Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11613


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Full Text
Sot o a oJaoa>
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ANNO IL1V. MMBRO 180.
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Par tris pw tiis. ............ j .
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** biia SEXTA FEIRA 7 BE ACOST MI 1868.
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F* aa ana isaa a.\.......... .....
A ra*viiciA.
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35


a -ni. i
I
EfUHMKGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrioo d* Llmi;
Gura o Sr. Antorlo Marqaes da Silva; Aracaty,
o Sr. /.de Lomos Braga; Ciar, o Sr. Joaijaim
los de Ollreira ; Para, os Srs. Gerardo A a ionio
Alves di PU|o; Aaaiooas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tarares da Costa;
Babia, o Sr. Jos &f arUo? Alves Ro da Janeiro,
o Sr. os Ribeiro Ga?p rioho
partida dos ESTArBTA3.
Oiloda, Cabo. Escada eestacSes da va tsrraa at
Agua Prata, iodos os das.
Iruarass s Goranna ias segundas e sertas fsHras
Almo Aniso, Gravad Beaerros, Boolio, Carnero,
Sanobo, Garasbons, Biqoe, S. ieoM, Bom Coa-
eelbo, Aguas Bellas Tacaran!, as tercas-feirra,
Pao d'Albo, Naxaretd.LiiDOfllro, Bre/o, Pesooelra,
Ingaieira, Flores, Villa BeHa, CabroW, Boa-Vis
ta, atorlcory, Salgoelrp e Ex, as onartaa reirs
abiiida*88 in nuim n isiiuiFKiin n oabui- hwibiiia n iaiu hun. un mmraiiviUNa
?ara do airsl: terca saxm ao aislo
Ssrlohens, Rio farinoso, TaaUBM, nnBnmf-
roa, Agua Preta e Pimeatelraa, aanfrintas airas.
AUDIENCIAS DOB TRIBTJIAEr*A CAPrTAL
Trlbaraai 4o commeraio: ngnaalaa quintas.
Relacao: tercas a sabbedos a 10 hora*.
Fazenda: quintas s M borai.
Joize do coreoercio: segoodas s II horas.
Dito de orphios: taris e sextas is 10" horas.
da.
3f na4a rata do civel : qtunaj esabbades a
1 oora da tar*.
EPHEMERIDlvDO MBZ M AGOSTO
3 Loa ebeia as 8 a., 81 ra. e 39 s. da as.
II Quarto ming. as 9 b., 35 m. e 51 s, da m.
IS Loa ora as t b., 19 ra. e td s. da m.
M Qoarto rese, as 9 h., 54 o. e 91 s. da I.
DAS M SEMANA.
3 Segnnda. 8. Lydlfl parporario.
4 Terca, a. Arlstarcno w.
5 (}iria. S. Cantidhoa.
6 Qoiota. 8. Tlsgo eremita.
7 Seis. S. Caetaoo (andador da Ord.
8 Sabbado. S. Cyriaco .
9 Domingo. S. Rotoso e Veriano mm.
PREAaf AR DE E0J1.
Prinwira as 5 aoras>*id m. da
Sefonda as o horas a M minutos 4a Urda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEWOf.
Para o sol ate Alagoas a 14 e M; pan a
ate* a Granja a IS a 30 de cada mes; pan
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marea,
jnlbo, setembro a novembro.
REVISTA DIARIA
ReoDo se bootem o InttUulo Archeologico
-Geoarmnhuo Pirnambucano, sob a presidencia do
Esa, cooselbeiro Muou Tavares.e eom'assiiteneia
dos Srs Drs. Joquim P^rtelia, AprlgioGalmaries,
Soares de Aievedo, Gervasio Campello, Cicero Pe-
regrlo. Tarare* ReKort, e os Srs. coronel Leal,
padre Lino Ueariqos e Teixelra de Almetda, abre-se a seslo.
&' lida a approada a acta da aelecedeote.
O Sr. secretario perpetuo da' leitura de uro of-
ficio da directora do Gabinete Porwjatz Le
tura, convidando o Iostitato para awDtir a' (esta
do asniversario de sua lolallacao no dia 15 do or
rente.Ioteirado
O aaanoao seobor menciona as segoiotes offertas :
?arios onmens do Diario V Ptrnambnco, pelo
consocio Dr. Pigoeira ; uro numero da Opiniao
Nacional, ootro do Oriente, entro da Opiniao Ia
berai, pelas respectivas redactas ; as segointes
effertas pele Sr. Manoel Jos Soares de Avellar
Jonior, tres (olbelov, comeado o pnmeiro om di-
corso recitado pelo Sr. Dr. Aprigio Gutmaries na
Kacoldade de Direito em 186a. o segnodo conten-
do a oracao (ooebre pelo padre Manoel F. Capis-
trano de Mendooc>, as exequias do con.meada-
dor Francisco de Paula Caralcaoti de Albuqu^rque
Laeerda e o lereeiro conteodo urna poesia sobre
es scontecimentos de 1849, pelo Dr. Ignacio Fir-
mo Xavier Todas estas oflf-rtas sao reoebldas
coa agrado e mandam-se irebivar. \
Vea a' mesa e remeltido a' commis^o de
fondos e orcaraeotos o balaofo de recetta e des-
posa rertQcsdo do 1* trimestre de abril | jonbo do
crreme aooo acadmico de 1868 a 1869.
Vea igualmente a' mesa a segolnte indjicaco :
laclico que se peca a presideocia da provincia
para ser archivado no Ioslitoto, ou para se {irar
ama copia dos pomos i a. per tan tes, o livrode aeen-
tos da cadeia do Recife em 1817. que consta exis-
tir do archivo da casa de deteocao, e la muera paa
o mesmo flm o de 1814, se do mesmo archivo es>
ti ver.Sala das sessdes do Instituto. 6 de agosto
de 1868.Dr. Aprigio GumarSes e Soves de Ate-
teio.
Entrands em discussio approvads.
Dada a palavra ao Sr. padre Lino do Monte
Carmelo, faz elle a leilara da prlmeira parte de
sua memoria sobre os acotes Gnararapes e a edi-
ncacao da igreja dos Prazeres.
CoDcloida a leitora, o Sr. 'presidente dirige-lbe
algosas patarras da ajradecimento, seodo com
primentado pelos socios presentes.
O mesmo Sr. presidente nomea para comporem
a commissio, qne t a de assistir a' sessio ani-
versaria do Gabinete Vorluguez de Leilura, os Srs.
Drs. Soares de Axevedo, Apiiio Guimares, Ta-
rares Belfort e os Srs. padre Lioo do Mootd Car-
melo e major Salvador He arique.
Nao bavendo mis nada a tratar, leranta-se a
sessao.
Eotrou bontem em esercicio de director das
obras publicas, para o qml ful nomeado por porta-
ra de S do correte, o Sr, eogeobeiro Dr. PeJro
Darbalho UchOa Cavalcanti.
Por nortarias de boolem 6 oram demitiidos 4o
eorpo de polica :
Primeira companbia.
TenentePrederico Au?u,t3 Velloso da Silveira.
Setunda dita.
Alteres-Joiqaim Mililo Alves da Lima.
Dito -Francisco Aogasio da Cosa Gaimares.
Terceira dita.
Capito Jos Tbeotooio Pereira da Carvalho.
AlfaresJovlniaoo los de *lbaqaerqae.
Quima dita,
r.apilio Manoel Joaquim de Castro Madeira.
Tenente addidaManoel Joaquim do Reg Brrelo.
Por portarlas da mesma data foram nomea-
dos :
Eaado-maitfr.
Teoeote ajodanteMiguel Nones de Freltas.
Primeira comp Teneot Luii Pelippe Civalcanti de Albuquerqae.
Segonda dita.
AlferesJoo Pires Ferrelra.
Dito Jso Ribeiro Moourroyos.
Terceira dita.
CipitoO tenente raformadj dj eiGrcito Minoel
Cardeiro Maehado Frtire.
AlferesPelippe Santiago Torres G.iliudo.
Quinta dita.,
CapilloJoaqom Peroandes de AxAredo.
Tenente addidoManoel Candido de Albuquerqae,
Igualmente lol nomeado por portara da
mesma data :
Subdelegado da Vartea Praoeiseo Soler de Piguei-
redo Castro, e seo prlmeiro sopplente Igoacio
Alves Montetro.
Foram timbea nomeadas por portarlas de 6
as autoridades polciaes abano, sendo demitiidos
os cidadaos que oceopavam esees cargos :
Mana tota.
DelegadoTenente coronel Joo Cavalcanti Man-
ricio Wanderley.
Prlmeiro sopplente do ditoJoo Francisco Lopes
Lima.
Sobdelegado do prlmeiro districto Alfonso de
Hillanda de Albuquerque Maranbao.
Dito do segundoCapito Antonio Beroardo Lopes
Lima.
Dito do terceiro Capito Feliciano I >s de Mello
Subdelegado do prlmeiro districto de Tracunbaem
capito Christovo de Hollanda Cavalcanti de
Albuquerque.
Dito do segando ditoCapito Loarenco Beterra
Marlnbo Falclo.
Eseada.
DelegadoFrancisco Aogusto de Barros e Silva.
Prlmeiro sopplente de ditoFrancisco Corieiro
Faieao,
Subdelegado do prlmeiro districto Tenente Aggj
Eduardo Velloso Freir.
Prlmeiro soppleot de dito Manoel Alves da
Silva Caldas.
Subdelegado do segando ditoCipito Francisco
Cavalcanti de Albuquerque Los.
Priseiro sopplente de dito Capito Maooel da
Rocha Lias.
Subdelegado do tereeiro ditoBelmiro di Silveira
Los.
Primelro sopplente de dittFabo Velloso Freir.
Poi mais demiltido a sen pedido o quarlo
supplente do delegado de Santo Aalio Jos Speri-
dito Xavier de Lima.
Dos doos lampeass ds lllominacao poblica
da rna da Concordia, de que (aliamos, ja' ha tero-
po, oesla Revista, ainda uro se conserva desarran-
cado e ponaoto apagado as noites escoras. Lea-
o/amo lo aos senhores do gaz I
H)je publicamos no lugar competente o
annoocio do espectculo qae a 11 de agosto pre-
tender dar algn* academices, coro o flm de
solamnisar o aooiversario da faodaoio dos cursos
j ordlcos do imperio.
O espectculo consta : do byroo acadmico, do
drama em dous actosCulpa e Perdn, da co-
media; em doas actosO Anjo da Paz, e Anal-
mente comedia em 1 acto do Sr. Dr. C. de Asssis
Onte de Agosto.
Hoje as 10 horas da maohia deve ter lugar
na igreja do Paraiso urna missa solemos com as-
sMeocia do Exro. Sr. blspo diocesana
A Associacdo Commercial Bene/lcente reo-
nio-se boolem er a assembla gepl, com assisten-
cia de 45 de seos membros, para onvir a leitora do
relatorio annoo, e proceder a eleico da saa nova
directora. Obtiveram maioria da votos os seobo-
res :
Directore.
Felippe Neelbam. .
Pedro Maory......
WilllamO.to......
Landeo.......
Jos Jacome Tasso. .
Daniel C. Ramos. .
Baro da Soledade. .
A. G. de Miranda Leal. .
Jos de Sa LeilSo Jnior .
Sopplente?.
Weguelin
FOLBETIM
Scenas da vida flamenga
o
POR
II. Conscieoce

IX
do n. 179;
da aurora lanravam
33 rotos.
35
31
31
28
26
26 >
25 .
21 >
20 .
: '
J. F. do Espirito-Sanio.
Candido Alcc(orado. .
Jos da Silva Lnyo. .
Eoxebio R. Rabello. .
A. Pereira Carneiro. .
D. RoIIds. ...
Vicente F. da Costa...... i>
Cimpbell. .'..... 7
0 subdelegado e o primeiro sopplente do dis-
tricto de Granito, oomeados ante bontem, sao os
Srs. Raymuudo Cyriaeo de Siuxa e Cometi Car-
los Pelxoto de Aleocar ; e nao como sabio em nos-
sa Rensta de hoolam. -
16
12
10
10
9
7
7
7
ExposicAo be rosTURA.Os Cbinezes
s5o os mais uabeis era todas as artes, espe-
cialmente oa pintara, e fazem obras lio per
feitas, que quasi se nao podem imitar. Qaaa-
do om a tis faz urna bella obra, leva-a
ao palacio do principe para receber a recom-
pensa qoe julga merecer pela fineza do sea
trabalbo. O priocipe ydeaa-lbe que deue
a o,ra oa porta do pancio, onde fiea um
anoo. Sa oiogaem loe ooia defeito, o ope-
rario recompensado e agregado ao eorpo
dos artistas, mas se se Ibe nota algam de-
leito, oio recebe recompensa alguma.
Acomeceu urna vez qoe om artista pin-
tou, em seda, urna espiga e um passaro em
cima, com tanta delicadeza, qae os qoe
viam a obra ricavam sorprenendidoe to
bem eiprimia o natural.
Esta obra ficou por rauito tempo exposta,
quando um dia, passando um carcunda,
ceosorou-a e logo fui introduzido oo palacio
do principe oa governador da eidade. qoe
fez viro artista soa presenca. Pergantoa
ectao ao carcuoda que defeito acbava na obra.
Todos sabem qoe om passaro nao poo
sa em urna espiga sem a fazer dobrar, disse
elle*
Entretanto esse pintor representou a es-
piga direita e o pa saro pousado nella. E'
esse o defito que Ibe ootei.
Vio-se que isto era verdadeiro e o prin-
cipe oo coDcedeu recompensa alguma ao
artista. Prelendem eiles por este meio e
de outros similbantes tornar m is habis os
artistas, por qoe fazem com qoe el les levem
a nm cuidado extremo a perfeigo de soas
obras e a appiicar o espirito com mais at-
tencao a todo que Ibes sabe das m3os.
Uma astccia ds mnico.Oacior in-
glez Simpson, eslava deente baria algoos
dias. Seo medico. M. C. Aschley recei-
tou-lhe om remedio, qoe o actor recusou
tomar.
O doctor era homem eogeohoso e.eis de
qoe singular estratagema se servia para
curar o doeute:
Harry Simpson eotrava nao sei em que pe-
ca, na qoal era condemnado a tomar veneno
no sen carcere. Uma noute, qoe horror
nao foi o sen ao ver qae o copo qae tinba
na mo eslava ebeio de oleo de ligado de
bacalhaa em logar de vinbo do Porto.
Qae fazer? Deitar (ora o contedo?
Mas o auctor da peca pareca ter-se enten-
dido com o medico. O actor era obrigado
a mostrar a taca vasia aos seos algozes I
Pronaociava mesmo n'esta orciso urna"
bella retirada.
Harry Simpson fechou os olhos e engo-
liu a borrivel droga.
Hei de vlngar-me! disse elle.
Vingou-se com effeito: porque morreo
sem pagar as visitas do doutor.
Lotera.A qae se acha a venda
a 77a, a beoeficio das familias dos volun-
tarios da patria que corre sexta-feira 14 pe-
lo novo plano qae esta' publicado neste
Diario.
Nameracio dos tiiheles da lotera 77* ofre-
cido pelo tbesoureiro das loteras para anzilio das
desnezas da goerra.
Biibetes ns. 2701 a 2710.
Repabticao da polica.Kilraclo das partes
do dia e 6 de ?gosto de 1868. *
Foram reeolbldos easa de deteneao ni dia o do
correte :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ja-
(Conlinnagao
Os primeiros raios
ama claridade azulada no qoarto em que
Matliias commeiiera contra o velbo entermo
a sua tentativa bomicida.
Sobre a maza ardiam daas velas de cera
amare!la, aos lados de um cracifjxo Um
ramo de buxo eslava merguhado em um
vaso com agua beota.
O eorpo immovel do velbo jazia esteodido
de costas sobre o leito. Ao verem-se-lbe
as feices paludas e des^guradas acreditar-
se-bia que a oltiaia ceotelba de vida se ex-
tingua n'aqaelle eorpo : esta convieco po
rm desappareca vendo-s a maneira por
-que o peito ainda Ib3 arfara, como se a al-
xaa, debatenJo-se na suprema Iota da ago-
na, se esforcasse por despreader-w das
pris5es corporaes.
Sabr o rosto do moribundo estava incli-
nada ama joven, qoe com viva attencSo
observava n'elle cada symptoma de vida, e
que tremia e chorava de dr oo esperanza,
segundo o doente caba na immobili lade ou
a respirado se tornava mais distincta.
Era Cecilia que ba mais de ama hora
derramava ardentes lgrimas, e em extremos
de afflcc3o", se esforcava c >m o seo balito e
repetidos beijos, por chamar vida sea ve-
Iho lia.
Joanainha cabeceira do leito conserva-
va-se prompta a ajudar Cecilia nos disvellos
que esta prodigalisava ao moribundo.
Mais adiante, ao fundo do quarto, Bar-
tholomea esaamii ajoelbados, enJerecavam
em voz baixa e de mScs postas, fervorosa
oracao a Deus.
O confessor trnbem all tirjba estado, e
administrara ao doente os saotos-oleos ; o
medico declarara que o velbo estava anni-
quillado pela fome ; pelo qae ordenara que
Ibe.ileitassem pela bocea abaixo caldo de
carne s colberes o outro liquido, que re-
ceitou. A tijella e a garrafa que se achavam
sobre a meza, cootinbam os dous remedios.
J Cecilia Ibe dra com precaucao alga-
mas colberes de caldo : e notara que lhe fa-
ziam bem, comecando a correr-lhe cada vez
mais fcilmente pela garganta abaixo, como
se o enfermo se esforcasse por eogalir a be-
nfica bebida.
No momento em qae acabara de levar
bocea do tio ama colher d3 caldo, e.ia a re-
tirar-se, pareceu ibe qae elle movia os bei-
cos. Isso tornou-a tremola. Deu-lhe se-
ganda colher, que elle engolio com mani-
fest movimento da garganta.
Estremecendo de esperanza, e como fora
de si, cootinuoa a dar-Ihe caldo, flxando-o
anciosa.
Repentinamente o enfermo parecen toma-
do de ama convuls5o geral; irjtein'coa-se e
ficou immovel; como que cessara de res-
pirar.
Um grito t5o doloroso e penetrante se.es-
capou do peito de Cecilia, qae Bartholomeu
e saa mai transidos de susto se acercaram
do leito.
Cecilia com a fronte pendida sobre o pei-
to do velbo, sotucava e lhe banbava de la-
grimas o pescoco.
A's pungentes exclamarles de dr jan-
lava palavras de ternura, beijando de lempos
a tempos os labios gelados d'aquelle coja
morte deplorava.
Mas logo soliou segando grito, griio de
sorpresa e alegra. O tio Joo mover os
beios, t abrir efechava a bocea, como se
aquello eorpo extenuado pedisse ma;hinal-
mente aumento.
Cecilia n'uma agitaco febril deu-lhe duas
ou tres colberes de caldo, e fazer-lbe-hia
tomar todo o qae a tijella contioha se nao
receiasse transgredir as prescripc5es do me-
dico.
Poz de parte a colher, e inclinando-se so-
bre o rosto do enfermo, espreitou o efleito,
qae lhe orodazira a nova dse.
Sbitamente elle abri os olhos, Ixan-
do os no nieigo semblante, que Ibe sarria.
Mea lio I meo pai, ob / esl vivo I
Eu vos agradeco, mea Deas / exclamoa Ce-
cilia cem orna voz penetrante.
O velbo fechou os olhos, e ficou por ins-
tantes em completa immobilidade.
Depois toroi u a olhar para ella, exami-
nando-a a lientamente como esforcando-se
pela reconbecer. Moveu um braco ; ergueu-o
lentamente, passou-o em volta do pescoco
da sobrioha, aproximoa-Ibe a cabeca do sea
rosto, e beijaado-a disse c m voz sumida.
Cecilia I
Este acto, este nome, este beijo, parece-
rn desvaira-la ; ella desembaracoa-se do
oraco do tio e com ama voz vibrante de
commoco disse aos qae cerca va m o leito.
= Rezem I rezem 1
E cahindo de joelbos dianle da meza es-
tendeo as mos supplicantes para a imagem
de Jess Crucificado.
Depois de se haver .concentrado por al-
guns instantes na mais fervorosa oracao que
o reconbecimento poda inspirar, ergueu-se
e dirigise para o leito.
O velbo havia-se virado sobre o lado per-
correado o quarto com um olhar incerto; e
com o dedo'apontou para as tres pessoas
que se conservavam ajoelbadas.
Quera est alli ? Pergontoa elle com,
voz fraca.
Mea Deas, mea Deas, elle vive, falla,
curar-se-ha, mea pobre tio, meu bom pai !
exclamou Cecilia agarrando as (has maos do
doente e apertando-as affectuowmeote.
O velbo sorrio-se com ternura : e o sea
olhar dirigio-se novameote para as tres pes-
soas ajoelhadas. ^ y
E' Bartholomeo qoe est alli a rezar,
meu tio, disse Cecilia... sua mi e sua
irmaa ; todos a supplicarem a Deas qae
nos conceda o sea restabelecitnento.
Bartholomeu ? mormuroa o velbo
como qoem nao comprehendera. Bartbo.
lomea ? Pedir a Deas por mim ?...
Venbam e, aproximem-se, disse ella,
Bartholomeo, lia Anna; mea tio- curar-e-
ha : elle reconhece a sua pobre Cecilia. Yin
nbam c I -
Todos se e-gueram e aproxJraarara-se do
leito.
vana!, eecravo do Dr. Ignacio Alc.budes Veiloro e
Vleencia, eserava de Carlos I n de Medeiros; a
reqoerimemo de sens respectivos senheres. A' or-
dem d da S. Jo ataooel AfJooco, como indiciado
em crime de offea*a physica.-. A' ordem do do
Poco, Jaeintho, eacrav de Joo da Silva Leiu, por
andar fgido. A'ordem do dos Afogadot, Vicente
Jos da Costa, por crime de rorro de estallos.
O chele da sesonda seceso,
} G. de Oftauila.
Casa ds detenga.Movimento do dia & de
agosto :
Enstlam (presor) 253, entrara 5, sabiram 2,
eslstem 250.
A saber :
Nicionars 193, mulkeres 5, estraogelros 12
molber 1, eseravos 41, escn.vas 4, total 256.
Allimemados a costa dos cofres provinclaes 167.
Cemithio mibugo, Obituario do dia 6 de
agosto de iKtiS.
Donaiilba, Pernamaoco, 6 das, S. Jo.- ; es-
pasmo.
Joanna, Pernambueo, 15 meses, Rec-fi ; den-
telo. '
Sebamao Antonio de Santa Calbariaa, Pernam-
bueo, 72 aonos, soaairo, Boa-Vista ; cougesto ce-
rebral.
Gertrodes Mara da Cjncei{o, Pernambneo, 24
aonos, solteiia, -a-Vista ; gartro enterite.
Angelina Francisca da Silva, Pernambueo, 26
aonos, casada, Boa Vista; i tenle hronka.
Gommunicados
.
Cdigo civil.
c Fremant omnes licel,
dicam quid sentio.
(CICERO.)
III
No iotoilo de justificar o seu cod'g ge-
ral, cdigo de definieses e provavelmente
de r-igras geraes de direito, as quaes, se-
gando dssemis, perienceram sempre ao
dominio pnro da saenen, e nao da le, co-
me?a o ((lastrado redactor por negar a
existencia da doutrioa, e por consegointe
da sciencia mesma. Pergunta sobranceiro:
onde esl a doutrina ? e responde logo ao
p da le tira, que em parte nenbuma, por que
nem os lirros, nem a escola eosinam nada
mais do qne uma historia de opin oes oa
qnesles de palavra etc.
En coosqiaencia, o illastre redactor val
eneber esse vacuo, va i fazer de novo a luz,
vai estabelecer definitivamente a d ut ina,
e marcar-lhe os limites, vai emlim fixar
de orna vez e para serapre os conhecimen-
tos jurdicos com o sea cdigo geral da sci-
encia, que ser (ao que parece,) orna especie
de encarnacio do deas Termo da mytholo-
gia, pEedioio lambem nossa jurispru-
dencia !
E aisl vm j virlualmente -envolvido
am convite, seno intimacSo a que nos pre-
paremos lodos para um grsnde auto de f
(segando a (ioguagem faceta dos liberalis-
tas), em qae sero queimados, como inutels
ou perigozos, todos eses voluntes, q 19 hoje
entulham nossas bibliotbecas, e que sao, de
certo, a carga mais iocomm)la e m;mo'
prejudicial, se alguma causa de mais posi-
tivo e apreciavel no paiz nao vena, por oulro
lado, contrabalanca-la.
Segundo o Ilustrado redactor, a diff-ren-
ca que vai de uma nomenclatura legislativa
dos diccionarios jurdicos era aso, a
mesma que distingue uma li-i e orna opi-
niao, oa a certeza e a duvida. Do que se
carece (diz elle) c de foro obrigatoria para
a significado das palavras do legislador,
.l'.

O velbo correu com o olhar tobosos sem-
blantes, e pareceu examinar com atteocao
part- ular o mancebo, sobre cujas faces cor-
riam lagrimas.
, Pascados tostantes estendea a mo enma-
grecida a Barlbolomeu e pucuou-o para si,
at que pode chegar os labios fronte do
adorado de Cecilia ; dra-lbe um beijo,o
beijo sagrado da reconciliado talvez I
Cecilia seolio vacilarem-lbe as pernas, e
teve de encostar-se meza para nao cabir.
A affeetnos 1 deraonstrago de sea tio im-
pressonara-a' tanto que se ta desfallecer-se
sob o pezo da sua commoco.
As ouiras lestemunbas d'esle espectculo
nao estavam menos commovidas; copiosas
lagrimas rebentavam de todos os olhos.
De repente a viava Catbarioa enlrou pre-
cipita mente do qoarto.
Cecilia, Bartholomeu, Joanoinha, ve-
nham venbam de pressa I disse ella, venbam
c abaixo I
Aprojimou-se do leito, e vendo com ad-
mralo o bom estado do velho, accresceo-
t u :
Ah I Seja, Deas louvado no co 1
Ta Anna, fique aqu ; Bartholomeo, Cecilia
e Joanninha preciso qoe vejam o flm da
minhaobra... Depressa, vennam todos/
E como ningoem parecesse comprehen-
de-la, nem fizesse movimento para a seguir,
agarrou ella Bartholomeo e Cecilia pela
mo e pocbou os para fora do qoarto.
L em baixo, em frente da porta do coa-
vento, ama multido de pessoas pe a-hava
reunida na expectativa de alguma cousa.
Fallavam irritados e .com horror da ten-
tativa de assassinato pratcada por Maihias,
e regozijavam-se de qoe este fosse receber
a recompensa da saa perversidade.
Os soldados de polica ao passarem pela
aldeia baviam altrabido todos aquellos espec
tadores.
Cecilia e Bartholomeo estavam no qoarto
ao res do chao ignorando o espectculo a
qae Catharina os queria fazer assistir.
Repentinamente ouviram-se no corredor
passos compassados, e o tinir de armas.
Em quaoto escutavao eora surpreaa e re-
ceio, e a vi a va se sorria com arde trium
pho, tJoos pociaes- appatreceram 00 qaar-
sebr todo das palabras technicas. Sera,
tat provilen ianobaver lei boa, e reina*
r permanente incerteza na admioistracSo
da juetica.
Isto posto, e para realisar-se a tal provi-
dencia, o cdigo geral contera todas as de-
finicoes necessariaj, asim as das maierins
superiores, como as das dsposic aes (note-a
bem> dos co ligos particulares, de mtneir
qoe oestes nada si dena etc.
Bem est; e o arraajo parece mar vilbosa
e destinido a seduzr a exaltar certas cabe-
$1. Ser por om completo e satisfatono? Pe-
lo menos, serias duvidas e graves diffi calda-
des parecern aqai surgir contra elle, aecusan-
do-o de exagerada ambico e deseommuoal
vaidade.
B, om effeito. pode o Ilustrado redactor
lisoogear-se de encadear, de sobjugar to-
das as inteligencias s soas definieres? Pois
bem. d fina isto ou aquillo como qoiaer,
e (qae certo de q e todos continuario sea>
pre iivres em pensar d'esle ou d'aq,uelie
modo, como melhor e mais acertado Ibes
parecer. Pode-se mandar vontade, porem
nanea ao eotendimento. Isto por domis
aniigo, e parece que oo mudar em
quanto o homem for o que .
Mas, ainda quando o iltastrado redactor
consegoisse (como alias seria indispensavel)
fazer despertar, por meio de algam mecba-
nismo inteliigente, as mesmas ideias oas ca-
betes de todos quantos lisem suas defini-
eres, ainda assim a astuta e sobtil ateUigeo-
cia (Icaria com a liberdade de comparar de-
pois as defiuicoes do cdigo geral com as
dispo&ices proprimente legislativas dos c-
digos particulares, e jalgar se ellas sao exac-
tas e fiis, se coovem oa alo ao definido,
e trazer melhor arranjo onsas, qoe lhe
parecerem nao ter sido bem arraojadas.
O legislador oltrapassa evidentemenle o
sea do-i inio, desde qae se mette a definir.
Sem duvida lhe perm ttido faze-(o excepcio-
nalmente, e por necessidade oa utilidade
evidente. Ma(, nao podendo mudar a na-
tureza das causas, nem sobjugar as intelli-
gencias, elle expoe-se sempre a ser desobe-
decido de orna forma oo de outra. Desafia
a emolaco e o zelo dos donlores, e pode
contar de ceno, que ba de levar amitos
quuos, como tem acontecido, e ha de
acontecer infallivelmente. Veja pois o Ilus-
trado redactor a son, qae lhe est reser-
vada.
A' primeira vista poder-se-hia aflirmar,
pela aegorar-ca e decwo da phrase do douto
jurisconsulto, que temos em perspectiva, e
viremos a gozar em breve de om cdigo
perpetuo, de om cdigo de leis irrevogaveis,
o que importara em si mesmo um grande
instrumento de decepcao, oa ora systema
aperMcoado de tyramnia.
Com a promessa de seu cdigo terminal,
ba na verdade legitimo fundamento para
temer-se, que o poder legislativo nao pos-
samais, d'ahi em diante, exercer sua misso
propria, nao possa mais legislar sobre ponto
algum de direito; e qoe venha assim a as-
sembla geral a ser despojada da atirbui-
cao de fazer leis, interprela-las, suspnde-
las e revoca-las. Nao sabemos na verdade
como isso se conseguir ; sabemos porem
qee nao ba ahi meio tenn-1, e que, de duas
ama: ou o novo cdigo escapar a toda
aecio dos depotados e sanadores, oio- po-
dendo ser por t lies tocado; oo a integrida-
de e per fe cao (h.dbutrina soffrero iaevi-
laveis desarraojos,. e os conhe menlos, jur-
dicos nao caro de uma vez ixados.
Se porem assim, acontecer, Je um modo
ou do outro, nao se contriste todava o aobre
redactor com essa. afflictiva ideia : lembre-se
ates, com um. eelebre philosopho do sea
conbfttimento, qpe o aator de om eodigo
de boas vis p0d.e experimentar om legitimo
orgulho com < pensameoto de encadear as
geracs futuras-, mas osea trigmphocon-
siste em deixar-lnes a liberdade de aamadar,
tirando-Ibes o desejo de o fazer.
Entretanto, resta aioda outra qoestS,
nao menos inieresiante, nem dcoos argen-
te a ventilar: e vera a ser, si o cod\go ge-
ral abrang r em seu dom nio o cdigo po-
ltico da aaejo, .como parece que deve acon-
tecer, sob pena de nao ser verdaderamente
geral.
A coas'.ituigao, na verdade, tambem en-
cerra soas denices, suas mximas e prin-
cipios geraes; tambem joga com os diretos
111 Jivi Juces dos cidadaos, rjrrxando-os e ga-
rantindo-os por meio de grandes preceitos.
E ficara, acaso, esse cdigo fundamental, do
mesmo modo qoe o cdigo criminal, sujtito
s disseccoes e mulillaces do engenhoso
reformador i Reservar-se-ba elle a faculda-
de de alterar oa modificar os termos daquel-
las definieses ou preceitos geraes por meio
de redaccSes mas correlas ou aperfeicoa-
das?
Sem todo isto a unidad* da legislago, o
esta bel ec unen lo da verdadeira do a trina, a
fix-.co dos conbecimentos jurdicos oo se
podero dar no rigor do termo; e entre-
tanto a isso que parece oppr-se ama dif-
fi aildade seria, seno impossibi idade legal.
Supponbamos, porem, qae lodo corra
medila dos louvaveis desejos do Ilustre re-
formador de nossa legislaco, e que, todo lhe
sendo permittido, chage a realisar o phao-
tasma de sua ardente e patritica imagina-
cao ; resta todava um ponto, sobre que nao
podemos deixar de insistir, e que necessita
(urgentemente) de ezplicaco.
De feito, se uma parte das definieres, de
que aove compr-se o cdigo geral, sao ne-
cessanas (como o Ilustrado redactar mesmo
coofessa) nao s para a iotelligencia das ma-
terias superiores, como para a iotelligencia
das disposicoes dos cdigos particulares des-
tinados ao povo, para que, perganlamos, es-
sa duplcala de cdigos, se o parti ;nlar do
povo nao oispensa o geral do homem da
sciencia, e viceversa ? Valer bem a peoa
obrigar o bomem do povo a comprar um
cdigo scientico, qoe s em parte lhe pode
ser necassano, quando, mais commodameote
(e mais barato), poderia ter em um s vola-
me o que lhe deve approveitar ?
Tudo bem considerado, parece que a ima-
ginada symetria do edificio prejudica aqu
ce mmodidaJe oo conveniencias do mesmo;
e fora talvez preferivel, se a todo o transe
se quer alguma cousa de singular, imitar o
cdigo da Luiziana, em que, como diz o doc-
to redactor, achou anda ootra sement do
sea cdigo geral, aprazendo-lhe considerar
como tal o titulo da sigoificaco das pala-
vras que no eorpo do cdigo nao foram de-
finidas.
-
lo ; em seguida outros dous, e no meio d'es-
tes, Malinas, com as mos atadas para traz,
a cabeca pendida sobre o peito, pallido,
confuso, trmulo e como anniquilado
Cecilia cobrio os olbos com as mos, dea
am grito, e voltou-se para a parede, para
nao ver aquillo; Bartholomeo como petrifica-
do contemplava o terrivel cortejo que des-
filara diante d'elle.
Omero, exclamoa Catharina, vejam co-
mo Deas castiga os mos t Elle escolbeo
uma pobre mendiga para seo instrumento !
E quando os soldados se iam approxi-
mando da porta con o preso, exclamoa
ella ainda:
Moostro de bypocrisia, assassioo I
vai depressa i o cadafalso, a guilhotin i...
e por fim o inferno, e o fogo eterno I
Malbias no meio dos* polciaes sabio a
porta do convento. Quando os espectado-
res o viram, levantou-se am clamor de vio-
ganga contra elle, qce o fez corvar mais a
cabeca, e tremer com receio de qae bouves-
se chegado a soa ultima hora.
Estava lvido, os cabellos em desor Jera,
o falo sojo e rasgado... as mos tiaha-as
cobertas de sangue secco ; tanto se tinba
magoado e ferido, esforcando-se por desta-
car dos goozos a porta do subterrneo I
Os camponezes attribuindo a origem de
tal sangue ao assassinato consamado en-
chiam-se de furor.
Exeitavam-se ons aos outros a vingarem-
se do criminoso ; queriam mesmo apode-
rar-so o'elle, e sem duuda teriam feito jos-
tica summaria e terrivel, se os polieias,
calculando o perigo, nao hoavessem logo
desembainhado as espadas, para defenderem
o preso no caso de necessidade.
Os camponezes irritados renunciaran aos
seos projectos de violencia, porm acompa-
nharam a escolta at aldeia, cobrindo o
criminoso de ameacas e imprecaedes, al
qne perderam de vista este e os seos guar-
das na calcada que d'alli ia dar eidade.
Sao decorridos dez aonos depois d'aquel-
le dia.
O velbo convento transformon-se n'ama
vasta granja, em cajos caltaM ha tresf goas,
e doze vaccas. Criados do servico externo
e interno trabalham porfa ; o sassurri
do trabalbo abi sa alegrementa desde o
nascer do da at nouie. As janellas
esto pintadas de verde, as paredes repa-
radas e caiadas; todo denoia o conforto e a
felicidade.
Nos dias de bello sol, v-se sentado n'um
banco ao lado da porta, om velbo caduco,
cojas mos entorpecidas pelos annos, tre-
mer sem cessar.
Junto d'elle est orna velba ; o velho en-
tretem-se com du >s mangas, om rapaz e
uma menina, aos quaes falla sobre economas
aisegorando-lbes qoe sao ellas a fontede
toda a riqueza.
SSo os fillns da sua sobrinha Cecilia.
Bartholomeu o pai; e velha chamam
elles av Anna.
O velbo tio pozera disposigo de Bar-
tholomeu bastante dinheiro... mas a joro,
posto qoe mdico.
Este reodimeoto, que lhe pago com
toda a regalaridade, vai o elle capilalisando
com applicago ao rapaz que tem escarran-
chado nos joelbos. Ama o on'ideravel-
mente ; seo afilhado, e como elle chama-
se Joo. Seote-se to feliz nos seus velhos
dias, o bom tio I Elle censara e ralha
serapre acerca do que os criados comem de
mais, e da facilidarie com que se fazem des-
posas por. todas as formas ; porm Bartho-
lomeo e Cecilia nao o contradizem nem se
mostrara zangados pelo que elle diz ; e,
d'esta maneira todos vivem contentes.
!
Catharina, a pobre viuva, habita a granja
da capella ; seus filhos j sao crescido.%
zellosos trabajadores. Bartholomeo prts-
ta-lhe todo o poio; e por isso podert vir
a ser orna lavradora de regalares recursos.
Joanninha casou com o jardineiro do cas-
tello ; vive no meio de flores, e moito es-
timada de seas amos ricos.
O malvado o nico qae sotfre; est na
priso, d'onde nunca mais sibirieoao quan-
do Deas o chamar 10 tribunal sopremo.
FW



I w
i
m>,i ara mo*)k ic t uus&'lim **ru.*>.,
Has, se a significado dorWcMlmW'Wbr1
como flPJeaaigao dea filos, etc., -sio repu-
Udas MMrias iJiipot5tt. pariicaVtjftR comimos em que.excepcio-
nalmuMaUMsa era.cegar-sBaiguma en for-
ma imperativa e sacramental), por que razii
o5o ee bao de dar e^BH u'
sos, como geralmerw^ffaipfet
medida qne se for tratando das
qaella materia, ou te f. empregan o
viu aq leila vocabu'o? NJo ser Uso
mo natureza-asceosa? E para
w f.olenci a-es. a ortfia natural, coge
tBmaKjBHTi'va
.........Senado. ...
tseim de S*s a*re UUg^M
de- fi*. UtiaB*..
pe: S. praideot
Desloes que
mii estrangeirc
lente pan trajl
iBda iPlntOar
s a hora f vai mal
u aqoi a a ellas
*.
bando, raprirnn, sarapl
Atete e 1868.
MI QHWM .llX OWWA
2
**. r-in ea ai !" aja aa
'te, porque urna obrigacl peorn a pablicidade qne tfeve'isio
lesVrsatsi escripta na confl RL* taes *closh BRP&Vdsie: a ser admittide -de modo-algom. *
i^uma leda natnrmH JJosterior motrtF o**titario, a | .En Franca- -respetado*
li*9ae o termo estava em^P PJfar^wtra o contrario e aUtagtsaco de cartas;-a es>ot<*.iz estava te^ta de orna sedicio, I outros psizes, regidos pelo malo systema ta ? Ea *ou expor em resu
nao pode
a a tuJi' "esVe
orina, urna vez que, "jermahcendo WfWHP
sas em substancia, s inconvenientes podem
resultar oanajMiaa?*'.^.!
r rajailft irr V* iU'r"~An- *e4ip*pr,
por apilo' eoenDOs flue leja ,**,.*
combinaba es, creaos poder-se afiiemar, qo
o nio menlo glorioso de sua reforma ni
JMbjT'dar, era definitiva, otrtro rsoltad.
jbrWMftf o^guinie : kto que em vi
de cdigos pai licuiaree sena appendices ou
Cual CilC WTruvS umcyugu ^w \*> u"_ -
voluntse), que servir de apptndce obri-
gado a^sotros ebifgos' f^rticoares-? e
j qae ehe de\e conter, altn de mitras
aaterias, todas as definiees necesarias a
esses cortijos particulares, veriti-:ar^e-ha
que nem ao metos taremos ganho algoma
cons no fioni) de nsta da dMmooicSo dos
vulames.
O qne temos dito sibro o!pnnt- op'itai
das ddinieoes, |*J; mais oo moos.. appi-
Cfcr-si ma'atis mimnits, s diititfe?oft e
\* mnrti.iicia de. passar s qne duem respeito aos nossos ? q^ Q .
titlaW; qre o dimito jnrfscmsulto tambera
qifz c nMJ-.rar cumi obstacafe cniifecio
t.anrir.'.-Lf nittrivi
UVIUV .VD IlliUI uuu
aaaiidiarV
, ^.imi KqUBRhiK
bem ; mas nao, era um fado ordiaario. |de governo, m>stra tambem o contrario.
nemoscomo | | entafOlto o
H ptftflswra
nt argomeo-
lodo a id-
petos
abertura
c Sab-
irem caru de-
47 da cons1
nos podemos tirar1
ligo criminal,
do correio
i se commettes
no 9d
sapprimire
iS de lancea flff POrrfl'Oj n" rnnri.rrcrp.m
<^b:fiana*^fNeW'eiitMituGioa*^<"< U&<#3gal^*am4DU*m, foi" pan sroq
jufispru
dencia em Franca sobre tal nwtflf ja. e,res-
o peitando, como deto as opioi3l"qae, con-
forme disse o.noare miciitro, hram euun-
ciadas pel\.90sCI de estado sobre e te
mascbm.flae^u^ioa^o^bijga.infec
'Vtegredo'-das- %Tra%W*M'W- ^
oo a junspru- -m.ny.. ,* ^ BEEJT "L"**8
occapoo o nobre ministroa da suspem;
do juiz mogngrt,*,JetQftde Goyana, i 0 ^ BirQ de Coleipe .-------.. ,
provincia de ^^dco. U ^sStfm^rr^os i ^tj^mm
Seohores,-qoarrdoeu ttMxT Iwfai B| |heg ]e amTmygTb porque s>
exposiciodos facios praticados cppUa esse ,ettrrfoMrio*reiitW ftMtBfr jtfe de fri
juiz, fados que me panecerain escaadaloao?, e os 0^i1ore (-^RnUgiii uapo marcado
foi oa esperaba deiqe o ooftre pretxfe^- de%*ioin3ti^diara ser:-cOasaerAw rirai-
ba algum aviso que declare v
qae oi.4uuei maipaes dIq7?o conaiMrv ii
aos omros auan?aria ao t.iaao que tratara* -gos -^sa-vm, trr cuTTJTWTroTTOTTStdB-
ide.eviur qoeelles^eereprrtoalasem*,* T,mnestataihegqrfa;*sdd)esdosupremo'
tiouew 8off te do cor>,s.elho expUcafn aquilies que fu
sem suscepliveis deexpjjajao'; e qoatito
o jh z coatiouasse
denegagSo a juelica de. que teca ti Ao ttir,
tima.
vra magistrado eetao elle ooapre-
iehilide. '': -*--t.
Gom struwza, porm, \ i que o bwrado Agrtr> y fa.rai ver que o arisodla-lo
Huaro, preaidenis dt cobsel**. nao tO pe|u nobre preideute do. cuiislho nl-td
prreari>B ^ustiiar -tndi.s os aetfls pratits-
do ]inijrtCto de coligo-civil, coafessando
as true sem disliplrliir, nem dividir (do
mesino mido qu .-emdefinir)t;unca lit foi"
fjossiv^l fortHu. materias fto cdigo. Mas, porque rtao su-
jeitarise le i d;r ne.:essidade, c-mbo ai b j
t i3o satnam^me stijeilad lados os re
" .ictnres dos cdigos existentes, mesmo en-
ir as i*C'>'js mats adiantadas em ttlltora
inteilect ial"?
As distm ( s e diviibfs sao tambera; em
rtyr, d" donrnio >.ta doutrina, di aleada
da sClen i dos jurisconso'tos; e se ap-le-
gisla.l'T perinittido empregal-os por rao
ifvos de toavejiencia senao de necessidade,
e!<> tdsvia nSo o faz, por assim duer, se-
.o a 'ittrlo de emprestioio. AjOYle porm
que, arr gando- e o dou da infaltbilidaie
sie titea, se propuzesse afoniiOlar i.m-ee-
\zo thitiri.iar.o, com defftgoes, distm-
(Wi b divisSai [/picas, obligatorias e ifftt*
teraVKj esparce na a grandes deepe m ;
ncoR'rari-. c im esa vellei la-Je pretefu'rosa
e pui) i-tii= ce'e, os progresas da scien.
ciae da dtotiloa, f verla, atinar, destru la
a saa otira, uep i. de muitos choques e em-
bates prejhdicies.
Demos, se o dof juriscoasulto c-mfessa
nik> ler podidof rmular a paite imperativa
tio^u pnije-to de cdigo sem -distinguir,
nem dividir, c-.un palera hav^r-se agora
coto ose;i novo [itoth de codies^lo, reser-
vadas as disti 'c/>i e diviSes para o cod'go
geral desttn*jri -o.-, tioetis da sciencia ?
Ser por \e t'ita o coligo particular do
povo (seii lii parfCr) oto rol eftfiad-, ou
antes mu acerv. indigesto de oisposicQeS.ie
formulas iiitperati ffff Neste caso, a mtel
ligencia'd" P"t>re iovo filtra bem desajfr*i-
da para v,er albina cousa na libyriiito, e
ter-nos-hennis bastado consideraveimeme do
precedo do nror do Lt ertcarandn is c- digos com rdacSb ao povo,
qie-ia que u'elles l'ossem as coosas com
qu- indicadas a d lo (tanquam iljito Hons-
Irnri.)
Ali! muito, pode o amor da noi1ale,
fomdo precedido, como de i rdiaario.
pelo amor da celobridade ; e o pota la'in ',
cenh^endo bem a natnreza hnm na, tnha
j en sen temiO verificado essa inlit^ffio
quasi mata nos que padecem fome. e sfide
de gloria, e com razo acsignalou que.
l'i nova fet animus mtatas dicere
fetnas.
Se, porio. mais fcil e mais seductor
malar as formas exteriores s corrsas. do
que alt-jrar-lhes a substacia, todava nem
sempre ioocent e prmiitido faz lo, ei-
pS'-atmnle ao legislador, a quem, fto ffiiijr
de um abio jurisconsulto mod ru, pit-
efe spbrtudo ser plagiario.
(nal em verdade, o i.fficio do legisla-
dor ? Ser resolver problemas sciemitOs,
ou propdr regras pralicas, e escrev b* de
alguma surte na memoria dos cidadSos, a
mesmo tmpo que em sebs coigos? S; es
ta nltiibi a sua misso, cb'm*' at tfoy se
tem pensado, entao n luvidam^s aWwfr,
que omelhor e mas prulente para efc'
permaiecer fiel aos luelbodOs geralmente
seguidos e j condecidos no paiz; n& do-
viiiainos allirmar, com o priacipal redactor
do clebre cdigo Nap^eJo, qu a expe-
riencia i fie prescreve o preferir "s McSs
vulgares s el ssdi a^es rigorosas, e que
e mesma razo, que exige, teja o estyfo
provincia, caaos at uncu ct-ntra. elle |de ex-
pressoes que aem dawda IhB es*pr8m po
c.ah r da argiiei)Ucao: l.v;u esse juiz de
pttepeunte. date (Hia jsia iioblxaso era
seo corpo de dilicio, que tinba comme.tido
-t acto iHep! e criminoso pelo qoai incre-
cia pui!c3o, ?pp rehn den do cartas oo car
torio do escrivo, etc., etc.
Sr. presidenl*, meu espuito abateu-se
cbuD detrKWza; soffri iraatitolTOsa im-
pressao, qeaodo ouvi o modo porque oes-
U qaeiiJo disC'irren o n)bre presidente do
conselbo
Ki ha mais esperanca paranquelles qne
sorem oppresso. O no: re mu istro, cul-
locmlo na altura em qve se a coa, o. eie-
cutnr das ordt-ns de um podar que eej
urna vez coropaiou ao poder de Baos.. den
uo que todo o podar mu ha de eus: omnis
poluta a Uto.
A verdade e a ju>tiei sao attributos da
Divindade, e o mbre ministro, qoe devia
tomar p< r base de saus aeges a verdade e
a jusii<;a, abandona es oppnmidos em vez
de IlJts estcoder-ihes a mao protectora ;
o primeiro que da abura da tribuna do se-
nada como que anim. >\ te ouiros imiten)
o presidente de Po naabuei e oa persegui-
dores do inltiliz ii y. do termo deGoyam!
Eu j expua o tacto, o ntad tem deHe
coniecimeoto o u-julgsr ; o que me resta,
St. presidente, someute mostrar que o
nobre ministro nao tem nenhuma rr.zao na
jastirtcaco que ircurou fazer ao presi-
dente de PernainDuco, aecusado pea su -
pt'ni;ao fulminada contra o jui municipal
de G O ficto oi teressada, o juiz municipal de Goyana djM-
iriu-se io caitono de ura sen escrivo, dea
hosca- e ahi apprebendeu nao s as probas
do enme denon ia>io, como cartas abettas
qoe c iroprovaram o mesmo crime
Temos, puis, duas quesioBgeraes a vt-n-
tilr antes de entramaos na app'icaco : a
Ia questo geralse o presidente da p>o-
viucia pode suspen ler um juiz muoicipd
sem previa audiencia deste-; a 2a questo
geralse o juiz est ou u-a era sen direito
appreheudendo cartas e papis avulsos que
enconlna de euvoita com outros e que ; r-
vam o crime de qua va miagar. Pare-
mos depois a appjicaco ao caso especial de
Lucena.
No'meu primero discurso cu dis e que o
presidente da provincia de Pernamhuco ha^
va suspendido ojo:z manicipal de Goyboaj
por tres fundamentos: sabida do termo ffeni
licenca, cobrartca de cusas indevfdas e b*
v^r-ee apoderado das carias qoe tedo filo
mettcS: dW*o, poreTti, recuflclrr e dei
e o presdante dfe'f'yfn tormera sspeddeo
O juiz apenas pele* doti^hiios funilmTi-
tos, isto cbrenla de custis mltvidase
apprehensSo de cwriiu em ani-oartorio.
Dovia ser atufe efte ftagastrado #t>br
denuncia que tete omtra s- ? Disse o no-
bre ministro ^ue o jeiz foi ouvdo, mas
quandu no o tosse nao tinha o presidente
das leis- claro, usual, popular ; exige tam-
bem, -joanto forma e distribuico das
miterias, que < ellas se afastem o menos
pussivel d^s tr^diedes antigs e dos metbo-
dos consagrados .
Mas j tempo de acabar com as deUni-
coes e divisoes, afim de pascar ao exanre dos
outros dous obstculos invateiteti. qne se
rigaco d o'tlvil-o. Snbrs, o I*
argoraento especioso empregado pelo
re ministro.
O juiz municipal Lucena foi denunciado
ao presidente-da provncia o Sr. Silreira
Lobo pelos dous prime>rus fandamentos~
sabida'do tero o e cobranca de castas inde-
vidas; o Sr. Silveira Lobo oovio o juiz, so-
bre estas doas accosaces, e naturalmente
porque julgou procedente a defesa nao deu
andamento a qdeixa. A presidencia do Sr.
baro de Vdla-Bella depois^ da busca qae o
juiz deu do cartoiio do escrivo para de<-
cobrir foltras arrancadas de autos, foi diri-
gida outra queixa contra o mesmo juiz p le
facto de aprebenso de caitas; pergooto,
senbores, a primeira audiencia qu leve
juiz servia para a segunda aecusaco? NSo
devia elle ser oavido oolra vea ? Pois toya-
na, l'i leguas da capital de Pernambaco,

co.igo contratado, e que nio poderianros
deisar no olvido, segando-ptomettemos.
(4..)
12*RATA.
No precedent-? art^o, insert no Mario n
IOS tte i\ d ripiado, draQVaigoifVer-
ros rypegrapbicds, qe, por debMadae%-
te gr<7sstres, pedm' a nceSsaria crVec>-
flo:
Na pag. i*, col 41, lins. 5*. 6a ti '*, m
logar I'/toafc, qi sahk),'leW-s::
E' verdade qte os grandes cerebros,
que as offiecas dtjgb-wtnt xtwbrtlrahos
s"5o, nim niognm impugnar, podefoi
estufas, etc.
Na !. 5, fin. 17, onti le -Jilees*!
pb'aet ir viara, ujrfeVlilWi -dve lr-se :
G6nc!(a trtidw ir Tiara, tT*wuoe
taarl;
Na col. 6a, lin. 31 HAi'-fot fax*-
lavras <]oettm"raaa> dnberiantes' e no*ero
e gen ro, p* fk* os troca d ieUlva v deve
Jer-se*:reoo Wpossibihdade de redgir as
regras d direito por tal forma, qae aellas
se comprelieodam |ab>s os casos, e sornen te
aquellea casos, qu? s3o destinadas a com-
prebeader.
ouvido ? A ordo u paOhca naqoella cidaoo
corra tal perigo que dentro de cinco dias
o juiz municipal sem ser oavido sobre esta
segunda acensadlo devesse ser sospenso e
mabdtdO nretter em prosesso ? Nio se esi
applicaco ai^uma a questao que nos devide
uestemomeeti. <)^viso circular de 29 de
Janeiro de 184 i, citado peh ndoVe midtJtro
-oq, t|p;laww-.fii;. .uresidente, qua, os jaiizes
munxipas nao sao rqagistrad s ; o que diz
l que elles np. sao os magistrados de que
^ftlia 'aVt^ISi da constduigo, i-to n|d
-sa-a magistrados vitalicios; e cooclueom^s-
mojviso: pwtanto podem estar sujeilos a
fer suspensos pelos presidentes de -p/wM-
cias, qiie dever exerter esta altnbtti(o
com a tuderafo que deve uierecet um
arlo de tanta gravidade. N5o serve, pos*
para decidir a questao, se c joizes mnni-
cipaes sSo oa it'io magistad-s. jerve s-
mente para ailt'irisar a sua suspensas palos
presidentes de provincias
S. Exc. ainda para apoiar a 6na opioio
recorreu a lei de 3 de outubro de 1834
que serve de regiment aos presa lentes de
provincias. Ora, esta lei em nada aproveita
a S. Exc; o que dz iimplisraente. no art.
5o 8o que. os presidentes podem sus-
pender os empregados yeraes, e qu nto aos
magi: Irados observarao a disposicso do art.
17 da lei de 14 de jinbo de 1831; o
dso em que est o ju z municipal.
Mas eu neguei que um presidente possa
suspender um juiz municipal ? O que neg
fcimpiejmente qu possa suspende lo sem
audiencia previa. N.-ste ponto ouvire o
nobre .ministro que nos ha de provar mais
desenvoLidamente que os juizes mboieipaes
esto mesmo abaixo de qualquer agente
administrativo que pode ser su-peoo ou
deoiHido, sem que leoha O presidente obri-
gaco de dr-lbe aud'ii ncia.
Rea, porlauto, em j a censura que fiz
ao presidente de fernamboco por nao ter
ouvido o juiz municipal de Goyana antes de
suspend-lo. Vamos gira aos fabdm^n-
tos da suspenso que o nobre m:ni-lnrprd-
curou justificar.
A sabida do termo fita fura de qneslo,
porque, pela certido que tenbo aqoi da
porioia d suspebsSo, o prndente nao a
mencionu, eu me traba engaado. Restara
smeme, corao j disse, ejtes doas funda-
mentos : custaf Indevi Jmente cobradas
6 a^preqea-o de cartas. Qnanto "is costas
ndevidas hSi tratarei' rtfjas, eiXb qne o-
n-ibre ministro responda fie isto era ou nSo
motivo para ser suspenso um magistrado ;
vamos tirada de cartas que foi onde S
Ex*, se fez mais forte.
Pi iibeiramente devo dar ao nobre m\a\&-
tro urna salifico. Quando elle citava os
avisos de 28 de abril de *859 e'9 de raaio
de 18tit, eu Ihe disse Nio achroa colltc-
#o o segundo de que falla V. ros. : e
o nobre ministro respondeu muito prbmp-
taraento Andana o escrivlo Braga per
alo timbera? Ao que retorqui Talvez
itdase tfana ministerial porque t tracas
que mais roem papel sao asi das secretarias
Com etfeito, oSotinba adiado o aviso, mas
oije um araSgo. qoe revoiveraais as'collec-
r,oes db que ea, foi acoar em um eaoto es;
curo o tal aviso que, nio obstante ser de
meio, est na penaltfma pagina da coHeccao
em appeftso.
S. Exc. opinou, vamos fixar os pontos)
qoec segfe.do das carias sempre inviola-
vel; este principio na opoiSo de S, Exc,
nosffre excepto, quer as cartas estejam
ao correio, quer em rao partcotar, quer
fecbadas, quer abettas, quer contenbam
pro'vas de cridie!. qder c nebrim inJkios
deteretn ells smo commeltidos ; m flm,
em ncnboma hypnthese julga S. Exc. qoe
se ptssahn?ar me d urna carta qoe com-
jh-ot delicio' o'de indicios para a sus-des-
coberta. Ete principio Sr. presidente,
boa principio descrutivo de toda soguranca
ffblica; um principio qeento se ceoteii
em nossa legislaste e nem pldii ser nelfa
incluido porque falso e n5o aVofetado por
nenbama na?So de. qae en tenb notieia.
A coostitoicao no art. 179 entre as garan-
tas do cidadSo menciona a segu te no 27 :
O segredo da cartas intiolavel. A ad-
mimstraco do correio flea rigorosasieole
responsavel por qoalquer iofraccti este ar-
tigo ; temos aqui un principio e a comi-
naoio de urna pena ao correio, o principio
geral; o correio responsavel por qoal-
veudo que ba aqui um mero pretexto .para quer abuso que baja relativamente ao se
arredar o joiz dasiapertantes fnneces qne gredo descartas; este principio at soffre
elle com tanta bonradez exercia naquett exeepeto oa constituicao; eortanto, todo
termo? jquaoto sahtr daqui constitucional. Nio
Tanto assim que logo depois da retira- este, porm, o meio de interpretar a lei;
4a do jaiz, os papis orara entregaos ao primeramente i preciso sabermos a rasao
esciivao qae nem foi mandado responsibi- que leve o legislador para estabelecer aquel-
-asar; os individuos qne jestavam com os le principio e at aoade qaiz ebegar; de-
beus peaboiados e ea- pract tomaram a pois, cumpre-lbe descubrir as leis poste-
-reei-tos; emfim teve pieoo effei o acn- rieres qoe desenvolveran\o aesmo pr'mci-
juracao contra a existencia jurdica do ma- pi qual o sentido que Ibe derara as diffe-
gistrado Baquelle tarmo. liantes lrlatQtttk
Vendo S. ase. o Sr. presidente do coa V. ExejNto igoora queera um ibuso se-
seibo que sea'argumento nao tiuba bastan- guido por quast todos os gabinetes da E-
uma caru.^ipjwis, de lanada no cowoio |
nb compreriebde a autoridade publica.
O art. 24Vais: rifar alguea malicio-
samente do ctvteie o#r,*B qae Ibe rflo per-
tencer-ent sem aatonsagao da pe?soa a quem
ierfim dirigidas Ja ao- ye taabam que a
noraF^gtro' tirar as cartas sera aofdrisa-
ciod p^ssoas'a*queniellai,vtm'(lirigtdas:
Ai*.' 2*67?iar Ou- obter as- -cartas da
mao'-du do p*der de algum portador part-
ctwar por qoalqer' manen** que sej*/-
Att, 217. Ai pena* dos- attigos anteoe-
4eote*'sar*> djbtadsj iio'cmo edesoabri-
'Mota airea'O que nesstfs wrias se cotr.i-
er, no todo o* ea parte.
Art. 218. As dwias qee- forem tiradas
per qudquer Jas mafieiras mencionadas nao
serao odmitti-Jas em juizo. lsta, nao se-
l^raowlaiitidas em joizo a artas fdrtadas
oa tomadas di mo ou do poder de algum
portador patwcular. ffi-aqui nio temos na-
ta quee*)lirr;a a qoestao que par a-m-
nba opi iao da do nobre ministro.
Pesterioraenie ao cdigo criminal ha o
cdigo do processo, onde alguma luz j9 se
oerrama sobr a i' ,jjl O'an. 93 do c-
digo criminal diz mm as cartas nao seroad-
miitidas como prova ora jaizo, saln s pro-
var em contra os setts amores ; nio diz a lei
como essas cartas deverSo ser obtidasse p>r
este ou aqueiie mi; 6oh estabeeciioo
principio gralqaa as canas prolurdas eaa
juizo provam contra os seos autoras, qu(-
quer quesejao meio pelo qual teobam'sido
obtidi8. guando inulto existii a limitaco
do art 118 do coligo criminal. Esta a
nica legisiacao qne a tal respeito existe en-
tre nis.
Como se deve, pois, entender o artigo
da conktitoicn ? Gomo tem sido elle enten
di da em nutras naces disposicSo idntica?
Entre ii, a po ioia ju licia-
na iem apprehendid cartas as propnas cai-
xas dos cirreios; ainda mesmo depois dos
avisos calada peto hnrate ministro t9fli se
da lo factos idnticos.
U Sr. Pompeo: l'or exemplo no Cear.
O Sr. Barao da Cogipe:E' sotire o fac-
to acontecido uo Gear que versa um dos
avisos citados pelo nobre ministro ; e. o che-
fe de polioia do Gear nao foi suspenso; o
juiz Luceoa qae foi suspenso, mas que dif-
ferenca entre o ju'z municipal de Goyana e
o cbefe.de polica do Cear
Amda d pois destes avisos, oa minlia pro-
vieoia o ebefe de polica suspeitarxlo que a
correspondencia de um individuo,qae tinha
viudo aqui para a coi le, cootiuba alonas es-
clarecmieotos a respeito do celebre roubo
dd banco da Babia a rnaadou .buscar* ao cr-
relo, deteve-,1 no correio ou na secretaria
at que e- in lividu > daqui legressasse ; man-
duu-o cbaanar -ua presenca, o^rigou-o a
abrir as cartas e a le-las. O goveruo nao
reprovou este procel i ment, nada disse.
E quer saber V. Exc. o que acouteoeo ?
Quer saber como os nossos tribaeaes eo en-
dera esta questao? Houvedenuncia, se bem
me reordo, contra o magistrado e a rebelo
julgou que ehe nao tiuha cosomettido crime,
que liaba cumprido o seu dever. L'esta a
jurisprudencia.
O Sr. Presidente do Conelho:O ho-
rnera' nao consentioque se abrissem asear-
las?
O Sr. Baro de S. Loaren^):Creioque
j esta vara aberlas.
O Sr. Presidente do Cooselfao Consen-
tio, pelo menos estaa ioforraac qae te-
nho, e portento a queslo omra.
O Sr. Bario de S. Lourenco:-Ora, oo
havia de consentir...
O Sr. Presidente doconselho:-Poda di-
zer Nao quero.
O S. HrSo de Cotegpe :Concentiu
corno [eu consefiteria, se passando por abi
a meianoltemediesseaO rfelogio eeu
o eotregasse.
>gora diga-me V. Exc o qoe tem suce-
dido na corte em sua presenca? O que tem
sido praticado pelo chefe de polica desta
capital ? Amia ba poucosdias houve aber-
tura de canas apprehendidas era casa de um
iodividno: nabo esa inforraaco de pessoa
muitissimo qea linead a, e somonte da re i pot
inexarta a informaco, se V. Exc. apresen:
lar aqui a deciaracodochefede polica d
qoe falsa,
OSrk Presidente do ConselbOi-^-Voo in-
dagar. Se for COMO O caso da Babia,
inexacto.
O Sr. barode Ct?gip:J expaz o
fado.
O Sr. Presidente- do Cooselho ;O lio.
mem conseottn qoe se abrase e lsse as car-
tas. Se dissesse < NSo nioguem as lia e s
lesse bavi*abosov -
O Sr. afi d*GotegipetVolmts tatst stmpre.votHnku, diziio os estoicos.
OSr. Presidente do Gonselbo:-Nodiz
a data do caso di corle ?
'; SMJrfo dedtjipe :^-E' j*D adral
Mrtraco d actual chafe de polica.
O sr. PreaWtitrte do CotBmo:Ora va-
ame verisso.
ar str a>
em prevengues-
vracia de Per-
se deram, jol
defesa e da ac-
nobre ain&iro
e cultos fac-
que deixe de re-
0>i nobre naiois
po"si'c!lo"'polTtica,'ou essTe^pecie6deVrt:-'
miriha censara
anaipga; o^jibl
Bambuco aae
garao da '
cumio.
assumpto, declaro qae po po?so acceder a e fatf0<) re|p3a
orna doutraa ta> funesta. Itosaiada peiore
Dalloz, no aeonpertnrio de juriaprn- eoob^cer o mere
deocia na palavracarta misslfa n. SI, to?* Segu se
tratando do ffetto das ^*-->>"":i-'>-
rotacao--parte pabiioa (
coaaico
nos owjia ) u:, '.ftttttpflfei"1" arli cas n5o possa obscurecer a sua intehVen-
nalsSTva UOde resultar prOva de um crime cia, oao-noiaa,iqQiiifaS||a^60AsuMde^
, oo de um Hato : qusndo eflh pSde servir bre sna'conscienca" i Je *$"*
piraootrem.subtrlHllr, topprtkiir'aa abrip femiicid poRciaVdicniria, o sflij psiu- ,0 Se.,^Seo ao onselhso %m
urna Caria. UaiOtiUi d> lancada nn ivirxain l An*. n,> nAJ ..i,,.;^. nvi,i,.n.i,at ..... y^-u ........1/ ,..,-..-. *.""
dor n5o pode exiuir-ie, por exigeaa da %nm*i. t^i:8 *b api** oHtA .*"
wjdaaa iJe urna pirte-ta-erea**, le 0 Sr> barg0 de Cotegpe: -Tambera pos-
apreswMaMa era juizo. E com o flm dcue ^ esiar&uKUa^o mesoio- ajal; qoe duvi-ia-
gar-se ao conhecimato da verdaa.qe a .^mi^^,f. c \5
correspondencia indi vidual entregue ao f]i4q m ftjrtHY'fVl !
exame aos nutnail.*sina8.bBS8as a qae sao I ,-/lI"a lc^W W
iuagistrad..s as- bascas a qae
autorisodos o- dar-, eaogiodo-ee-s- preeor ip
ces das leis protectoras, da liberdade e do '
doraiciio. ',-,' i .T^odo . m necessumos .eerescentar con ^ff'^Jtarn,
Ma Gbauveau e lleNie pag, i40, que os vo.^ao de j^iania, na
magistrados d'.verao usar deste direito com bradj couHi* Ijcaera v
extrema reserva e somonte em casos ravbs. c**wa*,taoas pwrwd
a por if-
'MMroi*co de un-a.
irco ctle-
*e rua o dt>
Aioda raiis: tena sido recoaheoidv qae os %ti^n^1 ,^e{t ^''***?''
, ,. j. /*iyiw*w de 24 dJ c*rreitiK momM iH
magistrados ormadores 4a culpa tem dire- ceovwaa.s 0J gm rsHiiir>, coSeiate,
lo de exigir a entrega de art s confiadas a an administraeSo dns cortti&a, e nellas beber as e ""eH-iw ,|a*> ,jej..n> bar inmuno **#!<>
Drovas 0ftCfiaRirla< JK^.-nhprla. dos dedr- *-a*u *,',M,^0. e o-^(bj ***vrOH*<* ., a* Q8Ce*b?r" a adobera- dos ae.ic Uj lmporllBM aiaNia.eaomt ?. **
tos, de qae indaga n. Neste saudo pro sirvam se aa irv#r <** owe ,* eebr-
nuoc a--e a maur parl das amores. AS- ?J do ounero do ieqo** sim lera sido julgado : i0, que os masistra- urtl* ,,stt w*')>* > *** bo s-
ao itm aireito de apoaerar-se ^m toaos o> tT)<)0(j uje Mri0 miaairaioa^vMs o^Mrebi-
lugares e espiictalHteHle tmcaixe doscor- roeoioa neiessariose dados dmtfrHi*se*fo-
rera* das cartas qua elles presumom ero* tjroT*es d* tnerer.*, m i cattahda
comer tal ou tal prnva de um crime ou -i-'tem 7o^wo#ouo\ rea*i9is em <,a\-cei- t
llcto, que objecto deinvoatiacso;2.l 0*oSe0heiro ciwi T^ pt^ R.roeir Jton
qoe cartas miss.vas podem ser lidas na d.s lecre, como castona*!nenn-mvVtvt* lernas
cus83o de aavoe^oiio eriaraal ;3, qae Oje-rio'oT>oveTn*p*ewMi*ialfee^ra(|M par*
juiz do processo pode, sera' comraetter urna; *^aii,'lenmo de fund-Sr a vapor, e*s-
acrio rriminrts- annietn'r

accao criminosa, apoaerarse e aoru caitalSB -e,l{rB1 tempo pan e te*) -aoMa-slMia :
dirigidas a um innviduo, que se acoa sob o (a*-iifQiao irataJu d preparir ot etw Ja eco-
peso de um processo crirara .1; 4
MHaa missivas npprehendidat em casa de
un ac,:usadj podan ser entregues aos jara-
dos, como pegas do processo.
J se v qu-; urna naeo civihsada, que
consagra o mesmo prlocipio da nossi leg.s-
Iac5o, adajtte, n:n po lia dexar de admit-
tir, certas excepcoea que sao justilicidas
pelos interesses de ordem publica.
Esqueci-me de mencionjr qde o nossi
cdigo commerc-al, tratando dos fallidos,
lamben'permitte que suas cartas pancula
res sejara l.radas do correio e abeitas
que as;t* l", Pra isict coroprou (^rreoo, se hboii
I para taier aommea(raaa Ka ropa, c-atMnodi) a-
for--n-ico(> t, o qae tado detnaBia tempO, iex-
preiocerta.
N *se cvn*nas, eaoSa !^ o atoho WhBJadon
ssudire'o foi wrprealio cora o avirieque ;al.j
de rceb..jr -lo presidenta d(i-l-a proviac* om-
m'jnn-1 j-l -!he a-har M- resiifollf O mw c.mira: -
em virioJe de dispj3i(,o*s do lei o. MJ de 30 d
abril.
E por i, em qaini) o aiiaixo .-t*Mjra* se prepara pira patiar p>r s-u Jirettj, puraotc a
pres'uleBcia daqat*rta pr.it/iacia, <\q>t pwaoto e-
triboaes, vem desde ja proie.-ur pela mpreoe^
coira om aeln arbitrarlo e otfsB-uv.) Oo tWnerlo 0.>
abano assigoado rumo cooir*unie bilateral.
O qoe acabo de razar refere-se aos pf/af^J:**!!? "*!**$* 'V*? f?. aj**"
n Z -a T i sao e su itar limn a e*.e atlo irfilo Dllo.
ipes geraes do nobre presidente do conse- BM{t 6 d9 t,gnt9 ^ ,868>

O Sr. Baro de Cotegpe :Mas, dada
raesmo a diaposicaa dos avisos hontem cita-
dos pelo nobre ministro, pergooto eu o po-
der jadiciarto obrigado a ciogir-se ao qoe
siles determinaa ? Em qua nto a queslo nSo
for decidida jad icariamente, osavisoa nio
obrigam os magistrados. E' mistar que esse
seto seja reprovado pelo poder competente.
*jrca.'atcreKeutoa:: *0 presidente da pro- rapa o naaodsrea ao correio bascar asear- isto pelo poder jomejario nos recMsos
vmciaTiSa traba obrigasao demaadar oovir tas partioulares, ioietrarem^e dea ttgrados
.ao jan da familias a petexto de oonbeceroa; o es-
Lutaftd-mo-rws:qur S.' Bxc. dizer lado do espirito poblico, usarem e abosa- .________
-qaaot han* ebrigacao legas dd oavir o rom dale acalcado-dirabo, k eoostito1c5o cate motivo.
magatrM? Sopponbamos^ qoa asiim se- qal^avhar que tal'priaoipio' ae aaralaasae
ja ; mas algum presideote. sendo acca^ado, entre as; respoosaoMisou s adamirtracao
A lfisiBcaodaa oatrisnacos, ooda se dd
igoalgaratuiadoaegredo das arla, seffr
mesmo um geme dradranisiracJo qnanto doearraio-pela viilsolo do earado das ear-^ sx epgt e-exeepcio fuadada no arincipW
da ordaa e seaoraoca pa >, poraae seria'
na serdade ama cousa estranha qaa M*cai-<
aais ma jui/ moolcpal, deixaria de mafidar tas; aiaauea pede tirar aaa arta o cor-
oav-lo? Isto, senbores, de direito nata-, rao para roteirar-se de uta segredo; mas,
ral,' a. aabeateado ma todas leis,
O prasidenta ot aroviocia so nao tinha obri-
gado legal de ouvir o juiz, tinba obriga-
fao moral, a mea ver moito mais imporun-
ris tirar uaa carta do correio nem
para a descobarta de um crim, nem mes-
mo com as formalidades qua i lei marcasse,
Mae aa partos nterpuierem; emqatnto
assim nio aoontacer a questao sub judie* tst
magistrado n5o pode ser snipeoso por
ssate ecaso a cooatitaico que Dio so poda- dos eernaios do datado serviosea d* ve-
cipes
Iba'qu quero cdiitestar, para qne no pas
sem assim ; mas vanaos applicaco delles.
O juiz manicipal de Goyanna foi ao cor-
reio appreiietider carias do escrivlo"? i>*ao.
O juiz iBunisioal de Goyaona tirou da mo
de algum portador particular -cartas dirigi-
das ao escrivlo? Nao. O juiz mtinjjipal
de Goyanna abri cartas fecoadas que esia-
vim na casa do escrivo? Nio. O qne fe
este jui? Entre os paper3 comprobato-
rios do crime do esciivao, pepis dosau
tos fuadas, chaces, iradas, termos de
armnalacau subirabidos, encomrou caitas
abtrtas dirigidas s ello escrivo, pedindo
aquillo mesmo que esseescrivio tinba feito,
comprobatorias, portanto, do crime. Ap*
prebendeu-as e no auto da busca ftz-se raen-
rio das cirtas. Pie o juiz ser culpado, e
navia fundamento para ser suspenso cinco
dias depois; s por este facto ?
UmSr. Senador :'Se escrivio, pro*
gressista 1 .
O Sr. Baro de Cotegipe : Foi suspenso
o juiz; mas j instaurou se processo ao es-
crivo ; soffre alguma pena ? Entregaran-
se as cartas e os papis ao escrivo; est
em ejercicio, pode proseguir na carrir
dos crimes; porm o jaiz est suspenso.
Fui criminoso o Sr. Lacena por ler a ppre-
hundido cartas aberlas; se isto crime,
nao sei que qualtfjcaco ter o acto de sus-
penso. Est suspenso ojurz; nio pos-
siyel que seja processado e julgado, nem o
ba de ser. Desde que o no jre ministro nio
a;hou urna palavra de reprovaco, desde
qoeentendea qua as coosas linham corrido
seus tornos regalares, nio ha ver qaem o
juigue f-flcar sob o pesa de urna acensado
sem lia. Assim, a nio recorrer ella mu-
nificencia do poder moderador.... mas ba
de pedir perdi por crime que nio coramet-
teu, ou por crime que nao existe ?
O Sr. PresSaenle do Cnselho d om
aparte.
O Sr. bario de Cotegide: O Sr presi-
dente do cnselho insiste, dizendb que, se
o jui/ tivesse feito apprbensao dos papis^
para que tivesse expedido mandado de bus*
cS, bem: mas porque apprhedea cartas
qoe n?o esla'vam mencionadas no mandado
de busca ? Esta razi por si nio procede:
O caso de ppticar-se o aheim maito vul-
garV-se o juiz entre a cruz e a cileri-1
nba. O Sr. presidente do conseibo diz:-
s elle tivesse expedido mandado de basca
para Ipprebender as carias, poda appreben-
d-las: mis nio o teado expedido para es-
se Sin, mas sim o de apprbensao de pecas
do processo, obru mal. Quer S. Exc,
agora aovir o presidente da provincia ?
Considerando, etc., que proceder a
urna basca em casa do refer4o escrivo soH
pretexto de apprebeOsio de documentos ex
irahidos dos autos de urna cania coinmer-.
ftial, mas para o fin real d ooter cailu\5~* ^
particulares do predtto ubellio, e desd[rwn
modo satisfazer os desejos do solicitador'
Mendonca, seo intim amigo, a
Os mandados de busca nio tm o effeilo
.restricto, que se Ihe pretea le dar; elles an-
torisara a entrada do domicilio, nio excrasm
nem podiara excluir a apprebeeso de pro-
vas de qualquer cria>e dafferente.
Seja como (r, aqui est, segundo o pre-
sidente, que o fim do juiz foi apprebendar
cartas; a coovicclo era outra; mas era mio--
ter tomar saa conducta odiosa; o qae
certo, o que o juiz mostra eaimpresso que
publcoa, que o escrivo era prevarica-
dor; que contiona habilitado a fazer das
raesmas, porque tem genro influente e oa
.Iros apoios semelbantes,
Uaa Vot: ftwqoe progresista.
O Sr. Bario de Cotogipa: Qoe aigo-
manto pode contrariar osa minba asser-
cio ? Ter eu reeonbecido os dotes pessesas1
da Sr. baro do Vilia>BeHa ? loto afeaMles*
Dio aorta-papa rofeur tsal Aam
orde. Se o* traao apatas dataao.
U engenbeiro civ.
Joaquim P res Caroera atoolelrc.
Fratameato cathartico mo-
derno.
As pilulas cathartieos do Dr. Ajer* lor-
mam urna grande excepcSo s pilulas depu-
rativas que por ahi sao vendidas, pois o
effeito que produjera permaoeoa.
Para a prisio do ventre, dores de eabec,
nervosa?, de ordeos biliosas, calafrlos e fc-
bres, incommodos de estomago, debilidad
geral, clica?, irregulaiidade do systema Ee-
rainino, el as constitoem ama cora especi-
fica.
Eas vo meilidas dentro de fratquiolK s>
devidro,- e por isso a soa boa conservacio
duradoura em todos os climas.
Em todos os cases aggravados ou prove-
nientes de um estado impuro do sangne a
salsaparrilba do Dr. Ayer deve ser toaad
conjuntamente com as pillas.
l'ma cousa qae lado o mundo
di ve saber.
O viajante munido das pilulas assucaradis
de Bristol, acba-se perfeitamente armado e
precavido contra aquellas enfermidades do
estomago, figado e intestinos, commuos em
todos os climas.
A primeira cousa fazer-se, no caso de
um ataque bilioso, a evacuaco dos intes-
tinos.
As pilulas assucaradas de Bristol, com-
pleiam este servico de urna maneira rpida
e sem causaren) o mioimo incommodo ou
dr.
Ao passo que ellas limpam, ellas sua visar./
e curara.
Ellas contera em si na certo principio
emoliente que evita a irritacas; a qual d'ou-
tra forma teria logar dorante ama aturada
pauelo,
Durante a sua operaeio nio se sent essas
agudas, lacioantes e espamodicas dores, que
de ordinai io acompaabaa a acgSo prodozida
por esses cat bar ticos m neraes.
Para o (ratamente de dyspepsia, bemor-
rh.idas, affeccao do figado,-eDxaqueca, su-
pressio, vertlgens, clicas', 'ardencia do es-
tomago, ellas sao joamente o remedio de-
sejado, e nenhuma outra medicina conhe.i-
da, pode supprir o seu lagar.
Ellas estio mettidas dentro de fraaqui-
abode vi lro, e por i aso a soa boa conser-
vaciodaradoofa om tesos os climas.
Em todas aa molestias a gravada* venientes da iapareaa do sango e, a salsa-
poYrilbi d Bristol deve ser tomada coa-
janotameate coa a pirulas.
Acba-se a venda noaestabelaeiaaaitM de
A. Caers Barbosa, de J. d*si Brtn *C,
P. Maorcr & C, M. A. Barbosa, Bartbolo-
d-C. e em todas ao ayaulpaay laja da
bienio para commettimento de crimes, para.pop; mas osBctoo*bi conspiracos, emfim qne mase o estado o elles prticados por um presidente ta da
protector de saa propria raina. (Apoiados.) tiocto o que ignoro; attribni aos mias-
' !.! a> i i
9B
SSt
Aa3X hora 4a Gatftjio sobre Pars -vFi/i 530 rtia por fraoeu
JOse^'AnoiasFoaswa,
arraaa*^Ma
Frsa
SarattWo.
Descorna letras da praca a taxa a ees-
Lroacionsr.
Balaba diabeir ea ooata corraata
praso fila*
Saca i vista oa a arase oaare a> eHaJta
Uraeipaai do Jaso|
W rJ^aooo-Ayres,
a New-O/Ieans, e imitte
rafi
1
,
'
IV
'I
.:
I
Largo do Pelourinho n. 7,
I ItBwti 1


>

MNCOAWiV & C.
vdackmal. Rceb? dMnro. a premio con-
dona,, lt^#*** *g*W* _?___.
rea a dar feos tolos o formy d trt. a'
'mesma lei, adveh>dotbea qaunjo aerao adama-
das cdulas dos votant|e jo*
pessoalmente,
B
rfg**Ui Wff ,ioemies5o
i &feno^apobtioot e a
s, rPi cobrwga de ettras
U*u pacato, e de q
# dmootooUipara o publico eotaecajr* a*
m**** taatfrl] frtriotr* *s '4 lloros
^I^ait^ti^ itonco 4o ***>.
WftWmW^W>:Hqw^o. pap.-e-tr*-
?Wl'"!M'i<^W inscriptas n&sta caiw P
Je 95CO por acc5o.
VAS, _
JoBtoco . em tfquidac&o
O soiMWwlowfw paflin rewber o
{mo afcaadendoae quatr Vmoio p >r cen-
t-i 4o plMi, i q oate Mras e saftbaos;
*atregaaoo o resto das o&os.
... ..
ALFANDAA.
Xa42a*a*/tOji*4-+ *............. ^03I|3^f
rlicadns e
art. 50 d
forma do
.delxarem
E para q1
secta que ser' *,
desta fregoetia a
Pregueila de '
1858
compareeerem
liverem nenes
como dlstide o
lados a 10 na
__tfivo legal
fater o pre-
s mil* pblicos
' rensi.
de agosto de
S .A tMjDl Atfcmle Ribeiro.
o es-
ItfltU?
Principiara' as 8
Es
agosi
-iti otiatji
mu
amanean
ataatg i un n iihi
taninnUl a mal
'**,#$i ......Jii*5*!?
6MNfW
lia -
?I
Mo vi manto 4*alfndg
IToip-tSjeolratfos.com futan**.,.
4 comaeros.........
Vjttunes 64*1403 c ira.fusada*. ...._..
. .Maznaron...
Decarr Oaa-e gwnrAya* /I4s mercaderas,
basca fpaoceu PariViHcidem.
4.gar olderoborgaet Sagiltaideo
KraprtapBMi---S OHtt logrea fl/D KEtKBftUUiUA UE HENUAS INifcRJA.S
tlERAJSS
Wandimaoto :odlalaS........'..... 4:78i|,78
4*0 do dia G................... 2:361*353
7~$37\
4
KJOtvSULADl PROVINCIAL
Obaatato do da 1 a 5............' 4*OVW37
M*a dadtaC.................. l:0?O4>544

12-U76261
beaa
MaVIIlfTO ira POETO
Ai-ario entrado no dia 6.
*lrlburn-{k d-**, alera logieaa Wuoe of Uft,
iM7 tonel *ia-, capitn Perrettequipagem 34,
carga ia e uniros 'groer a ; ao a esmo capllao,
velo refrescar.
(ti) Grande rto Sul-ltri.or sema nacional Cj/ft,
apHtt Jo Kitteiru dfl aid nda, carga a taes-
tra e cetros genero;.
& it*Vfr brHielro ParaJi),ba, comiBJndaa-
rllflk.
GbtervaQie.
GfBfMlU o*e {mo o M>jri,
vOfKMVHIOO ilrniTM,
Aos tfe*r)ore Vrra ctrmpantiik Farsa pflblleo
que Be flVsia (rt eardiim;' revogada a procu-
r.irao que o abano assiifoado tioha conferido a Va-
noel Braz O lertco rVsiam, tiara cobrar as dividas
ida mesma MooMifiia, cwaio q"i sin Dallas ledas
as irantarSes ajMaatjrioadae -Feslana, em re*e-
bKis *wnma6,^plooot.tlo afelios o> .
genno Mamucaba. &*mx Aadi, Piabas de Rio
Kormoso do 3r. Paulo d a nwnoj Silgado, e 4*
.eogenho Sano visto .nao >er ua precuracao, agora
,revogada, polares para transigir coa pg devodo-
jres. sem atorisacSo.especi! (ura Issq.
Recita 5 daifcJoWd- 1M8.-0 prrmeiro admi-
nisirador da compaoflia.-C de Araolo GoiWaries
Cousellio d compras do
arsenal de guerra,
0 confino da compras da arsenal de guerra de
Peroambooo pfeolsaeemurar o segointe :
4 quintaes de ano 4B tto pan aSeorotas.
t anos (litas da ditos para barcia.
3,000 cravos aotlido.
8 garrafas de agaa-da-stilUia de.melusas.
8 ditas da dita dita de hjrteTu pimenla
1 arroba de alr.af-ar
4 4 libras caropbcra.
4 ditas cremortartar#.
16 ditas cavada.
8 ditas essewat de iburrebrtiiaa.
2 ditas aapoDJaa.
6 diUs fl ir de ro*s.
8 ditasjrde sabngueiro.
2 J'tas'iodoreto de cbonDa.
16 ditas manoi.
2 arrobas mosiarda.
I litera nsvnmiea.
30 ditas oleo de aanaadoai.
8 ditas paira Jiume.
40 vidros pilulas de UlaucarJ.
40 dit >; ditas da Vlet- l%9
4 libras sabao medicinal
20 vi.-jros xarope de na.
4 cinc 1 trroo tt pesos de ferro de meta qaarta a nata
arroba.
! lenQol de c.bre, on lalao safando a aoNstra
aslente.
10 solas de lastre para gravitas.
As pessoas qae quirerein vender ditos artigas
aprseotpm saas propostas na sala do conselho as
II oras do da 12 do correte naez manilos coas
saas propD.-Us, e as resp-ctivis amostras.
Sala do cooselbo de compras do arsenal de
um, 3 dn pn-to de 1808.
Jos Mara lldsffonso Jaeome Vaga Pessoa e Mello
, Coronel premdeerte.
Jote Btptista Castro Silva.
Vogal secrtlano
N. B. Para evitar olteriores reclainaQdea se
previne ans intereisidos qoe o conselho apreciando
as (iroposias qoe lhe fbram apreseotadas nao se
ad.-iriBgirA eonlicSsJ laes como a da aeceitacSo
*) tolos f-u d man de om dos amigos proposlos, e
se decidir em cada "jm del es pelas maiores van
rOMPAlftH
ao da
H0 D* PIRECCO /.
Salinera Bretticrs
RENTE
Btws.
ittir$m* daa"aecdw"Sesta quaell*'JCtlam aatt-rirtude da
Qor-se ama aaaa qae lenha afttfl
t VMdt t>H*t tMt> coarume, de vendo,
ea*r> waia*ciftWfnrl, apreseotar f na .
i o 4arfo4 Vbrao Santo n. f9, terelt
andar.
TJ0U! llAHAflWJWmo
Por orden da mesa regador;, cofvido a t
ao fjrJW'co ero
Finalisa
acto e ore
SO UA
ra* o espectculo com a comedia em om
ada da mostea, do aedf mig) C. AMb. J
QCIZE DE AGCfrO.
ITeiU mlrVa^Vatael i
peonad*) v*H 9r* Moma*.
.A*saMa aM *>,JW''afll>>a*.oi: ^(cqrarao
oee*s-;tiako4 i.4 o du U, perdarao o direiD a
ella*.
se pe
ressa
eis, a 8olRrWWI duibuo. de actDds qne Ibes aprouvr.
_ mis dessas acg5d jlpOtido toniatias pnV pessoa? que conh'ecem a vanta-
eVtt ^W-4>.CPe,oie occasRa^H^eciJao)iite a inelh-r), empregarem o dioheiro
qoe quue>inx(lispor em objectos de valor raVeomo vapore!, predios, 'etc., qu Ibes
808pVffl*V-oi capitaes. jji) "
A,.*}rnpao\4a possue hoje nova vapordJe^iHriielramente novos, e destes dous
ia lei 0 npr cetUO Ol 405000 Va e 7 da pnof, cara e-Mlrmus a. |a>
m. e e^ialbteotJos ^.p^l^^aSAS
mtjn 'i-a
tatsmmesfmm
i .1.HI
I
i rJoa
Jui

v l


Puodaou no lamarao nuw. 6*rca inglea, m-.-s nao Ha^eus apneseniadas entre lodos os diversos prepa-
*< w'comaualcar.ao cota a trra.
EDITJKS.
rial ordem da Rosa n ]uii especial do eeenmer-
cao oesta ctale do Recife de Pernaobneo por
Sm Magestade Imperial e ConsluciooaJ o Sr.
U. Pedro II, a quem Deo gaarda etc.
Faca saber ao* q!e o presente edital viren a
-4e\if wicia tiwrana qo na da 24 da aosto do
arrele anott.ise ba i* arrematar por veada a
i< j*n mus dar em praca publica deste jnilo, oepois
3 respectiva adinr.i* o seguintt.:
(Joa ea >4h Pre Pdro lia*ives nj28, com orna parta
e jaaeUi, djas salas, dous qoartos, cosinha fOra e
.pe-uaeoc ijuiotal murad), avallada por 2:00;
uan dita na raa d Pilar e na mesma frea;neiia,
-.M3i o o. 4, com urna porta e jaoella, dnas salas,
da par 2:0005; orna dita na mesma rna e fre^oezia
:o9i o n. 8, com duas p rn-, daas aalas, tres qnar
;000, orna dita na m^maTva e fregoeiia com o
n.66, com duv [iDrtas e urna |anlla, duas sahs.
3 ajarafto^ e-qomtal murado, avallada por 2:500J
As qaaesforam penhuralas por execo^ao de Joa-
-;uit de Almei U Pinto, eonrra O. Mana Francisca
J E nao kavend > lancaior qae cobra o proco da
.avadaban *era Mta peH pTr;o da adjmMeacao nr
. -J r -ili 'la i-i.
E oar" qu- c*hgue ao c inhecimento de todos
vnaadei pa-sar o pre.se.nte que sera publicado pela
aiteoso vatfltado no lagar do cosame. Recife,
"i de agosto de 188.
EdSecoaltoo Uallodoro da Caoba e luranieniad i oescrevi.
Ea Mancel Mara Rodrigues do Nascimeato o
foOscrevL
Trlsto de Aleac*r Araripe.
'
i""*r
Oj agent ea da real f.oropaohla d*Tafn es moretes
h vapor late pcblleo para eaobeeMeoto das
joaaoaa qnase drgtar-m viajar pelos vapores da
reorlda companhlp, qoe o, directores da mesaia
de cuoorraiJale cin os rareresseg dos passgei-
ro., aotorrsaro o abanmeur> da um soto na ifo
piftancia a* pataogaos, em lator. das faov lias qae
vijrem d'aqai para Souihamotoo, redoHodo
ambn, o prego de cerios beUes em camarote,
de I* el#**, para fgaal desti o, a St 9, Isio
menos 5 do qte aotrtorm*iH, viudo a psssa
gem de ida e volta a costar 45; sendo que,
alera disso, d'ora em dame, as passageos sero
recebiveis em moeda papel, pela tasa estipulada
Dos bancos para cambio a' vi-t, censando assim a
necessidade alias muito detrim-utal para os passa-
idl^jB^pie
aM c^raerc, que queiiam dar ealprego^segiiro aos
SUon
~2mZZ UJ-- +,im '* wW-mr^r* t V"B*U0 ""i* l,u,DI 'fuaoaaacaj^a uuciidiueiiie unvus, o uoicsuwu
ae-vaiar.iw sorr awsww w acham alargar dtsJnglaUrra. udoforaaconnroidos preaMBBeatefara ella. Alm
disto esi editando vasto armazes no terreno que possoe no largo di Assembla.
Seas diridendos tm tdj de 10 paw cdto ao anno, nos ltimos tras aaoo*_ r-j
A aeces que se wiiiUerea^gwaraJo dos mesmos direitos, e perceberto o benOrl^
co dos roesmos dividendos que as amigas am proporc3o da entrada.
ttecbetb-se ;is assigoaturas no eseriplorio da compaubia largo da Assembla o. 1
Estado de preparatorios, pa-
ra os estHOHnttg qae tf5m
de iizer eame em no*
vembr-o prximo.
fade
Psolcmn
^'F'roHoov
.8
itmiM^taonalDwao'fti 4188.
Jvaajw ryaoceo'da*)
J.x Escrivao
Pcrmuti-se ama casa terrea na fi
Boa-vt'JoU na de Santo Antonio, _nor
ter*aJo- iJ (eoha qBntal u"p
Soledade on Camlnb i N >v.t: n tratar.
P'a^a da Baa-Vala o. Si, eiqina oa
gAo.
da Crot n. 23, I* andar.
rentes.
Gutro Silva.
As possfias abaiio delar.idas qneirara vir ao
crrelo recpberem cartas recommendadas :
Alejandre Jos da Costa Valete.
Anmoio Ferretra Bahbazxr- FiWio.
A. Justino Perelra da Suva.
A. Joaqnlm Hachado Pereira.
Candido Gregorio dos Sanios Slqueira.
Gabriel Ckmeniino Viegas.
Henrlqoe Cnrisllano Robr.
L Uias Freitas.
Jacii-.tho d-i Almeida e Silva, (i)
Joso Francisco Novaaal
Juao da Silva tiuiwares F-rreira.
Jos Francisco da Si va Noaes.
Jas (j mcaives Ferreira Coala.
Jos Simpbrooio N. CarvaJbo.
Jovino Carlos Masalbies Florea-
Jos Peretra da Silva D jurado Janior.
J-js dos Anjos Poarte.
Uaria da CenceiQo.
Migael Juaqaim Ribeiro do Carvaibo Jnior. (2)
Miguel Procoplo Rattaifo Cinto.
Mnnocl Duarte Pimentel.
Manoel Daarie Vieira^_______________________
A Illa, junta administrativa da Santa Casa
di Misericordia do Recite convida a todos os mem
bros de sai irman lado para qne comparream a'
igre]a do Paraiz > h -je a's 10 horas da maaba a6m
de assistirem a mi coi, assistenctado Eso. Sr. bispo diocesano.
. Sucretaria da Santa Casa da Misericordia, do
Recife, 7 do agosto de 1868
^^ Peoro Rod>tajaes de Soaia.
Vice-cOitalado d* ali.
geiros, de *e provereo!** moeda tat*tica.
Para n%rlorea inUmar,8-s doverio os latera #oolgaajlao1o J*qoim Garafdo de Oslos, a
lad< dirigir se ao escriptorio da agencia, na roa
do Trapiche Novo n. 40, i* andar, uaOc Ibes sero
alias ministradas. ________________
' aUiPAdNJoIA PERNAJaUiUCA-
. v /
Savegact eoBteira f*r vapor
rarahyba, Natal, Mario, Mpasor, Aracaly,
Cear e Acaracfi.
O vapor pojuea, commaa-
daoto Martin, seguir' para
os por tos cima nu dta 14 do
correle as 5 oras da larde
Recebe carga al o dia 13
ao 3 horas da lardo ; etico ra -
mondas, passatoiros, e dtnoeiro a reto al as 2
Horas da tarde do da da sabida : escriptorio
do Forte do Matos n. 1. ___
COMPNHia BfUSILEIRA
1
fttt t Janeiro oaa
gojae eoos lu-evida-ie para o porto aeiola o OH
goenacioual Claudio, por ter parle de s*u c-rre-
jpjenlo engajado, para o resto que Ibe faUa Ira-
lasecotti os consignatarios Aotnoio Ln'J de Qii-
toaWa Ateveao & C., na roa da Crot n. 97, primal-
Ti oMai*., li_________i_____________________
H(X de Ja neiro oS* **ar8 ^ Arwerlo, professor de {rr-
Mrtoreiendo porto pretende sabir com moita 11 e linerattira nafiiojrl. lera aberto em
bavida o patarmr, 67orio.por ter a maior pane I sua ca, roa Bella D. 37,
4a c^rga eogajaj e paro o resto que Mi falta e
oacravos a fretn trala-eo.com o eooetgoaiarhr J
goim Jos Gjocaives Beltro, roa do Traptob
a. 177 ,
tlo Grande mMmA
A barca nacional Flecha Acara' prompta em
pontos das a receber carga, o sablra sem demo
ra f.ara o Rio GranOe do 8al, para o re.-to da car-
ga qae Ibe falta trata-se no escriptorio e Mor
ques, Barro? & C Urgo do Corpo Sanio fl. 0, a-
gando andar.
Rii ale Janeiro
Seguir' para o dito porto com t da a brevidads
o brlgne nacional Ribeiro capillo Dias, por i- r
quasi tola a carga engatada e art- ja' a bordo,
para o resto e eervo< a (rale trata-se curo o s-u
roa
DE
Um corso de L1XGUA FRANCEZv.
- de G EOGBA PW E rHSOBI A.
de RHETORICA E POTICA.
de VHILOSOPIHA.
Os esludantes qoe prelenderem fazer exa-
Bie d'estas discippaa ero DOtmbro proxi
no. podem di igir-se iBdieada restdaciaj
de omrbaVaf a* laboras, e 6*8 larde
qualquer hora. _____________
-Ao publico
O ahaixo assiaywdo, irror^dor bastaste de Ao-
toni i Ferreira Pinto, revftfrrrite era Portogal ba
quasi dona annos, ooetailh que slge-m tra pro-
curado nveoiisr muios de dteida atoo so dnem ar-
mados pelo dito seo con.-lituinie Antonio Frrreira
Pintn, atrtnrl n*o se t~lo retirado desla provinoia
rurilvaaMore, puleicnninr* apnnbcloolo',*
|_| % I |___ **** 0% sefembro de 1866, retirarse pitra Por-
Segne com brotiiado a sumaca H>rtenca. lem \ ?l,;5^JD,_,l^^!?^/tr _,?eL,.'!
parte do seo carregamento engajado, pira o resto
qne Ibe falta traas-* com os seas ccnsignatariot
Antonio Loi de Diivaira A'eved j C, ra da
A bronera dTNW'C-o'baile as peseoas do
suas reUcoes o obii) de assistirem amissa qao
no da e ji carreoto-a n .ras da malta manda
celebrar na matriz da Bn-visra pela'arma do seo
floaaVasp SO oharao de Vera Crn7.
^p-J-B-_t_B-____n---BH___r
-^sCmaposawachei.da ba pooco do Portogal
desjanaj||ir com o Sr. Fraoeaeo Jos te>u-
aa Pinto, ^ ^ >bo lo cndn reaide, rota-loe o ob-
seqoorda roc_r indicar a soa m< rada a' raa
lar- do Rosarlo 20ind eocaalraro' a pesio*
qus Ibe deseja fallar.
O Dr. Francisco de Pjula
I norrime e civel e ooob sor _
ra do Qaeimado n. li, 1* a
rt YO horas da mnhaa e (Tas
tarde em ifMBt na rna-do.Sol
pera a euraccoes das r* errikda art- V,
viBcia. **"!
Approad pelo Exm. Sr. presidente.
4250 RaikoM* aii.
Impitto/ello, beueBcle, comai lesioetc.
Cruz 1V57, pnmorro andw.
Rio de Janeiro
O btigue Ribeiro l safco ato gabbadir a do cor/tfl-
te, p(br*apeoas recebe arle moa carga artndpmi i
o qne se (ai fele c ca mudo : a tratar ua rna da
Crot a. 83. ____
IWAWi RRHnmiltt
M
Savegngdo emitir per ja por
Porto de Gatatoai, Ro Foraaos!} e Ta-
a natai .
O Vaaor Jf(ini;in.3W'?r''.
maodante C-ista, .- sut ,' p .ra os
portos cima n oi 10 do cor-
rniie a meia noite R-cebe -car-
ga, encmWetidis. passageiro-' e
dmhelro a frete no cseript.no do Forte dj Matos
Bt.l.-
1 Premio de .
1 D.tode
1 Dito de
2 filloa de 100
3 Ditos de 4(.
10 Olios de
36 Ditos de 104.
54.
LEU SES.
*> cpit) M iuoil Aatoruo Rabolro, jait de pz pri-
aseiro votado -testa (regoezia de S. lose do Re-
cife ero virtud-i da lei etc.
Paso saber qae aaado-so marcado o da 7
de sete obro do oerreot anas, para se proceder a
.l-i<;j de jotaes le pat desla fregueiia o wreado-
ret da cmara municipal, coofjrme as orJeos do
Sr. ai. Sr. presidenta da provincia-que me foram
cositnaoici u> pala cmara mooicipal em curopri -
neoto d >Ml. 24 dalei/rofoiametur da 19 de agos-
ta de 1845, convoco os eleitores e sapalentes desta
fre**aia aella rosldeolps para qoe enmparream
as horas da manha d* sapraettado da 7 de
etembro ero o ec-rpoda igrejo aiatriz desla fregu-
ca afim de se organisar a mesa parochial, fleaodo
o cada, aajialios a nurfta ominada no art. 12f 50
_ 2 da citada le.i, ca os oom-s sao os gegulDies :
Eleitores os Srs. : Jos Frami'eo de Sonta Lima,
Aprjgk l.b da silva, Joao PaoDeeo Alvos, Dr. Ma-
sicniaao Lopes Machado, Angosto Coelho Lilla,
-amar-i Jos s iPrazares, Francisco Antonio das
Cai?, fos Fraaci-ao Menetes do Amono), H^r-
poejHdi- C.)iih) da Oitva. Joaqnim Coelho da Cos-
ta, Maaoet Induro de Oliveira Lobo, Autopio Jovi-
al e Torrf< Bin letra, capito Jos Francisco
Rrandto, Antonio Manrique da Caoba, Manoel do
Carato Ribriro, Joaqairo de Medelros Raposo, Pao*
liao Amonio Ramos, Narcolioo Ferralra da Luz,
Jas Xavier Faustino Rimes, Antnao Gongalves
?dfHra Lima, Jos de Mello Trindade, Pergentino
de Miranda Pientel, Valdevlno Ribeiro.da Silva/
Jose^ertrsrdT de 'Cirvatno, Jvlniano Jos de Al-
bO'juerqae, J-ib Francisca da Slha Braga, Latz
miaga -de M-neres, Traaqollno Agnello Pewoa
Oatra. Manoel Ferreira dos Santos, Custodio Ma-
noel Toeodoro.
Sapoteare os'Srs. : Manoel C ame de Mpraes,
t?drgaati(K} Nelto de Ateredo Coorinho, Manoel An-
taaia*ioeio, Juvaacto AnraHaoo da Cunta Ceiar,
Francisco de Piula Silva Lm?, Joo Baotista do
egi. Ciato-da Cowt Compello. Adalberto Berrarm
o da Silv#, FraaWia alto da Ateredo Coatiaho,
~riaci=co dePiBla Marloho P.lclo; Tibnrtio Va-
leriaao Baptma, laaqtrl Jaoaarfo Nans e Silva,
Or.aatdiaa Ferreira Gome, Antcotn Perciliano de
Sarros Marloho, Antonio Carlos Pereira de Bor-
dos PaaWrtMltina, Jos Anselmo Gontaga de'Oli-
alia Borgai, PodrofTailaaaoo dcanha, Laude-
Kao Taina lalma;*od Taooduiu Ojaaa. Alaran-,
tro Jarwjaim Ooelho ata fJlUK S#aapajpft-_nil da
-o l"vmi I*06to aiv^ aamaTttoavPajitaco
Oaraaa,. Jote Aatooia.Caaaiio da Urna, Maaooi
Joaqojan, BaptlaU, Frawia* Peteiro da-CaabaJ
4 Jo da Vlrgans Botta.loo Pampbllioo CaiahM-
tt, Aotoaio Oas da Silva Gardal.
Asalr raiBrtearcmivoet a todos os eldadios quv
atflcadotvolnres jsta rego_i hm camparte*-
Por esta tico-coooolada se fat atho a qa cred r qae possa baver do Boado sobdito italiano
Francisco Antonio Marlioi, tallecido em fevereiro
do corrate anuo em a povoacio dos Mate?, para
comparecerem na chancellarla do menino vice-coo-
snlalo, com os litlos comprobatorio de seas ere-
ditos dentro de prazo roarcudo na conven?5o cele-
brada em 4dafevrelro de i&tt entre o Brasil e o
reino da Italia, aflm de se attender aos respectivos
pagamentos.
Vice-caosolade da Italia em Paraambaco, em 6
de agostj de 1868.
Palo vlea-oinsnl
Jos Saporili
Ghapceller.
0 200 saecos o certa de
rom farinha d > trigo,
Hoje a o meio dia en ponto.
O agente Pest^nifar* liilai por onia e risco
de qnem perterreer de 200 saicos com farinha de
trigo da melhor marca do Chile o cerca de 50 bar-
ricas de dita americana, em lotes a vontade des
compradores hoja as 12 hora* da manba em
[onto no armatemd Sr. Jos Daaite das Keves.
da arnaavo. biicn, caodieiro a: gaz, fa-
laspeoco do arsenal de mi-
Faz- publico que a commissSo de peri-
tos, examinando, na firma determinada no
regolanierito annexo ao decreto n. 1324 de
iQ'ii, o casco, amarras e ancoras do vapor
Mamangiwpe, da compaubia pernambucana
de navegado cosieira. acboa todos esses ob-
jectos em estado de peder o vapor aave-
gar.
Inspecc3o do arsenal de marinha de Per-
oaraboco, 21 de julho de 1868,
0 inspeaor,
Hermenegiliio A Bar-bosa de Almoida.
tousiulado provincial.
Palo eoaaniado provlactal, so- eoavldacrbs a vir
satisfater o imposto addicional de 3 por cento. an-
te* qae eocerre-se deaitivamoote o exercicio de
18I7-68, aqaeliei cootriboiotoa qolaucados^co-
mo comprebeniidos nos g 16 e 18 do an. 43 da
lei o. 754, foram isenlos-di respeeliv* iuipo-ieo
por terem caixeiros nacionaes em seas estabele-
ei melos. r' .
Consulado provincial, 3 de agosto de 1868.
Servindo de administrador
A. Witrnvlo Piuto'B. e ACcroH do Vasuoncellos
Paquetes a vapor
Dos porto do norte esperado
at o ata 13 do crrante o vapor
Cruzeiro ato Sur, cosimandaste
Alcoforado.oqaal depois da de-
mora do 0&tutn aaj aira' para
o portns do sal.
Recebem-se desdeja pastagotros o ongaja-se a
earga qne o vapor DOdor coaidaiair, a qcnl dorara'
sor ambareada no dia de soa chocada, enconoroeo-
dta e dtnbeJro a frota at o da da sabida ai 2
aeras.
S se recebem como eacommeodas obierlps de
pequeo valor e qae nao acedara a 8 palmos ch-
blcos de medieio on 2 arrobas de poee. Todo o
qte passar destes limites devora' ser'embarcado
como carga.
Previne-se aos senhores passageiros qoe snat
Sjsagens s se recebem nesta aaencu rna a
nz n. 57, eseriaiorro d* Aatemo Lufa doOlivo*--
ra Atevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
\'avesaco eosteira por vapor
Macei. Peuedo e Aracaj.
O v:.por Potengi, com-
mananle Pereira, segui-
r' par* os portn cima
no dia 14 do corrent* as
5 horas la tarde. Reee!
carpa al u dia 13 as 2
horas da tarde, encom-
meodas, p issageiros e diebeiro afrete al *s i
horas da tarde do dia da sabida, ao escriptorio do
Forte do Matos n. 1.
COMPANHA BRftSILEIRA
Paquetes a vapor
Dos parios do t_ esperado
attrrJra-e4 *i edrrente o vaptir
Paran, commandante o capito
ata fragata Adtala J. do Santa
Barbara*, o qaal depoi* da demo-
ra; do eostame seguir' para os partos do norte.
Recebero-se desde j passageiros e. otagaja-se ai faJ trre^
carga qae o vapor poder condozir,* qjtial Jovero* ai _.
ser embarcada no da de sua chegaa, oncomman-
da e dinbetro a frete at o da da sabida as 2 ho-
ras.
S so recebem coma encommeaoas oafaotoa ds
peqsen valor a qae nao oioedam a- pao ca'
bieos de mertleomi Xarrobas di pese. Todo o
que passar desle tlmttes devera* ser embarcado
como carga.
Previne se aos Srs. passageiros qoe suas p3ssa-
f-9ht j je rnraban n* ItMaMl BM jriptorio de Antoolo Luli de Oliveira Atevedo
&C __________________________
para seren i m mediata mele pagos, por ter carleta
ooe-Oaea-devra; a otcepen de om a"joate de contrs
cesa o:S. A o toni o da St4a Mai, 'Wesca *t>of*Te1-
duato em Portoaal, ooda ajustaran ejta eoata e
fui paga pelo anooncfanie a son proesrador nesta
praca a qaantia de 437(f40. vero, pola, pe
preseote chamar de novanieute aos pos^ntdores de
tses litlos, qne Ihe constam ser vales on fteas eo
n djcc.io diversa, entre elle< ora qne se dia-vea"i-
do em 8 de noverobro do 1867 de do* cont e*a- ^^
lo e tantos mil ri?, orna escripiora de hyp<-tnoc*a ____
e ontros d Inlnie. Nao lendo sido presentidos taes IMOIos a
s*n coostuninie antes de sna partida, nao oleado
sido ao snnaaciiDte dorante dous annos que esta'
genndo seas negocios, levado a crer que taes ti-
idIos sao simulados e denenhnm vvli.r real ; pb-
tretanto pede a qnem i iolgit credor qaa-tmr*-
sr-nte o titulo on litlos tirmados p->> mesma Pia-
le, que reconb-eida a legalld-de, sera' uncoed-oto-
menie pago sem lescoolo algucn, na prsca da o-
dVp"odencia n. 33.
Recife, 1* de avro>to d- I8G8.
Maurici.' Jone dos Santos Ritietro.
L'qaido.
5:0004000
7004000
3014300
20640 0
20040110
2004000
360#00O
4:4704000
17:0U)40C
C:&67jatt0
ll:4314ola
-------------- M:M24500
950 Premios.
N. B. O premio de 8:000401.0 e de-ccini de 0 0,0 (> r le geral o provincial o O
de 70U4000 ao de 5- B|l) por le provincial-..
Tnesoorvna das u tenas d Pernarohuco 24 do
julDo de 1868.
O tie*nori-ltot
Ao'onio J s tt rtrtirues de Siai.
Approvo. Palart) dogoer
do julho do ?WS Miii.rn.
ConfurroeAuloniu Auu-s Jior- P.re<.
Pedido
Pede-so ao Sr. M lurim i d H Santrrs Bibei-
rfl,ofavor d declarar o aim di roeoradiK 4$
Arreada se urna grande rasa terrea cora so-
lio, tendo em baixo tres grandes salas, loo qoar-
U, espac-sa cuzioha eni cima, orna gn^ *' e S'r'AoK'ola"suV"Mau" que receben n salid do
qoairo quano?, lera fra da casa dtras cocbf tras, I ,,DU e fl gf nMrt dw, a M>, ^m*
eBtribaria, qoaitcs para fetore criados, du-s casa^l s1_-' fltgUB^CfB w4tit __ ^
preparadas para I a nbos de choque e rtWwaa., >e ^ ,
iodo latado davawawv daaw -aotrobw d wroa rio I IbIooIo da S I-a BftWN
beber com bomba,-aacanaroesto d'agna para trasa;
o jaroiffl feti de eanteiros de cal e tijollo e est j
O harriras' adoraado do muitos vasos e 6%oraf#, crtm repnetio
o'agua no centro e todo plantado O sitio tem to-
das asqaalidades de fioetetras, qnasi todo ron-
rada, tem nma baixa plantada de capim, sustenta
snnnalmente qnairo cavallis. Balando a' margBm
do rio tem banhos salgados, a maior parte do ter-
reno sendo no ponto mais erevido drCapooga, a
casa multo fresea o o*ojetta s chelas du no:
tratase na ra larca ao Misario n. :0.
* Arrenda-se o eogeo.bu C< nceigo na cc-marca
de Porto Calvo, oa distancia de 9 lgoas das e>t*-
j6es da va frrea e a 2 do pi-rto doembarqoe,
motor d'aoa. Cora proporedes par* later grandes
safras pela quaotioaoo do seas temos, todos da
.,""".-' ""'"''''""'"''"!. i7, na m vanea e uela sopeiioridade de seo *oh: qnem o
zendas e dilTereme* movis da loja de fe- ,._; (lde diIlgir i0 me>ao en|[fDhtl B>r>
i zeodas da riw ueita n. dz | per s, verificar eas condicSes Iba aeila aprsenla-
Seganilaf ira 10 ic agosto as H ha- >s pio propnetario._____________
Jos Lipes de O'eira, negociante a' na da
i>deia du Recife n. 8, f /. ecttaie ao poohCo em
e}ral, qne havendo nesta-eldaee mais alunera do
iasmo uome para evitar qadvepos se assigoara'
da bora em diaMe.
Jo.- L"aodro Lopes do Offvolra
mmmmm
a- vmh
O agtote Pinto fara' leili a reqaertmento do
depositario da ms-a faBita de Guimaraes \ C. e
por mandado du Il>. Sr. Dr. jai: especial do coa-
roerelo, das roredorus, muveis o mais hens que
cooslituem a ref-nd massa e existentes na jija
da ra Direila u. 32, un le ? effectuara' o leilo
as II horado dia cima dno.
O* pret?ndeotes polerio desde ja' eiaininarem
o batane em poder da mesa agente.
I JT
CARTA
Quem pretende ent> egar a caria de familia a
Le.poldino Crrela de Nor&nba dlrija-se a toa do
Pili? n. 19.___________________________
PrrDti>co Jcaqoim Gv-es da ctlvi,comprra
o dep.'siio dei pie sito a rna da Seoxaia Nova a.
10, quem se achar com direiio ao a asmo appara-
fa a ra do Arago n. 4S, no prato de 3-das.
Calmeiraa
Preei.*a-se arrumar uro pequeo de 14 pira 15
annos, Braailer^, de hoa cindotta. para taiaetta
da taberna do au ja tem algnma praiic, rena-
I gao oa qaaiqoer miro estaifleclmrnto : no largo
Qo Parano n. II1.
Prerisj-se alnRsr nara rea livre ca escrav
a qoe seja mmtu del e de h. n costotne-' l'ra lo-
do o servil,') denma c.sa de fuida : dingir-se
a roa Billa a. 37, a qualquer Dora. _
iN'um feguodo an.Lir do sobrado da ?o No*
\ v, alazaai se tre> qoarto* com ludas os melaoroa
eoranviOf-s para rapaies itUnia, qiier esiras-ei-
ros ou naciunaev, no mesmo subrado a eaearrega-
a oanga-sa a dar da e qualquer comida, nao 86
iaelles que mur.reni, como lainlkem aquelles qoe
bmeole .uiterem nttlisar se da comida. Os pre-
Madeules poder o deixar oas prcposus em cartas
(etbadas c>.i. os lokiaes M. F. nesta Ifpographia.
Precisarse de nao oficial de efearbieiro ici-
rr*iro : no armaiem da roa do brapeador
a. &V. '
de
a sua
e nraa
em (Minia. -
Tfr-a-Mr lldn correte.
O agenta pitaa fara' i-ilo por conte e. risco
do qnem perteHeer de 1 exeelltne casa pfopria
pava pasear a feata o tomar bandos ter a van*
freo***) ser-m'jito fre-ea. p.vr tolos os lado, na.es-
quia da roa de Mathias Ferreira n 31 aa ctdade
Wlnna, cem frente para o pi'eo de S. Pedro A-
Um amigo do finado baro de Vera Crar. tendo
mandar celebrar ama mit-'a. pela alma do nes-
mo floa.lo, no dia sabbado 8 do corrente, coavida
para este acto, qoe ter*' lunar Ha-igf.j .do c^n
vento de S. Franjeo as 8.bora do referido da,
a.j- prenles e anrgis do mesmo barao.
Irmandade acidcmc-i de .
do Boma Co*aclb.
Em virtude da disposicao do art.-20doMnnrro
atinso, convido a todos os irrao* para comparece-
rem no dii 9 do correte, as O- bora dadla, no
praroissorio de 68 a 69.
Secretaria da irmandade academica,-0'de dirosta
de 1868.O secretario, Candido Valeriano da Silva
Freir.
C*OIPAWHIA
Messageries Imperial*.
A*odra4**do crreme met espera-se da Ea- ._ |>|lf CESCfiC
ropaovapor ''--"i G-en o q^dfcMjll J aiiStW fllWEBSOS,
demora do cosame seguir' para Bar t\6 *%t _S
" Avlsa-se a js Sr- passafairos qae por doeisio do
conselhp da*duUijsira(iioo,fafa' um abatimento
de nm sexto de passagem em lavor das familias
que sexuirem d'atjpi para Brdeos, o que bouvo
ama redaeca boa preoos da terceira ciaase.
Para crjndic5as, fret & o passageas traU-se na
agaoe'a ra do Trapicno n. 9.
pesilo e f iretra ao c'Oveot.i do Crao de Olinda, colqS|0rio desta jrmandade, para, roorrldo em
de 14000 aoouae. wm 40 palmos de fronlo de nm m oitao aoootro e 7J paira)s dfl fondo e 38 de lar- roioistratlva, qoe tem de 4\meei3aar uW-anoo ejm-
ora, t___irtas e urna jtnella na frente, corre
3aewa>atotoo 4 qnados, cosioha foro, poco com
laMt-tada ttl' fondo e lado da roa que sobe
lMtj'a,6, ita grande rom arvorea de
a8saa cois a mela a^aa jnota leude 38
rdvaocim daas porus da frenlc tem
tata*o 31 pal'"os do-fando dividilo*om oter-
pare de meta, nao leuda tnsayio no
tasa, drvresfrpor uraafeo}6ena cer-
com o moro da casa. Os pretenden
examina f* cdo atlMcao e anteceden-
lugar o lertaj mi daa'acima mencionado
as 11 oras da manb* na "casa onde a-tat
commerial largv do Gorpo Santo.
. Venia-s ana peqoeda casa em
praas, no hairrj da Recifd ; a iratar
Crnx n. 13. ^ .',-.
chaos pro-
ba raa da
s
TBEATRO
I
EOTItm LYfllCA
AMAT*
agwto e 1868
||>| SER'F IMPAR -.
Tereeirii recita da aaslpialara
Ljkreelra re'praaolafai da tapio
t- Precisa se de ama ama para casa deJiaaaem
solleiro para o ser.vl". de por tas a deolr o, o qaa
diconbecimento i sen ejmporiaiaaK>: a araUr
defronte do chafarla das Cinco Ponas n. 43, ta-
' ____________ .
Precisa-se alagar urna osbwva qt sarba
har e engomroar par* tra familia de pdneas
pessoas : na roa Nm n. Si, 1* andar. ^
+TNaraado Padre. Floxia a o. 34, precisa-13
de nma ama para servir a duas pa&soas,
{azi ol
Ctapa o la re roa monea o:.
Os gneros armazeoados nos trapiches al
faDdegados da Compaabi PerDambuena,
viodos nos sous vapores, meos que all sin j0anl!TJ j0S da Crvaihi Cabreira.
recebidos, como algodSo, etc., acharole se- J s Manoel dos Santos Vfi^ajaw
- !a roa das Crnies a. k)r doaojafe Tallar a
negocio de Intaregsa aos Srs. abaixo dwiaraoot:
Franeiseq,'Jos de Freita Caimares.
Jia Casemiro da Silva Machado.
Joto da Cista R. Urna aa
JisPoliearpori* Frenas
Jj$ Brandan Guiaiarie
Francisco de Paula Mello
Francisco Alve* Rlbairo.
Jijo de Barro-Sel".
C emente Ferreira da Silva.
PeJro Das dos Santos.
:
CffrrrpTise nnwtinrpri'dadndeteTTenoccmcaaa
ou sem ella, com taato qoe srja extenso e proprlj
para criacao eplanta^ee.nqaa opo teofca na as de
daa leguts do Recife : na roa das Flores n. 3.
E^cravo
Ooeai qui;er a logar um, dirija-se a' la dos
Ouararapes n. 7d, qne achar.-.' com quem fallar.^
Terreno extenso

C0MI%
20-ru i da Florentiim-20
" in'excellente fi*Db*ia ftatuet fiwarr-ga-sa
ftilomar pen-iflsO* T", ptvtjT)ii.io ra-oav-l.
gifantinio bom rflamento, orno tamben^ roana*
eomid ra s pessoas que as>m o deseiirem.e
se atha a* d1sposic;a dis fregOetes ramo do ola
COm QUiAU. ~
/illM
Precisa so da ama ama para todii o servira ds
casa de pequea familia : na roa d Crules u 41,
taberna da perta larga.-
Preci
gnros contra fogo na compaubia, iogfeza Tha
maz e Merey. sem que por isso paguetn os
depositanies mais do qoe o que marea a la-
bola qoe'rege1 os iolorposlos.
tXecf, f do agosto de 1868.-0 garen-
]i6 F- F. Borges. ____________
Mili
Pralaadt sabir para o referido parta coa aattta-
brevidade a veleira eseona Animo, por ter a
maior parlad* f*^iraaai,t para a pea- qoa *-*
Iba faUa taata o toa o amilanah
Goacalves BaittioFrw de Traadato-._ity
EitaWa'Jqa; P<
ereira.
IVocasa.as a am* am> tara comprar e co-
lianas-: oaroa do S Bim Je-m* das Crnotas o.
41. Na acama casa .preeioa-s. de nma ama par*
angommar. ________'
Sobrado para a.ugar
Aloga-se o prlmeirn andardarta do Apollo n.
23 com bons commodos para familia: aa raa. da
Ctot d. 63. armaxoO OosOrt. Melto L-*t At~,
das 9 horas da roanhaa as 4 i\ farde>
Precisa-se de nma ama escrava ou forra, qa*
safba bam cotlnhir o eogommar, para casa d
penca familia; a raa da CadeU do Recite o. 8, ar-
matem.
Sociedade Liberal Bniao Be-
Sao confitada} as seoborts sneloaqjp-dta de tomar asiento em sasso de 25 di prximo pas-
tado, a Isto fatOrtm,-assrT* eomo fados- o taim
tocaos, U'nn^tOiswsa^llMaw^Baaa
pweado.alargado CorpoS*to n. 24 4*wa*.
*"^rVV^*?* UbarbiraWfcsi
ecsa-se alagar nm roploque d 10 a 12 kWl_"
para servio* doaeettrco- r ira nardo Pires sobrad
Ama coaiBawra
Pretasa se dt urna ama boa c-irDbeUa, profano-
d-ie escrava pagase Dea: na-ia* do ftraav
sobrad n. 27. Ki1
Pr*ela*ra da ama ama c;a s*it> cisionar bsi
para caaade bJ** aoltatw.: na ra* do ftaacal
Bu,-_____________
*rtelned5 ^"22!
i mSvKS 4* CatO*Hr.' % pasaoa : roa do Grespi laja 8, taqulM
l aaaaa; ao>ptoo
Secre-
te, 15 de agostada 1868
iltiMWfp 4o4t*Mt*ei
A tuga;se
Os dons aod.res do s-brado qae Ux ,quina *
roa do Mondega tvl, tiogoaala da- Ba W^p, aa
bastante coiumad para dr.r* ___f_ow u
milla grande: (m*m-os pretender ^ntfiPs aro*
do Amfim*-3'J.___________ ^ ,
Z. -X Precisa se de nma ama-qOa aM^oaOBaar
pa casa de raaaaaaoalteiros. prefsrindo so estr*-
va : a raa do QiWma4o*!.a3. ...
luga se om sobrado no om andar o setao
sltoia' rn de S.-Concallo J|; a IrajUr nos 4*a-
lalnios, veia n. t dbala sebrado gr*ite.
abat i h^mi% n > f-'-"*
Aracp foimadav)uOvan8e* pbi-oem bO fe-
veta a pehaoa.atKOoa, b (jbfl- nu 'Mf4ajh>w -ot*
asiib sogeitea a 0*w _***-, prolaiM*^-kssv
Cdiva sua aaBUratS' pablad* tadakWM** d*
boje
cife, 5 de agasu da 1868.
Paoto fa Amcrlm Sgala halor.
- .i
simia' r
ftro prbl
i mil )
i


ans
a-
fmmm& E BIJOOTERU
49 na d Cadeia o Becife 49
e. Augusto DraLoucms;
O done de6te stabelecimento participa a teas fregoste e snifos me
nudoa sua loja de. relojoeiro da roa Nova n. 68 para a roa da Cadeia do Re-
to o. 49, atad* te euooolrarao sempre m grande sortimeoto de relogios
rilgvbeira de ouro e prata dourada, saissoe e inglezs, como tamben de
rede dos memores fabricantes; grande artianento de obras de oero para
ras.cadeias, pdlseiras, aonen, asfinetes, le- dos melbores gestos por
i muitQ ea copia. Na mesma casa faxeen-se concertos por preco ra-
h'02
JOALHERIA
-iar^aes Silva (X
Os dovos pilotos da fragata amazonas aviiam o publico, e particularmente seas Ir-
gaetes, qae elfaconta acbar-se constantemente suprida do que ha de meibor, e mai
moderno ea faseo** de todas as qualidades, para o qae envidan todos os meios, ja
eoaaprando do fue vm de mefbor a este mercado, j mandando vir, deeonta propria,
4a Earepa por todos os vapores algamas especialidades de fazendas de gosto e pbanlasia.
Ea> seu variado e espen iidosortimento, encontra-se sempre, almHde tfoito ootro?
artigo*, o segointe:
Luvas de javin sempre Frescas, brancas e de cores, para senhora* e para hnmens.
( Faxeodospropriao para casamentos, taes como: ricos rostidos de bloode; moireantiqoe
i bmoedflsopemrqnaliilide; setim, e gros denaples, brancoo: magnificas colxas de
ff damasco de se h^e diversa edres; cortinados para camas' de 254 rs. 4800 rs.Moito
lindos e magnficos cortes de vestidos de seda de edres delicadas e modefctssimos gostos:
variaaosormnaato de s las lisas, de listsa e de quadros.Saias brancas bordadas;
Acaba dechgar a eiteestabeleeimeolo an variado aortlmento dejlas miro, eratt a "scoai 5 a 0 ordan da pifos, faienda de mnito gosto; asiim COMO as booiUs saiar
erioaato*; wat <} adtsfteos eesrbriieaate* o seas eiies, b.ios dereco, ^* i c,m farras de cras.-^Ricos cortes vestidos de cambraia branca bordados, o qae
pan retratos, votu deporotos co*a-ero* aobrtibaote. pirapesco*^brinco*-, tetas,, ba de mus dio g nielhir g0sto nesse geoero.--Un)S listradw de seda, e poil de chevr#;
DE
n
r.
i-
Agostinho Jos dos Saatos
HT. 3ARUADO CABUG--3 A
"""^tdo PoV-J-Calra para mtoae-o rk o* a oeste genero, hgoeiros. ewtaa, froctelras
^^Coi^^^ prata, pa^o-s.,
vaaaioaameme.^ ^ ^^ ^ ^^ ^ brllbantes, obra de gosto a valor.
W
CnmitoAffdeiMafei de sfgsrss' Renaissance
nuritimcs e terrestres, es'abele- Fabrica de mebilias, carralho, scalpta-
jfja He de Jaaeir*.
"Capital 3.200;000OOQ.
Antonio Luiz d'Oliveira Azevedo 4 C,
agentes desta compaooia, toman segaros
a riscos martimos e terrestres de mercad o-
rias e precios. ra da Cruz n. 57, primeiro
de en Beriin.
Agencia.M Praga do commercio, (roa i
pietia) do escriptorio da Theod Cnrisiiansen
ra

Almoco e jantar
Almoco e jaatar
Ea ama casa particular oa roa estrella do Ro
tarto sobrado n. 33, fornece se almoco e jantar
coaa asseio e dror ptldi
H I
Grande sortimeoto de machinas america-
mas para descaro?r algodao, ebegadas lti-
mamente de un dos melbores fabricantes
deste genero, e por menos preco do que em
qnalquer outra parte: na ra Direita n. 53,
loja do Braga^_______________________
Ama.
Na casa n. 2 antes de ebegar a igreja do
Manguind ainda se precisa de duas amas 1-
vres on escravas de boa conducta para cosi-
nbar e engommar a urna pequea familia :
paga-se bem agradando.
Trocara se
isnoUi do baoco do Brasil das calas filia*
don descont aoito raaoavol na prac* da lnd
oondencai. lt_________________
Joaquim Jos Goncalves
, Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17. i." ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minbo, em Braga, e sobre os segain-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valeria.
GaimarSes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Viaona do Castalio.
Ponte do Lime.
Vilta Real.
Villa-Nova de Famaliclo.
Lamego. ;
Lagos. ;
CetilhSa.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Praca do Corpo Santo n. 17.
Precisase fallar cornos 3rs. abaiso n6netoua-
w uiversas e ooitas cores.Alpakas lisas de diversas cres.-*Speriores csaqoinbos,
oaaquiaas, de sU prla enfeiudos. e do ultimo gosto.^Pigaros ou iaquenbas, de
oacoaaeofeitesprtosedflcdres.-Corpinhos de eambraia bordados i larie Antoi-
!Tr 'iiT k m?*% Dorj!,das pira senhora.Ricos lencos grandes e peqoenos de cambria
J >rdados.Htai sortimento vartado de bal&es regnladom, e de ontras qoalida-
es, at ba!5es de arcos morios bons a 25 /sVestaarios ricos, e eoxowl complfito para
SE? '"f'ordlle8 d cabala, e chpusde diversas qaalidades para senborn.Sor-
umeoio completo de caaizas. para senhora? e para bomens,Bonitos tapetes do todos os
?1 ?*""" Ia varia(ie sortimento de roupl feita, malas e bolsas para viagem.Finis-
iimas caitas da Persia.Graodevariedade de"cambraias e cassas brancas e de edres.
Pannos finos casemiras.o maitosoutros artigos.

_

Na roa estreita do Rosario o. 32 2* andar, pre
cisa-se de ama am>, para cosiobar e servico de
casa.
Tdodo 53 deseocamlobado desta cidade para o
Rio Grande do Norte, ama letra aceita por mlm
e sacada pelo- Srs. Beroardo Macbado i C, da
Qjanlla de 254300 vencida em 6 de abril proxl
no passado, aviso em lempo pira qae nenhom
n.'goclo se faca com a dita letra, sob pena di nal-
lidade, viit) acbar-se ja' vencida e paga como pro*
to com o recibo passado pelos sacadore?.
Recife 3 de o to de 1868.
^^______LotSoares R'po?o da Cmara.
Precisa se faltar a Sr.' D. Paoia Mana Pedro
de Sonta Btodeira, vlova do Sr. Domingos Per
oaodes de Sojza Bendtira, par* negoci) de en lo-
teresse : a ra do Qaeimado n. 23, loja de fazen-
das.
Tambem se precisa de um criado
14 a 16 annos, para servido ioteroo.
de
Urna pessoa habilitada propoe-se a dar iigSes
de desecho a crelo a> veies por semana, em
casas particulares : devendo qnem qoizer enten-
der se com o Sr. Barres a' roa do Imperador on-
aoero 77. ________________________
A veoeravel contraria da Santa Rila de Cas-
si a precisa de om caprllao: a trattr com o tbeson
retro Maximino da Silva Gosmio, na rna do Pa
dre Floriano n. 71.
COSINHEIRA
Precisa se de urna boa
casa de bomem solteiro :
31, toja.
cosiobelra escrava para
oa ra do Qaeimado o.
Preeisa-se singar um moleqoe de 14 on 15
aooos para o serv; de casa : oa roa da Impera
trun. 8$.
Aloga se o segnnio andar do sobrado da roa
da lfoeda n. 13, com commodos para ama ame-
u familia : a trattr na ma da Cadeia' o. 39.
ANA
Precisa-se de orna ama para cosiobar
no largo da Alfandega o. 7 B.
a tratar
O Sr. Joio Lat de Carvroo que residi al*
gom lampo aa Parabiba, a atgooto 4* en iatt-
reaso apparega oo cae alo Apollo 7L
Na roa das Gratos a. SI, catad* pastT'pro.
cisa-se oo oca bomem qae tena araiica do eosl-
ana forro oo eseravo.
Praelsa-se do orna asa para tratar do serv-
2 do ama casa do bomem sotMro, qae seje fiel
boa coddncta ; no pateo da Ribelra o. 13.
Tintiir japonesa
InsUnUnta para Ungir os cabellos e i
barba, a ,000 o frasco. '
E a ornea approvada e recommendada por
ter sido reconbecida superior a todas as tin-
taras d'este gatero.
A' renda ea casa de Gustavo Herrelin b.
31 rm da Cade* o. 51.
dos a negocio de sen ofertase.
Ignacio Ploto dos Santos Sazes.
Joaqolm Jo> de Lima.
Joaquim da Rocha Si Joaquim da Silva Alvos Ferreira.
Joaqnim Gon^aives V-anna.
Jos Eleoterio Carneiro da Caoha.
Manoel Florsncio Fereira.
PeJro Mandes Advincola. "
Targino Francisco de Mello.
Pedro Alexandra da Silva.
M.noel Sorisooo do Res Campello.
Jos Cypriaooo Aoinoes.
Antonio Pbiladelpho Pereira Datra.
Antonio Joaqolm de Barros.
Antonio Joaqnim Machado.
Antonio da Silva Marques.
Antonio Joaqnim dos Santos.
Antonio Jos de Brlto.
Antonio Teixeira de Lima.
Antonio Barbota dos Pasaos,
Antonio Franelsco da Suva,
Amonio da Costa.
Albioo Piolo da Silva.
Augusio Jos Fe. reir.
Bento Tupinamba.
Bernardo Jos Lipes Braga.
Beroardino do Res.
Candido Marciano da Costa Ferro.
Cyprianno Lopes Gahvlo de Moraee.
Dom Domlogos Jone Pereira Goncaltoj.
Francisco Paulino da Silva.
Francisco Manoel dos Santos.
Francisco Serapiao Pereira.
Francisco de Oliveira Coelo.
Jaciolbo Aogosto do AmaraL
Joaquim Milete Marii.
Joaqolm Morelra de Man3oqca.
Joio Jos Barbota. 9+
Manoel dos Sanios Ferreira Bamos.
Joio Cardoxo Brrelo.
Jlo Felippo dos Santos.
Jos Teixeira Barbota.
Jos Ignacio da Silva.
Jos Barbota da Silve.
J >s Maria da Silva Ferreira.
Leonardo Jet da Silva.
Matbias Coelbo.
Marcelino Jos da Silva.
Manoel Francisco de Matlos.
Maooei Petippe do Nascimenio.
Manoel do Reg Pinto.
Manoel Jos Martlos Rodrigues.
Tbomai Gomes de Almeida.
Franclsoo Joaqnim Goncalw.
Affoswo CavatoanU OHvotra Mae*I.
Jos Leaadro Raaiche.
PedroJos da Gror.
Joaqolm Coelho Accioll.
JwLeile de Atevedo.
Aisis Augusto Tavaros Vioira.-
Maaoel Ferreira BrlgadeUa.
Jos Boraartao Alvos.
Lnlt Angosto Ribeiro Mavignier.
Jos Joaqolm de Barros.
MaaooUoio da Castro.
Jos Mara Mooltiro.
Amonio Kiboiro de Araujo.
Manoel Aaloato da Si iva.
lorqoat) Laoreotioo Ferreira de MeWo.
Jos Mana N*unes. >
Augosto Cesar da Silva.
Antonio Ferreira Dos.
Jos Loo re neo Batios.
Jos Antoolo Hearique Pasaos.
Hermenegildo Jos de A Icaoira.
Modesto Meilio a Anocneiaco.
Horacio Alves da Silva.
-
i
-m sa
9 te
t
^
a B
istfh
o US
A3JU'
aleod5oA1dJ d|0griaiDde4f Hn t* mb0res. machInas wWctnw para deacarocar
seguime: 6 *5' DflSte estabelecinto se encontra mais o
Azeite de espremaceteproprio para machi- JPenetras de rame para nadara e rpfiaatfes
as de todas as qoa Jades: i Carrn.e n,-, ,i JA?./--. a e rcnaaC0es
vapores de fon;a de 3 a
4 cjvallos.
Serras avulsas para macbinas.
Mancaos e todos os mais perrences para as
asesinas.
Carros de m3o para aterrq. ., ^ >
Cylindros para padarias.
Debirihadores para milao.
Arados americanos.
Escadas de madeiras americanas.
Carrinbos proprios para armazens.
Moinbos para refinacoes.
dem para milho.
Machinas para corlar capjgj.
Bombas para regar jardins.
Vaquelas para cobertas de carros.
Camas de ierro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommir.
Vassooras americanas.
Baldes americanos para compras.
Juinas de madeira. .
B'Ilaios e cestas de vergninhas.
Guarda comidas.
jCorrentes para aaanjarres.
Machados e facSes americanos.
Caitas com vMros de todos os tamanhos.
C*onos de chombo de todas as grossaras.
Folha de cobre idem idem.
dem de Iat5o idem dem.
Folba de Flanlres.
Ferro de todas as qdalidades.
Arcos de ferro.
Latas com gas.
Trens de porcelana paracosinha.
dem stanhados para dita.
Bandeijas Bnas.
Balaocas americanas.
Mem rovemes.
em rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em vergninbas.
Folbas de ferro de todas as grussuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qnalidndes.
fRewolveis de todos os modellos.
Frramenta para oorives.
dem para tanoeiros.
dem para ferreiros.
IhI.'"!^ *" w^> W atura. n
Z?Z2Sf*t>**M* *'WM*inetoSSa-
aores. como, tejam os qne passamos a aaancioaar
e ooiros mnitos oa qoaoa sa vendom cosa dhnino-
tos lucros.
Botinas para stakeras
tina, daraet.0 braaed, preus e do coras.
Botinas para atenas
daraqoe braaeo, protas o de oniras mitas cores
Lavaa de peluca
do verdadeiro Jouvio, brancas o pretal.
Lavas de seda
brancas, protas o de pairas coros.
Lavas de lo da lacossia
moito boas, branca*, o de cores.
. Lavas de cataures
finas 4 tamben aocorpadas para acotarla.
Obras de ara tesa
brincos de ooro da lei para soahoras a meninas,
pulseiras, bolees do puabos o de abertora, transe-
lins, correte e cbaves de ratogioe todo de gosto.
Beliaasiara beateai
de difierentts moOtrfios, realidades o procos.
Bolias para meniaM
de diversos modelos e qaalidades.
Perfumarlas
finos extractos, banhas, seos, pos do arroz, agua
de cologne, agua florida, sabonetas, etc.
Lefaes
sndalo, Jacaranda e de ouiras qualidades.
CliaposiahH para seihoras.
de moito bons gosto* o cores a' ultima moda.
Espelhos doaraaos
de differentes tamanbos, e bons para salas.
lilla*
do velludo e de marroqoim para retratos.
Bokinbas e eesliibas
do seda o do velludo para m-alnas a' passeio.
Objectoa de phantasia
maito bellos para loiiets.
Coques moderaes
dos melbores gostos da oliima meds.
Sapates de lastra
com salto, para sooboras e para bomens.
Sapates de borracha
para bomens, seohoras e.meninos.
Sapatos de tapete
de moltts qaalidades de tranca de Lisboa para he-
mens, seoaoras meoioos.
Sapates de invern
bexerratallados para hornese meninos.
Botas russianas
metas botas, perneiras e snoias pernoiras.
Cbicotes
de muitas qoaiidades para paselos o viagens.
Malas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
lelas
para bomens, senboras e meninos.
Peales
de desembaracar, ditos de travesea, ditos
barbare multo finos de marflm para caspas.
Linios roaiatros.
de pooeo preco, mas multo importante? pelo bello
Uabalbo em papel Ano de palba de arroz.
Golleiriohus.
moito finos de panno o papel pa camisas do bo-
mem.
Iseovu
para fado, para deoles, pan cabello e para ubbas.
Bengalas
de maitos modelos para bomens e meninos.
onfelte francs
caixnbas com doce coofeiudo para pre&enta.
Papel rreodado
para enfeitar bandeijas de boto o do doce.
Rico presente
importanies bengalas de canoa verdadelra, com os
mais delicados castdes da marfin:.
Loaelas
da tartaroga, de ajo e de bofaW.
Ocoles
de prata dourada, de ac"o de bfalo.
Grvalas
de seda amito boa, preus o de cores.
Novas earteiriabas
de lindos gostos para dinbeiro.
Bonitas ponteiras
de espuma pira (umar-se charotoe a cigarro*.
Cbarnleiras
Helias cbarateiras e eigarreiras de palba.
i Biie
sJntfnttl
> eipooici* oofveml do Aria
no aooo do I88S, teas espwto- a
voada em toa loja, om grasd*
sortimento do relogios para algi-
belra como tejam : de ooro o
prata, sendo dos melbores fatrfeairtM, 4a pato
ata iofllaus, soissos a oritosuaes. Taasbaas km
graod* qpttdado do retogtoo pera, pared*,
e qne batem horas, ditos para embarueofs o para
cima do mesa, todos estes relogios to ios asis
bonitos roodel s. O mesmo concerta retoaios do
todas ss beos costearla earotunaetro* de algibocra a atariU-
mos : recebe sempro por tojos o aparas, om
completo sortimento do correales o trncenos,
sendo todo de ooro de le o o' modelos os mato
modernos, assim aosao divaraea obj.eto da bi>eia-
torta do mais bonitos o modernos gostos.______
Precita-saaoslak eatoelro do U* I i aanoa,
qoe teaea algoma pratica de taberna e qoe d fla-
iorn} 80a M9 : ea. roa da Senzalla Yelha
n. di._________
t Xarope ^Eegfm
E de orna efficacia verdadeiraaaeate ma>
ravilhosa como calmante do patena ner-
voso e applicado costra a paraliaia, astb-
ma losse convalsa ooeoqoelncbe, tosses re-
ceoteson antigs, saflbcacoes.catarrhos, bron-
edices etc. e em geral contra todos os sof-
frimentos das vas respiratorias e na plhisica
polmonar, soa virtode contra o ttano oo
espasmos, e convaleces incontestavel e
ninguem ha qne a desconbec^.
Aa botica do Pinto rna Larga do Rosario
n. i O junto ao qaartel de polica.
Precisa-se de orna ama para o servico nter
no o externo de orna easa de pouca ramilla : nsv
ra* das Crates n. 18,1 andar.
-- Preciase do orna ama para o servico i a ter-
oo de orna easa e que saiba engommar : a tratar
no Corredor do Bispo o. 23.
U Dr. Manoel oedlno Hego Val
pode ser procurado para o etercele de
toa profisti da medico a* iaa da Cam-
boa oo Carmo o. SI.
2

para
I'anlo Cordclre
Joao Paulo Cdrdeiro acaba de abrir nes:a pro-
vincia o deposito do seo bem coobecido o acredi-
tado rap, os preco< sio os da fabrica o Kio do
Janeiro salvas as dtspetas, e os compradores de
Dorcoes para retalbar as lejas lerao orna boaifi-
cacao, assim como se troca aigom qoe oio sala ao
agrado dos consumidores : na ra do Yigario n.
11, oscriptorio de Joio Prancisco'da Silva Norae,
a quem os tregoeies de lora podero dirigir seos
pedidos.
Precisa-sede om menino portogneT^doTolti-
mos chegados da Baropa, para caixeiro de taber-
na : qnem pretender dirija-so a' rna Direila n. 441,.
paleo do Terco, *m frente do Cbaarir! O primeiro
qae procurar sera' recetado, nao bavendo nconva-
tenles.
Preeisa-se do am
na roa das Crotes n.
Iriade
criado prefere-se eseravo
39, hotel.
iQda&ca de residencia
O Dr. Igiacio Alcibrdes Velloso, ten-
do modado a soa residencia temporaria
mente para a roa Nova n. 45, primeiro
andar, roga a todas as pessoas da fregue-
zia da Boa Vista, qoe Ihe qoizerem hon-
rar com os seos ebasados, o obseqoio
dedlrlgi-Ios a botica do Sr. Joaqnim Ig-
nacio Ribeiro, na praca da Malrit n. S,
aonde ira' lodosos dias das 9 as 10 horas
da manua.


.
-----
11 I

FABBIC4 DE CHAPEOS DE SOL
A mais importante do norte do imperio
H \ YOLL C.
Rna Nova n. 23.PERNAMBUCOr=Raa do Cabng n. 8.
Avisam ao respeitavel publico e partieolarmenteaos Srs. logistas e fabricantes de
dbapeos de sol, qoe a na fabrica est montada e provida para satisfacer a qualqner pedi-
do qoe desejarem fazer-lhe, pelo qoe ten sempre nm completo sortimentos de objec-
tos fabricados, assim como um de aviamedos para fabrico dos mesmos.
das do
e cot
i
------
-----------.
.i i. *
ir i ir
'
JOIAS
Jos Pinto 8ow*s Coelbo Jaalor.|
Arrobe vegetal
sem
*~~~ P?*i ,0*tr > oaptifa aara to.
dooaarfleo. na easa aVpoe^sMir. ,
^rMJJ*ggg2>. Sum- '
"orna u I*a4* do 90 a 25 aaaot om o.^.
a soa eondneta: na roa do WlFW*
Verdadeiro purifii'.ador do saegne,
mercurio oo oulro qaalqoer mineral.
nico deposito, na botica do Pinto ro
larga do Rosario o. 10, junto ao qaartel de
polica. __________ '
A faaMJta. sooradoiri no Mangaiobo, qoo con-
lidoaoma criada portogoeta para servir-ib*. ao
anda proelssr delta, qara aaswaeiar onde deve
wjroeoraia, visto tor te desarramado a dita
N.2 ^ N.2D|
CORACAO DE OlKO.
ERNESTO l LEOPOLDO
*> ao in^eSai^ O'o" -5 imnetena.
to Jro;er'^eS'i.Cn, SSUu'SliaiSaT'W** tb^-
SJSWSIM owjaeoniprar
K ^, "" mmm ""NP'wl, obra do moderno ? ooro) volus do ooro coa a competente erntlnha ricamente mSES/fS .*^^u*'Wi, 92W_ "
gios para senhora erl
SS%--W.,-nnnn^^
;
Cachimbos
do varios modelos, baratos em dotias.
,i. Veaetiaeas
transparentes com paysageoa para janella*.
Gaiolas de araste'
do differentes modelos para pawarnbos,
lobos sara illumiaacio
lindos globos de papel de coros para iilominaco.
Aaat-joor
para candieiroa o para lamentas de plae.
Oleados para asesa
do moito boa qnalidade e novos padrSes.
Correntes de plaqu para relegio
moito btm eitas e do gostos a Imlueio
ooro.
Lanteraas msicas
peqaeoas e grandes moito muressaoles
fantasmagoras.
Caiiiahaa de musir
peqooaos real*jos para meninos.
Para retratos
naos caixilbos para enllocar retratos.
Lhsouriahaa finas
para costura a para ooba*.
Couqueu de flores
de porcellana com lindos jarros, para masas e .san-
luarios.
Cbapeoainbos de sal
de soda de coras para aeaiaaa a sooboras.
Estampas
de paysagena, cidades, sanios o ligaras.
Esterescopos
com inieressantos vistas escoinidas.
AccordeoBs
a concertinas de todos os lmannos.
CosaMramas .
eosn as mais pittorescas vistas da Koropa.
ftosJeios
pequeos a grandes, de qoatre o seis pecas da
mostea. *
Jefas
da domin a ootros mnitos difierootos.
totiaku
de palba para meefaas do osela.
lrfalas destaras
pars facilitar sabir os dantos das eriaocaa
sofrerem incommodos.
Toacas a sapatisAos
da lia, multo bem folios, para crianca.
Canillas
do qaatro rodas para coodur erUncas.
Boaecas
do todas as qaalidades o lamabos para meninas,
o ootros mano* brinqoodos proprios pars eriaocaa
do 1 a 10 aooos.
ltenle
As familias qaa desejarem ver qoalqoer dettas
SfSm>mUm ? tobatodmooto;
f oa serap de prempto salisfeius, ssss4sodo-se oor
om eos caixeires as amostras a os proco*.
GASAS PARA ALGAR
Jos Jacomo Tass tem para alogar om sitio e
casa oa Crut das Almas em frente ao sitio em qoe
mora. Mais ama casa snti;a com moitos eommo-
dos na ra do Rio do Poco da Panella, doos arma-
tens oa rna da Prala de Santa Rila coro embarque
para a mar: a tratar em sa escrlptono a roa
do Amonro n. 35.
Precisa-se de om criado e de orna ama qo
saiba eoiinbar : na ra estraiU do Rosario n. 32.
segundo andsr.
COMPRAS
Ouroe prata
Em moeds e em obras loutiilsadas, eoropra-se
l>or boro preco : na praca da Independencia n. t,
Moedas de ouro e prata.
Compram-se no armatem de fazendas de Au-
gusto P. de Olivelra & C, a" rus do Trapiche
n. 42.
C*>snpra-ee hoje
Moedas de prata, libras Merlinas e onro de todas
as qualidades por malor prego do que em ontra
parte ; oa roa da Caalela toja de oatlejo n. 58.
Moedas
(lo onro o prata, compram-e por jnslor preco qoo
um oqtra parto : na roa do Crespo n. 16, 1* andar.
Csupram-se escraves
Compram-so, veodem-se o trocam-so esersvo
de ambos os sexos o de todas as idades : a roa.
do Imperador o. 77, ts andar.
Moedas de ouro e prata
Paga-se por mais do que em outra qaalqoer par-
: na loja de onrivos srco da Cooceicao a compro
roa prau velha o podras preciosas.________
Cumpra-se
Por maior proco do qoo em oalra parte, moedas
de ooro e prau naeioaaes o esiraogeirss : roa do
Trapiche n. 16, Adriano, JCwtro d a, o roa do
Crespo n. JO, Alvaro Angosto de Almeida.
Com muito maior vantagem
Compra o corsco de ooro n. ? D, ra do Ca-
baga, moedas de onro e prata o podras preciosas
Compra-se
Diarios a' 140 rU a llora o 41500 arroba : na roa
Direm n. tt, fabrica e*oarrT
lo
9UT0 6
V
loeaagdetjsir e irau.
Comprara Perreira A Matosos oa roa*
0. os.
Cadeia
sem
Compra-se om cofre osado, e qoe
soja barato, quem tiver e quizer vender
da xe carta fecb da oesu typograpnia eom
aseoioiaeeJ. V. N.
jPpel para embralifo
Comprase panol parasmbrolbo. na toja do Pa-
io roa da Imperatry a. 60, da Peiix Pereira da
Silva.
0(kra^*toOaresUrtoatoas8i>omdsMto.
Qoalqaer peesoa qoo so dirigir aoCoracio doOorooAo aa anW.' .
oouse oasoa freots oso oorscis pesrfov^^tad deiato^ au^JS?**0" **
rotelo aatosaa^rtoomeSsSS^^
poto
casa ._
Trspich* n. 16, encontra
^-MrtS!?Sai^
Farlabaoe
|Sdias da atento s^doeoatles* i^T^daoooordia padaii^e^oS
Mono.
. jr/lif*^.*,M,f'o a 7/' **5*i
gen da Magdakaa : a traUr roas J. L de Ma
'g^a'rnadoTraptoiWMJI!
VENOAS
VENDE-SJ
aaooearoso,
- Vad4a oa pooam alsassia del
presa
las^tadoaoniaJlirV.




e^^i *****
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Esta
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de todas
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Pare
Bico
Sabon
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" t AgM ata 8M,
11Ra do Qneimado-4
AUGUSTO PORTO IC.
?
>
/
i

Fraacofarande* con Udu multo preta
ingleza.!$00rs.
Peatei pretas com dupas de metal-1
5tw i*.,, (.
Varas de franja branca de Hnbe para tea-
Ibas, a 160 rs.
Litros das missoes abreviadas, 20 rs.
BotSfls para vestidos de todas as coree e
baratos.
Estovas para roapa muito finas, 600 rs
Cartas de alfinetes franceses muito fios
Masaos de tontas pretas miudas. a ISOrs.
Fraseos de agea colocha muito fina, 500 rs.
Caixas com 6 frseos de ebeiro muito
fino, 800 rs*
Ditas com 12 frascos, 14500.
Caixas de fsforos de seguranca, 20 rs.
Navalbis cabo de marfim que se garante
aqoalidade,i0rs. q g* \
Libras de 15a para bordar fazeoda fina,
Caaes de clcheles muito grande une a I
?su faz f, 120 rs.
Baralbos frascezes moito finos, 200 rs.
Carriteis com retroz de todas as cores a
4080r&.
Sabonetas inglezes muito finos a 500 e
in.
_Roe*tiara ub o^rium vhMm pretoi bordados
gorgorio.
toftkMta sed prera*. raoreaatiqae urosdeuaple para vest loa.
VtWoi0 biood axa Mineo mi mantas e pollas riqolsslmas.
Aortas de cambraia de I nbo bardadas para cama de oolvado.
Tala** de Drala floto trtolas.
r !e ** p*ra **! e 4*r* **i**rtj cem lindos deserto,
toteados de umbrala brdalo* para caaiaeJaseUaa.
IjD4>a oaMolMa de aodo twtt ara soaftoras.
Sedas de lisias de cores e dilas Oas moli lindas.
f---xnl
e ootros, sendo lodos do melbor
Tt 5
ilb-' Bl"
*t se liquidam a dinheiro
*iMtiT*f*/0S P*'* Pl*. por* camal, > plauad* tapetes pequeo* e para entradas d porta da sala,
alcatifa. "W M .mas largas oatrtilM doe albores tost, o qo^SaSo?' ^
vlaietn H Hm "* '*porw Eor** ****** IWtw ttanbea para
amUa* ing leas o>,4aDlo para borneo).
Ricos vesdcw brancas ia eaabr.U bordados agolha.
merioT pr%Ul w* r0Qp* boaieiD" p,ntO flno >Ntol M0M bambalina,
aoalliS0. !,Qb0 br\BC0 a *I*8r <**. orean*? brancos e da cor, lias da diwsas
refatw? *WM, Po,to 4 & wd#B *r counodM Pro?" Par agradar aos mds
Contlnaam sempreataro malborsortimtoto de
Esteiras da India para forrar salas.
i---------------~,------------------.


XAROPE
i
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KA
LOJA E ARMAZI
PO

P A A8
lu
AMA A SILVA.
suas fazendas muito mait
psito que tem das mesmds,
como manda as levar em casa das ezcellentissimas familJ rE L ^rpeohor, assim
8 De,os eos caizeiros, e parti-
esubelecimento eocontraro
e se ibes vender pelos mes-


0 proprietarlo fl'este grande esubelecimento tem m>,i;Aa .'J .
bar..co ..a. .. ,porjr e^TASl^gN.
ideixaodoflcarpeohor, ast.u
C'Pa aspessossqoe negociara em pequea escala, q7"nSm?iffil-C*,xe.ir0i' e par'
na grande. sortment?de fazeodasle lei como de pbanbsUe se w eHt*e0C0Dlrar30
_ mo. precee que compram as casas ingleza^ gafando se apenas o SS1
O aloalhado do Psvio.,
Tenfle-se superior atoalhado de algodSo
2"J8 Palnos de largura, adamascado
*.-

Valo se a leja Se ||?ros da pra^a de Pero II
n. 6, aanlto proorla para q%alor pritclpiaota
por terpoocos faoos, a locahdade a molbor p
siTot nio s para te (enero de negocio nao para
ootro qoaiqaer .-uteleciroente de natareaa *?er-
sa e por isso oto se dtrfidara" vendar soomte a
amocao ama ex qae ao comprador nao hw
ooapj as finmlas etiJteBtes; a tratar na mesma
lOJaV
?wlio asslirnado, nfgociatKe-ma-
trtecatto e esubelecido com armzem
0 Utendas na ni da Imperaarii o.
36, previne novanente qaelUs pes-
soa de queni credor, teonam a bou-
dade de mandar pagar seo8"debitos
t o da 30 de a*osto prximo foto- ,2S
to, tisio qae trio s esta'prestes a '
Hspor de seo eeta/eiecimeano, como
especialmente tainbem a retirarse
para a Eo ropa.
Julio Cesar Pinto d'Olivejra.
Narua dalmpera-
triz, armazem de
fazendas n.38.
Coaliovs a mesma liqnj.
daclo
Vende-so filde'seda prstacom flor
re, proprto pora veos oa outra qoal-
&%& qner applica^ao, por ser arenda de
SS2 loxo, o qual sempre se endeu a 34.
ESALIDADE
BARTHOLOHEV &
rara a tura ctrta das tosaea aatigaa e reenus, eaUrrhas polmanar, asthma; toase enT>,eatarrk broneUas, e em gara I contra todaa as soirrimenUs das Tas respiratorias.
DEPOSITO GERAL
BOTICA B DROGARA
31 Ra larga lo Rotarlo 31.
PERNAMBUCO > ..
A jerapeuuca das diversas molestias do peito, desde a pbaryngite ou mal da
garganta ale a toberculaco pulinooar, passando pelas diversas bronebites catbarraes e o
emphysema acaba de ser enrequecida com mais este medicamento, que tomar a primeira
ordem entra todos te boje ceebecidos.
O xarope vegetal amerii ano, garanlindo puramente vegetal, n3o contera em soa
compewcso ara s tomo de opio, e sim somonte suecos de plantos indgenas,cujas pro-
pnedades benficas na cura das molestias que perteocem aos orgJos da respiraco foram
por os observadas por longo lempo, com ptimos resultados cada vez mais crescentes;
pelo que nos ju gamos eatorisados a cempor o xarope que agora aposentarnos, e aoffe-
rece lo aos mdicos e ae publico.
\ Provamos com s tostados abaixo o que levamos dito, e contamos que o concert
aejqne j gosa o xarope vegetal americano crescer de dia a da, deixando muito anos de
u todos os peitoraes em voga. m r
\ Illm. Sr. Barthoiomeu & C O xarope vegetal americano, preparado em soa
MDceitoadisnflM pbarmacia, om til remecho para combater terrirel astbma.
Sofriaeu aqtiela mjlestia ha quatro meas, sem anda ter combatiffo os ataquet
aensaes que tinua; -este ultimo que tive fei fortissimo que me prostou por 8 dias usei
porem osen milagroso xarope, tomando apenas tres dses, e at o presente nao fui
ae novo atacado. Prasa Des, que u fique restabelecido por orna tes.
Rendo-lbe mis os meus agrdecimentos por me ter aliviado de tS hormeH''-
?'h c aKignifica?a gratido, snbscrevo-me.de Vmcs. affectuoso e reconbecide Silva.
2/200 a vara; dito de linbo fazenda muito
superior a 3e"2O0 a vara; guardanapos de
huno adamascados a 450O a duzia e mnito
unos a 84000, e ditos eiX)nomicos a 30500
DO" PAVAO A 800, RS. 11000 E 000.
vende-se os mais delicados lencos borda-
^P* mi0 Petos baratissimos precos de
800 rs. 1*000 e 2*000; pecbincba, na loja
e armazem do PavXnrna Ha Imnornirii n n
^^ e boje csta o covado a \.
Casgas framrfzas
3#,
a 640 n. a vara
e400rs.ecwao.
E desenbos eXIorea miadtonas, propnas
para a praca, tem a raatagem nao
de terem muito bom panno, como es-
pecialmente nio dosbotarem, e s
cosa a vara a 640 rs. e o covado a
400 re.
Perasde eanbraia OBtreSaas a 45e-
Vndese pecas de cambraia entre-
finas mtto amlladlnbas proprias para
Vstdos coro 10 jardas oa 8 l/ i-
ras a i> e Z& o de forro a '800.
Chitas fraaceas a 32* 360 e rs. o
oouo.
Vende-se cenas fraoceas de edrea
flXM e pad'<<8 amidaraos, do moli
bom panoa a 310 e 860 rs. o covado.
Chitas perealles do moito bom rosto
e panno muito uno a 440 rs. o co-
vado.
'H ChU8esc"toalw a 200 ra S
covado.
Vndese coilas escaras ingieras,
proprias para o ser vico de casa, nio
f^g desbota, e fazenda boa, a 200 rs. o
covado.
S5 Chitas pretas nglezas de bem pan-
3^/ no a 500 rs.
Chales de 18a moHo twnitos e gran-
des a U-
Corlea le wtldos de eambrala
com figurines e o corpo s de urna
cor, e se vendern a 5* e S.
Ditos de laa om 16 covaos a 5aJ.
Ditos do orgaadvs om 12 covados
* 2fi.
TarUtaoa ni tito (tea e mnito lar^a,
rimeira qaalidade, a 00 is. a ara.
Jaqoetdes de panno mnito forte for-
rados todos do bata para restetirem
a* invern, e moito bomfeiios a 45
cada nm, para acabar.
Paieiots de vero. eefrnqoeados,
pfoprios p>ra o servco, .goe sempre
se veB'leram a 5,e socnsiam tatSUO
o ji eada nm.
flijectas le eaaeka< gaz.
VSodem-se cbamios do crystal
para caodleiros a gaz, garantidas pe-
los metfiores fabrieaoies da Europa,
tendo a vantagem de reeisllrtm a
ama loe rdeme, sem que com faeili
dade se rebenlem ; desta boa tempe-
ra e qoattdade ? se vendem oa ra
da Imperairiz, armazem de farendas
o. 28, cada oxa grandes a 500, 400
320 rs e em dorias mnito mais ba-
rato.
Boca es 4o diferentes n omeros o
qvalldadae.
Gooeerm se com promptldo qusI-
qaec om objecto desta arte de cao-
dleiros a gaa e ae trocam por ootros
novas.
Frasee* fetta fioriia a 15.
Vendeo-se frascos d'agoa florida
para tirar nodoasgordurenias e afo
braoco, prodocto Uoieo, i se ven-
der aa rea da Imperatriz d. 28 a 11
e-da um, garante-ao a boa quali-
dada. -. ^>.
criado.Seoeritn Quorte.
Sua Casa ii de fevereiro de 1868.
** ;n,Ii'(0S',Sf*' 'BartokMB6< C. Bepoi de qoasi seis mezes de sofirimentocom nroa
SL ,SSP5te'sUoextrao'dinario. expectoracSo deum catarrbo amarellado, e perda
iqus1 total das fforfs, que o menor passeio me fatigava completamente, cansado de to-
?ar D'M|r"M?p0 S9?m reSDl tive *lad0> felicidadeer que edsab Vmcs. preparavam
Sn? 2.! ^eta,ltner,cano- comelle, gracas a Deus, me echo restabolecido bamais de
aois mezes, e rebosto como se nada irvesse soffrido.
quizerem.gratd8 me frCa a Mta dec,ara^0' Castro 5feJ *Slm8 d* VmC8, mnil08 re6Petaor riado-*/o JoofNtm dt
Recife 8 de f.'vereiro de 168.
i *r lS? qae V* d0 arope vegetal amricano o eomposicSo tes Srs. Bartbolo-
ES anSr8 ^'n UDDr fort *fl0' 9 ne trouxe raa. rooquidio, que me nao
toti'22SSL'^tnmacao e dor na garganta, tosse, grande faltado respWo, e fi-
?i 2? e.-5- re8,abe^cljo om um s *idro do mesme xarope; pelo que Ibes pro
testoi eterna gratidao. Recife 10-de Janeiro de 1868.-W /Sretra ArmJJ
Eato reooBhecidos.
armazem do Pavlo roa da Imperatriz 0. 60.
Lesees brsiees t eanbraia de linho
8 3*500 a doiia.
Veodem-so aoperleres lencos de cambraia de
graode pecbincba : na loja e armazem do Pavu
roa da Imperatriz o. 60, de Flix P. aa SilTa.
Pechineha era salas
, a 34000,3,5300 e 4 Saias a 3ooo,
. Saias a 3ooo.
Saias a 3<$5oo.
Saias a 35oo.
Saias a 35oo.
i^ias a 4,$ooo.
Saias a 4,53oo Saias a 433oo.
iegaram para a toja do Pavao as me-
Ihores saias brancas de cambraia com boni-
tas barras com pregas, tendo altura e roda
moito suficiente, de om s panno, que se
vendem pelo barato preco de 3,5ooo rs. Di-
tas mais fina*, a 35oo. Ditas mais finas
com pregas bordadas, que se vendem a 40.
E grande pecbincba, no armazem do Pav3o,
roa da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
NOVAMENTE CHEG.A.DAS AO ARMAZEM

I Organdy braueos
Vendem-se corles de organdys brancos
com 8 varas, pelo barato preco do 3,5500
cada corte.
Alpaka iranca le corda.
Veode-se a mais moderna alpaka branca
de cordo.
Balees a 1^600.
Vendem-se modernof baloes on orinolioas
com 12 a 16 arcos a 10600.
Tiras bordadas.
Veode-se orna ajrande porc3o das mais fi-
fias tiras bordadas e babadinbos, taoto lar-
gos, cmno estreitos, com os boraados mais
bem feitos que lo vindo ao mercado, assim
como um grande sortimenio de ntremelos,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qaalquer parte.
gitos eom gol la a 10260.
Cbegaram os mais modernos manga i tos
com os puanos bordados e com gotiiobas
eetreitas, como ee osara, que se vendem a
I280; assim como moitos corpiobos e ca-
mitiobas de cambraia, que se vendem por
barato preco
A' na a toperalriE
is. 48 t 52, junto laja e times
e padaria franceza.
a*. mJSfSi g3d0 uUB,1aroen*e Pendas ioteiramente novas, por isso convi-
tTJn fL"W* a '"Wtonl poWico, atine nos procure a comprar fazendas de
bom gosto e por procos que nSo achari em outra qualqoer parte.
Admiren) 1
de lia Se res mato bonitas para salas (altima
moda) ctoegadas pelo vapor, por conta de orna mo-
dista de Pula qae as maodoo para aqu aerem ven-
dida* a precos eommodos: no armazem do Vapor
Francex roa Nova p 7.
VINf PUINOUINA
*sm&Hss&
aedaraaa lalo
^Ba^hVBP
Ha
i nu dea I^aakarda, li7
Dsos/to na pturmacsa de P. Siufr
Madapoles finos a S, 60, 70 e 80000 c*.
s no armaaem do Lee.
. Chitas escuras de padroes lindos por pre-
co de 320 e 300 rs. o ovado.
Cassasas de cor coaj palminbas e com lis-
tas de diversos paoYSes a 240 e 320 rs.
Laozinbas ciozeata* cor 'de boninas a
320 o covado.
Chitas claras miudinhas a 320 e 360.
Alpacas pretas e de coree lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 600 rs.
Pecas de cambraia transparentes a 40, 50
o (50. Por este preco admira a todos 1
Cortes de casimiras de quadrinhos e listas
a 20800 e 30000. Corpitibos brancos para
senhora a 30 e 30200.
feeiinelia !!
Cortes de cassineta de cores para calcas e
paletots a 105000.
Cassineta de cores com om pequeo to-
que de mofo a 400 rs. o covado.
Espartilbos amitos Unos s 40500, 50000
6 50500.
Admira 1! f
Gravatas de seda a 500 rs............
Golinbas bordadas a 500 rs..
LaxtBhati a 200 rs. I
Laiiohas a 200 rs. I I
Laazinhas a 300 rs I I
Lenoiobos bordados a 640, 10000 e 10600.
Veode-se os mais delicados lencos borda-
dos para m3o.
Fu ataos eom gallabas a 10000.
Vendem-se os mais modernos puahos
com golinas estreitas, todos bordados, pelo
barato preco de 10, sendo fazenda qu
sempre ee vendeu a 20 o 39, pecbincba. e
{upa por me lid loja do Pavas.
Tendo proprietario deste grande esla-
belecimento recebido om grande sortimeo-
te das memores frzendas com os mais mo-
dernos gestos que tera vindo a este merca-
do, assim cerno om grande sorlimento dos
melboros panos pretos e fazendas proprias
para loto, resolreo enearregar-se de man-
dar fazer qualqner fato por medida a con-
tentamesto de seos fregueses, para o que
lera contralado algnns dos meihores Ifaia-
tes d'esta capital, e se responsabnisa, pela
prompiidao e boa execuc2o das encommen-
das, garantindose que se lhe f*r os pre-
cos mais baratos do que em outra qaalquer
parle com o fim de mais acreditar eafre-
guezar este estabelecimento, na ra da Im-
peratriz n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Crochs para cadeiras oa loja do
pavao.
alpacas par, lllU ia fcoja 4
Cbegou bom bonito Sortimento d-ATn,;;
pretas pare loto com listas e lindos lav?
E?. T M Vendem Pr moi, barato
preco na laja e armazem do Pavao roa da
IraperairizDo.eo.deFelix Perrira da Silva.
Peehlaefca em madapoiao oa loja la Pari a(U
VonA 75.80, 90 e 100000. ^
res S;^* grande ^Codosaialbo
Zo tTk563 qUe tm vind0 a es ?rSoR b?r3t0 pref0 da W 75. 80. W
1S2?' ^s'?icomo di^s muito finoTsa,-
ivsTn -41i3rdas P^prec*. muito ra-
zoavel, na-Ioja e armazem do Pavao ra da
Imperatriz n. 60. u'
c?Si,e Par aliase Ja-
neilas na loja do PaTao"
Vende-se um grande sorlimento dos me-
jores eoniaados bordados, proprios para
?5 Q^,.ane,,M pelos b8ratos Pre de 100,
150 200 e 250000 o par ; rWasco de if
para colchas a miucSo de seda com 8 pal-
mos de largura, colchas de croch para ca-
mas de noivos. ditas de foste, brancas e de
cores, croebrs proprios pa/a.(s e cadei-
ras ae balanco e para cobrir presentes, isto
na loja e armazem do PavSo ra da Impera-
Cassas soissas a 360 rs. o covado na loja
. do Pav3o.
Cbegaram as mais modernas cassas suissas
com as edres e deseDhos mais lindos qne
leem vfndo ao mercado e vendem-se pelo
barato preco de 360 rs. o covado on a 600
rs. a vara, assim como ditas verdes, com
delicados desenbos a 800 rs. a vara.
Cazaquinbos de PavSo a 150. 20Ae
r. 250000
Chegaram os mais modernos cazaquinbos
preto de grosdenaples ricamente enlutados!
com traca e vidrilhos, que se vendem pelos!
baratissimos precos de 150, 200 e 250 na!
JLe-a.ra!SEera do Pa?0-' rua n.60 de Flix Pereira. da Silva.
casimiras Ingjezas a 4|0O0
o covado.
Chegaram pelo ultimo vapor da Enropa ,
as mais boniias, e mais modernas casimiras' S
merletas de cores com Os padrees mais bo'S
Ditos, e muito encorpadas, tatito escaras,''
Jomo alegres ; vendem-se pelo barato preco
de 4000 o covado, ou a 70 wda corte de
caica, pecbincba: na loja e armazem do,
Havo, roa da Imperatriz n. 60, de Feto :
Pereira da Silva.
Camisas rnglezas.
Pechineha a 20000.
Veodero-se camisas brancas inglezas com
muito bom madapolSo e aberturas modernas
pelo barato preco de 20000 cada tima ; di-
tas fraocezas de linho a 30 ; serris fran-
cezas de Imho e algodao mais baratas do
que eaa ootra qualquer parte: na loja e r-
mateos 4o Pavao, rua da Imperatriz n. 60,
la* L0,A DAS FAMILIAS
fiua ova N, 40.
aLlana Lesea & c.
Tem chegado para ta loja nm grande e
vaiiaeo sorlimento de alpakas modernas de
meihor goito, assim como poil de cbevre,
Hasm: as. varegea e granadme, com listas
de sedas; vendemos laaaHibas cora liaras de
eloeto de seda a 3(10 s. o covado, ricos
corlea,de cambraias brincos bordados a
100 espaitiJtooa modernos a 50 ricos easa-
qoinbos ou vsqrirJ8s a 300, 255 e 300
cada om, cassinbas modernas a 500 rs. a
vara, brjlbantira mjalaSOOrs. o covado,
eambiaia para furro superior peca com 8
varas por 20500 rs., bramante pata leseos'
superior' a 20500 rs. a vara, cortinados
para e-mas e janellas de 240*a4O0,es-
guiJo Bino, dito amarello, bretanha, brins
lisrs e transados, algodSo trnsado largo
para loaibas de meza, toalhas fioas para
rosto de 60 a 140 a dozla. grande sorli-
mento de cambraias lisas finas de 50 a 80,
baioes de morsolmas pira senboras ditos
para meninas, cami-inhas bordadas de di-
veras quadades, platilba a 5X0 rs. a va-
ra, grande sortimento de chitas modernas
com mimosos padrfks a 320 360e 400 rs.
e tova jo, completo sortmenio de roflpas
feuas e por medida enuios objeetos qus-
nio mencionamos; afiaocamos vender por
menos que em uira quaqner parfe.
?abao dealcatrSo.
Para fttr as moleslias de pele
Ues como omslateBs, dartbros, sarnas, co-
michees e mais m(l^tas e pelIe sem oc.
casionaraceidestes; c*faz as manchas do
corpo, pannos, jardas, reitebeiece a cor na-
tural, qoanto a calis, secca, grosa e ama-
rellenta, occasionado por algoma entermida-
de, e como^infectaute e preventivo das
molestias contagiosas.
IKNICO DEPOSITO.
Botica doPioto, rna Larga ds Kosario n. 10
jmao ao qnariel de polica.
fW. \
prrco ccamudo: Da roa di Crea
fesasw-anasjsa
Veode fe *
O. 8 andar.
*i
: ra*3
Grande aiinazem de tin-^
tai medicamentos etc.
Boa do imperador o, 23.
Productos cblroicos e pbarma-
eenticos os mais empregados em
medicina..
Tintas para todo ogenero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como boffies de fl*res
e modelos em gesso para imitar
frectas e passaros com o compo
tente desenbo.
Productos chiinicOs e indnstriaes
para photogrspbia, tin^craria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode oferecer productos de plena'
confianca e satisfazer qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
Ibo e por preco commodo.
Veode-cnro peijopoo "iliona estrada de B-
lm, que leoj 275 palmos d trente cerra de 300
em nesga de uode. eslreoiaudo com o Campo
brande, com urna casa de Uipa p;r concluir ; a
iraiar-ca alf.ndegs com Umbelloc Ferreira 6o
ivasclmtiolo.
Lencos bordados a 64,605000 e 120500.
i_ Ricos e bem escolhidosgosios de bismaks
J4ra calcas epaletoisa 20500o corte.
Tambera tem para acabar pecas de panno
de linbo, com 27 varas, a 170 e 180.
Toalhas de linbo para rosto a 100 a duzia.
AOS SRS. ARMADORES D ENTERROS,
Vende-se pecas de hollanda preta cem 40 cova-
a oSOO : oa roa da Impera ir a a. 48 5i, jauto a
p darla fraocea, loja do Le5o.
AHqc8o roupas fehas l! no armazem
do Lelo, roa da Imperatriz ns. 48 e 5'2.
Assim como temos um grande, completo Cbegaram os mais linios panos de ebro

e variado sorlimento de roopas feitas: pa-
litots sacos, sobrecasacos, fraques, jaquetCes,
calcas, cleles, camisas, seroulas, chapeos,
etc., todo por preces que admira!!!
Tem tambera um sorlimento do ronpas
ordinarias por preco baratissimo.
Acaba de ebegar tambem um completo
sortimento de damascos de sores, sendo
ol, amarelle e cr de caf, etc. que se
vende por preco commodo.
Adamara!!!
No armazem doeao 111
No armazem do Leo!! 1
No armazem do{Le3o 111
No armazem doLeaolll
.a:
No armazem do Le2o, a rua da Imperatriz ns. 48 e 52, junto loja"de ou-
nves e nadara franco*.
DOENCA
D,
CR1ANCAS
AROPE oe RBANO 10 DADO
QE GRIMAULT eC EM PARS
Este medicamento goza cm Paria e no muido inleiro de orna tema iuattmante meraoda. aar
aobar-ae ntimainent combinado nelle o iodo com o sueco daa planlaa aatlsoarbocaa, emaefficada
irlS^.* cS^S^S*^ natnralmente existe o iodo. B' cem este motivo qae tomS
com vanugem o Ok de figaos d Bacalbo, que dew, secundo oa horaeaa aoenlinooa""
effieacia presenca do wdo. E^predoaa ntraumMt dn cranoaa para combater o rvmphann
S2f OZLr***: *T* *T>ivo ao meamo lempo, ella tila o apetite, (atita 1
*PH* e rMUe **** rmeta e vigor taturtea.T cada dia reaeitlolelM **Mc
peoaMslu para combater aa diversas taefUt\vtT^ VW *
____ Swoifl "*"*" -------JT Tin ir t r
-eb ou guarda j bahtra?, proprios para ca-
deiras tanto d'encstbi' como re bataneo e
de guarnic5o, e uniros compridos para so-
', asMm como ditos redoodos para mezas
tedondas, ditos pequeos para alrbofadas, e
ditos para cobrif preseules Sido pegenos
at para cobrir um prato, qae se vendem
por preco muito em eonta, na loja e arma-
zem do PavSo rua da Imperatriz d. 60 de
Flix Pereira da Silva.
Lencos brancos a 10600 a duzia.
Vendem-se lencos brancos de cambraia de
algodSo a 10bOO e 20 rs.^ ditos de linbo a
30500 e-40 is..* dosia, oa loja e armazem
do PavJo roa da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da Silva.
.olletes para acabar a 10600 rs.
Veode-se orna grande por cao de col leles
de differentes fazendas que se vender a
10600 rs. cada um.
Na loja do PavSo. "* ,
fortes de chitas franceas a 280rs Cambraia transparente i
s covado. 100000.
Veadem-s* chitas francezas com os panos Vendem-se nissimas pejas de cambraias
muito encornados e corsa fixas. pelo barato lraesPa"entes, tendo 8 Ij2 varas com 7 pal-
preco de 280 rs. o covadp, sendo todas em m08 de Iar*ara, que duas pecas podem dar
cores de 10* 11 e 12 covado, todas estas f**-*atfdbs, pelos baratos preces de 80,
de Flix Pereira da Silva.
Para Janellas,
Sicos cortinados a 120000.
Vendem-se os mais rices cortinados prc-
pnos para jaoellas, tendo porcao de pares Cruz n. 57"
iguaes, pelo barato preco de 120000 o par:!
na loja e armazem do Pavo, rua da Impe-
rairiz n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Poil de cbvre a 10SOO" rs. s o PavSo.
vendem se os mais lindos poil deJfcbvre
para vestidos, com as cores mais lindas que
tem vindo ao mercado cora lustro que pare-
fjropmmeate seda, pelo barato preco de
105OO rs. o covado, na loja e armazem do
Pavao rua da Imperatriz n. /* Flix Pe.
rwra da Silva.
lelas mimiras a 4$0rs. o eavad*.
Vende-s meias casimiras de la fazenda
escura e moito encorpada, proprias para
calcas e palilois e roupas para meninos
gf?A bara'o Preco de 500 rs. o covado o
1040.) rs. o corte'He calca, ifto por ler um
pequeo toque de mofo, porm aflanca-se
qoe o mofo larga logo que se lave e n3o
ser esse pequeo defeiio castaa muito
mais dinheiro; esta pecbincba aba-se ns
loja do PavSo.
Fajlea a 640 rs. para calca e palilot.
vende-se os fusis mais "modernos
mati-soc rpados, proprios para roopas de
bomens e de meninos, aflancando-se serem
cores segoras, e veodem-se pelo barato pre-
co de6iO rs.,o covado.
Na lija dVPavao.,
Oiaets a 500 rs
Vendem-se as mais homlas cisiaetas de
ISa, proprias para roupas de bomens e da
meninos, pelo baralo preco de iOO r o
covado,
Na loja do PavSo.
Pecbincba esa calesa e palllats
i ea sien Ira
Calcas a 40080.
Palitots a 50000. .
Vendem-se calcas e palitots de verdadeira
casimira toda e 15a, sendo calcas a ?0000
e os palitots. a 50; assim como tem colfetes
da mesma a 20, pecbincba.
Na loja do Pavio.
CABRi
Vende-se barato, orra cabra (blrbt) tea leeira
e cero dnus tatritoa capados ; mono mansa e prr- -
pru para algorn que precise amaaentar alguna
enanca : a iraUr na rua Nova l>ja o. it.
Farlnba de mandioca.
Vendfm-5e saccas ctm superior arinha
por preco commodo : no escriptorio de An-
tonio Luiz d'Oliveira Azevqdo C, rua da


"-Veodem^re6e7cvTed77r8T35aoo^
anas habilidades e condecta lielm te se tara' Vr
ao comprador, 1 escrav.) il criado para ludo s*r-
v.50 : oa travessa do Carmon. 1.
Xare^e de salsa pama do ParT ~
0D
DEPURATIVO 00 SANGE.
Usado as molestias da pella, inpiogens
e para todas as molestias venreas:
nico deposito, ua botica do Pmto rua
larga dj Rosario n. 10, jonto 30 qnartel de
poli'.ia.
ATTENlO
vVnde .e orna anobia *> jTcned con pedra
aetm muito poeeooso : oa ra dj Atecrim nu-
mero 10.
-
-
~
r...
cuitas sSo de muito mais dinheiro, porm
Hquidam-se por este proco paracabar.j
Ni loja do PavSo.
sssas esesaaezas itfiO rs. o eavaca.
Vendem-se cassas com desenbos escosse-
zes pelo baratissimo-preco de 280 rs. o co-
vado.
90 e 100000.
Na loja do PavSo. ,
Camisas de flanella 2*51500
Venderase saaartores ranina la>e*s de a
alia cm dlffereataa tfcw, M6do motte leal fei-
tas, pet barato preco de S05CO cada orna : na lola
e armaren So parlo, roa da Jmperains n. 60 de
Feltt Pereira da Silva.
VERDADERO LE ROY
rM Doctor SIGNORT, finie Sucesor.
RU OE SEINE, 51, VABIM.
Ptx:61e
por al travs tlcl
ri.eUo de I* botella,
iUiIo iimai'lo cou -
l-I SSUO BU SOBlka.-JO
Hubdb.
I'ar toJ. cario de un valer
do StO frtocoi aceptable m-
bre faris 6 Londres, se base
el mayor datcoeato podida.
fl
lacul
ozuiaaaac
iceot re-
n:edio5lia des-
'trlado U codicia
un grao iiacro
de farsilwaderes-. ^,r
el* eiijiM n
VKKOAMil-0 L( hot, CU*
rlulo ma eso er. negro solee
'un-lo xr\tAo e itmtriH
era la firma La Rov v la ma,
o 1.10 sai noKbrc S1CNOBET
aa tA sisas msta ^ft un.
'. II.rubra) el corcho, dclujodel papel
asul que leita el srt f.v*cie Cen
TC pe-a.lo
A venda na pnarmacia de P. Manrer
o d. em Pernambuco.
tara os esquadrSes de ca-
vaaria
Charlateiras com escama segundo e attr-
mo flgorino approvado pelo governo impe-
rial, estSo a venda na roa das Triocbeiras
loja de cirgueiro do Sr. Golmaraes.
V



m
om^bsBJIK^i
lid*
es
ropeatario & nova lca do .Garibaldi ra dHiftf^
ratriz n. 56. igj!)| f i
LORENZO PERFIBA MENDES GUIMARES
.3 X OTfi!
. i. 0*1
-

EN DE
5--ra da Injperatriz15.
AUerico.

' **, Mooro de Ven*,. deMan*. .Mr^ * ae v*i '5s? rjk %si
Ve por pnoeo abasteejmento de meios pecuniarios, ou por causa
iiiarem euioatar atoetfi de urca para nutra semana, e. (iue par
iaxdeine, etM^Tran e armazam a RW
srifl
Ro
pr
uroda
[da baii cambial, pS
trat
nuerem.empalar gt
declara ao reipoitava aablic va aeas amigos 9 freguezes, qoe recebeu peto wpor fW.
cj^udo no da 23 do mez oassado, diversa* qualidades de faxandas proprias do wrado. j r -^ 0 nW9Sjarj0 isrtaraei
; iber: alpacas lisas para vendas de aaatawas. alpacas de cores 60.rn.nsUs fio o seda wwS$ r^merciiioms, d, metida le dos presos da wridadenw pjj-ij,
14 sarjad,* da c!re* owito boitas para vestidos de senhoras e meo.ua* glace Ja d* Jg JJ* maneirlS ^s com as pessoas qoe mer de ira-, atoda mosmo ud
liMM pvra estilos de seoberas liso e com lisia, fazenda transparente para ^^1 ? j/if^, (ofs qae o Moiko aflrt.n/lu pira longo de si o alfarje, procuroo eo.orir-ae
eatnras, pod de chura comUas aveludaias para vestidos de senboras, rganos anos poatinha do m?nto da cvi1rsac>.
b aiiC>s e de core*, indiana com lista para vestidos de senboras, sedas de W4* can- ^ p, oirflnan h 1 iecim?.
dp*. lw transparente* a victorias, iiaziohas prassianas floas para vestido* deajggr .
rJS. io lunas de Tapara vaatidoi wohom, meias para M^^
*5' igoslmeate lortida d<
propriameoie pertenc.m s
"ordetro Prevideote esper?
regoezia.a coDtiooic?o fl>
._ iO olvidando eUe na asepa-
raTel mansid'o,lano a condescendencia e-iated
4. qaiMto tooaepastom; asura, |K*srcea*i>ie-
ca as-veaos ovos (regaezes qoe jereo satis
fettoa a tontele.
Pravos e deBcados leqpes
O Cordelro Previfleote," a' roa do Oueimado n.
15 receben oovos e detieados leqnes coja vrieda-
da degortoeq'ialidadesos tomam recommendados
sendo :
a chs lar- Jift Todos da Habato eo ositos livores,
com nVriJW, U Chama/, ap > *Je 3a<,dai0 e sedi com lindos deseohp?.
tliesHieraer*opeW).j$;$sftfl#8 ac e douradas.
OutrosdeassoeolWdo Imrtiade arfim e ,ignal
merHe modernos e eofeHados.
Outros das quidades aeiia com os memos i
feiles e desenlio? para meuinas,
Ojiros prelos p*r 'o'0-
?mwos ttnkmnie de madreperela com neos des-
anos para aoiva?.
A vista pois dd-io bello eomplmo soritmenio
* pmdcia, dns pa*Kes a da roansidao do cor
deiro praviJente a ra do Qoelmado n. I
.>its par 'ora. ra I apalo, casemiraa da nwo gosto.
fraocaaas finas, escoras e
briBa.de liaho braceo e de cores, entras
mila.TalaadTs" novas "(e"ioato7anto parVbomem como par ahora. *J;
m le nwncionor par faltada espaco. cojos pracos sabirao aDBaahia no ugar cui^
uo aanuncio, da ioja do Garibaldi. ra da imperatriz n. 5o. .
Gtailas para coberia a 32) ra.
Yenle-se chitas encarnadas para cobertas
a 3-0 e 400 rs. o covado, ditas de cores a
320% 60 rs. o corado.
L3asiohas baratas a 2*0 rs.
Veode-se ISasinhas baratas, de listras
Novidade u-iBoa-Sista.
Alpacas de cores a^iO..
Vea-la-se alpaca de judras para vestidos
de seahora a 640 efiOO rs. o covado.
Lans deliras a o( rs.
Veada-s lans e seda de listas para vesti-
240 rs. o covado, ditas de qpadrinhos
a
a
ias a 600 rs.Vcovaio.28G rs. o covado, ditas eslampadas a 2i0 e
Glac cona listas a ifi&O. 1330 o covado.
Vende-se uma mva fazenda com o nome; Chitas francezas finas a 320 rs.
de gla: de listas matizada de seda para Vene-fe chitas francezas finas, esenras e
vestidos de senboras e meninas a 14 so no rfaras a 340 rs. o covado, podendo costar um
corte 30206, 30500 e 33800, de 10, ti e
P e^eQijio utilissima. .
As peasoas que costpmam commerciar em peqaeoa escala nos arrabaldes e p903a^im'Qi8'quem se dirigir a dita leja sera'sa-
no centro devorn vir a njSjp, armuem, ftois que timbem temos generos_pjra W^'J^urtaionamwie servido.
como ttms Rropcrci toamos a vanfgem de loes ven ler em pequeas porcoea petos procao- (Jopas 4otas com oanna Ana C entras
que em que s podem em pripwira m3o comprar granda paraidaa^ esV o fywn qo#s^
certo de que ser preferido-
Apreciai senlores asta rasuoaida tabella, coafroot, a actuaf df de, -(doxam^
bio) edepois facam o calculo authematico que tero o, eeattltado deq to, mas
laahelro???
Nao se admirem:
AzeitiK-.is em qnantidada a 500 re. a ancoreta.
Abssiotho Noraaoot de Tonon a 10500 a gsrrah, baratissima, e eatocc
e preferid ao vinho da jurubeba,t ': "* "
Ameixia fraucezasi em hita* ecarioes com lampa de vidro.
Garibaldi.
A'pacis com listas de seda a 10000.
Vende-se alpaca de listas para vestidos de
seohora s 10000 o covado.
Poil de chevre a 800 rs.
Vttf lnJ o covado.
Alpacas sarjadas a 10200.
Veade-se alpacas sarjadas para vestidos
ile senboras pelo preco de 10600 o covado,
faz'soda qne val 10600.
Militas para gravata a 240 rs.
Veade-se mantas para gravata a 240 rs.
Tfida urna.
OrgaDdys a 240 rs, o covado.
Vende-se organdys para vestidos de se*
:ni ra a 240 rs. o covado.
Lencos brancos a 20000.
Veade-se lencos brancos finos a 20, 30 e
30500 a duzia.
Helas cruas para menino* a
3JF&-00.
Vende-se meias cruas para meninos de
i.idi'S os tamanhos a 30500 a duzia.
r.ortes de casimira a 2sOU0-
Yande-se cortes de casimira para calca a
li, 30 e 40.
Fustao para caifas a 500 rs.
Vende-se fustao para calcas do bomem e
meninos a 500 rs. o covado, gangas para
i. deas e palitotots a 4C0, 440 e 360 rs. o
vivado.
nefas para senhora a 4ooo.
Vende-se meias para senhora a 40 e 50 a
dutii. Ditas ciuas para bomem a 40, 50
e 00500 a duzia.
chales de mlrln a tooo.
Vende-se chales de mirin a 20.
Madapoln barato a 50500.
Vende-se pe?as de madapolo de 24 jar-
das a 50500, 6500 70, 8* e 100000.
Sales a 10ooo.
Vende-se baloes maito baratos a 10000,
10600 e 20.
AlgoSo do Garibaldi a 40000.
Vende-se pecas de algodSosinho a 40000,
056W, 60, 7 e 8d000.
Hoapa f-ila nacional.
Ven Je-se pal.tots de panno preto a 50,60,
80 e 100. Palllots de casimira a 60, 80 e
100. Calcas de casimira a 50, 60 e 80.
Goietes de casimira a 35 e 40. Palilots de
brim de cores a 20 e 20500. Ditos de meia
casimira a 30ooo e 305OO. Calcas de meia
casimira a 3000.
Laiziohas prossianas a 500 rs.
Vende-se laozinhas prossianas para ves-
tidos de senho a a 500 rs. o covado.
Indianas de laa a 500 rs.
Vende-se indianas de la para vestidos de
so ahora a 500 rs. o covado.
Bareje de listas a 240 rs.
Vende-se bareje de listas para vestidos
de senhora a 240, 280 e 320 rs. o co-
vado.


12 covados, s no Garibaldi.
Cambraias lisas a 40500 a peca.
Vende-se cambraias lisas finas a- 40i>OO,
50, 60 e70 rs. a peca, ditas tapadas 60560
70 e 80 rs. a peca.
Grande sortimento do cortinados para camas
de armacao a 140 rs.
Vende-se urna grande porc5o de cortina-
dos para camas, sendo fazenda muilo boa e
bonitos, costando cada cortinado completo
140, 160, 200 e 250.
Cassas franceia'Jdns a 640rs.
Ven le-se cassas france.as finas a 64C rs.
a vara.
Chapeas de sol ioglezes ai?.
Vende-se chapeos de sol mu'uo finos de
12 e 16 astes a t20 e 140rs., ditos france-
zes a 60 rs., ditos de alpaca a 30500 cada
um, s na loja do Garibaldi.
Brilhantina branca a 500 rs.
Vende-se brilhantina branca muito fina a
500 rs., ditas de cores para vestido a 500 rs.
o covado.
Novo sertimento de cortinados para ja-
nellas, vende muito barato a 70, 80 e
90 rs. o par, por ser grande porco para se
vender depressa.
Percallas finas a 400 rs. o covado.
Venda-se percallas para vestido de senho-
ra a 400 rs. o covado.
hilas matizadas a 400 rs.
Vende-se chitas matizadas para vesiido de
senhora a 400 o covado, ditas esenras finas
a 320 360 e rs. o covado, ditas francezas
de cores a 320 360 rs. o eovado.
Urim pardo cora toque denote
Vende-se brim pardo com toque de mofo
a 10000 a vara, dito limpo a800 rs. a vara.
Grande porcSo de retalhos de la, cassa e
chitas a 200 e 240 rs.
Vende-se urna grande porcSo de retalhos
de la, chita e cassa, de todas as qualida*
des a 200, 240 e 280 rs. o covado.
Brim de liaho branco a 1$280.
Vende-se brim de linbo branco transado
para calcas a 10280. 10800 e 20 a vara,
Toalhas de linho a 100000 a duzia.
Vende-se toa has de linho para limpar as
mos, a 100 e 110 a dnzia e guardanapos
de linho a 30 rs. a duzia.
Casimira fina 40500.
Vende-se casimira muilo fina e moderna^
propria para calcas e coletos a 30,30500 e
40500 o covado, e outras mullas fazendas
qae se deixam de mencionar por falta de
lempo, o que roga se as Eimas. familias o
obsequio de mandar ver as amostras eu
mandar dizer para se mandar os eaixeiros
da loja do Garibaldi levar as amostras ou as
fazendas.
ffi O
rs.
a Uta!


Balains para compeas acostoras.
Cbarnios da Babia de bons fabriomtes a 30, 40 e 30 a catxa.
Chongas a 800 rs. a libra.
Doces de guiabas em iatas, de fraetas da E'irooa, pe;eg i a 800 rs. a lita
9 libras e marmslada fina.
Erviibr-s portnguftzas e francezas, mostardi, cons?rvas e censuras a
. .. '
Fogo da China.
ou traques a 50500 a caixa com 40 cartas e 160 rs. cada una.
Garrafas de cristal,
ist>, parecer de christal, mas s5o de maito bom vidro, por 8*000 o par
e barlissimo pela soa pnmazia.
Gou as de garganta.
Vi aun.
Os api eciadores de om bm copo do vinho en '.oatraro em. nasso deposito
o bom Port > emtarrafa-io da 10 a 20000 a garrafa, tambera em pipa, o excellente Mos-
catel, o verdadero Figueira eirrafad<>, o apreciivel Lisboa, o fcesio B irdeaux, o for-
raidavei Cbasapag e e vinagre branco a 400 rs. a garrafa.
Fiambre;
Presunto de p.beslbfaiu inteiro a 950 rs. a libra.
Santo Antonio e 8. Joao.
Manieiga ingl za en quantidade para 810, 10 e 1 OVa libra, em usurarlo preco porque em o-Ura pute vendem a minteig (15))), oitw pe*n.i$ ran-
dariam de proposito da far,er bollos; mas urna vez que o M mro tm minteiga muito
la a 8'!0 e 10!K)J, todos faro o sea bolipho inglez uu ine$ran suisso.
Grande
exposicao
l)e fazendas ra da Imperatriz n. 72 de Louren^o
Pereira Mendes Guimaraes.
Novidade.
Vendem-se bitas fran.zas finas a 280,
J20 360 e 400 rs, o covado.
arara vende mafapolas a 50500,
Vendem-se pac^s de madapolSo bom a
50300, 6 }500, 70 e 8000.------------'
Laaiinhas a 240 rs.
VeaJem-sd lanzinbas de lisiras para ves-
isdos a 240, iiQ e 30 rs. o covado.
lla,od iziiiV da Arara a 40000 rs.
Vendem-se pecas de algjdozkibo a 40,
50530, 605OJ e 70000.
Cortea de casimira a 2 jOOO.
Va dem-se cortes de casimira de cores a
20, 30 6 400)0.
.USiQUlXAi K GHO DE NAPLE PP.ETO
A 160000.
Veodem-se casaquinhas de grosdenaple
pr-ito, propriis para senboras, a 160, 80 e
**$0Q0.
cnirAS a 200 e teo ni
Ven !em-$e chitas escuras a ICO e 200 rs.
o covaik.
C*5A3 PIX*S A 640 RS. A VARA.
Vondem-se cassas francezis fifias para
vestidos desenhira a 640, 70 e 560 rs
a vara.
ORGANDYS DA ARAR.
Vendem-se organdys a 300, 320, 360 e
400 rs. o covado.
LANZINHA3 MATIZADA* A 800 BS.
Venden) se lanzinbas matizadas e finas
para vestidos de senhora i 500, 600 e 400
ra. o covado.

BfUH LISO A 440 RS. A VARA.
Vende-se brim liso ou hambnrguez para
lences e toalhas a 440, 5O0, 560 e 600 rs.
a vara.
RODPA FEITA NACIONAL.
, tendem-se paletots d'alpaka preta de co-
las a 3500. 40 e 50iOO; ditos de panno fi-
lo preto a 50, 60, 80 e 100000 ; ditos de
bri a 20500 e 20000; ditos de meia ca-
imfra a 30500 e 40000; calcas de brim
pardo a 20 e 20500 ; ditas de casimira de
ors a 50500, 60 e 80000; coletos de ca-
simira de cores a 30 e 30500.
GR ANBK NOVIDADE DE CHAPEOS DE >L.
Vendem-se chapeos de sol de sena tinos
a 60 e70; ditos inglezes de 12 a 16 hastes
a 120,130 e140000.
LANZISHAS ESCOSSEZAS A 280 R>. O COVADO
Vendem-se lanzinbas eacosseys de gradi-
nhas a 2S0 e 320 rs. o covado.
M\NTAS PARA GRAVATA A 320 RS.
Vendem-se mantas para gravata a 30 rs.
cada urna.
LKXgOS BRANCOS A SlOOO A DUZJA
Vendem-se leaoos bnne s fmhornese
meainos a 20000 a duzia; ditos de linbo a
70 6 60500.
CARTE1RAS PARA VIAGEV A 1*000.
Vendem-se carteiras para viagem a i,
200 20500.
CHITAS PARA COBERTA A 30 BS.|
Vendem-se chitas para coberta a 320 e
400 ra. avado.
GaOS DE NAPLE PRETO A Ifl80
Vande-ae groa de naple preto a 10*80,

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ATTENCAO
(Vo armazem de fazendas di
Santos Coelhotrua do Quti
mado n 19.
Vechlneha.
Toa4bas tieocheadas para roaos palo baratsima
preco de 60 a doiia.
Boa e barato
Laastoha 5 ajelada fazenda iuleiramenle nova a
700 r*. oeo^tfo.
Dita poil de chevre a 900 rs. o ovado.
Basquwas moderoas e superior latead* a 30*.
Cortea da orgaodvs branca maito Cua a 9*.
Cambraia branca transpareote Qaa pejis coru
(0 iardss a 80, 6, T*, 80 e 9J. ___-
DHa dita tapada muilo flna a 70300, 80,80300
i'JcX-O.
Dita dita suisa floa a 80.
Dia dita para forro peca coro 10 jardas 30.
Dita dita adamascada para cortinados peca com
50 irs 12*,
Dita.da lioho muito fina a 9* a vara.
[alies d- 23 9 30 arcos a 23.
Ditos de 40 e 50 arcos a *.
Ditos de mtrrcanna esaoios a 5*000.
Saias bordadas a *SQ0,.
Fil de oh om lpicos 'a 900 a var.
Dite d"e ditodlso a 700 a vara.
Tarlatana de cores a ano rs. a Tira.
Plaaalla de cores a 9COo eovido.
Cindos barages para vestidos a 7f On. o covado.
Bramante de linho coa 5 palmos da largura a
tlitOavsw.
Dita de dito com 10 palmos da larf ora a 3* a
rara.
Madapotte snparior da 6*. 70,8*, 90,10*. 11*
Aioaibado adamascado da algoiaa eom 7 t]J
Dalmos de largura a 2* a Tara.
Dile dito de linho com a mesroa larf ara a .
Algodao enfestado proprio para toalhas lan-
ces a 1*100 a vra.
Cobertas de chita de ramagem a 3*608.
Qcdxas da fuslio a 6*.
Lences da bamburgo de Unto a 2*500.
Ditos de bramanle de linho a 3*80C.
EsparHIlios flnos a 5*. d
Pannos 4 li adamaacadoi para mesa reuoada
4*500. -
Goirdanapos de Hnho adamascados a 4*,
Toalhas da liohi aicocboadas a 11* a dozia,
Diws de alfolao felpodos a t* 14*.
Leseo* da cmbrala branca foos a 1#80
!*5i4), 3*300 e 3*600 a dozia.
Camisas fraocexas moito Moas a 32* a dozia.
Ditas toglezas de linbo a 50* e 60*.
Colajlobos de linho moito Qoes a 6* a dozia.
Asm como ootraa multas fazendas qne se
tenda por oanos ojm esa oaira qaalqeer parte,- a
la'-se amostrasjde todo.
Cemento Fortland
No armazem de Vicente Ferreir d* Coala Sr Fi-
mo, jQoto ao arco da Concelcao, em barris grm-
les de It arroba*.

snirirs perfumara?
O cordeiropravidente a' ras do fiueisnadp n. 16,
aoaba de recaber qm nevo sortimaoio de parfoma-
rlas tioas, loalofiva osiem anneaidos .copos e la-
Min baab* toa. speaiftcir os oomes de to-
dfl6 abieetas se loraaria enfdonho o ler esse ex
taoso cat logo, assim pois flra isso sopprido com o
dizar-;a nae .auem gaur se prover em boas e no-
va parosowlas du-ija-se a ra do yueimado 0.16
luji do eordeiro prevldeute.
Ijj uiiaas de eambraia bardadas e
enfeiladas
Oora e-6 < renda tambera bordadas enfti-
laas. '
Ojito* a ponto de crochet.
Ojtns da caobraia bordada e a forma de chapeo
sinti para baptisados.
E lam se aa roa do Que'mado loja do cosdeiro previ
deott o- 16. .
u iniices de fitas para enfeitcs de
vesUdos
O eordeiro providente receben ltimamente no-
vas e liadas gqaracoea de Stas para enfeitas de
vestidos, consistiadoellas de urna pefia larga para
s barra, ootra estreita para o corpo co basquina,
e.imtos goarnecids com ama tranca tecidada
mesma flia, a ootras cora orna liH de ellro 00
centro e os I dos com listas imitando cordo, cojo
alto relevo malla graca Ibes da' e mlhor apreciara'
a iotelllgencla da passoa que se dirigir a loja do
cordalra providente a roa do Qoelmado n. 16.
Franjas, gatees e tranca para
eafele de vestidos
O corllro pravideote raoebea m>vaniente nm
bailo a variado sortimeoto da fraajas, tranca e
?^l3as da seda com vidrllhos, pingamos e sem el-
las e proprio? para enfeitar vastidus dfl senboras,
menia&s ele. O aparado gosto dos oovos moldes e
a betleta dos desosbee tornam essas obras sum-
mamente agradareis, m qaanio qae a commodida-
de dos precos anima o comprador e preverse sa-
tlsfatoriamanta em dila loj..do eordeiro previdonie
a roa do Quemado n. 16.
Rica* c renda de ftflpnre
O eofdiro prerideote a roa do Qoelmado n. 16,
aata' beo orovido de oovos a bonitos bicos reo
das da guipure : assim pois com par e^-am os pra
tendeles qae sero bem servidos.
Novo alhuus.
O Cordeiro Providente, i roa do Queiroado n.
16, recen-O novj sortimento de lbncs de diversos
tamanhos e segura eocadernacao, a como de sen
I ta varal os tu me, veade-os por precaa baratis-
auaas.
Peotes e {ademas a imitaco de tar
tafoga
O eordeiro previdenle a' rda do Quefmado D.
16, recebeu bonitos e moderaos penie e diademas
com pedras, assim como bonitas rollase polsairas
de rossos aljofares de cora?, e ootras cobertas de
seda, obras essas de gosto e rotelrameste onvo^, n
eos e bam acabados botSes foleados de difTereates
modelos para paohos, e cerno seatpre vendem se
por precos com modos a. roa do Qaaimade laja
do Curdelro PTiaenift a. 16.
Heias de 15a de cores escuras o listadasTpara
meninos e meninas.
O eordeiro prevadaate esta* vendando boas meias
PARE
Graade Rxar, Twi Ifcvo 1. 20 a .22.
de Caroeiro Vianna & C.
Aeaba-de' ebegar a orte-aiatleeiiftiJo.
grande porc5o de machjnas pira costuras.
do autor Wheeier WrseDr aOprtyadas o
ultima exposic,5o de. Pars, as r/oaes cosen
com doioaf esponles tedt o eostora, e tea) a
vaDiagem de ser t8o stra^e O memento.
que goalquer crianga de tito anro f;er!-
mente trabaHia, e pdde, com este entretfoi-
mento, levar vaotagem ao 8ewcdftr|p;;,de
trinta eos urejrai* A comprebeosSe &yfn-
ples. pois em om qoarlo de tora se ffase-
obor do aovimeoto da machina, leude a
mesma a prvpriedade de fazer as segohrtea
costuras: pospontar, embmbar, fraMlr,
marcar e bordar, eomo apreseotatn es dete-
nhos que aoempanbara as G* jor-prl^la-
rios do estabeleeimeirto se encarj-ejfam de
mandar ensinar n'esta cidade, e garattat
entregar o importe dispendido ao compra-
dor, 00 caso de nio trabalfaar ctm perfeico
a machina vendida, nao tendo, perra, taf-
fridu ella algnma avaria. Ra tmbem no
pw-roo eetabelecimeolo machinas dp aotor
Grower 4 Baker, de trabalbo simrdefmei}t
n>9o. o ootras com motiaw nto dea pea;
e mxime todos es perleDces das memas
macbas, paia vender arols.
LOJA DO PASO,
Roa do Crespo n f A esquina da
da imperador.
O correspondente desta importante esta- de las, de cures escoras e listadas, a mnl pr, pnas
belecimento remetteu pelo vapor francez1
psra os meninos e meninas qua estSo em fscolas, e
natrtntniUiro i-Ppuaiia a"l Aa mrrpntp nm nesmo para sodarem em casa, Isso tanto por sna
mnmawe, diegaoo a 12 ao correle, oar 7ZT* dor>c5o coroo msmo por ,rerem alies
importantissimo e vanado sortimento de fa-;C0II8,an,eraeDie os ps joecidos. N-llai ba diffa-
rentes tamanhos e vendem se a 55, 4*500 e 5* a
duzia : aa roa do Qoeimado, loja do eordeiro pre-
videote o. 16.
Bello sertimento de trancinbas e gales de
la e algodao para vestidos, de seaboras e
roupinhas de criancas.
O eordeiro previdenle, a roa doQoaimado o. 15,
acaba de prover se de om bello a variado sorti-
mento da traocinhas a gales de laa e algodao,
cojos novos desechos e alegres rOres satisfazero
completamente o Om para que jnstamenie sao ap
pilcados : os preieidenles oirljam-se a dita loja do
eordeiro previdnte, a' roa do Qr.eimido o. 16, qoe
acbarae a exetidao do expendido apar da commo-
d I dada dos prego?. ____
Vende-se
oas canoas de amarello leteirlcas mnito snperio-
res: a Iraur ao largo doiSirp StMo a \T} a#
aeiro aaaar.
zend?s de alia novidade c de ultima moda
as quaes sendo proprias para casamentes,
bailes, iheatros, visitas, etc., etc., por issoo
propietario da loja do Passo apressa-se em
vir convidar aos amante; da moda, e princi-
palmente quelles qoe precisarem para as
suas Cimas, familias de taes mercaduras, a
virem supprir-se com antecedencia, pois ga-
rante-ln.es que com faedidade n3o encoatra-
r8o em outra parte fazendas de tanto gosto e
por precos raaWveis, como sejam :
Riqoissimos vestidos de blond com lindes
eofeites, saias de selim, mantas e ficissimas
capellas de dores de larangeira.
Riqnissimos cortes de seda de cores com
liodi simos matizes.
Gostumes de Pekio de seda para senbo-
ras, Bzenda esta de alta novidade e de mai-
to gosto, acompanhando cada corte om flgu-
rioo, e um carian com o molde de taes eos-
tates.
Sedinhas com lindos deseohos, fazenda
tambera de alta novidade e de gostos mui
delicados.
Moireantiqae branco, azal e verde; gros
de naples, azul, verde e branco, fazenda mui
superior e larga.
Basquinas Mara Antoinetle, com cintos
o gostos inteirrnente novos.
Lindos cortes de cambraia branca borda-
do's cora primor.
Ricas vestimentas de cambraia bordada
para baptisados, contando cada vestimenta o
necessario para urna enanca.
Biqoissimas chapellmas de palha da Italia
e de seda, enfeitadas com gosto e da nllima
moda em Pars.
Cbapellioas pretas.
Riqnissimos cintos de seda com lacos
Maria Antoinette.
Chapeos de sol para senboras, sendo de
liadas cores e bordados camgosto.
Leques de madreperola, marfim, sndalo
e o?so, gostos noves.
Camisas bordadas para noivas.
Ditas bordadas para bomem.
Saias, camisinhas e corpiobos bordados
avWi _
es bnpos* de cores para-senboras e
>s.
inde sortfcmetYto df lavas deT?ettlca t\
0 JoBOiti
jlhas, lajBCOt e fronbas de labyrinio.
tilos e repoda! fabricados ao paiz, oia>
tros artigas qpe so so encontram na
Pasa, ruado Crespo n. 7 A, eequi-
Oi Iaaporador.___________ t
mUef 'aaa muJiDha reaoMila da idade
. svbsad aagooMoar ronpi de saneara e
lera,efvmata peoeo, ease.bea.olora
lena daiaitaaiaua a da boa eoadocu: na
Borlas o. 94.
G.\Z G4Z m
Chegon ao antigo deposito da Henry Forstar &
C, ra do Imperador, nm carregamento de gaz di
primeira qoalidade.o qoal se vende em partidas
1 retalho por meooa praco de qaa aro ontr* qu:
nr parte.
Ooilares Koyer
|o Aoodiios elctricos mafneticos
Deposito acreditado
Laja da aguia branca roa do Qoeimado n. 8
Apregoar aida os prodigiosos ee i tos dos
bollares Royer j nao ensinar on querer
iatroduzir novidles, porque a (ama de soa
dfflcacia tem-se tacto estendido, e os seos
felizes resaltados a tal altura elevado, que
hoje rara a pessoa qae por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
9 parentes, ignore ou desconbeca as virtu-
des desses sempre apretaveis collares
Royer,
A aguia branca porm se gloria de concor-
rer para nm to justo fim, se nao por ou-
ro modo ao meooa por ter sempre, e coas-
actemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta ainda que os senhoroa pais de fa-
milia se facam convencer (de que convem
ao esperar que as criancas sejam atacadas
10 mal, a por isso necessario ou conve-
liente que com antecedencia se deite na
orianea um desses collares para assim estar
illa pjeservada das convolces e se contar
vre dos rigores da dantcao.
A anta braaca 4 ra do Qieiaado n. 8
Wm* a roeabar por todo o vaporee
franeezei aquautadade qua ha coatratado e
por laso acha-ss alia sampre prvida dos ver-
dadeiroa cofiarea Royer eletricoa magn-
ticos.-' ,
ermaan
|RBA NOVA N. M,
acaba de receber um IbOo o taagiitaaaat
timento de oculoa, lunetos, biaoculoa, a Tai
timo e mais aparado gesto da Europa o oct
los de alcance para observacoe o paao
martimos. ^______
arma-
Mel
ara
Veeie-sa da baa saadadeeaj barra
de Crui d. 8 andar.
Vende-se a padwle, rafteecao roaelailata
darnada Coaaafdia.a. caraata-aa o iaaelir
100 arrobas de osiae.
TsSS JUMAOS
Tem para veuder en #ens rmateos, al da
ootros, os segniate. artigos :
Papel para imprimir.
Perlina azal.
Greve paoladoe llio.
Vialios f ni caixas de dote garrafas
Borgogne.
Bita. .
sasr
Licor de Cora(So de Hollanda em calzas de. va-
le e qoatre botigiabas.
GFSSO
Noscarroazes da Tasso Irroios.
GRADES SE FERPO
para jardins, poMeira<> etc.
Nes armazens de Tasso Ir-
mos.
aniiliVIIOS DE FERRO
Para serviros de graBdea raiatens para reaae-
ver barricas en caixoes de om para cutro lado tele
mdico preco de 12* cada ora.
Fariha de trigo de Triestre
Das celhores marcas Panoma (verdadeira) Fon
tana e grande jortmento das melbores a; reas da
fariahas americanas.
Saceos de fariaha de trigo
California e Chyle
Todae novas, ebegadas ultimase-eme nes
zeDS de Tasso IrroJos.
Cimento romano
Nos armazeos de Tasso Irmios.
Cimento bydraulieo J2|
O melhor para todo qne sao obras para agea co-
mo asseoiamenio de caeos de esgoto, algerrsts,
depsitos e tanques d'agua, etc., etc. : m nerefes
de cineoenta barricas se tara' redacto no preee:
nesartnazens de Tasso Irmos.
Grades de ferro,eerc**, iot leiras,
etc., De differentes quaildades para cerrados de aai-
mse, chiqueiros para gallaba ou jardios: nos ar-
mazeos de Tasso Irn os.
Barr com brea
Nos armazens de Tasso Iraios.
CANOS DE BARRO
Na roa nova de Sania Rita, na apiiga flirtea
de sabio ba para vender por preco o mate arodfc
possivel, canoafrancezes para edificacoe* a ergetas
ds toda a qoalidade, superiores a lodo* es qceaasi
lem apparecido pela so solidez.
PREOOS.
1*400 por cano grande de 3 e meia pcllrgadaa.
1*200 por dita de X e (res quartos de dita.
1*000 por dito de 3 e om qoarto de dita.
600 rispor pistoleta de 3 pollegada*.
Cotovellos, corvas e canos de roaior gresfara,
a vsti se tara' o prego. Compras maicres da)
200*000 tem 5 por cento de descont por prrraio
pagamento. Pode se ver as amostras nos aros-
zeas da Tasso rmeos.
Tijolos francezes
Para ladrllhar casas terreas cem asseio e preee
mdico, moiloconveoiaoteae proprias pira ladri-
Ibos de cozobas em sobrados, pelo sea s sema
evitar a pas&agem de agoas para o apdar ialerlar
e mesme o perigo de fogo, aos preces de 30Jpa
45* o mtlbelro: na roa nova de Santa Rita, na aa-
tiga fabrica de sabao, t compras maicres de 200*
se fara' 8 per cento de descont por prompto pa-
gamento. Podem se ver as amostras bos armaieaa
de Tasso Irmaos.
Cemento
Cemento bydraulieo da malber qoalidade pan
aiificacdes n'agna.taHqnes. algerozes, asseetaaMB-
fes de canes, ate., em barricas grandes, a tz*,
Dito comm-um oo romano a 10*.
Km poreio superior a 5f barricas se tas aa
alfferenca no preco conforme a quantidade :
Nos armazens de Tasso & Irmaos.
Cuoheits da ac da Maia: nos
liso Irnsai. ,
IAMASH
|Km casa da Thee. Jaut, aa
[de Naw-York, per araeae Taaotvttt.
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0s>4ypMM arwatrtoriaa;iJa#j 'eom*

_ et*
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oaaoaia onoioatt a*lat>r's alterantes
tfW*5fW8ta'TO aaaia)8XilBaa du qui qulqoer draga pode
BS,S- ^'^Ittto^. matingora, etc.,
pMsua maito oais poder-sobre as eafermi-
tiaaWo *}ae ^aafcjuor dessas dragas s.
S
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S*ff
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Jim .
,10 a---------
de f'uhben (waV.por
1 rWebftr traf WIW '^J^Wt^tti
qoefla dos eaMII^^briA. *W, tu'*6 P^'-ridada de aJB**,*aiiai.
mores n6s o^/.lilcraKUas .0, palle, Sli^ '
dorrs de cabera (as dorefca^ilita sao ^Wr* ^^^OTto, ,m
rtewrt' co- qdalquer um desses enfites na.ttoi
i6r o sD1 n'rdz" ExtDa- 'parada para asslstir a casamentes
S^s^!WMidy0eV
.^^.fjsas
leFSuBYToli'ir!
as uregutouitds-Jas
lip i UaaaWM ** reW
i,,!&dSlMsJ{in.;f" 4pw4a, da pow aiadea-o sea* .fre-
wnintiM.nhM>t08 6 Biadflte,
iTM,mmjiAf
trjBonorosenro.tobarts
.Ssrr^vif/S?*/^
iMji!t*ra(B*. I a saber:
%&S^iV;&aV* Meq-braace. a 40 rs.
--J slinificac,5?s, tasim core
1 ecomo sembr eco
por presos ratoa-
tfaf nfiM "cdap'osc.3o e o' Sea
cisndi. A graada vanUgeai de remedios
desta quaiidade fcilmente percebida ; o
raaiici sne exactamente o uue est reeeir
aodo e os resultados que se devetn espe-
rar, e o doents sae o. que est tomando, o
que a.j acotrtece uom a taaior parte dos es-
pecficos fite por ahi se tfregoarn ; no em-
progo de preparares aredicinaes Como as
9 je 6 d^iJtiPr confecciona, evita-se. um sera
numero de males que -resultam do eso de
remedios seamos que tem quasi smpre
psr bise alguma droga perigosa, amo sejf
mer O extracto eompu.st de salsapirrilha da
l>r. Ayer especialmente efficia ua cara das
m)festias que tem sua origem na escrfula,
ni mlico sibiltica cm todas as suas for-
mas, ule tras, cbagas, mal do libado, dar-
tbpos, empingens, sarni, coraichoes, tamo^
res. rheumatrsmo, postulas, e toda qtja-
dade de erupcoes, etc., eem quaiqner iai-
oareza do -sangoe, pois o?era direetmeote
oUre o sr>i5ef e as secrestes, portriando-
os e expulsando o veneno, e h'vraad'o-os da
acio viciaikitwpjra-lbes.now vigor a no-
vus (reas. i -
SALSAPARRH-JTA BS AYER
jima'ff 5Ki:Ke^ rX^* r*cbloa* eC0'WrV,T((:nia. para
toz I *?9. <*mo4oi peino jcestnruara ser oa dos
eapeoia^ cmo erapcoes Tjsamogasi rap-i W.*mo4i>i perno m
ooos, ulcerosas, erupcoes pustulosas r*^*2il*,0"a,lw",,f0ito-
fo tabelle WW<$ tieM $jr Os ntro epMt*vHm*Um ehapel
Mhallns ffm5a. '
cabellos..
SalsaparriliM do Dr. Ayer.
Dosortinwnto dajejifeites'emelas chapel- AjP?Y- ?(fieriW declara.* WMi01il
que a aguia-bracca recebeu no mez ^6 {6tD.bb 0'no,'0 *J,s(e.?l vMs'der bn
iimado-
te wM9%^JS&F cTregola'ri?*. fe^^B8a9 ^^ m890Ut K roVoaSuVo'^^^ ffl^i
4^a a /juitfan^ii nu...^ ..,. ~i renos, due. comfth*rui sp.its mni* *.i*m L,,. ^^- !" ">J*U* 1Qva "
i-i^Utda as joato^aa uygiene publica, ,
'vanis W**amenr* *m qne w-. dade ^^^ ob^dotmS^me^^ ^tatito seos moldes s>jam
'd SliU imei,le w direC5e$ -V acomfanbam cada a,Da * de remedies fraacA am -.r..,J; .. 1J-^_______ em nerfeito nslarln. mu Aim nn>< uin
frasco em portuguez, e ao nfestao tempo
deve-se evitar excessos de todas as quali-
dad&s.
Carece tanabem espeeial attenclo-i*
Peitoral (le cereja
Do Dr. Ayer
em perfeito estadit, suas fitas, porm, vao
dando leves vestig de sgoia-bnnta tem resolvido vendertes-en-
fei'es e meias chapelnas a 8 e lO^OOO,
quasi que metade dos preeos por que-ia-
poucKs dwsieram ollas vendidw
Asshn, pois, 'eift tnta' da\ rtras occa-
n,r, nr. amZ^'a'I^Y 1 'ijim^-iwuft ffe quo a Sra. econmica pode ficar
para cur, xathcal e Certa de todas as too- b^m ser.vidaj comprando qualquer dessas
lestes do peito e garganta tos>e, coosit; obras sempre necessaris^ E' bm cabido'
paco, broncbties, astbaja, deOraos, roa- >?, n sses casos, qoe'm prirapro anda me-
^a r-STf nfr; !*!Z VW1"!*- M$t*$&>m% tito 1.a tempo a per-
A graqde fama que t^m grangeadoeste-der. ^^ *
remedio devda s amifaveis curas da ,-.nas a,on snn _a **.,
S C^cSSmS^ ^*^** aViab"aJ^r
devem ser tratados o mais cedo^ossivel'i?''"STSk, **l?Z? '?8,*Wn T!0
eopnrceiro remedio que se appliS dw^f*8,^?"1^,!10.8
serefficaz nois n5o ha tfmnn dffir lauca, com retencao 011 sera ella, as qaes,
erS.' ^ esso'as aTaSda'^ i^Z^**"?- Ser ?eDtfd9S
ffPralmftntA fa7rtm nnnrA ,9eft ,ia can ,,i idar8taB)efl,e' f8ra P8!,ra dar coosnmo a
rquT0 jau^eTa S.,5 : rJmff"11 W? XSte- ACtna,fEete
mai? do que em W outra o"fri IL^'^J'?;Jo reco por qae esiao
f,n f*!,**..... ^Tj__i::______ i sendo \6odidas essas boas pennas d ac
W(l'Wa idisou menos, c,m pono d- I M. ccDtrodo orea c*M vv6nda de pfdra c i-.
;comconjnodc8 iui 8rade Emilia, ua e.'aru'
i( no, dtoi tlflir,, sendo um de, vasta nieoa
Carretia de linha de 400 jarda, ttt^.b"lJ?Pj to* 0rd*'de """,e ntu
Ntvj.Tk u""' lu p*MBra au.da e [arle tm jeravo:-. cas' -
uatxas de obreas de massa, 40 rs. i< oesia cidade de neojr v;ior, ou itr c l>tUs de ditas de colla. 80 rs. rfenda garaoi'a : a tratar ne^la cidade, roa rirs
Garreiis de retro* arete cea duas oi- Qnn*' "' Wvti, 609 rs.
Duzia de aeolbas para machina 200.
Dozia dar finha de 200 jardas, proori .Slw barr'm com nmontos jc>ifsv:a
Oara as marhinaa lOft l*n- ^pn merhres qiw'Tero'l'eHi mercadoeh'gadfs de L..-
A itera de pregos francezes de todos o EOoirdoKeMop rna do TrpleBe d. si.
n?90S'7W, "' a- ^ Vendr o a ola>tbo de idade de C a,
de tesooras ordinarias, 480 r 00s: Barcada Imperatrii o. 61
A. sejbi^tijvida, omahpoderoso'renbvjddr
doaanguc, coa.'iecida a medicina,',pois o
c*nsa, tem suaortgem o predominio- exteo- i|Inia
mostra os,. nA com^urna prosa de ditas eos- pois r^ecM qo ref-haro a fr,tt eV anca a
* ta 500 r.. e nnerYl rrwvmrir 49 ca nhao roa (fo nnplminn i ...,.. '.i-. .i.
onico remedio de que se tem tirado vnta*
gens permanentes uo trotameoto da Syphilis
' escrfula.
De todas as. molestias que aflligera o ho- as flne; s5 fei,as Para ^ros Daizes.
mem, talvez ne baja orna qiie infunda lan-
o terrot, nem orna que seja 13o inexoravel
e horrorosa nos sens estragos como a ayi
phils, mal syphlitico ou mal venreo.
E' provavet que esu molestia tenha exis-
tido desde os temos mais remotos da his-
toria, entre os judeu?, gregos e romanos,
porem alguos actores pensara que foi in-
trndusida na Europa da America depois d,e
Coiombo; porecn ha provas positivas do
contrario.
Segundo v'alerms, a calvicie e as ulceras
m cara de Tiberios, de que falla Tcito, fot
ram cansadas pela syphilis. Ha prova po-
tiva pue existi 800aonos pelo menos an-
tes de Coiombo.
O. de Sacito diz que existi em Mill3o
em 1209.
soe fatal ue urna molestia que mostra ot". on"r""'; mZL'^ZLZiLZZ*Z -u'-l""l
seus estrag-ios-com mnmeros e assombrosos 1*(' Sfft "P' ^^
casos na estatistica da mnrrandade. Por-iSr5'nlnlel5*m:A \ na verd?de **
Unto o dever de todos procura o alivio 1? ^'1 ff ? f0i Cm, U] m&Tt '
As Drenaracoes do Ur Aver san nrphara.l' 8ilDa8 ezes a Pe(lenbez Preco faz
l!^^TtiiZ1fifiZ %> S2 JuiZ0 desfavoravel a res
... .__T _..,... ^T ."'"""" rjejtn da auaudade nn petado An ohipcm
Bilies para Ttsudos.
. A JVr)v E*petata a ra do QoeioMo o. 21,
rec*r)ftak) plUn,0 vapor om bello nerilmf nio de
boide de.eda preos e de cores os uisis qoder-
oo e delicados ^joe ieeoj viodw no arenlo, e s
vepde fxjo-oo*o jy>i ma.
UhrrMtbM as Aratitv.
A Nova Esperao^a a 'roa^ -> {jvria-adf> o. il,
rcebeo caa peqoesa odaniidade de na toalhas,
leogos e (roBtisttabyriaio*,'e tjrrbde por ba-
rato_ pre?> na endonada roa do Qneinado
o. SI:
V ,'--,"^BftB*i|i.
BoniW fflxrrd.a> e adMfa 'pfM^lara
a/oarffar er'iur^ e rostoreTss por tn>f.n we a|rra-
la ralba Qaima%o'o. if^Mja da Nova-fis-
t'oHaM anor os ellect- o magntico^
rantra-as fOfifuJeoes das cranacas.
Nli rstaS menor (ftrida derjoe moits'eo'ta-
rts ?e Verfl, rn-pot-IHl roltiDlados os Veradeiros
nao rreem-fromprande-o ) no effriio prometiHo, o
ooe 6 p.-ie dar, as verdad^ira; a No^a E^pe-
"cca, por(n <}ne delega a fsIsiflcacSo'prlncrpal-
raeote no qoe respelta ao hero estaf da hamanida-
de, ei groa pnromroena'* drerta desies cliare*,
e trame aospars^e ratnHas, qoe ?Soos verda
deiros de Hi yer, tfoe a tantas creancas tem salva
3 do terrivel Tneommodo do >ooo1;8es, assim

I! '


Redes pretas para cabello, fazenda boa, I aaiM>MMfeMHMMIMLHIMtJI
',2 rs- i7oa~,^,~~'M
Grojas ae pe,. rtw boal, ESCTaVOS fufflffl
40U rs,
peito da quaiidade ou e&'tido do tjecto,
mas r.esse caso as,pen"nas eslao patentes pa-
ra qnem bem se guaira certificar da sua boa
Petrtis de Argelato falla della na Bolonba
em 1470, e Hypocrales e Cleso pem fra
de davida sua aatigoidade ; porem certo
que boje existe em todo o mundo, e que
cais de om terco do genero humano soffre
de;la. "
E' impossivel achar outra molestia qoe
de tal maceira affecte (oda a economa e
qae Jp!tarea sob tantas formas, e ataque
o homem de tantas maneiras diversas.
A syphilis primaria muito conhecida,
porem a secuudaria ou constitucional (orna
iormas differentes que o primeiro sympto-
jptcoe, e tedrmedirkaces importantes sobr
'" que sao feitas prara outros uaizes.
nuciosr na lingua portugueza. ForUni \L Z ?\ '?*'!? 22 "' 6 a t0'
convem notar com muilo cuidado que o ro- ?S f, gera!' Tr q Prov,te0B a ^r-
tuo ou envoltorio de cadaj (rano? traz S lun,d^e pcis s icar com pena, quem d5o
fnwonome doremedio e descripc.0 do STndiSdoficT035'
na casa em qre
seu,osona lingua pOrtugueza.
maiscerto e mais prompto que podem en-
contrar para a ebra de qoalquer symptoma
ou principio desta terrivel molestia; bem
como todos os mares que podem coudozir
a ella, como tosses, resfriados, defluxos,
sonoeene.
Composijo especial contra a eispa e a eahice.
Chonne-us, arjtio e acreditado chimico
perfumista em Pars, alm de muitos outros
prove toses preparos, fez mais a soa coropo-
ic5o tnica exclusivamente vegetal, qoe de
roa do 'Qopfflradn o. 21 compr^rem o salva vfda,
para es ifilnh*, antes qoe estes sefatn acoro-
meRidos do tert'lVel mal, tjoaBdoerjtDo ?-r diffl.
cil alcancarse o effeitu desejado eratra sejam
eftipreados os terdadelros collares de fleyer.
TallTcrrs para creascs.
Veortpm se a ra do Queimado b*. 2i oa Nova
EsperaDca
Espartilbos lisos e bordad's, brancosede
cores para senhoras e menioas.
A Nova E^peranca a roa do Queimado n. 21
.eaba dern^fter um boro sorilm-nto dtstes tspar-
tilbo* e i v> nde por preco raoavel.
Aos senhores padres
A novaesperarca, a' roa d.: Queimado n. 21, re^
rebeo 6os roelas de laia (pretas) preprias para pa-
dres, e veodeas p r prf^o c Y mi ha ni me ii nos
A n va e-sperana, a' rna do Qoelmado n. 21,
eoroprOi bitas de borracha, que om brtnqoedo
innocente.
A's ms de familias
A D:va eperaoca acba de receber deloa(,o<
dor de garganta e de bronebites; qnalquer ^^7'^^^?^T^ qD6 '
rouquidao deve ser tratada immedaiamente.,D1r,^^NE~Mm ffm e.8pC,al 5
A experiencia mostra que o peitoral de: nZ? contra acaspaeacalf.ee O
cereja do Dr. Ayer cura todos estes padec- ?T'-ff 6 V***te aPPKcado
mpnm meatos quasi sem excepto, e raro o lu- ;7ZS Will.^tl ,DSCr,PCao W* ^ze,m
gar, nos paizes onde conhecdo, qoe n5o," rSTaJl/^ i, "^ ff10 "-
tenha numerosos exemplos de curas feitas L^"0 "s.mdecah r, sem comtudo pre-
por gue K w jndiear a sna cor primitiva; asstm como faz
Deve-se recosar todo e qoalquer frasco des*PParecer as caspas,
que for offerecido com rotulo em inglezo ^JSS? 'n'!ado? egiros JtoesJ*n.
3ue o5o tenha impresso em um dos lados **Zi coa>P08,^Smaocome cooheotda,
do rotulo o nome do .aanta MI JS mada' .e Pr0cnraaa &* too9 W**
do rotulo o nome do agente geral para o
imperio do-Brasil.
nico deposito rna Direita n, 15.
Vende-se as casas de P. Maorer dr C
M. Al ves Barbosa, A. Cahors, Jo3o da Con
deltas precisara..
NOVO S0BT1MENT0 DE RONECAS DE CHORO
Com rosto de cera.
Vendem-se bonlas bonecascom olbosfi-
xos e movedjeos, todas por preeos coromo-
.-. ...>^ uulvUoa, n. liouuis, jwau ua iiuu- *u> c muvcijnyuj, touas por preeos cotmoo
ceico Bravo e de Bartholomeo & C. e em to- Hos; na ru do Queimado, loja da agoia
das as principaes boticas e drogaras. I branca n. 8.
^Caixa de linba de gaz com 30 novello,
Livros com estampas para meninos,
32a,rs
Duos par rol de ronpas, 120 n.
Pecas de fita de 18a de todas cortt.
600 H: mm'
Grosas de boioes de louca lisos, 160 r.
Caixas de papel amizade muito floo,
700 rs.
Ditas de envelopes comendo 100, 70 rs.
ifif^A0138 de papl alm*8S0 mait0 fiD0-
dijOOO.
Pares de botoes para ponho moito fino,
120 rs.
Talberes para meninos, fazenda fina,
240 rs.
Toalhas de labyrinte moto superiores,
grvalas pretas e de cores muito finas,
500 rs.
Cortloes e fitas proprias para esparlilhos,
60 rs.
Dnzis de meias croas muito finas, 4/000.
Resmas de papel almasso paulado, 4000.
Duzia de baralhos iraocezes muito finos,
2o8: o.
Latas com snperior banha franceza,
320 rs.
Frascos com agua para dentes mnito fina.
500 rs.
Ditos com oleo de babosa moito fino
320 rs.
Garrafas com agua florida verdadeirr
51500.
Novidnde~de interessr
O Campos da ra do Imperador, conhe-
cendo que muitos consumidores do afamado
rap Paulo Cordeiro se -viam privados de
te lo para offerecer aos amigos urna pilada,
em raz3o do elevado preco porque a que se
venda, resolveu acabar com o aboso de al-
guos vendedores desie genero, vendendoo
Do viajado a libra p r 14800.
Do co tmum a libra por J0C0.
- Garante-s a boa quaiidade.
No memo estabelecimento se vende qoei-
')S
Gratifica se bem a qnem pegar e levar a w.
senhor LonVernt, moradfr i roa do Traite be
btel ae Franja, o escravo Pedro, ctr/ra, de ida-.,
ae !7annos, tem orna clratrlz no tjceiio, eMat;
'i a,xai 0|1o pretos, ero rarba, foi errr fr.ct
M Rl. Antoi') Luto Bet^rra llonteiro. mora-rfor
DA pjroagao u y>g,t drs Gatos dlstrieto de *-
puwias, termo do Bonito, e acna se oRido des-oe
o da o do cornnie roe>,
Aeha e fuelda desde do diT & do cerr ote,
am molalinho cabcueelo de me Jo>, de 13 i j i
do< de Idadi, velo do Benito em Janeiro des'*
"'* <> vendido nesta cidade por Amonio .Ve
ae Mello, bfcUCaote daquele locar, ao Sr. Pe-
I'aa Jm1Cw*, C(d U.ja na roa Direiu deca
cidade5 pede-ge a* .utor^des qoer deaqni,qDr
L0r'. I08 'Pf'^ndaro e o entreguen) a wu
feobcr, toja na roa Nova Mt Cutade no aoo^r
cados" "' <|Ue **" **"ao&tll0'eDlf( **+>*>
n
Fuafe to poneos das di, engenbc &- Kuezia da E.-cadao es.-ravo Paolo, cabra, '4&
anoos de idade, eyp pouca bar,ba, cara beilgcf e
)a pintando, de estatura repu'ar, rajreiro,
moito ladino ; foi esclavo do padre Luii de Arante
Barboea, morador na povcagSo *ot^Afogadrs, oroe
tambero mora a mober do-diu escra^-p, e presor;'
e qoe se tenha ocenliado na me.'ma pevnaco. Lo-
ga se a ca tora do n lerido escravo e s ao sea senhor Flerismsnilo Marqoes Uno. nn T(le-
rido eogeoh\ ea ao Sr. Prancico Antonio le Bn-
to nesta praj;a.
Gratifica-se a pessoa qne o apreseotar.
Hfcifr 7 de jiilbo de 1868.
Anda fgido
o ecravo Chrisplm, rrlonlo.de idade de 23 annor,
cor preta, estatura mediana, delgado de corno, to-
cador de viola, lio astoto e sagai que eapai r-o
illadir ao Loper, tem falta de om dente oa freoie
do-quelo superior e etcatrix oas nadegas de v-
ri s sorras : qrjem /o pegar e entregar a sen Sf-
nhor Lnii Barbalbo de Vasconcellos, no engennri
Sebir da Serra, oo ao sen correspondente no Re-
cife, Francisco Qnlnno Rodrlgoes Esteve.*; rece-
ben.' IO0 de grat fleacao.
gorros de velado Miados com trancas de palta I m* estawiecimento se vende q
da lt-1 a. para reoboras e meoina?, e vende-cs po/ JOS POS muitos que ebegaram a 2^400.
Baratissimo
-----------------


barato preco, ero relacao a qoalidade : UBlca parle
onde os tu a' ra do Queimado n. 21, na nova es-
peranca.
Hofroo^ enfites ^ara fraile o
toeairo
UmaP.)aei>a aMntrdwte de modernos enfites
recebeo-a noa dsperaeea, propru s para ir se a
oailes ou eper*eaio8, ou eMno asMstir algem
easameeto, e^nwaaa ae erm o- ter objectes de
.tanta.perJrt^a&dj^Mtfafl 4a-eiceileotl83imas:
sto a' roa o QoApndo n. SI.
E' nada
O (Thspeoiinbos de verdadelra palha da Italia,
de moflles intetramente novia e tfettadoscoin tar
lataaa : verjdem-,e a' raa do Qnelmado n. 21, na
nova esperafia.
Lavas de Jauvin
Bricap, jireles1 de efires, para horneas i> se-
nhoras : vendem-se a' roa do Qoelmado o. 21, na I veodem-ge em casa de Rab Srbmenaa 4
nova pdraaca. I da Cadeia o. 18
Calcado nacional na fabrica de Jos Vicente Go-
dinho AH,i roa do Jardim n. 19, avisam aos
seos fregoeres desta capital e do interior, que con-
tinnam a fabricar caleadoem alta escala, e offere-
cem as melbores condicoes, tanto em preco e qtfa-
lidade : os propietarios d'este esiabe eximente
cbamam attencSo do* senhores consummidores do
interior, qne os qoizerem honrar com soa tregne-
xia, especificando na seos pedidns a qoalidade e
onmeraco, offerecendo-se pare os entregar bem
acondiciona Jos em casa de sens correspondentes
n'eeta praca.
Vaqi:oUs proprias para cobrir carros
Vendem Ferreira & Maibens, na rna da Cadeia
i. 01.
Soberanos
C, roa
Escrava futrida
Acbando se fogida desde o da 8 de novfitf-c
do anoo pnxlroo pasaado. a escrava crionla de ri-
me Florencia, de idade 43 anoos pooco mais on
menos, tem tspernas arqueadas e oro deleito em
om dos dedo* das roaos fm ronwqueBna de tro
panarico ; ted do Carato e snas iromedi: c5es intitnUnd .-se de ..
berta : rega se a t>. s oa que nrpr pro vari-a
qoe a mande levar a ra de S. G-.ocal o 26 qoe
se gratificara' ao (.orlador
AlTKNCrl
50^000
Fugio no da 5 do correte o preto Jaciof* o, oa
Costa, idade 40 annos, com tostantes lalbos no rc--
to, cem falta de muito- deotes, beicos grosvos, e---
titora e corpo regulares; teodo as pernis fina?", lo-
ven vestido ceroolas e calca de brim amareio
com listas brancas, camisa a brim aml com II
tas miudiohas brancas, tendo s nma prega no
peito e om botio de osso e por fora om paletot ce
cblta rio com lista?, costoma dfter ser forro da
naco, bastante ladmo.foi pecado no dfa 3 e ter-
nou a loglr, nao levando chapeo, de soppor es-'
tar acontado : qnem o pegar leve-o a seo senh--
Joao da Silva Leite na roa da Cade a n. 10 n.-.e
recebera" a sratiBcaco scima.



DOS PREMIOS DA
18!
PARTE DA LOTERU CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 74J, A BENEFICIO DA SANTA CA8A DA MISERICORDIA, EXTKAHIDA EM t
DF AGOSTO DE 1868.
.SS. PRES. NS. PREMS. NS. PREMS. PREMS.
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ota rii irir~ Miia iein f % Aff e l*
i sus. wtwos
l8-p& IIMIOWW-
idoSci* t* en sittimx #o.
tCooliouaJ.). .- .
x*. prende!, se eo qutxee avocar a ^tort,
aatdrW me oos grod-s exemphs de ne3s
traanas. jastiucaria |*fta E^??'*I
ohs boraildes ybserv.cots. Mao pmso record
io, em'anoodancla, porqne as du*.s born *
mm antes d ooder trur da ootros assampia,
mas clnrel um's.o do gr.ade.PiU, de>ni grande
mmlMf, des.-e vaito, que fot, na opimaoiiti*,
loitalerr. o primeiro mraisiro qtw ella jmis
'sate. o primeiro dos ctttfes do partid-a foru, que
reooio na soa pessoe lodas as qualldades emiBeo-
le* que pan isso se reqoerera ? citara imesmo o
des.nilVwe e glorioso pi. lord conde de Cha-
"T^.&iboM :-Nonca foi chele do partido,
'"'ST. Fernandas da Conba :-Nem oetcadU
.eodotmas*onobce .demudo mosira-se oto
prssadoem me da quinao em hi>toria d logia*
trra. (Hilandade)
O Sr. RaMbona : -Nao, senhor.
O Sr.-Ffro*nd da Cunta : V. Bse. nio en-
leadan o neo peB.amaia ; uo otou antea q
,rd Cba) fosse rhete do pacl.do fy ; m*qo
i..ds 9-qli*Hle**- ommeaio Orf o P*'1
?3r. Rasb.aa :-0 partido lory tem, do moi-
aijades naca
i guola* laftatotie* a
aelMe sata
pefM
secas- ** ereiHeitV, ?
^SsSm^itV^ sssss*.. -___
ade.
f-a-A eipedlcao
loria peta o Sr.
o colpa
SlSUsttTC*-
. aoiolateo- da jdSIc>; U- + (tt*
< lar mam!
mfc !J-*'!!!!Mrli1 e^e^do^^
:*8V*K
* cas 9 i
0 Sr. Parean*.* da Canha
eto_sorF otrai pofOM qo>
-
\

icft^'O^m-Qlsitrio, ?r. presidile, presdeme^ ta prwM-a.. 1,o 4WWU
iIjtJo^laW*Mp%Mtim- pmltrUdBl factoa UfflDem de pf^ideodaj.
BvartWo ? ainia ao^nKUadO oo* para St.*.' miobtrus permAaoi me o di re de faie
amada as *speUlll40 WIJe**. pergma ou wterpflraea.

i Ji*
obra d'a admfnlslrisaa tai laojbam malt* elos
de roanifettacid,
Pui brm ;V)or^Hnws essa mantfestafae en
lodas as prjl
aloda admiti
midides aeuol,.
elle fssetn chamada as espeeUliadO afeai pergnia ou toler
cora 5s coobecoB<*ues do* fecrvi^os, de qaiiaoto
carece 6 piz a qoadjs attaal, gue alrafesaacDOS,'
nii poda [Kff lo consi^rtr preencMdl a ?oa
mina, reputarle djspetiadj da l-r rasad, e prrs-
eludir das deuui* evnd^is do r|lB*a, a ooo*-
Uod^So, OesliJura, directo ie.'pooJJd
do ooiro orglD, do poder o agente da jadmioit*
tt^ac. IVmJios para exeplo o mal |fa>e daa-
aericos e dj pcd-re., depote do eaotra, poder
e as adoaioislrav8- protiackws. 4>}.le* sido
orgaoUado e d'ngido pssb poir eerTioo-T Qoe
sao os prMdenies, como lea sido", gorrtadas as
protleda?, qoe principio tea presidido as oocnea-
rioda rocedj)d.\ Sr. prusldenle.. aioda addil-
tiodo qoa para admkjistrarmoi bem a proriocias
oesu crise. para armarmos org>onaro e tirar-
nos das asesma* todos os elementos do "defeta e
reemssacao da ParagoAy, de extermtu aaqoetla
honra e oacionali-
Sr. presid*al Mtoa al
Cflana:-Sr. prasid*
* de'susUuarao racOici e
pnsAM4ir a naci
teiiada b
Nao procrtrel mi*
oiafc; o
'eaaff
lepado
ede i
st9>e d*j

ro _* 'WSfJ*0'
laaaanro
responder ae eelaol da Impreosa adversa, defeo
Kic teja, daros actqi d poder, respooder aos ataques coos
ipor aaaor untes da-Klbaaa aderaria, que, [ormidaval arie
' if, todo o da btia ero brecha a pracado poder. E
___4 Cunb*:Na 3 soo. ebo da pdr, resol vea se a orear nm gfande drgio de pu
"coatTario soa Interpret da fer- bnoidade. (Ouo>m.)
Cooaproo, o (*t comprar,
ir. Aflsfld* Ubo : Nao 3po1a*a. l diario oesu (rte-----
O-r, lA>or*BOde AllHiqourqo:Apolao.
O Sr. Peiroaodes da Curaba: SioUi coaita qae
O 9r. Groa Abroo :O rWii|Oim tm-
oora-^ reeoostrot.-i. de.roMngio
1 r^br. Apo.ad< e eVip J ^J^l
OSr.WmuhHtiMiMmm:-0 Wjirrt
O tt. fmwn *e oe*a :*Sf. p*ljJiiW
por re do* Brtc>SsTo' reflneo, 9,*f I*'
fileffrj?; eni'ftdo o Wmpoe en lodo e eowjtorji'
liga a oa tedade: so allae^eU marik4ttiBBtm.
oo poden parecer a ropreooomo 4a H*'** *
paiz; todava oio meos verdade qae ero JodO-O
tmpo e em todo o caso, eomo bem pondera alio:
(qoe iro qoafqoer cabera, qfl 6 Tb* mM/ms
prooodo* pensador e dos aalofea aaMof m MnW-
traa Kraocs, ratao amadurecid t por fortes e tys-
t.raaticos estados, amostrada pela aeeera lico da
para ete effeito am |0ng esperlencla na sclencia e pratiea do |o*erao)
as maiorlas dererja proceder sempro de ooofetOM-
I
M>rleH, avt*f de
_ sojejtoi^iiBaaf^eier em-ea-
-HW P*fo peto lorerno, com-
er eacesarlo levantar a trlbpaa
Oo iotervallo d) parlameolo, afhu de
Qaal o rnotlT) po'rqoe foram dJsfteBidoa.oi rJ*,#l
visooo no-so,dignocolief. Amatona, a jeera sem tina* pontfc remoWa-wli
para ama proTioc4ajoMqua,IWdo.eli "**
pensa^.er reputar artar:aoi^a^dcoooa ^ST'uire de A^qu.rqoo:Apoiado. ] o Sr. Minero da Agricultura :-ff omplela- 4ade com a raido, iMastica e a rerdade, rwpeltoo-
da admlBlstreco d* > WW*W^Jr. fr. P^S da Cuoba: Sioto maiw qoe' meot loesacto; falso. do sempre os direHos da* oMawrlas; o qoe eer-
esse Bono digOOtolle havla^e laftj f^lYro-'alBQaa cosa do qoe se tero dito possa ebegar at o Sr. Fernandes da Cunb :A deplrate! qa*s- dade que as maiorias rerdadeira, e Dio pora
carge.BrarojBjt-euaeaava a**^5l IJ&m imi> de V. Ed. V. Bic, sabe qoe o tj0 Nirro e Tat.re, qoe emende cot o miis- menie numricas e artlflclaes, derem eoBatamemeo-
v.ncta pronra a soa, w alUetn *Jn "^ e0|(lar0t ^a,, Mg0 oUaga e mi|0,'
rji Hlalo.
Espendio : -Hu pejo-lbe loe nao pra-
iua o seo joit?.
in thBt^x dictadura qoe nltrajon a p<-.sa .
O Sr. Piroaode da Cuoha :-Tem ^ mullos, j0,aetiiDM prer.lsass. j oio digo (comalte* a
ouemon-ga? qnese quer duer p qae rtiefra^p,^,^ M.eBi Mollki pata opiBr aumj|
l.aie.s, rrObMd.. t-da s wdes qu.lJ^dj e
laieito* eminente.*, que *o ** 'ff-
tal se requerem, nefiutov hom-ra pWWco,
enhom cnete coocepiron ensua P^0-"00
ooo, P.lt; nehoo ft .o mas ** f^CfiS-1
seo partido, ftfem eierci. ma lagN a '7UB.'.
sobro a nag-so ittfleka do .re elle,, sobr.tudo u^e
5sr. R-ii-bona :-0 qoe en 9%***%
n.bre d, ou.ado, pt-rq- obv m*tTo prater em
^etar-lhe tod a aitenc". tarafc a
tdoJIOerai. oo acefto ootta qolilP**
r.
petaa.reUc&rS de uiob
linca eflhieole, o erro-
oaoreetalperetle eo
aAApO-.apre.ioecofl
a^alutKr-iaia*!^!*
*m ar aoeadt afea- O Sr. Esp*
atttratl'O ata-------
*1MMeTape045e-
^'TO^'Mfatsiro d Agrleoltara :-h se dea a rt- O Sr. Pefnaoes do Caoba :-Estoo reclaman
- i, ?+ fottr reao obre o Ucto, porqoe uto da1
"o St F^oanaei da Caoba :-Imlsto, porqoe a moiU loa para a apreclaco do espirito da poltica
a raiio'qo* ee dea Bao satlsfei.
i dmiQaole ; o o.bre deputado bem aabe que nao
;o do ef-tado lospiram es poda dispensar de apreciar ou de pedir explica-
ovefe o tic slcio impos ; se ella con- 55ss acerca da verdade de am felo poltico desta
as oeeeOtldades da stieacio, e procura satis-' otdem, e de umaoba gravidade,
ratero* ttatwws naclooae, por qoe raiio oo eo-1 Ha ama sedicio oa comarca da I.operatrla : o
.------ -_ ^-------,.. cooteta ru que ella
terio...
O Sr. Ministerio da Agricultura :O goveroo
oto leve nafa com esse conloio.
O Sr. Perneadas da Cooba :-.... coma lio
publica oesu corte, e qoe ebooa pelo imperio,
oio carece d commeouric, a bem da administra-
ci geral do paii I. ,
O Sr. Ministro da Agricultura :Ao contraria ;
os carecemos disto : queremos a discusso com
te roosulur e Inspirar se aa foate pon io iboH-
rxeoto nacional ; de vera, qoaodo eonveoeldaa da
oecssiidade de am esforco viril, desapegerem-se
dessa aggregacio iocooaisteou, desia amalgagao
hybrida, reonnciaodo a mlssao ingloria e desastrosa
da susteoiaco de om goveroo estril e impotente,
e (ater o sacrificio de salvar o t aiz, esqaetendo-se
de dissencoes, de odios e de paridos lotees, por que
em sommi o sea primeiro dever respeiur o ra-
en pedia ao notare deputado! gimen livre e oslo qoe as institaif&es do imperio
tarantera, e ellas nao podem conspirar
pela deste negocie,
que o fizesse.
O Sr. Peroanies da Canha :Basu-me levnta-
la hoja; V. Eac. entreUBto tem o direito de o far,
ele e a necessld.de urgente da soa mudanca,
da .alvaco do paii. D.s.e elle, pauco mais
'0)s, o s-guiole : t Vo-*a Mage.-tade rae tara
S0 Sr iPer*BJ dafiooha -Pm. em 1804, se
teoa wrol.no remado -'e ^rgelll.goe-
nanda o mwisterie Addlngtoo dep-is de evow-
,,e oef algom-frmpe Irabtdp, psia b*j -
hlrawr a marcha dos o-gocios, que elle reprota-
"Wo lrtn e"d0?' ,lm ae 'w,aeB;
dirigidos ; sem embargo do grsnde pleito o*" "'
Stra a Franca, tu m.smo por cansa delle la
o'um eerto momelo critico oi t.6e mais impor
se reservas oem deferencias, neo \d e roais rwear
a voi do palriaumo, oem catar a riel ejrrcssao da
verdade, qae elle ju'gava d^Ver eaan'f^ur a >eu
pan, na pureta de sua cooviecio sincera.
Kntio, nmou a liberdade da escrev-.r, quer ao
rn?qier ao lord cbauceler, para sjrcoumuuica-
dj aquella, a su opiuiio e vota sobro a poil
^abloe
a era da
oo. meo..,
a asnea de rrcordar-se. de que, qU>ndo roe p-ii-
rei do seu serv,o, o toeu pruneiro dS p fol pres-
tir lodo o meo concurso e aptio Iqoelws a quem
Vos.-a MagOatade cootiara a administrara > dos ne-
g'C 03. ,
t C-alioaei esse eoocarso e apdio, coro om iaio
e cordial'idade coosiantes, emquaoto me oi possl
val (aie lo, de accordo com mi oh sincera e bJ
ne.U opinio sobre o estado dos negados pblicos.
Abriive me anda de ttj.ee qualquar opposicao pr-
i .mentar, mesmo depo s de ler por mu lo Urmpo
azoas cara desapprovar gerencia do gofer*?,
eio varios ponas.
i Desde o comfeo da goerra actoal, nao ob-un-
t.; deplorar da parle dos ministros-a f.lia le qual-
.quer sysiema vigoroso, btm dirigiJo, bem adopta-
uo ao estado novo e critica dos negtdos,meu
principal nm foi sempre. bem looge de uscar mo
< tivos de censora. cout ibulr, pelo contrario, para
mpprir omn,i.-5es, que re atara graves, recoui
mendar medidas que ulgava as mais efficaies e
-U-gentes a eeia do pait.
A experiencia de nm anuo quasl inteiro, o
6Io6 dis ditereutes medidas suggeridas ou,acop-
iadas pelo governo, e a maoelra parque ts> sido
excutadas, convenceramme afloal qu-, emqoaoto
o ministerio i ermaoccer em sua forma acta obretodo sob a directa do sea. ebefe.-toda leo-
iva par- obfur etBoaimtuta na defeia do pan,
e para reaUlir aos e.farcos MtUM^uU e^b,
ditos do iLimigo-lorna se ioutill.. MinM pro-
/jnda conviccao asseota oo estado do estado criti-
ca do paz, uo da sitaaco dos seus partaos e no
UX!Si*& di prolongago da guerra, das
cnus cousideraveis que j**"'*"B
nr inevilavel de seos eventos funesto-, e na cer
compre isa-our o poder em mais Urga base.-
rennlr, a bem do MalWM nacional, e toda a, som-
L de'luxes. de lalen.as, de UMdM-J>
r.fim de co&seguir se tao essencial e urgeniei resa
tido T.,1 seobor, mlnba franca e sincera con-
neco Mulgo chegada a occas.io da expressa-la
.Teo'ntoSs com elia-o meo procedimento pan
lamentar, cump.indo assim o que flevo a Vo.-sa
":rj- w^ --:
vulear era um genio, um grande hornera de go-
veroo 'qae ama e respa.ta; sincerameoe aa
asmtcoes livres, que traba f na soa!1 g jmid.-
% aae governava com o apoio da opi-
iaspeccao e censara das liberdades
dYe tfflcacla, que gqrnaa._eom o apolo da, op
Dio, e sob a
P0 Saludo foi, depois de recasa e reluctancias,
ser apeado o ministerio, e chamado Pili, qae a opt-
no apontava para salvar a velba [oglaterra e
qae a salvara de todo se oo morress em mel
de sua gloriosa empreza continuada por seus dis-
cpulos e successores. depois da batalha de Auster-
liti, mas aiuda teno a ventura de contemplar
Trafalgar aos 23 de Janeiro de i806. .
Pois bem, Sr. presidente, qual era o dever do
actual ministerio ao encelar sua.carrelra? bogo
estudou e corap-ebendea a situafiao do pati;; me-
ditoa o estada das suas floan?as ; pesoa bem as
OilBculdades Internas e a erando lula externa 7
Qaal era o sea dever ? O que Ine tmpnnha o
patriotismo, o que ;ha dictava a jraqaea e anor-
malidaJe de tua orgaoisaco a fice da crise so-
C> Orlando de ama combia;co parlamentar, sem
apoio na opiniao real do pali, producto e causa de
urna sitaaco artcial, alimentada e wcrescenu-
da com o uso e o abuso do poder, o que Ihe enm-
prla fazer, se quiesse proceder con tino
soltar o interesa d cao*a nacional 7 -
O meio oaiural de consegailo,. Sr. jiresidenle,
era esquecer-se mais da so le do governo da que
da causa da naSao ; era inspirarse ea ]ustica e
no patriotismo ; provooar; conciliar, attraor a re-
auuerar as lotes, as influencias, as ur?as legni-
mas, a baro d causa publica ; apoiar-se no voto
e opinio gtral, consulta-la, e retemperar se neila
cadadla; obedecer em summa aos principios do
r gimen.
Mas, nao, o miaisterio s curoo de si e de con-
solidar seu paniJo. Exclua e repellio a seos ad-
versarios, perseguio os, esbulbou os das urnas da
representco nacional, desarmoo-os par loda a
parte, e por irriso iatcaa o sea. concurso e pa-
triotismo a bem da cagia nacional e da.debellatso
do inimlgo externo, caosideraci. qae s prevale-
ce para exigir sacrificios, mas ittnca para mpor
deveres, nam alcdnafse qaer O reipelto das ga-
rantas I...
Assim, Sr. presidente, o goveroo meBdou com-
primir, violenur elelcj, privar das cadeiras da
reoreenlacaj nacin! qoelles une Imban legiti
roo direito de nellss se assentrem (apoudoa da
oppasico), e para se farer o qoe ? orna polina
roiineira de expedleaU, ama pololea mesquraba de
odios e viggaocas (apolados da opposicao), orna po-
ltica de delegados e subdelegados da roca (apola-
dos da opposicao); ama polilic* da patentes da
guarda nacional e de Hbitos e coBdeeoracSes, com
que se gratificara siradlesmente Oio aeivicos pres-
tados ao estado, mas servcos eleiloraes!......
(Apolados e nao apelados.) t|
O SrJPavares Basles :-E ontws mais.
O Sr. Peroandas d Caoba : El em que se-
consom o lempo'e exhaarea vida dos grandes es-
tadsus do progreeio ( "
(Ha osaros apartes.)
Sr. presidente, lineando os oJnoiipol fice do
paiz, vejamos os fundamentos do upla- qae o
Frarca, *irjiple#meni' par se precaver Otra om
futuro iv&fliei ; nao de grods g**** i**'
ciiw djrma*a,u d io.-igoi nadlt* o-
mmisjrderes, ao menos f> c* con^",',^a"-
lec.rumos de homeos praiiers, stfflelentemeote
B.-.cUreeids e eooB cido>, qoe comauaoto uao ios
>u. iodos ptuQssoms e dislincio;, tlwsm ao
mrn. i precisa ei*Hocl e esindo desies gra-
re ?wuwotoi ata vnos ramos dos servcos al
BWMrailv;, mais ou menos (.novados por (actos.
Vi-jamo*1, pero, corno constunioo ministerio s
dmiuitr(es o differentes provioci*, como se
ferrepre/nur o govrao para provocare eoocar-
so patritico da n*eo, a bem d gnnde.caas d
rodic a- sr? ptesident9, infellem nte vemos qa, pra
e-cniba dos admioi.-^lraJorrs, o crlter o qae
lew pre-ldiJo tem sido simpiesmenle a puxao e o
ioieresse politicj. Soa multo justo e multo generoso
na qual'fie^o. Tem oavido h>oroi>s excep^Ses,
qui sempre ha, e fo'go de recoohecer ; mas, no
geral, as adrainistractos d) imparto, na djmi
nai.i actual, nao eompreheudem cem c-.-rre-pon-
dei a' sua grave icissj. (Apoiados, e nao apela-
dos)
Esses dislinctos admini tradores nio Ltarara
cotnsigo, na grande maioria, prest'gio passoal e
intel.igeuie praiica da admioistraco, par iegula-
rem os dilloreules" servidos as provincias, e para
ajolarem ao gov-rno ai obr dilBcil qui empre-
heuJra. Peo coot'arlo, essis enlidades, apenas
recebiam o prestigio quu deriva da posicio offlalal
qoe ucrupavam.
O Sr. Harta de Araujo : S V. Etc. quem
ple ser Borneado presidente de provincia.
O Sr. Fernandas ua Cunha : Nao apoiadu.
Nunca pretend, nen pretendo ;er presidente
de proviuria ; iivj sou feto para os altos car-
gos ; mas V. Exc. ceriameUi ha de permiitir
qua Ihe diga qae na.' e.-tiv* no caso de o ser. (Nao
apoiados)
O Sr. Joo Llis :Eis um assumpta que nao
acno propno oa tribuo.
O Sr. Hofia io Araujo :O qoe dUse V. Exo. 7
Nao Qvi Lim.
O Sr. Farnaa Jas di CadJi : Eu dls>e qas nio
son feto para os altos cargos do estad \ qoe bobm
es pnteodi, oem pret-nlo, m*s qne V. Bxe
eettiiueola cao eslava no caso de ter pr-'Sideate
de pr. v ncia.
O Sr. Hjru da Aran jo : Respoodam-lhe o-
onseivadores da provincia da Paran', qae ap-ala-
ram a minha admiobirsco.
O Sr. Feroaudes da Caoba : Eu nao quero
qoesidos paasqae.
O Sr. liara de Aojo :-Eu na laco caso do
seu juno.
O Sr. Fernandes da Cunha : Pauco me im-
porta, Posso apreciar os actos dos funcclonario
publica-, que esiao sujeitos a' raiuiia censura.
OSr. Harta de Arauj. : E eu esiou oo meu
direito despresando o ten juio.
O Sr. Fernandes aa Canha :N-tBhora fanceio-
oaru publico podo dar se por ollauol Jo quaudo um
deputado da uacao emille o seu juuosoore os seos
actos. .
OSr. H>ru de Araujo: cima do seu julio
colloco o dos conservadores do Paran", a queaa
garaimente ni juslica.
O Sr. Fernandes da Cuohi : TonOo coragem
para dlzer a verdade.
-OSr. Hara de Araojo : Nem sempre a ver-
dade.
O Sr. Fernandes da Cunha :Sempre a verda-
de, Sr. deputado ; nao transijo com os deveres da
coosciencia.
. Sr. presidente, vanos administradores ba no
imperio sahidos desta casa -, por coosequeacia pro
curaram-?e administradores polticos. Pelo respailo
e defereiKia que devo aos meus collegas nao posso
ce:ii devo clLoder a nenbum.
O Sr. Joo Leite :-Ja" odendea a oro.
O Sr. Fernandes da Cuaba :Esta' engaado
a cmara acaba da preseaciar o tocidente, e vio
bem que Ibe nao del causa. Fallo geoericameo
te ; mas quero perguutar se porveotora mesmo
dentro oo (ora desle redlo nao poda o ministerio
actoal scQar administradores mais habituos,
pelos sjus estados, per sua pratici anterior, para
collocar a' frente da administrarlo de certas pro-
vincias.
O Sr. Ministro da Agrtiollora : Esta' confir-
mando que bav muilos habilitados.
O Sr. Feroandes da Cunha :Pora desta casa
de quem tam laucado mao o goveroo para confiar
a ardua ureU de admioistrar provincias 7 Pres-
cindo de fater a analyse dos qua teem assento
ne.ta esa ; para naa fat lo sioto orna natural
eoaccao moral, mesmo porque ja' ora nobre depu-
tado receboo mala miuna apreciaco geral,qaaado
a ninguam lioha eu personilieado. Mas ea por tod
respou ao nobre dapatado poderia parguotar-lbe
su a um administrador, como S. Exc, qae entra
por orna asseoibli praviana!
O Sr. Horu de Araujo -.-Esta eoganado, nao 6
exacto.
O Sr. Feroandes da Canha :... qoa pede a
patavra ao presidente d'ell, e occopanda a tribuna
(i um discurso da ordero daqoelle que a Impreosa
publicou (bilaridade), em que oo va oem nma
estrella no co, era um pyritampo no espago. e
qae sombras por sombras (Ollaridade), se prefera
as-da natorea, porventura um ul presdeme d
alta abono de synonymo3.
O sr. Abelardo de Brita : O facta nao
verdadelro pala malo por qus V. Exc. o expa
(Apilados.)
O Sr. Fernandes da Caoha : Se nao exacto,
meco de u na 4iof.-trscio, qoe pedia ser fecon- Sr. ministro da agricultura con
da lirioea, om destitoico aeintoaa oa appareo- fosse coa-eqaencia da derxlssio do Inspector pro- ilo eompletameale como o jolgar preciso,
lemenie deshonrosa foi assim lio estranh e Ins- ] vincial, e qaer ver nlsto apenas o sophlsma U.gico o Sr. Ministra da Agrioultara :-Uooieslo.
neradamente fulminad a esse presidenle 7 Qoal a \-pott ec, ergo fropltr hoc. O Sr. Feruaades da Caoba f-JiiWj"*
eana 7 Qual o metivo 7 Ple ser qae o movlaeBio da Iutperatrtx nao Sr. presldenm.; passaram aldm, qaueram lliiidir o
O motivo elaro e real qoe e-ta' oa cooscieocia fse resallado da causa efflclente anterior, isto I p,u,. e lomarara por airo da sua minga o loleiij. e
publica "lo" oa"otr q'aiarido^sse'digoo presidenle a'demisso do'idspeelor da Wesooraria provincial;' perseguido partida cooservador; quieram simular
prosiar-se como instrumaoio (oo apoiados) para a mas talvez es*a demssio fosse pelo meos a causa! a0Bi sciso entre conservadores,
fetura arnti :la| de ama eleigo senatorial
Sr. MiBistro da Agncoltora:Sio apoiado. A
opiolio de V. Exc oppoobo do nobre depaiado
ex-prsideou do Amnonas ; elle o competente
para dixer a verdade, e tem o dever de a dizer.
O Sr. Fernandes da Cnnha :Sr. presidente, en
tenbo a honra de conbecer e estimar o Sr. de La
mare, qne ja fol'minisfro d esU0>, e oecopoa um
sseuio sene parlamento. Mao, nio consultanio as
necessidades iIgorosas da economa severa, qae
deve presidir ao governo nesU crise melindrosa, o
Sr. de Limare esta' em orna commisso, aecessa-
ru e honrosa, sim, mas ebeia de'taotas honrarlas,
de tantos ordenados e gratificacSes, que a caraira
dos representantes nao pode descupa la nesta si-
laacao :-.frlicijva.
O Sr. l'avares Bslos :Apoladf.
O Sr. Fernandes da Coaha :-0 Sr da Lamare
presidente de proviasia, commandante das armas
chefe de a n districto nava', commandante da fron
taira, que .-e eslende al a' extrema do Pei pelo
ntenor da provincia da Amazonia. Nessa incom-
patibilidade legal, nio se comprubeode como o mi-
nisterio lomasse a paito a eaodidalura do Sr. de
Lamare I
O Sr. Mini-tro do Imperio :Nio a lomou oem
apotou ; isto foi s por cotia delle.
O Sr. Feroandes da Conh :Permita V. Etc.
qoe com o respeito e deferencia qae 'he sao devi-
dos ea conteste a patarra de V. Exc. com a pala-
vr do seu collegt do cooselbo.
O Sr. presidente do ccaselbo lea aqai carus do
Sr, de Lamare, pediad < ao geveraa a soa protec-
cao bfflcial a' soa caadijatara. Creio qae o nobre
presidente do conseibo trocea as cartas quando
qoii ler, e em vez de ler alguma ootr, que nao
coroprometlesse ao Sr. de Lamare (reclaraaces;.
leo a que uao qoiz.
Os fados posteriores eoonrmam a verdade dos
anteriores, os factos posteriores provam a lolerven-
ci-i do goveroo.
O Sr. Ministro da agricultura :Se o governo
uas carus de lalimidade intervem por aquella mo-
d ', estamos saiis(-itj.
O Sr. Ferooles da Cunta :Se o nobre depu-
tado pela proviocia do Para' nao esuv separado e
divorciado da adminlstrasao, se elle cono presiden-
te da miara provlneu aao praticoa factos positivos
pelos qoaes padesse ser sospelto e excommaoga-
do, preleodU oatural e legtimamente om logar ua
lisia triplica peU provincia do Amazonas, qoe an-
teriormente pa/leoeera do Para' onde tem ra-
oes naturaes e elementos de elegibilidade. O dig-
no presdeme daquella provincia, respetando
sua dignidad, o seo carac*, as suas relacoes na-
turaes, nio poda prestar se como instrumenta pa-
ra contraralo, e menos moda para o papel odioso
de goerrear a esbuloar o directo legitimo de repre-
sentar aquella provioeia ao *eu amigo e prenle.
Simplesmente por esta desconCanc, ou por qaal-
quer recaleiiraco soa, foi aquelle administrador
destiaido I
Este faci prova claramente qoe nao nonve ou-
tra causa ; o x-presideota do Amazonas nao se
quix prestar a guerrear a candidatura da seu p-
rente e amigo. Mas s porqoe o expresidente do
Amazonas podi socitar no aaimo do geveroo a
suspeiu de que sen coBdeseeBdeate e fcil em
deixar correr livrmeBle a caBdidlura seaatorial
do Bobre deputado pelo Para ; s porqoe o uobre
ex presidente do Amaionas nao se mosirou dispos-
to a repellir aquella'candidatura, nem a impedir
por lodos os mel >s de influencia official a qne o no-
bre deputado pelo Para' pudesse romper, por en
tre as pbalauges pretoriauao, a onioistar um lu-
gar oa lisia trplice, por esia simples so>peita e
caosa fol logo demitudo o oobre presidente do
Amazonas. (."Wo apoiados e apoiados.) Nao passo
nsm devo ir mais longe ; mas poiia fai-lo, e eom
decidida vanlageia Basta esla explicaeao do facto.
lOotro faci, Sr. presideaie, para mostrar o espi-
rito da poltica qua preside as admioUlracas pro.
vlaclaes ; sa ella se inspira no bem puu.ico, nag
necessidades do servio nacional, ou se porveutar.
ludo nesie pata corrompido, falseado e adaptad
someuts o cevo da odios mesjuiobos, e a poltica
das'paladas e interesses locaes. E' o facto das
Alagoas.
Sr. presdante, o bobre, dlstincto, honrado e in-
dopendeote ex-presidepie da provioeia das Alagoas
(apoiados), nao poda ser iuspeilo a esta siluacao.
Liberal, amigo pessoal a especial do nobre minis-
tro da jasiie, escomido para admiolttrar aquella
provincia, nonralo de toda a cooflaoc* Ao gabinete
no exercicio legitimo de suas aitriboicoa?...
O Sr. Ministro da Agricultura -.--Coatlansa que
nanea Ihe faltoo. ,
O Sr. Feroandes da Cuoba : apenas quix
e-brar com a necesssaria Independencia a bem do
servlco pablico, note-se bem, levaotoa-se cooira el-
le grande conspirado. A seila progresslata votou-o
ao odio e proscrlp^ao (nao apoiados); e o governo,
depois de alguma reluctancia, passou pelas torcas
caadiaas, sacricouo amiga e o presidente (nao
apoiados), sacrifleu-a coatra a jasli?, oontra o di-
reito, coBira a maralidade da adoiioisiraco I....
O Sr. LoareoQo ,de Albaqaerqoe :Apoiado.
O Sr. Ministro da Agricultura :Nao apoiado ;
mexact\
U Sr. Fernando da Conba -.-Desejo qae os fac-
tos sejam explicada?, e que possaraos jalgar com
' perfeito conoecimeaio de caos. Mas o qua sei, o
e

occasloaal do movimeoto da Imperatrlr.
O Sr. Anstldes Lobo : Nada disto.
O Sr. Fernandes da Cuaba : Se naa fol, per-
gonio, qaal oatro facto poltico de gravidade, acoo
tecido oa administrado provincial, pode motivar o
desgosto e a destuuicao coasequenle do presiden
da praviocla?
Urna Voz: Tudo Isto ja' esta' explicado.
O Sr. Fernaade da Cuuba:Qaal a razia, Sr.
presidente, pot qoe o inspector da tbesoararia
geral, obedeceadj ao mandato do presidente da
prcviocia, s por Ur aa scalisacio a qoe proce-
dea aa toesouraria provioeial descobarto maivar-
safo, fol posteriormente demi'.tido pela admiois-
traco central7 Coacedase, porm, Indo, e admit-
a se at que uera o (acto d malversado do ins-
pector da tbesoararia provincial fat a causa effl-
cleote da demisso do laspectar da tbesoararia
geral, sem anda que o movlmento da Inperalric
fui o da retirada oo destituido do justo e indepeu-
deole presidente da provioeia; pergoBta, po m,
ama admiuistraco sapenor, compenetrada do que
deve a moral pobltca e a juslica social na altura
de soa mlssa, dapels das oceorreoclas de factos
to graves oa proviocit, e lao compromettedares
da lealdade dignidade da governo, poderia cra-
sentir no pedido de demissa do administrador
provincial, que sa moslrava assim tao digao da
roofianja do poder pobl|co pela saaiudepeudencla,
juanea e energa moralisadara 7!... Pode sedar
exemplo mais funesto a represso do crime e a
moralidade publica do que o exemplo da admiois- I OSr. Feroandes
iraco geral, que sacnlicoo, depo de Netos tao Dio publica que
graves, a nm sea digao delegado em ues cir-
cumstaocias7 Parece me qoe uo. Acredito qoe o
servico punlieo foi sacrificado em tal emergeoc
pelo mmisierio. a saUsfaco dos amigos, as exigen-
cias partidarias. ("Nao apilados.)
Este facto clamoroso e signiflcativo; destjo
velo explicado pela alta admtnisiracio do Estado,
a bem raesrao de sua dignidad e maralMade.
O Sr. Ministro d Agricultura :-Ha de v lo...
O Sr. Feruaades da Cuaba ; Anda mais, ar.
presidenta A eleico provincial fetU na provincia
das Alaga mostruu nm triumpbo contra o partido
progressista daqaaila provincia. 1
O 8r. Esoeridio: Nao apelado; mostroa so-
mente a aud-cia da fraude, audacia Bouca vista.
O Sr. FeraaBdes da Cuana : E diffloil com-
melter fraude contra om goveroo armado dos ps
a cabeea 1.. ce.
(Troeam-se eaergkos apartes eotre os Srs. Es-
pendio e Looreoco de Albuquerque. O Sr. pre-
sidente reclama aueoeao.) _>r'.-
O mloisteno se pretende na altura d adninis-
traco do estado; o mioisterfo lisonga se de eau-
lar cora a conat^a nacional; o mioistario parsua-
dse que proraove os inieresses e necessidades da
naco, e que corresponde a obra magna dos sacri-
ficios qoe nos impe a guerra.
O Sr. Ministro da Agricultura : Palo me-
nos temos coascieocta que procura cumprir o seo
OSr. Feroandes da Cuaba : Mas anacemos
qoal a mao.festafo da Iropreasa da paix a rea
pe.to desta ordem de eoosas; lancemos os olhos
MaoaMVaimpreosa um orgo de paWcidade,
om insirameqto de goveroo, um ibermoraetro da
opioiao nacional? Parece-me que arada nao.W
negada a essa tribuna permanente o direito de se
lazer ouvlr bos negoeios pblicos. ___
O Sr. Ministro da Agricultura :Nanea esteve
moVr?FerBandes da Cuuh : Qoal to da
prensa em todas as provincias do Imperio 7 quera
defende o goveroo as differeoles provincias?
Tem seus ergios os partidos radicaos, oa regu-
lares, o coBservador a o liberal: o governo tem
por defensores oas provincias apenas os seus or-
gos offlciaes; pgos pelas presidencias. (Apoiados
a nao apolados.) .
Qual o esudo da impreosa nesta corle, grande
toco de luz, nesta centro da opulencia
a conservadores,
distioguindo-se conservadores de 1* e de 2* pla-
na....
0 Sr. Mioistro da Agrieullara :Nio exacto.
" O Sr. Feroandes da Cuaba : -Os depositarios da
coDliao;a da coi Ai... j
OSr. Ministro di Agrieullara :-E' tradaccao
livre.
O Sr. Feroandes d Cuuba : Nao livre; esta
aos artigas e commuoiuados ; esta em toda essa
obra de intriga.
Coatra ella, porm, oabre e enrgicamente pra
testaram os iriu.-ires cjjees representantes do
partido conservador oe.-tx cri, qae deram um
publico, solemne e booreso taslerauuta* de eslima
e apresa a pesso e d adbesa as ideas da illustre
victima da Intriga do governo.
O Sr. Ministro d Agricultura:Nio apoiado.
O Sr. Farnandes da Canha :O iuustre seoador
Sr. Firmmo Rodrigues Silva, esse amigo paladioo,
estrena o lidador de todas as eras do partido con-
servador, receoeu essa gloriosa homeflagem dos
as carriligionarlospoliiicos qae com elle cooti-
oua n a obr da defeza das ideas do partido de or-
dem legal e da liberdade eonsiliocionai, conira as
raachlnacSas insidiosas, a perversao moral e o sys-
tema deleteno de todos os bons principios do rec-
uesta poca
a opl-
o go-
fclgo de retirar a iosmnaija. ,......- -
OSr. Ilorta de Araujo : O que V. Exc. disse qUe me coosta o qae eslou refenodo, e o qoe
prova que na mlnba administrarlo nao encontrn paSso anda a relatar, aldm de qne hatera na casa
fados para aecusar-me, e por isso vem com ni- i quem, meibor Intlrado dos aconiecimeBlos, e apre-
nbarlas e Iaexac|id5es.
O S\ Abelardo de Brito :N5o esla
do merecimento da V. Exc fraxer pafa o parla-
mento os pasquins da imprensa.
O Sr. Fernandea da Cuaba :-Mas passaram sem
contastacao. ,
Perganta se a alta admlniracao da estado se
dove ir btncar trm simples ofcial de secretaria,
qae nio lera **solutameote ceuaeeimnto do di-
reito publico e iwraistrai^vo, da sciencia econo-
mice e da legislado do paiz
brasileira,
rapnwMBko'de todas as forcas vivas da agricul-
tura, eommercio e lodustrla do Brasil ?-A raielli-
gencia, o commereio, as industrias, a lavoura, o
rabalbo e o cpiial, lado se proauucl contra o
ministerio e esla fatal siluaQia. ,.,.,,
: A grande imprensa da corle, ou conservadora
oa liberal \ e goveroo naa tem om s orgao, afora
o Diarto OfictMl, um nico defensor; vat deieu-
der-se, quando precisa, criminosamente (afiaoa
e nao apoiados), Oos entrelmhados do h nal do
Commereio, pagos com o dlnueiro do esiodo(poia-
dos), com o sor e o saogoe do povo (apoiados),
nao volado pela asembl legislativa
OSr. Paticio dos Santas:-bto nao tem jasiin-
"(JSr. Fernandes da Cunha :-B, Sr. presiden-
te, consa nuqca v.sta, da semelbauje aitenudo, de
to bradaote escndalo (apoiados) vem se fazer
garbo, ostentaoao e alarde no selo da reprsenla-
cao naelonal 1... ,_.
O Sr. Belfort Duarte: Apoiado; grande cy-
nisrao I
(Ha onlros apartes.)
O Sr. Fareaodes da Canha :-Ea dire aos no^
bres depuudos que a qualificacao legitima nao a
da escola da vardade, affrouusao do dacoropa-
isso vem com ni-
' sentando as provas legitimas, peesa contrastar os
na altura' qQ me contradlxem.
> Sr. presidente, o que sel e esta' no dominio pu-
blico qoe o nobre presidente da Alrgoas, ouvin-
do os clamores qae na provincU se kvantavam
' contra graves falta e vicios (e uao sel se al mal-
versacio) que se commetiam na ihesou'ana pro-
vincial... :
, O Sr. Lanreogd de Albuqaerqae :E exacto.
O Sr. Fernandes da Cooba :... encarregoa ao
digno inspector da thesooraria geral daquella p.o-
0s7"so'dr" Perefra":o apoiado, se sa refere vieta para, eui commisso com entro?, verificar o
ao Sr. zambUKn porqae aarodrainistrdormoi- euda da scriptnraco e contabilidatte da tbesoa-
to^llgBo. I i- nra provincia. Bm consaquenca' desle exame,
OSr. Feroandes da Cuaba; .- nm jniz mu- ordenado pelo presidenle da protlnoi, qae cum-
nicipai, cuja nica sciencia dooslste na leitara da pru o primeiro de seosJeveres, o da moralisar a
legislaeio do procet-so, esta no caso de ser nomea- admioistraco provincial,, de reprimir excesso e
drj-admioitradcr de urna provincia, antes de babl- abaso?, d faz-.r punir 03 prevaricadores, simples-
liur-se com os estados proprios para a silencia do manta por e*s acto, qao oUaadia ctrtos Inte
goveroo, nem ler jamis oceupade, sa preparado resses... 4-
para a carreiri administrativa ? Nomeasas em o Sr. Ministro da Agrieullara :Aojo approta-
tas condrilas do porventura garanta de siooero -rjo.claramenie pelo governo.
abooo do criterio e habllitac6es dos que presldera u Sr. Feroandes da Conha :... roas de qae
a' admlnislracij das provincias, amaneara porten-i
tura a boa gerencia dos negocios pblicos?!... E
qne direi de um presidite qoe nomo a si proprlo
corone', e que no carcter de coronel nomi os
seas otflciaes orgaoisa o son balalbo 71
O Sr. Abelkrdo de Brito: O admiohtra-
dor a quem aliada um bello talento, digno de
inveja.
Vozes : E'joSr. Cont de Magalbias.
O Sr. Fernandes d Canha :-Ea nao Ibe Intejo
as glorias ; mis a historia da expedan de Mallo-
Gwsso, btstoriA de umaoliasiperdas, a das pide
por faltas desse admi0'f'lo^
resoltoo a demssio do Infeliz Inspector da tbesou-
raria geral, de envolta, cu em represalia da do
inspector da tbesoararia provincial, e de onde re-
snllou Igualmente a demtsso do presidente da
provioeia, porqoe a declaraco do pedido dessa
demisso foi am colorido, pois ella ja'-esuva Me-
creuda, alm de qae isto ja' esta' aoi esiylos...
O Sr. Mialstro da Agrieullara :-Divergimos lia
conclnao.
O Sr. FeraBdes da Caoba:VereroosV
O acto approvado pelo goteroo; gejtnto
levanla-se nm cUmor. na provmeu o.fOrt de|te ;
fazem-se exigencias ao ministerio; ergae-se i
&&&sstutt^^\F^^
bheo; a glorincaeao do crime I... '(Apoiados
m Um mralstro que se prexa.-quecoabece seos de-
res, que respaila o pan nao pode vir-faxar aiar-
*'sr. Mtnistro da Agricultura :-No ^"ie.
O Sr. Fernaades da Cuaba :-.... de um laclo
vicioso ou'criminoso tapiados e oao apolados; oo
selo da representco nacional. ra.nnno,
O Sr. Ministro da Agricoltora :-Pot3 responsa-
b,08r?*Fernaodes da Caoba :-.... nao poda
despender aqulllo que n ftfa.totadOjO OafteM
cora os eotrelinhados do Jornatdo Commficio.qae
orea por oohtos de ris (apoiados), naooa pode ser
16 Sr. Ministro da Agricultura :-Por mais qae
orce oio mais do qoe em ootros lempos.
O Sr. Fernandes da Cooba:O ministerio nao
se podia jolgar autorisado a abrir a bolsa publica
para pagar as loas despexas pessoaes...
O Sr. Mioistro da Agricalturi :-Pfoa, nao
apota lo; siooa admioistraco puDllca.
O Sr. Feroandes da Caoha :-.... nao a despa-
ta, para a defeza, explicacdo e poblicidade dos actos
da admioistraco... ,
O Sr. Ministro da Agrleoltara :-Slm, isto.
O Sr. Fernandes da Cunha :-....' porque isto
se faz no Diarto Oficial, sustiutado por os (apoia-
dos); mas as aggressas... -.
O Sr. Mioistro da Agricultura :-Nao apoiado ,
nio, senbor.
O Sr. Feroandes da Canha :-------- mis s cari-'
cataras ridiculas (mnito bem da oppnsjcao)...
O Sr. Ministro da Agricultura :-Nao disto.
O Sr. Farnandes da Conba :--------pwqoe lam-
bsm as caricaturas sao defeza do governo I
OSr. Berfort Duarte :-Nos entrelinnados' do
Jornal do Commereio. ., : ,
O Sr. Mlnlslro da Agrlcollira :-So roostra actos
di adminlstra|So publica;;
meo, que esta sitaaco UUl subverte,
de decadencia e de doroolleio de c racteres 1. .
O Sr. Miobiro da Agrlculior :O governo nao
tomn parte aenbuma nisto.
(Ha ootros apartes.)
da Canha :Eu aqu
na ttnprensa defende
terno I
A represenuco naelonal fatorece-o porteninra
meibor 7 Vejamos. Primeramente analysemos o
apoio que o goterno recebe da maioria desia
casa. ...
Senhore, nao negare nunca os principios ter-
oos do rgimen represeolatito ; nao negarei a re
presentaeao das maiorlas, a sua legitima influencia
oo governo, o sen voto preponderante nos paizes
livres.
Eu, que nao posso mais faxer. o processo eieito-
ral, que instiiui o anuo passado, devo respetla lo :
faci eoosommdo, por fo'ca do reglmeoto; te-
aho todava a lioeroade de esercer a critica -da
historia, porqoe esta perience a lodos os lempo!", a
todis ag Mtuacos, a todos os borneas, com a libsr-
dada da opioiao e iseoco da consciencia.
Prescindo de querer Investigar a origen desta
cmara; a maoira da aa orgaotsaeao ; o modo
de reconhecimeoto de seas poderes : a representa-
cao realmente sobsiste, para mira legitima pelo
facto eonsummada
H urna maioria nesta cmara que defende o go-
teroo ; mas de que especie o apolo dest maio-
ria 7 Essa maioria a mesma do anno passado 7
anda esla maioria solida e compacta, eni cojos
nimos e coracas enlio se achata anda ardenle a
t, e lrtido o eolbasiasmo?....
O Sr. sodr Pereir : As oUc5es o mos-
trara.
O Sr. FeraaBdes da Cunha :Nao, senbores. a
maioria sofre cada da nolavel defeeco, constan-
temente novas evolucdas se operara, as antiga<
creogas eolibiam o ardor apalionado arrefeee, a
juvida se levanta nos espirito*, a lux se tu, a an-
tiga BJelidade esmorece, e com ella a abaegacae e
o sacrificio. ,
Se nao ba raanlfastac5es solamnes neste recinto,
nao menos certo qoe ellas permanecen latentes e
prorompem espontaneas na conflanca da intimi-
dada.......Qaem pode assegurar o da ae ama-
nna.......
O Sr. Siuza Andrad : O Sr. mioistro da
fazenda nao qaer saber disto, quer os votos para
aqui. ...
OSr. Mioistro da Agricultura :Isto sempre se
d isse em todos os lempos.
O Sr. Feroandes da Cuaba :-Ora, senbores, naa
um facta altamente consideravel e shjniicativo o
numero avuiudo de dignos representantes da maio
na que este auno se vieraro sentar as Hleiras da
opposicao 7 Neiles nao se fez a luz; nao se con-
veuoeram de que era Intil a paciencia, estril a
tule'rancii, fallaz qualqoer esperaoQa depositada as
promessas do gabinete ?...
O Sr. Ministro da Agricultura :E sorta da
guerra.
Cerumente que slm, Sr. presidente, entre esses
membros que se affaslaram da maiorja coolam-se
nouveis parlamentare', firmas sectarios da sita
Cao no anuo passado, illustres taleoios, para os
quaes nao "ossivel assignnar-se om motivo me
nos uobre nem menos cootessavel. E que elle to-
leravam este governo; cootemporlsavam com a si-
tuacao, na esperaba da que ella seria capaz de
realisar as suas ideas, de que seria capaz da irazer
ao parlamento as anciadas reformas, ha tanto lem
po promeltldas, quanto sem jo-sta causa adlaota-
das... ,
O Sr. Felicio dosSantos -.-Apoiado.
O Sr. Fernaades da Caaha :-.... at qae a-
nal desengaados, ou ja cansados de esperar e de
ver sempre raallograda a sua mais cara espectativa,
tomaram a nobre resolano da arrepiar carreira,
duvldando qaer da slucendada das promessas, qaer
da vonude e poder da raisacao das mesmas. Ver-
daderos borneas de partido, extrennos lidadoras de
suas ideas, j caneados e aborrecidos de tao looga
entendern que nao deviam mais conti-
fundaram e
contra o ttm e a le snprema da sociedade brasi-
leira.
Mas aqu, Sr. presidente, quem ple ser propns-
!a 7 Pode por ventora este minutario ter f e
convleco de qn a maioria niO se desaggrogart
molcula oor ra ,lcola, de que em om fatnro beo
prximo esse frouxo viocolo de apparoot eobosio
nao se desfar 7 Nao podem mnitos dos qae eslo
h> je ni maioria, por om dever patritico, passar-
se par a opposicao, afim de alvu o paac 7 Nm-
guam pode ser propheU em poltica, o sobro lado
no Brasil; os aconiecimenio--, porm, ae precip taro,
e e o caso de teubrar aos prudentes qae refliUm e
6 acaulelero....
M, seabores, symplesmenle eeU esosars o
nolco thermameiro da manlfesucao da opiniao pu-
blica? o un ico eiemeato da repreenlcio do pizr
Por ventura j desapprecu o senado brasileiro i
por ventora o senado brasileiro nio om eorpo
poltico, nao nm ramo do poder leglsUtUo T oao
concorre com lodos os direilas s aitribolcfls qoo a
coostiiuieo garante-, de Oarmonia cem esta cmara
para formar o parlamento nacional, para faxer aa
leis vntar as medidas goterOameoUe, para ioBulr
em'samnn, n> poltica do paiz 7 Q.aem o destrnio,
quem o aaiquiloa ? Qaem o coaieroooa a passivi-
dade e a observieoe de ma coaoceilaru do
executvo?... ,
O Sr. Presdante :A oova dootrloa.
O Sr. Arlstldes Lobo :A verdadelra dootrina.
O .r. Foateae'.le :O seoadu oo fez polifisa,
oo vale oadt no pal t...
O Sr. Fernandes da Cuaha :-Pois por tentn
soplusmas frivolo de plx$as e inuresses do mo-
melo para amparar a queda de ama uuaco qoi
se extoree em agoola, raides nao esleadaf em prin-
cipios solidos e cuu-iituciooae?, aotloomi- as com a
essenCla do regia en, haode nuHicar o saoado aa-
conal, bao de coarciar Ihe o direito de emltilr o
sen Voto, de dar sna opinio nos negoeios publico*
eom iQtura lseB(o liberdade de consciencire con-
correndo com esta eamara, quando sej neceasarlo,
para bater ama poltica infensa, nociva i pro?peri-
dade pobllca, nefasta sobre todo na crise calami-
tosa qae bos :fSge ?
Nao, o senado arasileiro mantera os sen fo-
ros. Se elle prudente, se elle pacienta, se etie
tolerante, porqoe na sossa orgoisco ella
om elemento estavel de ooidade de ordem, de go-
verno; porqoe o eorpo esseaeialmente cor>
servador, oorqoe elle oao deve ser afollo, ase
deve wr leaerano em crear conflictos, nao dev
ser o primeiro a por qoestes degabioe'e; deve-
esperar primeiro qae a maoifestaCao da opiaio se
faca b- st casa; depois elle sabara aqoiUu-la, e
oa acompnha-l, ou rejeita-la, iospiraodo-se na
coosciencia dos seus dever e oa verdadeira opi-
nio naelonal; mas eHe, seBbores, jamis abdi-
ca I Se elle abdicase, conspirarla cooira a mana-
ienco das instuulces juradas; se elle abdfcasse,
coaspirarla at coutra a eoBsertacio do estado;
consentira, com a soa inercia e passitldade, na
demoligo leota e gradual; presuria at a su tor-
ca e o seu auxilio par a destralco da grande obra
da liberdade coastituciooai, qoe fuodamos com a
Indppendenela.
Nao, o senado nao pode fazer isto. Se esta illus-
tre carporacao, que passa por orna dupla escolha,
representante da opinio do grandes interesse
do imperu, em todas as pocas, em lodo os lem
pos, as diversa siluacoes; omm inspira nos
differenles principios, interesses-, sentimentos e ne-
cessidade Baciocae; que nao obra de nma s
poca, nem fllho das paii-as do momento...
O sr Amenco Lobo:Bsl V.Bio. demonstrado
que elle nao faz poltica.
O Sr. Feroandes d Conh :BU engasada.
... para mostrar como reprsenla a naco, como
aprecia o dever, a opinio e o senilmente nacional,
como isenlo do espirito de clientela e de egosmo,
da hallucinacao de paixdes ardenle, como nao
pode ser suspeilo, como suspatta ama maioria ar-
uncial, que as vezes se arraoja (reciamacoes); o
senado, que s. renovado peridicamente p6la
morte, que lem o direito de fazer lels, de votar c
orcamento, da velar n guaco da constitaicio e
das lels, de julgar os miaistros responsaveis, qae
lem o direito de fuodlr se com esta cmara, quao-
do julgar oecessarlo, escencial taz lo, para deiibe-
rarraos em commom; o senado oae pode dexar
de intervir e influir na poltica do paiz.- Sera al
nm eoniraseoso afllrma la, quando se Ihe oo con-
testa o direito e o poder de oegar ou conceder as
medidas de coofiaoca, os meio de goveroo, a qaal-
qoer gabinete, segando meibor entender.
Mas se o seoadb tem direito de exame e de livre
voto, seu tures, em relaco alado ffoanjo coostltua
a sna esphera de atlrlbuices coostitucionaes, como
recosir Iba a direito de intertir e de influir efll-
cazmente aa poltica, que ella flscahsa e reprime,
Igualmente com a cmara temporaria, sem ne-
gar-lne ao mesmo tempo a existenei, a vitalldada
a a prodcaidade de soa existencia constitucio-
nal 7 Como zeiar a guarda da arca santa da al-
lianca, como promover a felicidade nacional, ;e Ibe
telhem a manifestaco da sua consciencta, se Ibe
coarciam a livre actividade, se o coostraogem a
pas-iv Jada inconsciente, oo tmmobiiidade inerte,
qoaesqaer que sejam os males do paiz 7 O senado
ora-ileiro nmeorpo eminentemente poltico con-
servador das in tituicSas jaraoas: poda e deve
i [Hervir na poltica, na mioha humilde opioiao, alus
t xcresceacia extica, verdadeira super-
espera,
to diuturoameotu pro-
nuar a obra de tolerancia,
trahlda.";..
O Sr. Pelicio dos Santos -.Apoiado.
O Sr. Fernandas da Cunha :.... e sobre toao
ante o aspecto tenebroso da poltica Interna do paiz
ante as calamidades que nos esperara Ulvez no ex-
terior, e nos cercara de todas as parles, n'um fu-
turo prximo.... >i U. Sr. Ministro da Agricultura :-Quando acen-
sara esquecem-se dessas difflculdadas.
O Sr. Feraaodes da Cbnba :Isto de certa lm
pda-nos a lados a nocessldade, o dever de querer-
mo, de exigirmos urna siluacao mais solida, um
gabioete mais valido, mais viril, maiscapai de mspi-
rar-s9 oa opinio nacional, de inspirar e infundir
conHan?a geral, mais proprio para levantar o pa-
triotismo, j descreme e enervado, para baurir na-
vas forcas com qne acuda ao reclamo nacional, so-
brepujando as urgencias da goerra, e superando
com mo sabia e firme as varias difBcoldades que
de toda a parte nos circnmdam e assoberbam.
Um Sr. Deputado : E* menos perseguidor.
O Sr. Fernandos da Cuaba :Apoiado. E' ama
obra de patriotismo; o dever rigoroso da slua-
co.
Mas, seohores, fra desta e mar, cuja maioria
est sengivelmente diminuida, pois que a opposicao,
se nao conU j quarenta membros boj desse nu-
mero se pproxima; e urna opposicao has circums-
tanclas graves do paii, cooira um governo estril
e imponente, qae ehega a aseumlr tal (orea e pro-
poredes, mormeote contando em sea selo talentos
de discusso, essa leude sempre a conqnlstar cada
dia novas adbesdes, e acabara finalmente p^r ven-
cer pela torca da propaganda, pela jBsiica da causa
pela verdade da doutrtoa, calando sempre na opi-
nio..'.. ,
O Sr. Ministro da Agrieullara :-A opposicao
.heterognea.
rra nma
fetscao, loutilisslma no rgimen.
E se assim Sr. presidente, se ajii esli as glo-
rias naciouaes, os representantes dosdivarsos parti-
dos polticos nos diversos lempos, os horneas faltos
e amostrados na governaco. publica, amelles a
qaem os partida esto aeostumades a seompaobar
e respeiur, a tomar por orculos de shas i;as e
opinies, na Jjsu aprecuco do que melh.r con-
vm as ncessldades publicas, eomo se manitesla a
opinio do senado 7
.A sua opioiao, por demais eonbecida, e qaasi
unnime de opposicao formal, de reprovagao com
pela e absoluta a palmea do gabinete. Aerea da
mesma nflo pode baver davlda, nem mystitkaco ;
dameiralmeote opposta a poltica nefasta da
actualidad. Qae representantes lem o partido
progressista ao senada 7 No senado para a defeza
da poltica.ministerial, excepeo dos Srs. minis-
tros, nao sei eu que baj alu mais de ama ou duas
vozes, se lautas ba.
. Mas, seabores, o senado veio dos lempos ferr-
nhos dos conservadores ou do tempo dos libe-
raes 7 Nonca fol elle renovado, nao soffreu perdas.
nao lem reoebido reconstituicao peridica com ele-
mentos uovos? O senado, senhores, nos sabemos,
receben mullo elemento novo, mona orca vital
nesta siluacao progressista; neste ultimo qumquen
nio muilos representantes da siluacao jobiram as
cadeiras da ssgonia cmara; 'S
novos, perlodrcamente "novados sao pot ventura
adbess, defendem, ja-lidcam a Po itiea ds^llaaSao
acorapaobam esle m.o.sWr.o ? A soal "-
r-as e voucoes oo podem ser mais positivas a ae
:,816. 31.^0 \ actual pol.Uca da slluac&a
formal coodemnacao
ONndacasso do voto de grc>., oa lscasso da
nihtlca externa e interna, naapreclacio do espirito
o vern, exceUoncia e euleacia do ouas me-
7dfs todos ossaoadores seteem maoifssudo ceir
a binVte. AUi o aobre presidente do eooselho i
onrmado, a cada momelo, a tomar a palavra, a
Subir cnsunlmeote .- ifCbona, para Intar, ella
s, contra a optoiio deombos os parlldoi pollito
do' pali.
(CQntinuarse-ha.)
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