Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11601


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Full Text

ANNO XLIV. fiiJUERO 168
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SEXTA FEIRA 24 DE JULHO DE 1866.
Par ira
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pial anmo re* m raovittci*.
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AMBUCO.
ABllItBaVBI IB KUlBBtM Da) B8iA8IPftlI M fllADfM lillBSlta 13 fMU & flUM, IIIV3 IPlWlBf V.11MM.
ESCARRBSADOS DA SBSCRirgAO.
Parahyba, o Sr. Antoolo Alea-andrino de Lima;
Ciara o Sr. Aatotio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. ii.de Leroos Braga; Ceara, o 8r. Joaquim
Joto de Otlvera; Para, oa Srs. Gerardo Aatooio
Aires 4 Pilbos; Aauaooas, o Sr. Jerooymo da
Costa: Alatjoa?, o Sr. Francisco Tetares da Costa;
Bibia, o Sr. Jos aUnin' AIvm ; Bio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gafp riaho
partida dos estapetas.
O inda, Cabo. Escada e estachas da va ferr al
Auna Preta, todos os di as.
laoarass a Goyanoa as sagitadas e tatiaa falras
Altlto Antio, Gravati Bezerros, Bonito, Caroar,
Saaobo, Garanhon, Biqoe, S. Beato, Boa Coa-
selBo, Atoas Bellas Taearaitl, as tercas4etrras,
Pao d'Albo, Nazareth, Lirooeiro, firejo, Pesqaeira,
Ingateira, Plores, Villa Bella, Caorob, Boa-Vis
la, Murlcary, Salgaeiro e Ex, as ananas leiru
fSertskiem, Rio Pormoso, Taataaria/, Uaa BamH Pri'oaira vara < el va/': larcas a satas ao sanio
res, Agaa Prett e Pimenteiras, as quintas falras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA DA CAPITA1
Trlbnoal do eommerefo: segaadas e qnlntas.
Relacso: tercas nabbados 4s 10 horas.
Pateada : quintas as 10 horas.
Joizo do commercio : aegondas as II horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas is 10 horas.
qnartas esanbade a
Sartlfcvara aetrai
I a*n te tardsv
PHEMERIB-ES DO MEZ DE JULHO
eheia as 5 h.. 47 m. e 3 s. Aa t.
raing.-as b., 48 m. e 10 s, 4 t.
ra as 7 b., 4 m. 3 s. a l.
rese, as I b., 59 m. e 15 i. da m.
' DAS DA SEMANA.
190 Segaada. 8. Jrroayme EmHiano.
21 Tere. I. Praiede, S. Daaiel pref.
Qiiarta. Marta Magdalena e S. Meaelio.
2.) Quinta. 8. Apolinarlo b. m, S. Liberto b.
24 Sena. S. Chrltn> v. re., S. Pranclseo Solano.
5 Habbado. S. Tiago ap., S. CbriMov&o a*.
M Domingo. Santa Anna mae de N. Senhora.
PREAafAR DI HOJI.
Prlroelra as 3 ooras a M aa.
Segaada as 7 nona a *8 aatoatt
PARTIDA DOS TAP
Para o sal at Alatoas a 14 10; para ai
at a Granja a 18 IB i* ca4a aaat; pan
nado nos das 14 dos i
Jaloo, setenbro a i
EMMBUCO
REViSTI OAHII
HoDiem assomfo a presideocia da provincia o
Etm. Sr. Dr. Qulatino Jjs da Miranda, l tice-
presidente, depon de ter prestado juramento na
cmara municipal.
Bennlo-se nootem o Instituto Archeologico i
G'ographico Ptmambueano, sob a presidencia de
Eira. consMbeiro monsenhor Munit Tarares, e
eom asslstencia dos Srs. Dr*. Joaquina Portelia.
Caoba Figoeiredo Janior, Soares de Atevedo, Ger-
r.isio Campello, Alfonso de Alboqoerqne e os Srs.
ir.a)or Salraor Henriqae, paire Lino do Monte
Carmelo, coronel Leal e contraen lador Mello.
E* lida e approrada a acti ds anteseme :
O Sr. secretario perpectoo mencicoa o segolnie
expediente: .
Um offlcio dq,Sr. Dr. Apriglo Gotmaries, com
mnOicando nao poler comparecer a prsenle
sessSo Inleirado.
t Oatro 4o Sr. bario Ao L amento, srientifleao
do o Instituto bter sido nomeado e eootirmado
consnl d'Anstria, oesta provincia.lateirado a que
83 respoadesse.
< Oatro do Sr. Dr. Prxedes Gata** de Souia
Pitanga, agndeeeodo a soa ejeifc de socio corres-
pondente. Inteirado.
t Oatro do Sr. Jos da Silva Loyo, iNaenao Idn-
tico agradectmenlo.-Inteira".
c Oatro do Sr. B*liarmiuo Carnelro Cavalcintl,
off-*rtando ao Instituto am exemplar do Poema a
Volt poC H. H110', tradatido do francs por Jos
de Bareello'.Inteirado e qoe se archivase.
O mesmo Sr. secretario perpeloo da eonta das
sectate* oOertas: Vario? amaros do Diario de
l'ernambuco, pelo consocio Dr. Piguirdi; algnns
nmeros dos sepuintes jornaes Opinio Nacional,
Onenle, Opimo Liberal e Uoetdade, pelas respec-
tivas redactas; as segointes cITerias do Sr. Ma-
ooei Jos Soares da Nullar Jnior: una exemplar
da ordem do da do exerciio o. 13 de 9 de novem-
bro de 1867 ; ontro do |ornal a^iud.'i'le, escripto
no aeamoamhnto do exercito; tres boletlos do Jor-
nal do Reeife, conteni noticias da guerra do Pa-
raguay; quatro proclamaeSes, sendo a primeira do
Dr. Jos da fann Tai cetra, a segoaa sobr a
rendico de Urogoayoa, a terceira pelo Dr| Aff m
o de Albnquerqoe Mello, e a qoarta pelo academ
<:o Luis Perreira Maciel Pinheiro; todas as quaes
jio recebidas com agrado e mandadas archivar.
OSr. padre Lino do Monte Carmelo inscreve-se
para lr oa prxima sesso urna memoria sobre os
montes Guararapas e a igreja dos Prateres, edifi-
cada em am delles.
Nao bavendo mais nada a I-atar lerin'.on-se a
sesso.
Por portarlas de 21 e 22 do correte, foram
comeados officiaes da cuarda naciooal :
5'batalho de infartaria (S. Lottrenco).
i." Compauula. Taaente o atieres da 2* Miguel
Jjaqaim do Reg Barros, alfares J*o Pampbilino
Garateante.
2.' dita.Alfares Manoel Hugolmo Pereira Giral-
ra do Cotovello, de onde se joga aguas servidas e
ptridas a rna, ao pi) doneio da; e o Sr. Oseal
nio tem ol>)os para ver etsts coasas, a os traasoen-
tes veo stff'endo os banhos extemporneos dados
pela bi gente qoe ali mora! Quousque tn-
dem T
Lotera.A que 86 acba a venda
e a 75* a benelicio das familias dos Volun-
tarios da Patria, que corre quinta-feira *30
da correte. .
Pssageiros do hiate brasileiro Dous IrmSot-
sabido para o Acaraco': J. Peroandes a sua f )
milla.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE
2* Sesso ordinaria em 25 de Juaha de 186S
PRBSIOSNCU DO SR. P8REIRA. SUlOES..
Presentes os sensores Aquin > Fonceca
Gostavo do Bego, Santos, Or. Villas-Boas,
Dr. Pitanga, e Dr. Miranda, fallando com
oausa os nai senbores, abrio-se a sesso
e lida e approrada a acta da antecedente.
Lu-se o seguinle:
EXPEOIENTB
Um offlcio do inspector da alfandega, di-
zendo conrir que se conserve desembaraza-
do e limpo como se acba o espaco que rae-
dera entre a ponte de descarga da me-ma
alfandega, e o trapiche denominado do algo-
dio, do monte de lixo que alli se agglome-
rava, e q*e acaba de ser removido, roga al
cmara que se digne expedir as suas ordena
ueste sentido, aflm de qu na > soffra de no-
vo oservigo externo da alfandega, e o tran-
sito poblic) com a continuado do despejo
que no sobre dito espaco se fazta,Qoe se
recommende ao "fiscal, e se responda ao ins-
pector.
Outro do subdelegado da freguezia do Re-
c fe, Luiz Antonio Goncalves Penna, comma-
nicando baver nesta data (5 do corrate)
passado o exercicio ao respectivo sopplenie.
Inteirada.
tro do 1" sapplente do subdelegado da
freguezia do Reeife, Manoel da Silva Mendon-
ca Vianna, participando ter entrado em exer-
cicio do dito cargo.loteirada.
Outros (4) do procurador, remetiendo 03
balanceles dos mezes de abril e mato lti-
mos.A commissij de polica.
Outro do eng-nbeiro c-jrieador, declaran-
do nio poder salisfazer o despacho lanzado
na requerimento dos proprietarios dos ter-
renos sitos na estrada entre o Galdereiro e
Mooteiro, lugar deaornmado Limeirio, qae
prelendem construir jj muro' na frente dos
Jldo de livelra, lente o alteres da 1* Jos Rort % drHear M-SaaS casas, seift pim; tramen
gues Beiarra.
8.* dita.Alfares Mareolino Augusto da Silva
Villar.' v
8. batalho de infanlaria (Uboatao).
i* Compatihia.Capiio o teneote da mesma
Manoel Marlnbo do Nascimeoto Valols, tenenie o
alteres porta estandarte Justino Miguel da Costa,
alfares Joaquim Jos da Costa e Silva. -
6.* dita.Alfares JooFerreiri Mandes Goma-
ries.
Agradecendo aos Srs. acadmicos a alinelo
qoe prestaran) a oossa lembranga, apressamo nos
em commonlcar ao publico qae ella nao realisa-
vel, visto como sua execnco trazia um carcter
publico ao espectculo de 11 de agosto, e essa pu-
blicidada nem permitlida pelos estatutos da aca-
demia, nem est incluida na licenga concedida pelo
respectivo director e pela presidencia. Assim, ps,
fica de nenbom fff.iio a oossa lembranca, que tao
liem recebida foi pela mocidade estudiosa miares
sada nesse divertimento todo particular.
Amanha o d;a designad) pala nossa Focal-
dade de Direito para ter lugar o acto da collacgo
do grao de oolor em selencias jurdicas e sociaes
ao nosso amigo o Sr. Joaquim Correa da Araojo,
coja defeza de ibezes ja-dtssems que foi brilbante,
islo na altura do seu talento. O acto deve ter
logar das 10 para as 11 da maobaa no salo de
h nra do edificio onde sa acba estabeleeida a aca-
demia.
O Sr. flseal.de S. Jw tem se descuidado de
frequentar o mereado publico daqoella freguezia,
aura de ver que nao seja maqueada a boa f do pu-
blico pela ancla de vendedores de gneros ali coa-
correntps. E' preciso que o Sr. fl mais de si e Irate com mais inleresse do pu-
blico.
No pateo do Ter;o ha om sobrado perto da
F0LHETIW
Scenas da vida flamenga
o
te se proceder a demolicio e desapropriar;5o
do muro, coebeira e terrenos qae exi-tem
as frentes daquelles sitios, visto que pela
planta approvada o alinbamento do muro
que os s aplicantes pretendem construir tem
de avancar quasi a encontrar com a esquina
coiheira existeo'e, ten de licar a estra-
da vedada, pelo que parece-lhe muito con-
veniente alterar-se a planta daquelles luga-
res, e tomar-se o alinbam-into da estrada de
ferro^por que alm de tcar o aljnhanvnto
mais regular, menos ser desapropriago
a fazer-se.Que o eogenheiro aprsente o
projecto coaveniente.
Outro do mesmo, informando o reqaeri-
mentode AntpnioGimes de Araujo, em que
pede para concertar o cano de esgoto do
fundo de sua casa n. 8, da ra do Principe,
diz que nada tem que oppor a pretencio do
supplicante.Concedeu-se.
Oulro do mesmo, informando sobre o re-
querimento de Francisco Manoel de Almei-
da Catanto, no qual diz que achsndo-se ar-1
ruinado o canno de folba que exist na casa
meiagua n. 5 da ra do Galebouce, o qual
esgotava para a ra, pede para coflocar um
novo para o mesmo flm, assim como repa-
rar alguns buracos na parede, e col locar!
tatnbem alguns tijolos na calcada, declara
que a dita meiagua so tem dez palmos de j
altura na frente, o cano que o supplicante
qua
pon
sen
suas
E'
as c
como
qoer collocar vai de en :omro as podaras, e
quanto ao mais nada tem que oppor.Con-
cedeu-se de cooformidade com a informacio.
Outro do mesmo informando sobra o qae
pede D. Mara de Pinho Borges, propieta-
ria do sobrado de dous andares, sito praga
da Boa-Vista n. 30, para deitir em dito,so-
brado canos exteriores que dispejem as
aguas na ra, vist i como seas ottoes esto
completamente hameJeciJos pelo mi esta-
do dos canos internos, e o sea concedo
nio s impossivel na presente estacao, como
improficuo; diz que as posturas mauicipaes
exigem expressamente que os canos sejam
internados as paredes, por este motivo nao
pode ter lugar o que pretende a supplicante.
Nao tem logar.
Oulro do mesmo, informando sobre o que
pede em sea requerimento Jos Joaquim Pe-
reira de Oiiveira para servir por communi-
cacio interna doas pequeas cssinbas ns. 97
e 99, fazenio na freate de urna porta jaoel-
la, tem a dizer que a frente das daas casi-
nhas tem desoito palmos de largara; e a
altara smente de dez palmos, as portas
tem 31(2 palmos, a parede da frente est
em mi estado, e so reconstruiaio oulra*
Concedeu-se.
Outro d) mesmo, informando sobre o que
peden no reqaerimento junto Dolouche &
Sanpiquet, para concerlir o portao da casa
la fabrica de chocolate e serrara a vapor da
ra do Mondego, e dar-lbe doze palmos de
largura, diz que nada tem a oppor.Goace-
deu-se.
Ouirodo nesno, ioformando sobrero que
pede no requerimento junto a rmandade da
Santa Cruz dospretos canoeiros do bairro
do Reeife, para faz r ama cerca de madeira
na propriedade pertencente a ditt irmanda-
de na travessa do Apollo o. 2, declara que a
supplicante pretende cercar um pequeo re-
cado que existe naquella travassa que tem
poaco mais oa menos oito palmos medios de
fundos, e vinte de frante. parece-lbe que
urna cerca de madeira naquelle lugar
far um mal effeito, e que s se deve admit-
tir am maro, para o qual 6 necesaria cor-
deacio:Nao tem lugar.
Oatro da fiscal da freguezia do Reeife,
informando sobre o requerimento de Manoel
Jos Cbalaca, que pede licenga para c >llocar
am cano que d esgosto as aguas pluiae
do quintal de sua esa n. 39 da ra do Apol-
lo para a mesma ra, diz qae acba justajig oro/Vo
e. Concedeu-se. ~ pfWwtM
prtencao do srjpplicante
Despacharam-se as peticSes de Flix Go-
mes Goimbra, irmandade da Santa Cruz dos
p"refbs canoeiros do bairro do Reeife, Jos
Goncalves Ferreira Costa, Manoel Ribeiro
Bastos, D. Mara de Pinho Borges, e levan-
tou-se a sesso.
Eu Francisco Canuto da Boa Vagem, se-
cretario a subscrevi.Reg propresidente,
Santos, Dr. T. Villa Boas, Dr. Pitanga, Fon-
ceca.
Conimunicados
civil.
< Fremanl omne$ licet,
, dictn quod sentio.
(cicero.)
II
Da breve expoiicSo de fados, qu3 deba-
mos exarada como prembulo necessarto de
nossas ob-ervacoes, v-se que mister te-
nbam occorrid) motivos bem ponderosos,
para que se operasse no espirito do Ilustra-
do redactor do projecto do cdigo civil tao
rpida meibamorphose, senao milagrosa con-
versas;para que no corto espago-de 3
anuos, (qoetantosdecorre33 de 1855 a 1868)
se.apresentasse elle a renunciar decidida-
mente ao acabamento de seus trabdbos,(de
POR
II. Cunscience
VI
(ConlinuacSo do n. 165J
Debaixo da brilbante luz do sol, no meio
da alegra universal da natureza qne o cer-
cava, Bartbolomea nem ergua a cabega. lo-
sensivel a lulo, ia, como qae arrastado,
por ana* vereda, com as costas curvadas,
a mantara de um velao vergando sob o
peso dos annos. Acreditar-se hia al qoe
elle, andando, procurava ao mesmo lempo
alguma coosa entre as bervas.
De tempos a temos parava, moTmorava
Sons inarticulados, arrancava folhas das ar-
vores, esmigajhava-as as mos, e, fallando
comsigo, prosegua no caminho ; cu tras ve-
zes ounba-se a contemplar dislrabidamente
os btebinhos qae se perseguan a'egreraen-
le e giravam na trra ; oa misino anda
meditando, pooha-se a desfolhar alguma flor
ou a applicar o ouvido ao reciproco reclamo
dos passarinbos.
A impresso que todo isto lhe causava
talvez elle mesmo a n5o soubesse explicar;
com todo sentia-se extre mente conmo-
vido e chio n'uma profunda meditago, at
que, despertando como sobresaltado, se-
guio de novo o caminho a passos lentos.
De repentel tomado de urna idi sbita,
parou e com o oliar vagueando no horison-
te murmurou entre lagrimas:
Cecilia, desde hontem sei quaDts sof-
tres E's maltratada, espancanda, marty-
risada! "Consomes-te de dr e anda me
tens affeigSo !... Oh / como o sorinien-
to nos faz fracos e covardes!... Se livera
mais coragem, mais forgis I... Teoho me-
do, n5o sei qae fazer ; desvairo, perturbam-
se-me as ideas, sinto-me doente !
Triste e irnico soriso lhe contrahio o
paludo semblante.
Dete, doente/... exclamoq elle
Sim, dissimola por esta forma a toa co-
vardia !... Mas, S9 eu tivesse coragem e
forgas, deixa-la-bia morrer, a ella que me
ama ?.... Oh! seria um crime 1... Po-
rm.... porm o que Assassina-lo,
eu"?
A esta idea recuou, como se visseno
chao as fauces abenas de um monstro.
Um grito de repulsio e de horror se lhe
soltou do peito, exclamando :
Ob / Deus l est no co !... A
minha salvagao... mioha pobre mi!...
Nao, nao ; orcoso sabmetter-me, consu-
mir-me de dr, levar a cruz at sepul-
tura I
E poz-se a carainliar, vacillante, abatido,
comprimindo a fronte entre a3 maos, como
se receiasse a explos5o do cerebro.
Em quanto o infeliz mancebo, soreodo
a mais homvel_desesperag3o, segnia o ata-
lho, aproximaodo-se do velbo convento,
sem, con tudo, o ver, em razio dasjf vo-
res que o cercavam, pasaava-se na habitagao
do ijlrnto una cenanais horrorosa alo
qae Bartbolomeu j>oderia suspeitar.
Anarta do convento abrio-se. No limiar
appq |p onu-jtWi, paliid; desecada, sus-
I ajps o governo eslam satisftHt), pro-
do, por mal contente cot o plano do
acto. Qn novo plano conforme s
vas ideiay.
dade que os grandes cerebros. a3o,
s dos homens exlrao rdinarios que
ingueua impugoar, poderosas -esto-
fas, oda as ideias amadoreeera com raoito
mais #eateza, elaboram-se, simpltficam-se
at o Hjor da 8yothe#se, c>m maito mais fa-
cilidadr, do qoe no cerebro lomhado. das
mediocridades, sanao nullidades da sciencta.
Mas, pox outro lado, tambem una verda-
de, anda nao contestarla, que as emprezas [
collossaes assustam quasi instinclivameote;
e a experiencia repetida de lenialivas aven-
luroMfTBnsaios desgragalos, cioflnua as
desconfiangas que taes emprezas fazem nas-
cer, aikrelud) quaodo o paiz, de qoe se
trata, afer saas circumslanciai peculiares,
o menoi proprio para aapparta las a modo
de expe lime na gao.
Ser-nos-ha porianto perra tliJo, que cha-
memos a am ligeiro exame os motivos da
impossibilidade allegada, boa como o novo
plano 4e coliflcaglo propisto, qua elles
servem corno por milagro de esteo. lst-
posto, fedozem-se os taes motivos, nem m tis
netn menos, aos 3 seguiotes:
- 1.a A exUtenen de matirias superiores
a todo I os ramos de legis agSo, que era for-
goso iotloir no coligo civil, como se tem feito, j qae d'ellas se careca, e nSo
navia outra parte da legisla,ao, em que d'e>
las se tralasse.
2." A existencia, por outro lado, de, raa
terias privativas do cdigo civ.l, que era for-
goso excluir oa partir, cjmo al aora lam-
ben se ha feito, jaque liana u cdigo
commercial, em que d'ellas se traiava.
3.* A iropossirilijade de formolar a par
te imjeraiiva das materia, sera definir, sem
distinguir, sem dividir, entretanto qae o
apborisrno do perigo das deflnicoes, sem-
pre erguido perante o redactor, acasava-o
de ami falta, e com ella o preceito dos mes-
tres, preceito que infelizmente aiada nin-
goem souoe guardar 1
Ets abi fielmente transcriptos os ponde-
rosos motivos, a que o Ilustrado redactor
qiiiz emprestar orna forg i herclea, para dei-
xar-ce vencer por elles, e renunciar, por
impossibilidade, tarefa de concluir, n5o
(n )te-e bem) o seu esbogo de coligo, mas
detmiio do mesmo, que -fu ap-
ixar um tamo no escaro, sera men-
o expressa do estado em que se acbava,
como am misterio, a que s por iniciaglo
se poderia altiogir.
Pois bem: se o Ilustrado redactor, reu-
nindj aos smreditos motivos, alias t5o sedi-
gos, a'guns oalros miis,1gualmente cooheci-
dos dos que seoccupamda scencia da legis-
lac3o e commuicand>!lies anda alguma
couza dessa forga herclea que loe c propria,
houvesse simplesmenta concluido contra o
systema da codifioago (como se poderia es-
perar), hada virtamos rasso que desaasse a
nossa admiragSo, e excitarse forgosa e irresis-
tivelmente nossa humilde critica. Tena-reos
apena; a registrar mais um trtumpho esplen-
dido da escola histrica germanista, com a
.icjuiiigu de mais um esforgalo aihleta, de
um lgico e c msciencioso neophito, cujo ce-
rebro vigoroso ceder, emfim, ao tralho dis
ideiasedos argumentos do grande chafe.
Pdrm nao : se o illastro encarregado de
redigir o projecto do cdigo civil brasileiro.
deixou-se de boa vontade ven:er por seme-
jantes dilficaldades e embaragoT de genero
'opposto, n3o foi para renunciar a todo pro-
jecto de codicagao, mas somente ao que
assentra sobre* o plano de seu contracto ,
nao foi para ir militar nos arrais da escola
histrica sob as banleiras de Savigny; mas
foi para venc-lo voltando hbilmente contra
elle suas proprias armas, e para levantar tri-
tendo com urna mo um grande embrulbo
de roupa e com a outra cobrindo o rosto
banhado de lagrimas.
Um homem, com o rir hediondo, empor-
rou-a pelos hombros a doas.ou tres passos
aedistancia da porta.
Alli parou ella am instante, como irreso-
luta em abandonar aque h lugar; mas, a
um sigoal ameacador do homem, poz-se a
caminbar vagarosamente na direegao da
campia, at que urna malta de carvalhos
lhe occultou a vista do convento.
Nao arguera anda a cabega e consrvala
a m3o sobre os oihos, sem duvida para oc-
cultar as lagrimas que lhe corriam pelas fa-
ces. .
Sob influeacia do calor e viva luz do
sol, ou antes, das harmonas da natureza
em regozijo, Cecilia parou e deixoa pender
a mao ao longo do corpo. O seu olbar
deslumhrado fixeu-se no infinito azul do
co e logo divagou com ama alegra cresceo-
te sobre toda a cicago IndeQnivel.sorriso
Ibe deslisou gradualmente nos labios;-di-
lataram-se-lhe os fmlmes, ergoe-se-lbe a
cabega sobre o delicado pescogo, os olhos
brharam-lhe de enlhusiasmo: ergteu a
fronte para o co e en ton profuodanente
commovido exclamou :
Livre, livre I
- E abri os bragas, como se n'elles qui*
zesse comprimir o espago.
Estove por alguos momentos em xtasis,
en quanto seas olhos saboreavan o que lhes
licava ao alcance ; depois insensivelmente
readquirio a consciencia da sua situago. A
cabega tornou a pander-lhe sobre: o paito;
ao sorriso succeqpu a expresso da tristeza :
fltou o olbar no chao e poz-se .a meditar na
sua miseravel sorte.
Em um momento abandonoa aqaelle lu-
gar e metteu-se n'um atalbo.
De repente, ao virar d um bosque, um
griio de surpreza se lhe escapu do peito.
Baubolomeu !
O mancebo, tqdo treaial, achava-se em
frente d'ella.
A este inesperado eaionlro doce sorrir
se'Uvis.ra n'aquelles dous semblantes, mas
logo se olbaram reciprocamente com certa
expresso de tristeza espanto. Ambos
curvaran a cabega, e sem se atrevern a
fallar, rompern em amargo pranto.
O mancebo foi o primeiro a-ergueros
olhos, ex daftando em tom lastimoso :
Cecilia, pobre Cecilia, como est ma-
gra e pallida 1
Ah Bartbolomeu, como est desfigu-
rado 1disse a joven, solapando esemer-
gaer os olhos.
= Ea ?tornou elle Que importa 1..
Mas a bondade em pessoa, um aojo no mun-
do a soffrer assim !... Cecilia qne, como
um cordeiro sem se queixar, esta condem-
ka morrer s mos de am malvado hy
ta i... Oh isto para morder-se a
;e a si mesma at fazer sangue I.. Sa
Deas me nio vale, boje mesmo emagarei a
a cabega d'aquelle pestilento monstro 1 Mas
Cecilia, que pacota ese ? Para onde
vai ?
Expu!saram-me de casa I respondeu
Cecilia, derramando novas lagrimas.
Expulsa 1exclamou elle com o rosto
vermelho de colera.
Todava aquella commocao logo se des-
vaneceu, A expresso da physionomia mu-
don-sB lentamente para nma alegra crea-
ceute, al qae, comprehedeodo todo o al*
nmprwnte om campo opposto, qoe o ter
por chore: foi para triumphar dos taes em-
baragos e ifSculdaies da urna maneira mais
completa e mais gloriosa do qae at agora
tero feito os moderos legisladores, foi, em-
fim, para erigir am monumento glorioso,
plantar as verdadeiras bases da c riifieagao,
rectificar a'instrucgao jurdica at boje fal-
seada, prostar scienca um s^rvieo assig-
nalado, qoe s ella corrigir o vicio de quasi
todos os trabalhos legislativos* I
Monumentum are perentus t
Anda bem, qae n3o seremos nos quem
tenba a forga e menos o de;ejo de embargar
om vo d'auia t5o assombroso. Antes po-
rm felicitarnos o no-so paiz, excita-nos
a curiosidade, e temos atgum direito a ver
o plano, bem como a examinar os meios,
que a to esplendidas altaras nos devem le-
var. Ei-los pois, sem maii demora.
O meio de sahir de todos os erobaragos
co n que at agora temos lutado, (diz o I-
lustrado redactor), de sanar tantos ioconve
nientes, de reparar es erros do passado, de
flxar os conhecimenlos jurdicos, de resta-
be lecer a uoidade da legisla gao, e de extre-
mar os verdadeiros limites da codificagSo
civil, s o acharemos na composigao de dous
cdigos: um cdigo geral, que contedha to-
das as.definieres necessarias, assim das mate-
rias superiores, como das disposigis dos
cdigos particulares, de modo que oestes
nada se defina ; sendo 'qae d'est'arte, se
con.'iliar o preceito com a necessidade. >
No cdigo geral .as leis qae ensinam,
nos outros cdigos as leis qae mandam.
O cod'go gerat para os homens da
scencia, os outros cdigos para o povo 1
Eis abi, postas margem as miudezas
dos desenvolvimeotos, o novo plano, o plano
gigantesao que nos propa o i Ilustrado re-
dactor, e com o qaal, olban lo sobranceiro
e desdenhoso par os sculos e os homens
passados, ostenta orgalhoso a vergonha de
se ,'iiir a senda at aqu trilhada, parecen lo
virtualmente dizer muito senhor de si:
Conceisa pudel tro viam quevidei i.
Aqai porem no3 assalta o maidito espiri-
to cartesiano; e aquillo qae se nos aotolha-
va cono sinples teias de aranhas, com qoe
anda oingaen se embaragoa ao ponto de
recuar de um caminho batido, parece-nos
agora temiveis obstculos e formidaveis ca-
chopos, desda qae se intenta caminh*.r por
mans nunca "antes navega ios. Coinega
mos a davidar seriamente o a pergaotar
com empenbo, sendo talvez muito mais in-
leressante advertir,que qaem pergaita
quer saber, do que averiguar, se Iftiem pode.
fazer, pode c'esfazer(o que n5o deixa de
admittir suas duvidat). 4
Nao sio sopbismas de veto universal e
parido de innotacio, qde temo* a oppor.
Sio precauges de quem quer marhar, mas
conhecendo previamente para onde se vai,
e porque caminbos se tem de seguir. Ben-
tbam mesmo nao adiara n'isso nada qoe
reprehender.
E primeiramente, como que o apboris-
rno do perigo das defloiges, e o preceito
dos mesires, que se erguiam serapre como
obstculos perante o ilustre redaccr, era
quanto tratava do projecto do cdigo civil,
desaparece n desde que trata do seu cdigo
geral? Porqae en:anto, ou porque mila-
gro essas defioigoes, de perigosas que eram
em um cdigo particular, tornam-s .agora
innocentes e uteis, nma vez agglomeradas
no cdigo geral scienitfico?
Dir-se-ba que o codig|do povo nada tenba
que ver tambem com o cdigo da scienna ?
E como poderlo hav^r-se e governarse os
homens do povo com o seu cdigo particular,
s> a signiicage dos termos, se defingo
dos actos ou contractos estiverem fra do
seu alcance, se forem monopolio dos bo
raens da scencia? Dir-se-bia, ao menos
canee da novidade qae acabava de onvir,
exclamou :
Expulsa 1 E para sempre ?
Para sempre 1 -conflrmou ella entris-
tecida.
E lameta-se por isso ?disse o man-
cebo arrebatadamente Como possivel ?
Depois de soffrer durante mezes todos os
tratos e martyrios de om carrasco, chega o
nomento de libertar, o que ainda me custa
a crer, e chora d'essa forma ? Ah I veja,
veja o que eu fago -
Poz-se de joelhos, levantou as mos ao
co, e, fizando om olhar exttico no espago,
exclamou :
^Ob I meu Deus, que lhe dste a liber-
dade.'eu vosagradego do fundo docorago
a vossa misericordia I
A voz extinguio-se-lbe ; mas, ficaodo de
joelhos, fazta mentalmente oragSo talvez ain-
da mais fervorosa.
Cecilia, sorprehendida, fltava n'elle os
olhos com admiragSo.
Assim ajoelbado, a translozir-lhe do ros-
to a generosidade da alma, com os olbos
brilbantes de lagrimas elevados para Deas,
em toda aquella postura manifestando o re-
conuecimento do coragao, tornara se 12o
admiravel, que Cecilia, esquecendo a sua
situago, comegava a sentir i"dizivel prazeff1
conlemplando-o.
Quaodo se levantou e surprebendeu na
physionomia de Cecilia ama exprsalo de
seren lade, que nao era am sorriso, mas al-
guma consa inexplicavel qae denunciava a
mais terna commogio da alma, Bartbolomea
pegou lhe na mi, dizendo-lhe:
r Vamos, vamos... quanto minba po-
bre mii fkar alegre I Vanos; esta se ti)
ben en nossa caca l... A soa cadeira con -
prima facit, qoe ensaiaaos o caralo fatal
a vicioso qae Vico trapo boaaaaidade, e
que tentamos voltar aos famosos teaajfMs.
am que os augures e Roa, aacondodo a
face, tiobam Maapre qoe rir ao pamwa
por om homem do povo.
Aindamis. Acredia-se que n jiiiaraa
solt romano, advertiodo n perigo m de-
floiges, qaando se trata do direito dril.
teve mais em vistas o pov), do qoe os ho-
mens da scencia? A razio do celebre
apborisrno parecera antss incalcar o cootra-
rio: Parum est emim ni non snnvtrti
possil; e sabe-se qoe as definiedas corrosa)
principalmente este risco de sbrenlo na*
m3os d'aquelles, qae saben alambieal-as e
torce I as em todos os sentidos.
Entretanto, inporta notar, coa a devida
licenga, que o Alustrado redactor parece ha-
ver tomado a palavradefiotcodo *pbo-
rismo, maito ao p da lettra, ou, se quize-
rem, em um sentido muito restricto e asnal,
coma exprimiado atiicameote a breve ora-
gao, en qae se explica a natureza de osea
consa. Cujacio sobre Papioiaoo, e coa
elle os mestres, parecen t-la tomado mais
amplamante, como exprimiodo em gerat to-
da regra oa senteng: Ornis d fimiio, ti
es!, regula, sententta. E eotio o perigo
viria, segundo observam os jurisconsultos.
da grande diflkuldade, senao impossibilida-
de do redigir a regra de direito por M for-
na, q je o'ella se coropreoendam todos os
casos, a somente aqaelies casos, qoe sao
desunidos a comprebeoder.
Ora, fallando n'este .ejtido, para oode
irao as taes regras, que n3o tSo propria-
meote defioiges, mas principios geraes do
direito ? Para o cdigo geral dos borneas
da scencia, oa para o cdigo partcu'ar do
povo ? Eis abi am ponto sobre qae o illas-
irado relactor nao se explica, como maito
convinba. Mas, suppondo que com as regras
d-se absolutamente a mesan coosa qae
com as definic5es, e qae todas vio ornar o
cdigo sc:entifico; e soppondo aioda, qoe
o pobre e paciente povo nio tenba mais oe-
cessiiade de amas qae de oatras, peder,
mesmo assim, affirmar o Ilustrado actor,
qae as regras de direito nio offerecem pe-
rigo algm as mios dos homens da scen-
cia, e que entre elles nao pessa mais ter
lugar, como al boje, o tot capita, gtoism-
Entretanto, nn ligeiro equivoco chana
muilas vezes outro nais grave. Assin c
que, repudia-ido con desden o passado de-
baixo do nome da rotina, o quereodo corri-
gir lhe de nma vez t)d>s os vicios, nio he-
sita o Ilustrado redactor em evocir incohe-
rentemente os dous ltimos ttulos do Di-
gestoDe verborum iigntfcalione, e De
reoulis jurts antiqui, cono cootendo a
primeira sement do seu cdigo geral scien-
tifico, e devendo apadrinha-lo por conse-
grante contra a idea da novidade. Mas
forga confessar qae nao foi feliz n'esta sua
de-coberti. e que nunca tal cousa perpassoo
pela cabega dos Romanos; e tanto qae o
equivoco, senao erro (com licenga). de se-
melhante aprec'aga), foi d'anie-mo con-
demnado pelos Romanos mesmos.
Certamente as regras de direito, colec-
cionadas no liv. 50 tt. 17 do Digesto, a
di speito de doas grandes defeitos qoe se -
Ib3 ootam (a desord-m e a deficiencia), sao
altamente aprec-aveis, e sempre foran apre-
ciadas pelos maiores vultos da scencia ; p-
de-se mesmo dizer qne s3o, relativamente
ao Digesto, como a corda de toda a obra;
mas tudo isto, note-se bem, como sendo do
puro dominio da scencia, e nao do dominio
da lei; como sendo obra do jurisconsulto, e
nao do legislador. E foi somente cora es-
la ? vistas, e debaixo desse presupposio,
que muitos procararam at boje aperfeigfsr
serva-se no mesmo lagar ; ningnem aiod
se sentn n'ella. Tudo alli soffre con soa
ausencia I... Vamos, vanos depressa I
Cecilia resislio-lbe, nio quereodo segoi-
lo na' direegao que elle Ibe indicava.
Que quer dizer uto ? perguntou
BartholomeuNio quer vir a nossa casa,
Cecilia ?
Voa a cidaderesponden ella Te-
nho l urna prima costoreira qae me dar
trabalbo con qae possa gaobar o neo pi
O seo pao ? T-abaloo?... Qae sig-
nifica isso?exclamou Bartbolomeu- Agora
qae posso ve-la, 1er nos seas olbos, ouir a
sua voz.. .agora duplicar-se-ha a minba co-
ngna, e, ainda qoe eu houvesse de trav
balbar cono quatro, seria feliz proporcio-
nando-lhe a abundancia I... Veoba, Te-
nba!
Pelo amor de Deu3, Bartbolomeu, nao
me peca isso, impossivel tdisse a jorco,
suspirando.
O mancebo interrogoa o olbar.de CeCafia
con triste surpreza.
Esteja certo do qae Ibe digo, Bartbo-
lomeu repeli ella E' impossivel f
Como se orna revolagSo se operasse aa
alma do mancebo, deixoocabir a cabeca so-
breo peito e disse em tom de amarga rosig-
Ciac3o:
A alegra fox desvairar o meo espirito
enfermo ; ea bavia-me esqaecido I... Tos
razio, Cecilia ; soa am pobre canpooex: a
menina deve am da ter rica... Sano
resta merrer t
(Contiunar-se-ha),



mi aa iLiJi
i: t.HVAA AI/
*
Marte ie
i
------------------ii ip i ijMi i ii i ..... mu mi i
otrabalbo dos RnmahoWPo- $ 2.-Se durante a execucjio 4aJ,Q|
s ?a!fet&, 1. (Todiifrei em em tdo*o ttfrapO d se setS-irJS W"j
ele ttllM ato IMS.
1 -QlULSt. :ui OZKA
e comal j. olraaamo aos wroanorriM- j t.v se durante a execu$ao f* JM*1?"- c3.- deftPis de "Pprovado pe!
ibier efflTjffia Pafet&, 1. (Jbdofreiem em tdo*o tirapo" d se setS-irJS lP*l|tlh- provine.
suas iWffc msala tftuh, assim como o da a-direcao on locil dasestradas ruis e "Ah!*fS. A estrada nSo podMHH
soppieJffi&pdo seb"Ftntaium rotimdfa pontea oode broto coligados os- tRma' eWfob a sua exteoclo eojquoTowRT
ruin jnfimtentt(truin;e'f)jmiTm Dtlec* empreza fie* reservado o direito de Wid'afd,BrMlpto, eemcondicoes de servico, pe-
tos legum. ..,,, w va los para os novo desjios ou d conser- ]p menos q seguinte trem .roianle
E queris a prova de jn<> o lvro ie re- va-loscom a aotga dired^ iadependente motivas, iX carros de passageiros,
de qusilqiier mdeaanisacSo, pereebendo-a.'de carga, 2 arres, de bagagem e 2
porm do caso de ttes alteracles prejudica-! para aninaes.
rem as obras oa transito Art. 3. A empreza se obriga a apresen- ga a posmir o trem rciaato n
lar ao presidente da preVinch, dentro do'regalaridade do servico da esi
praso de dozci meses a contar da aiignto-;c?rros e^agOes serlo lotados
ra tfop'resente contracto, e sob pena de nm nomeadoTtelo pr*eBideate dV*p
cor.U de rii fje mplta, as plantas e orc/i-1accordo. com a _epre.
mentos das obras a oonstroip; aci le sei-em i Art. 1*. As tias publica*' M4
f/ulis juris nonca fui considerado, nem po-
da jamis s-lo, 0otaottmmtt de cdigo ge-
ra? Ei-la aqui fornWida palie propriai ju-
risconsultos romanos, e por conseqaencia
irrecusavel.
Depois de d3oir, o prkneiro fragmento
do indicado livro.'o que seja orna regra de
d re t\ Paolo accresceota logo, muito sabia
e cau elosamente, que rrngm pretenda de-
bacr da. -regra o dreito eu --di^e*o&o approvadas^fthrmesmo presidente.
legislativa, nois
di psitos
, ioi4. que, a > contrario dso, c
las disposif5S de direito (das dsposic5os
legislabas) qn'e a regra su forma e leva
ser formada : JVm kii r regula jui au-
-vastar, vti cxqmd *ft rtguta fiat. As-<
.-j (tae, a r<^gra pao i seiio o extracto,'
m spiriio das decises profeudas sobre es-
pecies homogaoeas, como ansuiava o j tris-
consulto Sabino, sendo que p)r isso periia
etti toda a sua furcartlesde que-spreten-
da applica-la a ama especie estranba : Et
mi Sabinus. qwisi cotisce Mnjectio e*t, qius
simal cum n altqao viliala est, perdU ofi-
cium suuui. Em sarama as regras nao sS >
teitis para regerem ou ^uiarem sempre.
mas some te a maior parfe dotempo: Ut
nou perpetuo, sai plerwnque ob'ineant.
0.a, sera isso p rveoUifa o que se qoer,
o qaa se deseja em um cdigo de leis, de se devem dedu/ir sempre, com a.po<8i-
vel seguranca e certeza^ todos os direitos ?
2 o que ser gora, vista duto, um cdigo
geral, feito ad inslar dos livros do pgesto
De cerboruin $gaifcatione da regutis juns,
anda que oais completo e mais aperteicoa-
do seja ?
Se os proprioa jurisconsultos romanos fos>
sam a regularse pelas suas defiiicoes (oem
sempre muito felizes), assim como pelas
sus regrs, uwtt- veaes demasiadamente
genricas; se fossem a delozir de urnas e
outras as consequenciiS a que ellas se pres-
tara, p I e-so afirmar sem reeeio, que com-
metteriam erros crassos, e desmemiriam suh
grande fama. M elles esliveram sempre
bem longe de proceder por tal frma. As
bases da jurisprudencia classica de Roma,
ouio se tem diK acbavam-se laocalas, e
os limites de cada matera esUb-leciJus,
mu o antes que se dsse jurisprudencia
urna frma cientfica, ou se ictroduassem
n'ella as rtfinicas. E ento. com os prin
cipios de sua doulriaa tradicional, sempre
preseote< ao espirito, e armados Com o
principio pardC'ilar, director de cada mate-
ria, prio :ipio positivo, e pralico, linham es-
.ses grandes mestres o meio de decidir mara-
vilhosamente qualqusr caso, que a respeto
lbesfo>se apresentado.
As delinives e as regras geraes de drei-
to, aio'la o repetimos, sao certamene pre-
ciosas, e t) esimalas na jur sprudencia,
como o sJo, por exemplo, os apborismos de
Hypociates n-j medioioa; mas, assiin ojbq
o medico que se propoze.>se a curar, nica-
mente gmado por esses aptiorisnus. arris-
carse tua a matir os doemes, e de fado,
eremos.' que lunaria a moitos, assi t tam-
bem o legislador, que preteuJesse recular as
relacT3es privadas dos ci ladjs por meio de
jom cdigo geral sciealiQco, arnscar-se-iiia a
produzr a ncertezt, a confuso e a anar
cbia dos direitos, qae a mor le moral das
nacoes.
Nao vetha, poii, ler appiic-ii;o ao Brasil,
com a qioriota reforma de sua iegtslacu, o
chistoso epitaphio do poeta portuguez sobre
w tmulo de certo ricaco:'
x Aqui jaz um bomem ri:o
N;esta rica sepultura,
Escapava da mulstt,
Se nao morresse da cura. >
(Continuarse-ka.)
Publicares a pedido.
TEaa d: Arn\cr.i celbiido omobv-
C'UIliiL BE.NTOJOSF.' DA CITA, paba C)L-
f/lCApAO DE CARRIS DE FGan ) DE-TA CIDA-
DE A' PO'VOAOO DE SANTO AMAR ) DE JABJA-
TO.
aos G dias do nnz de tnaio do anoo do
oascimento de Nosso Senhor Jesas Cbrisio
de 1868, compareceu no palacio do governo
o bacharel Bento Jos da Costa, para cn-
tratar com o Esm. sr. presiente da provin-
cia baro de Villa- Bella, a collocaco de car-
ris de ferro qu partindo desta eMdevo
terminar na povuaco de Saato Amaro de
Jabuaio, e seodo o referido bacliarel Bento
Jos da Costa, dos concurrentes convividos
por edita! da secretaria da presidencia da-
ndo de 11 de frtvereiro ultimo, e publicado
por espaco de lo dias no Jornal do Recifo
em que se publica o expediente do governo,
o nico qae melbores vantagens offereceo,
o Exm. "Sr. presidente da provincia antori-
sadj pela lei, n. 735, de 44 de ..nbo do au-
no prximo passado, accerdou com elle as
segointes conditoes.
. Artigo 1." A empre u obrga-se aestabe-
lecer ama liaba de carros de ferro servida
por machinas locomotivas ou por animaes,
dede o caes de Capibaribe no bairro da
Boa-Vista oa de eatropirtto que ff fixado
de accordo con opresidente da provincia at
o povoado de aboatSo na estrada da Victo-
ria.
| 4." A referida linha seguir a dreccSo,
qu; alravessar os povoados da passagem da
Magdalena. -Giqai, Barro, Peres e Tegipi
polendo de preferencia a aqofllte prkneiro
ponto entroocar-se na va frrea do-Recite a
S. Francisco, na povoa(i5o dos Afegados, se
para isto obtiver o eonseoso da respect'va
ouipanhia, oa anda comecar as immedia-
tjfos da casa de OeieoSe.
Neste ultimo caso o ponto le part ia ser
no bairro de Santo Antonio de3ta cidade.
Art. 2.a A empreza po er collocar os tri-
IIiqs as estradas de rodagem, ruase pintes,
pe se coostrnirem ou se reconstruir^m
para o futuro, eque se prestem a este fim,
comtanto que nao prejadiqoem a passagem
simultanea edons vehculos ordinnos,que
no Jeuiaodem ais de i m 50 c coudos
do'eixo (]o"Hirbu exterior para olraasito pu-
blico, excepto as ras, bombas u ponti-
loies.
? l. E'permittiio a empreza rebalsar
oa desviar-se e qaakjaer das citad rtra-
'las, suas bombas tm pooiiioes, a sa-las oa sogni-las parallelam-ote conforme
fr mais coasonienta a direoeC la Imha pro*
jecada, cois tanto que as obras detnuttt'
sejam substitualas por outras per'eitameate
ideoticaa, mias as flespezau corrai por
contada empreza.
e por ura tercero escolbido
estas se aquellos nSo, com-'
?i.4W iUIBMB M
~-----sn.i iiii'ihi .upe
[especte-oue se coastruir^m para o (atufo,
Sj depisde fixido onovo praso para a(ou os desvos das actuaes,.po.der5o atraves-
apresentaco das referidas plantas, n5o tiver sar a linha' profectada superior, lHf:ri.r-
esta logar, a'empreza iocofrr na mulla da
mete or-a nivel, estbileoilai a**bras
*i ___ ___
doiscoatos de res, e ser rescindid o con- d'arte necessarias cnsta de quem aiiTls-
tracto. .
Se oo praso deura mez depois de ettre-
gue as plantas e o camenl>s nao houver o
presidente da provincia dado deciio algu-
ma sobre elles sedvei entender qae foram
aceitos e approvado^. ~",
An. 4. A empreza .se o'origa a princi
piar as, obras d estada no pna o de dois
anuos a contar da assjgnatura do presente
coQlrac, sob pen3 de urna malta de dois
contos de rais, eacoaclui-las dentro de tres
ann^s depois de comecdasob pena de urna
multa de quatro contos de res.
Qiwliuer destas mollas e a.de que trata o
art. 3o ser re lev .da to smente em presen-
ca decrcumstancias de /orea maior deuda-
mente apreciads pelo presidente da provin-
cia.
Se depois de marcado novo praso para a
coiclusio ou para o orneen das obras, nao
uirein e?tas comecdas ou concluidas ter lu-
gar a rescisSo do contracto sem indtmnisa-
co algnma.
Art. 5o. A empreza se obrigar a atten-
der na ex-jcuco das 'Dras s seguintcs cou-
dcoes.
4a. A liobi de carris nao ter urna hitla
inferior a 1 ro. 20.
2a. O peso dos lr4hosno se inferior a
vinte kylogramraas por metro correte.
. 3a. Os ".'orminios dos tlaos teo enire
si no miximo a distaucia de o m, 90 coo-
tadados respectivoscenu-os, oj ai I m. 20,
se a traeca > fr de animaes.
4*. Os declives da liana no poderam ex-
ceder de 0. m,o3'J por metro excepto ira
pequeas distaacias inferiores a 300 metros,
e sendo precedidas e seguidas de declives
menores a 0. m, 4fO : p -r metro. As car-
vas nao podero ter um raio inferior a 200
metros, podendo este limite as estacos e
proximidades dos pontos di parada desear a
ao m.
5*. A ?a permanente ser lastrada.
ti*. A emprea cmsTuir estaces nos
exiremos da liona projeciala, ci la umi das
quass dever onter os necessarios comino-
dos para o serv;) de passageiros e u o ar-
mazcn para cirgis, aleas das dependencias
que, a juiio da emprensa forem necessarias
para a guarda do maierta da e.drada e olii-
cinas,
As referidas-estaces terao e ente e linhas de desvos em numero que ga-
rantam a -segaranca publica ins miacbras
dos trens.
7a. Xos pontos de'parada intermediarios,
a empresa construir pequeas estaces ou
telheiros de ferro para servirem de abrigo
aos passageiros.
Art. 6. As locomotivas que liverem de
ser empregadas no servico da iiuna serio,
em tudo setnelhanie as mais.aperfeicoadas e
coastruidas para as linhas frreas de bitola,
entre trilbos, igual a prbjectada.
O sea peso n5o dever exceder de 16 to-
ii ilaoas mtricas, salvo se o peso dos trilbos
fir superior no mnimo ex gido. .
Io. As locomotivas nao rebocaro um
peso superior sua forga.
2a. Nenliama locomotiva poder entrar
em servico antes de ser devidameote exami-
nada por um en^enheiro ou macbinista n >-
meado pelo [>res lente da provincia, e sem
comer todos os uteacios e sobresalente
necessarios para os casos de acdentes e
reparos de occasio,
A apposicao esc-ipta do agente noraeado
obsta que a locum ttita examinada seja pnsl
em servico a estrada at que qualquer du-
vida que a semelbante respeilo apparecer
seja resoivida na forma do art. 38.
3o Nennum macbinista poder dirigir
as locomotivas da empresa sem apresenUr
certificado de haver sido empregado no
serv.co de iransjorte de pasaageirus da-
ante doas aono pelo nenas em qualquer
estrapa de erro do paiz oa estraugeira.
| i" Um regala oento expedid pela em-
presa e approvado pelo presidente da pro-
vincia definir os deveres dos machinistas e
indicar a estes as providencias a ornar nos
casos de accidentes.
Art. 7o. A empresa s.j obriga a estable-
cer, depois de concluida toda liaba, u a i
tel'graphico para o servico da estrada, e
bem atsim a aceitar e traosm'utir ao* seus
destinos mediante retriboicio e sem pre-
juizo da estrada, *os telegrammas particu-
lares
Art. 8o. A provincia ter o direito de
servirse do; pustes telegrapbicos da estra-
da para um fio para sea aso particular.
Emquanto assim oo pralicar, a empresa se
obnga a transmiitir gratuitamaate e at o
extremo da linha os telegrammas de ervi-
C> publico.
Art. 9 O servico ou trafego da lioha
proyectada se far com dos tren* de pass -
geiros pelo me jos em cada diteccae e aa<
de carga, oa Boas trena mixtos.
Art. 10. Nos transportes de passageiros
a empresa se obriga a establecer des te o
comeco de transito da liaba duas classes de
carros pelo menos.
Art, 11: Aempr-za cobrar oo mxime
la asa de cem ris p t kilmetro oa fraccS
:de klometro aos transpertes de passageiros
da primeira cbase, e a de ciocoenta ris
rpelos de segenda
No caso de estabeleoer terceira elasae se-
r a res*ectiTa laxa de cucoenta rs pwr
kilmetro, obrando-se peta ssguoda sao-
tena e cioco ris.
troir.
Art. 17.41 emireza se obriga afprnacer
regularmente ao presidente da provincia
sempre que o pedir, lodos os dados relati-
vos "9t rteoita, deapeza o inovintettto''da %s-
[irada.
Art, 48. As tarifas serio revistas e cin-
co em cinco annos e submetti Jas appro-
vacao do governo, que as reiuzirse os
lucros :i pidos .excederem de 10 0(0.
. -A dimiiiuicao corresponder no mximo
a 10 0|0 da tarifa por cada um por cento
de'lucro excedente.
Art. 19. O presileite da provincia temo
direito de scalisar a completa execuco do
presente couiracio pela forma que Ibe
aorouver, li;an lo entendido que essa Qsca-
Iisacao u3o se esteade quauto as obras.
a!m da sai seguranza emquanto aomovi-
mento da linba, alm da regularidad i do
servico e execuco dos respectivos regala-
memos.
ApresinJe.ii tem direito ao aosporte
gratuito de 2 passageiros de cem kilo-
grammas em cada trem, quer de ida quer
de vlta. a
O q com o abate 20 0|0 sobre a respectiva ta-
rifa.
A tropa, presos e todo mateal de guer-
ra h bem asm os colonos e saas .bagagens
sero transportados com um abaie deis por,
cento.
A empreza se obriga a por disposico
do presidente da provincia as condices do
precedente ludo o seu material rodante
aos casos urgentes de transportes'conside-
raveis de tropas e objectos bellicos.
Art. 21. A linba poder ser divid da em
ciiro secges, e entregue ca ia ama d'eas
ao transito publico, propoc^o que f ..rem
construidas, se assim tor coa preza.
Art. 2. Fica garantida a empreza,o pri-
vilegio de quarenta annos esubelecido pela
lei n.,703, de l de jalao do auno passada,
para o uso exclusivo e explorado da liaba
proj ciada.
Ait. 21.,A nnguem ser permitlido es-
tabelcr trinos de ferro u de madeira para
o transporte publico de passageiros ou mer-
caduras o i direcgo da linha coutractadi, e
na zona de quatro kilmetros, para cada
lado da eslradi.
Essa clausula nao se applica a estrada de
ferio do lljcife a S. Francisco, aera as buhas
que atravessarem a estrada contratada, nao
comprehende igualmente os pontos de par-
tida eitremos, de outra estrada ou ra-
maes, era a parte da cidade do ftcife que
for percorrida por oolras linhas. i /
An. 2S. A empreza lera pfefereaia ett',
idenlidade de circumstancias, para p pro-
loogameoto da liaba ontractada e construc-
c5o de seus ramaes, salvo o caso de cou-
cesso de qualquer estrada de ferro feila
pelos poderes geraes. -
Art. 25. Fiea livre empreza fazar ces-
so do presente privilegio a qualquer pes-
soa ou compaania, sob as clausulas aqui
estipuladas.
Art. 26. A empreza gosar de todos os
favores e garantas das leis provin .iaes, ns.
9 de 10 de junno de 4835, 1 9 de 2 de
aaio de ls, e 579 de -9 de maio de
83I, dar as desapropriacoes de terrenos
e mais propriedades necessariaso eslabele-
cimento dos carris.
Art. 27. R cebera dos cofres provincia es
a subvencao de cem contos de ris, paga em
cinco prestacSes de vmte contos de ris*
cada urna, seodo a primeira quanlo tiver
eumeno os traoalbos, e as outras de doze
em doze mezes. A empreza ter
dos terrenos de marinoa, e oulroa de pro-
priedade do estado, que se ac iarem na
passagem dos carris, ou dos locaes escolhi-
dos e aceilos pelo presidente da protiocia,
para estacos, officinas e outras dependen-
cias da estrada.
Art. 28. O privilegio da empreza cerrera
do da em que for entregue toda a linba ao
transito publico.
Art. 29, As obras e estbeleetmentos da
empreza ficam isentos de todo e qualquer
imposto provincial ou municipal.
Art. 30. O presidente da provincia se
obriga a solicitar dos poderes geraes a isen-
cad de direitos para todo o material da em-
preza. e bem assim para o ;arvao de pedra
do seu consumo,
Art. 31. O mesmo presidente proenrar
obter a dispensa do servic/) activo da guar-
da nacional e a tsencao do recrotama|ie
para os trabajadores operarios e maiSJRtt-
pregados da empreza.
Art. 3 i. As obras da empreza ao coa-
sideradas de utilidade pablica, e como taes
igualadas para gosarem de todas aa garan-
tas, s obras provinciaes. j
Art. 33. A empresa /esponsavel pelas
faltas praticadds pelos eos empregados no
nxercicio desoas foneces desde que daquel-
tas resaltar damno pubtiqp oa particular.
Att. 31. A empreza renuncia a qualquer
ontro auxilio da provincia que n5o esteja
estipulado no presante contrato.
Art. 35.0 presidente da provincia peder
impnr a empreza malta at a quaotta de
de execocio de
ote contrato fia...
io da assembta'na parte
26, 2L 3*. e hp"LiHifn
4* visto nfc.ter o co*.
sobre a direceo-de que trata o
lei, n. 765, j ctate.
_ i O contratante decl-rado qaeac-
va nasnwndicoes cima estipulada* e
^avedtewatisfeito na recebeoria de rentes
intera is o sello na imdortaoeia da- cem mil
ris, roftespondente a este contrato, crltno
se ve da verba lancada na guia, qqe se lhe I
fasele li areMIarla, nvtndoe o mesmo
Sr. presidente da provincia larrar o ure-
sente,_tenpo em que. assigoo como con-
tratante e as sistemunhaa presentes'Frao-
ciafo de Paula Salles, secretario do governo
aTUescrevar,Baio de Villa-Bella Benio-
Jos da Costa Jnior.Baro da Soledade.
Decio de Aquiuo Fonseca.
Pjdeoda spte^der qae uJo eb-'gue mies de
cada om dos Sr. elaltorc3 a eart circnlar qae o
tiltil. Sr. 4eho Dr. Pana dirlge'ao corpo eleitoral
desla pr.ivmcla^abaixo a uanscrBvraio :
Iiliu. Sr,Aspiraodu al boora de reprasentar a.
miDtia prj'lecia na cmara vitalicia, e tod'o ine-
raeido o colhimenlo <1 nbretommtssso do psv II-
da prugressm desa pnviocU, out orfasisoQ a
lista, iripcH, apre-eslu me ao Illuatr corito elei-
toral, dd qaa V. S. 4goo loembro, solliciuodo o
sea valioso ajrpoto. -
A mmna eoaaacta poblica, m*os prloclpiw po-
liiieos, meus sevvlens prertidos al luija provin-
oia de Peruarntrnco, em qae me ufaDo de ler aas-
cido, sao paleos, e eu os oflereco a V. S. como
ga'raota do idu fuloro.
Rio de hnelrft, 18 de |aoHo 1888.8oa com
toda a considerado de V. S. muo altelo, veoe-
rador e criado
Dr. Joaqutm Francisco ie Faria.
ELEICO ELEITORAL
Circular que ao corpo litoral desta pro-
vieta dirige o Dr. Francisco Cattos
lirando, deputado geral prla mesma.
Htm. Sr.Pela terceira vez no correr do
presente quinquenio essa briosa provincia
chamada a exercer a sua soberana Da con-
fecgSo de urna lista trplice, que tem de ser
offerecida sabedoria e escolba da corea,
para o preehenimento da vaga, que no se-
nado 'deXoa o illvistre conselheiro Antonio
Goelho de S Alboquerqae de saudosa me-
moria.
E' por certo prftndamente doloroso o
motivo, qne na presente occ3si5o d lugar
consulta das urnas, mas emflm, ontro re-
medio nao ba, se n5o comprir o preeito
constitucional, para que a pro?iocfa tenha a
sua reprsentacao completa na cmara vita-
licia.
Pernirabocaoo, como soo, e de longos
anuos militando na poltica do paiz, ooso
aspirar a honra de ser o meo neme contem-
plado naquella lista ; e para esse Om soli-
cito os snffragios do itelligente, e distiocto
corpo eleitoral.
Nao desconheco, e antes fenho orgulbo
em confessari que Pernamboco possne mu-
tos fllhos dignes da mesma honra, mas
ninguera em boa f levar a mal o appello
que fa'fo aos meos coa patriotas.
Os ttulos que exhibo, para justificar a
minha aspirarlo, devem estar na conscien-
cia do utiblico, qae sabe da desinteressada
dedicacSo, com que durante cinco legislatu-
ras c nseculivas ten.ho representado, e an-
da represento a protinci. na assemWa
geral da naco ; que tem perfeito conbe
cimento, de qne nos cincoenta e dous dis-
cursos qae profer, e nos projeetosque no
parlamento inicie i nos annos passados nun-
ca ment ao meu' honroso maniato, e que
jpeloContrario, -abrigado somnra da-bio-
deira da ordm, e da liberdade, $empre
advoguei a causa dos interesses pblicos, da
prosperidade, e do desenvolvimento moral,
e material do Brasil.
SSo estes pois os titules, que apresento,
oo fallando na firmeza de minhas crencas,
na lealdade com qae na cmara, a que per-
tenco, bei com o meu apoio auxiliado ao go-
verno a superar a tremenda crise pnrqde
passaraos, e na sioceridade, com qne tenbo
acomoanbado aos meas amigos polticos.
Se portanto ao Ilustrado corpo eleitoral
e V. S., qae delle faz parte, parecer que
(taes ltalos tem algum valor, dar-me-hei por
muito feliz em merecer, e obter os seassuf-
fragios, oa certeza de que elles anda mais
avivarn a gratidSo, queja muitocordeal-
raente trbulo minba .provincia natal.
O deputado,
Francisco Carlos Brando.
ENGL18H BANK
Descoma leyai da praca i taza a x>d-
renciooar.
Recebe dipjjetro m caota correte e a
praso flxo'.
Saca vista iou a praso sobre as cidides
princi paes de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayresj Montevideo, New^York
New-Orleans, e imitte cartas de credKe,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinbo n. 7.
Oaixa filial do >aafio r Btsl*
silMperfiaiE&aeo, 23 4e
uiihodel8aa
Teado-se extraviado do poder de SalBsliaa de
Aqaioo Pertelra, de Lisboa, a cao lela oo litlo de
po&se de 100 aecfies o\>pU caixa, por parlada ines-
,ma se lar puoiico a quem ioteresfar oossa qos se
val bur eotrega das aecoes do referido accionista.
A Cali* FIMal do Baoco do Brasil em Periiao-
buco em hqoidacao, p*gi o 2t* dividendo das
aecss do Branco do Brasil loscriptas oesta Caixa.
a rartode OOeO por accao. Peromboec, t6 de
jolho de 1868.
ALPANDEGA.
Rendlmeoto do lia 1 a i........... 30i:49;m6
Mam do al 43.................. >i:'80,J!6C
CeMiIftte te-1
.' Pel presepte i5o coevi
do expolio do.finado subdito j
tonio Conslan.lino Monteirc
foi roa Direita b. 21, para ao praao te *'
diaa apreseatarem
lado, aim de aer
Consulado de
2Odejulbodal808.
Anli
teiPi
Gniac5es,
ehtBcel'er.
s
TIIEVTRO
DE
I
Definitivimcntc
IHbo espectcilt da cttaiiia>
dr.>naliea
DA
52:909,lot2
Movlmectoda alfandega
Volarais entradocom faieadas.......
> com ganaros......... 3
Volumes sabidos eom (axenda......... 126
> i comgeaero......... 219
-----3io
Desea Trepana hoje 23 de julbo
Kscooa allemiaBttlcntmercadorias.
K-caca alieaaa OttoIdtn.
Sumaca bespanbofciThaiia^iobO.
Barca francea-Notre Dame da Bon Pett -borros.
KECKB3U0HIA DK HtNUAS INitlUNAS
GERAES
^odimenlo o da 1 a 22........... 3l:387f7i5
dem odia 23.................. 1:410|S76
32:998(621
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimemo do da 1-22.:......... 93:2245663
Maco do di 53................... 4915859
3:7l546i
Tralamcoto Galhartico Moderno.
As pillas catbarticw do Dr. Ayer for-
mam ama grande excepeo as pilulas apu-
rativas que por ah sio vendidas pois o effei-
to que produzem permanente para a pri-
sto do veotre, dores de cabeca, oervosas,
de ordensbilios!. calafrros e febles, ncoto-
modos de estomago, debilidade geral, cli-
cas, irregularidades do systema feminino,
ellas constituem urna cura especifica. Ellas
esto mettidas dentro de frasqumbos de vi-
dro, e por sso- a soa boa conservacao du-
radoura em todos os climas. Em todos os
casos aggravados ou provenientes de um es-
tado impuro de sangue a salsa parrilba do
Dr. Ayer deve ser tomada coojoncwmeate.
COMMERCIO.
WtAGA 09 ftKGIPR 13 08 JLHO DE 1888.
As 3 % boras da taroa.
(Hoje) -
Algodio de Macelo 1* 8orte-16500 por arroba
poeto a bordo.'afretedei d.*8V.feaBmj.
Atfodao de Macei 2* sorte16*800 pr arroba
posto a bordo, % (reta de 1 d. e 5 / (oanleai).
Cambio sobre Londres90 d/v 18X a. por 1,5000
(borne m).
Oa-coBtos de letras cario praso8 / ao auno
(riootom).
frtto de alfcodo para Lrvarpaol8 d. a $/
(*ontem). -
Jos d'Aqoino Foasec,
Pre-idanta.
Praaotaco Mamada d'AiGMide,
Saereiario.
M3YI1ENT0 m PQHTO
Navios entrados no da 23-
Rlo-Grande do Sal 19 d*as, brigoe nacinnsl In
venetvtl, de 213 tooeladas, oapitao Prroclco Pe-
dro da Almelda, pqoipageui 10, carga 10:6X0
arrobas d carne; a Amuiro l'oio.
Trieie66 da, paiarho n-.-fte sllpoio Speranza,
de 126 toDdsd is capillo J. D. Wcoler, equipa-
fem 7, carga 1064 barr ras cora farinha de Iri-
go e t otros gneros; a K dier di
Navios sihidvs no mesmo dn.
Llverpco' Escuna logleza Mar y Wallkini, capilao
Jotra Wriliam. carga algodan e ouiros gneros.
Acaraco' Hiaie hrasileiro Dous n>s, caprtao
- Belmiro DapilsU oe Sooza, carga difl-renies ge
eros.
Observando.
Apparecem ao ni dnas etcbar.*.?c3es.
III II..... II I I III MI
EDITAES.
O inspector da alfandrga fu publico, que no
da 24 do cerrente, depus do mel da, serao lea
dos a* basta pabllea. livre de direitos para o arre,
matante, 58 cascas varios em raio estado, qae
servirara de aguada pi.ra o carresament) das
malas violas de Muirevido na barca franrcia
Izard, as quaes forara alysBdonaas pelos direitos
a reo. ieHnerfv> de Amonio Lorz de Otiveira Ata-
red & C. e avaliadas a 55 cala orna, total...
2905000.
Alfandeaa de Pernarabaco, 5} de |nlho de 1?68.
Jote Manrlrto Fernn des Pereira Barros.
O mspecti r da alfandega fai publico, qoe no
4ia i\ docofreote, depois do mel da, sero leva-
das a' haala publica, 1i matante, as siguite- mercadorias, comprebendidas
as rtisposicoes do I* d art. 30 do rfgolament
de 19 de sdomb'ro de 1860, 16 diversas oacias e 3
jarros do haca de p de pedra n, 3 pesando liqui-
do verificado. 8i libras, avallada a 200 rs. a libra,
total 165* O Alfandefta de P.-rnambuco, 21 de
julbo de 1868.
js Mauricio i. Pereira de Brro;
DECLABACOBS
de
de
S iNGO MltV k C
a Traptohe 9 4.
duzentos mil rea pala falta
.qualquer parte do presente contrato, M| Ra A* Traptehe
a qual nSo baja peoa estipulada. Deaeeata lettraa ceaamereaea a Ufa een-
Art. 3d. Ao presidente da provincia mX feactoaal. Recebe diabmro, a preeaio od-
igaalmenie reservado o direito de eatabile
teoaonal, por ettras e emeoota crrante,
("a O* freies das anercadorias sera cer nosregulament^ da empresa aa taitas- Confere crditos, saca sobro aa primeira?
calculado por peso e por classes, eio ice- eoa que esta dea acerrer palas tM** rea- praens 4* imperio, hio da Prata lorepa,
denao en cawaHg(r cobrado na estrada de ferr doHeeife a 8.
Fpancca.
Art. IJ. As tarifas e iortrnc5es regaia-
me iteres dos traasporlM 9 poderto ser
ejecutadas sem orevia approvafSo do predi 1
dente i proalooia.
Art. H. A. empreza se obriga a eaped*
[para o leraifo ieterno pobcial da ditraia
om regulament > que s poder ter exeeo-
disserem respailo a meaosa eaapreza.
Art. 37. a empresa prestara asaca ido*
nea para ^aramia das MKta* iflspestse Bas-
te contrato.
Art :. As dividas proaeoiefttes a in-
teilgaaeia desta o otrato, e as qoe aftro-
* compra cambiaos sobro aa tatt pravas-
Booarraga-se, por oommiseaa, da eempra
e ronda de (enda poMieos e ae(!6esdeesa-
paebias, dr oafcraace do feras dlrideodos
s da ara pafameote, a a qutinsr
roffo baeearia.
O exMdfeBto pan o paabee enieara aa
vierem dorante a eaeeucao daa ebraa rec- 4> beraa da tMatfi, a teraatear ta 4 beraa
(rada a pa(> mm aavrfea, *<*** efesias da Urde de todos os dias ufe*
por deas arbitros, oa Doeado por cada <
Couselho de compras do arsenal
gaem.
O conseibo de compras do arsenal
guerra precisa comprar o segointe:
Um clarim para cavallaria.
Um barril oleo de linhaca.
Cinco arrobas alraiade de zinco.
Cinco arrobas verde ebromio.
Cinco arrobas zarco.
Doze duzias de iblbas de liza, sortidas.
Quatro duzias de brozas sortidas para
pintar.
Meio lenco 1 de cobre, eu lato, segundo
a amostra eiistente.
Trinta espadas para cavallaria.
Tr ita pares de esporas de lato.
Oitenta gravatas de sola enreroisada.
Um lirro de 300 folbas de papel Hollaoda
pautado.
Um dem de 200 ditas dita dito.
Um dem de 150 ditas dita dito.
Um dem de loo ditas dita dito.
Dez solas de lustre para grvalas.
As pessoas que quizerem vender ditos
artigos aprsentela suas proposlas com as
respectivas amostras na gala do consclho s
11 boras do dia 25 do correte.
Sala do conseibo de compras do arsenal
de guerra, 20 de julbo de 1868.
Jos M. Ildefonso J. da Veiga P. e Mello,
coronel presdale.
Jos Bapttsta de Castro e Silva,
vogl se relario.
Salta Cu* a Wserieertfra i* tteeifo
Pela secretarla da Sania Cu* aa Misericordia
do Reclfe ae faz acieote a qoem intereasar, qae ao
dia 3 de agobio proaimo vaadeoro, pelas 9 oras
da manha, do sali da casa dos eipoMos, o lllm.
Sr. tnasdorelro commendador Jos* Pires Prrelra,
Tara pat?amento Saa meesaHdades veocidasde a*nl
a jpnbo a'a amas qw) presentare acoBOanba
das das crlancas. qae ibe foram coafladas.
Secretaria d Santa Casa da Misericordia do Re-
eife, 13 e taibode tSW.
Oecri5o,
- ______Pedro RoiMjto-ae aaau.
o*aaaniai*i m P^rtsagal"'
-Teodo fallecido o subdito porwgo-z Jas
Nogueira da Costa Stares, en regado que
era na casa da aoeiedade CUaoto ifeibeax, e
estando prcedeado-se arrecadscio sto*
dea es seas bens, ee eompdfeate'iirfBMIi
ei tto pele {-relente cormdadw ledos o*
seeararoderea, paro ao proco dedOdraa.
aorasamarom anas c otas no
ysfuea para aeren legariMdM.
Consafedo a Portugal en rVaaMstUI.
deJ^ibode-tWB.
Animes GaaseJ^H
cbaocalfer. -
EMPREZA COMSBA
Sibbado25 dejalbo de 1868
ReeiU eilrtardluil a farar fe
CNHA.
Representarse ha pela anima rae *Uraw-
tisitco e sempre bem aceito drataa em I bro!o#>
a 9 aelos
FORCft POR FORCft
'
o
o;
O
a.
<
CC
2
Pela ultima vez
V3H0J HOd !3dOJ
Dar* Bm ao e^peetaceK a rtm-ie anarafi
da extravagancia burlesca, qae fraMctaan
tem sido applandida
111 NOITE DE CIRIIVAL
l

-3
>
b3
H
O
<
Por despedida
O Canba eilretaameote ngtaaaaai ao ir.
nu JcS Joarte Coimbra, unamtha 4m nVntr
de Sinla Isabel, o ter coo'ediio este aspecUctlj
seo favor.
amos aufirmos
1
lina eicorst a Caeteira it Paaro
Affaaaa.
No dia la de agosto prximo loiaro aa SI
da larde sahira', com de-tiao ao rio fl. Vn*
ata dos melbores vaporee da riaiHlh I
easa, se o numero das naesaas kiscrspiaj al dw
19 do correle fr superior a SO.
A companbia ae eocarrega de soeprir ao* loe>
risias passgem, cavalgadura e coaedoriw at %
Cacboeira e olla a' esta eidadr, tudo pea motiu
qoanlta de I30A010 por pasaos.
Nesta apreciavel diRres-o. por ser a pcea cao
qae se \ rom maior vantagem aquella eiiiiS
da natoreza,se poder ga-ur de 10 a lidias.
Os curiosos e amadores fio cosridad->s a m-
crever-se no eaertpiorio da eompaaem m Fcile *
Matos, em casa dos Srs. Jo^ G iit**r aae J|C, ra-
da Cadeia do Reeife oa oo banro da Sapv latn
roa do Crespo o. SO, casa do Sr. Alvaro Aof**t?
de AimeiJa, onde aefcarlo mais detartadaa nfjt-
macoes.
Depois do dia 3') nio se sdmrtttra' pesaos ahn
ms, slvose se OjorpresMlter a arrsafar po r*
mesmo eavalgadora para a viagosa te Hietaai a,
Carhofira._________________________
COMPANHIA BRASILEIRA
ra
Paquetes a Tipor
B'expendo dasaetas sVMtto
at o dia I* a apeste aspar
Sisar, commaadala prisair
tenante P. M. Daarw, p ajead da
pois gaira para os porto do ral.
Recebem-se desde ji pasiageiror e ragata-
earga qe o vapor podar toadeiar. a aul i
ser embarcada no dia de soa eaegada, <
das e dioaeiro a frale as o an da ssaasba M>it-
ras.
S6 se recebem easao ascomisada oaiacus da
pequeo valor e qne nio eicedam a i patas's c-
bicos de medicio un 2 arrotas d ptse. Tas o
qoepasurdeates limites devora' sor
come earga.
Prevrse se shm Sr. psaaapelrss rao
gens s se recebam aa ageaeaa rea ds Crar pT,
escrlptorio de Antonio Lolx da (Mimara liKifc
&C _________________________________
COMPANHIA FBaVNAJiBUCAJfA
raveiaeia easUira aer apar
Macei. escalas e Peatado.
O vaperfu**, essr-
*"*" *** das SS se
dtanstra aSrsi
aeras da urde do da da istias, sjp esdpaaasr* *
COMPAWBU
Navegara caatein wr
Parabyba, Natal, atoeao,"
Gearae
9
das* Torras,
matsaadl
earaaalodMsadjeaBBaBpdav
tardlo a da sanada aa saulpliri* dar fftva da
HrtoaB.1-
u*I mtlik i uniWkii
arefaeid
Farto


KRGB^BiH H9HI BfiRtffil i:':: S^BcSej]' ft'
^f,W^J4ltrif fcM
*.- "Tta
A escuoa |W
Para
lr*ty eom Tasto Ir-
-v-^
Pana teterade porte-sa*taa' coefrtede brei-v
dtdeo brigae nacional AefcejM 4 capitio Din; pa-
_ Bhw
Pretende sabir par* o referido porto cem roota
breflflais & *elpira escaoa iateNto, por ler >
*ior iitU *^nmn irid, o pw* a penca, que
aa. coi* o consignatario Joaqun
^gna, 4o Trapeos \h
na roa do
da mesma ds. 8,
Blspo

Para

iae*aetMti **
_ie. cor multa brevidade e beca eouheeilo
_ a km naowoal GrHm eipltao o pratico
Je-laria Parrara, por ler prompta a maior par
te da- carga : par* alg urna que ainda poden' ad-
oMltir trata-se cora o sei consigoatario Joaqoira
Gerala-j e Bastos, a roa da Groa r. 53, primeiro
"Tataia
Tfea easai terreas os. 30, 33 34
Principe. .
Tres roelas aguardos
10 It -**
o.srT'
No sitio aa estwdrrJrJttj
O agente Pin* Imai: asaltee*, por aotorisaco
de ama pessoa que relira-se para Europa, das ca-
sis terreas, terrenos^ s*tl aiyaae raamotoaados,
eujaaeflda.se tena necaoanwladal #ir ser ero,
chaos proprios e ji por ler- da paisar par aquella
logar a.eitd%daJMc^ para, Oitfte. tfeilao sera,
effectaade m ** horas es pool. do cima. oo sitio no principio da estrao)e>de Joio de Bar-,
res 3i; onde se tendera" tambera *as depois
os novelee mals-objeeles *1H e4Htes.
"'""
Safe eombraalaado-a aarnaae Htrtencia, tem
earte do seu arregumeot aojajado, p*ra o resto
qae (be falta- trata-fe otnr'os consignatarios Aot
tonie bale de Oliveira Ate'vede k C, roa. da Crot
u 57.
dio de Janeiro
Par o reterldo porto pretende sabir can omita
(KetMade o patacho Gloria, por ler a maior parte
la carga eugajad o pjra o reste qae Ihe falta a
scravos a frea trata.se com o consignatario Jja-
tuim Jos Gonealves Beltro, roe do Trapicha
-~ Para a Rio Grande do Sol, segu em poneos
dJae o. palnabote portugoet /?w Im, espita Jos
Maraes Garepa,, tem narie.do seo.oarMfaoenlo a
bordo, e recebe o resto a frele : a tratar, no es-
eriptorro de Aroorim Irmaos, roa da Groa o. 3.
HSSH**
Ce 11 saeeam tum Mtmetr otee*>, -
menos e masca y.id o,
O agente Martlos fara* li-alo reqperimeau de
| Guilherme Jos de Souza e por mandado do Illm.
Sr. Dr. juit especial do como relo de 73 saceos
rom assueer o quaes se arbam no arm>tem o.
14 da roa da Prala oede se+ffactoara' o leilao.
Sentado 25 da corrente.
As 11 horas do da.
1.....''
LEILAO
LEU OES.
te it e earaeir* a variada,
A 24 do corrente.
O agente Olivera fara' leilSo por coota e riso;
de qoam pertencer por ordena do eapitao Wilson
St >ut, era presenca deate do Sr. cnsul de S.
T. Brltaooiea oesia ridade, precedida a competen-
te aatorsaesodo Mu. Sr. Inspector da alfindega
partico, de cerca da 99 lerdos- inteiros e sollos,
'jb diSerentes marcas, conleodo la de carneiro
variad, a bordo da barca, iogleta Saltn, ida de
ene?niro aos batios de Glinda a 9 do correte, na
saa recente viagem procedente de Sidoey oom
destino a- Londres e mais ama percio de arcos de
fern p-.ra enfardar.
BOaJE
ao meio da era ponto no tinaiem do bario do
Cifiamento, ao cii's d'Apollo, onde os pretenden-
tes pederao examinar dit la com aotecip?;o.
LE l \ o
9 p"e4ii8 e eseravos
(Maila pechincha)
O agente Ponina! Tandera' emleilSo por ordem
do Se Theototio Falit da Mello, como procarador
doSf. Antonio Joaqoim oos Santos And ra 8
meta atoas de os. 4 a 11 e 3 easas terreas deps.
I a 3 sius a traversa da roa da Palma.
Ni masma occisiit) en1er-se;ba por ordem de
outra pessoa urna casa na Capuog* sita a ra das
Oriootas (Jatro Cinto-) em solo proprio, com 2
j-aJa?, 1 qoar'o, coslnba fora, copiar e grande
-( jiotal cm 109 palmos raais ou menos._ Assim
oso vendar.se-ha ruis na mesma occasio doas
negras de meia idade, preprias para qoalquer ser-
ico, 1 negra.de 30 annos perfeita cosiobeira, 1
dHa do 4t', cosiobeira lavaeira.
No armaiem do dito agente a' roa da Crdi o.
62, 1* indar, as 11 hora-.
8e ama borra. 2 qriario?, orna ecrava de 30
aonos de Idade, cosin-ieira e ama escrava da
meia idade.
M
Pelo agente Mu lias no armaiem da ra do Im-
perador n. 16, as 11 oras do dia.
De SO caix-ts com ceblas novas
HOalE
O agente Pestaa fara' leilao por conta e risco
do qnsm pertencer de 50 raizas com ceblas no
vas desembarcadas ltimamente, oo Annes, no da
actsu meoeionado as 11 oras da manbaa. ^__
'JLESIIjAO
DE
De orna graide osa terrea com sota*
O agento Poloal vender' em leilao orna trrn-
de casa terrea oom sotao. tita a' ra dos Guarara-
ftec o. 62, coa dou grande* salas, sais qnartos,
cosinha fora, cacimba a quintal, seodo o sote fo-
reiro.
Teroa-leira.28 do eorreote.
No seo armaiem a' ma da Croa n. 63, i* andar,
as 11 horas.
___________i i ii i sssmmmsm:
AVISOS DIVERSOS.
Precisarse
de um hornean portogoef da idade de 3o a 40 ao-
nos pouco mais-ou meaos^ para eaxaafo da; nal
eoe ,ho na provincia dan Alagoas : a tratar oo
largo do Gorpo Sanio n. 17, 1* andar.
O abaixo assignado declara qoa os banbos
lidos em-r* denunelaeona, matrii de Santo An-
tonio e de qatiwu.o Z>Kioa;aja nao se en-
teodaeom o abaixo assignado qne na* afta' eso-
tratado em casamento coa a Sr.* Bilbina Catbari-
a da Silva, era com nedbama outra senhora.
Recife 21 de julho de 1868.
_______Lolx Pires Galvo.
Aloga-se a casa da ra dos Pescado-
o. 33, con todos os parlotees de urna fa-
brica de sab3o que nella esteve estabelecida.
Trata-se com Jos ti no da Silva Ma-Vista,
raa do Vicario d. 23.
A pessoa que anrjaoDciou precisar de
2:500# rs. a joros da um por ceoto, com
garaitia em bens de raiz, dirija-se a roa do
Imperador o. 30 1Q andar, que se dir
qoem faz esse negocio.
Achou-se uta molho de cbav.es em
om annel de ac; qoem for seu dono pro-
cura na roa da Cruz u. o.
GtoiPernambucaaO
DomflgUB16 do correte bavr
-Calie
l'recisa-se arrumar um p
aotAkAraattalra, de boa
de tTWBWanajae ja tem al
ualquer outro esta
Os metf:*Jrei
rado:
mamante ejsjnpsios a
MoliMl loTi-apic
J1***
POTOGU
am-se na pbotogn
a do Cabog d,
Matriz,tambei
ueira de|WfcBoa
raahja dfWsa im-
oroTivraria Eco-
J aoaiio asaigoado avisa a pdsToa qne
em oajcoclrelra n 45 da roa do 1 operad >r, ama
horror.*)'desde o dtt tC do>>ejdti passado qoe a venhi bo abaixo assignado, sob pana d,a o oie (aaeadffao
prazo dd 8 das da dala deste, asar o m'srao abai
xo assignado do sea .dlreile. Redfe 19 de iotno
de 1968.
. ..Joio Batala Nwnorlaaa,
RigaUe-Boe*. ^atolo Jos Barbasa Babia
no, residente em Ouricury a- da presenta oesta clr
dada, o lavor de cemparecer a' ra de Horm o.
96, para ree*6*er Urna rarta de Importancia vlnda
do sal para S. S., das 6 as 9 biras da raanbia oo
das 3 borat da urde em dleote1.
"BSiiAtco juros
Oa-aa d* ama d:us cont daris sobra byo
thacas : na traversa.do Lima n. 4.
------------ __._.______.______-
Protesto.
O Sr. loi Antonio d Liao, da cidade do Rlp
Formoso. nao pode alienar ou hypothecar os seas
bees visto estarem sgetto; ao paramento de nma
letra, wocide por S. & aceita, superior a 4:0004-
Reeife 13 de jumo de 1869.
XjaqoUn. Martinh> da Gru Cirreia.
Preciaa-sfr de 2:5000000 a juros de i
por cesto, com uypoilieca em bens de raiz:
quem tiver aonuncie para ser procurado.
Jojrqom ne Aqomo Kouseca 9
transferlo soa residencia do sobrado n.
I 44 da raa Nova pira o de n. 39 da.mes-
nu raa, eai ram cooiiDiia a dar cnsul-
tai medicas das 6 s 9 bor*s da manha, ^
jfg) e somente era casos argentes, das 3 as fl
oda Urde.
um
Hotel1 Pernambucaao
Na roa das Grnz.s o. 39, precisa-se laltar oom.os
Srs. abaixo meoeionado a negocio, e com o nii
compareclmento se declarara' por esle Diario,
qal'o negocio a qae-rofere-se.
Dr. Aoiooto Rantrel Torras Baodalm.
Emygdiodf Lavor Paes Brrelo.
BarnardTno Osear Ffeire.__________________
Ama de lcit&
Preetsa-se de ama ama de leite, prefere-se sem
filbo : na roa do Amorwn, a. 43 segundo andar.
CASAS PA AlifiAR
Jos Jacomo Tasso lea para alagar um sitio e
casa na Croi das Almas em [rente ao sitio am qae
mora. Mais ama casa antija com mnltjs eommo-
doa na roa dolRio do P.co da Panella, doos arrpa-
zens na roa da Praia da Santa Rita com eobaraoe
para a mar: a tratar em ssu escriptorio a roa
do A mor Ira n. 35.
sita
o-
do
sta diecase.
ARLJtS) AYRES
Ao pre{ iei 50MIIVMBa
pfctttograpbia jaftpjafbogo
tirar retratos em cariPA9.de vi-
1 A 9^080 A DUWA
Nos retratos feitos neste estabelecimeote
emtaga-ge toda cautella, para Offerecer-se a
twf'Ga Btlz>do trabalbo as melfiores coni
difdes dedoracSo; douram-se e Bxam-se O
retratos sem olhar-se aeconottrraa eapplica-
ae ama lav gem ampia e continoada para se
extrabir todo obyposorflto de aorta, cansa
da oltmcao das prowa.
Alm disto os nossos cartoes de visita sfo
terfJMeiras photograpbias, que n5o preci-
sa de retoqnes do pintor para Ihes desfer-
carem-08 defeos, e onvida-se a qoem qoi-
zer a passar sobre elfes orna esponja molha-
da em agoa, ou a dehea-loa mergolhados por
espaco de horas em agoa otj espirito de vi-
nt, se apresentarem alteraclb ^er5o pagos
pelo duplo do qoe tiverem custado.
A pHotograpbia est aberta todos os dias
das 9 horas da manba as 4 da tarde.
J. Ferreira Ylelau
DE
ALBERTO hTO
ti
O Or. i. R. Pereira da Suva contiwi*
'a residir n roa da Crux n. 40, 2* andar;
da* eonsolt tr.dea os das das 7as 10 br> '
ras da-manbaa. E>ppc,']idadsparlse
i awlestus das vja ooriorias->e cctupro-
mette a corar em menob de om mes as
carnosidades da orethra, nada recebando
se a cora nao f6r completa.
MATRIZ DE S. ANTONIO
RETRATOS A OA)
12.
Attenco
por
s
Madaaca/ de resideacia
O Dr. Igoac'to AleibivSee Velloso, leo-
do modado a soa residencia temporaria
mente para a ra Nova a. 45, primeiro
andar, roga a todas as pessoas da fregoe-
lia da Bja-Vista, qoe Ihequiert-m hon-
rar com os seos coaaados, o obsequio
de dlrigi-los a botica do Sr. Joaqaim Ig
naci Kib-iro, na praca-da Matriz D. 22,
aoode ira' todos os dias das 9 as 10 horas
da manha.
Poglo oo dia 4 do correte a preta de N.ir;i i
nome Loxia,qua represeota teraldade de tOetintos
aonos, com os sunas segalntes: alione corpa re-
gulares, tendj na te la a jumas pregas, pormolivo
de a nroilas aaavis vender faisavlas e presentemen-
te vendr doce e mals diversas vendas, quando
esta fngida dii qae est pagando semana, dita pre-
ta mallo coohkcida por ter coohecido maitos se-
ubore?, levoo vislido de chita da asseoto claro ja
osado, panno da costa fraocez com franja braoca
tarabea) ja osado, costuras procurar os arrebaldes
i dasla cidade veodeodo f. oclas, por isso roga-se a
| qoalaoer pe.-sea qqa-delU der o'-ltcia, pudendo pa-
| ga-la aa. Uva-lava roa do Uondego o. 4 qae-receber
a dila-gratiflea^af, qoa sera- de 50090.
mmmmmmmKxmmmmmKmmnmmm

O abaixo assignado thesooreiro da confrarfa
de Saota Rita de Gassia, pede,ana irmaos e mais
devotos qae sbscreveram para a imagem da Pie-
dade, qoe tenham. a booJade.de reeolher snas es-
molis, visto a imagem estar qoasi 4 concluir, e
qaerendo dirija se a roa do padre Fioriaoo o. 71
segundo andar.
__________Maximlo Joaqolm Ferreira-Alves vende com aoiorlsa-
g.io de seus credores, saa taberna sita a Ribeira
da Boa-Vista o. 3: a tratar na mesma.
A coocurrencia progreeiva para o uasso eatabaleflmento exigi qoe o Sr
Alberto Henschel Ozesse -outra viagem Eotopa, aftrn de airgmeotar o pe*soal do
estabelecimento j consideravel por novas torcas.
Como o Sr. Alberto Henschel nao poupasse despezad o trabalhoa, eooegBi
engajar artistas de priroeira ordem, de son que agora lodo e qoalqter ramo ale pOjiL.-
gradoia e pintura acba-se preeachido, e est oosso estabelecimento ao nivel de qualqanr
outro do mesm.goflero na Eoropa.ij ^ \ l'|i|..ijr< m
O artista qae est encarregado de tirar os rttratos era gerente e> aao a
maiores estabelecimentos de Vienna (\ostria), onde era seo trabalbo apreciado peta bel-
leza e brilbo dos retratos, e principalmente pela elegancia e inganoiade dea pnmjkm.
Alm disto fez o oosso estabelecimento acqaisicao de dona doto e toban fi>-
lores, qne podeoi satisfazer s exigencias de publico com relacio s pbotograpbias eeOari-
das, grandes e pequeas, assim como para alfinelec e cassaktaa.
Tiramos tambem retratos coloridos do novo systema
MAKFIMOIRAPIilA
Este systema d; retratos tem sidomoiti acolbido na Europa; e ajaemelba a
s pinturas sobre o mrflm, execata las com V maior perfeicao, e excede ea brLo coV
res a tudo que se fem produzido na phot graphia at bi je.
As amostras de>te systema estao expostas em nessa galera
Agradecendo a corrauca e concurrencia numerosa qoe temos tMo at
peramos agora peder satisfazer a tedas as maiores exigencia*, e crnTidamoa
mente a aquellos dos nossos freguezes, que nao caram saiisfeitr s com os tr
riores, a tornarem a nonrar-nos com soas visitas; ? ato como, por oras forew o
ramentcs na luz de nossa ofBcina, estamos do caso de desempenbar todas a
P. S. 3=3 Estando mu para establecer urna casa filial na Baha, e tendo o i
pintor,
O SR. PAPF
recebido d'ai convites urgentes, convidamos igualmente ana nossos regoeze*.
.ejarem ter os seas retrato! a oleo, para qoanto antes, benrarem-nea

N.2D
joias
W 9 T.
N. 2 Di
gHP^ (OR4CO DE OCRO.
ERNESTO l LEOPOLOO
A loja n. 2 D mu talada Coraeao da Ouro aa roa do Gaboga, eaa-so rora i
do ao respeitavel pabico, com especlalidade as pessoa* qae honrara a moda, os
Looreneo de Meneses Cysnelro Bndeira da Meh- ?,de/*rlsvpw ano$ W P01" ce"t<> doqoe amoutra qaaiqaer parta, gara
lo, Jos de Meoeaa Cyaoelro Baodeira de Melle, IWez da obras. *
Antonio de MB"tes Cyseeiro Bndeira de-Hallo,! u respeitavel publico, avallando o desojo qoe deva ter oa proprwtarios da i
' Joiooa de Allemo Gysneiro Bindeira de Mello, i !0 4D* ^aer progresso em seo negocio, deve ebegar inmediatamente ao concia da
i Emilia Gesar de Meneies Cy-oeiro, Aoaa Kraocis- "Bl.s com Prfeitos brilbantes, esmeraldas, robios e parolas, verdadeiraa eto afama i
! ea do Reg Helio e J js Aurehaoo Cesar da Heos- >aoto preco de 10#, brincos modernos da onro e coral para menina pata praca 0 JaV
zes, cordeaimente agrade.-.em a todos aqoelles qoo Prat* com caEl0s de ^artlm e madreperola, obra de modarao gosto (o qae eacoatri
i se digoaram asststir as ultimas exequias qoe raao 0Dr) vollas ia ouro com a competente erosiona rcameote eefeitada pelo paqsMOo praca da tSV
i dar m celebrar por alma dft soa mol presada mar, s de am trabalbo pereilo por um mdico preeo, cassoietas, trsneelins, polceira-"
! o sogra Joaona de A.l=ra> Cysoeiro, e novam<>ate uatos, e ouiros modeles todo de alto gosto ; aneis proprios para botar caballo a I
convidam a i.d'.s para qoe se dignara assistir a i m8Dt0* B articrosetas tem o Coraco de Onro um completo e bem variado ai__
i reisse do stimo rliaqaetera logar a 27 di corren fostoa, btHoes para pannos com dramame, rttblns eesmeraldas, obras estas importaaaaa ja'|
le, pelas 7 horas da maoaaa na igreja de Santa Rita lor i* P61^ gosto do desenho, brincos de forma da delicada maoslnba da i
| da- i gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para horneo.
[-<;
COt-
Na roa de S. Goocalo n. 29, lava se,
eogomm se e frisa se babadiabos com
perfeiqio, servico feito por escravas
administradas por pessoa qae se res-
poosabilisa pela prsmptidio, asseio e
Sel entrega da roap?.
!<}
L-.;
.. diversas obras 4a
mailo gosto, ernslnbas de rabies, esmeraldas, perolaa e brilbaoles, anneis con letras,
sryetal e ouro descoberU para retrato (a iagleza) brincos de franja, ditos a tmperatr
qaor joia, para se cid car retratos e obras da caballo, e onlros rxuitos objactoa ojm os
contraro no Coraco da Ouro qoe se conserva cota teda a amaaiUdaee aos cuaueaaea
se da aqu mencionar procos do cortos obiectoe porque (desculpam a manaira da fafler)
prages talvex algoeo faca mo jairo da obra, por ser tao diminua quanlia a vista de sea
Na mesma loja compra-se, e iroea-se onro, prata e pedras preciosas, e la
tos, por meaos do que em onu-a qualquer parte, dio-se obras a amostra coro
o Goracao de Ouro aborto ale as 8 horas da noiie.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Corceo de Onro nao se poden' eagaaar cosa
Tenor ;-da' licSes de canto e piano e eucarregase. KYtiiSo deplora Ki.>Woulros~die- ?*,?,. J^!*~*&.*!*** piolado deamareilo, alem de cairo que se
de aunar os .esmos fastrirnaatos. podando Mr-uMes a us doous deste, e.ubeUeioentos a mator, rotnl (8t0 s85"1"" > woseqnenc de terem Ja' algoaiaa peasoas anaaaado cesa
procurado na ra do Vigario o. 24, 2* andar, das. censura, para o qne oo uiorisaram a pessoa al- ------------------------------_____________________________________________
dei botas ao mel dia. cuma.
Na mesma c?sa esto a.disposico de quem pos- --------------;------------------------
sa ioleressar os mais lindos romances francees e (J^ffis (J 'tJlTO (lO KOCIO '
Grande sorlimnto de machinas america- -**'",,,de U(D men,no par4 calxe,r-: "
as para descarocar algoaau, ebegadas ulii- (r_oa iLe'IL^J-------__-----------
mamante de om dos'm.ltoreslbricantesV^Nanb^m^d^
deste genero, por menos preco do que em ag ponis destes estab-ieci.meotos se junta *' i
qualquer outra parle: na ra Direita o. 53, nones atgoos rapates, os donos nao podem fai-is
Inia do Braia 1 retirar, visto ditos estabelecimentos serem casas ]
_'.._______?________,--------------------- poblieas. Su alnurn dees procaram observar as
J. Coelbo Birbozaacaba de cnegar do iilo de Ja- riii aineia-, bom sera' que o preludiado d urna
neiro onde exerceu'sua profissao oa qualiaade de qneixa frraal a" autoridada competente para pa
Italianos, booltas quadrilbas, polkas, sohortiacbs,-
Na ra do Crespo n. 16, -loja da Duarte Pe-; wa|SaSi recitaUvos,polkas,maanikasilaBds too-
. H A.G. de Abreu cjocluir o ieo leilao de fa-
rdadas iogletas e fraoceas por iterveucao do
agente Pestaa : hoje 24 as II horas da maobaa
oa sea armazem raa da Cadeia.
Leilao
Oe easas terreas, un sitio e terrenos,
todo en cales proprios,
A SABEB:
Uta sitio no principio da estrada de Ji?ao de Bar-
ros n. 33, ao lado do nasceote, todo morado, coi
210 palmos da frente e 606 da fondo, casa de mo-
radia toda illammada a gai, com cacimba e ba-
uheiro. ,.,,.,
Oa terreno junto ao raesmo sitio, ja morado,
om 90 palmos de freote e alicerces para tres ca-
sas, de 30 palmos de trente e 75 de fondo.
Om terreoo todo mprado no becco do Pombal a,
15, coa doas meias agoas, cacimba^ e arvoredos.
reir & C, preeisi-se saber noticias do Sr. Pelippe
da Silva Ponte, fllho de Antonio Jos da Silva
Leite, natural de Grosellas do Conselho de Ameres
em Portogal; consta ter sido ettabelecido para os
lados do Arralad, e caso nio eiista deseja se fallar
com seas berdairos, afim de se poder habilitar a
orna beraoca.
Protectora das familias
Agencia de Pernambaco.
Em comprmanlo do ptevtaido no aru 29 do
reglame nto, sa c jo vida a lodosos Srs. eonlribalo-
tes desta assoeiaoo, qoe ainda nao tiverem apre-
sentado as eerlidSas de idade dos segurados, para
qae facam entrega dallas oa respectiva agencia,
roa do Livramento n. 19, afim de ser expedidas o
mais breve possivel para a inspectora geral do Rio
de Janeiro.
(A* cerliddes devem ser selladas e reconhecidis
por tabelliao.)
Recife, 20 de julba de 1868.
O agente.
_______N. F. da Vidal.
l Precisa-se de orna ama qoe saiba cosiobar
para casa de botaen solteiro : oa roa da Cadeia
n-59. ______;
Precisa se de ama ama para cosiobar em
casa de homem solteiro: a*, roa do* Ossos n. 19
Ainda d-se algom dinbeiro a loro? sob pe-
nhores de escravos : na roa do Padre Floriano
D. 71.
m
JabOto.
Tendo de or^nl>ar se ama companhia por ac-
(oes para levar-sd a laito a coostrueco de urna
a'
SeU i lnba de carris da ferro da diada do Bocife a' po
agradecen! a tO-^ 0acao de Jiboato, oa forma do contracto cele-
dinbas brasiletras por diversos autores
D. JannaAlvesBarrws^d
jiai Antonio A Ivs Barboza
dos os seohores que se
com a saa presenca o acto -.
C5o do corgo de sen flnado marido *mp%S2!!^
Manoel Goocalves dOliveira, na matriz do ^ gri. capiultsus, commei cuntes, agricuUores, e
Corpo Sanio, e-aesque O acompaoharam ao qnaesquer ooiras pessoas mdooaes e estrangeiras
cemiterio putliCO, no dia 18 do correte ; qwdasejam dar luaralivo empreg) aseo dlobeire.

Recite, 19 de-jolhe 4e-l868.
Soeinlade Lioenrl liuie Beoefieente.
I Sao convidados os Srs. socios eOectivos, com-
prehendidos no art. 9 e seos paragrapgos. dos e*.
ututos, a tomar o respectivo assento domlogo 25
do corrate, no Becife, travessa do Corpp Santo,
D 25 primeiro M ndar, a' 10 horas da manha.
Sala das sessOee- a Sociadade Liberal Uotio B.
taeOcente, 23 de julho de 1868.
O 1 secretario.
16.Rua da Cruz16.
Ha diariamente oeste estabelecimento tm sortimento de doces
TSS^S^^T^'^^^^?^^^ bolos inglezes, podios, pastis de diflerentea qaadadea, fiambre ele.
Novas conservas e licores, apa de ro&ao o de lor t'
vinhos iovos e maites oitros geaerso e atolhaioo
Para S, Joo.
DiTcreutes trabaibos de assucar; amendoas conteitadas e papeae pa
Recebem-se encommeodas de trabalbos proprios do pastel
jan tares, bailes, baptisados e casamentos, baveodo para isao enjertes
repooso da soa >*flo %*"*', "^c"p!fnri" 1T.I com bolinbos tanto de armac3o como sem ellas,pes-de-l e ootros"
, j Ibes proles. -ffilS. aJ S^iSSiS^tiSSi ^dos sendo o de cor fita 'com assacar.
O dono deste estabelecimento'tem resolvido substituir as
de papeUe e folha, por armacoes de assuca.r competeDteroente decoradas.
provincia como para fora, sero as encommeodas bem acondicionadas.
Neste estabeiecimeoto compra-6e pende de me>ancia (niolo).
e pedem aotiieaam.oenhoroi que se dig-;l%2Z^?wX. T*m. de
e ao mesmo. lempo coDcrrer para tao importante
melborameoto na proviecia, a qoe sirvam se de
nem de asststir, no da 24 pelas 7 oras da it&crever seos nome* com a declarago do numero
manha missa qae na mesm matriz tem *o acc5'es_qoe quizerem tomar, em urna lista que
de ser reseda pceteme-
alma: por-cojo favor desde
tam sua gratido.
ministrados todos os esctarecimenlos
e dados demooslratlvos dos lacros orovsvels da
easpresa, a qaal esta' calcalada em 700:0001000,
real i < veis ero 3500 ?ccu cojas entradas serio faltas por esimas parles.

Tb.aoj'hilo Pedro do Rosatio. ria, na roa d Aorora.
pede-se attenoao.
Fugio em o da 14 do correte a escrava Dio-
ny-ia, de 24 aonos de idade, levando comsigo saa
fliha tnolatiaba de pooco mais da nm anuo de
idade, de nome 7. arolra : qoem a anconirar lenba
a bondade da lava-la a seu seahor o Dr. Virgilio
. ICo'he, no Caldeirelro, oa a'- barooeu da Victo
Sovoe grande df^osito de superior carvo de CardT
BaMa,
Antonio Goaa dos antos 4 O, roa Santa Barbara a. i, m
rvo a m condicoes mais favoraveis qoa am oatao qualqaer deposito, a
vrem naesaUa porto, A coniratar naaU r


teltt
ira
ft'i "t
858.
V
RELOJOARIA E BIJOTERIA
49 ru Cadeia do Eecife 49
E. AlGl*TO IlEf.OtXUE;
O dono deste estabelecimento participa a seas freguezes e anigoeoae
nradoa sua loja de relojoeiro da roa Nova n. 50 para a roa da Cadia do Re-
cite o. 49, aoode se eucootrarSo sempre um grande sorlimeolo de r elogios
de algibeira de oaro e prau dourada, suissos e inglezes, como lamben de
dos mellHMK i>rii
ras, cadeias, pnlsnM
[muito em conta. Ni
iqtelTjrWpfOBimegtade, obras de m
i aobeia, alfinetes, ele- dos memores g i mesma usa tazem-se coocerios por pi

DE
Agostinho Jos dos Santos $ C
ictr.nae
i-ir.
I
W. 3A--IWJAMO CABUCA--S A
Acaba da abetar a asta etabeledneota nm variado torilmento de iotas da ocre, prata
OraaaMs; cono sejam aeerecos de ouro com brllnaaies e sem elles, meios adereces, pulseiras,
-jta-lr para, Mralos, voiu da parolas coa crax ae bnlhautes para pescoco brincas, rozetas,
=M<0,*U^rato 'do Pono^CalIx para nissa o sala rica qoe na esta ganara, faqeeiros, eestas, Iractelras
fariobalras, copos para coliepla,twielr Cmpram-ee a recebe m-se en troca obras vainas de farlibantes, ouro prata, pagando-se,
TMtt]osarnnie.^ ^^ ^^ am ermdo4, brtlbaatee, obra da goato alor.
Precisarse
da ana sosa para engommar para ama familia,
prefarindn se escrava : a iraur na roa da S. Gon-
celo b. 26._____ ___
rr- Preeisa-se ainda de costobeira : na roa do
Imperador d. 73, 2. andar.
1
BOTia
Precisa se de um pratfcante para pbarmaeia,
na praca da tija Vis
oue Irabalbe algnma coasa
ta o. 21
Renaissance
Fabrica e mobilias, cat-valuo, seulpta-
4* en benim.
Agenda.i Praca do commercio, (roa 4o Tra-
picas) no escriptano de Tbeod Cnrisilansen
Trocam se
ls notas do banco do Brasil a das calas filiae
don descont nraito rasoavel na praca da late
oandancia n. 22.
Aluga-se o sobrado coro sillo o. 7 a* Psa-an
ceas da Magdalena : a tratar rom J. L de Ma
go, a' roa do Traptibe n. 3, 2* andar._______
Companaia pideidade de sfgnros
marilirocs e terrestres, estatele-
da bo Ri de Janeiro.
Capital ^200,000^000.
Antonio Lniz d'Olivevra Azvedo & C,
agentes desta compaabia,- totaam segaros,]
a riscos martimos e terrestres de mercado-
ras e predios. roa da Cruz n. 67, primeiro
andar.
Almoco e jantar
Almoco e jantar
Em rima easa particular na ra estrella
sirio sobrado n. 35, fornece se almoco e
a aseio e ororr-ptidio.
doRo-
jantar

m*
iviso as fumantes oe bom gaste]
Acaba de chegar om sortimento com
pelo de charotos finos da Havaea aos
orees de i?A a 424 a caiiinba de 100:
na ra da Crur. o 33;
Mullas, maches e cavlos.
Desembarcan! boje de bordo da barca
franceza Aofre Dame da tomport, bonitos
aoimaes entre elles lindas parelba e algunas
mancas, podendo os pretendentes v-las lo-
go naoccasiao do desembarque pois all
Ignacio Pinto dos. Sanios Saies.
Joaqolm Jo.- de Lima.
Joaqun da Bocba Siqneira Carvalho.
acnarao com qoem tratar, o qual devera ser .Joaqaioi da Silva Alves Ferreira.
leito no caes da Lingtta.
Alaga-se ama leja na roa
rra para tenda de mareineire :
Amaro roa do Lima n. 3).
do Ho-picio pro
a tratar em Sanio
Joqtm Jos Goncalves
Beitro-
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Saeca por todos os paqneles sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os segnin-
tes lagares em PorlQgal:
Lisboa, j Xifi
Porto. I IL I
Vanoca.
Guinares.
Coimbra.
Chaves.
Maraes STa C.
CssBOvos i^otos da frajjiU amazonas avizan o piVC, parc^larneotft seus fre-
goezes,, que elaceatina a acbar-sa constanteneote soprida do que ha de melnor, e mais
moderno enfazeffa.is de lolas asquarlidades, para oq envidan todos os neios, ja
compraudo do qu vea de melhor a este mercada-, j mandando vir, de cooU fjropria,
da Europa por lodosos vapore^ ajgmas especialidades de faltada* de (josto e pbantas.
En'seo variado e epIenlido sortiuwnia, encontra-se sempre, alm de notto* onifb
artigos, o segoioto:
Luvas de juviQ sempre frescas, janeas e de cores, par senioras e para honens.
Faaeidas propras para casameoios, toes como: ricos es(ido$ de blonde; janifeantlqae
braBjcedsaperir qaaliJade; selitg.ff gros denaples, braocios; magaiBbas colxas de
danafteo desU de diversas cores ;o\tinados para camas de 25J rs. 80i5 rs.Moito
atados e magnficos cortes de vest-Jos de seda d corea daitcadas-e nodarnissimos goatoa:
Variado sortimento de s las lisas, de lisisa e de quadros.*M5fc brancas bordadas ;
e ditas con 3 6 orden* da pafos, fazenda de nnito gosto; assim como as bonitas saiar
de 1aa com barras de cores.Ricos corte vestidos de canbraia branca bordados, o que
ha de tois fino e melhor gosto ne&e geaero.L5as lislradas de seda, e poil de chevre
de diversas e boettas cores.Atpaicas lisas de diversas cores.Superiores caSaqninhos,
on basquinas, de seda prta enfettados, e do ultimo gosto.Fgaros ou jaqaetinhas. de
seda com enfeiles prtos e de cores.Corpinhos de canbraia bordados i Marie Antoi-
oeite.Carnizas bardadas para enflora.Ricos lencos grindea e pequeos de cambria
de limbo bordados.Um sortimento variado de baldes regaladores, e de outras qualida-
des; at baldes de arcos mui tos bous a 2| rs.Veslaarios ricos, e eoxoval completo para
baptisados Enfoites de cabeca, e cbpsus de diversas qualidades para senboras.Sor-
timento complete de carnizas para senhora* e para bomens,Bonitos tapetes de todos os
tamanhos.Un variado sortimento de roupa feita, malas e bolsas para viagen.Fioiav
simas chitas da Persia.Grandd variedade de eambraias e cassas brancas e de cores.
Pannos Anos casemiras, e maitos outros artigo*.
Ejperam finalmente os riovos proprietario* deste estabelecimento. nao s a proteccio
e concorrencia dos antigos fregueses da Fragata Amazonas, como principalmente a alten-
gao e bene .'o'encia das excellentissimas familias, e do publico en geral, para virem em
dito estabelecimento verificar e certiflear-se da veracidade do que varannanciado, certos
de que encontraro sempre agrado e sinceridade, e a melhor boa vontade em bem servir
a todos.
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA N. 7.
Cootlooa a ebaiar da Parts a Me estabeteei-
msoto boa isriloMaio de calcadotscoibMo dos me-
'hores fabrUaaUs daqaalla grande praca, asno
J '.orna grande arladade. de qulnqnilbaria a de no
dores, eMb tfam es qn paMftnor a mencionar
tros amos as foaaa u reasm com dranno-
tos lacroi.
Botinas para lenbors
setim, daraqtie branco, pretss e de efires.
Botinu para acallas
dnraqoe braceo, preas a da ostras ailas cora
Latas da pellica
do verdadeiro Joavhi, brafieu a pratas.
.________J*T*e e seda '/v- i
brancaa, prals e de outras cprjp--------"~"
mnito boas, brao
raadnos;
coaftltaria '
? ettsj
no aaaaa. ra da
Jn, a,
Urna noite de cararnTal
%Jk M. i V V/ tu
Viseo.
c. y
Villa de Conde._krk
Arcos de Val de Vez.
Viabna do Castello.
Ponte de Lint.
Villa Real.
Villa-Nova de FamalicSo.
Lamego.
Lagos.
CevilhSa.
Vassal (Valpassos).
Mirandella. \ .
Beja.
Barcellos.
Praca do Corpo auto n. 17.
Precisa-se fallar com os Srs. abaizo menciona-
dos a negocio de t>eu intertsst.
Precisase de ama ama para casa de pouea
familia ; a tratar na ra larga do Resano n. 26,
2 andar._________________^^
ATTKNC40
Hoga-se de-aovo io Sr. Francuco Leonardo de
Siaaeira, teou a bondade de appareetr a rna No-
va n. 46, loja, a negocio qae oSo ignora, o que pao
lazeado no espaco de 8 das deslarar-se ba qoal o
negocio de que se trata^___________________
Precisase de urna ama forra on escrava qoe
ngomme e cosioba perfeitamenle, para casa de
ponca familia, paga-se bem : a tratar na travessa
> Madre de Dos n. 18 oa na roa da Aurora a.
i8.2 andar.
D. Umboiioa Ro
na Belisa de.Gamio Libo, rjeitiano Angnsla Oe
GasmSo Lobo e Trislio Francisco Torres, agrad-
cem do intimo 'alma a todas aqaellas pessoas
trae sedlgoaram de acompanb,r ao cemiterio' pu-
blico os restos mortaes de seo presado esposo, pal
eaabado o major Manoei Jaaqoim Pereira Lobo,
e peden a assisiegela dessas mesmas pessoas. e
des domis prenles e amigos do- uie.-mo finado
para orna mi^sa de reqoiem qoe pelo sea eterno,
repoaso maodam resar no cooveoto de Xossa Se-"
Mora do CarnK, quinta feira 22 do corrente aa 7
oras da manttia. ___
aaaaaaaaaanannnnnnnnnnaaaa>
Saniel Pewer Jtinstoi entaitU
Rna da Senzala Nova n. 41.
aaaacu na
aTBjntil^iode Low Hoor.
facbas a vapor de 4 e 6 cavalios,
Moeadas e meias moendas paraengenno
Tana* de ferro coado e batido para enge-
nbo,
Arrbs de carro para om e doas cavalios.
Relogios de onro patente inglex.
Arados amer i canos.
rVlacbiaas para descarcear algodio.
Motoras a ditos.
Maeldaa* de costara.____________'
Ha pr-ica da Indapeodancia n. 33, loja dt
, compra-se oaro, prata e podras preciosas,
odoe
te fax qnalqner obra de
qnar concert.
encomio en da i
MARTIMOS
CONTRA FOCiO
A conpanhia Indemnisadora, estabencida
praca, toma segaros martimos sobre
seas carreganentos e contra fogo
Joaqolm Goujalves Vianna.
Jos Elenterio Carneiro da Caoba.
Manoei Florando Ferreira.
Pedro Mandes Advmcula.
Targioo Francisco de Helio.
Pedro Alezandre da Silva.
Manoei Suriafroo do Res Campeile.
Jos Cyprianno Antones.
Antonio Pbiladelpbo Pereira Dntra.
Aotoolo Joaqolm de Barros.
Antonio Joaqolm Machado.
Antonio da Silva Marques.
Antonio Joaqoim dos Santos.
Antonio Jos de Brlto.
Antelo Ferreira de Lima.
Antonio Barbota dos Pasaos.
Antonio Francisco da Silva.
Aotoolo da Costa.
Albioo Pinto da Silva.
Augusto Jos Ferreira.
Bento Tupinamb.
Bernardo Jos Lopes Braga. .
Beroardino do Res.
Candido Marciano da Costa Ftrrc.
Cyprianno Lopes Gslvo de Mora.
Dom>ngos Julio de Freitas.
Domingos Jos Pereira Gon^alves.
Francisco Paoirno da Silva.
Francisco Manoei dos Santos.
Francisco Serapio Pereira.
Francisco de Omeira Coeibo.
JaciDioo Angosto do Amaral.
Joaquirp Milete Marii.
Joaqoim Morelr de Handooca.
Joo Jos Barbosa.
Manoei dos Santos Ferreira Baos.
Joao Cardozo Brrelo.
Jlo Felippe dos Santos.
Jos Teiieira Barbota.
Jos Ignacio da Silva.
Jos Barbosa da Silva.
J-u alaria da Silva Ferreira.
Leonardo Jet da Silva.
Malblas Coeibo.
Marcelino Jo? da Silva.
Manoei Francisco de Mattos.
Manoei Felippe do NsseimtBto,
Manoei do Reg Pinto.
Manoei Joe Mavtins Rodrigos.
Tbomaz Gomes de Almeida.
Francisco Joaqalm Goncalvoe.
Affooso Cavalcanil Olivtira Macal.
Jos Leandro Radicbe.
Pedro Jos da Croa.
Joaqalm Coeibo Accioll.
Jos Lea de Azevedo.
Aisis Aognsto Tavares Vleira.
Manoei Ferreira Brlgadelta.
Jos Bernardino Alves.
Lola Angosto Ribeiro Mavlgnier.
Jos Joaqoim de Barros. i
Maaoel Joio da Castro.
Jos Mara Monteiro.
Antonio Ribeiro de Aojo.
Manoei Antonio da Silva.
Torqnato Laorenlino Ferreira de Kelio.
Jos Mari* ~Naoes.
Augusto Cesar da Silva.
Antonio Ferreira Dos.
Ju$ Loarenco Bastos.
Jos Antoolo Henriqae Pasaos. -
Hermenegildo Jos de Aleantra.
Modesto Virgilio da Anoanciacao.
SLirado Alves da Silva.
os Pinto Soares Coeibo Jnior.
II I
il
Alm do grande sortimen/o dfs melbores machinas americanas para descarocar
alRodo, de 12, 14, 16, 18, 20, 22, e 2o, neste estabelecimento so encontra mais o
seguate .-
Aceite de espremaceteproprio para maclH- Peneiras.de rame para padaria e refloacoes
na? de todas as auahlades: ... tCprrenle* para alraanjarres.
Vapores deforca de 3 a 4 cavalios. [Machado* e facSes americanos.
Serras avulsas para maehinas.
Manc3es e todos os mais perlences para as
Lavas de caarte
fioaa a umbem eocorpeda* para montarla.
Obras de aura tea
brincos de onro e le para seabOrae e meninas,
oulseiras, bolees de pnohos e do abertnra, traise-
los, correles e chaves de relogios lado de gosto.
Retinas para henea
de dtffereotM oodello?, qnaitdades e pregos.
Botinas para neniaes
4o diversos modelos e qnilldaws. "* "* '
ejfcsnrias
as, leos, ps de arras, agua
d\ lnlfliTIlai idlia flrt.iJ* aahdbainlri data*^ ,
Lefin fg
sndalo, Jacaranda e de outras qaalidades.
Chapeaaahis para seaheras.
a mnito bous gosio-> e cores a' ultima moda.
Ispelhes dearades
de differentes lamanbos, e bons para salas.
'libias
de velludo e da marroqu para retratos.
Balaabas e cestnkas
da stda o de velludo para m* ninas a' passelo.
Objeeloa de plantista
molto bellos para tollets.
Coques moderaos
dos melbores gostos da ultima moda.
Sapatas de lastra
com salto, para senoraa e para homen?.
Sapates de kerraeaa
para borneas, seaJioras e meninos.
Sipatoa de tpele ,
de multas qaalidades de tranca de Lisboa para bo*
otaos, senboras e meninos.
Sapataas de averia
bezerro taxiados- para bomens a menino!.
Betas rnssiaaas
melas bolas, prneiras e meias perneirs.
Chceles
de maltas qaalidades para pass'elos e viagen.'.
Islas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Mein
para hoaen, senhoras e menino?.
Peales
de desembaracar, ditos de travessa, ditos para
barba, e muito fios de marflm para caspas.
Lindos registros,
de penco preco, mas mono importantes pelo bello
trabalbo em papel One de palba de arroz.
CeOTrisirt.
BrllBaate
POHCOlAjl
K' Inconteiiavel a graaJe
redflo do lllosirado pal
eoapaftfia do saMfene a
Todas as eonpeslres
Me apreeiaeM por a#o
cenlro das aalltansio
A Bsica di nottt i
pheo, eomo
na do Offeal
iddenorlge__
O aotor depaaruaeo laaasra
peMtco paraaneaoa,
compoMcao aaja ( aaaaa al aa
muias ) boa aceia para ajan
aoas que o qoisaren acarar ca _
para ^paMioaojw, tr^mtm aa a
vedo a roa Nova a. II, a
- Preeisa-ee alagar ai
aes qoe reglo 13 aaaaa :
mero 2 B.
p miAi>A
as* Mal
Ha roa Sua Cootaoa m.
criado para compras,
mZ.IPXT ****** ** ** J
qovatal graado a rrectetrsa. a l
Ptmga, rna das Olalas a. f: a
aiWo, oo aa rna do Vtgar Jo J3,
Arrendare uoB~eogeabo di
praca cinco legoas, coas boa caaweMTv
venda e de lavradorea, aeatrnai lerraa aa
plancoes, bon perto *
ras e foroos de queinar cal: oa"i
tes dirijam-se a roa da Inperauiz o. 8, pri-
meiro andar.
Peiteral de iaeatiiU!
En tenpos modernos
ment operoa naior revolocao m ani
corar anteriormente en voga de qoe i
PEITOIAL
AMACHUITA
Tanto no tratanenio da
Teste Crape
TMalca
Ireataila,
Toase caavala
bares de pata e eieecleracae ee
Cono em toda a grande see de
dades da garganta, do peilo e ato
respira&ao,' qoe unto atomeoun i
soflrer a bananidade.
a banaoidade. A maneira aaifa da
muito finos de panno e papel para camisas da bo-jcorar consista geralmente aa appiieafae) da
mem- f vesicatorios, sancrias sariar nu -- -- .

mesmas.
Carros de mlo para aterro.
Cylindros para padarias.
Debulbadores para miloo.
Aradas americanos.
Escadas de madeiras americanas.
Carrinhos proprios oara armazen-
Moinhos para reiiiaees.
dem para milho.
Machinas para cortar capim.
Borcbas para regar jardios.
Vaquetas para cobertas de carros.
Camas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassooras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Bllaios e cestas de verguinhas.
Guarda comidas.
Caixas com vidros de lodos os tamanhos.
Caos de chambo de todas as grossuras.
Folha de cobre idem idem.
Tdem de lat3o idem idem.
Folba de FlanTres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Litas com gaz.
Trens de porcelana para cosinb.
dem stanhados para dita.
Bandeijas finas.
Balaocas americanas.
dem rovemes.
Taixas de cobre.
Estanho em verguinhas.
Folbas de ferro de todas as grussuras.
Cor/entes, de f'ro sortidas.
Espingardas de todas as qaalidndes.
Resolvis de todos os modellos.
Ferrameota para oorives.
Mera para tanoeiros.
dem para ferreiros.
liestdurante,a la carte
nina larga do Razarla n. 37 e roa Eatreita da Razarlo a. 4. A.
Osproprietarios de te excelente hotel eneram-se qaanto possivel por satisaaer
aos seas illastres freqoentadqrcs.
Na arte culinaria teem o melhor mestre, j muito coobecido n'est cidade, o veibo
Francisco.
O servio do estabelecimento feito com a orden e regularidad* j acreditados e^
qae os enneerrentes polerSo a \i*ta justificar.
Bons bilhares, magnifico pialo, jornaes- nacienaes e tranjeiros, rezenbas de tedas
as classes, slo o bello recreio do estabelecimento
a. decencia e moralidade sao a norma do hotel central, por isso as familias das
provincias e do centro poder-se-bao heapedar sean escrpulo e con a persoacSo de acha-
ren bons commodose por precos razoaveis.
Os melhores gneros do mercado proprios para hotel stn'q coosamo do estabele-
cimento. Vinhos os mais finos e conhecldos, e'charutos da Babia e puros da Havana, es-
expsito no grande hotel central.
lQ MsTllTr AQ em todas 'iP31168 do mundo, empregam, com
V/o lvjj.JCjl/lluV/O) o pbospbata de ferro soluvel de Lbras, para cr
o maior xito,
curar a chlorosis
(cCres palhdas), as dores do estomago, o a exhaustaco do sangue; com esta preparaco, dao
ao corpo o vigor, e as carnes, a sua firmeza natural; facilitara o desenvolvimento tao labo-
rioao da puberdade. Com effeito, ludo, n'este medicamento, se acha reunido para lhe
assegurar t maior crdito, pois que entrara, na sua composico, os elementos dos ossos e
M. Leras, doutor em ~
sciencias, pbarmaceutico, professor de
da LegiSo de
jaslificar
do sangue. O sen autor,
chymica; inspector da Academia, fot, recentemente, condecorado da order
Honra, digna recompensa dos seus importantes trabalbos.
Aa seguintes apreciacoes dos mais celebres mdicos ainda vem corroborar e
todos estes ttulos confianca publica :
Prcrisa dassificar o pbosphato de ferro soluvel entre os ferruginosos que melhor
convem aos doentes cojos orgos digestivos supportam mal as preparacoes de ferro.
SOUBEIRAN. professor na Escola de medicina e de pharmatia.
O phospbato de ferro soluvel em qaanto a aa, a melhor das preparacoes ferrugi-
< notas, e o sen emprego d os mais promptos e segajn resultados.
ARAN, tnedteWjt hospital Sainte Eugnie.
* A .0" Hqnida do pbospnato de ferro soluvel d-lhe urna immensa vanUgem sobre
as plalas; eu considero este medicamento como mui su-----
Preeisa-sa de am menino portngoez, dos lti-
mos chegados da Europa, para caixeiro de taber-
na : qoem pretender dlrlja-se a' ras Direita o. 141,
paleo do Torco, em frente do Chafarla. O primeiro
qoe procurar sera' receido, nao baveodo laconve-
Japtea.
Offlcial de pintor.
Se algnm official de pintor lito, forro oo
escravo, quizer trabalbo constante todo
soto como mu superior s preparacoes iodadas.
ARNAL, medico de S. M. o Imperador.
a Entre lodos os ferruginosos, nao conhecemos um so" que obre tSo prompu o efficazmente
como o phospbato de ferro soluvel, e isso, sem cansar o estomago.
BELLOC, BAME, B1G0T, FOLLET e PRVOST, mdicos dos hospitaes.
Oa effeitos da preparaco de phosphato de ferro soluvel me parecem ser mui seguros
e promptos. s DEBOUT, redactor em chefe do liueiin thrapetuique.
" Entre todas as preparacoes ferruginosas, o phosphato de ferro soluvel foi'a qoe sempre
me deo os melhores e mais satisfactorios resollados. GUIBOUT, medico dos hospitaes.
i O phoaphato de ferro sotavel tem, sobretudo, a vantagem de.evitar a coasiipacSo
coovir aos temperameotoa | ieados. Dr FAvTIOT.
ificios, nercade erMnbocana
llal r
Depoeia em Pemamiaco, em casa de
O*.
Estovas
para fado, para deoles, para cabello a para unbas.
bengalas
de mallos modelos para borneas e meninos.
Caifcite francs
caizlnhaa coa doce cooleitado para presen.
Papel arrendada
para enfeitar bandallas de bolo e da doce.
Rico presente
importantes beDgalas de canoa verdadeira, com os
mais delicados casiSes de marflm.
Lonetas
de Urtaroga, de ago e de boio.
Ocoles
de prata dourada, de ac e da bufalc.
Grvalas
de seda mallo boa, preua e de cores.
Novas eirteirinhas
de lindos gostos para dnbeiro.
Bonitas piateiru
d espuma para fumar*, charutos e cigarros.
Charnteiraa
bellas cbaroteiras e cigarreras de palba.
Cachimbos
de varios modelos, baratos em dazlas.
Venezianas
transparentes eom paysagens para janellas.
Gaiolas de arae;
de differentes modelos para rassariobos.
6lebos para illnninarie
lindos globos de papel n cores para Hlominacio.
ibat-joor
para candielros e para laoternas de planr.
Oleados para mesa
de muito boa qualidade e noves padroes.
Correntes de plaqu para relogio
muito bi m feitas e de gostos a Imltacao das de
oaro.
Laoternas mgicas
pequeas e grandes muito ioteressantet e com
fantasmagoras.
Caiiiabas de anaea '
e peqoesos realtjos para meninos.
Para retratos
lindos caixilbos para eollocar retratos.
Lhsonriohas finas
para eos turas apara o aba*.
Baanets de fiares
da porcellana com lindos jarros, para mesas e san-
tuarios.
Chateshaes de sal
de seda de cores para meninas e senboras.
Bataolas
de paysagens, cidades, santos e figura?.
Esterescopos
eom interesf antes vistas escomidas.
Acarias
a concertinas de todos os tamanhos.
CesBMraaas
eom as mais piltorescas vistas da Eoropa.
Realejos
paqueos e grandes, da qoatro e seis pecas de
msica.
Jefes
da domin o outros mallos differentes.
Cestiahas
da palba para meninas de osela.
rpalas de marea
para facilitar sabir oa dentes daa enancas sea
soffrerem incoromodos.
Toacas e ssparJahos
de lia, mnito bem leito*, para crlanca.
GarriataM
da qoatro rodas para -eoodotir crianoas.
Baaeeas
da todas aa qnalidades a lamaoboa para meninas,
e outros moitos brioqoedos proprios para enancas
da i a 10 annor.
Atleicie
Aa familias qae dee)arem ver qaalquer destes
artigos podea mandar dlzer ao estabelecimento,
qae serao deprompto utisfeitas, maodaodo-se por
oa dos caizeires aa amostras a oa preoos.
vesicatorios, sangras sarjar oo
teriormeete unguenloa orlisiaoa
de substancias vesicantes, afin de ,
empolbas; cojos difleremes nodea de
nao faziam enraquecer e dto
do pobre doeote, cootrboiodo por on for
ma de ama maneira mais fcil o
a eofermidade a destruicao inevitaval de
victima ? Qu5o difireme pois o
admiravel do
b 1'ElTORaL BE 4FIAC4IUITA!
Em vez de irritar, mortirkar e
inauditos soffrimentos ao
caima, modifica e snavisa
a dor, all va a irri-
tagao, forti-
fica o
corpo e faz com qoe o sjstena
desaloje de ama maneira pronpta o
at o ultimo vestigio da enfernidado." Oe
melbores votos em medicina da Europa (ao
lentes dos colleg os da medicina de Berna
testificara serena exactas e ve
relacoes analgicas, e alen disto a i
cia de milbares de pessoas da Aaerica I
panbola, as qoaee foran curadas con
maravilbojo remedio, sao neis qoe
cientes para sustentaren a opjoiio
Acbam-se venda oo eatabea_______
de A. Caors Barbosa, Joio da C briwo A C.
P. Maorer & C, SI. A. Barbote,r
men & C. e em todas as principan
e lojas de drogas.____________
Desaparecen oa Boato a eja*aca*era No
correte, da easa do abano assagaao a ao sana-
lado e disapalo e noma Jos, a ida* a 12 as-
nos pooco mais oa meaos, o eaal aceaoaaa a tacar
deaprendli de caldeireiro, as fias ka Oa aaaaa*
abaizo asslgoade, toso erte oa sigaata aaaat-
tei: preto porm aeabvaaao, can \
da de bezlgaa, ps apaiaaaaa, I
misa e calca de algodio ristraa
ja. Rogase prtanlo asaoiorMae gaaMaa a>
tnesmo a qnalqner particolar, apagan a a arta
o? e.-tabeleclmenio a roa do Broa a 71 ao Oa
casa da sua residencia aa aataa ra
Cbafarlz o. i, qoe aera reeoaaaeaaao.
le, o mesmo abaizo asngaiae
totordo dessppareeldo, pretetu eesfra o ga>
dorio oa occolioo. Reofe, 20 Jaa a I
A Jos aa I
_^___
Ao
- Em ca.-a oa Tbeod. Wir.suauseo, rea i
rrapleba a. 16, encootra-se afkcUvamente tolas
m qaalidades da vtabo Bordeaoi. Boorgogoa a a
Rbeno.
?racua-se de ama ama n.
a 4e nao easa e qae salta tegom
raor ao Blspo n. 23. Jrasse.
commemu
Anl-olo Fernaoao a Figaslrada PaHa tac |
co aos credores de Joaqoia P
delra, Iqoelles que aioOa aot___
dendo qoe Iba locoo do producto a no
mesmo comproa na roa da Saata Teocali ata,
virem receber laeoaUaeaU o arto Imiaada a en
Direita o. 129, e aartao oa aaaaa ao I
seobor zenha o annoaetaata an i
ver da Iba levar a dividoodo oa
sim ella vir recebado, como Ma (na aa aana i
dores do mee no. Reelle, 22 a%|oaja a ttt*V'
botica
Prec^a-se contratar oa etsetal
para Maen : qoea aa jelgar bal
S' praca da Boa-vista a .
AMA
Precia-ss da orna ansa forra oa escrava,
da Concordia sobrado o armazn do asi a
costaba a faca as eeaprae para ama do
faalUa, paga-se Naa.
Extinc$te das formigis
ReeoaflMOo a todos os agr icsUoree
desee aelo lio tImples da evitar
sados por asses insectos : ateo aapaw
Pino, rea larga a Basarte a. 10, jaaa
da plida.
O Sr. Joaqain da Ca?


...

/
<-,*.., i
*?
s
roais LNURiiTsms, oc iw
As preparacoas de Da. Ater s3o
em todas as Boticas e tflbga/ias do im-
perio,
i auleltas, febres iote.miieole, reniteittt
biliosas, febre pertrici*sa iaflinnutorii,
todas ten do sua origem na mesma causa
produzindo os meamos effeitos, porm em
grao differente de intensidades necessitam
., ekaga*, for.
yphU-
COBO I*-
n**o, menitro oloroso, ulcar-
TSS>S^\9 mesm^ 'ament.
ii,*s^ir^d cutinew,' A cao&a oU-se, ao afflu jio contagiosos"!
^S&S^JBm^S. i qe se desprenden, da vegetacao podre
o *,. ,.,> sAJteAWB*. concn. d08PaD,aBM **&*& eircosroadas. E"
apjoT^-fb^^^l^aao, Chores dcpqr. 'on veneno sobtilisstmo e rnsedioso qoe se
*lOikaerntosmMd4oitedklMi; 4 composto segundo baSOrve DlilOS pUlmSeS e penetra O MD-
^tSffiffiT I^KlWa; gue.desorteque molestia i.vezesacumu-
* tedia* fea prlnclpa-s Rudo, da Europa. U-S6 por D1U1 tO tfflpO DO SyStffll SUtOS de
A lAlMkMUm da ATKtt 4 capeoidmente Ocas M
fazer sentir-se.
Eete veneno efuvial, qoe o saogue rece-
be pelos pulmes, opera as se&des da ma-
neira segointe: sua intensa irritaeao no sys-
tema faz encerrar todo o sangue no corpo
nos excretarlos Internos, o gado, os
rins, o pncreas, o baco, o estomago e os
pulmes,alguns dos quaes ou todos elles
-fuu apetito, rraqnexa e moieza em todo corpo; mo sao amontoaaos do sangue retirado da super-
ficie do corpo ; eis a cansa do periodo mo.
A febre cansada peta reaccao, quando
o saogue abandona os excretorios internos
e arroja se superficie, como n'um outro
esorco violento para expulsar o veneno a-
travez do outro excretorio chamado pelle ;
to pouco coosegae a natoreza neste segan-
do esforco como no primeiro.
Depois segu o desmaio e prostraco que
naturalmente succede as grandes agtacoes,
e o instincto do nosso organismo o faz aban-
donar a tentativa al qoe, recobradas as (br-
eas, renova no outro dia a luta desesperada.
evidente, pois, qoe qualquer remedio
destinado a curar esta molestia, deve des-
truir este veneno no sangue, oo arroja-Io
fura de lie. A preprelo que aqu offere-
ceaos ao publico, se fr empregada segn*
do-as oossas directoes, preenebem estas con*
dioes, estimulando os grandes excretorio
internos o ligado, o baso, e os rins a
separar do sange o veneno offeasivo e ar-
roj-lo do corpo.
Tem-se offerecido muitos remedios para
n cura destas -molesiias, porm ou n5o teean
sido bastante fficazes ou teem^produzido ef-
feitos prejudiciaes saode en geral.
A quina, anda que seja -grande recurso.,
s vezes prodoz effeitos desastrosos, e te-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicial 4sade. ;
Entre os males producidos por ella se o-
contra diarrba, dures de cabeca, oooges-
toesoerebraes, vertigens, mal do figadotro-
nico, incremento do bajo, zuido nos -ouvi-
dos, oegueira, surdez, delirio, somno iefiar-
gico, causa tambem dores rheumaticas e
nevrelpcas.
O remedio do Dr.'Ayer.
PAR&SBZES
Bapulsa o venene 4o sysiema e estitue.
siWe,
Vende-se na botise franceza de f?. Man
rer--C. ra Nova c. 25.
cota daa moJtstUa qae ten toa rigen na cMtrofula, na
infeecao venrea, no uso cxoesalvo do mercurio ou em qualquer
taparen do Sangne.
Safra toda* aa maieatlaa que affilgcm o genera humano, nao
iltiaa mala universal o torrlrcl do que a cm-mfitla; por ti
nao e to destructira, porem a causa principal do muitai en-
ftl inldadea qae nito 1 he sao geralmente attrlbnldus,
8 ama causa directa da sitioa pulmommr da mal do
Jipada, a OMlorntago, affttypm da etrebro, JUienmatltm
r av*efM dot Mina ; entre seos aymptomas lia os segulnlea
ebeiro da boca, aomMante plido e Incoado, is vei.-s d'oma
alrura transparente, outraa vezca corado a amarello ao redor
da boca; Digeatio (raoa a apetito irrcgalar; Ventro adiado
e eraenacao Irregular; Quando ataca os palmocs una c4r
aialada moitra-so a rada dos olhos, quando no estomago
sao avermeian *m, Mas peatoas apparecem freqaentementc ciupqtts nopelk da cabeca e outraa
partes do carpo -, sao predlapOatas aa afftofiea dos pnlmSrs, do
fiffto, dos rins e dos orgioa digestiros o uterinos. Portante,
nao ai* amante aquellea qoe padecem das formas ti/eeraaaa
e tmberattotas da tleroflet que aeccssilum de proteoca
coatra es aens estragos; todas aquelles em cajo sangue exista
o Tana latente deatc terrrre flagello (e is veres i hereditario^
cciio tamottai tambem a aofircr dos eanrmimlji qae causa.
O>rcemos a estas pesaoaa um abrigo aegnro e nm anll-
ioo efllcaz contra esta molestia e suas eoaseqaunclas, -na
Salsaparillia de Ayer
qne opera dlrectaavente sobre o sangae, puriHcando-o e ex-
pulsando delle a oorrupcao c o vcneiea la inoleSa: penetra
Todas as partes e todos es orgoa do corpo minino, Uvrando-
os da sua necia rtclnda c Inrfpu-aadc-Jhvs novo vigor. E'um
tiUerante poderestssimo para a roaavaeio So sangue, a di ao
corpo Ja enfl'aaaiecida pela doenoa rarca e encegia renovadas
como as da Javeatods.
TAMBEM O MELHOn JLUTf-^tVMIJ.ITJVO
COyttBCtMfO-f
cura permarrnmente as peiores farias de STPHILI3 e ss
tuai conseawcnclas. l'ouca neccssldudu ha leo do laeaaaaavel valor de um remedio que, como este, fivra
osangae d-sesa corrupeao a arrebata a victima das garras de
urna malte lenta e Igiiamaamisa, porm lucvitavel se mu
cao Iog*aombatldo com eaergla.
Nao pretendemos promnbrar, nem mreremos que so inftra
'.va asee Temedio IiifaBrei par.i a tura do todos os pndeet-
mentostmanos, o que flaemos qae u
SalraparRlnct le Ayer
d a menor preparacao at heje descdberta para estas e -ontma
molestias aiuuoraa, q*e niaacenibinacio dos aMeraatea
mabtncazes conheeidos, e que temos consciencia de offerceer
ao jjbUco o mellrar resaltado me possivel produst, da
iLjaateneia e pericia saedica as-tnseos lempos.
REMEDIO IE AVER PARA SEZS3
2xJ"alivel naa Mires totermittentea, remitcntea,
FebroB Biosaa o teiaa, mal do fleadta, eremento do ba;o, cegu ir a. Dar dos
ouvidos e palpitsfea, quaado
sao oaaaadoa pelas
FEBRES INTBRMirFENTES, OU REBETEUTES.
As preparaoSes 'da 'Be. Ates sao vendidas -em toda* as
-fcoticas e Drogari*9do Imperio.
SALSAPARMLHA DE AVER
Para a cara radical de
Escrfulas, ulceras, chagas, feridas velhas,
molestias sypbiliticas, e mercuriaes, eoer-
midades das mulberes, como retenrao, mens-
tro doloroso, uleeracSo do tero, e flores
brancas. A nevralgia, convalgbes, erisi-
pelas, enfermidades cutneas, borbolbas,
nascidas, etc.
O extracto-comporto de salsaparrilha, con-
feciouado pelo Dr. Ayer, c u> combioa-
'.o dos melrjores depurativos e alteran-
tes conheeidos i medicina; composto attenC^O -! O iarfMm :&&8
segundo sieis da sciencia, epprovado e *
receitado pelos primein s mdicos dos Es- ^.atDjiS,
tados-Uaidos, da America do Sal, do Mexi- i propritudo desie lesaoie esutieBciasiito,
jo, das Indias, e dos principaec estados da *** Pr mei0 ^sl mooco r*oovaf, nao *o
Fnrona poolico. conio 8 enn^freauetes aae e eh>
A salsapamlha de Ayer, especialmente
eficaz na cura das mo eslias que tein sua
origem na escrfula, na infesc-o venrea,
oo uso excessivo do mercurH>u em qual-
quer impurez* do sangue.
Entre todas as molestias -que affligem
o genero humano, nao ha' urna mais univer-
sal e terrivel -do que a escrfula, por si n5o>
to desiruiltva, porem a ceasa principal
de moitas-enfermidades que nio ibe sao ge-
nalmente attribuidas.
urna causa directa da tioa pulmonar
do mal do figado, e estomaga, affeccOes do
cerebro. rheuutatismo e affecflee- dos rins: en-
tre seassymptomas ha os seguintes; Falta
de apetite, fraouea e moieza era todo corpo;
mo cheiro da bocea, semblante plido e ocha-
do, s vezes ti'-ama alvura.transparente, on-
tras vezes corado e amarello aofedor da boc-
ea, ; digesto fraca e apetite irregular,; een-
tre iachado e evacoacSo irregular; quando
ataca os pulmes urna cor azulada mostra-
se aroda dos o'hos, quindono estomago
s3o avermelhados, as pessoasde disposc5o
escrofulosa apparecem frequenteaente erup-
<;Oes na pelle da eabeca e ontras partes do
corpo; o predispslas s affeoree os pul-
nides, do figado, dos rins, e dos ergSos di-
gestivo enterino. Portanto, o3g sao somen-
te aquejes que padecem das formas ulcero-
sas e turtarcalosas da escrfula que oeces-
sitam de protecco contra os teus -estragos;
todos aquellas em cajo sangue existe o virus
latente de&te terrivel flagello (e sezes
jrereditarkf) esio eapostos tamhem a so-
tuer das enformidades que elle causa.
OffereceoMS a estas pessoas um abrigo
$uro e um antidoto efficaz coQaca esta
molestia e sua cosequeacias, na
alsaatarriiba de Ayer
que opera directacaente sobre o sangue, pn-
rificaado-o e expulsando delle a corrupto
o .veneno da aolestia: penetra todas as
partes e todos os orgioe do corpo humano,
raDde-os da sai sccSe viciada e inspif an-
do-lttes oo vo vigor. C om alterante pede-
iOjisimalpara renova^aodo sangue, ed ao
i^orpo j enfraqoecido peta 4oenca furca e
energa renovadas como as da juventudes
ET TAIIBEI O MELHOR AKM-mYPHILITICO
cura permaaeomente as peiores firmas de
impbili e as suas conseqoeocias. Pouca '
neceuidade ba de informar o poWico do
inestHaavel valor de om remedio que, como
esta, ltyra o angne dessa corrupto, arre-
bata'a vicua das garras de orna morte len-
ta e ignominiosa, porm inevitavel se o
mal nao logo combatido com energa.
N3a prstendemos promulgar, nem quere-
mos qoe s infira qne est remedio tofaU-
vel para a cura de tedea oapadecimeDtos-ho-
Wf&ffiaw
A*i a tetfu Iner-alUatet, H***,
fatras bcBcaas tercas, -tal-aiato'
inere-ViU b, Mfetrs. Dor m J
oviitae pilpiU{5e, qaaai* fia
fxKjico, coaio e ena^fregaezes qae j -'
arte-nado* neste tiello jara'ioi, e t-o especiatidade
parclpamos ao digno corpo academoo qoe tercos
eete espacial rdim da damas o nelhor ar!*>
d alfaiaift, o qaail batiera' declarar o nome-sioi
^Banmeirie 5tJ pessoa mallo coirtMSida em saa
especial tesjor* {-ara rc-et-ular (oda a cjoalidade de
f*ra Unto em medida como em brevidade e per-
feicao, assim too um completo -sortmeoio de
rnoois teitas taoio oaciooaes como ffoceias, bo
deriando eqoeeeram-4ariadj tortimeaio de 't
leadas de diversas qoalidades e ricos aesetbes te-
dos qoe ha de feom e-barato a satisfago da ledos
estregueze" qae quir cois soas preseseas: re* da Imperatri c. 30, -de
uncares A S Precisase alogar ma ama qoe cozinha o
Bfomme : a tnur a roa do imperador, d. 14
primeiro andar. ._______________________
Precisa sede ama.aaa para o seiwigo de ca-
sa de poaca UmM :. na ra do Crespo-d. 18,-se-
gucCu andar.
Eserw^ fagido.
-Do :baixo assiado se acba fagido iese o dia
It do Traiaoo, idae de ooos aigrij, caraolbo; v-arj em.aai dosolbos cttairnes
am.viFiide d'uoja queda qao dea, quande ando o
ja' fido ; barba de caboeulo, levoa vestida car;-.
de ti ira bramo, eamiea de madapolade-eoapo
de.palba : rona-se a* aoteridades potictaes^ne o
apprebeEdam, e a qaalqoer pe9oa que o.leve a
roa da Croz do Reeifi', o. .&, qae sera* gcatiB-
eada. :f"-cife, 13 de cobo de J868.
Jos* Altes da Sito* Guimare?.
LOJA


IX
KfTMMOKf ItO
01
Vctor Grann
X. 40 Au4!aCadeiaai Kcife R.40
O propriias-io -ate esiabeleci-
meoto, premiado coco a medalba
da expnsigo uaiversal a Parif
ne aono de 18S, um espoito a
reda em soa leja, ota grandi
toi-t ment de re agios para algi-
cetra como sejam : prata, sendo dos mentores fabricante, de pateo-
tes ingieres, eoisros orrsontaes. Tambem tem
o aja grande qoaatidad* de relogios para parede,
h qae hatera Horas, ditos para embarcacSas e para
cima da mesa, udoa e&ise relogios sao dosmait
bonitos model >. O meame coocerla relogios da
tadas as qoalidadee etlstenOs, assim como tara-
tem concarta obroaenietroc de aigtbeira e marti-
mo* : recebe sempre por toaos os vapores, nm
completo sortlmooto d crranles e trncenos,
senda todo de ot-ro de le de modelos os rosii
modersos, assim como diversas objirios de ktjoa-
teria dos mais bonitos e moderos goslos.
- e>;U lelra 14 t falha le 1868,
Impera dor 38
Este estabafeelmebt^ liolado com a
maior elegancia, V <^leifc*trtttofor-
mado aegundo os ultimo pcograasos da arte,
munido, alm disso, dos memores app re
Ibos e productos fornecidos pelos primeiros
fabricantes da Europa, acba'-se d'eft em dian-
te sob a direceo do Sr.*
CAPLUS GCTJtAFP,
artista j bastante conbecido o apreciado nes-
la cidade pelos trabalbos pbotograpbicos exe-
ctrVadoa por elle durante o espaco de dous
anuos, quando eslava empregado no estabe-
lecjmento cbamado Pbotograpbia allemS .
Ten do feito nesta occasi3o um estudo mi-
noci o das differengas notaveis que existem
entre a luz dos trpicos e aquella dos paizes
temperados, o Sr. Carlos aproveitou-se da
experiencia que adquirip para coosiruir por
nm systema especial urna gallera comple
mente iseota dos. inconvenientes muito gra-
ves inherentes officioa j mencionada, onde
trabalbava antetiormente, os quaes n'al-
gnmas circumstancias impediram-n'o de al-
cancar o grao de pereicao que leria deso-
jado.
Por isso, julgando-se mais conveniente,
em vez de massar o respeitavel publico com
declaracoes muito extensivas, offerecer-lhe
todo o commodo para poder julgar por
amostras, sem dnvida mais convincentes do
que palavras. da soperioridade dos trabalbos
execotedos na sua oicina actual, o Sr. Car-
los Gutzlaff convida 9 quem quizer a fazer*
Ibe a honra de mandar tirar o sen retrato;
sendo facultada a cada pessea nma amostra
sem obriga-la por isso de nenbnm modo a
fazer qualquer encommenda, beando sim-
plesmente conservada a chapa para repro
dueces no caso de ser desejada.
Todos os gneros de photograprapbia de
qoalqoer tamanho. on sejam em fumo ou se*
jam coloridos, assim como retratinbos para
alinetes e cassoletas e reprodceles de re-
tratosantigos, se faro com a maior perfei-j
lo possivel.
Alm desles ramos ji cccbecioos da pu*
tographia, cbama-se anda a altelo do es-
(HBavel ipublico a um novo processo de
pintara denominado
PINTURA STEREOCflftOlBCA.
Este ovo genero de pintura marca o mais
importante progresso, e at o maior aper-
feicoanento possivel da arte phoiograpbica
na Franca, porque, rearando o vigor e o
brilhe da pintura a oleo com a fineza extre-
ma dos antigos ctvatypos, 'o nnico qoe
aprsenla garandas verdadeiras da mais
completa inalterabiiidade. -contra a luz e a
bumidad do ar. Neste novo processo a
cera, cajo emprcgo deu o nome aos cero-,
tyoos (s vezes impropriamente intitulados'
s Marfimographias >), bem como es leos
seccantes e veraizes empregados na pintura
a oleo, aeb.'.oi--e substituidos por tintas es-
pecialmente compostas -para evitar os incon-
venientes reconliecidos aos outrossystemas
sem excepcio, de tornarem-se amarellos e
de oscurecer mais ou menos de pressa. Por
essas qualidades o processo estereocbomico
recoramende-se igoalmen'e para retratos de
maior tamadlio, como para retratos de di-
mensos muito pequeas. para alfinetes ou
cassoletas.
Finalmeote o Sr. Carlos GotzIatT nao pode
deixar de exprimir ao respaila vel publico '
desta cidade a sua- gratido da Indulgencia
com que foram recebidos os seus trabalbos
anteriores:; e, desejoso de conservar esta
benevolencia preciosa, nio poupar despe-
zas, neniesro.-cos paradesempeoaar todas as
exigencias.
A gallera estar aberta cada dia das 8
at as 4 horas.
Os retratos tiram-se das 9 s 3 horas.
38 Ba do Imperador 38.
Mtmm
Os Srs. Janes Carilie, Sons C.
Bankend Mills, Paisley Gotland, lm a hon-
ra de chatoar -a attenco dos consumidores
de linha em novellos, ^jue elles obtiveram^ ^
medalhas de premio das exposicoes de Pars
e de Londres, por suas excellenies liabas
para coser, e que toaos os nove los feltos
por elles para este mercado lm po fim de
cada maseo -ama etiqueta' branca, oa qual
acba-se gravado o nome da firma em cceio,
urna vista da sua fabnoa, assim como dese-
nos das cima mencionadas medalhas, e
que cada noveilo tem urna.etiquetar de
rosa com o numero e as palavras CaRLI-
LE'S, fthkf, e tambem que qualquer linba
deTambour, maHdada a este mercado, tra-
yendo outra qualquer etiqueta do que cima
fica mencionado, nao de soa propria fa-
brica.
Uni agente ,on Pernambuco Simpsoa
(Broad & C, ra da Cruz n. (0.
A' venda na ra la Cruz n. 10, nico
gente em Pemamb-nco, Simpson Broada
m C
"Sorvee
CUSA
1l
LHETH GARANtli
O CRBSPO N. 23 E CASAS nOCOSTUMl.
oaasffnadotrenden Dos seos bullo tait-
iffaritldos da lotera qoe se acaboa dt
xtra^ir a baneUciodas familias dos voluntario'
da alrlajoVsrtf.lbfei premio* :
N. Si 178 om mel com a sorte de 4:000*.
?[ 3-782 om o?elo com a sorl* de 7tiOi. 3
B oitras muitas sortcs de 1001, 40* e SOI.
mWVfor** podem vir raceber teas respec-
premios sm ot> descontos rortooi a ruado Crespo n. 83..
Acoam-se a venda os da 63 parte da lotera
das r.mlias dos voloourio da patria (75) qoe se
extrablri qolnta-felra 30 do correte.
- rreco.
Billhele .... 41000
Mel......51000
Em porcao de i 000 para eima.
Rete. X800
Meio......1*750
lUooel Hartioa Fiuia. _
i O bacbarel Angelo Heonques ea Silva, Ip
5 *d*ogado ba mais de 30 annos do foro |
desta cidade, pode procorado para os I
mlsleres de soa proOssio a qaalqaer bo 1
radodia, ia casa de sua residencia, roa S
de Hortas SJ. *
laMaalanf ajtjaaeJgaajl||g HaV3aisni
mmmm mili man
m remedio vegetal de urna
prodigalidade assom-
brosa,
Aflnal chegou o dia em qoe se descobrio
dentro da concentrada essencia de nm pro-
ducto vegetal, um remedio prodigioso e ab-
soluto para a cura de todas as molestias
precursoras da phtbisica.
A' arvore da vida, pois que assim qoe
verdade ir menle se dever chamar; da qual
se extrabe este precioso e inestimavel tbe-
souro a anacahuita do Mxico, e o peitoral
de anacahuita, a preparado por excelen-
cia qoe obtm com a maior fa l'dade a vic-
toria sobre todas as eofermidades pulmo-
nares.
Jamis hovve remedio algum, que dentro
de lio curto espaco de tempo se u-r nasse
tao universalmenle popular.
Os testemonbos e'attestados de suasjin-
numeraveis caras, em casos de tosse, angi-
nas, rouquidao, inflmmacao do peito. bron-
chites, asibma catharros, constipacoes, etc.,
se recehem aos centenares por cada rorreio,
enviados por todas as parits do mondo.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors Barbosa, de J. 4a C. Bravo & C,
P, Maoror & C, M. A. Barhosa, Bartholo-
meu dt C. e em todas as prncipaes lojas de
perfomarias e boticas.
<>fl!
COMPRAS

Ouroe prata
Km moeda e em obras ioatllisadas, cempra-se
por bom preco : na praca da Independencia n. SI
Moedas de ouro e prata.
Compram-se no armaxem de fazeodas de An-
gosto F. de Oliveira C, a' ra do Trapiche
u._41__________.
Coagra-ate lwj
Moedas de prata, libras sterlioas e aro de todas
as qaalldades por maior preco do qae em ooira
parte ; na ra da Cadeia loja de aazlejo D. 08.
moedas
de oro e prata, compram-se por maior pre?c qoe
em outra porte : oaroa do Crespo o. 16, 1 andar.
Campram-se escravass
Compraro-se, vendem-se e trocam-se escravos
de ambos os sesos de todas as. idades : a ra
do Imperador o. 77. 1 andar. _______________
Compra-se
Por maior preco do que em ootra parte, moedas
de ouro e pra'a naclooaes e traneiras : roa do
Trapiche n. W, Adrl-no, Castro A C., e ra du
Crespo a. SO, Alvaro AugaH6 de Almelda._____
Com milito maior vantagem
Compra o ora(o de coro n. i D, roa do Ca-
baga', moedas de ouro e pra e podras preciosas
Moedas de ouro e prata
Paga-se por mais do que em ostra qaalqoer par
te : oa loja de oarives arco da Con^eicau e compra
aro e prata verta e pedras preciosas.
C.imora-se om aderezo de brilbante : na roa
do Padre Florianoo. 71.
Compra-ee orna arsacao de amarello enver-
oizada, com balco e vldracas, oastm ellas, qoe
teoba o balco SO palmos de romprimento e a ar
roK;ao de V-> palmos para mala : qnem tiver ses
ob|ectos quier veade-los dirjase a' roa Kova,
loja a. 46.
VENDAS"
d*6.t>.3oras da t rde em daote
es n.:39, hot 1 Peroambac< aasA>>WH----a-1
oa rnaasCro-

rV<$9l
Jtajioel Aavenio o b"Os, agradece a lodos os
geo* amigos e de sen finado pae de sandosa memo-
m Manoel Aod'

comq6 je ifoaram asusilr ao (fistola de corpo
preseete. bem como aos qoe s tigoaram de acora-
paohar sens restos morlaes ao cc.miierio pablico.
Taatierr, desde j, agradece aquelles .qoe Ibe Q-
xerem a carldade do assislfra ama mlssa qoe por
alma doaveamoeM pae pr tendemandar reiar na
cape lia cima oo dia 27 do crranle n boras d
nb*a.
S
Pasti linas ameriwnas
"^
DO
DOTOR PATERSON
Remedio aeberaao para deeabate?lae, facar
a dteestio, fortiOear o estomafo, eurar da offrl-
meatos servo*** preveMente* de debilidades orga-
OlfM, etc.
Deposito especial
Pbarmacia e rograrla de BarlbelonMU & C
34 Be tarca do Boarlex-Sk
Precl-a-se de orna escrata para am, q%e
a* bem coslubar e engomo', pagas bem : Dar
roiioQqBimadoo. U.
. Lava-e e engoma-se com grandeJar-
fuc3o e asseio por commodo preco: na ra
do Fogo n. 49.
Devoco da Seohoia Santa Auna ao
"caawita H S*fraciBcar
De ordem do irmo joiz e por delibera-
re da mesa regedora, faco puhrico qufc a
feslrvrdade de Nosa Excelsa Padroeiri, fica
transferida para a primeira dbminga do
mez- de agosto prximo, por motivas atheies
voniade da mesma mesa.
Consistorio, 23 de julbo de 18*68.
0 secretario,
Frederico Htorigoe da Sijvaira Tavora.
Prerlsaf e de om copeiro-iaprtT-e ttmlm
de om as it .** : tratar em Sanio Astro
d.4!.
Balcao.
Vende-se por barato preco um balcao de
amarejie eoverr izado, com 5 palmos de
comprido, feito moderna : na roa Nova,
loja n. 11. ___________________
Cera de carnauba
Vende-i ni ra do Qjemado o. 13, primeiro
andar.
pen-s de ema
Veode-se na roa do Qaelmado 13, primeiro
dar.
------------BFal
d la de res mu lo booitas pira saias (ultima
moda) rhegadas pelo vapor, por conta de urna -mo-
dista de Pars qoe as mandn par aqol serem ven-
das a preco eommodos: no armaiem do Vapor
Franca roa Nova o. 7.
* *
anda*.
-.i
se
daas canoas de amarello iotelrfcas mruio soperio-
res : atraur no U'go do Curps Santo o. 17, pri
tr-eiro indar.________________________
. itlese um ca vallo castanho, aoda
dor de ludo, moho novo e sem aihaqncs,
ra n. 13 sita ra da Paz: a tratar
oa W>n n. 54, primeiro andar.
Vn^e se ama asa as proximidades daTpo-
vraeo da Aplpacos, boa psra pascar testas, por
ler biabo perto, e comalgnm terreno deplantaco:
iraia-se roa do Imperador n. 30, primeiro
andte .__________ |
Vndese 80 remos novos ae \i a IdpaJeaa-
da,: do srmawm da roa di Seazeila. Velba
n. lefl. a___
larneiros.
res moxos capido, moi-
(fjadoJmpewddra^lS.
_a case por preejrcoro-
dolarnos..*.
no baliro do Recife,
qualqoer principian-
0 RIVAL M SEGUM AgPt\%LAI%*
Ma roa do Qnelnado a. 4, AAgnia-branca acaba de rectber tai Ma
Uja de miudeus de Jas d'Aw ed* aWa e Sflva, sortimeulo de difTerentes oljecles de
Aprsenla de novo a todos os lena fre- e phantasia, abaixo designadla:
^uezes os seguintes objectos e "miudeai,
lodos novos e muito barates,
a saber: f\
Varaadebteo brancet a 40r.
Carretis de Hnha de iUO jardas, fabri-
cante Arexaodre. 200 rs.
Caixas de o^reas de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de olla. 80 rs.
Camelis de reros prelo com dua o-
lavas, 500 rs.
Duzia de agolbas para machina 25000
Dozia de linba de 200 jardas, propri;
para as machinas, I20Q.
A libra de pregos francezes de todos o
tamanbos, 24 rs.
Duzfa de tesooras ordinarias, 480 rs,
Redes pretas para cabello, fazenda boa
320 rs. '
Grosas de penoas de ac muito boas,
480 rs,
Caixa de linba de gaz com 30 novellos,
500 rs.
Livros com estampas para meninos,
320 rs.
Ditos para rol de ronpas, 120 rs.
Pecas de fita de 15a de todas as cores.
600 rs.
Grosas de bolSes de louca usos, 160 rs.
Gaitas de papel amizade muilo fino,
700 rs.
Ditas de envelnos contendo 100, 70 rs.
Resmas de papel atmasso muito fino
30OOO.
Pares de botes para pnnbo muito finos,
420 rs. i
Talberes para meninos, (azenda fina.
240 rs.
Toalhas de labyrinte mu to superiores.
grvalas pretas e de cores muito finas,
500 rs. .
Cordes e fitas proprtas para espartilboi,
60 rs.
Dutis de meias crtas muito finas, 4-'o(K.
Resmas de papel almasso paulado, 4)9000.
Duzia de baralbos rancezes muito finos,
2,8.0.
Latas cOm superior banba franceza;
S20 re.
Frascos com agua para dentes muito fin,
500 rs.
Ditos com oleo de babosa muito fino
320 ra.
Garrafas com agua florida verdadeira
di 500.
Pota* a. 55.
narta do o#>nho
e deseta-ai fal-
[esn>o:^t|fn|p*r-
Jjaqatm'Leoca-
dio de Frrltas empregado oa crBeloa de alfalate
do irsena! de goarra e morador o Capgngt.
k NOVA ESPERARCA
21Ra do Qutimado21
Novo syetema.
A Nova Esperance dflc.ara ao respeilavtl publi-
co qoe lomoa o noto sysiehia de vender barato,
e quem qoizer certiflear se desta verdade diri-
girse a roa do Queimado d. 11, loja da Nova Es-
peraoca.
Botes aara vestidos.
A Nova Esperanza a roa do Queimado n. 21,
reeebea pelo ultimo vapor am bello sortlmento de
boldes de seda preos e de cores os mais medir-
nos e delicados qae teem viado no mercado, e os
vende pelo novo systema.
Lalij-rinthos do Ararat;.
A "Nova Esperanca a roa do (jueimsdo o. :!l,
recebeu urna pequea onantidade de finas toalbts,
lencos e fronbas de labyriotbos, e os vende por ba-
rato preco, na mencionada ra do Queimado
D. II.
., Caixinlias.
Bonitas caixinbas de madeira proprias psra
guardar costara e costoreiras por preco one ag*a-
da, a roa do Queimado o. 21, leja da Nova Es-
peranca.
Hollares aont tos ellcclo mgeeticos
ronlra as eonvulces das crf ancas.
Nao resta a mtnor duvida, de qoe mullos*colla-
res se vendem por anl intitulados os vtrdadeiios
ile R.'yer, e eis porque maitos pas de tamil as
nao creem (comprando.o) oo effello wometiidn, o
que s pode dsr, as verdadeiras; a Nova E>pe-
raoga, potm qae detesta a falsifica /o principal
mele no que respeita ao bem e-r da bumaoiita-
de, fu ama eurommenda di etta destes collares,
e garante aos pais de familias, qoe fio os venia-
deiros de Rcyer, que a tantas creancas tem salva-
da do terrivel foc mmodo de convoiQoes, assim
pois preciso, qoe veobam a N -va Esperto?;. >
ra da Qaeimado n. i I compr.>rem o salva vi la,
para seus fiiliiobos, antes qoe estes sejam acom-
meltidos do terrivel mal, quando tnto sera dlfU-
cil alcaocar-se o effell, deiejado emlra teja
empregados os verdadelros collares de Iloyer.
Talherra para creaacas.
Vendem-se a ra do Queimado n. 21 na Non
Esperanca.
Espartilfios lisos e bordados, brancos e de
cores para senhoras e meneas.
A N jva Esperanca a roa do Qoeimado o. 31
icaba de receber aro bom soriimeato dVstes espar-
lbos e os vende por preco rasoavel.
Aos scDoares padres .
A nova esperanca, a' roa do Queimado o. 21, re-
cebeu boas meias de laia (pretas) preprias paiapa
dres, e veode as por preco coa modo.
Vrnhaai meu uas
A n.va esperanza, roa doQaeimadon.il,
coropioj b ilas de borracha, que um brinqoodj
innocente.
A's misdefamils
A n.va esperance acaba de r>ber dciic.'o>
porros de velludo eofeitados com trancas da paiba
da lia! a, para senhoras e menina!, e 'end-os po?
barato preco, era relagao a qoalidade : on.ca parte
onde os ba a' ra do Qaeimado n. 21, na nove es-
peranea.
Modernos afeites para baile ti
thealro
ma pequea quintidade de modern.s enleiles
recebeo a nova esperanca, p'roprtos para Ir se a
bailes ou espectacolos, oo mvtmo assisiil" e algim
casamepto, e ella ofaoa se er-m o ter obje-3to* de
Uou perfeioaoa' di..posW;*o das etcetleniissimis:
Uto a' roa do Queima4n a 21.
E' nada
. O* cbapeczinhos de verdaderra paiba da iuia,
de mddes iotiramente noves e en'eitados com lar
laiana : veodem-se a' raa do Queimado n. 2!, di
ova esperanca.
Lavas de Joutin
Bransas, pretas e de cO s*, oara borneas e >e-
abaras : vendem-se a'roa do Qaaimado o. II. oa
nova esneranc. _____i__^_______
Baratissimo
Calcado nacional na fabrica de Jost Vi tente re-
dinbo & C, a ra do Jardlm n. 19, avisam -tot
seos fref oetes deeta capital e do interior, qoe con-
tiooam a faorieer cajeado em alta escala, e oflere-
cem as metboreseofidtfdes, tanto Bm preco a oa-
lidade : ea proprietwjoa d'este eatabeieeNseitc
ebamam attenco dos senbore coosummidorea do
interior, qae os qonerem honrar eom soa freg*-
lia, especificando em seos pedidif a qalldade e
numera?o, orTerecendo-se para o entregar bem
acondicloDa los em casa de sea :orrespODdentes
o'estt praca.
rente* e dlade.ua de (arfar
Obras de ol.ima moda e-apera-~
desojadas lant> por sm, nao per
vos e bonitos mol jea, algomas daa
io para circular c coc,ue.
A apieoiatio dessaa obras e o bota _
dot des en boa serio devtd.metiie aprtciaccs
per qutm (S \ir.
. lambem vieram peales en diad
rados, obiaa tao bonitas qoao mitm* pe-
ra circular o coque.
Fitas ou larfas para ckat*.
, Com essas ricas fitas cluualeudaa, e ce-
tras de superior setim macu, toda da ler-
fura de om palmo pouco mais oo aseaos.
se fazem cintos da ultima moda a de ttevaot
gesto. Ellas sao igo Intente ah.catete a
muitos ouitos 5n?, urna vez jee baja ap*-
siedo e poste para ae ct mprar. A i
la', vieram muitas outraa fitas nao
booitas, Ltm inferiores, s siga alf eam coo-
sa mais esireitas.
Galiinbas f fm^t* bordad**.
Obras estis que se di.-t ogut-ra das la-
mis j vistos por teos delicado* Ureeeoc.
Camisiaba* ctaeaet* ra a aeata a.
Como amostras vkram moi poucas cam*-
sinhas, porm estas, pelo utrnoso t aLalU
e perfeigao d'obra, eixam bem coabecer e
apurado goste de quem as fez, o qual sera
igualado pelos apreciadores qae as c<,jr#-
rem.
Coquea.
Sempre de novos e variados moldes, ea-
tre os quaea te distinguen os qoe irazem
trancas cabidas oo marrafas.
Gravatiohasda iat para sraktra.
Sao mu benitas estas modernas gravat-
nhas dalias e por soa noiidade e Lem
gosto teem merecido geral aceilacae.
Outras gravalinbas de velludo aa eof**-
tes tambem fazem paite des bellos ador ees
das senboras.
Paro fcaptlaadoa
Bonitas camisii>b-.s de cambraia lerda .c,
ni.ji bem enleiladas cota bordadioLer, lia-
das, litas, tic, etc.
Modernos cbapeonnos de setim. igaa'~*
menie bordados e enfeilados.
Meias de seda, fio d'Etcosai?, j-rt|: .s
para tal fim.
Espartlllaoa.
Bons espantlbus para tetiboras e attt>-
nas.
Del ic das ce* t lobas.
Lisas e bordadas a froco, e todas pr \ rias
para meninas. -*.
Bonitos eaeblete tfe lio
Sao roui precisos na presen e esU(e.
Oorae de pkamlaaia.
Bonitas volt a?, polseias e briaces it al-
jofares grossos ede UibiascKS.
Outras voltas e pubeiras cobertas de se
da, obras booitas e modernas.
Grampas a bati no mesmo goslo daa vo-
las e brincos.
Voltas de fitas de velludo enieiladas roa
pingeotes, de cooformidade com o atis, a
proprias para circolar os coques, fiando rs
ponas cabidas, obras essas ioteiiarnealf to-
vas.
lignitos cintos de ponas enfeiradas, cea
vidrilhos e pingentes, e a fila oo galc aa
cores alegres.
Outros cintos de fila cem bonitos a:.->-
dos e fivellas iguaes, obras que (.eia pt ier-
ra vez acabam de ebegar.
Infinidade de trancas, franjar, gaitc* e
boles para enfeites degestidos, etc., e -
sim muitos outros oljectos consiint.ntr.'r
encontrados na loja d'Aguia-Lianca rs*
do Qaeimado n. 8.
Perta-flare* e eesaUs it vidr*.
Estas eleitanles obras que fazem parte c
sumpluosidade d'urxa sais, cnegaran de a
vo, e desta vez com bellos e oiUere les n> -
des, e conliouam a ser vendidas na kjt da
A guia branca ma do Qoeioado a. 8.
Rival sem segundo.
Est qoeimando todo bom e barato para
acabar e fazer novo sonimento de miodezas
de- todas as qoalidjdcs, podem vir ver o
que bom muito oarato.
Pares de sapaos de tranca para ateti-
nos, I)S rs.
Bico preto para todo o preco.
Pentes volteados para meninas a 30 n.
Sabonetes mnios finos, a 60 160 fta)
2i0 320 e 500 rs.
Tbizouras mnito finas para nnbas e cos-
tura, a 500 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete ar-
to finos, a ld500.
Frascos grandes cem Unta auito preta
irjgleza. 500 rs.
I'en les pretos com chapas de metal, a
300 rs.
Varas da franja branca de aribe para ka-
lhas, a 160 rs.
- Livros das misases abreviadas, 2 rs.
Botes para vestidos de todas a cores a
baratos.
Escovas para roupa muito finas, 500 rs
Ca las de amueles francezes aoito atoa
a 120 rs. TX
Massos de cohtae prelM miadas, a 120 rs.
Frasoade age* coionba muito fina, 500 rs.
Caixas com 6 ir seos de cheiro art
fino, 800 ts*
DiUs com 12 frascos, 1*500.
Caixas de fosfores de segurases, 0 rs.
Navalbas cabo de marfisa qae se garaote
a qualidade, 24 rs.
Libras de lia para borda faaeooa iaa,
to
Caixas de eolebetes
vista faz f, 120 rs.
Baralbos francezes
Carriteis con reiroz
40 e 80 rs.
Sabonetes inglezes mnito
^rr.
o fieos, 200rs.
de todas caras
ATOSIGA
i
Fio ameri,cai)0
Vende se fls amertebb paTa pavios de vllu.de
floroposieSo, mandado bascar especialmente para
este fim, pela soa boa lasque da.- ns#na#o'V!-
' irlo n. U. ...
Sitio T>tofres*30
Veod*-s Atta psqo-pe sirio heot! ptSBlado de
rimioras, perto da estaet da va-larra* do Ate
gado," eom asa de pedra e cal prpTIa para mo-
radia a a moderna, e outra de taip? do mel do
aillo: a tratar no mesmo.
Vente se a leja e livre* da ataaa te
n. 6, vello propria para q*il*jr |
por ter poneos facdos.a loeaHdada a
'ivel nio;i para e>te fara da aagaci
oolro qoalqoer e-tabeleeiateeto da aalareta
a e por IsV nie a* dovrtara* Veadae
armacio orna vea, qae ai coopraaTar ais
nbam as faiendas etll?ates : a tratar aa
lo).
i u i i V i r
Oemento Porttand
No armaxem de Vieenie Fevr< Crttt at-
ibo, jante ao arto da OaeeMkr, a barro pna-
datOt II arroba _____
Pajto! para saceos
Vende-se ama pande por-So de aaaal >ra**a a
taniin grande' para saceos: ta raa do lepsrader
B. 16.

s-...


Url9 ele PtrauiliM exta felra 14 de
*a*toMI>fo>f is.
ralbo de '8*8.
fi
ARMAZEM DE
15ra 3a Impierstrte---$$;


As ueoas qua-coe^om*|,
0 probatorio di aova loja do .Garibaldi nra da fmpe
ratriz n. 56.
[LORENQO PEREIRA MENDES GUIMARES I
dejara ao respeitavet poblicva sene amigos e fregaezs, qna recaban pelo Tapor irtgle;?,
eneldo no da *do mes passalo, diversas qualidades de fazendas proprias do mercado
a afear: abacis Usas para vertidos de seonoras, alpacas da cores coro listas o de seda,
alpacas sarjada* di'oWj maito bonitas para vestidos de senhoras e meninas g'Iac de
listas pira vejtiios de seohorat liso 6 com list, fazand transparente p?ra vestidos de
waQoras, pod de chatre comunas aveluia las para venidos de senhoras, organdis finos
b:aaos a de cores, indianas coa lisias para vestidos de senhoras, sedas de cores, caen-
Oraias lisas transparente* e victorias, ISazinhas pmssianas (loas para vestidos de ssnhc-
pis, io lianas de 18 para vdstidos de senhoras, metas para meninos de todas os tamanho?,
ditas par sanhora, ditas para hornero, chitas francezas finas, escoras e claras, cassas de n0 centro devee vir srn^sjo armvwSr.^p
core*, midapolio, casemiras da divo gosto, briol de lioho branco e de core?, e ootras.
militas (azoadas novas e *b gosto, tanto para hornera como para senhora, qne deixara-
su de raancionor por faltada espado, cojos preco8 sahiro amanhSa do logar competente
qj jnnuncio, da loja do Garibaldi, ra da imperatriz n. 56.
Novldde na Boa-Vista. ] MS*^^
Alpacas de cdres a 610. a 30 e 400 rs. o covado, dius da cares a
Venase alpaca dei cores para vestidos 320 e 360 0 MTao.
de seahora a 846 e id rs. ocovado. Lesionas baratas a 240 rs.
bao* deliras a 509IM. j veode-se laaiinhaa baratas de listras a
Vende-se lans e seda de listas para vest- 240 rs. o covado, ditas de quadrinhos- a
dos de seda e m-niaas a 500 rs. o covado. 2go rs. ocovado, ditas estampadas a 240 e
Glac com listas a ipTOOG. 330 ocovado.
Veode-se una nwa fazenda oom o nome. Chitas francezas finas a'320 rs.
de glac de listas matizada do seda para Vende-fe chitas francezas finas, escaras
vestidos de senhoras e meninas a 10, s no' f,|aras a 320 rs. o covado, podendo costar nm
re vidente
roa de {Joei
ebaa rfoJaV
roa do Queimido n. 16, acba-se receoteroeow Ufo-.
vida de amitos <% 4MMpm>ft>^tKai de gosto e
novidade, assim #f ^lV>,n>eBl
toda o artigas qoe. nroorlameete
miadei', pelo que o
" cor/st
1 eme
it-frefaeffl><>a- eaattaafte de
O laborioso Mooro de Vene tt, rtwejfndo arrcitnar ao oomero do seet bou'
volos fregore?, atguns que ainda n3o se dignarmn prodigalisar-il.e sua proteacioi rega
a todas as pessoas que estjyerem n'este caaO o fior dse apressarwn emeraaar as par
tan de senoJjiarlel) cerlissiros^e qne ne ferie oeessiSo, commetvo, de chamar ao
Mouraw-bapdeleijroil; Uatapte.? QkV d estas prtavwi o Mnro i*> liles merecer o peso.
As pessoas qua.-ponpoco abasiteeimetito de meiea peooaai da baisn cambial, nao quaraa empatar genere de em* para oatraeemsne, e que par
cowequeocia comprara o necessario diariamente KWMwrao eanassoiQEauzam a par
da boa iratiidade das-aaercadnriae, dt raotlioida le dos presos, da siBoerjdade nos pazos,
o eroprofo de maoeiras affaeoU coa as^fBfaees qoe tiver da tratar, ainrfa mesmo as de
iatxa esfera, res qoe o Mooro atirandiypara lenge de si o alfanje, procarou cobrir-se
com uff-a pontipb'a du manto da ci vi lisa
Garibaldi.
A'paois com listas de S"d'a a 10000.
Vende-se alpaca de listas para vestidos de
Sin hora a 15000 ocovado.
Poil de chevre a 800 rs.
Vea'le-'e paH de chevre com listas av,el-
1 i inlas paa vestidos de senhora a 800 rs.
o covado.
Alpacas sarjadas a 15200.
Vead-:-sa alpacas sarjadas para vestidos
de senhoras pelo preco de 15600 o covajo,
fazenda que val 15600.
Mantas para grvala a 240 rs.
Vende-fe mantas paca grvala a 240 rs.
cada orna.
Organdys a 2*0 rs. o covado.
Vende-se organdys para vestidos de se*
chora a 240 rs. o corado.
Lencos braocos a 25000.
Ver>de-se lencos braneos fiaos a 25i 35 e
35590 a duzia.
Hela criias para atenaos a
Vende-se meiaa croas para meninos de
todos os tamanhos a 31500 a duzia.
Cortes de casimira a 2sOO-
Vndese cortes de casimira para calca a
25, 35 e 45.
- Fast5o para calcas a 500 rs.
Vende-se fjsiso para caleas do homem e
meninos a 500 rs. o covado, gangas para
calcas e palitotots a 410, 440 e 360 rs. o
covado.
nefas para seahora a 40ooo.
Vende-se meias para seaho'a a 45 e 55 a
dur.ii. Ditas croas para homem a 45, 55
e 65500 a dozia.
cbales de anlrla a jjeoo.
Vende-se chales de mirin a 25.
MadapolSo barato a 54500.
Vendase pecas de madapolio de 24 jar-
das a 555OO, 61500 75, 8) e 105000.
BalSes a l5ooo.
Vende-se baloes maito baratos a 15000,
15600 e 25.
Algodo do Garibaldi a 45000.
Vende-se pecas de algodJosinho a 45000,
5">600, 65, 75 e 85000.
Koapa fcila nacianal.
Veni^-se pal tots de panno preto a 55.65,
85 e 105. Palilots da casimira a H, 85 e
105. Calcas de casimira a 55, 65 e 85.
Coletes de casimira a 35 e 45. Palilots de
brim de cores a 25 e 25500. Ditos de meia
casimira a 35ooo e 35500. Calcas de meia
casimira a 3>000.
Laizinhas pmssianas a 500 rs.
Vende-se lanzinhas prossiaos para ves-
tidos desenhoa a 500 rs. o covado.
Indianas de 13a a 500 rs.
Vende-se indianas de 13a para vestidos de
seahora a 500 rs. o covado.
Bareje de listas a 240 rs.
Vende-se baraje de listas para vestidos
da senhora a 240, 280 e 320 rs. o co-
vado.
corte 35209, 35500 e 35800, de 10, He
12 covados, s no Garibaldi.
Cambraias lisas a 45500 a peca
Vende-se cambraias lisas finas a 45500,
55, 65 e75 rs. a peca, ditas tapadas 65500
75 e 85 rs. a peca.
Grande sortimento do cortinados para camas
de armac9o a 145 rs.
Vndese ama grande porcao de cortina-
dos para camas, sendo fazenda maito boa e
bonitos, costando cada cortinado completo
445, 165,1z05 e 255.
Cassas fraaceza'Jfin>s a 64flrs.
Veode-se cassas franct.as linas a 640 rs.
a vara.
Chapeos de sal in^eze* a 1S .
Vende-se chapeos de sol muito finos de
12 e 16 astes a 125 e 145 rs., ditos franca-
zes a 65 rs., ditos de alpaca a 35500 cada
um, so na loja do Garibahii.
Brilbantina branca a 500 rs.
Vende-se brillantina branca muito fina a
500 rs., ditas de cores para vestido a 500 rs.
o covado.
Novo sertirnento de corlioados para ja-
nellas, vende muito barato a 75, 85 e
95 rs. o par, por ser grande porcao para Sb
vender depressa.
Percallas finas a 400 rs. o covado.
Vende-se percallas para vestido de senho-
ra a 400 rs. o covado. "
Chitas matizadas a 400 rs,
Vende-se cbitas matizadas para vestido-de
senhora a 400 o covado, ditas escoras linas
a 320 360 e rs. o covado, ditas francezas
de cores a 320 360 rs. o covado.
Brim pardo rom toque de mofo
Vende-se brim pardo com toque do mofo
a 15009 a vara, dito limpo a800 rs. a vara.
Grande porejo de retalhos de li, cassa e
chitas a 200 e 240 rs.
Vende-se orna grande porcao de retalhos
de 13a, chita e cassa, de todas as qualida-
des a 200, 240 e 280 rs. o covado.
Brioi de liflho braaeo a 1$28).
Vende-se brim de linho branco transado
para calcas a 15280. 15800 e2J a vara.
Toalhas de lioho a 105000 a duzia.
Vende-se toa has de liobo para limpar as
mos, a 105 e 115 a duzia e guardanapos
de lioho a 35 rs. a duzia.
tttilfesim
mmoixiiu- m. mm* t** "os arrabaldes e^ffJJST;;;^ ft,ftJ j;
tais qoe tambero, temos gneros para negocio, e Imfatoriaraente servtfto.
desaalKtre
s vatloiaroiecao, al olvldasdo elle fe lasa*-
ravat aMBfdao, aoto a ndaaceadeact sata
dtqoadMo bon$patora;ssim, pcU, eooaMa-
?m os velhds e novos fregaezes que serio satis
(eilos a comelo.
Saves a delleados leqaes
O CorJatro Pfvldeoie* t* ro do QnMnwdo .
16 rwe*a mto -4lleaM leqoBs b| vrt9d-
da afattosi|attdidatos toroam recoaasanAadot
*Bd0
Todos de saodilo com bonitos livores.
Ontros de siadfrld vsii-om Itados desastoa.
Omros 4.1 dito *i aafeuads on liatjoota de
i;o a doaradas.
Outros de ns mete mo4eroo e enfeltados
Ontros dis qotlidades cima conos memos en-
fullase de>enboe para menhiis.
Ootros preto par luto.
Oairos Barramte de midreperola com ricos dse-
qbos pira nolvas.
A vala pots de to betlo a completo sortimeolo,
da prndeoxii das pastoral a a mansida* do cor*
4tMro prevldeate a roa do Qnetmsdo d. lfi iodis-
a sera' sa-
can* Ibes propoKoanmw a aaotipjeaa.da jnas vender em pequeas porches pelos pre^ns
qoe em que s podem om primeira m3o comprar grandes partidas, est o M jaro quasi
cer to de que -ser preerido.. ;ft.
Apreciai seobores esta resumida tabella, confronta, a actualidade, (do cam-
bio) e depois facam o calculo malhe*. tico que terSo o resultado de qoe vende bara-
to, mas
.
adlmfcelaa???
Nao se admirem:
Azeitopas em qnantidada a 5Q0 rs. a ancoreta.
Abssintho Norraoat de Tonoo a 15500 a gsrraf 1, baratissimo, estomacal
e preferivel ao viabo de jnrubeba,
Ameixas fraucezas, era lata? e cartSes com lampa de vidro.
Balaips para corapras e costuras.
Charutos da Baha de bons fabricantes a 35, 45 6 55 a caixa.
Choicas a 800 ri. a libra.
Doces degoabaa em tatas, de (rucias da Europa, pe-eg) a 890 rs. a lata de
2 libras e marmelada fina.
Erviibas portuguesas e francezas, raostarda, conservas e censuras a 6
rs. a lata.
Fgo da Chlaa.
ou traques a 55500 a caixa com 40 cartas e 160 rs. cada una.
Garrafas de cristal,
isf> parecen de cbrtslal, mas sao de muito bom vidro, por 85000 o par
baratissimo pela sua primazia.
Coa as de garganta.
viahos.
Os apreciadores de om bfira copo de vinho encontrarlo em nosso deposito
o bom Porto engarrafe la de 15 a 25000 a garrafa, tambera em pipa, o excelente Moa
catel, o verdadeko Figueira agarrafado, o apreciavel tiaboa, o fres B>rdeaax, o for-
midavel Champagne e vinagre branco a 400rs. a garrafa.
_ Fhmfere.
Presnnto de pbesthraiu intiro a 050 rs. a libra.
santo Antonio e 8." Jo8o.
Manterga ingl za em qoartttdade para 800,, I*o 1203 a libra, om vista rio
usurarlo preco porque em o'Ura parte venden a mmteiga (1503), muitas pevsius tan-
dariara de proposito de fzer bolles; mas- tuna vez que o Mooro le maoteiga muito
La a 8 ;0 e 15'>0l), todos faro o sea bono iuglez uu mesmo suisso.
Novidade
a
Casimira floa 45500.
Vende-se casimira muro fina e moderna,
propria para calcas e coletes a 35,35500 e
15300 o covaio, e oulras muitas fazendas
qoe se deixam de mencionar por falta de
lempo, o que roga se as Exmas. familias o
obsequio de mandar ver as amostras ou
mandar dizer para se mandar os caixeiros
da loja do Garibaldi levar as amostras ou as
fazendas.
Grande exposicao
Jal A
De fazendas ra da Imperatriz n. 72 d Lourenco
Pereira Mendes Guimaries.
Noyidade
Vendem-se chitas francezas finas a 280,
320, 360 e 400 ra. e covado.
1 arara vende madapolio a 55500.
"Vendem-se peas de madapolio bom a
55500, 05500, H a 85000.
Lamriahat a 240 n.
Vendem-se lanziobas da listras para ves-
tidos a 240, 230 e 320 rs. o covado.
Algadieiiahd di arara a 45000 rs.
Vendem-se pecas de algodiozinbo a 45,
55500, 65500 o 75000.
Cortea de easimir a 15O00.
Vendem-se cortes de casimira de cores a
35, 35 e 4500O.
ASAQUIXAS l>e OROS DE NAPLE PRETO
-IM000.
BRIM LISO A 410 RS. A VARA.
Vende-se brim liso ou bamburguez para
lences e toalhas a 440, 500, 560 e 600 rs.
a tara.
RODPA PEtTA NACIONAL.
Vendem-se paletots d'alpaka preta de co-
res a 3500. 45 e 55i00; ditos de panno fi-
no preto a 55, 65, 85 e 105000; ditos de
brim a 25500 e 25000; .ditos de meia ca-
simira a 35500 e 45000; calcas de brii
pardo a 25 a 25560 ; ditas da casimira de
cores a 55500, 65 e 81000; coletea de ca-
simira decores a 35 a35500.
GRANDE NOVIDADE DE CHAPEOS DE SOL.
Vendem-se chapeos de sol de seda finos
a 65 e 75; ditos inglezes de 12 a 16 bastes
a t25,135 e ,4*800.
LANZINHAS ESCOSEZAS A 380 B3.. O COVADO
Vendem-se laozinbas eacossezaa de gradi-
Raa 4a Imperatrii a. 70.
0 propietario d'esta bem conhecido es-
tabelecimento lem a satisfaco de pateotear
ao respeitavel publico e especialmente ao
bello sexo que acaba de receber pelo pa-
quete francez um variavel sortimento de
objectos da ultima moda e de muito gosto,
como sejam:
Enfaites para coques.
Lindissimos enfeiles para collocar-se so-
bre a fita do eoqee com flores de madrepe-
rola e aljofares, imitando a parola obra de
muito gosto.
Perfumaras
Extractos fiaos, banha franceza, oleo para
cabello, vinagre de rnger da sociedade hi-
ginica para cortar as faces.
Fivellas para cintos.
As melbores fi ve lias qne possirel encon-
trarse, sendo de madreperola, tartaruga e
christal.
Lavas
Lavas de pelica brancas, preta a de cores
do mu afamado fabricante Jouvin.
Enfeites para cabaca.
Enfeiles de filis e flores para cabeea de
muito gosto e simplicidade.
Ciatos
Ricos cintos bordados a estampados, co-
ridos, obra maito bem acabada e com
gosto.
FJores.
As mais delicadas flores francezas mouit
finas e propria para enfeitar chapeos.
Bordado*.
Babadiahos e entremeios bordados em fa-
zenda moi(o fin*, o tibor que 4 postivel
eacoatrar-se.
Espartilhos.
Esparttlhos francezes, obra nraito bem
feita, com carrrheis para mais facilitar o
aso
. Brincos,
(Grande qaantidade de brincos de aljofares
muito finos, tendo tambem meios adereces.
consa maito fiada, e qoe no parecem ser
dourados.
Enfeites para vestidos.
Um graode e variado sortimento de en-
feiles para vestido, de seda, la e algodo.
Fitas de sarja e de seda, de todas as largu-
ras. Rendas e bicos de todas as quafidles
a ootros maitos artigos qoe ser enfadonho
menciona-los.
Vendem-se eaaaiaiiibaa de grosdeeaple
P't, Propriae pira saiohoras, a 165, 185 e nhas a 280 e '320 ra. e
CHITAS A 300E160RS.
Yesdemse bitas escaraa 160e900Ti.
o corado.
CASSAS PISUS A W RS. A VARA.
Vendem-se cassas fraacezaa finas para
vestidos de seabara a 646, 726 e 500 re
a wra.
ORGANDS DA ARARA.
Vendea-ie organdys a 306, NO 360 e
400 sa. o covado.
LAZINiA* MATIZADAS A *ORi.
Vendem-se lanziobas matiaaaa a afeas
para vestidos de senhora a 100,660 e 400
rs. o covado.
MANTAS PARA GRAVaTA A 330 RS.
Veadem-se mantas para gravata a 3J0 rs.
cada orna.
UNCOS BRANCOS A 3*000 A DZIA
Veadem-se lencos braocos para borneas e
meninos a 25000 a duzia; ditos de liobo a
75 e 66500.
^^ i 'I
CARTEIRAS PARA V1AGEM i 1*000.
Veadam-se carteiras para viagem a 15,
25 0 25600.
CHITAS PARA COBBRTA A 3?0 Rg.
wT?%f w <*'m
0668 DI NAPLE P6ET0 A l|tW
faode^a fr* de aapf preto a fjj80,

LOJA DO PA8S0,
Raa d Crespo n f A eaqolfla du
de Imperador.
O correspondente deata importante esta-
belecimento remenea pelo vapor francez
Eslremadure, cliegado a 12 do correte, om
importantissirao e variado sortimento do fa-
zendas de alta novidade e- de ultima moda,
as quaes sendo proprias para casamentes,
bailes, tbeatros, visitas, etc., etc., por isso o
proprieiario da loja do Passo apressa-se em
vir convidar aos amantes da moda, e princi-
palmente aquellos que precisare para as
suas Eimas. familias de taes mercadorias, a
virem supprir-se com antecedencia, pois ga-
rante-lhes que com faciiidade nao encontra-
rlo em oatra parte fazendas de tanto gosto e
por preeoa razoaveis, como sejam {
Riquissimos vestidos de blond com lindos
enfeites, saias de setira, mantas a finissimas
capellas de flores de larangeira.
Riquissimos cortes de seda de cores com
lindsimos matizas.
Gostames de Pekin de seda para senho-
ras, fazenda asta de alta novidade e de mai-
to gosto, acompaohando cada corte nm figu-
rio, e um cartao com o molde de taes cos-
tamos.
Sedinhas com lindos desenos, fazenda
tambem de alta novidade e de gostos mui
delicados. _
Moireantiqae branco, azal e verde; groa
de naples, azul, verde e braceo, fazenda mui
Basquinas Mara Aotoraetle, com cintos
a gostos inleirataente novos.
Lindos cortea de cambraia branca borda-
dos com primar.
Ricas vesiiranaliio > cambraia bordada
para baptisados, contendo cada vestimenta o
necessario para urna criaoca. ,
Riqoissinaas cbapeHioas de paiba da Italia
e de seda, enfeitadas com gosto e da ultima
moda em Pars.
Cbapellioas preta*.
iqoKiaimos ciatos 4a seda aaa laaoa
Mara Aateinette. |
v Chapeos de sol para senhoras, sendo de
fiadas cores e bordados com gosto.
Leones da madreparola, aarf m, sndalo
e osan, faatas noaoa.
Cailsaf Bbraclas fiara novaS.
Ditas bordadas para homem.
Saias, camisinbas a corpiobos bordados
para aanhora.
Bales brincos a de cores para senhoras
awniaas.
Qrande sormepta da lava* de pellica do
afamado Joivin.
Toalhas, taocos a fronhas de labyriolho.
Bicoa araodaafabieadoi oopaiz, emoi-
tos ootros artigos aoe s se enoontram ai
Uj* do Paaao, raado Crespo n 7 A. esaoi-
na da do Imperador.
lev-
Canes o latas can baaha toa t ootras
superiores aerfamarias.
O cordeiro providente a roa do Quejmado o. 16,
acaba de receber om nevo sortimpnto de perfomi-
fias tinas, lulaitva es tas conhecidos copos la-
tas com rianh Ana. Epeciflr.ar os aomes de to-
dos os ebjactos se lornaria eafadoDho o lar esse ex
teoso eat'logq, asslm pois Oca is?o opprido com o
dlier-se qne qoera qoiter se prover em boas e oo-
vat perfumaras din)i-sn a raa do guelroado o. 16
to(a da eordeiro prevideDie.
Toi4Utnhas de eambraia bordadas e
afeitadas
Ootras dt 816 a a renda tambem bordada envi-
udas.
Ootros a punto de crochet.
Ootras de cambraia bordada e a torma da chipio
sloho para baptisados.
Bssas Don tas bem eofeltadas touebishia ven-
dem-se na raa 4o Qtu'aado loja do cordeiro previ
dente a. 16.
fluarnices 46 fita para enfeites de
vestidos
O cordeiro providente receben ltimamente no-
vas a lindas (toa ro cites da otas para enfeites da
vestidos, consistndo ellas da nm* pe;a larga para
a barra, oatra estreita para o eorpo oa basqnin,
a ambas (jaarneeida com ama traeca tecida da
mesma a, e ootras cora ama lista da .etlm no
centro e oa lados com listas imitando cordao, rnjo
alto relevo malta erica Ibes da' e raelhor apreciara,'
a ioteingeocla di pessoa qoe se dirigir a leja de
cordeiro previdente a roa do QoeJmido o. 16.
Franja*, galoes e raneas para
' rafe les de Test Id os
O cordeiro previdente receben toramente om
bello e variado sortimeoto de franjas, trncate
sa!<5es de seda com vidrllhos, pingantes e sem al-
ies e proprios para enfeitar vestidos de senhoras,
meninas etc. O aparado gosto dos novos moldes e
a bailesa dos desrobos toroam essas obras om-
mmente agndaveis, m qnanto qne a eommomda-
de dos prados anima o comprador e prover-se sa-
tlsfatorlarbente em dita loja do cordeiro previdente
a roa do Qadimado o. 16.
Bco e reidas m calpurr
O cordeiro previdente a roa do Qaeiaaado o. 16,
esta' bem prvido da novos bonitos bicos t ren-
das de guipare : assim pois comparecam os pre-
tndanles qoe serio bem servidos.
llevas albuus.
O Cordeiro Previdente, i ra do Qneimado d.
16, receben novo sortimeolo de albnes de diversos
tamanbos e segara eoeadernacao, e como de seo
havavel slame, veode-oe por presos baralis-
simos.
Peales e liademas a imitacao de tap*
tang
O cor.l::Iro previdente a' ra do Qneimado D.
16, receben bonitos a modernos pentes e diademas
cjm pedras, assim como bonitas vollase polseiras
de Tostos aljofares de cores, e ootras eobertas de
seda, obras essas de gostoe inteirameota novo, ri
eos e bem acabados boides foleados de differente?
modelos para panbos, e como sempre vendem se
por procos oommodos na roa do Qneimado loja
do Cordeiro Frevidente n. 16.
PAB lAMIUAa
CraaaV laaat, na Mea %. ao a.
de Careare Vame c.
Acaba de ebegar a este
grande porcao da
lgoai,fT autor Wheeier Wlrsoe,
ultima exposicSo de Paria, aa ftaaa
com doaa do* pon toa leda a eaaaeaaw e
vaotafem de ser tie aeaie e
que qoalquer crianca de oilo
mete trabalba, e pode,
aaento, lavar vaotagem a
trinta cea oretras. A ceeapiebeJHia
plfs.-pois em om qoarto da aoaa a*
nbor do ancviaaeo a avaci
mesma a pn priedada de bxer
costuras: pospootar, imhiiadam
marcar e bordar, coaae aari
nhos qne acompanbam as. Ol pn
rioa do ostaholnriBarata aa
oaaedar entinar n'asta cdade, a
entregar o importe dispeadido ai
dor, no caso de nao trabalbar ctaa
a nacbina vendida, aia teode,
frido ella algnma avaria. Ha i
mesmo eetahelecimeete
Grcwer a BVer. da tnkmlba
mi. e ootras com movaMato dea pda
e mxime todoa es peri
machinas, para vender
m m gaz
Chegoa ao antigo deposito da Henry Forster 6
C, ra do Imperador, om carregamento de gai d
primeira qaalidade,o qoal aa venda em partidas
treuloo por meos preco do que tro outr qaal
mar parle. ____________________
Uollares Koyer
|i Anodiaos elctricas magnticas
Deposito acreditado
teja da agoia branca roa do Qoeimado n. b
Apregoar anda os prodigiosos effeitos do?
bollares Royer j nao ensinar oa querer
htrodnzir novidades, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e os seuf
felizes resaltados a tal altara elevado, qoe
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, oa por iatermedio de seas amigo
j parentes, ignore ou desconheca as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares'
Royer.
A aguia branca porm se gloria de concor-
rer para om tio justo fim, se n3o por ou-
re modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente nm completo sortimento desset
collares magnticos, que bem se podem cba>
aaarsalva vtdaa das enancas.
Resta amda que os senbores pais de fa-
tnilia se facam convencer fde qoe conven
nao esperar que as criancas sejam atacada
do mal, e por isso uecessario oa cbnve*
atente que com antecedencia se dfte ni
crianca om desses collares para assim estar
ella preservada das convulcoes e se contar
livre des rigores da denticae.
A aguia branca ra do Qoeimado n. 8
contina a receber por todoa os vapore
francezes a qaantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos collares Royer eletricos mague-
ticos.
Tintura japonew.
Instantnea para tingir os caberles a a
barba, a 14000 o frasco.
E a antea apprdvada e recommendada por
ter sido recoabecida seperior a todas aa tin-
turas d'este genero.
A' vend em casa de Gustavo Hervelin o.
51, roa da Cada n. 51.______________
Partatha de aeandloca.
C1800
IRUA NOVA N. Si,
acaba de receber nm bode e i
aaento de ecnlos, hmetoe, I
timo e mais aparado gosto da Inreoa e eaa
los de alcance para obtertaetaa e par
martimos.
TASSO ItljLtfS
Ten para vender a
ootros, os segantes aflige* :
Papel para imprimir.
Perlina atol.
Greve panudo e lito.
liabas em eahas de iaie prnte
Borfogne.
Hery.
Madtlro,
Hermitonge.
Chamblif.
Licor da Cortc3t> de Hoilaada
te e qnalro botiginhas.
Nos armaum de Tasto Iraaie*.
6ESS0
do Tasto Iraaioi
GBADIS DE FEBPO
para jardlnt, porteira. etc.
Nes armazeos de Tasso Ir-
mos.
CARRITOS DE FEIRO
a mu
dLdet, fibrleado aoja barro A'agoa doce por menet
ooemesda mllbplro do qoe am oatra quiqoer
porfa aa otarla a. 60 di roa dos TMeres,-e Jos
Caratlro da Conba.
Veadem-se saccas cam superior farnha
por preco eommede : ao escriptorio de An-
tonio Lou d'Oliveira Azevedo 4 C, ra da
Crui n. 57.
FABINHADEN4NDI0G4
em tndo Igual a da Moribeca : vende-se em sac
coi grandes aa lectdlofct, anaaieat n. 3.
FARINH1 DE TRIGO
JpfMfte PrbMlaa tnaJId*^ > oioma det-
!*>*>: M aa aeeW armaxto
3.
Para tervicot de griadet avi
ver birricat oa eaiso>s de no pan eoavo tata potr
mdico preco de 12 cada oa.
Farioha de trigo de Triestre
Das cettrares mareas Paoeaia (verd>ir>) fao>
tana e grande jortimenio das nrelfewres otaros o
farinhat americanas.
Saceos de farinha de trigo da
California e Cbyle
Todas novtt, chegadaa niiimatteoeo eaa aran-
zens de Tatso rmaot.
Cimento romano
Nos rmateos de Tatso rmeos.
Cimento hydraulico 2f
O melhor para todo qoe too otras para atoo co-
mo assenlamento de canoa d* argot, %itoaaa,
depof ttos e tanqoet d'agoa, ote., oto. : eso aooojla
de ciocoeoia barrwos to faro' raoomia no atore):
notarmauns de Tatso rmaot.
Gradea de ferr, cercaa, pattena.
' etc., ele.
De dlffereates qoall
maer, ehiqneiroa pora L
mazena de Tasto Iroioe.
Barra cam bre
Nos rmateos do Tasso Irmaoo.
canos si mu
Ka rta aova do Sea la Rita, a*
de sabio ba para vender per oree o
rsivel, ciooi fraoceze* pora edVagooo o i
toda a qoalidade, soportares a todos
(em apptreeido pota sooieBooo.
PMfpOBV
1X460 por eaoo graodo oe 3 o sala i
12100 por dito 001 e tres
1*000 por dito de X o osa q
500 res por pistoleta dot|
CotoveUoe, corvas a
avista so fara' o pr
OOlOOO tem 5 por cento do ,
paganalo. Podo aa i
zens de Tasso rmeos.
lijlos fnneom
Para laorllaar eaoas terroso coso aeooose sosco
mdico, moitoeoovoatoatat o aroortoo pora I ST
Ibot de cotiobaa ao toorados, pola sea
evitar a ptstagoai dergaasparae
e mesma o portfo o Baga, aos p
4S6omilbeiro:aaraai
tigatabricaosMo.t<
tigaUbrk*
so fara' 5 por coade
gamento. Podeaj aa ver as
de Tasso rmeos.
Cemento
o
Gamento ayttaaMao do ssoaoor ojaoOao
oaiacaedoa a'agoa,ti.......ajar i iii, aaat
toado canoa, ote,osa biiilntaiaaalss.a 1 _
DiU coatamaa oa raaaaia a 161.
km poreiotnperior a aa govrstao Mamona
dlaoroaea as prese eoa*ra>o s <
Noai
i oes oa bWbs: nos i
iktjmm
yendtm-sooaaaaaa mla>b-at>isia>o 6 O,
aa Cajeta n.W
roa


wmmmmmm*
?
l>
i
I!
f
h*n th aatiam t f trato! fei> MWhwiwl aa eNsM
tato 4c HffMMlMM ** tela-a S4 ae mima c l6*.
zr:
ras
VwdtMir kjde &-
Ka mu da Impera-
nte u. 28
!** en tnam retrwr-
aepara a Europa.
B"tll trreiitf estahelwt*
iri-ne, icntuao ii'um dos aieit'ovadj
1 te**, dM-vs rus uff f ?te n me
>'*flfta|rfir< juem se trmer estatn-le*
Oer, pw(jt jjtto i6 e?ta bem sonido
tf* taadas, -goa^i todas ingieras
j 'aovas eoo espewalineme tm
j *t>egoexdo nesta pr*p e fuhjama;
K'-aera, tero teda as CT'tnmodldsJlWW
*:mrtV dentro do mermo estabelecl-
meoto.
Casas Trneens i 610 rs. a vara
Veode-fl cassas Traucezas routU li-
nas e fle frcs Lias ct-egadas uliima-
Oanla de P^nc, os padrdes sio de
Tuuiio aparado gosto e pja>i iodos
midilos e de Mitras e algosas at
erveai para alivurem luto : so se
Vende oa ra da loperalru loja dos J^3T
; g es o. 18 a 6W) rs. a ara. :**
CbiUs a 200 rs. o ovado. ^*
Vendem-se chitas motetas, padrees -J-js
escnfo, M*r o servio le casa 200 rs. o SV^
covado. *Sfc=&
Percales Usas a 410 ris Om
corado. $af
E^ras percales despachadas n'tima. S
mete, sao das. mais roodrrias ,ne ap-
pareeetD.de rieoS de mu t> boa pois sempre so venderam
a 560 rs. boje ero liqotdaco a 4C0
rs. c covado.
Telia Jo prelo a G0.
Vende-se veilodo preto moilo so-
as perior a 6J o covado.
Filo de seda a 4(5000 o covado.
Venda-so tito de teda preta coro (lo-
res, proprio para vjs oa basquinas,
faieoda mimo boa a ifiOOO o co-
vado.
Chitas fraaeezas a 360 e 400 rs. o
corado.
Vndense cbitas fraocexa-s.floas e
de comillas, panno muito encnrpa- r^
> com lindos.deseobos 3(10e 400 rs. >T*?
o covado: ^
Corles de cassa ccm 6 varas de pa- 2
drBas bonitos a 3J>.
Baetit atol, aroareila, encarnada
e verde multo boa a;enda a 720 rs. o
i covado. "
Camisas da mesma fareoda para
servido a 23 cada orna.
Jiqoeloes de batao muiti fortes
todat ferradas de bata a 5J0O0 ca-
sfe1 da oro,
Algodosioho americano tnuilo en-
mroado a peca com 50 jardas a.....
7*500.
Tualbas de G^imres, de Huno
*^g puro a 1*.
^*g Cambra tas brancas anitadiobas,
^ propras para baptisados, tendo cada
g) peca.8 !|2 varas e se vende por 3#500
e 4-5, 6 pecbincba.
Caseroiras e roopas feitas nado-
naes de dlferenles prejos-e qoali-
dades.
Tirla'.ana moito fina, atol, branca,
verde e cor de rosa.
Cnitas lancetas para cobertasdos
mais ricos deseobf s e panno multo
sopvior a 380 e 400 r. o cavado.
Objecos de caudieiros a gai.
Lampar mas a Ra; qoe se vecderam
a i baje vendeos se a 1*600.
Kicjs lampadas para igrejas, novo
gosto a 20*.
B-icaes de diferentes nmeros e
qu;' iidades a 500, &; 8 e <*.
Coueerlam se caudieiros a gaicom
solider e pcoaBptidn.
CbamlDe de crystal a 400 e 500 fif^
ATTEiNCio
filo artnazem de faztndas d$
SantosCoelhotrua do Quei-
mado n 19.
Pcchiaeha.
Toalbas alcoehoudas para maos pelo baratissimo
proco de 0* a dona.
om c barato
Lasinha 3 es ciada fatenda iateirameale nova a
700 rs. oto? do.
Dita poil de cbevre a 900 rs. o covado.
ftasqooas modernas e superior fazeoda a 30*.
Cortes de organdys branca moito fina a 9*.
Caubraia branca traosp^reote fina pecas com
10 iardis a 5*. 6#, "*, 8* e ftj.
Dita dita upada mono tina a 7*500, 8*. 8*500
. UUO.
Dita dita soissa fina a 8*.
Dita dita para forro peca com 10 jardas 3*.
Dita dita adamascada para eortioados peca com
K) varas 12*,
Dita de bobo moli Boa a 9* a vara.
fiales d 25 e 30 arcos a 2*.
Ditos de SO e 50 arcos a 4*.
O.is de morcolioa esguics a 5*000.
Saiasb)rddas a 4*500.
Fil de linbe com salpico? a 800 a Vara.
me de dito liso- a 700 a vara.
Tarlaiana de cores a 800 rs. a vara.
Fiaof :ia de cores a 900o covado.
raudos bareges para vestidos a 700rs. o covado.
Hr ama ole de liobo com 5 palmos da largura a
4*itiO a vara.
Dte da dito com 10-palmos de largora a 3* a
vara.
Msdapolo soperior de 6*. 7*. 8*, 9*. 10*, 11)
41*.
Atoaltado adamascado de algodio com 7 1(2
palmos de largora a 2* a vara.
Dtte dito de lioho com a roesma largora a 3*.
\lgodao eofesudo proprionara toaibas o leu
fjt% a 1*100 a vara.
Coberias de chita de ramagem a 2*o0O.
?ilxas de foslo a 6*. :.. -.
Leotes de bambbrgo de llobo a 2*500.
Altos de bramaat de liabo a 3*800.
Espartltio lios a 5*.
Paaaos da la aiamascados para mesa redonda
U500.
(oardaoapos de liobo adamascados a 4*.
Tesinas de lioho aicoeboadas a II* a dula.
Ditos de alfolio lelpodos a !!*_ 1**.
Leoeos de camhraia branca lino a 1*800
J*3t01S*a0.i*6O0adoila.
Camisas fraselas maito finas a 32* a octla.
Ditas inglesas 4e liobo> a 50* e 60*.
Golarohos de liabo mallo loes a 6* a doua.
Assim como oatras ooitas laiendas qna se
vende por meos que em ootra qualquer parle, a
ata>e amostras.de todo._________
VENDIESE
Purloha de maadioea em saceos a 4*
** tiwedrdia n. 9, padana, e tambem
orea carrr ga
IItttt do
JUIGOSTO
S I '"' ]
Hft
It
mmaaaa oatco*, abado
qse se lpdam a dinheiro
iodos do malatf
Resaberaaf os mata soeerwree vattldos presos
orgoro. ; Ff^TWW H
Snperiores sedas prela, moreafltaja e t,rasdMa* para fealos.
Vestaos e btood para oolvado ama manas e capillas riqolssimas.
Froeae de caairila de abe nortadas pira ama de noivado.
Talas de camhraia de Itobe tortada*.
Colila de seda para cama ditas de croebe om lindos deseobos.
Cerilotfll 4e -aja4>Ra4aaka*e para ama e JaoeUas. .
Lindas basqoioas de seda preta para wnboras.
Sedas de Iissm de Tapetes para sola', ara amas, apta dos taprtas paqaMoas e para ntralas da porta saia,
alcatifas e tapetes em pecas largas e esreilas dea melbores gestos e qualidades.
I lalas para vlagens nos vapore a' larpa e soperiores saceos peqoeoos tambem para
nagem.
Camisas iogiezas de Hoce pan ternera.
Ricos vestido araacos de eam*i m bordados a' agava* -
Casimiras pretas e de *r para roope de borne, paaawt loes pratoa e atoes, bombastoas,
Brim da liabo braaco e de cr, rambratas, slleels*. erawdfsbraBcoBe^e eor,4aas1 de*versas
finalidades e molla* oe Angoste Porto & C, vetidem por eommodos preeos para agradar aos aeos
freguezes.
Contooam sempre alero toelhor sortimeato de
Esteiras da ludia para forrar salas.
*&
LOJA ARMAZEM
a

00 ex
PVQ
loa 4 iEperatri o. 60
GAMJL 4k SILVA.
0 proprietarto d'este gane estabelecimento tem rcsolyido Tender lorias as
sus fazeadas muito aaii baratas com o 6m le aparar dinheiro, e diminuir o grande de-
posito que tea das nesmas, danda de todas ellas arrostras deixando ficar penhor, as.wrn
como rotnda ns evar n casa dasexceltentissimas familias pelos seas caixeiros, e parti-
cipa as pessoas q'ne negociara em pequea escala, que r.eue estabelecimento encontrarlo-!
um graade sortimento de, fazeodas de lei como de pbaofsia e se Ibes vendtr pelos mes-
os pregos qoe compram as casas inglezas, ganbando se apena o descont.
lad.aolo enfeslado a 86000 na laja da Parae.
}}
\ilBOPfi
ESALIDADE
BARTHOIiOMEIJ _
Para a cura certa das losses antigs e reermes, cat.ribos pulmenjr, aslbma; tosse coaTBlsj.eatarrtai
brourhias, c em gsral contra lados os soirrimeaUs das vias respiratorias.
DEPOSITO GERAL
BOTICA K DROGIRIA
34 Ra larga do Ttoiario 34. ~
PEHNAMBCO
A therapeulica das diversas modestias do peito, desde a pbaryngite oii mal da
garganta al a taberetilacao pulmonar, passando pelas diversas broncbiies cataarraes e o
emphysema acaba de ser enreqnecida com mais este medicamento, que tomar a primeira
ordem entre todos at hoje coisbecidos.
O xarope vegeUl ameriano, garan.iodo pur araeole vegetal, nlo cont m> e sua ^ asg
composiefio uro so alomo de opto, e stm someate suecos de plantas indgenas, cojas_pro- nA^ noUi moimr npai>n ^ UJ- a ,rm5Com
As eambraiis lizas do Pava.
Encontra o respeitavel publico neste es^
tabelecMaento,\ra grande sortimento, dai
mais finas cambraiae brancas, seudo suissas,
iDglezas, taneo tapadas como transparentes,
que se vendem mais barato que em oulra
parte, por haver um grande sortimento
a'este genero.
O atoalbado do Pavita.
Ven^e-se superior atoalbado de algodao
com 8 palmos de largora, adamascado a
2^200 a vara; dito de Ijnho fazenda muito
superior a 3200 a vara ; goardanapos de
liobo adamascados a 4500 a du'zia e mnito
tinos a 8000, e ditos econmicos a 3(5b'00
a duzia.
As Hiazinhas lizas de Pav3o a 320 r.
Vende-se as mais bonitas e mo lernas
lazinhas de orna s cor imitado de poil
de cbevre la lendo entre ellas as cores
mais Iradas que vlerao eo mercado e ven-
dem-se pelo baratissimo preco de 320 rs.
rnV. fm Hndas pelo mesme preco, na loja e armasem
priedades benficas na cara das molestias qoe pertencem aos orgao^da respjra^o foram do P;t^(tTm a]tta$er^ri>. n#60.
por nos observadas por longo lempo, com ptimos resultados cada vez mais crescentes ;
pelo qoe nos julgamos aalorisados a cempor otsfrope que agora apresenlamos, e aoffe-
rece lo aos mdicos e ao publico. .
Provamos com os attastados abaixo o que levamos dite, e eontamos que o concedo
de qoe j gosa o xarope vegetal americano erescer de dia a di, deixando muito aps de>j
si todos os peitoraes em vega.
Illm. Sr. Brtholomeu A C,0 xarope vegetal americano, preparado em sua
raceitoadissima pbarmacia, um til remedio para combaler terrivel aslhma.
Sofra eu aquella m lestia baquatro mezes, sem anda ter combatido os ataque!
mensaes que tinha; esle uUimo qoe tive foi fortissimo que me prostou por 8 dias, osei,
porm o sea milagroso xarope, tomando apenas tres dses, e at o presente n3o fui
de novo atacado. Prasa Deas, qoe ea fique restabelecido por urna vez.
Rendo-lbe pois os meus ag/decimentos por me ler aliviado de. 15o horrivel
mal. Com a mais significativa gratidSp, subscrevo-me de Vmcs. affectuoso e reconhecido
criado.Secerino Buarte.
Sua Gasa 14 de fevereiro de 1868.
Illms. Srs. Bditbolmeo & C Depois de qoasi seis mezes desoflrimentocom urna
osse incessante, fastioextraordinario, expectoracao deum calarrbo amarellado, e perda
iqoa total das fores, que o menor passeio me ftrgava completamente, cansado de to-
mar muisojrcoaeipo ssem resol uve alado, felicidadeer que adsab Vmcs. preparavam
o xarope vegetal americano, e com elle, gracas a Dos, rae acho resubelecido bamais de
dois mezes, e robusto como se nada tivesse soffrido.
A gralidSo me Torca a esta declarado, qae podero Vmcs. fazer o uso que
quizerem.
Soa com esima de Vmcs. muitos respeitador e criadoAntonio Joaquim t
Castro e Silva.
Reeife 8 de fevereiro de 1868.
Atiesto qae asei do xarope vegetal americano, de composc5o dos Srs- Barlolo
LENCOS BOHD A DOS PARA MAO NA LOJA
DO PAVO A 800, RS. 1*000 E 2*000.
Vende-se os mais delicados lencos borda-
dos para mo pelos baratissimos preeos de
800 rs. 14000 e 20000; pecbincha, na loja
e armazetn do Pavao ra da Imperairiz n. 60.
LeCo8 trancos de cambraia deliuho
a 3bO0 9 doiia.
Veodem-se soperitres lencos de cambrai de
lmho pelo baratissimo (r eo de 31300 a dozi,
grande pechinba : na loja e rmazem do Pavij
roa da lmperaTrrr'n 00, de Flix P. ia Silva.
Icrhlncha em aalaa
a ii^ooo, 3$00 e 4ooo.
Saias a 3iooo,
Saias a 3-5ooo.
Saias a 3$ooo.
Saias a 3ooo.
Saias a 35oo.
Saias a 45ooo.
Saras a 555oo Saias a 45'ioo.
Cbegaram para a loja do Pavao as me-
lbores saias brancas de cambraia com boni-
tas barras com pregas, tendo altura e roda
moilo suficiente, de um s panno, que se
vendem pelo barato preco de 3iJooo rs. Di-
"tas mais fitvs a 35oo. Ditas mais finas
cm pregas bordadas, qoe se vendem a 45.
i". i .1^^
3C
H
s F.
a galera reemtrva iv* a Imaanaia a 17.
por ler -de retirar te para Cari pa a i-ir r* tfii
da merma a tratar e soa ssade : aar aa>'*rr
oformacoa meeasa capa da 10 baa as 4 a
arta.
DE BAZAR
ROA NOVA H. :e B

meuAC. para cura de um forte deflaxo, que me trouxe urna rooquidao, que me naojE granje pecbmena, ino armemdo Pjvio
fazia entender, inflammaco e dor na garganta, tosse, grande falta de resptrerJo, e fi-\r*to Imperatr.z n. 60, de Flix Pereira da
que completamente resiabelecido tiom om id vidro do mesme xarope; pelo qw-lbr pro*
Vende-se superior madapolao francez en-
festado sendo mnito boa fazenda e moito
encorpado, tendo 24 jardas cada peca pelo
barato prego de .^000, assim como ven-
de-so meias pegas do mesara com 12 jardas
a 4)5000, grande pecbincba na loja e ar-
tnazem rio Phva i roa da Imperatriz n. 60.
Ai LAAEiNaS DO PaVAO A 360 RS. OCO-
VADO.
Vendom-se as mais bonitas lansiohas pro-
prias para vestidos sendo padroes muitos
delicados e pora 13a, tendo entre ellas todas
as cores, que se vende* pelo barato preco^
de 360 rs. o' covado, na loja e armazei
do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
41 prcas para Luto ea Lja da Pavo.
Cbegou bum boeito Soi timento d'Aipacas
prelas para luio com listas e lindos lavo res
braBcos, qae se vendem por moito barato
preco na laja e armazem do Pav5o, roa da
Imperatriz no. 60. de Flix Pereira da Silva.
Pechlucha etn tuadapoie na leja da Paria a 6,
7& 8. U e 100000.
Vende-se tima grande porcao dos melbo-
res madapoles que tem vindo a esle mer-
cado, pelo barato prego de 60, 70, 80,90
100000, assim como ditos muito finos seo-
do pecas de 41 jardas por prego muito ra-
zoavel, na loja e armazetn do Pavao ra da
Imperatriz n. 60.
Pechioeha tm chapeos de sel de seda
ingleses com 16 basteas a 1G0O0O.
Na loja do Pavo veodem-se os raelhpres cha-
peos de i6\ de seda ingleses com 16 h..slea, seo-
do us melbores que tem vtndo ao mercado, pelo
barato preco de lOfOOO cada om e sem defeito al-
gum, seodo farpada qne nom-a se venden por me-
gos de I 000 e i ti*. 00 : na leja do Paveo, roa
da Imperatriz o. 60, de f Pereira da Silva.
Cor I loadlos para ca.mas e ja-
nedaa na loja o Pavao.
Vende-se om grande sortimento dos me-
Iheres ortioados bordados, proprios para
ramas e janellas pelos baratos preeos de 100,
150, 205 e 250000 6 par; damasco de I5a
para colchas a imitagao de seda com 8 pal-
mos de >argura, colchas de croch para ca-
mas de noivos, ditas de fostao, brancas e de
cores, crochrs proprios para sofs e cadei-
ras de bataneo e para cobrir presentes, islo
na loja e armazem do Pavao ra da Impera-
triz n. GO.
Cassas suissas a 360 rs. o covado na loja
do Pavao.
testo eterna gratidao. Reeife 10 de Janeiro de 1868. Joati Perjura Arantes Ju
nior.
Ealo reconhecidos.
Machinas pata descarocar algof.ati. c? a-i
Ibor autor que tem aparecido na Aavrr ra
E* tal a execocJo do m^ebinisato, qoe a a-
godao sabe qoasi lao peheiio amo landeira. Recorotnenda-se a atteacin dea
Srs. aKricallores, estas machinas.
Vi-ode se om -icellvaie riti ceas koa cm
de vi venda pira orna grande basiiie, ttm **tn
commcdIJadrs precias, com boa agua a> a-Ser.
boas ffa'teiras eoao tej Uraogeir*****'".**'-
to da praca oo Coiioho Novo re 4* E>*rc a.
64, proariedtde de Mm*l Praetse Daur:- :
qnem ooizer dirija ao ese mo uio aM aber.'
do mesmo proprlelarie o eo oltinae pref*.
Attencuo
Medeiros & Ante.ne?, roa da Ca-i *
jo. 9 priraeiro aodar. t?m para ti
Par el hespanbol de iinbo, em rea
Dit i fraocez, palha de milbo (?la),
Cognac em garrafas,
Vinho bordeaos,
Mantciga de Nantes em latas.
MUSICS
Nova remeda
Para p'an>, pi-m ee:t>to e para fjals, acata
de ebegar aovo sormeoto pohlicadas nOnsavci -
te on Rio de Janeiro, a rea Nova a. II, km de
mosteas do Atevedo.
" ajaaeel Alves Perreira A C leas fin vea>-
rhoito soperior vloho do Porto esa eaiaas de es;
doria : na roa Ja Moeda a. 8, f andar.
Vende se do* e^crav, crioelis : a tat"
na rna da Madre de Dos o. 1.
Vende se om rico piano Iritio araito h-m--u.
do melbur aolor de Par*, acatado de prrpar.r >
aovo em rasa de Joo Vigoev, raa da Cadeia, ,.:
preco mono em coala-
Vende-se travs de saperl-v aaa'i4ad> de \L,
43 e 51 palmos de comprime el, e P, 9 a N eattr-
gadas de gresrara : a ver e tratar aa travesea do
Carioca n 7, caes do Hamo-.
Venda de hTpotheca
Vende-se a 1\ypcibeca de eaf-eNt Puapaiv t
escravos, do inoin de lgoras.': a tratar a' re
do Trapl-he n .141* aniar.
Camisas de flmieik a 2^500
Vendem se superiores camisas wgiet r <
elia com differeates c4r*, seade man am f -
tas, pelo barato preco de VOOrad ama : > ;-
e armatem do pavin, raa da laperalrn a. a*
Flix Pereira d Silva.
VeBde se nma
-
PECHINCHAS
NOVAMENTE CHEGADAS
do
AO ARWAZE*
LEAO
a
4' ru 4a Imperatriz ns. 48 e 52, justa de am
e pagara fraficeza.
Tendo-nos ebegado ltimamente fazendas iteiramente novas, por isso convi-
damos por este meie ao respeitavel publico, a qoe nos procure a comprar- fazendas de
bom goslo e por preeos que nSo achara em outra qualquer parte
na raa
veade
Baratissimos.
Pares de melas pretas a algodSo para
padre fazenda moito aoperior f.BOO'n. oo
rita! sem agpfi'ld'roa de T^oewaado n. 49
I NA
Admirem 1
Madapoles finos a 50, 60, 70 e 80000 rs.
s no armazem do Leie.
Chitas escuras de padrees lindos por pre-
ce de 310 e 3u0 rs. o covado.
Ca-sasas de cor com palminhas e com lis-
tas de diversos padrees a 240 e 320 rs.
Lat-.zinhas einzenlas e cor de bocinas a
320 o covado.
Chitas claras miudinhas a 320 e 360.
Alpacas prelas e de cores lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs.
Pecas de cambraia transparentes a 40,50
a 60. Por este preco admita a todos I
(.ortos de easimirss de quadrnhos e listas
a 20800 e 30000. Corpmbos brancos para
senhora a 30 e 30200.
rfvNIvH I l
Cortes de cassineta de cores para calcas e
paletois a 105uOO.
Csamela de cores com om pequeo to-
que de mofo a 400 rs. o covado.
E^artitoes mailos ttabs a 40580,50000,
e 50500.
Adaalrall!
Grvalas de seda a fSf rs.
Golinbas bordadas a 500 rs..
Liazlobaa a M> ra. I
Liailnbas a J00 rs. I !
Uatloaaa a 30 rs 11
No armazem do Lelo,
rives e padrit frawjeaa.
Lf n?os bordados a 60, 05000 e 120500.
Ricos e bem 6eolhidos gustos de bismaks
>ira rt'cas e paletois a 20500 o corte.
Tambem tem para acabar pecas dejpanno
de lioho, com 27 varas, a 170 e 180.
Toalhas de liobo para rosto a 100 a duzia.
AOS SRS. ARMADORES DE ENTERROSj
Vende-se pecas de hollanda prata com 40 cova-
a 3*000 : aa roa-da Imperatriz n. 48 e 51, jante a
p darte fraoeeu, toja do Leo.
Attencao roupas feitas I! no armazem
do Lelo, roa da imperatriz ns. 48 e 5i.
Assim como temes um grande, completo
e variado sortimento de roopas feitas: pa*
litote secos sobrecasaeos, fraques, jaqoetoes,
calcas, cotetes, camisas, seroelea, cbapeoa,
etc., tudo por preces que admira!! I
Organrly* hraocoa
a J05 0.
Vendem-se cortes de organdys brancos
com 8 varas, pelo barato preco do 30500
cada corte.
Alpr.ka braoei de cordo.
Ve de-se a mais moderna alpaka braDca
de cordao.
Baldes a UOO.
Vendem se modernos ba!5es ou crinolinas
com li a 16 arcos a 10600.
Tiras bordadas.
Vende-89 urna grande porcao das mais fl-
nas liras bordadas e babadinbos, tanto lar-
gos, como estreitos, com os borlados mais
bem feitos que im vindo ao mercado, assim
como um grande sortimento de enlremeios,
que.se vendem mais barato do que em oo-
trraoaiquer parte.
Benitos eom golla a 10280.
Cbegaram os mais modernos manguitos
com os ponbos bordados e com gollinhas
eslreitas, cerno se usam, que se veodem a
10280; assim como muitos corpinbos e ea-
misiobas de cambraia, que se vendem por
barato preco.
Lencinbos bordados a 610, 10000 e 10600.
Vende-se os mais delicados leocos borda-
des para mao.
pornaos rom ailabas a 10000.
Vendem-se os mais modernos ponbos
com golillas estrellas, todos bordados, pelo
barato preco da 10, sendo fazenda qoe
sempre se venden a 20 e 39, pecbincba.
Ranta par metiea na laja de futo
Tendo o proprietario deste grande esta-
belecimento reeebido om grande sortimen-
to das melbores tacadas com os mais mo-
dernos gof tos qo tem tmdo a este merca-
do, assim como om grande sortimeuio dos
melbores panos pretos e fazendas proprias
para lote, resolveu encarregar-te de man-
dar fazer qualquer fato por medida a con-
tentamealo de seos freguezes, para o que
tem contratado alguna dos melbores lTava-
ls d'esta capital, ese responsabHiaa, pela
rica m?rbiaa derasdaniaw-
da nao vi-i aqai em Ptraasabew, borda de -
tase, coroso, posponto obra prisma, p r a'v
Cbegaram as mais modernas cassas suissas i ^BDID(><10 ffl
com as cores e deseobos mais lindos qne '
'____i^fflToatPIidto e boa execocio das eneommenr eezas de linbo e alijadlo mais baratas-de
IJTSS das. ^raatmio se que se fbe -tari oa pe* 4P
les da qae em ootra qoatqow
parte eaea im de mais acreditar eafre
,...
.......
aeaa -M
ie vinho foi i
oT
w fi eawma Ahbmii e
fe a^m>m-Deaoev>e e-^<
Deeao aa paaroucu deP.Maurer
Tem tattbem um sortimeato do roupas
ordinarias por preco baratissimo
Acaba de ebegar tambem am
aaaW amaiaue ecor ae ca, esc aae se v-r .< mais aereaitar eafre-
veede por fW*mto- J^lar ate aaiaWeciiaento, na ra da Im-
fc^aSS1" U*> ****
No armarem do Lelo m nMwm eaeiraa ia laja da
Na armazena do;Lelo!! 1 fata*.
No armazem do LeSo! 1! Caegaraat ea mais lindos panos de ebro-
i roa da Imperatriz as. 48 e 52. jaato loja O* OO- cb m rta baatras, aroprios para a-
deiras tanto 'encost, oomo de baanco e
!de sttroiclo, a outros eonridos para so-
(a,aasaaa como drtes redeedoa para mesas
reden*, #te* peqaaaoB para aftaefadas, e
dits para ermnr presantes tendo petfeew
at paracotrir o prsto, que se veodem
porpreieaMito eaaaoata, Mlfljaa arma-
i.m a Piala taadalmperairia n. 60 oe
Pe*2BMtJ|lvi.
a 1#500 a dtnii
teem vmdo* ao mercado e veodem-se pelo
! barato preco de 360 rs. o covado oo a 600
rs. a vara, assim como ditas verdes, com
delicados deseobos a 800 rs. a vara.
Cassas fscos-ezas a 280 rs, o corada.
Vendem-se cassas com deseobos escosse-
zes pelo baratissimo preco de 280 rs. o co-
vado.
Cazaquinbos de Pavo a 150, 200 e
250000
Cbegaram os mais modernos cazaquinbos
preto de gro>denaples ricamente enfeilados
com traca e vidnlbos, qoe se veodem pelos
baratissimos preeos de 150, 200 e 250 na
loja e.armazem do Parlo: ra da Imperatriz
o.60 de Flix Pereira da Silva.
Carlea de chitas
30200, 30520 e 3084OJ
Cortes de ebuas a 34100.
Cortes de chita a 30200.
Cortes de chitas a 3*520.
Cotes de chitas a 30520.
Vendem-se bonitos cortes de chitas francesas,
eamacaade se serem de cores segures, eom os pan-
nos moilo f acorpadoa e Unos, pelos barates preeos,
o certe de 10 eovados por des pataca*, de 11 cava-
dos por ocre patacas e de 12 eovados por dote,
grande pecbincba para aparar dinheiro, ao arma-
tem do Patio raa da imperatrli o. 60, de Flix
Pereira da Silva.
Casimiras Inglesas a 40OOO
.o corado.
Cbegaram pelo ultimo vapor da Europa
as mais bonitas, e mais modernas casimiras
inglesas de cores com os padroes mais bo-
nito, e muito eocorpadas, tanto escoras,
Como alegres; lendem-se palo barate preco
de 40000 o covado,. on a 70 cada corte de
calca, pecbincba: na loja e armazem do
Pavao, roa da Imperatriz o. 60, da Feas
Pereira da Silva.
Camisas (atiesas,
Pecbincha a 20000.
Veodem-se camisas brancas inglesas com
muito bom madapolao e abortaras modernas
peto barato preco de 40OW cada orna; di-
las fraaceus de liobo a 30 ; seroulas fran-
corredor do Disa a. i*. Na mens case rere* *
encommeoda de baaba para a aorta das ca:': s
por qoalqoer molestia._____
Vende-se doas escrava* eom abSidadef e m
boa conducta : a* roa dos Prastrea,aea Cee**<-.
d. .
Escravo8 figidos
OratlkVs se bem a qoem pegar P*var a
-renbor Loix Veroet, morader raa de Traadre'
betel de Frasca, o escravo Pedro, cabo, de asee
de 17 annos, lem ama cicatriz ao aets*. euir
ra baisa, olbos preto, sem barba, lo reair-"
ae Rvd. Aotoaio Loto Beterr M< aleve, mrrad -
oa povoacio da Alaga dea Gatos dielrirle C*-
poeiras, termo da Boallo, a acaa-ae fcaaH dsd
o dia K do eorrtnte
Acha se fogldo desda da am 4 o carrale.
om molalinho eaboaeolo de Vase Jd, de 13
anuos de idade, veto da Boatia aa* Jamuro aane
aaoo, e foi veadide aesta dea per aanali Ja*
de Mello, negociante daqoelle tapar, aa Ir. aV-
nando Josa Correa, com leja aa raa Direrts de-y.
eidade; pede-ae aa aaswidadaa amar w aamt, am>r
de fra, qoe o aprebeadam e o eatreparm a s*e
senher, loja na roa Nova desu eidade aa t aader
da casa a. 68. ajea sera goaeaaeaawaa gsatia-
cados.
Attencao
Taomat. crioalo, idade da 48 amasa pamn i
oo meaos, arpara regalar, reata da carpe, '> I
baraadoj piala poeea, aeraas greca*, lem r-
dos dos ps igoae, talla aaa, ornas graade* a I
eos, peilocabellado; ajaaaaa aada em safar me-
Ibado aievaatar as daaa aaapa. Sesea graade. *
tem orna coi 6a bem morral am casce, e ae ma-
to calve, matso eaalader, lapada Sesae (apeaba Se
Ranchos ae da aasle carrale asta dejaamde
1868. .
Pnglo ha posees ana da aagreea &aadea P>
gneria da Bseada o escravo Paato, caer, Sa ?'
asos de idade, eom aimea barbe, cata beatpeta *
ja' pialando, de esutara regator, d carree,
motto ladiao ; foi esaravr da padre Lata a anrafn
Barbosa, morador e poweeSe am afsaaasa. ar*e
umhero mora a mmaaar da eMo escravo, a pnsam
h qoe se teaaaieiabaliaamadam li iialii sV
Machinas de costura de Weed,
para familias, attaiasaa a aaaateifos,
avlllaaa IsaTeaicae,
Premiadas aa eap A aade naUjim aa4a taeoasaa aoasisva aa su meles 06a*traet*> e laott
maneira de maBeja-Us. aaamia>iai acornaartiaa de ledas aa pasa alumina
para woalr. oetrnar, embairbar, fraaair. bardar, etc. sio toda*
eaoa de aaa aamaw asr. E. D. Fairield, Ulmamepte ebegado oa
tara a dar todos os escmreeimentos e esina gratuitamente 4s pessoas qoe
Agente em Parnamboco A. Da Moat, roa do Trapiche n. 48 primeiro aodar
em entra a^alqaar parte: aa -taja e ar-
matem do Pavao, roa da Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira orSlfra.
Para lamellas,
*icos cortinados a it^tjOOO.
Veodem-se oa mais riere cortinados pro-
prios para jaoeHas, tendo parala de pares
if aaes, pelo barato preco da 120080 a par:
na Veja a armazem do Patle, rea da Impe-
ratrrx n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Poil de cbevre a !#M*-n. so a Patio.
Veodem-se os mais lindos poil daeaatre
para vestidos, com aa carea mais Imas qoe
lem vmdo ao raereado aeaa lastro ave pare-
te propfiamenta **ar pa a^ma ftaea a
10509 n.ocdvata,aa loja araba
Pwlemdalasperalra a.v*^WterV
reir i Sfl va. Kj
Camirvral. tMj **
fe ItafNP^-lnM
iditosi transparente, tea
ga se a captar da referido rearaaa a sea ame
ao sea eeaaer Pierharaa! Heraara L*aa, aa -
rdo enfetrbn, ou aa Sr. fraaeve Aaasaa ia wh-
toaert praca
Grattiea-M a paasea aaa a epre
RertH 7 de )orfca de lata.
Fafke a eearavaimaa^aaa, al
maaadeepK
la rnaarta da T.rma
aa Tarsaa, di
m-aa aseara emeaTa aeer amW
aW
magra, bata,
doaadeam a
tem ama marea
Iba de ama mi
eterna
por ter aadada a
aaaamf
d,a pega se
delia, oa a levar aa .
atre
- Pee Tasa fft aa
a osara va de
ertotilo, da ti a
b aamprlda, aato
-
saamia
________
coa das e coasia ce W para aa amada *
> a- ae Um mam .HBa
90alO|OOO.
dB"aHBllw
Ida- -^Ba^BaB

VaHm fcl.ees r
)sm
MaST^I
I


aMarla 4c +runmhmt fleiU letra 94 de afra Ira* ale 1866
S
asseubiev smiuAs vvmv
CAMAttA DOS SR3 DEI'UIWDOS.
SBS&aO EM 8 DE JUNHO DE 1868.
PRESIDENCIA. DO SR. MtAtlKA LOBO.
(Contimwyao.)
E' atavet tait. 4j|yin^nortt> <|b* m ob-
serv entre as reforaws: pe'do lies raro eadliom
empregado |oblld.>, tVf. rtaiada un apj-e Udo de
qualquar ministerio pote oaado par* era
prego ou CDoimuMo d f 1* secretoria
do Imperio e*B?V*taibfg:i a a> seroprego>
meados para empr. gas des tados, ele, de quaiquer ouiro. Peto 1* goerra 6
oso podra ter riomeados para empregos di secre-
tari os jubilados e *uosetados ; pota j% etrn-
pairos tmbeos c aio poden ser os r.
Qaal a rata) da d f-treoga t S o rf>rra* o pola
rvir oaoaelia irototaria, por que aio o pudera
timbero oa dos eslraogeiros, ou qualquar entra,
ue.-de que as snas nahiMag'oes e pre.-ttiaa o facam
reeomroenda to i nomeago 7 Melbor seria qae se
(ivesse leixado ao goveroo o praiente arbitrio de
a/.mear a quera cooviesse, en alieogo s eircums-
telas a ae, presumo dos pret?oieoies. Por ser o
reformado rniliur. oo se sepue que esiaja iobibldo
le bam servir oca logar em qualquar das outras ri-
p riicd""*.
A lai roindou conservar os ordena lo', dwtri-
ruiodosa as gratifle i(d^s era ordem a corngir-se
as desproporgdas dos veacimerKos. As reformas
nao s conservara os ordenados cuino as gratillc-
idas, a rasnoKo dai quaes nio bt uoifarmidade os
secretarlas. A do tbesouro abol o a gratificarlo
por roats da 10 aooos de sertic. e oio a concede
M casa da aposentad irla. A 1o Imparto diz o roa-
irario.
Aqaelia deixa ao ministra o direilo de caer lar
"icenga aos'resaeeiiv.s empregados ; o me-mo da-
se oa da agnejKara e guerra ;'na da Iosiigi e es-
inogeiros i h o director garal concdela por mo-
tivo jos:o, a .10 dias
as da guarra, imaerio e estrangeiros nio sifTVe
de-c-roto o empregia que seachar aacarregado de
scrvlgo, nao > palo respectivo roraMro como pelo
iirector geral ; a dn thisraro a falla sempre su
ja'ta ae descqot>, sera ailangao to m.tivo que aoc-
<-a-lnnou.
No uaa continua varia-
da ie. Pela refirma dj iti:souro sao amuviveif |o
iIjs os car.)* de (alead<; p-l do imperio se lirait.s
o direito da d->missao v casos de enmas grav.
A da guerra da ao gavera i o dlreito de demiitlr
"vremaoie o director e chafes de secgo ; os oill-
ciaes, aroaouen-Bs a praticaotes sera constados
em q oto bem servirem ; o masmo s g jarda oa
de etrngen*03 anda com llsriiH{ao quinto os
empregados actuaas. R* saosivjl a disp?rilada a
oofusao quj acooipmliam a destriouigij da-tas
servlco?.
Parlieular'sando a eforma da secretaria da guer
ia, neo posso daisar da aslrao! r qua S. Ete. nii
julgasse baDililado.*, todapandaoia da exama em
ooocorso, os bacDsreisou djutoroitm mel'cioa ou
eji dlreiu. para servirrm os cargos da pratioaoies
ou amanuenses, para os quias apaas si etie o
conbecimsnt) da grammatica a nagua icimii, al
thmeci. pri'i -i;ii s garanda b sioru e geographia
do Brasil, a que (alia un ao manos tralur.a o pra
laod-'nto ss |ingua< (rancata e ngl-'ia. Acreditou
Etc. qua hmvesse algum bacharr.l ou doutor
mam parle os Srs. Baibo
Silva, Baptista Pe
i1 '----------------------------------------------------------
Anta em t.mcc sacr!fl|aam-s o barajas, mu
salvrm se os principios.
lufeiitoteota ban justa applicacio lera ao nosco
Oslado as saguiate* palavra* de, Eugaoip di Pell
Ua :Os lempos que atravesssrao sao carseteri-
mlt$ pela abdicacia corapieU 4a eoascleaeia po-4
litieiie pelo olvido prolando de sfb^iat, laaa|
lumente o mal asta' llorarais) Rrf^^H
reprovacio j p le eie tar oa raalaacollca iodal-
genej. Proeed.
Eis porque o miisierio sstisfiXe, segando sqoi 'flxa a forra n.
se disse, epm.o (rmapoio da tolerancia I f Apoia-
^o, nao *poiaco).
l)cSi siticio I... (Mullo* aooiadoj da ppposijao)..
'*
tan de operar em
Earopa,
ora
ara
^^K$io ap-
^^Bwara a
los so-
diversos, a appro
dado das Alrau da
s:Muito 5em muito bem
(tFbrailor comprlmenudo peles soga nlgoaj.
A discasso tica adUda pela bora.
Oda a ordem do da, levaota-se a sessio 's 6
horas da tarde.
No dia 7 nao hourj sasso.
i rWica, tapatorara alada os
ios proveniente 4a batata**
Todos leera delta coaaertraeato tio parraHoaorae
geoeral pro u ejgaKHBls, a ao raesmo tarapo arotnover toiVas
^^os da prodocsio, arJm de podrrmos declarar
JSr. Vas Pialo : Slm, senhor. Yoo duer o
ebtando diier quaas o malos que podara sal-
var as oossas floaacas era ora (aturo uisis proiirao.
Era raiacio a' deapea, ra*tt restricta economa ;
era raiacio a' receita, devenios procarar alarga-la,
rara I* aorairaaaur a poesivel.
Obtem-ft augmento de recelta por araos diractos
iba o b-------
lancriro de 18bf tra{oa a marcha do reo exerclio t reooJr-se ara oa lodireerat \ %\ etasse dos primeiros esla : os
a 1870, cuja dtsenssflo fleuu encerrada na sasso Sidwa. (Apoiadcs.) Tesaos no sol de aaarebar em oovos imposto, a renda de predios aacionae, em
aatecedeoie, e aabdo para 3'
dlseusso.
Coottoa a di'cnssSo do
s
igooranlo lio rudimantaai conheelmautus t
O 5r. Iliirqta : Qnulos rucareis IU qi) pre
cisim da mitrar em concurso I
O Sr. O .'ajino : Nio o diga, o nobra depolado,
n r honra dj paz e da c.vilsima) a que le n coa-
galo
O Sr. Boarqua : infelizmente varala. El co-
ner;-) r.i.'uu- bahaais qua nam fraocez stbem.
O Sr. 0*2irin :So nio os conba^o ; coanac >
r>penas bachireis que, deven lo lira'tir a sua scieu-
ca a espacialidade a qoa se dadnuio. preieadem
sabar todo. Desws ontia^o eu algn*.
O Sr. Pre-idenH : L miro o nobra deputado
qua *M rJ.iiar-se a ora.
O Sr. Olgarlo :Piuco miis dirai ; ni) sel se
taoftio direuo-da n:io seriaiarronpido...
Vozes :P6di s lo, achando sa dalas as duas
hiras do regiment.
O Sr. O'gario :Resami-rei o rasto pergaotan-
do ao aobre ministro se nio achoa na uossa legis-
la;io de proiesso criminal algama coasa am coo-
trano a douinna qua on'.ra-se no ari'go 46 da so
reforma.
0z si ahi :que a su-penso, nos casos da pri
sao por qaalquer motiva, ou da cumprimento de
paos que ob-te o desampenho das lunci;6a$ do am
prego; da proouncia sustentada em eriroe commum
o de responabrtidaie, s podera' sjr delarmiuada
pelo mioi-iry da guerra.
Diz o endigo do processo criminal, artigo 163 %
2* :o e(Ti.io da proouucia Qcar suspenso o pr-o-
nnnciado do txercicio da tolas as. (anegots publi-
cas, s
Accre-ceata o ragu'amento de 31 da Janeiro de
ISl artig>299 : decretada a pronuncia se passa-
rao ?s ordees necessanas para a priso da reos,
Scando os raesraos sojaif^s : t. a aecasaco e ao
j'ilgamemo ; 2. a suspenso du exercicio Jos diret-
los poli lieos.
Sa, ools, verdade, como o explicara os avisis
da 8 da agosto de I8V6 e 3 de navambro de 18oi,
qoa o unceioaario pabco, da' qaalqner cendicao
que sajT, logo qae pt i proaaacia e.-ti' indicia o
>-' erica commum ou da respoosaiiiliJade, ti -a
r'pso jure inhibido de exercer as oncgSes no seu
mprego, oa se livre, sollo ou preso; se a sqspen-
to o t ff;it) neces-arlo da pronuocia qua oo da
peude do ministro, qua decretada pela autondade
policial oa criminal, como entender sa qua, par
qae ella pro lua os seus effaitos, se tome necesa-
rio o e,n?enlimeoto do ministro? Podara' elle ne-
ga lo ? De qoeservtria essa attribmco ao nobre
ministro, seodo o Cjnsenmeoto (oreado, e nao tan
do a alternativa do relira-lo oa concede-lo.
De ruis se : no caso de pronuncia pode o reo
conservarse sollo oa sQancado. e por tanto em cir-
cumManeias da podar ir a' repatl jo, o roesrpo ja'
nao acontece quando esta' preso em cumprimento
de pana"; como pois ba de o nobre ministro deter-
minar que Gqua suspenso, quera alm de saspenso
j' c-ta' p*eso 7
Hi ajar CDropleto esqaacimanto da disrolfS's
claras di le;o artigo di re(oraia vai da eacoatro
ais arts. o3 do co li-io criminal, 141 e 23-5 do codi-
gj do procasso e 2S9 e 223 do regalameato de 31
de jan'iro de 1842.
Quer areorma qae- snspensio prodnr.a os seos
tffnt03 depois da sustentada a pronnuciaera crirae
commam oa de rasponsabiliiiade; em prlmeiro
lugar de ver-se qae dos crlmes de rospoosabll
dada nao ba sustemago da proouncia (ari. 401 do
ragaiamnto); mas se r*ace se a reforma aos cri-
mes cimmans. aiola val ella de encontr ao manda o art. 289 sapracitado : pronooeado o reo,
expede-se mandado de pristi, antes masmo da
reroes'a do processo ao jiiii municipal, para sos
tentaco o:t revogsgo da pronuncia. Se o reo esla'
preso, sa pode l la sido mesma antes da pruaan-
cu, em Qigrante oa per ser o crime mafiaacave!;
sa esta', perianto, (orcos-amenta suspenso, como
qae o nobre ministro espara que sega sustentada
a pronuncia, para determinar a suspenso que ja'
o.-in' determinada ? Como qasr asura envolver se
a anloridada administrativa no que da privativa
competencia d) poler jade ario?
Anda mais: diz. o art. 47 da reforma: o enalto
da saspaneo a f erda de todos os vaocimanios.
Clamorosa lojusliga, era vista do direilo 1 A sus-
penso, qae to (orle peoa irs, pode ser imposta
pelo director o como peoa disciplinar por simples
cegligencia, (alta de comparecimeoto, ele; com-
prebende o ordenado e a gratiQcaca); no entanto
o empregado pronunciado por crime de re?poosa-
bilidada, snjaito a' aecq criminal por urn (arto
grave e reprovado, perde apenas a melada do sao
ordenado, e sendo absolvido recebe-o todo, sera
nem ao menas perder essa meiade qnedelxon de
pareecer. Coodemnado, conserva sempre a onira
rotade qae ja* receben. E" a doatrloa dos arts.
16o, 4* e 174 da codiga do processo; explicados
pelo aviso e17 de Janeiro de 1858.
E' rnanifasta a despropar^ao e a
resalta do semelbanie ibearta.
Nao confl'aarel, por falta de tempo, na analyse
das reformas do governo.
SESSAO EM 8 K JL'.NHO DE (868.
PRESIDENCIA DO SR. SILVEIRA LOBO.
Ao meio da, tena a chamada, veiidcase ha ver
Dum-.ru l?ga', abra se a sesso, sendo lida e appro-
vada arta da interior.
O Sr. 1* Secretario da' canta do seguate
EVrBi'IENTE
Ua offlcio do rcluistru da agricultura, coromer-
cio e obras publicas, transmlitiodo a copia do con-
trato celebrado p>ia presidencia da provincia do
Guara" com os eogeoheiros Jjh James Posler e
Jos Ponu j de Alboqnerqna Cavaleaati, para a
foflstrucgo da um (lim toad entre a capital da
mesma provincia e a povoaco da Pacaiuba cora
um ramal para a villa de Marangaaoe. A' com-
mi sao da commerek), inJostru e arta.
Oairo do raesmo mioi-ierio, enviando a copia
dos docum-nus pedidos, qua constam da rebeo
aaoeta ao offl :1o de-la cmara da 2'J da raaio ulti-
mo, s .b o. 57, meaos a de o. 6, o qoa i, seodo re-
servada, sara,' remeitido em separado.A qnem
fez a rrquls 5J0.
jus jo Ia secretario do senado, participando
qne t> me-rao seuado adopiou, e vai dirigir a' sane-
gao imperial as resolugS"* na assembla geral ap-
provaodo variai peu5es.loteirada.
Caco das oresideoclas das provincias 4o Para",
Amazona?, Ru Grande do Sul, Paran' e Sania
Caiharina, euvwnlo eiemplaras da relatarlos.A
archivar. #
Um requerimeoto de Paal no Gil da Costa B ao-
dio, pedm lo para ser admutido a (azar exama do
2* auu-j medico. A' cjmmisro da iosirucgo pu-
blica.
Acham sa sobre a mesa, e vao a imprimir para
eoirar oa ordeor dos tr.-.bilho-, as proposts do
governo convenidas em nr.jje.-i ;s da lei palas res-
peutivas p.jiiiii-jois sobre a da^pezajlos minnie
nos da jusllga a de estraag irn'.
L i; e apprjvado em debala, o seguinte pa-
recer :
< Pur iodicagao do Sr. deputado IIirla da Aran-
o, qmnd) 1* secraltri', em sesso de II da setein-
oro do auao pausado,. (oram remettiJos a' masa
para serern examtuaJas aules -Je approvadas pelas
ramaras as -eguiulas redacgas :
< 1" Auljri-ando o goveruo para mandar pagar
a Jeronymo Jos Tavares a qaaatia de 3:6705, a
qua lOi coodemoada a tazan n ncioaal, por SsO-
tangadi poder judicial passa la em lulgdo.
2.a De iB:3i65 ao br'gadeiro J isd da Victoria
Stares da Andrea a ua mna D. Luiza Alalaide
da Victoria Soares da Audra, valor competeate-
meata arbitrado das larras sitas na provincia da
Peroamboco, perteuoutes ao Huido baro da Ca-
gapa Ubeiecar a colonia militar da Pimenieiras.
3.a Ao Dr. It-rmrJu Jo da Pigueiredo, ca-
rador dos Africanos livres, e Baibin.' J^s da Fran-
ga llibe.ro, esenvaj djs masmos Africanas, os
veacimenios qua ihes :a devidos desde luloo 4e
1803.
< 4.a Finalmente, elevando a 1:2003 ananaes o
ordnalo da secVrurio da repartilo da pulida di
provincia debata C-ihirlaa, exarcldo palo esenp-
lorario da mesma reparligo Augusto Galdioa de
Scuia.
< A mesa, laoJo examinado as referidas redac-
gdas, vio que a que diz resp-iio a Jeranymo J s
iav..res o prujecto n. 202 de 1861, que em 4 da
juibo da l8i>6 sendo Ifereeido como emenda ao or
l-iineal) que se esta .-a discuiindo e qua hoja a
lai qua rege o prsenle eiercu-i >, Beuu reservado
para quando se traiassa dos adliuvos, o que t-ve
lugar o anoo pasalo oa discu.so do ornamento
volado pela cmara com manos addiiwos, dos
quaas furatn destacados este e os que seguem rea
livos :
t 1.a ao brigadeiro Jos da Victoria Soares de
Andrea e sua Irma, qua o parecer da comms.-o
de fataoda pprovado pela cmara em 5 de juibo
da 1860.
2 a Ao Dr. Jos Bernardo de Figoeiredo, cara
dor d -s Africanos livres, e Balbino Jo.>o da Franja
Ribeiro, escrivo dos masmos Afncanjs, qae o
parecer da Ia comraio de orgameolo appruvado
em 10 de julbo umbem de 1B6.
< 3.a K111..I,neme, a Augusto Galdiao de Soasa,
escripiurario, servioao do secretario da reparligo
da polica da provincia ae Santa Calbanua, qae e o
parecer da cummisso da panoes e ordenados ap-
provado em 2 de julho de 18 J7.
Tendo, pois, esies pareceres sida approvados
pata cmara para seren incluidos como adlitivos
u orgaraenu que presentemente e-ta' vigorando,
e bem assim o projecto ja citado relativo a Jerony-
mo Jo- Tavares, eaiende a me-a qaa as supraci-
ladas redacQOj dev-.m ser approvadas e remet-
udas para o senada com os seas respectivos docu-
mentos.
< Pago da cmara das depntados, em 8 de junho
de 1868.Fraocisca de Paula da Suveira Lobo,
iresldaote. Autoaio da Fooseca Viaooa, Ia sa-
reaHo.Jas Aveliao Gargel do Anaral, 2a se-
cretario. >
L-se, apoiado e approvado sem debala, o sc-
eainie reqaarimanto :
Reqneiro que pela reparligo do imperio se
pega as acias das eleigoes das regoezias da Caa-
ceigo da Barra, Itapecenca, Piedade dos Giraos,
S. Hoque e Praia, toJas perleoceoles'ao 4a distrlcto
da Minas Garaes.
i Sala das s9S;5s, 8 de jnnha de 183HCi-sia-
ao Bernardo. >
O Sr. Amerlco Loba oblando a palavra pela or
dam pede que saja dado para a ordem do da de
manha oa de dapois o projeclo de ioterpretaco
e reforma do ragulamento das carreigoes, qae cli-
recra a' coasideragao da cmara na sesso de sab-
bado.
O Sr. Presidenta di: que tomara' em considera-
gao o pedido do oobre depuiado.
USr. Pedro Leflaotpsla ordem) :Offareci
consirjcrago da r mira, Sr. larcsideoie, o anuo
passado, este projecto de lei:
< Fica extensiva aos bUjcia da armada e aos
do exlincto crpo da artimaa de manaba, que
servlrara nos navios da esqaadra nacional,.daraute
a Iota da independencia, a disposigo do decretj n.
1,254 de 8 de junho de 1867. .
Fura este remanido a' commisso de marinha e
guaira.
Da'sejava qae V Etc. me dlssesse o qne ba a se-
raelhanu rospeilo ; qual o parecer daqnelia com-
missoi
E a ser possivel, Sr. presdanle, pedira a V. Etc. 6qs art Ia da proposti do
governo qae Asa as torgas de Ierra para o anoo Q-
aaneeiro da 1869 1870.
O Sn. Vaz Pinto (movimeato geral da aitenga ;
protaado siiencir):Vetdadefro prsenle de Dja-
oira A o mandato popular, qaando i atollas as pai-
x5es pilltlcas, desencaleados os saolimentos indi-
viduaas, corrodo o pan pelo cancro voraz da goer-
ra, ''e o parlamentarhornera da bem, Im-
petlldo peta irresistivel larga da coosciencia, a di-
ir o peosaraenlo inielro qua tero sem distarga-lo,
eaeobrl-lo on-disslmola h>. (Apoiadns).
Arada bem qoa essa lomea de Netsus, irttotaati'a-
ctraodo as carnes, assoberbada pela voz e pai da
conscleocla qne da' conforto, sustento e alimento
(rouilos apoiados, mnilo bem) ; alada bem qne
qaando os seas passos (orara sosudos pelo mmui-
loar das plidas que levaatarem-se diaota delle, a
voz interior Ibe dircamiobai, camlohai Jmpavi-
do : porque alm das mundanas lldas e risos do (aloro ; porque o qaa valera dores do co-
ragio, qaando nos vem a sea lado a paz da alma
a da eonsclencia I (Numerosos anotados ; mnilo
bao ).
Sr. presideoii, comprbanle V. Exe. qaa ao
tomar a patarra oeste m imaato eu eston nesse
passo maliodrosi em qae aeeessaria mais do qne
a coragem ; -nscessariu asse arrojo interno viajo
da coaseieocia qoa fai seguro o andar vacillanta ;
eu o srtilo a direl a> pait o que peder os seas
ioteresses reaes (apaiddos); porm, antes pedirei
oo aos meos collegas qae sentam-se nos bancos
oppo.-ios, coma aquellas qoa me rodaiam, oio a
atteogo benvola qua cosiomam dispen.-ar aos
oradores novis; porra, a attengio generosa qne
se da' a'quelle qae caree* do esforgo desqa alma
para, par entre mil plidas qne fervero, passar
chelo de respailo pala poslgao qoa occtpa e pelos
amistas qoe presa. (Moito bem.)
as graves qoes<6is em qae teab) da tacar.
as optuis qae emtir, ir a ratio da po.-igo
iioe occopo; aio paiavras, mas factos e ideas
rao o que son.
Sr. presidente, vou tratar das segaiotas qaes-
i3;s : pnraeiro daqaella que mais laterassa ao
pan ; daquella qua s a aoicameote devia inte-
re.sar ao pair. oeste mmenlo -afiro-me a' goerra
(apoiadas); segando, da qnesta aanceira qoe
prande-se a' goerra (apaiado); vtercairo, da aoa-
,ysa das ideas e pirados piliticos do Brasil.
No mala dstas tras quastdas q ia considero de
toda actuililade, en aotas oo deseovolvlraent) que
apresantar, tratare! qoaoio era raim eouber de
dizer o que djrecla oa Indirectamente poda salvar
o paiz.
A guerra qui movemos ao Paraguay nem por
tolos dasla parlamento (al baffl camprebandida,
pjrqaa vozes dissinsotes tenho oavido oeste re-
ciato dizerem, com pasmo mea e do paiz, que o
governa brasilero lem om flra occallo, alm da-*1
iju-Ha que aprei vindicar a honra ofhodida.
E, Sr. presidenta, lato porgue ? Perqoe dizem
qoe o govaroo falla tambara da eivili-ae o I Ob t
Sr. prasideata, estes que assim se prooonclam oo
se lembram por certa que o estraogeira esta' com
suas vistas sobre o pirlamaaia brasileiro (apola-
los) ; qoa o estrangelro Rda aaxergar Otsias
vozes, q ie na sao xarlas, a etleroagao do paosa-
manij n rtiaal I (Muitos apoiados.)
E parv-ntu-a, Sr. presidenta, ja aqulhtaram os
males que plem assim trazar a' nossa patria T
(fluilo bam.)
Q nulo o ralatori) da oobre ministro da mari-
nha disse qae alm de vindicarse a honra nacio-
nal tao negramsuie offmdidahaviamos de oblar
mamphos a oam da civilisaga e da liberdade ,
disse urna verdade qia pola ser aatss>ada a
talas os oortes do universa (apoiados), s ro que
iodiqua baver oo Bra-il fim iojosto ; porque
exacta que o triumpbo do Brasil e o tnampba da
jusiiga e da direita (apoiados), e este o da liber-
dade e civilisago (maltas apoiados.)
Nao sera' um doxameoto de gloria e civilisago
aquello qui passarmos aos, viodaaras, duendo
Ibas : cara um ifliibo d* sacriBcias con i aisla-
mos o imperio do direlta ? (Apoiados)
Os que pronunciara vozes repastadas de descoo-
Sanga esquacem que os esiraogaires de espbera
aperior talando de nossa caosa a chamara civili-
sa lora .' Aoda ha bem poaco, Melas Lu, gloria
da Portugal, o disse, sem ue seas labios rdanlas
da ialepaodeocia das nacionalidades sequer del
tassem escapar ama palavra de desconoauga oa
graudeza da vistas do Brasil. (Apoiadas, mano
bem.)
E liaba razo, porque o Brasil pleitea a cansa
da civilisago, iraca^ tundo pelo triompbn portento
sa da liberdade do commercio e das ros (uame
rosos apoiados ; maito bam); pleitea a causa da
civilisago, trabalhaola pela destrulgo de (rlale-
zas, barrelras do despotismo, erguidas com o sym-
bola de dascooSanga eotre os povos. (Applaasos
pro'ongados)
Ninguem qae cojhega a pomposa natoraza do
Brasil dira, qae possamos taro mesqaiobo lote-
resse de mais algons kilmetros da larras naqnellas
plagas. (Apoiados.) Nao carecemos, podamos dizer
cheias ds orgnlbo e desvanaciraeolo, de larras,
quando os nossos serldas plem presentir as
mais ubrrimas da scula XIX (militas apoiadosj ;
qoaodo os nossos sendas sao mbaros da modernos
Deltas, qaa se pdem transformar em eeiteiros do
uuiversa. (Manas apoiado-.)
Mas felizmente a quasi nnanimidada do parla-
manto brasileiro pola dizer___ dir' cuosubstan-
cianlo o vulo nacional : nos s queremos vinbar
a hrara ol muda, o direilo conculcada, e eomo
consequencia a liberdade da cjmraercio, a lber
dada do rio, triumphos da civilisago. (Hallas
apoiados, moito bam.)
Vamos asor a' diracgo da goerra.
' A guerra te u sido bem dirigida 1 Vejamos em
primelro logar, a direcgo suprema coaflada ao
governo, e em segando lugar a (echnica confiada
ao general em chafe.
A direcgo suprema o compiti da vistas,
auxilias, recursos e meios qne aprsseota goveroo,
a bem da cau-a da goerra. Tem o governo (aliado
ao seu dever 1 Respand.-rei as vozes dissonantes,
raras ainda bem, que o goveroo lem prestado ao
general era cbela todos os recursos passfveisi..
O Sr. Horta da Araoja : Os generaos nao se
qneixam.
O Sr. Baplista Pereira :Sia vozes roncas.
O Sr. Vaz Pinto : Na ba reclamago algnma
do sal qua nao teora sido satlsfeita : pele contra-
ria, a voz do almirante j declaroa : nao carece-
mos de mais nada ; s queramos plena liberdade
de aego. qae*vos daremos grandiosos iriampuos.
(Huno; apoiados)
Qaem p Je contestar, Sr. presidente, qae a nica
p^ssoa autorisada a dizer se o governo ba on nao
prestado todos os malos aquella que esta' na
direcgo teeholca da. campanba ? (Apoiados.) Nin-
lerreao dtsc-ohecido, r^Kanao araaslldo pMaei- presumo I oleran on externo ; la das se das sa
vilisagid, do qoe oioaavii orna s plaa, de qoe gaodos alastradas de (arro e rodagam, oavegigio penar'a V. Eic Cara i
Dio bavia ama s carta chrorograpnica. (Apola- da nos, raeiborameoioi de porto, eroOra, lado qoe
dos.)
qae dssa para ordem da da fim de entrar em
discusso o projeclo de que trato.
O Sr. Presldeoie :Nao posso Iotormai; agora
de repente o qae ha a este respeilo; mas h i de
tomar na vida considdAga o pediio da nobre
deputado.
O Sr.Madoreira (pela ordem):Como merobro
da-cornmisso devo informar a V. Etc. e casa,
qae verdade o qne o nobra dapuiado acaba de
dizer, isto que o aono passado, eolrauda esle
projeclo em discasso, fraremellido a' commisso
de marinha e guerra, mas iaajrmo-que oo se acba
comigo. i
O Sr. Pedro Leito :Befn ; ficamos sabendo
que ainda semelbauta priado, qae, a meu v>. r,
iniast'ca qe C0D,m a'faraptos de toda a eqaldade, na cnegra
s roaos aa commisso da marraba e guerra
Prtanlo, nos temos qae a respailo da direcgo
suprema a vos dos generaos era c-hefe sao mais do
qae -abundantes a favor do goveroo ; e qaando isto
nao fosse bastante para todos, eu dira aos nobres
depalados : nao vistes ba poaco, aps o grande
triompbo do dia 19 de fevereiro a inlelligent
popoiaco da corte em bymnos bravos acclamar o
ruioisierio na pessoa do Sr. ministro da marinha*?
I-ta porventora serla a manifaalago de que s-
menie bavia triumphadn a direcgo do general em
ehefe?
Nao, Sr. presidente ; era a repetigo do mesrao
facto qne ee deo em Ing aterra aps a tataib du
Trafaigar, qoando Nelsoa sabio iriumpbante, a
popotago em odas trinraphaes dirigie-se ao Pitt
e procamou-o o salvador da patria, e este teve-o
bom seneo, como (ave-a Sr. ministro da marinha,
O Sr. Pereira da Silva juttiflea e manda i mesa de dizer: tNio a miro,-mas ao paiz, devela o
sagainte indicago
Que a mesa determine qne
na organisagao da
Qaizara dsvar a S. Exc. o favor de dizer-nos falda do subsidio seja contemplada a dedogo des
qcaes as providocias qae seguramente deve tar 3 por cenia da contrtbaico do art. 22 da lei do
lomado para averiguar e reprimir ais graves abu-: orgamenlo.
sos e prevaricaces escandalusas por mim levadas i ... ..
aa coohecimento de S. Eic.em ama das sessSes do I ,/a',,da3 S9's3a?- &1* da 1868.-Paral,
anoo passado, por occaslo de serem discutidos os .da- s.l,Ta- -Candido Torres Filbo.Telxeira
negocios de sua reparligo; se verlficon o qoe Gu.miraes.-Leltao da Canha.-J A. tbavos
haSve sobre os farnaciraentos faltos ai forgas -. J .Bi4"0> S9^- dosf?aDR,0\'-1;'
pecloaanas da Malta^Grosso; se atieodeu Qaal-, **^^^^^^[f'-^:^SS[-
mete, a' justa reclaraaco da fomecedor Alcaola-1 -Si** Lobato.-SonzaCarvalho.-lavares Bas-
ra qu al hoja implora detalle jastlga a' S. Ele. los.-Belfort Dnarle'Vielr da S.lva.-Buarque.
(Anoiad-as) l .Pooienlle.^Flalfco.O. H.de Aqono e Castro.
v" v '' Virlato de Medelros.Lima e Silva.Gavia
Voa concluir,Sr. presdeme, a o farel declaran- [ Peixoto.Assis.H meni de Mello. Barp de
do que no eslalo daaartarbago geral era que vejo Prados___Slzanando Nabna. Feroandes da Ca*
o paiz smenta a aoio dos Brasileiros, o patrio- nba.-Jos Bonifacio. Paulino de Souza.Pi>
tismo dos partidos, os b'ons sentimentos da naga o nbeiro.
podara llvrar-aoi da ralna tati-qne nos ameaf. i SaKiu-aa urna qaeslo do ordem, aa qal to-,
Iriumpho. (Moito bem.)
Eis, Sr. presidente, o qne a respaito da dlrecgSo
supremo da guerra se p Je dizer com verdade e
franqueza.
Soore a direcgo tecbnica
foi dito qoe ao gene-
A ita disto, era necessario qae soasso genera
li.etsa e dom de adtvlotngo; nflo o leodo, ha da
subordioar-sa as circumelaocias ejpeciaes do lar
raao; a subordloaodo.se a estas circumslaocia,
elle nos ha de dar om triumpho, mas om Iriumpho
qoe saja conseqo-ncia irnmediaia de om plano ra-
il acuda, e q ia ao vi ondear em ara dia toda a
caosa bratilelra. (Apoiado*.)
Sr. presidenta, eu roe pioooncia por esta manei-
ra, porque oo eoteod > que possamos tragar plaoos
de combatas ero cima dess escrivaoinhas (apola
do.) A respaito do ultimo plano aprasaotauo pelo
raen Mostrado comprovinciano, a quero profunda-
menta respailo, da se mandar 15 ou 30000 boroeos
aBm da por ama par procorar-se Assampgo e
por oalra eovalver-se llumayti e tomada, eu so-
menta respooderei cara a opioio do primeiro eapi-
to de goerra do scula XIX.
Dizia ella que era eousa moito simples gaobar-
se batalbas lando so groesa raassa de ehar au cu-
nan, ten Jo-se carne para atkar diaote dos canhdes
irarin que ainda assim as graodes aegraas nunca
se podia dividir as divides, e meos se pod a divi-
dir o exercito, porque mullas vazes ama grande
batalba depandia da ama comoaama. Esta opioio
autorisada respoole ao Musir deputado, rneu com
proviaciaoo.
Sr. presideoie, teodo tocado nestas dons pontos,
endtrei qae as conseqaeocias tremendas, altamen-
te prejodiciaes a caosa do Brasil, proveoieatas da
guarra anda oio appare.-eram : nos baveiooa de
apreciar os desastres b vilos do Brasil depols
qne entramaos oa paz. Ahi eolio e que havamos
da conhecer qaal < poso qae actoalraenta carrega
raos.
E quando esta a verdade que est oa cooscien
ca da todos, qaal dave ser o pansameoio de iodos
os Brasileiros, qaal dave ser a su-i idt predomi-
nanie, aquella que o avassalla, qua o domine cjo<-
taotemeoteT D-ve ser esta: vamos dar iqnalles
qoe teem dirigido a goerra de modo que oiogoem
poda contestar, toda a torga, lado o prestigio (apoia-
dos), para qae nao as acaotega o m-smu que
acooieeeaa Boabd quaodo laudo dado a sua tr
mosa Granada a seu adversario, retirando se para
o monte Padul pot-se a chorar, e ouviud >-o a io
trauda princata Aixa, dissaine : c Chorai como
tnulker aquillo que nao soubeites defender como
homem. Nao quero, Sr. presidente, qua se veoha
dizer a mira que sau brasi'elro, qua sioto todas asj
floras do meo corago estremecern) quaodo oago
bem (aliar se dos nossos* tnumpbos : Por vossa
culpa tambera tivemos a queda I Chorai aqoiilo
que nao soubastes defender como hornera > Nio,
Sr. presidente, isio oo rae acontecer, porque
oeste momeota em qoe ou vejo, como ja em ama
das ultimas ses-as do aoao passado, arada o tu-
rara lia obsearo.qae anda torno a repetir a phra-
se de Dapanlanp : a Mais da vemos temer aqu Ha
que oo vemos, di que aqu'ila qaa esia debnia
das oossas vistas. Eu oo quaro accresceaiar
um seitll que poaha Impeeilios a cansa daqael-
les qua nos vo daodo triumphos eo armes. ( Mu lo
bem.)
(Ha am aparte.)
S'. presideole. continuando, en direi qu t guer-
ra tem de nos trazar as cooseqoeocirs as mais sen-
tidas, e estas caoseqoaocias re-aluro desde que
tormos estodar o ooso estada Doanceiro actual-
meota, e desde qne atieodermos para as despezas
fabulosas que estamos (azenlo.
O relatorio do Sr. ministro da fazanda nos diz
que a receiu para o exerciclo viodouro ser de...
73.0u0.O0O000, qae a despera sera de..........
70,786:93x338, a que teremes um saldo de......
3,zli:067667. Disse nos mais S. Exc. que o pro-
ducto des oovos iroposios irara ara accrescimo ex-
cedente de 12,000:000,*,000.
A par dasla pnmeira phase lisoogeira dn nasso
estada floaneeiro, as vemos iromediatameote no
esiudo da divida interna e externa o seguinte:
que o Brasil lem de divida exieroa 14,0i8,600 ,
oa pro lima mente 140.686:0004000; de divida in-
terna fondada ^3,406:7004000, e de divida fluc-
maota 81,749:27*4000. Temos par coosequeocla
qoe toda a divida brasileira liquidada moota em
347,641:974T000.
Sr. presidenta, somante a perspeelsliva desta
divida do Brasil, em trente ao noviciado das nos-
sas indastri.as revela o estada perigoso em que oos
acharaos, revela qae necessario todo o ze o cuidado para qae oem por ara s momento va-
cinemas na estrada da Integridade do nosso ci edi-
to, qua carecemos manter a casia da todos os sa-
crificios.
Sr. Teixeira Guimaraes:O essancial eco-
noma.
O Sr. Vai Pinto:Eu direi a V. Ex,c o qoe
necessario ; nio e someote a economa em urna
poca como esta, aecessario mais alguraa coasa :
a economa urna das bases, porra nao uaica.
O Sr. Teixeira Guimares: E' nacessarto a
ecooomia, qae o goveroo nao tem.
OSr. Vaz Pinto i E' moito fcil dizer, mas
venbam as provas (Apoiados.)
Sr. presideole, do estuda da nossa divida, como
eu dula, v se que necessario (oda a rellexo,
lado o emano, para que possamos salvar o paiz,
laoto mais qn nos vemos que despndese an-
oaalmeote com *. gn-rra da Paraguay prxima-
mente 60,000:0004 K)0 rs, o qua resolta do se-
grate :
A despeza do mioisierio da-gnerra de 1864 Ja
1868 reallsada de 201,846:7034937 rs., tirndo-
se desia quantia a qua ao lempa de paz lazia-se,
chegaodo a esla resallado, que s o ministerio da
guerra cora os ssrvigos extraordinarios nesse
tempo despeodeu 155,985:863491)5 rs. e que assim
o termo media de cada exercicio (ai de rs..........
38,996:4634976.
A despeza do ministerio da marinha pode ser
approiimadamenle calculada em 15,841:5084113
rs., tomando-sa o medio das exercicios anieriore?,
devendo nos suppr qne o elercicio (atora seja um
pouco tois alliviado, teodo-se era-atiaaeao que al-
guraa* verbas que mais avallavam teatem a des-
apparecer, como a do compras de navios ecoos-
trueges ero msjos arseoaes e outras; o que fcil-
maule dedusimoa da segoinie confrontago :ol
oo exarcicio de 1863 a 1866 despendida a manila
de 17 8,6:4i846t, na eotanlo que na ejercicio de
1866 a 1867 prximamente (visto anda oo se
achar liqudido) ,000:0004000, seodo que na
exercicio da 1865 a 1866 s em compras de oavios
e outras eoeoromeadas, a legagio de Londres gas-
tn 10,118:8004810.
Mas nao sendo possivel calculo a respeilo pois
que exigencias imprevistas podem apparecer, de-
vemos partir do mello canecido qae oos dava,
faiti a compnteote dedaccao, n medio extraordi
oario de 8.335:9144000.
A eslas qoaailis ou medias eltraordloarias do3
dons miolsteriosdevemos accreseer as proveneo-
tes de compras de escravo, qne s o ministerio
da guerra a condecida da 2,508:6904171; pre-
mios de engajauaeQfo de artistas e voluntarios, car-
vao para transportes, dtfJereaga de cambio e com-
misso de saque, a extraordinaria da pasta dos es-
Irangeiros no exterior, a de augmento de peo^5es
e graiiQr.ar.oe3 eiiraordlaarias, etc., etc., etc., qae
nao devem importar todas em menos d...........
14,000:0004001.
Assim, pois, em vista das circumstancias, os cal-
calos qae aprsenlo julgo-os approxiimdos, e re-
velara-nos'que actualmente carregames com a ex -
anoaal d 60,000:0004000.
posta alaVorvar para o anzmaoio da prodnecio,
tlorescimenio das Industrias, para consequeolemeo
te trazeram o accrescima da exportagaa e importa
cao. (Apoiados).
O Sr. Mioistro da Aghcallara :Apaiado, .coi
to bem.
Nos graves dias por qna tamos a vamos paraan
do ja' Uncimos mi do eraprestimo externo, do
papal-moeda que uro ampresiraa desfarcado, de
eropresiimos do cofre dos orpbos, emprego da da
psitos e do laocaroeoto de novo* impostos.
Todos os meios tem sida empregados na alineo
lgo da goerra especialaeaie/mas a divida pro
ventete taz presso sobre o ihesouro, compre qoe
vamos em sao auxilia (Apoiados).
Eu qae neo madloeridade em lioaogis me qne
ro chamar (aio apuiados), voo dizer rpidamente
o qae eoteodo
Compre, Sr. presidente, aps o nosso triompbo
no sal, aproveitando da impresso da victoria, do
augmento de renda proveniente dos oovos lanos-
los, cootrablrmos no exterior, visto qoe no interior
era face do estado da nosta lavoora oo possivel,
empresiimos nio s para consolidar-se a nossa vi-
vida Ouctusoie e poder a Ibesooro marchar desas-
sombradamente, como para irmos am soceorro das
Industrias. (Apoiados).
Cumpra que procuremos coaverter os nossos
empresiimos mais onerosos era ouiros menos ooe
rosos, lando em vista o exemplo da Inglaterra, qoe
s de I8ti a 1834 eoovertea a qaaaiia de 249 mi-
iboas a 600 eu divida menos onerosa da ir*
por cento.
Compre estodarmos a grande Idea da amonlsa-
gao, a que salvoo a Inglaterra aps a guerra ame-
ricana. A Inglaterra vio-se a tragos com a fabu-
losa divida de 239,COO:000, e Pili, ergueodo-se
a* altura da situagio calamitosa do paiz, langou
mi da amortizagio, qoe foi o salvalerio da lugla-
larra.
Nio igooro qae apl o eotbosiasmo qae saseitou
esta medida vea a reaego em 1829, e que ha es-
cripior qua diz: A amoruzago iostaigio coo-
derooada por todos qae procurara esiudar aolas de
fallar sobre rJoangasa (3); mas tambero ooiro ba,
como aimoo, qoa diz :t A amoruzago urna
coodigo esseacial do eredilo.
Assim, pois, economa na despera, consolidago
da divida tluciuante, auxilio eOBcas a's iodastrias
a amoruzago hbilmente proposla e lriameote
eiecnlada, eis o que temos de fazer. Apeoas pela
rama loque oasses graves assumplos ; aos meas
pobres coiiegas e dignos ministros cono a reali-
sago ebeio de cooBaoga.
O Sr. Baarqne:Acc;escenle o resgate do papel-
moeda, que compromisso de honra para dos
O Sr. Vaz Piolo : Sera dovida. O resgale do
papei-moeda se pode fazer peles meios que apon
lei-impostos oo Imprestimo ex le no. Alm dos
meios directos, qoe os toanceiras nos apresenlam,
compra olbarmos senameoie, repilo, para meios
'presentados pelas industrias, pelo commeico e
pela lavoura.
Llevemos ir animar o commercio ea lavoora...
OSr. M'oistro da Agncullqre: Apoiado
O Sr. Vaz Piolo :.. .aura de obier^nos um ac-
crescimo de receita e pjderoros restabelecer as fi
nangas com plena ceiteza de resoltado. (Apoia-
do.a).
O Sr. Pedro Leitio rAs Ooaogas do imperio
devera ser fundadas sobre sua basa esseacial, so-
bre a base da pro-perldade publica.
O Sr. Vaz Pinto :Prospendada hbilmente pro
movida. Voa lazer aigoraas observabas qoe tero
intima ligago com aparte do nobre collega, obser
vagdes qae jolgo serem de toda a olilidade pira o
paiz e especialmente para a provincia de Mioas.
Porra iallaodo oeste momelo na provincia don-
de soa fllho, anda qoe destacadamente oa sera
relagAo cura o que eslava dizeado, pego permissao
para afflrmar que o anoo passado eo ouvia coas*
u(llamete com dr no corago que a oossa pro-
vincia nao bavia coocorrido para a campaoba do
sol como devora em vista da soa popnlaeo, e ros
record que o. nobre depnlado pelo 2a nislrieto da
proviocia do Rio de Janeiro aluda dea nesla occa-
slo am aparte que doen-me profundamente ; mas
boje, confiando na estatifica apresentada pelo Sr.
mioistro da goerra, direi a* cmara e ao paiz qoe
a provincia ae Minas, de Janeiro do anoo passado
al esta dala remeneo para o ibeatro da goerra
2,378 borneas, e co relatorio dolllostre presidente
dessa provincia, ltimamente e-presentado na sessc
da assembla provincial, insudada a 29 de roaio
oroximo passado, v se que a proviocia d Mioas
desde o principio da goerra tem remeiiido seis mil
e tantos horneo.
O sr. Ministro da Marinha :Apoiado.
O Sr. Vaz Piolo :E-iou, pois, boje autorisado
para dizer a' cmara e ao paiz, com os dados esta-
tisticos na raoa mioba provincia da Mims oo
foi retardataria quando ie tralou da honra do pan.
(Apoiados). E aqoeiles que me coatesiarem offe-
recerel dados eslalistlcos. (Apoiados).
(Trocam-se apartes).
OSr. Vietrada Silva :No norte, provincias pe-
queas muito coocorrerara tambera.
O Sr. Vaz PJnta :Nao contesto que as provin-
cias do norte eoocorressem em granea numero,
mas en apenas defeodo a provincia de qoe son re-
presentante, apenas procuro oeste momeo.o dizer
a todo o paiz qoa a mioba provincia nao foi re-
missa a's oecessidades da patria.
Vozes:Muilo bem.
O Sr. Vaz P uto :Sr. presidente, continuando o
que dizia, en julgo qoe no acorocoameolo dado a'
industria e ao commercio qae val em mxima
pane o reslAbelecimento das oossas fiaangas.
(Muitos apoiados).
Sr. presidente, (aliando da industria e da com-
mercio, nao posso, ueste momelo deixar de diri-
gir, em nenie da provincia de Mioas, om voto de
agradecimenlo ao Sr. mini-tro da agricultura.
O Sr. Alvio :Apoiado; merece muito da nossa
proviocia.
O Sr. Ponseca Vianna :S. Exc. ba pugnado
brllbanlementa 'pelos ioteresses da provincia de
Minas. (Apoiados).
O Sr. Teixeira Garimares :Nao apoiado.
Voies :-Obl Obi
O Sr Vaz Pinio :O nobre deputado, que ha
poneos dias apresentoa-se aqu como o leader das
qaeixas do mnnicipla do Mar de Hespanha, deve
lamorar-se que o nobre ministro da-agricultura ja'
(ez com qua a 3a secgo da estrada de farro de O.
Pedro II seja ama realidade. (Muitos apoiado;).
O Sr. Teixeira Goimares:Isso nao lera" mere-
cimento alguna para Mioas.
Vozes :Oh I Oh I
O Sr. Vaz Pinta : Pois vai aproveitar a tres
graodes municipios da provine a de Minas, e o no-
bre depotado diz quo nao tem mareeiraento f
Esse trago vai aproveitar ao municipio da Leopol-
dina, ao valle do Pamba e ao grande valle do Rio.
Doce, que talvez o segunda da provincia, pela
sua grandeza territorial e pela sua oberdade ; o
nobre deputado procura esquecer se da topogra-
pbla da sua provincia. (Apoiados).
O Sr. C Ottoni da' um aparta.
O Sr. Mlnisiro de Agricultura :O nobre depu-
tado diz qoe fai om servigo a qae elle me arrastoa.
Vozez: -Oh I Oh I
(Trocam-se apartes).
O Sr. C Oitoni:-E' moito pequea a esqola.
OSr. Ministro da Agricultura : Isso caira
coasa, pede continuar a pedir mais, sem desceraba-
cer que vj um beneficio.
O Sr. Mioistro da Marinha :Nem a provincia
mostra qae nao a
b aavagaca da rte
aaa <"**"
casa ara taraa. Prav
faaOCla ewtoei, 4 a raaia
tw4auliraB|a.
0 Sr. VatPiato :-
monicagaa qoa val i
estoja praaaaia a (
Or. C*aa
"o escarceo*.
O Sr. Vaa nata : ?. Bte. B4a kaamaiaa
dizer nn. t------^ ni7i_^^ T
Etc. lavaaia esc.reos. E' araagraatfa rrSaa
qoe las ao humilde orador tai i ------ 1j
ie momelo oeeaaa -anaaBia a ni ra. wn
sabe que um s moiawiMo aia4a ao dantlal S
paitar a V. Exc Cora a aifiiiarii I, ara i-^
rece qoa n nobre dipottito joitaaia ai
oceupa a tribooa poda lar ara
qaalqoer.
Declaro qoa desda qaa eatrai tara a
publica (e ravoco o tesieaiaaha 4a
do* aaaaprovloeiaiioa qoe aajat
aeratla provioclal nsai da
seta desrespellar, qoer aos i
meas adversarios palmeo, rl
Appella para o nohta depatada aja aa i
lado do nohre dtpsMde pafo Isrsaawj i
alia aira' mrhm algara teaipa af tet
respeuo oa da atar 4*1
collegas.
O r. Teixeira Gairaarae* :-W
O Sr. C. Oiiooi :Daga em qaa o
ro pedir ibe descolpa.
O Sr. Vas Piolo :Era dizer oras ni
lo ero afflrmar qoa V. Exc lan
O Sr. C Otiooi da' ara saarta.
O Sr. Vaz Piolo :Prca>gsata
reeer, Sr. presideole, algaraaa
resposta ao meo i Mostrado cettaga, a
maior idea qoa te pode apraseatar ajara
ca de Minas a atd para a Braaal
devo citar o qoa S. Exc dase aa
to de graca ea raspo-la aa aeata
proviocia na Peraambaew, o Sr. Araala I
Lerei a parte do du curso do Sr. C I
S. Exc. (l.y
Nao eslava presente qoado fallaaa aV lie, sa-
nio terla vivamente rarlirasdn
cabalmente responde to.
Tratando da idea graadieta 4a
S. Francisco, compre lem Mar
dbale largo a protondo aesta'
se debate resallou ora pr.j-era i
do, onde aluda o aooo pitsida
coovenienleroeala protellada oa
k leudas grfgas.
O Sr. Fooseca Vianna: 8
Mineiros.
OSr. Vaz Plato:-Para
ie, quaoio IroporuaUoibl
aiieuder a dimeosio das soaa I
primaira vez vi o qoa ara a
grsoda no, cam protondo petar
lembral-me dat ezpraaaoaa da Cartyla aaa I
cia aos ociosos farcadas 4a lag 1alarra araa aa ara-
dem applu-ar a esle caso : O tat altar I
< race dizar aos altos podare* do
< rei-me, deitai a vossa
meo axilia.
En retamo at qae o iUotlrido i
cultura, oa presidencia da Babia,
lizasse a idea de rrmellar ara vapor
aquellas agota, nada da potlilvo sa ht a tai
peito. (Apoiado*.)
A o momelo em qoe o Uloatrada
da Mioa<, boje da S. Paok, a Sr. OM
daoba Madano, compatirao4o-sa 4a
dessa idea, coolratuso a oatirorcio
pares para a oavegago da pnraeira ara
ootavel alHaeois do rio S. Fraodace',
lauta rio das Vainas erara estas aaragea*
com negligencia. (Apoiado.v)
Sr. pre-ideota, feta esla eoawderacl
qoe prouodamente cala ao aaiato Oaa a
pulados, porque lodos eomprefeeade* a
aessa navegagao direl, para aqoeiles i
lm coobeciroeoto pevfeilo 4a exeeIteaea
liaba, qoe os dados eslatitlicos aja
tar (iiaro tao alto qoa lodaa
i,es do depolado a quero respirada infria lar
ierra.
Direi a V. Exc, Sr. pretideale, oaa a*aa4e osaav
meotoem qoe tivermos ama estrada de lavaara
de rosgem qae va' da corle a' margase 4a tioi
Vcihis na cidade da Sabara' ao sera
Acatemos roo a distaucia da saleen i
si ve todos os rodelos qoa a estrada
quaodo boover de traaspoff oa sma*
assim pensar tundo me aos aiaaMaa
proceder o oobre aaioisiro 4a
commisso de eogenheiras, a qaal
na moutaoha maior qae a estrada M
a serra da Mauiqaelra, a- dachvldada aera' 4a I
l|2 por ceto meoor do qoa a qaa te data aaa
alguos pontos da estrada da farra da t>. Podra H.
De Sabara' a barra do rio das Vethaa <
leguas de navegago, qna hato astt'
oa soa primeira parta lashrada. B oa
pielameoie demo.itrada (aparadjs| ajrai i
podera' contestar.
O qoe era alada ha pooeo na praotoara 4 hato
ama realidade briibaote.eeat brava as aajara ararte
das Velbas serio soleadas pela eraaejia 4a Pa
e o turna do vapor i oa oro rara' o prtoietre i
do tnumpha da civilisago aaqoellaa vil
gens. (Apoiados.)
Gr gas a' a envidada do eogeabeiro 1
quera eootraloo o eoaselli
xilio etflcaz do Sr. rawlstra da ayiiastrara, ora
doos taeies, s os qoe Begasa a las tao darte a
rio das Velbas a estrada para o S. Pnrartera.
(Moito bem.)
Oa cidade de Sabara' a* barra do rio Ta-
inas, ao S. Prancisco, teoos 1X9 leajoas.
Da Cacnoeira do Pirapra, acia* 4a barra 41
ria das Velbas, ao Joaseiro, temos 247 legoaa, te
interrompidas pela insignificante toriadaara 4a Sb-
brsdinbo, qae com orna qoaoiia peqoeaa, oa aaa-
oia da eogenbeiro Halfeld. pJe ser corapwvaraaa-
le destruida.
Do Joazeiro a' Boa Vista leaos Silegaas 4a ao-
lima oavegago, e desta localidada a Vargtai Ba-
dona 45 leguas onde ha aftjoaaa car rateara
mas qae polen tolas ier dasiroldi cora biobb-
oo dispendio, e para isto provar direi ajoa rraarra
eit-n-ao de 45 leguas a diBersaga 4a otarl 4te
de 387 palmos, lendo a* agaas a
dez palmus por segundo. (Maito
dos.)
At, pois, a' Vargem-Redonda taraos araa lata
coramuuicagflo de 500 leguas patos torra sata*
maravillosos em riquezas de totea aa eaaactoa, e
oode a eaioreza derramou prodiga os
E' isto qaa diz o nobre deputado ate i
programma de vas de ccmmonkagio es
corno o nosso la
Da Vargem Redonda" comee* a sotar*
ra de Panlb Alfonso e acaba em Piraste*.
heodeodo urna distancia de zti tegaas. bTjo
gado a um dos mais importaaies taotcot da daacar-
so do oobre-deparado pelo tereelro ateinrto te at-
uta proviocia ; diz S. Eic: Eeire a aBo S.
francisco a dlffareaga da alvel napsrada arara a
distapeia em iinba recta bata para tfatar-to pra a
empreza de nma estrada de Ierra ate 4 arara saa-
preza gigantesca, e qoe com o eraarvga te mar-
sos muito mais modestas se podara' dar airara sata-
da do grande valle do no S. Fraaetsea a soaa af-
tlueoiss; a distancia nem inferior a aja aefdajrao
navegago de S. Francisco de algoat
irada de ferro de D. Pedro II.
Vamos por partea: 1% a dtBereaca
comparada com a distancia ara liara reata ; 1,
emprego de qoanlla mala madeu pote learar a-aa-
trada de ferro a oavegaeta 4o S. Prraaata ; >, a
distancia aem Inferior qaa separa a aV aVaa-
cisco de algnns pontos da estrada de Jarre te P.
Pedro II.
Vamos a primeira. A differeoea 4a 1
rada cora a distaocia a vosear sa '
io, e destre a aaseveracao^ do
ral em chafe- nio faltava bravura, qoe ao geperal copar-nos com queslSas pequeninas e nao procu-
em chefe aio fallava aclivldsde, que ao general rsrmn? Iavif nnsaa aiavanca a auressar o re illa-
em chefe nio faltava disciplina ; qoe elle lioba um
exercilo dlsolplloado, qua era bravo e qae era
dotada de toda a actividade.,
Mas o orador qae iazla esta analyse nao leve a
franqueza precisa para couelmr o sea pensarxeoto
Dio leve a franqneza qae cada nm de nos deve
esta tribuna. Eo, porra, diverglndo do que ella
deixoa oecul.to, diral que,o geoeral em ebefe
nio tem padfdo eonsegnir lonros immediatos, em
primeira lagar, jwrqae apenas ha sois metes qae
esta' a testa do exercilo....
O Sr. Ministro da Marinha :Uc
0 Sr. Ya Pinto :-... em M|M logir, por*
Iraordinaru despeza
(Apoiados, muito bem)
Sr. presidente, calcula V. Exc. qaal o estupendo 0 acelu como mauAx; bam
pragresso qae a bem das indaslrias realisttla o coroprebeod'e.'
Brasil, se aaoualmente empregasse essa quantia (Trocam-se oatros apartes; o Sr. presidente re-
em vas de coramuoicagio, melhoramenio de por- C|ama atteogo.) '
tos, etc., etc. (Apoiados.) O Sr. Vaz Pinto :Aps procelosa tempestada...
Pois, Sr. presidate, qaando a guerra nos leva jjao continuo porque a cmara nio go3ta de uoe-
annualmenle 60,0(W;00O0DO, qoando coi vemos sia. (Hilaridade.) Vamos adiante.
que eslas despezas podiam ser empregadas para eu nao tinba ainda completado o mea peasamen-
Bns de engrandecimento nlerno, fl06^'**08^* to, qaando fai interrumpido pelo grande escarceo
rarmos levar nossa alavaoca a apressar
do da campanha? (Apoiados).,
Nao devemos calar iddos o clamores internos e
cuidar somante da terminar gloriosamente urna
campanba qne nos dar honra gloria; no exterior,
e eaagrandeclmento no interior ?( Mullos apoia-
dos. y1
Sr. presidente, tendo tratado ligeiramente de
mostrar qnal o estado da nossa divida, qaal a des-
deza qoe actualmente acarrala a guerra, ea res-
pooderei ao aparte do meu liluslre comprovinciano
pelo 4a distrlcto
O Sr. Teixeira Gnimaries: Permute qne rae
fi ara aparie? Ea disse qoa era preciso lar mal-
que a mloba* pbrase levantoa oeste parlamento.
Mas, proseguindo no raesmo ponto, voa mostrar
que no relatorio do aciual presidente da provincia
de Minas se aehi ara trocho, quaodo falla da oave-
gago do rio das Velbas, qae voa Idr era resposta
ao esoarca qoe se levaniou.
(Abre o relatorio qne aprsenla e Id :)
i Daqn( tiramos as seguales conclusSes: i\
que o conselheiro Saldanha Marinbo presin nm
reltvanie servigt i provincia, e qoe nao bavia ra-
zio para, ser tao injustamente censurado : 2a, qnq
provincia de Mioas deve toda gralido ao actual
Sr. ministro da agricultura 'pela attengio e Inte-
resse qoe tem prstate a seas merboramentos.
OSr. Cesarlo AHI ;-Eo wlatorto do pren-
do modo o mais cabal e completa.
Quar essa differeoca t Taraos a ajoera
noo, ao engenhelro que primeiro sitia ara
Sr. HaKeld; diz lie qae % difereog* te atora 4 *
S98 palmos. C raparemos coas a tete ocia. Ba far-
gera-iiedonda a Pirantes tara IB Irgoaa: teta a
comjjeteotooperagao, qaar, Sr. praaiteato ?. Boa..
qaer a caaaara, saber o resaluda t Ba-to : te' a'
estrada que aa fizer como tote oa aaa anisaste a
deciividade de 1 l/ por 1.000 I Qaareaa -
renga de alvel 4a eMrtte da forro 4o D. IW II
em multas eeaote? .. ________
OBerece a diifereaga de 18 a 10 por I.OBf I ca-
polados. Mnilo bera.*1......
Ja v o aobre depolado qoa s late i
lamente o contrario do qae 8. Bae. dtota ;j
meo calculo aoexsae aa iBg*ratsliss, s
pie-raeaie aa$ taarctea te qa
localidades. igam oa atees
engenheiros se orai ra-
oo eqmvale quasi a ara plaao. o JP
nobrotaa^aanodattar rarBaaaao
do sato Caara', aorltiiarasara
tari; eiJei qoa faUera n* ca
(C^rttatar-ar-ao,
TYP. DO DUflU-tlA OAB^^^^H

saiaBBaaaBBBBasBaBBaBBBaBawar


. bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbH


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