcdtdo,
e Seremos moto felizes- se o navio-nao fi-
oariuutilisadu-daqui apnwro tempiji l)-
zemaque essa preciosa vantagens nio cus-
taraaiaeenos de 12,000'ilPO' francos: pde-
se verdade sustentar a-qiossibilid;^ de
estabetecer um compeetac utilsando o
RorttimkmH ]am meter apiaj o WHfylm ;
iiias-ae-madeira->verdes nao esperara^ e se hwtao annnlEariam toda a obra de uncom
qneuemt.que esse:ariete celbre sirva para edas republicanos. To toueo suicidio nao
outaa-ceasa-que aM'seJa divertir os- curio-! | Ate conseguir a e\travag;mcia de Johnson.
sos-e* acentrictUdes naivae^. deven*: ap-: icongresso-_manteve o principio eleitora;
pree6ar*9e, OHOwelhor do quo isso, tratar
marcha do tempo.
omecemos peto planeta-esplendido an-
tes de visitar as tristes nebulosas.
0 phitosopho quo ostuda a vida pibtca
dos Eslados-Unidos d .Jp'rica do Norte
nestes ltimos airaos hesib, n> sabendo
o que mais deva admirar, se o quadro es-
topeado da sua inmensa pijjauca material
e inacreditavel riqueza de sciencia e de ar-
tes que** se puzeram em tributo na guerra
social e gigantesca entre os estados do 9ul
os do Norte, se o bom senso, qu? a
mais sabia das sabedorias, com que vo
sendo dirigidos os negocios internos da re-
publica de Washington, depoi da victoria
do direito sobre o tacto, da liberdade sobre
escravido.
Nao se julgue da Confederaco Norte-
Araericana pelos costumes, pelas regr>s do
vver dos outros e de nenhum estado eu-
ropeu ou americano: a grande repubfica
tem normas que as figuram anomalas, e
s vezes resplende em pleno exercico de
dinn'tos, dando ao ranmlo mn espectculo,
que em outra qualqucr paule, se chamara
desordem c anarchia. O anno de 1808 tes-
temunitou cloquate exempto dbsta obser-
vl(t"5o.
> ays-assinato mavado do bem?raeTto e
honestsimo Lincoln fez passar ao rice-pre-
sideote Johnson a prmeira utagistrafwa da
repuWCT!. Bem inteiwlonailo, mas rale ;
probo, mas excntrico, c obstinado, JWn-
son inspirouuse de um pwisameno politfc),
generosa) e patritico que sem duvida teiii
sido iguanenfe o de Lincoln, isto a vol-
ta dos esfedbs' rebeldes vencidos ao-gozo
c participado d todos ostnMtospMiticos;
os que este^,p)rra, consegairam compro*
videncias indupeasaveis e moderaos; e
cora o prudente-arranjo das cousas, de mo-
do que nao pvrdr-ssem os fru tos- da vi !to-
ria ile Richmoudl- aijuelle quiz de impro-
riso, a despeito da> opinio que- vencer e
do congresso que* zelava a causa social qi*
tHuniphra.
0 congresso querht a reorganizan dos
astado do Sul no sentido lgico da opinio
vencedora, Johnson carava pouco disso e,
ao contrario, ombaVafava a aeco- do con-
partidos ivpuhlicauo e demcrata, na gran-
de*rarnpml!ft da eleico do nom presidente.
A caraira votara a accusacSo do vice-
puesideute Jolaison por diversos actos ki-
constitucionaes, e anda pela demisso da-
da aomiiistroStanton.
A aecosacao foi levada pelo velho, ma<
nfatgavel repuWcano Thadcus Steveus a"
senado, que notkiou cmara que tomara
medidas para fazer comparecer Johnson
opportunamente, e Ifcuitou a aecusaco s
medidas tomadas contra Stanton, pondo-Se
de lado os actos inconstucionaes anterio-
res.
O processo c sua discusslb proongaram-
se por miritos mezo: os advogados de Jo-
hnson esgotaram todos os meioB-de protel-
laco, Stevens consagrou os restos de sua
vida a asee empenho de reprinm' o poder
executivo era beneficio do legislativo': os
dieurso* profeiidos pro e contra enrheriaw
vohimes, e por fin o senado sentencin
a acusaco nao reuni ce necessario voto.-
de maioria exigidos peta cunstituico, e'Jo-
hnson foi, portanto, absolvido. Esto re-
sultado do consideravef processo foi o raals
prudente e [olitco; c a repblica foi pom-
pada a mais fortes reseufmentos dos dt--
mocratas.
Mas o que curioso-era adW isto, o qu<
assignafe'a vida FU-generis, a condifocs
polticas: especiaos diqueHa1 i-cpublica,
que, emcfnatb o congresso arcusava, o pre-
sidente coKervava-se* como UltirGtta Bran-
ca, e o paiz continua fa- a manter-se em cir-
cinnstanci*^ normaos. Jobnsoii1 exerceu o
seu cargo, gubmettenub-se atctiMcao com
reserva e calma que me fazenv lmnra; o
congresso o *e ahsolvidb sem<|uea ascen-
dbncia legislativa solresse a menor-'qiiebra.
Semelhante aeontecimento, urna cris! entre
o liefe do lisiado e a astsembla- popular e
predominante, fra em qoahjuer pniz mo-
tivo de agitaci.'ameagadira da ordeffl} aos
Bstados-Unidos ofacto agjtu'sem dhvili
os partidos: paasau, porenvoomo umatpro-
-n oonstilucionaK e nenhum' dos poderes
tnvtjoiillicto susr-eadeu o exercico das-sua-
gresso: dlih proveio- o antagonsrae que preBOgetivaa. O aatagoiiisua>contiiia>: *-
ae tornowapiixonado. A hita serie* princi-
piou, onde- devera priMJptar, era um-ponto
essencial. Os estados se faziam represen-
tar no-congresso por numero de denotados
calculado segundo sua populaco gcralj e
nb'segundo'a populaco' com direito de
voto-, os estados esclavaptas tinhamrpei,
iaiaior numero de deputados pelo curso da
;iua popularn-de emancipados da escravi-
co, que todava nao tinlrom conquistado o
i'lreito db voto. Mantendb*se esta pratiea
cieitoral, os- demcratas- predominariam.
como dmtev no congresso e em breve
da vende-lo I'rrujsia coa* pequeo Iwro ;
pregn*se4lie -fainos logro.
E..9e0ret.%
RrtMWjpeeto pwlltie e ?**
(Do'Jornal dktCmmndo- da Z4*>
II
AMtHltA SKI'I1MB>AL K.iB*Tlt.\L B.B
BLK M DO p.vnnoo
(tantinuarS))
Entremos agora no niuudo ameriOTno ;
na sa.historia tambem haificoes queapro-
veitar.: na opulencia de urna grande re-
pubKca contrastando as ruinas, a auarchia,
o abatimento de outras resplende a verdade
do sabio Montesqueu, (me se traite as-
sim : na pratiea nao ha forma de governo
absolutamente melhor me as outraa; todo
o systema de governo pode ser bom o
mo conforme a edutw.-So e as circums-
ioa$ regulando o numero di representen-
tas de cada estatlo, conferme sna popida-
rio com-direito de voto, oo numero dos
HegadOS pela populaca delegadora, d
rawlo que owBstados rebHIados o vencidos-}
(M passavaiftvadar menor ntunero de re-
[eontantes,. jierdendo sBa-'predominancia
i congresso* ou, para conservara autijja
[roporco-do-seos repre^ntootes, havam
de estender o.dreito de voto-aos escravr*
eiiiiini|iadiis; mas estes ualmrahnente nao
.semm favotaveis aos dem raase aos seus-| iVn;meiite o seu ranilidatix,' quo peeoisa.
espeda os discpulos, cuja estrepitosa sa-
luda enchia a aldeia de gritos e desordem,
i tomar parte n'essas conversas que aca-
liavam de lhe levar a morte ao corceo,
or quanto Martha e Gatharina, sem mali-
ia, nao se cohibiam de exprimir na presen-
ea d'elle os seus senUmentos. Retirava-se
11 ira o lado e a maior parte das vezes guar-
hva carrancudo silencio, do qual a peque-
a fada com difficuldade o brava.
- Ento, Claudio, dizia-lhe ella de
vez em quando-ests triste ? Que tens,
meu amigo ?
Outras vezes levantava-se, approximava-
se d'elle, fazia-lhe alguma caricia familiar,
ora agarrando-lhe com a ponta dos dedos na
extremidade do nariz ou barba, ora metten-
do-lhe a mo na amarellenta e spera gue-
delha.
Claudio deixava-se affagar como um Dom
cao, dirigindo para a sua pequea amiga
um olhar doce, torno e reconhecido.
E' cousa admiravel! Quando Claudio
olhava assim para ella, n3o pareca to feio :
reproduzido no rosto todo osentimento do
corago, havia n'aquelle olhar urna to inde-
finivel expressao de bondade, que lhe des-
fi"urava a physionomia. Adareava-se-lhe
afront, illuminavam-se-lhe os olhos, e por
um d'e-.ses phenomenos, (iue s o amor
opera, endireitava-se-lhe o nariz, tomando
insensivelmento formas mais correctas e
menos accidentadas.
Desgracadamente, isto era objecto de
urna duraco igual do raio, que s de
passagem se podia noUr, pois que, por
luuito aolonge que elle divisasse aimagem
de Rogcrio, logo calda na sua tristeza : tol-
dava-se-lhe a fronte, os olhos sumiam-se-
lhe nas rbitas e o maldito do nariz, ma-
neira do punho de Ajax desafiando os deu-
ses, tomava o aspecio de querer arremetter
com o co.
A' noute reuniam-se no torrasso do pres-
byterio Francisco Paty, o coadjuctor, os
dous Noirel, Martha. Catharina, finalmente
ambas as familias. Ento conversava-se a
respeito de Rojferio, porque, desde a appa-
rco'domancebo n) banco senhonnhal, o
conde de S jug.'-rese seu filhoeram o unco
assumpto das couversaees da aldeia.
Despertavam-se agora todas as recorda-
Ces; lembravam-se de que a condessa dei-
xra um filho pequeo e os vemos da fre-
guesa eram concordes era que o mancebo
era a imagem viva da mi.
Martha'e Noirel lembravam-se mudo bem
de terem visto algumas vezes aos domingos
na missa urna joven senhora de fronte pal-
uda, estatura arqueada e olhos vermelhos
de lagrimas.
0 regresso do conde vinha avivar todos
os boatos que ou r'ora haviam corrido a
respeito da morte de sua mulher. Fran-
cisco Paty, que en o umeo que sabia as
cousas ao certo, pouco dizia e com reserva,
mas isso mesmo e\citava no mais alto grao
a curiosidade de Catharina. A amavel
creanca chorava o destino d'aquella nobre
creaturato pemuturamente fallecida e o
que, ouvia dizer do conde de Sougeres fa-
zia-a gelar de susto.
Eram passados quinze das depois da tes-
ta de S. Silvano e Rogerio nao tornara a
appai-ecer. Claud.o come?ava a respirar e
a sentir-se vontade. Dizia l comsigo que
o joven fidalgo se tinha sem duvida retirado
para a Allemanha, donde viera, e a sua
maior pena consista em que a Allemanha
nao fosse no inferno ou pelo menos na Si-
tara Comecava a notar-se-lhe sensivel
memora, e, com grande desapontamentopara
os invejosos, readquirira o seu esplendor
de corista, quando de repente foi obngado a
confessar que nao tinha, como se la diz,
contado com o hospede.
Estava-se no principio do mez de junlio.
S no seu quarto, Camarina bordava no lu-
gar do costume j into da janella aberta ;
Martha, que-na vespera fizera a barrella, an-
dava no quintal estendeado a roupa. Fazia
um calor ardente. O to estava afogueado
e os raios abrazadores do sol eehiara sobre
a torra como metal candente. Os. passari-
nhos nocantavam, as florea pendiam nas
bastes, as vergonteas que adornavam a ja-
nella de Catharina crepita/vam-como as vi-,
des n'um tomo. At Catharina solria. Pela,
piiraeira vez na sua vla sentia-se triste,
inquieta, nervosa, excitada. Deixra cahir
o bordado das mos, e com os cotoveUos
fincados sobre o parapeto da janella e os
brancos dedos perdidos entre as madfcixas
do cabello meditava a bella creanca,, nao
saberemos dizer em que, por quanto-, nem
ndigos senlifosr nas eloices.
A despeito-do Jonhsnn, ocongresso veo-
ana e fonmiou a sua lei kl -econstraccao
dos estado rebellados. DebaWe o teimo-
u> e irritavil Jolmson oppanlw o seu veto
presidencial s resoluces do congresso:
este as volava de novo, tiaendoaa leis de
repblica, emquanto o entesado adversa-
rio vingava-se, substitunuo no commanio
dos estados do Sul generaos republicanos
por geno-ner- lnvoraveis aes demcratas^ A
demisso do ministro daguerra Staatgvo
ouergicO'ministra de Liucoki, demisso cujo
hnsenfaz nomeafoes, o senado- as revog:
Johmon multmliea mensagens proseado
reformas e reclamando providencias, qa-
repefa-indispensavers; e o congresso manda
archivar suas mensagens: em- represalia
Johnson o fatiga cppendo teimoso vetO'-'
revolnr7)es do congresso, que aHs tem-e
emprega os raeios para anudar esse veto-.-
Prestes- est a terminar essa luta ente-
o presidente e o congresso ameriuano.
A nwa eleico d presdeate acabado
effectirar-se, e o escomido do povo tearo
conJo de merecer toda a conflanca d
partido repubHcanc-que o adptoupor can-
didato, e-de nao ser oHiado romo meay
de inimgos pelo partido demcrata que-"
combateu i na eleicaoj
Nos Eslados-L'nklos a -litaedada se dieei-
plma ; sabe-se como as cous-w se pasiam
ba luz. porque todos tem o (Brito de vtr.
e ninguem conseute a usurpa?ao destttdi-
reito. Gala partid* tem seu;tftreetori cen-
tral, sea* directorios nos estados. Pr*>
apocas pletoraes, delegados- da-cada parti-
do se reanem eiu. urna ccaarenco, ufteu-
tem o programma do partiib, e esfottiem
para sr-lo. reunir-os dous tercos dos votos:
o candidato escol&klo passa logo a 3r de
todos, e cada partido marcha unnime o
sem discrepancia para o scrutiro* Em
18(58 os republicanos reuniram seus dele-
gados na plataforma de Cbicagoy. estes
adoplaram sem divergencias por se*e ean-
'didatots a presidente da repblica o ral ttffses roni, o vencedor Rcluaond, u
Vice-faesideate' o tpfoktm Scbuyler Colfav.
(OtMtiUM
eUa mesma talvez o soubesse explicar. 0
que nao tem duvida que a mediato em
que a nossa boa amiga se achava submersa
ha mais de urna hora devia de ser bem seria
e profunda para nao notar o galope de um
cavallo, que sbitamente parau junto gro-
ja. S instantes depois fae eHa erguen-
do a cabeca, vio defronto do presbytorio o
joven visconde, que, anda a cavallo, lhe
sorria.
Ao mesmo tempo sahido da escola, como
um lobo do covil, apparecia Claudio por-
ta de casa com o olhar afogueado e os ca-
bellos erri?ados. 3
Se eu Uvera o genio e o raro dom de
um bom pintor, quizara fazer um quadro
d'esta scena, reproduzndo em boa tela o
que escrevo em mediocre prosa.
De um lado a igreja aldel, com o seu
ponteagudo campanario e o seu alpendre de
telhas, onde passeiava grande numero de
pombos; ao p o presbyterio com sua ja-
nella ornada de trepaderas; n'um ngulo
d'esta ura ninho de andorinhas, e no para-
peito Catharina encostada, pensativa, seme-
lhante a urna d'aquellas bellas virgens que
os pintores da escola flamenga collocam no
centro de grinaldas de flores, de fnietos e
passarinhos. Defrorite do presbyterio, no
adro inundado de luz, Rogerio que, tendo
largado a redea do seu cavallo, contempla
em mudo xtasis a linda e loura cabeca, em
quanto que o cavallo, coberto de suor, roca
as ventas fumegantes pela areia abrazada,
procurando achar alguma frescura. Do
lado opposto igreja. a ra da aldeia occul-
tando-se e desapparecendo por entre-froa-
dosos sabugoeiros e madresilva* : algumas
gaainhas depennicandD sombra em roda
de um altivo gallo ; a urna porta, do p,
Claudio, rodo de ciernes e com ollia^' in-
quieto ; e finalmente atraz d'elle, pela parta
entre-abevta, urna sucia de rapazitos. es-
-preitandoiasahidado mestre- para por sua
vez, se escaparen* e fugirem atravez c)as
sebes, como um bando d>perdgoto..
Durante aquelles das em que Catliarina
se entretnha com Martlt a fallar de Roge-
rio, este, por seu lado empregra tambera
o tempo. a conversar comsigo mesmo a res-
peito da pequea fada. A sua graciosa ima-
gem acompanhra-o no retiro ; a recorda-
do do doce goso que experimentara no
presbyterio fra como, um balsamo na sua
vida solitaria. Eram, comoji dissemos, os
primeiros gososd'este genero que elle co-
uhecia e saboreava ; naturalmente terno. a
sua alma sentia-se folia e arrebatada. Se
houvera satisfeito os pnmeiros impulsos do
corado, teria vbltado a S. Silvano na, ma-
nha immedata ao dia da festa, porem ti-
nha elle um espirito contemplativo que nada
receiava tanto como apressurar o destino,
coiaprazeodo-se com o goso meditativo. Po-
deriamos, pois, dizer de Rogerio o que to-
mos dito de Catharina : nada evidenciava
que elle amasse, e, se amava, ninguem o
podia affirmar, nem talvez mesmo elle pro-
pino. E\ porm, certo que tudo mudara
n'elle e que lhe pareca que tudo o que o
roeava tomara um novo aspecto- Aquella
ardente melancola que j lhe notamos, des-
envolv la no silenii) dos campos, na soli-
do'e na liberdade, acabava de se trans-
formar n'um sentimento mais moderado e
definido. Todas aquellas faculdades de jo-
ven que vimos agitadas sem rumo e a con-
summirem-se na insulano que acabavam
finalmente de tranquillisar-se, pojsando
como um enxarae de abelhas sobre um al-
grete de flores.
Quando Catliarina ergueu a cabeca e de-
parou com Rogerio, que nao tornara a ver
desde aesta de S. Silvano, por ura irrefle-
tido raovimento cruzou ambas as mos como
quem orava e com o sorriso nos labios ficou
por alguns instantes de p, immovel, a con-
templar o mancebo, que olhava para ella.
Depois,. escapando-se como urna gazella,
desceu quatro a quatro> os degros ca es-
cada e correu direita a, Martha, que anda-
va estendendo a roupa
Martha, Martha,. gritou ella o Sr.
Rogerio acaba de chegai- a cavallo I l)-
pressa,. trata dojantar, pois pelo calor que
faz nao dever retiiar-se seno tarde e nao
deveremos querer que elle julgue que s se
faz jantar n'esta casa, quando elle &. fomece-.
Faz.da.tua parte o.mais que poderes, iai-
nha boa Martha, e-serei cada vez.raais.twa
amiga!accrescentou ella, saltondo-meao
pescoco e beijandl)4he ambas as faces.
Sera esperar resposta, deitou- a correr
para ir recetar Rogerio, que se achava no
pateo. IntrodKio-o loga n'uma grande
sala, onde o sol mal penetrava atravez das
janellas meio. cerradas, e om. quanto o man-
cebo limpava a fronte com o seu fino lenco
de cambraia, desappareceu Catliarina para
logo voltar, trazendo ia mo. sa*re luzente
e aceado prato um grande copo de cidra a
trasbordar em espuma.
Nao faz idea do bem qae me sonta!
exclamou Regato, esvasiando o copo de
um tragoulguei que mt derreta pelo
camiaho!
De certOn pois vem n'um lago. Tam-
bempara quo havia de reservar-se para um
dia ti) ardente ? Teem feito das to bel-
los e amenos 1 Esperavamo-lo aqui, e. ven-
do qae nao vinha, julgavamos que no vol-
taria. Nao o deixamos retlrar-se por este
calor. Jantar comnosco : meu tio ficara
alegrissimo de e ver. lile sahio esta mi-
nha para administrar os sacramentos a um
dente, mas nao poder tardar.
Diga-me : em qne estova a pensar re-
clinada assim na janella ?
Eu nao pansa va.
Ento sonhava ?
Sonhava nao sei em que.
Em todo o caso, vim interrompe-la.
Oh I N5o. Eu estava triste ; creio
que soffria. De repente vi-a e isso causou-
me alegra. O sentar foi to bom para
comaoseo I
Eu ?disse RogerioNada fiz em seu
nteresse. Ao contrario, foi a menina que,
sem o saber, me fez todo o bem. Eu viva
solado, intil para todos, at para mim mes-
mo, paseando auna rida'aborrecUiae estupi-
da no recndito d'estes campos. Com a
sua appaiici tudo se mudou. para mim
Ento aqi tambenkqoa pass* a sua vid*
silenciosa Qualqner que sejjao destirv
que a sorte me reserve, sempre e por toda
a parte -me acompaabar a sua meiga csa-
gem, e nao esquecrei jamis, que folsob
este tocto que pela prmeira; vez ouvi Sallar
de minba mi !
Assim se iaonabolamto-aconversa, qnari-
do a porta se alaio mansamente, e ( audio.
encostado parede como, um moi-.-ego, si
approsentou ar> lado ,da pequea virgen:,
que nao pode- conter um movoento
mo>humor. Assin* a cruel creatnra (-
mocava a irapacientar-se da asstuidade- d>>
seu velho companlieiro.
Ha no amor, atesato naseenca e ajada
quando nwn, se manifest, um natural e ex-
traordinario egosmo, diante do qaa os es-
piritos investigadores nao podem deixar de
deter-se- rom admiraco. Oltamos para
esta joven e talla creatura, apeaas contan-
do dezeseis annos, com aquella fronte cheia
de encantos, a bondade a traashatir-lha k
sorrisos. Poderemos imaginar quantos coi.
dados tem custado aquella formosa cabeca.'
E' o orgullio do lar, a alegra da casa ; tudo
com a sua presenta se anima, se alegra i-
se aformoseia.
Supponhamos que tem ainda \ni e mi
O pai contempla-a com xtasis; o coraco
da mi para ella um cntico festival : tem
amigos velhos que a estremecem a ben.
dizer como a urna segunda primavera da su.<
vida : que passe um desconhecido e que o
amor faca saltar urna centelha do choque
dos dous olliares, e veris que pai, mi
amigos sao como se nao existissem ; o pas-
sado nada vale, e tereis o fatal desengao
de qae para esta filha, que era a felicidade
e alegra da famia, j nao ha ao mundo se
nao um ser, quo iquelle de quem das
antes ignorava o nomo e cuja existencia
nem ao menos suspeitava. Eu j li, nao sei
onde, que o amor o primeiro capitulo do
grande livro das ingrafidoes.
(CoHti/tHarse-ha.)

t


'

'
Tf P. W> PURIf-RlA VAS CBVZfiS N. II
m>n i 1.....
UEGfVEl 21


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