Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11733


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Full Text
M

AUNO XLV. NUMERO I.

PARA A CAPITAL E LOGASES ONDE HAtTSE PAGA PORTE.
Por un anuo dem. \ .......! .....[ $55
<.(l:ummeroavls ....... jgj
*SffiMDA FEIRA 4 OE JANEIRO DE 1869.
PARA DENTRO E FORA DA PROVI)lCA.
. I Vu tres fiif/i''- idiaiilailiis'.
l*w tres juraos aiitwnwus......< ... A. ...... .
Por seis ditos nieto. ......... y. / y ,
Por nove difis ulero........>V*.....tt '
Por um anuo. '..........., "V .
6A7iM>
j:iU0
ZOVtSX
OsSr


" i
?Sfe\ Propriedade de Manoel Figueir^ de Faria & Filhos.

Gerardo Antonio Alves l-'illros. no para: JHPHIk Jtw de Olivrira, no Ccar: Antonio do Lemos Braga, noArqpaty; J0S0 Mam Julio aove.*, noAssl: Antonio Marques da Silva, no Nala,: Antonio Joaqtiim da Costa Guimaraes Pancada, era
Mamaiifiiapc: Antonio Aloxamlrino di' Lima, na Parahvba: Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belannino Qp&antns Ibifro, em Santo Vnto; Domingos Jos da Costa Bra^n. ein Nazarcth: Fraterno
lavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos. Alartins Alves, na Baha; eJbs ftibeiro (iaspaiinho, no Rio de "
-----------------------------*--------------------------~ --------------------------------------------------------------------l
Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Min*tcrio da tierra.
1 >ttKia 1........iiofojletodas astoraStoisiloIras
'ti* ......qntay.thttr-
..iicrf '
(lint. > -^f;
> < rl.l lli: 1 ifl Y, i,. I
\. 1 ilo -
,. man :

1, 1
UM Otilia*
i |Mrado,
leg ani-
i um' 11
1 1, I
n
IldiaiaVa, qm
mi.1 Augustur.,
r-l;ii:mi ;c;ihmii
.....inimgo w
II ,,-\y< ai era que
. .ni,.- forra nu (Iliaca.
,v 1 1 ipMfi* i perica
i,, r r ku Ai oH li lv|
v
sirai 1
SiMvsf.trin fui iliMiiorar-iiK' nas posiooes toma-
,l,is portante rom as vant gons .1 ''lia inherentes.
<> lempo imlispensavel para reorganizaras colum-
nas do ataque reoolher Qfl fcidos. fazo-Ios trans-
portar panto bospitaes lo Charo, 1? raeebor llalli
adra provisa lo mimcoos de horca e de guerra.
Ni ilia segrate as ti huras da maiihaa, deixando
nessas posiooes o 1." corpo do exereito sob o eom-
iiiaiuli) do brigadeiio Jos bul* Meiina Barrete,
man-hci enm o ."corpo .1 azor jiinooo como .'!."
siiliji iMiiunanilodn vbcontle do Hrnal. que Wtava
, I entiioim vaiisrnanla.
O ininiiio (loslado as malas (rae mis Ik-avaut
i-in rp-nlc arii-ilitiai que n'lias ia st-r atacado, mas
I ij aimla nina voz illiiidi) ein suas previaoes, por
que i'in vez di- cun elle davar eombale, lms(|iii!
enntorns-k) con na Bous corpos de cxi-rcito, si
iiind pelo flanco esipicrdo. p pcreorreiidD nina
arca d." terreno de Iros leguas de nxtamao, e y.i-
!'
, 1 ,.,.
II I til
.ida i 1
alnindo
ciini-
11 mes-
! avia rciliizido essa
iv fWagna\ e do
vilii'.'ai
- IIVlKl
1 ;. litar pal
tillando as collinas ili lufuil' chamado (iapolla di
Nossas perdas foram oni retobas ;'u do iimii.'o
miiiloniais insijiiiilcanles em ninnlo ; todava
nas dnas polojas temos tido jora de cmbalo .OUO
boniens. onlre ellos temos a deplorar a minie de
gunrnanwatulinadoe. e que, raaos do patrioti.smo.
so haviam ilevotado causa nobre de vingara
injurias da |iatria.
Trato de Moiuporati forras sol) nunt eomman-
do, e cnin|iri"los os deveros sagradas do prneral,
apos luta lAogrande, marcharei a desembai-acar-
mw da Aiigostnra, se anda ella tentar resistir, e
dalii segnirei rpidamente para Assunipcao. dawlo
atan piffte a V. Exe. e aogoverao imperial do que
livor orconi.lo. o da direcoao soj;iiido.
Tormhio. diinrindo a V. Exe. e ao gwerno im-
perial miiilia.-' poidmo foliritacoi^ pmr terpei'inil-
liilo o Deiisilos oxoicilos. que com o intervallo
. Falseadas an aaa, ella vi rea- mal as^egiinuias e ancla em perspectiva, todos os! mah serios
ii nina as pnniiessas do acl i tan (iraades pnihleinas ih recon^i ucean enrofH-.i em | desmedidas,
o de lil.de iaiM-ini. Ella con- espoetac^o ilolorpsa, solucous iude/inida> o inaca- klin. a piran
as.

Hire
a certa lihenldile
jo il'ius vigorosos
rereins de um coiiilicto de |iio|i
A patria ilo Washiiiylnu o de Kran-
praiido repiiblica que se assenta inagestosi
eoasejRM alp
lisarom-se
justamente c
quista em u
(invito do rea
da poltica.'
a -ellerda Inglaterra qm
base do s\starta eViioral e. naLs tbi'ipe feto, o a coihinaco.-s diplireltira do que ;t< fronde* po-1ser t'iaduzidas polo .slxirn""de ua alliaca.
Irlanda Majs un pr.vilegio que mondo vera^ Do onde rir a iiatavra (Wem ahnranU' Lessovski e sna esqus.lra. nao tardn
Sem ju-io p.'iU-lj1 -um rrijres-m in!enri)Bal, em seguir-se a missui americana mandada em
a mu concibo eeunJ.'nioo da diplomar,, .' \mr> S. Pet.-rsbnrpo para Icsteinimiiar em nonio
) diieito la torca vira substituir anda a lonja do pongresso ao imperador Alexaiuhe IIV a aarr.
Slat mu
eoni ponco ifeappann'r.
a cavaHicirusa Hespanba que saendeojujo
de um reinad Je trintn o cincg anuo-, um-tiiijo
ochpso da lH'rdaiic constitucional. E a Hispa-
nlia que vinp* ui nb;uns das o iiltr.ijji- mejo seculo. jf'
a lierokatZreta. a Servia. ao t.id:s a po-
pnlaees slav;Jpie s libertara de um jii i ty-
a lulouonii'i poltica o so

et
alo doniini-
:..is |ienivel (
"vt.-iisao,
fcfr aves oll'ore-
idos pi'oiipiios. em
w.i '; al;. -
lanctaa a vapor, que
uva. estando aeiiii o
Iii;m, neilas acaupando, dei\audo em nina mata
da planicie una pequea IVrivi paranu:i\a. quepa-
r-oia antes destinada a observar nossos uiovinion-
Ios do ipieaciiinbator, lano que duranlc a noiU'
essa torca d'ahi se relirou.
lua (bofa Irovoada acn panhada do oliuva co-
piosa solnvveio durante a nonio, ^einorainlo-.M' o
ino lempo at a dia segubtte. BeJ5e Ingar expodi
cu as niTi.ssarias onlens para que. na n.nito de 8
para a IIjj brgadeiro Io*3 l.uiz Monna Harroto.
deixantlu o punto oin.que hiva Ik'adu, viosse fazer
lincean com os ou'r is dous eorpos dfl oM-i'cito. o
que se elfoetiioit seni nonliini inconveniente, obe-
lando elle ao nnsso acampamento' an romper do
- ''l'-n'l-'liail. na occasiao .,,,'.,. aquella* orcas
es mi., uiehavlam sido .Lela*, od que ..cima ' no nas barrancas du rio Paraguay, > em cuja irou-
le se llova acharo vico-ahniraiiio visconilo ilo In-
iiama a bordo do Brasil, n aciiuipauliado de ou-
Iros i'iicoiiraeados o monitores,
Duraule aussa marcha, o thifiiigo em pequeo
numero appararia ueste mi naqueile ponto ruga-
do senipre em nossa frente trocando-so apenas al-
prnis tiros entre aaicorpo de intantaria dolle eo
il" do nos oxeroiio ao eul ar no pntreiro Vahlo-
i'erto'.^ e-p,- -i matto, 8 que. d-serevendo um I vino, iransdando por elle e|h.i> livromonto_ todos
Virriaba pmceia imlicarpreparativus deentrin- corws^ fw,-,t0- e ;^mid a pos.cao ac-
,!.,!!.,' nais for.o. dando isso a cror. que ,, BU mencionada apezar do tempo tormentoso que
iliio rS*v:i iiaiiersnasao de sor aquello o |miiio oniiniiou.
o desemharqne de nssas L,"r?nte ''. "'*>> *"M dr. o (oda a noute nnpur-
tanlissinios loram os servico prestados pola as-
1)r.! quadra ao transporte do forras de cavallaria da di-
visao dobrigadeiro baraodoTriumiiline dadobri-
iCadeiro Joio Manoel Monna Harroto, que haviam
..,. ni. I'.'ivorrenilo todo
i vrile-M. rhegui i*> Paraguay (e desde
uro vi -er.'in ooinploiamouto inexactas as iui'ur-
ciejles que ni" haviam sido dadas, od- que cima
oncioi.
Di i'iic.uracal"- M achavatil iTO hnia. h nuha.
l lo activ-miiilo Vb't.i. o aljjuus delles lao
ixiuios. que estavan ao alcance de balas de fu-
njosmo a lir i de pi> ila. Appio. naigem il rio oorrosnomlrnte ao ponto, ein
, o inini'M lialava lie loililirar-.-e. recoliheci
i;i n -e:i Irahaio nao pas>ava de urna insi.unili-
niie valla, cijo princi]io coinecava *ui lutrar on-
leria lugar
i ti cacao.
.arte
lbenla'
do direilo .'
Ouiras tantas nterrogaroes qin>. o espirito se
apavoia de pfenF-e. Ellas liaiHizen aneiosa
i'xpeelacao de tmlo UBI continnile. Ellas |missuoiii
a chave de mu uluro (pie nao est bastante visi-
nlm para dexare entrever clam iiom tao lonjin-
quo ifne nao deva inquietar.
U que uo9|iarecu um poaco fura de qoeslrt, i!
ilo rongresso ao jaiperailor Miixanilre IIV uacV.
russa a indiiniaran que predatN no soto do pr-
lainrnto BmrkjantM attentado de Karakosofe fe-
licitar os '."i inilhoes d>swnros russos pola..-3lvaein
roviiWncial do soberano a. cuja inVIngi'ilcia 0 co-
IhV'iUide.
proMiieuciai uo soiientim a cuj
rarao devoiii os honelirios de
inissao. que oorgulho t/imkfr fez
nm;i ramiadr^ coniiKista dos niais prodigiusos
nitores ta narli'a dos Estallos-''nidos, foi a n
o co-
Bsfi
coiupauhar por
mo-
occa-
aponasde cinco ibas tivesseinos combatido duas 1 rannico. coni|0istatidi
ve te victoriosos, volidonossas bandoiras enbertas de' a (irerinape rejuvenesce pola liberdade.
boncaos por todos ipiantos se ntoressam pela re- a llmpria que aeorda de nm prantadlj le- que a revisan ^itt^rapbico-pnlifi-a da Europa nao generaran de mu poso, que ha .tanto tempo sup- iaruo o s,. ifistitiie eiu vln... [satura acahada de um j-ongn-sso.. Por inas qne [populares em que os Amenranos encnlravam
porta resignado n crueldade de um dspota .feroz. | K a AlieHMha que. do trnta d\na>lia- ue a [esta :
Di'iis nanlo a V. Exe.libo, e Exiu. S", con- retalhav.ini, vv surgir e consolidar-se a gr inde i cosUuiu
selhoiro ilo estado barao de Muritiba. ministro o nina do sua ujiticaoao. [a pmvavo
secretario ilo estado dos negocios da guerra.ifci*
/'"; de GnXIS.
iiloa consagro um admiiwl progresso nos sempro, em face dos retratos ds imperador e da fa-
inos e _suscito emiii.-iit.-s e-piritns como! inilia imperial, asiniageiwdesemgrandes boqams
questo>s inlorliacioiiaes .Washintrton, Franklin, ljnroln. I'uissos e Anu i
solncao ilas
.arto nm inovuneiUo genenisi. fe- i que agitara a Eu^ta, liinos a ikilon^a ronvicejNi j ca/ nao ponpnrnm liemonstraciVs ophrases nro-
cuiiilu. jiara a liberdado. Sao osjwivos que > ,le- rde que a diplomacia se declarar cedo 011 tardo I phetiras para glorificar a sxmp.nlna. que o princi-
eoi que
Vi lando para n Chaco, tratei desde logo de
,i ar .-.....Iiiniua de ataque, que tinh de pas-
para a margen) direita do Paraguay, abaste-
1 i, 1 i-a (l Hiecessa'rio muniriameoto de bocea o. de
erra, o combinando com o vice-aliuirau'o vis-
de Inhauma o o harao .la l'.issagein sobre
nioi is pralicos. do, no menor lempo pessivel.
,./,! dosoinbarear a m.iior forra; e rm poni Uu
e burlando as vistas do Intmiira Ibe podesseino
a retargnarda
Anies do -e olectuar osle niovuneiilo.
ordenei

I
. e .1 barao daPassagem subisso rio acuna, acum-
ulo de algnns monitores, e fratae at Vssnmp-
Vi verificando aenoLambaru bavia.....tao al-
!,,.,,-ul... e I- Lar.leiid.. idaiie.
. V. Kxc -a'"', toi polo dicolor l.-iie,
,, ,:,,, ,1o -:,.n:..qi.>.nlolrausleiiopara
r o prediramento da tn**l.
' 1 barao cumpiiu. rodo sempre. esta importante
,-,MIirando achar-se desenibararada a
'!ie I o ,ez o arsenal de marinha o guerra, o a f:."'uinugo seaohav.
, ortega mu.is homhi's. que causara;,, a estos;
Cilicios.visivei ilamnos.eompi-ehendondo-se nellos
da s,,|a do palacio do dictado
paila
,., ,io eiicnuracados nao reCebeu avaria-algu- ". "aiMiiiiuir
tX S el, contra disparados 1.....aaa i o,,f> "'"""'
licado no Chaco o que 011 deierniiuoi, (pie lizessoni
junceao com o grosso do exereito. EU seria certa-
mente injusto, so. nao declaras-e. cuino declaro.'
que naproslaeao desses getivioos relevantes limito
so distingui o chele ilo divisao harao da Passageni. j
ipie nao deixa nunca de a|acveilar as opjhHtuui-,
dados de justilicar a gerarchia. que a munificencia
imperial Ido conferio, e o ltalo a ella ligada.
teoobidas as provisoes. de que carecanlos, o
desembarcadas as cavallari is. monos un corpo
que uiais tarde uvia chegar. 11 que cubrira us. a
reUigiuiriia. puz-me em ma cha no dia 11 do cor-
a-( mais l.rilliaiites" marcos na hi'Jfhra da prseilfe
guerra, cuhrinllo de glora as armas alliadas.
Logo que a general viscoadedu llerval. testa do
3cnipo. o formando-a vanguarda do exereito, se
Avahv. vio o me participou
batalha lorie
le 8,000 a 0.000 homens das tres armas, o disposto I
a Iravar cuinnoscn comhal''. Ordenei que carre-
eom as :-,;i~s|1- B aquello distincto o bravo general o fez, co-
mo costiune sen. islo c.ni a n.aior intrepidez
do dia. ."i do crrente, nm
tres armas o do 8.000 10-
:, inS de tena.
V l lora da nonti
1. ,.\. rrita dat
.. eiiibarnm na melhor erdem noS-ancoura-
,. ,,:,;,'- da e-quadra. >-b o roiranaiido
,.,;. ei'M \i~joUo.ell"ooluan.lo com a inaior leh-
e ide einteira sorpre do iiunugo sen desembar-
.......I-oto. emqneesl......H"'}"^- "as
- [trancas de Santo Antonio, .pie d'ahi distan
?i .-.,,. ,,. M-,lenS e is!ru,Voes,|noilei.iMUi;,re-
....,S1.. se euiupivben.lia .....l"go q-ie .|.-s-
|TaW a torca faz-la maicirir. e 0CCHlar a
d armin denominado -Itoniro-j prximo
yaldnVhm, maw esta minhn dntermina-
lo arrojo ; o. 11 Dobstante limadas
utas de chiiva o ven 11 dosiil.que
aqu ii'inos experimentado, o gue uosaeoulaA'a pe-
la freiiio, pode, eom nina divisao de cavallaria, tros
bata I lios do ;io eorpo, depnis de ter inetraUuuloo
ininugo ( laucado contra as lileras grande porcao
de foguetes a enngivvo. ile-aluja-lo o passaror-
ino. GomaV.Exe.y uiioerara, p.rni. sullicien-
losossas Curras n issas pan podeit'in continuar a
manler-so no posto eaaqnJstado,e responder ao fu-
go nutrido eincensante quedo ininigo sotriamos.
Dando-me disso parle aquello general, avancei
com as loicas do l'e' (orpoa fortificar nosso
flanco osquoi'do. teudn i.r.'l. nado quo Jtrigndeiro
Joo -Manoel Monna Barrete, a testa da divisao de
cavallaria que eommanila. -eguis>0 |a>r nina vero-
di da direita para contornrj' era toiupu o iniuigo
porahi:emquail')tpio o bravo barao do Tnumphi
Cioverno da provincia.
KSI'ACHOS KA PIIHSIDK.N(..A DO DIA -M) DK KZKV|II10.
Major Antonio l'eitosa de Mello.Infornie o Sr.
inspool-ir da Ihesouiaria de f.uenda.
Major Antonio Feit isa de Mello.Informe o Sr.
inspector da tbosuiiraria do fazonda.
l'Yancsco Carneiio de Alliuipiorque.Informe o
Sr. engenheiro elide da reparlicao das obras pu-
blicas.
(ierniana.Informe o Sr. Dr. cbofe de (lolicia.
sobre oque pedo asunpHcante.
liacharel joa llnboiln da lamba Sales.Apr-
sente tbesoiirara de fazonda o titulo de su.. 110-
meacao interina para poder ser deferido nu que
roquer.
Manuel Joaqun) Flores.Informe o Sr. tenente-
roronel commandanle do corpo provisorio de po-
lica.
Manoel las de Souza Xunes.Informe o Si'. r.
ehefe do polica.
llosa Francisca do Lomos.A- vista da informa-
cao do Sr. consellieiro presidente da Santa Gasa de
Misericordia, nao pode ser a supplicante atlentlida
no que roquer.
Seb.isliao Lopes Guimaraes.Certifique:
liacharel Tiburcio itayniundo da Silva Tavares.
Junto procuraran.
Ilcpariico da pollriu.
* secoao.Secretaria da pelfcHI de I'ernamiui
en, 31 de detembro de 1868N. lOifi".Illni. e
Exm. Sr.Tenho a honra de levar ao eonheci-
uiento de V. Exe. i|ue foram liontem recolhidos
cas., de dotenoao. segundo consta das participarnos
recebidas hoje nesta reparlicao, os seguintes indi-
viduos .
" ATMdem ir^ubilok'gaa H8*WCcJfJe, Stni'pItcTo
Jos,'- Je Souza Rainos,*por embriaguez euso do^a>
mas prohibidas.
A" irdem do de Santo Antonio, Andrelino o Sa-
lusliano. escravos de Marcolino Antonio Xavier, a
requerimento do procurador de scti respectivo
senlior.
A" oidein do de S. Jos,Joaqnim Jos.? Sant'Amia
Polycarpo de AJnteid, at segunda ordem.
' ordem do da Boa-vista, Jos Sete, e Gregorio,
Africano, por brisa.
Por nfflrio de do crrente, participou-me o
delegado.do termo do Limneiro, que no dia 21
,1,'sie mez. na froguezia de Bom-Jaidim. Jos Fran-
cisco da Silva, assassinou com duas lacadas. Joa-
qum Miguel Rodrigues, tendo ?ido preso o deln-
quente quo ; ada recolhido na respectia rauda.
A iiii'.sina autordade proceden corpo de delictoe
esia instaurando o competente processo
Deas guarde ;'. V. Exe.Ilhn. e Exm. Sr. conde
de Ha,
diente
clarara caneados de equilibrios estratgicos, das impotente para uinstifuir a razan o a justca, a
divisies territoriaes 'do autigo regimiMi, das suas forca 'do direita, ao capricho e'ao arbitrio, o di-
das do doiwnacao absolntat um Wi'd.nlch'o reio da torca.
renasriinmilasaje grande plioiiMiueno. A Europa1 lia entre-as grandes pptonoias unitivos prnfun-
quer ser livro|;iab ahi ludo. Ella u sera ; bis oj dos do desaccorVi me ellas propris rao sao li-
grande prograytfria do 1 uluro. I vres de desvanecer, 'l'or oais 'ino os varios ga-
fi esta, eutretjn'o. a lac mais lisnugeira dos. billetes Irouxo.-soni
grandes piiiblofjas que, ib'sdo anuos. agi!im o; fereneias de um congresso ouiiipeH. nao oxisti
velho mundo e |io anda, o sera por nuiitu em-
po. a perinanenje diitii'ulilde ile nina paz sin .era
e duradoura. j
O anuo que apaboii. evitando o espectacul do
eneontm armatlj.aras granitos poteneias qiK si)
os reguladores (fes, de.-itos do eoniineuto. si nao
Unir eslPril. nao aproxininu
de
foi em
snluro noiihuina. das-ipiostoos que occupan ar-
deiitinente. e fespai-os levemonte intervallados.
os orgaos da polilla europea, t) horjsonte do an-
uo que sa anre-^tm carregado das inoslua.- 1111-
vens sombras quy atravessara a aiu,o. pheiw po-
litica desde Sadowa. Surgem ao longo no odeaso
do I8IW as no.sin.i, dillicyldade que o viram des-
pnntar. Para as lelaoM internacionaes, o rano
acahou cuido h\a oiucrado. .Nao adiatou
um passo.
A queslao italiaifcl, a quoslao alloma, a questao
do Oriente, as. tre- grandes chayes da futura
figuraran geograplnco-politica do oillro fin
sao devolvidas ao Tiovo anuo eom KmIo o seu
tejo de couibinhn'ies. de rivalidades, dejiiti
oonlrariados^dC andjii-es- e iks auieatja** AaJ lo-
do nm futuro coulinenta], val a paz-da Europa.
"," u.*us vellii* pifitttemas. .E nao o sinao ciiim a
condioao do. os resolver, e de reconstruir assim
li>,lo um ,lreitiij>;iblieo.europeo, que 0 gonjo da
diplomacia pod ovar o forniidavel duello para
de sincera abnegaran as ron-
H
rnuii monos estes graves interesses da ordem so-
cial a que as coiubinaooi's equilibristas tentaran,
at boje debalde oflercrer ciindices de segu-
ra nca.
Roma e a palia chegariaui um modu rtend
parifico, duradouro. rstavel ? A Austria resig-
Uliujavel nar-se-.bia sua exclusa da Alloinanha ? A Prus-
sia aceitara de boni grado a solucao, nica que
pude coiivir Europa, de nao estender vistas am-
biciosas Allenianlia do sul, oreumsorovondo-se
as suas ?ultimas compiistas .' A Franca iraporia
silencio suas tenierosas apprehensoos, abando-
nando o principio das nacionalidades que tantos
sacriligios ibe lem castado ?
Todas oslas resistencias vencidas., todas estas
rivalidades supprimidas. lodos estes reeoos aquie-
tados, cabria una .s pakrrra 00 uieio do sonha-
do* eougresi como- nina resistencia indouiavd ;
nina rivalidade mais de natureza que politira.
ama palavra de verdadeira dosillusao, de funesto
cor*le fatal alcance para os destinos do continente :
ssesra oii'iKXTK.
Roma o a Italia sao inronciliaveis ; a Austria c
a-Puissia teeift un pass:'uW iuteiro a rever ; a
Alleiuanha e a Franca nao podein emender-se
muito lempo em amistosa visuihanca. Mas. nao
na Italia, nao na Prussa. "nao m Franca ipio
est o aerigo. Est em mitra paite a causa per-
"on-
lldo'.
der
igem
mus-
de
urna
cuas manante da impiela-ao da Europa, por mais que
ella i, dsfarce.
quo se appaiciham as grandes como as pura,
potencias.
(kiw 'Tti iiijial dia do auno que encorroii osen
oyete, o sobriulio de Naimloao o (>r unlc p,
repetir boje ao norpo diplomtico na lingu;
il 1 opliniisiiH) oflieial que se julga feliz por c
car o novo anno rodeado petes representan!
todas as potencias, o de poder afurtnar inas
vez o seu consl.Ulle ilesejo de
as mais amistosas retardes.
Kiieorroii-se com eflVilo n anuo no nieio de
lostos os mais significativamente pacficos. 0
gies do arando oflieial nao desaproveitaram crea- chama-se raca, chama-se soila. chama-se a mais
:E no Oriento que ^sl a mais profunda chaga
^e^iriqk'a., Quando o occidente cogsuguisse von-
cor-se si inesino, e troco.do reciprocas ronces-
soes assegurar-si'uiiia paz em corlo modo duravel,
snrgiria do Oriente o ininigo mais terrivel das
harmonas occidonlaes.
m.nter com odas i Este ininigo nao se chama somonte a Russia.
I Chama-se, e mais do que a Russia, a Russia otn-
pro-! rial, a Russia que tero i im sdeem S. Pqtrosbur-
or-! go : chama-se o paxsi.wismo. Chama-se religiao.
, 1 i, ira da lardi
, ., burdo do endBbjrarailn /,;./,/., co.n
S,,l vizconde do llervab m-'dirta parao
,., ,p. se bavia etTectaad |a n desembar-
ca priiiieira columna, levaiidaaaaiiiingo as
.. ,.,;,. fonnavan a segunda.
siao do tender Imnienagoni aos benefieios da paz,
o de exprimir1 as vistas mais tranquillisadora) so-
bre os destinos do cnnlineulo. Os discurso;, as
inrarensas ofliciaes, a hnguagem dosBrimeito! mi-
nistros, tmlo convida crcr que nao osla ininii-
nonte una guerra europea.
A Franca e a Prussa, as sontiuei!as,avanada
do mal sustentado equilibrio, trocain-se relacoe<
affeftnosas. Por mais longo que ostejaiu de pr-
so em arcordo sobre os .raiules mteifsses que
leund)\-0dategadfl. encariegado do expe- re,,^.,,,,,,,. desfarcam quanu. pode,,,, raainao
quanto baste para Iranquill'sar o iuuido, a allitu-
de dei'isivaiuente hostil que Ibes decretara f'stes
inosmos nteresses.
Durante o anuo que prinepioii e arabou por
estas luanifestacoes, babilmeiile sustentadas, a at-
inosplifia polilica nao teve urna sereiiidade inuier-
lurbada. nlorvallos curtos, punios negros e
niysteriosos surgiram d'aqui c llalli prenunciar
o rompimoiilo destas boas relaceS.
n vicio inciiravel das sluces falsas, lie um
1801.
I^'nlharquo f*j'igualmente Miz. o t,a-
..Hl ^ explorar as localidadisS, ivro*eei que
'., ncc-ui/ hlim cava ja postado n
, [tororof p;ireeon,l>-iiio decidido a di-1111-
''uib'Sbrmie da prhneira PrtMnna;yS
elle proeiirava abrigM?se. laucando sobre nossas j
columnas 11111,1 quantidade prodigiosa le bombas!
o de niolralha, e tazendo com suas inl'anlioias fogo
niiiridissiilio.
Iiiiiaido ipialro horas diirou este cmbale. 011
antes osla batalha. na (pial mpeubaiamos comba-
tentestodas as torcas (le que dispunbam. Amis
esplendida e coinp.lela victoria l'uroOD nossas armas.
o ininigo cercado por lod n. as parte, coinocii-o
sci movimeato de retirad.'. ou para melhor dzer
d fuga, o nossa oceasiao io.-sa- cavailarias nada
deixaram a desejarf
acc.e,
i-,
razen-
adoi
Itiiuos

, ,, ,|(. criar o ininugo pe-
rito travadn- o cmbale com
[Hoinhnigo era |>r mai. de um moii-
.va'lajsa para elle. Apireas quo d.re,-inmen-
irclam ronlra oponM quelinhan, a p,rc..rro.
bnnna estreifa. bordada nos flancos de es-
li:,,; a ponto era gualmeie.....tivita,e
,SnS Ai arrala altas.....bureadas o .ram.go
,.,q,av a u-ua colima cohorta ,1" capes de na .
. ,,' dia c an faeilidade fazer-uos logo do em-
nscala. sem 0,,0-oifie......lie grandes estragos
\ ,l,.,,,iio de tudas estas difflcaldades. o comj
etravoii renhido c perttnstt, dwandtpfoga
, ,. sen(l 1 a pool,- lomada e retomada poi
ibendo ao bravo e intrpido eoronel
remando Machado de Souza a gloria -do ter des-
do sua balera, gl na que bem

pn- Alm de 1,mitos oflieaes do bulas as patentes,
ruios cadveres tirara,u s'i.re n campo, cahirau,
em nos-o poder prisiooi-im- o coronel Serrano
que eommandava toda a lorra de infanlar'a. o co-
ronel G'tncalves commaaiante de mu brigada, um
temsnte-coronel, dous madores, o at este momento
700 prisioneiros. nao fallando .n, mais de SfiO pa-
raguayos feridos queesta, -ond" lala,los nos nos-
sos nospil aes desangue. Dizertl aps eoulrosstue
- duzentoshomens puticomais ou menos se
ptxteraiu salvar.
Dozoito foram os rada""**, rom qud o ininigo
ontrn era combate, 1? iklles estn em oosso po-
der ja. e cnnsla-ineque o que fallosla cabido em
una da- barracas do arrojo Avahv. Seis bande-
ras, una quantidade extraordinaria de rfiunices
de guerra e de armament alm de consideravel
numero de rezes foram os trophos desse di;i de
jubilo o do glora para o imperio, e para suas allia-
das t Prodigios de valor e praticaram durante o
'iU2andr?S^ combate de lio a batall... do dia II do corrate
nh. I, asnas mitas d 1 BOSSOS Han- mez. Orgulhoso por con mandar um exereito de
tu em nossa frente, n a < a.......... ^^ ^^ riM'1(.v;i|V| ,fj (,1|,,.il,Ill,) do ,,0.
s dos
DJadi) O ininugo
, ', na'oiii- poraae ahi selteo rom son sangue e a
v.!a de sua exjBlencia a ntivpidex e dedicacao
BKCIFE, 'i DE JAN1U0 DK 1868.
RKTOSPECTO POLITIGO DO ANNO DE
(Oficinal do Diario de Pernambvco.J
- ]
lufopa.
O velho continente atravana nm gravo periodo
de reconiposicao social e poltica. Trabalhado de
jireocciipacoos do toda a ordem (pie nao Ibe per-
niitlem um momento de repouso, elle sonto avisi-
iihar-se o dia ein que, iniplacavelmente exigentes,
todos os grande problemas da existencia conti-
nental se apresentaro amearadores pedir a so-
alla iiersoiiilica(*aodas tendencias moscovitas, cha-
ma-so a incompatibilidad,' viva com o occidente.
Fulminada na Crimea em suas ambicoos de pre-
ponderancia diplomtica, a Russia que desde 1815
se haua constituido a guarda da ordein europea.
enllocan,lo-sc frente da santa alliaca o confiin-
dindo ou parocendoconfundir 1 seiisiiiteressesrom
os da Austria e da Prussa. viudesapparreer no czar
Nicolao o pontifico dessa politioa ambiciosa mas
es!,cita que. divorciada dos hisnctos naconaes o
nao piucuiaudo alliadi na opiniao, raduzia-se
nina corla tradiceao diplomtica invariavel e sys-
tomalicainenlo exclusiva. Cein suas pretcnivies
socolares at hoje atilda nao descontinuadas,
a Russia do Nicolao eslava longo de sor a Russia
de boje, a Russia de Alexandie II. a Russia re-
volucionara, incendiaria, a Ru-sia da propaganda
panslacml.
Esta nova Russia. desprendida das liaclocoes
de 181."i
pe Cnitrbakof cbamoii instinctiva o providencial,
dos dous grandes paizes separadns pelo abvsino to
oreano mas ligados por tocos de urna.original afti-
idade. A resalo da America .Russa aos Estados-
l'uilos pe proco de 7 iiiIIh'h's de dolais seguiu-
se eui |S'li7 a tima destas ofliciosiis nHacoes.
Piir inenos que se a'gurmn ses faelus pream-
l>ul.mvs de nina alliaca entro a Russia e a grande.
repi blica para o cas provavol de nm (Incito com
o occidente ta Europa, resolta d'ahi limito rom
que se devam inquietar as grandes potencias.
Queni nao entrev a pObsibidade, proclamada sein
reserva pelos jomaos rnasos, de estabeleoer-se 3
grande repblica nas ilhas do An-Ii|tolago o ter
assim uiu p'' no Meditorranoir? A grande potencia
martima nao poderta veTncstes despojos da disso-
lucan do imperio ottoniano todo ein prograinma
de accentnar a influencia que se julga cora direi-
lo nos destinos do inundo^
Soja eoiuo fr, o como quer que so deva julgar
001,1 animo desprevenido dessa truca de rclacoe-
oxrcprionaes entre dus paizes que. separados pelo ,
ocano e mais distanciados nimia pela natureza das
suas nistitiucoes. nao estao ligados por nenbiuna
commiinidade deorigem, de raca. do 1 eligao, de
lingua ou de costunies, au por isto niouos teme-
ros,, a possibilidade de una alliaca que ivdobra-
riao poder do inimigo rommun do occidente da
Euiupa.-
Alliada piesiiiiiidamepte rom a Prussa, prova-
voh lento com a grande repblica, a Russia-nao ?
iifip,> smente polo seu poder militar. antes de
tiidu o seu trabalho d assimilacao, a propaganda
que se conveio em dar ononfedcpt/iW'/mmo.
ipie afllige 1: preoeCupa a Europa. Trabalho lento,
exforco pariente,e org.uhsado, onspiraco perma-
nente de todos os elementos de disstancan do impe-
rio ottomano. ojuiusl'irismp nao soiih.i !e a pdi-
tiea ullieal; taiiihcn,f e-mais do que isto, ama
grande paixonacional. '
Abalando a Ailstrla em sens fundamentos, aprn-
veit indo hbilmente os revezos da .-asa de llapsburg 1
efiendo de iodos os deBcontentainentos da impn-
lac;.o slava nutros tantos cmplices de son gigan-
tes, o opipreliondiniento, a Russia, ao mesmo lempii
qm siippriraoaPolonia, lenta iurendeiar a Rohemia.
a Gallicia oriental o a Hungra por nmaarro dissol-
vente de todos os laeos de allHdade pie as tem
preas Austria
Esla apenas urna das faces de sua poltica. !-
o meto de fortificar as suas fronteiras do oeste.
I" liara a regiao oriental, para a Turqua, que a
Riisia tm fixas as vistas. Proinoililacao inaf
vel. e apenas nterronipda pela guerra'da Criniei
a dissolueao da Turqua e a partilba subsequenle
dos seus opimos despojos o ponto de mira inva-
ria'-el da ambcao moscovila.
Constantino|,"la a chave do Mar-Negro e do
Bo>phoro. 0 paz que fr o dojiusilario desse (>
nhur da lvre navegado do Mediterrneo, ,.
giK.rda natural du tres continentes. Dominar o
Boephoro, dominar o Mediterrneo, o stluno ma-
rili no que diz para Asia e para frica. Onen,
reinas-e em Coiistantiiopla. dizia Napoleio en,
1807, sera o verdadeiro senlior do mundo.
Reinar na antiga Bysancio, o o sonho. toda a
poltica do czar, ou se chame Nicolao I, ou se eha-
Alexandro II. E' para ahi que se conduzeni
I na,, tanta vez promettida como nutras tantas ,IK,is Wru, menos significativo, era calorosaiarate
A das silliaeos falsa-, diz 111
oscripi'tr contemporneo, prostarom-sc a todlas as dosflliiuida pela buinilhacao da.- suas armas, conli-
coijeciiuvs. animare,n Indas as nvdiilidailes.
Nesta hrilaiilo oscillaoao passou-se um auno iutei-
ro. A Europa senta pendentes de una palavra.
do um gesto soberano, os seus inas caros iiueres-
sos. Fina entrevista I he pareca j nina alliaca
olensiva e defensiva para una guerra provjavel;
una rovisla em Chalos era a vespora dej nina
longa ampanlia : un regiment que voltaise de
Argel era annuiicio de guerra iminineate. t acto
adiada. Imitis as eombinacoes diplomticas, im-, ntei-pretail,) como 111,1 prograinma de
potentes os artefactos sabidos de ura pussivel con-! ternaeioaal.
polilil
I ai.'o abanilonava em derrota sjas pos
rioxado-a em nosso poder bem coi 10 6 canl
II uto armamento, e o campo Janeado de cadavb-
0 todas a dimees, assereraado os pnsW-
. que sua cfni exeedeu a mil e duzentos
homens.
rafia 'te governo imperial os rimimandantes dos
crnos ie exereito, o ii". i -.*.-. brigadas e eorpos,
o Ifin a-sim lodo o pe .1 ,1 queso cumpunha
11 aUtado-maior n......nbate d dia 6 e na ba-
talla ('o m'a II. desde o >eil digno ebefe at o uln-
nin d -sois ompreged'-. o- qu.ies todos, alen, de
gresso. a Minerva poltica uiio conseguirla livrar a
nova Libya do monstre das ambhjRfls, dos nteres-
sea, das paixfies dynaslicas o revolucioiaiias que
passeiam a caria geographioa da Europa. A ani-
de ila densa nao quebrara o iinpeto de rivalidades
seculares que, un momento abatidas e huinilha-
das diauto do genio potente do prmeiro Napoleao.
deslumhradas polo esplendido despotismo do mo-
derno Attila, mistificadas em 1815, so espreitara
cinsas. o insaciaves quanto podom, como as son-
tinellas avancadas de um velho rgimen que en-
cbou o seu tempo. Nao eonteria tainbem a aspi-
racao fronionle dus |iovos pie se declaran! ineoin-
pativeis com ludo nutro rgimen que uiio se libe
gloriosa eniancipacao de 1789.
Sao estas as ibas ordens de nteiv-es que pe-
dein Europa, absorpta e contemplativa, una so-
lucao eflicaz. De um lado, os reis se observam
em suas tentativas de engrandecmenlo, suspeito-
sos de vern dasanpareear e aanallar-se em gran-
des o ostentosas federarnos as pequeas nacionali-
dades que a- natureza parece ter criado como o
quebra-niar das grandes potencias. De nutro la-
do, os pavos sentara ebegado o tempo de sacudir
a tntolla de todos os possiveis despotismos, o a rea-
loza soiite-se por sua vez obligada daspir as ve-
II,as insignias para por aos hombros da nova gera-
,a ,1o prinripes um manto decorado com todos
os -ignaes de um novo rgimen.
Elaboraran mysteriosa c fecunda, de que deve
sabir em "futuro mais ou menos remoto o aeaba-
menio do edificio de 89, trabalba assim o velho
inundo uui inovmoiito generoso para todas as li-
henlades compatveis com as supremas exieenctos
da ordem. Tmida em algumas provincias do con-
tinoui,'. orgulhada em outras, victoriosa no occi-
dente por nina assomhrosa conquista, osla aspira-
cao ganba caminho ao travos e soudira das gran-
des questoes de que pendan os destinos da paz
coiincntal. Ella est hlenle em todas pomo a al-
ma do seculo. Nenhuma dellas grande sinao
com a condico do consagrar como o mais bri-
llianio de seus resultados o triunipho dus princi-
pios proclamados pela revolarfio, amos dzer a
rovelacao. de 1789. ^
Diante das velhas iradiccVs, gastas apavora-
das. resurge 11111 direto novo.
K a Franca, posto uvanrado da cvlisacao.
a Franca de i8. a Franca imperial quo brame por
um rgimen Uvre. Ella qvier toda; as libardades;
me Aiexanilro ll. b" pan a ni que se
10 potlendo mais pozar sobro a Europa | todos os seus esforcos. todo o sen trabalho de assi
niilacao sobre as jiopulacoos slavas, todos os seu-
desenhos polticos. E' este o programma rnsso ha
mu seculo. lia mais de ottenta anuos, esereve un
1 pe/o de um poder hbilmente exagerado
"10 da:
una anula Poje, mas continua por metes milito di-
versos, a obra que prosegtte bnplacavel lia trnta cni temporneo, dizia o prncipe Potemkin M. do
anuos, ha mu seculo. Coneentrando-so. I'orttican-1 Sej.ur : Concorda! (ftie a existencia dos mus"'
1 lanos um verdadeiro lagello para a hut
a ut-
Esta cruel indecisao nao foi. e nao ai ida
esta lwra, somonte o effeilo exagerado de 1111 ores
contcatltotArios. Alentada pela prescuca eieoin-
moda de problemas aterradores, e quo como zaina
sor inaddiavois, ella lem a sua razio de ser no es-
pectculo tristemente desolador ib; urna pajz for-
inidavelmente armada.
Fui esta a feico caracteiislca de 18G8J Ru-
mores surdos de guerra, protestos sonorosos de
paz. um estado permanente de duvida.
Todas as grandes potencias cantianaram olerri-
vel systema de armamentos eonsideraveis e uno a
garanta e a eondioao da paz. Qindqaer dolas
est habilitada hincar em alguns poucos das no
caniiio de alguma provavel batalha os mais nume-
rosos e disciplinados exercitos, os mais custusus e
aperfeii*oados metes de guerra. Nunca a Europa
aeeuunifc lautos elementos dedestruicao j dir-se-
bia que, em hora dada, una verdadeira confla-
grara noria em exigente contrihui;o os seus
mais poderosos recursos.
Mais fatal une a guerra, este oslado de iniia paz
receiosa e indecisa obliga desdo anuos os orna-
mentos irropeus encerrarem-se sempr) com
urna palavTa cruel: o dficit. Nao soinonte a
Italia, esereve um atiento observador, quo caini-
nha para a bancarrota polo fatal systema de ar-
niaineiHos itreventivos conlia conflictos presumi-
dos. Todas as grandes potencia-corre, para ah
largfts passos : todas estn em tlr/iiit para fazor
face s. despozas que exigom o pe <\r guerra de
seus contingentes e a renovaco de seu nalcrial
de combate. l;m systema do paz.'ipio nao serve
sinao para prejiarar a guerra, conduz resulta-
dos aluda mais desastrosos que a mesin guerra :
estes sao passageiros, em quanto aquelle sao per-
inaneub's, o estancaui as (bates du tiabalhu man-
iendo iol, as bandeiras a flor da popancao. Os
vasos sncourarados, as espingardas de ag libas o
as de Qiassepot occasionaram despeas ( ue sao
apenas o preludio das que anda cnieaean a Eu-
ropa.
Tal a situacao em que se abre 11111 novo anuo.
Proiestcoes d paz, mas a paz armada n 1110 su-
prema bnplacavel garantia de tranquillidadc !
Paz mentida, infructuosa, funesta, terrivel e in-
quietadora, aineaea constante, iniminente, le nina
conflagrarn europea !
Jntese st triste symptoina a hulee sao dos
espirites, unta poltica pouco resoluta, alliancas
do-so sem perder de vista os aconteciraentos, des- j
larcandu as su.s ambicocs com a|,parecias de
neitralidade. a Russia viu merar-Se em seu sete |
urna verdadeira transfurinacu DOS qunze ltimos
anuos. Associando sua ptica interior a paixo
nacional, iuliltrando era sua robusta organsaco
este poderoso elemento de vtabdado. quebrando
as velhas rutinas de mu estril absolutismo, olla
alargoii an mesmo lempo os desenluts da sua poli-
tca exterior. Medindo a sua aeco era vista das
cireuHisiancias, espeitaiido ltenla os acontecimen-
los em vez de os precipilar. ella recomer vsvol-
m 1,lo a sua interveiicao na Turqua o no mundo
oriental.
Dir-se-ha. esereve M Ch.-Mazado, ime a guerra
do Oriente foi para a Russia o ponto de partida de
toda nina ordem nova, de todo un conjuncto de
novas eombinacoes. Ella sahu da iininuhihdade
e do silencio, animou-se, exaltou-se. tomn gosto
pelo movimento.
No interior, ella vu snecederem-se a emancipa-
cao dos paisanos, assembleas semi-representatvas
nas provincias, reorganisaco da justca, reformas
econmicas, reformas militares. Manifosiacoes po-
pulares podeni ter saudade nas ras de S. Pders-
b 1 irgo o ptii czar, em quanto os jumaos podera
discutir piostoos de governo fazendo por vezes
opposco aos ministros.
No exterior, si o grande imperio moscovita per-
deu o mysterioso e ficticio ascendente que Ihe
iiauteve imperador Nicolao, rasgn hoiisontes
nina nova poltica, procurando pela analoga de
ntoresse alliancas na Europa e na America, pro-1 os meios raateriaes.
1 (a,le. Entretanto, si tres pn quatro grande!
t.'iicias (piizessein pr-se nisto de accordo, nada
1 seria mais fcil do que expedir para a Asia este-
f-rozos Turcos e livrar assim desta pesie o
1 Egypto. o Archipelago, a Grecia e toda a Euro
i pa. .Nao vos parece que asta emprer.a seria a>
iiiosnio lempo jii-la. religiosa, moral > he
, mica ? ^
Estas palanas sao anda boje o programma
russo. Elle nao recusaiia nenhuma alliaca pie
permittisse ao czar ler ump no Hallico e oulro
no Mediterrneo. Esta munidavd poltica acei-
laiia inillToreiilenienle a complicdade da Franca
da Inglaterra 011 dos Eslados-Fnidos, com tanto
que afogasse no Mar-Negro o severo principio da-
a dualidades, nico a que se acolite o imperio
ottomano 0111 os sous site militos de subdito-
christaos.
Uesconvencda de encontrar um comiilice n<
occidente, bruscamente nterronipda em 185.1, a
Russia nao prosegue menos a sua obra. Eli.,
abraca e aporta a Turqua por todos os lados. Com
o apparente pretexto de mu certo protectorado re-
ligioso, ella influencia poderosamente as. popula-
cois cbrislaas avassaadas Turqua. Ella nao
esiranba nenhum movimento attinente debili
tar 09 tacos que anda as sustein em certa relaca"
com a sede do imperio. Em todos os recentes ma-
n jos de que estas provincias tem sido o theativ.
esla a Russia. estao os seus agentes, prdigos do
subsidios de dinheiro, de armamento, e de todo.-
inovendo, dirgido o fomentando urna vi-rdadeira
propaganda 110 aeio das pnpulaces slavas e nao
dcsaproveitando nenhum parentesco de rac,a e le
religiao para estender e firmar a sua influencia.
Esia poltica de agitacao, at revolucionaria, o
pitnslmismo em sna mais alta oxpressn. Ella
nao smente a Russia oflieial: a Russia popu-
lar. Ella aO mesmo lempo um instincto e urna
paixo nacional.
Em quanto o occidente se debate 110 ingente la-
vor da sna rec/oasU'uccau. o esvara 11111 pouco a
attencao dus negocios do Oriente, a Russia concer-
ta c apparelha extensos e tenebrosos planos de
alargamento do seu dominio. En, choque prova-1 tela exageraco dos partidos, em pronunciada bos
vd con, 11- arliiin s do occidente, ella pode contar I lidade com o imperio de que tributario?
com a Prussia de isinark, a Prussa engrandec-! E' a Bosnia, Montenegro, a Uulgaria que \
da, orgnlliosa. a Prussa alloma. Raca, visinhan-
i;a, religiao,coran ercifi, laces de familia, lacns jhi-
l'itions. irinanaiii as duas grandes potencias. Seria
um erro generoso, mas sera um erro pensar, quo
a Prussia aUemfia pogsa ver no engrandeeimento
da Russia um pe igo para a rara germnica.
esta muito provavel alliaca que se julga em
eei lo modo posta caminho, vem junlar-se oulra
ipie, anda envolia em certaobscurdade, comer
atlrabir a attencao do mundo e insprar-lh us

;
!
!




.
-
i

E' Creta que se incundeia ? A Russia auxilia
com ostentoso apparato de recursos a insurreico
de dous anuos. Os cruzeiros russos circumdain a
l'aa, desnejam provisoes em Canda, auxiliam a
einigraai) das familias e amparara quanto poden,
a revohicao sob urna apparente neitralidade.
E' Servia que so nwve? E' una conaniracaoquo
arrebata pelo assassinato o esclarecido princip
Miguel aos destinos do son paz? Nao est tengo ,
Russia a grande materia dos conspiradores e d
Russos.
E' a Rnumania que, lepois de elevar ao tbron
um prncipe de Hoheuzollem, se v dilacerad
vem em permanenie aglaco 1
A' nenhum destes tactos* cstranbo o imperio do
czar. A sua inditica nftexiveJ mina o imperio
ottomano.
0 que ser los destinos do occidente, Cftegou a
oceasiao de interrogar, no dia em que, completa a
ubra da propaganda, radicado o pitnslavismo nas
populaces eluislas da Turqua, a aguia moscovita
tentar o vo audacioso das torres de S. Petersbui-g'
para as collinas de Bysancio? Qcantos recursu-
r
MUTILAN 1
r



fcsi
R38I 3Q 0HI3RUQ l MM mmdfc Pernambuco
______

militares ser-lhe-ua preciso niobilisar ,
lempo conter adneeucadeaiiiento do grande i>oder
la Uiissia, i inivhiMMrtn das popnlan.es slavas. a
i,rvavel expi** dafn'm nnu, c os impelos am-
biciosos da Pmbfef
Sao doloroso ,^*la*. utciTOSsacoes. Ellas tradu-
zco, entretanto, a situaba hevtavnl da Europa
ni mu futuro mais un menos apartado. Obra di
patoiWi\(Mi&a lata jajfccnpbica em que se tentn por nina
pueril cnmbiiiacao de cores persuadir a Franca
que a recenta tansfurinacao -da Europa central
nao coHca o impeli erg ppsicao comparativa-
mente desvant gusa i que Ihc fui destinada em
IKI'i e topis iie 1830': a "op'uiiao nao se prooc.u-
pou menos da> probabilidades de moa guerra toi-
iiiin>'iite entro 08-dous paizes. que tetu Pili
Janeiro de 1869, 083MP .jX WU
miii anno, de anuos, de ';* tnupo n,tetorrntoad,..jtoiosMateamos da paz europea.
i-Ha vir, esta afllieli rao que pode de um
para nutro momento, cproposito la eirruiustan-
,-ia mais insignifletK, 'impor ao occidente us
iivurift sacrificios qe ja llie rusten a equitativa
.i'litea do principio das nacionalidades.
sua^
.srandinava proseguc pa^o firme as ivinnast^Rtre rontenijioianeo, era a ctee bur^aeta *;
que emprdiendru resoluta, tendo por premio do| industrial que, vendo caliir diante de si todas -^
sen solamente umaserenidade ipe; turbada mj barreteas, entrava na vida ptdritoa pe! rressHi-
siia-1 tlaccs iutenwciniiai's e 09 henelicios > Bpa ggl direilo de suas luzes e de s ias. i -iipiefas. Ein
pac duradonra no interior. Excluida do cuntrrtii 1868. e o Hment popular qu ; rompe a luce ia
Sur o u, illa fiiia e inslida msliiuirrs livrftr-"
i\ rt questao do (Mirte ruidos tontos negros que mente a?MB*sii, dooiitro a tranca
ni lixa a attenr-M da Europa ; oVa o maja ter- desde agora liadas |>r urna sjSnpaUl
ivel eleme,;>o i.'--',a falsa e indecisa situaco em nidaile de Hivresses. .leven dar und*
- no una scemt-'* pude alear o incciidtoe rumpro-
1 netlc. at utlif-tmir pie se nao |iodu flxar, os des-
finos da pac nr/opea.
Quando a qftea de mu vungresfo (voltamosao
uosso ponto partida), debalde suscitada una vez
peto genio t* Napoleio lll agora alagada pela
Inglaterra, potete resolver lodos os uniros prohle-
mas euro|CC>, o Oriente surgira como oesphmge
lerriveletfMeacador de todos os possivcis equi-
librios.
Verdad- tilo amarga nomo profunda, a Turqtua
nao portetiauter-se scui o protectorado das ppteu-
,-ias sipUitarias do tratado de 18;i6, e Sena a cusi
de ini cssantes e renovado- sac ftomS,
Esta suacan pode ser iluradnura! Ate quaato
sen wssive de'.er o ilumnenlo das provocas
rliristaas para a indeflon leticia Bastaran para
.nutc1. a- coi. .'-s(Vs niniiaiix'Kle Uberaes rom
1,ieo sultiio vai a poueo u punco afrouxaiid", elle
jirufrio, us laros (|uc anda as iuslenlama i jugo
iaiMo-T ,A
^desviamos a attenc.io desk; tiM notb-uia do
i Mente e do pujante culosso moscovita. qoc*iao es-
(*ttt>8euau a opih.rtunidadt deiatei |'or-s>- uos ne-
-fo.-io> da i:.ii.i>i. encoiilramos do oue lado do
..mmente milito em que aft^ar a.cs|rainta de ver
*-iiujH>raiitaila a \)a europea.
.V qm-sl.o italiana, que se <-<*3H-e t*l em suas
,.ai-ticularid.-ules, est muit'J luage de ai^oxiinar-sc
i nina solucao que inspir.' contoHcji.
O anuo, quocaliiu para o dominio da historia.
deixa a o kstao italiak.v em vaga flntluacao. In-
c.nciliavfl o inflexiv.-i. a lU*a au se sent
acabada sea ItiHita-capit ;L
Huma, de sea lado, con un rochedo em que
^; menlo, lia voii'.ade c. da cnei-gia italiana. Opitondo
ivsistciicia a resistencia, ella resume eni una pala-
vra o sen pn.gianima. Nu.v HosstMis: e a res-
posta iwiifnada de Roma i tedas as negociables
Fui u-iaU duvida angustiosa que o auno de I86N
se passou para a Wi:si au-ali.kmaa iilre rumores
(iicontr;os q |e o.menor mutivo atirava xpee-
tacao ciicopa, como o prologo da formidawl cain-
nha em q' de mu lado a Prussia e provavel-
do (.utro a Franca e a Austria,
atiri* coinnm-
aiuda urna vez ao
mnndu orejiiunantoespccfarulu de ro* ettrepitosfl
eiiil>ate4as -ra< anuas. --B
i: posivel que estes iweios de gerrti enmpea
" E nossivei oue a udouiacia sults-
siin xs va->es obreiras que, em celias coiidices e
A *T-
EW$va a gn-'rra da A^j*mih* <*b;t*a. A*.
de abril, eram arraladas as mniallins :',-. M.'igdala
e devorados pelo incendio os eli'i.-ios da praea
Espejas columnas de fogo annu,'eiavain No longe
que a Inglaterra so linha togado.
Sir Roben Napier. cujo genio 90-d"JWJ 0*om
Holir'sdutiM^os dos privilegios de casse. alar- en certa niexlida, chegain ao ksWiradn pela otn- exito.da operario, jiilgmi asstfii lenuirada a sua
iipolencia do trabalho, da iuteJiijrcncia o da mora- missau na Alussima. A uglatcifa o aeolneo ge-
nerosa, orgulliada do t, iuinphode suas armas, sem
mais se preocejiftir da sefli des>ontura afixins que, d*wl a retirada das tru|*M*urupeas,
vem fluctuar a autoridad.' suprema au-en neo
pak entre Kassaie o ie^<7< dos a todos os horinres da anardiia.
E issini quoa Inglatern comecou e a
uw- una longimpia campanil.i.
honra desse pavilhao que
gaiulo o direilo de representacao c vivoudo em sua ..
d li/. oliscuridade nina vida de trakalho- que^llie lidade.
pernii'te ..r nientos d.'sHa pitispeiidadc jntar-se mitra para lazer 4e IKtB UB) gravn pe-
A mcRsafeinreal, eoin que Crs:o
triimnal swqeo-iSroi'giieza, UaiismiUl ap |iprla>
uicnto ; agifulavej noticia dc^ue serj submaHidD
BB^s^iwileas dos dous rciw* o novo proje.au du
|iartu*' uniao, cuja .'labon^ao tiavia sido atttibui-
da-.Jina commissao mixta.
4 uifiiliiuada Uiiuuivmra que a A anta. c>m
qmfrira da sua poltica d*'principio ila? nacionali-
iMi's. abaudonon lia ipialro auno-- na lma'dew>inal
(i que se viu aiapeabatla rom un poder eimnente-
;e ilesvaneeani f E" possivW que adnl
mpo a espada ? E'
o .fliiWcaias, qdepr
tudar ligeranicote cm suas dillicildades, puPsUm n teinpera-se na m^nc adtersOWM a que se ntnp-
cltr-ar a unta ailuciw pacifica que evite ao vclhe non. consolidando jis suas mstiiiciK's por nina pra-
crtitinente o taramumento Ais WPOS sacrifioiOB tica esclarecida, c^icfeiidendo eom rara iiierguos
Utua anda "milito empu a espada E' possivcl .pu;,. unte sunerior, o de qu teve rotou hianilliante re-
este tres grandes probkaias, que procuuoMOS es-; sudado o iinquuilrsmeBibramonlo de si lenlono,
coiu que poir eomiirciir una bisa segiirauca mos
ramposdeta*allia?
t}uanlo(ia;p,-racseiar, *ias quantu .Bfcliz-
n.ente poawvrn-iKavel qu um ngresiro-
pen |iossa saltir ova tarta geograplucji (wintica
queden sei m futuro o assento do novo r-
gimen
A Eowpa i Tnti!. BiKin-no ti aiisparenlemente
os seususlww iuniaiiMUitus ; altestaiiHBu us seus
mcd(Hbos or alientos. A paz de 186Sm*n e nina
seguraiicn : lUMf ameaca. Ella pc guerra
ao mesno ioindc l'az que vive de expedientes.
vaga, indee.is;.. mais w.ici que a tttWWa : paz cstanea n tuballio.; que esterilisa aodos os ele-
iiKwlusde jK-osperiilad'; paz que tewifica.
t; nu iiiriu destKS verdadeiras ruinas da nova
urina deguerra, a que se poovcio em dar o noine
*c|i.r/.aiiMiai.a, que se abre sombro o auno de
lfil>.
Taes-sio a; iuMiwfceisoes que salt-am o espirito
ao'contemplar a luz dos tactos os .graves e pondo-
yesos |a-ublemasoiie. pendeudo da aeran complexa
das grandes potencias e intcre-siiiido altamente
aus destinas ib Eiunpa. san eonai OS |ionti.s car-
deaes do boiismte poltico do vollin mundo. E
ju'incjj>almefi e sobre n xito destas tres grandes
qucstiies cout'uentiies que re|Miusar n l'utnro ixpii-
llt'o europeil.
Estes traco< gei-aes, que resiimem de um certo
modo a vida nditica da Europa, estao longe de
completar o russu estudu. No seio de cada paiz,
mili ittentar contra o pairmuiiio da H-T-'ja tu apieciaca. dos seus niavs imiwrtantes atonte*
...i ciinrulos. ua aiarclia du governu de cid:1, um. va-j
<]ue us;
.iuV(.'i.-al.
So decurso do auno, ncnliuut incidente srave
vcio perturbar as boas iclacoes da Italia c da Han-
ca. Itoia-se cncaininliada unta uegociacao que
deria |ior de accordo Ruma < a Italia sobreo o-
dm vtvttAi, e preoceupados us gabinetes de h-
rcuca e das Tulbei ias de ajustar as bases de nina
nova convencao que deve substituir a de se-
lembro. .
Senle-se que o estado destas rclacocs. si nao e
uiiiiuueutoinento inipiieladur, una causa perma-
nente du descoiilianca e de sobresalto para a Euro-
pa. Nn nioincnto ein que a Italia se nmvesse a
ame:u;ir u palriniuiiio de S. Pedro, a Franca acud-
a pea solt da capital do inundo eatliolieo.
A posicao que lomara a Prussia. nu caso de um
.hoque das duas potencias, nao pode ser duvidosa.
.Nao c tambero duVklso que a questao italiana.
. Jo un tarde, lar a sua explosao. Roma C a Ita-
lia nao podem por milito tempo inantc-se na atti-
i ule' bustil que as tcm suspeitosas e irreeonci-
tia veis.
Roma nao pode ceder Italia a capital d duzen-
los iilho's le ca.tliolicos. 'Ella nao livre de re-
conlieecr as pr. teiicoes exageradas da Italia .um., mamestacao lo pe i-amento.
A Italia na., pude venecr-se si inesina liara ver Da Iii>sia de Siienla > I surgiii urna nova Russia
na eidade eterna um desiiienibramento do mundo, que. macliyido iuiiuuviJ imntfgalltosojibsi.lulismo.
dir-se-liia una Iraccau de cada territorio ca-1 flucta agitad ic inquieta entre tradiceues mvet
llioco.
in(js anda observar em rpida revista o movimen-
tO dessa ule-ante aciividade. que faz de um an-
uo da vida poltica europea urna tonga historia, ri-
ca de exeinjilos e l'ecinida d(^ avisos alutare< p;ira
o g.V(ue da si ciedad'.
l'm grande pbeneineno Ricial val inipres.-ionar-
nos em IteSSo passeio gnu^apliicis variando alie-
nas de limna e de intensjdade mas surgindo ina-
gestoso em Iodos os eJiuias, sob todas as influen-
cias, ao upu so generoso e juuvidencial das ideas
da grande revulucan que t-io de pello preceden o
uosso seclo. E' o" uiovimejjto de todos os pov.is
para a Iil>erd ide.
A" cuiiM-car pela Kussia. que parece representar
turnios ipie anda sent ameaeados pvlo gabinete
de Ilerliui. :
A questao doSleswig que, em apparencia medio-
cre, |Hidc. de, um para outro momenlo assmnir |n--
i ante a Buwfa una certa gravidade,nanacluyoui
ullinia c definitiva solucao. HecoiiliecidoJichi l'nissia
o incontestawfl direilo" da Dinamarca ao districto-
uerte do Slirixvig, ipie coni|ireli.'ii.i'- qtnisi iiietade
do ducado,.p'.io cliegaram seu termo as negocia-
cues de loipo lempo coiiiecaibis paKk-A rSHUao
ili-ta paite do tratado de l'raga.
O ligstlaq dinamirrq n-z. na res|iosta ao discurso
da coriia.lamenten n curso IcMndaata iHiestao. fi>r-
iiiiilaudo^'otos |ielo accerdo amistoso do gabinete
de Gopentiaglie com o de Iteiiim.
Fica. eotretanti. anda pendente a solucao desta
pequen;: dillieiililade. que o novo aiuio reroluc das
despejos do sen antecessor. *
Esta questao do Sleswig una amarga U^ao,El-
la eoqppra para nnistrar que us pcqofw.s estados
nao pndein repousar em segnranea anab.uo violen-
to das grandes Iraslorinaroes soci.tes.
Qamn a Dinamaira e aVxeniplod"lla,aliavessain
a llollanda e a Helgiea um periodo tan rritro como
lalmriosu. Assentadas no ponte do euMttM.llte mais
s.nsivel as p-Tliirliacoes do eipiilibrio iwipmt, nes-
se venladciro triangulo que siqmra ao irnte a Fran-
ca e a Allemanlia : a llollanda e a Beljrita oecupan
desde a revuliKo de I830 esse anti^o territorio (los
Paizes llaixos rpie |M'la sua posico estratgica ti^u-
rou senmrte em todas as grandes lulas conliiieiiUies.
Veni d'alii que nada do que se passa no continente,
indilTerenie aus seus deslinos.
Nolaveis na cathegoria dos pequeno*lstados fie-
la sua industria, pelo sen comiuerciu. pela sua ad-
ministraran linanceira e pelo bom senso do seus
gov.riios. a llollanda e a Ileltrica nao poilcm aspi-
rar sinao manter a sua autonoma e integridade
as revulticoes territoriaes de que a Europa s'i-
anda, e provavehnente, o tlieatro.
Dmj e ontra solTreram durante o ultimo anno
pequeos abalos. assiiu em sua urganisacao iule-
n. r, coiuocn suas relac/ies internacioiiaes.
A Illillanda viu siirgii'iuna difliculdadeciiu n ga-
binete delterlini. De posse das boceas do Rlieno
pela coiiveniym de Mayeuca. que reiuonta a ISdl,
ella setinliaobri'-'.alu inan'er livre a iiavegacao de
nodo histrico da vida taneza. A gejierOsa Idea
la abulic/m da igreja cflieial da Irlanda, esMiio-
hre pauao Auto tenmo trabiJIada pelo espritu
publico com O lr;ifcrfliar lente e reflcciidu que a
Miniao sabd eons^nir uu Inglaterra s grandes
liestiKS, veio.de su?ito fallir un pleno |iaiianicu-
to conm o prqgraKiua resotrdo e delbiido de um %
grande partido.
- Estes partieinglezes nata ;tein qne-se pareea
com urna aggtomeracao oecasjoaal ile individuos.
Sao eoipo;. ciiuipactos o respeitaveis. baiiituados e
j il ton^a Ma utfrites int(T\ir a pni|Msil ina'itendo a
fai o seu nob re or-
sfin imputaos estriineeimcntf-. na dioreio des ibide Mni(fsnf>re an
negocios pulilicos. Elles se nriuan e recebem
una edueacao toda especial e u asseinblcas, mee-
tinga, na impri'usa. ias mil formas) da associacao
e ib\muiitosl i ello coiiceitaiu os seus prograiumas. Os seus no-
1 luce m'oprios sao bandeiras vivas ; expriineui e
sm a dniuiao oii ella os apeia lruscaincute do pe-
deslal ue nina fal.-a popularida le.
Assitn fui que a idea da abol c.o da igreja ofli-
cial da Irlanda coigr.gou cm Ionio de si mu par-
tido. O afargaiuente da baso atoitoral, consagra-
do no bil de 18(i7. vein dizer a esse partido que
era lempo de intervir. E ello uiterveiii.
Signal palpavel da conquista, a igreja oflicial
ulbo.
E lanibeni astiiii .pie. no qxterior como no me-
rtof.rlla icalisa mua politica^HiduU que liteper-
mite pairar sobrauceira R altiva sobre as dillicul-
lades do eoiitjneiite a cujos ij^ttotis parece presi-
Uintu illirrJ?iiaJf%;|)ousabili-
UlU
r, eque peuim
r ranea.
protestante era e anda e um
posto a Irlanda por una nu a
popularan catholica em sua
sustenta u faustosu trat.iiiientn
l.ispus. 13 eapitulos. 1 universi
e 1510 curas da igreja anglica a.
A oppr>-sao tinlia enellido
glaterra o si-ntin.
O parlament') havia apenis
Uaballius ipiaudo nina
rial veio dar Mr. Disraeli
ministro da Inglaterra. I...i.
victoriosa. L nina 1 hreipiieta emsua vida interior.
insigne tributo im-
(Irainle potencia, guarda avancada da eivilisa-
eao do occidente. lFaiiea nao pode abdicar a sn-
pivinacia que llie disputa a Iiiglaleira. 'jii quan-
.....- a observa cauWpsa a marclu t* jiConteci-
ment .s da Kuropa. attenia^-iMiBi^'mti-resse-
c ,011 H-rciaes 11 eolmiiacs mWTP ser compro
incUidos eui'qiiali'.ier rontenda suscitada no coii-
tiiicnte : a Franca romo opuntlnci'da poltica ge-
ncrWa do principio das nacionalidades, que naollie
permit.! ser indilTercnte iieiilmina das peripecias
do mundo ouropoo.
Ella est em ludo, pssa gloriosa Franca, preza
por iiileresses de teda a (Hilem eoinu a balaiica do
equilibrio continental. Ella grande, expansiva.
generosa no exterior : como activa, laboriosa c
randa ntaioria que
e i arcebis|ius. lil
ade, tiii vigarios
seu tempe. A In-
estreiado os seus
Gomo a Itussia o oriente, a Franca
dente. Como a Itussia e a imuiotiilidade. a
e o moviinonto. Gomo Alcxandre II o
repivsentante do velho rgimen que passa
leiD III o natural
que se adianla.
o ocei-
l'ranca
ultimo
Na|Hi-
represenlaule do direiio novo
Chafe de una dynastia que nao revolve vellios
eve 1 iodilic;ujo uiiiiiste- porgaminlios. que nao ivniliniia uinguem, que
Inga] de pi imeiro < veio de|iois de I81H, Napolcao III tem BU grande
Dcrby, > vigsimo j designio preenclMT no mundo. Elovadi) |Kr mu
quarln lord Dcrby. n orador profunda c eminente ^. ,\,. estado ao fastigio do jioder, el!' tem as
litterato. quo Ibera votar ert 1807 o famoso bil naos os destinos da Franca. No dia em (pie elle
da reten na. cedia o sen lugar ao infaligavul Mr.
Disraeli, que consegua recOinpor o gabinete.
A|-nas o novo gabinete fazia a cmara a eitiira
do sen prog amina. Mr. Gladsioue dava o signal
do combate sobre a pro|iosica(| de varias medidas
a igreja da Irlanda. Era o"glande partido wnig
fallando pela i. mt:i de mu sii bom 'in.
lima magestosa bita parame atar oi seguida de
una volaran contraria ao g;
anoinalo nos cisliinies da villa
za. Disraeli resiste ; lenta di
espirito da maioria da cmara
llie nina universidade catholica
binete toi v. Fado
parlamentar ingle-
balde conquistar o
cliega conceder-
para a Irlanda
amar sinceramente a lilierdade para encerrar a
historia do brilhante de?|Hrtismo dos priinciros an-
uos to seu remallo, fazendo do pi-ogramma (le III
de Janeiro de 18157 una realidade palpav. I. a Fran-
ca o acclamar a persouilicacao do novo rgimen.
Ella esquece, a 2 de d.-zembro de Wit para leiu-
brar-S( de 19 de Janeiro de
r mais do ipie a Franca ;
1887. ENapoleio se-1 ,..!,;
era o Diurno himano. |
declara por fim que, estando a itorisado pela ra- pezode seu grande papel.
nha para dissolver a cantara,] era de todo ponto 1 {,\[\< do quadrn sombro do contineiitc. ein que a
indispensavel que fossem votadas as leis de m.'ios. Slla pi>|(ioa em tantns pontos auiea(;.rla. sinau
para os mergulhar n." desillusao das proii."ssas
ipie viu surgir em 19 do Janeiro da I8ii7 como o
alvoiecerde una novadpochs para a sua vida inte-
ppunhain-se graves diflicul
e fui talvez o que sn.-teve est;
que o mandato da cmara ia
lades Wsolucao,
medida. Aliu de
xpirar, e seria em
ia. que ,
a imntidtJJidatJe de vens tradieeoes aiitocraticas Leck e Waal. dous ramoMlaipiella hnpurlante ar-
e iiupi'ir-sc ao occidente orno a negacii
tka de todas as c:.ii(|nstjis de sb:i esjiirito ; ei-Ia
certo modo um Jago pueril con ocar nina nova ca- rtol
niara que seria com
executada a reforma <
ponen
leitoral,
que, si^udesjreiidej-;se por tuna traiisircao l.rus;.!
das formas alisolati.-tas, v operar-se em seu seio
UJUa aiisfniniacao tr. > lenta cuino laboriosa dC lo-
do.-, os (J.iii M los" da sua vida p;!itica. e radicar-sc
em seus costi nu's o dueitu de inti'rvenrjki nos ne-
goeios d" goveino jior todos os modos possiveis da
systema- t"iia lluvial. Em acto de K'gtciaF u.iiliov.i tratado I votados os bitl$ eleitoraes para
cmn a llollanda, 11 gabihl de lleilim pretenden i K.cossia.
que a liberdade estipinad^em Ma\'.n.;a fosse am-; Rce'itadas pela cmara dos fynls as proposieAes
pilada s embocaduras uiMeusc e Me ruede. de Mr. Gladstone. Mr. Disraeli
Esta clausula tiuha um klcauce politien. Ella eot-
poria alguns dos mais importantes ros htiertopes da
llollanda poderem ser deplorados petos potencias
das e hbitos do tiiua nova civilisacao. Sob o im-
Agitada pela convulsao dos partidos, em luta com perin de mu <-zar que seria dissonante chamar um
as diHicildadcs de um a|irendzadn laborioso, ex-: czar liberal, e una injusliea Cliaraar snple
p.jsia graves elementos de desurganisacao, a Italia
alravessa um periodo bastantemente dillicil para
que o govorno mais prndente e discreto possa jul-
uar-se em estado de eiicaininliar e dirigir a ftpimau
eacioial. Obligada sacrilicios |iara manter ein | tenore.Jiin apuwra exlcnur (ti i
p de amarra ubi excrcn que garanta a sua un- te. Sejg uu ui.o devida este Uansfoi
dade em um .lucilo europeii, mal paradas as suas | genio, tei vui seu ruinado
(naneas, indisciplinados i seus partidos, a Italia milhiR-s de BOrVUS ; que
ribeirinhas. cnlre as quaes avalla
Justamente inquietado nri os
grandeeimeimie do sen ambicioso
pelas-jH
a Priis-ia
suceessivos en-
visinlio. o gabi-
Mr
no [Kidcr, ve ido patrioticainent
niara dos coiiiiiiuhx as leis de
(lutos para a Irlanda e para
medidas de menor importancia
Quanta liecao proveitosa n
mes inglezes *! Fina cmara
disolvida para sei |.;||a quer e tem dimito tudas as lilierdades :
nao estavam anda eonsegue apenas algumas. e como as consegue !
a Irlanda e para a | \ carta de 19 de Janeiro tinba-lhe pr.anettido Unas
as larguezas: mas
smente, llie conc
nnservo-so assun I estreitas facilidad' .
I votadas pela ca-1 fm as novas bjs sobre a iinprensa e sobre o
iverno. os hills pe- flireito de reuniao, receben a Franca en rosgalc
Esc.issia e nutras i ,i;,s sonorosas proiness;
O oll. parlamento aduanen o detedn ly_
ciados alleniaes. oceiq. iii-se em soa sessa 1 .iiiik,;1
de interenses purameim- oronomicos. Tmio mui
a rrer que. nao obstante a resistencia di' urna imi-
te desee parlamento, clmg.-.r.-i mais tarde 011 m.v,
cedo-o gabinete de Iteri ni a obter 'I -lie mu., e.,i,.
vencao que permita Piaissia dlsptV vnluntarios..
de tedas as forras dos estados do sul, rom algn
los ipiaas ja llriupujriitedo*.
A intt&uica 11I0 Mlrciri se nos aligo,-. .
meirj psso l'afpl nn^^ara das dtr.s AH.
maiihas.
' assiiu que a IVussia cons h.la e amplia .> mais
e mais os recursi* mil tares, qne i sua posica,,
excepcional na Enrtfu a ofariga ter appan-lia-
doaeotuoa ultima razan e a nica razaodas .
audiiefles pulitiea*.
rVoderico (uillierme tomou (terante .0 eamiuj
onissiauas. mu que primeim vez toma la 111 pjrf. ,.
reiirescntaiites dos estados annexados. o >.u|(ali
de realisar o svsteina do Self-Cvm nuHhil em |(u,,
o reino.
As provincias prussas do nordeste foram
das peto llagelloda foim .
Einquanto a l'nissia se faz a Alleinanha. a A'i>.
tria resigna-se em sua nubre adversidad.' i rec,,,,,.
p>r-se por um traballio lento de nnifleacan .11
pulanies sobre que iiiqiera a casa adicciunal de
Hapsliurgo.
Hbilmente dirigida,peto genio laborioso r> tl.....
luto de Mr. diiileust, o vice-cliancellerdu iii^n..
a poltica de Vieima prosegue a obra ji-.o,....-,.
que emprelieiiileii de assen'ar sobre as Ikivs da
jiislira e de um beiii .'iteinlido systema liberal .
orgaiiisacao dos dnuiinios da Austria.
INniilo sobre acabeca depois de dezuito aiiiios ,i..
reinado ussa ftorga tasmaiiica da Huugri
Santo Esteva i recebera lia nove seculns.las t.;,
do papa Silvestre, Frauciscn Jos receben i-mn | ,
a iiuposicao de nina grande e severa nspons; lu
dade de que nao SO tem mostrado depositario i,- -
leal; Itestiluiwte Hungra em 18G7 essi aut<,ii.i- f
inia politiivii'sojbd^iquelliedavainiliiviio,,,,!;.,^ \
gloriosas e luij^,.-. naoKi'oes, o imperador arri-
tuu ciimti tituKde reidn Hunyrin toilonm |,r .
grainma. qufcsenvoive, de garantir i-ve'm-r...-
cojiaiz UMl"Ai-el''inentos de urna robusta i.rgani-
saci'ui.
Sao nier.tceni iih'iios ciii.iadnan iiluslrad prin-
cipe e a seu patritico goveniu aei|iroTnriasrisli'i-
tlii;ma*,m\ que a propaganda pmislarixttt na ,,..
sa de manter a agitaran para banir o elciuciitu ._,i.
niaiiicie ipiebrantar assiin os lacos que asuren-
deui a Vienua.
Assiin que a Austria ganha a libenlade per-
deudo batalbas. diz um cscri[itor.
Aomosino teiii|N)qiie enr-reliende e realisatom
iiiii Irabatallio de recuiistrnccan orgnica cm-,- -
ella aproyeita o salado prospero de suas -
nancas. favorecii'^p";, mndantes ci.lluias, gaj-a -
vite 800:000 lw,iinaiv.
n .me a Europa ii,,,,;,.
. j de mu dc-iguii ,ti-
erto modo impnsi. \ ,r..
garanta de sua integridade. na presenca ,.
extranrdnariu arinainento de tudas as grand. ,-
lecia.
Esfci purveiiiui a reservadn a Austria mu
dioso papel mis destinos da Alleuianlia. Aban.', -
naudo a e-treita |inlitira. iradiccional ein Vicua,
de explorar em pruvuteda uniao o antagonisa,,, ,l.,-
raras e puvnsdo imperio, a Austria encontrou p. (
Itiii na pratica livre, sin. era e cunscieiiciencinsa d..
svsteuia representativo o lucio de furtilicar ci.
luste era sua organisaeau sitial.
. .K-ial. I ni.-111111:.au-
fe a execueao pratica desse pen-: ,.,,.1,,,,,,, ., ,as reservas alustras de llci
cele, a med, e com ruslriccocs, ,,,, |.,'|(. i.xiiiut sa-
cuara AlleiuaiihadoSl syinpalhias tai vivas e ir
resistiveis que se veja a Austria reentrar, potente
iinbremente vingada. no ciuicerto alleman. (Ji
u
stes severos costu-
uive iuiperturbavel
IKMtorOSO) el.'llieil-
realidade que. aiml.i
de costunies ein sua
livi.lade do genio nacional don
ios de manifestacao.
Julgar-se-ha do alcance liberal das novas leis
pela disposicao. consignada no piojento primitivo.
da incaiiacidade poltica.como pena applicavel nos
delirios da imprensa. extoreos inr.itigaveis do
MM. Julos Simn. I'icard. (Hixicr, llenyer. Joles
Favree Thiers se deve ter sido ciscada da le cssa
verdadeira monstruosidad." penal.
Foram mantillas a pena corporal e o i nposlo do
sello com o nome de imposto Itocal. E assnn que
a Franca, diz um caloroso defensor do i -gimen li-
beral, tica inferior imprensa belga, a imprenta
suissa. imprensa inglesa e imprensa americana.
Ella nao podera ter u seu Time par qualro teuce.
de dtocusaJK) cde iiideiN-inleiicia; que a ci.nseiencia aiiteiiormente a peda de um memora prestante no j anuo que coineca, vera cabir rom 0 velho edilicio I (>S4S grandes jornaes inglezes como o Iiaihi-Ti-b-
nacional sent n-se vivir e poder-se manifestar ues-: inini-tro da juslica. vim entrar para os cnsellios aiiglicano mais u;n privilegio odioso que o zelo ,,,-uph e o Sfnmtord por dous sidos nu esses ro-
d um da crina M. NViugfeiis. denotado de Haya. | prntcstante tem jiodidu manter como una peruia- lossos da imprensa de New-Vork que so chaman o
isas de 19 de janeir.i urna fra ()o t,sl(, dia (ke^ ^., Aurtrja (. allt(.s Ld\cz,p
assun. atiesta um progresso (Uf ^^^ a bkdurto aun tembrar Sadowacou
vida rogantes e real tue a ac. I1MI1VV,.Z. sll|a|a.|,a ,.(,m() mu triumpliu. E uu
nete de Haya, nfliicnciado.nu nau pela Franca, en-1 ipie vai ser dissulvida, e prnseguc na diseussan i
tendea flevr resistir e resisti. Diante desta reso- votacao das medidas sein as
hicao, licnu suspenso o curso das negnciaces. seria un prrigo !'
Sein iienliiun carcter de grvida.!.', lira no ai- A' hora que e. Mr. Disraeli A ainda gnvemo. A
chivo de ISt>8 mais esta desintelligcncia que. em j .-leicao que se proceden segundo a nova lei elei-
um czar da Itussia, evulbo culosso moscovita atra- j um tempo Indeterminado, pode ser o esbnen de nm toral, e que fui apenas perturbada em alguns dis-
I vessa vsi velo tente urna crise de reconstituic.io. \ antagoiiisnio entre as deas potencias c '.mi grito de trtotos, nao obstante a viva agltacao dos partidos.
Em quatoize anuos de reinado, Alexaudre 111 alarma para a Kuropa central. j exprime um resultado gran. mente desfavcravel
Cdiisegmu umdiear prufundantente a pnlilica iu- Em sua poltica intei'iur. a llollanda assisliu em ai partido ton. que nite"tardar em s.-r derrotado
piiuci|ii( do auno uta giave emillicto entre o par-
lanientn e o iniiisterin, suscitado i proposite da ap-
plicacao das rendas, que se msolvc-ireonstitiicioiud-
mente lela dissolucfio da cmara e por una peque-
a nmdiliracan no gabinete (pie. hnvendu sofrido
di Imperio do n, r-
macao ao sen
qTC se lib'rtarain o
mwrensa foi livre de
apreciar actos do governo com um novo rsprito
i o g;diinete qi^e n representa, e
um gabinete nrga-
na
que succeder naturalninnte
oisado por Mr. Gladstone.
Est assiin julgada e reso
vida pela opinio a
grande qm-sto da igreja nmlcial da Irlanda. O
para
II,'i. -
saa uiimerusas reunies polticas, depois
fltictiia a poltica exterior entre a lide|idade que
deve Franca c o rocoiili 'cimeuto 'pie a prende a
FViissi.,.
E' assim. para servir-nos de un plirase ajas-
teda oue est delicidi iiuesU'O-italiana passa do; certo t.-mpo cm uso na itussia. que associam em \oltaiido a .rgausacao an'eriof a ISbi, ajiasta l nenie aggressaa ao guwin o tmnua.
entorto ito amv) oue acabau cu legado ao novo cito'medo o ?oto publico passagem da wtn de de M. Wingtens foi sobdividida a ministerio dos! A rainta Virtoria, que se diz nao transigir em
absnluii.smo. Foi ainda em seu vigoroso reinado negocios da jtistiea ipie lieuu a sea cargo, niiinsle- .materia de (renca, ver-sc-ha obligada a abdicar I
que, aunar do otaras serias reformas. vin-?e oiga-' ro do cutio ea'tlmko e niinisterin dos cultos n-fi n-
nisadu Indo ii n systema di assembli^as loeaes '?'! mados, dando-se assim entrada im gabinete a dous
postas em pratica* em IHtiti as novas instituicoes! parla.....litares. M. van Lynden e M. Luyben.
judiciarias. A nova camera; expressau legitima do voto pn-
Desgranada neute, estio estas reformas longe de pillar, mnlirmou pJi'iuiUM'nte as vistas da primwra,
Utestu* mil progresso acabado. Paira iinptecawi J votando una inoran em ((ue declaren nne o inte-
sobre ellas a vuntade autncratica do czar. O mes- resse do pai: nau exiga de iieuhun modo a ultima
i mu punho innerial que decretoa para a Hnssia a dissnliicao de una cmara queja era o resultadn
: iiistiucan du 'jury, licoii iivre de subirahir c-'te | de nm q-pello ao voto nacional, e des.-q.provaiido 0
mvi
auno, leixaildn em p a instituicao que se deleade.
em pe a aspirado que ataca, apparentenieule ror-
deaes as rlaeoes entre a Franca e a Italia, mas a
apnospliera poltica incesaantentente carregada des-
la duvida pungente-
No centro da Europa nao sao menos graves as
dillculdailis.
Ein quante a Austria, feridas de inorte nSa-
ttowa as U'adiecoes da ca^a de Uapsbtirgo de ser 0
arbitro dos (,-tinos da Allemanlia, resigna-e por
mu sincero i
do retes de
cora para nao lomar rom u seu punho regio i
grande acto da emanripacau religiosa da patria di
U'C.ouuell ? (i rumor dessa a idicarao cria sido
antes ntn lucio de iiillliii
,-
co d. Keiuo-Fnido ? 0 litun
tambein dizer ;i todos os poyos,
livres, que a onjjuab publica
i primeira ratona deste scalo
obrf o fauatisni i paliti-
u dir : mas vira
que aspiran! ser
sos da imprensa de
World e a Tiitmnf.
fl (lireito de remiao nao foi MibnieWldii a nienf.-
restricedes.
A. lesmo tempo'ip.ie ... tas teis ilav.iin nccasian
na cmara mais brilhante e bou sustentada dis-
cnssito, auni'i'ema era victima de persegWjtjoe jn-
diciaes por contravir mua celia dispns can regu-
laiiieutar que llie prohibe da
grande esenla. para individuos cutuu
ila.les, a lscola da adviisidade.
Ao passo que a Austria faz o Miz ensa
nina poltica generosa, a Italia faz o seu cust,-"
aprcndizadn politiro.
Atravessaiu una 8 nutra, a veUtt Austria con'1''
a jovem Italia, um grave e delicado periodo.
Em luta com partidos indisciplinados .pie .-; i-
lain aprnveitaveis en.'i'ijias vm esteris Bvabi>a-
des; trabalbada de una exagerada e fatal [iaix..
unitaria qu., tan reciiando (liante de nenhiini d.-
reiln, de nenhuma prcrogativa, arma o braco do
voluntario cun ntesma beilidade cun que atoa
ao niund.i urna prnclaniacan incendiaria ; aflicta
per um enorme defin que aflhmia as mais relize-
eoinbinacoes linauceiras ; a Italia tcm visto mece-
iler-se gOverno governo no estreito circulo dos
seus estadistas seu que nina nnltea sincera. |-
ti-fflfte.1, rlrnie, calma o circuuispecta le,ha cuiim-
guido inip'ir silencie..no interior aus pernal.ador, -
de sen noviciado politien. e no exterior sjiist;.-
a|ipr.'beiises iiii" inspira ao mundo catholicu.
Succedeiido a Mr. Hatazzi, sobre queiu pea a
grave r -na adininistracao os repetidos niovillienU-s d -
demiiiivamente a
tiuacao para a liiierdade.
toso isioico reparar us cuVtns! tribuna) tudas* os' crinics, assim ^ que att(mtam I ureamente dos negocios estrangeiios depois de ani- Em quantu os partidos redulares da velha ln-
as anuas, tentando jiacientetm-nte: contra aspessoaseomu os que atcate a preprie- mada diseussan sobre a pendencia linda duLuxcm-; glaterra r.'alisaran estes gene rosos avanc/is sob n
reginiein das instituicoes i',
tas que SOltl'i
pela reconsliluicao da Hungra e das dade, para siigeita-los uin iurisdiccao excepcio- i burgo. O gabinete, que representava o partido con-
Wuvincias cislelhiauas a sua brusca eiclllaoda nal. (' direito cuiiuimm tinba riscadu dos cdigos | servadur, cedendn em face destas manitc-tacoes.
p
roniuder;;cau,-*ronsolwa-se ao lado do v.'iho imperio
lima joven e j.i robusta orgaiiisacao que, sendua
alta expiess.. poltica de urna verdade-a juivao
nacional, auicaca concentrar sob 0 sceptro da
trilfsia todas as energas das duas Alleiiumlias.
T.io certo como os nos currt'm para mar es-
ernviaem IKtJI nm prafundo pensador aBema,nr-
mar-se-ha na Alteiuanba. au lado d'Austria. mua
ldcracaii sol; a direccao da l'nissia.
Estas jialavras proplieticas deviam em paneo
lempo receber dos tactos a mais plena conlirtnacao.
De irint;, d\na-stias que retalhavam a antiga coid'c-
deraeao germnica,surge a inaior ubr> publica d.is
lempos modernos. Gracas ao genio de sen pri-
meiro ministro, e clianceJIet da confederarn do
lb
annarente!)q m
nenie e arbiaria dos tribanaes militares lazer o
que nao faz a jurisdicc.io ordinaria, e mais do que
illa relaineule o faria
Este- fados assiiriialam a stuacao da Hussia de nial um prndente pmgressn e de resolver em senti-
Alexandre II a sua poltica au mesno terdjio ge- do reflectidameule liberal a questao (ias culturas,
ocrosa e sonibrii. exnausva e immovcl, libera! ej De seu lado, a Helgiea nao gozou uro anno de vi-
auteorauca Dir-se-bia que a libenlade na Russia I da interior mais traumilla.
como a .chainuia ;i crepitar sob nina abuboda. Depois de nina peqoiia crise ministerial, que se
Nao esta, entretanto, tnao una das faces da | resobren pela ebstituicn de nm de seus membros
politien Ulterior do grande imperio. Duas vezes i sem mndilicacn as vistas politices do gabinete.
victima de allentados contra a sua vida, lo' de i estero a surgir fia-ante as -cmaras una ib-ssas si-
abril de 1806 iiojanlitu de Sao PclerSbUTgo, 6' tuaees graves que nao podem evitar um abalo
de jiinlio de i8(i7 em pleno Paris, o czar Ab-xan-! jiiofuudo.
dre nao .prosigue menos inplacavennente ulyue
sombra das garan-
steriosa pro)iagan-
ido do Canad, es-
gigantes ;: todo o
entre os dous poderes, tomando ante o parlamento | Reino-Unido, cuiitinunii iniplacavel a sua sombra
0 serio enipenlin de velar cun especial allcnco ]ie- mi.'sa.i, tomando todas as fornifis da violencia 0 do
la intruecao publica, d" imprimir a poltica col-1 assassinal i organisado.
a pena de inorte (um .grande avanco infelizmente j resignou o gnverno lio ministerio do pnrtkto pro- da do fetUUSMO que. alirg
as licou livre jurisdieco )ierma-' gressista que cunseiruin restabelecer a bannuiiia tendeii. novo llriareu, bracos
sos proferidos no parlamente
Fui Igualmente votada a toi da reorganisacao
le gloriosa predes-1 militar que colloca a Franca em estado du mant-'r
a sua pi-epondeiiicia poltica hacoiuniunidadeeii-
rottda,
Est longe de ser satisfacton.....'stado econo-
j mico da Franca. O systema de paz armada veio
jmitar-se revezos linanivires aceuiiuilados |ielo
; tempo para provocara necessidade de un empres-
timo interno, que o paiz corresponden com um
generoso acoftimunto. Sendo poditos hVi muncs
de rrancos, elevou-se o c,qiilal subsi'ripto por
'Trtl.iO subscriptores 15 mU mHtotosn
Protesto em arcan contra todas as oppressoes de eos nu cerca de di vezes o valor IflMl dn cin|ircs-
qnc victima a Irlanda, nobnO o generoso ideal limo;
in
extractos ,i discur- Vll|,,tai.s. vj. kaaabra tem procurado com siu-
cero empenho restabelecer u equilibrio unanreiro.
eslreilar as bas relacm-s dn gabinete de Florcnca
cun ndas Tulherias. e .-vitar irrupees do partido
te aeeim contra as fronleiras de Huma. Violenta-
mente cnmbatidn puto npnsicaoradic.il.dirigida |>"|-
M. Hattazzi, o gabinete do general Menabiva tem
podido nianter-se ein maioria na cmara- O general
Menabra nao tem foto) titilo ; mas tem feil'o pela
surto da Italia unais que le perutteni as cir-
ciunstancias.
laiegou por um ao sen razoavid desenlace a n -
gociaeo. ciniiecada ein IMtitt por intirintaliu da
'' Franca, subro a partilha deliniliva da divida pon-
tilicia entre a Italia e a Santa Si'-. A divida aceita
pela Italia de 18 niilhes de rendas. Dor^iaiu
O 'abiiiete, a cuja frente est mu eminente espi
rito. M. Frre tornan. controu as duas casas do
pyriameiitn urna decisiva opposicao s suas medidas
.I.- reorganisacao niiter, ipie nao poderain ser vn-
i'in iki |rimitiv3 expn-ssao. o fmi mu pelo eriiiie unta Ilustre causa. A ivnovaeo rumor de um projecto de uniao aduaneiia entre11 ,.orj(, S(M, reennbecimen'o au facto consummaun
dos seus attentados, depois que a opiniu do Hei-, Franca, llollanda. Helgiea e Suissa. Os ugans da : ja u.xa(_.ao das pruviucias de SOU dominio ao
no-lnilo tonion por sincero e npetiho niellioiar a pulWea imperial denuncian este boato mimo desti-
sorte da Irlanda, nao tem piausivei jusiilicayo ] mido de nnidamento. Elle preoecupa, enlrotante
aos olhos dn mnndu eivilisado.
Essa terrivel si-ila assigualoi -isleinen*e o ulti-
mo anuo pelo incendio e assas: inat><, estas furnias
- monstruosas do' eram*. 0 di que de Bdnburgo,
lilho da retoba Victoria, esca ion, na Australia de
ser assassinado por um fantico, que llie desfe-
chou um tiro quWma-roiipa, de que resultou a
.i -rte. Mr. de lsmark, o mi Fr.^terico (imtonue
pele depois do Praga dizer-so vcidadcamentc o ; |Kide chamar a ./'/.w'/cin/o dos seus duiiiuiis. A
HEt-.uxEUAo. iiiesma man (. ue dota o paiz de elementos de urna
Duas .VlleiiiaiiUas, anda dfeliuctas pelea nomos vi.la nova e ao areno de sea poder faz rebentar do
^jskiul,'.;.'r;.ea do norte e cenfederaeao do sul, co- sol, moscovita ajilante extica da paxao nacional.
]^H h ije o itiiin. aso pai? que ronslitiua a aiiga >;ijipriiiie ate i.noiii" da linroica I'ulon
emfed'.-r.iea i germnica, essa dbil orgaaiisaeo : da Em opa H.Tferente : retira Litliuania allemaa ,
aje, dirigid i pela Austria c pela Prussia, poda es-. e s provincias do Bltico u privib-gin da lingua! um fervente iiri.iuinciaiiieiito ojierariiL lima incesante vigilancia, junta aos ngon's dos
tender-so de Urae Trieste, pamoeudo assim es- ulllcial, substiluindo-a pela liiiguarussa que ja era j Fin grave phenoineno social veto afligir a serte tribiinaes, si nao conseguirn! Iferir de inorte essa
Hubar a Franca em seus bracos, sem que viesse eusinaib uas,t srolas ; pnniove coiivecsres ao culto da Helgiea. Os operarios das minas cailionilcras, original consfiracn. permittiram ao lteinu-l nulo
Sato o menor perigo para o imperio de apo-! gfelfo-orttoMtoxo,pelo incentivo da disthbuicao de eancadiis de unt velho rgimen economlcir que t \ ver quebrada ama forte organisaeau, que si
lefio ni. torras do dominio imperial, e extingue assim nestas arurrenta mua iuevitavel miseria ana premio do j transposta para os Estados-rmidns
aos olhos | de una violenta agitaco poltica que fez a sua ex- i fenimt
idosao ua imprensa. em niet'lhup, na tribuna e em cendio do palacio real
um (ervente pronuncanieuto ojierario.
Fin grave phenoineno social veio afligir a sorte
da Helgiea. Os operarius das mina5 cailxmiferas.
novo reino.
ijaribaldi.
o soldado aveidaniso de ipiein os
tadas e consagradas em leis do estado sinao depois principe um ieve terimente. ftard dnetomn ser | francez cuja giiaruciofura victima do attentadn : e uanspui lar-se cun plena lilierdade de accao para
,. *:.= .. .i:.:....... r.....------, j,;,,, Burijingham, (HiUde ser evitado o in- cnnci>deu urna indenmisaeo de i).ta*) piastras: () n,n[ini.ni a
para as familias das victimas.
De nenhum modo aineacadra e aggresiva. a ^tegies o ultii.i i tl.tuieuto gi'rniaiiico.
autiga ronfederac,ao era uin vdUamaidjna de bio- Ail m,.snll) :, que esmjgn a Polonia (adnii-
vbnentos dildces, de accao pouro uniforme, que- ntuatvamenii! o paiz Ai Vstula j. a Livonia. a
vivendo alii
mais aspen i tnibalbo, senliram chegada a hora de de plena piiiliridadc.
sacudir o jugo que soffreiti ha quasi tneio serillo.; Cbegoii ao v-u termo por ni trgico desentono,
lb*npciido em vilenlos tumultos, que provoca- i mas nao s-in tur costado ao tbesouro real cinco
esterlinas, a arenturosu e at
ndaila a Abyssinia |iara
miaba dos mares com a
Na.i assiin a nova jUleinaiilia. Exdui atra-
.iiiccon:,t partkjpacie .1 Austria, uullicados os
-.ousollios de Yieaaa, k'jiuiliado o presti^u baos- podom iiarecer precisos, uenhuui meto evita a po-
buifo. renasce .las riara da nova l'lvnix mua or- jtj,.;i jc y p>tcrsb|if| para manter esta influcu-
jraiifc-aea.. potente, rescata, compacta., que, *> nn-; ,.j;i l)U), p,^ sar a S1U. inai.s proveitosa afetanca no
pulso enrgico da Prussia vid .liosa, nao pode sem j., ,.m que o inevitav--! ivmpimento coas o occi-
pav* i-rigo para a integridade da Ranga Vhubar fJ)U, ,|a Eaf0pa assknalar o mais graw periodo
t-ort^ suas ronfetras. ____, ; do prugranacu russo:'
(rgubada de sen raro snninpho, a Prnssia nao ,-;
p..d,: ts-gn;u-se v.r iuacalnula a obra unitaria.
ac .|:K'.-.- ? Kyiv-i alant
i espiritn publico aquem e alm do Rheno. i aeuiiteciinentos da Italia fieram um persosagem
Cnegon solucao a pendencia com o Janao sus- rnmanesco, resignou o mandato de debutado que
citadapelacarnilicinadeniarinheiros fraucezes,que; (M1, |iava s,|0 eonferido. Este acto foi diversa-
liaviam coninieltidoos insurgentes daipielle paiz. O ( meaU! eommentadu pelos partidos italianos que vi-
gnveniuja[Kinez fez executar nnie criminosos dos I rMB uvi,in reuuucia de um niandatn |wpular, uns
\inte que liaviam sido eondemnadofi morle; agr-1 0 desgosto prufundu qun inspiram au vellu. lida*
ciou o eomniandante e nove niarinlieiros do navio ] fue w angucios da Italia, outros a intencao de
co... ,...................-
pr-se a frente dos vmatMrf d*
I Meiitawi. O que arto, que (aribaldi vive cn
Fina pequea desintelligencia ein o bey de til- m,|esto r.colhiinento na ilha de (lapr.ra. pare-
ins, que parece resotvido quebrar us seus com-! ,.(.m| eui sen exilio voluntario um tanto fatigado
promissos com 03 tactores fraucezes. inmVOM a | ,1^ hhyArhees que o carregou una levi.uia
susp 'iisao de relaciVs diplomticas rom o governo potpilm'inie. .
tniii'sin... Manirestanilo a sua inl.neao de lazer : Pim|rr*T a Italia se agita conyil-a e irrequie-
respeitar cm Tuuis os interesses de. seus subditos,; ^ ., :vlimA ,),. mna irabalbosa elaboracao dos
o giivii'iio francez tem cs|eranca d" ver solvida} uVllS elementos da ana vida poltica, liorna iiu-
amigavelniente esta dilliculdade ihb-rnarional. pfie-ae a adnurai;ao universal pela iinmobilidaite
Eis aiini por ligeir >< traeos a Franca de 18(58. carena e im|c-lurbavel de sua resignada 'si-
No interior a conquista de lilierdades restrictas |,,|.a
que. ealiindoViu um silo fecundo. puMB*ero RontA, g nveiicivel. a capital do mundo ealbo-
rom una so palavra a lurJmtonta
aos seus partidos. Mtc
seus potentes recursos militares, s suas alliancas.
a todos os igaos da iwolucao. kon -ossi mi -:
. a pin ase sublime de ivsignaco mas tambein de
lares e MtMB subditos bri-: annuucio de una sincera impulsan, adiuto'islrativa ,.,, respond
Tbeodoro, o rei dos reis j para o rgimen livre, Reorjramsa^ii miliiar. pro- {talla, aus sen.- voluntarios,
funda e enrgica. Dbenssai ardente. debate lin-
io 40<) mBlias de terreno < minado, a luz do direito que espanca as Uvvas da
montanhosns, .'iravosBando tongas cadeias ile nmn- j oppress.'t.
nV&^^'^SSSK&V4 "'i-^-''5"''^ ^^Jm3S amias'de W:ii pes 1 altura7o.ex.,ritu exped- j No exteVinr, potote. piante, jus.a.neate : linil;.za ,,,. H()IIU |)|H^ ^110 du Vaticano J
to para a nattntoaeo, e dos dwnkfl, gemiu-! rfonarin de l:(aHI bomens chegara em de abril peitosa, atienta, impaciente,mas nugnaudo em sua lorivnJ. esvairadi da unpu.Lide esta pbrase e a
' defnmtar e.sn Magdato. praca forte da Abyssi- eipectacio s. lemne pe triunqmo do que se |ioue mtwm lempa toda urna Dudaltmcia heroica, e um
na, do alto do ahysnio de'liactoto. SiUiaila dizer a raza iufa-rnarioual. deireto de condeumacao .todos 09 tomelos levo-
:i: l:uw metros de pro- ue preside a Eunq vi<5ram .
e.jara s..r smente tuna ; da Russia una. situaco dotorosamenie affli>siv.i. IUi" 9
., 'a Ala;..;mbac;i, emiliioes de subditos, j , E iii-ut, ,ic na ,e ni*, para as vistas auil.i.-i osas ,nilulV ,1(, Sl.,..,i;. t,,,,,^^,,,, triste resultado sen-1 ''' '
rinfedentcai) du norte, represente-la I Ay^ uauinui^.o do trabto. A producoio Irt'mi- '
liaisauio
A iucje-
v,e"iic.i,. fsmman.iar o etmrrtn e a armada. ,'.,.. (.,#l, ,.',.,1-..w ,,., rK1. mnfo extemSo
dous lados de precipicios de
sus u no. da nw|uiganda ile origeia ingleza. e
cesto .|ue se alnv para a Helgiea una situaco
eronuniica verdadeira mente eiiibaracosa.
Ksieve enleniK. ponto de iu.s)i,r' erio re-
celo pela sua vida. principe impelalo henteiro
:;,o-asic:oVi,ili|;,s..b'.fnr cmn nutras acetfentaes.; presn^^W da cor, belga oue tem gemtsno-
rxim no amo de MriReKurpara a vi.Li Interior ve ann.^ de .dade. Vio n-ii.lo .. pnm-n* niuaos.
nao (teaudu as irmins do duvite limite do jtriacipe caberia anjrmao do
cuiiV de Flandres. cmisou esla^enfernuilndr 1 uVfin-jlif.
alia ne/fiao polltira a mais inquieta fircoccii-1 A' 10 de
pardo.
ib-ofuiHlanienie alIVigdo em sift corarao
nal. o sneweasor de Leopoldo 1 nao desc
ulimn dos Hrteresscs i),, entado que dirig* em ani- ros de unmftateate* surgiram na cresta da monta
resoluta enr/ia patrintica, dunda ao nha lan.araio-s- toni imputo aobre os Inglezes.
->:. oiplo de Mn re a de mn novo 10 combate divo poiten tempo.: a noite esinia vio-
imi em .stituciimae* a proveto* licao de lente tempestad,- vinramseparar OTcmmatentes. A
i mua -mitra o-ststema luaparchieosaqiiTjfnta-' lldr das te
as rela.> .-internan maes. declarar a guerra em B,au cu grande uiuueru u> provincias. I
scj noine. lazer a paz,ass-gna- tratados, convocar ^ -^^^ ., WiipilEPao i? 6 miihoes. i
, is, kaobcarasle.sleder.ies, velar em SUa ^^x^A, vein ilillHv a esta cau:
,'v-u.-i. t.,:oinan.)ar exente e a armada, e amular wrkj* da fosee grande (?.*.
lspni assim de todos or destmns das estados fede- j,'^.,^^. Concertado em priucipto nos gorvor- l!l" l""':' r,':
i, i is. Esta/orte roueentraeao nao fi, muito vwi- nil d:1 Btrt [,.n,iH fiageli.'espali.on-se em te- nnito com m
vomimlc./maa o esboen ite um empreliendimento j^ A< diroeeSi s ebieando invadir as preyinetos *neerameie*
fundeza e domiiiaiuln o Bachilu quev.HTe ein lace rige-a
desti prodigiusa alira, agdala estiwa lurtilicada : Ella nao tenj amlo'cao
para ullcrecer nina seria resistencia- Estavam guiar a huinanidade.
ah eosTados jirisioneiros de teda catbegorto : |)e sen ladoa i'russia. ensoberbecida com aK-
Kiiroiiens. haigpii.'is, criainosos e adrersarios do .-jiis^od'Aiisi.-iail .s negocios d'Albina nha, forte
|iea concenirat;aodr tiwlou pod.t militar da con-
ali'l. sanado da semana sagrada, o fe^-raeaodo norte, qne r.']iresmta n i exterior, e
Vulto m gnitonnti grande, u veneravel Pin
iw.rque tc:n urna :; ix connua nmdenWMS ritousoe ujjntiBcadi*
que us tastos da igreja caiulica. tonto icgistra-
,1 i. ltente por ludas as nceessidades do nume-
roso i.ba.nliH de que o priincii. e mais dej la
.lo Pastor. I'io 1N. da ao seu reinado Unios >>s_ ca-
racteres .1. um vei .ladeiro apostolado. O Ponlfce
exerrite indez teotava |isirao (liante da praca, em muome da qnal tem o direilo do manter a paze de i Suprejaa, que teve a rara lelicidadc de delinir r
cao pater- .pie reinava o nwie iK'ofundo siiencio. A' nm thVJdeeitorar a guerra, avanca iiU|KW(to ua obra de se:i proclamar das cnlliuas da eidade eterna unidor
Sura ue- \ de caiiliao, tsjiarao do alte, de Magdafci. inilhei- {..lrajideciinentn. tentedn pi'ir una |iolitiea r,oln- mais saudaveis dogmas da Igreja Catholica. ras-
.1 :
podem
ind i n.a.s audactuso. Pei|U>aa, ^ ,t rortMMradsw t*m 'uais rica-. ->
A Alemauha do sul vira, cedo ou tante, tomar o i toaam ma foraw vkt&Vl de I d. s os or-;; "!{1,'m ;,s r!^** r,M* SLV^iXL
m que Ihe est reservado nos deseste* de M,. i .u da tome. fl iuM, *3 In?'*'H?L?TL a '
Apenas despistada pc-r esta bcneulueis noti-
c.;a, a caridad- particular den mftS prodigas d"
occios a ac<'a oflkial para vir v-ii auxilio das
te eitUiihnente eutidurida vtecular sua ja exten- gando assim a editicacio dos liis nina nmte co-
sa iiifhenci;. a Alkiifixlia do Su!. ptoM de. gracas e ibndo U mato elnqiiente teste-
Esh ntima aspiraci da PriMato. de serc re- i inunlio i tradiccao t crenca universal, t
opas de Tbeodoro 11 tinlia-se latido ;; ,, orgimisadaioeii
res e I-Wfl feridos atestavam iu cam-' euliiu'aiwte ila pul
var q
e Bisinark. Ligada eon/ederacab do norte por
i:o'"i'esses uronomtooa, de que o Zoutereln i- o re-
atajdo, i anda muito fraco este toep para q :
i p -usa me a: o unitario repunie oiu ia r ni] lisia
r esta maKOsI cao. q e a
lY...ica j; inquiotada pre.-cnU) a longo
r un u nfogiauma iullexivel d Mi. de B
, il'-seas-'e.'."-:rar q:io. eomo |otiieia inililar, a
a ll.'uiaiiha int.'ira. Disponda *) tudas
,. ':i -all.'-iios do snl por tratad".-
; firinc offensiva e defensiva, a Prussia impe-se

. i. ::ma.-. i.gansando eonuinVsoes > imen-,,na i1*esentatiyo.
Jim reginum livre.
I'osi ser o paiz efcissico da tfeerda.te e, cones-
o mais adiautado na urlica do -
a Inglaterra nao attingiu ainda
lite
prcenteras duas AHei&aniasreunidas em um enl-
ute enuipacto. parece ser o i'uil
grandes pon, ] WK) cadavens e I::i*W feridos anestavam i* cam- jfulminante da pebea ambiciosa que dn galiimte
pn a sua derrota. | ,|e Rerlto que tem a peteamto de medr a Kuropa o
Aiwilvbreeer do dia mediato,domingo del'as- i hki-ai.lk* com o arbitro dos destinos ito couu-
eb*a, Tbeodoro manda.aMKMlvacase .iinicarnei- i nenie.
res a" acampamento irglit para que podesse ser | E a este tnoviiuente luiiterio que -,-> coiuluzem
dignamente celebrada a fraude tosa desse dia. Sr. j patentemoirfe as suas vistas, os sei; desenbos e lin-
io proi 'liando (km- lodos os uietos ajviar a Bor-
le ilas infelizeo poptdaeyes.
O estado fian ceii-o da l'.iisk ei.diarac'so. K
pelo expediente fat;d de empresllmos
que 0 tb
i efi,
i'sour.1 imperial iieae s exjgemd 'a,',;l b'ulaierra o co
;,-:. q c li,' iem imposte li- ''-' I". ^ d que a rmenerg
' lo palnotisino d s sen- estadista-, o
a nwxnna perfeieao das mslhuoSss que a regem.i pnbejl Napier recusou-sereceber estes presentes signios. que poVar.im oneottrar em umu organisa-
Tlieodoro havia ten!; do iuulili ente propostis de cao superior! ei iiui carcter de firmeza iuuiue-
paz. O fhefe da expedico mgliica foimulara con-: brantavel, em urna vuntade indomavel junta uuui
dimes que o rei dos reis jtilgut! nao itoyer aceitar, sincera dedraea pelo seu paiz em Mr. de Is-
restittriBdo todava a liberdade aos subditos bri tan- niark. o inato intottoavel e anlenf^ iiiternrete.
nieofi que ttoha em prisao. tem que a necessidade do repou i obliga
Nodiall o exercilo expedicionario as^estava iHustre.elumeeUer daontederaeaii (! nortea re
e a cuja omhra onqiUVtou a poderosa inllucucia
a u.' jije ifci direit i a premacia do ocano. O
qu.; Moriamus em sen- princpaes aconte-
coinee de nina
rgia eKclareci-
dos seus pai -
m i destarcada, durante o anuo que iiercorreiTi
p-i- neessantoa protestos de paz; aCagada pelo
rumor de mna dlnunuicad das forras nuUtares da
lYussia o da Franca mystilkada por una enge
do ordenado licenccamcut de dez soldao
C'impanliia ein ...
smente
Era quanto d grande imperio (toiiorte colhe estes | mitos
lateras diaat" dos mures de Magda)... As forras
de Tiieodoro eetavam debandadas. Elle o alguns
poneos amigos fiei,s guardavam s,' a praca, que
tuna dele;a resoluta manteria muito tempo de m.
180H, a Inglaterra alnnessnu mu periodo i l'ma culiiiima ingleza jaiuani-se ao as-alto e pene-
giuna de anmtnctor ao mundo a eouvocaeao de
din cuncii.io i:i i mi -.mi o para c grande dia em que
a Igreja deve celebrar, no anur. que comer. Boje
a testa da immac.i lada com kicao da viuokm.
k assim que a igreja Romana, dcinih de .MW
anuos, vai reatar a tradiccao de Trente, vemto
rcunir-se em torno J. suircessor de-Sao tedio to-
jos os principes d'esta inNtoie rea-.
Quando se reflecte iki longo cauinho que ten
testo as ideas no ltimos 300 anuos, nos avaur. s m
esssriln r.'alisados n'essc tongo periodo, nos gran
de* ac ontecimenlus que depois de Tiento nitula-
ram a face du mundo, o
tholic. afervura-se na verdadeira crenca an medi-
tar que il'-^U1 enlao, s una instituicao nao uiu-
dou no mundo : o comuicado.
Eis aqu porque Poma c nina segunda p
le loikus us eatbolicos Eis aqu poiipu; Ruma se
COinparavel em sua historia dos ltimos
ituaeo em qpe a cuiiocou a refonma
frtelos de sua polica fflcepcioual, a pennsula | eleitoral de 183 Ha Iriula aunos, escrove um
troii na fortiltoaeSo. Mal o pi imeiro oblado da
IngJaterrB apiiarecers no rimo da miuallia, Tlieo-
duio deu-so morte coiq um tiro de pistola.

colber-se poradgmn tempo as suas le ral '^i Peme-
ia. deixanun em aterinidade o lugar de primer
inistro. ceiio que uo conlinnou influir menos de todos ostithoHeos! Eis aqu porq
n^nlitica de Iterlim. Noiucado memhro heredita-: defeude cmn urna palavra coima todas a furnia-
Toa en/H-iru dos senhores. Mr. de Wwmark volta ,1a r. \ .l:u;a,.'
de l'enerania tomar w-rante a Eu-1 -Nao i un pequeo exereito fi-aneez ;
popa a attitude que convmao seu geni.) ej|ran- ] legio de Antbes, que guarda a eidade
depaix.au uuitatiade que aeci.im .ik!i'Usor. | que a guarda e a defeude, antes
::ui
de tudu -
MUTILADO
^V


iaro *U? l^rwllnfcunQjfr?%?l<4*,, frira 4 ,-^-j.
um velho iju', un ?( chame
S. rhama-se primrra-
I
r-ibust* hraouexa di
Po VII ou s.- chamo
*ite o suntessm- di' Sao Pedru, o vigario de Je
sus Cnriato. soluv a torra.
<'. ii veino-aos r .-petesos dimit- d Roma !
LlH I80B, l',lll||;| l, ilS ,, ,|;|S ;;-
gos. Chefe espiritual, o Venerando Pi IX tc-v.- a
inspiraran n> ttnnunrrnr a prxima ronvocaeao de
um concilio, mje |qde ter q grande alcance de
trazer no apr>eu da vcrdaileira Igrcja as srilas
protestantes i|in> divdeui o rhristianismn. .Veste
*M< [' *>Q"*yf vistas atipnas, o eminente e
magnanim Pontiltee se (Rripra aos representan-
te* dos sehismas protestantes.
Chele temporal, Ko IX > sen governo cxperi-
Mentaram a dolorosa n.;e<-ssiila.li- de, fortificar as
Irinrhciras do dominio pontificio, repriiniido com
o apoio das bayoneta* fnincezas e roinaiias os at-
teniailns dos emissarios do partido italiano, contie-
ndo |M>lo nome significativo de partido de aeran,
'I"" ousiuam inda, nina vez conspirar contra a
integri4ide e a independencia da ridadc eterna
por nina serie de revoltantos violencias.
< ni vando-s.' a soberana dns tritama.es e impe-
riosas exigencias da ordem publica, o governo pon-
USrui entend-u nao dcver revogar, e fez dar
cucan as senlencas de niorle proferidas contra
dous dos mais faniigrrados conspiradores, Monti e
Xtanotti.
Estas exeeuees, que os inmigos da Santa S
e di' seu governo attrihnem o nome e carcter de
ei-11^1,-spdiiira-s. deram motivo irreflcrtidas e
desroarententos manifestarees do gabinete de Flo-
renea i>ilas cantaras italianas que estaa funccio-
nar. O gabinete, linnando-se einser italiano nina
as viniBan do merecida rigor dos tribunaes ro-
manas, dingiu-so receiitemente pur unta circular a
f-x los ,,s agento* (liploinati.os para condeumar com
todas as possiveis publicidades o que a circular
cftawacaurichnsamcutecM dotonxis represalias da
m/le de. Rom '. Por sua parle, e depois das mais
11,11 iiiierpellaeoes ao gabinete de M. Mnabra
que esta taivez a esta hora reeoinposto sob a pre-
|i-ieiicia do ministro da fazon'da. M. Chambnn-
Dg:iy. receben o parlamento dous projeetos tirina-
iljs p ,r .'II dejcitados para o tini de seren cunee-
aanaa de *:0!K) ranros. eao pai de CaetanoTog-
netti Mtra de 1:000 francos aunuacs.
Tomaud i a sua parte Restas manifestaees. Vc-
tor Man ie| raos por um acto ultimo d indultar
tres criminosos condeinnados a morte pelo tribu-
uauleGai ruga.
Kstas irritantes e inmritas mosteas de reprnva-
T{0, a i|ue o rei da li.ilia nio diivdou assoeiar-se.
vio i,x,,T naturalmente recrudescencia na agita-
cao dos parca.
A? i!**a cifcrmida-
teve-a n !e >ivl >,
de que elle Umla.
l'ni reiaadu de tnnla e cinco anuos t'inba-o *fu-
gado ein um mar .le desespera oca. l'ma a nina, to-
das as lilicrilaile> Ihe I aviam sillo conliscadas. Ello
tiuna visto nos ultimo: tunos rasgada a li ftioda-
menial ; corrompido o suirragio pelo suborno e
pela ameaca; ;v segnuica indi\i4ual meree da
aulpridade volnnlario:a ; o municipio murto; a
ailniinistra'.-ao e a fazenda o pasto da imtnoialida-
de e .la usura : o ensiv> pub'ici tyrannisado ; a
iniirensa emnindi-ciila : a representaban falseada :
um longo eclypsc do r'gimen constitucional.
Elle tinlia visto rnais'^se povo heroico : tinha
visto a eoinpressao. a von'iicia, o confisco de to-
das as garantas BORto normas de governo ; nina
revolueaj succivlendo outra ; o paiz dividido ein
vencedores e vencidos ; os triumphadores de DIO
itia as victin;is do mititj; a obstinacao nos pacos
reaes e o delirio nasnraris; a leportaeao. o fusi-
lai.....do ein iuas.-a ; o dominio d i terror a mirtos
intervalos. I .
de -"i amos, phe^av*tet)tp) de i'uniar a"*flni-
liva forma do goveim Hacional.
O que sal ira provavetu.i'iit,- dense congresso'w
O vi r>. |1^, a*sufkiudo-.ie eiiiranoavefbn(e j 0 corno, sob o rommando do Exin. Jurffadeiro
i-ste ritil jii;.ji-,i:f(iii i{neoiio, das. quiz r.tri .s;i. J. y. M. Jiarrel -,peiinanece nestas pusic.'-c', *-mas-
menteioiicotv.-roniiiiuta coiitoS forte.- d-,uam
de unv 'tacao deste anuo para as urgen -ias do tliesouro n;i-
350 deputados. .couvim-.kIiis no proporcao
r.-pii-senlante para 4o:00Oe!'Mfon-s?
E' esta a magna questao iespanha. a preoc-
eupacao activa de seus ]iartiili'S.. a expec tacao an- de jrande. de generoso e di- lrjuianitari o no nio.
iMusa'dos seus estatUstas. a ultima palavra d re- cedratporWiaparte vinterontos fortes, festinando
A* nnss* pmu imm nniit > 'msitis.
Nunfii i} exercHe braskjio leve twtos offi-
cra o inoviiueDto dos utios dous c roos. ciaes superiores (mirtes e ti-iid .
Aj 5 hora- iU larde eslava o arroto pas^a^i i .Morreram o coronal Fernando Machado, o-
iclonal. O illn-ir.ido e vent-ravel 1). Pernaiid i, cujo sem resistencia, e o ejercito acampado eni uui ter- j'tenentes-coroneis Azevedo i- liuedes, commandan
iiiieanda de tanto lempo ligado ludo que se faz resnelevadp e abrigado na mata, observando na tes do i. e II'-, eniajor Eduardo da Fonseca.
A' 18C7 devia succeder 1868: insurreicao in-
fructuosa de um anuo a revol cao victoriosa ein
oiitro. A questao era nais de teilipo.
O uiovimento de 1867, de que u general Prini
julgou dever declinar a responsabilidaiJe peante o
mundo, tinha sido dominado. Com a niorle de O-
Donnel, duque de Tetuao, Narvaez sentiu-se ina-
tacavel cto sen trhtmpho. A lle-panha estaiva ein
sikis mitos.
Os nimos serenados, jiaz profunda em Varsovia,
Narvaez surprehend do pen niorle. assignalando
os ltimos dias da sua laboriosa vida pela inaui-
festacao de vistas inod -radas e conciliadoras. Com
o duque de Valencia perda o ministerio a sua ni-
ca espada. Valdoso e impopular, M. Gonzlez Bra-
vo sentiu-se na altura da situacao mais iMicada
que desde anuos se abra para a Mespanha, e acei-
tn com o grave cneafg de reciiuipr o gabinete a
responsablidade do sen prograinma.
Nada pareca perturbar a serenidade adininis-
Iratva. Prodigo das pracas de Castella, M. (on-
calez Bravo distribua pacilicamente o tosao d'ou-
ro e lata dos seus ministros marquezes e grandes
d i llcspanha. emi|oanto a ranha Isabel tomava I Ateila a una proioligada agona, a m
lianhos do mar as co.-Lis das provincias bascas eiade revolttrKa perioihcas, a HoflpMM
volucao. Tao iwuco haliituada cmmo est consBl-
tai o iherinoinetro poljtico da Ilespanha. a Europa
nao e nao pode ser imlilTerente ai que vai lazera
revolucao por dtraz da barricada dos Pyrineos.
Vi lla-se para la a sua att--ncao, como para lini pon-
to de convergencia de paixoes dynasliras, de pu-
ros seiitiinentos nionarchicos e de febril agita^ao
republicana
A' prejulgar |>elas manifetacoi-s que ueste mo-
mento, e segundo ultimas noticias colirein e upiio-
ta'm o reino ; pelas conscienrosas nconlideneias de
Prim; pela opiuio ein certo modo conhecidn dos
mais eminentes chefes; pela aeco e attitude dos
partidos ; pelas influencias que se dehatem ; pelos
inleresses que se fereni; pode ser esperado que a
Hcspanua, nao deslembrando tradceoes seculares,
repouse as harmonias de um livn- syslema monar-
chiro-representativo as fadigas, sacrificios, a hita
esvarada em que a manteve tao largo tempo a
iudilMivel absWiHisiiKi. Uih una woiwrahio sin-
e.Taiin-n|e consliuciiiual, assento itt larga base de
una verdadeia representaio, pode.tilespauha
encontrar o perilior de um consorcio proando en-
tre os inleresses da onleni e os da liberdade. Mo-
narchia de seiMilos como a Hespanha, ella eoni-
prelit'inler que. na esculla da furnia de governo
de una naeao. nao vai tanto de arbitrario, que
l> ya inipiineuienlearriseai o futuro iki um gran-
de povii em en.-aios arrogantes deum novo dreito.
quina-para o fhesouro e cinco para a ac idema das
bellas-srtes de que e asskloo e desvelado patrono e
cultor.
A atlenco do governo purtnzncz fui ltimamente
despertada por dolorosas itpticisis das proviurias ul-
trauarinas. EuiquantoUtiinton ios portuguezes ca-
tu'an ein Moc-.iinhque a margeindo Zambezi.i aos
guipes dos gentos, u regulo d- tjiv si revoltava
crnTiinor cunira o governo e seiuiiram-se pequeas
escaramucas.
Nao se iizerain demorar as providencias. O Sr.
Latino Coelho, ministro da marinha edad colonias,
desenvolvendo rara energa para acudir is longin-
quas provincias, den-se pressa em urgausar una
expedieao para a qual oconselhode ministros pro-
pia eiihievedorei vantagensextra'-rdinai'ia.< como
justa coiiipensacao ao duro e ingrato servieo que
destinada.
Tina scena de vandlica prepotencia se passara
em meiado do anuo nas costas da |x>ssessao jiorlu-
gueza de (min. Ogicernador inglez di-S*-na-Li'on,
com inslito abuso de fon;a e quebra dH todas as
regras do direto internaciimal, prendera e trans-
portara liksau o governador portugnez e a |e-
quena guarneao d i forte, qu" se eleva Coz do
planicie urna pequea torca paraguaya, que. se re
tiroo durante a noito.
No da 8 ordena S. Ele. qoe o 2* corpo do exer-
ito vanes a fazor jucegv com o I* e 3o, devendo
partir dw posfcoes em que Srira, entre meia noite
o 1 hora.
* No dm'9, ao levantaren) wampttmento as tni-
pa^ cbegivao corpo de exereitu,nao temto eu-
eontradoBo transito neihum linhuraieo.
U potreiro Valdovino fui atravssoV> pela for-
ras brasleiras. Sendo havido a|ienas um pequenu
Itio (rande. basteando a badera inglez
em que llnctuava a de Portugal.
Encaniinliada ao governo inglez una
cao. 0 gabinete de S.-Jaines prestOU-se
Orgulhosa de seu triuuipho, a Hespanha est em i tisfaeao plena )m-Io ultraje feito bandei|ra portu-
um ilesses raros momentos de indecisao em que gueza. desapprovando o proeedimento dd governa
nina palavra, um inovimento, podeni trahir a libra
mais gloriosa. Essa revolucao ipie nao vesta sinao
de leve a purpura do saugie, um romee; nao
o fim. Ella nao anda un trtumpho acabado;
dur de Serra-Leon. e acceitando a prop. sla de ar
>0, da ilha
'"s .- p.'ir (alve eiuiierigo as relacOcs
con a corte de hi.L., F "
A lugonre data do v.,),. p8iror!ro vai prova-
vvlniente abrir p Roiit ^, nvo periodo de
li-r nca re-isiencia.
Curvetn i-n is resr
diante dos m
vis da
idade e'.-rn.i. ]in-in R.ai respetosos aindaiiiii .
I^s a i-e iuiiireseru'.iveis designios da Providen-
cia
Silniosda seje di c.VthoIcisino para visitar as
nfezes popiihe-oes christas'do Oriente que. longo
tempo opprimidas a i jugo da Turqua, conquistam
a eustfl aigunias puncas lihenlades. profundainen-
t-' agitadas e revnltas pela propaganda rassa que
intenta .com o mais snistrn designio subtrah-las ;i
una oppFOssao para sugeita-las outra.
i.' um doloros espei-taculo para a civilisacao
deste secuto que dous milhoes de in.isulmano-,
aeampados em un canto da Europa, dominem e
dem a le a oito milhoes de clirstaos! E' mais
doloroso anda que este imperio turco, que teni
Constaiuin ipla. sejaem sua excenirica autonoinia.
- p ir sua neu'ralid.ide imp itente, a condcao do
e ludibrio cuntineiital!
Maueut-se anda de pea Turqu. Em caminho
des do hi-ui in'eucionad i sulto Abdul-Azzis icio
l< lem subtrai-la, a Turqua ve romper-se um por
um os lar is de sua dbil organsaeao. Heunindo
sob o imperto do rrosoente populacoes que nao
c immungam a< suas ereneas, emialde Abdul-
Azzis lala domar a revolta em seus estados
p>r successivas coneessoes liberaos. Em balde
uiHireja por fawr sabir desee agrupamento con-
vencional depovos de diversas origens um corpo
uniforme e regular em sua adininistraco. Sem
Misar a instanae3o de um ampio rgimen liberal,
que seria a coniradirr > viva de suas ereneas reli-
giosas, o:sulto fazquauto pnlepara vencer as re-
sistencias do fanatismo musutoumo, mas nao qnan-
tn deve para satieAuter as popttlaoaes christaas. En-
tre as duas eorren'es de nteresses contrarios, Ab-
dul-Azzis e seu governo assstem 3ssmi ao especia-
ndo do lento desmeinbramento do imperio otto-
mano.
t'.in qnanio a gloriosa Creta se pacifica depois de
d-nis longos anuos de ardente e hem poleja'da in-
surreico. recebendo ein premio de seo nobre ar-
dimento unas certas larguezas de administrara i,
movein-se a Servia, a Romana, Montenegro; ap-
provisionain-se de recursos militares : e sustentam,
d- par com exigencias de um rgimen livre, una
agi.icao violenta e de inealculados elleitos.
A Servia particularniente atravessoii um difll-
- periodo. O soberano do paiz, o principe Miguel
de Obrenovtch. que recebera a cora servia de
sen pai, o ilustre patriota Milosch, cahiu vctima
de um assassinato que lora premeditado por urna
eonspiracao. Na ideixandolilhoso infeliz principe,
que reinva em Servia desde 1860eoni um gover-
no pacifico e moderado, foi ter a cora por dreito
de surcrsso a um seu sobrinlio, ojovem principe
principe Milano Obrenoviteo*. A proclainaco do
novo soberano, desde ja delinitivamente approvada
ac] i asscmblea nacional (skuptckina), foi Eeita de-
baiso do dominio do terror. O attentado de Uel-
gra le devia ser seguido de urna horrorosa maton-
ea f os ministros do governo teriam expiado pulo
assassinato a sua dedieaco ao principe Miguel si
as mais enrgicas medidas nao Imuvessein tolhido
a aeco aos conspiradores.
Ein quanto este trgico drama ensanguentava a
S. i va. a Honiania com as suas provincias coluia-
- .le con-ideraveis munieoes de guerra, com que
estn armados os seus partidos.
linpedindo custo a revolucao a troco de conces-
soes, e alargameoto dos lacas de suzerania, o go-
verno deC-mstantinopla vassini, poucoe |iouco,
quebrada essa harmona, mais apparente que real,
que anda sustenta a injegridade do imperio otto-
mano.
\ Grecia vive modesta como pequea inonarchia
mis nao tranquilla e despreoecupada de ambiques.
Agitada no interior pela luto tremente dos seus
partidos, sento-se em suas intimas convulsoes poli-
ticas o am ir da liberdade e a aspracao nacional de
ver definitivamente sentado un rgimen que Ihe
P nnitta desenvolver larga os elementos de sua
...,sperdade.
A queda do gabinete Coiimoundoros. substitui-
<\, [ior um ministerio extra-parlamenlar presidido
p,ir M M-irailines. niotivoii como condcao dego-
lernoadssoluco da cmara hellenca. (uovo ga-
binete, poueo popular, foi por sua vez destituido
pt'h organsaeao confiada M. Bulgarisque, apoia-
il > na nova cmara, toma pecante o paiz urna im-
puta ule attitude poltica.
O casamento do rei Jorge com urna prnreza
rtMU veo arcfituar a poltica exterior da Grecia
un pbase nova dos negocio- doOrieota
TIi i iHndO eoni os ilesiojos da Turqua, pensan-
do em eiigranil'-rer-se com maginosas annexacoes.
a Grecia nao desaprovei ton nudos de fomentare
manter o movlmento nuorreceiooal de Creta, of-
'-reeeii lo generosa hos|iitalidado as numerosas fa-
milia- emigradas de Canda, acudindo aos insur-
g-ntes rom provtsoesenaopouiiandomanifestacoes
de sympathia pela causa revolucionaria, ella fez-se
i nnplice do moviuento cretense.
Aasim que a Grecia, trabalbada no interior
por una vida agitada, leva ao exterior, essas in-
f-lizes populacoes sugeitas Turqua, a paixao da
iidep.-ndenei B da revolta, que podem ser o ca-
oiiiiho de urna futura, mas poueo provavel anne-
xaeao cora do rei Jorge.
Es-nos por fim diante da c; vallieirosa Hespa-
h;i e do generoso inovimento que faz de 1868
e concertava nina enli evista, ella a descendente de
urna velha dyiiastia. com o imperador da Franca.
o representante de nina dyn.ista da revolucao.
thermometro ollieal diva ponen esjicrar Eu-
ropa que, em. das, todo um dreito novo se agi-
gantara dos Pyrinem mostrar ao mundo que
nao se nppnine'um povo debalde.
Emquanto, despreocupado, o ministerio tcnta-
va fazer alliados ein todos os fautores da rerelo:
embebido na perspectiva de um equilibrio poltico
que. aninillando e coinprimndo todos os partidos,
acabara per annullar tambeui todo o rgimen
constitucional; operavi-se una sincera fusil en-
tre o- diversos grupos da uniao lilieral.
Este grito acorduii as em-rgias do governo. Sen-
tindo todo o futuro al anee da eoncentracao dos
i"--'idos constitucionaes. M. Gonzlez Bravo mos-
tron-se ,, sna vez.homem de accao. Onde poda
estar o germen o,, inginquos pengos, o gabinete
o esmagava na rnrvsutda.
Era 0 duque de itontpesw irae pela sua unio
com a infanta Isabel de Hespantio, yodia ser una
bandeira a que se acoUieBsem revoliiONonaiios do
futuro Duque e limpieza eram intimados tro sua
residencia habitual de Sovna |>ara que, culpados
de seren Hespanboes, deixassem a Hespanha.
Eram os generaos <\ ie. no da de 'ainanh, po-
deriam guiar insurgentes a victoria ? gabinete
de Madrid quebrava o lgubre silencio, em que 86
envolviain os negocios da Hespanha, para ospren-
der e deportar apjiaratos.imente escoliados pare
as Canarias, para as Haberes, para as mais remo-
tas p iragens. As solides do exilio abran) os
bracos ao general Serrano, ex-presidente do sena-
do, duque de La Torre, que em 1866 tinha arris-
cado ilez vezas a sua vida para salvar o Uirono da
rainba Isabel: ao general Zavaia, ex-ininistro e
antigo eomiianhero de U'omiell na guerra de
Maocos ; ao general Dulce ; Jni general (i'irdo-
va ; ao general Echague : ao general Ros de ula-
no ; ao general Serrano Bedoya; ao general Ca-
ballero de Bodas : miiitos outros personagens fi-
lustres ; todos os olliciaes suspeitados de terein
licadu Hespanboes sob as bandeiras de Isabel II.
Tal era a Hespanha em pleno dominio de urna
reaccao anticipada que teve, entretanto, um mri-
to ; o de precipitar os acontecimentos.
Serrano. Dulce. Bedoya, estarn) exilados ; nao
estavain. puim. esquecidos da Hespanha e dos
seus destinos. 0 avenluroso general Prim eslava
em Londres com e pensamento na patria. A reac-
co tinha algemado algn-; nao tinha algemado
todos os inimigo's do rgimen absoluto. Havia-os
anda cm plena Hespanha. Era um d'elles Tope-
te, brigadeiro d'armaila. Conspirarain atravez das
distancias, intelligenciaram-se, planisaram a revo-
lucao ; e a revolucao. que devia esperar Prim e
tinha ido buscar ao exilio os seus generaes, foi an-
da ama vez precipitada.
Cadix, essa gloriosa Cadix que os Inglezcs bom-
bardearan] em 180D; que os Franceses bloqueia-
rant em 1812 ; que foi sempre fiel
Hespanha; que deu asylo ein 183 ao rei Fernan-
iiiii meio Iriuinpho. Estes triumpbos, ou le cumple
tan, ou sao a vespera de infortuna tosreveMB.
inU-rniitten-
tem visto
passar o carro de tanto triumphailor de um iba, que
ji.ule seniir-se desilludida de si inesma e de suas
bitragem na questao, pendente desde 18
de Retoma
E' assin que Portugal, este paiz que i os caro
por tantos lai.os de comumnidaile, niantei
lerior a honra do seu pavilho e dando
impulsan villa de aWM reuiolisMiiuis
tem a irmeza e a energia de cuitar pelas dilllcul-
.ladi-s de nina situacao inendrosa, dan o o nobre
exempto de sincero apego as iislluieo -. .ki-s queo
regem.
-nergias. Ella ha-de amar a revolucao al ao seu
ul'.iiiio da. mi ter-se-ha Iralido e sua obra in- ;
acabada. Este amor de si misma Ihe imposto tan- I Temos percorrdo passo paseo o visto (bea-
to mais imperiosamente quanto < da sua lvre es- I troda Europa. Acoinpanhnios na passag -m de um
i-olha que sahir oebefe futuro de urna dynastia. anuo essa vida complexa e vanada qut
E' preciso lemhrar quantas peteneoes esvoaeam i na poltica como na forma mais sensiv
sobre os Pyrineiis? manifestaees. Grandes e pequeas |H)t
STa ate enfadoso somma-las. como desprove- mol-as todas enipenhadas nesse iucess;
liroteo entre um corpo de ntaniarta" miuiiga e o
9" dainesina arma do Meso exercito-
s lies horas e meia da larde waiiipavamos
as barrancas do PUraguay e no lugar denomina-
do Guarda Ipan. teido em frente a esquadra en-
euuracada.
Durante o resto dssa tarde e todaanoute em-
pregaram--e o- enco'n-jeados e monitores en*
trans|iortar para esse potito as divism-s de ca-
valiaria do Exiu. barao do Triumphti e do Exni.
brigadeiro J. M. M. Barreto. ebem assin proriti
de inunic/es de bocea ede guerra.
t Na manbaa do da 11 levantou-se o acampa-
mento, e S. Exc. u Sr. tnaiechal de Caxias deu or-
dem para marcharen) os corpos do exercito, se-
luindo na vanguarda o 3, no centro o 2* e o l"
na retaguarda.
A divisa) de cavallara, rnnunandada jielo
Exm. bario do Truinpho.e forte de 2,500 honiens,
seguio pela esquerda |wra coitar a retaguarda ao
inimigo que, se saba, disputava-nos o jiasso do ar-
rojo Avaliy. seguindo para o mesnio fazer pela d-
reta a divisan da inesini arma, enmposta de 900
bomens, e eonimaiidada |>elo Exm. brigadeiro J.
M. M. Brrelo.
A 5" divisan, coinniaiiilada pelo coronel Jos
Antonio Correa da Cmara, segua, com as finca-
da vanguarda.
Ao aproximarem-se das fincas brasleiras do
a rom Avaby. vio-sc que o iniuigo. em torca de
.OOO homens das tres armas, estava. na linha de
batallia para nos disputar o passo.
O Exm. vsconde do Hervai mandn roni|wr o
logo de artliiaria contra a lnba iuimiga. e que
avancasse a referida >' divisa o de cavallaria e al-
guns batalhoes de iniantai a do 3" corpo.
A intrepidez com que a carga foi executada,
I de suas I apezar de um temporal horrivel de vento e chova
ncas, vi- (jue ueste memento desabou, foi tal que o passo foi
nte labor vencido e o inimigo debe desalojado-, mas nao sendo
i no lugar
rerlama-
, dar sa-
lo no ex-
generosa
colonia-.
tra.luz
to.-o discut-las. O que at boje parece averigua- de organsaeao social que a prne-ira condcao ; sulficiente a forra que carregou parainautr-se na
do, i|iie as grandes potencias da Europa tein-se de toila prusperidade. l'ni grande iiheiuiiieno iin- pnsicao conquistada sustentar o fogo contra o ini-
abstido louvavehnente de levar a sua influencia aos pressionou-nos o espirito no meio do apparatoso migo, veo sso dar parteo Exm. vsconde do Her-
negoios da Hespanha, deixaudo-lhe a in.-dsdisem- concert do velho mundo: foi o moviuielito aseen
haraeada libi-rdade de escol'ia. E', pois, aos par-
tidos desse grande povo, aos Sens re]iiesentan!es
que i-icunibir a livre l'iindacao de una dynastia.
Coinosahir.i a Hespanha dsta situacao anmala
e einbaracesa I Como se decidir ella entre as va-
rias correales da otriniao ? Ninguein o pode pre-
ver.
Por mais desconsolador que pareca o cortejo de
una nioiian-liia que vai, silenciosa e remordida de
recordacoes drlorosas. pedir agasalho um velho
cistello,'apenas rodeada de alguns poneos servido-
res i,.s. ha seni|ire principes para um throno va-
go. Cirni|,)< mais ou menos numerosos, mais ou
menos ardenic, nscrevem candidatos ao d'Hes-
panha.
Carlistas, isahellislas, libenus, progressistas,
imionisias. estao ein pleno moviiiu-nlo. As candi-
daturas ao throno uespanhol tem lido a sorte de
todas as candidaturas. Surgem de improviso; im-
|Hieni-se: vaguciam na o|iinio ; Huctuain indeci-
sas; concentrau-se e di-sappaivcem para voltar
mais tarde arena das paixoes. K' una vez D. Joan
de Bourbon que abdica ovameuto em sen lilhoD.
Carlos; o partido de Isabel i|ue lenta rep-la no
throno. ou da-lo seu lilho o jovem principe das
Asturias; sao os o/fohasteain a bandeira do exila-
do do governo de Isabel, o duque de Montpen-
sier ; sao pr nutro lado M que intentam ron-
bar o desuleressado D. Fernando sua paixao
pelas artes e aos seus provekos ocios: sao os
que invejam Portugal o bondoso eoraejo de D.
Luiz I e aceuain sua disrreta bmmB eom as
galas esplendorosas de um novo throno; sao os que
sustentan! o duque de Edimburgo, que. seria o ni-
co protestante do reino sob o mamo ov luatu^ladc
catnolica; os que veem um re possvel no princi-
pe Na|)leo; no inuao do re d;i Blgica, o conde
de Flandres; no segundo lilho de Vctor Emma-
nuel; ein um principe disponvel de Hohenzollern;
em todos os principes sem throno.
Dexemos a Hespanha na dolorosa situacao em
que est e estar anda por algiini tempo! Essa
gloriosa Hespanha tem mais nina data celebre em
sua historia ; a de 29 de sf.temiiiio de 1868. Ella
escreveu em das urna lceo para os reis e una
lieco para os poyos.
Ein quanto a Hespanha. ravalheiresca, delira com
io throno de 8eu "'"'"l'bo, e lanca-se aveuturosa a um futu-
ro desconhi-cido e incerto, est para alli esse pe-
dente dos rovos para a liberdade.
Parece que. das ruinas de nina sncodjule
traba-
val, eS. Exc. e Sr. general em ebefe avaiu-ou com
infamaras e artilharia do 2*corpo, mandando to-
car a avancar.
Quamto este inovimento se operara, receben
S. Exc. a infausta noticia de haver sido ferido por
Esta solueo-ggnte aniumca-se pur cdnvulsiies; bala de fuzil o Exm. Sr. visconde do Henal, C im-
Ibada por soneos deiim equilibrio estratgico, vai
da sabir una solueao tao grande como inesperada.
chama-s na Inglaterra o alargamento do suffra-
i gio; a abolieo da igreja da Irlanda ; ch; ina-se em
Franca a impren.-a e o dreito do reunio; chama-
se na Hespanha a revolucao: chama-se un toda a
partomusito novo.
Esle Mi-.MTii consagrar reis; mas consagrar
tamben) poros. Elle nao far guerras nem teca
paz armada. Far da officina o palacio da liber-
dade. Nohilil.ira lodos os esl'orcos; congregar In-
mediatamente collocando-se testa de toil.xs as
forras, aseondu/io ao logo, formando o 1. corpo a
reserva.
inimigo. atacado am todos os pontos em que
procurava tomar posico, teve de recuar para a
planicie Mingando enlo sobre elle pelos flancos
as cavallarias, pondo-o em completa debandada.
Duron a batalha i horas, sem que o fogo ti-
vesse a menor interrupeo. u no finulellas corea-
das as furas vivas da socii-dade ein torno do aliar va a virtoria esplenddaineute o ardor, acoragem
do trabalho.
Presa ao eo que a viuda deste gnndb regene-
rador nao seja um sonho.
NOTICIAS 00 SI L DO IMPKBI0.
Chegon sallbado pela manbaa o vapi
no South Amrrka, Irazendo dalas da cui-
da Haba at 30 do currenti
e arrojo de nossas toreas.
Dezoto foram as pecas com que o inimigo en-
irou em cmbale. Ptesete deatas estao em bobbo
poder.caque falla est cabida no arroto Avahy.
0 general Caballero*que conimandava aaeco.
foi iiortu ein combate.
Dous coronis, om lenente-coronel. dous majo-1
res e muitos olliciaes subalternos licaraui prisio-
a!|!(;'^ra[ | neiros. alem de 700 soldados, al esle inoniento. e
da Babia at iodo cbrente. ""< .omo'"verio oleito- de M'"'"'"^ *<;>* I1"1 o sendo tratados
res da Partf OffieMfo seguin.e boletn do exer- ^ "' fer.mentos que
;:.:;-;,n ttxx ?StE* m;id;'"" <*"**'*>'v^^-^^^
Angostura,e san ^nen>'*-- 'tota. de mmt.c,^ & .,ul.,Ta e de armamento, e bem
l-:. ,. i,..i...:... .iL ...___:. assiin diizenlas rezes formain parte dos trophos
Eiso boletm do exercito:
Viva a naci brasileira!
Vivam o exercito e a esquadra imperial I
Un combaU' e nina grande batalha no nter-
vallo de cinco das !
i".is grandes e esplendidas victoria
No da 26 do mez prximo paseado S. Exc. o
Sr. niaiechal marquez de Caxias embaca-se com
e se passa
a estrada
i horrivel-
do \il, pai de Isabel, e as cortes do reino ; Cadix.
o theatro de tao Humeados acontecimentos ; o posto
avanrado da Hespanha ; devia ser tambem o posto
avancado da revolucao que encerrara o longo
reinado de Isabel II. como a esquadra devia ser a
columna da vanguarda, como Topete devia ser o
porta-estandarte.
Um pouco mais cedo, porm com mais felieda-
de do que era razo esperar, rompen de Cadix o
grito da revolta contra todas as oppressoes acop-
muladas pela corte. Topete frente da esquadra
toniou posicSes. A praea rendeu-se sem que a
rendicao eustosse una so vida. A guarnico de
Cadix, o povo em massa, eram pela revolucao.
Restituidos" a patria jos exilados. chegda im-
mediata de Prim, a revolucao adiantou-se; fez
seu caminho at Madrid, depois de vencer e bater
ein Alcola, duas leguas de Cordovg., as forras
reaes do marquez de Novaliehes que, ferido no
cundate, exhalava no outro da o ultimo alent ao
servieo de una causa desprestigiada.
Prim por sua parte, emquanto o intrpido gene-
ral Serrano desbarata va o exercito de Novaliehes,
suhinettia Carthagena, c dirigia-se victorioso para
Alicante.
A revolucao caminhava passo de gigante. Mal
a noticia da derrota do infortunado Novaliehes
crculou em Madrid. ;> povo ergueu-se como um so
homem. Installaram-se juntas em Madrid, em to-,
dos os districtos, que entraram inunediatamento
em exercicio pleno de suas funcQoes.
A entrada dos generaes Serrano, Prim e outros
cheles, em toda parte recebidos com um grito de
enthusiastica acclamaeo, organsou-se um ministe-
rio sob a presidencia de Serrano, oceupando
Prim a pasta da guerra e Topete a da marinha.
A recusa de Espartero e a ausencia de lozaga,
jipieno Portugal, que tem urna grande historia, vi-
vendo a vida regular do systema representativo,
cultivando e desenvolvendo na pratica as suas ins-
lituieoes. reparando por bem entendidas economas
o equilibrio das linancas, revendo cauteloso a sua
legislarn administrativa, e desvelado por todos OS
elementos de sua prusperidade.
seu estado-maor no vapor Presidente
paran Chaca.
Percorre em toda a sua extenco
iberta pelo general Argollo, damnificad
mente pelo cresciinento das aguas do P
as do arroto Villcta.
Do passo das Canoas se dirige S. Exc. em urna
pequea lancha a vapor para a esquadra, visita al-
guns dos seus navios e, appruximaudn-se da mar-
gen esipierda. observa, a tiro de pistola, a trn-
rbeira que o inimigo comeca a levantan
i Vallando ao Cliaco, traa S. Exc. de oi-ganisar ;
jO municiar as tropas destinadas ao de.jembarque. I
l'ma columna de 8,000 homens qas tres ar-
mas, ao mando do general Argollo.emlarca-se na
nelhor ordem na madrugada de 5 de dezembro e
segu rio cima, desembarcando as barrancas de
liarte dos troph
; desse da too glorioso para as armas brasleiras.
Tanto no combate do da 6 como na batalha
i do dia 11. nossas perdastoram muito menores que
as do inunigo, porque tivemos nesses das lora de
combate dous mil homens, pouco mais ou me-
nos.
t Entretanto temos i deplorar a morte de offi-
caes valentes e aguerridos, ehetos de futuro e
distinctos por seus nierernientos.
Os prisioneros confessain que as perdas na
batalha de II foram espantosas as suas lileira-.
lendo-se podido apenas escapar duzentos homens.
(piando milito.
Santo Antonio, duas leguas ab'-in do pohto em que
Sob o imperio de principe esclarecido, c jus- ini!lli"'> *perava que o d.-sembarquejtivrsse la-
que os reis como os povos nao se podem eximir.
Nao acnnipanliemrs tambem a revolucao ein sua
historia de alguns dias. Ella foi um grande o ge-
neroso inoviinento; mas comer ter os seus
crios, e um d'elles ter sido indecisa no seu traba-
lho de reeonstrueco.
DeLxemos as juitis revolucionarias, pequeas
soberana?, funecionar sem unidade e sem pen-
uina data fecunda e gloriosa para a historia desse samento ; abolindo impostos ; provocando imitis,
grande paiz, too maravilhosamente opulentado de j manifestacoes deshonrando em alguns districtos
una causa filustre por actos de selvtica represa-
lia ; confiscando os bens de alguns ex-ministros e,
lamente estimado dentro e fura do paiz pelas sua?
virtudes, Portugal, se noviveu un anuo detran-
quillidadeimperturbada, poude sem abalo profun-
do, e pelo jogo retlectido dos motos constitucionaes.
dominar duas graves trises polticas e jior-se reso-
luto caminho de commettiinentos largos.
anno de 1868 annunciara-se sombro para o
pequeo reino. As leis das reformas administrati-
vas e linanceiras, votadas pelas cmaras em sua
ultima reunio, tiiiham suscitado em todo o paiz
um geral pronunciainento de repruvaco que, nos
concelhos extinctos. e no acto da renocodos ar-
chivos para as novas sedes administrativas, se tra-
duziu em manifestacoes ttunoitaarias. A execu-
co do imposto do consamo, aggravando o carcter
destas manifestacoes, chegou provocar desobe-
diencia formal nova le que, peto seu alcance re-
troactivo, obrigava dar-so manifest no da 1"
de Janeiro as mereaiiurias e mais gneros em ser.
Veio d'ab que no Porto se tentasse fazer fome, e
em Lisboa se effectuassein apenas um ou dous ma-
nifestos.
Aproveitando hbilmente o ensejo, a opposco
celebrou reunioes em que resolvou deputar una
coininsso ao re para fazer-lhe sentir, ein respei-
tosa repn'seiitaco a inconveniencia das reformas
e o desgosto que inspirava o annuncio do addia-
mento. da sessao legislativa que devia comecar no
dia immedato.
Posta caminho de Belm esta deputaeo. cuja
frente se poda ver o Sr. conde de Penieln\enteu:

esta pacifica demonstrarn, intimando aos deputa-
dos e aopovo queso dissolvesseiu e cortando-lhes
a vanguarda pela forra municipal. Rouipeu d'ahi
um conflicto grave ein que a torca lancnu-se bru-
talmente sobre o povo inerme, espaldeirando-o e
acutilando-o. A cruel scena repetiu-se mais tarde
no largo de Belm sob as janellas do paco.
Impopular e desprestigiado, o ministerio Ferrao-
Fontes, presidido pelo Sr. Joaquim Antonio d'A-
glar, nao pudendo obter do rei o addiainento da
cmara que se abrir no dia 2 de Janeiro, pediu e
obteve a sua demisso.
gar.
I As 2 horas da tarde desse mesnio dia desem-
barca S. Exc. no mesnio ponto com o Exm. viscon-
Id- do llerval. e o reato das toreas exiiedicoearias. de ,l,da a "
S. Exc. o Sr. manchal manpiez de Caxias
trata de recompor as forras do exercito brasilciro,
le parece que. quanto antes, vamos marchar sobre
Angostura, se ella anda nos resistir, para d'ahi
seguirinos dreito Assuni|icu.
A' vista do que dizeni os prisioneiros mais
intellig'entes. a guerra tem de acabar, porque o
dictador Lojiez tem feito j tumbar no sepulcro
todos os homens que podiam combater.
Leaos no Jornal do Commereie da corte:
i Um dos nossos eorregponilentes mando-nps
a segunte resenha impres.-a, mas em numero de
exemplares in-u!lieiente para deslribuirmos aos
nossos assgnantes:
Desde as 2 huras da madrugada do dia 5 at
a manha do da 6 tinha-se elTectuado a passagem I q, jeenava abaxo de'Angostura, foi reconhecer
eaoas divisoes de Se as bateras mmicas estavam anda goarnec-
para a margein esqaerda do das.
* Fot un lerdos, uus grave e o liten* levemente,
os girnaes Argollo e fiarjo. os coronis Mermes
e Antonio Augusto de Baos e Vaseoncellos, os
tenenles-romneis Deodi-ro d.t Koiiseea e Ribeiro
Lima, o os majores Eneas Galvo. Barreto Lette
llamos Maia.
Devem-si* accresceutai ontros, mas mnito
IHiucos, que nao possjvel h^fibrar na occasi
por causa da prensa econfusao cui que eacreve-
mos.
A* perdas (te ontros offiriaes e liradas repu
lani-sH morios perto de 100, ferido, grave e leve-
mente 1,;300 homens.
Dia II. Este dia devia ser anda de rnaior
brilhantismo e gloria para as nossas armas. s
Durante os cinco dias dernrridos depois do ul-
timo combate as torturas da fome. as intemperies di
i.-nipo. ponpin ninguein tinha mais (pie a arma
para combater e a roana do corpo e as tadigas da
marcha nao tnhmii conseguido abater a roragem
e os arroubos marciaes da soldadesca.
O exercito se achava entre Villcta e Ipan.
oeste do potreiro Baldubino.
0 inimigo estava em frente, e por isso eolio
cou-se elle em linha de batalha, dividido em tre-
alas, conunandada a da direito pelo Sr. vsconde
(lo Henal, a do centro pelo general cm ehefe, e a
da esqui-nla peto Sr. brigadeiro Jacintho Machado
A cavallaria devia ser empregada, conforme
as rirnimstancias o exigissem.
c Omimigo igualmente em numero de uns cin-
co mil homens, porm (mii poscoes mais vantajo
sas, tamtonn apreeentava linha de batalha.
Tiniu avancar, e a brigada de cavallaria do
coronel Nideraner e a diviso do Coronel Podra
iniciaran a batalha.
Trocaram-se entre os contendores as mais vi-
vas descargas de artilharia e fusilara, at que por
todos os Indos as cargas baioneta e os arrotos (bi
cavallaria vieram substitu-la^
S. Exc. entu ordenou t\w o baro do Tria ni-
pho pela dinejta rom duas divisoes de cavallaria. a
o brigatletm Joo Manuel pela esquerda com una
brigada de sua dviso Man<|iieasseni o inimigo pa-
ra Ihe cortare a retaguarda.
baro do Triumpho e o brigadeiro JooMa-
noel souberam desempenhar a sua musito eom. tan
bom xito, me o resultado dos seus movimcnti <
combinados fui |'ir termo a batalha com a morte
de mais de mil hiraguayo-. e a|irisionamento de
mil e tantos, inclusive urnas 100 inulheres, e a to-
mada de 18 boceas de fogo. carretas, munieoes
etc., etc.
O visconde (te Hervai foi ferido por una bala,
que Ihe atravessou o rosto de um lado a outro. pau-
sando pela ravidadeda bocea, sem com ludo tesar
partoalguina interna.
Morreram: o coronel Nederauer. os tenenti---
eoroneis Francisco de Lima Suva) Sa Brito, Can-
dido Besado e Antonio Pedro. Foram feriaos os
coronis (tildas, Nery,Pedra eBueno.
Ilouve outros flidos, cajos noinesnao pos-
sivelleuibiar na occasio.
t Mu poneos Paraguayos Mideraiii escapar-.-"-
apaftegtucjto da nessacavallaria.
Entre os prisioneiros runtam-se 2 enrois, .'!
tenentcs-corones e inuilos outros ofliciaes,
No mesnio da o exercito arampou em Villeta,
donde depois de un ou dous dias de demora deve
marchar sobre Angostura, ou sobre qualquer outra
posico, onde anda se tica necessario mais salgue
para o completo triumpho das nossas armas, da ci-
vliisacao e da liberdade do Paraguay.
E o tyraimo Lopes, repellidii usfcj mundo, ex-
piare os seus crimes no castigo de sua iterrotaenas
torturas da sua consetoncia. Deus justo !.......
Como se v, o marquez de Caxias dtepunha-se
em Villeta para vr sobre a Angostura, (topis de
ter dado algum repiHiso ao exercito. Entretanto
j o barao do Trhiinpho rom a sua cavallaria tinlra
dado urna enrrida sobre otoiutigo na dinveo d-
la ultima poseao. segundo noticia o segunte tele
gramnia :
O Exm. Sr. aliuir.uileronnnunica ao chele Al-
vina :
_Sosso exercito j est seubor de Villeta ; o ba-
ro do Triumpho j niarchou pare Angostura com
a cavalbria; oininiigo resisti com urna forra de
:),000 a TJW00 homens das tres armas, cuja reta-
guarda foi corlada pelo bao do Triumpho. Foi
totalmente derrotado, detatando toda a artilharia em
nosso piMler, escapando apenas 300 bomens, a
maior parte lcou morta ou prsionera. Para-
bens !
Viva o Imperador !
Us generaes Argollu e iurjo estn a bordo do
Brasil, e achntese memoM dos seus feriinentos.
0 visconde do Hervai licou levemente ferido. II
de dezembro.
A'saluda do transporte nao tinha sido anda
atacada Angostura, mas lanibem ninguein duvidava
que apenas fosee sera tomada sem glande resisten-
cia e taivez sem uenhuina. e que Qcaria alli tenni-
da a guerra. Ignorava-se o rumo que Lpez finli i
levado, pareceiido pouco provavel que se conser-
vasse na Angostura. Quercm alguns t-lo visto so-
bre una collina a observar de longe o combate
qoe se travou jauto de Villeta, e. depois nio se sou-
be mais delle.
Entre os morios contamos anda o capao-to-
nente Augusto Netto de Hendonca, conimandani.-
do Mariz e Hunos, que caldo com o crneo despe-
dacado -por um estiihaco, quando este encouracado,
- S. Exc. (lercorre desde logo a localidade eob-
SiTva tme o inimigo, em posico na ponte do arroto
Itoror, mostra quereiMlsputar a passagem della.
No dia 6 o general Argollo avance wr ordem
de s. Exc. atesta do 2" corpo. que tinha por van-
guarda forras das tres armas, ronimandadas pelo
intrpido e valente coronel Fernando Machado de
Soma.
O Exm. visconde do Hervai marcha testa do
3" coijio |ioruna vereda no flaneoesqiordo, tendo
por inissao contornar por abi o inimigo, cortndo-
me a retaguarda no momento em qoe fosse elle
atacado pelo 2o corpo.
, 0 inimigo tinha em seu favor a vantagem de
sua .posico, composta de nina collina cornada de j
capes de mato, a (pie se podia abrigar, e onde se
euto em Pars, desvaneceram a idea, primeira .
que se suscitou. de mn triunvirato que comporiam 'fniese poma ver o br conde de Penicl^.enten:
com Serrano. yleu o governador civil de Lisboa dever oppor-se a
Emquanto estes fa-tos s< precipitavam em Ma-
drid, Isabel ii, recebando em Sao Sebastin na
manha de '.t de setombro noticias da batalha de
Ak-olea. tomava o caminho da hospitaleira Franca.
Severa licao da historia Isabel II foi pedir asylo
a esse castillo de Pa i, o berco de sua familia, de
onde devia pur ultimo acto de urna realeza deca-
hida laucar um piotestoa Hespanha em nome
da monarchia de quinze secutes contra o que ella
chanion um eclypte ita razd e da honra'.
Debemos, porem,uma rainba que encheu o seu
tempo. Os reis nao sao reis senao porque sao os
ministros do bem. Isabel II foi augmentar com
mais um infortunio real o circulo ja extenso das
realezas decahdas que passciam a velha Europa.
Ella o mereceu.
rpo. deque
No da 6 moveu-se todo o exercito na direccao
de Villeta. e depois de meia legua de marcha, (pian-
do deviaiu atravessar o arroto Itonouo por una pon-
te eslreita e mal construida, cahiram sobre elles as
prmeiras e nutridas descargas de niosquetaria.
O inimigo estava em frente, e a posico era
arriscadsima, porque no fim da ponte levantavam-
se duas densas matas pelo lado dreito e esquerdo,
deixando apenas um limitado espaco, e este mes-
nio desigual e todo cortado de sansas, de maneira
que qualquer manobra era difllcilhma.
Adivisao do brigadeiro Salustiano, que ia na
frente, einpenhou-se na lata e a ponte foi vencida,
mas j sem muitos bravos, que as balas e a metra-
Iha tinham deixado por trra. Seguio-sc a divisao
do brigadeiro Guijao, e a luta redubrou de furor.
,ioilia omboscar. faiendo-os fogo sem soffrer elle ; dp impeto e de roragem.
grandes prejuizos. c Pareca um vai-vem das ondas de um mar
Nossas (breas do 2"eorpo tinham i lercorrer
urna bocaina aperlada e estreita, guai necida nos
Bancos por eajesses mattos e que termnava na |l
se o inimigo, sendo esta
estroila e muito altas as barrancas do
embravwido.
Ora eram os Paraguayos que levavam as nos-
de vencida at ponte' ora eram os
iionle, de que estava deposse o inimigo. sendo esta lllKS"s 'I1"' "s repelham ate a densidade das matas
......> .-.-.---------:.- -i.....E----------- ->-'e at o alto de urna collina.
energas e de dotes da natureza.
H mve um povo, escreve a penna inspirada de
Vctor Hugo, que foi |Kr espaco de mil annos, des-
de o sexto at o dcimo-sexto secute o prueiro
povo da Europa ; igual Grecia pela epopca.
Italia lelas artes, Franca pela philosophia ; esse
povo que teve um Lenidas sob o nome de Pelagio
e um Achilles sob o nom- de Cid ; teve Lepante
como os Gregos tiveram Salamina ; sem elle Cor-
ucilie nao teria creado a tragedia e Christovao Co-
' nnbo nao teria descobertu a America ; esse povo
i o povo nd imaval de Fuero-Juzgo ; teve a sua
-embica da floresta, contempornea do Fontm
de Roma ; teve as cortes em Loen setenta e sete
.huios antes qqe a Inglaterra tivesse parlamente
coi Londres ; teve o seu Jogo-da-Pela em Medina
del Campo, sob o reinado de D. Sancho ; recem-
.;i-eiil.i. esse povo resistiu Carlos Magno ; mo-
ribundo, infundio respeito Napoleo.
Teve esse povo tongas enfermidades. Teve-as
rofuudas, dolorosas, intimas. Teve-as no pejenp;
Depois de tentativas de organsaeao por parte do
Sr. duque de Loul e do Sr. marquez de Sa. foiorga-
nsado o novo gabinete pelo Sr. conde d'Avila que,
Deus "tem altissimos TesVgnios' suf dendoa exwuco das novas les.julgou che-
gda a occasio de ser consultado o voto nacional.
D. Luiz concedeu a dissolu^ao; e tentou-se o ap-
pellonaco.
Problemtica a maioria com que o Sr. d'Avila
podia contar na nova cmara, o gabinete sentiu-se
em pouco lempo na iuipossibilidade de viver cons-
tucionalmente. Sa cmara dos pares, o honrado
Sr. de Loul havia turnado urna attitude decisiva de
opposco. A cmara precipiten a crise na diseus-
sao de urna le de amortisacao. O Sr. d'Avila e seu
gabinete deixavam o poder com seis mezes de go-
verno. Tinham servido com leaMade seu paiz ;
felixes ou nao, tinham feito o que lhes dictou una
recta consciencia.
Ainda urna vez chamado aos conselhos da co-
ora, o Sr. de Lonl entendeu dever recusar a honra
e a responsablidade da organsaeao do gabinete.
Acceitou-a o velho marquez de Sa da Bandeira,
vulto notavel do partido liberal, que conseguiu re-
unir em torno de si conspicuos caracteres em que
o paiz v outros tantos penhores de reflectido pro-
gresso.
0 estado financeiro do reino est a pedir serios
reparos, ministro da fazenda, o Sr. Carlos Bento,
urna das gloras parlamentares de Portugal, nego-
cia tora do paiz um emprestimo, que ine parece
inipraticavel no interior em vista da escassez
do numerario e das causas profundas que allli-
gem a industria e o commercio. Ao mesnio tem-
po. emprebende e realisa reformas que teudem
diminuir a despeza publica.
resistindo por fim ao decreto de sua dissolu<;o.
Di ixemos o governo provisorio fluctuar em coni;
binafoes fmanceras ; negociar emprestimos;
decretar a suppresso dos mosteiros, collegios.
conventos e estabelecimentos religiosos ; adjudi-
car ao Estado as propriedades d'essas corporales
e d'esses institutos; a regular a pensao das reli-
giosas ; decretar ;. reforma monetaria; abolir
e crear impostes; conceder pensoes todas as
Vi ivas de militares mor tos no exilio ou fnzilados
ni tempo de Isabel prodigar recompensas,
istribuir ernpregos, postes e cruzes de Isabel a
atholica.
Essa infat gavel a*tividade do governo proviso-
io. que nao se esqt ece do ir um pouco ao sabor
11 genio nacional com os numerosos manifestos
i ne faz correr, o meio de atravessar una sita-
lo precaria e transitoria, emquanto as cartea,
>nvocada3 pelo su tfragio restricto capacidade
tambem
arroio.
O intrpido coronel Fernando Machado,, a des-
peito do fogo terrivel que o inimigo f;,za tanto de
artilharia como de fuzlaria, avanea galiardamenle,
desaloja o inimigo. mas-ah caetraspa;sadodegol-
pes e com a perita de sua existencia, pela sua ledi-
cacSo e coragem.
A importante posico da ponte e arroio perti-
nazmente disputada :tres veres ella tomada e
retomada f
A Jhzilaria contina ncessante, o inimigo pro-
cura flanquear-nos, o Exm. Sr. general Argollo
crido em seu posto de honra.
Ao receber esta noticia, e ao observar S. Exc. o
Sr. marechal marquez de Caxias, o estodo do com-
bate, arranca da espada, soltando vivas ao impera-
di* e nacohrasileira, e, acompanhado do seu es-
-ado maior, guia elle mesnio ao fogo os batalhoes
do 2^- Io corpos, que se achavam estenddos na
bocaina em columna de ataque, e manda que a ca-
vallaria com o seu piquete carregue sobre u inimigo.
S. Exc. corre os maiores perigos ao passar e
repassaa a ponte do arroio.
0 ardor de nossas tropas leva de rojo as torcas
paraguayas, que come^am a recuar. e dahi a pouco
*e retram em debandada.
N'este momento cahiu o mellior official superior
de infantera (pie contava o nosso exercito.
Morreu o coronel Fernando Machado!
O brigadeiro Gurjao, vendo a sua divisan ce-
der ao impelo dos Paraguayos, nao pode eonier-se,
e desendiainhando a sua espada de general, corren
para a frente del I a, gritando : < Vejam como morre
um general!
Ello e lodo o seu estado-maor foram feriaos,
a excepeo de um alteres, que licou inulto no cani-
pp do combate.
A victoria estava indecisa.
t Euto S. Exc. o Sr. marquez de Caxias, com
un herosmo e um desapego vida, quo desr-ret er
nao cabe na linguageni humana, passou a ponte no
meio de nuvens de balas, e levauiando os vivas os
mais enthusasticos, fez-se ver em todos os lugares
onde o combate era mais renhido, providenciando,
ordenando manobras e animando a todos com o
imponente espectculo do general em chele no
meio do fogo pela sorte do combate.
Entao liouve um esforc supremo, que devia
decidir da victoria.
Os batalhoes carregaram com novo ardor ; a
cavallaria, que tinha-se atropellado, pode etao
desenvolver-se, e duas bateras do 2o regiment re-
ecirvus ti-
rsenT de
naci licavain ein diversos punios do rio.
. oBiodaPra'a nao temos noticias de impor-
tancia. O Telegrapho Mariltmo diz que o tomse
geueral Caceras tora preso em Paysand.
10 DE JASEI110.
Pelo ministerio da jostica, s"ib n. 4.102 de 2:t
dopassado, foi publicado um'decreto regulando a
posse dos emnregades desse ministerio, o dando
providencias para a expedco dos respectaros t-
tulos.
S. M. o Imperador visitou. no dia 2
lieiuas di machinas e donoueko o arsena
marinha da corte, voltanAi cidades 2 horas da
tarde.
A corveta de guen-a Vital de Olireira sabi-
ra. a 24, a cruzar, levando seu bordo a coinjia-
nhia de aspirantes a guardas-inarinha.
Aassemhla provincial do Itio de Janeiro foi
prorogada ate .11 do paseado.
I)s religiosos benedictinos da corte baptis.i-
ram livres.no dia 8 dopassado, 18 criancas, nasci-
das as fazendas do mosteitu.
0 cambio regulava sobre Londres 18 '', d.
Os soberanos () vendiain-se de i:iU0 a
i:i.J300rs. cadaum.
As apolices geraes de 6 9 vendam-se a
8i %
A alfandega da corle remleu do Io a 24 do
passado1.6 1:807 o 10.
Para Pernambuco saino, a 24, a barca flan-
een Angustia.
baha.
A presitenc i da provincia mandou desarmar
> fortaleza de Jequitaa.
Arribara, por falta de vveres, o pataclw
brasilciro Juguary. que ia do Biode Janeiro para
a Parahyba. com um campamento de parallotepi-
pedos, depois de ;I0 das-de riagem.
O cambio regulava: sobre Londres 17 '', t
17 /i d.. sobre Pars SW rs, sobre llamburgo 70
rs. e sobre Portugal 210 %.
_ Se uesse momento chega ao camp j o 3o corpo,) dobraraui as suas descaigas.
nao escapara um s paraguavo; mas o caminho que
tinha a fazer crapessimo ede mais di tres leguas
deextensu.
Seis pecas de artilharia, muni?es e armamen-
to de toda a especie, alm de muitos' prisioneiros, fo-
ram os" trophos desse dia, ficando alri disto sobre
o campo SOO e tantos cadveres.
Os prisioneiros declaram que o inunigo leve
fra de combate 1,200 homens.
Na manha do da 7 S. Exc. o Sr. marechal
marquez de Caxias marcha ^testa do Io e 2 corpos
de exercito ese dirige para as posicof s na vespera
conquistadas, e as quaes temara jiosieo o Exm.
visconde do Hervai.
O inimigo acredita que vamos trjivar com elle
combate as matas em que se tem ertrincherado,
mas S. Exc. determina que o" e 3 corpos cootra-
nurebem, seguindo una vereda no flanco esquer-
do para contornar o inimigo e procurar a passa-
gem do arroio Ipan.
O ininigo nao pode mais resistir, e deixando
perto de 2,000 homens e 6 boceas de fogo, retren-
se precipitadamente e na mais completa desorden).
As toreas contrarias constavamde 16 batalhoes
de infantera, 8 regimentos de cavallaria c t boc-
eas de-fogo, (orinando mu total superior a 5,000
homens.
i Ganha. pois, o Brasil mais um da do immor-
redoura gloria com a victoria do combate de
Itonono I
Mas durante toda a accao faltou um ehefe, que
todos 03 o|hos buscavam, e cujo nome todos nro-
nunciavam com anciedade.
Era Osorio, o idolo dos soldados.
> Elle tinha ido pela esquerda eom o 3J corpo
para cortar a retaguarda do inimigo; ponina
nica estrada por onde elle podia seguir esteva de-
fendida pelo inimigo e era muito tonga, pelo que
quando elle chegou j o combate havia meia hura
que estava concluido.
PEENAfflBUCO.
REVISTA DIARIA.
Actos oknciaes.Por portaras da presidencia.
de 29 do passado:
-Mandou-se dar gua de passagem ao tenente-ci-
rurgiao do 40" batalhao de infantera da guanta
nacional. Angelo da Costa Mello Bosal. que trans-
ferio sua residencia para a fn-guezia da Boa-vista,
no municipio do Recite ;
Foi nomeado delegado litterario de (gnarassn, n
Dr. Joo Carlos Augusto Cavahante Vellezdetni-
vra.
Por "acto de 31 do passado-foram suspensos oV>
excrci-o dos cargos de vereadores da cmara rau-
nciiial de S. Bento. os Srs. Joaquim Alvrs da Silva
Valenca, Jos Leso Victo* de (Miveira LoImj, Manoel
Rodrigues dos Sanios, Pedro Ferretea de Almeida
e Manuel Antonio de Andrade Di d, por se have-
rem recusado a assumir a presidencia da mesma
cmara, no impedimento flus immediatos em votos.
bem cerno a receber ofltofos e mais papis do *-
vico publico.



Diario tfce Periiamliiico SegunAt feira 4 de Janeara ule W>9.
DiOuo bk Priinam amo veo* os nossos I pulo 4a rMadi. Ao Kxm. Sr, presideute da pro-
ieitoros, litemos urna refortageral m materia! da vinera ie .oinpufcteao do Diario, e algum**- jiriptPias nmdil- S. F.xc. pode ligar son nome, j* orcupando-so debe,
cacftBsAcaUHjario, ^ppiiundo afumas antgui-
kadessera importancia.
Contecamos. pois, nnovoanmisiiidaiido os nossos
asignantes rom un mollioramcnto reclamado, que
esperamos Ihes s. ja agradad.
Os hoyos tvpos que empregamos sao fabricados
na ImpremaNacional V Lisboa, que ltimamente
tem-selevado romdanwet mente n'osso genero di
fabrico, earha-sc lujo a |>;u- das memores fund-
cues de typo dos mais parees da Enrona.
Hecominendandn api*ociaco dos conhecednre--
da materia a lmpronsa Nacional de Lisboa, Opo-
demos deixar de louvar-lhc a presteza da remessa
apar da Bel excrucSo da nossa eneomuionda.
BTtacraCTO poltico.Cometamos boje pu-
blicar esta prevista do anuo que canio pana historia
oque, sen trater soloeoes immediatas aos grandes
problemas que trabalham a attencao do vellio mun-
do, foi assignalado por graves acnntocimeiitos.
O acblhiinento generoso com ano foi reeebido no
ultimo anuo a nossa revisto do 1867, nos un pe-
nhorda beiK'Vuleiiciapublica-paia a despretenciora
experi$ao,que Ibo oBereconios hoje, c me, so ten
algum mrito, odebaver sabido guardar una
sos-era .consciouciosa imparcialidade na aprecia-
eao que tontn.
" E' assiiu me esta empreza procura com un re-
soluto eupoho trazar o espirito publico ao pardos
grandes amntecimentns do mundo, que encerrara
uiaLs de urna vez aproveiiavois licoes de sania ex-
l>erienca para o governo da sociedade.
i.niikiuo K.MRAU0-Para a nossa praca trouxe
o vapor americano Sonlli Amrica as soguintes
quautias, para : .1
Londmi and Braslan Bank. 30:000000
Aiuorim [runos.....0:000(>00
AugusioF. do Oliveira & C 16:000*000
Lovo Filho & C.....10:000*000-
Pitu Barbosa 4C. 3:683*244
Ammado.Eatreu (tachado o patacho horte-alle-
man S. Peterslniroa. da praca de Anislorilain, capi-
tao T. Dylistra. por lar do.-arvorado do mastm i o
ptpdn e perdido quasi toda vtame, n'um pampeo o
qae epanhou na lat. S. a> t e long. 0.2" 30*, O
navio ia de Cardilf para Buenos-A\rea.
Pista em Makaxi-apk. Deve ter lugar no da
ti do eerrentc a sotenmidade da Senhora da Concei-
en dos Milagros, nossa p pa o hnlltanti-'ino.
HFkstkws poPtbARES.As ultimas noticias do
theatro ila guerra forain festejadas, em pitada, as
nuiles de 30 e 31 do pasudo, com passeata, musi-
rs <: foguon-s.
C.i \hi>\ a uktf.m;ao.Fallecen no dia 1" do
crnente, na cidado do Olinda. o Br. Hoiiiardo da
SilvaGuiinara>s, cniprcgado nesto eataboleciiio-nto
desde sua inau.iii aoao.
Bm0CE-I)A|CA ItamacaiA.--V.ilton. no dia 31 do
pausado, ente navio de rrazar. No dia 27. (mando
eslava lardando o joaetc na altura da Barra-
Crando, cahi) sdnrt ns antenas o d'ahi ao mar o
imperial marinlieiro Joatptim Henrique dos Santos.
subinergindo-M'.
Assas.-ixato- Xa freguozu de Bom-Jardim, do
termo do Limoeiro, a l do passado. foi assassinu lo
Joaquim Miguel Rodrigues por Jos Francisco da
Sirva, com unas facadas. O criminoso toi pfo sor
est sendo processado.
Ese.\xrAMKXTo.~Nn dia 31 dodezeiuliro prximo
passa de Antonio J.is de Castro, foiospancaila nina pir-
lugueza, criada de servir do mosino Castro, do no-
mo Mara do Carino, por nm guarda nacional do 1-
l.atalhao de iufantaria, pie so evadi Mgo apSO
criwe pelo que deixou do soi aprisionada em
continouto.
Coiihkio.A" bordo da wpor americano South
Intriini voioo Sr. Joaquim Francisco Lo[ies Airo,
contador do eorrein da corte, para inspeccionar o
desta provincia, e propor as reformas nvessan;.s.
Foi.mxHA.Com o numera de hoje deetribuimos
a is imsibs asignantes una folbinba deporta, |iaia
o corrodo imno.
D.VDOS ESTATtSTmO-CABBI \rsOACIIAr.A DO Rw.II
Dnraute o anuo de 1868 o cambio variou da se-
uuinte forma: _
Sobre Londres de 20 *', a MVi & P"1' *^W "u
mez de Janeiro, dtr 17 'A a 15 Vi ''n >voroiro. do
l.'P < a i\ m marco. tU- i \ff a 6n alirir, de
i{)', a 17 */. em mafo, de 17 ,a 19 em junno, le
18 a 18 V- em jullio, de 18 /, a 19 em agOBt le
l a I! Vj em setemhro, do 19: a 1!) s em buta-
\tro, de '-1:; ; a 17" m honouiIjim, do !8 a 17 Vi
(ni dezembro.
Sobre Taris de 'i6(l a 193 w, por rranco no mea
de ianeiro. de 523 a '(76 em fovoreiro, deoioaAto
ja (emiira.ndo-0 ojh s'U tHahivio asseinblca pro-
vinria!.
Passmeihos- Seguiram para a Europa, no va-
tior franco/. Er.tivmaduie : Guillienne Cesar da
tocha e Rulinn Antonio de Mello.
Vieraui do Rio de Janeiro, no vapor amoi i-
rano Sonk Auu>k : Dr. Francisco Garlos Bran-
da, o J F. Lo]* s Anjo.
*
POIiriCA INTERNA
C0MME8CIO.
PHACA DO RECIFE 41 DE BEZESBRO
DE IM8.
Assacar ma^cavado Caal boin2WS0 a arroba, i
Dito dito purgado31S6 a ;H-robu'(li Stepple
Presidente.
V.tsouncelltis
Peto secretario.
Partido coaaervador.
A npposieao foge lalculadainonte do campo da
disciissao; quor ilos principios que pronto*, (pier
dosfaetos que oonstituiramo seu passado.
Quando a necessidade de una justa defesa nos
obriga a articulacio.de actos platicados pelos tnais
piiM'iiiinontos corifeus do progresso, em vez de unta
lefutacao seria e em termoit honestos contrape-
nos a lip|Misica< urna serie de artigos insnltuosos.
nos qies s j4ga, piii linguagoin impropria de
ipienise presumo ter reeebido urna edueaeiio regu-
lar, a pilberia, i chufa, a injuria, a calumnia e os
doestos do toda natureza.
Nao se ros|ieta a ninguem, soja qtial for a sua
posk-ao ricial.
A'liii).'nauoin usada, quando se trata daprimeira
autohdado da provincia eninada dilTere da que se
applica com re aeao ao mais insigniflcantoineinbro
da sociedade.
ISesle |Mnlo inda mo bouve quem excedesse aos
redactores do Liberal, que se diz orgao da opposi-
ejo, aperar da contestaeo que llie fez a Opiniao
i\ No ultimo numere do LUmriri orcupa-se a op
posicao do Exin. conde de Baependy, rcspi-itavel
por "todos (s Mulos, que Ihe dan direilo a estima
publica, e o (<:: tai smente para o redicularsar
groesoininuinte pin lirfgiiagcm df arreiciros.
E o tema adaptado '
Desmiiralisai o presidente da provincia ?
E rematada I mciira so isto Ihe pasma peta monte.
O eos* ile I;aependy tem nomo e reputaran fun-1
dada ni actns lo virtudes cvicas. Nao serao os
oarvuoiros do Mural que o liando tisnar.
Articule a n|iposican tactos que desabonen! o ad-
ministrador d; prn'vincia. como teiiuw foito com
retar) as atb linistraom's transactas. Demonstre
ipiaos OS sous actos, que attostar possam faltas de
illustraco, tinoe prudencia na gestan dos negocios
pblicos.
M.istrem mines as deeisoes |Hir elle proferidas^
em que os principios da mais rigorosa justica nao
toiiliam sido ailpostos aos inteiosses da poltica. |
Alfandega.
Rcndmeiiio dodiaa.HO .
dem ilo dia 31.....
dem do dia i.....
83.':30od880
23:'J6887
13:4774585
87i:7523H
Ocscarregam boje 2 dejaneko.
Barca francezaRaomf^ mercadorias.
Barca ingleza Wof tke Teiyiidem.
Barca inglezaJcwViarnha de trigo.
Briguo nglcz -Juradem.
Escuna inglezaEtHth mr$Mdem.
Brigue inglozHelenaCanos do Ierro.
Briguo iinriieguonseAclieocarvao.
Pataclin americanoV/o#i/V(=taboado.
Barca portuguesa- -Sosa Marmna varios g-
neros.
RECEBEDOBIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RA ES DE PEBNAMBl'CO.
Rendimentododia i a 30 8i:C!)tti771
dem do da 31...... 12:7167
Iiknu do dia ..... 1:116*17
98:&I2690
CONSFLADO PBOVINCJAL.
Beiidimeuto do dia 1 a 30
dem do dia 31 .. ...
179:5745967
.3:141*317
182:810*284
MOVIMENTO DO PORTO.
JVatioi entrados no dia 31.
Montevideo30 das, patacho dinanurquez Crnar,
de 118 toneladas, c.ipitao Soeronsen, ei|uipagem
'>, carga 2,"i00 saceos com farinha de trigo : a
Amorini Inuans.
Romeaste73 .lias, barca ingleza Witeh ofthe Wa-
re, de 233 toneladas, capitn R. Guturie, euuipa-
geju 10, carga carvao e outros gneros; a Thomaz
JelTerios iV C.
Buenos-Ayres10 das, patacho norte-allemao Pad-
liin, do 120 toneladas, capitn Hartos,
Saladas sessoes do eouseft de'eomprasiuwaes
;i0 do deziitibro de 18S8.
O -*<\v 'tarin,
Alexandrc Rodrigues aosAnJos.
CORROO fiERAL
Hi'laco das carps registradas vistentes na
admifistraro do correw 'flVsta cidado
jwra os sefliores abaiso declarados :
Dr. .UfredoT.HxoHuMendeSj Br. Antonio Buar-
que de Gusmio, Antoiuo Goucalvs Torres, Carlos
Francisco Soares u\' Jbito, Dr. (arlos Justniano
Rodrigues. Erasmo Jo>t- de Milo, Fr. David ila Na-
tividailo (Fernando), Francisco Antonio da Rosa,
Fri s'o Ignacio Pinto, Francisco Soares da Silva
Ritiimlia, Fiancisco Xavier de Barros Campcllo.
D. Giiilboi-mina Franca de Oliveira, Joaquim Jos
do Abreu, loaiiuim Pedro B- de Mello Reg, com-
mendador Joao Pinto de Cunos Jnior, Joan Teixei-
ra da Rocha, Jos Antunes de Aievedo, Jos Cor-
roa de Almcida, Jos<^ Marques Nuues Belfort, 0U-.
renco Justiniano da Rocha Ferreira, D. Marianna'
da Conoeican Poroira. Manoel Duarte Vieira, Ma-
nuel Ribeiro de (irvalho, P. F. Neidham, Tltoinaz
Lins Soriano, Thoni Lopes de Senn;.
AVISOS MABITIMOtT
COMPANHIA BRASILEIRA
DK
Paquetes a vapor.
Dos portes do norte esperado
ateo dia 11 do Icorri'iito o vapor
tniii. eommaijidanto Garlos Go-
mes, o qtial dopois da demora do
costuine seguir para os |iortos
do ral.
Desde j reeebem-so jiassageiiros e engaja-se a
carga que o vapor podar conducir, a ipial devora
sor embarcada no diado suaclicgada. Enconuuan-
das i> dinheiixi a frote at o dia da sua sabida as 2
horas.
Nao se reoebem como eneommendas senao ob-
jectosdo pequeo valor oque nanexcedam a duas
arrollas do peso nu 8 palmos cu lieos de medieao.
Tudo que passar destes limites devora ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passagoiros
n, de 120 toneladas, capitn liarlos, equiparen!
6, em lastro: a Anioim Irinaos. '
Nos julgamontos iiltiinainente pronunciados so- Do ..j.^^..^!,,^,,,,. |);ll(.a bflMo de guerra
Itainnraa, coiiimandante o capitao lente Igna-
cio Accioli d Vascnncellos.
Otiseriaeio.
Nao bouve sabidas.
.Yr/(w nitrados no dia i.
Babia11 das, escuna norte-alloman Thetis, de
210 toneladas, capitao I. Otton, e<|UHiageiu 7, car-
ga 8,000 arrobas de Carne ; a Maia & Espirito
Santo.
Dre as eleiroes do solouibro encontrara a opposicao
un vasto campo para una diseussao justa o ho-
nesta.
E |or que o tom abandonado este campo ?
Porque nelle set'ia completamente derrotado.
Porque da disenssio destouctoe resultara in-
lallivoinonto ; prova da injusTlca e dureza com que
s. ha qualiiie;.doo Ilustre conde de Baependy,de
frfstfpmfpar'idario infrte.
que suas pasa-
gens s se recebem na agencia ijuada Cruz n. 57,
scriptoro de Antonio -Luiz de
& C.
Oliveira Azevedo
COUPAWIIA BRASILEIRA
DK
Paquetes a
Para Lisboa.
Va i sabir com brevidade o brigue pn-Ii
Lata III. capilao Calvan, para carga e passag
rata-sc em E. R. Rabo, rai do Omnn ret a.
, 011 Colll O mesffMl i|iit;o.
Manmhdo e Para
com
KSTRADA DE FEHRO
no
Para 09 indicados portos pretende seg;ur
brevidade 0 hiato nacwnal llosa, para a caiya ipio I
Ihe lalta ti ata-so com Marques, Barros .t C, ; "O rM-fV nn C T?wn**Z--.
largoqoG.rpp-Sardon. ti. segundo andar. __ iVCLlit? dO O* J? TSulCISCO.
AVISO.
pelo presente so faz publico que r v.^
liiiii".- de bugagem e carga aprvseobil 4
des|aclos lias esUiroes, devero Ir um u-
treiru ou marca, distinctos. Os iiur finnu
iiilo fstivcit'in nao sero(lcs|iac|ii(|u>.
Escriptorio da siiperiiileiuleiici,!. Villa u,.
Gibo, M de dezembro de I8G8.
G. 0. Maim.
Sti|M'riiiieii(leiite.
Parft.
Segu wn brevidade-o brigue-oscuiia tTUo II,
capita.. Jos Mara Ferreira, tem meia caiga ciiea-
jada. e para o re-tn trata-se com o consignatario
Joao Francisco da Silva Novaos, ra do Vigarki
a 11.
Para o Porto
Seguir com toda a brevidade. por j ter quasi
lodo O sen carregameuto engajado, a mu velioia
barca Yencedara : para o rosto e pa.-sagoiros. aos
quaes oflerece oxcollentes commodos, trala-se com
(.uitha limaos A C, ra da Madre de Dens
n. :ti.
Atteac^o
Auroliano de PiiIhi Boigos. prole
LEILOES.
LEILiO
DK
PREDIOS.
Fina casa torrea n. 48 na ra da Gloria.
lina dita dita n. 20 na ra das Trinchciras.
lina dita dita n. 27.'1 na ra imperial.
Ulna dita dita n. ."i no Boceo do Quiabo fre-
guezia iesAnopdoa.
QtintShfeira 7 do correte
Com aiitorisaeo de diversas pessoas
far oagcnle Martios leajo das casas cima
mencionadas todas edilicadas em cirios pro-
prins: no anuazemda na do imperadora,
i, as 11 horas em ponto.
AVISOS DIVERSOS.
vapor.
n'f- .,:;n>; lastro; a ordom. Veio refrescar c segu para o ttio
Entendemos conveniente; osclaree. i a opimao ,;,..,,,,, ,, S|l|. ..M 8 t^gf^nl
publica a remonda moralldadeduVldosa, quera- MnU.vd,->0_3C jias art.a il(,|,.za ractrrisou o dominio prograsista, o para isto con- llW1,.|,,,,s ,,,,,:|f, Sjuo,,,, ivil-tii-r, equi'.agem
sogiiinnos loivoso nos foi patontear cortos tactos. 11 f.u, |.-isli-,: a rVhfmi
Entro outros nos ocoupamos de algiiiis contratos j w. mU0 M mtm dill
Barcelona -paB'ho bospaiihol Juanito. capitao Jo-
de obras publicas, e especialmente dos fritos como
teuento-eorniK I Antonio F. Paos de Mello Barre,
1 mais conhecido por Mariana) sol) a inspoeefio de
jen sol.rnho o engenheiro Ernesto de Camdbp
P"S de Andrade.
Os nossos artigos a tal r.'speito trouxei-am a m-
proioa o engenheiro Ernesto, que SOppondo nosso
Infirmante o actual director das obras publicas, o
Dr. Podro Iclioa. ;i elle se atinm ^ modo ponco
conveniente piem receben una edawacao apura-
da na Beiaica.
s Sevilla, carga algodao.'
(ViMrcarao.
Apparce ao norte mua barca que ignora-se a
naeao. por nao inoar baudeira.
Bordeja no lamarao um brigue hespanhol.
ECITAES.
Oaggredido, pornvesendadoemuma saa con- ^_|,
sri-ucia de sous aetos, eem honrosos precedentes
dr
zo aceitn o repto, o ei cavalhetroMM i'tigos canse-1 Pernaiwbueo. .^ .,
guio destruir as aecnsaees que Ihe raziam, e toi- Faz-so publico aquem eonner o intercssar |i
nar mais patentes as censuras que de nossos artigos sa. que (indo u praso de. tros metes a contar do 2
residtavmn aneiwenheiro Ernesto. N do crrente, se bao de vender embasta publica.
Com olfeto. quem com attencao edo^pi.lo de pre- celebrada na cjdadede Goyauna u na villa de t|ant-
vencoes partidarias livor lulo > artiju do Dr. I'eilro | li. i.-r.tn11 o sobrediti) JUIXO, as ti iras pertencentes
L'choa publicado no Jornal doHecifr de 17 do ca- ao oxtucto onaiiellado de
Dos portos (|o sul esperado
at odia 7 dojeorrente o vapor
Cruzeiro do Sul, conimandanto
Alcoiorado, o qual denob da de-
mora do tostante seguir para os
do norte.
Desde j 1 eeebem-se passagoiros e engaja-se a
carga (pico vapor poder condunr, a qual devora
ser embarcada no da do suaf hgada. Enoonipie-
das o diuheiro afrete at as duas horas oVUia da
3110 saluda.
Nao so ivechem i-oino once' medaii sono ob-
1 rlos de pequeo valor o que 11 o excedan! a duas
nrmias dr peso 011 8 palmos c
Indo que passar destes limites di
da como carga.
Previne-se aos Srs. passageirols que suas paswu
gens sil s rorebem na agencia ria da Cruz n. ."i7,
bices de medieao.
vera sor oinbarea-
escriptoro de Antonio Luiz do
& (
Dr.Guilherme Angel, oculista, nradon-seda
ra Nova para o Forte do Mattos. porcin do tra-
pico.' Manas, un Hivife. onde polo ser procurado.
Ashoias daseoii-ullas s.ii das 9 as II horas.da
iiianhaa o das I! as 3 horas da larde.
rj!ilwj.t, ,.
licenciado de insliucio primaria, cmitiiiua |.,.
rionar em casas particulares ou collegio. |hh
cazoavel: as |iessoas que se dignarcm tucura-i
piKlem dii igir-se m> convento de S. Fram-BM-i., t,-\ -
11.25. _________
Moiiteiro. Correa C.. julgam kmU der a
jiessoa alyuna.inas se alguoin se julgar entfc.r
qneira apn'*ntar sous ttulos dentro dr Brs .li^.
para ser paco.
Os abaxo assignados, fazeni scienlo ipi. ,
data de hoje abriram nesta praca moa ca-
portacao do rateada* escriptoik e arniazem a r-1
da Cadea 11. 52. Poriiambuco, I* do jan>uo
1869.
_____________________Cnrmrr Fity Jt C.
Manuel Martiic Soares avisa an n-si
publico que deixou de ser caixeiro. ilesdc dia :(
do crlente, do Sr. Amaro Jus d>s Plazn
agradece ao mef nm sunlior e a toda sua tama. U-
niilia o boiu tratpUMUto que Ihe deu durante
4ki que foi seu eaixero.
Aluga-su o cscripttirw da ra da hHprratl 1
I 11. 8-t. que servo para advogacia e para artfii
mosiuo para oulro qualipier negocio: aln**' "w
mesan.____________
Aos scnlio]'^ eugmiho
lio moro itfWwndoem pnmoira- l.-in :- .A-(.
,.,... ,,..'. osniar em atgaiH eiqfeiilm. in-la ,
lll(i:. is coniliciVs : a (*ssna que de sen pr- 1 ,
________;eqiiizer utilsar deixe carta fn liada nm i
raos A. B., na na das Triiclieris 11. 'x. 1
. opital. em : dicandna povoa ou timar onde < dr halar.
^edade.
Da-: o a una pesaoa que tenlia algui
um armazn) do molhados no- ",m tr;.nsaccocs; __ ^..y,.,,-,, ^ Mello fazem pnl.lie.i e..m ..
para o nial 1 : a quem ci"'"'1" annuncie para ser jj^ ;111 ,.,!, 4o .mmerrio que t.-m .
pi-ocinado. ^__________ ___________ contratado com o Sr. Antonio loar Kndi
Braga a sua laberoa sda 1 ra dfl (uia n. 3*.
m.....leseinbaracada : quem se jnlear
loas iics- aprsenle seus documentos no piar 1 -'I !-.
depois d'-s|e praro p-rdera lodo tlir il'
de. jaiK'iiM de 1800.
tkiuios Cubanos
AITESCA
de
Oliveira Azevedo
iiovembro. de 520 a .'io'i em dezembro.
Sobre ftirtugal de K'-t i 300 % de premio no
i:iez de jaueiro. de 173 a 390 em loverero, marco,
abril p maio. de 178 a 180 em junho. julho. agosto
o setemhro, de 186 a 171 emoutOnroe novnnbro.
de -M) a 193 era dezembro.
Sobre Hamburgo a l20, 1*05^ 960, 980, 9T0
e930rs. por M. B. durante os diversos metes lo
auno. '
Os saques para a Europa olevarani-se a i mt-
Ihoes o tuzentas mil durante 0 anuo.
PUCOS UOS l'l(l\i:il'AI-.S ..KNKIloS U.K IMIOlHTr.AO OA
cKOVixc.iv, -No auno de 1808 vonderam-se os g-
neros soyuiites aos procos abaxo :
7 j.'iil: a !)31)0 a arroba no mor. d
vamente e com todas as formalidades das lianea-
li-caesnos tormos das iiistruecoes de ."!0 dednm-
bro de 18-*>.
UIO|
Em vez de ilscutr a qneste, encarregou-se de
Algodao de 7 8300 a 9.W a arnia Mronw y enguheiro Ernesto insultando a todos
.moho. deBJOOa W^emfcvi^fltWO qaj^-)g 8Up^zterenleonconido para o descobri-
A moralidad- exiga ipie oSr. Ernesto nao loase
ojuit do Sr. Marnna.
Nao ser por ccrlo acensando o Dr. Podro l'rha
de ter, na qualidade de engenheiro do districlo. foi-
to contratos verbaos, que alias inorocerain appro-
vacao do Br. Gervasio Canipello e da presidencia
da provincia, nos termos do rogiilamonto, que o
Sr. Ernesto s pracoii.
Drixemos o engenheiro Ernesto entregue a op-
nio publica. O abaxo assknado vice-ecnsul da repblica do
Como, poi'i 1, nestes negocios se portou aoppo-: p,.r, tendo de rcmetter a junta de beneficencia de
sieao na imprensa 1 | Urna, o producto da subscrpeo aborta a benefi-
BECLARACOES.
Vifc-fonsnlado do Per.
ClOOO em marco, de 11-jOtK) a lUOOOem abril,
de li 1300 ; 174300 em maio. de OOO a lb*200
m junho. de 14*500 a 100 em julho, de 12*400
.. 154000 em agosto, de 11*200 a OOO em se-
embro, de UOOO a 12-000 em outubro, de 115800
a 134000 em novembio, de 12*700 a HOOOem
dezembro.
Assncaro branco de 3*900 a 4 800 a arroba
tuJaneiro, a44700 em mareo, de 4 a 4*900 em abrd.de
:I4800 a 34200 i-ni maio. (le 4.400 a5200 em no-
vembro. de 14300 a .(MI em dezembro; o sum-
nos de 3*700 a 34900 o n ianeiro, de 34800 a
:i\QQ nu feviTeiro, de 2-.iWHt a 3000 em marco.
00 a 44000 em abril, de 34300 a 44300 em
de 34400 a 44400 em novembro, de 44 a
4*400 em dezembro; o mascavado purgado do
1800 a 34200 em Janeiro, de SflK) a 35700.....
feveroiro, d' 24650 a 34900 em marco, de 24/OOa
34260 em wbril. de 2W0 a 3*000 em maio. do
34;i00a3S700('injnnlm, de 248; a 34400 em
novembro. de :t4400 : 3*800 em dezembro; o
mascavado bruto e 2*W a UB30 em Janeiro, de
2*700 a 34700 em feveivini.de 24400 a 34100 em
1 arco, do 24300 a l|W0 em abril, de 24400 a
:tH:0emmaio.'i!o:i4 a 3i300enijunho, de 24700
a 2*800 em seteuibro, de 24360 a 2*530 em outu-
liro, de 2|fS0 a 3*200 e novembro, de 2*850 a
34400 em-detembro.
Coiuos seceos e salgad, sde 210 a 220 rs. por
rtnra em neirn. do 120a M)U em l'everero, de 270
enca dos prejuilit-ad
em Janeiro, de 220 a 300 em l'everero, de 27
l em mareo, de 230 i 280 em abril, de 230
monto ilas gentilezas denunciadas.
Alm o Dr. Pedro Uclta foi atad. ao poste da
ignominia o secretario da repartieo das obras pu-
blicas, o (Uigei heiro Feliciano Boirjgiies da Silva.
No Liberal 11. 34, sob a epigraphe O man
qnarto de Imrr de fabelaiifi l-so mu artigo, em
que dejiois de asquerosa doelaracao contra o Exm.
condedo i!ao| ondy. se chama a attencaodostepara j
aquelll funecionario, acensado de peculato.
Talvoz o loi.or se persuada que se trata de um
empregado moderno, nomeado por proteccao par-
tidaria na aeti al admiiiistraco.
Para evitar esta diivida.eao mesmo lempo mos-
trar a que grin de perversidade tem chegadoaop-
posicao, vamos d/.or algunias palavras sobro a vi-1
da ne iinnrofado publico, do Sr. Feliciano Rodri-1
.oes da Silva, secretario das obras publicas.
Em 1844, pisredendo concurso para engenheiro
ajudanl, foi o Sr. Feliciano nomeado desenhista:
do gabinete tO|iograpbico das obras publicas: em ,
1843. anilla modiaut concurso em que foi plena-
mente approv ido, foi nomeado (telo eoiiselbeiro
Cliieborro da Cania, ajudante de engenheiro.
Por oooaso da reforma da ropartioao em 1840.
peio inesinoeonseiheiro foi o Sr. Feliciano bornea-
do engenheiro, hipar que exerceu at 3 de marco
de49, quando loi exonerado por ter sido compro-
uiettido na relKdliopraora.
Em2ile setembrode 1851 foi novamenle nomea- monto dos edrrek*, de 12 de abril de 1863, eart.
ios com os ltimos terremotos
que destruirn) diversas cidades e jiovoacps da-
(pielle paiz. deixando mlhares de pessoas ootr'ora
abastadas, reditzidas' ao inaior grao de. nondlciila-
de : avisa a todos os habitantes desta cidade que
queirain concorrer para 0111 lim to caridoso. me
no vice-con-nlado est aborta a respectiva subs-
crpeo.
/ot /arome Tasso,
Vice-consiil.
Sania Cesa 4a Misericordia do
cife
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia do
liocilo. sa 1 con\ liados, de ordom da junta admi-
nistrattwi da mesma Santa Casa, os prenlos das
oridiaa- 11 .-.:-.Iii declaradas, para que veulian
requ.'cer ; presiilencia a sua retirada daqmdle es-
talioli-ci' ;! 1. visto j terem eomiiletado a sua
odneacii.
irania Hereha, tilha dcUaria Bonriqneta de
Castro.
AwKandrina Sdams, sobrmba de Joaquim Alvos
Nunes.
Soeroi.oi.i da Santa Casa de Misericordia do Be-
fe, 4 de lieabfidiyo de I80.
(I escrivo,
Pedro fodrigufs de Xouza.
Pela ,'aliiiinistraeo do correio desta cidade so
faz publico, que em vlriude do art. 24 do regula-
CO.MFANHIA FEHNA!BfCANA
\:iveca Paraliyba, Natal, Macan, Mossoru,
Aracaty, Clear B Aiarac.
O vapor Pirapana, commandante
Torres, seguir para os portos cima
no da 13 do correte as .* horas da
tarde. Becebe carga at o da 14 as 3 horas da
tarde, enconiineiidas. passaceiros o diuheiro a
t as 2 horas da tarde ao dia da sniiida no
escriptorio do Forte do Mattos 11.1.
(](fePANHIA PERNAtCANA
DS
costeira por vapor.
Maceie escalas, Pcnetloe Araeajrj.
romiiiandante Pe-
is pnrtos cima no
so horas da tardo.
3 horas da (ardo.
dinViro a frote at as
Xavcga'ao
Preeisa-s-Mlomoa ama para Casa
Boas : na ra Fonnosan. .
Alagara-so 2a c 3 andares do sobrado da
ra de Apollo 11. 55, com umitas commodos para
grande l.unilia, o jauolas para todos os lados, o per
isMimiili li '.-ia: (piem pretender onloiida-socoiu
J i-,' Antunes Ciiiinaies, oucoin uSr.Tbomai For-
naudes da Cunha, na ra da Cadeia do Hecile mi-
nelo 44. ____
AUla pMtimlar de instiwyao primaria
Manoel de Suiza Cordeiro Sinioes avisa aos
senhores pais de seus alumnos, que 00 dia 7 di
eoiiente so aohar aborta a sua aula em i-ontiniia-
eo dos sous oxtTccios, na mesma ra. tn.vessa dos
Evposios.ca* n. M; eaorespedavel publico,que
contina admittir alumnos extornos o uto -nos. pen-
sionistas o lucio pensionistas.
Pelo presme sao chamados todos OS civdores
do tallecido .loa 1 SimiMis de Abueida para aprescn-
tarom as suas rontas correntes no estabelechncnto
do mesmo liudo, ra do Yigario n. 14. teto no
praso fin 8 dias, acontar desde hoje. Recife 2 de
Janeiro de 1869.
I'rerisa-se il<> um eaixeiroeom pratiea de ta-
berna : na ra larga do '.osario n. 31 se dir quem
precisa. ____________________
Precisa-so de una boa eoz.inlieira para urna
casa de familia. diiijam-so ainada Roda n. l-'i.
Tatt naiioiiio ile 24aoproxniio passa-
!:
ni
Recife a Apipucos.
Sondo ior.'ssario r--i;atar <>* UWifU- \
gens datados o emitlM >> at :M !! Avudiri 11
1I11. pede-se as pessoas ipie os liverem ; I-
de os apreseniar o mais brev pmtffvri 0:1
ila praca do Cipini. para serna p .- "
luidos por outros.
I." de Janeiro de IW9.
II'. /-'-.
Allenrao!
Vende-so um bom cavallo, anda bobo
para ver na co\eira a tr.ivessa do OuxhIim.

Attencao.
O abaivo a>si"ii.olo Taz ieiito 30 r. -;
publico, e cun es|nr,ili.ladeao roffl itociMim 1
R |, que a eoiilar da dala de inf> eio diaM>- -
Prancisco Jos da Silva Santos, adioinrli
sua taberna, sita no Iravessji da Somalia V.-'
9. nao pode comprar objeoln aljinm |iara
livii oslabelloiiiii.Mil'i. S''in qoe -j i a iRki
vista o pago lio acto da ciiopr.i. iH1 n
do, iiaoivasa< (lamisca, O^scravo Manuel, lisando o mesmo abaixu Msigaadi pw qu
i'linilllilli'ilii.o. i;i,i(ini,pJ i;un inini n nci.- 2 horas da tardeilodia da sahica no escriptorio da> la-fie lie llfU : (i li'b'lKhi escraVO IOI pio-
Forto do Mattrfs n. 1.
COMPANHIA PERNAIIHJCANA
DE
Xavega^o costclra por vapor
tiuiaiina.
O vapor Mama lauaiw. coniiiian-
dante Mello, soguilla para o porto aci
ma no dia tt do c urente as !1 horas
da noitc. Becebe carga, passai-eiros. encommen-
das e diuheiro a frete no escrif torio do Forte do
Mattos n. 1.
I
ensato, que Iviiresenla ter 38 atitins: alio,
bastante porpolmto, sofesado, tem os terao-
zellos dos |is embarrados para fon, inlitu-
iransaca. 1 1*111 contraro do presente annum-i
Becf-. 31dedezcuil'rode IW*.
Franesco Alvos Moni.-ii-. I V
COMPANHIA PHIINA UCANA
DE
Xavega^o cosieira
Fernando.
m/por Giqni,
vedo, seguir para
dia 14 do corroa
eeb carga at as 3 horas da lar le do da 13, en
euniniondas. |iassageiros edinheiro a frote ateas!
10 horas do dia da sabida no m
do Mallos d. I.
por vapor.
tomraandante Aze-
0 porto cima no
ao oo dia. He-
ripfOTfO di Forte
Para o Porto
Prntefide sabir com a brevidade (pie for possivel
o brigue pnitiiguez Erpeiiencii
ter carregar podo entoder-s
oatarios Carvalbo & Nogueira,
11. 20.
quem nelle qui-
.iiii seus consig-
na ra do Apollo
,i30(l .
^70 em maio, de 260a28tl em junho, de 270 a 20
-*m julho. de 2(iOa 272 em agosto, de 2o a 270 em
M*teinbro. de m) a 280 em ouUibro. do 2o0 a 2t5
ai novembro. de 260 a 27d*ui dezembro.
TXBKLI.A 1KI DESCOSTO NA l'IIAC.A DO ROCCK.DU*
t-anli* o anno p -sado reguluu de 7 a 10 e ao anuo
in Janeiro < leverero. de H a 12 era marco, de 8 a
iOem abril, de Ha iOo.iu maio. <\\- ti a i) em junho
o julho. do li a H-; em agosto, dV 7 a 10 em setoiu-
ivro, de H a 10 em outubro. de 6 a 10 em noveni-
.1ho, de 7 a 10 cmdoaembr 1.
Bmnkza ih) OH.As rorlamaeoes feitas nesa
Herista o em outroc jornaes eomra essa empreza
tfm sido attendidas, tgui do nos infnnam. O Sr.
firoclor das obras publicas, incumbido pelo gove '-
ilude sua lisealisaco, nao a tcn poupado as fal-
lasViumoltidas. v doecordo con o seu regula-
ineoto. nV-u'a uullado em 2:ll.'i7!L sendo. .
t *2:02h0!l!t'em novembro < 87^180 em outubro. 17
case um me.'o eicaz de chamar as emp-ozas dessa
trdeni ao eu.liw'imento di sms devore-, meio que
;Jioua o zi'lor.1'rtJprj*i Lotkiua-A que se aeba venda a !U" af
JhmeftVio do pjtrhnonio dos orphaos, qocori*?
^crea-f-ira .' do ciriviilo.
jt'A DA AnjioiiA.di.'uuainos, ha dias, a attooeo
doSr. dirivtoi* das o-ras publicad parh o pessinto
j^d essa ra as pfoxindades do Gynmasioi
a.t;i^oi.i. porni. nenfruu provideocia apparecea
une le.>.i-so dos ineoTUmod saltos as pessoas que
por all .iii-tamem vShieuu*".
Oi.imia Quehcam-se, 1' eom toda ratao, os ni. -
radoro- daqulla cidade d.i desla vura.i niter.s-e--. K notoria, de
tonga dat 1. a talla (Tagua potave.1 na artiga capital
: no enlamo niiig.*'** se 'enjbra
re remediar ase inveterado mal." Fe"**' bajKHi-
os ano 1-, uuia levada com algunia^ t*>rneiras
mas ,a auna, alei*- *-e nao
-*;r de boa qualidade, insiUnciente para ^ *ll'-'ls'
/tftiliieiito nunlicu c tica mui distamc da partt1 P0'
33 das instruccocs do 1" de dezembro de IStti. se-
ro queimadas, uo dia 8 de jaueiro vindouro, as
"artas existentes pe tencentes ;ui inezes de outubro.
novembro o .dezembro de I8C6, cujas listas se
achara expostas aosratcreflsados,
AdminLsiracao do correio de I'ernambuco. 28 de
dezembro de 1868.
O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
mmm m compras mus
O eonseiho de compras navacs no dia 5 de Janeiro
prximo vhidouro, sob as condicoes do estyloe
vista de propostas recebdas at as H horas da ma-
nha. tromovea compra dos objoetos do material da
armada, sejmiutcs : 6 pecas de acribem, 3 aneorotes
do 2 quintaos cada um, I ancora de li quintaos. 1
baudeira pmssana, 12 bandeiras naeionaos de 2
panaos. 12 bandeiras naeionaos de 3 pannos, 12
bandeiras naeionaos de 4 pannos, 10 arrobas de ere.
"0 pares de chinelas. 200 ahpieirosde cal preta, 201)
eaiiota-'. 4 *l bracas dororreute de ferro de 1/2 pol-
logada rct'oi eada. .'i pecas de cabo delinho de 3 |H)I-
legadas. ."i tocas de cabo do Jinho de '21/2 pollegadas,
O Sr. J. Ihpoliio de Sfeira lama andava tnimisado .'i pecas de cabo A- buho de 2 |iollegadas, 8 jiecas de
romos.;. Feliciano, por motivos de inforinaeoeoem eaoo de ntio de i 1/2 poiiofada, peeasdecabode
negocios leobiaspublica! poraquelle Sr. a'rrema- Winhode 1 poHcgada,5,000 estopan.-s, 18 arrobasde
tadas pelo fu aprosenlou carias e papis queap- -jTaxado B.iCrandeilo Si i. 2WI loncos de sida pre-
parentemenU pareiam compronietter a este. 0 *% SO resmas de lixa de esnieriiem panno, .80 lain-
dirertor deeiit'io, o Dr. fierwsio Camp lio, nfor- |es triangnlafe^ 20 follias--le lixa deidro em
mando a pro-id' ncia a respeito disse- que com papel,<3 arrobas de mialbir. 58a**ebas de fllrude li-
quanto fossoiu laeadocumentosextra-jiuliriacs. Ihe nha*;a. 10libras deolreias franeetas, 50 folbas de
i 1 que de' eriaiu -er roinettidos ao Dr. pro- papel para mappa. 2 resma-- de papel do eugenheH'o jm'Io Sr. Vctor de Oliveira, servindo
al 11 de julho de (14, em que por oeciLsio da re-
forma da repartieo, loi dispensado do exerccio.
Assignsla-s< como causa doste acto o faeto de
nao ter podido, ou querido o Sr. Miano resolver
seu sogro. o -r. tononte-coronel Jos Cavalcante
FerrazjJe Azr rodo a aluar-se a liga, para o que o
Sr. Mmiima p ooin-ra o Sr. Feliciano em nome, do
Sr. Villa Bella e o levara em charola, al Santo
Anto.
Km 24 de 11 vembro de 66, sob informaeo doSr.
Dr. Gervasio t ampollo,M o Sr. Feliciano nomeado
Biigenhoiro conductor do 3* districlo, pelo coiise-
iciro Silvera Lobo, ojelo mesmo elevado ao car-
go de secretan i j.or proposla do Dr. I'.amara.
Eis o hnmet'i boje injuriado o calumniado pelo
ULttal!
Merecen seniprenteiracoiift.iuoade seus^hefes,
dous dos quaes nao sao suspeitos ao Liberal.
Fiv.-se liuzi*m fado, de que, dizem, ftua ac-
ensado o Sr. F lieiano.
A proposito 11,-sle laclo iiiforniam-nos que sedera
oseguinle .
Para o Porto
Seguir cun a mxima br'vidade p.ssivel a
barca portugueca Hitinilifade : |uira eargae passa-
ceiros. q.....ioeontrarao oxee lentes commodos.
trata-se com os consmataros Marques. Barros
II, napraca do Cnrpo-Santo 11. (. 2" andar. 011 com
o capitao ('.arios Ferreira Soares. no pavimento
terreo mi a bordo.
t
prMade do Sr. Jos Filipi'c de Miranfla
morador no Itont lartlim, enmmarca do Li-
moeiro, (Fmle n escravo tambero natu-
ral, foi vr.'uliilo tiesta prara a Frederico
Gautier, qoe ovendeu ca 180H edepo a
Hjpolito Gadattt, lioje i- o seu legitimo se-
nior bank) Ciiiulitlo Riljeiro no logar
Torre freguezw dos Affogados, rujo escravo
tein 11111 irmffo adianle do curato do Bom
Jardira, no lugar Matta Virgem, quem o pe-
,rar e trouxor a sen legitimo senhor cima ou
.i rita do Imperador n. 37 no arroazcm Al-
liaoea, ser fciiei'osametili' ratilira.ltK
Constando ao abaiKO assignado que alguns
dos berderos (latinado Franesco Santiago Ramos.
lecm vendido alguna escravosque com n engentan
Tibirv ae%un-se hyiKithecados o nenhorados por
excciieo 0C Manoel Alvos Ferreira. o Jutga de
:i de'ver. como bastante procurador dos'e, avisar e
irotesttrcontra taos vendas, etn quauto o njofy
judicialmente, ficando cortos os que comjirawmde
que taos vendas meioscoinpotenirs. Recife 31 de dezembro de 18(38
Mano.d Ferreira liartliolo.
^-A possoaquoperd umapulsojra, docabel-
los oiioastoada em 011ro. eque foi adiada, no adro
da t-'ieja da Santa Cruz, na note de fesla, (piona
dirigir-seaolargo do Hospicio, casa n. 5, insegu-
monto ao becco dos Ferreiros. que dando os signaos
annunco Un-xra entregue.
r.bris'ovo Ferreira Campal particip.; 1
co. o e.spivialuioiiie ao respeilav I rrpi 1
IIH'lvio, qie tem admttido 1...1 t 1 ila 1 I
mmmcrcial a rnadalkideia 11.32. .
Joo afeudes cuja sociedade tena prineipio n lia I' I- ;.oi
de'lHIl. 111 rata s n-i.il de Mondes. I.ibt A I"
camino socio Campos conimaiidit."
o Jornal << Comam rvm dn I
a / m
im
eertosepagand 1
Precisa-so ahiiar dous moloques paia servico
de hotel: na ra das Larangeiras 11. 14. Intel.
__Aluga-se nina preta que coznh,e lavae com-
pre : na ra Uiivita n. 20, 2" andar._______________
__O abaixo assignado pelo presente declara que
nesta data venden seu estabelecimento de uolbados
sito ra do Santo Amaro 11.28 ao Sr. Jos. Pereira
dos Santos, llvre 8 dosoinbaracado de qualquer
obs tendente ao mesmo estabelecimento. Recife
29 de deienibro de 1W>8.
Luiz Cabral de Medeiros.
Para o Porto
Segu; sem demora a barca portugueza Som
Silencio, por ter grande parto da sua carga
prompta ; paia o resto e passageiros, aos quaes
olferoce excellontes commodos, irata-se com Ota-
veira, Filhos & C, largo do Cuno-Santo n. 19, ou du;is (1|ias U(ll;i para POziiibarc outra pant ongom-
com o capio na praga do (^oniinercii^___________niare algum servico domestico, paga-se bom alu-
guel agradando.__________________________
* trate
No caes de Apollo 11. 69. precisa -se de um criado
de 12 a 14 annos. para compras e servico de mesa.
Amas.
Km S. Jos do Mangumho, sitio n. 2. preeisa-s-' dfl
Para Lisboa
Segu em poucos dias o bricie portuguct Cons-
tante l, por ter grande parte do seu carregaraento
proinplo ; para o restante e passageiros, trata-so
10111 oliveira, Filhos & C, largo do Corpo-Santo n.
19, ou com o capitn na praca do CoranierciO.____
Para o Ei de Janeiro
Saldr com a mxima brevidade possivel o br:
guc nacional Trovador, para carga c escravos a
frote, trata-SO com os consignatarios Marques,
liarros 4 C, na pra^a do Corpo-Santo 11. ti, segun-
do andar.________________________________ ,g^,.
Para Lisboa
fl brigue portugua Lata I. capitao Vieira, vai
sabir com umita brevidade, |wr ter a inaior parle
da si carea prompta : para a que anda Ihe falla
o passageiros, irata-se com Oliveira Filhos t C.
largo do Girpa-Santo 11. 19, ou ruui o referido ca-
pitao. na praca do l'.omniorcio.___________________
Troca -si
.Ianeiro polo Otario de Ptrurmlntr*.
IKilom diauto, aquem convier dirijas
rei 1 a Florian Vives da C ola ma d 1 ntti
prido n. 7 A. Rio do Jan -ir iiiilira ido a q 1 *m -
deve remetler o dito Iihii e (,". 1 'i-
Da-so i 1 MM 1 men-a'S peto -.1.1 e u 1
preto eciavo : ua ra I 1 Raugri n ft
Aluga-se a -obrado da roa Vma 1. M
bastaiile-eoniinodos : a Halar na ra da hop
Uia n. Si,
0 actor Macedo convida ao pagatNraln ..,
importancia de 30 bilhotos de antea,
em nonied.....liras iiiiiiioros|N'i!;;\*is Ineyrrqn
Ion para o espectculo do seu |>oiio|h-.>. ,
assni qae seta exigida a dita aaportanri
IIIOOS ipie .1 le colieed,-. evitando liiai- 2 po
dado de lacios que talw'/. d"Vein viw'ai a dita | --
soa.
SlAFOlilW
Aos 4:0004
Bhetes garantdoa
ra do (irespo n. H 0 casas da ratM
O abaixo .1 -i;iiado. tondii vend lo li-
to febles bilhotos parantidos. 11111 qnai
cora a s.irlo de 4:000i. um mciu n. VXM nm *
surte de "00. o nutras limitas surte? de H>.
404 2o da lotera que Macal.....le exirabir a
bonelicio da igroja da (asa Forte do Poe
nella. convida aos |Hissuidoiis a vinin rrrrtW
Mapoetivos premios sem os desconli da- le
Casa da Fortuna ruado Otana n. i'-t.
Acbam-soa venda <>s da".* jarte da bli*ra >
bonelicio 1I0 patrimonio dos orpho* (SH.'i ', >
se extraiiir lerca-Wra o do correnle.
I'IOIOS.
BlheU*. .... 4*000
Meio.....2iOtlO
Qnarto. .IOUO
I jo poreo de 100* |iara cu.i.i
Itilhete.....3*500
Meio......4*750
Uuarto..... 73
Manoel Martms Fian.
Pr, cisa-se de nina ama que sarta uti+nu-
mente cotinhar: na ra do Queimailo n ti.
Iota.
Photographia
O jdiotograpbo J. Ferreira Villela particijM ao PrillUMlUS l^ttlUS.
rcspeitavel jiublico, que tendo chegado do Be d .-*-l u"t" ", K J,!*,'
Janeiro no da 7 do passado, tomou a direceao do 1 Jos Bittencourl Amarante part, q.a
son eftabeleciniento do photographia, sito ra do res pas ,1,. seus aloran "s s*
c,h., ,, ik i.niiula .elo ateo da malrit. onde Ihe inuterein eonlia'r seus meninos, a:
motor pubben|iira proceder ex-olllcio.
Keinotidos a autorinade competeuto es docu<
mantos; que erim iros, p vei-avam sobre recibos
nm de I0,umdei:t*0i|0coutro de 80i000.iro-
cedeu-se as nw'essarias doligeneias, e enterrogato-
riosaos ttsignfltarios doBrecibos, e feito o ipipof-
licion o I); r publico a presidencia, decla-
rando que na 1 havia crime algnm sobre que de-
cahira acendajiisi
Aasim sao quAsi todos as aecus tees do Libera/.
Quegente,.griuMleDcus!f
diuas do labias de pa-carga de t pollcjadn. Hi
ducias di- laicas de assonlho de aniarelto. 2 iieeasdc
tapeto. 40 irados do ferfo de i/9,680 libras de tinta
v"idoiriglr/.a liOrrozas de torcidas para o pharol,
8 viilr,- l-ainifs de pai:'iile com 6 1/2 pabnosde
eoinpriioonto c 1 2dewrgo.
lambeni o eonseiho, de igual forma, contrata no
referido dia o lorinrmieiil" at o lim do annouro-
ximo vimloiii 1 d" cemento romano, de boa qualida-
de, para a- obnis do porto, caiLt bairica tendo nun-
ca mciio.s de 10 al robas de peso.
Para Lisboa.
Vai sabir com brevidade o brizne por: guet So-
bertmo, eapitao Bugiganga, para carga c passagei-
ros ii-it.i-0 eoni E. II. Rabcllo, iua do Comtnercio
,1. il. 011 com o iuesni i capitao.______,___________
Para Lisboa.
Vai sabir ."Vim brevidade o patacho portugtwa
Mlianca capitao Silva, para carga c pass^eiros
trata-se cohtK. Kaliello, ra do Commercio o.
14, ou com o me^uiu capitn;
Cabufia 18. entrada |eIo pateo da inalrif, onde
se coi timia a tirar retratos por todos os temas
pliotoinapliicos. No mesmo estabelecimento anda
se coi timia a tirar retratos em earto te visita a
OOO a du/ia. lia tambera urna linda bMlec{ao
do allinete. de 01110 ile le com podras pre,
para a colloeaeo de retratos.
Ama .
Preeisa-se de mua ama recomida que saiba coser
e engoiniiiar. e tambera de urna de ruA pie saiba
eozinliar lavar, para casa de pouea familia, qpe
sejam de meia dado o que d informar/es de sua
conducta : a tratar na ruado AragaoK 32.
Ama
I'reeisa-s,. de una ama para casa de rapaz .^1-
leito; ua rita do liucitnado 11. it
aos er^i-
senlf 1
lUiterera cotiliar sous meninos, a**gi"
Ibes .pie far. romo oosuinw. todo o ,-*lm
que ellos obtrnliam o desojado aiierfi ii^asonti
pouco lempo. As liciVs de leitora esrrip':
lencera exchisivaineiite ao aun
de ua ea-a suasdiseipulas. que par.; i>sn rl*i 1
biliada leensinar rnm mais raffi--
pois val mais una lico dada pe annsartoi
pelas ditas >uas discpila-- do
rios. \ffianea a l">a loltr; >la i-Mara al-
ta a 7 de Janeiro, a ra 0 Malrit da Bm
ii. ifi. ________________
libe,,, e>p.','ialmento ao corpo
do wnomerrij} q "
lem justo e intratado 'r.**?!'"'
i ni? o sen arni..zein .! *>
largo di loteo n. 8(1, l^ iiibarac*
julf^^^^^^^l
b-
ao 111
Thomaz hit de IWf.
ILEBlVEt


PvniamLuco Segunda letra 4 lie Janeiro de
de 1869.
s
Os bous charutos
xarope Vegetal Americano, c_peci-lda-k de llariholomea 4t
:H--RI A LARGA 1>0 ROSARIO -3* "U
Nao costumastos procurar attestados para acreditar wasos preparados, e doi-
xamo*que siu auplicno e os iysuUmIos obtidos lilas pessoas qm se dignaran aiu-iu-
los, Ihesdeem crdito fcwa; porque sao sempre os attestados considerados gratuito.,
e edelles que lancamo ox-harlatanismo; mas, no querendo olTender as pessoas que
espoutaneaiue-uk!nos olleiec.-ian os que al.aixo vo transcripto!, os fazeiuos puDltcar,
maiiifestando-Uies nossa gratido pela aUeiifo, esperando que .enhum cites corrobora
o conceito, e acceita .Bai'tkolomett C.
ATTKSTADOB *" S__
Ilhns. Sis. Bariolomen & C com aluais subida satisfar/) que declaro
sor o xarope Americauo de nina elLCacia extraordiparia, pois fff soffremto lia das de
intensa tos se, ponto de nao poder dormir a norie a desn-ito mesmo de im-tl trmenlos
que tomava, a elle recorr e lia terceira collier fui alliviado, c de todo me aclio lioje res-
tabelecido como uso gmente de quasi ineio fraseo: grato. pois.' esseresultado mam-
reato a Vv. Ss. meu reconhecimento.De Vv. Ss. amigo, venerador e obligado.Ma-
noel Antonio Viegas Jnior.
Sua casa 20 de abril de 1868.
lllms. 8rt. Rartliolomeu k C.--Penlioradissimp com o favor que
de aconselhar
va ba
trouxe
lllms. 8r*. Rartholomeu onselhar o uso do xarope Vegetal Americano, de sua compcsirj, (piando me aclia-
islaute doetite de urna constipaco, que me b>rnou com] netamente rouco e que
e urna forte tosse, e me impossibilitoii de cumplir os nta* deveres de cantor da
aliento, venerador e obrigado.Luiz Cremona.
Recife, 25 de setembro de 1808. ... n A __
lllms. Srs. Bartbolomeu & C.-0 xarope Vgetal Americano que Vv. Ss. tceu
vxpffclo venda de toda eficacia para o curativo dastlima, confoime obsevei appfr
vanflo-o a meu filbo Joaquim, menor de quatro aiams; victima desse flageUtv. que ate
nt*o por esparo excedente a dous anuos Itavia resistido a Otilios xaropes de gramie
Horneada. Queiram, os, Vs. Ss. acceitar a expresso altamente sincera de meu reco-
wkecimento ao meritorio smvco que Ibes prestaran, com o md^do xarope acminan-
do-me para sempre deVv. Ss! criado, atientocobligado.AiueriGO Netto de Mendonra.
Pjhneiras Jefra*.
"' -Jai ia Bartiolea da 'cefiie participa aos
O Campos a ra do niperadw n. 28 avisa e Srs. pas recnmineiida ios seus col legas e especialmente aos q,. ne, saibores que lem loia do charutos e amantes da meninas para Ibes eiiMiiar o quartto relativo a
lina Fumara, que acaba de recebrruma grande re- j^lineiras letias e costuras etc., assegni ando-Ibes
ruessa desse artg, do afamado fabricante osta,
de S. Flix.
MARCAS.
ExPOSCIO.
Illiperirs.
Uavanein^'.
Mississipes.
Primores.
Garibaldis.
Varetas.
Quein funtr saber e contra-marca dos que nao
saltem.
O Campos alllanca que estes charutos sao os que
tein merecido mais areilaco dos rcBpeittveis con-
sumidores desse genero, o alm disso sao prefer-
veis por se venderem cm sen estabeleeiiiiento pelos
preces do fabricante, aecrescendo somonte as des-
lazas para aqui *c|tarein, e avisa tautbein que e
so elle quein recebe charutos desse fabricante.
fiineiras l>
pe far I f.ircn jiara que ellas em poiicu
ti*i|K> obtenhai* n Hesejado apwfHiwimmto.
Tambero ensina a>i, escrever e fallar a linpua
franceza. Pude admittir meninas interna:. AHian
ra-lhes a boa leda. Abre *ua aula 7 dejaneii'
na da Matriz dajj^g^t*^ t>>
Claudio DubeuN inudou o sen escrip-
torio da ra do Imperador para o Caes f
de Novembro, n. 22, junto ao bi bar dos
arcos.
O Sr. vigai-w Flix Jos Marques Ba-
callao queira vir esta typograplua a ne-
gocio.
para sempre
Recift;, 2 de ontobro de 1808.
aa'isai
DE
I
MAMO
BE
N. 55RO. DO IMPEIU110R- N. 55.
; timos desta antiga fabrica sao boje assaz conhecktos para sqa aecessarie
iisislir Otee sua sui'i:ioridade, ^Magens e garantas que ollcrereiu nos coinpi-arlores,
todos
.pilateles estas incontestawis. |W eHcs tem (lelimlivaruenu! eonqiiisl;nlo sobre
os qsh- ten apparecido nesUi pran : possuindo um teclado e macbmtsmo qw obedecem
twlas asAontades e caprichos ,s pianistas, sem nunca falhar. jwr serem falmcados
de prHp.rsiio q ler-sc feiUmltimaBiote melhoraiwntos importniissimos pai-a o clima
des*' paiv: quauto s voies sio melodiosas e Rabadas e por nao unuto agradareis aos
oiivios'ks apreciadores. '
Fazem-se conforme ae encenunendas, wto nesta Bwnra edmo un do sr. Hion-
M,4eitofc, socio rompfnade de I. Vigne*, emcuja apital foram sempre prenna-
dws om tuxlas as exposinus. ,
No mesmo estabrtoriwntn se adiar *errpre un explendido e vanado sorli-
msicas dos meW:"i-rs auloivs ra'Bvnpn, assim pao liaimoiucos e pianos
karmonico^. sendo todo vendido por precos rohiinodose ra/.oa\e s. .________
fumucvo mnm
.1
Esa do Eran n. 52
0 propietario pwfictpa aos senlior.-s de eogpftlio, ajue por falta d'agua ou de
...uiraes se acbcm ibaMitades |iara moer suas caimas, que e-di prompto a assentar
t inas de vapor, cm m.)*i:is ou sem ellas, dentro em oito tas dep ws de estaren
s petas no engenho- -iSto aan i'i.visar de itf-ra alguma ou de ouira mudanca de moen-
.s existentes grafio a substuicao das rodas da almanjana.
RA im\ M RttSAW \. :{7
;:-te acreditado esUdelerimeirtM augmenta
MUmW 1'TIT ilESTMilWT
LOJA
DE
REL0J0EIR0
DE
VCTOR GRAMDIN
40 Ra da Cadeia do Recife N. W.
O propriotaiio deste .estabeteei-
mento, premiado coni a meduna
dacxposican universal de Pars no
auno de 1835, tero exiwsto a ven-
da ero sua loia, um grande sorti-
roentti de relogios para aljribeira,
como sejam : de ouro e i>rata, sen-
do dos meJUores fabricantes, de patentes inglezes,
suissos r horisontaes. Tambero tem urna grande
quaatidade de relogios para parede e que balero lio-
ras, ditos para aabareacOes e para rima de mesa
lo 'stes relogios sao dos roais bonitos modelos,
mesmo concerta relogios de todas as qiiaUdades
existentes, assim romo tambero roncera enroo-
metros de algibeira c maritimos : recebe sempre
por lodosos vapes, um completo sortiiaealo pe
conentes e tram-eiins, sendo tudo de ouro*de le
ede modelos os mar* modernos, assim coiaodiver-
sosobjertos de liijouteria dos mais bonitos e moder
nos gostos. _________,___
Gomes de Mallos Intos, estando emjmndanca
de sua loja de joias para a ra do Cabuga n. i. es-
li provisoriamente por cima de sen aulijn cslabe-
lecimento no primeiro andar da ra larga do liosa-
rio n. H. -;.
Doncavallos desella.
Furtaram na niadiugada do dia t) do correjite
no sitioUrejo d'Arado engenta) Be|lo-Monte.
(fivgnezia daEscada) dous cavallos cun segiiiutes : uro alasao com os quatro i>s blancos,
mais ou menos andador de.baixoa ineio, castrado,
e com um inchaco na mi direita, e Iniarca de
achaque na esqueda. nao grande e esta gordo e
tero marca de bexiga no espinhaco ; o oujlro e ros-
so umpoun sujo, grande, coro crennos e sil-iuiI
de pisadura no espinhaco. andador de balso a es-
qnipar,tainb(in castrado, e n-presenta ter de 10 a
12 anuos. Queffl deller der noticia ou a|i|lrelieudei-
esto lto-
do arse-
leve-osao ninsmo sitio ao major Pedro lr
drigues da Silva, ou nesta pwca no largo
nal ik- guerra n. I.
sado.
que ser bero rKfojnpen-
Preeisa-se de nina ama para cosinjhar para
a Halar na ra d
casa de pouca familia
6 ahaixoassignado tendoeni sen |k>
ftepoattSffo, peante o juizo rounici|ial da
ler como
primeira
vara desta ridade, a pivia Maria. de'nac:!) da Cos-
ta, de idade de mais de *0 anuos; aconte
dia 8 do torrente fugira de sua casa, no
Boa-Viagem, e ten) os signaes Repintes :
dos os cabellos da calieca sao brancos.
trazer a calieca enrolada com panno ro
BARATI1SSI3I0
. --. u .i/.fi a i itin:i ii ciuvmuo om |-iiiv .
na tahnca de Jos Vicente M ^.^ ,,e sua |lll.rU) (-, ll(, a|,ura e ,-,
lo Jardim n. 19, avisah aos |1;-0 ,(l|n dente8 .( frffl,te S()(Tri.
aplale do interior, que con- j,. t.s(.ron|mlas ao lado do pescocoetam
pimas ao laoo ao pest .
na roais grossa qneontra por causa de
Hoga. pos,o altaixo assignado asrespoMi
rdades ou capftes de campo que no M
ser apivsentala ou capturada (figneiu-se
entregar emsna casa
peza?.
Vrente Antonio ilo Espirito
Ainorim
onde satisfar tod;s as oes-
Pililo.
Ilahado nacional,
Godinho t C, i ra do
seus freguezes desta capital
tinuaro a fabricar cacado em alta escala, C olle-
recein-as melliores comlieflos, tanto em preco como
em uuaddade. Os proprletarios deste eslabeleci-
mento ch.unam a attenco dos senhoies consumi-
dores do interior,que os ipiizerem homar com
sua nvguezia, espirilicando ero sbus pedidos a
quadade e nuroeracao, oirerecendo-w para os en-
tregar bero acondicionados ero casa de sqUS eor-
respondenles nesta praea.______________________
Anenda-se a propriedade denominada
barra de Seriabaem no littoral da freguezia
do mesmo nome. com imiitos foros rece-
Ikt e miiitoscoquoiros a desfructar, k'iido-
alm disto, a excellente e rara po_id.fi de
beira-mar, e beira-rio, inteiramente apro-
priada para manter-se abi quafcjuer es
tabelecimento commercial de seceos, e mo-
.hados; a tratar ra do Imperador n. _0, ^^-"ZS^^
ou a na da florentina n. _S.
e i|iieno
lugar da
quasi to-
costtutia
no fazein
poi-egn-
romeco
pina per-
rysipeUa.
ras auto-
oile llies
marola-la
Urna pessoa de louga pratica no ci
offerece-se para escriptnrar livros por paij
bradas, pudendo ser procurado na na d
n. 18. primeiro andar. ^^
itteiifao
Antonio Carlos l'ereira de Uurgos Poiici
como solicitador il<) "oro desta citlade t
de lora, se encarrega de todas as ifuestie
rero suscitadasp-rante os tiilnun.es rivi-
coininerciaes e i-cclesiasliios, pionietten
MARTIMOS
Smxs ao Holel t>ntral, ra estreita do
posive Vaca che- Kosario n. I A. andiuli-nvo.
a ao ruine do hem-v\er. Para dar a nnruerer a vSBeilad minuta
Mm dos saborosM manjares confeccio- de rlrattos de Ittyana-, Rabia. Rio. etc. mt
,0- tom o milior asseo. tem bellos ano- esistem ueste novo eslaliei.rimenlo pres-
tos de bospedageia, lauto para urna s cindtmos -los animn.ius pomposos que gc-
<8oa, eomo para numerosa familia. ramente se lazem. ivduzuido-nos ajienas a
\ agiia, ndispensawel eleme:n.o para i lies letras iue sao tres bbb boni. bonito e
,,. p hygiene, tanioJa seinpre pin alum- burato. A* visUi do gonero aunimciado po-
laueia liara facilitar ..ceenies bunlios. iW-* j-la* de um veracidad.'. Esta casa
i3_i lainbem urna boa bilioilnra e perio- gusa ianibem das adifjoes de um elegante
lieos naeionaes e esfiangeros, piano para e fftil restoiiruiit onde-se pode ver a es-
,,ieio. billiares. etc. te. pedaiidade dos liambn'S e salames de Liou
igtde ociosa uualqpM rceenaniacSo para lanches e at "azer una boa colacao,
nata lio acreditado estrbchvirii.'mo, omit- juntamente em os priicipae* vinhos do
ines mais preambiiloi, fazeudo wr por Hwrado, obres_h_i'_o entre o bom a pura
din, fue o bom seniro, orden e nenlida- e Gstvenle chan_pagne,o mni saboroso Rhe-
ei iw renollmenlo quepossfle. o guante pede urna mesa.
sorvete e variedad
Itlonaedortas a la caite.

no refrescos.
_
(0\TRi l*O-
A Ouiipaidiia Imlcnmisadoi-a. cstabelecida
nesta pra<;a, loma seguros maritimos sobre
navios e seus catTegamenlos c roiitia fogo
eiii-ediii-ios. mercadorias e mobiliaj; na
ra do Vigarion. i. pavimento lenco.___
Joaqim Jos-Gon-
ealves Beltrao
RA DO TRAPIUIR N. 17, 1. ANDAR.
Sacra por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minbo, ein Braga,
tes logares em l'oriogal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Ciiimari'S.
(aiimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa to Conde.
Arcos de Val d' Vez.
Vianna do Castell.
anda recebercTrto numero de tasas com
por contracto animal > Uto ruseavel. 1)
rar.que costoiua dar as cantas de dcs|x
ciaes. todas datadas, wpeciftcailas e eoni
losa exactidao. como allii iiiam os qoe b*ll
constuiiles. Queni, p'iis. qaizw o hoiirarcoin sua
conflanra, dgnai'-se-ha procural-o ra
rheir&s'no priofiro andar do soi-rad- u.
ao cartorio do Sr. escrivao Molta, para o
demudar-ae.
" Hanoe! Alves Ferreira & :. na roa
da n. .'i. segundo andar, t-ni i-ara vender
da Moe-
sbperii
potassa da llussia. em bart'is e m bsba i i^ <
Lisboa 'la mais nofaqueha iwniercado.
Feitor.
Pieeisa-se de (lili feitor,que eenda heiTd
ta e jardim. prereiindo-se
para
e sobre os seguift-
Ponte do Lima.
Villa Beal.
Villa-Nova de
Lamego.
Lagos;
(lovilha'.
Vassal (Valpassos).
liiraudetla.
Bejtt
llilivellos.
Pamalk'Jfo.
MIDANCA

m
NSTITUTO
id-;

Da ra da Aurora n. 52
Aluga-se
0 terceiro andar do sobrado n. 8. ;i ra da
Imperatriz : a tratar com J. S. dr- M. Reg,
ra do Trapiche n. 34.
Metliodo .stiTho.
0 abaixo assignado, professor particular
de inslru.ro elementar pelo, methodo Cas-
tillio, a^iza ao respeitavel publico, e prin-
cipalmente aos pas de seus alumnos, que,
niudotia sua aula da ruada Praia, para a
ra de IVuhan. 19 i. andar, cuja aula ter
priiieipi'. n-idia ijuiula-feira, 7 do corren le.
Km dita aula recebe-se meninos internos
solteiro,
(b'iUro da cidade : a tratar na na do ial ppV I i
n. 3.
Precisa-se de una ama. para o iiij
zittbar : a ra das Triiu-hetaas n. 9-
S.
Com muito motor vmtfagw
! Compra o Coracao de Ouro, n. I), ra Id
gil. m "'das de. ouro e prat i e (viras pie,
_uinpra-se una casa terrea com solao, o
mesmo de uro andar : a tratar rita da i.
lirado n. :i. primeiro andar.
Conipia-se nina negra o;i liegro qu
hem. e um preto que saina trillar de ui
na da (ladea n. :ti. priiueir.i amlar.
. Cnmpram-se .'10 pipas rom mel
tratar no caes do Ramos n. __.
(40
Ouro e praia
em moeda e em obras' nulllisadas, cun) r-sc por
-lioii) preco : na praca da Indeju-ndenci!i. ii.
|r -Na praca da Independencia n. 'Xi, 1<>-i deou-
rives. compr-scouro.piala, e pedias |iieeiosas.e
tambero se fciz qualquer obra de cneomincnda, e
todo < qualipii'r concert.______________|_______
Compra-se nina bomba para cacimba, quees-
teja ero bom estado ; a ra d Cruz n.fit'"
OljRO E-PIl
Compra-se boje, nordas de prata, li-
bras esterlinas e ouro de todas as realida-
des por maior preco do que cm oura qual-
quer parle, na ra da Cadeia do lenle n.
58, loja do azulejo.
inuiereio
tidas do-
gal.....n
s termos
i fue Ib-"
trmes,
lo conti-
suia leal-
;nte. pode
nerciaes.
be decltt-
zas jsiili-
escrupii-
sido seus
VENDAS.
Vende-se una balanca defimal, '!'
1.200 libra* : na ra du Qeimado n. :io.
I'AKA A
RIJA lia HOSPICIO 1. 30.
Sal do ssl
Veridc-se a bordo do patacho portugut'z Jos.
por preco muito comuiodo. abaixo'as-pura tratar com Joaquim Jos (oueuive tbiltri
O director rommanica aos-pas de seus alumnos, tanto internos como externos, (pie
traosferie o seu cofleaio para a espaf a can da ra do Hospicio ri. 3f>," qual offerwe
nielhores proporcoes para cwiiihmI '
No lia 7 de janeiro estarn ab<
as
US
>iSt
t'_ji
t't@
l_ii*U_r.
FRANCA-BRASIL
n
MR MI.KClKlt. alfaiale hamez. previne ao respeiUvel publico e. .i seus numeroaos liegtie-
- me tendo transferido sna resd^nda para a ni. do Trapiche n. 7. priuviro andar, ah encontrarao
-HMire Uidas as iiualidad.-s de fwadas (tara trajos.Irflmmcm. >>prepara costumes para montana de
-enlDra Fas lambeta ubi as para milaies e para criados, para as quaes lem grande sanmenm de
kit.Vs simples, eom virola e tona 1" conde. Inancos c amarelios. Roeohe por todos os vapores os
ultiiruis figurin para hornero, senlioias e meninos
INJECCA13
\
com MATICO
de GRIMAULt e C^PHARMAh^Jf^ss W PARS
0 6c_esso d'esu injeeo, pipanda com s folhati do MaUco do Pru, foi lao rpida, qut
ella se lem tornada popular cm iodosM paites do mundo, para a cura da gonorrba e da purgt-
ies de wdt a naturexa. V o nice producto oeste ge aero cuja entradi os Russia tenba sido
autboriaada pela conseibo medico de S*o Petersburgo.
Deposito em Ptmambuco, em caa de er C.
signado liem conhecido do respeitavel pu-
lilico. o rpial o unco que pode mu beni
ajuizar sua capacidade proliessional.
Manon Jos de Fatia Siuies.
Antonio Faustino de (lastro
i'oiift-i'HCior de iiteusUiog ypo-
gj'itpSiho'i le madclra, ferro e
o i iros metaos.
LISBOA.
Alm ilos utensilios typographicos em uso. se-
(indo os mais mndwMS e peneitos modelos ap-
|iioiadi>s para 8 seivico da iinprensa nacional de
Lisboa i! de grande numero das typographias de
Portugal e do Brasil, fabrica poipionus prelos de
ferro, em que so (lodeni todava fazer imp_8SS9e-
de lonnalo nao excedente a meta folha de papel
cointimni. Estes prelos, que i foram tainbem
adoptados em lientos dos principaes estabeleci-
haoDtos do pas, servem cxeellcnteroonte, nio s
(ara a tragem de provas, mas anda para a im-
pressai) de qualquer trahallio, por mais delicado
seja, por qoanto a isse lim se lh^ podem
adaptar raa, tyinpiiio. frasqueta e poniuras.
tendo, para regular a cravacao, o eet-fitentc re-
gistro.
(iicluindo os accessorios indicados, o preeo de
cada prelo ilfj fcSjOOO lories.
0 con>ii-nctor pude ser procurado na imprensa
nacional de Lisboa. Estes pelos sao portatois.
podem-se eolliM-ar sobre urna mesa ou bal
~ Hreeisa-se de una ama para cosinhar
ra|iazes solteiro? : ra do Queimadb n. :i.
f.rca di
3:000.9000
Quein precisar da quanto ueiina a juro muito
medico, eoio lauto que de" garana acontento. I i -
ineio .01-
fna do Trapiche n. 17.
l-.in casadelfceod. Uiristiansen. rua dot^uiu*
niercio n. Iti, eiicontrain-se eici ti\ ament todas
as quatfadesde vtaRe Bordeaux Bourgpguee du
H lieno.__________________
Vende-se a annacao da taberna lia roa do
Noiiueira n. 49, cm muito boro estado : a tratar na
menina._________________________-
Manoel Alves Ferreira A C, na rua da
Moeda n. 5, segundo andar tem para aodei
superior potassa da Russiaem barris e meius
bari'is e cal de Lisboa da mais nova que ba
no mercado._________________________
Vende-se urna balanca
oi-fa de mil e duzentas liliras
Queimado n. 30.
decimal de
na rua do
Esrava
Vende-se una preta moca rerolliMa e sabendo
coser, eni(oii_uai', coziultar c lavar : a tratar na rua
do Aradlo n. .'!_.
Cemento de Frtluiid.
Vende-se un arniazciii de Viceute l'e reir da
Cost & Fillio, amada Madre I De >s t, '"
barris .randes.
Machinas de costura.
Km casa deTiu-o: Jitst.*Ho en is ilaalfiuidega TC-
llia, vendem-sc su|Mjriot:es machinas de costura da
acreditada fabrica dos Srs. l'laii' r Brand_rf &u.
de New-York.
Ooecs
Na rua do Codorniz n., Koi
pre uro complei
io. e por i>r>'
zovaeJ duque- euioutra qualquer parle.
AQ Tlf 17l'\Tl",_"_S_ em''as a? Partl's o" mundo, empngam, com o maior cuto, ",
U-_> XI IjIJU-U') O pliosplialo de ferro sohnel de LtKAS, para curar a chlorosi .'p
(odres palliilas), as ilres do e$lorij-go, e a exliausiai/ao do saegiie; com c_l |rcp'irtv-0, dio
ao corpo o vigor, c _s carnes, a sua firmeza natural; faiilitaui o dwe_T<_tMe_IO lo labo-
rioso da puberdade. Com efT-i o, ludo, u'esic luedicanieuto, se acS^rcunido para (be
nssegurar o maior credito, pois qae entram, na sua romposiee.o, os^pmcnlos dos estos e
do sangue. 0 sen autor, M. 1.i:k\s, doator cm silencias, pharmaTeniico, nror-ssor de
cliymi Honra, digna recompensa dos seos imporiaules trabalbos.
As seguintes aprceisvoos dos mais celebres mdicos anda vem corroborar e ju-car
lodos estes ttulos eannanca publica :
t Precisa classlicar o phosphato de ferro soluvel entre os ferruginosos que melbor
convcni aos doentes cujos oreaos digestivos supportam mal as preparacoe* de ferr.
Si)l DKIIl AN, profvttvr na Escola de medicina e de pharinacta.
O phosplrato de ferro soluvel e, cm quanto a mim, a mclhor das preparacocs ferrogi-
nosas, c o seu emprego di os mais promptos e seguros resultados.
AKA.N, medico do hospital Sainte Eugnie.
* A forma liquida do phosphato de ferro soluvel d-lhe urna inmensa vantagem sobre
i as pilulas; eu considero este medicamento como mui superior Js preparaedes iodadas.
ARNAL, medico ae S. M. o Imperador.
Entre todos os ferruginosos, n3o couhcccmos om s que obre lo prompta e efGcazmeatc
n como o pliospbaio de ferro soluvel, c isso, sr.m cansar o estomago.
ML.L0C, DACSJE, BIGOT. FOLI.ET PRVOST, mdicos dos kospitaet.
o Os elfeitos da prepavacio de phosphato de ferro soluvel me pa-ccem ser mui seguros
e promptos. > DBOL'T, redactor em chele do Hullelin lltcrapeutique.
< Entre todas as prep-racOes ferruginosas, o phosphato de ferro solovel foi a qae sempre
a me deo os melhores e mais satisfactorios resultados. GlIBOl'T, medico dos kospiues.
< 0 phosphato de ferro soluvel tem, sobretudo, a vantagem de evitar a constipaco e
couvir aos temperamentos delicados.
Deposito m Pernambuco, em casa de NUnirer e O*.
evitar a constipaco
t' FAVROT.
.."-.0'i"'''-'V.'V--,>
l P/iarmaeuico
laureado
pela Academia
U
medicina 4$ Ptris
PASTILHAS
[sDOSES DIGESTIVAS]
deBURINouBUISSON
Medtlhaio
ptU
Sociedad*
U
fomente.
ri
um do
efleito*
CON LACTATO DE SODA E MAGNESIA *jpt?P_J'
I Estas Paslhas constituem e medicamento o mais novo e o mais rarimal para eombaler
todas as affeccooi das vas digesiivaa. Ellas (ntem, com eTeito, o iode taetieo, un
elementos norasen da digest, combinado ecm a magnesia cakinads, me boos t
lera sido appreciados por todos os mdicos, e > bi-carbonatode soda, '*lqMtui *_m
aguu de Vich] : da maior parte^hs aguas mineraes alcalinas, lile trplice conjuncio de _
productos cuja ^^^^^^^^Hndica o bor i xito quesv oblem nos osslritet, g-'fra/g_#f
saAida de gatee, Bmuc, vontos demte da comitUu, inem, #res
tCetlcmaae, etc. i>ep __^B*e, em casa de Miim c.
I
tres
; ->: -


7
nm


!H
tk
lYriimburo
s
Segunda
4 .feiru
u-'tuuiiHitri'* 1

,1,869.
AO TRIIIMPHO
A ra do Queimado n. 7
rtP
DA SILVA fr d
^^ r
Est ;i cxposirao do re*peitavel publico neste importante estabelecimantu inri lindo
r ~ tipien > sortimento de fazendas ehegadastpplo ultimo vapar da Europa, o que temos a
kjura-deannunnar aospais de familia,assim como m bello sexo, a quemo Triuinplio
>'Jn n aUencio : garantindo sempre em sua nova luja o gosto de fazendas 6 novas mo-
*emodli.';i(;rio dos presos, para assim adquirir ;iwvmpatliia de quem S4 i lionra de
froogfar o Triumpbo.
lindas sedas de cores novo posto para 2<$6pOe 2&)0 o.-xovado.
Giacs de seda e ifia. apiado gosto para 1&300 o nado.
l.aazinhas comlibtra de seda para 16300*. covado.
Ditas de lindos piMlrrws para 500 e 800 rs. o covado.
Cambraias brancas para i, l500j i* e .'i.->.'k)0 at 64.
Hitas de por, lindos gostos, para 646 "00 rs. a vara.
Saias de la bonitas coin barras de 6;> a 106.
laliM's di- lita fo muselina e arcos por procos rcditzos.
Basquinas de grosdenaplas de 22> a .T->.
Giosdetiaples pretos e di- cores.
Musselnas Iwaneas e de cores.
E oiitras militas fazendas de apurado gosto, que seria enfadonho mencionar, as-
ssi chdo tamheni lima
lK II Il IIA
qpeaftnreceu loja do Iriiuuplio. alpacas de luita-corese v>adroesmodernos pelo bara-
%* javcode 100 rs. o covado s no Triumpho !
Alm destas fazendas t-m um completo sortimento de madapoloes. e Chitas ciaras
escaras, que se vendem por nuiito barato preeo e se do amostras a quem pedir, as-
smcomo qualquer fazenda se manda aomle for chamado ; estar aberta o estabele-
uento das (i da manhaa as 9 da noite.
Roupa foila
Gramta sormento de pannos, casemiras e brins para mandar fa/.er qualquer obra
^iKtod.i pretendciite, e lia tainbeni sempre pcompto bonito sortimento de roupa feita
p se vende rom grande dilTcrruea nos preces do que em outra qualquer parte.
AlT.niso Morena Temporal; querendo liquidar as miud-'/as existentes em sua
loja ra do Oueimado n. 55, resolved aruiunciar as mesmas miude/.as pira (pie o pu-
blico se certifique do diminuto precb porque as est vemlendo, a saber:
Masso* de gnunpo* com 25 a
Pee de trunca de caracol a
Pecas de trancas lisa de todas
as cores a......
Caixinhas com phospfioros de
cera dir/ia a.....
nii'iu a......
Sabonctes linos a 2W) e .
AliotoadOra* para rolletes de
(odas as tiiiatiilad^s a. .
Gaio de iinho para enl'eile de
vestidos \w ...
botr.es (| iiiaIre|wi-ola para ca-
misas, groza .....
Ditos de loiica......
Lindas garrafas coin agua de
Colonia a......
Frascos coin s'afiao liquido para
barba a......
T\
20 Garrafas d'agua Florida (vrda-
10 deira) a. .
Frascos com agua de Colonia a
'(() Garrafa de tinta roxa a. .
Missangas decores, inasso a I.
200 C.aixas coin 100 enveloppcs i.
' Estampas de santos a. .
520Mantos de seda para hoineiu a
50 Ditas de la a......
I Fita de sarja para enfeite rije
l'rlO vestidos por.....
.Latas comgraixa.diiziaa .
800 {Meias cruas para iiwnin a
Ditas gretas para senhora
QU Frasco de exmela para lene >
loO a. AfAi .
Teni jiara v
tros, os sofruinj
l'.iix'l pan "'
Perlina ;un
Grave pautad<
1*100
520
HOO
100
soo
too
H(K)
520
fiOO
wo
240
400
Dito de oleo para rrrhrttr a
) Dito dito de l,ubua OO e.
La para bordar, libra. .
50 Kscovas linas para rliapo a
Sapalos de tranca e ou i ros miiitos artij/oi, que eitfidoubo feria mencionar.
ItlA DO Temporal
.
.>.)
54>0
:too
HOO
-WDO
520
BAZAR DA MODA
JOS DE SOUZA SOABES fr C.
Eua Nova n. 50, esquina da ra de S. Amaro.
PARA O MOTO ATOO DE 18G9.
Nevo sorfimento de artijos moda o Inxo. rin-ebidos pelo ultimo vapor viudo da Europa.
Kspecial siiriiinenii) deobieeioa para mimes.
Pernuuarias tinas dos priueipaea autores.
la ivas de pellica frescas, brancas ode cores para liomens e senhoras.
Rhapeozinhos de pallia de Italia enfeilados, para senhoras.
Ricas cbapolinas para senhoras, gorma* palha de Italia para senhoras e im-niiss.
Esjiecial sortimento de sintos para senhoras.
Knfeites de posta paca senhoras.
Fitas de grosdenaple superior de todas as pores e larguras.
Franjas com vidrilhos, brancas, de cores e pretas.
Huarniees de todas as (pialidades liara veslidos.
Vestoanoe completos para baptisados.
Golinhas e ponaos emolidos para senhoras.
Coques modernos, lisos e enfeitados.
Bornous de laa e seda, cores claras, moda elegante para senhoras deboni gosto.
, i/irpinhos de cambraia enlejiados para senhoras.
(liche-nez de la.
Chapeos de sed para homens e senhoraSl -
ores linas, sortimento especial.
Muas elegantes dequalidade superior.
(antes ricos de palha. alia novidade.
Srinaldas de flores linas.
Camisas superiores para homens.
Colarinhos e punlu.
Grvalas e mantas modernas.
Bengalas de diversas qnalidades.
Catsas grandes com quatro pecas de msica
FMtee de palha para rawnicoes de vestidos. botOes, fivelas, lacos para enfeiles.
Chapeos de jiello de swla pretos, forma a Kotschild. fazenda surerior para liomens.
Convides de plaqu lino, gostos bonitos para rekigios.
Caroietas de bom gosto para as mesmas.
Correntes pretas de borracha diversos modelos para voltas.
(bjectos para luto.
E muitos oulros artigos de novidade que s vista peden ser apreciados.
Existe continuamente um completo sortimento de miudezas, vende-se por grosso e a retalh
A COJfOIODO^ PRESOS
BAZAR DA MODA.
,. ^. i-Vas
<'u|arf:ii#*..IIi|di -^ j
H idei
:**#>/
em perfeno
$M carcas de doze ffirrafes n^-i- rf-rfrr
Bourgogue.
lien.
Ma.cMra.
Herinilage.
Cliaiolilij.
Licor de curaeo de Hollanda eiucaix.is Icvin-
te e qualro Ijotijinhas.
GK8S
Nns armazens de '!'asso Irmaos.
Grades de ferro
para jaiilius, |M No.s aruia/t'iis t %mti\baos m; i i:itn<
J'ara serviros de grandes arnia7j'iis, para remo-
ver liairicas ou c.-iixiies de um para outro, lado jn-lo
mdico preeo de 12*000 rada um.
Farinha de trigo de Trieste
Das mellwras marcas Panonia (verdadeira) Fon-
lana e grande sorlnentodas melhores marcas de
laiinhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Clie,
Todas n-vas, chegailas ultiuianieiite nos arma-
zens de Tasso Irma s.
ESTA.
'le 1 holi, ,
a "*. bnbs
1 'lifteji,,
fail! Iflft**. rJhfrnl^
inetal rrincf' ir, .ii j.,.i ^^
pai frisar \,.~ii.1,;s. lian. .1 incfalde ji
a :i'li-.ol.is. iMvprlaw pan baiuV -
pintaid;is ile canns finas, asum min lr
ZS peln svstema rnetrie, adopta.!,, .^
mente pela cmara manir pal, alm nV .
Bros muitos o!jectos tvndnitn a fnrm+.
e mitideras. qiip s> vrntlem (K,r barato',.
ro,_ni roa DirHta n. r,:t. |ja rio Braga.
A loja a[uia brua
Gemcnto romano
Nosarmawns de Tasso Irmans.
Cenu'iito hydraulico 12$
O melhor para todo que sao obra* para agua, co-
mo assentameittn de canos de esgoto, alg(TO/..s, di-
iiioasseniamemo ue canos de esgoto. algero/.es, de- yoanno noini fxr'm*in.--ni, un. *** t
psito, tanques d'agua, etc.. etc.: em porcfies de <*a. uwrtra rigor de seu \ fincoento barricas se far reducco no iirerii : nos cscolha dos nnfrjtes de alta novidade kHlw
o reerpt.trillo da moda e .
vldadra.
A flguia branca ytnm fcifc, to mh.iv
acreditada, nao mi peas iM\id.ule>. varinboV.
p.noridade e atwniLuwu *> H!i lmta,
pela constante coiniiiodidad. df >.-n> jo,,
ion pelo sen assaz e iiujmm olvidad* agraiti. "
ridail'-.
K.-sas verdades ine apreciada- pete bello MXtf em parlKtiUi
res)ieitavel publico em (eral, e a l.in!.. u i ,
que estao qnasi pas and'i cuno ii lia __."
verhio, (piando pe t um oijectn d i-kioa-
(tosUi. noVHlade. ele, etc., dr.-*e lnv a<|BrtV ,|.
jecto sem d'ivida loi comprado na luja iTj-.,
branca.
Guando no club, nos bailes, oa m> ,.-, ,(
Sania IsaM, nina exceH-nii>Mnia a *ftam,
garbosamente Irajindu. traccmln anrirm
de mui larga lila, lisa, cliamaJoUda, W <-r
as suas admiradoras dizeui cumsi^u iqi
foi comprada na loja d'aguia branca.
Quamlo outra exct-llimivsiia, nai .t. ..
PREQO CBRENTE QOS CHAPEOS DE SOL
Da fabrica de
i prep
Cemento Porilaiul
0 verdadi-iro cemento I'orlland oa casa de Tasso
limaos.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc., etc.
De dilTcrenlcs ipialidades para cercados de aui-
macs, chiqueiros liara galinbas ou jardius : nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Barris com breu
Nos armatens de Tasso Irmaos
CANOS DE BARRO
Na ra Nova de Santo Hita, na antiga fabr ca de
sabio, ha para vender por preeo o mais mdico
possivej. canos francezes para edilicacoos i esgo-
los deluda aqualidade.superiores a todos os que
aqu tein ap|iareeido pela sua solidez.
PRETOS.
1 tOO por cano grande de 3 e meia polle;radas.
iM) \m dito de elresquarlosd.-dila.
1 OOO por ditu de e um quarlo de dita.
S00 ris por pistoleta de 2 potlegadas.
1 Cotovellos, curvas e canos de maior crossura, a
visia n fara o preeo. Compras maiores de 200
tem 5 por panto de descont por promplo paga-
1 ment. Pdivse ver as amostras nos rmaseos
de Tasso Irmaos.
lijlos francezes
Para ladrilbar casas terreas coinasseive pfeaM
| mdicos, muito convenientes e pronrios para larfri-
llius de cosinhas em sobrados, pelo sen asuelo e
evitar a pa.-sageni de aguas para o andar inferior
emesmo o perigo de fogo, aos procos de 30.000a
iOOO o milheiro : na ra Ni iva de Santo Rita, na
antiga fabrica de sabio, e compras maiores de 200
se rara 5 florenlo de des"eonto por prompto paga-
mento. Podem-se ver as amostras nos ani azens
de Tasso Irmaos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmaos.
Vinho do Porto lino superior: no armazem
de Tasso Irmaos.
O melhor cognac Gauthier Freres : no arma-
zem de Tasso Irmaos.
Ra Nova n. 23,Eua do Cabug n. 8
Fernambuco
Chapeos de seda trancada, Paragon. de 46 bastes, 28 noegadas a I6>: 20
|i>Degadas a 15a!, e 24 pollegadas a 14^000.
^ o* ,Pit0? dt se,la G- de N- Bara de aC> de ,6 hastes. 28 pollegadas a 14.?;
de 26 pollegadas a m : e 24 pollegadas a m000.
Ditos de seda G. de N. Usa, de acn, de 12 hastes, 28 pollegadas a 125 ; de
*> pollegadas a 11,5 ; o 24 pollegadas a 10*000.-
.-f-no D,0S d alpaca' de ac' de 12 ,'asU'"i'28 pollegadas a 6,5 ; e 26 pollegadas
Por duzia faz-se descont de 15 OjO
Chapeos de sol de panno, debaleia, de 8 hastes, 24 e 26 pollegadas a &
(Descont de 10 0|0). .
Ditos de panno, de junco, 8 hastes, a 18^000 a duzia, liquido.
a duzia.
.'III1 tl fll I/PT
Para descaropar algodSo
Expsito Iniversal de 1807. Premio nico.
Estas novas machinas obram sera machucar a sement, sem deixar ficar a menor
I tci.lade, fim que tanto desejavam os fabricantes.
0 aquentamento do algodo destruido por urna corre ateza de ar fri, produzida
|w-to ventilador. r
Estas machinas apresentam a vantagem de poderem s.r reguladas pelos traba-
l'rnlores os mais juexpeneiites. O seu pequeo volume e o seu pouco pes permittera
ir.Misjioi-ta-las com cyvallos, pelos mais pessimos caminhos, e o seu manejo tao fa-
fd que: um hornera s pode, sem se cancar, descargar de 1S a 20arrobas, e um meni-
6 de 8 a 10 arrobas por da:
Muitos agricultores c negociantes viram funecionar estas machinas em casa do Sr
G.-miao relojoeiro, seu expositor, e aprejiaram muito o systtmapela facilida -ifoado. o ti -abalho .porque os fios nao sao cortados, e deixamos Carocos limpos sera ne-
Bhrnna fetoa, deixando porlanto um beneficio de 20 a 23 por eeato sobre as outras ma-
etiinas. A vista destas vantagens, j se v que estas machinas s5o preferiveis aquellas
ti- serrar, tanto mais que as queixas dos fabricantes e dos nagociantes de Liverpool'
Havre,Hambargo etc., fizeram com que o ministro da agricultura do Brasil prohibiste
o ti^o das machinas de sonar, que muito deprecia o algodo brasileiro nos mercados
B3 aTiltiOpl,
Conservadora de sua indivi-
duallade, amiga do
progresso.
Os Jubyrinihoa da Esperanca
A loja de miudezas da ra do Queiinado
n. 3o A, vem presentar sua escomida
freguezia um artigo que at boje custava
muito caro, e pot isso 90 chegava para a
classe mais abastada da sociedade.
Toalhas /le labyrinlhos
Perfeitamente iguaes s que se fabrican)
no paiz por urna dcima parte do valor d'el-
las vindo a esta loja, apreciar a perfeiejo
reunida economa, (nem sempre possivel
isso).
As toalhas teem um circulo de lindo de-
senlio e no centro se le em caracteres maius-
culos a allegorica inscripcSo.A' baptisar.
A' passeiu.Meus cuidados.Lembran-
(?a.Visita.
Ninguem porceito deixar de ir completar
ojenxoval do lindo filho para fazer economa
de 15 ou 20/5, esses nadas de que se compe
o guarda roupa dos rea'm-nascidos qua-
s sempre licam aos extremosos ciddados
das mis, a essas a quem c Esperanca se
dirige, para quem desde j dispe-se a dar
amostras e certa est que pelo preeo nenhu-
ma deixar de coraprar.-
Fronhas
A Esperanza, tambora, reeebeu fronhas no
mesmo gosto das toalhas que vende pelo ha-
rato preeo de 30000, o que custava IOS I I
apreciai e se ligardes importancia ao con-
fortavei da vida, sem duvida comprareis : I
ueste bello paiz ninguem se faz pobre dis-
pensando 15,51 ou 20,5000, com o acceio e
belleza de que se decora a habitaco, s
vezes no que menos pensamos, entretanto,
como diziam nossos maiores, a sepultura da
vida : ainda s senhoras a quem a Espe-
ranca se dirige. Urna senhora cuidadosa
do nada faz a casa.
Ra do Queimado n. 35 A,
LOJA DO GUIO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 7
Maudou vir de sua corita e icaba de re-
ceber pelo ultimo vapor, completo sortimen-
ot de objectos de novidade e phantasia, os
quaes estao resolvidos a vende por precos
nimiamente baratos, para assinji animar aos
concurrentes e ao mesmo templ dar sabida
ao grande deposito que tem: jsto ra do
Crespo n. 7, loja do Gallo Vigilante.
Gollinhas, nimbos e caiiiisinhas para se-
nhora, fazendas de gosto e nov
Finos vestuarios para baptis;
como touquinhas, sapatjnhos
para o mesmo fin.
Grande sortimento de bicos e rendas
croch e de outras mu-tas qualidades.
Superiores caixas com msicas e sem el-
las, tendo o necessario para costuras, pro-*
prias para um delicado mimo.
Esteiras da India
Em casa de Tasso Irmaos vende-se esteiras da
India de diversos padroes e larguras, por preeo
comiiiodo.
mente ( rnaiu *eii vestido, ainda im-n...
de sii;i .-vinpatliin oaftniinfi* aqnHb< '**.
foram da loj.i d'agiiia branra.
Quamlo u'otitra exti-llcHlwsinia, aj.x.r Jj-
i.'i'llc7a ile seuiMtrtn agra uv.is de pellica adinjueza as so.i- k-M
ras loiivam-Uie o pisto e rono.-am |-j--
uvas (orara da loja ifignh branca
Quamlo mcsiiiii d:ias exrcllfiiii.->im.i
amigas de eolle|u, se rneniilraiii na<|iieir< !.-.
fes, depois d anihas por torea u> sua elevada liHmlm. pata:
lima a nuira s apradaws eheirat a fw
'ni sous finos lenftis. e rada urna das llmsas polo elogio do aeerto d<.' sua esn>llw..
i|iiO querend > |xir si mesma justilirar di/.-ni
laneaiiientr' verdade que i-sle clu-in. f.HnmH-
do na loja daguia brama.
linda nal.
Quando bontem os pas a(T1ict< s>nliam < i
da denlieao de efl charo lilhinho. e ln.je alrm>-
s.-itisiciii.s receten as visitas dm eus ffc ,-
amigos, dizem aipielles a estes, U Deus <|u< ,
n.-piroii para que compras', como nmipn-i bi >
ilcss.s virttioso> collares Ho\cr. que e ventai \>
loja d'aguia branca.
Alm do imiiIIo maiM aiail i
falla dlzer.
Quando em um circulo de fii upulm rar.>
teres s" discutir a veraridade de laes mrrr*. ap;.
reeer um oulro me qneira aimla levemente w~
romper a discuss'io, i,> |.riiiK'iros m iikhocm<> -
qiieeero a rii ciimspeccao e lliesdao um
cieso debique di^-ndo-lh-sj saben* que \
um daipielies que inclina o ctia|iro de *ti i.u
iiM-recii ser di'ML'iiado |tela afuia Itranca la- r
do Queimado n. X.
Sao taas as couna* ne por
limas eseapan as ovlras.
Ja ia e.-i|ueiendo a aguia branca,mas em tcaq
lembroii-se para noticiar, que rcrehru urna j
quena quautidade de enfeiles \>\r< c> ti
pos para ditos, torio feito de metal coin limtn-
apradaveis coloridos, obras estas pela pr.iuerr .
appareeidas. e portantoinleirn iio\mI.hI>'
Taiiibeni rhegaram novamenle deli ada* euHu-
e flores ornadas de aljofares e > idrilhup. liiiO I
palha para roques rumo para vestid-, i I
contina a merecer a apreciaran das exeettmie-
mas coiiheredoras do Imm.
Vemle-se.
lio haleao em bom estado : na ra da feo-
do ltccil'c n. ti.
dade.
dos, assim
raeiasinbas
de
da academia
t aedechu
efarij

haraarevtKo
lagreaio
da
acadeaia
Vende-se ou arrenda-se o engenho S.
Gaspar, sito na freguezia de Serinhaem, *o-
marca do Rio Formoso, prximo do embar-
que, com grandes partidos de pal, e mas-
sap roda da moenda, matos e mangues
para madeira necessaria. bom pasto.etc.:
tratar na ra do Imperador n. 20, ou ra
da Florentina n. 28.
Finas caixas com lentos e se
voltarete.
Agulhas para machinas de costura.
Ditas para croch, sendo de
e outras muitas qualidades, as^im como li-
nhas para o mesmo mister.
Finas grinaldas para noivas.
Meias de borracha para que
erysipella, assim como meias
os que soffrem de rheumatismoj
Suspensorios para homem e meninos.
Finos pentes de tartaruga para coques e
de outras muitas qualidades e
misteres.
Dedaes de raadreperola, mirfim, osso,
ac, metal, etc., etc.
Superior agua cosmocome
cabellos, dando aos mesmos a $ua cor pri-
mitiva.
Completo sortimento de finas perfumaras
dos melhores fabricantes, assim como mui-
tos outros objectos que impossivel des-
crever: isto s na raa do Crespo n. 7, loja
do. Gallo Vigilante.
Collares Iloyer elctricos magnticos con-
tra as convulses das crianzas para facili-
tar a dentinco das mesmas, o Gallo Vigi-
lante antigo recebedor d'estes prodigiosos
collares e contina a ter sempre grande de-
posito, ra do Crespo n. 7.
u ellcs para
ac, marfnn
u soTre de
de laa para
para tingir
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunos de Castro.
Vermfugo eflicaz e prefer vel todos os
condecidos j pela certeza de seu resultado,
e j pela f;u;il applicacao s criancas, ipiasi
sempre mais atacadas de tao terrivel e
muitas vezes fatal soffriniento.
nico deposito,
Pharmacia de Bartholomeo A C.
3ira larga do Rosario::'.
FNDICK DO BOWMAN
Ina do Brum u. ."*.
Machinas de vapor.
Rodas dagoa.
Moendas de canua.
Taixos de ferro, batido'e fundido.
Rodas dentadas, para moer com goa,
vapor e anmaes.
E outros muitos objectos, etc. etc.. pro-
prios-para agricultura.
(AZ GAZ I.AZ
Chegou ao antigo deposito de Heary ForsIerA
C, na do Imperador, nm earregainento d(^ gaz
di primeira qualidade; o qual se veude em partidas
e a relalho por menos preeo do que em outra ipjal-
quer parte.
Tintura japoneza
Instantnea pan "tingir os cabellos e a
barba, a itXM) o liasen.
E' a nica approvada e rccnmmendada
por ter sido recnhecida superior a todas
as tinturas d'este genero.
venda em casa de Gustavo Hervelii n.
51. ra da Cadeian. 51.
NOVIDADE
GUSA DOS GALLOS.
0 tratamento das afiVc;8cs cLoroticas, Ivmpuatitts ou escronhuloaat i Mm. i
simo, e mua, vezes essas molestias rsistenif fcTirartw?nSSo.^ "f"
indagares fekas pelos proesseres Mannon de araffiKenswufcr^ A$
e feris, tera pr0vado q0!a K^S "coniple,
juaetamente coi
unte, e por esl
priacipaes socie-
ausencia do M.Manese, elemento qe aempre dwe^a^W JKnS"taSiSSS-
1 ades medicas. Deposn- es. Pernambuco, eni casa de Km. r.
'ELA
a m 9-

1IBIIII
Ponada galoupeau.
Deposito espacial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34------Ra larga do Rosario------34.
MAxNTEIGA
Sabonetes de alcatrao
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitaco tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Hartholomeu A C.
34ra larga do Rosario34.
Farinha de mandioca,
Tem para vender Joaquim Jos Gonral-
ves BeltrSo, recentemente chegada de San-
ta Camarina, a bordo do patacho portuguez
rabe, fundeado defronte do trapiche do
I j^goo lExm. barao do Livramento e para tratar
Vende-se manteiga ingle flor a lJOO a Ubra;cora mesmo na na do Trapiche n. 17,
no progresso do pateo do Carao n. 9. oa a bordo do referido navio.
________
ILEBVEL
A loja de CoeUio ct Oliveira ra do
Queimado n. 19, recebeu pelo ultimo v&por
um bello sortimento de baloes de divesos
systemas, os mais aperfeigoados kque teem
viudo ao mocado, sendo :
Balos de guipur com tiras chamados
reguladores, ditos de musselina abertos por
ambos os lados, de modo que sendo te dos
de um tamnho servem para qualquer se-
nhora, de la de cores, com tiras, e as se-
guntes fazendas:
Saias de laa com bonitas barras.
Chales turcos de seda e la Beatriz de
Tendas.
Fitas de guipur pretos Rocamboly.
Chapeos de sol para senhora, muito lin-
dos.
Utasinhas
Sultanes, Poil de Chevre, Tricte, dito de
xadrez e outras muitas, entre ellas urna
Especialidade
Laa pura de cores a 360 rs. o covado.
Basquinas a Marta Antoniete.
Cambraias fantazia.
Ditas brancas transparentes o Victorias.
Colxas adamascadas..
Cobertas chinezas a 2#800 rs. e u ras
muitas fazendas que tornar-se-hia enfadonho
annunclar.
Vende-se urna porcao de caixoe* vastos,'pro-
pnos para bahulciro ; raa da Imperatfiz n. 9.

A Perfuman Victoria hoje muito proco r i i
pela flor da aristocracia, e das elefantes, f
causa da fabricaco sujicrior dos praslacles Ae>-
tmados aos usos do mocador, e ealre as qate*
ella creou orna especialidade etn cada artigo.
Os seus no;os perfumes, preparadas easa >
Euenci* ie Ylattgylatig, que ella obten saaaato
as illiis Phippinas, pela disiillaco 4a Uona
odoratissima, nao lemem nenhoma concurreao.
no que diz respeilo i una* c su.- i.lade do ehnro
pelo que aconselhflmos ao publico elegante qo-
peca como perfume para o lenca
0 EXTRACTO DE YLANGYLAKG
0 BOUQl'ET >K MANILBA
Alm d'estes dois extraclos exeepcionaes, qn-
sio propriedade exclusiva de saa casa, as 5*"
Rigaud e proparo igualmente, com partan-
lar perfeifao, ledos os extract* adepudos r*
moda, e entre os quaes citaremos os segaiaar :
Jockey-Club. Vilela. fete Ja
Ess. Bouqttet. Manchalt. Janmn.
Ferio fresco. Noussehne. Magnolia.
Flor dos prados. Romeletia. Rosa r/rrs
TOM TI* 1 RICA 11
E' urna Agua admiravel para o toilette, rem*-
titueella o verdadeiro lahsman da belleza, e can-
serva a pelle fresca, c a lez do rosto branca. E' t
ultima cxpresso da sciencia. E.-i par laas
reconhecida a-sua mcontestaTcl suptriridarf
sabr as aguas de Colonia, a agua de Florida e as
Tinsgrcs aromticos de maior nomeaila.
in%\n%
OLEO E POMADA
Excellcntes preparacScs que
o tbesouro do cabello, e que, os saias Uu de
Uncas tnicas e fortilicanies, einbellezo a
servio o cabello, ao mesmo lempo que Iba i
municao um cheiro suavissimo.
8VUO MIRA\Dt
Quem comparar este sabio com os que
vendem por ahi, fcilmente reconhecera i saf
nodade do nosso. Este torna a cuts maiiissa
macia, faz orna eteuma abundaste que fonrs asn ,
rerdadeiro banho de leile, e aaa deixa a dascia:
como delicadeu de pertene.
DE\TORI\A
PASTA DRKTIFBiriA
A Dentorina nm elixir entifrieia das
saares : perfuma e refresca agrada...
boca, fortifica as gesgivas, e preserva aa
da carie.
Esta pasto ientifricim fez
volucso na Perfumara; acaban para sempre
as pds opiatas, que sao mais oa
ou perigosos. Basta pasear
por cima, para obter ama
anctaosa que toma a deatea prieiUawaat
brancos. ^^
POS R08ADS
Preservio apelle dargar d*s waase do Me
aoaimiakaa-lae ama agradavai tiiiaan, a paa-
vaaem as sardas. Slo npeiiene aaa ada de areaa
a da amldo. Sea perfana daiitfaaa;
_tonmu,jm Hnumhuet, m tm as t;
z
i


Diario-re Pernamhuco Segunda vlfa 4 de Janeiro de
rilitl
1869.

A DINHEIRO NA LUJA E ARMAZEM
DO ^
^ a\ qa 'Jai?aa!\?a*i3i a. ^
DE
Flix Fereira da Silva, successor de Gama
& Silva
' O proprietario d'*t< estabelecimento comida ao r speitavel publico desta ca-
pital a \v swrtir-se no grande Mtabfelwimeiit'pje leirt de fazeudas. tanto daurtida cmo
nesta casa poderte fazer os seus sortnentos ni pequeas e grandes porces, vndert-
do-se-MieSi pi'lns preros *\t SC eompram as rasas nglezas : assini como as excellentis,
simas familias, podero innidar buscar as amostras de toda.- as fozetidas, mi mandare-
mo5 levar rtil suas rasas pelos n issos raiKciros, para o que .cha-se este estabelecimen-
to aherlft constantemente tale, s 6 lloras da mauliaa as 9 di iioutc.
O atoathado do ftrvo.

ato;Huid-1 dt algodao
adniiaseado a
alADU'OLO A 3:500.
Yeiidem-se peas de madapoln tino coni
1*2 jardas pelo lia -ato preg de :SOO a peca,
\ enUe-se upcfior
,, 8 palmos .1 laryura. a.lajnascauo a r -- frj^ a 7*000, na ra da m-
j* a vara: dito de Imho lleuda mudo w J^ (|(l ftl|js ^^ (,.,
MjpMior a 3&JQQ a vara : gnardauapos de L^'
ludio adamascados a IdiiOO a doria e minio Maslnhas
(inos a 8->000, B ditos ecouoiuii os a 3300
.1 dn/.ia.
c-ruch para cadeiras na luja du
Pavo
Chegaram os mais
li ou guarda bautras.
A de vintens.
A dn A dot vintens.
Ycndem-se laasinhas de cores inuito bo-
lindos panos de ero- ni tas com desenlios iniudinlios e grandinlios
[iropiios para ca- rom listadlas e pintas pelo barato preco'de
deiras tanto deneosto, como de bataneo e-Mlris o .ova lo na luja dn Pavo, ra da
.1- giMniico, e outms couipridos pira so- Wtpratrteu. 6&, de Feliz l'ereira da Silva.
, Lsiin como ditos redondos para mezas; AS CAMB LAS 1K) PAVAO
redwidas, ditos pequeims -ara atondadas, e Vndeni-se lirm simas peras de raimVaias
ditos para cubrir presentes, tendo peqwenos '-/.as transparentes tanto mgtezas eomosiii-
at para cubrir U prato, ipie se venden! sas tendo mais
por preco mudo em ownta, na toja
Tenx.s no\ idade na tena-;
P.Hiu iiaiguem se espante
A eonsa nao de dar cuidado,
Faz s 'tupie a sua adiftiraro,
US nao oiftiiide a limgiieiu.
Agora nao se. lembrem de novo incendio no pardieiro,
Nem que botive cxplnsu na i imam bomba,
Nem i|ue o preto Tliomaz ugi.
.Niiii i|iie o vapor chegou eiuUiudeirndn,
Nem que a FHUttfA AMAZONAS \k ii o S.
Nao se trata disso
.
* 8y (ynni jmz (I? paa (fl* qner pomar o inelro \ti
' titulo em cMisequemrin Wll StMIOHKS-Tenham pacienciaEsperem
-Nos vamos dizer doque se trata-; Ti i com af|iielles modos ipie toma
russo. Sr. Antonio Domingues, (piando recoiilH-ee tfw na uiellior boa f llie el ipiirrarain
algum livro sem principio nem limmas sim cnni uipwUas maneiras assz deli atlas que
senipri" secnviiiii;iiii no perfumoso ninlio da -Miipatliica \giiia-Branca : assiin [mis
attendam: _____ -^
\iuigos du l'artar o estomago agradavelmente venliain ;i ra da Imperati^z- -oilieiu
para a casi que iea em lre/;!e ao magnifico cal ollieui..... ollioni..... NiVveem ?

ciatriz
0 cordeiro previdente
lina do Novo evaiido s.irlimento de peilumaiias
linas, y outros obje,
Alem do completo sortimeiito deperh-
uar;as. tic i|(i* ell'crtivainente est prvida a
Ioja (i i C: rdeiro Previdente. ella acaba de
WJfpJwr Ufll oulro sorlimento ipie se torn
notavel pch variedade de objeetos. sirperiori-
.dade. (pnlid'i'l; s e commiMlidades de pie-
ios: a>si!ii.p .is. o Cordeiro Previdente ped '
e rspera itimiar a merecer a apreciara)
do vsp.'it ivel publico em geral e de sin
boa livj.iie/.ia em particular, nao se al'as-
laudo elle de sua bem conlieeida mansidao
e Irii'ateza. Km dita Ioja ei icol ida rao os
apreciadores do bom:
Vgua divina de E. Coudray.
Hita verdadeira de Murray A Laminan.
Dita de Cologne'ingleza, americana, lian-
ceza, todas dos mellioi-es e maisacredilados
o.i4*dao | fabricantes.
Dita balsmica denlrilicia.
I>i!a de Mor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para loilet.
Elixir odontalgieo para eonserxacao do
asseio da bocea.
(losmetiques de superior qualiiiado e ebei-
S*MI SIll'S"
G eOFtfl DEiVEONSQ
Vv"ia digan qong :
de. vara de largura, pelo>
atina-, jiivcos de 3.3000 at 108QO a peca, assjm
^nld^^Wr^linpeWlrik"M." t'i'Ws Peivii' da Silva. S|,|'ye [tara vestidas de bailes, por sermuilo
a* -- -t:i-Jii-- transparente a lrJOH, a vara, na Ioja do
Pastees iara vestid hraucos P;ri0 nt;n|a imp^trizn. 00, de Fdix^
a Veiideni-x i.snia.smodernoshisloes brau- F( STA*i BRANCO PAIU VESTIDOS K 040
os llexiveis v ^ilpicos probos para vestidos e roupas de t.lws fnsiruj Isratrts de. lista c cordao
menino a OUis. u covadw, na Ioja e arm
.em do Pava" rua da liaptlatiizn. SO
K 'li\ i'eivii-a da Silva.
Nao se bi'ozaiu
One peior
Fiquein bem quwtos
Oue e mellior. *
Mulber, di inoiiio que nqHirla !
Mullier, demonio liei de amar-ie !

Fallemos moho serio


CJ7Z-. /.rrswqii.c

"'i1' milito ("leorpadn mas milito llexivel. pro-
' ''' priospara vcstido,r(,u i-s,] enteikures f 5.
etc.e roupa para meninos, polo lwcntopre-
<". iiu o liui di'tentar aos koinens a abastecer* suas despensas no M."
AKAAZE.'i Dli MOLSIADOS esquina da ra da Aurora denuitc du, sunpl'iiis Matriz: o i.-irasavel proprietavio d'lsse importante e-'t-ibeldimeni-. arana V'
do (jne lia ik- mais superior e digno de urna casa ilessj irdem.
EMe iuteressante estabefecneno se torna saticiiie, i.:i.> > |i -h i.m h\*\..
dad.', como pelo lormoso e eii.'auUidor emblema que o a>se.':iU Vene-., tonnosa Circ. '
iNlITCO,
*>//' Ini-
urove-o
local-- Imitas papeleo igualmente bonitas, tam-
ait '''' 'tw Pereira da Silva.
OrgamK franco liso, milito tinta 800, SEDAS COM USTINIIAS A 3;Oo o
:>. a vara. 4l-,lo com ipiadros ou m^lfip, la- <'OV\DO
/,'.iida mu'-., superior a l : lil *le linl.o: V(,,1)|(.m.>(, as m1s ni)l\m^. sedas de
u-anco c,. pal.mnbas. fazenda iiMitu mi |fc|B||aa [ma ..<.stidos. ebegadaspeto ultimo
540 is. a vara. vapor com as cores mais modernas que tein
irusdeua?!es viudo a este jaece ido, j'elo barata pieco de
Cbeg..>si para a lojadoPavo pelo ultimo\ es. pcovad na ra da Impeatriz n.
varponmi grande swrtiinenlo dos melbores SO de Flix Pereira da Silva.
i osdeiiples pretos e de cores, U-ndo verde Alpacas lavradas
ambefc. que se vmleiii mais baralo .pie Cliegaram |-lo ultimo vapor as mais mo-
m outoa pialquor parle. 'll'lli:is alpaeas lavradas euffl as Atis lindas
lauros blancos a DM>00 a duzia .eires, que se vei tem a 4^000, o covado.
V.'i^i-selencosJ.nancosde eambraia de ditas lisas temi tambera COf de canua a
gmlao a 1-^001) e '>. dts-le linbo a 800 rs, ditasnescladas milito tinas a l:00,
->;>(>t>,. l rs. a ini, na Ioja e armazem o covado. e mira umitas fazenSas de gosto
loPavi ra da.liuperatriz ii. iO.de Fex e moda que ve vendem mais baralo do
"(eir da Silva. {\lh' ,>ni ,mtl* qualquer parte, itn armazem]
i'AM:i \ tO. '' '>av' nul dd Imperatrizn. 4*0. deFelix
, ', ... Pereira da Siha.
Yeaietn-se tAutm de raerti eoM iwa> CMK\fd)YS l)F COK
las tanas, pelo bw-atissim.. pm^.le ^OW V(,ll(1,m.s, o.-^hmIvs de ur'es com pa-
do Pavaoia da Jn.pe- ,,,-.. milldllfc{(, ^,n .,SS,L(()S hi:ail(,)S ,'j,
cores pelo kkniti >simo preco de 300 rs, o
covado, linissirnas cassas franeezs< com deli-
cadas cores e bonitos desenlios a 30 rs. o
! covado e ditas a 300 rs, na na ta Impera-
triz n. 00, araazem de Flix Pereira da
Silva.
lluEspas para humem
co ( OO ris o.-ovado, na Ioja e armazeni encantadora maga qoe seespeWa as aguas donossnaiui i Capibaraie, ecao
i-atriz u. 00. de Flix Pereira 2a Silva.
PECMINCJIX A 3:500.
lando o riso pava a altaneira OSmla que alm se avista garbosa e jftitlil rcplwb
rrrnm-ii de-cm breve gosar os mais anuos >a*ae*amies que Ibc serio levados jiel
Irada de terjro que SG a.jia nw naseedouTo.
Assim. pois.
Yenha loda a popiila-ao do Recite ver e admirar a bella pbvs'Km*mia
im:momw.
UTAS NOVIDADES1
PECHINCHAS
Kcvamente chegadas ao armazem
Tara imiilias
Grande IKazar. ra XTa
**. d< Caraelru vlaana* -
Acaba de elK'gar a este cslidc'Jemv.-1-la
grande|ioiiTiode mackiiuui para eo*lari
autor \VI.....iir Wilson, ajiprovada* na ate-
na exposicao di l>as. n< y;\v. cmMMi
di os pospontos toda a iosm.1, trm a
vantagom de ses to suave o niovinwuju*,
que qualquer crianea de oito amuifar4-
mente trablba, e pode, on ele iitr-w-
niiui nto. Ie\ai- vaiiligeni ao tertiffl Bar
de tiinta coslureiras. \ compreliwitt:
simples, pois em un quano da bora fc-
ca senlior do inovhneiito da marlna, Ira--
do a mesma a pi'op ietlade de iazer a e-
guintes cosluras: jxispontar, al
Irauzir, marcar e bordar, como apn-vi-J^a
os despulios que acompaub.iiu-iia-. < >*i*-
|iriel:iiios do e.stabelecneuU.i se taant-
gam de mandar eiKiuar n esta lidwV
garanlem entregar o importe disp
comprador, no caso de- tita IrabaHur r<*
perfeieno a machina \cndida, nao tc:-. porin, solbidoella algmia avaria. lia L**-
bem no mesmo estalleciintiito macha *
do autor Cii'ower & Baker, de trtala ^a-
plcsmcnte wo, e utas com juuviw**'
dos ps: e mxime toata os partcqp*'8'
mesma* maiiiiu.s. para ven#i -r avubo
PASTIlHiS ISS! I tAlAS
DU. PATERSUN
lie hismtith e maKaezla.
Remedio por extelieiicia para n>nu.. r
a magreza. I'aeilitar a dig>sto. fuitli
estomago etc.
NMm uwuatii
Pliarmaeia de l!ai1boioiv-U(i C.
34-------Ra larga lio Rowi -II.
TMIE-SI
supftriorfacinlia t>awittn>ca
-M-j-'i #-
. r(Mii-ch(ada na escuna Iiii.iihIm /mbx -
as perfumaras, niuito propnas para pre- j tratar no escriptorio de Ju Vietari de
& C na (h CadM 11. -'"i.
ros agradaveis.
rom
Copos e latas, maiores e menores,
pomada lina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente,
eoiitras qualidades.
Finos extractos ingleses, americanos e
francezes en fraseos simples eAfeitados
Essencia imperial do linoeagradavelciici-
ro de violeta.
Oulras concentradas e deelieiros igual-
mente linos e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto doleo de superior qualidade.
rom escolliidos clieiros, em fraseos dt dif-
lei entes tamaiilios.
S.iboiH'tes em barras, maiores e menores
para maos.
Ditos traasparentes, redondos eeruligu-
ras de iiieninos.
Dos mniti linos em caixinha para barba.
Caixiubar- com bonitos sabonetes imilando
fnictas.
Ditas de madeira invemisada contendo li-i
pie desa-
< moa es-
t novas-
do mt
vasos de metal coloridos, e de
e. elegantes, com pode airo/.
laduas de (torrar tgtfo
Di-h-,iie.'o>Ai\.< Mattn-iis leni para v* stu ewarutiario da iuu Vlfarw n. |L mpeu^
ns niacittia.s yon dwar^a" algiidaoj I
Un Lililes
Bonitos
'moldes HOTOS
e bontva.
Espi-eial p de arroz sem composicao de;
elieiro, e por isso o mais proprio para crian-;
' cas.
Oaiata ingleza e franeezapara (lentes,
i Pus de eampbora e outras (lifferentes!
ipialklades tamlM'in para (lentes.
Tnico oriental deKnip.
Ainda mais ruques. Ignlar, earpo celortadu, pmml barba e iiemxj
ttn liiitro sormentos de coques de no- um Itewro bigode, n dewiit da hvato M i pni**-
vea o bonitos moldes com lilets de vidrilh.s,' tos, cara redonda. |eraai pruy pi repa
e akmns delles ornados de llores e litas.' !43 ESCRAVOS FGIDOS.
Fiviiu IM ilia li de dez."in!>: i tui-w m~
nouiiuao Clit dt' Onex nina Ihnm armia-di t
d" Pao d" Allu. o escVavo (>|inai.u. de :Mr 4 a
o anuos, cor fula, beicos d'-lioia-lo.-. ivlainra <-
'
m


Ul2.%^
I1K
AtVk* de laa bitO.
i'oi1e> i-' Ka a '.t-Mt.
Cuites de laa a 3:300.
l.a.iw.-ii.i> | -2H(I AK,
Laaziuba- a SO m&
I mii'll a SU reis.
s o Pavo.
S o Pavo.
S tu Pavo..

l ip-e. |>"iSifc
caiii,': :! :-v-
|m>. a ca|itioa Jo diUn'Sfr.tv.i. l--vaM -
i liif.'w j sen mbar itanwi lit* dr Kan o-ia ;i
ncsla |ir:u;a na ia.i d i \\- iliiescra p-ie-i'.isa.'ir'ic riWil|>t'U!
Wdtm
t'exi-cas. ik.iV'iii pnuro -,dh'!nc
etSo todos expostos apreciaran deqoomi;lu^asyauiinMpstpr>Iiriay
os pretenda comprar.
( Obras de muito gosto e |erleiTin.
Fivellas e Otas para eiutus.
Bello e variado sorlimento di; taes objee-
tos, licando a boa eseolba aogosto do com-
pradas.
TLORES FINAS
0 que demelhor se pode encontrarme se
genero, sobresabindo os delicados ramos
orvalliados para coques.
Para taxem.
TerMo-nos ebegado ltimamente lazendas inteirameute novas.
i*ti' este: icio ao respefiavei iiublicn a que nos procure eoiaprai' faz
bou* nielo i'pii preeos que uaoacbai em wmraqualt|uer parte.
tilintreni!
bonitos cortes uV lazinbas
rom paroes iuodi*rnos lendo-
Veudeiu-se siy.-i riores palib'its ft> panno
sobivcasai ov forados de alpaca edt seda,
camisas inglesas e frncezas coni^s pei|0S
de esguii-.i. ceroii'lii.s l'raiieezas de tiabo eal-
oodo. metas i-uas iuglezas raperiares, ca-1 *&a*bifeea a :x 0>,-75 e 8-> rs.,
11 so w* armazem do Lea...
Ctttas escuras de padroes Hados por pre-
flaneia e le ineia de
orno ueste estaln'I '(-liento existe um grande
VeuoVi-se
para vestidos
cada uim .orle \\ rovados pko barato pre-^,timento depaiuitprets, e de ea^iniras
rod &S0O rs, a>,ii;i coluo em pecas jjnglezas decores. ,e que se ni inda fazer
que se \>ii|em a *0 Ku o covado, sendo ^.|,|qii -r obra a coutejito dos Sis. regue-
.rande pi biicba na toja r-arraairin do Pa- z+.s> ,, prometto-86-llie que sern servidos;
vi. ra da imperatriz is. 00, de Fehx Pe- ,.,, ., m.,or pr.M]i|.tad< e muito maiv ta-
cira da Silva.* ,r,, ,|(( ,rae (Mll 0n1ra qualquer parte;
P.ABADINtOS ;,til rm (|;, bnperainz n. 60,de Flix Perei-I
Veiidein--' liinssiinos babadnjfcos. liras:,;, ,ia silva.
b >rdadas e ta'remeios. maiK baratos do que! t'uirlfeados
i:.!i oiifraqaatouer pule, assim BM esjiar- .,
lilbos do- ms modernos, no artazem de
co de 30 300 rs. o covado.
Garas de core* eoiu pnliuit^ias e com
"I listas Earinhas cinzentas e cor de boiiina a
3(lo nado.
Cbiji* claras niJuiiinbasa 30 t 300.
Alpaca-; pretas e de cores lindan propi'ias
para venidos a 080, 700 e 800 r.
F.eui'is bordados a 0->. idOO e
Ricos e bem eseollijdos gosl<
marks para calcas e ptdetots a
cort.
Tainbein tem para acabar pe. a
no de linbo. com 7 varas, a llfr
Toallias de linbo para rosto a
zia.
Aos Srs. armadores de en trros
pecas d
Ke|\ pereira da Silva, ra da lusperatriz (
00.
A LOJA DO PAVAO
Gargarita de soda
(Stegannn pelo altimo vajior na mais bo-'
n Um gurgures de seda, propros para ves-
lil.s. sendo lisos e lavradinlios, ci
camas e jaueUgS,
Veide-se um glande SOftimcuto dos m'-i
!ores e maiores 'ortiaadus bordados pi"0-|ias a :>800 e M.
prios para .amas e para panetas, que se vpn-1 Gavpinhos tmmem
il"in a f6lK)0rs. cada par al/- 2.'irS0(K. rs.'^-sK).
isto na ra da In iieratr il 00. de Flix
; P 'reir da Silva.
Chitas
VendeiiKse as melbores chitas escuras para
casa sendo de coros fixas, pelos bandos
i'ui milito !)!VI'0S de 30 e 3(50 rs. o covado, ditas
Veiulem-s.
10 .ovados a .*>> : na roa da Imp
i8 e 3, junto a padaria franceza,
Leo.
Atteneo roupas litas !! no firmazen
Cortes d;-casemirasde.|uadrinli(>h e lis- do Leao. ra da Imperatriz n^. W e 5.
Peras de eambraia trans|iarent.* a
> o (>v. Por este nreco admira a todos !
4r),
' Fii;o .k' borde da bacra aviuiial
' mu luiato de noiiif Joaquin. ruin i^ aun- 4
! dude. grtMO do co^hi. i'siati.ia rrglar,
|HetoS c raM Ulna leve ( rtlafel I|i>MBVh fU/H
levando v,-slido catea a.nir-;. dr brilH | .ir.V- *-
iduadju dea'tali.'io iH^j::l::a^- in iitu ' na: (jueiii o aaanr lev'ar a ra aTrapMk1 =..
ser.i liein granttrado.
FUKio, a 9 d" di'/.'-iiilir.i, o iicrt-i Wa,
rrioulo. de idade i.'i antoa, -'sialiira alia. *ara fc*-
Ki{.iKa, i'oin mallias de aafpnBi aiwta Ereacaav.
cor bem |ireia. com nutrias de caustic.i a!>aii<< *-
peito, uiaos calosas, puf ser do WT* i'.o dr r-.'fiKwj*.
ttC preto lieiu coiili.'cido p> las divi-r-a> f-.yv
ruad
Bolsas de tapete ecarteiras di- couro. por
pieos commodos.
Chapeliuas de palito da Italia rnui bem
0nvda- i enfeitadas, e enfeites de flores obra de bom qim tinfcito: nrvni op.-u- m- i
. |, i gosto. <"(iidia n. 8. que s E assim muitos outros objeetos que se-
rio presentes a quein se dirigir (lita Ioja :
IM3M. i do Cordeiro Previdente a ra do Quebrado FuP'u '.ia ouairo :nm.s p-jucu ii ,a
'100U0U"
de bis-
-SoOO o
i de pan-
| IS.-5.
(b> a (In-
ri. 10.
LOJA DO PASSO.
Bina
i
Assim como temos um grande,
ciun:iibo itwsra, ifjjiii ia de JaboaUm. o e^rai
riiano, criimlo. idade de 21 a tt anime fcah
scoco do corpo. bem parecido, deve ter l. -j*" al|K.-t
barba, olhos rwinelb.is aluina.-id.. o (jul r<*rii
qiiu estivera na Estada trabalbando as nsfauej
lo f A. i a' es*>,,,I,a iKiliciaes o., aos caj.ites de cawpo .p:- .-.,i da do imperador. ; iicujju e eoanxaai qnelle enfcnao. oh aneada
0 dono deste importante estabelecimento. | tmparar h. 14. Sendoqua ed s* (rraiicit*
tendo reeebido de sua conta. pelo vapor I ma-iOOa, -a|ayr8 so iodwwiHae de udtm>
s- baosez Extnemadure, diversos artig.s de alta ] ** 'ue liz,'lvul (V,a a W''"'Bau''' ,"pv*'-'
bollanda preta com novidade proprios para a Testa, econscio de______----------------------------------------------.- -
Matriz n. queseo estabelecimento se acha bem sorti- 1(J0<^(HK)
do, priucipaJinente em artigos de moda, pe- No dia 8 d Jwl dt d,>1(MlH.0 fugl, ,i ,.mr*
de ao respeitavel publico e em particular SaaCAaaa, comarca de Porto-Calvo, prorinra **
ios seus numerosos Treguezes a bondade' Atagftas, o csrravo pardo de nomo PHi|ipp, **
de honra-lo com sua eonlianca, garantindo- Mmi di '""^l"'"""' "**"*
Ioja- do

para seubora a '4S e 0 variado snrtimenlo de roupas lejas: pa-:unamente baratos. Venham, pois, todos
jaque- i comprar novas e lindas Tazendas boas e
ompleto j Ibes serem liein servidos e por preeos 4^-
letots saceos, sobrecasacos. fratpit
1'c-llilR'ha | toes, calcas, rolletes, camisas, -emulas,
chapeos etc., tildo por preeos quei admira!
Cortes de rassincta de cores para calcase1 Tem tamhem um sortimento de roupas
lialetois a IS300. ordinarias por preco baraHWmo.
l'asinetadeeoi^e tota um pt-que.no to- Acaba de ebegar tambem mn
que de moto a itKJ rs. 0 covado.
K-.p,-i;ti!lios muito finos a i->.'iOO,
lustro, ^.uantiiido-.-e ue a fazenda ma* ,imt,J ''"a> *<**&&* >endo claras, rom pa-
liada c de mais pbantasia que este auno tem' lin";s ,1,; '';issa a 3C0 e P'vfiuutrUa, ;i.s:i|M)
.legado a eate mercado, e vende-se por "a lua ,l;l aWatratn. 00, armazem de Fe- -..., i i
leven nnito razoavel, na ra da Imperatriz !'* '''ra da S.ha. .1 l7* '
ll C.T. de Flix l'e.vira da Silva. C'osdeuaylcs preto i.rav.itav ,|,-. .;-,;, ,, .,(* rs
I sorlimento de damascos de
."i e azul, amaielio e coi- de caf
; vende por preco commodo.
core
ele.
oinpleto
s, sendo
que s'
A
mira
t f
"tapies preto
Vedas de listas para Testidus Vdfladosj mu grande sortimento dos piavl
C!ie/;ii;iiii as mais modernas sedas lista- Inores grosd.-napl's pretos, tanto lar-
das para \e.ii.ios, com as cores mais mo-gos como estivifos. sendo de 2>'KK) rs. o-|
I'; n.is que |, ai viudo ao mercado e ven-1 covado at U000 rs. garaiitimto-se que
dem-se pyr preco muito em iviuta por es- irestegeiieio uingeem tem melbor fazenda e
itos prximos da fesla. isto na qu.' se vende mas barato do ipie .in outra
toja do Pasao, roa da bniierairiz n. 00, de
Flix Pereira da Silva.
pialqtier pad-, na ra da Imperan iz n. 00,
de l'elix Poreira da Silva.
llTIi
flPPBF.SS
^MMttttttttttttx
m
ANNABIS L\DIC.
GBIWIULTeC1 PHARM ACITICOS'm PAfllS,
SIFFOCACAO
lOtQDILO
\
k
f
r
TikIos os meios al boje prcoonisados contra a aslbms nfio Icm sido mais do que pallialivos f
^ denano rtc todas as toimas, tebdo por base a lx-llndona, o curamonio iw opio. Rcenles expe- f
neiicias loitas em Armanlia, rrpeiidas em Frnnva c na bilaierra, lem provailo que o cnamo ?
nuio iie lieofaia pewac as mais noeave propriedad-s para combaler cssa tcmivel alTcccdo, f
aNim romo a tosse lu-nosa, n insomnia, a lysica aryngca. a roiiquhlo, eanccio da voz, I
o as nevralgias lariaes. E pois com o apoio da si icmin queofferecemos eslescigarros, prepara- f
des com o extracto de cnamo das Indias, que nos Importamos de Bombaim.
Deposito rm l'cninmbuco, em casa de Uanrcr C*
TCSSES
CATARRHOS
liolinbas bordadas a 300 r.
I.aaziunas a 200 rs.! '
l.aa/.inbas a 00 rs;! f
Uazihhas a 200 rs. !
No armazem do Leo, ;i ra da imperatriz ns.
padaria fran eza.
*
.No ainiajiem do Leo !
No amiazem do Leo !
No wmazHii do U'io
No armazem do U'3o !
'iS e 32, junto a 1
ja de
NOVIDADES
lina do ()ii'Hi;uki i. j|
ni k
oiinves
A este estabelecimento cliegarain as mais lindas eluqielinas de crep, tuie e pa-
lltinba ila Italia, primorosamente enfeitadas.
Baloes reguladores pura seulioras e meninas, os mais modernos e de varias
^y? PASTIIHAS EEITORE
SUCCO deALFAGE
El LOURO CEBE JO
IBSITAgOES
00 PEITO
P este o mais noo e delicioso onfeiio al f)ra conliCCiJd. Por i lo tem adquirido r-
pidamente a populai idade de jue goza. Os mcAt*i ; s mais disi'nctos o aconsdho contra
a* lusse$% deflujeos, catarrhos, totte convulsas, ailnrr ? epidmica, ir,-ilao$$ 4t peito. Com
gundeempenheeprocurilo as mies de familia, ascim :,tt ctit echf >ara as cnncaa, pois
pnnieiro que nido inoflensivo, c as suas pi opr^d.W' s aatecantoa nu d-Jx3o nada a deseji-.
Deposito em Pernamlmco?em casa de afauw a.
cores.
feltadas.
Basquinas de seda para seidioejj*, o que lu de mais gosjo,? delicadamente en-
*
Micos vestidos de bloiide Com manta e capella. para noivas.
Cortinados de eambraia bordados para camas e jauellas, de diversos gostos *
qualidades de 13-, al 80r>ooO. -
Tapetes alcatifas em pera para Torrar salas, gabinetes c corredores.
t'amisas inglezas de Imbo j)ai#liomem.
Ricos vestidos de seda pretos bordados agullia e de eambraia blancos (am-
liem bordados |ielo inesuio sysma.
Fronhas e toalbas de linbo e djj esguio todas bordadas para easamenl is.
Sedas de lindas cores. .-.i-Muir- de cores asmis modernas, saias de la com
baira.- de cor. cbapos de sol de >eda inglezes, espartilbos para aenlioias e meninas,
cojaiinlios de iinlio para boinem e grande sorlimento de ta/.endas de todas as ipialidades
que se vend.'in \:v. preeos qmj agradan aos compradores.
Nese est ilieie.inieiiid c^utin.; a receber-M' esteiras da India para forrar sal-
las de diversas larguras e cores, que \eudem-se piis baratas do que em mitra qual-
,,(-er parle, por |v-,, cli.amam a aWento para as
Exteiras ca India para forrar salas.
alta novidade, com bem:
Riquissimos cortes de blonde.
Biquissimos cortes de seda de cores.
Sedas de lindas cores para covados.
Aioire-antique azul, verde, branco e pe-
lo.
lirosdenaples aztr!, verde, branco e pre-
to.
Gorgurao branfo e preto.
Se.tim branco macau.
Cortes de seda com duas saias.
prstala ter 30 anuos de idade. e ron c- segu i**
signis : barbado (inas conserva-a rapada), ro-
tura babea, tein todos os dente* da arana, ralWH*
de i pouco carapiulios : quem o a|>|>relR'nibv e U^-*
ao referi.lo enyenho ou ao Sr. Jaq-iiin Hmlrii: *x
Tavjuvs de Mello, largo do Cuiyu-Saoki a. 17,
nieiiip andar, sera jjr.iiilie.idn rwni 100jCK)
100000 (le MTiti1ic:i(;ao
Do snodo abaiv assiguado, em Beber3*,a>
seiiton-se desde o dia t- do pnssnde. u seo c;cnra
Roberto, de ti SJUios de idade, puwo n.ai.< u na-
tos, e rom os Ngnji* scsuinlee: taina, ib- .-!.;:-.
n'gular, cun nina grande mana sebiv ..> i-v--
i|iie pareeo ter sido groveiiM-nle de ((ihnud: >..,
lem o dedo ndex da mao aquerda Urad i :

omite, e iiuamlo anda inelU' o pes para dente*
. .e, i.e l^M co.ll aiH au.> ^ Jj () ^-^ .Am.,ll fca._0 r
portee de laa escosseza com duas saias. |ira U1U, ^ ao Sr. W Manin> .' He*iri -.
Cortes de la e. seda, novidades.
Poil de chevre de lindas cores.
iparas de cordao lindas cores.
Ditas lisas de todas as cores.
Cortea de vestidos de eambraia bordad.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas .
Frondas de liidio com lindos beldados.
Lencos de eambraia de linljo
Cliapelinas de pallia da Italia.
Ditas de sedas de cores e pretas.
L'nfeites para cabeca de senliora.
pra que
villa de Ai-arvjugai IVdregullio, da piiiviwoi
! I'arahyba do Norte, a quem pertenren, i luruweap
do nesta eidade pafcK Srs. Fbrba. Lima Oimm
rSea i pede-se a man o apprebender lf. -i..-. roa
Ida Cadado Recife a. 19, anc.i/.ein. ejue i rcfjeaA
! 100J dcgratilieacaii.
.tn/oaio ievhurdo Ynz dr Carrnm.
.No dia ao do wm de aoveobro utuxiaaajx-
| sado, fugio do engenho S. Jo*. do aman nliieiii, a eserava de nenie Benedicta, mulata, w
"S- t annos de idade. cara bexigosa. altura n-pitar,
cabello cortado e .lentes |Miilns. fui Uim
deUarros Araujo. eiideiru du eiigeubo .Manaanav
! levou um txnipao de cliita daca ja velii 11 ni p--
uo da Costa uovo : quero a pegar leve-a ao di
Coques de todas as qualidades. engenbo. on ao Sr" Manoef Alves Pendra C.
Basquinas de seda enfeitadas com primor.' nesta praca, que ser generosamente ri-ocac*-
Leqnes de madreperota, marlim, sanda- sado. ________
Fumo do egenbo &iledade, a tuman*
lo e osso.
Cainisas bordadas para.lwmens.
Colillas de algodao e seda para cama. .
Ditas de crochet para cama.
Pannos de crochet para cadeiras e sof.
Chapeos de sol de seda para senhoras,
Ksparlilhos para senhoras.
Toalbas de labyrinto.
Lencos de labyrinto.
Fronhas de labyrinto.
Bicos. rendas e grades.
Finissimas cambraias de cores, percales,
las e outros muitos artigos de gosto e no-
vidade.
Loja do Passo na do Crespo n. 7 A es-
quina da do Imperador.
Mokilia
Veinte.-*! urna mobilia a Luiz XV, mi *
pej-fcilo, com akun uso.por pre^p muito romiuo-
do. A venda leila por ter a iiessoa de retirar-av.
para fora: a tialar na ra Ua Praia u. SO.
Porto-Calvo, pruviucia das Alacias, oocrawf*
lip|)e, cabra, cabellos carapiibos, de V aue *
idade. punco mais ou uienos, tioiiea barii.. ; -
Hlenos, nariz regular, olhos grandes, deoMnta
|H)iico limados e com falla de um na fi.nle v+ht
ligeiro. eujii eacraw foi comprado ao Exm. tus'**
de Kaaareth : pede-se as autoridades pt4ieia*
capitaes de campo a appieben
va-lo ao sen eobor no referido engenho, ou n*-
dade do Recife ao Sr. Joaqun Rodrigues TatOfea
de Mebo. largo do Car|-Santo n. 17, f andar, i*
sub generosamente recoin|H'nad;
Escravo fgido
Km a noite de # do passado, tMir cei> *
mista, fugio o rrioulo Manoet, de 33 am de irSa-
i, barbado, ......eorpul grande- < ~-
harrado-i: |,JIJ
~.'gu,l 1^'* w <:,ira*0 *> Bww-Jardim, o'**
natural. O referido escr.
Gauliel' dentina e H>p^blo '
mente de i
morador na Too* 0t> ImkIc "'- '"
na do Imperador u. 87, armazaut U&M&* gratiflear genecosamnla.
IUGVEI
I


a

Diario
Pernarubaco
Segunda
leira
UTTERATMA.
O grande da
(4* r>K JANEIRO DE 1860.)
i i i-.-tnotecrr d' risos ene sontas,'
' -. pinito a se frnrtcr de cnticos eflores;
r' atorra fleSiiUmiln os labios mili risonhos
i dia (Je taje au sold caicos fulgores.
: labios da multar. nosolhosflaeriaBra,
B s mundos i'diici'o un Verbo Eterno o puro
Palpita oriso-lus, o riso da espera*(;a.
Que as atas vcokaabres auras do futuro.
0 expandido arrebol! Nio falta mu hymno(lave,
-.i pcrolas de uii'l. iroin prantos de perfumo;
A Mtarexa (oiga ra sfu fcsaiu suave;
!. lio sagrada (esto, Deus que aceende o lume.
Que milagroso dia Assntnhra a prestara:
Tiroco que so (Timen do Mli loito l (kK'inpyrio,
TuldosiKi aurora a lmpida (locura,
Tanto ello tem de estrella, o tanto' lea de lyrio!
Ao p do cada flor que as ptalas descorra
t'ai coraran felizdcsvella-se sorrindo,
F, como que se v e tein-se em toda a torra
b'm paraisu t de poso enorme, inundo.
Judo bello agora: a virgen) romo a [llanta,
t homem como a estrella, a vaga como o vento;
^ molo que gravita, o p quo se levanta,
1 echo ila palavra, a luz do pensamento !
na nuvein iii.i que por acaso anda
psinofa.-si1 rojando alm. |H'lo horisonto
arrpJ-a ir o sol quo o da de boje alinda.
1. oom quo a mao de Deus cora a nossa fronte.
( p quo nos mancliava as tnicas rasgadas
Ao porcorrer no oscuro os amos do passado,
i la\ einos de lavar ci.'o niel das orvalliadas
Do cou que sobre nos recama-se azulado.
1'. Peus que junto nos collioa a providencia
A buscla divina a nos guiar no esparc,
.Nos salvar domai'a barca da existencia,
I: grande nos tara sustdos pojr leu braco.
I'ii barco a estremecer do risos o de sonhos;
Dui ninfo a se fondor de cnticos o flores;
'" a tena desalando os labios mui risonhos
L>*. diadfhoje aosolde clicos fulgores.
VlCTOUIAXO P.U.H.YRES
mi smenos nao jxprssc serevHadnal
boiJo dos uavju con.Meados, (H(U)'itte U
urna cortilun ae^, porque absortamen-
te indisr*msave que inn navio destinado a
afl'rontar os p-rigos ta grande navegacao.
n so incline por moda assustadorquajido
Ihe taite un veiil impetuoso, ten quan-
(l veis h-daurns durante os quaes as vergas
chegam a tae.'tr as n;.las. Comprrhende-
se perleiainento l iialnre/a (testas C0HS1-
detntcYs comparando alternadamente o na-
vio a inn cario 8 a um pndulo.
Carro i i le |.;va a carga nniilo fin baixo c
tem as ..alas afamadas possue inntto mais
estabilidade e resistencia ; assim tamben
navio quo assenta li{iamepte na agua, ato
, cuja superrie de fluctuaran larga,
possue milita estabilidade do forma, por
(|n' o voliiiio (I agua que desloca, inelinau-
do-se consiilerave!. 0 rearo coni energa
para tornado i posiro inicial, e um navio,
cujo cenro de gravidade baixo, tem umi-
ta cstabilidadc de peso.
Por sso, desde que o navio se desvia
da posiro vertical, entram duas forras em
jugo, nina que nasce da forra, outra do
peso, e dosse jogo nasce corto moviaiento
que constituo o que se chama estabilidade.
Se ello demasiado forte, os batanos sao
duros e sai liddos, o navio carica, o no lim
de ponen lempo lornam-so necessarios iis-
pendiosos co.'icortos. Se demasiado fra-
co diminue a estabilidade ; os balaucos sao
braudos, mas ampios, nao se pode levar
grande maslrearan, dtvresre a rapidez do
navio de m'I.i, o a eilicaeia do navio de
guerra, obri^ado a fecbar as portinlioias.
desde ijue o mar engrossa, torna-se ipiasi
milla.
Parece depnder do outeas considerairies
esta qaestao do b ilanco. (|;t.' alias e muito
olisiina. Se uuatiboa debalanri ostem
movimeiito. e. eutrando a gente de a -cordo
Com olla, impiiuie-se-lliena o\lroini lad-do
moviiueiiio mu iiiivo im;>u's i, estes aeompa-
uha.'ido o
Mas
o alongado e
caronas
Das esrjuadras.
I.
CMNSIDKRACOKS GF.RAF.S.
O engenheiro queseapplica construeco
ce navios, npoo-se incoiitestavelmonte a ti-
ivl'a de resolver um dos problemas mais
coBBBteKOS rom que tem de arcar o espi-
rito humano. Na mor parte das obras de
arte, claro o definido o objecto que o ho-
meiu dovo attingir; quei; so trate de edi-
ficar unta ponte, cavar um canal, delinear
um eaminlio,de forro, sabe-so por modo
^oralmente exacto quecondicoes se tem de
Compro*, e que inoios se tem do empregar,
o raro que esses meios e condices so
excluam uns aos outros. Por exempo, se
quizerom dar grande largura a um canal,
oao resultar que o.calado d*agua nao seja
assaz forte, o as duas dimensiios adopta-
das nao bao do impedir quo o engenheiro
de ao canal a extenso que as circumstan-
cias llie pedirem. A' fallar a verdade, o
nico obstculo do taes obras nasce da des-
poza que occasionam.
Acontece o contrario com a construeco
ilo navios; a cada instante, esbarra-se com
impossibilidados inateriaes, e acontece quasi
sempre que as condices indispensaveis
para allirmar a rapidez, a solidez do navio
para que elle navegue bem, e possa ser
utilisado em vista do sed destino, so forem
tomados isoladamonte, vao dar em dificul-
dades absolutamente contradictorias. Assim
que, pdo-se allirmar que um plano do
navio bem feito resulta de urna serie de
aproximaoos successivas, polas quaes se
corta de um lado paraarrescentaremoutro
at encontrar urna especie de compromisso
que, sem sor absolutamente satisfactorio,
concilio por modo satisfactorio as diversas
exigencias em vista das quaos o navio fui
construido. Quer so obter grande velori-
dade? preciso sacrificar a capacidade,
isto levar pouca carga: quer-se que o
navio so levante levemente por cima de
yagalhoes amoacaloros? sei myster que
seja engrossado na proa finas "ento de-
apparece o delgado das formas, e com elle
lima notavel parte de velocidado. ^aber
s aerificar, o escolher o melhor, entrorarios
sacrificios igualmente desagradaveiao ho-
mem conscioncioso, tal o encargo roser-
\ado ao constructor naval.
Entre as diversas condices que devepre-
encher um navio, algumas lia quo, em todo o
tempo, e especialmente quando se trata do
navios couracados, sao tidas como funda-
mentaes ; outras s de ha pouco tempo para
c que iram doscobeilas ou analysadas.
Tem-se censurado muito is novas cons-
tar a amplilude das os'a'O.'s: ni) raso
contrario, a labia panu poucoa piuco at
licar iunuovel; assim tanibeiu cada navio
urna t.iii ia de balam;. ou um peadulo espe-
cial com a sin oscillaoaopropria. Si- o es-
tado do mar tal que o impuiso da w.v^
concorde com o movimento iialural di navio,
os batneos sern fortissimos. e nocasoc-on-
trario. serao Iracos, o i|tiaudo se lizeramas
nolaveis OAjierieneias no Atlntico, em IHIJ
ou J8I:. com a esquadra iranceza. com-
posta de seis c unacados, que se aeabaram
(I construir (S'>rmnfile, Ghire, Omroune,
Silfi'iiini, M'iutit'/it, liircurilf), e do .Vw/io-
li'-h. ed Tinimn (jtviso) o do Tmwille
(typo de San)', notou-se, comalguma admi-
raeao. que tal navio como o Snl/friiin, que
balaoeava mais com o temporal (17. de
cada bordo) era dos que bal incavam menos
delgado-das
tem um limite : os navios longos fatjgain
muito,.como ia.il ver. suppondo Or
vio sustentado por urna vaga no cenro e
leudo as extremidades fwa d'acua.
0"incoTivenient!' de um alongamento na-
tural faz-so sentir principalmente a bordo
de um navio de madoira. Por mais cuida-
do que baja no ajustamento das pecas, el-
las nunca lrnian um todo liomo^eneo: as
suas varias partes sao justa-postas em voz
de unidas: um navio de ferro, pelo contra-
rio, oonstitue urna verdideira viga cavada.
homognea, e por isso nao ha outros limi-
tes exlaiso dos navios de ferro seno OS
que resultara das necesidades da navega-
rn, e quasi todos os paquetes das compa-
niias postaos sao de ferro.
Muitas marmitas militares adoptijram, pois,
o ferro para construir o costado dos seus
enconracados, nao s iMinjue se podiam
construir assim navios do grandes dimon-
ses, mas tambem para aproveitar a tanga
ilurac dos navios descasco raetalHco.
Outros pido contrario |ierferiram licar
liis aos navios de madoira, anexar da ra-
pidez rom que muita vez apodrecem: ti-
nbam para isso duas razos: a necessida-
de de utilisar as suas provises de madei-
ra e a vantagem da velocidade que o navio
forrado de cobre tem sobre o seuserileltian-
te construido de ferrn.
ii
IIISTOIUCO
Entre as varias condices quo acabamos
de enumerare que, fcilmente se conipre-
lieude, levam resultados contradictorios,
as que importavam especialmente Cantiga
mariiiha militar vela, eram a estabilidade,
a rapidez o a facilidado de movimento.
Para satisl'a/.or s exigencias do passado.
as experiencias, as tradio/es, os typos li-
elinente transmiltidos de idado a idade, con-
servados como arcanos misteriosos as cor- i Sirius p Great Weslrrii
itoraces dos constructoivs. loram SufJicion- succsso na va aborta
tos durante muito tempo: entretanto os Vaul partos; o mais insigdilicante monitor des- I). (iartos [hi.nIo quo sem recursos tem
eoiisorvMiio junto de si ate sin morte
todos os sen--- servo*.
Isabel aiitdt 'lU'1 posuiid i tniBn>s.
tem despedido imiHodiatamoirto quasi todos
os seus servidores.
* li! Carlos tem podido dzer. e otivido
a Franca dzor ;
Tmlo est perdido excepto a bonra.
troearia todos esses destroco< do passado,
qiit j nao devein s.-r ciitados nos nossos
recursos militaros senio coiiki trans);utos
ou madeira para o fo,?o.
Frtitilo rpida a tnnsfonnai o quo ai piel-
las mesmas jiessoas, na sua j iventudo, de-
linearain o plano de alguma magestosa nO
de buba de trplice batera de pecas, Iram
talvez cbamadas para rorta-l;l pelo meio a
lim de alongaba,esconder no poro" enor-
mes ealdeiras. machinas monstruosas, e fi-
nalmente a veem agora apodj-ecer, ocinsa,
intil o desarmada, em algiim canto dos
iiossns pollos, ao passo que negros Wili-
cios, com raras aberturas obstruidas por
canbos gigautosens, lii sombros do ver
ipiao tristes de habitar, resvalam silenciosa-
mente pelas ondas, tendo apenas- por orna-
mento no eonvez deserto, chaijiins enegre-
eidas pola ferrugem o urna lOastreaco es-
tirada, urna quilba lora do proporco com a
forra e a massa do collosso qu a aupporla.
(X-signal de todos estes progressoc foi
dado' na Inglaterra por Bulton o Watt ?
pouco dopois o americano FUlton, dopijis
de infructferas tentativas para que Ihe acei-
tassem a invonco em Franra, consoguioem
Isabel o a Franca dirijo
Todo est perdido.
to a tu
MMtl
mente
1807 que um vapor Iranspozesse a distan- niotins victoriosos 5.
lli.-'\Mi.y. O Mr l'ohlc de l.aiwl.
fallando dos assumptos desse estallo, i
mu ivrho de nina obra ipie acaba de pu-
blicar Mr. Nmt, rom o titulo : JUtffl idos
da maconeria contra a ordem social, po
i|iial so d una losetiba exacta dos motits
revoluces, ministerios, eleioos, e outras
eousas que tem Iiavido n'estes ultimn lem-
pos. Os dados sao exactos, pois sao tira-
dos de urna obra feita sob os auspicios do
goyerno em 1838. Estos dados do o se-
gundo resultado do movimento poltico de
Resjtonlia nos ltimos 5 anuos at I8'8 :
(lonstituicos promulgadas 5.
Motins geracs cojo efleito tem sido nina
mudanca no govenio, ou em outros termos

cia de. New-York a Albany. Dessemom-n-
to pm diante, a navogaco por vapor tomou
incremento rpido nosrios e lagos da L'nio
bem como as costas da joven e velba In-
glaterra.
Mas, a idea de atravessar o
recia
Constituices elalKiradas e discutidas,
masque nao tem recebido a saneco doll-
nitiva
Sublevacoes goiaos |iela forra das ar-
mas :i.
Motins parciaes, mas que teem produzi-
do graves desastros (tiesta cifra nao esli
prontiucianientos ini-
movimento j existente, aggm^n-jr|iespaub(ies, no tompo deKarlofY dopoi
tempo
os Hollandozos, tiveram |ior muito
0 segredo das bellas construccoes.
. Os engenlMrfros l'raucezes, no uuio do
IU0. comeearam a afastar-se da rutina o a
introdu/.ir clculos claros e methodicos na
arte de coiistrueeao. No tompodeLuiz XIV,
Luiz XV o Luis XVI, os melborameiitos e
progressos rpidamente se secederam; o
Soleil m/al com 101 peras, soberbo navio
deslumbrante de domados, revestido de
esculptiiras magniicas. s tinba ora rival
nos ni ares que era 0 Ho>/nl Lois: ambos
foram laucados ao mar no reinado de Luiz
XIV, e loram na marmita real o modelo de
outros navios com iguaes nomos. 0 ultimo
Uoyal L"iis, construido por Oliverio, passou
durante muito tempo por ser a obra prima
dos navios de alto bordo : e nessa poca, os
ingleses estavam reduzdos a copar servil-
ocano, pa-
ainda temeraria, e fui ^ em 1818
que o navio americano Sawiwih, sabido i comprehendidos os
dt^ Boston, atravessou o Atlntico pela pri- litares) 1500.
meira voz. Essa tentativa audaz cujo re- Eleicoes geraes 17.
sultado ora esperado rom aikedade nos| Legislaturas 7.
Estados-Unidos e na Inglaterra, apezar do; Senadores cleitus,'senadores \italicios e
suciTsso. nao tove imitadores at 18:11 elde dtreito 12o.
18:17. Nessa poca, os navjios inglozesi Doputados eleitos pelas provincias. 90.
Sesses no senado o nocongrsso :I778.
Alinslerios 47.
Ministros i|tie tem Iiavido
lempo, ministerios -iid.
lancai'am-se com
pelos audicosos
tinlias
apso de
dt^ va-
nos diversos
com bom lempo (7. de cada bordo.) Admlmente as presas que nos faziam, presas cu-
disso, os enmarados, transportando pesos| jos nomos ligiiravam nos seus aunaos ma-
fifiiin-s, long,. dn centro do navio, uiodili-(ritimos, aindadopois queeessavam de exis-
pores* que. em peiptPlln
deviam envolver o inundo nas |ina!lias rel-
iadas da rede britannica.
A marinlia militar iranceza
ficar muito tempo ndifferonti
vaco destinada a dar aos que
servir-se della semelbante ac
nao poda
a urna intio-
souborem
Te,seuno de
antigs
frueces a exagerada oscilaco, isto a
falta desea qualidade que se chama estabi-
lidade. A censura, como fosse fundada
FOLKETIM
caram consiUeniveinieute todas as
condiiTies : iiiiul iran o que so chama em
termos lerhnicos o wvuihto ile inercia;
mas em nossa i pinod>vem actuar um pou-
co a inauoira di ssas balaucas usadas a bordo
de cortas pirojas da Oceania, eo>sea efleito
ii'ste nico ponto de, vista, nao pode tor
nada que. seja incommodo. B'efledtiva-
in.'iiie. os coiii'acados quo acabamos de
citare que, ao principio, balancavam de
modo exagerad >, acalnram por licar em
condices scnsivi.'l!i:':i!f normaos, por causa
de urna melhor dmsfio do poso, o mais bem
eomprehondidn irrumaco de cargft
Mas. para rVsisiic ans ventos o s vagas,
para obedecer .i vontadedo homem, no
s preciso que o navio seja ostavel, in-
disjifii.-avel (|iie goverue em: nao ieve
pois sur dems.ado longo: sem isso tica
obrigado a recalcar mna enorme massa de
liquido, o por couseqiituria, dillicilineiite
oh:i(lec" ao lein,'.' Foi o que acontecen ao
navio rourarado ingle/. Warriar e a tivla a
serie de navios construidos pelo mesmo
plano.
Uimodo appari-.u o fapur, nrii tardn
que diiuinuisse a importancia do wlame.
orqoe. ein nutitos casi^,. prejmli,-,ava a
parcha : aouiosmo (emito rwirianim-se a
aeeessiiiadi e o provoito de alongar os na-
vios : provdto, por que o vnpor,_iuais r-
pido que o navio de \ela. governa melbor
ainda sendo oaoj lono necessidade, Ktr
que. .ilnn do eaire^anii'iilo habitual, era
preciso levar a narliina, a caldeira o o
carvo, e finalmente poqne a resistencia
na marcha depende pouco da extenso o
muito da superlicie da resistencia do navio.
calculada no sentido perpendicular mar-
cha, isto cavorna-mostra. O celebre
navio a blico Na/ioUn,, era na verdade
muito mais longo, mais fino que os seus
antecessores, monos uaslirado que ellos,
o entretanto era um instrumento de guerra
muito mais poderoso.
tir, porque eram substituidos por navios
idnticos.
O corpo plebett dos engenlieiros foi me-
nos desorganisado pela rvolufo do .que o
dos ofeiaes de marinba, e, no tempo do
imperio, o Ilustre San, produzio tJTlos
acabados, taes como o Otvam, a Chfode de
Pars, navios de alto bordo, o Ouiineau,
corveta do carga de muita velocidade.
Eram curtos todos osaes navios, espessos
na frente rom formas finas para a quilha :
as naos de linba tnham um fundo'quasi
chato, que selevantava bruscamente no ter-
co da largura por urna curva chamada jne-
llto: a inaor largura ora un pouco abaixt
do huno d'agua: a parte do costado, situa-
da cima da agua, apresentava urna reen-
Irancia de aspecto elegante e severo ; todos
esses navios erammaneiros, navegavam bom,
levantavam-se li'vemeute sobro as vagas.
Foi essa a bolla poca dos olieiaes 'de
marinba, o tempo das bellas manobras, da
villa ao ar livrgj nas pontos, nas baterias
(tildo a brisa circulava volitado, lojige das
ruidosas mangas de bomba, das caldeiras
ardeutes, das casamatas escuras, de todos
esses fabricos tenveis pola tarca, tomiveis
pela delicadeza, facis de comprometlcrcom
um grao de areia : porque infelizmente, nao
preciso mais para que se manifest um
desastre n'uma machina e para que hora
do combate una fortaleza de ferro, cuja
coiistrucoo custou militos, se acbo paraly-
sada e, lora de snico.
Os progressos da seiencia, ainvenco do
vapor, do hlice, dos canhes,, estriados o
omprego do ferro na construeco o defesa
dos navios, miibaram ludo isto. Essas in-
novaces pozeram repentinamente e por
duas vezes, no rol das velbarias e curiosi-
dades arcbeologicas, duas magnificas mari-
ulias, a marinba vela e a de vapores de
madeira. Os que tem visitado os nossos
arsenaes toro notado o atulliamento dos
navios do prowedonda que obstrem os
poder. Confiou-se urna miss ao Sr. Ma-
restier. engenheiro de marinlta para ir es-
tadal nos Estados-Unidos a nuesto dos
navios de vapor.
(Conthu'.)
POUCO DE TUDO.
Os tOSS EXILADOS C.VHI.OS V K JSABKI. II.
A Croniqm oV VUnest piblica o'se-
guinte :
Semelkmca Um tuotira de palacio
dirigido por Christina. o a dei'ecco de
Mroto forcaram Carlos V a passar os Py-
riuens.
Uinmntin da mariulia e a defeceo
de muitos generan tem iguahiiente forra-
do Jsabel a passar*os Prrineos.
i E' em nome da liberdade1 revolucio-
naria que se tem combatido o tio. o em
nome desta nnsma liberdade que si^ tem
combatido a sobrinba.
* Os mantimentos qu,. |,.>ava w|.
mida para seis mezes si os soguinto,-
Jtiscoiitos 110,01)0 quinta,-. ;" |\ |^,
pipas de vinho ; ,(KJO quintaos ,],. ,,, ,
nlKt ; :i,W3 ipiintaes de ipieijo ; H.ooo
quintaos de todo o genero do pescado
3,OtM) quhltaes de arroz ; 6,340 iinintae
th' fava e grao : II,398 cantaros 5r azei-
te : 43,8(>0 cantaros de vinagre : II wji,
pipas de agua.
lista armada foi a mn> r e a piis f, P.
I' (lepos d'aq.iella (um que \ni|;l
ta Italia.
Os preros dos gneros nao rresri.r,i
no pm.M ordinario, nem faltaran) Im^^
do nwr. uem carpinteos, mm, rafcifai,.".
para toda a armada, o para cinco ;,.,- ,,,.
n'aquello anuo foram para a India. ,. n,r,
os navio de todas as mais ronqui>|,i>, ('('j
sao mais de liO os que lodos a'n....
parteiu d este porto.
Non arinazi'iis das armas, qm .v,
junto Kibera, licaram em deposito i
pecas de attilliaria. Nas lre salas de .,,.
mas, infinito numero de cacolete>.
d'isso una grande uiullido de piq,,].,
cas. arcabuzes, mosquetes, esmerill
outros iiistrtuiieijtos de guerra.
Qtiando a armada passou pela ton-.--'
s. Julio. u'essa poca no forte prr.i ,
que tem essa torre, estavam loo soldad.i
mais de 70 peras de grana artilfuri i
Exr.oi ivs oe Bossim. De um artigo il i
Sr. A. Dubois dedicado as eteifiaj feiii
na igreja da Trindade de Parts, rw i
de Rossnii, vamos aproveitar alguiis ,,
notes desta tirante ceremonia :
* A igreja da Trindade era pequea i.n ,
contamina multido quetiidia all .|., iKir,
prostar a ultima uoinenagem ao illu>uv .
nado.
0 mperwloj- Napotaoe o ivi de n,
!i/etam-se represeul ir na ceremonia :,
meiri pelo viseonde de Lafmiiv. >, ,,.
marista, o segundo peta cavanVu,, \
ministro de Italia junto dxcorte fian..-/.,.
Lm destacamento 1o 51. de lu
= I
A Europa republicana bale
e fraernisuu em 4!) de agosti
como o tinba feito em 21 di
18^9.
i Ella tinba demolido um tlu tno
ella demoli ;un throno boje.
A guerra civil ensatiguonllou
tnoira queda, e a guerra civil nao
em ensanguentar a segunda.
* Desemelhancos .1). Carlos lutoii he-
as palmas
de 1808,
agosto de
ento,
a pri-
lardar
Se se quer diz, Mr. Neut. fazor tuna
idea do numero de tais, dcretos o roaos
ordeiis l'eitas por esta immensa pbalange
de legisladores e ministros, bastar recor-
dar (pie a collecco de todos osles di-ru-
ineutos nao forma menos de 100 volmaos
I. iraprssbs i m carador compatos.
Eis-ahi o que tem Udo a Itesprlia;! j0',','ii:n,v'_
urna constituirn por lustro, o em mu
quarl'i. de serno. de 18:t:i ,"K. I o(M) mo-
tins o -*i(X) ministros!
Que cabos a que nao tem podido dar
remedio 100 volumes talis! Portpioi
Perrn .director
\andre Dinnas, lilho, c
meMtros da imprensa.
O atando era si
A (r.vnok AiiMvnv. Leuios no Jornal
iln
c .mmaulado por um chefe de batall.o .
((Jt-rVa ocadlfver deRosslni, por este
grande oflicial da Legio de Honra.
O Instituto tinba enviado uina nunifr
sa depuraran eompotta, entre outros. .
Ambrnsio Tboinaz Lelmiain, Hsoniiirr
Alemdestas notabilidades roncorre
> cei-einnnia : o inarecbal Vaillante, nprii
cipe de .Mettornicli, embaixador de Austria
o barita Beyens, ministro da Dejira:
.conde de Nieuvvorkerke : Jtuber : llHnii'1
il.-pois de I8.)H tem bavulo inultos motins.: |)()1|1.e(
pronunciamentos e mudancas de governo
ueste itatz.
rotcamente soto anuos, e as su;
e nao regeessava a matar parte das vezes
seno ao cahir na tarde, quando nao acon-
teca, sorprende-o a noute nos bosques ou
aind assontado nas margons do Creusa,
30 paludo rellexj das estrellas.
Achava-se n'e;tas dist"sict-s do espiri-
to, (piando mu dia, ao atravessar a tapada,
(leparon rom Ca[harina allirta.
Desde ha um mez que permaneiia u'a-
quelles sitios, atada nao tinba visto rousa
romparavel peiptena fada : pode mesmo
aflirniar-sc que nem sequer sonhra coii.-a
mais graciosa nem altrahenle.
CATHAREVA
POfl
rJules Sandeau
.i.
t
Rogerlo
(Continuago do u. 299)
Era ento exactamente o mez de abril,
e Rogerio, misturando os effluvios da sua
alma com os encantos da creado, pela vez
. primeira aspirava com toda a tarca o ar
enebriante da liberdade. Comtudo, abran-
dados os primeiros transportes a.alma,
doixou-so insensivelmente entregar sau-
dosa recordago de sua mai e depois da
Allomanha, onde adquirir as primeiras
noyes da vida real.
Casto e puro, estranho aos amores como
a outras paixes, apoderou-se-llie do espi-
rito essa ardente melancola que produz nas
almas jovens vagas aspiraces e a inquieta-
rlo dos sentidos despertados. Nao conbe-
cia o imperio do amor, e por isso nao po-
da explicar a si mesmo o que o perturbava
e agitava, sentindo, todava, no peito dno
quetim dique a trasbordar, um vulco que
tenda a expandir-se.
A antinomia entre o carcter de Rogerio
e o de Robineau deixa ver a impossbida-
do que havia (tara este em comprehender
levidamente a actividade de um corago que
irabava de abrir-se vida.
Rogerio, puis, ausentava-se de casa ao
primetro raiar da aurora, acompaiihado I parou na aore enT volta da*qua? metl
dos seus caes e de espingarda, ao hombro,]perseguida pelas moscas, enrolara as re-
bateram em Urdax no dia da sua entrada
em Franca, absolutamente com os defen-
sores de Saragora. Nao foi pr?ciso sean
sote dias o una uniea l.atalha tara expul-
sar Isabel de rTespaiiha.
D. Carlos veio para Fian;a rodeado
de urna grande part- das suas tropas, ita
lodos os seus generaos, em una palavra.
de um cortejo numeroso e dedicado.
Isabel chegou sem tropas, sem gene-
raes, sem cortejo, sim. s, eouipletamoni
s aqu.
1). Carlos eslava pobre, ni
tropas se
AIIM Vil \.
do OinDiu'rrio de Lisboa :
El-re I). Felippe I detormuinu l'.er
urna grande armada rom a qual conquis-
tasse o reino de Inglaterra, e mandn aton-
tar os seguimos ravios em n. de Lio o
30,814 possoas no porto de Lisboa pira
partirom todos juntos, romo partirain em
:J0 de majo de lss.
frota coinpunha-se do seguiute.
Halones o naos grnssas 65.
Urcas do 300 at 700 toneladas 4o.
Zainas o Galenos de Portugal 13, en-
Ire-os quaes foi o Galeo S. Martiuho em
(|iie fni o duque de Medina (pie. era gene-
ral o levava 1,000 linmens de peleja. O
Gatean S. Jno quo tai por almirante de
toda a armada, levava 800 soldados. O
lorio Galeo S. Matlieiis levava 700 sol-
dados.
Galoneas .
Gales 4.*
Carvollas grandes para serviro i
mada l.
Flanas armadas 10.
Levada esta armada 4,130 pecas de
(.artilharia. a saber 1,197 pecas de [tronzo e
934 de ferro coado.
Panresta artilharia se levavam 1I3:7!)()
pilouros, cun .*i.l(i.'i quintaos de puh'nra
da 0|iera : A!
quasi todos i.
de
mido da dejMrtar'i
alguiis amigo.s de R.
deas: lembrou-se do pequenino p, que
por um momento susvera na mo,e, jul-
gaudo ver Cathariua a dosapparecer ao lon-
go das selies, do novo se sorrio.
Depois perguntou a si mesmd onde sera
S. Silvano, lugar para oApjal nunca a sua
imaginaco o atlraliira, e cuja direceo,
posto distasse apenas cinco leguas, ignora-
va, nao suspeitando ainda no dia antece-
dente se quer a sua existencia.
Sem mesmo tratar de explicar a razao
do attractivo, lenibrou-se de visitar aquella
aldea, rujo coadjuctor eslava sem sbre-
lo de 1834 se nao de salva
carlista enrolada ao redor da
esta bandeira tinba iminortalisad(|>
carregui, Cabrera e tantos butn
Isabel nao se preoccuBOU
(dir,
seus
oto
porque tinba ludo repartido eoin os
partidistas.
Isabel 6 rica, muito rica
maneira dos seus partidistas,
grandes economas.
A heroica Mara Tbereza, esposa de
D. Carlos, nao se oceupou em !) de agos-
de Pesara
siui.
i Em quanto se colloeava o cadver r.
sarrophago, o orgao tocou o lamoso tn
das Trerus da Semita mis.
A missa comecou depois Mr um c,
de Jomelli, e.xor.utado pelos coristas do cm
servatorio, com o concurso de todas as i
histraeSes musicaes preseates em Pars.
Os trechos escolliidos para a cer.
monia foram depois executados pela seguiu-
te forma :
Dia ira* adoptado musir do Stalm
iliossini). Sotas cantados pelas damas Ni
san e litach, fl por Gardotu e lamburiii.
Liber saiilum ajiplicadn musir .
Qilis rsi Huido do SlalitU t Rossini). De-
empeiihado pelas Albnn o Patti.
Lacrimosa do Heqtriem, de Mozaii.
coros.
Ao OITerlnrin : Vid* $HUM Sfabat 0
;lr. I'ergolese) executadn pela Nlsnn.
A Klcvaco : PieJau, ajiplicadn S"
quarteto Quando tonta do Stahu/ de Bo>-
sin: exeetitantes as damas Krauss eGrossi.
<> os solistas Niconi o Aguesi.
Aqiuis l)vi applicado oraco do Mot
sps (Rossitii). Solos de sopranos pel-i
Patti e pela Albon. Solos'de baixos por
para a artbariac arcabuzaria : 1.4-'>8| Roimelie. Carn, Rolval.
quinlaes de ebumpit para pilouros de arca- Faure cantn alm dissoo Pro xrar;
buzaria, corp mais I.l.tl quntaos de mu- do StabaUle ftssini.
porque
tem fcito
salvar
com algiius ntimos.
bandeira
la cintura.
Zumala-
s hroes.
denlo de se
rao para a arcabuzaria.
A gente que foi 'esta armada era
seguiute :
Soldados caslelhanos 16,963.,
Soldados portuguezes 4,0f(().
Aventureiros !4.
Gente do mar 8,031.
('iados dos aventureiros 163.
Entretenidos 4:18.
c Criados seus 103.
Gente da artilharia 107.
\ Do Hospital 83.
Religiosos de todas as ordens 180.
Cavalleiros da casa do duipio ii.
Nas galos e gallaras, 4.08H lora oli-
eiaes de fazonda e minisfro da justira.
Dava-se raro a 90)093 possoas.

- ..........r~~^ "* V"J" <-"jiioi wr.iura &cni sowie-
As lagrimas da joven improssionaram-o, poli/., mas onde, em compensarn, o paro-
causou-lho coiiinioco a sua gentileza, eap-
tivou-o a sua candna.
No campo, principahniute quando se est
s, tudo serve do dislraccao : a flor que
abre, a l'olna qiu cabe, o passarinbo que
va, a nuvem que passa. Assim lainbem
a apparioo do latharina foi para a exis-
tencia de Rogerio urna cousa notavel, um
grande aeonte'-inionfo.
Comtudo (levnos confessar que, depois
de ter dado a devida rcmneheuso a Robi-
neau, nao se loiulirou mais de Cathariua.
Na madrugada do da seguinte ei-lo pro-
pirado para sabir, de espingarda ao hom-
bro, mas agora, m vez de ir a p, vai no
seu cavallinho.
A'quella hora tudo dorma no castello,
evcepclo dos caes, que saltavam em roda
dello, e dos gallos, precursores da aurorad! i
Por isso foi ello mesmo quem sellou o c f
*allo ; de caminho ia-se embrando da so-
btiiiha do patwhu, da sobrepeliz do coad-
juctor e at de Annette, nao podondo dei-
xarde sorrir-se. Ao atravessar a tajtada.
notoii o lugar onde encontrara a pequea
fada a chorar : ao passar pela grade, ro-
cho tinba urna sobrinba to bella.
Tomou, pois, a direceo que na vespera
seguir Camarina ; porra, chegado a urna
encruzilhada de quatro caminhos e nao Ihe
apparecendo urna pessoa ao menos a ipiem
perguntar, Rogerio abandbnou a'redea do
cavallo e deixou se ir ao acaso.
Encontrando urna velha a liar, pergun-
tou-lhe com voz doce e attenciosamente
pial era o caminho de S. Silvano.
0 caminho de S. Silvano ? repetio
a velha, olhando para Rogerio com ar de
velhacaria saloia V seguindo, meu cava-
Ihoi-o, que o senhor coidiece-o to bem co-
mo eu.
Intilmente insisti Rogerio em que nao
era dlalli, e por isso nao conhecia o Jugar:
a aldea, convencida de que era victima de
urna eacoada, e nao podendo, alm d'isso,
acreditar que se ignorasse o caminho de
urna povoaco to distincta na historia, nao
passou de menear a cabeca e o mancebo
leve de caminhar ao acaso por entre um la-
byrintho de verdura que o cercava de todos
os lados.
Algum tempo depois, vendo um velho
que andava a lavrar, rerguntou-lhe tam-
bem com maneiras affaveis qual era o cami-
nho para S. Silvano, ao que elle respon-
der! :
Ab meu nobre senhor, quem me
dora conhocer o caminho do panizo como
o senhor contuve o de S. Silvano !
E, dito isto, picouosbois e foi andando.
Assim ia o joven viseonde havia algumas
horas em busca, de S. Silvano, informan-
do-se com todos os que encontrara e nn'-
bendo de todos a mesma atteneksa respos-
ta, quando de repente, n'um monte a que
subir para se orientar, descubri ao longo
um campanario ennegrecido surgindo d en-
tre o arvoredo e algumas columias de fu-
mo subindo por entre diversa:; arvores
floridas. Do ponto onde Rogerio se arha-
va via-se o Creusa correndo l im baixo
no meio de renques de ftas e alamos, e
ouvia-se o sutswjar das aguas jjior entre
as brancas pedras do seu loito.
Rogerio tove um presentimeuto de que
ora alli S. Silvano, sob cujo belli arvoredo
a sobrinba do parodio tinha o seu ninho.
Fustigando ocvallito, mottoii-s 'pgr urna
vereda copada, que devia ir tei 4"*feia.
Era assim que o nosso bere so avonturava,
sem outra revelafo mais do que o genio
que o imrjellia, ao descobrmieuta da sua
America.
Tendo galopado um pouco, depressa
transpoz a distancia rpie o separava da al-
deia, e j via de perto os tectos (b colmo e
a igreja, quando deparou com Clalidio Noi-
rel, que por acaso andava passenndo n'a-
quelle sitio, de m5os nos bolsos e a cara
no ar.
Meu amigo. disse elle ao tilhJU^
thesoureiro, o qual conheceu Rogerio ]fig9
ao tangetenha a bondade de di;er-raH
aqui S. Silvano, como supponho pois ain-
da que nasci n'estes sitios, sou quasi como
estrangeiro.
Claudio ollr.ii para elle rom ar de" sonso.
sentindo ao mesmo tempo tentaco de llie
torcer o poscoco, porm conteve-se, to-
mando a iinal um expodiente nao falto de
I espiritotanto verdade que nao ha pato
a quera o amor nao possa dar astucia da
agina.
S. Silvano -exelamoii elle n'um toiu
estrepitoso e grave, como se estivosse ao
coro0 senhor est do costas viradas paia
elle Como veio procurar S. Silvano al-
deia do Hachero I", como se quizes.-e
achar o norte no sul!
Entodisse Rogerio impaciente
estou na aldeia de Hachero
Eis-alli a igri'ja o a casa-do Sr. pa.Mi-
cuoacudi Claudio.
O articulista A. Dubois diz nao poder
doscrexer a profunda impresso causad <
na assembla por esta msica grandiosa in-
terpretada por taes artistas :.que o do I -
Stol'ia,.cantado por Alboni e Patti produ-
zio um ailmiravel eleito.
Ao sabir da igreja os conloes do al ;
nle eram levados patas Srs. N'igra. ministi
de Italia : Cenatti, cnsul, goral : Camill.
Doucot, director da adtninislraco dos the-
atros e Ambrosio Thonia/..
o Depois da ceremonia, que duroubon
o meia. d cortejo dirigio-se para o pemite-
rio do Pre-Lacbaise, onde urna multi.la
de mais de 400:000 |iessoas foi p. estar hi-
menagem a urna das matares notahiUdade-
arlislicas doste serillo.
disse Rogerio.Sentindo
KsUi bom-
bislante vontade de comer, almocarei na
llaclu-re. Diga-me : llavera alli de co-
ra ?
Ah meu charo senhor, estou cerl i
deque nao encontrar em toda a aldeia mu
copo de cidra e um bolo de farinba ordina-
ria. Poderia o senhor offerecer todo o di-
nheiro por un pao de trigo mimoso, que
nao o obteria. 0 aturado invern desgr; -
cou esta povoaco, que nao hoje mais ie
(jue urna multido de miseraveis, devorados
pola tome !
Como assim ?-exclamou Rogerio
Pois nao lia aqui quem possa vender-nv
um puraro de leite e urna fatia de pao de
rala ?
Leite .'disse Claudio Oh meu
bom senhor, onde ir busca-lo. se nem urna
s varea nos resta ? Todo o nosso gad
morreo de fri : nem urna cabeca d'elle
aqui existe Alm d'isso, meu senhor,
accrescentou elle com cara de piedade
basta olhar-para mim para poder julgar d
que maneira nos alimentamos aqui! 111
!mais de seis semanas (pie nao entram nos-
te corpo mais do que codeas de pao do ral
com botar to alentado, quo nem os pello-
de um barbadinbo
E' verdade. meu pobre rapaz,di-
>e o joven viseonde, nieltendn-lhe namo
nina moeda d' prata n sou a>pectn indica
bastantes privaces. Tome l o ensiiu-
me o caminlio para S. Silvano.
- Sempre a direito poresse mesmo ca-
minho loradisse Claudio, guardando a
moeda iU' prala, a qual, tostantes depois.
foi laucar no inealhoiro dos pobres
igreja. Vgoracontinuuu elle, depois dr
fazor vollar pola rodea o cavallo diris
sempre direilinlio. sem fazer ,aso de mui-
tas alalhos que eni todo o caniinho Ihe h"
de oslar sorrindo do um e outro lado. Den-
tro em duas horas deve topar com um
inoinho de vento o lugo depois com un
carvalhn muito grande, que tem no tronc
um nicho com a Santa Virgem o o Menino
Jess. E ainda d'ahi por diante seguir o
senhor caminho direito, sempre a direito.
at que descubra S. Silvano. E" l, meu
bom senhor, que encontrar leite mugido,
galnlias assadas e pi brauco.
Tudo isto fra dito com nina simplicida-
de to naturalmente aldea, que pela cabe-
ra de Honorio nao perpassou sequer a-mi-
nima suspeita a respeito do seu cicerone.
Agradecen a Clatidio e parti a galope, im-
pellido pela vontade de comer e singular-
mente entluisiasinado rom a perspectiva
culinaria que o lilho do thesoureiro Ihe Q-
zera entrever.
(Continnar-se-k).
r


I-



t


_
TVP, DO DIARIO-ftl:A DAS CRCZES N.44


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