Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11563


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Full Text
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ANNO XLIV. NUMERO 130.
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casa:
ENCARRESAD03 Di SURSCRiPgAO.
Parahyba, o Sr. Aotnnfo Ale* andrino de Lima;
Geara o Sr. Antora Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A.da Lemos Braga ; Caara, o Sr. Joaqun)
Josa de Oliveira ; Para, os Srs. Gerarde Aoioiio
Altes & Pilhos; Amazonas, o Sr. Jronymo da
CosU? Alarga, o $r. Fraaclsco Tavares da Costa ;
Babia, o Sr. Jos Martior AIv j Rio de Janeiro,
Sr. Josa Ribeiro Gas>ari;ih.
PARTDA DOS ESTAFTSTAS.T
Oiinda, Cabo. Escada eestagSea da via frrea at
Agua Preta, todos os das.
Iguarass s Guyana na segundas e sextas fsiras
Aliilo Antao, Gravat neutros, Bonito, Caruar,
Saonbo, GaraDba09, Biqqe, S. Rento, Bom Coa-
sel ao, Agnas fierras Tacaran}, as tereas-felrras,
Pao d'Alho, Naiarelb, Liasoelro, llrejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Mtirlcury, Salgueiro e Exm, lias guaras feiras
TV
I II ll.M
Serlnbaem, Rio Formoso, Taroandar, Una Barr i- IPrimsira vara do eivtl: tercas a sextas ao aaeic i
rea, Agua Preta Pimautelra*, naiquiotaa falras. \ dia. I
Rotonda, m do eiTo! : quartai aiabbadea t'l
AUDIENCIAS DOS TRiBUJAES DA CAPITAL. I cora a arde.
EPHBHERIDE3 DO MEZ DE MAIO
5 La eheia a 4 h., 2 m. e 40 s. da m.
Tribunal do eommercio: segundas a quintas.
Relagso: tercas e sainados s iO horas.
Pateada: quintas s 10 boraa.
Juizo do coramereio : segundas s 11 boraa.
Dito de orpbaog: tercas e sextas as 10 boraa.
3 Quarto ming. as 7 n., 31 m. e 10 s, da m.
1 Loa nova as 11 h., 52 m. e 45 a. da m.
7 Quarto cresc. as 3 b., 5S m. e 16>. da ro.
DAS da semana.
[ 1 Seg. Ss. Firme e Felino mre.
9 Tere. S. Erasmo b. w., Blandina m.
3 Qnart. S. Pergentino ni., S. Paola v. qi.
4 Qolot. S. Francisco Caracioh, S. Qalrlno b. m.
5 Sext. S. Marciano id., S. Bonifacio b. a.
6 Si bb. 8. Amando, S. Panlina, S. Alexandre b. m
7 Dom. S. Roberto ab., S. Licario.
-*
PREArfAR DE BOU.
Primeira as 4 aoras e 30 m. da tarta.
Segunda as 4 boraa a 45 minutos 4a t9-
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROt.
Para o sal at Alagoaa a 14 e 30; pan o atatlt
at a Granja a 15 e 30~de cada mea; pan fw
nando nos jnlbo, setembro e novembro.
EXTERIOR.
A*) TJetori do Brasil ao Pa-
ragnay.
Tfouxerarn-nos os duus u'timos paquetes
a grata notic a dos britbantes feitos de ar-
mas no exercito e armada do imperio sal-
americano. Unnime e sincaro fui aqai o
applauso. Sao taus as nossas relagoes com
a trra de Santa Ouk que por lodos os mo-
dos participamos nos seas triamphos. To-
am-nos tanto as prosperidades que llie
couberem como no doem os revezes que
padecer. Nem ha m vontade capaz de des-
truir sentimento, que vem a um te.iipo da
commani Jade de origem e da communidade
de interesses.
Mas f..i\vse justig ndole caralheirosa
dos Portuguezes. Nao s desses interesses
procede o justo alvoroco com quesaodam a
gloria do pavilbao e dos estandartes brasi-
licos!
O que todos os homens pensadores feste-
jan!, n'um e oulro hemispberio, n5o tanto
a victoria, como a causa representida na vic-
toria. Vivemos n'um tempo em que tudo ba
de ler oseu senlilo, a sna explicac3 a sua
justific^o. Nao pode ser licito j fazer a
guerra pela guerra- Curapre que n'ella se
vejmma Decessidade, n3o urna aventura;
um instrumento, nao um alvo; um pro-
gresso, nao um exterminio. Sem isso con-
demna-la-ba o anathema univeisal.
Nos seculos em que a torca era a lei, a
guerra p.rbvinha nicamente do arbitrio. Os
grupos solados de ama sociedade dispersa
acaiavam no ferro victorioso o direito omni-
potente. Por isso lo prompto se armava o
braco, que da lan;a fazia sceptro, e nos tr-
raiaes procurava a fortuna. Des ie que as
na^es s eonstituiram, e no concilio dos po-
tos se prooaocia o juizo que ab3o!ve oa sen-
tencci, nao ba empreza bellica sem garanta
de processo. A gloria militar deixou de ser
meteoro sangnineo, sabito, inflammado as
trevas. Nao um des!u:ibramento, urna
elaridade. E isto justamente mais a levan-
ta e a purifica!
A justa dealfronti da honra nacional le-
voo as -rras do Brasil aos campos e s
aguas do Paraguay.- NSo precisava outro
incentivo, nem nutra apologa. O povo que
nao sent as suas injurias, e lotera viola-
gao, ou do -decoro ou do territorio, pode
considera:-se suicid .do. A' relaxarlo propria
seguir-re-ha em breve o iesprezo alheio,
exautoraco moral, a raorle material.
As cireumstancias eipeciaes do paiz ag-
gressor tornaram, porm, anda mais eleva-
do e brilliante o papel do imperio n'esla oc-
casiao, imprudeoteinsnte provocada, e pun-
donorosamente aproveitada. Podemos com
desassombro exprimir-nos assim depois das
vantagens obtdds, porque j o escreviamos
quando o resultado eslava suspenso dos aca-
sos da lucta. O Brasil no Paraguay nao
representa s o timbre do offendido que
em ultima instancia procura o desaggravo
das armas. A sua espada verdaderamen-
te a espala da civilijacao. E a civilisaeo
n3o pode prescindir da espada em quanto
houver ferezas q e deva desbravir J,
A -base do rgimen paraguayo tem sido o
saquestro, tea sido a rrutlaco. Saquestro
de um territorio pelo monopnlismo, mu'.ila-
q&o de um povo pela incommunicabilidade.
Sao incompativeis com o d'reito commum
estas oppre>so;s, damnosas ao interesse g^-
ral, esleiatlas someate na barbaria. A civi-
lisagao proscreve o sequestro, a humanidade
proscieve a mutilarlo.
Onde os egosmos se obstinara contra as
legitimas conveniencias da sociedade, a lei
inscreve no cdigo dos estados: expro-
priac5o por utdidade publica a. Onde es-
ses egosmos snstentam o abuso com a vio-
lencia, sao mais do que um estorvo. sao um
prejaizo; ba mais do q e infracfSj, ba cri-
le. Po Jera no confisco permanente cifrar-
naes, posi?53s escnlhidas, foitiflcCJe que.nbos; para a humanidade, a quem se descentre consanguneos, absardas as rtvalida-
reputava com boa ratSo invenciveis. Tinha' cerram' botos horinle8, i des entre gente que falla a mesma liagua e
invadiavel opasso do rio, cujas chaves cria Os rpidos e intrpidos commettimeotos profess a mesma relgiSo. Esta tem sido,
para sempre setraras na bocci dos canhSes do exercito e armada do Brasil, n'esta ult- esta, eta ser sempre a nossa doutrina.
de Humayta e Timb Tiaha o sen formi-'ma quadra, hooram igualmente os ebefes (Exprime porm a sympathia, n5o represen-
davel qaadrilatero, Tinha a oatorezi do
terreno estu jado emque manobrava. Tinha
os banhados, tinha as selvas, tinha as innn-
daces, tinha o clima. T nhi sobre todo a
qne os conceberam os soldados qne os
executaram. Se a ventora dos audazes,
ponpando Ibes o holocausto provavel, sor-
rio aos marinheiros que foroaram o lerrivel
obediencia passiva e a cega braveza das tur- passo de Humayt." Adamastor artilicial
bas fanatisadas, que o dictador Francia her- d'essas passsagens n9o esquejara as parti-
daradas missoas, e sen pai cuidadosamente cularidades que de&sa investida fizeram urna
conservara na amiga sobmissio. Escmava- temeridade.
se tambem as facci5es das repblicas argn Ponderem-se os autorisados terrores levan-
tinas, onde llie d3o fdltavam'partidarios e tados em'torno d'aquella margem tortuosa.
ta a abdicaco!
Me.ndes Leal.
(Da America).
PERNAMBUCO
REVISTE DIARIA
Tem lugar amanba a so'emnldade
adherenles entre os bandos que as rorcas guarnecida de centenas de pecas de grande encerrndolo dos exercicios do.mei
brazileiras haviam ajudado a vencer. Coa-! calibre, do meio d'aquelle rio difficil, coa-; labrados na igr-j da Santa Crnr; a qoai por
festiva do
marlanno
tava finalmente, alm d*estas poderosas pre-
vengas milito de sntemo dispostas, com
lodos os recursos que d a riqoezaVcumu-
lada e o mando absototo.
V-se pois que Solano Lpez n3o se le-
voa de temeridades irreflec'.idas.. S3o pa-
tentes a premeiitafo e o calculo. Reptan-
do inopinadamente o Brasil jogou urna carta
em que reputava infallivel o ganbo.
Bem via elle que s do vizinho imperio ti
nha que receiar no futuro. Attrabia-o assim
a tragedias preparadas, fiando da longa e
mortfera campanba o cancal-o, enfraque-
cel o, desgostal-o, exhauril-o., e por fim de-
sautorisal-o, e immobilisal-o, o que lhe per-
mitira realizar desassombradamente os se-
us ambiciosos designios.
NSo poda o Brazil engeitir a lata sem re-
velar na hnmilhacSo a impotencia, compro-
metiendo irremediave'meote o sea influxo,
e aciso pondo em perigo as suas provinci-
as do sul. Nos con Hielos inevitaveis os
adiamentos e temporisagoss s3o irreparavel
erro, porqus nao fazem seulo augmentar as
i 11 i :u!dades c os riscos.
O governo do imperio procedeu n'este
caso como de via proceJer: levanion briosa-
mente a luva sem contar o&oices e as con-
tingencias.
Conjancturas ha em que a prudencia ex-
cessiva fatalissiraas imprevisJo. Essa nos
parece i urna d'ellas.
Terriveis t'idvia eram aquellas contingen-
cias. O Brasil ia arrostar-se com um esta-
do muitas rezes menor, certo, maiXcons-
tituido em potencia militar, integramente
apercebido, possundo simul tardamente "tri-
dos os temerosos raeios destructivos que a
sciencia tem inventado, e todas as facilida-
des de evolucao da vida meio selvtica.
Cumpria-lhe tomar a offunsiva, e tinha de ir
expugnar o inimigo nos seus fechados re-
cessos e multiplicados redados, se nao que-
ra eternisar a guerra.
O paraguay escolheu a epportunidada tan-
to que se jalgou prestes; o Brasil teve de
acceitar ocombite quindo e onde conveiu
ao contrario. A relativa estreiteza territo-
rial do primeiro muliplicava as facilidades
e a pujaoga da defesa, permiuindo-lhe con-
centrar rpidamente as furias; emjnaBtoa
vastido do segundo era gravissimo incon-
veniente, j pelas distancias, j pela dem -
ra, cansagoe dispendio que d'esias provm.
Lpez estava em casa, familiar com os se-
gredos d'ella, e todos ?abem que superiori-
dade isto d; os generaes alliados tinham
de cjnduzir tudo comsigo, e eslabelecer as
suas operaces em paiz desconhecido, favo-
ravel s surprezas.
Calculando bem, as vmtagens estavam to-
das do lado do Paraguay, sobretudo ao co-
megar a lula.
Havia ainda para o Brazil, sobre quem es-
sencialmente peson a pugoa, outro perigo
serio, por ventura um dus maiores: era o
transviamento da opiniao em consequencia
das f >rca3as delongas da campanba e a im-
paciencia resultante di aturada crisa e da
expectativa irritada.
Vencen o patriotismo os multiplicados
obstculos, qne opportuno memorar por-
que nem lodos os tero presentes. Venceu
Ihado de machinas explosorias ameacando S!!fi!S!l^,.'!^il',l,ifc,l4, '"^
catastropbes conectivas 1 Observe-se como f m ,qae,,e lc,ma diw-
os nautas eram obrigados a passar, em Ion-
so a constituidlo da um paiz ? Pode enirar
Quem sem mais esame approximasse no
seu sentido abstracto os d&us termos im-
perio repblica julgaria talv-z honrar
a technologii democrtica, supp.-ndo inhe-
rente ao primeiro o dominio absoluto, vin
culadas ao segundo as immumdades popula-
res. Triste tllusSol Frequente irona de
nomes! No imperio flores era institaices
liberaos t A repblica suecumbe sob um des-
potismo feroz I
Quem tambem comparar os lmites e po-
pulacho do Paraguay com os lmites e popu-
lacho d) Brasil, julgar enorme a despro-
porco da forgas entre es doos conteudores,
impossivel a resistencia do primeiro, inglo-
ria portanto a missQo do segundo. Oatro
engao que importa esclarecer para bem se
apreciaren) os acontecimentos.
Pode justamente execra-se a poltica e o
procedimento de Lpez sem se lhe negar
os dotes, e as palmas do Brazil tanto mais
se raa'gara quanto menos daspresivel fr o
seu adversario. Se a forUma o trahiu, nao
ba de a paixo aponel-o apoucando os se-
us vencedores. A mesma imparcilidade.
3ue desvia com.horror os orno* da sua in-
ole sanguinaria, lbe confessa a iotelligencia
a perseve-anc e energa que tem largamen-
te provado,
(fiando, o audilhodo Paraguay propox o
inslito cartel ao Brazil, n'utn intuito prova*
tel de dilatado e conquista, acnava-se lon-
ga e completamente preparado. Tinha na
aareito bam commandado, numeroso e ex-
ercitado, ampiissimos armamentos, deposi-
to* ilraemos, aprovisionaiient proporcio-
esta ligo adverle que inconsideracao des
aliar o sentimento nacional. Sobrepoz-se a
tudo a constancia. O arrojo e obstioacSo
do dictador do Paraguay actiaram diaole a
esclarecida resolugao e inabalavel firmeza,
\ que prepararan! os louros actuaes. A vic-
toria definitiva parece boje apenas questo
de das; o esplendor dos feitos realisados
n3da o pode j apagar. Cresce o prestigio
do Brasil entre os seu3 visinhos; fortalce-
se no interior o poder moral de que pende
a cobesSo do imperio ; justifica-se a autori-
dade eminente que, se viesso a debilitar-se,
comprometteria acaso o futuro da nac3o,
deslavando funestamente os membros ainda
nao desenvolvidos d'esse grande corpo ado-
lescente.
Caro em verdade custoa o xito; mas
vale o que custou. Grandes, e dolorosos fo-
rara os sacrificios; mas n5o perdidos. Q
de vidas, archiva-o a historiar que lega
admiracSo das gerac5es os nobres exemplos
de abnegac3o, cingindo de lonros as paginas
vestidas de crpe; e bem mostea com-
prehends-lo o soberano, to soberano de co-
rago como de espirito, que vai banquetear
a victoria qoiohoando a mesa frugal dos seus
veteranos. O de oiro, brevemente o com-
pensar o Paraguay livre compelindo com o
j livre Amazonas, dois gigantescos bracos a
que s falta va tima actividade proporcionada
a oa grandeza e sua forja.
Magnficos, esplendidos 3o em verdade
os resaltados para o Brasil, lias alo s para
0 Brasil, tambem para a civihsaco e para i
hamanidade, pomo indicamos. Para a civi-
inmafir, i qnam ge franqueiam notos cami-
go tempo e estreito espaco, contra as boc
cas das bateras inffammadas, sob urna abo-
bada de fogo, entre a crtera e o trovJo
Sommem-se todas estas perspectivas tre
mendas, e recohecer-sc-ba qual ousadia era
j a tentativa smente f
Quando trio evidente nao fosse tal ousadia,
bastara para certifica-la o magnifico impul-
so e esforco, o denodo e ardidez com que
as tropas de trra se arremessaram de pai-
to descoberto ao3 mais valenles reductos, e,
apezar de cruamente dizimadas, os levaram
de assalto, supplaotando um inimigo que
n3o d nem acceita quartel, e se afoita em
canoas abordagem de formidaveis canlio-
neiras couragaJas!
Nao se desconhece na Europa a valia des-
tas aceces raemrraveis. Mas o que sobre-
tudo as ennobrece e as Ilustra, que esses
navios, quando avancavam com o raio a fu-
silar por cima e por baixo occolto o vulc3o,
esses balalboes, qnando rompiam trinchei-
ras bayoneta, representavam a destemida
vanguarda dos exploradores, que se chamara
martyres, precedendo a legio solicita dos
arroteadores, que se chamara apostlo;. Ha
um progresso militante, assim coran ba
urna igreja militante.
Esta a mais larga, a mais nobre a prin-
cipal razao das acclamages que saudam
aqoi a fortuna das armas brasileiras /
A esta accrescem naturalmente as da ca-
maradagem, enlace o parentesco, secunda-
rias taivez para espirito, imperiosas de
certo para o affecto. S3o nomes portugue-
zes muitosdos que se teem coberto de gloria
sob o pendo de Santa Cruz, plantado por
m5 :s portugeezas. Sangue de igaal origem
circula ra maioria d'aquellas fileiras ondeo
valor nao degenerou. E nao s descendentes
de portuguezes se nao portuguezes de nacio-
nalidade, cooperarm no trabalho e no tri-
umpho, encorporados aos voluntarios de
urna patria qua nao era a sua, sem por
isso lhe negarem os bragos e as vidas, que
mais de um imraolou s contendasaJa ter.a
alheia, deixando na sna unicameme o luto.
Que maiores' e mais justos incentivos
para o contentamento depois da ;mciedadeT
Nao era possivel baver indilTereoga para
accontecimentos onde tal quinho nos caba
e se dava tao estreita paiticipag3o,
Mas tanto mais franco, tanto mais cordeal
e expansivo foi ojubilo com o anouncio das
victorias, tanto mais profunda foi a irapres-
sao e geral o desgosto, quando, juntamente
com ellas, constaram os desacatos commet-
tidos em momentos de" injustificavel turbu-
lencia contra pessoas e propriedades por-
tuguezas. Se verdade qua. houve na ca-
pital do Brasil quem desafogasse o regosijo
com o insulto, e nao achasse para o enlbu-
sasmo express?o raelhor do que a feroci-
dade, tristissimo toque ensombra o quadro
qoe devia rutilar sem mancha I
Estremece de ouvir a narragao de taes
fa tos o mesmo sangoe que no Paragoay es-
i regando os louros do imperio Honra
d'este decobrir e castigar os criminosos,
que assim o ollendem fazendo-se no seu
seio imitadores das barbarias contras as
quaes s armou.
Qje sentimento inspira o patriotismo que
assafta os hospedes inermes, amigos dedi-
cados, e deixa em paz o inimigo renitente,
contra o qual poderia acaso ir ainda pri-
var a exaltagSo o osbrios? Oh! nao foi
esse de certo o que repelliu as provoca-
ges e debelloa as resistencias do dictador
da AssumpgSo, pelejando, padecendo. e por-
fiando I
Lenitivo a iniquidade de taes aggravos
apenas a certeza de que nao ba um s bra-
silero Ilustrado, verdaderamente amigo
do bom nomo do seu paiz, que nao os abo-
mine e condemne, e o conveocimento de
qae a estas obras j o esclarecido .governo
imperial ter satisfeito ao que em taes casos
aconselham a justiga e a digoidade.
N'esta esperanga, e para nos nao afastar-
mos do BOS80 proposito de fraternal Wici-
tago, deixamos de nos dirigir desde j aos
poderes publicas d'este paiz em desempe-
nbo do encargo que voluntariamente toma-
mos. NSo ai redamos porm os ollios de
assumpto tao vital tambem para honra na-
cional e para os nossos legtimos interesses,
pois que os fados a que Iludimos tiram a
sua pricipal importancia de serem j comi-
nuag3o e repetigo de ama icnidade de ou-
tros, caja svidente sigoificalo nio pode ri-
car sem taparo nem eternamente ser desat-
tendida.
Obstinamo-nos em ver no Brasil um paiz
de irmos; eremos qne em assim mutua-
mente o cousids*arera lucrara todo; mas
a inclinagSo, mas a imparcilidade, mea a
benaraoleocla, n5o nos faz squecec1 e direi
E orador ao Evangeiho o Rvro. Sr. Angosto Ma
ria Ferreira Bolelbo,e ao T.iOeumo Rvd. Sr. An-
tonio de Mello Aibaqo-rqoe ; os quaes devem all
faier oovir com prefleiencla e Danegyrico da mal
de Daus, bem como os Inicios que colbem os liis
da adorajo prestada a mesma Senbora por meio
dos exercicios mariaonos.
Hoje arremata se perante a thesouraria de f-
Zf nda a obra da ponte dos guindastes da alfandega
dVsia ciaoV.
E:(a oreada em 33:^884^00.
Celebrase boje pelas 8 horas o'amanbaa, no
convento do armo d'esta capital, ama mU.ca em
saffragio o comsnemorago do trigsimo dia do pas-
amento do Exm. conselbeiro senador Easebio de
Queirot Contmtio Mattoso Cmara.
A junta administrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia rtsoWea proporcionar ao respectivo me
dico as condicoes precisas para o emprego do tra-
tamentopelosy>iema bydrotberapeutico no Hospital
de alienados a seo cargo.
Quarta fcira a empreta do Santa I-abel le-
vou, como annoncira, a' scena a comedia do Sr.
iuaqnim Si-rraCousas da Moda.
Como bem dii o titulo dessa comedia, oceupoa-se
especialmente o seu antor, que tanto tr.ii.,I a, e
com billhantismo, para en.iquecer a liiteratura
patria, de criticar com muito espirito esses qutt
esses nadas iae formara a parte redicoia do nosso
uiuodo elegante, a pane da oossa sociedade qua ee
ceenpa principalmente de modas, osaado-as e aba
ando de seos predicados.
Se por um lado essa .comedia peca pela falta de
um enredo qua prenda a atteoco do especiad jr,
por (otro aprsenla ella typos perfectamente esu-
dados, e qoe atraliem lo las as sympatbias, suprio-
do por ajase modo aquella falla.
Ihrlbs, paT e flio, e especialmente e?te, sao
peifeitisimos : encooira-se artes tvpos em abno-
dancla na nossa sociedade. Simplieio e Julia sao
tauhem, a nosso \dr, incriiicavel?. Heonqne,
porm, e sibel, apres*eniam alguma sombra : Heo-
nqne -frffra mntt mural para ora ofSciat de ma
richa;em geral os mariohelros occapam-se ma,
quaodo mogos, de se divtrtirem, oas horas em que
nao elo de servigo, do quo de moralizar a socie-
dade, pregando lbe as boas ideas e fazendo-lne
notar o seu ridiculo. Em Isabel cemo qoe falta al-
guma coosa para a completar : como esses qua-
dtos era que os mestrs es-meram-sa no colorido,
mas esquecem-se de dar lhe o ultimo loque para
illominar-lhe a phys&nomia.
Iii moita vida e movimento scenico na comedia,
e nao se erra colocando-a entre as bjas comedias
de alo do nosso repertorio theatral.
' O desMnpeoho foi magnirico, di.-scolpando se em
alguus dos Usurantes algumas pequeas falla*, II-
Ibas sem duvitta de urna prunsira npreseolacio.
A' r^partlgao das obras publicas e especial
mente ao seu director, recommendamos um passeio
de observaeo e examo a' punto (pooie?....emflm,
va') qoe na' passagem do logar Ponte de Ucha
para a Torre.
Ha mais do nm anno que se conslnio aque'la ar-
mago de grvelo?, e ainda nao Li entregue e aler-
ta ao publico, de quarn no eniaoto vai o seu coo<-
trnctor, arrematante do privilegio, percebendo cen-
to por cento mais do que o pedsgio qae lhe per-
muito pt-ioseu contrato.
De doasuroa, on tila esta'concluida, e noste
caso d-.-ve iuaoto antes o r-nblico entrar no goso do
pedagio simples autorisado pelo contrate, oo uo
esta' terminada, e, nesto'caso o Sr. d rector das
obras nuhlicas deve proyidsociar como entender.
Em t i easo, norJ), cumpre notar qae a tal
ponte nao parece offerecer g-.ranlias saBcientes de
seguranga e estaoilldade, quando alguna encbeDle
do rio lhe beijar os encoUros qoiier dansar al-
gom redomoinho com o seu tab&leiro.
Eis principalmente porqae recommendamos esse
nasselo que, alm de bygiejilco para a pun., ins-
tructivo para o observador" passeante.
Era desempenho de compromisso de pedido,
regimos aos Srs encarregad. s do calgaraenlo da
cid ido, queHaocem vlitas benvolas e complacen
tes para a ra do Hospicio, eujo estado protesta
contra o seo abandono, e cojos moradores tem
tambem o dreiio de gosarem dos beneficios desse
melboramento.
A ra do Hospicio de grande movimento, nio
s pela quantidade de carros de toda a especie que
por all transita, como tatbem porque ella o ca-
rainho mais geralmeute seguido pelos sonborea es-
ludantes que se dirigem a' academia.
Oremos qao nao fuemos nm appello em vo aos
senhores do cale,intento : esperamos bom resul-
tado.
__Secne hoje para Fernando de Noronba o va-
por Iqut, levando a' sea bordo cento e deieseb
seoteDciados.
O Sr. Miguel Mareira d Sma Maia, conti-
uuo Interino do tribunal da relago, aeba-se de mez
para tirar as folbas da iseogao de crimes.
__Darante o anno passado foram : reformados
i ebefe de divisad graduado, 4 capitaes de mar e
gaerra, 2 capna?s d fra'gala, 1 capitac-lenente, e 8
primeiros tenentes ; foram transferidos da 1* para
a x* elasses 3 primeiros lenles, e da 2* para a
i* dous capites-teoentes e nm primeiro tenente.
A forca naval do imperio do Brasil comp5e-
se de 76 navios armados. 5 desarmados, 4 ao gervi-
co do arsenal da t te, 6 ponidas e varios baieloes,
barcacas a escalares.
Oi navios armados sao : 13 vapores encorajados,
40 ditos de roadfiira 8 ditis transportes, 2 cqrve-
las de systema mixn, 4 diia< i vela, t brigae-bar-
ca,2 brigoes i bnene-a-coaa, 1 patacho. 2 blaiea
e 2 nombardeiras ; tjJs iripotadas por 7333 pra-
548 its diversas classen, e anubadas por 298 boc^
cas de fogo, representan*) os vapores a torga da
7209 cavallo?.
-- Acbam-se assim divididos os navios da ar-
Esq'uadra em operacSes ti encouragados, 17
vanore 4e madeira, i uansporles 2 corvetas mix-
tas 1 brlgne, t patacho, 2 bombardelras e.potas;
oom 42*7 prt?as e ll booaas de fogo.
Oivtsao da. ionlevido.-Ka* fragata, a vapor;
i corveta dita, t dia a ela, i transporte; cora
983 pragas-e 32 boecas de fogo,
i i'dtstrteto, cSrti.t corvetas, 5 caobonelras e
11 encooragado; com 536 pragas e 47 oanhdes. .
2o dito, tiahia. 1 corveta, 1 hrigoa-barea e t
brigu-escona, lodos vela ; com 251 prac.s e 30
1 canhSe*.
3' airo, Pura.t vapor, l brlgua e 2 biates;
com 309 pragas e 20 canhdas. eom
Navios toltos.5 transpones a i vapores ;
618 pravas e 2 canudas.
Alm desees vasos hi mais: o encooragado
Sania Catharina concIniDdo seas aprestos; 12 pe -
quenos vapores de (ferro, destinados a defeza do
Amazonas, e qae se achara em viagem para o Pa-
ra'; 1 barca pbarol para o dito; 1 aneoaragado em
constrnegao oa corte ; t cantnneira de madeira
era consiracgao no Para'; 1 vapor ao servir;) do
arsenal de marioha da Babia; e i vapor de reboque
em consirucgao na corte.
- De 3 de agosto de 1867 a 30 de abril da 1868
seguirn da crie pira a armada. 3936 pragas de
mannhagen e de combate.
Remetiera nos o segointe, pedlndo sna pubti-
cago :
Pedimos a' Vmcs. o especial favor de na saa
Revista chamar a Mtengao de quem competir, para
urna grande quantidade d'agua que esta' estagna-
da a' ra da Soledade ao ebegar a' roa do Sebo.
c Com poacas carrogas de ara se beneficiara'
es-e lugar e evitara' a accamalago d'agua porgue
o terreoj alteara' e ella se esoara' para o cano de
esgolo que existe a' duas bracas dibi.>
Lotera.A que se acna a venda
a 69.a a beneficio do patrimonio dos orphos,
que corre sabbado 13.
Repartilo oa p licia. Extracto da parte
do dia S de juoho de 1868.
Poram recolbidos a casa de deteeco co dia 4
do correte.
A ordem do Illra. Sr. Dr. chafe de polica, Gui-
Iheraie Jos Ferreira e Manoei Dias de Almeida,
por se acharem pronunciados em crime de fallen-
cia. A ordem do subdelegado do R-cife, Jos Laiz
de Lima, a requeslcao do capitS > do porto. A or-
dem do de Santo Antonio, Domingos, escravo de
Manrel Fernandas Ribeiro, tambem a requesigo
do capito do porto. A ordem do de S. Jos, Jolio
Stares de Oliveira, para correcgSo.
fhefe da 2." secgo.
J. G. de Slesqwia.
Casa de dktencao. Movimento do dia 4
Je juobo da 1868.
Eilstian ( presos) 373, entrarara 5, sahiram 2,
exitem 378.
A saber :
Nacionaes 272, mulberes 6, estraogeiros 35, mo-
iber 1, eseravos 61, escravas 3, total 373.
Alimeoiatos a cusa dos cofres pblicos... 294
Movimento da enfermara no dia o de lucho de
1868.
Teve baixa:
Feliciano Pires da Luz.
Tiver,.m alta :
Pedro da Silva Dutra.
Jeo Pmto da Cosa.
Honor da Cruz Ponte?.
J.'o Rodrigues de Sonta.
Antonio ncartgoes de Scza.
Antonio B:spo dos Re?.
J<-s dos Passos
Severino Roberto.
Paibino Jjacjuim.
Fioreotino Mariano da Costa.
Jb Marcelino Pinto.
Domiciano Gjocalvcs La ie.
Feliciano Jj.- Ribeiro.
Ruino Alves de Barres.
I Cemiterh publico.Obituario dj dia 3 de
junto de 1868.
Damlo, Pernambuco, escravo, Boa Vista ; den-
tifia
Hacia Rosa dos Prazeres, Pernambuco, 30 an-
uos, soltaia, 1! a-Vi-u ; paraplegia.
Josquim Pereira Ramo?, Portogal, 7o aonos, ca-
sado, S. Jos ; pbthysica.
Ernesto Antonio Pereira Barbosa, Pernambuco,
22 n&is, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos palmo-
n.ir.
Manoei, Pernambuco, 2 mezss, Boa-Vista ; bron-
chile.
Mara, Pernambuco, Santo Antonio ; espasmo.
Prudencio, Pernambuco, 14 annos, escravo, Roa-
Vls'i ; teiauo.
Manoei, Pernambuco, 4 anno?, Bja Vista ; en-
lerite.
Francisca, Pernmbnc1, 2 dias, escrava, Recite ;
convulsoes.
Maria Francisca do Espirito Santo, Pernambuco,
56 annos, viuva, Boa-Vista: bepatite.
Lu.z. P.;rninjbuco, 12 mezes, escravo, Recite;
convuisoes.
Leonarda, Pernambaco, 7 mies, escrava, Santo
Ai.t nio ; in il. mmaci'.
J isepna Maria do Nnscimento, frica, 70 annos,
solteira, B a Vitla ; teaoo.
Candida, Pernambaco, 1
pasmo.
anuo, Boa-Vista ; es-
CfiilO>;!CA JUD1C14RU.
TURISAL DO COH9IKRC90
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 4 DE
JUNHO DE 1868.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
s dez horas da manha, estando reunidos os
Srs. depatados Rosa, Rasto, Mirand% Leal e b'aro
de Cruangy, S. Exc. o Sr. presidente deelarou abor-
ta a sesso.
Licia, foi approvada a acta da sessao de 28 de
maio ultimo.
EXPEDBN1TE.
Offlci3 do Sr. desembargad jr Castodio Manoei
da Silva Guimaries, dirigido S. Exc. o Sr. pre-
sidente do tribunal em data da 2 do corrate, ai-
zendo ficar scieuia de pa=;ar a assumir o excret-
lo do cargo de Fiscal pelo impedimento do Sr.
desembargador Jos Ignacio Accioli de Vasconcel-
los.Ioleirado.
Offlcio do director geral interino da secretaria
de estado dos negocios da jastiga, de 20 do mes
prximo passado, acompaobado de um exemplar
impresso do decreto n. 4159 de 22 do mez antece-
dente reformando a sobredlta secretaria.Archi-
ve-se depois de acensada a recepgao.
Offlcio do presidente e secretario da Junta dos
corretores com data de 30 do j referido maio, en-
viando o boletim eommereial da semana pr iximt
pasaada.Ao archivo.
Expedia-se a carta patente de commerciapta
matriculado requerida por Raymnado Francisco
Cirueiro Monteifo
O livro da correspondencia oficial foi encontra-
do regularmente escripto at n. 127.
Foi lido oa novo regalamenio para a secretaria
o qual depois de approvado foi mandado passar a
llmpo para ser comoeteQieraeute assigaado.
O Sr. secretarlo offlciou ao presidente da jnnta
dos corretores, catnraunieandolhe bavar o triba-
nat proroaado por mais doos mezes a licenca.com
ia acta na Butopa tratando de sua aada o
Jernimo da Silva & Cllera da de Joaqoi C -
raido Rastos.Copiador da da Manoei Evaristo da
Sooza Cottrym.
Foram presentes os livros dos eserlvies di pro-
testos de lettras, o do escnvSo Alboquerqna coc-
servava a mesma nnmeragao e dala descrlptas na
acta da sesso indiciarla de 28 de mato, e o do es-
crivo Al ves de Brito tioba o n. 1563 at 2 do cor-
rente.
DESPACHOS.
Reqaerimento (adiado da oltima sessao) em ojos
Bernardino de Sena da Silva Guimares, pede ti-
tulo de agente de lei I5s.Prestada anaocana
forma da lei, passe se carta.
Dito da Julio dos Santos Pereira e Carlos Beori-
que Gutzlaff, para lnei ser registrado o contrato
social que z- rara em nma photographia sita roa
do 1 operador n. 38, afim de qae prodasa oa aens
deviios iff.-itos.Vis'a ao Sr. desembargador
fiscal.
Dito de Antonio Loorengo Teixelra Marques,
Jjq Maria da Silva e Manoei Monteiro da Caoba,
qae tend feto orna sociedade commerciat com-
manditaria sob as condigdas esiabelecidas no con-
trato, que juntara, vinham de pedir a esta mertiis-
siroo tribunal o registro dalle para qae teoha a,
nacessaria forga de lei.Vista ao Sr. desembarga-,
dor fiscal.
Dito de Marcellino Jos da Silvelra,registra do
saa nomeago de caixeiro de armazem de gneros
de estiva e despachante da alfandega, passada pala
casa eommereial de Ferreira Pinto & CRegis-
ire-se.
Dito de Jalo de Lemas Leal Res, idem da
sua nomeago de caixeiro despachante da casa
eommereial de Oliveira Filhos & CRegislre-se.
Dito de Joaquim Grniniano de Arroda rilada i
brasileiro, natural do Rio Grande do Norte, de
Mide de 25 auno*, domiciliado oesta cidade, onde
acba-se estabelecido com loja de fazendas por
grosso e retalbo sob a riti sccial de Fooseca &
Arroda ra do Livramenio n. 10. pediodo ser
matriculado, mostrando com um attestado subs-
cripto por E. A. Burle & C, Kelier & C e Jo: -
quim Mooieiro da Cruz gosar de crdito publico.
Vi Com loformagn do Sr. desembargador fiscal.
Da M lia Silva,nova carta de registro para o patacho
Aravjo.Prestado o juramento e lavrado o termo
de responsabilidad passe se carta.
Aatos de rehabilitado eommereial de J>s Joa-
qoim da Si.vi Gimes, J^rouymo J>aqoim Piora
de Oliveira e i a 1.* parte do parecer fiscal..
Nada mais sa offarecendo a despacho, o Exm.
Sr. presidente eocerroa a sesso s 11 horas e
meia do di...
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE
Sesso extraordinaria fin 22 de abril de 1868
PnESlDSNCU DO SR PSREinA S MOK.
Presentes os senhores Aquino Fonceca,
Gustavo do Reg, Birros Reg), Silva do
Brazil, Santos, Dr. Villas-B ias, Dr. Pitanza
e Dr. Miranda, abre-se a sessao, e foi lida
e approvada a acta d';mteoedente.
Lo-se o segninte.
EXPEDIENTE :
Um offlcio do Exm. presidente da provinria. de
20 do crrante, cizeodo que para poder resolver
acerca da arrematacao dos cunearlos do agougae
publico da frrgcena te S. Jos, de qne trata a
cmara em seu offlcio de lo do correte, sob n. 16,
mister.quc a mesma cmara Iha remet ave*
copia drs condigo'S em qao fii feita a referida ar-
rematagio.Qaa se Batlsfizasse.
Oatro'do mesmo, resp-, odendo com a informago
justa por copia da chf fe interino da repartigSo das
obras publicas, de 13 do comnte, sob o. ICO, :o
ofcio que lhe dirigi a cmara em 27 de marco
ultimo, sob n. 14, acerca de nao terem os escoado-
res existentes as diver-ai ras da freguezla de S.
Antonio, os necessarics ralos afim de evitar qne as
aguas que por ellas passam as grandes chuvas,
nao sa depositem rbeias de lixos nos canos geraes.
Posto em discusso, rnsolv- u-se offlciar de bovo a
S. Exc, declarando que as rasoas apresentadas
pelo chefe da repartigo oas obras publicas nao
procedern, P r quanto nao bavendo grades oa ra-
los as err.b. enduras de ues ranos, ainda com mais
Facilidad!) li.-ar-) ellas ob^tmidos, visto qoe o liso.
de mistura com as aguas, nao encontrando oa ralos
qoe embarace a sua entrada, vai depositarse nos
ditos canes, e faz cora qoe estes, entupidos, nao
deera a evacuago necessaria, causando assim qne
as agoas conliunem estaguadas, en relamo baven-
do as grades, com facilidade se remove o lixo, e
em pouco Gcsm as ras d-, snguadas, alm de qoer
estando abenas as embocaduras dos caco*, pres-
tara se estes &' que os particulares, deixando de
mandar fazer es desp jos do todas as materias oes
logares designados, os mandam fazer nos mencio-
nados canos.
Aprcvi-itando a cceasigo, deliberou a cmara
renovar a S. Exc. o pedido eit > sobre o calgamer-
to de que precisara as roas d'Assumpgo, Sania
Cecilia, pateo de S. Jo^ em seguimento a Hibeir?,
4 bem assim aquellas demais ras que Ihes Ocam
prximas, afim da que nos dias de grande chnva>
nso fiquem as mesmas intransitaveis, cemo lenr
acontecido.
Outro do mesmo, determinando a cmara qne
lhe remetiesse cem a possivl brevidade, o numero
dos dlslrlctos de paz de cada urna das fregoenas
deste municipio, com declaragao de seus limitas.
Satisfgase. -
Oatro do govemador do bispado, coutgo Joaquina
Ferreira dos Santos, respondendo ao da cmara de
15 do correle, em que lhe commuoicara qio ler
chegado ao seo destina, o of8cie qoe em 13 do
mesmo dirigir elle ao viga rio da Vanea, antori-
sandooa proceder a bengo do novo cemiterio, re-
melle uma segunda via do citado offlcio, coja re
messa espera que a dita cmara se encarregue de
eflectoar, para que nao possa bavar extravio.Ia-
telrada, por baver o secretario declarado ter remel-
tido o offlcio a' qae allude o gavernador do bis-
pado.
Nesta occasiSo o Sr. Dr. Pitanga, nm dos mem-
bros da eoeamissSo encarregado de assistir a ben-
gao, declara qae no dia 19 deste mez, se eTeciaoa
as 5 e meia horas da tarde, a sagracao o beocao
solemne do dito cemiterio em presanca da mesma
commissao e de grande concurrencia dos morado-
res da freguezia, em presepga dos quaes foi lido, e
por muilos assignados, depois de o ter feito a c-
mara, o Rvd. vigano e os sacerdotes que funciona-
ran) oo acto, o termo respectivo.
Outro do jais de paz primeiro votado da fregue-
xia de S. Jo>, Maooel Antonio Ribeiro, commani-
cando baver Exm. presidente 4a provincia anal-
la lo a qaliflcaga feita na dita freguezia, e mar*
cado da novo o da 24 de malo prximo '' '
para lar lugar a mesma qoahacaco V,M,"'"f
mar par qoe providencie no **' rY* n~
rem naqoella poca remetUU" --*> 00 '*.se-
(ra o o)fWj) flo>-Oa' J os q*J**> preciso
ordem a o Drocra/'
d5s objectot7"
! Mfsior Job G^-a-6Sci'ot Vraham aoa awgM
to a fnincSo 4a patria, tupio oodio
I" '-
se provtdeneiasse, dando
'.jet para rametter os menciona-
r iitBho




Sibk' "> sobdeleiado supplenle da fref nena de
, k V > Antonio, Severiano Jos de ktodra, cofaV
Dtt ie Uwuw*o-Z **0W 5 com 1U a-;., rtM dos trtbnaaas to oawaareto4o fl0^]* ? -ca* ea 4 boceas de fo|o. Maraohio lnvlando4aa a relaflao d ""^..no- rwl. as 7 horas da tarde.-Iotetrada.
Flotilha de Malo-GniQ,~<5 v^re8. can ifr. tg xoaJCAladoa daratlta o.pe da.oiar-. qUima- Outro do engeabeiro cordiador, tofa(Ba4o-sobra
pragai a 6 canhSes. mente IftlJb, ^.^..k.^. ^ ^ O M p^e Eatix Jos FeJicio, proiriata^,** cas*
* [hta do fifo artnii.-.i vspor93. com 139 pra- A 9tt. enritanMa. teram MtIMHm lfroo da mrveM dos Prea, {rara maifntr tima,
ntil wWf|. V HHllft :-DUrio da eaaa eofnwr^al |e Ja* .e^n^tiW. fxtm' am*4r m,*ba


OOOOI
~w
&m M on/i'it jm o ogAaaA
\
---------------------------------,?- l'jpi ,',-
eooo^Mndo; declara que nao acha aiundtvel
as raioaa:*||esen!adas pela supplicante, para tapar
urnaser van ti publica Indiflrlo-se.
Oatro do me^saio, ifbra!ian no reqneHaeeto junte, Loorence Bal bina de Caf-
vallo Soares, par concertar a coberu da casa n.
SO na travessa dos Exp?ldV*eclir nada ler que
oppr.Conceden se.
Ootro do mesmo, n(araundo sobre o qae pede
no reqoerimeoto janto, Jos Joaqolm da Caoba,
proprietario de orna casa ern oaixlo n. 6 na roa do
Frogressoj para concluir na edificaco efater casa
terrea com sota contorne as posturas; dit que
nada tem a op^r a pretendi do supplicanle.
Coneedeu-se.
O Sr. Dr. Pltiege, nesta oceasiio pede a palavra,
e rtquer qoe se ordene ao engeoheiro, qae qtuado
trouver de informar acerca da constracco de so-
Mas andares, ou ootras obras em casas ja' cons-
faidas, sao U* d mencionar a altura dos pavi-
nenies e se'as paredes slosingellas oo dobralas.
Assim se resoi-ec.
Oatro do mesmo, apresentaoe o orea meato dos
reparos que tfec'ssita poutetk* deoomwads do
Madura em Santo Amaro, importando eu 135#900.
ociara que estes reparos sao urgentes, por qae
com qoalqner demora pode- augmentar as peque-
oxease en praca para a urirneira sesso (29) do
rrente.Em seguida o Sr. Dr. guanga pele a
palavra, e reqoer qae os ornamentos a-preseutados
pelo eogeubeiro tessem autenticados pela cmara
para m*4s-rega4afldade.Nesle sentido resolven-
te, e foi ^ogo oe$mo orcamento rubricado.
otro do procarador, eommunicacdo baver re-
colindo a thefourana *e hienda, a qpantia de
58*627, importancia do deseooto tato aos empre-
gados so mei de fevereiro passado, cajo documen-
to tanto remetteAo archivo.
Qotro do fiscal da fregueiia do Reeife, informan-
do o' reqaerlmento de Antonio Moreira Res, que
pede licenca para "ertabelecer orna reflnacio na
casa n. 8 da ra da Guia ; declara que a dHa casa
offereca as eommodidades precisas para seme&an
le estabeleclmento, peis qae o qointal espacoso,
por Isso parece-lbe qae est o peticionario no caso
de obter a ticeoca.A commisso de sade.
Ootro do fiscal da reguena de Santo Antonio,
remetiendo o termo de vlstoria qae fez na casa n
Darfe tic Ptiam)B.ijo -
1 -, '^
relatadas no -{Jornal do Gommettio, da
5*
M.
<* e *nti c 4868.
MI Qim .?IJZ OK#A
fc
-**-
ruij 4. iaiM
riicipal orphaos de termo;
de Jonho de 1883, em
exercietodesses cargo* ^ 2
processo pelo
de 8
m-
Dr. Severmo
'Alves de Carvalbo, juiz de direito desta
comarca; 3', finalmente, que o botoqae
autorisou esse processo foi ler o snppli-
canie dado algumas audiencias ordinarias
do juico na casa de soa residencia. i-
prooesso algam de qualquer especia que
seja oootra o sopplicanle, Dr. Jo5o de Car-
Val h 6 Moara, desd'que entroa m exerei-'
crW de i 8 de notemtjro de t8r -sob a
pibrapbe-RioGranfie rJlo Sari, ao fift. Sr.
ministro da jostiea, e li de jolito 8!8G7,
sobo tituloO- juiz de direito de WraOByJHaTjFa? esse
Severino Alves de Carvalho e o jais muni-
cipal do termo de Jaguaiao. JoSo de Garva-
lho Moo,deve agora ter interess em
saber o'qoe ellas derlo de si.
Eis o qua vou expr.
Presto servico causa da honra da ma-
gistratura braztl ira turnando bem condeci-
do o bacbarel Severino.
E' elle o ex-chefe 'de'polica do Ptanhy,
que mandava prender aos que deixavam de
comprifflenia^G na ra, e par seus desalidos
forcou o Qr. Rayoso, eaiio presidente da
provincia, a sspeode-lo e manda-k) proces-
sar pela relacSo do Maraabo.
E? elle o ex-chefe de puliera do Rio Grao-
de do Norte, qoe segando -referem os jor-
naes dessa provincia, rapton ama menor e
teve a em sna .companbta na propri casa em
que monava e onde fuuccionava a secretaria,
fugiodo para a corte aate o processo que se
ihe instauroa por crate de estupro I
E'-eiie oex-joiz de direito da comarca dejde queja meoecupei.
Nossa Sanhora da Graca, era Santa Cathari-'
na, que, nin desbarmonia coa o juiz de paz'
Antooio Pereira Liberato, iustaurou-lhe um
processo de responsabiKdad quando presi-
dia os trabalhos eleitoraes, e tendo o cort-
demaado, mandou violentamente arranca-lo
da -cadeira de presidente da junta de qua-
QcacSo, e condu-!o cadeia, sem que rbe
valesse o ind'ulto'dos arts. 28 e 45 da le de
19 de agosto de 1846.
E' elle o actual juiz de direito de l'iratiny,
que entrn estonteadamente na sala em que
funecionava em conseibo de guerra, e, em
doao sapplicante na qualidide. de- ju mu-[tempestades da paixSo, barret iavensivol
30 da roa lov?, da qoal propietaria D. Mariana plena Ssslo. 0 pelo mais fattl pretexto, pro-
vocoo desordem, ioterrompendo os traba-
jos; pelo que foi preso e retirado da co-
marc" por ordem da presidencia da proviu-
cia.
E' elle o juiz de direito que, para ejerci-
tar viogancas mesquinnas, instauroa canira
mim, a 25 dejunbo de 1866, um processo
de responsabilidad?, por urna supposta in-
fracto do ari. 19S do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro de 1842.
Diz o art: O goyerno na corte e os pre
sidentes as provincias, provero a que se
destinen) casas puolicai para as audiencias
das autoridades polieiaese judiciarias. Aquel-
la que, h ivendo casa publica para esse lim
destinada, as zer eaioulra, ser punida cod
urna multa de.ldO;? a lOj.
da Concefeio Pereira.Ioteirada
Oatro do administrador do cetniterfo da fregne-
la da Vanea, pediodo a cmara que Ibe mandas-
se feraecer urna pa, ama eocbada e um ctseador.
Qje se ordenasse ao procurador para fornecer.
A commissao enctrregsda de scolber os Inaa-
res onde pretende o Instituto collocar as estatuas
dos neres Pernambucanos, apresentara o segoiu
te parecer, qae IA approvado :
t A commissaa eocarregada da escolha da loca-
iidade para coliocacio d-as estatuas dos beres
Pernambncanos, que devem ser erectas pelo los-
litnto Arcbeologico oesta provincia, reunida ao en-
genbeiro e aos mentiros do mesmo fu-tiiato, e
tendo ea) eonsideraev faier commemorar os pan-
tos em que elles praticaram altos fnitos, offe-recem
a coosideracaa da mesma, as plantas das locada
des escolbioas, aflm de que, aporovada, sejim
remettidas ao mesmo lostiinto para que faca acto
de posse, e sobr'tlles, estabalecau seas marcos
declarativos- A cmara porm, resolver corno
melncr entender.Paco da cmara municioal do
Berife, 18 da abril de 1868.r. Prxedes Gomes
de Sjota Paanga, Gustavo Jds6 do Reg.
A eoftioiljsao da pelico-s apreseotoa tambera o
sen parecer acerca da prel"nc,ao de Compar Her-
oann que se prepon a intratar com a cmara a
" conslrncQao de un mercado publico nesta cidada,
o qual tcoa addiado a rejuerimento do Sr. Barres
Reg.
O Sr. Dr Pianga ki o seguate reqa8rfmento
qae foi aporevado :
Reqaeiro qae se macide levantar a planta da
Praca do Chafarla com declaracao de saa exteuca >,
guardada a largura d?s roas qoe devem ser de
oittnta palmos.Pajo da cmara, 22 de abril de
1868. -Dr. Pitanga.
Havendo Francisco Antonio de Mello requerido
qae se Ibe ntaoiasse entregar por arrendamento,
e espago rie ir.-s aono3 os dous taibos nmeros li
e 13, desuados para os creadores no qaarteirio
do lalo da sul da nbeira da fregueiia de S. Jos, e
occapados por Jis Lacio Lias, offjrece por cada
Dai o aluguel de 1503000.
Tendo i^ualmenie Jos Lacio Lios requerido pa-
ra eoniinuv ha posse dos mesmos tainos pelo
maior preei qae fr cff;recldo, a esmara resolseu,
depois de ter fallado sobre a materia alguas de
S9as meoibros, maadar qae fossem levados a pra-
5a os dil-.s (albos e b.;m assim os de nmeros Ir
e II, qas se ach:.ra oceupados por Libamo Candi-
do R'boir.i & 6.
O Sr. presidente nomeou os Srs. Drs. Pitanga e
Miranda i-ara a commisso encar.egaJa dos n-go
cjs do re'niteria da (regueiia da Vrte.
D.-srjacharain se as patigofs do Antonio Francis-
co Minios de Aloieida, Antonio Moreira de Meo-
decca, Autonlo Jjaqnim Fermude.', aoI .nio Pinta
de Barros. Antonio da Cuuhi Soares Guimares.
Arminio F.'rnaudes Alves Lima, Gandid > Alfonso
Moreira, Eusta-iuio Jos das Chagas, Francisco
Mancel de Almetda Calanbo, Fr.ncisco Xavier de
Albayde, Flix Jos Felicia. Franciseo Antonio de
Mello, F.rreira [ Ir.ao, Francisco Girrido Ir-
mao, Francisco BapUUs da Silva, Heonque de Sa
Leito, Ignacio Luu de Brilo Taborda, Jis Anto-
nio Furiiandes Fradique, Jastloo CoD'tinte da Co>i-
Ceiyo, Jote Aot-nio da Sdva, Joaqiiira Antonio
Carceiro, J,.= Joaqa.m da Canba, Jos Lucio Lins.
Jos Lino Ferreira da Cunta, Irma Jjsephina
Pring^rs3, Jos Loes das Neves, Lino Florencio
Honorato Pereira Braga, Mantos & lrmo, M -uoel
Ferreira Aniones Viilac, bacbarel Nabor Carni
ro BeterrrCivalcante, Tnomas de Carvalbo Soa-
res Bf..u:. > S- l.riuho, e levantoa se a sesso.
Bu, Francisco Canuto da Boaviagem, secretarlo
a sobscrevi.Pereira SimSes, pro pre.-iiente, Dr.
Miranda, Bairos Reg, Dr. Villas^Boas, Foasecs,
Br-go, Dr. Pi tanga.
da vindicta privada, ioacessivel stetacoes
dos interesses qne lutam sua face, typo d
honra e-de virtudes ante a socieJade que'
se curva aos acenos i
Escarneo dos escrneos t
Continuo o juiz, Severno na senda s#m
fim de seus trisltssimos feitos ; cont com
a desmoralisacio do pai, com a estrella
propicia dos afilhados do poder, que nin-
goarao U de Janeiro de 1867. En Jo5o da 'gnem Ibe inveja os arminbo's tisads. T
Silva Vieira Braga, escrivao a sobscrevi e E teobo f que ba de ebegar o dia em
assigao.Joao da Silva Vieira Braga. que a ftao abeocoada de nm governo jas-
Certifico que revendo era mea poder 10 e forte o expilla da cadeira que tem des-
e cartorio todos os processos nelle exis- honrado, como Jess Cbrioto expellira os
lentes, del le hi consta ter sido instaurado mercadores do templo.
JOAO DE CAftTALHO MOURA.
Ja^uarlo, 15 defevereiro de 1863.
co de seus cargos, como 1012 muntcipa des-
te tVrmn d,i me n*hn f lianaran i9 .1a acerca do qQe fc" P"01'011 n Diarn de
ao, ao qu le. -wguarao, 13 de reoteewn relaeao aostrilbos urbanos.
Viraos a imprensa dizer algama coasa tambera
2 do cor-
Janeiro de 4857. Eu Eleuterio Jos de bado idas"do e^riptoT d" Dirw, nwfdV
Souza, escrivao que o escrevi. |moseoftle3temaoha occalardo modo porque fl-
Note-se que o juiz Severino attribuio-me e-a es,d*d0 R9eifa Ap'pocos com a coiioca-
taes critnes em maio d IHGi man Vi A Qao dos l,lia,os orDanos. 1 prlmeira providen-
laes cruBes. ein maio ae sos, quaaio SO cll q9e reclama a mesma esirada em ordem a evi-
em junho seguinte nstaoroa-me o processo, j ur snccessot qne deplora sem dnvida o meibo-
ramento que lembrou da parte qoe 8eoa reeerva-
Mais tarde deixu cabir a mascara, de-!d*,ara,,0 trinsJ,li "ablico com a^coiiocaco dos
rlarnn rvh inrampntn man nmion UUbM. Em verdade, s essa estrada era pessima
Claroo SOD jaranelo, ser mea inimigo qaando em loda sua largura permittia qoalqner
Capital. e, nao obstante, atada por suas aesvlq; hoje qae tao acanbada se tomen em mui-
falsas e apaixoadas iuforraaces.ao governo,' to* pootos com a coiiocaco dos triibos, para as-
SOffri dous outros processos. lS,B fliier de Xndo 'o'"osllavel durante a estacSo
Fui. porra. absolvido em um dellespor S^m^SSSST dosa,0,ei"8 elam"
sen ten ;a de lude dezeaibro do atmo passa-
do ; e confio na miaba boa causa e na justi-
ca dos tribuoaes quanto ao que pende de
julgameoto final. Eis abi quanto se pode
forjar durante o mea quatriennio.
Levantarcm contra mim paludas sombras
de criraes de responsalidade, que a luz da
verdade tem dissipado como pbantasmas da
noute ; de tolo o meo passado de juiz er-
guem-se protestos em pro! de minlia inno-
cencia, e posso dizer com orgulho que a
t jga augusu. que recebi immaculada, pas-
sei-a anda mais pura ao m;u soccessor.
Confundase, pois, o juiz Severino, que o
seu rancor ria;a me ba de attiogir.
Confunda-se ainda urna vez ante o paiz
.NOVO BASCO DE PERNAHBIJCO.
Balancele do Xoro Banco de Pernaubueo, (era li-
quidaco) em 30 de maio de 1868.
ACTIVO.
Apolires da divida publi.-a........ UOOfJWOO
Estrada de ferro da Baha........ 1I1:492806
Ttulos depositados...... 3l!:33"^o7>s
Letras protestadas..... 2*1:823*433
Francisco de Figueiredo & C, do
Rio de Janeiro................ 431*612
Despezas geraes....... 365* cO
Leeros e perdas................ 2:040*374
Caia.......................... 67:525*338
Ris 45I:024*if3
PASS1VO.
Capital..;.............
Emisso........................
Con las corren tes com juros .
Conus ci rreotes simples......
Fund de reserva......
Ttulos em caucao.....
Knowles & Foster, ( e Londret.l
liassas fallidas cargo do Banco.
Dividendos. .......
213:456*000
13:700*009
9:39l*9fill
3:6283'i84
112:955*473
36:337*678
47:237*903
7:628*995
2:688*200
Ris. 451:024*293
Demonstraco da emisso.
38 notas do valor de 200*000 7:600*000
46 > > > > 100*000 4:600*000
30 > > > 50*000 1:5X0*000
Logo, antes da desigoacSo da casa para as
audiencias deste t- i\n a qual s a 9 de ju-
lho de 1866 foi feita -pelo vice-presidente
Pereira da Gunha, poda ao d.t-las na de mi-
nha residencia, sem infraccao daquelle pre-
ceito, c-jmo as havia dado em sua casa '>
antecessor do juiz Severino, conforme se ve
da certido seguinte:
CerliQco constar do mea protoc-dlo de
audiencas que o Illm. Sr. Dr. Antonio Jos
Alfonso GuimarSes, quando joiz de direito
desta comarca, sempre deu suas audiencias
ordinarias em casa de sua residencia, a con-
tar de 20 de fevereiro de 1862 a 16 de
marco de 1865, excepeo das audiencias
dejulgamento, que (lava 03 sala da cmara
municipal, do que Jm f. CiJadede Jagua-
rao, 26 de outubro de 186.0 escrivao
J. da Silva Vieira Dra^a.
Orgulbo-me de ver que o juiz de direito,
meu inini&o, nao p Je inventar pretexto me-
nos estulto para detrahir-me.
w^pjzar da pesa de malta, nica cfommi-
nada-no supradito artigo., oda forma do
processo, prescri ta nos arts. 48i e 4S5 do
citado regulamento, o joiz Severino instau-
rou-aie summario e pro.iuneiou-no sujeitan-
do-rae- priso; modou-me passaraju-
risdiccSo ao meusupplcnle^ e ordeuoua este
que asumisse a vara e me remeilesse in
ooi'menti, preio pira a cabera da comarca,
afm di ter julgado, onira alei. fra do
meu termo, isto em foro dkerso do meu
domicilio e da imaginara culpa!
Para furtar-me a osta serie de violencias
incriyeis, saLi momentneamente da comarca.
O juiz Severino, porm, mandou-me citar
editalmeate a 31 de outubro de 48o6,
para defender-me e ser jjl.-alo a de de-
zembro, e para cumulo de abusos a.teci-
pou o julgamento, e a 13 de inovembro
Todos sabem qae a estrada do Recite a Apipo-
eos, foi ha inoilos annos principiada a calcar, nao
pasodo o sen caleamenio o principio de Ponte
de Ueha, e qna se at all o sea transito nao offe-
rece lautos ineoavenieotes; em todo o mais espaco
que decorra a Apipacos, a oibos vistos opelor
possive'. assim que, entendemos como peosa o e's-
eriptor do Diario, qae ama ver concedido como foi
pelo eoverno da provincia qae a emprexa dos tri-
Ibos urbanos os collocasse na estrada publica, sem
atlencao ao peqaeno espajo da mesma em varios
pontos boje de rigorosa obrigacao do governo fa-
ter oessar o mal qae d'ab resutton. depois do
melboramento qae se reclama, qoe com rato deve
ser ijmadaamedidaderepressao ao babitoemqae
se est iaveleraodo a populago menos pensadora
de transiur pelos trrlbos, posto que nos pareca
que djsde ja algumz medida devena ser lomada ao
menos nos pontos mais povoados e de maior tran-
, sito, em ordem a ir desarraigando esse babito, e la-
que me ouve, como j foi COofundido pela -zeodo ao me3mo tempo sentir aos mjradores des-
assembla dasta provincia e pela relacu do;"'localidades, qnanto convm ter sob camella as
districto ante os quaes qoeixei-me dos at- pess0" ,u1,h" so "birdinidas e sobre qaem
tp-ilailn* Ha nnp fftra vi.-iim-) compre vellar. Lolraado no facto do melbormen-
tejiaaob ae que lOra viaima. t0 da enTiiii u ,8sa ootnio, qae seum calcmeo-
Na assembla, a (Ilustrada commtso de ; to por ser mais dispendioso nao pode desda ja ser
justiea criminal, ouvida sobre a ininha quei-: levado a efTeito, ao menos procure se nivelar a es-
ax COIlClulo O seu >treier Com O segUIOte ,rad* dDd-8e-llie os oecessarios esgotos, qae as-
nr-.pi-ln sim entendemos se tornara transitavel sem os obs-
pi(ij-uo. ... ,, taclo da boje. Nem se diga quoo meio queapon-
< hxamioada a queixa dada pelo bacbarel tamos imprufkuoe de um* despeza sem utiiida-
Joo de Garvalho Moura, juiz municipal do des porque igual med-da como recurso provisorio,
termo de Jaguaro, contra o bacbarel S.ve-' prf e1 w <<> ">m^a em varias ras da
;nn ii. j.. r>Jii. i -. a 1:.- .. cidade do Recite que se converta em um verda-
rfino Alves de Garvalho, juiz de.dtretlo da fleiro laajagil> nuVoipo de-invern, pelas obras
comarca de Piratiny, docuaaeotOS e razoes! publicas, guando a testa dessa repartido se achou
prnmaeoutra parte apresentados ; distincto engenheiro Wautbier, que multo melho-
Considerando que est provado da pro- "n "" qne aiiu-iimos.
-;,n. -; .. i mi Qua quer meihoramento qae se destine a estrada
priacjuQssao d> ac;usido que os arts. 4SiieajudUt)45ladi 5o sera U!n vor qje S9 ine [3C3#
e 4o ao regulamento de 31 de Janeiro de ssmpre um melborameotj que tem direito apo-
(84 foram vilalos pelo aecusado, qne, pulagio cresceota qae da populosa cidado do Reci-
tara impor ao queixoso a multa de 10l a ^ transita diariamente, e a loda hora para os arra
casof a en prejoizo da humaoidaie, nma. cambia mrmln^m-/f W d. por 1*000.
egidefzia ant-sociaU .... Decontos-8V. aoaono.
Iste t^o QertQ qoe ae. assim nao osse; Fre,.e d,'*0 d M*^ para Liverpool-3/4 d.
raro ?ria, hay,er algaeai, que n5o etivesse Pr e 57
j inscripto,
Torna-se muito preciso que o publico se
onvenca d'esta verdade, tomando por the-
ma as seguintes palavras: TODAS AS IX-
FORMAgOES CONTRARIAS O REGULA-
MENTO, TAMENTENLLAS, Qf ffio de J^"^ J^j^j
Jos d'qaino Ponseci,
Presidaile.
Francisco Mamede d'Almeid,
. Secretarlo.
ENGLISH BANK
DE
150^, iustiurou-lhe um processo de respon-
sabilidade, nos termos do arl. 4'J 1 do c-
digo do processo ;
Considerando que sendo a pena a im-
por-se de multa, o accuado proounciou o
queix so a priso, e "violou na j b o art.
19o do regulamento citado, mas o art. 144
Jocoiigodo procesiO
Ris. 3-.70OJ0OO
Dtmonstra(ao.da caita.
Bm ouro amoedado............. 5:683*040
Em notas do thesouro e da Cal-
la Filial do Banco do Brasil... 61:737JO00
En prata e cobre.............. 10^*318
Res.... 67:625*338
S. & O."
O guarda ivros,
Francisco Jaqum Pereira Ptnto.
FofelJcacQes a1 pedido.
Rio GranrTe lo al
AO GOVERNO, A .VA6ISTRA'ruRA B AO
PC-
ex-
BUCO
O backarel Joo de Carvalho Maura
juiz municipal do termo de Jaguaro,
comarca de PiraUm, e oimz de direito
Seinritto Alces e Carvatto
Quera;eve noticia das trbea praticadas
mtmvapeto b*&t*faUm*]
..^Urvalho, jniz de direito desta wwc, e
proferio minbareveliaa sentenca seguate:
Vistos estes autos, ect: julgo impro-
cedente e nullo tolo este processo por in-
competencia de forma, pois visto que o
pedido pelo promotor no seu libello a fl.
ctTntra o aecusa !o Ju5o de Carvalho Moura,
por ter, na qualidade de jaiz mnnicipal e
orpbos de Jaguaro, Jado >uas audiencias
fra da casa da cmara municipal, devia ser
feito de conformidade cota os arts. 481 e
48o, do regulamento de 31 de Janeiro de
de 1842; poitanto, por isto e pelo mais que
dos antos consta, absolvo o aecusado, e man-
do que se Ibe passe cintra alvar de soltura,
e pague aquella cmara nunicipal as cnstas.
Sala da cmara de Piratiny, 13 de novambro
de 1866.Severino Alves de Carvalbo.
A m de tudo, attribuio elle assim ao
promotor sea erro, sem altemler que o li-
bello fora feito de conformidade com o des-
pacho de pronuncia, e por elle recebido !
Assevero aos horneas honestos, aos magis-
trados honrados do mea paiz, que estes fic-
tos no se passaram na China, e que o ba-
cbarel Severino ainda juiz I
O juiz Severino f corte, afim de res-
ponder pelos desvarios que praticara no con-
seibo de guerra.
Ai publieou elle no Jornal do Commer-
ci de 5 de maio de 1868, ama defesa em
que me calumniava e injuriava de tal modo
que chamei responsabilHade o editor da
folba, contando levar barra dos tnbuaaes
o meu gratuito detractor.
IllosSol Elle se tinha feito substituir por
nm testa de. ferro.
Eis abi:
*; Certifico que revendo os auDs de ex-
hibidlo do autographo do artigo publicado
pelo Dr. Severico Alves de Carvalho no
Jornal do Comnercioe o de maio do
annode 1866, est elle assigoadopor Seve-
rino Alves de Carvalho, s^ndo responsve),
legal Luiz Antonio da Silva. O rcfendo
verdade e aos ditos autos me reporto, donde
extrabt a presente certido qae escrevi e as-
signo nesta corte do Rio de Janeiro, aos 21
de outubro de 1887. Eu, Antonio Joaqoim
Xavier de Mello, o escrevi e assigno.=An-
tonio Joaquim Xavier de Mello.*
Dissera o juiz Severino naquella defesa
que eo havia comaettido rimes de prev-
ricacS repetido-, desoventen-o'o, poim,
as JfrtdSes qoe se segoem: *
"' ir Cerifico que revntio o attrjbi meo
cargo, delje coofta: i, ur tido comecj em
85 de )Bbo do anno prjimo 60jo um
doco prpceisode rewniabihdade lnsuura-
baldes a qae essa estrada cuodz, e nao is'o so-
mente : entendemos mais qae a par do melbora-
mento qae precisa, daver seguir se-lbe o da ulu-
minacao em toda a lloha a partir de Ponte' de
Ucbdi, aonde ja se acba, ainda quando mais des-
samioada seja; neces$idade esta que importa o
complemento de gar.ntia para todos quantos por
all '.r.iusium uas nolle.s de escoro,,
Urna.idea que muito coatribuir para que nio
parega ser de grande vul.o o melboramento recla-
1 ,_:. mado, iratemos para o caso, e vem a ser a obra
< Coaa.deran-Jo que o ac.imdo,. mimigo imo;Uo[6UUB .,ua de odmc 0 Sr. Jabino
do qneisoso, assim procedeu somento leva- Pereira de Fana,"dando um bailo transito da ira-
do de odio ; vessa de Ponte de Uchoa em seguireulo do arco
Considerando que O aecusado se acha a,SlDJ" estrada de Sant'Anaa, obra esu que inu-
hrnriftna* rpna< da* aru Ifi i a 140 S |0 isaodo-coap.et.-imente a grande rollaqaa daqnel-
ao> arb. 10^ 9 12J l9 poQto percorre a chegir me6Uia ^{rili2 ue
e 144 do odigo criatinal
que
Saoi'Aum, i.n.01 assim a estrada deste pon-
er Consideran lo que a conservacaodo ac-'(> a Apipacos em ama terga paite m<-nos de
cusaio ) cargo qae exerce iacompalivel!iia aD'!!a eVenst'1,e C0QS8*''o'efne'"8 ^ s
,. m < nw ,P|J ca ,^ ji a i dispendio ser a obra qne se lbeh;u"-er de fazer.
n a paz, ordem e seguranga publica da cmciu.nd) ^ tosso mmiha, oedimos o cmenr-
30 daqaelles qae melb res ideas possam offerecer
assembla Para a cnseeu^lo do tire a qae se empenbam os
decreta a <5Q9 ora cl*Ca,e,n a ossto.
comarca ;
Por tolos esses motivos, a
provincial do Rio Grande do Su
deaihsao do bachirel Savorioo Alves de
Carvalho de juiz de direito da comarca de
Piratioy, e maula que sejam remet.ilos ao
governo copias da queixa e documentos
que a instruem am de ser o mesmo juiz de
direito responsabilsimo judicialmente no
foro competente, como de direito. S.
Martina, relatar.A. e Silva.Itaq-jy.
A relacao do districto, por seu turno,
fulmioou contra o juiz Severino o acordo
seguinie :
a Acordo em relacao, etc. Que vistos
estes autos de queixa... 1 Condemnam o
sobredito juz de direito Sevf riuo Alves de
Garvalho a um mez de suspenso de seu
emprego, como ocurso no grao mnimo do
art. ii do cdigo perfal ; por quanto in-
contestavel que o querellado deixou de cun
prir a lei e seu regulamento no procedi-
mentu que livera para com o querellante, .abaixo assigoado a mais infiuita gratidib.
indevidamenle processando-o como incurse
no art. 196 do regulamento de 31 de Ja-
neiro de 1842, pela razo de nao baver elle
dado suas audiencias na sala da cmara mu-
nicipal, como Ihe fra recommendado, su-
G.
Gratido.
O abaixo assignado vam, intimamente pe-
ohorado agradecer pala imprensa, tfim de
que mais publico se torne a sua gratido,
a pericia e gracioso desinteresse com que
os Srs. Drs. Estev3o Cavalcanted'Albaqner-
que, Prxedes Gomes do Souza Pitauga e
Gabriel Alcides Raposo da Cmara, presta-
ram se a curar seu filbo Jjs Luiz de Mat-
tos Jnior de menor idade, o qual pade-
cendo de pedra na bexiga acha-se hoje
compleamente restabelectdo, gracas ope-
ra cao oelie praticada por aquelles Srs. Drs.
Deste modo pois os Srs. Drs. "cima men-
cionados, e espe.alinate ao operador e
encarregado do tractameoto, o Sr. Dr. Es-
tevo Ca-aleante d'Albuquerque, protesta o
Jos Luiz deMuttos.
O sangu.
Todos sabem que urna das necesidades
mais imperiosas da vida conservar o san-
POR ESTAR DESTITUIDAS
DEIRO FUNDAMENTO."
A melhor arma que esta associaclo pos-
soe O REGULA METO, esta a arma da
veedade, a que nao se curva ante as sup-
posifSes, e que permanece sempre firme e
constante, esperando do tempo e do bom
senso dos borneas o tributo do reconheci-
mento.
Todos aquelles qae desejarem justificar
esta realidade, deseovolram a batanea da
razio, collocando d ura lado o Regulamen-
to, e de outro a pesada atinospbera das sup-
posigoes. e verifleado o avalieis, ver-se-ha
dissipar a novem das supposicoes pela luz
scintiflante da virdade qoe O REGULA-
MENTO,
Estudem pois. o Regulamento, todos
aquelles que desejarem formar parte 'uma
associacao grandemente civilisadora e de
verdadeira economa social, coja ulilidade
cumpre que seja aproveitada, principalmen-
te pelos pais de familias que nao sabem
qual o futuro que est aguardado a seus
lhos.
C m subscripcoes proporcionaos aos pro-
prios haveres, ou ts economas que possam
ser effeciiiadas, qualqaer individuo tem a
posibilidade de crear para si, seus filaos e
familias um capital cetto e urna renda n-
fallivel, conseguiodo assim o maior e mais
instante desidertum a vida do homem.
A PROTECTORA DAS FAMILIAS est
fundada debai&o das melbores bases de se-
guranza, e para coaveocer-se, basta a leitu-
ra do cap, V artigo 31, 32 e 33 do Regu-
lamento, donde achara) que todos os fundos
conve.tem-se em apolices da divida publica
nacional de 6 00 e que igual converco se
faz lodos os semestres dos juros que as mes-
mas produzem,
Ora os associados n5o podem ter receios
de perder suas annualidadts, visto que se
vo nvertendo em apolices que so inalie-
naveis at a poca da liquidaco dos respec
ti vos contractos,
Resumindo o cap. VI do Regulamento,
pode-se exlrabir a seguinte conseqcencia:
A PROTECTORA DAS FAMILIAS NAO
PODE QUEB.UR, (salvo a bepothesc) da
naco Brasilera nao ter garanta para sua
divida publica uaciona!, e ver-so obrigada a
ceder seus vasto territorios aos credores,
em caso de quebra,
Esta associago Brasileira, aprsenla a
todos os seus habitantes a garanta de
urna naco de immensos recursos, cuja
> prosperidade faz devisar urna rica ureo-
la de grande fuluro,
Os beneficios que prodaza Proctora das
Familias, so moraes e materiaes,
, Entre os primeiros, se acbo os hbitos
de ordem e economa que prodza morali-
dade as familias. Para foruvr-se urna
idea do accrescentameito dos segundos,
baslava ter presente que concorrem ao seu
rasultado :
Io Os capitaes das imposicoas,
. 2o Os juros compostos por semestres
que estes capitaes produzem convertidos
em apolices,
3o Os cipitaes dos segurados faeidos
antes da poca em que corresponda liqui-
dar.
4o Os juros accumulados d'estes mesmos
capitaes.
5o Os inleresses produzidos pelas irapo-
sivesdas subscripcoes que hajam caducado
por fa-ta de pagamente, alm de um anno
de praso em que deviam ser verificados.
6o Os capitaes impostos .pelos que nao
apresentarem os documentos para tomar
parte na liquidadlo.
T'^Os juros correspondentes aos ditos ca-
PL36S
(Arigos 6, 13, 21, 22, 23 e 24 do Re-
gulamento.)
Finalmente, a Protectora das Familias,
urna verdadeira ancora de salvago, asse-
gurando pela constiUiic de um futuro
certa, contra as nvases da miseria aos se-
gurados, a qnem pe a salvo das necessi-
dades sempre crescentes e invariaveis da
vida humana, ou augmenta os recursos de
que j dispoem, com um accrescimo pode-
roso, e fura de toda a duvida possivel.
Agencia de Pernambuco, roa do Livra-
mento n. VJ,
N. F, de Vidal.
Descont letras da praca taxa a con-.
vencionar.
Recebe dinheiro em cont corrate e a
praso fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
prineipaes-de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ajres, Montevideo, New-York
e New-Orleas, e milt cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7.
Ca xa filial da banco do Brasil en Per*
uauuuco, 26 de maio de 188-
Tendo-se eitraviadn do poder de Jos Ferreira
da Silva Jnior (do Maranbao) a cantei, ou titulo-
de posse de res aev5-s desta caixa por parte ta
mesma se faz publico a qaem interessar possa, qne-
se va fawr entrega das accoes ao referido accio-
nista.
B4NC0 JlilV & C.
Ra do Trapiche n. 3 4.
Descont lettras commerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por lettras e em cont correte.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pravas do imperio. Rio da Prata e Europa,
e compra cambiaes sobre as mesmas pracas.
Encarrega-se, por commisso, da compra
e venda de fundos pblicos e accoes de com-
panhias, di cobranga de lettras e dividendos
ou de seu pagamento, e de qualqaer oatra
operago baocaria.
O expediente para o publico comecars
10 horas da manb, e terminar s 4 horas
da tarde de todos os dias atis.*
~~
ALFANBGA.
Kecdinamo do dii 1 a 4............ 122:333^195
dem do dia 5.............#..... 19:ll89"j

***-
HMOSfMO
Mov ment da alfandega
Volames entrados com tawnaas.. .... 3li
> > coa eneros......... 783
-----1087
volumes sabidos com hiendas.......?. 70
com gneros......... 77

-----9
Desearregam hoje 6 de jonbo
Barca ingleaSerapAma mercaderas.
Barca ngleta Wtctck of Ihe Fegnioem.
Patacho araericatoRachacl Cvnedem.
Brigue allemaoGeorg Andreas-id?m.
Pitae)o portogoeiRestaurando -dem.
Brlgae inglezPairt.nafannha de trigo.
Brigae bospanoui Enriquetaviohos.
Barca orietal-^-arrcanodiversos gneros,
tiscuna hollanderaJacobaidem.
Bareaingleza-jlf(iroarei*W/A-oarvo.
Escon bollandeza Dankbaarheidxarque.
Escuna puriu^uo:a licetrapedras.
Birca franceaisardfarello.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES
tteadimecto o dia 1 a 4............ 8:3I8OOO
Idetn do dia a................... 4:4t380S
12:781^808
CONSOLADO PROVINCIAL
Hecdimepto do dia 1 a 4..,........ 24:764Ji9l
dem do da 5.................... 2.8 27:6P4177
Navios sahidot no da o.
MaceloEscuna hollando ilargarella Anima,
eapilao H. X. do Jmg; em lastro.
iiiC^iBarca Inglett Glawnere, capitao Richarl
Goodyear; em la-tre.
Observaglo.
Holbiurerara entradas.
tiM&mmm
jetando-o a responsablidade, como se v'goe limpo e puro. E'lambem geralmente
de fl. 102 e seguintes, por um processo em! admiitido que grande somma dos males que
que o nbrgra a priso e livramento, im- atacam o bomem proMJm do estado doenlio
pondo-lbe a multa de 1305 e suspenso.do sangue; ou este grande pbulo da vida
Neste seu modo de' proceder, o juiz que- humana e recusa preencher as suas funeces
reliado nao s violou as regras de direito,
deixando de cumplir o que prescreve a le-
gislarlo que rege a materia, como fez noto-
ria iojuslica, causou daino e violentou o
queixoso, excedendo e transpon Jo osjimites
de suas attribuiccs, que nao podem ser
desconhecidos por um magistrado, cajo pri-
metro distinctivo deve ser o respeito e obe-
diencia lei, sem qoe possa allegar igno
rancia oo falta de conbecimento do mal.
Portanto assim o julgam pela maneira so-
bredita, e coolemnam mais o querellado as
custas. Rio de Janeiro, 12 de julhode
1367. (Seguem-se as assignaturas dos
juizes).
O juiz Severino tem ainda contra si um
facto que parece revelar o mais detestavel
costume : sublrahio do correio desta cidade
diversas cartas e papis que me eram diri-
gidos, pelo jjue foi condemnado a tres me-
zes de prizfo e 50^1 de mult, penas do ar-
tigo 21S do cdigo criminal, por sentenca
dell de de?embro ultimo, proferida pelo
respectivo supp ente do joiz muoicipal em
exer^icio, sentenca que o actual jaiz, bacba-
rel Antonio Jos Affonso Guimar5es Jnior,
acaba de cassar por saa aotoridade privada,
recorrendo para a relaco de t3o extrava-
gante decsSo I
Eis abi o ligeiro esboco da pbTsiooomia
social e moral do joiz Severino. ,'
Calumniador,'arbitrario, rancoroso, roo^
rante e perverso, elle o bornea, o sacer-
dote da lei, incumbido da suprema adminis-
tragSo da joslica na importante comsrea de
Piralny I
E' elle o vingador da innocencia e o cas-
tigador do crime; elle o ministro veneraodpi
naturaes, ou est chio de corrupolo e so-
brecarregado de humores e vicios, que mui-
las vezes rebentam na palle em frqi de
darlhros, empingens, lorbulhas nascwas;
d3o Obstante todos reconnecerem estes fac-
tos, poucos ba que sabem com que fa ili-
dade se pode conservar o sangue sempre
paro e limpo.
E' facillimo e est ao alcance de todos.
E' sfmplesmente preciso tomar o extracto
composto de salsa parrilba do Dr. Ayer.
Este grande remedio americano, composto
pelo primeiro chimico do seculo, e um tni-
co incomparayel, fortalecendo todos os or-
gSos e expulsando do systema toda e yaal-
quer corraptSo.
A verdade ou as supposicoes.
Apresenta-se ao juizo do publico ama as-
sociacao brasileira de segaros mutuos
obre a vida, denominada PROTECTORA
DASFAMILItS.
A administrarlo d'esta associacao est
baseada sobre um Regulamento qoe foi
approvado por decreto do governo imperial
de 13 de junho de 1864 ; por conseguinte,
da leitura e estudo d'este
Medlclaa domestica.
A medicina nao deve ter segredo. As
facu'dades de medicina publicam immedia-
ta mente todas as suas descobertas que po-
dem ser uteis ao homem. e a verdade que
quasi tudo que se tem descoberto de real
v.lor para a cura das enfermidades humanas
pertence directamente aos facultativos.
O Dr. Ayer seguio o exemplo honrado dos
seus ilustres predecessores, e patenteou a"
publico a sua grande descoberta para a cura
das molestias do peito e da garganta, e hoje
bem conhecidopeitoral decereja.
Logo que teve a certeza da efficacia do
remedio, e quando vio desapparecer diante
d'elle, como por encanto a^ tosses, bron-
cbites, inflammacao de garganta, rouquido,
tosse ferina ou comprida, angina e todas as
molestias que atacam os oreaos da respira-
cao, bem como casos obstinados de tubrcu-
los e pbthisica pulmonar, entenden que o
aegrello perteneia por direito ao povo.
Se o prvo exigisse a publicarlo das fr-
mulas de todos os remedios que se vende,
haveria muito menos charlatanismo, e o ni-
co monopolio que se poda estbelecer ento
seria aquelle da superioridade.
De ordem do Iilm. Sr. inspector d3 turnara*
ra de fazenda desta provine).*, se fax publico que
tem de ser contratado no di; 7 deste teex, peran-
te% juota da rm^ma Ih^sonrana, cem qotm per
icea'S Ber, o fornre meuto de medic^iiirijios a*
enfermara militar desia capital. Os pretendientes
deverao dirigir so? propesiaa (m carta? fechadas
ao Illm. Sr. inspecior al as 10 horas daquelle di,,
e ser-lhes-ha franqoeaoo na tbeoouraria o receitca-
ri) que coutem os medicamentos preparadas e os
sens prece^, Orn da qne possam regolar se cas
respectivas propulas.
Secretaria da thesonrarla de faxenda de Pernart-
buco, 3 de jucho de 186.
O ofQcial ndaior
Manoel Mamede da Silva Costa.
COMMERCIO.
qae se dedui a mais exacta informaco.
Esta associacao acba se lolkkL contra
ama grande dirersidade de ofjBppes, des*
envolvendo cada ama d'ellas um novem aapposicSes que infelizmente oturece a
vista a milhares da familias qoe ignoram a
2 PRAgA DO RECIPE 5 DE JUNHO DE 1868.
As 3} horas da urde.
(Hoje) *
4lgodo de 1* sorte18#000 e 16J.00 por arreb
(bouiem). :
Regulamento,' A godao seo loip'ccio lo700 e 15^800 per
do ma/s grandioso poder, calmo em meio das. associac3o cujo Regulamento ignoram, oc
arroba (bontem).
Algodio de 1* sorte16J500 por arroba (hoje).
Algodo de Macelo 1* sorte-l7700 por arrbb
pealo a bordo a trate de 7/8 d. B*/.
Aljodao da Parahjba son18*500 por arroba
posto a bordo a frete de 3/4 d e S/- ,
Algodo da.Parbyba l'softe18^800 por arroba
post a bordo (honrem).
realidade da associacao e seu systema IKratiTD. r,po3to,abar4o(b()plm). ... ,
*-ittttS.5,n?.li2lSSS tv&aaitlfe$&'* *
que se intromettem a dar loforaaes 'urna (bttfol laMat edeb do witm.io- advito
ierra a S80 r;. por libra.
Santa Casa da Miseribordia
do Recife.
Alllma. jaula administrativa da Santa Casa da
iisericordia do Recite manda (axer publico qae
na sala de soassessSes. no dia 12 do correte pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
-|uem mais vantageos ofTerecer pelo tempo de nm
a (res annos as rendas dos predios em seguida
declarados:
E^UbelccimcnloA de caridade.
Cinco Pe olas.
Casa terrea n. 90 por anco .... 2412000
Ilem idem o. MOidem.....4001000
Travessa de S. Pedro.
Sobrado de dous andares n. 28, idem. 35100O
Becco doQuiabo.
Casa terrea n. 8, por anno..... 145*300J
Ra da Gloria.
Ca-a terrea n. 65, por anno. 144*000
Roa do Encantamento.
Sobrado de dons andares n. 3, por an-
no ..........453,1000
Ra do Amorm.
Sobrado de dons andares n. 18, idem. 161*000
Roa da Cadeia do Recite.
Sobrado do um andar n. ?3, idem. 633*000
Roa larga do Rosarlo.
Primefro andar do sobrado n. 26, idem. 351*1000
Lija ) mesmo sobrado, idem. 1:801*000
Ra do Cabngs.
Loja n. 1 B, idem......1:000*000
Roa de Hortas.
Sobrado de nm andar n. 41, idin 240*000
Loja do mesmo sobrado n. 41, ideo. 120*000
Becco da Carvaina.
Casa terrea n. 5, idem.....15IJ00O
Rua das Cacada?.
Casa terrea d. 30, idem.....176*000
dem idem n. 32, idem. ... 129*000
dem n. 34, idem...... 151*000
Roa da Moeda.
Primeiro andar da casa n. 37, idea 76*000
Segando andar Idem.......- 96*000
Travessa de 8. Jos.
Casa terrea o. 5, idem.....171*000
dem n. U idem. ...... 159*000
Ra do Padre Florianno.
Osa terrea n. 17, Idem. 180*900
Casa terrea n. 43. ideas.....169*000
(1, Ra da Roda.
Casa terrea n. 1, dem.....123*060
Areal do Portp.
Casa terrea 8.1, Mea.....10f*COO
Ra do Calabouce.
e 0.20, idem.....241*000
Palrmonio de oiphis.
Praca de Pedro II. _^
attb andar da casa u. 33 por ann?. 500*000
Roa 4o Oneiasdo.
Loja e um sala sobrado a. i idea. MUflO
Segsnda loja do mesmo sobrade ideo. MfQtt
mi'
1
/


m m
w
Y
Marte PtraHra> MbMt Je Janh #e 1898.
>
Roa do Crespo.
Casa da tres andares d. i i, idem l;o'ii*000
Pate do farateo.
Laja da' frente d sord d. 49 idea. 168* 100
Roa da Ctdeia do Recife.
Casa terrea n. fii, idem .. !:W0i00(
Mein o. 44, idam...... i.uO'k*C00
Roa da Madre de Beos.
Sobrado q. 9 de uro andar, por asno 320*00.1
dem a. J6, i andares, dem .. 730*000
dem d. Si, tandaVidem. ... 1:006*000
Casa terrea p. 8,dem....... 305*000
dem dem n. 4, dem........1:030*000
Ra da Moeda.
Casa terrea u. 48, Wem.. 350*000
Ra d6 S. Goncalo.
Casa terrea n. Si, dem .. .; .. .'. 195*000
Roa da Ciclmba.
Casa terrea n. 1S, Wem.....145*000
Ra do Mearlo.
Loji do sobrado n. 37 dem..... 301*000
-..,.-., Roa da Sauzajla,. XeUu^., ,
Casa terrea o. 16, iderr.....3C 1*000
Roa da Guia
Casa terrea d. 27, dem. .... 1305000
Hua Velh.
Casa terrea com sotao d. 33, dem. 300*000
Beceo as Bolas.
Casa terrra n. 18, dem.....503*000
Roa das Cruz.
Casa de dous andares n 13, dem.. 751*000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 101, por aooo .
dem n. 103, dem ....
A fi\RG\lH\n\
O capel de Aod' deiempesbaV pelo Sr. Joa
qotn Aagusto.
O*EPI?OD10
da Najura. krasileira m Paragaaj
poesa do Htk ferrBr. Antonio da Gnu, Cordel-
ro e recitada pelo Sr. Joaqun Augusto.
B flaj ao espectaato a coanalrem 1 acto to-
da ornada de mostea ,
A COftUSMUTEL.
Personagens. """ th Os seohores
Mimi.costoreim. .-. Jsuica Maolaoi.
Ziii, idea, .fl.iit c*ni.r. '
Tamertio. ., D Geovaul.
Califoreuo......gloriado,
Principura" as 8 horas.
AHAMIAV
Domingo 7 de junho
sempre applanddo drama
rAVfPANiin 'PirriMHiPiTrirTit
a ctsteira per >'pr.
Gbteanaw 4
j O vapor Ptmkvba, eomna*-
daoie Vello segoira' para e
Rt presentar-se ba o
em 5 actos
PEDRO

dem dem n. 99, dem *
dem idem o. 106, dem. .
dem dem n. 104, dem. ..
dem dem n. 100, idem. .
dem dem o. 96, idem. .
Idem idem n. 91, idem ....
Sities.
Rosarnho n 3. idem......334*000
Mirueira n. 4. idem......HiiSJOO
Fomo da Cal n. 5, idem .... 130*000
Os preteodeotes devero apresentar no acto da
ar^ematago as snas flaneas 011 comparecerem
acompanbados dos respectivos dadores.
Secretaria da Santa tusa da Misericordia do
Recife 0 de juno de 18i'8.
O escrivo,
Pedro Rodrigue* de Sonsa
Santa Casa da Misericordia
do Recite.
A Illma. jonta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife desejando empreear todos os
telos suasorios, afirn de lia ver o recebimento do
que se acham dever de foros os proorietarios da
rna da Roda em seguida declara los, anda por esta
vei Ibes concede o prazo de 30 dias, para paparem
ditos foros, certos de que se na se qultarem em
dito pruo, verseha obngada a' recorrer aos muios
jodiciaes.
Bernardino Francisco de Azvedo Campos.
Irmandade do Saotissimo Sacrameotj de Santo
Antonio.
Bernardo Alves Pinheiro e oulros.
Anoa Tlterea do Sacramento.
Sabino da Cimba Fragoso.
Irmandade da* Almas de Santo Antonio.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
f ilno* t?e Mana Carolina de Brlto Carvalho.
Luii J s da Costa Amorim.
Jos do llego' Pacheco.
Bartbolomeu Francisco de Souza.
Manoel Gomes Vlegas.
Joaquim Pacheco da Silva.
Fex Antonio Alves Mascarenbas.
Miguel J >a inini da Costa.
Mari Francisca da Conceican.
Herdeiros de B. Joaquina Mara Pereira Vianna.
Paulo Marques e AntoDio Francisco Macota.
Filhos de Jos Kodrieue3 do Passo.
Br. Bernardo Pereira do Carmo Jonior.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 30 de maio de 1868.
O escrivo.
Pedro Rodrigues de Souza.
vulgalmente conheeido por 1
PEDRO m MIS NADA
Dar' tira ao espectculo a bella comedia em
miao' acto, ornada de mnsira
BOLSA CACHIMBO
Conecara' as8 hora?.
"GBWDjB-^
301*000
255,jO0i)
111*000
18 i*0O0
261*000
301*000
201*000
Consulado provincial
O abaixo astignado, lancador do Consu-
lado provincia!, faz saber sos proprietarios
de predios urbanos das freguezias do Pogo
da Panella Affogados efra da cidade, que
tem a dar principio ao lancamento da dci-
ma, e rnais impostos decretados pela le do
ornamento, do anno vigente : outro sirn de-
clara que no acto de proceier o respecti-
vo lancamento devem apresentar os recibos
e contractos de arredamentos dos referidos
predios, ticando sujeitos aquelles que isto
nao o zjrem a ver arbitrados os seus ar-
rendarnenios.
Primeira se:gao da mesa do Consulado
provincial 6 de junho de 1868.
Izidoro Tleodub Mattos berrdra.
1 Gompanhia doBeberibe.
O caixa desta companbia, commendador
Tbomaz d'Aquioo Fonceca acba-se actborisa-
do a pagar no sen escriptorio ra do Viga-
rio n. 9 das 10 horas s 3 da tarde o 40.
dividendo desta companbia, na proporcao de
35O0O rs. por cada aegao.
Escriptorio da companbia, 27 de maio deJ
1868.
O secretan'),
Dr. Prxedes Gomes de S. Pilanga.
Debelada 1.* seccao do consulado provin
cial, em ejercicio de administrador, faz publico,
que do 1.* de junbo vindouro comecam a ser con-
tados os 30 das uleis, marcados para a cobranza a
bocea do cofre do segando semestre, do correle
anno fioanceiro de 18671868, dos impostos da de-
cima urbana, de S por-eento sobre a renda dos
bens de raiz pertencentes as corporacoes de me
morta, e de 20 por ceoto do roosorao de agnarden-
te, incorrendo na multa de 6 por cento os contri-4
buintes de taes impostos, que neste prazo dexarem
de satisfazer a respectiva iinporlancla.
Consulado provincial, 20 de maio de 1868.
A. Wilruvio P. Bandeira Accloiy de Vasconcellos
Cunselho de compras do arsenal de guerra, I de
junho de i868.
O conselho annunciado para boje, fina transferido
para o dia 9 do corrente as mosmas h ras.
Jos Maria Idelfonso Jaccme da Veiga Pessoa e Mello
Coronel presidente.
Tribunal do Commercio
Por esta secretaria se faz constar que na
mesan existe om hvro copiador de cartas
de Bernardo Machado & Gompanhia, desde
30 de agosto do anno prximo passado sem
que tenha sido al hoje pago o sello e a
rubrica, estando por ssd por sellar e ru-
bricar.
Secretaria do Tribunal do Commercio de
Pernambuco, 4 de janbo de 1868.
Oofficial-maior,
_______________Julio Guimares.
Tribunal do Commercio;
Pela secretaria do Tribunal do Commercio
de Pernambuco, se faz publico que 1 nesta
data foi inscripto no Hvro da matricola dos
commerciantes' o Sr. Raymundo Francisco
Carneiro Monteiro, cidadao brasileiro, esta-
belecido cita sua casa de commercio de fa-
zendas em grosso e a retalbo na cidade do
Ico, provincia do Cear.
Secretaria, 4 de junho de 1868.
0 official-maior,
Julio Goimaraes.
s
THEATRO
DE
Empreza dramtica
iioji;
Sabbado 6 de junho
Segunda representacao do mallo applanddo
drama en 3 actos
17Roa da Imperatriz17.
O proprietario desta galera recreativa vera par-
tinpar ao respectavel publici desta capital, que pe-
lo vapor francez Guienne nliimamente chegado da
Enrama, racebeu nma grande clleccao d lioda e
variadas vistas, assim como um magniQcu sorti-
fuenio de prendas as rr.ais preciosas, e assim es-
pera coniinuar a merecer a concurrencia com que
o tem favorecido o illnttrado pnblico desta ci-
dade.
As fhtat que se acham expostas durante essa se
mana sao as segninies :
Pesias de lanteroas (Cbina.)
Sala dos marecbaes > palacio das Tulbenas (Pa-
rs.)
Bonlevard dos italianos (faris.)
Oaleria circular do palacio da exposicao de
1867.
Aqoarinra do palacio da exposIcSo de 1867.
Eiterior da igreja de S. Pedro em Roma (vista
de noote.)
Vi>ia geral de Cdiz (Hespanha.)
Passagem de Cnrupauy (15 de agosto de 1867.)
Vista geral de Rouan (Franca.)
Vista gen*! de Londres.
Vista da Alhambra em Granada (Hespaoha.)
Corrida de toiros eui llespanba.
Cada bilhete de entrada da' direito a nma bella
prenda, bavendo enire ella* maltas de sabido va-
Icr, e as menores de quasi igual prego do bilbete
de admisso.
Entrada de cada pessoa
500 rs.
AVISOS MARTIMOS
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira por vapor
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Mossor,
Cear e Acarac.
O vapor Ipojuca, comman-
dante Martins, seguir para
os portes cima no dia 15 do
crreme as 5 boras da larde.
Recebe earga at o dia 13 as
3 boras da tarde, encommen-
das, passageros e dinbeiro a frete al as 2 horas
da tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte
do Matos n. I.
N. B. Adverte se aos Srs. carregadores que os
onhecimentos da carga devero ser tirados em
oome Aa pessoa que a despachoo, oatro sim. que
estes competentemente sellados devero acompa-
nhar os respectivos despachos sob pena de nao
Ibe ser dado o bilbete para o embarque da mesma
no caso de que nao se]a fielmente cumprida a pre-
sente declaracao.
AMIA KUAIIGMT
DE
Navegaco costeira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Jaguaribe coramaa-
dante Moura, spgoira' para
os portos cima no dia lo do
eorente as 5 boras da tarde
Recebe carga at o dia 13
as 3 horas da tarde ; encom-
iendas, passageros, e dinbeiro a frete at as 2
horas da tarde do da da sabida : escriptorio
do Forte do Matos n. 1.
N. B. Adverte-se aos Srs. carregadores que os
conbecimeatos da carga devero ser tirados em
oome da pessoa que a despachou, outro sim, que
estes competentemente sellados devero acnropa
nhar os respectivos despachos sob pena de nao
Ibes ser dado o bilbete para o embarque da mes
ma.no caso de iue nao sej belmente cumprida a
presente deelarreao.
LI4 S iGilL
Com muita brevidade egua o patacho porto-
guez Jorgense; ainda recebe alguma carga a frae
passageros, para os, qoaes tem bellos commo-
dos : a tratar com o seu consignatario Joo do
Reg Lima, a' roa do Apollo n. 4.
iJar
O pslhabota Joven Arthur segas para o porto
cima to dia 11 do correte, ainda pode receber
alguma carga miuda : a tratar com os consignata-
rios Antonio Loiz de Oliveira Azevedo & II, roa da
Croz n. 57.
CDVIPANHA PRmHBiCAHX
DE
Navegacao costeira por vapor.
Rio Formoso.
O vapor Parahyba, com-
mandante Helio, seguir' para
o porto aclro do dia 11 de ju-
nho a 1 hora da madrugada.
Recebe earga encommendas,
passageros e dinheiro a frete, no escriptorio do
Forte do Mato n. 1.
GOMPANHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos. portos do snl esperado
at o dia 7 do correte o vapor
Cruzeiro de Sul, commandante
Alcoforado, o qual depols da de-
mora do cosame seguir' para
portos do norte.
Recebem-se desde j passageros e ongaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinbeiro a frete at o da da sabida as 2 bo-
ras.
Para o Ceara' nio se recebe carga.
S se recebem como encommendas objectos de
peqneno valor e qne nao excedam a 8 palmos c-
bicos de medlcio ou 2 arrobas d i peso. Todo o
que passar destes limites devera' ser embarcado
como carga.
Previne-se aos senbores passageiros que suas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Cruz n. 87, i andar, ese/ptorio de Antonio Lai;
de Oliveira Azevedo & C
Lisboa e. Porto
A barca porlugoeza S. Uanoel 11, capito Pedro
Jos da Rocha, recebe carga para Lisboa e Porto, e
quer sabir com brevidade, por ter a maior parte
da earga engajada : os pretendenles para o resto
da que Ibe falta, podem dirlglr-se a Marques, Bar-
ros & C, largo de Corpo-Saoto n. 6, 2* andar, e
para passageros que encontraro excellenles com-
modos, ao mesmo capito na praa.
W >< ^
IraHrB&rje sanfseim StcraenRr
I 4*J>irre fe dolo AMttif.
Teado de proireirjie no dia f ie'corprjg
te O.W a ele,* aesa qpe $Wb rege;
i irmandade b nm comprolijssal d
PIIOT(K^Ri1>UI\
ncontratn-s ti pbotographia da casi irh
al roa do Cabag d. 18, entrad pe
mesma'pelas Choras da manhia do1 *> Pate0 ,la Matriz, e tamberruna vrafa Eco-
portir' llrfra no da 6 dVfiibha. 1668 a 1869, silo -JJtrfo presetlft^idaH **<***>
^"%&& P^'fodT^r^rem-SHe D CKnf ? 'Cat (.a --=g'
i,n,a ....iniviA Hn Pona dn rio da mesma neas TIinras ra maohSa da 10 pateo na
Gremio Recreativo
De ordem do Sr. preiidetteConvido aos senh,ra*
socios para reqwo.de aveaDlea geral amaobaa
(O as 10 e meta boras do da:
_______________
H. Rftelro,
i. Secretarlo.
ra. a dmhajfft frate, no esrorto do Fane do "u oa mesma pelas 9Tioras da mflh3a do "> Pa." ia 1<"r'rz. e wmoer na tavrafta Eco- Emilia d
Millos n.K _______J merjcionaflo d^a, colfJriBB derermioa o res-lPom,ca > Sr. Nogueira de Seaza arna'do' pre
Pflrn 1ihftft pectivo cnrDprfirjrssc Consistorio, 4'^rFCresP<> _.__ licadu
No largo do Corpo Santo n. 19, eterlptorlo da
i,Fllhos 4-C, precisase rallar a 3ra. D.
fe# Arreira, a negocio de sen iMerets*
! O palbabote portoguex iVoro S. Lourei^o-, pre-
tende seeuir con a possivel presteza, ttm algosa
carga prompta e para o resto e passageiroe, trata- .
se com os cooslgna'arios Tnomaz de Aqolno Fon-.
seca & C.; roa do Vigarlo n. 19. 1* andar. '
O escriv3o,
Basto*.
COMPNHIA BRiSILElUA
DE
_. Paquetes a vapor
Precisa-sede orna ama forra oa escrava para
engomnir e cosinhar em ama casa do pooca fa-
milia : na loja n. 45, esquina da roa da Madre de
Dens.
E* esperado dos portos do norte ~ Precisase de urna umilier de id^de par l-
ate o dia 10 do correte o vapor *> 'ervlcfl de ota casa de hornera solteiro : a
Gunr, commandante Domioiws {nUt na rta da Ircperairlz e. O, loja.__________
M. Ferreira, o qual depois da de, Precisa se de orna ama p*ra o servico nter-
mora do cosime seguir para Do e externo de orna casa : a tratar na roa Bella
o.35.
recisa se de doos caiietrosqoe tetBaat pra-
berm : a tratar m roa Imperial b. 171.
os porto* do sol
Recebem-se desde ja passageiros engaja-se a -' -J--------.--------------------___
iarga que o vapor ooder eondnzlr a qual devera' ~ Fr*c,sD* M fl.e *'"Rar otn bon costnbeiror
ser embarcad no dia de soa ehegada, encommea- l>B_r_n> do Rngel pL9.
das e dinheiro a frete at o dia da sabida ai 2
horas.
S se recebem como encommendas objectos de
pequeo valor e que nao excedam a 8* palmos c-
bicos de medico oa 2 arrobas de peso. Todo o
qoe passar destes limites devera' ser embarcado
como carga.
Prevtne-se aos senbores passageiros que suas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Croz n. 87, escriptorio de Antonio Lolz de Olivd-
ra Azevedo & C.
Retratos
do Exnr. Sr. hispo desta diocese.
& FRANCISCO CARDOSO AYRES-
- ao pneco be 50)rs.
Na msala photographia ro do Cabnp
contioua-sfr a tirar retratos em canses de vi-
sita
A A5O0O A DUZIA
Nos- retratos feitos oeste estabdjetfmento
emprega-8e toda caolella, para offerecer-se a
par da belleza do trabalho as melhores con-, i-'pTrador'n.*VVwo'nS^
incoes de diirae3o deanam-'e e Oxam-se os '
retratos sem olhar-se a economas e applica-
se orna lav gem ampia e continaada para se
extrahir todo o bypossulflto de sod, causa
da alterado das provas.
Alm disttr os nossos cartCes de visita sfo
verdaderas photographias, queDaipreci-
...
Precisa-se de orna ama para o serrieo inter-
no e externo de nma asa de ponea familia i roa
Larga do Rosarle 21. ________
OIIrece-se urna ama de fli : pa prlaVrit
goarapeira do Cltora-meoino. ________
- Alugase ma escrava ose sabe eosinkar
ario de orna casa e eogontoar ; a tratar oa
*a Caaboa do Carn n 18. -"-
Precsase aiod* ne urna eagommadeira : l
rea do Imperador a. 73, seguado andar. '
Precis*-s de orna boa coarabeira: na roa i
Na roa das THnrheiras a. 22, lava-se e en-
gjmma se perfeitamente peljs precos seguintt-s:,
palitots a 3!0 r*.. camisas a 12C r.. caigas a 160 ,sam de ret0(|ties do pi itor para Ihes desfar-
rs., colletes a IH< ostras ppgas nesta conlormi-. Qarem os dettiitos, e convida-se a queu q oejjoe preco moito eommodo. | zer a passar sobre el les urna esponja molha-
Oderece-se urna molber oara ama, c rapra ejda em agua, OU a deixa-los mergulhadofr por
'espaco de horas em agua oa espirito de vi-
Bahi
Para a Baha segoe dentro de seis das o pata-
cho Alexandnna, por ter o seu orregamento qua-
si tolo engajado e para o resto que Ibe falta Ira-
tase com o consignatario Joaqom Jos Goncalves
Beltro, roa do Trapiche n. 17._____________
Para o Para
Segu em -poneos dias para aqoelle porto com
a carra qne tlver, e a frete mdico, o patacho lo-
glez Frei Clarki: a tratar com o sea consignatario
Domingos Aves Matbos, no seo escriptorio roa
do Vlgarlo n.2l.______________________________
Pai
Segu com brevidade o biate nacirnai Lindo
Paquete, capltio e pratlco Francisco Ribeiro Bar-
r s; pode adlmiitir alguma earga roinda para o
que se trata com o sea consignatario Joaquim Ge
rardo de Bastos, a ra da Cruz o. 23 prlmeiro
andar._____________________________________
Rio de Janeiro
Para o referido porto sahira' com toda a brevj-
dadeo brigue nacional Ribeiro l, capito Das; pa-
ra carea, tratase com o sea consignatario Joa-
quim Gerardo de Bastos : a roa da Cruz o. 23,
prlmeiro andar.____
Tio de Janeiro
Para o indicado porto pretende seguir com a
malor brevidade possivel o velelro e superior
brigoe Adelaide, por ter parte de sua carga en-
gajada e para a que Ihe falta e escravos a frete
trata-se com o consignatario Joaquim Jos Goo-
calves Bellrao, ruado Trapiche o. 17.
AJoga-!e ura sitio na Boa-fcagem ou tambe*
se vende o dito sino, o qual tem drversas froctelras;
qoea o dito suir> pretender para qualqnerdas soa-
sas- cima exposra : dirija-se a travessa de S. Jos
n. 22; k
Cosioheiro francez
Ososa precisar de om cosioheiro francez e qoe
trabaiha em massas : dlrija-se a esta typograpbia
com carta fechada para A. L. D.
ia8S
U Dacbarel t>ts> Tertohano, ex-i>ro-
m.nur publico desta c marca, *dvoga no
prtmeiro anda da casa da fortuna, sita
a roa do Crespo n. Vi, onde tem e>crip-
orio.
Advogacia
O bactarel Rocha Campello 'roadoo o sea es-
criptorio para a roa do Imperador n. 35, 1* an-
dar, oode pode ser procurado para os misleres do
sua prtSsso, das 10 horas da manba at as 3
da tarde.
Precisase de nma ama para cosinhar e
comprar para orna casa de familia de duas pe-
soas : a tratar oaroa estreita do Rosario o. 36,
segundo andar.
OftVrce-se para caixeiro de taberna urna
pessor com prl!ca: qaem precisar dirija se a esta
'yoographia em carta fechada com as iniciaes
S. L.
Desejando oa peraambacaao eserever om bos-
quejo bistorico sobre a guerra aetoal qoe o Brasil
move ao dictador do Paraguay, e a qoe sosteotoo
rio. se apresenlarem M'^m^t^^S^S^^ tSK
pelo duplo ao que tiverem custado. parte que nella hio tomado os Peroambocaoos.o os
A photographia es'. aberta todos OS dias' fe'los Por elles "ratcades. pede encarecidamente a
t)dos qoe a respeito poderem dar algoma loforma-
c3o ooelram dirig las em carta a R. C. na encader-
oacao Parisieose.
Sociedade patritica cDous de Jalifa
Araasbaa havera' sessio extraordinaria as 11
das !> horas da manhaa as i da tarde.
J Ferreira ViHela.
Irmandade do Santissimo Sa-
cramento da oa-Vista.
para'
Ama.
Precisa se de otra ama para cosinhar
Direita n. 26 primeiro andar.
na ra
Sevada
Vende se sevada mullo nova a 45 a arroba : na
ra Direita o. 30.
Precisa-se de ora caixeiro de 13 a lo anoos com
pratica de taberna : oa ra Nova n. 33.
4 ClfiM
Para o Para' pretende seguir com moita brevi-
dade o brigoe portugoez Viajante, por ter grande
porcSo de earga engajada e para o qoe Iba falta
trata-se com o consignatario Joaqom Jo.' G n
calves Beltrao, roa do Trapiche o. 17.
LEU, OES.
8 CAVALLOS
O agente Martios aotorisado por om sea amigo
vender' em leiio os cavados aeima ditos.
UOJE
No armazem da roa do Imperador o. 16, as 11
boras em ponto.
O agente Martins aotorisado por um amigo ven-
der' em leilo orna escrava com 25 anoos de ida-
de, perfetia eogommadera e cosinbeira.
Sabbado 6 do correle
No armazem da ra do Imperador n. 16, as 11
horas em ponto.
Livro novo para entretenimenlo as noitfs de
Santo Antonio, S. Pedro e S. Joo 1 volnroe de 125
paginas tmpresso em Franca.
Ks. 1$000.
Llvrarla Fi*anceza.
__________9-RUAj)0 CRESPO9_______
Rendissance
Fabrica de mobilias, carvalho, seolpta-
do em Beriii.
Ag'n^ia 16 Praga do commercio, (ra do Tra-
piche) no escriptorio ie Theod Chrislianseo.
Em casa de Trieod. tiristiaosen, ra do
Trapiche o. 16, eneentra-se tllectivamente todas
as qoalidades de viobo Bordeaux. Bourgogne e do
Rbeno.
Dase sete contos e qWientos mil ris a jaro
mdico com hypotheca em predio livro o deaom-
baracado : qutm precisar pode deixar carta oesta
tynographia com a1 iniciaes R J. A.
Urna esc a va
Preclsa-se para o servigo de orna senhora es-
traogeira. de alagar nma escrava qoe saiba cosi-
nhar, eogomraar e (azer n mais servico de nma
casa, paga se bem e pootualmeote : ra da Sen-
zal Velha n. ti, primelro aodar.
LEILAO
De nm carro (dog cari) pintado de rovo e
em perfeito estado, com arreios para um
cavallo.
Um cavallo de sella con andares.
Terca-feira 9 de jonho as 11 boras em ponto.
Por iotervencao do agente Pinto, na praca do
ccmmercio em frente ao trapiche do Barbosa.
Dma
Qaarta-feira 10 de junho as 11"horas a roa
das Cruzes n. 6.
Pelo agente Eozebio.
De ora sobrado de o. 1 sito roa da Impera-
trir, de 2 aodares e soto, chao foreiro, os pre
ledenles queiram antecipar o exame.aflm de ob-
ter urna boa acquisi(io.
AVISOS- DIVERSOS.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo do convento de
8. Antonio
O abaixo assigoado thesoureiro da irmanda-
de do Divino Espirito Santr, erecta no convento
de Santo Antonio desta cidade, faz : cente ao pu-
blico qne a mesma irmandade nesta data nada de-
ve, e agradece a todos os devotos e irmaos que
coadjovaram com a soa esportula e yabalbo a fes-
ta da mesma invocacao Esta declaracao exten-
siva mesmo em relacao aos suffraglos de seus ir-
maos fallecidos.
Recite 5 de mais de 1863.
Ado'pho Marques dos Santos.
hephistophelFs
Fasseios humorsticos
Pablicou-se hoDtem o n. 1.
PREOgO 200 RS.
L'vraria franceza, roa do Crespo n. 9.
Acadmica, encadernacSo Parisiense, ra do
Imperador e roa do Trapiche d. 18.
OSr. Manoel da Costa Pereira quelra vlr a
roa do Livrameoto n. 10, a negocio qoe o mesmo
senbor nao ignora.
Irmandade do Saotissimo Sacramento
da fregnezia de S. Frei Pedro
Goncalves.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
rmeos desta irmandade reunirem se no domin-
go 7 do correte pelas 11 boras da manhaa, do
respectivo consistorio, aflm de eleger-se a nova me-
sa qaetem de reger ena Irmandade no aono com-
promlssorlo do 1868 a 1869.
Recife 5 de junho de 1868.
Jos da Silva Loyo Jnior,
_____________________Escriv'.________
Aloga-se ama casa Da roa das Calgadas o.
45, com 2 salas, 2 quartos, coslnba (ora, pintada
de novo : a tratar na roa do Imperador n. 50.
No eolleglo da Coucelcao
bom copeiro.
preclsa-se de um
casa
Precisa-se de alugar ora prlmeiro andar de
orna casa na fregaezia de Santo Antonio, para re
sidenca de urna .-cariara estraogeira, que seja em
boa roa, e faz-se quaiquer vantagem com seguran-
ga : quem pois quizer semclhaote negocio annnn-
cie oo delxe tica- caria fechada nesta typograpbia
c m as iuiciaes A. A. oa dirija-so a ra da Senza-
la Veiba o. 22, 1 andar.
Precisa se de orna ama para rasa de homem
solteiro : na roa da Cadeia n. 59.
tara os esquadroes de ca-
vailaria
Charlateiras com escama segando o ulti-
mo figurino approvado pelo governo impe-
rial, esto a venda na roa das Trinchei'ras
loja de cirgueito do Sr. Guimares.______
Xarope de salsa parrllha do
Para
ou
Depurativo do sangoe
Usado ras molestias de pelle, impigens,
dores rheumaticas e ulceras venreas.
* DEPOSITO
Rna larga do Rosario n. 10, junto ao
quartel de polica.______________
Muas e machos
Desembarcaran] hnntem da barca franceza
Isard, procedente de Montevideo, bonitos aniones,
otre elles boas parelhas para carro : para ver a'
ra da Concordia 'cochera defronte do armazem
do so!, e para tratar *,' rna da Cruz n. 57, < serip-
torlo de Antonio Lulz de Uhvcira Azevedo & C.
Aeha-se fgido desde o dia 2 do corrente o
escravo de nome Fanstino, cabra escaro, corpulen-
to, idade de qaarenta e tantos anoos, com alguns
cabellos brancos na barba, pernas um pouco ar-
queadas, bstante barbado e cabelludo, costnma a
embrigar-se, e as vezes quando falla como que ga-
gaeja um pooco : roga-se'as autoridades policiaes
qoe o apprebendam e a quaiquer pessoa que o en-
tregar a seu senhoro raajor Gusmo, sera' gratlfl-
cado ; pode tambem ser entregue a' roa Direita
o. 137._____________________________________
Acba-se fogido desde o dia 2 do correle, o
escravo pardo de oome Cypriaoo, Idade de 21 aonos
pouco mais oo menos, alto, pernas comprldas, ten-
do em cada face do rosto um triangulo de tinta
azul, e as costas das raaos orna estrella : portao-
to rogase s autoridades policiaes e quaiquer pes-
soa que faca apprebeoder e lev.-lo a' roa Direita
o. 137, qoe sera' generosamente gratificado ; es-
cravo do major Gasmo.
Acha-se fogido om cabnoba lacaboclado, de
nome Jos, com idade de 12 a 13 aonos, foi vest*
do com caiga e camisa de riscado de algodo e ja-
qoeta de panno preto : a entregar na roa Nova n.
65, 2* andar.
Em virtode do despacho do lllm. Sr. Dr. juiz
provedor de eaoellas, datado de boje sao nova-
mente ccivl lados todos os nossos chari'sissimos ir-
maos, para comparecerem no domiogo, 7 do cor-
rente mez as 10 boras do dia, no consistorio da
mesma matriz, para reunidos em mesa geral, pro
segnlrem a eleicio da nova mesa regedora, qu- tem
dn funecionar no anno compromissal de 1868 a
1869.
Consistorio 2 de junho de 1868.
O escrivo
___________M-ooel Aotonio Cardozo.
Li(#es de arithmetica, alge-
bra e geometra.
Casimiro Borges Gorfinho de Assis, estn-
danie do 5o anno da Eaculdade fle Direito
desta cidade, achando-se legalmente habili-
tado para leccionar arithmetica, algebra e
geometra, abri aula de.'tas materias na
casa de sua resiJencian. na ra da Con-
cordia, travessa do Pocinho.
Preclsa-se de nma ama psra casa de pouca
familia : na liba dos Ratos a. 8. _______
iNa rna do Trapiche n. 4i, segundo andar,
precisa-se de nma raulber livre oo captiva que la-
ve, eogomae e cuide de quatro creanga.
Previness qae pessoa alguma faga transa-
co com as trras qoe tsm em Gamelleira Jos
Henriques da Silva, por estarem em letigio com o
major Jos Pedro Velloso da Silvelra Jnior.
AMA
Fogio no da 3 do correte o escravo criaulo
de nome Damazio, idade de 30 annos pooco mais
oo menos, estatura regalar, costoma embrigar-se
com o que.tica multo regrista, foi escravo do Sr.
Dr. Francisco Luiz Correa de Andradey morador
na ra da Guia : recommenda-se s autoridades
policiaes e capites de campo a captura e levarem-
do a' ra da Seozalla-Velha o. 8i, qoe serio gratl-
fleados.
~ Aluga-se orna escrava multo moga e sadia,
pira servigos de casa, mas eem algomas coDdigSaa; 1
a tratar na roa Velba n, 43, leguado andar.
Na roa do Queimado n. 52. precisa-se de orna
para cosinhar e comprar.
RogasToo Sr."Jos Francisco da~SilvTprs-
sagelro do vapor ioglez.chegado aqoi a 27 de maio
passado, o favor de aonunciar a sua morada ou
mandar a' ra da Imperatriz n 4 >, 2* andar.
Altare ornamentos para ora
torio particular ou capella
de engenho.
Quera precisar de om altar cem os respectivos
castlgaes palmas donradas, doos reos ornamen-
tos com todos os oertences de atvas. santroiohos,
amictos etc., seodo ora los troameotos bordado a
ouro Sao, orna estante e um calix de prata : diri-
ja-se a ra da Aurora u. 36, que achara' com
quera tratar.
Lices de grammatica na-
doral, principios dccalliqra-
phia, elementos de arithmetica,
geographia e historia, apphea-
veis a quaiquer fimt cujo resul-
tado se garante pelo methodo, t
aturado empenho; na fallen
cia total daquelle, nao have-
ra estipendio; a'ra da Con-
cgclo n. 12, como em casas
particulares.
O Sr. Manoel Claudio da Silva Gusmo
tem urna encommenda na ra da Imperatriz
n. fc'O loja do Pavao,
horas do dia do sali do theatro de Santa Isabel.
O 1 secretarlo,
A. Milton._________
Quer-se trocar urna imagen) da Se-
nhora da Coceifo, com palmo e meio oa
dous palmos de altura, que seja perfeita:
na ra dasCruzes n. 20, 2"andar.______
-- Roga-se ao Sr. Antonio" Jos da Caoba Vian-
r-, morador oa ra dos Pires empregado n'om
armazem de algodo no Forte do Matto, de apare-
ce r oa rna Nova o. 25, para oegocios orgeotes.
Urna rapariga boa costureira e de bom com-
pmaraento, propos-se a cezer em alguma casa es-
trangeira : quera de sea presumo se quizer otili-
sar, dirija se a' casa o. 4 na travessa do M.nteiro.
Na rna Bella o. 40, precisase de ama ama
para o servigo interno e externo, prefere-se es-
crava.
Precisase de nma ama para servigo de ra.
e casa : no pateo do Tergo o. 1, taberna.
(Grande annazem de tin-
tas medicamentos etc.
|. Ra do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma-
mais empregados
ceticos os i
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tara e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como hotoes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chicoleos e industriaos
para photographia, tinlnraria, pin-
tara, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e snp-
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Hambargo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianza e satisfazer quaiquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
mo e por preco eommodo.
s
Yinho tnico nutritivo
DE
QUINA E CACAO
BGAUD
Esta oova combinagao rene em ama bebida
asss agradavel e conveniente a todos os organis-
mos, a quina qoe nm medicamento tnico por
excellencia, e o cacao qoe contm priieipios nu-
tritivos asss reconhecidos.
Elle se emprega com o maior snecesso na cura
das plidas cores, soffrimentos do estomago, perla
de appetite, dlgesties dificultosas, mensirnagdaa
dimeeis, etc. etc.
DE
DE
J. VIGNES
N. 55 RUAD0IMPERAD0R N. 55.
05 ptannos desta antiga fabrica sao hoje asss conhecidos para que seja neces-
sario insi tir sobre sua supericridade, vatagens e garantas que offerecem aos compra-
dores, qualidades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente coDqoistado sobre
todos os que tem apparecido nesta praca; possoindo um teclado e machinismo qae obe-
decer todas as vantades e caprichos das pianistas, sem nuuca falhar, por serem fa-
bricados de proposito e ter se feito ltimamente mellioramentos importantissimos para
o clima dest paiz; qoanto as vozes sao melodiosas e flautadas e por isso muito agra-
daveis aos ouvidos do apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas. tanto nesta fabrica como na do Sr. Blon-
del, de Paris, socio correspondente de ). Vignes, em cuja capital foram sempre pre-
miados em todas as exposices.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sortimen-
to de mosteas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harm-
nicos, sendo tudo vendopt porpragos commodos e razoaveis.
PlLULAS de HOGG
llogcj, com pepsina acidificada, contra as aftcfit*
casos em que as digtttdet o laborio$a$, e i$ esc*, im-
f o Pllula.i nutrtmcntae de
fcutralyieai, iytpepticat, etc., e nos
posstveis.
Dose: umi piluta antes e depols de cada comida. .
O alimento nSo seno urna substancia bruta sem nenhuma rlrtude nutrimental por a-mesa,
.que deixa perecer de inaniclo aquella que nSo digere.
Urna nica coisa basta para operar a transIbrmacSo dos alimentot em MMfrfmeftfM; esta *
pepsina acidificada. (D' LUC1EN CORVISART, medico de S. M. o imperador doa Franceses) (JUj,
rio hydroaraca,
orotit, menstrucfA
t* Pillas do Bogg, com pepsina anida com o forro reduzldo poli
contra as molestias ehronicas, e affccre (|ue d'cllas resultam, flores brancas, (Mor
ilfficil, fortl/icam os temperamentos debilitados.
Dose : de 2 a a pihuas cada dia. ,nnnrii.n..
. O ferro, redu/ido pelo hydrogeneo, a mclhor das preparacoes fcrrnpnosas. (BOOCHARDAT.)
Com ajuda da forca viva que contem a pepsina, os alimentos transfonnam-se em nutrimento*.
Pikilas de Uogg, com pepsina e proto-iodureto frreo Inalteravel, contra as tnolesUat
escrofulosas, lymphatieas, e typkiticas, a Utica, cachuda chhrotica, e as affeecics atnicas ftraaa
na economa.
Dose : de 2 a 4 pillas cada dia. .....
. A pepsina, pela sua unilo com o ferro e o lodo, modilca a accSo excitante d estes doto precioso
agentes sobre o estomago das pessoas nervosas ou irritareis. Memoria apresentada a Academia
Imperial de medicina de Paris. ... ,
Bogg, pharmaceutico-chvmico, rna de CastlgUoae, nico propnetano e preparad*.
Frascos de 100 e de 50 pilulas hermticamente tapados.
Deposito mi principaes pharaacias.
(1) Vida a obru intttuUdw: n#V<* Cmol. Kstait setre at aHmmlm s u wtrimtv.
Vende-se na pharmaaia francezas roa Nova de P. Maarer & G


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FABRICA DE GBAPE6S
. mais importante do, **l* lamerlo
HAVOU, 4 (.
Roa Nova o. 23.PERNAMBUCO=Rua do Cabug n. &.
!
Avisam ao respeitavel publico e particularmente aos Srs. logistas e tibricantea 49
chapeos deso, qoe a >ua-fabrica est montada e provida para sajisfazer a qualqwr wdi-
4o que de?ejarom fazer-lhe, pelo que tem sempre um completo sortimeBtos de objec-
los fabricados, assim como ara de aviamentos para fabrico dos mesmos.
l5--*m da Imperatriz15.
Alm do maior e mak-variado sortimento des escomidos gneros directa-
Uos pratos
mente receido pelos ltimos tanore^;,
Queijcs flameDgos >
--.-.
RELOJOARIA K BIJOUTERIA
49 ra d Cadeia do Recife 49
e. Augusto deijOuciie;
O dono deste estabelecimento participa a seus freguezes e amigos que
mudou sua loja de relojoeiro da ra Nora n. SO para a ra da Cadeia do Re-
cife n. 49, aonde se eucootrai5o sempre um grande sortimeoto de relogios
de algibeira de ouro e prata dourada, suissos e ingleses, como tambera de
parede dos melbores fabricanies; grande sortimeoto de obras de ouro para
seohoras, cadeias, pulseiras, aunis, alfioetes, etc- dos melhores gostos por
preco muito em coota. Na mesma casa fazem-se concertos por prego ra-
zoavel.
Restaurante a la carte
Roa larga do Rozarlo n. 37 e ra Estrella do Rozarlo 4. A.
Os proprietarios de-te excelente hotel emeram-se quanto 'possivel por satisfazer
aos seus i Ilustres freqoentadores.
Na arte culinaria teem o melbor mestre, j muito conbecido n'es.a cidade, o velbo
Francisco.
O servico do estatelecimtnto feito com a ordem e regularidade j acreditados e
que os concurrentes poiero a vista justificar.
Bons buhares, magnifico piano, jrrnaes nacionaes e estranjeiros, rezenhas de todas
as classes, sao o bello receio do estabelecimento
A decencia e moralidade s5o a norma do hotel central, por isso as familias das
provincias e do centro poder-se-hao hospedar sena escrpulo e com a persuac5o de acha-
rem bons commodus e por presos razoaveis-
Os melhores gneros do rxercado proprios para hotel sao o consumo do eslabele-
cimento. Vinhos os mais finos e conhecldos, e charutos da Babia e puros da Havaoa, es-
tilo expsito no grande hotel central.
240 reis.
Ameiac preparadas em lata* e caixinhas,
Tudo pelos cmodo presos como abairo se v :
Ancoretas com axeitonas a 800 rs,
Caixas com quarenta cartas de tragues a 5<5oOO.
Latas com t libras de pecegos a 8U0 rs. a lata.
Litas com-2 libras de ostras a 800 rs. a lata. .
Frascos com boa conserva a 800 rs. a lat.
Vellas de espermacet* a 850 rs. a libra.
Yellas de carnauba e composica a 410 a libra.
Tapioca do MaranhSo a 200 rana libra.
Gomma de milbo pagote a 500 rs.
Araruta a 800 rs. a libra. : _
Gomma a 200 rs. a libra. "
Bolaxinbas, biscoitos de n. i a S a 14, 15600 e 30500 a Uta,
Copos de crysta! para agua a 55 a dozia.
Garrafas de crystal -roprias para vinbo a 64 o par.
Latas com bolaxinbas Principe Alberto a 1*5600 rs.
Mantoiga ingleza flor a 14200, 13 e 800 rs. a libra.
Ditas para tempero a 320 rs. a libra.
Charutos de todas as marca, que s avista ter3b precos.
Serveja Boja em botijas e garrafas, differentes marcas, s avista tero preco.
Vinhos engarrafados de todas as marcas e qualidades.
Vinho Moscatel proprio para as excellentissimas senboras, a 600 rs. a garrafa.
Doce de goiaba em latas e caixoes de differentes tamanbos e qualidades a
14500, 24 e 500 rs.
Figos e passas em caixas, quartas e meias.
Potes com sal refinado a 4U0rs.
Mas tarda franceza e ingleza a 800 rs. o frasco.
Garrafas com vermente a 14500.
Duzia de eognac a 84000 rs. e garrafa a 800 rs.
Arroz do Maranho a 44000 a arroba e 140 rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre a 14 a libra e o.porluguez de barris a 500 rs.
Litria, macarro e talharim a 560 e 640 rs. a libra.
Tijolio para facas a 160 rs.
Caf de primeira qualidaJe a 8->00 e 75090 arroba e a libra a 280 e
ABMAZEM
a 800
cont
Ps de coqueiros
rs., comprando um eento baver algom dee-
ni '

CAPSULAS MM&
Estas capsulas, com capa de gluten, comeen, o balsamo de copahiba associado rssencia del
Matico (arvore do Per), e ronstituem um remedio nfallivcl contra a goiiorrlia. Elias obnTO*
sem cansar o estomago e nao provoclo nunca os enjos e nauseas que occasiono as capsulas
ordinarias, tendo a immensa vaniagem de nao communicar ebeiro ;s ourinas. E' por estes mo-
tivos que ellas sao superiores s capsulas de copahiba, cubebas, etc.
Deposito em Pcri.ambuco, em casa de Maurer e C".
Sabo massa em caixas para os meus collegas a 220 rs. a libra.
Massa verdadeira; todo o collega que precisar de maior quantidade de cinco
caixas avisar tres dias antes.
Cha temos de todas as qualidades.
Graixa em latas a 14 a duzia e a 120 rs. a lata.
Farello em saccas a 64 e 3 #500.
Vinagre branco engarrafado a lOO rs. a garrafa.
Latas com marmelada a i, 00, 14200 e !60O rs,
Balaios para compras e costureiras.
Guardas roupas por todos os precos.
Os principios balsmicos e resinosos do pinho martimo
que eraste as cbarnecas de Bonicos achao-se comidos
neste xaropc, cuja cflicacia as molestias defluxos, calarrho epidmico e losse convulsa 6 A popular
nao smenle em Franca, porem na Europa intira. Emprcga-
aa tambem com p mais grande successo as doencas as
ias urinarias, sendo preterido e multo superior nos seus
cft'ciios agua de a'catrao e essencia de Crcbcnlhina,
n'oulro tempo preconisavaoos mdicos.
Drposiio em Pernambuco, emeasa de Maurer e C.
1-trr-rtrr
.
N. 2D ^f! N. 2 D,
BE.
ERNESTO & LEOPOLDO
A toja n. S D intitulada Coracao de Ouro na roa do Gabaga, seba-se d'ora em diante offerecen
oo ao respeitavel publico, eom especialldade as pesuoas que bonram a moda, os objectos do ultimo gos-
:o de Pars per menos 20 por cento do que em ouira qaalqaer oarie, garantindo-se a qualidade e a so-
lidez da otras.
&UFF0C1C10
ROllilDAO
f
f
Todos os meios at hoje preconisados contra a aslbma nao tem sido mais do que palliatvos
debaixo de todas as formas, tendo por base a belladona, o estramonio ou opio. Recentes expe- f
O respeitavel publico, avaJiando o desojo que deve'ter ob proprietarios de um novo estabelacimen-
1 io que quer progresso em sen negocio, deve ctaegar in)rnodiatamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubios e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pele
ilmlnuto preco de 10*. brineos modernos de ouro e coral para menina pelo preeo da 34, maracas de
prata com cabos de mar2m e madreperola, obra fle moderno gosto (o que encontraro no coracao de
, ouro) voltas de ouro com a competente oroslnba ricamente eofeitada pelo peqneno preco de 12, bnn-
+ eos te nm trabalno p6r"eito por um mdico pro, cassotetas, trsnoelns, pulceiras alnnetos pan re
wm r tratos, e outros modelos tudo de aito gosto ; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa
T i aiento. No artiso.rosetas tem o Coracao de Ouro um completo e betn variado sortimento de diverso;
T I gostos, butSes tiara puchos com diamante, rubios e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sen va
^ lor ja' pelo gosto do deseoso, brincos de forma da delicada maosiDba de moga com piogente contendo
ricncias fcitas em Allemanha, repelidas em Fran?a c na Inglaterra, tem provado cjue o cnamo
indio de Bengala possuc as mais otaveis propriedades para eombater essa temivel affeccao,
assim como a tosse nervosa, a insomnia, a tysica laryngea, a rouquidao, exlinccao da voz,
e as ncvralgias faciaes. E' pois com o apoio da seiencia que offerecemos estes cigarros, prepara-
dos com o extracto de cnamo das Indias, que nos importamos de Bombaim.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer e c".

i*****+**... imiu*\mmmj*
INJEGCAO VEG^T
com MATICO
de GRIMAULT e C^ phrmceuticoseivi PARS
0 successo d'esta injeccao, preparada com as folhas do Matco do Per, foi ISo rpido, qne
ella se tem tornada popular em todos os paizes do mundo, para a cura da gonorrlia a das purga-
coes de toda a natureza. E' o nnico producto neste genero cuja entrada na Russia tenba sido
authorizada pelo conseibo medico de Sao Petersburgo.
Deposito era Pernambuco, em casa de Maurer e O*.
esmeraldas, rabias, brilbantes, perolas, o gusto sublime, sifinete para gravata no mesmo gosto, reo-
slos para seniora crawdos de pedras premsas, tjuos para homem, diversas obras de brilhaules de
asnito gosto, crusinbas de rubios, esmeraldar, perolas e brilbantes, anneis com letras, cacoletas de
jry?lal e curo descoberta para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrii toda e qual-
juor joia, para^ se col car retratos e obras de cabell, e ootros coitos objectos qne os pretenderles en-
nontrarao no Coracro de Joro qne se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deliando-
e de aqci meocion;.r precos de certos obiecios porque (dfsculpem a maneira de fallar) dizendo-saos
preces talve alpnec, f?ca mo juno da obra, por ser lo dimjcuta qnanta a vista do seo valor.
Iva mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-s concer-
tos, por menos do que em ouira qualqoer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-se
o Coracao de Ooro alieno at as horas da noiie.
Qualqoer pea; oa que se dirigir ao Ccracjio de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se ua soa frente um coracio pendurade pintado deamarello, alem de ontro que se nota em nm
otnlo Oslo se advert em consequencia de teieio ja' algomas pessoas eoganado com outra casa-
Prec|sa-se de orna qoe >aiba bem cosiDbar e-en-
gommar, sendo morigerada e de boa c ndaeta para
casa de 1 milia : na roa da Cadeia do Recife
O. 10.
AO COMERCIO
A abaixo assifiDada communica ao respeitavel
corto do conmercio, e a qaem mais interessar
pessa, qoe tem encarregado da liqoidieo da casa
commercial de seo fioado marido Aniunio de Al-
meida Gomes, ao Sr. J.aqaim Gerardo de Bastos,
ioteressado qoe era na n-e.-macasa, oqeal se acba
muDido de proiaracio bastante para esse fim. e
na conformidaae delia praUeara' lodcs es actos a
respeito.
Pernambuco, 20 de malo de 18G8.
Marta Francisca de Almeida Gomes
Joaqoim Gerardo de Bistos scientiBca ao res'
peitavel eorpo do ccmmereio e ao publico em ge-
ral, que tem estabelecido nesta praca orna casa
commercial em soccesso a' do fallecido e honra-
do negociante Antonio de Almeida Gomes, e dedi-
cada aos mesmos ramos de commercio em qoe se
occopava o fallecido, em cuja casa era ioteressade
desde (863.
na roa da Cruz n. 55.
Aviso aos fumantes de
bom gosto
S Acaba de ebegar tim sortimento com- 1
pleto de cbarotos finos de Havana aos ]
presos de 124 a 424 a caixioba do 100:
na rni i\a PrnT fl KK ^J
Hl
Os abaixo assfgnados participara ao respeita-
vel corpo do commercio, noa tem josto e contrata-
do eom o Sr. Francisco Iglecias Lopes, a compra
de soa taberna sita na roa da Coocordia o. 62, II-
vre e de-embaragada de qoaesqoer debito ; quem
se jolger com dlrelto a mesma apresentece-se no
praso de 3 dias. a cootar desta data.
Recite, 3 de jucho de 1868.
Jos Antonio Maeedo Lopes.
Cas ludio Jos de Oliveira.
Criada,
Precisaku de orna orlada aera casa d* hemtm
sotteiro porus adentro, prefere-se portugaera : ca
xm de Apollo n. 19, 3 andar.
D se 600*000 a joro sobre bypotbeea em
K3o : *1um m ,a* A**tt8U 3 **
PiRi FiMLLI
Grande Bazar, ra Nova n, 20 e 22.
Acaba de ebegar a ette estabelecimento
grande porclo de machinas para costuras,
do autor Wbeeier Wilsoo, approvadas oa
ultima expsito de Pars, a: qoaes cosem
com dous pospontos toda a cositura, e tem a
vantagem de ser t5o suave o m -vimento.
que qoalquercrianca de oila ancos fcil-
mente trabalba, e pode, com este entreteni-
mento, le\ar vantgem ao servico diario de
trinta eos ureiras. A comprehen5o sim-
ples, pois em um quarto de bora se fica se-
obor do movimeoto da machina, tendo a
mesma a pnpriedade de fazet* as seguintes
costuras: pospotar, embinbar, franzir,
marcar e bordar, como apresentam os dese-
nos que acompaobam as Os proprieta-
rios do estabelecimento se encarregam de
mandar ensinar n'esla cidade, e garantem
entregar o importe dispendido ao compra-
dor, do caso de n3o trabalbar com perfeicSo
a machina vendida. n3o tendo, porm, sof-
frido ella algnma avaria. Ha tambem no
mesmo estahelecimeoto machinas do autor
Grower Baker, de trabalbo simplesmente
mSo. 6 outras com movimeoto dos ps ;
e mxime todos os pertences das mesmas
machinas para vender avolso.
Previne se aos devedores da toctaloja"a'a
roa da Imperatrli o.-32, gyraa pelo Sr. Peosper,
f de vir pagar os seos dbitos na fabrica de serveja
da roa do Sebo, visto qoe oo da 18 do correnta
mea a* contal serio entregnes ao procurador da
casa para citar oa devedore?.
tona %$ wim^
SA OVA FABRICA
DE
Manoel Horeira de Souza
45-R.ua Nova-45
Neste novo estabelecimento ha om completo sortimento de chapeos para horneas, senhoras
e meninos, e vendem-se por prejos rasoaveis.
16.-~Rua da Cruz16.
Ha diariamente neste estabelecimento um sortimento de doces para cha. Paes-
de-l, bolos inglezes, podios, pastis de differentes qualidades, ambre etc.
Mtvas cooservas e licres, agua de rosas e de flor de faraugeiras,
Yinbos no vos e amitos onlros geoerso de raolhados
Para S. Joo.
Differentes trabamos de assucar; amendoas coneitadas e papis para sortes.
Recebem-se encommendas de trabalhos proprio de pastelaria para grandes
jantares, bailes, baptisados e casamentos, havendo para isso entones anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armacao como sem ellas,paes-de-l e ootros bollos differentes en-
eitados sendo o de cor fetta-com assucar.
0 dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas as arnacoes
de papelSo e folba. por armacoos de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, serSo as encommendas bem acondicionadas.
Neste estabelecimento compra-se pevide de me'ancia (milo).
NORTHERN ASSURANCE COMPANY EM LONDRES
CAPITAL. LIBRAS 9.000,000
AUTORISADA NESTA PRA^A
pon
DECRETO I9IPERIAL
A companhia 3cima mencionada toma seguros contra fogo em Edificios, Mer
cadorias e Mobilia por sen Agentes
9IILLS LATHAJH & C.

DO
VAPOR FRANCE&
RA NOVA N. 7.
PEHNAaiBUCO
Conttnoa a ebegar de Pars a este estabeleci-
mento bom sortinM-nto de calcadoscolbldo dos me-
lhores fabricanies daqoeUa graode praca, assim
como grande variedad* de qoioqoilbaria e de no
vos brioqoedes para criaocas, cojos artigos se
acbam exposto? a escolba e vootade des compra-
dores, como sejam os qoe passamos a mencionar
e ootros moitos os qoaes se vendem com diminu-
tos iocros.
Botinas para senhoras
setim, daraqi.e branro, preda e de edres.
Batinas tara aminas
doraqoe branco, prnas e de ootras mnltas cores
Lavas de pellica
brancas, arela e ie liadas cures da moda, Jonvin
verdadeiro, vindas por lodos os vapores.
Luyas de seda
braocas, pretas e de ootras cores.
Lu"as de Go da Escossia
multo boas, braceas e de cores.
Liivas de eamurta
finas, proprias para mrrilara.
Obras de ouro bes
brincos de onro de lei para seohoras e meninas,
polseirae, boioes de poobos e de abertura, tracre-
lins, correles e chaves de telcgios.
Botinas para baoem
lostre, bexerro, cordavo, e de ontras qoali-
dades.
Bolinas para meninos
de diversos modelos qualidades.
Perfn Diarias
fiaos extracto?, banbas, teos, pos de arroz, agua
de cologne, agua florida, sbemete-, etc.
Loques
sndalo, Jacaranda e de ooiras qualidades.
Chapeliuas
para senboras a' oitima moda de Pars.
Fspelhos doarados
de differentes tamanbos, e boos para salas.
Aftas
de velludo e de marroqoim para retratos.
Bolsiobas e cestinhas
de seda e de velludo p.-ra mcnloas a' passeio.
Objeetos de phantasia
muito bellos para loiiets.
Coques modernos
dos melbores gostos da olnrr a meda.
Sapatos de lastro
com salto, para senb- ra$ e para homens.
Sapatos de borracha
para bomeos, senboras e meninos.
Sapatos de (apee
de multas qualidades de tranca de Lisboa para bc-
mens, senboras e meninos
Sapales de invern
beierro taxlados para bombos e meninos.
l!iit,:s nissianas
meias botas, peroeiras e meias perneiras.
Chirotes
de moitas qualidades para passeios e viagens.
Halas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Mar
para bomens, senboras e menlncs.
Peo tes
de desembarazar, ditos de travesea, ditos para
barba, e moito finos de miGm para caspas.
Escovas
para fado, para dentes, para cabello e para onbas.
Bengalas
de mullos modelos para bomeos e meninos.
Confcito francez
calimbas com doce confeftado para presente.
Papel -prendido
para enfeitar baneijas de bolo e de dece.
tlico presente
importantes bengalas de caima verdadeira, eoaj os
mais delicados castoes de marlim.
Lonetas
de tartaruga, de ayo e de tmfalo.
Oculos
de prata doorada, de ac e de bfalo.
Grvalas
de seda multo boa, preis e de cores.
Novas cnrieiriiilias
de lindos gostos para diaheiro.
Bonitas ponteiras
de espuma para fumar-s* charutos e cigarros.
Cbaroteiras
bellas cbarnteiras e ngarreras de palba.
Cachimbos
de varios modelos, baraos em' duzias.
Veneziaoas
transparentes com paysageos para janellas.
Gaiolas de- rame]
de dlfferenies modelos par pass riohos.
Globos para iiluminaco
lindos globos de papel n^ cores para illcmioagao.
Abat-jour
para eandielros e para lauteroas de piano.
Oleados para mesa
de muito boa qoaiidade e nuvos padroes.
Uoltluras douradas
de larguras sertidas p-ra quadro.
Estampas
de p^ysagens, cidades, sanios e figuras.
Esterescopos
eom inleressantes vistas esculhidas.
Accordeons
e concertinas de todos os tara -nlus.
Cosmoramas
com as mais pittorescas vistas da Eurcpa.
Realejos
pequeos e grandes, de quatro e seis pegas de
msica.
Jara
de domin e ootros muito- difTerentes.
Cestinhas
de palba para raen'oas de escola.
Argas de iuarim
para facilitar sabir os dentes das eriancas sem
scffrerem Inccmmcdos.
Toncas e sapalinhos
de la, multo bem feitos, para crianca.
Carriahiw
de quatro rodas para eondozr criaD^as.
Boneeas
de todas as qualidades e tamanbos para meninas,
e ontros moitos brioquedos proprios para crianzas
de i a 10 annos.
JUteoco
Nae sendo posslvel mencionarse aqni todas as
qualidades de calcado, netn todos os artigos de
qoinquilbarias, e muito menos da grande varledade
de novos brinquedos, peJe-seao publico om passeio
a este estaba ecimenio, crto de qoe encontraro
batante paciencia para bem escolherera o qoe de-
sejarem comprar, e preces baratissimes, em virio-
de de baver em todos estes art gos grande quanti-
dade. e terem side comprados mesao na Europa
pelo dono do dito estabelecimento, armazem do va-
por francs, ra Nova n. 7.
_ 45-RA DIHOTA_
Nova iiblic*cat jNtca
Sabio i luz a pralica ao processo civil m-
parado com o processo commercial,co
tuvo
D(L ANTONIO CAETNO SEVE NAVABRa
Acha-se a venda na livrarla Universal, ra de
Iaoperader o. 64, precJ 4 em broebura.
E' urna obra indispeosavel a iodos que advogam
visto se encontrar all ludo reooido sobre este a-
sompto, o qoe as obras at agora publicadas
ueste genero senaj er.contra, pela cita(da a ac-
tas de que se acba enriquecida.
Com a prsenle publicago faz sea aotor om
jerviQo raoi vioo-ao foro brasilsiroj_____^^
Mfgg*
% vRwHm, /I M^fea^A i *
Elle um preventivo seguro e certo con-
tra a calvice,
Elle d e restaura forra e saudade a pello
da cabeca,
Elle de prompto faz cessar a queda pre-
matura dos cabellos,
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualqwer forma ou posicio que se deseje,
n'nm estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Ello conserva a pello e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa,
Elle previne^ os cabelles de se (ornaren)
nbracos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de
frescura refrigerante e agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, gor-
durento gtj pegadico.
Elle nao deixa o menor ebeiro desagra-
davel.
Elle o melhor artigo para os cabellos
das criangas,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservaco e arranjo dos ca-
bellos des senhoras.
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senhores,
Nenbom teucador de senhora se pode
considerar como completo sem o
TNICO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformo-
sea o
CABELLO.
Perfil cae InextlegnlveV,
_____para o leseo, tocador e baaho._____
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das calas flliaes-
dom descont muito rasoavel na praca da Inda
tendencia n. S?.
i\a praca da udejienueucia n. W, loja da
jurives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
tambem se faz qualquer obra de erjeoffimenda e
odo e qnalquer concert^__________________
Seguro contra fogo
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da companhia Fidelidade, estabs'ectoa co Ro de
Janeiro, tomara seguros contra foso em predio se
mercacorias, em sen escriptorio ra
mero 57.
MARTIMOS
E
CONTRA FC!
A companhia Indemmsadora, estabelecida
nesla praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
om edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Aloga-se a casa terrea o. 8 da ra do Seve,
ou llh des Ratos, por detrat do Gymua-io, as
cnaves estao na roa da Cadeia do Recite n. 53 loja
de chapeos.
sssscI Power Jon^son~AJompaaliii
Ra daSenzala No-va o, 42.
AQSNCIA Dk
F?sn< Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engeno-
ranas de ferro coado e batido para enga-
nho,
Arreios de carro para uatedons cavallos.
^elogios de onro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodao.
Motores a dito3.
Machinas de costura.
PULULAS
(Jharope e vinko ferruginoso
de jurubeba.
Com pvrepliesubato de ferr.
Cosinheira.
Precisa se de urna boa cosinbeira para nma ca-
sa estraogeira, orefere-se escrava ; a tratar na rea
da Cadeia n. 18.
Aloga-se o seguodo e tercelro andar do so
brado m 1 da roa Imperial: a tratar no mesmo
sobrado.
liniijni w
O maior Dril bao te de Pernamboco
acba se a vr-nd no Coracao de Ooro
3 D. roa dn Cabog.
Pfectsa-se de nm caiieiro com pratlca de
ealoade oa mesmo sem ella : ua ra do Livramen-
to o. 25.
O Sr. Dr. Francisco Coradlo da Fon-
seca Lima tem ana caria na roa da Impe-
ratr 0,^0 loja do Pivao,
Chlorose, Anemia, escropbolas, rebitismo, Bien-
oorrbagia, leucorrha, febres intermitentes e
amemrrha (menstraacao dolorosa e irregu-
lar), etc., etc.
Ha muito, que linbamosem vista associar o fer-
ro s nossas preparagSes de jurubeba, mas le-
vamos lempo a experimentar qual a preparaco
ferruginosa, que mais conviria ao organismo bu-
mano, viudo por fim a decidir-tos peto pyrophos-
phao de fern, com o qual podemos preparar oa
nossos champe e vinbo de jnrubeba ferrugi-
nosos.
Temos a observar, porm, qne o oso dos medi-
camentos de jurubfba eom o ppropkosphato de fer-
ro usca pode occasloaar a picysiea as pessoas
aloda as mais delicadas, com moitas vezes tem
acontecido at a pessoas robusta?, qoe se bao ser-
vido da mesmo medicamento preparado com ca-
iras obstancias ferrugioosas, por isso qoe o pbos-
phoro, debaixo da forma de pyropbospbalo, um
rxeio prophylalieo recoobecido infalhvel contra
esta te rr i ve l affeccao.
As preparaedes de jorobeba, a que bavemos as-
sociado o piir^phosphalo de ferro, sao mu prove-
tosas no tMtameDto das molestias das senhoras,
taes como a chlorose, aoemta, etc.
Estas molestias manifeslaro^e com os sympto-
mas seguintes:Descaramento geral da pe lie
das membranas mocosas, magreza, iocbacao das
faces e das pernas ;excitaco nervosa, histeris-
mo, melancola, debilldade muscolar, Gres ne-
vralgicss, pulso mais frequente da que no estado
de saode, calor febril, pelle sueca, appetites de-
pravados, vmitos, prlsao de ventre, meostroaco
dolorosa, irregular, pouco aboadaote, descorada,
nolla, iores braocas, amenorrhagla e infecun-
dida.
Este estado espantoso, alias lio ordinariamente
recoobecido entre nos em erescido nnmero de se-
nhoras, desappareee s com o prudente nao das
preparaedes cima.
Uoico deposito deste taedictimeatos: Pharma-
cia de J. A. Pinte, ra larga do Rosarla a. 10, em
Pernamboco.______________.
Preeisi-se de nma ama pira eosinr Rara
rasa de pouca familia: a tratar oa roa da Irla
ebeiras a. 11. '


B
BBBBBBBBBJ.
tarto e rer.wb.ie. abbado e ^onho ie 1868.
>
m
Sateaparrilha de Ayer.
Chamamos de novo a ltenlo do publi-
co sensato dar este lemedio iuviuw), co-
Qhecido' por toda parte pelo nome de ex-
traa c+mptita da ulaaparrilha do Dr.
Ay er; este non foi-lbe dado, nao por se
asaba seogredin ente principal, mas porr
qae este nome geralmeate ccnaecido e d
urna idea clara do medicamento e os seos
uses.
A raiz da salsaparrilba dos tpicos co-
nhecida como um dos melhores alterantes
frente o nome do'remedio descripcao do
seu oso na lingera portogneta.
mais certo e mais prompto que podem en-
contrar para a cura de qcilquer symptoma
oh principio deata trrivol molestia; bem
come todos os males que podem couduzir
a ella, como toases, resfriados, defloxos,
dor de garganta e de broncbites; qualquer
rouquidao deveser tratada immedlatamente.
A experiencia mostra que o peitoral de
cereja do Dr. Ayer cosa todos estes padeci-
mentos qoas sem excepto, eraro o lo-
que possoimos, porem os mdicos todos s-'&.no_sAa^. >Q -decido. .qw po
bem qne ha ootros 13o bons como ella, <
que em combinacSo com a salsa sao imito
mais efficazes do que qualquer droga pode
ser por si s ; portanto, este composto de
salsa, labaca, stilliegia, madragora, etc.,
possue muito mais poder sobre as eafermi-
dades do que qualquer dessas drogas s.
E' precizo notar que nao urna prepa-
raba secreta, puis a formla de sua prepa-
rado tem sido publicada muitas vezes e
submettida s juntas de hygiene publica,
mostrando exactamente as. drogas que en
tram na sua composiclo o o seu mcdus fa-
ciendi. A grande vantagem de remedios
desta qualidade fcilmente percebida ; o
medico sabe exactamente o que est recei-
tando e os resultados que se devem espe-
rar, e o doente sabe o que est tomando, o
que n3o acontece com a maior parte dos es-
pecficos que por ah se apregoam ; no em-
prego de preparaces medicinaos como as
que o doutor confecciona, evita-se um sem
numero de males que resultara do uso de
remedios secretos que tem quasi sempre
por base alguma droga perigosa, amo seje
mercurio, arsnico, etc.
O extracto composto de salsaparrilba de
Dr. Ayer especialmente efllcaz ua cura das
molestias que tem sua origem na escrfula/
na iDfecco sypbilitica em todas as suas for-
mas, ulceras, chagas, mal do ligado, dar-
tbros, empingens, sarna, comichoes, tumo-
res, fbeumatismo, pstulas, e toda qoaii-
dade de eropcoes, etc., e em qualquer im-
pureza do sangne, pois opera directamente
sobre o sargue e as secrecoes, purificndo-
os e expulsando o veneno, e livrando-os da
accSo viciada inspira-Ibes novo vigor e no-
vas forcas.
SALSAPARRILHA DE AYER
, sem duvida, o mais poderoso renovador
do sanguo, conhecida a medicina, pois o
onico remedio de que se tem tirado vanta-
gens permanentes no tratamento da sypbilis
e escrfula.
De todas as molestias que affligem o ho-
mem, taivez nao haja urna que infunda tan-
to terror, nem nma que seja lio inexoravel
e horrorosa nos sens estragos como a sy-
philis, mal sypailitico ou mal venreo.
E' provavel que esta molestia tenha exis-
tido desde os tempos mais remotos da his-
toria, entre os jodeus, gregos e romanos,
porem alguos autores pensara qae foi in-
trodiizida na Europa da America depois de
Coiombo; poreai ha pro vas positivas do
contrario.
Segundo Valerios, a calvicie e as ulceras
na cara de Tiberios, de qne falla Tcito, fo-
ram causadas pela sypbilis. Ha prova po-
sitiva pqe existi 80annos pelo menos an-
tes de ColombO.
G. de SaHcito diz que existi em Millao
em 1209.
Petfus de Argelato falla della na Rolonha
em 1470, e Hypocrates e Cleso poera fra
de duvida sua antiguidade ; porem certo
que boje existe eai todo o mundo, e que
mais de um terco do genero humano solre
deila.
E' impossivel achar ontra molestia que
de tal maneira nlltcle toda a economa e
que >p areca sob tantas formas, e ataque
o homem de tantas maneiras diversas.
A sypliis primaria nuito conhecida,
porem a secundaria ou constitucional toma
formas differentes que o primeiro sympto-
ma de ve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os symptomas premonitorios mais com-
muns sao: languidez, abatimento moral e
physico, falta de appetite, insomnia, olhos
pesados, dores rheumaticas, particularmen-
te de ooute, pallidez, tonteiras de cabega,
magreza, dores nocturnas e s vezes peque-
as erupces com febre; depois vem os
verdadeiros, irrilacSo na garganta acompa-
nhada de leve febre, dores as juntas,
qoeda d s cabellos erupces, dartbros, tu-
mores nos ossos, ulceras, manchas na pelle,
dores de cabeca (as dores syphiliticas sao
menos fortev durante o dia, geralmente co-
mecatn a augmentar ao por do sol), surdez,
tum res malignos, zuido, nos ouvidos.
As erupces syphiliticas s5o de muitas
especies, como erupces escamosas, erup-
ces ulcerosas, erupces pustulosas e erup-
c5o na pelle da cabeca fazendo cahir os
cabellos.
Salsaparrilha do Dr. Ayer.
Paia assegurar urna cura permanente es-
te remedia deveser tomado com rgulari
dade e constancia, observando escrupulosa-
mente as direcces que acompanbam cada
frasco em portuguez, e ao mesmo tempo
deve-se evitar excessos de todas as quali-
dades.
. Carece tambem especial attenco o
Peitoral de cereja
Do Dr. Ayer
para cura radical e certa de todas as mo-
lestias do peito e garganta, tosse*. consti
paces, bronchiles, asthma, defluxos, roa-
qodo, coqeulucoe angina e dipheria.
A grande fama que tem grangeado este
remedio devida s admirareis curas da t-
sica pulmonar, molesta esta to penosa e
fatal em soas coaseqoencias, qne aquellos
que sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel,
eopricueiro remedio qae se applica deve,
ser efficaz, pois nlo ba tempo de fazer ex-1
pericia. As pessoas atacadas da tsica,
geralmente fazem pouco case de sea mal,
at que seja tarde para cural-o; nesta,
mais do que em qoalqoer outra outra
causa, tem saa origem o predominio exten-
so e fatal oe urna molestia que mostra os
8eus estragdos com innmeros e assombrosos
casos na estalistica da mortandade. Por-
tanto dever de todos procurar o alivio
As preparaces da Dr. Ayer slo prepara-
das com eapecia* atfeoco ao clima dos tro-
picos, e tem modificaces importantes sobre
as que sao feuas para ootros paizes.
Portanto deve-se nolar com maite cuida-
dos, para que nlo haja engao, qae os re-
medios do Dr. Ayer, preparados para
o Brasil, trazem rotulo e direcelo m-
naciosr Da lingua portugueza. Portanto
coovem nour com muito cuidado que o ro-
alo ou envoltorio de cada; frasco traz na
tenba numerosos exemplos de coras feitas
por elle.
Deve-se recusar todo e qualquei frasco
qae for offerecido com rotlo ero inglez o
qae nlo tea ha impresso em orn dos lados
do rotulo o nome do agente geral para o
imperio do Brasil.
Uoico deposito roa Direita n, 15.
Yende-se as casas de P. Maarer 4 C
M. Alves Barbosa, A. Cahors, jlo da Con-
ceiclo Bravo e de Bartholomeo &G. eem to-
das asprinchpaesboiicas e drogaras.
Attenco.
Namoiobo de milbo a vapor, na roa do Apollo
o. 2!, ba diariamente fsrioha de milbo sem pa
|ba, de superior qoalidada, para eangica, anc,
bola e pao-de-lot a 120 rs. a libra, e de duas arro-
bas para cima mais barato ; oa mesma nasa com-
pra-se papel e diarios velbos para embrnlno.
Abre a & Veras em llquidaco declaram pe-
lo presente qae oada devem a esta praga nem
lora delta._____________________________
Pilulas. vinho e xarope de
jurubeba
PREPARADOS PELO PBARMACEUTICO
oa<|iilia As preparaces de jurubeba sao boje vanlajosa-
mente coobecidas e preconizadas pelos mus ba-
beis mdicos, tanto da Europa como do paiz, peta
soa eficacia nos casos de anemia, chlorose, hy
dropesia, obstrurro da abdomen, e tambem Das
de roeusiroaco oilli il, catharro na bexiga etc.
Uaio deposito nessa cidade roa larga do Rosa-
rio n^lO, junto ao quartel de polica.
Alnga-se a casa d. 5 da raa~do Caes de De-
teo(o a beira do rio e ao norte do gazometro, com
commodo para familia.- a tratar no mesmo logar.
Lava-se e engomma se com perfei$o oa Ca
ponga, ruada Amisade o. 21.______________
Joaquim Jos Groncalves
Beltrao
RA DO TRAPICHE N. i7, 4." ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seguin-
tes*ugares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
GuimaiSes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lime.
Villa Real.
Villa-Nova de FamalicD.
Laraego.
Lagos.
Covilba.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellf^i.
Pastillas americanas
DO
DOUTOR PA0BSOM' *
De blsmaMi^ iiagneal
Remedio soberano^a^ codbaier ai
a digestid, fortiBcar o *>mago,jj
ventos nervosos provenieoies
micas, ele.
Deposito aSBWOl
Pharmacia e drograria de BwMMlnMa o. C.
34-Roa larga a Rjo^a/io34.
m
Lecciona-se.praa*)6 e a Mear vari*?
iostraroeaios,dande-te as llecas das- 6
boras da tarda u 9 da aotts : a tratar na
rna Angnsta o. 30.
Praca da independencia
numero 12 ;:
Relojoclra e dtra4r.
Alblao BapKata da beba fat to-
do e qoa'oaet cwceo" perteeten-
le a saa uta, issh* como ooncerU
raizas de vaida todo por prfeo o
mls commodo poaiiral. Compra
relugiosem seznnia (Dio e obras
Je ouro co prala, auim como ven-
ce relogios baratos de ooro e prata, cebettos e
cescobertos, vidros para relogios descobertoa da
crystal, grosos e lapidade.
I
Ao espertalMo
Pede se a certo altaiate da ra das Crores qoel-
ra terebrarse que tem em seo poder om sobre-
casaco e orna calqa preta de panno lino, qne re-
ceben para fazer e al ti je anda nao apromp.
Ia, ba mais de nm anpo : se nao Otar entrega an-
da mesmo s do panno, vera' o sea nome por es-
tenso neste jornal.
i
mu
euai Idjjae fa-
z*ndas
Narrada Impera-
trizn. 28
Pr em iap* retirar
separa a B*t%pa.
Esleb^ot aeredilad ttabeleci-
entidn o'oo doi melhores
locaes, acor ra offereee numerosas
vanufeu a quem n qoiter ectabele-
cer, porque nao f esa bem surtido
da fatendaj, qoasi todas inglezas
a aovas cerno asaaeialmente bem
afragaaaado Basta praca e cojo arma
ie, lem tedas as commodidades para
sa morar daatra do mesmo actabeieci-
fraila,
6msm temUM a 640 rs. a vara
Vanda-a* cassai fraucetas muito ti-
na e da futes filas tftfgadas ultima-
mente deParif, os padrfles sao de
muito aparado gusto e quasi todos
miodinboa e da llstras e algnmas al csa
aervem rra aliviarem luto : s se 5 "*"
vende na rna da lmperatrit leja dos ^^
afs o. 28 a 640 rs. a vara.
Chitas a 200 rs. o cot do.
Vendem-se chitas ioglezas, padr5es
? scoroj, que nao desbetam, proprias
para o serrico de casa a 200 rs. o
covado.
Percales fins a 440 ris o
cov.dt.
m
Estas pereles despachadas ultima- ^ r
itote, sao das mais modenas que ap- si
mente, sao das mais moder i as qoe ap-
pnrecem, de ricos desenbts e fazenda

em






Horacio de Gosmo Uwlhu tm Eignal da aroisa-
de e gratido Hunda celebrar nma missa pelo re-
pouso eterno da alma, do Exm. conselbeiro Eme-
bio de Qaelroz Coatinho Mattoso Cmara, seganda-
ftlra 8 do correte rnen, na lre]a de Nossa Se-
naora da Coocei|co dos Mi i tares, as 8 hor?s da
manha, e convida a tjdos os atTelcoados do mes-
mo conselbeiro para assistirem a esse acto.
N i da 6 do correte, trigsimo do faiieciaieuio
daEtm* Sr.'baronea de Cimbres, celebrar se-ba
urna missa por soa alma na igreja matriz da Boa-
vista as 6 boras e meia da manba, sao pois con-
vidados os prenles e pessoas que erara da soa ami-
garte.
HHBB
ffi
A SMKHICA
Peridico meo-al dedicados a assomptos econ-
micos e soeiaes de Portugal e do Brasil.
Acaba de rbegar o 4# n. de-la jornal, o qaal
c( otero om imporiaoie artigo do Sr. alendes Leal,
sobre as victorias do Brasil no Paraguay.
Continoa se a r^ceber assigoaturas a 3 por
anno na livraria Econmica ao p do arco de S.
Antonio. .




LOJA
DE
DE
Vctor Grandin
Roa da Cadeia do Recife !. 46
O proprieiarlo deste estabeleci-
mento, premiada com a medalba
da expnsiQo universal de Pari^
no acno de 1835, tem exposto a
venda em sna toja, om grande
sortimento de reiogios para algi-
beira como sejam : de ooro e
prata, sendo dos melbores fabricantes, de paren
tes itglezes, soissos e orfeontaes. Tambem tem
urna grande qoantidade da reoslos para parede,
a que batem horas, ditos para embarca^des e para
cima de mes*, todos estes relogios sao dos mais
bonitos model s. O me.-imo conce.rta relogios de
todas as qoalidades existentes, assim como tam-
bem concerta chrocometros de algibeira e marti-
mos : recebe sempr6 por tojos os vapores, nm
completo sortimento de correntes e trancelins,
sendo todo de ooro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objectos de bijoo
teria dos mais bonitos e modernos gostos.
Moedas
de ooro e prala, compram-se por maior preco que
em outra parte : oa ra do Crespo n. 16, 1* andar.
COJM~PKA-$:
Sempre por mais do qoe em outra parte, prata
e coro de todas as qualidadea em moeda : na roa
da Cadeia, lo]a do azolejo o. 38.
Moedas de ouro e prata
Paga-se por mais do que em outra qoalquer par-
te : oa loja de ourives arco da Gongeigo e compra
qaro e prata velha e pedias preciosas. _______
CoBipraot-se escravos^
Compram-se, veodem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de todas as idades : a ra
do Imperador o. 77, 1" andar.
d
m
rr.ti to boa pois sempre se venderam
a 560 rs. e hoje em MqaiQaco a 400
rs. c covado.
Velludo preto a C3.
Vende-se velludo preto muito so-
perir a 6 o covado.
Firo de seda a 4 000 o covado.
Veode-so tilo de seda prala com flo-
res, proprio para veos oa basquinas, (5^2
faieoda muito boa a 1000 o co- (fg
vado. u
Chitas fr 3 ii ce zas a 3C0 e 400 rs. o
covado.
Vendem se cbilas trncelas, Anas e tiNB
de cores Bxas, panno rooito encerpa-
dj com lindos desenhos 360 e 400 rs.
o covado.
Cortes de cassa cem 6 varas de pa-
drSes boDilos a 2&.
Baeta atol, amarella, encarnada
e verce multo boa Ideada a 720 ra. o SjSj
covado.. J
Camisas da mesma (atenda para %
servido a 2 cada orna.
Jaquetoes de bflao molti fortes *$
todas forradas de bau a S^OOO ca-
da oro, ggg
Algodaosinho americano mullo en- 3^
curpadu a peca com 20 jardas a.....SS^
m7*500- H
^^ Toalhas de Gaimres, de linho 5
fj*V* poro a i$. %M
^7^ (jambiaias brancas aoiladiuhas, >
^W proprias para baptisadis, tendo cada
/%!) PeCa 8 112 varas e se vende por 3*500
535 e 3, pechincba.
:-() Casemira8 e roopas feilas naci-
naes de dillerenies pregos e qoali-
dades.
T-arlatana multo fin?, szol, braoc?,
verde e rr de rosa.
Chitas dancezas para ce-bertas des
?'>
Sra
A NOVA ESPERABA
21Ra do Queimado21
Es cuva e lgaos lo>, coofessaodo-se agrade-
cida pela concurrencia de sens fregneaes e queren-
de dar orna prova de gratido, Ibea fiz ver qae
tem empregado todos os seas avrorco, sflm de qoe
01 objetos de soas enec-mmendas prlmem em qoa-
llflade, goslo e moda, e tembam os mesmos fregu-
es em taes oajeclos, por preco qoe flqaem plana-
mente satisfeto e com bastante dlsposlcao de
voliarem I
Cintos' a castellaos.
Como sio as etusas! Al i pcaco, os cintos de
fitas ocrupavam a alteoco da moiia gente I Ap-
pareceram Otas de mil cores e qaalldadss, Bvelas
on carrancas de outras tantas, eram de direco ta
manhas, a ponto mesmo de tornar-se om perfeito
martyrio para o estermago; ao obstante, dina-se,
a moda, e dorna tanto a lal moda, qoe ja ia
cabindo no ridiculo, tendo deixado (parece/ a aaior
parle das excellentissimaa bstanle naseada a res-
pello: quando de novo appareeeram os mimosos
cintos a casteflane, sao os verdadeiros cintos, leem
nm teeldo o mais delicado possivel, sendo todos
franjados e guarnecidos de Dnas comas; finalmen-
te, vendo-se os fascinadores cintos acaslellane, e ne-
cessarlaroeote con.pra-to-ha : isto ca ra do Quei-
mado o. 21, na Nova Esperanza.
Espartilos.
Fios espariimos de lodos os tamaohos, eode-se
por pr#?o que agrada : na rna do QdHmido a. 21,
oa Nova Esperanca.
Sapales e chaposinhos.
Modernos edaposinhose sapatos propriosp>ra
batisado, per preco 13o curomodo, s na Nova Es-
peranca a rna de Queimado o. 21.
0 curios 1 jago da paeifBC'a.
E' iodispeosavel a compra desle Jojo, porqoe na
s i om brioquedo innocente, como ia roboro d
racinela a qaem nao Um cu augmenta qoaodo
ba; venda se dilo hrinqnedo, na Nova Esperanza,
rna do Queimado o. 21.
Delicados f/orts-rtlogies.
Vendem-se a ra do Qoeimado n. 21, na Nova
Esperanza.
Boiras para viagom
Avellodadas e de tapetes, vtodem se na roa do
Qoeimado n. 31, na Nova E-peranca.
Para o nif 1 liaran no.
PasKIhas de agradavel cheiro, pr perfomarse
os santuarios: vende-se na ra do Queimado n. 21,
Nova Esperanca.
Uisos e rendas de croch. *
Tem a Nova Esperanca na ra do Queirocdo
0. 21, um completo, sortimento destes bicos e ren-
das, e fstS v'eudendo por P. P. P.isto por
pouco prego : islo s na Nova Espepaoca.
Labvrii liio.
Veode se oa roa du Qoeimado n. 21. na Nova
Eaperacga.
Latas er m fina basha.
Do em conbecido fabricente E. Coodrry, veo-
de-se a rna do Queimado n. 21 na Nova" Espe-
ranca.
Cosme tiques.
Peqoemis e grandes vendem se, na ra do Quei-
mado n. 21 na Nova Esperaras.
Verdaeira grana Mocomieai
Vende-se desta ptima raixa.arua do Queimado
n. 21, oa Nova K.-i ranea.
Colcriahos modernos.
Os d* melhor ge; to, vende-se na roa do Queica-
do n. 21 ua Nova'Esperanca.
Agua-divina.
Esta fgoadeqoe a Nova Esperanga d urna
ligeira idea, o termoDivinaesl revelando sua
i qualidade. Na verdade al onde pode ebegar a
i perfeifo do trabaibo chimlcol Ttra a tal ag.a
j nm cheiro excel-'enle e durador, e prefenvel ao de
; moitos extratos, tidoicoroo finos, sendo prodocto
j do bem conhecido E. Condray : qualqoer que seja
a applicaoao, qne se Ibe d, ver-se-ha seos mar-
jvilhosos iT'itos, tira perfeitamente sardas, borbu
Wj Ibas, iropigeo?, vermelhidees oo qoaesqoer ootras
v"-^S
m
mais ricas esaatHs e paooo multu g*g eropcoes da pelle, amacia a mesma lraieBdo-lhe a
SH& PH,.cr.' 'i89 e m.!\- covado- 9i< I belltIa Primitiva ainda um rxeallente remedio


1^*- r. .- ... .Ti..
Com muito maior vantagem
Compra o coragao de ooro o. 2 D, roa do Ca
boga', moedas de ouro o pota e podras preciosas.
Ouro e prata
Km moeda e ero obras iootisadas, compra-se
por bom prego : Da praga da Indepeodeocia o. 22.
Dompra-se
Per maior prego do que em onlra parle, moedas
le ouro e prata nacionaes e esirangeiras : ra do
Trapiche n. 16, AdrUoo, '.Castro < C, e ra do
Crespo n.2t', Alvro Augusto de Almetda._____
Vende-se na padaria da roa da Concordia o
9, saccas de farioba de mandioca a 3} e 4$.
Objectcs de candieiros a gaz.
Lamparioas a gaz qoe se venderam
a '-& boje veodem se a 1J600.
incas lampadas para Igrejas, novo
gosto a 20.
.* g Bucaes de differeotes nmeros e
SpiS qualldades a 800,8! O e 15
''^ Concertara se candieiros a gaz com
^.^ solidei e ororoptido.
is?*i Chamlns de erysial a 400 e 500
'id ris.
f Ests chamins de crystal, garan- ^^^
$<:;:<% tidas pelos melbores -fabricantes da Ql-
5>>?? a urna luz rdeme, sem que com fa- SfjK


i para dr de cabega al mesmo enchaquecas, lira
I rugosidadesfortifica o corpo, finalmente, creio,
qoe e.-ta agua, faz do velbo um mogo e deste um
velho.
cuidada se rebentt-m ; s desta tem-
ti
por ce ao.
A NOVA ESPERANQA
21-Ra do Queimado 21
Tem constantemente os sojecos seguintes: finos
gralos de diversas qualidades, verdadeira agna
de Cologoe, agua florida, oleo do Pbilome, verda-
deiro oleo de babosa (para extinguir as caspas)
banbas de nr.una? qualldades, finos sabonstes com
sgradave.s clieiros, pes para dentes de muilas
gleza.agoa dentfrica (para tirar
ecca) sabo d espuma (para ba-
nhar-se o rosto), escovas de rorfiro, saDdalo, bufa
lo e osso (para os denles) ditas de bfalo e madeira
(M f'ara roD,a e chapeo; finos pentes para alisar ca
' bellos, boas tesonras para onhas e cosieras, fioo
&^
-
braDcas aoiladiuhas,
para vestidos, to-ndo cada orna eca
>|5 8 l|2 aras, o se vende per 3J5O0,
|^5 4*e f*- -
Vende-se lelbas a 455 o milbeiro, jolos de! d*', tnvelapes fios e ordinarios;
de artificio
Da rpoilo cooceitoada e aotiga fabrica da viav
Rufino da estrada de Joao de Barros. "Como se ap-
proxiroem os festj -dos das de Santo Aolonln, S.
loo e S Pedro, avisamos ao r-speltavel publico
qoe eai-ta em nosso estabelecimento om cjmplelo
sortimento do pistolas, rodiobas, craveiros ecl. eic,
a 1111-' :is eocommeodas de taes oojectos para a oia
fabrica, sao feilas onicameote no armazem da Bola
Amarella no olfao da secretaria da polica.
C nemplado natural da provincia da B-.hia
na h.'p do terceiro anoo tetoal da* Facoldarfe de
Dlrelio desta cdade, do mesmo modo que \i o fot
na do seaondi, entretanto que son eme orgolbo
do ser Parahybano, Do flevo p'is consentir que
por mais tempo cale em meu espirito sera-lhaote
engao. Pego poitmioao Sr. Dr. secrelario da
mesma PaculJtde que, verificado aquella engao,
como fcilmente pode e deve se-lo, previna que
nao seja elle de novo reprodozido, pelo que Ibe
serel sobremaoeira grato, assim como aos Srs.
redactores pela prompia poblicidade, qoe Ibes re-
coromendo deslas nuas liohas.
Recite 1* de juobo de 1868.
/ Joo Lios de Albnqoerq'oe.
i En abaixo assigoado, teado de retirar
me para a Europa, agradejo ao Ilm. Sr
Jo5o Jo de Carvalho, estabelecido com
taberna Das Cinco Pontas n. 66, a delicadeza
com que me tratou dorante o tempo em
que estivo de caxeiro em sua casa, e por
ser pessoa digoa de todo 0 elogio, e na"o po-
der deixar de agradecer-lhe, recorro a este
meio para fazer constar a mioba gratido.
Manoel Jos da Cosa Pacheco.
C1DADE Di VICT0W.
Novo Hotel
Aeba-se abarlo na edade ds Victoria (Santo
Anto) na ra da Alegria o. 14, sobrado Que 01
do fallecido Antonio Googalves, um-Njvo Hotel
com accommodagSes para bospides de todas as
ciasses. Ha qnarlos separados 00 pateo Interno
do esubelecimento, qae offerecem toda a eommo-
didadee iodepeodencla aos hospedas Neste ests-
bereciroento os passageiros on aooletados acharao
todos os commodos qne podem encontrar-se nesla
cldadee por pregas mal commodos.
Qoem precisar de ama pessoa para cobran-
gas nesia prag-, e garanimdofazer bem diligencias,
e dando fiador a saa coodacta se qaizerem, anoun-
ele por este jornal para ser procerado.
nn
Compra-se ana grammatica por Pertence : na
ra da Gloria n. 89.___________________
Compra-se orna preta boa coiinheira, engom-
madeira e lavadeira : na rna do Rangel n. 9.
Compra-se om pequeo sitio que seja em
logar si.dio : para informar na ra da Cadeia ou-
roero 30.____________________
- Na rui Larga do Rosario n. l com-
pra-se escravos tie 18 30 anoos, c ioulos
ou pardos, que nao teuhart defeitos e mo-
lestias.
Compra-se moedas da ooro a prata nacionaes
a eslrangeiras : ua ra da Cadeia n. 4.
Attenco
Na roa do Pilar n 25 vende se farinha de milho
m-.:ito fina a 4J4S0 por arroba, outra mas grossaia
35840. '
Manteiga a 800 w.
Vende-se manteiga iogleza flor a 8C0
Prcgresso do pateo do Carmo n. 9.
rs.
no
PARA S. JOA
N. 4ra do RangelN. 4
.Neste estabelecimenlo tem constantemente os
objeotos seguintes : alguidares para balar bolos, de
varios tamanhos, batedeiras para baier po de lot,
cojas qoalidades toroam-se rwsommentlartaK, nio
s pelo bom vi irado como por ser mais dnrativo,
cassarolas, bacas para doce, ditas para manteiga ;
no mesmo esta^elecimento encontrara, se jarros'
para plantar flores, de variado gosto, para agua
jarras finas de barro especial, quartioha, bilnas,
copos, e ootros muitos objectos qae se tornara en-
fadonbo mencionar. Garntese vender por menos
do qoe em entra qualquer parte.
Cazaquiobos de Pav8o a iS^^SOe"
ssuto
Cbegaram 03 mais modernos cazaquinbos
preto de gro.-deuaples ricamente; enfeitados
com trapa e vidrilbos, que se veodem pelos
baratsimos presos de l'&, 20 e t5-$ na
loja e'armazem do PavSo: roa da Imperatriz
0.60 de Felu Per eir da Silva.
Laazinbas com listas a 406 ris o
cavado.
Vendem-se bonitas laizinba* listadas cora
largura quasi de chita ttaoceit e vendem-B
pelo baratissimo preco de 106* ris o cova-
do, na loja e armazem do Pavao : roa da
Imperatriz d. 60 de Flix Pereira da Silva.
alvenaria batida a 4'5, ditos de adrllh a '5$,
d>tos datapamentos largas a 19. ditos dito estrel-
lo? a 17$, uios travessas a 2o00, enxameis a
22v'0, varas nara canoas a 400 rs., ditas para
caiadires a 24) rs, cimeoto superior a 1J800 a
una, cal branca em barricas grandes a 2#, dita
rela a 720 rs., areia de fiugir a 25C0 a carrcg-i a
240 rs. a tioa, barro a 2J a carro ga e 160 a lina :
na ius d Concordia, armazem do Sol n. 26.
caivetes para costura, boa tinta paia escrever se,
dita para marcar n npa, Untura de muito boa qoa-
lidade para Urgir es cabellos, penles de tartaroga
para alisar; finas escovas para onbas, vasos e pa-
c tes com pes de arroz, papel de mullas qoalida
nalroenja. om
a roa do Qoei-
Baloes de 30 arcos a lj?
Na loja das 6 portas em frente do Livramento.
Vende-se orna mulata de meia idade, cozioba
o diario de orna casa, engomma e lava regalar-
mente : a tratar na roa de S. Googalo n. SO.
Charetos de Havana de differentes qoalidades
veodem-se a pregos commodos: oa roa da Crnz n.
42, armazem.
Tintura japoaeza
Instantnea para tiogir os cabellos e a
barba, a 100 o frasco.
E a nica approvada e recommendada por
ter sido reconhecida superior a todas as tin-
turas, d'este genere.
A' venda em casa de Gustavo Hervelin n.
51, ra da Cadea n. SI.
PASTA e XAROPE de NAF de ARABIA
DE BEIANGBENIEB
Sao os nicos peitoraa approrados pelos profci
sores da Facultad de Medicina de Franca, por
50 Mdicos dos Ho-pitaes de Pariz, os quaes cert-
ficarao tanto a su* auperioridade sobre todos os
ontros pcitoraes como sua poderosa eficacia contra
os DcWxo, Grlppa, Irritn?Aca e as AflTei-
fAea do pella o da garganta.
RACAHOT DES RABES
BE EIA\6RFMIB
Dnico alimento approvado pela Academia de Me-
dicina de Pariz. EUe resiabelcce as pessoas qae
sofTrem de Eilomag* e dos Intrat!.<> i forta-
lece as criancas e as pessoas debilitadas, alem
aisso em virtade de soa propiedade suaaleptlea
i.e o melhor preservativo das Febrea amaralla
e yphode.
Cada frasco cada eaixlnha destas preparaces
leva tempre o sello e a fTt)0 Delangrenler, roa
ii-oelit, SS, em Paria (Cuidado com as falsiflcacees).
Depositarios em todas as pharmacias do Brasil.
crmpleto sortimento de oiiudezas
mado P. 21 na Nova Esperacga.
Eap Paulo Cordeiro
Viajalo e nao viajado : vende-se nuito barato
a rna no Quemado n. 21 na bem conhecida loja de
miudezas da Nova Esperanga.
A venda na pnarmacia
o C, em Pernambuco.
de P. Maarer
Attenco
Vende-se ama proprledade parto desta eidade
cem boas porto da embarque, oesn esta da vivenda
de pedra e cal, tem commodos para gratule familia,
com olera qoe lastra 16 mil lijollos, temo qoe
eomporta S&oailaeirof, com barro para toda quali-
dade de material, com 3 ezcellenies viveiros, seodo
nm delleagrande de extensao: a tratar na botica da
roa dos Qairtels desta eidade o. 10.
A AGUIA BRANCA
A roa do Qoeimado n, 8.
Aind* agora que chegaram
os lequfs eBcenimendados pela ttgnia
branca
A agnia branca qnerendo variar o goslo e moldo
ja iao coobecldts noe lequus, fez soa encommenda
nesse seDtido e tal ves pof essa atiedade de mol-
des o fabricarte oao en pOtle dar Dais ced, pe* .
agora que el fes acabara de ebefar a agr .. j- .-a
por saiisfeita ecm tal demora por isso que os taes
leques da enccmmenda vieram tio bellos dos dese-
nbos como agradareis oo* moldes, cojos roelhora-
raenios sero dividimeDt* apreciados pelos etiien-
dldos pretndeme?. A variedade delles ao con-
siste snos deseobos e formas notase larpbem as
differentes qualidader, porqoe vleram lodos de
sndalo, de sndalo e seda, de osso poludo, de faia,
de bano (para loto) todos de madreperola e ma>
dreperola e seda.
Assim, pois. qoal sera' a excellentlsstoa qoe ten-
do mesmo cinco leques oo ecroprara' mais om
destes pora completar meia do lia ? A duvida esta'
emella ver es.-es bellos leques que acabamde ebe-
gar para a loja da agaia branca a na do Queima-
do n. 8.
Nesse completo sortimento vieram tambem al-
guos para meninas.
Abundancia de euftiles para vesti-
dos,
A Agnia Branca a roa oo Qoeimsdo n. 8 eslava
bellamente prvida de tote tes de differentes qoa-
lidades e gostos pira ecfeitar vestidos de senboras
e roopmbas de enancas e anda assim ella aeaba
de receber um oniro novo scrtimento de eofeites
mu elegantes, seodo rsojai^gsldes e traocas rom
vidnnbos e sem elles, e alguus cem pingentes e
todos de nnvos e ajradave's moldes, e desenhos.
A novidade de largura e qoalidades de taes obras
faiem a desigualdade dos preces qoe ero todo caso
sao commodos como geraimeote recoDbeeido
de todos que bonram a agufa branca a ra do Quei-
mado n. 8.
A visla de qne, cosson a falta .
Kstata soccedendo u.oe caprichosamente se pro-
enrava cma bella t. nqo-nba para criaega e o3o sn
acbava, isso porque aioda nao ilnham ebegadoas
eocommeodas pela ai;aia branca, agora, perm,
que ellas arabam de ihegar para a dita Jeja, j se
pede seguramente cizer: cessou a falla. Resta,
r-pois qoe os seDhores pas de familia se dirijam a
loja da agnia braoca : a roa do Queimsdo n. 8,
, para as diversas qoalidades escoIOerem a que
meibor Ibes agradar.
O bello sorumtoio consta de bonitas tooquinbss
de cambnia, fil e prnto de crochel e todas mu
bem enfeilads.
Heiaade fio de Fscos ia rendadas para
senhoras e meninas
Essas meias Boas e de grande tom veDdem se
especialmente na leja da agoia branca a rna do
Qceroado n. 8, .vsim comj oniras ditas de seda,
tambem para senboras e meninas.
Aspas de arco coserlas ae camnrea
para espartilhos
Vendem-sea i ua do Queimado n. 8 loja da agaia
branca.
Secessi rio para, luto
A aguia branca rao deseja qua p-ssoa alguma
tenha occasiao de comprar cojelos p?ra loto, po-
rem como isso irremissive! e lfa desoja servir
a tjdos os seos bons-frtguerf s e em lodos os casos,
por Isso manden vir. e ac;ba de receber bonitos
aderecos, brinco', pulseiras, voltas Japdadas, al
neiles, leques, correntes para relogios, fomos para
chapeos, botSes para pnnbos, abertuia e colleri-
ohos, etc., etc., e todo do rneoor e mais apurado
gesto, conformo vera' qoem se dirigir a roa do
Qoeimado loja da agoia branca n. 8.
Pentes de tartaruga
Os melbores que lem vindo nesse genero.
A aguia hranra a rna do Qaeimado n. 8, rece-
ben mai baos pentes de lartaiuga, sendo :
Para desembarazar c bellos de senhoras.
Ootros para segurar estallos de meninas.
Ootros de dobrar para barba.
Cabides torneados para r usa. cha-
Po fresco, nova IotcbcSo
Graode Bizar, roa Nuvao. 2022, ebegon a es-
te estabeleeimemo maebinas para amassar farioba
para pao e bollnhos; e sao de tanta vantagem que
Dicguem deizara' de comprar, principalmente mo
rando fra da eidade. ___________________
Plvora
AI5$000 o barril
De marcas de superiores qualidades daudo-se
amostras : na rna do Vigario n. 31.
Nos armazens de Tarso Ir-
GFSSO
Nos armazens de Tasso Inaaos.
Rap
Vende-se constantemente o moito superior rap
das segnintes qoalidades : Princesa de Lisboa, Ooo
e mel grosso, Paulo Cordeiro, Commoo e Viaja,
do, Rolle Francs, Gasse, flno e grosso, Meoren-
fino e grosso e Princeza da Babia; na praga da te-
ndencia n. 3.
para r upa
pos, ele, etc.
Veodem-se ca tua do Queimado n. 8 loja d'aguia
branca.
Malas francezas para vigens
Vend#m-se na roa do Queimado leja da agaia
braoca d. 8.
(negaram os bonitos roques qoe
Aguia Branca encomiuoudou.
Ha ptiucos lempos a Aguia Branca receben nma
pequea qoantidade de coques, qoe pela novidad-
de seus trancados, regularidade de tamanho, e
forma cncava, a todos, elles feralmente agrada-
rlo, pelo qoe a Aguia Braoca maodca repetir ca-
iro igual sortimento, que agora acaba de ebegar :
as'lm prirtaoto-pem ser servidas ss Mudaras
qae as esperavam, orna vez que se dirijam c'i
da Agoia Branca a' roa do Queimado n. 8.
iileias de laa
em todo le{H sio precisas c
agora prSnelpaSnicote.
A Asma Branca a roa do Queimado o. 8, rece-
beu mu boas meias de 15a para nomeos e senbo-
ras. Agora que immensidade de pessoas se ucea-
pam em lonvar o mrz Mariano, a meibor ecea-
silo que a Agaia Branca arhou para se c igra ta-
lar com essss pessoas, s quaes convm comprar
dessas meias de laa para assim trarerem seos ps
preservados da homidade. A Agoia Branca a' ra
do Queimado n. 8, attendendo ao ezptsto Qm para
qoe sao ditas meias as vender a tj o par, quan-
do ellas valem muito mais.
ibnns. .
Sobre elles desnecessano a Agola Branca dizer
mais algoma cousa, porqos a -utilidad* dessas
obras est reconhecida e apreciada por todos, ella
apeoas manda dizer a todos os pretendentes qne
receben nevo sortimento de bonitos albons de
diversos tamanhos, continuando a vende.-los por
pregos commodos, isso na loja da Agaia Branca a
ra do Qoeimado o. 16.
Ferros para frissr babadinhos
A Agoia Branca, a' ros do Qoeimado n. 8, rece-
beu novo sortimento de ferros de differentes gros-
soras, para frisar babadinhos.
Alta novidade !
Enfeies para vestidos de seda.
A Agnia branca tero recetado e vendido nu-
merosa qoantidade de enfeies de diversas qoali-
dades e gostos para vestidos, porm nada tem ba-
vido qae se possa igualar oo mesmo approximar
aos qae agora acabado receber. Esses enfeies da
alia novidade sao de nm gosto elevado, tanto por
saa nova e bella composico, qae imita a om teci-
do de filigrana, como mesmo pela acertada e linda
combinado dos desenhos. E les serven excelen-
temente para se entonar eom esmero om bom ves-
tido com qae a Ezma. tenha oe ir a algom baile,
assistir o casameoto etc., e fra disso para ter en
fetado no on mais vestidos com os quaes deixa
patente o qaanto sabe apreciar o bom, sobresahin-
do assim o elevado goslo. Com esse simples dizer
J da Agola Braoca nio se podera' fazer perfeita idea
da belleza desses novos enfeites; necessario,
pois, que elles sejam vistos e entao apreciados pe-
proprios conhecimeotos e inielligencia das
VEftDADElRO
Aqo de MiLlo
dos armuens de Tasso Irma
los
Exmas. pretendentes, qoe benram a loja da Agoia
Branca a' ra do Qaeimado a. &
Fes de coqneirosa 400 rs...
Ps de sapotas a Id.
Ps de sapotis a i.
ootros moitos ps de fmeteiras e tndo por
muito diminuto preco : no sitio do Abrigo na es-
trada aova de O inda jauto a ponte des Arrom-
bados.
Soberanos
vendem-se en casa da Rato Scbmettau A a, roa
da Udeia n. 18. '
Para|S. Mo
Novo papel arrendado ninito bonito e proprio
para tnfeitar em roda boles de S. Joio, vendes*
naratoe de otorias largara, conforme s altaras
do bolos: no armazem do Vapor Frsncez, roa No-
va n. 7. ^
e tabocas
Valflavlio da polvera vende moito boa massn
batida a 609 rs. a libra, e iibocas de todos os ca-
libres : do sea armazem de sal da roa Imperial
o. 321.


^fcspastvi* s&t** ie #unha de l868
-*.^Cl
**
Grauclc exposicao
efazedag pretal proprias para a qwesma, a ra da
Imperatriz ns. 56, e 72 de LourenCo Per ira Men-
des tuiraar&es h
JOVO
Boa-Yista ra da Imperatriz
LOJA E ARMAZEM DA A HAR
Ws. UcJii.
Tdndo reeebi Jo grande uirtunento de fazendas
novas, que esi veadeoo rouio barato; para <
provar, venbam que s se podar ver melbor em
presenta dos fregoeies.
Atimirem.
Vende se brira de Hamburgo oo Uso, par* lenges
in toalbas com JO varas, a 83, 9 e 100000 a i
peca. D i
Mail-apolo fino a 5()0 a pifa. i
Vende se a pega de madapoio tiuo a 5$, GJ,
8 a 10)000.
Chitas fiance as fins a 320 re.
Vende-se chitas fraoia* finas a 320, 360 e 4001
'is o cavado, e cbitas malisadas tinas escura, a
440 e 3C0 ris.
Espart liios a 40G0.
Vndese espartanos para enboras, ; 4, o$> e
63000.
I/r.ros braneos.a 2#>0 0 a dmia.
Vende se leogos braocos tlco., a duna a 235C0 e
33, ditos de lislra a (3, ditas de esgnio a 73300
o S5000. Todo isto h, na leja do barateiro da
Boa-Visia, que se chama Arara, ra da Imperu'.rU
ns. 06 e 72. ,
PARA
os-inorado:es da Boa-Vista
Peehlochss.
Vende-sa pegas de al(>>daoiioho americano, a
53. 63, 73 e 83100: na ra da iroperatrii ns. 56
72.
Laa;inhas estampadas a 2S0 rts.
Vende-se laazinltas estampadas para vestidos de
lchora?, a 280. 320 e 400 ris o covado.
Sieellentes !>alocs para senhoras a l;5G0O.
Vende-se haiSes para senhoras e meninas, a
15:;00, ?3, ?3300 e 33- P^r esto preg> s vende
j oaraieiro da Boa-Vista, leja qua se chama Arara,
- a roa da Imperatriz o*. 56 a 72.
Ra da Imperatriz
Ns. G e 9t.
Vende-se paiitusiubos de grusdenapole3 prelo
frailo bem cnfeitados, proprius para seoheras e
G3ainas.fi vende-se muilo barato pira acabar pelo
prego de 1?3, 13 e 2M-
K Ho.i-Vsla.
Vende-se organdes tiovs de listras e de floras
pira vestidos de senhoras e meninas, a 6i0 a 720
r3 a vara.
Corlrs de cassimiras a 2000
Vende-se corles de e.ssiroiras de cores para
caiga, a 138CO, 23 e 2o<, ditos de cassimira
preta para calca, a 'i, 43 e >-
Lhitas para cobsrlas *' J2'1 ris.
Vndese cbius rouito ficas para Cobertor, a 3!0
'. )0 e 40J ris, ditas a damascadas finas a LOO rts
o covado.
Brira fino a 162G0 o covado.
Vende se bnps Qncs do cures para caigas, a
i.3280 15500 a vara, o dito branca muilo fioo a
i JC0, 23 3280 a vsra. S nos beta conhecidos
oja e armera chamados o Arara, que sa vende
do isto, a ra da ImperMriz ns. W e 72, e rxiais
?ratO do qae era outra qnalqr.er parte.
BRIM DA ARARA
com pequeo toque de mofo a 15000
a vara.
Vende-se btim transado pardo muito fino
ara calsas e palitotots com um pequeo
loque de mofo, affiaaca-sc que logo que
toja molhado fica limpo, por este pequeo
defeito vende-se a 40OCO a vara.
Pana fino preto a i$800 o covado.
Vende-se pao preto proprio para caigas,
coletes e paliiots i(Jo0. W80O, 20000,
25500, 35, 4,? e U o covado, ra da Im-
peratriz ns. 56 e 7i.
CALIFORNIA
DB
Fazendas baratas
Ra da Imperatriz, leja e armazem da arara, ns.
56 e 72.
Atteucao
Vendem se basquinas redondas de urosdenaples
preto para senhoras e meninas, fazenda minio rica
e moderna, pelo barato prego de 183 e 103 cada
nma: oa 1111 da Imperairl?, luja ca arara, os.
36 e 72.
Organdys a 640 rs. a vara.
Vendem-SH orpandys de cft-s p rt vestidos de
enhora, a 640 e 720 rs. a vara : na na da Impe-
rairiz, loja e armazem da arara, ns. 36 e 72.
Grande sortimento de cbapos de sol.
Vendem-sa chapeos do sol de alpac* preta pelo
diminuto prego da 33600 e 33800, para acabar :
oa ra ds lmperalrii n- 06 e 72.
Cbapos de sol de seda a 6.
Vendem so chapos de sel de seda ci 8,11 e 16
astesa 63, 83, 103 e 123, fazenda muuo boa, para
liQuidar : na ra da Imperatriz, laja da arara, os.
56 e 7i.
Barateiro .
Xa Boa-Vista
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Bato* a 13600.
Vende-se grande sortimento de balos de 16, SO,
23, 30 e 33 arcos pelo harato prego de 13600, 23,
20300 e 33 cada um, baid muilo bem feilos e
bem armados, p r t>u pr^go s oa loja da arara,
roa da Imperairii os. 36 e 72.
Chapeos
(irandt pecbtaeia.
Cbapos de sol seda de 8, 12 e 16 astes
que sempre se venderam por 105,12|$, 44
e 160000, hoje a Arara vende a 6(5 8<,
105 e 12jJG0 cada um, por ser ama gran-
de porgao: isto na ra da Imperatriz loja
da Arara ns. 56 e 72.
tiilas iVaBCC7as finas a 240 rs.
o covado.
Vende-se orna grande porreo de chitas
francezas em retalbos a 240 rs. o covado.
Laaziuhas Garballi a 320 res.
Vndese lazinuas finas a Garibaldi, para vestidos
de sechura?, a 320, 350 e 40J ris o covado.
i'.li.l.s finos a 50000.
Vende-se chales de mirin finos estampados, a
33 e 63000, e ditos de la a 13-
Cassas u3s a 210 ris.
Vende se cassas (ranelas finas, para vestidos
de senhoras, a 240, 280 320 e 400 rts co-
vado.
; 0 cordelro providente
Na antiga loja de miodew a roa do Qoe>-
.-. rri:} mado o. 16.
Esa aniiff e bem eonhacida loja de mindezas^^
roa do Queimado n. 1.6, acb-se recentemeata p.o-
vida *e mhltos e diflerentes onjeclos e fosto e
novidad, assito como esU' l*tltneote se
Ainda mais pechinchas
Ja ra da Imoeratriz loia e armazem da-
Arara ns. 56 e 72, de Looronco Pereira
Mendes Guimaracs.
Tendo recebido diversas qualidades de fa-
zeoJas pelo ultimo vapor da Europa de que
faz mengo d'ellas ao respeitavel publico
.vsoa=,e,ue''pyor?rde^0ihosd.or-!aam io.sv.ader pe,o menor pret po,.
gandys de cores para vestidos de meninas *. cONVBM VER
i 240 rs. o covado.
Koupa eta nacional.
Vende-se palitots de alpaca preta a 30500
e443GO.
Ditos de cores a 4(5000.
Ditos de panno Ono preto a 50, W,.8 e
100000.
Pallitots de m ia casimira para homem a
3$5000 e 4-000.
Pallitots de casemira a 60, 80 e O0OO'-'.
Paliots de brim para andar em casa a
2-5 e 25500.
Cal;3s de casemira preta e de cores a 50,
e e 8,000.
Coletes de casemira de cores a 3&O0O e
"4 fifi ~"
Chitas incarnadas para coberta a 320.
Vende-se chitas finas adamascadas para
cobertas a 320 o covado. Dita de cores a
320 e 400 rs. o covado.
Mocambique de la a 400 o covado.
Vende-se mo?ambique de laa e seda para
vasliaos de senhoras a 400 rs. o covado.
Lanzinba de listas para vestidos a 240 e 280
o covado.
Lanzinhas estampadas fiaas a 320,
Vende-se lanzinhas finas para vestidos de
senbora a 320 e 400 rs. o covado.
Cantor para calcas a 940 rs. o co-
vado.
Vende-se castor para ealgas de homem a
240 e 280 rs. o covado.
Gangas a 400 rs,
Vende-se gangas para calcas a 360 e 400
o covado.
pecas de brim a 80ooo rs.
Vende-'se pecas de brim liso proprio para
ences ou toalhas, com 20 varas a 8$, 90 e
10,5000.
Lencos de seda.
Vendem-se leDeos de seda de cores a 800
e10000.
Caslaeta de qaadrlnhos a 800 rs.
o covado.
Vende-se casinetas pretas de qaadrinhos
para calcas e palitots a 800 rs. o covado, na
raa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Corles de cassa*a20.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
20, 25C0, 30 e 40.
Helas para senbora a 49000 a
duzla.
Vende-se meias para senbora a 40, 50 e
60. Ditas para meninas a 10. Ditas para
homens a 50 e 60.
Ainda resta
zlgnns cales do preco de 10600 8 20ooo,
porque esto se acabando as tojas e arma-
zem da Arara, ra da Imperatriz ns. 56 e
72.
Chitas a 320 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas muito finas es-
curas e claras a 320, 360 e 400 rs. o co-
vado.
CHAPEOS DO CHILI A 50000.
Vende-se chapeos do Cbili para homem e
meninos a 50000 e 60OCO, fazenda muiso
boa.
Lanzinhas em retalhos a 240.
Vende-se urna grande porco de retalhos
de diversas qnadades de lanzinhas para
vestidos de meninas a 240 rs. o covado.
Carteiras para viagein a 10.
Vende-se cma grande porejo de carteiras
proprias para quem viaja guardar dinheiro
ou letras e papis de valor, que pelo preco
que a Arara vende ninguem deixar de com-
prar orna carteira segura a 10, 10500, 20
e 205CO
Grosdenaples preto a 10280.
Vende-se grosdenaples preto para vesti-
dos de senhora a 10280,106CO, 20, 20300
e 30000 o covado.
Grande novidade.
O proprietario da3 lojas e armazem da
Arara, ra da Imperatriz n. 56 e 72, tendo
recebido pelo vapor qua ebegou no dia 5
do corrente mez diversas qualidades de fa-
zendas entre ellas urna caixa de chapeos de
sol de seda, veriadeiros de pnra qualida-
de muito superior, sendo a seda muito en-
corpada e armaco dobrada, que vem a ser
astes de doas canas, os melhores chapeos
que tm vindo ao nosso mercado teno 12
e 16 bastes.
Ninguem deixar de comprar nm chapeo
d'estes depois que vir a qualtdade e preco
que 120 e140OCO.
D'esta fazenda per este baratsimo preco,
s as lojas da Arara, ra da Imperatriz ns.
56 e 72.
Cassas francezas finas a 640-
Vende-se cassas novas para vestidos de
senhora a 610 o covado.
Lanzinhas de qaadrinhos a 240 o
o covado.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 240, 2813, 320 e 410 rs. o co-
vado.
Chitas i-ara coberta a 320.
Vende-se chitas adamascadas para cober-
tas i 320 o covado.
Casimira preta a 3$00O o corte.
Vende-se cortes de casemira preta para
calca a 30, 40 e 50000.
Pao preto a 1800 o covado.
~Vende-se pao preto para calsas e pali-
tots a 10800, 20, 20500 e 30000 o co-
vado.
fe*
fcWJ
PARA UZ INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurobeba garrafa......... Jgoo
Vinhode i*00
Pillas de vidro......... *06oo
Tintara de -v *
Extracto hydralcoolico dejurubeba 125500
- PREPARADOS C0MP0ST0S.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope .; i*600
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 205oo
PARA ZO EXTERNO
A JlTRUBEBAo
Esta plantaje boje recorjbecida como o raais poderoso tonteo, como om eice#
lente desobstruente, e como tai applicada nos engorgitaaientos do flgado e bafo, na-
bepa'ites propriamene ditas, ou ainda complicada com anajarefcas-, oas inflammacei
subsequentes as febre ntermitentes ou darezas, nos abeesso* interno, nos toraore es-
pecialmente do tero e abdomen, rm tumores glandotosos, na- anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e assoeiada as preparace terruginesas, arada de grande vanagem
as anemias, chloroses, fattas de menstruac5o, reucorrbeia, desarranjos atonieos do este-
mago, debilidade orgnica, e pobreza de sangw, etc.
O que dizemos affirraam os mais distincos mdicos desta eidade, eatre os qvaea
podem os citar os lllms. Sr, Drs. Silw Ramosr Aquino Fonseca, Sarmeote, Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xaviw, Silva et*. Todos elles recoriiecem aextiellencia'd'este je-
deroso medicamento sobre ca demais at hoh conhecido para todos os casos citad,
tanto que todos os dias fazer* d'elle appeac2r.
Apresentando aos medieos e ao publico e geral dorsos preparados da jnn>-
beba, ttvemos por fim generattsar mais o uso d'este vegetal, fezendo desapparecer a
repugnancia que al hoje sentara os doeates de usar dos preparados empricos d'elle,
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qoe tinham amda a desvant-tgem de n3o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna owitas vez improicuo ua
medicamento, que pedera produzir optiraoe resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos onvonieiitementa
estudado a jurubeba, fazendo experiencias precisa para ben> conhecer as propiedades
medicamentosas d'esta plantaeoas raizea> folhas fractas ou begas, e adose coavenien*
ea applicaeo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior griaas
tperfeico possivel, para o que n5o pouparaos esforc, nao nos-importando o penco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se digearera recorrer aos nossos preparados pooem ter a eertez
de que elles offereeem a garanttia de que se pode eneootrar a prompta e infalhval cura
de qualque dos soflamemos, qoe deixamo innumerados, se-foramiem tempo applioados
tendo alm dlsso, medico ou doente a vantagem de escolber as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor lhe pode convirvj pela fcilapplica^o, e j pela compiioaco
das molestias, idade^ sexo, ou ainda natuma de cada individua
As nossas preparaces ferruginosas s5o feitas de forma que se toroam coapleta-
mente soluveis nos soceos gstricos, porque procuramos os compostos de-ferro que como
taes esto boje reconbecidos. .
Para aquelles que mais minuciosamente quewam conaecer as propnedades da
jurubeba, e saberem a appltfcaco de nossos preparados, destribuimos- gratuifcment
em nosso deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e *>sn?p
nos preparados,
Deposito geral e todos es preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozasio34
Aos agricultores.
Saunders Bratners & C. acaDam de racebei
de Liverpool vapores de forqa de 3 a 4 cavalloj
com todos os pertences, e mu proprios paca faze-
tem mover machinas de descarogar algeo, po
dendo cada vapor trabalhar at com 140 serras,
tambem servera para enfardar algodo, on para
ontro qaalqner servico em qne usam de wabalbar
com anicnaes, Os mesmos tambem tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os prndenles dirijam-se ao largo do Corpo-
Santo n. 11. ^^__
Baratssimo
Calgado nacional na fabrica de Jos Vicente Go
dinbo & C, a ra do Jardim n. 19, avlsam aos
seos fregaeies desta capital e do interior, qne can-
tionam a fabricar calcado em alta eseala, e offere-
eem as melbores condicoes, tanto em preco e qna-
Iid.ide : os proprietarios d'este estabeleeimento
chamam atiendo des senbore consnmmidores do
interior, qne os qnizerem bonrar cora sna fregne-
zia, especificando em seos pedidos a qoalidade e
numera$ao, offerecendo-se para os entregar bem
acondicinalos em casa de seas correspondentes
n'esta praca.
MHIN\S DE COSTURA
Em casa de Tbeo. Jast, no caes da Alfaodega
Velha, vendem-se superiores machinas de costura
da acreditada fabrica dos Srs. Planer Brannsdorf &
G. de Now-York, por precos razoaveis.
todos 01 arttgos qua propriameote perwncem a
miadezas, pelo, que o Cordelro., Providente espera
I de so a boa e constante fregnzia, i contifluagao de
soa vajiosa protegi, nlo elvidaedo ello sa iosepa-
ravcl sansldao, junio a condescendencia e agrado
deqaeoso bous pastores^ assioi, poU, compaie-
gam os velhos e novos (regaezes que serao satis
feitos a conten'to.
Notos e delicados leqnes
OCordelrt Providente. a''rna do Qnelmado n.
16. receben novos e.delicados leqnes cui>varieda.
de de po-to e qualidades os tortaam recommsndados
sendo : -
Todos de sndalo com bonitos lavores.
Outros de sndalo e seda cora lindos desenhoe.
Ooiros ie dito dito entenados com lantejonlas de
ago e don radas.
Ontros de osso pollido imitando marm e igoal-
menie moderos e enfeltados
Outros das qalldades cima cem os memos en-
feites e desenlio* para meninas.
Giros relos para lato.
Outros finalmente de madreperola com ricos dese-
nhos para ooivas.
A vista pois de lio bello e completo sortimento,
da prudencia dos pastores e da mansido do cor-
dero providente a roa do Qoetmado n. IB indis*
I pensavelmente qoera se dirigir a dita leja sera' sa-
'tisfaloriacoeote servido.
Copos e latas com banha fina e entras
superiores perfnraarias.
O cotdeiro previdente a' roa do Qoeimado n. 16,
acaba de receber om novo sortiraenlo de perfuma-
ras floa, Inclnslve os bem ennhecidos copos e la-
tas com nanha fina. Especificar os nomes de to-
dos os cbjectos se tornara enfadonhj o ler esse ex
tenso eat bgo, asslm pois flea issosnpprido com o
dizer se qne qoem quizer se prover em boas e no-
vas perfumarlas dirija-se a ra de Uueimado n. 16
|r,ja do cordelro prevldt-nte.
ToB enfeitarias
Outras de 016 e e renda tambem bordadas enfei-
tadas.
Outros a ponto de crochet.
Oolrs de eambraia bordada e a forma de chapeo-
sfnho para baotisados.
B*sas bon tas e bem enfeltadas touehrohas ven-
em-9e na roa do Qoefmao loja do cordelro previ-
dente n. 16.
Gaarnices de titas para eufeiies de
vestidos
O eerdeiro previdente .receben oltimamestle no-
vas e ftjdas gaari5es de Otas para enfei?es de
vestido?,coosistiodb ellas de orna pega larga para
a barra, ontra estrena para o eorpo cu basquina,
e araba guarnecida* com uara tranga tecida'da
mesma Iha-, eontras-com nma lista de setlra no
centro e os-lados ca listas imitando cordo, cajo
alto releve-raoiia graea Ihes da' e melhor apreciara*
a iotelllgencia da pessoa qne e dirigir a loja do
cordelro previdente a ra do Qoermado o. 16.
Franjas, gal ees e trancas para
cafe I es de vestidos #
O cordelro previdete receben novamente on
bello e variado sortimento de franja?, tranga* e
galSes de seda com vidpilhos, pingooies e sera el-
les e proprios para enreitar vestldus de senhoras-,
meninas ee. apurad go*lo dos novos moldes e
a belleza dos desenhos lomara essa obras sum-
mmente agradaveis, em quanlo que a oommodida-
de dos prego anima o-comprador e prover-se sa-
Msfatoriaroente em dita tnj** do cordetro providente
arna do Qoeimado n. Vi.
Bicse e rendas de guipare
O cordelo previdente a ra do Queirnado n. 16,
esta' bem prvido de novos e bonitos bices ren-
das de gu>s-nre : assim pois comparegam os pre-
tendentes que serao bera servidos.
Sovd albuns.
O Cordiro Previdente, rna do ftneimado D.
16, receben novo sortimeato de lbnr-.s de diversos
tamanho e segura eooadernago, e como de seu
loovavel eostuqie, vende-os por pre?os barats-
simo?.
Coques novos cota lindos moldes.
O Cordeiro Previdente, rna do gneimado n.
10, rece!au novos eoqoes, cojos tamaitos regula-
res e forma cncava tem Ibes dado peral estima,
agradando a todos a novidade dos desenhos. K
quantidade peqcna, e por S90 os preiendentes
dirija -ge qnanta antes a dita loja do Cordelro
Prevideate a rna do Qoeimado n. 16.
Finar* meias de laa para aorcens &
seoboras.
Em approprfado teropo o Cordeivo Previdente
receben Boas raeias de lia 0ara boaens e senho-
ras. E principalmente appropriado o lempa, por-
que milnares de pessoas freqoentamorovavelroea-
te o mez Mariano, e a todos conva trazerem os
ps aquecdos com essas finas meias de la, e em
. atteogo a tio bora m o Cordsiro Prevideeie
Loja da aguia branca rna do QHeiffladon. 8 se ooieota cam nm hmltadissimo lucro, e vende
r dius meias a 2^.o- par, cuja veracidade conbe-
cei quera se-dirigir a raa do Qoeimado, loja do
Cordeiro Previdente a. 16.
4a Iteperatrii n, 70.
O proprietario deste estabeleeimento tem a hon-
ra de levar ao oonhedmeoto do respeitavel publico
que acaba de roceber peto oliimo vapor nm gran-
de e variada soriimento de artigos de goitoe fas-
w": Cl0l0S
Reqnissimo? cintos com prjntas e seiD ellas, mj-
feitados com vidrilbos, tanto pretos como de co-
res. : '
, Puohoa
Lindissimos punhos comgolliohas bordadas ea
Gao panno, assim cerno onissimos ntremelos
babadinhos.
Thesouras
As perfeitae triesooras de paro go para nnbas
r.uturas, bem como caivetes de cabo de marfini
e madreperoia, garante se a qoalidade..
Pebtes
Um grande e variado soriimento de pentes para,
coco e tambem para alisar, sendo de borraras.
marBm e blalo.
Estovas
Finas escovas para fado, nnhas. dentes e cabel-
i de todos os tamanhos e de varios pregos.
Coyas
As verdadelras luvas de Jonvin Oo de escocia,
branca, de cores e gretas.
Perfumaras
Dos melhores perfumistas que tem apparecido,
como sejam : Sociedade Hygenlca, Piver, Lubim
Coudr.ii. comestiqoe grandes e pequeos.
Espelbos
Com os melhore. vidros qne possivel, d qa-
dro, cafxa e tocadores de todos oa lmannos.
Coqaes
Lisos e enfeitados com mallo goslo.
Lecres
Leer? de sndalo de moito bora (oslo, 08 me-
lbores que tem vindo neste genero.
Enfeiles para vestido
Um grande e vanado sortimeato de Ota de sar-
ja c seda lisa e lavradas, fringas de seda, lia o
algodo de todas as larguras e outros mohos arti-
gos qoe se tornara' eotadonho meaeies-a-h, mas
que sao indi; pensareis a formar o perfeito loilie
do bello seo.
Vapores.
Vende-seera casa de Sancders Brothers di
o argo do Corpo Santo i. II, vaporee aat
om iodos os pera-bees proprios para lser m
s on quatro machinas para descarogar alf
Collares Royer
On Anodinos elctricos magnetices
Deposito acreditad
Luvas de pellica a
O Cysne a rna da Imperatriz n. 64, acaba de
receber pelo vapor Oneldas, nm completo sorti-
mento de lavas de pellica de cores para senhoras
Farinha de mandioca
Tem para vender Joaqnim Jjs Gongalves Bel-
trio, a bordo do brigne Adelaide, fundeado defron-
te do trapiche do Exm. baro do Livramento : a
ratara bordo ou na roa do Trapiche n. 17.
Cidra
Superior cidra em calzas de ama dnzia, ehega-
da d.-i America, tem para vender Joaqnim Jos
Gongalves Beltro: no sea escriptorio raa do Tra-
piche n. 17.
Apregoar aieda os prodigiosos effeitos dos
bollares Royer j nao ensinar oo querer
mtroduzir novidades, porque a faaaa le sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e os seus
felizes resultados a tal altura elevado, que
boje rara a pessoa qne por experiencia
propria, ou por intermedio de seas amigos
a parentes, ignore ou desconbeja as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloria d concor-
rer para um tao justo fim, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e coas-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das crianzas.
Resta ainda que os senhores pais de fa-
milia se facam convencer -de qne con vem
ao esperar que as enancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa conve-
aiente que com antecedencia se deite na
enanca um desses collares para assim estar
ella preservada das convalides e se contar
livre dos rigores da dencao.
A aguia branca ra do Queirnado n. 8
contina a receber por todos os vaporee
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos collares Royer eletricos magn8-
ticos.____________________________
m (az m
Chegon ao antigo deposito de Heory Porster
1, roa do Imperador, nm carregamento de gaz dt
primeira qaaiidade,o qnal se vende em partidas
t retalbo por menos prego do que em oatr* qaal
raer parte.___________________________
GRADES BE FERPO
para jardins, porteiras, etc.
No? 'rmazeos de Tasso Irmos
Perros r*oprias.para encrespar baba-
dinhos
O Cordsiro Providente, a* roa do Qnelmado n.
16, recebau novamente esses precisos e procurados
ferros para encrespar babadinhos, e corao sempre
continn*a> vende-tos por pregos rascaveis.______
RA NOVA N. iO E H
Novo e grande d^osto de superior carvo de Cardiffna
* BaMa.
Aoiocip Gomes dos Santo? 4 fi, raa Santa Barbara n. i, esto habilitarlos a snpprlr i*
ino r condig5es mais fvoraveU qna em ouBo qnaiqner deposito, a todoe es navio a vapor qui
arceca aaqaea porto. A contratar nesta com Domingos Alvis Mathecs.,
Farinha da mandioca
Vende se superior farinha de mandioca de Santa
enharina, chegada no brigne nacional Ribetro I:
a tratar com Joaqaim Gerardo de Bastos, a' raa
da Crua n. 83, 1" andar, escriptorio.
Vende-se urna carroca de conduzir
gneros da alfandega em perfeito estado :
tratar n'esta typograpbia. ,
Attenc#o.
Vende-se a taberna sita a rna da Senrala Nova
d. 22, com pceos fundo* e bem afregaezada pro-
pria para principlante : a tratar ca mesma.
. v- Vendem-se 5 burros grandes e mansos para
todo o servigo, sao mansos e bem domesticados:
quem precisar dirija se a' Crnz das Almas a tratar
com o Jos boleeiro dofir. Jos Jaco me Tasso.
"Vendase ama escrava de meia idade sadia e
qnltandeirs, cosinbeira, lava de varrella, de sabao
e engomma, carinbosa para meninos e vndese
por prego commodo: na raa dos Pires n. 52.
Aos Srs. ogueteiros
Superior limalha de ferro.
L ita dita de ago.
Salitre refinado de 1* sorte.
Enxofre em tnbos.
E todos os mais preparos para os focos de Santo
Antonio, S. Joo e S. Pedro.
A' venda
NA
34Botica da raa larga do Rosario34
DE
BARTHOLOME & C.
Salitre
Nos rmateos de Tasso Irmaos.
Plvora em latas
Antonio Cesarlo Moreir Dias, contina a ven-
der este genero, tanto em latas de libra como de
meia libra e quartos, e em barril : em seo escrip-
1 lorie a' raa da Croa d. 60, l* andar.
Machinas para descarogar algod3o, do me
Ihor autor que tem apparecido na America'
E' tal a execuc5o do machinismo, que o al-
godo sane quasi to perfeito como o de ou
landeira. Recommenda-se a attencao dot
Srs. agricultores, estas machinas.
_ a 5 a a
i ti"
Q? fia
H
5'
es B o "r a>
o B g 5'
ff 2
-g"2*B
a> o- g
o ^ =" B
S n S
2 S
o w m
o o o astTa
s-8S|g
a( 9
Francisco Jos Germana
RIJA NOVA N. 21,
acaba de reeeber rm lindo e magnifle Mr
timento d ocelos, Iraetos, binculos, b ti
timo e mais apurado ^osto da Europa os-
les de alcance para otrservacoes e par*
naritimos.
Vmde QUINQUINA
ERRGINEIJXdeMBITIER
Cora Malaga e Pj-ropliosobato de farra.
Iste vinho foi preconizado por toda a emprcBM.
medical cerno tendo o mata poderoso toni*>
mpregad para corar a Cauonosis, Animu,
Exhansta^ao do SANGUE. Deposito (eral *m
Pars, em easa de Laureissei., pharnneeuUea-
droguista, raa dos Lombarch, 44.
Deosito na pbarmaoia de P. Maurer
. em Peraarobnco.______'
Cemento
Cemento hydranlfco da mslhtr qnalidade par.
sdifleages MvfM, tanques, alfterozes, asseniameo-
ius de canos,.etc., em^arrieas grandes, a 12J,
Dito comaum ou romano a I0.
Em porga superior a 51* barricas se fax ana
difTerenga no prego conforme a qnantidade :
Nos armazeo de Tasso t Irmaos.
PlAAL M SIGiftDO-
-\a raa lo Quelnrado n. 4.
Loja de aiiiidrias de JosWAze'cde Maia e Silva.
Aprstela de novo a todos os sens fre-
guezes os seguintes objectos e miudezas^
todos novos e muilo baratos,
a saber:
Varas de bico brancez a 40 rs.
Carretis de linia de 400 jardas, fabri-
cante Alexandre. 200 rs.
Caixas de obreias de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carretis de reros preto com duas oi-
tavas, 500 rs.
Ouzia de agnlbas para machina 2^000.
Dozia de linba de 2i0 jardas, propria
para as machinas, 1200.
A libra de pregos francezes de todos os
tamanhos, 240 rs.
Dozia de tesonras ordinarias, 480 rs.
Redes pretas para cabello, fazenda boa,
320 rs.
Grosas de pennas de ago moito boas,
480 rs,
Caixa de linba de gaz com 30 novellos,
500 rs.
Livros com estampas para meninos,
320 rs.
Ditos para rol de roupas, 120 rs.
Duzia de m ias para senhora, fazenda
boa, 4#O0O. ,
Pecas de fita de 13a de todas as cores,.
600 rs.
Grosas de botes de lonra lisos, 160 ns.
Caixas de papel amizade muilo fino,
700 rs.
Ditas de envelopes contendo 10O, 700 rs.
Resmas de papel almasso muito fino,
3)>000.
Pares de botes para ponho muito finos,
120 rs.
Talheres para mtninos, fazenda fina,
240 rs.
Toalbas de labyrinto muito superiores,
gravatas pretas e de cres muito finas,
500 rs.
Carretis de linha imperial com 100 jar-
das, 30 rs.
Cordoes e fitas proprias para espartilhos,
60 rs.
Duzis de meias cruas moito finas, 4000.
Resmas de papel almasso paulado, 44>000,
Duzia de baralhos francezes muito finos,
28G0.
Latas cOm superior banha franoeza,
320 rs.
Frascos com agua para dentes mnito fina,
500 rs. B
Ditos com oleo de babosa muito fino,
320
Garrafas com agua florida verdadeira,
,51500. ___^______________
Papel de fumo.
Greve lixo e panudo : nos armazens de Tasso
Irmaos.
VINHO DO PORTO FINO
De 1858.
rmateos da Tasso
'
Em barris e ancorlas no
lrmos.
wmmam+***+m~m~mm'


I
1
I 4
i
s

liar.

LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRIS
i U I! I
Os proprietarios deste bem conbecido es.
tabelecimento tem a satisfecSo de levar ao
eonliecimento do respeitavel publico que aca-
baa de receber pelo oltimo vapor da Euro-
pa om completo sortimento de objecte sde
aparado gosto e de inteira novidade; Jos
qnaes estao resolvidos a vender por pre-
co* mai moaveis.. como sejam :
Lindos cintos com pontas, bordados ve-
drilhos, fazenda qne nao haver quem con-
teste ser a melbor que ba neste artjgo, isto
s na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
B. 7.
Leques de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., com lindos desenbos.
uarnlcdes de palhas,
Riquissimas guarnieses e trancas de finas
palhas de Italia, cora vedrilho, pingentes e
sem elles, e outras cpm botes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinbas ou caases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
jTesouras.
Finissimas tesouras para unbas, costeras,
cabelleireiros e alfaiates, as quaes garanti-
mos ao comprador a sua,boa qualidado.
X vatias.
Sapertores navalbas com cabo de tartaru-
ga e marfim as quaos os fabricantes garan-
ten.
Lvas.|
Ltjws de Jouvte, camorca e de eda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
P'CS.
Grande variedade tanto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para;
arrega?ar cabellos, sendo de tartaruga e bo-j
falo com pedriohas e sem ellas', etc.
Port tSonqtscis.
Muito litos port bouquets com cabo ds
madreperola, proprios para casamentas, bai-
les etc. etc.
Ese va
Finas escovas pararoupa, cabello, cbapeos,
jnbas, dentes e para 1 impar pentes.
AbotnadW&s
Lindas abofuaduras para colletes, psnbos
a collarinhos.
iar de Pernaloet abbado de J>ib de iS(,a.


11Ra do Queimado11
AUGUSTO PORTO l C.
i'

Reeeberauj s mais superiores vestidos pretos bordados e ootrog, sendo ledos do melbor
gorforio.
Saperlores sels prpia?, moresntiqoe e grosflaple pira vestilos.
Vesifdos de bloofeara nolvado com mantas e capellas riqolssimi.
Procbasde cambraia delraho bardadas para cama de oivado.
Toalbts dtfembral* de lfnho bordada?.
Cofias de seda para cama ditas de croch Com" jlnflos desechos.
Cortinados de -ambraia bordados pira camas e janellas.
Lindas basquinas de seda preta para srahoras.
Sedas de lisias de cores e ditas meas mallo lindas.
Tapetes para sof,', para amas, e pfaos e tapetes pequeos e para entradas de porta de sala,
alcatifas e tapetes em pegas largas a estreiias'dos melbores gostos e qnalidades.
Halas para rtagens nos vapores a' Europa e superiores saceos pequeos tambera para
vigem. <
Camisas ingieras de linfco para bomem.
Ricos restMos brancos da earobrna bordados a* igolha.
Ca.-emlras pretas e de cor para roopa de bomem, pannos finos pretos e ames, bombasinas,
merinos.
Brlm de Moho brnco e de cor, cambraias, silecias, organdys brancos e de edr, lias da diversas
qnalidades e maltas qoe Augusto Porto &C, vendem por commodos presos para agradar aos seos
i
tregeles.
Continuara sempre a ter o melhor son I ment de


Esteiras da India para forrar salas.
que se liquidm a dinheiro

NA
LOJA E ARMAZEM
DO

. . a J0L t
Roa da Itpperatrii a. 60-
DE
nm nmm m mm
SUCCESSOR DE- '
AMA SILVA.
JL. O^prnprieUrio d'este grande estabelecimeato tem resolvido vender todas as
suas fazendas motto mai* baratas com o fim te apurar dinbairo, e diminuir o grande de-
posito que tem das, mesmas, dando de todas ellas amostras deixaodo flear penhor, assim
como manda as tovar em casa das excelleutissimas familias pelos seus caixeiros, e parti-
cipa as pessoas qoe oegociam em pequea escala, que ne.ste estabelecimento encontrado
?ni grantfe sortimento de fazeodas de lei como de phantasia e se Ibes vender pelos mes-
mos precos qne comprara as casas inglezas, ganhaudo se apenas o descont.
Vestidos granadiuos esm 10 Taras a
5.5000 rs.
. Cbegaram os mais modernos vestidos de
organdy, tendo cada um 7 panoos e cada
panno com orna boDita lista, e 3 varas lisas
da mesma, fazenda para o corpo, tendo o
Madapol5o infestado a 8)5000 na luja do Pavao.
Vende-se superior madapolao francez en-
testado- sendo muito boa fazenda e moito
erjeorpado, tendo 24 jardas cada pega'pelo
barato preco de 000, assim como ven-
de-se meias pegas do mesmocom 12 jardas
competente enfeile para corpo e mangas, e a 4^000' 8rande pecbincha na loja e ar-
entre elles muitos cortes com assento bran- "az,em S }***'> rua a Imperatrlz n. 60.
co e listas pretas e vende-se pelo baratissi-
mo preco de 50000 o corle.
As cambraias lizas do Pavo.
Econlra-o respeitavel poblico Reste es-
tabeiecimento, um grade sortimento, das
mais Boas cambraias brancas, sendo suissas,
inglezas, tanto tapadas como transparentes,
que se vendem mais barato que em oulra
parte, por haver um grande sortimento
n'esle genero.
Vestidos de phanfasia a 5ooo
Sendo pecbincba qne se liquida
Da loja do Pav5o.
Vende-se urna grande porcao de vestidos
de cambraia bordados com lindas barras e
DR. SEiVIAL.
Para o tratamenio e cora rpida e completa .das molestias syphiliticas, ,ens-e-
Us rheumatismo, bobas, gota, dobiUdade do estomago, inammagescbronicts do fgade
baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebrontcas, nydropesias, pleuri-
nas, gonorrbeis chronicase em ge: al todas as molestias em que setenlwsm vista apu-
iicaco do systema sanguneo.
ConslderaeSes geraes
A aude um bem inapreciavel, cuja imporuncia o valor s esta reservado ao ent
'armo o BValia-lo.
incontestavel quo o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
scado por umainfinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e detef-
niadas circumstancias, a alterar o regular esercicio das funcews orgnicas, resulUnbo ienfeTtrs^d^co^'^'haVa'tissnno^Teco^de
MSS8 ^^nooqcesecbama-mo/e^ ^ cada corte, si fazenda que nunca se
A molestia nao e mais do que a desvirtuacao das torcas vitaes, cocasionada,- d vendeu por menos de I0 e 12-3000 norm
(osdo as investigacoes e experiencias dos mais abaisado mestres da scieada, pela depm- '
ncSo dos humores geraes, cousequenca da accao maligna desses mesmos agentes mora e
leos intredundos b organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
isunediato ec. etc. etc.
A, sypbilis infelizmente- tem sido a partilha d-4 hummidade, e como fra de duvi-
la que esso terrivol Proteo da medicisa orna maiestia hereditaria, da tem sido obser-
vada em tc?das asidades, e debaixo de todas as Mas foranas tao va'iadas, ennH[uecendo
:enstitoic5es robustas, prodrstndo nsutilages, e cortando aindaem flor da iAade vidas
"reciosas.
Etoninar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral do*
tumores tem o descie tempo immemorial o flm atestante da medicina, e os purgati-
vos figetam em primeiro lupr par-a preeneber essedssiteratumw fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: otlu8jnbas de
.untemos saecessos obtidos pelo uso deste salutar-r-genle tauo na Allemonha, como em
franca e Italia, o tornara c-oompafcheiro icseparavel equasi todos os doentes.
Sendo as melestss, como cima disemos, devidas as Ueracoes dos humores, o
A. LAAZINHAS DO PaVAO A 3('0 RS. OCO
VADO.
Vendem-se as mais bonias lansinhas pro-
prias para- vestidos seDdo padres muitoa
delicados e pura laa, tendo entre ellas todas
as cores, que se vendem pelo barato preco
de 3(50 rs, o covado, na loja e armazem
do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Cambraias despico
Vende-se finissimas pessas .de' Cambraias
braDcascom salpicos, fazenda muito fina, com
8 varas, pelo baratissimo preco d.' 6#00Ors.
no Lf ja do Pav3o, rua da Imperatriz no.CO,
de Flix Pereira da Silva,
Caz-i! iias p- o rnverno
a 2:5000rs, o Corte na Loja do Pavo.
Vende-se supericres casemir3s escuras da
de lam e bastaLte encorpa a prop a para

| Caigas, palitos, e coletes, pelo barato prego
acal)ar .- : de 2;o00rs. o Corte de calca ou l^OOrs.
O aloalhadn rln Pavo "Covado- tendo duas larguras; be grande
25200 a vara; dito de fcnlio fazeada moito > ,1 ', KPKO ,, mm n -
superior a 3^200 a vara; guardanapos de!STuCas P^a^t Ba.tfja Tavao.
linho adama-cados 4o00 a dutia e muito I Lhf gou bU1 hom{0 Sortimento d'A'pac
finos a 8O0O, e ditos e:onomtcos a 35500,prelas tiara lut0 com hUs e ,,ndos lavores
brancos, qoe se vendem por muilo baralo
preco na laja e armazem do Pavo, rua da
a dozia.
As lazinhas lizas
do Pavao a 320 rs.
Sixir depurativo do Dr. Sevial pode sereaipregado vanlajosameule na syphilis, erisy-
| P*a? rheuEatismos, bobas, gota, debilidade do-estomago, ioflammaoas chronicas do
Perffnnaarias j ^ado e ba?o, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, uleeras ebronkas, hydropesias,
Finas e de todas 36 q-aalidadeseosme- ?ia^S'as, gonorrheas cfcronices etc. e era geral em todas as molestias em qne.soteuha
Inores perfumistas at o presente ^conbe-
cidos.
Collares oe Roj-cp
_Eleincos magnticos, contra as convul-
ses das creaocas e facilitar a denti^ao das
mesmas. Ja tao cochecido rs prodigios
destes collares anodinos que n5o la quem
duvide de seus efficeses effeitos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tem
sempre grande quanlidade em deposito, isto
so na loja to Gario Vigilante, rua do Crespo
q. 7.

Ato armazem de fazendas de
Santus Vue'ho, rua de Quei-
ruado n 19.
PeciiSaclja.
Toaiha aicochoadas para aospelo fcaratisiioio
prego dti 6 a dmia.
obs e barato
Laasioha gesclaUa faienda iutBirr.meote nova a
700 rs. o cojdo.
Dita poil de ciievre a 900 rs. o cavado.
Basquinas rooderoas e superior fBds a 30.
Cortes de organdys -branca ouito 60a a 93.
Cambraia Manea irauspureule ca pecas cem
40 jardas a o. t'#, 7, 85 e 0j
Dita dita tapada amito tina a 75CQ,--S, 8300
4 9U<0.
Dita dita suissa 6na a 8^.
Dita dita para forro p^va cum JO jardee 35.
Diia dila samascada pra eotUoidofi oeca cozd
20 vansi-23,
Dita de lioho moito (kia a 95 a vara.
Balaes de 23 e 30 arcos a 25.
Ditos de 40 e 30 arcos a $.
Ditos de roarculioa fsjrnits a 35000.
Saias bardadas a 5300.
Fil de linho com salpicos a 900 a vara.
Dte de dito liso a 700 a vara.
Taratana de cores a 600 rs. a vara.
Flanalla de cores a 900 o covado.
Cindos bareges para vestidos a 700 rs. c ovado.
Rramnie de linbo cea o palmos da largura a
i&i'Ai a vara.
Dito do dito com 10 pa'mos de largara a 35 a
vara.
Madapolao saperior deCJ, 75, 85, 95, IOS, 1IJ
125.
Atoalbado adamascado da algodo com 7 t|2
palmos deiartfura a 25 a vara.
Dito dito de linho com a oesma largura a 35.
Algodo entestado proprie para toaibas e leo
#>ts a I5l'ci a vara.
Cobenas de chita de ramagm a 25G00.
Celias de fu-iio a ('5.
.Lenges de bambargo dellebo a 2J500.
Ditos de bramante de linho a 35800.
Espartilbos anos a 35-
Pacaos de l adamatcados p:;a mesa redonda
UfO.
Gaav daa pos de linh adamascados a 45,
Toaibas de linh-j alcocboadas a 115 a dutia.
Ditos de algolo felpudos a 125 e 145.
Lencos da cambreia branca fiooj a 15800
t0, 35200 e 3560C a dotla.
Camisas francetas nwito linas a 325 a daifa.
Ditas ingletag de linho a 305 o 605.
CoJarinoos de liobo moito lios a 65 a dazia.
At&im cobjo ouiras moitas fazendu qoe se
vende por mecos qoe em ostra qaalqaer parte, e
da'-se amostras de lado.
a vtsta a.purificacao do systema sangumeo; pois que urna pratica constante tese feito
w q8 elle indispefisavol'nos casos gravissimos para miaorar os sorimentos, pre-;
33?ar o doente para medicacoes superiores ; e as meaos graves a cura a eonse-
tueccia do sen uso, oonvenicntemecte repetido.
As substancias que earam na composifcao do fflieir depurativo do Dr, Ser
,;*iteneem todas escktsivameQte ao retao vegstal, e k jwmde catbeoria das*bstan-
ifis dpurativas e asttsyphtlicas; assim, ao passo qee este remedio depura o orga-
eao, eliminando o prin,ctpios nocivos sarjde, peto taecanismo natoral (tes evau-
mes alvinas, neutrisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico qcaudo este virjem.
em feito erupeo bo exterior debis de saas mult*ptadas Sormas; e provine tans
jom os estragos dossa terrrvel molestia, qusndo por ventora se che ea anda no
atado de encubaba, isto sem ee ter manifestado sob frmao externas: benefioto
sraenso, tanto mois quanto neste estado os individuos ignoram ooaipletamenle so es-
>o contaminados por este tetrivel inmiigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sea accao so-
e o tubo intestinal sua^'8 e benigna, -e e nenbutn* forma produz moletas t-
waentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sue qualidade de oVas-
aeo forte irrita a mocesa intestinal, e consecutivamento a seroza, resoltandt deste-B
tae, meitas vezes, byriropesas, que qusi sempre termioam peiemrte 'o oents.
Assimpois esperamos que o uso deste remt&o justifique cabalmente as aos-
* 5tS2veracofis, porque sendo um medicamento tao simples ta sua comgosicu.;
em confirmado soa atilidade.
t'fcico spmt& cas Pepeagaferc.
boiea e drocaEa
Vende-se as ais bonitas e modernas mPf'^riz o. 00. de Flix Pereira da Silva,
urna s cor imitagao de poil Pch,Bdla mnaiiafalSo na loja de Pao a 6r5,
decievre liso ton do entre ellas as cores '& 8, e 10^00.
mais lindas qne vierto ao mercado e ven- Vende-se urna grande purcto dus melho-
dem-se pelo baratissimo preco de 320 rs. res, madP^es que tem vindo a este mer-
o ovado, assim como ditos matisadas muito! 2SEJS*1* barat0 prec de ^> 7'5' *# *
Bdas pelo mesmo preco, na loja e armasem \0 sbi como (lites muito finos sen-
do Pavtorua da imperatriz. n 6. do ?" de, .** ard:,s fJr P,eCO muito ra-
OsmaugjRtos cooi gdinltas de J|rt?izi^eo.arma20M1 do Pav"a rua ds
Pava a 15600. is treiiiitias lo Pitio coai 30 jardas' I2C00.
Vende-se es mais modernos manguitos, Vende-se pecas de bretai-ba de liobo iuo
comsolbBbss .endo bordado em fina cam1 amito preprias para lenves, cambas, toa-
fimn^?! e,Saren,e' P-' ba'aSs_ilhas e afe;:'le!!d0 *> J"das cada peCa ou 2S
vSS^i^ *6oe ljar ;sMtpcoB?e; varas, pelo Mm prego delflJCO a
aad X ^P.SHnfT SSK hCF" Peca' ** Se ter !" ** f"zei!da uma
dadas em esgoiao de linho, tanto brancas araude norrao irramlfl nMttinrha na inia
como de cores, pelo barato ?reg^e f000, Sio^r. da" l^triz n 00. J
opar,e grande pichincha na loja e arma-i p^.y^.j.., m **.%*** a sa, ,, sl(!
zem do Pavo rua daItnperatriz n. GO. "tM,fltlld tIh ea,.ec!> (:C sol de seda
LEsc-osRORDAnos para MAO na loja 'nglws coiti tb liaslei's a 4lfS0().
DO PAVAO A 8l<9, RS. 15C00 E 2OtO. N lria do Psvao vendem e os melb res fha
Vende-8 os mais de;icados lencos ord a- \l6iS ^ "l deida ingictes cm 16 h.-.tk>p, seu
lo
dos para mao pelos baratissimos breos de k ? IB*,b"Si. <5"en't'm *> ao m?rcado, p
8(1oLlOnO^^OO;1eXncha!u?loja *->W
earea-zemdoPavforuadamperatria n. 0.
Chales a 3#O0
V)dem-s? rhat* de meriB lisos cm franjas
de reOvr. teodo de tedas a <;ows pelo turato pee-
iicha : na toja e remetido
dativ'3 da rmtie,satriz n-m' aa FeliE "*" >nm Boreaeoe, proprios para
! para colchas a >:a:itago dd -seria com 8 pal-
gara, so:'o repoda one nuca 98 vnidon por me-
nos o>. 145000 e 1*5 00 : na leja do Pavao, rua
ca Irai pnii t n.O, de f Pereira da Silva.
neilas Ea oja do S?,v5-..
Vea lbores ortinados hordtdos,
ftftSOO a CE
BartliGlomeo & ComnanhkL
3iRUA DO ROSARIO LARGA34
iNOVAMENTE CHEGADAS
do
AO ARMAZEM
Vende-se piche do gai
aphalt, eatafotoa de caobas,
aaaoalbaoa, assim como para rebocar
cisterna, eandnctors d'agoa,
etc. te-, em grooo : ,qs fabrica -Ml, e
a retafbo, no armazem da Bella amareila.
travesa do imperador. -
.* ,?iem*t*j>tw?mrn* < m at#t i
idideproprfa para tojo wrVlco: no pleo" io
Tr$o n. lii.
A' ra i* Imperatriz us. 48 c 52, juftfo
e pagara fraoceza.
Tendo-nos chegado ltimamente fazend-as inteiramente novas, por isso convi-
damos por ste eio ao respeitavef publico, a qne nos procure a comprar fazendas ae
bom gosto e por precos que nSo acbar em outra qualquer parte.
laflS brec08-a ^ dita. I ras de balango e para cobmr presentes, isto
Vea tissiuw wecode25a fimia ; na loja oo Pafa j triz H. 0.
rua da Imperatriz n. CO, de Flix Pertira da] Icialho, baratos.
a
de oi'i ves
Admire m 1
Madapoloes finos a 30, &, 75 e tyQOQ rs.
s no armazem do Le5o.
Chitas escuras de padrSes lindos por pre-
4q de 320 e 30 rs. o covado.
Cassasas de cor coa pahxinhas e com lis-
tas de diversos padres a 240 e 320 rs.
Laozinhas cinzentas e cor da bontnas a
320 o covado.
Chitas claras mudiohas a 320 e 360.
Alpacas pretas' e de cor? lindas proprias
para vestidos a 680. 700 e 800 rs.
Bramante de linbo proprio para lences,
superior qualidade, pelo diminuto prego de
1,5800, 2$ e 25200 a vara. Pecas de algo-
dtosinho superior a 55, 55500 e 65.
Pecas de cambraia transparentes a 45, 55
e 65. Por esto preco admira a todos!
Cortes de casimiras de quadrinhos e listas
a 25800 e 35000. Corpinhos brancos para
snbora a 35 e 35200.
Cortes de fustto para coletes claros e es-
curai de padres lindos a i 5000,
Admira !! I
Grvalas d seda a 500 rs............
Golinhas bordadas a 500 rs..........
Lazinhas a 100 rs. I
do Leo, rua da Imperatriz ns. 48 e 52.
Assim cerno temos um grande, completo
e variado sortimento de roupas feitas: pa-
Uiots sacos, sobrecasacos, fraques, jaquetoes,
caifas, cpletes, camisas, seroulas, chapeos,
etc., tudo por preces que admira 111
Tem lambem um sortimento do roupas
ordinarias por preco baratissimo.
Acaba de ebegar a este armazem benito
sortimenlo de cortinados bordados de ricos
gostos pelo admiravel preco de 5J6C0 e
155000.
Admire \! f
No armazem do Leao 11!
No armazem do Li5o 111
. No armazem do Leao MI
Laaziobrri'900 rs. 11 'No armazem do Leo 111
No armazem do LeSo/ i roa da taperatriz oe. 48 e 52, junto toja de ou-
rivefiepadaria francesa.
Tambem tem para acabar peeas de paono
de linbo, com 27 varas, a 175 e 185.
Toalhas de lioho para rosto a 105 a dazia.
CAMBRAIA PARA CORTINADOS
Pecas da cambraia para cortinados com 18 va-
ras a 8#50 a pessa : roa da Imperalrii u. 48 e
5S, jauto a padiria fraoceza. loja do Leao.
AOS SUS. ARMADORES DE EXERBOS
Vndese pegas de hollaada preta com 40 cova-
ao5C00 : na roa da Imperatriz n. 48 e Si, junio a
p dara franeeza, loja do Leao.
S|lva.
PeeMae&a em saas
a 35uoo, 3^500 e 45ooo.
Saias a coe,
Salas a 35ooo.
Saias 3*Joo.
Saias a 3j'3oo.
Sai&s a 353oo.
Saias a $ooo.
Saias a 4ooo. Saias a 45ooo.
Chegaram para a loja do Pavo as me-
Ihores saias brancas de eambraia com boni-
tas barras com pregas, teodo altara e roda
muito, sufficient, de um s panno, que sel
vendem pelo barato preco de 35ooo rs. Di
tas mais fin s a -355oo. Ditas mais tinas
c-m pregas bordadas, qoe se venden a 45.
E' graode pecbincba, no armazem do Pavao,
roa da imperatriz b.0, de Flix Pereira da
Silva.
PECHA
Feitas de S. J fio, Sant i Antonio e S-
edro, na loja do Patio
Alpacas de quadrinhos a 440 ris o
covaJo.
I -Veodem-se as mais bonitas alpacas enfes-
tadas, sendo fazenda transparente, com 4
palmos de largura e com as cores mais lin-
das, cooo sejam, verde, azul, lirio, solftri
no, magenta, rozo ele. e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de 440 ris o covado, uni-
l^0J:0?^!e^. L L arm.mtt carnate n loja e armazem do Pav3o : roa
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Granadines a 640 ris s o PotSo.
Vende as mais lindas granadines que tem
vinduao mercado, sendo urna bonita fazen-
da transparente com bonitas listas de seda
e com diversas cores, palo barato preco de
50 > ris o covado, na toja armazem do
Pavo; rua da Imperatriz p. 60 de FeJix
Pereira da Silva.
. Os Bareges do Pavo a 640 ris.
- Cbegaram os mais bonitos bareges mescla-
dos, de todas as cores e muito 1^trozas,
sendo bastante largos, leudo entre ellesro-
xos, lirio, verde, rosa etc. e vendem-se peto
baralissimo pre.jo d 640 ris o covado,
nicamente na loja. ,i a/ma^ad do Pavao :
rua da fcDfiflritrii n. 60 de Felii Pereira da
Silva.
Vende-se por<;o de -retamos de chitas,
cassas e 4anziuiiss por preco muito barato:
!.na loja e armazem do Pavao rua da Impera-
triz n. O* de Fe'.ix Pereira da Silva.
Cassas suissas a 360 rs. o covado na loja
do Pavo.
Chegarafl as mais modernas cassas suissas
com as cores e desenhos mai6 lindos que
teem vindo ao meneado e veadeoi-se pelo
barato preco de 360 rs. o covado nn a GOO
rs. a vara, assim coaao ditas verdes, com
delicados desechos a 00 rs. a vara.
Cassas escoscas a 280 rc. e covado,
Venem-se cassas com desenhos escosse-
zes pelo baratissimo preco de 280 rs. o co-
vado.
Lanzinbas de listas na loja do Pavo a
400 ris o covado.
Cbegaram as rnaisHbooitas lanzinbas com
delicadas listas cor de 'yrio, tendo quasi a
largura de chita franeeza, e vendem-se pelo
barato preco de 400 ris o covado, na loja
do Pavao; rua da Imperatriz n. KOde Flix
Pereira da Silva.
Merinos para vestidos a 6i0 ris o
cesado.
Cbegaram os mais moderos merinos,
sendo fazenda a mais leve e mais delicada
que tem viudo a este mercado proprios para
vestidos, com lindas lisias matisada e ven-
de-se pelo baratissimo preco de 640 ris o
covado, nicamente na loja do Pavo : rua
da Imperatriz d. 60 de Flix Pereira da
Silva.
LOJA DO PASSO,
Kna do Crespo n- 1 A esquina'
da do Imperador.
Este efelahelecimento acaba de receber
pelo vapor francez Guietwe, riquissimos ar-
tigos para casamentes, bai es, visitas etc, cr.
quaes Sfo de alia novid de e ultima moua
em Pars, como sejam :
Lindos corts fe blonds cemo Cpeas,
saias de fetim manas
Riquissimos corles de seda com lindos
matices.
Cortes de gase de seda, para bailes, vii-
tas, eic.
Corles de tai lalna, ultima moda.
Cortes de esmbraia bronca bordados.
Cortes, de torego de seda para bailes.
Grosdenaples Oe todas ;s cores.
Alpaca de cores, tltima meda
Riquissimos basquines, ultima moda.
, Lindos chales Gallilo, novidades.
Riquissimas cliapelinas de palha e de secia
enfeitadas com tost.
Lindissimos enfeiles para cabeca Je e-
nhora.
Ricas camisas bordadas para senboras,
assim como papa boaiem.
Lindos vestnaii s de cambraia para bec-
tisados.
Balees brancos e de coros, co'cbas oe
crochet cintos, leques de madreperola, sn-
dalo e osso, percales, enmbraias z ores,
esguioes, madapolao, etc., isto s na ja
do Passo, rua do Crespo n. 7 A.
Toaibas de Ubyrinlio--para baplisac-f,
lencos de dito, e rendas e bicos da trra,
frenhas de labyrintho para cafamentos.
Rival sem segundo.
Est?) qui'imand'i tudo bom e barato para
acabar e fazer novo so-iimento de mradezas
de todas as qnalid des, podern vir ver o
que bom muito carato.
Pares de sapalos de tranca para moni-
nos,. 15 rs.
Bieo preto para todo o preco.
Pentes vt'ltead.iS para meninas a 320 rs.
Sahonetes muitos fines, a 60 160 400
240 3 iO e 500 i-s.
Fos de Ci pa a menina, a 320 rs.
Ibifiouras muito leas para unhas e eos*
tura, a -Cf!0 rs.
Pares do sapatos de tranca e tapete mu-
tonos. a l 500.
Frascos grandes com linta muo preta
i gleza. 800 rs.
Pentes pretos com chapas de raet?!, a
500 rs.
Va,as do franja Lranca de linho para toa-
lhas, a 160 rs.
Ltvros das mi-ses abreviadas, 2> ><.
Boies para vestidos ele todas as cores o
barates.
Bscovas para roopa muito fiaas, 500 rs.
Caitas do aiHnetus franczes muito ti
a 120 rs.
Manos decantas pfct> miadas, ai20rs.
Frascosdeagea colonba muilo flna, 5O0 rs.
Cateas com 0 fr seos de cneiro meito
fino, 800 rs-,
Ditas ceta 12 frascos, 15600.
Espelhos doorades mnho tinos, 15200
Caixaa de Ibstoros de segocanga, 20 rs.
Qddernos da papel pequeo muito bom,
20 s.
Kavalhas cabo de marfim que se garante
a quaiiJailc, 2I rs.
Libras de la para bordar fazenda :..
Caixa; de clcheles moito grande que a
vista faz fe, 120 rs.
Barlbos rancezes moito Irnos, 200 rs.
Carriteis com rciroz de todas as cre3 a,
40 e 80 rs.
Novellos de linha que tem 400 jardas a
80 rs.
Sabonetes inglezes moito finos a 500 e
i5rs.
Papafinas dt todas as larguras e todas os
precos.
Pessas de babadiubos estreitos com 10
varas, a 800 rs.
A rua Nova n. 28.
AotoDio Pedro de Soua Sc:ref, vend'pelos iis-
ra>stccs precos :
Canas com supericres Jintts, 50 ncvecs, a-610
rois.
GRANDE PECHINCHA
Loja das familias.
Roa Xora numera 14.
R;cos corts de cambraii branca borda-
dos pelo baratsimo pre?o de 120, assim
como grande sortimento de babadinhos e
eotremeips transparentes e\a pecas pegadas,
propriaa para corpinhos e ouiras '-ultas
cousas, madapolao, chitas e algodo o mais
barato possivel, roupas Mas e por medi-
da estros, muitos objecfos todo por menos1
do^ua em eutra parte. '
"HUEoTTSBr
Onzias de earrdes de lintm pret., a 160 rs.
Linhas do gsz, caitas de 40 Mveltcs, a 900 rs.
P^s a U de lj para dJbrura sordo- a
600 r?.
Grasas de botdas soptrlares para cfosaF. i CiU
ril.
Ditas de dilej de ajtaia, s JPO rs.
Ditas de dttjs de aiata de core-, a 3'0
Ditas de dilos de ac pr.ra caica, a 2i rs,
Daziasde dito de oc.ditlia, tara pKDbo, a a.l
Udttu qoalidadcs de 1k-'.0:s pira LOletes e c*.
S3COS.
Gravatas pretas e de cores a 500 rs.
Doiias de pares de meias pan homem, rcuit-j
boas, a i>.
Dujias de baralhos franceies, fino? a 25'0O
Ditos de ditos (ortogoeies, a 1580i'.
L-.tas com superior baoha, a 28u rs.
Vidros com dita dita a 480 rs.
Verdadeira apoi Qorlda, errata a 15100
E-covs para ropa, a 430 rs.
Grande sort.njf n;o de escovas para deote^. -
apeales flocs; para afijar, finos, daiias S3C,'
Jabonete?, dotias 15
(lanas de soldadis de ebumbo, 160 rs.
riuieiros e areeiros de mttal, l.
Unas de tbreias de colla caiaa, 40 rs.
Ditas de ditas de celia 6 m nemes, a 60 rs.
Grande sorinoi dio de pDBas de 60 a i.
Tbeso; rss de aci de G e 7 poljetadas 65.
Epelhos de moldura floorada, Soiia a 15o0.
Gr'iDJe sortimeoto de cnleercs a gai.
Gai cm latas e todos os preparas pata candeirci
e g.
Vtndera se ua padana da roa da Concordis
o. y saceos cora farioba de mandioca a 35 e diica
a i.
m**

,a*ictt8|r'iider3*'-lt *9it ii' '-fJr.-P
et*ttM n DfXHtl'-*'iff arttco da EitretM
largo do Parao o. 14
Eseravos fgidos
Ainda est fgida desda setembro do anno
passsdo a miaba esetata de a:me Isabel, da nacao
Costa, rpprecti t>=r^O jooos de tdade;. bexlgc>-
sa, tem falta de algors denlas na frente, costaraa
a embriargar-se, inmola se forra, muito cooheci-
,dauesia praca por lirnt, loi vista a l Wrrar do engectj BoltOj para as tiaodasr dala-
.i .boat3.o vjqeodu frncias, GrAjifica s comSOJ/a
w 'ni fit frouxet'ao abiTxo assl|Bido, i tu* d* 3-
dla Wlha a
t:
Jcs Gonfalves Tcrrts.


Pmjiffl pw w-t aMgwwmw as m
uno
e Penuabiet abitado
! Jifia'-y* *t ;" :
de Jnnho e 1868.
11 "J"
;
ASSEMBLfelGaVLLEfilSlATO
SESSQ EM 20 DE MAIO DS 1868.
PRXSIDUICl* DO 88. SILTEIBA COBO.
(Cootlauasao.)
tppellei paraAttMMtmm do noiwe depata
4o da Pelraamboco, para o s iolateTlalisroo
sesmo, aflm de qoe cedesse da aaaara.delxando
passar o reqoerimeoto, e se aguantaste Pra, eo
taoe das explicaco'is, entrar di discuisio que oa-
cessarlamente se terla de abrir.
0 facto de vir todo o ministerio a' esta cmara,
urna prova maoifesta da gravidade da materia do
mea requerimento, e da espirito de josliga coro
Exc. distrablsse suas viatas das altas qaestes que cenca para proceder
se agitara do pait, par *'' oeeupar a ttlengao da
cmara discatindo umaMjaastSo de pequea moota.
E se|a dito, em acoi da verdade, o Sr. minis-
tro pela prec pitago com qae estada* a materia,
Oo e-clareceu sem duvida o espirito da cmara.
Depois de bater Mo nm rpido bistorico do
cooirato, o orador pede permisso a' cmara par
OSr. Biaxqiie :-PorqaeT Fol'tilti i casta o ta ^usinteiiigeacla atura a notoaannlstro a ail-
cofres pblicos T i lastre principe commaodante geral de artilbaria.
O Sr. Sooza Aadrade : Nao sya aape! a >, Bwala* a*fl>. Eac eetr*esse este ponto.
z lo. or. Siatstro Guaira
O Sr. Buarque :Pois entao sao lem qoe tepri- tan atanor aadaaaact*.
var. o Sr. Sata Aadrade: O que certo qu
O Sr. Sooza Andrade : Sr. presideote, ntaitt ata atan aetoea sala vulto to arsenal, s se igo-
interessante o prologo laudatorio desse discurso.
Um Sr. Oepntado :Cada um estarna d relto de
faz lo como entender.
O Sr. Soma Andrade :Elfe nao (oi feito seno
cora o assentimeoto do nobre ministro a guerra,
e S. Exc. nao capar de renegar.o sea fllho.
O Sr. Ministro da Goarra :Nao exacto, son
murta HPH*^ nimiumntn un (tos lagares da secre-
taria da gaerra, e, portanto, devia saber os verda-
IdviiOt owiordeemraant* pededo; m quaado
E" Inexacto, at ignara?*, ow devia descoabacar as exigen* s da
jllneioqfte atraweatataes, abrigando nos a gran-
aafSafeaas a guerra, qoe em gran* parto car-
nal Java arseeaes.
(TSr. Soca Aodtade:-Ncr teasorel os pt>
didos.
O Sr. Duarqae :Ainda o oobre deputado cba-
mou a atteocio da cmara sobre essa somraa, para
convencer-nos da necessldtde de urna vigilante
fisealisiclo nos arsrna.?. >rsta parte tambem nio
loi feliz o nobre deputado
Eu. Sr. presidente, Dnn-a hei de eanlestar qaa
preciso Oscilisar a applcafjo des diobelros po-
TrroKsnmro So seo coronnudo; portn afflrmo
se, seos que se roolestasse seriamente, que sua al-
lew pedir damiasaoi de todos os cargos que ocra-
pava.
(Trseam-se apartes.)
Sr. presidente, nao posso saber o que se passi
no arsenal dexuerra, mas guarde! por cunosidaj-
completamente estranbo a lito; se V. ExC nao de ama pequ ra noticia qoe li oi DUrio do Povb
acreditar, a cmara e ojoaiz bao de acreditar. de 19 d dezaaxbro M 1867, na qoal se diz o sef
OSr. Sauza ABdrade :-;r. presidente, prgo 11- guale :
A leitora de orna p?rte do tof.
a reconhecer que nao esiao as circasns-
taclts le saiisfazer as agencias do oosso exer-
cito, a qae multas vezes im sido verc^dairos sor-
vedoaros. _
alas os meios de eorriglr. todos esses males nao
sao os qoe apresentoa o nobre depaiado; bao da
ser sagserido e empegados pelo nobre ministro
da guerra, comj 8. Etc. j' declaroo, na primelra
oAPortBoWado, ti* pu"**M, cooslderarei apenas,
n!^ta parte, a aecusacao do nubre deputado nomo
am desoeriador, c'rao urna lembranca a S. Exc.
Sr. presidente, ha ah non qoeslao de contratj para qte q laoto antes apreseuta a' cmara a re-
Toununo, que eo nao el >jae fapdamenio t?m : forma dos arseDaes.
tfM-aa que 4 tal Toariato tet ata ooatrato pelo I A aecusagu f-ita pelo nobre deputado revela do
tauai.Uevia rwceher o pagamento ao cambio Ai da. algonta lonua qua -S. Eic. qolt ceosorar lodos os
i \ bheos. NoetioW8t*rl iaabeai quo os nossos ar
de orna prrtedo t [ofjrma-nopessoafldedigoa que tendo sida senaes carecem de reformas radicaes. Son o pri-
prologo a que me tenbo referido. i dadas em eoasurcmj no arsenal de gaerra da c> meiro a reconhecer que
O Sr. Baierra Cavalcanti :Maa qaa! o BIbo, le, diversas pegas de fardaments, a saber : cap*
o folbeto on o prologo ? (Uiridade.) tes, blusas, etc., pecas que alias podiam ser apro*
O Sr. Sonza Andrade :-Eu moeirarai aoiiolira liadas ptra-aBr?aa4a.asyio de invlidos e oo-
deputado. ; tras as rfesmjt* fiMumstincias. regulando o or-
Occnpa-se primeiramente em elevar asinuWM oodeaada urna ae 8 a i\l; t am todas des-
o Sr. conselbeiro Paranagua, do <4oe ihe acho toda iaa_acbadspara> seren vendidas a peso, a raza) db
ma-
distrabll'-a como mais algumas iigeiraa considera- a razo ; aBnal, tratando dua con tratos dos lome-, 8u0 rs. a arroba, sendo occopados nojte servicio
rSes. cimentos feitos por S. Exc, diz o ofB-iow... operarlos qoe gaobam 1*600 diarlos.
Oque certo que depol de certos tactos, a OSr. Correa das Naves :-Prologaba. | >sto o Su so cammeaiav ajea do oaajB que
direcur o o f ajadaute do arsenal degoerrafo-| O Sr. Souza Andrade-... prologoista, como gasabel
ram exonerados do sarvico tom diz o nobre deputado pela Parahyoa ; a pelo
as circumstancias em que se acba o paiz nao que voa Id-, resaltar o carcter offlclalUslmo da
se deve desaprovar assim as habilita^Ses profls- poblieacao. (L.)
sionaes. i S. Exc comparea compras, ,qu fizera de cs-
Estando o cargo demintslro, pelo nosso syatema potes, com outras a&teriormaate effeotoada, mas
de centralisaco, moito ouerado de obrlgaefos, oo d3o observoa, e nos agora o faremo?, que estas fl
comprehende o orador como qoe a Sr. ministro, zeram sea cambio de 28 e as suas a cambio de K,
da competencia do conseibo de compra. Oa os te effectaadas; e mssmo, quanto capote?,,algons
membres desse conselho merecem conflanga, oa Qcaram por menos de ej"5G0, como dlsse o Sr. Pa-
dSo; se merece, o ministro nao ten ratao para uaagua.
roubar Ibes essa auribuigo; e se naomeiecem,: t Nao podemos deixar de observar qoe todas
deve demittii-os nesse ca>o. [estas compras e outras rauius se concluiram com
Em concluso, esse facto da ordero de nioitos ndispctavel vantagem para os cofres pblicos;
que nos fazem crr que essas repartios, longo porque o Sr. P.rapago fet a coragem de alira*
de attioglrem os seae os, Bao passam de um laxe para am canto com as rotioas e deoDgas observa-
cstentaco, gravemente pesados ao pas. das no processo de fornectoentos.
Occuparam depois a atiencao da cmara os Srs. | Aqui, Sr. presidente, me pirece que se irroga
minlitro da Gaerra e D.as da Cruz, abadando ] ama grande censnra ao antecessor do nobre minis-
as mesmas conslderacoss em sustentacao de soas tro.
,q,, ,s Anda mais (contina a l ):
Cbamoo, de vespera, a secretaria de estado
todos os que se acbavam era circomstanoias de
O Sr. SouzJuAhdhade (atlenao):-Sr. presiden-
te, comecare deplorando qna o relatorio do nobre
initro'da gnerra, o qual foi (ido ba alguns das^^Jurnecer ao arsenal, e em m;nos de am qaarlo de
ainda nao tenha sido distribuido nesta casa; pre- bora abri as propostas, decidiere pela u>als van-
vejo porm, desde ja* que este relatorio nao sera tajos, effectnou as compras sera a menor censura
acompanhado dos documentos que S. Exc. boje; dos concurrentes, qoe respiravam vendo se livres
apreseutoo, como parece qoe seria de toda a con-, das enfadonbas delongas, _e at das sospeitas 00
venieccia. S. Exc. creioque niosegio a bella don-
trina que V. Exc, Sr. presidente, tao eloquente-
msnte snstentoo nesta casa em 1864, relativamen-
te ao3 contratos celebrados pelo governo.
V. Exc. pugoando era prol dos verdadeiros prin-
cipios liberaas, dos verdadeiros principios da cons-
tituigo do Imperio, aqoi lolminoo a theoria dos
que diziam que os governos nao Uobam obriga^ao
de tr3zer ao conbecimento dascamaias os contra-
tos que celebram.
Sr. presidente, os arsenaes de guerra consomem
urna larga somma dos dinbeiros pblicos; so este
anuo o nebre ministro da gnerra pede para esta
verba 1,800:000,5, cuja maior parte despendida
om contratos de fornecimentos; e nao tera* o cor-
po legL-lativo o direito de scasar esses contra-
tos? Ja' nao digo approva-los, porque o governo
as circumstancias actuaos pode ler o direito, de-
vo t lo raesmo, de fazer contratos de fornecuen-
tos e ontros ; mas eu eatendo que o governo e
obrigado a tazer esses contratos ao conbecimeDto
da cmara para screm Oscalisados dividamente
(apoiados), para que o corpo legislativo coobeea se
os dmbeiros to violentamente sujados ao soor do
povo, sao bem gastos. *
Sr. presidente, a palavra de \. Exc. la mona
falta nesta tribuna-----
O Sr. Teixeira Guimares:Nao boje, em on-
tros tero pos. .
O Sr. Souza Aodride : ... porque tenbo a
conviegao profunda de que, se V. Exc all estives-
(tndicaodo os bancos em que costuma sentarse o
Sr. presidente) havia de trovejar ainda centa os
abasos floe se pratiesm, porque V. Exc. de certo
nao renuncioa aos seus principios liberaos.
Sr. presidente, tomando parte nesta discussao,
ou declaro previamente que em mea espirito nao
paira a menor davida a respailo da prob.dade do
nobre ministro da gaerra. Son o primeiro a fazer
justica ao sea carcter e ssuas iutenc5es. (Apoia-
djs.)
O Sr. Ministro da Gaerra :Muito obngodo.
O Sr Sonza Andrade :Mas, Sr. presidente, o
qae certo qoe pelos arsenaes de guerra lavr*
a desorden), a desmerallsaco, a delapidacao.
Dasde 1850, ba quasi 20 anocs, que os arsenaes
de gaerra sao obj^cio de continuas aecusacoes, e
realidade do odio, oa da af i gao, distargadas com
as seductoras palavras de rigidez e flscasacao
dos interesses pblicos, coro qae raoitas votes
compra-se e peior on o de mais elevado prego.
Sr. presidente, a quem vai esta censura, este
labo, que eo nao qualiQcarei ? N^o ir ao imme-
diato antecessor do nobre ministro ? nao ir ao II-
lostre tinado, baro da Craguayana V V Etc.
que o nobre ministro da guerra, 00 os seus ami-
gos, quebraram esse bello principio da soiidarleda-
de de bonra, que ama das boas normas do sya-
tema represeatativo, e qoe o Sr. presidente do
conseibo to brilbantemente sustenten em 1864, na
discussao da celebre questo Brbaoia.
hto Bao se commenta. Porm anda ba-mais
(continuando a lr):
E' a segunda vet qoe no Brasil am ministro
de estado procara cora bus propnos olbos e pre-
senga zelar os interesses dos cofres pblicos; a
primelra vez assim procedeu, em 182?, o illastre
mioistro da fazenJa Uartim Francisco Ribelro de
Andrada, que amiudadameoe compareca oa al-
faodega, Qscaiisando o processo do despacho e ele-
vando os rendimentos d'aqueila repartigo a um
algariimo inesperado.
O Sr. Macedo :Nem ha txcergao para os col-
0 Teixeira Guimares :-Hi de ter urna es-
tatua 1
O Sr. Sooza Andrade :S Exc. pretende ele
var-=a al al.ura do illu-tra alnistro da inde-
pendencia I
O Sr. C. Otlooi:E nao a O Sr. Sooza Aadrade :E mais nlngaem...
Manim Francisco e S. Exc. smente I
Seria melbor talvez que ao seu offlcioso prolo
'olsta applicasse S. Exc. a observago que fez o
astuto principe de TalleyraDd aos seus euiprega-
aaa.
O nobre deputado pelo municipio da rd;te, meu
amigo, jusliOcoa to satisfactoriamente o sea re-
quenraento, que eu quasi naa mais tenbo a ae-
crescentar ; apenas direi que o discurso de nobre
ministro da guerra em nada adiantoo, absoluta
mete oada esclarecea era prato algura a queslo.
S. Exc rofenu se a fados e leu artigos de que
o publico lem conoecira-oto pela imprensa, porque
arada cao bouve quera desse remedio a isso, quera tudo foi publicado; nao vejo que S. Exc. addazis-
se um argumento novo, provando que os seus
contratos tiubam sido os melhores e mais vantajo
sos aos cofres poblicos ; S. Exc soccorreu-se s
puDiicagdes dos jornaes, e et uionstraco algbrica muito extensa, publicada no
Jornal ao Commercto, que nao sei que carcter
lem ; quera sabe se o sabio articulista nao quiz
langar pceira nos olbos do publico com estes cal-
culos, que era todos comprehendem, da compa-
rago do pese, grossura e coraposigao de fios ?
Eu deploro que em materia de contratos nao se
tenua procedido couvenieutementa. E o proprio
nobre miuuiro afanase de baver coraraettido ama
irregulari ade contra o que dispo; todos os regu-
lameotos I S. Exc. tem um arseual de guerra, aon-
da existe um coaselbo de corapras para examinar
as propostas, entretanto S. Exc:, que nao profls-
ional, cbama os concarrentes a secretaria e m
mediatamente decide-se pela propotta mais vanta
josa I
Em um quarto da hora S. Exc pssa o Bo, exa-
mina a grossara, faz a divjda coraparagao das di
versas fazendas, e todos os concurrentes fieam sa-
tisfeltos I Nao comprbendo l.-to.
Urna voz da opposigo :is'um qaarte de bora
impussivel.
O Sr. Souza Audrade:Ha outro faci tatobero
'fe glaude importancia : o Diario Oficial foi crea-
do para que o publico soobesse o qoe faz o gjver-
no, mas pelo Diario flicial nada se ple saber
-acerca de contratos da repartigao di guerra, por-
que o expediente deste minate: 10 mleiramente
UoQciente. S. Exc manoa fazer pagamentos, po-
roi nao menciona asquantias; S. Exc. pede sin-
piesmeota ao Sr. ministro da faz-rada qoe mande
pagar uraa quantia ( sem mencinala ) provenien
te de tal ou tal fornecimenio I fsto zombar do
publico e do paiz. E o nobre presidente do con-
seibo nao olba para isto ? ( Hllaridade prolon-
gada. )
Ha ontros mallos fados qoe o nobre ministro da
gnerra, qoe (so aglalo se mostrou em scudir a
defeza da sua rapartigo, devia traxer ao cunheci-
ment da cmara. S Exc. na a falloa na larga fal-
siScago de bilbetes de costaras; neste ponto ento
dizem que o escndalo inau i 1 !
Eu nao digo seno o que todo o publico sabe, re-
pito o qoe ougo; desejava que o nobre ministro
nos dissesse era que estado esta' a averigusgao a
que devia ter mandado proceder sobre esse (acto
criminosissimo.
E noto mais que o etopregadj aecusado... nio
continuo n&ste ponto.
Sr. Presidente do Conseibo: Eolio nio
acaba T
O Sr. Sooza Andrade :V. Exc. nio o compe-
tente para dar-me a bitola do que tenbo de dixer.
(Apoiados da opposigo.)
Votes da Materia : Como estava dizendo a S.
Exc. que olbasse, deve dizer tudo.
OSr. Souza Andrade; Padi idformagues ao
oobre ministra da guerra, e o nobre mioUtro ter
ormulasse ama reforma proveitosa, quem espan-
casse a immoralidade, o vicio e a corrupgao qoe
aili reidam. Todas os ministros dizem : E pre-
ciso reformar os arsenaes de guerra, mas nenboia
os tem reformado, e Bpr que f Nio sel.
Mas o que verdade, e o nobre ministro nao sera
capaz de'negalo, que exirt^m, permanecen as
maicres irregularidades, nao ; no arsenal de guer-
ra da forte, mas tambem nosoutros e at no novo
hospital de Andarahy, onie se deram factos de de-
lapidacao que o nobre ministro devia trazer a esta
casa jautamente com essas informagoas que boje,
antes de ser sccu=ado, veio dar-aos com tanto ago
daraeoto.
S. Exc. defeodeu se antes de sor aecusado ; ad-
mira tanta screguido da parte do nobre minis-
tro I
O Sr. Toscaoo de Brito :-E' tilo pelo sea cr-
dito. (Apoiados.)
O Sr. Souza Andrade : -Sr. presidente, o nobre
ministro da guerra muito feliz, o ministro da
guerra mais feliz que ou conbeg.'.e V. Exc. vai ver.
O Sr. Ministro da Guerra :Deas permuta que
seja e que acabe a guerra. ( poiados.)
O Sr. Teixeira Guimares:A guerra a pana-
cea. (Hilaridade.)
O Sr. C. Ottoni :-Ha dous aonos est acabando.
O Sr. Souza Aodraae :Em materia da con.ra-
tos, Sr. presidente, o nobre ministro da guena
quem os tem feito melhores, nentiurn ministre faz
ainda contratos to bons, como S. Exc. tem feitc
desde o anuo passado ; e vai nesta escala ascen-
dente at nao sei onde : es deste anuo sao muito
melhores do qoe os do nno passado I
O Sr. Felicio dos Sanios :-Hvemos de ter os
gneros de grag*.
O Sr. Souza Andrade :-Sr. presidente, tenho
agpj ara folbeto muito Interossante, e pego a atien-
gao da cmara para esta pub.icago, que offlcial;
um folbeto contendo am discurso qae S. Exc. o
Sr. ministro da guerra proerio nesta cmara o aB-
00 passado, defendendo se de arguig5es qoe Ibe
eram feitas pelo illastre depatado, cuja ausencia
deploro, o Sr. Lime Duarte, e nio sei se pelo nobre
depatado pilo terceiro districto de Minas, o Sr. C.
Ottoni.
O Sr. Bnarque :-0 Sr. C- Ottoni nao aecusoo o
ministro nesla parte.
O Sr. C. Ottoni:Creio qae nao entrei na dls-
cassao.
O Sr. Sonza Andrade -.-Pego licenga a V. Exc,
Sr. presidente, para ler ama parte do tolbeto. Des-
de j declaro que nio tenbo a menor m vontde a
S. Exc. o Sr. ministro da gaerra.
O Sr. Ministro da Gaerra :Nem ba ratao para
isso.
O Sr. Souza Andrade :Pronunciando-roe em
opposigo, entendo que cumpro o mea dever, e o
teobo cumprido como eatendo desde u anuo pas-
sado.
O Sr. Ministro da Ja>tiga :Ja' o anno [passado
estava na opposigo.
O Sr. Sooza Andrade :Sr. presidente, pego a
V. Exc. e caara qaa attendara a leitora do, pre
sent documento. Notare! de passagem qae no-
bre ministro, qae o anno passado era apoiado eca-
lorosamente applandido destes bancos, hoja, com
sorpreza minba, foi rece! ido com o mais profundo
a morno silencio (apoiadon e nio apoiados)...
O Sr. Tetieira Guimares.Al deixaram as ca-
deiras 1
O Sr. Soota Aadrade :.... a materia aban loaon
os seas bancos, delxou o nobre miuistro s com o
Ilustre presidente do conselho ; que veio como qoe
para apadrinba-lo.
O Sr. Presidente do Conseibo :Nao precisa da
airaba presenga ; se estoo aqu, porque tambera
tenbo nma interpellaeo.
O Sr. Sooza Andrade : Vamos a folbeto, ao
celebre folbeto.
O Sr. Presidente do Cooseloo :Ora vamos aa
folbeto. (Hilaridade.)
O Sr. Sonta Andrade :Sr. presidente, esse dls*
corsa foi reproduzido em folbeto, creio que para
servir da compendio oo cartilba em materia de
contralor.
O Sr. Presidente do Conselho :E est nos An
Hat t.
O Sr. Ministro da Gnerra :-At am discurso
muito maior.
O Sr. Sonta Aadrade:Est nos Aaes e por
tato qaa reprerro essa pabltcagao.
em qae sa asaigooa o taesmo contrata, mas que
ebegaado aqu os objecto?, mandou-se Ihepagjir ao
cambio do da em qoe foram reoebido?. Nao poda
averiguar i*to saber se d'ai resu'tao- ou eio?
prejuno a fazeoda pobHea, asas paraes-m* qae
sao resaltarla mafco lacro. (Apoiados da opposi-
go.)
Nada mais direl, Sr. presidente, contentando-me
por ora com as observacSs qoe acabe de tuer; e
concilio amadeceodo a cmara.a nenevolsnm oom
quo.sadigoou onsir me, declarando que hei-da ve-
tar pelo reqoerimeoto do oobre deputado pelo mu-
cipio neutro.
Vqzes da opposigo:Muito bem I
Sa. Buarqub :Sr. presidente, eo ao abasa-
rla da bondade da cmara te nao me tiaesse cora-
promettiso a dar ao>nobre deputado pelo muoci-
Pio neutro os motivos porque ped a palavra sobre
o seu requerimento, e bem assim resaoader ao li-
tro deputado pela provincia do Cear*>', qo.e acaba
de dirigir aecusagdes, embora vagas, ao honrado
Sr. ministro da gaerra.
Sr. presidente, todas as vezas que se offerece a
cmara dos deputados um requerimento de iufor-
magoes sobra materia qaa tata provocado larga
discussao oa imprensa, e qae p le trazer censura
ou impaiagi9 grava a ura alto funcionario do es-
tado, entendo que a cmara deva dhcuii-lo tBtee da
vota-lo. Nttst* caso acbava-se o requerimento do
nobre deputado.
Eutendi, e nao entend mal, qua era preiarivej
qoe o nobre ministro viesse talante da aecusago
qaa sa Ibe procarava fazer, a consentir qua por
mais lampo pairassem sobre a sua cabega imputa-
i,:s da ordera daqnellas que o nobre deputada jal-
gou dever referir nesta casa.
O Sr: C. O;toqi: Viessa prevenir accasigoes
qae se Ihe nao ozeram.
USr. Baarque :Tambera nio podia, Sr. presi-
dente, :cquiescer ao podido que o nobre depatado
pelo mooicipio neutro fez-roe, para ceder da pala-
vra, porque S. Exc. impossibilitou me logo da o
fazer, declarando peranle a cmara qae sobre o
nubre ministro da guerra pesavara accasagdes
gravissimas, e qae era preciso qae S. Exc. deltas
se defendesse.
O Sr. Dias da Crnz :-No apoiado. A repart-
gao da guerra nao o ministro.
O Sr. Buarque :Eu oavl o miaistro; mas pa-
ra mina as aecusacoes feitas a' repartico nio po
dem deixar de refledir sobre o ministro, se neo so
bre a sua pessoa, ao menos sobre sua qualidade
de celoso cumpndor -do seu dever. (Apoiados )
Portanto, Sr. presdante, creio que o nobre de-
purado pelo municipio neutro ha de coavir que
ea nao podia salisfazer, como desejara, o seu
pedido.
O Sr. Araujo Barros: Nada se perdaa com a
di8$ossao que tem havido, ganbou-se algama con-
sa dissiparam-se as novena.
O Sr. Buarque :A cmara vio, Sr. presidente,
qu o nobre ministro da goerra procarou salisfa-
zer o nobre depatado nos diversos pontos de asa
accns do seu rtqa-ri meci.
O Sr. Dias da Cruz :Passon por alto a'guns.
O Sr. Buaique :Hoove orna rpiica ero que S.
Exc aoalisoa os pontos qae nio traba considera-
do em seu primeiro discurso.
O Sr. C. Ottoni:Arada ninguem tocn em ai-
gaos pontos do requerimento.
O Sr. Buarque :Perdda-rae V. Em. O nobre
ministro nao s analysoa o requerimento, como
resp.'n.j-u ao nobre deputado pelo municipio neu-
tro naquelles poctos em que tocou.
Parece-meque o nobre ministro deva ter satis
feito ao nobre depotado pelo municipio neutro
com as informagdes que mmiatfou casa E tanto
mais razao tenbo para assim pensar, quanto o no-
bre deputado; vollaodo ainda a' tribuna, nenhuma
palavra mais disse em ralagao ao objecto do sea
reqacnmento, oceupando-se sroeote em fazer a
delesa, loavavel, de um amigo que S. Exc julgou
ler sido desconsiderado pelo nobre ministro
OSr. Dias da Cruz: Declaro que daqai em
liante nao poopo mis lempo a' casa, porque as
miiin 1- toteis* sao interpretadas por este modo.
O Sr. Bjarque:Nao Interpreto as suas laten
ges, retiro um facto testemuabado por todos.
Mas, Sr. presidente, quando o nobre depotado
pelo municipio neutro noficasse sallsfeito com as
axplicages dadas pelo nobre ministro da gaerra,
explicagoas que a meu ver foram cabaes, totes as
informages ibe bao de ser prestidas, como ja' de-
clarcu. Parece-mc, pois, desnecessa o que eu en-
tre tambera no exarae de cada um dos pontos de
aecusago, tanto mais q,ia nao me acharia habilita-
do para ser to minucioso como o foi o nobre mi-
nistro, na completa^jusliflcago dos actos por qae
foi aecusado.
Ao nobre depatado pelo municipio neutro nada
mais tenbo a dizer.
Direi agora algomas palavras em resposta ao
oobre deputado pelo Cear.
Eu, Sr. presidente, poderia responder ao prologo
qae servio de pretexto as argaiges do nobre de-
putado com urna simples conle3tago ofJJciosa.
Mas nao o fac para tornar mais saliente a iojus-
tiga, cora que proceden o illustr*e deputado.
Parace-me que o nobre depatado pelo Cear dSo
seguio em seu discorso o melbor caminho
Nos governos representativos, Sr. presidente,
costuma-se aecusar os ministros por seus pro, rios
acto>, e nao pelo que dizem os prlogos laudatorios
e officiosos dos que puolicam os seus discursos.
(Apoiados.)
o nobre depatado acredita qae o nobre ministro
mandn publicar o seu discorso, e accreacentou-
Ibe esse prologo laudatorio com o fia de se fazer
conbecido do paiz, de fazer >aler os teas servtgos
e torna-Ios credores de elogios.
Nao, Sr. presidenta. Embora ea seja amigo pes-
soal do Dobre ministro da guerra, posso dizer,
porque a cmara couhece-o tanto ou mais do que
actos da adramisirago do nobre ministro, eo ves
de dfceutir o re..|iienuieuto du nobre deputado pelz
municipio nentro.
nobre deputado cen porque nao traioa dos tactos de delspiJagio occor-
ridos no hospital de Andarahy. Pois, senhore;,
discutindo-se contratos de foruecimentos lolaira-
mente estranbos* qneHe hospital, o que tiuna de
dizer o nobre ministro a sernelbanle respeitoT Na-
da, por carto.
O nobre deputado pelo municipio neutro nao to-
cou nesse assumpto ; cora j bavia o nobre ministro
em sua resoosu de referirse a elle 1 E oemais,
uraa queslo" ]a' veu:i!ada o anuo passado, ea
qae o nobre ministro ja' responden em outra oc-
easio.
Disse o nobre depatado qae o nobre -ministro
nio tem o apoio desta cmara. Em resposta a is-
to, ea appelio para a manifestago espontanea qoe
deu a cmara era contrario a proposigo do nobre
depatada
E' a contestagio mais eloqaente qae Ibe posso
(fferecer.
Um r. Depotado :O nobre depatado disse qoe
a maioria foi passtiar.
O Sr. Buarque :Sr. presidente, o nobre depu-
tado pelo Ceara', ana ysaoio o discurso proferido
pelo nobre ministro' da guerra aa aesso do anoo
prximo passado em resposta a am nobre deputado
por Minas, qae nao se acha presante, e que tam-
bem dirigi a S. Exc. aecusagoes relativas rep-.r-
ligio da gaerra, disse qae ninguem era mais feliz
do qae S. Exc, porque liaba feito os contratos mais
econmicos que tem visto.
Ponbo de parte o qae diz respeito t felicidade
do nobre ministro que eu desojara qoe fosse ama
realidade, mas urna realidade para qae a sua boa
estrella trouxesssa prouma cooclaso dessa Iota
era qae estamos empeahades as margans do Para
gaay.
Atada foi infeliz, Sr. presidente, o nobre depata-
do pelo Ceara' quando se referi aos contratos mais
vaolajosos do paiz faitos pelo oobre ministro; que-
reododabi tirar mo.ivo da n-ou a pela comiera-
nago qae enxergoa, oa referencia a esses contra
tos, dosactos dos antecessores de S. Exc O nobre
ministro fez contratos, do anno prximo p?s-aio,
mais proveilosos ao pait do qua outros de saos an-
cessors.
A razio deste facto bem conhacida, muito
oatural.
Alm do zelo qoe distingue o nobre ministro, >
nobre deputado deve saber que, todas as vezes que
ha flsealisagio severa e se procura comprar onde se
vende mais barato, a cracurrancia apparece e faz
com que os pregos dos artigos desgara, e coosa-
5Uintemente os contratos tornara se mais favora-
veis ao tbesout 0. E isio se da'tanto mais quanto
menos nrgentes sao as necessidades desses artigos.
(Apoiados.)
Pelo que disse a este respeito o nobre depatado.
nio se pode increpar o ministro feliz. Deas quai
ra qae ella posea sampre comprar por meos
qae seas antecessores: estos nao se offeo Jero por
isto.
Sr. presidenta, no raesmo caso da accasaco re-
lativa ao hospital de Andarahy esta' a falsificacao
dos bheles de costura.
De cerlo, ea acrediti qae se o nobre ministro
fosse acensado de ter consentido, protegido oo fe-
chado os olbos a falsiQcago dos bilbetes de costa-
ra, elle viria a tribuna defender-se; mas neohuma
palavra se articolon nesle sentido; como, pois,
havia o Sr. ministro de fallar dassa faisttka-
go ?
Acerca da desintelligencia bsvida entre o nobre
ministro e S. A. o Sr. conde o'Ea na la direi, por
qoe o Sr. ministro ja' declaroa qae eram h-
fandados os boatos que a eemalbanta respeito cor-
ran).
Alguns (actos qae me escaparan), e qae foram
rgfendo- pelo nobre deputado do Ceara', tambera
nao podiam ter resposta do nobre ministre, porqae
acham-se as condKoss dos que analysei.
A que fi^a, pois, "redczido o discurso do Bobre
Reputado do Caara'T Coicamente a citago do
prologo laudatorio do amigo oQicioso qua mmdoa
publicar o discurso proferido o anno passado pelo
uobre ministro. (Muito bem, muito bem.)
O Sr. C. Ottomi: Consignando, porm, o facto, nao me qaeixo de mi-
aba surte, porque com mu poucas observagoes te
nbo de oceupar a atleogo da cmara ; e tuesroo
poderla talvez limitarme a orna s. E' verdade
que essa se refere a toda, a discussao bavida, e a
mea ver prova que o dia de hoja tai completamente
perdido.
Mandou se a mesa am requarimenlo pedindo co-
pia de documentos oluciaes. de contratos relativos
a despezas de material do ministerio da guerra.
O autor do reqaerimento nio o moiivou senao com
ama palavra muito vaga: Teem havido discassSas
na lmprensa.
O Sr. Das da Croz:Nem isso mesmo ea disse
qaando apresenitl o requerimento.,
O Sr. C. Ottoni :E' exacto, disse-o depois, pe-
diodo qaa se votasse sem discasso.
Nao motivou o requeriraeDt1, desej^va aprecur
actos do governo a vista dos proprios documentos
otficiaes, nao quera firmar se em polmicas da ira
prensa, em escriplos anoDyraos que pdiara partir
de tonta impura, como disse o oobra ministro da
guerra.
Era consequsncia, nio des jando baratear a re-
puiagao de nmgaem, e mesmo porqae nao levanta-
va, ao menos por eraquanto, aecusago alguraa, es-
pecialmente contra o u .ura miaistro da goerra, por
estes motivos o autor do requerimento pedio amia
ao nobre deputado por Pernambuco, que havia pe-
dido a palavra, que a cedesse pata votar-se sim-
plesmente o requerimento. O nobre depatado por
Pernambuco recusou se.
O Sr. Baarque : Nao, sonbor, nio dei resposta
alguraa a este pedido ; foi a mesa qae declaroa
aeeaiacoas. Depoi* a sua defaxa, baseada eo no-1 SESSAO EX 22 DE MAIO BE 188.
?^8gid^0Cam9-L^^J!^? 'PRa,DB'a* O CONSKLHEIRO S1LVEIBA
aas mi*, aao aolar aprafiaoa fr vio: atada qaa S. Etc. n tatearalra^t teda a > .
- Ao meio dia, falta a chamada, vefllctse baver
numero legal, abra te a sessio, acoda lidt e ap-
provada a am a aateeedaax.
O Sr. f saorataiio- d catata da jotute
iwajitilll.
Tres odaioa i ai copias dor deeretot aafoa faaea Soa Mages-
tade o Imperador boava 90$ boa aancader varias
peosfo?. A' ceixwiaaao da panses e orde-
nados.
Oatro, do oaaajo tahabajt**, enviando epia da .
consnlta da tanto de* negocios do imperio do
conselho de estaib, raBjtivaloiento V representagq
da cmara moawpsl t cidai* da Bahia, contra a
le prowaatiai ao tt da uto Oa 1866 e o regnla-
maoto np^Ua pata opa, attaaqgla atta,a.dipi-
nistragio o iosporglo- a BtaiaOoro aablfco.A'
commissio dopodMaa. -
Ootro do mesmo ministerio, enviando o offlco
apezar das mais insumes realamagSas danm'da- da presidencia paairrac* do Piauaa, aoocapa-
putado, deixou da cumprir o regiment da casa e abado de atoa teprataotagao la asierohia Itgiala-
ievou comsigo os documentos qae havia lido. 1 uva da mesma provincia da varios documentos
O Sr. Preulenle do Conseibo : Na occasiio Mlatraos aos lioaites detu oom a profiacia do Cea-
uan os originaos, mas depois oa trouxe por copia. ri'A" coramisso de estati.-ttea.
O Sr. C. Ottoni :Exactamente como ho)e ; mas i Oatro do ministerio da guerra, remetiendo, em
cessariam as anomalas, e nao seria violado se- sdditamento, lio folbeto impressos, contendo o
gomia vez o regiment, se o o requerimento em segundo vol ana separado, organizado peto desem-
questo toase volado sem debate e esperassem as cargador Jos Antonio da Magaihas Castro, acer-
informagdjj. j" a cdigo penal militar, e bem assim a resposta
N8o fallarla occasiio, dado qae o mesmo tutor, "tde t tal respeito pela maiorla da cimmisso de
do requeritoenta aao mieiassa debata sobre a ma- etame da legiMacia do exercito, % qaat presi-
teria, nio faltara occasiio em que qualquer o po- deaie Soa AJtaaa o Sr. conde 4'Ea. A dis-
soa papelada, o qna aao fet, siria impasslvtl a
saa eoBfrootago e atan fea raai les de am dis-
corso oral.
^lot esta* a inffonvenlenct dasla Jlstttio,'lo
conveniencia que vai at ao ponto de infringir nm
arttoo do regiment da casa ; quer este que na-
nvaai orador po3sT ier oa citar extractos de doco^
mentos sem qaa os mande a mesa para qoe ot
mais os possara apreciar.
Santo-ai impossive acompanbar eom proveitd
a tonga deraonstraco do nobre ministro, Uve idea
de levantar a qaestode ordero, e requerer em no-
rae do regiment a reraessa dos docamentos pira
a mesa : nio o flz porqae coniava previamente
com o Indefenmeato do mea pedido, visto qaa S.
Exc coroegoo por declarar qoe eram docamentos
orlgiaaes, isto fra do nosso alcance. Demais, ja
o anoo pastado se dea caso idntico coro o nobre
presdante do conselno a ministro da fazenda, qoe
deria fazer por meio de novo reqaerimento, no or-
gamento da goerra, na discussao do voto de gra
gas. etc.
0-nobre depatado por Pjrnimbuco, abundando
no pensanento do nobre presidenta do conselho,
disse ba po ac que a queslo ficou corapletamen-
te esclarecida.
Qaaoto ao nobre deputado, nao devo dovidar, t-de orna estrada de ferro da cidada de Mamaogna.-
Ibanta proceder. (Moitos apoiados.) S. Exc, em
sua vida publica, tem servigos ao pu? que lera si
do devidameole apreciados, e nao precisa de pnr
legos' laudatorios para se fazer recommendado a'
estima da nago. (Apoiados)
Sr. presidente, nao exacto qae o nobre miais-
tro nio se jalgae oa obrigago de presentar os
contratos por elle celebrados, e oceulte-os aoeo-
nbecimento da cmara ; ero justificagio de nma
de da-las, se quizar; posso fa;.er as retiesocias i to grave censara o nobre depatado pelo Ceara'
qae entender, sem qae o nobre ministro da fazeu-1 nao podara' referir nm s facto. Pelo contrario, a
da tenba o direito de extorqair-me o qae nio qaa I circumstancia de acbar-se boje o nobre ministro
ro dizer (interrupgdes): tenbo a coragem dos da gaerra nesta casa para defender om contracto
meas aelos; saiba V. Exc, Sr. ministro da lazan 1 do seu ministerio demonstra que S. Exc nio deseja
da, que eo b i de proferir na iribaua o que jalgar j occaltar os seus actos, nem subtrablr a exame on
conveniente (apoiados); podia dizer ludo o qae ti-,critica os contratos por elle celebrados,
nba eom?gado, mas nio quero... O Sr. C Ottoni: Tanto nao o quer exhibir qoe
O Sr. Teixeira Gaimares: E respon^-se ja' feeboa a saa pasta.
qaando se perganta com delicadeza, e nao com io- O Sr. Buarque: Os documentos originaos sao
soleada. (Susano.) de ordinario indispensaveis as secretarias; mas o
Votes:Ordena I nobre ministro ja' declaroa qoe pora' a' disposigio
O Sr. Presideote (ao Sr. Teixeira Gaimares): da cmara as copias respectivas. Qaereria o nebro
O nobra deputado nao pode usar dassa pala-' depatado qoe ja' estivessem tiradas essas copias ?
vra. so se fossem escripias por algnm modo qna a iota
O Sr. Ministro da Justiga: Neta tem o di- gloago nio conceb.
eu, que o nobre mimstio incapaz de ara sem- qua nao era occasio opportuna para o nobra.de-
reito da tratar-nos deste modo. Nao rae refiro ao
orador.
O Sr. C. Ottoai: Nao termo parlamentar,
mas o ministro que o empregon nao fot entao cha-
mado a ordena.
(Ht ootrds apartes; o Sr. presdante recteatt at
tenco; restabalace aa o silencio.)
O Sr. Souza Andrade : Rfram-me ainda. Sr.
presideote, qoe o ilustre principe o Sr. conde d'Eu
fazendo orna visita ao arsenal da goarra e su-
dando abrir algaras caixas, conten* obfaetes da
fardaoentd oa oatrot artigos, eacaajaroa oa ean os-
udo loservivel; nao sei se Uto axtewaa nio, o,
(lia am aparte.)
Sai que estoo abastada da bojdade e paciencia
da enmara (nio apoiados); mas V. Exc compre*
bende qae c lempo que se emprtga na refulagio
de certas accotaedat ole aa pode eoniiderar per-
dido i vai nlsto o bao do pait, porqae importa t
bonra e digoidade do governo a defesa dos actot
dos seas agentes. (Apoiados.)
Sr. prendante, a aagaado ponto le aeeaiteio do
abro lapatada alo Gear a', foi o (acto da ba vero
aabto miaittro podido a aomma da i,S00:WK*00O
pntado fazer semelbante pedido.
Declaro agora que mesmo oio cederla da pa-
lavra.
O Sr. C. Ottoni : O qae Isso prova qaa nem a
mesa, nem o nobre deputado, qoneram qae passas-
se sem discasso um simples pedido de in-
formagos, nio acompaobado de insinaagio al-
gama.
O nobre depatado estava no sea direito; mas i
discussao de boje prova qae para a discussao nio
havia base, e que foi ella extempornea e intil.
O autor do reqaerimento apenas dissera -.Que-
ro jalgar dos actos do governo do mea pait
a para isso pego ioformagde* e docamentos uffl-
claes.
O Sr. Baarqae :Ao menos foi boto saber- se
isio.
OSr. C. Oitoni:Isto esta' no reqaerimento,
esta as palavras de sea autor pedindo que nio
se discutissa, declarando que a nlagoem accaiava.
Abrlo-se, porm a discasso e o qoe vimos 1
Trouxe o nobre ministro a saa pasta gorda, nio
de copias que nos possa deixar, a sim de originaos
que teem de vol'.ar ao archivo da secretarla da
fierra.
Raferioda-aa a esses docomeatos origioaes, e
ttoabam a alguraa cousa qoe sao me parecen ot*
ficial, pois vi urna tonga tira crtala do Jornal do
Comnurcto, lando em partes esses papis, que nio
no* ofJfaee, btofertado sobre etles apreciagBas qae
devenios aceitar na f de soa honrada paiavra, par
que atoja' fechot a toa pasta (risos), tratoo S.
Exc. de mostrar qoe soa adminlstrago tem preda-
zldo mtravilbas de economa e a eterna confosio
dos monopolistas de forwafoaMtee.
Mas am primeiro logar S. Exc se iatpoz a sin
guiar larefa de formular contra si proprio as ae
tribuir.
Dous do ministerio da agricultura, eommsrelo e
oh as puolicas, enviando a cpia do termo do con-
trato celebrado pela presidencia da provioea da
Parabyba com os eageoneiroe Manool da Barros
Brrelo e WiHiaoj Mar.iaeaux, bem como a pro-
posta apreseotada pelos mesmos para ccDstrucgio
porque o affirma; se toda a cmara o acorapa-
utia e julga esclarecidas as qaeslSes de facto, qoe
aventn, discutie resoiveo o nobre ministro, te
todos esto salisfeitos, constituid! eu nasse caso
urna triste execepgio, pois declaro que estou ain-
da por prioelpiar a entender. (Risos.)
Ouvi o debate coro a maior atteogo, lapis em
puoh > lomando apontamentos, e de vez em qaando.
pedindo esolareclmeotos ao mea collega autor do
requerimento para oriealar-me e ver se podia
acompanbar o estudo do nobre ministro ; foi abso
lutimente Impossivel. (Riso.)JE deixemo-oos de iro-
nas. ... .N inguem, que oo tlvesse coahecimento
anterior das questoes, comprebeodea cousa nenhu-
ma do que aqui se dlsse.
O Sr. Sonza Carvalho :isto verdade.
O Sr. C Ottoni: Para que, pois, a defeza 1 Na
da sei da queslo. Mas, se havia aecusagSss, como
pareceu suppor-se, ellas esli em p ; a defeza qae
se fez poder*' ser multo coocludenie, porm foi
da natureza tal que nio se pode apreciar ero
ao debate destes, sem lr com vagar os docu-
mentos.
Portanto, no meo espirito oo ha a mais peque-
a duvida de que o dia de hoje foi perdido.
Nio podendo apreciar o debate, nem sendo pro-
ficua oelas razoes que ja expoz a questio regl-
raental, lembrei me tamoem de propor o adiamen-
lo ; mas seria adiar tambem o pedido dos doca-
mentos ; de modo que, na posigo em qoe me col-
locou a discussao de hoja, acho me em am becco
sem sabida.
u nebro ministro da guerra me ha de perdoar
qua Ibe diga, asm alias duvidar qae fossem respei
lavis os seus motivos, nio foi bem inspirado
abnodo urna larga discasso baseada em docu
mentos que oo aprsenla cmara.
O Sr. Ministro da Guerra : -Estao a disposigio
do nobre deputado.
O Sr. C itonl : E' impossivel o seu estado
neste momento : se o nobre ministro nos dissesse
que mandara as copias padidas no requerimento
independentemenle de raqaislgio da cmara, eu
requereria o adiameato, e econ misaramos o
lempo.
Apjntarei ao nobre ministro am peqaeno exero-
plo de iaconvenientes de ama discussao assim f
rade seas eixos, extempornea. Disse o nobre
miaistro com relagio a' loiervengao das aatorida
des suas subalteroas nos contratos do fornecimen-
tos que se havia dado ama irregularidade, e era
consideraren) se os contratos faitos e concluidos
antes da ultima saacgo do ministro, e mandar se
qua alm da caugo depositada paga?sem o sello
proporcional. S. Exc reprovou esta pratica. Acho
que S. Exc estava nos verdadeiros principios de-
clarando que o contrato nio de'ia ser considerado
pe feito antas da sua sauego ; sobre isio nao tenbo
duvida, a respoosabilidade soa.
Mas o qae nao pude comprehender foi que S.
Esc. accrescentisse : t inde tree, fot isto o gu* as-
sanhou os interesses illtcit:s ligados aos foraeci-
mentos; foi isto o que se laogou nessa longa po-
lmica da imprensa.
Ou ea nao eatendo esta declaracao, oa-oila sig-
nifica que na repartigaoda gaerra o seo ebefa
o onico qua zela os interesses da fazenda publica,
alias nao podara a neeessidade da suprema appro
vago assannar os interesses itlicitos.
Sa estes interesses illicilos estavara tranquillos
at a assigoalura do contrato, deposito de caugo,
pagamento de sello proporcin.!, e soroeoie se as-
sanharam (o termo de S. Exc) com a necessl-
dade da approvago do ministro, qae abaixo des-
te ninguem compra bem os seas deveros oeste ra-
mo de servigo publico.
Comblne-se esta declaragio extraordinaria com
a informagio, dada tambem por S. Exc, da infor-
magoas olliciaes, qoe antes de chegadas sua mao,
lera servido de argumento aos interesses illlcilos
as polmicas dos jornaes ; accrescenla se a asse-
veragao grave do nobre deputad) pelo Ceara', qae
fallua ba pouco, de grandes dasordens as rajar-
tlgoes da guerra, e ver-se-ha qae a qu^sto de
muita alta e de muito graade importancia.
Por uso mesmo eu oo posso deixar de qaeixar-
me de que a discussao fosse to m>l eocami-
obada.
Creio mesmo que o primeiro exemplo de vir o
ministerio a' casa, o ministerio em peso, qoe esteve
todo oo quasi todo, de vir o ministerio casa a
om pedido de InforroagSas antes de as dar, levan-
tar discussao, considerarse aecusado e defender-
se; os estylos sao ontros. "
O Sr. Loarenco de Albuqaerqae : Ha exem-
pos disto; o anno passado acontecen assim com
o Sr. ministro da agricultura.
O Sr. G. Ottoni :Pode ser, neo me lerabro des-
se precedente.
O Sr. Loarengo de Albaqaerque :E' exacto.
O Sr. C. Ottoni :-Mas, se ba esse precedente,
excepgo : a regra, esta' na consciencia de to-
dos, oa votar se o requerimeoto sem djscusso,
oa se algura membro da maioria supp5e qae o
memoro da miona iaogoa algama iosinoago,
abre o debate para protestar ou provocar explica
co, e vota-se logo o requerimento. Vir defender
o ministerio antes de prestar as informagoes pedi-
das, europio novo ; eu nio sel se no lempo do
fallec lo Martirn Francisco fazla-se assim (riso), e
se o exemplo vem desse tempo, teo-se eliminado
lio boa pralica em todo o intervallo de mais de 40
annos.
O nobre depetado por Pernambuco sustentoa ao
contrario que a regra da discussao dos requer-
mentor deve ser o estylo de hoje.
O Sr. Baarqae :Julgaei qae era preferivel que
o ministerio viesse diante da defeza.
O Sr. C Ottoni :Porm. tanto exacto qae o
oobre miaistro veio adame de nma accosago qoe
ninguem Ibe flzera qae o autor do reqoerimeoto
repeli tres oo qualro vezes : nobre ministro nos pontos de qoe tratuu, porqae
nio posso tratar da qaesto sem os documentos
qae ped. Parece qua o nobre depatado por Per-
nambuco nio ouvlo, porque, se parase, nao dira
qae eslava tio elucidada a qaesto que o oobre
deputado nao teve o qoe dizer na ultima vez qae
falln.
Nao bora de aborrecer:*' cmara, e nem pode
demorar-se nt tribuna quera sobe a ella declaran-
do qae oio esta' habilitado para tomar parte na
materia qbe o objecto principal da dtseossao.
Ea, portanto, voo conerair, repetfodo o qae ht
pouco disse.
Se o oobre miaistro da gaerra prometi a' ca-
ara mandar os docamentos pedidos no reqaeri-
mento, Independente de reqaislgio ofOcitl, en re-
qaererei o tdranwnio I su discasso e lacraremos
tempo, podando talvez aatrar aa discasaio algama
das reformas do novissimo programo.
O Sr. Foolenelle : -O autor do reqoerimeoto ji
disse qaa neste caso retira-o ; seria conveniente.
O Sr. C. Otlooi (depois de orna pansa): -O Sr.
miaistro nao qok jrotaatter t veja-te da qooo a
colpa da parda da lempo.
A discasaio Sea adiada pela bora.
Dada a erdem do dia, Ibvanta-se I sessio is |
boras da'tarda.
po ao porto de Saloma, Ba mesma provincia.-A
commissio de commercio, industria e artes.'
Cinco do primeiro secretario do sanado, partici-
pando, que por offkio do ministerio do imperio
coQstou ao mesmo senado, qae Su* Magostado o
Imperador coasente as resologSes da assembla
geral qua apoiovam-varias pensdes o aotorisam o
governo para mandar matricular diversos estucan-
tes lateirada.
Outro do mesmo secretario, participando qoe por
por officio do ministerio da marinba coostou ao
senado que Soa Magostada o Imperador engente
no decreto da assembla geral que tita a f.rga na-
val activa para o exercicio de 1868 a 1869.in-
teirada.
L se, e vai a imprimir para entrar na ordena-
dos trabalbos, a redaeco do projedo qne aotorisa
> governo para conceder caria de nataralisago a
varios subditos estrangairos, qne se acba publi-
cada no Jornal de 33 do crreme.
Veem mesa, e vo a imprimir, as seguales
rectificages :
< No discurso do Sr. Arlstides Lcbo, proferido
na sessio de 10, me atlrlbuido o seguinte apar-
te :Nao discato lotengdes ; nem admiti mesmo
ms mtenroes do-yorerno.
1 Eu disse sraenia qaa nao examioei as ratea-
g5es ; oo podia protestar qae as nao admiti
ms; oala pidasse eudize-lo.C. B. Ottoni.
t Na di-cusso do parecer da ccmmisso de
cooslitulgao e poderes a respeito da eleigo a qaa
se deve mandar proceder oa provincia do Rio
Grande do Sal, e publicada do Jornal do Commer-
cio, se me attrlboem apartes qae nao dei ao Sr.
Bezerra e Lourengo de Albuquerque. Ratis-
booa.-
0 Sn. Buarque (pela ordero):Sr. presidente, a
commissio especial Incumbida de apresenlar um
projeda sobre a reforma do recralameuto, vem
offarecer a' coosiderago da cmara o seu iraba-
Ibo : multo extenso, serla fastidioso l-lo (pola-
dos) ; por isso limito-me a apresenta-lo aura de ser
impresso e distriboido na casa.
L se, julga se objecto da deliberago e vai a
imprimir para entrar na ordem dos trabalhos, o
projacto com que cooclue o segrale parecer :
f A commissio especial nomeada para esiadar e
apresenlar uro novo projedo de le sobre a refor-
ma do actual systaraa de recrutamaoto qua coro-
prehendesse as ideas mais aproveilaveis al boje
soggerilas no paiz, e outras qae lhe parecessem
convenientes, vem offarecer a' cmara dos Srs. de-:
patadas o seguinte trabalho coto resaltado da
difficil tarefa qae lhe foi commeiuda.
< A commissio nao podia desconhecer o emba-
raza ero qne se acbaria na esc Iba da um borra
sysiema da recroiamento *, 6 se anda assim acei-
to u a incumbencia da cmara, (oi em cumpri-
menlo do dever a que se fmpde lodo o deputado
de prestar seu traco cu valioso concuno a lado
qae se liga as medidas legislativa: reclamadas pelo
paiz.
c Se para qualquer povo, em adiantada civilsa-
gao, urna boa lai do recrutamesto um dos seas
mais difBceis problemas, para nos, na infaocia da
arte militar, e para quem failecem quasi todos os
elementos necessarios a' regular organisag de
uro exercito, a solugo dessa grande queslo polti-
ca e social encootra ara-la mais de uro estorvo as
multiplicas exigencias da nossa sociedade.
> Se por ara lado essas difficuldades parecen!
revelar, como diz om ilustre escrlptor, o bem es-
tar di aaioria da nagio, certo tambem que fa-
zem recahir na parte menos favorecida lodos os
onus e encargos do servigo militar. E este o
facto que lestemunhamos entre nos, e qae a
conseqaeacia do systema de recratamenlo.
< A commissio, em todos os estudos que fez na
escolba e na applicagio dos principios que adop-
tou, s teve em vista remover, tanto qnanto fosse
posslvel, lio serios inconvenientes, concillando os
grandes interesses civis da siciedade brasileira
com o servigo militar, e procurando raimar para
este a ignaldade de tributo que nos irapoa a cons-
muicao do imperio.
< O grande desidertum dos povos civihsados em
relago ao imposto desangoe, identificar a Dagao
com o exercito, militarizar todas as classes, eoos-
tuir cada cidadio em directo defensor da sua pa-
tria. E'este o principio qae nm dia sera'o re-
gulador de ledas as orgaoisagdes militares, mas
que esta' longe de ser atlingido, e s o sera' por
iransformacdas lentas qoe suavisem os onus do
servigo militar, e edoqcem para esle o cidadio.
t Oatro nao pode ser tambem o caminho a se-
guir ao nosso paiz.
1 Na reforma que boje intentamos dvemos ter
malta em vista qoe partimos de om systema de
levas (oreadas, mais repugnante talvez qne todos os
meios de alislamentocondemnados entre as nago.3
modernas, porm qae consagra ha ii annos isen-
goas e privilegios a ama grande parte dos ci-
dados.
Dest'arte se depreheoda qae ama nova le de
Vtitawes, sorpreodeo-ae per tal forott ft aceu- coaacSet qne iroaajlaoo tinba ata ateato o auaer do
qoe e TeTdado qaa origiaafwn-se dUU raatorat taacao, njamtj m qoe o gobra depotado attavt por I w^oto, e aaaavera-flot 40a destrata
sil*
recrutameoto n.io pode ainda abolir nem atacar de
frente concessoes oa favores qua o direito tero con-
ferido oa o habito sancionado, sem proverse de
meios substitutivos a qae cada am dos favorecidos
de boje se possa soccorrer mis tarde e sem que-
bra do principio de qae todos devem coacorrer para
a defeza e sustantago da patria e de suas insti-
laigoes.
t E' esto ama condigio essencial para qne, sera
que sajamos arrasiados a' miseria publica, todos os
cidados braslleiros participen! dos onus do exer-
cito, at qae reformas mais amadorecldas e urna
educago apropriada os cbamem a um servigo pes-
soal, noico talvez que conslitne a verdadeira ignal-
dade.
< Foi gniada por consideragies desta ordem qae
a commissio acredltou qae nio lhe era licito entrar
em ama larga escala de medidas qne ab'angessem
tpdos os elementos constitutivo*; do exercito-, e sim
lmitar-se a confeccionar um simples projedo de
aiistamento, onda se allendesse de preferencia is
circumstancias e condiedas em qae por elle te te-
nba de acnar o cidadio.
* A commissio teve para este Ora de estodar e
disentir o projecto de reforma de recratamenlo
apresentado pela 6* secgio da commissio militar,
que aproveiiou ato saj trabalho o que de malbor
pareeeo-lne existir oes prIectos idnticos affereei-
dos a esta cantara.
c Bocarregado etoeeialmeata deesa priaaairo es-
tado o coaseiboiro Jeio Slvatra de Soaza, qaando
relator noaaeiado da coaamisalo, de qoe aatxou de
fazer parte por ter sido cbamtdo tos contemos da
corda, confeccionou S. Etc. um novo trabalho mo-
dificativo de ata tea antlgo preieeto ootr ora apre-
sentado a' cantara dos Srs. depilados, e no qoal
foram consagrados os principios o aprovaitadas as
ideas do projecto da commlsfio militar qoe a S.
Exc. parecern) aceitareis.
O protoeto (do conselbeiro Jalo SUvtira da
Sooza oeatlgaava aa tagalotti edldat a principios
eapiMB:
Syiumt dt cojisctipcJJo ;
c Oortgio ptrt todo o cidadio brasHeiroda
eoajcatrer ao tattaio oa (dada itaptala a amaas
M dcar aoajelia aM a a> ti laeaaapiatN ;
\^9tH9n$k^aT^r^flii_____


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