Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11576


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Full Text
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ANNO XL1V. NUMERO 143,
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tomo
I7#0a
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A8tt ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Pmbyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Gura o Sr. Aatorio Marques da Silva; Aricaty,
o Sr. d.da Lamo* Braga ; Cear, o Sr. Joaquira
o6 d Oliveira; Para. os Srs. Gerardo Antonio
*ives Filbos; Amazonas, o Sr. Jeronyroo da
Costa; Alagoas, o Sr. Franclseo Tavares da Costa ;
Baha, o Sr. Jos Martior Al va; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribwro Gas iariuho
partida bos estafetas.
Oifntf, Cabo. Escada e estadios da via farrea ate
Agua Preta, todos os das.
lf narass S Goyanna na seRundas e sextas fotras
Altito Anio, Grvala- Ozerros, Bonito, Carear,
Sanobo, Garaohoo?, Btqoe, S. Beato, Bom Coa*
seibo, Aguas Bellas Tscarait, as ferfas-feirr",
Pao d'Alho, Nazarena, Limoeiro, Brejo, Pen;ueira,
Iogueira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Murlcory, Salgueiro e Ex, as qoarias feiraa
Sartnbiem, Rio Ponooso, Tamaadar, lia* Barrer
ns, Agua Pleta Pimeoleiras, as qulnaas feirs*-
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE3 DA CAPITAL
Tribunal do cornaaereio: segundas a qointaa,
Relacao: tercas esabhadoe s 10 horas.
Pateada : quintas s 10 horas.
Joizo do oomatareio: Afondas s II hopa*.
Dito de orpbios: tercas e sextas as 10 horas.
PHMra rara 4o oiui: cercas t sea ao atis
da.
Sobanda rara do el val
I ora da tarda.
qaarui e-iabbadei a
BPHBafiaiDES DO HEZ DE JU.NHO
& Loa eheia as 4 a> % tn. e 40 tuda m.
W Qoarto niag. as 7 rt, ti m. s, da m.
20 Loa oova as 11 h., 51 m. a 4, s. da a.
27 Qoarto cresc as i b., 81 m. e I>. da ro.
DA E>A SEMANA. -
22 .egnnda. F. Paotin b., S. N'cca = b.
f"23 Tere, s. Jo5o sacerdote, S. Agrlpioa v. aa.
24 Qoarta. c^ Nasoimeatod* S. Joto Rapti.>:a.
25 Qniota. S. Giiilwrrae ab., S. F-hronia v. s>.
-6 Srxta. Ss. Juo e Faalo irruios ideo.
27 Sabbado. S. Ladislao re da Hongria.
28 Domingo. S. Lee p., S. Argemiro m.
PtSA-sTAR Bl BOJE.
Pritneira as :V waa e i 'i ta. da naaaaa
Segunda as airme 42:otamos da ltele.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROi.
Para o snl ate Alagoas a 14 o 30; para o swrv
ata a Granja a e 30 de cada mes; para. Pe*)*
nando nos dias 14 des metes Janeiro, marco, atav y
Jalhn, setembro e novembro.
PARTE OFTIOIAL
Ministerio da agricultura.
DKCRKTO N. 4102 DE 10 AS JDNHODE 1868.
Crea umi commissSo superior que eleva
presidir aos trabalbos deolr do imperio
para a exposicao dos.prodactos oaciooaes
oa expsito interoaciooal de Vieana
d'ustria.
Goaviodo preparar desde j os elementos
necassarios para a exhibido dos productos
naciooaes oa exposii;3o internacional que se
ba de realisar em Vieana d'Austria no anno
de 1870, bei por bem decretar o seguate :
Art. 1 Fica creada urna commissSo su-
perior composta de om presidente e quatro
membros, dos quaes doas ser?ir5o de se-
cretarios.
Art. 2* Fazem partes desta commisslo o
presidente da directora do imperial insti-
tuto o da sociedade auxiliadora da industria
nacional e o da ultima commissao directora
da exposicao nacional e oulro de livre no-
meac3o do governo.
Art. 3o Sob proposta do presidente da
commissao ser nomeido tambem um com-
missario encarregado especialmente de exe-
cutar as suas ordeos no que concerne eco-
noma dos trabalbos
Art. 4o A commissao incumbe :
Io Proceder desde logo a crginisaco,
pelo modo ruis pratico, do eitu Jo dos meios
de que dispoe cada umi das provincias em
'todas as auas relacSes econmicas, e indiciar
quaes os productos que ellas devem orue-
cer para a expsito brasileira, e o modo
de aeondidona.meuto e de transporte desses
objectos al esta corte.
t" Apresentar at meiado do mez de
agosto do correte anno, o orcameoto cir-
cumstinciado das despezas que se ti?erem
de fazer tanto no imperio, c >mo Tora delle
afim de que o governo imperial possa soli-
citar da assembla legislativa a necesaria
consign?-c3o.
3 Expedir as instrueces que forem
necessarias para o bom desempenbo do
servico que Ibe incumbe.
4 Eutender-se com as presidencias das
provincias sobre os meios de realisar este
servico com a maior economa e vantagem.
5 Solicitar do governo imperial e pre-
sidencias das provincias todas as iaforma-
(oes e medidas que forem necessarias.
6o Organisar e apresentar approvaco
do governo imperial as instrueces que de-
vem ser expedidas commissao brasileira
cm Vienna.
7o Expedir as instrueces ou regula-
memos para as exposico3s parciaes as pro-
vincias.
8^ Organisar o catalogo do3 productos
brasileiros que bouverem de figurar ni ex-
posica) nacional, e o dos que forem envia-
dos para Vienna com tal antecedencia que
aquelle esteja prompto no dia da abertura
da exposicao, e este possa acompanbar as
primeiras remessas dos artigos, que se -
zerem.
Este catalogo ser acompanhado de um
esludo scienttfico das produeces do paiz,
com as respectivas analyses, afim de se ve-
rificares! as propriedades attribuidas a cada
urna, e se provarem s vantagens de sua
applicacSo industria.
9o Escrever urna noticia minuciosa so-
bre o Brasil, espondo aelia tudo quanto pos-
sa ioteressar o estraogeiro e habilitar o lei-
tor a formar orna idea adequada do paiz
cm todas as suas relaces.
Esta noticia depois de traduzida em elle-
mao, francez e iaglez, ser impressa as
quatro linguaj, tendo annexo o melhor map-
pa que houver do Brasil e no numero de
exemplares suiBcieote a poder se fazer lar-
ga distribuico por toda a joropa e Ame-
rica.
10 Escrever ou fazer escrever a histo-
ria de nossas colonias, juntando-lbe asleis
e regulamentos ou mstrucces promulgadas
acerca das trras publicas, colonias e immi-
graejio.
A esta historia acompanbarao mappas das
colonias existentes.
II Proporo programma da inaugura-
do e encerrameuto da exposicSo nacio-
nal.
12 Nomear os membros que devem
fazer parte dos jurys.
5 13 Informar ao governo imperial os
no mes dos expositores que por seus estudos
e trabalbos mais tiverem contribuido para o
progresso e desenvolvimento da industria
nacional.
14 Escolher o local em quedever ter
lugar a exposicSo.
15 Fixar as quanlias qoe devem ser
despendidas as provincias por occasio da
exposicao de seas productos.
Art. 5o Os productos das provincias que
tiverem de ser enviados corte, serSo pre-
viamente eipostos as respectivas provin-
cias nos dias designados pela presidencia da
provincia, qoe da mesma sorte estabelecer
o praso da expsito.
Art. 6o Na corte haver orna expsito
geral dos productos, que durar pelo praso
que a comm.SS3o snperior entender conve-
niente, com approvaclo do governo.
Art. T O dia da inauguracSo da expsi-
to nacional ser designado pelo governo
imperial.
Art. 8o A expsito nacional enviarlo as
provincias um representante incumbido de
relatar o estado dos ramos de industria mais
importantes da provincia, e de propor as
medidas que julgar convenientes para me-
loora-los. v
Art. 9 A commissao nos pedidos que
houver de fazer para as provincias exigir
sempre duplcala daquelles objectos que
parecerem necessarios para enriqueceris o
museujnacinnal com productos do pa z.
Manoel Pinto de Souza Dantas, do meu
con sel ho. ministro e secretario de .estado
dos negocios da agricultura, coramercio e
obras publicas, assim o tenba entend Joe
faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de ja-
nho de 1868.47 da independencia edo im-
perio Com a rubrica de Sua MagestaJe o
ImperadorManoel Pinto de Souza Dantas.
EXTERIOR.
MINISTERIO DA UVRIMIV
DECBETO N. 4,182 OS 13 DE MA10 DE 1868.
Manda adoptar o plano para a construyo
dos navios de que se deve compor a ar-
mada nacional.
Considerando a utilidade de estabelecer
um plano dos navios de todas as classes, de
que se deve compor a armada nacional, afim
iie coostitoi-la de modo a satisfazer as exi-
gencias do servico publico, de accordo com
os progressos recentemeote realisados pelas
principaes potencias martimas, hei por bem
determinar que seja adoptado o que com este
baixa, assignado por Affonso Celso de Assis
Figueiredu, do meu couselho, ministro e
secretario de estado dos negocios da mari-
oha, que assim o tenha entendido e faga
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 13 de maio
de 18 8, 47 da independencia e do imperio
Com a rubrica de Sua Magestade o Im-
perador Affonso Celso de Assis Figuei-
redo.
Plano a que se refere o decreto desta data,
para a construccSo dos navios de que se
deve compor a armada nacional.
Primeira categorNavios animad >s de
grande velocidade, proprios para a navega-
C5o do ocanoSegunda categora Navios
de velocidade media, proprios para crazar
no nosso liitoral e navegar nos graades
rios Terceira categoraNavios de peque-
a velocidade, especiaos para servir nos ros
e para a defesa de portosQuarta categora
N ivies a rodas para transporte de tropas
e lanchas hlice para o mesmo fim, e para
pohcii dos ros.
Primeira categora Derer compor-se
de urna fragata encouracada, quatro corvetas
encouracadas e quatro nao encouracadas,
satisfazendo as segumtes condicoes : Fraga-
ta encouracada : marcha mnima, 15 miluas
calado mximo cerca de 20 ps, combosti
vel para 4 a 5 dias de navegado a toda a
forca, bocas de fogo 16 do maior calibre
possivel em balera, espessura da couraca,
8 pollegadas.
Corvetas encouracadas: marcha, 14 mi-
Ihas, calado cerca de 22 ps, combuslivel
para 5 dias a toda a forc, bocas de fogo
10 dos mesmos calibres que montar a fra-
gati, espessura da coaraca, 6 pollegadas.
Corvetas n5o encouracadas : marcha, 14
miluas, calado cerca de 20 ps, combustivel
para 5 dias a toda a forca, bocas de fogo
6 de 68, e 6 de 150 raiadas.
Segn la categora: constar de 6 caoho-
neiras de Ia classe encouracadas, er de 6
ditas nao encouracadas ; canhoneiras encou-
rac idas de Ia classe : marcha, 10 milbas,
calado maaimo 12 ps, combustivel para 5
a 6 dias a toda a forca, bocas de fogo 6 de
150 raiadas em batera, ou 4 de 300 em
torres.
Conhoneras de 1* classe nao encouraca-
das : marcha, 10 milbas, calado mximo, 10
ps, combustivel para 5 a 6 dias a toda a
forca, bocas de fogo 2 de 150 raiadas, e 4
de 68
Terceira categora Deve compor-se de
dezeseis conhoneras de segunda classe en-
couracadas, oito ditas de dita nao enco.ira-
cads, dezeseis transportes a rodas fluviaes
e baleras fluctuaotes. Canhoneiras de se-
ounda classe encouracadas: marcha 6 mi-
mas, forca de 30 cavados para dous belices,
tonelagem 500 toneladas; comprimento 120
ps, boca 28 ditos, pontai, calado mximo
5 ps, combustivel para 24 horas a toda a
forca, boca de fogo 1 de lOraiada, espes-
sura da couraca 4 e 6 pollegadas. Canho-
neiras de segunda classe n5o encouragadas :
marcha 8 milbas, calado mximo 8 ps,
combustivel para 4 dias a toda a forca, bocas
de fogo 2 de 68 e 2 de 70 raiadas.
Transportes fluviaes a rodas: marcha 9
milbas, calado mximo 3 ps, combustivel
para 3 dias a toda a forca, boca de fogo, 1
rodisio de 32 raiado.
Bateras fluctuaotes encouracadas: devem
ser impenetraveis aos projectis, montar
artilharia do maior calibre, e de mxima
eficiencia em torres gyratorias, e ter mo-
tores capazos de lhes dar a velocidade de
cerca de 4 milbas.
Quarta categora Quatro transportes a
rodas, 36 lanchas a hlice. Transportes:
marcha 12 milbas, calado mximo 9 ps,
combustivel para 8 dias, para transportar
590 pracas cada um, debaixo de coberta e
bem accommodadas. Lanchas: calado 3
ps, comprimento 50 ps, marcha 8 milbas,
combustivel para 24 horas, munices para
50 tiros de peca, boca de fogo ama, poden-
do transportar 60 soldados armados e equi-
pados, sem augmentar o calado.
Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1868
Affonso Celso de Assis Figueiredo,
Corrientes, 30 de man de 1868
O fado proeminente da ultima quiruena
a actual rev<*lac2o que triuinplou nesta
cidade.
Pe i madrugada do dia 27 fui cercada a
casa do governador da provincia D. Evaristo
Lopes, o qual fui preso anda no leito, obri-
gado a assigoar a renuncia de governador, e
e de sua casa cooduzido para o Cabildo, on-
de se acha encerrado com duas senliaeltas
vista.
A casa do ministro Colodreso (esse dootor
era a alma do governo) fui tambem cercada,
intimando-se-lhe a prso, mas o ministro
recusou enlregar-se, e fogio.
O mesmo acontecea com o fiscal do go-
verno Dr. Hermandes, redactor do Echo
de Corrientes, que eia a gazeta ollicial, o
qual, vendo cercada soa casa, e sabendo
que o querio matar, fugio para o convenio
Nuestra Seora de las Mercedes. N5o se jul-
gando seguro abi, pedio a proteccio da ban-
deira brazileira, fugindo para a casa de nosso
vice-consul o Sr. Pritz, que acolheo-o em
sua morada, e tratou-o com toda a nrbaoi-
dade e delicadeza que o caracterisam. Na
tarde do dia 28 o Dr. Hernndez foi trans-
I ferido para bordo de nossa canhoneira lia-
jahy. que se acha neste porto sob o com-
mando do capito de fragata Carneiro da
Rocha.
O chefe de polica fugio nao se sabe para
onde: dizem que foi morlo.
A revoluto foi capitaneada pelo chefe de
plaza e commandante da guarda nacional
Martnez, que foi o que deu ordem de pri-
s5o ao governador. Alguns officiaes do exer-
cito argeoliao que vieram naquella noite do
acampamento moslraram-se ostensivamente
a frente da tropa que de l os acompanboo,
c ao lado do batalho da guarda nacional com-
mandam piquetes que sao distribuidos pelos
arredores da cidade.
Pela manha de 27 aquella forca com m-
sica frente percorreu as ras da cidade,
demonstrando assim que a revoluco mar-
chava tnumphadora.
Foi chamado para tomar conta do gover-
no .o presidente da cmara legislativa D.
Francisco Escobar. Por ora n3o ha a menor
resistencia aos revolucionarios. O triampbo
sem sangue.
Sao ministro do governo nm Pampm, ir-
m5o do que j foi governador, e o Dr. La-
grana, antigo redactir da Esperanca, que
tinha sido deportado para Goya em Janeiro
deste anno, quando foi suppresso aquelle
peridico, como notciei em minha corres-
pondencia de 10 de fevereiro do corrente
anno, na qual desenhava as nuvens carrega-
das que me pareciam existir na provincia,
resumindo minbas reflexes com aquellas
palavras de Tcito :Ubi slitudinem fac-
nnt, pacem appelani.
Reiro-me a essas miabas reflexes, por-
qoe vejo agora realizadas miabas suspeitas
enunciadas em fevereiro.
O proceder tyrannico da suppress5o da
Esperanza, orgo do parlidj hoje em re-
voluco na provincia, e a deportag i dos re-
dactores daquelle peridico, o despotismo
com que o caudilho Caceres, tendo encov
trado as ras de Goya os Drs. Controras, e
Ligrana, os obrigou a despir as casacas em
pleno dia, aos olhos do povo, fazendo-os de-
pois vestir o chii ipi, e o uniforme de seus
soldados para andar com aqaelles dous ci-
dadSos atr3 de si como suas ordenancas,
esses lamentaveis desvarios deram causa ao
movmento revolucionario, que tinha jsua
razSo de ser na lata das eleicoas para presi-
dente. Como circumstancias dignas de at-
tenco se deram anteriormente revoluto
dous fados que vou referir.
Houve urna tentativa de assassnato sobre
Caceres, que foi ferido naquella occasi5o em
Paraso, lugar de sua residencia no centro
da provincia, nos fins de abril. Os seqoa-
zes do caudilho que o acompanbam sempre,
como os lictores eom os feixes de varas aos
decamviros da antiga Roma, mataram imme-
diatamente ao aggressor de Caceres, apu-
nhalando-o na presenca do Appio Claodo
correntino. Morto assim o desgracado, ne-
nhuma revelarlo pode fazer, e o mysterio
que pairou sobre a tentativa do assassnato
de Caceres fez com que os partidarios delle
procurassem attribuir aquelle crime aos seus
adversarios.
Talvez por isso houve urna represalia a
punbal pelo que parece.
Na noite de sabbado 16 de maio foi as-
sassinado b irbaramente com 32 punbaladas
nesta cidade o pai do Dr. Lagran, que vi-
va s em sua casa na viziubanca do merca-
do. Chamava-se Joao Baptista Lagran-. Era
irm5o de Robostiaao Lagraoa, que foi cbi
coteado o anno passado pelo general Caceres
em pleno dia. Ambos sao irmos bastardos
do Lagran que era governador de Corrien-
tes na pocha da invaso paraguay.
A morte do infeliz veJfco foi atribuida a la-
dros. ^Na manha de arJiBingo(17 de maio)
f j encontrada aberta a porta da ra, e ar-
rombados os babs do morto, cojo corpo
foi visto anda assentado em* urna cadeira
de balanco, tendo as orelbas decepadas.
O brbaro assassnato foi attribuido, pela
imprensa, ao desejo do roubo, ontros o at-
tribuiram aosGuaycurs, quetinbam odio ao
tal velho por ter morto um daquelles indios
as ras desta cidade ba algom tempo.
Seja qual fr o motivo que determinou a
morte do pai do Dr. Lagran., a revoluclo ap-
parecen oa madrugada do dia 27 dez dias
depois daquelle faci horroroso. Opost Aoc
tr9 propter hoc eslabelece urna ooucatena-
co entre a tentativa de mocte sobre Caye-
res, o assassnato do LagraoS, e a revoluto
boje trumpbante.
Este triumpho ser peemanente se os re-
volttcwnarios souberem a lempo inulilisar a
aeco de Caceres. Por ora neo huma oppo-
sico tem soffrido a nova ordem de cousas..
Apenas se dizque o amigo do governador
coronel Godi-y, que o commandante da
guarda nacional do departamento 'e Lamas,
reone l sua gente para fazer urna contra-
reroloclo, e vir soltar o governador. O mes-
mo dizem que faz Correa, ootro oficial ar-
gentioo governisia. Outros dizem que ali
vem Caceres com os seus 3,000 nomens do
departameot3 de Curuzu-cuaii, cjotra os
revolucionarios.
No di 2H, pelas U horas do dia, honve
um grande alarma, porque afBrmavam que
3 forca dos contra-revolucionarios ja se acha-
va a oma leg^ia de distancia. Tocou a reba-
te: formou-se a guarda nacional. Dividi-
se com a tropa argentina, qae aompanhon
os officiaes, a que cima me reflro, por di
versos pontos dos arredores da cidade, for-
mando guardas avancadas.
Na praca del Piso, que aon le moro, exis-
tem desde ento bdas as embocaduras que
do para o campo, guardadas por (breas ar-
madas, dia e noite. Parece, poi<, que ha
fundados receios de contra-revo'uco, que
se suppoe ser feita pelos homens do campo,
entre os quaes o governador denosto conta
sympathas, pois que como j ti ve occa-
sio de dizer um chacarero (tabaro entre
nos). E' de crr que isso acontece, p )is;
como diz um proverbio inglez, tpassaros das
mesmas peonas vam juntos.
A proteceo dada pelo nosso vice-consnl
ao Dr. Hiroaodes foi muito justa, pon de
monstra a imparcialiiade com que procede
o governo do Brazl ns latas in'.estinas das
repblicas tumultuosas do Prata. Em 14 de
setembro de 1806, quando a tentativa re-
volucionara do Dr. Beoilez e capillo Acuna
foi burlada, sendo esses dousenefes ebriga
dos a fugir na tarde daquelle mesmo dia, foi
sob a bandeira brazileira que .elles acbaram
guarida. As notas que ento se trocaram
entre o governador da provincia e o baco
do Amazonas sao documentos immorredoo-
res da energa e dignidade com que o chefe
Barrosa tnaeteve a posico do pavilhSo na-
cional.
Os vencedores de ento, que nao qaeriam
a proteceo do pavilno brazile ro para aquel-
es dous vencidos, os quaes recorriam a
nossos navios de guerra, eacontraram agora,
quando vencidos e foragidos por sua vez, a
mesma proteceo, o mesmo agasalba, sob a
bandeira auri-verde, a bordo de um navio de
guerra. Esses dous fados proteceo a 14
de setembro de 1866 a Benitez e a Acuna,
e proteceo a 27 de mareo a Hernndez e
a Colodreso, seus adversarios, mostro a
imparcialidadee grandeza com que procede
o Brail.
^ Foi sol anisado n'esta cidade o da
25 de maio, aaniversario da independencia
da Repblica Argentina. Constou o festejo
de Te-Deum pela manha, e pela tarde de
jogo daargilinha na praca do Cabildo. A
essas funeces asssta o go /ernador da pro-
vincia. Vi-o, e junto d'elle o coronel Mar-
tnez, qu; na madrugada de 27 capitaneava
a revoluc que o depoz, e coniuzia-o pre-
so para o Cabildo. Esses fados nao sor-
prehenlem na historia da raca bespanhola.
Neste vapor vo para o Brasil alguos
de nossos soldados invlidos, e que deman-
dam longo tratament). Voltem esses mar-
tyres da dijmdade nacional a respirar o ar
puro da patria, e a mostrar a seus filbos as
honrosas feridas que recebaran na defeza
da honra nacional.
Essa evacuacao diminne o algarismo
que remetti na minha ultima dos doeotes
em trata ment na circumscripco do servico
de sade de Corrientes.
Do hospital da cidade remetto o seguinte
mappa comprehendendo dez mezes. E' um
bom resoltado a curabilidade que elle de-
monstra. J tinha remetido a 10 de feve-
reiro comprehendendo 7 mezes. Como,
porm, nao vi anda publicada aquella minha
correspondencia, concluo que extraviou-se,
e de novo remetto o mappa, augmentando
o algarismo dos mezes decorridos de ento
para c.
CORPO DE SAUDE DO EXERCITO.
Mappa do movimento do hospital da cidade
desde 5 de junho de 1867 a 31
de abril do corrente anno.
dtbservaco.
No numero dos- mortos esto inclaidas
57 pracas que fallecern do cholera.
Foi demittido do cargo, e dispensado
da commissao demqor, o almoxarim dos
hospitaes d'esU cidade Joo Deiri, hngaro
de naco, ao servico do Brasil.
E-te acto do- Bobre marqaez de Casias
mais urna prosa- do tino administrativo do
dstincto general que com a ponta ta espada
tem tragado paginas to gloriosas pana a
historia do Brasil. S. Exc. comprehende.
que na alta missao de que se acorencarre- K tr, A'""m
gado Ibe cabe, alea da brhan.e tarefa de i5 S~ *** do' Pr,nc,Pe
peratriz.-..............
3. Dito da princeza im-
perial a Sr..Di babel...
4 Dito da princeza a
Sra. D. Leopoldina....
5.a Dito da princesa a
Sra. D. Januaria......
Aluguel de casa......
6 Dito deS. M. alm-
peratriz do- Brazl, viuva,
duqaeza de Braganca ..
7." Alimentos do princi-
pe oSr. D. Pedro.....
guiar o exercifco brasileiro ao iriumobo, o
igualmente nobre trabalho de raanter a mo-
ra I i Ja ile do exerctn sob seu c tramando. O
almoxarifado dos hospitaes d'esta cidade
apresentava om aspecto irregular. Os fac-
tos transpiravam : os abusos eram reconbe-
cidos.
O cerco de Humait continua como
na passada ooticiei. N ssas forjas oceu-
pando urna lmgoeta de trra qoe tica (ron-
tetra batera da cada de Humaiti.
Se se podesse abrir um canal que cortas-
s essa lingoeta, os vapores que esto abai
96:000*5000
150:000^000*
150:O00,5OOf>
96:000,5000.
6:000|J000
50:000^000.
6:000#')00.
12.000^090
6:0O0rSJOO
xo de Hunaiti poderi.m conduzir todas as ta loa deputados..
torcas para a parte do rio une fica acim ? Ajodas de costo de
Sr. D. Luiz .
!. Ditos do principe o
Sr. D. Pbilippe.......
10 D tos do principe o
Sr. D. Augusto, 2o filho
da princeza a.Sra, D. Le-
opoldina, nascido a 6 de
Dezembro de 1867 .... 6 OQOf^OO
11 Mestre da familia im-
perial............... 7:4000OO
12 Gabinete imperial... 2:0710428
13 Cmara dos s-nado-
res................. 27&55O0OOO
5 14 Dita dos deputados.. 397:2)00000
Secretaria da di-
rectora do CIRURGIA.
hospial mi-
litar .brasileiro em
4 t
Corrientes, tu .O sj #
1 de maio i 30 o.
de 1868. 1 609 s
Existencia i 639
121 2,473 2,591
Somma.... 151 3,082 3,238

77 2,183 2.180
Transferidos... 50 488 . 538
11 276 287
Somma 138 ~3 2,867 3,005
Ficam exrstindo. 215 2i8
torcas para a parte do rio que fica cima
da temivel fortaleza, sem perigo nenbum.
Por ah se faz agora a con luco de materiaes
de guerra e outros objectos para os coora-
Cados que ficam cima.
Neobuma ogeraeo tem por ora lugar.
Mas de crer, como j disse, que o bravo
general brasileiro tenba em mente um plano
efficaz.
< As commiss5es reunidas de justiga cri-
minal e poderes examinaramo processo ins-
taurado por crime de responsabilidade pe-
racte a relaco de Peroambuco contra o Dr.
Felinto Hearique de Almoida, ex-chefe de
policii daquelia provincia, quando anda go-
za va do prevlegio do frorecoihecido pelo
art 28 da constituirlo, segundo foi decidido
por esta cmara na sesso do anno passado,
e desse exame verearam o seguate:
Em abril do anno pascado origioou-se
na cidade do Recife um conflicto entre o Dr.
Maximiao Lopes Machado, dous irmaos dis-
te, e o acadmico Manoel Ambros o da Sil-,
vera Torres Portugal, que saho levemente
ferido. Avisado desse fado o Dr. Felinto,
que ento era chefe de polica da provincia,
drgira-se : par* o lugar do conflicto, onde
chegara depois de j haver cessado; e vendo
ento que o mencionado estudiode es'ava
ferido, o conyidou para a secretaria de po-
lica, afim de proceder ao competente corpo
de deudo.
Entretanto chegando o Dr. Feliot na
secretaria de polica com o mencionado es-
tucante, ah encontrou o Dr. Machado, cuja
prsi smente ento Ihe tora requerida pelo
offendido, s)b pretexto de que no momento
do conflicto Ihe lora in'imada voz de prso
em flagrante. O Dr. Felinto, porm, tinha
viado do lugar do coofli to, onde encontrara
o offendido, sem que ouvisse fallar na prizo
em fligrantedo Dr. Machado, sem que ao
menos livesM presentido que o clamor o
perseguisse, pelo que nao reconheceu o fla-
grante delicio, tenio tido entretanto antes
a cautela de proceder a algumas indagagoes
para melhor firmar seu juizo.
A' vista do que verificado pelo exame
que eram leves os ferimentos, deixou em
liberdade o Dr. Machado.
O offendido, porm, julgando-seprejn-
54:2500000
48:0000000
156 8600000
235:0300000
1,116:669^90
115:0000000
170:0000000
vinda e volta dos deputi-
dos.................
16 Conselho di estado.
17 Secretara de estado.
18 Presidencia de pro-
vinoia ,
19 Culto publico......
20 Seminario episcopaes.
i 21 Faculdades de d-reto.
22 Facoldade de medi-
cina................ 202:0150000
23 Iastrucco primaria e
secundara do municipio
da curte............. 359:00003:0
24 Academia dis Be las-
Artes ............... 37:5600000
25 Instituto dos meni-
nos cgos........... 41:3000000
26 Dita dos sordos-mu- *
dos................. 18:5000000
27 Estabekcimento de
educandas no Para..... 2:0000000
28 Archivo publico___ 15:9200000
29 Biblotheca publica 12:60005?0
I 30 Instituto Histrico e
Geographico Brazileiro. 7:0000000
31 Imperial academia de
med cia............ 2:0000000
32 Lyceu de arles e ofli-
cios................ 3:0000)0:)
33 Hygiene publica ... 13 7600000
j 34 Instituto vaccinieo.. 14.0800-300
3o Iospeceo da saude
dos porios.......... 23:2300000
36 Lazaretos........ 7:0000000
37 Hospital dos Lazaros. 2:0000000
38 Soccorros pblicos e
melhoramento do estado
sanitario............ 120:0000030
| 33 Obras especiaes do
ministerio do imperio 100:0000000
40 Despezas diversas e
eveotuaes........... 15.0000003
a
E3KAMBUC0
dicado por esta deciso, dirigi pera ote a
relaco contra o chefe d; polica urna petico
de quexa pela violago do art. 133 do c-
digo penal, resultando afinal a pronuncia
dessa aotoridade no art. 154.
As commissoes sao de parecer que o
processo nao deve contiauar, visto como na
especie Do se verificaran as condigoes le-
gaes que constitoem -o flagrante delido, exi-
gidas no art. 131 d) cdigo do processo cri-
minal, porquanto nem a priso effciuju-se
no lugar e momento de ser praticado o cri-
me, e nem o indiciado foi perseguido pelo
clamor publico; accrescendo mais que sen-
do o crime afiancavel e o indiciado pessoa
de posigo e incapaz de fuga, sua priso nao
offerecia melhores garantas jastica pu-
blica para puoico do crime, ao passo que
autoridade cumpiia, como fez, proceder
com toda prudencia, para nao decretar urna
priso violenta e iniqua.
Salas das conferencias, 5 de junho de
1868. Aiistides Lobe.Cfsario lvim.-*
Farnse.Meira de Vasconcellos.A Bra-
siliense.
IWTERIR
Rio de landre
11 de jtinao de 1868.
Na sesso de hontem, da cmara dos de-
putados, foram apresentados os doas se-
guintes pareceres:
. t A 2* commissao de orcameoto, examinou
a proposta do orgamento do governo que
fixa a despeza do ministerio do imperio no
exercicio de 1869 a 1870 e tem a honra de
submetter k approvacSo desta augusta c-
mara a mesma proposti, convertida em pro-
jecto de le, pelo modo seguinte:
tArt. 2o O ministro e secretario de esta-
do dos negdcioi do imperio atorisado a
despender com os objectos compreheDdidos
nos seguintes paragraphos
a qnantia de........... 4,932:8660828
1.a Dotaco de S. M. o
Imperador........ .. 800:0000000
2 Dito, de S. M. a Iba-
REVISTA OiARIft
No sabbado o tribaoal do jury nao funceio-
ooo, por s baveram comparecido 35 janes de
tacto.
Hootem fuo ciooou elle, acbando-se presen-
tes 41 Jaizes de tacto.
Foram sabmettidus a jalgamento os reos presos
Ploriodo Jos Biptisla e Minoel Jos Pereira,
argidos de crima d> morte.
Foi adrogado o Dr. Francisco Leopoldiao da
Gj-mao Lobo.
O conseibo de seateoca compozse dos ssgaiates
Srs. :
Dr. Ulysses Corret de Csslro.
Dr. Fraocl-co Gomes Carete Filho.
Dr, Joo Joaqoim Ramos e Silva.
Francisco Daiarmloo SiOtos Freitas.
Joaqoim Salvador Pessoa de Siqaeira Civalcanti.
Tristo Fraocisco Torres,
l'om Joaquina Reg Barros.
Toeodoro Machado Freir Pereira d> silvs.
Tertuliano Maraes Camino.
&bastlo Jos Gomes Pena Jnior.
Uiy.-ses Perourbacaoo de Mello.
Jos Alfonso do Reg Barros.
Depois dos debates, o conselho recolheu-se '
sala secreta s 4 boras da tarde, d'onde voliou is
3 boras.
O vapor brasileiro Tocanttns, levju para o
oorte as seguiote< qaatatias :
Para a P^rabyba.. 6:000QOO
o Ciar..... 3:598*^0
o Maranhao. 45:400O0O
o Para...... 126:2OJO0O
O Sr. Jos Antonio Gomes Janior acaba de
publicar a soa 3." ellQo das NoQdts do syttma
mtrico decimal, ciiendo nao s a explieaeao des-
te bello ?ystema, comparado com o de petos e me-
didas anda em oso, mas tambem o resumo da
arllbmet ca decimal, parallelo das medidas brasi-
leira? com as mtricas, calclos comparativos das-
medidas lineares, itenerarlas, quadradas, cubica?,
de pezo e capacidad?, e analmente 114 taboas de
Dameros txos, para as cantas (fe arroba;, libras e
oogas, e para a converso malos das medidas bra-
sileiras em mtricas :um ntido volme lo 8.*
trancez, de 115 paginas.
E' este um excelleote trabalho, qoe se faz nota-
vei pela clareza e simplicidad cum qoe expSe a
materia, e pela (acilidade com qoe leva o leitor,
anda o meaos instruido em clculos, a executar
'am Instante qaalqoer especie de converso, de
ora systema para ootro.
O Sr. Jos Antonio Gomes Janior om bomem
iacansavel oeste genero de estados; tem dotado a
oossa praca a as do Brasil todo eom Importantes
publicacoes to nteis ao eommercio como s re-
partieres de falenda, e al a as estabeiecimentos de
lostracQio elementar. A lei novisslma que regola
e reforma a tarifa das alfaodegas, adoptando para
as unidades systema mtrico, encootrou om ge-
neroso e atilissimo auxiliar na pessoa do Sr. Go-
mes Janior, cojos ltimos trabalbos apph'cados a
aquellas casa ^flse es, fram recebidos com alvo-


-


ppf liip^y*; LSM Wat BSBMfTOB'Bffl Bfll Wm^mm $*%$*&
.

/


a/, u a a /.n/f /: wn.. r..-*-*^,.^,. a. *> <.ia
. i. i.
toco e lmmediatamenti acceitos pjI*fWSWfcP'l'a*&t,lMffeHu ferial.
Temos
qaa a 3 *
anal, taa
jer*lmeot
a esjWaflja Sera Tan rada ae
Nilges do fytkmii*l**60 A*-
iosamante. .augmentada, tp\
e.cqU.Br,ipdaj as Jlasses
ICIOS AIDUqUBt i
i.*
le, Motta, Dominga^ da Stiva-e So
tnJo'o Sr?. dlsafbarf"iaores A*!
Jitvafcant, abrale sesSo-. -
, Pagados os feiioi das-ao-.^ os eguiaui8fraa>atoariaiaal da quantia votada n
uentos: (. i* *ii*iii nara o exercicio de
,.jfwpi1W primeiro que se
presidentada provincia, pedind
i
41 OillOW .YUZ OKKA
t"fc&Va$KW
qoe deve serC-OtiflOente, ** '* >
o Beberibe a topeto de n
para
ise
?LCL4*! ?**?'^fe**fe$ri^^'^^T^^^yi.1^ 1869 coaoM
NAr, |entre D3 nem
JTfe qoe quasi interceptado K^S^ l.
uro bapco de area, e que loto o be- dem restada-ou do retao *.
V63.a' nij jury. Appeiiaotes, Francisco de,"0rcos da provincia, e que bavendo aAs-
Paula C^tftfaipflB e 6fUr> '(MMlada-. a justi-jSCflrbii ,PfTCal votado ama sabfdnflo
c..improcedente. Appellante, Balduno Marqnes( sulH:iwnie para o indicado servico telegra-
da Croa; appellada, a jaslica.A' uoto Jury. Ap- hj -nffipnnt(, --- mhrir ft rusto
pallante, Cleraeoti.u Mana da Jess: appellado, .palco era eiia SUUlCiente para CODTir O CUSI
Amonio Teixeira Meireilos.Nao tomaram conhe f**mma0ma metra >9.poate* ato MtceiO1
cimento. Appeiinw, ftancsro Aiexandrinj de mas que a comtnissao entende que por outro
Araojo; appfliiada. a juj^.-V novo j iry. I modo pode realisar-se rnis promptameote
appkllacSis d'EisARpellames Salvadar de p,,ahiP(.jmp,,ln da linhs Wfljranhiri alp
Siqueira dvairaoi-; aup-nrfn, jDaqaifb Salvador esiaueieci.miato aa nniia. uegrapnict ate
de Siqneira Cavalcante'. "Nio ha que deca- 0 Rio Janro, e para fstO V3t dttgir-se
far. 'ao ovarno osdindo o ooasenmnlri e
nnuma outra-pablicagao detfefajtf o conbecioi
loo cuerera a preciosa Bi|ai de, eona Qoia
imples mnltiplicjqSo qua ta fa?a, bir o opera-
ior o resoltado que procura e uaidadas iricis,
qu^lquer que seja a especia de trasacao a qne
se applique.
Por este triompho de paciencia e de abgsco
4aaos nos os parab'ns ao Sr. Gomes Joaior, cu-
jas obras, como c-ia aHitna, se acbaffi tenda em
todas as librarlas dasU cidade.
O ca jmenlo da roa do Qaeimado ac-ha se
abatido em diversos pontos formando cavidades era
ijae se reoofa agu e lama cuiji prejaizo dos trao-
*^"f' a A vetiiculos que por alii p ssaiu ; cli: -
minios a arteucio das otras pobHcas para ete.
Igoalmentt recoaraBBuooa .' atteocSa da
direcioria das obras tnitilicas o calcamentu da ra
do Cebo, tofo deplureve estado pede cuidados qae
por agora pcdem ser prestados eom pouco dls ieo-
Jio noifitato qo", a* ooiiouar em abandono, em
^)^evefealaudara, inaiores somroa para reparos.
> laro do-Hispido a roa W Saodade
adm-io em fiadi> i jmr ertas poder oavgar ule
frarSla* eoeoor*eds, tal .a profaodidad>< da
agua aili accuraulads pUs ultimas cOofasi A' mi-
nic4*iitl*'te cjup'itt d-r pruvidunci qm Ucm
nelbbrar aqueli euo, em beneficio dos S--os mu
Blcipis daiuerlesliijaies, ocdepando ao seu dS-
caidoso tel que u<* abrir regos de escoamedto
paraa^uell.-ai^u andaftai caic.a.s, apreseotam os mesrnos rrcla-
ieos e a;eui as meM>as queilas coulra os seus
respectivts Bsrafs.
g Nj dia ti > crrente principia o rftebi-
iDeoi da pru-.-i i dos alomaos iaternos, m^-iu-pan-
siuui.-tas e exterois do fJymnasio Pernaibur.o.
E,t'crla.A que so acha a venda
a 7\ a beae icio da matriz do Boyil),
que corre saobado i7.
TELGnAriiosKLEcrRic'S,Resulta do um reU-
lorio ifUtiiicaJu por um j"rrral ioftle qoe e'i'Mn
boje em IttrtH moodj t78.086 milhas cu 28i.O00
kil metros fc buhas tclfs'aohica-.
M". K6jft.tooe proouociou dou dB)5i?flps
conn-olu Ifi 8ii palavras ; ess discursos f.iram
lexaiM 3 Ltvcp.ol pelo eaininb.i de i-rro e d'.>hi
lerecratihadorpa^a L ndres e*n duas horts e dez
tniautis : e>t- nm n-mplj naiural da r^-pidvz
leiegraphica, devida s-mdutida ajis graJes mlbo
rameotos lutrodullos uiiun .acule lia tele^raplua
elctrica.
Traia-sa de estabeleW um cabo elctrico
JUimarihrto entre (Mh.V, 6'uayaqoil e Pannrrn, o
que pertr.iiura o "'St'belt-clmeol) de corcrauo'ca-
COs regularas ente. es:a p.ria da America e a
Epropa >-rii tren d.a*, em t;.i-..io ;c nao lina a h
nlia do Panam roa <*lo traosatlintiro; o rU
permitlin' qu- a tr-iasaissilo dus depachos se figa
em Aio* hr,c.
Caminhos de FMtn). A loglaierra tirnai n flm
di ho i protiaio v. si lo il.ilO kjlamstros dM-
ukss frreas em -('oraraS que Iha rendpraiu dn-
ranio o aoor> 9t>5 "fi'rSfl francos oo (ao canbm
de iill)386:7(ia:i!i:)500..
O ocoiiio atirfo oo a' ligado a's mcot:nn%s
Hcajsa-. p)r un ,ba farrea hS i iai^rron.i.'a,
- i>lti*bo niis do 3.200 tloiHtifd.
E^sil Ir.ib; atr*-f" ri M:-ssmi sobre orna pSMe
Ctffuatesi e:n /l ckb'cnl. e q Klasoafl om (|U,r''"
ponte n.io imvipi iioiavel ero Omaho
Um n vo tit:;u." sob o tamisa.EaUa-sa u'ura uo
o toael coa-lruir -ob o Tjuiisa entre a ponte e
. a T'.rr de Londres. O ?ngo tonel, qie inmona-
Msoa o nomo de 'amMr liraonel, e ro(a f.on<-
iroecaj doruO it) a'iiif.s, t mu oru eompr|meo(q de
381 metros ; o u >vj uo-'l'propostj o v.-ra' le/ Uj&
Uirir i- de eiteosi.", e ?* despeta* Be Biia'trhphi
sao avadad .s em i O O 010 rtrfffn'5os(l:fr3'J:0 O?),
l:oJ> o aot-g) frud i l2.0t)0:tOJ. .
AMiiida o d-cih dos ia^aoles ter-i' l'J-r per
(Dei.t do bi que fuaccio'iou n i G fimo de Mirto liuranti a et-
posicl>. Cb'gal s a anortara do tMnd pr.ipria-
mettr diu, os ti j lote? Sia* Collocad^s era t>-que-
nos o.iaktb'js in qjie Eorao lapellii is a' braco
por um sy.-isuja deaiconoU^;lo da toreas.
O autor d> pr j -.-i.!-aiflrrai que basta nm ho-
mm pr i pfi.--.lhr oin uinaibus de uma a' iur,;
eiireiniae do t n I..
O le-rrano .s duas ibeMuras de arce-so ser' de
nive;, m.s a 'i: *er' Inclimdi p'ra o meio d i ca
itiiiih da m !><' acci-hrar ;. impnlso e aeiorriu-
-lir f rc p:in a i:uo!a metida di tr.v;sia.
Casa de detenqao. Movimeato d) da 21
de joaio de lHrl!'.
tiistiam (jfenis) G9, eDtrarauj 13, saturara 2,
en-iem 28i.
A ssber :
Xaciooi-i< 20i, mnlhereiJ.JS, estrangeirns 19, mn
brrt: 2, fia.-ravos i8, eseravas 2, total 283.
AiiajtoiatM a cj-ti'd.i cjres publicos ... I2
'iu*imeuto da r/i-nmria no dia 22 de Jutro d^
ti8.
Tiver>m ban- :
J:: Fii-X 3a Pieuade.
Man el Jer^nymo da Peoha.
}.!c Ti-ixeia Campos.
-------=~
s
>
o
d tot j^ppella'lft O j-WO gj>ljlorrfhJ|b
emfccrr.aodr Saatiago, aortMdot ftljts.ffclbar-
galores Almeida-Albiiquernua e M a r**rara
provlmento. Agrataot*, D. Senboriotia T'bwt'113
Je van ; gg.-arado, o Julio.Relator o 5r. des-
era bargadot Alrpeida Albioerqoe, sordados os
Srs. d-'sembargadores Matu e Lourenco Santia
oSegaram prolmen.:o.
Afftu.Ac5iscw8 Appellaote.ojaio; ppeK
\' ry. Apcllanle, o jaiio ; appellado, Felippe Al
p servido.
E posto em votado fo appr(y>ado.
9a
Qoe se responda ao Sr. Dr. Capanami
dizeodo-lhe qoe a comrBfsso 'emende ser
fcil conseguir o que elle desfija, to O
assentameoto dos., postes al Alag a por
HABExs onpus-
-Do menor Jisf, pedido por los)ajijes30 p3ra qUe tai obra se faca por meio
Paulo do Hego Barretp.Nao ha/.qaa deferir. } i rnitiianhii mrlicular Fni annro-
Conoederam a p-roV^ca de inventara pedid e, COmpaDOia pafllCUiar. fOl appro
vada.
3
pelo hachare! Loit ftodngnes Vittares.
PASSACKSS.
Do Sr. deernbarmdor Santiago ao Sr. desem-
bargador Ginrana.Ajpma(,o-!.s crimas: appelian-
te, "Aotooiu Rodrigues da MeoJonc; ap^-llado, o
jan*- AtaeHMrtero-jiHtn aptMd^*n..a A4s mssm consitta qoe a obra se emprehenda
d$i Sanios Au'iiaw*.'* v^s;. appeiianie, Juo por etprza parlictHar, anda qoe esta coo-
aivs do Cj;rvaib3 C-sr; app-iiado, BiMho1om-u|lr;la compromissos de. cesSO acrgoTeroo
Que se dirija a commiSs3f> ao gorerno
prrqeio deija representado, pedilo ao
W i S
S |
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1111
I| Kl SI
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i : I
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1 el 1 tC 1 M> 9 ,, [t Masculino. 1 ti
1 o n ^. 2 Frminino >
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1 < M I ! .*/ 1 I . - .> Feminino. ?
i i - ^ Masculino. ( H L t
1 1 ; i - IB> - u Feminino. ' > < O
>;. i 1 1 * Haaculino. 3g >
1 1 I oci | 3 30 Feminino.
i t -1 1 3 i e 1 oo - Masculino. 1 o
Sl. * => 1 Feminino. >
r
^ | TOTAL.
-^ I
w I
a
ADVEBTBIM3A.
Xa tolidade dos duentas eslstem 241 ; sendo, 1*3
fcorr.eDs 108 mnlhere--.
Foram v--iia la--, as cnormanas :
As 7, 7, 7 |2, 7, 7 1,2. 7 lti, 7, (ylo Dr. Ramos.
As 9 1|2, 10, 10 I[2,11,1!, 10 1|2, pelo Dr. Sar-
ment.
Fllncerm :
Jis Aaionio Ffcreo, tubrculos pn'monares.
iodo g.-neio da O r, eoterite chrucica.
Serafloa Mar:a i'.us Pasaos, tubrculos polmoqares.
Anua Miri3 d> Puano, tnbarcalos pnJnjt>o*Tei>.
Pas-ogM'rs oo vapor btindu) Tuantms sa
hirfos para n Borla :
Antom.i Mjcjjj, s.-bistiana. Frroando Jvda
S:la Mana, Deni Colerre, I). Emilia da Cunha
Flgueire.!.', J6s d" Araojo L'ma e soa cri'ida, "
uas esrrav.-.s e fos lboi a enlregjr.
".'-EHITED13 plclio.hitaarlo do da 20 de
jauto >!- (85l
Miguel, Pernambjco, 60 aoaos, S. Js; icQim-
D*lo
Francisca Ciri ti d Sv.rament', Pernanibaco,
45-no..?, soit-ir-, 8, los; dVtJ&teria,
Pr.inc.<'.\ pjrnambuco, O'J annos,escravc, Boa-
vi ti ; Blaq.li.-v df- O'Ti B.rr-lo, Pcrnambaco, U
a0,3 i ; iiaroalosis.
Luii, Perdambu;), S. Jjs ; espasmo.
GJIROXIC V /DICIARIA
TlIaSd^Ala BJk nCLA;fkO
asaso em 20 dz jnho
Pmilet t!o Eim. Sr. canseheiro F. A. tata.
Aa 10 boras da mannaa, preseures os Srs. desem-
cargadores Siotiago, Gitiran; ftuerrr procurador
Perws deVSs.-oocello<. Appfllanles, Jos Antonio
de OliveiM e sua senhori; |)j?Hit', Fraocelloo
Laurentmo do BitrnTi. AiU'etiantes, Santos & Bo
lira ; aup^llado, Dr. Ju^tViSdares a'Aievedo.
Do Sr. ileseuibarga Je> Gitirana ao Sr. desertbar
galj&r GuerraApp-Uar'- c^els: appellnte,.
I'rancisca das Cnagas Baudeira de Mello; appeila-
de, Aatoma Looes de AiciBtar*. Appellanle, D.
Ciara Theodufada Fomeea; appellado, Manuel Jos
Oes Santos
Ao Sr. dnsembirgador E^nrBCd Sintiago.Ap-
p la i; ('pellada, a irm-odad da Santa Anua.
Do >r. Uesambirgador Gu -rra ao Sr. d-^serabar-
gadr Lourenco Sau!i.igo.AppellacSis civeis: ap
i-llame, a irrainiatl^ d: E-iini) Siot^; appella-
do, Maooel Camillo Pires Falcao. Appellaot, Ma-
noel Oho PrWie;r; appeltad, Manoel Daarte
Rodrigues. AppeiUDte, Njoo Morrira Piraeote ;
appoliado, Franclso FreJerico d^C-riineira Vapu-
le. AppelUnt-i, (re Ju-io do.Amar Divino; arpn
lada a confiara oo S^ohor B m lesos d* Via Sa
cm. Aopeliaote, ) i.- Aotou o Gongalves; app^l
lail>, Juai ManOftl P.rrs.
Du Sr. desembargdor Lourenco Santiago ao Sr.
Jpserabargador Alfneila Aibufioerqne.Appella
;5?s cri-iies: appellaoie, Cari s Fa>nil o'o Monu ;
;pp-ila;a, a ju-lica. Appell.nte, Mauuel Jnqunn
'?i Saoi'Anim; api..I ?d, a |uslli;a. Appeilan:e.
Muiinlio Goroi-s Viiai; anpeUila, a Justina. Ap
pedante, Jo- [naci dAlm-ida; appellsda, a
iistio. Appeilantes, Panio, escravo, e ooiros; ap-
pellada, a jusuca. Appel'a i; o proraoljr; appel-
la ios, Manel ^teotrto I! n a outro-'. AppelUQo
civi'l: .ippeiUnif, f). M.ni ].iaquina dos Saulis
Abren; appell-lo?, os p.u,ire teiros da tnlbus or-
Cins.
C-r.flVto d juri^dic'O entre os juiss munici-
paes no R.o R.irrou) h Agpa4Vrta.
Do Sr.desamBarg.inr Atmadi AIMiquerque ao
Sf..desem.bargadpr '.I ia \(ipelli{5esciers-; ap-
pelhnt?, Birnardiuo J.,sLu. ti ; ap;vila-1a.apreti
Mana. Aop-IUdo. JsG. Farra!; apjeilado, P.
T'iieira Carvalb. A.ipeiuaf, V.s>: i Manobo Ja
Gama Mello; appellsdi', pairs Ji-G.raes dos
Res.
Do Sr. desembargihT Motta o Sr. desembarga-
dor Assis.AppelUcoe ive**: appelUota, Jou
Audr LVueira Meaies ; mn lal Francisca Jj.
Alenndrioo. Aupeima-, [Mavao o'A'baiarqun
Mello Mjtrteoegro; appelia-io, jeruoy-ma Jo^6 Bar
bus.
Do Sr. ieserabaraa-lor Dimiogoes da Silva W Sr.
de-erobargidor Ucltaa Givalcante. AppeUs^ i
crirue: appeilanjd, Ciaodh Duhem ; appellada, a
faama nacinmi. A;p-Hant, a irmandada do Ui
vino Espirito Santo; .vpiilala, a irraao:1ade de
Xossa Sanarra da Siialade. Appellante, Francis-
co ? ffjaso d i Rjpi M-llo; appi'.liados, os herdeiros
de J s Joaquim Vhf t rntow ello.
revista nivi,. Reccorreot*, J >s Martias- Bar-
re.'-..; recoorrU", Jos Das da jiiva.
Da Sr. desembarga! r S.iuia Lao ao Sr. dsera
birgador Santiago Appo!l5"io crime: appellante,
O prometnr; appellalo, Ant nio Francisco de Sra-
za Motta. Applta.-5S civeu: appellante, Svina
Vluuiz de Saot'Auaa; ?.ppella Jj-. Appellaote, iaqam Anuoio da Silveira:
appellados, Grag Feroaades Ru'rigiies do Pas-o e
outro.
deligencia chimeTom vista ao Eira. Sr. des
erubargadur promuior da justig.Appellaot, o
jnlo; appellado, Jos dos Santos Msgalhaes e ou-
tras. Appeilant?, o promotor ; appellado, Joaquina
Ignacio.
Asigoou-se dia para jaigamauto dos segniules
fe i tos :
APPELLagoES crujesAppella'te, o jptfu appe1
lalo, Paulo F. de Aranji. Appelaate, Pranci-c
Xavier de M-tidiiof; appellad~>,0 }nilo> Appellan
te, oj'uizo; ap;-eiiaJo, Flismiua Antonio-de Pi-
gireoo. AppBllaote, Amonio Ciandiaoo da Silva;
apppllado, o joiro. Appella ota, Miooel do Nasci-
mfi.li Lima; apelai2, i i-ii-a. A-p-l!aote, Mam
Rreoeiata do Espirito Santa; appellida, a justi-
ct. Appellaola, o joU>; ap|i-il*o. Lonrenjo Gon-
alves Torres. Apyeliaota, Francisco Antonio Me-
Uuir; appellado, Fclix Cialido da Kessurrei-
ftf'.
afpellacss ciVEis.Appallantft, o burilo da
lio*.; appella 'o.J s Vsente de Hallan Ja Ca val-
carne. Appelhnt, Mino-! Barbos, da Silvaj ap-
pedido, teoeote oaroael Feliciano Jiaq -im dos
Santos. Aopellaot*. Tb-opbilo Altes da Silva; ap-
pellado, o harn de Una.
As 2 boras encerrou-se a i ssao.
em tempo opportimo. Foi approvada.
15 nao bavendo nada mais a ifrtar, o Sr.
presidente encerrou a sesso as 3 11 i horas
di tarde.
Pbilippe F. Needuaro,
Presidente.
CandidoC G. Alcofortdo.
Secretario.
Publicao5es a-pedido.
Telegrapb cEectrico.
ACrA DA. SESSO DA dOMMSSlO ENCARREGADA
DB DMA I.IMIA TELKailAI'llICA DO RECIFB AO
RIO DE JANEIRO.
Presidencia do Sr. Philipp F. Needham.
Aos 15 dias d) mez de juriho, achando-se
preseotes pelas duas boras da tarde no sa-
lao da As.fociav5n Commercial os Srs. Phi-
lip? F. Needham, Candido C. G. Alcoforado,
Dr. Cypriano Fenelon G. Ale f rado, Baro
d<) Livramento, G. G. Man, commendador
Antonio de Souza Le3o, Pedro Manry, Dr.
Augusto df. Soub Le3o, Alberto Gbeny, o
Sr. presidente 3brio a sss5o.
Pr cedeu-sfl em seguida a letira da acta,
que fui approvada, e len-se o expediente
qoe constou do segaiote:
Um offlcio do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia coaimanicaodo baver eipedido ordens
m Sr. capitao do psrta, pafa facilitar Cm-
misso lodos os esclareeimentos qu^fossem
solicitados por ellu.
Outro do Sr. inspector do arsenal de-ma-
rnha, remeitendo o mappa da costa at o
rio S. Francisco, e oferacendo sea presumo
para q-iaesquer fortov^s e eselarfermen-
tes de que preesa$a a cotflaiksao, a bem do
serviep de qi estata noarregada.
Outro do seefUrio da asseinl la provin-
cial em resposta ao d'esta commisso.
Em seguida, tomando a palavra o Sr. Pui-
iip? F. KeJham_expz que as iaformcSas
r
Villa do Bonit \\ de juntio de 1868.
Tendo o,Sr. Manoel Florentino dos San-
tos documentado a correspondencia que fez
publicar no /''arto do 3 do crrente, com
um requerimenioassignado por mim, apresr
so-me em declarar ao publico que esse re-
querimento se acha adulterado do modo o
mas burlesco
Nio posso asjevernr que hiuvesse da
parle do Sr. Manoel Florentino arriere
pernee fazendo publicar o meu requefi-
meolo desvirtuado como se acha ; mas nao
posso deixar de notar a circumstancia de
terem sido publicados com exacttdo todos
os ootros djcumentos, que acompanharana a
meociooaja currespoadeacia.
Nao lenho pretencoes a taleuto, mas nao
8;tou no caso de redigir um requeriraento
de modo a fazo-fo oceupar lugar no foiwii
antedotico.
Logo que me ebegue s ruaos uma certi-
do que man le tirar em Caru'ar, ser ella
publicada com toia a fiiedade, e ento co-
nbecer o publico a diilerenca que ha entre
o meu re.juarimento e a algaraba que o Sr.
Manoel Florentino fez publicar no Diario ja
citado.
os Gitiraua.
lBETi.i>
Mananna a Vivandeira^
A Rvista de Ponteo do-te fwri deu aos seos
altores o conheeitnento da bello t-(T-!ito, qjne pro-
duiia a reapparieio e deseuip<>hbi do macoicu
drama de Aotcet Bouraco s-Manairaa a Vivan-
rteira ;e a tferdaie e bi critica, cora qoe a Re
osta filia dess sjberba corapaslSO dramtica,
ilispen.-am-nos das I jngis con deraejias, que o sen
bello entrocbn m.ir.'h e ao e-p rito. Apenas diae
mus cora o julicL-so escriptor da Revista que
sommrafote bello e lateressanteesse drama, cuja
acf.o comer; nes-a me^uoraud3 epoba, era que o
raade hornera da Franc., o iroo rival de Ce*ar,
con iuzia a oacao (izante ao f#l^fii e esplendor
da giuria e pro-per dad'', de que esta' goianio ;
e acaba era outra epacha, que chorando a perda
do hroe de Marcngo, Aust^ruii e omros rau tos
ibeatros de (loria. ooOe a -u i estrella de victoria.
fslgurou mais esplendida que a do vencedor de
Poar.o, comecava a seulir es incalculaveis liene-
flcio-, que a sua grandiosa adssao irooxera ao
mauao.
Nr.-t-j drama, cujas sceoas setnpre animadas
despertara ora vefdadei o inleresse, a lula des seo-
iineiit")-', que sec. ufuade cora a das anms no bel-
lo prologo, apreseot-se s nos a-tos e qaalros,
qoe completara a composlca ; mas to bello e tq
vivo se manifesta que a especial jr se absorve n
rao iliaco na pobreza e subilmidade do generosa
Sfotir, de qoe capai o coracao nuraano I To mo
ral e edicanie esle drama qaa nisguem o apre-
cia sena bater palmas a tirtude e condemnar o
VICIO.
_ Daseodtsempeabo basta qa digamos qna fol
tao tora e eompleto (|ue o publico por diversas ve
es, vjetorloa acs artistas, manilestaado as-im o
prar.er d^ qoe se achata possuitio.
Joajnio Augusto fez se admirado pelo sea inex-
cedivui irabalbo ; D. Mara Veiuti exhibi laicato,
sol Jos conbecimentos o'arH e energa oes senti-
raentos qne enriqnecera o [apdl da qne se ocen-
pon ; o Sr. Brochado acboo no publica a boa acei-
(ago, que oerece ara hora artista ; eaadra os ar-
tistas lodos trabalnarauj a conteoto dos especia
dares.
A concorrencia ao Ibeatro c5o fall ra*, sempre
qne a erapreza dos der drama como este e come-
nas bem elabora os e ibstructitis, como a bella
coaiposicao do disiiocti Iliterato, o Sr. Joaquio
SerraCousas da Muda,luaceiiadaquelles, qoe
possuem bom goslo e erinea judiciaria e lo bem
representada pela ctua! cjrapaoliia.
P.
A influencia de um clima abrasador de
que se resente a cidade do ttecife o que
torna quasi insuportavel a residencia nella
de pessoas de coasiituies pbysicas menos
forie, sobre tudo aos esirangeiros, queuSo
habita u entre nos se nao e a ltimo recurso;
iodica melhor do qna tudo quaoto se possa
dizer, a necssidade indecliuavel de appro-
vtitar-se tudo quanto a natureza prodiga de
olleras as* necessida les dosbomens nos d
como Unitivo' ao excessito c-.lor d'esta ci-
dade pelo ver So; Ccnvm por tanto, nlo
re vilisaco, e fazermps obrar a industria bem
derepararmos aquella necessidade, sem o
que jamis esta cidade attingiV ao prospe-
ro futuro a que est reservada.
B..barw (se ameno arre balde de Per-
rsambuco, cojo clima em coDlrapf.sic3o ao
calor d'aqui^e qiw os eslrangeiros o com-
-param com o da melhor estaca j da Europa;
cojos bachos de ehrUtaliftas
Ai*vmtmro baico de
linda asnina a rival e
pan este dartR
. dem em rama ou en laa
1. uZ.' Angicos (trosj. .
mda 30 MOA- Arroz com case
, -----. __----- niiw ixjiu tiiscti .
acos, etc., apesar de seus cami- dem descascado oo pilado .
dem branco
Assucar mascat&do .' Q
dem refinado .*....
Azeite de amendoia ou mondo-
bi m......i. .;
dem de c6co......
dem de mamona
nho de ferro.
PorUDto, senbores do goterno, dignai-
vos lanzar vossos olhos beoelfcntes sobre
aquellas, ne tem tanta razio como os ou-
tros na plrticipaco do bem geral.
Portanto, senbores da industria, nao re- D
cosis pertoie a falsa supposicio de pow rJHg^^^ "
lucro, porque elle sobrepasar a vossa ex- Bolacha, afinara, pmpriapara
pectatita: Beberibe ainda nao appareceo
por seguir a regra geralo bpm e bello
sempre e mostra por ultimo; sao a
raioba de uno bule, que primeiro deixa en-
eber os seus saie's para depois ah fazer a
sua entrada radiante de seus prestigios.
T T Jl
agnaar-
r. .caada
. .
. 1
1 *
arroba

datia
arroba
>
1
>
riMnn h m ni 1 j t M++-
'iJiOOO rto da 23 do correte'depoi;
B8d sef lavada a hasta nub!
^0 P*"8 arremtantef'Ty
U#J(U _j.
usas *
^d'o H
6OJW00 oapime, enl
looo tendo pecas de a
WOO nio classicada; peso li-J
HgJ do 485 librai. atakada
eliOG 264W; abandonadas pelos direito r
Lyoden Weydman 4.C, wja arEefflaJiB
caada igoo rjeixon 4a ter gar boje por falla- d*i-
ijjoo tanies-
lio'oo .0 mspectDP,
M
CU,
francs Jen
bril ads>, Ma-
rro en toa
029-venia-
*d336L lata*
21500
bteica pulmonar.
.?T'.ri l'l h .-!t|yr
Grende parte dos tasos de pMrisica pul-
monar tem sua origem n'um simples defl -
xo e resfriado, quo ao principio parece to
rasjjjnjGcante que nto foi attendido e s de-
pois de desenvolver urna ircitacSo chronica
dos orgSos de respirarlo e que se lembrou
de tomar algtim reraedio.
Depois de rraojaMe pritieiramente no
syslema diffic.il, se nojmpossivel, cra-
lo, por isso logo qua sentires quaquer dis-
posi?So de phthiMca, tomai algum remedio
que acalme a irritaejo e promota a espec-
toracSo.
E nao conbecemos remedio nenhum qne
prench este fim lao bban como o Peitoral
de Gereja do Dr. Ayar. E' simples, agra-
davel ao paladar e efflcarz. Nesta qoadra de
mudancas repentinas do lempa moguem
deve estar sem um frasco em cisa. E' por
exclleocia um remedio caseiro, quasi
que infdiivel na coqueluche, angina, brr>n-
chite, asthma, ou quaquer outra affeccio
da gargania ou pedo.
Agita de Fiorlda de linrray e
I.anmau.
As senhoras que esi3o acostumadas usar
p6s de arroz, qoe so faz intumecer o rosto,
fexando os poros da pella, privando a eva-
porado da superficie; obrariao com juizo
em por inteiramente de partes similhanle
ingrediente, substituindo em sea logar este
purd cosmtico Doral; o qual n5o s per-
fuma a pellecom orna fragrancia to freset
a deleitavel cora-) o respiro e chairo das flo-
res meias abeitas; mas sirn la.mbem faz
remover tdas as mcalas qoe desfeifio a
Ibrmusura das feicies, dando aos vasos su-
perciaes um aspecto sau lavel e vigoroso,
restitnindo s feicdes a primitiva cor robi-
ennda e macia, dando-lhes uma pura e lin-
da transparencia e elasticidade. Todas essas
ag*uas astringentes, pos e pommadas, &.,
do dia, nao fizem mais do que arruinar a
pelle e estragar a formosura coniaminando
mais larde ou mais cedo a propria smde ;
em quanto qne a tendencia desta agua sau-
davel e aromtica, inteiramente oppsta'.
Quan/o mixturada o'um poiica ri'agua, tor-
na-se um excellente e exquisito meio de la-
vagem, para os denles e gengitas, dando
boca e ao paladar um delicioso gost aro-
mtico.
embarque
Werngna. eAfW.. *0frH#.1 242S
Cafe bou. --b,^^,,, 7A00O
dem escolha ou restolho 6a00
dem torrado.......libra 440
Caibros. ......... um
\fl ........airoba
dem branca...... 580
Carne secca (xarque) ... 3#860
Carneiros. ......um *cSr\!corao "radario da Jr.s* nontao f.rMHw Vsav
Carvao vflgatal. ; .... arroba ffiOO, que representa v Joao Sooeal ves lei.a, *
Cavernas de sicupira uma 3*oTOiuco lbos da Manoel ft^BMlvAiiBoOMijV**
Cera araarella TTT". arroba- lp *?*
2O
PRACA DO RSCIFESz DB JNHO DE 1368.
. 3>i boras da taro*.
(Hoja)
Algodo de Peruambuco 1* sorts ttO!) por
.arroba.
Cambio sobre Londres-90 d/t 17 > d. por 15000
(satbad!.).
'lambi sob-e Londres90d/v. 18^ d. por 1*000.
Cambio sobre Pars 90 d/v 32 rs. par franco
(hoje).
Descootos de letras de poneos dias6/, ao anno.
Jos d'Aqaioo Ponseca,
Pcesidente.
Francisco Mamede d'Almeida,
Secretario,
B4^C0 UV C.
Ra dn Trapiche n. 3 4.
Desconla lettras commerciaes a laxa con-
vencional. Recebe dioheiro, a premio con-
vencional, por ettras e emfeonta corrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata e Europa,
e compra cambiaos sobre as mesrnas pracas.
Encarrega-se, por commisso, da compra
a venda de fundos publicos'e aeces de com-
panhias, di cobranfa de lettras e dividendos
ou de seu pagamento, e de quaquer outra
operac5o baocaria.
O excediente para o publico comecar as
10 horas da.manh5, e terminar s 4 horas
da tarde de todos os dias uieis.
ENGLISH BAE
Of Rio de Janeiro limited
Descoma leers da praca tasa a con-
vencionar.
Recebe dioheiro em conta corrente e a
praso fixo.
Saca vista ou prso sobre as cidades
principaes de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Bnenos-Ayres, Montevideo, New-York
NeV-Orleans, e imilla cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelonrinho n. 7.
Gaixa ilial do banco do Brasil em Per-
oambuco, 26 de maio de 1868-
Tendo-se extraviado do podar de Jos Ferreira
da Silva Juuror'(do Miranbau) a cauea, ou litlo
de posse de tres acco;s desta caixa por parle da
raesraa so faz publico a quem ialeressar possa, que
Jos Mauricio F. Pereira de Barn
7*vin Diente do 1* districto da fregueiia d SaMMjno
S^crmeotO'aobairrri da Hovista- dotMm a
cidade do Reclfe de Pcrnaaiboco, ea tirtca*
lei etc.
F-'C i saber aos que a p**s*nt9 Mr* t.ytt-
^,1 ca delie uverem qoeoieneoie^oroBel JmutH-.
' reir de Farias me fer a petizo da. lerna a ikfvr
seBinte : ?
Di o lenle corem>l wMfno F^rtira 9% Rifas,
arroba-
dem de carnauba em broto libra
dem idem em velas .... c 500
Cevadea (porc)...... om 20J0OO
Cita. ....... Dibra 3JQ0O
Gharolos...... .
Cocos seceos.
so-ce.1eram, Como nicos berdriros, dos beasfri-
xa f'K por seo irroio e ta Pranrtsca *> ft,-
drgues, qoe seflaou sem ast-ndenies sea dtftn.-
denies, e' sendo o dlreito de k-si K'imTio ad^*?a
'pelo ieslaraenlo de Joo Gonyulvas Maoiiv, >*a
C'M ?SSn c',?5 fi"""1 '* uneidlHMia.i-
oocos seceos...... **!" i claw oosle Jess, eJe.iyifia Fratwis* ;V
Cooros de boi, salados t
dem sectas fspiebades
dem verdes .
... t
dem de cabra cortidos um
dem de onca...... c
Doces seceos....... libra
Idea em gela oo raasaa. '. i
*?!/: Bra, lOMiioidas tra dito iesiamenlrye eoBefjWfci'-
U; I mente cesslnario por e-ti parto da mead r>-
! felda benrica por ler teodido o stfppMaaBa*
10^000
1{000
380
620
13500
4000
23000
123000
161
2,2000
c
f
cento
nma
arroba
alrrneire fSfW
arroba 103000
43000
um o'3COO
arroba 33030
85000
V 103000
83o: o
uma
arroba

dozia
cento

13000-
33200
2'30fi0
989000
1230051
65000
20
13000
240
13000
331H10
R3000
dem em calda......
Eoxaas........um
ttspanadores grandes ....
dem pequeos......
Esteiras para forro de estivas
de navio. .... dem de carnauba.....
Estopa nacional.....
Parlnha d mandioca. '.
dem de araruta -
Feijao de quaquer qualldade.
Frecuaes .......
Fumo em iolba, bom. .
dem ordinario ou restolnt. .
dem em rolo bom.....
dem ordinario ou restolho .
jillinuas........
Gouima.........
Ipecacuanha (raz). .
Jacaranda (ooa-eira). .
Lenha em acbas.....
> de mangue em loros .
Liuhas e estelos......
Mloumelago......ta.
Milho.........arroba
Us-os ,..... >
PaUa de carAaoa.....molbo
Papagaios.......um
Porasil. ....... quintal
dem de jangada......um
Pechory........ arroba
i'odras de amoUr.....uma
dem de filtrar...... t
Idom de rebolo...... .
Penas de ema......libra
Piassava ........ molbo
Pontas, ou chifres de vaeeaa ou
novhos ....... cento
Pranchoes de amarcllo de dous
costados,.......um 263000
dem de louro......' 103000
Rap.........libra 13000
g!*0........., ,1^
Sal........alqueire 400
alsa parrilha......arroba 303000
Sapatos de-cuuro trauco. par 800
Sebo em rama......arroba 53000
dem em velas...... 73000
Sola m vaqueta.....uma 23W0
Taooas de amarelo duza 1403000
t diversas........ 873000
Tapiocas.......arroba 3*000
ratajuba,....... quintal 000
Travs.........uma 6*u00
llnhas de boi......cento 380
Vassouras de piassava. 105000
Ditas de timb...... MMD
Ditas de carnauba..... a 6540.
Vinagre.........caada 8f0
Alfaddega de Pernambnco, 1S de jocho de 18fi8.
O estenometra, Minoel Corito Cintra.
O 2.* conferece, Juo de (frutas Barboza.
Approvo.Aifaodaga de Peraaajbuco, 20 de ju-
nho de i8F.8.P. de Barros.
RECERDRlA IJE RENDAS INTERNAS
GERAES
aendimanto o da 1 a 20........... 40:3753785
dem dodia 21.................. 5;08?5987
45:4583772
360
*8U|lambe enrao eeswonaTtnda^rinior parcos
SJ iii'rios de Manoel, a caja i,iu r:os quata a ib
ser devolvido a qoiula paite da m>' beraog, como represeptinio de sea ps f tp
sis o primeiro Danuu' (>.uciWo* RedTia#* -
?a, secuedo Dona Josepaa," vi ota. e brrdftra* 4
segudlo filho de Uanoei q. e U oserMi^i
ticncalves Rodrigues PraoQ>, rupreseuiado py soa
niulber viuva D Jnsepha Th-rea dos fra?ma
Franca e seos.oun fimos, a stbvr : prinel*-M>-
poUlBa TBerezj Fr.-.aca. atleeida e r.rM**iaa
por ua iij! e marido o b-oi-oie Joto Antuo
Hiheiro de Freitas, Serondo D. Franejsca Tifia-
ra Franca Ab'eo, represeoia.ta aor-srVs* *-
rldo o umji.r Carlos Felippn da Silva 3}unta Ahaw,
lerceiro D. C.elida Toere.a Fiaoc;i. qaaaaa
Maooel Grracaives RodrigutiF/aoc^, Bl As*
Tbereu Franga, 6o D. Amelia Tnereaa Fra^>. I
Jos L.UIZ Rodrigoes Fram;>, que venleraa ao z$-
plicanie um quinto da roeaCe da beranva na* 4a*
va caber ao seu n.ando pai astyro dittaM3
Lu i Gongalves Rodrigues Franca, exclualo a }>-
te pertenceiteaooiiavo Qiho An.cniofioBjaa^lfra-
Origuej Franga, que euv ?.nente: e.. me e*fio>-
ri.- fl(ihlrnni.H. do i-roiro Micuel Gongapvaa- v>-
35000 rlripu-s Franca na raelacao que iiahada aavtad
metade do quinto, que be actmkreu por aaB *m
seo p*i era razo de haver finado sua raolSr, a> X&
dous fi'hos herdeiros da ouira rneiacao rVasr
Gongalves Ro-irigoes Fracra, e BUaet Saen^rre
Rodiigoes. Franca Jnior, ?joe vtnoeram sxr-
tes so suppln.ai.ie, deixaudo de tit-l* **-
iros dous.filhos desta an;<;o que sc- aa/ia
Gongalves Rbdrignfs Fianra o Hrgola Scat,*>res
53000 Rodrigues Franca a parte rorre-ptudeele- *a
1230OO tinftara elies direjto : que qner naouir anaiafc
9O0|gBo a U ifonica Lua G>ugai* iUirijC* tV-a-
8001 ga qo.'laiha de Manoel, por si como. tts*t-*-
13000
23000
160
33800
CONSULADO PROVINCIAL
rtendimento do dia 1 a 21.......... 102:2963468
dem do dia 22................... 12:0J03)25
114:2965493
MDflISlSTO lia PUf
iVaotos entrados no da 21.
Porlos do sol7 das, vapor franeez tiourgorine,
de 878 toneladas, coraraandasie Roase, e mi-
pagem 74, carga diUereaies gneros; a I. Kel-
ler & C.
Montevideo25 das pitichi Ingles Two Brothers
Oe 147 toneladas, capitao Francisco R. da Silva,
eqoipagem 8, carga 3,200 qninues hespaobes
de carne; a Johnston Pater & C.
Rio de Jineiro16 Jias, patacbo hespanhol Joven
Ricarda, da 237 loaeladas, capiao Flix Bru-
gnera, eqaipagem II, em lastro; a orden).
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do SulUng-oe brasileiro Arreio Mal-
to, capitio Vital Jos da Motta, carga assu;ar
e outros gneros.
Marseille e portos intermediosVapor francez
Bourgogne, cjniraaodanle Rraase.
Navio entrado no dta 22.
Balmore42 das, barca inglesa Wenifrei, e
329 toneladas, capitao I. Mdod, equipagem
10. carta 2,800 barr.';.s cora tartana de trigo ;
a Philipe Broioers & C
Nuci snltuio no mesmo dia.
Portas do DorteVapor brsileiro Jocantins, com
mandante Seixas.
EDIT5ES.
i-
se vai fazer entrega das aeros ao referido accio-
nista.
ALFANDEGA.
Randirrento do da la SO........... 468:7505911
dem do 4U 21................... 20:82*313
=zs=":=t: -sa
Descarrakm hoje 22 da joabo
Vapor inglerFoaaflwon-mercadoria's.
Barca portuguesaGrattiiomeroadorla?.
Rrivua aaiitriaco--Iini4i'0-farinha de trigo.
Escun haHzaKZ*Dan/cima; iieidxarque.
Bfigoe bespanholHugoklem.
Briyoe inglesa Ganadla carvSo.
Escuaa .lagfeia-~Jfary Wa/tin*-vnho?.
------184
. i.guas e salu-
f.oiliidas eram suftcienles para se responder bridadesenvigual r,a ptrovinciar g'eaw-
ao Sr, Dr. Cspaneraa, mas qieoiaxilj-qae nomeados nomando se pelo, mundo fosse
se ped* era de lo. peqaeni alcance, e to conbecido. Beberibe, que est resarvado
pouco animador, para*,que se desejava.que para-em Pernambuco figuw o centro de
acliava convenierrtBVJ3|o se dtver limitar a Lisboa, o versaille de Paris, .o Hampten
isto commisSo, devfndo procurar meios Coust da Londres ; jaz iateiramente aban-
maia p^ofiems, um dosquaee serta o le-; donado dos poderes competehies nodesem-
vantameiito da ^mpanbiU que lomasse a ?i oltimento qoe anature demanda, par
a facftpa da obre.. [qoe elle se swstre o que a. o qoe dwe
Depois de tomire, pwta oa djgoofso o 38r : mas qiia. razio dass* abandono no
Srs. Albeit^ Gheoy. G..OvMann, Dr. danoel j tmpo-am-qta mais ou|am j se tem dis-
ue Barros Brrelo. Dr. Cypriano FBue'era,!tribidosfavoresrtla industria, por totoaosjPAOTAwwfBPwiDOBaEMioaarjwrrosABniniTO
re3umiram-se as idea* miltidas bas pro- outros arrabaldeadesi e*dada com osseus ob-exportacao, semana os ai a 27-Boaizst*
postas apresentadas por eises doos uitiaas, Maebdaap, estradas de fairo, liuaa de omni-1 >v** "SL..
senbores, que abano se traoscreve. J bus ? Ser Beberibe o menos insignificante Abanos. V '.
Movi ment da alfandega
Voluraes entrados com U'-enoa.......
ja .com-ggfcaroj......... 217
Volomes sahidos eom fafodae......... 13
> cjmgeneros......... 171
O Dr. Francisco de Carvalbo Soares Bran-
o, juiz de orptiaos do termo do Recife
por S. Al o imperador, a quem Deus
guarde; etc.
Fago publico pela presente edital, que en
observancia do decreto n. 817 de 30 de
agosto de 1831, poriho a concorso com 6
prozo de sessenta dios, o otBcio de partidor
deste termo, creado em virtode da lei pro-
vincial n- 504 de 21 de maio de 1861, va-
go em consequencia do fallecimento do ser-
489.3795065 j veDtuario Firmino Pesoa da Gama.
Os pretendentes a dito cilicio apresenta-
ro deotm do prazo indicado suas peticSes,
que deverao ser resignadas-, datadas.e accra-
panhadas de folha corrida, certidSo de ida-
de, exame de sofflciencia ferto perante qua-
quer juiz. fetrado nos termos do aviso de
30 de dezembro de 1854, e quaesquer
outros documentos qne jurgarem conte-
niente.
E para qc chegue ao conhecimeoto de
todos mandei fazer presente edital, qoe ser
aflkado nos logares do costnme, f publicado
pela impreeea.
DMo e passado aasta cidade do Recife,
aos a dejuobo de 1868.
Bu Jlo Facundo ds Silva Guimar5es, es-
riva o ttaemh
Fraacisco da Carvalbo Soares Brandao.
Unto de sna trmia D: Ani na, fallecida, rjoarsi ii-
Ina de Manuel, e a qual soccedeo dita sopyferate,
e como curadora da auavma oitit S Luis representando sea pai, qae nao vasaraa
sua- herangas, a D. Mara Gongaltes Rii>ets
Franga terceira Alba de Hguel, e D. Ifrrraia &
galves Rodrigues Praooa; quana fllha wtno
representando sua mi, que tambera aao nad*--
ram as parles qoe Ibe cooberam, para reacaaves-
rem os cima espcificijamecte comeadas tas
lefci'.imos herdeiros de Francisco Gcngaivss i*i-
gues, as qualidsdes e qninboPs arima iBdxa> consegointeoienle ao suppi c.oie codo de!t **-
slonano abra de que > iui> a.^iin rbcoabaaidts t.-t-
'Jeirus sneceda o supplican.e a heraoga 6* spt
cesslnario e as pnfs qne Ibes deve e>b*v.
Pede a V. S. Sr. ju iz d px da Iregoeaia O t
vista mande notificar a Antonio Geugalats- W-mt-
jj.its Franga pai a a pruneira de>le juiat. M.9.
..Orno procarador Flix Fiaucisso A Sunat
MayalhSes.
E man se nao continua em dita p8tic>> a>al
profer o seguinte despacho :
Cfl-se pira a prlmeira de-te jio. I" ri r-ct
^'a fre^ueiit da Boa-vista, 17 de jaobo oe i^
Dr. O mira.
Depois do qual seguia-se a certldo dooSatal r
Oilibco que ileixei as ciur ao supplicada Aojis
Gougjivi-s Rodngoes Fraoga por uao ser Meaua-
do, e fui informado que o mesmo se acha aase-sl.
R-cife. 17 de jonho de 1868. En f de verdMtft.
SI .noel Joaquina do N*seimenio, uracial do ^suw.
Depi.is da qual segua s a replica do tatw -
gu.mle :
lllra. Sr. Dr. jois de par.Di/, o Bapp%aBiif2
nSo tendo sido encontrado Antraio Gonr-.iTss H>
driedes Frang, como consta da certid Bn]
de ju-iiga, qusr o sapplicaalo ]u>ii'j.-ar a osxrm
do suppluado em lujr uo ,-abido, eecakoj**
teoba ooroea^
requer a V. S. que o adraiiu a ju lilicar c-etzx-
dido aui oe sor cit3do por e di ios pwa o eaaatvi
era "sua petign^v com a pena de reven. aasaa
pede a V. s. deerimeuto E R. SI.Cjuo-
rador Flix Francisco de Soasa JlagUhae.
E mais se nao coutraba e:n dita repite, m a
qaal profer e mea despacho do tbror segan* :
Justiflqoe. 4 dlstricio da Irrgoeiia
vlila, 17 de joabo de W68.Or. Soma.
E mais se noconilnha era dilo meu de$pa*}x>,9
tsndo o snpplicante perant#mlm provado rrrja-
rldo em soa petigao e replica, e sabud en
a ramba cccrlu.-ao oelles profer a sentosc.*
forma e maneira seguinte :
Jutgp pir seolenga presente jostifkscao,
'ri va o pa dias, aura de ser citado Antonio 6v.ocal*ta-
gaee Franga para a aoocniagao lequeri.
}ae o astiacaule a cusa, diulriflo da
guezia da Bia-vista, 19 de junbo de ISaHDr.
Joaqnira de Oliveira e Sonsa.
B mais se nao cqannlia em dita sentee elo
Ibeor da presente se chima e cita-so >itk-aw
Goncalves Rodriguea Fraoga para eooipntteer a\
pruneira deste juizo Oodos o praso de 30>dia^pm
os torraos conciliatorios, por si on seo proessader
bastante, sob pena de revAlia.
E para que a presente ebetoe ao eoa
de dito Antonio Gongilves Rodrgaos Fraec/
a presente .; Altada do lugar m*is pabitaa *Kie
disiricto e publicada p la imyrena.
Dada e passada nesta cidade do Recife 4>r-
nambuco aos 20 das do m-s de junbo a ana 4
nascimento do Nosso Senhor Jes QwuaB
186S.
Eu Francisco de Barros Correa, escrita jm a
esoreti.
______ Dr. Joaquim de; Ohteira e-
BSCUaUOOlS
.
COMPANHIA
DO
Dnidadei. Valores.
. cento 25500
No dia 23 do correte pelas 12 boras
dia ter lugar no escriptorio da coiapaAaa,
roa do Cabog n. 16, a arremataba m
cbifar.zes da fregaezia de Sant> Aski^o
de. entre as duas pontes da Passagea da Ha^.
dnfena, e da Capurrgn, sendo as proposlai tta
separado e em carta fecbada. Os Sea fosa-
les compare<,am com seos fiadores alfc.A-
ciaracSe dos mesmos no mencionad ^^
apresentada na mesma ociasiSo oo astesi
escriptorio, onde melbor sa devarSo.
recer e Infornwr das coDd$t im
tracto de arremataeSo.
Bairro de Santa AQtonjo.
Cbafariz do largo do Carroo.. 70
Dito do largo do Paraiio... I 5:600MDO
Dito do largo de Pedro II. 3-tOOOOO
Dito da roa do 361___ 50QfHO
Dita lia h ta eorreordia'..''. 2d5i BW
\
2*00-',
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ww W$ wm rnm IP'fPsflw? ___nx-a-___BI MHH HKQ "Srf H pp
fHM Reatas.-.,.. 20050W
'Peroeobact-
3nbU do Bebeibe, 20
Pilanga.
enal de
egidas.
uas de T2 idem.
400*000
400,1000
4004000
389*o6q
380*
360,
340*000
340*000
160*000
80*000
40*0 0
iti&JTJK
.-p Q
Dr. Carlos Jcstioiano Rodrigues .
Francisco de Pao de Jteg Barros-
Jos Ignacuede Lia-
Adriano AJdnsto de-*n_lB-Jordio
FrancieAiaAjUhJK
Jos QjM >lbuq:
Jos Francisco de Barro^-CraW^^ .
Ts; *iri_vr)r_Ao:
Dr. Jos Mara de Albaca rque Lima
i cbefefa.4.% tBcoo- dUtcoBsolado prodn
qa4ffJ^BUUtXVpl^"M can-
t-doe os 30ltia8 alis, marcados par a cobraoca a
boc*a do cofre do segnnda semestre, do aorrente
atreo flo-oceiro de 18671868, des losfrotasda de-
clina urbana, ae 0 por cento >e*re a fe_9_ das,-)
bens de rale perteoeeoles -as -corporaeSes d* toae
orla, e da 50 por cesto do eowniBode afoarden-,
te, teeorrendoBa mcfta e 6 por cento os" contfi-
bointes de taes Imposto?, qoe _*stegriteo deliaram
de satlsfazer a respectiva importancia.
Cun-ulado provincial, 10 de mo de 1868. j
; WuroTlo P. Baodeira Acttaiv de Vascoocoilo*
JE dataedfeta.idwfcjli'iab ,ei ,%r- \$
.)ia6idesi santa Casa da Misericordia
do Kecife.
AUIna_.iuQU __aaioistraim da Santa Gasa d
Misericordia do Reeife manda fazer publico qui-
na sala de sua sessoe*, no tii 2a do carrete [to-
las 4 horas .i|a Urde te na de ser arrematada* a
quem mais van! age as eBerecer pelo lempo de aa
a tres anoos as readas dos predios em seguid
declarados : *JV- A
E>tabeIecmc-ntos de caridade. ,
vLfttxm
t dita de x de idem.
,->lm Mtxdeoiaai iriaaf ihr 8 ean.
I iMs deidHS. 4-Miera.
4 ** Liaaafecs .de 4_4dei.
o 4riati,ditas'6 dem. inaup .
moifc 4aaanrfOE 4 dem > -iws
Alasunas eii cana da iSideos,
I ta dita 4 dem I
* ditas dita nwia caea alsa 10 dem.
ditas ditas 8 idem.
4rtt <-4ta dita chati natilsa 10 dem
t Ala dita triangula 8 idefca.
4 dita .dita chata 4 u ida.
4 dita dita neta cana td dem.
B^-fedlaeditMctatas 6 idea
$dkns dita-meta cana, 6 idem.
cu.iiSfmac mocas chatas 8 idom.
'___5 dita netas canas 8 idem.
M alas de lustr para grvalas.
a R.td>*3ReHadas de carvao de pedra proprio
. fesa teweiro.
_ Satsbogracde para caf.
3 'tridos de ladrillio.
- *m Tainas. ,
jf fiaodeira nacional de feleli eom nove
i tva. .--.o
t fcpade g.ibo para derica,
4. Panetas da ferro grandes forradas de
fn* jimatiQ.
4 ditas ditas menores,
ajataw piizer rendar ditos artigos apre-
ast-u;is propalas em catta fechada com
ae r-e^sdiyas amostras, as qaaes deverao
tares rwl do proponente, na sala do
GdMttoasl I soras d) da 83 do torrente:
Caasetbo de compras do Arsenal de Guer-
ra a deJunho de 1868.
J*6 aria i. I -a Veiga P. de MaJlo.
UlOCt
f3asa torrean, rio bar
_l ; Trnssa
"mi
vfti.lab ,
Um criado.
Marlanoa.". X
Heleoa, conde
Senhore?, senSoTa
A acea passa-se e
tt *^^_____1 I wnap ae eaieu eogajada e para o qoe Ib- fa t
Urna noue aed^a^aiari i*,#*mi*jioD^',a':'ro j)3q0im j.. gd
^ja do Trapicbe n. 17.
&oa e Porto"
armacj>, i^irss e perleros da
fabemadd rtia Dimtiii.-JBrfl
Principia
Quiola-feira 25 de juuho
rande e variado espeetacoio dramatrera einto
eoj prorarwna *ra' anavoclado.
BJilIfi
r


<

\ bwoa pottugoe;.a S. J/no/ //, rapuo P^dro
oosfl da Rocba, recebe carga para Lisbaa e Porto7,*
quer sabir com brevidad, per ter" a maiof parlo
a carpja encajis o* prelomfenles pa*a o rt-to
0/e *e Wta wd-mi dirigimu a -alarqoet, Bar
ro-ve C, tarso o> Garpo-Saaio b. 8 J-iaodar, e
para passageiro^ que eocootrario excelleotes coo.
modos, ao mesmo eapttao na-prga.
1 lftJ Li
O agente Mirlin3 hra" leilio pjr orderodo l\at.
Sr. r. Ciaodino de Aroju GijHB^rjea, ccanMa.
Portugal, da armafo, genero epertanrei Jtai*
berna cima peneacente ao espjllj ds Aatonlo
Consiantino Moet^jro.
Sexta-Nira 26 do crrente.
na mi do Acolo b. 55, J
f*llar com e Sr. Fimiaaw 3*
DIVERSO
-
Precita-s de nm moqn ou moleei pa
erladj de orna ramilla eftraogeira, preter*-a
cravo ; a Katar
^^ eefa-> ..
Rjflnguts Focreira .: oa> ra
O Dr. Paulino Cbavr 4u m *eoa ami#,r
pira asMsflrcm. terca f-ir 3 do toitul'. a aara
mt'sa fjne nunda celebrar a* mttrtt O* Bt ma
M r -t'on-o a'alma le fo priado pe d fate V
Unarajn,-
ClnCo Pintas.
O"
anno.
de S. Pedro.
Sobrado de doos andares n. 28, idem.
"s 'Beca do Qniabo.
Casa tfroa n.*( por *nno.....
Ra da Gloria.
Ga-a terrea n. 6o, por anno. .
RuadoAmorim.
Sobrado de doos anaa/es o. 18, idem.
Roa da Gadoia do Recile.
Sobrado de um andar n. !3, idom. .
Roa Urga do Rosarlo.
Coelbos (airar do hospital Pedro lia
460*009
331*000
144*0*0
161*000
633*090
Guarda Nacional,


Ber4e do-lilm. Sr. major e presidente
4*s!elho de ojialidcacao do 2o batalbo
efljiHrtlattoloiMl do- municipio do Hecife,
sicsaoi/s os inferiores, cabos, guardas e
jaM*i, qoe reqi^reram para ser inspec-
o?#&de, para qne comparecam no consis
lerie 4t ariz de S. Jos, s 9 -horas da
awSt de dia do corrente. Reeife, 'i
<*j-f*e de 1868.
3f rifemo .\neio Po Janaario da Silva
Cae ios Bezerra L no.
;, Cosme dos Santos Dami5o.
io Valeriano d'Accioly.
* elippa S;imiago da Silva.
4-oure;ico ianuario a'Aranjo.
* -AniJr Gomes Pereira.
Ca i Jo Altes de Barros.
* Cassimiro de Souza Pontes.
Vilano Correa de Brito.
o de Baos Carneiro dt Silva,
'eroSecandino de Paala.
>* Met^uiades do Barros Naves.
Pedro Marqaes da Silva.
Osme Manoel do Nascimento.
francisco dos Reis Mela-io Bastos.
JoJo Antonio Pereira.
aeeel Jos deSonza.
Jos Firmino Bastos.
Joo Baro >-a do Carvalho.
Alanocl Frarxisio dos Santos Andr.
aqititn Manoel de Castro Santos,
alferes-sseretario.
Oe ordem d) lllm. Sr. inspector da
ttosse rara de fazenda desta provincia sao
|wi# prseme, convida'das as pessoas cons-
tast da refacao aoaixo transcripta, para
dffrtSr^ do prazo de sessenta dias, qoe Ibes
lis*, aatreade a contar desta data, virem sol-
tt sapas dbitos declarados n3 mesma rela-
tjis^, 3>r preeee do trilaanal do jury desta cipital
p*r fUn di comparo-iQerito s suas ses-
aii. Fiado o prazo, ser a cobranca ef-
fcstetda x ciiiivamente, da conformidade
CBsmsrt. 3' do r-'gulamento, que baixou
coaidecreto n. 4:181 di 6 de maio ultimo.
S.'cretartt da thesotiraria de faztfflda de
Hrateibijco, li de jnrjho de 1868.
6 olfidal-maror,
Manoel M
ftece das multas impostas aos juradas
.f{ieCataraa as sesses do jory desta ca-
pi, segundo os termos ramettidos
esta tltusouraria pelo joii de direito da
|jm>eira vara em officios de 9 de dezem-
fc do anno prximo passado, lo deja-
CHtrs e 8 do correnie.
Jk iSomcs Vii--r. ......
CufiS* ,vs-II:ni,i;Ofgi:do L.-a! Fer-
peira .......
L3W -*r. Aroarai l)ul>uo*cq Jnior .
lt. tlacoil le 'iueira Faria.
,MSi%i u-Mio Pereir* Vianna. .
aVafj ....
Awe', jjn^ilv^s Torre ....
Sl!g*f3l P&aU de Senr.a Rangel. .
Gnapo 4t Tfe'jrno 'd* -Silva Gormares .
R*KHii4 rttj iliraoda Uenriqoes .
8art4 Mori>*ea .
A:x Ouarie Grneiro da Cuoba
* ..........
Arw*a Aagiisto de Alraeila Jordn
*> Km dos Passos Miratda-. .
-aatp^,re:ra da Silva ....
Jia^-ww Piren Gargeiro Monfeiro .
FraKffiscs -da PaulaP:res
3i('*030
3i0*000
3*0*000
320*000
3Z0*U00
300O
330*000
320*000
320*000
320*000
301*000
300*600
3t'05000
300*000
300*000
310*00
360*1.00
360*006
i sones VtUar ....... 340*000
Awaii Aegus'.ode Almeida Jjrdo
B*rif l* Francisco de Rarros Lima. .
Xjt* CaeUDO GVloaati.....
fraacHco Antonio Pereira da Silva
SfctaelUirtlidaoo Lflie.....
Ja*S Pendes de GarValho .
A**i FrjsBfcisw di P.ola do R->go liarro^s .
VcMiJl -Cival-canii da Albaqorque
ti*...........
r, Custioiaoo Rodrignes .
Jwtlfaaeiodstiira .......
** C.c -Prado da Cmara Saatfago
r.T-* Angosto de Souta Liao .
Vtt- Kano! Pran.isco Tclielra. .
taK*sCjX\vier Carneiro Lias. .
d** los Dearte. .
Je Aaarte 4 Alboquerque Mar-
** ** S e AllH^jarqae.
i Goocatvei aos Bao tos. .
*:o Aogasto da Araojo .
!* m U.er.'cio V/aQdefify .
Ifieenafta UtUi da Gunba Atfcveda
tlibero de Agolar alntar-
0*000
34'*000
340*000
320*000
3-5000
320*000
320*UOO
3O*0',)U
300*100
300*000
300*000
300*000
300*000
300*000
300*000
300*000
300*000
m*m
300*003
300*000
340*000
34 *D3
40*U0J
20*COO
to*uoo
Casa terrea n. 94 A particular, 1flet. 120*000
dem n. 94 B, idem Idem 7**000
Una Horta?.
Sobrado de nn andar n. U, Id >a 210*000
Luja ou mesmo sobrado n. 41, idem. 190*000
Beceo da Carva ba.
Casa terrea n. 5, dem..... 151*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30, Idem..... 176*000
dem Idem n. 32, idem,..... 129*000
Idem b. 34, idem....... 131*000
Roa de MoedV.
Primeiro andar da casa n. 37, Mem 76*000
Segundo andar idem........ 96*000
Araal do Forte.
Cas terrea o. 1, idem..... 10ft*0K)
Ra do Caiabouce.
Casa terrea n. 20, Idem..... 241*000
Patrimonio de orphos.
Ra do Qoeimado.
Segunda toja do metra sobrado idem. 400*000
Paleo do Paralxo.
Leja da frente da sobrado o. 29,idem. 168*'JOO
Roa da Cadea .
Sobrada n. 61, idem......1:200*000
Roa da Madre de Dos.
Casa terrea n. 8, dem....... 305*000
Idt-m dem n. 4, idem.......1:030*000
Ra da Moeda.
Casa terrea n. 4o, dem......350*000
Roa da Sanzalla Velha.
Casa terrea n. 16, idetr.....241*000
Roa da Guia
Casa terrea n. 27, hlem.....130*000
Ra Velha.
Casa terrea com soto n. 32 idem. 300*000
Becco das B-ias.
Casa Ierre a n. 18, idom.....503*000
Ra das Croz.
Casa de doos andares n. 12, idem. 751*000
Patee do Paraso.
Primeiro andar do sobrado n. 29, idem. 330*000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 101, por anno 202*0C0
Idem o, 103,iiem ..:... 201*000
dem idem n. 99, Idem.....256*000
Idem idem b. 10H, dem. .... 201*000
Idem idem n. 104, idem.....iJitfOOO
Idem Idem n. 100, idem.....2CI*000
dem Idem n. 96, idem. 201*000
Idem idem n. Si, idem ..... 201*000
Sllis.
Rosariobo n. 3, Idem......324*000
iliraeira n. 4, idem......J045J00
Fumo da Cal n. tt, idem .... 130*000
Os pretendemos deverao apreseotar no acto da
arrematadlo as suas flaneas ou comparecerem
acompanhados dos respectivos dadores.
Secretaria da Santa g-sa da Misericordia do
Reeife 13 de juobo e 1868.
O escrivo,
Podro Rodrigues do Sooza
_______Ruado Eocantamento.
As pessoas que quizerem veuder os
artigos annunciados para o arsenal de gaer-
ra, tenham em vista o annuncio de 19 do
corrente.
Conseibo de compras do arsenal de gaer-
20 de junho de 1868.Jos Mara Idel-
fonso Jacome da Veiga Pessoa e Mello.
(Coronel director.
mm mu
Relien das crias registradas vudas do sul palos
vapores nacional e raBcez e das existentes na
administrado do correio desta cidade para os
senbores aballo declararados:
Dr. Arystides Angosto Mdton. Aprigio Jos da
Silva, Bernadrao Jos da S.lvj Mata, Benjamn Al-
ves da Carvalho, Belmlro B. de Sooza, baro de
Vera-Crui, Candido C. da Silva LeSo, Dr. Cosme
de Sa' Pereira, Eduardo Jos da Graca, C. Jos de
Mello, O. Francisca Genoveva de Meantes Motta,
Francisco Xavier. Dr. Ignacio do Reg T. Brito,
Ignacio da Silva Pessoa, major Jjaquim da Cunha
Figneiredo, D\ Joaquina Moreira Pinto, D. Joanoa
Mara R. de Aguiar Nabuco, Joo de Arroda Ca_
brai, JuDo Baplista Gaimaraes, commendador Jo3o
Pinto de Lemos Jnior, fo Joaquim de M>raas
Costa, Loureoc Freir da Masquita Dantas, Laiz
A. da Silva, Matnrino B. da M-llo, Mutinbo Cesar
da Silveira Giyai, Paulo Gohso, Porrio de Sauza
Freir, D. rsula Maria dat Virgens.
Correio gera],
A pessoa aae registrn aau carta para Anna
Rosa do Espirito Sanio, na cidade do Penedo,
qoeira comparecer a'reparticao do-correio desta
cidade, a negocio de sea mieresse.
da Inperalriz17.
O proprlelario dAstagalorla recreativa vena par-
ticipar ao respectaVel publio desta capital, qupa-
lo vapor fraocez Guienno ullimameule coa.iado da
Europa, racebeu orna grande qejfjf^*>, fefd e
varjadas vistas, assim como dm magnico sorti-
mento de prendas as mais preciosas, e assim es-
pera continuar a merecer a concurrencia com qe
oiam lavorecido o Uluslrado publico desta ci-
dade.
ova'O, leaos (Estados-oldos) m;
Havana (Antilbas.)
O palacio da oriaial da Nora Yot k. .si t
C'ociBnaii (Estadcs Unidos.)
Argel (frica:)
Defensores da Tnrqnla.
S. Pedro (Martinica.)
Madiid (Hespauh'a.)
Roma (I alia.)
Sala oos inaceebaes no palacio das Ualbcrlas
(Pars.)
Booievard dos Italianos (Pars)
Aqnarium do palacio da xpoacjio de It-67
Pns.)
Cada bilhete de entrada da' direito a urna bella
prenda, bavetidO entre ellas murtas rte subido vv
Irr, e as menores de quasi igual prego do bilbete
de admtssao.
Eatrada de cada pessoa
500 rs.

m

LEILOES.
Ofjflt
.yi.n.l i
t
ti
jLISILJLO
A hABER .
V sobrada de 9-andares da rna da Aorr-ra n
Aa casas lerrnas da ra da Unalo es, 33, 55 e 71
oolr'ora 43, 45 e l.
A casa twrea da ra Formosa n> i
laogiK
Terga-fetra 23ejoHlio as 11 hwas
oitodTnlb x em ponto.
O agente Pinto JV leilao precedida a corope
tanle autorisagao das ca>as cima mencionadas as
qaaes se tornamTecommpdadas.por s-rem edifi-
cadas m bo&-i%ae. 0 tillad sera" effectuado as
11 boraa do da cima dito no escrlplorlo do refe-
rido agenta ra da Cruz n. 38.
Hoje s 5 horas da tarde,
ha reuaiao no pateo do Li-
vramept#, m Sauto Auc-
flio, para tratar-se Ja eleieao
seeatoriJ.
- O ahaixo 9*lgado, laorador _
de rendas internas #era>., leodo ** c
lanesmento do imposto i^soal da 7.
4a Boa Yista, previne aos ro radorr da PtofBdt
Boa-ViM,, roas do Ar*gio, R.-an., C.icrlcjh
lamtita',. ,{ tecina) prorppii* wsei
papHs de arrenda men ,n r. ntraero, ai
gentes oo aeto ao mmo lr,;w-oln. tm p*
Mtfitmm deve ser dedozia a ^u u dj tefeviu
imrosio.
ibcebeda/la do Pemarebuc'
T8a58.
, a Jos Jeroaarr
"--------------------
a 'ju
22 ej
o de Irma 1>

mnwiK PEimiiBmsi
M
Navegago costea por mpr
Goianna.
O vaoor PcraMba, com man-
dante Mello, sfguira' paca o por-
to cima no ai* 21 do correte
as 9 horas da opilo Recebe car
ga, eocommendi, passageiros o
diohelro a frele no escript rio do Forie do Matos
CONIPANHIABRASILEIrlA
Precisa se de ama ama nara cas de pouc
j-Prtlia : na roa da Gola n. 31, segundo andar.
bolinas para meninas e meninos : no armazem de
vapor fraocez, ra Nova n. 7.
Correales para rtltsios
Plaqne, muito b^mfeitas edogosio a' imitacBO das
de turo, precos biratis-mirts : no Kinaxem do
vapor france*, ra Nuva o,H. *
Pistolas para noite de S. .! Ao
feltas por um dos memores fabricantes .desle gsne-
ro, assim como f.ianifhoe rhioezes para crianzas :
vende se barato no armarem do vapor francer, ra
Nova n. 7.
Qaam aonuncfnu querer dar a iaaolia-ri'e C
^ttenco
Na nula de 18 do correosa ae se*ir da
Isabel para a ra da Aurora, perito a> awi
seira de onro com mosaico de Pl- rea<;* :
Itver diado e qoier r-Wmr Ihr }-e b i
Aurora n. 24, 1* andar, que sea' griMfcj
bje s
ua casn tferea da toa da Alpgrla n. 16 (Ro3 vis-
la), com poriae deas amellas, duas salas, 3 quar-
108 e dispensa, cacimba e quintal ladnlbado eom a 7 eontos de rs a 1 por cento, querendo dar um
cano de esgoto.a qual casa acoa-ae em bom estada
e rende 300* aneuaes.
Urna dita na ra do Amorim n. 38 CR*eife). edi-
ficada em chaos proprios em p3nto alto e com cor-
nija, com 2 salas, 2 quartos, eoswha fora, qointal
e cacimba, % qnai achase reedibcada de rj.jvn e
Aii-ga e a metad- do 2* andar <
4a roa da Cruz o. i*, moto 1* pata
Mta : qoem precisar dirija ae ao a
boras da m&abaa at aa 2 a larde, e _
i-in diaole a* ra da Peona t. 23,9* radar, para
Em ea.-a ir Tneod. Chr-ih$-7"rM i
Trapiche n. 16, eaOLiir.-.e B-ri,oore f
a qualida.les de einbo Bor-Xeaoi. Boorto-aw e i
fceeo, "^

DE
Paquetes a vapor
Dos porlos do norte esperado
at o da 28 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandaote
Alcoforado, o qual depois da de-
mora do coslume seguir' para
os portos do sol.
Recebem-se desde j passngeiros e en^aja-se >
carga qoe o v?por poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia do sua chegada, eneummen-
das e diobetro a frete al o dia da sabida as 2 ho-
ras.
S se recebem como encommeodat objecios de
pequeo valor e. que nao excedam a 8 palmos cu
(jicos de rr edicao on 2 arrobas d i pe que passardestea limites deveri' ser embarcado
como carga.
Previne se aos Srs. psssageiros que suas passa-
gens s se recebem a agencia roa da Cruz o. 57,
escnpijrio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C._____________________
COMPANHIA PERNAMGCANA
DE
Navegaco costeira por vapor
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Mossor,
Gear e Acarac.
O vapor Piropama, c-aman-
dante Torres, seguir' para os
portos pciroa no da 30 do cor
refateas 5 boras da tarde. Recebe
carga at o dia 27. encomiendas,
passageiros o dinheiro a frete al as 2 horas da
Urde do da da s.hida no escriplorij do Forte do
Matos n. 1.
- .i.i__., yurt _ci
rende 19_*'aunuaes.
Dns rm-ia acass edificadas em eflos proprios
ns. 18 e 20na ru Aiul ao lado da rna Imperial
(3. Jos as qiaaes renem 240* anonaes.
U>a casa terrea edificada em chaos proprio na
raa do Moniego n. 63. a qual rende I9i* aonuaes
UOelf.
Por InlervengSo do agenta Pinto, em seo escri-
torio ra da Cruz n. 38.
Pr.ncipiara' as 10 boras.
Atte_.c;1o.
Wp deposito da roa larga A.; R ano 3S. eets
da-se Imte liquido a 320 r_ s a *'ti mm lat
f.
Preetsase aleg-.r para~cm* f.milla e>ara_-
C'i/, orna ca>a terrea u< gu ale. legare : *-
le.d?de, Gaminho Novo, Ba n.p, cu P_i>aa>v% A
Migdaleoa: qoem a tier pode cine-:'-.* a
coola aononcle para ter prtwnrado.
O professor Franci.-cu Mmtelro Pessoa pre
tende abrir do i' da jolho av.me um orso regular'graphia all?ma. ni pat.o d m-tru de
de o.c3s de gr-.mmatica poilugu za e exercicios! t< nin, a oode achara' erm f|ocm t-alar
e reaacco, priacipios o'aritnraetiRa e fnasap-l ------n ... --,.----------,;-------.. .
plioagoes pracas, rudimento, de cailigraphis He.!- T u Ut-'!* Ffrreira d- Mi:, ^nd tas**.do-
Para isso as pessoas interegsad' polem !:rnru-
e-nbarcar bfj, ior m-livo iaiep-e4eM *e
s- a
De cma moba do Jacaranda de pelra com mol
lo pouqo oso, um'coarda looga de amareilo, dods
goardas vestidos, urna esUots, urna mesa redonda
de jicarand com pedra, duas mesas para e-crip-
lorio de advogp.do, duas nielas cammod?, um p.r
de consolos de jacarando' com lampo de pdra
obra mnilo bem acabada e a Lou XV, nma cuma
fraceza de amareilo com pouco oso, um escl-
lente barmetro, diversos pares de aparadores,
duas cadetras de abrir, conslos, careira?, mar-
quej.a., mesas para jigo, marqoezas ludo He ama-
relio e mogno e outros muitos objectos, e beso as-
sim um boi de carr, ifi e iras burros crioubs.
DOejfE
Peb agente Martini no armase- da ra do Im-
perador o. 16, as 11 boras, seta reserva de prego.
ra l-o as 2.", 4.' e 6." frira
rarde em a casa da sua residencia
gao n. 27.
OtT-rt-c pariif u 'armenia jen presinti qiellas
pessoas que aspiram nm emprego per tteio de
concurso.
Brevemente abrir' tarab- ra om enrso nertorno
das materias q_e contu^m a iostrorgao primaria
Perrteu-so hoot*m pelas 4 hoeas da tarde, do
caes do Trapiche ai o h ael d'Eorcpa, urna car-
teira usada cooteodo de 300* >. 40* e uta Irtra,
de 210* ass'fdada por J s Severo do Waaweott,'
do engeoho Moot de 0_rd\ qoem artiou qauer
s das 4 K a's C '.,' dal 1****** hs^cdo roel-M- _*e aMBI o bter a-ra.
U do lora, de qoem sa tutu. _..,-l--- : al- oo-
ceohooa no esercico de >a* griliih a' ra it
do Ros. rio n. 20.
I'.-ti'e, 5 de jnr.h) de IS6S.
> W? ^
Na raa do Q.ieionaln o. 52, pr*fc_ >e de oes", asa
para cr.;inhre cniprar.
BOLEK1BU
restituir pola ir a' roa d> iii>spo n. 16 i* andar,! Bu do hopetoo-f mHmm o. 1.1, ?o e-"^P>_
que se gratifleara generosanenie. Ooiro sim <>r)- compra nm b..le.lr i tn<\> e .- toa cooiiarU, pt-
testa se e alsa-se ao ac-itania da dita letra J. f*-*" htm _rulaod>.
Severo do Nasciu-ento 0MflM*_a o Off^ejeotol
senoo ao abano assigoado, que o sen v< si-nidor.'
Jos Braos..
pipas
qaarlolas e barris
vazios
HOetis
O agente Pastana fara' leilo per cerna o risco
de quero pertencer das pipas cima mencionadas,
no da dito as 11 horas da manhaa no trapiche
baro do Llvrameoto no Forte do Matos.
i"' u
' 'i-.'!![.
TTR.^IIEO
iDE
Eapreza drama tica
HOJE
Terca-feira,23 de junho
R -presanlar-se-ha o magnifico drama de Aoleet
Boorgeols, dividido era 5 actos, 1 prologo e 7
qoadros
ffiARiANNAA VIVANDEIRA
Parsooageos no prologo. O senbores.
Bernardo, sargento da rep-
blica. ..... J. Augusto.
Martial, tambor mor. Brochado.
Belavaine, furriel.....Goimaries.
Prliz. ........ Plociado.
O viajante......Barrelu.
Marianas, vivaadeira, 32 ara-
-oos........Mara Vehati.
Mulher, estljadeira. francisca,
Saldados da repblica francesa.
A scena passa-aa em Weofefaon.
No drama, 20 sanos depois.
p_rson_g_ns. Os eobores.
O geoera), oondede S. Aadre. J. Angosto.
Vctor..ae Uto. DeGeovani.
GOrlPfiNHIA PKNAMBUGAI.A'
D
Kavcsaco costeira por vapor.
Macei, escalas e Penedo.
O vapor Poimti, com-
mandaote Pereira, segui-
r' para es porios cima
no da 30 de junho as
5 horas da lardo. Recebe
carga al u da 27 as 3
boras da larde, encom-
raendas, passageiros e oinheiro a frete al as 2
h .ras da tarde do dia da sabida, no escritorio de
Forte do Matos o. 1.
Valeatim Jozer, capitSo da barca orien-
tal Amana, arribada a este porta por forcA
maior, na sua recente viagem de Montevideo
para Marseilla, precisa, para continuar a sua
viagem, do seguinte, devendo as proposias
ser entregues no consulado oriental, at o
dia 23 ao uaeio dia, em carta fechada : -
Forro novo de metal on de cobre; feltro:
pregos de cobrV; concertar todo e panno ;
quairo velas novas, a grande, de velacho,
gavia e Imjarrona; cabos, brandaes de ga-
via, e enxarcias grandes; e calafetar o fun-
do e o convez nicamente, porqne os altos
j se fl_era_>, afim de poder a barca virar
para ser vistoriada. O cabo o lona ser3o de
primeira qoalidade* Alera destas obras, se-
rao feitos os demais reparos, que a vistoitia
ria entender necessarios; cando a barca
prompta para receber o seu carregamento
dentro do pravo de quinze dias.-
&MJ
De differentes fardos de 13a de c;rneiro
avanados a bordo da escuia hollandeza
Jacoba, existenles no armaiem alfande-
gado do birlo do Livramento caes do
Apello,
BIOJE
Tert?a-fe3ra _3 dle junho ss 10 11_
hura* rm poni.
O leilao da 1:1 cima menclanada, que devia ter
lugar no sabbado SO do corrente, foi transferido
para ter^a-feira 23 do crrente as 10 1|2 horas
da manh, no mr-mn logar com a mes.ua auto-
risagao e mals formalidades.
Segu com muila brevidade o bem conbecido
brigoe tscooa nacional Graciosa, capio o pratico
Jos Maria Ferreira, por ter prompta a maior par-
te da carga : para alguma que anda pecera' ad-
rnlltir traia-se com o seu consigmtario Joaqoim
Geraldode Bastos, a roa da Craz n. 23, primeiro
andar.____________
Baha
Segu com brevidade o palbabote porto-
gqez d^tud, por ter. parle da carga engaja-
da para o resto que Hie falta trata-se com
os consignarlos Luiz (KOliveira Azevedo &
C, ras da Cruz o. 57.
Eio de Janeiro
Para o indicado porto pretende seguir eom s
4maior brevidade possivel o yelero -e superior
brigHe Aielcuie, par ter parle de sua carga o
gajada e ar__ qaa Um (alia e eseraves arete
trata-se com o coasigaatarlo Joaqoim Jos Goa-
calves BeRrio, roa do Trapiche u. 17.
De dous rel-'gios sendo um de ouro e ou-
tro de prata.
O agenle Martms fara' lailo por ordem do lllm.
Sr. Dr. Claodiao de Araujo Gniuares, cnsul de
Portugal, dos reloglns cima ditos peritncente ao
espolio do Uado -ubdilo ponoguez Aoionio Jos
L boa de Oiiveira.
UOSE
No armazem da ra do Imperador n. 16, as II
boras em ponto.
cuio de a'Ci.trao
Para corar as molestias de jiclie',
taes como empingens, darlbrc^, sarnas, cim;ches
emai3 molestias de pella, ten ocasionar accidm-
tes; desfaz as manchas do >, pannos, sirdas.
restabelee a cor oaiuritl, quan'o a nm-, secca,
grossa e amarellenta, orosionada por aiguma en-
farmidade, e c imodasifactanle 6 preventivo das
molestias contagio-.*
u.mi:o deposiio
Bjtica do Piolo, ra larga do Rjsarioo... junto
ao quarl re poliria.
Aluga->e um sitio na Capuoga a' ro rgrm
do rio com um boa casa eom du?s ^alas, seis
qnarlos, c?loba fora, uiais doos qoartos, cocheira,
ouitos arvored.s e balxa de espim : qn^m a
qutzer augar va' a' ra da Imperalriz o. 6.
Livro novo para nire:enim-nt > na? nriifs de
Saofo Anlonh, S. Pedro $.Jo> 1 v.lume da 12o
paginas impns^o em Franca,
lis. 11000.
fi-lvraria Fraceza.
9RA DO CRE O Sr. Aotonio Manoel da Concedan, -lirija-si'
a ru' das C'OCO PoMa- n. 68.
i O n,rti?rett>ls- Tntol'iB-, n,n-
m .'.ur puhliro desla rorrurr, ad ga >t
[ primeiro ?cdar da raei di lurtoo-, sK
a rm do Crespo n. "!3, une ipio *.- -rif-
lorio
mm
mmm m mi
%<11
*
s
s
O
ii-
Cao fgido
Fngio do sitio da campi sa da Casi
Forte um cachoi ro da rafa da Terra
No-a, grande, prdo
Pele-so a queai Ocliar lvalo ro
sobre dito sitio ou a ra d.a Cadeta
n. 18, qae ser genero ament gra-
neado.
Der osito de. #-eras
mentios
K. 65 9 UA i O A -S. 65
Nesta C-.-a l.
inda a ,-orte de geDerusdj u)-;, r (pi 'Mu a_ri
o >o..|iii > iir.i in e fiiri'eeiKier.'. a d.-fr^:e "
aaatade d s d:var> Ir^nn.s e .-,., red-**.
qoe n>-lla eocontraro t-cit.-t a m.w SmM*
v.inii-if d^ ifm es mr r. N-- t-?rr-s e*oeV
S Jj8 i! S. Prdro r.av-r..' a v .,!, f*j|aj > ma-
ti. ca l.em RaMea, neifles enf- ladee aa f >st> a,
frtguere rrr.cndj.e Ceaj aeBr_re_prti rr-a
ini-iid* quo sa pri_u-!l9 *c;aj bes Vseaiao-
ohad.-s.
A'ce.a-aa ac.si larrea c. -.b: -o Ipe-
rlai: a tratar na ra 0 C a*B :. >.* II a
2 ti. ras da tarde.
(II
IM-Ji WBKmWM
. NaiuadeS. Gongaio o. 25, precisa*-e de
urna ama para ser vico ioterno.
Aluga se o 1 andar do sooraio da roa Njva
o. 38 ; a tralar ni loj do dito.
Precisa-se de uhm u* para casa e ra : no
pateo do.Tergo, i? berna n. I.
Albino Joaqu m Pinto retira-se par
a tratar de sua saude.
Europa
De 31 fardos d rat de carneiro (va-
ria dos.)
Hoje 23 dejuabo as ih lj_ horas em
ponto.
J. Zwanenbnrg capito da escuna hiandeza
Jacooa, arribada oeste porto por forga maior na
sua oltlma viagem de Baanns-Ayres para Antuer-
pia fara' leilao por autiTisaofo e em "presenca do
cooeul bolJaodez eom licenca do iospsetur da al-
fandega, em preseoca de nm emuregadj da raes-
roa repamcao i>a>a o Dm nomeaio, por interven-
cao do sgeoie Pinto e porcoota o risco de quera
pertencer de 31 f.rdos de loa de C8rneiro avaria
dos 9 bordo da mencionada escuna f'parl de seu
carregamento) a existentes no armazem alfindega.
do do baro do Livramento no caes do Api'io son-
de se efjcluara' o leilo as 10 12 boras em ponto
do dia cima dito.
Leilao .
Da urna casa terrea na Capunga, ra das
Per'uambucanas n. 26, terreno proprio
O agente-Martios fara' leilo por mandado do
lllm. Sr. Dr. jai/, especial do commercio da casa
cima perttrente a massa fallida de Joaquim
ABtODio Lopes G )mes.
Quinli-felra 23 do correte.
Em S"U escriWo-io roa da Cad-I. do Reclfa n.
9, 1- andar, as 11 eras.
Rio de Janeiro
Para o referido porto sahira' com toda a brevi-
dade o brigoe nacioaai Ribmrol, eaptto Olas; pa-
ja carga, trata-se cora o ou ceoeigoaiariQ Joa-
qoim Gerardo de Bastos :a roa da Cruz n. 23,
primeiro andar.
ttegistro
Vende se nm registri-, um c ndieiro e urni por
fe de cano de gaz, qne servio em um esi?beii-ri-
mento nesta rldade. em bim e^ado por barato
preQO : na ra da Seozala V-^iha n. 9> nadara.
Manoel lt;dnguaa Fraga t< Praoeacd R-jJri-
goes Fraga, saolit.^ p rtugaezes retirara se para
Europa.
Metiodo Castilho
Sfgondino Jos de Parla S:m5i', profesar par-
ticular da iastru'Cao elam-iolar pe) methodo C>s-
tiltio, avisa ao re-p-iilivel publico eco. espeia-
lidade aos paes de familia qoe desd o dia 13 de
abril esta' abarla sua aula ni ra da Cruz da Re-
cite o. 14. 2* andar, oode recebe paocieuista e
meio pencionisiis p ir pre<;> commo.lo : o me>rao
professor promella muilo se esmerar tus adiatlar
ses alomos.
dempanhia 1'nle'iiladci de srgn'03
inaiitimiis e ifti-restrcs, Cbiabelc-
(i la no Ilio de Janeir..
Capital 3.200;000000.
Antonio Lniz d'Oliveira Azevedo A C.,
agentes de^ta companbia, tomam seguros
a riscos martimos e terrestres de mercado-
ras e predios. ra da Cruz n. 57, primeiro
andar.
O bario tle Creeiajij, tem a_eo_M ol
Wild, m.-nl^m cvhbrar urna r_is*.i na *_-
ttiz Jn C'irpo-Sa.ito, qui Jr.-ftia 25 M mr-
rrtiite s 8 boras, >e!u cierno desi-nv -*-
ma de seu nre^rlucin;!-! ilj,.td F_RM-
ra da Silva Tarro, o, BJfcB-tD ea cid_.Je *e
Lisboa e'o 2 do |te_ede.
Para assurern a esi acto de ie>-j e
caridc'de oeavid-M os seo* aroigw, e9tn
finado, palo qoe desde j se ct-ofc-S-ma.n-
deeidos.
ReeMe, 22 da joabddeM
O.ive.ra rii_.A C
Oa taberna sitt a raa do Raagel n. 73
,0 agente Pontoal vendara'em leilo a' requer-
ment do Sr. Auonto Feraandes de Figuojredo
Paivae par mandado do lllm. Sr. Dr. juii especial
docommercio, taberna cima iniituladaPoria-
les da Rihelraa qoal seba-sa mol bem sertida
en'uma loeatidadd magnifica,
SsiU keira 26 do correte.
.p ieiiiaJ^yafe,* wr i^tr *s Jl bor, na mes-
Precisa-se do ui ciuxeiru cum ptauca o>- li-
berna, de 14 a 16 sums de idade : ua ra da Ce-'
cordia o. 62.
Atteo^io a boa pUada
A leja da Auror* ria raa larsa di ''osarlo o.
38 oertenceele a Manoel Jos Lipes & I mi, re
ceberam bom rap Paulo Cordeiro viaiido rou.no
fresco, esta' superar a) da Lisboa, os Srs. aar_cii
dores da boa pitada q-j?lran mmda- comprar lo
dito rap p-r ver esta apreeiawel pitada na lojai
da A irora ila .ua larga a Rosario o. W.
AO G0MMERG10
Offerece-se nm moco para caiieiro de eseritpa
d qoalquer c_-\ cjomrreial, da cojo traScj lem
bastante prstica, oq a eacarre; e rpoos se por e&cripitas avotsas : quera preciiar do sen
prestimo, deiie caria a cl_e> G, ft, ou aonuocie por este Divio.
precita ae. u m [cito r qusen-
tcwlii brmilcscu offlcio, 90m
sej bem recomwcn tailo a tra
Mr no consu'a'iv Hrttutnit*.
rita d> Trapiche n. 11.
PardeaMf uua b :a __ uur. dea p_-
aho dos mojemos esmaitaJo da rpi trrifcij
preos em nula, cotia um circu:o ^mv*
centro, com dor.s i*, rogase pirueta a
quem o achar leare-j .o'pateo d.t Parasseae.
2K ou traga e la ljp,grnpb:a qoe <*ri lo-
tificada, iosinnd-. -se l'_su cres-i-s ^eat
outri) igo^l que {erience _ D. AliO KOa de Su mira Ur.n Orraae- i.-i
respeiuvel pabncf qoe per ja* aa. aeeVv _
su; poM.-r o n.io Ir^I.ireate de feo >-rid Aaaw
Remira i >'. aja, M 'tiren de a>i c npBjn i
se si ha s< ti a goarda e aratelo* n^ }, u mHttlt^-
ooel Liiiiti 'o-.T.m l.-m el-^pr.lrt a-r tv
sen procedi*ni., l-rrooa v-3*r cu .-<* tut*
es-rava parda de n Mana as l-r ceoie exclusiva.-: er.'e ^ derUraot p-r -> m e>>
peciai a tila fi-iiaa:>tes de >eui mra* ) a m mm
declarante desde ja' prrviee jue otoito-m leca -
Kfrio aigr.m -..T 5>u marido a resprrio do Satos-
crava o de>de j.' lao-t-em prr>:e*|4 c r.'a a-c'ajv r
venda ro aiienacat qne se prrt-ndi f,:,r tm -*m
P'ejolz-i, vl.-ti rnjio dita ecraTa nii -|i* ,
t oerigaca unieeie d-lfa enea ai
segnndii :s rnpifH_ Ma do-rj .
Renfeju:ho re f8.
Ki.gio o<> a
do erg-Lho Sobtira Grast- oV frri
fOe), .1 fcrai>e_wa, de mu ffV4e_,>*,
leo!'-, roti> red..ni>; bife >* J'o-toa,
harb.d>, c-b lio aparado ircsad- eos i
grandes, l-v.adj cernn nao caeatao nnaoi
c m C40ga_n i : quem o p^gar -irtii-se J.;
a utr.-gar a tea seo*, r o mofar JLe
gueira oo aeMoo aoa* aj Sr. Pr,
de Almeida, qa* s-ra' b
Pern. tplmro, I'. j i io-aoi 4o iS^L
S ua roa d) rltOeel ti. iCaaL
lt (i-ancz, me sa veoli gg>u
e a libra a 40 ri.
**
' Uuotu preciar Se
mai solieiro ..u otraolMlra, un* awe^
-.n> da casa, dirija so ana ""
1 las r. 21.
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as gaaj ^S3?! g9^H^H o mS**??? Wvp.
I I
i sana
*

.
FaBRICADE CHAPEA DE SOL
A mais impostante do fiarte do imperto
mmiroEL &;
Roa Ncra D. 2&~PERNAMBUCO=Ra do Cabog n..
Avisam ao respeitavel pablicojB particnlarmeote-aes Srs. logistas -fabricantes de
chapeos de sol, qne a ua fabrica est montada e prvida para satisfazer a do qoe desejarem faaer-lhe, pelo que lem sempr-e um completo sortsmeatos de objec-
ios fabricados, assim como um de aviameotos para fabrico dos mesmos.
RELOJOARIA E BOTERU
49 ma d Cadeia do Eecife 49
E. AUGUSTO lTE&OLCIIE
O dono deste estabeiecimento participa a sess freguezes e asMfoc que
mudoa sua loja de relojoeiro da ra Nova n. S0 para a roa da Cadeia do Re*
cife n. 49, aonde se eocootrario secopre am grande sortimento de retegios
de a!?beira de ouro e prata dourada, suissos e inglezes, como tarabea de
parede dos melhores fabricantes; grande sortimento de obras de ouro para
senhoras, cadeias, pulsearas, anneis, alOnetes, ele- dos melbores gostoc por
preco muito em conta. Na mesma casa fazem-ee coccertos por preco ra-
zoavel.
J0ALIIERI4


I>E

Agostinho Jos dos Santos $ C.
IX. 3ARUADO CABUG--3 A

-
Acaba de chegar a este esisbelecimer.io am variado tcrtlmeoto de oas de ouro, prata e
brillante!; como sejam aderepos decoro cem brilbaotes e sera elle?, relos aderecos, polselras,
alOnetes para retrates. Tollas de perolas cem crot de brilbantes para pesclo brincos, rozetas,
cassoleas, etc., ele., etc.
Prata do PortoCalii para missa o mais rico que ha oeste genero, faqaeircs, cesta?, froctelras
Tarofaeiras, copos para ccliepio, tintelros, paliteiros.elc, etc.
Compram-se e recebem-se em troca obras veibas de brilbantes, ouro e prata, pagaodo-se,
vaotajosamenle.
Offlcialato da Rosa, existe om eravado de brilbantes, obra de gosto e valor.
Precisa-se
de ama ama para engomroar para aim faro-lia,
prefarindo se escrava : a tratar na roa de S. Gm-
galo o. 26.__________________________________
Bolo de 8. Joa^,
Na coefeiuria ios ananazes.
Na roa Direita n. 27, 2* andar, preprame
hanleijas e bolos de bacia con, tilo o aceio, para
S. J:ao.
de artificio
AMA
OlTerece-se ama roulber para ama de casa de no-
mem solteiro ca da pequea familia, ou mssroo
para fazer compaahi a algama seniora: oa raa
da Seowla Nova n. I ', loja.
Atten^lo
Preci;a-se alugar ama prea losa, Lrra oo es-
crava para o servico de um casa : a tr.-.tar na
raa do Rangel o. 4) por tiro da re6aa{Sc
Precisa je de urna smade boa conducta pa-
ra casa de hornera solteiro, para cosinhar e en-
gommar : no p leo da Rikeira n. 13.
Ao commercio
Oabaiso assigoadj declara qae a taberna da
roa da Linela n. 1. que gyrava sob a Arma de
Carvalbo & Lima, (A tra^passada pela referida
firma ao Sr. Jjs Das da uuha a quem (coa
pwteocendo desde o dia 15 do corrente. Oatro
sim, declara qae nada Acara devendo a pessoa al
goma. Recite 22 de juobo de 18'.8.
Joaquina Antero de Carvaibo.
Da isnilo cooceiloada e amiga fabrica da viuva
Rufino da estrada de Joo de Barros. Como se ap-
proximem os festejados dias de Santo Antonio, S.
Joo e S Pedro, aviamos ao respeitavel pobllco
qae existe em nosso estabeiecimento um completo
sortimento de pistolas, rudioba?, craveiros ect. etc.,
e que as encommendas de taes objectos para a dita
fabrica, sao feitas nicamente oo armazem da Bola
Amarella do olt.ii da secretaria da polica.
ARMAZEM EMSLHADOS
15ra da Lnpwatriz15.
Altenco.
O laborioso Mouro de Veneza, desbando adeionar ao numero de seus ben-
volos ingoee.es, alguna que anda nao se dignara prodigalisar-lbe sua proteccao, roga
a todas se .pessoas que estiverem oeste caso o favor de se apressarem em cruzar as por-
tas de sw cuartel, cerlissimos de qne nao terao occasiSo, cem motilo, de chamar ao
Mouro twedoleiro 1 tratante ? Oh! d'estas palavrae o Mouro n3o Ibes merecer o peso.
As pessoas que por pouxo abastecimento de meios pecuniarios, ou por causa
da baixa cambial, nao querem empatar gneros de ama para outra semana, e qne por
conseqoencta s compran o necessario diariamente, eoconlrarao em nosso armazem par
da'boa quaiidade das mercadorias, di modicidaie dos pregos, da sinceridade nos pezos,
o emprego de mane iras alfaveis coa as pessoas que tiver de tratar, anda ciesmo as de
baixa esfera, pois que o Mouro alirando para longe de si o alfanje, procurou cobrir-se
coa urna poobinha do manto da civilisacio.
Pj evento utilissima*
Ae pessoas que costumam commerciar em pequea escala nos arrabaldes e
no centro devem vir a nosso armazem, pota qae tambera temos gneros para negocio, e
como Ibes proporcionamos a vaot'gem de loes vender en pequeas porcSes pelos precos
que em que s podem em primeira mao comprar grandes partidas, est o Mouro qoasi
certo de que ser preferido.
Apreciai senbores esta resumida tabella, coofrontai, a actoalidade, (do cam-
bio) e depois fagam o calculo malhemaco qae terlo o resultado de qae vende bara-
to, mas
a dlnhelrottf
NIo se admirem:
Azeitonas em qoantidade a 500 rs. a ancoreta.
Abssintho Normout de Tonon a 1^500 a gsrrafi, baratissimo, estomacal
e preferivel ao vinbo de jurubeba.
Ameixas fraucezas, em latas e cartes cora tampa de vidro.
Balaios para compras e costaras.
Charutos da Baha de bons fabricantes a 30, 4$ e 5J a caisa.
Chticas a 800 rs. a libra.
Doces de goiabas em latas, de fructas da Europa, pe:ego a 800 rs. a Uta de
2 libras e marmelada fina.
Ervbas portuguezas e francezas, mostarda, consirvas e censuras a 640
rs. a lata.
Fago da Cha*.
ou traques a 50500 a ca xa com 40 cartas e 160 rs. cada una.
Carrafas de cristal,
ist "> parecer de cbristal, mas sao de muito botn vidro, por 8)5000 o par
baratissimo pela sua primazia.
Cou as de garganta.
VI abo s.
Os apreciaderes de nm bem copo de vinbo encontrara em nosso deposito
o bom Porto engarrafado de 10 a .-yJOO a garrafa, tambem em pipa, o excellente Mos-
catel, o verdadeiro Figjjeira eagarrafado, o aprecavel Lisboa, o fresco Bjrdeaux, o for-
midavel Champagne e vinagre branco a 400 rs. a garrafa.
Fiambre.
Presunto de presthfaiu inteiro a 950 rs. a libra.
Santo Antonio e 8. Joo.
Manteiga ingl za em qusnttdade para 800, i e 1009 a libra, em vista do
usurarlo preco porque em oitra parte vendem a tmnteiga (1500), rauitas pessoas mu-
dariam de proposito de fazer bollos; mas urna vez que o Mouro tem manteiga muito
ta a 800 e xflUOD, todos farao o seo bolinbo inglez uu mesmo suisso.
A MU AFAADA
avin
Precisa-se de nma escrava oo escravo para co-
sishir > romorar : n* ln|a d roa N >va n. 47.
Recommenda se a qoem encontrar nm cavallo
com os slgntea seaa'Dtes : alaio, grande, freote
toda aberta, tres ps cacados at os focilbo;, an-
dador baixo at meiu, lem na mo direita o casco
aleijado c no qoirto d reito teo orna marca de
om ferro, sopposse ter sido levado pelos condoc-
lores oo da de qolota para sexta felra 48 do cor-
rete da freguezia do Po;o da Paoella, aonde
morador o mesmo abaixo asignado que se recom-
pensar.
Jo> Mara jeile.________
Attenco
Manoel Ignacio de Torres Baodeira, solicitador
de cansas provislooado para lodos os auditorios
comprehendiJos no districio da relatao de Per-
namuco, offerece seu presumo ai resoeitavel pu-
blico ii.i) s para os midieres de sua proQ^so co
motamben} para qaalqner pretendo ou negocio
qae tenha de correr pela repartices, autoridades
oa tribaoaes e pode er procurado na csna de .- na
residencia a' roa das Laraogeiras d. (8, aadar
MMA OfiliEITE.
Na roa larga do Rosario o. iS, lerceiro andar,
precisase de urna ama de leite que nao tenba
filho.______________________________________
Ao commercio
Antonio Fernandes de Figoeiredo Piiva com-
proa ao Sr. Joaquim Fernandes da Silva Macieira,
desde o dia 13 do crreme a sua taberna sita a
na de Santa Tn-reza o. CO, livre e desembarazada
de qoaesqner dbitos; quem a ella se julgar com
algum direito qoelra declara lo per este jornal oo
praio de 3 dias a cootar de boje oo dirija -se a raa
Drreita o. U9. Recifa 23 de junbo de 1868.
Joaquim Feroaodes da Silva Macieira decla-
ra ao respeitavel publieo e em g ral ao corpo do
commercio que nesta data vendan ao Sr. Aotooio
Feroaodes de Fipneiredo Paiva a sua tabe'oa sita
oa raa de Saala To?reza n. 60, livre e desemba-
razada de lodos os dbitos contrabidos a praga pe-
lo aoouociaote. Reclfd 13 d* junho de 1868.
Altenco
Maooel Ignacio de Torres Baadeira. solicitador
de causas provisionado para lodos os auditorio?
comprebeudi n.s oo dis trido da rea cao de Per-
D&nbaco, tfferece sea presumo ao respeitavel pu-
blico, oo ; para os mysleres de sua proflsso,
cono tambem para qualqaer preleoQao oa negocio
qae teoha de correr pelas repart ?3es, autoridades
oa tribunses ; e (de ser procurado na casa de
soa residencia a' roa das Laraogeiras o. 12, se-
gaaio andar.
Prafa da independencia
numero 12
Belojoelre e donrador.
Albino Rapiista da Rocba faz lo-
do e qoalqaer concert perlenceo-
te a soa arte, assim eomo concerta
caixas de msica todo por prego o
mais commodo possivel. Compra
i relogos em segunda mao e obras
fie onro cu prala, assim como veo-
de relogos baratos de ooro e prata, ccbei tos e
eseoberto, vldros para relogios descobertos de
ciystai.grossose lapidades.
Pede-sa s autoridades competente, qne tomem
conheclmeolo da immoralidade que ba em um dos
botis da ra larga do Rosario, pois o dooo desse
estabeiecimento eotende que deve botar os despe-
jos insalubres no quintal da casa ra das Larao-
gelraso. 23._________________________________
= fazem se bolos de eocommenda para as nou-
tes de S. J.ao e S. Pedro, garante se a t-emfeitoria:
na pateo 4e S. Pedro n. 24.
Ama de leite
Precisa se do nma ama de leite sem filho: a
tratar na ra do Sebo d. 26, cu na ra do Qaeima-
do o. 14. loja._________________________
Deseja se saber a morada do Sr. Tbeodoro
Carneiro Cavulcaot ou da Sr.* D. Romana Marti
Dba Guilbermina, passageira do vapop traoeez
ebegado aqu a 12 do corrate : na ra da Impo-
ratriz n. iS, 2* andar, ou annoncie.
Renaissance
Fabrica de mobiliss, carvalbo, scalpta-
da em Beriim. *
Agencia 16 Praga do commercio, (ra do Tra-
piebe) no escriptono de Tbeod Cbrisiiansen
Xarope de Fedegoso
E' de orna effieacia verdadeiramente ma-
ravilhosa como clmente do systema ner-
voso e applicado contra a paralisia, as-
thma, tosse convulsa on coquelacbe, to3e
recentes oa antigs, soffocaces, catarrhos,
bronebicos ele. e em geral contra todos os
sofirimeritos das vias respiratorias e na
pbtisica pulmonar, sua virlude contra o te-
tana ou espasmos, e convulsos incontes-
tavel, e ninguem ba qne a desconhe?a.
Na botica do Pinto ra Larga do Rosario
n. 10 junto ao quartel de polica._______
AMA
Precsa-se de ama ama para o servigo interno e
externo de nma casa de prosa familia : na roa das
Crozes b. 58, andar. _______________
O Sr. Jos Ferreira de Brito e Silva qaeira
apparecer a' ra do Queimado n. 52, a negocio de
sua familia.
Trocara se
is notas do banco do Brasil e das calzas Giiaes-
Joro descont muito rasoavel na praga da inda
oeodencia n. 22.
yo dia z"6 do corrente, depois da audieocia
do lllm. Sr. Dr. joiz municipal da Ia vara tem de
ira praga por arrendamento annaal a casa de so-
brado da roa Ixperial o. So. serviodode base para
a arrematago o prego de 0003 e tambem a renda
anooal da casa terrea no segundo becco do Ventu-
ra da freguezia da Boa-vista, servindo de base para
a arremitago o prego de 2003 ancuaes couforme
as coodigSes constantes do escripto de praga qae
esta' em mao do porteiro, e dita arrematagao foi
requerida pelos coaseobores dos ditos predio?.
D. P. Wild, solentifica ao commercio que
transfeno o seu armazem de tazendas para a ra
da Croz o 40.
Escravo fgido
Hontem (21 do correle) a chegada do vapor
Tocantms, desapparecea de bordo do mesmo o es-
cravo Albino, crloalo, de 18 annos de idade, esta-
tura regoiar, rosto redondo; caballos carapinhos,
olhos pardos, nariz cbato, bocea regular e sem
barb3. Este escravo foi remettido do Rio de Ja-
neiro ao abaixo assigoado, viudo vestido com ca-
misa de bf '.a, caiga e gorro da mesma fazeoda, a
bordo, porm, mndou esta roopa pela de voluoti-
rio da patria, sendo qae, qoaolo desapparecea tra-
java bonet, caiga aznl e camisa com abertura ama.
relia e diz que liberto, foi sorradp e tem mircss
de caosneo as costas : quem o pegar e levar ao
abaixo assigoado oa roa da Praia oa a roa do Im-
perador 0. 77 sera' generosamente gratificado.
Recite, 22 de Junbo de 1868.
Samuel Haliiday.
Urna escrava
Frecisa-se alagar ama escrava que saiba cos-
nbar e engommar e tazar o mais servigo da casa
de orna seobora estrangeira, paga se bem e pun-
tualmente : a tratar na roa da Sentala Velba o
22,1 andar. _______________ '
Jos Gongales Regafe da Encarnado de*
clara ao corpo do commercio qae porhiver oatro
de igoal pome de boje em *diante ee -as-igoara'
Jos R 'drlguer de Scnzs Miia.
ERNESTO i LEOPOLDO
A loja n. I D intitulada Coragio de Ouro na roa do Cabug, acba-se d'ora em diante offerecen-
do ao respeitavel publico, cem especialldade as pessoas que bouram a moda, os objectos do ultimo gos-
to de Parts por menos 20 por cerno do que em ootra qualqaer parte, garaondo-se a qaalidajle e a so-
lidez da chras.
O respeitavel publico, avaliando o desojo que deve ter os propretarios de um novo estabeiecimen-
to qne quer progresso em seo negocio, deve chegar immedlatameote ao coraga de onro a comprar
aneis com perfeltos brilbantes, esmeraldas, rnbins e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pek
diminuto preco de 10#, brincos modernos de onro e coral para meaina pelo prego de 3^, maracas de
prata com cabos de marBm e madreperola, obra de moderno gusto (o que encontrarlo no coragio de
ouro) voltas de ourc com a competente cruslnna ricamente enfeitada pelo peqaeao prego de 12, brin-
cos de um trabalbo perfe-ilo por um modioc prego, cassoletas, traoaelins, palceiras alinetes para re-
tratos, e outros modelos tudo de ano posto; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento. No artigo rosetas tem o Gorago de Ouro ara completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, but5es para pachos com diamanto, rnbins e esmeraldas, obras estas importantes ja' polo seu va-
lor ja pelo gosto do desenbo, brincos de forma da delicada rooslnha de moga com pingente comeado
esmeraldas, rubins,.brilbantes, perolas, o gesto sublime, alflnee para gravata no mesmo gosto, relo-
gos para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brhantes de
amito gosto, crusinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aoneis com letras, cacoletas de
:ryal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imparatrii toda e qnal-
quor jola, para se colocar retratos e obras de cabello, e outros rauitos objectos que os pretendentes en-
contrarao no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixando-
se de aqol mencionar precos de cert09 objectos porqne (desculpem a maneira de fallar) dizendo-s os
preces talvez aignem faga mao juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sea valor.
Aa mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se concer-
tos, por menos do que em outra qoalquer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-se
o Corago de Ouro aborto at as 8 oras da DWle.
Qcalquer pessoa que se dirigir ao f.orac.o de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
Dota-ae u sua frente um coragao pendurado pintado deamareo, alem de outro qne se nota em um
rotulo (isto se adven em consequeocia de terern ja' algumas pessoas engaado com ontra casa-



-
IA UTO VA FABRICA
DE
Manoel Moreira de Sonza
45--Rua \ova--4S
Neste novo estabeiecimento ba am completo sortimento de chapeos para borneas, senhoras
e meninos, e veadem-se por pregos rasoaveis.
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA N. 7.
PEUNAMBCO
Casllnoa a ebegar de Parla i wte eatabereci-
maoto bom sortimento de calcadoncolbldo dos me-
lbores fbricanies daquella grande praga, assim
como grande variedade de qulnquilbaria e > no
vos brinqoedos para erlaocas, cojos artigo* se
acham expeslos a escolba e vonlade dos compra-
dores, eomo sejam os qae pastamos a BMBcioaar
e ontros maltes os quaes se vendem com diminu-
tos lucros. t.
Bolinas para senberas
selm, doraque branco, pretas e de cores.
Betinas para meninas
doraqne braceo, pretas e de ootras altas cores
Uvas de pellica
brancas, pretas e de lindas cOres da moda, Joavin
verdadeiro, vindas por todos os vapores.
Lavas de seda
brancas, pretas e de outras coree.
Lavas de fe da Eseessia
muito boas, brancas e de cores.
Lavas de caares
Boas, propnas para montarla.
Obras de Mr* *
brincos de ooro de lei para ssnhoras a meninas,
polselras, boioes de punbos e de abertura, trnce-
nos, correales e chaves de relogos.
Botinas para hinca
lastre, bezerro, eordavo, e de outras quali-
dadss.
Beliaaa para nenia*
de diversos modelos e qualidades.
Perfumaras
fiaos extractos, banbas, leos, pos de arroz, agua
da eologne, agua florida, sabonetas, ele.
Leqnei
sndalo, Jacaranda e de ouiras qualidades.
Caspelinas
para senhoras a' ultima moda de Pars.
Estelaos denuda*
de dlfferentes tamanbos, e boas para salas.
Alkias
de velludo e de marroqnlm para retratos.
Bolsinhas e cestiaau
de seda e de velludo para meninas a' passeio.
Objectos de phanlasia
muito bellos para loilels.
Coques naden**
dos melbores gostos da ultima meda.
Sapa tes de lastra
com salto, para senhoras e para homens.
Sapatos de borracha
para homens, senhoras e meninos.
Sapatos de tapee
de multas qaalidades de tranca de Lisboa para be-
mens, senhoras e meninos.
Sapa loes de inverna
bezerro tallados para homens e meninos.
Botas russianas
melas botas, perneiras e meias perneiris.
Chicotes
de muitas qaalidades para pstelos e viagens.
Malas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Heias
para bomens, senhoras e meninos.
Peales
de desembaragar, ditos de travessa, ditos para
barba, e muito fieos de marfim para caspas.
Escoras
para facto, para denles, para cabello e para unhas.
Bengalas
de moitos modelos para bomens e meninos.
Confcito franeex
caixinbas com doce confeitado para presente.
Papel arrendad*
para enfeitar bandeljas de bolo e de doce.
Rico presente
importantes bengalas de canoa verdadeira, com os
mais delicados castees de marQm.
Lunetas
de tartaruga, de ago e de bfalo.
Oculos
de prata dourada, de ago e de bfalo.
Grvalas
de seda multo boa, preUs e de cores.
Novas cirteirinbas
de lindos gostos para dinbeiro.
Bonitas ponteiras
de espuma para fumar-te charutos e cigarros.
Cbaruleiras
bellas cbarnteiras e cigarreiras de palba.
Cachimbos
de varios modelos, baratos em dnzias.
Venezianas
transparentes com paysageos para jauellas.
Gaiolas de rame]
de dlfferentes modelos para passariobos.
Globos para illnminaee
lindos globos de papel de cores para illaminago.
Abat-jeur
para candieiros e para lanternas de plano.
Oleados para mesa
de mallo boa qualidade e novos padroes.
Molduras doaradas
de largaras sortidas para quadro.
Estampas
de paysagens, cidades, santos e figuras.
Esterescopos
com ioteressantes vistas escolbidas.
Aeesrdeons
e concertinas de todos os tamanbos.
Cosmoramas
com as mais pittorescas vistas da Europa.
Realejos
pequeos e grandes, de quitro e seis peas de
msica.
Jogos
de domic e cetros muitos dlfTerentes.
Ceslinhas
de palba para meninas de escola.
Argolas de marfim
para facilitar sabir oj dentes das criangas sem
soffrerem incemmodos.
Tancas e sapatinhos
de la, muito bem feitos, para enanca.
Carriabos
de qoatro rodas para conduzir criangas.
Boneeas
de todas ss qaalidades e tamaohos para meninas,
e outros muitos brinqoedos proprios para criangas
de i a 10 ancos.
Atteoco
As familias qae deejarem ver qoalqaer destes
artigos pod?m mandar dfzer no estabeiecimento,
qae sero de prempto satisfeitas, roandando-se por
om dos caixeires as amostras e o- precos.
A614 DE fLOII4
MTJRRAY & LANMN
E' o mais delicado e ntaanos* i
lempo luis lavel de todos an|
e encerra em si, oo
cellencia, o proprk)
flores, qoando aioda
fragrancia natural.
e rpido allivio costra u dore* de i
nervosidade, debilidade,
assim como contra todas
ros de acdente* byaierices; **
efficacai e nio tesa outro ame
Igualmente, qoando destea
torna se am dentrifkio o
excellente, dando
e aperolada opparecia Oo
cada edesejada pelas
Como om remidi costra o
bocea, depois de diluida raa agua, i
mmenle excellente, fax rama ter u i
zar todas as materias ii
roda dos dentes e das
do-as doras, sadias e de
carnada. Quinto a
permanencia do seu ingrima
por certo nao tem igoal; a a sua
dade sem rival. Ella
om meio mui excellente, para
ver de sobre a pelle do rosto, *si
dade de brotoejas, ebollices,
dos, manchas, mpingens a i
do fe qaeira servir d'ana
para fazer dcsapparecer i
tiguramenios, e qoe tanto i
feices do bello sexo; detsra-sa asa-la em
om estado de dillosclo, aeaMaaaaransu>u em
om pooco d'agua; porm as traussento
de qoalqaer ama espiona, asar-sena aTatsa
pura em toda a sua tarea. Fu
om admiravel meio de
ces tngneiras e paludas,
e de orna transparente':
ama linda cor d rosa: pwa
ella leva a palma a todos es |_
se teem inventado at buje, a
pieria soberana tem rival. Bem
todo isto se refere ookameata a
de Florida de Mnrray a%
As imitagoes qoe se tea* ferio *a Frantz,
Allemanba, assim como em musas
parles: sao inteiramente mattris *
sas; por tanto recommeada-se am
mente s senhoras, qoe lasaa* lo* a pre-
caoi.o ej cuidado, de quando caaaajrartm,
estejam cenas qoe compran).
A GEHGIA
AGUA DE FLOWDA
murray"* urm
ESTRADA DE FERRO
ao
Recife ao S. Francisco,
AVISO
1
16.Ra da Cruz16.
Ha diariamente neste estabeiecimento nm sortimento de doces para cha. P5es-
de-l, bolos inglezes, podios, pastis de differentes qualidades, flambre etc.
Novas conservas e licores, agua de rosas, o de flor de faraegeiras
v n nos novos e m ai tos ontros geierso de me] ha dos
Para S. Joo.
Differentes trabalbos dessucar; amendoas cenfeitadas e papis para sor les "
Recebem-se encommendas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
janlares, bailes, baptisados e casamentos, havendo para isso enfeijes anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armaco como sem ellas,p5e*-de-l e ootros bollos difireme* en-
eitados sendo o de cor feta com assocar.
O dono deste estabeiecimento tem resolf idp substituir as bandejas as armaces
de papel5o e folha. por armaces de assuci.r competentemente decoradas. Tanto pan a
provincia como para fra, ser5o as-encommendas bem acondicionadas
Neste estabelecimoolo compra-se pevfJe de me'ancia (milo}.
^
O maior chibante de Pemamboco
acha se a venda no Corado de Ooro d.
2 D, roa do Caboga.
CEMITEBIO PUBLICO.
O administrador do cemiterlo publico lendo pre-
venido altimamente por este Diario, as pessoas
qae Ibe bavlam recommeodado os restos mortars
de seas prenles oa Inieressados, e como anda
existem ctUcambas qae ja' ba moito esto com o
lempo a praso; de novo previo*-se as mesroat
pessoas qae qaanlo antes qaeiram reqoerer, alias
serio abortase os ossos recolbldos ao deposito
commam, eomo ja' acootetea com algnni em vir-
lude do mea priaeiroannnnclo. -
O adraioi-'.rsdnr
Manoel Loit Viris.
(Jlub Pernambucano.
A partida do correte mei ter logar na
acote do dia 30.
"Preoisa-ee de orna asa ara iraiar de am a
c*d.m mAo Amorioj o. ?,i*indar.
A aJmisiilraco faz puhlicos as spe--
(Des abaixo transcriptas do rtfalimnnt
Bagageo.
Art, 18. Os passsgeiros podem tra^sTK.r-
lar gratailamente e sob .-u.i nica respe".-
sabilidade om volme de bagjgf m. cajo
peso nao exceda a 15 kiloar^anaas e pos-a
ser collocado por baixo do sea losar. 03
a. eneres qae pagatcm meia p*saaam ai>
tero direito ao transporte giatoko da 0>-
gagem.
A bagagem de qoe trata o prevale ar-
tigo, ce mprebeode oscbjecls de ase or-
dinario tes como roup't aiiy.s i* loLt-
cc etc., ou objectos que dehesa SrvT do-
ra l te o trajecto.
c Art. 19. Toda a bsgagera que *2o se
achr as condicoes do artigo praceasata
deve ser registrada e ser tnassrtnta so
conformdade com a tarifa a. I, para qoe
ser entregue no efcriptorio resjectivo pei
menos 20 minuto antes dipal'tdt thtrtm
que icrr de conduzl-a
Em virlude do que avisa a administrar)
qoe d'ora em diante todo volme na laga-
gem que nio fr despachado coa* a itfari-
da antecedencia nio poder ser naasnrr-
tado no trem qae estiver para partir su*
sim no segunte.
Eslii trio da soperinter.dercia, Tam i>
Cabo 19 de junho de 18*8.
G. O. Juna.
________________ScperintepdftEie._______
C'oprirn
Precisa sa aioiar om mobiinho aars ser tm-
pregada oo srrvco de copiro i'ui a > *--
qaena famM.a : a tratar n> eS So Sai* a. 71.

Pede-se attenco
Fugio em o dia 14 4o ecrreaM a
ti, de 24 acoos de idaar, levas** i
Iba moUiioba de pesco sai* 4a aos ,
de, de oonte Zolesira : oven) a esaarar fctfc a
bondade de levar a' tea testar, Dr. f Coefho, no Caideireiro, os i Bafaats t Tkcaan,
na roa da Aurora.
LOJA
RELOJOE.IRO
se
Vctor Grandin
40 Raa da Cadeia da iecits H.#
O proartarto **t*e.
meato, prtnta* *aa* i
da etanticia ivanal
do aasa *t USe\ *t*a
veada rta tas hd*> eaa_
soitineatasai
betra
prala, .-endo des oselbore
les Icgleres, taitsos a
Uioa graode qoaatidaaa i
e qae batem boras, dUat para taaaaftaelaa *,
cima de mest, todo* t*m reltfla ta #a*
booitos moflel t. O *M
todat tt qualidades tai
bem cooeerta ebroaomatra
mos : recebe tempe par ttJes aa
completo sbrtfneata ie, eocrtatat a
sendo todo de ooro de W a aa
modtropp, assim coata dreeraas i
rerla do mtlt bjattoa a
ParaS. Jola
Fteas e KtrlM la Manea sUsaana: a* rea
Dirtita a. 51 ^
mrtttk


tari* 4c
-*erWMr.....k.4.UM.
<
~aWS
aparilha
X>1 A.YER.
** a caz radical da>
rm
limMlii, ulceras, chtgw.er-
Mm vattas, molaatjai yph-
ltisM, e MMnuiMt, Enftnni-
Sai des saalkarea, eo re-
snelo, iienitro adorse, nloar-
afio <1* oten, Seres brancas
A Narralgia, CoaTuIsoas, Erj-
ipelai, EnftrmMade* Cutnea,
torbulha?, naicai, ate.
FEBRES INrRIinXTES, OD RENITENTES
As preparace* de Or. Atfb sa"o rendidas
em todas as Boticas e Drogaras do im-
perio.
SEZO'ES
* sultitas, febres la tei ai teste, rtiiteitss
liosas, febre peruksa ififUmanUria, -
todas ten do sai origera na mesma causa e
produzindo os mesmos effeitos, porm em
grao diferente de iotensidade, oecessitam
do mesmo tratamento.
A causa acba-se nos diluvios cootagiosos
que se desprenden) da vegetac5o podre
dos pantano* e das aguas, encharcadas. E'
O eW* eompct. de SALSAPABILHA. nfteclon- ""' P"UUM .'^?5"- *
*, D. AYCT. urna combinado dos mclhnres depura- UD1 VnenO SUOtMISSIOK) inSedlOSO qU6 S6
tM*itenuitaaoa^M^doa i nradwaa; 4 oMposto e^inda basorve peios pulmCes e penetra no san-
a Ida da sciencla, approvado a rccelUdo pelos primeiro* nna rlpenrtA nna a mnlpslia votos arnmn
NdleM o Estado. Unido., da America do Sol, do Vexh, ?..! __.V__' !~ __* 6" V ?.
I Indio e do princlpnes Etiwlos da Europa.
A SALSArAUILHA do AYSR etpeclaliaentc eNoni na
cara daa molestias que ten na erigen na c*cro/' lnreeeio rwerea, no uso exets alvo da mercarlo au em qualquer
l4o Sangue.
s tadas as molestias que aSNgem o genero humano, nao
ka ama mala universal o tarrirel do que a rsrvn/ul* ; por ti
Mto VMuMailea que alo F*ro so p-rnlmcntc attrlbuidua.
' MM causa recta a risica pulmonar da mal I*
!*< a atommgo, +ffeepei do eenstra, llheumatUmm
wffoctpe dos KUn ente seos srinptaiana ha os segnlates;
-Alta de apetfte, Fraq*rta e maleza chaira da boea, riMattfre p.ilido e lachado, aa vates Puma
alTura t ransptsrento, outrus vejes corado e amarillo ao redor
4a beca; Dtgesto fraoa c apetito irregular; Vcntre luchada
e aTacmaeao irregular; Quando ataca oa pulrooet una or
azulada aaostra-se a toda dos oihes, qaondo no eatrnaago
tio avermelha dos, Mas pessoas do UsBoaicio escrataJosa
apparceem frequenleTOonto erup*tej na pelle da cabeeaeoatraa
partas 4o corpo so predlspstsn affecetes dos jMriarSet, do
.oda,'os rins e dos orgoa digestivos uterinos. Psrtunto,
nao sao somente-aquelles qae padecer das formas oteeronza
e tamil lulotas da titrofuM que necessitam de proteccio
esaara oa sana estragos todos quelles em cojo samrae existo
virus latente-leste terrivd agello (e as reaes tica-editar o),
ootao expostos tambero a f oftrer das nnllrmUadtn que elle
caasa.
Oflereeemos a estas peesoaa nm abrigo scgune e nm anti-
doto emcaz oautra esta nMlesa c suas amsesjnaMaaa, na
*alwaparllia de Ayer
^ap opera directamente sobre o sangne, rnrriiicnndo-o o c-t-
yulaando d*Ue a eorrapcao o o veneno da molestia: penetra
todas as portes a todos os orgos do corpo Jmoaono, Uvrasido-
s da saa aeco vleiaa e lnapirando-lhcs novo vigor. E'um
olteranle poderosiasUBo pura u reaovaeo do sangue. e da ao
corpo j eufraquecida pela doenca forea o energa renovada*
orno as4a Juventud.
i Juventud.
J TjLXBEX o
wtelbob MMtMmpfmammTmTOO
COXHBCID01
cora pormanenmeatte as peiorea frrmta " Leo do taeslimavel valer de um rcmeio que, como cuse, liyra rO-!il (lo tdM
dessa corropeo e arrebata a victima das garras de ,UJ"PU u Wirp.
te lenta Ignominiosa, aorm iueviUvl e o mal rrm-SP. flITtTAC*
Ido
o sangue
urna marte lenta Ignominiosa, porem lnevitavel *ei o mal
nao i logo combatido ira energa.
Sao pretendemos promulgar, nrm .eremos qae ae Inflra
que este remedio InfalU-el |ara a aura de todos os padecl-
tnentos humanos,-o que dlzemos que-a
Sakaparilia te Ayer
4 a aseftor preparracao at boje dcaoaberta para estas c outroa
molestias anlogas, que urna combinacao dos alterantea
mals erncazes cvuliecidos, e que temos onsoienela do onVrecer
ao publico.o mellior resultado que -i possirel produilr, da
acia c pericia medica dos aosoos tempoe.
la-se por muito tempo no systema antes de
fazer sentir-se.
Eete veneno eflluml, qae o sangue rece
be pelos pulmoes, opera as sesoes da ma*
nera seguinte: saa intensa irrilagao no sys-
tema faz encerrar todo o sangue no corpo
nos excretarlos internos, o figado. os
rins, o pncreas, o bago, o estomago e os
pulmoes,aiguns dos quaes ou todos elles
sao anoDtoados do sangue retirado da super-
ficie do corpo; eis a causa no periodo fro.
A febre cansada pela reaccao, qnando
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja se Superficie, como n'um outro
esforco violento para expulsar o veneno a-
travez do outro excretorio chamado petle ;
lio pouco coDsegue a natnreca neste segan-
do esforco como no primeiro.
Depois segac o desmaio e prostracao qoe
naturalmente succede as grandes agitaoSes,
e o instincto do nosso organismo o fax aban-
donar a tentativa at qae, recobradas as for-
eas, renova no outro da a lata desesperada.
evidente, pois, que qualquer remedio
destinado a corar esta molestia, deve des*
truir este veneno no sangue, oa arroja-lo
fra delta. A preparado que aqei offere-
cemos ao publico; se fr empregada segun-
do as oossas direcces, preencbeai estas con-
dieces, estimulando os grandes excretorios
internos o figao, o Luco, o os rins a
separar do sangue o veneno ofeosivo e ar-
inte
KEMEVIO DE ATES TABA SEZES
Znfalivel saa febres intenrataentee, remittentoa,
Febres Biliosas o tercia, mal do figado, in-
eren- ento do bato, segueira. Ddr nos
ouvidos o palpitaces, quando
8o causados pelas
fEBRES ISTEBMirrENUS, O REMUTENTES.
As preparades de Dn. Ateg seo rendidas cm toda* aj
Boticas e Drosvias do Imperio.
SALSAPARRILHA DE AYER
Para a enra radical de
Escrfulas, ulceras, chagos, feridasvelhas,
molestias syphiliticas, e mercuriaes, enfer-
midades das mulheres, como reteor;3o, mens-
tro doloroso, ulceraco do otero, e flores
brancas. A nevralgia, convulges, erysi-
pelas, enfermidades cutaoes, borbulbas,
nascidas, etc.
O extracto compoHo de saleeparrilha, con-
fecionado pelo Dr. Ayer, urna corbina-
co dos melbores depurativos e "alteran-
tes conhecidos medicina; composto
segundo s leis da scieuci, approvado e
receitado pelos primeiro s mdicos dos Es-
tados-Unidos, da America do Ssl, do Mxi-
co, das Indias, e dos principaes estados da
Eoropa.
A salsaparrilha de Ayer, especialmente
eficaz na cura dasmoestias o/te tem sua
crigem na escrfula, na infecce veneres,
no uso excessivo do mercurio eu em qusi-
quer impureza do sangue.
Entre todas as molestias que sffligem
o genero humano, nao ba urna mais univer-
sal e terrivel do que a escrfula, per si nao
to destruiliva, porem a causa principal
de muitas enfermidades que nao Ihe-so ge- i
ramente attribuidas.
urna causa directa da tsica pulmonar
do nuil ilo figado, e estomago, affeccGes do
cerebro, rheumalismo e affecedes dos rins: en-
tre seussymptomashaosseguintes; Falta
de apetite, fraciuea e raoleza emtodo cor^o;
mo cleiro da bocea, semblante plido e incaa-
do, s vezes d'unaalvura transparente, ou-
tras vezes corado e amareo ao redor da boc-
ea, ; digesio fraca e apetite irregular,; cen-
tro iachado e evacuac5o irregular; quaddo
ataca os pulmoes urna cor azulada mostra-
se a roda dos o'bos, quando no estomago
s3o avermelliados, as pessoasde diposco
escrofulosa apparecem freqnentementen cs ua pelle da cabeca e outras partes do
corpo; sao predispsLas s affecedes dos-pul-
mees, do pfja-do, dos rita, e dos orgaos di-
gestivo euterino. Portante, nao 63o somon-
te aquelles que padectm das formas ulcero-
sas e ttirbercutcsas-\i escrfula que oeces-
sitam de proiecfo contra os seus estragos;
todos aqnelles.em cujo sangue existe o virus
latente deste terrivel Ssgello (e s vezes
hereditario) esto expostos tambem a so-
Are? das enfermidades que elle causa.
Offerecemqs a estas pessoas ura abrigo
seguro e um antidoto ejalcaz contra esta
molestia e suas cosequencias, na
Malflaparrllha le Ayer
que opera directamente sobre o sangue, pu-
rificando-o e expulsando delle a corrupeo
e o veneno da molestia : penetra todas as
partes e todos os orgSos do corpo humano,
Jivrando-cs da sua accSo viciada e inspiran-
do Ibes novo vigor. E' um alterante pode-
rosissimopara renovarlo do sangue, e d ao
corpo j eofraquecido pela doenca forca e
energa renovadas como as da juventude.
E* TAMBEM O MELHOR ANTISYPHILITIC
UONHECID
eura permanenmente as peiores firmas de
simpbilis e as suas conseqnencias. Pouca
necessidade ha de informar o publico do
inestimavel valor de um remedio que, como
C, livra o sangue dessa corrtipcao, arre-
i a victima das garras de urna morte len-
ta e ignominiosa, porm inevitavel se o
mal alo logo combatido com energa.
N3o pretendemos pronmlgar, nem qaere-
mos qne se inira que este remedio infalli-
vel para a cura de lodos os padecimentos hu-
manos, o que dizemos que a
REMEDIO DE AYER PAR SEZSS
Vat-Uive las febre in'craiteates, reiiteiiei,
febrw belieus e Ur(is, Maldogido
oerrm(Bio do bi(, cegufir. Dor ns
MTdca e palpitare, rjouida r^a .
cania do pt tu
Tem-se offerecdo moitos remedios para
a cura destas molestias, porm oo n3o toen
sido-bastante efficazes ou teemproduzido ef-
feitos prejudiciaes saode em geral.
A quina, ainda que seja o grande recorso
s vezes prodoz effeitos desastrosos, e lo-
mada em grande quantidado sempre pre-
judicial sade.
Entre os mates produzidos por ella se oe-
cootra diarrha, dores de cabeca, conges-
toos cerebraes, vertigeos, mol do figadochro-
oioo, incremento do baco, zuido nos olvi-
dos, cegueira, surdez, delirio, somno letrer-
gico, causa tambem dores rheumaticas e
nevralgicas.
O 'remedio do Dr. Ayer.
PARA SEZES
Expulsa o veneno do sistema e reskae
a -sade,
Vende-se na botica franceza de P. ?Jau
rer & C. ra Nova n. 25.
msi
ADIMIIO E A PR4Z0
Veade-se nina Isjo.de fa-
ZarHS
Na ra da Impera-
triz n. 28
por iem doao retirar-
se para a Earopa-
Esia bofo acreditada tbeleti-
ment, nsootido n'utn Uoa mattiorea
locaes, deata ra offerf ce numerlas
v&magens a qoem aa qoiier estabele-
ctr, porajM nao f es ti bem sortido
de fawndas, quasl todaa ingleiu
e nova eoow eipeclalmenie bao
>frtgoulo nesta prap* e eaijo arma
xem, tam tooai u comrooldades para
se morar 4Miro da maiao eatobelec-
memo. -
Gassas fraieacas a 640 r. a vara
Vende-se eaasaa fraucaeas moito -
naa e de corea fisaa cbagadas oliim-
mete de Par?, os padrdas'sio de.
muito apurado goato quasl lodos
miodinbos e de listra* e algnmas at
servem para aliviaren loto : s %
vende na ra da Imperatrlx loja dos
g.ies o. 28 a 640 rs. i van.
Cuitas a 200 rs. o eorado.
Vendem-se chitas inglesas, pftdrOes
escuro., qae oo deabolam, proprias
para o servico do casa a 200 rs. o
covado.
Percales flus a 440 ris
covado.
Estas percales despachadas ltima-
mente, sao das mais medrnasqae ap-
parecem, de ricos defenbos e lazenda
muito boa pois sempre se vendern)
a Seo rs. e boje em Hqnidacao a 400
rs. c covado.
Velludo prt* a 6.
Vende-se velludo prelo moito sn-
perior a6o covado.
Tile de seda a 1*5000 cavad*.
Vende-so diodo seda prsucom flo-
res, proprio para 'eos oa basquinas,
fazenda muito boa a icVXK) o co-
vado.
Chitas franOTcas a 3C0 e 406 rs.
conde.
Vendem-oe chitas irancei*s,Utjn e
de cores 6hs, panno moito eneerpa- (sei/
do com Ufados desechos 360-e J9 rs. }, 1
o covado.
Cortes de cassa com 6 v*ns de pa-
drote teoirMos a 3(V
Baeia tal, amaretla, enearnada
e verde cnio boa (ateede a 710 rs. o
covado.
Camisas da mesas* fnenda para
servico a ti cada orna.
Jaquelees de bito msito fortes
todas torradas de bedta a SJCOO ca-
da m,
Algodosiobo americano muito en-
corpado a peca com SOwrdas a.....
nm.
Toaibas de Gofmiree, de Hubo
$' puro a i.
Novidade
na
Na rui do-Trapiche eomu
lado britannicon. 1J,precisa-
se de um Jtitor que entetida
bntn de seu oficio e que seja
bem recommendado.
DI
Moedas
de ostro e prata, compram-se por rr.alor pre^e que
em oa'.ra parle : na ra do Crespo o. i6, i* aoiar.
"CoMPRl-SE
SeBtpre por om do que po outra parle. p"-:!a
e curo de tudas as .quadades em moeda : os-rja
da Caoeia, lo]a do azulejo o. 53._____________
Moedas e oro e prata
Pasa,por mais te : na toja de ourives arco da Con.;:eiro e con;>:;
suro e prata vetba e podras preciosas.
ompraa-se eser-avos,
Compram-se, vendecn-se e troetm-se escraves
de ambos o sexos e e todas as. idades : a roa
o Imperador o. 77, ic audir.
Cambraias brincas oiladiohas,
(proprias pan baptizados, tendo cada
4>eca> <(2 varas a se vende por 3o<*3
e -i5, pecbincba.
Casemiras e roopas feitas naclo-
naes de dijremos presos e qusri-
'dades.
Tariatana moito fina, azul, branca,
verde e cor de rosa.
Chitas francesas pan cobertas dos
i*f?, maisrk-os deseebes e paono mKo
Hgo. -superior a 380 e 400 r. o covado.
^K 'fijlos de caodtesros a gax.
)& Latnparloas a paz que se vender
^^ a :& boje vendem se-a 1600.
^;f Ricas lampadas para igrejas, nevo
(g*> osto a 20A.
.'V-: Oocaes de dffereees numerosa
65 -qoalidaes a 500,8(0 e 14.
Cooeriam-se canoiekos a gazeetn
solidis pmmptidio.
Coarans de cryMal a 400 e 38
ris.
Estas chamins e crystal, raraa-
tidas pelos m'eltores 'fabricantes da
Europa, tem a vanta{>ec},de res i m reta
< a urna icz ardeote, sem que cem la-
^^) rcilidade se rebentem ; s desla tem-
jSg pera se vendem ua roa-da Iroperatrir, ^^
^S ioja de faseodas o. 28, a 400 e 500 $M*
v^^ rs. e por-duza tem aballmeBlo de 13 (&&
^|^rceoo. ;v*
gjja Cimbralas brancas aniladinha?, ote
^^ Dar vestidos, leudo cada orna peca gS
%s O <|2 vara*', e se vende per 3aS50t), gatv
Lealdade
|aa da Iapratrii i. 70.
O proprielaro deste bem conbecido e-~-
Ubelecimento tem a satisfagao de patenlear
ao respeitavel publico e especialmente ao
bello sexo qoe acaba de receber pelo pa-
qoete fraocez nm variavel sorlimento de
objectos da ultima moda e de moito gosto,
como sejam :
Enfeites para coque?.
Lindsimos enfeites para collocar-se so-
bre a fita do coque com flores de madrepe-
rola e aljofares, imitando a perola obra de
muito gdsto.
Perfumaras
Extractos Gaos, baoba fraoceza, oleo para
cabello, vinagre de ruger da scciedade by-
gienica para cortar as races.
Fivellas para cintos.
As melbores fivellas qne possivel encon-
trar-se, seodo de madreperola, tartaruga e
cbrisUl.
Luvas
Lovas de pelica brancas, preta e de cores
do mui afamado fabricante Jouvln.
Enfeites para cabeca.
Enfeites de fitas e flores para cabeca de
muito gosto e simpcidade.
Cintos
Ricos cintos bordados e estampados, co-
ridos, obra moito bem acabada e com
gosto.
Flores.
As mais delicadas flores francezas muito
finas e propria para enfeitar chapeos.
Bordados.
Babadinhos e ntremelos bordados em fa-
zenda moito fina, o melhor que possivel
encontrar-se.
Espartilbos.
Espartilhos franceses, obra moilo bem
feita, com carrriteis par* mais facilitar o
uso.
Brincos,
<5fande quaadade de brincos de aljofares
tonto finos, tendo tambem meios aderemos',
coosa moito *inda, o que n5o pareoem ser
hroorados.
Enfeites para vestidos.
Um grande e variado sortimente de en-
eites para -vestido, do sola, 13a e algod5o.
fitas de sarja e de soda, de todas as largu-
ras. Rendas e bicos de todas as-qoalidades
o outros muilos arttgos qoe ser -eofadonbo
meociona-fos.
Tintura jpoaeea
Instantnea para tmgir os cabellos e a
barba, 1(5000 o irasco,
E a nica apprwada e recommendada por
ter sido reconhecida superior 'todas as tin-
turas d'-este genero.
A' venda em casa de Gustavo Hervelin n.
51, ra oa Gadea n. 51.
SORTES
Na roe da Crote. i3 vende-se -sirtes para o dia
de S. Joo, muito vbem preparadas, tambem tem
para vender amendoas cooteitadas, papis com es-
talos para diftereates precos, ramos e papis cor-
tados pan bolles -e outros ofcjeetss proprios para
esse dia. -________ _______________^^___
BrratissiHM)
Caijado oaclonal- dinbo t d, a roa do Jardiea n. 10, avisam aos
seos frefoezes desta capital edo interior, que con-
tiDoam a 'fabricar eticado em alta escala, e oftVre-
cem aym&iborescoedi(5es, tat:o em.preco e qua-
lidade : os proprtetarios 'eete eslate'e'imeoto
cbamaan attencio de senbores coosuramidores do
interior,^ae os qaieerem honrar com sua frepue-
zia, espeoficando era seas pedidos a Hialidade e
nameraco, offerecdc-se para os entrega a, bem
acondicioua-los em casa de seus correr pendentes
a'esta praca.
m
^s<
le5.
m
Com maito waoy vaatagem
Compra o corago de ouro n. 2 D, ra do Ca
boca*, moedas a ouro c pr;:a e pedras preciosas^
4]()mpf.a-se
Cosapra-se para urna encummenda escravos afri-
canos:: na ra do imperador n. '.i, botica.
Ouro e prata
Em moeda e em obras ioetisada?, eompra-se
por bom i*ego : oa praca da todependeocia n. 11.
-L-umpra-se
F r maior pre^o do que em outra parte, moedas
de oaro e prata nacionaes e ettrangeiras: ra do
Trapiche n. 16, Adri-oo, [Castro & C, e ra do
Crespo o. 2f, Alv.ro Augusto de Almf-ida.
PTE?Wlli
! iBHIfAll
Cjmpra-se otra (rammatica por Pertenfie
roa da Gloria d. 59.
Estopa enco|
superior oaalidade : ra da cadaian. 4, rmazem
de Silva Enroca.
Superior paino de aigodBrO
da Bahi.
Vende-ee oo escriplorio de Antonio Luiz de Ot-
veira & C.
Roa da Cxu?. n. 7, primeiro andar.
Fio de alsodo da Babia, veudea Antonio L.
de O hera .AMivedo & C.
Ra da Crat n. 57, primeiro aadar.
Se^eriur uuh; ilo porto m ca-
vas- de 12 garrafs.
Vende-se no escriptorio de Antoaio Luiz
cTdsweira AzevedoA C, roa da Creso. 57,
primeiro atdr.____________________
Oassas a 240 rs.
Na Joja das O portas e
vndese cassas do cordjziaho e lista de cor a
ii rs. novado, para acabar.
na
Moedas de ouro e prat
ar.
Compram-se ao armaztm
gusto F. de Oveira & C,
n. 42.
de fzecdss de Au-
a' ra do Trapiche
Vacca
Compra-se urna *acca tourioa, qae t*nha cria
nova e d Distinte leite: a tratar na ra larga do
R)sarion. 34.
Libras sterlinas
Carneiro Viaon & C, compram no e prata
em moedas de todas as qualiiaJes: na ra .Nova
n-. 2Je22.
VENDES
COQLEIROS
a 400 rs. e um ctuto36> > j sitio do Abrigo jun-
to a ponte dos Arrombidos em OlinJa.
Arbustos
de maltas qnalidades : no sitio do Abrigo junto a
ponte dos Arrorobadvaem Ollnda._____________
Flores venda
, Ban'eijas com flores as mais bonitas possivels a
2,5 : quem quiter dirija-se ao sitio do Abrigo, na
estrada Nova de Olinda junto a ponte d03 Arrom-
bades.____ .
^- Vende-se ama boa eserva, robusta, saoia, sem
deleito algom e com habilidades : a tratar D roa
o 3rom d- 84,3* andar.
as e machos
Chepudos ltimamente deMoDte^ido na
barca fran&eza Isard bonitos aaimaee, entre
os quaes bonitas parelhas para carro?, para
tratar-se oa ra da-Concordia coclieira de-
fronte do armazem do sol, onde elles se
acharo, ou na roa da Cruz n. 47, 1..andar
esoriptojao de Antonio Luiz d")liveira Aze-
veo & C.
Na ra o Qeeimado u. 19
Vcnd-.tc :
Rices curtes de cambraia branca eom paisas
bordadas proprias para soir, pelo iuratissiao
preco de 6*V
Bartissimos.
Pares de raeias pretzs de algodo p?ra
padre fazenda muito superior a 500 rs. no
rival sem segundo ra do Qoeimado o. i9.
Para 8. Mo
Novo papel arrendado muito bonito e proprio
para nfeitar ero roda bolos de 8. Joo, vende se
barato e de diversas larguras, conforme s alturas
do bolos: noarcuazem do Vapcr Francex, ra No-
va n. 7.
n A NOVA ESPERANCA
21Ra do Queimado21
Noto tjttem*.
A Nova Esperases deoara ao respeitavel nubil-
",o qoe tomn o novo systema de vender barato,
e qoem quiter certificar fe desta verdade dlri-
gir-se a roa do Queimado n. 21, l'ja da Nova E:-
peroca.
Bolees lira vestidas.
A Nova Esperaoca a roa do Queimado n. 21,
receben aelo ultimo vapor nm bello scrtimenlo de
botdes de seda prelos e de cores os mais meder-
nos e delicados qoe teem rindo no mercado, e es
vende pelo nevo systema.
LabvrinIbas do Aracaly.
A Nova Esperoca a roa do Qoeimado d. -21,
recebea ama pequea qoantldade de finas t,-albas,
lengos e fronbas de labyrlothos, e os vende por ba-
rato pregr, na mencionada roa do Queimado
D.21.
Lrques.
A Nova Esperanca acaba de receber de sna io-
commtnda ura bello sonlmecio de leqnes de mol-
des Inleiramente novos e de ama perlifican ui que
a eareilentissima qoe os vir jamis deiiara' de
cemprar.
A onlca parte onde os ha a roa do Qieln-ado
o|a n. 21 da Nova Esperanca.
Lunetas.
A Nova Esperanca tendo sempre por filo o in-
lereese do respeilavel pobilco e qoerendo tambero
prestar os seos servicos a aqoelles qae soflrem da
vista, fez urna eneornmenda especial de lumias de
prata dourada, o mais delicado possivel e de vi-
dros lio apropriados qae faiem desapparecer com-
pletamente os miopes e neveeiro das vistas eansa-
d:s ; de sorte que d'agora em diante s nao lera'
vista quem nio quizer vir busca-la a roa do Quei-
mado n. 21.
Pentts com d adrmas.
Ven lem se nicamente estes modernos e delica-
dos pentes para coqnes, a ra do Queimado o. 21
loja da Nova Esperanca.
Baleias cobertas de camnrea.
Estas baleias proprias para espartilbos, ven-
dem-se a ruado Queimado o. 21 loja da Nova
Esperanca.
CaixinliiiS.
Bonitas calimbas de madeira proprias para
guardar costura e costurelras por preco aue agra-
da, a roa do Qaeimado n. 21, loja da Nova Es-
peranca.
Ligas.
Maito Anas ligas para meia, se vende a rna da
Queimado n. 21, loja da Nova Esperaba.
Rap.
A Nova E-Der; ni;a tem a disposic33 de quem
gosta do rap Panle Cordelrn viajado e nao viaja-
do, a roa do Queimado n. 21.
Esta nova e elegante loj,coofessando-se agrade-
cida pela concorrencla de seus freguetes e queren-
do dar urna prova de gratidao, Ibes faz ver qus
lem eropregado todos os seus evlore*, -m de qne
os objetos de soas eocommendas primem em qoa-
lidade, gosto e moda, e temham os reesmos fregoe-
es em taes objecio?, por preco que fiquem plena-
mente sasfeiioa e com bastante dispostcao de
vollarem I
Cintos a castellane.
Cuno sao as coosa t At i pouco, os cintos de
ules occopavam a ltenlo de moita gente! Ap-
parifceram fitas de mil cores e qnaliaades, flveas
en carrancas deoulias tantas, eram de directo ta-
manbas, a ponto mesmo de loriar-se um perfrito
mariyrio para o estomago; nao otelanle, dizia-se,
a moda, e dorou tanto a tal moda, qus j la
catiiodo no ridiculo, tendo deixado (purece; a l aior
parte das ezcelleotissimas bstanle. nusraOa a res-
peito : quando ce novo appareceram OtasiatosM
esfltos a casteilaoe, sao Os verdadeiros cintos, teeo>
ora leedo o mais delicado possivel, sendo todos
franjados e guarnecidos de Boascou'.as; fjnaimen-
Je,vendo-s osfascioadores cint"s acastellane, e ne-
eessarlameote compra-se ba : isto na ra do Quei-
mado n. 21, na Nova Esperanca.
Agua-divina.
Esta :caa deque a Nova Esperanca da urna
Higeira idea, o termoDivinaesta revelaado sua
ju-lidace. Na verdade al onde io.1t chegar a
*>eifeicao do trabaioo chimicol Teai a tal ag
sm cbelro exceliente e durador, e prefer* ao Je
moitos estratos, lins como finos, senda producto
a applicaoao, qae se Ue d, ver-se-ha seus mar-
*ilboscs efTiito, tira perffiumente sarda?, bc-rbo-
roas, impigens, vermelhidocs cu quasquer ontras
eropedes da pelle, amacia a mesma trazendc-lhe a
belleza primitiva ainda_nm excelients remertio
pora dr de cabera al mesmo eruhaqaeca?, tira
rugosidadesforltoca o cerp, Qualmente, creio,
que e.-ta agua, faz do veiho um moco e deste um
herb,
RESUMO
A NOVA ESPEHANQA
2 i-Ruado Queimado 21
T-em constantemente os s'jjectos segotatM: Cncs
extratos de diversas cualidades, verdadetra a?ua
de CuIo-d, agua Cora, oleo de Pborre, verta-
deiro ideo de bab;sa (para extinguir ?s caspas)
baoba* de aiuitaj quaiinade?, Unos sabonetes cero
agradave s eneiros,' pes para dente* de mullas
qualidades.opiaa ingleza.agua dentifrira(para^irdr
S nao h'.lito da bocea) sabio de espuma (para t-a-
uhar-se o roste), escovas He marfil?, sndalo, Lufa-
lo e oseo (para os denles) ditas de btalo e madeira
para ron;ia e chapeo; Unus pente* para alisar SS-
be4tof,<6oas leseares para unhas e costuras, fiur-
rativetes para costura, boa tinta pjra escreve-r se,
dua para marcar napa, tintura de muiio boa qua-
lidade pf.ra tirgir os cabellos, pentes de tartr"cg?
para alisar; finas escovas para unhas. vacs e pi-
c tes cora pes de arroz, papel de muiUs qnallda-
des, envtlopes unos e ordinarios; liualxei >h. um
compieto sortimentode miudezas : a ra do Qaei-
madu v. Si na .Vova Esperanza.
Kap Paulo Cordeiro
Viajado e nio viajado vende-se muito barato
a ra no Queimado n. 21 na bem conbecida loja de
ohadezas da Nova Esperanca.
ATI5

Na ra estreita do Rosario n. 35 a bollos
afeitados para se venderem na vespera e
dia de S. Joo.
Fara S. Joo e S. Pedro.
Na travessa do Ligamento n. 28, vende-se ro?.n-
teiga ingieza propria para bolos a 649 e 800 rs. a
jibra e em barril se fa. abatimecto.
iSlaateiga a"9Doc 140UO
Venda-se roaaieigaiugieza prouria para bolo de
S. J .!.: na ra do f aperador d. i i, armatm
Gr-rantia.
ASIJL-PK.KTA
PARA ESCHEVtR
Esta liota j tai conhecida e acreditada
acaba da chegar, e vende-se na livraria Eco-
nmica, ra do Crespo o. 2, defronte do ar-
co de Santo Antonio.
mm timm
Versos de Roses.do Nnoiz Barrctto
lu voluae de SOO paginas
Acaba de ser publicada esta obra no Rio
de Janeiro, e vende-?e em Pemambuco, na
ivraria Econmica, derante do arco de San-
to Antonio. -
________Prego 5|jl mil res._________
DALIAS, ROSiiS
e outr<-3 ps de flores : do s%io do Abrigo na es-
trada Nova de Olinda jumo a ponte dosArrom-
bados.
Massa secc* de maiiadiavca.
Vende-se a mais tina do mercado e propria pa-
ra bolos de baca a SO rs. a libra : rna do Pires
n. 51. _________________^___^_
Vende-se a dinbeiro ou a prasrs cem garan-
tas urna excedente loja regblarmenio sor! da de
calgados da ierra, com ama das melbores ifroa-
e2es toda de amarello, e balco de voita cem ar-
marios envernisades, o opital penco exceder' a
i:ACO( O : para ver e tratar na travesa das
Crases o. 2 A, a qoalqner hora do dia.____
Vendp-se telbas a Vi$ o roilbeiro, lijlo de
alvenaria batida a i', oi'os de ladillbo a 35'tf,
d tos de (apamentos. largos a 195. .ditos dito eslrei-
t-< 17.1, usos travessas a 2300, euxarceis a
zfiOO, varas para canoas a 400 rs., ditas para
catadores a 240 rs, cimento superior a IJSOO a
lina, cal branca em barricas grandes a 55, dita
preta a 720 rs., areia de fingir a 25500 a carnet e
210 rs. a lina, barro a 25 a carrea e 160 a tina :
na roa d Concordia, armazem do So! n. 26.
Mass e tabocas
Vaidevioo da plvora vende moito boa roassa
batida a 600 rs. a libra, e lartows de todos os ca-
libres : no seo armazem de sal da ra Imperta
n. 221.
Plvora
A150000 o barril
De marcas de tuperurr-s qnalidades daodc-se
amostras : aa ra do Vigario o. 31.________
Das i te Jorges da Silva, vende Sna loja de
faiendas sita a'roa da Imperatriz n 20.
Colla da Baha
Veode-se no escriptorio de Luiz Antonio
d'Oliveira Azevedo i C, ra da Cruz n. 57,
primeiro apdar.______________________
Vende-se porcao decalbros; a iratar com
Jos Vicente de Lima, oa travessa da Madre de
Dos, o. 18.
Vendem-se djias lindas crloalinhas de idade
de 14 anuos, com prln.-ipio de costara : oa roa da
So'edde d 52.
ra Nova n 28.
Antcoio Pedro de,Sotira Soares, vende f-eics ba-
ratissimos precos:
Caitas com superiores licor.?, '0 novellos, a CO
ris.
Doilas de cartoes de linba* preUs, a ICO rs.
Linhas do gar, caias de 40 novellcs. a 'OOrs.
Picas de Lias de laa para debrum sortides, a
600 rs.
Grosas de DotCes superlsres para camisas, a 50
rl?.
Ditas de ditrs de apata, a 1F0 rs.
Ditas de ditcs de gata de cores, a 320.
Ditas de ditos de ac para caica, a 2*0 rs.
Duzias de ditos de mcedoha, i ara pcobc. a 25.
Mollas qnalidadis de botdes para cjetes e ca-
sacos.
Grvalas pretas e de cores a 300 rs.
Duzias de pares de meias para bomem, muo
boas, i 45-
Dui.ias de baraihos francezes, 6no?, a 5300.
Dils de ditos porlogneze?, a 1580o.
Latas com soperlor banna, a 280 rs.
Vidrcs com dita dita a 480 rs.
Verdadeira agua Oorid?, garrafa a i.f)0.
Esecv:.s para ropa, a 480 rs.
Grande sorlimento de escovas para dente'.
Pentes fines para alisar, Unos, dams 3530O.
Sabonttes, duzias 15
l'aixas de soldadis de chumbo, 160 rs.
Tintelros e areeiro de mi-tal, t.
Caisas de obreiss de colla eaixa, 40 r?.
Ditas de ditas de celia com nc mes. a 60 rs.
Grande sorlimento de pencas de 600 a 2d.
TnescLras de ac de 6 e 7 pollegadas a 65-
Espelhcs de moldnra dourada, dazia a 15900.
Grande sorlimento de candeeiros a gat.
Gn em latas e todos os preparo; pata canjeeiros
egaz.
ATIFiCIiES
Sonta & Gnimaries eonvida aos seos amigos
fregaezes para qae venbam dar sna* eocommendas
de fogos artiflciaes para os feslejos dos gloriosos
S. Antonio, S. Joio e S. Pedro, pois qae acabara
de contratar coro aro dos melbores fabricantes
Af-UIi BRt\(t
lia U Qtefaia* 8.
A 'Agoia-fcraoca acaba ale rtether Mto
sorlimento de diflereaies ol jeito 4* mam
e pliantasia, b ixo deaigiaa* $:
Peale* e inemam me lar dar aira
Obras de ultima moa e apanaja faaar,
desojadas tanto por aai>, amo par saa at-
vos e bonitos mol Jai, aljataas daa mu**
slo para oirc lar o coque.
A apreeiaeio dessat obras a boa aata*
dos desenhos serio dfidsaWaH apwaai
por q 11(111 es tir.
Tambem vitram peales oa Siaemmmt*-
radoj, obras 19o benitas nio aMderass pa-
ra circular o cr>,oe.
Filas m lar j pan rita
Com essas ricas tita* cbamawliaw, s -
tras de superk-r setia auco. Mas as .ar-
gura de nm palmi> penco mm im aaaaix.
se lazem cintos da nltima asoda de eigwas
g< sto. Ellas sao igo itaeote sai IkjwS a
rouit? ootios fjns, urna vez que bp api"
si<;ao e posse para as comprar. A sita ra-
las, vieram mu Us i 'Jiras fias oaa at**
bonitas, nem ioeiit res, s lias algasas cea>
fi mais esireitas.
Gelliahaa e tueSas bardadas.
Obras e^tas que se di-l abafas das se-
ma is j vistas por reos delatarla feriad?.;.
Caaiisiabas cer aWs tara srata a.
Como amostras vitraas asai peana cass-
sinhas, porm estas, pelo ismerso Uaaalia
e perfeicio d'obra, derxaas teas crsaecer #.
aparado gosto de igualado pelos apreciadores qoe as coaapri-
rem.
Caajuca.
Sempre de novos e variados BKildrs, as-
ir os quaes te disiiogoesi os qoe bazas
trancas cabidas oo marrafas.
tiraiatiabasda ias para vikara.
S3o moi b< nitas e-tas moCernas fr.v..:-
nbas dalias e por sea ooridade s ora
gosto teem merecido geni aceitaos*.
Ootras gratalinbas de velado esas ett-
tes tambem fazem paite des bellos ajeries
das senboras.
rara haptlaaJaa
Donitas camisinh s de ..-ambraia brrcH-.'?,
ni i bem etiltitadas com bordaditibcs, roa-
das, l. tas, i te, etc.
.Modernos cliapusinbos de setias. icu.?-
mente bordados e eneita>!os.
Mtias de seda, lio d'ErcbSsir, prop;.;
para lal tim.
I3jparii!kee.
Bons e*pantlb'js iara sencoras e b:^;-
nas.
Deletdas eesd'mbsji.
Lisas e t> ruadas a fro>a>, e todas pr r -
para f'iaf.
Jaoltos eaehlnet de lia
S5o mui precisos ua prese ne esUx'.
Oara de phani9J.
Bonitas vo!tay, puUeiras e briacci it ~
jofres gro.ssos ede Lucilas c>is.
O jiras voitas e pulstras cobertas de sa>
da, < bras bonitas e modernas.
Grampas a balo do mesmo gosto as l>
tas e huncos.
Voltas de filas de rellodo enltiUJas *(
pingentes, de cooormidade cem oc--, ,
proprias para tircoUr os cwiutf. CcaatL as
\>('ii\3 cnidas, obras essas io!eir:mtat* i -
vas.
Berilos cintos de pvnUse&cit*';?
vidnlos e pirjgentts, e a lita oa gata*. :.
cores aiegres.
Outros cintos de fila cem benitos w?:.
dos e fiveilas igu.e, obras ue pe r:
ra vf-/. aeaasai de ebegar.
Inonida boies para enftites ile vestidos, efe e -
im moitos cutres ol jeitos iniifli i e
eocootraitea na l.ji u'A}; -. rci a:.:
dj Queimado n. 8.
rerU-fierea e eesliabas d> vi:.
Eslss elegantes tbrs iue fiszem pai: \
BOaSatseji-iue n'am 5arf, dn>?aramd^ r. -
vo, e desta tez c des, e coritii.aarc a rer v.rulioas n-t I..
Aguia branca ni?, do Qceittaio n. i>.
Rival sem sr-gando.
E^l queimanih la Jo bom e barato p
ao3!-3r e fazer doto so-limento de ni
:e todas as qualtd.J.-s, pod&m tir fe."
qoe bom mui'o bsaata.
Pares de sspalos de ti ii
dos. lf5 rs.
bico preto para lodo o pte;o.
Pentes n Iteados pura mmmM a J2t> rf.
Saboneles maiios fints, a o*J tj !
0 310 e GOrs.
Tbizouras maito ikas pira i-lias e c :-
tara, a i>00 rs.
Vote-, do sapatos do tranra e tapete .;]-
to fices, a IiS-jOO. .
Frascos grandes com lela mnit) prf.a
inglesa, 0<) rs.
Feotes pelos com chapas de mtfci, a
oOO rs.
Varas de franja branca de linio para Ir:-
Ibas, a 160 rs.
Livros das misse abreviades, ii rs.
Botoes para vestidos de todas s cor**: ;
barat'-s.
Escovas para roopa moitii finas, 300 m.
Caitas de alfineies LTsaatsea titilo fcts
a 120 rs.
asan de contas pretas miaja-, a 120 rs.
Frascos deagra eamajai muito fina, SOO r.
Caixas com t tr.sas de clieuo mu 4o
lino, 800 rs.
Ditas com 12 frascos, !5O.
Caixas de fsforos de seguranca, 20 rs.
Navalbas cabo de marfim qoe se garante
a qualidade, t rs.
Libras de 19a para bordar fazenda Sua.
Caixas de clcheles maito grande qoe a
vista faz f, 120 rs.
Baralhos iraocezes moito fios, 2"0 r?.
Carrileis com retroz de todas as cores a
iO e 80 rs.
Sabrnetes inglezes maito fiaos a 500 a
Ura.______________________________
Armazem de sal e plvora!
235 ARA 1MPERIAL-205 A.
Os abaixo assicoados propriturks dete bov?
eslabeii cimento, qoerendo acreditare e ade-
qnerir fregoetias, vendem por prego* noMo raaw*
veis os ohjertcs egoinles: sal do Am a> prtaWt-
ra qaalidade, plvora de iffcr.nles urea eaa
barris e a refalho, f.'^os de artificio de diversas
qoalidades, lodo o material para lce;aete*m eea-
troa moiti-s genero?, etc., ele. As e^cceaaiesUn
para fegos oodem ser feitas bo atesaw aranzesa
e na rna Nova n. 61, qoe se mandara'por a tafu
onde fr coavencionado.
PORTELLA d MELLO.
4
2
Praiettes e lra?es decirspirs,
Wnde-e iraves da cleostra coa SO tafcan de
comprmanlo, mol linheirss a re toreadas, asahn
eone praoebdes da Besase qaalidade east I I/I
palmos de largo e 15 de cem rido : ajecaa es ara-
deste genero para assim melhor servir a seos fre I tnder poder entendcr-se
gaezes e qaero qalter dirl)a-se a raa Nova n. 39; Mcrelra Temporal, eos sea eswlyterta
oja. 'Crn n. 31.
M

4/


mam
:===..
Itrio 4c Perna.ee Terca letra 13 de Jimia o de 1838.


.3 *I #.
Mi
IMitittS ft0 A.,
f SI i'M .ttf
31 ttffcM
9)ftl>70
,1 iii;


Ita feja.de fitzeiiiias sob o titulo deGaribaldi, ra di ra-
P3ratrw i% 56. de touren^ Pereira MendesGuimaracs
sbfi

-'I
i lu ^b

sido i
1 ..ni "
Avanle f eguezcs! E' Garibald quem vos convida e assim prcc'ama; pira
^Tfctoro-sraestahsteriineQto que se anha sonido do umcompUti sotiunenm detfa-1
lea&a de indas .g qulidies, que se procuram no paiz, affidncaodo-se que o-preco !de
Mta mercad iri-s 'ser um para lodos em geral e affiancando-se as boas quali-
s*s por ser todas fazendjs novas e do ultinn Rosto, com > vi podt-re s apreciar raan{,
isodo rer asamoslras de lodosos arltg>s abaixo mencionados, e tamben) se mndam'
asfajeodas ou amostraba casa das Exm3S. familias pelts caiieir.es da I. ja do Giribaldi.
toda eqnalquer fizeada, que porqualquer motivo n3o agrade-lo-ooir.pr.id.ir, depois de
a ter oeg'-'Ci-idrt, se tro ;ara por ou'tra que agrade, para sa tornat^mais coubeeida a loja
A)irioal4i: e cdloot a figura a'cfnai na frente do euabelecif&enio ni qnal esta Gari-
fa, montado em oa rico e'jvalb pntalo em um r tiouh de folb e a ooute om pe-
eatepbarol em letras brancas que aenunciam a loja do Garibaldi.


na foMaoq
ATTENQO.
Chitas eacura* a 130 r. Balees barato a 150"0.
Vender se chitas escuras para vestidos a I Venie-se balos com pei-.ieno toque de
W) rs. o covad arara a 15000. ditos perfilas a i^'iOO,
Poli de cherre. 25000 e 35500.
Tende-se esta tova Hienda para vestidos (hi'a* raneezas finas 28) O COVanV
pr-r nf>me p til de chesfe, com liseras avelu- Vende-se tetar, a 800 rs. o covado. F) i 36:) r.. o corado.
JEaaaa para grvalas a 210 r. Algodilozlnho pae a 4500!).
VeDdem-se mantas para gravatas a 240 e Vende-se pecas de algodSnsftffiO omita
320 n cada urna. encorpado a 45u00. 55' 0 '. 65000 e WOO
grgaiilys finos de cores a 210 rs. PERCLARAS FINAS A 450 10 0 COVADO.
Vendem-se or^andys finos de cres para( Vende-se perclaras de cores fina* para ves-
ves'idos de sennora a 240, 280 e 320 rs. o tidos desenboia a 400 rs. o c-vado.
tevado. ']|dapo!n flaobara a oloOOrs.
tetonas de IL-tras de seda a 800 rs. pegas de madapolSo q:w se vende barato
Yw B&anna, de seda com listras, para vestidos, peca.
Meias para homsm a 45000.
a eenh.era, a 800 t s. o covado.
llpafeas de cores par* vestid* s a 640 rs.
V.;oiiein-se a'pakas de cores para vestidos
e abura a 640 e720 rs. o covado.
Selas de eftres a ifflO o eovade.
Veadem--S8- sedas de cores para vestidos
de senbura a 1,5280, l^rfOO e 25000 o co-
"ao.
Cambraias lisas fia:s a 4#ft00.
Tedem-se pecas de cambr.ia lisa e fina brimdecotM a 2^500 e^K)C
s V 55 65 e 750'0 Panno Bno bom a 5#~' b5'
' calcas de casomira de cores a 55
Coilas pira rasarlas a 320 rs.
oadem-se chitas encarnadas para cober-
fes a 320 e 400 rs. o covado
Chales i? merino a 25'00.
V?drm-se chales de merino estampados
a 25. 35300, 45 e 5030.
Bareg s de listras a 240 js.
Tidem-sa bareges de listras para vesli-
4> fie i-e hora a -:40 rs.
Vsm)em-se lzinhas de cores a 280 e
SOis ; ditas estampadas a 320 e 400 rs.
Ebapl hrancos a 2000.
Yendem-se lencos brancos a 25000 a du-
xi.
Caries de reehs camiras a 2500").
yVvlew-se cortes de maias casemira para
rtfrr- de hornera a 24000 ; ditas de case-
2t 8na a nfi e 55000.
Ciiita3 malisadas fras a 400 rs.
?flB^-s chitas francezas fioas matizadas dangaspara cd^a a 300 o cavado.
i iUOrs. o c-vado Venie-se g njas para calcas de homem
Gaseas ^anceas Oaas a 640 'emeninas a 360 e 400 rs. o covado.
Yeade-se cssas francezas fins para ves-1 DAMASCO LARGO A 15400.
jWoa 640 e 720 rs. a vara. Verrde-se damasco largo para cobrir me-
,. ;sas e pianos a I540J o covado e oottas mui-
tont sortimeoto le chapeos ia*l us fe^| qui! se toma enfad,no meo-
?- se'.a. cionar, que avista do comprador se amostra
Vende-se ch-apds de sol de seda a 65*00,! a qqaltdade, e por isso o Ganbalde f,.z scieiite
ZJ009 e 8 000, dit'-sde 12 e 16 asteas ingle- aorespeitavelpubli;o, queseo estabelecimen-
Vende se meias croas para hornera muito
boas a 45000 e WOO a du'.ia.
Pann 0ao Prcl0 a 15SL'0 o covado.
Vonde-se panno fino arele pra calcas e
paletols a tSOO, 25500, 3-J< 00 e 45000
Koupa felta rsaeioaJ.
Vr.nde-se paletols de alpaca pr ti a 35300
e 55000, ditos de cues a 5#SQ9, di'.usde
95 D0. pa'et i's d^
J e 1O50O0,
Igas de casomira de cores a 55 e 65000, di-
tas pretas a 65 e 85000, caicas d \ raeii ca-
semira a 35, coleles de cores a 1560ti rs.
l.af.lahas prnssi:ioa* a 300 rs
Vende-se laa/.in'ias prnsSianad cores mui-
to mimosas proprias para vestidos a 500 rs.
o covado.
Uvlm liso ea hai'abitrgo a 85000
Vende-se brim liso na hamburgo para
lengoes oti toalbas pega de 20 varas, a
85000, 95000 e 1O5O0U.
B im aartfa fiao a l^OOOs vara.
Veode-se brim pardo muito fina a !50-;0
e 800 rs a vira.
In-S aas de t a 60")'S. oeovad.
Veade -e in lianas de l com listras p3ra
vestidos de sennora a 6i-0 rs. o covado
Files le eda a 156(1(1 rs, o cova e..
Yende se filos de seda para vestidos de
seobi ra a 15600 o cevado.
PARA DZO INTERNO M|,
'/, Mjft RBPARABOS SIMPLK,
Xarope de jurabeba garrafa.......-. Mtooo
Vinbede <56oo
Pilulwde Jvi3id...4..,...y;ld6oo
Tintura de P,i0
sqoi' Extracto hydraloeolico ejwubeba 125o
ifl. PREPAAOS COMPOSTO-S.
Vinho de jurubeba ferrugiooso garrafa. 25oco
Xarope i56oo
Plalas vidro... 25ooc
de mlnaeas a ra dg Qeei-
tm antljf 6 "befe orh'Bcba ^Ja de mlndwas a'
roa do Quetmido DJ6. acba-se recenienaeora pr-
vida de maiTMltWs 0t,iec,cs def0?,e
novidade, a.sibdISaV'iiaaltDente sorlid de
toM..ra Mfoi toe repriaai<>atft .RWff
tnindeas.Dely que o Cordelro .Prevideote espera-
de sda boa e constante frtgoeria, a contlnoagao de
ws vOi)M It-MPrno, nSo otvtdEdo 1I> m ?***
iBi osnwdao.iiuQtiJ- caadetceodeocia |rw
>U Queofao li'U*pastores; assio, pots, tosppa)-^
esm os vemos e novos frEjjuczes que serio ss-
{eitos accuiento. ,
Retse ecaosleqoes
OCorelro 'PfevidoterVtoa flo enelmsdo d.
16, rtcebea dom delicados Itqoea cn| varieda-
de de go*toeqoalidudes os ioro.nu recotBBfndads
seod- : i .
Todos de sanlalo com bonttiis lavores.
Ostros de sndalo e seda cora lind.is desanos.
Ootros d dito dito enfeiudos eia Uaejoolas de
ac e dooradas.
Ouirs doosopoido imiundo marfiaa igoai-
menta modernts e eorettados
Ootros das quatldades1 acim* com os DJemes en-
feites e desenho para meninas. > *'
Omres pwtos par lulo.
Opiros tnalmente da madreperola ecun ricos dese-
chos para uotvas.
A vista pols de tSo bello e completo sortimento,
da prutfocw dos pastores e da maosidio do cor-
dt^ro prevideote a roa do Quemado o 16 indis-
pensavelfflCDio quem se dirigir a dita leja sera' sa-
'.2 psfatotUniente servido.
Copse latscembanlia fina etttras
inneriores perfamarias.
O cordeiro prevideote a' ra do Quejmado n. 16,
ia de receper om neva sortimento de perfuma-

:
!<1 k'ti

J>
Oteo de jarubeba vidros___ 4o
Pomada de pote...... 6tp
Emplastro libra..... 2^oo
PARA IZO EXTERNO
Esta plantaje boje recpnbecida como o raais poderoso tnico, cmo nm esees
lente desobstruente, e ct^ao tai applicsda. nos engpfgitamefltos tiofigad* e baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anasarebas, as inflammacce!
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, bos abeessos interaos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazsreha, as hydrope-
ias, erystpellas; e associada as propara0es ferruginosas, ainda de grande vantagea
as anemias, chloroses, faltas de metistruago, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobrea de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais Ustiactos mdicos desta cid.ade, entre os qxtaes
oodemos cita, os lllms. Srs, Bis. Silva Ramos, Aqnrno Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Suva etc. Todos elles recoDh.cem a e&cellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho'o ronbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os das fazem d'elle applicac?..'.
Apresentando acs mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnrn-
beba, ti vemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, azendo desapparecer a
repugnancia que al boje sotiam os doontes do usar, dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a trag.arem-se, e que tinbam ainda a desvantagem de nSc
ser calculada a dose conveniente a ap'plicar-se, o que torna muitas vezes impraficao am
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
i astudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conuecer as propriedades
I medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas frucas ou bagas, e a dose convenien-
i ea appcaco, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
i tperfeicao posstvel, para o que nio pompamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro qne possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos oosses preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se .pode encontrar a prompia e infaibvel cura
de qualque dos sofJnmentos, que deixamos innumerados, se forera em lempo applicados
teodo alm d'isso, medico ou doeate a vantagem de escoltier as nossas variadas prepa-
raees, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicaco, e ja pelsfcompicacSc
das molestias, id ide. sexo, ou ^ainda natureza de cada individuo.
As nossas pi eparacoes ferruginosas sao fetos de forma que se tornam completa-
mente solaviHS nos suecos gstricos, porque procuramos os cranoslos de ferro que come
tes estao boje reconbecidos.
Para .aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaclo de nossos preparados, destrihuimos gratuitamente
em nosso deposito um folbeto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos av
mos preparados.
Deposito geral de tedes os preparados
Botica e drogara
* 34Ra larga do Rozario34
es amito :superiores n 1251*00 e < 35000
l..i lusde nadriiihoi esescezas a 280 rs.
eile-se IS izin'ias de quadrinlios escoce-
SS5t>ara vestidos a 28) rs. o covado.
Aos agricultores
to est prompto a concorreccia do rr.esmo
publico desde as 6 horas da manh5 at as
9 da noute.
de Garibalde n. 5
**a
,1
Sauuders Bratbers & C acaoam de recebei
de Liverpool vapores de ferga de 3 a 4 cavailos
com todos os pnrtences, e mui proprios para faie-
Ra da Injperatriz, nova loja teui ** mactiioas de dascarocar algedao, po
dtrndo ca UUDbeo
outro
com ataimaes. Os mesmos lambem tm a* vjnda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pr tendentes dirijam-se jo largo do Corpo-
antc n. 11.
De f^endas pretas proprias para a quaresma, ru i da
Imperatoria n. 72 de Lourenco Ptreira Mendes
Guiraaraes
Fav"<1a I br,m uso a 4i0 R3- A s ARA-
i,uviufiuc Vende-se brim liso ou harahnrpuez para
VeDdem-se chitas francezas finas a 280, lencese toalhas a.440, 50;), 560 e 600 rs.
1&), 360 e 400 rs. o covado. a vara.
I arara vende madapelao a 55500. ROi."PA FEITA NACIONAL:
Vendem-se pegas de madapolo bom a Vendem-se paletots d'al^aka preta de c-
%5C0, 6 -5O0, 75 e 85000. res a 35C0. 45 e 55 00 ; ditos de panno fi-
Lantinhas a 240 re.
Vendem-se lan/.mhas de listras para ves-
feios a 240, 280 e 30 rs. o covado.
Alijoluzinbo da Arara a 45000 rs.
Vendem-se pecas de alg!jd2ozinho a 45,
5360, 65500 e 75000.
Certes de casimira a 25000.
Feuilem-se cortes de casimira de cores a
Vk 35 e 4500O.
CASAQINAS E GROS DE NAPLE PRETO
A 1G5000.
Vendem-se casaqniohas de grosdenaple
. prett, proprias para senhoras, a 165, 185 e
2M0O0.
CHITAS A 200 E 160 RS.
Vendem-se chitas escaras a l60e 200 rs.
a corado.
CASSAS FINAS A 640 RS. A VARA.
VeBdem se easus francezas finas para
vestidos de senh ira a 640. 720 e 500 rs.
a vara.
ORGANDYS DA ARAR \.
Veodem-se organdys a 300, 320, 360 e
&'$ rs. o covado.
CHITAS FHANCEZ*^ A 280 RS O COVaDO.
Vendem se chitas francezas finas a i80,
320 e 360 rs. o covado.
PERCALAS FINAS A 400 RS.
Vendem-se percalas tinas para ve tidos
de sennora a 4"0 e 441 rs o ovado.
CAMRttAUS LISAS A 4/000.
Vendem-se cambra-as lisas a 45, 55, 6ji e
liOOO a pee; ditas denominadas victorias
a 65500 e 25!i 0.
BRIM PARDO FINO A 803 RS. A VARA.
Veode-'te brim pardo fino para alfas a
100 e 15000 o covado.
POIL DE :HBVHE A 800 RS
Veade-se poi! de ebetre em la pata-vesti-
das de seobora a 800 rs. o covado.
COIlEftTORE A 1500,
Vendem-se cobertores d'algodo a 15500;
<*m de 12a a 355(0.
no preto a 55, 65, 85 e 105000 ; ditos de
brim a 25500 e 25000; d'nos de meia ca-
simira a 35500 e 45000; cdfas de brim
-ardo a 25 e 25500 ; dit :s 'le casimira de
cores a 5/>500, b5 e 850;. O; col tes de ca-
simira de crs a 35 e 35500
GRANDE NOVIOADE BE CHAPEOS DE -OL.
Vendem-se chapeos de sol de s>'da finos
a 65 e 75; ditos inglezes de 12 a 16 hasies
a 125, 135 el 45000.
LANZINHAS ESi.'OsSEZAS A 280 RS. O COVADO
Vendem-se lanzinhas escossezas de gr*adi-
nhas a 2S0 e 320 rs. o c.v-do.
-
MANTAS PARA GRAVATA A 320 RS.
Vendem-se mantas para grvala a 320 rs.
cada urna.
LKNQOS BRANCOS A 20CO A DOZ A
Vendem-se lecos braoc s para homens e
meninos a 25000 a duzia ; ditos de linio a
75 e 65500.
C VRTEIRAS PARA VIIGBYI A UOOO.
Vendem-se carteiras para viagem a \i,
25 e 25500.
LHTAS PARA COBERT.i A 3?0 RS.
Vendem-se chitas para co'e.ia a 320 e
4' 0 rs. o covado.
Cd!a?es fioyer
#a ifltdiaos elcclrieos raagoelicos
fkeiiittiito aere tja da agina branca ra do Queimado n. r^
Apregoar ainda os prodigiosos effeilos dos
m servem para enlardar alodio, oo pnra bollares Rover j nao ensinar ou querer
qualqner serv.co em que usain de trajinar ,F,tr0duzr novidades, porque a fama de 8U2
cimats. Os mesmos lambem tm a vjnda ,m; .__ F :H .., ""Juc>
alllcacia tem-se tanto esiendido, e os seus
felizes resoltados a tal altura elevado, qce
'aoje rara a pessoa qne por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
i parentes, ignore on desconhe;a as virtu-
des desses sempre a^reciaveis collares
Royer.
A agnia branca porm se gloria de concor
cae para um t5o juso fim, se nao por ou"
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente nm completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se poden cha-
marsalva vidas das crianzas.
Resta ainda que os senhores pais de fa-
milia se fajam convencer :de que conven)
nao esperar que as crianzas sejam atacadas
lo ma!, e por isso necessario on conve-
aiente que com antecedencia se deite na
orianca um desses collares para assim estar
ella preservada das convaleces e se contar
livre dos rigores da dentic5o.
A agnia branca ra do Queifliado n. 8
contina a roceber por todos os vapcre
francezes a qnantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos collares Royer eletricos magn-
ticos.
GROS DE NAPLE PRETO A 280
Venderse gros de na,le prtto a 15280,
15600,25, 25500 e 303 o c .v: do.
PANNO PRETO A l*8M)
Vende-se panno preto para caigas e pale-
tots a 15800. 255'jO. 35 e 45< 00.
CHITAS MATIZADAS. i. 7.
Vendem-se cbias maUzadas para vestidos-i
a 400 e 440 rs. o covado.
CORTES DE CASIMIRA PRKTA A 3/500
Vendem-se cortes de casimira
LOJA DO PASSO,
Ra do Crespo n 9 A esqnlm da
do Imperador.
Acaba de reeeber pelo vapor rancer Extrema-
dure, um liado e variadsimo sonimento de Viro-
las todas de apurado gosio; a nosso correspondente
em Pars muito nos pede qne chamemos attenco
das Exmas. Sras. para apreciarem e compraem o
i|ue ln de mais goslo e de ultima moda, |>ois que
seria irapossiv.l deixar d agradar, laes artigos, e
nos sendo iifleil mencionar lodos os objeelos por
termos pequeo efpsgo neste Diario, comtudu
sempre mencinaTos iigons, emo sejam:
Ricos cortes de seda com liadas cores, ditos ch-
neles, ricos cortes de uaodi, sedas e onlar .era
>'(ss para covades, ricos mem-antiques de todas
cores, ricos grosdenapoles pretos e de cores liadas
ricas ponpelinas de seda, llnboe seda, cor Bismar-
ques, basquinas a Marie Antoiaelle, ricos cintos,
ricas camisas para seHhpra, a tem para bomem,
vesiuarn s completes para bap>a e de Oo da E-.cossi, capailas, manas para nolvas
ricas chapeilloas de palba da Italia e de seda, assim
como pretas proprias para lulo, chapeos de sol da
seda bordados para senbora, dem com casto de
raarOm para homem, cortes de vestidos bordados,
assim como saias, camisinhas a corpiohos para
senhoras, gravalinha?, coques, lindos eofeites para
segorar os mesmos coques, reqoisslmos lencos,
toalhas e fronhas de labj/rlntho, assim como bicos a
rendas da ierra, tapetes grandes e pequeos, pois,
iruilos desle objeelos se tornerao mono preciso
para o glorioso da em que chegar, a noticias da
terminado da goerra que esperamos, seja moiio
breve: isla s na loja do Passo, ra do Crespo
aeab
fias tJo,$ne1asie es hem cntacidos copos e la
las com Oaaaa fina. Especificar os nemes de lo-
dos os t'hj.'ctis se tvroaria enf- teoeo.eaj-lotyvssim poisflea Usosapprido con o
dlierse qae qoem qnizpr se prover era boas e ne-
vas prfdm.irias dirija-fe ra do tjoelmado n. 16
Ir ja do OMM prevideote.
Taiuieinhas de camhraia bordadas t
en reiladas
Oatra- de BI6 e e renda tambem bordadas enlej-
iadas.
Giros poeto da treelie.
Ouirj.s de cambraia bordada e a forma de chapee
sinho para bsBtlsados.
Essas boo .fas a bem enfeltadas tonehinhas ven-
dem-se na roa do Que-mado lj do cordeiro previ-
deote d. 16.
iiaat-Bices de filas para enfeiles de
vestidos
O cordeiro prevideote recebeu nllimamente do-
vas e liadas gusroiciks de flus para eoteites de
vesladps. consistlndo ellas de ama peca larga para
a barra, entra estreita para o corpo m basquina,
e ambas Reameeldas oom ama tranfi teeidada
mesma fita, e ouirss com ama lista de setim no
centro e os lados com listas imitando cordSo, cojo
alto relevo mniia (traca Ibes da' e melhor apreciara'
a irrtelllgeia'il da pessoa que se dirigir a loja do
cordeiro prevideirte a roa do QdeWnario n. 16.
Franjas, galdes e trancas para
eneikcs de vestidos
O cordeiro pretideota recereu tiovamente om
bello e variado sortimento de (raojas, iraaQas a
talSes da^eda com vidrllbos, pingaotes a em el-
les e proprios para enTeltar vestidos de senhoras,
meninas etc. O aparado Rosto dos novos moldes e
a belleza ros disenbos tornara essas obras sum-
mamente agraoaveis, ero ^oanto que a commodida-
de dos presos anima o compiador e preverse Fa-
tlsfatoriamcnte em dita loj do cordeiro providente
a roa do Queimado o. 16.
Bicos e rendas 4e gnlpnre
O cordeiro prevideote a roa do Queimado n. 16,
esta' bem prvido de novos a bonitos bicos e ren-
das de guipare : assim pois comparec.au) os pre-
tndenos que sero bem servidos.
Novos aleos.
O Cordeiro Previdenle, ra do Qaeiroado n.
16, recebeu djvo sortimento da lbucs de diversos
uuianrns e segara eocadernacao, e como de sen
louvavel costme, venda-os por presos barat-
simos.
;>MjUf s novos cora lidos moldes.
O Cordeiro Prevideote, ra do Queimado o.
16, recebeu novos coqoes, cojos taroanhos regula-
res e forma concava tem Ibes dado geral estima,
agradando a- todos a novidade dos desenos. A-
quantidade pequea, e por Isso os preiendent.es.
dirija -ce quamo antes dita loja do Cordeiro
Previdente a ra do Qoeimado n. 16.
Tinas meias de la para bou cus e
senhoras.
Era aporoorisdo te rapo o Cordeiro Prevideote
reeefci*u Boas meias de la para homens e senbo
ras. E principalmente appropriado o lempa, por-
que milhares de pesso?s Ireqoeoi'm Drovavelmen-
te o mez Mariano, e a todos oovoa trazerem os
ps aquecidos com essas tinas roelas de la, a em
attenco a lao bom flm o Cordeiro Previdente
se contena com'am limltadissimo lacro, e vende
r din s relas a f o par, cuja versciade conhe-
eera quem se dirigir a ra do Queimado, loja do
Curdeiro Providenie n. 16.
Ferros proprios para encrespar b iba-
diu'Ks
O Cordeiro Previdente, a' ra do Qaeiroado n.
16, recebeu novamente e*ses precisos e procurados
ferros para encrespar babadiobos, e como sempre
coniinna a vende los per precos rascaveis.
PABA FAMILIAS
SriHide Raur, na fkf* 10 21
de Caroeiro Vianoa & C.
Acaba de ebegar a e*te estabeleeitaeoto
grande poc3o de macbroas para costuras,
do aotor Wbeeier Wilson, approtaditt na
ultima exposicSo de Pars as qnirn oeitu
com dous pospontos toda a costura, e lm a
vantagem e sr-r 13o sqave o marinete.
qne qralquer crianza de oito aono* fcil-
mente trabalba, e pode, coro-este eatreteni-
mento, levar vantagem ao servico diario de
trinta eos ureiras. A covprebeoeae e sim-
ples, pcis em ora quarto de hws se fleo se-
nhor do motimeoto da machina, tfipjfp a
mesma a pnpriedade de fazer asaegaiates
costuras: pospoetar, embinhar, frandr,
marcar e bordar, comp apresentam os dese-
nbos que acompanbam as Os propieta-
rios do estabeleeimento se encarregaa de
mandar ensinar n'esta cidadp, e garantem
entregar o importe dependido ao csapra-
dor, no caso de nio trabalhar cero perfeicSo
a raaebiBa Tendida. tSo tendo, porm, aof-
frido ella algoma avaria. Ha tmbeos no
meneo estahelecimento machinas do aalor
Grtwer a BaJwr. da Uaaelbeisinplesmente
mao. e nutras com movimento dos pos ;
e mxime todos os pertences das memas
machinas, para Tender avuteo.
Vapores.
V*nd-sMn casa deSannders BrotMre 4
o largo do Corpo Santo b. lt, vaporas pat
oiBtods.os pertences proprios paca taur ja
soiiquatro machina para desearo^ar
Fraac8CO Jos Germami
(RA- NOVA N. 21,
acaba de reeeber nm lindo o magnilco a?
timento de cerdos, lonetos, binculos, de nJ
timo e mais apnrado gosto da Europa e oca
los de alcance para observace* e par i
maritimoe.
VlJDEQUmQINA
6RSKDH BAZAR
RA NOVA N. .0 E 22
mwmw
Com Malaga Pyropliosphato de fa..
Este vintio foi preconizado por tolla a mpm
medical como sendo o mais poderoso tois
mpregado para curar a Chi^rosis. Amimu
Exranstacao do sangue. Deposite geral a
Paris, em casa de Laurbncki., pharmaeanti*-
>oguiU, ra dos Lombarda, U.
Deosito na pnarmacia de P. Maorer
em Pernambnco
eiiicoto
Cemento hydranlico da methvr qoilidade
edlftcacop. n'a^na,lasqi!'?, algeroaes, assema
tos de canos, etc., ero barricas grandes, a 12*1,
Dito eororaum oo romano a 103.
Km porcao superior a 5T barricas se fax om
dlflerenca no preco conforme a quaotidade :
Nos ar mazeos de Tasso & Irma os.
3KM
m m m
Chegon ao aatigo deposito do Henry Forster
i, ra do Imperador, um carregamenio de gax di
primeira qualidade,o qual se vende em partidas
t reuho por meos preco do qne em euir* qual
aner parta.___________________^___
6BAD:S U FERPO
para jardius, porteirss, etc.
Ko. -noiazeus de Tasso Irmaos
Machinas para descarofar algod3o. do mt
Ihor aotor que tem apparecido na Americ
E' tal a execnco do macbinismo, qoe o al-
gcoao sabe qnasi USo perfeitocomo o debo
lanteira. Becommenda-se a attenclo doi
Srs. agricultores, estas machinas.
35500, 45 o5$00. Preta
LANZINHAS MATIZADA^ A SOORS.
Vendem se lanzinhas matizadas e finas
VENDE

i
^na casa terrea n. 62, na rna Direita J .'.roados,
eom commodos, grande quintal morado, eita a
moderna em bom esiado e por preco multo em
para vestidos de senbora a 500 600 e oo f,?u Umb*m 8e 'fooa Pr nesu oidade: a
rs o covado "" > -l,0- ad a' ""u* *o Queimado o. 46
rs. o covaoo. de Bls,og & ,
Aos Si s. Togueteifos
Soperior limalha de ferro.
Dita dita de ac.
Salitre refinado de 1* sorte.
Enxofre em tubos.
E tedes os mais preparo para os fogos de Santo
Antonio,'S. Joao e S. Podro.
A' veada
WA J
34Botica da ra larga do Rosario31
DK
BARTHOLOMB & C.
Plvora em latas
Antonio Cesario Moratra Das, continua a Ten-
der este genero, lano em latas de libra oomo de
meia libra e qoarto, e em barril : en sea eierip-
torio a' roa da Cruz o. 60,1* andar.
Cbarotos da Eavna de differentes qaalidades
veodem-te precos commodos: ea ra da Cruz o.
42, aro siena.
S o S a
a -i o n *c
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o T.-" R
* ? **
|5fF-
S&.S"S
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" B g-v* |
H t
ftel
Papel de foma
Greve lito paolado dos armare os de Tasso
Irmaos.
iiival m m\m
Na risa do Queimado n. 49,
Loja de mindezas de Jos d'.lzc eilo ilaia e Silw,
Aprevena de novo a todos os seos fire-
guezes os seguintes objeelos e mindezas,
todos novos e muilo baratos,
a saber:
Varas de bico brancez a 40 rs.
Carreteis de linha de 400 jardas, fabri-
cante Alexaodre. 200 rs.
Caixas de obreias de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carreteis de retrs preto com duas oi-
tavas, 500 rs. -
Duzia de agnlbas para machina 25000.
Duzia de linha de 2G0 jardas, propria
para as machinas, 1200.
A libra de pregos francezes de todos oe
tamanhos, 240 rs.
Duzia de t<.'sooras ordinarias, 480 rt.
Redes pretas para cabello, fazenda boa,
320 rs.
Grosas de pennas de ac muito boas,
480 rs,
Gaixa de linba de gaz com 30 novellos,
800 rs.
Livros com estampas para meninos,
320 rs.
Ditos para rol de ronpa's, 120 rs.
Pecas de fita de la de todas as cores,
600 rs.
Grosas de btSes de lonca lisos, 160 rs.
Caixas de papel amizade mnito fino,
700 rs. '
Ditas de envelopes contendo 100, 700 rs.
Resmas de papel almasso muito fino,
35000.
Pares de botCes para pnnho muito finos,
120 rs.
Talberes para meninos, fazenda fina.
24D rs. *
Toalhas de labyrinto rao'to snpertoree,
gravatas pretas e de cores moito finas,
500 rs.
CordBes e 6tas proprias para esparlilhof,
60 rs.
Dnzis de meias cruas moito finas, UOOO.
Resmas de papel almasso paulado, 45000.
Dnzia de baralbos francezes muito fino*?,
258C0.
Latas com superior banba franoeat,
320 rs.
Frascos eom agua para dentes moito fina,
500 rs.
Ditos com oleo de babosa amito fine
320 rs.
Garrafas com agna florida verdadeira-
51500.____________ _________
Manteigu a 800 ts ~
Vende-se maoieiga inftleza OoraSCO'M.: ac
Progresso do pateo do Carme b. 0.
Tabeas de reuecie '#e aniea teia*~a
res e vice-versi. esmbto de li a 29 ?(8 |_ i
de se a 21 na loja de miRdwis n. 13 raa d* Ca-
deu do Recife.
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V.
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do Queimado11
AUGUSTO PORTO It

:
-

Afii imt


LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA 00 C3ES-
Os propietarios deste bem conhecido es*
tobelecimento tem a satisfago de levar ao
conhecimento do respeitavel publico qae aca-
bara de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa ura completo sortiusento deobjecto sde
aparado gostoe de inteira novidade; [os
qoaes estSo rwsolvidos a vender por pre-
co mu razoaveis, como sejam :
Liados ciatos com ponas, bordados ve-
drilhos, fazenda qoe njo haver quetn con-
teste ser a melhor que ha oeste artigo, isto
s na toja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
o. 7.
Leques de madreperola, sndalo, raarfim,
madeira e osso, etc., com lindos desenos.
Snarnlcoes de patitas,
Riquissiraas goaroiges etrangas definas
palhas de Italia, ci na vedriiho, pingantes e
sera elfes, e outras com botr.es da mesma
palba muito praprias para guarnecer vesti-
dos, cliapcilioas, etc.
Lindas Matabas m cubases para as me-
ninas irazerem nos bracus, cada qnal mais
bonita.
(TTcsoeara.
Fmissimas tesouras para unhas, costaras,
cabelle eiros e alfaides, as qnaes garanti-
mos ao comprador a sua boa qualiuade.
K*vaih?4S.
Superiores navalbns com cabo de tartaru-
ga e marital'as quaes os fabricantes garan-
tem.
Iiliwiil
Lavas de Jcnvin, amurca e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
f*cKes.
Grande variedade lauto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregagar cabellos, sendo de tartaruga e b-
falo com pedrinhas e sem ellas, etc.
Port Eloaqnets.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madreperola, proprios para ca?>amentos, bai-
les etc. etc.
Eseovss
Finas escovas pararoupa, cabello, chapeos,
nonas, dentes e para limpar pentes.
Abotnadiaras
Lindas aboluaduras para coiletes, punhos
e collarinbos. -
Perfumarlas
Finas e de todas as qualidades e dos me-
Ihores perfumistas al o presente conbe-
cidos.
CoSares tic aojer
Eletricos magnticos, contra as convul-
soes das creangas e facilitar a dentigo das
mesmas. Ja tao conhecido os prodigios
destes collares anodinos que nao ba quem
davidede seus efcases eieitos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tero
sempre grande quantidad em deposito, isto
na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.


t!|H

Ih'i
No armazem de fazendas dt
Santos Coelhot ra do Quei
madon .19.
?eehiGcIia.
Toslha ?l-ochndas para mos pelo baratisc-imo
f:eco de rj5 a duna.
flora -e barato
Liasinha 5 e; ciada (senda iuteiramente nova a
700 rs. o co 5 do.
Dita pcil de chevre a 900 r?. o cavado.
Basquinas modernas e superior fazenda a 30$.
Corles de organdys branca muito fina a 95.
Cambraia branca transp^reDie tina pecas com
10 jardas a o, C;*, 7,5, 85 e 0&
Dita dita pala muito Una a 7J500, 8$, 8J300
9HX 0.
Dita dita sniss Oaa a 8,?.
Dita dita para forro pega cora 10 jardas 3,3.
Dita dita adamascada para cortirados pega coro
50 ?ats :2j,
Dita de Imito mtio fina a 95 a vara.
Bales di iS e 30 arcos a 2.
Ditos de 40 e 30 arcos a 4.
Ditos de nurculioa esiiaics a 55000.
Saias !i r.).-.-; ..- a 45S00.
Fil de licu com salpico* a 900 a vara.
Dte de dito liso a 700 a vara.
Tarlatana de cores a 800 is. a vara.
Fiaoella de cores a 900 o covado.
Cuidos bareges para vestidos a 700 rs. o covado.
Bramanlo de liubo cem o palmos de largura a
15200 a vara.
DiU de dito com 10 palmos de largura a 35 a
vara.
ftMapolo superior de 65, 75, 85, 95, 105,
12-3.
Atiaihado adamascado do algodo com 7 l[2
palmos de largura a 25 a vara.
ito dito de liobo com a mesma largara a 33.
Algodo eofeftaiio propno para toaibas e leu-
fOts a 15100 a vara.
Coberias de rhiu de ramsgem a 25600.
Celias i!e fu-lio a 65.
Laaces de hamburgo de ilr.no a 2500.
Ditos debramaele de liubo a 35800.
Espartilnos linos a b.
Pannos de la adamascados para mesa redonda
45300.
Gaardanapos de Ifnbo adamascados a 45,
Toalba* de lioho alcochoolas.a !<5 a duiia.
Ditos de algoiao felpados a 125 e 14,5.
Lencos de cambraia branca fino a 15800
25-TtO, 35200 e 35600 a dnila.
Camisas fraucezas muito finas a 325 a dniia.
Ditas inglezM de liobo a 305 e 604.
Colarnnos de nho mpito finos a 65 a duza.
Assim como outras multan fazendas que se
vende por meos que em outra qualqaer parte, e
da'-e amostras de todo.
\ende-se piche 'do gaz proprio para
upbalto, calafeto de canoas,
assoalhadofl, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agua,
etc. etc., em grosso: ns fabrica do gaz, e
a retalho, no armazem da Bolla amarella,
travesaa do Imperador.
" Vende-se otna esclava de 16 a lfancoi de
lade propria para tolo servido: no pateo do
Terco n. 141.
Recebararo os ouis superiores vestidos pretos bordados a otros, sendo todos do melnor
forgoro.
Superioresselas pj-^s, moreaotlqpe e groadeoaple para wstiloa. 1 a'c (t
Vestidos de blnnd para nolvado com mantas e c.ipellas riqulsimas.
Fro&basdij caioi.raia de l'nho bordadas para cama de ouvado. a.a B
Toalhis de cambraia de liobo bordadas.
Colis de seda para c*ma e ditas de croch com lindos desenhes.
Cortinados da .ambraia bordado? para amas e janellas.
Lindas basquinas de teda preta para fenboras.
Sedas de lisia da coriis e ditas fixas muno lindas. :
Tapetas para ofa', para c-mas, e pianos o tpeles pequeos e para entradas de porta de sala,
alcatifo e tpeles em pr^as largas e estrellas dos meluores costos e qu.lidades.
Malas para vigtns nos vapores a' Europa a superiores saceos pequeos tamben) para
lagero.
Camisas inglezas de lio) o par* hornero.
Ricos vt.siidc- braucosd caruoraa bordados a' agolha.
Casemiras pretas a de cor para roupa da hornera, pasaos finos pretos e azues, bombasinas,
merinos.
Brioj de liobo branco e de cor, cambraias, silecias, organdys brajeos e de cor, laas de diversas
qoa,lidades e muiu< que Augosto Porto & C., vendem por commodos precos paraTagradar aos seus
freguezes.
Co:iau:m sempre a ter o melhor soriimento de
. ; ti 1 .'.:
.ony t 3
1
^SftnB'Be'-Mlpfiaam a dinheiro
p til' IHI wa
.st> LOJA B ARMAZEM
no
-W*''W9 1& 99 ?!
-
I
Boa da Impera triz n. 60

DO
3 fcl
JlHIA t& SILVA.

*0
ranos
Sndem-se en cafti.t Rab ScMdhm C,
Cadeia-B. 1*,: ,
Em ea?a de Tneo. Jusl, do caes da A!fo&6t
Velha, veodem-se fnperors macbinas de sern
acreditada fabrica dos Sr?. Plant-r Bramu^acA
de itew-Yoik, por pregos razoavels.
Nos armazens de.Tprsa fr-
mao?.
fiESSO
'

Esleirs da ludia para forrar satos.
i
-
__.

ESSEffCIA COlCEKTlftADA






QrepaTada a'fri por Angoste Caors,
' i! i'JICLI TICO I'FLA ESC0L1 DE P.iHIS 8 Sl'SSESSOR aESTA CIADI
DE
Arlstldes Kals-cl e *. H-.tsia
N. 22 tlt-a da Cruz 5. 22.
amera!.
TratameDto paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nena oatro qualqnex
Verdadeiro purieader do sangge sem azoogue. vr^rn ,,aiUi0S e ,ar8Qra' adamascado a
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua origem na impureza do z^0*/ a sara ; "l ^t 'lfl0 fezerida muilo
aligue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escrupulosas, dartbrosas, qne ?.0Per,i0E a 3?200 a van; guardanapos de
feuham ellas.por bereJitariedade, quer sejam adqueridas pe'o contado cora pessoas infecs 'inll ; a"3(:cados a 4550O a duiia e mnito
:oaadas dos diversos viros que contaminam o sangue e os humores. nnos a 8000, e ditcs econmicos a 3i0
A caroca 6 um remedio prodigioso, usado desde remitas eras pelos indios ;ia-
lo Brasil, e passando seu uso de gersc3o em geragao, boje, um dos remedios, mai-
y>nhecidos-comn prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse mi-
nero a morpba ou lephaotiases, para ckjo curativo os nossos sertanejos considrate a
aroba como remedio especifico.
Ha muito tempo entrou a caroca nos formularios como preparaco magistra
tob a forma de eleictuario, ainda boje lembrado as ph^rmaconcas com o nome de seu
celebre autor Joao Aives CarDeiro: nao ella portanto, remedio novo nem desconbeeido,
O ungento de caraba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o cura de> uso ouhas e ulceras syphiticas srdidas,
i empregedo com proveito ivo dasbeoficua de rimppplicaco de muilos ouiros agentes
Jjerapeutio s enrgicos e dpois quolidiaoo.t.
Muilos dos nossos mdicos de consideracSo e entre elles o muito distincto pra-
ico e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
ie experiencias r etidas, o que diz a fuma das benficas propriedades da caroba no
iratamenlo das boubas, das diversas formas sob que a ayphiiis se apreseota e muito es-
pecialmente as que tm sua sede na pelle, e poderiamos relatar alanos casos de data muito! vende modenos pnnhosrcom gollinbas bor-
uoderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a car.ba produzio admiraveisj dadas em esgui2o de nho, tanto brancas
ffeitos, depois de inuleis e proloogadas applic2ces de salsaparrilba, mercorio, iodo, como de cores, pelo barato precode 1(5000
)uro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que una planta t5o notavel por suas inapreciaveis virtudes
jscapasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados praticos eur peus, que se ap-
plicam com especialidade ao estado e tratamento das molestias sypbiliticas e herpeticas, e
para prova ah esiao os Srs. Drs. Casanava, Schurfer, Ricord e ouiros dando as mais li-
O propnetarlo d'este grande estabelecimon'o tem resolvido vender todas as
suas fazendas muito mai> baratas com o.fim de apurar dinbeiro, e diminuir o grande de-
posito que tem das iriesroas; dando de todas eHavamastras deixaado ficar penhor, assim
como manda as levar em casa das escellentissimas familias pelos seos caixeiros, e parti-
cipa w pessoas que negociara em pequea escala, que nene estabeieeimento encontrar3o
um grande srtimento de fazendas de Iei como da pbantssia e se Ibes vender pelos mes-
mos pregos -que" comprara as casas inglezas, ganhando se apeas o descont.
V&tid(tt graiadiflOS COM 10 Varas a Mad^polo Bfeslsda8^0e0na kija do ParSo.
5(5000 rs. Vndese superior madapolao francez en-
Chegaram os mais moderno* vestidos de fes,ado Sent,o multo boa fazends e muito
organdy, tendo Cida um 7 pannos e cada jipado, l*ndo 24 jardas cada peca pelo
panno com urna bonita lbta, e 3 varas lisas l reg de t-000, assim como ven-
da mesma fazenda para o cqrpo, tendo o
corapeieote enfele para corp a mangas, c
entre elles muitos cortes eom asseuto bran-
co e listas pretas e vende-se pelo baratissi-
mo prego de 55000 o corle.
As eambrais liz;>s lo PavS.
Encnnira o respeitavel publico neste es-
tabeieeimento, um grande soriimento, das
mais finas cambraias brancas, seiido suissas,
inglezas, lauto tapadas como transparentes,
que se vendern mais barato que em outra
parle, por baver um grande srtimento
n'este genero.
O atoalhado do Pav.lo.
Ven^e-se superior alo,.rbarjo de algodo
com 8 palmos de largura,
de-se meias pegas do mesmo com 12 jardas
a 4,3000, grande pecbincha na luja e ar-
mazsm -'o l'-va ra da Imperatriz n. 00.
A LAAZ'.Na.S DO PaVAO A 360 S. OCO-
VADO.
Nos arroazpns dt- Ts.'so Irmns.

i
Farello a odOOO
a sacca ero 96 Jlbras : no a/asazt-m da E' ufla
no pateo do Paraizo n. 14.
VENDE-S?
lerrea rm boa ra do OaitrcA
Urna boa rasa
Ba Vista, com 2 va'as, i qoario, cc.-iofca Jr,
(?raorte lointal rrinrarto ehm $> m >rvnn-,., <*-.
chao proprio : a tr?lar na ra Nova n. 4C
Na roa das Crnzes o. 41 A, >e diz qatm *rst
um cofre (burra de ftMo) de auna srgorsn.
"Ir j -rjiyjsBjMit.niMj.
Ksornvos fltfjdoa
Vendem-se as mais bonitas larsinhas pro-1 grfsu,pr biVer -''ffnd.i d erisipela una **>
aspara vestidos sendo padres muitos X'itaa'Su rtSlf? iMD^"
As lazinhas lizas do I'avJo a 3O rs.
_ Vende-se as mais bonitas e raoi'ernas
lazinhas de urna s cor imitago de poit
de chevre liso tendo entre ellas as aires
mais lindas que vierao ao nwrcadne'ven-
dem-se pelo baratissimo prego de 320 rs.
o covadoj assim como ditas mati.-adas muito
lindas pelo mesmo prego, na loja e airaasem
do Pavao ra da knperati iz. n 60.
Os manguitos com gdiukas da
Favoa i$m
Vende-se os mais modernos manguitos
com gollinbas sendo bordado em fina cam-
braia, tapaila e trans, rente, pelo naratis-
simo prego de 14600 o par: assim como se
o par, grande peehintha na loja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LENCOS BORDADOS PARA MAO NA LOJA
DO PAVAO A 800, RS. ISCO E 23000.
Vende-se os mais delicados lengos horda
ioogeiras informagoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como ^^ Para mao ^eLas baratissimos pregos de
remedio poderosissimo para o tratamento das erupcoes cutaueas, seccas ou suppurativas, "'^j^Jj50t^
iartbros d toda a qualidade, eczenas, ulceras de diversas uaturezas, tumores osseos, e
atrs muitas molestia^ de natureza sypbilitica ou boobaca.
Por ter-se generalisado muito o uso da HSasenela da Caroba que en pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos qae desejam continuar em suas observaces, de- 7esm?cbwll?- BaTlf" ^^ PT
iberei-me a ter prompta urna quautidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do fogo,; pavita tai da imperatrii o. 60, e feto freir
para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ha Ida silva.
aa minha phamacia sempre e em porgo sufficiente para todos os pedidos a essencia con-Lene.S bfOCOS de cambraa de lioho
B e armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 00.
Cbaes a 3oOU
Vendem-s? ctiales de merino lisos com franjas
prias
delicados e mira la, tendo entre ellas todas
as cores, que e vendem pelo barato prego
de 3G rs, o civaao, na loja e armazem
do Pavao ra da imperatriz n. 60.
lpicas para Luto oa Lja do Pavo.
Cbigou btiHi benito Srtimento d'A'pacas
preas para luto com listas e lindos lavo res
brancos, qi:e se vendem por muito barato
prego na laja e armazem do Pavao. ra da
Imperatriz no. 60. de Flix Pereira da Silva.
Pichincha cm maiar.olo na loja do Pato a 6(5,
W, 8,-S, 93 e 10#000.
Vende-se urna grande porgo dos melho-
res madapoles que tem viodo a este mer-
cado, pelo barato prego de 6& 7, 8^, 9t5
10,5000, issira como ditos muito finos seo-
do pegos ilo 4J jardas por prego muito ra-
zoavel, na luja e armazem do Pavo ra da
Imperatriz n. 60.
i'cdiiucba ( chapeos de sol de seda
iaglttw* rom 16 Instis a <0fO(l(.
Na loja do P^v.io vendm-,ce os melh'.res cha-
pees de -l de seda iogleies cora 16 h-.steas, sen-
do ns meitinres i;us tem viudo ao mercado, ptlo
barato prego de tOSCOO Cida um e sim dufeitu al-
pura, sefcd ff.?mda qne nonca se venden por me-
nos de H,5f)0 e 0;COO : Da lija do PavSo, roa
Ca Imi.eratri d. 60, de F. Pereira da Silva.
Corjalos para camase Ja-
ne las ua loja do Pavo.
Vende-se um grande soriimento dos me-
Fugio no da 6 do rorrele a escrva Kmv*,
com os sigoaee sfRinriie.: lra reouiar c'.*
docorpo. idade de 8 a 30 >at% poupo atnlada, rosto uos p^uco ridcndo (3d# *
queixo de baixo Gco, olbos esceito-? um .
averiguado?, ps gjfossos sendo o c q.ri^am
a
acento braceo e Iktraa '&}&' nouco wViihtT.
Lm mei que velo de Gounna e aqu M V94*-
qerp a pepar leve a rna ila Coucerdia a. 4f a
sera generosamente gratificad>.
200,5000'
-
Ainda se acbam tofMM dest~ eogenho Sp< it
cho. frejsoiiia da Estada, pecleocente a Btror<-
no Baibo
omez de ouiuftro de 1867 o travo Lu?, "eresv
idade 32 anim, ms>s ou menos, Hira frcahr, <
hom corpn, tc ptetti inrn paoos pelo roMo m
limados, beag felto de i e mi, perol* ranas
nodo ladino, atrc?cido do asmalbliro, pooca te-
?ra J6 ?* f'v,,'rf!ro dfste correte trao *
XW, o c^bra Loh /oacio, almra rtpni.r, rtea at
aoraa, e>roalmano, oihos per/nfO*', Darte >;.-
cara taxigosa, pinta grossss ^m felto anda meio aoiaanfa. aaVeHu de nfgro. naraaeM
olto, anda eom es s um unto para deoro tVta
Eross2, tero um calo bo na p esqoerda. d^es K
madosechama.se Lui, BtVdOtrprac.
que pode mudar de nome; leven fnrtadss M
gas de bnm pardo, d.ns pattots e 3 camsas, ne-
oa eMa du s. nhor ()ue | 'le ircca-!a | r Ita ox
grande : roga-te, p'i?, a t.dfsos capirs <- ta-
p, oa a nuslqoer pessoa qop pessao apofefe*-
dlos toe rea no ano enitiuin Sete fiaa hos -.
rtceteraa qusniia de 2 05000. O'rvbm. .^-te
iBeiiho sihiu com um alfd atiri ..oro (raay
Iba, e foi comprado nesta prnca ao Sr. .'ninaia
t Viclra de Sou/a. O raeravu Loiz. criooo *-:-
prn ao Sr. Jot Pedro do Bepo, esl^ ao proear
urda bichare! fos mes ^ Sa B,rrftr, J Se
8a betifl Jnior, e o bachan-l ccmiron a D. Anca
Mana da Conceitao Gamb-irra, moradora cent M-
dade
o e.-cravo n Mi al -la protimMa da Pttitf-
lh res drlinadus bordados, proprios para. '**'/ai-ra Luix jgo-cio ccmprn ?o Sr. ab<&
camas e ianellas pelos barato, pregos de 105, i i V*"a*s *a0 Sr- J"qn'm re Gas-
mt 20-5 e mm o par; damasco de 15a' JSSgJ^ Da,Qrsl dIte fa'" da w<*
para colchas a iutago de seda com 8 pal-
mos de argura, colchas de croch para ca-
mas de Dpjvos, ditas de fustao, brancas e de
cores, crochrs proprios para os e cadei
ras de balago e
na loja e armazem
triz n. 60.
StetalhoH baratos.
Vende-se porgo de retalbos de cbitas,
cassas e lanziuhas por prego moito barato:
Fueio do da 26 de t(,nl pr. x'tto paSKMHjk
doluKur chama?!,' Guan?, un; carava com i.
de de 18 a 19 ddo, n-ulata .cabralliada, (dr a?-'
, rar:jada, cabello pegao e vurnelbi, caca larga
para cohrir presentes, istofSEfti*!*ffi^Mi beaeicof,
j j i corp e liraeos crossos, boa a ;ur,! t- um n^ict,
i do Pavao ra da Impera-! pPq0(.nts echa ?*, oribas JSSi/fiMS
fetaseolbcs grandes e vivrs: qn.-ai a pp^^r %~
nja se a ruada Impastriz o. 67. une se-a" acal
recoma? asado.
Oo aballo ass'gnado so acba fagido tiette'e
na loja e armazem do Pavo ra da Impera-; "me Trajan^'E d"' Se eS"ave p4rttt *
triz n. 60 de Flix Pereira da Silva. roeuos. magro, e caraolbo'
dojS pouco nai-; ;t
tem em um dos olfcoc
entrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para que nunca faltem aos senbores
uedlcos que quizerem experimentar to precioso agente medicinal,
ftecife de Pernambuco, 17 de oatubro de 1866.
Adguste Caors.
Roa da Cruz n. 22.
Vcnde-se na rna Nova n.2o, pharmacia fraEceza de
Soto e grande deposito de superior earvo de Cardiffna
BaMa.
Antonio Gome? dos Santos & C, ra Santa Barbara n. 1, esiao habilitados a snpprtr t
r?So:e m ccndlc5es ma favoraveis qne em ouro qrjEhjasr deposito, a toaos os oavios a vapor tCK6m nsonelit corto. A contratar nesta com Domiczos Alvas Maihsus,
:
--
NOVAMENTE CHEGADAS
do
AO ARMAZEM
loja

A' taa da Impisalric os. 48 e 52, julo
e puta ra franceza.
Tendo-nos chegado uliimamente fazendas i<;tramele novas, por isso comi-
damos por este meio ao respeitavel publica, a qoe nos procure a comprar fazendas de
bom gosto e por pregos que nao achara em outra qualquer parte.
Admirem 1
Madapoloes finos a 50. 60, 70 e S0OOO rs.
s no armazem do Leo.
Chitas escuras de padroes lindos por pre-
go de 310 e 3-0 rs. o covado.
Ca-sasas de cor com paiminhas e com lis*
tas de diversos padres 240 e 320 rs.
Lanzinhas cinzentas e cor de boninas a
320 o covado.
Chitas claras uiiudinhas a 320 e 360.
Alpacas pretas e de cores lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs.
Pegas de rambraia transparentes a 4?, 50
60. Por este prego admira a toos!
( ortes de casimiras de quadriouos e listas
a 20800 e' 30000. Gorpiohos brancos para
MDhora a 30 e 30200.
1'pchiuciia !!
Cortes de cassineta de cores para caigas e
paletots a 105000.
CassiBea de cores com um pequeoo to-
que de mofo a 400 rs. o covado.
Espartanos muilos finos a 4,0500, 50000
e 50500.
Adentra 111
Lf ng s bordados a 60,605OCO e 120500.
Ricos e bem escomidos gnstos de bismeks
24ia calcas e paletots a 2500 o corte.
Tambera tero para acabar pegas de panno
de nho, com 27 varas, a 170 e 180.
360 rs. 0 covado na loia clclriz.em virtudede orna qooda que dea (Mari*
ilnPavSn andou ja agido, barba de cabjcnio, It^acH-
Toalhas de nho para roslo a 100 a duzia.
AOS SRS. ARMADORES DE EiNERROS
Vt-nde-se pegas de hollanda pr^la com 40 cava-
a SS0O0 : na roa da Imperalriz n 48 e 5i, junto a
p darla franeeza, loja do Leao.
Attengo roupas feitas 11 no armazem
do Lelo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52.
Assim como temos um grande, completo' Pereira da Silva.
a o ;i;! a f.u/ia.
Vendem-se soperiores lengos de cambraia do
liobo pelo baratissimo prega do 3jS00 a doria,
sraode pecbitcha : na loja e armazem do Pavao
ra da Imperatriz n 60, le Flix P. Ja Silva.
Leoces broncos a 20 a do*ia.
Vendem-se lengos brancos de cassa pelo bara-
tissimo ore$o de 2 a duzia ; na loja do Pavao
roa da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
S|lva.
Pechlncba rm salas
a 30ooo, 30500 e 40ooo.
Saias a 30ooo,
Saias a 30000.
Saias a 305oo.
Saias a 305oo.
. Saias a 305oo.
Saias a 40ooo.
Saias a 40ooo. Saias a 40ooo.
Chegaram para a loja do Pavo as me-
lhores saias brancas de esmbraia com boni-
tas barras com pregas, tendo altura e roda
mnito sufficiente, de um s panno, que se
vendem pelo barato prego de 30ooo rs. Di-
tas mais fin- s a 305oo. Ditas mais finas
com pregas bordadas, qoe se vendem a 40.
E' grande pecbincha, no armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
Silva.
PECKIA
Feslas de S. Juof Santo Antonio e S-
?edro, na loja do Pa>o
Alpacas de quadriuhos a 440 ruis o
covado.
Vendem-se as mais bonitas alpacas entes-
tadas, sendo fazenda transparente, com 4
palmos de largura e com as cores mais lin-
das, como sejam, verde, azul, lino, solferi-
no, magenta, roxo etc. e vende-se pelo ba-
ratissimo prego de 440 ris o covado, ni-
camente na loja e armazem do Pavo : ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva..
Granadines a 640 ris s o Povo.
Vende as mais lindas granadines que tem
viodo ao mercado, sendo urna bonita fazen-
da transparente com bonitas listas de seda
a com diversas cores, pelo barato prego de
50) ris o covado, na loja e armazem do
PavSo; ra da Imperatriz n. 60 de F6lix
do Pavo.
/n,, I 5a de Dr,1B braneo, camisa de madpoioo c-
Chegaram as mais modernas cassas suissas peo do palba: roga se as autoridades tjociaes w
Com 88 cores e desenbos mais lindos que aiprthmdam, e a .juslouer pesoa ano o levars*
teem viudo ao mercado e vendem-se pelo rua*a Crui Reofo n. S4, sera' grauScada.
barato prego de 360 rs. o covado ou a 6001 Ptgi0 "o lnar S. Rojue. freaanla ae-Bjns-
rs. a vara, assim como ditas verdes, com \ ;"flyD,.H? e^*wo monato ar*,e<"0o, f 2i*-
delicados rtefenh, de D0IEe G't>np]- 00 dia (
ueucauos uesennos a Wfl, a VKra. llde Trente, leudo os sigoaes segolntes: naris
LaSSbS CSCOSCZaS a H\) rs. O COYadO.! coroprido, bocea iroabuda, um pouco carraocs-
Vondem-se cassas com desenhos escosse- i "; l*i?|1espiDhas *"'***; abfJios pretos estira
7PS neln rianattaicnn nrprn rt 9S0 r nw i d05, a, J??**"' cln"s f^Of-n. s e Bstannos,
es ptio fjdrdiisbimo prego ae 28U rs. 0 CO- apernando barba em irdo rosto, ns grandes, s;t-
vado. ra regular, corpo grosso e acar vteilanto, <<-
Cazaquitibos de Pavo a 150, 200 e,
250COO
Chegaram os mais modernos cazaquinhos
preto de grosdenaples ricamente enfitados
comtraga e wdrilbos, que se vendem pelos
| baratissimos pregos de li>0, 200 e 250 na
! loja e armazem do Paao: ra da Imperatriz
1 n. 60 de Flix Pereira da Silva.
i ores de chitas
30200, 30520 e 30840.
Cortes de clubs a 320O.
Cortes de chita a'30200.
Cortes de chitas a 3520.
Cortes de cbitas a 30520.
Vendem-se bonitos corles de cimas francezas,
affjauc nos muito encorpados e fluos, pelos baratos pregos,
o corte de 10 covados por dez patacas, de 11 cova-
dos por onze patacas e Je 12 covados por doe,
grande p6cliiLCha para apurar dinbeiro, no arma-
zem do Pavao rna da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira ta Silva,
Pechincha
em grosdenapoles preto a 10000 o covado na
Loja do Pavo.
Vende-se grosdenapoles preto, muito boa quali-
dade pelo baratissimo prego de 1100 o covado,
pecbincba na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n. 61, de Flix Per6ira8da3ilva.
e variado sortinento de roupas feitas: ia
litots sacos, sobrecasacos, fraques, jaquetfies,
caigas, colotes, camisas, seroulas, chapeos,
etc., tudo por preces que admira 111
Tem tambem um srtimento do roupas
ordinarias por prego baratissimo.
Acaba de ebegar a este armazem bonito
soriimento de cortinados bordados de ricos
gostos pelo admiravel prego de 1505CO e
150000.
Admira f! i
Grvalas de seda a 50 rg............\ No armazem o Le3o 111
Golinhas bordadas a 50O rs..........( No armazem du Le5o 111
Laaiinbas a 200 rs. i ( No armazem doLeSo til
Liazinhas azOO rs. II I _, .-
Laazinbas % 200 rs. 11 J No armazem do Le5o 111
No armazem do LeSo^a rna d* Imperatriz ns. 48 e 5i, junto loja de on-
rives e padaria franeeza.
tural da C^baceira da Parabyba do Nirte, t:-nd3 z,
mai no Itenfe, sendo ella forra : provavet <^fi4
para la se tenba dirigido. Roga-se 83 autoridad- z,
e as pessOas paniculaies qne se o ppparem o=
praca, dinjam-se a casa do Sr. Jos JoaQsin i
Parias Macbade, que serio generosamente reeoo-
pensados, e fira della a casa de sna senbora abai-
xo assignada, ou na roa do CresDO n. 10.
S. Roque, 12 de Junbo de 1868.
_ Joaquina Haria de Arroda Costa.
. Acha se fosido desde do da 4 dj eoroata.
um milatiobo cboocolo de n me Jos, de 13 a i*
ancos de Idade, veio do limito em Janeiro d-i*
aonn, e foi vendido ne.>ta cidade por Antonio iota
de Mello, npgociaBle daquelle lugar, ao Sr. Fer-
nando Jo Correa, com i.Ja na ra Direita dt^i
cidade; pede-se as Dioridades quer de aqai, qs-jt
de fr.-t, que o aprebendam e o entreguem a sez.
seabor, Uja na rna Nova desta cidade no 2* as*
da casa n. 68, que sera .Beoenosamente gtti-
cados.
Fogio no dia 23 de maio prximo pau-
sado do eDgenbo Cutigy da freguezia d*
Escada, um escravo de nome Jos, criooJo,
de idade de 24 annos, cor fula, bauo.gn-
so, sem barba, pelle spera, cem falta dentes na frente, foi visto no dia 6 do cor-
rete na estagao das Cinco Pontas ; que e
apprebender e levar ao mesmo engento ot
na ra eslreita do Rosario n. 47, a Rodrigues,,
:aluaaras laglezas a 4jJOOO Aimeida & C, ser generosamente recoffi-
Os Bareges do Pavao a 640 ris.
Chegaram usmais bonitos bareges mescla-
dos, de todas, as cores e muito lustrozas,
sendo bastante largo?, tendo entre elles ro-
sos, lirio, verde, rosa etc. e veodem-sa pelo
baratissimo prego de 640 ris o covado,
nicamente na loja e armazem do Pavao :
ra da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Merinos para vestidos a 040 ris o
covado.
Chegaram os mais modernos merinos,
sendo fazenda a mais leve e mais ^ejicada
que tem viodo a este mercado proprios para
vestidos, com liadas listas matisada e ven-
de-se pelo baratissimo prego de 040 ris o
covado, onicamepte oa loja do Pav^o: ra
da imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
o covado.
Chegaram pelo ultimo vapor da Europa
as mais bonitas, e mais modernas casimiras
inglezas de cores com os padroes mais bo-
nitos, e muiti encorpadas, tanto escuras,
como alegres ; vendem-se pelo barato prego
de 40000 o covado, oa a 70 cada corte de
caiga, pecbincha: oa loja e armazem do
Pdvo, ra da Imperatriz n. 60, de Feliz
Pereira da Silva.
CAMISAS DE FLANRLL A 2*800.
Vendem-se superiores camisas inglezas
de flaneUa com differentes cores, sendo mui-
to bem feitas, pelo barato prego de 20000
cada urna: na joia do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Feliz Pereira da Silva.
Camisas inglezas,
Pecbincha a 24G0O.
Vendem-se camisas brancas inglezas com
muito bom madapolSo e aberturas modernas
pelo barato prego de 20000 cada urna ; di-
tas francezas de liobo a 30 ; seroulas fran-
cezas de nho e algodo mais baratas do
que em outra qualquer parle: na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz o. 60,
de Feliz Pereira da Silva.
Para janeilaf,
Ricos cortinados a 120000.
Vendem-se os mais rices cortinados pro-
prios para janellas, tendo porgo de pares
iguaes, pelo barato prego de 120000 o par:
na loja e armazem do PavSo, raa da Impe-
ralriz o. 60, de Feliz Pereira da Silva.
pensado.
Fogio na noite de 13 do corrente, do eoge-
nbo Jussnra' da freguezia do Cabo, um escrava
pardo de nome Joaquim, Idade 20 auno?, com os
signaes segoiotes: boa altura, cor bonita, tem sea
belide no olbo esquerdo, cuja sobranselta. 6 nt
baixa que a octra, tem falta de nm dente oa frea-
te no queixo taperlor, peroas grossas em reJa$
ao corpo, espadando, tero bigode e pera poaca g-
pesss, levoo cbapo de cooro corttdo, coberla 6t
algodo, sapatdes acbinelados, camisa de madapo-
lo eom flores ca abertura e ootra de chita do as-
sento braceo : roga-se a quem o pegar qae leve-*
ao snpradito engenbo ao largo do Carmo n. 1, ae
Sr. Joaqoim Manoel Perreira de Soaza, que sa gra-
tificar' com a quantia de 50/1.
~ Fugio odia~ll do corrente moz do eogefltH
Tapoama, o escravo de nome Soteno, por apelic'q,
i.amnd, cor preta, cr'loulo de idade de 3oaoB,t
a naos ponco mai> ou menos, com os signaecse-
guintes : estatura baixa, cara redonda, com tci-
irises as costas de eticle, peroas zambelas, tas-
do a e.- querda mais grossa que a direita' qoe pgm-
ce ser eoxada, cantador de improviso ; o mesas*
escravo foi do Sr. Antonio Pinto, morador noCa-
xang, onde (em mulber e (ilbos, levon caifa bnm, camisa de madapolao o chapeo de coiro. Ka-
ga se a quem o pegar dinjir-se a Jos Pedro dt
Oliveira, no mesmo engeni o Tapoama, fregaettt
da Escadt, oa nesta praga a Con da & C, na raa
do Livramento n. 10, que'seri recompensada.
No dia 10 de junbo desappareceu om pre
que condazla urna s cea com cera d> carnanba, da
roa d j Queimado n. 13 a' rna do Destino a. SS,
cujo sacco leva va a marca S. J. S. e e o peso ae-4
arrobas e 9 libras, quem dalle tiver noticia poda-
ra' annunciar por este jornal qoe se pagara' o ac-
nuDcto eu entenda-se em qualquer ama das case.
cima mencionadas qoe se gratifltara'.

.i
J_ HlGfrtl J_


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tarto 4c Werntmhne* fl ,. >
.Mdyini
I 1
i
isnBit\mtBiisi\wn
CMARA DOS SUS DCHJTADOS.
SESSa ) EM 27 DE MAlO DE 186*.
PRESIDBNCI* DO SU SIL'EIRA U)IO.
(Gotinuacao.)
Nao podlam roais vo'tar o tbeaooro, porque,
maniendo ha lempos nma polmica violenta pela
lurpreosa, em que langavam-se reciprocamente
g-osseiros improperio", chegaram por fleu a vias
de laclo.
Antes de cbfgarem a esse extremo, om delles
procurou me ailudio aburila puie-uica, dndome
i entender que nao liona mais pula aela.
Chame) o director da turnada de codas, o Sr.
cnsalh-iro de ero, sob cuja.* ordens serviam elies,
e pp.li Itie que os rooitragasse, ou> se u'' '''ae
posslvel, que es resolvesse a pdr termo a es>a lula
ndereote.
O Sr. eonselhelro de B;m eoteadea-sa om os
dous empreados, a cororauoicou me qua um delles
itie disaera : En sera) o ultimo ; se o oulro ees-
s;r. cessare >. Ficaram olsso as coasa.
Nao bavia, po m, decorridu muito lempa, q aan-
4o, prximo a' porta do tbesoro, esses eraprfga
dos rolaram pelas pedras : um armado de lustra-
meato aviltaote, com qoe maltrtava o contraro, e
r.fe defendendo se coui uuhas e denles.
O Sr. Soma Anlrale :Longe da repartigao, na
rsa.
O Sr. Presidenta do Conreino :Um sabinlo do
ti- uro, e as proximidades atracaran) se.
Entend, porianto, qoe esses empregad -s nao de-
*iam uaas foliar ao tnesonro. E, com effaito, fiz
e que na occaslao podia, maodei um para o llio-
brande do Sul e outro para o Ceaia ; um para o
norte, outro para o sul.
Sr. (i Ottoni :V. Ese. me permiita ca ob;
sarvacio. qoe nao de censura ao gove.no ?
O Sr. Presidente do Conselho :Marquei-lbes
tira praio para sui partid:. L';n delli-s, qua ho-
maro oatoralmebte brioso, e que comprehendla
LeHaroente a situncao que as cireooisianeias Iha
baMB tragado, tanta que nunca, directa nem in-
directamente, por si nem por amigos, procuron
amoverme de qnalquer providencia que cu 'iui
i esse tomar, nada reciamou, uem parti pira o sea
destino.
Pergunto eu : esse procedimento o que pedia ?
A exooerago ; esta eslava implcitamente solicita-
j, e deu se-ih a.
outro, no da ero qua fiodava o praio para se-
p jir para u Rio Grande do Sul apuareceu-ne alie
gando certas conaideragSes.
O Sr. Soma AortrartH :E provando molestias
com aite.-taios dos nud.ros oais distioctos do Rio
de Janeiro.
0 Sr. Presidente doCooselh) :... a qoe alteo
di c.ucedendo Iba aioda uiu pt-queoj praro, depois
do qual foi exonerado.
O Sr. M u' Audrade :V. Exc. inesoravel.
U Sr. Presidente da Cooselbo : Fui e sou me
7. r,.vi-l cun tedo aqutrile que nao bom eroprega
oo publico.
O Sr. C. Ottoni :V. Eco. d liccoct qae lhe
/.{ urna i pergunla T Nao quero ocomoaoda lo.
0 Sr. Prasidaote do Cooseloo :5e nao quer ia-
commodsr-ma deixe me couiiauar, porque lenno
duas boras para faiiar.
O Sr. C. Ouoni :Nao Ihe voa fazer cemura ;
quero /-Mar em no.-re da justiga, sem (aliar do go-
bern. Acamara aprecie a o paiz este proced-
meato.
u Sr. Presidente do Conselho : V. Exc. depois
ir.e dir' o que quixer.
O Sr. C. Ol.oni :Persisto anda qoe nao Itei de
accusa-lo ; nada direl pjr esse motivo. Inelit-
inent, nae teoho raais a ver. de fallar.
0 Sr. Piesideute do CoRttlto : Daeliaoa-M
aqai aiada o nome de um empregado que eu de-
ronti...
Uj Sr. Davalado :O inspector da thasourana
oo Caar, o Sr. Jjo Severiano ttibairo.
O Sr. Presdante do Coo>elho :E' verdade. O
? 3bre deputado disse que demilti esse empregadj.
ronbecendo a sua probidade. It-^coohe^o, e t : >
!e dar lestemooho peranle a cambra ('nuilos
i-poiados) da probidade do Sr. Severiaoo.
Elle veio a corie, e procuroucue em urna au-
diencia, qa Ten lo saber i mim se eu duvidava de
>oa probidade. Respondi-lne em pon.-a- palavras :
Perdeu o sea tempo viudo a' corle saber des
vrdadeiros motivos de sua exoneragao ; quando
cairos, no ha seno os que del em aviso, e foram
publicados. >
Senhores, o inspector da tbesoorarla do Ce.-.ra
tinha sido deleixado, muito deleitado. Em offleio
do de julho elle ctizia ao governo 'ue nnba dalo
Lalango na repartigao, e que liona veriQcado a
exaciido e existencia dos saldos indicados pelees-
criptung) as especies e valores constantes dos
al.ingos-, do emlanto qiu urna declarar) feita poi-
trl^rmente pelo ex tesoureiro, to tempo do roubo
ios <: r- na importancia de l'i.':'OJ', vuio de-
m mstrar o contrario.
Com eleito. passados algtns dias depois do rou-
b), o tesoureiro, recolbido a cadea, envin da
priso ao inspector um cib'io duendo qie exista
ta ibesourana, cm nma Rtvttt, diversos bilh-tos e
reetbos de empregado>, G'onde constavjm os adian-
t>mcnt:s qua Ibes Diera em [evereiro, malo, abril
e juobo. .
ste s f.uto mestra que o balaorjo nao tinha
(ido exacto : nesse balaceo o inspector, segundo
coifrSa, verifleou os valores cxist-nies em olas
pelo numero de macos e indica,.a que continbax
das respectivas impoitascias.
O S.\ Beierra :Nao mosira tal ; na occasiao o
L'.via, e o inspector provou-j calhegoricsmente.
O Sr. Presidente oo Cooseiho :Nao o prsvou
catheg ricamente.
O Sr. Bizarra :II.i de mstra-lo.
O Sr. Presidente do Conselho :Um empregado
a?;im negligente, assira descuidado...
O Sr. Loureng'i da Alhuqusrque :Nunca o loi
durante toda a sua ida de ernpregaJo.
O Sr. Presidenta do Conse'oo:... nao podia
Continuar no emprego.
Seohores, necessario algum exemplo da severi-
da Je. Xa B.hia 180:OOOf noham sido, em doxem-
bro de 186(3, desvudos tara seas negocios, pelo
iliesoorciro, alli altamente protegilo e relacionado
( nnitos apekdo.-); ea o demilti, e foi protestado
D'ahi a ponco, era julho da 1837, 153:C03ji eram
roabados des cofres do Cear I
Era necessario am exemplo, e enlenli que bem
proceda exenerando esso empregado, a cu;a desi-
dia o governo pod'x com raxo attnbuir tao deplo-
ravel aconieciojeolo aa ihesouraria de faxeodt do
Cear.
Urna Voz :E qne fez para a Baha ?
O Sr. Presidente do Conselho :O thes nroiro da
Babia foi exonerado e rnettido tro processo, e o
mesiao se fez com o thesooreiro do Cear. Quanto
tn inspectores, nao ha comparago entre o do
Cetra' e o da Babia. K-1a nao foi apanbado em
fJi;ao!e deteito. como aquello.
Foi-me e.-lratiado qae me demorasse algara tem-
f em resolver a demissao do Sr. Severiano.
O Sr Bezerra :Mostraolo qae eslava satisfeito
toa/ o proce'.mento deste.
O Sr. Prewdenle do Coiselho :--Perdo-me, nun-
ca estiva satisfeito com o sea oucedimento. Agatr-
dava os ltimos esclareciuienlos, agnardava a de-
clsie do processo instaurado a respeito do roub)
do core. __.
O Sr. Beierra :Hei de responder ao nobre mi
iiislro : em apartes nao posso.
O Sr. Lourengo de Atbnquerqae :Era om em-
rregado qua tioba 35 annos de serviga
O Sr Presidente do Conselho :Tivesse 40, ha
via de perd los; sirva isto de exemplo.
At se disse qae, sendo o lugar de thesonreiro
cobigado por algaem, bavia sido exonerado o tbe-
soureiro para ser aquella sujeilo accommodado I
Accrescentavase qne o proprio logar do inspec-
Dr o n iolslro o dese.avt para d-lo a cerlo prelen-
denle. E' falso; nio ha nenboma relagao entre o
que se fez a respeito de negocios da fazenda do
toara' e a poltica dt provincia oo do Imperio.
O nobre ilepaiado, depois de afflrmar qae soa
terdog) dos empregados pob'icos, propozse a\|
mostrar qne cu verdugo do commercio; porqaan-
to, para uo dar ootras r5es, soa amigo da erais-
sao de papel; flt descer o cambio extraordinaria
mente; e, como se todo isso nao basiatse, venho
jastlflcar agora a emissao de papel com os resolla-
dos praticos I
Na memoria dt cmara dave conservarle o qae
a respeito da autorisaco para emiliir papel occor-
reu nesta casa apolados); todos se lembraro de
como o nobre depntado, no anno passado, se enun-
coa no debata relativo a este tssnmpt): dz:a qae
i autorisago lana descer extraordinariamente
u cambio, e qae t sua realis.gao faria ainda muito
mais extraordinariamente descer o mesmo cambio.
O qae ea disse ao relatorio, o qae mostrei com
os fados, o segainte (lando) :
a A autorisago conferida ao governo nio n-
flalo, pois, sobre t laxa do cambio, e maito me-
nos o aso dessa aatorlsago, visto qoe al fias de
dezembro o tbesouro nao emittio por contt do cr-
dito seno somma Indispensavel part o ptga-
menio do onro comprado o banco do Brasil, o qne
nio augmentan t massa do pip*l circolanb-, pw canto, Ma hyooibase de aogmanto da vtodmen-
si ler deixado da fuer a ruisso pnrmittida i ?U Os em gfral a dotadlo, u subsidio, nao reeabiam
iti da li da setembro d* 18J6, conforma eiplica- augmaito algum Sem davii, a porque T Porque
re no artigo cumpct=ta. o anbsidio objeeto de orna li especial, que nada
t E a prova mals irrafragavel da qoe a emUsIa, tea com a laglslaeio sobra regados; pois,
de papel roovda as actuoo sobra a attaaeio oo- a disosiaio qae aagmentasse os vencimentos dos
netarla pelo modo extraordinario qua a todos sor- (aneeiosarios nio podia beieOflUr os subsidios dos
oren i.u, qae o governo con*$ou i realiza-la de depntados senadores.
anitivameol4,na occtsilo da queda precipitada do i EolfeUoto, prosegua o oobre depatado :-ua lei
cambio e da alga do precodot melie?, e nio obs que cerce os vencimentos em geral comprehende
ite, a rise mas tarde diminuio da intensidtde, os aubsldios. De maneirt qne n'om cato, quaodo
O Sr. Presidenta do Conselho :O amaenho dos
oobres denotados das Alagois hanra os, a o gover-
no, aotif da om da ouirot, mas lapardlal, a-
guardt M debatas.
O SV. C. Oitaoi :-E" neotro.
O Sr. Presidenta do Cooseiho : -Pardoa-me o no-
bre da*otdo. O governo nao poda jolgar logo a
qaestao, parqaa n5o lave ento os elementos naces-
safios par* isso.
O Sr. L-Kireoco da Albaqner jos: pois devia
___. julga-U ; mas V, Ext. esta eo urna pstelo onde
vnftJwiZrad,,,,,rraos em clrcu,,?ao mls.......laogmentaasa os veoeisjeDtos, os subsidios nada nao pode sostentar-se.
-c.uu.io do qua em os do anno passado, o lueram, ao passo qua na outro, quando dimlnuem -1 O Sr. Presidenta do Cooseiho :Saslalo-me per-
cambio reasumi a cotago qne nha antas da sa os taneimootos, os subsidios soffrem o desfalque .felUmenta. (Jluitos apolados.)
cuse, a o prego dos mtaes h-.ixoa na mesma pro- do ima sto. Isto na absurdo. (Apolados.)
porgSo, porqaa algumas operag5es camblaes
tTictuaram-ae a 20, e os metaes f;ram
a 5 i
Eu, portanto nao disse no relatorio, Sr. pres-
danla, qua a aaiaso do papel nao tioba influido
na baixa do cambio e oa alga do prego dos metaes,
o qce dlssi p .-intento que nao iotluio pelo mo-
do extraoidinario que o anno passado se ar.oua-
ciava.
A verJ..d-n caosa da balxa do cambio a ela-
vago do pr- g > dos soberanas tem
Votes : Multo barn.
jal Voa aiora dar urna prova cabal de que o go-1 O Sr. Loaren;i de Atbo]aerqae di um aparte. -
veudos verno acta', com a circular de fevereiro de 1858 \ (9a oulros apartes e o Sr. presidenta reclama al-
faz o qae team feiu sempre os governos do Brasil.. tangn.)
O oobre depatado disse at i saciedad qae o se | O Sr. Presidenta do Conselho :". imo dlzia, nio
nador e o depatado sao precisamente empregados ti va provas qua ma convaoces-a n da que o presi-
P ubi i ees. Eu digo que nio ; qoe nem o sanad ,' dente das Alag is faz reaego: mas ni juigo t
nem o depatado se pola considerar foneelonario qaesto, a c^sa a apreciara' no debate,
publico (apolados). e pratieanenta assim tem-sei O Sr. Lourengo da Albuqaerqoe : Ainda qnan-
eotandido. do V. Exc. nfio racuzssa, tu discutira a qoes-
Sr. presidente, na no sa legUlagio o imposto da to.
da conclnsao da guerra, os i .Isos boatos que os
agiotas azem correr, tanto assim qua com a pas-
sagem de Homalla' mularafn da face as coasas,
notando-se qua o cambio ia sobindo precisamen-
te guando se (aria nsj da autorisagao dos.........
50,000:0005
O Sr. Candido Torres Filbo :Lt) qaestao de
algansmo.
0 Sr. Presidente do Conselho :Mas V. Exc. a
esse lempo passeava na Europa.
O Sr. Cndido Torres Filbo :Por isso qne l
sent os t-ffeitcs.
O Sr. PiVMdaute do Conselho :Pois aqai nio
sa tantea ".'
O Sr. Candido Torres Pililo :Mas la' sentem-
sa tois.
O Sr. Presidente do Conselho :Era sarama,
iuexicta a asseverag.io qae n atiribueo nobre
deputado pela provincia do Itio de Janeiro, de qua
a emisso do p-ipel expediente iseoto de incoo-
venientes oa praiica. A necessidade, s a dora ne-
cessldade, aut. risa semelhante expadlenie.
Proseiiuindo o cobre deputado, ohservcu qoe a
lavoura esta' gravemeUe comlironeiiida, qua s
no aiuoiciplo de Cxntagallo ha hypothecas para ci-
ma d0 30,000:000.
Mas o oobre deputado achara' raOs com qae
oos couveuga de qua Isso obra da siinagio do-
uimanta do gabinete actual ? Acaso o alcance da
lavoura, o tau atiaiimeoto datam de iras oa quatro
annos para c ? De certo que nio.
E nem, Sr. presidente, a lavoura a in lu-trla
que mais sent o rfleiio da dtprassao do cambio.
(Anotados.)
Too lo pagamentos Oxos a fazer, de certo raodo
ilere-sa-lho a descida do rambn, porque solv
com meaos do que devia os seus empenhos. E>ta
qoe a verdete.
O Sr. Bezerra Cavilcanti :E venia os seuz g-
neros por mais.
O Sr. Presidente do Ctnselho :E vende os sus
silo a demora direltos novo e velos, t respeito do qa-l t li diz
'' o seguate ; iDe qualquer lagar oa emprego qae
conferir dlreito da perpelnldada do rendimento de
ara anno, 3 por eeoto. Os deputados senadores
nunca pagaram esta direito.
Ha outra disposigio relativa a sello, que diz :
Vencimentos da 10C e mais, comprenendidas as.
gratifleagdes, porcentagens, emolumentos e quaes-
i| ier oulros attnbuldos ao emprego, a bem assim
o melboramento dos mesmos vencimentos, qual-]
quer qae elle seja, 10 por cento I
Nanea, todava, a carta de senador e o diploma
de depatado pagoa sello.
Alada mals, ha os emolumentos dt secrelaria do
imperio, a ouuca a parta da seoador pagoa amol-
me otos.
Por qae, senbores 7 Porqae nanea se eonside-
rou empregado publico o senador e o depatado.
Ora, ais aqui ipa carta de sanador (mostrando)
de 10 de levereiro da 1864, pela qual nenbara
direito se pagoa : nao pagoa emolumentos, nio
pagou oovos e velbos direitos, nem sello. Qasm
le este bvor ? Era bom saber-se para se agrade-
car. Qoa/n aluvin dessas imposiges o subsidio de
senador ?
Quer a cmara "prova mais clara de qoe a cir-
cular de la de fevereiro desla anno nao poda fa-
aer seno o qa.a fez T A circular iseotoa o subsi-
dio dos senadores a depntados do imposto de 3 por
canto sobre os vencimenios pela mesma rtzao por
qae nao asta' o ubsidio sojeito aos noves a velbos
Jireitos, ao sello a aos emolumentos.
Sa a cireaUr decidissa qae o sabsidio pagasse os
:f por cento sobra veocimentos, ento qae se
dira qoe o espirito fagaoho do ministro, nao sendo
o ubsidio do senador e to daputado, susceptivel
da aagmeato ou dimiouigio durante o periodo da
legislatura, e sim om auxilio para as despezas dos
legisladores, exiga os 3 por cento, eonfuudind* as
classes, coufuodlndo os legisladores do paiz com
os empregados pobllcos. (Mohos apolados.)
Isso qae seria desrespeitar as cmaras, isso
nao qalz qae
gneros pur mais. ['.' dui interesse epnemero, mal que seria fazer o que a eoostitaico
entiadido, mas uSo ta duvida qoa a lavuu* tiai; ,-e zesse. (Muitos apoiadas.)
e.-i.i' no caso do commercio a respeito dos elTaitos E porventara a lei de ornamento do anno passa-
luimediaios da b, 0 nobre deputado, Sr. presidente, qne este aooo Madores T Nao deix:a ; o nobra depatado passou
oao fot uaais do que reprouuiir os seus discursos da proposita por alto esta qte'lao. A lat determina
do anno pasado qaasi liitaralnent-", nao poda j qne se mandem cobrar 3 por canto sobre o valor
do.xar de filiar do elemento servil com i sua co- locativo dos predio* em que cada um bab'.ta,a,
onecida vehemencia ; ah veio a snbserviencia do pois, o senador a o depatado, por essa disposigao
governo o acaso de urna assocngo eslrangelra,
a aiDbigada gloria, e ludo o mais que se tem tor-
nado o chavo dos opposiODistas nesle o ajerio.
O governo. brada o nobre deputado, inimtgo
da lavoura, cava Iha ruina inevitavel, porque pro-
more a extlncg.io da escraaiura, sem tratar
de haver para a lavoura os bragos qae ella t:a
mister. >
Senbores, assim argumentava se, nao ha muito
lempo, contra o lado polllico do nobre depatado
por milivo da suppresso d* tralico.
E' sabid) que o senador Vasconeellos, Sr. pres-
danle, -u.-i-nuva qoe a riqueza a clvisago do
8ra il erara producto do suor africano, e deviara
continuar a f-lo ; recoihecendo tolos essa esta-
dista como o pnmeiro atnleta do traii.o, da escra-
vido.
E todava um cidado Ilustre, o Sr. Eusebio de
Queroz de saadasa memoria, arcou com a convic-
gao da lavoura, e arcando com a grande massa de
inierasses envolvidos n tralico, coosegoio suppri-
mi lo.
Desde este dia, Sr. presidente, a escravid'.o esta'
HXlmcia (Apoiados)
Sr. Souto :E as reodas nao diminuirn) com
isso.
O Sr. Presidente do Cou-elho : Em um tempo
dado a escravidao desapparecera', desda qae o tra-
fico nao foroece mais bragos a' lavoara, porqae o,
numero da ahilos excada maito o de nascimenlo
dos escravos.
Assim, Sr. presidente, a extiaegao da escra-
viura rj onra do lado poliliro do nobre deputa-
do, que nao merece por isso senao os malores lou-
vures.
O que o goveroo boje procara fazer, Sr. presi-
denie, a .-eguoda parle, o complana nio detsa
obra Baritina, que tea poroajeclo acabar cora a
escravidao no Brasil.
A escrivirio esta' cnnlemnada em todo o man
do ; mauliiba-se pelo trauco : o trafko cessoa ;
manlem-se pelo ventre, o venlre ha de sa li-
bertar.
Sr. presidente, o nob'e depntado falln da guar-
da nacional, dizendo que as ais co mea collega
o Sr. ministro da justlca era um joguele, um ins-
traniento de oppressao e de cabala.
E-u ditentsao, porque me tomara algom tem-
po, deixo-a para os orgamentos ; e Oque certo o
nobre deputado de qne o tilo mea collega Iba res-
pondera' complelmiente ; elie fara' as preci.-as
confrontado-s, o varemos quem mais violento, se
o ministro da justiga do gabinete da 2 de margo,
se o do ministerio actual, se este qae o qae tem fei-
to ua guarda uacional pela netessidade da de.fe
za de nossa boara no Paraguay f'apoiados), se
aquella que rao seu lempo nao obedeca seno aos
sentimentos do partido, suspendendo grande nu-
mero de (jfflciaes da um so jacto. (Apolados.)
Mas, Sr. presidente, anda dSo eslava concluido
o quadro com que o nobre depotado pelo Rio de
Janeiro pretenda mostrar que scu um verdugo.
0 oobre deputado, pois, accresceutou que ea tinha
desrespetado as cmaras, e prlucipalmente oOen-
dldo os brios desta augu-ia jamara.
Fiquei confuso e receloso, confesso-o I Um mi-
nistro qtze neo pode vivar sem as eamaras, offan-
delas, mallrata-ias? I Agnaraei a demousicgcy
al qoe o nobre depnia'o pelo Hio da Janeiro pez
termo a miaba inqnielago, dizendo qae ea lina
alliviado do imposto de iros por cento sobros
vencimeaios os subsidios dos senadores e depa-
tado: I
E' urna oll.nsa ao b>m senso tal argumento.
Pois, senbores, a interpretagao, com qoe a circu-
lar de 14 de fevereiro ultima decidi que os sub-
sidios na i eslavam incluidos no artigo do orgamen-
to quo creou o imposto de tres por cenlo sbreos
vencimentos, pde-se considerar urna injuria as
cmaras t E porventara a domonstrago em con-
trario couda no discurso proferido por mim, ha
dias, nesia casa, nao foi completa ? (Apolados.) E
demais, insist eu em qua se adoptasse a miaba
opinio ?
Longe disso, declarei qae me era absolutamen-
te indeferente o sentido qoa o Sr. Pereira da Sil-
va dsse ao seu projecto, e que at esperava que,
sera votago do lei, em jarano tolos nos, senadoras
e depntados, coniorressemos com a nossa qaota.
Nao z queslo da rejeigo do projecto, em si de
oenhnroa importancia, mas apenas tratei de mos-
trar os erros que Ihe durara origem.
O Sr. C. Ottoni da' um aparte.
O Sr. Presidente do Conselho :Sr. presidente,
eu tioba dito e repito cora profunda conviego
que, se os subsidios dos senadores e depclados
devem conslderar-se incluidos na disposicao dos 3
por cenlo sobre os vencimentos, entao a dotago
imperial devia tambera repular-ss incluida. Mas o
oobre dapot-do gritn : Aqai d'ol rei 1 As insti-
tuicoes do impeli eslo abaladas em seas funda-
mentos : a dotago nao pede, sem perigo, equipa-
rarse ao subsidio dos deputados e sena lores I E
por qae nio, senbores, se s&o equiprales para os
dos qoe estamos apreciando, subsidios e dotago ?
Sr. presidente, o ltalo da dotago om artgo
da lei fundamental, o titulo do subsidio tambera
ate artigo da consutuico.
A constitulgao, previdente, ordenoa qae, ao sabir
ao Ibrono o Imperante, marqese ihe ama dotago,
que nao seja augmentada nem diminuida ; quan-
to ao subsidio, deierminou qne os depntados na
ultima sesso da legislatura o marquen) para a
segointe. A dotago, pois, e o sabsidio team o mes
rao titulo : a mesma lei que estabelece ama, tsia-
belece t mbem o oulro.
Disse o nobre depatado, e aqai o absurdo ebe-
goo ao sen remate : Sa se tratasse por urna dis-
posicao legislativa (pego a atiengo da cmara) de
augmentar os veucimenios em geral com 3 par
da le, alm de varias oulras, esto comprebend
dos no pagamento dos impastos. (Multos apoiados.)
Para mo-trar, Sr. presdante, a sem razio eom
qua o aobra deputado tanteo) argumentan, para
averba lo tambem, como j tiz. por diverso motivo,
a oulro nobre deputado, se S. Exc. me permute o
ardimeota, de incompetente, pela paizo com que
falla contra os ministros, voo citar nm tacto fri-
sante : hontem o nobre deputado, fallando da do-
tago imperial, disse mals da urna vez qna os pala-
cios e terrenos nacionaes qoe foram possuidos por
D. Pedro l sao propriedade do imperador. A Isso
den o mea collega Sr. ministro da estraogeiros o
sega ote aparta : Nio sao propriedade do Impera
dor, e o pobre deputado replicn : Sao preprie-
da-.e, lela o art. 115 da eonstitolgo.
Ja prevejo a escosa qaestao de palavras
mas queslo de paluvrai a tangente a qne se
soceorrem aquellas qae se vem c.mpletamenie
batidos em um ponto qualquer. (Apotados.)
Leio, Sr. presidente, o artigo da constituigo,.
para o qual remeneo me bontem o depatado pelo
Rio de Janeiro. Eis o qoa diz o art. 115-dt consii-
tuigo.
Os palacios a terrenos nacionivs-, possoidos
actualmente pelo Sr. fcX Pedro I, ficaro sempre
perteacendo a seus successores; a a naco cuidar
ra oas aeqoisigoes e eooslruccSes oonveoientes-
para a decencia e reereic-do Imperador a sua fa-
milia.
Logo, oa "palicios e terrenos sao naeionaes, nio
s< propriedade, mas apenas usofrocto do Impe-
rador. (Apolados.)
Entretanto, o oobre deputado, nao obstante to
expressa dispo sao tropriedade ; naa reparando qne aqolilo que-
de todo nao de nlnunera ; e que, porlanto,.
os palacios e terrenos da que se trato, perlencen-
do a todos os suceessores do Sr. D. Pedro 1,
nao si o propriedae- de neobum d'elles, por-
gue os evo transmutar ao qua Iba succeder. (A
poiados.)
Acreditava, Sr. presidente, qae two tioht ficado
sem resposta ponto algom do discurso do nobre
deputado ; mas agora-vejo que oraiKi urna explica-
gao qae desaiava dar. Quaudo falle! da imprensa
disse, referindo-mt aos- orgaos de publioidade to
pariido conservador,.qoa alies, publicando os eetos-
officiaes, auxllavam-de certo modo o governo ; as-
sim como, em rt-lajo aos debatea parlamentaros,
urna dessas folbas presta bom se?vieo a' cmara,
dando extracto da discoss5es ; nao tenho sena
motivos para agradecer e lou va o auxilio JO a
imprensa presta aos nossos trabaibos, mas rovo
fazer hoje urna reelamago.
Fazendo um eatraoto do discurso qae hontem
a tratar dos neeockos
o Sr. Moreira ne Barros
e qua so [ora demilttdo
qne faiia nassa sen-
'*m..

prefer, diz esse jornal :
' Passando o. orador
das- Alagoas, disse qae
nao fuera alli reaego,
peas iostaales- solieuagoes
litio,.
Nao foi isso o que ea disse : o qae-.disse tri-
que o presidente Moreira de Barros lave recom
meadago do- goveroo para procede) com toda a
iraparcaldade ; que elle asseverava raanter-se na
nosigo da estrela imparaialidade, mas- qae os
amigos da situago arguiain o de nio se baver de
accordo com as recommendagoes do gabinete ; que
dessa Iota resulton qoa- o goveroo quiz, a pedido
da uns a do oulros, retirar o Sr. Moreira da Barros
para nutra presidencia, porm que sobreveio a
cMensa do principio de antoridade, quero referir-
me aos negocio da Iaperatriz, e o governo assen-
tou em suspender qualqner resolago em qae naa
vis-i' a aulondade respeitada....
O Sr. Lourengo de Albuquerqne:V. Exc. est
retractndose. (Susurro.)
0 Sr. Arystides Lobo : Esta' explicando maito
bem soas palavras.
O Sr. Presidente :Attengo.
O Sr. Presidento do Conselho : Poi isto o qae
ea disse (maitos apotados), appello para as notas
tachigrapbicas.
O Sr. Lourengo de Albuquerqne : Causa-rae
indignago am tacto como este. (Susurro.)
Vozes :Ordem I
O Sr. Presidenta : Atiengo, senbores depn-
tados I
Restabelece-se o silencio.
O Sr. Presidenta do Conseibo:Sr. Presidente,
o governo tioba declarares positivas do Sr. presi-
dente das Alagas, antes e depois do (acto, no sen-
tido de sua retirada da provincia...
O Sr. Ministro do Imperio e outros senbores
merabros:Apoiados.
O Sr. Presidente do Conselho... e os amigos da
sitoago tambem solicitavam a soa exoneragio.
Dia o presidenta das Alagnsnao posso_ man-
ter-me aqai, porqae os amigos da sitoago me
bostilisam, e ea nao posso unir-me aos seas adver-
sarios...
O Sr. Ministro do Imperio ; E* a para ver-
dade.
O Sr. Presidente do Conseibo:-... assim, o go-
verno delxava para os debates desla casa verificar
S o Sr. Moreira de Barros fra on nao reactor, n-
cando, porm, entendido que, se o ministerio uves-
se prova Inconcassa da abuso do Sr. Moreira de
Barros, elle seria demittido com a sevendade qae
o caso aeree esse.
O Sr. C. Ouoni:Logo, nao fez reaegio.
O Sr. Presidente do Conseino :Nao pude con-
vencer-me disso, nao tive provzs sofflcienles. Tra-
zidos os factos a cmara, o Sr. Aryslldes Lobo de-
monstrara', se poder, que boove reaego ; o Sr.
Lourengo Cavalcantl o contestara', a ento Acara
liquido se o Sr. Moreira de Barros foi oa nio reac-
tor.
O Sr. C, Oitonl: O governo neDiro nestas
-qaestoes, caso noy.
I ItJKl
O Sr. C. Ottoni: O govarno Indo nestts
qaestSes.
O Sr. Presidenta do Conselho :O nobre deputa-
do pelo Rio de Janeiro acabju por urna svnthesa o
sen discurso, dizendo qae duas oecessidadas pre-
domioavam : a necessidade do the*ouro a a neces-
sldade de acabar a guerra.
Pois bem. senbores, empraz.v o oobre deputado
para mostrar como os Interesses do thesonro foram
sacrificados pelo miaistro da fazenda, amprazo o
para demonstrar eoao a guerit tem soffrido com
a direcgo qoe Iba foi dada. Repito o qua disse ao
principio : O nobre depotado incapaz de atacar
vtntajosamente o govarno, sobretodo no qoa t)ca a
direccao da guerra.
O Sr. Sayo Lobato : -Peco a palavra para res-
ponder.
u Sr. Presidenta do Conselho;... porque cara
atacar o goveroo ha de prlmeira felr os gaoeraes
do exerciio e da armada.
Vozes:Muito bem.
O Sr. Presidenta do Conselho : Senbores, sao
posigoes tristes astas. (Apoiados.) A perspicacia do
nobra depatado nao poda aqai auxilla-lo. Eila ra-
conhece qua a guerra a grande qoesto da ac-
loalidade, a desejaria all balar o govero), mas nos
negocios da guerra o goveroo esta' ligado a as seos
genaraas a os generaos ligados ao governo, nao ba
s ga da intaresaes como ba parfeita narmooia de
vistas; e, pois, o oobre depatado,que obrigado a
elogiar a direccao da goerra, qaer derribar o mi-
nisterio nao porqae t-aha commaitido erros com
ralago a goerra a nao a possa concluir, mas por-
que diz S Ese., o govarno am verdugo que pri-
va da audiencia um cidado qua abusava d direr
to de ir as audiencias a por outros factos peqnem-
nos como esta f
E acaboo o seu discurso dingiado sa ao mea no-
bre collega dos negocios attrangeiros, nos segua-
les (eraos:
Precisamos hoja nrals do qua nanea de ea-pa-
cidade e pratica dos negocias exteriores, precia-
mos da urna inteligencia que disroia e faga trata1-
dos importantes, para caja solacio seria pouca a
cabega do visconde de fJruguay e nao pode bastar
a do nobre deputado pela provincia da Santa Ca-
marina qoa pila pnmeira vez ministro
Sr. presidenta, oo procoroo o- nobre depatado-
ootra cabega, orna cabega viva a qaem se refera-
se (Hilaridade.) Pois um vivo qae o nobre de-
putado devia aprsenlar para o paiz saber quem
davia ser chamado que eorreapondesse a tamaitas
diflkuldzdes. (MSmios apoiados.))
Naturalmente sarao aquellas qne companharam
os lacios desda a soa origem, pas sabido qua as
dilculdades t que-o nobra deputado ai ludio oto
datam da 186'*, coas de poca muito anterior.
(Apelado.) A queslo de limites, essa qoeslo en-
candescente do Paraguay, por ventura nossa I
f'Apoiados)
Se as diihuldades sao taes qae entre os vivos
oo aehou de prompta>o nobre depotedu ama cabe-
ga adaptada a soiugo- dos negocios do sai, mal as-
amos ns I
O nobra deputado foi ministro de IBolv e de en
to daiam as nossas divergencias, peta' opposigaa
qae Ibas* aqu...
Vozes :.O talr I
0Sr. Ptesideole do Conselho:... mas qoem
era collega do nobre ministro as relar,3es exterio-
res naquelle anno? Poi o Sr. Coelho de Sar a Al
baquerqae principio, erdepois o Sr. Magalbes
Itasti
Ora,.confronte o oobre deputado as babililagoes
da um a outros, e vera' que o ministerio-de 3 de
agosto, oo tocante as relajos exteriores? two est
a qaem do-de 2 de marco..
Dir' lalvez S. Exc. que era am perwo* de bo-
naaga o lempo de sua adoiaistrago. Tvemos ea-
lo qnestSas-graves ; foi as mos da r Taqoes
qne nascea> a qaestao do Albardo de qjm tantos
deagosios pr-ovieram ao pana. (Apo>ados.} Aa e)ik1
cuidadas da que falia o nesje depatado nem sem-
pre nascem do dia em que- se lazara sentir, ellas
veera de tempes anteriores. A culpa manos- des-
ta silaaco do qoe da toefes- as sitoagOe, a-m>!a
mals do molo negligente eom que sao- coD6td-
rados os pu'jlioos negocios do que por cVafaiio des-
te oa daquaila partido. (Apelados.) Eis a-para. v*r-
dade.
O nobre apotado, qua f*i dutincto nceabro lo
gabiaea da--1 da margo, na poda vir a-iribeaa
dizer que os-mioistros actrjaes oo leem ttulos 5
ra assumir o poder. Taem tantos quantos os aai-
gos do nobre deputado, laatos pelo meuoef qua-saos
qaalquer dc*-seus collegs da 18G2.
O nobre daputado quer deeseoohecer nm tacto
patente. Sata dnvda, no partido conservador e
liberal avnUavam grandes capacidades i mas cade
esta' Uruguay T talleeea. Oode esta' Stozeluo?
ialleceu. 0aaa esta' Monte-Alegre? fallecen. Oa
de esto Bernardo Pereira de Vasconceiios^Maaoel
Kalizarao,. Alves Branso, Paula e S >aza- e tantos
ootros borneas distioctos-de nm e outro'ado? Per-
lencem a Utsioria.
Quandua mora tem assim arrebatado.taas vi-
das preciosas a poltica do paiz, nao para astra-
nhar que pala primelia. vet se chame- um bomem
para a pasta dos negocios estrangeiros. O oobre
depatado a o sea partido bao da fazer a mesma
coas a, per qae, se tesaos soHrido perdas vos tam-
bem as baveis experimentado, a mui dolorosas, por
que a saorie t;m cortado com soa bakitoal ignalda-
de a direita e a esqnerda. ( Muitos apelado!.)
Mas ueste momelo V- Exc. a a cmara, Sr. pre-
sidente, bao de pormiuir-me urna deolarago.
Eu.it vezas, 00-correr do discurso,.fallo em par*
lido eoDservador ;. mas seria injast>seas proposlr
g5es qua enuncio se relarissem a todo o partido
conservador.... (Apoiados.) Nao, senbores, cao:
distiogoo urna parte do partido conservador da raui-
loa -membros distinctos dessa partido. As suas
proeminencias oo sao capazes da chamar-tic-c-r-
:ugo ; isto Usa para conservadora qne nao esto
na altara d-alles.
Esta a verdade qne o procedimento dos conser-
vadores esta revelando a cada passo. A impreosa
conservadora sustenta these qoe a conscieicia dos
bomens sensatos do partido oo pode deixar da re-
pellir como altamente inconveniente.
Dirigiam-se os negocios da guerra em ordem a
que esse monstro desapparecesse. O Curieio Mer-
cantil entrara em urna pbase de moderagao e con-
cordia qae Dingoem deixava de sppiaudir. Mas
chegando a esta citada a noticia da passagem do
Hamait o Correio Mercantil rompen nos excessos
que o publico conbece, e inlimoa ao governo que se
retirasse I
Retirar-se por qae ? Onde se vio un ministerio
retirarse antea intimago'da um oa mais orgaos
do partido contrario ? Honve por ventara algum
compromisso entre o partido conservador a o par-
tido domioante para reilrar-se em um memento
dado?
A imprensa qae assim procede, senbores, nao
representa a conscieocia do partido conservador.
Eis por qae digo qae maitos se deaomioam conser-
vadores e com indo nao repressnlam o pensarntutu
desse partido. Nem todos es individnos qoe en-
trara n'um templo peaelram na parle mais reser-
vada'delle. ( Maitos apoiados.)
Sr. presidente enganei-me; pensava qae por mui-
to depressa qae profers e o meu discurso, nao che-
gana ao Bm dalle as doas boras do regiment. E
pois procurando o Sr. C. Ottoni dar me am aparte
a pedindo me iicenga para isto, nao o attendi. re-
celoso de qoe me viesse a faltar lempo para o qae
liaba a dizer. Como, porm, assim oo aconteceu,
a o nobre deputado quizar dar agora o sea aparte,
a cmara sera testemunba de que o ouvlret com
prazer.
.0 Sr. C Ouoni (levantando-se):Agradego mul-
to a delicadeza de V. Exc.
O Sr. Presdante do Conseibo *.E en, vista
disso, agradego a hondada do nobre depatado, por
qne ponpa me o trabalbo de responder-lbe. (Mallos
apoiados; muito bem, muito bem.)
O Sr. SayXo Lobato ( para responder):Sr.
presidente, sou obrigado a voltar tribaoa e fazer
nm esforgo que seguramente multo me deva cas-
ttr no estado em qae me tobo, encommodado, prin-
cipalmente no orgo de que mais preciso para un-
nif-star o ara pet**ffirato ; mas a isto aa obrift
o nobre presdanla do eonselb), na resposti qae
acaba de dar, no seu entender, eatbagoriea, is ob-
servaedss qca liva a hoora da cftarecer i cmara.
Prtadplou S. Exc. por defllarar, qua ea oda ti
oba dito aa relacao a guerra, que nada aebei para
aecuiar o sea ministerio qoaolo 4 tnt ge: tio am
ralago a' guerra, qae ntdt poderla metmo achar,
visto qoa o goveroo eaprrgava a' frente do exer-
cito e da armada generaos qae nio podiam deixar
de merecer toda a mioha approvagio, mostrndo-
se ellas l) sallsfeltos com ts providencias do go-
verno na remessa A todos os for nac meo los, arti-
gos bellico-, horneas, etc., e qui ara ir recusa val o
testemunba da-iuetles lllostres chafas quanto a' ap-
provago dos actos do governo em ralago a' goer-
ra, qae assim fhava cima de qualquer eensura.
Paiece qae foi esta a trgnmentagao do nobre mi-
nl.-tro, sa nao as proprlat palavraj, ao meaos
quanto a' substancia.
Sr. pratidenta, fosss qoa! fisse o ministerio, qual-
quer qoe fosse o goveroo, 00 empenho em qua est
a paiz com t guerra do Paraguay, a pres-.io da ex
trema necessldale, nao ara possivel qoe daixassem
de ser empregados os offi:itet mals capazas para
dirglrem asta guerra ; assim como oao era pos-i-
val qae, sendo effsetivamvote empregados como fo-
ram, daixassem de recabar auxilios a foroaclmeo-
tos por parte da tdmlnlstrago (t manos qae nio
fosse traidora a' causa da patria ;, aBm de levaren
a gaerra ao cabo eom boora a gloria a tanto orga.
Mas, seohores, em relago a' mesma guerra e
principalmente por caosa della a a tremendo cor-
tejo da diCQcnldades qoa arrasta, que cumpre
multo atleader para a torga moral do goern->, para
a sua rapacidad* administrativa, se esta' na altura,
da provar as necesidades do paii am circurnstan-
cias taes, aflra de qoa nao fallera os malos a ao
d,;ixpin,de ser appircadua do modo mals convrnfm-
ta. E' por tanto a rerdadeir qaestao a considerar
e resolver, se o governo qae temos asta' na altara
de deiempeohar a sua aisso, se ella o habilita-
do pira dirigir a goerra eomomyster, se pelo ca-
min em que val prolongar a' a Iota, lavara' o paiz
a completa ruina, ao ponte- 0% sa esgc tarreo os l-
timos retarios.
Ort, steo demoosirel, Sr, presidente, sem entrar
em ampios dasenvolvimaoto qoa nao eabiam em
nm discurso, qoa esia ministerio na sna adminis-
tragio, qua com razio jolgael maligna, iBfensa, e
dire mesmo ominosa, ao paiz, profligara os inte-
resses legtimos'de todas as clasws....
O Sr. MioisYo da Agricultura : Venturo as pro-
vas.
O Sr. 5ayao Lobato :.... pre^sdicav os inte-
resses vitaas da aociedade, do corjcmercto da- la-
voura, da classa dos- empregados patucos, d-a sar-
da naeiooal, e ti avesrao moslrava-sa poaco alte-
lo a' digoidade a aos- bros desta cmara', qaando o
Sy, presidente do coaeeNh) insislia em itaer preva-
lecer a Intelligencia errnea qua dea dlsposlg?o
da lei de orgameoto, votada por esta caara com
toda a cooscieocia na krtescao de que o seo' sobsi-
dio faasa eompreheadido na coniriouig .0 ; rporque
assim o demooslrel, podl lgicamente con^toir, a
conclu-, qua falta va ao mimslario a forga rnor'al :i--
ce-sarra-, assim como faltava a capaeldade precisa
para levantar os recors.es caseros oecassarice-e ap-
plica los- convenientemente 39 aacessidades solzaes
em circomstaoeias to critica*.
O' Sr. Mtnislro da Agricoitora :Vamos a- d-
monstrago,
O'Sr. Skjao Lobato :Fiz o-reparo de qaa pe-
llos orgaos d puhlcidada por qoe-o paiz maoif&sta
a sua approvaeao ou reprovaeflo, o ministerio ca
capital do imperio oao tioba demooslragao de ap-'ia
da1 opiaiin, por qoa dous aoicoy juroaes que tvr
aJgum lempo paraceram sosteirtar os seus actos
O Sr. Siyio LoftMd i-E' isla e qua sd diz < ssti
propalado.
Agora deelararei ao nobra presidente Aa con*-
Ib", nao ereio qaa sa dssv taeaibaoia Itcte eom
taes circomstaoeias, porqua toobeeo CMwntsas
coasas real manta sa pataam.
O Sr. Presdanla do Contelbo :Adatra pois
que sa torne echo da amamante beata.
OSr.Sayio Lobato:Nao ata tome ebo; man-
cionai nat cireumstansia conbacid a apilo eom-
mantada, a dalla Oz argumento qoe tan toda a
forga, a qoe nio destruido pala nobra presideota
do cooselno. O ministerio lea gauho matar rapa-
lacio da firmeza espantando seta adhereates qae
at para ser conservado, para fa maolar, conse-
gu j atqaillo qaa ara muito pata pasmar cas al-
gnam o pretendesse...
O Sr. Presidente do Cooseiho :Isto intriga.
O Sr. Sayio Lobato : Tem se espsmado isto,
O ir. Presidenta da Conselho :Ort I taa-se
espalbado mnitt eousi.
O Sr. Sayo Lobato Todos tero oavldo lido.
O Sr. Presidente do Consumo -.Todos os qa
leem o Correto Mercantil e Diario ao Rio.
O Sr. Sayio Lobato :Poriaoio, Sr. presidenta,
oas eireomstaoclas, para a especie em qoe la ela
referencia, era ella muit) appiicavel. Com razio
pooderava a accresceotad* repotaeio de firmeza a
vigor do miolsterio, a eolio observa! qne aquellas
dignos depntados qne perienciam a' roaloria a se
sepiravam della proTetf-am com toda a digaiade.
porqae nio eram abysslovos qaa destem cosas to
sol 00 oceaso, a viessem eaodar um aurora espe-
rsaeosa; oo, saparavam-sede om mtafsterlo qaa
eslava 00 apoge > de seo vhzor. da om aMtterio
da quem se apregoavam prodigios da acgo a valor,
qne ebegara a exercer decisiva lofluenctt en osee-
Iht de senadores.
Ora, se verdada que isto foi' propalado* tr ffltfs
se avigoran o ministerio 00 coneatto de morios,
Iocoot85tvel qne argumeolei am regra. NegaBdo
0 laclo, coa en laiunem teobo rano para negar,
conclulo o nobre presdanle do consefbo por decla-
rar-nos qae, assim como a cora lera o direito da*
fizar a escolto, o ministerio tioba tamttem o dlreiSo-
de se retirar.
O* Sr. Presidente do Coaselbo :Palie! am these
O 3r. Sayio Hoboto :Ora, esta obsertaglo do
nobre presiden!-? do coosetbo, pere-me qoa o de-
clare, an urna banalidada pooco digna de S. Etc.
e mesmo do andtlerio, porqne zriogoem desoonbeer
qua o laanisierio tem sempre a porta aberra par
sa retirar (risos), qw nio b caso algom ea qae
ella possa ser eoagido a earregar as pastas; mn-
gnem igoora que a' tramenda respoostbilldtOB do
inmisterio correspoode o- diris m)fescrlpUvot d
livre retiraehE
Tio comasTaba esta doatrraa e pratica, qae o
nobra presidete do cons-albo- nao faria cabeia
della, se nao iivesse em'Vffftk-de tMarte dizer mato
algama eousa. E ereio tem- timendade poder oj"
servar qoa o nabre presidente- do craselbo, assim-
eamo reslabelecendo a verdaiie ne>s qne direeta ee
pasitivameote it>1oisse oa escolha e> senador, at-
?;w lambem oao deixa de ni ni f estar qne, se nio
Ibsse mu to livre e- sabiamentr decidios como foi a
essotba pela coit,- tioba a porta atarla para sa
retirar do loinisteri.
B'-aim, parece S; Exc veode-aluam aodo a
nearalisar o protesto ato faz centra-os-boatos qae
tem corrido, qae tanto tem servida pira- dar tor-
ga-moral ao mioisieriolapoiados da opposiijao), oo
senticc de vigor, de litro e seg^Tidade de- vMa of-
fieak
1 AiidB'etu ralago a' aprensa, cnabre presiden-
ta do seoetho com toda franqueza- tez npttffei da-
clararlo ; alio e bom aoaoofesaoo que esttpeo-
ditva os-artijos commasseados du .'erncl d&Etm-
mrov>:..r
Sr. desafente do Consano:Eatio bio dsar
,
leceram eucaimoe as pessoas dos-senbores miois-
tros-, depois sa- descompuzeraon- domotstraram ss-
armadilhas d matraz is ioteresssira, e como com- pablicadas- de graca ?
isao sofffea taldespetlo o ministeno por ver qoe os- o Sr. Sayo Lbalo :.....qaa eram*de eneam-
dos-instrumentes de publicidad que se propu- meada er sold do governo tonos qoaotos artigos
obam aoxilia la e foriifica-lo nao pasaavam de ama cdmmuoieodo nam pnblicudos no Jornal'oGem-
mera especulaese,, o qoa deu azo a serme compro-
meitlmtntos no eoncetto e pensar de- moilos, pelo
que despenado o- nvinisie'io rompan'em nm excesso
qua nao se josuSaa.
Fia/jnstiga, Sr. presidente, Bz Jnstic a' probi-
dade- pessoal do nobre presidente ao ooitselbo e dos
seas eollegts qoasdo declarei que nao acreditara
qua twnvasse salidor-redade da vistas -de igoobil n-
teiessa entre o no4terto a esse individuo, qoe
principalmente Hitarou ao escandalaso arraajo oa
desarraej) dos done-jornaas a qoe aa rerJjrj. Mas,
em vea de cabir em- conirtdicgo, como aprouve
coosidarar o nobre presidente do cooeelbo, nao bou-
ve sa oo mana eoSereno da minba parta.
Nao-aecosando o ministerio de tolidarieifcde nos
inleresaes-reprovadae, em nrimeiro legar era a mi-
oba observagio e a principal, qoe a'escpelo dos
artigos^-no Jornal *h'Commercio, de etuonvosenda
sold ce-iDiaisterio, nenenas orgo ao onaaijamo
da corla a fvor se saamtaslava, a secoud-arin-Mn-
te ceDurei-lha se*'arbsrarlo prcoedlraealo no
acio vioieoi, praticada da eomman accordo mi
nisterlal,- qoa oio se jpslittra, por e*ja," seolsores,
prohibir o iagresso a qualqswr cidado,-.a^re ou desacraaiado, esa om* audiencia pobire,
realmeoie-eorameiter orna violencia, oro abo- de
poder, por quanto svidenaa- qaa oeabuma le, je-
gra o a. praawa aulorisa-aeotethanta pKpoteneta.
Na nossa. legislagoo -oo ha dispesioao al;:aoa
em laJ-saotioo, as Eosaae praticas nanea rooba
semelhaate proceder. Como qae o ministerio se
arropa a- seo talante o dtrerto de expedir esto fir-
man ?" 4 dtvnos com-'.H.ia a arrog ir.i:!i o Sr. pre-
sidente-do ecnselbo, jcsisiaadu em ses-pro^edizaen-
to a neo 1 ato i o : Pttema muilo Lera, tomamos
essa deliberagao porqca-a nussa digndade aeatta o
pedia !'
A digndade do Sr. presidente do souse!hor qne
nao pode ser seoao a do cargo ofOcal- que ocropa,
nio tem oada da commum com qoem quer qne
seja qae se Iba aprsente ea andleoota Paraste
o raais alie administrador, peraote neesmo o 1 Dpe-
rauort qualquer pode ebegar-se e fcilmente cheg
a expjr as soas prel80^oes.
Em mwtos casos tara o Imperador directamente
onvldo- a roiseraveis preso?, a nunea-a sua dign-
dade imperial soffrsupor blo, e oea>jmai*pode
soffter.
E entretanto o gsveroo alardea o-direito que se
arrogada prohibir acoesse em andiaocia pofctea a
lal oa al Individu I^E jaiga que oom isto decli-
nara de si qualquer sospetta, 00 vasa me que em
retlexo Ihe pudesse vir do escndalo que se deu
com a descoberta ca especolago proalitliea ? I
Nao; se houvessa- razio de soepeita, este nao
era o meio da a fater desapparacer, pelo contrario.
Mas en repito, estou*couvencido de que a ptotia-
da dos Srs. ministros est ac O-Sr. P.-esidaoia do Conseibo :Onrigado.
0> Sr. Sayio Lobato rNao e mooos earto, po-
reces que commetleram ara exiesso qne oo se
justifica, que grave altentado, qae-deveser qua-
liticado e censurado como tal, porque, senbores,
quando se admita o excesso da autoridade, a ac-
go desregrada e arbitraria delia,.e nao se estra-
una porque acitu em individuos menos considera-
dos oa mesmo ind-goos, anda quando era qaaes-
quer circumstanclas a abusiva pratica fosse no
sentido da viegar bomeos de-bera do insulto de
maos, nem por- isso o abaso meaos abaso, e mai-
to reprehensivcl.
Sempre os qae abusaraovos usurpadores do
mando preceraram no eosaio da soa usarpagSo
recommeodasem-se por cestos servigos -, o qca
demonstra a historia desde a mais alta anliguida-
de ; quando os 30 tyranoos se aproprlavam do su-
premo mando em Atbeoa& priaeipiaram por pres-
tar bons servigos, e aqaeltea qae eeosuravam nos
a irregularidad do usuapado mando o povo res
poodla : iazem bem, e sorvem com desembarazo a
causa publica.
Em pouco tempo, armados do poder arbitrario e
fot lineados na pesse della, passaram a proceder
como tyraanos, a o -povo diaia :fazem mal,, op-
primem a lyrannisam,mas era tarde, ja consoli-
dado dominava o poder arbitrario qae sempre de-
ve ser reprimido em toda e qualquer cirsumstan-
cia.
Passou o Sr. prasidenie- do conseibo acontes lar
a observagio qaa flz ea relago ao. que corra
acerca do granea podero do ministerio, at o pon-
to de alcaogar ama escolha de seoador, fazendo
qaestao de soa permanencia na adaintstrago. do
esttdo. Em verdade torreo e corre este boato,, lo-
go dito aa ouvido com moita reserva, e dtnois
valgarlsado...
O Sr. Presidente do Conselho :E' falso. .
O Sr. Sayio Lobato :-Talvex tenha sua origem
em directas revelagdss dos mesmos Srs. ministros,
e certaraente tem sido assoalbado por adberentes
seas maito empenbados em tomarem mais vigoro-
sa a posigio do ministerio, tsseverando :o mes-
mo poder moderador quera fazer urna outra es-
colha...
O Sr. Presidente do Conselho :Isto falso,
urna intriga.
O Sr. Sayo Lobato :... mas o ministerio an-
tepox como coodioio necessaria de soa mantenga,
e part poder conservar a maioria qae o sustenta e
Iraz la satisfelta, qae era mister que ootra fosse
a escolha, a que o ministerio te retira va, se nio a
alcangasse. ,
O Sr. Presidente do Cooseiho ;-E' faUissimo.
nercio eo'defesa do goveroo.
O Sr. Presidente do Consott:Os; eonmunn-
dos;
U Sr. Sv/f.o Vi-bato : Os caaooaolcados, o qa
dvge, em Cv'.s do goveroo l* Conrmoa>solecoiE*-
raente ocae-ata era notoria-: que a-voz U3H-
ca qae oa Jarnattaao da crlo-sa- lavaota am defesa
degaverao -assalttiada a da aneoameada-cffiaiaI<('
(tpoiados ereolaaagoes).
O Sr. Presidente- do GpataHai :-Essa -to I!
Umt Voz : 0 Sr. Sayao laobao : -E S. ata. ealende e o da-
cltrou que deste medo o goveroo melbor 3arvrdo
a oso gasla tanto,costo oatres -.e gasta co a im-
pransa (apoiados); porqae, af,- o commaaietdos
do Jemal de-QOmmncio, o ge aera s tema sua
foibn-offlciaL-.
E*as, Sr. prestdenr?, esta' oa oooseieoeia paWica.
c-itoi 10 qua outra* acuantias cgoverno gacM com
uma-lolOa puteada aesta erti-r retirme a essa
folba qoe se panuca am nglez------
O Sr. Presidente do Conseibo'. Ora t
O-Sr-. Sayio Lnbito-:......(o* costa bn di-
obeiro aos cofres poblsecs.
O-Sr. Prasrfoate do Caoselba:Pois mafe oa
mec8-<3uaulo' Nao sabe, nao 1M|ftso).
O 3r. Sa-yo Lobato :Soja o que for, ainc<;aa
custaeae muito pouca cousa mat-oonpeasava o pe-
queo gasto: a- boa ve tal circamataocia eiu-qoe
at a-diguidade da governo reaueria qua a repel-
isse-de si, e ojne-em vez de a sustentar com-os-di-
nheits* publico......
O lar. Candido atorres:Apoiado.
O ir. Sayo Lobato :....a rejettaase como or-
c. qce compromeiha os altos loterasses do- paiz
assignalando loasactae noticias a-interpretando aa
mo sentido es suocessos da nuerr-a.....
O Sr. Presideota do Conseibo : -fciss de explicar
por miodo esta niobaria.
0 3r. Sayo Lobato :...depriminio o crdito a
a repntago -'o il|ntre marechU-qn tanto merece
ao sev-arno, rj ja- tanto vale para o paiz, que con
razio o mmist.-riw o apreseuta- como seo melbor
argumento e og!de tus coasas- da guerra com o
Panguay, e maetta-se lio sobKmceo a qualquer
censara, qaa a- da* por impossivel em relago a'
goerra.
O-Sr-. Presid-sDte do Consejo:.la disso qq-
aea V, Exc, nem os seus collega tio capazes-ds-
combaler-me, quanto a' guana ;. nao capaz da
coabater-me.
O-Sr. Casarla Alvim :M qoez....
OSr. Saya) Lobato:A asta proposito- direi-u-
qos me parece:, e nao declina da qaestao a-guer-
ra demonstrando a iababilidaa-e tacapacidada de
ministerio i espirito que ioeplta a Sr- prosideate-
do conselho, e o antagonismo- poltico de-qua n>
actaaldada fai.oabedal oslectando-se o czmpeio o>
mais esforgadC'Oootra o laCc conservador
O Sr. Presidenta do Cooseiho:Isso nio teta
n:nia com a guerra, vamos a gaerra. (Risada).
OSr. Sayo Lobato:.....maraca ser-'devida-
mente considerado mesmo om rejagao a guerra.
O Sr. Presidente do Cansslbo :Qaaa a' guar-
ra na) pode sombater me,oombata-me.
O Sr. Sayo Lobato : O Sr. presdanle Jo ctn-
selho perate o paiz grita, faz cMantagio da sna f
poltica, do san liberalismo^ eensldera-se obomem
poltico raais importante e autorisado (apoiados da
opposige), ao mesmo tomno que reputa o humilde
depatado qoe tem a boora-da dirlgir-sa a'camara,
como cooservador emperrado (riso). Incapaz de
apreciar e seguir as leis do progresiC,.emfia des-
aotoraao.de toda a acteridade moral, de criterio e
valor intelleeioal (moilos nio apoiados), E* ebega-
da a ocias ao de por ama vez liquidar estas coalas,
com e-Sr. presideuto-do coaselbo. (Hilaridado).
Por domis elle me tem provocado, e oece/*3ay
rio que o paiz nos 005 a nos julgce. (Vultos npoitv
dos da opposlg),
OSr. Presidente do Conseibo -:Mas veja. |ne
nao trata da guerra,
O Sr. Sayac Lobato:Hei de mostrar como tem
toda applicac&o a' gaerra: nao me intaraempa.
(llsclamagoe.-).
Sr. presidente, o verdanin liberal, como poda
dizer de lodo homem poltico de carcter a princi-
pios, qae Isa timbre da opinio qae profnsss, pro-
va a verdade e slaceridAde de suas conviccoes com
a coherencia sempre sustentada de dootrina e.pro-
cedimanto, sem recnar dame dos sacrificios qae
porventura Ibe impouna a sorla adversa nos lem-
pos nefastos para o sea lado; aquellas qne apre-
sentam nos actos da sua vida publica outros tantos
documentos dessa coherencia, perseveranga e nr-
aeza, nanea codeado a's leniagOas do Interesse,
nem desertando, das Blelras sob pressio dt tortau
contraria, podem por certo apregoar o sen libera-
lismo sem qoe niogaem Ibes suspeite a boa f e
siaceridade de opiniio poltica qua manifestara,
porqae a verd'ade se demonstra com o brilho da
evidencia. (Apoiados).
(.Continuar-se-ha.)
TYP. DO DURlOrRUA DA URUZES N. 44.
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Full Text
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