Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11561


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Full Text


, ANNO XLIV. NUMERO 128.
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QUINTA FEIRA 4 DE JTJNHO DE 1868.
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PABA DXNTBO E FCA DA PBO>INCIA.
Nf-trii wenlaataM ...... .- :. .. ..".. ,f\ &
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AQ90sr*89 am wnKJLmm n isiaiMFvmit i Ju\8a3& mhmia bi faiiuv miros, ms ipa^ipa^^atMBa.
ENCARRBGADOS DA SUBSCRIFCAO.
P^rahyba, o Sr. Antonio Alexandnno de Lima;
Cear* o Sr. Antoflo Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A.de Leroos Braga; Oar, o Sr. Joaqoim
Josa di Oliveifa; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aiv-s & Filbos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Costa; Alagoa, o Sr. Francisco Tavares da Costa;
Baha, o Sr. Josa Martior Alvos; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ribeiro Gasvariofio
partida dos estafetas/
Chinda, Cabo. Eses da e estajees da va ferrta At
Agua Preta, lodos os da?.
Iguarass s Goyanea as segundas e sextas fefras
AUlto Anto,.Grvala Bezerros, Boaito, Caroar,
Sannbo, Garanboos, Biqne, S. Beato, Boro Coa-
seibo, Aguas Bellas Taearai, as tereas-feirras,
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
logazeira, Flores; Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Murlcury, Salguis o Ex, as guanas feras
Serlnken, Rio Formoso, Taroaodar Uaa Barre!-
rts, Agua Preta e Pimentelraty.casqiiin*eiras.
AUDIENCIAS DOS TR1BU5AB DA CAPITAL.
Tribunal 4o eommercio: segunda* qoiatas.
Retaceo: lere.as e sabbados as 10horas.
Fazenda: quintas as 10 boras.
Juizo do eommercio: segundas as 11 boitas.
Dito de orpbios: tercas e sextas is l? boras.
iPrnrerra rara io etrtl: fercas sextas ao mate
I di.
Seguidvara do cirai : qnartai sabbade a
1 ora da tarde:
EPHEMERDES DO HEZ DE MAIO
8 Loa ebeia as 4 h., f a. e 40 s. da m.
13 Quarto mins. as 7 h., 21 m. e tfi s, da ro.
20 Loa nova as II b., 53 m. a 4o s. da m.
27 Quarto eres, as b., 52 m. e 16 ?. da w.
-----------------------,---------------------------------------
das da semana.

! Se?. Ss. Firmo e Felino om.
2 Tere- S Erasmo b. m., S. BtaodiBa re.
3 Qoart. 8. Pergentino m., S. Paula v. m.
4 Qnint. S. Francisco Cafectoli, S. Qotrwa b. m.
5 SVxi. S. Marciano m., 8. Booifeeio b. m.
6 S: bb. S Amnelo, S. P.ohoa, S. Alexaadfe b. m
7 Dom. S. Rubtrto ab., S. Licarlc.
PRBArfAR DE HOPS.
Prrmelra as ? aoras e 94 m. da tarda
Sognnda as 3 frena 18 minutos da "^ltr **
PARTIDA DOS VAPORES COsTKIRO.
Para o sal atA Alagoas a 14 a 30; para o san*
at a Grao ja a !5>e 30 de cada mai; para Fe*
asado nos das 14 des mezes Janeiro, marco, i
julho, setembro uovembro.
I '
EXTERIOR.
CORRESPONnEXCLl DO DIARIO DE PERXAUBUCO
Usboa
I3dfimio de 1868.
Falla-se com gran le iosistearia ero re-
cotidoscSo miflisterial, sahiodo o Sr. Se-
bastiio do Cauto (obras pablhas). lodigi-
ta-se para substitu -lo o Sr. JoJj Antonio
dos Santos. Silva ; diz-se qae o Sr. Diis
Ferreira, ministro da fazeada tomar conta
da pasta do reino de que o presidente do
conseibo e ministro dos negocios estrm-
geiros (conde d'Avila) s acha enorregado
interinamente. Parece tambem que o Sr.
Lobo d'Avila entrar para o ministerio fl-
cando com a pasta da fazend). Diz-se qae
os motivos que levam o Sr. Canto a pedir
a demi jso, sao n3o querer a presentar as
cmaras o contrato com a enmpanhia do
camiabo de ferro de sueste, porque no es-
tando a sua opinii ioleiratnonte de accor-
do com as bases do contrato e tendo-se o
ministro da fazenla obrigarto a apresenia-lo,
isto a suslenta-lo tai qual est caovenci
nado, prefer o" Sr. Canto largar a pasta, a
ter de aceitar ama posic5 que nao pro-
pria do seu carcter.
Diz-se maisque o Sr. Amaral sahir do
mioisterio da marin'ia 6 ultramar para o
governo geral da Iodia onde se acha o coo-
selbeiro Pestaa. Oulros aflirmam que se-
r o Sr. Jos Silvestre Ribeiro t> futuro vtce-
rei da Iodia. Para o oso de sabir o.Sr.
Amaral do gabinete nao faltarao na cmara
candidatos pasta que vagar. De t idas'as
alteracoes mencionadas, a que tena mais
probabilidades de prximamente se reajisar,
a que diz respeilo i hida do Sr. Sebas-
ti3o do Canto.
O paiz nao se pode dizer pacificado intei-
ramente. No di i O deste mez non ve gra-
ves tumultos do Cadaval,. do districto de
Lisboa. O povo de algunsjugares situados
as faldas de Montejunto r'eonio-se em nu-
mero de 500 bomeos, pouco mais ou menos
armados de fauces, forcados e espingardas,
capitaneados por ftgurdes (dizem os cor-
respondentes de t), iavadiram a villa s 5
boras da tnanhSa, dirigindo-se ao edificio
onde funcoionavam as repartiges publicas,
com o intento de queimarem os archivos
O administrad r docoaselho, que jaita das
sabia dos seus designios, tinha providen-
ciado opportana e convenientemente e re-
clamara urna forra militar para defender as
repartiges. Esta forca tinha all ebegado
sob o commando de um alfares. Os popu-
lares chagaram a cinco de fundo e dando
vivas acconde de Peniche, aproximavam-se
do edificio que preteodiam atacar. O com-
maodante da forga raindou-os fazer alio e
pediolhes qrja se relirassem para evitar
desgragas. Avangaram porai e dispararam
am ou dous tiros de chumbo grosso e quar-
tos, que feriram levemente tres soldados e
o tambor. O destacamento respmdeu-lhes
com urna descarga, cujos tiros noforam
todos empregados, porque o alferes queren
do evitar effuso de sangue, recoramenda
pontanas altas. Fioram feridos tres dos
amotinados e am, gravemente que morreu
pouco depois. A' vista desta altitude a po-
pulaga fugio. Esper?m-se mais tumultos
nos conselhos de Rio Maior, Azambuja e
Aiemquer, onde os agitadores tem andado
a fermentar as turbas.
J se v que a situago nao vaj em mar
de rosas. Ostrabalhos parlameotares pou-
co tem avangado. A cmara erectiva levou
longos dias a constitair-se, o qus nao justi-
fica a antecipago com que o governo se
apressou a abrir as cortes, em attengao ao
stado 3o paiz. A resposta ao discurso da
cora, aioda se nao discutio. Um parecer
sobre a eleico do deputado Pereira Ds
gastou quasi urna semana de debates. A
respectiva commissao da veriflcag5o de po-
deres, rejeitara a admisso do deputado pe-
las irregularidades que bouve na sua eleigo
pelo circulo de Rezende, A final, a cmara
toda, menos 26 deputados que voaram con-
tra o parecer, appnvou a eleigo do Sr. Pe-
reira Dias. Quer-se dizer que .o ministerio
s podsr contar com aquellos 27 grana-
deros.
JNj direi tanto,mas que amatoria, cuja
adheso, ahi se demonstrou ser to dubia
nao deixar ao ministerii longos dias de
repouso, Na crinara dos pares, depois das
interpellagdes, de queja Ibes dei conta, so-
bre os motivos da capital, nada ba que men-
cionar por ora. Parece qae sempre ter
lagar o processo do conde de Peniche, o
qual, por ser par do reino, tem de ser. jul-
gado na cmara alta. Diz-se que o conde
de Cabral (o par do reino Jos Rernardo da
Silva Cabral) ser o aecusador. As sesses
devem chamar grande numero de especta-
dores s galeras, pois nao ha interesses que
attrabiaa gente com o escndalo.
A folna ministerial As Economas suspen-
den a poblicago, parece que por falta de
subsidio. Vai-se crear outra de que ser
edilor ou director poltico, o Sr. Patricio
Alvares, coadjuvado por seu genro, o Sr.
Jlo Flix Rodrigues, mais conhecido pelo
alcunha de Tanas, que trouxe de Cuimbra,
e que elle' mesmo nao eDgeitara qaando
redigio o Poriuguez.
No Porto, a situagSo defendida pelo
Nacional. Na capital combatida pela
Revolufo, Jornal do eommercio e Diario
Popular. Vai apparecer na arena poltica
outro peridico, do que ero redactores os
Srs. Mendos Leal e Rebollo da Silva, nao
sondo o duque de Loul estranno a direcCo
poltica do novo jornal, que bater o gabinete
eas roas medidas, segundo se affirma.
Nos joroaes sabio ba di is a primeira
carta jocoso-satyrica do. Sr. Sant'Aooa e
Vasconcello* coatra o presidente do cons-
ljo de ministros. Custa a crer I Quem;
vio, nao ha muito tempo o Sr. Sant'Anna e [
Vasconcellos to intimo d> Sr. d'Avila, ad-
mira-se e pasma da violencia das injurias
que hoje lhe d spara n'aquelle pamphleto
epistolar. O pretexto para a carta imper-
tinente do Sr. Sant'Anna e Vasconcellos,
ter dito na cmara electiva o conde d'Avila,
em resposta a urna ioterpellago do deputa-
do Fernando de Mello, sobre as cousas da
.Mideira, que nao liavia tola a exaclido as
informages que se dvulgaram a respeto
dos tumultos que all hou?e, quando o re-
ferido Sinl'Aana, candidato a um dos cir-
cuios eleitoraes l foi. O certo 6 que a vida
daquelie cavalheiro correa grande risco, e
maior seria seno fosse a enrgica delibe-
rado do governador civil, Cmara Leme.
O pai do Sr. Sant'Anna, leve tal desgosio
que foi accommeuido de um insulto apo-
pltico.
A carta paraph'eto foi respondida no Na-
cional do Porto em estyl) idntico e nao
menas frisante e aggressivo. A vida publica
do Sr. Sant'Anna posta ao joalheiro, com
todos os seus episoJios e circumstancias.
Gscuso de lhe dizer que a populago dos
cafs e pasmatorios l e rel estes escnda-
los correctos e augmentados pela vea sity-
rtca dos contendores. Quanto mais feroz
a datribe mas se reproduzem as e Jiges
pelos diversos jorn*es de proviacia.
Tambem se tem lido com soffreguido
ornas catilinarias coutra o actual ministro da
justiga, viseando S:abra. R;produ7em lhe
agora as columnas dos joraaes dns docu-
mentos de 1831 em qae o referido cava-
lheiro, entao magistrado em Alcobaca, era
acensado (pelo qua foi demittido).de haver
delapidado bens dos frades. V a respon-
sabdidade a quem tosa. O motivo destas
aggressoes foi um monopolio de annuacios
judicia s que o referido ministro ha pouco
deu com toda a sem cerimonia a certos jor-
n es, em prejuizos d'outros que se promp-
tificavam a fazer os mesmos anauncios por
metade do prego.
A coisa foi discutida na imprensa; o mi-
nistro excedeo-se na cmara, qaando se re-
ferio s censuras que lhe eram irrogadas
por esse facto; a desforra -tem sido a exbu-
mago d'aquellas correiges e escndalos,
vindo baila os caldeiroes d'Alcobaga, os li-
vros e alfaias dos frades, e mil outras mi-
serias que o autor do primeiro projecto do
Cdigo Civil portuguez nao esperava j que
lbe reapparecessem, depois de estar com
os cabellos brancos, titular e ex-reitor da
untversidade. Sao os espinhos que tem as
cadeiras ministeriaes. Sao como a cadeira
de Macbett, mesa do banquete. Quando
mais aceza a festa, surdio-lhe o spectro de
Raugua.
Um saocto que fossem buscar ao kalen-
dario para o fazerem ministro, nao escapa-
ra aos novissimos cardeaesdiabos, que
nao faltariam elles para lbe oppugoarem-a
bealificago.
Por santo. .Em Anreade, fregueziado con-
seibo deRezende, exhumou-se do pavimento
da igrej^, am odaver incorrupto. E' de mu-
Iher.qtie teria 30annos, quando ba 60 ou 73
foi enterrada. Mais d cem mil pessoas dos
arredores tem l ido venerar-lhe as reli-
quias. A auctoridade ecclesiastica teve de
transigir com as cren'gas populares, e nao
pode dar nova sepaltura ao cadver munifi-
cado da supposla ou verdadeira sancta, mas
pira que se nao repartssem os restos mor-
taes d'aquolla creatura em fragmentos, c 1-
locou-a no templo, n'uma especie de vidro
com suas grades de ferro. Tem chovido as
offrendas, e comegam os milagres, segundo
as communicages de testemunhas locaes,
Nao en'.ro na questo nem para duvidar
nem para crer Se d'ahi resultar mis calor
para a f e mais luz evanglica para escla-
recer e moralisar os povos, viva a sania e
floresga o piedoso eithu^asmo dos seus de-
votos.
*- Os boatos sobre a tomada do nosso
estabelecimento de Macu, pelos Chin-, nao
se verificaram felizmente.
Vieram na ultima mala parlicpages ofli-
ches que do a provincia em socego. A
caohoneira cbineza que all aportara com am
mandarina, salvoa nossa fortaleza amiga-
velmente, o que. nlo impede que p enviado
do celeste imperio fosse alli fazer certas re-
clamaces fiscaes, am tanto graves.
O perigo da perda da colonia nao parece
imminenie. Comtudo preciso grande tac-
to e prudencia, e mesmo sagardade diplo-
mtica, porque por traz dos Coinezes, esto
as rivalidades inglezas, est a colonia de
Hongkong, cajo governador tem feito insis-
tentes averiguacd3 sobre o deleixo das nos-
sas autoridades na represso de actos pre-
judiciaes aos seus interesses:
Foi exonerado do governo de Macau e
Timor o Sr. Jos Horta, e nomeado o Sr.
Antonio Sergio de Souza contra-almirante
para o substituir. Segu pelo isthmo de
Suez no paquete de 30. Leva s suas or-
dens o Sr. Joo Climaco de Carvalho, 1 te-
nante da armada. O novo governador, com
o carcter de ministro plenipotenciario, laya
iostruegoes para entabolar novas oegociages
com o governo chinez, visto no haverem
sido ratificadas por aqaelle imperio as que o
visconde da Praia-Grande negociara, quando
foi governador daqueltlonia.
Vai partir para luogambique (na costa
oriental d'Africa), ama expedigo, para cas-
tigar as demasas d'um reguo qpe tem af-
frontado s armas portuguesas. Eis o ex-
tracto das explicages officiaes qae do parla-
mento (orara dadas pelo ministro da mari*
nha, o Sr. Amaral:
c O Sr. Amaral disse que informagSes
viadas de Mogambiqoe desmentiam os pri-
meiros beatos de que o capitao Gouveia, go-
vernador de Tete, morto pelo Ronga, tivesse
emprehendido a guerra por motivos menos
oobres e legtimos. Os motivos averiguados
sao que o Bunga, negro poderoso e cruel,
atacava as propriedades, de colonos de pra-
zos da corfta, e as trras de oulros ebefes in-
dgenas, roubaodo, escravisando e malaDdo
gente. Crendo em bruxarias mandava sa-
crificar os desgraciados de quem suspeitava.
F6ra pof isso pronunciado e processado em
Tele, ecomo fosse cetUo que espontneamen-
te nao comparecera peraote a justiga, o go-
vernador Gouveia, instado pelos subditos
portuguezes. resolveu ir prend-lo, levando
para isso 60 pragas regulares com 5 offi-
ciaes. e 700 a 806 escravos armados com
espingardas, arcos e flexas.
c Todos sabem como esta forga foi de<-
gragadamente deslrogada pelo Ronga a 6 de
julbo de 1837,- como em tempo dissemos.
t O ex-governador "Canto o Castro tomou
logo as-providencias que pedia para acudir
a Tete ; o completoa-as o seo soccessor La-
cerda. Reunio-se em Qoilimane toda a for-
ca da guarnigo da capital e Ibas qil? se'
riam 400 homens. Os moradores da Zam-
bezia forneceram dous mil escravos arma-
dos, e de Tete tambem alguma gente se re-
uni. Esta forga de mais de 3 mil homens
parti sob o c mimando do tenente-coronel
Queiroz, e no da 31 de dezembro atacou o
recinto que defende a povoagao antiga do
Booga.
< Abro-se o fogo de artilharia contra esse
recinto formado de sebe viva, estacada de
grande espjssura, e de am muro interior
re podra e barro. A artilharia de calibre 3
nao abri brecha. Teolou-se incendiar a
povoagao can bala rdea te e fogu.tes de
Coogrve, mas tambem nao se cooseguio.
Sendo a&im ioeffi azes todos os esforgos e
ca'iind-' doente o tenente-coronel Queiroz,
resolveu-se a retirada que se cfTdCtuou em
boa ordem no da 2 do Janeiro.
Queiroz quera ficar em Gangus, logo
abaixo da ariga de Bonga, mas os soldados
amotoaram-se exigiado que a retirada se
fiesse al Qoilimana. Parece qae algons
officiaes promoveram este acto de insobord-
nago.
t O certo que o Bonga bateu urna ex
pediga6 portugueza da 60 pragas regulares
e 700 a 800 escravos, e obrigou a retrar-se
outra de 3 mil homens, dos qmes 400 sol-
dados das guniges de Mocambiqe e ilhas
do Cabo-Delgado e alguns de Tele e Qudima-
ne, e os mais que estivessem armados. A ex-
pedigo levava alguma artilharia. Depois des-
tes fados nao comprehendemos bem como o
Sr. Amaral achon pouco importante a revolta
e resistencia do BoDga. Estimaremos que se-
ja assim, ma3 os fados provam o contrario.
O caso que, depois da retirada da ex-
pedigo do Sr. Queiroz, o Sr. governador
Lacerda destituio este militar e substituio-o
pelo Sr. coronel Portugal, reforgando a ex-
pedigo com 200 pragas, em parte da guar-
da municipal, e em parte do batalho de in-
dgenas, chamado zuavos reaes. Deas quei-
ra que o resultado destes esforgos seja fa-
voravel s nossas armas.
Parece que ha suspetas em Lisboa de
um grande* crime de falsificago de notas
do banco, e que a polica anda na pista dos
falsificadores.
Fez-se ha das o julgamento dos reos
indiciados no celebre processo do olho-vioo.
Uus foram sollos, outros condemuados a de-
gredo, trabalhos forgados e priso celular.
Os jornaes tiveram tach'grarjhos na audien-
cia e deram aos seus assignaotes um lauto
estim de e-candalos e expoliages ignobeis.
As galeras a deitar fra, como era de espe-
rar.
A semana passada bouve grande ajun-
taraento de popnlaga, n'uma das ras do
biirr'o-alio, por causa de almas do outro
mundo, que apparecam n'um pred o habi-
tado. Creio qu8 se verificoa ser ludo aqafi-
lo manobra de urna criada de servir. A po-
lica interveio, e separada a criada suspeita,
as almas e duendes remetteram-se ao silen-
cio. Faz pena que no centro de urna capi-
tal baja aioda destes pasmatorios, mas que
querem ? A ignorancia das turbas faz os tu-
multos e ruagas, agrupameotos de gente para
verem os espiritas, e leva-se para o bem ou
para o mal, ao sabor do primeiro traficante
que se lembrar de a illudir.
Grande numero de cidados de Mou-
gambique fizeram ltimamente orna re-
presentago ao governador da provincia,
mostrando-lhe as vantagens da fundago de
urna cidade no continente frontairo ilaa
onde est hoje a capital d'aqualla colobia.
A nova* cidade ser destinada a ser a me-
tropole da provincia. Os representantes
pretendem, com justos motivos, qoe o pro-
ducto do imposto qae ltimamente foi crea-
do na alfandega de Mogambique seja ap-
plicado para a construegao da nova cidade,
em vez de ser para a reedificago da actual,
cujos principaes edificios stao arruinados.
Prope eles qoe se levante um empresti-
mo de 300 a 400 contos para satisfagao dos
encargos respectivos.
A' represetagao fui enviada ao ministro
da marinba, que a. attender e deferir.
A ilha onde est edificada a cidade actu-
almente tem'apenas urna legua de circumfe-
rencia. Tem uns 300 predios e sete mil
habitaates, ds qoaes seis mil negr3> h-
vres o escravos.
Nao sai se lbe disse qae- fallece de
urna eaiharral o Sf. Bapbael Jos da Cu-
nta, o propietario rural mais abastado de
toda a Extremadura e talvez. de todo o rei-|
no. Deixou ouitos legados pios e contem-
ploo geaerosamente muitos servos, paren-
tes e amigos. E' testameteiro,. creio, o
Sr. Boaacko, sen anttgo goarda-livros.
y governo vai enviar mais tropa pa-
ra a ilha ala Madeira, onde a ordem publica
nao est completameote restabetecid, o
que ss colhe at mesmo de daclaraces
parlamentares do proprio mioistro da
guerra.
Do Algarve e Ahuitejo chgam j novas
o tristes noticias da agricultura. A chuva
foi ponca,, e"o sol intenso que se lbe seguio,
acabar por fazer deuubar a vegetagao.
As colbeitas em Franga e Hespanha, tam-
bem se ad^uram ms.
Tudo isto. do que os homens nao sao os
culpados,.gera descoctentament porque a
fome negra, e difficllimo governar urna
osa onde nao ha* po. Todos ralbam e'
ninguem tem razSo, diz o proloquio popu-'
lar. Os gneros esto caros; os gados
vendem-s baratos porque os lavrad:res
nao esperam forragens para os sustentar;
no fim do esto, e muito menos no oulono
e no invern.
Regressa n'este paqaete ao Para o j
digno cnsul portugus Sr. Joaqoim Bap-
tista Moreira, depois de alguma demora que
ltimamente teve ca cidade do Porto, sua
trra, onde foi tractar negocios de familia.
Nos peridicos d'honten sahiu a cespedida
d'aquelle cavalheiro que Uve aqui a fortu-
na de conhecer, e a quem offerego o mea
limitado presumo, por e3te meo, j que
nao tive occasio de o ver quando ebegou
da Porto.
Nao se se loe dssa qua tinha sido
agraciado com o habito de consto Sr. Au
gasto Cesar de Lacerda, actualmente no
Para. Foi justa a merc e recanu em com-'
prova Mssimo merecimento Sem fallar no j
applaosocom que tem sido acolhido as
principaes cidades do Brasil por suas pro- j
duecas dramticas e talento de actor, ap-1
plausos e acolhimento que as plateas do
theatro Normal de Lisboa, e do Gymnasio, I
lhe haviam primeramente concedido, La-
cerda digno de dislnegoes honorficas
pelo animo .'eoreroso com que tem soccor-
rido, com o producto de varias recitas, os I
seos conterrneos infelizes. Mogo dalgo e'
oriundo de ama das mais illustres familias
de Portugal, estou que nao ser esla a al-
lima condecorago das que lhe sero dadas,
se proseguir na carreira artstica em que
tantos louros e palmas tem colbido. Aoj
amigo de infancia e to prximo prente
doa es parabens pela mer Os nosfos'
leitores vero contudo qu |sou insuspeito
'estas linhas, pois tem tdo occasio de
lhe compensarem com abundantes manifes- \
tages de sympathias as suas fadigas de
actor e autor dramtico.
Foi um acto de justiga que honra o mi-
nistro, de cujos ttulos litterarios e acad-
micos se enuobrece tanto, como das saas
glorias parlamentares.
L.
K Plore*. Taearat, Cibroi e Bus-visa, dos que
lalharera a ewoe para consumo, d nesma*
comarcas, ficando soj-iit-. ao dito Imposte os m*s-
os creadorts, i)itm talhircm-, oo inrnrtmsecca
tMra consatno publico, abrigad porm a pagarem
o referido imposto, onde for mora a rez, sendo 2*
imposto pos cabeca de gado vaocum morto para
& consumo da> villa de Pedras de Fogo, e pagos on-
e (or morta a re ou veodirfi a earo.
< Art. 2 ?ko> revogadM as disposi;5es em
contrario. >
Acaba de cbagar Inja de litros do Sr. J >s
Nogiifira de Soma, a' rna do Crespo o. 2, o 4' n.
do jornal poviogaet America, qoe se publica em
Lis'ioa.
E' nm jornal digno de ser pissaido D%> .- pela
lingaagetn pura e estyb correcto, como por.ser
coilaborado pelos principaes Literatos portnguetes.
taes que os Srs. Mandas taal, AleiaJre Ha re ula-
no, etc. i
Aoteboatem teve logar ne Santa Isabel o I
bon-i io da Sra. Carolina Brochada, representand))
a companh^a o drama om tres actosAgargaihwla.
Deserojiennou o papel da Audr o Sr. Joaqu.m Au-
gusto, que mais orna vez innandoa com a le do
seu tileuto o recinto n tneatro, j>rovocud> phre-
DMfcM e Miseaes, applausos.
R.presentou se tambem um ?tre-icto denami-
jaga MfnMottha. Nao .'atemos se oa oo
original brastleiro, dissiraaj a ser tmitaco do
portugoei ; como quer que se)a, porro, caractu-
risadu es-e eutre-acti por nma semsaboria de pri-
meira ordom, e, na phrase mui espinmixia de um
nosso Iliterato, cah--lne antes como titulo O ca-
nucodo qae Mnxumbamba.
Em seguida a esse entre-acto, rvpresentoo se a
linda e espiritao?a comediaA moldira de Marly
qae tanto tem agradado e onde a beneficiada ira-
balba, bem como a Sra. Camilla, a' nada deixar
desejar.
O vapor francs P.cirde trouxe da Earopa
236 passageiros. sendo: Upara nosso porto, 3
para a "3 Una, 60 para o Hio de Janeiro, 62 para
Montevidj e (40 para Bueoos-Ayres.
Sao poitadores de malas no corrate mei:
de Bord-aux o vapor EstremaIwn, d'afli sahilo
no da 25 do passado ; e de Marselba o vapor Poi-
ton, qoe dsve partir a lo do corrale.
Damos em seguida um mappa est8list!ro, or-
ganisado no C-ar peks Srs. Maaoel Antonio lia
Rocha Jnior S Irroo, sobre a importarla e ex-
portagSo tffdCtaadas no porto da capital daqnella
proviocia, o qoal obsequiosaaente nos foi u'alli
maodadr.



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D ARIO DE PERNAIV1BUC0
RECIFB, 4 DE JTXIIO DK 1858.
NOTICIAS DA EUROPA.
Pelo vapor francoz Picardie, da linha de Marse
Iha, chegado bontem, recebemos o Nouvellute e a'
Gazette da Midt. de 16 do passado, data da sabida
des=e vapor de Marselha.
Nelles apenas encontramos os segainle* tele-
sramroa- all recebtdos :
Pars 15.H miera o Sr. Fo'cade de la Rcqnetle
oucobou a atienen i do corpo legislativo, durante to-
do o da. Sabbado prximo o conseibo de estado i
deve examinar as emendas da commissao do or-
camento, propondo nma redncQo de 40 mtlboes
de francos no ornamento, e ignal quantia no em-
presumo.
Londres 15.Os bispos irlandeies apresentaram
bontem um requerimenio a' rsfffba, contra abol- j
cao da Igreja da Irlanda. A rainha respondeu-lbes: |
< jendo sido nomeada urna commissao para exami- i
Qttf o estado da igreja da Irlanda, empero que o
parlamento, informado convenientemente por ella,
votara' sem davida medidas maniendo a verdadeira
religiSo entre o roen povo.
O bil relativo aos limites dos colleglos eleitoraes
fot reenviado a* commissao.
Berllm 15.E' inexacta a noticia de S. M. apo-
leo III visitar Berln no prximo ontono.
Sn-ingai 16 de abril. exercito de M kido esta'
prximo de Yedo. A colonia eslrangeira de Yoka-
ma acba-se sob a proteceo das tropas tngle?as.
eceia-se nm conflicto cora os japontes. O eom-
mercio esta' inteiramente paralysado.'
Lisboa 14. A cmara dos dapulado? votara,
por grande maioria, a resposta ao discurso da co-
ros. A traaqaillidade acba-se restabelecida em
Cardoval.
O algodio fleava de 12 ((4 a 12 1|2 d,
O assacar n. 10 vendhvse a frs. 33 os 50
kilos.
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REVISTI DIARIA
^foram sanecionadas, cerno Jis da provincia,
sob os ns. 88 e 829, os dous segnintes j>rojectos
da nossa assembla : .
c Artigo narco. Ficam concedidas sete loteras
de 100:000,9 cada orna, sendo tres para as obras da
igreja capella de Nossa Seobora do Livrament na
con are de Pao d'Albo, dnas para as obras da ma-
trlt de lnbsea, e dnas para as obras da-igreja
capella de Santo Amaro de Sarinbem. Revogadas
as dispflslcoas em contrario.
t Art 1> O 10 do art. 45 da lei n. 754 de 4
de Jonh} de 1867, deve ser entendido do modo se-
guinte : 25500 por cabega de gado vaceum consu-
mido na provincia, com excepgo dos creadores
as comarca dQ Bonito, Cuu.r, Garantmns.Bre-
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'NoltcirS dos Estados-.Uaidos Oe 13 fle abr!
oMiero, qoe no dia 9 do mesmo me Mr. Cbaalcr,
emocrau de New Yj>k, apresentoa uma rsate
?.>j, decla-anlo qoe a cmara de- parecer Ojoo
governo deve adoptar p'omptas e vigorosas oiedl-
das, a ti m de reconciliar as oaeSes da America do
Sul actualmente ero gnerr entre si, e convidando
o prendeote dos Rtartos-Uoidos eoviar para esta
Aro coromissarios ao Brasil, ao Un>?,aay, ao Para-
guay a Bolivia. Esta resolucao foi reenviada au
ttmii dos negocios eslrangeiros.
H intem foi examinada peles Srs, G. O- Maoo,
aperintendenl 4 estrada de f-trrodo Reclf-t i S.
Francisco, e o O. enseobeiro Caree a linha dos trunos urbanos do Recite a* Api pocos,
sendo e provincia.
Bole (i) eflictoa o ajent Pio*o i* 11 }i ho-
ras o leiloo de cerveja, em girrahs botijas, vi-
nbo. cbamnanb, moscatel e cogoa, no arma:em
da ra da Senwlia clha n. 54.
De Gaovellerra nos re oetteroo segalnte :
c Teve I or? hootem (i do crrante) a parada
do batalbao iv 43, que reuoiodo se as Duas Bar-
ras, veio em exercicio ate e^ts povoado. Apeur
do oio tempo, compareceram cerca de 300 pra-
vas, estando o maior numero fardado. O toajor o
coiumandante interino o Sr. Jos Pddro Velloso da.
Silveira Jacior, mandn firmar qoadrado, servido
que se fea cm algum trabaitu, mas qae f.l exe-
cutido direiti. O mesmo major, oceapaodo o cen-
tro, dirigi a p.alavra aos guardas, exbort mostraado-lhes os seas cewres para com o paiz
as acluaes eircamstancias em qae nos adiamos
com a guerra do Paragaay.
Recommenlamos s aatoridades polieiaes da
fregoeaia de Santo Antonio doas rapaxolas, qm
mora'n o'am segundo andar da roa do l aperador.
lado do poente, que, nao t .-nio em que s oecupar,
didicaro-se a fazer ..ceoes indecentes para as fa-
milias viziohas do lado da ra do Q mimado, c l-
cando aos ps as leis da roorlidada, e a respeito.
que cada pessoa dtv ter para com as suas (ema-
nantes.
C3so nao se cohibam esses amantes dos qnadroa.
vivos, oa nao se providencie de maaeira a cansar
o abaso, talve Ibes coste cara a briocadeira
Lotera.A que se acba a venda
a 68.a a beneficio da ordotn terceira do Car-
ino do Re ife, que corre boje.
Passageros do vapor liaocezPcari/'f, vicios
de Marselha e Gibnllar :
' Gteronimo Guglielmi, Pasqaaie Cio, Di Poglra,
Ptiro Cernilva-o, Giaseppe Linaebt, Gmara
Marsicaoo, Eminaouel, Muiaono e V cenz) Barra,
Fraoci'Co Baouafeira, Ve-co e Affmso di Stefa-
no, Luciano de Giacoroo, Mirino Nico'a.
Passageiros do varor nacional Alokque, vin-
dos da Parabyba : ,
Jj.- Francisco as Oiiveira, M^noel da Costa Li-
ma e Manoel G. Lirna.
R^prnioAo da polica. Extracto da parid
do dia 3 de jooho de 1868.
Foi-recomido a casa -de et-cco co dia i
do correte:
A' ordem do subdelegado do Itecife, liria, es-
crava de Pedrc Maller, para eorreccao.
O rhefe da i.' seceso.
i. G. de Mesqnia.
Casa de detent.\o. Uovimeoto do dia 2
le jonho de 1868.
xlMiaro (presos) 377, entrn 1, sahio 1,
existero 373.
A saber :
Nacion-a.es 270, mnlhsres6, e!transelros33, ma-
ber 1, escravos 60. escravas 3, total 373.
Alimemados a custa dos cofres pblicos... 297
Movimenlo da enfermiria no dia 3 de Icnbo de
1868.
Tiveram baixa:
Francisco de Paola Cavalcanli.
Antonio Gomes dos Santos.
Leooardo Jos Guimares.
Antonio Pedro da Cunha.
Roflgo Aifes de Barros.
Joaqoim, escravo do barao do Lirramenlo.
Teve alta :
Jostino Jote do Nasciroento.
Movimento do bospital Porlognez de Benefi-
cencia, sob a direceo do Dr. Pitaaga, no mea de
maio de 1868.
Existiam 37, entraran) 31, sahiram 3, morreram
o, existem 29.
Advertencia.
Os fallecidos foram : I de congestao cerebral, i
de ttano, 1 de cistete chronica, 1 de taberenes
pulmonares e 1 de gangrena dos peoidos.
Cehitrrio publico.Obituario do da 1 da
junho de 1868.
Cosme, Pernambuco, 8 me?e3, escravo, Boa-vis-
ta ; inlerite.
Manoel, Pernambucc, 5 dia?, Boa-vista ; es-
pasmo.
Jos Manoel do Valle, Pernambaco, 40 annos,
casado, Reclfe ; phtyslca aolmnnar.
Umbelina Joaquina da Costa Mello, Pernambaco,
50 annos, viuva, SaotQ Antonio ; hydropesia.
Racbel, Pernambuco, 11 mezes, escrava, Santo
Antonio ; coqvqI'-.
- 2
Carolina, Pernambaco, 2 mezes, Rtcife ; hom:r-
rboidas. :
Bonifacia Tbereza de Jess, Pernambuco, 50 an-
nos. vinva. Boa-vista.
Rosa, frica, 60 annos, solteira, Bos-vista ; by-
pertrophla.
Elvira, Pernambaco, 7 dias, S. Jos conval-
s5es. >
X\*MWWV-WV\IW
CHRONIGA JIDir.I VIH V
TRiaiWi DA RELAMI
SBSSAO BM 30 D2 MAIO
Presidencia doEnn. Sr. conselbeiro F. A. Soaza.
As 10 boras da manha, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Guerra procarador
da cora, Loorenco Santiago, Almeida Albnqaer jue.
Molla, Assis, Domiogaes da Silva, Uctida CavaleaBto
a Souza Leao, abno-se a sessao.
Passados os feitos deram-se os seguales jolga-
neatoa:
REcenso commercial.Reccorrente, o jnizo; rec-
rido, Pellcio Jos Vax de Ollveira.Relator o Sr.
desembargador Almeida Alboqaerqae, s ruados es
Srs. desembargadores Assl?, Lureojo Santiago e
Sonza L-ao.Improcedente.
appellacoes crimes Appellante, Flix Teixeira
de Barros; appellada, a jnstiga.Imatciiaen-
te. Appellante, o juizo; appellado, A. F. d Sil-
va.Improcedente. Appellante, o jaizo ; apaelia-
do, Joao Brtholao.Improcedente. Appell>Btet
Manoel Clementioo do Espirito Santo; appellada,
justica.Nullo o processo. Appellante, Francisco
Jos Vielra; appekado, o joixo.Improceden-
te. Appellante, ojtrizo; appellado, Joaqoim Fran-
isco da Costa.
APPBixAgoES civEisAppellantes, Jcs Ooarte
Rangel e outros; appellado, Coiombo PereJra de
Moraes.Reformada a senlc-nra. Appetlaate, Joa-
qaim Ribeiro de Miraes; appellado, Tbomaz Anto-
nio Pessoa e Aodrade.Despresaram os eropargo*
com declaraco. Appellante, Joaqaim Mauricio
Wanderley; appellado, Laiz F. da Si iva.-Des-
presados es embargos.
1 Assignon-se dia para julgamenlo dos segnintes
feitos :
appellacoes cRiMis.Appellante, Manat Qie-
mentino do Espirito Santo; appellada, a }osti-
;a. Appellante, o promotor; appellado, Joaq Cas-

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HfrrU ic PwM>y (tatas1* felr* ale Jonhe de 1868.
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ieao Praire.4 .Appellante, Pedro Tbomaz da Silva ;
ppelUdoYiJleolo da Cflsla Collio. '
APPBLii^otfrEi..Afpe(teDle, o viscond d*
Loores; a*pell*, a fazanda.
DKLiGWQt* pfuiB.Ao Sr. desembargador pro-
snotor d justic..Appellaote, 6 jaito; appellado",
PaoloBaodeira. Appellapje, ojuuo; appellado,
Bernardo, escravo.
deugencia civEL.Ao Sr. desembargador procu-
rador da coica.Appellaotos, Uaooel Xavier e ou-
tros; appelladcs, Juo Baaiista Negreiros e ou-
ros.
PASSAOWS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
bargador Gitiraoa.~-Appliar,5as erimes: appellan-
te, Sebastiao Ribeiro de Mello; appellada, a josti-
{a. Appellante, o prorooter; appellada, a justi-
. Appellante, Miguel Joaqaim de Saut Aooa ;
appellada, a jusiiga. Appellaate, Carlos Tavares
do Munte; apoellada, a jasli^a. Appellaate, o jai-
ta? appelldo, Jos Fflppe Mantos.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourenoo Santiago.Appellaeescrlmes: ap-
pellaate, Manoel doNascimeute Lima; appellada, a
instiga. ^AppelIaotP, o juno; appellado, Felisroioo
Aototro de Hfuredo. Apellante, Antonio Cran-
dio at Silva ; appelUda, a justic*. AppeManie,
Martinoo Gomes Vidal; apueliada, a jostica.
"* sembargador Ucfida Cataicaote.Ap-
reis: appellante, Flavlo Ferreira Ca-
ioo, Jos da Costa Brtrdio Cordel -
ro. Appellaate, D. Mara Oso-tro Freir de Mo-
iss; appellado, Joao^Hm Pereira- Bastos.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
leeesDbargaQor Almeida Aibuquerque.Appella
geserimes: ppellaotes, Jjo Bapibia Gom-s e
catres; appellada, a justiga. Appellaote, o juizo;
appellado, Paulo Fraocisco de Araojo. Appellaote,
njoiao; appellado, Sewnno Jos "de Sooza. Appel
laote, Maooel Jos de Fiaeiredo; appellada, a os-
ics. Aupetlaote, Jos Corro de Araojo; appella-
da, a jostica. Avpeilante, Manoel Joaquim de
4* Sani'ALoa; appellada, a justiga. Appellante, o
juiu; appellado, Cosme Jc* de Soma. Appellat-
te. Auna Joaquina dos Santos; appellada, a justi-
ca. Appellaate, Manoel Rodrigues de Oliveira;
appellada, a justiga. Appellante, Francisco Jos de
Preilas; appellada, a justiga. Aopetlagao ci-
vel: appellante, Manoel Felippe do E-pirilo Santo;
appellado,Joo Evangelista do E-p.nio-Sa.lt>.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Mola.AppelhgSes crimes: ap-
pellante, o julzo; appellado, francisco Jos de Mou-
ra. Appellaote, Gustavo Francisco Lopes; appel-
lada, a Justiga. Appeilante, o juizo; appellado,
Lu?. Antonio Delgado.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
y dor Aesis.AppellagOes crlmes: appellante, ojul
zo; appellado, Francisco Severo 'Assumpgao. Ap-
pellante, Ignacio de Castro Correa; appellada, a
justiga. Appellante, Manoel da Rocha Wanderley
i; appellado, Antonio Henrique de Barros. Ap-
pellante, Erequiel, escravo; appellada a juan-
ea. Appellante,corone'.PedroV.da Silva; appellada,
a justiga. Appellagoes civels: appellante, Manoel
* Fernandos 9a Costa; appellada, a fazenda. Appel-
lante, Bento Vteira Pinto; appellado, Claudio Ca-
lombl Azevedo. Appellante, bacbarel Galdino Fer-
reir Gomes; appelado, Antonio Gongalves da
Silva.
Do 8r. desembargador Assis ao sr. desembarga-
dor Domineues da Silva.Appellagoes crimes: ap-
pellaate, MtnoeI Joaqulm dos Santos; appellada, a
justiga. Appellante, Manoel Ciraco Fernaodes;
appellada, Mana Magdalena da Soledade. Appel-
lante, Auasticla Mana do Sacramento ;-?ppellada,
a justiga.
bbvista civL.Reccorrenta, Manoel de Sooza
Araujo; reccorndo, Aotonio Marques de Lima.
Do Sr. desembargador Domingoes da Silva ao Sr.
desembargador Ucboa Cavalcante.Appellag5es
crimes : appellante, o promotor; appellado, Igna-
cio Jos dos Santos. Appellante, o juizo; appella-
do, Fraocisco Antoao de Souza. Appellante, An-
tonio da Paz de S ,-uza Liod.ro ; appellado, Manoel
Soares de Ovelra. Appellante, o juizo; apoella
do, Innocencia Jos da Silva. Apellaote, o juno;
appellado, Loormco Gongalves Torres. Appellan-
- te, Clemente Jji de Araujo; appellada, a justi-
ca. Appellante, Francisco Antonio Milanez; ap-
pellado, Flix Candido da Ressurrelgao. Appella-
coas civeis : appellante, Jos da Rocha Paranhos;
appellado, Franci.-co J-s dos Passos Goima-
res. Appellante, Secondmo Francisco de Mace-
do; appellado-, Antonio J s Pestaa e outros.
Do Sr. desemoargador Ucboa Cavalcante ao Sr.
desembargador Souza Leo__App^llagdas crimes:
appellante, Antonio Ferreira do Kascimento; ap-
pellada, a |Ust gi. Appellaote, Antonio de Arauj
Brioguel; appellada, a ju.-tica. Apoellante Anto-
nio Jos Henrique da Silva; appellada, a justi
$a. Appellante, o juizo; appellado, Manoel Joo
doJlascimento. Appellante, o juizo; appellado,
Benedicto, escravo.
DoSr. oeembargador Souza Leao ao Sr. desem-
cargador Santiago.AvPelhgSes crimes: appel-
lante, Jos Antonio C-nei de Mello ; appellada, a
jostiga. Appellante, o juizo ; appellado, Aoiooio
da Sllveira Sa Barreto. Appellante, Antonio Ro
driguts de Mendonga ; appellada, a jutic,i. Ap-
pellante, Con.-laiiiio Herculaoo Guedes; appella-
da, a justiga. Appellag'S civ-'>s: appi' laui-, Luiz
Fernaodes de Aodrade; appellada, a fazenda na-
cional. Appellaote, Manoel Das da Silva Santos ;
appellada, a laienda.
A ama ora e mela da tarde eocerroa-se a
sessao.
D'ucpa copada ipgaseira,
Que se ostentava altaneira
Soberana do lugar.
D'epbis sabias 4o banho,
E o sol que os montes doran
De luz suave innundava
Teu semblante.angelical;
Das transas dos teus cibollos
Gottas de orvalho cahiatn
Como as gottas que se viam
Suspensas do laranjal.
Quem te vira n'esse instante
Ebrio, louco de desejo
Arder por dar-le utn beijo,
Morrera por te abracar;
N'esse momento ditoso
Quizera ler umitas vidas
E ve-las todas perdidas
Meu anjo por te kQorar.

quqnao estivesse

_
__
#



Tu eras n'esse momento
Fada gentil vaporosa,
Mais linda, mai3 graciola
Que a rosa pela manb,
Tinhas nos labros, as labes
Mais viva er, mats frescuca,
Tinbs fnigrancl*mais para
Eras emfim mais fougl.
Os alados passarinhos
Que seus threnos raodalarara.
Contente.esvoacavam
Perto de ti, sem temor,
Abrindo os tenuis biquiotos -
Conio querendo netjaf-te,
Como querendo ensioar-te
Doces segredos de amor.
E tu folgavas, enanca,
Do sol exposta aos ardores,
Pensavas somonte em dores,
Lindo e gentil beija-flor,
Cantavas loz da la
Ternas sobves modi has,
Porm ainda nSo tinhas
Conbecimeuto de amor.
Recife 3 de malo de 1868,
Joo Bapiista de Castro e Silva, inspector da
tbesoorarla de fareada desta proviocia, emprazi o
pseudooymoCarnahubadeste Diario n. 126, pa-
ra, se hornern d9 hoora e bro, declarar franca
e publicamente, se alludio ao abaixo asslgoado
as linhas, que escreveu para o Diarto, em rea-
gao patota de 4 :U0J5 divididos entre am ca-
xelro'e fectlclos sacadores de letras para Lon-
dres.
Oabaixo assignado, deveudo maoter ill-sa a sua
honra, que presa mais do que a vida, e que teco
sido sempre to respeitada, a;nda pcir adversarios
politices no lempo em que o abaixo assignado f i
militabte de uro dos partidos do pair, que a pri-
msira vez, deoois de qoarenta e cinco anuos de
servigo ao eslado,que.to nettra e iuTame imputa
gao parece ser Ihe dirigida (!j a mautera' sem du
vida, com o favor de Dos, a' custa de quaesquer
sacriOctos.
Recife, 3 de jonbo de 1858.
J io Baptisla de Castro e Silva.
fam-se privado em milhares de casos que
ata p-reparaeft cura com certeza, escrfula,
ptetoftos^feridas escrofulosas, molestias
cutneas, ulceras, bertoejas, impingens,
pstulas, miadas, erysiptlm, rheianatismo,
Itiicetipos, etc.
Molestias venreas o syphiliticas s9o
coradasoom urna certeza infallivel, o veneno
expulso do systema e a sande restabelecida.
As molestias das mulheres quando sao
causadas pela escrfula no sangue, s5o fcil-
de salsa-
jin ods supposicoes pea luz preparado, coUtiJa no valle do Amazo-
v.rdade quee O RECULA- as por oraemtpress do Dr. Ayer, qne
.: jist tratando de formar all urna colonia
is o Regulamentp, todos ameriiiaoa para tratar somonte da-cultura


COMMEBCIO.

40 PUBLICO
Sania Casa da Misencurdia do Recife, i> de maio
de I8u3.
lilac. Sr.A lllma. justa administrativa da Saeta
Ua nativo que so digaou fazer de um trancenm de
ouro, para que o seu prouuclo se]a applicado a's
despeas dos eslabeleclmeatos de cridado a' su
cargo.
Aproveito a occasio para apreseodar m;as res
peitos e eonsiderago a' pessoa fe V S.
Deus guante a V. S Iilm. Sr. Jj Beata Rodri-
gues Vianna.O provedor da Sania Casa.Ansel-
mo Franctsco Perellt.
Losdon & lirsiliaa Uai.k, Limited.
Capital do banco 15,G(0 acr5es
a S 100................... 13.333:3333330
Acgoes emittidas 13.0iX>....... il,555:S5*55i)
Capiul oago a S 45 por acgSes. 3,200:0002000
B.YLAKHO DA CMS \ FILIAL EM PERNAMBUCO, 31 DE
MAIO DE 1868.
Activo.
Letras descontada?........... 993-.810J300
Crditos sobre diversos outros
bancos e caixas OHaes....... 1,600:862,5580
Caix, em moeda correte.
Ks.
247:810*130
2,845:482^910
Passivo.
Capiul fornecido pela caixa ma-
triz.......................
Depsitos:
Km coota correte. 486:7075io0
Aptaso flxo......841:190*830
Crditos diversos outros bancos
e caixas filiaos.............
Rs.
883:888*890
1,327.898*280
628:693*740
2,843:482*910
S. E. e O,
Pernambuoo, 3 de juobo de 1868.
Theodore Simn,
Accoantant.
Fnblicacdes a pedido
Heeorda^es.
Quando folgavas, creanca,
Do prado por sobre as florea,
Do sol exposta aos ardores-
Jlleiga esempre festival,
E alegre pelas campias
Cbeia de jubilo immenso
Colbias dentro do lenco
As rosas do tea i osal.
Quando eini?ia-te a fronte,
Urna corda tingella
E em tea seio de donzella
Nem sombra havia do mal,
Teas das corriam ledos,
Mixtos de paz e docura.
ErasEvaquando para.
No Paraizo terrea!.
Do rio quando no espelbo
las mirar-te formoza,
E te sorrias vaidoza
Por te achares de encantar;
E, aps despindo os vestidos.
Te atiravas de repente
JM'agoa fresca da correte
Hn tea corpo banhar.
E te sustinhas botando
Ku aguas muilo do lev
B erguendo oollo do nevo
Garcaqneriaa-oarJar:
Fra te abrigares a sombra
Illm. Sr.Jos Mara de Sequeira, capi-
t5o do patacno prtoguez Jorgense, entrado
n'ete porto em ii do -crreme mez, e len-
do-se dado depois de sua ch?gada i.nn oc-
currencia desagradavel, com relaco pas-
sageira Anua de Jess, e sendo por V. S
averiguado todo, vem o supplicanf! respei-
tosamente pedir a V, S. se% digne mandar
lbe certificar qual o resultado e suas pes-
qnizas, e qual o procedimento do suppli-
caote, nem s com relace ao factj a.lu jido,
como tambera com relaco aos desmis pas-
sageirus vin los a seu bordo: n'estes termos
pede a V. S. defermento. lllm. Sr. dou-
tor, cnsul de Portugal. J. M, Siqueira
Ciaudino d'Araujo Guimar3es, bacbarel for-
mado era direito pela universidade de
Goimbra, cavalbeiro da ordem de Nossa
Senhora da Convicio de Villa-Picosa, e
cnsul de Portugal em Pernambuco por
S. M. F.
Certifico que pelas averigu?goes a qe
minuciosamente proced sobre a denuncia,
que "me foi dada, ebegada a este porto do
patacho nacional JSrgense, procedente da
liba de S. Miguel, de haver a passageira, da
nomeAi.na de Jess, sido impedida peluca-
pito do dito patacho de desembarcar em
companbia d'nutra passageira, qaa se dizia
prima daqu'ella, e isso s"b o fundamento de
que dito capito.quera mandar dita passa-
geira para urna casa designada, reconbece
ser infundada semelbante denuncia, e que
nem a passageira que se dizia parenta d'a*
que!la o era, nem que pelo capito fosse
posto o menor obstculo ao seu desembar-
que, uirosira, certifico que o procedimen-
to do dito capita', tanto com relacao pas-
sageira designada na peticao retro, como
com relaco aos mais que conduzio na sua
ultima viagem, foi irreprehensirel, e em tu-
do conforme aos regula mentos de transporte
de pass geiros. Fia f do que, e por me
ser requerido, passei a presente.
Dado sob o sello deste consulado de Por-
tugal em Pernambuco, aos 2 de junbo de
4868
7. d'Araujo Guimares,
Cnsul,
raro-ierja haver alguem
ja inscripto,
Tornare muito preciso que o i||sose
conven^jd'esta vsrdade, tomando poTtne-
ma as seeuintes palavras : TODAS AS IN-
FORMAQSS COfiTRARlAS AO RgSUL4-
mento, sao completa mente nullis,
por estar destituidas de verda-
deiro fundamento.
A melbor arma que esta associaclo pos-
sue O REGULAMETO, esta a arma da
veriade, a qoe o5o se Corta ante as sup- mente dradas com este extracto
pos:c5es, e qoe permanece sempre Arme e parrilha.
constante, esperando de lempo e do bom O publico n5o deve deixar-se Iludir com
seosodos bomeM o tributo dojecooheci- oooote dealsaparrilba qoe seda agrande
mento- nlimer'd de emedios, se nao nocivos* inu-
Todos aqoelles qoe deaejarem juslificar teis; porm, deve experimentar o extra ;to
esta reaiidade, doseavolam a balanca da^composto de salwparrilba, composto pelo
razao collocando de um la Jo o Regutamen- Dr. Ayerj para eolio-conheeer o verdades
to, ede otro a pesada morbera das sup- ro valor medicinal desta admiravel plaa,
posicoes. e verificado o avaliers. ver-se-Ba!' A salsaprril^a de que' com posta esta
dissipar a nuvem das supposicoes pela luz preparado, coUtiJa no valle do Amazo-
scintillante da "
MENT,
Estudem pois o iteman todos' americana para tratar somonte daxultura
aquelles que desejarem formar pa'rte d'uma desti planta,
associaglo grandemente civiltaadora de'
verdadeira economa social, cuja utiliJado
cumpre que seja proveitada, princiBalmen-
te pelos pas de familias que natf>iabem
qnal o futuro qoe est aguardado a sus
lillus.
Cim subserpees proporcionaes aos pro-
prios haveres, ou s economas qoe pos^m
ser effecltiadas, qaalquer individoo tem a
posibilidade de crear para ai, eos fiihos e
familias um capital certo e urna -reaia in-
fallivel, consegurado assim o maior e mais
instante desidertum da vida do borne n.
A PROTECTORA DAS FAMILIAS est
fundada debaixo das melhores'bases de se-
guranc, e para convencerle, basta a leitu-
ra do cap, VI artigo 31, 32 e 33 Ho Regu-
lamento, donde acharJoque todoss fundos
convertem-se em apolices da divida publica
nacional de 6 OjO e que igual convercao se
faz todos os semestres dos juros que as mes-
mas produzem,
Ora os associados nao podem ter receios
de perder suas-annualidad-s, visto que se
v5o invertendo em apolices que sao inalie-
naveis al a poca da hqoidaeao dos respec
tivos contracos,
Resumindo o cap. VI do Reglamento,
pode-se extrahir a seguiute conseqaencia:
A PROTECTORA DAS FAM1UAS NAO
PODE QUEBitAR, (salvo a bepothese) da
nago Brasileira nao ter garanta para sua
divida publica uacional, e ver-seobrigada a
ceder seos vastos territorios aos credores,
era caso de qdebrrf,
Esta associacao Brasileira, aprsenla a
todos 03 seos habitantes a garanta de
urna naco de immensos recursos, cuja
prosperdade faz devisar urna rica ureo-
la de grande futuro,
Os beneficios queproduza Proctora das
Familias, sao moraes e materiaes.
Entre os primaros, se acho os hbitos
de ordem e economa que produz a morali-
dade as familias. Para form?r-se urna
idea do accrescentamento dos segundos,
baslava ter presente que concorran aoseu
rastillado :
Io Os capitaes das imporcoes,
2 Os juros co nipos tus por semestres
que estes cipitaes produzem convertidos
em apolices,
3o Os cipitaes dos segurados, falle idos
antes da poca em que corresponda liqui-
dar.
4o Os juros accumulados d'estes mesmos
capitae^.
5o Os ioteresses nroduzidos pelas rapo-
sigoes das subscripges que hajam caducado
por fa ta de pagamento, alera de um anno
de preso em qua deviam ser verific dos.
6o Os capitaes irapostos pelos que nao
apreseotarem os djcamentos para tomar
parte na lijodselo.
7^05 juros cuirespondentes aos ditos ca-
pitaes,
(Artigse, 13, 21, 22, 23 e 2i doRe-
gulainento,)
Finalmente, a Protectora das Familias,
urna verdadeira ancora de salvacSo, asse-
gurando pela constituido de um futuro
certo, contra as invases da miseria aos se-
gurados, a quem poe a salvo das Decessi-
dades sempre crescentds e nvariaveis da
vida humana, ou augmenta os recursos de
que j dispoem, cora um accrescimo pode-
roso, e f jia de toda a duvida possivel.
Agencia de Pernambaco, roa do Livra-
mento n. 19,
4 N. F. ae Vtdal.

HA
A verdade ou as supposices.
Apreseota-se ao juizo d.o publico urna as-
sociacao brasileira de seguros mutuos
sobre a. vida, denominada PROTECTORA
DASFAMILIvS.
A administracao d'esta associacSo est
baseada sijbre um Regula ment que foi
approvado por decreto do governo imperial
de 13 de jonbo de 1864; por consegumte,
da leitora e estado d'este Regulammto,
que se deduz a mais exacta ioformaclo.
Esta associacio acba-se lotaodo contra
urna grande dtversidade de opioies.des-
envolvendo cada urna d'ellas urna nuvem de
wpposiges que infelizmente obscurece a
vista a miibare. da familias que ignoram a
realidade da associacao e sen systema admi-
nistrativo.
' Este proceder de parte do todos aquelles
qoe se intromettem a dar ic formacoes d'uma
associacao cajo Reguhmetm ignoram, oc*
cafiioaa em prejoio da humanidade, ama
epidemia ant -social.
Isto tso certo qoe se assim Dio fosse.]
Porqae e qae as filnlas Assaca-
radas de Bristel urna med
eiaa popular. ?
E porque ellas alliviam o estomago, r?gu-
lant o ligado, e promovem o vigor geral do
systema, sem produzirem o mais leve incom-
modo ou dr. Porque a sua accSo d5o
seguida de augmento de priso de venire,
e da necessidade de mai res doses. Porque
ellas sao um cathartico seguro para os mais
traeos, em quanto que ao mesmo temp
sao sufficientembte activas para relaxar as
vas intestinaes dos mais fortes. Porque
ellas promovem o appetile e vivificam as e-
nergias mentaes. Porque neobom ingredi-
ente iioeral contamina as puras substancias
vegetaes, antibiliosas e aperientes de que
s5o compostas. Porque ellasobram de har-
mona com a natureza, e sem a minian vio-
lencia. Porque at hoje ainda nao bouve
urna s pessoa que as tomasse e que se acbas-
se descontente com os seus tffaitos. E' fi-
nalmente, porque ellas sao urna medicina
propria para.0 uso de familias, para cujo fim
nao tem igual. Ellas acbam-se mettidas den-
tro de vidrinbos, epor isso a sua conservado
darayel em todos os climas. Em todas as
enfermedades aegravadas ou provenientes de
impureza de sangae* a salsa parrilba de Bris-
tol, deve de ser tonada conj ueta mente cotu
as Pillas.
PHA5A DO RBCIPE1DE JUNHO DE 1868.
As3X horas daurdt.
Alicodao de Pernambaoo 1* sorte16*000 e 16500
' por srroba.
Fretf, la-tro de assaear d'qni pm Liverpool25/
par tjiHsda sem prlmaffeo.
Frete do algodo da-Parabyba para Liverpofll--7/8
d. por s e 3/,
3os d'Arjaino Fossecs,
Presidente.
Francisco Mamede d'Almeid*,
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Bio.jjte Janeiro Limited
Descoma letras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prasofixo. ,
Saca vista ou praso sobre as cvdades
principaes de Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New0rleaus, e imitte cartas de credite,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7*
Gaia fiial do banco do Brasil era per-
nambuco, 26 de maio de 1868-
Tendo-sa extraviado do poder de Jos Ferreira
da Silva Japipr (do It-traobao) a cntela, ou molo
de po*so re tres acr.o.9 desta caixa par parte da
rrjesrm se Ui poblico a quem interesar pos-a. qoe
se faier entrega das acedes ao referido accio-
nista.
BM iiv i e.
Bus do Trapiche u. 3 4.
Desconta lettras cotnmerciaes a taxa con-
vencional. Recebe dinheiro, a premio con-
vencional, por leUras e em conta corrente.
Confere crditos, saca sobre as primeiras
pracas do imperio, Rio da Prata e Europa,
e compra carabiaes sobre as mesmas pracas.
Enoarrega-se, por commissao, da compra
e veoda de fundos pblicos e aecesde c,om-
panhias, di cobranza de lettras e dividendos
ou de seo pagamento, e de qualquer ootra
operado baocaria.
O ex 3ediente para o poblico comeear s
10 horas da raanha~, e terminar s 4 horas
da tarde de lodos os dias uteis.
1 enaapado osteiras; a Tasse Irmlo.
- 200 saceos fawllo, 25 barris aceite ;
ordem. ...
2 lardos penetras, 1 barrici cera-branca,
1 caixa vidros; a Manoel Alves Barbosa.
1 dita medicamentos; A.Caora.
2 ditas mercurio ; a Bartbolomeu & C.
20 saceos farello; a Henriqe Bernar-
dos de Oliveira.
20 pipas e 45 barris vinagre: a Oliveira
Filhos ti C.
Sana Casa da Misericordia
do Recife.
AUlma.jnnta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer poblico qaa
na sala de snaasmsoes, io da 4 do corrente pe-
las 4 boras da larda tem da Mr arrematadas a
quem mais vantafena offerecar pelo lempo de do
a tres ancos as randas dos pradlos em seguida
declarados:
Estabelecimeotes de caridade.
5 ditos, 24 pipas e 10 meial ditas dito, Casa tarrea n. 90 !. *. 241*030
53 pipas e 150 barris vicho: a Thomaz de
Aquioo F. de C.
ao-barris aceito", a Silva 4 Caroso.
150 saceos farello, 5 pipas e 10 barris
vinagre, 35 ditos e 17 pipas trabo; a Joa-
quim J. Goncalves Beltrao. <
--Irlgue inglez Fairtina, vindode-Val-
parazo, mamfestou :
576 saceos farinha de trigo ; a Pereira,
Carneiro dr C.
Travessa de 3. Pedro.
Sobrado de doos andares d. 28. 331*000
Becco do Qaiabo.
Casa terrea 0. 8.. ...... 145*00}
- Ra da Gloria.____- _.
Caa terrea n. 63........144J00O
Ra do Encantamento.
Sobrado de dons andares n. 3. .
Ra do Amorim.
Sibrado de dons aadares 0.18. ,
. Ra da Cidera do Recife.
Cbralo de um andar 0, 23" .. .
Elisa, Tn-Terceiro andaRnd*0 jp;a; ^["-
I Ra do Catinga.
ICO pipas, 6 meias ditaa, 240 barris e '
da de Barcelona, manifestou
240 barris
3 caixas violto, 4 ditas papel, 50 ditas li-
jlos para ladrilho, 2 ditas chapeos de fel-
tro ; a Tisset frres.
Brigue hespanhol Henriqutta, vhdo
d Valencia, manifestou :
.303 pipas, 335 Iferris e 20 caixas vinbo, S ^n.'t
100 saceos mantimenlos; a Pereira, Car-
neiro & C.
Escuna portugeza Oliveira, vinda d.i
ilba de S. Miguel, rmnifestou :
1 barril carne de porco ; a Antonio dos
430,1000
161*000
633*000
241*000
131*000
Santos Oliveira.
12 fardos folhas de louro, i sacco tramo-
eos, 1380 pedras de lagedo ; a Jo3o Lopes
Rebello.
853 ditas de dito, 2 caixas doce, 1 fardo
panno de Trabo; a Augusto Moniz Machado.
5 ce-tos vazios. 1 pacote presuntos, 2
meias pipas 144 barris vazios, 37 volomes
barricas abatidas, 2 ditos tampos, 4 pedras
para moinho, 1 moinho para caf, 84 sac-
eos feij3o, 2840 pedras de lagedo, 4 bar-
ricas e 6 saceos liuhaca ;.a Cndido Alfonso
Moreira.
1 vacca e 1 cria ; a Jlo Maria Cordeite
Lima.
10 barris vinho, 5 ditos vinagre ; a Ma-
noel de Souza Mtcbado.
200 pedras para moinho ; a Manoel Jos
da Silva Oliveira.
1 caixa qnadros, 1 dita plantas, 4 saceos
grao de bico ; a Joo do Reg Lima.
25 saceos fejao ; a Aotonio Joo Fur-
tado.
1 caixas qaeijos ; a Jos Mendes Leal.
1 dita ditos ;a Joo R. de Andrade Paiva.
1 dita carne de porco ; a Manoel Louren-
ALFANDEGA.
Undiisonto do iia i a 2............
dem do ala. 3...................
58:36344
26:C05*01
84: 71*243
Movimeoto da alfandega
Volara entrados com f azeodas.....
eom eneros..
...
Especialidades da salsaparhlha
de Ajer.
E' o extracto concentrado da raiz escolhi-
da, combinado de tal forma com outras subs-
tancias de torca alterante ainda maior, aa
possivel fpr, que torna-se um antidoto effi-
cassissimo para todas aquellas molestias a
qne se applica geralmentea raiz de salsapar-
rilha.
Todas as pessoas qoe soffrem de moles-
tias strumosas necessitam de um remedio tal
o qual como este, remedio qoe durante tan-
tos anuos tem sido applicado com o mais
feliz xito s molestias de*ta ordem. Nin-
guem duvida qoe o Dr. Ayer toaba presta*
do, por meio desta compoiicao, servicos
relefflntiasimos a orna classe, qoe infelizmen-
te mu numerosa.
384'
737
~Hf!
Volomes sabidos &> fazeodas......... 61
> > com gneros......... 181
-----242
Descarrogam hoje 4 de jonbo
Barca laclaraSeraphinamercadorias.
Vapor icglezSatadtn iieat.
Barca ioglea Wtctck of ihe Fetgniem.
Patacho americanoRachael Ceneu\ea.
Brigue allemoGeorg Andreas -id-'m.
Brigne p-inugaes-fW M~af Patacho portagiiei--fl*jfauraeodem.
Barca iDjtlezaOfwiabacaihao.
Brigne inglezJam's Stwart -bacalbao.
Brlgne inglezFairl nafarinha da trlg\
Brca oriental/iranodi(>rsos gneros.
Barca ingieraMaigarethVfilkeecarvo.
Escum oollandezaDankbaarheidxarqae.
Escuna porlagueaO/CCTravarios gneros.
Escona boilancretaJacobadem.
Importa^So.
Vapor francez Picardie^ -vindo do
Marselha e Gbraltar, manifestou:
1 ciixa papel, 1 dita tinta ; a Marques,
Barros & G.
1 dita capsulas para garrafas; a Pereira
Marques.
1 dita papel; a Lino de Faria, 4 0.
1 dita sedas; a Manuel A C.
I dita espelbos ; a Lehmaon Frres.
1 dita papel para cigarros; a Medeiros &
Antunes.
2 ditas modas e miudezas; a madama
Adour. ,
2 ditas livros, 1 dita paramentos para
padre; ao Exm. e Rvm. Sr. D. P. Cardoso
Ayres.
i3 ditas marmore, 50 ditas ac 1 dita
sulpbato de qoinino, 5 fardos flores de sen-
ue; a E. A. Burle & C.
2 ditas peles preparadas; a Cernic-
chiaro.
1 embrolho amostras, 1 caiaa sedas; a
Pereira, Carneiro 4 C.
Brigue brasilero Ribeiro 1, vindo do
Rio de Janeiro, manifestou:
530U alqueires farinha de mandioca,
13 dozias e 10 taboas de peroba; a J. Ge-
rardo de Basto.
340 saceos farinha de mandioca; a Maia
& Espirito Santo.
Escuna prussiana Helen, vinda do Rio
Grande do bul, manifestou:
15,992 arrobas de carne, 67 ditas grai-
xa em bexigas, 80 couros seceos ; a Besen-
de 4 C.
Lugre francez Jean Baptiste, vindo do
Rio Grande do Sul, manifestou;
12,964 arrobas de carne, 80 couros
seceos, 63 barricas sebo coado; a*faia
Espirito Samo.
Barca brasileira Santa Maria, vinda
do Rio Grande dq Soi, .manifestou:
1853 armo has de carne, 226 ditas de
graixa em beixigas. 100 cooros vaceuns; a
Maia A Espirito- Santo.
Pitacbo porlogoez Restauraco, viu-
do de Lisboa manifestou:
300 aras de lagedo, 18 pipas e 15 bar-
ris vinho.; a E. RaphaelRabello.
50 ditos azeite, 20 ditos e 7*ppa3 vin-
abo; a Mondes & Coelho.
co da Silva.
1 dita panno de linho, 1 dito chouricas ;
a Francisco de Medeiros Raposo.
1 barril carne de porco, 1 caixa vinho ;
a Man el Joaquirn Vreira.
50 pedras de moinho ; a Joaquina Jos
de Brito.
7 barris vazios ; a Cunha Iraos & C.
3" volumes flores, 7 ditos retrato e re-
gistro, 1 dito doce, 2 ditos amostras, i dito
cestas; a ordem.
RECEBKDC'KIA DE RENDAS INHIRNS
GERAES
Jendimento 'o dis 1 a 2............ 3:131*337
dem dodia 3................... 2:063585i
3:405*221
-------
CONSULADO PROVINCIAL
aesdimento do dia l a 2........... !7:39't*9!4
!dm dodit.3.................... 5:037*869
22:45*793
Loia d^ sobrado n 2. T 1:801*000
Ra de Hortas.
Sohrado de am andar n. it. -. 240JOOO
Loja do mesmo sobrado 0.41 120*000
Becce da Carva ba.
Casa terrea 0. 5.........
Ra das Calcada?.
176*000
129*000
dem b. 34 ... 151*000
RaJdaMbed*.
Prlroeiro andar da casa n. 37 ;. 76*000
Segundo andar dem........ 96*000
Travessa de S. Jos.
Casa terrea o. 5.......171*000
dem 0.11........105*000
Ra do Padre Florlanno.
Casa terrea n. 17.......186*000
Casa terrea d. 43. 169*000
Ra da Reda.
Casa terrea n. 1. ...... 123*000
Areal do Porte.
Casa terrea n. 1.......100*000
Roa do Calabonce.
Casa terrea n. 20. 241*000
Patrimonio de orpbios.
Praga de PWro H.
Segando andar da easa o. 33 .. 500*000
Ra do Qaeimado.
Loja e ama sala Oo sobrad] o. 35.. 350*000
Segunda loja do me.-mo sohrado dem. 400*000
Ra do Crespo.
Casa de tres andares n. 1(..- .
Roa da Cadera do Recife.
Casa terrea o. 61.........
dem o. 44........ .
Roa di Midre de Dos.
Casa terrea n. 9
Uera dem n. 26..
llera dem o. 24..
IJem dem o. 2!..
Uem dem n. 14..
dem dem n. 10..

1:552*000
1:200*000
l:004JG00
326*000
730*000
1:005*000
S 1*0.0
602*000
601*000
MOfIMENTO m FOETO
Navtos entrados no dia 3.
Montevideo28 dias, bare* Iraocea har, de 336
toneladas, capiio Eqii'lbie, equipagem 13, car-
ga 83 burros ; a Amonio Luli de O- Azevedo
& C.
Geaava e pnrtos ictermedios57 dia, vapor fran-
cez Picardu, da 1,025 toneladas, commandante
R.-autK equip-g-im 8't, caiga diffarenles gene-
ros ; a Ktfler & C.
Parahyba15 boras, vapor .nacional Moleqtte, de
42 toneladas, commandante J. D. de Soota, eqi-
pagem 5, em lastro ; aa biro do Livramenio.
Rio Formoso7 boras, vapor uacional Parahyba,
de 104 tonelada--, commandante Helio, equipa
gem 17, em lastro ; a companbia Pernambu-
eaoa.
Navio sahido no mesmo dia.
Portes do sulVapor francez Ptcariit, comman-
dante Rosaelo.
BarcelonaPatacho hespanhol Themotco tt, Capi-
to Etequiel Pagelo, carga algodo.
E0IT.AES.
dem dem o. 8 ., .. .. .. 305*000
litmidemo. 4...........1:050*000
Ra da Moeda.
Casa terrea n. 45........ 350*000
Roa do Encantamento.
Casa de dous andares b. 13. 900*G0O
Ra de S. Gonzalo.
Casa terrea o. 22........... 195S0CO
dem dem n. 24.........'.. 195*000
Roa do Amdrlrn.
dem dem n. 24.......... 80*COO
Ra da Cacimba.
Casa terrea n. 12........... 143*000
Ra do Burgos.
Casa terrea o 21. ...... 1453000
Uem o. 19......... 145*000
Ra do \ igario.
Primeiro andar do sobrado n. 27. 181500o
Segando andar dem. ....... 191*010
Lela do mesnn dem......... 302*000
Ra da Setizalla Velba.
Sobrado de dous andares a. 136..... 556*0C0
Uem dem n. 132.......... 50!*000
Casa terrea n. 16........2*1*000
Ra aa Gaia
Casa terrea n. 27......
Roa Velha.
Casa terrea com sotao n. 32. .
Becco das Brias.
S(brado de dons andaaes n. 14. .
dem Uem n. 18.........
Ra das Cruz.
Casa de doos andares n 12. .
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 101 ........ 202*000
dem n. 103.........201*JOO
dem dem n. 99.......... 256*000
dem idem n. 89.................. 241*000
dem dem n. 2........... 75*000
Uem dem n. lOfi........... 201*000
dem idem o. 104........... 18i>*4iOO
Uem dem o. 100.......... tiel*0u0
dem Idem n 96.......-..... 201*000
Idem idem n. 91.......... 201*000
Sillo o 3 do Rosarinbo........ 324*000
Sito n. 4. Miroelra ....... 753*JOO
Sio o. 5 do Fumo da Cal...... 15u*000
_Os pretendentes devero apresentar no actu da
arrematado as suas (angas oa comparecereo
aeompanbados dos respectivos Badotes. '
Secretaria da Sania (Jasa da Misericordia do
Racile 3 de junbo do 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Soara
130*000
300*000
501*000
503*000
731*000
Faculdadc de Direito
De ordem do Exm. Sr. director faco publico a lista
das faltas dos estodantes desta Faenldaffe relati-
vas ao mez de abril prximo (inflo, qae foram
jalgadas oso abonadas em sessao da eoogrega-
go de 27 de maio ultimo.
Prlmeiro anno.
Jj; CaTileante de Albnquerqne Ucha, 1 sab-
batina na !. cadetra ^ Roflro de Sonza Freir, 1
dlu ideo ; Joo Viaona de Mella, 1 dita idem ;
Francisco Fernaodes Vi-ira, 1 falta na 2/ cadei-
ra; Luiz Antonio de Andrad* Jnior, 1 sabbatm
na !. cadeira e Engento Telles da Silveira Fontw,
2 faltas ides.
Terceiro anno.
Francisco Actinio de Oliveira Sobriobo, 1 hita
na 1.* cadeira; Heraclio de Araujo Villar, 1 dita
idem ; Jo- da Araaje Vianoa e Almetda, 9 irreta
slve 1 sabbatina na 2.* cadeira; Jos Jtaqolra Ita-
baianoa de Oliveira, 2 faltas a 1.a cadeira e ?
dro da Caoba Beitro de Araojo Pereira, 1 dita
dem.
Q jarlo anno.
Jos Ayres do Nasclmento, 1 falla na I.* cade)
ra ; Miguel Lucio da Albuquerque Mello Filbo, 7
faltas simples e 2 sabbalioas idem ; Sebastio Cor-
deiro Cobo Cintra, 1 falta na 1.a cadeira e 1 na
Ia; Ampbllopbio Freir Bolelbo de Camine, 1
na 1.a cadeira ; Antonio Olavo Calmon de Araojo
Gdes, 1 dita idem ; Tobias Brrelo de Meneze?, 5
ditas na Ia cadeira e Maneel Goiiofrdo de Alen-
castro Aatrao, 2 ditas id>m.
Qainto anno.
Jos Antonio Ernesto Para-as*a, 1 sabbatina na
3.a cadeira ; Casemiro Berges Godinbo de Assls, 1
dl(a idem ; Ricardo Jos Teixeira Filbo, i dita
dem ; Terenclo Jos Chavantes, t dita Idem ;
Loarenco Gomes de Araojo e Silva, I dita idem ;
Luiz Pereira de Araojo, 1 dita idem; Candido
Xavier Ratello, 1 dita idem; Jo Pedro de Paiva
Baracbo, 1 dita idem ; Manoel Pinbeiro de Miran
da O-erfo, t dita idem ; Prxedes Theodulo da
Silva, t dita idem; Joaqaim A Mo da Sllveira
Jnior, 3 faltas idem e ToBopbilo Domingos Alves
Ribeiro, 1 sabbatina idem.
Secretaria da Paculdade de Direito do Recife, 2
da jonbo de 1868.
O secretario
Jos Honorio B. de Menexes.
DECUMCOES.
Coiiselho de compras na*
vaes
O conseibo contrata em 5 de juabo prximo
viodonro o fornecimeoto no trimestre de julbo a
setembro do corrente anno aos navios da armada e
estabeiecimeolos de rnarioha, dos vveres, dietas e
outros objectos de consumo seguales :
Arroz do Maraobo, ateite doce de LisLi, dito
inferior, assocar branco grosso, agurdente de 20
grio, assucar brinco refinado, aletria, ararata,
bacalao, bolacha, bolacbinba amerh-aoa, caf em
grSo, carnauba em velas, cha' hyson, carne secca
do Rio Grande do Sul, cevadlona, feijao, farinba
de mandioca da trra, galiobas, lenba, manteiga
Ingleza, dita francesa, pao mate, sal, toacinbo de
Lisboa, tapioca, lijollo de alteoarla grossa, vinbo
de Lisboa, velas steanoas. e vm?gre de Lisboa.
E umbem contrata, por igual forma, no dia 8
do dito mez de jonbo, os servidos de barbeiro a'
enfermarla de marinba dorante o prximo ejerci-
cio vindooTo da 1868 ai869 ; assim como promo-
ve a compra dos segaiotaa objectos do material
da armada, 5 ancorles para bateldes, 10 duzas
de brochas sortidas para pintura, 6 ditas de ditas
para caiar, 12 baodeiras naclooaes de 2 pannos,
12 ditas ditas de 3 ditos, 12 dras ditas de 4 ditos,
43 bracas de corrate de ferro de nei pollegada
reforjada, 100 cobertores de algodao, 5 pecas de
cabo de liebo de 1 pollegada, 4 ditas de dito de 1
1|2 pollegada, 6 ditas dfr^llo- de 2 1/2 ditas, 5 di-
tas de dito de 3 ditas, 20 eroqaes, 100 escoras ingle-
za?, 100 pegas de loaa larga da Russia, 200 ees de
mangoeira de sola cravada, plvora, marca Torre,
300 vidros de vidraca de 2 3|4 pollegadas de com-
primelo e 16 e meto de largo, e 1 vergontea de
picho de 34 ps de comprimento, 10 pollegadas de
grossnra no pe e 8 na pona.
Contrata o cooselbo e premove a compra dos-
objeetos, sob as coodicfos do estylo e a vista de
proostas em cartas fechadas, entregaos 3 pelo
proteodentesnos referidos dias al as 11 boras da
maoba.
Sala das ses'sdes de cooselbo de compras aa-
vaes, 25 de malo de (868.
0 secrerarfo,
Alexandre Rodrlgots dos Anjee.
De ordem do Illm. Sr. Inspector da rhegoora-
ria da faxendi desta provincia, se fas poblico qoe
tem de ser contratado ao dia 27 delta mea, peras-
te a joota da meseta tbesoorarla, coto qoero por
menos zer, o forneemento de medicamentos a'
enfermara militar desta capital. Os pretendwtes
deverio dirigir sua* propestaa en cartas fechadas
ao Illm. Sr. inspector at as (O bofas daqaelle oa.
e serlBes-ha franqneado ni Uiegowarla o recei
rio poe conlem os me*~
seus prcos, aflm de 1
I respectivas propo^H
________Jrei
rio qoe contera os medicamentos preparad. t
tena preco?, aflm de qoe possam regolar-s
. O oonselho de comaras de arsenal de guerra
chama a alinelo para o anuncio que fes pare o
da 4 de jonbo vindooro.
Sala do coMSfsw 4 compras de arsenal de Seereiaria da tbesouraria de faxenda de Poma tn-
gaerra 28 de mno de 1888. koeo, de jubo de 1868.
Viga fessoa, O ofBclal maior
Presidente. J Manoel Mamede i SUv Can,






PhGINACM wcorrha




\
Marte te JPMnuntae* Unate l'elra 4 e ana he ia 1858.
* O Cu6*6 Oft MOCfl'O w vOnHiMO pTO"i
udol os 30 das otis, TOajcadoa para a eobraoc
boeea do cofia >io.MMc fcesire, do crreme
*aio*ni>oeiro 4**#&7i8, daa !**<> V1* *
cima urbana, da 3 p*ir cento sobre- a.aeftft o
t fcaw^irfljBMlWe^" ^^"5?* *!?
mar, e de .20 por caoio-do coasomode agurden-
te. iKOrreJW ta-*pH de 6 por canto oaooairi-
boinlM 4^la5otoa, 90Ao*tprio e.aarem
A. WU|^ P< flandeira Accloiyde Vasconcellos.
Inspec^to'do arsenal de ma-
3Jnha
Fai-se publico que ommisso de peritos exa-
minando, a fratt determUada do regularoenlo
anneio >o decreto n. i.314 de 5 de fevereiro de
1851, o casjw, machina, ealdafras, apparelbo, mas-
treaijo; veame, amarras afteoras do vapor te-
quia, da caoyaohia Pernambucaoa de navegacao
costeir, aeooolsdis ttaaa cajelos em esta 10 de
poder o tapor navegar.
iMpeeaao du areoil de mrioh da Pernaroba-
co, 3 de )obo de 1868.
O inspector,
H- A. Bybosa de Almeida.
. Salta Qm da Misericordia
do Redfe
A IIIcea. jBDla administrativa da Sania Ca da
Misericordia do ftcif>: do*ejaodo aroprejar todos os
roelos suasorios, afina de haver o receeimento do
qae se acham deverde foros os propietarios da
roa da Roda em seguida dec'araios, anda por esta
ver ibes concede o prato da 30 das, para pagarem
ditas foros, certos de que se na i se quiiarem em
dito prazo, ver-se-ha obngada a' recorrer aos meios
judlcfaes.
Bsroardioo Francisco de Azevedo Campos.
Irmn>laie do Saatissimo Sacramento de Santo
Antonio.
Bernardo Alv.es P.ijihairo e oatros.
Anoa Thereza do Sacramento.
Sabino da Cooba Fragoso.
Irmandade das Almas de Santo Antonio.
Dr. Antonio Joaquina de Uoraes e Silva.
Furos de Mara Carolina de Brito Carvalho.
LotzJ s da Costa Amorim.
Jos do -Reg Pacheco.
Bartboiomeu Francisco de Souta.
Manoel Gomes Viegas.
Joaqui-n Pacheco da Silva.
Flix Antonio Alves Mascarenas.
Miguel Joaqnim da Cosa. .
Hara Francisca da Conceioan.
Herdeiroe de Joaquina Mara Pereira Vianna.
Paulo Marque e Antonio Francisco Macota.
Filbosde Jos Rodrigues do Passo.
Dr. Bernardo Pereira do Carmo Jonior.
Secretarla da Santa Casa da Misericordia do Re-
eife, 20 de maio de 1868.
O t-scrivao.
__________ pp-iro Rodrigues de Sonta.
O abaixo assiguado lancador da recobedoria
de rendas Internas geraes, tendo de continuar o
lancnenlo do imposto pessoal de tres por cenio no
bairro da Boa-Vista, previne aos moradores das
ross Velha, becco do Joao Francisco, do Veras e
da Gloria, Manguelra, Alegra e travessa da mes-
ira, praca e ra da Santa Crai, que tenbam promp-
los os seos recibos, papis de trato ou de arrenda-
mento para serem presentes no acto do lancamenio
em vista dos qnaes dav ser feita a collecia do (Tito
imposto. Recebedora de Pernambuco, Io de junho
de 1868.
J s Jeronymo de Souta Limoelrc.
Compauhia do Beberibe.
Oaisa desta companhia, commendador
Thomaz d'Aquino Fonceca acha-se atithorisa-
do a papar no seu escriptorio ra do Viga-
rio n. 19 Jas 10 horas s 3 da tarde o 4U.
dividendo desta companhia, na propongo de
3?000 rs. por cada acc5o.
Escriptorio da companhia, 27 de maio de
1868.
O secretario,
Dr. Prxedes Gomes de S. Pitanga.
Pela rece-bedoria e rendas internas geraes
se faz publico que ueste corrente.mez de juuho,
que os devedores dos segoiotes impostos :deci-
ma addicional de mo morta, imposto de vinte por
cento sobre lajas, casas da descont, ele,, dito so-
bre casas de movis, roopa, etc., fabricados em
paiz estrargeiro, relativos ao segundo semestre do
exercicio correte, teem de vir paga-lo?, Iivre de
multa de seis por cent), e qne Bndo o referido mez,
sero cebrados conjuntamente com a multa.
Recebedoria de Pernamboc1,1* de juobo de
1868.
O administrador
ManoefCarneirode Souza Lacerda.
Da ordera dollm. Sr. inspector da tbesoura-
ria de fazenda desta provincia, se faz publico para
conhecimento de qoem nteressar, que no da 6 de
iunho prximo vindonro, as dnas horas da tarde
"ira* a praga para ser arrematada perante a junta
da m=sma thesourarh, por quem por menos flzer,
a obra da pontee guindaste' da aUandega desta
provine;, or?a1a em 33:8883.
As pessoas a quero coavier deverao comparecer
na dita tbesouraria no referido dia e bura mar-
cado.
Secretarla da ihesonwia de fazenda da*Per-
nafflb-co, 30 d8 maio de 1868
O offlcial-mal >r
Uinoel.Mamcde da Silva Costa.
O conselho de compras do arsenal de guerra pre-
cisa comprar o seguate :
Cem varas de brini pardo trat.gado.
Urna peca de cabo do linbo para derfga de 1 1/2
poltgsda.
Dez resmas de pap^l cartuxinbo.
Seis facas americanas.
Site pares de ferros.
Ciccfoia lijlos de ladrilbo.
Cineoenta telbas.
Sessenia e dois pares de luvas de algodao branco.
Cinco arrobas de fio de vela.
Sessenta camisolas de brim.
C-trta e vinte lenges de dito.
Sessenta fronbas.
Vinte cober'aj de chita.
Sessenta loslhss de brim para baequetas.
Doze ditas para m?.o.
Trinta colzoes.
Trio travesseiro?.
Vinte cobartures de laa.
oze pares de ebinellas.
Doze pratcs raso.
Doze chicaras.
- Doze pirps.
Um bule grandi de Iooca.
Dois copos grande para agua
Dols ditos pequeos.
Djze col aeres para cha.
Seis ditas para sopa.
Dnas Lacias pequeas de ferro batida.
Um fogarelro pequeo.
Duas cacerolas cem porce1:na, pequeas.
As pessoas que qnizerem vender ditos artigos,
apreseniem suas propostas, acompanbadas das
respectivas amostras, na sala do conseiio s 11
horas do dia 4 de'jonbo vindonro, observndole
qae as propostas serio em cartas fecnad?s, decla-
rando o objecto qne cffarece; tendo somante ou
signal particular do seo dono em lugar de nome.
Sala do ccnselho de compras do arsenal de guer-
ra 28 de maio de 1868.
Jos M. Ildefonso Jacome da Veiga Pessoa e Melle]
Coronel presidente.
Francisco de Paula Gonralves da Silva,
Secretario-
THEATRO
DI
taan 1 t> !.<
;drvM?
Empreza dramtica
Satbdo 6 de junho'
llano
GENERAL
Transportsmaritimes a vapeur
Segnnaa representc5() do muito applaudtd? PAQUEBOTS FRANJIS
V^|<4T,let0, t* 7 A| o dia 6 do correte mez, esperare da Ep-
ropa o vapor francet Picarn, coramAndante Ale-
sais, o qual depois da demora do c^stoflM sesnir'
para Buenos Ayres, tocando na Babia, Rio do Ja
neiro, Santos Montevideo.
Para condicSes, (retes e passagea? tratase com
os consignatarios na roa da Cu> a. ^a.
- iefi"aa aanrallo, i mappa, t-hanea para advo-
lch, t cadeira njra dito, tapetes sonidos, e
arlos otros qtjeelus, rssim eirso um grtpde
' variado sftjlipiol} lt Ps de coqueiros
a 500 rs., comprafdp um cotilo bagar algum da.*
45-RA DIREITA-45
O Ap Pootual ttdara' em leila os obieclos
sclmt IfsWiptos perftncfotes ao i/. Dr. Mtfoel -japOICta J OTKttCI
Joj,golir Silvelra. [ irordem de sen procorToor o Sahio luz a pralica do processo civil m-
parado com o processo .tmmercial,co
Sr, Dr.
pTodoCt
dorai.
m
por
lai Fefreira
procc
de Agolar, sendo o
o teilo pan pagamento de seos ere
i O papel de And- desempernado pelo Sr. Ja-
. qoim Augusto
UM EPISODIO
da esnuara brasil eir no Paraguay
poesa do Illm. Sr. Dr. Antonio da Cruz Cordel-
ro e recitada neta Sr. Joaquim Augusto.
Da m ao espectculo a comedia em 1 acto to
da ornada de msica
A CORDA SEN9IVJEL.
Parsoiagel 0 senhores
Mimi, eotoralra.....Jesuina Montani.
Z'ti, dem.',.....;Clella.
^amertao.......De Coeva,ui,
Califurcno......Florindo.
Principiara' as 8 boras.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE

GRANDE
Correio geral
RelacSo das cartas registradas existentes na
adavniuracao do correio desta cidade pa
ra os Srs. abaixo declarados :
Barto da Vera-Croz, bar5o de Gaarara-
pes (2), Francisco Antonio Pereira, Francis-
co Pereira d'Assis, Francisco. Xavier, D.
Hercalana Marinho da Silva, major Joaqnim
da Cunha Fcgueiredo, Joaqoim Mauricio
Goncalves Rosa, Jo5o d'Arruda Cabral (Tim-
bauba), Joo Jos Marques, Jos Joaqnim de
Maraes Cosa, Jos.jl Mello Costa OHveira,
Leodegario Montero d'Oliveira, Lnii A.
d'Ovetra Salermo, Luiz Antonio da Silva,
Lniz Caetano Pereira 6nimar3es, Lolz Flo-
rencio, flonorato Pereira Braga, D. Mariao-
na Ribeiro da Upa, Paulo Cobn, Placido de
Pinbo Fontenell, Tbe4fo- H. d Fonceca.
Paquetes a-vapor
Dos portos do sul esperado
at o da 7 do torrente o vapor
Cruzetro do Sul, commandaote
Alcoforado, o qual depois da de-
mora i cosiuoM seguir' para
os portos do borle. .
I Recebem-se desde j pas^eiros engaja-se a
' carga que o vapor poder eondotir a (Justl devera'
! ser embarcada no dia de sua ebegada, ccommon-
! das e dinbeiro a frete at .o dia da sabida as 5 he
ras.
Para o Ceara' nao se recebe carga.
S se recebem como eneommendas bjectos de
pequeo valor e que nao eteedam a 8 palmas c-
bicos de mediQo on 2 arrobas d > peo. Tdo e
\7-Roa da Io.prratm-17. ti&fS;*"" lm wrV iM "***
O proprietario desugalera recreativa vem par-, Previno-se aos senhores passagelrosque snas
t^ipar ao respectavel publico desta capital, que pe- pissagens s se recebem nesta agencia rna da
lo vapor franoez Guitne olliaaameote chegado da, Cruz n. 57, andar, escriptorio de Antoato Lz
Europa, racebeu nma grande eolleccao de lindas e
variadas vistas, assim como um magnifico sorti-
ment de prendas as mais preciosas, e assim es-
pera continuar a merecer a concorrencia com qae
o tem favorecido o Mostrado publico desta c>-
dade.
As vistas que se acbam expostas dorante essa se-
mana sao as segointes :
Festas de lanterna? (China.)
Sala dos marechaes 6 palacio das Tulberias (Pa-
rs.)
Boolevard dos italianos (i'aris.)
Galera circular do palacio da exposicao da
1867.
Aqoarinm do palacio da exposlcjio de 1867.
Exterior da igreja de S Pedro em Roma (vista
de noote.)
Vista geral de Cdiz (Hespanba.)
Passagera de Curopalty (15 de agosto de 1867.)
Vista geral de Roan (Franca.)
Vista geral de Londres.
Vista da Alhambra em Granada (Hespanba.)
Corrida de toiros em Hespanba.
Cada bilh.te de entrada da' direito a nma bella
prenda, bavendo entre ellas mullas ;de subido va-
ler, e as menores de quasi igual prejo do bilhele
de admissao.
Entrada de cada pessoa
500 rs.
O agente {tfartlns autofisado por um sen amigo
veadera' em leilao os avallds1 cima ditos.
Sabbado 6 Jo correte.
T!o araiazem iirua dj Iai,verd,r n.16, as ii
boras em ponto,
Mfi
de iiveira Azevedo & C
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes ft vapor
E' esperado dos portos do norte
at o dia 10 do correte o vapor
Guar, commandante Domingos
M. Ft r re i ra. o qual depois da de
mora do costme seguir para
os portos do sol.
Recebem-se desdo ja passa?eiros a engaja-s a
carga que o vapor poder condnzir a qual devera'
ser embarcad no dia de suaehegada, encommen-
das e dinhelro a frete at o dia da sabida as 2
boras.
S se recebem como eoeommenJa-s ob|eetos de
pequeo valor e que nao excedam a 8 palmos c-
bicos .do medifao ou 2 arrobas de peso. Todo o
que passar destes limites devera' ser embarcado
como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que saas
passagens s se recebem nesta agencia toa da
Crnz n. 57, escriptorio de Antonio Lnix de Olivei-
ra Azevedo &C.
Sexta-feira 5 do cjrrente as l \ horas
,rpa das Qre?,t?s numero 6.
r, ..i* P*l Mete Eqzeplo.
De orna aasa tsrrea de n. 18 oo Areial de Fora
ueParu com frente parapbarol.
De nma dita de n. 30 sita no neceo do Tambi,
6 njva, aVScada a moderpa, tem 2 janellas e 1
porta (le frente e soto.
Da nm sobrad' novo anda.py acabar na ra
as. Joloem 'Irecc^o ao gazomeiro.
r-Ri.0
DR. ANTONIO CAEf ANO SEVE NAVARRtt
Acha-se a venda na Matarla Universal, roa do
Imperador o. 54, preco 43 em broebura.
E' orna obra indispeoaavel a todos qne advogam
a vist j se encontrar all todo reaoido sobre este as-
sumpto, o que cas obras at agora publicadas
oeste genero aenao eaconlra, pelas ctafiSes e no-
tas de que se aclia enrqsecida.
Com a presante pablicacao fax sea autor um
serv/Q) mni va ioo ao foro braaH"lri>.
l^S^i^A<
JU""fi
Bf
As pilulas Ycgetaes assucaradas
Baha
-LII4 m S i
Cora muita brevidade segua o patacho porln-
*uez Jorgense; anda recebe alguma carga a frete
e passageiros,-para os qnaes tem bellos cmmo-
dos : a tratar com o smi consignatario Joao do
Reg Lima, a' roa do Apollo n. 4.
COMPANHIA PERNMBCAA ~
DE
Navegaco costeira pop vapor.
Goianoa.
O vapor Parahyba, comman
danle Mello, seguir' para o
W/TI^^ porto cima no da 6 de juuho,
as 9 Puras da noile. Recebe
carga, encommendas, passagei-
ros e dinbeiro a frete, no escriptorio do Forte do
Matos n. 1.______________________________
GMPAKHIA PEffHAliiBUCANA
DE
Navegacao casieira pop vapor.
Para Fernando de Noronha.
O vapor Gtqui, commandante
Azevedo, seguir'
cima no dia 6
Para a Bibja segu deetro de sois dias o pata-
cho Alexandrma, por ler o sea orregameoto qua-
si todo engajado e para o resto que Ihe falta tra-
ta-se com o cons'goaurio Joaqaim Jos Goncalves
Beltrao, roa d* Trapiche d. 17.
P*ra o para
Si?gne em poneos dias para aquello porto" COm
a c r,i que llver, e a frete mdico, o paiacho id
glez Frtd Clarki: a tratar com o seo consignatario
Domingos A ves Matbos, no sea escriptorio tua
do Vigarlo n. 21. _________
AVISOS DIVERSOS,
MEPHISTOPHELES
Passeios humorsticos
Pablicou-se hontem o n. I.
PREOCO 200 RS.
L'vraria franceza, ra do Crespo n. 9.
Acadmica, eiwdernac&i Parisiense, ra do
Imperador e roa do Trapiche n. 18.
fa roa N)va n. 57, s dir' quem d di-
nheiro a jurospm garantas a contento.
No larir do Corpo Santo Ti9, escriptorio
de Oiveira F.lhos& C.v precisase fallar a Sr." D.
Emilia Cesar Ferreira, a negocio de sea interesse.
-
tleticao,
Simpson Broa & C tea para vender nm iom !AmnAep'!'-
pleto sortimento de linhas em nvelos dos afama-1
BRISTOL
Nao conleem nem calomelanos na neahum oulro
mineral.
A grande oecessidade e falta de om ca-
tbartico ou de ama medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
do, como mesmo por meio da faculda !e me-
qica; e por isso, infinito o gosto e prazer
iue sentimos, em podermos com toda a con-
vanea e seguridade, rec;mmendar as pun-
as vegetaes aasncarads de Brli-
tol, como urna excedente medicina purga-
tiva a qnal encerra em si, todas as partes e
| mais ingredientes essenciaes, tornaodo-a em
um perfeilo, seguro e agradavel catharlico
j^o.v remeuiu CSC u ;ompO!n
ordinariamente osadas na
dessas pilulas, qne por ahi se
iu lamma.
dos fabricantes James Car isle Sons & G.
Para
Seua com brevidade -* biate nacional Lindo
Paquete, capltao e pratlco Francisco Pibeiro Bar-
res; pode adimiltir algoma carga miuda para o
que se trata com o sea consignatario Joaquim Ge-
rardo de Bastos, a roa da Cruz n. 23 primeiro
andar._____________________^__
Rio de Janeiro
Para o refdndo porto satura' com toda a brevj-
dideo brigue nacional Ribeiro l, capito Dias ; pa-
ra earga, trata se com o seu consignatario Joa-
quim Gerardo de Bastos : a ra da Cruz n. 23,
primeiro aojar. _____________________
lo de Janeiro
meio dia. Recebe carga at as
M* 3 horas da larda do da 5, eu-
commen las, passageiros e dinheiro a frete at as
10 horas da manha do dia da sabida no escrip-
torio do Forte do Matos c. i.
Para o indicado porto pretende seguir com a
malor brevidade possivel o velelro e superior
brigue Adelaide, por ter parle de sua carga en
gajada e para a que Ibe falla e escravos afrete
para o porto : traase com o coosignatarlo Joaquim Jos Son-
de juobo ao Calves Beltrao, roa do Trapiche n. 17.
Para Lisboa
O palhabote porlnguez A'opo S. fnran;o, pre-
tende seguir com a possivel presteza. Tem alguma
carga prorapta e para o resto e passageiros, traa-
se com es consignatarios Tnomaz de Aqulno Fon-
seca te C.; ra do Vigarlo o. 49, andar.______
Lisboa e Porto
A barca porlngoeza S. Manoel II, capito Pedro
Jos da Bocha, recebe carga para Lisboa e Porto, e
qoer sabir com brevidade, por ter a maior parte
da carga engajada : o pretendemos para o resto
da que Ibe falla, podera dirlgir-se a Marqaes, Bar-
ros & C, largo de Corpo-Santo n. 6, 2 andar, e
para passageiros qne encontrarlo expelientes com-
modos, ao mesmo capito na praca.____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Nayegaco cosleira por Tapor
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Mossor,
Cear e Acarac.
O vapor Ipojuca, comman-
dante Martin?, seguir para
os portos cima no dia 15 do
correte as 5 horas da tarde.
Recete carga at o dia 13 as
3 horas da larde, encommen-
das, passageiros e dinhelro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte
do Matos n. I.'
N. B. Adverte se aos Srs. carregadores que os
conneciraentos da carga devero ser tirados em
nome da pesio que a despachoo, oulro sim. qae
estes competentemente sellados devero acompa-
nbar os rsped vos despachos sob pena de nao
Ihe ser dado o bilbete para o embarque da mesm
no easode qne nao se]a flelmsn'.e camprida a pre-
sente declaracSo.
P4R\
Para o Para' pretendo seguir com moita brevi-
dade o brigue portuguez Viajante, por i,.r grande
porgo de carga engajada erpara o que Ihe falta
trata-so com o consignatario Joaqoim Jte G.n
calves Beltrao, roa do Trapiche n. 17.
LEU OES.
eilao
ahh rEBunifitiu
DE
Navegando costeira por vapor
Macei. escalas, Penedo e Aracajo'.
O vapor ] aguar ibe comman-
dante Moura, seguir' para
os portos cima no dia 15 do
crenle as 8 horas da tarde
Receba carga at o dia 13
as 3 tnras da (arde; encom-
mendas, passageiros, e dinbeiro frete al ip i
boras da tarde do da da sabida: escriptorio
do Porte do Matos n. 1.
N. B. Adverte se aos Srs. carregadores qae os
conbecimelos da carga devero ser tirados em
nome da pessoa que a desoacboo, ontro sim, que
eslee competentemente sellados devero acompa
obar os respectivos despachos sob pena de nao
Ibes ser dado o bilhete para o embarque da mes
ma, do caso de qae nao seja belmente camprida a
presente declarado.___________________^^
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Ravegacao costeira por Yaior.
Penedo em direitora.
O vapor Potengi, com-
mandante Pereira, segui-
r;i' fara o porto cima
do da 4 de junbo as
8 horas da tarde. Reeebe
carga at u dia 3 as 3
________________horas da tarde, eneom-
meadas, p^sigeiroae dinbeiro arete at as 1
horas da urde do dia da sabida, oo escriptorio do
Forte do Matos o. 1.
De cemja em garrafas e botijas^
ydIo cliamianhe, mascarle
HME
ceg-
Na moinbo demilbo a vapor, na ra do Apollo
n. 21, ba diariamente farinba de mbo sem pa
Iba, de superior qualidade, para cangica, an*,
bolo e po-de-lol a 120 rs. a libra, e da duas arro-
bas para cima mais barato ; na mssraa casa com-
pra-se papel e diarius velos para emorulho.
Precisa sede urna ann forra ou escrav para
eng mmr e cesiohar em ama rasa de pouca fa-
milia: ni loja n. 45, esqiina da roa da Madre de
Deos^__________________________ __
Irmaud-j.de do Divino Espi-
rito "Santo
De orden! a ffros regenera sgra-lt-fo a toda
as pessoas que c. ijc:nerm com sus asmlas e
se >;os para o brllhaolfsmi da testa do Divino DliCO.
Espirito S^olo, com e>pecialrlade aqaellas qua ex-
pontaneamente se prestaram cuja graiifto sera'
et roamente.reconbecida, e o oosso Divino Pj
dreeiro as remunera' com abundantes gragas. E
toda* as pessoa que liverem coilas com a mes-
ma irmand.idq b^jam de as presentar quaolo
antes ao ibesoureiro para serem pagas.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Sanio 2 de junbo d* 1868.
Manoel G neilves Agr,
venden, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, bervas e plantas, depois de se
haver chimicamente estrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes que
contem o verdadeiro valor medicinal, da-
quellas porces fibrosas inertes e agreste in-
teiramente destituidas da menor virlude.
Entre esses agentes activos ou ingredientes
especficos, podenus nomear a pedo-
pbyillD, a qual segundo a experiencia
tem demonstrado, possue um peder o mais
mais maravilhoso possivel sobre as regioes
do Ogado, assim como sobre todas as se--
cregos biliosas. Isto de cembinaco com
o lrptacdrin, e mais algens extractos
vegetaes e dn gas altamente valiosas, cons-
umera e forman urna pilula purgativa, tor-
nendo-se por isso mtiitissimo superior,
qnalquer u^a ouira medicina da mesma na-
tureza, que jamis tora apresentado ao pu-
As punas Tegelaes assnca-
radss de Btristol, acbar-se bao sempre
um remedio prompo, se uro e eminente-
mente eflicaz, para a cura de molestias, taes
como sejam as seguintes.
Dyspepsia, ou indi- Hydropesia dos mem
Ecrivao.
Joaqnim Femaudes
cordialmeiite a todos os
que se digoaram assistir
zir ao cemiieno os resus
Olivetra
broa ou do corpo,
Affecoes do figado.
Ictericia,
Hemorrboidas,
Mu hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabera.
gestao,
Ad^triugencia, ou..
prisSo do ventre
hanitual,
u'Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite.
Estmago sujo,
' Em todas as molestias que d-.nvam a sua
origem da raassa do satigne: a salsapart* I-
agradece jjja de Brifilol esso mtlhor de tudos os
aoa5suilrfioe peona-' Parifi:adors deve ser tomado conjuntzmente
mortaes do u primo e|com as pilulas, pois que estas duas medi-
amigo Antonio Jos Lisboa do Oiiveira ; e de no- ;Cnas, tendo sido expressamente preparadas
vament convida aos mesmo; senhjres a assi-tir a'para ob arern de harmona urna com a ou-
-TJbtVcWrr.Sr iAfiS -?2.! ilra; iuand0 fie,men?;assim? ^ DS0 D0S
ohaa, p/ioqoe ihes .-ra- rte-namont- rato. !res,a a menor duvida em dizer, que no
^jggt:^-^a^agftp^^ggawt..iiijii-Hayii.aM maior numero dos casos, podemos afliangar
No dia 2 do presente pelas 7 oras danouelrjo S um grande allivio, como tatbem
Eocontram-se na photographia da casi im-
perial da roa doabog6 d. 18/ entrada pe-
lo pateo da Matriz, e tambero na lvrpi*'eco-
nomica do Br. Nogueira de Souza a ttJt'o
Crespo.
Retratos
do Exm. Sr. bispo desta diocese.
D. FRANCISCO CAHDOSO AYRES
ao prkco be 500rs.
Na mesm photographia ra do CaJwg^
continua-se a tirar retratos em car oes do vi-
sitas.
A 90C0 A DUZiA
Nos ratratqs feitos neste estabslecimeato
emprega-se toda caolea, para offerecer-se c
par da bellea do trabalho as mi ores con-
difSes de duracSo; doram-s e fecham-se os
retratos sem olhar-se a economas e appcar-
8e urna lav.gemampia e continuada para w
extrahir todo o hypossilfito de soda, cansa
da alteraco das provas.
Alm disto os nossos cardes de visita alo
verdadeiras photograpbias, que d5 > weei-
sam de retoques do pLtor para Ibes desto-
caren os defeitos, e convida-se a qoem qni-
zer.a passar sobre elles urna esponja mola-
da era agua, ou a deixa-los mergulhados por
espaco de horas em agua ou espirito de v-
nho: se apresentarem a!terac3 ser3o pagos
pelo duplo do que tiverem custado.
A photographia esl aberta todos os das
das 9 horas da manha as 4 da tarde.
_______J. Ferreira Villela.
Offerece se para calxeiro de botica urna pes-
soa eom bastante praiira, isto quer para defltro
on fra da eldade : qoem precisar dirija-so a esta
Ivpograpbia em carta lechada com as imclaes
A. C. 8i
mcisa-se de nma ama para servio de eosi-
Bba de homens soelros; pa roa da Cadeia n. 59.
Precisase de urna ama que saiba eogoramar
e cozinhar: na ma das Cruzes n. 21.
Licoes de arithmtca, alge-
bra e geometra.
Casimiro Borges Godnho de Assis, $ta-
daote do 5o anuo da EacuIJade oe Direito
desta cidade, acbando-se legalmente habili-
tado para leccionar Srithmetica, algebra e
geometra, abri aula de:tas materias na
casa de sua residencia n. na roa da Con-
cordia, travessa do Pocinho.
,', Precisase oe"ma ama psra casa de"pouca
familia; na liba des RMos n. o.
iNa rna d.-Trapiviie n. H, S^g-o andar,
precisa-se de urna molhcr livre cu eaptiva que la-
ve, engomrre e cnlle do qoatro creanc'. J
Preciss-36 do orna ama para cosiohaToara
rasa do pooca (aoSHa : a ral.-r na rna da Tria-
ebeiras n. 11
Previaes que pes alguma faga transa-
Co com as tirras qua t.rn em Gimelleira Jos
Henriques da Silva, por esiarem era li-igio coin o
major Jos Pedro Velloso da S:!veira Jnior.
1 urna cura prorapta e radical, isto, esl bem
ausentju-se da casa de -ko senlur om moleqoe
por nome Amaro, Idde 12 aonos, levou calca e.
camisa > algodao d rucado, tem coslamo den- j vislo, qoando o doente cao se ade ti um
dar com a bocea n>.ia aborta, este m leqaa foi. estado multo alem dos recursos humanos.
comprado ao Sr. Antonio Gom-s de Micadj real- Achajn-se venda nos estabtlececimentos
dente no Rk> Formen no da 3 de agosto de 1867 : de A Caors Barbosa, Joao da C. Bravo & C,
por isso roga-se a quem o penar lev lo na
das Cruzes u. 18 ou na do Imperador n 47,
sera' gratificado. T<.mbem so
o leoba ccculio.
ra
Ao espertlhao
Pede se a cetto alfaiate ta ra das Cruzes qoei-
P. Maurer & C M. A. Barbosa, Bartholo
meo & C. e em t
e lojas de drogas.
[Troiesta contra qu.-m1 meo & C. e em todas as principaes boticas
casaco e ama calca preta de panno Gao, que re
ceben para fazer e al b->ja anda nao apromp-
tou, ha mais de um anno : si nao Hzer entrega aia-
Qumta-feira 4 de junho as 1[2 horS da mesmo s da panno, vera' o sea nome por es-
) sobre- Uharope e vinho ferruginoso
em ponto.
O agente Pinto tara' leilo pjr conta e risco de
quem pertencer, do- gneros cima mencionados
existentes uo armazsm da ra da Senzala Nova
n. 5i, por traz doarmatem dos Srs. Greenup
Schwind.
avarladas.
noiE
Quiuta-feira 4 de junho as 11 horas.
O agente Pinto tara' leilo por conta e risco de
quem pertencer de 12 fardos marca diamante BMA
ns. 7,318 a 7,330, de 20 pe$as cada um, algodao
trancado branco eom mofo e "pequma toque de
avaria, as 11 horas do dia cima dito no armazem
da ra da Senzala Velha n. i't, por traz do arma-
zem dos Srs. Greenup Schwind.
De
LEILO .
e livros
movis
btoje
Quinta-feira 4 do corrente as 10 1|2 horas.
Xo andar terreo e Ia andar
do sobrado da rna da Aurora
numero Ti.
De nm piano de Jacaranda', 1 excedente mobilia
de dito, 1 rica mesa a cblneza, cadeirag de na-
lanjo, 5 Uguras da porcelana, 6 jarros, escarra-
deiras, porta msica, jarros para deltar flores,
1 cama de casal. 1 rieo santuario de Jacaranda
1 commoda de dito, cabldes, castices, salvas,
llnteiro e paliteiro de prata, lanteroas, 1 guar-
da vestido de raz de amarello, 3 guardas ron-
pas de dit-wpara boroem, 1 secretarla, 1 mobilia!
de amarello, 1 magnifico toucador, 1 costurera,
lavatorios, estantes, cabldes, bidets, camas de
(arfo com lastro de palba,baodeijas, sexto para
roopa, quadros com ricas pinturas, quartinbei
ras, 1 lastre de cristal e diversos com porcela-
na, arandelas, 1 guarda looc d amarello, 1
grande mesa elastiea, 1 qnarunbelr, 1 apara-
dor, 1 relogio de parede, 20 cadeiras de guar-
nido avulsas, meio apparelbo de porcelana
branca para janlar, mel lit com friso donra-
do para cha, garrafas de crystal para viobo,
compoteiras de dito, fructeiras de dito, ealicas
para viobo e cerveja, copos para agua, 1 rico
aparelho para cha, i baodftUa a osa sal
plaqu, i estante para litros, 1 me*t
lensa neste jornal.
Peridico mensal delicados..a a^^umptos econo-
mices e sociaes de Portugal e do brasil.
Acaba de ebegar o 4 o. de.-n jornal, o qual
conim um importante artigo do Sr. Mendes. Leal, |
sobre as victorias db Brasil no Paraguay.
Coolinua-se a receber ssigualuras- a 3 por .
snno na livraria Econmica ao p do arco e Sr
Antonio.
Praca da independencia
numero 12
Belojoelro e donraior.
Albino Baplisla da Rocha faz lo-
do e qoa!q'ier concert pertencen-
te a sua ai te, assim como coocerta
raizas de msica tudo por prego o
mais ccmraolo, possivel. Compra
relogiosem seguoja mo e obras
J ooro cu prala, assim como ven-
de relogios baratos de ouro e prata, cob^rtos e
descobertos, vidros para relogios descobertos de
crystal, gro:-sos e lapida los._________________-
"No largo do Corno Santo n. 19, escriptorio
dos Sr3. Oijvjira, Fiihos & C, quer se saber se
ainda existe o Sr. Feroaodo Barata da Silva, nata-
ral de Coimbra, vipdo de Portugal para esta pro-
vincia en 1S!8 oo 1829. Este senhor Irmo do
Dr. Jos Barata da Silva, actualmente medico do
partido de Alcacer do Sal.
Em 17 de selembro de 1639 escreveu elle ao
seu Irmo, dando Ibe parle do sen casamento
naquele m-smb mez com D. Feliciana, Abade
Mauel Jos de O.iveir* tamoem natural de Coim-
bra. Suppce se que este sechor casoa-se no en-
gento Marojo, dislaote 13 leghas da praea, e abi
prflliidia estabelecer nm colleg[o de educaga.
de jurubeba.
Cem pjropUospliato de ferr,
Chlorose, Anemia, escropTiolas, racbitismo, Bien-
norrbag a, leucorrba, febres intermitentes e
amenorrha (mensiruago dolorosa e irregu-
lar), etc., etc.
Ha muno, que tlobamosem vista associar o fer-
ro s nossas preparares do jurubeba, mas le
vamos tempo a experimentar qual a preparago
ferruginosa, qae mais conviria ao organismo bu
mano, viudo por lim a decidirnos pelo pyrophos-
phato de ferro, com o qual podemos preparar os
nossos cbarope o vinho de jurubeba ferrugi-
nosos.
Temos a observar, porm, qae o aso dos med
cnamos de jurobeba com o pyrophosphato de fer-
ro nu'.ca pode occaslonar a pioysiea as pessoas
anda as mais delicadas, com moilas vezes tem
acontecido at a pessoas robusta:', que se ho ser-
vido do mesmo medicamento preparado com ou
tras substancias ferruginosas, por isso que o phos-
pboro, debaixo da forma de pyropbosphato, um
meio prophylatieo recoobecido infallivel contra
esta terrivel aOccao.
As preparares de jurubeba, a qae bavemos as-
sociado o pyrophosphato de ferro, sao mu prove
tosas no tratamemo das molestias das senboras,
taes como a cblorose, anemia, etc.
Estas molestias manifestam-se eom os sympto-
mas segoioies : Descoramento geral da pella e
i das membranas mucosas, magreza, iocba(o das
. faces e das pernas ;excitajo nervosa, nysteris-
mo, melancola, debilidade muscular, dores oe-
i vralgics, pnls mala freqoente do que no estado
I de saude, calor febril, pella secca, appeifles de-
I pravados, vomita, priso de ventre, menstrnacao
dolorosa, irregular, ponco ahondante, descorada,
nulla, flores brancas, amenorrbagta e infecun-
dida.
Este estado espantoso, alias tao ordinariamente
reconbecido entre nos em crescido numero de se-
nboras, desapparece s com o prndente uso das
preparares cima.
nico deposito destes medicamentos: Pharma-
Cooslou em 86i, por nf>rmac(Js8 que se sup
pern defideotas, que este mesmo senber casou-se .,, de j. A. Pini0( rna |irga do R03aro n. 10, em
em legaadas napcias e qae eslava r'esfdiudo na
jrqarcr. de Narareth, ondadmioisirava um en-
enh) que Ibe pertenci e aos seuj Qiboa do pr-
roeiro matrimonio.
Pede,-se a toda e qualquar n?ssoa que alguma
lnfdrraQo posa dar sobre est Sr. Fernando, o
favQi de dii||ir,-se aos Srs. Oiivelra, Filhos & C,
oa mnjtoilradecaro,__________________
Pernambuco.
Pj-ecft-ie di arrea ir
prauca de tabana: na rna Novu g.B3.
O Sr.Blaws da Qisu >reira unelr. y\;
dp Llvaj o q, 10, a negocio qae o
-- Roga-se ao Sr. Antonio Jos da onb Van-
na, morador na roa dos Pires, empregado n'um
armazem de algodao no Forte do Mallo, d*para-
cer na roa Nova n. 25, para negocios ursenies^
Na roa do Queimado n. 52, precisa-se de ama
para cosiohar e comprar.
Roga-se a pessoa qae no dTi~30 de~mao7Ba
igreja do Espirito Santo do Collegio, coraproo
urna p.-.rja> ce trio1, o (asnr.ilj ippapoanr na ir
vessa da ra do Vicario o. 3, a negocio de sea in-
[gresse. ________^^
Ri^^-Sd oj Sr. yse Francisco di hiiva p^s-
sageiro do vapor ioglez.chegado aqai a 27 do maio
passado, o favor de annuaciir a sua morada ca
mandar a' roa da Imperatriz n. 4\ 2* andar.
Altare ornamento? para ora
torio particular ou capella
deengtnho,
Quem precisar de uti aliar c:m os respectivos
casiigaese palmas douradas, dous ricas ornamen-
tos com todos os pertences da aiva?, saogoinhos,
amictoj etc., sendo nm ios < mmenlos birdado a
ouro fluo, urna estanlH e um calix de prata : diri-
4-se a ra da Aurora n. 36, quj achara' com
quem tratar.
Aviso
O abaixo auigaado faz scienle ao respeitavel pu-
blico e especialmente ao corpo do cora merejo, que
admtlio como socio era seu estabelecimento oo-po-
voado dos Mentes, o Sr. Luiz Anlonio Harllns Bra-
ga principiando esla sociedade em 1 de malo pr-
ximo passado gyrando a lirma sebre a razo de Ma-
gilnats & Braga.
Montes, 1 de junho de 1868.
Jc.- Gjoc^IvcS da Mjgalh.ies.
Licoes de grammatica na-
cin il, principios dccallujr*
phia, elementos de arithmetica,
ge.oqfaphia e historia, apphea-
veis a qualquer fim, cuja resul-
tado se garante pelo methodot e
aturado empenho; na fallen
cia total daquelle, nao have-
r estipendio; a' ru% da Con~
cgdo n. 12, como em casas
particulares.
lu^a-se
a casa terrea da e n. 41: propria para qualquer e:tabelecimeot : a
tratar na ruadaCadi n. 4.
O Sr. Mmoel Claudio da Silva Gnsmo
tem orna encommeada na ra da ftnperatriz
d. fO loja doPavao,
Quem livai achado dois pares de brincos err-
brulhados em um papel, sende un de pedras pre-
as. com pingantes e oulro de aventureira. e qol-
zer reslitai-los, .q,ueira annnociar, q u sera' em-
balsado da despeza e mu'to bem recompensado.
Attenclo
Precisa-se de ama ama de leile, parda oo bran-
ca; a' roa do Rangel n. 53;______________
Irmandade dSantissimo Sa-
cramento da Boa-Vista.
Em vrtude do despacho s do lllm. Sr. Dr. Jan
provedor de capillas, datado de boje sao nova-
menta convidados todos os nossos charisissimos r-
meos, para comparecerera no domingo vinJoaro, 7
do crreme mez as 10 boras do dia, no consistira
da igreja matriz, para reunid em mesa geral, ele-
gerem a nova mesa regedora, qo? tem de fuaceiO"
bar no anno compromissal de (858 a SS9- -
Consistorio 1 de jun.Uo de 18.6&.
M"' crivo
~'^ ig^V" ^tola Cardos [
.j assigoado, toado de retirar
Precisase aluaar nm plano de mel a/marla;
na roa Nova n. 46, v andar. -
' PAcfsase ae ama ama lfvre a^ fr^sr-ri*
saiba eollohar e Hzer oompru; m -'?.* J1.0,6
ro de 13 a 15 annos com i grla B ti oq 8,0 Destlao qt |T. BI n Ale'
-r ma raiirin;-|q -,og(Qrelr,, de bom eom
me par
tneimo .trnfHn U)i.
i J|r, flirl| casa o. 4 o travesa do ontelM.
a Earopa, agradeco ao Illm. Sr
1 ^ Jos do Carvalao, estabelecido com
taberna as Cinco Ponas n. 66, a delicadeza
com que me tratou dorante o tempo em
que estivo de caxeiro em sua casa, e por
ser pessoa digoa de todo o elogio, e n5o po-
der deixar de agridecer-lbe,*Tecorro a este
meio para fazer constar a miaba gralido.
Manoel Jos da Costa "Pacheco.
-flfiZr
'
i


W M* Mu* 4 te Ju* 4c 868.
_
x
A mais importante do norte do imperio
MAtfOEL & C.
J Ui4a Nova D. 23.PERNAMBUCO=Rua do Cabug n. 8.
-flii
Avisam ao respeiUvel publico e particularmente aos Srs. logUlas e fabricantes de
chapeos de sol, qae a ua fabrica est montada e provida para sa tisfazer a qualquer ped-
" do que desejarem fazer-lhe, pelo que tem sempre um completo sortimentos de objec-
los tabricados, assim como um de aviarneutos para fabrico dos mesmos.
RELOJOARU E BIJODTEBIA
49 ru d Cadeia do Recife 49
E. AUGUSTO delolthe;
O dono deste estabelecimento participa a seus freguezes e amigos que
mudoa sua loja de relojoeiro da ra Nova n. 30 para a ra da Cadeia do Re-
cife o. 49, aonde se eucontratao sempre um grande sortimento de relogios
de algibeira de ouro e prata dourada, saissos e Dglezes, como tambero de
parede dos melhores fabricantes; grande sorlimento de obras de ouro para
senhoras, cadeias, pulseiras, aunis, alQnetes, etc- dos melbores gostos por
preco oiuito em conta. Na .mesma casa fazem-se concerlos por prego ra-
zoavel. '
DEYENEZA
*
Sob urna l'rma lmpida c agradare), este medica-
memo rene a quina, qne o tnico por excellcncia,
e o ferro, um dos principaes elementos do sangue. E'
adoptado pelos mdicos mais dislinclos de Pars, para
curar as cores paludas, facilita/ o desenvolvimento
das meninas c restituir ao corpo os seus principios
alterados ou perdidos. Faz rpidamente desapparecer
as dores d'estomago intoleravcis suscitadas pela ane-
mia ou pela leucor rhea, s quaes as sen lio ras esto
tantas vezes sujeitas, rcgularisae facilitaa menstruaco,
o receilado com successo s criancas paludas, lym-
phaiicas ou escrofulosas. Emfim, exeila o appeic,
favorece a digeslao, e convem a todas as pessoas cujo
sangue est empobrecido pelo irabalho, pelas moles-
tias, as convalescencas longas ou difliceis. Os bons
resultados nunca se fazem esperar.
Deposito cm Pernambuco, em casa de Maurer e O*.
x@mg&m>
Approvacao
da academia
de medecina
de Pars.
Phnrmaceuli:o
laureado
da academia
de medecina.
As preparacoes ferruginosas liquidas tem desde muitos annos merecido a approvaco
especial dos mdicos, porque ellas obrSo mais rpido e seguramenic do que as pilulas, c
sao mais fcilmente toleradas pelos docnles. Os Pos ferro-manganicos possuem a inappre-
ciavel vantagem de poder offereccr n'um instante urna agua ferruginosa gazcosa, de gosio
agradavel, mais activa do que hs aguas mineracs, c contendo de mais um elemento precioso,
o Manganeso, que sempre se acha no sangue, juuctamenlc com o ferro. Empregao-se cm
todas as molestias que tem por causa o empobrccimcnio do sangue, assim como para vigorar
os temperamentos debis e lyniphalicos. A chlorose, as Perdas brancas, dures d'estomaijo,
a irregularidade da menstruaco c amenorrha ou snppressfio do menstruo, cedem rpida-
mente a seu emprego. Devenios mencionar aqu um faci nolavel, isto que os doeutes cura-
dos pela agua preparada com estes pos eslo muito menos exposlos a recadas do que
aquellos que foro tratados pelas preparagoes ferruginosas ordinarias.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer e C".
15ra da Imperatriz15.
Alea do maior e mais variado sortimento dos escoltados gneros directa-
mente recetado pelos ltimos vapores:
Queijos flamegos
Ditos pratos
Amenas preparadas em latas e caixinhas,
Tudo pelos como ios'presos como abao se v:
Ancoretas com aiettoDas a 800 rs,
Caixas com qu&renta cartas de traques a OfJoOO.
Latas com 2 libras de peoegos a 800 rs. a lata.
Litas com 2 libras de ostras a 800 rs. a lata.
Frascos com boa conserva a 800 rs. a lata.
Vellas de espermacete a 850 rs. a libra.
Vellas de carnauba e oomposicSo a 440 a libra
Tapioca do Maralo a 200 rs. a libra.
Gomma de milbo pecte a 500 rs.
Araruta a 800 rs. a fibra.
Gomma a 200 rs. a libra.
Boiaxinbas, biscoitos de n. 1 a 5 a 14,460O e 3500 a lata,
Copos de ciy.-tal para agua a 54 a duziat
Garrafas de crystal ^roprias para vinbo a 63 o par.
Latas com boiaxinbas Principe Alberto i600 rs
Mantoiga ingleza or a 14200, 1(5*6 800 rs. a libra.
Ditas para tempero a 320 rs. a libra.
Charutos de todas as marcas, que s avista terSo precos.
Serveja Buju em botijas e garrafas, dillereutes marcas, s avista tero preco.
Vinbos engarrafados de todas as marcas e qualidades.
Vinho Moscatel proprio para as excellentissimas senboras, a 600 rs. a garrafa.
Doce de goiaba em latas e caixes de differentes tamanbos e qualidades a
14500, 24 e 500 rs.
Figos o passas em caixas, quartas e meias.
Potes com sal refinado a 400 rs.
Mostarda franceza e ingleza a 800 rs. o frasco.
Garrafas com ver mente a 14500.
Duzia de cognac a 84000 rs. e garrafa a 800 rs.
Arroz do MaranWo a 44000 a arroba e 140 rs. a libra.
Presunto ioglez para fiambre a 14 a libra e o portuguez de barris a 500 rs.
Litria, macarrao e talharim a 560 e 640 rs. a libra.
Tijoilo para facas a 160 rs.
Caf de primeira qaalidade a 8JIO0O e 7<50OO a arroba e a libra a 280
240 res.
Sabio mas6a em caixas para os meus collegas a 220 rs. a libra.
Massa verdadeira; todo o collega que precisar de maior quantidade de cinco
caixas avisar tres das antes.
Gb temos de todas as qualidades.
Graixa em latas a 14 a duzia e a 120 rs. a lata.
Farello em saccas a 64 e 34300.
Vinagre branco engarrafado a 400 rs. a garrafa.
Latas com marmelada a cOO, 14200 e IOCO rs,
Baiaios para compras e costureiras.
Guardas roopas por todos os precos.
1 "'
W
-m*-
ti

CATARRHOS
PASTIEHAS PFJKRAS
sueco deALFACE
E LOJIRQ GEREilO
IRRITAQOES
DO PEITO
E' este o mais novo e delicioso confeito al agora conliccido. Por isto tem adquirido r-
pidamente a popularidade de que goza. Os mdicos os mais dislinclos o aconsclho contra
00 loaooa, lUfiuxoo, catorrltos, tusses convulsas, cr.tarrhos epidmicos, irritacSes do peilo. Com
grande empenhoo procurao asmaos de familia, assim para ellas como para as enancas, pois
primeiro que tudo c inoffensivo, e as suas propriedades adocanlcs nao deixo nada a desejar.
Deposito em Pcmambuco, em casa de Maurer e c*.
.1 pprovaro
da academia
de medeciua
de Pars
ara !
SMiimAs
KTOKFEmo.jfA\
MBlWbuBIII&SON
Pliaroiaceulico
laureada
da
academia
0 tratamento das affeccoeschloroticas, lymphalicas ou escropliulosas sempre lentis-
simo, e multas vezes essas molestias rcsislem s preparacoes ferruginosas ordinarias. As
indagacocs fetas pelos professores Hannon de Bruxellas, Gensoul e Petrequin de Lv5o e
Berzelius e Trousscau de Pars, tem provado que a causa d'essa persistencia era a completa
ausencia do Manganese, elemento que sempre deve-se achar no sangue junclamente com
o Ierro. Estas pilulas supprem, pois, na therapctica urna falta importante, e por este
motivo ellas tem merecido a approvacao da Academia de Medecina e das principaes socie-
dades medicas. Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer e C
N. 2 D p N. 2 D,
CORJLCAO DB OVRO. ^fe
ERNESTO & LEOPOLDO
A lojan. 2 D intitulada Coraco de Oaro na ra do Cabug, acha-se d'ora em diante offerecen-
do ao respeitavel publico.com especializada as pessoas que bonram a moda, os objectos do ultimo gos-
a d1 b'Qr m6m Pr C6nt0 d qn, eai oalr* ^aal^Qer ,arte' fiafaniindo-se a qaalidade a a so-
0 respeitavel publico, avaliando o desejo qm deve t*r os propriotarios de um novo estabelecimen-
.0 que quer progresso em seu cegocio, deve ebegar immedlaUmente ao coracao de ouro a comprar
apeu com parteaos brilbantes, esmeraldas, rubias e peroias, verdadeiras eai agarras moderuas, pek
uamiDto proco de 10, brincos modernos do odro e coral para menina pelo preco de 3, maracas de
prata cem cabos de mart5m a madreperala, obra ouroj voltis de ouro com a competente cruMcna ricamente enfeitada pelo'pequeo preco de 123, brin-
cos de um trabatt perfeito por nm mdico praco, cassoletas, traneelins, pulceiras alflnetes para ra-
ratos, e outros modelos tudo de alio jqs:o ; ineis proprios para botar cabello a Arma, dito para casa-
ment. i\o artigo.rosetas tem o Coracao da Ouro um completo e bem varido sortimento de diverso;
jtus.os, buies para punhos com diaraant lor ja pelo gosto do desando, brincos de forma da delicada moslnba de moja com pingante contendo
esmeraldas, rnbins, brilbantes, pardas, o gesto sublima, alfinete para gravata no mesmo gosto,Telo-
?ios para sencora cravados de pedras preciosas, daos para homom, diversas obras da brilbantes de
Tmi.r gesto, crusmhasde rabir.s, esmeralda?, parolas a brilbantes, aonais cora letras, cacoletas de
ry>i3i e ouro descr-berta para retraa (a tsgleza) brincos de franja, aitos a imperatrix toda a qual-
quer jola, para se col car retratos e c^rss de cebe lio, a outros muios ebjectos que os pretendeates en-
oouraraa no Loracio de Ouro qne se conserva cum toda a amabilidade aos concorrentes duirande-
>e 00 aqu mencion;r precos ta certos chiectos peraue (desculpem a maneira de fallar) dizendo-sa os
1 preces ja.ver aigueo faca mo juizo da obra, per ser tio diminuta quantia a vista do sen valor.
' .a. Ja mesn5a 'Ja compra-se, a troca-se ouro, prata e pedras preciosas, a tambara recebase concer-
s, por menos do que em oatra qualquer parte, a dao-se obras a amostra com penner, coaservando-se
o Coracao de Ouro atoarlo at as 8 oras da noile. _
r.t MQn*l(iner pesfoa que se dirigir ao Coiacao de Ouro nao se podara' engaar cero a casa, pois
nora se ua soa rrente um coraco pendnrado pintado deamareo, aiem de ontro qu8 se nota em om
ioimj (isto m advert em consequeccia de tereio ja' alenmas cesso2s encanado cem outra casa-
UAiAnrUL^LJJJJ,
Precisase de orna que saiba bm cosiuhar e en-
gemcoar, sendo morigerada e de boa c ndneta psra
casa do familia : na ra ta Cadeia do Recife
E. iO.
PfiTE0DQTERgOHI2
A abaixo asonada communica ao respeitavel
corto do ccmmercio, e a quem mais interessar
posfa; qoa lera encarr.-gado da liquidado da casa
commereial de seu finado marido Antonio de Al-
rr.eida Gomes, ao Sr. Joaqaim Gerardo de Bastos,
I DitrtSsdo que era na tcesma casa, o qual se acba
j munidn ds proeur;?o bastante para esse fim, e
I ca cooformtdae delia prsticara' ludes os actos a
resuelto.
Pcrnsmbuco, 20 de maio de 18t>8.
____________Mara Franci'ca de Almeida Gomes
Joaqaim Gerardo deBistosscientica ao res"
peitavel corpo do commercia e 30 publico em ge-
ral, que tero esiabelecido nesta praga urna casa
cada aos mesmos ramos de cummerci em que se
eccopava o fallecido,- em coja casa era inleressado
desde tfio.
Canos de louc vidrados de urna pelegada
para cima, al quanias quizerem, coiovellof, COffiffiercal em 5UCCesso a. di) ,
corvas, forqu.lbas e umblgO para esgoto das ,,0 negociante Antento de AlmeidV Gomes!S-
aguas pluviaes, teluas proprias ais canos,
jarros vidrados para flores, com srgolas e
carrancas, assim como jarras de todo o tama-
ribo para muito boa agua crystaiina, pois sao
feitas ja' para depo.-ito e ja' para sala; e um
variavel sortimento de loucji tudo isto da fa-
bricando Barbalbo.
Canos de lOpolegadas a
Ditos de 6 .....
Ditos de 4 ......
Ditos de 3 ......
Ditos de 2 ......
Ditos de 1 >......
Ditos de 6 sem vidro...'
Ditos de 4 > ....
Ditos de 2 > ....
Todo a escolber do melhor.
4000
3fiG00
15600
1,5500
1(5000
800
1^200
800
'ASTA e XAROPE d NAF it ARABIA
DE DELANGRENIER
Seo os 'micos peitoras approrados pelos provi-
sores da Facultad de Medicina de Frunca, por
50 Mdicos dos Ho pitaes de Parit, os quaes certi-
ficario tanto a sua superioridade sobre todos os
outros Hjitoraes como sua poderosa efTicacia contra
os Deflexo, trl|,n. Irrl(a?ca e as Aflfol-
;* do pella o da garganta.
RACAHOT DES RABES
^^ BE DEI.ANSBEKIEB
L'rco j.Lr"Dto approvado pela Academia de lle-
dlcj.na d Pari.' ?*' festabelece as pessoas qne
offrem de Enams. e do Sitettaoj| fort-
teee as criancas e as pe''V-d*buiud?s' *iem
aiaso em rirtnde de sua propleak; \*"*lf?e?
tie o mllior preserratTO das Febrea Z-
e yphoae.
Cada frasco e cada eiixioh deatas preparacSe
Vttmo sempre o sello e a firma Delangrenier, ra
WtkiMa, 2, era Paria (Cuidado eom as falsiflcapees).
|npositarios em toda* ai pharmaciat do Brstil.
fiecis se alHar i.ma preu escrava para
casa de pooca familia : na ra Nova n. 12.
Fraucisco dos Santos Moreira, subdito porto-
gaez, mirase para (ora da provincia.
Jos Francisco do Reg Mello declara ao
corpo do commercio que o son caixeiro Hermino
Fracklin da Costa e S, reliroo-se de sua casa
desde o da 2 de malo; previnese a todas as pes
soas que sao devedoras a casa que nao paguem
conta alguma ou vales ao mesmo.
kau nesta cidade e com ca?a de negocio na villa de Ga-
rantios, nada deve a pessoa alpoma, se algoero
se jotgar sea credrr por qoslquer titulo ou letra,
pode annunciar poresie Diario e dirjase a'
Gamboa do Caimo n. 10 ende aura o anouneianle,
aflm de ser p3go iamediatamenie.
Precisa-se alogar urna ama para o ser-
vico oteroo-de urna casa de pouca familia;
paga-sebem: na ra d'Aurora n. 881.
andar._______ ______-
CfferST
Urna senbora offerece-se para trabalbar em coi-
toras, em casa de qnalqutr nudista : qnt-m ore
fndpr, dinia se a' roa das Cifrlas n. 16.
^1^ %. WWAMAIV
HA MOVA FABRICA
DE
Manoel Moreira de Sonza
45Rua I\oya4S
Neste novo estabeleclmenlo ha um completo sortimento de chapeos para hornea, senhoras
e meninos, e vendem-se por precos rasoaveis. '
Aviso aos fumantes de
bom gosto
[ Acaba de chegar om sortimento cem-
\ pelo de charutos finos de Havaoa aos
(preco de ii& a 42 a caixiobi do 100:
roa da Crux o. SS.
s
A veada
** pbaraacia de P. Macrer i
o C, em Fersamou
m.
nbyntiios do Uear
Chegaram J ta\i Sr6!f2 ** fronbas de iar,yriJ,0-d*l.eoi u^aalioa pr>
prios para aaivos, aisib, com Dfilfsimo lencos do
nesmo libyrintbo com linou? deenhos, cojos ob
jecioa se Ttodtm ai)i baratp* .l, Q m Q11'-
qor pai(.
16.Ba da Cruz16.
Ha diariamente neste estabelecimento um sortimento de doces para cb. Pes-
de-l, bolos inglezes, podios, pastis de differentes qualidades, fiambre etc.
Aovas conservas e Hcerest a|na de rosas e de flor de laraBgftiras,
vinhos hoyos e mullos ontros gererso de moihados
Para S. Joan.
Differentes trabalhos de assocar; amendoas confeitadas e papis para sorles.
Recebem-se encommendas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
jantares, bailes, baptisados e casameotos, havendo para isso enfeijes anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armaco como sem ellas,pes-de-l e outros bollos differentes en-
eitados sendo o de cor fetta com assucar.
O dono deste estabelecimento tem resokido substituir as bandejas as armaces
de papelo e folha, por armares de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, serao as encommendas bem acondicionadas.
Neste estabelecimento compra-se pevide de me'aocia (milo);
AR3AZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA N. 7.
PERffAJIJBUCO
Continua a cherar de Pars a este estabeleci-
mento bom sorttmeuto de calcadotscolbldo dos me-
lbores fabricantes dsquella grande praca, assim
como graode variedad de qoloqolbaria e de no-
vo brlnqoedos para criancas, cojos arllgos se
acbam ezpoitos a eseolba e vootade dos compra-
dores, como sejam os qoe paseamos a menciooar
e ootros moitos os quaes se vendem com diminu-
tos lucros.
Bolinas para senhoras
setim, daraqce branco, pretas e de edrts.
Colinas para niuiuas
doraqoe braoco, preas e de ooiras maitas c6res
Luvas de pellica
brancas, pretas e de lindas cores da moda, Jonvin
verdadeiro, viadas por iodos os vapores.
Lovaa de seda
brancas, pretas e de ootras corea.
Luas de lio da Escossia
muito boas, brancas e de cores.
Luyas de eaaarea
finas, propnas para mentara.
Obras de are bom
brincos de ooro de lei para senhoras e meninas,
pulseiras, boides de punbos e de abertura, trnce-
nos, correles e chaves de relogios.
Botinas para hornera
lastre, bezerro, cordavio, e de outras quali-
dades.
Boiiuas para meninos
de diversos modelos e qualidades.
Perfumaras
fios extracto?, bao has, leos, pos de arroz, agua
de cologne, agua florida, sabonetes, etc.
Leques
sndalo, Jacaranda e de nutras qualidades.
Chapelinas
para senboras a' ultima moda de Pars.
Fspelhos donrados
de differentes tamanbos, e boas para salas.
Albuns
de velludo e de marrequim para retratos.
Bolsinhas e eestinbas
de seda e de velludo para meninas a' passelo.
Objectos de phanlasia
muito bellos para loilets.
Coques modernos
des melbores gosios da ultm a moda.
Sapatos de lustro
com sallo, para senboras e para bomens.
Sapatos de borracha
para bomens, senhoras e meninos.
Sapatos de la pee
de multas qualidades de tranca de Lisboa para e-
meos, senboras n meninos.
Sapale8 de invern
bezerro taxiados para bomens e meninos.
Botas rnssianas
meias botas, pemeiras e meias perneirs.
Chitles
de muilas qualidades para passelos e viagens.
Halas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Meias
para homens, senboras e meninos.
Pentes
de desembaracar, ditos da travessa, ditos para
barba, e muito fios de maifico para caspas.
Escoras
para fado, para den/es, para cabello e para unnas.
Bengalas
de muios modelos para bomens e meninos.
Confeito franeez
caixlnbas com doce confeiudo para presente.
Papel -, rrendado
para enfeitar bandeljas de bolo e de doce.
Rico presente
importantes beDgaias de canoa verdadeira, com os
mais delicados castoes de marflm.
Lunetas
da tartaruga, de ajo e de huala.
Oeulos
de prata deurada, de ac e de bfalo.
/, Grvalas
de seda multo boa, preas e de cores.
Noras earleirinhas
de liadas gestos para dinbeiro.
Bonitas pjnteiras
de espuma para fumar-ss charutos e cigarros.
Cbaruteiras
bellas cbaruteiras e cigarreiras de palha.
Cachimbos
de varios mdelos, baratos em duzias.
Venciianas
transparenles com paysagecs para janellas.
Gaiolas de rame;
de differeD'es rrod-los para passaohos.
Globos para iiluminaco
PAH1 FAMILIAS
Grande Raiar, roa Nava 20 e 22.
Acaba de chegar a este estabelecimento
grande porc3o de machinas para costuNS>
do autor Wheeier Wilsoo, approvadas na
ultima exposif3o de Paris, as quaes cosem
com doos pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser lo soave o movimento.
que qoalquer crianca de cito annos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entreteni-
meoto, levar vantagem ao servico diario de
trinta eos ureiras. A coroprehens5o sim-
ples, pois em um quarto de hora se fica se-
nhor do movimento da machina, tendo a
mesma a propriedade de fazer as segointes-
costuras: pospontar, embinhar, franzir,
marcar e bordar, como apresentam os dese-
nhos que acompanham as Os proprieta-
rios do estabelecimento se ecarregam de
mandar ensinar n'esta cidade, e garanten,
entregar o importe dispendido ao compra-
dor, no caso de nao trabalbar com perfeic3o
a machina vendida. n3o tendo, porm, sof-
frido ella alguma avaria. Ha tambem no
mesmo estabelecimento machinas do autor
Grower Baker, de trabalho simplesmente
m3o. e ontras com movimento dos ps ;
e mxime todos os pertences dafmesmas
machinasj para vender avnlso.
Joaquim Jos~Goncalves
po
RA DO TRAPICHE N. 17, 1." ANDAR..
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Miado, em Braga, e sobre os segain-
tes lagares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valeria.
Guimates.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lime.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalieo.
Lamego.
Lagos.
Cevilba.
Vassal (Valpassos).
Siirandella.
Beja.
Barcellos.

LOJA
I)
.\
DE
\
DB
Vctor Grandn
40 Roa da i adeia do Kecife N. 4i>
O proprielarlo deste estabeleci-
mento, premiada com a med2lha
da expoMco ooiversal e Paria
no auno de 18H5, tem expoito a
venda mi sua toja, um grande
sortimento de r>-iogios para algi-
beira como septo : de ouro a
praia, sendo des melbores fabricantes, de paten-
tes icglezcs, suissos e orisoniaes. Tambem tem
urna grande qcautidadc de relogios para parede,
e que baloto horas, ditos para embarcares e para
lindos globos de papel de cores para iiluminaco.! c'ma de ne**, todos estes relogios s3 dos mais
Auat-jour bonitos model s. O mesmo*concorta relogios da
NORTHERN ASSURANCE ROMPANY EM LONDRES
CAPITAL. II BU AS 9.000,000
ATORISADA NESTA PRACA
POR
DECRETO IMPERIAL
A companhia 3cima mencionada toma seguros contra foco em Edificios, Mer
cadorias e Mobilia por seos Agentes
niIXS MJkVUAM & c.
para ctndielros e para lanternas de pians.
Oleados para mesa
de muito boa qnalidade e novos padroes.
Slolduras donradas
de larguras scrtidas para quadro.
Estampas
de paysagens.cdades, santos e figuras.
Esterescopos
com inleressantes visias esculhidls.
Accordeons
e concertinas de todos os tamanbos.
Cosmoramas
cem as mais pillorescas visias da Europa.
lealejos
pequeos e grandes, de quatro e seis pecas de
msica.
Jogos
de domii e outros mullos differentes.
Ceslinhas
de palha para meninas de escola.
Argelas de marfin
para facilitar sabir os dentes das criancas sem
soffrerem Incommodos.
Toucas e sapaliohss
de la, multo bem feitos, para crianca.
Carriabos
de quatro redas para eoDdozir criancas.
Bonecas
da todas as qualidades e tamanbos para meninas,
e ootros moitos brinquedos proprios para crianzas
de 1 a 10 annos.
Attenco
Nao sendo posslvel mencionarse aqui todas as
qualidades da calcado, nem todos os irtigos de
quioquilharias, e muito menos da graode variedad
de nuvos brinqoedos, pe-'e-se ao publico uro passeio
a este estaba ecimento, ctrlo de qae encontrario
bastante paciencia para bem escolberem o qoe de-
sejarem comprar, a preces baratsimos, em virio-
de de baver em. todcs estes ari gos grande quanll-
dade, e terem sido comprados mesmo na Europa
pelo dono do dito estabelecimento, armaiem do va-
por franeez, ra Nova n 7.
Cosinheira.
Precisa se da orna boa cosfobelra para orna ca-
sa estraogeira, Drefere-se escrava ; a tratar na rea
da Cadeia o. 18.
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bem concerta chronometros de algibeira e marti-
mos : receba secrpre por toios os vapores, um
completo sortimento de correles e mncelins,
sendo tudo do ouro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objtclos de bijon-
tera djs mais bjoitos e modernas gostos.
C< ntemplado naToraf da~provlncla dTBania
na lista do terceiro anno actual da Facoldade de
Direlto desta cidade, do mesmo modo que ja' o ful
na do segondo, entreunto que son a me orgnlbo
da ser Parahybano, nodevo pjis consentir que
por mais lempo cale em mea espirito semelbaole
engao. Peco por tanto ao Sr. Dr. secrelario da
mesma Faculade qoe. verificado aquella engao.
como fcilmente pode e deve se-lo, previna que'
nao seja elle de novo reproduiido, pelo qoe Ihe
serei sobremaaeira grato, assim como aos Srs.
redactores pela promota publicidade, que Ibes re-
commen lo destas Recife 1 de juDbo de 1868.
Joao Lins de Attmqoerqoe.
Alagase o segundo e terceiro andar do so
brado n. S da roa Imperial: a tratar no mesmo
sobrado.
4 C1G4NA
Livro novo para entretenimento as noites da
Santo Antonio, S. Pedro a S.Joao, 1 volume de 125
pagiuas impresso em Franca.
Ks. ljJOOO.
Mrraria Franceza.
9RA DO GRESPO-9
Trocam se
6 maior nnlbani de Pernambuco
acha se a venda no Corajo de Ooro o.
i D. roa do Caboga.
Precisa-se de nm caixeiro eom pralica de
calcado ou mesmo sem ella : na roa do Llvramen-
to n.23.________________
- O Sr. Dr. Francisco Cornelio da Fon-
seca Lima tem urna car a oa ra da Impe-
ratrfz o-. 80 loja do Piv3o,
as notas do banco do Brasil e das calas Alise*
dom descont muito rasoavel na praca da leda
oendencia n. 22.
-------------------
Rendissaiice
Fabrica de mobilias, carvalbo, sculpta-
do em Berlim.
Agfncla.16 Praca do commercio, (roa do Tra-
piche) no escriptono da Tbeod Cbrisliansen.
Em casa de Theod. ChnsUansen, ra do
Trapiche n. 16, eucontra-se effeclvameole todas
as qualidades de vinbo Boreaux, Bourgogne e do
Rheno. '
" Aluga-se a casa o. 5 da roa do Caes de De-
teucao a belra do rio e ao norte do gaxometro, com
commodo para familia : a tratar no mesmo logar.
"_ precisa se de um caixeiro de dez a dote an-
das da Idade que seja brasiieiro : no pateo de S.
Pedro, faoriea da charolo* n. 2.
Precisa-se de um homem dei rflade,
qoe entenda.de escripia e pe Se srfjeite ao
balcSo de nm estabelecimento fora da ca-
pital: a fallar na ra da Cadeia do-Recito
n. 40. primeiro andar. _______
w Offerece-se para censor ca porteiro
de algum collegio, orna pessoa com as no*
cetarias hab.liacSes : a tratar do pateo da
/SanU Ctw o. ^sobrado.

IllGlVEl
I
Irmandade de Nossa Senhra
da Soledade
Pelo presente slo convidados todos os Irmos
desla h-mandade a se reonirem ai mesa geral no
consistorio da igreja pelas 5 boraa da tarde do da
i do cor rente aflm de se proceder a eleteao de- a a
noearlo, a eo|a vaga den logar o falleeimento de
nm dos mesarlos da actual mesa regedori.
Consistorio da inundada da Nossa Senbora da
oledadt1, i de jnnho de 1868. *^
O werlvo,
V. da M. Mello.

i


Marte Peruabaei QaL-ta letra 4 de Jnaho e 868.
_
Ayer.
Chimamos de novo a ltenlo do publi-
co /ciato dar este remedio iaevitavel, co-
nhecic o per toda parte pelo nome de ex-
tracto comparto da Misa parr Iba do Dr.
Ay er; este nome fbi-lhe dado, nSo por se
asalsa seugredi lente principal, mas porr
que ente nome oralmente conuecido e di
orna a clara do medreameoto e os seas
usos.
A raz da salsaparrilba dos tpicos co-
l| I LI I, .1
X
frente o nome do remedio e descripcSo do
sea aso na lingua portoguoza
mats certo e mais prompto que podem en-
contrar para a cara de qualquer symptoma
oa principio desta terrivel molestia; bem
como todos os males qoe podem conduzir
a ella, como tosses, resfriados, defluxos,
dor de garganta e de bronchites; qualquer
rouquidSo deveser tratada immediatamente.
A experiencia raostra que o peitoral de
cereja do Dr. Ayer cara todos estes padeci-
mentos qaasi sem excepc5o, e raro o lu-
nhecida como am dos memores alterantes gar, nos paires onde contiendo, q;;e n3o
qoe possuimos, porem os mdicos todos sa-
bem c;ne ha oolros t5o bons como ella, e
que ein combioacao com a salsa sao nruito
mais (ifflcazes do que qualquer droga pode
ser por si s ; portento, este composto de
salsa, tatuca, stilliagia, madragora, etc.,
Sossuu moito mais poder sobre as eaermi-
ides do qoe qualquer dessas drogas s.
E' preciso notar que nao urna prepa-
rado secreta, pois a frmala de saa prepa-
lenha numerosos exemplos de caras feitas
por elle.
Deve-se recasar todo e qaalqaer frasco
qoe for offerecido com rotlo ero ioglez o
que nao teaha impresso em am dos lado
do rotlo o nome do agente geral para o
imperio do Brasil.
Uoico deposito roa Direita n, 15.
Vende-se as casas de P. Ylaurer C
M. Alves Barbosa, A. Cahors, Joo da Con-
9Ll!?. s-d;l?.IC^a ___5? _ve!.s..e i ceicSo Bravo o de Wtholome & C e em to
das as principaes boticas e drogaras.
Aloga-se o andar do sobrado n. 55 da roa
das Agaas-Vrrde, d lJOOO rneosaes, a a casa
terrea n. 26 da roa do Forte de 229000: a tratar
na rut do Crespo a. 15, escriptorlo. _________
SEGUROS
MARTIMOS
COXTRA FOGOl
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta praca, toma segaros martimos sobre
navios e seas carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
roa do Vieario n. 4, pavimento terreo.
Na praca a ludepeodenoia o. 3 ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
tambem se faz qualquer obra de encommenda i
oda e qualquer concert. ____________
S?'Riei Power Johuston & (iontpanhii
Ra daSenzala Nova n, 42.
AGBNCIA D
Fisdi^Sode Low Koor.
Machinas a v?por de 4 e 6 cavallos,
Moendas e meias moendas para engenbo
Tinas de ferro coado e batido para ente-
cho,
irreios carro para am e doas cavalloi.
lelogios de oro patente ingex.
irados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores a ditos.
VI--chinas de costura. ___________
Aluga se
ora expeliente fscriptorio com rallo accmo-6 o
modacfrs : na rea eslreit do Rosario 31;_____
Precisa se de urna ama para servico de roa
e casa.: no pato do Tercn d. 1, taberna.
submettida s juntas de hygiene publica,
mostreado exactamente as drogas que en
tram na soa composiclo e o sea medus fa-
ciendi. A grande vantagem de remedios
desta qualidade fcilmente percebida ; o
medico sabe exactamente o qoe est recei-
lando e os resultados que se devem espe-
rar, e o doeote sabe o que est lomando, o
qqe nao acontece com a maior parte dos es-
pecficos que por ahi se apregoam ; no era-
prego de preparares medicinaes como as
que o doutor confecciona, evita-se ura sem
numero de males que resultara do uso de
remedios secretos que tem qaasi sempre
por base alguma droga perigosa, amo seje
mercurio, arsnico, etc.
O extracto composto de salsaparrilha do
Dr. Ayer especialmente efficaz na cura das
molestias que tem sua origem na escrfula,
na infctcoao syphiliiica em'todas as suas for-
mas, rJceras, chagas, mal do ligado, dar-
thros, empingens, sarna, comicuoes, tumo-
res, raeumatismo, pstulas, e toda qoaii-
dade de erupces, etc., e em qualquer im-
pureza do sangne, pois opera directamente
sobre o saegue e zs secreces, poriheando-
os e expulsando o veneno, e livrando-os da
accao viciada inspira-lhes novo vigor e no-
vas torcas.
SALSAPARRILHA DE AYER
, sem duvida, o mais poderoso renovador
do sanguo, conhecida a medicina, pois o
onico remedio d que se tem tirado vartta-
$ens permanentes no tratamento de syphilis
e escrofola.
De todas as molestias que affigem o ho-
rnero, lalvez na*o haja ulia erue infunda tan-
to terror, nena nma qoe seja tao inexoravel
e horrorosa dos seus estragos como a sy-
philis, mal-syphililico ou mal venreo.
E' piovavel que esta molestia tenba exis-
tido desde os lempos mais remotos da his-
toria, entre os judeu3, grogos e romanos,
porem alguns -aotores pensara que fui in-
troduzida na Europa da America depois de
Coiombo.; porem ha provas positivas do
contrario.
Segando Valerios, a calvicie e as ulceras
na cara de Tiberius, de que falla Tcito, fo-
ram causadas pela syphilis. Ha prava po-
sitiva pue existi 800 anuos pelo menos an-
tes de Coiombo.
G. de Salicito diz que existi em MillSo
em 1209.
Petros de Argelato falte della na folonha
em 1470, e Hypocraes e Cleso pem ra
de duvida sua antiguidaete ; porem certo
que boje existe em todo o muodo, e que
mais de em terco do genero huroaeo solire
della.
E' impossivel achar outra molestia que
de tal raaneira affecte toda a ccouomia e
que *ppareca seb tantas forma?, e ataque
o homem de-tantas maieiras diversas.
A,syphilis primaria acuito confiecida,
porem a secundaria ou constitucional toma
formas differentes que o primeiro sympto-
ma deve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os symjitomas premonitorios mais cora-
muns sao: languidez, abaltmento moral e
pbysico, falta de appetiie, insomnia, olbos
pesados, dores rheuiaaticas, particularmen-
te de noute, pallidez, tonteiras de cabeca,
magreza, dores noclurnas e s vezes peque-
as erupces com febre ; depois vem os
.verdaderos, irritaco na garganta acompa-
tihada de leve febre, dores as jantas,
-queda Jos cabellos erupces, dartbros, tu-
mores qos ossos, cceras, manchas na pello,
dores menos fortes durante o dia, geralmente co-
mecam a angmenlar ao por do sol), surdez,
tumbes malignos, zuuido nos ouvidos.
As erupces sypbihticas sao de muilas
especies, como erupces escamosas, erup-
ces ucerosas, erupces pustulosas e erup-
c5o na qpele da cabega fazendo cahir os
cabellos.
Salsaparrilba do Dr. Ayer.
Para assegurar urna cura permanente es-
te remedio deve see tomado com re^ulari
dade e constancia, observando escropulosa-
mente as dkecces que acompanham cada
frasco em portuguez, e ao mesmo tempo
deve-se evitar excessos de todas as quali-
dades.
Carece tambem especial altencao o
Peitoral de cereja
Do Dr. Ayer
para cura radical e certa de todas as mo-
jestias do peito e gargauta, tosse,.consti
paces, bronchites, asthma, defluxos, rol-
eido, caqeuluc,-e angina e dipheria.
A grande fama que tem grangeado este
remedio devida s admkaveis curas da t-
sica p jlmonar, molesta esta "tao penosa e
fetal em suas coasequencias, que aquelles
4ue o atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel,
eopriBeifo remedio que se applica deve
ser efficaz, pois nao ha tempo de fazer ex-
periwaa. As pessoas atacadas da lisie a,
geralmnte fazem pouco caso de seu mal,
at que seja Urde para cural-o ; nesta,
mais do que m qualquer ootra outra
c^usa, r^m soa origem o predominio exten-
so e fatal ue urna molestia que mostra o
Mus estragdos cora innmeros e assombrosos
casos na estatistica da mortaodade. Por-
tanto o dever de todos procurar o alivio
A* prepar-acoes do Dr. Ayer. s5o prepara-
das 00 especial atenco ao cuma dos tro-
picos, e lem modificaces importantes sobre
as qoe sao feitas para otros paizes.
.'tinto deve-se notar com muito cuida-
dos, pira qoe nao baja engao, qoe os re-
medios; do Dr. Ayer, preparados para
o Bnsil, trazera rotulo e direcc5o mi-
nucios: na lingaa portogueza. Portante
convem notar com muito cuidado que o ro-
tulo ou envoltorio do cadij irasco trcz na
Pastilas americanas
DOUTOR PATERSON
Ce itismatho e Kiagaesia.
Remedio soberano para c/mbater azu., facilitar
a digeetao,'fortificar o estomago, corar os soffri-
meDtos nervosos provenientes de debilidades org-
nicas, etc.
Deposito especial
Pbaroacia e dn grana de'E.nholomPu & C
3tBa larga do Bo ario3i.
'Muas e mtichos
E' esperaba a cada momeito a barca franceaa
\Jsnrd, a Q-u-1 condz 150 malas e machos de mnlio
hoa ra^a, o nretendente poaro dlrigir-se ra
Msica
B Le^ioaa-se por sol fr jo e tocar varios
5 inslrnroeatos, riando-se as licoes das 5 jn
horas da lardeas 9 da norte : a trotar na S
rui Aopusta n. 'AO. H
Wfcsvwnea epplat bo- ^
isieopathtea o Dr. Sa- pj
bi^o O. I/, Pktb.
Acabfi de chegar cha de primeira sorte W
Mj para no das pessoas que -Je trat&m ho- &
sgr aeopaticamente Vende se em pacotes de 2
libra.
Ra NoTa.n..
de Artificio
Da rpoito cccceuada e .iciiga fabrira da wiuva
Rullno da estrada de Jjo de Barros. Como se ap-
proxiaeoj os fstejatos das de Santo Antonio, S.
Joo e S. Pedro, avisamos ao r*'speH*vel poblico
qoe r-xi-te em nosso eMabelecimento om cjmpleto
ortiojfDto de pistolas, rodiobas, craveires ect. etc.,
e qu as encennmendas de laes objectos para a oita
fabrica, sao {rilas uaieamente no armatem da Bola
Atnarrlla no oitao da secretaria da polica.'
Arrenda-se
um sitio em Olinda, com bonitos arvore-
dos, boa agua de beber em urna fonte que
nunca 'ejxou al hojp, grande casa de
morada, com como.odos para numerosa
familia. Os trvoredos crimpoem-se : de
dendeseiros, caj3seiras, pitombeiras, coqoei-
ros, mangueiras, cajoeiros, jambeiros, li-
moeiros, limeiras, pinUeiras, figueiras, sra-
caceiros, goiabeiras, bananelras; caoelleiras,
acafroeiros.maisdec.m ps de larangeiras
de diversas qualidades, um p de louro e
um.de ca:o, boa baixa para capim: a tra-
tar n'esla typo^rapliia.________________
Seguro contra bgo
Antonio Loiz de Oliveira Azevedo C, agentes
Ja compaobia Fidelidad^, estabelecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fego em predio se
mercaderas, em sea escriptorlo ra
ajero 87. _____ _____________
" Na roa Bella n. 40, precisa se de ama ama
para o servijo interno e eiieroo, prefire-se es-
crava.
CASA DA FORTUNA
Aos ijowr
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'roa do Crespo n. 3 e casas docostomi.
O abaizo assigaa4o vendea dos iam mullo feli-
ces bilbetes garantidos da lotera que se acaboo di
eitrahir a beneBclo da Igreja de toasa WNvra
do Goadelupe da cidade da Olinda, os segointes
premios :
N. 1878 am malo com a sorte de 7004000.
E oatras maltas sortea de 100, 40* e JOJ.
Os possaidores podem vir reeeber seas respecti-
vos premios sen os descontos das lela na casa u
Portuos a rna do Crespo n. 23..
Acam-se a venda os da 3* parte da lotera
a beoeOcio da ordem terceira do Carreo do Reci-
te, para fondelo de om bospital (68*), qoe se ex-
tranlra' quinta-feira 4 de junbo vindouro.
freco.
Billhate .... 4*000
Meio......2*000
Em porcio de 100^1 para cima.
Slbete. 3*000
Meio......1*780
__________________Manoel Martina Fioia._
Os abaixo asslgnados partlcipam ao resre'ta-
vel corpo do oommerefo, qoe tem tasto e contra la-
do com o Sr. Francisco Ignacio Lopes, a compra
de saa taberna sita na rna da Concordia n. 62, II-
vre e desembarsgada de qaaesquer debito ; quem
se jalgar com direlto a mesma apresentece-se no
praso de 3 dias, a cootar desta data.
Recite, 3 de janho de 1868.
Jos Aotonio Maeedo Lores.
Custodio Jos de Oliveira.
Criada,
i
Precisase de ama criada para casa de bornea
solt-iro portas adentro, prefere-se portogaeta : ca
roa do Apollo n. 19, 3* andar.
Alexandre da C. C. C. perden o mel bilbete
n. 2956 d loieria qne se ba de extrahir amanbaa,
desta provincia._________________________
0 pithoresco sitio.
Perto da estsco da estrada de ierro oa povoa-
Co dos Afogados, anda esta' para vender se :
qoem pretender falle no mesmo. ___
^s_>
Precisi se de nm feitor de borla e jardim :
Informa-'e na roa estreita do Rosario o. 28._
Da se 60b*00~a jaro sobre bypolbee em
bem de raz: a tratar na ra Augusta o. 3, so-
brado.
Dase sete cornos e quiohentos mil ris a joro
mdico com hypotheca em predio llvre e desem-
barazado : qurm precisar pode deixar carta nesta
typcgrapbia com as ioiciaes R. J. A.
!>
Moldas
de onroepr'^i compram-se por njaior prego qoe
em onira parte : na roa do Crespo n. 16, I* andar.
"comprase
Sempre por mais do que em ootra parte, prata
e coro de todas as qualidades em inoeda : na ra
da Cadeia, lo|a do ainlejo o. W.______.
Moedas de ouro e prata
Paga-se por mais do qoe em outra ooalqoer par-
to : a loja de onrives arco da Conceicio e compra
coro e prata velha e pedras preciosas.________
Compram-se escravos^
Corapram-se, veodem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de todas as idades : a roa
do Imperador n. 77, Io andsr.
Com muito maior vantagem
Compra o corado de ooro n. 2 D, roa do Ca
baga', moedas de ouro e prata e pedras preciosa?.
Oiro e prata
- m
Km oioeda e em obras ioutilisadas, compra-se
por boro prego : oa praca da Independencia n. 22.
Por maior prego do que era ootra parte, moedas
de ouro e prsia naelonses esirangeiras : raa do
Trapiche n. 10, Adii;oo, Castro & C, e ra do
respo n.2!, AlViro Augu-io de Almetda.
n
A
Compra-se um escravo boru boeiro e pap,a se
bem a traiar com Aiitocio Clioiaco MoreiraTea:-
poral^ no seu escriptorlo a m da Croz n. 51.
Compra-se ura ft*rdo de um andar, ou urna
car. terrea, as fregaerlas de S. Jos co d? Santo
Antonio, e que seja em boa ra : a tratar na roa '
da Cruz n. 8 prlttieiro -andur.
Vende-se oa padaria ta rui oa O ucor J-. o
g, sacras de f?rinha de mandioca a o* e 4*.
Compra-se utra (rrammatica por Prtence : na
ra da Garia o. 59.____________________
ComDram-se escravos de 18 a 30 aonos, que
.-ejam sadtos e nao tn,huj defeitos ; paga-set bem:
ua tua larga do Rosario n. 10 i* andar.
Ccmpra-se orna prea toa co7inbe-ra, engom-
madeira e Uvadeira : na ra do Rangel u. 9.
Compra-so nm pequioo sillo qne scja em
iofar sidio : para informar oa ru> da Cadeia a-
me ro 30.
Compra-fe am selim e *m par de mtlas : na
roa fiirei(an.7.
vekoss
V_de-se te!>as a 435 o milceiro, lijlos de
alvenaria bailda a 4' 5, aitos 4a ladrlllio a 3o*,
ditos rin.ta0amenti-.s,la?gi.s a .195- dnos dito estrei-
tos a 175, uiacs Iravessas a 2lO, enxmeis a
2*2.0. varas para anoas a 400 rs., ditas para
caladores a 240 rs, cimento tuperior a 1803 a
lina, cal branca em barricas gr>nies a ?*, dita
ureta a 7O r-s., areia de urgir a *5O0 a carreca e
240 rs. a tioa, toarro 2* a carraca Klg ti- :
na roa dj Concordia, arm&z-m do S > n. ni.
?!?r-Hi A f _^ f2 !_
aii*.ur:\i9 til*}
Ac de lilao
acs srmsiens c'e l'asso Irmos.
Avisase a qaem interrssar possa, que mo-
pirm faca negocio algom sobre a qoanlia de l:0CO$
que meu irmao Joiqnim Pires Ferreira diz ja' ler
no sobrado do Poco da Panell pois elle esta' la-
borando em om eogann, visto que esta qoaotia esl
sej i'.i ao pagamento de orna hypntheca aoliga,
que cavia no sobrado, pagamento efleclaado por
ujinha prezada tti em 1887, moito posterior a
partllba, dsvendo tambero contrifaoir os oetros co-
berdciros, o qoe nqo Qteram : e tanjo ialo vtrda-
de, que ja' ella berra maodadr declarar por nm an-
nuacloem l.6*,.e teodoagora dse proceder nova
p'niilba, o sobrado ba de ser dividido em ires par-
t:s goae?, porqne so tres berdjires, e mea irmo
s pode dispor da metade da parte qne ibe penen-
cer perqu a ootra metade pertence a seus Albos
qoe '-j j srphos.
Reclfe, 30 de maio de 1868.
_ __________Gervasio Pires Ferrara.
FraBctfto dos Santos Moreira jalga nada da-
ver oe-ta praca, nem fra della : se aigaem se
jalgar oredor apreseote ;aas coplas no pra!) de 8
dn* para j*rem pagts.
Pao frealce, aova InTencSo
; Grande Bnar, roa Nova o. 2023, ebegon a es-
te estabelecimento machinas para anmsar farinha
para pao e boliches; >5o .de tanta vantagem qa*
niegoem deixan' de comprar, principalmente mo
rando fra da cidade.
Mil I
Vendero se na padarta oa ma da Concordia
o. 9 saceos com fariotja de mandioca a 3* e ditos
4*.
RO EAPRAZO
Vende-sesma roja de fa-
zfndfs
Na ra da Impera-
triz n, 28
Por fea dono retirar-
te para a Europa.
Este bello e acreditad j estabeleci-
mento, montado n'um dos melbores
locaes, desta roa offereee numerosas
vantagens a qoem se qalzer estabele-
cer, porque nio s est bem sorlido
de faxtndas, qaasi todas ingleus
e novas eomo especialmente bem
afregnetado nesta pra$a e cojo arma
zem, tero todas as commodidades para
se morar dentro do mesmo estabeleci-
mento.
Gasaas franeeus a 640 rs. a vira
Vende-se cassas fraucezss mnito ti- 'j.-Vj
as e de (ores flxas chegadas ultima- '*
mente de Pars, os padioes'jo de
muito ap'urado gosto e quasi todos
miodinbos e de iistras e algnmas at f'^
seryem para aiiviarem loto : s se "
vende na ra da Imperatrlz loja dos
gies n. 28 a 640 rs. a vara.
Chitas a 200 rs. o eoyado.
Vendem-se cbitas iglezas, padrdes %|5
escaros, que nao desbetaro, proprias W^<
para o servico de casa a 200 rs. o 'p
cbvado. l
Percales finas a 440 ris e
cavado.
Esas percales despachadas nltima-
mete, sao das mais modernas qoe > p-
parecero, de ricos desenlio* e tazeni'a
maito boa pois sempre se venderam
a 560 rs. e boje em liquldaco a 400
rs.ocovado.
Velludo preto a 6&.
Vende-se velludo preto moito su-
perior a 6* o covado.
Fil de seda a 1CC0 o covado.
Vende-so 816 de seda treta coro fio- 4-^
res, proprio para *os oo basquinas, flWB
fazenda maito boa a 1*000 o co- $r.
vado.
Chitas fraHteus a 3G0 e 400 rs. o
covado.
Veodem se chitas rancezas, Anas e
de coree Sxas, panno moito eucerpa- gay
do com liados desenhos 360 e 400 rs. >* *
o covado. /*?&
Cortes de cassa cem G varas de pa- 5^$
droes bonitos a 3* y'r
Baeta azul, amarella, encarnada (5^
e verde moito boa fazenda a 720 rs. o ,.*.!,
covado. ^w
Camisas da mesma fazeDda para $y$
servico a 2* cada urna.
Jaqaeldes de bito moito fortes
todas forradas de bata a S*00O ca-
da oro,
Algodosiobo americano moito en-
cr-rpado a peca com 0 jardas a.....
750O.
Toalbas de Guimraes, de llnbo
poro a 1*. S*j
Cambraias brancas aniladiohas, ys^.
^^5 proprias para bapt'sados, tendo cada !*4j
|H pega 8 lavaras se vende por 3*j500 SmS
tt, pechincba. (fij
Casemiras e roopas feitas naci- S
oaes de ditTerentes presos e quali- ^y
dades. g^S
Tarlatan muito fin, azul, branca, ^
verde e cor de rosa. &ffi
Chitas tcancezas para cobertas dos Cm
mais ricos desenh.s e panno muitu 3^
sop^rior a 380 e 400 r. o covado. %
Objeelos de eaudiciros a gaz.
Lamparillas a gazgue se venderam
a hoje vendem se a 1S600.
Ricas lampadas para igreja?, novo
gosto a 20*.
Bocaes de differentes numeres e
qoaidades a 5C0,&'.0 e I*
Coneertam se candielros a gaz com
solidez e promptido.
Chamlns de cryslal a 400 e 300 fSg
Estas chamins de crystal, garan- *'4
tidas pelos meltores fbricfntes da t-tfj
Europa, tem a vsntagetu.de resi tirem sj|i
^3 a urna luz srdente, sem que a,m fa- '^^4
^^ cilidade se rebi-ntem ; s dista lem- vJ'JSJ
^*g pera se vendem na roa da Imperatriz, f2&&
^g loja de fazeodas o. 28, a 400 e SCO aSg
'^X rs. e por dozla tem abatimento de 15 pi
porceoto. ^
&f) Cambralas brancas anadinha?, (p%
^ para vesiid'?,'leodo cada aaa peca ,
vt^^ 8 1|2 varas, e se vende p&r 3500, (^/
m
m

a- *.;
'-;-.->


4*e5*.
f

Vende-se urna mnlata de raeia idade, cozoha
o diario de orna tasa, eogomma e lava recular-
mente : a tratar na ra de S. Gongalo n. 20.
Tintura japoaeza
lnslaolacea para tiogir os cabellos e a
barba, a i000 o frasco.
E a nica approvada e recommendada por
ter sido reeonhecida superior a todas as tin-
turas d'este genero.
A' venda em casa de Gustavo Hervelin d.
5i\, ra da Cadea d. 51. ______
Plvora
A5$000 o barril
Ue marcas de superiores qualidades dande-se
amostras: na raa do Vigario n. 31.
N03 armazens de Tarso Ir-
maop.
0)
Nos armazens de Tasso Irro 05.
K(j
Vende-se constantemente o moito sopericr rap
das sejuintes qoalidades : Hnnceza de Uabse, fino
e meio proseo, Paulo Cxrdeiro, Commuro e Viaja,
do, R0IS0 Fraoeei, Gassp, (loo e groso, Meornn-
fino e grosso e Princtiza da Babia; na pr.-ca da In-
dependencia n. 5._______________________
Ps de coqueiros a 4C rs.
Ps da sapotas a Ut.]
Ps de sapotis a !.->.
fi oolros muitos ps de frocteiras e todo por
moito diminoto prego : no sitio do Abrigo na es-
trada nova de O inda junto a poeta :s Arrom-
bados._____
Soberanos
vendetr-se em casa de Rab SrbffieUafl i C, roa
da Cadeia n. 18.
Para 8. Joao
Novo papel arrendado rnaito bonito e proprio
para enfeitar em reda b;los de S. J5d, vende se
barato e de diversas larguras, couforme as alloras
do bolos: noafmazer do Vapcr Frsccez, roa No-
va n. 7.
Vende-se urna taberna muito boa e em
tom-logar, omolivo de vender-se se dir ao
comprador: quem pretender dirija se ra
Nova o.tU que lbe informarao o logar.
Taberna
Vend 3e ama oa Caponga, a dioheiroon a pra
so; na roa das CrfooJas i>. 33 se achira* com
qoem traiar.
Massa e tabocas
Valdevino da plvora vende mallo boa massa
batida a 600 rs. a libra, e Ubocts de todos os ca-
libres : co seo aroazem de sal da roa Imperial
D. 221.
lUCAH
A NOVA ESPERANQA
21Ra do Queimado-2
Esta nova e elegan;e loja, contesssndose agrade-
cida pela concurrencia de seus freguezes queren-
do dar nma prova de grktidio, ihes fas.\r qije
lem empregado todos os seas evforcs, flm de qe
os objetos de soas encommeodas primera em qoa
lidade, gorto e moda, e temham os mesmos fregu
ze em laes objeclo, per prego que fiquero plena-
mente satisfellos t com bastante disposlcio de
voliarem I
Cintos a caslellaae.
Como sao as cousai I Al pouco, es cintos de
fitas oceupavam a attenco de muita gente! Ap-
pareeeram Otas de mil cores e qualidades, fivelas
oa carrancas deontras tantas, eram de diretao ta
machas, a ponto mesmo de tornarse om perfelto
martvrio para o estomago; nao obstante, dizia-S",
a moda, e durou tanto a tal moda, que ja ia
cahiodo no ridiculo, tendo deixado (parece; a l aior
parte das exeelleniisslmas bstanle uaseada a res-
pello: quando de novo appareceram csmlmiscs
cilos a castellano, sao os vefdadelros ciles, teem
nm leeldo o mais delicado possivel, sendo ledos
franjados e guarnecidos de Boas contas; fioalmen-
le.vendo-se osf?sclnadores cintos acasteiiaue, e ne-
cessarlaroeote compra-se ha : isto na ra do Qaei-
mado n. 21, na Nova Esperanca.
Espartillios.
Finos espartilhos de todos os tam-ctios, vende-se
por preco que agrada : na rna do Qa imtfo n. 21,
ni Nova Esperares.
Sapalos e ehaposiabes.
Modernos cbaposiohose sapatos prorrios p>ri
balitado, por'preco lo cerotrodo, 6 na Nova Es
peranga a ra do Qoeimadd n. 21.
0 curioso jorjo da pscitnc E' indspensavtl a compra deste Jijo, porque ni-
s uro brloquedo innocente, como tamoem da
paciencia a quem nio tem co acementa qoaodo
ha; vende se dito brinqoedo, na Nova >peracca,
rna do Queimado n. 21.
Delicados ports-relogios.
Vendem-se a roa do Queimado n. 21, ca Nova
Esperaoca.
Boiras para viagnn
Avelladadas e de lapeles, veodem se ca roa do
Queimado n. 21, na Nova E>peranc.a.
Para o mez Mariauno.
Pastilbas de agradavej cociro. para perfomarse
os santuarios: vtnde-se" ca ra do Qoein-ado n. 21,
Nova Esperanca.
lius e rmas de eroeb.
Tero a Nova Esperanga na risa do Queimado
n. 21, om completo sortimento destes bicos e ren-
das, e est veodcodo por-P. P. P-uto por
pouco preco : isto s na Nova Espepanca.
Lahvrir tito.
Vndese na" ra du Queimado n. 21. na Nova
eperance.
Latas ci m lian bauba.
Do bero conhecido fabricante R. Cocdray. ^en-
dse a ra do Queimado n. 21 na Nova Espe-
ranca.
Cosme lililes.
Pequeos e grandes vendem se, na ra do Quei-
mado n. 21 na Nova Esperaba.
Verdadeira grana econmica.
Vende-se desta ptima grais,a roa doQaeimad.
n. 21, na Nova Esperanca.
Colcriahcs mo 'en os.
Os de melhor pesto, vende se oa ru do Qaeitia-
do n. 21 ua Nova Esperanca.
Agua-divina.
Esta gua de que a Nota Esperanca d nma
ligeira dea, o termoDivnae.ia revelando soa
qaalidade. Na verdade :l OOdfl lie ebegar a
perfeieao do trabaiho chimico I Tem a tal age a
om ehelro r-xceliente e durador, e pzefcrivol ao de
muitos extratos, lides como fios, stniu producto
do bem cunbecldo E. Cendra y : qualqu-r qce seja
a apptieacir., qoe se lbe d, ver-se-ba seus mar-
villicscs tlT-iloF, lira perf^iumect-i sardos, boibo-
Ibas, impigens, vermelhidoss cu qeaesqot r cntras-
ernpeoes da pelle, aroacia a mesma iratenoe-lhe a
btlltza prirriiivi aiuda um Fxceitenle rrnaedia
para dr de cabega al mesmo enchaquecas, lira
rugosidadesforlifia o carpo, finsimeDt", crelo,
qoe e.-ta agua, faz do veibo um rxogo e Oeste um
velho.
RESUMO
A NOVA ESPEH^NQA
21-RuadoQueimado 21
Tem C'Dstantemente os sbj-ctos segulnte.S : finos
extraljs dij diversas quaHdades, verdad-ira sgea
de C-jlgno, Sgua llotida, i. o de fli!o.i.e, ve.rrfa-
deiro (leo de b.ib sa (para extinguir asj:aspas)
banh3i do militas qualidados, finos sal.cnMes cem
agiadaves cheiros, pes para denles de mu-ls
qua'ldades,o,iata'ofileza,!,i:ua dectif'iea(paral r?.r
9 n o hlito bocea) ssbo de esponja (para t <
nharse o resto), esc^vas de marfim, szndalb, i ta-
lo e osso(para os cenes) duas de bufali e n adeir
para ropa e eapo; tinos pentes para alisar ca-
bellos, boas lesonrai para ocha* e eosiors, fios
caivetes-para costura, bo- tinta pia rscreversc,
dita para marcar n opa, Untara de maito be qca-
lidade para ilcgir os-cabellos, peales de trtaros
para ah>ar; tinas t.-covas p*ia ut.!:as, sos e pa-
c tes coro p-js de arroz, papel Ce mollas qualida-
des, env( lepes linos e ordiaarir-s; liralmena. ura
completo sortimenio de miodezas : a ra to Quei-
mao'p. il Ea Nuv la^rar.ca.
Rap Paulo Oordeiro -
Vii-jaio e nao viajado : vende-se rr.uio barato
a roa no Queimado n. 21 na bem ccnLccida loja de
miudezas da Nova Esperanga.
A ra Nova n. 28.
Antonio Pedro da Sou:a Scs;es, vende pelos b3-
ratissirois pregos :
Caixascom superiores linhas, 50novel!c?, a 6i0
ris.
Ouzlas de canoas tt linbas pr6t.s, a ltJO rs.
Linhas do gaz, caixas de 40 covellos, a 900 rs.
Prgas de lilis de l para debram sonidos, a
600 rs.
Grosas de bGt5es sup ris.
Ditas da ditcs de gata, a i-0 rs.
I);ij.- de ditos de gata de cote*, a 20.
Dilas de ditos de ago para calca, a 2i0 rs.
gDuzIts de ditos de a.cf dicha, jzn pootrer, 3 ?3.
Muilas qualidades d; bciss para (Otets e ca-
garos.
Grvalas pretas e de cores a 500 r?.
Duzias de pares de mei.-s para bemero, muilo
boas, a i-3.
Duzias de baralbos fraucezes, fino?, a i',j'-'O.
Ditos de ditos portognezes, a l80i'.
L-.tas com superior tiohs, a 28 rs.
Vidros com dita dila a 48o rs.
Verdadeira agua florida, cairafa a )iG0.
E-cov pzra ropa, a 480 rs.
Grande sorlimeolo de escovas para der.t*-.
Pentes finos para alisar, finos, dunas 3>3O.
Sabonetes,-duzias i
Caixas de soldado de churolio, 160 rs.
Tinleiros'e reeiros.do ni'tal, l.
(Jaixas de ebreias de colla caixa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla o m comes, a 60 s.
Gracde sorlimento de peanas de 600 a 2.
Theso'.ras de ago de 6 e 7 pollegaaas a 63.
E-pelh Grande sorlimeolo de Cn-'eelrcs a gar.
Gaz em latas e todoj o prepares para canieeires
Vinho tnico nutritivo
QUINA
0K
ECCAO
DB -
BUGEAUD
E^ia nova combinacao rene era urna bebid:
asgas agradavel e conveniente a lodo- os organis
mos, a quina_qae om medicamento inico poi
excehencia, e o cacao qoe contm prioeipios bo
fritivog sss reoonheric3.
Elle se emprega com o maior soccesso na car.
das plidas cores, sotTrimentos do estomago, perd
de appelite, dlgestSes difflcultosas, SBitroagSe.'
diffloeis, etc. etc.
Deposito especial na pharrnscfa e drogara di
Banholbomeu & C, i roa larga do Rosario n. 34
Veode-8e urna carroca de conduiir
gneros da alrandega em perfeilo estado :
traiar p'esla typographia.____________
Baldes de 30 arcos a 1^
Na l"ja das 6 portas em frente do Livramento
a achia mma
A roa do Queimado a. 8.
Aind agora que chegaram
3 leques encoir.mentados pela agota
branca
A agaia branca qoerendo variar o gosto o molda
ja 18o conhecldxs nos leques, fez soa encommenda
nesse sentido e talvez por esta 'anedade de mol-
des o fabricar te nao os pd dar sais cedo, pe-
agrra qoe tiles acabara de ebegar a agru j. .-
por satisfeiu com tal demora por isso que os ues
leqoes da ene: mmenda vieram tao bellos nos dese-
nhos como agradaveis nos moldes, cojos melhrra-
melos serc divldamenle apreciados pelos enten-
didos pretendenles. A variedida deiles nao con-
siste s nos desenhos e formas nota-se tambem as
differentes quiltdade?, porqne vieram tolos de
ssndalo, de sndalo e seda, de osse podido, de faia,
de ebuno (para loto) todos de madreperla e sa-
dreperota e sida.
Assiro, pois. qoal sera'a excellectfssima qne ten-
do mesmo cinco leqnes nao comprara' mais om
destes pora completar rceia dnzia ? A duvida esta'
em ella ver eses bellos leqoes que acbam de ebe-
gar para a loja da agora branca a ra do Qaelma-
do n. 8.
Nesse completo sorlimeolo vieram tambem -
gocs [ara meninas.
Abundancia de euftiUs para vesti-
dos.
A Acola Branca a roa do Queimado n. 8 esteva
heH'-mi-nie pruvida de enfeites de differentes qua-
lidades e gofios para enfeitar vestidos de senborss
e ronpmhas de enancas e anda assim ella acaba
de reeeber oro onlro novo sortimento de enfeites
rrui elegiles, sendo franjas, gales e iraocas cena
vidnnbos e s>m elles, e algons com pingentes o
ii de s le ni v. s e agradaveis moldes, e desenlies.
A novidide de largura e qualidades de taes obras;
fazem a desigu;ldade dos pregos que ero todo casi
sao cirrmodis como gtramenle .recjjnecidn
de todos que hocram a aguia branca a roa do Qoei-
maio n. 8.
A >isla do qoe, cessod a fa!;>
Estav succedendo goe caprichosamento se pro-
curava urna bella Ituqu cha para crianza e nao so
afhav.i, isso p.Tijue anda nao liebam ebegadoas
encommendas pela asma branca, agora, poreo,
que ellas acibm de (hegir para a dila leja, ja sk
pede fegorameme dlzer: cesso a falla. Resta,
p.f is que ot. s* chores psis de familia se rtirijam .
hja d ageia branca : a raa do Queimado o. (i,
paia n.-j- diver.-as qualidades escolherem a qu>
melhor Ins agradar.
O bello oriniento consta de bonitas touquinhas
decimbrii?, fil e pento de crochet e todas rxui
Nm enfeiladss.
eiasde iio de Fscos ia rendadaspaia
senhoras e meRioas
Es-as rreias finas e de grande tom vendem se
especialmeiite na leja da aguia branca a roa do
Qcemado n. 8, aisim com oa'ras ditas de stda,
larrbem pira seHn'or?s e nenias?.
Aspas de arco cobertas ae eamnrga
para espariilhr.s
Vendem-se a ma do Queimado n. 8 loja da ago;a
bracea.
Kecee.s?rio para loto
A agaia I ranea cao de;eja qua p'fsoa ?;gcrra
tenha cccasio de comprar objeelos pira loic, po-
j rcn como i.-;o Irremissrvel e el'a deseja servir
a l.-dos os seu? bons freguezes eem todos es cas'i,
' por isso mand: u vir. e acba de reeeber benitos
! aderemos, brinco-, plseira, vcllas lapidada?, ali
neites, leques, correles para rtlogios, femos para
chaito, bufias para pochos, abertnia e colhrt-
nbos. itc., tic, e ludo do melotr e mais apurado
pesio, conforme vera' qwm se dirigir a rna do
, Qoeimado luja da ag-uia branca n. 8.
Pentes de tartaruga
Os meihores que Um vindo nesse genero.
A ."guia uriura a 'oa do Queimado n. 2, r-:ce-
ben goi b.os pentes de tartaruga, sendo :
Para rteserchararpr c bellos de senboras.
Ootros para segurar caos los de meninas.
Cliirns de dobrar para fcrba.
mals fraitezas para \if gess
Vmdm-so na roa do Qu?irr.ado luja da agota
bracea d. 8.
Caltides tVres.oa para nop. cbs-
po?, ele, ele.
Vecdem-se na la do Queimado n. 8 leja d'agui?.
braaca.
Cbegarn os toilos roqus que
IgBia Brasca cnf,omnie d^u.
Ha poneos ten pos a Apuia Drscra receb'eu om?.
peqoi na qoanttdede ')c eoqaea, que pela nov;,:
de seas iracsdos, regularidade de tamsoh-.', e
forma ejotava, a p.o.-. (lies gerslaecu agrada-
rao, pelo que a Aguia B anca mandn repetir cu-
tro igodi rortimento, que ager acafca e ehVgar :
as'fm pr-rtanta piita s-r servidas is scnli-rc
que as esperavam, orna vw que se dirijstn a o;
da .'.guia Branca a' ra do Queimado n. 8.
. Ilebs de li
ctis t.ui'o c'tpo .feo pp?cFsso e
figura prfr elpaiacEie.
A Agua Branca a ra do Qutimedo n. 8, rpce-
b:c mu boas meis di 13a pata Dmeos e seob'--
rrs. Agora qu.' .i: ,: da pestcas se ees1-
psm em Iruvir o m.z ttarleno, a melhor ceca-
siu quo a Aguia Dracca abn;i para se c.tgraiu-
larcometssa pes.-ea-, s quaes cenvm comprar
de,-sas meias da. a para a.sim trazerera seos $:>,\
preservados ta humidde. A Aguia Branca a' ia.
do Qoeimado n. 8, altendeodo ao exoislo Gm para
que sao dius m.ias, as vcuder a i^o par, quan-
do eUaa valem maito mais.
tlins.
S.bre elles esnecessario a Agola Brsnca dizer
mais alguma cousa, porgu; a utilidade dessa3
obras est reeonhecida e apreciada por lodos, eila
apenas manda dizer a tr.es os preiendentes que
receben novo sortimento de bocitos albnps da
diversos tatntbbo!, cjolicoando a vende-los por
preces cummodr-s, lito na loja Ja Aguia Branca a
ra de Qceimado o. 16.
trenos para rissr bsbadinhs
A Agnla Branca, a' ra do Qaeimado d. 8, rece-
ben ntfvQ sorlimeolo de ffrros de diffvioaiesgri-
ura?, pira frisar babadlnl-cs.
A ka novidade !
Enfecs para vestidas d,e seda, ,
A Aguia branca tem recebido e' vendido nu-
merosa quantidade de eofeites de diversas quali-
dades egoslos para vestido?, porm nada i6m ba-
vido qoe se possa igualar ou mesmo approximar
aos que agora acaba de reeettr. Esses enfeites de
alta novidado sao de ora gtsto elevado, lano por
saa nova e bella composlcao, qae imita a nm tf-ci-
do de fliigrao, como mesmo pela sceitada e linda
coabinico nos desenhos. E les servem excellen-
temente para se enferar com esmero om born ves-
lldu Cum qoe a Exroa. teriha de Ir a algum baile,
assislfr o ca-amento etc., e f-a disso para ter en
felado om ou mais vestidos com os qoaes deia
palete o qoanto sabe apreciar o bom, sobresahiD-
do assim o elevado gosio. Com esse simples dizer
da Agola Branca nao se peder' fazer perfeita idea
da belleza desses novos enfeites ; necessaric,
pois, qoe elles sejam vistos e entilo apreciados pe-
los proprios cconecimenlos e indiligencia das
Eimas. pretendenles, que banram a loja da Aguia
BrMM a' na do Queimado n. 8.
Attencao
D. Camarina Amelia de Camino Paes de An-
drade, vende ero pequeas serles de trra a parte
Je seu sino deui minado da Rostir, desmembra-
do pela estrada nova de Beberlbe.
A lertilidade do terreno, a ezcellencla de saa si-
(uaeo aprasivel e pitoreses, a mudicidade do pre-
co, ludo coovida fazer-se a aquisico de orna rJbr-
o siiscepiivel da forroacao de um pequeo siiioi
A escala dus preces seu' de am a ires mil ris
ao pa'mo, correspondendo terrenos de 300 a 700
ditos de fondo e con'orme a saa qoalidade e pe-
-icio.
O eogenhelro Antonio Feliciano Rodrigeos Selle
esla* eocarregado das operares tendentes amedi-
co e deroarcaco do mesmo terreno, bem como de
tratar acertt dos pre{os e venda : pode ser proce^
rado nos dias uteis em seo sitio na estradi de Jone
de Barros, e aos domipgos no leeal do territorio
em qoesiao.
- Charutos de Havaoa de OiBert ntes qaalldidea
veodern-se a presos ccmmcdos': na roa da Croz o.
2, armaien).


lulo e PcnumUae* quinta felra 4 de Junho de 1868.
--------.}, t nAttnmtth 1- ii stirisUs r^nriaaaavato'm afc
*m
Grande exposicSo
Oe fazendas pretas proprias para a cuaresma, ra da
Imperatriz ns, 56* e 72 de Lourenflo Per ira Sien-
des Guimar&es,
NOVO
1MM
NA
Boa-Vista ra da Imperatriz
LOJA E ARMAZEM DA ARARA
Ns. 58 e 93.
Tendo reeehiJo graode sortiraento de fazendas
ovas, qoe est vendendo imito barato; para c
oroi&T, venbaro que se poder ver melbor em
westog dos fregueses.
Admiren.
Vende-se briro de Hanborgo oa lino, para lenges
toaltia."', tem 20 vara?, a 8*, 9 e lejOOO
pefa. *
ladapolo fino a ;500) a pefa.
pega de madapolo fino a 5$, 6J,
Pao fiao preto a 1S800 o covado.
Vende-se pane preto proprio para* aleas,
coletes e palitots 1,5000, 1,5800, 2|00(),
20500, 30, 40 e W o cortdo, ra da Im-
peratriz os. 56 e 72.
DE
Fazendas baratos
Ra da Imperatriz, toja e nrmazem da arara, o?.
56 e 71
AttencTto
Vendem-se basquinas redundas de jrosdeuaples
ai preto para seohoras e meoir...% .fazenda omito rica
(e moderna, pelo barato prego de 185 e 20 cada
i urna : naiua da Icoperain/, luja oa arar*, os
56 e 72.
Vende-sn a
SI e IdO '0.
Chitas fiasre as Ori a 320 ris.
Vende-.-e cbitas frauceras 6nas a ."i20, 360 e 400
ris o rcvado, e cbitas m alisadas finas escuras, a
440 e 0 ris.
Espart Ibas a 40000.
Vende-se espartanos para feobras, a 45, !>$ e
0000.
Lencos liraneos a 20SOCO a dnzia.
Vende se lencos branca fiaos, a dozta a ifSQO e
3$, ditos da listra a 15, ditos de esgoiao a 70500
e 800(10. Tudo isto ba. oa toja do barateiro da
Boa-Vista, que se chima Arara, raa da Imperatriz
ts. 36 o 72.
PARA
os moradores da Boa-Vista
Pichinchas.
Vende-se pecas de algodozinbo americano, a
60, 60, 70 e 80000 : na ra da Imperatriz ns. 56
72.
Lazinhas estampadas a 280 ris.
Vende-se laazinbas estampadas para vestidos de
Bhoras, a 280, 30 e 400 ris o covado.
Excelentes baldes para senhoras a {0600.
Vende-se baiojs para seoboras e meninas, a
(0(00, 20, 20500 e 30. Por este prego s vende
o naraoiro da Boa-Vista, loja que se cbama Arara,
a roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Ra da Imperatriz
Na. 56 e 7.
Vende-se palitosiobos de grosdenapoles preto
anuo bf ra afeitados, proprios para senberas e
meninas, e vende so mnito barato para acabar pelo
reg de 170,180 e 200.
A' Boa-Vista.
Vende-se organdms finos de listras e de flores,
para vestidos de senboras e meninas, a 640 e 720
ris a vara.
Certes de cassimiras a 20000
Venderse cortes de cassimiras de cores para
ealga, a 10800, 20 e 2050'% ditos de cassimira
rea para caiga, a 30, 40 e 50.
Cbitas para cobertas a 320 ris.
Vende-se cbitas muito finas para cobertas, a 320
360 o 400 ris, ditas a damascadas finas a LOO ris
o covado.
ir ira fino a 12G0 o covado.
Vende se brins finos de cores para caigas, a
028O 10600 a vara, e dito branco muito fino a
10600, 20 10280 a vara. S nos bem conhecidos
oja e armem chamados o Arara, que se vende
sdo isto, a roa da Imperatriz ns. 56 e 72, e mais
ralo do qoe em outra qoalqoer parte.
BRIM DA ARARA
eem pequeo toque de mofo a 10000
a vara.
Vende-se brim transado pardo muito fino
para calsas e palitotots com um pequeo
Soque de mofo, affianca-se que logo que
seja rjrjolhado fica lirapo, por este pequeo
eeito vende-se a 10000 a vara.
Organdys finos a 240.
Vende-se urna porco de retalbos de or-: afim de
gandys de cores para vestidos de meninas! sivel.
i 2i rs. o covado.
Eoupa feta nacional.
Vende-se palitots de alpaca preta a 30500
e 40500.
Ditos de cores a 40000.
Ditos de panno fino preto a 50, 60, 80 e
100000.
Pallitots de m ia casimira para bomem a
305OCO e4:000.
Pallitots de casemira a 60, 80 e O0OOC.
Pallitots de brim para andar em casa a
U e 2-J500.
Caifas de casemira prela e de cores a 50,
60 e 8,000.
Coletes de casemira de cores a 30OOO e
30800.
Cbitas incaroadas para coberta a 320.
Vende-se chitas finas adamascadas para
eobertas a 320 o covado. Dita de cores a
320 e 400 rs. o covado.
Mccambiqoe de Ia a 400 o covado.
Vende-se mocambique de laa e seda para
*estiaos de senhoras a 400 rs. o covado.
Lanzinba de listas para vestidos a 240 e 280
o covado.
Larziubas estampadas finas a 320/
Vende-se lanzinhas finas para vestidos de
-Motora a 320 e 400 rs. o covado.
Castor para calcas a 940 rs. o co-
vado.
Vende-se castor para ealgas de homem a
240 e 280 rs. o covado.
Gangas a 400 rs,
Vende-se gangas para caifas a 360 e 400
o covado.
Pecas de brim a 80ooo rs.
Vende-se pecas de brim liso proprio para
iQ(es ou toalbas, com 20 varas a 80, 90 e
0000.
rencos de seda.
Vendem-se lencos de seda de cores a 800
a 0OOO.
Organdys a 640 rs. a vara.
Vendem-se organdys de cores p ra vestidos de
seo hora, a 640 e 720 rs. vara : .na mu da Impe-
ratriz, loja e arm^zem daar. ra, ns. 56 e 72.
Grande sortimento de chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca preta pelo
diminuto prego de 30600 e 30800, (.ara acabar :
na roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Chapeos de sol de seda a 0.
Vendem-se chapeos de sel de seda de 8,12 e 16
astes a 60, 80,100 e 120, fazenda muito boa, para
liquidar : na raa da Imperatriz, loja da arara, ns.
56 e 72.
Barateiro
Na Boa-v;stfa
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Baldes a 1600.
Vende-se grande sortimento de baldes de 16, 20,
25, 30 a 3o arcos pelo barato prego de 10f>OO, 20,
29500 e 30 cada um, balSii multo bem feitos e
bem armados, por este t>rego s na loja da arara,
roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Chapeos
Grande pechincha.
Chapeos de sol seda de 8, 12 e 16 ai tes
que sempre se venderam por 100,120,140
e 160000, boje a Arara vende a 60 80,
100 e 120000 cada nm, por ser urna gran-
de por gao: isto na ra da Imperatriz loja
da Arara ns. 56 e 72.
Chitas fraBcezas finas a 240 rs.
4) covado.
Vende-se ama grande porcSo de chitas
francezas em retalhos a 240 rs. o covado.
Liazinhas i GaribaMi a 320 ris.
Vende-se laazinbas finas a Garibaldi, para vestidos
de senhoras, a 320, 360 e 40J ris o covado.
Chalis Anos a 50000.
Vende-se chales de mirin fiaos estampados, a
50 e 60000, e ditos de lia a 15.
Cassas finas a 240 ruis.
Vende se cassas fraocezss finas, para vestidos
de senhoras, a 240, 280, 320 e 400 ris co-
vado.
Ainda mais pechinehas
Na ra da Imperatriz Iota e armazem da
Arara ns. 56 e 72, de Lourenco Pereira
Mendes Guimar5es.
Tendo recebido diversas qualidads de fa-
zendas pelo ultimo vapor da Europa de que
faz menguo d'ellas ao respeitavel publico
as vender pelo menor prego pos-
CONVEM VER.
Chitas a 320 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas muito finas es-
curas e claras a 320, 360 e 400 rs. o co-
vado.
CHAPEOS DO CI1LI A 50000.
Vende-se chapeos do Ctiiii para homem e
meninos a 50000 e 60000, fazenda muito
boa.
40**oA
m ASAD
(V cordeiro \





Casfiasa de qnadrlnhos a 800 rs.
o covado.
Vende-se casinetas pretas de qoadrinhos
para caigas e palitots a 800 rs. o covado, oa
roa da imperatriz ns. 56 e 72.
Corles de cassa a 20.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
20, 20500, 30 e 40.
el ia para seo hora a 4$ooo a
dBila.
Vende-se meias para senhora a 40, 50 e
*0. Ditas para meninas a 10. Ditas para<
komens a 50 e 60.
Anda resta
tfgons balees do prego de 10600 e 20o;o,
porque cstao se acabando as tojas e arma-
?* da Arara, roa da Imperatriz ns. 50 e
Lanzinhas em retalhos a 240.
Vende-se urna grande porgaj de retalhos
de diversas qnadades de lanzinhas para
vestidos de meninas a^40 rs. o covado.
Carteiras para viagem a 10.
Vende-se orna grande porcSo de carteiras
proprias para quem viaja guardar dinheiro
ou letras e papis de valor, que p lo prego
que a Arara vende ningnem deixar de com-
prar urna carteira segura a 10, 10500, 20
e 20500
Grosdenaples preto a 10280.
Vende-se grosdenaples preto para vesti-
dos de senhora a 10280,10OCO, 20, 20500
e 30000 o covado.
rande novidade.
O propietario das lojas e armazem da
Arara, ra da Imperatriz o. 56 e 72, tendo
recebido pelo vapor qu? chegou no dia 5
do correte mez diversas qualidads de fa-
zendas entre ellas urna caisa de chapeos de
sol de seda, verdadeiros de pura qualida-
de muito superior," sendo a seda muito en-
corpada e armago dobrada, que vem a ser
astes de duas canas, os melhores chapeos
que tm vindo ao nosso mercado tendo 12
e 16 bastes.
Ningnem deixar de comprar um chapeo
d'estes depois que vir a quaiidade e prego
que 120 e i 40000.
D'esta fazenda por este baratsimo prego,
s as tojas da Arara, ra da Imperatriz ns.
56 e 72.
Cassas francezas finas a 640-
Vende-se cassas novas para vestidos de
senhora a 6i0 o covado.
Lanzinhas db qnadririhos a 240 o
o covado.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 240, 280, 320 e 4C0 rs. o co-
vado.
Chitas para coberta a 320.
Vende-se chitas adamascadas para cober-
tas a 320 o covado.
Casimira preta a 3G0O o corte.
Vende-se cortes de casemira preta para
caiga a 30, 40 e 50000.
Pao preto a 1800 o covado.
Vende-se pao preto para clisas e pali-
tots a 10800, 20, 20500 e 33000 o co-
vado.
PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jarnbeba garrafa......... 10ooo
Vinhode -06eo
-Pilulttde vidtrO......... 106oo
. Tintara de i 64o
Extracto hydralcoolico dejnrubeba 4205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jorubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope 106oo
Plalas > vidro... 20ooe
Oleo de jarnbeba vidros..,. 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA ZO EXTERNO
A lUfUJIlEBit*
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tonteo, como na cet
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do ligado e bago, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammac5es
absequentes as febres iniermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumor-es glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as proparagoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruago, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
. O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a exeellencia d'est po-
deroso medicamento sobre os demais at non conhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle appcag?/.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jora-
beba, tivemos por fim generalisar mais o aso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de osar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nSo
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderta produzir ptimos resaltados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jorubeha, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea applicago, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeigo possivel, para o que n5o poopamos esfrgos, n5o nos importando o pouco la-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarcm recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles oferecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e mfalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos innmera dos, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico oa doento a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
rages, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicago, e j pela complicagao
das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas proparagoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornara completa-
mente solevis nos saceos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes estac hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente qneiram conhecer.as propriedades da
jurubeba, e saberem a appiicagSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
sm nosso deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos ov
aaos preparados,
Deposito geral de todos os preparados
fgotlca e drogara
34Ra larga do Ro;ario^-34
Chocolate vermicida
-J)E
Antonio Sai.es de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsSo das lom-
brigas, que to graves padecimeotc* causam,
e que qoasi sempre se soppoe ellas i ori-
gem.
Este virmifugo e prefenvel a qoalquer
outro pelo sen agradavel palaj^ar e fcil ap-
plicago s cnangas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
- i i
Aos agricultores
Sannders Brathers de Liverpool vapores de torga de 3 a 4 cavallos
corrv todos os pertences, e moi proprios para aze-
mu mover machinas de descarocar algedo, po
dendo cada vapor trabalhar at com 140 serras,
larabem serveru para enfardar algodo, on para
aulro qnaiqoer servico em qoe asam de trabalhar
';old aoimaes. Os mesmos tambem tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os protendentes dirijam-se ao largo do Corpo-
Samo n. 11.
Baratissimo
Calgado nacional na fabrica de Jos Vicente Go-
dinbo & C., a roa do Jardlm n. 19, avisara aos
seos fregoezes desta capital e du interior, que con-
tinuara a fabricar calcado em alta eseala, e ofere-
cem as melhores condieSes, tanto enr prego e qoa-
lidade : os proprietarlos d'este estabeieeimento
chamara attengSo deisenheres consommidores do
interior, que os quizerem honrar com sua fregoe-
zia, especificando em sens pedidos a qoalidado e
nomerago, offereceado-se para os entregar bem
acondicionados em casa de seus' correspondentes
nesta praga.
MlCHIlY4S DE COSTURA
Em casa de Tbeo. Just, no caes da Alfandega
Velha, vendem-se soperiores machinas de costara
da acreditada fabrica dos Srs. Planer Brannsdorf &
L. de Naw-York, por pregos razoavels.
Luvas de pellica a 2$
O Cysne a roa da Imperatriz n. 64, acaba de
receber pelo vapor Oaelda, bob completo sortt-
ment0 ga 'vas de pellica de cores para senhoras
.Farinha de mandioca
Tem para vender Joaqnim Jos Gongalves Bel-
trSo, a bordo do brigoe Aielaide, fondeado defron-
te do trapiche do Em. bario do Livramento : a
ratara bordo oa na roa do Trapiche n 17.
Collares Eoyer
0a Anodinos elctricas magnticos
Deposito acreditado
tja da agnia branca ra do Qeeimado n. 8
^ Apregoar ainda os prodigiosos effeilos dos
..ollares Royer j nao ensinar ou querer
iDtroQuzr novidades, porque a fama de sua
fflcacia tem-se tanto estendido, e os seas
.ehzes resultados a tal altura elevado, que
ooje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
3 prenles, ignore ou desconhe^a as virtu-
des desses sempre a;;reciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloria de conebr-
rer para um to justo fim, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta ainda que os senhores pais de fa-
aiilia se fagam convencer jde que conven)
lo esperar que as mangas sejam atacadas
Jo mal, e por isso necessario oa conve-
aiente que com antecedencia se deite na
enanca um desses coliares para assim estar
la preservada das convulges e se contar'
uvre dos rigores da dentico.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
dadeiros collares Royer eletricos
ticos.
piante
Wmtfga loj de mwfeMs a roa do Qnai
nttdbp.ie.
Essa afltifi 0 bem eeofceolMfcja le Uodetas a
roa do Qaetondo Yt, acha-se recwtetnenw pr-
vida de maitos e 0iflereotes ubjectes de gosto *
novidade, assim como esta' igualmente, sottlaa o
todos os arligos que propriamente perteflcem a
mlnflezasi pelo qne o Cordelro Vei d soa boa e constante fregoezla, a contioagio de
raa valiosa protegi, nao olvidando elle so iosepa-
ravel mansidao, uoto condescendencia e.agrado
de qpe usao bons pastores; assim, pols, bdtnpaie-
gara os velhos e noros freguezes qae serio satis
feitos a comeeto.
Nevos o delicados leqoes
O CorJelro Prevldote,* a' roa do Queimado ti.
16. recebeu novos e delicados leqoes cuja varieda-
de de goitoe qualidads os tornara recommendados
sendo :
Todos de sndalo com bonitos lavores.
Outros de saodalo e seda com lindos desenbos.
Ostros da dito dito eofeitados ora lantejoulat de
ago e douradas.
Outros de osso pollldo imitando mar fim e igual-
mente modernos e enfeHados.
Ootros das finalidades cima cera os memos en-
feltes 6 de.-enbos para meninas.
Ootros pretns para lulo.
Ootros analmente de madreperola com ricos dese-
nbos pira noivas.
A vista pois de lio bello e completo sortimento,
da prudencia dos pastores e da mansidao do cor-
deiro prevtdente a roa do Queimado n. 16 indis-
1 pensavel mente quem se dirigir a dita Ir Ja sera' sa-
jtisfatorlamente servido.
Cepos o latas com banha fina e atrs
soperiores perfmarias.
O coi deiro providente a' roa da Queimado n. 16,
acaba de receber nm novo sortimento de perfuma-
ras Anas, inclusive os bem conhecidos copos e la-
tas com banha Boa. Especificar os nomes de to-
dos os ebjeclos se ternaria enfadoubo o 1er esse es-
tenso cat .logo, assim pois fica isso supprido com o
dizer-se qoe quera qaizer se prover em boas e no-
vas perfomarias dirija-se a ra de Queimado n. 16
loja do cordelro providente.
ToB^aiotras de cambraia bordadas e
enfeitadas
Ootras de fil e e renda tambem bordadas enfei-
tadas.
Ootros a ponto de crochet,
Ootras de cambraia bordada e forma de chapeo
slnho para baptisados.
Essas boo tas. e bem enfeitadas tooehfnhas ven-
dem-se na raa do Qae'mado loja do cordeiro provi-
dente n. 16.
Gaaroices de filas para enfeiles de
vestidos
O cordeiro previdente receben ltimamente no-
vas e lindas guarnigoes de fitas para enfeites de
vestidos, consistindo ellas de urna pega larga para
a barra, outra estrella para o corpo on basquina,
e ambas guarnecidas com nma tranca tecidada
mesma Ota, e outras com ama lista de setlm no
centro e os lados com listas imitando cordao, cojo
alto relevo mola graga Ihes da' e melhor apreciara'
a iotelllgencia da pessoa que se dirigir a loja do
cordeiro previdente a roa do Qoeimado o. 16.
Franjas, galdes e trancas para
enfeles de ve s I dos
O cordeiro previdente recebeu covamente nm
bello e variado sortimento de franjas, trangas e
galdes de seda com vidrllhos, pingantes e sem el-
les e proprios para enfeitar vestidos de senboras,
meoinas etc. apurado gosto dos novos moldes
a belleza dos desenbos tornara essas obras som-
mmente agradaveis, em qnanto que a eommodida-
de dos pregos nima o comptador e prover-se sa-
tlsfitoriamente em dita toj do cordeiro previdente
a roa do Qoeimado n. 16.
Bicos e rendas e guipare
O cordeiro previdente a roa do Queimado n. 16,
esta' bem prvido de novos e buoitos bicos e ren-
das de gotpore : assim pois coraparegam os pre-
leudentes que serio bem servidos.
Novos albnns.
O Cordeiro Previdente, ra do Qoeimado n.
16, recensa novo sortimento de albnns de diversos
tamanh.-s e segara eocadernagao, e como de sea
loavavel costme, vende-os por pregos baratis-
siraos.
Coqaes dovos com lindos moldes.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado o.
16, receben novos coques, cojos tarcanhos regula-
res e forma cncava tem Ibes dado geral estima,
agradando a todos a novidade dos desenbos. A
qoantidade pequeoa, e por isso os pretendenles
dirija'-se quanto^antes dita loja do Cordeiro
Providente a ra do Qoeimado n. 16.
Finas meias de la para hoirens e
senhoras.
" Era aporopriado tempo o Cordeiro Previdente
receben finas rasiai do lia para horros e seoho
ras. E principalmente appropriado o tempo, por-
que milhares de pessoas freqoent?m orovavelmeo-
te o mez Mariano, e a todos onvm trazerem os
ps aquecidos com essas finas rucias de la, e era
attengao a taj bom flm o Cordeiro Previdente
se contenta com ora limitadisslmo locro, e vende-
r clins meias a ?# o par, coja veracidade conbe-
cera qoem se-dirigir a roa do Qoeimado, loja do
Cordeiro Previdente o. 16.
Ferros proprios para encrespar baba-
Hilos
O Cordeiro Previdente, a' roa do Qoeimado n.
16, receben novamente esses precisos e procurados
ferros para encrespar babadiobos, e como sempre
continna a veode-lGs por pregos rsoaveis.
|m ialBfentria dw'-'-O.
O proprletario des qne acaba de.recetor pelo niino vapor nniran-
de 9 variado sorrimemo. de artJgos de aostoThn-
taslas, orno sejam<; B
Cinto
aeqolssimee etetes com pooba sa*U*iven-
feltados comi vidrilhos, tanio pretos come toco-
res.
PdUcs
Llodisstmos pnobos com gnltltrbas borda-dn ea
Bao panno, assrm cemo flnisslnos ntremelos i
babadlnbos.
Tesouras
As perfeitas thesouraa de pare a$o para nnhas
costaras, bem como caivetes de fabo da marfim
e madreperola. garntese'a qoadade.
Peotes
Um grande e variado sortimento de pentes tara
cac e tambem pan alisar, sendo de borracha,
marfim e bfalo.
Escoras
Finas escovas para tacto, nabas, dente cibel-
C de todos os tamanbos e do varios pregos.
Lavas
A verdadelras luvas de Joavin e flo de eseocia,
branca, de cores e pretas.
Perfumaras
Dos melhores perfumistas que tem ppareido,
como sejam : Sociedade Hygenica, Piver, Lubim e
Coodrai. comestique grandes e pequeos.
Espelbos
Com os melhores vidros qne possivel, de qn
dro, calza e tocadores de todos os lmanlos.
Coquea
Lisos e infeitados com muilo gusto.
Lecres
Lecres de sndalo de mnito bom gosto, os m-
Ihores qoe tem vindo neste genero.
Enfeites para vestido
Um grande e variado sortimento de fita de tar-
ja e seda lisa e lavradas, trangas de seda, la
algodo de todas as larguras e ootros amitos arti-
gos Que se tornara' enfadonho menciona-los, as
que sao iodispensaveis a formar o perfeilo toille
do bello sexo.
Vapores,
Vende-se em casa de Saofifler JJrctbers &
o largo do Corno Santo n. 11, vapores pa
ora todos os pertences proprios para faier
es ou qnatro machinas para descartar l
Francisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico tai
timento de ocales, lanetos, binculos, do ai
timo e mais aparado gosto da Europa eei
los de alcance para observares e par*
martimos.
VINdeQUINQUINA
FEJRlIGINEUXdeMOITIEF
Com Malaga a Pyrophosphato da ferr*i
Iste vinho foi preconizado portada a emprtnss
medical como sendo o mais poderoso tonM
mpregado para curar a Chlorosis, Anemia
ExHANSTAQAe do sangl-e. Deposito geral ta
Paria, em casa de Laurencel, pharmaceutito
droguista, ?ua dos Lombarda, 44.
Deosito na pnarmacia deP.Maarer
. em Pernambnco._______________
Cemento
Cemento bydraallco da melhsr qoalidade san
edificagoes n agua, tasques, algerozes, assenianwn-
tos de canos, etc., em barricas grandes, a 12JL
Dito commum ou romano a 105.
Em porgio soperior a 50 barricas se faz tvu
difierenga no prego conforme a qnantidade :
Nos armazens de Tasso & Irmios.
Hk M SEGADO
magne-
. gaz m m
Ghegon ao ntigo deposito de Renry Forster
l-, ra do Imperador, um carregamento de gaz di
primeira qoalidade.o qnal se vende em partidas
retamo por menos prego do qne em ontr qnal
mer parte.______
CUIDES DS FERFO
para jarins, porteiras, etc.
No? rmazens de Tasso rmaos
Machinas para descarocar algodJfo, de m
Ihor autor que tem apparecido na Americ'
E' tal a execncao do machinismo, que o al-
godo'sahe quasi to perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attencao doi
Srs. agricnltores, estas machinas.
i
agrande deposito de superior carvao de Cardiffna
Balda.
jtooJoGoaesdosSaiaoeA q, ra, sante Barban n. 1, estio habilitados a rapprtr ts
*** m.%Z5.3l' 2^"? "" 9M 0Bld ^w defiosiio,'. tato Darte 3?
lofsai aaoasus porto. A eomrstar ansti coniDoioiinioa Alvu iiath*ni_ mmTmrat
a
Cidra
Soperior cidra em caltas de nma doria, ebeea-
da da America, tem pira vender loaqoim Jos
Gongalves Beltro: no sen escrlptorto rna do Tra-
piche n. 17.
Farinha de mandioca
Vende-se soperior farinha de mandioa de Santa
Catbarina, chegada DO brigoe nacional JWiro I:
I a tratar com Jaqolm Gerardo de Bastos, *' rna
1 a Crat n. 13, f andar, escriptorlo.
Aos Srs. fogueteiros
Soperior limalha de ferro.
Tita dita de ago.
Salitre refinado de 1* sorte.
Eosofre em tobos.
AnfJJI'V ?als lTTl09 pira 0 fKs de Santo
Antonio, S. Joao e S. Pedro.
r o SS. o
*M
i|=
A* venda
KA
34-Botica da ros larga do Rosarlo34
ni
BARTHOLOMK & a
Salitre
Nos armarens de Tasso Irmaos.
ToWmT
6 g w
"
te 2 O o.1^5
03 D en O
B S-' S
em latas
, coutini
mela libra e qnartoi, e em barril : em sea escrip-
torle ras da Croa o. SO, indar. v
Antonio Cesarlo Morelri Blas, contina a ven
Teste genero, tanto em latas de libra como de
ts
M >
*-.H ^
-n-.
Papel de-flimo.
armateps de Tasso
. Qrvn Ib fMtsOo: aos
Iraos.
Ma rna do Qnelmado n. 411,
Loja de mindtzas de Jos d'Azered Jlaia e Silva,
ApreseDta de novo a todos os seos fre-
guezes os segointes objectos e miudezas,
todos novos e muito baratos,
a saber:
Varas de bico brancez a 40 rs.
Carretis de linha de 400 jardas, fabri-
cante AlexaDdre. 200 rs.
Caixas de obreias de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carretis de retrs preto com duaa oi-
tavas, 500 rs.
Duzia de agulbas para machina 2J000.
Duzia de linha de 200 jardas, propria
para as machinas, 1200.
A libra de pregos francezes de todos os
tamanbos, 240 rs.
Duzia de tesooras ordinarias, 480 rs.
Redes pretas para cabello, fazenda boa,
320 rs.
Grosas de pennas de ac mnito boas,
480 rs,
Caixa de linha de gaz com 30 novellds,
500 rs.
LivrOs com estampas para meninos,
320 rs.
Ditos para rol de roopas, !20 rs.
Dnzia de mcias para senhora, fazenda
boa, 4,5(000.
Pecas de fita de 15a de todas as cores,
600 rs.
Grosas de bote's de lonca lisos, 166 rar.
Caixas de papel amizade muito finos
700rs.
Ditas de envelopes contendo 100, 700 rs.
Resmas de papel almasso muito fino,
oiJOOO,
Pares de botes para ponbo muito finos,
120 rs.
Talheres para meninos, fazenda fina,
240 rs.
Toalhas de labyrinto muito superiores,
gravatas pretas e de cores mnito finas,
500 rs.
Carretis de linha imperial com 100 jar-
das, 30 rs.
Cordoes e fitas proprias para espartilhoa,
Duzis de meias creas muito finas, 44000.
Resmas de papel almasso pautado, 400G.
Duzia de baralhos francezes mnito Anee,
24800.
Latas com superior banha franeeu;
320 rs.
Frascos com agua para dentes mnito fina,
500 ra. -
Ditos com olee de babosa mnito floo
320 rs.
Garrafas com agua florida verdadeira,
1500.
VINHO DO PWtTO FINO
De 1888.
Em birrls e ancoretas nos
jlrtoioe.
armixens de Ti*


X .
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>Url 4e PcriaabaM Quinta felra A de Jnnho ce 1SC8.
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_c
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LOJA SO GALLO VIG!
UNTE RA DO CRES-
PO M. 7.
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabelecimento tem a satisfago de levar ao
conhecmento do respeitavel publico que aca-
bara de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa mri completo sorlimento de objecio sde
aparado gosto e de inteira novidade; os
quaes esta resolvidos a vender por pre-
co* mui razoaveis, como sejam :
Lindos cintos com ponas, bordados ve-
drilbos, fazenda'qae n5o haver quem con-
teste ser a melbor qne ba neste artigo, isto
s na loja do Gallo Vigilante, na do Crespo
D. 7.
Legues de madreperola, sndalo, marfim,
madura e osso, etc., com lindos desenbos.
CiuarBiees de palhaa,
Riquissimas goarnicoes e trancas de finas
palbas de Italia, cora vedrilho, pingentes e
sern elles, e outras com botoes da mesma
palba multo proprias para guarnecer vesti-
dos, ciiapellinas, etc.
Lindas bolsinhas ou cabases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qnal mais
bonita.
iTeaonras.
Finissimas tesouras para unbas, costaras,
cabellen eiros e alfaiates, as qnaes garanti-
mos ao comprador a sua boa qualidade.
NaTalhas.
Superiores .navalhas com cabo de tartaru-
ga e inarflm.as quaes os fabricantes garan-
ten.
Lnvaa.f
Lavas de Jouvin, camurca e de seda bran-
cas, pelas e de lindas cores.
Pentes.
Grande variedade tanto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e bu-
falo com pedriDhas e sem ellas, etc.
Port flonqnets.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madrep.rola, proprios para calamentos, bai-
les etc. etc.
Eseovas
Finas escovas pararoupa, cabello, cbapeos,
nabas, denles e para limpar pentes.
Abofuatluras
Lindas aboluaduras para colletes, punhos
e collarinhos.
Perfumarlas
Finas e de todas as qualidades e dos me-
mores perfumistas at o presente conhe-
cidos.
Collares rte Koyer
_EIetncos magnticos, contra as convnl-
soes das creancas e facilitar a denticao das
mesmas. Ja to conbecido os prodigios
destes collares anodinos que n3o ba quem
davide de seos efBcases effeitos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tero
sempre grande quantidade em deposito, isto
na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
-*i
11Eua do Queimado11
AUGUSTO PORTO 4 C.
Oi



os mais superiores vestidos prelos
bordados
e oairoR, sendo ledos do moifaor


e pa entradas de porta de sais,
Receberam
gorgorao.
Snperiores sedas preta?, moreaniiqoe e grosdeoaple oara veatilos.
Vestidos de blond para noivado coto manas e capeilas riqusimas.
Froonasde cambraia de ihrtio bordadas para cama de noivado.
i Toalhis de cambraia de linbo bordadas. /.- .
Cofias de seda para cama e ditas de croch com lindos desechos. .-
C< rtloados de cambraia bordados para camas e jantillas.
Lindas basquinas de seda preta para senberas.
Sedas de lisias de cores e ditas fizas mallo lindas.
Tpeles para sota', par* camas, e pianos e tapetes pequeos e para entr
alcatifas e tpeles em pecas largas e estrenas dos melbores gostos e qnalidades.
* Halas para viageas nos vapores a' Europa e superiores saceos peqaeoos lamosa) para
"iagem.
Camisas ioglezas de linio para bomem.
Ricos vestidos broncos de eamfepia bordados a'Xgolha..
Casemlras pretas e de cor para roapa de bomem, panios finos prelos e azues, bombasinas,
merinos.
Brim de linbo braoco e de cor, eambraias, silera?, orgaodys broncos e de eflr, las de diversas
qualidades e mnitai que Augusto Porto & C, vendem por commodcs precos para agradar aos seas
freguezes.
Continaam sempre a ler o melbor sorlimento de
Esleirs da ludia para forrar salas.




i




nticas, ,eh8**
Para o tratcmento e cura rpida e completa das molestias
ai, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes chronicas do figado
abaco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
lias, gonorrbeas ebronicas e em ge. al todas as molestias em que se teaba em vista a pu-
'ificacao do systema sanguneo.
ConsidcraeSes geracs
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia o valor s est reservado ao eni
(nao o avalia-lo.
incontestavel qne o bomem neste mundo constantemente, e por todos os lador
Uacado por urna inflnidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter- de cambraia "borda'dos""cm larras
ainadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das raneces orgnicas, resultanbo enfeit s de cor, pelo baratsimo preco de

; o*.-
*
qu se liquidam a dinhlro
HA
LOJA E ARUAZEM
I

Roa da toperitrii d. 60
M

riux mam m mu
SUCCESSOR DE i
GAMA & SILVA.
as
UL t 9 P'Prielarl? des*e grande estabelecimento tem resolvido vender todas a
suis lazendas muito maii baratas coai o fim 4e apurar dinbeiro, e diminuir o erande de-
posito que em das mesmas, alando de todas ellas amostras deixando ficar penhor assim
como raada as levar em casa das excelleotissimas familias pelos cus caixeiros, Darti-
aPHeSSa'.-qi:e u,eZAcT e"f pe5a?Da escala' ne ues,e estabelecimento enconirarao
un giaode sortimento de fazeedas de le. como de pbanta&ia e>e Ibes vender pelos mes-
mo. pregos que compra as casas ioglezas, ganbando se apenas o descont.
Vestidos graondinos com 10 Taras a
5000 rs.
Cbegaram os mais modernos vestidos
organdy, tendo c>da um 7
panho com urna bonita lista,
da mostea fazeoda para o corpo, tendo
competente enfeite para corpo e mangas,
de
entre elles muitos cortes com assento bran-
co e listas pretas e vende-se. pelo baratissi-
mo preco de 5500O o cone.
As caoiliraiss Izs do Pa>ao.
MadjpolJo infestado a 85000 na loja do Tavo.
Veode-se superior madapo!5o francez en-
festado sendo muito boa fazenda e mnito
pannos e cadal encorpado, tendo 24 jardas cada pega pelo
e 3 varas lisas barato Preco de f({030, assim como ven-
de-se meias pegas do mesmo com 12 jardas
4#000, grande pecbincba na loja e ar-
0
6 '
mazem do Pava o ra da Imperatriz n. 60.
A; LAAZlKUAS DO PaVAO A 360 RS. OCO-
VADO.
Vendem-se as mais bonitas lansinhas pro-
prias para vestidos sendo padroes muilos
i o respeitavel publico neste es- delicados e pura laa, tendo entre ellas todas
s as cores, que se vendem pelo barato preco
de 360 rs, o cavado, na
tabelecimento, um grande sortimeDto,
mais finas eambraias brancas, sendo suissas,
ilglezas, tanto tapadas como transparentes,
que se vendem mais barato que em outra
parle, por haver um' grande sortimento
u'este genero.
Testlilos de phantasla a 5(5ooo
Sendo pecbincha que se liquida
na loja do Pavao.
Vnde-fe urna grande porgo de vestidos
e
esse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais d& que a desvirtuaqo das torgas vitaos, occasionada,'
fundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia. m
^a?3o dos bomores geraes, consequencia da aeco maligna desses mesmos agentes mora e i acabar,
icos introduzdos no organismo pelo acto da respiragao, pela via digestiva, pelo contacte
mmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
ia que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idadee, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraqaecendc
:onstituigoes robustas, preduzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
jreciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar a massa geral dos
iumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgali-
?os flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: o
loja e armazem
do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Oniuraias de Salpico
Vende-se finissimas pessas de Cambraias
brancas com salpicos, fazenda muito fina, cota
8 varas, pelo baratissimo prego di' 6l00rs.
no Loja co Pavo, ra da Imperatriz no.60,
de Flix Pereira da Silva.
Caz"Riras para o ?nveino
a :5000rs, o Corte na Loja do Pavao.
W. cada corte, s/ndo fa.enda que nunca se; dfl\''d?f "petnt,re8 Casero,ras escoras da
i-vw^n r,Bmmo a i,, iotr,Art.,A. de lam e bastante encorpa ja Drooria nara
ocasionada,, d j-vendeu por menos de W e 120COO porm [g, "m .sel3lle fncorpaia propr,
ia, pela depm- hjquidm-se por-este diminuto prego para ST^rf'^^T8' p.el bara.l2
a para
prego
prego para de 2:S00rs> 0 corte de'caiga ou ItfiOOrs.
TTiS(!
No armazem de fazendas dt
Santos Coelko, ra do Quei
mado n 19.
Pechiaefaa.
Tcalha' alcochoadas para mos pelo baralissimo
preeo de C# a dotia.
Bou e barato
Laasioha Be-clata fazenda iuteiramente nova a
700 rs. o co do.
Dita poil de chevre a 900 rs. o covado.
Basqoioas modernas e superior fazenda a 30.
Cortes de organdys branca mnito fina a 9 j.
Cambraia branca traosparente fina pecas com
10 jardas a o$, ft, H, %i e 9.
Dita dita tapada muito una a 74500, 83, SAoOO
9*X0. r^ww^m
Dita dita ?ni-?a fina a 8J.
Dita dita para forro peca com 10 jardas 3$.
Dita da adamascada para cortinados peca com
SO var*s 2J,
Dita de lioiio mnito fina a 9ja vara.
Balites d-, 23 e 30 arcos a 2.
Ditos de 10 e 30 arcos a 4.
Bitos de marcolina esRuics a 5J000.
Saias bordadas a 4500.
Pil de iiobo com salpicos a 900 a vara.
Dte do dito liso a 700 a vara.
Tarlaiaoa de cores a 800 rs. a vara.
Planella de cores a 900 o covado.
Cindos bareges para vestidos a 700 rs. o covado.
Bramante de iinbo com 5 palmos de largara a
I $200 a vara.
Diu de dito com 10 palmos de largara a 3$ a
vara.
Madapolo superior de 6#, 7$, 8$, 9$, 10$, 11}
Atoalbado adamascado de algodao com 7 12
palmos de largara a 2$ a vara.
Dito dito de lioho com a mesma largara a 3$.
Algodao entestado proprio para toaibas e len-
co* t l,8.too a vara.
Cobertas de chita de ramagem 3 26O0.
folias de fu-la o. 6$.
Lenges de bambargo de llnbo a 2J5O0.
Ditos de bramante de linbo a 38O0.
Espartilhos Baos a S$.
Pannos de l adamascados para mesa redonda
44500.
Goardanapos de linbo adamascados a 4$,
Toalha; de linhs alcochoadas a 11$ a dozia.
Ditos de algodao felpados a 12$ e 14$.
Lencos de cambraia branca fiaos a 1$800
J$5t0, 3$200 e 3$6O0 a dazla.
Camisa; francezas muito Boas a 32$ a duzia.
Ditas inglezas de linbo a 50$ e 60$.
Colarlnnos de linbo muito fios a 6$ a dozia.
Assim como ootras mnitas fazendas qne se
vende por menos que em outra qaalqaer parle, e
da'-se amostras de lado.
PICHE
DO
GAZ
Vender piche do gaz proprio
aapkatto, ealafetos le eai
i assim como para rebocar
eiateraas, conductores d'agna,
etc., ew., em grxjsso: ns fabrica do gaz, e
a retalbo, no armazem da Bolla amarella,
travesea do Imperador.
* i i
inmensos successos obtidos pelo uso deste salutar pgenie tanto na llemaha,, como em
Tranca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s altoraces dos humores, o
Slixir deptirativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
)elas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estmago, inflammages ebronicas de
igado e bago, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, gonorrbeas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
un vista a purificago do systema sanguneo; pois que ojua pratice constante tem feito
rer que eile indispensavel nos casos gravis'simos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
paencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composigo do Elixir depurativo do Dr. Sevia
jertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
ias depurativas e antisypbilicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
ismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo nalaral das evau-
:coes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico qaando este virjem,
;em feito erupgo ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taai
em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
stado de encubando, isto sem se ter manifestado sob formas externa*: beneficio
amenso, tanto mais quanto neste estado os individuos igneram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel deste Elixir convem a todos os estmagos, a sua acgo so-
re o tubo intestinal saave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias med-
iamentosas, como acontece ao purfante dito Le Roy, que na sna qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tido, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o aso deste remedio justifique cabalmente as nos-
i aeseveragoes, porque sendo cm medicamento to simples na sua composicjto, i
em confirmado sna ulilidade.
(Jaleo depoalio em Pernambt?c<
Na botica e drogara
O aloalhado do Pavo.
Ven^e-se superior atoalhado de algodao
com 8 palmos de largura, adamascado a
2200 a vara; dito de linbo fazenda muito
superiur a 3,: 200 a vara; guardanapos de
linlio adamascados a 4&0O a duzia e muito
finos a 8000, e ditos econmicos a 30500
a duzia.
As laziohas lizas do Pavo a 320 rs.
Vende-se as mais btnitas e modernas
llSazinfaas de
-a^
KOViDADE
LOJA DO PASSO,
Rea do Crespo n 9 A esqrjlaa
da do Imperador.
Este estabelecimento acaba de receber
pelo vapor francez Gititvne, riqoissimos ar-
tigos para casamentes, bares, visitas etc, os
quaes sso de alta novidade e ultima moda
em Pars, como sejam:
Lindos c-ir tes <'e blonds cemo capeilas,
saias de setim e manas
Riquissimos coi tes de seda com lindos
malises.
Cortes de gase de seda, para bailes, visi-
tas, etc.
Corles de tarlatana, ultima moda.
Cortes de cambraia branca bordados.
Cortes de barege de seda para bailes.
Grosdenaples de tedas ;s cores.
Alpaca de cores, ultima moda.
Riquissimos basquines, ultima meda.
Lindos chales Gallilo, novida'ies.
Riquissimas chapeliaas de palba e de seda
enfeitadas com gosio.
Lindissimos enfeites para cabega de se-
nhora.
Ricas camisas bordadas para senhoras,
assim como para homem.
Lindos vestuarios de cambraia para bap-
tisados.
Raloes brancos e de cores, co'chas de
crochet, cintos, leques de madreperola, sn-
dalo e osso, percales, cambraias de cores,
esgoioes, madapolo, etc., isio s na loja
do Passo, roa do Crespo n. 7 A.
Toalhas de labyrintho para baplisados,
Iengos de dito, e rendas e bicos da trra,
o Covado, tendo duas larguras; he grande fronhas de abyrinlbo para casamentes.
as de nma s cor imilagao de poil
pecbincha, na Loja e armazem do Pavao ra'.
da Imperatriz no.60, de Flix Pereira da
Siltfa.
AI p? cas para Loto na Loja do Pavo.
Chfgou hum bonito Soitiment d'Alpac^s
pretas para luto com listas e lindos lavoires.
brancos, qi:e se vendem por muito barato'
prego na laja e armazem do Pavo, roa da
Imperatriz no. CO. de Flix Pereira da Silva.
Peehlucha cm maJapolo na loja de Pavo a 5,
~&, U, W e 100000.
Vende-se urna grande porgo dos melho-;
res mad?poloes que tem vindo a este mer-'
cado, pelo barato preco de 6& 7)5, 80, 90
10i00, assim como ditos muito finos sen- tura a 500 rs.
DE
Barthotomeo Companhia*
34RA DO ROSARIO LARGA34
I
de chevre lijo leudo euire ellas as cores
n,ais liadas que viero ao mercado e ven-
dem-se pelo baratissimo prego de.320 rs.
o covado, assim como ditas matisadas muito
lindas pelo mesme preco, na loja e armasem
do Pavo i na da Imperatriz. u "T30.
* Os uiaoguitos com gilinhas d
pavo a 1^600. '
Vende-se os mais modernos manguitos
com gollinbas tendo bordad em fina cam-
braia, lapada e transparente, pelo baratis-
simo preco de 10600 o par ; as -i cu como se
vende mode nos punhos com gollinbas bor-
dadas em esgnio de linho, tanto brancas
como de cores pelo barato prego de 10000 d'pavaTroTda ImpwatrTnTo.
o pa*,---grande peehincha na luja e arma-; {'pchinchn*m rhsD$n lio Al i
zem do Pavo ma da Imperatriz n. 60.
LENCOS BORDA0OS PARA MAO NA LOJA
DO PAyAO A 800, RS. 15000 E 2$000.
Vndese os mais delicados Iengos borda-
dos para mo pelos baratissimos pregos de
800 rs. 10000 e 20000; pecbincha, na loja
e armazem do Pavo roa da Imperatriz n. 60.
Chales a 3051)0
Vendero-s chales de merio lisos com franjas
de retrot leado de todas as cures pelo barato pre-
co de 3,5500, pecbincha : na loja e arojaieiu do
Pavfo roa da Imperatrii n. 60,
da Silva.
Rival sem segundo.
Est queimando tudo bom e barato para
acabar e fazer novo sorlimento de miudezas
de todas as qualidades, podem vir ver o
qoe bom muito carato.
Pares de sapalos de tranca para meni-
nos, 10 rs.
Rico prelo para todo o prego.
Pentes volteados para -meninas a 320 rs.
Sabonetes muitos fines, a 60 160 200
210 3i0 e 500 rs.
Foros de fil pata menina, a 320 rs.
TLizouras muito fiuas para unhas e eos-
do pegas de 41 jardas por prego muito ra-
zoavel, na loja e armazem do Pavo ra da
Imperatriz n. 60.
As brenhas do Pavao com 30 jardas' 1200O.
Vende-Se pegas de bretanha de linho fino
mnito proprias para lenges, camisas, toa-
lhas e saias, tendo 30 jardas cada pega ou 25
varas, pelo b?r;tssimo prego de 120000 a
pega, por se ter comprado desta fazenda urna I
grande porgo, grande pecbincha na loja |
s de sol de seda
inglezts ejH >6 basteas a 10)000.
Na loja do Pavao veodem-fe os melhnres cha-
peos de sol de seda inglez^s com 16 lustras, sen-
do os melhtres qne tem vlodo ao mercado, pelo
barato prec<> de 103' 00 cada om e sfm deleito al-
jium, stodo fajada qne nanea se vendeo por me-
nos de 145000 8 16#( 00 : na leja do Pavao, roa
ta Imperatriz n. 60, de P. Pereira da Silva.
Cortina ios para camas c fa-
ne'Ias na loja do Pavo.
sorlimento
Vende-se um grande sorlimento dos me-
de Flix Pereira j ihr res cortinados bordados, proprios para
camas e janelias pelos baratos pregos de 100,
ucees ihmm fc mint. de ihi. 3TTr3So~C"5.1E

NOVAMENTE GHEGADAS
do
AO ARMAZEM
para
Vetide-ae orna eserava de 16
idade propria para todo servlco
Tarje a. 141.
a 18 annos
I no pateo
A' roa
Imperatriz
loja
de oa'i ves
ns. 48 e 52, jacio
e paiiaria franceza.
Tendo-nos chegado ltimamente fazendas iuteiramente novas, por isso convi-
damos por este meie ao respeitavel publico, a que nos procure a comprar fazepdas de
bom gosto e por precos que nao achara em outra qualquer parte.
Adroirem i
Madapoles finos a 50, 60, 70 e 80000 rs.
s no armazem do Leo.
Gbitas escuras de padroes lindos por pre-
co de 320 e 360 rs. o covado.
Cassasas de cor com palminhas e com lis-
tas de diversos padroes a 240 e 320 rs.
Lanzinhas cinzentas e cor de boninas a
320 o eovado.
Gbitas claras miudinbas a 320 e 360.
Alpacas pretas e de cores lidas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs..
Bramante de linbo proprio para lenges,
superior qualidade, pelo diminuto preco de
10800,20 e 20200 a vara. Pegas de algo-
daosinbo superior a 50, 50500 e 60.
Pecas de cambraia transparentes a 40, 50
e 60. Por este prego admira a todos I
Cortes de casimiras de quadrinbos e listas
a 20800 e 30000. Corpinhos brancos para
senhore 30 e 30200. *
Cortes de fastio para colotes clares e es-
coras de padroes lindos a 10009,
Admira II!
Gravatas de seda a 500 rs............
Golinhas bordadas 500 rs.. .......
Liatlobas a 200 rs. I
LazloBas a 200 rs. I I
. LHHMIla a 100 rs. I I
Na armazem do Leo,
rives e jpadaria franceza.
a o 5l a dnn'a.
}V>od linho pelo baratsimo rr.-to de 3J5O0 a dozia,
(ranrie pecbincha : na loja e armazem do Pavao
roa da Imperatriz n. 60, de Feliz P. na Silva.
Lencits'bronces a 20 a duzia.
Tendem-0S6 lencos brancos de cassa pelo bara-
tissimo prego de 1} a dozia ; na leja do Pavo
roa da Imperatiiz n. 60, de Feliz Pereira da
S|lva.
Pe-chincha em saias
a 30ooo, 30500 e 40ooo.
Saias a 30ooo,
Saias a 30ooo;
Saias a 305oo.
Saias a 305oo.
Saias a 305oo.
Saias a 40ooo.
Saias a 40ooo. Saias a 40ooo.
Cbegaram para a loja do Pavo as me-
lhores saias brancas de cambraia com boni-
tas barras com pregas, tendo altara e roda
mnito sufficiente, de um s panno, que se
vendem pelo barato prego de 30ooo rs. Di-
tas mais fin s a 305oo. Ditas mais finas
com pregas bordadas, qoe se vendem a 40.
E' grande pecbincha, no armazem do Pavo,
roa da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
Silva.
PECHIWM
Tambem tem para acabar pecas de panno
de linbo, com 27 varas, a 170 e 180.
Toaibas de lioho para rosto t lO&a duzia.
CAMBRAIA PARA CORTINADOS
Pecas de cambraia para cortinados com 18 va-
ras a 8&50O a pessa : ra da Imperatriz o. 48
82, junto a padaria fraaceza, leja do L-o.
AOS SRS. ARMADORES DE ENEBROS
Vende-se pecas de hollnda preta com 40 cova-
i a 50COO : oa roa da Imperatriz n. 48 e 51, junto a
p dara franceza, loja do LeSo.
A i tenga o roupas fe i tas I! no armazem
do Leo, ra da Imperatriz ns. 48 e 52.
Assim como temos um grande, completo
e variado sortimento de rocipas feitas: pa-
litots sacos, sobre ca sacos, fraques, jaqaetoes,
caigas, coleles, camisas, seroulas, chapeos,
etc., tudo por precos que admira 111
Tem tambem um sortimento do roupas
ordinarias por prego baratissimo.
Acaba de ebegar a este armazem bonito
sortimento de cortinados bordados de ricos
gostos pelo admiravel preft de 150500 e
150000.
Admira nr
No armazem do Leo 111
No armazem do Leo 111
No armazem do Leo f f 1
No armazem do Leo III
roa da Imperatriz os. 48 e 52, junto loja de ou-
S.
Festas de S. Joio, Sant i Antonio
fedro, na loja de Pavo
Alpacas de quadrinhos a 440 ris o
covado.
Vendem-se as mais bonitas alpacas enfes-
tadas, sendo fazenda transparente, com 4
palmos de largura e coft'ls cores mais lin-
das, cono sejam, verde, azul, lino, solferi
no, magenta, rozo etc. e vende-se pelo ba-
ratissimo prego de 440 ris o covado, ni-
camente na loja e armazem do Pavo : roa
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva.
Granadioes a 640 ris s o Povo.
Vende as mais lindas granadines qoe tem
vindtfto mercado, sendo urna bonita fazen-
da transparente com bonitas listas de seda
e com diversas cores, pehrbarato prego de
503 ris o covado, oa loja e armazem do
Pavo; ra da Imperatriz n. 60 de Flix
ertH* da Silva.
Os Bareges do Pavo a 640 ris.
iflgsram os mais bonitos bareges mescla-
de todas as cores e muito lostrozas/
bastante largos, tendo entre elles it>
i, lino, verde, rosa etc. e vendem-se pelo
baratissimo prego de 640 ris o covado,
nicamente na loja e armazem do Patio:
ra da Imperatriz n 60 de Flix Pereira da
Silva.
para colchas a imitago dt seda com 8 pal-
mos de ai gura, colchas de croch para ca-
mas de no i vos, ditas de fusto, brancas e de
cores, crcehrs proprios para fofas e cadei-
ras de balanco e para cobrir presentes, isto
na loja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz b. 60.
Retalhos baratos.
Vende-se porgo de retalhos de chitas,
cassas e lanzinhas por prego moito barato:
na loja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz n. 60 de Flix Pereira da Silva.
Cassas suissas a 360 rs. o covado na loja
do Pavo.
Cbegaram as mais modernas cassas suissas
com as cores e desenbos mais lindos qne
teem vindo ao mercado e vendem-se pelo
barato prego de 360 rs. o covado ou a 600
rs. a vara, assim como ditas verdes, com
delicados desenhos a 800 rs. a vara.
Cassas escossezas a 280 rs. o eovado.
. Vendem-se cassas com deseohos escosse-
zes pelo baratissimo prego de 280 rs. o co-
vado.
Lanzinhas de listas na loja. do Pavo a
400 ris o covado.
Cbegaram as mais bonitas lanzinhas com
delicadas listas cor de lyrio, tendo quasi a
largura de chita franceza, e vendem-se pelo
barato prego de 400 ris o covado, na loja
do Pavo: ra da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
Merinos para vestidos a 640 ris o
covado.
Chegaram os mais modernos merinos,
sendo fazenda a mais leve e mais delicada
que tem vindo a este mercado proprios para
vestidos, com lindas listas matisada e ven-
de-se pelo baratissimo prego de 640 ris o
covado, nicamente na loja do Pavo : roa
da imperatriz n. 60 de Flix Pereira da
Silva. "
gradTTechincha
Loja das familias.
Roa Nova numero 14.
R;cos cortes de cambraia branca borda-
dos pelo baratissimo preco de 120, assim
como grande sortimento de babadiobos e
ntreme ios transparentes em pecas pegadas,
[proprias para corpinhos e ootras multas
cosas, madapolo, chitas e algodao o mais
barato possivel, roupas feitas e por medi-
da e ouiros muitos objctos tudo por menos
do qu^em outra parte,______.
Miiho e arello
em saceos graudas a 3*, latas com gaz a ira, e
S garrafa a 800 rs.: so arantes itr Estrella
largo do Paraizo o. 14.
Pare- de sapalos de tranca e tapete mui-
to finos, a 10500.
Frascos grandes com tinta muito preta
Dgleza. 500 rs.
Pentes pretos com chapas de metal, a
500 rs.
Varas de franja branca de linho para toa-
ibas, a 160 rs.
Livros das missoes abreviadas, 20 rs.
Bot5es para vestidos de todas as cores e
baratos.
Eseovas para ronpa muito finas, 500 rs.
Ca tas de alfinetes franetzes muito finos
a 120 rs.
Masaos deeontas pretas miudas, a 120 rs.
Frascos de agua colonha muito fina, 500 rs.
Caixas com 6 frseos de cheiro muito
fino, 800 rs.
Ditas com 12 francos, 10500.
Espelhos dourades mui.o finos, 10200
Caixas de fsforos de seguranga, 20 rs.
Qaadernos de papel pequeo muito bom.
20 rs.
Navalhas cabo de marfim que se garante
a qualidade, 20 rs.
Libras de la para bordar fazenda fina,
Caixas de clcheles muito grande que a
vista faz f, 120 rs.
Baralhos francezes moito finos, 200 rs. '
Carriteis com relroz de todas as cores a
40 e 80 rs.
Novellos de linha que tem 400 jardas a
80 rs.
Sabonetes inglezes muito finos a 500 e
1(5 rs.
Papafinas de tedas as larguras e todos os
pregos.
Pessas de babadiobos estreitos com 10
varas, a 800 rs.
""Cofre-
Na roa das Croies n. 41 A, se diz quem vende
nm cofre (borra de Ierro) de maita seguranca.
Vendem-se 5 burros grandes e mansos para
tode o servicj, sao mansos e bem domesticados :
quem precisar dirjase a' Cruz das Almas a tratar
com o Jos boleeiro do Sr. Jos Jacome Tasso.

----------i----------- ,
Escravos fgidos
Fugiram no da 19 de malo d corrente anuo
do engenbo Santos Hemles da comarca de au-
retb da Malta, doas escravas pertencentes a Lau-
rentino Ge mes da Caoba Pereira Beltro, ama de
nome Josepha, com os signaos segaintes : criculi,
idade 36 annos, poaco mais oa menos, corpolenu,
alia, cor fula, ps grandes e grossOs, testa e'mpola-
da e com canto, pernas grossas, peitos grandes e
cahidos, denles perfeitos e limados, olbos vivos,
olbar espantado, cairas vezes de quem esta' rnde-
se oo alegre. Foi comprada no Recite aos Srs.
G >uva & Leite ba 6 annos pooco mais oo menos e
estes compraram a om Sr. Triodade no Garrapato,
comarca do Limoeiro,cose,e eogomma Uso, disposla
para qualquer servico. E a outra de nome Varia,
crioala. idade 43 annos, poaco mais oo menos, bai-
za e grosft, cor preta cara redonda, tem em om e
oatro canto do qneizo cabellos que ella pode rapar,
canellas finas, ps seceos e esparragados, tendo
dedo grosso dos ps malor que os cuiros; ambas
sao bem ladinas, gostanao de beber agurdente, e
de asststir a qnalqoer diverUmento qoe enerntrem.
Rogase as autoridades e capilaes de campo e a
qualquer petsoa a captura das ditas .escravas, sen-
do entregues no mesmo eogenho oa no Recite aos
Srs. Ollvelra Flbos & C., qoe recebera' 1000900 de
gratificarlo.
Anda contiena ogido do engenbo Santos
Mendes comarca de Naiaretb da Hatta, o escravo
Pirmino pertenceote a Laorentioo Gomes da Cu-
nta Pereira Beltrio com oa s.eoaes seeninles :
idade 40 annos poooo mais to menos, altara cor-
po regalares, denles limados e com falta, poma
barba, prnas eavallelras. Ps e mos grandes, tea
cidatntes.pelo corpo, ladino, compra e vende des-
embarazadamente, mestre de assocar, earrelrc,
entende de serrador, bom eargoelro. E' da sof-
por qoe esteja acontado em algoma fazenda, pro-
testa se contra qoam o ti ver ad.otado. Rotase as
autoridades e eapliaes d campo qaalqaer pessoa
a captara dp dito escravo, podeodo ser eoiaegaa
do mesmo eageabo oa no Reelle aos Srs. Ollveira
Filos & C. n> praca do Ccrnurelo qoe t6tV
1000 de gratificado. '

?^


Mario 4c rernaMdaeo Quinta fetal 4 de f nnho de 1808.
kUn \m SRS. DEPl'T\O0S,
SESSaO EM 19 DE MAIO DE 1868.
I-RE-IDSNCIA M SB. SILVEIRA LOBO.
t, ctuno qa sema o absurdo de o poder legi-dativo invadir -de oelUs.
iribuLoes do podrr exerntivo (apelados ); por que
DO SB. S1LVKIBA
(Continuafo).
Jldmiltemos como hypothese orna divergencia
futre a cmara dos dezmados e o roinisleno; a
cmara approvando o parecer, enuncian-iua opi-
nlao que deve proceder se as tingo", o ministerio
jilgf-js aleda perigosas ; pi*rguuio : o voto de
utna cmara obriza o podrr ixecovj T Nao de
Mo.
(Ha un aparte.)
Ej crcio que a respeito deste pint nao cargo
do estander-me porque da roaior evidencia.
O Sr. Aristides Lobo :Esta enganidi.
O Sr. C Ottoni:O mesara decrelj dissesalv?
se a asseibla geral outra coosa resolver.
E se a e mmissan se tac solidaria cora esse de-
iTfio, de vera iniciar urca moJirgV da atsembli
ftral, oo como simples parecer, que para ma-
guera ofrrigatorio.
A resoluto tem outras vaolagens : dexi a cada
031 a resjonsabilidae que Ihe perience...
O Sr. Aii.nidesl.obo :Mas nao salva o princi-
pio da independencia dos po-.eres.
O Sr. C Ottonl :-A respoosabilidade pe! pro-
mulgacao do decreto do 19 de dezembro tica ao
governo.
Concordare! em que se pola repodar concedido
>ill de itidetnnldade para este decreto, visto o si-
lencio da cmara em 1867, mas ba orna segunda
rcspoasabllididp, por nao ter mandado fazer as
ulev5s quaodo cessou o mct;Vo allegado no ti es-
mo decreto, o qoe darla asspnio e.-le anno i depu-
itcao do Rio Grande. Esta segaoia re.;ponsabili-
l a da Acara :obre o governo : a cmara oo poda
fotreciooar, nao poda iniciar cou'-a algorra aois
00 3 de ra o. Ficar, portan! 8,-bre o goveroo ;
na vejo a menor nacessldada de a t-jmar sobre si
a cmara.
A resclugin, indo para o senado, firma o prin-
cipio de que o poder legislativo d*ia e devo tuter-
v,r neste caso, fazeodo eessir a falta de represen-
taeso de oa pnvioria. Bu poderla talves desen-
volvroslas propositan.n, mas lido eco um embira
iv) singular, parecam-me de tima tal evidencia,
qae pira escogitar raiSes em apoio rio qu-t avaogo,
acho-me fracn, es barro ~ mxima de que axioma
nao se demonstra.
Perianto, en qna sobretodo dlaote dos noissi-
reo; progrmalas, do novis.-nno liberalismo, eatoo
resolviaci a nunca despender as duas horas que me
parmitie o regiment, elou resolvido a nunca au-
torisar, a raetios qoe sen a allegado banal : nfio
83 fax nada por qua a oppcsicao embaragr-u; eu
na me acbo oesle proposito, liiniio-me ao que
o:sse.
Maodarct mesa a miol emenla, ouvirei as
o.octestagdes, voltarei on nao tribuna, conforme
aroselbar a mlnha rnn.-cieucia.
A emenda esta ( ).
Vem mesa, lidn, apiiada e entra conj incta-
n.eoto era discusso a seguite emenda :
i D -6 conclusao do parecer a forma da urna
resolugao que. apprxvada em orna s discossan,
sera' remanida ao senado, na forma do regimeoto.
C. B. O toni.
O Sr. Cisano Alviu ( pala ordem ) :Sr. pre-
fjente, en pretenda dar resposla rumediaia ao oo-
bra depu.ado pela raraha provincia, queacab de
33'ar-se ; mas o nobre depuiado pelo Ceai scli-
c cu a palavra, nao sel se para responder oa re-
forjar a argom-ntar'o di S. Exc. e como o mosmo
n'bre depaiafo lera preereoela, porque pedio a
palavra em primeiro lugar, eu nao posso presente-
mente occopar a tr.buaa.
Un Sr. Depuiado : -V. Exc, como relator, lem
3 preferencia.
O Sr. Osario Alvim :Quera r.'la'oa o parecer
rlr: commissao nao fui eu, fot o meu colega o Sr.
Aristides Lobo, e como na quadade de relator lem
S. Exc. preferencia, cedo da palavra para que elle
o:copa a tribun', reservando-aje o direilo de fallar
opportooamenle.
O Sr. Presideale :-Tctd a pilavra o Sr. Ratis-
b,Da.
O Sr. Aristides Lobo : P^o a palavra,
O Sr. Presidente:Tea a palavra d? preferencia
c Sr. Aristides Lobo rclaior da commisso,
O Sr. Rsiisboni p^a orrtera.
O Sr. Presidente :Tem a palavra pela orJera.
O Sr. Ratlsbona :-Sr. presidite, d^sejo que v.
El'- me esclare^a a rcs(eilo de um poaio : eu ac-
caito a dea do proiect?, mas com'oato a forma que
ir.e den a commlssSo. Dexjiref, por tanto, que \.
Exc. me ciassiflqr.?.
O Sr. Preidenta : O ;;corso da V. E*c. d8ve
sor da oppcsigao, fleade qaa fus'.enta a emenda.
O Sr. [sbana :Sao va tent i emenda.
O Sr. Presidente :A-inere idea da emesia.
O Sr. Ratisbooa :Tamben nao ; neste caso pa-
r>:oeqoed8ve sfgoir-se o xobre relator da com-
misslo. ,
O Sr. Ariides Libo :-Sr. presidente, ouvi cora
raaior atieocao as considersfoes eflorecidas ca-
mara pelo nobre diputado que acaoa da sentar-se,
obro o parecer sujeito a debate. Gomo sempre,
:'.. Exc. fol minucioso explanando todas as qnestojs
de direilo e de fado que no mesmo parecer se en-
volvcm. .
Eu peo licenea a 3. Ex:, parapnocipiar as mi-
chas refl-.xis pela ultima parla do sen discurso,
pois qua exactamento aquella que me parece a
mala importante e reclama consequentemente mals
icrioexarae desta augusta cmara, afim de que
1 -amos resolver cora acert e msdureza.
Acbou o Ilustre deputado por Minas que o pare-
r:r pecca em sua cooclnso, por qna, concluindo
por urna simples cpioiao da cmara, no entender
de S. Exc. essa opioiao nao bastante para occor-
rer a necessidade qua tosejamos remediar. Se-
rondo a opioiao do nobre depnUdo o parecer de-
vora ter concluido por umi resoloco qua, votada
resta easa, pudesse tambera ser votada pelo senado
e por essa modo ser convenida em le.
Sr. presidente, eu eotendo que
niflo oo i Je ser acceita. .
A base da qaeslao que eos occopa fta constitu-
ro do imperio ; sao es principios descriminativo?
as aWibaicea qoe a meen constiiui?ao ceder
nes diversos poderes que nos devem guiar.
A qaosto preliminar, por tanto, qoe ecovin
fisaoinar antes de todo a segmnte : a qnal dos
poderes compete o odiamento das elei^oe
gislalivo cu ao exocut'^vc ?
semelhanle opi
Qual o meio
ao le-
da corr-
a cadlra ?abe qne a Alacio do da em que 4ee
t.r logar es ctmlch-a eteit rad$ bem como o tea
esp>cmento, sao acs de exeeoQo.
O r. Lcurengg de A'buqoerque :Peco a pa-
0 Sr. Arstldes L bo :-Por laalo, os cortos le-
gislativos nao tem o direiie de legislar s.bre a es-
pecie de que nos rccop'.mos, sena a ruis eslraoba
confosSo dos podares. ( Apoiados.)
O Sr. Ce.-jrib Alvim :Itio que theoria coos-
l tuflooal.
O Sr. 1 efXyira Guiraarae; :-Eato intil o pa-
recer da rommisso.
( H ootrot apartes. )
O Sr. Ari.-ti Jes L to : -Em todos os palias regi-
dos p;las norma cnoslltneionaes representativas
darx-sa faetos anlogos a este d que nos occapa-
mos.
Ili hypoihases fm que os goveroos nao encoo-
tram n- orbiit da curstiloico e das lets remodio
as necfissiiades imperiosas e im.wevislas qua recia
mam medidas de momelo, e em laas caso ootro
nao tem sido o modo de proceder desses goveroos
e-do* representantes desses povos.
Mas nao careco de procurar exemplo? no estraa
treiro, quando a cmara sabe que essa tbeorla nuo
ca fji ccntaslad.
Temo- presenciado constantemente, e sem dis
crepaocia da malii politico, a concesso de 6if/s Je
de iademmdade por actos semelnantes.
O sr. Belfort Doarie :E at peioras.
O Sr. Aristides I, bo :Mas dit o noora depota
do por Mioas, qoe ha pouco me mierroropeu, tn
1*1 caso o parecer iounl. Nao intil, sentirn-s,
o maio pelo qu:| a camars 91 maoifesta sobre ene
nota do governn, manifesiacSo coja 1 Olearia me pa
rece ter cibsiraenta demonstrado.
O Sr. Teixeira Goimaraes : Se o parir r o
correcliv.) ao acto do goveroo, deve coocluir por
umi rescltcao.
O Sr. Aristides Lobo : O contrario disso o
que eu la' di menstrei. Evidentemente o parecer
offereca enejo a q ie a cmara repula o acto do
goveroo cmh illega', on inconstitucional, confor-
me j':la lo em sua sabedorh, cu o aceiu e sanc-
rione.
O S'. C .loni:Euto fji illegal o acio dj |0-
vero 1?
Sr. AtistiJes Libo: tes3 asta' fra <*e quss-
tao.
O Sr. B.-aerra :Estamos de aceorJi; agora s
falla saber se esse acto foi pralicadi sem oecessi-
dade.
U Sr. Ari-tid>-s Libi:Sibre a irregolarijade
do act, esiao deaccoMo goveroo, opoosigSo e
maioria, safando pens ; mas a comralssao pensa
qua esse acio acha-.-e jnst'Ocalo, atientas ascir-
eamtarr"as que o determlnarara.
O Sr. Konlenella :Per;o a palavra.
O Sr. An>t des Lob: Acredito, pois, ter de-
mnstralo qoe a emenda do iliusire depoiado por
Minas ioacpitavel, por eovolver oa dootrina jua
consagra m^oifasta confuso o de podare", c-ioferin-
do a cariara e ao senado aitribuifdes que Ins io
compeu m.
Agora t-aearemos a qujstao sob ootro ponto de
vita.
AdI;s d todo notare!, invocando o tastenranh-o
do iliusire deputado por S. Paulo e moito digno
presidenta do Rio-Grande do Sol, notare* digr>, que
o povo rio grande:ise bem lo3ge de se ch icar
com o acto do goveroo o aceitn como justo e ra-
sosv-i.
OSr. Bsrerra:Tanto assirn qua a assetnbla
provincial pr.i.tou cootra elle.
O Sr. Cesarlo Alvfm: lato muito recente
meo!.
(Ha ootro: apartes.)
Sr. Aristides L-.bo: Mas, dix-noa illas-
ir dep'iiado por M as. essa necessidada poda
prulonar-sa alm da pica em qne o tercatro
rorpo to azerclie iransprmdo a nossa fronteira,
achen-se no territorio da Confederadlo Argen-
no?
O Sr. C. Ottooi .-Oa phrase, nao di:se en.
O Sr. Aristidas Lob>: A conmisso, tendo re-
conhacido, como racooheeeu, que bavlam desappa-
reeido os motivos que o goverao Uvera para o ene
acto, coma devia exprlmir-se T
O Sr. C Otloal:Pargoniei se ja' em Janeiro
nio estavam prejudicaaoa aasea motivos.
O Sr. ArUUdes Lobo:Ja' demoostrei qoe ba-
via equivoco da parte de V. Etc. em suppor o ter-
cairo curpo do exarcito eslava dedaitivamenle com-
pisto ao transpor a nossa fronteira.
Sr. C. Oitooi: O exordio marchou em io-
ae f.ivare nteodasse o contrario. Portante,
urna medida qua nastes lar mis nai tam alcance.
Depoii disso, se o go-'erno oo aceitar a opioiao
da caraira, lato se entender qua sobslsiem o* mo
titos de leu acto, a qoeslo da conOanc,* era vei de
ser amaabia sera' boje ; 00 o goverao ou a cma-
ra, ora dalles deve deaappareeer.
O 9r. Cosario Alvim:_Eis abi o parecer.
O Sr. Ratiabc ta :O parecer da IKcslu cora-
misio, Sr. presidente, coniioo a sustentar, pela
forma porque esta' redigido nao obriga o goveroo
a mandar proceder ja' a elelcao na provincia do
Rio Grande do Sol.
Mas, Sr. presdante, en prescindo deate ponto. A
obi : era jaoeiro esta vamos on oo como boj-? E' qgeftao qoe rigurei esta : depols da approvs<;3o
do proeadlmento oeste caso que en nao quera to- j0 acto do ministerio, depols qoe o goveroo obieve
mar a respoasibiliade. desta cmara um lu de tndemniade, e em> vista
O Sr. Aristides Lobo : Em rigor en poderia da coodicao do decreto, quem o competente para
deixar em silencio esse argumento do nobre depo- mandar Proceder a essa elelgao na provincia do
iad), porque os seus escropnioi nio ae jusiifl. rj0 Grande do Sul nao o poder legislativo mas
cam coro relacio ao parecer. Eotratao'o, S. Exc sim o proprio governo.
taba qoe dasde qoe, lomando tal medida, o gover- o Sr. Teixeira Guimares :Apoiado.
O r. B.ierra Precisamente esse o ponto da
gir o acto negativo 00 posUrIS do goveroo qne pos-
ttoBeMler todapnadencia, ou antes a rntegridada
da represenueo tacional. ..." ...An
O i'r. Pi-bona :-S um bN de lodemnidade.
O Sr. f'ix-ira Gutmaraes -.-Medida extraordi-
ItarJa lotadi per am governo igualmente ex'raor-
C'os.'Artides Lobo :-Xo precisamos de cons-
Htntas.
OarU
1 O imperador..
do ou aciando a assembla geral, etc
101 oe da coc-tltuigo do imperio dii :
irado' exarce o poder moderador prorogan-
v l!iQlr6 ls
ribuK-s dos; nado e como lugar V*Mj*
o psito que acabei de ter se dU: Lo rape te
ao senado expedir cartas de convoca? da assenv
bia caso o imperador o nao tenba kilo don1 me s
cepois do lempo qoe a constitoiQao determina.
Agora, perganto : o acto do goveroo, >
e:eic-o em orna s das prov ocias do imperio, acha-
SprTbendldo ero ,l,risjW
Eviden mente nao. Qual e, pois, o meto^ consli-
tuc.onal pelo quaf cmara e o senado podara obri-
ar.na hvp.these que nos occopa, o goveroo a
comprlr o precalt constitaciouai emtoda a sua ra-
tC 0ds!.e Lteoelle :-E' preciso qoe elle nao
queia eumprir o preceito constitucional para care-
cer obrigi-K
O Sr. Aristides Lobo :-No essa a qaeslao ;
por ora fallo em these.
Segundo o meu fraco entender, Sr. presidente, o
nico meio constitucional que temos a opioiao do
prlamento.
O Sr. C. Ottoni d um aparte.
O Sr. Aristides Lobo :Ferdoe-me o nobre de-
catado, o mel perfellameote efflcai. O seguinte
ademan inevltavel : oa a cmara accelta o acto
praiicado pelo governo e o sancciona por meio do
bll de Indemnidad*, oa o rejeitt e aecusa o minis-
tro. No primeiro caso o acto do goveroo desappa-
reee como (ilegal, no segundo o ministro acensa-
do, coniemnado e apeado do poder.
Fgaro a bypothase extrema, por qoe antes 1
sor preciso o emprego de meios tao enrgicos,
cmara sabe bem qoe neDbom gatinete pode viver
constitoclonalmenle sem o apoio dos representantes
immediatos do povo.
Nao descabro ontro remedio na constitaicio alm
do qoe venbo de indicar, e davido que os nobres
depatadas m'o pessam apontar.
O Sr. Louren;o de Albuquerqne d ora aparte.
O Sr. Aristides Lobo :-Atienda o nobre depota
do qoe, segando o nobre deputado por Minas, o mil
de lndeoonidade ja fol concedido pela cmara.
O Sr Beaerra :O silencio da cmara foi bs-
tanle 1 ,.
O Sr. Aristides Lobo :Sr. presidente, se o pa
reear d> commlfao concloisse em formula resola
distnsio.
O Sr. Aristides Lobo:Anda neste ponto* in-
voco o tesiamuobo do iliusire presidente do-Rio
Grande do Sul: assevero a cmara qne o tercei-
ro corpo de exercilo corapletou-se depois de traes-
por a nossa fruriteira, reeebndo em stia- 11-
rihas novas levas em cifra appre-ximada a roi(-lo-
mer.s.
O Sr. Hornera de Mello :Em rolbo encorperoo-
so ao exercilo.
O Sr. lazerra :Mas ja' se tiaha complead
quaodo o anno passado apresentei aqu o projucto
qoe foi despresado pela cmara.
O Sr. Aristides Lobo:Ea mostrare! V. Exc.
que PMe projeclo era anda inoportuno.
V-sa, pois, qna se o motivo era- a orgaBisa^ao-
do lerceiro carpo do exercilo,, msi'.o depois de ter
elle iraosposto a frooleira, a provincia por causa
de su ofganisaco conservoa se em um Befado
anormal.
O Sr. Baaerra :Era todo o paia se levanaraa
for?as.
O Sr. Aristides Lobo: Sem duvda, raa dm>
tao consideraveis como na provincia do Ric-C4ran-
de do Sul.
(Ha diversos apartes : o Sn presidente reclats
attengo.
Depois de ter transpost-o a fronteira, e mais a-
da depois-de ter feti junecae cora o grande exer-
cilo qua operava contra o Paraguay, rumores da
uvaso ae levantaran a r&iaguarda do-1 lastre
baro do Herval, e esses rumores toraaraai-tai con-
sistencia, assumlraro c6re to poitivas,.que o 11-
lu=tre presidente do Rio-Grande do Sol vie se abri-
gado a expedir ordens muito eocrgieaa, para qoe
da qoasi todos os pontos da> provincia marchassem
forcea a defender as freoteiras.
Este estado de cousas.alias conhecido de lodo o
paia, dir-sa-ba qoe usa estado normal; 00 antes
nao elle excepcional e extraordinario?'
O Sr. Bezerra :IS o boje o estado da repbli-
ca do Uruguay da' traaquitiidade aoospiriio bia
silsiro?
O Sr. Aristides Lobo :5a ma temos perfeita
tranquillidaie, pelo menos nao se trata de urna in-
vaso imminentaqcfi exilia, cemo exigi pr-se a
provincia era p de guerra.
Senbores, aoalysando-sa os motivos cora ana o
governo dacretoo o adiamenti de uea elei^oas dj
balda se procurara oescobr'-abi as seducefles do
espirito partidario.
O Sr. Bazerra: Eotretoaio, foi precisamente
essa a causa.
O Sr. Aristides Lobi: Nos sabemos que da-
quella provincia marcharam paya a gaerra homens
importantes de todas as rres polticas.
O Sr. C Ottoni: Eu ais discut ateneo;
nao admiti mesmo osa? lntDjflas ao governo.
Sr. Aristides Lobo:Logo admille boas.
O Sr. C. Oitonl :~No prescrfttei loleoges.
O Sr. Aristides Lobo :Por este lado, pois a c-
mara e o paiz devem estar tranquillos.
Nao receio, senhores, qne os Ilustres cabos de
guerra rio grandanjes abandonara as fijeiras do
nosso exercilo '.itranidos pelas qnestoss eleitoraes.
oo ; fapoiados) mas nao dissimulo petante a c-
mara a minha opiniao sobre a materia, inielra e
completa.
Sr. presidente, nao s me parece que a eleieao
do Rio-Granda do Sul pode agitar all os espirites
a ponto de embaracar. as medidas que o goveroo
pracisa tomar para garantir s nossas fruuteiras,
como pode ainda perturbar a harmona completa
que deve reinar entre os diversos generaos rio-
granJensD', qui con-Jnzem as nossas Iegi5as.
Torco a dz-lo; nao receio de modo algara qae
elles abauJonem os poitos de honra que a naci
Ibes confuu...
O Sr. Homero oe Me,io :Apoiado
O Sr. Aristides Lobo:... mas possivel que
se realizem desgostos por cau*a das eleicras.
En.rttanto, pesando con3iderac.f5;3 de ontra or-
dem ; laes como a privacao em que tam estado es-
sa proviocia de se fazer represetar, eu me incli-
no a crer quo acuelles motivos nao nos devem de-
ter.
O Sr. Bazerra:cima dos interessei partida-
rios e-W o brio rio-grandense.
O Sr. C. Ottoni da' um aparte.
O Sr. Aristides Lobo :Ja' vejo qoe os nobres
deputados nao presiaram atlencao as minbas pala-
vras. Fui o primeiro a dizer qne nao receiava qae
oa generaeyio graulensos abaclonassem as uo3-
sas (orlg.* '
O Sr. C Olionl :-Nem possivel aventar a by-
potbese de tal aoalectmento.
O Sr. Aristides Lobo:E ea exclni a sua pos
sibilidade, dando apenas como possiveis os desgos
los de qne fallti. g
O Sr. Teixeira Golmares:O que os pode per-
Iqrbar o somroo do governo.'
O Sr. Aristides Lobo -.Senhores, nao percebi
bem o alcance critico da analyse que o nobre de-
putado por minas fez ao tpico do parecer m que
a commissio assim se exprimi : Ja* porque de
presente nedboma coneideraco de grande valia
ba etc.- Nao sel o que de repugnante descobrio
.7.._.... .S 0) decllaon da sua opiniio para melbor jaizo dos
repr.'seotoies da nacao, cumpria-lbe de alguma
sorte agoardar essa opioiao.
O Sr C ottoni:-O goveroo nio declinen con-
ga alguma.
O Sr. Aristides Lobo : -Pois nio dlt o decreto:
Salvo se o corpo legislativo resolver o r-onirario?
Logo deelinoa da sen jaizo para o do corpo legis-
lativo.
A cmara devia ler o auno passad) por acto po
sitivo sea marcado um limite a essa medida qne
Iba foi sug-lia, mas nio o fez; llmitoa se a sano
ciooa la co o sea silencio.
Agora tratamos de expender ao governo a opi
nio da cmara em viita das condiede qne sub-
sisten, e nao en vista do passado que desean
sa sob am bil de iademaidade, e, pots, acredilo
que a redan;io do pirecer nao deve assustar a
ningaem.
E1 voiio a principal qaeslao1 emenda do no-
bre deputado por Minas.
E'itanlo qae a camsra o'n poda acetir o afvifte
larabrado pelo nobre-deputado. Posso estar ero er-
ro, mas acredito qae essa resoincio importara a
dejlicaco da questao da sua vardadeiras basas.
A cmara proferir a aua opioiao e o cenado fara
o mesmo : eis ludo
O Sr. C. O.toni :Nato ama neov onlra ser a
do corpo legislativo. *
O Sr. ArlstidejLobo :.Ai distiocfio meramen-
te formal. Porventora, qoaodo- as cmaras, pasean
do em revista o* actos do governo, os eenanra. e
mesmo os eondamna, nio farouvir por case modo
a opioiao do corpo legislativo f J preciso qoe ara-
bas a3 cmaras convertir ero le o sen peosa-
m-nto?
O Sr. eflsboni :Mas a oplniw qoe obriza a
consagrada em le.
O Sr. Aristides Lobo :Nos goveroos represen-
tativos nw>e;seo uoico mido, pelo qual o peder
legislativo abriga o governo ; ba ootros meios ;ue
o systema e consviiaico consagraaN
O apoio negado ao governo que mai dirgeos pa--
bllcos negocios, a-accos-5*o dos ministros- e m-'
rao a critica ear si sao poderosos meic^ds corrac-
cao que ubrigaaj' o poder executivo a exvreilar re-
gularmente as eoa* fane?des.
O Sr. Teixeira Goimaraes :Y. Exc. me fria
obsequio indicndome o artigos da csiitni(Io
em q j se fundo*.
O Sr. Aristides Lobo :Eo ja os decfarei, mas
vou aatlsfasar a V. Kxc. : 47 3 e 101 |5.
Acredito, Sr. prndenle, que nanitas ooeidera-
Qe de mais ou menos varia podara ser cCeveeidas
no dbate, mas pens o* se atteodaraos ao
assumpto qu ms oeouoacm espirito de mtnr-
ciabdade, com os coasettros do urna raio ea4aa, e
laodosOmenie em vuiaos lejJtimos ioterasseso
paiz, e-avenaos forcosameote de ebegar a nresma
coocloo a que chegou a comraisHio da poderes.
Al agir perraanejp na-coavieco de qae-o-pe-
recer e nao a emenda qiefct. muDdada a rrfe*,
respelia os principios eardeaes-do systema njM nos
rege. /"Apoia.! osj
S*, no correr da dseossao, mira coosderw3es
forera irwidas ao debote, voltarer tribuna;, per
ora o q-ue-leobo a dicen
OSr. Ratisbooa :Sr. presidente,neste aseump-
lo fra laives melbor qoe a cmara tomasse urna
resoln(Se- desde ja, votando o parecer indepeeden-
le de qualqeT'discusso;4al eV a- MMMta dama*-
teria.
A baraiea provincia do P.io-Srand* do Sol tem
igual dir-iiro- a estar representada-nesta cmara, ao
de tedas ae-oucras provioeias do- imperio. Aesimt
pois, toda e qnalquer procrastioafao- a respete da.
eleifi-3 daqaeHa provincia-imporu a permanencia
dessa pringan de seos direilo politeos, os cwf
O Sr. Ratisbooa :Dasde o momento em qoe
cessarain os motivos que determioaram a resma-
ci extraordloaria de snmender-se a elei^io na-
qneila provincia; o governo devia mandar proce-
de a eleicio, e nao consultar o corpo legislativo a
este respailo.
Sr. presidente, esta dontrioa nao esta, pir as-im
dizer textualmente consagrada na eonstiiu'can do
imperio e ms le orgnicas destinadas a soa ap-
plicaco ; mas dontrioa que esta no espirito das
nr-esas InstlluIcSes e a respelia da qoal nos encon-
tramos disposiedes qoe eslabelecem materia Ide-
tica.
Qoanio, Sr. presidente, em nraa fregnezia on
em ora mdniclpio, on em qnialquer circomscripgo
eleitoral maior, deixa de ha ver eleigao no da mar-
cado por circo instancias extraordinarias, por forca
maior, oeste caso ir qua estabetece a le eleileral, a
lai orgnica desliada realisar o principio de re-
presentarlo 7 Dtjprmraa que o presideaie da pro-
vincia, delegado do execotivo, csssado o mefivo,
maodt proceder a eleieao, isto dontrioa qoe na
ideondada do ea:o est prevista1 na lei efei-
teVal.
O Sr. Aristides* l/ibo : Nio apoiado.
OSr. Itni.-bona : O legislador, Sr. presdante,
oso cogilou da hyeotoese de que se traa ; mas
lando cogitado de ctsa bypotbese Idntica com n--
lago a urna freguezia, a um municipio^estabele-
ce o- verdadeiro prledpio. A queslo aso muda
de Sgnfa, a mesma qaeslao de direito-coostltu-
coDaH
A esse^ao do direito d* volar em urna- fregu-
Xia, por soa natureza ama qoeslo tao gi'Sve co-
mo a eassacao desse mesadireito em urna-pro-
vlncla, cilo de certo qoaeto aos resultado mas io
eoolestavrmeoie em rela2o>ao principio cu;-im-
portancia moral sempre a mesa debaixo de .yial-
qoer pootb'do vista.
(Ha diversos apartes; 1 3?. presidente reclama
atteoco.)
O oobre relator da commteso, invocando o pw-
euo coiisutaeioBal queconfaro- ao poder moderadTV
a faculdade ninr oa dissc*cer a cmara dos *-
notados, segtodo exigir a salra^ao do estido, nSe
Tronxe luz atguma a materia, nao resoiveu a quea-
o, pelo contrario o nobre potada agitoo uraa-j
outra questo Je direito pabliao qu pde provo-
oar am confiicio entra esta cmara e o sesado.
& oobre dependo sabe qae guando o ehefe do
poder executivo nao manda proceder sieigao no
lesspo marcado, por le o seuado tera a direilo de
convocar a assetsbl geral legislativa.
Foresta orna medida prevenan d0'legislador :
o senado um corpo permanaoM, esto' pois no
cato (fe velar peia*eseeaeao desse greo preceitu
constitoooal.
OSr. Coplista ?reira d ora asarte.
O Sr. iiisbraa j esta an;'MiM.ao-r 3*. pre-
sidente, V. Exc. v que de natorera mu*' diver-
sa ; o nobre deputado, portanto, neo resol^eu a
quest-o, porque desde ra imentc -em qoe-a sus-
pensJda> lai(o na prewncia da Bto-fflnndi do
Sal foi approvada* pal camarar a coosequencia
desta appm>vac3o i- a sefrniole : lego que eeseas-
sem oe-:n'tvos que-determinaran) s aeto do-gover-
oo, eraa mesmo giverac- ^uem dovia -taandop pro-
ceder a>-3lecio.
O Sr. Adeudas Labe:Apoiado,aqoies*"> mi-
aba qoast.
O Sr. !t*tbooa :Neste caso nae-mnoa obeer-
va(5es seo mais justo per* com o goveroo- de- aoe
nobre raiator da coamiet ao.
(Ha wt>-aparte.)
Eu deoiaro positivamente que p^ss:ef o osen' vo-
la, acompaoei os membroo a esta amara- no-aM-
eio que :eos guarAeMm a este 7espelto;. reeo-
abac a importancia des- aaotivos qae delefwiiaa-
importantes.- E'emfim nsca silaoc anomara<<9* lam o acto ; mas nelas boje a camar*,. que,
o illnsire oepuijido nessas expresjojs, qoe o joyn
deve acabar.
Mas, Sr. presidente, eme o aobre- deputado pa-
la provincia do Minas tolciou o- dbase, e o lastre
relator da a dootrina do parecer. Y' EM-perraieiira qae ea
oceupe ocralgsns momentos a atterteo da cmara,
embora a isewso da materlsvali grave e im-
portante, nos serpreodesse a lodos. Da faca, Sr.
presiden^ .a materia do pareeer-enrrolve urca gra
ve questao de- dnutrlna que, ama ves agitada- oeste
recinto, dev Bear resolvida.
O Sr. Blas da Cru:Apoiado.
O Sr. Hassona :Sr. presMeale.es motivos qoe
determisaraos o acto do goveroo ame Bcasse sus-
pensa a .neicio na provincia do Rio Grande do
Sal ja s eonbecidos pela cmara e pelo paiz;. o
pdese diierqae o goveroo je tev a este respaile,
um bil de iodemnidade, com- o nosso silencio ar>-
prov.id.;r durante a-sesao.do aoo passado. S
bem mo-recordo (e appello lambeca para a memo-
ria da saciara), reaonbecea.se gsralmeol a ne-
cessidade dessa modda.
Parece-me, pois.^que nesta ocaaao nio devemos
mais disentir os motivos que a aatonsaram*
Mis o mal contina, etodava os movos q*
Ihe deram existencia desappareeeram. Naste- caso
pergonta-se o qae se dee liaer? Respondo a|
quesUo roudou de aspecto, o ontendo qna depois
que ogoveroo tomou a resolano da saspeodar 00
adinr a eleicio da provincia do Rio-Grande do Sul
e ccasignou no respectivo decreto acondiciona!
salvo se o cor legislativo resolvesse o contrario,
essa questao presente asaguinle : Qaem ccom-
petente para mandar proceder a essa eleicio-? E'
o poder execolioo por actoseu ou s.poder logis-
i?4lvo 1
Sa o peder legislativo o nico competente para
nar.d.r preceder .eleicio na provincia do Rio-
Grande do-Sol, afin* de fazer cessar essa pretericao
de dirailes a que por motivos, sea, duvda alguma
ponderosas, flcou. exposla aquella importante pro-
vincia do imperio,, neste caso, parmiitft me dizer-
Ihe o meu Ilustre eollega reia ,ur da commissao
que o parecer manco. E declaro mal a V. Exc^.
*r. presidente, qae nao pnde cemprehaader bem o
fino do parecer, oasia pane.
O que que pede o pareces da. commissao ? Qpe
a cmara declare a saa opioiio a respeilo da coo-
veoiencia de se mandar proceder ja a eleicio da
provincia do Rio-Grande do Sul ?
Mas como deve ser fei esta declaragao ?
Basta a que est no parecer ou preciso qne sa-
ja formulada de outra maneira ? Sari um novo
bil de indemnidade qoe se deseja, mas um. bil de
ndemnidade franco, expresso, positivo ? Admitin-
do esta ultima bypotbese. urna vea que b
pbysicamente imposslvel que a provincia do Rio-
Grande do Sul ainda este anno eleja os seos depu-
tados a lempo de lomarem a38ento nesta sesao, lo-
ra mais conveniente qua o goveroo maadasae pro-
ceder ja a eleieao, e aguardando o joiio da cmara
em qaalqaer qaeslao de conflanca qoe am brtve
teremos. ao manos lsso o qoe me parece mais
curial. ., .
O Sr. Aristides Lobo ;-E' qnes'ao de frmala.
O Sr. Ratlsbona :~Perd>mo nobre deputado,
nao pens assim.
O Sr. Aristides Lobo :Como a cmara se ba de
prooonciar ?
O Sr. Ratisbona :Pergonto en o qae Importa o
parecer da commissao Sopponbamos qne a ca-
mera approva unnimemente a doutrina do pa-
recer t ,
O Sr. Cesario Alvim :A conseqoencla que o
goveroo ou aceiia a opioiao da cmara e manda
procede a eleijao, ou nao. .
O Sr. Ratisbona:' O aparte do nobre memoro da
commissao nao me esclarecen.
O Sr. Cesarlo Alvim :Ea o es:larecerel qnan
do Uvera palavra.
O S. Ratisbona :Dit o nobre deputado qoe se
a cmara approvar o-parecer da commissao o go-
verno mandar ou nao proceder 4 eleic.ao ; o go-
verno lera tambem occaslao de declarar se esta de
accordo com a cmara, on sejnslste na opinlao de
qoe inconveniente proceder se anda a ewtcao
naqaella provincia.
Senhores, ea nio posso eomprebeoder o alcanq
desta proposicao. Ea comprebeado que o Mj
tos do poder legislativo devem ser executados pe
poder compeunte. 03 actos do poder legislativo1 an
tradoxem em formulas obrigatorias qae se cha-
mam leis. A simples opioiao manifestada pea
matarla da cmara poda apenas revelar O accor-
do a-governo com a, cmara 9 O dsaccc
dene vote-de approvacao qne o Roverno tem- do
Orpo legsiiiTo resolta* a obrignei Dicssra
te se maador proceder a etoicao.
O Sr. Baptista Penetra d' um aparte..
. O Sr. llatsbona ^O*- obre deputado que me
aonra coa-o seu aparte sabe que e i-Hl de indem-
nidade esa" do apoio qu goveroo ecsontrooi da
parte oa samara. Por eooseqoeneta o b-de io-
l-demndace foi concedido ao s pelo corpo lsgJ)a-
av.i, como pela opiaiao do paiz.
O Sr. Astldes Lob :>toto qoe Vi Ele:, esta de
accordo coi a comaNS^ao.
O Sr. Hasboa z BMarel se taM a na opinJio;
o meu modo de pensar -o qae ja'declare! :. boje
qaem competente para mandar proeeder a elei-
$o o proprio governo, o poder execoMvo. Ces-
saram os-mottvos qoe jaMflearam essa saspeosio,
logo o governo autorlsado, o competenle para is-
so, nao so-pela DOturoa do faci, como pelos prin-
cipios qae regulara a malaria em desudada de
eircumstanchs, corneja" deraoastrei.
O Sr. Cesario Alvim :Apoiado.-
O Sr. ftatisboaa-:E; esta se mioha eptoiio, Sr.
presidente, nao a mais sustenaval, relativamen-
te a qcestao, meaos o o pareoer pel forma por
qne es*.a* redfgido. A iliusire coromassio devera'
formulir orna pcsoluco, ou concluir os- seoscon
sideratdos um modo mb positivo.
Se, porm, e-nareser da illu*lr* commissao tem
em vista provocar simplesmoola um acto de ap-
prova^ao a cmara declaro por mmba parte que
soa da opioiao-do parecer, isto tenho esta mes
raa opinlao de que se deve mandar proeeder quam
ta antes a eleieao do Rio Grande.
0ara.isso, purea, nio era preciso o parecer, qae
como ja' vimos, nao tem forma resolutiva, nao
obriga o governo a cousa alguma ; o goveroo po-
dia-o mesmo dispensar, e ja', devera ter mancad
proceder a eleieao no Rio Grande do Sol. E' esta a
uinha opioiao
OSr. Cesario Alvim:r. presidente, eu poda
deixar do-fallar nesta questao e dispensar a cma-
ra o irabalbo de ouvir-rue.
Alm de nada haver a.combatr, a hora adianta-
se, e eu-sinlo qae temos necessidade de volar boje
mesmo, se possivel fr,o parecer em disccssao._
O primeiro orador que falln sobre a questao,
depat'lo palo 3' districtode mioha provincia, em-
pregoa a maior parte do sea lempo em recriminar
o governo pelo adiamento das eleicSes, esaelaindo
por mandar urna emenda a conclasio do parecer
qne se discate, declarada por
censura.
Nio tomarel lempo a casa defend ndo o governo
}a' sofflcientemeote justificado; terei apenas de-
apreciar ligeiramepte a emenda.
O n>bre depntadaque acaba de sentarse, dig-
no represetUnte do ceara' concluio o seu distar-
se adberiodo ao parecer.
Ao nobre deputado pela mioha provincia respon-
den o mea digno oompaobeiro de commissao, a
qaem devo pois en responder 1 Ao nobre deputado
pelo Cear, que, sem impugnar o. pacecer, fez no
entre Uato;jguma3 apreela^Ses a respeito. Serei
breve.
S. Exc. lido e sabido no nosso direiio poblico
constiiaekinal....
O Sr. Ratisbooa :Mu to abrigado.
O Sr. Cesarlo Alvim :.... limitoo-se aexpor-nos
algomas duvidas que Ibe assaltavam o espirito.
Porgonta S Exc. :-Aqal dos dous poderes
no caso vertente compele o direilo de mandar pro
ceder s eleicoss t
Respondere :Ao executivo, a qaem por forca
do noso direito constitucional est incumbida a de-
cisio sobre semelbante materia.
A assetnbla geral, chamando a si esta atlribui-
cio inlerviria indnbltavelmente naquillo qae nio
da saa competencia.
Este ponto da questao ja' loi perfeitamente eluci-
dado pelo mea collega relator da commissao j mas,
indo samo carcter de resolacio o acto da assem-
bla, e slm como de simples opioiao manifestada
pelo corpo legislativo, qnal a conseouencia, perguc-
ta o digno orador? Explique! em aparte o meu pen-
samento a respailo, e eomo possivel que nao me
tizesse bem comprenender, repito em mais palanas
o qoe entao expendi respeito.
Oa o ministerio concorda com a opinlao da com-
missao e do corpo legislativo e nasse caso manda
proceder as eleiedes, on. discorde e nesse caso p3a-
se em hsiilidade com a representacao nacional.
No primeiro caso, executivo e legislativo harrao-
nisam-se e nada ba a resolver'em contrario do vaq.
Par o segando esso temos remedio na coni'itoi-
;io uortic;,
O gabinete dt #eixa o poder, orj ssolve a c-
mara.
O daereloqae adilas eleicSes do Hio-Grande
do Sul conbecido ; os motiv em qae se faodcu
o governo para assim proceder sio igualmente sa-
bidos, e ningoem deixou de reeonbecer qoe foram
ponderosisaimos.
Trado de organisar-se naqaella provincia nm ter-
ceiro corpo de exercilo jnlgou o goveroo convenan
le para garanta do voto popular adiar o pleito das
ornas. ,
. Tendo cessado ese motivo, a commissao de cons-
ttnicao e poderes julgon dever dar o sen parecer
tal qual esta redigido, e assim proceden lando em
vi-ia tambera urna represeotacio da assetnbla pro-
vincial do Rio-Grande do Sul.
Assim, pois, nio vejo fundamento para censurar
a eommiiso.
Como disse, o nobre depntado a quem resaondo,
e a quem nao deverta responder, por qne S. Etc.
aboodoo as opioioas da commissao, aprsenlo
apenas essas dnvldas.
O nibre deputado qae rompen o debata cirrum.t-
creven a discossio no terreno das recrimiDaces-
corrtra o ministerio, concia-iodo o >ea discurso por
mandar nma emenda ao parecer qoe commeite i
cmara o direilo de mavjrmr por si proceder i elei-
eao ; mas isto seria absurdo por qne nao pode a as-
sembia* geral intervir nos actos do poder execotivo
a fatei orna coosa qoe a esse poder oofearoenle com-
pete.
O Sr. Bazerra :Nao lsso o trae diz o parecer
da corarnissio assigoado por V. Eae.
O Sr. Cesario Alvim :-V, sim, senlror ; a con
clasao esta ; E' de parecer que qiianto antes
o goveroo mande proceder it eleieao aa provincia
de S Pedro do-Rio-Grande do Snl. >
O Sr. Bezerr:Mas nao ssta a csoclusio do
parecer.
O Sr. Cesario Jllvim :\ coMlasio i parecer
esta justamente-;- para que eu estivesse em con-
tradiegao com o parecer era preciso que eHe en
clwisse no sentido da-emeoda do ncbre depundo por
miaba provincia.
Voto contra essa eenda, qna sbsnrd.
Vollarel a tribuna, Sr. presidente; se acasc *
'gura orador qoe live/ de fallar cootra o parecer
^apresenlar algnraas rajdes novas impognaodo-o :
por em quanio o que-me compre dizer.
O'St. Loarenco de Alhtoqnerqua :8t. presides1
te^ pedi a palavra principalmente para disentir a
qutts'.aode direito que vesniou o nob e relator d>
commissao, questao que dtaeotio perfei:nm-nta c
oobte depoeado pelo Cea^ qoe lallou antes de
mim-j-por tasto era rigor erf poda dispensar me de
usar da pJlawa qoe V. Ese: eoocedeu mp, mas na')
o f.irtrentri lano antes de svbmetter algsmas re-
flexoao J-Sr. relator da ewmnissao e a seo digno
compaa&eiro; deputado por mes-Geraes.
A prSrr-eira qnaslao que rae oecorre snscv, Sr.
presideote; a segnlola : o joveroo procelea hem
ou mal adrando as eleicSes do Rfe-Srande do Sol ?
A eata qcesl respondo setxroesilar: o gowmo
nao poda fzer osara coosa, atienta a necess:#d
de crear se "OTqoeta provincia uo lerceiro carpo
de exerciisri-foi tr esta coos!(Wrae;ao qne na- le-
gislatura do anuo paseado approver o acto do go-
verno.
: Mas a decret-J, en* rirtade do qnal foram adiabas
eslas elelgCns-, em sa clausula Wa! diiia : 7t-
jsaso adiadas-av eleiedes do Rio^Oraode do Sol 3t
o tira da Ruerra raw se o poder :?ntcfirvo MMMT
mu-'* eontrete t-; admrame, pois, Sr. presideoie
que enhoiB' dos seobores ministros se lenha \*-
vamado ainCO'para cosabater o perecer qoe se d's-
cu*e, por quo-esie parecer a csademos^o do da*-
creto qoe a.i.-jaas-efeicoes.
O- Sr. ArisiiOes Lobo-rE' sigootp rjaa elles e-
lao de perfeito-aecords-com o parecer.
OSr. Louresco de Arboqoerqo':^Cci effeitoy
a clausula to do deereio que o corpo tegislavo
s pode autonssr-o govarao a mondar praeeder
es.s* ieicoes ;jor meio de orna rezshrjiio-r #ua tan-
to importa as palavras u\> decrete : S*ivo se o
corpo legislativo rerwro contrario. Logo, sen-
do ceas intairaraeniedi versa remiten jnrecer,
este aa opiuio de propo governo, nao sIDciao-
te para eooferirioe a aueorisafio neoessMia, isio
, paro poder naaadar proceder as elei<;oe do Rio-
Grase* do bul aoces de-etmioada a snerrai ontra o
Parag*v.
' Manifestada por esle-modo, Sr. yresidea, a di-
vergsncia prcfooda-qoo ha entre doatriaa.do de-
creto o o paree: da comnw3sao, p?ovarei a^ora ao
nobre relator da commiesao qoe nm simpte pare-
cer oo asta parao-fwi'deseado.
O^jorerno coafeeson qo iotspanseAel nma
resoieosodo corpo legi>latvo. Ora, sanio eso* eom-
posio da cmara dos Sr. Oeputados e do senado,
perga*: um parecer approvado- por-est sama-
ra, reerwentaode simplesoaente a soa oplciao, dis-
peoosra' porveatura o vota do sacado, sop&oodo
mes-rae^ue bas-Sa o jwwowdo corao legislativo pa-
ra 8>governo jolgar-se auWrisado a manda lazer
as eie*;08s do Ixw 5rie do S*!.?"! certo
que neo.
O-notare dep&adopeloCeara' Ccaorvsrr-oa- per-
feitomeete quo-competia- ao poder executivo man-
dar preceder a-ostas eleicSes, tan mais-qo*to de
m^'* proprio elle 23 liO/M adiad 3.
ZL-ooai effetivse o peder exacalWo enienden
qoe poda prattoar este acto, embera mals larde
fosee obrigado a solieitcv da cmara um biil de in-
demnidade, porque razas nao se jeigcu tambem
cocao dM-eiio-do mandar faw oslas eleigoos, sn-
jailaodose depois a. um DiU serrainante 1
O-Sr. Rattaboaa-::Mais i..c:l-do que o pri-
meiFO..
OSr. Loarenco de Albuquercse:-Sem envida,
patoaipaJaMM* depois- que e-ta cmara- semani-
fo6ton pela necessidade de que se fhessem as elel
rjes do Ra Gratado do Sal logo qne foseo leso pos-
Vil.
O Sr. Ratisbooa:>"orrigia.o erro;, naa devia
ieoier censara, por ksao.
rmela do Rto Oraffda do nf, neo tfen-lbe i tattat
importancia.
Kstorr persuad* qfte nada lem de serio os re-
cejos manift-niados pi-to oobre deputado porqoe
do contrario S Exc. faria orna grave in|utica aos
chefes disiioctjs qoe commandam dosioi eiereilos,
csqoses iodnbitavelment seriam Ineapaies da
abandonar os seos postos, oo de crear difficulda-
des a' gaerra por motivos elelioraei.
O Sr. Cesario Alvim :-Elle o disse.
. O Sr. L nrenco dt Albnqaerqne : Logo nio
Ido fundamento os receos do nobre depatado,
0 le o ter, S. Exc. nio devia ter assignado e pa-
recer.
Eu voto, Sr. presidente, para qoe se facam as
eleiedes do Rio Grande do Sul, mas oi\> quero par-
Ulbar da responsabihdade qne, porveomr, possa
vir da adopcao deste parecer.
O Sr. Fontenella (Altencio) :Sr. presidente,
en vira dj intencao de votar pela conclotdn do pa-
recer ; a dfeenssso al sgora bavlda mais me con-
firma-o proposito rjoe trasi.
A oobre eemmissio, deisaodo de concluir pelo
ol'-ireccmenio de nm projeeto de resolocio da as-
sembla geral, eoneloe por ara simples de pare-
cer que o goveroo Imperial mande qnanto ante
proceder as eleicffes na provincia de S- Pedro do
Ri i Grande do Sur. Esta frmete obtetn o meo .Tj-
rafide voto e coosirMo-a merecedora do voto un-
nime, da cmara. Vn dar a razan*.
Com effeito devemes prlmeir 900 todo ver c*>
que srgolOca o'decreto qoe adioa para depois A
guerra- as elelces do Rio Grande do Snl; ae esse
decreto eslava nos principios e preceifos da cons-
itoiQc*r eomprebendido entre as aiiPibotcScs bem
defloidas* do poder execotivo, oa se este poderia
receiar qne da parte do poder legislativo e levan-
tassem Jr*t*s qnelxas en* bem dos iafcreases p-
blicos pelo acto praticad por aquMie primeiro
poder.
Se nao aeramos disposljes termimatts pro-
vendo perfeit'imente a hypoitiese obre iCe vsrsou
o decrete da qne *e trata, todava o olrioio para-
grapbo do an. $79 da eonslltoieio, onde por ana-
loga o govxros- pooia iospirar-se para decretar
acuella medida. ssim diz :
Njs casos do* rebeillio ou iroi3e d ttHtm$$,
pediodo a segurao^a do estado qoe se dispensen
por lempo determinado algnmas das forra alidadas
tra
azor por acto ep-'jftrf do poder lejMalno.
* Nao se achando,. porm, a esse lempo retfirlda>
a'asserabla, e corread a patria petigb Immtreni
:e, pvttgra' o governo 'srereer esta aesma prWi-
dencia, como medid* provttoria e iodispenwvei,,
Mspeiihndo a immed'Mtmente que eft a neetsii*
'ante mgenle que a rierteo ; de vend em om*
ootro caso remtter a assemfela, logo*- qoe vean:*
fer,. croa relacen moirvada das pro3es e de oo*-
ira.s meeTidas de preverbio remadas, ere. >
Se a cxasritolio da' ae-ped*r execattvo esta IV-
coldide em caso exiraorotisrio, para suspender o&'
dipwrsar allomas das fortnalteades gartntldcrras
dos-dfreitb isdivldnaes, oflevarno acbfdo algo-
ma analogra>BO caso de qoe- eoeltoo qos)do expe-
dio ;decrerae dezembro de-1866 podia, corotodo,
receidr que nio couslderaesem bem dtBcado
dfsdw-qwe s tratara de snsr*nder do eXereieio dos
direiajapolirieos para eleger os reprbseEimtes da
paQc-,.a-qoenr o m-.mo govsnw obrigadtf a dar
conta da-medid ?xtraordioarieeoeoie tooada na
bynotWse b eftadO artigo eonamaeionaU Podra
receiar que; oso swdo perfed1* analoga daV by-
potbesesi oseo- prncedimento fosee jaleado -exces-
sivo dos-termo.a qoe somenle chepa ess> aaalogla
eo corso lagislKivo viesse a errffflo a principio
disse. jaetss-qoelsas em bem dos- Mareaste pbli-
cos e d raspeia censtitaigss.
Por Isse. -o-govftrno- acautelon>se- ao decrato' e
d'sse : c-?rcam'adiadas as aiexfiitf pora depois da
anarra, seo conl?3fionio fr restivi*) pelo corpo
legislativo.-
O qoe 3?oific esta daasnlflr ao decretoT
iQner acaso dizer que o governo- nao-poderla mais
eHe mesmo detprmioor o contrario te qne ontio
dMermina^*?'Nao;-. demodo atgum, lsso eqai-
vaierla a osta-abserda- proposicao o-peder exeeo-
tuvo nio tem-o direito de revogaros 9es proprios
decreto I on a esfbntra, a nm lempo absorda e
:n**peradt: o-poder eaeeutlvo demitt-* do direi-
to de revogor-os seas decretos f
O qoe a eransola significa orecobecimentc
per parte do governo deque, aKm de revogavel
3er elle masme, comacto seo a.rae*da peda
ambem desapparecer per dellberaeao da assembiea
fosral, visto o assometo sobre qoa- versova.
O peosarmonto da- denla qoe a perdoraca?
a sospensao-das eteifoes at ac-.jmda gaerra ti-
ca* sojeita a qaalqaer deliberaba e cootarao
d assemulSKgaral; a nao que Seaese dependen-.
te- de- alguma deliberacao da ajaembrte a retire-
da? e cesstcio da raedioa logo qn cessassem os -
raotiros delta. Vejo- qoe a cmara coasprebeode
commigo a grandedifferenca. (SVgcaes de appro-
vacio.)
Srertaote, senhire, per fallamente solida a opi-
olio daqoelieo-qaeditem qoe o governenao care
ci, dorante!d esteteeapo qoe '.om-decorrido, de
eterminago. da assemWa geral- pata suspender
o3-*ff*itos do daoreto de 19 de desambna de i86."
(Apoiados da oppesieao.)
Mas dizem,. ouvi em aparte, qoco* ora va o
nebre depuiado por Minas Garaes,-^) naere mas-
im da justica dizer: Desde o anno- passado foi
agecio este aejicio assembiea geral, e emqoaolo
a> assembla geral no determinar o contrario, o
geverno nada pide faiez. Oh 1 soaheres, isto
iasostentaveh ,
Pois enio o governo, reconneceodo que ji-.no
Savia nrgecsia nem neeassldade algowa da meit.
da, que havirn cessado os motivos- qoa a deisrmi-
caram e qc a contiooacio della era ora m.,- nao
pedia fazer- o.-bem ? ...
Se o qae-elle devia receiar da-asssmblagera
ora a coBderonacio.da perraacenc da medida,.
desde qoe deix-asse de ser reelamad oelaacii-
corostancias anorroaes da proviuai, nao poda a
O Sr. Lou-reoeo-de albaqaejqae : Sim, o go-Invern considerar-se aotorisa,.iiependente de
lo cido tes.te ramo (Jo bosw governo.
-. -
perno poda apraseatar-se ao parlamento e dizer
Approvastes-o-lcrelo em -anude do qoal o po
.ier execQvo maadoa adiar as el&icfes da pro
viocia da-Rio Graode do Sui,,pela necessidade do-
orga nisarse ai um lerceiro corpa- de exercilo ;
ora, tecdj eessado este motwo,o governo eotan*
deu qua era seo dever maadac proceder s eleU
ges e assim fez.
Eqtaodo, porlaolo, qae o governo ex'gmdo agi-
r dese- canora-----nio digo bem. exigindo...,.
insinuando a cmara dos Srs. depalados este meta
de resolver a qaeslao, qner apenas arredar de si a
respoDsabi&dade do sea procediaiento em relajao
a este, ass&mpto.
0>.Sr..Aristides. Lobo :.-m.V. Exc. descalpe-me,
ea soi de alguma cousqae lem bavido a e.-te res-
peito..
OiSft Lonrenco de Albuqoarqne :Posso affir-
mar. a V. Exc. que o goveroo desde rauito esta'
habilitado a julgar qae as eleicSes do Rio Grande
do Sul podem fazer-sa sem a menor inconveniencia.
OSr. Aristides Lobo :^Iso outra questao.
O Sr. Lonreoco de Albuquerque:Nao ba, pois
r-azio que justifique o goveroo por nao ter mau-
S. Exc. emenda do dado fazer taes eieicSes,. sobretodo tendo oconse-
Lbo de estado opinado d nm modo claro e termi-
nante.
Mas, Sr. presidente, o nobre depntado, relator
da commissao, disse que receiava qoe pocedendo-
se agora as eleic,3es no Rio .Grande do Sul, o re-
sollado dellas fosse langar no nosse exercilo so-
mentes de discordia.
O Sr. U- Ottori da' nm aparte.
O Sr. Arislides Lobo : Nao fallei em deser-
C,i)3S. .
O Sr. Loarenco de Albaqaerqae : Nio fallo
tambem em desergoes; mas V. Exo. declaren qae
receiava- qqe o resallado das eleiges do Rio Grao-
de do Sal produilsse discordias em nosso exercilo,
discordias sompre prejudiclaes, e que de atgom
modo retardaran) o tao desejado flm la gaerra.
Ora, se esia a opiniio do nobre depntado, admira
muito.que S. Exc. seja igualmente de parecer que
as eieic.oss aquella provioeia sejam feitas qnanto
antes.
O Sr. Aristides Lobo:Pese V. Exc as ontras
consideraces que z, e depois enio resolver' eo
mo eu resolvi.
O Sr. Lourenco da Albiqnerane :V. Exc. as-
seguron ter bastante receio. de que o resallado
destas eleices fosse cansar no exercilo braslleiro
desconieniamentos qae poderiam ser prejodiciaes ;
como-assigna, pois, nm parecer aconselbando ao
governo que mande proceder cuanto antes as elei-
edas do Rio Grande do Sul T
O Srs. Arislides Lobo :-Porqne preferio t^ essa
argumentarlo conjeomral a representacao da pro-
vincia.
O Sr. Lourenco de Aibuqaerqne : Qaer dixer
qae V. Exc nao receta seriamente.
O Sr. Aristides Lobo >-No qner dizer nada,
qner dizer o qoe disse.
O Sr. C Oitonl: Representacao de qne o go-
verno nao fez caso, portjae qq mendou fazer a
eleicio.
i O Sr. Lonrenco de Albaqaerqae :Esta' claro \
o governo nao faz caso representacao da pro-
determloaaao-d asserobla, a revoga la ic^o que
rondaran as ciroomatancias T (-Vivas apoiado* da
oppostco) i '
Nao eVo governo o apreciada compelerte deseas
aireumsiancias f (Apoiados,; .
Nao pde, pois, a meu ver, prevalecer a opima)
do nobrerninlstro, qne torna depeadent da-doter-
minaga^ positiva da assembla geral a.reiogcao
desse asto do poder excolive,eaconsequentpos-
sibilidade de faaer-se antes dolim.da gnerra aelei-
cao da provincia do Ro Grande do Sal- Ssa.revo-
gagao e saa conseqoencla nao esta' nom.tem esta-
do era semelbante dependencia,, e simanisamente
na dependencia da deliberado do governo. (Apou-
dos da opposigSo.)
O governo ple, palia e devia ja* ba. mnito-ter
maiodado proceder a eleic, dasde qooeessaram
os motivos da sospeoso della, sem esperar que
a assembla o acorde no eamprimeato te sen de-
ver.
Votes:Mnitn bem. -Jj
OSr. Fontenelle :& decreto esta affecto a a*-,
sembla geral I Sim, a decreto foi-.afecto ao par-
lamento pala falla do tbrono, qae- nos deu noala...
della... .
O Sr. SouzaCarviibo :Craio ate qua nao dan
noticia desse acto.
OSr. Fontenelle:-Nao? Massnpponbamssqpe
dsse. Nesse caso a assembla geral nao e.oon*
deoraando por ae. expresso approvou-o taciav
mente. ,' -'. .
Mas oque significa a approvacaa do decretoT
Ningaem contestara' que significa oada mais, nada
menos do qae a approvacio daquillo que o.decreto
diz. (Apoiados)
Ora, o qae o decreto diz ja' tive occastao da pon-
derar, e crelo que a cmara nao discorda; o- qne
o decreto diz nao eqnivale a cesconbecer. oa renun-
ciar o pod*r exectutvo o direito de rewgar os seas
proprios decretos.
A claasola final desse de qae se. trata nio tora*
a sua WDJOflca dependente de deliberaco aigtana
da assembla geral; pelo contrario, subordina e
sujeita a perdwraio da medida que elle encwr,a,a
ser corrigjda pela assembla desde qoe o gaverno.
a entender alm dadurafo lomtwo qaorigU
non-a. (Apoiados.)
Para adiar as eleigoe's daqaella pwinoia, oemo
fez, o governo podia duvftiar, e effeetlvamente da-
vidou oa sua aiiribuigo e facoldade consutncio.
nal; por lsso disse : dea d,a,dai)"***f* s
da goarra^e o contraria nio Mr resolvidopela
assembla-: mascara mandar taier aaelucSea
a competencia do governo sempre liquida a sua
atlribuigao, certa, o sen deyer o aro e bem definido
na constiinicane as leis. (Apnladoa.) Nao passa,
or conseguinie, de triste coarcHda essa de qne
o negocio esta" affaclo a assembla geral e em-
anante a assembla geral nao detsratnar o con-
traHe o govarao da pode (ater. (ApoUdos da op.
posicio.)
(Continuar-st-ha) \
TYP. DO D1AR10-RUA DAS CRZES N- 41
r|
HKIH I


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