Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11560


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Full Text
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ANNO XLIV. NUMERO 127.
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P-trespis HfWhl.* ... .........., g^*
P M ai. .den,.................... 24^600
Tt~ <* lunero a mise .... a
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QARTA FE1RA3 DE JNHO DE 1868.
rABA BEirvau e pob* ha provincia,
Par tm es rtiantada *. v .. .. ... rsj 67M
PNNfliHMMn................................ HUBO
*; Per ram altee ide........................... JOiififl
hr n mm Idn...................... ,J J t"



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A8Ml4>8II 232 TOOteBBtaft SI& EMlaaimt 3 UBftift tiWli7If& 1 ffSUMi & tQ&OXM 8199 !PlMIPIOTWA!ttl.$B.

ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPQAO.
Partbyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lira;
Ourt o Sr. Antuvio Marqoes da Silva; Aracaty,
,Sr. a.de L*mos Braga ; Cear, o Sr. Joaquim
Jojfe d Otlvfllra; Pari. oa.Sra. Gerardo Antonio
Ai** & Filhos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Costa; Alaeoas, o Sr. Praoctece Tavares da Cosa;
Baha, o Sr. Jos Martin'- Alves; Rio de Janeiro,
Sr. Jos \biro Gaswriohn
PARTIDA DOS ESTAPETAS*
Oiinda, Cabo. Escuta e eslavos da via farrea aj
Aeua Preti, todos os das.
gnarassii a Goyano j as segundas sesta (airas
Altito Aoto, Graraia Beierros, Bonito, Caraar,
Saoobo, Garanhons, Biqoe, S. B seibo, Agnas Bertas Tacaran}, as tereas-felrras,
Pao d'Alho, Naaareth, Limoeiro, Brejo, Pe*qaelr,
Inga reir, Plores, Vida Bella, Cabrob, a a-Vis-
la, Murlcury, Salgele e Ex, as quartas fe/ras
Serlohiem, Rio Pormoso, Taaaedar, Coa Bfmi-
re, Agaa Prela-e Plmentetrarnaeqoinus Miras.
AUDIENCIAS D0S-TRIBUNA DA CAPITAL.
Tribunal do coromereio : segwdas e (jornias.
R^lacao: lerdas paabhados As 10hora.
Pateada: quintas-s 10 horas.
Julio do commercio: serondas s II horas.
Dito de orpblos: torgas e senas e 10 horas.

[PtVgeir rara do elre/.1 toreas sextas ao ato
1 da.
SaMndavara docta!.: qnsrtai eiabbade a
i acra da tarde.
BPHEBERIDW DO ME2 D HA 10
5 Loa cbia as 4 h., ttn. e V> s. da m.
in 9B*f1 mlD8- s 7 h~ *' o. o f, da m.
20 Lm nota as 11 l., Wm. e 45 s. da m.
[27 Qoarlo rese, as fcb., S2 ro. e 16^. da m.
9
DAS da semana.
f Seg. Ss. Firmo e Kelino asm.
2 Tere;. Erasmo b. a>., S-. Blandi* m.
3 Qaan. s. Pergentino m., S. Paula v. m. -
4 Qmni. S. francisco Crcli, S. (Juirlnob. b.
5 Srttt S. Marciano id., 8. Bonifacio b. m.
fi S-- bb. S Amando, S. Paulina,S. Alejandre b: m
7 Don?. S. Roberto ab., S. L'cano.
PAITE OFFICUL
PREArfAB DE HOJE.
Primeira as 9 aoras a 6 m. da tarda
Segoada as 6 hora* a 30 niatos da maaalrr
PARTIDA DOS VAPORES COsTBfflOl.
Para o sol at Alagoas a 14 a 30; para o oft*
at a Granja a 15 a 30 de cada mex; par Yitt
nando nos das 14 dos meies Janeiro, marco, aaai
Julho, setembro a novembro.
CiOVBrt!VO 9:SIMPUDO.
SEDE VAGANTE.
Expediente de da 16 de ni ii de 1863.
Officio ao Exm. iresideote da Parahyba.
Tendo a honra deaecusar recibidos coro
o officio do V. Exc. de 9 do correte, dous
exemplares do reglamento n. 1 expedido
era 12 de mar^o ultimo para as agQCa$
Oseaos creadas nessa e oas provincias limi-
trophes.
Dito ao Exm. presidente tiesta 'provincia.
Para que eu possa satisfazer ao que V.
Exc, de mica exige no of:io de 14 do cor-
rente, a que tenb'i a honra de responder,
pas>o a informar-m3 dos respectivas paro-
cbos sobre a* vantageos do projcto Jda.as-
sembla provincial n. 72 do correte anno,
que altera os limites entre as fregu izias de
S Caetano da Raposa eNjssi SOora do
O' do Altmho.
Dito ao vicario da fregoezia de S. Caeta-
no da Raposa.Incluso remetto por copia
o projcto da assembli provincial n. 7i do
correte anno, que ira?, nova linha diviso-
ra entre essa fregoezia e a d Nossa Seobo-
ra do 0' do Altinbo.
Declare V. Rvata. quaes as vantagen3
que essa nova demarcago tra d adminis-
trado do pasto espiritual, quaes os territo-
rios que mudam de naja para outra fregue-
zia, que distancia vai desses terrenos a cada
urna das respectivas rmtrues, e fiualmeote
se allomas ds parochias snffre consideravel
diminoico em o numero dos fugos que Ihe
porteooiam.
Officiou-se nomesmo sentido ao vigario
da fregneeia de Nossa Senhora do O' do Al-
tinbo.
Oitc ao vigario.da freguezia de Tijucupa-
po-Autoriso a V. Rvma. para lan;ar nos
livros competentes os poneos assentos que
no seu ofijio de 2 do corrente declara ter
atbadonessa freguezia por lanzar.
23
Officio aovigario de Jaragu. Autoriso
a V. Rvma para numerar e rubricar o I vro
que Ihe ser apreseotado pelo Revd. paro-
cno de Macei, |e que servir para os as-
santos dos bsptizidosd'aqnella matriz.
Dtto ao vigario de Macei. Autorisaodo
o Revd. parocbo da fregoezia de Jargu
para numerar e nbricar o ltvru que tem
de servir para os lanr;amentos dos Mptia-
dos dessa freguezia, respondo o seu officio
de 20 do correle.
-25-
Circular aos vigariosda diocese.Haven-
do o Exm. B Rvm. Sr. Bispo do Maranb3o,
por occasio de demorar-se alguns dias nes-
ta cidade, se prestado, a convite meu, a sa-
grar os Santos leos que no corrente anno
ccclesiastico tem de abastecer esta diocese,
assim o commanico a V. Rvma. a fim de
que sem demora mande tomar na cathedral
de Oiinda a porclo sufficiente para o uso da
soa parochia.
Faca pois abastecer de novo oleo sagrado
todas as capellas curadas da soa freguezia,
e jamis consinta que se continu a usar dos
antigos leos, e se infrinja o que a este res-
peito crdenam as constitaices diocesanas.
E para que nao haja demora ou embarazo
na prompta entrega do oleo sagrado, deve
V. Rvma. manda-lo procurar na cathedral
por pessoas de corlfianca, indo os vasos fe-
chados, dentro de urna eaixa apropriada, e
a chave d'esta encerrada em officio dirgiio
ao Rvm. conego cura da m^sma cathedral.
Me convenco de que V. RvttS. emprega-
r toda a vigilancia para que os tasos sejam
limpos edecentes, alim de que o novo oleo
sagrado se n5o altere ou damnifique pelo
contacto de algum resto do an'igo. Dos
guarde a V. Rvma.Recife, 25 de maio de
1868.Conego Joaquim Ferreira dos San-
tos, govemador do bispado.-Rvm. Sr. vi-
gario Ha freguezia de...
28
Officio ao vigario da freguezia de Santa
Luzia do Norte, Manoel Pereira Baracho.
Hoje toe chegou s mS)3 o officio de V.
Rima, de 18 do corrente, acompanbando o
Progressista de 13 do mesmo em que vem
impresso om officio por V. Rvma. dirigido
ao administrador da capella de Nossa Senho-
ra M5i dos Homens da povaejio do Coqoeiro
Secco, declarando-o incurso Da pena de ex-
cmmnnh5o maior por estar, morando as
dependencias ou consistorio e corredor da
mesma capella. Recebi ao mesmo lempo
urna exposico feita pelo mesmo adminis-
trador, relatando minuciosamente tudo o
qbe diz respeito a essa desagradavel oceur-
rencia.
Nao podendo agora dar de prompto urna
decisao definitiva, visto como o caso com-
plicado e carece ser -bem averiguado, cum-
pre-me todava declarar a V. Rvm. que pro-
ceden sem a necessaria prudencia, e andou
com muita precipitado, quando devia ha-
ver-se com a maior reserva, aflm de n5o
provocar escanda-los nem dissnses, quan-
do todo podia obter-se pelo meio da per-
suado e da docilidade.
Em primeiro logar D5o deve V. Rvma.
abrir levianamente as conslituices diocesa-
nas, e declarar este ou aquello parochiano
incorso em excommanho. por naver infrin-
gido tal ou tal artig) da coistituico citado
a esmo.
Era necessario primeiro que tudo qtie
pretcedessem admoesUcoes e avisos, e afinal
d3o era V. Rvma. o competente para fazer
deslaracSo to grave. Se V. Rvma. hooves-
se estadado melhor os sens deveres como
sacerdote e como parocbo, saberia que um
sacerdote qoatquer jamis pode declarar pu-
blicamente um catbolico excommnngadj,
amda quando este teoha acorrido nessa pe-
na :"-tal declaracSo s pertence ao ordinario
da diocese ou pessoa por elle autorisada.
E se foi grave o erro qoe V, Rvma. eooi-
metteu em romper nesse excesso, foi muito
peior o escndalo por V. Rvmi. provocado,
daudo publicidade a to inconsiderado offi-
co, logo dus dias depois que o euviou,
sem esper-ir resposta, sem saber do resul-
tado, e s levado do desejo de provocar um
conflicto sempre desastroso para a religia j e
para quem o provoca.
Anda mais: no citado officio a mim diri-
g lo em 18 do corrente. e a que respondo,
cbama V. Rvma. a minlia atteocSo para urna
correspondencia particular dessa vida para o
peridico Progressista de 15 da) corrente,
qoe tambem recbi incluso, no qaal se pu-
blica que, cercaadj o delegado a igreja
matriz, na noute de iO do correte ni oc-
casio do mez Mariaoo, para fazer algumas
prisoes sabida da igreja, V. Rvma. de-
clarara excommoogado o delegado e as sen-
tinellas que o ajudavam.
Dii V. Rvma. que levara essa ocurren-
cia ao conhecimeoto do Exm. presidente
dessa provincia, e que me nao enviava copia
do offiuo porque o mandara publicar; e
conclue declarando qoe pretende publicar o
ofdcio que me euviou e ao qaal respondo.
Cumpre que V. Rvma. conhega o modo
porque deve haver-se as diversas circuns-
tancias em que se acbar. Uto parodia ja-
mis deve abandonar os livros. a fim de nao
cahir em excessos de zelo indiscreto, mul-
tas vezespeiores dj que a propria incuria.
Fique sabendo que jamis pode fulminar
pena de excoramuBho a quea quer qoe
seja; e o caso que V. Rvma. aprsenla no
communcado do Progressista com quanto
seja rejtovadj e improprio do lugar e da
occasio, todava n) era para provocar tan-
tas iras, nem mereca essj ar.alhema om
queV. Rvma. ful enana sus autores se a
tanto chegasse o seu poder.
Saiba mais que n3o podia publicar o of-
ficio que dirigi ao Exm. presidite sobre
ra a enfermarla da casa de detenco, no anno fi
nancelro de 136318(59
Njdia 6 do corrale vai a* praca, perante a
Junta da tbesouraria de Uieoda a obra da ponte e
ga'nrtastes da nossa alfandega, araliada lena....
33:88OA0O0.
CoDcluiram-se, aole-boBtetn, cora todo o es-
plendor, msica e sermao, tu Igreja matriz do Po-
co da Paoella, os azereicios do mea de Mara. Em
todas as ooates do mex de b>areiooQ aili a maior
ordem e acatanento ao ".olio da Mai Saotissima.
A cuncurreocia foi sempre numerosa da parte
dos parcchiaooe daqoella frpgnezia, o qoe proa
maita solicitud) da parte do Rvd. vigario inte-
rino.
Chamamos a atteneio do respectivo fiscal' Empresiimo e coolas cau-
para nm segando andar da roa do lmperadar, de ciooadas.............
onde joga se a* roa, a qoakjner hora do dia, agoas i p,-,. a ra.,phir
tSontV^ PQ,r'diS COmgrm P"jat" nSL!^6,, .........
EBghsh Bntk ot aro de tfa-
nelra Limited.
Capital do Banco em. ..
591000 acgSs de 20 & 1.000,000
dem reaMsado.......... 500,000
Fundo de reserva........ 45,23$
Balmtco DA' caixa ryhtki. eu rsaNAMBuco, em
31 Dlt MAIO t'E IS6S.
ctito.
Letras descontadas ^ 693:4705I0
Garanta* e valores deposi-
tados............... 133:5653000
Mobilia etc. do Raneo..... 10:335^100
Hoje'sbe a scena do Santa Isabel ama co-
media brisileira do Sr. Joaquim Serra, do Mara-
nhao, que no dliem ser mol linda : seu titulo
Cousas da nocla, e soa acc.io distribuida tm
de us actos.
O resto do espectculo de hoje tal qoe tWe
arrastsr gran te ooeurrencla : repele se o entre-
acto Una nae de carnavali o Sr.. J >aqulm
Augusto desempenha mais on vez a bella scena
dramticaCerracao no mar.Tambem d*e re-
presentarse pela primeira vez a comediaBolsa e
cachimbo.
_fc Temos ja chamado por varias veres a atteo-
cao de qaam compete para a abu-tva pratica dos
repiques conliouados e sempre atr<>adotes dos si-
nos, e o roncos de om somno iodoledie lem s
respondido aos nossos clamores : os repiques con-
tinuam pbreneticos I
Miis ama ver chamamos, e Deas queira qae nao
seja em vo, a attengo desses meas senhores in-
cumbidos de velar ptlj interesse e bem estar pu-
blico.
A' polica reeoromenlamos a sncia de vadios que
vive pelas igrejas a badalar, essa sacia de vadios
monomaniacos das speras e atroadoras melodas
do baialo, sacia digna de figurar na casa de de-
leogo oh oas OJeiras do exercito /..... Tio boas
martelMores deven ser excedentes qaebra-'cabe
(as paraguayas.
Apontamos-lbes com especialidade a igreja do
Rosario, onde loca-se desde o luvantar do sel at as
S horas da manha de todos os dias; como essa
maltas ootras farem arrebenlar os tmpanos de
qaantos viriohos tem, e farem as vexs serios e
devutos christos faterem crujes aos sinos e seos
malficos e enlemoniadus badaladores. E' forgoso
acabar com isto ; irra, irra '
Diversas contas
Caixa
*>.
47:000/tOO
50:0005000
16i:789^i(0i
683:148^00
sesse obrigaclo de provar a idoneidade do
:>r. major Francelino, porqoe qnando om-
Jo poder-se-hia dizer que era isto muito
zelo de su parle pela-seguranca da caucan.
Mas adraira, entretanto, que o ffsesseo
Sr. Paulino, sem que a parle-,' impugnando
o offerecimeoto do fiador e desconfiando de
sua idoneidad?,, o requeresse ; o qoe deixa
manifestamente vsivel o oleYesse que toma
o Sr Paulioo nessa negocio por parte de
Bartbolome, ou Gregorio.
Porm isto nao tudo, mais anda qoe
desconfie da idoneidade do Sr. major Fran-
celino de Azevedo, cojos beris livres e de-
sembargados, por nada dever a Binguem,
verdale transluz por traz de tudo, e Deas
a verdade.
Noobjtante o Sr. Paulino mostrar-ae f?
lucante, e temar em nlo querer de f-jrma
alguma coaceder o levantamento do deposito
de meas escravos, med inte mesmo ascaa-
tellas da lei, sonao por mniiade absoluta do
embargo. ar> menos pela proteeSo da cau^ao,
levando-o a isso, nao s o interesse, qoe,
secundo se diz, truir elle de d-ius bonitos
escravos, como tambem o proposito de des-
moralisar o Sr. major Francolino Goilherme
de Azevedo, nao obstante isto, en bei-de con-
tinuar, e nao desanmare, Ddus louvado>
porque felizmente tenho resi^oaco para
1,787:308*730
PaSivs. .
Contas or-
rentessim-
ple3. .. i99:i27#13)
Depsitos
praso Oxo,
com aviso
e por le-
tras.... 1.220:029*520
-------------._ 1,510:056*650
Ttulos em' cauco ^ depo-
sito................. 138:563*0)
Diversas contas........... 128:687*030
S. E. 0. 1,787:308*730
Pernambnco, 2 de jonbo de 1868.
F. I). Dloxham, Manager.
Josepli S. L'imble), Accountanl.
Correspondencias
Lotera.A que se acba a venda
a 68.a a beneficio da grdem tercejr do Cr-
essa occorrenMa : os empregados subalter- mo do Recife, que corre quinta-feira 4 de
nos.nao podem publicar a correspondeooa junbo.
offficial trocada com as autoridades superio-
res em quanto a materia que servir de ob-
jecto a essa correspondencia niio estiver de
unitivamente re.-okida.
Espera, aaois que U. Rvma. se, absteojaa
d'ora em diante de commetter dessas levian-
dades, devendo persuadir-se que um paro-
cbo t^m por obrigaco aconse liar as suas
ovelbas, admoesta-tas, leva-las por meio da
persuaco e da brandara; e se este* meios
nlo f o rom bastantes deve recorrer autori-
dade ecclesiastica para que delta parta qaal
quer medida de rigor que seja necessario
empregar.
Aguarde pois V. Rvma. a resolucao de-
finitiva que tenho de dar a respeito da ca-
pella de Nossa Seofaora Mi dos Homens,
deven Jo saber entretanto que nao pode re-
cusar a licenca para que ali se baptise e se
admiohtrera os demais Sacramentos para
commodidade dos moradoras da povoac5o.
29-
OfficioaoExm. presidente das Alagoas.
Tenhp a honra de accuar recebi do o of-
ficio de V. Exc. de 22 do corrente, em qoe
me participa haver nessa mesma data pres-
tado juramento e entraao no exercicio do
cargo di presidente dessa provincia, para o
qual fui nomeado por carta imperial de 13
do mesmo.
Congratulando a V. Exc. pela prova de
bem merecida consideraco que acaba de
receber do governe imperial, apresso-me a
assegurar-lhe qoe me achara sempre promp-
to a cumprir o que for do servico publico e
do particular de V.Exc.aquem Deus guarde.
Dito ao vigario da freguezia de Fazenda
Grande.NSo pode V. Rvma retirar-se da
sua freguezia sem que nella deixe sacerdote
iuoneo que se eicarregue da adm!n;slrac5o
dos Sacramentse regencia da mesma-
0 sacerdote por V. Rvma. apresentado
no seu officio de 2 do corrente, a que res-
pondo, pelo estado de sordez em qoe se
acba, nao pode encarregar-se da regencia da
paroebia. Concedo pois sessenla dias de
licenca, dos quaes s poder gozar deixaodo
sa %1'dote idneo que se encarregue da ad-
ministragao pastoral.
Rkparticao da polioia.' Extracto da parte
do da de jooho de 1853.
Poram recomidos a casa de detenco no dia 1*
do correnta:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. ebefe de polica Joao
Baptista da Silva, "para ser processado por crtme
de ferlmentos.
O chefe da 2. seccao.
J. G. de Mezquita.
g 5? s P3 O
S O" a ta en - >
3 -i B , 3 ? (o 3 > O
O
M
. J : a-
' ' " co

, Masculino.
I SI
I I
SI
Feminino
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Jloscufino.
Feminino.
-I
Mascillino.
Feminino.
M
n
|
o
PERNAMBUCO
REVISTA DIARia
Ach sa aberto o praro para a cobranca dos m-
poslosareraes de decima addlciooal de mo morta,
viote por cento sobre diversos estabelecimeatos e
sobre casas de movis, ronpas, etc., fabricados no
estrangeiro, relativa ao segando semestre do exer-
ccie corrente de 18671888.
Terminado o praro deste mexy era' cobrado o
imposto com malta de seis por cento.
Acba-se aberta a cooearrencia para o con-
trato da ediQcacSo do pago da assembla provin-
cial, cojas propostas deverao ser apresentadas em
carta fechada at 30 do correte, na secretaria da
presidencia.
As propostas deverao ser formuladas na conter-
oidade das leis 678 a 729.
S. Exc. resolvaa igualmente contratar, a ca-
nalisaco d'agaa potavel da cidade de Gyanos ; e
para a apres-.ntaco das propostas marcou o pra-
zo que se fiodara' n> dia 29 do corrate, j
As coadicSes do contrato sao ua conformidade
da lei n. 799 de 2 de malo prximo passado.
Hoje reane-se, em 2* sesso ordinaria, s &
horis da Urde no lagar do cosame, a sociedade
patritica Dow da Julho.
Parame a jubta da thesonraria provincial Irao
a praca : amantiaa, os reparos da ponte de Buja-
ry, avahados em 7:0004 ; e no dia 10 do corre-
te, o fornecimeato de medicaaentoa e atenis pa-
i*
Masculino.
ce
Feminino.
1 1 co oc
ti . J -J 1
- Masculino.
Feminino.
ts TOTAL.
*
-5
i:

ADVERTENCIA.
Na tolidade dos doeotes exlstem 236 ; sendo, 138
bomens, 101 molberes.
Poram visitadas as enfermarlas :
As 6 1|2, 6 1|2, 6 1|2, 7,7, 6 1|2, 7, pelo Dr. Ra-
mo?. ,
As 10 1|2, 9, 9, 9, 9 1|2, 10 1|2, pelo Dr. Sar-
ment.
Falleceram :
Pelippa Mara, tubrculos pulmonares.
Jos Paulino da Costa, sete.
Vctor Maaoel, dysentena.
Mara melia de Soaza Teixeira, febre perniciosa.
Menfrete de Almeida Barata, tubrculos pulmo-
nares.
Marcellina da Coneeieao, febre typhoide. -
;- Casa db drtbncao. Movlmenlo do dia 1
de juaho de 1868.
Exlstiam (presos) 375, entrn 1, sahiram 3,
exlstem 373.
A saber :
Nacionaes 270, maleares 6, estrangelros33, mu
Iber 1, escravos 60, escravas 3, total 373.
Alimeatados a casta dos cofres pobHcos ... 297
Movimento da eotermaria no dia 2 de lunho de
1868.
Tiveram balxa:
Joao Rodrigues Nepomaceno.
Pranciseo Coquelro,
Tiverara alta :
Pereir Pacheco.
^ nio, ettravo de Manoel Ignacio Avila.
Passageiros da escuna portogaia Olistira,
vinda de S. Miguel:
Antonio Portado,-Antonio Diogo de Mello, Anto-
nio da Silva, Mara Clara de Mello, Francisco Lair
Pereira, Joa juim Coelbo, Erancisco Ricardo da
Costa, Venceslao Borges, Antonia Catharina, Rosa
Anglica, Joao Augusto, Jacfntbo de Sour, M.noel
dos Santos, Maooel Texeirs, Manoel de Sonta
Goilherme Hanrique G. Moreira e Antonio Frn-
cisco.

O foro de Caruar vai na maior miseria
possivel.
Fados ha que nao podem deixa- de ser
trasidos ao dominio da imprensa, para que
tiquetn o publico e os homens i lustrados
coabecendo a sua naturesa e a justica com
que sao elles decididos.*
No juizo mnoici) al de Carnar tudo posr
sivel de. ser pralicado, por isso que o Sr.
Dr. PauliflO Frrreira ta Silva tem mesmo
garbo em fazer manifesta osieniaco do me-
nospreso, que da lei e aos direitos indivi-
doaes violentados.'
Ha dous annos que comprea Bartholomei
Rrandao de Sobral oito escravos, mediante
a quant;a de 6:900*000 (doc. ns. 1 e 2) a
depois de haver este receido de mim dita
importancia e-de baver-me dassado. as compe-
tentes ecripturas, (doc. n. 3 *) aprese ota-
se em juizo arriga:do-se o dominio a taes
escravos, e requerendo para serena elles
aprehendidos; (loen. 4), aprehenso que
a eflectura, mediante cerco e varejoem mi-
nba casa.
Considerando eu, entretanto, por mcu ad-
vogado, nao ser justo e regular semelbante
procedimento, verdadeira violencia aos meus
importantes e respeitaveis direitos, por se
nao acharo casocomprebendido em nenbu-
ma das hypolheses do art. 189 docod. proc.
crim., alleguei o meu direito, e fui desaten-
dido (doc. o. 5)
Refleciiodo melhor talvez o Sr. Dr Pau-
fino, ou talvez por algum acooselbado, que
n5o havia sido jurdica e legal aquella apre-
henso, methamorphoseou-a logo n'umar-
resto pedisse embora a parte aprehenso
(doc. n. 6 e 7.)
Ora, havendo-se procedido a.esse arras-
toex-officiopor 1sso que a parte o nao
requerera, talvez por essa exquisitice e ex-
travagancia do juiso do Sr. Paulino, nao se
observaram as solemnidades, qoe deviam
ter precidido, acompauhado e seguido a essa
medida.
Assjq, nao s nao se deferem juramento
parte sobre o allegado, como tambem nao
se provon, dentro ou fora do triduo legal os
requisitos decertesa de dividasa^peia
de foga e mudanga de estadoexigidos pela
Ord. L. 3o T. 31 Io, 2o e 8."
A vista pois, de todas essas pretericos,
requer qae nos termos da Ord. L. 4o F.
77, fosse julgado improcedente e nullo o
arrestono qual fui desatendido por um
despacho imcomprehensivel, como se v do
doc. n. 8.
Me conveocendo, portanto, de que o Sr.
Dr. Paulino eslava no firme e decidido pro-
posito de nao conceder o levantamento do
deposito de meus escravos, arrestando para
isso qualquer criminalidade, adrontando a
lei e as conveniencias sociaes, requer para
prestar caucao anos termos da Ord. ct. L. 3.
T. 31 prioc, e para fiador offerecia o major
Francelino Guilhermede Azevedo, coja ido-
neidade bem conhecida de todos na co-
marca, e ate nessa capital, nao s pelo seu
carcter distioclo, como tambem por que,
alem de. movis, possue bens de raiz, mais
que suficientes para garantir o tal deposito.
O Sr. Dr .Paulino, entretanto, que nessa
coasa tem ostentado omito pronunciadamen-
te demasiada prolecgo a Bartholomeu, ou
antes ao capit5o Gregbrio Francisco de Tor-
res Vasconcetlos, que, segundo dizem, bo-
je o seabor eessionario dessa causa, protec-
gao qae o levou ao desassisado acto de as-
s^stir pessoaimente na povoaQo de Panel-
las, a apprebensSo, de que sairacta, acom-
panhado do Sr. escrivoo Gr||rio, qae toda
a noute do cerco rondou a mala casa, man-
dn o Sr. Paulino que provasse eu a ido-
eijiade do fiador offerecidq (doc. n. 9.)
NSo admira que o Sr.'Paulino me impo-
sao conhectdos, o juiz Paulino-, qua conftou- soflrer as injusticas do Sr. Paulino, e pro-
o deposito de meus escravos ao Sr. capitaoj curar fdze-la* conhecidas.
Miguel Ferreira filoso, que nem possue atf
menos um bem mcvel, qoanto mais de
rahntl?....
A raza) que explica essa tenacidad de
conservar o Sr. Dr. Paulino o deposito de
mous escravos no poder do capilSo Miguel
Velloso, que RChand )-se tae? escravos re -
partidos entre Velloso e Gregorio, a mudan-
ca desse dep 'silo vai fazer perderem elles!
Esperamos de S. Etc. o Sr. presidente da-
provincia, que tomar as convenieaie* me-
d Us, snspendendo desde loo o Sr. Pau-
lino, para que nao caatinuam no termo de
Caruata a serem atrozmente violentados os
direitos individuaM, de sortequs a ninguem
mais se coosiderafceguro em su i proprie-
dade.
Para este faci, que tem revoltado o es-
os rogados, que botaram com os servicos de pirito publico de Caruar. que lem prsen-
meos escravos. visti como spoderao, sem ciadoammeira perseguidora por que pro-
damno, nem prejuiso, ser ellos dispensadostege oSr. Paulini a usa de Bartholomeu.
df pois. que houver colheita. A esse lempo |e coarcto>aeu direito, chamo a attfenc5o dj
podo ser que o deposito, seja removido I.. Exm. Sr. ministro da justica. que coafio or-
Querendo, entretanto, conhecer eu per-
feitamente desse plano de n5o se remover o
deposito, concertado entre Paulino, Velloso
e Gregorio, requer que se nomeasse novo
depositario, com a condigao de bypothecar
este seus Dens de raz.
Ora, como i to era o mesmo que dizer que
o deposito cao sahiria do poder de Velloso,
porque, de certo, ninguem haveria que se
sugeitasse a ser depositario, mediante bypo-
theca de seus bens de raiz. muito prompta-
meste o Sr. Paulino despachou mandando
que eu iodcasse urna pessoa, que se sogei-
tasse scondiceos que, mui'.o de proposito
havia euexigilo -(doc. n. 10.)
Conhecendo eu desse despacho o gosto
que lem o Sr. Paulioo com a exigencia des-
sa condigno, mostrei-l.be em urna replica,
que cao era de lei essa exgejocia. qoe s o
tmbaeu feito, muito calcuitdameme.; mas
cerno me corra o dever dB apresentar urna
pessoa idnea, que servlsse de depositario,
de novo offereci o Sr. major Francelino Gui-
lberme de Azevedo, que nao leudo sido re-
conbecido idneo para fiador, na cauco,
que requer, talvez opodesse ser para de-
positario, vi-io achar-se em melhores cir-
cumstancias do que o capillo Velloso.
O Sr. Paulino, entretanto, que s tem por
fito torturar o meu direito, por causa da
promessa qtie, segundo dizem, Ihe fizeram
de dous escravo: desses, proferio nessa re-
plica um despacho, que urna verdadeira
barulliada -(dcc. n. II.)
Tripli.ando fiz-lbe ver que nenhuma ob
curidade havia em minba replica, e que nel-
la nao se tratava mais de fiador, e sim de
depositario, para o que havia tu offerecido
o Sr. majqr Francelino de Azevedo; ao que
responleuo Sr. Paulino, que n5o tiraba lu-
gar oque eu requera, emquanto nao pro-
vasse idoneidade do Sr. major(doc n.
12)
A vista de semelhante reluctancia, formu-
lei urna queixa e offereci ao Exm. Sr pre-
sidente di provincia, captulan lo ocrmedo
Sr. Dr. Paulino n. Gl do art. 129 do cod.
proc.
As provas que tenho de semelhante dilic-
to sero mais que exhoberantes, e por meio
delles ha de um da ainda ser desaffrontada
a sociedadejdas tantas injustas commetiidas
pelo Sr. Paulino.
Nao publico todos 03 actos crimimsos,
practicados palo Sr. Dr. Paulino, porque oio
pretendo acensar ningoem, quero apenas
defender meu direito.
O que verdade que na minha vida par-
ticulir, como na publica, emquanto tui agen-
te daautoridadepnblica, nao tenho nm faci
se quer que me possa envergoohar, e provo
co a quem quer que seja que m'os venha lau-
car em rosto.
Nao soa coma aquelles^jue querem rou-
bar a*lodo transe o meu direito, para quem
cada minuto de sua existencia urna cater-
va de actos infamantes.
De-me, e de-me profundamente que
ainda hajam spirto3 degenerados, que
querende apoderarse do que meu, me ca-
tumniem de doloso; mas tenho f que mui-
to breve, tranquilla a minba consciencia como
empre foi e ora se acha, hei-de attestar ao
naquelles, que mediante qualquer interesse
pretendem e procuram Jispojar-me de meus
bens.
Nao soa Leonardo Pillet, que contra mim
move esta questlo em nome de seu sogro
Bartholomeu, e que j cedeu seus poderes
a Gregorio, Leonardo, que, segundo sabi-
do, tem-feito fortuna costa do alheio.
Sempre honrado e trabalhador pude ser
conceltuado em Panellas, Qoipap e Jurema,
onde tenho residido, e sempre considerado
como homem de bem. NSo sou, como esses
aventureiros, que pretendem patrocinaras
suas trafica&cias, com a proteccao da auto-
ridade superior, pintando-lbe com cores hor-
rorosas, a qae muito licitamente os passou.
denar que se tome na mais alta considera-
Cao o procedimento ta> revoltmte do Sr.
Dr. Paulino.
Em ontro? artigos me oceupare melhor
do Sr. Paulino, qie desde j dever ficar
sciente que niio poder mais continuar a
funecionar era minha causa pela grande par-
te e interesse, que manifesta tomar netla
contra mim.
Convido ao re;peitavel public para ficar
na espectva de qoe muito brevamente tira
noticias a cerca desse negocio, que ser todo
trasido ao dominio da imprenta.
Panellas, 24 de maio de 1868.Manoel
Florentino dos Santo.
DOCUMENTO N. 1.
Escriptora de venda que faz B.rtliolomeo
Brando de Sobral, a Manoel Florentino dos
Santos, como abaixo se declara.Sai bam
quautos este virem. qoe no ari'rTo" do NascT-
mento de Nosso Seohor Jess Cbristo d
1866, ao 2 dias do mez de ab.il do dito
anno, neita povoac3o de Panellas, termo do
Bonito, provincia de Pernambuco, em nosso
cartorio compareceram partes contratantes,
saber: como vendedor Bartholomeu Bran-
do de Sobral, e como comprador Manoel
Florentino dos Santos, pessoas de mim ta-
belio reconhecidas e das testemunhas abai-
xo assignadas dos proprios do qoe dou f.
E perante as testemuobas pelo vendedor foi
dito que de hoje para sempre vende, como
de fado vendido lera ao Sr. Manoel Flo-
rentno dos Santos, os escravos, Lui, criou.-
lo, de 18 annos de idade,Marcos, crioulo,
de 18 annos,Luiz, crisolo, de 20 annos,
Joao, crioulo, de 20 annos de idade,
Clemente, crioulo. idade 16 annos,Antonia
crioola, idade 26 annos,Sabioo, crioulo,
de idade 3 annos, pelo prego e quantia
de 5:9034000 rs quantia esta que foi
entregue por elle comprador em moeda-
corrente do imperio, re:cbido o preco
por eile vendedor, e disse que desde j
transiere ao comprador todo dominio, di-
reito, aeco e posse, que em ditos escravos
linha; disse mais elle vendedor que por
sua pessoa e bens se obrigava a fazer esta
venda boa e valiosa e defender ao compra-
dor quando elle o chamar a autora, e logo
pelo comprador me foi appresenlado o bi-
Ibete de siza do tbeor seguinte :
Recebi do Sr. Manoel Florentino dos
Santos a quantia de 140 jOC de siza
nacional correspondente sete escravos
crioules de nomes seguiotes: Luiz, idade
18 annos, Marcos, idade 16 annos,
Luiz, idade 20 annos,Joo, idade 15 a&-
nosClemente, idade 16 annos.Antonia,
idade 26Sabio a, de tres annos; qde com-
prou a Bartholomeu Brando de Sobral, pelo
preco de 5:900000. E por estar recebido
passo o presente. Quipap 31 de marcada
de 1866.O procurador do arrematante
Joo Vieira de Mello e Silva.Jos Alves
Camelo.Numero trezenlos. Rs. 5^900.
Pagou 5#900. Bonito, 31 de marco de
1866. Pelo escrivo MariosMonteiro de
Farias.Loz. Eu tabellio qoe reciproca-
meate fiz esta por me ser pedida, na qual
ootborgaram e acceilaram, e eu como pes-
soa publica oothorguej. e acceitei com as
.
mundo inteiro que malicia e m f s existe .testemunius presentes Manoel de Miranda
S. Tbiago e Sebastio Mauricio Waaderley.
Eu Peregrino de Sooza MagalhSes, escrevi
e assignei e publico e raso do qoe uso. Em
testemunha de verdadeO tabelilo publico
Peregrino de Souza Magalbes. Estava o
sigoal publico Bartholomeu Brando de So-
bral.Manoel Florentino dos Santos, .Ma-
noel de Miranda S. Thiago e Sebastio Mau-
ricio Wanderley.
DOCUMENTO N. 2.
Escrptura de venda qoe ta Bartholomeu
Brando de Sobral a Manoel Florentino dos
Santos, como todo abaixo se declara.Sal- '
bam quantos este virem qoe no anno do
Nascimento de Nosso Senhor Jess Cbristo
Procurem destruir a veracidade e legali- de 1866, aos 2 dias dotnez de abril do dito
dades das minhas escripturas, armem qoanto nno nesta povoaco de Panellas termo do
ardil ao meos for possivel, desencavem | Bonito, em meu cartorio compareceram pa -..
quanto emp.en.bb for mmaginavel, fatainem tes contratantes, a saber: como viiplledor
as mais deshumanas violencias, levantem-se Bartholomeu "Brando de sobral, e como
contra mim as tempestades do Sr. Paulino,' comprador Manoel Florentino dos Santos
umdia abonanca ha-^e 'ebefar, por que a'ambos do mim tabellio e das testemuobas
*
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.Tl GJD1E3H riJZ O^ZA
abaixo asacadas des proprlYdo que #> 'crfmtnal, a pprhensS) fita dos escravos1 mais temp) um atteDi-^o feitea lei e ao di- y*****- nomAcSes exigida no Qaai de saa pe
Meca'dHeEue dotU. Enerante.as mes* ao .supplieante, a absolutamente taOTqaivelreaodafupplicanto, w^ .... _
as teaWMfcas peto venied)t foi-dito de. e.sem.esplicaao, ftntf riremos iioje pMfeetipre vento, defacto vendida te essa medida.Achando-ae o-sapplicriteltegar a p4te ou Bwtholomeu. que os escra-p 'r\^V Documento n. h.
tem ao>8SiSlDoel Rlereotito doe Sanios, a. na passcde seus escravos,. nao lte poda ma do pplicante lhe pertencem fosse saf- I!"- Sr. Dr. juii maaicipii.-R*ptieiuio do
scrava de nome Marianna, crioula, de idade ser tirada esta com, ou sem violencia, em ficiente sem mais prova nem documento, pa- rfiSieiu,^*p"b i*J'l'^l Manoe' Fioremi-
nia q*odomioio d'el- n que se expedase mandado detusca no ?^J^*J3^TJ&
HTrt>
/



t
16 annos, pelo preco e quantia de I.-O00f>
quantia esta que lhe fot eatregue por elle
comprador em moeda crrante do imperio,
receido o prego por eite vendedor, e dhse.
que desde ja irausfere ao comprador iodo o
dominio, direito, posse e acclo que em dita
escrava tioha. disse mais elle verfdedor que
por soa pessoa 'bens *e obrigava a ferer
esta venda boa e valiosa e defender o com-
prador quando este o chamar a aulhoria. E
logo pelo comprador me foiap presenta do o
fcbo da siza do ibeor seRuinle:
Recebi d6"<5r. Manofel Porentino d>s San-
tos, 2l,#OD de siza nacional correspondente
a-orna escravj, crionia, de nome Mara, de'
' idade l annos, que conipr- u a Bartbolomeu!
BrandSo de S-ibral, pelo preco de.......
I-.OtOiOCO. por estar recebido passo o
peesente. Qjipap, 31 de marco de 1866.
O procurador do arrematante Jlo Vieira de
ftfelto e .-Hvai s Alves GameHe.N. 299.
Rs, iiJOCO. Pagou l?$00 rs.Bonito,
:H de maree de 1806. Pelo escrivo Ma-
rins=Monteiro de Farias,. Luz.E en l*-
1eli3o qoe reciprocamente b'z esta escrip-
lura por me ser pedida, na qual outhorga-
ram e acceiiaram, e eu como pessoa publica
o outorguei e acceitei com as testeaiunhas
prsenles Candido Jos Cavalcante e Venan-
cio Jo Ferreira da Cruz.r E eu Peregrino
de Souza Magalhes, que a escrevf e assig-
nei em publico raso do que uso Em tes-
temunho da verdade, o tabehao publico Pe-
regrino de Souza M-tgalbSes. E-tava o .ig-
ual publicoBartbolomeu Brandao de So-
bral. Manoel Florentico dos Santos.On-
dido Jos Cavalcante.Venancio Jos Fer-
reira da Cruz.
qnanto se n5o prevas
les lbe nao partencia, e que essa posse era
injusta e usurpada ; prr isso que, em quan-
to feita nao fosse essa prova (icaria sendo
considerada justa e adquirida a mesma pos-'
se, e della nlo podia saj privado osupplt-
cante, com se v deLlrov. Exercit 42 ihes
domicilio do supplicante, e apprehensio em
seas escravos, ninguem baveria que se con-
e
_pplicaole
ooao aadjo.V. S. em relacao o majar Friueell-
oo (atibarme de Aievtdj, off-reoido peto suppli-
siderasse segaro em seo direito de posse e Pe Crecer fladpr ainm, cuuoriodo
deproprtod.de, por isso que qualqu??ndi- &r. Wi^Zt&Z^Zi
vi Juo poderla expolia-!o deiw, requereodo de ra^aem o exige a lei, taoio qoe a nao citoa o
SppreheOSJ de seus bens, visto como OO supplltoale, seorto denotara oxigenen (jae em son
n que assim s1 exprimo.Pertinet etiam lhe era preciso provar a priori, que a pro- J8'!'1**0;'" ^s- *. ^n ee
huequoad memoteniatur edire upum su* priedade, ou ao menos a posse decaes bens, ^io iioildfd P "
possessioms, t pttttntptio sit pro possessore
tpsutii juste possidere. Ea quo in pari
causa el jure mlior sit cnditio possidsn-
iade do major i-raucel.uo Liu Iber-.
tis. tem quoad possessione sua, etiam m-'tituicao politic do imperio, viria ser estafe-
justa, nemo cansa cogmtione privan- lecido eitre nos o comawnismo de Roas-
dus. Por este.principio ja claramente fica seiu e o anarchi>mo de l'ihuudoa.
demoastrado que nao pode o po.'snidor,
ainda o de m f e'ewn injusto ser de fur-
lheperieacla ; e desta forma, em vez de ser! ms de Azavedo qnanao pncisa *er provoca, sir
respettada a iftvk>labildad da pfopriedade va-.a_V. S. aundar que teja para o pod*r-dell
do cidadS'), garantida pelo art. i79 da con's- nroTWo ^P'^o d33 escravos do soppli-
TSts teroM, ade defefaenlo.E R. M. O
atfvi>|ldo, Cunha Sales.
Dapcl)#.Teou o Mjpplictile em 29 do pa&aa
DOCUMENTO N. 3.
Deixa de ser publicado' esse documento,
porque acbando-so na conclus3o do Dr. ju;z
de direito de Caruraru, os auks do processo
le injuri s, instaurado contra Bariholomeo
BrandPo de Sobral, n3o lbi possivel serera
certificados os depoimentos das testemunhas
tjue istruiraj o mesmo processo.
DOCUMENTO N. 4.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal. Diz B r-i
tholomeu Brandao de*Sobra! que_, po?fuin-
do diversos escravos acoteceu que Manoe!
Floreotino dos SaDtos morador na povoag3o
de Paridlas deste leruiO, procurou, de intel-
ligencii com o fiihodosupplicant', convtn-
cido do que deua dai-ltie procurado para
administrar aos escravos Luiz Clemente, An-
tonio, Joo, S ibiuo, Mariacm. Marcos, e Lu-
iz, segundo para que estes ttSto corre-semo
risco de ser ven lidos por um d< s filhos do
suppjicin'e, como fcava acjntecido Ci m o es-
c aro Luiz, que fu vendi o sem que o sup
plicin:e, desseoseu coiisentioieuto, sendo
que dizia osu.p'icaote qie empregaria os
escravos na ag cultura, e euL.n-garia o
product do trabalho delles ao supplicaotc.
Ora vendo este que nen'aum motilo desus-
peita devia ter contra o rilho, e quem enn-
tou ao sup,jleaate acced. u o que llie f. i
proposo, tanto m is quando pelo ico cita-
do a velbionao podia aproveitar devid^men-
teseas escravos, dirigio-se po\oc5o de Pa-
nellas para ultimar oarranjo convencionado,
ahi chegando vio o suppliftaute lavrar-se as e--
scripturas e proraptamente logo 'jue foi ulti-
mada assigDQ, por supn-'a o contrato c-jn-
veocionado, equandoduaspessoas chamadas
pelo escrivo 6e apresenaram para assignar
como testemuriha.osuplica; te pedic-lheque
o fizesem, seno de qoe assigoarcn o con-
trato dito; passado dous mezes t^ndo o tup-
plicante necessidade dos ser vicos de dGus es-
cravos, mandou recado ao suppl cado que
os mandasse, e este lbe manduu dizer que
todos os escravdsque estavam emseu pod-r
haviam sido comprados por elle ao uppli-
cai te.*SAdmir_do este do que lhe disseram
precufou verificar o negocio, chegon ao co-
nhecimento de que o sopfilicado Mano l
Florentino dos Sanios, abuiando de seu es-
tado de velhice e das ctrcuoistanciac, de ver
o supplicante crido, manduu tomar a es-rip-
lora do contracto para administra-la como
haviam combinado. Que Manoel Fbrentino
dos Santos nao eslava em poder e estado
de comprar nove escravos, fado geralmen-
te sabido e reconocido em Panellas onde
residi, e nSo gozara de crdito algum por
nSo poder emprar por razado oscommis
sos. Dado o faci dito coutratou o suppiican-
te a dinbeiroe wp^rava que este coiopitoi
do o sen dever allegasseo direito que toe as
sistia; mas tendo o dito contratado abando-
nado a questao, aposseu-se o snpplicante
fue um outro comprisse melhor o seo de-
ver, e agora que se (tova a ficcasio que
vai dar principto a allegavao do s^u direito e
outro de a fazer: vem requerer a V. S, que
em attenfo^ao que vai ex jecificado o ao'facto
de nao ter oeupplicante ben3 para garanta
os escravos ou valor deitos, mande p-Ksar
mandado para virem elles escravos appre-
hendidos e ssrem ep< sitados em poder de
pesdi proba, prost^stando o supplicante a-
presenlar i contmenti o offi;io na acoao e
tambem apromptar-se pelos me os telfaes
pnnigio do supplrcado, pelo fado criminoso
en plicas.
Nsstes termos pede a V. S. deferimenl.
E R. M.AdvogadoJK Gitirana. Paaeh
mandado na forma requilrida, e nomeio o
advogndo Ciaudino Jos i Oliveira para-de-
positario na forma da lei. Paoertas 13 de
marco de 1866.
'Ferreira da Silva.
DOCUMENTO N. .
Illm. Sr. Dr. juiz muaici^l de Caroar.
Diz Manoel Florentino dos santos, qae,
bavendo comprado no anno de 1866, a
ma alguiua destituido de sua posse, nSo
p porque em ig.ialJade de circumstancias,
inparifausa t jure-" mlhor a condi-
sedeuiisc mo tambem porque ninguem
dve ser privado de sua posse, sem causa
provadanemo sine cans cogmtione pri-
vandtis.-^E' tambem esta a duutrina pre-
ceituada por Lobao Notas a Mello tomo ter-
ceiro parte 125 livro 2 0. li possid. L.
128 de rpgultsjuris, e Coelbo da Bocha $
447.
. Alem disto se que a OrJenacao livro
4o titulo 58 | 2o autborisa o possuidor a
disforcr-se pessoalmeute, e declara que de-
ve ser esto protegido contra as violencias de
terceiros, quando assi se exprime e:
Outrosim nao iucorrero oas penas as pes-
soas a que por dirc to cuthorgado que
possam commetter torca; assim como se
um for fui cado de .algutna posse, e a qui-
^er logo por forc recobrar, pode-lo ha fa-
zer III'! E'por forca da*citada ordenagio
que dave V. S. ordenar que sejara ii*onti-
ucnt entregues ao suppiicantti os seus es-
cravos apprebendi los, porquatito, em virtu-
de d'ciisa mesma lei titulo diado em prin-
cipio, nao podia ser o supplicante esbulha-
do da posse de taes escravos, sem ser pri-
meiro citado e ouvido, como se vo das pa-
lavras:tse alguma pessoa forcar cu esbu-
Ibar oulra da posse de alguma cousa, ou
herdade, ou de oulra possessao, nao sendo,
primeiro diado e ouvido com sua justica,
o forjad ir perca o direito quetiver na cousa
toteada, de que esbolhou o possoidqr, o
quil direito ser alquil ido e applicalo ao
esbulbado lbe seja logo restituida a posse
d'elia. AUtnderido o que fici exposto
vcr mais V S. que na falta da clausula
constituapode o possuidor em virtude do
seu titulo pedir a (>QS>e que iba "fui lirada,
e se o usurpador, ou detenlor se oppSe,
o possuidor conservado na posse, em quan-
lo o autor o nao convencer por a .cao or-.
linaria, p'ag. iuler. ns. 270 496 ; tra-
ctado das aeces 184 Coelho da Bocha,
151.
J se v, porlanto, que em visla da iei;
deve f. Teosamente ser conservado o suppli-
cante na posse de sous escravos, em quap-
to Jar tholomeu nao provar por ac;ao or-
dinaria que taes escravos nao sao de pro-
priedade do supp:.' nte. E ainda o dis-
tincto e abalisado jui is-consulto francz!ler-
lin, qie na sua imp rante obra intitulada
Repertoire de jurUpruimcs, tomo 12
pag. 601, preceitua que o possuilor tem
urna acgo para ser conservada na sua pos-
se, e lcst esta restituida, quando d'elia
for .violentamente exbulbada: nTou', pos-
sesseur a dailleurs une attion pour etre
mantenu dans sa possesion, iorsqu'il yest
troubl par que'quan et p?ur y etre reta-
bli quani quelqu'un l'en a depossed par
violence.-
Do que leva dilo' o supplicants compre-
hende perfeitamente V. S, que a apprehen-
>o feita nos escravos do supjIic inte foi
tojuridica, e Ilegal, considerada no terreno
do direito civil, e da lei que o regula, e
conseguintemente insubsistente o man lado
que ordenou. Vejamos agora se possivel
ser 'justificada dita apfrenensao perante o
nosfo cdigo do processo. Conceier-se-ha
mandado de busca, diz o art. 189 do cita-
do cdigo do processo criminal, !. para
apprebenso de cousas tortadas, ou to na
das por torca ou com falso pretexto, ou
adiadas, 2. para prender criminosos,
3. apprehender instrumentos de falsifica-
ges, moeda falsa, ou outros objectos falsi-
ficados ; de qualquer natureza que sejam,
4. para appreheaso de armas e muni-
gOes preparadas para insurreirSo ou motim,
ou para quaesqoer outros crime?, 5 fi-
nalmente para descobrir objectos necessa-
rios prova de algum crime, ou defeza dej
algum ru
Eis-aqui os casos em que somente podem
ter lugar os mandades de busca, e ser vare-
jado o domicilio do cidado. Mas dar-se-
bia alguma dessas bypotneses para que fosse
varejada a casa do supplicante I Nao, por
certo, porque a apprebenso foi tona nos
escravos do snpplicante, e esses escravos
oem foram furtados, nem tomados por tor-
ga, nem com falso pretexto, nem acbados,
por isso que foram elles entregues livre e
espontneamente ao*supplicante pelo sappli-
eado Barthotomea, mediante doas escripta-
ras de venda legrrlmente pastadas, como se
v do documento junio, e consegumlemente
nSo teve Iqgar a hypothese do Io do cita-
do artigo.
Os referid s escravos nao sao criminosos,
logo nao teve tambem lagar a bypotbese do
Assim, puU, Convencido 0 supplicante da do, ^Qu^oa^ie joliop.ra prestar flanga afim
~ _-tfI II s :..: .o ^__1r c <*e 1'ivaaUr-se o dep*wio imparcialdadeejosiica. com qoe V. S.apre-pffarece0do para* a. o major Praocelioo Jui
Ci e garante OS dirdtOS individuaes violen- Iharua do Ateved/maodoo e&ie iaiu qua o sup-
S'licaote provasie a t-4psedade de semejle Q i
or, o.que por certo bao se verifka por m^ia di
.. de
pre-um g.ifl. O supplic^me m nii !> porm de
tos, acontece que sem fundamento alguno,;
nem direito provado em favor d*este, fos-
sem taes escravos apprebendi los requer-
ment do suppftcado, ffe'pors de varejaflo o,
domicilio ao tujplicaote E' bem extranbo'
ao snpplicante, e o tem alias surprebendi-
do qu.-, apear do direito escripto, e sem
fado allegado e provado em juizo se vio-
lentasse a sua propriedade titulo de exer-
cicio de justica. E pedinio com o mais su-
bido respeito licenga a V. S. passa a de-,
monstrar c supplicante quo bem fundada
a sua indignago contra tao reprovad*
quo usurpadora medida de um seu direi-
to bem adquirido. Quer seja a medida por
V. S. autborisada contra a invtojabilidade da
propriedade do sappiicaote coatidcFada mi
face dos principios datuiispradenck civil,
e miistoU, que regulam a materia, quer se
diicuta dianta do nesso cdigo do processo
<#>
' Taes escravos nao sao instrumentos de fal-
sificado, nem moeda falsa. Logo ne teve
lugar igualmente a bypotbese do 3o. Nao
sao os mesmos escravos armas, nem muni-
tados, espera que mande V. S. que se passe
mandada de levantameato da deposito em
que se aoua-m es escravos do sufljfwante, pa- r^r^n r^jnarAn r uraiHiai^ p^y ^ua e*i* iuiw
i a que loe sejam elles ent egues, jupiando-remover o d po$iu> da pod>r do capuo Miguel
se esta aos autos da apprebenso dos mes- Ferreira Velloso por oo ser (doeo, para o de
mos, afin de que fique esta considerada de a^lV^TrLXhee^teJi T*coa>0 se'
.___..*_!___< ...,_ obrigMocorresse por coma d esse tqiio, iite coac
nenlium effeuo; cndemnado o autor nascus- se ,| v0 respecirfo desparta miadou qaVo soppit^
tas e demais ronuncagoes de direito. E carne spreseotasse indiidu^iue >t'?ujei'uss3 a soa
requer se junte.a iucldsa procurado. Nes-'exigencia. Eoir^tanto o suppicauu lepiicandb
tes termos pede dferiment'o. E. R. M.' *2r*mZ 0lt elmo Gmlberme de Aie^do para flidor mojo e
aluda m trati*e d'e.-u materia e oo ao remover
o deposita como requeren. PorUnio o supplicante
Advogado Cuma Sales.
Em vista da deciso j dada por este jui
Barthoomeo 'BrandSo de Sjbraloito escra-icoes preparadas para insurrecto ou molim f
lofle nlo teve da mesma forma lugar a hy-'
potbese do 4. Assim tambem n3o sao
os mesmos prova de algum crttoe, ou defesa de algam
r.>, porque sao elles o resultado de duases-
crituras de venda verdadeiras e legaes, cu-
ja pruueflC'a nao foi ainda, asm seca nunca
destruida logo l5j tem msob tambem I u-
gar a bypotbese do quinto e uilimu paragra-
pbe do citado art. 189. Ora, se oeoboma
das bypi Ineses estabelecidas se (fferece pa-
ra que livesse lugar o awndaito de busca,
ou var)0 na sata do supplicmte, e appre-
beosao de seos escravos, claro e (ora de
r to la cootesug3o que a eoncesso desse man-
dado toi iojuridica e Ilegal. Blas,, se o que
ooitfradireito e e*prsa disposicio da toi
jamis prodaz effeito, evidente qpa devem
ser entregues quaato antea a soppiieante
os seas escravos, para que nao subsista por
zo, nao tem lugar o que requer.
6 de abril d-> 18(58. Ferreira da Sttm.
DOCUMENTO N. 6.
0 Dr. Paulino Ferreira da Silva, juiz muni-
cipal do civel na ddade de Carnarn' e seu
termo, com.net-do mesmo nome, provin-
cia de Pernambuco, por S. M. I. C.
Mando aos ofikiaes de just.ea, que serveui
perante este juuo, vao aesta poveaco casa
de Manoel Florentino dos Santos, ahi fagam
embargo nos escravos seguintes Luiz, de
29 annos, J-j de 17, Clemente, Antonio
de 25, Marianna da 18, Mreos de 18, Luiz
de 22, foi requerido por bartholumeu Bran-
do do Sobral, e fagam depositar em mo e
poder de pessoa i lone?.
Povoagao de Panellas, 13 de mateo de
I>6S.
Eu, Gregorio Francisco Torres de Vascon-
celos, escrivo de orphos interino, o es-
crevi.
Certifico que intimei o mandado supra a
Manoel Florentino dos Santos, e por este
foram entregues sete escravos e disse que
fattavam dous, que nao entregava porque se
haviam vendido. O referido verdade.
Panellas, 14 d3 m.rco de 1863. O escri-
vo interino do civel, Gregorio Francisco
Torres de Vasconcellos.
Documento o. 7.
Auto de embargo.A-s ti do mex de margo do
anuo do Nasimeoto de Nosso Sohr Jesu< Chrlsto
de 1868, ne>U povoacao de Panellas, termo da ci-
dada di C rua. e comarcad' mesan nome, oaie
eu h o cffl.-.ial de jais-* ful viudo, e Htans a casa
>ie \!.in -:l FtoreutiQo dos Santos, o ah in imet o
mandado supra, e pelo mesmo Saatos f i dito que
frfzia entrrg* dos mesmos escravos que tratava o
manalo, menos deus por ja ter vendido, o a vista
lo q ie procederam-se aos embargos oos escravos
Luix, aegre, Mreos, Mariana, Antonio, Cassimi-
ro e Sabio >, e dos quaes tomamos conta e Qzemos
marchar para a olido de Caruar, visto oao haver
i .i mi quixesee assigoar o deposiu pela r pul-a que
fes o depositario Humeado pelo jan, e como ass.ra
fflda lavrar o preseate auto, em que nos issig-
omos.
Eu, Gregorio Francisco Torres VasConwllos,
e*cnvo latenni do civ-i qae e-cravi. QfQ-iiat de
jjstic', Luix Pedn da Axevedo.
Docamento d. 8.
Illm. Sr. Dr. jutr, anuoiclDit. -Dix Mjoo'I Fio-
reotlao dos Suatos que, havendo Birthilomeu lirau
do de Sobral requerido apprebenso em 7 escra
vos do supplicao'e.como se v do d. cu ntut > junto,
a folbas 3 verso 4 as i a'avras sablinbada', e ha
vendo V S. msoiido proceder a dita apareboosao,
cuno se nota a< ciuda1 filbi 4 as exprs-
1 oespasse mandil j ni forma requerida; acon-
tece queai iHLioor u > ser a requerimento
da parte, se procedeu a embargo">m ditos bens
do soppiieante, como se \ as Mitas-6 verso
7verso do mesmo documento. Admitltdo, mes-
mo comtudo, que Cosse legal e joridico o r-fendi
embargoanda assim nj pie elle subsistir, por
isso que como seno txisitss, visto como ntio
presin a parte jor-'mento para ooder obter o refe-
rido mandado oe embargo. Aloca disto conceden
do se mesmo qoe houvesse prestado a parte o jura-
mento, de qas se trata, deve entretanto V. S man
dar levantar o depositi de taes escravos, por isso
que, nao tendo o embargante provao, e provado
dentro de tres das os requintos de mndaica de
estadosnspeit.t d* fuga e certeza de dividaen
gidos pela Ordooago livro 3 lit. 31 t', *> e &
oo'lo o embargo, como preceitua a OrdenacSo
livro 4 llt. 77. ttrtoc!pi->__Pereira e Soma, primer
ras lionas t 535 at 539, Cario* Cordeir.i-"Forma
lario das acgoe.-civds, pagioa 148, nulli-lade que
se evidencia do dicunoealo junto. Assim, pols,
nao estando falta a applicatfSo requerida, p^-rque
era ella injuridi'ca e Ilegal, e oem consta dos ao
tos; nem se leudo felloembargo, porque nao
ba lei que o autoriss ex-ofidio, come o que se fez
nos escravos do suplicante; nem se tendo guar
dado as formaifdades scrbstanelaes d'essa deligen
eia, reqaer o sapplicsole, que eiM cnmphmonto ao
diaposta na Orden, livro 4o tit. 77 srvase V. 8.
mandar que se passe mandado da levantamenlo d.
embargo, para que sejam entregues ao snpplicante
os seas escravos embargadas,condimnanoo ao
em /rdanle as costas pardas e damoos e dentis
pronunciagoes de direito, juotaodo-se esta aos
autos.
Nestos-termo,pede deferlmento-BR. M.Advo
gado Cunha Sale*.
A diligencia em virtude da qual se veriQcoa o
depsito dos escaAos do peliciooario, o qua[ lendu
sido em tempu devidamente disentida : sao tem
lagar o qne reqaer.
Raraar, de abril de i888. -Ptrretra d
Stlva.
oocomenio n. 9.
Manoel Florentino dos Santos, bavendo lbe sido
amtnrgao 7 eseraves seos a reqoerimento de flaT-
tbolomen Brandao de Sobral, e nao tendo S.
querido julgar sallo o referido embargo, pao obs
unte oio baver prestado o supplicjnle juramenti,
nem ter provado os requisitos exigidos pata Orde-
macSo lh>ro 8 Ut. 31 $ i, J a 3, qaar oppli-
conie noe torraos d citada ordensco em principio
presta- caucao, aBm de que seja levantado o raeo-
ciooado embargo, e entrecuesto supplicante seos
escravos, e offerece para fiador o major Francolino
Guimerme d Azeved".
Nestas taraos ^edv deferirainto.E reebr
mere Advogado Cit4a Salu. .,
Drsebo Prove a idoneidade do fiador. Carua
r, 38 de abril de 1888.Frrfra ia Silva.
Documento o. 10.
Illm. Sr. Dr. jnrz monicipal.-Dtz Manoel Floren-
tino dos Sanios que, bavendo offerecido para fiador
na unci q te requereu prestar para que se letun-
tasse o embargo feito em 7 escravos seas, a reque-
rimeslo de Barthoomeo Braodo de Sobral, o ma-
jor Pr**K'lno Goilberme de Axevedo, maodoa V.
S. x offlole, e s,em qae parte Impugnas-e teae-
ib>bte ttfcreaimento, oue prove o sopplieairte a
idoneidade do fiador cfTrecido consentlfldo entre-
tanto V. 8. q te continu a ser depositario de Ues
escravos o espllao M'ga^l Per reir Velloso, qae,
alea 4e aio iffireeer garaolia de a-jaoraof do
daaeaile, por nao posenir bens de raz efluivaieatt*
ao valor dos eaua.vos depositados, e nao ter ores
lado flaog para JBBler ser deporttarlo, por qoaes
eatOes requtr ljjaplwaate a V. '8., sirva-se un
dar ae eia, ntiildo o referido depoae pera
Garuara', pr-ocor xplloar-se, veja se quer prestar iaoca
i que este jalao detanra
da
oo remover o deposito
como Ir de ju-ticn.
Ctruar f de maio de 186S. Ferreira
Silva.
D -cumetiio o. t-
i id. Sr. Dr juiz raunicipal.Replicando d
respettavel despacho de V. S., diz Manoel Florenti-
no tos Santos, qoe na saa replica ne o le rece u o
major Fraoeeiiuo Guilberme di Azeved para tU
dor, e sim pira >lepostiorio dos beos.do soppiiean-
te deppsiUdos em poder do capitn Miguel i-enei-
ra Vlloao V. S. poruoto sirvi-se dn d- f-nr no
seolido do iteposito como explica o suppltcaote.
Nes'es term; s, pede deferimenlo.E R. t.O
advogado, Cunha Sales.
Despacho.Nao tem logar o que reqaer o sop-
piieante sem que nao prove a idoneidade do depo-
sitario.
Caruai. 1 de maio da 1868. Ferreira da
Silva.
mi Mi i i n 1.1 it In l I
2 Os juros compostos por semestres
que estes capites 'pro'duzem convertidos
em apolice,
' 3* Os cipitaes dos segurados fallecidos
antes d poca em que corresponda liqui-
dar.
4o Os juros accamalados.d'estes mesmos
capitaes.
ge
t r f i 11 !IL
, oomfanara*,......
74!
-----1039
Volmnes sahldos com fnendss......... 87
coagerteras......... 710
------807
Desearregam bojt 3 d joafco
Barca InglezaSerop/nnamercaduras.
PaUebo americanoRachoel Ceney\em.
Barca InglezaIrV/en e( lhe Fegnidem.
Vapor loglezSaladiniem.
Brigae allemooGeorg Andreas id^ro.
5o O interesses oroduzidos pelas impo-
sices das subscripcOas que hajam caducado: ^rioe Dgiez-Jam'"Srjai>r<-bacaibao.
porfata de pagamento, alera de om anno ?
de praso em que deviam ser varille dos.
6o O* capitaes impostes pelos que nao
apresentarem os documentos para tomar
parte ualjjqidaclo.
7^08 joros correspondentes aos ditos ca-
pitaes.
(Artigqg.6, 13, 21, %l* 23 e 24 doRe-
fulaipeato,)
Bialmente, a Protectora das Familias,
urna vertiadeira ancora de salvarlo, asse-
gurando pela CDflslKui^So de um futuro
certo. contra as invasBes da miseria aos se-
gurados, a quem poe a salvo das nacessi-
dados sempre oreaoeotas e Invariaveis da
vida humana, oo augmenta as recursos de
trae j dispoem* con um accrescimo pode-
roso, e f j> a de teda a duvida possivel.
agencia de Pernambuco, roa do Livra-
mentoD.19,
N. F. de Vidal
Decreto n. 12V6 de 13 de oatubro de !8o3, qae ap-
provou" os estaflos da estnd de ferro desta
provincia.
Diz o art. 2o dos estaloios o segalote :
Qualquer demanda qae a companhla possa ter,
devera' ser Intentada em nemt da dtrectona por
intermedio de seu prndente. Se o processo imer
lugar ao Brasil a directora incumbir de 0 instau-
rar ao superintendente residente em Pernambuco :
se iur o pela demora correr risco a acedo segundo
as leis do imperto, nesse caso o superintendente o
poder instaurar.
Pergnnta-se
A vista dosis artigo daquelles estatales o sop---
rlateadeote pode sem aotorisago da directora, dar
urna quuita de furto de ferros veftSt, pertencen-
tes a compaahia, contra pessea qae proprletarlo
no logar, calas lar rus ja eslava de potse a com -
panhta ?
Wo caso afirmativo pode tal quMxa ser da la
em nome do snperlntenden.ie, sem prece4er a II-
cenct de que trata- o art. 92 da lei de 3 de dezem-
bro de 1842 ?

Phthisica pulmonar.
IV
Granle parte d s casos de phthisica pul-
monar tem sua crigem n'um simples defl :-
xo e resfriad >, que ao principio parece tilo
insignificante que n5o foi altendido e s de-
pois de desenvolver urna irritagao chronica
Apreaeau-se ao juizo do publico urna as- dos org5os de reS[iirar;o que se lembrou
sociacSo brasilera de seguros mutuos de tomir algum remedio,
sobre a vida, denominada PR0TECT0R4 j Depois de arranjar-se primeiraraente no
DAS FAM1LI 'S. systema difficil, se n3o impossivel, cura-
A admiaistraco d'esta aojiar;5o es' lo, por isso logo qua sentires qualquer dis-
basaala sobre um Regulamento que foi' posifao de phthiMca, tomai algum remedio
approvado por decreto do governo imperial.que acalme a irrilagSo e promova a espec-
de ldejunho de 1864; por coosegu nte, toracS).
FublicaoOes a pedido
A verdade 011 as supposi^ods.
E n5o conhecemos remedio nenhum que
preencha este fim to be.u como o Peitoral
e da leitura e estado d'este Regulamento,
que se deduz a mais exacta in'ormac3-'>.
Esta asstcia.c5o acna-se lutanJo contri'de Gereja doDr. Ayir. E'simples, agra-
uma grande diva.sidtile do opioies, des- davel ao paladar oefBcaz. Nesla quadra de
envolvendocada urna d'ellas urna nuvem de mudanzas repentinas do temp) nioguem
saoposi;5e3 que infelizmeita obscurece a deve estar sem um frasco em casa. E'por
vista a railbares da fjaail'as qaa ignorara a'excelencia om remedio easerro, quasi
readadedi associacSo e seu systema admi- que infdlivel na coqoelucbe. angina, brr-n-
nistrativo. chite, asthma, ou qualquer ontra aflecgo
Esle proceder de parte do todos aquelles da garganta ou peilo.
qoe se irtrometlem a dar ioformacScis d'uma'
associaciio cujo Reglamelo ignoram, oc- Oleo pai*o mociiia! delig-id) de ba-
casiom em prejute'o da bumanidale, urna calho, de Laamaa | Kemp
epildmii aat-sdGial. j garaotido pjr sui marca commercial coaterva-se
Isto tt certo que se assim Do beta, loalteravel e inimitavel, coi o um migo du-
rare feria haver aliruem que nao e-.tivesse pnmeira orisro, da ojabr pareza e eficaMa pos
ii inscrinto ven^Gomo prova aathentic.i de soas vModes m'-
J I, ,_ ... diigaes, mencionaremos os segolntei mmes dos-
lorna-se multo preciso quo O pnblicose afimados mdicos, os qnaes aos remateram certi
convenga d'esta verdade, tomando pur the- fleados eattestados vo'notarios da curas de dffi-
mi as sesuiHes palavras : TODAS ASN- rente-mole.-tis desd MEWO. SAO COMPLETAMENTE NULLAS, IZJt Z.ya Po. 'ffi cta?' tfl&*
POR ESTAR DESTITUIDAS DE VERDA- Tramla Trindade. E->ta lisia poder-se h\\ eocher
DEiRO FUNDAMENTO.
A melhor arma que esta associec/o pos
sue O REGULA METO, esta a arma da
da alio a b-izo com os nomos dos mediros culos
estemunhos se acoam archivados em nosso p > j-r.
Acha se venda as p'tarmacias de A.
gado, Cmnhn Salee.
O Soppiieante iadfqa ama pessoa Menea qae
' 'Caors Barbosa, J. da Gonceicao Bravo & C.,
verdade, a que n5o-securvaan e sup- ; M c B ho;
pos c5e<, e que permanece aempre firme e; i0Blflli q
c-ntante, esperando do tempo a do bom
senso dos nomeus o tributo do recooheci-
mento.
Todos aqualles que desejarem justificar
esta rearidade, desenvohram a balanca da
rato, coBocando de um talo o Regulamen-
to, e de outro a pesada tmsphera das sup-
COMMEiIO.
PR KQk O J RE".IFR S DE JUNHO DE 1868.
As 3 % boras da tarda.
(Hoje)
nnsirftrte a vArHicarln o avalwis ver-w-ha' AHacar m**do, porgado-33500 Dor arroba,
posicoes, e verrucaoo o a vanis. W dissipar a nuem das supposigoes Dla luz Aigodo de 1* surte16*000 por arroba,
scinttllanta da verdade que O REGULA- Algodao sem usp-ccots^soo por arroba.
MENFO, GarDOI *** Lontlres90 d/v 173/i d. por tJOOO
studem pois O Regulamento. tolos <*Wni)- jos d'Aqaino Fonsec,
aquellas' que deserarem formar parte d'uma j Presidente,
associaga grandemente civilisadora e de: FranciscoMameded'Aimeid,
vordadeira economia social, cuja utilidade ___Secretarte.
cumpre que seja proveitada, principalmen- naMaOT iJu l> AIV
te pelos pais de familias que nao sabetu CaiV'ilLiloil J)A1\IV
ff/ fulur0 qae est aguarda4 aseDS Of Bio de Janeiro Iinted
m subscripees proporcionaos aos pro- D6900018 tras da Praca a taxa a i
Arios 'haveres, ou *s economas que possam 'nciooar.
serelfectuadas. qualquer mdividoo tem a | Recebe dmhe.ro em coota crrante e a
.posibilidade de crear para si, seus filhos.e. Pra "** ...
.Liliu um capital certo e ma renda in- .* SSJTSL ***"****
ElUvI, conseguindo assim o maior e mais' Pfncles de Eoropa tem a/nc^ a Bj-
instante desidertum da vida do homeu. i^ Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
- A PROTECTORA DAS FAMILIAS est (e New-Orleans, e im.tte carta de credite,
fundada debaixo das memores bases de se- P"2LT5E22?t 1
goranca. e para cotifeneer.se, basta a leitn- **&> toormlio o. 7,
a do cap, VI artigo 31, 32 e 33 do R*gu- 1 1^.
lamento, donde acharSo que todos os fundos,Catea firMl di banco d Brewl Mtt-Per-
oonvertem-se em apolices da divida publica niiu'iueo, 26 it t3o de 1868.
Qacijnal de 6 Ol(Ke que igual converclose! Teodo-se extraviado do poder de hs Ferreira
faz todos os semestres dos juros que as mes-'*1 J'?r mesma se (as publico a quem interesar possa, qae
se vai faxer entrega das acedes ao referido accio-
nista.
Barca orieotalArezanodiversos gneros.
Escom bellaodezi Dankhaarheidexarqae.
Barca agiera -Mdigareth Wiife#vcarvio.
Barca IngieraG/tunir-carv5o.
Brlgae iogletFairlna farioha de trigo.
Imporca^o.
Brlgoe brasileiro Cysne, liada do Eia Graa-
4e do Sui, manifesl-.iu :
. 13248 arroban oe carnp secca, 9Jarricas sebo
eoado, 176 ditas grixl em bextgas; a Amorim
lrmus.
Brigae braslleN Vnido, vtndo do Rio Gran-
de do sui, maoiftsfon :
10872 arrobas de carne sedea, 216 ditas sebo em
rara, 52 barricas dito eodo'; a Amorim Irmos.
Patacho brasileiro Garibaldi, vindo d. Ro
Grande do Sui, manifestoa :
10^60 arrobas de carne secca.'70 coqros saca-
dos, 34ti arrobas de grana em bexisas, 86 barri-
cas seo em ; a Joan Fraoeireo da 8tlv Novaes.
Hiate brasileiro Nossa Senhora dos Navegan-
tes, nudo do Assii, maoifer-tou f
400 alqoairas sai, 37 lceos da cera-da rarnaa-
ba,3 raolbos courlnns, 8 mi-ios de sola, 13 cou-
rus sainados; a Bartbolumeu L-nrerj"'.
Baroa iogiea Otinda, vinda de* Terra Nova,
niaoife>t'ju :
288 barricas com bacalbo ; a S*ondrs Bro-
thers & C.
Uncue ioglez James Tlwart. vlodo de Terra
No^a, manifestoa :
toli barricas bacalbo; a Sauade/s Broibers
4C-
Patacho brasileiro Alexandrina, vindo da Ba-
bia, manitettJO:
i calxa wcovus. 4 ditas rap e cigarros, 9 pipas
lamo; a Mearon & C*
1 oaixa lecia .s de lioho ; a Joao Fernaades
Looes.
4 dlws chapjs ; a- Joao Alves da Croi.
id) jtks fU-ariuas, 00 srecos a 440 alquetres
fariunu de moihica, 8 fardos fumo, 60 dito pau-
00 dealgdaj, 772 caixdes cbarulos; a ordem.
3 tj.rris aielte da palma; a Domingos Alves Ha-
tbeus.
100 ciixas stearinas; a Bernardo Jos de
A rao jo.
100 saceos e 100J alq^ieires farinba de mandio-
ca ; a J. J. Giocatves BellrSo.
lo firdos fj u i ; a Joaqum da Silva Cosa.,
Vapir brasileiro pojuen, vindo do Aearac
e portes intermedios, riur.ife.-tou :
200 melos de sota, 9 coaros salgados; a J. J. de
Garvaiu Mjraes & Irmo.
2 barris aieite. 46 sueca alenda >, 489 coorjs
salgados; a Joo Martios de B irr .s.
17 flecos cera de caramba; a Cosme Jos dos
Santos Callado.
100 teibas de ferro ; a Otrvalho & Noguelra.
18 saccas algodao ; a Munteiru frmlo.
22 ditas dito ; a Jjaquim Prrncisco Lavra.
14 ditae dito ; a oruem. .,.
129 d:tas ditas dito, l dacotes penis, 62 coaros
saldados, 10 molhos coartnos, 144 meios de sola;
a Si Leilo & Irmo.
t sanles qaeijos; a Goncalves, Para & C*
17 saccas algodao ; a Lu louualves da Silva
& a*
Bngae bespanhol Hugo, viada de Mooievido,
mmfesi a :
iStUO kiloiirammas de carne de larqae ; a
Murv.R^uisguera Hijo & C*
PalhAbote portu^uei Eephanle, vindo do Rio
Grande do Sui, manifeslon :
69 )2 arrobas de carne secca. 290 ditas graisa
em bexigas, 30 oarricas sebo coado.; a Amorim
Irmos.
Brigus portuguei afalda, vindo de Lisboa,
(aoifestou :
2S0 pipas vlnbo, 15 ditas e 12 ocelos vinagre,
100 barris axeile de oliveira, 20'J eaixas e 24l'0
roo hos ceblas, 126 muios sal; a Thouiaz da Aqu-
no Ponseca & C.*
Bngue norte alleroo George Andreas, vindo
de Hamtorrfo, manifesUo :
100 barris cemento ; a.Theodorri Jnst.
3J0 barricas farinha de tng -, 45 ditas alpista,
1 ciixa amostras, 200 ditas sieanoas. 100 saceos
|"pimeau do reino, 300 frasqaeiras e 1700 garraWcs
g. iii-iira, 240 fardus junco ; a ordem.
400 c&ixas fogo da Cbtoa, 1 dita tecidos de algo-
dao, 300 ditas steanoas, 80( frasqaeiras gehebfa,
li) J resmas papel da embrulbo ; a Raba Scbm-
meltau & C*
t caixa carne, 3 ditas vidros; a Jos Francisco
d*jaala R^mos.
3 diias drcgis ; a Bxrtholomea & &*
!20 dUe sieanoas, 1 dita amostras; a Rocha
Lima & Guimares.
4 ditas ditas, 3 ditas vidros, GO barris pregns, 1
fir.io lona ; a Jos A. Moreira Da-.
6 eaixas ferrag.;os, 13 ditas mlndeas, 1 dita
chapeo-, 2 ditas vidros, 16 ditas vinhos, 1 dita gom-
ma lacea, 1 dita cha, 1 dita notas, 1 dita amostras;
a Olio Bobres.
tOO ditas stearinas; a Domingos Alves fttatbeus.
80 ditas ditas ; a Jlo Ignacio da Costa.
1 dila Itvros; a H. Oeilli & C.
2 ditas lecldos de alto lo ; a D. P. Wild.
1 diu meias ; a tiennqoe & Atevedo.
10 dtias vidros; a Doarte, Peretra & C *
0 dius molduras a pasos; a Alberto Hensckel
&C.
1 dita ferragens; a Von Shosten & C.
I diu phosphoros ; a J. L Boargard & C.*
151 dius iteariuas ; a T. Alves Honleiro Jnior.
3 di.as chapeos ; a Chrbiian irmae.
1 dita frnctas; a II L -i.eo.
3 dras lucidos de algo'dc; a Linden Wevdmano
7 ditas, 28 barris 1 barrica 1 botija drogas, i
calxa miude.ias; a Joo da Silva faria & Irmo.
I dita crural-*, 20 garrafes eevadioba ; a Joo
F. da Cosia.Sjires.
30 barricas cavada, 1 cMia lpulo ; Tbeodoro
tMIfliT
4 ditas froctas seccas. 1 dita presontos, I lata
soda, 2 ditas drogas, 3 barricas legames ; a Ha-
ternnx Lenz.
RECE13ED0R1A DE RENDAS rKTHRIfRS
GERARS
aeadimeoto o dia 1* de junio...... 1:5601840
dem do dia 2.'.................. 1:870*497
Qacijnal de 6 Oj(Ke qae igual convercao se
faz todos os sea
mas produzem,
Ora os associados nao podem ter receios
de perder suas annualidad.s, vhto qae se
v3o invertendo em apolices que slo inalie-
naveis at a poca da liquidarlo dos respec
tivos contractos,
Resumiodo o cap. VI do Regulamento,
pode-se extrabir a .seguate consequencia :
A PR0TE3CT0RA DAS FAMILIAS NAO
PODE QUEBftAR, (salvo a bepotnese) da woiOBal, por lemas e em conta correte
naci Brasileira nao ter garanta para soa I Ctonfere crditos, saca sobre as primetras
divida publica nacional, e ver-se obrigada ai.P^ do 'Pe*. "> da Prata e Eoropa,
ceder seus vastos territorios aos cfeQores,i6cSDa,racambiaes sobre as mesmas pracas
emeaso de quebra, L Socarraij^ per oommieeSa. d,oonjpra
Esta associacSo Brasilerra, apresenta f va ^ fundos pblicos e accoes de com-
todos os aeus habitamei a, gaida fc'1"w.^ cobraoca de lettrae dtvideados
* orna naco de immeosos recursos, cuja ,ou d? seiJ Pagamento, e de qualquer outra
BiNCO M4UI & C.
IIva do Trapiche n. 3 4.
Desconta lettras commerciaes a taxa con
vencional. Recebe dinbeiro, a premio con-
operafiio baocaria.
O es jedienie^aM o publico comacari m
10 boras da maohi, a terminar as iteras
prosperidade faz devisar orna rica ureo-
4 la de graade futuro,
Os beaeicios que roduza Proctora dea !u no .
Familias, sSo monea e materiaes. I4** ^^ ^ todos os das otis.
Entre oa primeiros, se aobSo os babttm
de ordem a economa que prodoi.a morali-
dade as familias. Para formar-se urna
ouder de p*swa idooee, e com bjrpetbeca ae.eaa aflea do accrescentamento dos segundos.
%s"rm,s,M9Befartme11b-BR.lt-aa>- *?Srt"!" PreseDle* COaCOrrm *> tQa
ALPANDBfiA.
Mdieoto do ira 1> de jnobo.....
Meado alai...................
28:o88J0U
rasultado
1 Os capitaes das imposigoes,
eil>udaafai*t
Vlumsi entrados ccmateatlai......
3:431*337
CONSULADO PROVINCIAL
cteudimento do dia i' de jnobo..... 11:8914719
dem do dia 2.................... 5:803*264
__________
MMJMI
ssm
-es-

MOflMEUTO 00 POBTO
iVacio entrado no da S.
liba de S. Miguel35 das, escana portnguera Ol-
vetra,4e 208 toneladas, capillo Manoel Pa-
checo, eqoipagera 10, carga encommendaa e pe-
dra a Candido Aff nso Moreira.
Rio Grande do Sal18 das, barca brasileira Santa
'Marra, de 226 toneladas, capillo Francisco de
Assis Goncalves Pessoa, eqaioagem 14, carga
11,110 arrobas de caro;; a Amorim Irman.
Lisboa3o d1 as., dataobo ptrrtoeuei Rettawafao I,
de 213 toneladas, cap ^o Francisco da Costa
Freir, equipagem 10, carga differeotes gneros ;
a Oriverra Ptlhos & C, .
Barcelona38 das, somaca hetpanbola ummMk-
M, de 10^ tooelad*. oaiiao Jaeae Pia, eu^a-
em 10, carg differeotes gneros ; a Tissel
-Rto-de Jaoelrc18 dia*, brigtw teve ntrhaa, de
-3S8 loBeladas, e*nMo Tnnoa Homan, equipa-
gem 9 carga 3,726 saccwoom axloba de trigot
a Pereira Car*eiro A C.
Observacav.
"Nao botrve sabWa.
EOITAES.
Perante a caraira moaieipal desta cidade es-
tar' em pr*ca oes eias 30 de erreale, e 1 8 da
jan** prariew vHimm. eu e ara lada
!wr am menor rey> nferaoer a nra do con
:36g>ld artos de que precisara as doas easas existentes
i de trm e outro lado da estrada do cemiterio pobll-
CVy ^m ^^pm vas ^PViRIHJB wQ IvfMrV. M p^WlWWWW*
298 tes a arremaiacao podem mesma coicerrar m
f
4


!*H* *%fWW$*90+TrjfB*lt*J&*A %4*HnjM^I8SAmic

!

6 das indicados, manidos de flan^i di (arma
da tai.
paco da cmara, mopfcfpal do Recite, 5T de malo
de 1868.
Gustavo Jos flo Reg,
ftWWbnte.
frtfltls#j.!l?wjto da Braviaren),
efrflarto.
O 'r. ioio ipioaio,' 4%. .Arnjo Freit vs Hueriques,
"Jan de direito da 1* ara erimiml de'si coar-
ea4er\aifv WS* lMfeslada o Imperador, a
ga'na Deas guapa* etc.
F^aoatoer aflg qn* c prsenle edftal virem, que
baveadckidj convocada a 2* sessao ordinaria do
fary desta capital para o da SO de abril prximo
passado, foi a mesm instaHada no da 21 do refe-
rido nifi, e encerrada no dia"-7 do corrale, qae
foram jaldados na dita sesso 15 procesaos c. n'.eB-
do 16 reos, dos qaa^oram condemnados 8 roas,
sendo l a roorte, i a-Bls perpepetuas, 1 a 16 as-
nos degal emota-datO.per cento, i a 12 aonos
de prlso (ttm-trabelbo-, 2 a quatro anuos e meto
de pnsSo cfljfcsbslho e maIN correspondente a
metade d-racB(w, t a 6 meies de priaj com tra-
balbo e multa de o por ente do vtor sobre que;
tersen o eslelllonato, e floalmeete 1 a om nm de
prisSe e n.aUa correspondente a melade do lempo ;
e 8 reos absolvios ; q.09 forana assldaos em assis-
tir es transaos da referid* sesso o jurados se-
gnlntes ?
Antonio asm'toTorrt LmI, Antonio Jaquim
de Camino Meueies, Antooto Josa Cwbgro Si-
'oslo Goula Leite, AareHaao Lofz Alvas,
olomeu Titflquato de Souzi .e Silva, Ber-
s Sea Poatoal. Bernardo-J.se Mulins
r.H-raarde PttreiraevCvrmo, francisco
so, Francisco da i'ibo B rges, eaptiao
GoacJves de Arruta, Faustino Jos dos
Saol >sDr. Felipa* de Figo ir ja Parta, Galdino dos
Santos Nunes de Oliveir., Dr. Graeiliaoo d<*Panla
Baptista,Gutlh?raieBsnae de Almeida, HeodoM
e Aqnlno Punsee, H^nri jne Gj roes de Olveirs,
Hrmenenlido Casino da Silva, Dr. Joaquim Ayres
de Almeida Ffitis, Jjaqaim Cardua> Ayree, Joa
qoinn JosStlveira, Joaquim Olilo B.sloi, Joqoiro
deSooza Miranda Cont, Dr. Jlo Barbaibo Uuiioa
Cavaleaoti, Joao Pranci co Aatuoes, Juac da Mal-
ta B.-ltro, Joao Rieard o da Silva, Jos Bitas de
Oveif, Jo Fel cuno Naretl, Jos Marcelino
Alves da rocseca.Jos Joajana Xavier SJbretra,
Dr. Jorge Dorne'las Ribeh-fl Pessoa, Dr. Luciano
Xavier e Moraes Sarment. Lorz Pereira de Pa-
ria, KUnoel Alves Guerr, Wanoel do Amparo Ba-
j, U.n.-,el Conloo da.Silv, Man vi Francisco M ir
ques, Manuel Jis P nt>, Man el Joaquim de Miran-
da 8eve. Maooel Joaqun) iUntos e Silva Jonior,
Miguel da pQrtfleacao Gomes, Oymriio Goncalves
Beta, Trime Rodrigues da Caoba, Vicente Licioio
di Cosa Campe lo.
E analmente que tttim mnllsdos as qiantias
abaizo menciono-Jas, em rarao de nao terem com-
parecido d referida sesso, nem lerem em tempo
maadado Ssdttaa legim os-jarHdt.s seguales :
Thomaz r!f drvslho Pj-b de Andrale, em 1C0,J,
Dr. Jj-6 ihria de Albaqnenne Lima, em 805,
Plavio Ferrf ira Cali, etu 40, Mariano de Sa e
Alixiquenioe, etn 44l5.
Ootro sira, qoe MtiANttMe serem mult" i.s na
mencitiaada ser-o os rieairts jbtaldo<, que neo enm
pareceram, ons por nao can cades e outros por lerera presentado escudas le-
gitimas.
E para que ass m choeoe a ootlcii lod>s os
Interessados mandei pa-s^r o presente ertitl na
frm do ari. 2>*6 do Godigt do Processo Criminal.
o qua^ sera publicado pc'n imprensa.
Dadie pausada ne.-ta criado do Recitaos 20 de
maio de 1SG8. ~
En ftaqnrm Fraurisco d P.'.nla Ert.-ves Clemen-
te, ecnvo do jr/ry o sbftscrevt.
Jjbo dd Araojo Frcas Hanriqnes.
vez Ihes concede o prazo de 30 das, para pagarem
ditos fofos, ceTtos de qne se na se quliarem em
dito pruo, ver se-ha obngada a' recorrer aos tneios
ludicfaes.
Irmanaade do Santl-simo Sacramento de Santo
Antonio.
Bernardo Alves Planeiro e ostros.
Anna Tuerca d.o Sacramento.
Sabino da Cuoba Fragoso.
Irmandade 6a Almas de Santo Antonio.
Dr. Antonio Joaquim de ffloraes e Silva.
Kilnos Ce Mana Carolina de Brilo Carvalb?.
Luiz J da Costa AntOtlm.
Jo^ do" Reg Pacr^.
.aicbolomeu Fraoaiseo de Souza.
Mano vi Gomes Viegas.
J.iaqui i Pacheco da Silva.
Flix Antonio Alves Mascareobas.
Migael J -a .nisn da Cot-ta.
Mirii Praocisca da Cnccicao.
Herdeiros de D. Joaquina Hara Pereira Vianna.
Paulo Marqjres e Antonio Francisco Macota.
Filho9 de Jos Kodriues do Passo.
r. Bernardo-Pereita do Carmo Jnior.
Secreiarla da Santa Casa da Misericordia do Re-
cifi, 20 de maie de 1868.
O escrivao.
Pedro Ilodripues de Sonta.
'. MMifc'w Tytyrrr- *-*-r


24*5000
4005000
3515000
1455000
1441000
45050O
Ochefeda 1. secrao do co9sa!*o provie
al, om exerciclo de admtntstradori faz ptibl co,
flue do {.* de jonho viaJouro comeram a aor con
tados os 30 das uteis, marcados para a cobr&pca a
boc-a do cofre do s>*enado sepjesjre, do correnlo
anno fJoanceiro de l>571SG-*, M irnnr-tos da de-
cima uriiam, de 3 polj cej.to tobre a resda d s
bens de rail pert'ncentes as curporai,0:S de mar
morta, e de iO ior co do do eoosorao de agurden-
te, inci.rre.n'io na-malta do 6 por cento oScontri-
fcnintes de taes impo>ios. que tivste prazo de xt(em
de .'?.ti.-fzer a reepaetiva importancia.
Consolado proviocfal, 0 de maio oo 18G8.
A. Wltruvio P. BJOdeira ArMnly ra V.ic-oiptln
Santa Casa da lisyricordi i
do Recife,
Allnoa. jauta administrativa aa F,anta-Casa i
Kisoricordia do Renifo manda f azer publico qtu
na sala de seas. e. -Sos. co dia 23 o corrate pe-
las fcboras d?. tarde tem de ser arrematadas I
qjem mais vaatagtos offerar.er pelo tetnriode nffl
a tres rdoos as reudas dos predios em seguida
declranos;
IktabeecifpTias ie cariaK.
C:co Pontas.
Casa terrea d. 90......
Id mn. 110.......
Traversa de S. Pedro.
Sobrado de doos andares n. 2..
Becro duQniabo.
Casa terrea n. 8.......
Ra da Gloria.
Ca?a terrea n. 6o.......
^Bua d Eican'ameoto.
Sobrado do dons .indares n. 3. .
Ra do A'nonin.
Sobrado de dous aerdares .... 1615000
Roa da C^deia do Recife.
Sbralo do um andar n. ?3 ... 6335^00
Ra larga do Rosario.
Torceiro andar t'o sobrado n. 24 3005000
Becce da Carva ba.
Casa terrea n. 5.......1515000
Ra das Calada?.
Casa terrea n. 30......, .
dem dem n. 32.......
dem a. 34........
Roa da Bloeda.
Primeiro andr da eas;i n. 37 .
Segando andar idem........
Ra de Hurtas.
Loja do sobrad i a. 41.......
Travesea de S. Jos.
Casa terrea o. o.......
Idea a. II........
Ra do Padre Florianno.
Casa terrea n. 17.......1865'00
Casa terrea n. 43......
Ra de Santa Thereza.
Casa terrea o. 34......
Ra da Roda.
Casa torrea ni......
Areal do Forte.
Casa terrea ni......
Roa do Calabouce.
Casa terrea n. 20.......UJOOO
- PatriifiOHio de o? plies.
Pra^a de Pedro II.
Segando andar da ea Ra do Qaeidoado.
Lija de casa n. 33.......5505000
Ra do Crespo.
Casadetresandaresn.lt.....1:5555000
Roa da Ctela do Recife.
Csa terrea n. ffl........1:2005000
Jlemn. 4V...........1:005U00
Roa da Madre de Beos.
Cata tarrea a. 9......
dem dem n. 26.........
I-lea idea n. 24.........
dem idem n. 2t..
dem dem n. 14.........
rdee dem n. 10.........
Ideo ideai*..........
dem dem a. 4 .- ..
Raa da Ifoeda.
Casa terrean. *5.:..
Bita do Eacaaumento.
ea tarrea-i. 1>
Roa w TrBfltoiM
Cm torrea o. SO- BIAW
Roa de S. Goosalo.
Casa tarrea n. 22-......~^~^..
Meto tierna...................
Raa do Amonto.
Mtaidvna. 2i.........
Rna da Cacimba.
Can tarrea a. ir..". .....
Roa a* Burgo.
Cas* torrea n. 21......
idea 0.19........
Roa do \ gario,
tetro andu do sobrado n. TI.
aaaarWoa.......
Loja do mismo idasa. ._.., ...
1765000
195000
15I5O0O
96*000
965U00
1205000
1715000
MfW
169 000
1445000
1235000
1C05CDO
Idjm iJem 0. 132............. .
Casa terrea n. !*>.. <.....
Roa dafciia
Cas* terror o. 27.......
Raa das Grox.
Casa terrea a, 29.......
dem ida* **......,
^H Po Velba.
Casa te?W mu sorlo-a.41 .
Rna do Pilar.
Casa terrea ij.-Ifla.........
dem n. 103"V'
dem idem n. 99
30W
201"
751000
7535JOt
de oofipraa. nar-
vaes J
seiba eootraia em 5 de
timo
o foraeeinMo4 ao triuestra da )lbo a
do eTjrrPnte anno -aos navios da armada e
dem Idem n. 10*.......... 2015
Idem^fanatk
I tem dem o
dem dem n
dem dem n. 9
^slabelecimeotos de mriioaraos vtvbre, dtetai e
3OO5OOO oulros objeclos de cotf-atta segolfltes :
I Arroz do Maranbo, ateite djea de Wiii*. oltni
20250C.0 Inferior, assncaf branco groso, agaardenie de 20
2015000 grao?, assucar branco refinado, atelria,- araruta,
2565000 bacalho, bolacha, bolacbinhaameri-ana, f ero
^0 grao, earoaba em velas, cha' byson, carne iec*a-
do Rio Gfaod dor SuK earadtottr, MjivMinha
de mandioca da -torra, galinhaJL lenb, maniera
mate;
COMPANHI1PERNAAIBUCANA j
ltrofu isteira pur \ap
Pwahyha, attl, Maco, Aracal, Mosor,
Ceari- e^Acarac. *^
O vapor Ipojuea, comman-
dacte Martins, seguir! para
os portos cima no dia 15 do
orreoto as- 6 horas da tarde.
Recebe carca at o dia II as
3 horas da larde, encommen
W> passageiros e dlnhelro* a tfete at as 2 horas
tra.tsrde do dia da sabida : escnp'.orlo no Porta
do Matos o. I.
N. B.; Adiarte se tt Sfs< err'egadores qne os
cadeiras,nroearaar odna* bancas ledo deja-
faranda', umk c^catle^ljoaba ara-atoar |ar-
dim, rlu-.s tifi/ de Wrta, etMnt, o camas fraocezas e a)arqaief5es ludo de amare!,
lo, porcao de peca* di rendas da emttri virme-
Iha, oesta oeeasWrse" vender' nina crav de
meia Idade, qnltsBdelra, lavadeira e cosinheira-
HOie
Pfnva pohlrcaeo joridtct
Sibio Inz a pratt processoTivil cor*-
parado cora o processo commercial,
trR. ANTWIO'CAETANO SEtE NAVARRO.
Acha-se a Tend na llvraria Universal, roa do
i .Impera icr n. 54, prego 45 em brochara.
Palo agente Marti os ao rmete*) da ra
perador n. 16, aa II oras em ponto.

lIM
De movis e livros
ii.
rmmm mummu
DE
Wf'' #4'VS 18'5000 InRleza, dita franceza, pao mafeT sal, toatlnno .( ooBJ)o|toe d caria davefio ser lirados 1
JV'.f.....\. 2M5000 Lisboa, tapioca, lijollo de alvenaria grossa. *flo>. nomo da pessoa qae a despachoo, oairo sim. qae
......-..... 2015300 de Lisboa, velas Mearais, e vf*|,6> ESW. estes Comp8tent"menle sellados deverao acompa-
......... 2015000 E tambem contrata, por igan roma, a fl'a nhar os respeet vos despachos fb pena de nao
Becco das B ias. o dito mea de jonbo, os lervieo de barewe a Hw wr 440*0 buhte para o embarque da meso*
Sobrari e dons andaaes n. li. 3531O0O enfermaria de marinha durante o prximo exerci.( qo eaeode qoe nao wh nelmeate cumpnda a pre-
Idetn dem a. 16.......... WUOOO co vindouro de 1868 a 1869 ; assim como prdrflo- senie declarac\
Mera il-m o. 18........r 5035000 ve a compra dos segaiotes objeclos do maienfl
Sillo n. 3 do Rosarinho......'.'. '3245000 da armada, 5 ancorte* para batelde*. 10 duifas
Sitio 0. fT'do Porno da Cal...... 1505000 de brochas sortidas para p.ntora, 6 diiatade <>**
Os preteodentes deverao aprosentar ta acto da para caiar, 12 bandeiras nacionaes deS panois
arrematac as sna Bancas oa comparecerem U ditas ditas de 3 ditos, 12 ditas ditas de 4 acompaobdoS dos'respectivos Oadoie. 145 bracas de correcta de ferro de meia pollegada
Secretaria da SlnUa' Osa da Misericordia flo;reforcada, 100 cobertores t) algodo. 4 pecas de
Recife 3 de maio de !8f8.. cabo da nbp do 1 l|i potreada, 0 t|tas de dito
de 2jl/2 ditas, 5 ditas de d>to de 3 ditas, 20 cr.-.quas,
100 escovas ingleza?, 100 pegas de ftfna larga da
Russia, 200 ps de manguera, de sella cractfla,
plvora, marca torre, 2T0. vtdrbs de vfdrac* de
2! 3|4 pollegadas de cmprlaetj n k& e meio de
largo, e 1 vergontea de pibho de 34 ps de eom-
primeoxo, 10 pollegadas de grossara no p e 8 na
pona.
Contrata o coiistTio e pr-
ve a compra dos
objeclos, sob as condiefios do'eij^o e a vita de
O escrivao,
_______Pedro Rbdrigoes de Socra_
Safa Casa Misericordia"
do Recife.
A Tilma, junta administrativa da Santa Casa d
Misericordia do Recate desejando empregar todos os
melcs suasorios, am de baver o recebimento do
avegaq&o osteira por vapor
Maoei, esealas, Penedo e Aracajo'.
O vaior laguanbe commae-
danto Honra, seguir' para
es portos arirua no da lo do
crenle ais 5 horas da tarde
Recebe carga al o dia 13
as 3 horas da larde ; encor-
mendd'^pissageiros, ddioheiro a freto al as 2
horas da tarde do da da sabida : escriptorlo
do Porte do Mato o. 1.
N. B. Adverte se aos Srs. carfegadores qoe os
coohecimeatos da carga deverao ser lirados em
come da pesstaque a despacboa, outro sim, qae
qae se acbam dver d foros os p-prietarlos da Lron( e
fua da Roda em seguida neceados, anda por es.a l*^tPo^eniesos referid JS das at 1loras 4a *^M ^MlenleoieBie sellados deverao acnmpa-
manhsa.
Sala das sessSes do conselb) de compras na-
vaes, 25 de malo de 1868.
O secretario,
Aleandre Ridrigaes dos Aojos.

THBitTltO
DE
Etnpmar f?piPatfi
GBAPfE E VARIABO ESPECTCULO.
Quarta feira 3 dejunhu
Prime-ira refresentagao da comedia em 2 actos,
orleiual brasilefro do airtitcto- mranhease o Sr.
Joaquim Marta S-ira Sobrinho '
O
CiUS,!
Perscnagens.
O tenentecoronel Simplicio.
O abaixo assignado lancao>'ir da reoetiedona g Coromertedor Moflios .
de reodas iniernat gerdes, tendo de continuar o|y tenente Henrique. .
"ncameulo rio imposto pessoal de ire p bsirro da Boa-Visla, previne aos moradnrfs das
mas Vclia, becco do Jo*o Francisco, do Veras e
iS.\ Gloria, Mangaeira, Alegra o travessa da mes-
rra, pr'aca ra da Santa CrOi, qo* tenham promp-
(.s os seos icrbos, pipis de trato ou de arrend.t-
miriit.i para serem p'otent"s"no acto do lanfamen'o
ero vista dos quaes deve ser feita a collecta do dito
imposto. Re;ebtd.>ria d* Pernawabaco, Io de janbo
de lt;G8.
J se Jeri.inymo de Sojzo Limoetro.
Pela secretaria da cmara mtin'cipal desta
cidade se l.u pobliM o^ra coGhocimento dos nt*
ressadoa qun as arremanses das obras ios cou-
eertos do maro do cemter.o tabiico e ds ca^ae
onde h bit;.m 6 c.ip-l!"o e sacristlo do msrao cs-
tabelecimecli, anoocTsWas para o dio 27 do cor-
recta, nio s ffleirroaram tendo'Sroti espacajas pa-
ra o iiia 3 de jrmlirj prximo fotaro.
Scret-ria maio de 1868.
O secretario
Fcanciseo Cannio da Bjavlagera.
GompaaEiar do Bebe ibe
O caixa desea companhia, commendador
do a papar no sen escriptorio rna do Viga--
rio n. 19 jas 10 horas s 3 da tarde o *U.0,
dividendo desta compaobia, na proporco de:
3^0O rs. por cada accSo.
MODA
Os senhores.
J. AogDSU.
Brochado.
C. Rocha.
Pedro.
Camilla.
M. Veluti.
N. N.
Isabel, ti ha do tenente-cronel.
Julia, saa am ga.....
Cm triado.......
lio de Jaoeiroaitualilafe.
Primeira represfniaQo da- gala ate comeda em
1 acto, luda ornsdade DKlca
BOLSA E CACHIMBO
Pers'nigens. Os --euhores.
EmiUa, modista.....J, HontanK
Cesar, caixeiro do gar. Be Ge.ivam.
8itrp!i"io. droguista PJorindo.
Segue-se pelo actor J. Aagnsto, n sceua dram-
tica
Cerracao no mar
D fim o espe tacufo a murro divertida stra-
vaii,cia tiurle.-ca
lin.5 ntiile il rarsava!
Pela Sr.* D. Josuioa Mootaoi e o Sr. De Gos-
vani.
Comefara' as 8 itorfis.
nhar os respectivos dfsp&clns sob pena de nao
Ibes ser dado o bilhete para o embarque da mes
ma, oo caso de 'tie nao seja lielmm'.e cumprida a
presente declaracJo.
.,-----------------1. ..-.
SOCIET GiNEBALE
DE
Transports maritimes a vapeur
PAQUEBOTS PRA.\gAIS
At o dia 6 do correte roez, e^per*se da Eu-
ropa o vapor francez Picar Ate, oammandante Ale-
sais, o qaa| depols da demora do ro-tumn seguir.'
para Buenos Ayres, tr,cawdo-oa Bthi?, Rio de Ja
neiro, Santos o Montevic).
Para conolco's, Ireles e passaseus trata-fe coro
os consigOatarios ba roa da Cu o. 5o.
GOHPMHU PEBN&MBCANS
DB
i\avegHf, costif por \amr.
Penedo em direitnra.
O vspor Polengi. com-
mandante Perer?, segui-
r* pata o p rio cima
no dia i de Junho as
5 acras "a tarde. Reeebe
cargt- ?t o da 3 as 3
horas da tarde, c-ceom-
niendaf, piS.j^-irosH uirih-iro a fre;t. a' as 2
h rw da larde do dia da sbila, no eseriptorfo do
! Forte do Matos n. 1.
COHMHli
.
an
iim
livuinu pxiiii
17Ba fa fropPitiiz17.
DE
EscriploriO da GOmpantlia, 27 de maio de O proprHario de^la triterla recreativa vrrn p?r-
gg 'Hipar ao rBspictrBl pubfta desia capital, quepe-
186S
|> vapor fraacrt Guientw altioiamente chepdo da
Bar^fa, raceben orna grande CiHeec^p de lindas e
variadas vistty, assire como am msgoiflro sorti-
Pela rectbedorla de rendas internas geraes ment de prcurlas as m:>.is pircto^s, e ssslm es-
S8 faz poblico que neste crreme mez de jnoho, Pflra contrno ir a roerre-r a conroTrencla cora qoa
que os devedorea dos segaintes impostos .deci- o lem favorecido o illustrao pt-ben desta ci-
0 secretario,
i)r. Prxedes Gomes de S. l'iianga.
o lem favorecido
ma addlciooal de mo mora, imposto de vate per dade.
As rlsf'S qoe se aeham expcstssdurantirea se-
ceoto sobre loja?, casas da dusconto, etc dito so-
bre crsis de movis, roupa, etc., fabricados em
p^iz estrangeiro, relativos ao segundo semestre do
exTcicio crrente, eem de vir paga-ios, livre de
n tilia de sps por cent>, e qoe fi'ndo o referido mez,
serio cobrados con]ontam<>nt's com a multa.
Recebederla de Peroambuco, de jonho de
1868.
O administrador
. MtQoel Cirnei.'o de Souza Lacerda.
-
330^000
730^000
1:06WOO
80140.0
6OI1O00
80|NO
3O5JOO0
1:050*000
330*000
900*006
lrt
10S4060
1954000
804060
1454000
454866
14*4080
1814066
4t46C0
O cons6lho de compras do arsenal de guerra
chama a attenoao para o annuncio que fez p3rs o,
da 4 de junho vindouro
Sala guerra 28 de maw de 1868.
Veiga Pessoa,
Presidenta____
Da ordena do I Im. Sr. inspecti r da thesoura-
ria de fazjnda desta provlacia, se faz publico r.ara'
conhecimeDto de quem interessar, que no da % de
jonho prximo vindouro, as duas horas da lardea
ira' a praea para ser arrematada peraule a junta
da m'sma Ibesoorarla, por qaem por meaos flzer,
a ebra da pontee golndaste' da alfandrga desta
provincia, orca-ia em 33:8884-
As pessoas a quera coovler deverao comparecer'
oa dita ibeseurana no referido dia e Dura mar-
cado.
Secretaria da thescararia de fazenla de Per-;
namb co, 30 de maiode 1868
O offlcial-mai ir
Maooel Mamede da Silva Costa.
O conselbe de compras do arsenal de guerra pre-
cisa comprar o seguiste :
(',. m varas de brim pardo tcateado.
Urna pega da cabo deliabo para derigade 1 l/z
polrgada.
Oex resmas de papel cartuxinho.
Seis facas americanas.
Sete pires de ferros.
Gnreceota lijlos de radrilbo.
Cmeonwta telbas.
Sessenta e dois pares de luvas deXgfl'daB braoeo.
C neo arrobas de flo.e veta.
Sessenta camiselae d"e bpim. ,r>'
Ceata e vmte lentes da dito.
Sostena froobas. -^
Vmte cocerlas de cbita.
Sessenta toalbas de brim para baaqaelas.
Dote ditas para mo.
l'fiota eolxoas. 1
Trila travesseiros.
Vi ote cobertores de lia.
Dozo pares de cbinellas.
Doze pratos rases. \
Doze chicaras.
Boie pires.
Um bnle grande de looca.
Dis copos grande para agua
Dols ditos pequeos.
Doze eolneres para cha.
Seis ditas para sopa.
Seas baca pequeas de (erro balido,
m fogarelro aeooeao. **
Duas cacerolas com porcetoaa, peqaeaas.
Ao Maeaa aae qaiieeen aeadw- alle eHlfpot
aprsente son propotas, acorapanaadas das
toapeetivBs amostras, aa sal do eonselno s 11
boras do dia 4 de janbo vindonra, observatrdese
ai ptoaaita arto em carta* tectada, 4aa>
h oTjiJBetO'OTrB crTirew; iBBflo so entila Tflfr
.il parueolar do sea dono n logar da ooa
ala do crnselbo de compta* do arsenal 4e gfap
mana .5o as seguintes
Feslas de lanlerna (Chiiw.)
Rula dos marerhaes e palacio dasTuIherias (Pa-
rs-)
B-.u'ev-.rd dos ilalianaa (Pars.)
Galera cicuLr do palacio da exposigao de
1807.
Aqnarinm do palacio da exposicio de 1867.
Exterior da igreja di S. Pedro em Roma (vfcta
de nonte.) ,
Vita geral de Cdiz (rie:panba.)
Passagem de Cornpauy (15 ite sjosto-d> t8C7.)
Vista geral de Roan (Franca.)
Vista ger?l de Londres.
Visto da Alhambra em Granada (Hespanba.)
Corrida de toirus om Heepsoba.
Cada bilhete de entrada da/ direito a urna hti
prenda, bavnrjdo entre ellas monas de aubido v
Icr, e as menores do quasi igaal prego do btlbem
de admissao.
Eatrada de cada pessoa
500 rs.
Paquetes a vapor
, Des portos do -al esperado
tV a' o da 7 do corranti o vapor.
Cruzetru de Sul, ctif&mandant-'
Ai''norado, 'n*\ i!.-(i..is f! d---
^SB9aBaw mora do cosime seguir' para
os p o; tos do roorle.
Recebem-se desdo j passageiTos e (mcaja-se ?
carga que o vapor poder eoodoeir a > " 3er embarcada no di- d sua eheftada, encummaa-
das e diobeiro a frote at o dia na sabida a- a bo
ras.
Para o Ceara' do se peteae carg.
S tn como e'ii'onm>'n,?i o^|e-;toa de
peTJwwrv:ihr e qnn nfm KW'Hta a >i ja) w c-
bicos de rr.edleao 2 arrobas <\ 1 uhk Th.1i \>
que pavsai destaa Umita o\vo;' como carca.
PrevIG-se aos senhores passageiro? qne snrtr-
passagfiis s se rec^r-ew nesia arepera raa da
&ut n. 57, 1* andar, e-ivpturlo de Aston-io Luiz
de Olivem Aze-vedo & G.
Qaintafeira 4 do corren te J9 rO t\t horas.
No andar terreo e Pandar
dio sobrado da roa da Aurora
neinero 92.
De um piano de Jacaranda', 1 excelleota mobifia
de dito, I rica mtsa a cMaaza, cadeirss de ba-
l>n;o, 5 Usuras de poreelaoa, 6 jarros, swrra-
deiras porta msica, juros para deltar flores,
1 cama de casal. 1 rico santuario de Jacaranda
1 commoda de OU, eaWdes, eavtieWea, alv,
tioleiro e palitiro deprata, lanternas, 1 guar-
da vetldode raiz de-a>arelo, 3 gaarrtw ron-
pas de dito para brmeaf, 1 secretarla, 1 mobllia
le amarellorl maojfiQco tascador, 1 ceMureira,
lavatorios, estaofes, cabidea, bidets, ramas de
ferro com lastro de palba, baodeijas, sexto para
roop, quadroacam ricas pinturas, quartobei-
ras, 1 lastre de crysial ediversos com perceia-
B3, arandelas, 1 suarda looga de amarello, 1
grande mesa elstica, I qoarinhelr?, 1 apara-
dor, 1 relogio de parede, O oadeiras de gua-r-
nico avalsas, meio appareiho de porcelana
branca para jaotar, mel dito cora frito djura-
d) para cha. garrafas de crystal para vlnho,
compot-iras de dito, frncteirss de dito, clices
para viabo e cerveja, copos para agua, 1 leo
aparelho para cha, 1 bandeija e orna salva rte
plaqu, 1 estante para livros, 1 mesa para jigo,
sofs de ero?.relio, 1 mappa, 1 banea para-adve-
gacia, 1 caelra para dito, tapetes sortidos, e
ratos outros objeefoa^ assRW Com* Itio grabde
e^variado sortimento de livros de direito o lite
ratura.
O ageote Pontusl vender' em leilo -os'r*1*clt>s
acima descripto*, perl-ncentes ao Sr. Dr. Mmoel
-Jbaqnia Silveira. porordemdrt seo procurador o
Sr. Dr. Joao J Perrcira d Agaiar, serto e
producto do leilo para pipimcdo de seus ero
dores.
.
Jtm99argamoaWjndispensavel a todos qae advogam
1 visti se encontrar all lado reonido sobre esta a:-
orpto, rjfta as obras' at' agora publicadas
neste enero senao ercontra, pelas citagoas o ac-
tas da qtle e aoba enriquecida.
Com a prenote pablioQo fax eia ster ara
servci rniii i* oso ao foro brasilero.
' "l*li I I__I ll IIIIJMJ 1 lili I O-l !__! I|l f\\t
va-se e er^uaia-se roupa do buujou e-
ntror com perTeicao,' bo'corr'edof do Blsp ntoo :
na roesooa casa veodt-se um xarope especial, parti-
cular para mole-lia no pello, e binha para a ejoe-
da doa eab^Hos nwswo por-medetia; lanibem se
vende ama marbioa ch-gada ltimamente do Rio
de Janeiro para costura, obra mnito rlea e moitotm
ronl "^>k
avarloctas.
Qointafeira- 4 de junrio as i i boras.
O Vo*e Piolo f* wiao por cuota e r"istvi de
Quem perteocerde 12 fardos marca diamante BMA
as. 7,.* 1 >> a 7 330, ^'e 26 pC!s"c.di um, alpodo
trancado b aoc > com mofo o pequeo toque oe
arana, :s II horas do da aaioaa dito no arru^z-m
da iu da Ssomm Vmlrta n. ot, pt um tto arma-
am dus Srs. G^rftup tebtod*
I\airiweult) medicina!
PRFPAnADO ra
Lanmon & AVatp,
para phtbasea
eioda aquatttta-
de de doen?a3
quer seja na jpr-
gaota, peito ou
bofes.
Ex pressa-
rr.ente es :olbido
dos melhores li-
gados dos qoaes
se extrabe o oleo
no Banco da Ter-
ra Nova purifica-
do c'imicaloien-
le, e'srjsrs-vatoa-
veis proptda-
des conservadas
com todo o, cui-
dado, em lodo
o frasco-* se a-
raiie perfeita-
mente piro.
Esle oko tem
sido subEeltido
a um exame
muito-severo, peio chmico de na ais talealo,
do governo hespanhol em Cuba e foi f*0-
uur Dctadod Dteoalle a- c r
roaiar porfi de iodina
do qr-e rnTo qroa!quer oleo, que-elle tem
examiKacro.
lodioo nm poder salvador

De ce;vfja eia garrafa e btijsi
vioho diamptnli?, aiuscat I e C8-
Tiac.
Quirita-feira 4 de junho as 11 1|2 borc-s tmi oco-nio.
cm ponto.
O agente P.ofo f;ra' leili.o pir con la e ricn de
(juem partenc.T,'.l'. Rea os acuna meneidoartoa
exi'teoi-s 00 atauatem da ra d-a SmuIj No*a
o. 5't, |i ir ir^z do acames) doi Sr?. G/esanp &
ctWind.

%?L
paquetes a vapor
E' e-p-irvdo ros porlos do norte
at o da 1'.' do ro-reaie u vapoi
Stftrr, commabdatrCj^J&omioRos
M. Perrefr, o i|ualdepus da de
mora du costumo ttjuira para
os portos do su I
r.^ceam'sedesdeji ra--""iros e eogqa-se a
sarga que o vapor ooa>r coaduzr Qual devera'
er eml:areaaa nodfe(i' ;iiachp-:ada, encciEnjen-
l'das e diubein a (reta a t o dia da sahlua ; 2
'hora-:.
86 se reflabem eomo oncomTeodas obj'-ctos de
pequtno vahr a qae nao txeadam a 8 p.lmis cu-
'biegs de medievo ou 2 robas di peso. Todo o
que fiassar de-tes limites devara' ser easbarcadi-
oon* carga.
. J*revine-se'os senhores passaffeiros' qu spas
passa|:ecs s se receta ne.ia agencia rna d?
Crnz u. 57, eHgrjptofio de Amonio Luir, de Olivei-\
ra Aieveoo & C.
tea o>ai
Segu e Baeos das para -.:-uelle portJ com
a crea que tiverBa a frete moiii..-e, ot-jiaiacho in-
di ez Frei LlarmtiiXThiiT come ieo cnD^isn.-.tsrio
Domrono?. A vaaniati ao#, no seu a^crptorio ra
doJVir.irlo-o. 2*. **_______
ILH4 BE 8-fiiGQFX
Com mana brevldado segoa o paiacba pnrtn-
guez Jorgtnsf, anda ribt'be alguma carga a frtte
o pasagfciros, para os quaes tem bellas coonno-
d.-s : a Uatar coai o s-u consignatario Joao do
Rago Lima, a- roa-do Acollo n. 4. ___
"COMPANHIA" PERNAtogCANA
^avegaco wste&ra por vapor.
Goianna.
O vapor Pen-ahi/ba, commao
dante MeTIo, seguir' para o
tara Lislra
Vai sabir rom breviisde o brtgoe portnjrjez So-
berano, capiao Bugignga, para carga e pS3gei-
ros, trata-se com E. it. lUbello, ra do Trapiche
n. 4i, cu coa o capiieo. I
Pftr~
Segne aoffl brevidade o hiate oeci"nal Linio
Paquete, oapHao e prartoo Frmif'sco iHeiro tur-
na; pode adiraltOr alguma carga miuda para o
que se-trata com 5 sea consignatario Joaquim Ge-
rardo de libios, a ra da Croa n. 33 primeiro
wf-___________ __________; -=>-
Rio de Jtiif o
Para,o reendo porto s-ibira' co tola a brevj
porto aciaia jjo da 6 da itioho, (hdff brrgrfe acronal toeiro I, capito Dias; pa-
ra sarga, trata se com o seu consignatario Joa-
quim Gerardo de Bastos : a raa da Cruz n. 23,
b imeiro andan.^___________^_^_____
fiio $e Janeiro
Para o indicado porto pretende seguir com a
maror brevidaile po=stvei o vpleiro e superior
br'poe A gjQada a para a que feo lato e escraans a frete
trata-.-ecom o con galves Beltrao, raa do Tr-aptche o. 17.
as 9 boras da noite. Recebe
"...i- -""I'JlMH* carga, encommendas, r*sfie
ros e diuneiro a frete, ao esenptotio do Porto do.
Matos n. 1.
tmnm Mummun
Ravegaco cfjsleira por vaper.
Para Feraaado de NewHba.
*j **\' O vapor Gtqui, eommandaote
Azdttfo, segalrs* para o porto
cima so da' 8 th Jonho ao
meio df. Reootw cara at as
3 hora da tarde do da S, ea
couiuwuias/pisMggti'us o'dtnhelro a frete atf as
10 boras d* raaaian'drj lia da salida aj eiorlpj
torio do loita 4MBW0SJD. i.
%3
Sexte-feira 5 do orrete as i\ horas
roa d?s Cruzes norasro 6.
Pelo agente Eur.ebto.
De orna casa t-rrea d n. 18 no Areal de Fora
de Pi.rt.is com frenta pira-o pbarol-
Dd uooa dita de o. SO sita no becco do Tarohia,
6 no?j, ediDoada a aderba, tm 2 ]in lias e 1
porta fie fcPle e -dio.
De 1:11 aobr (1 novo anda por acabar o ra
de S. J-'o v\n uirergio ao gitiorftelro.
8 %7 A VAL LOS
amJgo
nm
O afe/it idrtias utoris:. 10 por um sen
vender'em lenioo caaJlos acirai ditjs.
Sal.lu lo Jocorrtnte.
f) armazem di ra do Ij:;erad:r n. 16, as 11
horas em poulo.
I J-lT.-.t:. --.-.
i as nwFMi
f<- C i. >-' u '-*- b* 1 V I- ** "ai ', *

Fasseios IiamoristNos
Sahir todos os sachados urna brochara
era oitdvo raucez contido olio paginis de
impre.>sao-
Venle-se cada nomaro avulso a xOO rs.
os livraiia Franceza, rm do Crespo n. 9,
Da Acadmica e Parisiense, situadas ra
do Col!e Na ra NTvTn. 57, se dir' quera di di-
nbeiro a juroajtvra giraatus a coatento.
" No imtodo r,)rpo Santo D. 19, escri [.torio
de Oliveira F lho*& '> pr.ci.-a-se fa i ;r a Sr.* D.
Eo^ilia C'sir Ferreira,a oet;o-*io de sea interesse.
A ttmcao
SircpsoU Broad & C te upara vender um iom
plato e irlimento do I. .hs am nvalo* dos afa-aia-
dus fabrcautos James Cir \*U Sjns & C.
" Na moiiho domilho a vapor, na ra d: Apollo
n. 2!, ha diariamente touha de miino sem pa
Iha, de superior qmlidade, para cangica, fo-.,
bolo e pao-dtj-lol a 120 rs. a Dora, e do duas arro-
bas para cima raais birato ; na mesraa casa com-
pra-se-papel e diarios velhos para embrulb?.
......1 ''' ''


pra
Pn*\mU Paila Coaoaivo di8ita,
Secretario- f 4
isboj
O palhabote->p#rrigue>-Aoco $. hornmtco-, pre-
tende seguir com a possivel presteza. Tem a
evg prmV.e-pra afego er
sa. la^oa^adHMr
seca ttf..; roa do_Vigdp Jt \,A' %Jld
ko Para' pteieofta sup^otn>nro||a brevl-
brigue oortuguaz 1
lie cargieagaja.ia
ide o ferigne nortugti Fiajanft, ppr tr grande
e cargl ei,'a>a.lB luarflo^fqafl
f-com o rossIgqaXaaio J
laVl0 "* lhH f"
--Jo^lonfafJb>6 G.n
jeltrio, fu* db trafc|^JJ."
fflff.
LisoSn8
A barca portogueza S. Mannel H, capirao
Jos da Rocha, recebe carga para Lisboa e Port
quer sabir com brevldade,
da carga engajada : os pr
da oe iba taita, aodam ***W ********
ros & C, largo do Corpo-'Santo n. 6, f> anda
para passagelros qoe eneootrario a*
modos, ao mesmo capHo DaVjfafja>
seffrendo os moa**ore*.provaJts a-igraj do H>-
.sano coa afiorf atqne ae observa-no tjquedos si-
nos capazas de estragar o ttmptoo mals 'forte de
afeitara aajBiaa, Camprenaademoa a nacesMa
de que hade chamar os Seis para o lempto* *-!
f De nm piaoo moderno de nm dos melbores fabri- |rm o qne nin coroprebendemos aMtaijtf #gamaa?l!o com pouco uso, liflque de orna esuoie, um guarda looc-i, nma secretaria com pequeo oa segaam Iniervall. lsu> i malla
a aatajBA:4BBajcaaM ftaBeeia*>araB,d, ama de maif^a rala Sr. scal qoe 03 nurtlrfsador
-*ardadeiro
tos aen-
Precisa-sede dma ama forra ou escrjva pera
engommar e cjsinhar eda-nma casa de pouca fa-
milia : na lja 0. 45, esquina da raa da Madre de
Dos.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo
De ordem da mesa regedora agradego a todas
as pessoas que enoerreram com auas esmolas e
se vicos oar o brHbaolIsmo da resta do Divino
Espirito Saole, cora especialidads sqtiellu qne es-
pontneamente se prestaram caja graiido sera'
eternamente reconhacida, e o oosso Divino Pa
droeiro as remunera' com abundantes gracaa. E
todas as pessoas aae livereav coius com a es-
ma irmandade najan) de as apresentar quanto
aBtes ao ibesooreiro para serem Bagta.
Cossistorio da irmandade do Divina Espirito
Saate i de jtmno ^e 186. --------
Matoel G .ncalvfii Agr,
- B Chamamos a atten^ao do Sr. Gscai da fea
goezla de Santo Antonio para qoe tome oa desida
consderaga o nurtro iovoluntano que e-t
railoaimuilV aia, tres pares d apira-. horror a spame afioap alaetat f^HI
|2.1taM*Kem perfeuo estado, seisllldos. **
em todo o ol o de ligado de bacaiho, e-Ba-
queilu do qoil cobcu) a tEai'.r porcao *4&-
la. iHvaluavftl uroiuielade ubCj meio
para curar todas as doencas de
garL'^nia, peilo, bufes, ligado,
tbislca, b.'omhitea, asihfa
catlr.rro, tose, res*
friateDios, etc.
D8 posees frasees d carnes ao mnito
megro que seja, eteneai a vista, er-d vigor a
Nenhon outro arig 1 -coutie-
d-]rj na me'lreina mi sdenda, ta lauto w-
triniPnio ao sy^om* e encoinifcdbndo qoasi
naia o esiOBUagOi
As pfessoas cu.a orcani.acao tem sido des-
truida pelas r.ffeeews das
ESGOIULAS KEUMATISXLO
e tnr};is ;q:e'ias cffja diges fe acba CE-
jlctamente desiirranjaila, deveru tomar
0 o!co de fi.j-.do de bacaiho
DE '
LNMAN *^ KEMP-
Sa que desejara ver-se iivres e iseruptats
do e: ferteidadea
Ac!:u-.seTi venda nos e-t'btii'i.irteiitds da
A. Gaors fisi!.iS3. de J. da C. Brava rV C,
'- l\.::cr i, C, hl- A.-larto.rsa, bbttivtu-
DJeH C, e era loo*a s pnetpas"ijas"i3e
pe fumarias e bot ras.
A qnal prej arada sement pelos nicos
I-T jirie ai ios
iSTP
imm &
or-i.c- se pira flaMtro de baiiea urna pes-
soa cem btante praipa, i-to quer p:r* aer-trn
. a fra da cidade : quem precisar dirija-ae a esta
tvpigrat.hu em tarta fechada com as iniciaes
A. C. S. ;_______________
Fu"t *u aw^rfradrl, bo da i ro ccez pToilmo pasudo,
a qU'Dtia da utiV eoBtb e qunjheotos 11H res
ponen ia*Cs ii 1 BWl uhilns. e nma letra da
iT-nort ni-a v BO1 5>.'(', aetW p-lo mMOTo --bsf-
10 .-.-l'ti--'1 I r. I Sr. Ai'-ro CroeirorM
bWtria. m 2i .< 1 m*z ipmvlmo fin>lo, e .1 vpncef
em ii e awio do anno \ttetMro virdooro.
O abliao Btigo**) reg a q tt-rn quer que teoha
desejberW i> aotar i-i semutoaot furto, de detfort-
c alo, -' gualmedM ptev^oa :o asentte da -lila
letra que uo a psgoe se cao ao m 2:M;l|,lll0.
Aio'i'o MoiLand Qiyakinifi da Aibaauei4up.
Joaquim fi-inabdea de Oliv-^i/a agr?dece
cerdiatn cale a to que se Ci-.'". r?.;u a#s.-ttr r. suBrajiios, e-oaadu-
zlr ao eetuileno o- re-ios manes rio seo primo e
amigo AiiP mo Jo; Lis-boa flj Oliveira ; e rio no-
vameot convida .. r rid mi- senhore a a.si-nr a
m'ssa do stimo di, na mitriT no Mbbado, 6 W-eerrffrte -ir.ez zs 7 h..ras da ica-
nba, pehr-qne Ibes t-era' fte-nam-nte grato.
So ie lade pau-tticd : eis fJft.Jnh
Coriforrce iis|5e o rrt 3* I* dos e.-ta'nio.--,
avi:af.os aos Sr.<. mmt.s, que, t em e su.s u-e-
S...I:': i.--, leeu} ite a>Mgo>r nquillo que lOJcrem
na subscripta) g^ra qoe acba-se aoeru desta J.ta
em Oanle.
Rcife 2 de juebo de 1838.
Os procuradores,,
AomucIc.
C. Ges.
Souza Braga
Pl.mo de Lima.
Precisa-e-de ure ama p*ra servieo de cosi-
nba de homeos solieiro-; na roa da Cadeia n. 6%
" O Sr. DrTFrancisco Cornelio d Fou-
seca Lima tem urna cir a na rna da Ime-
ralriz n. 00 loja do Pavo, _
Preciss-se de um borhem de idade,
que entenda de escripia e que se Sjeite ao
balco de um estabetefl/mento fora da ca-
pital : a fallar oa ra da Caduia do Recife
b. 4. primeiro andar. __^_^^
Offerece-se. para censor raporleire
de algum colirio, urna pessoa cm asne-
ceasarias habj:litac5 : a tratar nopatoo da
Santa Cruz n. 2 sobrado.

Lines fie atit^inetica, alge-
bra e.geometra.
Casimiro Borges Godinbo de Assis, esta-
darte do 5o anno da Eacnllade ae Direito
dfisla cidade, adiaade^se k-gHlmenle habili-
tado para leccionar arilhmeiua, algebra e
geometra, abri aula tle.tis materias na
casa db sa'?esidewii n. na rna (Ja Coe-
cordia,, V^aesa oVj P n aJjawo asiigbadajte^3o4,r,ttiMr-
ine para Europa, agraaeco ao lm. Sr.
jfo8fj Jo-do Chrvaih a'dMicadetaic'omqrJe
me u-atou durante a lempo erf.qa0.4at*
tw, re^pra>Yeeu mew pBj^^Htas!3T a
Maooel Jos da-Costa Pacheco^
r~MHm 1
^'1
t
I
Vi



tato eVfCHM marta fetr 4e *amh fe 4866.
'4
i

FABRICA DE CHAPEOS M SOL
A mais importante do norte do imperio
lEANOEL & C.
Roa Nora n. 23.PERNAMBUCO=Rua doCabag a. 8.
Avisam ao respeitavel publico e particularmente aos Srs. legistas t fabricantes de
chapeos de sol, qoe a ua fabrica est montada e provida para satisfazer a qualqner pedi-
do que desejarem fazer-lhe, pelo que tem sempre um completo sortimeotos de objoc-
tos fabricados, assim como oro de aviamentos para fabrico dos mesmos.
RELOJOARIA E BIJGTERIA
49 ra d Cadeia do Recife 49
E. AUQUSTO DEIDUCIIE;
O dono deste estabelecimento participa a seus freguezes e amigos que
mudou sua loja de relojoeiro da ra Nova n. 50 para a ra da Cadeia do Re-
cife d. 49, aonde se eucootraio sempre um grande sortimento de relogios B
de algibeira de ouro e prata dourada, suissos e inglezes, como tambem de '0
parede dos melhores fabricantes; grande sortimento de obras de ouro para
seoboras, cadeias, pulseiras, anneis, alfinetes, etc- dos rcelbores gostos por
preco muitrj em conta. Na mesma cisa fazem-se concertos por^preco ra-
zoavel.
DE YENEZA
15ra da InQeratriz15.
Alen do maior e mais variado sortimento dos escoibidos geseros directa-
mente reoebido pelos ltimos vapores:
-QuajGS flamerigos
. Ditos pratos ,
Amaine preparadas em tatas e caixinbas,
Todo pelos cmodos precos cono abaiio se y :
Ancoretas com aaettona* ROfl re V
XAROPE DE RBANO IODADO
S** S 36 3S
^ua^^rJLriss^se;ui^^gi&
hp
EFFICACIA
DO
O Xarope de Rbano iodado de Grimault e C*, pharmaceulicos de S. A. 1. o principe
NapoleSo, em Paris, preparado com o sueco das plantas an-escorbulicas cuja ehcacia
mu popular.
Encerra o iodo como combinado orgnica, e considerado como o melhor succedaneo
do oleo de figado de bacalho.
^ A rara pcrfeico d'este producto anima-nos a dar a conhecer aqui a opinio de alguns
d'cntre os principaes mdicos de Paris, que diariamente o prescrevem.
0 Xarope de Rbano iodado 6 um medicamento d'um effeito suave e seguro para a
medicacao dos meninos, nao smente suppre o oleo de figado de bacalho, mas ainda faz
a as suas vezes com vantagem.
Dr A. CAZENAVE, medico em cliefe do hospital Saint-Louis, em Paris.
O Xarope de Rbano iodado um medicamento de primeira ordem para o tratamento das
affecedes lymphaticas e escrofulosas. Muilas vezes, empreguei-o com feliz xito, em certos
o casos de tsica ao seu principio, como succedaneo do oleo de figado de bacalluio.
Dr A. CHARRiER, antiyo chefe de clnica da Faculdade de Paris.
O Xarope de Rbano iodado sempre nos deo excellentes resultados como regenerador
do sangue, e succedaneo do oleo de figado de bacalho.
Dr A. FAVR0T, autor do Traite des maladies des femmes.
O Xarope de Rbano iodado um dos mais poderosos modificadores das constituyes
lymphaticas. Tenho visto ulceras escrofulosas que nada podia curar, cicalrizarem-se,
gracas a sua accao, com promplidao extraordinaria. Tambem, pelo seu uso desapparecem
as at'fecc5es tuberculosas dos ossos, nos meninos.
Dr GUESNAR, antigo externo dos hospitaes de Paris.
O Xarope de Rbano iodado possue todas as vantagens do oleo de figado de bacalho,
sem ler nenhum dos inconvenientes que aprsenla este ultimo medicamento.
Dr GU1B0UT, medico dos hospitaes, Prndente da Sociedade de medicina de Paris.
O Xarope de Rbano iodado de Grimault e C* encerra 1|2 por cento de iodo, na sua
composicao orgnica anloga que se acha no oleo de figado de bacalho.
Dr KLETZINSK, professor de chymica, louvado dos tribunaes de Vienna.
Deposito em Pernambuco, em casa de Maurer e C
240 reis.
Aocoretas com aaeKonas a 06 rs.
Caixas com quireota cartas de traques a 54500.
Latas corar 2 libras de pecegos a 800 rs. a lata.
Litas com 2 libras de ostras a 800 rs. a lata.
Frascos com boa .conserva a 00 rs. a lata.
Vellas de espermacete a 50 rs. a libra.
Vellas de carnauba e composicao a 440 a libra.
Tapioca do Maraobfo a 200 rs. a libra.
Gomma de mitbo pa :ote a 500 rs.
Ararota a 800 rs. a libra.
Gomma a 200 rs. a tbra.
Bolaxinhas, biscoUos de c. I a 5 a IS, 1600 e 30500 a lata,
Copos de ctytal para agua a 54 a dozia.
Garrafas de crystal ^roprias para vinbo a 65 o par.
Latas com bolaxinhas Principe Alberto a 1|}600 rs.
Manteiga ingina flor a t200, 10 e 800 rs. a libra.
Ditas para tempero a 320 rs. a libra.
Charutos de todas as marcas, que s avista ter3o precos.
Serveja Bi ju em botijas e garrafas, differentes marcas, s avista tero preco.
Vinbos engarrafados de todas as marcas e qualtdades.
Vinho Muscatel proprio para as excellentissimas seoboras, a 600 rs. a garrafa.
Doce de goiaba em latas e caixOes de differentes tamanbos e qualidades a
1)55U0, 2# e 500 rs.
Figos e passas em caixa., quartas e meias.
Potes com sal refinado a 400 rs.
Mostarda franceza e ingleza a 800 rs.0 frasco.
Garrafas com vermenie a 15500. *
Duzia de cognac a 80000 rs. e garrafa a 800 rs.
Arroz do Maranbo a 43000 a arroba e 140 rs. a libra.
Presunto ingles para fiambre a l a libra e o portuguez de barris a 500 rs.
Litria, macarro e talharim a 560 e 640 rs. a libra.
/ Tijollo para facas a 160 rs.
Caf de primeira qualidade a 8,300 e 70000 a arroba e a libra a 280 c
Vende-se na ra Nova n.25, pbarmacia fraficeza de
==iJTS=Il
Alu^a-se
a casa terrea da esquina da ra do Padre Fltnano
d. 41 : propria para qaalqoer etabsleciroentj : a
tratar Da roa da Cad-t n. 4.
O Sr. Manoel Claudio da Silva Gusmao
tem urna encornmenda na ra da Imperatriz
n. fO l'ja do Pa.5o,____________
Qaem liver senado dois pares da brincos em-
brulbart 'S e D nm papel, sendo un de pudras pre-
ta. com [ingentes e oatro de aveotureira. e qui-
se r reslitui-lo?, qoeira annonriar, q ia sera' em-
basado da d Attengfto
Precisa-se de urna ama de leltr, parda ou bran-
ca; a* raa do Rjogel n. 53.
Jos Francisco do Reg Mello declara ao
corpo do comniercio que o soo caixein Herroino
Frai klin da Co desje o dia i de maio; previnese a loias as pes-
soas que sao devedoras a casa que nao paguem
oooia .' Sabo massa em caixas para os meus collegas a 220 rs. a libra.
Massa verdadeira; todo o collega que precisar de maior quantidade de cinco
caixas avisara tres dias antes;
Cha temos de todas as qualidades.
Graixa em latas a 13 a duzia e a 120 rs. a lata.
Farello em saccas a 6(5 e 3#o00.
Vinagre branco engarrafado a 400 rs. a garrafa.
Latas com marmelada cOO, 10200 e 1660O rs,
Balaios para compras e costureiras.
Guardas roupas por todos os precos.
JOIAS
Irmandade do Santissimo Sa-
cramento da Boa-Vista,
Em viriode do despacho do lllm. Sr. Dr. juiz
provedor de capellss, datado de hoja ; sao nova-
mete convidados todos os nossos cbari.cissimos ir-
mos, para coroparecerem no domingo vindouro, 7
do correte mez as 10 horas do dia, no consistorio
da ipreja matriz, para reunido* em mesa geral.ele
gerem a nova mesa regedora, oo* tem de funecio
narnoanaocompromissal de t8>'8 a 1869.
Consistorio 1 de Juobo de 1868.
O e.'crivao
M noel Antonio Gardoio.
Mao nesla cidade e com csa ae trgocli) na villa de Ga-
ranhuos, nada deve a pessoa sicoma, se alguem
se jnlgar sp credor por qoalquer Ululo en letra,
pode aononciar por este t Diario e dirjase a'
Cunboa do Garmo n. 10 ende mjra o annunciante,
afim O Sr. Joio Haydano da Costa mboseiro tem
urna caria de impoitancia a' ra do Qaeimado n.
8, 3' andar, podendo procrala das 2 s 4 horas
da larde.
Ps de coqueiros
a 500 rs., comprando um cento baver algom de.
cooto
45-RUA D1REITA-43
Precisi-se de urna tma para o servico inter
do de urna casa e que saiba engommar, e nutra
p:raeozinbar e fdier compras, paga iraiar no Corredor do Bispo n. 23, ou na ra da
Cadeia do Recite n. 1, armazem.
Avisa-se a qurm interessar possa, qae nin-
goem faca nf gccio algom sobre a qnaolia de 1:000
qoe men irmo Joaqnim Prea Ferrelra diz Ja' ter
no sobrado do Poco da Panell pois elle esta* la-
borando em um enganq, visto que esta quaotia est
suj-iu ao pagameuto de urna hypotheca anllga,
que havia no sotrado, pagamento tITactuado por
miotia pretada mai em 1857, mnito posteriora
partilha, devendo tambem contribuir os ootros co-
berdeiros, o qoe nao Szeram : e tanto isto Wda-
de, qoe ja' elia.bavia maodadc declarar por um an-
uoclo em 1864, a tendo agora de se proceder nova
partilha, o sobrado ba de ser dividido em tres par-
las iRoaes, porque sao tres berdeiros, e mea irmo
s pode dispor da metade da parte que Ibe penen-
cer perqoe a ootra metade perttoee a seus Albos
qoe o '-ri.hius.
Recite, 30 de maio de 1868.
Gervasio Pires Perreira.
Avise
O abaixo asignado faz .cente ao reipeilavel pu-
blico e especialmente ao corpo do coramercio, qae
adoittio como socio em sen estabelecimeato no po-
dado dos lenles, oSr. Loiz Antooio Martn Bra-
iaprinclpiando -sta sociedade em 1 de maio pro-
*toqpassartoiiyrndoa firma sobre a razio de Ha-
. falhaes & Braga.
Montes, 1 de ]onho de 1868.
____________ior Gonealves de Migalbies.
Lige? de grammatica na-
cional, principios dccalliqra-
phia, elementos de arhmetica,
geographia e historia, apphea-
veis a qualquer flm, cu jo resul-
tado se garante pelo methodo, e
aturado empsnho; na fallen
cia total daquelle, nao hace-
ra estipendio; a'ra, daCvn-
ceico n. lf, como em casas
particulares.
Na pateta do Salgado, roaastretta d*Roa-*
rto. 13, preclsa-sa singar ao preto para o mvi-
Precisa-se alogar urna ama para o ser-
vico interno de urna casa de pouca familia;
paga-se bem: na roa d'Aurora a. 88 1.
andar.
Costu eir
Uiha senhora offerece-se para trabalhar em eos-
inras, em casa de quvquer modista : qnem pre-
tender, dirija se t ra das C Aviso aos fumantes de
bom gosto
Acaba de chegar om sortimento com-
pleto de charutos Anos de Havana aos
precos de iia 423 a uaixiaba do 100:
na ra da Cruz n. 53.
N. zv "^ .N.-2Di
CORiiC/lO DE OURO.
ERNESTO l LEOPOLDO
do ao rlSaD,JnDnhhnDiia ff?*^.^0" n* roa d<> Cabuga, acha-se d'ora em dtante offerecen-
lU?Er?J lll 122S'Sfe? especialldade as pessoas que honrara a moda, os objectos do ultimo gos-
dez da obras. "" o ** 8m oalr* qaalqoer parw 53^3 a qualidade e a so-
io qn2 anefSrSmiJ^L?^-0 H3? Ia9 deve ler 0i ProPri' Je nm novo estabelecimen-
XTLK.S.! negocio deve chegar immedlatamente ao coracao de onro a comprar
ffil?o DK d K* !lTMii' rubi8 e P6'0'38' WWWatei em agarras modernas, pek
orna rrm ^Kn, L ^Vr ,D '0S m?ie0* aro e coral para menina pelo preco de 3*, maracas
oPnr) voas de oarooomT-mad!'eper0la' obra dB modero Sst0 1ne "ntrarao no corago de
eM denm trataihn L r competrnte woslnha rtcaiceote enfeltada pelo peqaeno preco de uaW
S Tomrn?J?tlf!*'aaoi*i P^CO,eassoletas,traneelins, palceiras alfinetes para ra-
foSm hntl^-r-!l 1 liD ?raao de Ouro nn* fiomple e bem variado sorlimento e diversos
hr WnrtrfJrlS?* lC0? dlamaDte. rvbu eesmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
e/meraldi, ffi KSS5S br,nco? de forroa *** moslnba de moca com pingente contendo
tS^a^S^SS^t'JuS^ P^ciosas, ditos para homem, diversas obras de briihantes de
"rv=a rn2SSS rnblDS' esmefd, Perolas e brilbantes, anneis com letras, cacoletas de
3 iia SSKfS.Sf'S (a '28)Wnco. de franja, ditos a imperatriz toda e qual-
Sirko S rn^ST nn6'"'05 e 0br88 de cabell' ,e CQ,ros mni,os ebJflCt0S V os Pretenderes en-
;. J.unfLf-<, d 0cro qne se conserva com tc^a a amabilidade aos concorrentes deiando-
'" rPrp5>s decertcs objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-s os
gneni laca mo juizo da obra, por ser to diminau quantia a vista do sea valor.
o da i----------------- ^ wtMUHii ra uuj 4<-*u !.?! meD,cl0D*r Pilcos de certos objectos porque (desculpem
precos talvez algneni faca mo jnizo da obra, por ser tao diminuta .
r mfl^?LLC^pra"se' e,r,oca-fe ouro' P"u e Pedras Preciosas, e tambem recbese concer-
tos,
o
^oT ou a: rskss e dao"sfl ofcras a 8mostra com peohor' *
nc^sQS^^furS!itM^Il'i,^0^?0 de Onro nao se peder'engaar com a casa, pois
tSbAVJS^JSSk (,*?DI3o Pinlaodeamarelle, alem de oatro qae se nota em um
roia.o (fsto se advertr em consequencia de tana a' algumas pessoas ensaado com outra casa-
HPEOS
Precisase de nma que saiba bem eosionar e en-
gommar, sendo morigerada e de boa c:ndai la para
casa de familia : na raa da Cadeia do Recife
p. 10.
Labyrinthos do Cear
Chegaram a roa do Crespo n. 8, esquina, Untas
frontal de latyriniho de differentes tamanbos pn-
prios para ooivos, assim como flrissimos lencos do
nesmo Ubyrlntho com lindos aesenhos, cajos ob-
jectos se vendem mais baratps do qae em qoal
quer parte.
iNa ra do Trapiche n. 44, segundo andar,
precisa-se de urna mulber livre ou captiva que la-
ve, eogonme e cuide de qoatro cranlas.
A"lTC0MMlRG0~
A abaixo assignada comroonica ao respeitavel
corpo do coromercio, e t qaem mais interessar
possa, qoe tem encarregado da liqoidacio da casa
commercial de sen finado marido Antonio de Al-
meida Gomes, ao Sr. Joaqotm Gerardo de Bastos,
interessado qoe era oa mesma casa, o qoal se acba
munido de procarago bstanle para ess fim e
na eonformidade delia pralicara'lodcs os actos'a
respeito.
Pernambuco, 20 de maio de 18t>8.
________ Mara Francisca de Almeida Gomes
Joaqnim Gerardo de Blstoe scientitlca ao res-
peitavel corpo do commercio e ao publico em ge-
ral, qoe tem e.-tabeleciJo nesla pra^a orna casa
commercial em successo a' de fallecido e bonra-
do negociante Antonio de Almeida Gomes, e dedi-
cada aos mesmos ramos de commercio era qae se
(.ccapava o fallecido, em coja casa era interessado
desde 186 a.
Precia se alugar
casa de pouca familia ;
A NOTA FABRICA
DE
Manoel Moreira de Souza
4S--Rua l\o\a--4S
^w^^^rgl^P,*, -P* parahomens, seoboras
e meninos
para
orna preta cscrava
na roa Nova n. 12.
~J~* pf*c'M M d om caixefro de dea a doze an-
pSr Jd?le.q".9 fja braile,"> : no pateo de S.
Pedro, fabrica de cha tatos n. 2.
16.Ra da Cruz16.
*J3 diariamente oeste estbelecimeot m sortimento de doces para cha. P2es-
de-l, bolos logleaes, podios, pastis de differentes qualidades, fiambre etc.
vas conservas e licores, agua de rosas, c de flor de Jaraageiras,
Yin hos no vos e muitos ostros, geaerso de nolhados
Para S. Jodo.
Differeutes trabalhos de assucar; amendoas confeitadas e papis para sortes.
Recebem-se encommendas de trabalhos proprios de pastelaria para grandes
jaoiares, bailes, baptisados e casamentos, baveodo para isso enfeijes anlogos, bandejas
com bolmbos tanto de armafio como sem ellas,p5es-de-l e outros bollos differentes en-
euados sendo o de cor feta com assucar.
O donp deste estabelecimeato tem resolvido substituir as bandejas as armaeSe
ae papelao e folba. por armares de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, serSo as encommendas bem acondicionadas.
Neste estabelecimento compra-se pevide de me'ancia (milo)!
ARMAZEM
D
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA N. 7. .
n PE 11Y A HlIttO
Conlina* a chegar de Pars i es le estabeleci-
mento bom sortimento de calgadoscolbldodos me-
lhores fabricantes daqaella graode praca, assim
como grande variedade de qoloquilbaria e de no
vos brinquedos para crlaocas, cojos artigos se
acbam eipostos a escolha e vootade dos compra-
dores, como sejam os qoe paseamos a mencionar
e ootros mnitos os qoaes se vendem com diminu-
tos lacros.
Botinas para sfnboras
setim, duraqi.e branco, pretas e de corts.
luiioas para mtninas
daraqne branco, preas e de ootras mnilas cores
Luvas de pellica
brancas, prelas e de lindas cores da moda, Joovin
verdadeiro, vindas por todos os vapores.
Loras de seda
brancas, pretas e de ootras crn.
La ras de lio da Escossia
amito boas, brancas e de cores.
Luvas de cara urca
Anas, proprias para montarla.
Obras de euro boa
brincos de onro de lei para senboras e meninas,
polselras, boioes de punhos e de abertura, trance-
lios, correales e chaves de relogios.
Botinas para bunicni
lastre, bezerro, cordavio, e de outras quali-
dades.
Bolinas para meninos
de diversos modelos e qualidades.
Perfumaras
fios eitracto?, banhas, leos, pos de arroz, agaa
de coiogne, agua florida, sabonetes, etc.
Leques
sndalo, Jacaranda e de muras qualidades.
Chapelinaa
para senboras a' ultima moda de Pars.
Fspelhos dourados
de differentes tamanbos, e boas para salas.
Albuns
de velludo e de marroqoim para retratos.
Bolsiobas e eeslinhas
de seda e de velludo pura meninas a* passeio.
Objccios de phantasia
moito beilos para toilets.
Coques modernos
des melhores gostos da ultin a meda.
Sapatos de lustro
com sallo, para senheras e para homens.
Sapatos de borracha
para bomens, senboras e meninos.
Sapatos de lape e
de maltas qualidades de tranca de Lisboa para be-
mens, senboras e meninos
Sapaloes de invern
bezerro taxiados para bomens e meninos.
Botas russianas
meias bolas, perneiras e meias perneirs.
Cbkoies
de muitas qualidades para passelos e viagens.
Malas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Meias
para bomens, senhoras e meninos.
Pentes
de desembaracar, ditos de travessa, ditos para
barba, e moito fios de mar fim para caspas.
Escotas
para fado, para denles, para cabello e parannbas.
Bengalas
de mnitos modelos para bomens e meninos.
Confeito francei
caixinbas com doce coofeitado para preiente.
Papel arrendado
Rco presente
importantes bengalas de canna verdadeira, com os
mais delicados castes de marfim.
Limetas
de tartaruga, de ac e de bofalo.
Oeulos
de praia donrada, de a50 e de bfalo.
Grvalas
de seda multo boa, preus e de cores.
Aovas carteirinhas
de lindos goslos para dinbeiro.
Bonitas panteiras
de espuma para fumar-se charutos e cigarros.
Charuleiras
bellas charuleiras e cigarreiras de palta.
Cachimbos
de varios modelos, baratos em duiias.
Venezianas ,
transparentes com paysageos para janellas.
Gaiolas de rame]
de differentes modelos para passsrinhos.
Globos para illominaco
lindos globos de papel de cores para illuminaco.
.\bat-jour
para candielros e para lanternas de piano.
Oleados para mesa
de multo boa qualidade e novos padroes.
Molduras douradas
de largaras sortidas para qoadro.
Estampas
de paysagens, cidades, sanios e figuras.
Esterescopos
eom interessanies vistas escomidas.
Accordeoos
e concerlinas de todos os tamanbos.
Cosmoramas
com as mais pittorescas vistas da Europa.
Realejos
e grandes, de quatro e seis pecas de
Irmandade de Nossa Senhora
da^Soldade
Pelo presente sao convidados todos os Irmo*
desta irmaudade a se reunirem em mesa feral do
consistorio da igreja pelas 5 horas da Urde do da
4 do correte afim de se proceder a eleicio do om
mesarlo, a coja vaga deo logar o falleeimento de
om dos mesarjos da adral mesa regedor*.
Consistorio da irmandade de Nossa Senhora da
oledade, 1* de jaobo de 1848.
O escrlvio,
V. de M. Mello.
PARA FAMILIAS
Grande Rar, roa Neva n. 20 0 22.
Acaba de chegar a e*te estabelecimento
grande porc5o de machinas para costuras
to autor Wneeier Wilson, approvadas na'
ultima eposic3o de Paris, as qoaes cosem
com doos pospontos toda a costura, e tem a
vantagem de ser 13o soave o movimento
que qoalquer enanca de cito anuos fcil-
mente trabalha, e pode, com este entreteni-
mento, levar vantagem ao servico diario de
trinta eos ureiras. A comprefaens5o sim-
ples, pois em um qoarto de hora se fica se-
nhor do movimento da machina, tendo a
mesma a propriedade de fazer as seguintes-
costuras: pospontar, embinhar, franzir,
marcar e bordar, como apresentam os des'e-
nhos que acompanham as Os propieta-
rios do estabelecimento se encarregam de
mandar ensinar n'esta cidade, e garantem
entregar o importe dispendido ao compra-
dor, no caso de n3o trabalhar com, perfeic3o
a machina vendida. n3o tendo, porm, sof-
frido ella alguma avaria. Ha tambem no
memo estabelecimento machinas do autor
Grower Baker, de trabalho simplesmente
a m3o. e outras com movimento dos ps ;
e mxime todos os pertences das mesmas
machinas^ para vender avulso.
Joaquii~Jos' QmjBm
Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, l." ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
jo do atiabo, em Braga, e sobre os seg Jo-
tes lugares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.'
Guimar3es.
Coimbra.
Chaves..
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lime.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalica"}.
La mego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
LOJA
1!K
mu de domin e ootros muitos differentes.
Ceslinhas
de palba para meninas de escola.
Ai-golas de marfim
para facilitar sabir os dentes das criaocas sem
soffrerem incommodos.
Toncas e sipatiohos
de lia, muito bem feitos, para crianca.
Carriobos
de quatro rodas para eoudozir criaogas.
Bonecas
de todas as qualidades e lamaobos para meninas,
e ootros monos brinqaedos proprios para eriancas
de 1 a 10 annos.
AUenco
NSo sendo posslvel mencionar-so aqui todas as
qualidadei de calcado, nem todos os irtlgos de
quioqoilbarias, e moito menos da grande variedade
de novos brinquedos, pee-seao publico um passeio
a este estae ecimento, ctrto de qoe encontrario
baante paciencia para bem escolherem o qne de-
sejarem comprar, e precos barailssimos, em virta-
de de baver em todos estes arfgos grande quanli
dade. e terem sido comprados mesmo oa Europa
pelo dono do dilo estabelecimento, armazem do va-
por francez, ra Nova n 7.
DE
Vctor Grandin
Ra da Cadeia do Recife V. 40
O proprietarlo deie eelabeleci-
mento, premiada com a medalba
da expnsico universal de Paris
no anno de 1855, tem expoito a
venda em sua loja, um grauda
sortimento de reiogios para algi-
beira como sejara: de onro o
prata, sendo dos melhores fabricante, de paten-
tes icgleies, soissos e orisoolaes. Tambem teta
urna grande quantidade de relogios para parede
e que batem horas, ditos para embarcares e para'
cima de mes?, todos estes relogios s3o dos mais
bonitos model O mesmo concerta relogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bem concerta cbronomelros de algibeira e marti-
mos : recebe sempre por tolos os vapores, om
completo sortimento de correales e trncenos,
sendo tado de ouro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objictos de biiou.
teria dos mais bonitos e modernos gostos.
& ntemplado natural
da provincia da Babia
na lisia do tereciro anno actual da Faculdade de
Direilo desta cidade, do mesmo modo qae Ja* o fut
na do segundo, entretanto qoe son a jne orgolh
de ser Parahybano, nao devo pois consentir qoe
por mais tempo cale em mea espirito semelbante
engao. Pecador tanto ao Sr. Dr. secretario da
mesifca Faculladeque, verificado aquelie engao,
como fcilmente pode e deve se-lo, prevma qua
nao seja elle de novo reprodozido, pelo qoe Iba
serel sobremaaeira grato, assim como aos Srs.
redactores pela prompta publicidade, que Ibes re-
commenJo destas duas liabas.
Recite 1* de junbo de 1868.
____________Joio Lins do Alboqoerque.
oo
Aluga ^e a casa n. 8 da roa
tratar na ra das Plores sobrado n.
andar.
Jaimim : a
37, segondo
4 CIGANA
Livro novo para entretenlmento as noiles de
Santo Antonio, S. Pedro o S.Jcao, i volme de 125
paginas impresro em Franca.
Bs. ljJOOO.
I.lvrarla Franceza.
^^^_ 9-RA DO CRESPO9
CAMBIO A i? 3i4
Todero negociantes devem comprar por
Taboas de cambio
de 15 at 17 7i8 pence por IflWO
Livraria franceza
Roa do Crespo d. .
NORTHERN SSURANCE HOMPANY EM LONDRES
CAPITAIi. LIBRAS .000,000
AUTORISADA NESTA PRACA
POR
DECRETO IMPERIAL
A c^panhia cima mencionada toma segarte contra bgo em Edificios, Mer
caconas eMobilia por seos Agentes
Cosinheira.
Precisa se de orna boa coslnbelra para nma ca-
sa eetrangelra, oreferese escrava : a tratar na raa
da Cadeia n. 18.
Na roa da Aurora tb. 34 segondo andar,
jonuona-sa a precisar do um eosiabeiro, para o
servico do ama pequea familia.
Aioga-so o segondo e tercalro andar do so
brado n. S da roa Imperial: a tratar no mesmo
sobrado.
O maior bnlnante de Pernambuco jBB
m acba se a venda no Coracao de Onro o. i
ID. roa do Cabo*.
nUJL# MJkTUAM l C.
Precsale da nm caixelro coa ortica # I'
I calcado o mesmo sem alia
(0B.S8.
na roa do Lluanwn-
Aloga-ss um escrava para o aervico o com-
pras : na roa do Imperador n. 60.
Trocam se
u ootai do banco do Brasil o das calzas filiaet-
dom descont muito rasoavel na praca da bada
oendencia n. .
Eendissance
Fabrica de mobilts, carvalho, scalpta-
do en Berliai.
Agencia 16 Prica do commercio, (raa do Tra*
piche) na esetiptono Je Tbead Cbrlsilaasen.
Em caa de Tbeod. ChniUaoseo, roa do
Trapiche n. 16, encoolra-ie inactivamente todas
as qualidades de vinbo Boreaux, Boargofae a i
Rheno.
" Alagare a caaa o. 5 da roa do Can de"De-
tencio a beira do rio ao aorta o gaiometro, com
oommodo para fmula: a traur ao meaaafc logar.
rVeeisa-se de am eouanird: na roa do fm-
parador n. 73, segondo andar.
Precisa re de ama engoaamadaira!
do Imperador o. 73 legoado aadav.
aa toa
' --i^ceaaiiaajo>ataiUeB|sipjtt
! eonahv na rea ai (teas 1.11^ *Bi0""w



_B_j____
#

lar! le JPerBAMbae* Qi
arta letra 3

se
Sateaparrilha de Ayer.
Chamamos de novo a attengao do publi-
co sensato dar este remedio iueviiavel, oo-
nhecido por toda parte pelo nome de ex-
tracto computo da salsaoarrrlba do Dr.
Ay er; este-nome foi-lhe dado, nao por se
asalsa sengredin tente principal, mas porr
que este nome geralmente condecido e d
urna idea clara do medicamento e os seas
osos. -
fronte o nome do remedio e descripclo do
sea oso na lingua portugueza.
mas certo e mais prompto que podem en*
coBtrar.para a cura de qtiUquer symptoma
oo principio desta termol molestia; bem
.como todos os males que podem couduzir
a ella como tosses, resfriados, defluxos,
dor de garganta e de ronchites; qualquer
rouquidSo deve ser tratada i inmediatamente.
A experiencia raostra que o peitoral de
cereja do Dr. Ayer cura todos estes padeci-
A raz da salsaparrilba dos tpicos co- mento8 qoasi sem excepcSo, e raro o lu-
nbecida como ura dos melhores alterantes
que possuirnos, porem es mdicos todos sa-
bem que ba ootros tao boas como ella, e
que em combiaacao com a salsa sao oruito
mais eflicates do que qualquer droga pode
ser por si so; portanto, este composlo de
salsa, bibaca, stiingia, madragora, etc.,
possue moito mais poder sobre as eafermi-
dades do que qualquer dessas drogas s.
E' precizo notar que nao i urna prepa-
gar, nos paizes onde conbecido, qae nao
tenba numerosos exemplos de curas feitas
por elle.
Deve-se recusar todo e qaalque? frasco
que for offerecido com rotlo ero inglez o
que nao teaha impresso em um dos lado
do rotulo o nome do agente geral para o
imperio do Brasil.
Udco deposito ra Direita n, 15.
Vende-se as casas de P. Maurer 4 C
rafa* secreta pois a frmula de sua prepa- M Alve8 Barbosa> A. __<,, Jo5o da Con-
racio tem sido publicada muitas vezes e
submettida s juntas de bygiene publica,
mostrando exactamente as drogas que en
tram na sua composicio e o seu medus fa
dendi. A grande yaotagem de remedios
desta qualidade fcilmente percebida; o
medico sabe exactamente o que est recei-
tando e os resultados que se devera espe-
rar, e o doente sarje o que est lomando, o
que n3o acontece com a maior parte dos es-
pecficos que por abi se apregoam; no em-
prego de preparases mediemaes como as
que o doutor coafecciona, evita-se um sem
numero de males que resultara do uso de
remedios secretos que tem quasi sempre
por base alguna droga perigosa, amo sej?
mercurio, arsnico, etc.
O extracto composto de salsaparrilba de
Dr. Ayer especialmente efficaz na cuFa das
molestias que tem sua origen, na escrfula,
na iafeccSo sypbiliiica em tedas as suas for-
mas, ulceras, chagas, mal do ligado, dar-
thros, eropingens, sarna, comichees, tumo-
res, rbeomatismo, pustelas, e toda quaii-
dade de erapces, etc., o em qualqeer im-
pureza do sangoe, pois opera directamente
sobre o arge e as secrecoes, purificndo-
os e poteando o veneno, e livraedo-os da
accSo 'viciada inspira-Ibes novo vigor e no-
ves forjas,
SALSAPARRftlA D2 AYER
, sem dovida, o mais poderoso renovador
4o sangoe, conhecida a medicina, pois o
ooicoremedio de qae se tem tirado vanta-
gens permanentes no''ratamento da sypbilts
e escrfula.
De todas as molestias que aligera o Uch
mem, talvez nao baja urna que infunda tan-,
to terror, nem urna que seja to inexorave(
e horrorosa ijos sees estragos como a sy-
pAit.-iaal syphilitfco ou mal -venreo.
E' piovavel que -esta molestia tenha exis-
tido desde os temaos mais remotos da his-
toria, -entre os judsus, gregos e romanos,
porem alguns autores pensara que fui m~
troduzida na Europa da America depois d3
Colomfco; porem ha pro vas positivas do
contrario.
-Segoado Vlenos, a calvicie e as ulceres
na cara de Tibertes, de que istia Tcito, fe-
ram caesadas pela yphilis. Ha prova po-
sitiva pue existi 8 anuos pelo menos da-
tes de-Colomno.
G. de Solicito diz que existi em Milo
em 129.
Petrus de Argela'o falla deite na Botona a
em 147, e Hypocrates e Cleso poem fra
de duvi3 sua aetguldade ; porem certo -3
que boje existe em todo o cundo, e q-ue
mais de -um terco do genero humano sol&s
della.
E' impossivel adiar outra molestia qs
de tal maneira aiecte toda a economa e
que spperega leb tflutas formas, e ataque
e hornera de tantas raaneiras diversas.
A syphilis primaria multo conhecida,
porem a -secundaria ou constitucional torE
formas diferentes que o primeo sympto-
ma deve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os syroptomas preaonitorios oais com-
mons sao: languidez, abatimeoto moral e
phfsico, tafea de apptite, insomnia, olhos
pesados, dores rheumaicas, particularmen-
te da noute, paltidez, tooteiras de cabeea,
magreza, dores nocturnas e s vezes peque-
as -erupces com febre; depois vem os
verdadeiros, irritaco na garganta acompa-
ohada de leve' febre, dores as juntas,
quedados cabellos erupces, dartbros, tu-
mores nos ossos, cceras, manchas na pelle,
dores menos fortes durante odia, geralmente co-
mecam a angmentar ao por do sol), surdez,
tum res malignos, zuido nos ouvidos.
As erupces sypbiliticas sao de muitas
especies, como -erupces escamosas, er-up-
ci2s ulcerosas, .erupces pustulosas e erap-
c3o na pelle da cabeea fazendo cabir os
caballos.
Salsaparrilba do Dr. Ayer.
Pfea assegurar .urna cura permanente es-
\e ronedio deve ser tomado com regulari
dade e constancia, observando escrofulosa-
tsente as direccoes que acompaobam cada
frasco em portuguez, e ao mesmo teropo
dee-.-se evitar excessos de todas as cuali-
dades..
Car ceiv3o Bravo e de Bartholomeo & C. e em to-
das as principaes boticas e drogaras.___
Alogi-so o andar do sobrado n. So da roa
das Agats-Vi rde, de 25OO0 mensaes, e a easa
terrea n. 26 da ra do Forte de 22^000: a tratar
ua ra do Crespo n. 18, escriptorlo.
CASA DA FORTUNA
Aos ASMt '
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' RA DO CR18P0 N. 43 E CASA DO COSTUM.
O abaixo ssslguado venden nos ios moito (ell-
ees bheles garanUdos da lotera que se acaboa d<
extraair a beneficio da Igreja de iossa Seobora
do Gafdelape da eidade de Olioda, o segulote?
premios : :
N. 1578 am mel com i sorte de 7OGJ0OO.
8 oatras muitas sortea de 1005, 40* 30.
Os possaidores poden 'ir receber seos respeen-
vos premios sem os descootos das tais na casa di
Fortaoi a roa do Crespo n. 33..
Acoam-se a venda os da 3' parte da lotera
a beneficio da ordem terceira do Carmo do Kecl
fe, para tundacao de am bospital (68*), <)ue se ex-
trablra' qaloU-feira i de Jonbo viodoaro.
rreco.
Billbete .... 4*000
Meio......2*000
Em porcSo de 1004 para cima.
Bilnete. 3*800
Meio......1*780
__________________Manoel Martina Fio.
Sendo qne alguem se julpue credor de Jos
Das da Silva Golmaries aprsente soa coma na
loja da roa do Livrameoio n. 18, para ser confe-
rida.
CRUDO
Precisa-se de um bomem pora o servico de casa,
prtfenndc-e um que saiba bater srvete : na roa
do Imperadora. 32. *
COMPRAS
MARTIMOS
COSTRA FOGOl
A companhia Indemaisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seos carregamentos e contra fogo
am edificios, mercaduras e mobilias: na
roa do Vicario n. 4, pavimento terreo.
iNa praca ua luaepenoencia o. i-i, luja ue
suri ves, compra-se oaro, prata e psdra preciosas,
tarabita se faz qualquer obra de ancommenda <
odo e quaIquer concert.__________________
isiosel Power JobnstoE & LompaoKa
Ra da enzala No\a n, 42.
AGENCIA 'A
FandS^Sode ILcw Hoor.
Maritiaas a or de 4 e*6 cavailos,
?endas e meias moen^-ss para engetio
fua8 de ferro coado e 'batido para exfe-
nho,
irreioe de carro para ani e dona cawoioi.
^elogios de onro patente ingles.
irados americanos.
fjchinas para decacocar algodo-.
Motores a ditos.
Mchinas d cnstnra.
Aluga- se
ara eTceltcnte fspciptord com matto -acemo. o
modaeos : na roa estretta do Rosario 54;_____
Preaisa-se fie orna ama para servido de roa
e casa : do pato do T-rc o. I, laherna.
BastiUias americaaas
DO
DOUTOf. PATERSON
De bismntko e ntagsesla.
Reme*o soberano pera combate? zias, facilitar
a diaestS?, fortificar o estomago, curar o> soffri-
mentes cervosos proveaieotes de debilidades org-
nicas, etc.
Depecito especiat
Phareacia e droraria de Htrlfcolomeu 34Ra larga do Rosario34.
Muas e machos
E' esperaba a ead momelo a tarca francesa
iOf'il :i r\T,\ ggulJ M>ei uju-aj t, :;:;r;r:v ao mui-o
oa ruca, os nreteneaie podere ingir-se ra
di Grazna. 57.
Moedas
de ooro e prata, compram-se por roalor prfeo que
em otra parte : na ra do Crespn. 16, t*. andar.
"COSPRA-SE
Sempre por mais do que em outra parte, prata
e ooro de todas as qaalidades em moeda : na roa
a Cadeia, lo|a do atalejo n. 88.
Moedas de our<> e prata
Paga-50 por tois do que eracutra qualquer par-
te : na loja de cmrives arco da Conceico e compra
oro e prata verta e pedras preciosas.________
Cewpram-st tseraves]
Compraro-se, vendem-se e trocam-se escravos
de ambos os -seos e de todas as idades : a ra
do Imperador n. 77, 1 andar. ___________
Com imito maior vantagem
Compra o corac.ao de cero n. 2 D, ra do Ca
buga', moedas de ouro e pr.;a e pedras preciosas.
Ouro e prata
Km esceda e em obras inotilisadas, compra-se \
por bom prego : na praga da Independencia o. 22.
_Cn^pr-\-rt urna casa nesta eidade que nao
exceda-rie 2:80O : -rq pateo da Puosa n. tt>.
Cotnpra-se
Pertoaior prego do que em ootra parte, moedas
de oaro e prata nfoionaes e estrangeiras : roa do
Trapiche o. t6, Adriano, fCastro & C, e roa do
Crt&po o. "H. Alv.ro Augusto de Alm^da.
ILIKIRO
Cempra-se nm-escravo bom boiieiro e paca se
bem : a tratar com Antonio Citmaco MoreiraTem-
popel em seo esetiptorlo a ra da Croz o. Si.
Compra-se um sobrado de um andar, oo urna
ca terrea, as Iregneilas de S. Jes ou de Saotu
Astccio, e que seja em boa ra : a tratar na raa
da Cruz n. 8 primeiro andar.
Vende-se M padaria da roa da Concordia*
, eeccas de fariob de mandioca a J h$
A DISHEIBO l A PRAZO
Vende-se ina leja de fa-
Na ra da Impera- |f
triz n. 28
por sea dono retirar-
se para a Europa.

Este bello a aorrdiiad' eMabeleci-
mrnto, montado u'um dos melhores
locaes, desu ra offerece numerosas
vantagens qnem se qoizer estabele-
ctr, porqne nao t e^l bem sonido
de hiendas, quasi todas ioglezas
e novas como especialmente bem ;
afreguezado nesta praga e cojo arma c^
tem, tem todas as commodidades para -s *;
se morar dentro do mesmo estabeieci- zs
menio. ^>^
Cassas frincezas a 640 rs. a vara v^i(
Vende-se cassas fraucezas moito 0- '-^Vj
as e de 6res Oas chegadas ultima- ^-^
mente de Par?, os padrfies.so de 5^
moito apurado gosto e quasi ledos '
miodinbos e de listras e algnmas at ,
servem rara aliviarem luto : s se gv^
vende na roa da Imperalrlz loja dos ^
gtzts o. 28 a 640 rs. a vara.
.Chitas a 200 rs. o covedo.
Vendem-se chitas inglezas, padrSes
escaro?, que nao desbetam, proprias
$_-
P
^5 Para o servico de caa a 200 rs. o S_
WBcovado- <&k
Percales finas a 440 ris o
covado.
Estas percales despachadas ltima-
mente, sao das mais modernas que a d-
ffjv parecem, de ricos desenlies e tazen^a
: multo boa pois sempre se vendern)
a 560 rs. e boje em liqoidago a 400
ts. o covado.
Velludo preta a 6. '
Vende-se velludo preto moito su-
perior a 6 o covado.
Fil de seda a iCC0 o covado. ^
a. t ~.
sm
W
W^
A NOVA ESPERAKCA
21Ra do Queimado21
Esta aeva e el^gan'e loji.ccLfesssndose agrade-
cida pela coocorrencia de seus fregoezes e quena-
do dar orna prova de gratidac, loes f?z Mr que
tem empregado lodos oseus evfirgo?, fim de que
os cbj< tos de s;ss enccmmeodas primem em qna
lidade, gorto e moda, e '.<.u-hja os msSO!0S !r-.gue
es em taes ojei-to, por prego qoe fi.|u.m pltna
mele satisritos e com bastante disposigao de
vollarem I
Cintos a eastellne.
Como 5o as censa! Al penco, os cintos de
fitas empavam a atiengao de multa gente I Ap-
parecertm fitas de mil cotes e qualidad?s, fivels
ou carrancas de coiras tanta?, eram de diregw ta
manbas, a pcoto mesmo oe tornarse um ptrfeito
mariyrio para o esttmago; nao obtant", tJizia-s-*,
a moda, e dnroo Unto a tai moda, que jaia
chiodo no ridiculo, tf odo deixado (parece; a u aior
parte das exceilentissimas bstanle naseada a res-
pello: quando de novo appareceram es mimosos
cintos a castellaoe, sao os verdadeiros citil um teeldo o mais delicado posslvel, sendo Kdos
franjados e guarnecidos de finas coutas; fioalaitn-
te.veudose os fascinadores cintos acasMUce, e ne-
cessarlamerjte con pra se ha : islo na ra do Quei-
mado n. 21, na Nova E-peraoga.
Escardillos.
Pinos espartilbos de todos os tamanhos' veci?e-se
per prego que agrada : na rna do Qa-lm-do b. 21,
na Nova Esperanga.
Sapatt's e cbapfosjnhos.
Modernos cbaposinhose sajatos proi rios p;ra
batisado, per prego iJoccmnoCo, s na Nova Es-
peranga a ra do Quinado n. SI.
0 curioso jogo da pacienc*?.
E' ind'spensavil a compra destej jo, perqne nac-
i um brinquedo innocente, como tambem da
[aoiencia a qutm nao tem ou augmenta qnando
ha; ven.ie se dito bnnqnedo, ca Ncva E-p-.-rar.ga,
ra do Queimado o. 21.
Belicadcs jorts-rtligios.
Vendem-se a ra do Queimado n. 21, na Nova
Esperanga.
Belfas rara viajera
Avelludadas e de tpeles, vendem se na ra do
Queimado n. 21, na Nova Esperanga.
Para o uiez llar ai. no.
Fastilbas de agradavel cneiro, para perfumarse j
os santuarios: vende-se na ra to'Qiieia'ado n. 21,

Vende-so fil de seda prata com Oo- ':
res, proprio para >os ou basquinas, Sjjg Nova Esperanga.
fazenda moito boa a 1000 o co- ^ I Dieos t rendas de croch,
vado. jBJBg I Tem a Nova Esperanga na ra do Qseimido
Cbilas fraacezas a 360 e 400 rs. o <>j i o. 21, um completo soitimento distes blios e ren
m
v_*
cavado. (*vjg/
Vendem se chitas francezas, finas e
de cores fizas, panno moito enci-rpa-
d com lindos desenbos 360 e 400 rs.
o tova do.
Cortes de cassa cem 6 varas de pa-
dioes bonios a 'i -S#>
Uaela azul, amarella, encarnada ^^
ES e verde bjuio boa faienda a 720 r:'. o ggS
%*BS otado. ^#
&s& Camisas da mesma fazeeda para s;.*js
^^ servigo a 2J cada croa. sSf
S?9 Jaquetes de bi ^5S todas forradas de bat a 5l^'J ca- 'tf*
SWS da uro, S^
j^r;*; Aigodosioho ericano meito er> g^
>!_, corvado a pega com 20 jardas a.....tffi?

w
de oimres, de ilnbo ^^
Msica
Peitoral de cereja
Do Dr.Ayer
para cura radical e certa lestias o peiio e garganta, tosse, coaati
pacas, broDebie, astaia, deflbxos, roa-
ijeido, coqeulueje angina e tipheria.
A grande fama qoe tem grangeado este
raoaedio devida is admirareis coras da t-
sica pulmonar, molesta esta tao penosa e
fatal em suas copssquencias, que aquellos
upe 85o atacados dos primeiros sjrmptomas
de*oa er tratados o mais cedo possive,
e o primeiro remedio que se appiiea deve
ser efficaz, pois d5o ba tempo de Azer x-
pgf40Cia. As pessoas atacadas da tisiea,
eera'meDte tazem pouco caso de sea mal,
at qae seja tarde para coral-o ; nesta,
mais do qae em qaalqoer ontra outra
causa, tem soa origem o predominio exten-
so e fatal ue ama molestia qae mostra os
seus estragdos com innmeros e assombrosos
casos na estatistiea da mortaodade. Por-
unto o dever de todos procurar o alivio
A preparaces do Dr. Ayer s5o prepara-
das com especial atfencfio ao clima dos tro-
picos, e tem modificaces importantes sobre
as qoe sao feitas para ootros paizes.
Portanto deve-se no!ar com muito cuida-
dos, para que nao baja engao, qoe os re-
medios do Dr. Ayer, preparados para
o Brasil, trazem retlo e direccSo mi-
nociosr na lingoa portugueza. Portento
coorem notar com moito cuidado fue o ro*
tolo-oo envoltorio de cada frasco traz na
igij Lsccioua-se fior solfejo e a car vario? jg
jBg inst-umeatos, dacdn-sii as Jvges das 5 Jg
S horas da tarde as 9 da noite : a tratar aa K
pjf rea A onusta n. 30.
Urna escrava
Urna seebora estraegeira precisa de alabar orna
escrava que saiba tea cozinhar e eogomm^ e fa-
zer o mais servigo de casa, paga-ge tiem e pon
loalmedte, ra da Seozaila Velban. 22 pria-iro
andar.
'barmaela especial bo-
merpathfea do Dr. Sa-
bino O. L, Plnho.
Acaba de chegar cha de primeira sorte
para nse das pessoas qce se tratam ho-
meopticamente Vende se em paeotes de
libra.
Rea Nova n. 43.
mm\Q
Cmpra-se otes ra.mmlica por Ferien ce : oc
**\"cjyUMt-___- -..^ .^ ^------------
Compram-sti scravos de 18 a 30 annos, que
sejam sadios e r.ac tenbam defeiio ; paga-se bem:
oa rea larga do Rosario o. 10 l* andar.
Compra-se'ttma preta toa otiobefea, engom-
madeira e lavadeira : na ruado Kangel o. 9.
-Compra-se oj pequaoo sirio qne se ja em
logar s;.dio : para kiformar na roa da Cadeia aa-
mero-30.
7oO.
Toalba
._4
aniladiohas, ^^
. leddo cada SKS
j3| pega 8 l|9 varase se vende por 3-50G &&.
Sfa e 5, peehincha. fflfe
|fc Casemiras e roopas feas naci- m^
c_s naes de ifJereotes precc-s e quali- ^;y
S!g! dartes. %f:r
^2j Tarlaiana mailo Ona, azul.brance,
S^? verde e cor de rosa,
/sv Cbilas Irancezas para cobertas d.-,s
^V mais ricos desenhts e panno multo
s|s superior a 38 e 400 r. o covado.
MUS Objeclos do candieires a gaz.
*-i'. ,) 'Lamparlnas a gaz que se venderam
^X a 3 boje vendem se a 1S600.
fSBB. Ricas lampadas para igrejas, novo
J gosto a 20
'Bocaes de differeotes nmeros -3
qualidades a 900,8'. O e <$.
^6) Concertam-se candieiros a gaz coca S!^
gs$ soidei e proaxjtido. ^^ j
-> Ooaanlne cr-yslal a *00 6 S (_88
W, rts. i
j&fQ puro a 1$.
?--j Cambras brancas
^*^^ proprias para bepfsados, tetido cada
9
S
m8
(_3*
^9
(SKS
de artificio
Da-rpoito c'oceaada a aniiga fabrica da viava
Piiilioo da estrada de Jjo de Barros. Como se ap-
proximem os festejadas das de Santo Antonio, S.
Joo e 8. Pedro, avisamos ao respeiiavel potico
qoe e-xi.-te em nosso eslabelecimento om completo
sortimento de pistolas, rod4nlia, craveiros ect. etc.,
e que a6ncommendas de taes objectos para a ella
fabrica, sao feitas onicamecvte no arma2em da Bola
Amarella ao otao da secretaria da polica.
lili
Preci>a se alugar uma ama escrava para o ser-
vico Mioma e luteroj de casa de famUia de du:s
peasoas, pag-odo-se bom alug&el no caso de agrt
dar; a* tnlar na ra da Praia, armazem n. 63.
Arrenda-se
um sitio em Olinda, com bonitos arvore-
dos, boa agua de beber em uma fonte qoe
nunca seccoa at bojp, grande casa de
morada, com commodos para numerosa
familia. Os arvoredos comp5em-se : de
dendeseiros, cajaseiras, pitombeiras, eoquei-
ros, mangoeiras, cajueiros, jambeiros, li-
moeiros, limeiras, pinbeiras, Mgueiras, ara-
caceiros, goiabeiras, banaoeiras, caoelleiras,
ai;afroeiros, mais de cem ps de laraogeiras
de diversas qualidades, om p de looro e
am de ca :o, boa baixa para capim: a tra-
tar n'esta typo^rapbia.
Seguro contra fogo
Antonio Loiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da compaohia Fidelidade, estabelecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predio se
mercadorlas, em seo eteriptorio rnV*
mero l.______
letra perdida
Possolodo eo abiixo aasfgn.ido orna letra aceita
pelo Sr. Jos MarUalano da Silva, da qoanlia d
daxentot vlnte dona mil s tantos ri, Li a
mesma perdida oo roobada sen iraspasao meo, e
como rece boje a Importancia do aceeitanle Ibe
-Vende-sp, snwate na loja o. 12 to Passeio
Pablico, de Heliodcro Kangel. o vtrd^ da Rabia, proprio para saceos de atsucar e roupa
de escravos, pelo barossimo preco de 400 ris a
vara.
Vende-se teltias a 15*5 o roilbeiro, lijlos de
alvenaria batida a 44, ditos de ladrllto a :io'5,
ditos detapamentos largos a 193. ditos dito estrei
tos a 17, luos traveseas a 25(0. oxameis a
?32'.0, varas para canoas a 400 rs., ditas para
caladores a 24-) rs, cimento superior a 18809 a
tina, cal branca em barricas gramas &$, dita
preta a 7SS rs., areia de ftagir a ifoOO a earr<.c* e
240 rs. a lina, barro 2J a carroga e 160 a tioa :
na i na da Concordia, armaeem do Sol n. 26.
'" VERD40SIK0
Ac de Milao
tos armazens de Tasto Irmos.
Betas cbami&s de crystal, garan-
. tidae. pelos mettores fabcantes da ,
^3s Europa, tema v-antagem.deresi lirera s^
*^3 a uma luz ardeote, sem que com fa- tdS
^5 e'lidade se rebeclem ; s desta tem- its
h pera se vendem na ra da tmperalriz, flfj*g
i%S loja de fazendas n. 28, a 400 e oOO ggg
'4g% rs- e &0T (luzla ln abamento de 13 ^-v
m por clo. ^
^i?) Cimfcraias brancas aniladinbas, f2&
w,|^ para vestidos, lecdo cada ussa pega 8B^
vSU 8 Ii2 vtra, e se veDde por^iiOO, /tu
"^E^ "f't*V ^*V*-c W1e it*i* fvi.'i'v *?2&v iv "'^
Vende-se uma mtala de meia idade, cozmba
o diarrio de orna casa, engomma e lava regular-
mente : a tratar na ra de S. Gungaio o. 20.
Tintura japoaeza
Instan;anea para Ungir os cabellos e a
barba, 3 1COO o (rasco.
E a nica approvada e recommendada por
ter sido reconhecida superior a tedas as tin-
turas d'este genero.
A' venda em casa de Gustavo Hervelin o.
SI, roa da Cadea o. 51._____________
Para 8. Joo,
Papel arrendado muito benito para infeltar helos,
ven1e-se barato ao armazem do vapor ra Nova
o. 7.
Plvora
AI5$000 o barril
Ue marcas de superiores qualidades dande-se
amostras : aa ra do Vigario n. 31.__________
Nos arronzeos de Tarso Ir-
mos.
GE8S0
Nos armazens de Tasso Irmaos.
das, e esl vndenlo por- P. P. P.isto por
pouco prego : i.-to ?o na Nova Espepanga.
Labtrit tlio.
4 AfillA BB4NCA
A ra do Qncimado s. 8.
_ind agora que chegaram
os loques eni'oummdadis pela ?g_ia
blanca
A igot branca qaerrudo variar c gjsto e molde
ja tao conhecltos nos leques, fez soa enc.mmenda
nrsse sentido e tal vez p-.-r essa des o fabrlcatte nao os lde dar mais cede, pw
>f ra qne tiles acabara do thegar a agr -.. u
por saiisfeia cem tal demi-ra por ifso que os taes
leques da ene mmeoda vieram tao bellos nos dese-
chos como agradaveis nos moldes, cojos meibera-
memos gero dividamenle apreciados pelos enten-
dido preleudenie*. A vanedide delles nao con-
siste s no? deseiihos e Lrmas nota se tambem oas
difTeri'ntcs qmlidades-, porque vieram tolos de
smdalo, de sndalo e stda, de osso pollido, de laia,
de fboo (para inte) todos*de madreperola e na-
dreperola e std.
Assim, pois, qual sera' a excellenllssiroa queteD-
do rne.-r/.o cinco leques nao comprara' mais nm
desies pora compklar meia corla ? A duvida esla'
em ella ver es es tillos ieqoes goe acabara de ebe-
gar i ara a loja da atuia branca a na io Qoelma-
don. 8.-
Nesse ccropUlo sorlimeulo vieram lambem !-
?uls j-a:a mininas.
Abundancia de enfdtes para vesti-
dos.
A Aenia Branca a rna Oo Qoeimadn n. 8 eslava
bell'mtoie prvida de enleites de differectes qua-
lidades e gortos psra enfeitar vestidos de senbotas
e roupnhas de mangas e anda assim ella cana
de rtciLer um suiro novo sctPratnio de enfeites
moi -legpnles, sendo franjas, galoes e (rangas com
v;dnthos e sem ellis, e alcuns c..m pingentes e
Icdis de nr.v A novidtde de largura e qualidades de taes obras
faiem a desiju. Idade dos pregoi que ero todo caso
do rimaodcs ctmo 6 f!>raneote rtcenbecido
de todos que hocram a guia tranca a ra do Qaei-
na Jo n. 8.
A \la do Kstava sijccedeudo iqe carrichesamente se pro-
iQiava orna beila Puqonba para rriauga e nao se
shavA, lato pi-rque amda nao tiebam ebegadoas
eccrtiroendas pela aro^a branca, agora, porm,
que ellas acabm de ihe^r para a dila leja, i se
pede seguramtnte direr: cesseu a falla. Resta,
pois que os Itnbortl pais de familia se dirijam a
l-ji da aguia biar.ca : a ra do Qneimado n. 8,
para as divcrsss qealdsdes escolberem a qus
melbor Ihes agradar.
O bello soriitreoto consta de benitas touqoinhas
de (-mbnia, fil e pinto de crccbet e todas mu
i'-m enfeiiadf?.
Vende se na ra do Queimado n. 21. na Nova jjcias fo fi() e gfC8 ja rea speranca.
- m CAi. Ir Ar*i i- a rttac.iriija
Latas ern fina bauba.
Do bem condecido fatricanie E. Coodray, veo
spj.lioi'i-:: c oieiiinas
Ess3?. meias tltias e de praede ttm vendem se
dse a rna do aeimado n. 21 na .Nova Espe- espccialmtBta ca loja da oia branca a rea an
Qcemado n. 8, assim com cu'rai ditas de seda,
tai;tifm pira senhcr:> e iifn:n?.
Aspa* de arce coterlas ae caEurca
}iara espanilhos
Vendem-se a ma do Qui^2do n. 8 loja da agu.a
branca.
i ffcf.csszrifl psra luto
A agola branca nio desrja que pissoa slgoma
triiba mcaso de comprar tbjectos psra luto, po-
! rm como bso c irfmis?lvel e el a deseja servir
' a t idos es .-rus toos frrgueits e em ledos os casos,
: por isso riiSDdu vir. e acaba e receber bcrji'.cs.
aderegos, brinco*, polselras, vettas Ispidadas, alC
ne i les, Itques, cirrtttes para rtlogios, tumos para
rhapeo, bolees [.ara puniu?, abertuia e ccllen-
ntts, it.;., etc., e tudo do mr-lncr e mais apurado
' t-'i sin, conforme vera' qorm se dir'gir a ra tic
Queimado loja da tgQa branca n. 8.
pentes de tartaruga
Os melbor es qoe tero vindo nessa genero.
A agina branca ma do Queimado u. 3, r-.ce-
beo mu bros p>n!:.- de tartaroga, sendo :
p.ra deserobaracsr o I lii-s "de senhoras.
Cutres para segorar rab-llos de meninas.
Ootros de drbrar [^ra barca.
''alijs francezaa p^ra fjfgessv
Vendem-se ua ra do Queimado leja da igcia
branca c. 8.
Cabides toraesdos. para r bj?, eha
Vrcdem-se ra rija d--> Qusimado v. S leja 'agcia
branca.
(hegaFatn os besKcs A gafa Branca C-juimedou.
Ha p'.ucos lempo* a .Ajioia Brabra reeeb'u urna
peqorna qnaniidado t coques, .ue pela Bavidade
de seos ir;rgr-d?, ifgularidac-e de tamaob, e
fur;ta cncava, a t-iios, ee- geralmente agrada-
ro, pr!o que a .\gui3 Branca maoca repetrr oc-
ranga.
Cusiuclii-ues.
Pequeos e grandes vendem se, na ra do Quei-
mado n. 21 na Nova Esperacga.
Yerdadeira raia ecOBIBtica.
Vende-se desta ptima graixa.arua doQaeimado
n. 2i, ta Nova Esppranga.
CoSerinhos maJcri os.
Os de melbor cesto, vende se na ra io Queiu a-
don. 21 ua .Nova Esperanga.
Agna-difiaa.
Esta ssnadeque a Nova Esperanga diurna
Irgeira idea, o termo__Divinaesia revelando sua
perfeigo do trabaih chimicol Ti-m a tal ap a
om ebeiro excelieoie e durador, e prefmvei ao ee
maltes extratos, lidos como finos, sen lo produe-lo :
do tem coohecldo E. Cundray : qnalqner que seja
a applieagao, que se Ibe ver-se-ha seus mar-1
HlUoses tffeilos, tira perfeitameote sardas, boibu-1
ibas, implgeos, vermelhioSes cu qnaesqner runas
erupgoes da peile, amada a mesma tr-ieadc-llie a j
belleza primiiiv. aioda um (xeetlente remedio i
para dor do cabega al mesmo enchaquetas, tira
rugosidadesfortifica o eorpo, finalmente, creio,
qe esta agua, faz do velno um mego e des le lio
vdo.
E8I7MO
A NOVA ESPERA^
21-Rua do Queimado 21
Tem constantemente os sijectos seguintes : finos
extratos de diversa* qualidades, verdadeira agea
deiro oleo de bab< S3 (para exlioguir as caspas)
bantoas de muitas qualidades, fios sal.-onetes cem
agtadave: cheiros, pes para denles de muitas
(|oaiidade?,opia'a iogleza.agoa deu(riea(para lirar
s o o bilito da beces) sabo de espama (para na-
nhar-se o rr.-tr), eacovas d-- marfim, sndalo, bfa-
lo esso (para os denles) ditas de bfalo e madeira
para rOBpa e cnapo; linos pentes para alisar ca- i L'0,!*0!1 t?,U.flDfn!?J qDe '*'** !"::'':' de ch(,sr '
im por Unto piem ser servidas is senboras
que
da
les
bellos, ioa lesoiiras para ur.has e costuras, fios I
caivetes para costar:;, boa Unta p.ua escrever se,
dita para marcar napa, tintura ele muito boa qaa-
lidade *ara iicgir os cabelles, penies de tarn^?
para alisar; finas escovas psia ucbas, vasis e pa-
c les core pes de arroz, papel de multas qualida-
des, enveopes fines e ordinarios; i^almeri^, cm
completo sortimeniode miudtzas: a ra do Qaei-
iaa.do p. 21 na Nova Esperar ca.
fap Paulo Oordeiro
Viajado e nao viajado vende-se mallo barato
a roa no Queimado n. 21 na bem conhecida leja de
miiiezas da Nova Esperanga.
preservados da bumidade. A Agma Branca a' ra
do Queimado n. 8, ait^ndcndo ao Beato fim para
que sao d.i.s m :a<. as vnder a 2 o pr, quao-
dj ellas vsltm maitJ mais.
pJem
! s esperarsm," orna vei que se dirijam i
Agula Branca a' ma Qoeimado n. 8.
lfjt's de la
ese to o o fs'fdeas e
agora prBcpafiuccc.
A Agaia Drama roa do Queimado "n. 8, rece-
bea moi bj^s meias de 15a pa;a bomeos e serbo-
ras. Agora que, imun-nndads de pessoas se uceu-
pao i-m le.uvar n rrir?, ifarino, 6 a molhor ect.-.-
sio que a .gnia Branca ar.bou para se ccrgralu-
|iarromesfs pessoas, as q'.v es ce nvm comprar
dessas meias de lia para a.-slm trfzcrem seos pet
A ra Nova n 28
Ka^
PSo fresco, aova IiavencSo
Grande Bazar, rna Nova D. 2022, ebegou a es
te estabeleeimento machinas para amassar farinha
para pao e bolinboa; e sao de unta vantagem qoe
nieguen deiiara' de comprar, principalmente mo-
rando fra da eidade.
Farioha de mandioca
Vende-se superior farinba de mandioca de Santa
Catbariot, ebegada no brigoe nacional Ribeiro l:
a iraiar com Joaqoim Gerardo de Bastos, a' ra
da Gru n. 33. 1* an lar. excriolorln.
Cofre
Na ruadas Crote o. 4! A, se diz qoem vende
nm cofre (borra de ferro) de molla segdraoca.
Mho e tarello
em saceos grandes a 5A, latas com gtv a H
em garrafa a 300 rs.: ni armaren da Estrella
largo do Paraizo'n. 14. ___
Vendem-se 5 borros grandes e mansos par
pa~seYum7eitocom todV*elrM^aa"d^nou"itdoose^^,^i0..mao,0* bef ejlicado<:
Usar dUa letra no caso do acrecer *)tum,^^}^^t^x^t^mii%,nXu
, 11 para melbor da- <"> o Jos boleelro do Sr. Jos Jacome Taaao.
qoe qoeira receber dita letra,
rna mandei publicar esle annooefo.
Beejff S de malo de 1868.
/olio OoliL
Saw
V-nde-se ama escrava de i6 a 18 annos de
Idade propria para tolo servigo: no pateo do
Terco o. 1*1.
Vende-se consiantemente o moito superior rap
das segointes qoalieades : Fnnceza de Lisboa, fino
e meio gresso, Paulo Cordeiro, Commom e Viaja,
do, Rollo Fraocez, Gasse, lino e grosso, Menrea-
fino e grosso e Princeza da Babia; na praga da In-
dependencia B. S.
Ps de coqairos a 400 rs.
Ps de sapotas a i.j
Ps de sapolis a i.
ootros muitos ps de fruncirs e todo por
moito diminuto prego : no sitio do Abriga na es-
trada nova de O inda jontj a ponte dos Arre-ro-
bados.
Soberanos -
vendem-se em Casa de Rab Scbmet'au & C, ru3
da Cadeia n. 18.
Para S. Mo
Novo papel arrendado moli bonito e proprio
para t afeitar em reda bolos de S. JoSo, vende se
barato e de diversas larguras, conforme s aliaras
do bolos: oo armazem do Vapor Prancez, roa No-
ta n. 7.
Vende-se uma taberna moito boa e em
tom logar, o motivo de vender-se se dir ao
somprador: guem pretender dirija se roa
No ira d. 48 qoe loe informarao o logar.
Taberna
Vende-se orna oa Capong*, a dinbeiro oo a pra-
io; na roa das Crioulas n. 33 se achara' cem
qoem tratar.
Antonio Pedro de Sc-uza Soares, veD Je peles ba
ratissimegpregos :
Caisas com superiores lionas, 50 novecs, a 6':0
ris. .
Dozlas de candes da linha* preUs, a 160 rs.
Liabas do gaz, caitas de iO novellos, a 900rs.
Picas de tilas de lia pata debrum sonidos, a
600 rs.
Grosas de boto superiores para c?misas, a 340
ri*.
Ditas de di i: s fie agaia, a ifO rs.
Dilas de ditos de gata de core-, a 320.
Dilas de ditos de ago para caica, a iO rs.
Duzias de ditos de mee dicha, (ara puebo, a "2.
Muitas qaalidades de betoes pafa lOieus e ca-
sacos.
Grvalas pretas e de cores a 900 rs.
Duzias de pares da meias para bemem, muito
boas, a .
Bollas de baralhos Irincetes, fino?, a 235CO.
Dilosde ditos rortugueze?, a IjSOl'.
Lalas com soperlor hsnn, a :&j rs.
Vidn.s com dita dita a 48'J rs.
Verdadeira agua florida, errafa a l460.
Escovas p3ra ropa, a i80 rs.
Grande sorlimento de escevas para denles.
Pentes fiucs para alisar, fines, duzias 33CO,
Saboueles, duzias Ifi
Caixas de soldadis de chumbo, 160 rs.
Tinteirose areeiros de ni tal, i.
Calas do obreias de colla caiza, 40 rs.
Onas de dilas de colla cim nemes, a 60 rs.
Grande sortimemo de peonas de 600 a 25.
Tnesouras do ag de 6 e 7 pollegadas a 63.
E-pIhes de moldura delirad*, dozia a 13-00.
Grande soilimenlo de c.nfeelres a gaz.
Gaz em latas e lodos os prepares para candecires
a gaz.
/ Ibun?.
S;.bre elles desneetssano a A*uia Branca dizer
mais algsma cousa, ptrqoa a utiidada dessas
obras esta rcrocjiecida e apreciada por todos, ella
apenas manda dizer a Uc-s os prclendentes qce
receben novo sorlimento de bonitos albons co
diversos tansenos, continoanJo a vende-los por
piegos rommcdiis, isso na l.-ja da Aguia Branca, a
rus d" Qce m:-do o. 16.
Ffciios para IVsp btk^ihbS
A Aoia lraora,a' ra do Q.eiraarto n. 8, rece-
beu novo sniir.enio de f. rro? de d (Tereal^s eros-
-oras,para fii.-;.r babadiah:?.
Alta novidade !
Eiiffies para ftstflcg to seda.
Vinho tnico nutritivo
01
QUINA ECACAO
BUGAUD
Esta nova combinagio reooe em uma bebid
asss agradavel e conveniente a todos os orgaois
mo?, a quina qoe nm medicamento tnico poi
excelencia, a o cacao qoe cootm principios no
tritivos asss reconhecidos.
Elle se emprega cem o n aicr snccejso na con
das paliCas cores, sofiriaeoics do estomago, perd
de appetile, dlgestSes difficollosas, menstroag5e'
dilueis, etc. ele.
Deposito* especial na phrm.cla e drogara d
Bariholbomea & d, i roa larga do Rosario o. 34
A Agau braDca tem receido e v.ndidonn.
morosa qoaotidade de ecfdles de diversas quali-
dades e{patas para vojUdos, porm nada tem ba-
vido que se pp3sa igualar ou memo 3ppre.xin.ar
ans que gera acaba de r ce ber. Esses enfeites de
alia onidada sao de um grato elevado, tanto por
sua nova e bella ccroposigho, qoe imita a om"teel-
do de B.'lgran, como mesmo pela acertada e l'ttda
corcbiocao nos desenos. Eles servem excellen-
temette para se enterar cora esmero um bom ves-
tido c-jm que a Exroa. tei.ha de Ir a algom baile,
assisiir o ca-ameoto etc., o fura disso para ter era
felado om ou mais vestidos com os qoaes deixa
patele o qoaoio sabe apreciar o bom, sobresabi-
do assira o elevado go>io. Cero esse simples dlrer
da Agola Braoca nao se podera* fazer perfeita idea-
da belleza desses noves enfeites; necessario,
pois, oue elles sejaro vistos o eniao apreciados pe-
los proprlos coon>-ci mentes e intelligencia das
Limas, preieodentes, qoe haoram a loja da Agoia
Dracca a roa do Queimado n. 8.
Vende-se uma carroca de condozir
?eneros da alfandega em perfeito estado :
tratar n'esta typograpbia. __________
BalOes de 30'al%os a 1$
Na loja das 6 portas ca roMo do Limmtoto.
AtSeneao
D. Catharina Amelia ,do Carvalho Paes deAo--
drade, vende eu^peqoenas series de trra a parle
de st-u' sino denominado da Rrseira, desmembra-
do pela estrada nova de Dcbenbe.
A iiilidade do terreno, a excelieocia de sua si-
toago aprasivel e pitoresca, a modicidade do pre-
go, todo convida fazer- e a aqnisigio de orna p*r-
gao soeceplivel da foimago de uro pequeo sitio.
A escala dos pregos sera' do ora a ires mil ris
lo palmo, correspe-ndendo i, k renos de 300 a "00
d tos de fundo e cca'orms a soa qualidade e no-
tigao. *
eogeoheiro Antonio Feliciano Rodrigos Selle
esla'-encarregado das operagdea tendeles a med-
Cao e demarcacao do mesmo teireno, tem como da
tratar acerca dos pregos a venda : pode ser proefc-
rado nos dtas otis em seo sMlo oa estiadi de Joo
de Barros, e aos domlogos oo local do territorio
em queslo.
Aioda se vende o eitiielacimeaio da ra do
Trapiche o. 28.
._.-----------_a~
i mu )




liarlo de PernaMoaco
'3t Jh oduiilm rfe a
- ttnarla fcilra S de luaho de 1868.
<
Grande
exposicao
De fazendas pretas p^optias para a quaresma, ra da
Impeeatria ns. 56, e 72 de Liourentfo Per.ira Men-
des Guiraaraes.
Pan fia preto 1 $800
a
novo
1M
NA
Boa-Vista- ra da Imperatriz
Z-0/.4 AfMAZEM DA ARABA
Wa. AS e 9.
Tendo reeebido sratidegoriiraento de fazendas
aova?, qae est wtdeodu moito barato; para t
provar, venbam que > se poder ver melbor em
presenta dos fregoeaes.
Admire.
Vende-se rrim de Hamborgo od liso, para lences
)0 toalba?, com 20 varas; a 83, 9fi e 10*000
peca.
Madapolo fino a 5^001 a peca.
Vende se a ppga de madapotSo fino a 50, 6J,
8 e 10:0 .-0.
Chitas fanre as lins a 320 ris.
Vende-se chitas fraocezas finas a 320, 360 e 400
ris o covdo, e chitas matisadas finas escuras, a
40 e 500 res.
Espart Ihos a -f 000.
Vende-se espartilaos para .-enfloras, a 4, 5$ e
65000.
L'Pfos brancos a 2;>0 0 dnzia.
Vende se lencos br>ne.s lios, a doria a 2J500 e
3j. ditos de listri a ti, ditos de esgulo a 750
< 85000. Tudo isto ta, na leja do barateiro da
Boa-Vista, qne se ch. ma Arare, roa da Imperatriz
os. 86 -7*
PARA
os morado* es da Boa-Vista
Pecblschas.
Vende-se prcas de algodozinbo americano, a
5, 65, 75 e 85000: na ra da Imperatriz ns. 56
72.
Launhas estampadas a 280 rete.
Venle-se lazinhas estampadas para vestidos de
tenhoras, a S8Q, 3;0 e 400 lis o covado.
Ewlenles balets para scuberas a lr5600.
Vender haid"?s pan senbras e meninas, a
15 00, 25, 25300 e 3#. Piir este preco s vende
3 barateiro d Boa-Vista, toja qae se cbama Arara,
a ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Ra da Imperatriz
Xs. 56 e 99.
Vende-se Fslltosmhos e grosdenapoles preto
amito bm enfertsdos, proprlus para senheras e
mbninas, e vsnde s: rr.oito barato para acabar pelo
prego de 175, J8$e2r>5.
A' Ro.t-Yista.
Vende-se organdios nts de listras e de flores
para veMdcs da stnaoras e meninas, a 640 e 720
ris a vara.
Cortes de cassimiras a 2-5000
Vende-se c-rte* de cassimiras de cores para
caiga, a IJROO, 53 e 25500, ditos de cassi mira
preta para calja, a 35, 45 55.
Cbilas pan cobcrlas a 320 ris.
Vende-se cbnas moito finas para ccberlas, a 320
3C0 e 400 ris, citas a damascadas finas a SCO ris
o covado.
Crim Ieo a 12G0 o covado.
V^ne se broa fios de cores para caigas, a
1*280 l5:0 a vara, e dit tranco muito fino a
15600, 25 152S0 a vara. S nos bem nnbeciflos
oja e armem chamados o Arara, que ss vende
odo Mo, a ra da [mperatriz ns 56 e 72, e mais
arato do qae en- ra qualjner parte.
BRIM. DA ARABA
cem pequeo toque de oro a 1(5000
a vara.
Vende-se brim transado pardo muito fino
para calsas e palitotots com um pequeo
C6Y
h Vende-se pan preto propre pera eW^as,
coletos e palUots 10600, 10800, fifm)^
2i5500, 30, Aft e 55 ovado, ra da Im-
peatriz ns. 56 e 72.
DE
Fszendas baratas
Ra da Imperatriz, leja e ai l; zem da arara, ns.
56e72.
Atierro
Veodem se basquinas redondas de grosdenaples
a i preto para senboras e meninas, fazenda muo rica
le moderna, pelo barato preco de 185 e 205 cada
orna: ama da Imperairi?, loja M arara, ns.
56 e 72.
Organdys a 640 rs. a vara,.
Vendem-se organdys de tos p ra vestidas de
senhora, a 640 e 720 rs. a v3ra : na aa da Impe-
rairiz, loja e arm*iem da ar- ra, ns. ,",'G e 72.
Grande sortimento de cbapos de sol.
Vendem-se chapeos do sol de alpae preta pelo
diminuto preco de 35600 e 35ci00, para acabar :
na ra da Imperatriz ns 56 e 72.
Chapeos de sol de se 3a a e-0.
Vendem-se chapeos de sol de seda de 8, ile 16
astesa 65, 85, 105 e 125. i'"nJimuito boa, para
liquidar : na ra da Imperan i, lua da arara, os.
56 e 72.
Barate iro
Ka Boa-v.'s*
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Bal5es a 13003.
Vende-se grande sortimecto de bal5s de 16, 20,
25, 30 e 35 arcos pelo.barato prego de 1560Q, 25,
29500 e 35 cada um,"baiois mono bem feilos e
bem armados, por este pro s na loja da arara,
roa da Imperatriz os. 86 e 72.
V-
Grande pe Chapeos de sol seda de 8, 12 e 16 astes
que sempre se venderam por 103,120,146
e 16^000, hoje a Arara vende a 60 80,
100 e 12iJG0O cada u, por ser orna gran-
de porc3o: isto na roa da Iiaperatriz loja
da Arara ns. 56 e 72.
Chitas franceza8ii? a ,240 rs,
o CVUr>.
Vende-se nma granlo porcao de chitas
francezas em retlhns a :40 rs. o covado.
Laaziubas a Garib.' i a 329 res.
Vende se laziuha.- fiuas a iar:b>i j, par.ivestidos
de senboras, a 320, 3^0 e 40) t's o covado.
Ch.lis finos ?. 55"t.iO.
Vende-se cbales de mini-A finos estampados, a
55 8 65000, e ditos de la a (-5
Cassas tinas a 2J0 ris.
Vndese cassas franco?; < finas, pr-ra vestjdis
de senheras, a 240, 280, 320 e 400 ris co-
vado.
Ainda mais peohinchas
Na ra da Imperatriz kiia e armszesi da
Arara ns. 50 e 72, de Lot>rengo Pereira

..

bago,
ece?
na-
. PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES.
XarOpe do jurnheba garrafa......... 10ooo
Vinhode l#6oo.
Piluiwd > vidro......... *j?6oo
otetra de 64o
Bitwtcio hydralcoolico dejurubeba8 12#5oo
PREPARADOS. COMP08TQS.
Vinbo de jurubeba errnginoso garrafa. 2Jooe
Xarope i#6o
Plalas ridTO... 2ooo
leo de jurabeba tidros.. 64o
PomadfMe pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA ZO EXTBRNO
Esa plantaje hoje recooheoida como o mais pwleroso tooico, orao
wnte de*obsrueMt, -e coa tl applioarl nos engo^jtaaaeutos detiigado e
tepalites propriaierte ditas, oa ainda complicaiins com anazarchas, as ioQamaiages
snbsequentesMwfebros iatermtoriles ou durezas, dos abeesses internos, oos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores -glandulosos, na anazarerra, as bydrope-
zii?s, erysipelas; e associada as preparagEes fernipinosas, aiada de grande Tanagua
oas anemias, eWoroses, faltas ae menstroago, leucorrheias, desarraujos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas- e pobreza de sangue, etc.
O que dizeraos affirmam os mais istiactos mdicos dosta Gidade, entre os qnaes
podemos citar os ll'.ms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonaeca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carao, Firmo X*vier, Suva etc. Todos elles recoabecem a excellencia d'est po-
deroso medicamento sodhj os domis at ho^ ronhecidos para todos os casos citadofi,
taato qne todos os dias fazetn d'elle applica??^.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral di7ersos preparados da jnrn-
beba, tivem-ts por fim generalisar mais o oso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia qne at boje sentiara osdoentos do unar^os preparados-empiricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-sfl, e qne tmham ainda a Jevntsgem de nU
ser calculada a ds conveniente a ap3lic;r-se, o que torna emitas vezes improScuo nm
medicsraoiito, quepodena prod?;ir ptimos resoltado?.
Os nos?os proT.-ados s fc-ram aoresenlados depois de haverraos convenientemente
estndado a jnrnbeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicameatosas d'esta planta em suas raizes, fo'.has, fructas ou bagas, e a dose convenicn-
ea appcago, tcmloalm d'islo procurado levar os nossos preparados ao raaior gr;lo de
tperfeigo possiyeL p: cro que posames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certez?
de que ellos offerecem a garanta, de qae se podo encontrar a prorapta e infahve! cut
toque de mofo, affianca-se qne lo;;o' quel-MendesGuimarPs.
?eja moih?'io lie? limpo, por este peqaenol Ten Jo reeebido liversis qaalidades de fa-
defeito vende-se a jOCO a vara. Izm tes'rpele ultimo vapor d Eatopa da que
omauiy u&s a 40. f i jen^.) .d'elbs ao resq)eiUve! tubbco
Vecde-se ama porcSo de ratalbos de or- afJm dj as vendar pelo tenor prego pos-
si ve.
CONVM VER.
gandjs ds cores pnra vestidos de menin?s
a 2io rs. o covado.
Kcnpa eita nacional.
Vende-se palitois de alpaca preta a 3#500
e4^500.
Oitcs de cores a 45000.
Ditos de panuo Gno preto a 50, 6$, 8$ e
10)5000.
Pallitots de m ia casimira- para bomem a
35CGO e 4 :000.
Pallitots da caseEira a 60, 8& e IO^OOi-.
Palliiots de brim para andar em casa >
Caigas de casemit a preta e de cores a 5$,
U e 8 000.
Coleles de casimira de cores a 35O0O e
3y5GO.
Chitas incarna^as para coberta a 320.
Vende-se chitas boas adamascadas para
cobertas a 320 o covado. Dita de cores a
320 e 40D rs. o covado.
Mofambique de laa a 400 o covado.
Vende-se miga.'bique de la e seda para
vestaos de senhoras a 400 rs. o covado.
Lanzinha de listas para vesiidos a 240 e 280
o covado.
LZ'nhas esnmpsdas fioss a 320,
Vende-se lanzinbas Anas para vestidos de
senhora a 320 e 400 rs. o covado.
Castor para caicas a 940 rs. o co-
Vado.
Vende-se castor para caigas de bomem a
40 e 280 rs. o covado.
Ganges a 400 rs,
Vende-se gangas para caigas a 360 e 400
o covado.
Pecas de brim a 8ooo rs.
Vende-se pegas de brim liso proprio para
lenges ou toalhas, com 20 varas a 8L 90 e
104000.
Lerdos de seda.
Vendem-se leagos de seda de cores a 830
e 10000.
Casiaea de aasdrlahos a 800 rs.
o covado.
yende-se casinetas pretas de quadrinhos
para caigas e palitois a 800 rs. o covado, na
rna da Imperatriz ns. 56 e 72.
Corles de cassa a 20.
Venle-se cortes de cassa para vestidos a
20, 2500, 30 e 40.
Hel;s para senhora a 4#ooo a
ozla.
Vende-se meias para seobora a 40, 50 e
60. Ditas para meninas 10. Ditas para
homens a 50 e 60.
Anda wta
alguns bales do prego de 40600 e 20o;.o,
porque esto se acabando as fojas e arma-
zem da Arara, roa da Imperatriz ns. 56 e
Chitas a 320 rs. o covado.
Vende-se chitas franeexas muito Anas es-
curas e claras a 320, 300 e 400 rs. o co-
vado.
CHAPEOS DO CHILI A 50000.
Vende-se chapeos do Chiii para homem le
meninos a 50000 e 6,$0?0, fazenla muito
boa.
Lanzinhas em retafhos a 240.
Vende-se urna grande porga; de retalos
de diversas qualidades de lanzinhas para
vestidos de meninas a 240 rs. o covado.
Carteiras para vinge-a a I#.
Vende-se nma grande rorgo de carteiras
proprias pira quem viaja guardar dinheiro
ou letras e papis de valor, que p lo prego
que a Arara vende ningncm deixar de com-
prar urna carteira segara a 10, 1500, 20
e 20500
Grosdenaples preto a 10280.
Vende-se grosdenaples prsto para vesti-
dos de senhora a 10280, i0(iiO, 20, 20b'OO
e 30000 o covad->.
Grande novidade.
O proprietario das lojas e armazem da
Arara, ra da Imperatriz n. 56 e 72, tendo
reeebido pelo vapor que chegou no dia 5
do correrte mez diversas qualidades de fa-
zendas entre ellas urna caixa de chnpus de
sol de seda, verdadeiros de pura qualida-
de muito superior, sendo a seda muito n-
eo rpada e armagb dobrada, que vem a ser
astes de duas canas, os mtlhores chapeos
que tm vindo ao nosso mercado tendo 12
e 16 bastes.
Ningaem deixar de comprar um chapeo
d'estes depois que vir a quaiidade e prego
qae 120 e140010.
D'esta fazenda por este baratsimo prego,
s cas lojas da Arara, ra da imperatriz ns.
56 e 72.
Cassas frsncczas Coas a 6Q.
Vende-se cassas novas para vestidos de
senhora a 6O o covado.
LaBftiBhas d qaadrihos a 240 o
o covado.
Vende-se lanzinhas para vesiidos de se-
nhora a 240, 280, 320 e 4(0 rs. o co-
vado.
Chitas para coberfa a 320.
Vende-ge chites adamascadas para cober-
tas a 30 o oovado.
Casimira preta a 3f!0O o corle.
\|lnd|-se oerts de fiaBeojira preti para
caiga a 30, 44 e B0OWL
Pana preta a ItPftO cavado.
Vende-se pa^o pretq, J)ara va Isas e paji-
tots a 10800, 20, 20500 e 30000 e co-
vado.
As.nossas proparages ferruginosas sao feias do forma que se tornara completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto de ferro qno come
aes es;o Lje rocoubecidos. -^
Para aquclirfs quemis minnetosaoento (peirsrri eonhecor as propriedades de
|Urdoeba, e sabefWBr a* applhwi*T e *oim>a prepfwn.ieay ara nosso deposito um folheto. onde tratemos aiaisestecsamente d'esta planta e dosTx
sios preparados,
&epasita g^ral de t S5Sea e drogarta
34Hua larga de Rzrrio34
Chocolate vermicida
DE
ntoaio fiases de lastro.
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas^
applicadas em Portugal; como o remedio
prompto e efficaz para a expulso das lom-
biigas, que tao graves padecimeotoscausam,
e qne quasi sempre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo e prefenvel a qualquer
outro pelo sen agradavel paladar e fcil ap-
plicagSo s cnangas, as qoaes geralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
0 cordeiro previdente
Na antiga loja de mldezas a ra do Quei-
mrlb b. 16.
Esa amiga e bem eorilredaa Toja M mfafls a
Ttr So Quetmido o. W, atfra-sff recnteetMW pro-
vid da mimos a dlllweiMts nieato de gosto e
ndvtfade, astiatMB esta' (Roalmente sorda d
Ud os artigas qae propriameote pertencem s
njludezas, pel qne o Cordelro Prevideste espera
th soa boa e constante fregDerla, a co*tt*na5o de
na vsllo ptoiecHo. nio orrKIftBdo elle soa Issepa-
ravel mansldo, jaoto a coortesceBdeDeia e agrado
4eqoeoso bons pastores; assim, pols, compaie-
Cm os velhos e novos fegoezes qae serio satis
fitos a contento.
Noves e delicados lepes
OCor&lro Providente,* a' roa do Qaeloado n.
16. receben novos e delicados leqoes cuja vtrieda-
de de go'to e qaaltdades as Itroam recoomeodado
sendo :
Todos de sndalo com bonitos lavores.
Outros de sndalo e sed com lindos deseuMs.
Oairofi ic dito dito eofeitados com lantfjoulas de
ac e donradas.
Outros e. ossopnllido imitando marOm e gaal-
meole modernos e enfeltados
Outros das qnalidades cima ceno os memos en-
feites e de>enhos ara. meninas.
Ouiro* pr.'ios pata lulo.
Outros mlmDte de madreperola com ricos dess-
nhos para nolvas.
A isla pois de lio bello e completo sortimento,
da prudencia dos pastores e di mansidao do cor-
dniro prertdente a rna. do Queimado n 16 indis-
pensavlmeote qoem se dirigir a dita leja sera' sa^
tisfatoriamente servido.
Copos e latas esm baaha fina e entras
superiores peifamafia.
O coideiro previdente a' rna-do Qoeimao n. 16,
acaba de retener utn novo sortimento de perfuma-
rias fina*, Inclusiva es bem ennbacidos copos e la-
tas com hohi fina. Especificaros nomes de to-
dos os enjertos se torearla enftdoniu o 1er esse ei-
teoso cal logo, assim pois fioa isso snpprido com o
diter-s que qoem quuer se prover em boas e no-
vas pi-rfumsrias dinja-'e a rna de yuemdo n. 16
li a do eordeco prevideuie.
T'.,u:jui:,hus de caatbraia bardadas e
eifei ladas
Cntras de fil e e renda tambera bordadas enfu-
Oatros a ponto de crochet.
Ontrss Oe cambraia bordada e a forma de chapeo
slnho para baptlsados.
Essas bon tas e bem enfeitadas toochlnbas ven-
dein se oa ra do Que'mado luja do cordeiro previ-
decta u. 16.
iaarnicoes de fitas para enfeiles de
vesiidos
O cord>iro previdente receben oltimamente no-
vas e lindas guarnieres de nas para enfeites de
vestidos, coosistiodo ellas de ama peca larga para
a barra, nutra estMta para o corpo f o basquina,
earabis gnarnecidas com nma tranca tecidada
roesma Oa, e ouiras com ama lista de settm no
centro e os lados com listas imitando cordo, cojo
alto relevo mni3 graga lbe?da' e m-lhor apreciara'
a intelllgencia da pessoa qae se dirigir a loja do
cordero previdente a ra do Qoejmado b. 16.
Franjas:, g-iles e trancas para
enelfces de vestids
O cordeiro previdente recefcea covamente om
bello e variado sortimento de franjas, trancas e
BaiSaa de seda com vi.lrilhos, pingantes e sem el-
les e proprios para enfeitar vestidos de senioras,
menipts etc. O apurado goHo dos novos moldes e
a belleza dos desen'os tornara ess obras >om-
mmente agndaveis, um gnanto que a commodida-
de dos pregos anima o comprador e prover-se sa-
tlsftorisBienle em dita loj do cordeiro previdente
a ra do Queima-lo n. 16.
55 cas c rendaste gnlpnre
O cordeiro previdente a roa do Queunsdo n. IR,
esta' bem prvido do novos e bonitos bices e ren-
das de guipare : assim pois comparecam os pre-
tondentes qu3 sero bem " Vovos albans.
O Co-driro Previdente, rna do Queiraado d.
W, rfceb-a mvo sortimento do lbnc3 do diversos
t imanh-s e segura eacaderracao, e como de sea
loavavel costme, vende-os por presos baratis-
simos. ,
,/-tjUfs novos ca--i liadas moldes.
_o w*i~-o-uta,. '.ra do Oueimado n.
16, receb"U navos ooques, cojos^arranTl js regata-
ro fi'jm concava tem Ibes dalo geral esiima,
agraoanrto a todos a BOvtd:de dos desenos. A
quantidade prqaen, e por isso os preteodentes
dirija -=e qoanto antes dita leja do Cordeiro
Previdente a ra do Qnelmado n. 16.
fiass meias da la para hoireus e
senhoras.
Em apn'ooriado tempo o Cordeiro Providente
receben' Boas m ias do laa para botceos e sroho
ras. E prlncrpatnaente appt-opnado o teropa, por
Lealdade
Roa da Iipperatfii a, 1Q.
O proptleurio deste MUUiMeiamMo teiri-ea-
n ** bTd*0 c'm?"lclgii^y,>>T> fiVv?rlM9aaortfaQlM!liSS5fl^
Usas,comosejam : ~"*"***:""
Chitos
RBqnlssiHies elotos eom ponas e sem ellas o-
feitados eom vidrilbos, Unto pretos come deco-
re*.
Pdoos
Liudisslmos pnnhos com golobas bordadas a
fioo panno, assim cerno flnrssltnos ntremelos
babadintios.
Tbesooras
A7 perfeltas theraaras de pora eo para Mas
mslnra, bem como caniveles detabo de rouSm
e madreperola, garntese a quadade.
Pentes.
Um gran le e variado sortimento d pentes para
coco e-tambera par alisar, seodlo de borracha,
matfima bfalo.
Eseovas
Finas estovas para iacto, unhas. denles a eabel-
de.lodos os umanhos e de varios.prego*.
Luvas
As verdadetras lavas de Joavn e flo de escocia,
branca, de cores e pretas.
Perfumarlas
Dos meihores peWomiias que lea pparortdo,
eomo sejam : Sociedade HvgeiHcj, ftvar, LoMm
Coudrj. comesUqoe grandes e pequeas.
Espelhos
Com os meihores vidros qoe posslvel, de avi-
are, calx e tocadores de todos os tamanbc.
Coques
Lisos eenfeitados com artillo gesto.
Lecres
Lecres de rsndal de B.nito bom gosto, os me-
Ibares qoe tem viodonesie genero.
Eofeites para vestido
Um (pande e variado sortkueoto de Ota de ur-
ja e seda lisa e lavraas, trancas de seda, fat
atgodio de todss as largaras owros mellos artv
gos qoe se tornara' enfadanbo meneiona-ios, mas
qae sao indhpensareis a formar o perfeiu Uilli
do bello sexo^_________
Vcnde-seem casa de Sancit-rs Brotbfrs 4
o largo de CorpaSanton.. 14, vapows pkt*
oraiodososperteaces proprios para faxer ia
s ou quatro machinas para da3carot;ar alg
Francisco Jos Gennana
fRUA NOVA N. 21,
acaba de rceber mu lindo e au-gnifieo sor
timeoto de oc-nlos, lanetos, biooccloi, do a1
timo e mais apurado goso da Europa os?
los de alcance para obsemeoes e par
martimos.
VIEoEt INQUINA
Com Malaga PTroptiOSiiIrnto de TUrr*;
Este vinho foi preconizado por toda m ftiapmM
ntodical como sendo o mais poderoso toaia*
mpregado para curar a Cn;.o!\os!s, Anemia 0
Exhanst.iqap do sanouh. Ucposito geni a
Pars, em cesa de Laliiencel, pharmaoaotia*-
droguista, ma dos Lombards, 44.
Deoeito oa poarmacta . eQ'PerDnbnco.-
r.omonxrj ksjftiaUaik da jnalhsr qoalidade para
er?.q*$ n aciis.fariqDPs. alperozes, assenumeB
tos do cano', ei,^., em barricas gfftnc'es, a 12,
Dito oommnm on rorranc a 10#.
Km porcao superior a Si barricas se fat 0t
differenga uo tre^o conforme a qnaotidade :
o KiAAL m mam
Na rea dt> Qaeiasade n. 49,
OQ Aedaos elctricos magnclicss
JDepottla aeredfiato afteceftj a a tora fl.-n o C.rdoiro Previdente ,
Wja da aguia branca ra do Qaeimado o. 8 contena com om hmitadissimo lufiro. e vpode- ''
r d!i--s mriss*a ?,J o par, cuja veracidade conhe
qae milhare3 oe pessoas freqoecum crovavemeo- i0Ja flc nuudezas de Jos d'Aze:edo Eaia e Silva,
te o mez Mariano, e a todos cinvm trazercm os | Apresenta de novo a tedos os seos fre-
Ff.s.a5"-er^n.s=c-c!m^??aJi_fiD83!$!?SlJe^!?Ll? 8ezes os seguints objectos e miudezas,
Aos ayrkultores
Sanndfars Bratbe.rs 4 C. aeaDam d recebei
de Liverpool vapores fle "forea de 3*i 4 cavaltos
eom todos os penentas, e moi prqprios para faze>
lem mover maofiluas de descargar algedao, po
en Jo cada vapor trabaibar at esm 140 trras,
'.arabem servern para enlardar algodio, oa para
antro qaalqner servigo em qae usam de trabJlbar
rom animaes. Os metm lamnem tftn a' venda
machinas americanas de 351 40 serras.
Os pretndanles dinjam-se ao largo do Corpo-
ianto n. 11.
Buratiseimo
Calcado nacional na fabrica de Jos Vicente Go-
dfhbo & C., a roa do Jardlm n. 19, avlsam aos
seus fregaezes desta capital e flo interior, qne con-
tinuara a fabricar cacado em alta eseala, e oflere-
cem as meihores condigow, tanto em preco e qna-
lidade : os propietarios d'este estabe'eeimento
chamara attencSo des senhores consomroidores do
interior, qne o^qoizerem honrar com sua fregu-
zia, especicando ero seo pedidos a qaalidade e
nomeraeo, offerece3do-se par os entregar bem
acondiclona-los em casa de seas correspondantes.
nesu praga.
HUJimsllESlll(\
Apregosr airsda os prodigiosos efleJlos do?
^ollares Royer j uao- ensinar ou querer
latroduzir novidades, porque a fama de sue
afficjcia tem-se tauto estendido, e os seus
btaeg resultados a tal altara elevado, qne
aoja jara a pessoa que por experiencia
?ropria, ou por intermedio de seus amigos
i parentes, ignore ou desconhe.-a as virtu-
des (esses gompre a^reciaveis collares
oyer.
A aguia branca porm sa gloria de concor-
cer para um t3o justo flm, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta ainda que os senhores pais da fa-
milia se faeam Convencer de que convem
iao esperar que-as criancas sejam atacadas
lo mal, e por isso necessario ou conve-
liente que com antecedencia se deite na
orianca um desses collares para assim estar
Jila preservada das convlcues e se contar
Itvre dos rigores da dectfco.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
a>ntina a recebar por todos os vapores
ranceies a quaadade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
ladaros collares Rover eletricos magn-
ticos. "
a www~
,, Cnegoa ao antigo deposito de Henry Forster
-., ra do Imperador, om carregamento de ga: d
prinaefra qaalidade,o qoa) se vende em partidas
s mris-a 7,5 o par, cuja
cera quem sa dirigir a roa do Queimado, loja do
Cord-iro Previdente o. 16.
Trras ptopros para encrespar b^ba-
dwfctfl
O Cordeiro Previdente, a' roa do Qietmado n.
16, recebeu novamente e-ses precisos e procurados
ferros para encrespar babadibos, e como sempre
coniinua a vende los por preeos rasoaveis.
"IrNo"..........
"RA NOVA N. -0 t ti
com estampas para menino*.
GBADBS
Em cas. de Tbeo. Jas, no caes da Alfandega ^f^rS* 16B08 ""^ *** "* tr" *"
Velba, vendem-se superiores machinas de costara
dacreditada fabrica dos Srs. Planer Brannsdorf
'-* de Naw-York, por preeos razoavels.
Luvas de pellica a
O Cysne a rna da Froperalrlz n. 64, acaba de
receber pelo vapor Oneld;, nm complet sortl-
mentode Iqvas de pellica de cores para senhoras
Farnha de maadioiSr"
*j '--------------- i .' im i a i i------------------ Q,1 *i^
oyoe^ande deposito de^superior carvao de Cw$ff* *ft8^
Baoa
Tara para vender Joaqnlm Jas Goncalves Bel-
trao, a bordo do brieua Adtlatde, fnidoede dofren-
t do trapiche do fim. eaiao do Livramento : a
ratara bordo oa na roa do Trapicha n 17.
GGSSO
| Nos rmazens.de lapso A Inmios.__________
para jardios, porleras, etc.
a rmazens tfe Tass irinos
Machinas para descarocar algodao, de m
Ihor autr que tem appareeido na AmeriM-
E' tal a execnc^o do machinismo, que a-al*
goalo sahe qoasi t3o pereitocomo o debo
andeira. Recommeoda-se a attencSo doi
Srs. igricoltores, estas machinas.
S.B c

I
Is-Sif g
5 8s-B
A venda
WA
34Botica da rna larga do Redarlo.34
BAHfHOLOMKU & C.
Aes Srs. fogueteiros
Superior lioalba de Ierro.
fotaditadejco.
S*"*J 'eSnaih) de son,
Eoxofre em tobos.
Antonio, 3. Jo|q e S. Pedro.
Santo
0e|*e Beltrao: do seo eeerrptorlo rna do Tw-
plche b. 17.
- Cbaroin e,9eviM(te .
4!( arouem.
oa nnr daCrnr'.
Plvora
.i i -.
ra em ktas
lArle if nm da Crot j., { loflaj.
m m
H
a saber:
Varas de bico br-arwez a 40 rs.
Cairelis de linha de 400 jardas, tabal-
eante Alexandre. SCO rs.
Caixas de obreias de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carrelis de retrs- preto com duas d-
tevas, 500 rs.
Dozia de agnlhas para machina^ 2/OOO.
Duia de linha de 2GO jardas, propria
para as machinas, 1200.
A libra de pregos francezes de todos os
tamanhos, 240 rs.
Diizi de tesooras ordinarias, 480' i.
Redes pretas para cabello, fazenda boa.
320 rs.
Grosas de pennas de ac morio bola,
480 rs,
Caixa de linha de gaz com 30 noveMos,
500 rs.
Livros
320 rs.
Ditos para rol de roupas, 120 rs.
Duzia de r ias para senhora, fazenda
bea, 4,5000.
Pacas de fita de 13a d todas as cores,
600 rs.
Grosas de botes de looen lisos, 180 rs.
Caixas de papel amizade fcuito flno,
700 rs.
Ditas de envelopes cobteudo 100, 700 rs.
Resmas de papel almasso muito flno.
Pares de botes para ponho moito fioof.
120 rs.
Talheres para meninos, faietida m,
240 rs.
Toalhas de labyrinto mnito supriorw,
grvalas pretas e de cores moflo'floto.
800 rs.
GirTeieis de linha imperial com 100 flb>
das, 30 rs.
Corda** e fitas prpriw para espartflkos,
60 rs.
' Dtrzis de meias croas moito finas, HKOf t
Resmas de papel almasso piolado, IflBflfc
DuJia de barafhos frncW* muito'fitosV
Latas com soperior banba frine,
320 rs.
Frascos eom agn pira entes moito fin.
500 fs.
Ditos com oleo de babosa moito fino.
Ornfts eom ago fforii
#1800.
verdad**,
Papel de
r Vrm lito e paattdo: oos
Imioa.
rmareos de Tisso
ir
V1NH0|JP|T0 rft
Em barrfs e ancoretts nos armueos Tsao

!

I IM )


fe oiittl tih ntlsA Al ttA onKrttf*sf 5fi >r-riia
Blarls de Feriaabne* Hnm letra a de Jnaho c C*.
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-Ba :-do Qaeima4b11
AUGUSTO PORTO i C.
pretos
bordados e ootro, toado todo do tn*tax

i;ir[t
I f $ .
gae se liquidm a dinheiro
HA
LOJA E ARMAZEM
DO
5t> i
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabeleci'nento tem satisfago de levar ao
conhecimento do respeitavel publico que aca-
ban de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa am completo sortimento de objecto sde
apurado gosto e de ioteira novidade; os
quaes estad resolvidos a vender por pre-
ces mu razoaveis. como sejam :
Lindos cilos com poetas, bordados ve*
drilhos, faienda qoe nao h3ver quem con-
teste seca mellior que ba ueste artigo, isto
p na. lo,a do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Leques. de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., com lindos desenhos,
narolccs de pal lias,
Biquissimas guarniges e trancas de finas
palhas de Italia, ci na vedrilho, pingenes e
sena elles, e outras com botes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Liodas bolsinbas ou cabases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
|Tegouras.
Finissimas tesouras para unbas, costuras,
cabelleireiros e atfaiates, as quaes garanti-
mos ao comprador a sna boa qualidade.
S iva 5 has.
Superiores navalbas com cabo de tartaru-j
ga e marfim as quaes os fabricantes garan-
ten.
Lufas. I
Luvas de Jouvin, eatnurca e de seda bran-
cas, prelas e de lindas cores.
I*cucs.
Grande variedade tanto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e bu-
falo com pedrinbas e sem ellas, etc.
Port ISoisquets.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madreperola, proprios para calamentos, bai-
les etc. etc.
Escoras
Finas escovas para ronpa, cabello, chapeos,
unhas, dentes e para limpar pentes.
Abotoaduras
Lindas aboluaduras para colleles, puncos
e collarinbos.
PerfaraarEas
Finas e de todas as quadades e dos me-
Ibores perfumistas at o presente conhe-
cidos.
Collares ae Ro.ver
Eletncos^ magnticos, contra as convul-
soes das crearlas e facilitar a dentico das
mesmas. Ja tao conhecido (s prodigios
destes collares anodines que nao ba quem
davide de seus efficases elle i tos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tero
sempre grande quantidade em deposito, isto
so na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Receber os maU superiores vestidos
gorgoro.
Soperiores sedas preta, caoresQliqae e rosdeosple para vesiilos.
Vestidos de blood para nolvath cora mantas e capellas riqulesioaa.
Froonas de cambraia da Imho bordadas para cama de noivado.
Toalhis de cambraia d liobo bordadas.
Cotias de seda para cama e dius de croch com lindos desenbci
Cortlaadas de cambraia bordado para canas e janellas.
.- Lindas basquinas de seda prea para toberas. u < 1
Sedas de lisias de coree e ditas fizas muao liodas.
Tapetes para sola', para amas, e pianos e tapetes pequeos para airadas de porta de sala,
alcatifas e tapetes em pecas lar;as e estreas dos meluores gostos e qiiilidades.
Mala- para visgeas nos vapores a' Europa e superiores saceos pequeaos tambera para
tlagem.
Camisas inplezas de \'mho para nomem.
Reos vesiidoH brancos de cantar ia bordados a' agolha.
Casemlras prelas e de cr para roopa de bornea), pannos Anos prelus a azues, bombasil
merinos.
Brim de liobo braaco e de cor, cambraias, silecias e-rgandys brancoa e de cor, las de diversas
quadades e molla qoe Augusto Porto & C, vendem por commodos presos para agradar aos seos.


PA
loa da Iwperatriz n. 60
-
tm

i

I
Vf!
No armazem de fazendas dt
SantusCoelho^ua do Quei
madon 19.
FccLatcija.
Toaibas alcor hcadas para mus pelo baratissimo
prego de C$ a doiia.
Bon e barato
Lesinha 3 celada fazenda iuteiramente nova a
700 w.--(0 co do.
Dita poli de cbevre a 900 rs. o cavado.
Baqcioas modernas e superior fatenda a 30.
Cortes de organdys branca muito Boa a 9J.
Cambraia branca transparente fina pecas com
10 ardasa 5, 6, 7$, 8* e lfc
Dita lita tapada muito tina a 7.'J00, 8, 8J300
wx-0. (
Dita dita sni?sa fina a 8,8.
Dita dita para Turro pega com 10 jardas 3#.
Dita dita adamascada para cortinados pega com
20 varas I2J,
Dita de liobo muito fina a 93 a vara.
Balaes h 23 e 30 arcos a 1>.
Ditos -. 40 e 5o arcos a 4.
Ditos de murculma esyuics a JuOO.
Saias bardadas a 15C0.
Pil de-tobo com salpicos a 900 a vara.
Dte de dito Io a 700 a vara.
Tarlaiaoa de cores a 800 rs. a vara.
Flaoella de cores a 900 o covado.
Cindos bareges para vestidos a 700 rs. o covado.
Bramante de liobo com 5 palmos de largura a
1*200 a vara.'
DiU de dito com 10 palmos de largura a 3* a
vara.
Madapolao superior de 6J, 7, 8J, 9*, 10*, 110
12*.
Atoaibado adamascado de algodo com 7 1|2
palmos de lardara a 2* a vara.
Dito dito de litiho com a mesma largura a 3*.
Algodo entestado proprio para toaibas e leo-
cots a 1*100 a vara.
Cobertas de chita de ramsgem a 2*600.
Ctlzas de fu-tao a 6*.
Leaces de bamiwrgo de Uuho a 2s00.
Ditos de bramante de liobo a 3*800.
Esparlilbos tinos a 5*.
Pannos de l adamascados pira mesa redonda
4*500.
. Goardaoapos de liobo adamascados a 4*,
Toaibas de liobo alcocboadas a 11* a dozia.
Ditos de algoio felpudos a 12* e 14*.
Lencos de canbraia branca fios a 1*800
2*o\, 3*200 e 3*600 a doita.
Camisas fraocezas muito finas a 32*
Ditas mglezas de Kobo a 50* e 60*.
Cetarlnooa de liobo muito fios a 6* a dotia.
Asas sao ostras aoottas (aieodas q*e se
veode por meos qoe em oulra qualqoer parle, e
da'-s amostras de todo. ^___
_ Vende-se^aTtiberoa da roa da Seozala Nova
o.$, com poaeos Uodos, propila para principian-
te : a tratar oa metma. __
freguezes.
Conliooam sempre a ter o melhor sortimeolo de
Esteiras da ludia para fnrar salas.
SUCCESSOB DE
C3A91A & If,VA.
O propietario d,'e*te grande estabelecimento tem resolvido vender todas as
suas fajeadas muito aaii batatas eom o fim le apurar dinheiro, e diminuir o grande de-
posito que tem das mesmas, dando de todas ellas amestras deixando ficar penhor, assim
como manda as levar emeasa das excellentjssimas familias pelos seus caixeiros, e parti-
cip#.;ADessoas q..e negociam em pequea escala, que geste estabelecimento encontrado
um grande sortimento de faxeodas de lei como de pbanta&ia e se Ibes vender pelos mes-
mos'presos que compram as casas raglezas, ganhandd se apenas o descont.
O poli de chvre de Pavo a
I500.


_
5>2t* SE VIAL,
Para o tratamento e cura rpida e complet das molestias sypbiliticas, ,er;s-ef
a, rhenmatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces chronieas do figade
baco, dores sciacas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
tis, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se teaba em vista a pn-
i&acaodo systema sanguneo.
ConsIderaeSes geraes
A saude um beminapreciavel, cuja importancia evalor sest reservado aoeni
(rmoo avalia-lo.
iuooctestvel que o homem oeste muDdo eonstantemente, e por todos os lador
Veslideu granadines com 10 >aras a
5.5OO rs.
Cbegaram os mais modernos vestidos de
organdy, tendo c:d nm 7.p3nnos e
ChegoQ o'poil
cada Ie ""ciado
vendem
de chvre de orna s c r
proprio para vestidos, que se
roo com urna boDta lista, e 3 varas lisas "' .felo barato preco de 1500 rs, o
mesma fazeoda para o corpo, tendo o 'covado ditos com listas de seda faenda mui-
competente enfeite para corpo e mangas, e. b.on,ta a **m V.,0ia e armaiem do
eotre elles muitos c< rtes com assento bran-' 1* ) 1?*11' *;.
co e listas prelas e vemle-se pelo baratissi- fla?Pla enfestdo a 8,3000 bs toja do Pavo.
mo prego -de 5(5O0O o corie.
As cambraias lizas do Pavo.
Vende-se superior madapo!5o francez en-
filado sendo muito boa fazenda e muito
, eDcorpado, tendo 24 jardas cada peca pelo
Encontra o respeitavel publico oeste es- harato n de

tabelecimenlo, um grande oriirneuto, das
mais Coas cambraia1:brancas, set-do suissas,
inglezJs, tanto tapadas como transparentes,
que se vendem mais barato qua em outra
parte, por haver um gnande sortimeolo
ti'este genero.
V's los de pbaotasla a 5ooo
Sendo pechinctia que se liquida
na loja do Pavo.
Vetirle-~e nma grande forcSo de vestidos
itacado por urna nfinMade de agentes morbficos que todos tendean, dadas certas e deler- de c;imbrata bordados com linds'barras e
ainadas circumstanciasi, a alterar o regular exercicio das foncces orgnicas, resultanbc enfeits de eox, pt-lo I ara.titsimo prego de
?esse desequilibrio o que se chamamolestia. 5& cada corte, s.-ndo lateada que nunca se
A molestia n5o mais de que a desvirtuagSo das forgas vilaes, occasionada,- d (venden por menos de *0-# e 42^C'O0 porm
jando as investigaeoes e experiencias dos maisabalisado mestres da scieocia, pela depm-1 |jquidam-se por este diminuto prego para no com 7 palmos de largura proprio para
000, assim como ven-
de-se meias pegas do mesmo com 42 jardas
a 4^000, grande pecbincba na loja e ar-
mazem rio Ff-.va i ra da Imperatriz n. 60.
A LAAZNUaS DO PaVAO A 360 RS. OCO-
VADO.
Vendem-se as mais bonitas lansinhas pro-
prias para vestidos sendo padies muitos
delicados e cura 5a, tendo entre ellas todas
as cores, que se vendem pelo barato prego
de 3G0 r. o covado, na loja e armazem
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
AfgGd<;suho eefestado na
loja do ftave.
Vende-se superior aigodSozinho america-
ag"o dos humores geraes, consequenca da acgo maligna desses mesmos agentes morae
Icos introduzdos no organismo pelo acto da respiragao, pela va digestiva, pelo contacto
mediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente teca sido a partilha da humanidade, e eomo fra de duvi-
ts que esse terrivel Proteo da medicina 6 urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
'da em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
lonstiluigoes robustas, produzindo mutilages, e corlando aindaeg* flor da idide fUf
ireciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dor
tomores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-.
'os fguram em primero lugar para preencher esse descratum ou jim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: o
.mme'nsos successos obtidos pelo uso deste salutar agenie lauto na Aliemanha, como em
Tranga e Italia, o tornam o companheiro asedarave de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alleraces dos humores, c
Slixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na aypbia, erisy
)elas, rheumatismos, bobas, g6ta, debilidade do estomago, inflammagSes chronieas dt
igado ebago, dores citicas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
^karisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qoe se tenhs
tm vista a purificagao do systema sanguneo; pois que cma pratiea constante tem feitc
'er que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicagoes superiores ; e as menos graves a cura a Cvac-
raencia do seo uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composig5o do BHosir depurativo do Dr. Seria
?ertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
ias depurativas e antisyphililicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
*mo, eliminando os principios nocivos saude, pelo nocaniamo natural das euaa-
c5es alvinas, neutraiisa ao mesmo tempo o viras ayphKtico quando esta-wj.
m feito erupcSo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tan?
Km os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda n*
lado de encubafao, isto sem se ter manifestado sob ferinas esternas: beneficio
nmenso, tanto mais qunto neste estado os individuos ignoram completamente se es
o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir conven a todos os estmagos, a sna acg5o so-
)-e o tubo intesUoal suave e benigna, e de nenbutaa forma produx molestias uta
tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua quatidade de draa-
co forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando dssfce-es
ado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as noa>
i asseveragees, porque sendo um medicamenio tao simples na sua composigao, s
em confirmado sua utilidade.
laico deposito ea Pernamltee*
Na botica e drogara
acabar.
Camisas de meia a 640 rs. s o Pavao.
Vende-se camisas brancas de meias
. lenges, sendo liso vara a !*>. Ci. e tian-
gado sendo muito neo pado vara a 4^280;
de algodSosinho com 10
mot-! assim como pegas
'l
to fleas sem mangas | elo baratissimo pre fardas e s palaios de largura, pelo barato I
go de 640 rs. cada urna ou urna duz por. prego de TyUoO a pega, na loja e armaem
7000 ; assim como meias escupas para ho-1 do Pavlo t ua da imperatriz n. 60.

DE
Barthotomeo Companhia.
34RA DO ROSARIO LARGA34
NOVAMENTE CHBGADAS
do
AO ARMAZEM
A' i na da
Imperatriz s
e

[ja
a
de o a i ves
48 e 2, janltj
ra franceza.
Tendo-nos chegado ltimamente fatendas ir:teiramente novas, por isso convi-
damos por este meie ao respeitavel poblieo, a qne nos procure a comprar fazendas de
bom gosto e por preoos que nao achata em outra qualquer parte.
Admirem 1
MadapolBes finos a S, 6r, 7 e 8^000 rs.
s no armazem do Leo.
Chitas escuras de padrees liados por pre-
go de 320 e 3u0 rs. o ovado.
Cassasas de cor cwa pateinhas e com lis-
PICHE
t)0
GAZ
Vende-se piche do gax proprio para
aaptaalto, ealafetos de canda,
aaaoatbadoa, assim como para rebocar
ulaWM, eoatdactores d'agua,
ele, te, en grosao : aa fabrica do gat,
a retaibo, no armazem da Bolla amarella,
Iravesu do Imperador.
ai.! tas de diversos padrasa 240 e 320 rs.
Lanzinhas ciuzentas e cor de boninas
820 o Mvado.
Chitas claras miudinhn a 320 e 360.
Alpacas prelas e de core? liadas proprias
para vestidos a 680, 700 e 800 rs.
Bramante de tnibo proprio para lenges,
anterior qualidade, pdo miouto prego de
14800,2 e 2i520O a vara. Pegas d algo-
daesirdw superior a U, 5500 e 6(5.
Pegas de cambraia transparentes a 45, H
e 60. Por este prego admira a todes!
(o; tes de casimiras de quadrinbos e listas
a 2WC0 e 3*000. Gorpiakos brancos para
senhora a U e 35200.
Cortes de fostio-para coleies claros e es-
curas de padrOM Madns a 4 50W,
Admira 11 i
Gravatas de seda a 8o0 rsr.....'......
Golinhas erdadas a 500 rs.. .......
Luialas a 100 rs. I
UwitttiMaJOts. 1
Laaslaba a 200 r.l I
mem por lerem um t>que de mr^fo a 10600
a duzia; pechincha, ni loja e armazem do
Pa\5o ra da Impera'riz n. 60.
cortea de casaa a 30CO na loja
Vende-so cortes de cassa cada um em
seu papel, senio fazenda muito fina e pa-
drees mu to delicados pelo barato prego de
3(5000 ditos com listas largas e modernas a
4r>000 o corte ; na loja do Pav5o ra da
Imperatriz n. 60.
O atoalhado do Pavao.
Venie-se superior ato.-lbado de algodUo
com 8 palmos de largura, adamascado a
25200 a vara ; dito de liobo bzenda muito
superior a 3- 200 a vara ; guardanapos de
linbo adamascados a 4$50O a duzia e amito
finos a 80o0, e ditos econmicos a 35^00
a dutia.
'As laziahas lizas do Pavo a 320 rs.
Vende-"* lazinhas de nma s cor a imitagao de poti
de cbevre liso tendo entre ellas as cores
u ais lindas que vierio ao mercado e ven-
dem-se pelo baratissimo prego de 320 rs.
o covado, assim como ditas matizadas muito
lindas pelo mesmo prego, na loja e atmasem
do Pav3o tua da imperatriz. n 60.
Os manguitos cem ^liulias do
r\'a 1,s(>lt,
Taahem tem para acabar pegas de panno
de linbo, cem 27 varas, a 47* e 460.
Toaibas de liobo para rosto a 10# a dozia.
CAMBRAIA PARA CORTINADOS
Pe{> 48 cambraia para cortinados coa 18 va-
ras 83C0 pessa : roa da Lsperairii o. 48 e
52, jonto a nadara francea. luja do L-o.
AOS SHS. ARMADORES DE ENERROS
Veode se pecas de hollaod preta com 40 cova-
v a 5*000 : na Aia da Tapnratriz B- W e 61, jaoto
p dara franceu, loja do Leio.
AtteneSo A reupa ferias!! no armazea
do LeSo, roa da Imperatriz na. 48 e 84.
Assim como temos um grande, cmpleto
e variado sortm.ento de roupas feitaa: pa-
litots sacos, sobrecasacos, fraques, jsqoetoes,
calcas, ceieteB, camisas, renlas, e
etc., tudo por preges que admira 11J
Ten tamben) em sorlkneato do roupa tt
ordinarias por prego baratissimo.
Acaba de ebegar a este armazem bonito
sortimento de cortinados bordados de rices
gostos pele admira ve! prece de 45(5800 e
fSJKtt.
Adealra!
No arenaen doLeaa 111
No armaresi do LeSo 11
lie armazem do Leao! 41
No armazem do LeSo! t f
Ooibrajas de Salpico
Vende-se fiois^imas pessas de Cambraias
brancas com salpicos, fazenda muito Bna. com
8 varas, pelo haratissimo prego de 6j000rs.
no Luja do Pavao, ra da Imperatriz no.60,
de Flix Pereira da Sil a.
Caz< miras pra~o 'nverno
a 2:5000rs, o Corte na Loja do Pavo.
Veude-se superiores casemiras escuras da
de lm e bastarte encorpaia propria para
Caigas, pas, e coletes, pelo barato prego!
de 2:00rs. o Corte de caiga ou 4#l00rs.
o Covado, tendo duas larguras; he grande
pechincha, na Loja e armazem do Pavao ra
da Imperatriz no.60, de Flix Pereira da I
Silva.
lpreas p.'ia Lote b l,oj de Pavo.
Cbtgou Bom bonito Sortimento d'A'pacss
prelas para luto com listas e lindos lavo res
brancos, que se vendem nor.mojto barato
pi ryi> ua mja aniiazem do Favao, roa da
Imperatriz no. 60. de Flix Pereira da Silva. I
as Casgas prebs do pa*e vara a 40(Jrs,'
Vendem-se cassas prelas lisas sendo mui-
to boa fazenda para vestidos pelo baratissimo
prego de 4( 0 rs. a vara, dita com lavores
e salpicos brancos, sendo fazenda muito ma-
is fina i elo baratissimo prego de uOrs. a
vara, afsim como Chitas preas lisas franco-j
zas e com flores brancas pelo barato prego:
Vende-se os mais modernos manguitos de 300 e 3,0 rs# 0 cova(10) M kja e arma_;
com gollinbas ,endo bordada $m fina cam- zem (0 pav3l) rua da jjnpgr^ris D. ao. de
braia, tapad e transparente, pelo baras- FeIix Perejra a Silva. i
simo prege de 1*600 o par ; assim como se p^JaeLa em naJapelo na loja de Paro
vende mode nos punhos com goHinbas bor- 7^ g^f gg e joOOO.
riadas em esguio de linho, tanto brancas
cerno de coras, pelo barato prego de 4(9000
o par, grande pechincha na loja e arma-
zem do Pav5o rua da Imperatriz n. 60.
LENCOS BORDADOS PABA MAO NA LOJA
DO PAVO A 800, RS. 000 E 2$000.
Vende- se os mais delicados lengos borda-
dos para mo pelos baratissimos pregos de
8UOrs. 40000 e 20000; pechincha, na loja
e armazem do Pavo rua da Imperatriz o. 60.
Granadina* de phantasla para vestidos
a 06Q rs. o covado.
Cbegaram as mais bonitas granadinas transpa
recles eom as mais liadas listas de seda de tuda*
ss coi es senda e*la u va fazeoda mallo propria
pira ve-tidos de assislir a bailes, casamentas ttc,
ele, veade se neto btalo preto de SOO rs. o
covado oa a 7SO0 o curte Cun lo covados : na
loja e armazem do Pjvo roa da Imperatriz n.
'60, de Feliz Pereira da Silva.
Chales a 3bO
VPBem-s chales de merino 1*0$ eom franjas
de retrnz t. o'lo de todas as cores pelo barato pat-
eo de 3J80, pecbocba : na loja.e armarero do
navio roa da Imperairiz n. 60, de Flix- Pereip
da Silva.
Leccts brancos de cambraia de lrnhtr
a 3>b00 a daiio.
Vendem-se soperiores leos de eambraia de
linho pelo baratissimo preco de 3JS00 a doita,
(rande pecbDCha : loja e armazem do P*vo
roa da Imperatriz b 60, de Feliz P. aa Silva.
1 cuc s broncos a 23 a dozia.
Vendem-se lencos brancos de cassa pelo bara-
tissimo prese de 2J a duda ; na leja do Pavo
roa da Imperan u n. 60, de Feliz Pereira da
S|l?a.
Pechincha ca salas
a 3ooo, 3^500 e 4t$ooo.
Saias a Mooo,
Saias a 3oco.
Saias a 3j$oo.
Saias a 3#5oo.
Saias a 3fJ9oo.
Saias a 4i5ooo.
Saias a 40ooo. Sajas a 4Sooo.
Chegaram para a loja do Pavo as me-
Ihores saias braneas de cambraia eom boni-
tas barras com pregas, tendo artera e roda
moho saffiuente, de um s panao, que se
vendem pelo barato prego de 3looo rs. Di-
m mais fio. s a *S5oa. Ditas maie faae
c m pregas bordadas, qoe se vendem a 40.
fi' grande peebhwaa, ao aiwazeu do Pavao.
r a da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
No armazem do Leao,
rives e padaria franceza.
rua da Imperatriz ns. 49 e 82, junto a loja de oa-
.i
i, n e 40,5000.
Vende-se urna grande porgao dos melho-.
res madapolq^s que tem viudo a este mer-
cado, pelo barato prego de 65, 75, 85, !)5 ,
lfM'i', assim como diles muito finos sen-
do pegas de 44 ardas por prego muito ra-
zoavel, na loja e armazem do Pav3o rua da
Imperatriz n. 60.
As brrtmhas do Pavo com 30 jardas'4 4 2TOO. i
Vende-se pegas de bretaiiha de liobo fino!
muito proprias para lenges, camisas, toa-!
Ibas e saias, tendo O jardas cada pega ou 25 j
varas, pelo biratissimo prego de 12,5000 a
pega, por se ter comprado desta fazenda urna
grande porgao, grande pec-incha na loja
do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Pechincha tm chapeos de sol de seda
ioglezts com I6tasteas a 105000.
Na loja do Pavo vendem-se os melbores coa
pus de sol de seda ingiezes com 16 h.-,t-as, sen-
do oa melhores qoe tem viudo ao mercado, pelo
barato preco de 105100 cada um e s*m deleito al-
huid, sendo fenda one nanea se venden por me-
nea de< 14J0C0 e 16*'. 00 : aa loja do Pavao, roa
da Imperatriz n. 60, de P. Pereira da Silva.
Cordlaades para canas e ja-
ne las aa loja do Pavo.
Vende-se um grande sortimento dos me-
Ihcres c.)rtinado8 bordados, proprios para
camas e janellas pelo barato pregos de 105,
455, 20* e 25000 o par; damasco de la
para colchas a rniitag5o de seda com 8 pal-
mos de largura, colchas de croch para ca-
mas de bovs, ditas de fostao, brancas e de
peores, croehrs proprios para sofs e cadei-
rlde balango e para cobrir presentes, isto
na loja e armazem do Pavo rna da Impera-
triz B. 60.
Retalhos baratos.
Vende-se porgao de retalhos de chitas,
cassas e lanzinhas por prego moito barato:
na loja. e armazem do Pavo rua da Impera-
triz n. 60 de Flix Pereira da Silva.
Cassas suissas a 360 rs. o covado na toja
do Parlo.
Ghegaram as mais modernas cassas suissas
cornos cores e desechos mais lindos qne
ieem viudo ao mercado e vendem-se pelo
barato prego de 360 rs. o covado ou a 600
rs. vara, assim coras ditas verdes, com
deheados desenos a 800 rs. a vara.
jCs&ms ewos-eas a 2&0 rs. o covado.
Veosen-ae cassas con desanos escosse-
ttxa
pegas de cassas fcor-j
dada propias para a-rliaados, tendo 45
varaa da pesa, aeie baratieaimo prego de
soOO, pecbincba 4ffa so Pivss rus da araos apara portas janellas, ns M.vefldejn
Imperatriz n. 60.
Silva.
Os tapetes do Pavao a 300000.
Vendem se os mais bonitos tapetes pro-
prios para soft da largura de qoatro eadei-
^es, assim comb ditee mal estreitos pro-
mais barato qne em ootra qualquer parte.
mmm
LOJA DO PASSO,
Rea do Cresr.o n 9 A esquina
da do Imperador.
Este estabelecimento acaba de receber
pelo vapor francez Gurine, riqoissimos ar-
tigos para casamentes, haiies, visitas etc, os
quaes sao de alta novid de e ultima moda
em Paris, como sejam :
Lindos coites te blonds cerno capelias,
saias de setim e mantas
Riquissimos cotes de seda com lindos
matees.
Cortes de gase de seda, para bailes, visi-
tas, etc.
Cortes de tarlatana, ultima moda.
Cortes de cambraia branca bordados.
Cotes de b3rege de seda para bailes.
Gr< sdenaptes de todas is cores.
Alpaca de cores, i-ltiraa moda
Riquissimos barquines, ultima moda.
Lindos chales Gallilo, novida'es.
Riqoissimas cliapelinas de p: Iba e de soda
enfeitadas com gosto.
Lindissimos enfeites para cabega de se-
nhora.
Ricas camisas b> rdadas para senhoras,
assim como para hGmem.
Lindos vestnarks de cambraia para bap-
tisados.
Balees brancos e de cores, co'chas de
crochet cintos, leques de madreperola, sn-
dalo e osso, percales, cambraias decores,
esgtiioes, madapolao, etc., isto s na loja
do Passo, rua do Crespo n. 7 A.
Toalhas de Jbyrintho' para baptisados,
lengos de dito, e rendas e bicos da trra,
fronhas de labyrolbo pera casamentes.
Rival sem segundo.
Est queimando tudo bom e barato para
acabar e fazer novo sortimento de miudezas
de todas as oaalidadee, podem vir ver o
qoe bom muito bsate.
Pares de sapalos de tranga para meni-
nos, 4(5 rs.
Bico preto para todo o prego.
Pentes volteados para meninas a 320 rs.
Sabonetes muitos fines, a 60 460 200
240 30 e 500 rs.
Foros de fil pa a menina, a 320 rs.
fbitoaras muito fitas p?ra unhas e cos-
tura, a SCO. rs.
Pare- de sapalos de tranga e tapete mui-
to t?nos. a 4500.
Frascos grandes com tiuta muito preta
ingieza. 500 rs.
Pentes pretos com chapas de meta], a
500 rs.
Varas de franja brama de linho para toa-
lhas, a 460 rs. B -
Livros das misses abreviadas, 2$ rs.
Botes para vestidos de todas as cores e
IMMRO.
Escovas para roupa muito Boas, 500 rs.
Ca tas de alfinetes franetzes muito fios
a 420 rs.
Masaos decontas pretas miudas. a 420 rs.
Fraseos de agua colonha muito fina, 500 rs.
Caixas com 6 frseos de cheiro muito
fino, 800 rs.
Ditas com 42 frascos, 4#500.
Espelbos dourados mni'o finos, 4 #200
Caixas de fsforos de seguranga, 20 rs.
Qnadernos de papel pequeo muito bom,
20 rs.
Navalhas cabo de marfim que se garante
a qualidade, 2o" rs.
Libras de la para bordar fazenda fina,
Caixas de clcheles muito grande qne a
vista faz f, 420 rs.
Baralbos francezes moito finos, 200 rs.
Ca rilis com reiroz de todas as cores a
40 e 80 rs.
Novellos de linha qne tem 400 jardas a
80 rs.
Sabonetes ingiezes muito finos a 500 c
10 rs.
Papalinas pregos.
Pessas de babadinbos estreitos com 10
varas, a 800 rs.
Em Goiaiina
Vende-se orna p. re de ama casa terrea toda de
lijlo e eal, com cacimba e quintal morado, sita
na roa Oireita da cidade de G iaDoa, coja casa
foi da fallecida D. Maooella : quem a pretender
dirija te a roa do Apollo n. SS, qoe acbar com
quem tratar.
aamKn
Escravos fgidos
Fugiram no da 49 de roaiodo correte anno
do engenbo Santos Mendos da comarca de Nata-
reth da Matta, deas escravss pertenceetes a Lan-
rentlnn Gines di Caoba Pereira Beltrio, ama de
neme Jnsepha, com os sienses segoiote : cnonl,
idade 36 aooos, pooca mais oa manos, corpolenn,
alta, edr fnla, ps grandes e grossos, testa empala-
da e com canto, pernas grojas, pellos grandes e
cabid, deates perfeitos e limados, olbos vivos,
ulbar espntalo, onlrae veies Ae qoem esta' rlndo-
se oo alegre. Foi comprada no Recite aos Sr*.
G u' a & Lelte ba 0 anoos pooco mais oa meaos o
estes compraram a om Sr. Triodade no Garrapato,
comarca do Limoeiro.cose.e eogomma Uso, dlsposta
para qoalqaer servieo. E a obtra de nome Mara,
rri u!a. idade 48 aooos, pooco mais oo menos, bai-
la e grcs:-i. cor preta cara redonda, tem em om a
uuiro canto do queixo cabellos qae ella pode rapar,
caoellas Boas, ps seceos e esparragados, tendo o
dedo' grosso dos pos maior qne oa ootros; ambas
sio bem ladinas, gostanao de beber agurdente, e
de ssslstir a qoalqaer divertlmeato qne encontrem.
R"ga-se as autoridades e eaavties de campo a a
qoalqaer peseoa a captara das ditas escravas, sen-
do entregues no mesmo engenbo oa no Recite aos
Srs. Oliveira Fiaos & C, qae recebera' 100*900 de
grailflcaco.
Anda contiena fogido do engentao Santos
Mendes comarca e Majareta da Matia, o escrava
Firmiao perteacente a Laaraatino Gomes da Ca-
oba Pereira Beltro eom oa sJaoaes seeaintes :
idade 40 araoe pooco mais oa^nenof, altara a cor-
po regalares, tales limados e oum falta, pooca
barba, aeraag eavaitoiras. Ps e mo grandes, tem
ciaatmes peto corpo, ladino, compra a vende dea-
eaiboraoadameDte, meslre e assocar, earreira,
eotenda da serrador, bola afiaairo. K' d* snp-
por qoe esteja acopiado jn algoma atenda, pro-
teau-je canua qotm o twar.acMiudo. Rogasaa
autoridades a capttaes de camas a qoalqaer passoa
a captara do dito aseravo, poSeodo aaraataane
ao tesoao agaabo ,oo no Recite aos Srs. Oiivatea
Fikaoa 4 ,C, na jisca 4o Gsmaerolo qoe tera'
400# de iratiOcac.ao.


I
M

.1
Diarlo de Pernambnco QtletrU ffllra 8 de Snmh 1558.

_j

CMARA DOS SRS. PEPCTMH?.
,..,. SESS) EM Ua DE MIO DE 1868.
PRESIDENCIA DO SU. S1LVEIHA LODO.
(Coh frfwapo).
Dividi on<*hre mini-tro o projecto em
duas partes. Na 1.a ir ata va de Osar a de-
clararlo da lei: na 2 de revogar un reto
o poder executivo, u que eiorbitante
das attribuigoes do corpo legislativo.
EuceYrad assim a questeo, "parece a' priaieira
v\jia ratoavel ; o ua parle nao 4 mais que a coosequeucia di pri-
rueira, coubeee-se I ga que o Sr. presdame rio
cuoselho deseolocou o debate do sea terreno pro.
prtc-. que quer o projerio interpretar a lei
.su \ que et*' as atlribolgoss dos legisladores
interpretar as bis ijterprttioto a ni sentido m'
irari ao qoe adoptou o guv-ruo para a su exa
cacao, ja se percebe qae anuulla, nuiuca e revo-
la "o acto to puder exeefttvu, e poruot, a circo
tar do Ihesooto de 1658. Ple o oobre ministro
uiier que, apprpvada a primeira parte do ornjac-
to. tornase desnecessarta a segunda por cormire-
hendida uaqoella, por ser es'a segunda pana con
sequ-ncia da solugo que se oer a prtroeira
Aceito a uiudtfkago, pirque dispeosavsl
darar-se a segunda pari era presenta da
naeir.
Nao bou*, ptrUDlo, Inleoga de exborbiter, re
vogj.udo om auto do poJereecaltvo ; tratou-se de
interpretar ama lei no sentido contrario ao que !he
suplicara o exeemivo. flr.aodo como conseqnpncu
onotladr, revogado o acto do execoti"o. T trna-
i o assim a questo de pat\rs e de mtutmis nm
rural pretor. (Itaadas.)
Fallou-sa aqui eui que no entender do projecto
r.acompruhaDdia a roroa. E'urna verdade, e -i
ueropre e roiithaopini'o, qne oas nhrsseloilas
as pessniss venetmenloi qou o corpo legislativo
temar e.-tensivoo iapuflJ do tres por centj a'
ritJao do Imperador, ao subsidio, as pensoes e a
todas as remonTa^Sas dos cofres pblicos. Obrou
icuito bem a cor em nao querer aceitar par si
a inteliigenc' uo ministerio, que a dtspens-va do
pagamento como dhpeu-ou os raembru do corpa
legislativo. Obrarerxo- n* igaalmenie malto bem,
nao aceitando em nosso favor o beneficia que nos
. qoil fazer o governo.
insiuuou o Sr. presidite d. con.-elbo que en,
por exemplo, gaunana, .-e ero vez de paita o ioa-
poto pessoal, a que est a o< de litados sojeilos,
psgasseos tres- p>r eentt) do sobs'dto, porque pos
jO urna casa qu vale bhiio mais.
E" am arguaif-nto nd hominem, e improprio des-
t lugar e do t.-pcilo qun nos devenios mutua
auie. Mas slOj assim, engaa se S. Eic. un-
. posto dos tres p,r cento sobre o susidio supe-,
nor ao pessoai pelo vs!or Ijcativo rio predi > dado
pelo thesouro, e psttO dnxar de ser depoiado. e
como nao soo eaipreg.do publ'co, eslou sempre
LUjullo ao imp, sto pessoal. o que ni soccede os
s^ualores, cojo cargo v.ialicio, e o sabsldm mais
elevado. -
O imposto pessoal, cm rr.oito raras exrepcoes,
intl&r ao imp sto da tres por cento, porque
aaeua cob,-a-se aowameUe sobre'o v^lor locativo
u Tedio em que mor', o empegado pnblieo, l*tn
r?, sobre ama parle das sua desperas, e o ros Ires
por cento. traao do Mal ds seus vencim' -nto?,
i:t, das suas reuas jiagas pelos colres pu-
L:lo-..s.
Declaren por G-n o Sr. presid-nte do ronselbo
la se nao opnoria ?rprovnQi\ coma coi.dicao
e oe despreiar i secunda part que anou'-l a m-
tellig nela d*dj peo thesuuro na >ui enrular M
J'. de fevaroiro, e de se trocir as palavras di pri-
meira partjrslao tujellot -q,_e Mtahlacaw ; in-
terpretaco da lei, pelasfieam sujnlos, forran-
ao assiru urna leifisiag^o hovj. Importa i>lo err;
approsar se a iftiedigcocia ;da pelo governo
a ie.
Como depntado n'n teeil roiolstn da aieoda. Tomo a como importando no-
vo desar cmara. Hxal.elecer-se a doctrina ce-
tno ioiarprelacio, cerno a idea do precio as
eipi ^5's-oio -pj.-it.s declarar o eorpo !e
C ilativo \'.iI. foi o espint) e ioleoceo da H que
promo'gria ; i1 diier que no momettto en que se
M.'am o l'-gisladores o&rigados a impf sacnrJcios
pecanisrlos ooorosos a tudus quantos recebem ven-
fres f tibliros. ees se iocluirerj no
nac -r d : cootriDuintes tomo i^naet, afim de da-
rem n exemplo patritico de concorrerem psra as
ui acias u.) estado.
jt-srir agora nne >" uj?!ijrao pnra o teluro
..ya ospostcio qne qne totusip, um meio
:i.n -. ;. v.-.r o givernr) da resp>osal:l!idide da
lolerpr.ftUgio (rrada -ru dn a' le, mas 6 nn meio
al| ooj i sorte aviita a dignijada nos legis-
ladores perante a opioiao pablica. mr se-u ifur,
<:-jm,a!l.!o; pela Desatina impraso que ca s< u bo
paj o sea procedimenio, sobrscarreganio a todi'<
s cidados fio impnio, cas epertando b'-m os
cordela das sois propnas bolsas, para que dUas
nao se t-scapasse un ciitil. pretendem ho|8 relia-
bililar-eera cono-o e teganbar o perdido, im
pondo-se a si, cemo o devorara lr feilo arle'-, e
ou.ini."! sobre todas as elasses da soriedade langa-
rain os tribuios reclamados pelas orgenri?s do
; : luro.
Eisa poslfso ira clc-horrosi p&ra acaruara, qn
nutra ?c- |be nao nbio naiciusdade qur rao sja a
na interpretar a lei.
Fa'.u iiiij oSr. prcsid-'Dte do con-ellio em
QQa o ucv^amos accu?;r recnlarraente, se acredita
vamos que v otaca a le. Para que assim elevar a
qeslo u aliora de erime ? Nanea iccosel de cri
mes, Doea Ibe impatei ma f. Censorel-o speoas,
porque cera i orna le sentido diverso do qae elu
evra ler. Como, poi-\ asar no Uredo imponao-
i stBo de acctisstj-to ao3 mintakoai Que distan-
cia val de ntni para o;:tra c,;usa I
O Sr. Presidente do Couselno :Nao pode revn-
gar Rto que nio seja seu. Pode dfdcrar o sent-
to da lei c accur o ralDstru qae o ho'ju cu en-
l/Cleii au!.
OSr. P!>re-;ra da Silva :Por entender mal con-
taro, nao-accoso porqpe t-fl) er-sergo ma* (, por-
tanto nao vejo crlme. Por entender mal, interpre-
to a le*, anDdliaudoassim aintellig?ncia dala pelo
povtrrao.sea com lEtoexborbitar das Eitribuigoe?
no corpo legislativo : a'. aondi chego, nanea
porm a' f.ccassr;ao formal, que qnestao moilo
grave e delicada.
Ramato aqui per ora, porque jolgC-3 bistsnte.
'.'in qo-, reepindendo ao Sr. presdanle do cons*-
!ho de ministro?, deixar passar incnliiiries saus ata-
^ues contra o pro]ecto, e suas qneixas contra os
autores dclles. Pretend rettabolecer a v^rdade e o
c-tiDtldo gcoaloo que baviain filo invertidos. Fui
lujirado p^iosentirccriii de d:gnidade, qae a-.s
t.-inr>ens r-art fnlates e n?meDS rublicos deve sem
pre anip.ar. Qair resalvar a cmara do am ds-
credilo, qae perante o pas Ibe resultara da cir-
cular do giverno, dispensando os legisladores do
pagamepto de um impo-lo qne cabe a todos os
i.idadao?. Porlenca ea malorita oa a' micori,
esta nao 6 a qnestao oa actoaildade.
O que me cumpre, como membro da cmara,
cncarrer para sea conceito, para a soa b6a opi-
c!ao. Divergenles oa nao, bi. nos corpo d-libe-
raotes, qn sa succedem uns acs < utr ?, om laco
ne honra, urna sol lariedade moral, qne cumpre
ii.linter iiiesa e pe ruauente, para que conserve
empre c corpo legislativo perante o paii o presu-
mi Deces?rio aflu de maoler soa dlgnidade que
lOdispensavel para se enraizar no coraco do po-
vo oamor as iustitplr;5?s polticas que felumente
nos regem, e nos lem sempre e duraDte as maio-
TlS cri:es qus heios soffrdo, salvado da voragem
assustadora das guerras civis e citeriores I (Muilo
ero.)
O Sr. Biptista Pereira (atten$au) : Sr. presi-
dente, embora o oobre deputado pela provincia do
Um de Janeiro tivessc c-fl=recid a consideraco da
cmara o projecn que se diente, em uome de
bros oUendidos da ous ramos importantes do po-
der legisjativo, en declaro a V-, Exc. com toda a
franqueza que nego o m-u voto ao pro|ecto, tal
qu8l elh; se acha concebido. Com a mesma fran-
qoeza declaro qae maito vo'uataiismente me snb-
metto ao imposto (apoiaoos), e acredito qa?, de-
pois da di-cnsso bavida, este prometo perden toda
a sua otiiidade : aqaillo que se quer obrigar o de-
pulado e o senador a faicr por dispo? gao de lei,
cada um o ar..' por um acto espontaneo Ua voo.
tde.
'Mas, 9r. presidente, a mustio qne se agita pre-
ceutsmente 6 aSito sfW.Miate gravelo qoe pare-
ceu ao iliustre deput que o aeabou de defender, nao orna qnestao de
palswa, a qne elle pndessecnm cor!:.desdem ap-
plicar a maiima JurlditaAemmmit non curat
1-rmtor 1 BBsa qaesiio de preroganv, de com-
ciencia eonstlfaehinal. Mas parece qne o nobre
epatado qncsemOtra e=quec-.iodestee principios,
que sao eardes, pw l^o fx muito poaco cabs-
ul das coosiderasoe? prodontas pele Sr. presiden-
t do conslbo.
Comfcarei por provar as oobre epatado que a
parte fioal do sen projecto, a qoe revoga a circu-
lar do tnewar, alteotatoria da iudependeBcia d3
r'der execDtivj, e qne, pornto, envolve cma
ue'io de prerogiina c^nHiiucional.
Pelo rt. 15 da coiiftiimcio o poder legiilativo
C mi irnte *:iien!a para i/ier ioterprelar erevo-
g-r le:s. Portaoto, o poder l;>glativo nio t-le re-
vogar Instruccdes, decretos e reg lamen tos expe-
dido pelo governo, a quera pelo arl. IOS da eons-
|ituic>o periroce regalar pelos mod}s adeqaadps a
boa exera^ao das leu.
Aelicular do toesooro ama md'da de etca-
po* fo, portaoto, expedida pelo (herno dentro da
pinna de suas [acuidades constitnclonaes: um
eto auito legular oo imdtr exerntivo.
Se, pois. o podrr legisUnvo nao lem o direito de
revogar om acio do poder oxectiv >, emanado da
la justa e.|h Ti de aitribnicSes, omprehende o
Pobre deputido que nao una simples qoesilo de
pilavra que se aeita qtiando a declara quao seu
prujeitu ioacellivei na ultima parta.
O Sr. Pereira da Silva da om aparte,
U Sr. Bn'tir-ra Pereira :Se nma simples qnes-
tao de palavras o jiro|erio redundante, ocioso
esta pane, e pnanlo intil, e o legislador nunca
4ovr (ser censas inutei.-; o bgislador deve sempre
eonhrcer bera as palavras que empresa oa lei,
porque a< palavrat lera urna slgoinVscn jandica,
porgoi8 paleras, em n.tirna snalyse, exprlmem
Meas, e estas urna rtlacao de direHol
E para provar aioda an oobre deputado qae nao
i' urna simples qoe.-to de palavras, ea ibe direl
qne se boje S Etc. se julga autorisado para revo-
g ir por um projecto seu orna instroecao, urna or-
dein emanad do poder ex> eotivo, com a mesma
faciiidade, e porque urna qaesiao de palavras e
ile mnnmis non eural pretor, o oobre depuiado
capai amaubaa de revogar qualqow regularaento
etpeiido pelo governo para a boa execucao das
leis.
O Sr. Pereira d> Silva :hto agora, e imagina
Cjo ha
O Sr. Paptista Pereira:Nao qnestio de ima-
i ginaeo, euro questea de raciocinio, eu apenas
d-du'.o urna consequencia lgica do mo principio
I que V. Exc. admittio.
Agora voo provar que f no'ire depotado nao
. poder a ler empregado as expressoes finaes do
| projecto, amia mesmo qne as palavras tica re-
v.igada a circular d i ibesouro podessem ser
' consideradas cerno equivalentes destas ontras O-
. cam prejodicados lodos os eff-itos qoe proluaio a
! ordem do th-sonro. > O i se quer faiter direito na-
i o, cu se quer intarprelar a le. Sa se quer inter-
I prelar a le, tetado de relrahir a inlerp etaro a'
ooc* em qoe entrn em execu?ao a lei do orea-
in-nlo vig^at", torni-se adeclaracao desneeessaru,
e os efl-u >s da circo'ar naturalmente prejudica-
do.-.; .-e, purtu. se qner crear direlt i novo, porque
os drpuiaCjis e senadores nao esiavam obrigados a
pagar o imposto, rnto .nesie caso a circularse
naaotrn era s-o inteiro vtg ir o oao p le ser re-
vocada. Mo que 6" oireilo constitucional, o
mais que c Faot&s'a on magitiacao.
Sr. presidenta, eu considiro o debate esgotado
(apoiado?), mas teobo oeeessidade de mo.-irar *o
notara dppnudo pelo 3* disliielo da pAvineta do
It'o de Janeiro, qne nao s nata eslava na ledra,
como nao e lava do espirito da le', comprehender
o subsidio dos depuudts e senadores. E! vardade
que o nobre deputado te ve as-ira o<.casio nio s
de se f zer ecbo desses murmurios que lanto o im-
prensa )naram, e qne nao poderiana nunca affeciar
a oigoidade os dols ramis do poder legislativo, o
temporario e o vitalicio, como anda leve occasi&o
da t-- ni aquella eijqoeoi'.ia abonrian", qne Ihe
vena loa do corieS-, Ce faxer orna Jeremiada coit
tra a le, qoe alias merecen o voto de S. Exc I E
realmeute o cobre de pinado, que coudemoa tanto
os excessos da faniasia, nao noiou que a lingna-
era de que .-e servira~no era a mais propria de
um orarijr pa'laatentar: nio notofl que n'um as
so nao de enibnsia^ruo. i]n, oo momento de orna
mal entendida pliihu ro. i < pea soria d tuncclo-
n a nos a quera oi.npo-t> obnga, vinha lancjU o
stfguia sobre a lei, para ai) i.-.l cjllaborou com lodo
O esf-fC. !
Sr. presidm'e, qaando a le iseotau do imposto
Ai (i/j) do> vencinieotJS dos deputados e senario-
es, setu duvida que nao o> qnis collocar em orna
po ico dd scpi rioridade sobre q ulpuerdas cas
se tributada?, isentando-os dos sacrideios, qne
te.viam ser e sao ccarauDS a toass as classes e
gerarchias.
O nubre d- pi.tide aprecioo moi'o mal aquestao;
os senadores e depotados ettao sojeitos ao iroposlo
pessoal, estabeiecido pelo an. 10 da lei de que se
rita. (Anotados.) O imposto pessoal de 3 O/o,
como do veneunentos, rr-as aquella deducido uao
do vi'uclroenlo, poim sim do valor locativo o
predio.
OSr. Presidente do conreino:Atiplado.
O Sr. Btpttsta Pereirr:Ora, se o depata ios e
senadores i > esio couipreiiendldjs na r.isposicao
do art. i, se ficam sents do imposto desso arn-
go. pag_am o imposto do ait 10, que mais eleva-
Co, b ja u uoorB preMn o uv --.......---,
cora o exemplo tirado raesu;o do casa do nobre de
pulido, qu-j'o nobre deputado, pagando o Imposta
pessoal, vera a pagar muito mais do que panana
se pirveniura o seasobsidio fosse tributado. (Mai-
los apota los)
O Sr. Pereira da Silva : Mas en .nieodo que
d-vo paiar ambos-
O Sr. taplis a Pereira : Mas nao esta' depen-
donie ca voniade ou do arbitrio do nuore deputado
snjeitaf ao iorposto esla ou aquella cUsse; o nobre
deputado nao legisla s, e ubrigado a aceitar a
Ih tal qnal ella Oa, a lei no seu arl. 10 dit :
Todas as pessoas qur pagaran o imposto de vet,ci-
mentas ficam isentos de pagar o nnp.slo prssoal.
Como pois, qae nos quer convencer o nutre de-
potado, que estao suj-itos 10 imposto pessaal
aqueles que pagara Imposto de veoetmentos ?
O Sr. Presiden!* da conseldo :-Fai excepeo a'
regra.
o Sr. Pereira da Silva : Emendo qne esiou
ubrigado a ambos os impostas.
O Sr Baplisia Pereira:Nao basta qne o nobre
deputado o diga, necessaro que prava que a
jbng.->cao esja na lei. E admira que o nobre depn-
do, que acensen o governo porque se julgou ba-
bilitado a (aier excepgao, srvore se gora tinbo
em legislador, e abra urna excepcao ao arl. 1J da
lei I (Apoiado*.)
O Sr. Pereira da Silva:Nao quere abrir excep-
ci.
O Sr. B'pfsta Pereira:Sr. presidente, o nobre
deputado, urna vez qae quena interpretar a lei,
divia seguir? as regrsaconselhadas por todos os
hermepeouco*3. Uaia lei estnda-se no st-u elemento
histrico e no seu elemento gramnaalical. Se o ne-
bro deputado se remontasse s diseasroe: havidas
ni seio da esmara, se cnivenceria que este impos-
to de 3 0/1 loi laucado sobre a elssse dos eitprega-
do; pblicos (apoiados), tanto qne se denomicon
imposto dos veocimeuto3 das empregados pa-
blicos.
Mas se o proprio nobre depotado foi rbrtpado a j
coufessar qae era o senador, riera o denotado sao.
empregados pnblieo?, fra de qnestao qae nena
a letra e ncm o espirito da lai, p>dlaro ter com-
prehendido os senadores e depaiadoa na ca -se dos
empregados pblicos.
emais, a le snjeltou ao imposto os veucinaen-
tos, e o nobre eptade s;.be qae esla denomioa(o
venciment.s moito moderna e desconbecida
do nosso direito, qae decomiaavaardenade -o!
alario dotmpregado publico: essa a denomina-)
Cao constitucional, repetido no acta addici nial; f.
qiiaado o salario do f mprogd se dividi em nma'
quota flxa, a que tinba direito, quer estivesse em !
exercicio qaer nao. e a outra quota, que s recebe |
quando esta em rffaetivo exercieio, f i qoe appare-
ceu esta denominc.ao nencimefto, que hoje nao i
t couapreheo.de ordenado e gralificsco, comoj
(ambam csioapreheoda qnaesquer vant-.gens qne !
cmpifgado percebe, taes como a porcentagem, ca-'
mo acontece com os srrecadadores da faxends. EV
esie o principio que boje asseuta na nossa legisla- j
(So aimioisintiva. Esla denominaaa naocom-^
prebende o subsidia.
B o nobre depotado, que to lido e versado na
sciencia do tirelio adminisimiivo, era o meaos.
propiio para nos dizer que se fazia un jogo de pa- j
lavras em u:.a qanstao e orgjnisaeao do s*rvigo (
administrativo, e qoe emende com o seu complica-
do mechinismo.
O nobro deputado d-ve saber ainia rrsquej
na inslgnicante no direito administrativo essa
(ueslb de clas;ilic*Qao, cera a qual trava a de
respinsabilidade legal, e por isso os borneas mais
competentes nesta materia teeraa ("i'o sobre*ella
mnito estado, e este estodo se faz tambe BMre
n. '
Sr. presidente, o prejeedo do notre depntado no"|
perra snaente por isso : no seu ardor de sajcilar
ao imposto o subsidio dos depntadoi e senadores,
o nobre deputado lembrcu-"-e lambona de snj itar
ao tributo a inlemnisacio de despezas de viagetn de
ida e volt.
Estar tambera conaprehendida na letra e no es-
pirito da lei esta Tnlemnisajao? Nio posslvel
qaa o esteja. (Apoiados.)
A Indemblsacao a justa retribnicio da despeta
qoe o deputado in para transportar se da provin-
cia em que viVe para o lagar onda vena exercer
suas tanecoes.
Se a lei jl tazoo esta rjrJemDiwc o, sa a lei fl-
zoo o limite Sella, p rqoe recalweeu-o aboluta
mente iqdi'paosave, como snjeiiar esia indemoisa-
gao ao impu-to, quando ella nao pode ser de mais
on de menos e ten um flm especial T
E devo dita ao nobre depotado qae exprimi-
dome assim nao esteo de ceo, advogando pro de-
1 o uva, pola nenhum direito tenbo a Indemni-
>ar;o.
O Sr. Ratiibona :Esti cla-o, e a prova qne
nunca se augir.eatou o subsidio desde 1820.
(Ha ooiros apartes.)
O Sr. Bapiista Pereira : Eston prompto a su-
eitar-me ao imposto ; desde ja' me considero col-
I ociado.
O Sr. Pereira da Silva : Tito atneeqnlnhar a
qoestao, e ea nao a amesquinhei.
O Sr. Biptisia Preir :Vas se o nobre depu
Ifesta a votos a urgencia, approvad, Rraedo a
dlscusso para lar log*r oa sessioseguiole, oa for-
ma do reginaent i.
Or- Pmbeiro reqner orgeocia para se d.scitir
o garata reqa^rioebto :
t Reqtieiro se pecana ao governo rpias dos pa-
rerarte da arelo de estrangeiros 'Jo coosatlio de
esiado a respetto da qnestao ioteroacional suscitada
pelo ministro italiano nesia corle sobra a entrega
da menor Maris Paulina F.
Saladas seso-s, 10-ce maia d 18F8-Pi-
oheiro.i
Pista a votos a urgencia approvada, fleando a
discusso para a sesaoseguinte.
O Sr. Felicio dos Sdolos (peja ordem):Sr. pre-
sdeme, do de-iioo qaa a mesa dea ao meo reqoe-
rmenlo a presentado no sabhado resulta qoe elle
lado nao qaer amesqaiobar a questlo, qait cylio nao fui aocoohecimealo do goveroo por ora'; seodo
car a cmara e o seoido em posico muito desa- grave a matarla requer urgencia, mas entrando os
gradav.-i; o oobre depotado nao s attrabio sobre Srs. ministros para lerem seos relatorios, o meo
a cmara e o senado os murmurios lojastos ds opr- reqaeriraenio Scou por decidir,
oiio publica, como alm disso procurou tornar i Desejavs, pois, qoe V. Exc. potesse a votos a
odiosas a opm.flo os dous romos do poder legisla- urgencia pedida para a-diseassao domen teqoeri-
"vu- tceoto sobre o imposto dos terrenos diamaoiioos.
Apreciando a qaeslao por urna face difirante porque ella apenas solan stocarorntos para a dls-
daqntia porque o nobre depotado a aprecio u, cosso mais ampia. O nobre deputado Sr. Buarqae
enteodo qae oo est nem oa letra oem oo esplri- pedio palavra, verdade.a dahl rvsoiion o adlamen-
to da le que os depniados e senadores pagaem o to por forga do regiment, mas en desejava qoe se
impo lo do art. Si dessa lei. (Apoiados.) Para cor- volasse o reqaenmenio, para depois lar discusso
rob Tar o qae disse, e provar que as palavras-. naais larga em presenca da copia dos papis que
todas as pessoasnao estn comprehendidos os de-' solicito.
potados e secadores, direl que a lei oa soa parte I Posta a votos a urgencia, approvada, fleando a
Dual completa o peosamenio comprebendendo as disciissao para a seoso seguinte.
seb a denominacacfuneclonarios.
Sr. presidente, pretenda votar pelo projecto para
qae pasee a segunda discossai, porque s ento
poder ser emendado, esiabeleceodo-se como direi-
to novo qoe o subsidio dos depuiados est snjeito
ao imposto dos veoelmentos.
T-udo concluido.
Votes : Moito. bem 1 Hoito bem I
A discusso ca adiada pela bora.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso as 4
horas da tarde.
Nos das 17 e 18 nio noove sesso.
SESSaO EM 19 DE MAIO DE 1868.
rilESIDENCIA DO SR. SILWftA LOBO.
Ao ineiu dia, i-ui a cbamada, venflea-se haver
numero legal, brese a sesso, seodo lidias e ap-
provada? as acias das anteriores.
O Sr. 1* secretario d conta do segrate
KtrEDlBNTSj.
Uua uQicio do mtaisterio do imperio, enviando o
da p-esidencia da prorincia do Rio de Janeiro, re-
lativo ao proj-tcm nao sanceiooado da respectiva
as meatos aos empregados da secretaria da mesma
assemble, e ajioseniando desigoidamente a um
desses empregados.A' eomroisso de poderes.
O,uro do mesmo ministerio, enviando o olflcio
da presidencia da provincia da Babia, transmilun-
do a acta da eleicao primaria que se procedeu
na pi-ochia. do.- Humildes em 12 de abril do cr-
reme anuo A' mesa,* commissao.
Outro do mioistenerda joslica, eoviando os avi
sos ducumeiitados do miDisterio dos negocios es
traogeiros de 19 de Janeiro de 186b e 1 de abril de
1807, relativos a extradirao dos iodividnos indi-
ciados no homicidio do capitao Virissimo Jos dos
Sanios Lima, osqnaes acbavana-se foragidos oa re-
pui-, i'a de Vi.oei;la.A's commisses dejastiea
criminal e diplomacia.
Outro do ministerio da gaerra, enviando, em ad-
ditameuio aos avisos remetiendo exemplares do pro-
jecto da cdigo penal militar organtsado pela cona-
uitsso il$ exaaie da legtslacao do exeruilo soba
presidencia de S. A. o Sr. conde d'Eu, e bem assim
toihetos ciiendo o voto em separado do desera
birgador Jos Aotonio de Magalbes Castro e a
resposti dada a tal respeito pela maioria da referi-
da commissao, a copia do tQkio de Sua Alteza
com iiULi.taiijo que o prlmeiro daqnelles traba-
mos foi deflninvaraento approvada e fazendoeoo-
sideracas acerca de alguos artigo*.A distri-
buir.
Outro do uaesmo ministerio, eoviando por copla
a icforiuaco pedida por esla cmara, para que ia-
formasse se tiobam ebegado oo vapor Guar, pro-
cedente de Pernambuco, diversos cidados como
recrutas, e oem assim se om delles sustentava sua
mai e irioaas, e se todos os mais eram easados e ti-
ntura ii.bo A qu-.rn fez a requisicio.
Outro do mioisterlo da agricultura, commernio e
obras publicas, enviando o requerituenlo e mais
papis de Joo de Araojo Cosa Sftodes, qae repr-
senla contra a lei provincial do G-ara' n. 1,2111 de
'O de agosio do crreute anuo, na parle em qne,
sob proposta da cmara municipal a capital da-
qoella pronuc ,->, estabelecea padreo- para o lijlo e
lelba qae fossem ftbricados e vendidos no munici-
pio.A' commissao de poderes.
Quiuza do i* secretario do senado, participando
cao imperial resoloces aatorisando o governo a
mandar matricular varios estodantee e approvando
uiversas peosSes.Inteirada.
Outro do mesmo secretarlo, devolvendo o reqoe-
rmenlo da compaohia Pernambocana de Navega-
vo Costeira por vapor e mais papis qae o acom-
pannaram.ioteirada.
Outro da prasideacia do monte pto geral dos ser-
vidores do estado, remullendo exemplares do ulti-
mo relatorio, concernente as operac,5es do biannio
de '8o a 1867.Inteirada e a ei-smbutr.
Um requenmento da Folicio los Vat de Oilvei-
ra, tutor da orpba Mara Henriqueta Ferreira Ca-
bral, pediodo qoe seja interpretada a lei de 2 de
s'itmbro de 1S47 relativamente aos tainos nato raes
dos militares legitimados por eseriptora publica.
A' comraisso de marioha e guerra.
Outro de Esievo Carneiro Cavaleanti de Alba-
querque Lscerda, pedlndo ser matriculado no 1*
anno da faculdade de direito do Becife, devendo
antes do acta do referido anno mosirar-se nabilita-
no em ugiez.A' commissao de instrueco po-
tajtea.
Ontro de Jos Goncalves di'Silva Viaoua, pedio-
dnser matriculado do 1' anno da f acaldado de me-
dicina da corte, considerando se validos para este
flm os exames qae (ex na academia de S. Paulo,
obligando se o mesmo a prestar exaoae de plailu-
sophia e bislortuA mesma commissao.
Outro de Francisco de Salles Aleixo Franco, pe-
dindo ser admitiido a matricula do i1-anno da fa-
cnldade de medicina da curie, obrigaodo se a fater
exama de bisioria e geograpbia ames do acto do re-
f^rido anno.a' raesma eoromissao.
Outro de Jos Martins Peroba, pedlndo ser na-
turalisado cidadao brasileiro.Av commissao de
coostituigao.
Lse, apoia-se e flea adiado por pedir a palavra
oSr. Buarqoa o seguiste requermento T^
Kequeiro qae pela reparUco competente se
ma forcejara os seguintes documentos *.
< 1 Copia do contrato celebrado caro Wilrool
& Macbado para o fornacimonta de fardamenlo,
equipamenlo e correiame para o exercito.
< 2. Copia do aviso mandando ao arsenal cele-
brar o emirato.
< 3*. Copia das informagoes dadas pelos peritos
e autoridades do ar.-eu.i', a quena compete a fisca-
Itsario para o receblmento de taes ariigos.
c 4*. Copia dos avisos que sobre tal objectos fo-
ram remedidas ao arsenal.
< 5". Copia do aviso que nonaeou a commissao
para interior parecer sobre os artigos do toroeci-
ment.
f 6*. Copia dos avisos mandados ao tbesouro
para o pagamento de taes objectos e das cffluios
nes-a reparncao a respeito.
7. Copia do contrato fe'to com os mesroos
fornecedores a respeito'de 24,400 normes de brira.
c 8*. Copia das informagoes dadas pelas autori-
dades do arsenal a respeito da proposta para esse
tornecimemo..
t 9*. loformagao dos motivos por qoe Do tm
sido aceitos os tornaos ou lem sido demorada a
sua recepgo.
Sala das sessdes, 14 de malo de 1868Das
da Crut.i
Pego mais a copia da acta da sesso de S de
agosto do anno prximo passado do conseibo de
compras do arsenal de' guerra.Dias da Cruz.
O Sr. Dias da Crot (pela ordem):Sr. presideo-
le, o objecto do uu requermento to simples,
que me par-ce mesmo qne nao lera' discusso. E
demas, entead .que a qoesio argente, porque
traa se de defender ou salvar o governo de aceu-
sages qoe sobre elle pesam a respeito de forne-
ctmeiitos do arsenal.
Eu appellava para o cavalheirisrxo do nobre de-
putado que pedio a palavra, para qoe cedesse della,
atim de uao se demorar o requermento virem as
informagees, porque a' vista della bavera* debate
mai- largo. (Apoiados).
O pedido da palavra, qoe Importa o adiamanto
de orna questo to urgente, parece inculcar que se
deseja demorar o connecimentn de coasas iSo serias
como essas de que traa o mea requerimento.
O Sr. Presidente :O ntbre deputado compre-
bende que isto urna solicitago propria para ser
fcita fra da cmara ; Dio me parece esse o ansio
admissive! nem consagrado no regiment.
O Sr. Das da Crot:Ento requelro urgencia
para se discutir o reqaenmento. .
O Sr. Sousa Carvalbo (pela ordem) :-Sr. presi-
dente, costme adoptaoo n cmara dos Sr.' sena-
dores o sea presidente annoociar com anteceden-
cia os prejectos importantes qoe tem de ser disen-
tido, atim de que os membros do senado se prepa-
ren! para a sua discusso.
V. Exc, sem davida, oa qnalldarM da presiden-
te desla cmara e na de verdaderamente loteres-
sadu em que a sesso deste anno e a actual slioa-
gao nao sejam esteris, ba de ter pensado e odvido
o governo sobre os projeclos qae leai de entrar em
discasso.
Por consegolot, permit'ame V. Exc. f.terlhe
um pedido : o de informar qnaas os projecios qne
lem de ser oscotidos este aooo; se sera apresen-
tado o projecto de reforma eleitoral, qae a falla do
tbrono nos declara de tanta urgencia e importan-
cia-; qaaodojreremos de discutir a reforma da goar-
da oaciooal, a reforma municipal, baseads ms die
lames da experiencia (apoiados); se a reforma da
le de 3 da dezembro, com qoe taremos de oceupar-
Dos, sera' a cootinuago da mesma reforma ja dis-
entida era sesiOes anteriores, ou om projecto oovo,
(Apoiados).
Julgo (auio mais conveniente solicitar a anengo
da V. Etc. e da cmara a este respeito, quanto >'
eerto que al agora, alm da proposla das ieis an
noss, aoenas appareceo ama sobre ajlas de cosi
de bispos, otj-cio de ordem secundaria; tanto mais
quaoto ceno tambem qu > as propostas do poder
execotivo lem de ser remedidas a's commisses
para eslnda-la?. (Apoiados).
O Sr. Gama Abiu :E o elemento servil ?
Votes:E' verdade.
O Sr. Souta Carvalbo:Assim, julgo da roda a
necessid'da que a propesico de taes les seja
quaolo antes tela, para aproveitarmos o lempo.
V. Exc. sabe qoe, alm disto, de toda a conve-
niencia oceupar a cmara com objectos imponad-
les, at para que nao delxe de haver casa e para
evitar a discusso dd reo.ue.ria>entos da alcance se-
cundario e assumptos meos elevados. Davemos,
Onaimeole, ler om grande interesse, o de avenenar
qual o verdadero culpado da esterilidad do-
oossos irabalbas. (Maitos apoiados da opposigo).
Ordinariamente os goveroos se dehudem com a
falla de lempo e com a nefbejescia das cmaras;
eolreaoto noto que o lempo vai oassaodo sem que
est-ji.nos babllitados para a discusso desses pro
jeelus de neces idade e urgencia qoe o governo
pr-ciama todos os das bos doeameo n mais so-
lemnes e augustos. (Maitos apoiados da opposi-
go).
Era relago a elles s desejo estimular e auxiliar
os bons desejos do ministerio : predvo despertar o
seu telo em tempo opporluno a- ter de censura-io
de,o?. (Muito bem)'.
O Sr. Presidente :O nobre deputado sabe qae
o arbitrio do presidente a respeito esta' regulado
pelo regiment, assim como a antecedencia com
qae devem ser tnouociadas as materias qae se bao
de discutir; e os nobres depotados- iro sabeodo
qoaes os assnmptos a discutirem se a' proporgo
que forem sendo dados para a- ordena de da.
(Apoiados). Nada mais tenbo a dizer ao nonre de-
putado.
Sr. Aristides Lobo- manda, a' musa o sr guite
requermento, ojiib 'lido, apilado e posn era dis-
cusso :
Kequeiro urgencia para que, alterada a ordem
do da. entre ja* em discusso o parecer sobre o
adiaraento da eleigo do Rio Grande de Sul com
preferencia a's deuYus materias,
< Sala das sessa?, 19 de malo de 1833.Aris-
tides Lobo.
O Sr. C Olieai fpelaordem)-: Se a cmara rn de urna grama fofiuoa^*que interesaa a orpr.n >-,
ao banco do Brasil e a ditarsos.
diaoie una votage de urgencia conceder me um
qaarto de bora para motivar am reqaerlmeoto
obre facto grawssslmo que deve merecer a si-
tangi do governo imperial,.ea Ih'o agradecerofc
Se para Isso oecessario mandar prevismeme a'
mesa um requermento, ja' o teoho e-cripio. Nao
sei o que dispa o regiment, e me limitare a acei-
tar a deciso competente.
O Sr. Presidente-:Pode mandar o seu- reqoeri-
memo ; mas daclaro-lbe que ba outro requermento
da urgeocii.
u 8r. C. Ottoni: -Bem : esperare! a minba vei.
O Sr. Micedo (pela crdero^ :Sr. presidente, ea
podena uispeasar-me de fallar depoi do discnrso
proferido palo nobre depntaao por Pernambuco;
mas nio son to exigente como S. Exc alas, mo-
desto as miaras ambones de melboramentas, e
de reformas, limitme a pedir moito menos.
Entre as reformas pedidas pelo pait e recom-
mendadas co disenrso da cora, acha se a da le de
3 de detemaro. Ora, a reforma da lei de 3 deterc-
bro qaer dwer a base esseocial de todas as refor-
mas polticas qae se possam fase*.
O Sr. Presidente :Pardos V. Exc., pela ordem
nao se pode discutir essa materia- .
u Sr. Msalo :.Nao vou discutir a materia, V.
Exc. esta' engaad...
O Sr. Presideote ;Esta' di O Sr. Macedo :Qjero somante mostrar rai5s
de preferencia que ba para se dnsejar e pedir a re-
forma da le de 3: de detembra antes de qal ju-ar
onira.
Digo, pois, qae compre comegar por ahi a obra
das reformas pedidas telo paiz e Labradas pela
cora, con v o observar qaa desde menos anHos se
trata deste assumpto e se diz qae se qaer o!har
para elle. Nao sei o numero dos poj*ctas de re-
forma que isem sido, oflkial ou nao tfll ala I mente,
apreseotados, quer pelo governo, qner por mem-
bros do co;po legislativo. E a' vista de semelban-
te pratlca infructuosa, estril, quizera perguntar a
V. Exc. en ao ministerio se, em enn primento des-
sa rccommeodago da falla da cero i, o ministerio
preiende apresentar projecto novo oa fater entrar |
em 3* discusso o projecto da relor na da lei de 3.
de dezembro qae Scou votado aqu em 2* discas-
so em 1864.
O Sr. Presidente :Ainda nao "considero na or-
dem o nobre deputado ; nao pedio a palavra para
laterpllagoes.
O Sr. Macedo :E' om pedido que dirijo a V.
Exc.; rogo Ihe qoe mercada pira com o ministe-
rio, e a tal respeito V. Exc. como orgoda cmara
proceder' em seo direito.
O Sr. Presidente :Em occasiSo opporlans,
nabre de-
0 Sr. Presidente :*. eamsra decidi ajoe %#
Ja' se disentase o projecto da qae traloa o Sr. de-
potado palas Alagoas.
O Sr. C. O.tmi :Se me fosse licito, eu pedera
que o nobre depotado pelas Aiapas< se explicasse
sobre o seolido qae deu ao;o seu requer -
meato.
O Sr. Presidile : Nio dovido sabmetter a' de-
liberago da cmara o req lenmeoto do nobre de-
putado ; mas a iotelligencta do que se approvoo
a qoe del. Entretanto a cmara oo lavara' a mal,
apezar des-e meo modo de entender, que ea so-
jeile o reqaeriraento do nobrs deputado par Minas
a' sua aoprovaco. Voo consultar a cmara.
Consultada a cmara, approva a urgencia pe-
dida.
O Sr. C Otloni : Nao abusare! da condescen-
dencia que a cmara acaba de ter contigo : proeu
rarei ser muito breve.
O fac > a qne me redro sem duvida de somata
sravidade Ditem alcpns jarnaes da corte, c-
piando o Pharol, do Jolt de Fra, qU'emceri*
mote, ha poneos dits, 60 eseravos da fazeoda da
Barra, penenceole ai Sr. Casimiro Laiz Ferreira
de Carvalho, invadir a f izeoda perteocente ao Sr.
Mano.'I M trun de Ollveira, e attrabindo a' estrada
a escravaiora da fazenda iovadid, iravaram coro
bale em que se derraman muito sangue. Accres-
centam anda os joroaes, referilo so tamhera ao
Pharol, que o |uiz miinicioal daqaelle terraje di-
versos empregados do fra, tend ido 1 vizinhauga
do In/ar do confl cto, de volta ioformavam qne os
fazeodelros vitinhos esiavam romio aterrados com
as cuns quencias possiveisdo tacto, com a ipflien
cia qae poderla ler sobre a subordinarlo da esc re-
vatura as fazendas prximas.
O Pharol do Ja*z a Fra orna folba seria, es-
cripia cora tatemo. Nao vero a proposito tallar oa
La or poltica. Tenbo-a por liberal... oo sal
se ja forana dnitlitas do partido as Influencii li
beraes do Jnlz de Fra. Tornara mais grave o
facto as relage qoe parece ter cora ontros que
teem sido tbjecto de polmicas da imprensa.
Dessas polmicas tmenle exirar.tarei aqoelles
facto que, oo por seren offlcnes, oa por COoHssao
das partes adversas, se podero considerar provados
e aothenticos : declaro que nao lenho cooheci-
menio proprio dos (actos era informago de pessea
alguraa ; as iaformagi>jsqne lenbo sao uoicaraenta
as da imprensa.
Diz se que um espolio rjoe avulta em quasi don*
roilbdes de cruzado*, respoosavel a orpbos, ao
banco do Brasil e a berdetros, esta' sendo delapi-
dado. Contra o lestanenrmro e iovcjoiarlaoie se
"*eu quena era joito (uo sei qual) p r enme de
falslflcago de testaraenf.
Um Sr. deputado :JV fot despronuociado.. E'
o Sr. .1 < da Costa Fooseca.
O Sr. C. Ouooi :.era sabta> qne honvesse sido
5-ronunctado ; uve noticia snaente da formagio da
colpa ; e estou longa da adirraar qualqoer coa-a
qoanio ao mrito da qaeixa, que- pode ter sido ca-
lumoiosa ; eu nio aecuso nem dvfendo. Accres-
ceuta-se que logo depois daquetta aneixa, oa re-
nutKia, as autoridades do Mar te Haspaoha pro-
cessarara o denunciame por crisoe luaCQtogavel ;
proeesso qoe foi por alguern altrllraido ao des-o de
nma rransatgio qoe annnllasse primeira denun-
cia por m io da segunda. Tambem naa lenho
basa para firmar joizo meo sobre o merilo do se-
gundo proeesso ; mis de-rjra sabar se tambem
ne-te casona pronuncia on desTceooela...
Um Sr. li 'pniaro :Nao sei.
O Sr. (i Uitoni : ... oa se esse leo contina a
ser perseguido judicialmente.
Cito Sfirnente o fado da forrar cao de colpa por
f>lsificago do (estamento ao inventarame que esta
de posse dos bi-DS, e logo depois bow )roce igun grawidade contra o denunciante do primeiro
crime.
Tal era o estado das eoasas, qaanrto vi qne as-
signava artts;os no Jornal do CommerMo em defeza
do indiciadti oa falslflcago do testamento, o dele-
gado de peitcia do termo em que elle reside, e em
que esio o* feens, os quaes. dizem tnteressados,
sao devorados como caroig pelos oro! A<.
Julgo poder assegorar a exactido desies fados,
inclusive a ttesproooncix em um dos pro es sos da
]ne agora sei.
Ooira observago feita na imprenoa nao pro-
vada tem con ludo tanta connexo eom os fictos
sabido-, o qoe a torna to verosmil, (ee en a cita-
re i at pcrqM de grave carcter.
D.z se que este mesmo delegado de polica, advo-
gado confosso do indiciado no crime de (isidade
do testamento dos taes dous mllboos f'proflssional
em medicina e enrioso em advocanis) anterior-
mente commaodou urna escolta que fot prender n
reo. I jclioei-me a rrer que isto fosse osario ; oo
s porque formada a culpa, natural-a 'rdam da
prisao, mas porqae sei qoe o delegado a que me
redro sosia tfe commandar escolia-.
I) z o artigo-iruores-o. que dessa diligencia oas
ceu tornar-so o-delegado de polica advogado do
reo, qoe parece nao ter sido preso. Nao- me fago
cbo dos motivos a que attriboem os correspo'i-
deo.es dos jeroaes os (actos que citan?,- mas eom-
bioados os que parecen .ovados, qoaodu se trata
e se di delapida
da, quando destas desordens parecemnasear esses
combatas da f .zeola a fazeoda (Martios, o assalia-
d e cunnaio do fallecido Casimiro) :. qoaoda o
delegado do pelieia, qoe devia garank a segoran
ga publica, maoileslamenle ameagado, advogado
da qnera governa ns eseravos assailantes, e inimi-
go pessoal rio assahadj... coma se v>de suas po-
lmicas assiguadtts...
O Sr. Cesano Alvim :E' nra cidadao maito
disiincio.
O Sr. C. Okooj :Pois nao, moilo dfetinda I...
notaveimeote dkstiDcto I...
A'visla de todo o que expar, p".?ece-me qna o
negocio ja' nao,se limita a urna diseuseo jodicial
entre os dous inlaressados dos don milnes do
fallecido Gas i miro ; mas senme om carcter tanta
mais grave,, qaaotoo exemplo do ultimo conflicto
pode ser icaestissimo a' populagao-do Mar de Has-
panb.i euapregada oa lavoura. Eu me limito, pois,
a pedir para o qoeexpuz a mais m Tulanga o. do
goveroo imperial.
Meu requerteaento o segaiote : (L)
Vem a"mesa, lido, anoiado-4f-tJci sobre "a me
sa o segrate requerimeoto :
t Requelro U9 pela reparngto eomnatentti'se-
im pedidas ao governo informaeoesi a'cerca de
ara cooB-cto saDgaiooleotO/ qae aoltciam os jor-
naes, entre os eseravos do BoaJo Casimiro Lucio
Ferrefre. de Carvalbo e oulrcfr de tfanoel Martin<
de Oliveira.'
llora, Ke,n que processos- arirainaes teem sido
atentados a proposito do espolio ou do testamento
do refarido, e qual a iodinwnco uestes negocios
das autoridades policiaes dacidade do Mar de Has-
panda.
Sala das sessoes, 19 da raaio da 1868.C. Di
O.toni
CltOEM DO DA.
Boira em discasso o parecer da commissa de
pideres relatlvp ao decreto qne adlou na provin-
cia di Rio Grande do Sal a eleigo para deputados
a" assembla geral at atterminago da gnerra.
O Sr. C. Otlani : Permita a cmara qo ea
Caimece felicitando a provincia do Rio Grande do
Sol pelac-mcesso ijoe- afloal Iba futo ministerio,
ao que parece de aecordo cora a maioria. para a
approvago deste parecer, conseniindothoque se
faga representar no ramo temporario da legish'.u-
ra. E apciandloda a singular espontaneidad* deste
acto, sejame ainda Wcita eomprlmentar pa elle...
ao nobre depurado, por S. Paulo qae presidente
do Rio Gr?nde.
Ja' se v pelas palavras qa acabo de proferir
qoe nao preteodo combater idea capital, isto a
opportanidade da eleigo ; mas nra me lic'ti
aceitar qoalqjoer solidarledade, mesmo a do silec-
quaodo sa iratir dessa materia, pode o
putado fater este pedido.
O Sr. Maceoo -O mea pedido semelhaote ao, co, com os motivos do^narecer, aam. tambem posto
que fez n nobre depotado por Pernambuco,- a qaem' dar o naeu v.to a' sua conclusa pela frmx em
V. Exc. ouvio at o flm. que esta' concebida. -
O Sr. Presidente :Ea ja' respond o qae me! Tere!, pois, a honra de ctTerecer a cmara urna
cumprla dlzer. emenda a' conctusao, e par justifica la procurare!
O Sr. Macedo :Os nobres ministro me ouvero, dar as razes por que acabo de rejeltar toda a so-
e igualmente o paiz : o que quaro sabar se con- lidariedade com a exposicao d ractivos da illa-tre
tinaaremos no trabalbo de Penelepe, isla ni commissao.
apreseptago de projectos novos qae nunca teem |
flm nem resultado.
Consoltada a cmara sobre a orgencia requer-
da" pelo Sr. Aristides Lobo, approva-a. |
O Sr. Presdeme :Parece que, i vista da deci-
so relativa ao requerimento de urgencia do Sr. \
depotado pelas Alagoas, coo prejadlcado o do Sr.
deputado per Minas : a cmara resalveo que, com >
O deereto de 19 de detembro de 1866, qae adfon
i as e'eigoes do Rio Grande do Sul, fundn se uaica-
! mente oo facto de sa ler de organisar naquetla
provincia o terceiro corpo do exercito, qae ao man-
' do do bravo e modesto Sr. baro do Serval... ^
O Sr. Macedo :Apotado.
O Sr. C. Ottooi :... devia marebar tura o
preterido das futras materias comprebendidas na
ordem do dia, se trate j da questo da eleigo do
Rio-Grande do Sul.
O Sr. C. Oltoni (pala ordem) -.Enteodo que o
requerimento do oobre deputado pelas Alagoas se
referi slmplesmeoie V ioversao da collocago das
malcras que formina a ordem do dia. Portante o
seu ja' refere-se ao momento em qu3 polia ter lo-
gar essa inverso, exprime siuplesmente a prefe-
rencia, para quando se entrar na ordem do dia, e
nio pode prejudiear apreseotago de requerimeu,.
tos. Mas, se prevalece a deciso que a cmara
acaba de ouvir, requeiro somenle que o meu re-
querimento me teja 4evolv|dP, e oSo lijo,
Sendo este o unco motivo do adiamante da elei-
go, e dado que elle fosse sonriente para o ido
do governo, a canclnso serla mandar proceder
eleigo logo que o terceiro corpo do exereito tives-
se (ransposto a fronteira.
O Sr. Aristides Lobo :Nio apoiado.
O Sr. Bel foi t Daarte : Apoiado.
OSr. C. Ottooi :Repito : se acaso o motivo,
come dit o decreto, f ii a necessidale de organisar-
se all o terceiro corpo do exercito, fl a perturba-
So aue d'ahi'podja' vlr is elaices e*'>lee-versa, o
que me dlx a-amiba fraca melligenei qae ape-
nas o terceiro exercito transpote;se a fronteira, o
motivo tlob,a ces?|(io, fl-devlaprocerje-se' e|ejt
fl.x En'.relama o decreta fogcalnta a afo'Q
jtern iepmt di terminad* a gutrrg.
Ora, o parecer da eommiss/oV por avprlguado
nao s qae hivfa motivo fondado pifa o adiamen-
Jo, roas alan qae esse motivo s gora eassou.
Nio o admiro quanto ao piimiiro poolc, BflCqoa a
materia jase havla fslto solidaria cott #Jeto do
governo ; mas por anloga c#ereocfa ios da op-
pisigao, nio podemos apsociifcnos aooif de tndem-
niade.
Pelo qoe toea, porra, ao^gnodo ponto, en to
enxergo a conveniencia tte fater-se mesmo a mate-
ri respansavel ante a consclencu publica pela
moilo mais cemnravel omisso depois que o ler
c-in eorpo do exercito transaos a fronteira I
R-'pogna-ma a coosdeoel aceitar solidarledad?
com esla... tv>j;--ne pernniiido, a mim tambem,
Inventar oren palavra portueueza... com t;U
innocentacao do ministeria. (Riso.)
Traasoosta a fronteira pete exereito orgauisado
na provincia 4f Rio Grande do Sol as condgSe?
desta prov ocla nao eram diveT?8S das candiges
das outns provincias do imperio.
Do qne se ira uva all T De obter eontlngeotes,
como da todas as provincias P.ra preeneber os
claros qne Hzesse a gaerra as filaras, fsio qoe
se pella ao Rio Graode do Sol, pedale tamb-m
a todas as provincias; e, poi<, pudendo ootraa
. ser reprsenla las nesta cmara, nao o poda ser a
d j Rio Grande do Sul ?
O Sr. Aristides Lobo :As coodieea dado.
Ria Orande eram diversas.
O Sr. Cesarlo Aivim :Multo diversas.
O Sr. C. O.tooi :Diversas eram as eomHgoe
do Rio Graode do Sul, diz o ntbre depotado pelas
Alagoas. Moito diversas, sccresceota o sea vfeiobp-
d dlrelta.
O Sr. Gama Abren :_As circnmstincias do an-
no passado sao as mesmas deste anno ; e se entao
oj pidia haver all eleigo, este aonotamlem
oo | le.
O Sr. C Ottooi :O aoao passado diseutio-se'
largamenie esta questo, e a meo ver demonstren-
sr> cabilmente croe a sttn gao da provincia de-
Malta Gii -so era muito mais grave qoe a do Rio
Graode do Sul, mxime depois de ter marchado o
terceiro exereito. i
O Sr. Aristides Lobo : Um represntame da-
quella provine? provon o conirario.
O Sr. C. O'.torfi :Se ao Bte 6raode se pdiam
atguos cooiingi-mes par preeticher os claros das
tXeiras, se se pedtaro mesmo maia c otlDgentes do
qoe s outras, em ratS-i de soa poigo e de hbi-
tos mais militares rrarroella p^apnlago, nio tem
comparago este estado de coosas eom o de urna
provincia qoe precrsiva levantarse em snass para
tepelllr o immigo oceupaodo ama parte do seo
territorio, como oceupa at noje ; o5o lem eompa-
rago com a provincia da Muo Srosso, coja ca-
pital se prtet-ava converter, e converleo-ss em
ama praga d'armas, pondo em aego lodos es
meto* militares de rruerra defensiva qae eslivessem
ao alcance da provincia para cobrlr a mesma ea-
pital, para irr pedir a propagaco da InvaSo, para,
se to.-se possivel, expellir o ioimigo da ierra da
patria.
UrosltuagSo destas, territorio Invadido,eaprRtl
ameagid-i, a provin.-ia eom necesildatfe.n> levan-
tar sa era massa para repelttr o inimigo, tem cena
oaragt com qna^sqner exigencias que se bajara
(eito, !: provincia-do Rio Grande do Sul ?'
R' da mator evidencia qoe- a sitoz^o de M'atto
Groso era-muilo mais grave qoe a da Rio Graoda-
do Sul. Cnsegumieraent o ministerio aotorisan-
lo em orra-a eietc'io, caodernoou o sea-acto em-
retacan a^ootra.
Mostrouse que se a polca<) do Rio-Grande, por
ser provincra-lronteira, podid- ser mais melindrosa'
do que a das do nuii-, o do interior, eotreaoto
navia toda a aoilogia na *toaco das coasas : nSo-
tratava-se se oo de cooiingonies para reforgar o
ox-rciio.
Ei ancr8seeotarai aioda, qae nao s-ena muitas-
provincias se prenda ames e dtpois das ele>go-s.
se reemr*va- e- designavam' guardas naeionae*:
nao ; este faeto patente e notorio, nao pode ser
negado, c se erigi o facto em principio, tradutiodo-o em
actos oilieiaes...
Decreiourse em Minas qae a isengo de reerma-
ment ao lempo das eleigSe loo privava as amo
ndades da prender os goandas oaciooaes designa-
dos para a guerra. (Apoiados.)1
Nao trato- agora de apreciar esse aeto, ciw-o por-
qoe me ferneca anuroer>lo. Aluda mais: orde-
nou-se em acto offiaial auihentici, em micha pro-
vincia, que as autoridades podiam proceder a re-
crntaaapalo no lam o-das eieigoas.
O Sr. SaManha Marinlio :.as termos da lei da
gnaeda nacional. _^
O Sr. C. Olioni :Qaa podrn reerntar os guar-
das naecnses qoe estivessem em certas cirenm?-
lancias d-Dotdas na lei, bam que esu lei de ne-
nhum modo prejaaicasse a isengo excepcional na
poca das eleiges.
Ficava ao cuidado, est entendido, dos ex coto-
res da ordem dit9r qoaes os guardas naelenaes
qae estavam oo caso de se ibe irapeVr a pena do
recrotaraento; tliava isso ao telo doe desigoado-
res, reerntadores, e mais q/se tado dos directores
das eieie ;-s.
Mas oo trato agora d-e ?preciar esae acto, jt o
dsse : cito-o apenas par perguntar por que fa-
zeodo-se em tantas pr.rincias ele'^Ses sob taes
aaspiclpios, porque nao se podia piceeder a ellas
ni Rio 3rande, logo doociis de traoaposta a fron-
teira pelo exercito do barao da Herval f Nao posso
oor miaba parte sentar o mioisteri* da caosnra
qae Ibe cabe por esto-facto. Nio aceito parcella
alguma de tal responsaoilidade, e por Isso protesto
contra os considerando do parecer da commissao.
i isisiirei oesle pool: o estado da provincia po-
je nao diverso do q era em janeko deste anno,.
e noversbro ou dezetabro do anuo passado, qaaB-
do h.-.ia maitos motes, marchara o 3. corpo do
exercilo, causa do aiameoto das steigSes.
Ao nobre dHputadc- que julgo qaerer-me fazer a
bonra de responder (designa cam o gesto o Sr. .
Ansudes Lobo), vi-l> que toma aooclaraentos, eu
Ihe peco qne se oce-ope. espeeialrnehe deste ponto,
mostr como o estado do Rio Grande no flm do au-
no passado oermitlia fazer-se as eleiges, e per-
raiUe o boje ?
Nio nma sobleta^nSo ama argucia ; qun
o pronflb carecer da commi.'so virtaalmeote da-
niOD sio de 1868, pasada sem rapresentagn do Rlo-
Orande do Sul. Se hoje as eJeigoes sao posareis,,
eram-o era jineteo, nao se tae-pde contestar esta
nroposigao ; e ataitos em Janeiro os depntadjsdo
Rio Grande, aqni estarlam entre dos.
(Ha um apart.'.)
O decreto, adiando as eleigSas para depois de
terminada a guerra, accrasoanta nma ccnGIctoaal...
O Sr. Ratisbona :Isto, questo de direito pu^
blco, questo constitucional.
O Sr. C. Oltoni :...., da-que logo tratarel.
Mas primeiro completare} o argumentad* que-
me oecapava. observando que as eleiges exigen
quatro a cinco mezes :: tres para os jotervslios te
gaes, desee a eleigo primaria at apurago,
mais nra a dons metes, para a anlicipago da con-
Yocaso orvia, e afioal.para a expefligo dos di-
plomas. (ApoladosJ,
Portan to a deler-ac*o actnal, qoalqner qrj& se-
ja, n.ao justifica o. ministerio de sua prolongada
omisso.
Tomare! ajera eaa eousjderago om aparte com
qae .- honro o Sr. minltro ds jnstie*.
O- Sr-. Ministro da Josttga : -Refert-mo k condi-
cional desse decreto qae dizsalvo se a assembla
geral ootra e-iB^a resolver.
0 Sr. Ratteboa :Pego a pxlavra..
O Sr. C. OttoDi : -O governo adiando as eJeigoes
para dena d terminada a guerra, acreecaatou
salvo se a assembla geral ontra coosa resolver.
Em primeiro Iqgar, nesta condicional esta o M'-
conneomeolo de qne o governo nao tirara tal- al-
tribuieio; que s as cmaras podena desculpar o
sea acto, dar-lha bil de indamnidade, atientas as
c rcurastancias.
Nasce, pois, d'aqui naturalmente a qnaslJin
Se lem alguora a attrlbnigia de privar nma pro-
vincia de sua represeotago"; ingenuamente
acredito que ninguem lera este dimito oem po-
der execotivo, oem o poder legislativa.
Creio que a rspresentacio -coaa*^ 9ua
non da legitimidade do poder cn>al (apoiados)
Emretaoto se algnen pode susriader_o uso de tal
direito pare:e daro qae no senio .de ultima
analyse o poder legislativo.
O governo reeonheceo o na soa c'aosula dual do
decrete, mas ib o poder legislativo qaem pode
saoccionar ou ao d adiamante das._tidlg5es, certo
nao o pode /atar por vi de nra pfs6er de cora-
mlsto. apprqvado por una das camarv.
(Contin ut*e-ha)
TYP. DO DIARIO-RA DAS CRUZES N.J
r




B-~4h

I IIM1


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