Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11570


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Full Text
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u: ANNO XL1V. NUMERO 137.
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*8pmh^i a manti* g msggmi m oacimu ninaiw ai imua traas, ms Miramiaiia.
' !!' W li i i ii .....i ,, ni.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO.
Parabyba, o Sr. Amonio Alexaadrino de Lima J
Ceara o Sr. Aotot lo Marqass da Silva; Aracaty,
o Sr. A. de Lemoi Braga; Cur, o Sr. Joan ai m
Jos* de Ollveira ; Para, as Srs. Gerardo Antonio
Mtves d Filos; Amazona, o Sr. Jerooymo da
Coste; Ategbas, o Sr. Fraoclsoo lavares da Costa;
Babia, o Sr. /os* Marti AJv; Rie da Janeiro
o Sr. Jos Bibeiro Gasjanobo
PARTIDA DOS ESTAFETAS.'
Oiiuda, Cabo. Becada e esteces da via ferraa at
Agua Preta, todos os dtas.
If aarassd s GoyanBa as segundas o sextas folras
Altlto Aotso, Grvala Beterros, BobHo, Caroar,
Saoabo, Garaohaa-j, Biqae, 8. Benio, Boa Coa-
seibo. Agaas Bellas Tafearan!, oas tereas-feirre,
Pao d Aloe, Ifataretb, Liaoevro, Brejo, Pesqeetra,
Ingereira, Floro, ViHa Bella, Cabrcb, Boa-Vis-
ta, Murlcary, Salgaeiro e Ex, dm guaras tetras
Serinbem, Wo Formoao, Ttmandar, UM Barrel-1 Pri-nafre tanteo frai: tarea* witoa ao Mi
ros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas tetras, f di.
AUDIENCIAS OS TrUBUITABS DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Retaceo: terca*e sabbados is iO horas.
Paxenda : quintas as id boras.
Jnlzo flo commercio: segundas as f 1 boras.
Dito de orpbos: tercas e sextas s 10 boras.
|Sogmda vara do ei re
i aora da tarda.
qnartas tiabbadei a
EPHEMEIUDES DO HEZ DE MAJO
8 Lna ebefa as 4 h.. Id. e 40 s. da a.
13 Qnarto ming. as 7 b., 21 m. e U da m.
-w o*a as 11 h., 52 m. e 45 s. da m.
| 27 Qoano rese, as 2 b., 82 m. e ft>. da m.
----------------------------------------
i
DAS DA SEMANA.
Segunda.'S. Landelino ab., 8. Modesto tn.
16 Tere. 8. J3o Franclseo-lterls.
17 Qaarta. S. Tbersra, raraba de Lelo.
1" Quinta. S. Leoncio m.. S. Amando b.
19 Sexta. S. Juliana de Fateonlere v.
O Sabbsflo. S. Sllverlo p. m., S. Prudente.
21 Domingo S. Lnii Gontags, JesoHa.

~
.....j'i '!>
---------
PRBAAR DS BOffC.
Primeira as II ooras s 43 m. da i
Segunda as 12 boras a 6 alambor
PARTIDA DOS VAPORES l"ll'aBfi
Para o sol ata Alaro*s a U 30; pan oaMats
at a Granja a W o JO da cada bm; pora V*.
nardo noBlas 14 des mores ;"
I jnlbo. seHmbro novembro.
PARTE OFFICIAL
MI^HTERIO DA IERR1.
Illm. a Bxa. Sr. eoosrlbeiro Joio Lastosa da
Caoba Paranagni.Tendo ja techada mioha oor-
rospoodeacia que deve seguir no vapor babel, eb-
ga me a coDOdenclal de V. Bxc datada de 30 de
aartt prximo pausado, cujo recebiment) aecus ,
o qoe vod responder como me compre.
Agradeeo a V. Ete. a remessa que me dit ter
fatto pelo vapor Arinos qoe ebegoa hontem as no-
vo boras da noile a Coropaiiy, de 402 pracas de
prei. barracas para 6,000 pravas, 4,000 blusas de
panno, o ostras tantas cacas atoes, moaicSes, a
mais artgos belliea, fleando traoqoltlo a respeito
do qoe (alta para computar o fardameoto de in-
vern qoe pedi, pots que V Ete. me assevera que
o ar reaetter coastantemente por lodos os vapo-
re?, beai como muoi(5es para as boceas de fogo
de calibre 31 Wuhw inh o de 12 a La Hite.
Vejo tamben eom przer baverem chegado no
referido vapor o coronel de engenbeires Jos Joa-
qoim Rodrigues Lopes, o mejor do mesmo corpo
Paulo Jos Pereir* e o capitao do 1.* bataibo de
artilbaria Jbo Baptisia Marques da Croi, qoe,
eom qoaoto Dio sej de engenbelros, dii V. Bxc
estar habilitado a ser empregado como tal, pois,
atm de se haver distiogoido como estndante. tem
a pratica da campan ha de Matto Gro bem Inteirado da qoe no seguime vaper ebegario
ao tbeairo da guerra o coronel graduado do e>udc-
maior de artilbaria Jos de Miranda da Silva Reis
e outros offlciaes de eorpos especiaos.
Recebi, e j agradec a V. Exc. e ao governo, os
despachos con qoe foram galardoadjs os que se
distinguirn! nos combates depois da aareba de
tiaiico pratlcada pelo exereito imperial, at o da
19 de fevereiro do corrente auno.
Estando V. Eic de oosse dos meas offlcios que
feram pelo vapor 8onifncw bem assim da minba
confidencial de II do mea protimo passaoo, leva-
da pelo vapor 5 Paulo, teobo certeza de qoe a es-
ta hor tert j recebido miohas correspondencias
f)o^teriore^. completando as noticias a respeito de
movimeotos de que em data anterior fallei.
E porque espero poder escrever a V. Exc. eom
brevidade participando algam ou alguns soccessos
de summa importancia, termino eom assegurar a
V. Exc. que continuo eom a maior estima e consi-
deracao a ser, de V. Exc. amigo, collega e obri-
gado.Marques de Caxia*.
israT* 'Co'em reD,e ,iam*it',i de mida
f.'ente o sea digno commsndaate o teneste coronel
Titureio.
O bngadelro Bltteneoort, em soa parte, fai hon-
ra a pericia ooragem e intrepidet desses doas bra-
vos commandaoles, e bem asshn de onlros cojos
Bornes farei ebegar ao eoobeeimento de V. Bxc. na
ordem do da respectiva.
Teobo grande satisfaeo em partieipar a V. Bxe.
que doas vapores da divlsio avaneada amito eoad-
jovaram nossa torca expedicionaria, tanto na oeea-
siao do fogo, como qnando o ioimigo precipitada-
mente fogio.
Tiremos 5 offlelaes feridos e 9 praeas, inclaindo-
se nellas om sargento.
Deas guarde a V. Etc.illm. e Eira. Sr. eoose-
ibeiro Joo Lustosa da Conba Paranagna, ministro
e secretario de estado des negocios da guerra.
Mrquez de Caxlas.
Commando em ebefe de todas as torcas brasilei-
ras e interino dos exereitos alijados em operajes
contra o governo do Paragoay.
Qnriei-generjl em Pera-Cu, em frente a Hu-
maii, 14 de malo de 1868.
Illm. e Eim. Sr.Pela minba nltima correspon-
dencia, qoe deve a esta bora ter chegado j s
mos de V. Exc, dei cenia de se haver felizmente
realizado a preliminar dj meo plano de ataque ao
Humana consistente na oeeopaco por torcas nos-
sa$ no ponto do Cbaco que (echara completamen-
te o sitio era que o mimigo se acba.
A importancia detse movimento tem sido reeo-
nbecida pelo mesmo ioimigo, o qoal tem envidado
todos os e.-forgos a seu alcance para desalojar-nos
da posico, podendo-se di ter que tantos lm sido
os alaqaes que bo*s>s torcas tm all scffrido e re-
peludo qoaoios os das decorridos depois da me&<
ma occopacao.
A ordem do da qoe nesta data teobo a honra
de remttter a V. Exc. contera os delalbes de lodos
esses ataques e combates, nos quaes unto offlciaes
como soldados lm nvalisado em bravura e dedi-
cado.
Resta-me participar a V. Etc. a ultima tentativa
do ioimgo, qoe no da 8 do correte dea anda
lugar a um bello trfompho das armas silladas, e
por tal forma desalentou o mesmo loimigo que de
eiito para c nao tem mais appareeido, connotan-
do se em disparar, eom iotsrvallos longos, nm ou
ootro tiro de canho da fortaleza de Humait con-
tra os pontos por os occopados, mas qae nenbum
danjoo nos tem causado.
Tendo eu observado, na visita qne Qz ao Chaco,
.no o inimigo poderla querer aproveitar-se dos
trabalhos de ortillcacao qoe a columna expedicio-
naria brasileira bavia coraecido ni p;nto em qae
desembarcou, mas que abandonara, pela raz.o que
j dei a V. Exc. em minba ultima corresponden
eia; e eabeodo, por noticias que me ebegaram,
qne nessas (ortificacoes baviam ja sido vistos al-
guna Paraguayos, ou de dia ou de noite, ordenei
ao brigadeiro Jaciotbo Machado Bittenconrt qae
maodasse proceder ao arrasamento e destroico
completa dessas tortiScacdes, para o qae ibe dei
as necessarias instruc^des.
Se o inimigo podesse lograr eonMrnir nesse pon-
to na redacto em que eoiloeasse artilbaria, nossa
eomrannicacao fluvial eom os pontos oceupados pe-
las torcas ailiadas se difflculuria, apresenlaodo
cbstacalos ida (orneelmeato e tropa, por nao
termos outros meios de coodacco para tal servico
senao os monitores, cujas toldas estrellas se nao
prestam ae transporte em quantidade dos diferen-
tes generes (orneado?, os quaes, alm disto, te-
rfam de passar descobenos e expostos ao terap.
Cumpriodo, pon, miohas orden', (ez o brigadei-
ro Jaeiotho Machado Bitteneonrt seguir ama co-
lumna composta do 7.* batalnao de infaotaria cora-
mandado pelo boie teneotecoronel em eom misfSo
Genuino Oiympio Sampaio, e urna grande divlso
do 14' baialbio, para fazer o servico de flanquea-
dores e de vasgoarda, tendo-se a esta (orea reuni-
do por ordem do general Rivas om batalhao ar-
gentino sob o eommaado do coronel Martines.
Esta (orea seglo abralo picadas at o ponto
pelo lado da costa, teodo sempre sea flanco es-
qaerdo eoberto pelos atirsdores do 14. e coilocao-
dc-se o 16.* bataibo de infantaria, commandado
pelo lente coronel Antonio Tiboreio Ferreira de
Souza, na mesma direceeo intermediaria a este e
qaeile ponto ; e nao serviodo de supporte aos
trabalbadores empregados em descortinar o malo
qoe cerca a (ortificaco de qne cima fallei, eomo
ao resto da (orea em caso de neeessidade.
Mandoa atada o mesmo brigadeiro segoir era-
Marcados em om encooraeado SO praeas do bata-
ibo de engenbelros e igoal numsro de soldados
de lofaotaria eom a precisa (errameaia para os
trabalbos de demolico.
Ao approximar-se a terca, nm monitor toe bom-
bardeara durante a noite para impedir a cootlnua-
qoe o obrlgou a escooder-to nos (estes da tria-
beira; roas, reoebendo Immsdiatamtota orna des-
arga de fucilarla que den a (orea expedicionaria,
fugio preeoitedameole deiando a ferramenla, al-
gumas araas e doos prl-ioneiros.
Poaeo depois das t> borta da mtnbaa, e qtaado
se bavla j completado o arrasaroeoto das fortifica-
oes, apparec elle do novo cara qoalro batalhoes
doas coros de c.avallaria a p, e, travaudo nu-
trido rogo cea o 7.* bataibo de lafaaUria, qnev
cora o sea commaadante 4 freate, oa fot aoobor
galbirdamtBte, e bem aislo coa a graneo divi-
#j do 14.a, (raa eempietaaeate derrotados e fu-
eiram na mater desordem, deixando no campo 111
iadavefee.
Ao tempo ea qoe a nesga terca so bata oeste
ponto, e uV Mtarramente, ana ootra iatatga di
JJ60 feaaots potreo mais oa menos, da cavallara a
toteatarta, aoooreeeo sobra a tsqoerda eom o I a tai-
ta de o altear de fl.aco o eortar a retaguarda ;
aat, tamo a nriaoirs, fei ta raoelda o desbara-
tada poto M.* bateihao da iafutaria, toado a tui
Comaindo em chefe de todas as torgas brasilei-
ras e interino dos exereitos alliados ea operaedes
contra o governo do Paraguay.Quartel general
em Pera-Ca em frente a Hamalla, 20 de mslo da
1868.
Illm. e Exm. Sr.rendo chegado ao mea eoobe-
eimento qas o vapor Arinos, que, eomo paquete da
e?quadra, devla sabir no dta 30 do corrente mez
para o Brasil, para ali segu araaobaa ero con-e-
quencia de haver eocalbado no Paran o vapor isa-
bel, sabido a 15, aproveito a opportanidade para
participar a V. Exc. qoe da data de miaba corres-
pondencia ultima at agora neobnm aconteeimento
notavel tem tido lugar, a qae mereja expressa e
singular menco.
O inimfgo tem continuado por saas tentativas a
demonstrar o golpe profundo qoe recebera "eom a
oceupaco do Cbaco pelas forgis adiadas ; mas de-
pois do ataque do dia 8 oenbum oatro tem elle que-
rido arriscar, pela cooscieocia, qae sem davida tem
de qoe nao (arfa eom isso mais do qae perder ain
da algomas centenas de vidas intilmente.
Deas guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con*
iheiro Joo Lastosa da Caoba Paranaga, ministro
secretario de estado dos negocios da guerra.
Mirquez de Casias.
A COMMANDO BiSAMIS.
Quartel general do commando das ar-
mas de pernambneo. 13 de juna
de 1868.
ORDEM DO DIA N". 417.
O brigadeiro coramaodaote das armas publica
para os divldos Gas :
!- Qae por portara de 27 de malo prximo
odoa presidencia conc-dju. deeontorraidade eom
0 *2J 4 2 do decreto n, 3579 de 3 de Janeiro de
I8GG, tres mezes de lireiga cora o vencimeotos
do art. 5* J do citado decreto ao Sr. corooel
commaadante do o* bataibo de infantaria do exer-
eito J.tqolm Rodngaes Codlho lilly, pratar de
sua sanda nesta provincls.
2.* Qoe, a S do corrente mandn iocloir ao de-
posito dos reeralas aflm de te'.er ali o servigo o
Sr. alteres honorario do exereito Mariano dos Reis
Espinla, o qae (ol approvado pela presidencia em
offlcio de 6.
3.* Qae, a 7 deste mez chepou da corte no vapor
Cruzeiro do Sul, o Sr. tenente-coronel do esta-
do-maior de artilbaria Apolonio Peres Campelto
Jacome da Gama eom liceoca seco tempo concedida
pelo Exm. Sr. geoeral commaadante em che do
exereito de operaedes eontra o governo da rep-
blica do Paraguay e approvada pelo governo impe
rial, para tratamento de sua sale no imperio.
4.* Que, a 8 tambara deti mez apresentoa-se
ueste qaartel-general. viodo da corte, o Sr. teoente
do 9 bataibo de infantaria do exereito Pedro Ve-
Iho de S Brrelo, a quera o Etra. Sr. ministro da
gairra cencedeu por aviso de 29 de maio ultimo
tres mez-s de liceoca, autorizando a presidencia a
emprega lo como julgasse mais conveniente e con-
orrae permlttlrem as forcas do mesmo Sr. len-
te : o que tudo declartu a presidencia em offlcio
do referido dia 8.
5. Finalmente, qae bootera segairam para a
corte no vapor Guar, os Srs. caplles, do 2 bata-
lhao de infantaria Joaqaim Antonio de Moraes, do
83a corpo de voluntarios da patria Lo val da Silva
Pereira de Lacena, clrurgio do corpo de saiile
Dr. Joo Honorio Bezerra de Menezes, e alferes do
corpo de pontoneiros Rodolpbo Candido Rodri-
gues.
(Asslgnado).Joaqnm Jos Gon^alves Fontes.
Est conforme. Emiliano Ernesto de Mello
Tamborm, tenente-?jadante deordens encarregado
do delalbe.
EXTERIOR.
Bnenos-Ajres, 28 de maio de 1868.
A' sabida do paquete passado, depiis de doas
triumphos.qae a bravura dos soldados braslleiros
alcancen sobre a tenacidade do inimlgo, as forjas
adiadas ficavam dominando urna zona da margena
direita do Paragoay, que oortava a pennsula (ron-
teira a Humana.
Desse ponto certificava o general Rivas nao o
poderem desalojar todas as (oreas qae Lpez po-
desse mandar contra alie, e assim era a verdade ;
entreunto um erro desse general ia dando ao ioi
migo urna posico qua muito embarazara os sup-
pnmentos das nossas (oreas, se felizmente nao li-
vessa stdo remediado.
Ao mudar de posico o general Rivas para filar-
se na que depois tomn, e possue actualmente, ha-
via deixado na primelra dellas algn* trabalbos de
foriiBeacao, de qaeosPtragoayos proenraram logo
atilisar se.
Por fortuna indo o marquet de Caxias (no Jia 7)
ao Cbaco, observoa que se por emqoanto a posico
abandonada por nos apenas servia da apoto ao ai-
migo, para d'alii bestiiisar-nos ligairameate, se se
Ibes desse tempo abi se firmara, sendo depois mais
costoso desalojadlo. Deu prtanlo a ordoa de qae
oa aaoha segrate se levasse o ataque a' forca
paraguaya qne se apresentasse.
Assim se fez, e o coronel argentino M. Martioez
eom sao bataibo, os doos batalhoes brasileiros 7*
e 16*, e ama parte do 14*. avaocou na manba do
dia 8 contra a posico inimiga.
us batalhoes qne mais se empenbaram no com-
bate foram o 7* e o 14, e particularmente o pri
meiro, cojo eommandantc, qoe o major Genuino
Oiympio de sampaio, mostr* eomo seapre a maior
brotara e sereajdade, O J6# tlnba ocenpado o
Baqco, e ten coamaadaott o tenente-coronel Ti-
boreio, tendo a previdencia de fater toater os poo-
telhfies qoe all ha vi a, obstou a qoe ebegassera aos
Paraguayos os reloreot qae ja' Ibes viBbam em
eamnhe.
9 combate (ol tenatmente sustentado da na lado
e ootro, teqdo os Paraguayos a sao favor alguns
parapeiios a vados ; mas tuda cedeo ratrepidez
dos oossos soldados, qoe final levaraa a' ponte de
baroorta pelo malo dentro os u.umos grupos al-
migot.
A perda qoe olitt tivtram Ioi de mala de i00
morios no campo de balajba, a um aoaero coeti-
deravel feridos, una ganharaa a mala. lleco-
Iberam-se 111 etpiagaatas, Oteaoas e 1 aapadts.
A torga brasileira tambera stUreo pardas, de aoo-
slltraco, pois lave & oaoOteet feridos, e ns praeas
de pret 9 mortot a 89 tetaos.,
A torna trgenaa nada toffroa, por ter Octdo de oas SO
nmrn. |
O coronel Martnez na parte qae da eomo ebete
di expedico rende os aalores elogios a' bratara o
entbusiasmo dos soldados brasHelros.
A este proposito repetir! ainda orna vez o qoe
por vetes teobo dito : a par de tantos sacrificios
qae casta naeo brasileira a goerra actual, tea
ella ama immeosa vantagem adquirida, a reputa-
Cao de bravura qoe tea conquistado suas (oreas de
trra e de mar.
Os trlomphos sobre o inimlgo, qae de certo va-
len t e teoar, o melbor documento dessa verdade,
porm nao menes cloquete a con&sso qae a
cada aovo encontr sao obligados a fazer nos?os
adiados, testemaobas Insospeitas pela emalaco e
aotigas prevencSas qne tmbam coa os Brasl-
leiros.
Ellos o dlzem em correspondencias, em cartas
offlciaes, em documentos qoe passaro a* historia :
os soldados do i aparto combatem eom Inexeedivet
coragem, eom enthosiasmo pola soa bandeira, e ao
mesmo tempo eom tanta serenidade e espirito de
desdeo pelo perigo e zombaria para eom o inimi-
go, qoe s no soldado fraocezpodenam achar-se,
O povo brasileira ja gozava no mando o concedo
de generoso, sizado, amante da cmllsaeio ; agora
seas exereitos e esqaadra do Ihe o brilho da bra-
vura nos combates. Urna naeo qoe assim se a pre-
senta ao mundo deve ter orgalho de si mesma, e
confiaoc inteira no seo faturo.
Depois de assegurar a posico das nossas forcas
no Cbaco, o general em chefe eoidon de facilitar
as comujunicayods dellas eom as da margem es-
querda.
A alteoco que o marque* presta a todos os pon-
tos qoe podem ser otilisados pelo intraigo (ez que
se evitasse algum dealoravel revez.
As canoas nossas que cruzam da margem es-
qaerda para a pennsula de An?i eram obrigadas
a co-tear urna especie de promontorio, qne ba Ba
laga do Estabelecimenlo, e se abi se embarcasse
qualquer torca inimlga, fcilmente destruira al-
gam comboy de candas qne levasse tropas, oa man
tmenlo?. Mandando S. Exc. explorar o promonto-
rio acbaram-se signaes recentes de lerem estado
abi homens e aoimaes, i vista do qae determiaoa
o marqaez que o promontorio fosse ocenpado e
fortificado por torgas nossas, o qoe fmmediaiamen-
te se reslison.
O acampamento (ortifleado das nossas torgas no
Chaco apoiava sua direita em ama lagda qae alada
nao lioba sido explorada. O marqaez determiaoa
qae o maior Falco da Frota, eogeohelro da torga
expedicionaria, o pratieo capito-teoente Etcbebar*
ne e o engenheiro polaco ao servio do exereito
argentino, (ossem eom ama escolta fazer esa ex-
plorago, e o resaltado (oi o mais satisfatorio.
Cora muito pooco trabalbo a ligda toroar-se-hia,
como se tornou logo, navegavel, pois o sea fundo
varia de 8 a 20 palmos, e s havia a romover as
pl.-ntas aquaticas qae obstroiam soa superficie.
Feito isto a columna do Cbaco eslava em comaio-
nicagio (ranea e immediata eom a esqaadra qae
tica abaixo de Humait.
Por esta forma, em lagar dos vveres e mate sop-
primemos para aquella columna irem do Estele-
cimento, receb-losbia de Carupaity, o que poopa-
va tempo e desperas.
Informoo mais o mesmo engenheiro Frota qne o
porto de desembarque .ara o que viesse de Cara*
paity demorava s a 40 bracas daqoella fraeco da
es joadra, sendo necessario, para firmar esse ponto
contra a'guma torga inimlga que ainda se ocealte
na pennsula, cu que passasse de Humada para a
margem direita, 609 borneas de Infantera, nm
destacamento ds pontoneiros e algamas pegas de
meoor calibre.
Satislizeram-se todas estas iadicaco>s, e p*assaodo
no dia segointe os 600 bomeos do exerc'to argen-
tino fleon assegurado expedico um porto fcil e
de todo impossibilitada para o ioimgo qualquer
commualcaeo de urna para ootra margem do
rio.
Essa e oatras exploragSes feilas soccessivimente,
e as intormaces dos passados e pnsioneiros mos-
traram qae o sillo completo de Humait era ama
realldade.
Iasisto oeste ponto porque os espirites pesslrais-
tes teem ali neotado a desconQaoga de qae tal sitie
completo nao existe.
Fundam-se ellos ea qua orna torga paragaaya
de mil homeos oa mais occapa a pennsula qae en-
frenta aquella fortaleza, e apolada pela oumerasa
artilbaria della, alli pretende eonservar-se.
Se exacta a circumstancla de exl-tirem no ex-
tremo da pennsula torgas inimlga?, tanto melbor,
ellas all esto tambera sitiadas, pois a' soa reta-
guarda tem o rio e na soa (reate a colamos expe-
dicionaria, qoe estende suas linbas de um ponto da
margem a outro.
A nica esperanga de salvago qoe pode ter essa
torca refagiar-se a Humait, iodo augmentar a
penuria da sua guarnigo, para depois succambir
eom ella.
Mda para atacar por trra, acbaodo se a caval*, do asralto; nos al limo j das as arta do exereito,
" ]\ m moD,*u*a* e sobrelndo >s correspondencias argentinas,qne
* une nao verflade estar o general Bnrgoen : pouco cuidara de ser discreta,etmitauto que .ejam
cereanflo o rio Lambar. ooHeiosas,do eomo negecio decidido entre o?
5. Qne desde o Teblqoary at o Timb nao ha generase o do assalto.
** ntamt' Dizem mais qoe este foi o nico objecto de urna
o-' Que Bargaeo Resqaln e Barrios esto eom recepte conferencia entre o marqaez e o geaeral
2n- Gsty y Obes, depois da qoal se mandn activar a
/- Que os batalh5es 12 e >2 eom om rgimen- I promptlflcaco de saceos, e outros meios qae am
to solt fot a torca qae atacou a trlnchelra ao man-
do do coronel Manoel Montiel.
o.* Que no Timb ha maito gado e uns 400 ca-
villos em regalar estado.
S- Qae o caplto Silva, paraguayo, prlsloneiro
em Pedro Gonzlez, esta' om tres pares de ma-
chos para declaraess.
10. Que no Timb ba 8 pecas de 68, e cemo 26
de campaoha : 4 batalhoes qae sao o 25, 6, 45 e
21, qae contera de 200 a 300 homens, e um regi-
ment de cavallarte o. t eom 200.
Tem se a^ol fallado de rropostas feitas pelo l-
ente coronel llurbotti (Parsgoavo, ebee da le-
giao paraguaya qae serve no ex'erclto argentino)
ao eommandante da fortaleza de Humada'; o que
nouve foi o segolote :
Ero ama das descoberlas aquella oficial falln'
oa fez fallar aos soldados Intmigos, dizendo Ibes
qoe tlnha que mandar urna carta ao eommandan-
te das torgas de Hornada*.
Os Paraguayos, mostrando se pooco desejosos
de combater, respondern! qoe a mandarlam bus-
I aoa-oc-ua louu u reparo qu nm paquete nao vai
cas, e de (actono dia segointe veio nm parlamec- sem levar telegramrnas sioistns; e sendo assim.
assalto exige.
Tambem oceorre qae as ultimas cartas de la',
datadas de 20, dizlam ter a columna de torgas pa-
raguayas chegado a atravessar o arre lo ffbembuc
em dlreccio a Pedro Goozaler, e nao se s*be se o
baro do Triampbo conseguira alcaacar esa for-
g, oa eorter-lbe a retirada.
Qoanto ao mais todos os nimos esto perfelta-
racnte tranquillos; as posicoes qae occopara os
exereitos alliados sao ta fortes e esto to conche-
cadas amas a's ootras, qae lodo qne o loimigo
lenlasse Ihe seria fatal.
Nao havendo mafs (actos da goerra, nao me atoo-
garel tambem em consideracSes sobre a actoali la-
de della; to patente que o animo mais acauda-
do pode aprecia-la eom exactidio.
Ao terminar sobre os negocies da guerra repe-
tire a prevengo qua por vezes tenho fett); nao
se <* na capital do Imperio a menor attencr aos
telegramrnas qae a ultima hora do paquete fazem
"aqai para Montevideo os iofmigos da allianea.
Terse*ba feito o reparo qae
tarlo ped la. Devo observar qoe os soldados ha
vlam declarado qoe se fosse para Lipez a carta,
nao se(ojasdaria recebe-la, por nao lerem meios
de a fazer chegar s soa3 aajs, estando as cora-
municaf,53s cortadas.
O geoeral Argolo, qae Ignorava o antecedente
da carta, responden que nada tinha a mandar, po-
deodo o parlamentarlo, se qoeria, dirlgir-se ao ge-
oeral em ebefe.
Esti focldente pela ingenua declara-ai dos >ol-
dados leve a vantagem de comprovar a iocommn-
nicagao em qoe Hornada' se acha cora Looez, e
consegolntemente eom o resto.do paiz: claro
qrJ5 isso pode ter moita iofloencia oa reodigo
da fortaleza aotes do qoe geralmeote se peosava.
O corooel ltnrburd Informou depois ao marquez
que tinia mandado ao eommandante de Humait.
eom quem ontr'ora havia tido relages do intima
amizade, a caria qae bavla promettido, na pal
explicava-lbe o verdadaro objcto da guerra, e a
conveniencia dalle render-se, confiaodo na gene-
rosidade dos adiado-*, era lugar de fazer ama re-
sistencia ioutil e que se turnara ar.l a elle e aos
seu?.
Referiodome ao eommandante de Ham-.ii.>', di-
re que se desmonta a noticia do ja nao ser o co-
ronel Alen. E" ainda esse chefe quem commanda
a fortaleza tendo si lo, ao qoe parece, moment-
nea a soa suh: tituigo pelo corooel Nermosa.
Ha dia 14 foram removidos par Corrientes e
Cerrito os doentes qoeestav.ra ero Tuyo Co e S.
Solano, flcahdo estes doas pontos abandooados por
recoiher-se a Par Cae a torga qoe os guarneca.
Depois da qu.si det mezes de occopago voltaram
aquellos sitios a solida i, em qae os exereitos ai-
liados, abi cneganib oo dia 31 de jalbo, os foras
achar.
No mesmo dia 14 estando doenle o marechal
Victorino, o brigadeiro Joo Maooel Meooa Rarre-
to assomio o commando do 1 corpo de exereito
braslletro.
Iodo no dia 15 o marijaez de Caxias ao Chaco,
depois de examinar a suago de oossas torga,
dea varias provideocias, entre ellas a de abrir se
um camloho mais directo para a margem do rio
em direego a Par-Cu o qae permittira', aban-
donando a pennsula do Arac, qne boje serve de
porto por aqoelle lado, diminuir a' torga erapregj-
da em costodiar o trajelo, e tambem por a co-
lumna do Cnaco em communicago lelegraphica
eom oquarH-general de Par Co.
No da 16 q baru da Passagem, por ordem que
oa vespera recebeu do general em chefe, subi
eom os monitjres at o Timb, .dm de recoohecer
o Novo E-tabeieclmento, e bombardear esta posl ..qoanto a' elelgao presidencial.
Sobre o (acto de qoe taoto Humait, como a tor-
ga que ellos tlverem destacada oa margem opposta
acham-se absolutamente cercadas, ja nao lioham
fundamento algum as davidas a que ha pooco me
refer, mas receotemenle o marqaez as (ez des-
truir eom ama prova mcontestavel, e darei desde
j eoobeeimento della para nao ter de voltar a este
assampto.
No du 15 o capilo de mar e guerra Pereira da
Cuoba, ajodante de ordens do general em chefe,
tendo recebido as lostrbccoss de S. Exc, parlio d
Par-Cu pela manba indo a Cornpaity.
Deste ponto atravessou embarcado para a mar-
gem direita, e pela nova communicago, isto pela
laga ,ue flea direita da nossa posico do Chaco,
chegou a essa pooto, e d'abi passou ao Estabeleci-
mento, e eraflra de l voltou a Par-Cu, oas pri-
meiras boras da noite.
Esta digresso considerou-se importante, porque
fazendo om circulo completo ea roda de Humai-
t', mostrou que a fortaleza esta' inteirameata iso-
lada.
Anda ootra circumslancia notavel pz em evi-
dencia a digresso dasse offlcial, e a de qne li-
mitadissimo o terreno qne o inlmigo oceupa, pois
ea det a ooze boras andoo em volta de todo elle,
tendo de perder tempo em embarqese desem-
barques, e em daas trveselas do ro demorndo-
se em tres acampamentos diversos, e sendo Ihe ne-
cessario formar apontamenios para transraitti-los
ao general am chefe.
Calcule-se to largamente como ;e quizer esse
circuito, seapre Hornada' e suas dependas Q-
carao redoxidat a uoa estreita rea de terreno.
Ao mesmo tempo qae pelos seus offlciaes de
confiaaga o marqaez procura adquirir occas exac-
tas do terreno e da potigao do fnimign, nao des-
aprovaita.outros meios qoe te Ibt apreseatam para
o eoosegolr.
Tendo no ultiao combate do Chaco cahido ori-
sloneiros dous soldados paraguayos, &. Exc. man-
dc-os interrogar peto capio Cspedes, para-
guayo tambera, qua obteve oetie manos esclare-
c mantos.
Como to por deaait longas o prolitat as o-
(ormages qua dar* os deui prisioaeiros, Ijmi-
tar-me bel a (azor oa brote resumo do qae disae*
raa, a el- lo :
i.* Qae Lana os*' Estapcia do 8, Femando
eaa fi.Obfl boaoat das tret ai ata a 20 pega de
eaapaoha. ,
o eaebao GaaoraJ Das acba-it enterrado no
fba.
! Qoo forca oo vate da Teblqoary atacar
ooasa oatejaw do Cbaco (i 600 boravos do tof*o-
teitetWdoaatMaHi.ot quao toiteraa tos
1* Qae a torga qne ba ea Tebiqaary ttia' pre-
gan, verificando a torga qae ahi existisse.
Segoodo a parte desse chefe, o iniroigo basti-
te eofraqoeeido, permittio a nossos navios appro
ximaram-se modo, (zendo s algaos tiros quaodo
elles se acharara debslxo da barranca.
O monitor Rio Grande receben dnas balas de
68, que nao cansarara estrago.
A artilbaria qne o inimigo tem oessa posico sao
duas pegas de (8, ootras de 32 para o lado de Hu-
mait' e mais duas para o de Tayl. Parece que
oas quairo faces osla' a posico igualmente arti-
lbaria.
Depois de a'gnns diav em que o Inimfgo nada (ez,
ama como tentativa de aggresso Inieioo, a qoe
todava parece ter renunciado ao perceber qoe lia
via sido presentido.
No da 17, segoodo aviso do marechal Menna
Brrelo, ama torga paragaaya de cavallaria de aos
600 horneas mostrou dlrlgir-se a passar o srroio
Nhembac. Ao eacootro della mandn esse geoe-
ral urna brigada nossa, de cavallaria tambem, mas
aos primeiros tires dos clavnelros que tara na
(rente, a forja paraguaya eseondeu-se no m*uo.
Nossa brigada concentrcu-e en:o sobre Tayi,
deixando na sua frente algumas partidas de expto-
ragio.
No dia 19 a columna lolmiga delxon-se ver oo
mesmo sitio, isto em dlreccio ao arroto Mbem-
boc, mas ento pereebiam-se algamas ootras tor-
gas paraguayas bascar as cabeceiris do mesmo ar-
roto.
O marqaez peasoa qae havendo em Pedro (Im-
zalez orna torga nossa de 600 homtns de cavila-
rte, o loimigo qalzesse talves ataca-la de Improvi-
so, emqaanio cbaraava a altengo para os lados de
tayl.
Ordenoo, pois, qu o bario de Triampbo mar-
cbasse eom ama brigada para reforgar aquelle
pooto. At a ultima data nao consta qae o iniml-
go surgisse por til i, sendo de crer am desvio del-
le oa mesm > a sua retirada em tempe.
E' de sentir que as torgas paraguayas de caval-
laria se deitem ver a to grande distancia, e como
de relance, pois no entbusiasmo de qae esto pos-
suidas as tropas no-grandeosas, onde quer qae se
encontrem eom o inimlgo, bao de iofringir-lhe
am bora escarment.
Qae Lpez nao o procartra' bem de crer, as-
sim eomo mostrar elle de longeto de Jongeal-
gumas torgas nao tem provavelmente era vista ou-
tro objecto do que animar a gnarnigo de Humayta'
a resistir, persoadiodo a de qae tenia romper o
sitio em um ponto quilqoer.
Elle nao o (ara', e oem se quer passara' torgas
qoem do Nbembuci : o mais qoe tent-ra' ver
se attrabe alguma pequea columna nossa para os
lados do Pilar, oa sorprender qualquer torga mais
destacada de nossa linda.
O marquez dea ordem para o monitor Rio Gran-
de Ir estacionar em Tayl, afim de apoiar essa posi-
gao, e tambem dificultar a passagem de torgas
paraguayas de urna para ootra margem do rio. O
ioimgo empregoo toda esforc em pao deizar sabir
essse mooitor, tonto qne iopassar pelo Novo
Eilabelecimeoio fez sobre elle om vlvlssimo fogo
ds artilbaria, om ano Has *>ad coosegnlo.
A brigada do coronal Caldas M3*>, passoa do
acampamento de Curupaity ao de Par-Co. Sop-
puosa que o marqoez tem em vista fazer orna
troca de brigadas do 3para o 2* coreo de exereito,
afim da 40a oa baiajhea mais agparrldot to aebem
no popio coowalente ao dar se o assado a Ha-
at pelo sedigo do meio, deve elle spr desprezado.
Tenbo gora de consagrar me a's noticias do
paiz argentino, qoe nao carecem de importancia.
No dia 17 abrise o congresso naroaal, reno-
vado em metade de seos membros quantoaos de-
pnlados, e n'am tergo qoanto ais seoadores.
O dlscorso qoe oessa cccsio pronnnelon o ge-
neral Mitre tib o, pallldo, sem sabor. Reccm-
menda-se s pelo que nao diz. E' a luz que .1iz
Toaog : apias aetn-d as sombras.
Ainda assim o espirito do congresso mostrou s
logo em graode maioria hostil, -o general presi-
dente, e at se tem insinuado qne serta elle aceu-
sado. Na copia pueril, qne aqu se faz das leis e
praticas polticas dos'Est-idos (Jaldos, o exemplo
do qae por la' vai a esta hora ma-to coocoTrer'a
para levar-se adiaole a idi da acosago.
Todavia al o momento em que escrevo nada ap-
pareceu nesse sentido.
O Dr. Ellzalde, ministro de relages exteriores
qoe ja' algama coosa vai ti (Treodo.
O Dr. Quintana fez ama mng.vi para que se le-
vasse a* cmara do. denotados n protocollo do tra-
tado da ailiaoga. E' qaesto j i' debatida oa sesso
do aono passado.
O ministro Ellzalde declaren ento qae a opino
do governo ora de nao carecer esse protocollo da
approvago do.congresso. O projecto de lei dtter
minmdo o contrario passoa da cmara dos depu-
lados ao senado, e a'li eslava qnando, entrando
para o ministerio de relagoe exteriores oDr.Usrar-
te, deetaron, ter oolnio diversa da do sea ant*-
cess)r na materia, e ento a lei tlcava aem objcto.
Como de novo recupa agora o ministerio o Dr.
Ellzalde, a questo val debaier-se no mesmo terre-
no, al porque o senado devolver',provavelment-,
o projecto de le a cmara, para que passe por
nova sanega", atteadendo a que n'um anno de tem-
po, e renovada por metadi a cmaro, suas ideas
podem ser oatras.
Ea entendo qae ete qaesllod) protocolic ape-
nas om protexlo para os adversarios da ailiaoga
desafogarem-se contra ella.
Qoanto ao Dr. Quintana, devo dizer qce, nao
obstante ser casado eom orna dlslim t senhora Pa-
raguaya, nenhomas sympathias mostron em lempo
algum por Lpez oo seo governo. Atacando cora
violencia o pensamento da guerra, ezpnme as idis dojiartido argentino
a ao pe teace, hoje ezaltado contra os Srs. Slitre
e Ellzalde.
No eoogresso lado qoe por ora tem oeeorrido.
Das provincias tambem nao ba maiores novlda-
des. Algamas ba, todava, e modo sorpreadeotes
NiDpjtst
ate &4 ttoao Om sn^oj-Jgla essa Mh
Failava-se bastante de que, qaer o Dr. Eiizalde,
quer D. Adolpho Alsina, governador da provincia
de Buenos Ayres, procura vara chamar a's soas
candidaturas a adherencias' do general Urqnita,
que, mo grado dispor dos votos de Rotre-Rios,
Corrientes e alguma outra provincia, nlngaem acre
diiava qae fosse elle proprio caadidato.
Eis se nao qoaodo sabe acora a' luz ama carta-
maoifesta d. L'rqaiza, pela qoal se \4 que D. Adol-
pho Alsina Ihe garanti todo o apoto desta provin-
cia, caso sahisse o masroo genoral elelto 1
Esta declarago comprovada pelus tpicos qoe
Urquiza Iranscreve na sna caria da que Atsl Ihe
dirigi, cansoa em Boeoos-Ayres, e causara' em
todo o paiz, a mais desagradavel sensago.
. Atelpbo Alsina, pelos antecedentes de soa fa-
milia, pelo partido qne o elevou ao poder, e at
pelos ministros eom quem goveroa (um fimo de D.
Florencio Vrela, assassinado por ardem de Oribe,
e outro de D. N. Avellaneda, mandado decapitar
pelo mesmo* Oribe) por tudo o qoe poda influir em
sea corago e em seu espirito, D. Adolpho Alsina,
dizia en, era o ultimo homem eom quem parece
qoe devia cootar Urquiza, o compadre de Rosas e
Oribe, o successor delles como chefe do partido
reaccionarlo neste paiz.
E' por isso qne a combinago de ambos, sobre
qoalqaer base que soja, repeltida pela opioio
pnbHca, e jle dar lugar a que a ultima or a
elelgao presidencial se decida ao ama forma tnes-
parada.
Quaodo mesmo o geoaral Urquiza sahisse eleito,
e seja qoal fr o poder de qae D. Adolpho Alsina
jalgae dispr, esse presidente nao o sera' da pro-
vincia de Buanos-Ayres, qae no ultimo caso volta-
ria a' anterior autonoma.
No meu pensar, os nteos candidatos qae hoje
se maniera em p sao Sarmiento e Elizaloe, o pri-
meiro eom mudo maiores probabilidades. Como a
eleicao secundaria deve ter logar em 12 de junbn,
breve saberemos o que este grande embrogtto den
de si
Em Montevideo a crise banearia ebegoa a
seus parpximo. Nesle momento da-se a baialba
entre os bancos qae qaerem a cootioaago do cor-
so forgado, e o commercio estraogelro qae Ihes
resiste.
O corpo legislativo e o governo hesitara, nao
diante da conveniencia da medida, am da impos-
siblidade da cooverso, impossibiltdade que algaos
bancos tororo mais absolota aogmeouodo sna
emisso ao dobro de qae era qaando te sovpendea
o troco em uuro,
Desgranado ptiz em que se fazem imeeoemente
estas consas,
Nosso ministro o ccnselheiro Araaral, aeompa*
nbado do eonsal Pereira Pinte, partlraa bootemt
para Montevideo. Ignoro inteiramenio o motivo
desta vtagem.
Hoiilefidio, 30 de ai ie 1868.
Nos momentos em qoe sarpa deste porto o pa-
quete Amo, polo qaal Iha escrevo a preseate eor-
respoBdeocia, rema no commercio e ao pobitco
em geral urna agitag difflcil de descrever por
causa da importante questo banearia, qae toca 4
seu dosfech).
Os inieressidos na eoaiioosglo do corso forgoso,
e os que desejam a ogaversiq em metlico imme-
diatamenie envldaraa lodosos meios para o trium
pbo de toa Idea rospeetiva, a ae meio desta tula
anata a percibe quem tea retase razar.
O senado tstevt decidido a adiar per mais sais
metes a coarvotsaO* pit a cateara le repulsa-
Males quena nteoaaailft o contrario i nao ote.
taole ter a eommissio de fneala ea asteria
apreientado no da 26 om orojeeto aaMMaV,
el qae vigora ha de ser eompvida ara dia frf
I'ioh i prximo, cessando o corso foreoeo per 8i
se ter tomado outra deltberacjo legal ene teMie
esta disposigo. ^
Os digoos re presentantes da nagio nraotveraaa
qnesto por meio da ioercia, nao compareceede em
notnero sofflciente para haver elsa.
No entretanto o ministro da faaeoda acate OV
dirigir aos ete bancos orna eireolar pergarauate-
Ibes se estao habilitados a dar caapftaest* a* let
no da i prozimo.
Coco responderam ImmediaiaaaKa ea seari*.
afjrmatlvo ; proesdendo da roe*ota forma os bao-
cus Maoa' 4 C, e o de Moaievide>.
Tres vezes interrogados pelo raiotstro eia fat*het
para darero nma resposta eatbegoriea, os geteotes
do banco Mana su^lenturam qoe a4aMstrsa4o
orna casa honrada, e eoobeoeodo ser aapossrvet
levar al o tico a converso, abstiebaa-se da pca-
llcar um acto qoe prejudicarta aos qoo ihe* eoefla-
ram seas valores.
Parece iacrivel qae o Banco Mao seja o atea a
goerra que soffre a: do proprio governo i-rteatet.
elle a quem se deve a restanragao o* eredita
desia repblica, e o apoio mais dedicado eea das
nefastos I
Nao sei a solago deste negocio, mas 00 ae
afllgura mui grave para o estabsleciaeot brasi-
lejro.
O Syglo desta manha publica ana carta qae die
ser o ultimtum do Sr. baro de MaoA so gavera,
na qoal se lem os segnintes topieos :
A cc-nversao Impossive, e faiend.i o tovera?
responsivel pelo desaceru a mi lindo que a sociedade cojo boa es;ar toe este
ccnrlidj marche ao prepicio, a faztraft o ta t
respoasavel oela divida qae deiaera ea pe para
eom ns eslraogelros paciOcos e laboriosos, prpjadi
calos por culpa do governo, qae por esse f*et
carregara' nao s eom a maldicio de mies os b Orieotaes boje, sen.io tambem das gerac*! rio toe-
ras, cojo trabalbo sera' po-io ea cowtia)e>g"
para este pagamenio, s vejo remedio so pretecto
jases
Comquanto o Sr. buso de M.ini tratattie ore
ardor oeste sentido, e lote eoa awrgos empregtt-
dos *eiis que ibe faz*m aiis croa ceerra, !5
oegociau'es >slraogeiros poJem a cooversao eai ara
memorn que dirlgirara as cmaras.
O resultado de t)da esta sltoieo qoe a ateca
n>a d-b.uxo de um pasteo temvet, a amnm\<*
ja' esta" eom ntn premio da vmle por ceeO; #*
necessaiuraente vaj ir.fjjir no mrcate aoaeurt
dessa pr. ga, para onde se (azem por tsi pajete
avadados saques. O ageot* po-tl legtea )* atnara-
elou que s recebia metal ou pagameate Oo *- da correspondencia que sega por este patele.
Tem tilo o Sr. miulstro da fazmla contra s< attt
tremeoda crise raeunca du Rio da Prata, ojo* ia
abi apreciada convenientemente pe 1 raaierte t
nossos homeos pblicos. K preciso qea retraabe-
c-im noli i a principal caaa la baixa uaaaeate,
A nossa sitatco poltica ni-.i toa aetaalaeeta
nada que a perturbe. Subinetildo Maxiava P a' "ot ind ide, e convencida ou de orne a laeui'a
oriental precisa de conciliacio e eoocoMi pa<*
sua prospendade, nao ba coas algum qae amei-
ce perturbar a ordem publica, taoto assim qae
dia 27 regressoo da caropanha o ministro da goerra
Goyo "Jurez, teodo licenciado as torgas qoa bavij.
reunido.
O o" a "J'i do crreme foi celebrado esta eae eras
urna festa indu-trial milito apreciavel aaaloiaao-
surago de om lionwiv, qoe Mae -u cidate a'
Uoio, partindo da na De/oito de Jothi Mus e
doze mil pessoas se dirigirn oesot Ota aqaeiU
villa, e ha multo tempo uo observj taata ai^gr;
e movimento nesta capital. As aegoes aesta pre>a ja esto eom om premio de 10 por ceatfe.
Os carros sao pnxados por aatataw, carao em
nossa aodga via da Ti,ira ; e, eabora a*fn< sa-
hissem dos trilhos, por oso est raa aiada bem
adestrad'.?, nao hoovesini: tro algosa laaarnf ir
Do iheairo da guerra nada tenho a anraaaciar. A
carias mais receas que recvbt aameeetas que
boje deve ter coraegaoo o bambardearael4 qo-,
preceder ao assalto da praga de Humait. Ka al-
gumas se me afBrma at que Alien, sea eom man-
dante, nao se mosira disposto a resalir toaao para
salvar m< honra militar.
Ura passado, que commaodava om piqaeoe, *-
segura que a escass-i de raaotiaeotoi e extrasr-
dinaria. Nestas condicas pooe-se crer qoe Alies
nao qneira derramar sangos notiloseete
Da rcpublica visinha meu eottaga dar aata-
ralraeote noticias mais completas daaeeosqat*
podena daqm f o mecer.
No Per est a febre amarella faxeade awrnvevs;
estragos. Depois de asso'ar o Cal bao paaooot ate a
Lima, oodb eslava ceifaodo pe to da 380 vitas par
da. a coosterDago era immea-a aaaoMtte
dad".
E' preciso estarmos ac; otilados, paraojaaaa
oo nos invada pelo Alto Amazoaas.
IHEIIOB
RIO DE IAXEIR9
2 de jubo de 1888.
A cmara dos deputados spprovou boatem
3* discusso o projecto, declarando dever 1
clonada a resoiugo da asseabla prevtaaal e
fernambaco, que approva o eoaproaiote eatr-
maodade das Almas, da (regoetta de S. Laaraasa
da Malla, da mesma provincia,
Approvou em seguida, ea Ia diseasaao, O pro-
jecto qoe aolortsa o governo a maaar tealrteeur
e (azer acio o eeodante Jos Pereira Mate.
Approvou mais om reqaerla*ato de adiiaaeto
offerecido pelo Sr. Coni das Neves ao prefatl
declarando que a disposigo do art de decreto
o. 23 de 30 de agosto de. 1834, lea ataran 1 a ao
baebarel formado na faeotdade de aireas de Pars,
Fraocisco Gomes da Silva.
Occopoo te depois eom a Ia dlseearae de pro-
jecto sobra a reforma do tecrnaaaato. Depote d
ura debate entre os Srs. Jote Boolfaete, Baarfar,
Pedro Leilo eVaz Pinto, Beoa o diafits ea-
cerrada.
ContiDUon em ultimo logar a I* dteeaaie do
projecto declarando qoe o subsidio eoa wodarta
e depotados e saas respectiva ajada* de aittoc-
lao sjenos ao imposto de 3 / creado atare todos
os vencimeotos p.-o art, 22 oa lei de9t de oateat-
bro de 1867. Depois de orarea ao Srs. Daara e
Das da Cruz, ttcoo a discnsaao 1
S. M. o Imperador, acoapa
Barios, s isitou boatem ao oflteiaei do
raeoal de marrana; o
leota imperial foi visitar a
donde regressoa eram parado!
Por carta Imperial 30dei
toralisado brasileiro o cidado
Estidos-Uaidos da Amerita da-Mato I
Keeese :
Por deoratos da mesma dea. ta-aa 1
as seguales peo.-Ses arw
goerra eontra a repblica a
De4tf aeosaes a D. Aaoa Carita' e Araraaa e
Mello, vtovo do aajor do tiOKito Caotoat da tai-
ta Antojo e aVIte.
De aoj menta-, v. Aailtt ratta f dte.



\
M qhKji aii3Wt
V Ver^fcl ta\*e Janxiro-*e .TCI 0H3MU7I .TU/ 0/.VA
man do espillo da commisso Jaf sao a Silva
De gfljHUiifs, > D. Rooifaea Antonia e.Mi-
randa, nV-'dpVcaplia. do corno potfeui da pro-
via;ia o aVrnpoobueo Maooel Germano de Mi-
r*De MlftatMaM, a D. Erroina de Alroelda Va-
rella, viova do capito do -9 eorpo de voluntarios
da patria Gllcerlo de AlmeMa Varella.
De 5i* meosaes, a u. Francisca Angosta de
Victoria Ribelro. vmva do capillo do exercilo e
aoajor eo commisso no 34* corno de voluntarios
da patria Haooel Joaquina Ribelro.
Da 60* meosaes. a D. Joanna Tbere sa Altes
Franco, mil do capillo do 41 corno de voluntarlos
4a patria Brico Jorge Franco.
De 39* meosafC* D. Custodia Bernardina Gar-
eeT, iota do lame do 7* bttalbao de intaolaria
capillo em eommissio Jos Mana Garcet.
De 36* mensaes. a U Anca de Jesns Qaiotal,
mi do alferej do 51* corpo de voluntarios da pa-
aria PraTiianvi YaBUif Al*Ti*ift l DuLitil
Foi nbmeado cavalleiro da orden de S. Benl
de Aviz o raaftr reformado o
Arroda M reir.
ultimo, pae-rJetlarcu v.Bjos-eet8*tos de 3* U- ] Contuso: 1* ento 'Pedro
belliio do pnUico, judicial e cotas escrivjci do ka.,xaba Th*oph4o'Joe
clvel crhne e privailvade-crpos 'e Sarao-o-j*efeira da Silva. '
Arda,.vistg Jer.ef ssajlo a larcocapaiitulidade opile e 8.* beURioe Infa
respectivo serventoario e 4*-Ubellio do^a^ico,]. Mario;-soldadofiaootao Rodrigos
FejidQAi soldados Eieqaiel de Soo
T 'HK
> Tesidoci. do" JSftffffuaoraio*da SiNel-a.
judicial e notas e eserivao do-elvel e rime *e
provedoria de pellas
termo.
Por decretos de 17 di malo:
Foram reformados :
Jos Romio d Moua,oropel eotimandante -eo-;
perlor da guarda nacional Jo municipio da Graoj,
da provincia de Ceara', no roesrno poeto.
Amonio Carneiro da Silva Oliveira, oropel enm-
mandaoM superior da guarda nacional do noeoici-
po de Pastos, da provmcia do Maranbao, no mesmo
poste.
Joio Raymondo de Miranda Madrsdo; aptae
aggregado ao i* batathio de reserva da guarda na
conal da provicu do Maraahio, no posta de majar.
Forana Borneados:
O capitio Francisca Pereira lionUIro Wander-
ley, major ajodaole de ordens do commando supe-
eiercilo Joio de rlor da guarda nacional dos municipios do Pombal
!e sonexosda pro*ine*a daParahyba.
Foi tpresenfale o padre Angosto Leo Qaartms; o cidado Jos Bezerra Cabral, capito cirargia
em om tenooicato da eaibadrai de Mariana. mor do mesmo couomaodo superior.
Pol peraiUdo, nos termas do decreto n. I.--5 O tenent coronel Zelerioo Gil Peie3 da Molla,
de 4s de agosto de t8oi, qoe o colleglo que os coronel commacdaola auperior da guarda na clona
datoogregago da ausso dingem na erra do municipio da Granja, da provincia do Ceara.
par* servieo do
na rala da dita
do Caraca adqnira por compra
awmo ooi lonja, dous terrenos
serra.
Por decretos de 9 do mea ultimo foram retor-
asados os capitaes-leneot' s da a* classe Candido Cus-
oslo da Lamoso Jos Ueoriques da Silva Fres, no
mesmo pasto, percebeodo o respectivo sold, na
oolormidade do alvara' de 16 de dezembro de
1790, por eonlarem este mais de 23 e aquello de
J8 aonos de servigo; bem| asslm o i* teoenie da
OMsma clasre Dmaso Piulo de Araojo Corre*, no
mesmo patio, percebeodo t7 vigsimas quintas
parles do sold, na forma do arl. & 1* da le a.
446 e 31 de ju'ho de 183: ; iodos por soffrerem
te molestias cbn nicas e incuraveis.
Por decretos de 30 de maio prximo pretrito
eoncedeo se a Jos Joaquim da uut aposeoudoria
Be tugar da director de seceo da secretaria de
osudo dos negocios da martoba, com os vencimen-
tos que por lei Ibe competir, e nomeou-sa para
o referido logar a Euxeblo Jos Aniunes.
Por decreto da mesma dala foi concedida a En-
sebio Joto Aniones a damissao que pedio do posto
de capiao-lenente da armada.
Transporte habelEste vapor eocalboo no da
17 n'um balxio do rio Paran. O eommandaote
participoa o occorrido ao almirante, que logo fex
descer o Annot e o CuiaM ew soccorro. Eolretan-
to, porm, o Isabel descarregando o carvo e va-
iendo-se do cabos e machina, consegoio safar, de
modo qae aunado chegon o Aritos o commandaole
daqoelle smeoie teve de agradecer Ibe e seguir
para este porto, onde entrou boniem. O .4nnos e
Cniob tornaram a soblr o rio.
Entrn bootem do R>o da Prata o transporte de
guerra Isabel, que feiUmeote conseguio safar do
balxio em que eocalnra no rio Par*aa'.
Por elle recebemos folius de Montevideo de 28
do paseado, mas nenhuma noticia da aoerra pos-
terior a's que nootera pablicamos. Brevemente
darearsas nossas correspondencias, que, apeiar
de nao cont-rem factos d grande alcance que nao
sejara ja' coobecidos, ref^rem moias particulari-
dades inleressantes, como s4j lodts quautas se re
erem aos bravos que no Paraguay pelejam e mor-
rem para vingar a patria ultrajada.
Da ripoblica A geotioa tambem oio podemos
relatar successo algum de impjriancia poltica,
alm da pnblicaco do tao fallado maolfe>to em
que o general rqnia declara qu, oao ambicio
nand a presidencia da repblica, aceitara' todava
o encargo se os povos Ib'o conferirem, nao poden-
do como boro patriota negar a' palna o concurso
dos seus servidos para ajrjja la a traospdr a dlB :
situaco que alravessa. O manifest assaz ei-
tenso, mas o programan resmese em poucas pa-
lavra?. observando com todo o general que mal
careee de eipr programma qaelle que nida so-
licita, mas apenas se presta a soportar o peso
qoe os seos compatriotas ibe quizerem laogar so
bre os hombros.
O meo programan a coostiluicj, fraternt
dade, a paz, a religiosidad.) a> desampeubo dos
eompromissos naoiouaes ; o respeito dos direitis
dos cidados e dos dimito des pjvjs e prol^cgo
para os estran?eiros. Nao baja mais um prostrip-
U, acbe o esiraogeiro na segorauca e frotecgo
das nossas ieis am asylo lo querii > como o seu
patrio lar, melhores a edut-acao publica rapldameu
te a ondici das nossas raisias tornando todos
capazes da praiica e dos beneficios las inslitoi-
oes Iivre3.
Havera' oo paiz horneas casates de dar desea
volvitueot) a un programa* semejante ? Nao
coohe^o neQham cujo coseurso me ao fosse gra-
davei.
Smente de>le modo concebo o poder, corres
pondente as necessidades publicas, entre as quaes
considero orna das mais Vitaes, nao direi s a se-
guranza das nossas fronleiras, mas timbom a coa-
qaista do deserto.
Se o soffragio popular me levar ao poder, go-
vernarei com o povo e para o povo, como requer
o sysiema que nos rege, e reclamara a prospenda-
de e grandeza da patria.
Ela manifest era mu diversaraento apresenta-
do oa imprensa pelos orados dos diversos par-
tidos.
Na sessao do il o raioisiro da fazenda foi viva-
mente interpellado no coogresso pelo Dr. Montes-
deoca, mas oo cbagou a formularse accusa;aj al-
puraa eouira o presidente Mitre.
Da Moaievido nao ba noticias de importancia.
A cmara dos depatados approvou bontem em 1'
discusso o projecto sobre a reforma de recrula-
menio.
Co'itinooo. depois a l* discusso di pro^cio de-
clarando que o snbsidio dos senadores e deputados
e suas re'pectivas ajudasde costo esto sojeiUs ao
imposto de 3 '/ creado sobre lodo os vencimen-
los pelo ari. ti da lei de 2t> de solembro de 1857.
Orn o Sr. Mcira Vascooeello.
Oeenucu'Se em ultimo lu^ar com a 2" discossao
doari. i da ptoposla do governo, sue fl**,.* 'r58
naval para o anuo Uoanceiro de 1869 a 170. Ora
raro os Srs. Gaviao Pix(t\ Busque, Teixeira Gul-
maraes e Sodr Pereira.
Ambas as discossdes Bcaram adiadas pela hora.
O capito Vicente Gorgel do Amaral, tenenie-co-
ronel eommandaote do baialno de iofanlaria o.
47 da guarda nacional da mesma provincia.
O leme coronel los Vasco de Sooza Coelbo,
ccronel cororaandaote-superior da guarda nacional
do municipio de Pastos Boas, da provincia do Ma-
ralo.
Mandou-s aggregar ao batalho de Infantera n.
22 da guarda nacional da provincia do Maranbao,
Alexandre Alves Costa, tenenle-coronel da guarda
nacional da mesma provincia.
^
Por decreto imperial foi concedida ao Sr. Anto-
nio Torqualo de brazo de armas, oobrea e fllalgnia, de que
usaram toas antepagados.
Hontem, a's 7 1/2 horas da Urde, sabio barra-
fra a barca-pbarol afim de experimentar o eSeito
da loz.
S. M. o Imperador, acompanhado dos Srs. duqae
de Saxe e sea augusto irmo e dos semanarios,
inioisiio da marioha e inspector do arsenal e cu-
tres Srs. ofBciaes de manoba, seguiram na galeo-
ta imperial al jooto da forUleza de Santa Cruz
para a-'ahi apreciarem a experiencia.
Abi pairando e acbandose a barca-pharol dis
lame sete milbas, apresentou o pbarol ama magni-
fica loz.
A's 9 horas desembarcoa S. M. o Imperador.
- 4 -
O senado approvou boolem em 3* discusso as
proptsicoos sobre pens5es concedi las aos soldados
Balduioo AdIolio e Francisco Machado do Amaral.
Eutrou depois em dhcu>$ao o requerimento do
Sr. baro de Iiarjma para saber do goveroo porque
razo nao se tem ja mandado proceder a eleicao
do senador na provincia do Rio de Janeiro. Ora-
rain os Srs. Fernandes Torres, bario de luma e
Z icarias, e foi rejellado o requerimento.
. Coniinnoo bontem na cmara dos depatados a
3a d-scusso do art. 1* da propasta do goveroo que
6xa a funja naval para o aono fioaoceiro de (869
a 1870. Oraram os Srs. ministros da marioba e de
estraogeiros, Belfort Duarte, Leitio da Caoba, Jo
s Avelioo e Felicio dos Sanios, rhaodo a discos-
o adiada pela hora.
Por alvara' de 30 de abr! deste aono fez-se mer-
c ao commeodador Jos Avelinc da Sil'a Braga
do foro de Qdalgo cavaeiro da casa real poitu-
gueza.
O conselheiro coronel Joaquim Jos Rodrigues
Lopes foi designado para ebele de ana commisso
de engenbeiros, que se acba incumbida de levactar
o mappa lopographico do ibeatro da guerra.
Por portara do mini-ierlo da agricultura de 27
de abril prximo liado foi habilado Julio ii >re!
da Beraay para exercer as fauccoes de agrimensor
no imperio.
Por decreto d 30 de maio ultimo, foi concedida
a Ignacio de 5 Sjuto-Malor e Araujo, a derolsso
qne pedio do Jugar de official da secretaria de fa-
zenda da provincia do Paran.
Por decreto o. 4.191 da mesma dala, mareca-se
para oaiforme do 2* batalho de artilharia da guar-
da oaclonal de Peroan.bu:o o mesmo qne foi mar
cado pelo decreto n. 3,937 de 21 de agosto ce 1867
para o 1" balalbao da me>ma arma.
Por decreto o. 4,192, da mesma data, marcos*'
para 2' uniforme do bitailia i de infaolaria n. 44
da guarda nscion^l de Pernambaco.sebrecasaca de
panno azul com vivos braceos, meia gola escarate,
eareellas de panno azul claro e booet a' cavaignae
com vivos braocos e liitras.escarales.
Por decretos de 23 de maio :
Concedeo-se a Benicio Ferreira Sampayo, tenen-
le-coronel comraaodanle do 2* batalbo da res: va
da guarda nacional da provincia do MaranbSo, re-
forma no poeto de coronel.
Paran reconduiidus:
O baebarel Joaquim Jos Gonres, no lugar de
jniz municipal e de orphos, dos (erraos reunidos
de Santa Luzia e Espirilo-Sanlo, da provincia de
Sfrgpe.
O bacbarel Aprigio Carlos Pessca de Mello, oo
lagar de jaix qiueicipal e de orpbos do termo do
Pilar, na provincia da Parabyba.
O oacharel Antonio Pinto de Meodonga, no la-
gar de ion muoieipal e de rrpbaos dos termos reu-
nidas de Quexeramobim, Riacho do Sangue e Ca-
cboeira, na provincia do Ceara'.
Foram nomeados :
O bacbarel Tito Lisio Vieira 'Ortas juiz muni-
cipal e de orpbaos do termo de Simao n
provincia de Sergipe.
O tunete coronel Thomiz de Aqoino Cava lean ti
coronel eommandaote suoerior da guarda nacional
do* municipios de Buique e Bcm Conelho, da po-
vioeu de Cernamboeo.
O eapiUo Manoei da MatU Svelra avalcanli,
major commandanie do aaquadrio de cavallaria o.
10 da guarda nacional da provincia de Pernam-
hoco.
Concedeo-se a Ca' los Jaosen Perairs, tenepte-ce-
rooel commaodante do batalho de infamarla o. 38
da parda aaciooal da provincia do Maraoho, as
Potara* do posto de eoreoel.
Foi acelu deiliteocia qoe Flix Jos Mofles
Pinto tai da aerventia n licia doi oBcioa do 1* la-
bailiio do PPflHo, jodicial e nous, eaenvo do el-
el p erime e da provedoria de eapoHae e retdol
alo wrmop Ara, pp provincia da Peratayi.
Foi pelarado ieakffclto o decreto de 4 de mar-
Rela^ao nominal tos oficiis e p*af0S morios, fe-
riaos e contusos no combate de 2 de maio.
1* banlbo de Infamara.
Morios: Cabo Jo.- Pereira de Barros e soldado
ygioo Pereira de Sampaio.
Feridos : segnudos sargentc-s Paulino Jqoira
>te Maia, Galdlao Jjs de Amorim ; cabos Evaristo
Gomes da Silva, AntonioRoirigD3S da Silva ; aos-
pecadas Alexandre Pereira. Rodrigaes da Silva,
Joo Am. ni o do Nascimento, Jesaino Antonio Mar-
lias de FreiU?, Mar,ol Aatonn; soldadis: LqU
Aolonio dos Santos, Crispim Jis da Rocha, Virgi-
uio Maihia, Hyppolito Jos Mana Ramos, Francis
co Floriano, Maooel Jos Salosllaar, Aatoaio Gre-
gorio e Jav6ncio da C>sta Gadelha.
Coatusos : alares R giaaldo Nemesio Morelra
de S -, aaspecaria Cypriano Bispo Macario.
3.* baialno de infamara.
Morios : cabos Jos Rodrigues dos Passos, Laiz
da Fooseca Jnior ; anspejaias Pedro Antonio,
Ovidio Bispo da Silva; soldados Julo Jos Zeferino,
Viclur Jos Fabiano, Galiaoo Js Lonrufo, J ja
quiraj Jos. Severiuo e Jos Rodrigues Damas-
ceno.
Ferides : tenenta Aazasto Zoidler; 2 cadete
Aibiao Raymuudo de Moraes Castro; cabos Jos
Brrelo de Oliveira, Luiz Jos de Santa Anna
aospecadas Leocadio Augusto da Conceico, Gaa
deocio Rodrigues, Manoel Francisco dos Santos.
soldados Manoel Nunes, Ionocencio dos Heis, Jos
Amonio Jeronymo, Cassiauo do Coulo, Thoroaz di
Aqaino, Justino Pinto Gomes, Vicente Ferreira da
Silva, Joo Alves Lima, Jos Candido de O.iveira,
Fredenco Ebe-rlitcb, Vicente Jo dos Santos, Fe
lippe Jjaquim Amonio, Fortaoato Julo Peielra,
Aotoaio de Castro do3 Sanios e Ricardo da Risa
Contuso : cabo i-idoro Marcos da Soledade
soldado Dionisio Ferreira e Manoel Correa da
Silva.
7* batalbio de iofanlaria.
Morto : soldado Jos Caelaao dos Santos.
Fendos : cabos Simplicio Gomes Pereira, Joao
Pereira de Brilc, Pedro Heoriqae ; anspecada ao-
tOB'o Valentim ; soldados Panliao Jo' da Cruz,
fos Ribeiro de Medica e Raymando Jos dos
Saotos.
Contusos : cabos Candido Ferreira de Oliveira e
Beoto Joaqaim de S iua.
8' balalhao de infantaria. .
Morto : soldado Jos Nicacio Pereira.
Feridos : 2o sargento Armiodo Jos de Oliveira ;
soldados Jos Amaro, Manuel Francisco do Bm-
fim, Jo.- Sever.Q', Gabriel Pereira da Si I a
Joo Pedro Gomes, Benedicto dos .Santos, Francis-
co Jos des Res, Maooel Francisco da Silva, Vi-
cente Ferreira da Silva, Pedro Alejandrino, Zca-
rias Nones dos Santos e Antonio Severiao Fer-
reira.
Contuso :Joo Baptista de Lima.
1C b&iaioo de liif.nuria.
Merlos :Capito Jos'Pedro de AlcaoUra ; al-
teres Chrispim de Mello e Castro; i' sargento 1'
cadete Mignel Alexandre Cen* ; cabos P.o Joie
Das, Nicolao Das Cameiro, Juo Sudario da Silva;
anspecadas ly.u-enco da Costa Goncalve.% Manoel
Joo Coloome, Uanoel do Sam.s Almeida, Aatoaio
Faustino de Figaeiredo, Thomaz Pinfleiro de Aqu-
no ; soldados Pedio Manoel de Jesns, Flix da Mul-
la, Mapoel Jorge dos Santos, Irene i Jos de ndra
de, Manoel Aoiodo do Nascimento, Manoel Jo
Vieira, Jos M. Ricardo de Andrade Wesroek, Ma-
noel Jaciomo, Vioaole Ferreira da Silva, Uanoel de
Santa Rosa, Amonio Jj> da Conceico, Ga'ld no Jo-
s Moreira, Joao Marques da Sllveira, Manoel Fer-
reira Mascareobas, Silverio Antonio Reg, AntOBlo
Jos dos Santos, Maooel Marques, Jos AIes de
Sooza, Jo Prneiseo dos Santos, Maooel Jos Fran-
cisco de Oliveira, Raymuodo Jos das Cbagas e
eornea Maooel Joaquim Vianna.
Feridos: capito Jos Laaro Moaielro de Mello
teoenie Constantino Leandro dos Sanios; alteres
Maooel Easebio, cabo Amonio Manas, soldados
Joo BapluU da Gama, Praocisco Joto da Cosa,
Dias, oa Joo Pereira Segundo, Florencio Antonio de Sooza,
' Maooel Launudo, Agoeimho Cyriaco, Evaristo Joa-
qolm, Jos dos A o ios, Lurencn Jo- da Silva, An-
tonio Jos dos Sanio-, Miguel JoJ Arcbaojo, Bs-
nedlclo Anlonio Leonel, Jos Hermenegildo e Jos
Gregorio da Silva.
Contusos: alteres Dlooysio Evangelista de uas-
iro Cerqneira, cabo Jjao Evaogelisia Calarloa, e
o soldado Manoel Frapuisco dos Sanios.
Dia 4.1 batalho de infamara.
Feridos l soldados Francisco Aniooio e Jos Fran-
cisco da Silva Primero.
7* batalho de infamara,
Morto : soldado Man. el Nicomedes Ferreira.
Feridos:. 2 sargento Manoel Alexapdrjpo Roirl-
goes Liav, caoo Ad/iio Lope, aoipacada JoseiiVo-
copio de MeUo, sold*dos JoSo Tavares. da Costa,
Aodr Pubelro do Rosario, David de Carvalia,
Amoaw Isapel de Oliveira, Joaquim Padro de Lima
e Antonio Manas dos Santos.
lic-baUMiio de infanlaria.
Feridos: so|dappsooel Candido defieau Moa-
leu-p e Jos Pereira -d* Caoba.
Contusos: soldado eeajamio Pereira ^e Soma;
mosico Raflao Fi-hx de Barros.
U**bUlho de infaoHrla.
Paridos: asteados Joaoolm Aotaplo^a Palxao e
Amonio Jos Madeira.
Contusos: alferes Amaocio Dltt lia Caoba:
cabo Virginiotfos de Saoi'Anoa.
O brigadairoAJo de Sonta i* FmuctCttla,
chele do estado-malar,
una x t*<~- o
HoTJism eo+oave s-ssso pa eamtra dos lepa-
lados por alt-de numero legal.
Por dearete de 30 de maio tiveram a Mas do
titulo de baro do Trimemb o coronel. Jos Fran-
cisco Mooteiro-e de Araraquara p-coroQeJ Jos Es-
tanislao de oliveira.
P jr caria Imperial de 3 do correte mez foi no -
meado ommeMador da orden da 'Rosa a general
Barman, aJadanle de campo da Saa Magesude o
rei dos Belgas.
Por decretos da mesma data foram concedidas
as seguales $en5;s por servicos. prestados na
guerra contra a repblica do Paragaay :
De 8i saansaes, a D. Mara Paulina da Cuaba,
viava do maj .r de commisso Estevo Caetano da
Cuoha. /
De 21J mensaes, sem prejoizo do mel sold, a
D. Honor a Rodrigues da Cruz, viava do tenante
de 4* bauibp de infanlaria Ludgero Braulio da
Croa.
De 185 mensaes, a Faustina de Oliveira Jardim,
viava do sargento quartel-mestre do extincto IIo
corpo de cavmiaru de volumartos da patria Salo-
mo Gomes Jird'up.
De 400 rs. diarios aos soldados :
Do if corpo de voluntarios da patria Antnb
Jo- dos Santo.
Do 44* diu dito jaorato Oas Furtado.
O reformado Valerio Francisco de Sooza.
Foi elevada a 5'5'J.O mansaes, sem prejuizo do
mel sold, a peosao de ij mensaes que por de-
creto de 22 de abril ultimo, fot concedida a D. Ma-
na Etelvioa de Lima Alboquerque e Mello, viava
do lente reformado do exerclto e capito de
voluntarios da patria Volalo de A'buqaerjue e
Mello.
Por decretos de 3 do correte foram approvadas
as promoedes dos spgamtes clficiaes e pracas de
pret, a que por dislincgp, proceden em difTerenles
datas o marechal de exercilo marques de Casias.
Arma de infamara.-Para lenles : os alferes
do 3C batalho, AuAsto Z'.ydler, coouodo anligui-
dade de 2 de malo a j crrente anao; do 10' dito,
Jos Apolinar! j Guimares; do 9* dito, Aureliano
Augusto de Azevedo Podra ; os alferes em servido
oo 1 i8 dit i, Francisco Xavier de Araujo e Lauren-
ilno Pereira da Vasconcelos, dem do da 8 do dilo
mez e aono.
Para alferes, O segundo cadete sargento aja-
daoie do 7* batalho, Gercino Martios de Oliveira
e Cruz; os prlrairos sargentos do 7* dito, Pedro
Amonio dos Santos e Manas La os S'gundos cadetes se;unJos sargentos do 7* dito,
Carlos Oiymplo Ferrar; do 14 dito, Alexandre
Flix deAlvarenza Salles; o segando sargeolo
do stimo .dito, Manoel Rodrigues das Ch-ga--,
coatando aatiguidade de 8 de maio do correle
acno.
Em 4 do correle tve licenca para residir o
provincia de Saota Catbarlna o soldado reformado
do exercilo Maooel Jacimbj Dujrie.
Por decretos de 3) de malo fiado:
Foi reformado:
Joaquim Lopes dos Sotos, major eomman-
daote da scelo do batalho da reserva n. da
guarda nacional da-provincia do Cear.' ao mesmo
posto.
F raro ncmeados:
O bacbarel Manoel Augusto de Mondonga Brlto,
juiz municipal a de orphos dos lermos reunidos
de Amooioo e Morrales, na provincia do Paran*.
O bacbarel Doraiciaoo Barbosa da Silva, jniz mu
niiipal e de orphos do termo de S. Jo-, na pro-
vincia de Santa Camarn?.
Os capites Francisco Mmel de Sooza Olifeira
e Maooel Germano RigBAiCa Pereira de Bastos,
majores ajudames d'ordens do commando superior
da gualda nacional do municipio de Sennhem da
provincia de Peroambuco.
Maaoal Gjmes fiOiSiolos Pereira de Bastos,
capito secretario geral do mesmo commando su-
perior.
O teoenie AJolpho Wanderley Lia^.capiloqaar-
tel meslre do dito commando suoerior.
O capito Birtbolomeu do Reg Barros, ca-
pito ciurgio-mor do mesmo commando supe-
Tior.
Ttnmaz Aotonio Pessoa de Andrade, lente eo-
roaei ebefe do esUdo miior do commando sapa-
ior da guarda nacional dos muuicipios da Granja
e annexos, da provincia do Ceara*.
Jos Gjngalves Veras e o capito re'ormado
Francisco -vives de Carvalho, majores ajudanles
de ordens do commando superior da guarda naci
nal dos ranaicipios de Ip e annexos da mesma
proviucia.
Raymuudo Rodrigues de Magalhe*, capilo se-
cretario geral do m:smocommaQdo superior,
O alferes Pedro Ribeiro de Oliveira, capito
quar!l-m-stro do mesmo commando superior.
O lenle Liberalino Das Alves, capito cirar-
giao mor do dito commando superior.
Maooel de Audrade Pessoa, majur eommandaote
da secQo de b.Ulbio da reserva 0. 5 da -guarda
nacioaal da mesma provincia.
Foram transferidos para o servieo da reserva, o
coronel commaodante superior da guarda nacional
do municipio do Aracaty, da provincia do Ceara',
Jos da Cosa Barros e u teneoiecoroael chefe do
esiado-maior do mesmu commando superior Gal-
iie m Pereira da Azevedo, tlcao'do aggregados ao
sobtebilo esudo-maior.
Pl-'o vapor ioglez Amo, entrado hontem do Rio
da i-'rat >, recesemos folhas de Buenos-Ayres al
29 e Montevideo 3J do passado, dous das apeoas
alm das que tiohamos.
Os D03.-G3 co.-respm lentes faiem urna resenta
dos facios da quiozeoa. As ultimas noticias do
tbeatro da guerra constam do seguiole lelcgrr.ru-
ma, traosmeitido, a 29 de Buenos Ayres para Muo-
tevido.
Cumpaity, 24 de maioO a!liado3 prepa-
ram-se para assallar Hamait na manha de 30,
se o inimigo se na j render antes.
i Os Paraguayos anda esto no Timb, e Lpez
trabalha aciivamaote no interior a recrotar ge ale.
A esquadra eooserva-se na mesma posico, bom-
bardeando lodos os da;.
No coogresso argentino nada ebegon a appare-
ivr, relaiivamenle a ama aecusaco do presdeme
Mure. Este escravea ama carta a Urquiza, como
que tentando persuadi-lo a desistir da saa candi-
datura a' presidencia da repoblica.
O capitso general, porm, insiste no sea propo-
sito de aceitar o cargo presidencial, caso se]a
eletto. A Nacin Artjmuna acensa esu combioa-
Qo Urquiza-Alsina de ler por lerceiro a Rosas,
cojo decrete de baoimenlo seria ravegado, caso
ella triomphasse.
Em Montevideo era a que.-to dos bancos que
preoceopava vivamente lodos os animas. Grandes
estreos se boham frito pro e costra a prorogacao
do prazo do corso forcado qae expirava a 31 de
malo, mas como at a vesnera anda os baacos
nao baviam podido conseguir prorogacao alguma,
leriam no dia i de juobo de comegar o troco das
soas potas em curo. Segando o Siglo, deviam'no
referido dia 1 desembarcar torgas d09 navios de
guerra eslrangeiros para proteger (S slabeleet-
meotos bancartos.
_ 6 -
Passoq bontem no senado om requerimento da
commisso de con^tilaco, pedlado as copias aa-
thenlicas das acias de eletcSas pirochiaes de fels
fregoi-zias do Ceara, na aliima eleljio de sena-
dores.
O Sr. Silveira da Molla jastiQcon o segainte re-
querimento, que fleoa adiado-par pedir a palavra o
Sr. lacanas :
Iteqaeiro qae se pega ai goveroo Imperial, pelo
ministerio do imperio, copia da acia do cooselno
de estado de 20 de feverelro do crrante anoo, na
pane relativa smeolo ao pedido de demtsso do
general em chefe do exerclto brasilelro em opera-
ojies no Paraguay, que foi apreseqtado em conse-
loo da estado pleno pelo Sr. presidente do cooselho.
comprebendendo essa copla a do offlelo do general
em cluafe, e qual a deliberajio oa conselBo do coo-
selho de estado.
> pedido do Sir.Ononf vencen so a urgncia para
Mrar b j em discu'sio esta reqaerimeoto.
Proeedea-ae p ouo da proposi(io eobra jal-
aUmeai!) de eriws comaMnidos, por BratiMrn en
MMttpproe; com as -emendas apoiadas na
--dh safo, cand9*.prop8slgo asaim coa-
Mgario ser 'protssadWi aiodt, qae
ppevio e.flgados quandaoleren pre-
se oles," oo pdr lerem regressado espontneamente,
>o por extradlcio eoncedrda para esse 6m, os Bra-
sileiros qoe em paiz estreageiro perpeirarem al-
fana dos primes previstos pelo cdigo criminal :
|1.* Coaira a iadepandeacia, integridade a
if aldae da nago.
m.-, eap. -I, aru. 68 a 78.)
2a Contra a constitu jiodo imperto e forma
de tovera.
(^tl.-.eap. i.; aru. 83 e 81)
< S.* Contra o chefe do govera.
( fti-1.-*, cap. 3., arls. 87 a 89. )
g ijt-llaeda fal-a e falsifleago de titules pbli-
cos oa bilhetes de baos aatorlsados por le.
c Art, 2." A dio*icao do ariigoaatecedeote po-
dara' ler exeeugio, oo qoe for appHcavel, em rea-
gao aos eslranaairos qoe oerpelrarem fra 4o im-
perte qualqoer dos referidos crimes quaodo ve-
aoam ao territorio brasrleiro a esoomaaeameau
oa por extradlcio obllda para esse flm.
i Arl. 1.* Sero umbem processaos e julgados
quando so imperio viarem e-poniaoeamente, os
Brasilelros qae em paiz estraogeiro perpeirarem
comra Brasileiros oa esirangeiros s crimes da fal-
sidai, perjurio, estelli.mio, oa qualqaer crime
loaancavel, previsto pelas Ieis do imperio, ama vez
qae preceda qaeixa oa denuncia, oes lermos das
Ieis do imperio.
i Art. 4." Nos sebreditos casos as penas appli-
cavis sero as das Uis criminaos brasileras.
< ArL -S." O estracmeiro* qoe en pait estrao-
geiro perpetraren! crimes contra brasileiros e via-
rem ao imperio serio entregues por exiradico ao
governo em cajo territorio eommelteram o crime,
oa ao de oa nago, oa expolsos oa emtim proees*
sados e pacidos segando as Ieis brasilelras.
Para este aliimo caso, porm, necessarlo qae
preceda deaancU do promotor, publico oa qaeixa
con?plenle, e qae as Ieis do paiz do delnqueme es-
Ubelecam pan-gao em caso semelhame contra o ci-
dad) brasileiro.
t Arl. 6. O goveroo autorisado para regolar
medanle reciprocidad?, a acqmsicao do corpo de
delicio e pro o modo por qae devem ser ellas processadas ou ra-
tificadas.
Aru 7.* As disposigSes desU lei nao impadam
o oso da acgo civil, qoe ple ser internada, para
naver salisfago do diurno reiullanla da qualqu*
delicio eommeitido em pait eUrangeiro por qaal-
qaer individuo nacional oa estraogeiro resideme
ao imperio.
i / rt. 8.* Nio s nao se impara' pena alguma,
mas nem itesmo lera' logar o processo e julgaman-
lo determinado por esta lei contra individuos que
em paiz e.- trangeiro ja' tiverem sido absolvidos, pu-
nidos oa perdoados pelo mesmo crime. Cessara'
Umbem o prooedlmento, anda quando comegado,
logo que se recoobega qae o crime oa peaa esu'
prescriplo segundo a le mais favoravl, oa do Bra-
sil oa do esudo estraogeiro em que elle poda ser
punido.
Art. 9. Ficam revogadas as lelse disposlgSes
em contrario. *
Proseguirn) em terceira discusso do projecto
sobre os assentos da casa da sopplicago, e foi
apoiada a seguate emenda da commisso :
Art. 2." 3. additivo. Os assentos nao podem
ser tomados sa nao por dous largos do Damero to-
tal dos miaistras do suprema trinanal de josiica. >
Uraram os Srs. Nabuso, visconde de S. Vtceuta e
viscoode da Jequitinbosiha. A discusso Qcou adia-
da pela hora.
Crntinou bontem na cmara dos depotaaos a
segunda discusso do art 1. da proposta do gover-
no qae fixa a torga naval pira o anno nanceiro
de 1869 a 1870. Oraram os Srs. ministros da ma-
naba e da agricultura, Laiio da Cunba, Assis,
Lourengo de Aibuquerqua e C. OttooL ficanlo a
discusso adiada pela hura.
Saa magesude o imperadir, acompanhado de
seus semanarios visitn hontem a (a-rica da ar-
mas da Cidu-eigao, offlclaas da machinas do arse-
riii da marinba, dique imperial, serrara a vapor,
obras hydraalicas da cabrea e casa do n.-co na ilha
das Cabrs e asylo de Iavalidos, na Armago, re-
sressaado ao arsenal de guerra, onde desembar-
car
Emenda,.
Ao art 3 am vea de.
. ReqUelro ijne sd o^.m com argenda >o ge-1
veroo ai seonintes ioformacoes: ,-.,,, L 3 vaaap.... .,, ..,.,
ri.\)naes aseosla qoe leaI d&erminade e 2,2tJ3:069i6l9 digasa..-;!fi... .73:009*819
estado d* alNragib em qne e* acB otbonllole'do | t Ao J 5 em tez de 1,0*3:940* ______^^
Alarais Hespaoha, na provincia d Mloas Geraee.
, c i.' por qaem sao. oecppadips as cargos de de-
legado da polica e sBpplenfn oaqnelie termo,
a snppteatea dos di-
assim como de subdelegados
versos dislr icios
3.* Finalmente, qnaes
diga-se...........:. '...... .'^att:90W0
t Sala das epromisaoe da paaorMos depou-
dos, em 1 de jooho de 1868.F. L. Buieoeoorr
Samoalo.-L. A. Vieira da SUva.-F. L M. Hopnop
de Mello.
as providencias qae A 3* commisso de orcimeoto, depois de [
tem o goveroo tomado para qoe ces-em os abusos ver examinado a proposta do ergamento do fovar-
coa.
I '
pvrr^
No da 4 do correte lomaram gra'o da doator
em mediei'ia os Srs. : Manoel Caelaao de Mallos
Rodrgaos, natural do Rio de Janeiro, Antonio
Mooteiro Birbosa da Silva, da S. Paulo, Jscmiho
de Freitas Rodrigues Braga, da Minas G^raes, e Ju-
lio Constaot Poorchat, do Rio de Janeiro lendo sido
tudos approvados plenameale em (hese.
Aat-ii .nteni, a; II horas da noite, dea-se na
i.hi do Caj, em frente a Punta la rea, um con-
tacto, cujas consequeaclas poderiam tor sido da
maior gravidade.
Os fados passaram-se do segoiote modp :
O subdelegado da freguezia de S. Loureogo, em
N.thiroiiy, recebera ordem do respectivo chefo da
polica pera capturar am preso qaa se evadir, e
que consiava achar-se homisiado oa hi do Cj
em nina casa presaalemeole sem oabitaates.
Trataolo de dar camprimeolo a ordem, o sub-
delgalo, acompanhado do sea eserivao, de tres
lospectiras e oita pragas, meltaTam-se era duas ca-
aoas e dirigiram-se para a ilha. Desembarcando
ah em diversos pontos encamiabaram-se para a
casa designada como cooto do preso ; mas, lendo
examinado nao s essa casa como lamiera oulra
prxima, igualmente inhabitada, e nada encoairaa-
do, irauram da retirarse.
Na ilha do Caj reside Jos Aibiao em ama casa
cojos fundos do para aqaella am que se proceder
a basca.
Quaodo o soble'egado dispaaha-ss i embarcar
com os qae o tinturo acompaauadn, sabio ibes a
frente Jos Albino, seguido de seis pretos armados
de laugas e fisgas, a aiiraram*sa lodos sobra o sub-
delegado e escolu com gritos mata, que sao la-
dioes disparando-se oessa occasio um tiro que
ferio o eserivao na cabegi-
As pragas, armadas apenas de retas, mal podiam
defeoder-se da repentina aggresso, e o subdele-
gado e os que o acompanavam dabalde gritavam
dizenlo quero eram.
Ddpois de muila confus'io censegalo se ttectaar
a pruo de .lo.- a bino, gragas em parte ao re-
torgo de 50 pragis qae trooxera do qaartel da Ar-
magioao lugar dO conflicto, o delegado de polica,
atirahdo pelos gritos qae oavira. Alm dos pre
lis, que acompaoharam Jos Albino, foi umbem
preso um IrmAo deste, que, rmalo de espingarda
e seguido de alguas escrava?, vichi, em auxilio de
Albino.
Ficaram feridos gravemente am sargento da es-
colia e om escravo de Albino, haveudo umbem
moitos contusos.
A" cfcumslncla de cao -levarem as pragas da
diligencia armas de logo deve-se o nao lerem sido
mais graves os resallados dess lamenta re con-
flicto.
7 '
O senado approvou bontem em 2* di.-cnsso o
projecto que autoriza a concesso de licenga aos
desembargados Costa Doria e Araujo Soare?,
dispensando o intersticio para a 3* d.sr.us^aj ; a
em 1* e 2* discossSo a proposigo que desaz o en-
gao da poma oa concesso de pensar/ a Joo Al-
ves de Lima.
Approvou depois o parecer da mesa a respailo
da reetiflcago do nome do naturalisado Jj
Francisco Cardia.
Eutrou em discnsso o reqserimeoto do Sr. Sil-
veira da Mola, pediodo copia da acta de sesso
do codsaIuo de e?Udo de ?0 de feverelro. Oraram
os Srs. Zacaras e o autor do requerimento, e leon
a discusso adiada.
Coniinnoo a 3* discossSo do projecto a respeito
dos assentos da ca-a da snppllcag'o.'com as emen-
das apoiadas. Oraram es Srs. ministro da jusi'g e
Dantas. A dlseasso fideo encerrada, dio se volan-
do por falta de numero legal.
A cmara dos depolados oeeopoa-se hontem
com a 2 disco!o da proposta> do goveroo, qoe
fiza torea naval para o aneo finaocelro da 1669
a 1870. Oraram os Srs. C. Oiton, miol-lro da ros-
rinba e Loureeo de Alboqoerqoe-, fleane a dis-
cusso encerrada.
Tratoa depoti di discosso da proposU o
toverno, qne fixa a*torgas de lepra pra o retorldo
aono uoanceiro. Oroa P Sr. Olegario, ficaodo
diseptsio adiada pelaoora.
0 8r. Amerieo Lobo fandamenlou, no principia
da essc. o segnlale rpqberlmento, qne oi ap-
provado :
Reqaelro que ministerio da agiicultora for-
fk a' esta eamara copla da prorwsta BIRmameo-
le feiu para a eonsirucgo da 4* secgio #a Via
frrea d D. Pedro II, ouvrMm mlrrtMlre ibtor*
maid-s sobre o transito de cargas e passagelrcs
que eH-eia-s* aneuaimenre por kqQWta es#ada
entre s esiaces da crte e Barra fWrahy. '
O Sr. Telxefa Goiatariea va*Mea> flpadaio^PMa
e eegalnie, qae Scoa adiado, por palr a pitaM o
6r, Ciino:
e alternados que all frequeotemenia se eommet-
tem, e *e restabelega e {piparlo da lei.
Por portarla da 7 do crrante foi nomeado o
eogeoneiro Antonio Pereira Reboocaa para ebefe
da eommissio Incumbida da exploragio de ama
estrada de rodagem pira Matlo-Grosso, atravs da
pro lacia do Paran.
Por poruas da mesma dala foram oorooados
os eogenneiros Pedro Aloys Scloi'rer a Mauricio
Scbwarg, para ajudanles do chefe da commisso
cima meocionada.
Por decreto o. 4,196 de 27 de mato de 1868
copcedea-pp a Antonio Goocaives Nato, privilegio
por 10 aonos para a construeco p. venda de aro
alambique de m jvimento continuo, de qae se diz o
inventor, destinado ao fabrico de agurdente.
Por om oalro de n. 4 17 e a igual data ronce-
deu-se a Carlos Heory privilegie, tambem por 10
aunos, para a coo-irncco e venda do alambique
rectiucador, qae dis ler iavenudo, destinado ao
fabrico da agaardeate.
Km igual data e por decreto de o, 4,199 Um-
bem coucedeu-se privilegio por 3 anuos a Lger
Palmer para cooslrair apparelhas de fabricar as
sacar.
8
Relagio das pessos qae ccocorreram para a
creaeao do asylo de invlidos da patria, e qae
sao condecoradas por decreto de 3 da corrate
mez :
Ordtm i* Bata,DigniUrio. Jos Joaquim de
Lima e Silva Sobnnbo.
Commeodadores.Luiz Antonio de Sonza Barros,
Joaquim Jos Ferreira, baro de lumaraiy Ma-
riano Procopio Ferreira Lage.
Oifl'.iaes.Custodio Leiu de Abreo, Joo Bap-
tisia Viaona Drammoad, Joo BaptisU da Fooseca,
Manoel Antonio Ayrosa. Dr. Thomaz Alves.
Cavlleiroa. Galdioo Jos Goulart, Luiz Aolonio
Alvos de Carvalbo, Pddro Leoooldo dos Guimares
Paixoto, Daocleciaoo Braca, Francisco Amonio de
Farla.
Ordem de Christo.Ccmmendadores. Ur. Cae
Uno Furqotm de Almeida, Bsroardo Casimiro da
Frenas.e Jos Beroardioo Teixeira.
Cavalleiros.Bacharel Jos Correa de Agolar,
Joaqun Pires Velloso Jnior e Bernardo Gmgal-
ves da Cesta.
Por carta imperiaes da masraa data foram
Umbem condecorados pelo mesmo motivo :
. DigniUrios da ordem da Rosa.Viscoodes de S.
Mamede e da Et Ir el la.
ffleiaes da mesma ordem.O. Aotonio da Ara-
naga, Augusto Lehney, Vicenta Cyrlllo Rodrigaes
de Castro e Jos Pereira da Rocha Paranb .s.
Cvvallrtros da mesma ordem.Dr. Jos Cardoso
Vieira da Castro, Jayme Ferdiaaid de Pary, Luiz
Ave Loilemaat, Emilio Prlvat,'Jos Francisco Aivas
Maivoiro, Boavaoiura Goacalves Roqae, Fer-
nando Castigo, Jo.- Ferreira Soares, Joaquim Jjs
Rodrigues Guimares, Carlos Joo Cuchar J, David
Moer, Joo Merveo (Jarrare, Carlos Jeflersoa Har-
rah, Alfredo Mac Kioe', Jos Levy Moot-on-, Ao-
tonio Ignacio baogruber, conselheiro Jop J.s dos
Res.
Cavalleiros da ordem de Christo. Francisco
Augusto Mandes Moulairo a Bennqoe Coeibo de
Sooza.
Em remanerago dos servigos prestados ao Bra-
sil na exposigo universal Ba Pars, foram oomea-
dos. por deerotos de 6 do correata i~
Veador de Sua Magesude a Imparatriz o baro
de Penado.
Baro de Iujuba', o cooselbeiro Mareos Antocie
de Araojo.
Commeodador da ordem da Rosa, o conselheiro
Jos Ribeiro da Silva.
Digaliarios da, ordem da Ro3a os commeodado-
res da masma ordem Maooel Ferreira Lago, Joha
Miers. e a ofJhial da mesma ordem Minan j Pro-
copio Ferreira Lage.
Commeodadores da mesma ordem.O ofOcial da
mesma ordem Miooel de Araujo Porlo-Alegre, e o
oifieial da m.sma ordem Joo Martins da Silva
Couliubo.
OIBciaes da ordem da Rosa.Julio Constancio
de Vilieneave, e os hachareis Miguel Antonio da
d Silva, Jo deSallantta da Gama Fitho a Dio-
nulo Gongatvej Martins.
Cavalleiros da mesma ordem.-Os hachareis
Jos Carlos da Balboas Rlbeir|e Jjo Nery Fer-
reira.
Civalleiros da ordem de Christofrancisco
Manoel Chavas Puitlsiro e Augusto Francisco Ma-
ra Glaxiou.
Por decreto de 6 do correnta toi umbem conde-
edrado com o habito da Rsa Mr. J. J. Aobartin,
saperiutendente da estrada ds farro de S. Paulo.
Em altaogao aos relavantes servigo* prestados
na guerra actual eonira o goveroo dj Parahaav
pelo capito do 27* corpo de voluaiarios da patria
Seuia Augusto da Almerda B.culo, e pilo teaeota
da guarda oaclonal da proviasia do Csara-' Joa-
quim Ferreira Lima, fora o concedidas por decre-
to da 6 do crreme a esle as honras d > posto de
toneote e a ajuelle as de capito do exercito.
Por decreto da 30 de maio utumo e na coofor-
milade das disposigSes jo 1 do art. 9 da le n.
648 de 18 da agosto di 1852, toi retormtdo o al-
feres do ti' baulbo de infamara Marcellino Jor-
ga da Campos, vislo achar-se impesslbilitado para o
servigo do oxerciio, em conseqaensia de ferimen-
tos recabidos em combale.
Por decreto de 20 de maio foi concedido o titulo
de ooBselbo ao Sr. camarista Nicolao Antonio Xo
guaira Valia da Gama, mrdomo da casa Imperial.
9 -
O seaado votou bontem sobre o projecto relativo
ao assentos da casada suppcegr, coja 3* dlseas-
so Qcara eocerrada oa sesso de 6. Passou o proje
to tal qual toi approvado na 21 discusso, com as
emenda da commisso de legislago, iociaslve as
offerecldas em 4 e 5 do corrale e os paragrapbos
additivos ao ral. 2.
Adoptouse em 3* diseosso o projeeto aaiorisan-
do a concesso de licenga aos desembargadores
Cos Dorias Araojo Soares ; e a proposigo man-
dando conceder caita de oaturalisago a Agostioho
Aotbnlo Pesiaot de Preitas e outros-
Coution. o a discusso do reqaarimento do Sr.
Stivaira da Molla pediado copia da acta da sesso
do cooselho de estado de20 de (veratro. Oraram
os Sis. Z icarias e bario de Cotegipp, e ficou a dir-
cusso adiada para passtr-se a 2' parta da ordem
do dia.
Eatrou em discusso o projeeto de raspostt a
falla do tbroao. Of ou o Sr. baro de S. Looreogo,
e ficoa a diseasso adiada pela ora.
136:745V03
471:873#00O
9:799#99J
47:100^000
J0:000#000
20:0601800
ao^eoieer>
na depoudos
L M. Roaem de
A cmara dos depoudos aeprovon bontem a pro-
posU do goveroo qae fixa a larga naval para o an-
no Uoanceiro de (869 a 1870.
Contloaou depois a disonsso da proposla qae
fixa as torcas de trra para o referido anao fioao-
ceiro. Oraram os Srs. Vas Pialo, Soau Andrade,
Arislides Lobo, minislro da marinha, Olegario e
ministro da guerra, ficaodo a discusso adiada pela
hora.
Foram apresentados os segaiotes pareceres :
i A 3 commisso de orgameoto, depois de ba-
ver examinado a proposta do orgameoto do gover-
no, tizando a despea a cargo do ministerio da ja
trga pasa o eiertjcio de I8i9 a 1870, tem a poura
da suHmelter a approvago desta angosta cmara a
mesma preposm cooveriiJa em projeeto de le pela
segainte maneira :
t A assemb'a geral decreta :
t Arl. 3. O minislro e secreurio de estado dos
oegocios da a.-lica, antarisadopara despender
com os objeclos designados oos segaiotes paragra-
pbos a quaoiia de 3,283:06Mti9 a saber:
i | 1. Secretaria de estado....
2. Tribunal suprema de
asnea...........................
8 3. Relacoet...............
f 4." Tribunaes de comaoerclo
I 5. Jastiga de i' instancia.
< a 6. Ajadas de custo.......,
c % 7. Despeta secreta da pa-
lioia......*..*..........
% 8 Pssoal o maier ial da
palle......-- ........'
i 9. Guarda oaclonal......
< | 10. Condoegin, sastenoe
coralito dopresos..............
II. Bveotaes..............
ti. Corpo astillar do poli-
...................
13. Guarda arbana.......
14. Casa de carree gao da
153:090*000
105:7001000
30a:026&o7
do, bxaodo a desoexa a cargo do ministerio vos
negantes enraogeiros para o exercco de 1889 a
187*ttem a honra de Hbmetitr a aaorovacio desu
augusta cmara a otppspa proposla convertida en
projeeto de le, pela paaooira Pegoate :
c A assemblda geral dacreta :
c Art. 4. O ministro e secretarlo de astado doa
negocios estrangairos autorisado para despender
com os objeetos designado* nos seguiole peragra*
phos a qaaoiia de 748:419*098 a saber :
S 1. Secruria de esudo, moeda
do paiz.................
2. Legacoes e coosnlados, ao
cambio de 27 d. sis. por 1*.
5 3. Empresa los esa dspooibilida-
de, moada do pas.........
4. Aladas da costo, ao cambio
21 d. sis. por (4...........
S. Extraordiparias oo exterior,
dem......................
| 6. Dius oo interior, moeda do
paiz............*-*a).l
7. Coinrals.-ois delimites e de
Hqaidttd de reclamacoes..
c Sala das commissoes da casara eos depoudos
em 2 da janhr* de IS68.-F. L. Bilieopoort Sam-
paio.L. A. Vieira da Silva.
Meta.
A seguiole iadicagio toi remelliia a eommissio
de poderes :
folna do subsidio seja eootemplada a deduogio
dos 3 0(0 da contribaicio do arL 22 da tai o oree-
mente.
f Sala das sessdas, 8 de janho de 185&Pereira
da Silva.Candido Torres Filho.J. Tei-eira.
LelUo da Cuoha.J. A. Chaves.-Barros Prmeo-
tel.Feliclo das Siaios.L. de Albaqoerqoe.>
Sooza Aodrade.C B. Ouoal.Suyao Lobli>.
Souza Carvalbo.Tavares Bastos.Kialbo.-O. H.
de Aqaiuo e Castro.Vihaio e Hedeiroa.Lima
e Silva.GavAo PelxotaAssa.Homem de Mel-
lo. Birao da Pralos.Sizenaodo Naboco.Fer-
eaodes da Caoba.-Jos Bonifacio.Paulino e
Souza.-Belfort Duarte.Vieira da Silva.Boar-
que Footeoelli.i
Por decretos de 6 do correte mez :
Teve merc do ltalo de coaeelao o ebefe de es*
qoadra Eliztare Amonio dos Santos, membro o
conselho oaval.
Foi oomeado cavalleiro da orden: da Rosa, por
servigos prestados em relagio a guerra com o Pa-
ragaay, o Dr. Maooel Jos Domingos Codusira.
Foram concedidas as seguales peosfies por ser-
vigos prosudos na gverra contra o Paragaay : -r*.
De G'-'iS mensaes a D. Rosa dos Saotos Triadade,
viava do capito do 43* corpo da voluntarios da pa-
tria Joaquim Aotonio da Trindade.
De 1448 annoaes ao prometa da marinbagem
Manoel de Miranda T i vira.
O cooselbeiro Jos Ribeiro da Silva, pe'os servi-
gos que prestoa ao Brasil oa exposigao universal
da Par.*, foi agraciado com m commeoda da ordem
de Christo, e nao com a da Rosa como sabio pu-
blicado.
Por decretes ds 3 do correte.
Foram reformados:
O leo- ote coronel ehefe de esUdo maior do coa-
maulo superior da guarda nacional dos municipios
da S. Joo e anoeos da provincia da Parabyb,
Bjrnaodmo Jo.- Lioreiro, oo mesmo pesio.
Coocedeu-se a Jos Candido Nones Belfort capi-
to leformado da guarda naciooal da pro vi acia do
Maranbao, melborameoto de reforma no posto de
msjor.
Miodon-se que Hyppolito da Silva, serventoario
vitalicio do calcio da eserivao de orpbaos. anuen-
tes, capailas e residuos do termo do Pao d'Alho,
da provincia de Peraambur.o, ar cumule Umbem o
ofilcio de eserivao do civel e crime, dando se, po-
rm, dijirioigio oos fallos desU oalaraz.
Pelo paquete francas Bourgoone, recebara* bon-
tem folhas do Rio di Prata al 3 do correal.
As noticias di iheairo da guerra llmitam-se a
dizer que oo dia 27 hoave forre bombirdeameeoto.
Diz-se tarobam que em Corrientes viogou ama
revologo do part'do liberal, sendo preso o gover-
oador Lopes, e qoe os dep*rUm iam pronunciando dos apds outros por aquella mo-
vlmento.
A imprens* de Uaenos-Ayres disenta as cartas
trocadas entre o presidenta Mitre, o general Ur-
quiza e o goveroador Alsina, a respeito da elelgo
presidencial.
Em Mootevido os basaos ahnram oo dia 1.* o
troco das suas notas por oaro, excepto o banco
Mu, qua emenden qu\ nio poleodo fazer a coo-
verso integral, nio devia exhaurir o seo deposita
metlico em favor dos pnmeiros portadores de no-
tas qne sa apresenussem, prejadieaolo os qae oso
chegassem a temoo. Nestas circamsuacias'prefe-
rlo urna liqnidacn, qaa esperava (azor sem pfp-
joizo para oeobum dos seus credoras. Para man-
ler a ordem desembarcoa do* navios de goerra es-
traogeiros ama torga de 1,000 homens, qoe estove
da guarda alfandeg, e prompta para acudir aos
bancos se f sse preciso.
O governo fez baixar decreto maadaoJo recebar
nts repari'cSes publicas as notas de lodos oa baa-
cos que tivessem alieno o pagamento m eoro.
No ou i ludo parece ter se p.ssad em socegi.; no
dia 2,'porm, n > leodo o banco de Mroievido
aberte as portas hora do costume, hoave lamolio
e foi necessarlo a iotervengo de algunas eorapi-
nhlas da guarda nacicnal para restabal.-rer a or-
dem. O banco ahrio-se e conliacoo a trocar snas
notas; dizem, porm, algumas caros qoe eosa ex-
trema e caloolada lentidao, como se dan alias eap
todos os ontros banco-.
Da tarde o presidente da repblica maodop cha-
mar para orna conferencia as directores eos Pp-
eos, suppondo-se, dizem as f. Ibas, qoe para IPev
propor a aceitacio do projeeto de D. Francisco Es
leves. Segando esle projecto se fosse ecavertlo
em lei, lena de formar-se nma jema comead pelo
goveroo.- A esu jama cada banco entregara eo
naro 10 *, da saa emisso, e os 90 $ resiaates em
bons muios, e de m-z em mes contumaria a entre-
gar mais 10 % em oaro al integral amortisaeio, a
asslm se conseguira dentro de dea roetes, veoeen-
do, porm, o joro de 12 / *o anoo, a partir o 1*
de jnnhr, as notas oo papas.
Sobre o resultado desu conferencia nada trans-
pirara at a sahrda do paqoele; pareen, porm,
assas averiguado que, afora algara banco de r.mis-
sao moito limitad*, aeobom esuva preparado para
fazer a convenio integralmente.
O vapor Gerente, entrado hontem eos portas o
snl, tronxe datas ue Porto-Alegre al 2, Rio Grande
3 e Sania Caihanna 5 do corrale.
A' nnmeira daqaellas cidades chegar* no dia 28
do nassado o general conde de Porlo-Alegre.
TtDha regresao a mesma cidade o general das
armas da provincia, qae (Ora com o commandaole
das armas do Rio-Grande visitar as (ronteras o
Japaaro e Chuy.
Consta va que o baro de Serr-A legra esa tupen
de Japaaro para a sua resldeocia oaa Beg Uvera
am ataque cerebral, o se recotbera para raur-at,
estanta do S*. Joo de Paria Santos.
Algumas seoboras da familia o marechal naar-
rjuez de Guiar, residentes em Porto Alegre, efl-re-
ceram ao bario do Trlampee ama rica haaetroio
da langa emcommemoraco a lomada o reinad
do Hitabeleciroeoio.
De Peiokas communicam ao Artista e He Graav
de o segoiote:
H tem (26) s 7 oras da maana, apa frente
ao mercado, deu as ano coniliclo eoare o* 8rs. Jos
de Seixas, direclor do coHe^o g. Salvaer, a Joa-
qnn Aolonio Ma'tuts Garrea, qne lornoo-so naa
ponoo seno, o deve- iraier baataaies dissaboree a
estes doas che fas da familia.
a Dixem oos qoe e Sr. Correa (ira o provoca-
. dor, ero conseqaencia e rsseotimeotop e psejlp-
i otoTtit^v tBn,ra e,,e ft MB i,bo "-- opima qae o
1,utx-! i Sr. Seixas foi o provocador por aceaws oa psle-
vrss dirigidas ao fllho de Sr. Correa.
<5rve..........................
j{ 13. Ooras..............
20:000V]00|
iou.uuu*uoo m|r|0 erbae se pode chegar i veracioao 'pado
I parti a aggresso.
398:fiao*\n00 O Sr. Seixas ticon eopiaso na cabeca por tal-
140.036*360 pe de baogaia, a o Sr. Coiia receoeaPBluToo
(braoo.
101:8744000; O r. Seixas em seguida do coafUclo apreapa-
:OOOJWO0 lou-sa ao Illa Sr. eiepad o palana, o la par el-
le aoempanbao i prieip papa pp apea. -
O Sr. Correa acba-se em sua casa trauado-se,
e anda oioboavp toe tico qae Ibe podesse extia-
ir o brago a b.ls. W .
373:685*702
337:940*730
100:000*000
30.ooo>voo


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* I
, Un idada dePlM. U tetera o aoUpo aognni.
lit APlPfiio o Fiafia, e pa ua fco-Giaao o sapo.
V
UEfitVH


Ag^^^^n

toi* *wmm*%^w9mmi* ***toM*?v*
lirfd.10*^!*?1*^" t*M>* Francisco Ao- U\ dispnado a sua instancia do carga de esmoler
TJL211*- n d cala piaemOlindv
H*n$^l*Zl'i?r^lL^XTi ~ 0vm.,iiW,od Matara Waot.risado pe-
25 d* trnin.
, m II horarianonte, da ca-
is. presis sentenciado?, ara a
Itro a ti altaos da pri*o cora
i nac qo Unbam eomeeado a
cumprrr ai seoiencas.
* fcooava-8e aa completo abandono, se
fundo ooa ttieai; a nem guardas, nem aarcereiro
artiavaro-eafo lugar era que deviara. A porta da
prisau estafa aberta. esa nao (agir mtodoj 01 pre
sos qae UtSqaftarata.
tO carceratro p jbre e eom familia, e como se
t nem tata-onda caa morto. Deas o favoreca
en taes apotos.
.aja.it u
j mm
D'IRH) DE PERNAMBUCO
RECIPE, 16 DC JCNHO DE 186S.
NOTICIAS DO SUL DO IMPERIO.
Chegoo bonlem do Rio de Janeiro e Bihia
O Napor iriRlez Oneida, trazendo jornaes da
corte at 9 e da Babia at 13 do correte.
Sob as rubricas Parte Offkivl, Exterior
6 Interior, encootrar5o por externo os lei-
tores as noticias mais importantes, alm das
quaes s adiamos dos jornaes as qae se*
guem:
CORTE.
Pelo decreto n. 4170 Coi aberto um
crdito sopplementar de 9,224:252J570 rs.
para pagamento de verbas dos 2o, 4o, 8o,
16, 17 e 18 do redil- concedido ao mi-
nisterio da fazeoda, no ezercicio de 1867
1868.
Foi marcado o dia 23 de agosto pr-
ximo para se proceder eleicio de eleitores
qae, reunidos 30 das depois, elejam um
senador pela provincia do Rio de Janeiro.
Eis as ultimas noticias commerciaes:
c Iocloindo traosacces regul-.res efl'ec-
taadas boje sobre Londres a 17 3/8,17 1 'i,
17*3/4 e 18 d. para o papel particular e
insignificantes quantias sobre Franca a 540,
sommam os saques para o paquete iaglez
Oneida:
t Sobre Londres cerca de 547,000 a
47 e 47 1 i d. para o papel bancarb, e
47. 17 1/4, 17 3/8, 17 1/2, 17. 17 e 3/4
c 18 para o particular. I
c Sobre Franca cerca de francos 940,000
aos extremos de 537 e 540 rs.
c Sobre Hamtupgo cerca de 45,000 a
1,5005 el020
< Sobre Lisboa e Porto vigoorou a tabel-
la seguinte:
sos
204
2 3
502
a 208
a 207
a 206
a 205
/..r.
vista,
a 30 d/'.
a 60 d/v.
a 90 6/t.
diec>o parncJlSt Boa terrenos desaoexaiios da fre-
guena de Tranunniem a Incorporados a ana por
let provincial de correrte anno. --
O Sr. eooego Jos Marques Castltlio foi no-
meado aaraoler da cana pa na cidade de.Olinda.
Esta' designado a dia 31 da ja'h > prximo
para o concorso as ?aas de pralieartes da alfaa-
dega e recebedorirde renda desta cidade.
Commecon hooiem a defta de tlieies apre-
sen tadasfceto Sr. bacbarel Joo Colpab-a-, qae (ol
argaldo em direilo publico pelo Sr. Dr. Tarqnioio,
em dire:'.o commatcisl pelo Sr. Dr. Pina iumor,
era direilo baiorat e ortica do procer i pelo Sr,
Dr. Baodeira, e em direilo internacional pelo Sr.
i>r. Figaeiredo. Hoje dee rontlnnar o icio, lendo
de argnir os Sri. rs. Vilella, eonselbaro PaaU
Biptista e Looreiro.
Em seccio da assembl* geral da soeiedade
patriticaOomi dejulho, deliberoase no da 14 do
correni. solemnizarse aquello dia com mi.->sa so-
lemne na igreja do Evplnto Sanio, depois da qoal
sero baptisadaa as crUncas qae a soeiedade poder
a forrlar, em eommemuracao' do heroica fe.to ba
blanno.
H;ntem faocclonoa o tribunal do iqry cora
40 jaixes ae (acto, sendo sobmetttdo a' ]ligamento
o reo J '3o Bautista Se Vaseooeelloa,, acensado por
crima de ferimenios leves, sendo senacirogado o
acadmico Jlo Joaqoim Foostca de Alooqnerqns.
O conselbo compos-se do* seguales senbores :
Francisco Lncio da Castro.
Vicente Machado freir Perelrada Silva.
Corbiolano de Aqu no Fonseca.
Tranquilino Agnello Pessoa Datra.
Tertuliano de Moraes Carvalho.
Jos Pereira da Caoba Jnior.
Joao Velloso Scares.
Vicente Cardoso A y res.
Augusto Paler Cesar.
Jo- Affjnso do Hago Barros.
Ulysses Pernambacano de Mello.
Hdiiotioro Fernandes da Cruz.
O promotor, (aodameotando-se as provas dos
autos, pedio a condemnacio ao acoajsado oas pa-
nas coalidas no iibello (gr*'o max. do art. 201 do
Coi. crlm.)
O advogado abundando em coslderaces, e em
vista dos meamos autos, aprasentoa a justificativa
do g 4 do art. 14 do mmo Cod, e pedio a absol-
vicao do accasado.
Depois dos debales, o eonselho recalheu se a'
sala secreta ao meio dia, 'onde voltcu al e mela
boras.
Em vista da sua resposla, o |ai: de direlto coa-
demoou o reo a's penas de f i/2 metes de priso
e malta correspondente a' m^lade do lempo.
Delxoa de comparecer a accasada Felleidade da
Luz, por doente, conforme,coramuoicou o adminis-
trador da osa de detsnco.
Na nonte de 12do corrate E-tan'slo Jo.<
de Sant'Aona (erio eom daas lacadas, na (reguezia
da Boa-Vista, a' Hermiliado Damio da Silva.
O delinqaeote (o preso e acba se recolbido a' de-
tengo a esforgos do subdelegado do prtmeiro dis-
tricto daqoella fregaeiia.
Os (enmenlos (oram julgados graves no respec-
tivo exame medico, deveodo proceder-se a Instau-
rado do processo.
No dia 12, no logar da Cabaoga, algaos
guardas nacionaes do 1* batalbo quasi ebrigaram
Apolices.N5o houve boje vendas.
Am>7a<__VpnrlAram-w hnift 78 fin han- a pmr ,rem d8 PlssaReiros I"" esci ao inte-
t Accoes.venaeram se doje / ao ran rjor a$ 4 ,, boras dt ttrd na lioh> ferrM d0
CO do Brasil a 189,$, 100 6 1900 e um lote neC|fe aos. Fraucisco, demorndose sobre a va
insignificante a 1920000. jnioobstante os repetidos eigoaes dados pelo ma-
c DescontOSA taxa no banco do Bra- chinist com o apilo da locomotiva qae rebocava
Sil nao teve alteracJo. .KAnA| Chamamos a attencao do respectivo comman-
MeUes.NefiOClram-se boje Id.OO jante e das malt autoridades que temo dever de.
Soberanos, sendo 7.000 a 144700, 2,000 O zelar pela seguranca publica, para qae esses^factos
14)5720, 4,000 a 14*700, pagamento e en- se nao reproduzam, e depois se nao lecha de ac
trega em 15 do correte, e 2,000 a 140850
dem at 20 do c Trente.
A alfandega rendeu de 1 a 8 do cor-
rente 515:7610970 rs.
No dia 5 sabio para nosso porto, o
patacho liespanhol Joven Ricardo
Ficram carga o brigue Trovador e
o patacho Gloria II.
Lemos no Jornal do Cotnmercio:
Pelo vapor francez Bourgogne tivemos
noticiaes de Montevideo at 3 do crreme.
s t No dia Io comecra a vigorar a lei que
prescreve a conversio dos bilbetes dos ban-
cos por ooro. O banco Mau & G. julgou
n5o dever abrir o troco, e o chefe d'este
estabelecimehto, o Sr. Bar5o de Man, ex-
poz em um manifest as raxoes que o Ieva-
ra m a proceder d'esse modo, e a soa resolu-
to de entrar em urna liqaidacSo de que ti*
nba certeza nao resultara prejoizo a seus
redores.
c Acreditava-se geralmente qne nenhum
dos outros baas, exc-pto, talvez, algam
de muito limitada emisso, poderia rea-
lizar em metal a totalidade de seus bi-
Ihetes.
< Talvez, porm, que anda a lei fosse
modificada na sna execuco, por isso que
no dia 2 o ministro da fazenda convidara a
cima conferencia os chefes dos diversos es-
tabelecimentos bancarios para segando se
dizia, dtscutir-se a conveniencia da adopc5o
de um projecto do Sr. f. Esteves, por meio
do goal a convers5o se realizara no espaco
de dez mezes.
baha.
No dia 10 do correte teve logar, na
igreja da Misericordia urna missa solenne
pela alma do conselbeiro Euzebio de Qnei-
roz, fazendo a orac5o fnebre o conego Ro-
drigo I. de Souza Menezes. e discursando,
depois da ceremonia os Srs. desembargador
Innocencio Marques Dr. Deir, e Corre i
Garca.
Ficava no porto a fragata franceza
Magicien, em viagem para a Europa, por
ter sido substituida na corte pela Circe;
Arribava.a barca franceza Lamsntin,
que ia de Marselha para Saiogon na Cbi-
na, para reparar avarias que tinba.
Alfandega renden no mez passado
639:5170328, e do 1." a 12 do crrante
312:5170851.
O valor da exportacSo no mez de abril
ultimo elevou-se a 2,126:3445135 rs.
O cambio regulava sobre Londres
18 1|2 d.
Ficava carga para Pernambuco o
patacho S. Antonio.
sr
.
RMMBUCO

REVISTA DIARIA
a> des val i-
dever, lauto
dab
Jote o espectculo, qoe a favor dos estabelec-
-oisotos de caridade conceden com a costumada
graciosidade o Sr. Aatonio Jos Daarte Coimbra,
apretarlo do theatro da Santa Isabel ; o qual as-
sim abre espaco a qoe as almas generosas, como a
sua se manifeita nesta ofarij, vaobam trazer aos
ecessitadog de diversas ordans a'eargo da Santa
Casa de Misericordia o sea obalo (ecuado de soc-
eorro.
Cbristaa e pbilauropica, como e a no-sa popula-
do, nao licito a iogae U* dever mals
doce aos coracSes oobres de presiar-se
do; a oiogoem se relrajiira' *' este <
mais qaanto de ante-mlo lem a caneza da boa ap
plicagao do qoe de al partir para orna obra to me-
citoria. "
As ilespezas I cargo da Santa Casa sao avulta-
da?i e o sea pitrimoalo eoroo se sabe deficiente ;
de modo qoe, a nio ser algam aaxiiio dos poderes
do estado e e concurso da beoefleencla publica,
manifestada oesta e n'oatras oeeasiSes Igcraea, to
pied ,sa e bamanitarla institaico seria um impos-
sival, nao daria os (rocos de moralidade, carUade
e eivilisaco qae vemos pender de tal arvore.
E om lato 4 om mysierlo, todos o sabem ;e as-
clm sera' tambem om loceoiivo para qae a recolta,
desae eepeeueulo assoma propor(5es correspon-
dentes ao flm da saa applica^o.
O Sr. eaogo Aotoolo Jos de Sjuii Gomes
rasar algum macbfoista qnsndo porveotara algam
accidente lameotavel lr o destecho de s eme I bao-
tes actos de t/esloocado desvario.
Os vapores brasilelro locantitu e fraBcez
Bourgogne deviam partir da cOrie no di 15, para
o oosso porto.
Para a nossa praca tronxe o vapsr Iaglez
Onnia ?s segnintes quanUss para os Srs. :
Pereira Carnero & C................ 120:000*
Amorim Iranios..................... 100:000*
Augusto P. de Oliveira & C........... 25:000,1
Pinto Barbosa & C.................. ie.099J
Jos da Silva Loyo Pilho &C......... 9:000*
Francisco Goncalves Netio........... 8:0801
Aotonlo Lopes Braga................. 5:000*
Linden, Weydman &C............... 4:C00*
A bordo desse vapor vleram 8 passageiros
para nosso porto e 145 para os da Europa.
Para a Babia e Rio de Janeiro trooxe o va-
por americano South America 24 passageiros dos
Estados-Unido*.
Da pra?a do Rio de Janeiro levooo vapor lo-
glez Onnia 87:219*549 em barras de ooro......
2:560-3700 em barra e 37:939(800 em moeda de
prata.
Para a loja do Passo, a' roa do Crespo o. 7,
vieram pelo vapor (raneez Ettremadurt, algoos
corles de seda ebineza, de gostos ioleirameote do
vos, trazendo cada corta teJa de duas cores, nma
para a saia a outrapara a tnica on corpo. E' fa-
zenda muito bonita e que agrada a' primeira vis-
ta. Recommsodamo los as nossas leitoras.
Ioformam-nos qae o largo do Hospicio esta'
transformado em am esterqoilinio que cresce de
da para da ; tem-se ltimamente abi lanzado ani-
maes morios que empestando o ar Incommodam a
viziobanca e aos tranzoeotes.
E' possivel qne o fiscal da Boa-Vista no tenba
olhos para Isto T Se nao tem, bom que a cmara
substitua-o por ouiro que melbor cumpra os seos
deveres.
LoteraA que se acba a venda
a 70*, a beneficio da matriz de Nazareth, que
corre sabbado (20)
REPARTigAo da POLICA.Ezlracto das partes
do da 15dejunho de 1868.
Foram recolbldos a casa de detengio to dia 13
do correte.
A' ordem do subdelegado de S. Jo>, Alejandri-
na Mara da Conceieo, Antonia Maria da Concei-
cao e Ritta Maria Joaquina da Coneelcio, todas
para correccao.
No dia 14 nao fui recolhida pessoa alguna.
O rbefe da 2." seceo.
J. G. de desquita.
Passageiros do vapor nacional Jaguanbc, sa-
bido para os portos donorle :
Fraocisco Cesarlo Vaneo, Manoel Barrozo de
Mello, Antonio Dlonizio Santos, Chrlstovao Guedes
Pereira, Joaquim de Sonta Silva, M*noel Antonio
Sapardo, Joo Silvano de. Souza, Ooocalo Francis-
co Xavier CavalcanU Jboa, Antonio D;go de Mel-
lo, Jos S. Barboza, Manoel H. de Alhuqaerque
Mello, rsula B. Lins da Annuaciago, L-ooilia B.
Lins da Annnnciaeo, Mana da Cooceigao Gnedes
Alcoforado.Secundina B. Lins da Anouociacaj,
Domingos Jos da Silva e Antonio Peres.
Passageiros do vapor nacional Jpojuca sahi-
dos para Acaraca' e poft09 intermedios :
Dr. Jos Rafino de Mello, saa senbnoa, 1 fllho
menor a 2 pessoas de sna familia, Pdro Rlbeiro
de Oliveira, Felia Jos de Queiroz, Jos Joaqaim
Machado da Silva, Manoel da CosU Luna, P. Cer-
pannero, Barnafonip Gaetano, Joo Lacas, Vicente
Gifon, Aatonio Joo de Mello, saa senJiora e 2
criados, Laurentina Ferreira Maia, Tboaaz Jos
Sena, Joaqoim Potar, Jobo Antonio Ferreira, An-
tonio Aagusto de Mesqoiu, Jacome Luciano, Cos-
me da Rena Bezerra, Jos do Porto vreira, Ma-
noel Gomes Moreira, Z icarias Pedrosa e Isac H.
dos Santo?.
Passageiros do vapor Inglez Oneida sabidos
para Souibampton e porios intermedios:
Antonio Valentim da Silva Barroca, Jlo Mar-
tina de Barros Jnior, Adrin. Lowe, Margarids
Verolenl e I fllho, Mastere Fi>rtanato, Carlos Bar-
roca, Joaqoim Mauricio Gongaivea* Rosa e soa fa- ,
milla, Paulino Jos da Costa Amorim, Jos D. da
Silva Galmares, Antonio'A. de Oliveira Res, Joo
Jos Parelra, Gsorge C. Gates, Marirs Charles,
Thomaz Fcuwn, Jos Jullo da Veiga emadamoi-
selle Appieges. __
Passageiros do vapor Oneida, vindo do sol :
Jos Joaqnim Gomes de Abr), Jnveoclo Ribeiro
Guedes, Ida Pessoa da Silva, Jada' Bai.LnizFe-
llppe da Cunba, Joseph Lebmano, Antonio Cesar S.
C Oliveira, Manoel Pinto Moreira.
lando o Sr. desembargador AUeida Albuqnerque,
abrio-ae a aesso. | | ,
Paaiadot os feittts deram-s ti #! iaV>
meatos: M
acora vos dk psnc\o.^-Aggrjaota, M'gul Ar-
chaBj da Ftgasirado; aggra'ado, o juizo.Relator
o Sr. dBsomgargStroT Sooti^B^aorfftdos os Sra.
desembargadores Goarr Gi|iraa.-*Migo-a
provimeoto.
APPKLLAgoKs cmiris -Api||snte, e jolzo; ppal-
lado, Francisco Antonio de Maura.Improceden-
te. Appellante, Manoel Joa^wr dos aaloa; ap
Dallada, a j mica.A' novo jory.' Appellantes,'
Maooel Ciraco Fernandas o juno; appeilada,
Maria Margar ida da Soledade A" ooo jojf. Ap-
pellante, Anastacio Maria do Sacrameaio; appella
do, o juno.Perempta a accaia;3o. Ajpellaute, o
jiilzo; appellado, Gabriel Francisco de Oliveira.A
aovo jury.
habbvs corpos.Concedeu-se ordem a Jos Ma-
ria das Neves, para da 20 do correan, e ao preio
Nicolao escravo, para o da 27, oovidas as aalori-
dades respecliva?.
Assiguou-se dia para jalgamento dos seguales
felts :
appkllaqSes givemAppellantes, Dr. Gildioo
Ferreira Gomas e oatro; appellado, Antonio Gon
galves da Silva. Appallaaie, Joaqoim Juvanclo da
Silva; appellado, Dr. Cicero Peregrino da Sil-
va. Appellante, J .-o de Souza Gulmares; appel
lado, Beoedleto, ecravo. Aapeltante, D. Maria
Cisneiro Freir de Moraai; appellado, Joaqnim Pe
reir B*st s.
APPELLAgoES criEs.Appellaule, e juizo; appel
lado, auIuio caudido da Oliveira. Ajpellante,
ojauo; appellido, Jj.- Fd'lppe Aires. Appellan-
te, o promotor; appellado, J s Lelte Correa. Ap-
pellante, Maooel Jos de Figuelredo; appellado, o
juizo. Appellaule, Joo aptista Gmgalves; appel
lado, o jaizo. Apaellaote, Manoel Joaqoim de
Sau'Aona; appellado, o juizo. Appellante, o jal-
ao; appellado, Estanislao Jos Ferreira. Appellan-
te, o juio; appellado, Francisco Antonio More-
no. Appellante,o juizo; appellado, Jos Mara Pi-
res Appellante. Ignacio Corra Damas; appeila-
da, a justlga. Appellante, Manoel da Rocha Wio-
derley; appellado, Aatonio Henrique de Barros.. Ap-
pellante, o juno; appellado, Herminio Gogatves de
Queiroz. Appellante, o jalao; appellado, Franca
lino Severo d'Aonunciago. Appellante, Jerooymo
Antonio de Souza; appellado, o jaiao. Appellan-
tes, Jos Vicente Tavares e outros; appeilada, a
jasliga. Appellante, o alzo; appellado, Migo el
Agostinbo do Rosario. Appellante, Henrique de
Frenas Barros; appeilada, a jasliga.
PASSAGBHS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
bargador Gitiraoa.AppeHagdes crimes: appellao-
te, Loorengu de Soaza Malta; apptilada, ajasti-
f > Appellante, o jaizo; appellado, Joao Carlos dos
Santos. ApyalUnie, ojuio; appellado, Aotonlo
da Silveira Sa Barretto. Appellante, Jos Antonio
Cjrrea de Mello; appellado, o julzi. Appeilacojs
civeis : appellanle, Dr. Beato Jos da Cosa; appei-
lada, a irmandade de Sant'Anna. Appellante, Ma-
ooel Barbosa da Silva; appellado, Feliciano Joa-
qoim dos Santos. Appellantes, o curador geral e
outros; appellado?, Jeaqaim da Costa Ribeiro e
outros. Appellante, o syndlco de S. Fraocisco; ap-
pellado, Dr. Antonio de Meoezes Vasconcelos de*
Drummond. Appellante, Jos Gabriel de Mello;
appellado, francisco Jos Pinto.
Conflicto da jurisdiego entre os jaizes munici.
paes dos termos d'Agaa-Preta, e do Rio-For-
moso.
Do Sr. desembargaier Gitiraoa ao Sr. desembar
gadorGoerraAppailagaocjvel: appeilaote, Felip-
pe Nery de Barros Wanderley; appeilados, o cora-
dor geral e outros.
Ao Sr. desembargador Loureogo Santiago.Ap-
pellago crlme: appellante, Antonio Pereira da
Silva; appeilada, a jnsliga.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Loareogo Santiago.AppellagSes cveis: ap
paliantes, os filbos de Tbomaz de Aqaloo Foaseca
Jnior; appellado, Thomaz(J'Aqnino Fonseca. Ap
pedante, Antonio Jos Biltencourt; appellado, Can
did > .Correa Gomes. Appellante, Judo Mauricio
Accloli Caaavarro; appellado, Antonio Correa
Lima. Appellante, Mmoel Al ves Pinto; appellado,
Antonio da Rocha Pereira.
Ao Sr. desembargador Almeida Alboqaer-
qae.Appellagio civel: appellante, los de Barros
Pimental; appellado, D. Francisca Hugeaia de
Mello.
Do Sr. desembargador Loureogo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuqnerque.Appella
gSes crimes: appellante, Maooel do Nasclmeoto
Lima; appellado, o jaizo. Appellante, o jaizo; ap-
pellado, Felismioo Jos da Figaeiredo. Appellante
Maria Francisca o Espirito Sacio; appeilada, a
instiga. Appellago civel: appellante, Felippe da
Costa Santo; appellado, Jos Fructuoso Dia.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis.AppellagQes crimes: appellante, o
juizo; appella jos, Afro Francisco Rodrigues e ou-
iro. Appellante, Manoel Torquatq de Mara ; ap-
peilada, a jusnga. Appellante, Jos Manosl Baptis-
la; appellado, Antonio Carvalho de Miranda. Ap-
AHn*s i venda n nhwmacias de-A.} E\ Secundioo lelodoro d Gbttb, es*
da CooceBo trm &,. revente jnraraeolado o escrovi.
P. Mauradi a" e Bartbav
En,
fvo, o
Taamento cathartco m(H
Jerno
As pullas cathartlcas do Dr. Ay#r formam orna
irande-aarcepaa ag ptlaUa apurativas qm pjr ah
*o vendida?, pois o efflto que prodatem per-
manente.
Para a, prisio do venire, dore/ de wbega, ner-
vaaos de oeriasa biliosa?, calefrio e tebres, tncom-
raodos de estomago, debilid.de geral, clicas, Irre-
Ruliridadaa do syslema femenino, elUs-ronstiiuem
urna enra especifica. Ellas esto me tildas dentro
de frasqoinbos de vidro,;e por isso a sna boa con
servadlo doradoora am todos os climas. Em ti-
doaot caaos aRgravados oa provenleoies-de um es-
tado toporo- de sangue, a sal?aparrllha do Dr. Ayer
deve ier tmala conjuntamente.
Manoel Maria- do Nascimenl, escri-
subscrevi.
Triitlo de Aleocar Aratipe.
+
DECLjIRACOH
Oabaixo aasig-ido tanoador da reeebadorla
da rendas ioterpas raes desta provincia, lendo
de contiooar o langamento do imposto aessoal ao
bairro da B>a-Vista, previne aoa moradores das
roas de- S. Googalo, Coelbos largo dos mesmos,
roa ios Prazeres, Jasmlm e becco das Barrelras,
qoe tertham promulos- seos recibos, contratos oa
papis de arrendameoto para sarem presentes do
acto do langameo", em vista dos quaes deve ser
dedazfda a quota do referido Imposto.
Reeebedoria de Pernambuc, 16 de jonho de
1868.
_______ Jos Jeronymo da Souza Limoeiro.
C0MMEBCI9.
pedante, o promotor; appellado, Lulz Aolonio Del-
gado. Appellante, Joaquim Aatonio Pereira ; ap-
peilada, a justica. Appeilagao cifel: appellanle,
Trajano Baptista da Silva; appellado Messias Jos
dos Santos Patnr.
Do Sr. desembargador Domingoes da Silva ao Sr.
de?embargador Ucboa Cavalcante.AppellagSea
crimes : appellanle, Antonio Joaqoim da Molla ;
appeilada, a jnstlga. Appellante, D. Maria Clara
de Moraes e Silva; appellado, Joo do Reg Aecio-
li- Appeilaote, Dr. Tbomaz do Bomflm Espin-
la; appellado, jaizo. Af'paliaote, o jaizo; appel-
lado, Antonio Pereira da Costa. Appellante, o jnl-
zo; appeilados, Lulz de Franga Gomes e outros. Ap-
pellagSes elves : appellante, Maooel Fernandes da
Costa ; appeilada, a fazenda nacional. Appellante,
D. Clara Tneodora da Fonseca ; appellado, Manoel
Jos dos Santos.
Do Sr. desembargador Souza Leio ao Sr. desem-
brgador Santiago.Appellag8es crimes: appel-
lame, Pedro Fernandes da Silva ; appellado, Nico-
lao daC.Cclho. Appellante.Trajano Jos de Barros;
appeilada, a jastiga. Appellagdes civels: appellan-
tes, Santos & Roliro; appellado, Dr. Jos Soares
d Azevedo. Appellante, Joo G mes Ribeiro
pellada, Tbereza por seo carador.
A' orna Hora da tarde eocerrou-se a sesso.
ap-
taUCA DO RECIPE t5 0E JUNHO DE Wt.
As 3* boras da tardo.
(Hoja)
Algodao de Pernambuco 1- sorte.-i4f500 e 142700
por arroba.
Cambio sobre Londres90 d/v 18 d. por laiOOO
(sabbado).
Cambio sobre Londres90 d/v. 18X d. por IO0O
boje lelras de lora.
Jos d'Aqoino Fobmc,
Presidente.
Francisco Marasded'A!raid>,
Secretarlo.
HINCO M4UV' C.
Ra do Trapiche n. 3 4.
Descorita iettras commerciaes a laxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por Iettras e em coma correte.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata e Europa,
e compra cambiaes sobre as mesmas pracas.
Eoearrega-se, por commissSo, da compra
e venda de fundos pblicos e accoes de com-
panbias, d\ cobranca de Iettras e dividendos
ou de seu pagamento, e de qualquer outra
operaco bancaria.
O expediente para o publico comear s
10 horas da trian ha, e terminar s 4 horas
da tarde de todos os diat atis.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta letras da praca taxa a con-
vendonar.
Recebe dinheiro em corita correte e a
praso fixo.
Saca vista ou praso sobre as enhiles
priDcipaes de Europa, tem agencias Da Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
a New-Orleans, e imitte cartas de credite,
para os mesmos lagares.
Largo do Pelonrinbo n. 7,
ALFANDEGA.
Rindimento do dia 1 a 13........... 361:1035628
dem do da 15................... 13:5944146
COMPANHIA
DO
/i
O Srs. accionistas desia compaohia, que
qnizerera mnnir-se de folbtos contendo os
seus trabalbos, no anno bnanceiro do Io de
maio de 1867 a 30 de abril do correte an-
no, queiram dirigir-se ao escriptorio da refe-
rida companhia, ra do Cabug n. 16, qne
Ibes ser3 Escriptorio da companhia doBeberibe, 12
de junbo de 1808.
O escripturario
Marcolino Jos Pupe.
373:7875774
Movi ment da alfandega
Volnroas entrados com (azendas......
> com {eneros......... 213
v ------213
Volames sabidos oro faxendan......... 88
> a com gneros......... 380
------4G8
Descarrecam hoje 16 de ]oobo
Escnoa inglezaMary Watkins -viobos.
Sumaca espanholaReformadem.
Lugar americanoFranfrinhrinha de trigo.
Escuna hollaadezaDankbaarheidiarqne.
Lafar Inglezleitrcar va o.
Brigue inglezaCanadladem.
Importar.
Vapor americano South-America, vin-
do de New-York por S. Tbomaz e Para, ma-
nifestou o seguate:
7 volamos chapeos do Cbile; a Keller
3 ditos ditos; a M nhard, Metter & G.
2 ditos fumo a J. M. Palmeira.
2 ditos dito; a Seraphim T. Bastos & Ir-
mo.
15 ditos peixe ; a J. J. da Costa Maia.
i dito objectos para pbotograpba ; a H.
Forster & C.
i dito livros; a S. P. Johoston & C.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
6ERAES
Racdimento odia! a 13........... 23:995^641
[dora dodia 13.................. :o9i#?;0
S6:o90JI6l
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 14.......... 67-798*917
[daca do dia 15................... 7:9745749
75:774*666
Publicares a pedido.
Ao publico
O Progressttla de 13 do crreme sob a eplgra-
pheReuoiio Vermelbafalla da organisacio da
junta conserva lora de Afogados, dando proporc5es
pequeas ao ajontamento de eidadaos que para Isto
bonve, e descreve-me como affastado de meo ami-
go protector, e tentando contra osea voto ama luta
impossivel oa prxima eleicao.
Deyo primeiramente declarar qae vivo na mals
perfeila ialimidade e harmona cea mea pai, nica
paseos, da quem tenbo receido -amparo e protee-
gao. a qoem, se nao a elle, poda referirse o
Progressista para chamar mea protector ?
Qaanio ao mais breve a alaria resposta.
Apresento-me na freguezia dos Afgados como
conservador, e niembro deste partido all, cojo
ebefe alias nao seu, pois que contina a c lo qoem
d'ames era.
Em nlnguem asta' a convicrj.So, nem pode estar,
de que a maioria da fregueala se)* progresalsla.
Ao contrario pensam todos qoe esa losigniflcaDie
minora, qoe se diz em Afogados pars do piver-
bo, deve encontrar agora estorvo iovencivel nos
planos de conquista por melos illegaes, quaes os
que tem sido por ella sempre empregados.
A Intriga de chefe novo e chefe velho nao ha de
prodnzlr effeito, estou certo disto ; e canto qae
sera competeotemente desmentida a noticia de qoe
o verdadeiro e nnieo obele d > parlado conservador
de Afogados esta' em divergencia com os seas ami-
gos polticos.
Recite, 16 de jonho da 1668.
Francisco Carneiro Machado Rios Jnior.
vwvvwvwvvwv
GIIROXIGA JUOIGIARI V
TRIBU.V.1L DA RIlLAl O
SBSSAO KM 13 DK JUNBO
Presidencia do Exm. Sr. conselbeiro F. 1. Soasa.
As 10 boras da manhaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitiraoa, Guerra procurador
da corda, Loureneo Santiago, Motta, Assis, Domin-
Ioes da Silva, Ucboa Cavalcante e Souza La&o, tal-
Agaa de Florida de Marray e Inman,
Atravs de toda a America Hespaobola, desde o
norte do Mxico at ao Estreito de Magalhies, este
perfume tldo e cuoslderado tica a mais Ooa e delicada. As senhornas bespa-
ubolas, nao s d'ella fazem oso como o mals deli-
cioso perfume; mas sim larabem habitualmeote o
usam o'ama forma de diiuico como ora excelente
meio para al vejar e conservar os dentea o dar um
suave e agradavel gosto ao paladar. Servlndo de
modesta e agradavel advertencia, reeotnmeodamoi
aos senbores, que a mesma u;ada desia aoesma
forma, e bavendo salpicado sea taflf, isto depois de
haverem gosado as deliciosas fumigas d'am bello
charuto de Havana, os torna preseotavelsj na pre-
senca e soeiedade do bello sexo. Aquellos do sexo
barbudo e que tem ama pella delicada, acbaro
com o miior prazer, que esta agaa orna verda-
dera laxarla usada depois de haverem feito i
barba, pois que ella faz dtesipar toda a ardencla do
rosto.
MOTIHENTO 110 POSTO
Navio entrado no da 13.
Rio da Janeiro e Baha6 das, vapor inglez Onei-
da, de 1374 toneladas, comroaodante P. Reeka,
equioagem 131, carga differente9 gneros; a'
Adamsoo Howiee & C
Navios sonidos no mesmo dia.
Rio-Grande do SalBarca braslleira Nova Caroh
na, capio Virginio Lacio de Mallos, carga as-
sacar eooiros gneros.
BabiaPatacho brasiletro Alexandrtna, capillo
Fraocisco Aolonio Campos, carga diffdrenies g-
neros.
Rio de JaneiroCter americano Champion, cap!
to William Cox ; em lastro.
Soatbamptin o port.s intermediosVapor in
glez Oneida, commandante Reeks.
Penedo e portos IntermediosVapor brasileiro Ja-
Quarthe, commandante Honra.
Acarac e portos intermediosVapor brasileiro
Pirapama, commandante Martin?.
T1IE1TRO
S, ISABEL
ireza dramatiea
RECITA EXTRAORDINARIA EM BENEFICIO
dos
ESTABELECIMENrOS DE CARIDADE.
HOJE
Terga-feira 16 dejunho
Rapresentar-se-tit o *empre applaodido e bem
aceito drama em 5 acto?, ornado de monea inti-
tulado
A GRA(!\ DE DOS
O papel de Maria desempeohado pela Sr.* D.
Jesoioa Montan), o o de commendador pelo Sr.
Joaqoim Augnslo.
Dar' Qm ao espectculo a comedia em 1 aclo
ornada de msica intitulada
OLHO VIVO
Principiara' as 8 horas.
Previne-seque em occasio opportona urna com-
misso de membros da Santa Casa ir' receber as
esportolas dos camarotes.
GIM*1>E
Rio de Janeiro
Para indicado torio pretenda seguir coa a
atar biMUade possivel o vrlelro sopeaiar
brigue Aielatde, por ter parte de as* carga Mi-
gajada e para a que iba falta a escravo a frea
trata-se com o consignatario Joaqoim Jos Goa-
calvas Bellro, roa do Trapiche a. 17.
fiio de Janeiro
Para o referido porto sahira' coa toda a bran-
dada o brigue nacional Retir 1, capilao Diaa ; pa-
ja earga, tratase com o aen consignatario Joa-
qoim Gerardo de Bastos : a roa da Croe a. S3,
primoiro andar.
Lisboa e Porto
A barra portovoeza S. Manoel 11, capillo Pairo
Jos da Rocha, recebe earga para Lisboa a
qoer sabir com brevidade, por lar a aaior
da carga engajada : os preleodenies para o
da qoe Ibe falla, podam dirigir-se a M.rqae*, Bar-
ros di C, largo do Corpo-Saoto a. 6, S* andar, a
para passageiros que encootrario excelleoies eoa-
modos, ao mesme capito na praca.
R9 frkmt 4 Mal.
Segu com a possivel brevidade a polaca nacio-
nal Peloenee de primeira marcha : tea parta ia
earga engajada e para o reto qne Iba falla, trata-
se com o seu consignatario Francisco Ribeiro ta-
lo Gulmares, a ra do Aoollo n. 24, segaaij
andar/ -_______ _____________
COMPANHIA PERNAflBCANA
aa
NavegacQ eosteira ptr npr.
Goaaaa.
O. vapor Parahvba, rnmaai
dame Mello, seguir' para
porto cima no da 16 da jnaao,
as 9 boras ia ooile. Macaba
carga, encommeodas, pasaatai-
ros e diobeiro a frete, do eacripiorlo do Porta a
Matos n. 1.
Para o Rio Grande do Sul sahlra' em
dias a sumaca hespaobola Novo Elisio coa a ear-
ga que lem, a qoal aio<)a pode receber altaaa
carga a frea : qoem oa mesma qoizer arrogar
pola tratar eom o eaplio Boaveniora Maitaaaa
cu com Amorim traaos, roa da Cruz a. 3.
I*ar

coaaacid-o
Segu com muita brovidada o bao
briftoa scona nacional Graciosa, eapitio o prauo
Jos Maria Ferreira, por ter proropia a aator par-
te da carga : para alguma que anda podera' ad-
mlttir trata-se com o sea consignatario Joaquina
Geraldo de Bastos, a roa da Cruz n. 23, priaeiro
andar.
Mlia da Imperalriz17.
O proprielario de*ta galera recreativa vem par-
ticipar ao respectivel publico desta capital, qne pe-
lo vapor francez Guienne ltimamente checado da
Europa, racebeu nma grande collecco de lindas e
variadas vistas, assim como um magnifico sorti-
mento de prendas as mais preciosas, e assim es-
pera cootinnar a merecer a concurrencia com qoe
o tem favorecido o mostrado publico desta ciH
dade.
Batalba naval de Riachuelo (Paraguay)
Mepbistopheles o inferno.
Chegd na Grecia de S. M. o re G jorges I.
Trieste (Austria).
Coostantinopla (Tarqnia.)
Lyon (Franca.)
Bois de Bonlogne (Pars.)
Pars, vista tomada dos Campos Elyseos. '
Interior do Palals Boyal (Paris.)
Interior da igreja de S. Pedro em Roma.
Festas martimas.
IL-ariqu.' IV sobre a ponte nova em r-*ris.
-.!
Cada bilhr-te de entrada da' direfio airoa bella
prenda, bavendo entre ellas multas de subido va-
lor, e as menores de quasi igual prego do bilbele
de admissao.
Entrada de cada pessoa
500 rs.
AVISOS MAHITIMOS
EDITAES.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da
imperial ordem da Rosa, e jniz de direlto
especial do commercio n'esta, cidade do
Recife de Pernambuco por S. M. I. e C.
o Sr. D. Pedro II, a quem Ltous guarde,
etc.
Faco saber aos que o presente editai vi"
rem e delle noticia ttwerem, que do dia 6 de
julho do correrte anno se ha de arrematar
por venda a quem maia dr, na praca publica
deste jaizo, depois. da respectiva audiencia,,
orna casa terrea sita na ra das Aguas-Ver-
des, d. 39, freguezia de S. Jos, tendo duaa
portas de frente, duas salas, um quarto, co-
ziolia na tala de detraz, pequeo quintal,
achando-se dita casa em mo estado, avaliada
por flOOjrOO. A qual foi peahorada por
execuco de Simulo a Silva Saraiva contra
Francisco Antodio da Cbagas. E nao ba-
vendo lancador que cubra o preco da avalia-
c3o, a arrematacao ser leita pelo pre^o da
adjudicado na forma da lei.
para qae ebegue ao coobeermento de
todos mandei passar o presente, qae ser
pablicado pela imprensa e afinado bo ligar
do costtuae. Recite, 15 de jaubo de 4868.
COMPANHIA BRISILEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sul esperado
at o lia 22 do crrente o vapor
Tucantins. commandante Ernesto
do Prado Seixas, o qoal depois da
'demora do costume seguir' para
os portos o norte
Reeebem-sedesde j passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder couduiir a qual devera'
3er embarcada no dia de saa chegada, encornaren-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as
boras.
Para o Ceara' nao se recebe carga.
S se recebqm como eucommeadas objectos de
oeqneno valar e que nao excedam a 8 palmos cu
bicos de medicao ou 2 arrobas de peso. Tado o
que passar de-tes limites devera' ser embarcado
como carga.
Previne-se aos senbores passageiros qoe soat
passagens s se recebam nesta agencia ra da
Gru n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Olivei-
ra Arevedo &C. __________*"
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do norte esperade
at o da 25 do correte o vapor
Cruzeiro do Sul, comroaodante
Aleoforado, o qual depois da de-
mora do costme seguir' para
os porlos no sai.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se 8
carga qoe o vapor poder eooduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de saa ebegada, encommeo-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras.
S se recebem coma encommeudas objectos de
pequeo valor e que nao excedam a 8 palmus c-
bicos de medlcio ou 2 arrobas, d i peso. Tado o
qne passar destea limites devara' ser embarcado
como carga.
Previne se aos Srs. passageiros qoe saas passa-
ceus s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
escriptorio de Antonio Lalz de Oliveira Azevedo
& C (
Para a liba de s. Miguel
Segoe em poneos dias a eseooa portogueza Oli
veira, para o resto da earga e passageiros para oa
quaes tem exaltantes oommodo9 trata-se com
Candido Alfonso Moreira, roa do Apollo n. S2.
Para
Segas com brevidade o blata nacional Linfa
Paquete, capltio e pratlco Francisco Ribeiro Bar-
res; pode ailimilllr jlgama carga miuda para o
que se trata com o sao consignatario Joaqoim Ge
rardo de Bastos, roa da Crac o. J3 primelro
andar. *"
PARA'
Para o Para' pretende seguir coa muita brev-
dade o brigoe portugus Viajante, por ter granda
porcao de carga engajada a para o qne Iba falla
trata-se com o consignatario Jjaqo-m Li Gon-
calves Beltrao, rna do Trapiche n. 17.
LEILOES.
De
Movis e urna escrava
O agente Pontoal vender em leilo nma escra-
va idada 25 annos pooeo mais oa menos, 1 guarda
lonca, i mobilia de amarello, i"> eadeiraa de jaca-
randa, 1 seti de dito, banqninbas, 1 mesa elaaika,
t dila para engommada, 2 camas da ferro, 1 ai-
Ibao, meio aparelbo di looca lina para jantar, 155
bolQas de couro (de taaoanbos diverso) para vu-
gem e muitos ooiros objectos milos.
Quinta feira 18do correle.
So seo armazem a' ina di Croz o. 1* an-
dar, as II boras.
De
289
sacets cora fareilt (cem
avaria)
Quima felra 18 de jonho as 11 horas em ponto.
O agente Pinto lira' leilo a reqoermenlo de
Antonio Lo!z de Oliveira Azevedo A C, por anto-
ris&cao do cnsul de Praoca em prasenca da ao
aen delegado e por conta e risco de quem perten-
cer, de 250 saceos com farello com avaria d'afoa
salgada desembarcadas da barca franceza har.
e existentes do trapiche do barao do Livraoaento
no Porte do Mato?, onde se < ITe^lnara' o leilo as
11 horas do dia cima dito.
corrente
O apele Oliveira & repelentemente autorizado
fara leilo do calxo da casa al respaldo coas re-
partimentos de moradla e -telbeiro, na roa dos
Guararapes n?. 34 e 36 acioal e n. 20 amigo, e
em terreno de marinha n 89 e 89 A, lendo 5)
palmos de frente e 350 de fondo, formando tie
ooira frente em cootionacio da roa do Brom pro-
ximo do lugar onde ora existe orna efliciua, sob
n. 35, e assim mais de ontro terreno com obras
em segniarnto contiguas, consisiindo na frente
em caixio de osas edificadis al respaldo cent
parle de oite?, muros e algans alicerees na mes-
ma rna dos Guararapes n. 38 a 41 actual e n.m
aotigo, em terreno de marinba n. 90, com 76 ra-
mos oe frente e igual fundo de 330 palmos at a
mesma roa do Brom, sendo qae o cilio em toda
esta extensao forma pma ra larga de transito da
dos Guararapes para a do Brom, dando a casa ta-
lara da esquina tres frentes, como do desenho que
so patentear :
Sexta-feira 19 do corrente
ao meio dia em ponto, eui sen escriptorio, a' rna
da Cadela n. 4, primelro andar, por cima do arma-
zem do Sr. Birroca, onde os pretndeme? tero
os possivels esclarecimeotos, e a qoem para nSo
fazer demasiado extenso este annanefr-, se pedo
bajam de examinar previamente ditas propieda-
des, asqnaes podem ser veudas separada ou eon-
junefamente comoconvier.
LE2ILAO
DE
A SABER :
O sobrado de 2 aodares da roa i& Aurora n. 50.
As casas terreas da roa da Uniio os. 53, 55 e 72
outr'ora 43, 45 e 52.
A casa terrea da roa Formo n. 2.
Terca-feira 23 de jimho as 11 hars
em pont >,
O agente Pinto fara' leilo precedida a compe-
tente aotorisacSo das casas cima mencionadas ?s
quaes se tornara reeommendadas por s-rem edifi-
cadas em boas raas. O leilo sera' elleclnado as
H boras do dia cima dito nn eEcriptorio do refe-
rido agente roa da Croz n 38.
AVISOS DIVERSOS.
A .-. do /. a.-, flo U.\
Sober.-. e Aotig.-. L.#. Cap.-.Seis de
Marco de 1817 do Certv. .do Sap/. Gr.-.
0r.\ ao val dos Benedictioos na corte do
imperio.
Pelo presente s3o convidados os dignes
Oper.*. desta Aog.\ ffici.%, a reouirem-
se oo dia quinta-feira, 18 do correte pelas
7 horas da tarde, no Templ.-., afim de serena
informados e deliberaren! sobre negocios
de inleresse particular do qaadiv. e geral
da ordem.
Por ordem do Vener.\
FilinH Elizio Gr.'. 9.
o6Cf6ta ".
Moleque
\
Precisase de doas moloques para servirem
i boiel PernambQciuo roa das Crazes i. 39.
o
*
>.


lar. i'ttmHiV+jItttraiUAtt *V*Ute* ****
S
. .1
i...-
IC4 DE CHAPEOS DE SOL
A mais importante d norte a ittpfcrio


* %\op;i & d ___]
Roa Nova n. 23. PERNAMBUCO=Rua do Cabug n. 8.
Avisara ao respeitavel publico e particularmente aos Srs. legistas e fabricante de
ebapeQ6.de.sol, qne a *ua fabrica esta montada e prvida para satisfarar a qualqor pedi-
do que desejiremfazer-lhe, pelo que tem sempre um completo -sortimeistos de objec-
tos ubricados, assim como om de avLmentos para fabrico dos mesmos.

i
RELOJOARIA E BIJOOTERIA
49 ra da Cadeia do Recife 49
E. AUOUSTO OEIOICHE;
es
sl
O dDno deste estabelecimenlo participa a seas freguCBes e amigos que
S mudoa sua loja de relojoeiro da roa Noa n. 50 para a ra da Cadeia do Re-
* cita n. 49, aonde se encontrar 3o sempre n grande sortimeuto de relogios
du algibeira de oero e praia dourada, suissos e inglezes, como tambera de
parede djs melhores fabricantes; grande sortmento de obras de ouro para
|H senboras, cadeias, pulseiras^oneis, alfinetes. ele- dos melhores gostos por
preo amito em cooU. Na menina cisa fazem-se cncertos por preco ra-
zone!.
ttl
Kestiirante a la carte
RBa largedlo Rozarlo n. 37 e rita Estrella do Rozarlo n
4. A.
O pnfcrfctafios de te excelente hotel e meram-se quanto possivel por satisfazer
aos seus diasuvs frequentadores. ""'". '
Na aite culinaria leem o melhor mestre, j muito eoohecido n'esta cidade, o veino
FraoccK--. ,.,... _,-. a
O strveo do cstaleleciccnto ft-iln com a crdem e rrgulandaae ja acreditaaos e
que os cuno Tren tes r_oJerao a vi.ta justificar.
Bous buhares, magnifico pift-io, j rnaes nacionaes e e>tranjeiros, rezenbas de todas
as elaises, sao o bello recreio do estabelecimenlo
A decencia e moralidade sao a norma do hotel central, por isso as familias das
provincias e docestro poder-se-ho hw.jedar sem escrpulo o com a persuado de adra-
reabons como adose por precos razoaveis.
Os melhores gneros do mercado proprios par* hotel sao o consumo do eslauele-
aenlo. Viches os mais finos e conbecidi>s,,c charutos da Baha e puros da Havaoa
aso txpti.j no grande hotel central.
es-
Q8THERS &SSU8INCE ROMP&NY E LONDRES
CAPITAL. IIESRAS .00,000



AUTORISADA RESTA PRACA
POR
DECRETO IMPERIAL
A cotepanhia Scirna meaciooada toma seguros contra fogo em Edificios, Mer
Likis e Mwtvilia por seus Agentes
MIIXS I.ATH4M J C.
A co npanh a tarabea loma risc is subie vidas, e os ?gentes est5o promptos a re
' tr pM|N>Aas para transmiltir _dircccaj em Londres.
m\lU DE MOLHADOS
15fu Imperatfk15.
i
Aenco.
o
O laborioso Mouro de Veneza, desejano adciooar ao numero de seus ben-
volos fregnezes, algons que anda nao se dignaran prodigalisar-lbe sua proteceo, roga
a todds as pessoas que estiverem n'este caso o favor de se apressarem em cruzar as por-
tas de seu quartel, cerlissimos de que nio terSo occasiSo, com motivo, de chamar ao
Mouro-bandoleiro I tratante? Oh! Fe'stas palavras o Mouro nlo Ibes merecer o peso
As pessoas que por pouco abastecimento de meios pecuniarios, ou por cauta
dabaixa cambial, nao querem empatar gneros de urna para outra semana, e que por
conseqoeoeia s compram o necessario diariamente, eocunirarao em nosso armazem a par
da boa qoalidade das mercadorias, d i modicida le dos precos, da sincendade nos pezos,
o emprego de maneiras affaveis com a? pessoas que tiver de tratar, aiada mesmo as de
baixa esfera, pois que o Mouro atiraodo para longe de si o alfauje, procurou cobrir-se
com urna ponlioha do manto da eivilisaco.
Pi evento utilissima.
As pessoas que costumam commerciar em pequea escala dos arrabaldes e
no centro devem vir a nosso armazem, pois que timbem temos gneros para negocio, e
como Ibes proporcionamos a vaotagem de Ins vender em pequeas porces pelos precos
que em qne s podem em primeira mo comprar grfidos partidas, est o Moaro quasi
certo de que ser preferido.
Apreciai seohorei esta resumida tabella, confronUi, a actualidade, (do ca ra-
bio) e depois facam o calcula mathematco que terao o resultado de qoe vende bara-
to, mas Af, ftrem
adinhelro??
Nio se admirem:
Azeitooas em qoaotidade a 500 rs. a ancoreta.
Abssiolbo Normout deTonon a 10500 a gsrrafi, baratissimo,
e preferivel ao vicho de jurubeba.
Ameixas fraucezas, em latas e carlSos com tampa de vidro.
Balaios para compras e costuras.
Charutos da Baha de bons fabricirates a 30, W e 50 a caixa.
Cboiicas a 800 rs. a libra.
Doces de goiabas em latas, de fructas da Europa, pe;ego a 8D0 rs. a lata de
2 libras e marmelada fioa.
Ervilbas porluguezas e fraacezas, mostarda, cons3rvas e censuras a 640
rs. a lata.
Fogo da China.
ou traqoes a i-JSOO a caixa com 40 cartas e 160 rs. cada una.
arralas de cristal,
ist) parecem de ciuistal, mas so de muito bom vidro, par 80000 o par
bartUsimo pela sua primazia. t
Cousas de garganta.
Vfahos
Os apreciadores de nm brm copo de vinho en:ontrarao em nosso deposito
o bom Porto engarrafado de 10 a 20000 a garrafa, tambara em pipa, o escolenle Mos-
catel, o verdadeiroFigueira*QRaiTaiado, o apreciavel Lisboa, o fresco BjTdeaux, o for-
midavel Champagne e vinagre brtncB a 400 rs. agarrafa.
Fiambre.
Presunto de plestbfaiu inleiro a 950 rs. a libra.
Santo Antonio e 8. Mo.
Manteiga ingl za em quantidade para 800, 10 e 10200 a libra, em Hita do
usurarlo preco porque em ontra parte vendam a minteiga (1303), muitas psssoas mu-
dariam de proposito de fazer bollos; mas urna vez qus o Mouro tem manteiga muito
ba a 8 00 e 10003, todos faro o seu bjlinuo inglez ou mesmo suisso.


ABMAZEM
SO
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA N. 7.
PERMAHIBIJCO
Continua a ehegtr de Pars a e?ie esiabeleci-
mento bom soriimeoto de calcdof scolhido dos me-
lhores fabricantes daqaella grande praca, assim
como grande variedad de qolnqnllbtria e de no
vos brinqoedos para crjanca?, cojos artigos se
acbam eipestos a escalba e vooiade dos compra-
A MU AFAMADA
A6V4 DE FL0ID4
DE

estomacal




DE

J. VIGNES



N. o5 RAD01MPERAD0R N. 5o.
Os p.anaos desta antiga fabrica sao lioje asss conhecidos para que seja neces-
?>r.o insi tir sobre sua siipenrridadc, vatagens e garantas que offerecem aos compra
dores, qualidaies estas inconlestaveis. que elles tem definitivamente corquistado s^bre
t&dM os qGe tem apparecido nes'a praca; possuindo um teclado e machinismo que obe-
deceo todas as vantades e caprichos das piaistas, sem nuuca falbar, por serem fa-
brioM deprojiosto e t-r-se feito ltimamente melueramentos importantissimos para
o rMaa deste (taiz; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas e por isso muito agra-
dareis tos < lvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommndas. tanto nesla fabrica como na do Sr. Blon-
ofci, de Paris, socio correspondente de J. Vignes, em cuja cap-tal forara sempre pre-
snudos em tod is as expos'coes.
No h esm estabelecimento se achara sempre um expienddo e variado sortimen-
. d msicas dos raeluores autores da Europa, assim como barmjuicos e panos harmo-
lieos, send> tudo venlop porprocos cooimodos e razoaves.

.
JOIAS

MRRAY & LANMAN
E' o mais delicado e mimoso e ao mesmo
tempo o mais estavel de todos os perfumes,
a encerra em si,-no san maior auge de ex-
dores, como sejam es qoe passamos a menciooar itellencia, o propro aroma das verdadeiras
flores, qoando anda na sua florescencia e
fragrancia natural. Como um meio seguro
e rpido allivio contra as doras de caneca,
nervosidade, debildade, desunios, flatos,
assim como contra todas as formas ordina-
rios de acdenles bystericos; de*summa
efficacai e nao tem outro que o iguale.
Igualmente, quando destemperada com agua
toma se um dentrificio o mais agradavel a
excellente, dando aos lentas, aquella alvura
e aperolada appareeia to altamente apre-
ciada e desejada pelas senhoras.
Como um remedio contra o mo balito da
bocea, depois de diluida em agna, sum*
mmente excellente, faz remover e neutrali-
zar todas as materias imparas que se crian
roda dos dentes e das gengivae, tornan-
do-as doras, sadias e de orna linda cor en-
carnada. Quanto a delicadeza, riqueza e
permanencia do seu fragrant aroma, ella
por, certo nao tem igual; e a sua supewori-
dade c sem rival. Ella igualmente torna-se
um meio mu excellente, para fazer remo
ver de sobre a pelle do rosto, toda a quaTi-
dade de brotuejas, ebnllicoes, sardas, pan-
nos, manchas, ioopingens e espinhos. Qoan-
do se queira servir d'ella como remedio
para fazer desapparecer qnalquer desies des-
flguramentos, e que tanto desfeam as lindas
feicdes do bello sexo ; devera-se usa-la em
um e-tado de dilluicao, destemperando-a em
um pouco d'agua; porm no traumento
de qualquer urna espiada, usar-se ha d'ella
pura em toda a sua forca. Finalmente como
um admiravel meio de communicar s fei-
coes trigueiras e paludas, urna pelle macia
e de urna transparente^ alvura, dando-'.he
urna linda cor de rosa: pira um tal fim,
ella leva a palma a todos os perfumes que
se teem inventado ate boje, e existe em
plena soberana sem rival. tem entendido
tudo Uto se refere nicamente A&ua
de Florida de llurray fc Lan-
mao.
As imitaces que se teem feito na Franca,
Allemanba, assim como, em muitas oulras
partes: sao inteiramenle notis e iovalio-
sas ; portanlo recommenda se mu especial-
mente s seoboras, que tenham toda a pre-
caocao ej cuidado, de quando comprarem,
estejam certas qoe compram.
A GENGINA
AGU4 DE FLORIDA
DE




DE
gostiuho Jos dos Santos # C.
3 AKUA DO C A BUG AA.
Acaba de ch'gar a esle esubelecimfoto od variado icrtlmeDio de jolas de ouro, prau e
i-fcfifes; eoaio ejam aderegos de ouro com biilbanles e sem ellff, meios aderecos, i^ulcelra?,
at-irs pan retrates, vollas de perolas com crui ae bnlhantes psra peseojobrancas, rorela?,
:H,Jt?, or., ele., ele.
P/aU do PonoCalis para ptfssa o mais rico qoe b neste genero, faqueires, cesta, frnctetras
CkaiakBSi copos pira ctliepio, lintelrc?, paiaeiro.elc, etc.
C'Mq>nm-se e recbem-se em troca otras veibas de brllbaotes, ouro e prata, pagando-se,
aasa^wajpt.
OOciatalo da liosa, existe um cravado de brllbaotes, obra de po.-ta e valor.
N.2D imtr N. 2 Dt
CORAGO GS OURO. **ft|3
ERNESTO & LEOPOLDO
A toja n. 2 D intitulada Corceo de Ouro na rus de Oaboga, acna-se d'ora em dame oSerecen-
do ao respeitavel publico, com especialidade as pessoas qne booraaMt moda, oe ohiectos do ultimo gof-
io de Paris per menos 20 por cenio do que em oatra qualquer parte, garantindo-se a f.uaiidade e a so-
lidez da ebrae.
O respeitavel publico, avaiiando o desejo que deve ter ot propriotarios de nm novo estabelecimen-
lo qne quer progresso em seu .negocio, deve otiegar immedlaumente ao coraco de onro a oomprar
aneis com perfeitos brilbaotes, esmeraldas, rubins e perolas, verdadeiras era agarras modernas, pele
diminoto preco de 10#, brincos modernos de ouro e coral para menioa pelo pre$o de 3J, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperla, obra d;- moderno posto (o qne encontrarlo no coracio de
onro) vollas de ouro com a competiste crastnba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 2, bnu-
cos de nm trabalho perfeito por nm mdico prego, cassoletas.traneeiins, pnleeiras alfinetes para re-
imos, e outros modeles tudo de alto gosto; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento. No anteo rosetas tem o Coraco de Ouro um completo e bem variado sortmento de diversos
gostos, butOes para pnnhos com diamante, rubios eesmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja' pelo gosto do desenbo, brincos de forma da delicada maoslnba de moca com pingente coniendo
esmeraldas, rnbins, brilhantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para grvala no mesmo gosto, reo-
slos para sen hora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantea de
amito gosto, ernsinhas de rubios, esmeraldas, perolas e branles, sonis eom letras, cazoletas (le
mu e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, titos a imperatrix toda e qual-
Qocr jola, para se col car retratos e obras de cabello, e outros amitos ebjectos qne os pretendentes en-
contraro do Coraco de Oorc- que se conserva com toda a amabilidade sos concurrentes delxando-
de aqoi mencionar precos de certos obiectos porque (desculpem a maneira de fallar) diiendo-se os
preces tal vez a-tgoeni faca mo jnuo da obra, por ser tio diminua qnantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-so, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-ee concer-
o, por menos do q.ie em ontra qnalquer parte, e do-se obras a amostra com nenhor, o Coraco de Onro aberto at as 8 Horas da ooile.
Qnaiqner pesroa qne se dirigir ao Coraco de Onro nao se podera'engaar com a tasa, pois
nota se na sua frente nm coracio peodxtrado piolado deamarello, alem de ontro qoe se nota em om
rotlo fisto se advert em conseqnencia de terera ja' algnmas pessoas engaado com ontra casa-

CHAPEOS
DE
Kendissance
fmkrki t Diobilis, carvalhe, scolpta-
.A .'D'-.ia 16 Praca do commercio, (ra do Tra-
Hrvt'i 9 rcctpturio de Tbeod Cbrisiiotu
Escrava
P/rr.Ka ss alagar nma escrava qoe sai ba eozi
ttseit i y A. 8, erqoica.______________
r a
mur na ra d;s
Minr.
rasa o. 8 da roa o Jamim : a
Flores, sobrado n. 37, segundo
de artificio
Xarope de Fede^oso
' e orna <-fficacia verdadeirarcerrte tpa-
ryrifttrm com-> clmente do systema ner-
voso e spplicado contra a paralisia, as-
losse convalsa oh eoquelurtie, toase
Da rfuito eoaeeitoada e enliga fabrica da viuva
Rafino da esirada de Jjode Barros. Como se ap-
proiimem os festejados das de Santo Antonio, S.
Joo e 8 Pedro, avisamos ao respeilavel publico
que exi>te em dosso eabelecimento om completo
orliO)6Dto de pistolas, rodioha, eraveiros eet. eic,
e qoe as encommeodas de taes objectos para a dita
fabrica, ;ao filias ooicaaeote no armazem da Bola
Amarella no olas da secretaria da poltcia.
]*A JVOVA FABRICA
DE
Manoel Moreira de Souza
45-Rua Nova-43
Neste novo esubelecimeato ba om complete
e meninos, e vendem-se por precos rasoaveis.
sortimenio de chapeos para borneas, senboras
Pfdp-'e s antoridadef complenles, qoe tomem
cobbeclmeoto da in moralidade que ba em om dus
PZi, reavus cu antieas, soffocacoes, catarrho8,it(!S'',d*1Tn* '*r* ">rio, pois o dooo dee
e*tibetecimento eoieode qte deve botar os de*pe-
jos hisalobres do quintal da casa roa das Lsran-
gelraso. 23.
tocatgfciuas etc. e em geral contra 'todos os
sefli cutas das vas respiratorias e na
Binka potmonar, sua virtode contra o te-
itea feo -pasmos, e coBvulcoes incontes-
ovrf, e niinjuem ha que a desconoce.
Ife hotra do Pinto roa Lirga do Ro?ario
ax 40 jaato ao quartel de policia.
AMA
F>98-se a* om ama para o reri\ii iotroo e
tieaaa entaasaOVpoMfr familia : brindas
Aretsa-M4e orna assspira cesa de poaea
ji -rniui de Him n. 6, i' Mar.
.(
e ootros mullos os quaes le venden com diminu-
tos lucros.
Retinas para senbflras
setlm, duraqr.e braoco, pretas e de cores.
Bolinas para meninas
duraque branco, putas e de entras nanitas cores
LuTas de pellica
brancas, pretes e de liadas corea da oda, Jonvin
verdadeiro, vindas p r todos oe vapores.
Liuas de seda
brancas, pretas e de ootras crf t.
La'as de fio da Escessia
mnlto boas, brancas e de cores.
Lavas de carnerea
finas, proprias para moolana.
Obras de ouro boa
brincos de onro de lei para seoboras e meninas,
polselras, boides de puohos e da abertors, tranee-
tins, correles e chaves de reloglos.
Botinas para hornera
lustre, bezerro, cordavao, o de oniras qnali-
dades.
Bolinas pira meninas
de diversos modelos e qaattdades.
Perfumaras
fiaos extractos, banhas, leos, pos de arroz, agna
de cologne, agua florida, sabonetas, etc.
Leques
sndalo, Jacaranda e de outrai qualidades.
Chapelinas
para senboras a' oltima moda de Paris.
Espelhos doarides
de dlfTere'ntes tamaDbo*, e boos para salas.
Albuns
de velludo e de marroquim para retratos.
Dolshihas e ceslinbss
de seda e de velludo psra mcoloas a' passeio.
Objectos de pbantasia
moto bellos para loileis.
Ccqnes modernos
dos melbores gostos da oluma roeda.
Sapatos de lastro
com sallo, para senhoras e para homens.
Sapatos de borracha
para bornees, senboras e meninos.
Sapatos de tape t
de maltas qoalidades de tranga de Lisboa para ho-
rneas, seeboras e meninos
Sapaloes de invern
bezerro taxiados para homeos e meninos.
Botas russianas
meias botas, perueiras e meias perneiras.
Chkotes
de mnitas qoalidades para passelos e viagens.
Halas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Meias
para bomens, seoboras e meninos.
Pestes
de desembaracar, diios de trave3sa, ditos para
barba, e muito Ooos de marfim para caspas.
Escoras
para faeto, para denles, para cabello e para nnbas.
BtafJas
de moitos modelos para bomms e meninos.
Confelto francs
eaixiobas com dore coofeitdo para presente.
Papel arrendado
para enfeitar bandeljas de bolo e de doce.
Rico presente
importaotes beogaus de canoa verdadeira, com os
mais delicados casioes de marfim.
Lunetas
de tartaruga, de ac e de bfalo.
Oeulos
de prata donrada, do aco,e de bfalo.
Graralas
de seda mnlto boa, preus e de cores.
Novas earteirinbas
de lindos gostos para diobeire.
Bonitas pMteiras
de espuma para lumur-s cbarntos e eigarres.
Cbaroteirss
bellas charnteiras e eigarreiras de palba.
Cachimbos
de varios modelos, baratos em dozias.
Venezianas
transparentes com paysageos para janellas.
Gaiolas de rame;
de dlfferen'es modelos par passarinbos.
Globos para illnminace
lindos globos de papel oe cAres para illuminacao.
Abat-jour
para candielros e para lanteroas de plano.
Oleados para mesa
de muito boa qoalidade e oovos padroes.
Molduras donradas
de largaras sertidas para quadro.
Estampas
de paysageos,cidades, sanios e figuras.
Esterescopos
eom inieressantes visus escomidas.
Accordeoni
e concerliMs de todos os tamaobos.
Cosmo ramas
com as mais pittorescas vistas di Europa.
Realejos
pequeos e grandes, de qnatro e seis pecas de
msica.
Jogss
de domind o ootros monos diTerentes.
Cesabas
de palba para meninas de escola.
Argelas demsrflm
para facilitar sabir os denles das erisneas sem
soflrerem tncommodos.
Tencas e sspatistres
de lia, mnlto bem fetos, para enanca.
Drriabss
de quatro rodas para eondoair criaocas.
Beaseas
de todas ae qonlidades e umsnboa para meninas,
e onlros naoitos brinqnedos proprios para enancas
de 1 a 10 anooe.
Allenco
Nlo sendo possivel mencioaar-se aqu todas as
qoalidadei de calcado, nem todos os irtigos de
qnlnqnilharias, e moito menos da grande varledade
de dovos brinqoedos, pe4e-ie so publico nm passeio
a ust estaba ecimento, ce rio de qoe encontrarlo
baante paciencia para bem escolberem o qne de-
' sejarem comprar, e precos baratsimos, em virlu-
de de baver em todos estas ari gos grande qoanil
dade. e lerem sido comprados mesmo na Europa
pelo dono do dito estabelarimento, armazem do va-
por francez, roa Nova o 7.

.


.


_MURRftY & UNIR
PILI LAS
Uharope e vinho erruginoso
de jurubeba.
Can p>TOpuS|ibato do ferr.
Cb'orose, Anemia, escropbulas, racbitismo, Bien-
oerrbagia, leucorrba, Jcbres lotermitentes e
amenorrha (mensnua^o dolorosa e irregn-
la'), etc., etc.
Ha moito, que llnnamos em visia associar o fer-
ro s nossas preparaos da jurobebl, mas le-
vamos tempo a experimentar qoal a prepara^
ferruginosa, qoe oais coovirra ao organismo bn-
mano, viudo por fim a decidirnos pelo. pprnphos-
pUato de ferro, com o qoal podemos preparar os
oossos cbarope e viuoo de jurubeba ferrugi-
nosos.
Temos a observar, porm, qoe o uso dos medi-
camentos de jurobeba com o pyrophosphalo de fer-
ro no sea pode occaslooar a pteysiea as pessoas
anda as mais delicadas, com mnitas vezes tem
acontecido at a pessoas robusia.% que se bao ser-
vido do mesmo medicamento preparado com en-
tras tnbslancias ferruginosa, por isso qoe o pbos-
pooro, debaixo da forma de pyroebospbato, nm
ueio prophytalico recoobecido iofallivel contra
esta ternvel arTeccio.
As preparares de jorubeba, a que bavemos as-
sociado o pyrcphosphuto de ferro, sao mu prove-
tosas no tratamenlo das molestias das senboras,
taes como a cblorose, anemia, ele.
Estas molestias maDiestam-se com os sympto-
mas segeinles:Deseoramento geral da pelle e
das membranas mocosas, magreza, iacbacaodas
Nces e das percas ;exducao nervosa, bystens-
mo, melancoHa, debildade muscular, dores ne-
vralgicss, pulso mais freqoente do que no estado
desaude, calor febril, pelle secca, appetrtes de-
pravados, vomites, prisao de ventre, roensiroaco
dolorosi, irregolar, pouco ahondante, descorada,
uulla, flores brancas, ameaorrbagia a infeeuv
dida.
Este estado espantoso, alias tio ordinariamente
reooiitiecido entre nos em crescido Dumero de se-
nboras, desaparece s com o prudente oso das
prepara^Ses cima.
Uoico deposito destes medicameotos : Pharma-
cia de J. A. Pinto, roa larga do Rosario n. 10, em
Peraambuco.____________^____________
Tr-ocam se
u Botas do banco do Brasil edas cairas filias
dom descont muito rasoavel na praca da lnee
oeodeneia n. 22.
- Na praca da Independencia n.33, loja e
jorives, compra-se onro, prata o pedras preciosas,
i tambem se fas qoatqner obra da sneommenda e
odn e qnalaner concert.
llIillilllllIS
Aviso aos fumantes de
S
bom gosto
16.Ba da Cruz16.
Ha diariamente neste stabelacment om sortmento de doces para cha.
de-l, bolos inglezes, podios, pastis de differenles qualidades, fiambre etc.
Paes-
KOYtS
Roobaram da oiu da ros das Chico ?onias
n. W, os objecn legoioits : 1 norresiao (obra de
fra ; 4 par de rosetas de brilbanits; 2ditos ocm
diamantes ; i dito de brincos eom dlamaotes (obra
anua); 4 aneis; i dito pequeo com t robim ;
1 alfioeie para |t%*s>?, 1 ditos para seobora. 2 do-
lares ; 1 cordao fino : 1 par de bandas de brincos
eom 3 cornalinas ; 1 relogio de prata com as no
ras em cima da tampa ; i maco de sedlas mia-
das : previne-se a qnem lr bfferccldo nio compre,'
e participe na casa cima qoe-se gritifieara'.
, a|ia de ra&as t de flor 4e laracgeiras,
iiUos entres generse de nolhados
O maior Drith^
sroasabnco
eeBservas e liceres
vinbos sevee
Pura S. Joo.
DifieretiUs trabalhos de assooar; aaeodoas coofeitadas e papis para sortea.
RecebetMe aocommendas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
jactares, baea. baptiaados e casamentes, bavendo para isso enfeiies anaiogoa, baodeiu TraP'cb n. te.-eMMre-se te>envaate todas
com boioboa tasto oearsacao como aem eilas.Daes-do-l e ootros bollos dares>ta ao- Slieo^1'" fi'i0rteM,1 loartf *do
itados sendo o de cor faita eom aasaear. '- i
O dono deste estabelecimeBio tem reaolvHdo aobstitoir as bandejas as aroaooes ApfBrja de et caerles e iertariaa.
Cosiuheira.
Precisa se de nma boa eosinbeira para nma ca-
sa eMraogeira, orefere-se escrava : a tratar na ras
da Cadeia n. 18.
tb-nte oe Rr------
cftas a veodi ao Coraco de Onro n.
2 D. mi do Cabof*.
nammafam
b nal la aseo, roa
_Em casa da Tbaod.
do
Preeiaa-so alagar orna escrava qoe s*j;.
iquitandelra : na roa larga do Rosan3 n. 40.
de papeleo e foiba. por armares de ae*nca,r competentemente decoradas. Tanto pan a
boa! prwjncia como paca ora, aerao as eocommoadas bem acondicionadas.
Neste selabtex-JmBDU) compran peiride de meiaocia (milo).
Cfiudroo do Reg Lima despaeaanta 4a pasaa-
.pertes e partirlas, tin-os rara dentro e tUt do
ipjRfn\ cem presten e oomnodo aieco: oa taal
> t* rnh prtmun *ator *. 17.
Acaba de ebegar om sortmento com-
tele de cbarntos lios de Ha vana aos
precos de lija 424 a uaixioba do 100:
na roa da Cre n. 55.
............- S
BOLEEIBO
Precisa-se de nm boleeiro qoe leaka bta eondae-
e se ja fiel : aa ra das Crozas n. 36, prime*
siiar._________________________
NOVENAS -
Esto a venda aa roa d* Imperador U defronle*
da 8. Praoeiseo as novena* de Nossa Seabora do
Carmo e da gloriosa Saai'aaea.
Fngio oo da 6 do correis a escrava Harta,
eom os sigoaet segoioiM: atora resala*, chota
do carpo, idade da 18 a 30 aaaoe, cor rela oe>
pwcfi ailada, rosto na punce redondo tesado o-
queiao de bailo Bao, etoos eaaerloe e em busco
aaarmelea-los, i rasses aseda o e^Mseo esata-
grosso por naver sifffido de ertelnata, aaria apvae-
sadi, levoo vestido de eaaif coa o sssento ftraawe-
cem palmas de eos, chalet de algodie ntds. lisa
sasete braoco e li.-lr da eet, teeao asis Isa de
aaaaesqMvetodeUiaaMMaaqei loi vtadid:
qjwm a pegar leve a roa da Coaceek, tVeo*
sera* generosameete,-----------
Precisa-s de;
eordla a. f.
MmaeaCce
r"Befl
I


uri e ********^'Vtm**'* **mnmmnm *i
*
v
i icvio ro uo uuj aiua t|uc .uciuiio o
iiii ii 11 ii i lu*.' ............
Precisa se de ama ama que cozlohe e engomme,
da tortas
i. ii>i"
Pfnesa*a*ta_sr aaia. ama : na (H de & &
eiseo ii. 54. _______________________
Urna pessoa Sibilina pio^-se a lecciooar
fraoeex a meaim oti mi:nn., e-asnaa eaa, e
por eemc-aada aree-i : a iraur na ra da Gloria
D. 40.
Aluga seumeer***.>coriiM)*iro, copeiro be-
leetto ; aa rn> l***(ir.>rinr n 80.
>e por preco
w e Gea_rV-
iDSttlU
phico Pctb^uIicjio
Have,r sessao ordinaria 'ampia-feira, 18,
do cerredle joaho," pelas i horas oa nu-
obSi.
ORDEU DO DA.
Pareceres e mais trabalaoi de eoramis-
Secretaria do Ioattnlo, 15 Je junbo de
1868.
J. Soares de Azevedo,
secretario perpetuo.
Aotonto Valsen o* Silva Barroca, teudo de
seguir v.agem par a Earopa, boje U do correte,
e fallaodo-ii!e t<-a,po pira.despedir se pessoalmenle
Arremate por pido coimoo-iu mu >lllo na
roa Imprnal, iravs-a do 15 il ,*e(ii casa de Iven fo^-g 8aus a_j"gos apesso'as a quem devo este
da e apena* rom orna Wiebem, e*n ibana e quarij lrjbul0 de COosiderac5o, o lai pelo prseme ; pe
parfohor, teado o sitio moitos arvoredoskueiife-: -dQdo d6iC_|pti e Lfjsrecondu seo. limitado puli-
ros, eeatre eHes grande Damero de fanotueiros e;mo o mesmo deixa eomo seas urocuradures na
decoqueiros, urna boa baix* a eapim, eto. : a geren(.ia 4eiUacaa, em prlmeiro logar aoSr.
tratar com o sea rroprWart-y o roawr Antonio di A|bJno ]t da Sl, em nndl) a0 Sr. J Suva Gosaaao, oa raa Duoiu n. 137, casa do Dr. claM Medeiro$ _,,, e em i,rceito ao Sr. Frao-
Luii da SilwGusmao.
Precisa-se alogar orna es-rava que seja p*rf
la engomroadeira : na roa do Ciespo n. 8, leja de
qaatro portas.
Cisco Gnuc,alves Neito.
Sociedade R, Juventude
Pefl#-se a Hlotre presidencia da Soeiedade R.jqae sera" b-*ro rtcaup'osado
Joveotude para emv ex de convocar a a**emb?a 1 oocalves Prag .
Alada cootlaa a estar fgido o preto Ma-
Boel, crinlo, Idade 43 a 49 anaos, alie e robusto,
laseotm se do poder do abado asslgoado emita-
zembro oa 1861, coDsta ter ido para o erto:
qaem o pegar leve-o a roa da MadreDos o. 18,
Antonio Joaqun
geral para a disco-sao dos estalotos, as 10 boras,
aDles eeoTcque para as 4lloras da tarde, pirque
senda esta asserobl eial osa das qaaes de ve
ser aprecias* por lodos os socios, e sendo estes no
sea maior oamero caixeiro, deixam de coropare-
cer por *e. acbarem aqueili hora nosesiabel>-ci-
mentos, ao passo que as 4 boras todos podero
comparecer.
Esperamos que a Ilustre presidencia loaianio na
devlda consideracSo este pedido, aspira mostrar, a
soa imparcialidad**. E desde* ji ceno- de que se
reatos atieodides pelo eavalhelnsra coro qoe sem
pre se moslraram os illuslres Miembros da presi-
dencia, nos antbcipamos a moslrar-aus assat reeo-
cbeci'ios .
Racif', i4de jQDhide 1868.
Algtuu iodos
Precia-se singar orna escrara psri o serv-

milia : o* roa larga do Rosario n. 21.
Ama mi cosinheiro
Precisa-se de nma ama de m-ia idade : na roa
do Liwamealo a. 12. ______________________
O Or. Maooel Enedino R^go V len;a pode
ser procurado para o ei-rcicio de sua proti^ij
de medico ra dacamooa do C Precisase alojar ora preu escr'ava para, o|
servido de casa de dtus pascas : a tratar na raa
da S. Francisco o. 18.
O aballo ass,tgcado, desenluto acabar com a
sua t.berna na roa Direit n. 36 A, declara que
aada de ve a pessoa nenboma, e se alguem srjdI-
gar sea eredor a diu ta*enaa, qurira apres. ri-
lar suas cjalas no praio de oitj das a contar de-
la data, bo contrario nao se atielera' a qualquer
reclama^ao quo possa apparecer.
Recite, 15 de Jocho de 186.
Anianio lo Duarte Braga.
Rival semseg
Est queimand t tudo boro
acabar e fazer novo sorAoto
de todas as goalicbdes, lyin vir
qte tiom muitp Smio.^
Pares de sapate ^1 tranca para ru
nos, 10 rs.
Bico preto para todo opreco.
Penles volteados paW,miina? a 320 n.
Sabonetes moitos locs^ a,. 60 160 200
240 320 e 500 rs* +,'
Foros de fil pa/a cajea, a 326 rs.
Tbizouras ma^O Boas para cuba e coe-
tnra, a 500 rs. Z*
Pares de sapakwde tranca e tapete moi-
tonos, a 1500.
Frascos grandes com tinta moito preta
iogleza. SOOrs.;
Pentes pretos con chapas d neta],
500 rs.
Varas de frarija-fcraoea de liobo para tef-
ihas, a 160 rs.
Livros das missoe tbre^Was, 80 rs.
Botes para vesdos de toadas ai cores -
ralos.
Escovas para roopa murta deas, 500 rs.
Ca tas de alQnetes francezes muito finos
a 420rs.
Mansos decontas preas miudas, a H'(Tts.
Frascos de agea colonha muito flnar, 500 rs.
Caixas com 6 ir; seos de clieiro muitd
fino, 800 rs, .....
Ditas com 12 frascos, 1/1500.
Espelbos dourados moi'o finos, 1*5200
Caixas de fsforos de segoranca, 20 rs.
Quademos de papel pequeo mailobom,
20 rs.
Navalhas cabo de marfite que se garante
-se uttyl de fa- M
<_ i
Garuada Impera-
por sen retirar-
se para a Europa.
.Na roa estrella do Rosario, sobrado de um
anr o. '4>, fta-se bollos enfullados com boqutls
e caf ellas, proonas para presentes e bailes pata o
dia e vspera de S. Joao, qaem qlier fa(* a en*
commeuda om dia antes, tem boquets para vender-'a qualidade, 2*) rs.
se para eoWies. ti.. iji:o, apropiase bandejas j Libras de la para bordar fazenda fina,
de armagSotomtolrahos finos o> varias .jBaliSa- rn]rhp(P mitn ranrlp nue a
dades para casamatas e bailes, todo derooito! caixas ae Coicoete.
gosio e uiais barat> do que em outra qoalqmr par- Vista faz fe, 120 rs
l-, tem rosas, palmas e arcos para enfelie de ori-
torio para quera festejar S, Joao._________
Pascare,
Teno boje voado nma CIj hamborgoeza eoai
gola preta natural, e fita encarnada ere om dos
p"s, rosase encarcid*manit a' pessoa em cuj
casa a me-ma pousar, o iwor de a mandar levar
roa das Cruzes em Santo Antonio n. 41, segundo
andar, que generosamente sera' recompf nsado.
O maj-.r AoImio da Snv.t Gusmo, previne
a qam quer qoa st]i que nao f ifa negocio al-
gam com o e^cravo pardo de nome Cyoriaoo, da-
de 18 annos ponco mais ou menos, teodo em cada
laC'* om triangulo de tinta azul, cas costas das
mes oir.a treila eco braco moa pinlura tam-
bera de Mola azul, cujo escravo pertence a soa h-
lh-a Guilhermioa Candida de Gusme, por doacc
qoe fe, como todo consta das notas do tabelll5>
Porto Carreiro. E leudo sido depositada em po
der do Sr. Jis Angosto de Araoje, eumo escrav i
do cana qaaadoelle ja perteccia a dita sua :h.<,
e coostanio qoe se pretende negocla-l on embar -
ca-lo para fora da provincia, f.iz a presente deca-
raga j p.-r-i qoe ninguem se chame a ignorancia e
desde j nroV^U usar eomo legilimo administra
d r de soa iba, dos direitos qne as leis Ihe facal-
tim. Reif l i- junha de IHiW.
D. Barbtra Franchea do R-go Mello, Jos Fran-
cisco do Reg Mello, Manoel Francisco ds Mello e
Rufloo Aotooio de Mello (aosente), sgr?dcem
aquellas p-:>su".s que se dlgnaram assistir as exe-
quias de seo sempre rb.irado irL5.i J.icin'.bo Jos
de Mello, asslm como rogara desculpa a aquellas
pessoas que delxaram de ser covidados. De novo
convhm a todos os seos amigos e do finado para
se dignaren! a Mlf o offlcio do stimo dia qne le
ra' logar tere* feira 16 as 8 boras da machia no
cnnvoor.i d>Oar*VO. _^_^_____^_^
CASA DA FURINfi
Aos 4,000^
bilhe1es garantidos.
A'bea do Crespo n. 23 e casas docostdmb.
O abaixo-asignado venden nos seus moito Mi-
res bilnetesgarantidos da loteiia qoo se acaboo di
eztrabir a beneficio do patrimonio dos orpbts
os seeuintes premios :
N. 2357 ora mel com a sorte de 4:0C0S.
J. 1139 bnbete inteiro com a^ode de 700*.
B ostras moitas sortes de 1004, 40* *<'*
Os possoidores podem vir receber eos respecu
tos premios&eiB os descootos -.*& leis oa casa d;
Portan* roa do Crespo o. 23..
Acaam.se a renda os da 3* parte da rotera
a beoeficio da matriz dd Nazareth, qua seextrabl
ra' sabb .do 20 do corrale.
r eco.
Bul!;,le .... 4*000
Meo......2*000
Em porcSo de 100,5 para cima.
Bllbete. 3*500
aMo......1*730
Maooel Martins Flota.
Peie-se attencao
Pogio em o dia I i do crreme a eserava Dioni-
zia, de 24 onos de idad", lovando comsigo soa Ii
ina mulaimna de peuco mis de ura aono dd ida-
de, de noie Zilmira : qutm a eucoutrar lenha a
bondade de levar a' seu seobor, o Dr. Virgilio
CoeltiJ, no Caideireiro, co B-.ron za da Victoria,
oa ra da Airora. ___________
Pupagnio fugi'io
Fngio da casa oa ra Direiti u. 21, um papagaio
f'llador e que tem urna a.-a cnrtadj : qoetc o ti-
ver aprehenlida e qu-.zer resiitoir Sra recom-
pensado.
Precisa se de um caixeiro de 12 a 14 sdd s
e que teulu >.lguuia pratica de taberna : a tratar
na roa DireiU dos Alog\dos n. 32 oa no largo da
ribeira a S. Jo: u. 3.
CQlPRAS
aedas
de ouro.fi praia, corupram-se por mainr peco qne
em ouira piarle : na nu do Crespn. 16, 1' andar.
Sempre por male do que em outra parle, prata
e coro de todas ae qualidades em moeda : na ra
da Cadeia, lo)a do azulejo n. 58.
"Moedas de ouro e prata
Pagase por ruis do que em outra qualquer par-
te : na loja de oorives arco da Conctico e compra
ooro e prata velha e pedras preciosas._________
Conjpram-se escravos
Compratn-se, veedem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de todas as, tdades : a rea
do Imperador n. 77, i andar. ______
Com muifo maior vantagem
Compra o corago de caro o. 2 D, raa do Ca
boga', rooedas de ouro e prla e cedras preciosas.
Comprase
Comprase para omaencommeadaescravs afri-
canos : na roa do Imperador n. 44, botica.
C impra-se nma mobilla de Jacaranda ja Oa-
da :>a tratar a' roa do (Jueimado loja o. 18.
- Compra-se
para orna eocommenda, escravos afrlcaoos : na
roa do Imperador n.44, botica.________________
Ouro e prata
Km moeda e em obras inutilisadas, compra-se
por bom precio : na praca da Independencia o. 22.
Compra-se
Por maior prefo do que em ootra parte, moedas
de ooro e prata naclcoaes e estrangeiras : ra do
Trapiche n. 18, Adriano, SCastro & C, e roa do
Crespo d. 21, Aiv.ro Augusto de Almelda.
Barallios fraocezes moito finos, 200 rs.
Carriteis coro -reiroz de todas as cores a
40 e 80 rs.
Novellos de linha que tem 400 jardas a
80 rs.
Sabooetes inglezes muito fiaos a 500 e
1(5 rs.
Papalinas dt todas as larguras e todos os
precos.
Pessas de babadinbos estreitos eom 10
varas, a 800 rs.
Armazerade sale plvora!
235 ARA l.MPERIAL-235 A.
Os abaixo a-signados proprietarirs deste novo
esubeleciment}, querendo acredltarem-se e ade-
tjuprir fregneitas, Vfndem por precos muilo ratos*
veis os objectos seguintes : sal do Aaf de primei-
ra qualidade, p hera de diu*erent>>s mareas em
Larris e a retalbo, f-go* di aitificio de diversas
qualidtdes, todo o material para fogueteirns eou-
tros uiuit s gneros, etc., etc As eocommendas
para fogqs oodem ser fritas no mesmo armazero
e na ra Nova xt. 61, que se rr.andara' por no lugai
\inde (r couvtncionado.
PORTRLLA & MELLO.
'%$)

O oacharel Os- Tertulian.', ea-pro-
mjtor publico desta comaica, adv>ga do
pnmeiro andar da casa da fortuna, sita
a rna do Crespo n. 23, oode tem esertp-
rio.
AO COMERCIO
Offerece se Qm mogo para caixeiro de escritpa
da qini |o^r ca baaaaole pratica, oa s eocarre;a e respoosabilisa
se por escripitas avnlsas : quem precisar de teo
prestio, darte Ma n-sta redaeco com aa iai-
eiaeg C B. oo annoocie por este Diario.
Precisa se de ama ama para o
no de orna casa : oa Soledade, roa
oandwa Vteira o. ti,
servijo toter-
deJjo Fer-
Fariuha de mandioca
Vende se superior farinba de mandil ca de Santa
Catbariua, chegada cobrigoe nacional Ribtiro 1:
a tratar com Joaqoim Gerardo de Basles, a' roa
da Cruz n. 83, 1* andar. e?criptorlo.____________
Papel hespanhol
Medeiros ^ Aaiuoes, oa roa da Cadeia o. 9, tem
para veader :
Papel de linbo em resmas para cigarres.
Dito de seda.
Vende-se a taberna sita na ra nova de Do-
mingos Pires o. 10 em freate do hospital militcr,
com fundos, preprh pra algum principiante, e
tambera veode-se ara cavallo de sella, o motivo
dest venda pela dona achar-se doente e retirar-
so para lora da provincia.
Veodero se na padaria da roa da Cnacordis
n. 9 saceos com fariuha de mandioca a 3* e ditca
a 4*.
F>te bello e acreditad astabeleci-
meato, tjoaisdo n'oia 'oa tveihores
itcae, desu roa onereee jtoverosaa
vantafens a quem se qolzer eatabele-
eer, porqne nao f esta bem si rudo
de (azeodas. qoast todas iotl-z^s f^^i
e notas come especia lenle bem \^
afregoezado nesta praca e coje arma
ze,tera todas as commedidade? para
ss morar deniro do mesmo estabeleci-
ineaio.
Caaais frtteeus a 340 rs. a vara
Vrode-secaasas fraeceus muito ti-
oa # h mente de Par, es padi5es sao de
g muito aturado *o*lo e qoasi todos ^
- mindinbos e deH*Was e aiouias al !&>
**rrn para atlviarem lulo : s se ,, **
venda oa roa da Imperatriz loja dos
F g^zea n. 28 a 6i0 rs. a vara.
Cuitas a 200 rs. o eovado.
VeHdem-se chitas inglezas, padrees
. escuro?, que nao desbi-iam, proprias
^5 Par o Sertiso de casa a 2C0 rs. o
eovado.
Percales finas a 440 rcis o
eovado.
E-ta< percales "despachadas ltima-
mente, sao das mais modernas que *p-
"b*f parecem, de ricos de-enla-s e tazenda
$&4t mu 11 boa pois sempre se veoderam
a 5(i0 rs. e hije em liqaldafao a 4C0
is. ocovacTo.
Velludo prete a 8-5.
Vende-se velludo preto muilo su-
perior a 6* o eovado.
Fil de seda a 1( CO o eovado.
Vende-so 616 de seda rrta com fio- >*-:;"
JK^ res, proprio para vjs ou basquinas,
'*-{ faxenda moito boa a i000 o co-
W? vado.
m
m
A NOVA ESPERANQA
21Ra do Queimado21
Roto syttema.
LVtlilva'ErperaoCa cebara ao respeilavtl pobll-
"o qoe tomn o novo sy^iema de vetlder barato,
e qoem quiier cerntlcar se desla verdade diri-
gir-se a ra do Queimado n. 21, loja da Nova E>
peranea.
Bot5es para vestidos
A > v Esperanra a roa do Queimado r. 21,
recebee pelo olt rao vapor om bello r-orlimeniq de
; botdea de seda precs e de cores os mais moder-
nos e delicados qoe leem vjidj ao mercado, e os
! vende pelo novo sysiema.
I.Iim intlics do Araeatj.
A Nova Esperan*; a roa do fjueimado o. 21,
recebeu orna pequea qoaotidade de finas t.aibas,
lengos.e Ironhas de labyriDlbos, e os vende por ba-
rato r-rc-f-', na mencionada roa do Queimado
.ti.
Loques.
A Nova E>peranc.a ac^ba de receber de sua en-
c-11'trema um bello sortimeolo de legues de me I-
des lteiran.ente novos e de ama peifeico tal que
a eicelieDii^iica que os vir jamis aeixara' de
comprar.
A onica p-'-ne onde os ba a roa do
oj'a o. 21 da JvV* Esperarla.
Lunelas.
A Nova Esperanza teodo sempre pop Oto o io-
(^i^ llerestedu re?*j< ilavel publico e querendo tambem
^-j prestar es seu* servieos a aqoelles que soflrera da
; viMa, frz nma encommenda especial de lunetas de
prata dourada, i mais delicado possivel e de vi.
dros lio prcprlalo? qoefaieradesapparfcer cora-
.lelaoer-ie es rtiiiipcs e nevreiro das vius etS-
d^s ; d sort- qoe o'agora em diante s nao lera'
vista qu-m uo q iz-r vir bscala a ra do Quel-
(^*; imado o. 21.
S^ j Potes com dadtmas.
^SS*! Voo'erri ,ce uulcameote estes modernos e dellca-
' !dos ucr.iis psVa coiuss, a ra do Queiraado o. 21
v_y
4 AfiIA BfiANCA
4 rttiH QiPimdo n. 8.^
Anda agora que chegaran*
sleqnes eacoamendadiis pea !
branca
m

mi
m
s
^ loh da N..va Esperanza.
2 Baleias cuberas de

Chitas francetas a 3G0 e 400 rs. a
eovado.
Vendem se chitas franceras, Ooas e
de cores osas, panno truno eocirpa-
camurga.
Estas halea's piotirias para esparnihcs, ven-
dnra-se a ru* do Qaemadon. 21 lija da JVova
E*ptraci,a.
CaixinliJS.
Bonitas aftinlas de madeira prnprias para
guardar costu eccstoreiras por pncioue agra-
da, a rea do Q leinrado D. 21, leja da Nova Es-
peranja.
Ligas.
Muo boas li^as para meia, se vende
Queaado n. 21, !"ja da Njva E'peranc.
Rap.
A Nova E-per: n?a tem a disposiijao de ooem
gista do r-p P.ulo Cordelro viajado e nao viaja-
a roa d)
WM dj com liados deseubos 36Ue 4i'0 rs. >r *": d-"- ru Q-'eimado o. 21.
Spfi 0 Covado 5 -^ Esta M.va e elegante loja, cnfessado-se agrade-
' cida pela couror--ncia de spos fregoezes e qer.n-
do oar tima provi de gratidao, Ihes faz >r que
Cortes de cassa com 6 vara de pa-
drote bonitos a ?*.
Baela arul, amarella, encarnada f^
e verce muilo toa lateada a 720 i.-, o ^r.-:*
covado. a
Camisas da roesroa fazeDda para fng
eervifo a 2* cada nma. 5^iy
JaqoelSes de bsio moit> fortes -**.
^SS.todas forradas de bau a 5*C00 ca- vfe;;
0$ da oro, M
Algodosinho americano mu-io eo- S
r< rpado a peca com 20 jarda.- a.....f^
,, 7*500. WR
Toalhas de Guimaraes, de llnho TZ
;<, puro a 1*
Cambrilas
brancas anlladiohas,
2^
lijlos de
35*,
Vende-se telbas a 45* o milbeiro,
alveoaria batida a 4'*, ditos de ladrllbo a
ditos de tapamentos largos a 19*. ditos dito estrei-
tos a 17*. luaos travessas a 2*500, enxameis a
3*200, varas pira canoas a 400 rs., ditas para
caiad. res a 24'J rs, cimento superjor a 1J800 a
tina, cal branca em barricas grandes a 2*, dita
reta a 720 rs., arela de fingir a 2*500 a carree,^ e
240 rs. a tina, barro > 2* a carnea e 160 a tua :
oa ra da Concordia, armazem do Sol o. 26.
?$5 proprias para tapllsados, lendo cada IgHt
^w peca 8 i |2 varas c se vende por oii C^-
|kS e *, pethincba. S^
ig Casemiras e roopas feitas oacio- g^
^ naes do diferentes prejos e qoali-
R'M dades.
*f**S Tarlalana moli Boa, azul, branca,
^f? verde e cor de rosa.
J&a$ Chitas liancezas para cobertas dos *S*g
j^E mais rico desi-nh-s e panno multo SeS
^S superior a 380 e 400 r. o covado. *c^:
^^, Objeeloa de eandieiros a gaz. *f^
**|j Lamianoas a gas qoe se venderam g|g
>t'^ a o* boje vendem se a 1*600.
sSS Ricas lampadas para Igreja?, novo
*^^ gosto a 20*.
{9w Bocaes de differenles nmeros e
i^S qualidades a 5t,S'.Oe I*
j^J?) Coneertarosa eandieiros a gaz com 5jr&
2KS solidez e promplidio. ?-;'.
^> Cbanvlna de cryslal a 400 e 500 <^J
Wf rts. @g
Estas cbamins de crystal, garan- Sg
tidas pelos-roelbores fabricantes da Sj^
Europa, tem a vantagem,dere.-i tirem ^^
ffl a ama luz ardeole, sem que com fa- a.
cilidade se rebentem ; s d^-sta tem- '*
pera se vendem na roa da Imperatriz,
W% loja de fazendas n. 28, a 400 e 500 *;:
K rs. e por dutla tem abailmeuto de 15 ^^
Pr ceD,-
ParalS. Joao
4TTEN04O
Compra-se ou a grammaiiea por Perlence
rna da Gloria n. 59.
na
Libr s sleriiuas
Carneiro Viaana & C, comprara ooro e prata
de tolas as qualidades de moedas : na rna Nova
n. 20 e M.________________
Compra-se ama eserava qae enteoda de to-
do servico de urna casa : a tratar na roa da Pal-
ma o. ii.
VENDAS
Vende-se orna carrosa de condozir
generes d alfandega em perfeho estado :
tratar n'et.ta typ|rajhia.
Novo papel arrendado muito bonito e proprio
para tofeitar em roda bolos de S. Joo, vende se
barato e de diversas larguras, conforme as aluja-
do bolos: oo armazem do Vapor Fraocez, roa No-
va n. 7.
VNDESE
ama eserava vioda do seriao ha poneos dias, tem
as habilidades seguintes : lava, esgumma, cote,
faz raudas e labynelbc : a tratar a rna do Viga-
no n 14 primeiro andar, esenptoho de Jos Lo-
pes Davim.
LinliHS para bordar.
A loja da Aurora na roa larga do Rosario n. 38,
pertenceaie a Maooel los Lopes Irmao, receben
graode soriimento de liabas flechas de algodie
proprias para bordar qoalqoer oora : as secbo as
qoe precisarem desta boa qualidade de liabas,
qoeiraa mandar comprar antes que se aeabem,
pois a qualidade da melbor qne tem viodo i
esta praca, asslm como ba soriimento de moitas
miodezas, o qoal se v- ode barato.
i^S) Pr cento,
Cmbralas
para
brancas aniladiobas, g^-
vestidas, teodo cada urna peca SSa
*%, 8 l|2 varas, e se vende p.r 3*500,
|4*e5*. ^
N. 12
botica
' Costodlo Al ves Rodrigues da Costa, f z pu-
blico qoe falso o aonuocio da venda de soa la-
beroa da roa do Carnario, pois nao aaouocioo tai
veada.
Atra da matriz da Boa-V'sta n. 16, primeiro
andar, ba orna ama eserava para alogar-se.
Precisa-sa de om caixeiro cota pratica de ta-
berna, de 14 a 16 anuos-de idade : na roa da Con-
cordia o. 62. ____ _____ *_
Joao Bilelbo Jnior declara, qoe Jos Luiz
Jiartios deixoo de ser seo caixeiro desde o dia 6
do correte.
Recite, i da jiinho de 1868.________________
"* Na serrara e Paole Joa Gomes & Ueata,
roa Nova de Santa Rita n. 13, axistem doos pran
Vende-se orna botica cero poocas drogas e em
boa roa d 10 e 22.________________________________
Vende-se lingofcas do serto moito novas :
oo armazem de gneros da roa do Imperador
n.83,________________;_____________________
Para 8 Joo.
Veade se macia moito bem preparada u man lio
ca para netos de S. Joio : na Abobada da Pe-aba
n. 4L ______________________________
Vtnde se a casa n. 1 da travesa da ra Bal-
la, com sala adiaste e outra alrat, d.ns qoartos,
co-inba fora a rende 16 por mez : a tratar no
paleo 4o Parano n. 27. __________________
Venda de terreno
Na roa de S. J iao, fregnexia de S. Jos, vnde-
se ota ftrrwo com 28' palmos de frente e 160 de
fundos, Ji eom principia de e do dito terreno tem dex casiobas qae rende eada
x5"S e amarello qoe (orara apaobidos por agua ^ BWt io*COO aensaes, Indo por preoo eommodo :
abati : qoem e Julgar com dtreito os nresroa','a lraMw __Ma'roa eom Cyriaeo Jo Coelbo,
No patee do Terco, ooico deposito de loaca do
B.rbalho, acita de ser recebido ora rico sorii-
mento de lonfa propria para o atraajes de
casas f suvas do auno: a.-'aJeiras rieis b m ira-
tabas, batedeiras grandese de b>mgosto, a algul-
dares graudes para bollos de S. J o e S. Pedro.,
O- apre ladores destes ptimos objectos podem
mandar ver qbe serio be*a satisfsltos, sobre lodo
nos alguidarei que sao de om preco qoe admi
ra 11 I 2* e menos cada om.
N. 12 P.iao do TergoCnco Pintes.________
Fariuha de mandioca.
Vende-se abordo do ltate Porfo Seaara : trata-
se com Joo Francisco da Silva Aovaes, roa do Vi-
gario a. il.
1N0VID4DE
LOJA DO PA880,
VENDES!
terrenos na Torre a 2* o palmo com 6(0 de fun-
do : a tratar ao mesmo logar na venda do Lelo.
Vende-se
daodo slgoaes certos e pagando as despene, Iba
* airenos.__________'
N6s abaixo assignados compramos ao Sr.
Aniooio Dom.ogoea Marques Roma, o seu arma-
zem deci.roe secca sito a ra d Praia o. 22, a-
oelle temos aitabelecido sociedada sob a rario ao-
eia1 de Letwe _8lla, a rwnUr. de 8 do corrate.
Rtelfe 12 de jonbo de 1868
Antonio Arres Letrre.
, tVlrieio-lfD>o "
iTiirtetro a premt
DI aanem safaran^ em qoalqoer porelo :
oawaaadatWaaa. ^ ^
O Sr. Haooei Claudio da SiUi GosjbSU>
lffi orna encotamenda na roa da Imperatriz
o. 80 loja do Pavo,
penullhaa casa en direccao ao gaioraelro, lado do
anl. _________________________________
Vende-je orna preta de 16 ones, viada ago-
ra do-mato, a traa a nao tem babiiidades, bara
ta : aaraa da iagoa 0._______________
Qmntporand
No araB a Vicente Ferreira da Coala j_ Fi-
Iho, jo i o ao arco da Coneeieio, em barris grandes
de *?
Esttpi efflwrpada
coperior oaalidade: -raa da catenn. 4, armazem
da tWva-_<*r*wa.
Vende se ama carr (a e om bol, a carrea
nova : na roa da Concordia dentro de oo p. rto
largo e Un orna pianu oa capia.
a taberna do Leo com ponco fondo : a tratar na
mesma. ______ 7*________
Vende-se urna mulalioba cem Idade de 12 a
13 anaos bonesla e com algomas habilidades, o
motivo da venda se dir' a comprador: na rna
Aogusla o. 24.
" COFRE
Na roa das Crozes o. 44 A, se dix qaem vende
om cofre (barra de ferro) de Dita aeguranea.
. Veadi-M a taberna do pawo -do Isifa _. W,
pvre e desembaraoada, eom gontroa co sem elles,
a vootade do comprador : a tratar no pateo da
Bineira o. tk
Veode-se orna
ba, lava, e engomma
aave&sa a Madra da Dees a, 1
Rna do Crespo A es_ina
a do imperador.
Este estabeleedneDio acaba de receber
peto vapor fraocez Gueme, riqoisshrjGSeir-
tigos para casamentos, baiies, visitas etc, os
quaes sao de alta novid-ide e ottima moda
em Pars, como sejam :
LiDdos cortes de blonds como espellas,
salas de setim e mantas
Riquissimos cortes de seda com lindos
matises.
Cortes de gase de seda, para bailes, visi-
tas, etc.
Corles de tailatana, ultima moda.
Cortes de cambraia branca bordados.
Cortes de barege de seda para bailes.
Grosdeiiaples de todas as cores.
rAipaca de cores, ultima moda.
Riquissimos basquioes, nltima moda.
Lindos cbales Gallilo, novida;es.
Biqoissimas cbapelinas de palha e de seda
enfeitadas com gosto.
Liodissimos enfettes para cabeca de fe-
nhora.
Ricas camisas bordadas para senhoras,
assim como para bomem.
Liados vestuarios de cambraia para bap-
tisados.
mibea braocos e de cores, co chas de
crochet cintos, leqoe a madrtferola, sao-
dato oseo, percato, cambraia* _e cores;
tem empregad lodos os seas evfi.rC"S, "'Bm de que
os obj.tos de B.a,s t-r.comiteodas primera em qoa-
lidade, po-lo e moda, e tembam os mesmos fr'gue-
es em taes nbje.-tos, por pre^o qoe ftqm-m plena-
Bierlie sansfr-itos e com bastante dispost.o de
Vcltari-m I
Cintos i easti-lliie.
C-'mt sao as coum I Al a poucp, os cintos de
Blas -j i, M',i: ,. ..tirui'-io demuitagei.il! Ap-
pareceram fitas rh mil cores e qualldari*s, Ovelas
oo carrancas detonas lanas, eran> de dirc&o ta
mstihss, a p.nlo mesmo de lornar-se aa> peift-iio
roariyrif ja-a n esi. mago; nao ohstarit, diziase,
a moda, e dtirf.n tacto a tal moda, que j ia
cabrado oo ridiculo, tendo d'eixaeo (parece1 a u. aior
parte das txcelieoussimas bastante naseada a res-
puto: quaoou ue ni.vo appareceram es m)orao$
cilos a castellana, sao os verdade.iros cintos, leem
nm tecido o mais delicado posslvel, sendo todos
franjados e guarnecidos de Goas conias; Qoalmen-
le.vendo-se osfascu^adores cintos acastdlane, e ne-
cessarlameite comprase ba : isto ca roa do Quei-
mado n. 21, ta Nova E-peran^a.
Agua-divina.
Esta gaa de que a Nova Esperanca da urna
ligeira idea, o irritoDivinaesta revelando soa
qualidade. Na verdade al onde pJe chegar a
perricao do trabaibo cbimlcol Tem atalag.a
um chelro once lente e durador, e prefenvel ao de
moitos extraios, lides como finos, sendo producto
do b-rn coobecido E. Condray : qualqner que seja
a appicao, qne se Ibe d, ver-se-ba seas mara-
villosos tffeilo;, tira perfeitamente sardas, bafea*
Ibas, fmpfgens, vermelhid5es oa qoaesqoer i otras
ernucoes da pe;;--. ?reacia a mesma trazeodc-lbe a
belleza primitiva aioda om excelleole remedio
para dor de cabera at mesmo encbaquecas, tira
rugosidadesfortifica oc-rpo, Dualmeute, creio,
qoe eia agua, faz do velbo um mogo e deste um
velbo.
A NOVA ESPERANQA
2 i-liua do Queimado 21
Tem conslaniemenle os sbjectos seguintes : finos
ratos de diversas qualidades, verdadeira agoa
de Cologoe, agoa florida, oleo de Pbilome, verda-
dero rleo de b.ib sa (para extinguir as caspas)
banhas de moitas qualidades finos sabonetes com
agralavers cheiros, pes para deotos de moitas
qoandades,opiata ragleza.agoa deutinca (para tirar
e uo balito da bocea) sabio de espoma (para La-
clar se o rcelc), eseovas de marQm, sndalo, bfa-
lo e q.-so (para os deptes) ditas de bfalo e madeira
para rcupa e cbapo; fiaos pentes para alisar ca-
bellos, boas lesoaras para onhas e costuras, finos
ranivetes para costura, boa tinta paia escrever se,
dita para marcar opa, tintura de maito boa qua-
lidade para ticgir os cabellos, pentes de tartaroga
para alisar; finas escovas para nnbas, vasos e pa-
c tes com po-is de arroz, papel de moitas qualida-
des, envelopes finos e ordinarios; finalmente, om
completo scrtimenio de miodezas : a ra do Quei-
mado p. 21 na Nova Esperanca.
Kap Paulo Cordeiro
Vijaio e nao viajado vende-se rrjjuo barato
a roa oo Queimado o. 21 na bem coobecida loja de
miudeasda Nova Esperanca.
A ra Nova n. 28.
Antonio Pedro de Sonta Soares, vende pelos ba-
ratissiroos presos :
Calzas com superiores linbas, SO novellos, a 6'*0
rls.
Doilas de candes de lioba* preu, a 160 rs.
Lmbas do gaz, caixas de 40 novellos, a 00 rs.
Prcas-de titas de la para debrnm sonidos, a
600 rs.
Grosas de b toes snperisres para eamiaara 540
re.
Ditas de ditos de gata, a 180 rs.
Ditas de ditos de gata de cores, a 320.
Ditas de ditos de ac para calca, a 2*0 rs.
Buzias de tltod de meedioba, para ponbo, a 2d.
Moitas qoaiidades de boioes para coleies e ca-
sacos.
Grvalas prelas e de cores a 300 rs.
Doiias de pares de meias para bomem, muito
toas, a 4J.
Datias de baralhos fraocezes, fios, a 2500.
Ditos da ditos poriogoexes, a 1480b.
Latas com superior banba, a 28o rs.
Vidros com dita dita a 460 rs.
Verdadeira agoa florida, garrafa a 1J400.
Escovas para ropa, a 460 rs.
Grande sortlmento de eeeevas para denles.
Pentes finos para alisar, finos, dozias 3300,
Sabooeles, dozias IJL
Calas de soldados da cbombo, 160 rs.
Tintelros e areeiros de metal, 1*.
Caixas de obreias de colla caixa, 40 rs.
Ditas de ditas de eolia com nomas, a 60 rs.
Farel a 5#609 :
Em saecos grandes tem para vender AbiobIo
Lolz de Oliveira Azevedo & C, oo seo escritorio
roa da Crat n. 87.
Ibalhis de lAyrinttw para fctptisattos,
prTtoeomnao aaaWttengQ8 dedil0' -e?Dd,8 e tm ****""'
a_ruiarroeate: a miar na froobas de labyuatbo para casameotos.
Masaa 6 tabeoas
Taldevloo da plvora veade motto boa .maesa
batida a 600 rs. a libra, e tabocas de todos os ca-
libres : no sea armazem de sal da roa Imperia
B.221.
A agnia braoca querendo variar o gosio e remide
j tao conhecldis nos leqoes, fez soa encommenda-
nesse sentido e talvea per essa ariedade de mol-
des o fabricante nao os t-dr daf mais ced-, per-
agera qoe (lies acabara de ebegar a agr *
por satisfeita com tal demora por Isso que o* taea
leques da enc mmenda vteram tai bellos nos dese-
nbos como agradaveis nos moldes, coj-'-s tuelbrr-
mentos ^erc dividamet^ie apreciados peln nien-
dldoe preiendentes. A varledade dalles nao roa
sute so aos deseobos t Lrmas notase tarabea) as
diferentes qo'lidade>-, ponue vleram toles de
sndalo, de sndalo e seda, de osso pnllido, de lata,
de bano (para loto) todos de madrepsrola e rea-
dreperola e seda.
Assim, pois. qual sera'a excellenllss'tna qne lea-
do mei-mo uinoo leques nao & mprara' mais om
destes pora completar ir em doria ? A envida esia'
tu ella ver es es bell.s bqnes que srabamde ebe-
gar para a leja da aguia branca a ra Jo Quelroa-
Quelmado do n. 8.
Retse completo striia-ento vieram tambera af-
gUUS para ic Lilias
ALondaucia e enftits para vesti-
do.
A Acoia Branca a rna oo Queimado n. 8 eslava
bells.ro-nle prvida de enjeiles de differer.tes qua-
lidades e g'ostos para enfeiUr vesti.,,os.de senlfir"
e roupnhas de enancas e anda assim ella araba
le receber um ooiro m-vo sn'm>nto do eofeile
moi elegantes, stndo fraLjas, gaifics e irans io
vidnnbos e sem elirs, e alguns c>m piogeotes e
todos) de nrV"S ea^radaves n.. Ij.-.-, e deseoanis.
A ncvid-de do larura e qualidades de taes obra;
fazem a desigualdad*- dos precos qoe em todo eaae
sao commodos como g'ran.ei!!" reci-nbeetdo
de lodos que honram a guia branca a ra do Quei-
mado n. 8.
A Mala do qne, (fBSti falla
Kstava soccedfndo jne caprlchosmente se pro-
corava orna bella ti u u nba para.criaoca e n_'i e-
aehava, isso porque xinda n-i l;nb;iiu i iucho. ..
encommeodas pela afilia branca, agora, porm,
que ellas acabsm de hr-gar para a dila leja, ja se
pede seguramente dizer : cessou a fal:a. H- sia
pois qoe os S'*nbnre.s pas 0e familia se dlnjam &
luja da aguia branca : a roa du Queimado o. r
para oas oiversas qualidades fscolbtrtm a que
melhor Ibes agradar.
O bfilo soriimento con.-la de benitas louquinha?
de c.mbnia, fil e ponto de crcebet e ledas tec*
bem entenadas.
Meias de lio de I seos ia rendadas para
senhors c neuuas
Essas meias finas e de grande ton vendem se
especialmente _. loja da aguia btacca a rna de
Qcemado n. 8, asslffl com ooiras ias desi..-,
tai.Ltm p- ra senher. e ncalilas.
Seccssario para luto
A aguia branca cao deseja qu p ssoa aifucca
lenba occasio de comprar cbjerios p>ra luto, pr--
rro como i-so irremis>ivel e el.a desoja erv;,-
a t d is os seo* bons frel!U-z^s e en> Ii dos os ciscs,
! por isso mabdou vir. e ac.ba de reubtr bn-tos
aderecos. bnnco-, pulseras, veras lapTffadiS, alf
neites, leques. correctes para re'ligics, fuos psrs
| cbapo.-, bctS.'S para purhos, aPerlt" e rolleri-
008, etc., etc., e tudo do BfelBor e mais apurad?
goglo, conforme vera' qoem se dirigir a rea di
QueiD.-adi- loja da aguia branca u. 8.
Pentes de ta; taruga
Os meibores que iPm vmdo nesse genero.
A aguia branca a toa do Queimado n. 8, rico-
beu moi I; n- pentes de tartaruga, s<-udo :
Para desembaracar e bellos de seuhras.
Outros para segurar rao los de meninas.
Ouiros de d'-hrar iisr barba.
Aspa* de arco coliertas oe camorra
para rspanilhs
Vendem-se a rna do Queimado n. S lija da aguia
branca.
Cabides lomeados para f opa, cha-
peos, etc., etc.
Vendem-se na rna do Qurimado n. 8 loja d'agcia
branca.
Malas francezas pnra fiaiees
Vendem-se na rna do Qu-mado loja da aga
branca n. 8.
Chegaram os benitos roques qoe
Agoia Braoca encommeidoo.
Ha poneos lempos a Aguia Branca recebeu nrca
paqaena qoaniidade de coques, que pela oovidad?
de seus trancados, regnlaridade de i?.:i.:-i i: e
forma cncava, a todos, elles geralmenle agrada-
rao, pelo que a Aguia Branca mandoo repetir en-
tro igoal soriimento, rfoe agora acaba de chegar.
aslm portento piem ser servidas zs senberav
qoe as esperavaro, urna vez qoe sb dirijam a lor
da Agoia Braoca a' ra do Queimado o. 8.
illcins de la
em todo lempo *So precisas c
agora priPcpaln^cBic.
A Agaia Branca a roa do Queimado o. 8, rece-
beu mni boas meias de la para borren e si Ber-
ras. Agora qne immeosidacie de pessoas se ocec-
pam em louvar o ui-z Mariano, a melbor icca-
sio qae a Agoia Branca acbou para se congratu-
lar com essss pessoas, s qnaes convm comprar
dessas meias de la para assim trazerem seas pe
preservados da hmida de. A Agoia Braoca a' ro&
do Queimado n.' 8, attendendo ao exposto fim par
qoe sao ditas m i as as vender a 2 o par, qoaa-
do ellas valem moito mais.
AlbuHS.
Sobre elles desnscessano a Agola Braoca dizer
mais algoma coosa, porqu) a utllidade dessas
obras esta reconbecida e apreciada por lodos, ella
apenas manda dizer a todos os pretendentes qot
receben novo soriimento de bonitos albons de
diversos lmannos, continoaodo a vende-tos por
presos commodos, isso na loja da Agoia Branca a
roa do Queimado n. 16.
Ferros para frisir babadinhos
A Ajla Branca,a' roa do Queimado n. 8, rece
beu novo soriimento de ferros de diferentes gro:
suras, para frisar babadinnos.
Alta novidade I
Eofeites para vestida da seda.'
A Agola branea tem receido e vendido nu-
merosa qoantldade de enfettes de diversas qoaii-
dades e gostos para vestidos, porm nada tem ha-
vido qoe sa possa igualar oo mesmo approximar
aos qoe agora acaba de recebar. Esses enfeiles de
alia novidade sao de nm gosto elevado, tanto por
soa nova e bella eomposicao, qoe imita a om teci-
do de filigrana, eomo mesmo pela acertada e linda
nombinacao dos deseabas. E les serven exceden-
temente para se enfeitar com esmero um bom ves-
tido com que a Etma. techa de Ir a algom baile, .
assislir o casamento etc., e fra disso para ter ae
follado um on mais vestidos com os qaaes deixa
patente o qoaolo sabe apreciar o bom, sobresahic-
do assim o elevado goslo. Com esse simples aizer
da Agola Braoca nio se podera' fazer perfelta idea
da belleza dessas novos enfeites ; necessarfo, .
pota, ana elles sejam vistos a en lio apreciados pe-
los proprios eonaecimentos e inlelligeneia das
Cimas, pretendentes, qoe hanram a loja da Agola
Branca a* rna do Queimado a. 8.
Grande soriimento de peonas de 600 a 24.
Tbesonras de e*c/> dea" e 7 poHetadas a t.
Espelbos de moldura doorada, dozia a 1*500.
Grande soriimento de canieeiros a cas.
Gas em latas e todos os prepares para eandieiros
*____ ._
Tintura japoneza
loetaotana para liagir oa cabellas t a
barba, tftQOO o fraseo.
PAB4S.M0
N. 4ra do RangelN. 4
Naste ettabeleeimeolo tem constantemente os
objectos segnntes : algoMares para bater bolos, de
Varios tamaohos, batedeiras para bater pi da le,
tojas qoaiidades toroavw reoommendadas, nio
s pelo bom vidrado eomo poraer mais dorativo,
caasarolas, bacas para doce, chas para manteiga r
no mesmo ewabeieelmento aocoatram-se Jarros
| para plantar florea, de variado gosto, para agua
' farras floas de barro especial, qaartinttas, Wlnasr
qoe se tornam
man
E a nnlca approvada e recommendada par copos, e ootros moitos objectos
SgtfWea, Daaiptinw^w,., nw ao na wja reconheci_a SDner,or a t0das as tin- fadonbo meoclooar. Garntese vender por
do Pas*>> "? *>.' _*_ n. 7 A, laras ^^ geMrt) do que em ottlfa qoalqoer parte.
A' venda em casa de Gostavo Herveiia a.
Si, ra daCadea n. 51.
Na'ru do Oaeimado n. 19
?eaide-ae t
Ricos cortes de cmbrala branca oom palmas
bordadas proprias para^.soir, palo barailstlmo
preco de e#. -


PolTora
A 15^000 o barril
Da mareas de snBarlores qoaiidades tnde-sa
amostras: ia rna do Ylgario a. Jt.
LJWttO
m.





***m*9*A' J** efe* tfie *MM> 4* 486*.
-*.
*
Dependas pretas proprias pira a quiresma, rua da
Imperatriz ns. 56, 0 72 de Louren^o Per ira Mon-
des Guiraaraes
novo
KA >
Bo i-Vista ra da Imperatriz
LOJA E ARMAZEM.DA RAfiA
Ns. &o e 9t.
Toado receido grande sortimento de hiendas
o?as, qoe est veadeoo omito barato; rara t
arotar, v,?ohani quo s se poder ver melhor em
Mostaza dos fregoeo.
Mrina
Vndese brino de HamburV" on liso, para lence
oo toanas rom 10 varas, a 8, '.< e H-'OOO a
Had-j; nliio fine a 5#00 a prra.
YDle so a pega de madapolo Bao a 5, GJ,
e iOO'O.
Chitas fianre as finas a 320 ris.
Vndese cimas franceas Qnas i 3iu. 360 e 400
res o covado, e cbias melisa las finas escura.'-, a
440 e 500 ris.
Esaarl Ibas a i000.
v.'n le-se espartanos para .enhras, a UL M e
WO0O.
L'iifos braneos a 2$>OvO a dntia.
Vende se lencos braocos (nos, a duna a 2J5C0 e
1. ditos de listra a i. ditas de esguiao a 73O0
* 85000. Tdo isto ba, oa loja do baraietro da
Boa-Vista, que se coima Arara, tua da Imperatriz
-. 56 e 71
PARA
os moradores da Boa-Vista
Pchlach3.
Vende-se peca de algodouoho americano, a
S|, bj, 7J e 8VJO0 : oa ra da Imperara os. 56
Lau'nhas estampadas a 280 r-ts.
Vende-se laazinhas estampidas para vestidos de
stobotas, a 280, 320 9 400 ris o covado.
Burlenles baldes para senhoras a 15600.
Vande-se haides para senhoras e raeoiuas, a
{#00, i, M8M e 35. Por e.-te prego s vende
0 barateirM da Boa-Vi.-ia, loja que se cSam Arara,
- a raa da Imperatrii ns. 5li e 72.
Ra da Imperatriz
N. 66 e 9>.
Vende-se palitosiobos Je grosdsnapoles preto
troito b'tn eofeitados. proprios' psra senderas e
meninas, vmde si rrnito barato para acabar pelo
prego de 7,3, I8$eti.
W Uoj-Vtsla.
Yeade-se orcandins Ooos de listras e de flore1,
para vestidos de senhoras e meninas, a 640 720
-fs a vara.
Corles de casimiras a 2#000
Vende-se rrtes de eassirofras do cores para
-caica, a 12800, 24 e 230<>, ditos de cassi mira
preta para caiga, a 3, 4 e oi.
Cbilas para coberlas a J20 ris.
Vendse cbitas moilo tita; para Cuberas, a 3!0
JoO e 400 ris, ditas a damascadas Qnas a 00 ris
* eovado.
Cria lino a i 5200 o eovado.
Vende se brins fiocs do cures para calcas, a
1 J80 15600 a vara, e d-.n branco reuit fio > a
1-JtiOO, 2* 5280 a vara. S ncs b-ro condecidos
o]\ e armera chamados o Arara, co iMo, a ra da Jmperarii ns. 56 e 72, e oais
arato do que ero outra aualqner parle.
BRIM DA ARABA
com pequeo toque de mofo a i #000
a vara.
Vende-se brim traosado pardo muilo fioo
para calsas e paliotots eom um pequeo
toque de mofo, affianca-se que logo que
teito \ende-se a 10OGO a vara.
Organdys finos a 240. i
Vende-se urna porcao de retalbos de or-1 ^m '
gandjs de cores para vestidos de meninas sivel.
24U rs. o covado.
Koupa feita nacional.
Vende-se palitots de alpaca preta a 30500
e 45300.
Ditos de cores a 40000.
Ditos de panno Gno preto a 50, 6$, 80 e
10J00.
Pa'.tots de m ia casimira para bomem a
3>i0C0 eiiOOO.
Paliots de casemira a 00, 80 e 100000.
Paltois de brim para andar em casa a
25 e 25500.
Caigas de caseoiira preta e de cores a 5$,
6.-? e 8)000.
Colotes de casemira de cores a 3O0O e
zmo.
Chitas incarnadas para cnberta a 320.
Vende-se cbitas finas adamascadas para
coberlas a 320 o covado. Dita de cores a
iO e 400 rs. o covado.
Mocambiqoe de 15a a 400 o covado.
Vende-se mogamlique de la e seda para
vestaos de senhoras a 400 rs. o covado.
Lanzioba de listas para ves'.i Jos a 240 e 280
o covado.
Lanzinhas estampadas Ass a 320,
Vende-se lanzinhas finas para vestidos de
enbora a 320 e 400 rs. o covado.
Castor para caicas a 940 rs. o co-
\sdrj.
Vende-se castor para caigas de bomem a
240 e 280 rs. o covado.
Gangas 400 r^
Vende-se gangas para caigas a 360 e 400
o covado.
pecas de brim a 8ooo rs.
Vende-se pecas de brim liso proprio para
icnges ou toalhas, com 20 varas a 8& 9f e
?04000.
Lencos de seda.
Vendem-se lencos de seda de cores a 800
e10000.
Pana fiao pret a i$800 o covado.
Vtniie se pao preto proprio para calcas,
ooUtes e.paliiots liJGUO. USuO, 2(5000,
i4500, 3-3, 43 e 53 e covado, ra da Ira-
peratriz ns 6 e 72.'
DE
Ftzendas bartas
oa da Imperatriz, loja e armazem da arara, ns.
56 e 72.
Attencao
Veodem se basijuloas redondas de ftrosdenapls
. prpto para senhoras e meninas, azenda minio rica
i e moderna, pelo barato prego de 185 e 305 cada
orna : na ma da Imperatriz, loja da arara, ns.
56 e 72.
Organdys a 640 rs. a vara.
Veodem-s- organdys de cdrts p r* veMidos de
seohora, a 640 e 7*0 rs. a vara : na na da Imp-j-
rairi;, loja e arm^zera da arara, ns. 56 e 71.
Grande sortimento de chapeos de sol.
Veodem-se chapeos de sol de alpaca preta pelo
diminuto prego de 35600 e 35300, para acabar :
na ra da lmpratriz os. 56 e 72.
Chapeos de sol dse Ja a 6.
V^odem-se clPtos de su I de seda de 8.11 e 16
astes a 65. 85, 105 e 125. Fazenda moilo boa, para,
liquidar : na ra da Iaeperatdz, loja da arara, os.
56 a 72.
Barateiro
Vi Boa-Vista
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Bal Bes a 15600.
Veode-se grande sortimento de bal5s de 16, SO,
25, 30 s 35 arcos pelo barato preco de 15600, 25,
2j)50 a 35 cada om, balo.* multo bem feiios e
bem armad..;, p ir e?te precn s oa loja da arara,
ra da impera.riz os. 56 e 72.
Chapeos
Gi-aode pechincba.
Chapeos de sol seda de 8, 12 e 16 astes
que sempre se venderam por 403,120,145
e 160000, boje a Arara vende a 63 83,
103 e 123000 cada um, por ser ama gran-
de porgo: isto na ra da Imperatriz loja
da Arara ns. 56 e 72.
Cintas trncelas filias a 240 rs,
o eovado.
Vende-se orna grande porg5o de cbitas
francezas em realhos a 240 rs. o covado.
Laziuhas i taribalili a 320 ris.
Vende-se lazinlns Rom a StnbaMI, par* vestidos
de ienbora*, a 320, 3i0 e 40 > ris o covado.
Cb.l.s finos a 53000.
Vende-so chales de mirin finos estampados, a
55 o 50UO, e ditos de la a 15.
Cassas finas a 210 ris.
Veode se cassas fraor.czas linas, para vestidos
de seoboras a 240, 280, 320 e 400 ris co-
vado.
Anda mais pechinchas
Na ra da Imperatriz loia e armazem da
Arara ns. 56 e 72, de Lourenco Pereira
Mendos Guimares.
Tendo recebido diversas qualidades de fa-
7.8o las pelo ultimo vapor da Europa de que
faz monea) d'ellas ao respeilavel publtcc
as vender pelo menor prego poi'
CONVEM VER.
Cbitas a 320 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas muit finas es-
coras e claras a 320, 360 e 400 rs. o co-
vado.
CHAPEOS DO CHILI A '&OOO.
Vende-se chapeos do Chili para bomem e
meninos a 53000 e 63000, fazenda muito
boa.

Sa
i
Hn
llji
m


Casineta de qaadrfnhos a 800 rs.
o covado.
Vende-se casinetas pretas de quadrinbos
para caigas e palitots a 800 rs. o covado, na
raa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de cassa a 23.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
23, 23500, 33 e, 43.
Helas para ienbora a 4$oeo a
duzla.
Vende se meias para seohora a 43, 50 e
60. Ditas para meninas a 10. Ditas para
homens a 50 e 60.
Anda resta
alguns bales do prego de 13600 e ,20o:o,
porque esto se acabando as lojas e arma-
zem da Arara, raa da Imperatriz ns. 56 e
72.
Lanzinhas em reUlhos a 240.
Vende-se urna grande porgan de retalhos
de diversas qualidades de bastabas para
vestaos de meninas a 240 rs. o covado.
Carteiras para viagem a 10.
Vende-se orna grande porg5o de carteiras
proprias para quem viaja guardar dinheiro
ou letras e papis de valor, que pelo prego
que a Arara vende ningucm deixar de com-
prar urna carteira segura a 10, 10500, 20
e 20500
Grosdenaples preto a 10280.
Vende-se grosdenaples preto para vesti-
dos de sentyra a 10280,10000,20, 20500
e 30000 o covado.
Grande novidade.
0 proprietario das lojas e armazem da
Arara, ra da Imperatriz d. 56 e 72, tendo
recebido pelo vapor qu ebe^ou no dia 5
do corre 'le mez diversas qualidades do fa-
zendas entre ellas urna caixa de chapeos de
sol de seda,- ver ladeiros de pura qualida-
de muito superior, sendo a seda muito en-
corpada e armago dobrada, que vem a ser
astes de duas canas, os melbores chapeos
que tm vindo ao nosso mercado tendo 12
e 16 bastes.
Ninguem deisar de comprar um chapeo
d'estes depois que vir a qualidade e prego
que 123 e140000.
D'esta fazenda por este baratsimo prego,
s as lojas da Arara, ra da Imperatriz ns.
56 e 72.
Cassas francezas finas a 60-
Vende-se cassas novas para vestidos do
senhora a 60 o covado.
Lanzinhas de qnadrinhos a 240 o
o covado.
Vende-se laozinhas para vestidos de se-
nhera a 240, 280,^320 e 4C0 rs. o co-
vado.
Chitas para coberta a 320.
Vende-se chitas adamascadas para cober-
las a 320 o ce vado.
Casimira preta a 300O o eorte.
Vende-se cortes de casemira preta par;
caiga a 33, 40 e 50000.
Pane preto a i800 o covado.
Vonde-se pao preto para calsas e pali-
tots a 10800, 20, 20500 e 30000 o co-
vado.

PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurabeba garrafa......... 10ooo
Vinhode > 106oo
Plalas de vidro......... I06oo
Tintara de 64o
Extracto hyJralcoolico dejurubeba 1205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jarubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope 106oo
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JCRIIBEBo
Esta plantaje hoje raeonhecida como o mais poderoso tnico, como nm oxees
lente desobstruente, e como tal applieada nos engorgitamentos do ligado o baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, oas iaflammacei
(ubseqaentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do otero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazareba, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as proparagoes ferruginosas, anda de grande vaotagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstrnagao, eucorrbeias, desarranjs ato&icos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sange, etc.
O que dizemos afBrmara os mais istinctos mdicos desta cidade, entre os qttaes
podem os citar os lllms. Srs, rs. Silva Ramos, Aqoino Fooseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos eiles reconbecem a excellencia dfeste po-
deroso medicamento sobre os demais at ho'n roohecidos para todos os casos citado,
tanto qoe todos os das fazem d'elle applicac?/.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jora-
beba, ti vemos por tim generasar mais o aso d'esle vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiara os doeates de asar dos preparados empricos cfelle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tnham aioda a desvant-igom de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improflcao om
medicamento, que poder ia prodozir ptimos resultados.
Os nossos prepados s forana apresentados depois de haverntos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem coobecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em soas raizes, follias fructas oa bagas, e a dose convenien-
ea appiicagao, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao-de
tper'eigo possive!, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o poueo lo*
ero que possames tirar.
Por tanto os que se dignare recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que el les offerecem a garanta, de que se pode encontrar a proaspta e infalbvel cara
de qualque dos soSrimentos, que dentamos inaumerados, se forem em tempo applieados
tendo alm d'isso, medico ou doeoteavantagem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella qoe melhor Ihe pode- eonvir, j pela fcil pplcagSo, e ji pela complicacao
das molestias, idide, sexo, ou anda natureza de cada individuo.
As nossas preparares ferrugiflosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente solaveis nos saceos gstricos, porque procuramos os composto* de ferro que cerno
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minaciosamento qneiram coohecer as propriedadeo- da
jarubeba, e saberem a applicagSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposite- um folbeto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos av
mos preparados.
Deposito gerat de todos os preparadas
isotSea e drogara
34Raa brga do Rozado34
Aos agricultores.
Sanoders Bratbers & C. aeaDam de recebei
de Liverpool Vapores de forr;a de 3 a 4 cavallo
com todos os perteaces, e moi proprios para faaa-
tm mover macboas de descarocar algedo, po
dendo cada vapor trabalbar at coro 140 serras,
tambera servera para enfardar algodo, on para
ootro qoalqoer servigo em qoe osam de trabalbar
com animaes. Os mesmos tambem tm a' venda
machinas americaaas de 33 a 40 serras.
Os pr tendentes dinjam-sa ao largo do Corpc-
Santo d. 11.
ao fresco, nova inveaco
Grande Bzar, ra Novan. 5022, de Caroeiro
Vianna & C. chegooa este esrabeleclmento macbi-
as para amassar tarinba para pao e bolinbos; e
sao de Unta vaolagem que ninguem deixara* de
comprar, principalmente moraodo (ora da cidade.

Novo e grande deposito de superior carrfio de Oardiffna
Bafeia.
Antonio Gomas dos Santos 4 C, ra SanU Barbara n. 1, eeto habilitados t iunnrir O
IvOt m conrJso mais fc.sor*ve qae.em ontto qualqaer d8poslto,Atodoa o ovios a vapor jai
^r* aaewi rorio. A contatar nesta com Dminos Airas Marbaai-,
v;
Baratissimo
Calcado nacional na fabrica de Jos Vicente 6o-
dinbo <& C, a roa do Jardlm o. 19, avisam tos
seos fregoeies desta capital e do interior, que con-
tituam a fabricar aleado em alta eseabt, e offere-
cem as melbores condicdes, tanto era-preco qna-
lidade : os proprietarios d'este estabeeiimento
chamaco attengSo aos senbores consommfdores do
ioterlor, que os qmierem honrar com sna frgoe-
zia, especificando em sens pedidos a qaalidade e
Damera;ao, offereceado-se para os entregar bem
acondicionados em casa de seos correspondentes
a'esta praja.
A ttengap.
Ni roa da concordia taberna da Estrella
quina que ro'.ta para a ra do Barlholomeo
n. 33, existe urna grande por?5o de sor-
tes para S. Antonio, S. Jo3o eS. Pedro mui-
to bem feitas pelo barato preco de 20!$O o
cento, e recebe-se encommendas de bollos
de todos os tamanlios para S. Julo, por c-
modo preco.
0 oordeiro previdente
Ni antiga loja de mNeM* rua d QQ8'"
mado c. 16.
Esta amiga bem conbecida loja de miadetas a
roa do Queirmao n. 16, acba-ae menteoenie pro-
vida de mnitos e differentes ohjeetos de gosto e
novidade, assim como esta' igualmente sortida de
mdos os artlgos qoe propriamente pertencem a
miudezas, peln qoe o Cordeiro Previdente espera
de soa boa e constante fregoezta, a eonliooacao de
su valiosa protervo, nio olvidando elle soa iosepa-
ravel msosidio, junto a condescendencia e agrado
de que asi boas pastores; assim, pols, eoropaie-
cam os veibos e novos fregaezes qae serio satis
feilos a contento.
Nevos e delicadas leqaes
O Cordeiro Previdente,* a' rua do Qoelmado o.
16. recebeo novos e delicados leqoes cuja varieda-
de de gono e qaalidades os tornam recommeodados
sendo :
Todos de sndalo com bonitos lavores.
Ontros de sndalo e seda com lindos desendo?.
O jiro* ds dito dito enfettado s com lantejoulas de
a;o e donradas.
Ontros de osso coludo imitando marflm e igual-
mente modernos e enfadados
Oatros das qualidades cima com os memos en-
feites e desenos para meoinas.
Oatros pretos para lato.
Outros finalmente de madreperola com ricos dse-
ohos para noivas.
A vista pois de to bello e completo sortimento,
da prudencia dos pastores e da manstdao do cor-
deiro previdente a roa do Qoeimado o 16 indis-
i pensavelmente quem se dirigir a dita leja sera' sa-
ltatoriamente servido.
Copos e latas com banha ioa e entras
superiores perfumara?.
O cordeiro previdente a' roa do Queimado o. 16,
acaba de receber om novo sortimento de perfama-
rias Boas, inclusive os bem coobecidos copos e la-
tas com banha Qoa. Especificar os ooroes de to-
dos os abacios se tornara enfadonbo n ler esse ex-
tenso cal logo, assim pois tica issosopprido eom o
dizer-se qae qoem qnizer se prover em boas e no-
vas perfumarlas dirija-se a roa dt ijaeimado n. 16
loja do cordeiro providente.
Toh lio has de cambraia bordadas e
eafeiladas
Ootras de Ol e e renda tambem bordadas enfei-
tadas.
Outros a ponto de eroebsl.
Oair; de cambraia bordada e a forma de chapeo-
slnho para baotlsados.
Essas bon las e bem enfeHadas tonchinbas ven-
dem-se na roa do Queimado toja do cordeiro provi-
dente o. 16.
tioarniedes de fitas para enfeilc de
vestidos
O cordeiro previdente recebes nltimamente no-
vas e lindas gnarniedes de filas para eofeites de
vestidos, eoosisrindo ellas de orna eca larga para
a barra, outra estrella para o corpe ou basquina,
e ambas guarnecidas com nma trasca tecida da
mesma fita, e onlrae eom orna lisft de setim ne>
eenlro e os lados cea listas imitando cor dio, coje-
arlo relevo malta graej ibes da' e melbor apreciara'
a intelligencla da pessoa qoe se dirigir a loja do
cordeiro previdente a roa do Queimado b. 16.
Franjas, gaKes e trancas para
enfele de restido*
Oeordefro previdente receben novaoente nm
beflo e variado sortimeolo de franjas, tranca* e
galdes de seda com vidrllnos, pingantes e sem el-
le e proprios para ehfertar vestidos de senhoras,
meninas etc. O aparado- gosto dos novos moldes e
a belleza dos desenbos tornam essas obras snm-
marmenie agradaveis, um iManto que a eommodida-
de do* presos anima o soeaprador e provase sa-
tisfaforiamente.em dita lnj> do cordeiro providente
a rna do Queimado n. 11"<
Bieo* e renda* le gulpure
Oeordeiro previdente a-rua do Queimado a. 16,
esta-' bem prvido de oovoe- e bonitos bicos ren-
das do guipare : assim po eomparecam co-pre-
teodeaxes qoe sero bem servidos.
Novos attoas.
O Cordeiro Previdente, i raa do Queimado d.
16, recebeo novo sortimento de albnns de divarsos
tamaobos e segara eaeadernacio, e como de-seo
loovavel costme, veode-os por precos baratis-
simos.
Cotjups novos com liadas molde.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado o.
16, rec.ebeu novos coques, ajos tamaitos recola-
res e fixma cncava lera Ibes dado geral estima,
agradando a todos a novidade dos deseohos. A
qoanttdade pequea, e por isso os pretendeates
dirija-i-se qoaoto antes dita loja do Cordeiro
Previdente a roa do Queimado n. 16.
Fiaa meias de laa> para horneas e
senhoras.
Era- appropriado tempo o Cordeiro Prevideste
receben Qoas meia* de loe para homens e senho-
ras. S principalmente aBpropriado o tempo, por-
que miniares de pessoas treqoeaum t>rovavelmen-
t o mea Mariano, e a lodos eonvm trazerem os
ps aqoecidos com essas boas meias de las, e em
alinelo a lio bom da o Cordeiro Previdente
Lealdade
|aa da laperatrii i. 70.
O proprietario deau estabelecimento (em a boa.
r de levar ao conbecimenltdorespelUvel publico
qae acaba de receber pelo ultimo vapor nm gran-
de e variado sortimento de arttgol e go*to e (ao-
Uslas, como sejam :
Cintos
Reqnissimos dolos com ponas e en ellas,
feitadot eom vidrilhos, Unto preto eomo da co-
res. .
Porihos :
Lindissimos poobos com golliobu bordadas *c*
Bao panno, assim cemo Onisslmos ntremelos t
babadinbos.
Tbesouras
. As per feitas thesooras de poro ago para nabas t
custoras, bem como eaoiveles de cabo de marfiru
e madreperola, garntese a qaalidade.
Feotes
Um grande e variado sortimento de peales para
coco e tambem para alisar, sendo de borracba.
marfim e bfalo.
Escovas
Finas escovas para ficto, nabas, denles eabel-
i de todos os tamanbos e de vario precos.
Luvas
. As verdadelras luvas de Jouvin fio de escocia
branca, de cores e preus.
Perfumaras
Dos melbores perfumistas qoe tera appafeddo
como sejam : Sociedade Hygenica, Piver, Lubim *
Condrai. comestiqoe grandes e pequeos.
Espelhos
Com os melhore. vidros qne posalvel, de qaa-
dro, calza e tocadores de todos os, lmannos.
Coques
Lisos e enfeitados com moilo gosto.
Lecres
Lecres de sndalo de muito boa gosto, os me-
lbores qae tem vindo oeste genero.
Eofeites para vestido
Um grande e variado sortimento tfe lia da ur-
ja e seda lisa e lavradat, trancas de seda, lia
algodao de todas as largaras ootros mnitos ami-
gos qoe se tornara' enfadoobo menciona-te, maa
qae sao iodbpensaveia. a formar o perfeito toi
do bello sgio.___________
Vapores.
Vende-se m casa de Sannden Brothers *
o largo doCorpoSantn. 11, vaporas pata
om todos os pertenees proprios para fuer ra
as on quatro machinas para descarocar alg
r ditas meias a 2,5 o par, cuja veracidade conbe-
cer quem se dirigir a raa do Qoeimado, loja do
Cordeiro Previdente n. t6.
Ferres proprios papa encrespar baaa-
dabos
O Cordeiro Providente, a' roa do Qaeimado a.
16..receben novameote esses precisos e procurados
ferros para encrespar babadinbos, e como seopoe
csaana a vndelos por precos rasoaveis.
GRDE BAZAR
RUA NOVA N. -O E ii
Collares Boyer
a Aaodiaos elctricos magnticos
Deposite acreditado
toja da aguia branea roa do Qneirnado n. b se cotenla com om limMadissimo lucro, e vende
^ Apregoar ainda os prodigiosos effeilos dos
bollares Royer ja Dao ensinar oa querer
mtroduzir noyidades, porqae a fama-de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e os sens
felizes resaltados a tal altara elevado, que
hoje rara a pessoa qae por experiencia
oropria, oa por intermedio de geue amigos
s parentes, ignore oa desconheca as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royer.
A aguia branca rjprm se gloria-de concor-
rer para um tao justo fina, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta aiada que os senhoras pais de fa-
milia se facam convencer ide que conve
aao esperar que as crianzas sejam atacadas
do mal, e por isso necesssrrio ou conve-
niente qoe com antecedera se deite na
crianca um desses cellares para assim etar
ella preservada das convnlc3es e se contar
livre dos rigores da denticlo.
A aguia branca rua do Qaeimado o. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
ladeiros collares Royer eletricos magn-
ticos.
Francisca Jos Germann
|RUA KOVA n. |,
acaba de receber um lida e mafaifico aar
mento de ocnlos, lnnetos, binecoiy)!, do ai
timo e mais aparado gosto da- Europa a oc?
!b de alcance para observace* e par*
Bafi timos.
VINde QUINQUINA
FERRUGiiEXdeMBITIEF
Com Ml5 Pyropbosphato i hm.
Ista vinho foi preoniiado por toda i tmpinit.
asedio*! eomo temi o mais poderoso tomi;
impremido para earar 1-Chloroiis, Anima
XBAHSTACAO DO SWOU*. DepMt (tf d (
Jaris, em casa de IuonnretL, Th*rmae*nl*.
rogaitU, roa do*- Lombrdi, Mt
Deosito na p&rmacia deP. Maarer
. em Pernambaco______________
Cemento
Cbaaento bvdranlieo da melhtr qoalidado- pan>
ettcacoes n agaa.tase.oes. algorozes, asseoiaoHO-
tos de canos, etc., en barricas grandes, a i2
Cito eommum oo romano a lOJt
fem porio soperior a 5X- barricas se fac nm
diSerenea no preco conforme a qoantidade :
Nos armazens de Tasso & Irmaos.
i.
GAZ GAZ GAZ
Chegoa ao antigo deposito de Henry Forster
-*, rna do imperador, um carregamento de gax di
primeira qaaiidade,o qoal se vende em partidas
i retalbo por meos preco do qne em outr* qual
mar parte.
GBADS DE FERPO
para jardias, portettas, etc.
Ro/ armazens de Tasso frmos
Aos Srs. togueteiros
Superior limalba de ferro.
Dita dita de seo.
Salitre refinado de 1 sorte.
Enxofre em tobos.
E todos os mais prearos para os fogos de Santo
Antelo, S. Joio e S. Pedro.
A* venda
Machinas para descarocar algodSo, do me
lhor autor que tem apparecido na Americr
E' tal a eiecuc3o do machinismo, que o al-
godao sahe quasi tao perfeito como o debo-
landeira. Recommenda-se a attencSo do
Srs. agricultores, estas machinas.
ca. ir j=
B
HA
*M
Luvas Ue pellica a
OCysnearoa da Imperatrlr n. 4, acaba de
receber pelo vapor Onelda, nm completo sort- vendem-se a precos commodos: oa roa da Craz n
ment de lavas de pellica de cores para, sennoras U2, araaien).
34Botica da roa larga do Rosario3i
on
BARTHOLOMKU & C
Plvora em latas
Antonio Cesario Moreira Das, continua a ven-
der este genero, tanto em latas de libra como de
meia libra e qoartot, e em barril : em sen escrip-
torie a' roa da Ooi n. 50,1' andar.
Charutos de Havana de differentes qualidades
ofeo bsi-cj
I' e?. ?
(t c M o i
a.!sS,
2 S s =; g
" B B-* s.
B _" g
f y.
Papel de'fatuo",
Greve lito efpaatadoJ: nos irmaiens -de Tasso
Irmaot.
J> ai t
I) KIAAL M SEGUDO
Ma raa do Quelmailo n. #%
Leja e miudeas a Jase i*Aiva> Maia Silva,
Apreseota de novo a todos- os sea fre-
gueses os segantes objectos e miedezas,
todos novos e muito baratos
a saber:
Varas debico baaocez a 40 rs.
Carretis de linha de 400 jardas, fabri-
cante Alexandre. 200 rs.
Caixas de obreias de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carretis de reros preto com duas oi-
tavas, 500 rs.
Duzia de agnlhas para machina 20000.
Dozia de linha de 2C0 jardas propria
para as machinas, 1200.
A libra'de pregos francezes de todos os
tamanbos, 240 rs.
Duzia de tesooras ordinarias, 480 rs.
Redes pretas para cabello, fazenda boa,
320 rs.
Grosas de pennas de ac muilo boas,
480 rs,
Caixa de linha do gaz com 30 novellos,
500 rs.
Livros com estampas para meninos,
320 rs.
Ditos para rol de ronpas, 120 rs.
Doiia de m ias para senhora, fazenda
boa, 40000.
Pecas de fita de 13a de todas as cores,
600 rs.
Grosas de bolSes de louca lisos, 160 rs.
Caixas de papel amizade muito fino,
700 rs.
Ditas d envelopes contendo 100, 700 rs.
Resmas de papel almasso muito fino.
3,5000.
Pares de botoes para ponho muito finos,
120 rs.
Talberes para meninos, fazenda fina,
240 rs.
Toalbas de labyrinto muito superiores,
gravatas pretas e de cores muito finas,
50Ors.
Carretis de linha imperial com 100 jar-
das, 30.rs.
Cordoes
60 rs.
Duzis de meias croas muito finas, 44000.
Resmas de papel almasso pautado, 40000.
Duzia de barataos irancezes muito finos,
20800.
Latas cOm superior banha franceza,
320 rs.
Frascos com agua para dentes muito fina,
500 rs.
Ditos com oleo de babosa mnito fino
320 rs.
Garrafas com agua florida verdadeira
01500.____________________'
Manteign a 800 rs.
Vende-se manteiga ingiera Dor a 8C0 rs. nc
Progresso do pateo do Carmo D, 9.
Vende-se nma mnlala de meia idade ooiiaba
o diario de orna cesa, eogomma e lava regular
mente : a tratar ea rea de S. Goncule tk JO.
e fitas proprias para espartimos,
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_______________________________;
...

O WIGI-
0 CRES-
PON. 7.
Os propietarios deste bem conhecido es-
tabeleci ment tem a satisfoc5o de levar ao
conheclmento do respeitavel publico qne aca-
ban de receber pelo ultimo vapor da Enro-
pa uno completo sortiroento de objecto sde
aparado gosto e de inteira novidade; [os
quaes estio reaolvidos a vender por pre-
cos moi razoaveis, como sejam :
Lindos cintos com pontas, bordados ve
finios, fazenda que nao haver quem con-
testo ser a melhor que na oeste artigo, isto
e na toja do Gallo Vigilante, roa do Crespo
n. 7.
Laques de madreperola, sndalo, marfim,
aadeira e osso, etc., com lindos desenos.
Cnarnl^es de pal ha*.
Riquissimas goarnicQes e trancas de finas
palhas de Italia, com vedrilho, pingentes e
sem elles, e ontras com botoes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, cbapellinas, etc.
Lindas bolsinbas ou caases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qnal man
bonita.
jTesonraa.
Finissimas tesouras para nnbas, costaras,
ao comprador a soa boa qualidade.
Naya I has.
Superiores navalhas-com cabo de trtara
ga e marfim as quaes os fabricantes giran-
tem.
IvBvaa.|
Lovas de Jonvin, camurca e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Petatea.
Grande variedade tamo para cogaos como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tarta raga e ba-
tato com pedrinbas e sem ellas, etc.
Port Ilouquets.
Mnito lindos port bouquets cota cabo de
adreptTola, proprios para caameatos, bai-
les etc. etc.
Escovas
Finas escoras para roopa, cabello, chapeos,
nnbas, dentes e para I impar pentes.
Abofuarfitr s
Lindas abotuadoras para collees, pnnbos
e collarinhos. ,
Per C&i niarfas
Finas e de todas as qoalidades e dos me-
lbores perfumistas ato o presente conbe-
cidos.
Collares de ltf cr
Eletncos magnticos, contra as conval-
eces das creancas e facilitar a antiguo das
mesmas. Ja to conhecido os prodigios
destes collares anodines qoe nao ba quem
davide de seus efficases effeitoa, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes adiares, tora
sempre grande qoantidade em deposito, isto
na loja do Gallo Vigilante, roa do Crespo
4TTEN{Ar
No armazem de fazendas dt
SantosCoelho,rua do Quei-
mado n 10.
Peehiacha.
Toalba* alcochoadas para mos peta baratissimo
prefo de 6$ a dozla.
Ban e barago
Lasinha ge-ciada fazenda iutelramente nova a
700 rs. o co>do.
Dita poitde chevre a 900 rs. o covado.
Basquinas modernas e superior tazendi a 303.
Cortes de organdys branca moito fina a 9#.
Cambraia branca transpirme fina pijas com
10 jardas a 55, 69, 7, 8 e )J.
I'iu dita lapada muito fina a IfZOQ, ?.$, 8J500
940(0.
Dita dita snissa na a 83.
Dita dita para forro peca com (0 jardas 3i.
Dita da adamascada para cortinados pega com
50 varasil,
Dita de linbo moito fina a 9-5 a vara.
Bair.es d 25 e 30 arcos a 2.
Ditos de 40 e 30 arcos a 4.
Ditos de mor;ulina espales a 3J00O.
Saias bordadas a 453111.
Pit de linho com f lpicos a 900 a Tari.
Dte de dito liso a 700 a vara.
Tariatana de cores a 800 ts. a vara.
Flceila de cores a 900 o rovado.
Cmdos hareges para vestidos a 700rs. o colado.
Bramante de linbo eom 5 palmos da larpora a
{200 a vara.
Dita de dito com 10 palmos de largura a 3 a
vara.
Madapoio superior de t#, 7, 8*, 0$, i O, II)
a !*
Atoalhado adamascado de algodo coa 7 t\i
palmos de largura a tZ a vara.
Dito dito de lioho com a roesraa largura a -l.
Algodo enfestado proprio para toalbas e leu-
;ots a I$IW a vara.
Cuberas de cbia de ramagem a ;600.
Colzas de oelo a G&
Lences de bambnrgo de linho a ?<5d0.
Ditos de bramante da hubo a 380P.
Espartilbos (jn:>s a 3>.
Pannos de la adamascados p; ra mesa redonda
VEKK).
Gnardanapos de linho adamascadas a i$,
Toalbas da lioho alcochoadas a M a duzia.
Ditos de algoiao Pipudos a i'H e 145.
Lnco 1** cnmhia.a branca tino a IJ800
:$k 0, 35200 e 33600 a durla. ,
Camisas franeezas muito finas a 31i a duzia.
Ditas inglezas de lioho a 305 e 661-
ColarlnUos de lioho multo Onosa o a dona.
Avsim- como ootras roanas fateodas qba se
venda por menos que em ootra qnalquer parte, e
da'-se aoiotras de todo.______________^^
do Queimado11
PORTO C.
-
Receberim os mais nperlores vasOdot' pratoa bordados a oorro, seno todoa 4o oalbor
forgario.
. Saperiores sedas pr^ta, moreaotiqoe a itrosdeoaple para vesti loa.
Vestidos de blond para, notado com muntase capailas riquissimas.
FroDbasde canbraia de linho bordadas para cama de noivado.
Toalbts de camtrala de linho bordadas,
' Colxas da seda para cama e ditas de croch eom lindos desenbos.
CorUaadoa le sarobraia bordados para camas e anellas.
Liadas basquinas da sed prata para canoras.
Sedas da listas de corea a ditas fizas moito lindas.
Tapetes para sof', para camas, a planos e tapetes pequeos a para entradas de porta de sala,
alcatifas a tapetes em pecas largas e estrellas dos melbores gestos a qualidades.
Halas para vlageas nos vaporea a' Europa a superiores saceos pequeos tambem para
flageo.
Camisas inglezas de linio para romem.
Ricos vestidos raseos da eambn la bordados, a' agolha.
Casemiras pretas e de cor para roopa de bornam, pannos finos pretos a zoes, bombaslnas,
merinos.
Brim da liona braneo a de eor, eambriias, sileeias, ergandys. brancos a de er, ISas de diversas
qoalidades a muius que Augusto Porto & C, .vendeos por commodos precos para agradar aos sens
fregoezes.
Contlnuam sempre a ter o melhor sortimento da
Esteiras da ludia para forrar salas.
que se liquidam a dinhero
KA
LOJA B ARMAZEM
DO

4 A a A U
iol

Rn fia iRperatrii d. 60
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SUCCESSOB DB
AMA A SILVA.
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Cbegaram os mais modernos vestidos do
orgaody, tendo eda nm 7 pannos e cada
panno com orna bonita lista, e 3 varas lisas
da mesma fazeDda para o corpo, tendo o
competente en fe te para corpo e mangas, e
entre elles mu tos o rtes com assento bran-
eo e listas pretas e vende-se pelo baratissi-
mo preco de 50OQO o corte.
As cambraiis lizas do Pavo.
Encootra o respeitavel publico oeste es-
tabelecimento, om grande sortimento, das
mais finas cambraias brancas, sendo suissas,
inglezas, tanto tapadas como transparentes,
qne se vendem mais barato que em outra
parte, por baver um grande soitimento
n'esto genero.
Vestido de phaatasta a 55ooo
Sendo pecbincba qoe se liquida
na loja do Pavio.
Vende-se nma grande panto de vestidos
amadas circomstancias, a alterar o regalar exercicio das funecoes orgamcas, resultanbo B cambraia bordados com lindas barras e
?esae desequilibrio o que se chamamolestia. enfeites de cor, pelo baratissimo preco de
A molestia nSo mais do que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada,- d 5,5 ,%&* corte, stndo fazenda que nunca se
fondo as investgace8 e experiencias dos maisabalisado mestres da sciencia, pela depm- venrjeu por menos de 10 liquidam-se por esto diminuto preco para
acabar.
0 atoalhado do Pavo.
Veo^e-se superior atoalbado de algodo
com 8 palmos de largura, adamascado a
25200 a vara ; dito de linbo fazenda muilo
superior a 32O0 a vara ; guardanapos de
linho adamascados a io00 a duzia e mnjto
finos a 8000, e ditos e;onomicos a 30300
a duzia.
As Iazinbas lizas do Pavo a 320 rs.
Vende-se as mais benitas e modernas
DO
DR. SKVIAL.
Para o tratamento e cora rpida e completa das molestias syphiliticas, ,erjs-e-
u, rhenmatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaroes ebronicas do ligado
baco, dores sciacas, cephalalgias, ne^Talgias, ulceras ebronicas, hydropesias, pleuri-
asj^onorrheas ebronicas e em ge. al todas as molestias em que se toaba em vista a pu-
ifcacao do systema sanguneo.
Conaldcraees geraea
A sande um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en
(1110 o avalia-lo.
cabelteireiros e aaiates, as quaes garant-1 incontestavel qoe ohomem nesto mando constantemente, e por todos oslador
mi .a i-nraA- ha ,!;,.* lUcado por nma infimdade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
0 proprietark) d'este grande estabelecimeoto tem resolvido vender todas as
suas fazendas muito oais baratas com o fim le apurar dinbeiro, e diminuir o grande de-
posito qne tem.das mesmas, dando de todas ellas amostras deixaodo flear penhor, assim
como manda as levar em casa das excellenlissimas familias pelos seus caixeiros, e parti-
cipa as pessoas qoe negociara em pequea escala, que oeste estabelecimento encontrarlo
um grande sortimento de fazendas de lei como de pbantasia e se Ibes vender pelos mes-
moa preco que eompram as casas inglezas, ganbando se apenas o descont.
Vestidos granadinos com 10 varas
5.5000 rs.
'aco dos humores geraes, consequencia. da aeco maligna desses mesmos agentes mora e
Icos mtroduzdos no organismo pelo acto da respirarlo, pela via digestiva, pelo contacto
mmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
la qoe esse terrivel .Proteo da medicina nma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
lonstiluiroes robustas, produzindo mutilacoes, e cortando anda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa essos principios deleterios, e purificar a massa geral dot
tumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: 01
mmeBSOs successos obtidos pelo uso deste salutar agenle tanto na Allemanba, como em iazinbas de mT^r imica^le'oii
Vende-se piche ao gaz jiroprio para
a*LaUo, ealafetos de eaadaa,
asM>albada, as,sim como para rebocar
clateraaa, canductares d'agaa,
.c, \,r fim. grosso: ns, fabrica do gaz, e
a retamo, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
Tranca e Italia, o tornam o companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas s alterares dos humores, o
Slixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vanlajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces ebronicas do
tgado e bago, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias,
?Iearisias, gonorrheas ebronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
im vista a purificaco do systema sanguneo; pois que urna praca constante tem feito
ver qne elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
uencia do seo uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composi?3o do Elixir depurativo do Dr. Sevia
ertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegqria das substan-
cias depurativas e antisyphiliUcas; assim, ao passo que este remedio depura o orga*
ismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
icCes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
;am feito erupgao bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taoi
>em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
talado de encubado, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
nmenso, tanto mais quanto nesto estado os individuos ignorara completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agcadavol d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sea aeco so-
ir o tubo intestinal suave e benigna, e de nenbuma forma produz molestias med-
tomentosas, como acotitece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
udo, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminara pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
s ssseveraces, porque sendo um medicamento to simples na sua ccmpocicSo. i
em confirmado sua utilidade.
(Jnfeo depofiiito eei Peraamlrueo.

Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34-RA DO ROSARIO LARGA31


NOVAMENTE CHEGADAS
do
AO ARMAZEM

leja
a
de no a ves
idas* proarto ari' todo sarvlpo : no palio io .
Terco o. 141-
Cassasas de cor com palominas e
tas de diversos padrSas a 240 e 320 rs.
Laozinhas cinZntas e c6r de booin.s a
320 o covado.
Chitas claras miudiahas a 320 e 360,
Alpacas pretas e de efires lindas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs.
Pecas de cambraia transparentes a 40,5)9
e 65. Por este preco admira a todos!
K' ortes de casimiras de quadrinhos e listas
a 2800 e 35000. Corpinhos brabeos Dar
senhora a 3/J e 3*200.
pechine^ia !!
Cortes de cassineta de cores para calvas e
paletots a 1*5000.
Cassineta de cores eom um pequeo to-
qfje de oto a 400 rs. o covado.
Esparlilbos muitos finos fe 40500, 34000
54500.
Admira I !
Gravatas de seda a 51)0 rs............
Golinbas bordadas a 500 rs..........
Latnha a 50O rs. I
Liatiabas a 00 n. H
Lsaiiohas 200 rs. I I
A' roa da Imperalriz ns. 48 e 52, junto
e pailaria france/a.
Tendo-nos chegado ltimamente fazendas iuteiramente nova3, por sso convj.
damos por este meio ao respeitavel publico, a que nos procure a comprar fazendas de
bom gosto o por precos que nao adiar em ootra qualquer parte.
Admirem I L. ne.s bordillos a 65,BJ50f.O e 12^500.
Madapoes finos a. 5(5, 6 s no afniazem do Leo. 14ra caicas e .aletotsa 2500 o corle.
Chitas escuras de padrBes lindos por pro- Tambem tem para acabar pecas de panno
co de 320 e_3t0 rs. o covado. de lioho, com 27 varas, a 17(5 e iU.
Toalbas de linho para rosto a 105 a duzia.
AOS SR3. ARMADORES DE ENERROS
Venild so pegas de hol!aD a 'JOO : o.? r"o* da Iaiperairii n 48 a d-', jodio a
p daria franeeza, loja do Le3o.
AttencSo roupas feitas 1! no armazem
do Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52v
Assim como temos um grande, completo
e variado sortimento de roupas feitas: pa-
litots sacos, sobrecasacos, fraques, jaqueioes,
calcas, coleles, camisas, seroulas, chapeos,
etc., ludo por preces qoe admira! 11
Tem tambem um sortimento do roupas
ordinarias por preco baratissimo
Acaba d* chegar a este armazem bonito
sortimento d" cortinados bordados de ricos
gostos pelo dmiravel preco de i5j55G0 e
'15jj(0CO.
Admira!!!
N'o armazem doLeSolM
No armazem do Leo f! I
No armazem do LeSolfl
No armazem do Lea I!!
de chevre liso tendo entre ellas as cores
mais lindas que vieras ao mercado e ven-
dem-se pelo baratissimo preco de 320 rs.
o covado, assim como ditas matisadas muito
lindas pelo mesmo preco, na loja e armasem
do Pavo ra da Imperatriz. n 60.
Os manguitos cora golinhas do
pavo a 10600.
Vende-se os mais modernos manguitos
com gollinbas sendo bordado em fina cam-
braia, tapada e transparente, pelo baratis-
simo preco de 16G00 o par ; assim como se
vende mode nos puntos com gollinbas bor-
dadas em esgoio de linbo, tanto brancas
como de cores, peto barato preco de 1000
o par, grande pechincha na toja e arma-
zem do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LENCOS BORDAnoS PARA MAO NA LOJA
DOPAVOA8C0, R*. UOUO E 2,3000.
Vende-se os mais delicados lencos borda-
dos para mo pelos baratissimos precos de
8(>0rs. 1(5000 e 241000; pechincha, na toja
e armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Chales a 350
Vendem s? chales da trerin lL=os com Iranias
de retroj tendo de todas as cores pelo baralo prf-
(o de 35")UO, pecbocha : na loja e armaiero do
Pav?o roa dalmperatriz n. 60, de Flix Pereira
da Silva.
Lencos brancos de cambraia de linho
a 3*500 9 d;ia.
Veodem-se superiores leiigos de cambraia de
linho pelo tiara^simo prect) de SjfNO a doiia,
(rrande pecbincha : na I ja e rmazem do Pavo
roa ta lmperalrli n. 60, b Frx P. ja Silva.
Lencas broncos a 2$ a dona.
Vendem-selencns branecs de cassa pelo bara-
tissimo orego de ii a dozja ; na kja do Pavo
roa da Imperatriz n. 60, e Flix Pereira da
Silva.
Pcchlae
a 3oo,
Saias a 3#ooo,
>a ira salas
!#}00 e 4^ooo.

No armazem do Le5o,r 4 rw 3a Imneratriz ns, $6 e 52, junto loja de u-
rives e pSiria franceza.
Saixs a 3)5ooo.
Saias a 355oo.
Saias a 35oo.
Saias a 3l5oo.
Sias a 4ooo.
Saias a .-Snoc. Saias a 4,-Sooo.
Chegaram para a loja do Pavo as me-
Ihores saias brancas de cambraia com boni-
tas barras com pregas, tendo altura e roda
muito sufli'.'iente, de um s panno, que se
vendem pelo baralo preco de 3<5ooo rs. Di
tas mais n s a.33500. Ditas mais finas
c m pregas bordabas, qne se vendem a 45.
E' grande prchincha. no armizem do Pavo,
rr,a da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
Silva.
PEitt
Feslas de S. Jh, Sant < Antonio e S
edro, *ha loja do Pa\
Alpacas de qoadrinhos a 440 ris o
corado.
Vendem-se as mais bonitas alpacas infes-
tadas, sendo fazenda trdnspareote, com 4
palmos Je largorao com as cores mais lin-
da?, corro sejam, verde, 3zur, lino, solferi-
no, magenta, rozo etc. e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de +40 ris o covado, ni-
camente na loja e avaatrtn do Pavo : ra
da Imperatriz n. 00 de Flix Pereira da
Silva. .i i:
Granadines a 640 ris s o IV3o.
Vende as mais lindas granadines qoe tem
viodoao mercado, srndo ama bonita fazen-
da transparente, cora bonitas listas de seda
e com diversas cores, pelp barato preco de
501 ri o covado, o toja e armazem do
Pavor.rus- da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
Os Bareges do Pavo a 640 ris.
Cbegaram s mais bonitos bareges mescla-
dos, do todas a cores e muito tos trozas,
sendo bastante largos, tendo entre elles re-
os, lirio, verde-rosa etc., e ven lem-se pelo
barassjmo pMc de 640 ris o covalo,
'nicaraeni na Ir/ja' n srmazBbi d Pavo :
rna,i)a.Imnoralr.iz o. 60" de FeJ Percjri da
Madipolo enfestido a 8l000 na loja do Pavo.
Vende-se superior madapoio francez en-
festado sendo muitrt boa fazenda e moito
encorpado, tendo 24 jardas cada peta pelo
barato preco de F030, assim como ven-
de-se meias pecas do mesmo com" 12 jardas
a 4i5000, grande pecbincha na loja e ar-
mazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Ai LAAZlNHAS DO P.aVAO A 300 RS. OCO-
VADO.
Vendem-se as mais bonias l^rsinhas pro-
prias para vestidos sendo padrBes muito*
delicados e nura la, tendo entre ellas todas
as cores, que se vendem peto barato preco
do 360 rs, o covado, na loja e armazem
do Pavo ra da Imperalriz n. 60.
Cambraias de Salpico
Vende-se finissimas pessas de Cambraias
brancas com salpicrs, fazenda muito fina, co
8 varas, pelo baratissimo preco do0#000rs.
no Loja do Pavo, ra da Imperatriz no.eo,
de Flix Pereira da Sil>a.
Caz"miras para o rnverno
a 2:5000rs, o Corte na Loja do Pavo.
Vende-se superiores casemiras escuras da
de lam e bastante ericorpa a propria para
Calcas, palitos, e coletos, pelo barato preco
de 2:500rs. o Corte de calca on ii00rs.
o Covado, tend) duas larguras; he grande
pechincha, na Loja e armazem do Pavorua
da Imperatriz no.60, de Flix Pereira da
Silva.
Alpacas para Lote m Leja do Pavo.
Cbegou bom bonilo Soitimento d'A'pcis
prelas para luto com listas e lindos lavo* res
brancos, qi:e se vendem por muito barato
preco na laja e armazem do Pavao. ra da
Imperatriz no. CO. de Flix Percha da Silva.
Pechlncba em maJapolo ua loja da Pavao a 6,
U, 8,h 93 o i OflJOO.
Vende-se urna grande porco dos melbo-
res madapoloes que tem vlodo a este tner
cado, pelo barato preco de 65, 7 100000, assim como ditos muilo linos sen-
do pecas de 41 jardas por preco muilo ra-
zoavel. na loja e armazem do Pavao ra da
Imperatriz n. 60.
As hrrUnuas do P;vo com 30 jardas' I2000.
Vende-se pecas de bretaiba de lioho fino
mnito proprias p;ra lentes, camisas, toa-
lbas e saias, tendo ;-. jardas cada pepa ou 25
varas, pelo baratissimo preco delOOO a
peca, por se ler comp-rado desta fazenda urna
grande porco, grande pec-jincha na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pecbincha tm chapeos de sol oV seda
inglezrs com 16 haslers a f(IjOtO.
Na loja do Pavo vendem-fe os melhi-res cha-
peos de .-ol de seda inglezes com 16 rustas, sen-
do os meihorps nne icm vindo ao mr.rcads, p-lo
barato prfC'> de tc-!00 oda om o .fm flefejlo al-
gom, stoilo far^nda one nanea S9 refideo por me-
n. s de I (OCO e > 00 : ou Uja Pavo, roa
fia Imoerair.x n. 60, de F. Pereira da Silva.
Corfieaiios para caniss c ja-
ne las ua loja do Pajito.
Vende-se um grande soriimento ac me-
lbcres orlinados bordados, proprios para
camas ejanellas pelos barato- precos de 100,
150, 20-3 e 250000 o par ; damasco da laa
para colchas a iuitaco de seda com 8 pal-
mos de argura, colchas de crocL para ja-
mas de noivos, ditas do fustao, brancas e de
cores, crochrs proprios para tolas e cadeL-
ras de balango e para cobrir presentes, isto
na loja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz n. 60.
Retahos baraos.
Vende-se porco de relalhos de chitas,
cassas e lanzinbas por preco muito barato:
na loja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz n. 60 de Flix Pereira da Silva.
Cassas suissns a 360 rs. o covado na toja
do Pavo.
Chegaram as mais modernas cassas suissas
com as cores e desenhos mais lindos que
teem vindo ao mercado e vendem-se pelo
barato preco de 360 rs. o covado on a 600
rs. a vara, assim como ditas verdes, com
delicados desenhos a 8U0 rs. a vara.
Cassas fucos;-ezas a 280 rs. o covado.
Vendem-se cassas com desenhos escosse-
zes pelo baratissimo preco de 280 rs. o eo
vado.
Laozinhas de lisias na loja do Pavo a
400 ris o covado.
Cbegaram as mais bonitas lanzinhas com
delicadas listas cor de lyrio, tendo,'quasi a
largura de cha franceza, e vendem-se pelo
barato preco de 400 ris o covado, na loja
do Pavo: ra da Imperatriz n. 10 de Ftlix
Pereira da Silva.
Merinos para vestidos a 640 ris o
covaflo.
Chegaram os mais modirnos merinos,
sendo fazenda a mais leve e mais delicada
que tem viudo a este mercado proprios para
vestido., com lindas listas malisada e ven
de-se pelo baratissimo preco de 640 ris o
covado, nicamente na loja do Pavo r ra
da imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Cazaquiohos de Pavo a lo?, 200 e
1 250000
Chegaram os mais modernos cazqmnhos
preto de gwdenaples ricamente enditados
com traca e \idnlhos, qne se vendem pelos
baratissimos precos de 455, 200 e 451 na
toja ejnmzem do Pavao ra da imperatriz
o. 60 ote Flix Pereira da Silva.
LaSzinbas com lisias a '400 ris o
covado.
Vendem-se bonitas Iazinbas lisalas ;om,
largura quasi de chita franceza veodem-se
pelo baratissimo preto de 400 ris o c
do1, aMrjlartiBzeTr' do Pav&p tw
GRANDE. PECHINCHA
m i ,- t Loja das familias.
Ita Xova numero 14.
TVcos corts de cambraia branca borda-
dos pto baratis rrio preco de 120, assia
como grande soitimento de babadinboa e
et.tremeios transparentes em pecas pegadas,
proprias para crpinbos e oulras multas
epusas, madapolSo, chitas e algodo o m*s
barato possjvel, roupas. feitas. e por rtedi-
da e oufres auitoscbj'ctostudo per menos
do que em c-ulra jarse.
MACHINAS DBC0STUR4
Em casa de Tbeo. Jnst, no eaesda Alfaadcga
Velba, vendem-se foperiores machinas de costora
da acreditada fabricados Srs. PlanerB'annsdcrf h
C d Naw-Yoik, por precos raioaveis.
Nos armazehs de Tarso Ir-
rnos.
GESSO
Nos armarens de Tasso Ir mos.
U- Venoe-se na jattana da roa Ca Cinc rdi&a
9, sacras de fannba de mandioca >|e &.
Escravos fgidos
Acha-?B fusido ero ubrjha, acaboclado, da
nome io>. com idade de 12 a 13 annos, foi vesti-
do com ca'Q e camisa de ilscado de algodo e ia-
onet de ranno prels : a entregar na ra Nova o.
65, 2* andar.__________________
Fuffio
no da 2 do corren!" mea a oegra crion'a, de nome
Jannaria, de idade 2tf annos pouco mais oo menos,
com om labileirode venda?, cr otando ov(s. Aire-,
pioun'54< a t-miats, ;sim como nrra bandeja
cm as mesilla? Q -rt?, ns sipnes S) os 'ejnioies:
baixa, corpo recular, i-m algnmas marcas de be-
i'gss, moito talante, muilo alfgre, olhos moito
aperlados, e clha por baixo, lev,>u ve.ti.Io de lia
en. amada ja' desb' Udo e om baados, ehal*
tambera desbotado, tima do .erio de Paj' de
Flores, e tem pr ef tome fogir, fci asrrava oe
Jo^ Peres d.i Onr, e i?mbera de am raocer. Cb,<-
peln, morador na Opunga, e snpide se all e-tar
acoilada em aigama casa, e dfsrj j*' protesto con-
tra qnem a tivtr, e r-eomrornlo as autorirlades
e capies de camno a captura della, a quero ;>
p*sar leve a sen seobor na Cspnnea sitio o. 59
ou ua ua do Vinario veoda d. 3J, que sera' gene-
rosamente recompensado.
Ain^a continua fngMo d) eogenlio Ssntoc
Mecdes comarca de Nararetb d Mait, o escraVo
Firmioo, perincente a Lanrtntlno Gomes da Co-
nna Pereira Beltr.i^, cora os sigoaes segointes :
Idade 10 aonr s ponfo mais on menos, atiura
corpo regular denles lmsdc e com Mta de ai-
gurjf, noce* barba, prnas cavaleiras, ps a ISSos
trandes, tem cii'aiiijts p^-lo corpo, ladino, com-
pra e veott reserobi.r(;j !<>, rrfi-tre de assoca:,
rarrelro e erlende de serrador, tom carguein,
de suppor que et. ji aroutido: roga se as snl
ridades e capues de campo e qualquer pessoa a
capiura do dito esc.avo. potada ser eniregoe no
raesm > ngenho on no ecife aos Srs. Oliveira Fi-
laos & C que sera' gra'i1ca:o com IfX-JI-
Foglo na dia 19 de maio dj cjrrer.te anno
do engBL'ho Santos Meodes da coma rea de *f-.--
reih da Multa, orna r-scr.wa de nome Joepha (^er-
tencorte a L-ioreniino G-me3 ta Coo*!a Pereira
O-'ltrao) com's signaes s> guiutes : crioola, idat*
3o anoQi pouco nnis oo meno^, eorjinieoia, alts,
cor fula.ps yiindes o gro-so, Icnla Impolada fl
cr.m cinto, perdas s' i\r, aetoiej prif-rjs e limadj., oihos vivo, otbar
e.'paniafjo, ootras vez s de quem eM rindo m on
alegre. fo Curap ada uo Rccifa aos Sr?. &ouveia
Lene ba 6 anuo:. p< neo n ais ou roeros e etls com-
pra ram -.uro Sr. Trodadenn Carrar?to eomarfa
do Limotirr; cose e'eogomrua lis, ns paca jar.,
qnalquer servir;?, gratili.M-a com generosidado
quero a negar n.tn gaudo-a uo ensetbo ac.ma ou
no T.-i f^ aws Srs. Olivtlra Filaos & C prg^a o.'
C r;.o.Santo n. 19.
200^000
AMda se acham fngitos deste aogaabo Sete .i-n-
cbae. fregm.ia da Eseada, peMeoceata a Ber-otrd
no Uaibi
o raei )> oqtnbro de 1867o "icraVo Lnir. rruu:,
idade 35 aonn?, ass ou nfnos, sil .r i fgular, di-
boro corpn, (6r preti, lem pan.-.s pelo ro.-io, denles
limados, bem elto \$ e mo?, p-raas gras&a^,
muilo ladino, arceacoo fi asm.ubll.T, pouca bar-
ba. Desde l de ffVereiro de.te rerreate acn? de
iSfiS, o c.bra I.yii fgdcto, airara reguUr, cteio ao
cerpo, eimalmacio, oihos pe^Oeaa, nru aSIadu,
cara texigosa, ptrn;s grrs.^s. bew. feilo re p-,
anda malo ccrcunda, cabdlus de negro, mas maio
solt', snda com os e.& nm tanto para dentro, filia
grnsss, tero nm ralo i bo na pa e^querda, dentes k-
mados, e cbama-se Lnn, mas o lratam por Igoaer,
^flue e mudar de nome; lewjo fuadas tus cai-
gas de brim pardo, d< os paltte!s e 3 cam ss, rou-
pn e?la do stohoaque rJe troca-la yior Iba B?a*
grande : rogare, pois, a lod-s os capitaes de cam-
po, on a qualquer pessoa qun pcs-ro appreben-
da-los levarem oo dito engerido Stt BancbJS que
rtcetc-ra a qumiia de 2'..050C0. O cabr.", deste
engeriljo sbio com om cavalio alaiio com ganga-
Iba. e fu'ornp-ado nesta praga ao Sr. Antonio J<-
s Viiira de Sonta. O eteravo Loii. criou o corre
prei ao S". Jo- Pedro do Reg, este, ao procura-
dor do b.charr I Jos G mes, de Sa B-rrete, Jos, da
Sa Leiiao Jnior, e o bacharel cimprco a D. A?na
Hara da Conemaj-G.itor'nra, moradora nesia (
dade ; o aferavn n toral da provincia da Paraby-
ba ; o cabra Luiz Jgoacio eninprei ao Sr. AotiQi^
Jos Vieirr de 3uaza, este ao Sr. Joaqoim de Gua-
xao Coeino, oatural ditj esora, da' provincia H
Paranvfca.
Fog o do cpg-nbo Gerjild no termo da villa
ia"t>go Mov .irovncfa da Pariihyba, no mez
ile roa rija da lf ri.iul.', u*ie i) a 21 a iros oouco mais oo menes.
rj> protc, cabe.ca redooa, uihes (gandes, rosto
redondo', beiem grossos, uio e.utj vitado, hombros
largor, siainra regular, s;cei da cintura para bai-
to, pernos um tai to turtas, fulla manca, olbar bal-
\: e sempia desconfiado, gata ajssJgoar o arme e
r aJguroa eotX', envende mu pouco de sapattiro
e pedrc.r-, tem tros cicii.s, nma no meio da
tesa, outra m |esecoo e Broa grar.d em cima ti
l : quem o gwgar dirija-e a roa da Imperainz
n. 07 que safa' tvim reompuadJ, julga-fe que o
Jilo e.-cravn asta' acuitad.i no ecge.nn i l'tioga, da
Ignacio da CjSI- oafregqela di! fpcjnca.
Fnti oo dia 26 da abril prximo passado
Jo logar chamado Guarita, orna escrava cora Ida-
de de 18 a 19 aano, rcarats acabralhada, rr als-
ranjada, cab -i|j pegado e vermalho, cara larga
redonda, nariz um pooco chalo, d otas bem Mo?,
ebrpj e bracos grossos, boa a hura, ps om pouco
laqueos e chat,s, orelfts pequeas, mos bem
feitas e olbos grandes e vivos: qrtem a pegar di-
rija se a tai da Imperatriz, v. 67, qoe sera' bem
recompensado. _______
-i- Do abaizo asrgDad se acba fogido desdo o
dia II do currme mez, o sen escravp-pardo d
oame Trajano, idaed? annos pouco roai> cu
menos, magro, e caraolho, tem em cm dos olties
cicatriz cm vr|a/ta de urna queda que ded quando
acduii ja fogtA'.barba da cabueoio, levoo cai-
ca de br&i||Miao, camisa de madapoio e cha-
p) de palftPWrga se as autoridades policiae qoa
o apprehend?m. a a qoaloner peR=n on o l^vari*-
rua da Croa do Recifan. gt, teta' grallHaad.
'Neffro ugido.
Da bordo do-brlgoe nacional J?i6re /, ao?eoto-
sa em l( do cerrante,'o escravo Jos, pertencenia
a'iripolaga do mesmo navio-, de Angola, tea
19 annos de idade, toi prcia, restb coropndo, naris
cbato, cabellos grenbos, elhos preto, bsrba ponce,
cinco lesa qualro poltgsdas de.ailura. No da
em qoe se ausentoo, voto na com t
preta, cami.-a de pintas, b parece'.er
siiJb vino ^e'M n b*rro #two Sbtotalo :,
roga se a's autoridades e qoalqaer pes oa a eaa-
iarn.i>e ascr^To, .datando Jar lafRdtf.a.tardo oj


ao, na ir ja e armazem ao ravaq j b iia cafrido navio, oo casa do consigtaiac, a' tu
ImperK n o

i vm l.


-------1 t*M

*> *hrt?rsv*rfr,toi<&mr*t&ti*tohiWt.
* i
CMARA DOS SRS DEPUTADOS.
SESS.i i EM Si DE MAIO Dg 868.
PBEilMflCIt W IR. MLTUIA LOBO.
O Sr, C. Ottoni (silencio): Tenho a io-
JtUcidade da schar-me anda este auno era
preseoga do ministerio na mesma? posigo
em que sacacbei nos dous annoS*passados.
Oigo infelicidarte podando tamben tai-
ves diier fojiculde NSo ha quadio
qe nao tetaba rever so.
Se acaso o desampeobo do mea mndalo,
como aconselha a coescieocl*. me traz o pe-
z*r dos desagrados dos nubres ministro,
-contra os quaes nanea uva o mnimo motivo
da animoj-idade petjoal; entretanto, quanto
mais delicada e tneMedrosa a posicSo d
paiz, oiior o ckvarda franqueza, como ha
pouco > bservon o n'bre deputado qae abri
esta debate ; mais rigoroso o dever de ca-
da un externar sem a minima reserva o seu
uejpsamtnto. (Apoiados)
E. pois que este pensamento me arreda
du ministerio no cumprimeuto to eu de-
ver oe ser explcito, acho corapensaco ao
pesar dd que fallei de acorrer no desagrado
TMvez, serrtrores. devesse ja neste mo-
mento ser ms'sterial. se acaso entendesse
que licito ao deputado prestar ap ibinete que na sua opioio nao serve bem
30 pal?, cora o recri de outro peior.
Se o su-to da velna de Syracusa nos de-
vesse inspirar, talvez devesse eu nesse ra -
ment, se permitte o Sr. ministro do impe-
la a palavra, tolerar o ministerio, como o
tcram amitos dos merabrus da maioria que
iba di.) o seu voto. (Nao apoiados e apoia-
dos.)
O Sr. SouwC mino:Nao nterrompam,
O Sr. G. !tmi: Em 1866 om ilustr
dajutad) pelas A'agoas, coja auseocia desta
casa tS'j sensivel, formulava o seu pro-
gr,'.raa de ministerialismo nestes termo:
Se eu ei xergssse no fundo do horizonte
tras lleta stuacSoalguma cojsj que se nao
osse meihor ao menos nio me assustasse
inii-\ eu contribuira para a qada do rai-
n sierio: mas nao pode vir peior ? J em
1866, eu, migo particular deste nobre de-
potado, protest;i na tribuna contra um tal
ministerialismo.
Nio quer isto dizer que eu condemne os
s^simeiitos, o prncedimeuto, o ciracter de
indos aquelles que por alguna motivo se-
aelhanie toleram o.rainisteri >: materia de
opinio, e a minba diversa,; entendo que
a ebrig gao do debutado q>.e pausa como
eu pens actualmeute a respeilo do ministe-
rio fuer-lhe o; psito. (Apoiados.)
!)j1.)c3so de nina ciise ministerial,
cada uin dos depositarios do pojer defi li-
des ,eia conslitu'Co curapri o seu dVer.
>'Apoiato.-). cima de todos, de todos est
i nago (apoiados), e cima anda da poca
presente es> a historia e a posteridade.
O Sr. Fe'icio dos Santos : Muilo bem.
0 Sr. G. Ottoni: Se eu devesse acre-
ditar plausiveis osjuzos qu3 ougo as pa-
lestras aqu e fura aqui acerca da subsli-
tu gao do ministerio, se eu acradilasse que
se tr- tisse de retrogradar de 3 de agosto
para 12 de maio, eu juigaria chegado ocaso
fe preferir dos ma'es o menor; mas, co.tjo
no baseio neste piin;ipio o meo procedi-
le ato, persisto no meu proposito ; fran-
queza, verdade ; toda a raequea, toda a
verdade (apoiados), e cada um cumpra o
jeo dever.
O Sr. Teixeira Guimares : Muito bem.
moral da ameaca. TApoados e nao" apoia- c?b ? como afflrma que nem allegoo o pa-
Cavaioanii.: I' urna
dos).
O Sr. Bezerra
historia da OQCT. .
O Sr. G. Ottoni: Admiro a nauali'a,
porque creio que^snubres ministros sabem
quetenho provas.
O Sr. Ministro da Agri tntrrtf: fctb
urna injuria ao bom senso de cada una.
O Sr. C. Ottoni: Mas n3o ^ reciso
recorrers que est5o na aituba s*weiaia,
uotarei camar.i que o lacio da maior nc-
toYiedade, e que tal o espifu di quwi
todos os artigos editoriae^'m [Jm -ffie tfn
Minas sustenta o ministerio. .
O Sr. Ministro da Marinha : N 1 t
exacto isso. (Aponaos e n3o a li-ii'o ).
O Sr. Felicio -Santos : E* x|Kf).
O Sr. G. Ottoni : A grande amsaca
que me fazem, a mim eam^os amibos, a
de promover com a nossa opposigSj a as-
scn,3o os conservadores, at H e**.riptos
assigoados polo ?rdadeko ohefe da sku-
cSo.
O Sr. Felicio dos Santos : E* exacta.
O Sr. C. Ottoni : Mas, seidnww,. fa^
rei urna observado que ulvez pooh ter-
mo a e.-te incidente, pois que se nsere
ultima eleigo de Minas: protesto que nao
pretendo analysa-la ; foi uieu proposito na
imprensa, e o ser na tribuna n5o i>ncelar
esta dicossao ; aceitarei, disse eu, o resul-
tado da purag3o, como se foss a se.tenCa
das urnas, qaaesquer que sejam oj meios
porque o obtenham. salisfeito de b$o ,haver
prosdtuido para caftar a protecgii dos po-
derosos do dia. Sena urna dicusso ouilo
louga, talvez proveitosa, mas para a qual
pouerei tolvez ser averbado de ^uspeicSo.
O Sr. Ministro da Marinha : Na qu&l
o acompaniare coostaoteaaeute.
O Sr. C. Ottoni: Pr ncipalmenl de-
pois de eu ter dit j que nao a enceto. (lli-
landade).
Vou adiai-te da allegagao de suspaito;
mas nao pode deixar d fizer excepeo ao
meu silencio alguma pro^osi.o grare que
se avance e me pareca menos exacta.
Assim, com relagao s contestavoes do
nobre ministro da marinha, ousemrei que
aquello meu proposito do ahsengau :e 10
busieceu, loroou-se necessidade m is im-
periosa depois que eu comecei a receber
cartas dos liberaes que fUMOntam q minsle-
rio em Minas, e que po; i.-so de>t 1 vez me
uegaram o seo vut >, mas que ma fazem o
obsequio de expor os motivos da fu rea
maiur e de coag?o moral porque ni i pud-
ram attender-me. (Apoiados)
O Sr. .Ministro da Maiin-ta : Nao apoia-
do ; se V. Exc. no gjnier encelir a dis-
cnsso, tem amigos que o pode n fizer.
O Sr. C. Ottoui: E, c-uma foi o minis-
tro do imperio quea se irntou com a pro-
posigomiuister otoleraJo, euno teria
dovida de apresentar-lhe essas cartas, que
bao numerosas; nao fui autoi isado a publi-
cadas enao quero augmentar o numero dos
excommungados; outro tnoiivo > minlta
abstengSo, nao quero expor muguen s iras
dos deoses.
Toda a minba corresponlencia prora que
mudos liberaes dalli apenas toleram o mi
nisterio, porque Ihes entrega as posigoss
olliciaes com exclusao absoluta do3 conser-
vadores.
O Sr. Ministro da Marinha : Tambem
tenho muitas cartas de l.
O Sr. C. Ottoni: V, Exc. e seus prin-
cipies auxiliares na elegao dizem que pos-
suem innmeras cartas de meu punno.
Pergunto : como as obvestes ? lima vez
reotteco d candidato como motivo da de-
orissia do prtai'knte ? O uobre deputado
alo atteodeu ao debata.
O Sr. Alboquerque Alio: N3o sei.
O S. C. Ottcui : Nao me compete
rospoflir pAo nvb e deputado pelo Para,
(x-preM^erite'do Amazonas: eu acredito qua
ae o5o linba candidatos, e nem sei se o
governo os tinha : so me oceupo da con-jcialmeate o Sr! Cruz Machado, aconselba-
IroUcJo eotor-Ama:mas e Minas; n'umf vam aos vtintes que llie ffiopedif parecer
aso nao sede^ motivo de suspaigo mai*; q,,e votassem nos liberaes.
f.-riedaque em outro, foi o que disse o O Sr. Felitio dus Sanias:-Apoiado.
nobre1 puto pelo Maranhao. o Sr. C. Oaoni: -Eue fado verdadeiro,
O :r; tir. Jos da Cosa Machado Sooza e o que la se fez nHo f i promOTido nem
^ ^ft'i* I aconselhaJo por mm. rloiconselbei oeobn-
OSr. kthw dQf Santos: J' nao 1 ma liga, assim como n.) dis>e a ningoem
^is BiSliru"* aj
O Sr. C. Ottoni :
: que se desnnisse; foi o que eu disse e re-
foi candidato! pito. E fallava oe liga entre histricos o
aeUlcao gerai jyfto dtstricto que me fezj p,-og a honra de eleer-me, viajou por todo' O S, Ctsario AJvim; En bei. de, trazer
elle, diiHgio'S i todos os matizes oliticia o jornal.
e |/fe*iav eieicao, sena- exclair a i lea OSr.G. Otlom: -Admiro que se repito
da trsnitgir cora qoslqusr dos noaes qtw nesta casa a aecusago da imprensa porque
foram eteiws. ti ve alguns otos de conservadores; se
O, Sr. Sfitfstfo da Mirivka : <- H3o crime, accreseentem a circumstoocia* aggra-
apfcradO. vante de que os agradec e os reputo muito
OSr. C. Oitooi:8m moUo Ion* a honrosos, quer pe. espontaoeidade, quer
qaesto; mas o nobre ministro sabe que isto:, elos motvrjs; d algons nem soube senSo
" exato. %m. depois da eeigao. Como exemplo, a cama-
0 ir. Ministro da Marinha :V. Exc. ra permittir que euajuote em notas a este
que sabe que isso n9o exacto.
refaci ab~Serrb ; disse que aTTi s ablfaeTJrilcipt de TICfBVe? uffii carta dstas.
aH^i |adide eoasrvad| f~ii\
rio Al vim: -Nt abstefe-se; o
ado eatevt l.
Ottooi: Ibsteve-ie pirque nao
crjapa"para*eleitotes, em tee candida-
tos ao eleitorado. Mas. sem que houvesse
traosacgSo alguma, qua o ^ue constitoe a
lig, lguos cotes conservadores, e esp-
' AnlfV.anln rt Cm l'i-.io MimUiIa nnnnnnlkn
O Sr. ootolt -#cif diilo to
precito dlcutir mais aOica| de Mtys.
. S. CYOttoni:Ago* jemaifsein-
penfiet chimo a contas os dous nores ae-
I potados que, me interpellaram, e a outro; tor*da drpi-.
qae inffltmeote d|o est presente, os quaes, ta| adiamanto,
todos me atacaram em publico a proposito |ra (jeVe flcir^
de cortos ininbas dirigidas a terceiros, ef (Apoiados?) i
das quies se diz bombsticamente inmtme-] n0 obsto
ra carai ae sSa punho de que tenho col4 ment pode
leefo. Venham ellas; quejo gabera quemlj |0sos contio
foram escripias, se chegarm a seos dasti- sta e m_
nos; yenha tambera a autorisaca para a qu# diwni para afi
nsoqoefazea.... U ****** **&***.>
Agora ningoem nje apartes. (Riso.) assirn fo89flt .od^a ter sido
ptoo einaado, Sr. presideoto, de ouvir lei deS(Je 1867 Se ^gse ^e em' !867 j
Ular do aervieoa qae- presto o partid* ^ 198 q|cnfiV contraKentn qie ain-
OSr G O toni^ 1 Nao de Drol W****** atacis pela im-
) prensa, pubcai-as, dizei a qjem era* es-
cripias, para que se saiba, se foram sub-
iendas do coi reio, ou se vos deram antori-
sagao para com e'ias nsultar-me p; la un-
prensa. (epis de pequea pausa^. Nem
palavra de resposta.
Pela minha parte repito a autarisagao que
tenho dado; publiquem-as todas everoque
cahem os enredos de que fui objecto o meu
nome.
O Sr. Ministro da Marinha : Da enre-
dos nao tenho noticias.
O Sr. C. Ottoni: Nada mais sobre
eleiges seno no que toca ecolha do pre-
sidente.
A palavra inimigo, que profer) p nobre
deputado queencetou o debate, parecen-me
ter silo interpretada no sent lo de nimizade
pssoal ; nao isso exac.o ; nio se tratava
de um ioimjgo pessoal; mas, tisfo que a
ob-ervaco muito fundada do nobre depu-
tado nao pareceu ter sido bem comprehen-
dida, uu foi des irtuada no debate, eu Ibe
pedira licenca para reproduzi-la.
O presidente do Amazonas foi demit ido
com exauturago, com tanta exautorago que
s soube da saa demissSo pelo seu successor,
facto que raras vezes se tem dado no Bra-
sil. O motivo que se allega v que um p-
rente da S. Exc. era candidato as eleiges
do Amazonas
O Sr. Albuquerqoe Mello : Quem al-
lega isto ? E' bom que ses ib.
O Sr. G. Ottoni: Na d.scusso que
houve boje. Tanto se allega que o ora-
dor que me precedea na tribuna sustentos
que o acto do governo baseado neste motivo
era muito curial.
O Sr. Alboquerque Mello : O que
verdade que a opposigo aecusava, a meu
ver, injustamente o Ilustre ex-presideate do
Amazonas por esse faci, e eu dizia que
n5o era exacto; logo, a opposigSo era calum
niadora.
O Sr. C. Ottoni: O que verdade...
O Sr. Alboquerque Mello: O que
verdade o que acabo de dizer. (Hilan-
dade).
psito, eraquatlo defino assim a minha po
sigo, dirigir algumas palavras ao nobre
ministro do imperio, cuja ausencia sinto
neste momento, relativamente a om inciden
te orcoTido na casa. hoje. e que causou
S. Exc. iima irritagao de ervos qae chegou
a fa.'-;r-rae receiar algum ncommodo em
ua sau le. A proposigo algons mem-
Dr>is da maioria apenas toleram o ministerio
irrtou sobremanera S. Exc. e aoque
me pare*e sem razio sufliciente.
Se ha entra os seta Srs. ministros algoem
que deva saber orno e porque>5o tolerados,
devem ser principalmente os dous Ilustres
ai nistros meas comprovincianos, p,rque
pedea tolerancia na provincia de Minas,
porque os liberaes, em-gran le numero vei-
dadeiros liberaes, muito sinceros, que anda
dizem (.lies, sustentam o ministerio, pela
raaior parte o fazem sob a coago moral da
ameaga de que, calnndo ete ministerio,
podsm vir os conservadores, (apoiados,
t3o apoiados).
O Sr. Felicio dos Santos: E' isto o que
se diz na proviacia.
O Sr. Fonseca Vianna: Nao tal; s
se l para o Serr.
(Ha outros apartes ; o Sr. presidiente re-
clama a attengao).
O Sr. C. Ottoni: Achome sempre, Sr.
presidente, em posigSo semmamente des-
vantajosa quando avango alguma proposigo
que sa mal aos ouvidos de alguns dos
raeus collegas; achc-me sempre em posico
desv, ntajosa porque multiplicam-se os apar
tes, as reciamacoes pro e contra cobrem-me
a voz, que fraca, e nao tenho absolutamen-
te meio de fazer-me ouwr; necessario
cruzar os bracos, e assim o z hi pouco.
Agora, porm, que a cmara me ouve, eu
dero responder ao aparte do nobre ministro
da marinha, queme permittir repitir a
proposigo contra a qual reclama. Se ha,
disse en, entre os seie cavalleiros que oceu-
pam as pastas, alguem que deva saber que,
ao menos da parte dos veidadeiros liberaes
que o acumpanham, o ministerio tolerado,
nao apoiado com dedcagSo (apoiados e n3o
apoiados), se ha alguem, du em ser aquelles
dos nobres ministros de quem tenho a hon-
.n da sar comprovinciano.
O Sr. Ministro da Marinha : Nao apoia-
do ; nem us aceitaramos semelhante
apoio.
O Sr. C. Ottoni: Mas, se ja est to
dito isso, porque oo me ha de deixar pro-
seguir ? *t
O Sr. Ministro da .VlariaW; Se est
taoibem to dito, r>ra (oe V-E*. fepete ?
Em quanto repetir, fare o mea^pTotesto.
O Sr. C. Olloai: Hepeti a proposigSo
contsiada, porque a intai'ropg-) nao me
perj.ittira aprecia-la; pretende o nobre
ministro prohibir que eu responda ao seu
aparte ? Nio d Ikenga que eu prosiga ?
Nao fazem raystetjio em Minas muits dos
liberaes que sustentam o ministerio, decla-
rando de viva voz e ora cartas que com
receio de urna reaccSo conservadora na prc-
viricia que o toleram...
O Sr. Ministro da .Mariana : Nao
apoiado.
Q Sr. G. Olloni: D licenc que diga
tambera agora o que a meu ver verdade ?
O que verdade boje, est na memorit de
todos, porque est fresco, facto distas
duas horas ; o qae verdade que um
deputado da opposicao, interpretando a v z
geral da poputacio, attribtro a essa can-
didatura o acto do ministerio, nter jretaado
alias em bem as suas.intengoes, diese que
o min sterio, apezar da sabida ntegddarJe
e honradez da presidente do Amazot?s,
temeu que essa relagao de p-rentesae cora
pm candidato o podesse arrastir a alguma
inierveogio indevida, e que este temor fui
o que aconselhou-o. E o que alona ver-
dade qae o nobre. deputado relator da
cornmissao do voto de gragai. rcjpoade&do
ao precedente or dor, n3o eonioitVMi o mo-
tivo da demissio, nao a attnbuio a ontras
causas, e aiod-Kmais, snstentou, que, bas,ia-
da a demissio no ponto do parentesco com
umeandidado, /ora gm acto curialwsinio.
Oa, taado-se passado ato aqui, agora mjs-
mo, como qua o nobre deputado, a qaara
, ^'9- Ottoaa i v.. o partido libe- sempre atiendo por ser um espirito em-
raiea Minas est sob a prewo da coacio[entometa cacto, contoto-me aproptti-
O Sr. G. Ortoni:'E' di maior notorieJade
em todo o 3* distrcto..
O r. Ministro' da Marinha: NSo apoiado.
O Sr. C. Ottoni:.... e emoccasiao mais
opportona tarvez volte a esta questao ; da
maior notoriedade que S. Exc. pleteoa sua
candidatura, sera excluir a possibilmVe de
qualquer transaegao, tanto que se apoion
nos conservadores de itajab, e aolicitou a
coperago dos de todo o distrcto, pelo qual
aodou viajando.
Eu tenno, nm direi provas, mas razoes
plausiveis para crer qae urna lista wm o
nome de S. Esc. de outro candidato minis-
terial ecom ornen nome, publicada mJsde
ti iota dias uo Jornal do CommBrcto, dalle
vinha; lista em que se insista por modo
ul (jue chegou a incutir-me o receio de que
alguem me suppuzesie desleal a meus colle-
gas -apreseotados commgo em circular col-
lectiva ; veud i-me obi ig*lo a declarar pelo
Jornal do Commeico que nao tinha parle
em semelhante publicago.
O candidato derrotado em taes circuns-
tancias foi erguido logo depois presidente
da mesma provincia para presidir a urna
eleigo em que encontrn os mesmos adver-
sarios I (tpoiados da oppwigio )
Isto, nbores, o primeiro ezemflono
Brazil. nd apresentam outro.
O Sr. Felicio do$ Santis: E muito sa-
liente.
O Sr. C. Ottoni:E j que me obriga-
ram a tOcar ne*te jonto, direi 10 miotrtario
que.se nao tinha cundidtoe aimi.r pro-
vincia do Amazonas, sedemittioo presiden-
ta, seo presiimo.o sustentador nesta cmara
cm 1867, > porque era prente de um can-
didato, o motivo de suspenso em Minas
era muito m is grave. Um candidato der-
rotado i m urna prov.nca nao devi 1 logo de-
pois ser erguido presidencia da mesma
provincia para presidir a ontra eleigo. Nao
tievia permilti lo o decoro do goveriio.
O Sr. Felicio dos Santos: E' verdade.
O Sr. Ministro da Marinha: Podia por-
que um cidado muito distingo.
O S. Cesario Alvim: Apoiado.
O Sr. C. Ottoni: Importa colloca-lo em
posigo de saibfazer seus compromissos ebi-
toraas, e tirar os seus desforgos natural-
mente com prejnizo da justiga e da adrainis-
tragao.
O Sr. Ministro da Marinha: Nunca o
Sr. Dr. Machada pode ser qualfleado de
vingativu.
O Sr. G. Oitoni:Porque?
j- Q Sr. Cesano Alvim: Porque muito
distincto para descer a vinganets.
O Sr. Felicio dos Santos: E nao havia
alguem to distincto como elle para presidir
a provincia?
(fia o ..tros apartes)
O Sr. C. Ottoni:Dado, nao concedido,
que de Cacto S Etc. se mostrasse muito su-
perior s suas alleiges e desal'fiiges, anda
assim o motivo de sumeigo era evidente; e,
como se acaba de observar, o ministerio
podia acaar alguem igualmente distiucto,
sem suspeigo.
O Sr. Teixeira Goiaaares: Nem foiou-
vida a deputago.
OSr. 0. Olloni:Alguem havia ser ou-
vido, algum intim >; o resto da deputago
nao valia a pena.
O Sr. Ministro da Marinha:Os adver-
sarios sera duvida.
OSr. C. Otteai:Quem dea o aparte nao
era adversario, era dos qae loleravam e nao
p le mais tolerar o ministerio: que isto
de ouvir a deputago sao antigualhas: devem
todos obediencia a quem lbe faz a honra de
os commandar.
O Sr. Ministro da Marraba:E' nova theo-
ra de incompalibilidade!
O Sr. Teixeira Guimaries: Como nova
a taeona do mioistei io.
O Sr. C. Ottoni:Dilii veio a aecusago
que se faz ha mu.to tempo da supposto unio
dos conservadores com os liberaes; o tu-
tu da actoalidade.
O Sr. Cesario Alvim :Nao leve trinta vo-
tos conservadores no Serr ?
OSr. C. Ottoni:Ti ve alguns, nao sei
se trila; mas nao procederam de transac-
go nenbuma; os factos pblicos da provin-
cia o provam, sem precisar recorrer a quaes-
quer documentos.
E' corto que era a'gumas localidades, como
em S. Joo d'EI-Rei, liberaes e conservado-
res se uniram contra autoridades de que
ambos se queixavam.
O Sr. Casiano:NSo apoia lo ; foram
dous ou tres despeitados.
O Sr. C. Ottoni:S doas ou tres ? Sem-
pre havia de ser mais I
OSr. Cesario Alvim:E no Serr na
hoeve candidato conservador ? -
O Sr. C. Ottoni: En nao quero discutir
elejceea..,V
O Sr. Bezerra Cavaleaoti: -E* meihor
deixar essa quesUto para um sabbado. (Riso.)
O Sr. C Ottoni..... mas perguntam-mo
se no Sarro oio houve candidato conserva-
dor : o partido conservador na eidade do Ser-
re se absteve de ir a eraa; a lista dos ele'n
lores toda liberal.
O Sr. Ministro da Marinha d um aparte.
OSr. G. Ottooi:-Esta engaa*; ento
n3o estada ai cousas de Minas, se folla since-
ramente.
discorso nma carta em que um distincto con-
servador ma d o moiivos por que me con-
siderou sem minha sollicitagao.
Na j fiz, pois, transaegSo alguma, mas nao
posso coijleranaros coaiservadorese liberaes
que na eidade de S. Joo d'El-Ri se onis-
sem contra o delegado que fez a eteieo
progressisia.
O Sr. Cassiano:Protest>.
O Sr. C. Ottoni:Quem era o delegado?
O Sr. Cesario Afvim:Dr. Ernesto da
Silva Braga.
O Sr. Teixeira Guimares:L nanea
hoove delegado Silva Braga.
O Sr. Cesario Alvim:O Sr. Eduardo
da Silva.
(Ha outros apartes.)
O Sr. G. Ottoni:Os que rae interrora-
pem nao saliera quera presidio a eleigSo de
S. Joo: foi o Sr. O,. Joaquim Feij de Al-
buquerque'Lins.
U Sr. C. Alvim d um aprte-
os Sr. C. Ottoni: Mas, se eu fallo do de-
legado que fez a eleiglo, est claro que me
reflro eleigio do gover n<*.
Sr. Pereira Lima:V. Exc. far um
grande servgo publ co e discutir as eleiges
de S. Joo d'EI-Rei.
O Sr. Sooza Carvalho :' meihor arras-
tar a discasso para i-sse terreno I
((la muitos apartes)
O Sr. G. Ottoni:Eu nao quero discutir
a elegao de Minas : digo somante qne a cul-
pa principal de todas as desordens recabe
soubre a polica que fez eleiges.
O Sr. Ministro da Marinha :Na provin-
cia de Minas a polica nio fez eleiges.
O Sr. C Ottoni:Poisbun ; ouga o no-
bre mioistro : diz o Sr. Dr. Joaqun F. Al-
buquerque Lius em urna carta...
O Sr. Casaano e Outroa Srs. Deputados
do apartes.
O Sr. C. Ottoni: -Eu hei de ler sempre
a carta, e meihor deixarem-me ler j.
O Sr Dr. Albuquerque Lins diz na sna
carta o seg ante:
Vozes: Ougam, ougam.
O Sr. G. OttonTTt Parece-me, e certo
qae o C. Ottoni d5o far parte da lista tr-
plice. Eu aqui flz, como delegado de poli-
ca, a elegao para o conselheiro Silveira Lo-
bo, que nao perden um s vot, tendo o C
Ottooi smeote dous votos. Aqui, como
em nossa provincia, os historeos se ligaram
com os conservadores, porm poaco fizeram
eo resultado das urnas demonstra rara.
OSr. SouzaCarvalho:Dizem que s l
para o norte que se faz isti!
O Sr. Cassiano:A quem fot dirigida es-
sa carta?
OSr. C. Ottoni:Ah o nobre depolado
duvida da autbenticidade da carta ?
O Sr. Cassiano :O Sr. Lins homem
muito s^rio e incapaz do escrever essa carta.
OSr. Cesario Alvim :Foi subtrahida ?
(Vivas reclamages da opposigo)
OSr.C. Ottoui:Nao se escandalisem
os meus amigos: eu nao me escandaliso
(rijo), e al aprecio muito estes dous apar-
tes.
Sr. presidente, de um lado se me porgan-
la com amabilidade se a carta apocrypba...
O Sr. Cesario Alvim: -Nao sabemos.
O Sr. C. Ottoni:.... de outro lado se
me pergunta se foi subtrahida do correio.
E' c m elleito urna carta particular do Sr.
Dr. Lins, expedida pelo correio, e nao diri-
gida a mim ; para este incidente eu pego to-
da a attengao do Sr. presidente do ccnselbo;
porque negocio que iateressa a moralidade
da adminstrago publica.
Exbibinlo na tribuna urna carta particu-
lar que nao me f, i iri^ida, nao negarei a
quem quer que seja o direito de pergeniar-
me se apocrypba ou se foi subtrahida ; e
acho curial que quem faz perguntas coitezes
e nao offe isivas queira saber como hoove
eu ou se e t-u autorisado para apresenta -la.
O Sr. Cesario Alvim:Sim. senhor.
O Sr. C. Olloni:Muito bem ; V. Exc.
tem razo em querer inve^gar cr-m que di-
reito apresaolo carta particular, nao dirigida
a mim, e argumento com e la na tribuna, na
impreosa, ou j>or qualqoer modo de pobli-
eidade....
O Sr. Cassiana: Declaro que nunca fiz
isso.
O Sr. C. Ottoni:Vai a quem toca a ca-
rapaga. (Riso.)
Possuir ama carta particular a outrem di-
rigida, atacar com ella a reputag) do sig-
natario, e responder com o silencio ; per-
guntasa quera foi dirigida a carta, se esse
autorisoa o uso, se a carta havia dragado a
sen destinoseria urna immoralidade.
O Sr. Cesario Alvim:Apoiado.
O Sr. C. Ottoni:Ora muilo bem, vejao,
s qaatito eu son dcil; ab vai a resposta :
a carta dirigida ao Sr. Dr. Jos Angelo
Marcio da Silva, que aqui foi nosao collega,
e S. Exc. langou no vtrso estas palavras:
c Ao Illm. e Exm. Sr. C. Ottoni.Para
fazer o uso que quizer desta carta a mira
dirigida pelo Dr. Joaqun Feij de Alboquer-
que Lins, juiz municipal e delegado de po-
lica da eidade de S. Jlo d'EI-Rei. Mageij
4 de maio de 1868.Jos Angelo >
1S8T; mas pofeTlas esperarTo"pfT35 um
annopara o oofc-o ? ir vivando de promes-
sasquese aao-realisam ?
Segue-ae a reforma da arda nacional,
qae fi*.j*ra defois ou#ra. A este
respeita m jffj m4m I ^-ftebre rela-
dente um
'is da guer-
ratamento.
ei do recruta-
ao governo va-
, rakAal guerra. Nao ob
ped ser este o motivo
conservador, e resnmirei em dtr palavras
o mea pensamento.
J disse nesta casa qne, se nao possi-
vel nutra cousa seno a actualidade on O
partido conservador no poder, eu preflro a
segunda do terrivel jlilemma. fApoiadoe
da opposicao.)
Um Sr. deputadj:Sao gostos.'
O Sr. C. Ottoni :- dos liberos do
4* disircti, por caja eonta tenho ouvdo
tiyje lautos apartes, pessoa considerada e
Ilustrada, diz-ma o mesmo, como muitos
outri'S Mioeiros. Citar ei as palavras da car-
ta, sem nomear o signatario: nao ha nisso
inconveniente, pois que se trato de orna
opimo poltica, nio de toctos que possam
comproraetter algnem. Diz o amigo a que
me refer: Nao sei quando vert por
Ierra este maldito ministerio que tudo pode
ser. menos liberal; pois que parece ter
feiio timbre de guerrear todas as capacida-
des deste partido as diversas provincias.
A esta situaeo preflro o dominio conserva-
>lor pwo.
E' om liberal genuino muito sincero
quem assim se exprime. A minba pinio
a sua.
fJi3?eraeMne na imprensa: cS volves-
tes s dtscissSes polticas quando seguros
symptomas da cachexia asseguraram bem a
rnorte do partido conservador.
Assercio to pretenciosa quanto inepta*.
Esta balelao partido contrario morreo
pode servir de arma de guerra em nm
momento dado, e em debate de botafogo;
mas a aspirado morle do par"ido contra-
rio ou ama inepcia, oa den ata m f. Ex-
tracto perventara um dos doos partidos
que a vida do governo representativo faz
empre surgir, s em campo tonr.-se ne-
cessariamenle tyranno ou se presta cimo
instrumentos sabserviente a plano libertici-
da. (Apoiados.)
Eu nao desejo a morte do partido conser-
vador ; e mais nao creio qae os que pro
rlamam essa morte sejam sinceros. (Aooia-
ds.) Rstirar-se do governo om partido,
perder a confianga dos depositarios do po-
der, ser convencido mesmo de que soas
ideas nao sao as da maioria real do paiz,
nao raorrer esse partido.
De Serr, mintro de Luiz XV1I1: dizia:
todo o governo livre deve apresentar um es-
tado de luta permanente. A liberdade con-
siste na perpetnidade da Iota. Nunca a
fictoria de um deve ser por demais com-
pleta e absoluta: urna tal victoria seria a
oppressio.
Era um ministro de restrarago em Fran-
ga, e demais esto lista qne havia abandona-
do os homens de 1789 para alistar-se en-
tre sectarios do direito di rio ; e que con-
traste faz a sua livre doutrina com -a dos
iiberales do Brasil de hoje, que s se jul-
gam segaros com a morte do partido ad-
verso.
Dizem-nos todos os dias que os conser-
vadores sao os nossos naturaes adversarios;
que nos liberaes em opposig3o nao passa-
mos de mingmda seita, dissidente, sem
crtnfa, sem f, sem futuro: mas ento
como nos claman gne o adversario natural
morreo? Tal opinio atrisivel. (Apoia-
dos.)
Repito o qae disse, se fra da idea con-
servadora jiadi possivet seno apresen-
te situago, prero os conservadores, nao
para acompanhal-os, como insinuou na im-
prensa urna intriga despresivel; nao, achar-
me-hia se tal se desse em opposigo como
at 162: mas antes quero fazer opposigo
aos nossos adversarios nituraes, do que
ter o desgosto de ver-me separado de
amigos que respeilo e estimo, e que ainda
(o adsrbio delles, Sr. ministro da ma-
rinha) ainda toleram e a companham a si-
tuagao.
Hedindo descolpa cmara pela prolixi-
dade do exordio.....
Urna voz:Pois ainda era exordio9
(Riso.)
O Sr. C. Ottoni:.... entrarei na ma-
ten ', que, a meu ver, deve iser a base prin-
cipal deste debate, a apreciago do pro^ram-
raa poltico, que longamente expoz o nobre
relatar da commisso do voto de gragas.
S. Exc. pretenden demonstrar, com a exhi-
bigo desse programara, a necessidade de
sasleotarmos o ministerio; mas parecern-
me as suas allegaces da maior improceden-
cia.
A reforma do recrutamenio nao ser hoje
por mira apreciada : pois que temos pro-
jecto a discutir, ser essa a opportonidade.
Mas o nobre deputado deu como sc-rvico
prestado pelo ministerio a apreciago da
idea, em cuja historia in> s vejo motivo de
censara.
Foi o projeclo orgaoisado por urna com-
misso na reaidade muito Ilustrada e com-
petente, presidida por um alto persooagem,
e foi apreseolado anda em dias de J88G:
apenas em 868 apparece o parecer da com-
misso sabida da nobre maioria. A sesso
de 1887 foi toda perdida para esse projecto:
nos nltimos dias somente se fallou nelle pa-
ra fazer constar ao paiz que se lembravam
da reforma do recrinainento, e votou-se um
adiamenlo. Como, pois, om mrito para
a situago um projecto que ella nao fez se-
no retardar, e qne j comega a duvidar seja
lei nesta sesso ?
Aaaim. pois, bem cerlo e averiguado
que, para a reforma da lei do recrotomento,
o ministerio asteal nada tem feito, absoluta,
mente nada; veremos o que se passa na dis*
cussan do projecto.
0mm** d,? d> reforoMiudiciaria, qua
Queremacarta (estendendo-a direito q|iZ?,,.todD ^ "*"** Nio o
esquerda) para examinar as firmas ? (Pau- 3^ ?* _' *"'?* V* a'l 8o ds-
d Sr. Cesarlo Alvina: V.Exc. disse que
ooaconsfclhou a liga, mas nao procurou ira
pedi-la.
O S. C. Ottoni:-Nao falle! e'tt liga eta
sa, esensago.)
O Sr. Presidente do coaseiho:Monlise
V. Exc. o laclo.
Um Sr. Deputado: E' gabolice do Dr.
Feij: oo foi elle quera fez a eleic3o. Dh
Obi)
Ontro Sr. deputado:Aindt agora era
eovolvimentos qne tornaran eterno o pre-
sente debate, mas pergunto : que passo
deu desde a aseoslo deste ministerio essa
reforma, que o nobre deputado iolg magni-
fica e qne eu julgo insuficiente ? Neobum,
absolutamente neotran; jasen no p da se-
cretaria.
fVbtwttem-oos estas
da sao weciafrplMci jfiolfcfto fttraem,
serian bosdi nova lei Da oo |ue, se
o projecto d meios para a gnerraminis-
terio pouco tem cuidada era, prowrta-lo.
Devra tambera o ministerio ter adiaitodo
parakii lamente a revisan ta i da guarda
nacional, qne supponno materia Buito con-
nexi cora a do recrutanaento. Serjlfo i-
litarealm da fronterra, servigos e gnir-
nigo e pragas, servigo de guaraieo das
cidades, servigos policiaes, eenriacae de des-
tacamentos e outros as localidades, sao
todos se*vicos de armas, sao todos orna con-
triuigao de bracos arraacados lavoura,
aos trabalhos uteis da paz, e produzem em
mais ou menos grao os mesmos inconve-
niente; econmicos.
Todos, portanto, devem ser pedidos, o
mais que fr possivet, de preferencia, aos
bracos desoecupados, on aos bracos que me-
nos tolla facam aos trabamos uteis. D'aqui
se segu que, se a guarda nacional tem de
fazer os servigos que enuraerou o nobre de-
potado, se qualqoer especie de forca que se
cree nos municipios lea de substitni-la, se
necessario, como tamben se diz em om
dos relatnos, augmentar a forca policial das
provincias para alliviar a guarda nacional,
todos estes servigos dependen, para a esco-
ma de seu pessoal, da fixagio das classes so-
ciaes que devem dar contingentes ao exerc-to,
dependen mesmo do sorteio de cada anno;
assim succede as legislages que o pro-
jecto copia oa imita.
O ncleo da popolago a qne sa pedem
tud. s estes servigos om so, e no langa-
ment da conlriboigo cumpra combina-tos
de modo qne os males econmicos do servi-
go propramente militar sejam o mais possi-
vet altennados.
Como, pois, se ha de organisar completa-
mente um.sysiema de contingentes para o
exercilo, deixando inte ament de parte,
sem querer saber nem indagar como se fu-
o outros servigos de armas no paiz ?
Nao o comprehendo. Pens que as mate-
rias sao intimamente connexas, e que, se
possivel, como creio qae o era-desde .865,
tratar da reforma do recrutamento, era pos-
sivel tambem tratar da guarda nacional.
(\pi iados.) Este foi o motivo do mea apar-
te, que, naturalmente por m expresso, nao
foi bem entendido peto nobre deputado ; eu
sopponho que a discosso provar o que aca-
bo de dizer, e para ella appello.
Mas o de qae mais se deve tratar, parece-
me, no prsente debate, nao dos porme-
nores e desenvolvimento de tal ou tal refor-
ma, e sim nicamente do seo espirito, das
aspira,oes que nutre e apresento cada parti-
do, das esperangas que o ministerio lavotea
ou nao.
Qual pois a idi da situago a respeilo
da guarda nacional ? E'-me impossivel per-
ceb-lo.
A falla do tbrono em 1866 nos pedia guar-
da nacional mais mooel do que a actual.
Se a palavra guarda nacional movel, gragas
principalmente aos estudos da Franga, hoje
urna palavra tecbnica qne nada offerece de
vago eo espirito, guarda nacional movel quer
dizer exercilo de reserva prompto a mar-
char para fra das fronteiras. O que pe-
dia a falla do tbrono em 1866 era que mili*
taritassemos a guarda nacional. (Apoiados
da opposigo.)
O Sr. Ministro da Justiga : Nao isto s
que est no rotatorio, e nem a idi car-
dea i.
O Sr. C. Ottoni: Eu l vou. .
O Sr. Ministro da Justiga: Lea o meu
relator io do auno passado.
OSr. C. Otton : O aparle fez-me len>
brar urna resalva qne necessario antes de
proseguir com a minba tbese.
Nao se devei receiar de certo, nao seria
serio o receio de que qualquer reforma da
guarda nacional pudesse Influir no patrio-
tismo dos guardas naconaes que dtfandem
a honra o paiz no Paraguay, para enllocar
o governo em qaalquer embarazo. Nao ha
duvida, qualquer excepcao seria perfeita-
mnte admituda pelo patriotismo de seus ci-
dados. Nao vejo, portanto, diflkoldade
alguma em cuidar da reforma.
Deseovofvendo o pensamento da falla do
thono, que pedia um guarda nacional nio-el
o relatorio do ministerio da justiga, para o
qual me chama a attengao o sea ilustre aac-
tor, delinio o modo de tornar movel a guar-
da nacional.
Dizia S. Ex.: Provindo a falta de mobi-
lidade da mistura das categoras, sepreme-
las na formagao dos batalhesbatalbesde
solteiros, de viuvos sem filbos-, etc., etc.
O Sr. Ministerio da Justiga:Note V. Ex.
qne conservado o sy; tema actual, assim a
mas, dispensada do servigo, substituida pe/i
forea policial, j o systema varia.
O Sr. C. Ottoni: Eu tenho a pretencao
de ha ver pro vado na discosso respectiva
qne a idea proposta nem seria eifioaz quan-
to propna mobilidaJeda guarda nacional...
O Sr. Ministro da Justiga: Eu tenbo a
presumpgo de ter contestado a V, Ex.
O Sju.C. ltonlY. Exc. nio me fez a
honra de refalar os meus argumentes.
O Sr. Ministro da Justiga: En explique
a medida, Y. Exc. deu-n un aparle, que
eu eontesteirfato bt de estar es Aenaes.
O Sr. C. Ottoni:Ser assim; ser colpa
de minha memoria de velho: mas nao tenno
a menor codteencia de tar osado a V. Exc.
refutagao agoma do que eu disse naqueila
poca, nem o vi nos Annaes. Mas o aparte
do nabre ministre hbil: j sabeodo onde
vou ter, quer prevenir joiaus iodo ideante
do meu pensamento: uno admira me A ad-
ame, porque tem naia diente de que en...
O Sr. Mioistro da Justig: Miapoiadt.
'
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5




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