Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11554


This item is only available as the following downloads:


Full Text
**V
ANNO XL1V, NUMERO 121.
h

I


/
Pr Ipm eaes aitaaUados,
Par ae/s
Por ata
to
iros Me aunamos, ..,,.' i
.eh ditas ida* ., ,. -, .,*.;;: -i -^
r^r^ .......,:::::::
** Ol M ** t
6*000
#000
*4t$000
320 '
i
. QUARTA FEIRA 27 M MAIO DE 1868.
P1A
rae unca.
/" :' (a *. >*> (' if i ,.'. ii fiJ
Jar tre meses aJititafo.
ri *!,*.................... ............
Pr fea um idi &
.i

_____
Mggggjg m gaiBAmm a gwgjfrtwt w musk wrnm*k & tama a muros, na romnraiNi.
8HGflHlBGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Aotoolo Alexandnno de Lima J
*eara o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
Sr. A .de Lemos Braga ; Ceari, o Sr. Joaquim
Jos da'Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Aotoolo
Aives j Filos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Costa ;
Babia o Sr., los Mariior Alvaa; Rio de Janeiro,
o or. Jos* Ribeiro Gas arnho I
Partida dos estafetas.
Oiioda, Cabo. Eseada e esles da va frrea at
Agua Preta, lodos os das.
Iguarass 8 Goyanoa as segundas e sstlas foiras
Altlto AotSo, Grvala Bexerros, Bonito, Caroar,
Saoobo, Garanbons, Biqoe, S. Beolb, Bom Gob-
selno. Aguas Be/las Taearaid, as felfas ferrra?,
Pao d'AFbo, Nazaretb, Limweiro, Brejo, Pesqueira,
Ing aseira, Plores, Villa Be/la, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Morlcory, Salguelro e Ex, as qoanas /elras
Seriohiem, RK> Pormoso, Tamaawhr, Una Barrer-
ros, Agua Preta e Pimeotelras, aas qolotas (aira*.j
AUDIENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do conmerclo: serondas e quintas.
Retaceo: tercas e sabbados is Id hars.
Pateada : quintas as 10 Horas.
Joizo do commereio: sefondas is i horas.
'Dito de orphaos: largas e sextas as 10 horas.
ter(*s a sexto ao alo
iTjeira rara do cive/
da.
da ara do el val : guarta* a sabbadea a
oora da tarde.
WHBMBR1DES DO MEZ DE MAIO
lia bei* *s 3 h- ** m- e 34 d* >>
** 9*rto HBf as 2 b., 22 m. e 43 ?, da f.
f m a 0T* M 3 ** ">. a 34 s. da m.
128 Qaarlo cresc. as 8 b., 49 ro. e 33 a. da l
PARTE OFFKIAL
- das da semana.
25 Re*. S. Gratarlo VII o-, S. Urbaoojp. .
26 Tere S. Hrradio e Feliciano rom.
37 Qaart. s. Joio p. m.; S. Ranalfo m.
28 Qolnt. S. Germano b.; S. Priamo m.
99 Spxi. S. Mximo e Maaimiano bb.
30 Sbb. S Peraando rei de Casteila, S. Emilia m.
31 Dom. (do Espirito Saote) S. Petrootlla v.
PltKAaf AR DE BOJI.
Primeira as 7 ooras e 42 m. da
Segunda as S aoras a 6 mnalos da tarta.
PARTIDA DOS VAPORES COsTHROt.
Para o sol at Alapoas a 14 a 30; pan o i
at a Granja a 15 a 30 de cada anas; para la
nando nos das 14 dos meses Janeiro, ataree, aas)
julho, setembro a novembro.
MIVISTHRIO DA ia.'GRRA.
DBCBITO N. 4156 D3 17 DE ABRIL DE 1868
Approa o r.-gularneui > pjra a scretria de estado
dos negocios da guerra, e repartios anneas.
Usando da aatorisac.So concedida pelo arl. 36
3. da lei n. 1507 de 26 da setsmoro ultimo : bei
por bem approvar o regolamenio reorgaoisaodo a
secretarla de estado dos negocios da guerra e re
partieras aonexas, qoe com este baixa, asslgnado
por Joo Luslosa da Cunba Piranagua', do mea
conselho, miaistro e secretario de estado dos oego-
- dos da gaerra, que o teaba entendido, e faga exa-
catar eom s clespaeo' necessarios.
Palacio o Rio de Janeiro em 17 de abril de
1868, 47. da iodepeadencla e do imperio.Com a
rubrica de soa roagesiadc o Imperador.-Joao Lus-'
tosa da Caoba Paramgua'.
eguiamenta para a seereUria de estado dos ne-'
gocioa da guerra e rrpanifes anneas, a pe
se refere o decreto desla data.
TITULO I
CAPITULA I
Da organaa^ao da tentara de estado dos nego-
cios da guerra.
Ar'. L* A directora denomioada central da se-
cretaria de estado dos negocios da gaerra constitui-
r'a secretaria do mesmo ministerio; fleando ibe
anoexas as segulntes repa tiedes :
!. Repartido da ajudaote general.
2. R'particao do qaartel-mestra general.
3. RepariicSo flscal.
Art 2. Picm extloctasas directocias do pessoal,
-do material e a fltcal.
Art. 3. A secretaria, alm do gabioete do mi-
nistro, compor-se ha da tres !c;5s :
1." Seocio do exame e in'oraaacoas.
2.' Secgo do expediente e poblicacSes.
3.a Sc5o do registro o archivo.
Art. 4. Para o gabinete pjdera o ministro eha-
mar smeoie empregartos do ministerio da guerra,
alm de duus anudantes de ordeos.
Art. 5. Aos eropregados do gabinete incumbe :
1. A recepeo, abertura e direceio de toda a
correspondencia dirigida ao ministerio da taerra.
2.* A expedido da correspoodeoeia urgente.
3.* AaxilUr o ministro nos trabalhos qoe este
para si reservar.
4.' Transmittir as ordens que nao possam ser
commnnicadas Immediatamente pelo mini-tro.
5. Apresentar ao despaeno do miaistro os pa-
pis davidamente informados e acompaohados das
observacSds qoe forera precisas.
6.* Apresentar a assignatura do ministro o expe-
dieote que recebar da secretaria, depois de o exa-
minar.
7. Rametter a' secretaria os papis despachados
e assignaJo3 pelo ministro, com orna oota declara-
toria dos que por ventora licarem oo gabioete.
1.* ILn empregado do gabloele (cara' espe
clalmeote eocarregado do archivo e protocollo da
entr:a e destino das papis recebidosao afamo
gabinete.
' 2. Qaaodo o ministro nao organi-ar gabinste,
as aunbuIcSas desigaadas oeste artigo passam a
ser torcidas pela sacretaria da estado.
ArL 6. A' secgo do exame e Informarles com-
pete '.
i.' Examinar, preparar e instruir os papis
que tiv rem de subir a' presenta do ministro, re-
lativos ao pessoal do exercito, e nao lenham, de
conforqldade com o presente regalameato, de ser
processdis pela reparugo do ajudante-general, e
es conceioeotes acs estabelacimentos de iostruc-
jo a cargo do ministerio da guerra.
2. Informar sobre lotos os papis qua lorem
enviados a secretaria pelo gabinete.
3 o Examinar os qoe pelo mesmo gabinete te-
nbirn sido remanidas as repartidas annexas para
informarem ; instrnl-los antes fia os fazer subir a
presenga do mioistra com outros papis relativos
ao m^smo a.<.tampto existentes nos archivos da se-
cretaria, e pir onde se eoohaga o anlamento, as
infoimagdas e despachos qae tenbam tido os qae
azem objecto do exame ; prestar ualmeole lodos
os esclarfciraentos e completar as informag5as pre
cisas para qoe o ministro possa resolver sobre a
materia.
Art. 7. Salvo o caso d^ urgencia, oenham pa-
pel informado pelas repartigSes anoexas a' secreta-
ria subir" a' presenga do ministro sem traosltar
por esta seccio am de preceder aos exames, de
qoe trata o 3.' do artigo antecedente, e qaaodo
nada conste a mesma secgai declara lo-ha em no-
ta, informando, porm, sobre a marcha seguida,
solugo dadaoa despecho proferido sobre assumpto
idntico, ou caso anlogo.
Art. 8. a' secgao do expeliente e poblicagoes
compete preparar :
i.* Todos os papis que bouverem de subir a as-
s;jn 'tui-a imperial.
2. Os papHs relativos s oomeagSes e demissSes
dos empregados dasdiffereotes repartlgoas subor-
dinadas ao ministerio da gaerra.
3. Os qae forem relativos as consallas do con-
selho de estado, e as qae forem remedidas pelo
conselho supremo militar.
4 o Tola a correspondencia qae boaver de ser
asslgnada ^;elo ministro, excepgo da reservada,
qa* sera' escripia pelo director, e da urgente, ex-
pedida pelo gabinete.
5. O expediente e papis que devam, confor-
me as" ordens do miaistro, ser publicados pela
imoreosa.
6. O resumo das resolugSes de consultadas sec-
cj)es do conselho da estado, e do conselho supre-
mo militar, com a exposigao dos motivos em qae
se fundaram.
Art. 9.; A secgj) do registro e archivo com-
pete.:
1. O registro de todos os trabalboa confecciona-
do* e expedidos pela secretaria.
2. A esenpturagio, em protocollo?, da entrada
de todos os Dpeis recebidos oa secretaria, notando
o destino qae liverem.
3. Lavrar e registrar os contratos qae se Ore-
rem pela secretaria.
4. Archivar os llvros e papis recolbldos i se-
cretaria, os qaaes serio classiflcados e archivados
conforme as secgoes, repartieres e autoridades
d'onda procederem, e o aono a que perten-
cerem.
5.* Um oo mas empregados sarao, conforme o
director jolgar necessario, incumbidos especial-
mente do rebtvo.
CAPITULO II
Do numero e das funecoes dos empregados da se-
cretaria.
Art. 10. A secretaria da gaerra lera' os seguin-
les empregados :
Um director.
Tres ebefes de secgao.
Qaiiro primelros offlciaes.
sete segundos ditos.
mioistro at o dia 31 de margo o relatorio qoe
deve ser apresenialo ao corpa legislativo.
3.* Exeeatar os Irabalbos e prestar qoaesqoer
ioformages e pareceres qae o miaistro exigir.
4.* Aeeasar o receblmento de qaaeqaer docu-
mentos oa ioftrmsgSes remellldas pelos presiden-
tes das provincias e otras aotoridades ou Uibu-
naas, assoclagSes e particulares.
5.* Solicitar de todas as autoridades, exceptuan-
do as cmaras legislativas, ministros e eooseihei-
ros de estado, bispos, presidentes de provincias e
de trlbooaes, e Illma. cmara municipal, e sempre
em nome do ministro, as informagdes, esclarec-
mantos e pareceres necessarios para a sofugSo dos
negocios.
6.* Distribuir os trabamos pelas respectivas sec-
g5es.
7.* Examinar os avisos que tea de sabir a' as
signatura do ministro, nao s a respelto de sua re-
daegao, mas tambera se estao elles de accordocom
o respectivo despacho.
8 Remetter diariameote ao gabinete do minis-
tro os avisos que tem de ser por elle asslgnados. e
os papis informados pelas secgSes e repartido s
annexas, acompanbados de na relagio dos que
sao remettidos.
9.a Conservar debaixo da sua guarda a biblio-
teca, o Inventario de toda a moblla existente na
casa, e ter sob saa inspeegio os Dinheiros que se
receberem para as despeis da secretaria, fizan-
do o* escriptorar coovenlsntemeate.
10. Inspeccionar o ponto dos empregados.
11. Assignar as folhas das despezas, anponcios
offlciaes e certdSes, e aothenticar os papis qoe
se 6xpedirem pela secretaria, e exigirem esta for-
malidade.
12. Pallar as partes, e communicar ao miaistro
o qas estas liverem de direr ou requerer verbal
mente, qaaodo o ministro nao puder dar au-
diencia.
13. Mandar passar cer'ldSes de quaesquer do-
cumentos ostensivos existentes na secrelaria quan-
do sej?m relativos s panes que reqoererero.
14. Deferir juramento e dar posse aos emprega-
dos da secretaria.
15. Transferir os empregados de orna para ou-
tra secgo, menos os ebefes, cooforme a urgencia
do servigo, dando porm parte ao ministro, para
seu conbeclmento h approvagio.
16. Organisar e sujetar a approvagio do minis-
tro, InstrucgSas especiaes, que regulem lodo qaan-
la conceroeot ao processo dos negocios e a
dlrecgao, ordem e economa dos servicos da secre-
taria.
Art. 13. Em suas fallase impedimentos sera'o
director substituidj pelo chefe de secgo mais an-
tigo, salva designagao do ministro.
An. 14. Aos ebefes de secgoes compete em ge-
ral:
!. Apresentar ao director, at o flm do mez de
fevereiro, o relatorio dos negocios, que liverem
corrido pelas respectivas secgdes durante o ultimo
anuo.
2. Dirigir, na cauformldade do prsenle regu
lamento, e ordens do direcior o servigo a cargo da
secgo. a
3. Activar o expediente incumbido a secg9 a
velar sobre a boa marcha e ordem do servigo.
4.* Distribuir o servigo pelos empregados da sec-
gao e vigiar qua estes nao se distrabiam de seos
trabalhos e os desampsnbem com perfelgo.
5.' Propor e representar o que for conveniente
para o bom andamento do servigo da secgo.
6 o Desempenhar, coniunctamente com os pri-
meaos offleiaes, os trabalhos qoe ibes forem com-
mefvjos.
7.' Examinar e inspeccionar todos os trabalhos
a cargo dos emprenados da seccao, e corriglr os
defeitos ou erros qoe encontrorem.
8.* Prestar ereqaisitar dos demais chafes de
secgo todas as ioformages qae forem necessarlas
para a perfeigo dos trabalhos a sea cargo.
9.* Dar su opinio sobre os negocios que, per-
teocendo a respectiva secgo, tiverem de subir ao
direcior, ministro ou sjbre os que forem commel-
tidos ao seu exame.
10. Representar ao director, quanlo eateoda qae
os empregados de sua secgo teaba m incorrido em
quaiquer falla.
Art. 15. Os ebefes de secgao aer.j sub3tltaido3
pelos primeiros offkiaes, e na falta destas pelos
segandos. por designago especial do director.
Art. 16. Os offlciaes, amanuenses e praticantes
faro o servigo que Ibes fr distribuido pelo chefe
da respectiva secgao.
Art 17. Ao ponelro incumbe :
!. Abrir e fechar a secreuria.
2. cuidar da segaraoga e asseio da casa, e na
conservagao dos movis e mais objactos perteocen-
tes a secretaria.
3. Dar destino a correspondencia offlcial sxpe-
dipa pela secretaria.
4. Laaear os despachos no livro da porta, e l-lo
sob sea cuidado.
5. Sellar os diplomas ou litlos, segundo as leis
e ordeos em vigor.
6 Distribuir e vigiar o servigo dos continuos,
participando em tempo opporlono ao director as
faltas ou abusos, qae qaalqaer dos ditos emprega-
dos commetter.
7. Comprar os objecios oecessarios para o ser-
vigo da secretaria e qae lbe forem indicados pelo
direcior.
8. Satisfazer o que lbe for ordenado pelo di-
rector.
Art. 13. Tanto o porleiro, como os continaos de-
vora comparecer na directora meia hora antes da
designada, para e comego de seus trabalhos.
Art. 19. Oscdoauos cumpriro todas as ordens
do director, e as do porleiro, como sea superior
immediato, em negocios de servieo.
Art. 20. Nos seas impedimentos ser o por-
leiro substituido pelo eootinuo designado pelo di-
rector.
CAPITULO III.
tarla de estado, por offlciaes do eiercho, qae nao
perteogam a corpos arreglmenlados e tenbam as
necessarlas babflitagdas, amovlven a arbitrio do
ministro.
Art. 26. O director e os ebefes de seegio podem
ser livremente demitlidos pelo goveroo; os pri-
metros, os segundos offlciaes, amanuenses e prati-
cantes serio approvados amquanto bem servirem ;
devendo, porm, os praticaotes ser deraeltldos no
praso de dous anuos, se nio mostraren) aptldio.
Quanto aos actoaes empregados continua em vigor
o art. 27 1 e 2 do decreto b. 2,677 de 27 de oa-
bro de 1860.
Arl. 27. Neobam empregado jubilado oa apo-
sentado poder ser nomeado para empregos da se-
cretaria da gaerra.
(Conlinuar-se-ha)
da quaiquer deputado em part-
GOVERNO DO BISPABO.
SEDE VACANTE.
O Exm. e Rvm. Sr. Internuncio apostlico acaba
de autonsar o Rvm. Sr. cooego goveroadordo bis-
pado, para dispensar os oradores constantes da
rejagao abaixo transcripta, nos Impedimentos da
aflloidade licita em primeiro grao igoal da liaba
latteral e do segando grio altiogente ao primeire
de coosanguinidade da lloba latteral.
Estas petigSes p Jem ser procuradas na secreta-
ria do blspado no palacio da Soladade.
Americo Ovidio dos Sanios e Rosa Alexandrin
Ferreir dos Santos.
Laoreniino Henriques Pimentel e Francisca Ma-
ra da Conceigo.
Francisco Barbosa de Amorim e Aloxandrioa
Mana.
Luis Rodrigues da Silva Valenga e Mara Arca-
lina da Annunciagjso Valenga.
Francisco Heroncio de Mello e Filomilla Brasili-
na da Souza Caldas.
Jo; Salvador Pereira e Vicencra Maria d Coa-
eelgao.
Caodido Gimes de Barros e Vicencia Maria da
Conceigo.
Roberto Pereira Gulmaraes e Isabel Maria do
Livraraento.
Manoel Dias do Nascimento e Rita Qoaresma.
Jos Bernardo de Oliveira e Francisca Mara dos
Prazeres.
Manoel Joaqulm de Santa Ama e Candida Maria
da Conceigo.
Joo Francisco Brrelo e Francisca Cavaleaotl
de Albuquerque.
Fellppe de Castro Janior e Rosaura Mara da
Conceigo.
Feln Jos Ignacio de Lima e Felismina FraBce-
Iina de Carvalbo.
Manoel da Conceigo de Faria e Doaaie Maria
do Livramento.
Jos Rodrigues de Oliveira e Mara Paulina de
Jess.
Joo Borges da Coste e Rosalina Mara da As-
sarapgo. *
Manoel Pedro Mirtlns a Rita Maria da Con-
sseabia, oo
colar.
* ,0-"7Dara|Me as eeisfes eatraordlaarias oo
prorogagoas das ordinarias, os contratantes rece-
berao mansalroeote doas contos e qoinheolos mil
reis, em proporgo djs dla< da trabaibo.
11*No caso da Inobservaoela do prosete
contrato, os cooiratantes pagaro as seguintes mol-
tas : de sesseWa mil reis pela Mta de publicagio,
no praso xado.'dos projectos e pareceres; cento
e viole mil reis pela dos discarsos; tres contos de
res, se a omisso oo retardamaoto acontecer du-
rante ama sessao aonaa ioleira; a. Analmente,
doos conloa de reta peta nao publicagao dos An-
naes, no devido lempo.
12'E assim os contratantes se obrigam, por
suas pessias e beos, cumpnr a fazer comprlr o
presente contrato, com loda a pontoalidade e exac-
tida >, na forma nelle estlpolada; urna vez qae da
eutra parte contratante baja igual pontoalidade e
exaciido i respeito das eondig5es a que se sob-
melle por este mesmo contrato.
E de como assira o coavenclonaram e trata-
ran) mandn a commiss) de policia lavrar o pre
sent eoolrato qoa assigooo cora o cootraiaote.
Secrelaria da assembla legislativa provincial de
Peroarabucp, 23 de abril de 1868.Presidente
Augusto de Souza Uo; Arwmio Conotanb lava-
res da Santos, 1. secretario ; Joao Fmnkttn da
Stiteira Tavora, 2.' secretario; Manoel Figueira
de Farta & Fithos.
Sob os os. 813 a 816, foram sancctonado3
pela pretidencia aa provincia, os saguinles projec-
tos de lei da nossa assembla :
Arl. !. O presidente daproviacla mandara'
coasiroir um aguda na villa de Ingazeira, podendo
despeader nessa obra a qaanlia de cinco contos
de ris.
Art. 2. Fiea o presidente da provincia auto-
-
Pellppa Maria, Pernarobnco, 32 aonos, soitetra,
Uoa-visia ; tubrculos palmnoares.
CHROMCA JUDIGIARU.
lJS^SPSBA* r JOH tlaMTf#
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 25DE
MAIO DB 1868.
PRKSIDNCIA 00 EXlf. 88. 0KSEMBABGAD0
ANSELMO FRANCISCO PKRKTTI.
As dez horas da mannia, estando rennidos os
Srs. deputados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario
de Cruangy, S. Exc. o Sr. presidente deslaroeaber-
la a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPKBBNITK.
Offllo do Exm. presdeme da provincia de 23 do
crreme, accosando flear de posse do ofUcio de 22,
e que como um dos mappas remettidos nao decla-
rase o anuo do julgameato dos feitis, devolvia-o
afim de se declarar.D Eim. Sr. presidente do
tribunal mandou satisfazer.
Offlcio do Dr. secretarlo da presidencia, cimmu-
nlcando, de ordem do mesmo Exm. Sr., baver se
expedido era data de 22 as convenientes ordens no
sentido de ser dispeoso de servir no conselho de
qualiflcago do 9 batalbSo de Olinda o ajodante do
porleiro deste tribunal Manoal Maria de Caldas
Brando.Ioteirado.
Offlcio do presidente e secretario da junta dos
corretores de 21 do cerrente, incluiodo o boletim
comraercia! da semana prxima fiada.Ao ar-
chivo.
Compareeea o Sr. Joaqaim Francisco do Espiri-
ceifiu.
Alaxandrlno de Barros Colbo e
de Jess.
Maria Thereza
PEBNAMBUCO.
REVISTA DIARIA
ebefo da secretarla,
seus empre-
Quatro amanuenses.
Qaatro praticaotes.
Um porleiro.
Tres comanos.
Art,11. O director o
6 a elle esli subordinados lodos os
gados.
M'iv'" F d? aUnbaieSoo direcior.
1.' Dirigir e inspeccionar o trabalbo, manter a
ordem e regolaridade do ervigo, advertindo e
saspeodando os empregados, nos caso, e pela for-
ma estabeleeida ao presante regulamanto
! Orgaolsar e sabraettar i coasidracSo do
Dasnomeagdes edemissoes dos empregados.
Art. 21. Serao nJmeados por decreto imperial o
director, os chafes de secgo e os primearos e se-
gundos offlciaes; por portarla do ministro to-
das os outros empregados.
Art. 22. As aoraeagdes do director e dos ebefes
de secgo sao de llvre escolba do geverao.
Art. 2-1. As nomeagfis dos pnmelros e segun-
dos offlciaes sao sojaiias ao accesso, mas o) a an-
tiguidade, excepto em caso de igualdade de mere-
cimento.
Art. 24. Nioguem podara' ser nomeado praticao-
te sem provar qua tem bom procedlmento e a ida-
de fle 18 aonos completos, mostrando em concurso
boa leitra e conbecimento perfeito nio s da
grammattea e lingua nacional, mas anda de arith-
metlca al a theoria das proporgoas inclusiva-
mente.
O pratieante na i poder ser promovido a ama-
nuense sem qoe, alm de ter pelo menas ara aono
de exercicio,mostr em concurso:
i* Que rediga com facilidade qaalqaer peca of-
flcial.
2.* Qae tem eonhecimento dos principios geraes
de geograpbia e historia do Brasil.
3.a Qae falla, oa ao meaos tradaz, as lingaas in-
gleza e francesa.
Paragrapho onlco. Serio disponsados destes exa-
mes smente os individuos qae occoparem em ou-
iras rapartigdas empregos, pelo menos de Igual
catbegoria, para qae tenbam sido no meados em
vlrtude da approvagio obtid em concurso, as
materias de qua se trata.
Art. 25. Os lugares da seegio do exame e infor-
males, al doas, prlmetros ou segundos offlciaes,
podero ser exercidos dentro do quadro da secre-
Tendo nos assignado ara contrato com a com-
raissao de polica da assembla provincial, para a
publicarlo oeste Diarto dos debates da mesma as-
sembla oo bloalo qae deve comegar no anno pr-
ximo, damos em seguida a integra desse contrato,
nao s ttom o flm de inteirar aos nossos assignau-
tes do modo porque sarao faitas as publicages das
sessas, mas tambera no intuito de dar ara solem-
ae desmentido a alguem que malvola e capieio-a
mente espalba nesta cidade que nos sojeitamos
condigoes oflensivas a nossa dignidade de joma-
listas.
Nao a primeira ve qoe contratamos com a
assembla provlocial a publicagSo de seas debata?,
e o'uma serie de cerca da 4 lastros, que flzemos
essa publicago nesta folha, sempre existi nos
respectivos contratos de publicago a condigo q se ach exarada no presenta sob o n. 9 Demais
essa condigo ou Idntica existe e sempre existi
nos contratos de publicago dos debates da assem-
bla geral, qoer na cmara temporaria quer na
vitalicia.
Por este medo eremos satisfazer aos nossos as-
sigoaotes e mostrar i luz raandiana quama ma
vontade e refalsamento exista da parta desse al-
guem contra nos.
Eis a integra do contrato :
t A cemmisso de polica da ass9mbla legisla-
tiva provincial de Pernambuco, em virlude da au-
torisagao qoe Ihe fol coocedida pela mesma assem-
bla, tem contratado com Manoel Figueira de
Faria & Filbos, a pablicago dos trabalhos e dos
aonaes da referida assembla, sob as coadicoas
seguintes :
1."Manoel Figueira de Faria & Pilhos obrl-
gara-se publicar no Diario de Pernambuco, os
trabalhos da assembla provincial do dia anterior.
2.' -A poblieago integral dos debates ser por
ellas feita, parte no segoudo da depois do em qoe
forem proferidos, e o restante oo terceiro ; ama
vez que ibes sejam entregues dentro de quareata e
oito horas, contadas da recitago, 03 mesmos de-
bates, sendo os discarsos competentemente emen-
dados e revistos.
3.--A pubHcaga dos pareceres e projectos, os
contratantes ohrigam-se a fazer em avilsos, quao
risado tambera a recebar como propno oaciooal o
aguda construido na villa do Salguelro, podeudo
despender at a quanlia da seis contos de ris como
indemnisago do proprietarlo.
Art. 3. Ficam revogalas as disposigSes em
coutrano.
Art. 1*. Pica o presideote da provincia auto-
rifjF Contratar com G 6 ? 8ares Piolo Curri, oucom quem melhores
vaflgens offer cer, a nivegago por barcos mo-
vidos a rodas e a balice, nos nos Capibariba e Be-
beribe, podeude conceder um privilegio por lempo
nao superior a trala annos, e tkaado o respaclivj
contrato dependente da approvago dasta assem-
bla.
Arl. 2. Ficam revocadas as dlsposiges em
contrario.*
Art. Ia. Flca approvado o compromisso da ir-
mandade de Nossa Senhora da Boa-Viagem, erecta
na Igreja da povoago do mesmo nome, com alte-
rago das palavras do 8 2 arl. 11, qae dizsao-
podendo funecionar codj menos de dezaseie ir-
raaosdiga-senao poaendo fanceionar com me-
nos de vinla e ara irmos; alterada asslm a modi-
fica gao constante do certificado do eserivo, e Mean-
do em vigo-r o estabelecido no art. 23 com relago
a' joia mencionada ne mesmo artigo, que dva pa-
gar o procurador geral.
Arl. 2*. Ficam revotadas as dlsposiges em
conlarlo.
t Art."l. Fica desmembrado da freguezia do
Tracunbaem a aunexado a' fregaezia de Nazarelb
o territorio que parle do ponto de limite entre as
doas freguezias na esirada de Nazareth para o eo-
genho Bonito, at encontrar a estrada geral do
mesmo engenbo ao de Japaranloba, seg ndo pela
mesma estrada pira o engeobo Morojo, d'onfle
continuara' para o eog-nho Tauatape de Plores
pela estrada qoe actualmente serva de iransito pu-
blico, seguiodo deste ultimo eogenbo pela estrada
que vai a' propriedade Maltas e ao eogenho Revira
at encontrar os lmites da fraguezia de Nazarein
com os de Tracunbaara.
Art. 2. Fica penencendo a' fre?oezia da Igui
Juizes os Srs. Sirva Guimaraes, Accioli, baria d
Cruangy a Basto.Foi confirmada a leatesca sa-
pallada.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Aceoli ao Sr. l-rrnaaaar
gador Silva Gomars* : appeliaote Joo da ttojatai-
ra Peiro, appellado Jjs Aotonio de Almelda Go-
mares.
DISTRIUICOES.
Ao Sr. desambargador Silva Gaimares : appal-
lantes Antoofo Rodrigues da Cjsu & n appellado
Felippe Carreiro Estrella.
Ao Sr. desembargador IMs e Silva : appellanta
Joaquim da Cuoba Meirelles, appellados os orphaos
Albos de Joo Cavalcaote Accioli.
. a soba vos.
Jaizo especial do coujmereo.-^Aggravantas Peb
dell Piolo A c, aggravado o administrador da
massa fallida de Sebastin Jos da Silva.
O Exm. Sr. presideole nagoo provimeolo.
J izo especial do commereio.Aggi'avantes F-
lix Saovaga & C, aggravado* Jibastoo Pater & C.
O Exm. Sr. presidente den provimeolo.
Nada mais houve, e encerroa se a sessio a ama
bora da tarde.
CIIUOMCV-JIICIVIUV
l'RIBl'.V.IL OA REL Vi; lO
SESSAO EM 26 D3 MAIO
Presidencia de Exm. Sr. conselbeira F. A. Sam.
As 10 horas da maoha, presentes os Srs. desem-
aarga lores Sanliago, Gilirana, Guerra procurador
da -oros, Lonrengo Santiago, Almeida Albuquerque,
Motta e Domiogues da Silva, faltando os rs. desent-
to Sam ai. .,,. a -"":, noiia ? uommgues aa silva, faltando os srs. deseca-
Fsnfrim S VaT\a\armf S0Bal. da Mala & cargadores Assis, Ucha Cavalcante e Souza Leao,
Z2vi2. ... '.p estoa JQrame.n,P e slgnoo o res- abrio-se a sesso?
do mmto no flm de tres das; mas os dos "orea-
meatos provincial e municipal sdlo-ho sraente
depois de cinco dias, contados da entrega dos res-
pectivos aatographos.
4.*Os cootrataotes obrigm-se poblicar em
ora volume, ntidamente Irapresso e era bom pa-
pel, todos os debates, pareceres e projectos da
mesma assembla, sob o titulo da Animes da as-
sembla legislativa provincial; apreseotando es-
se trabalbo qoinze dias depois rjue honver termi-
nado a poblieago integral no referido Diario.
t 5.'Os contratantes obrigam se mandar en-
tregar na secretarla desta assembla, era cada dia
de sesso, qaarenta e cinco nmeros do Diario de
Pernambuco, quer seja sesso ordinaria, quer ex-
traordinaria oa prorogada, bem como nos nter-
vanos dons exemplares ; sendo aqaelles para os
merabos da assembla, e estes para o respectivo
archivo.
t 6.'Os contratantes obrigam-se tambera i
dar a secretarla da assembla treseotos e sessenta
exemplares dos ditasAnnaes, senda qoarenta
em mala eoeadernago, para desirlbair-se com os
respectivos membros.
7.*Pela publicagio dos debates no Diario, e
dos Annaes em avalso, reeeberio os contratantes
cinco cootos de reis, em tres prestagoas, sendo : a
primeira de doas contos e qaiobenios rail reis nos
primeiros qninze das do mes de Janeiro de cada
anno ; a segunda e a terceira de ura co to duzen-
tos e cincoenta mil reis cada ama, no flm de cada
mei de sessao.
8.Os contratantes obrigam-se i prestar flan-
ga Idnea, por qaalqaer adiamntenlo, qae Ibes
fr elio, oa para pagamento das mallas qae ibes
forem impostas. -' H
9.Doraote o tempo do contrato, os contra-
untes obrigam-se a nio publicar arligo-algom la-
l arioso oa calumnioso ao carcter oa dignidade da
rass a parte do engeobo Cni-Graade, qua par-
tenca a' fregoezta de Goyjooa.
t Art. 3\ Ficam revogadas as disposices em
contrario.
Havera' hoje, a'j 6 horas da tarde, reaniao
do C.nselbo deliberativo do Gabioete Portuguez de
Leitura, para ser discutido e approvado o regula
meato alarao dessa iosiitu'go.
Lotera.A que se acba a venda
a 67* a beneicio da igreja de Musa Senho-
ra do Guadelupe, da cidade de Olinda, qae
corre sexta-feira 29.
Reparticao da polica.Extracto das partes
dos dia 26 de mato de 1808.
Foram recolbldos a casa de detengao no dia 25
do corrtnle.
A" ordem do subdelegao do Reeife, Rosa Maria
Joaquina, para correego. A ordem do de Santo
Antonio, Mariana, escrava de Satyro Emiliano de
VascoDcellos, a requerimento deste.
O chefe da 2 secgo,
/. G. de Maquila.
Casa de detenqao. Movlmeaio do 23 dia
de malo de 1868.
Exlstiam (presos) 390, enlraram 2, sahiram 5,
existen) 37.
A saber :
Nacionies 274, mnlberes 8, estrangeiros 35, ma
Iber 1, escravos 66, escravas 3, total 387.
Alimentados a cu-ta dos cofres poblcos___307
Movimeoto da enfermara no dia 26 de maio de
1868.
Tlveram baixa :
Ignacio Pereira Pacheco.
Joaqaim Jos de Sant'Aooa.
Pedro Rodrigues Lyra.
Tevi baixa :
Joo Eva igelista.
Lemiterio publico.Obituario do da 24 de
maio de 1868.
Manoel Vicente Ferreira,Pernambaco, 17 aonos,
solteiro, Boa-vista; bexigas.
Eslevo Ferreira da Costa, Pernambuco, 65 an-
nos, viuvo, Boa-vista; apoplexia.
Margarlda Mara de Jasas, Pernambaco, 17 an-
uos, solteira. Boa vista; anemia.
Maria, Pernarabuco, 30 auoos, solteira, Boa-vista;
interne ebronica.
Rosa Benedicta, Afriea, 48 anuos, s. Jos; bren-
chite.
Joo, Pernambaco, 4 anno?, S. Jo<; anemia.
Senborinba Pacheco do Espirito Santo, Pernam-
buco, 30 anuos, casada, S. Jos ; ttano.
_ -25 -
Kooel, Pernambuco, 1 dia, Boa-vista; espasmo.
Joaona, Peraarabueo, 7 mezes, Boa vista ; den-
tigao.
Irinea, Pernambuco, 7 mezes, escravo. Boa-vista;
convulse.
Slvinia Isabel, Pernambaco, 10 anuos, S. Jos;
infliraagio no ligado.
* Major Jos dos Saotos Nones Lima, Pernamba-
co. 55 anuos, solteiro, Boa-visto; bylropericardite.
Lms Antonio Prata, Pernambaco, 72 anuos, casa-
do, Ra vista; bydropesia.
Aotoolo, Pernambaco, 8 meses, S. Jos ; coaval-
pectivo termo de responsabilidade para ser expedi-
da carta de registro da barca Agostinha
O ilvro da correspondencia offlcial fol aehado
ioscriptocom regularidad at n. 121.
Assignaram-se as cartas de matricula dos cora-
merclantes Joaquim Noga-ira da Costa, Castodio
Monllnho da Silva e Joo da Rocha e Silva.
Foram distribuidos aos Srs. deputados os livro3
seguintes -.Copiador da James Ryder & C."Dia-
rio e Copiador de Maraes Silva &<;. e Copiador
de Jos Gimes Villar & C., Diarlo a Copiador de
Custodii Aotunes Guiraares.
DESPACHOS.
Reqacrirneoto de Antonio Jos de Maura Pontos
e sua malber D. Anua Mana da Silva Lamos, do-
ajiciliados na cidade do Penado, qae teodo cele-
brado eotre si a escriptora de conirato anio-nap-
eial qae juntam, pediam para que ella produzisse
ss seus devidos effeitos qae fosse registrado neste
tribunalRegistre-se
Dito de Manoai Rodrigues da Silva, Joao Barbo-
sa Lima e Manoel Rodrigues da Silva Filbo, mos-
trando com a certiJo de ida Ja do socio Manoel
Rodrigues da Silva"Fiihi e a eseriotura de autori-
sacao para poder commercr, ficar cumprido o pa-
recer flscal er'arado oo requerimento em qoa pe-
dem o registro do seu contrato social.'(gistre se
o contrato de sociedade e mais docomeotos ]ootps.
Dito de Jos Joaqulm da Silva Gomes, Jarouvn o
Joaquina Kiuza de Oliveira e Jos Ferreira da Sil-
va, coramereanlas matriculados a qstabeleeidos
oeste praga com sociedade coramercial sob a Arma
de Jos Joaqaim da Silva Gomes & C", qae toado
alcaogado de sea3 credoresqaltago oo processo de
fallencia qoe soffreram seu reqaerlraento, como
provavam com os documentos qoe jaotavam, qae-
riam rehabilitar se para da novo poderem com
merciar.Autoadoiaelo offlcial Parias Torres, que
servir de escwvao, dfi-5e vista ao Sr. desembar -
gador flscal.
Dito de Joaqaim Marcelioo Gongalves Rosa,
precisando que se Iba d por certido o segailte :
Io Se Jos Marcelioo da Rosa e Joo Chrisosio-
mo Gongalves Rosa sao commerciantes matricula-
dos aquella era 1857 e este em 1867.2 Se e3tes
sao os qoe presentemente represeotam a Arma
social da Jo Marcelioo da Rosa & Filbos cerno do
eoolrato s-.eial registrado em 1S65.3* Qaaotas
noraesges de caixeiros da masma casa se acbam
inscriptas neste maritissuno tribunal especificando
os nomes dos msraos caixeiros.Como reqner.
Dito d Jos Miuoel da Veiga e Seixas, e Manoel
Teixeira Barcellar, pedmdoo registro do eu con-
trato social para que prodaza os eflaitos legaes.
Vista ao Sr. desembargador Uscal.
Gum lofnrmagao do Sr. desembargador flscal.
Da eompaohia de seguros Northern Assurance
era que pede a sobstituigo por apollces da divida
publica, da quaatia, em deposito, de 10:000,5 me-
danle o qoal se Ihe cooceder establecerse.A'
secretaria aprsenla o dacrelo que ordeoon o de-
posito.
Da Joaquira de Albaqnerque Mello, era qae mos-
tra h?ver satisfeilo a exigeocia flscal oo reqaerl-
raento era que Serafina Alves da Rocha Bastos pede
ser matriculado commercianle.A' visla do pare-
cer fiscal nao tem lug r.
Da Joaqora Antonio da Carvalbo, carta de ma-
tricula.Como reqner.
De Antonio Jorge dos Santos e Abel da Rocha
Pereira,Jislrat) de sociedade.Hegistre-se.
Nada mais havendo a tratarse, o Exm. Sr. pre-
sidente eacerrou a sessio as 11 horas e meia do
dia.
os feitos deram-se os seguintes jalga-
SESSAO JUDICIARIA EM
1868.
2o DE MAIO DB
Serapbim Jos dos Aojos) Paroarabnco, 58 annos,
casado, S. Jos; herysipela,
Prima Maria da Cooceigao, Pernambuoo, 32 an-
nos, Saoto Antonio"; cancro no otero.
Maria, Pernambuco, 55 aonos, escrava, Recife;
ttano.
Manoel, Pernambuco, 4 annos, S. Jos; sarnas.
- Jos Panlino da Casta, Pernambaco, 35 anuos,
viovo, Boa-vista; Interior^ ^.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOS.
A. P. PERETTI.
Secretario, Julio Gutmaraes.
A's onze horas a meia da maoha declaron-se
aberta a sesso, estando reunidos os Srs. desem-
bargadores Silva Guimares, Reis e Silva a Accio-
li, e os Srs. deputados Rosa, Basto, Miranda Leal
e bario de Cruangy.
Li Ja, foi approvada a acta da precedente ses-
sio.
O eserivo Albaqaerqae registroa o ultima pro-
testo de letra sob o n. 1614 a 22 do prsenle mes,
e o eserivo Alves de Brito a 19 do mesmo mez
sob o a. 1554.
IULGAMBNT0S.
Juizo especial do commereio.Embargante reo
apoellado Joo Pinto de Lemos Jnior, embargado
autor appellanta o tenenle-corooei Jos Ignacio de
Mendooga.Juizes os Srs. Reis a Silva, Accioli,
Miranda Leal a Rosa.Despresaram-sa os embar-
gos eom o voto do Exm. Sr. presidente, sendo vo-
tos vencidos os Srs. deputados Rosa e Miranda
Leal.
Appellaote Manoel Lonrengo de Sonta, appella-
do Angelo Ribeiro Duarte.Apnellaotes A. Sehaff-
ter & C, appellado Horat'us J. Caonan.Appel-
lantes Antonio Laiz de Oliveira Aze'do & C^p-
pellado Manoel Ignacio Ferreira.Adiados na
sessao anterior, adlaram-se a pedido de outros
Srs. juizes.
Appellaote Francisco do Lago, appellados os ad-
ministradores da massa fallida de Joaquim Jos
Gomes de Souza.Adiado oa sesso anterior.O
Sr. baro de Cruangy jurou saspeigo e foi sortea-
do outro Sr. deputado que pedio o ad'.ameoto.
Appellanta Joaquira Salvador Pes-JUa de Siqoeira
Cava cante, appellada a directora da Caixa Filial
do Banca do Brasil nesta cidade. Adiado na ses-
so passada ; nio fol aroposlo por nao estar pro-
sete o Sr. baro de Nazarelb.
Assmlodo a presidencia o Sr. desembargador
Res e Silva|entroa o jalgaroauto da appellacio in-
terposta do |uizo especial do commereio, entre
parles, appellaote auto1: Manoel do Ampara Caj,
appellado reo Migael Arcbaojo de Flgaeirdo.
Passados
raeotos:
carta testemuniiavel. Aggravante, Manoel
Taeodoro de Arrada; aggravado, o juizo__Relator
o Sr. desembargador Domiogues da Silva, mia-
dos os Srs. desembargado Almelda Albaqaerqus
e Santiago.Negon se provimento.
i appellaqobs crimes.Appellaote, Targno Soaras
d'Avallar; appellada, a joetiga.A' novo jury. Ar-
pallanta, Fraacisco Jorga Mooiz Botelho ; appella-
do, Emiliano Laanolo e Auvedo.I uprocedea-
te. Appellaote, Jo Rodrigues Mtciel; appellada,
a ju liga.Improcadeote. AppellaUle, o juno; ap-
pellados, Cetario P. de Pigaairedo e ootros.Im-
procedente. Appellaote, Jos Alvas da Silva; ap-
pellada, a justiga.A' novo juiy. App liante, u
julio ; appellado, Joo Gomes da Cruz.A' novo
jury.
Assignon-se dia para jalgamento dos seguintes
feitos :
APPELLAgoES crimesAppellante, o juizo; ap-
pellado, J nquim Francisco da Casta. Appellaote,
Joaquina Francisco de Oliveira; appellado, Fran-
cisco Jota Vieira. Appellaote, Miguel Lopes Amo-
rim; appellado, o jolzo. Appellanta, o joizo; ap-
pellado, Raymando Jos de Sini'Anna. Appellan-
ta, o juizo,'; appellado, Pedro Francisco Vieira. Ap-
pellanta, o uizo; appellado, Jos da Costa He-
ves. Appellaote, Fraociso Alexandnno de Araa-
jo; appellada, a justiga. Appellaote, Dr. Francisco
Barbn Cordeiro; appellada, a justiga.
APPELLAgAociVEL.Appellantes, Manoel Xavier
a outros; appellado, Jos Miriano Ngrelros.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
bargador Giiirana.Appela^ascrimes: appellaa-
t?, Marlloho Gomes Vidal; appellada, a justiga. Ap-
pellaote, o jaizo; appellado, Pollsmino Aotonio de
Figaeiredo. Appellaote, Manoel do Nascimento Li-
ma-, appellada, a justiga. Appellante, Antooio
Clauliano da Silva; appellada, a justiga. Appel-
lago civel: appellaote, o v.scoode de Lolres; ap-
pellada, a fazenda nacional.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lonrengo Santiago.Appellagas crimes: ap-
pellaote, Manuel Raymuodo de Ojveira; appellada
a justiga. Aponanle, o juizo; appellado, Joao
Carlos dos Santos. Apoellaote,o orzo; appeKado,
Fraoclsco Aoton:o de Oliveira. appellaote, Fran-
cisco Jos da Kreitas ; appellado, o joizo. Appel-
laote, Joao Faulo rfevaleote; appellado, o juizo. Ap-
pellaote, o joizo; appellado, Fe:ix Jos Delga-
do. Appellaote, o juizo; appellado, Jos Moretra
da Costa. Appellaoie, Maria Francisca do Espiri-
to-Santo; appellada, a justiga.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Looreogo Santiago.Appellages civeis: ap-
pellante, Jjo Chrisjstomo de Freitas; appellado,
Simo Barbosa Cordeiro, Appellaote, Jaio^Evan-
gelista do Espirito Saoto; appellados, ManoelFalip-
pe da Silva a outros.
Do Sr. desembargador Lonrengo Santiago ao Sr.
desembargador AlmeiJa Albuqaerque.AppeUa-
goes crimes: aopellanle, o promoloo; appellado,
Jos Laile Coni. Appellaote, o juizo; appellado,
Francesco J s da Moara. Appellante, o jaizo; ap-
pellado, Jos Lopes do Nascimento. Appellante,
o joizo; appellado, Jos Beriholdo. Appellaote, a
juizo ; appebado, Alexaodre Ferreira da Silva. Ap-
pellaote, Flix Teixeira de Barros; appellada, a
justiga. Appellago civel: appeilaatn. Tbeopnilo
Alves da Silva; appellado, o baro de Una.
Do Sr. desembargador Almeida Albaqaerqae aa
Sr. desembargador Motta.Appellages crimes: ap-
pellante, Manoel Clemeztino d.< Espirito Saolo; ap-
pellado, o jaizo. Appellacie, Fraacisco Ignacio de
Amcrim; appellada, a ja^iga. Appel ante, o joi-
zo ; appellado, Pedro Aotoaio de Mello. Appellan-
te, Jos Francisco dos Santos; appellado, o jal-
ao. Appellaote, Joaqaim Antonio Pereira; appel-
lada, a josUea. Appelhgo civel: appeltaoj ,
Francisco de Albnqaerqoa Maranbao; appellado,
bacbarel francisco Jos Rabello.
Do Sr. desembargador Moita ao Sr. desembarga-
dor Assis.Appellages crimes: appellante, o jai-
zo ; appellado, Jos Maria Peres. Appellaote, o
juizo; appellado, Estanislao Jos Ferreira. Appel-
lant), Aotonio Rodrigues Corro i Leal; appellado,
Miuoel Bemcio Brrelo. Appellaote, o jaizo; ap-
pellado, Beiarmiao Jos Colho. Appellanta, Fran-
cisco Mara de Mello; appellado, Joio Nogaeirade
Lima. Appellaote, o jaizo; apjellado, Hermioo
Alves de Qaeiroz.
Do Sr. desembargador Domiogues da Silva ao Sr.
desembargador Ucboa Cavalcante.-Appellages
crimes: appellaote, Francisco Borges Macambl-
ra; appellada, a justiga. Appellaote, Antonio Soa-
res da Coste; appellada, a ja-liga. Appellanta, a
juizo; appellado, Jos Basilio Vieira dos Santos. Ap-
pellante, Pedro Lopes; appellada, a jasiiga. Ap-
pellaote, o jalao; appellado, Gabriel Fernandos da
Oliveira. Ap'pellante, o jaizo; appellado, Ricardo
Cardoso da Normaodia. Appellaote, Viceote Anto-
nio da Molla; appellada, a justiga. Appellante,
Maooel Cileodro; appellada, a justiga. Appellaote,
Joo Honorato dos Santos; appellada, a justiga. Ap-
pellago civel: appellantes, Santos&Rolim; appel-
lado, Dr. Jos Soares de Aibvedo.
Ao meio dia eocerrouse a sessao.
Communicados
No addltamento, qae tez a (*) flrpwta Diaria
no Diario da 25, acerca dos aconlecimntos qoa an
deram ao dia 22, em relagio aos Irilhas urbanos,
entenden-se cooveoieote accreseentar observscSas
sobre o estado da empresa, qoe exigem de nossa
parte seria reciamago.
I") Convra que digamos algamas palavras aqoi
mesmo em abono do qae em nossa Revista da 15
do correata dissemos sobre a empresa da liaba lar


/ mu m
if
M
TS
t i
i ATlA Jd
Muri *
1 ?
rtVff
I ad4Uawnto s noovesse d(g-
s a qaaiqaer d:s earpreanrloe,
reclmantos. .detejavois pare, .pro-.
i conapcimen^o de causa, a se
ote por mformacoes qae loe de-
daro em "descruditd di bmprexa,
de'peodendo isto sementada so vootade, oo i
deferencia que qoizesse IMirtra ora a empreta,
cabe-nos a reclamagao qoe re fuamos, wn antro
algam commenuno.
O accidante que se dea nio fot defldo ao ma-
chloisti, qae o oio poda evitar, como aitestara
pessoas fidedignas, e qae como nasngetros do trem
preseociarem ; o fado esta seod Investigado
com processo cosanetente, oeaUs circomsuocias
parece qae se to devfa aogmeotar affliegio ao
aflicto, oeio perorar a oa sorte, fallando de saa
inahabllidade de que nao occasio tratarse ago-
ra ; (osse elle o oais perito oio poda evitar o
sioisiro, qoe os emprezanos profuodameote lasll-
yurn, a^juB tties ttoax? graves-drssabores.
Aoeovero cabe lovestigar se o contrato tea
sido Belmente etectottdo, e nenhama reclamagao
appareceaaob'e o estado da estrada, que conser-
vada diariamente, e esu' era qoasl soa tottlldafle
eom o htkfo preciso, cerno poblico e notorio ; a
nao a* Ha dado accidente alga,por deleito da er-
trada, qoe sem duvida carece os inconvenientes
as corvas, devidas a circamstancla de ser a liuba
a lttfi doaontratoedavei, asseatada na estrada
actual, qo# alero de as comer nao d*' sufficieote
escoto a aguas plavlaes. Fra tmpoasivel qae em
Uva circuautauctas a estrada fossa per (sita, a era
prexa tem procurado remediar as corvas quaoto
poesiae!, o qoe tambem publi-io e notorio.
Acerca do trem rodante 6 verdade ser losuffl
eieote para a affijenda dos passageiro?, -com a
qual nao cootava a empresa; que bem podia alie
Nio te oroeora sabar das coas. e fuam-se
sonae, ^jae-nao teern faedameorV oo qna t*> U3r^jWds adulteradas,
sJq cat)i*ji, a to se leva. era. liaba de ae** a '
sao caques, a nao sa wv*. emuiona pe m aw i oranrtn narte das comoos
difkoldades eom qoe Iota ana em?rei*. nova TOI*08r P 1>1 .7
tscoc-ieaactaaM. "w arV& Sjnesmo nome
Quemo peuoir, de" arre timbera fallna Jt' parear.
s s5o compostas
tutu, cabe observar, qoe seu i a eraprez part
ealar p#4a escoloer o qae ju'gar mus ap'to, e nao
pode estar aajetta a eeaswa oeste ponto, e nem es-
coloer a sea pesical aegdodo o parecer deste oa
daqoelle; havuodo reatrlecao someole aeerca dos
maohDisiai, sobre coja aptidao, poda superloten-
dar a polica, o qoe ouoco se cootvstoa.
O pala nio tem abuojaiciajeboeaed-'babilitadoe
para este as'star ; os eagajados o pala ftlraugeiro
offarecem mtis )e am ioeoavenieute, e to logar
ritae e pfovocacSes, como Ba eieoplos repetidos
na lioba de S. Francisco : a empresa oio tem ad-
mitbdo a>acbiui>u, qa c Jo o emprfgo fogolSTi,- e qoe am da ptatiea
ostra apttdao, e bWo coftsolta a empresa a sego-
ranca dos passageiros, qoe de spu inuresse e de-
ver ; e oio se pode suppor o contrario sem grave
injuria. Pare f-aos qae tanta s- sao pode re-
ferir a ootro pessoal, e o ezposio sofScieole pa;a
desvanecer a censura.
A empresa tem evitado po'emicas pela Impren-
ta, qae sio irritaotes, procara satisfacer es cora-
proruissos qoe tomn, e os legtimos toteresses do
poblico, que sao tamben os seus, e jama*. re-
easoo a qualqoer avsrtgaaco da pane do goveroo
nos termos de sea cootralo, e tesa serettado de b n
Igrado as observaos justas e rasoaveis,flae Ihe
tem sido folias, e deseja mesmo qae rae srjtm lef-
ias por modo a seren aproveltadas.
As rbser-rO-os airadidas dos impoobam o dever
desta reclamiciio, qoe esperamos da Imparcialida-
de dos Sr.. edictor.es do Diario de Ptrnambuco, qoe
tw to"seJr"brgaaa" aTer maior namero de ma- se digoem de pablicar, orno Jaste defdi* de aossa
ele Hato 18C8.
alt Ofibtt .JZ OTIVfA
,u*m*mtiknnhi i'
i ii n.uj Ji1
" i**-
soledade do Gabinete del Becee da Camina.
i Cata tetm'B.^^. *'':
&Irmao-Um dito sam onmero,J oa da Caleada.
dcaux em fl de oovembro de i#67, no Casa terrea p. 30. "
i Gutenne, a Monleira & /aio. dem idem o. ?. .
i.. ninmn___II,n rtlln WhlHn'rfa R ,r. "IHa* "1A ..
. VulTeado da todas esta, o oleo poro me-
diciBal da flgado de bacalho de Lanomv A
dem Lopes A OliveiraUm dito vtndo;de B>r
deaux ero 11 de novembro de 18o7. no vapor fran
--(w, a L-pea & OlKeira.
pila & Espirito-Satrto Urna eaia sea
diciaal da agido ae oacamao ge uami or i a* Hela & Espirito-Santo Urna eaia tea
KeOJD, oelle teOBOB ue>p|MBO de priM-lakmefe. viada de Liverpool no bripoe loalet Ci-
~ !..__.. i .- QA An Ulbn Ar\ IQR7 a Utit X, CanPilA
Chinu do que eoteodesse coaventeale, visto qoe a
sle respelio nao bouve eslltiaUco no cootralo ;
mas tambem verdade qae no lotaito de satisfaier
o poblico, e de proporcionar as vantagens que Ibe
cff-Tece a empresa, lea esta desde o aooo passado
encummea la de mais duas macbnas, com asqaaes
cootava al o Bm do aaao : qae teodo cbegado
tuaa dalias,* caira esperada desde jaoeiro, mas
pala decora do navio em qoe embarcou, e que j
parti cerct de qoarenia das, aioJa oo chegoo.
Pe enci'muieada de outra ma.chn e de carros,
alm dos qoe ja' tem vmdo.
As eneommendas da Europa sao demoradas, e
nao p.dem ser os eropreiarwe rpoosa^ por
essa mor, qoe alis motivo suffldmie de des-
colpa eom entras cumpanbias.
As msceioas aetaaes foram perreamente cons-
truidas e ou podem estar em perfeito eslalo pelo
constante s^rvico que presttm ; mas luoccionam
regularmente e sem parigo, e prensara obrelodo
de novos tubos que se eocommenlaram, com mo-
ta antecedencia, e que to poderao por forma al-
guma s-r aqui encontrados, nao servlodo os que
generosamente ceden e Sr. Maan. Bsses tnbos ja
cbeiaram e-t*o s^-odo posios as machinas.
Se fosero restringidos os trens se ke*anlariam
clamores fundidos dos pasageiros; a emprea Um
leito o possivel para manter os trena Indispensa-
Teis, e nao tem p^apa-lo despesar com concettos,
que sao de um preco fabuloso oas ufuVioas do paii;
tem a m.i- inc ssaute vigiUocia por iutermedio de
sea eugenhairo, e cuida na cooservagao das ma-
cbiBas, masoio tws ooites e domingos, quando as
efrcnmsunclas perm-ttem e isto necessarlo, e
anda assin x ffre ceo'ura-. iNada obstanie o er-
vico se tero Noto regolarment, e os -.inistruS que
se tem dad >, alero de ineviuveis ero emprtzss des-
Uordem, tem'siao devidos a' iroprud-ocia das vic-
timas, como se tem verificado judicialmente, e
quero viaja nos trilos urbanos Uro presenciado a
imorui.-nJa dos que se atravesiam nos tr=n=, e se
expoa aos pangos, e para evita los nio tem a com-
paobia ro-ios asua dispjsiQo, e nao tem lido au-
xilio alguro das autoridades.
Anda no d'mingo passalo foram presos com ao-
Xilio dus ua.-sajairos, dous i .divulius, que se eolio-
caram na frante da maohioa, qao segua para o
Recite, e entregues a' pilicia.
Si > realisav^l a le nbraoca ou conselho de ter
bomens pst-no-i na eatra-la, para eviur qtae s
andas-e >oore u.- triibos, porgue Wlvei.qae fos-ero
precisircero bomens, e esies 6> >erlam obedeci-
dos, susoiliaio se re^u:a e coifliotos, como j*' w
dea ni ponij, ieuio eipaucado o viga que la
bsvia.
Para desvanecer os- boatos infoadados, qoe se
espalha.o em scr.'iito da empr<-za, e as aigui-
c5es qae Ibe fo Rmtl* em 'sea addilaaenio ci-
tado, reqoefeu a e-oprea ao governo u o exame
para que ^e coabea a verdade sobre taes ar-
gOKO'S
Ningo-ra ignora qua a empreza tsm envidado
todos y t fjrc-w para soppnr as falls devas a
inexperiea-u h a is erros i* con>iru-'c5o, mu nos
dos qaiei tuero si 11 remediados coro grande di<-
pendi e per'da d-> qui fj anteriurmote letfi ; que
no pala nao tu os cacarais dj proropt', e qm o
dt Baropa sao demorados: qie a. empreza ja'
esta' crosiruiulo fcsi.se -sa* ofB.:ina' e procura me-
Inorar a enlacio do R^oife, e a poate actual, para
0 que ja' lero usuiaiemes prom.itos.
reo de Aptpoeo^ e em respo-ta maito rasoavel ao
artigo cima da eo.pre2?.
Nao nv-mos iot-ocao de levar o descrediti aos
trunos urbanos, a errmos qae bem poacis es^lnto-
vero as censaras que fUeraos o dado de mi vjo
tade.
Alodi almitt'nli qua a censura foi m*is lort"
do quo eonvinna, a njs-a lateoeio fo. pura e >im-
ple>m--ota dispertar a aiunc^o e vigilancia dis
Srs. erop-e^ar'MS. lTm n>taei escript r lAncei
dlsse : JV> nnss ('u'o de (ebre r. de precipita-
#09 a attenyin s se fixa sob: e o que perturba o
Admira, e r.onvm tnwltis vezex exagerar a vtrd'ide
fara chamar a atln publica sobre a* quesio'S
ie m'oc-' geral Em todo coso, os nlarmisin*
eomintlo a nltmci publica sobre unta cousa
faalqver, do srssfra lut/nr a um restituido til.
Issa reSOltadd til. alca (,-ado na hyy Ih-se, aiani-
Itsta-se desie ja' pela t-xpicagai ue boje di ns
DOsas columnas a emnr>ta dos trilti- s. e. estamo<
contened s nio > no exame de qae fallara os Srs empreza
los, como a us elle.
Di-sernos proposito do accidente que a culpa
diiiaco nis fra d'wdv d crcitmstancia de ser
tur da a mutner esmagada. Qjaut> a pune* aplidao
do machiu'-ta, p iuca apttdao qne os S"J. empreza-
ros eonfess*m desda qae declarara qoe elle era
fogolsta como os ontros machini-tas que teem ai
miitido,nao serve ella de carga ao inculpad',senas
de urna lemhranca aroigavel para a n ein r es-
olha desses tuncciuDarios por p^rte da empreza.
Nao distemos qae o pessoal da emprea era
Bao, nao ; di^semo que eslava mal orgaflisado, o
qoe difiere trono, a^ meuas pa ece os.
Dizaoi os Ss. emprezanos qoe tem O dtreito de
escoiber onde e como Ib-s sprouver os seos em-
pregados vuio ser a empreza particular, e gda
nio pola ella p>rtanto estar sojeita cen-tfras
neste ponto. Orovimos oa primeira pina, e oonca
yrocaiamos ero prncuraremos aconselba-los na
eseolba; quanto, porm, a' segunda parte, per
mltiam nos qn Ibes digamos qne teodo os seos
empreg.d s e ndar cem o publloo noroerosi que
tran-ra oa estrada, e sendo a eaiprea de interes-
se e nnildade publica, a impreosa tem o direito da
censura sempre que a Jnigar merecida, dtreito qoe
se Ibe nao pode alienar, e de que ella oio presera
de sem tolher soa liberdade.
A priva mais evidente qae podemos apresentsr
em contraposico da afflrroativa dos Srs. empreza-
rios, qu-n lo d zera qae neobotn a^cldeote se tero
dado por deleito da va proprlatoeoie dita, sao os
accidentes, que felizmente ha b m lempo nao se
tea repetido, de de^cmilbamenlos de locomotivas,
qne a noso v> um sua razio de ser na ma cons-
trnecao da estrada, ma' coa^traccio qae os Srs
emprezanos con'e-sam.
Nao negando osSm. empreurlos o facto da ma
coostruegao da estrada, era da falta de material
rodante e detenor eom a meibor noa voolade as attenoantes qae
apreseotam em f<*or da empreza.
Com eff-ito, ieolo a empreza frito soa- encim
tiendas e nAi teodo ellas cbegado anda, culpa
o tm ella *lndo.
Ifii ha oeces!dida de cem bomens para formar
a guarda de figles de qae fallamos oa n sea Be
vista do rtalo da : o tr|ecto peqaeoo, e, sendo
3 borneas bem di-tribuidos pelos lagares mais
freqoeo'a ios, a terga parte desse oamero oa talves
menos dva ser wfB qae Um se jaro activos.
Cremo- que por esse modo nao s temos respon-
dido ao artigo dos srs. empresario*, como falto ais-
slpar a nurm de descrdito qae os mesmi se-
thores virara laogada por nos sobre a empreza dos
trilhos urbanos.
Repetm i- que to foi essa, nem a nssa In-
lenco : o qae desojamos qae a emprera appm
xime se o omis qae Ib" fr possivel de am estado
erfeit-), porque a'ab s resoltara' bem para' al
para e pabilo, cajos iateresses Wmos o dever e o
direito de telar.
A Rtiacfio.
parte, e nada mais.
Os empresario!.
Os aballo assigoadas declar*m em abono a' ver
dade, qae lodo no ireio, no qua deo-se o triste ac-
cidente havido na sexta-feira 2J do correte, que
real ter o miebioista apjtado anteriormeote, e da-
do sigoal de par>r o Irem, e qoe os brequistas
eflaclivamente apertaram os reos dos carros; e
qoe logo depois dra o machioista sigoal de conti-
nuar a viagcno, parando ao depois immediata-
meote.
Recife, 23 de maio de lobo.
Claudio Dubeaux.
Geoige Retcbell.
Aug. Bemet.
Ji..bw que.
Praunsco Gomes de OHveira Sabnnbo.
Eduardo Houler.
J. B. Maular.
D. P Wild.
Ernesto Vleira de Araujs.
Jobo Harliiy.
Os aliaxo assignados viodo no trem em qoe deu-
se o sioisiro baviilo na sexta fera 22 do crrente,
declarara por amor da jnica, que viram e presto-
Ciaram p^rar o mesmo. trem por causa de urna
mamar que segua adianto no maio dos trilhos, a
que affstDdo se ella para um lado fra dos tri-
Ibes, o macbinisia dtu sigoal de seguir-, no entre-
tanto a infeiu muiber persuadiado-se talvex de ter
espago bastante para atravessar para o outro lado
da e-trada, commelteado tal imprudencia da qu*i
lne ra*ulioU a morte, parando outra vez o trem
com tal rapidez que o sea corpo acbou-se apenas
oas rodas da machina.
Recife, 25 d- mai de 1863.
Serapiao de Mello Carneiro.
Andi de Abreu Porto.
V. Ferreir-Cbaves Jnior.
rkulo M,i.:liiA '-.
Eduardo Mioler.
J. E. Meltier.
face e de urna repntacSo uoiversal, que at'
boje Doea desmeniem ts esperancas dos
doaotes. Os tdadics o recomuendam, per-
qu a saa eficacia est satis qoe prorada,
nos peiores casos de aflaccM pulmonares e
escrofulosas.
Ouiros leos .(Je figado de bacalho, po-
dem ser puros, porm ate iodiepensavaJ-
meote o .
Como seja um objecto da maior impor-
tancia, pira aquellos que parJecein dos piit-
mes e da garganta; aqurlle que for seooor
de urna preparaco legitima, (ara oem am
conDar-se aaicamente ot de Laman 4
Kemp.
Acba se venda oas pharmacias de A.
Caors Barbosa, J. da Conceieao Braro C ,
M. A. Barbosa, P. Maurer & C. e Bartho-
lomen 4C. .:. ... .
o, a 20 dejulho de 1867, a Maia & Espirito
COMMEECIO.
dem RUm embrulbo o, 11*7/1, viodo do Ha-
vre |a tarea fraoceza Cora, em 10 ie agosto de
18n7, a erdero.
Iielt triangulo B R. &C. R'-Uma ealza sem
numero, vinda de llamburgo oa escuna hollaodexa
Vemts, em 24 de agosto de 18o7, a* ordero.
L Jjero Kaikmaa & li--m embrttlbr o. 226, vio-
de *e 9outhsmr*oD na vapor inglez Semf, ein 28
de agost > -1867, '-erdem.
T-Je) Ki kman & CUm embr jlhi d. 526, vln-
do de Southamiituo D" vaour tsgle e ne, em 28
do agosto de 1367. a Kalkraan & G.
dem L & O. Urna calxs n. 701, vlnda do Ha-
vre na Baa iraneera Rto Grande, em 30de agosto
de 1867, a Lopes & Ollveira.
Armzem n. 6.
Marca Giovani FiruUrna eaiu sem nomero,
viada de Marseiba oa vapor fraocex Bourgogne, em
7 de jiwiro de 1868 a Juo Pirpo.
Armazam o. 9.
Mirca triangolo 0.Cincoenta barris com man-
te4#a de v*eet-vt4os de LtverpiK.1 oo vapor ingles
Haktdm, em 18 de dezembro de 1867, a i. Pater
&C -
Aifandega de Pernambueo, 25 e maio de
|868.
*
f___U..___U"-"
PRAGA DO RECIFE 26 Dg'HAlO DE 1868.
As 3 X horas da tarde.
(Hoje) .^. .
Afeodo de Macelo 1 sorte19*p^ 1PJ30O
19J'00 por arroba posto a bord.
Algodao de Pernambueo sorte1SJ0O0 por
arroba.
Cambio sobre Londres90 d/v., I7s/, e 17'/ d. por
1*000. n
Cambio sobre Hambargo-90d/v, 1*010 res por
m/b.
Jos d'Aquino Foaseca,
. Presidente.
Francisco Mamede d' Al meida,
Secretario.
I

FublicicSes a pedido
_-----------'i------------- --------------
I!) ieav* sefeat'Aea.
0.,5r. Jia^jiiim d'Almeida Pint distincto
pharjnxeutieo, e>t-belecdo na cidada do
Recife, tem empreliendiio a publicacao de
urna otra scientifica, que por sua nalureza,
e pe'a prociencia io coordenaior, deva me-
recer a considrracao punlica e o auxilio dos
poderes Cun pe lentes."
So'jre o tratiaino iuforme de nm distincto
boniffro bfa q ao mesmo tirapo collecti inando os diver-
sos atC/iptas, que ta s.;bi e a II ira do Bra il
o r. Alnuida Piolo empffehendeu ai.rgani-
arih) e m tti'd'SicSo de un Dicct nahm de
Botnica Brazilura, ciiendo oajaniiado
u uidis c mjj ti i de t idos os Mg tais indi
ge-:ias e d >i Hccliroatad 'S* ac^m.ianhand'i ca-
da um dos vegttaes com a sua discripgSo
vulgar e scieniiba, com o seu empregunas
at,tes e industria, e suas propiedades me-
t ci'iaes.
Ena obra, qoe por fea progrmtta, se
recouhece ser de immedi.ta utilidade para
o u.-o dis boticas, dos engeolios, das fiuiiii
as eespe. ialmenie dos meiiic>'>$( marcee ser
aco= oC'iada em sua publicacao, principal-
mente se attendermos a que onras d'esta
natureza tem c >nsummo lim tad-i, e esse
ma>tno retardado.
A a^semblea prov;ncial preston-lhe o au-
xiliar de 2:00 & 00; mis ess-e subsidio
msuffi itofe para rea^ar-se uaia em rnza
d'tsia ordem, qo n lo as espezas oa im n s-
s i entre n< san de propOic5es asustado-
ras e desanimad >ras.
N'enietinti o Sr. Almeida Pinto n5n
deve desanimar ; e antes deve recorrer
ca nara dos senbores riejUtados, que cosiu-
mand<> co signar urna soffrivel verba an-
nuil para a im res*So da Flora do Dr.
Marlins Ble repugnar auxiliar a empreza
d um br-zileiro, quaodo na mesma camira
exist"tn pernamhucanos, que podem dar
testemunno da proticienci' do mesmo Sr.
Almeida Pinto.
O Diccionario di Botnica Brasileira
ama o ra, que inieressa aos mlicos, aos
boticarios, aos in lusti iaes, e ai aos senbo-
res de e -genho e aos proprios pais de fami-
lia ; por q-iaoto a uns e a outros i te pres-
tar um vahoso auxiliar, j em re gao
c insrtelo da sode, j ein rela^ao ao pro-
gres) das arles e da industria
Pela nossa parte Cazamos vetos para que
emprezas como as do Sr. Almeida Pinto
ntiienliam o necessario o ap io tanto do pa-
biic'", como das pessoas c-impetenies; por-
que e d'estes f. cos solados, que pane a
barmonia do verdadeiro progresso de urna
uacSo.
O snltSo da Turqua
c Tivemos occasio de ex mimar um par
de cbinellas qu i forim apresemadas ao r.
Ayer por um offi>tal importante di Sublime
Porta em Constan, inopia. >
Ellas foram apresentadas por meio do
American Board of Foreign Mmons em
Boston, em reconbecimertto especial de urna
cura im orlante feta oa pe>soi de um p-
rente muiti cbegado de sua magestMl o
sullao pela salsaparrilba do Dr. Ayer.
t As chineilas sao ricamente boruadas em
brocado de boro, com riquissimo trabalho
de agolha, e ornadas de brilbantes que Ih.s
dio nm valor de 50,0 0 pesos.
Daily Adcertiser, (peridico de Boston).
B M41V 4 C.
Una da Trapiche n. 3 4.
Desconta lettras commerciaes a taxa* con-
vencional. Recebe dinbeire, a premio con-
vencional, por lettras e era conta crrente.
Confere crditos, saca stfbre as primeiras
pracas do imperio, Bio da Prata e Europa,
e compra cambiaes sobre ts mesmas pravas.
Enarrega-se, por commissJo, da compra
e veoda de fundos, pblicos e aeces de com-
panlnas, di cobranga de lettras e dividendos
ou de se pagamento, e de qualquer ontra
operagao bancaria.
O ex jedienir* para o poblico comee ir s
40 boras da manha. e terminar s 4 horas
da tarde de todos os dias atis.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta letras da praca tasa a con-
vencionar.
Recebe dinbeiro em conta correte e a
praso fixo.
Saca vista ou praso sobre as ci-dades
princi[aes de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitie cartas de credts,
para os mesmos lugares.
Largo do Peioariobo n. 7,
O'tfr.'TrMio de Ale oca r Ararlpe, ifB;lal da Im-
perial ordem da Rosa, jais de direito especial do
eommercto defta cidade do Reelfe de Pernambu-
eo e i-eu lermfj per Soa Magestsde Imptral e
Constitucional o SeLbor l). Pedro II, a qoem
Dos goar-', etc.
Fgo saber pelo presente, tjoe no da lo do m
de jnobo do'corrette a^no, se ba de arrematar por
venda a qoem ma inlto. desos d aodieocia respectiva, os escrvjs
jolotes : Mercia, crlonta de 40 -noos, avallada
em 6005, Honorata, erila de 33 aunes, avahada
em 600, f?aii$b*, rirjolo, avallad, em 600. os
qoaes vo praga, por execocao de Leopoldo Fer-
reir Martina RioBtro, contra JMtvador de Siqneira
Gavlcaot; e ta f-lu ae lanzador qoe cubra o
prego da avahado Seri a arrematagn fulla peto
prego da adjuUicago com o aDatimenti respeenvo
da le.
E par qoe hpgoe ao coDbecimenlo de todos.
maodeHzer o presente ediUI, qoe ser ifBudo
ucs logares do eostmo e publicados pela im-
prensa."
Dado e passado nesta cidad do Recifa de Per-
nambaco, aos 20 de miio de l86fl.
Tristao do Alenear Ararlpe.
1 ........1___......_. ...''i- ..ffff
dem a.'34
Roa da Hqeda.
Primelro andar da easa-n. 37
Segando andar idem........
Raa de Hortas.
Lo ja do sobrado a. 47.......
Travesea te S. Jbs.
Casa terrea o. 5. ..... .
Raa do Padre Plorlanno.
Casa terrea n. 17.......
Casa terrea n. 43.......
'4& Raa vj Santa Tbereta.
Casa terrea o. 34......
Ra da Roda.
Casa terrea n. 1.......
dem n. 5.
1519000
I
176*000
129*000
iSi#dbo
981000
96JOO0
150*000
171*000
186*000
169*000
144*000
97*000
813*000
se fecbem as S betas ta tante *o daaateceiente
Adminttraclo do correlolsj^^Heo, 10 a
malo de 1868.
O a*SB*lsttador,
Domtnget ios Pastos Mirtndm.
mU4kaHa
IHKITHO
DE
S. ISABEL.
Caiia filial da b^nco do Brasil em Per
nam seo, 26 de maia de 8*iS-
Teulose extTavjdi do poder d" i.i= Ferreira
da Silva Jun-or {-la Miranha <) a Cicte?, oo titolo-
d-> pi.se. de tres an.o's de?t-. cma por parte d para *r vemid- escr.iva Mafiai"!. aewf*')
ebefeda 1.* secgao do consolado provla'
aiat, o erado de adroiDUtrador, far poblco,
que do 1. de junho viadouro romegam a ser con
td03 os SO das uteis. marcados para a cobranga n
boca do cofre do nodo semestre, do cerrante
tono DoatcBir de 18671868, dos imposlos da d-
cima uroaoj, de 8 por ceDto sobre a renda dM
beas (fe rali ailticeutes as eorporacS-s de mo
mora, e de 10 por cei.to do consumo de agoarden-
t tseorrendo na molla d 6 por cebti os contri-
boinles de taes iroposlos, qoe nesie prazo de xarem
da satislaser a respectiva imponanela.
Consulado provlonal, 20 de man de 1868.
A. Wnrnvio P. B-oeira Accloiy de Vascoocellos.
"_ p,,r despacho d> I'lm. Sr. je z de paz da tro
gorila de S. J. s, jti de oojo a* praca o "la 28
do eo, rente, plase toras d? tarde, depots da au-
diencia; os bens seituinte: uraa cama de ferr
'ran'ceza com oseo cooipetente c-d^Ifio d somau-
ra, um. pequeo realejo de cima de mesa, un
caodiein griDde da eaz, duas qoartinbeiras d
mad-ira, dois cabid s de madt-ira para toAlha o nm
h Rrane de fjtba trerntaao, t-.dns os objecto>
e.-i8u eavos e em fiom etUdo, ts qoaes perlecrem
a Uaoo'el Edovirpes da Mlva ; '> mesmos vio
pr;ga por execuco que promove peln Oi-sm-i |ui'
Aodre Barbosa Soart-s, co;iira-o referido Mao-wl
Ed.uvu g.;s aa Silva, tudn como. coopta do e-cripto
do edital era mo do porteiro do mesmo Jizo.
So llim. Sr. Dr. juiz de or-phos, tem de bir em fraga
Areal do Forte.
Casa terrea n. 1...... 108*000
Roa do Calabouce.
Casa terrea o. 20 141*800
Patrimonio de o> phos.
Ra de S. Googalo.
Casa terrea n. 22...................... 195*oT0
dem Idem n. 24...................... 193*000
Roa do Rosario da Boa-Vista.
Casa terrea u. 38...................... 170*000
Rna do Amorim.
Casa terrean. 88...................... 48t#86
Idem Idem n. 84.......40.1*000
Memlemn.32....................... 401*0 0
llem idem n. 48...................... 4l*000
Iiemldemn. 43.......... ........... 4tl*000
Idem Idem n. 21.......... 8U*tO0
Roa do Azeite do Peixe.
Casa tercea n. 23........... 831*000
dem idem n. i........... 451*000
Roa da Cacimba.
Casa terrean. 12.........
Ra dos Burgos.
Casa terrea n. 21........
Raa do \igarlo.
Sobrado de tres aodares o. 2
Prlmeiro aod Segundo andar idem.......
Loja do mesmi idem......... 3O2*0JO
Roa da Seozalla Velha.
Sobrado de doo andares n. 138....... 55*O00
Id m dem n. 132................. 30:*0!ri
Casa terrean. 16........... 201*00
Roa da Guia.
Casa terrea n. 27.......130*000
Ra das Croz.
Sobrrado de dons andares o. 29. 751*000
Mem idem o. 14........... 7! 5'KV
dem idem n. 12.......... 733*JO0
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 101......... 05*nI2
dem idem n. 99.......... 256*000
........ 7*000
202*000
201*000
18 ."00
2i-|*00()
*O!jfl"0
.reza dranaliea
Qu^rta-feira 27 de maio
Representir-e-rj* o mmto applandido drama
em 5 actos, original do Kx. Sr. Usadas Leal Jn-
nior, iotllalado
. 145*000
. 145*000
'. 80l*C0i
. 1818000
. 19i*(K0

. .

Ijem idem n. 89....
dem dem n. 2. .
llem idem n 110.....
Idemiifem o. 10R.....
dem dem o. 104.....
Mera Idem o. 100. 0 .
I-iem dem 0-96.......- .
Idem dem n. 91.......... 201*000
Becco das B las.
Sobrado de dons andaaes n. 14. 363*0 i
Idem, dem a. 16. ......... SOld'O
llemiiemn. 18.......... S0??1;!0,
Sutoo.3.doR'>a'!nho........ S*o00
Sitio b. 5 do Forno da Cal...... ia*0uo
Os pretenente-i dvero a presentar no artd da
arrematagao as suas flangas oij^comparecerem
acompanhados dos respectivos adWe8-
Secretaria da Ssnta C->sa da Misericordia de
r\ecife 23 de maio de lbi8.
O escrivo,
Pedro Rodrigues d eSooza
mcsm-< e t*z publico qoem interesar nossa, fl*
.Ne v.i fazer eoircgi das acg5;s ao referido accio-
nista.
ALFANDEGA.
RiEdlmento re iia 1 a 28.............382:121*966
luem do da 26................... 12:766*9i8
394 88*8Si
Movroento da alfandega
Volomes entrados ou.i. (atauaas.. ..
i com ganaros.......
153
741
-----894
volamas sabidos com fazendas......... H .
> > com gneros......... 594
------603
Descarreeam boje 27 de maio
Burea fraocezaS;-ft/rroercadorias;
Barca IngieraG/timrmerradorias.
Birca ffancezaSt. An-fr ilem.
Barca loglezaMtrandn bacalnao.
Barca fraocezaM-vgnreth Wi/A:eearvao.
Ijbp i-nc.
Hiate brasileiru Ganbal-h vlndo de Macio,
manife-iiou o segu nte :
40) aiqueires sal, 07 mihos palbi de caro
bi; a Tsso Inultos.
B dedi Sul, ra.tiifusioa o segaiote :
11,363 arrobas de carne uaM; a Miguel Jos
AlVdS.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTFRNAS
6BRAB8
andimento Jo dia 1 a 23........... 33:94*"08
Idem dodia 26.................. 1:8 0*795
35:735*S03
a qual teodo Mrto avadada por 800*000,.m rom
ahatioi-olo da 4* a-arl-, que vem a ser 600*0i'O, e
vai. p'aga a' reqoerlmento da invenianante e
moeira do casal do fallecido HauceU de Almeida
Nibre._______________________________
-. Peranle a cmara moninoal dta cTade' e-"
tarao em praca aos da* 23, 23 e 27 do crrante-
para seren arrematadas fur qaem men'T pr< go
i^frreeer as obras oso s dos e< neertos do moro
do ceu-'terio iiublii-o de-la cidade, org*d na qu n-
ua de 2:101*, orno <\a reparos de que prrcisam
as ca-a- oode r>*rbitam o capello e sacristo do
in.-nii -tibei^i-ini-uii c rgidvs oa qusotia de r s
340*000 : qoem pretender arrematar pdw compa-
reeer o-> paco da taesma caoiar em os referidos
da-, munidos de fioga na fi.nn da le.
Paco da cmara u uuicipal do IV cife, 20 de maio
de 1868.
Luiz Fraoeisco d6 Birros Reg,
Pro presid-ute.
Francisco Ctuuto da BoavUgem,
Secretario.
CON3LADO PROVINCIAL
andimento do dia 1 a 25.......... 70:209*':
Idam dodu-25................... S:891*i88
78.801*0:7
a"
MSYIME1IT0 fl POBTO
Navios sabidos u 26.
CanilEsenna pru^I-aa Verta, capilo H. Gr>tb,
carga a.'su a%
Rio da PrataBarca brasileira AgoiUnho, captao
Gadr, caiga assocar.
Rio de Jaoeiro Vnpor americano Tartar, capilo
LjckWooJ.em lastro, cum os sesmos passageiros
que tronxe.
LiverpoolE-cuna ingleza Storn Biri, capitao Ja-
mes Le Bof, carga assocar e alodio.
Liverpool-Paiaebo ingles GleutevU, capitao W.
Hapkios, carga assUcar e aigdaao,
ObsetvafSo.
Nio houveram entradas.

Compmhia do Bebeibe
Sao tiovamenie convidados os Srs. accio-
nistas desta compartida para se retioirem em
assembla ger^i no dia 28 do correte mez
ao nie>o da M escnplorio da mesma ra
do Cahng n. 16, para em cnformolade
os seus estatutos deliberar sobre as cern-
as do anno fi ido e approvar o orcaraento
v-indoaro : devendo-se previnir que nao teo-
do os Srs. accionistas comparecido em nu-
mero legal na primeira .reuciSo para btje
convucada, realsar-se-ba a assembla geral
com o numero de acci distas qne compa-
recer na nova renn'So, para a qnal ficam
de novo convidados, segundo acba-se pres-
cripto no art. 23 dos referidos estatutos.
Escnplorio da companbiadoBeberibe, 23
de Maio de 1868.
O Secretario,
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Conselrso e compras uavae.
O couseino rontrata em 5 de juntio uroxnuo vio
douro o f trec meoto no trimestre de jalbo a se
lemhro do curreute ann'i ans cavos da armada e
eslabeleci "estos de mancha, dis vveres, diutas e
ootros objectos d coDSumo seuiotes :
Arroz do M.ranhai, azeile di ce de Lisbda, dito
ioferior. as-ucar bra peo grosso, agoardeow de vio
te graos,assocar braceo rt-oadu, aieirid, ararula,
bacalho, bnjacba, bolaohioba americana, of em
grao, carr,aba em velas, cha bjtsson, carne er-
d.; e^rne secca do Rio Grande do Sul, cevad nba,
fejao, Uriuba de mandioca da ierra, galianas, le
nha, maoteiga ingleza, manteiga francesa, pao, sal,
toocioho de Lisut', t'pi"C. tljollo de alveuana
grossa, viobo de Lisboa, velas stearlnas e vinagre
de List 6a.
EOITAES.
Ole* aera taerllciaal de igade de ba-
olhr, de Latinan | Sema
Quaodn os orgos da reaptra(io sao des-
masiados d^bets para eipellir a mocosidade
engendrada pela e fermidade inflammatona,
Pela inspectora da alfandega se fas poblico
qae, acbando-se as merendonas cuolidas nos Ou-
mes abiixo mHQCooados 00 caso de serem arre-
matadas para coo-umo, as term s do espitlo 6.
U! E tambem contrata, por igaal forma ^no da 8 (Mj; (ifflci0S)
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da Saota Casa da Misericordia
do Re i Fe se fas publico aos pareles oa ittie-
MsjMos doj menores abaixo declaralaa, que a
tilma, junta admlnMrativa oa mesma Sama Casa
acaba de expedir as cooveoi'nles ordeos para a
admi-sao dus menores no culleirio dos orpbaos, a
cojo ;rector devero ser apreseolados.
Francis'o\eto de Auoa Joaquina da Silva.
LuizFnhu de Goilberm na Piorlsbella da Fon-
seca.
loaqa mFi.bo de Ccnslanga Maria da Con-
eeic'ao.
MaooelNeto de lanicia Marta da Ressorrrigo.
VrrztlioHitbo de Qmhlina Jalla de Moraes.
J .Pilhn ite Aana Mu ri Lopes.
.M 1 --i Fi Im da mesma.
Luciano F.l'-.o de Hermeliola Francisca da
Paz. .
J0S0Sobrinhode Rnzenda Utobeina Freir.
MatredeIrmao de Jos Tavares de Hed-iros.
Alfre.o-Irmo de Albino DomingOos Moreira.
BernartiooFilbo de Foltsmioa Aiexandrlna
Cario Csia.
FranciscoFilbo de Aona de Sales Cavalcanti.
J ioFilbo da mesma.
LuizNeto de J isepha Theodora de Figueiredo.
JiFilno de G'rtrtids M*r a de liveira.
Secrtaria da Sisia Casa da Misericordia do Re-
cite, 12 de maio ae 1868.
O eservio,
Pedro Rodrigues de Sooza._
Santa Casa da Misericordia
do Kecife.
A Illma. jonia administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recite desejando empregar tod s ra
melcs suasorios, sflm de haver o receoimeoto d
qu6 se arham i dever de foros os p'oorieUnos da
roa da R da em seguida dec'aral.s.anda per esta
vez lhe concede o praz > de 30 das, para pajarero
ditos foros, cerios que se na se quitsrem em
dito prazo, verseba obngada a" recorrer aos melos
lod'fiats.
IrmaodaJe do Sanlissimo Sacramento de Santo
Antoolo.
Bernardo Alves Pinhsiro e ootros.
Aona Thereza do Sarnmento.
Sabino da Cimba Fragoso.
Irmandade da* Almas de Ssnto Antonio.
Dr. Aoton'o Joaq'iiro de Muras e Silva.
Kilnos Luiz J s da Costa Amorim.
J u do Rejo Pacheco.
Baith himeo Francisco de Souza.
Mauoei G' mes Viegas.
Joaqu*n> Parbet-o da ilva.
Peiix A t"Oio Alves Mascarenbas.
Mipael J a tnm 01 Cosa.
Mara Francisca da Cunceico,
H -rdeiros de D. Joaquina Maria Pereira Vlanna.
Vanio Marques e Auiooin-F anelsco Macota.
Pilbos de J s Ho8riaiies do Psso;
Dr. Bernardo Pere'ra do Carmo ioolftr.
Secretaria da Santa Casa da Mlserieorafa do Re-
cifo, 20 de maio de 1868.
O eseriva".
Pedro Rodrigue* de Sonta.
Santa Casa da Misericordia
do Rece.
A illma. jnnta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recif*, p-l*s 4 boras dt larde do
da 8 de maio correte, aa sala de soas sessdes
recebe propicias para o ferneciato dos objartos
precisos para o servioo da secretarla, e das aulas
do co legio dos orpbaos a sea cargo, a saber :
vulgrmeote conhecido por
PEDRO SEM MAIS NADA
Dar' fliu ao espectculo a chistosa e applandida
eslravagaocia bui lesea, ornada de msica* da osa
inmolada YES*"*/-* RTS/T/T
Urna noite de carnatf$J,
------- G-megar' as-8 bortl.
N. BOs bilhetes veodidus para o estiectoJO de
rtomiopo e D. Jasnlna Mcntani, tem entrada 00 espectaenlo de
ni je. As pessoas qne cao estlve-ero pela traca,
podem de-de ja mandar ae escnplorio do ibeatre
reeeber seos lapirus, i.-to al ao neta dia.
Sexta-feira 29 de maio>
Recita itraerdiuaria embenttcia
ii
lleurlqne de Pontea snai
Albas
Dep -As de ama brllbaote oavertora represen-
tar-se-ba o excedente e maito opplau ido drama
ornado de msica, em qoatro actos, Intitulado
POftTlGl.ZES E BUSILEIROS
Do actor Julio Xavier.
. PersonagD!. Os se chores.
Jorge, teoenle da armada brasi-
leira........J. Augusto.
Viscoode de Giodomar, teoenle
de lafaotaria portqgo'za. .
Alberto de M galoses, capitao
de artilbaria portsgoeza. .
Major da artilbaria.....
O cootra-mestre Jos Maooel,
por ..li'iiah.i o Plmpo. .
JuhnSroilD. a .
Pedro Rosado, colono pirtagoez
Thom Piulado......Grata.
Mestre Fraoetaco da lloarada. Basa liosa.
Sargento velar.....
Ani n o d.\ Rusa, tenor do re-
gimeDto.......
Pio'a S>igo, tambor. .
D. Manaooa, muiber da Pedro
I! i-l i). N.....
A ir-la, sua fiha.....
Alfredo, seu tlho......
Ta Mareanda do Carmo. .
Mara, criada de D. Mariano*. .
Sd ados portoooeres de ialantaria e artilbaria.
marinfis ros e hrasner s.
A se>-oa pasia-se oas possessdes porlagoezas
em frica, perlo de Quinmaoe.
Se^iie-.-e por am dos beoeS&ados am monologa
de despedida e gralido.
Terciuara' o e-pectaculo com a comedia em
um acio, qu- tanta aeeiuc'io merecen d i MWstra-
oo pahltee, esenota pelo Sr. Casemiro de Assis,
acad mico do quinto snoo da Faculdade de Direi-
to, intunla^a
JB COMBIllt
Perstit.aeos. 0> senhores.
Cornello, oeBoclante. Grags.
Heurique, guarda livros. Pudro.
Ca ima. obriaha de Cirnella Sr. Carolina.
H. J. de Ponte?, ornando se b?st:nte doeate a
npo1eai)o co t nnir a eier.*r a sa art*. obte-
ve di I'im. Sr. Coimbra o espectacolo cima e
sen iietiftluo, e espera qie o^iiiboean nai Ihe negar'a sua valiosa coadja-
v.-gao, uflni de poder realtsar o seo intento : en-
tro stm, aurovcita o ensejo para aaraderer a tolos
qoe se icoarem protege lo, e a seus anos e com
especianrlale a seu" car.-. itma>s a tinem ja
laotodeve, protestando o seu cordeal agrade, men-
t e off-receudo-lbes L-ualm-ni" seo dmiinota
pretinvi no Rio de Janeiro, para ande se retira.
O* btlhefs cnro-se oa casa d benerleados,
largo a<) Paraizo n. 18, oa no dia do espeetacala
oo tbeatrn.
i
t
Pedro-
Couio Rocha.
P. tioimares
Tboow:.
Brochado.
Barreta.
Jos GnisarSes
Gomes.
Sr Julia.
> M VelloU
Ci milla.
* Carolina.
> Cielis.
J-suina.
ti
i
qramue
IllUi
17 ra da Imperatriz
O prprietario desta ga eru recrean=a vena par-
ticipar ao rer|.enave|'paiilici) desta capital, que pe-
lo vapor fraoctz Gnirnne. ltimamente che.'add de
Baropa, rec--bea ouia grande eoeccao de Hadase
variadas vistas, assim como um ra*goin>o sorti-
meoto de prendas as mais preciosas, e pur isso es-
pera coiiUnuar a merecer a coacarrencia com qne
o tero favorecido' o Illa-Irado publico des la el-
dade. ,
,*s vistas actualmente exposlai sao ;
Combate naval.de S eitla.
Circ oa lO'peratnz em Pails.
Henrujue IV >ob a ponte nova ero Pars.
Gr^nd^s fe-tas martima- em Caites,
laten r da igreja de S. Pedro em Rom,a.
Graode Caf cantante de Ljn n.
Vista da praga da Concordia (Pars.)
Eip<'S>g universal de 1867.
Vista geral de Edemborgo (Escocia.)
Praga do poto em Roma.
Vista da Veneza
Palacio .de Industria em N-w-Y-ik.
A moralidade e decencia de-la galera recrea-
tiva serV sempre urna garanta para ca seuhorss
c&efei de familias, que se aigoarem vis'ia-la.
Enlradn dcada peasoa "0 '
17-RUA DA IMPERATRIZ-.7
il

iIS0S MIBITIMOS
dita.
do dito mex de junbo, o av.amento do receitnano D d ^ 1(1 dlJ co||egio, resma,
da Infirmarla d marlnha (ornec.mento de ambo-- DlUi bMav0^ eaneroos.
Uncas aos mv.os da armada, e os servaos debir-; ,, u borrfto lolbl.
belioa'roesma enfermara, doraota o prximo TwU pref gBrr,flu
exercicio viodonro de I86 loo. j Vl,nau M C*y oalxa.
Contrata o cooselb o s.b s ci nd>g5es do estylo, Cm,.m ia
sUsem carta U-uaas enfre- TlBH-ro; d-,,,
e a vista de proposus
latan,
do titulo 3. do regalameato de Ifl de setembro de; gues pelos preteodeotes nos retenaos oas ate as Cit[!6S pira eaUbS4r papis, dazia
1860, os seos consig ulanos deverao despacha-las
no prau dd 30 das, .-6b pea de liado elle serem
vendidas por sua conla, sem que Ibes fique com-
peliodo allegar contra o effetlo desta venda.
Armazem o. 1
MareaOrdemlTm embrolbo sem nomero,
vindo do Havre o turca fraoceza Jtan Baptute,
em 9 de abril da 1867, a ordem.
dem R.-co oiio o. 8 eo 388 /i, viada do Ha-
vre oa barca francesa Snatid, em W 4e maio de
1867, a D. P. Wii.
ld#m J. M. P.-Uma caixa. sem namero, v
11 boras da nanhaa. Idvro* em branco.
Sala das *es-5- do conselho de compras navaes Tal8a paM conheclmentos, milbeiro.
23 de malo de 1868.
U secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Fita de liobo, matso.
Os pr^i-udeot-fs para melbores informagOes po-
derao dirigir se a' esta secretaria.
Santa Casa da toericordiaJS^XlSruw^^'^
d0 KeCle, i Pedro Rodrigoes de Soaza.
AlHma.jnnta adroiBistrativa da Santa Caa de --------- ara
Misericordia do Recife maoda fazer pnblieo qae UrrtHO JUI Hl
. aa sala de anas sasades oo da W do corrate'pe- pela admlmstracJo do crrelo desta cidade, se
de Hamhnrgo na eacnn sehieswig o.)UWoer ffw- |M 4 Bft1(M 4a Urue teH| de ser arrematadas a f poB)|CO a qn^m loteressar posa, qne aso se
o3 Ha nos arcanos da genci mediea, nada meira? "* m*a*" ** V>m **' wlt*ms 0ff!r9?!^,,!m.p!ie-?? demorando o. vaporee da compaubia Messagerje
^ m aaaea emoearar como tonieo, ao
oteo de fjjt'lo de bawibao.
Puroi "uvimos dizer, qoa ot resaludo*
da sua operario variam.
arM... _s_rt,' tres anuos as rendas dos predios ein seguida xmotriai.neite porto em sen regresso do Hio de
amera, vwm j^^.j,,, Janeiro, o lempo preciso para se fazer a penVa
*imra, e EllabllftrJmeiltW fe carWBfle. das malas com diregao a Eoropa, dando wn 10-
leam A. F., 1. J. JUrna dita sem
da Liverpool aa e-euna iagleza CumtHor, \mimt
de ontohro de 1867. a' ordem. hl UWMWteaiM
dem Gabinete de Leiinra-m embrolbo t. 94, Roa larga do Rosarlo
vlndo do Havre na barca francesa Sphtre. em i de Terceiro andar do sobrado a. 1% .
gara que delxasse de ser devidamente proccessa-,
300^000 das, tem resolvan qae da ora a diente ts malas
COHPAWHIA
DAS .
Messageries Imprtales
Ai o da 30 doeorrenle ro-s 'ePOT"*! *n?Sl
tos do >ol o vapor franca CTmhim*;'""*""^"f
Aubty do la N -e, o qaal depii " JJ"
tome s-gutra' para Bordis, |ocaado em aKir
(Gore) e Lisboa. ... r>M >
Paracoodi<^e.fretese pwsagens traia-sa an
ageocia ra do Trapiche n. .
i
* I
I
COMPANfflAPEBNAMBUCNA
DI
nassageira e dinl
O vapor Pirapama, e-
iaote Torres, s-fufra* para
os
portol wna no a JO 4o cor-
rente as SHoras da raro*. Recen
cara* at o dia 19. cLa8iaija,
pa dinbeiro a ffete ata o
as 1 boras da tarde, oa aaertptorie do drta a
Matos n. 1.
i nada "i
m


^^^^^^^MMHn^^^^^^^^^B^^H^^^^^B^HB^^mH
^^^^M
Wm&if&9P*M>Tdm& r^teblA^mtMg, ti^i
.
COMPNHUJBRftSILEIRA
Pague! tvyapor
tos do oone esperad*
>> 17 da eorrente o vapor
^BfC coacaaodaote o capilo
fragata Antonio J. da Sania
tor'0 qual depcis da dem
So eclome segis*' par* os parios do sul.
Meebem-sB desde ja passageiros e enfaja-se a
riaMKtda no diado soaebegada, encommen-
tas e dtaheiro a ftdfeUUli dia da sabida aa I
oras. .
S6' se Tfce.-tefB orno encomawodas objeetos d
mttiyvtfs? e que oSu icedam a 8 palmos eo-
Me da atedelo oo arrobas peso. Tud* e
cobo carga.
ra
V
Prenue-se aos seo-horas passageiros qoe sus &'!*'? **^?e e ^ ?,r" fcamWwrt**, AeM
'(**S**9 s so race5m esta agencia" roa d
Grato. 57, escriptofie de Amonio lafz Je-Oiivei
ft Atete Jo & t;. .
- ir- *"""""
ras
Da taberna ait#t ru* Rangel d.71
O ag(U Poataai eodera' om Mijo a reqaert-
meato do >r. Antonio Poaaodj^d- Pigoeired
Palta, ejsr ade^e RH. Sr. Dr joiz de di-
relio esrJNIl 4o otatoajelo, a tafeen* cima in.
lutadaFoillWToi 1lruml^4r^Ual aeha se mu)
bom surtida e 'ama loealtdadf-oagnica
So|rtloloTeDte.
O leilo devora ter logar a i 1 hora, na mes
Da n-eieoiloote sirio de tetras proprtas com;
liada oasa dwde pooco lempo construida a roo*
flor iewa|a para pretos, estribara o cocnefra
Cenpaahia a.nereafla fe brasileira de
la-Mes a vitar.
At o dia t* df Jrn espartad dos portos do
l'Taprad*erWo9 Merrimac, o qua> dpots da
amora do costme sagmre' para Nvr York to-
lo ao Para' o'S.Toma, par* frnes a pissa-
few ttau.se.com os agonas Hiory Forster 4 d,
rniaolUpfcae fl. 8._________
COUPANHlA, PERiNAtaBGANA
DR
Ravegago casteira par vapor.
foianoa.
O vapor Parahtjba, e oro man-
ate' MeMo, seguir' pata o
porto cima no da 6 de juoho,
as 0 Doras da ooile. Recebe
otrga, encommendas, passagei
fete, no escritorio do Forte do
.f._________ -^ -..,..__________
Lisboa e Porto
A fearra portuguea S. Manad 11, capitn Pedro1
Josa da Rocha, recebe carga oara Lisboa e Porto, e
qoer sabir cora brevidade, por ter a autor parte
da carga engajada : os pretndanles para o rosto
da qae Ibe faiu, podem dirigir-so a Harqaes, B.ir-
ros & CL, largo d Gorpo-Saoto n. 6, 2* andar, e
para pas*ai-iros que encootraro excedentes com-
(oode, ao mesmo capitao na praca._____________
AttencSo
A barcaca Tinturara, nova o de prlmeira via-
gera e lote df. 4 mil para onde eoovler: a tratar na roa do Trapiche
o. 281 andar.
Tara
Segu em poneos das o p ihabote Emiha ; an-
da recebe alloma carga, a tratar com 8a Leito
Irmios i rqa da Madre de Deus.
M\ m 3 IIGIJil
Com mona brevidade segu o patacbd porlo-
S&ei Jorgtnsr; anda recebe algoma car^a a frttp
passaKHfos, para os qoaes tem bellos commo-
dos : a tratar c m o seo consignatario Joo do
Reg Lima, a' roa do Aooll.i o. 4.
"Parfi.~
Sogcw com brevidad^ n hiaie Lindo Paquete, ca-
flt o prailco Francisco RiOeiro Barros, admille
anda alguma carg, para o que se trata com o
rosoectivo consignatario Antonio de Almeida Go-
mos, a ra da Crnr o. 23, i* andar.
tara Lisla
Tal sabir com brevilade o bngue porlognez So-
berano, capilu Bugiganpa, para carga e passagei-
ros, tratase cora E. R. fitbello, ra do Trapicha
o. 44, (.u com o capitao.
(VttkWk 'PEBIUir
DE
Navegagdo costeira por vapor
Rio Formoso.
O vaDur Parahuba, com-
mandante Mello, seguir* para
o porto cima no dia Io de ju-
oho se % horas da madrugada.
Recebe carga eocurameodas.
pasageiros e dinhelro a frete, no escritorio do
Fortn do Mato o. I.
trlWiqOsi rodo morado > eootendo Vrreddd-, de
arvoredos froetiferos o baita para eaplm.
Bsta vHosI, como beila e desfjavel proprtedadfe,
acha-se sitoada a estrada da Santa Aooa, sob n.
16 moderno (oatr'ora o. 31), dtfrqole tfastac9o
actual dos irilbos tfeabos ao GhacoD, e por is-o
proxima.oa stodaveis caobas do aprtkvM 'rio
Capibaribe : a asa teada Bolado dm largo copiad
para reoretce e goio da fraseara' netle peraa-
nente, gradeado com porto di ferro em toda a
exieaco da largura db sitio, o qoa torna mona
animada a Uta dos olanles transentes pela
estrada, sempre alegre a commoda para qum lera
de freqO"Dtar diarlamenla i cidade o regresar.
A retirada para Iog'aterra doiseq proprletarlo,
privoo-o da vsntgens de go?a: della, tornada
mais agradavei e commoda 'para noradia perasa-
nenle de granda familia decente aps os beneficios
dispendiosos qae fizara, a oa. aoelboramentos ulte-
riores da enraaa do lugar ; eeis o porque lera'
lugar a venda na dia que se aoonasiara', conviodo
que s'-ja previamaote examinada por qnem leoha
gosto e disposigao para possuir ama propriedade
tal o de lauta utilldade. Quaefquer ootros escla-
rec meotos se o dados ios pretenden les pelo agen-
te Oliveira, a" rda d Cadeia b. 4, primeiro andar.
itrlU
Graode do Norte.
Offerece-se orna |essoa com babilt
alias-para aado de quaqw bolel o
colar, assi o coco para rmateos de negocios es-
trangeiros oo Daclonaes: quera pretender pode
dirigir se a' roa da Cadefa o. 44, a qaalqoer hora
do dia..
W4.IIV;,. < n..?. H ..I..4-.
Da-se dionelro a premio : aa
da o. 8, onde se dir as condi5des.__
O abaixoasslgoado avisa a quem intereslir
possa, que tem vendido a soa taborna da Tamarl-
oeira ao Sr. Maooel Perreira da Jfai. '
Recife, 18 de malo de 1868.
I PABIHCDfi CHAPEOS DE SOL
A hus importante do norte do impelo
^ r
MAOOEL k .
Rtw Non n. a3.PiUlNAMBG0=Rua d Cbog 8.
Ps ^ecoqueiros
fOO jr, *priaU am cerno bavari algam dm-
a
Mo
OD
I Ifilrln
45-BlIA__pi|HTA-45______
e meiciaa!""
A^isaai ao
respeitavet publico e parlicolanneriteaos Sfs. lagistas e fabricantes de
.?.,..., ., ...i i i'j (>?<'' .^PW* de sor, qne a -aa fabrica est montada e provMa'pari salisfazer a qualqoer Ddi-
wibft.oacff- do que d.sjarn ttzer-lie, pelo que tea sempre um completo sortimeotos de objec-
to* iabridados, assim como um de aviamentos para falnco dos mesmos.
M*ooaI Maiimlano
g.f?^-..-L
Trocam se
as notas do banco do Brasil a das calxas flliaes
dom descont maito rasoavel na praca da Indi
oendennia o. 28. *
'-
AVISOS DIVERSOS.
Desoanse rJma *>s$da que traduta
correctamente a libgaa hespanhola, para se"
incumbir da verso de urna obra, mas que
saiba igual e correctamente a liogua porta
goeza; a deiiar carta com o nome e mora-
da, acompaobados da traduco de algum
trecho d'essa liogua, o'esta typographia sob
as inicias Z. B.
iifiiiii.ii ,
Arrenda-se
um sitio em Olinda, com benitos arvore-
dos, boa agua de beber em urna fonte que
nunca seccoo, at hoje, grande casa de
morada, com commodos para numerosa
familia. Os arvoredos compem-se : de
deodeseiros, cajaseiras, pitombeiras, coquei-
ros, mangueiras, cajueiros, jamheiros, li-
moeiros, limeiras, p:neiras Qgaeiras, ara-
caceiros goiabeiras, bananeiras, canelleiras,
acafroeiros, mais de cem ps de Iarangeiras
de diversas qnal'dades, um pe de louro e
um de ca.o, boa ba'wa para capim: a tra-
tarji^estatypo^rapbia._____
Ligoes de grammatica na-
cional, principio*do oaUiftn-
phia, elementos de arit/wrtetifctf,
groaraphia e historia, ebpphea-
veis a qualquer ftftt, cujiir^U^
tado se garante pelp methodo, e
aturado empenho; na fallen
cia total -daquelte, no have-
r estipendio; a* ra da Con*
cgo n. 12, como em casas
particulares.
RELOJOARIA E BIJOTERU
49 m d Cadeia do Eecife 49
E. AlieiTSTO IlEIiOLCilK;
O dono deste estabelecimento participa a seus freguezes e amigos que
tendea stn lj de relojeiro da ra Nova n. 50 para a ra da Cadeia do Re-
j-_cttrf. 49; aone se ticontraro sempre um grande sortimento de relogios
' Se;algibelra-de onro e prata dourada, suissos e ingleges, como tarab-m de
parede des melbores fabricantes; grande sortimento de obras de ouro para
senboras,' esdeia, pulseiras, anne s, alQneles, ele- dos melbores gostos por
preco meitrj effl cottt. Na mesma casa- fazem-se coocertos por preco ra-
zoavUl.
CAMBIO A i73[4

Geogra-
- Para Lisboa
palhab '!> porioguet Novo S. Loureno, pre-
tende seguir com a possivel presteza. T.-m alguma
carga prompta e para o resto e passageiros, traa-
se com os OQSigoa'arios Toonm de Aqulto Fob-
seca 4 a; roa do Vigario o. 19, andar.
LEILOES.
Instituto vreheologico
pliico *ern>uibuc 'no
Haver sesso ordinaria quinta-feira, 28
do correte maio, pelas II horas da ma-
nha.
Pareceres
ses.
Secretaria
1808.
ORDEM nO DIA.
e mais trabalhos
de commis-
do Instituto, 25 Je maio de
J. Soares de Azevedo,
____secretario perpetuo.
Todos os negociantes de vena comprar por
60OOG as
laboas de cambio
de 15 at 17 7[8 penco por 1^000
Horaria franee za
Ra do Crespo n. 9.
i
O abaixo asignado, faz stieole ao respeita-
vel publico e principalmente aos pais de .eu-
alamoos, qae desta data em dianie, fica sen Olho
Secoodino Jos de Faria Sim5es, professor de los-
c u'-fao elementar peto methodo Casiilbo, encar
regado da direceo da escola do abaixo assignado,
visto achar se Impossibilitadodecontiooar em dita
iirecQAo por motivos iodepeodeotes do sai v.n-
tade.
Recife, 25 de malo de 1868.
________________ Maooel Jos de Farla SimSes.
Precisa se de Om caix"iro da 16 a 18 ann)s
com priora de veoda qae d fior de soa con-
duca : na ra do Principe, frfgjezia da Boa-
Vrts.
IRIAIIU
Precisa se de um pra o servido de casa : na
roa do Imperador o. 32.
Lavadeira
Na roa do Calabooco o. 8, Uva-se roopa, taota
da varrella como de sabo. :-;r presos commodus.
inglezfl
fie 25 barra com manteiga
Quarta frira 27 oo correple.
O saesle Pesian: vender' om leilo por conta
a risco de ija*m pertencer 23 barris com sope-
rtor mantetga ingh-ra e sera' vndida em om oo
Bii< Mes oo dia acimi, na potta dd Anoes de-
rocteda altaodega.
_
De velas de oa nauba
Quinta-feira 28 d j crreme.
O agenie Pestaa fara' leilo por coota e ri co
de quem perteacer de calxas com velas de car
oaaba em t-s a vontade, no dia cima as 11 ho-
ras, armaiem do f auei.
K3\J WatK*ZS V
0 agento Pontea! competentemente aotoriado
rentera' em leilo os predios segoiolcs :
1 easa terrea na roa do Mjodego o. 19, solo
propno.
1 dita dita oa ra dos Acooglahos n. 6, solo
loreiro.
2 ditas ditas meit-agaas na ra Azal (ravessa
da ta\ I -penal os. 10 e 12, solo proprto.
1 dita dita com sollo oa roa da Jardim o. 21,
solo propno.
1 subrado de 1 sodar e sota na roa da S. Bom
Jesas das Grimlas n. 35, foreiro.
Quinta fei.ra 28 do correte.
ufo armazem do dito ageote a ra da Cruz n.
a>, 1* andar, as 11 horas.
De ama meia agua a roa de Santa Rita n.
95, teoda ama sala, am quarto e co-
sinh?.
Quinta-feira 28 do correle.
Pelo asete Manas a roa do Imperador o. 16,
as II horas.
~* i
^ '*oruo terreno em Saoto Amaro roa
diiLiaia eoo Ji^Bea-do frante o carea de
300 da foado^ fc*te do sitio do Saldaoba.
O afete Mrtliyraf,11^ ^ terreno ,cilBI
Qainiafelra 28 do crrante.
ton* do dia.
Para ecriptorio de advo-
gado.
Aloga-se o prlheiro andar do obrado n. 23 a
roa de Crespo : a tratar oa toja.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
CONSELHO DELIBERATIVO.
De ordem do Iiim. Sr. presidente, onvs mente
convocado o cbnselbo para 27 do correte, a'a 7
horas vad i o pra)ecto do regalrnoslo ioleroo, apreseata-
do pela Ilustro directora.
Sala do coDSelbo, 26 de maio de 1868.
Firmioo Astelo Solt Maior Raposo
________________Secretario.________________
Irmandade d"Sacramento
d matriz da Boa-Vista
Teodo de pr-cederse no dia 31 do correte mes
a eleicao da mesa, que tem de reger aeta irmanda
de no anno lompromissal de 486869, sis pelo
presente convidados todos os irru< s a reaairem-se
oo consistorio da mesmn, pelas 10 horas da ma-
nbaa do mencionado dia, conforme determina o
respectivo comprnmlsso.
Consistorio, 15 de maio de 1868.
Maooel Antonio Cardo-o
- Escrlvo. ________
Precisa-se de ama ama para o servido inter-
no de urna casa e qoe saiba engoromar, e uatra
p ra cozinbsr e tazar compras, paga se bem : a
traiar ooCovredor do Blspon:23 o oa roa da
Gadeia do Recife n. I, armazem.
Urna casa
Precisa-se alagar o primeiro andar de algom so
bradooa fregoezia de Santo Antonio, ama vez que
seja em boa roa, oa mesmo soffrive1, nao se poodo
dovida em faier vaoiageos com seguranga : a
quema pois, coavier semelbaot^ negocio p ie an-
auunclar por este Diario, oa deixar nesia typogra-
phia carta com as iniciaes A. A., co ainda dirigir-
se a roa do Sebo tasa terrea poto do penoltlmo
sobrado, como qaera volta para a Boledade.
PILULAH
Uharope e vinho ferruginoso
de jurnbebia;
Gam pyrophos,ihato. de farra
Ch'orose, Aoemia, escrophnlas, rachitismo, Blen-
norrbagia, leucorrba, febres intermitentes e
ameourrha (raeu-iruaclo dolorosa e irregu-
lar), etc., etc.
Ha mu tu, que llohamos em vista associar o fer-
ro s nossas preparares de Jurabeba, mas le-
vamos tempo a experimentar qual a prepara;o
ferruginosa, qae mais coaviria ao organismo oo
mano, vjndo por fira a decidirnos oelo pyrophos-
pliao de ferro, com o qual podemos preparar os
oossos charope e vinbo de jurabeba ferrugi-
nosos.
Temos a observar, porm, (fae o oso dos medi-
camentos de Jorobaba com o pyrophosphato da (tr-
ro no ca ple oocaslonar a ptDysica as pes^oas
anda as mais delicadas, com moitis vezes tem
acontecido at a pessoas robusta, qoe se hao ser-
vido do raesruo medicamento prepralo com en-
tras (Obstancias f jrrugmos5s, por isso que o ph>s-
phoro, dbaiso da forrea de pyropbospnato, um
aeio prophylatico recoohecido ioflivel contra
esta tfrrivel affeccao.
As preparaedes de jorubeba, a qoe bavemos as-
sodado o purophosphato de ferro, sao mai prove
tosas oo tralaiueDto- das molestias das seoboras,
taes como a chtorose, anemia, ele.
E>ias molestas n;aif-.-um->e rom os syrapto-
mas segrales: Descoramento geral daptep
das merabnoas mucosas, magreza, iGcbaco das
faces o das percas ; extiucao nervosa, histeris-
mo, melancola, demudada muscular, duras oe-
vralgics, pulso mais frequeote do que no estado
de saude, calor febril, palle secca, appellles de-
pravados, vmitos, prisao de cutre, nienstraaco
doloros, irregular, pouc-i abundante, descorad',
oulla, flores braceas, araenorrhagia e iutecun-
dida.
Este estado espan'oso, alias tSo ordinariamente
recoL-heci Jo entre us em crescido numero de se-
ohoras, des;ipparece s como prudente oso das
prepa c.cOcs cima.
uico deposito destes medicamentos: Pbarma-
cia de J. A. Piolo, roa larga do Rosario o. 10, em
PerOambucfi.
PATEO DO TERQO K-12
Canns de louc vidrados de urna polegada
para cima, at quaoias quizerem, co'ovellos,
corvas, forquilbas e ombigo para esgoto das
aguas pluviaes, telhas proprias ai.s canos,
jarros vidrados pera flores, com argolas e
carrancas, assim como jarras de todo o tama-
nbo para muito boa agua crystalioa, pois sao
taitas ja' oara-depo-ito e ja' para sala; e um
variavel sortimento de loaca todoisto da fa-
brica do Barbalho.
Canos de lOpolegadas a 4*3000
..... 3|t00
e teda a faalida-
de de doenps
qriersj a gar-
ganta, peilo oo
bofes,. ,rd*a
Expressa-
mente es*>dfnido
dos melhoree fi-
s ditanaes
oleo
Ter-
ova dBifica-
^PebiraiemBea-
te, e suss valua-
veis proprieda-
des conservadas
com toao o coi-
dado, em. todo
o frasco se ga-
rante pflrlWi-
mente pm.
Este oleo tem
sido subjguido
a um enne
muito severo, pelo cbimico de mais Miato,
>M?i governobespanhol em Coba e foi pro-
cos
....
Oit-s de 6
Ditos de 4
Ditos de 3 *.-...
Ditos de 2 ....
Ditos de 1
Ditos de 6 sfm vidro.
Ditos de 4 ..
Ditos de 2 ..
Todo a escolber do melhor.
l-nOO
1,8500
1?>00
800
2-H'rt
1^2l)0
800
:<
Os amigos do lilao- e fixm. Sr. desembargador
Antonio Joaqun da Silva Gome? sao convidados
para as#lMir>m o matriz da Bot'Vista, as 7 horas
d nahaa de 28 do eorrente m;z, a algnmas rals-
saa. qae aHIse celebraro pjr ama de seo esii-
mavel mano fallecido oa cidade da Babia aos 28
dtr ffevrelfa deste mesmo anuo.
Para cobrjecas na comarca
|Hzn> de Porto Caito.
Tero os Srs. A'Vsro Augusto de Almaida, Mo-
reir Da irte. Jj Jo-jquira da Costa Maia, Reg
e Silva, Fraocisc da Albuquerque Mello, Jaqoim
de Aloieida Pinto, Domiugcs J .- Marques, e-#i-
ves Cucha, Ferr ra, Jo.- Mniauno, Falca, ta-
bli ai.Almeida a Df. Ale >f irado a pachorra de in-
Eseritva futida
Aclis se (agida desde o da II deste mez a es-
crva Aaidola, c-f.ftla, de 40 a tinos de Idde poo-
co mais ou menos, baixa, carpo regular, pernj>
finas, ps e roaos peqaeoos, falta* de denles, ro.-io
pequeo e de-earaadn, tem a ruda do peito di re i lo
corlado e eta cima do mesmo ama marca qae f i
de implagem, quando falla apparecera (res denles,
olhos peqaeoos e adormecido,, leveu roapao de*
cbita com letras brancas e cor de cute, a chale.-
Lde merino encaroado cor1 barrai, oooi que ella
anda nesia mesma praca; qu rn aapp'eDeoder po
de a levar Frederlco C aves, na ra Oa Impera*-
tnz oo nos Afllictos, sitio o. 16, qae ser recom-
peDs'ado.
Kenftissance
Fabrica de mo'iiliis, carvalho, scolpta-
d em Ser im.
Aginla.16 Praga do coraraarcio, (ra do Ta-
piche) oo escrtptofio la Thad Chrisilansen.
Procura-se para alugir urna ea*a ou um pe-
qoeoo sitio as roas'/' tt/ror'a', His'pTcroa Oh
s ledade: a tratar oo o. W 4larga de Corpo
Santo.__________ .
m edsa do Tbeo. ctuisHanseD, ras do
Trapiche n. 16, eocosira-se cffecllvarnenie todas
as qualidades de viobo Bor eaus, Bjurgogne e do
Rhono._________________^_________.
D-se 80fjl000 apremio: tratar na
roa das Crozet n. 39 hotel.
Acbase justa e conlractaua por permuta a
casa da ra do MHeajiootO 0. 41 pertenclbie a
Eduardo Lerao da Silva, quem se julgar com di-
reito mesma, ccroparega oo prav d tros da*,
oa roa Imperial n. 264.
CASA DA FORTUNA
Aos 4,000"
BILHE1ES GARANTIBOS.
A ra do Crespo w. 23 e casas do costme.
O abaixo assignalo vendeu nos seas muito feli
:es bilheios garantidos da lotera qoe se acabou di
extrahir a benecio da Igreja de rtossa Seohora
m nha de Gaoiel'elr, os segniotes premios:
N. 494S om mel com a sorte de 4:0(104.
N. 4876 um mel com a sorte de 70C^|000.
N. 23;t am meto com a sorte. de 310#.
E outra-t muitas sones de 100*, 40A e 20i.
Os posstildors pdedTvir receber'seus respecti-
vos premios sem os desrootos as lfs ua casa di
i-orioai rna do Crespo n. 33..
Acoam-se a venda os da 4* parte da lotera
a beneficio da igreja de Nissa Senbora do Guada-
lupe de Olila (67') qae se extrahlra' no dia
29 do crreme.
rreeo.
Bullate .... 41000
Meio......2J000
Em porcao de 100^ para cima.
Slbete. 31500
Mei......1730
, Manoel Martins Fiuza
LITTERATRA.
As noites da virgem
por
Victoriano Paulares.
1 volme de 100 paginas, e3icc?o nitida
por 2j5ooo.
Assigna-se:
No es.riptorio d'e&le Diario.
Da livratia Parisiense.
A seus intresses.

Precisa-se fallar a Sra. D. J laoaa, futa da falle-
[.ci la O. Aona Clara de 8. Jas Gontinh, e as Sras.
D. Joanoa e D. Candila, filbas da fallecida D. Can-
dida Isabel dos Santos : isso a loteresse proprio de
ditas senboras : na roa do Q leimado loja p. 8 se
dir' quemdeseja fallar.
MSICA
Hymna da victoria
Acabam de chegar pelo vapor de bontem, algoos
exemplares, para piano e canto, e fl .uta: a rna
Nova ni 11, loja d im tramen tos do Azevedo.
R. ga-se ao Sr. onrives a qoero fol offerecido
e coroproo ama colher de prata, graode por 800 rs.
e com a firma F. A. teoba a'boodade de mandar
levar no Cajoeiro silio 0. 8, qoe er gratificado.
tem

Joao do Reg Lima, sacca sobre Lsbd*, a* roa
do Apollo o. 4.
r fttatiMtr da ato ana para oaMiar 9 om
I,",J1,fi" |*>terjo o 63.
vusmheira.
Precisa se de orna boa cosinheira para ama ca-
sa estraogeira, orefere-se escrava ; a traiar na ra
da Cadeia d. 18. ____________......
Alaga s o andar do sobrado o. 55 da roa
das Aguas Verde, de 254000 mensaes, e a casa
terrea u. 26 da ra d > Forte da 22$00Q: a tratar
ua ra do Crespo n. t/>, escriotorio. di estrada de iobo-o Bjr os, em contiaua
Co a' roa oa Hora, esta' se reMbaolo o sitio a
SJWOO o pilme, com foado de dozenios palmos e
a 4A0O com o fondo de trezento* a sessenlas pal-
mus, para ver e tratar no sitro confronta mesms
roa, nos di?s otis das 4 a meia horas em disnle e
nos das santificados a qu Iquer hora.
Offerece-se cm rapaz para caixeiro com bas-
tante pratica de taherua, e da' fiador a' soa con-
ducta ; a tratar na Gamboa do Carmo n. 2.
Aluga se o 2o aodaf do sobrado da roa das
Crnies o. 9 : a tratar n- mesmo sobrado 1* andar.
Aioga-sa a cata n. 8 da rna do Jismim : a
tratar na ra das F.res, sobrado o. 37, .sigando
andar.
Jis Das da Suva G.nraares, subdito por-
(Ugoer, rtlira-se para Pjrtugal'a tratai de sua
saudei______________________________________
Precisa se de um trabalhador de masselra :
aa padarta da ra do Rangel o. 9.
Prfisa-se da um meciao de 12 a 14 anno*
pa-a caixeiro de taberna: no pateo da Ribtira
PBECSA-SE
Precisa-se de om menino brasi elro de 13 a 14
annns de idade, qne tenba ou nao pro tica de taber-
na : a tratar na ra dos Pescadores o. 43.
l.ui' M reir da Silv.-, dudara que t casa o.
i da ra cloSocego, dS fregue?ia da Boa Vjt3, he
pertence por coa pra feila Fraricelino Eleuierio
Ferreira Chaves e sua cuilier. em 14 juloo de
1862, enroo Bonsia da escriplora passada ua easa
do tanalir Sa\
AM.% HlIiKITEdT
Prer.i.ss- e de uraa ama i|ue tenta b ra leile e
paga se bem : na roa do Quelmado o. 28.
Alagt-sj un e^ravj m^i e optimj.copeiro.
na ra do padre Ploriano n. 71.
Sendo qoe aignem se julgue credor de Jos
Dfas da Si v^ Gnlmarles apresHnte soa Goma na
loja da roa doLivrameoloo. 18, para ser coofa-
rida.
CHilMI^HRIKO
Quem qulzer a o turo c .s^oneiro portuxoez Ira-
balnando era toda a espacie de.comidas e massas
dirjase a ra ova n. 66.
Precisase de ama que saiba bem eosiobar e en-
gommar, sendo morigerada e de boa c nducta para
caga de familia : na tua da Cadeia do Recife
n. 10.

LOJA
DE
ltEfiO.Itti.IilO
DE
Vctor Grandin
Roa da 1 adeia do Hecife N. 40
O proprielarlo deste estabeleci-
mento, premiado com a medalba
da exposigo universal de Pars
no ann de 1855, tem exporto a
veoda em soa loja, om graoe
sortimento de r-iogtos para algt-
beira como sajara : de oaro e
prata, sendo dos melbores fabricantes, de pateo-
tes ioglezes, saissos e orisomaes. Tambera tem
urna grande quantidade da relogios para parede,
a que batem horas, ditos para embarcares e para
cima de mesa, todo estes relogios sao dos mais
bonitos roodel s. O mesmo concerta relogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
il ra concerta chronoraetros de algibeira e marti-
mos : receba sempre por tolos 03 vapores, ora
completo sortimento d correles e trancellns,
sendo ludo de ouro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos obj*eto3 de bijoo-
teri dos mais booitos e ra aderaos-gostos.
C ara Heonques Confia de Lmhares, de ao
torisaeo e d-spcho de 2 de maio, do Exm. Sr.
bario de Villa Bella presidente da provincia, rece-
ben do Iilm. Sr. d:rector geral interino da iostroe-
cao pobhca, a icenca requarida. pan ensinar
I partinularroeote, e lem aherta una aula era sua
ca-a, ra da Abobada d Penha casa da esquina,
que roba para a da ^sumpcarf, onde ensiaa a- 6r,
escrever, cootar, d"Utrina chnsta, lineen nacional
com a iheona, geograohia, tradqcao fraoceza ; co-
ser, bordar, ruar-ar. labyrioiho ebeio e pasaado :
os pae de Traillas qne Ibe qn'zerem cooflar a
educacao de suas hlba, ponera dirigir-se a casa a-
cima drta.
istiUias americanas
DO
DOUTOB. PATERSON
Be bismatno e magnesia.
Remedio snheraao para coraoater azlas, facilitar
a digestao, fortificar o estomago, corar os soCFri-
oientos nervosos provenientes de debilidades org-
nicas, etc.
Deposito espacial
Pharraacia e drograria de Birtbolooieu & C.
_______34-Ra larga do Ro ario34.
Criada portugueza.
A criada portugueza qn se annnncioo, pode di-
rigir se a' roa Dlrelta n. 89, 2" andar.
nr nciadod nteoelle a cor
maior porcao de iodina
do que ouro qualquer oleo, qu ee t
examinado.
Iodina un peder salvaW ^C.
em todo o ol o de figado de bacalhao, na-
qoelfe no qtra! contm a maior porc5*> d'es-
ta invaluavel propriedade 6 o uoie fceio
para corar todas as doencas de
garganta, pello, bofes, Ogadd,
tbislca, bronebitea, asthma
catharro, tosse-,*res-
friamentos, etc.
Uos poucos frascos d carnes ao liaito
magro que seja, clarea a vista, e d tigor a
todo o corpo. Neohum outro artigo ahe-
cido na medicina ou sciencia, trimento ao systema e encommodando qnasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacSo tem sido des-
truida pelas affecces das
ESCOFULAS OU HEUMATISM
e todas aquellas cuja digestao se actqaom-
pletamente desarrapada, devem tomar
O olee de figado de bacalhao
DE
LANMAN t KEMP-
Se que desejam ver-se livres e isemptas
de enfermidades.
Acba-se a venda nos eshbeleeimeatos de
A. Caors Barbosa, de J. da C. Bravo & .,
P. Baorcr & C, M. A. Barbosa, Bartholo-
meo A C. e em todas as principaes tojas de
perfumaras e bot'cas.
A qual preparada smente pelos nnicos
proprie'arios
&
Ama de leile

.
Na roa do Qaeimado n. 9, loja de fazenoas,
preeia-sa de aaa ama de leite qae tcnta mntto
Dom leite.
r\ Sr. Antonio Xavier IJezerra delira de ser
caixeiro da I ij de ma eza3 da roa larga do Ro-
sario d. 38, de Maooel Jos L"pes & Irnao desde
o ia 23 do corrale. Recife 2o de maio de 1868.
^S*"\?'pf
1
PASTA e XAROPB de NAF de ARABIA
di: ii:i,a\).riaieh
Sao os nicos peiloraa pprovados pelos proliij-
sores da Facultad de Medicina de Frunca, e por
50 Mdicos dos BTo pitaes de Pariz, os quaes certl-
fleario tanto a sna superioridade sobre todos os
ouiros pe-toraes como sua poderosa efficacia contra
OS DefSlXO, Srtppn, !r:iafci e as Affct-
<7 RACAHOUT i)ES RABES
BE Dr!.l\SRI{\!rit
Piico alimento approvado pela Academia de M*-
Mcjn* de Parir. EtR restabelece as pssoa* que
soffrem de Estomago e dos Intestino* i forta-
lece as crioiras e as pessoas debilitadas, alem
?.ssn em virtude de soa propiedade analcpll__
i.c o meior preservativo das Febrea amaraila
e tj|ihoi' Cu i fiasco 4 cada caWmha destas preparacSes
hvSn tempre o tello e a firma Delangrenjer, ra
It.kflit, IG, em Pariz (Cu;dadocom as falsifi acOes).
Depositsrio3era todas as pharmacias do Brasil.
A vend oa pnarmacia de P. Alaarer
o C, em Psrnambnco.
m O baCOartl Jjaguim (>.' gilvos Lima
pbde ser pr.curado c.mo advo/ado oo
f9f ,e esenpt,rio a roa do Queirmdo n. 12
B i* andar, ou na ra da Imp^ratrls o. 78.
AVISO
0 abai.'iO assignadj observando os avisos
inseridos no Diario de PBrnnmbucon. 117,
de 22 do eorrente msz pelos Srs. Manoel
Maximiano Gued6s, e MiD'*el Ferreira da
Cruz, aquclle por ter vendido a sua taberna
sita na Tuaiarineira, e este ter justo e coq-
tractado com aquello Sr. a compra da re-
ferida taberna, ct njonctameotd um acugue
cli iiiindc a atienrao de quem. se julgar
com direito a faze-lo no prazo- de 3 das:
o abaixo asignado roga aos referidos Srs.
de te eo) a b> n la ie de nao efecm ir transa-
do 3gur.ua, sera qae primeiro seeotendam
com elle ; eao contrario nao ter por vali-
da, dia venda.
Recite tt ele maio de 868. -,,
Tbomaz Feraandes da Cunta.
m
8 BS tfltl e
Jio na aleoeiros Raposo, s-bs mtiow (etirus
rogam pelo presente aos seas a-ulgo a conbecldos
o carioso obsequio da asls(lre*j a orna missa e
memWlto que manda celebrar", q" a arta -Te Ir i 27 do
curren)?, pelas 7 doras da maaoaa ca mait de
Si Jo, pata alma do sen presado fiim Maooel de
Mediros Raposo, fallddo em ?04b*fBverelro, no
bospital Central do eaeraito braileiro, em eoose-
qaesea do malaliaaiqaHtida ootombaie do dia 19
do raesuio mez.

- do asesino mez. .____
l i_ Alof.'a se orna esc
&3UBOX
Precisa aa de ama mulfier qae saiba bem cos-
obir para casa de bomem sollalro} nama^aJLa.
gol n. 3, venda. cTl ? ~fT?l
escrava quatai tooo servigo de
|M|DJL*omo interno; a' tratar oa
t BOftyma, b.J6, f andar._____
_i. Mtm*l MWIM da Caf Mil a* raa^do Qoei
mado o. i8,.aiaals,Mber qoen.d es prarji o
riapoBdeate *>&*. Manuel HaTiios Nogoeira,
Muas e machos
B' esprala a cada momento a barca fraoceaa
Jsard. a qu -I coodoz l'O mu'as e machos de maito
boa raca, o= preteolale podero dirigir-se tua
da Cruz o. 57.
Na rna dlreita 29, 2* aoiar. ba uaa escrava
para alogar-se, eogocrrna, csinha, ensab' a e orm-
pra. iva mesma se aluga 2 criados para servico de
casa. ,
'" i.....'
Aluga se
om excedente escrfptorm cora muito boas accem-
modago s : oa roa estreita do Rosario n. 34.
O Sr. Joaquim iManoel de Mira Waoderley
qoelrl ter a boodade de ^apparecer do conv nlo
do Carmo a negocio de sea loteresse.
MARTIMOS
rOWTRA FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecrda
nesta praga, turna seguros martimos sobre
navios- e seos carregamentos e contra fogo
em edificios, mercaderas e mobilias: na
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
i -, ..,...... .
a pra^a da luaepeuaencia a. 33, loja de
oorTves, corOpra-sa onro, prata e pedas preciosas,
tatnbem se faz qaaiqaer obra d oommenda c
odo e qualquer conceflo. ___________
amoel Power Jeinwsion & t'ompaohii
RuadaSensala Nova n. 42.
AfHtCIA DA
l<*nnd?S9de I-aw IHoer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moeodas e metas moendas para engento
Tartas de ferro coado e batido par en^
ofeo,
Arreios do carro para maedotieanlloi
lelogioB decoro patente ingle.
irados americanos.
Machinas para deoearocat al goda o.
Motores a ditos.
Machinas de costara.
i .mi...........i.r n 11
AMA
Precisase alagar ama ama escrava para a ser-
vico externo e latees da oaaa familia de dais
pessoas, pigando-se 6om alogael oo caso de agra-
dar i a' tratar na roa da Prala, armatem q. 63.
IGrande ai7nam de tin-
tas medicamentos etc.
Roa de Imperador n, 22.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tor e para tinturara.
Productos industriaos e tinta j
para flores, como botoes de Deres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros coa o compe-,
tente desenho.
Prodoctos chimicos eindnstriaes
para pbotographia, tinlararia, pin-
tara, pyrotecoia ele.
Montado en fraude escaJa ef-
pride dreetaiBeete de Paris,
eres, Hamborgo, Anvers
poda eierecer productos de pMna i
oonfianc e satfawr qaalqcer en- j
eearaeoot a gtosso trato e a reta-
Iho e po^preco commodo.
->
^


ftfarl. fe rrr.t*

?
-!* ~
II-
USMNNtt.
Estrata do Eoafto^ 11
M< a
Este doto e modesto estabeleeimento teo aberto aorespeltavel publico esta elegante e bem (orne-
cido hotel, qaa simado n'oma posicao inteirimente saodavel 0 sendo con.'tanLemeou soprado pelo
doces xepoyros da larde, tornase preferivel a qnlqoer outro deste genero; as tres eousas mais ne-
cuevtes ao genero racional-alimento docorpo, distracco da alma e socegodo etpirito.
No pavimento terreo, orna em de pasto oas multo pmfoias de segunda orflem; no prlmelro an
dar, ata da trente, nm exeellente bilbir ae-mogno para d'verlimeBto; sala de detrs e om realaoraote
da priaelra orden, quinto ao asselo e bem felto das comedorias, o dllicado modo do pessoal do esta-
ieiecimento, promptldae commedidade, t aos illortreb cooeorrentei dado fater iosUca.
Fornece-se comidas para (Ara. e jamar eom vioho e froetas na mesa I AOOu, almcco idem 14000; e
todos os dias a' note eaeontraro sorvete, refrescos, caf e cha', bons violtos dos meltioies do mercado
Figoelra, de Porto e Bordox.
Boas comidas, bons vinhos, todo ba, devenidos Jogos de blibar e domin, para familias, e para
todM ba logar.

Cfc

Agencia de Pernambuco
,

Os sekiiobes dk BNGENiios en demais pessoas residentes (ora da capital, que quie-
rem faier algum segaro nesu associacao, poderao escrever ama carta especial a sen corres-
pondente nesta cidade, autorisando a elle a effeclaar o segaro oa segaros, declarando pa an-
torisacio noau da pessoa nu pessoas que quierem segurar, data e lugar do nasrtmento
de cada om dos segurados, e a quantia anaual que quierem despender por cada se-
guro.
As demais formalidades que deverio seguir-se, serio explicada verbalmente aos
respectivos senbores correspondentes, entregando a elles o regolamento da associacao.
Um segaro de capital : por por 26 anuos, com faculdade de poder liquidar por
quinquenios, prodos no fim de 25 annos virendo a pessoa assegurada, os resaltados segoiB-
tes:
|

Por annoalidade de
500*000
400JOCO
30O0O0
zOOJqOO
100,5000
501000
Paga de despezas de
i-. gestio.



638J500
511*000
383*500
256*000
128*50
6 i800
Prodoz nm resoltado qoe conforme
a idade ser de
170:000*003 a 235:CO'*000
136.000*000 a
102:000*000 a
68:000*000 a
3VOOC*000 a
17:000*000 a
188:000*000
141:000*000
94:000*000
47:CO0*O0O
23:500*000
8:50?*000 a li:730*C00
32*950
de despeza de gestio esto de coof jrmidade com o art. 62 do
25*000
As sele quaniias
regolamento.
Os resultados de cada seguro, esto calculados pelo risco de morte da tabella de
Montferraod qne adoptada pea associacao para seos clculos e liqudacSes, de conformi-
dade com o art. 39 do regolaueoio.
Queremo o contriliniote pagar o mais das despezas da estao a prlmeira annua-
idade, podera' 1 lciualo conforme o art. 13 do regolamento.
Para justificar a importancia destes algarismos, qne estao moito bem fondados
sobre o meMno regolamento, pode se accrrscentar, que em 31 de dezembro de 1S67, tinba
esta s*ocintao em registrado a 2,951 subscriptores, com nm capital subscripto de ris.....
4.369:986,5470 e tinba convertido em apulices da divida publica a juro de 6 por cenlo ris
1 162:000,6000.
Em vista dos resultados apontados, todo pai prevjdente nao dve olhar com indiffe-
renca nem com descuoftaDca para um rotsone to segoro que se Ihe apresema para dotar
seus ti 11! os por meio de presiacoes que se vio pagando insensivelmente, pois basta para isso
consignar ama quantia annual em relagoSosmeiis pecuniarios de que dispdem.
A iu-t.iuicu esta' fundada debaixo oas melbt res bases de seguranga : todos os
fondos couve leo se em apolices da divida publica nacional de 6 por cento, a igual conven-
sao se faz todos os semestres dos jur s que as mesmas prodnzem.
As apolices assici adquiridas e avi rbadas com o nome da sociedad, sao loalifoa-
veis ate a p-ica da liquidado os respectivos contratos. (Artigos 31, 32 e 33 do regla-
mento.)
O mais qoe deste lucro de juros compostes existe o grande lacro de mortalldade qoe
infallivel.
As pessoas que quierem inacrever-se na associacao, sao convidadas a dlrigirem se
pessoalmeote, oa por escripia, ou por Intermedio da qaem qaer que seja, que se aprsente
aotorisade na agencia da dita associagao, roa do Livramenlo n. 19, primeiro andar, a tratar
com o Sr. N. P. de Vidal, encarregado pelo Banco Rural e Hypotbt-cario do Rio de Janeiro,
que dar' o regolamento da mes ni a e todas as explicacoes de que carecerem.
15ra da Imperatriz15.
Alm do maior e mais variado sortimento dos escolbidos gneros directa-
mente recebido pelos ltimos vapores: _
Queijos flamengos *
Ditos pratos
Ameixas preparadas em latas 0 caixiahas,
Tudo pelos cmodos precos como abaixo se v:
Ancoretas com azeitonas a 800 r,
Gaixas com quareota cartas de traques a 55500.
Latas com 2 libras de pecegos a 800 rs. a lata.
Litas com 2 libras de ostras a 800 rs. a lata.
Frascos com boa conserva a 800 rs. a lata.
Yellas de espermacete a 850 rs. a libra.
Vellas de carnauba e composico a 440 a libra.
Tapioca do Maranh5o a 200 rs. a libra.
Gamma de milbo pagote a 590 rs.
Ararnta a 800 rs. a libra.
Gomma a 00 rs. a libra.
Bolaiiohas, biscoitos de n. i a 5 i'il, 1*600 e 30500 a Uta,
Copos de ci ystal para agua a 5* a dozia.
Garrafas de crystaTproprias para vinbo a 6)5 o par.
Latas com bolaxinbas Principe Alberto a I 600 rs.
Mantciga ingleza flor a 16200, 10 e 800 rs. a libra.
Ditas para tempero a 320 rs. a libra,
Cbarotos de todas as marcas, qoe s avista terSo precos.
Serveja B. ju em botijas e garrafas, differentes marcas, s avista terao prego.
Vinhos engarrafados de todas as marcas e qualidades.
Vinho Moscatel proprio para as excellentissimas senboras, a 600 rs. a garrafa.
Doce de goiaba em latas e caixoes de differentes tamanbos e qaalidades a
1,5(500, U e 500 rs.
Figos e passas em caixas, qtiarlas e meias.
Potes com sal refinado a 400 rs.
Mastarda franceza e ingleza a 800 rs. o frasco.
Garrafas com vermente a 10500.
Duzia de cognac a 80000 rs. e garrafa a 800 rs.
Arroz doMaranho a 40000 a arroba e 140 rs. a libra.
Presunto ingles para fiambre a 10 a libra e o portuguez de barris a 500 rs.
Litria, macarrao e talharim a 560 e 640 rs. a libra.
Tijollo para facas a 160 rs.
Gaf de primeira qualidade a 80000 e 70000 a arroba e a libra a 280 o
240 reis.
Sabio massa em caizas para os meus collegas a 220 rs. a libra.
Massa verdadeira; todo o collega que precisar de maior qttantidade de cinco
caixas avisar tres dias antes.
Cb temos de todas as qualidades.
Graixa em latas a 10 a dozia e a 120 rs. a lata.
Farello em saccas a 60 e 30500.
Vinagre branco engarrafado a 400 rs. a garrafa.
Latas com marmelada a .-00, 10200 e 10600 rs.
Balaios para compras e costureiras.
Guardas roupas por todos os preces.
r.
-





Approvado
ecteur s autorisado,
em Franea, Russia, Austria e Blgica,
moi superior os xaropes de Cuisinier,
O arrobe vegetal Laf-
de Larrey e de salsa-
parrlba.De fcil digestao, agradavel ao paladar, e ao olfato, elle cura radicalmente
seca merearlo, as affeces da pelle, Implgcaa. slporeas, 1 una o re, ul-
ceras, sarna degenerada, escorbuto, e os accidentes provindos dos partos,
da idaie critica, e da acrimonia bereditaria dos humores.
O arrobe especialmente recommendado contra as doencas syphiliticas recen-
tes, inveteradas ou rebeldes o mercurio e ao iodoreto de potassio.
Deposito geral do verdadero ROB LAFECTER, em casa do Dr. G1RARDAU
DSSA1NTGERVAIS, ra Richer, 12, Paris.
Depsitos em Pernambuco.P. Maurer & C ra Nova n. 25, e J. M. da
Cruz Correa.
P^"*
N. 2 D wi N. 2D(
CORCEO DE OVRO. 4L^
ERNESTO S LEOPOLDO
ESSEJCIA COMCEllTRAR

Qreparada a'fri por August Caors,
PHAS1UCEDTIC0 PELA ESCOLA DE PARS E Sl'SSESSOR NESTA CIDADE
DE
Aristldes Sais el e a.
S. 22 Ra da Cruz i\.
KouEn
22.
mineral.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualquei
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua origem na impureza do
angue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escropulosas, darthrosas, qae
venham ellas por here litariedade, quer sejam adqueridas pe'o contacto com pessoas infecs
cionadas dos diversos vi ros qoe contaminan) o sangoe e os humores.
A carona um remedio prodigioso, wado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando sen uso de geraco em gerac5o, boje, um dos remedios, mai-
eoohecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morpha ou elephantiases, para cajo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha moito tempo entrn a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, anda hoje lembrado as pbarmacopas com o nome de sen
celebre autor Jo5o Alves Carneiro: n5o ella portanto, remedio novo nem desconhecido,
O ungento oe caroba da mesma sorte preconizado desde lempos immemo-
riaos como o mais apropriado para o cura de-e uso oubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregedo com proveito ivo dasbeoficua de rimppplicafJo de mutos ouiros agentes
Uaerapeuticos enrgicos e dpois quotidiano.t
Muitos dos nossos medies de consideracSo e entre elles o moito distincto pra-
tko e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem conflrmado por meio
de experiencias repetidas, o que diz a fama das bedefleas propriedades da caroba no
trrtamenlo das boubas. das diversas formas sob que a aypbiis se presenta e muito es-
pecialmente as que tm soa sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
oderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a caruba prodozio admiraveis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicafSes de salsaparrilha, mercurio, iodo,
oro e seus preparados, etc., etc.
_____ N5o era possivel qoe on>a planta t5o notavel por suas inapreciaveis virtudes
seapasse a perspicacia e investigacbes dos mais abalisados praticos europeus, qoe se ap-
fcam com especialidade ao estado e tratameeto das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para prova ah estSo os Srs. Drs. Casanava, Schorfer, Ricord e outros dando as mais li-
soBReiras informaces sobre as propriedades coratias da caroba e preconisando-a como
remedio poderostssimo para o tratamento das erupcoes cuUneas, seccas ou supporativas,
arthros de toda a quahdade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
entras moitas molestiajs de natureza syphilitica ou bonbatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da Essencla da Caroba que eu pre-
mro e pelas instancias de vario mdicos que desejam continuar em suas observaces, de-
iaerei-me a ter prompta urna qoantidade da mesma essencia, obfida sem a acc3o do fogo
pira nio prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-h
m ""?* .phamacia 8WnPro o porc^o sofflciente para todot os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e o ungento dj mesma planta, para qae nunca falem aos senhore
adieos que qoizerem experimentar tao precioso agente medicinal. *
Beofe de Peroamaace, n de ontabro de 1866.
' / AOTB Caors.
Roa da Cruz n. 22, &mm
A loja n. 2 D intitalada Corado de Ouro na roa do Cabug, acba-se d'ora em dame offerecen-
oo ao respeitavel publico, com especialidade as pesaoas qae bonram a mod, os obiectos do ultimo gos-
iidai1 y'ShP6r mea0S 20 P0r cenl do qa% em 0QtrA a"Jaer P*rt<. grantindo-se a qualidade e a so-
0 respeltavel publico, avaliando o deseio que deve ter o propietarios de um novo estabeleeimen-
to qoe quer progrosso em seu negocio, deve ebegar immediatamente ao coraco de onro a comprar
5S1SS? P0rf0'tos bnlbantps, esmeraldas, rubina e perolas, verdadeiras eai agarras modernas, pelt
aiminuio prego de iOi, brincos mudemos de ouro e coral para menina pelo preco de 3#, maracas d
prata com cabos de marSm e madreperola, obra de moderno gosto (o que encontrarao no coraco da
ouroj voitas de ouro com a competente crusinna ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 124, brin-
cos oe nm trabalno perfeito por um mdico preoo, cassoletas, traneelins, pnleeiras alflnetes para ra-
.rato?, e outros modeiGS tudo de alio gos:o ; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, fto artigo roaeuu tom o Corago de Onro um completo e bem variacSo sortimento de diverso?
gestos, butoes para punhos com diamante, rubins e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo seu va-
lor ja pelo gosto do desenbo, brincos de forma da delicada maoslnha de moca com pingente contendo
esmeraldas, rnbins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alflnete para gravau no mesmo gosto, reto-
?ios para senhora cravados dP pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes dt-
imito gosto, ernsinhas de rnbins, esmeraldas, perolas e brilbantes, anneis com letras, cacoletas df
sryata e onro descoberta para retrato (a iugleza) brincos de franja, ditos a imperatrii toda e qnal-
qnor joia, para se cdiocar retratos e obris de cabello, e ontros mnitos ebjectos qne os pretendemos en
comrarao no Loracuo de (Joro qne se conserva com toda a arnahilidade aos concorrentes deixandn-
se de aqu mencinr precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-s os
preces lalvez algneo faca mao juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sen valor.
iva mesma loja compra-se,etroca-se ouro, prau e pedras preciosas,e tamben) recbeseconcer-
ios, por monos o q^ie em ontra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-se
o Uracao de Ouro aberto at as 8 Horas da noiie.
,, QDainer res-oa qne se dirigir ao Coraso de Onro nao N podera' engaar com acasa, pois
roa w oa sea frente um coraco pendnrado pintado deamarello, alem de outro que se nota am urt
rotuio (isio se adverie em conseqnencia de terein ja' algumas pessoas engaado com ontra casa-


*A NOTA FABRICA
DE
Manoel Moreira de Souza
4^-Rua i\va-4S
Neste novo estabeleeimento ba um completo
e meninos, e vendem-se per precos rasoaveis.
sortimento de cbapos para horneo?, .senboras
16.Boa da Cruz16.
Ha diariamente neste estabeleeimento um sortimento de doces para cb. Paes-
de-l, bolos Dglezes, podios, pastis de differentes qualidades, fiambre etc.
Novas conservas e licores, agua de rosas e de flor de 'arangeiras,
' Yinhos novos e mailos ontros geaerso 'de motilados
Para S. Jodo.
Differeutes trabalhos de assucar ; amendoas confeitadas e papis para sortes.
Recebem-se encommendas de trabaibos proprios de pastelaria para grandes
jantares, bailes, baptisados e casamentos, havendo para isso enfeiies analOROS, bandejas
com bolinbos tanto de armaflo como sem ellas,p5es-de-l e outros bollos differentes en-
eitados sendo o de cor feta com assucar.
O dono deste estabeleeimento tem resolvido substituir as bandejas as armaedes
de papelo e folha. por armacSes de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, serio as eocommendas bem acondicionadas.
Neste estabeleeimento compra-se pevide de me'ancia (milo).
NORTHERN ASSURANCE HOMPANY EM LONDRES
CAPITAL. IJ BU AS 9.000,000
-_f~ AUTORISADA NESTA PRACA
PO
DECRETO IUPflUAt
A companhia 5cima menciooada toma seguros contra fogo em Edificios, Mer
cadorias e .Mobilia por seos Agentes
niLH LATIIAn & C.
BMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA N. 7.
PEKNAMBirCe
Coniinoa a ebegar de Parts A este estabeleci-
menlo bom sortimt-oto de calcadotscolbido dos me-
ibores fabricaste* daquella grande nraca, assim
como grande variedade de qolnqnilbaria e de no
vos brinqaedos para criancas, cujos artigosse
acham ezpostos escolba e vontade dos compra-
dores, como sejam os qne parnasos a mencionar
e ontros muitos os qnaes se vendem com diminu-
tos lucros.
Botinas para aenheras
setim, doraqce branco, pretas de cores.
Botinas para mininas
duraqae branco, preas e de miras moitas cores
Lavas de pellica
brancas, pretas e de lindas cores da moda, Joovin
verdadeiro, vindas por todos os vapores.
Linas de seda
brancas, pretas e de outras edres.
Lnraa.de lo da Escossia
multo boas, brancas e de cores.
Lavas de cinarra
finas, prophas para montarla.
Obras de aro boa
brincos de ooro de lei para senborss e meninas,'
pulseiras, boides de ponhos e de abortara, trance-
llns, correles e chaves de relcglos.
Botinas para bornem
lastre, bezerro, cordavo, e de outras qaali-
dades.
Bolinas para neniaos
de diversos modelos e qaalidades.
Perfumaras
finos extracto*, banbas, leos, pos de arroz, agua
de cologae, agua florida, saboaele?, etc.
Leqaes
sndalo, Jacaranda e de ootras qualidades.
Chapelinas
para senboras a' ultima moda de Paris.
Espelhos dourados
de differentes tamanbos, e bons para salas.
Albois
de vellndo e de marroqaim para retrates.
llolMiihas e ceslinbas
de seda e de veliodo pura mcoloas a' passelo.
Objectos de phanlasia
multo bellos para toileu.
Coques modernos
dos melbores gostos da ultima roe da.
Sapatos de lustro
com salto, para seoh ras e para homens.
Sapatos de borracha
para bomens, senhoras e meninos.
Sapatos de la pee
de moitas qoalidaaes de tranca de Lisboa para be-
mens, senboras meamos
Sajiales de invern
bezerro taziados para homose meninos.
Botas russiauas
meias bolas, peroeiras e meias pemeiras.
Cbieotes
de mnitas qualidades para passelos e vlagens.
Malas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Meias
para bomens, senboras e meninos.
Pentes
de desembarazar, ditos de travessa, ditos para
barba, e moito fiaos de marfim para caspas.
jbttfap
para faeto, para denles, para cabello e para nabas.
Bengalas
de mnilos modelos para bomens e meninos.
Confcito francez
caizinbas com doce confeiudo para presente.
Papel arrendado
para enfeitar bandeijas de bolo e de doce.
Bico presente
importantes bengalas da canoa verdadeira, com os
mais delicados casloes de tnarHm.
Lunetas
de tartaruga, de ac e de blalo.
Oenlos
de prata dourada, de ac e de bnfalo.
Grtalas
de seda multo boa, preus e de cores.
Novas carteirinas
de lindos gostos para dinheiro.
Bonitas p.>ntciras
de espuma para fumar-- charutos e cigarros.
Charuleiras
bellas cbaruteiras e eigacrtiras de palba.
Cachimbos
de varios modelos, baraios em dazias.
Venezianas
transparentes com payapro8 para janellas.
Gaiolas de arame^
de difTorentes mnd los para pa--..nnho5.
Globos para illuninarSo
lindos globos de papel a ro. s para illaminagio.
Abat-jour
para candieiros e para lauternas de piano.
Oleados para mesa
de muito boa qoaiidaae e novos padroes.
Molduras donradas
de largaras scitidas para qoadro.
Estampas
de paysaguns.cidades, santos e figuras.
Esterescopos
eom interessantes vistas escomidas.
Accordeons
e concertinas de todos os tamanbos.
Cosmoramas
com as mais piltorescas vistas da Europa.
Realejos
pequeos e grandes, de qoatro e seis pecas de
msica.
Jogos
de domir e outros muito- differentes.
Ceslinbas
de palba para meninas de escola.
Argolas de marfim
para facilitar subir os dentes das eriancas sem
Mjflrerem incommodos.
Toncas e sapatinhos
de lia, muito bem fetos, para enanca.
Carriohos
de quatro rodas para eooduzr crianzas.
Benecas
de todas as qualidades e tamanbos para meninas,
e ontros mnitos brinqaedos proprios para crianzas
de 1 a 10 annos.
Attenco
Nio sendo possivel mencionarse aqu todas as
qualidades de calcado, nem todos os trligos de
qoioquilbarias, e muito menos da grande variedade
de novos brioquedos, pe'e-seao publico um passeio
a este estaba ecimanto, certo de que encontrarao
bailante paciencia para bem escolberem o que de-
sejarem comprar, preces baraiisslmos, em virtu-
de de baver em todos estes arlgos graode qnantl
dadp. e terera sido comprados mesmo na Europa
pelo dono do dito estabeleeimento, armaiem do va-
por francs, ra Nova n 7.
Kelojoeiro e dourador
Praga da Independencia n. 42.
Albino Baptlsta da Rocha faz to-
do e qualquer concert pertencente
a soa arle, asnea como mais barato
do qae em oatra parte, e responsa*
bilia se pelo seu trabalno. Vende
relogios por p.reos commodos, e vi*
'Jros de crystal lapidados para relo-
gios descobenos. v
Roga-se ao Sr. Antonio Jos Soaree o
favor de declarar pelo jornal a sua morada
ou enlao dirigir-se a casa n. 47 da roa da
Imperatriz para tratar-se de negocio qne
lhe diz respeito!__________^^__________
Da le qaantia da 20(4 sob penbor Oa ana |
Cartes de visitas a 9$000
duzia.
Cantina-se a tirar retratos em cartSes
de visita a 9,5000 du7ia oa Photogbaphia
da casa imperial roa do Cabog n. 18,
sobrado, entrada pelo pateo da matriz.
Ambrofypos.
Inimitaveis ambrotypos, para caixinbaee
quadros com o colorido natural, e podendo
ver-se de do is lados.
Mi col y pos.
Primorosos retratos coloridos em talco
para collocarem-se em alflnetes o cassoletas
de ooro. Ha variedade de alflnetes com ru-
bis, esmeraldas e perolas finas.
Na mesma pbotographia encontra-se a
500 rs. cada um os segointes
Retraeros.
Capit3?-tenente
MAIIRITY
commandante do monitor Alagoas, e hroe
da passagem do Humait ; >
Bar3o da Passagem, chefe Delfim, cora-
mandante da diVis2o que forcou o passo de
Humait;
Visconde de Inhanma;
Mrquez de Casias;
Dos generaes barSo de Porte-Alegre, do
Herval, etc., etc.
Acham-se tambera venda os mesmos
retratos, e muitos ontros de generaes e es-
tadistas notaveis brasileiros e de principes
eslraBgeiros na livraria Econmica do Sr.
Nogueira de Souza, ra do Crespo, junto
ao arco de Santo Antonio, e ao mesmo pre-
co de 500 rs. cada om retrato.
Fnrtaram do dia 9 para 10 do engenbo Fir-
meza doos cavallos, sendo om alario com o ferro
CM ribeira 6, anda de baiio a e.'qaipar, inteiro,
a qnando anda arrasla um ponco os ps, s tem
signal branco na testa at as ventas, bastante
(rrande e gordo, esia* fazendo a derradeira mnda.
O outro aoda s baixo, russo rom o ferro C ri-
beira quadrado lendo as extremidades do C qoa-
tro risco?, coo> marcas dos lados e no peito por
ter sido de carro : quem delles soaber Itve-o ar>
dilo engenbo qoe sera* gratificado.
GiLERIA RECRE4lm
GRANDE COSMORAMA
17-Kua da imperatriz-17
(Pavimento terreo)
PRIMEIRO ESPECTCULO DE SA CLASSE.
Ha vera todos os dias, das 6 oras d| larde em
dianle.
O dono de.-ta grande galera (como o publico
conbece) nao poopa esfnrcos para ter diarlimente
objectos de lindos gostos e modernos, e de valor,
com o rim de obter numerosa concurrencia paran-
tindo aos qoe se dign^rem visitar sua galera, em-
pregarem o seu oioheiro. qoe sa possuiro do
desejo de vollarem ao mesmo.
A decencia e moralidade com que sao caracteri-
sados os cossos costames nos certificam que conti-
nuaremos a ser trequentados pelas excellentissimas
familias, que tero variadas vistas, ludas as segan-
das-leir, e sempre novas.
Cada bilbete de entrada d direito a ama bella
prenda, haveodo entre ellas, ratinas de subido-
valor. Entrada de cada pesoa 500 ris.

.
Xv



'1
-' -"'

Grande
Bazar, ra Nova n. 20 e 22.
Acaba de chegar a e,te estabeleeimento
grande porc3o de machinas para costuras,
do autor Wheeier Wilson, approvadas na
ultim exposifo de Paris, as quaes C: sem
com dous pospontos toda a costura, e tem a.
vantagem de ser 15o suave o m vimento.
que qualquer crianca de cito anros f cii-
mente trancha, e pode, com este entreteni-
mento, levar vaotgem ao servicodiaiio de
trinta eos ureiras. A coa.pre.bes3'i sim-
ples, pois em um quarto de hora se Dea se-
nhor do movimeoto da machina, tendo a
mesma a pr. priedade de fazer as seguintes
costuras: pospontar, embinbar, franzir,
marcar ebordar, como atresentam os dese-
nos que acompanbam as Os preprieta-
rios do estabelt^imento se encarregam d
mandar ensinar n'esta cidade, e garantem
entregar o importe dispendido ao compra-
dor, oo caso de nao trabalbar com perfeicao
a machina vendida, nao tendo, porm, sof-
frido ella alloma a varia. Ha tambem no
memo estabeleeimento machinas do autor
Grower Baker, de trabalho simplesmente
mi. e ootras com movimento dos ps;
e mxime todos os pertences das mesmas
machinas, para vender avulso.
Joaquim Jos Goncalves
Reitr3o
RA DO TRAPICHE N. 17, |. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do MiDho, em Braga, e sobre os segoin-
tes lugares em Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valen ca.
Guimaries.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde. ^i
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lime.
Villa Real.
Villa-Nova deFamalicio.
Lamego.
Lagos.
Cevilblt.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.____
Ama.



f
Begrinna qu* sirva para andar
roa do padre Florlano n. 71.
cooi erisiea : sai Prcisa-e de ama Merava para casnhir e com-
iprar: a tratar na mi do Crispo n. 18.
!5iSBE-_
k Ks^aVi3^^it^&ri7a <


i)ffii/!jipg^m'!nrvyw#RV!Km^ifiii
frlarla m PUAlMbttCt
ftvara Iclri t c Mato de 1868.

sap-arilha
DIp A.YJ53B.
COI* radical da
Eteroftilu, leer, chagu, fcis
Mu reOua, malestias ijpkil-
om, e mercuriaei, Enfemi-
2uei da* aolhsrM, km n>
tofio, aunitro lotoroM, olotr-
fte da nUro, flore brticac
A Remigia, Convulso, Erj-
sipelu, Kafermi4de Catanes*,
rKBKS L\rfiHITlMeS, Ol MMTfiKTKS
As prepara$pes de Da. Ayer s3o Tendidas
o todas as Boticas e Drogaras do im-
perio,
SEZES
ou auleitas, fekres intcmiteoies, renitentes
biliosas, ftbre eruieiesa uflammatoria,
todas teodo sua origero oa mesma causa e
produzindo os mesmos efertos, porm em
grao differente de jotensidade, nece,ssitam
do mesmo tratamento.
A causa acha-se nos efluvios contagiosos
que so desprendsm da vegetado podre
Jos pantanos e das aguas encharcadas. E'
Pbracl^
Acaba de cB*fr'cha de primeira
para oso das pescan M se ir
alopticamente Veaate-se ea pacff
libra.
Ra Nova n. 43.
borb*lnas, najctda, etc.
O xtrmet emmprni de SAL8APARILHA, confeccin- ,
IkdepeioDB. AYEE,4 ama combinado dos melliore depara- 0lB *6nen0 SQOtuiSSimO 6 msedOSO qU6 Se
MealteruitaecoalMddosmedlclB; i composto girado baSOTVe DOlOS DQimQeS e DCBelra DO'SSn-
\\ % St.SS JCSf IZS2 SWE; p. o^qoe a molestia svezes acamu-
d* Indiai e dos principaes Ktt*dos da Euroj.. IS-SO DOr DlUltO tempO DO SYStema anteS de
A 8ALSAPAEILHA de AYE* o especialmente ellcu na fazer SeDtr-S6.
tt^-^2^7ZS^ E^eveneno effluvial. qoe o sangue rec.
inixnuosngo*. be pelos pulmoes, opera as seses da ma
Eatre t^a. as molestias que affllgem o genero humano, nio nera SegUinte : SUa intensa ITlaClO DO SYS-
lltS^lW^^^ faz encerrar todo o s.ngoe no corpo
ftnoMades que no lhe sao gcridmente nttrfbuidiis. nS eXCretariOS iMemOS, 0 figadO, OS
juna eaoaa dlreeU da tUicm ^ulmonmr de mal d* TOS, 0 OaDCreaS, 0 bBCO, 0 eStOUiagO 6 OS
?K^rX^1n^.^BXa;*t-,e^ P*l*oes,--a)guns dos qases.oa todos rifa
Falta de apetito, Fraque* e moles* em todo corpp; llo **. amOtltOadOS dO SangUO retirado da SUper-
**lf* d*.^b***' ",Nn *** hade, a rnn Turna fiC6 dO C01*p0 J S a CaUSa DO PERIODO FRI.
^TECZt^XC A reBR\ caQSada <*la "**> 9*Bfl
ruaseao Irregular; Qaaada ataca os pulmoes urna c*r Sattgue abandona CS eiCretOriS llternOS
untada mostrase a rada do (daos, quando m ettomugo 6 aiTOia-Se a SUflerfiie, COtlHMl'Ulll OUtTO
rto avermelha dos, Na* pessea* do dliposleio csoroflilesa i erir/.o tinipntn liara PintrUar nv*nenn a.
ap|)*freqeatoiiatoeri^^pe/fa(Ul (taboca eoutraa I, ^0X1016010 p3r8 MpUISar 0 YenenO a-
partes do corpo ; sio predisplttas > itfecj-e dos puloises, do raveZ 00 OUtTO OXCCttlOnO ChaffiadO
flgaSo, dea ras e dea orgios digestivos e aterinoe. Portan lo,
ni* sao aomente aqocltes qae padecera das formas iitaeroasa
,. *mbereifotas da tteroful tfre aeceatllam de protecrao
centra os seas tragos; todas aquelles em cajo saoguc existo
o -virus latente deate terrtvel flageUo (e a vezes i beredltario),
ceio expostos tambem a soffrer dos entnaidadas que ella
Oflereaesoee a estas peesoas um abrigo seguro e un acCl-
'oto eacaa eawia esto molestia c suas eoaseqBandas, na
SatsayarUha de Ayer
que onpra_toectamente 'sobre o saagne, purifican do-o e ax-
palsauaj ewwe a eorrnpcio c o veneno da molestia: penetra
todas os parte* c todos ss orgoa do corpo humano, Uvrnndo-
os da su aecao viciada e lnaptranlo-Ilics novo vigor. E'nm
aUeranle poderoaisimo
corpo "
COI
TJJIMTE3I O HElUOIl JUrTI-STPinZITICO
tOXHBCCDO i
cura pennanenmente aa peiores firmas de SYPHILTS e aa
fuaaocmequencin. Poucn neccssldade lia de Informar o pub,
leo ao laestfaemvel valer de ara remedio que, como este, fivra
o sangae. deesa coirupfo e arrebata a victima das garras de
urna arte lenta e ignominiosa, porm incvitavel c e mol
Bao'*og combatido com energa.
Mo pretendemos promulgar,' uem queremes que se Infira
que este remedio Infalirel para a cura de todos os padeoi-
>entos humanes, o que diaeaos que a
SalsapaPilha de Ayer
* V?""" P""11?50 at hoje dcsceherta para estas e outraa
Bolesnas anlogas, qae urna corabtaagao dos alterantea
mala elficaiea oonliccidos, e que temes conseiencia de ofierecer
ao publico o incllior resultado que e possivel p.oduiir, intelligeaeta-c pericia medica dos nossos trapos.
Na ra di Aurora n. U egoao andar,
GDtiaua-se a precisar de aa coaiaoeire, para o
4ipqoetia familia.
AMA
Na ra da Cadfia do Recite n. SO pretUa-se de
urna ama para cotlnbar. ^^^^
Perdea-M M qolDta-rwra SI do correte por
occatiSo do levaniameoto da bandeira do Divino
Fspiriio Sacio de'S. Franciacj, ama pulseira do
ouro com aljofares circulando na rubim do cen-
tro de nma rosa, cojos, signas* te dario e te
mostrara' outrs tgnaes a peSssoa qoe liver acba-
do a quuer restitolr oa roa das Crnies n. 83.
AliiR.-t-se o aafaodo o tarxelro andar do ao*
brado d. i da roa aperial: a traur no meamo
sobrado.
kTimh'tknkM
C0MPRS
Moedas
pelle ;
Ho pouco cou8egue a naturexa neste segan-
do esforz como oo primeiro.
Depois segu o desmaio e prostracSo qae;
naturalmente svecede s grandes sgitaedes,
e o i n s meto do nosso organismo o faz, aban
de ouro e prata, compram-se por roalnr pre;o que
em ouira parte : na roa do Crespo a. 16, 1' andar.
COMPRARE
Sempre'por mafs do que em outra parle, prala
e curo de todas as qualidades em moeda : na roa
da Cadeia, lo]a do amle}o B. 3f. _______
Moedas de ouro e prata
Pafa-se por mais de que em outra qualqoer per-
donar a tentaavYat quebradas ifo. ?arfl"e g^ST^lSctf ""*"
Cas. renova no ootro dw a lula desesperada.----------------------------------------
evidente, pois, que qaalquer remedio Cl>nim-8e escraves-
desoado a curar esta molestia, deve des-L ^onipram-ae, vendem-se e trocam-se escravos
?S fp^SSW"vS. coLL%ubliM??rfr0empre4-S egut 010. DJtO mOT Vailtagem i \
'
RE1IEDI0 DE AER PAR SEZES
InUiT| naa fabros intermitientes, reraittecte,
r JPebres Biliosa* tercas, mal do ligado, io-
cremento do tjaco, eegueira. Dor nos
ouvidoe o palpitofOcs, quando
sao causados pelas
FEBRB8 INTERMirTENTBS, Ol REMIITENTBS.
As preparaooes de Bb. Ayi.t. sao -vendidas em todas *
ticas e Drogaras dolaperh).
SALSAPARRILHA DE AYER
Fara a eora raaical de
Escrfulas, ulceras, chagas, ferids velhas,
molestias sypbiliticas, e n*ercuriaes, enfer-
mirJades das matheres, como retenc2o, mens-
tro doloroso, ulcerac3o do tero, e flores
braBcas. A nevralgia, convolges, erysi-
pelas, enfermedades cutneas, borDulbas,
oasciilas, etc.
0 extracto comporto de falsaparrilha, con-
fecionarto peloDr. Ayer, um> combina-
ejo dos melores depurativos e alteran-
tes coohecidos medicina; composto
segundo s leis da scieneja, a: pn.vailo e
receitado pelos priroeirfs mdicos dos Es-
tados-Uuidos, da Aaierica de Su!, do Mxi-
co, das Indias,-e dos prineipaes estados da
Europa.
A salsaparrilba de Ayer, especialmente
eficaz na cura das mo eslias que teiu sua
origem na escrfula, oa inccao venerec,
no uih) excessivo do mercurio ou em quad-
qoer impureza do sangue.
Entre todas as molestias que affligem
o genero humano, 3o ba urna ruis univer-
eal-e terrivel de qae a escrfula, pot; si nao
to ds^truitiva, porem acensa principal
de mwtas enormidades que nao lhe sao gt-
jalmente attribuklas.
urna causa directa da tsica pulmonar
do mal do figado. e estomago, affeccOes do
cerebro. rheumalismo c affecc6es-4os rins: en-
toe seussyraptooiashaosseguintes; Falta
de.apentf, fraqueia e molefti em torio corpo;
mw chairo da bocea, sembante plido e incoa-
do, s veces d'u na alvura transparente, ca-
iras vee^s corado e omarelo ao redor da boc-
ea, ; oigesto fraca e apetite irregular,; een-
tre iacbado e evacuaejo irregular; quando
ataca os pulmoes urna cor azulada mostra-
se a roda dos o'hos, quando no estomago
gSo awmelbados, as pessoasde disposico
escrdfalosa apparecem frequenlementeerup-
fde no pelle da cabeca e outras partes do
corpo; rao predispstas s affeccOes dos pt&-
tnes, do figado, dos rins, e dos on?5os d-
gt-stivo e uterino. Portaoto, nao sao soroen-
te aqoelles que padecem das formas ulcero-
sas turberculcsas da escrfula qa* neces-
sias de prorJecfao contra os seos estragos;
todusaqueUes em cuio sangue existe o virus
latente deete terrivei, flageUo (e s vezes
hereditario) esi2o expostos tamhera a so-
Srer das tufermidadi-s que elle causa.
-Offereeemos a etias pessoas um abrigo
seguro e um antidoto efijcaz contra esta
molestia e suas cosequencias, na
Malcaparrllha de .tjer
que epra diaieciamente sobre o sangue, pc-
rificodo-o e expulsando delle a corrupeo
e o vpjieno da molestia : penetra todas as
partes e todos oe orgos do corpo humano,
iisrando-os da sua aeco viciada e insplran-
d>Jbes novo sigor. E' um alterante pode-
rosigeimolpara renovac3o do sangue, ed ao
coi pq j enfraqaecido pela doenga forca e
enerva 'Anovadas como as da juventade.
ET ftlMBB.. o MBLBOB ANTISYPHILITIC
cura permaneoaienu. -^ q^xs ftrmas de
simpbili e as #oas consb^^jgg pouca
necesaidade ba de informar o ^^ do
inestimavel valor de om remedio que. omo
ese, livra o saagne dessa corrupeo, arre
'uto a uic-e das garras de urna mrte len-
3 ignominiosa, porm inevitavel se o
/mal no logo combatido com energa.
filo pretendemos promulgar, nem quere-
mos que se infira qoe este remedio infalli-
vel para a cura de todos os padeeimentos ba-
mtjiii, o qoa dizemos que a
t inm m aiii para SEZis
lafalbwl as febres Mtemitfate*, reillenlef,
/res belieeas e torta., .al d. t^ade '
inereaeste de baco, eegueira. Dr oes
nvsm t ealpjUfes, f aand re -
(MUiifthi
diOes, estimulando ierno6 o figado, o bco, e os rins a
separar do sangue e veneno ofiensivo e ar-
Toj-lo do corpo.
rerr.-se ofereciSo moitos remedios para
a cura destas molestias, porm ou nao teem
sidobastaote efcazes ou teemproduzidocf-
feitos prejudicieits saode em geral.
A quina, ainda -que seja o grande recurso,
s vezes prodoz'effeitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicial sade.
"Entre os males produzidos por ella se en-
contra diarrba, dores de -Gabeca, conges-
tes cerebraes, verti?ens, mal do figadoobro-
ojeo, incremento do baco, anido nos oovi-
fios, eegueira, surdez, delirio, somno letbar-
H?ico, causa tambem dores rbeumaticas e
nevralgicas.
O remedio do Dr/Ayer.
PAKi SEZ^S
Expulsa o -veneno do systema e restitue
a saMe,
Vende-seca botica franseza de P. Mau
rer & C. roe Nova n. 28.
boga', moedas de ouro e pr;a e pedrea preciosas.
Ouro e prata
Um meeita. e em obras ioulfllsadas, comprase
por bom ptrco : pa praca da lodepeodenf ia i. it.
Compra-se orna casa terrea qae estpja em
bom estado e teoba bstame comnrdos para fami-
lia, sendo oas segni&tes roas : 'Larangeiras, Trin-
xelras, "Borlas. Saota Tberea, Caldereiro, Sania
Hila,1)1 relia. Pateo do 'Paraso e trella do Rosarlo d. 1 uberna do Pogas, se dir
qaem compra.
ompra-se
Pormalor preco do que esa ootra parte, moedas
de ouro e prata naclooaes e estraogeiras : ra do
Trapicbe d. !6, Adri.no, SGesiro & C, e ra do
Crtspo n. 2!, Alvtro Augut de Alme4da.
Compra-se orna casa com sitio on grande
quioial pert.i da tridade : a tratar na roa do Impe-
rador d. 19, 2 andar.
(haro e prata
Cacipra se por tnaior pre?o, assim como libras
steriiuas : na roa do Crespo n. 16, t andar.
C mpra-se cma preta cnsinheira e eogomma-
detra : na ra do Raogel n. % padaria.
e-senia leja de fa-
uUft
Na ra da Impera-
triz a 28
Por sen dono retirar-
se para i Europa.
Este bello o acreditad > estebeleci-
mtoto, montado n'um dos melbores
lcaos, desla roa offercee numerosaj
vantagena a qnem te qoizer eslabele-
cr, porque nao to esti bem sonido
de faiendas, quasi todas ioglezas
e novas como especialmente bem
afregaen&r Beeta praca e rojo arma
lem, tem todas as eomroodidades para
se morar dentro domesmo estabeleci-
ment. ~*
Casias fruetzas a 640 rs. a vara
Vende-seeassas traueetas moiic Q-
naa e de torea Asas ebegadas ultima-
mente de Parfc, os padiOas.so de
moito apurado gosio e quasi todos
mindmbos e de li^tras e algomas al
servem para, aliviaren) loto : si se
vende na roa da Imperalrli loja dos
gaits n. 28 a 640 rs. a vara.
Chitas a 200 rs. o eendo.
Vendem-se chitas iogletas, padrSes
escoros, qae nao desbotam, proprias
Para o ser vico de casa a 200 rs. o
covado.
Percales finas 440 ris e
covado.
Eas percales despachadas ultima- ^fff
mete, sao das mais modernas qae ap- ^^
parecen), de rices desenos e taienda /jd^
ma.to boa pois sempre se veoderam )^J
a S60 rs. e boje em liqoldacao a 400 2^
rs, o covado. j|m
Vellndo prete a G-5.
Vende-se reiludo prelo mnlto su
perior a 6 o covado.
Rio de seda a i 000 o ce vade.
Vende-so fil de seda prla com fio- <5feA
res, proprio para veos oa basquinas,
fatenda mnito boa a IftiUO o co-
vado.
Chitas freacezas a 360 400 rs.
covide.
Venden se chitas (rancetas,ioas o
de cores flxss, panno muiio eocorpa- r^-'-y
do com lindos deaenteos 36Q e 409 rs. ?':
o covado. VjfiJ
Cortes de cassa ocm 6 varas de pa- ||^:
dro-s bonitos a ?* Bteta azul, amarella, encarnada 'Wl
e verde mnito boa lateada a 7*20 rs. o ,;
covado. ^^
Camisas da mesma fazeoda para
servigo a i cada ama. ^^
laqaelSes de bifio moit fortes |it
m
i
i

VENDUS
. \ .

'!'-'-' teif,
NOViDtl
LOJA DO PASSO,
Ra 0o tresw n 9 A eeqwiBa
. da do lanprrador.
Este esaneleGimento acaba de receber
pelo vapor francez Guienne, jiquissimos ar-
tigos para campamentos, baies, visitas ele, os
quaes so de alta no\ridide -e ultima moda
em Pars, como sejam :
Lindos cutes de blonds cemo cspellas,
6aias de setim e mantas
Riquissimos cortes de seda com lindos
matises.
Cortes de gase de seda, para bailes, visi-
tas, eic.
Corles de tarlatana, ultima moda.
Cortes de cambraia branca bordados.
Cortes de barege de seda para bailes.
Grosdenaples de todas as cores.
Alpaca de cores, olttraa moda.
Riquissimos basquines, ultima moda.
Lindos chales -Gallilo, novidades.
Riquissimas chapelinas de p^lha e de seda
enfeitadas com gosto.
Lindissimos enfeites para cabera de se-
nbora.
Ricas camisas bordadas para senhoras,
assim como para hoicem.
Lindos vestuarios de cambraia para bap-
tisados.
Baloes braecos e de c6res. co'chas de
crochet, cintos, leques de madrepemla, sao-
dalo e 06so, percales, cambraias de cores,
esgoioes, madapolSo, etc., isto s na loja
do Passo, ra do Crespo n. 7 A.
Toalbas de labyrintho para aptisados,
lencos de dito, e rendas e bicos da trra,
fronbas de labyrintho para casamentos.
H para vender
Liodisslmos corles de vestidos de lar'.atana deli-
rada e pratiaoa.prnprios para baile, soirees.ibeairc
e eoacerl?, estes vestidos o superlativo do bom
osio^arUieose ; 1 ja de riKdS trncelas Esme-
ralda, roa da Imperatrlz b. 5.
Vende-se urna" carroca de conduar
gneros da alfaodega em perfeite estado.:
tratar n'esta tjpographia.
A NOVA ESPERABA
^1Ra^o Queimafo~2
Etta otva e elegante Joja, confessaido-se agrade-
cida pela concorrencia de seus fregueies e quesea-
do dar ama prota. de^atidio. Ibas tu vf qoe
lem empregado todos os seas evrorcos, afim de qoe
os objetos de soas eocommendas primera em qca
lldade, goslo e moda, e tembam os meamos fregu
ze em taes objectos, por preco que flquem plena-
mente satisfeitoa e com bastante dlposicao de
voltarem I
, f.iulos a casleIli.De.
Cerno s5o s cous> Al [ioqcq, os cintos de
Olas occapavam a atiendo de caita gebte I Ap-
pareceram fitas de mil cre e qaalidadss, flveas
ou carrancas deootras tantas, eram de direro ta
roanhas, a ponto mesmo de torar-se om perfeiio
mariyno para o estomago; nao obstante, dma-s,
a moda, e dnroa Unto a tal moda, qoe ] la
chindo no ridiculo, tendo deixado (parece; a u.aior
parte das excellentlssimas bastante nsseaa a res-
pello : quando de novo appareceram es mime sos
cilos a castellaoe, sao os verdadelros cintos, teim
om teeldo o mais delicado possivel, senda todos
fraojados e guarnecidos de finas contas; finalmen-
te, vendse osfasclnadores cintos aeastellane, e ne-
cessarlamente coit-pra-se ba : Isto na ra do Quei-
mado n. l, na Nova E--pranca.
Esnarliilies.
Finos esparlilbos de todos os lamanbos, vende-se
per preco qbe agrada : na rna do Qaumdo n. 21,
na Nova Esperanca.
Sapa tes e chauosiahos.
Modernos cbaposiohose sapatos proprls pra
baiisado, fot preco lao u-mmodo, s na Nova Es
persoga a rna do Queimado n. 2l.
0 curioso joyo da paciencia.
E' indlspeosavel a compra desle Jojo, porqne es-
s nm brinquedo innocente, como tambem da
racieocia a qaem nao tem ou aogmenta quando
ba; v.nde-sa dito bnnqnedo, na Nova Esperaoca,
rna do Qaeiroado n. 21.
Delicados rerts-relogios.
Vendem-se a ra do Queimado n. 21, na Nova
Esperance
Coicas para vigem
A vel ludadas o de tapetes, venden] se na ra do
Queimado n. 21, na Nova Esperanca.
Para o mu Varianno.
PasUlbas de agradavel cceiro. para perfumarse
os santuarios: vende-se na ra do Queirrado n. 21,
Nova Esperanca.
Bicos e rondas de croch.
Tea i Nova Esfjtranea na ra do Queimdo
n. 21, nm completo sorumento destes bicos e ren-
das, e esl vendendo por P. P. P.Isto c, por
pouco prego : iste s oa Nova Espepan^a.
Labjiii Ibo.
Vende se na ra do Queimado n. 21. na Nova
Esperanca.
Latas com tina banca.
Do bem conbecido fabricante E. Coodray, ven-
de-se a roa do tjaeimado n. 21 na Nova Espe-
ranza.
Cosn liiiHCs.
Peqnenos e grandes vrnoem se, na ra do Qpei-
mado n. 21 na Nova Esi>eraL;a.
Verdadeira graia ecouemtea.
Vende-se oesta ptima graixa.arua doQueimadc
n. 21, na Nova Esperanza.
Colciinhos niO'lertos.
Os d melhor gisto, vende-se na rea Jo Queirra-
do o. 21 na Nova Esperaoca.
Agua-divina.
| Esta f gua de que a Nova Esprate d urna
: ligeira idea, o termoDivinaesia revelando sua
qir.lidade. Na verdade at onda pdt ctiegsr a
,, id, 6 pectMOcba. ', fW*Mf*o do trabalh chimico I Tem a tal ag..a
aSfi Casemiras e roopas feilas naci- gK^ |nm cualro cecnte e durader, e pretuvel ao de
^ oaes de diEerentes preces e qaali- S <& moltcs extratos, tidos como oos, sendo producto
*g5 o"ades; %*& "o bem conbecido E. Coodray : quslquer qoe seja
Tarlatana rouito Ota, azol, branca, % ^ \ a af'PlicagSo, que se ILe ver-se-ba seus.mar-
"verde e er de rosa. 5 25 vilboscs tffiitof, lira perfeilamenia sardas, borbo
Cbitas trncelas 'para cobertas dos ^i |lba? Ippigeos, vermelhidos cu qu
mais ricos rtesenb s e panno multo Vy"!
^i2is
todas forradas de bata a 3^000 ca
^ Algodaosinfeo americano* muito en- ii^
vj-ev-cr-rpado a pef-3 com 20 jardas a..... Ef?-'
^^300. Sgg
^( Toalbas d-3 Gaimfes, de Hubo 7*^;)
|> g: -puro a 15 p
jg^ Cambrias brancas aniladiuhas, ss
^^ -proprias para bapusados, tendo cad.i V
^^ pega 8 1|2 ara? se vende por 3f9G0 lS
i, ieUtMnnha. $!&
superier a 380 e 400 r*. o covado.
ObjeotM de cantticiros a gas.
Lamparlnas a gaz a 5 boje vmdem so a 156C0. ti-P*'
Rica lampadas para igrejas, novo Si


CilfcGfU
a verdadeira firinha de trigoPanoonit; nos ar-
mazeos de Tasso Irmaos.
Attenco.
Vende-s trresenos, mnreelos e lingaicas, lti-
mamente ebegadus da liba de S. Miguel, no puta-
cbo Georgense : na ra da Maorade Dos o.'36 A,
-e mi frente a ra do Vigano n. 2 no recreio com-
oercial.
Veode-se quatro casinhas (meias-sgnas) edifi-
cadas em um terreno rcxri 36 palmos de frente e
l.? da fuudo, no principio da estrada de Joo de
Barros : a tratar najuada Piaia n. ti.
gosto a -SOI. ^^
Bocaes 4e dilfrreates nmeros e 'Si^'t
qualidades oto, SK) e <5 v&y*
Coneerlamse caodieiros a gaz com S^
solidez* promptido. WSs
CbaotM3 do cr ystal a 400 e 500 ris. $m
Estas bamins te crystal, paran- ^^
tidas petos melbores fabricantes da ^
Europa, tem a-vantageui,de resi-tirem )g
.a urna loia.r cilidada se rben *-2j; pera se votem na roa da Imppcairiz, fi^
^s, toja de faseodas n. 2S, a 400 e o'OO gis
<&fa ^8. e.por taua tem &batimento de 15 ?s5
^*;iS Por ento. S&
qnaesqner ouiras
erupres da pelle, amacia a mesma trazendo-lbe a
belleza prinitivo ainda um excelleote remedio
para dor de cabeca al mesmo euchaquecas, lira
rugosidades^fortifica o corpo, finalmente, creio,
qne o.-ta agua, faz do velbo um moco e deste um
velbo.

Cambraias Jaraneas aniladinhap, gj?*
para vestid?, tendo esda urna eca /
fi-tfl varas, so veste psr 3*500, (m
4$ e Si .T'*.?
4# e o$,
%MW*&n
>mmm
'ai -
Cidr
i
Superior cidra f m caixas do urna diyia, ebegs-
da da America, tem para vender Joaquim Jos
Gon<;atves Beltrio : no seu cripiorio ra do Tra-
piche n. 17.
Veudeio-se.m cavallo oe sella, um bsl e um
carro do qoalru rodas : oa rna das Cinco-Pontas
a- 90. ___________________________1_
Vende se orna prea qne cosinba* diark) do
urna ca-a., engoaima e lava regolarieote ; prfe-
re-separa m3tto : a tratar na ra ua Palma
a. SO.________
Venden-se~ croa, vacca, urna nssilba Tum I
bezerro gordos : o entrada da Capuaga casa no>j
Para piano, piano e canto e para flauta, roman-
ces, cansonetas, pbanlasvas, capricbs, onverHnras,
aria e cavatinas, byarmos. qoackilbas, walsas,
polkas etc., ete. publicadas ltimamente no Ri
de Janeiro acaba de ebegar om eraode sonimento
a loja de instracBentos de msica do Azevedo, '
ra N'jva o. 11.
O HAI PEJRPJBITO
AIOR BR.LH4IMTE!
EM
PER.Y1HUICO.
Acha-se a venda na ge
loja de joias Coraco
de Ouro n, 2 D, ra do
Cabuff
Mesuro OQtra bgo
Aotonlo Loli de Oliveira Azevedo & C, agentes
da compaobia Fidelidade, esubeleclda no Blo de
Janeiro, tpmam seuros contra fogo em predio se
mercadorlas, em sen eiciptorio roa
mero 67.
mero i.
VaDdem-se tres eseravas seno oma~engom-
madeira e cosinbeira, cu*a perfeita coslobeira e
ni.a de 10 ann -s cnsendo perfeitameote : na ra
estreUa do Rosario n. 43, 1* an-iar.
Vnde se oieiscao de urna casa terrea
sobradada, em ecuito bem local, e com-
Dooda para familia, vend-sebarato: a pes-
soa que quizer dirijVss esta tiypograpbia,
das 8 horas da'maohaa s 2 da tar le.
VENDER
tres bois mancos, dnas crrocas, um earro e nma
grande baila da capias: na coebeira da travessa
dos Pires b. 3.
Vende-se, 'rnente na loja n. 12 do Pstelo
Public, de lietiodoro fiangel, o verdadeiro algodao
da Bat.ia, proprio para saceos de assucar e ronpa I
de eseravss, peto baratissimo preco de 400 ris a
vara.
Vende-se urna escrav, mulata, moca, bonita
figura e com algomas habilidades, eugomma e co-
staba bem : oa roa do Dtstibo n 32.
Tintura japoaeza
Instantnea para tiogir os cabellos e a
barba, a 1^000 o Irasco.
C a nniea approvada e rpeommendada por
ter sido reeonhecida superior a todas as titi-
turas d'eaie genero.
A' venda em casa de Gustavo Hervelin d.
M4 cm da Cadea n. M.
olvora!
Antonio Cesario Uoreira Dia. avisa sos seus
freguezes e o respeuavel publico que coptinoa a
vender plvora de perior quaiidaie por com-
moda prC". sendo que nao se poda vender ac-
tualmente plvora de superior qoalidade a l.'JJi o
barril, nem cusa que algoem por t-sse prego a
tciia aioda vendido.________ ^___^^_
rytludro aiercanos para pa-
daria.
A venda por preco eommodo : oa padaria daJ
rofl Direita n. 84.____________________
A NOVA ESPERANQA
2i-RuadoQueimaGo 21 .
Ti-m e- nstantemente os sbj.ctos seguintes : fir.os
extratos de diver-.ss qnalidades, verddrira agria
deCologoe, agua fenla, den de ll;:lorie, verda-
deiro oleo d* bab s- (para eitingor as eapnas)
las qualidades, finos sar-onctes com
jgraJveis tbeiros, |.-s |;ira denles de muitas
iuaiirtsdes,o{.iat nglpra. spoa r'entif'-iea (para tirar
a n o balito da hoce--) sabao de espuma (j.ar?. ba-
abarse o rosto), eseovas de msrfim, ndalo, bfa-
lo e csso (para os destesl ditas de bfalo e madeira
para n upa e cbapo; tinos (fEtes para aiisar ca-
bellnp, boas te=oura para oobas e costuras, fieos
raniveie par3 eosiora, boa Unta p^ra eserever se,
diia para marcar nnpa. Untura te mono boa qoa-
lidade para tirgir es cabellos, pi pies de lart.irog?
para alisar; finas escova? para unhas, vasos n pa-
c tes cem pes de arroz, papel de multas qualida
des, envilopes fiaos e ordinarios: lioalmecjp. om
completo sortimeoo.de miudrzas : a ra do Quei-
mado n. 21 rs Nova Esperarla.
Eap Paulo Cordeiro
Viajado e nao viajado ; vende-se rruito barato
a roa no Queimado n. 21 na bem cocoecida loja ae
mitiJezas da Nova Esperanca.
Rival sem seganda.
Est qoeimando tudo bom e barato para
acabar ,e fazer novo sortimento de miudezas
de todas as qaalid.idus, podem vir ver o
qoe bom muito DaralOf
Pares de sapafos de tranca para meni-
nos, i&f3.
Bico preto para todo o preco.
Penies volteados pata meninas, a 320 rs.
Saboneies moitos finos, a 60 160 200
240 3 0 e 200 rs.
foros de fil paia roenia, a 320 rs.
Thizouras muito fioas para uobas e cos-
tura, a 300 rs.
Pare-* de sapatos de tranca e tapete mui-
to finos, al 500.
Frascos grandes feom tinta muito preta
iogleza. SOO rs^
Penteg preios com chapas da metal, a
500 rs.
4 AGUA BRANC4
A ma do Qucioiado b, 8.
Aind agora que chegarara
8 leqof8 encoffimendafltis pela s^aia
braioi
A agnia branca quereudo variar o gosto a moldo
ja ia.j ccnhecldis nos leqoes, fez sua encitcmenda
nesse settido e talvez per essa >arie des o fabricarte nao os |6de dar mais cede, p^ria
agera qae elles acabam de ebegar a aguia da' so
por satisfeita cdta tal demora por sso que os laes
leques da ene, mmi nda vieram lao bellos nos dese-
nos como agrsitaveis nos moldas, cojos roeiTJcra-
rr-entos srrao divjdamenle apreciados pelos eatea-
dldos pretendeoies. A variedle deiles nao coa-
siste s nos desechos e formas nota-se timtem as
differtntes qnalidader, porque vieram loJos de
sndalo, de sndalo e seda, de osso poliido, de fia,
de bano (para into) todos de m&drtperola e na-
dreperola e seda.
Assim, pois, qual sera' a eieellenttssima qncten-
do mesmo cinco leqoes sao comprara' mais nm
destes pora completar meia dozta ? A cuvida esta'
em ella ver es es bellos leqoes que acabam do-ebe-
gar para a loja da agnia branca a r*a do Quelm--
don. a
Nesse completo sorlimecio vieram tambem al-
ga c? pata meninas.
Abundancia de enfeitts para vesti-
dos.
A Agnia Branca a ra oo Queimado n. 8 eslava
beliamenie proviaa de enleiles de differentes qua-
lidades e gostos para enfeltar vestidos de stpboras
e roupiBhas de enancas e anda assim ella ae.ba
de receber cm ootro novo soif memo do iles
moi elegantes, sendo franjas, R*i5es e francas tom
vidnnhos e sem elle, e signos cm pingantes e
Unios do novi.s e a> radave s moldes, e desefthos.
A novidade de largara e qualidades de taes obras
fa2eel*a desigutldade dos precos qne err tadccano
sao cemmodi'S como gera,mente reeeniecido
de todos qoe booram a sguia branca a ra do Quei-
mado n. 8.
A vista do qoe, ctssoa a falta
Esta va snecedeedo que caprichosamente se pro-
carava urna bella buqunba para erianca e nto se
arbava, Isso porque anda nao tinham chegadoas
encommeodas ptla aguia branca, a(cra, pctuj,
que ellas acabtm ije ebegar pata a diu lejaja so
pide sesurarcenie dlier: cessou ataba. B-stu,
poi* que o* sfnhores pas de fmula se dirjaos a
leja da aguia bracea : a roa d<> Queimado o. fc,
para na's diversas qualidades eseoidertm a quo
melbor Ibes agradar.
O bello sorumento consta de bonitas loooorabas
decmhruia, fil e pcolo de erocbel e Itdas aui
bem entenadas.
SleJastle (io de Fscos ia reDdadagpara
seuhoi'is e mehiuas
Essas meias finas e de grande t;.m vendem se.
especialmente na leja da agoia branca a tu do
Qcemado n. 8, aturo com culras ditas de-Sida,
tambf m psra seohrs e BLeninas.
Aspa de Erce.Ctttierlas ae camurca
para cspaniihrs
Vendem-se a roa do Queimado n. 8 leja ds gua
branca. _.
Keeessnfo pata loto
A aguia branca nao deseja que pessoa aignma
tenha ocaslo de comprar objectes para Ituo, po-
rm como tsso c irrenissivel e ca desi ja servir
a Liaos ts seos tons fre(uezes e em todos os oses,
por isso manden vir. e acaba de receber bt-Uios
Merece*, brinrc, yulseiras-, vol'as bpload^s, alt-
n:tes, ttqtes, eorreLtvs para relogic-s, fumos jara
ebapO%, botw para poohos, aberto.a e coin-
nbos, etc., etc., e tndo do melbor e mais apurado
g. sio, conformo ver^' quero se dirigir a b di
Queimado loja da sguia branca a. 8.
pentes de tartaruga
Os melhores qoo tem vtr.do nesse gen.'ro.
A sguia brau-a a raa do Qn< lujad., o.!?, rece-
ban otu bnRs pinles de tartaruga, sondo :
Para desen.baracr c bellos de senhrai".
Quitos para si guiar cabritos de ment*?.
Ootros de d-ibrar para brfca.
5'alas fraocezas para vitgejis''
Vendtm-se na ra do Quemado loja 'Ja csia
branca n. 8.
Cabida lorteados para r up*, efea-
pcop, etc, etc.
Vendem-se na iua -?o Queimado n. 8 Icia.a'aauta
branca.
(iiega^ara _os fcorits roqnes ene
Aguia Bresca eiicommeida,
Ih p..utiis irin.noa a Agoia Bug. a recetan nma
pequrna qnSortdad do coques, quo peL* Bvidade
da seus irancadoj, repu,laridade de taatrcfc}, o
forma cncava, a todos, elles geratmenta s r^Ca-
ro, pelo qua-a Aguia Branca mandn repeiir cu-
no igual soiUmeato, quo agora rsba de chrp. r .
as que as e.\nera-am, nma ve;, que se dirijan) a !c>
da Agoia Branca a' ra du Queimado n. 8.
Mfins de laa
cm todo lempa sSo preefgfts c
agora prfneipa'E'cne.
A AeRia BraDra a ra do Queimado o. 8, reee-
beu mu boas meias l.i para emeos o 'senLf-
ras. Agora quo immeusuhulfl de pnssoas se oceu-
pain em knvar o m z Bar fabo, a melhor ecca-
siap f'Je a Aguia Branca jehoo para se c.;rgrato-
lar com essss pf s=oa-, s qi^es awai eomcrar
dtsaas meias de la pra assim irazerem seus pos
preservidos da humioad. A Aguia Brai.ca a ra
do Qieirrado n. 8, alt-u; ndo ao eiadtto 5m para
qup bci d tas m las, as vender a >3 o par, naau-
du ellas Valea mbifj mais.
AlbD. .
Sobre ellos desDecessano a Apola Brin-'a i\m
mais alguma consa, porqoj a unlidade d3ssas
obras esta recouliecida e apreciada pur ludes, ella
spenas manda direr a toos os.pretendentes qi-u
receb-o noro scrtimenlo de booos altuns de
diversos lamanbos, centinoando a ende-los pur
precos commodos,. isso na leja da Aguia Baaea a
ra de Qoemado n. 15.
Ferros para frisur bfb8-inhs
A A na Branca, a' roa do Qoeimario n. 8, rece-
beu nevo sorumento de ferros do diffxectee gros-
soras, para frisar babadionu?.
Alta novidade !
Enfeites para vestas ce sedi.
A Aguia traoca tea recebirio e v.ndid dij.
roeros! quanudade de cLfeiiea de diversas quali-
dades e guatos para vosUdos, perm nada tem ba-
vidoque se possa ignjiar uu n;mo approxiMr
Vende-se nma das melberes tubernas do
bairro de 8. ios, mallo afregnezada para a trra
com moitos commodos para familia, o motivo p r-
qoe se vende se dir' ao comprador: qaem pre
tender dirija se a roa do Nogaeira n. 40.
Veode-w a barcaca Neva 01 inda, de cacoen-
la caixa- uresentemante nos portos do sol em via-
gem para este : a tratar na iu* do Queimado n.
17 loja, e quem b jnlgar credor da mesma, qoel-
ra pparecer oo mtsmo estahelecimeoto.
"Cales de 30 arcos a l,5f
Ka loja das 6 portas em frente do Livra ment.
Plvora
A5#000 o barril
De marcas de superiores qmlidades dando-36
amostras: aa raa do Vigario.o. 31.
Vende-se acata terrea*~n.~62 sita a' roa Di-
reita do* A Togados, com commodos, grande-quin-
tal morado, feta moderna, em bom estado e por
prego moito em coo(a ; tambem se troca por ootra
nena eldade : a fallir a laa de fazendas a' roa
do Queimado o. 40, de Basios & Irmo.
.Pga.ie 30 manases palo tlsgaer de nm
escrava que coaine beffl e com limpera, para 'pe-
quea familia e se agradar nao si duvida adan
tar algnns nazat : a qoem convler poda dirigir se
a esta lypograpbia as carta fechada a P. J. D.
Vende-se orna crioola de 17 anoos, cosinbi
lava e engomma bem. Outra de 30, cosioba e lava'
bem; na rna do Pogo n. 9.
------------------
Eap $
ote o Brollo superior rapa
: l'riocea de Liiht nnn
Soberanos
vendem-se em casa de Rab Scbmettao & C,
da Cadeia n. 18.
ra
VEkDADKIBD
AcodeMilo
ao= armazens de Tasso Irmaog.
Vekde-se constantemente
das se^ointes qualidades : Pnncea de Lisboa, fi
-- Jos Gonsalves Regnffo subdilo poringaez
retiri-se pan o Rio de Janeiro.
* mel grosso, Paulo Cordeiro, Cnamom VVfala
do, Rolo Prancez, Gasse, floo e grosso, Meoren-
fino e grosso e Prlncea da Babia; oa praga da lo-
i dependencia n. S. v v
os armazens de Tars$ 4r-
mto.
GESSO
Nos rmaiect de Tasso Irmios.
baratos.
Eseovas para roopa muito fioas, 500 rs.
Ca tas de alfinetes fraacezes muito Anos
a!20rs.
Massos de contas pretas miudas. a 120 rs.
Frascos de agua colonos amito Una, 500 rs.
Caixas com 6 frseos de cheiro muito
fino, 800 rs.
Ditas com 12 frascos, fdfO.
Espelbos doarados muito finos, 1A200
Caixas de fsforos de seguraoca, 20 rs.
Qaadernos de papel pequeo moito bom,
20 rs.
Navalba8 cabo de marfim que se garante
a qoalidade, 26 rs.
Libras de la para bordar fazenda Boa,
Caixas de colcuetes muito grande que a
vista faz f, 120 rs.
Barataos.rancezes moito finos, 200 rs.
Carriteis com relroz de todas as corea a
40 e 80 rs. _______
Novellos de Iinha que tem 400 ardas a
80 rs.
Sabonetes inglezes muito oos a 600 e
M rs.
Papafinas de todas as largaras etodo os
precos.
Pessas de babadinbos esteeitos com 10
varas, a 8QQ rs._________^_^^^^_
Vende-se nma porcao de prata em obra, os
pretenderte! dirjaos se a roa da ti'wia n 78.
temente para se enterar cum esmero om"m'vjlT
tido com que a Ezroa. techa oe Ir a algom uili
assistir o caSmento etc., fra djsso par |er en'
felado om ou mais vestidos com os quaes deia
patente oqoanio sabe apreci.ir o bom, sobresabi-
do assim o elevado wo. Coro esse imples oher
, V TC D0S9 |Wflera'aier Perfelta .S
da belleza destes cqa enfeites ; oecesnl*
o?, .ioe elles sejam vtos e ento .preciados ST-
s prepnos eooneefmenioi e iDWHienc S$
Ezmas. preiendentes, qoe bnram a lojfd. gS.
Branca a' ra do Qinim?dj n. 8.
Loja das Familias^
nva Aova n. 14.
LIMA, LESSA & C.
aqua-
da incommenda, dames
idade e tambera se faz
amotfras da nossas fazendas e mada"m"o7prr nos-
sos ca zuros as casas das Eamaa. familias or
rUde lfl'liinMi cm ahu.. ...
mL. !tM ,d8 ?oaa> auo americanos, cole-
an?, 6 pU.Ct)0S }o^ ??. ro* ofcJe,osl Wra.borxens reopas fe4-
s e seroolas fraocezas de toda a quaii-
dad>.
11
Para 8. Joo.

^
Papel arrendado moito fconilo para iofeitsr bolos
vande-se barato oo armazem de vapor ra Nova
t, i


tarto c Periuikiet Quarta lelra 19 de ato 4c
tws.
MMtl-


//>"
Grande
exposieao
De fajeadas pretas proprias para a quaresma, rua
Impei'-atdz ns. 56, e 72 de Lourenco Per. ira lleu-
des Guimaraes.
novo
Boa-Vista ra da Imperatriz
LO JA E ARMAZEM DA ARABA
W. 5 e 99.
Tendo receido grande sortimento de fazendas
aovas-, que est. veBdendo uuo barato; para (
provsr, venham que .'6 se potler ver oeibor em
oresenga dos fregner.es.
kimim.
Vende-se briro de Haoborgo oo Uso, para lenges
oa latinas cutn 10 varas, a 8*, 9<& e 10*000 a
pega.
Hadapolio Dio a !>500 i a pega.
Vende se a pega de midapol uno a S, 6*,
s J e 10:0 0.
Caitos f an'e as fiac a 320 ris.
Vende ?e chitas frunzas finas a 320, 360 e 400
rTs q t'bvado, e chitas matisadas unas escnras, a
440 e 800 ris.
Esiarl lhog a -i000.
Vendase espatibos para enturas, a 4*, 5 e
5*000.
L d(s brancos a 2)550 0 a duzia.
Vende se leogoe bramas li.i,-, a dutia a 2J5O0 e
1, filos de litara a l, ditos de esgulao a 7J500
8*000. Todo isiu ba, na loja do barateiro da
Boa Vista, qae se chama Arara, ra da Imperatrlz
as. 'G o 72.
PARA
os moradores da Boa-Vista
'Pecblachas.
Vende-se pecas de algoduzlobo americano, a
5*, 6* 75 e 8*000: na roa da Imperatrii ns. 56
72.
Laiinhas estampadas a 280 jis.
Vende-se laiinhas estampadas para vestidos de
tentwras, a 280, 320 e 400 ris o covado.
Exc Veade-*e N'Ses para senboras e meninas, a
{00, 2*, 3*500 e 3* Pur este preco s vende
o baratei'o da Boa-Vista, Ir.ja qae se chama Arara,
a roa da Imp-ratriz ns. 56 e 72.
Ra da Imperatriz
Ns. liei.
Vende-se palliOTiotaos Je grosdenapoles preto
moito bf m eofeilados. proprius para senbcras e
meninas, e vende se moito barato para acabar pelo
prego de 17*, 18* e 20*.
A' Doa-yista.
Vende-se organdms Anos de listras e de flores
para vestidos de senboras e meninas, a 640 e 720
ris a vara.
Cortes de cassimiras a 2:5000.
Veode-se fortes de casimiras de cores para
caiga, a 1,2800, 2* e 2*50i, ditos de cassimira
preta pa iilas para eo'>t-r :>s a 320 ris.
Vende-se crinas muid) bas para c.bertas, a 320
360 a 400 ris, ditas a damascadas linas a 500 ris
o covado.
Crim fina a 15^00 o covado.
V -ti.'" se brilla daos de cores para caigas, a
l{280 lGiO a vara, e dito hranco milito fino a
lti00, 2* 1*280 a varo. So nos ti-m onbecidos
oja e arui&in chamados o Arara, qae se vende
adr/isto, a roa d? Impe-atrit ns. 56 e 72, e mais
arato do qae em outr;. qualquer parte.
BlilM DA ARARA.
com pequeo toque de mofo a 1(5000
a vara.
Vende-se brim transado pardo muito fino
par? calas e patotots com um pequeo
toque de mofo, affiaaca-se que logo que
gp.JH tn.iibarto tica lirapo, por este pequeo
deleito vende-se a 10000 a vara.
Organdys tinos a 240.
Vende-se urna porcSo de retalbos de or- a^m
gandys de cores para vestidos de meninas UHa.
i" rs. o cuvado.
Roup eita nacional.
Venrle-se paFitots de alpaca preta a 3550O
e 45300.
Ditos de cores 8 45000.
D:i'>s de panno uno preto a 35, 65, 85 e
1O0UOO.
Pallitots de m ia casimira para homem a
3550^0 e 4-1000.
Paliots de casemira a 65, 85 e 105000.
Pallitots de bnrn para andar em casa a
Pao fino preto a i$900 o covado.
Veode-se pao preto proprio para eahjas,
coletes e palitots 15600. 15800, 25000,
25-500, 35, 45 e 8* e covado, i ra da Im-
peratriz ns. 56 e 72.
DE
Fazendas baratas
Roa da ImperatrU, lojae airoazein da arara, ns.
56 e72.
Attencao
Veodem se basquinas redondas de grcsdenaples
preto pata secboras e meoinas, lazeoda mnito rica
e moderna, pelo barato prego de 18* e 20* cada
orna : na ra da Imperalri?, loja ta rara, os.
56 e 71.
Organdys a 640 rs. a vara.
Vendem-se organdys decores p ra vestidos de
senhora, a 640 e 720 rs. a vara : na aa da lmpe>
rairiz, loja e armazem da arara, ns. 56 e 72.
Grande sortimento de chapeos do sol.
Veodem-se cbapos de sol de alpaca preta pelo
diminuto prego de 3*600 e 3*S00, para acabar :
na ra da Imperatriz os 56 e 72.
Cbapos de sol de seda a 65
Vendemse cbapos de si I de seda de 8.11 e 10
astes a 6*. 8*. 10J e 12*, rienda multo boa, para
liquidar : na roa da Imperatriz, luja da arara, os.
86 e 72.
Barateiro
Na Boa-Vista
Ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Baldes a <*00.
Veode-se grande sor ti men de ha loes de 16, 20,
25, 30 e 35 arcos pelo barato prego de 1*600, 2*,
;.jOU e 3* cada om, baldea inu-ito bem feilos e
bem armados, por este prego s na loja da arara,
ra da ImperatrU ns. 56 e 72.
I .i
-
' e .
P\BA Z INTERNO
r PKBPARADOS SIMPLES,
Xarope de janibeba garraa.... .-...
VirAo de
Plalas da" vidro........
"
lloo
156oo
l*6oo
64o


. .


. .-1

25e255C0
Calcas de casemira preta e de cores a 55,
65 e 8 000.
Coletes de casemira de cores a 35O0O e
35UO.
Cuitas incarnarlas para coberta a 320.
Veode-se chitas boas adamascadas para
cobertas a 320 o covado. Dita de cores a
3 e 403 rs. o covudo.
Mocarobique de la a 400 o covado.
Vendese nMcaubique de la e seda para
vestidas de senhoras a 400 rs. o covado.
Lanzinba de listas para vestidos a 240 e 280
o cavado.
L? z has estampadas fi Vende-se lanziob^s finas para vestidos de
senhora a 320 e 400 rs. o covado.
Cgslwr para calcas a 940 rs. o co-
Vado.
Venrle-se castor para caigas ce homem a
?40 e 280 rs. o covado.
Gag* a 400 rs,
Vende-se gangas para caifas a 360 e 400
rs. o covado. "
I'egjis de brira a 85ooo n.
Vende-se pecas de brim liso proprio para
iences ou toa has, com 20 varas a 85,95 e
105000.
Lencos de seda.
Vendem-se lencos de seda de cores a 800
e15000.
CasSaaa de qaadrlnbog a 800 rs.
o covado.
Yende-se casinals pretas de quadrinhos
para calcas e palnu a 8 O rs. o covado, na
roa da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de cassa a 25.
Ven1e-se cortes de cassa para vestidos a
25, 25500, 35 e 45.
leSas para senhora a 4$ooo a
tiizia.
Vende-se meias para senhora a 45, 55 e
65. Ditas para meninas a 15. Ditas para
nomens a 5* e G5.
Anda resta
alguns baies do preco de 15GO0 a 25ojo,
porque eslo se acatando as tojas e artna-
zem da Arara, ra da Imperatriz n3. 56 e
72.
Chapeos
Grande pei-hinclia.
Chapeos de sol seda de 8, 12 e 16 astes
que sempre sevenderam por 105,125,145
e 165000, boje a Arara vende a 65 8*,
105 e 125000 cada um, por cer ama gran-
de porco: isto na roa da Imperatriz loja
da Arara ns. 56 e 72.
Chitas francezas finas a 240 rs.
o covado.
Vende-se orna grande porr;o de chitas
francezas em retalbos a 240 rs. o covado.
Liaxiohas i Garb.Hi a 329 rcis.
Vende-se lazlnbas ti u- a Ganb^idi, para vestidos
de senboras, a 320,3t>0 e 40 ; ris o covado.
Chd.-s finos a S5000.
Vende-se cbaies de mirm liaos eslampados, a
5* e 6000, e ditos de lia a t*.
Cassas finas a 210 ris.
Vende se cassas francas finas, para vestidos
de senboras, a 2i0, 280, 320 c 400 ris o co-
vado.
Ainda mais pechinchas
Na ra da Imperatriz loia e armazem da
Arara ns. 56 e 72, de Loorenco Pereira
Mendes GuimarSes.
Tendo recebido diversis qualidades de fa-
zeo 1as pelo ultimo vapor da Europa de que
faz menta.i d'ellas ao respeitavel publico
de as vender pelo menor preco pos-
CONVEM VER.
Chitas a 320 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas muito finas es-
coras e claras a 320, 360 e 400 rs. o co-
vado.
CHAPEOS DO CH1LI A 55000.
Vende-se cbapos do Cfjili para homem e
meninos a 55000 e 64000, fazenJa muito
boa.
Lanzinbas em retalhus a 240.
Vende-se urna grande perfilo de retalbos
de diversas qualidades de lanzinhas para
vestidos de meninas a 240 rs o covado.
Carteiras para viagem a 15.
Vende-se urna grande porco de carteiras
proprias para quem viaja guardar dinheiro
ou letras e papis de valor, que p lo preco
que a Arara vende ninguem deisar de com-
prar ama carteira segura a 15, 15500, 25
e 25500
Grosdenaples preto a 15280.
Vende-se g-'osdenaples preto para vesti-
dos de senhora a 15*80, iOlO, 25, 25300
e 35000 o covado.
Grande novidade.
O propietario das lojas e armazem da
Arara, ra da Imoratriz n. 56 e 72, tendo
receido pelo vapor qu chegou no dia 5
do corre te mez diversas qualidades de fa-
zendas entre ellas urna caixa de chapees de
sol de seda, ver ladeiros de pura qualida-
de muito superior, sendo a seda muito en-
corpada e armaco dobrada, qae vem a ser
astes de duas canas, os mtlhores chapeos
que lm vindo ao nosso mercado tendo 12
e 16 bastes.
Ninguem deixar de comprar um chapeo
d'estes riepois que vir a quaiidade e prego
que 125 e145000.
D'esta fazenda por este barali-simo preco,
s as lojas da Arara, ra da Imperatriz ns.
56 e 72.
Cassas fraacezas finas a 40-
Vende-se cassas novas para vestidos de
senhora a 610 o covado.
Lanzinhas de qnadri&hos a 240 o
o covado.
Vende-se laozinhas para vestidos de se-
nhora a 240, 280, 320 e 410 rs. o co-
vado.
Chitas para coberta a 320.
Vende-se chitas adamascadas para cober-
las a 320 o cevado.
Casimira preta a 3ffM)0 o corte.
Vende-se cortes de casemira preta para
caiga a 35, 45 e 55000.
Pana preto a 1$8#0 o covn!.
Vende-se pao preto para calsas e pali-
tots a 15800, 2*, 25500 e 36000 o co-
vado.


Tintura de
Extracto bydralcooltco de jarabeba 1255oo
PREPARADOS COMPOSTeS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 25ooo
Xafopo I1S600
Plalas' vidro... 25000
Gleo de jarabeba vidros.... 64o
Pomada da- pote...... 64o
Emplastro > libra..... 255oo
PARA ZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta plantaje hoje reconhecida cortr o mais poderoso tnico, como trm excs
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e bago, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammages
aubsequentes as febres iniermiteates ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, ua anazareba, as hydrope-
lias, erystpellas; e associada as proparagoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
aas anemias, chloroses, falus da menstraago, leacorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afirmara os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citai os< lilms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos ellas reconhecem aexcellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os domis at hoh eonhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os das fazem d'elle appltcag/.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jura-
beba. Ovemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de n5o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o qae torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s forara apresentados depois de haverraos convenientemente
estudado a jorubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em saas raizes, folhas fractas ou bagas, e a dose convenien-
ea appiicago, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o qoa nao poupamos esforgos, n5o nos importando o pouco la-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer os nossos preparados podem ter a certeza
de que ees offerecem a garanta, de qae se pode encontrar a prompta e infalhvel cara
de qnalque dos sofnmentos, que deixamos innamerdos, se forem em tempo applicados
tendo alia d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
rages, aquella que melbor Ihe pode convir, j pela fcil applicago, e j pela complicaglo
das molestias, idade, sexo, ou ainda naturez de cada individuo.
As nossas preparages ferruginosas sao feitas de ferma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que corto
taes esto boje reconbecidos.
Para aqaelles qae mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicago de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos m.
oos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
. Rotlea e drogara
34Roa larga do Rozario34
Chocolate vermicida
DE
Antonio Knaes de Castro,
Desde 1857 que sSo as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e eficaz para a expals3o das lom-
brigas, que iu graves padecimeutos causam,
e qae quasi sempre so snppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo e prefenvel a qnalquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicago s enancas, as quaes feralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
Aos agricultores
Saunders
Brathers & C. aeanam de receba
de Liverpool vapores de torga de 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, e moi proprios para faze-
:em movor macbinas de desuarogar algede, po
dendo cada vapor trabalbar at com !40 serras,
tambem servato para enfardar algdao, on para
ontro (jaalquer servico em qne usara de trabalbar
com animaes. 0.; mesmos tambem tm a' venda
macbinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pr^tendentes dinjam-m ao laffeo do Corpo-
santo n. ti.
Baratissimo
Calcado nacional na fabrica de Jns Vicente Go-
dinbo & C, a rea do Jardim 0. 19, avlsam aos
seas frcgo"'.ps desta capital e do interior, que eon-
tioaam a faoricar calcado em alta escala, e offrre-
cem as melhores condicSes, tanto em preco e qua-
lidaC'3 : os proprietarios d'este estabeenmeoto
cbamam attenco drs senbores consammidores do
ioterior, qae n qoizerem honrar com soa fregu-
zia, especiOcando un sens pedidos a qualidade e
noraeraco, offerecendo-se para os entregar bem
acondielona-los em casa o'esta praca.
)l4(:i!IMSIIE(IISill\
~
Novo e grande deposito de superior earvao de Cardiffna
1..
Antonio Gomes dos Sanios & O, roa Santa Barbar* n. 1, ostio habUitdos a sonrir d
artlOitCm cendicoas mais ravoraves qae em oatto qnaljner deposito, a todo os navios a vapor w
cf rm nagaetia corto. A contratar naats com Dcmioios Airas lUUtraan
l!
Em casa de Tfieo. Jast, no caes da Alfandega
Velha, vflndem-sfl 5operiores machioas de costara
da acreditada fabrica dos Srs. Planer Braonsdorf &
C de Naw-York, por precos moa^eis.______
Vende-se duas casa terreas no Campe Verde,
rna do Socego, asim como um terreno : a tratar
na roa dos Prazeres o. 50.
Vende-se urna mulata de meta idade, cottnba
o diario de nma casa, engomma e lava regalar-
mente : a tratar na roa de S. Gonzalo n. 90.
Aprecien, va boa pitada
Rap prioceza do fabricante Fran-
cisco da Rocha do Dio de Janert
Este multo conceitaado rap, qae por soa excel-
ente preparaco se f rna preferivel a iodos os mus,
acaba de chegar ao novo estabelecimdoto de mia-
dezas da rna da Cadeia o. 31 junto a loja de papel
00 Sr. Cardlo Ayre, prego por libra 1300J
Farioha de mandioca
Tero para vender Joaqoim Jj? Gongalves Bel-
trio, a bordo do brigoe Adelatie, fondeado defron-
Sdolrapicbe do Exm. bata-j do Livramealo : a
laxa bordo ou na ra do Trapiche o 17.
Nos armazens de Tasso & Irruios.
Collares Eoyer
n Anoiliaos electricos magoelicos
Depolto acreditado
toja da aguia branca raa do QHeimado n. 1
Apregoar ainda os prodigiosos effeilos dof
bollares Royer j nao ensinar ou querer
introduzir novidades, porque a fama de sna
efflcacia tem-se tanto estendido, e os sens
'ehzes resultados a tai altura elevado, qae
aoje, rara a pessoa qae por experiencia
ropria, on por intermedio de seus amigo?
i parentes, ignore ou desconhe^a as virtu-
des desses sempre a^reciaveis collares
rtoyer.
A aguia branca porm se gloria de concor-
rer pjra um t3o justo fim, se no por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente om completo sortimenfo desses
eollares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criangas.
Resta, ainda que os senhores pais de fa-
milia se fagam convencer de que conven)
ao esperar que as criangas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario on conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianga um desses collares para assim estar
alia preservada das convulgoes e se contar
tivre dos rigores da dentig5o.
A aguia branca ra do Qaeimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
ladeiros collares Royer eletricos magn-
ticos.
m m m
^ Chegon ao amigo deposito de Henrv Porster d
Q. ra do Imperador, um carregamento de gaz d
;)rimeira qnalldade.o qoal se vende em partidas
re'aiho por menos prego do qne ao outr* qnai
jpcr prte._______
6BAD S U FERPO
para jarfllas, porteiras, e\e.'
Koy ^rmatens de Tasso^rmns
Farinha de mandioca
de Santa Catbarna a bordo do patacho hes-
paobol Mtrcedim tundeado na volta do For-
te do Matios, defronte do trapiche BarSo do
Bar5o do Livramento.
u cowieiro previoieiiwj
Na antift toj* de vMem a roa do Quei-
mado n. 16. j___ ,
Bssa ntft 9 bent cMtwatfa Mf ndadwa a
roa do Queimado n. 16, acba-se recenteroaoM pro-
vida de muito AareftM objectos de gosto e
novidade, assim coao asta' igualmente sortida de
todos os. arugoi que propriamenie pertencem a
nfadtas, pelo que o Cordlro PfevMeBte espera
de so boa e constante fregnetl, a eontinnagao de
raa vallOMi poiegao,nlo tvtiMde elte so Iniepa-
ravel mansidao, junio a coadescendenea e agrado
de que oso boas pastores; assim, pois, compaie-
gaK os velhos e no vos (regnezes qae serlo satis
feilos a contento.
Rovos e defiendo* leqnes
O Cordeiro Prevldente,' a' ras do Oaeimsdn n.
16. receb novse delicados leqnes coja varteda-
de de go sendo :
Todos de sndalo com bonitos lavores.
Ootfos de saodalo e seda com irados desenbos.
Ootros is dte dito entenados om lantejoulas de
ago e doaradas.
Oiros de ossopollldo imitando marfim e igual-
mente moderaos e entenados
Cmtros das qualidades cima rem as memos en-
- fetes desenbos tara menina!.
Ouiros pretos para lato.
Outr. s nalmente de madreperola com ricos dese-
chos para noivas.
A vWa pois de lio bilis eteemplet sortimento,
da prudencia dos pastores 0 da mansidao do cor-
deiro presidenta a ra do Qoeioaado n- 16 indis*
I pensavelmeote quem se dirigir a dita loja sera' sa-
'tlsfalorlamente servido.
Copos e latas com banha fina e entras
superiores pe-fama.ias.
O cordeiro providente a' raa do Qaeimado n. 10,
acabada receber um novo sortimento de perfuma-
ras Boas, tnciasrve os bem cnnbecldos eopos e la-
jas com banba Ana. Especificar os noroes de to-
dos os ebjectos ae tornara enladonbo o ler eaee ei-
tenso cat logo, assim pois Oca aso sopprido com o
dier-se qae qaem qaixer se prover em boas e no-
vas perfimanas dirrfa-se a rna do (jueimado n. 16
loja do cordetro prevldente.
T9ua,uiahH8 de canibraia bordadas e
enfeilai'as
Giras de Od e e renda tambem bordadas entei-
tadas.
Ootros a ponto de erechei.
Oalraa de cambraia bordada e a forma de chapeo
stnbe para baptisados
Essas boaias e bem enfeitadas tonehfnhas ven-
dem-se na roa do Que-mado loja do cordeiro provi-
dente n. 16.
(iuarnioes de filas para eufeiles de
vestidos
O cordeiro previdente receben ltimamente no-
vas e liadas goarntcSes de Atas para enfeites de
vestidos, consistindo ellas de nma pega larga para
a barra, oatra estreita para o corpo ro basquina,
e ambas gaarneeldas com orna tranca teeida da
mesma fita, e oatras com ama lista de setlm no
centro e os lados com listas imitando cordo, cojo
alto relevo mmia graga lbes*da' e methor apreciara'
a intelllgencia da pessoa qae se dirigir a loja do
cordeiro previdente a ra do Qoeimado n. 16.
Franjas, gales e trancas para
enfeltes de vestido
O cordeiro previdente receben oovamente nm
bello e variado sortimento de franjas, trangas e
Raides de seda com vidrllbos, pingantes e sem el-
les e proprios para enfeitar vestidos de senboras,
meninas etc. O aparado gosto dos novos moldes e
a bellea dos desenbos tornam essas obras snm-
mamente agradaveis, em goanto que a eommodida-
de dos piecos anima o comprador e prover-se sa-
tisfatorimente em dita loj do cordeiro previdente
a ra do Qaeimado n.,16.
Bvcos e rendas ^e gnlpnre
O cordoiro prevideote a roa do Que*mado o. 16,
esta' bem prvido de novos e bonitos bicos e ren-
das de guipare : assim pois comparegam os pre-
tndenos qae sero bem servidos.
Novos albnns.
O Cordeiro Previdente, roa do Qaeimado n.
16, receb?a novo sortimento de lbnes de diversos
umanhos e segura eocadercagj, e como de sea
I mv.ivel costame, vende-os por pregos baratis-
simos.
,>qnf s novos com liados moldes.
O Cordeiro Providente, roa do Queimado n.
16, receben novos coqces, cujos tamanhjs regnla-
res e forma concava tem Ibes dado geral estima,
agradando a todos a novidade dos desenbos. A
quantidade pequea, e por laso os pretendentes
dirija --e qoanto aots dita loja do Cordeiro
Previdente a ra do Qoeimado o. 16.
Finas meias de la para honcns e
Beiltras.
Em appropriado tempo o Cordeiro Previdente
receben finas m*ias de 15a para homeos e senho
ras. E principalmente appropriado o tempo, por-
que mimares de pessoas frequentm provaveimen-
te o mes Mariano, e a todos cinvm traierem os |
ps aquecidos com essas finas meias de la, e em
attecgao a to bom fim o Cordeiro Previdente
se contenta com um limitadissimo lucro, e vende-1
ra ditas meias a 2$ o par, coja veracidade coohe-
cera qaem se dirigir a rna do Qaeimado, loja do
Cordeiro Prevideote o. 16.
Ferros proprios pitra encrespar baba-
diab^s
O Cordeiro Prevideote, a' raa do Qaeimado n.
16, receben novameote esses precisos e procurados
ferros para encrespar babadiubos, e como sempre
continna a vende los por pregos rasoaveis.
Leaklade
fina dalBi*rar1r n. 70.
O propietario deste eslabelecimetto tem a hon-
ra de levar ao conbecimento do respeitavel publico
qne acaba de- recebar ptto ultimo vapor ao grao-
de e variado sortimento de artigos Mgosto e fan-
tasas, como sejam:
Cintos |
Reqofssimos cintos com ponas aaaa cHaay*1"
Mitas com vidrlboa, taalo prets. StSK de co-
res.
Ponaos
Lradisamios pnobotcnaiMiriintiaa bordadas aa
fino panno, assim amo flnrtsrSros ntremelos
babadinhs.
Tbesouras
As perfeitas tbesenras de poro ac para nonas
costuras, bem como caivetes da ato de aaaffla
e madreperola, garante-se a qoalidade.
Feotes
Um grande e variado srtrmetto de perjte's pwa
coco e tambem para alisar, sendo de borracha,
marfim e bofa lo.
Escovas
Pinas escovas para (acto, unba*. dantas e eabel-
C de todos os temaobes de varios pregos.
Lavas
As verdadelra* tovas da Joavtn e B de esBocta,
branca, de cotes e pretas.
Perfumaras
Dos meihores perfumistas qne tesa appareetdo,
como sejam : Sociedade Hygeolca, Piver, Lobina e
Coodrai. comesttque grandes e pequeas.
Espelhos
Com os melbores tidros croe possfvel, de" ooa-
Oro, cala e tocadores de todos os lmannos.
Coques
Usos e enfeitad s cem mnilo gosto.
Leeres
Lecres de sndalo de moito bom gosto, os me-
lhores qae tem vrntfo neste genero.
Eofeites para vestido
Um grande e Variado sortimento de Ota de ur-
ja e seda lisa e lavradas, trincas de seda, lia e
algodao de todas as largaras e ostros altos arti-
gos qae se tornara' enfadonbo oeaciMa-los, mas
que sao indi-pensaveis a formar o perfeito toille
do bello sexo.
apores.
Vende-se em casa de SauPdert Brotneri 4
o largo do Corpo Santo n. 11, vaporas pata
om todos os pertences proprios para faaer- m..
es no qaatrn machinas para descarogar alg
FranciscoTos Sermafii
|RA NOVA N. 2i,
acaba de receber nm lindo e magnifico lor
tnento de oeulos, Innetos, binculos, do ni
timo e mais apurado gosto da Europa s oei
ios de alcance para observares e par
martimos.
VINde QUINQUINA
FERRUGINEUXdeMQiTIEF:
B
Com Malaga a Pyropliospliato fane
Eate vinho foi preconiado por toda a empreaae
medical como sendo o mais poderoso toniee
empregado para curar a Chi.orosis, Anemia
ExH*NSTAg\o do sanoue. Deposita feral
Pars, em casa de Laurencel, pliarmaceutae-
droguista, ra doa Lombarda, 44.
Deosito na pnarmacia de P. Maarer
. em Pernambneo._________________
Ceiicnto
Cemento bydranlico da melbsr qoalidade para
edifiragdes n'agaa,taRqaes, algeroaes, asseniamen-
tos de canos, etc., em barricas grandes, a 12,
Dito cornmum on romano a 10$.
Em porgo superior a S( barricas se taz orna
differeoga no prego conforme a quantidade :
Macbinas para descarocar algodao. de mt
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a execucao do macbinismo, que o al
godo sabe quasi Uto perfeito como o de bo
landeira. Recommeoda<-se a attengao doi
Srs. agricultores, estas macbinas.

03
"g1
* 8,1 c
0DS=
B D C
A' yenda
NA
34Botica da roa larga do Rosario34
DE
BARTHOLOItlSU & C.
Aos Srs. fogaeteiros
Srjperlor limalba de ferro.
EU dita de ago.
Salitre refinado de 1 sorte.
Eniofre em tobos.
B todas es mais preparos para os fogos de Santo
Antonio, S. Joo e S. Pe^re.
Salitre "^^
Ros armazem da Tasso Ir artos.
* B B -o
9P
r -TI -n
N ,
Greve Kxo e
irmaoa.
Papel de flinio.
pautado : nos armaxens de Tasso
o iiiaal m m\m
Xa rna do Qaeimado n. 49,
Loja de mindrzas de Jos d'.lzcedo Haia e Silva,
Apresenta de novo a t dos os seos fre-
guezes os seguintes objectos e miudezas,
lodos novos e muito baratos,
a saber:
Varas de bico brancez a 40 rs.
Ganeteis de linba de 4U0 jardas, fabri-
cante Alexandre. 2(0 rs.
Caixas de obreias de massa, 40 rs.
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carrelis de reros preto com duas oi-
tavas, 500 rs.
Duzia de agolbas para machina 2*000.
Dozia de linba de 210 jardas, propria
para as macbinas, 1200.
A libra de pregos francezes de todos os
tamanbos, 240 rs.
Duzia de tesouras ordinarias, 480 rs.
Redes pretas para cabello, fazenda boa,
320 rs.
GrOsas de pennas de ago muito boas,
480 rs,
Caixa de linba de gaz com 30 novellos*
500 rs.
Livros com estampas para meninos,
220 r?.
Ditos para rol de ronpas, 120 rs.
Duzia de m ias para senhora, fazenda
boa, 4uoo.
Pecas de fita de 13a de todas as cores,
GOO rs.
Grosas de boloes de longa lisos, 160 rs.
Caixas de papel amizade muito fino,
700 rs.
Ditas de envelopes conferido 100, 700 rs.
Resmas de papel almasso muito fino,
34000.
Pares de botoes para ponbo muito finos,
120 rs.
Talberes para meninos, fazenda fina,
240 rs.
Toalbas de labyrinto muito superiores,
grvalas pretas e de cores moito finas,
500 ts.
Carrelis de liona imperial com 100 jar-
das, 30 rs.
Cordoes. e fitas proprias para espartilh**
Duzis de meias cruasmoito Bu-* WA60.
Resmas de papel atoa^ gplado> WWO.
Dozia e baralt"- "anceil muito fin,
24800
" Latas "'m soper'04, banba francs,
320 .<
Frascos com agua para denttg moito fia,
500 rs.
Ditos com oleo de babosa tnito fino,
320 rs.
Garrafas com agua florida verctadeira,
di 600.
VIM110 PRT0 FIN
Del858.
Em barris e lltofUsoj at nsataas de Tasto
Irmios.
V
.

i
I



i
' *
**?;-'
\
'
Os proprietarios deste bem conbecido es-
tabetecimento tem a satisfacSo de levar ao
conhecimento do respeitavel publico qae ac
bam de receber pelo oltimo vapor da Euro-
pa om completo sortimento de objecto sde
aorado roslo e de inteira oovidade; (os
qoaes esto resolvidos a vender pdr pra
co* mu razoaveis. como sejam :
Lindos cilos com portas, bordados ve-
drilhos, fazenda qoe nao haver quera con-
teste ser a melhor qae ha oeste artigo, isto
so na lo>a do (Jallo Vigilante, roa do Crespo
o. 7.
Leqnes de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., cm lindos desenbos.
naru^es de paltas,
Riqtiissimas guarnices e trancas de Anas
palhas de liaba, era vedrilho, progentes e
sem elle, e ontras com botSes da mesma
palba muio proprias para guarnecer vesti-
dos, chape!I mas, etc.
Liodas bol8inhas ou caases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qoal mais
bonita,
iTcsonras.
Finissimas tesouras para untos, costuras,
* cabellen eiros e alfaides, as qnaes gsranti-
mos ao comprador-a soa boa qualidade.
Superiores navaHias com cabo de tartaru-
ga e marfim as qoaes es fabricantes garan-
ten).
ataansak)
Lavas de Jorrvjn, csranrga ede seda bran-
cas, pretas e de-lindas cores.
Pi'BtCS.
Grande variedade tamo para-coqces como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e b-
talo ecu pedriobas e sem ellas, etc.
t*rt BouqHefs.
Maito lindos pon bouquets com cabo de
raadreperola, proprios para calamentos, bai-
les etc. etc.
Hseovas
Finas escovas para roopa, cabello, chapeos,
onhas, dentes e para limpar pentes.
A betuna (tficas
Lindas abolaadoras para colietes, punhos
, 4 collarinhos.
Perfumarlas
Finas e de todas as quaiidades e dos me-
mores perfumistas at o presente eonhe-
cidos.
Coliare e Htoyer
_EIetncos magnticos, contra as convul-
aoes das creaocas e facilitar a dentico das
mermas. Ja tao conhecdO'rS prodigios
destes collares anodinos que nao ha quera
duvide -le seus efficass effeitos, e o Vigilan-
te, sendo recebertor destes collares, tem
sempre grande quantidade om deposito, isto
na loja.do Gallo Vigilante, roa to Crespo
n. 7.
*padl>in<
ir
AUGUSTO PORTA & C.
-

Receberatn os mais superiores vestidos pretos bordados e oatros, sendo todos do melhor
gergarao.
Superiores sedas prefi, morMottqoe'e (rrorteotpe para vest los.
Vestidos de blond para nolvado com mantas e capetlas riqalssimas. ', liSub&
FroDhas de cmt>ra> de Moho bordadas para cama de ooivado.
Toalh s de carobrala de linbo bordadas.
Cotias de seda para eama e ditas Be croch com Modos desenhds.
CortfoadoB de ambraia bordados para cWms e jaoellas.
Lindas basquinas de seda preta para senhoras.
Sedas de listas de cores e ditas filas mullo liodas.
Tapetes para sefa', para camas, e pianos e tapetes pequeos e pira entradas da porta de sala,
alcatifas e tapetes em pecas tarcas e estrellas dos memores ostos e qtialidades.
Malas para llageos dos vapores a' Europa e superiores saceos pequeos tamba para
iagem.
Camisas inglezas de linr.o para fcomem. ,
Fieos vestidos braceos da eamfer; ia bordados a' agulha.
Casemlras pretas e de cfjr para roopa de harnea), pannos Unos pretos e azues, bombasinas,
merlns.
Brim de linbo branco a de cor, eambraias, silecias, organdys braneos e de or, 19aa.de diversas
quaiidades e malta* qae Augasto Porto & C, vendem por commodos prego para agradar aos seas
Iregoezes.
Contloaam sempre a ter o melhor sortimento da
Esteiras da ludia para forrar salas.
ji__
DO
,em-e-
I ,'..< W .Irlg

I
se kquidm a dinheiro
A' ra Nova n. 28.
Sonza Sdares
LOJA B ARMAZEM
Do
-
4 Roa da Impertrii d. 60
ui mmm m mu
SGCESSOR DE "*""*'">
AMA SILVA.
oJ t 9 ProPrfeUr, tfe*te grande estabelecimento tem resolvido vender toda*
snas fawndas moito atis barntas com o fim le aparar drabelro, ^ diminuif o randde
cP^ri!,nad,88r*,a8' ^ de,fd9S e,^a^'"sdeixandoecarpenff
SS^S^ *S ,eTS>r wn.cas" dasexceeDl'ss.mas familias pelos seus caixeiros Dar
Z* >fSPas ?,ie woeIam'o Pepena escala, que nevte estabelecimerito enconifaSo
umgrande sortimento de fazendas do lei como deltantoaia-e >e Ibes vZ rISES
mos-.prec.08 qoe comprara as casas logleaas, ganhando se apenas o descont.
Vestidos gpanadiBOs com 10 varas a O poiMe cbvre de PavSoa
StOO rs. i>(io.
Cbegaram os mais modernos vestido* de Chegoa o poil de covre de nma s c r
organdy, tendo cada um 7 pannos e cada e "clao pn-pr'io para vestidos, que se
panno com nma bonita lista, e 3 varas lisas vnaB pelo barato preco de 1500 rs.'o
da mesma fazenda para o corpo, lendo o covad(1. ditos rom listas de seda ft/enda inot-
compeiente eofite para corpo e maogas, e to bon'$a a \MtO na loja e armazem d
eptre ellas mu i tos curtes com asseoto bran- Pav5 rDa d; Imperairi/. n. 60.
co e listas pretas e ven<1e-se pelo baratissi- Mad^polSo infestado a 8 ares fiino, TCBdem pelos
diflerenles pricos.
ovellbs n?, 40- to,'libra a.. J8C9
operiora. ...;............ 2*M
lias oe 60 covrtlos nuito bra 680
Llob'as 4e novells _.,
Ditamoitosoperiora. ...
tas em'Calas oe 60 covoHes nuito bra
Daxias de rartoes de soperr Hunas pre-
lase brancas a...........
Calas eom obreias de celia a.......
160
40
W
2^000
600
500
20
160
2*800
5C
"w *<"ia ..........
Dits com nemes a.....................
Ditas com peonas de 6006......'........
Pe?as de fitas d6 la de rores a..........
Grozas de betSes de nadripelia a.......
Ditas decfo a.....................'.,;.
Ditas de looga lizo* s.........".".."."..!..!
Di'.as door&dos para punh. a...'.'.'!'.'.'.'.'
nonas de facas e aarr. ca*o de eco a..
Grvalas pretas e de corta ...:........
Dnzias de pares de meias eroas para ho-
mem multo bras a................... 4,5000
Dazias de baralhes fracceies moilfloc-V 2,8800
Ditos porlogaezes a...................
Latas com soptrior banha franceza" a..!'.
Garrafas com ?poa florMa erdadeira r..
EiCtvas para opa moito Boas a.......
Pentes pira Misar rom chapas de metal a
Ditos para lusos, dona a..............
Saboceies fios ouzta a...............
Pentes vcliladrs a 3!0.............
Sapatos de tranca a.........i............
Caixss de pbosphoro de cera, dozia a...
Ditos em ditas de folba a............... liW>
Caixas de soldados de cbun.bo para me-
ninosa............................... 140
. Duzas de caiascom cclrhetesa........ 800
Ditas de {rampas cabo de vidro de omitas
"re*............................. 160
Precos ademiraveis candiciros dos mais aper-
feiccades gestee, ptriencis para is mesmes e entro
moitos art'gs que s c m a-vista do cempraor,
se menciona ra' os precos
A' roa Nova n. 28, al.Ioco Pedro de Ecb* Soa
res.
1*700
280
!aOf
500
eco
1A.5O0
1 fita
4C0
iiooe
400
mo preco de 5)SO0O o cor.e.
As- eambraias lizas do Pava*.
Vende-se superior marlapolo francez en-
astado suido muito boa fazenda e moito
parte, por baver um grande 9ortiment
n'esle genero.
Tesfidos de phaotasla a 55000
Sendo pecbincha que se liquida
na toja do Payao.
Vende-?e nma grande porc3o de vestidos
m rmls barras e
Camisas de mia a 640 rs. s o PavSo.

I
1
;
No armazem de fazendas dt
Santos Coetho, ra do Quei
. mado n 19.
flota e barato
L^asinba roe riada fazenda luteirameote nova a
700 rs. o ovado.
Dua p.il de chevre a 900 rs. o covado.
B*-(ium s moderos e saperiur fazenda a 30.
Corips de orparily* branca^sniti) fina a 9i.
Corobraia hraora transD.reote Ooa pecas coro
10 |v*m a 55. Of, 7, 8& e 9.
Dit iit4 tapaoa motto ba a 7*500, 8a, 83500
t'fiHHO. "^
DiU dita suissa fina a 85.
Dua dita para forro peca cora 10 jardas 3*.
Dita dua adamascada para cortinados eca com
10 varv-.isj.
Dita d* liuhD muito fina a 93 a vara.
Bals 23 e 30 arcos a 2.
DlH'S de 40 e 30 are s a 4.
Ditis d" irn'cul'u ^iuics a 5*000.
Baha b >rd^das a 45t>.
Fil de inbo cm i-aiyicos a 900 a var.
Due de dito lio a 700 a vara.
TaMaiana rtn cores a 800 rs. a vara.
Flaoella de cores a 900 o rovado.
Cmdos bareges para vestidos a 700 rs. o eovado.
8riuotH de- linbo coro 5 timos de largura a
i*2f O a v4ra.
Du de dito com 10 palmos de largara a 3* a
vara.
M*.!ap .lio superior de 6/, 7*, 8*, 9*, 10*, 110
i H5.
Ai -aibido a-lemasnado de algado com' 7 l|2
paln-.O'i fln larfon a 2* a vara.
Dito cite de itabo com a mesma largura a 3*.
AiRoiio eBf-tdo proprio para toalbas e len-
jot* a m:ii a vara.
Cnberia.- de chita de raroagem a 2*600.
Ce txa' de fo*tao a 6*.
Lenees de narobnr^u de linbo a 2*400.
Dit s de oramaHid de linbo a 3*80<.
E>"ar|iihuM tirios a 3*
PannosMe la aiamacados p^ra mesa redonda
4*^>.
Gii" -fin inn de linbo adamascado* a 45,
Tualna- d- Imh-j alcocboaias a 11* a nxia.
Dii'is de aig.i '"i Mpudos a 12* e 14*.
L-i"''-" de cambra-.a branca fino a 1*800
2*3 0, 3S00 e 3*600 a diuia.
Caansaa franrezas moito finas 32* a duzia.
Duas inlez<. de linbo a 50* e 60*.
CjIx-iuiiu- d linh-i muito fios a 6* a dona.
A-nn com otras muita* fazeodas que se
vende por menos qu em outra qualquer parte, e
da'-.-e i m i-irs de todo.
Plvora era latas ^B
Aot ni i Ces^rio Horeira Dias, cno'ina a ven-
der est-genero, tanto em latas de libra como de
meia libra e qn^rt e em b, rnl : em seo eserip-
torie a' ra da Crnz o. 50, I
Dlt. SEVtlAL.
Para o tratamefito e cora rpida e completa das molestias syphiiitieas,
ai, rhenmatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes ebronicasdo flgadc
ba?o, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, olceras ebronica, hydropesias, plenri-
as, gonorrheas chronicas e em ge: al todas as molestias em que so tena em vista apc-
ilcacSo do systema sangoineo.
ConsSderaees geraes
A saode om bem inapreciavel, coja importancia e valor s est reservado ao oes
(troto o avalia-lo. i
incontestavel qoe o homem neste mondo constantemente, e por todos os lador
ttacado por orna infinidade de agentes morbificos qoe todos tendero, dadas certas e deter- de cambraa "KrdTdos'tm i3rras
ainadas circomstancias, a alterar o regular exerciciodas funcces orgnicas, resaltaobo enfeit^s de cor pelo I aratKsinjo ereco de
lesse desequilibrio o que se chama-mo/ertte. w C3da cort6) '8^do fa?end'a qnB Fnunvca se
A molestia n3omais deque a desvirtuarlo das torcas vitaes, occasiooada,- d mutou por menos de I c* e 125J00 porm
{ando as investigacoes e oxperiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-' liqokiam-se por este dirx-inuto preco oara
*ac5o dos humores geraes, consequeocra da accao maligna desses mesraos agentes mora e J acabar,
icos introduzdos no organismo pilo acto da respirado, pela via digestiva, peto contacto
amediato etcetc. etc. *
A syphilis infelizmente teto sido a partilha da homanidade, e como fra dedovi-
ia qae esse terrivel Proteo da medicina* orna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaiio de todas as suas formas to variadas, enfraqnecendr<
onstitoicoes robustas, produzindo mutilares, e cortando anda em flor da idade *idv
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral do?
tnmores tem sido desdo lempo iromemorial o fim constante da medicina, e os porgati
os ggoram em primeiro lugar para prcencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: ot
"amensos snecessos obtidos peto nso deste salutar agenie tauto na Allemanba, como em
franca e Italia, o tornara c companheiroinseparavel deqoasi todos os doeotes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
Siixir depurativo do Dr. Se.vial pode serempregado vantajosamente na syphilis, erisy-
!elas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammagoes chronicas do
Igado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevrslgias, ulceras chronicas, bydropesias,
ileorisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qoe se tenha
ron vista a puriicacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
w que elle ndispensavel nos casos gravissimos para minorar os 6offrimeuto*, pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a cowse-
raencia do seo nso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na conaptjsicafj do EHcoir depurativo do Dr. Sevia
jcrtencm todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das sobstan-
ias depurativas e anusyphililicas; assim, ao passo que 6Ste remedio depnra o orga-
lismo, eliminando os principios bocvos saude, pelo mecanismo natorai das vaa-
ces alvinas, neutral isa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este tirjem.
;em feito ernpcSo wo exterior 'debaiso de suas multiplicadas formas; e previnetaff>
em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda nr
tado de encubando, tsto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
nmenso, tacto mais quanto ueste estado os individuos igneram completamente ae es-
o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este, Elixir convem a todos os estmagos, a soa acelo so-
ire o tobo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias ri\eii~
lamentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na soa qualidade do dras*
;co forte ifrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando daste ea
ttaOj muitas vezes, hydropesias, que qnasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
s assevoracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composico, >
em confirmado sna olilidade.
Enwmtra o respeitavel publico neste es- encordado, ttndo 24 jareas cada peca peto
tabelecioaenlo, um grande sortimento, das arato prego de vO0O, ssim como ven-
mais finas eambraias brancas, sei do suissas, n, n6'"8 pecas do mesmo com *2 jardas
ingleeas, tanto tapadas como transparentea,! !L*?**!^e.?rail*,e Pec,hinclia n oja e ar-
que se vndem mais barato que em ontra
mazem r"0 Pava., roa da Imperatriz n. 60.
A. LAAZINHaS DO P.VAO A 360 RS. OCO-
VADO.
Vendem-se as mais bonitas lansinhas pro-
prias para vestidos sendo padroes muitos
delicados e i nra 15a, tendo entre ellas todas
s cores, que e vendem pelo barato preco ; cao
Vndese o alqneirn de fannh.i de ahnioea
pror a para animaes a J*i00, dita bullo boa en-
secada a 4* : Da coz da Concorfiis, padatM n. 9.
ene
"*VJ>
UieSco deipoeSo esa PerieasUibifcr
Na botica e drogara
DE
Sarthotomeo Companhia*
34RA DO ROSARIO LARGA3*

Vende-se camisas brancas de meias moi-'assim como p^as de algodSosmbo
n r*n8em mfm e' bar3tis?im. Pre." jaroas e ffios de largnra, pelo
Sili C 3 Dma U Uma dZ,a p0r Pre,' de 7^,0() a WC- M Iota e a
7)5000 -, aspiro como me as escuras para ho-
mem por terem um t qoe de mofo a 1)5600
a dozia; pechineha, na loja e rroazem do
Pavo ra da mperalriz n. (0.
Corte* de cassa a 3' 00 na loja
to C*avo.
Vende-se corles de cassa cada um em
seu papel, se*)1o fazenrta muito fina e pa-
drees mu to delicados pelo b rato preco de
3*000 ditns-com listas largas e n *.dernas a
4^000 n corte ; na toja do PavSo ra da
Imperatriz n. 60.
O aloalhffdo do Pavo.
Veo'-'e-se superior alo.lhado de algodo
com 8 palmos de largura, a.tarrascado a
2(5200 a ara : ditu re lintux .ganda muit
superior a 3 200 a vara ; guardanapos de
linho aiJan.a.-cados a 4^600 a rtnala e mnito
anos a 8.000, e ditcs e;oLomiccs a 3*500
a dnzia.
As laaziuhas lizas do Pa> ao a 320 rs.
VenrJe5e- asmais b.n'ts e monernas
laazinhs de uma s cor a imitaco de poil
de chevre liso tendo entre ellas as cores! mperalriz n 60. de Flix Perrira da Si'va.
tais lindas.que vierSo ao mercad" e ven- IHUtf'a P'fl s do |ata >araa 4"( rs.
4em-se pelo baratissimo preco de 320 rs.! Vendem-se cassas pretas lisss senno moi-
o eovado,'assim como ditas mti-adas muito
lindas pe|i mesmo preco, na L ja e armasem
de 360 rs, o covaao, na toja e armazem
do Pavjio ra da Imperatriz n. 60.
Asg^dosfnbo rofestado Da
'j:i do pavo.
Vende-se snterior algodaozioho america-
no com 7 palmes de largura n'oprio para
, lenees, sondo liso vara a i( 00 e tran-
cad', sendo Omito enco- pado vara a 1(5280;
com 20
barato
preco de 7)3000 a peca, na loja e armazem
do Pavo t ua na Imperatriz o. 60.
Onihr''^ de Salpico
Vcnde-se linis>imas pessas de Cambraias
bratcas coru slticos, fazenda muito fina, cota
8 vara.-, pelo t aratissimo preco d.' 6*i.'00rs.
noL'ja rio Pavo, iua da Imperatriz no.CO,
de Flix Peie-ra da. Silva.
(>/. itas pan o enverno
a i:5i.H flre'j o Corte na Loja do PavSo.
Ve.ide-se sopera res casenjiras tacana da
de lam e bast-ite encorpa a propria para
Calcas, pa&ts, e coletes, pelo barato proco ;
de 2:JOOt.s. b Corte tie calca ra l*U)0rs.
o Covado, Undoduas larguras; he grande
ecbinc! a. na L< ja e, arrr.a7em iln Pa.Ygpjlt"..,
a imperatriz m .60, de Flix Perena da
Silva.
Alprras pura loto d irja do Pavo.
Cl^gt u bnn-. bonito Soitmento d'A p?cas
prei5s para lutn rom listas e lindos lavo res
trancos, q' e se vendem por muito barato
prfco na laja e armazem do Pavo, ra da
D. Catnarina Amelia n"e Carvalbo Paes de Ao-
drade, vende em pequeas corta de trra a prte
de seu fino dent minaco da R< seia, cttreoibra-
A ertiiidade do terreno, a excedencia ^c sea s-
I toacSo aprasivel f prton fea, a m idlcdade flo pr-
C?. toda convida faier-e a aqoiMeao te nma por-
tcsceptivel da formfcaode nm pfqiKoo filio.
A escala dos prego* era' de oro ires mi! lis
ao palnj", corretpmrtt-nu terrenos de SCO > 700
ditis de fundo e con'crme a sua quald3<.o e po-
stfo.
O eneeolieiro Antonio PMIdaan Rodrigwa SeHo
esta' encarre^adn das tperai.d^s tendeles a rcedi-
Co e demarcagodn niesicu teiri-no, r.eto cocu de
tratar acerra di-s rteos e venda :*pdd$ rer proco-
rano nos dias oteie em seo >ifio na estrada de J 5o
de Barros, e aos doc mgos do local fio territorio
em qat-slo.
81 do KM!
A bordo do biite Ganbaldt oq em casa do
Irmaos.
;as-:o
#
to boa fazenda para vestidos ptlo baratissimo
preco de 4( 0 rs. a vara, dita com lavores
e salpicn braneos, sendo fazenda rxti.it ma-
is fina pelo baiatissin o preco de 801 rs. a
vara, afutro con o Chitas presas lisas fr^oce-
s e com flores br ncas pelo baraiu preco
de 300 e 3-0 rs. o eovado, ni leja e arma-
zem o pj.va ', ra da Impera tris n. 60.de
Fi lix Perc ira da Sil al
PeehlBcha em ma 'apolSo na loja dt> PaTo a 6(5,
7. 8>, 95 e 10,3000.
Vende-se urna gran,e porcao dos melho-
res mad^poloes que tem vindo a este mer-
cado, pelo barato preco de 6^, 16, 8d. H
i0#o0o, a.-sim como ditos muito finos seo-
do pe^as oe 44 jardas por preco muito ra-
zoael, na loja e armazem do Pavao i na ta
NOVA.MENTE CHEGAD\S
do
m
AO ARMAZEM

A'
d* mperalriz
DE
ns. AH e SI, junio
e pa'.iria fraqeett,
Tendo-nos cbega"do nltimamenie fazendas i, uiramente novas, por isso convi-
damos por Me meie ao respeitavel publico, a que nos procure a comprar fazendas de
bom gosto e por precos que nao adiar em outra qualquer p>rte.
Admiren!!
oo'ives
Vende-se piche do gaz proprio para
asphaitA, slatelos de candas.
asMall*at)os, assim como para rebocar
elsieraa, coaductores d'agna,
ele. K., em groase : os fabrica do gal, e
a retalho, no armazem da Bolla amarella,
ravessa do Imperador.
Madapoloes finos a 50, U, 7& e 8$000 rs.
s to armazem'doLe3o.
Chitas escuras dppsdtoes dos por pre-
co de 320 e 3.0 rs. o'covado.
Ca-sasas de cor cora palminhas e com lis-
tas de di-ersos padras a 240 e 320 rs.
Laozinhas ciuzenias e cor de.buninas a
320 o eovado.
Chitas claras mludjnhas a 320 e 360.
Alpacas preta* e de cre^ lindas proprias
para vestidos a 6*0; 700 e 800 rs.
Bramante de linbo proprio para Jences,
so i erior qualidade, pelo diminut- preco de
1(S800,2 e 2d200 a vara. Pecas de algo-
dSosiuho superior a Sjjl.'S^SOO e 6^.
Pegas de i ambraia transparentes a 4d, 5(5
e 6o\ Por este preco admira-a'todos!
1.0'tes de casimiras de qnadrinhos e listas
a 26HQ0 e 340 0. Corpinhos braneos para
senhora a 33 e 3*200.
Cortes de fusio para coletes claros e es-
curas de padroes lind s a HOOO,
Admira I! I
Gravatas de seda a SiK) rs............
Golmhas bordadas a 5''0 rs..........
Laalohas-a 09 rs. I
Larlnbas a SOO rs. 11
LaastDbas % Jifl rs. I I
Tambem tem para acabar pecas de panno
de linho, com 27 varas, a 17 e ISfl.
Toalhas de Hubo para rosto a 105 a duzia.
CAMBRAIA PARA CORTINADOS
Peca~ le cambraia parj entinados cim 18 va-
ra fj^tO a nessa : fu da Ionn-ratrii o. 48 e
82, innt.i a nadara franjis. In| do L ao.
AOS SK3. ARMADORES DE ENERROS
Vede m pecas oe bollanoa |irrta com 40 ouva-
a 8*iDO : a ra da Iaioeralriz o 48 e SJ.jootoa
p d^ri fraocei, tola do Leao.
Attercao roopas feitas I! no armazem
do LeSo, ra da peratriz ns. 48 e 52.
A-^im como temos trffi grande, c-mpleto
e vaiiado sortiaento de roopas feitas: pa-
litots sacos, sobrecasseos, fraques, jaquetes,
calcas, coletes, cami-as, seri otas, chapeos,-
etc., tudo por pre^s que admira 111
Tem tambem um sortimento do roopas
ordinarias p< r prego baratissimo.
Acaba de chegar a este armazem bonito
sortiaento de cortinados bordados de rices
gosms pelo admiravl proco de 43#5CO e
Admira !!!
No arma zaga, de Leae 111
No armadjl do LeJo 111
No armazem do Lelo I H
No armazem do LeSo,
rives e padaria franceza.
No armazem do Le3011 f
ra da Imperatriz ns. 48 e 52, junto loja > ee-
ca>
do Pavo i na da imperatriz. n CO.
Os manguitos coin i tinhas dd
pava a IsHit!
Vende-se os mas modernos manguitos
com oiliohas sendo borda.o em fina cam-
braia, tatia.ia e transj rente, pelo ha-atis-
siu.0 preco de i600 o par ; asoj como se
vende mode nos puohos com gobioba^ bor-
cadas em esguiao de linn, tanto brancas
C' mo de cores, pelo barato prec. de tOOO
o par, grande pechimba t.a l.ja e arma-
zem 'to pavao ra da Imperatriz n. fio.
LENCOS HnKDUiOSPAHA MAO NA LOJA
DO PaVO A 810, pA i OO R 2S0no.
Vndese os mais deiicad'-s lencos borda-
dos para mao pelos baratissimos precos de Imperatriz n. HO.
8 0 rs. l(50>0 e 20000; pechineha, na loja As brrfcnhas -'o P- to com 30 jardas" 12fr00.
e armazem do Pa\ao ra da Imperatriz o. 60. Vende-se pecas ae bretai ba de linho fino
(iiv.uadiiie-. de pltantast u-ra vestidos moito prciprias para lenees, camisas, ta-
a oi-0 f*. o colado.
Cbfgaram as mais bonita* grinartioas transpa
rentes coro as mais llntas listas dH sda de toda-
as fies sendo esta neva faien-la multo ropria
pira ve ti'li'S de assisiir a bailas,casamentos ttc,
etc., e viade se pelo barau pre\o de 800 rs. o
cov*do od a 7; 300 o curte Cum 1>' covaaos : na
Iota e armarem o P va i ra da Imperatriz o.
60, de Flix Pereira da Silva.
Chales a 8#W
Vendem-s* chales de merino nos com franjas
de retrnr fn-lo de.Pidas as cotes pelo barato prf-
oi de 3*300. pecbincba : na toja e armaten, do
mto rua da Imperatriz o. 60, de Flix Pereira
da Silva.
Le e 8 braneos de can.to-.iia de linho
a 3'-oi a mi. ia.
Vendem-se superiores lencos ^e cambraia de
hi.lio pelo baratissimo pr. ?o di- 32500 a dozia,
praode pecbincha : Oa I. ja efrmaiem do Pavo
roa da Iir>p-atri7. n 60, LeeC'S Itrunctis a 25 a titula.
Vendem se len?fts braocos de ca'ga pelo bara-
tissimo preco de 'ti a on/.ia; na teja do Pavo
roa da loperatrii n. 60, de Flix Pereira da
Sjlva. :
Perhlncna em salas
a 3(?ooo, 35500 e 4(J-joO.
Satas a 3ooo,
Saias a 3#ooo.
Saias a 3iJ5oo.
Saks a 3)9500.
Saias a 33500.
S3ias a 4.-S"0".
Saias a'4$uoo. Saias a 45ooo.
Chegaram para a loja do Pavo as me-
Ihores saias brancas de cambraia cr m boni-
tas barras com pregas, teodo altura e roda
muito sufli -iente, de um s pai no, que se
vendem pelo barato preco de 3iSooo rs. Di-
tas mais fin s a 35ou. Ditas mais finas
c m pregas bordaras", qUe >e vendem a 40.
E' rande pechineha, no arm srnj do PavSo.
na da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
Silva.
Fa fese* nova i t?e? jSo
Granof B iar, r N vd. O12, r*i .m a es-
to MtafeRleeMDeMo uiach'oas p^r< amagar tatiaBa
para aau e boliolus; e sao de tama v,:n .i^m o^ie
DiPfrnem d'-ixara" 0" comprar, pnneipimcate tao-
rndo fura ra cidan-.
Yjjo torneo mik i i-j
DB
QUINA i M
os
IBGEAU
Cagsrs bordadas pam ciirlinados t
900(10 a p ex.
Veode-se finissimas pecas de cassas bor-
dadas proo 5>ara ct'ftirrados, teodo 1*
taran cada -peca, -oelo bartffctftto prco de
9W 0, pechineha aa loja do PavSo roa da
Imperatriz n. 60.
Ibas e saias, tendo iO jardas cada peca "ti 25
varas, pelo b r tissimo preco de 12fSf'0 a
peca, por se ter comprarlo desta fazendaoma
grande p-rcao. grande pee- incha na loja
do Pav3o rua da Imperatriz n. 60.
eckinciia ira cluyeos de sel dr- seda
iiijUiezi-s cont 6 Basteas a 10^000.
Na loja do P<.vo vt-Bd^m-se 01 melh' res cha
pps de ^ol ile serta ingifzt's com 16 hst-as, sen-
do os me'hores on^ v ni vindo ao merrado, pelo
barato ptgn dp lOJl 00 oda nm e sem defeito al-
pnm. senfii' f'--nna un- noeca se venden aot me-
u. s de 1'jiJOi 0 \' ca Imierat' 7 n. 60, o- f Pereira da Silva.
Cortina us para camas e Ja-
ne Is na loja o PavSo.
Vemle-se um gtande sortimento dos me-
lh tes c rlioado!* lordadosj proprios para
camas ejanellas i el.-s barato- precos detM,
45&, 20.1 e 250*> o par; damasco de lia
para colchas a inr itacSo de seda com 8 pal-
mos de argura, colchas de croch para ca-
mas de noivos, ditas de fustSo, brancas e de
cores, cnchrs proprios para H>fs ecadei-
ras de balain,o e para cobrir presentes, isto
na loja h armazem do Pavo roa da Impera-
triz n. 60.
ltetlho baratos.
Vende-se porcao de retalbos de chitas,
cassas e laninbas por preco moito barato:
na loja e armazem d<> PavSo rua da Impera-
triz n. 60 de Flix Pereira da .Silva.
Cassas suissas a 36- rs. o eovado na lojf
do PavSo.
Chegaram as mais modernas cassas suissas
com as edres- e deseohos mais lindos que
teem. viudo ao mercado e vendemse pelo
barato preco de 360 rs. o eovado ou a 600
rs. a vara, assim como ditas verdes, com
delicados desenhos a 800 rs. a Vara.
!'.ss s e*> os p/as a 28(1 r. o cavada.
Vendem-se cassas com desenbos escosse-
zes pelo baratissimo precb de 280 rs. o eo-
vado.
tar etes jo PaV3o a 30000.
Vendem se os mais b nitos taoetes pro-
prif.s para sof da largura de qnatro cadei-
r?s, assim c mo ditos mais estreilos pro-
prios para portas e janellas, que se vendem

Esta nva ronrmiacao re- ue ero uioa bfbifia
assas agradave e Oeflveseaai a tiidos os orgatita-
mus, a quina qoe om medicamenKf toaico po;
exceeccia, e o carao que cunitu prlodpios nu-
tritivos asss rpcrrjbrrlrtos.
Elle se emtireta cem o maior sedesso pr. cora
das plidas cotes, soffrimenhis do ettumaeo, jerdi
de ipeaiite, dlgesiSea ifflculkaas, m.-cstriccci
difBcris, ele. t-lc.
* Deposito Mpmal na pbarmscia e (lr:jrsria
Bartbulbomeu & C, roa larga do Ros- r; i n. 3i.
Escravos fgidas
Fogio hfDteni a' noite 26 do rorrtnie (mai-i
50) o pr to cricol 1 de nrme huiro, ci ro 20 : nnos
de idade, aHo, binita figura, bem tailt-nte, te c.6r
fula, levando c> asign Pda a soa ri Bpa,.seiHl
esta : camisas de algodo trancado e df a03B0-
lio, caigas de alguna, tranca ;o e de brim de qua-
driobos, um paietol preto de ilpaca ja usado, co
pardesapaps de corMlo e um peqceno baa de
Flandres, ar.ndp co'ttma guard, r soa roupa. e um
, cbapo de t Pede-se as aoturrdadas pohciaes e aos Sis. cai.ittt
de campo de o ptgar e ieva-lo a' rua 00 Apr.llc
d. i, armaztm de ssccar, que sero btm recom-
pensados.
Sogoo
DE GR4TIFICAC 0
a qnem pegar o escravo Florencio, pardo claro, di
17 anuos, cabello carapibo, ribos pr-ti s, orelbas
grandes sendo nma um pouco em i trujando "ba-
in de Miro pardn, camisa de rtteadihn arnl, cal-
ca e jaqBta de brim pardo desi" lado, seot bue
lgum. Reci.mnienda-sH a polica, aos senbi res dt
eogenhos, aos rapites de campo e n vus, a ap-
perhencao do referido escravo. Protest se contra
qoem aceitar proceder eom todo o rigor da lei
Consta andar oa ter ar-daoo o premio rscravo no
bairro do Recife, roa d< s Goararapeg Esta fgi-
do desde o da 28 do Diez prximo passaod. Poflt
ser entregue oa ros das Cruzts n. 35, ou na tra-
versa do Veras o. 45.
Fogio em fpvt-reiro do cerTente anno, o escra-
vo crjoulo, 50 annos de idade, de m me Maneet,
estatura regular, corpoleot, olnos peqoenos. dei-
deotado, barbado, t\ m bastadle cabellos francos,
qnasi calvo, talla multo e tem ma pn rancia, aa-
dar banteiro ps trossoa. nma das persas cota
ornas velas levantadas cora mateas d>* bes'as, d
sertanejo: quem o capinrar. Iee- roa da lu.per.iru o. 62. qoe sera recompen-
sado. .

mais barato qoe em ootra qualquer parte

Aosentoo-se da casa de sen sohnr, no da 8 4o
correte, e mole,qoe de ootre Cssiano, ilade dex
annrs punco mate *a men., levi-o vestido calta
de brim de qu-r)rinfios, camisa de m oet prefo fratieer, tem o beico grande, clho gran-
des, narlt chato, nega que escravo, e portaata
rog'se as aotorid^vg potictaes e capitaes de eaat-
po qae o apreb- nda, eotregaado no F re do Ifat-
toa n. 22, prensa de algodo qoe se gratificara'
bem.
V*1
inM i


Dfarl* rttmumhm HdarU luir 91 e MaU 4e 1868.
-
/
/
CMARA DOS SRS. DEBUTAD JS
SESSAO EM 1S DE MM> DE 1868.
PRESIDENCIA DO SR. StLVBtBA LOBO.
(Continuac)'.
O Ilustre depurado represeulaote do 1*
districto da Parahyoa, di.-se-oos q e d3o de-
K$\ IVl lGISLY V-V SimJirrv^ffl"*(!^rt:a.ai^
rae opponho ao projecto que Se discute,
passo a d;zeraigumas vaUvraaem sustenta-
cao 4a emenda qu# ffereci.
Nao concordo coa a emenda presentada
pelo meu nobre collega,deputado pelas Ala-I
goas, porque entenlo que ella pouco me-
;lhora;j live ccc3si5o de dizer nesta casa
diaftes nonra e repatco odirdod,fmfcgwt, Sr. presidente, |detolas qae mente eom editor, fos pnbiejgs Mo* jjaoal superior conflua a davda era craela-
acorotfo*i4o a diilauagio. ---------------------------------
8uu#ottida a questl aovamenle ao co
ohecirnent do govern), este declinoa de si
vamos mostrar t?WQ interesse pelos reos e f-moito mais garaDlia de liberade do
que commelt.ara e.^se cr.rae ; e, depois de .jugameDl0 pel jury (apoiados) do que no
mostrar os grandes inconvenientes que se u,*anie[il0 gos z W,dos...
aodo&busodal.beTdadedeimpren>;a, dis- J 0 Sr Feli,io' dos Sanios:-E amovi-
sc elle o seguate: (L) I ?ejs
Estas palavras. proferidas pelo mais illas-, 0 Sr> Aibaqirrqae Mello:-... e amovi-
trado amigo, yem em apoio da opimSo-qoe veis ereio que eita doatrm, correate,
asiento ; realmente nao se podem negar ni0(jUem a pode conteHar com razes
os desregramentosf que se abusa mulo de prccedent8S> que a nHitaicSe do jury offe-
sua liberdade, que se ataca com orna facili- rece moito mais garant;aS) nao garantas de
daae immensa os caracteres mus probos, rapUnilja(le> ,na8 earanlias de verdadeiro
mais illibados.
. julgamento. de absolvicSo do innocente e
O Sr. Rat sbona: -A imprensa nnnca faz puncao do CU|pado (Apoiados.)
mal 5s reputacoes verdaderas.
O Sr. Albu-iUerque Mello : Concordo
n Isso absolutamente, e tenho dito e es-
Costuma-se dizer que o jury abslve em
todrs escaso?, mas isto nao exacto, pro-
testo contra; fui tambera juiz de direito, e
cr-.pto que em ciso alguno queixar-me-bia dec,aro qne so proDunciei a|gumas absolvi-
ua plena lib rdade di imprcnsa, p< r mais 5es n:uslas n3o era jss0 0 or(]jnar0 ao
que delli abusasscm mius raimigos para m-
junar-me. '
O Sr. Macedo: Porqui a imprenta
quem corrige a imprenta.
O Sr. Alnuquerq ie Mello :Justamente ;
a imprensa quera corrige a imprensa.
Mas, senhores, se o estado a q e estamos
reJuzidos, to bem descripto pelo meu Ilus-
trado colleg, o resultado dessa intel'i^en-
aa que de longa dala se tem dado lei que
regula esta materia, isto 6. se este resultado
o producto do julgamento dos crimes de
abuso de.liberdade de irapren-a polos jui-
zs muncipaes, delegados e subdelegados,1
ou pelo meos a compei-mcia desses junes,
nao o tera melhorado como< ntende o nobre
deputado que esias autoridades offerecem
,'araotia algoma 1 Pois o facto nao vera pro-
var c ntra a sua propria opinio ?
. Se o fado dem nsira que o jolgaBMBto'
dfesses crimes pelas autoridades pohciaes olio
uaro correctivo que lauto desejam os no-'
contrario ha Mam decisSes muito justas pu-
nindo os culpados ; o que se c5o d no jury
o que se da rauitsvezes noju'gameoto
das autoridades policiaes, isto a condena-
naco do innocente ; o que ranssimo
acontecer no tribunal do jnry, n3o mnito
rarosucceder nosjnios policiaes, principal-
mente quando a causa affecta mais ou me-
nos a poltica ; e estes crimes de abuso de
liberdade de mprens affeciam moito mais
as quesies polticas das diversas localida-
des do que se pre; urna em geral.
Eu poda citar immensos fados de abu-
sos praiicados n3o pelo reo, mas pelo juiz
qne o conderana ; poda mostrar borneas
innocent-s, que nao commetterom crimes de
injuria, ou n3o podiam ser resuonsaves pe-
los escriptos que .se Ihe attribolknf, e con-
cemnades em prmeira e segunda instancia
pelos joi/es especiaes.
Nao vejo, pois, que as razes at aqu
apreseutaiias sejara suEcientes para muar
orvis dapntadjs. por que razo querer-se ti- d^ Q h ss0 c,jtinu0 "a vtar pe|a
rar do jury urna altnbu.cao que luo traba eme*da aHpresenteL (Mit0 bem mui.
mq aada-.' t0 ^Gm \
Dizem ainda os nobres deputados: o jnry jec|0
reane-se muito tarde, (las vezes por anno,'
e s vezes urna s; assim, o julgamento dos
crimes de abuso de liberdade de imprensa
viriam a ser muito demorados se d'elles to-
mas6e,conbecimen.o o jury.
Mas ste inconveniente geral (apoiados),
isto d-se a respeito de outros crimes mais
insignificantes (apoiados); niogucm ignora
que o crime de abuso de liberdade de im-
preusa processarto sempre as capitaes,
nos lugares onde ba iraprensa; ns otras
localidades nao se conhece felizmente (risoj
este abuso; poriaato, esta razao desappare-
ce, pr>rque nlo se dir que as capilaes ba
lesapparece, porque nlo se dir que as
capitaes ba demora na reunio do jury;
mesmo nos crn'.ros n3o ha tanta demora
como se costana dizer; en, ao meaos, co-
necessMade, Sr. presidente, de
intervir nesta debate. Sou uu> dos tutores
do projecto qne se discute: devo defende-
lo das impugnages que tera soffri lo. Pro-
corarei arredar do debate ludo quanto fr
estranho soIuqSo do problema que pelo
projetto se procura.
Quando d-i accordo com o nobre depn-
tado pelo 3o districto da provincia de S.
Paulo apresentei considerarlo da cmara
o projecto que se discute, nao procurarnos
fazer urna reforma na legslacjo do proces-
10 criminal, oem realisar um melboramon-
to em t3o importante assumpto. O nosso
im era mais modesto, mas oem por isso
menos til.
O projecto destina-se exclusivamente a
interpretar um ponto do nosso processo crt>
. minal, que tem si Jo ltimamente origera
rao juiz de direito, reun sempre o jury no das mai4 srias divergencias no foro, prin>
tempo aprazado; as.im, pois, esta razao e pa|meDte;no dl Rio de Jaoeiro onde tem
menos procedente. \tvmfa urna lamentavel aaarcia (apoiado),
Lma ontra razao que se aprsenla para deixa 0 as Seg^0 dire.
sustenisr o projecto que o jury tera a fa-i/. ______ :__....:J.j.___...j.
que o jury
<:cidade de julgar seta estar moito adstrictum
:is provas dos autos. Direi, se-nor presi-
dente, que se i-to da iastitui'cao do jury,
a praiiea, a reforma da lei de 3 de dezembro
o as diversas decises e decretos do governo
ara reduzilo muito essa faculdade attribui-
ja ao jury.
O Sr. Ariiiides Lobo d um aparte.
O Sr. Albuquerq'ue Mello:Se o crime
de injuria escripta menor que o crime de
calumnia, e Dio sa recaa que o jury abuse
da faculdade que lera de uao ficar adstricra
i provas dos autos, o queW'Js ealendo nao
exacto, quando conhecidrre iaae raais im-
pertants nio deve haver inconveniente para
a ordem publica era que o jury tome tam-
bera conbeciment de crimes menores.
Nao vejo, portanto. lentaor presidente, de
odas essas raze allegadas era sustntagao
do projecto nonburaa qne me demova do
prepsito em que estou de votar pela emen-
da que U7e a honra de offerecer conside-
rarlo da casa, esiabelecendo que todos os
ciimcs por buso de liberdade de imprensa
sejam submettidos ao conhecimeoto do jury.
O cobre deputado, histrico, representan-
te da provincia de S. Paulo, quando appa-
receu emenda eflorecida por mim e meus
oobres coliegas e amigos, dois dos quaes
folgo de declarar que sotambem juizes de
direito, disse que se se trabsse de urna re-
forma total de nossalegislaco elle concordava
que esses crimes entrassem na jurisdieco
commum e que viesssm a ser julgados tam-
bem pelo jury.
Discord anda do nobre collega ueste
ponto: sebo que um grande defeito da
actualidade, dos horneas qae, ao menos, se
dizem liberaos, querer a reaisar;3o de re-
formas completas e oppor-se a qualquer
snelboramen;o; assim nao se d uin passo
para diante.
Por es-es obstculos, que eu tantas vezes
tenbo lamentido que parlara do lado liberal,
ou forcado a coosiderar sse partido como
conservador;as:im como entendo qne
ao partido que se chama conservador se
deve cbaraar partido reformador (apoiados);
nao pensem os nobres^eputados que ba
nisto ex^geraco da rnilba parte ; se oliio
para os lempos passados nao vejo reforma
alguma que lenba partido do lado liberal
quando se acha no pder.
O Sr. Macedo: era o acto addicio-
O Sr. Albaqoerque Mello : Nao fal-
lo desse tempo, fallo de 1844 a 1849 e des-
ta nova poca. Entretanto que de reformas
1 importantes n3o tem feito o partido con-
servador sempre qne sobe ao poder.
O Sr. Macedo: Como a da guarda na-
cional. m ...
O Sr. Ratisbooa : Sempre em sentido
retrogrado, mas verdade.
O Sr. Albuquerque Mello : Mo ha
4avida, o partido conservador reforma no
sentido dos seas principios, e os Srs. libe-
raes conservam o que elle reformpu, esta e
sobe ao poder, o oulro tem a boodade de
conservar intacto o que acha/ -(Apoiados.)
O Sr. Felicio dos Santos :E assim mes-
mo causa tanto mudo I
O Sr..Macedo : E? por isso que estoo
em pposicao.
O Sr. Abouquerqae Mello : Faz mal, o
nobre depntedo devia estar com o goveroo
para reformr, mas eo vi qae j se prooun-
cioa contra a reforma judiciaria.
O Sr. Macedo: Nao me pronuncie
contra, quera a sua discasso, qae n3o
boave.
o direito de decidi-!a, deairaodo que par
t-Dcia aleada dos trbaMcs a prorideocia
solicitada. Ao passo que o goveroo tomava
a resoluco e a fazia conbecida do magistra-
do pie a provocara, o tribunal da relac3o,
que tomara conbecimento da queixa dada
s M, rnesre
m jm mais importancia. nymas seri sempra responsavel o editor.
tjnhece as difflcuiJades com que 0. H de Aquino # ^Gattn.Pedra Ltlo.
&MM, meiiradnal pritaeiraj capilaes para a Saya) Lobato.Farne$e. Ttlkio doi
ruo4osjarado. eqoe esta diffica'da- Sanios. Baptisa Penrx Hmnem de
dVsJbnnwres nolnterror do imperio; qwm Mrih.Va*- Pint.firtotmo di Mallo.
alem disto, conhece certa averaio que o el-' Villaboim. Andrada Machado
dadSo jurado manifesta para conbecer do Vem tambem masa, lido, apoiado e
julgamento de pequeos crimes, compre-1 posto era dlscassSo o segainte requerimento:
bende, seno, querer prescatar todas as outrasj Reqaeiro que o projecto em discussao,
coolra o juiz de direito que persista em! causas que tornao precario o julgmeote, com as respectivas emendas, seja remetddo
considerar enr vigor a lei de 1830, esus- que nio o tribunal do jury aquefle que coramissSo de justiga criminal para inter-
tentava a sua opioiSo singular e solada, offerece mais garantas de idoneidale para por seu parecer.
embora o n3o tondemnasse, declarot por julgar taes crimes. Sala das sessoes, 12 de muo de 1868.
accordo unnime, que o juiz nio poda ser Sr. presidente, os honrados deputado3 ~>Baptsta Pen ira.
considerado i ifractor as disposieoes do co- deixam-se sedozir pelo brilbo das theorias. O Sr. Presidente:(depois de alguma
digo que prohibe aos magistrados julgar E' neesssario ter muitoconbecio>enl> prat.- pausa):Nao havendo quem peca a palavra,
contra lei expressa, porque a revogagao da co do que se passa nc paiz para se poder le- Qca encerrada a discusso.
lei fura implicti, e recommendou ao juiz gislar cora vantagem e como rec amara os
como a mais acertada e cooforme o di eito interesses da ordem publica. Em assump-
a d'utrioa commumente aceiti. los desta ordem nao se pode improvisar es-
Como v V. Ere. por esbogo, ad hoc sub iatisticis, e ;e as coosultarmos. imperfeitas
judice est, ba necessidade de urna interpre- como as temos, nos convenceremos deque
tagao, como declarou o goveroo pelo orgSo os julgaraentos dos crimes por abuso de cora-
do Sr. ministro da justiga, e essa interpre- muoicagSo do pensamento perante autori-
tago s a assembio geral pode dar. ida Jes especiaes offerecem mais garantas do
Se nao livessemos, Sr. presidente, defir- queb julgamento commum.
mar um ponto pratico de jurisprudencia, Devo notar ainda que as justicas especiaes
mal comprehenddo e appticado, poderiamos offerecem outras garantas que nao se pode
ento indagar qaal a reforma a fazer, qoe esperar do tribunal do -jury, porquanto os
me Inrc.'iisultasse osioteresses da justiga. juizes especiaes exercemem toda a sua ple-
Em tal caso, por corto, nao adoptaramos nitude a funcgSo do julgamento, pois apre-
(ao cenos eu, pela miaba parte) a opinio ciara o cr.me em todos os seus elementos
to 6 acorocoa pela impunidade a recrudes-
cencia do cricce.
Porianto, Sr. presidente, o nosso dever
6 estabelecer a que3tao nos ssus justos e
devidos, termos.
A divergencia suscitada no foro a se-
grate : os crimes de abuso de liberdade de
imprensa cuja mxima penalidade de 6
mezes de priso simples com multa corres-
pondente raetade do lempo, devem ser
julgados pela jurisdig3o commum, isto ,
pelo jury ou pelas autoridades policiaes,
com o recurso para o juiz de direito?
V Exc. sabe, Sr. presidente, que antes
de confeccionar-se o nosso cdigo criminal
foi promulgada a lei de 20 de setembro de
1830, que veio reger o processo e julga-
mento Uos crimes por abuso na communi-
cago do pensamenio. Esla lei compre-
hendia duas partes mu disiioctas, a re-
pressiva e a formularia. Tres mezes depois
de promulgada essa. lei, promulgoa-se o
cdigo criminal, e, portanto, foi ella impli
cita e virtualmente revogada na sua parte
repressiva, que substituida pelo cdigo
criminal.
Em 1832 promulgou-se o cdigo do pro-
cesso, e a le de 20 de setembro de 1830
tambem foi impicita e virtualmente revo-
gada na sua parte formularia. O cdigo do
procesio. no art. 12 7o deu aos juizes de
pazo direito de julgar os crimes cuja ma
xima penalidade fosse seis mezes do prisio
simples e multa correspondente metade
do tempo.
Nove annos depois fez-se a lei de 3 de
dezembro de 1841, que arraucou aos magis-
trados populares todas as attribuigoes de
julgar, e passou-as aos delegados esubdele-
gados, creago da lei de 3 de d zembro.
Mas depois de promulgado o es Jigo do
processo criminal nao entrou em duvida
que aos juizes de paz competa julgar cri-
mes por abuso de iraprensa, cojo mximo
de pena fosse seis mezes de priso com ou
sem multa, assim como logo que entro em
vigor a le de 3 de dezembro de 1841 nin-
gucn mais duvidou que o julgamento des-
ses crimes pertencia as autoridades creadas
pela mesma lei .e seu reguhmento.
Estavam as cousas neste ponto, quando
em 1851 agitou-se a questose a lei de 20
setembro de 1830ashava-se revogada pela
legislag3o posterior.
Essa questo movida nos tribunaes foi le-
vada presenga do governo, que ouvio o
conseibo de estado. Sobre ella a secgSo
respectiva deu urna laminosa consulta, que
foi resolvida por aviso assgnado pelo illus-
tre estadista que a morte acaba de roubar
ao paz ; nessa consulta, a questSo foi tra-
tada com a mais iovejavel proficiencia, e
ficou assentado pelo governo, depois de ou-
vir t5o respeitavel corporago, que a lei de
20 de setembro de 1830 acbava-se revo-
gada.
Os tribunaes adoplaram esta jurispruden-
cia. Se.umoa oatro caso divergeate oc-
corren, nineoem teve noticia delle ; a pra-
tica era uniforme em todo o imperio
Esta quesio, porm, foi modernamente!
agitada na corte, e um verdadeiro conflicto
estabel ceu-se entre o joiz de direito da Ia
vara e o da 2a. Entenda aquello magistra-
do que a lei de 1830 estava em vigor; o
outro entenda diversamente, e por isso re-
presenten ao governo pedindo ama provi-
dencia.
Desla divergencia nascea a aoarchiadeque
fallei, produzindo a lamentavel coosequeocia
de ficar sem punicSo os ataques repetidos
do nobre deputado pela provincia do Rio
Grande do Norte.
E se neste momento nos devessemos pos-
suir de profunda idolatra pela inslituiges
liberaos, qae nos legra a legislatura de 1830
e inspirar-nos as ideas que eslo trina j
pliaram, nao eomprehendo como os fervoro-
sos apostlos dessas ideas esquocem no sfu
abandono a instiiuigo ames^uinrrada dos-
juizesde paz; cono nao tratara, de restau-
rar a magistratura popular, entregaado-ihe
de novo, como fizeva o cdigo do processo,
o- julgamento dos crimes chamados poli-
ciaes.
Sem duvida neobooaa o julgamento des-
ses crimes pelos juizes de paz nao deveria
cra8ar receios aos nobres deputa Jos. qe
paieteram inquietar-se tacto com a dispo-
sigo do projecto ; por quanto essa magiS"
traiura popular tem a mesma origesi qual o
jury ; como elle deriva da mesjia fonte
constitucional. Ser este o-alvitre qjoe adop-
te, visto que oo se qaer interpretar a lei
e sin reforma la.
Crek), Sr. presidente, ter dado a jostifl-
cacSo do projecto. Nao ora occasiao de
crear-se direito novo : apenas desejamos
urna interpretado. O que ioterpretar
Restituir lei a sua verdadeira indiligen-
cia. A necessidade' dessa intarpretago se
tem feito servir mais de urna vez ; era ns-
cessajio que o poder legislativo acudisse
com o remedio effkaz, que delle sement
depende.
Mas, Sr. presidente, j qae o-debate se
tem alargado mais do que era de suppor-
j que os nobres depotados tem olrrecido
diversas emendas, v do mea dr'or dar a
raza i, porque me prorfuncio contra ellas.
Se eu tivesse de adoptar alguma emenda,
sei ia aquella que resUtuisse aos juizes de paz
as funegoes de que forana privados; porque,
se o jury oos merece todas as sympatbias,
como baluarte dos povos livres, creio que
igual garanta nos offerecem os magistrados
escoiiiitios palo poso, mu principalmente
porque quilquer excesso por abuso encon-j
braria correctivo em um poder indepen-
de nie.
Agora, Sr. presidente, que tenho mostra-
do qaal o estado actual do nosso direito,
examinarei as differentes emendas apresen-
tadas pelos nobres deputados.
Comegare pela qoe tem a assignitnra do
nobre deputado pehs Alagoas. O espirito
dessa emenda consiste am entregar o julga-
mento de cortos crimes por abaso da liber-
dade de iraprensa aos juizes de direito.
Parece-me ser ella deficiente, por qaanto
entrega, sem os recursos consagrados na
legislacSo, ao juzo singular e solado de
um s humera o julgamento que decide da
liberdade do cidado. Nao posso adtnittir
julgamento de' seraelhante natareza ; um
molde de processo t3o estreito e acaabado.
Mas disse o-nobre deputado: pode-se con-
ferir a outro juiz ou a algara tribunal o re-
corso das decises do juiz de direito. Sera
duvida esse recurso nao pode ser confiado
a juiz da mesma categora ;? cabera a aro
tribunal saperior, como o da relagSo.
Note-se, entretanto, que irregular que
o tribunal da relago tome conbecimento de
um crime que em tempo nenhum foi por
nenhuraa- de oossas leis entregue sua jn>
risdigSo. E como jaleara a appellag3o ?
Como todas, na forma do seu. regiment.
.Vas seria ridiculo confiar a 12 juizes da
maior aleada o julgamento de um crime to
insignificante.
Accresce a dificuldade da- fazer effectivo
o recurso em materia Xjriraioal, quando o
facto se der, nao na corte mas em alguma
provincia remota da sede da^ relacSo do
districto..
Alem de tudo seria um accrescimo su-
perQuo de trabalbo sera que a jaslificassem
as imperiosas necessidades da jostiga, qae
pode ser distribuida com mais celeridad* e
com mais commodidade.
E emenda, portanto. do llastre dep*tado
quanto a mira peca por estes don* lados.
Examinemos, porm, a outra emenda
apresentada pelo nobre deputado pela pro-
vincia do Rio Grande do Norte ; vejamos se
ser conveniente entregar ao jury o julga-
mento de taes crimes.
Sr. presidente, eu entendo qae am dos
assamptos mais graves de qae se pode oc-
cnpar o legislador de am paiz, a reforma
da legislacao. A reforma deve sempre
exprimir ama necessidade do tempo ; qnan-
do ella vai alem deste limite, longe de cor-
r.gir es abusos que tem em vista, pelo con-
trario crea novos abasos ou aggrava os
existentes.
Quando o legislador tem de pronunciar-
se sobre materia de t3o transcendente al-
cance, como j o disse om criminalista mo-
derno, deve pesar em ama balanca as van-
tagens e as desvantagens, e para onde quer
qae penda o fiel da ba langa por abi se deve
decidir o legislador.
constitutivos, etsta funecao n3o pode assim
ser exercida pelo tribunal do jury, que se li-
mita a verificar a existencia do facto.
&E eu encontr do dosso direito escripto
am argumento qoe tera til applicaeo ao
caso. O joiz que conhece de ama injuria
impressa v-se obrigado militas vezes a in-
terpretar o artigo argido segundo as regras
da boa nermeeuiica, e nio por phrases .so-
ladas; elle carece, verltt oratii, de exami-
nar se ba injuria oo vocabulo empregado or>
se elle foi usado segundo a commum esli-
nraeo. E pergumo eu, ojury, a quem s-
mente eme rec rabecer o facto, pode entrar
nestes- detalbes ?
Para ojoe, pois. bavemo3 dos collocar em
urna espfaera differente daquell em que os
fados se do, quaod devemos nos approxi-
mur delles para melbor os coaaecr e jul-
gar? S-eMes oos devem guiar e nao as bel-
las theorias qne nao se concillan com o es-
lado da sociedade.
Eu eomprehendo coreo os nobres- depota-
dos, que o resultado a croe nos proponaos
nao completo; mas se a simples interpre-
tagao de urna lei tem levantado tanta celeo-
ma s tornado-SDspeitos aos nobres deputa-
dos es principies polticos daquelies- q/ie
iniciaram este projecto, quaotos clamores se
nao levantariaiE-seiratassemos de at'.eader
outra3 necessidades mais transcedenes do
que esta ?
Se agora somos apresentados como inimi-
gos das institoigas livres; se agora so nos
aponta como hostia ao jury, a esse paSadio
das liberdades publicas, tambera s-rame*
apresentaos como inimigos da liberdade de
iraprensa se porventura leotaosemos caht-
bir os abusos da dKamagao, sea!ando com
essa raga araaldigooda que se cbamatesta
da ferro. Entretanto preciso ir por diae-
3e: ataquemos o mal com coragem.
Parece, Srp esideoie, que chegadaa
eceasio do apro eitar-se tao boas dispusi-
eres, e fazer-se alguma cousa de- etil e real.
( Apoiados.)'
Parece ijite j chegaio o mornento de
abaed mar-aras essas ineandecentes questbes
O Sr. Macedo faz alguans observagSes.
O Sr. Ratisbona (pela ordem):-Eu labo-
ro n'oa dovda, Sr. presidente, a respeito
deste episodio. Um reqnericoonto de adia-
manto apreseotado nos termos em qoe se
acba a discussSo pode sem duvida algoma
dar lugar a todos os inconvenientes lembra-
dos pelo tubre depotado pelo Rio de Janei-
ro. Declaro a V. Exc, que ligo muita im-
portancia discusso desta materia, mas tan-
to me faz discuti-la hnje, como arnauhSa,
como em ootra occasiao.
Entretanto V. Exc. ciraprebende que
preciso fazer orna dislincc3o na letra do re-
giment : o requerimento de adiaraento nao
a materia- que se discute, lauto que a
su) discusso n\o pode confundirle com a
da materia.
O Sr. Presidente:Aqui nlo "propTia-
mente adiaraento--; pede-so que o projecto
v a urna c rrrw-ssao.
O Sr. Ratisboaa:Bem o sei, om re-
qoerimento pediBdo que v o projecto pcorn-
misso de justiga criminal.
O Sr. Presi ente:: Lembro-me de am
expediente que lera- asseoto em ura prece-
dente por mira meseao'esiabelecido, e con-
tinuar a discusslo d*o projeeio, e deixar-se
a voiacSo do reqaeriraento para quando se
votar a materia que ssdiscute.
O'Sr. telisbuna:V. Exc o interprete
do regimeoto; eu fago apenas esta simple
observagSo.
Ors Presidente:Pbrtanto, coot'ma a
2a diecusso do projecto1 o ton a palavra o
Sr. fiastibona,
OBp. Rstisbooa: Sr. presideate, estan-
do baatanteadwntada a boraj procurare'! li-
mitar me quanto for pos ivel as aprecia-
ges qaevt)a feaer sobre oprojec que se
discute. Nao pretendo responder a lodos
os oradores queme preceders), eaaelimi-
wrei a penas-a-apreciar os argumentos ca-
pitaes doqne se prevaleceram-para susleo-
tarem o projecto- e algumas- dae- emendas
oBerecid- por outros dos reos hoarados
eollegas.
Sr.presidente,*razao cora- qae oaobre
aator do projecto procuroa funamenta-lo
a necessidade de obviar os abasos repeti-
dos que se tom dailo-coto relaeo a esta es-
pecie, isto ; sinjurias cintra a-vida pri-
vada. S. Emk fez do orna louga bbtoria
desses abasos-e dedaro-nos qoe--o seu pro-
jecto era unoAinterprelaeo da nossa legiaia-
r5o criminal e do processo respeciito-.
. Nao sao ea to larga escala os-abusos- le-
brados pelo bie deputado; a pratica eoos-
taate do paia- inteirameote contraria. Dwa
de a promulgacao do- codgo crimmali e do
cdigo do proaesso, que Ihe foi-postarier,
u sae record apena de tres ou quatro-easos
de abusos deasa orden*, e para ser mww-
de poltica que absoFvera todo o tempo o puto, Sr. prosideau, creio que pouco_ n>ais
qaed3o en resultado enaerrarem-ae as k-
gbkkloras saw deixarem a pos si ura monur
ment digoo-dellas. (Apoiados.)
Vamos, pois, aprontando estas disposi-
goas, empregfar o nosso lempo em fazer leis
exigidas pela opinio publica qoe mais de
urna vez aa-tem reclamado. E' preciso n5o
s-tornar affi.az a puuico do criminoso,
como alera disso acabar com a mmorada-^
da que permitie que o verdadeiro responsa-
vel, que soto seu oome appare^ na imprer.-
sa, se esconda as sombras e se faca subs-
tUuir pOr um testa de ferro.
O Sr. Katisbona:.Em materia de injuria
nicamente-.
O Sr. Baptista Pereira:Sam davda al-
guma, Estamos legislando smente era re-
lafSo injuria, e K ra estes casos que que-
remos as mais severas restriegues,
E' perciso acabar com este escandak; a
le tem ama missao muito moralisadora.
Sr. presidente, eu n3o sai qual a sarte
que aguarda o projecto ; entrego essas con-
sideragoes illustrago da cmara. Diz-rae
a consciencia que alguma cousa de bnm se
far. Ou eniregue-se o julgamento dos cri-
mes de liberdade de impreosa aos juizes de
paz, ou entregue-se s autoridades creadas
pela lei-de 3 de dezembro, ou entregoe-se
ao jury o julgamento da taes crimes, o qua
espero da cmara urna providencia efficaz,
enrgica, que cohiba os abuzos, e faca una
vez por todas cessar o e-candalo.
Sr. presidente, de todos os males sociaes
nenhum to pengoso com o da impunidade.
A impunidade a materia prima de todos
os crimes, urna eilada constantemente ar-
mada probidade e a seguranga publica.
O Sr Macedo:V. Exc. propbe as ideas
que lembruu?
O Sr. Baptista Pereira: Proponho; mas
parece-me que todos n3o esto de accordo;
as ideas divergem. Pareca, portanto, me-
lbor encarreirar este debate cara esperanza
de melhor xito ; me pareca mais conve-
niente que o projecto com todas as emen-
das fosseeocaminhado commissSo de jus-
tiga criminal para dar a respeito delle om
voto que possa orientar cmara.
OSr. Macedo: Para entrar em a dis-
cusso.
Q Sr.'Sayo Lobato:E completar o pro-
jecto.
OSr Baptista Pereira:JPara este fim
proponho emenda n3o s restaurando o c-
digo do processo nesta parle, como alm
disto sujeitando responsabilidade criminal
os signatarios dos arligos publicados.
OSr. Olegario.Apoiado, sem prejuizo
2o discus>ao.
Vem a mesa, sao lidas, apoiadas e entram
conjunclamente em discusso as segaintes
emendas:
de doos juizet neste paiz lesa assim- mter-
pretaao a no-salegisiagaV> crimiaaL El po-
da, pois, dizer com-.justa razo que nao
tena bavido caa seria de abusos, mas sim
alguos juizes que a este respeito- teBai&fcin-
gido a lei.
Seahores, se isto b urna raz5o para se
crear ura direito novo, ou para so interpre-
tar a nossa lagislago criminal, neste caso
deferamos fazer urna reforma mais ampia,
porque ha amitos assumptos sobre qae os
abusos lera sido mai frequentes, o direi
raesmo mais fataes, mais desmorasaifures
quanto aerjao regulec da justiga. Quactos
abusos de cutra especie t
A passar semelbante precedente, seaho-
res, de h ijsO'ii diante dependera da vonla-
de de um ou mais juizes, ou de oulro qual-
quer funcionario, a necessidade d inter-
pretarmoa lei.
Sr. presidente, nao me parecen proce-
dentes ainJa as razes do nobre antor do
projecto, porquo a meu ver os faotos expen-
didos por S- Excaeonseibao nao urna lei
de ioterpretago, mas urna lei- mais severa,
mais pjefisa e dar, reguteodo a responsa-
bilidad do magistrado cce infringisse de
frente as regras-efrmalasdajustica.
Ma3, diss-aos o nobce deputado: ns
tem onteniido que os crimes de injuria cu-
jo mximo da pena nao exceder a seis me-
zes de-prisSo. devem sor julgados pelo jury
era virtude da lei de *830; outros enten-
dem o contrario, que devem s-lo segundo
o eodigo do processo, e por isso devemos
reformar a legislago. Pergunto eu ao
nobre deputado auor do projecto : quaes
sao essas opinias que tem aparecido no
paiz defendendo a doutrina contraria da
adraittila pela pratica constante de julgar
de todos os juizts e em t da a parte? O
nobre deputado pode apresentar-aos apenas
ama aotoridado seria, competente, que poz
em duvida essa inteHig.ncia, essa applica-
[cSo da lei; a do fallecido Sr. Manoel Mon-
des da Cuaba Azevedo, jurisconsulto dis-
tracto, cuja memoria semjjduvida nenhuma
respeitavel; mas fra desta opinio,
qne, permiita-se-me dizer, apenas urna
prova de que a intelligencia mds elevada
tde desviar-se fra desta opinio, digo,
o nobre deputado nao nos aprsenla sen3o
ara oa dous juizes qaom tem infringido a
lei.
Disse nos o cobre depntado: E' pre-
ciso ioterpetrar a lei. Mas, senhores o qae
interpretar ama lei ?
E' sem duvida algoma esclarecer o qae e
obscuro aella, determinar a soa verdadei-
ra intelligencia, quaodo n3o bem compre-
bendida na execugSo. Quando urna dispo-
bora juiz ?
0 9r. Ratisbo&B Ainda i0ia nSo
menos verdadeira a rnjnha popec*>.
Senhores, o ju>z por toa val interprete
da lei. mas esta sua facaWade n*o Ibe d
o direito de substitui-la, porque limitada.
0 juiz nSo pode passar oem da tetra, oem
da razao da lei; s o poder legWativo tem
0 direito de rer-tabelecef a ana 'verdadeira
intelligencia, porque poder exclusivamente
autorisado para i so pela constituigo.
Mas procurare!'ainda demonstrar qae a
ar^amentago do nobre deputado oesta
parte 6 ama argumertagSo insobsisteaie,
fraca.
Senhores, s3o diversos os modos porque
e revoga ama lei: ou a lei especial,
comprenende apaas tal oa tal objecto, e
neste caso a revogagao directa, ou e urna lei
orgnica, am systea que S9 substilue por
outro; oa entlo, em qrj|lquer das bypo-
teses figuradas, a lei nova pode ser unja
reforma parcial ou geral, e aeguramaite
n3o urna reforma qae propbe o nobre de-
putado.
Mas se S, Exc. mesmo quem reconhee
qae nao ba obscuridade nenbaaia Da lei, ae
o nobre deputado qoe reeonhece que a
lei de 1830 Ocoa ioplicitamente rev gada
tanto as suas disposieoes erimioaes como
as goe regulSo as frmulas do processo,
aoode est a necessidade de tegislatascs por
causa de ura aboso que se dea Deste oa
uaquello- lugar ?
Senhores, que a 1er de 1830 estfr rehoga-
da um fecto qo8 s nSo coobeee ipMle
qoe e cgor nao dos olhos mas da inielli-
gencia, porgue o peior 6ego qo ba ntste
mundo. (Apoiados.)
A revogagSo de urna le? se pode dar af-
da debaixo de am outro ponto de viBta. 9
nobre deputa Jo peto 2o districto da provic
ca do Rio de Jfeoeiro sabe qne a lei da 1830
comqnaoto estabelecesse um systenM^ e
coutrvesse ootras' di^posige qoe regala*
van a forma do respectivo processo, era?
todavia urna lei qne eomprebeadia soman-
to urna elassa de crimes.
Veio porem, depois o cdigo criminal, o
o que fez? Tradujrio, ou auSes, copii
iii!a.-i materialmente todas as disposig'
sriminaes-daquell lei1; veio igoatnepteo
cdigo do-processo destinado a applicagf>
do cdigo criminal, e sobstituio tawbana a<
antiga fnBa do processo.
Ficaram, pois, pelo cdigo criminal re-
vegada todas as di8posiroos amerioras, n3o
s-aquellas consagradas na lei de 18S0, co-
mo-todas as*da legislacao aotig.
Ora, se a lei da !S30sti em vifier, en-
to podemos sustentar con moito boas ra-
zes-qoe taes* e taes di3peaif5es da Ord. do
livr 5o tamba vigoram.- Mas forana- re-
vogadas todas-as disposita da lei de 1&30,
o5o implicitinaaote, como disse o oobre de-
puta, mas axpressameat, porque era
ura sysiema oovo de direito criminal, era
um nevo syteaa de peoalidade qoe vintoa
suostisair. toda a aotiga legislacao. Por
conseqoencia todo o passade legislativo em
materia crimina* eom o cdigo criminal, fi-
cou extmeto.
SeuaoreSi est doutrioa"- qoe sustento
est consagrada na propria- lev criminal, e
admira que o n*bre autor do-projecto a te-
nba eoquecidu.
O Sr. Baptista Pereira:Mes*e ponto
n3o tem razo o cobre daputa-to; Do se
revoga expressameote urna lei seto quando
t.6, declara revogada.
O Sr. R3tlsbona:Isse : le especial,
nao -quando o sysiema vem sobstilituir a
outro sysiema ;' o cdigo criminal substi-
tuio toda a nossa aotiga legisiago criminal,
e agora diz o cobre deputado- qae ha duvi-
da relaiivamenta ao processo, porque se o
cdigo- criminal revogou a lei de 1830 na
parte criminal, nao est ainda claro que o
cdigo do processo revogasse tambem a
forma de processo estabeJacida por aquella
lei. '
El esta, sen'oares, urna duvida qoe tam-
bera nao tem razao de ser, que tst no
mesmo caso da. outra ; o cdigo do pro-
cesso teve por fim, como disse, consagrar
as formulas garantidora. da applicacSe. da
lei penal, e per conseguate revogou tadas
as frmulas anteriores de processo, quinao
i'oram expressameote axcepiuaJas.
Pergunto ao nobre diputado o que sub-
siste depois do cdigo do processo, a* n3o
sorem as junsdieges- especiaes'?
Em apoio deou consderago lembrarei
ao nobre depurado pelo Rio de Janeiro orna
reflexo : supponbaraoa que amanha seria
promulgado o nosso cdigo civil t;;o espe-
rado, o nobre depolado ou algaem.ao Bra
*zil entendera anda era vigor as ordenag5es7l
Era preciso que o novo eodigo civil disses;
seeslo revogadas- as ordenagbes anterio-
res era preciso que o dnsessa lei por
lei.
Beta v o no!re deputado qae a sua doar|
trina seria sobremodo perigosa nesta parte
Eairarei agora, Sr. presidente, em oulual
ordem de consideragao.
Senhores, este projecto veio suscitar!
ideas de reforma oesta parte de nossa njgis-
lago penal.
Vi
Vamos, pois, ver, Sr. presidente, appli- j imprensa, cujo mximo da pena fr seis me
cando este conseibo que nos recomraen- zas de prisSo com multa correspondente
dado por om douto magistrado da Franga, metade do tempoou sem ella, sero proces*
qual o julgamento que se recommenda como 8ado3 o julgados pelos juizes de paz com ap-
raais vantajoso, se o julgamento pelas.jos- peliaco para os juizes de direito.Baptis-
ticas especiaes, se o julgamento perante o ta Pereira.*
tribaoai do jury. t Fica revogada a disposigto do art. 7o
O julgamento perante as. jastigas espe- do cdigo criminal oa parte 1
;,* =tt recommenda polka, segaintes vanta- dera respoosaVel smente o.aal
primeira, a sua celeridade; em se- obrigar. A assignatura do eacnpto imporia
sigSo legislativa se presta a ioterpretago
diversa, quando na applicagSo desta disposi-
Os crimes por abuso de liberdade de'gSo legislativa o magistrado aqui estabelece
urna doutrina, acola estabelece outra, e e>te
A cmara ouvio os oradores qae se pro-
nunciaram a este respaile, e coobeee as
emendas que estSo sobre a mesa. J nao ha
duvida de que se quer mais de ama altera-
gao no cdigo criminal e do processo. A.
materia, entretanto, grave reclama seria,
ltenlo e estudo, e vista do modo porqae
tem sido disentida, eu tambera receio iocor-
rer em algnmas das qualiDcaces aqai tem-
bradas.
Mas, nao obstante, fiel aos principias po-
lticos que tenbo adoptado orno norma de
miaba vida publica, pouco me embaraca qae
oa enunciago de miabas ideas me qualifi-
quem de conservador oa liberal oa de pro-
gressista.
Sr. presideote, o Jury, que a jurisdieco
commum, em mataa criminal, sem dovi-
da o tribunal qu offareca garanta; melbo-
res e efficazei para todos os julgamento?, e
eo estara disposto a eptregar-lhe j por
meu voto a competencia para jalgar todos os
crimes e delictos da iraprensa. se porven-
tura a idea do projecto fosse mais ampia.
Eu desejra qne se acabasse para sempre
que consi-
ciaes se recommenda pe1,'as ."segaintes vanta- dera responsivo! i
gens: primeira, a sua celeridade ; em se- obrigar. A assgi
gudo lugar, a certeza da puni&o, Este a responsabilidad do sea amor soiiqana-
facto seda constantemente no paii, quaodo g^ essa entidade immoral e aviltada, que a
esta applicgo assim variada, esta jaris-lconscigncja pQblica apropriadamente designa
prudencia assim vascillante torna-se, por
assim dizer, o estado permanente na appli-
cago dessa disposigo ; a necessidade de
orna lei interpretativa patente; mas quao-
do a lei clara e o juiz abusa, a reforma
nao esclarecer a lei, a reforma crear
medidas efficazes para a punigo dos juizes.
OS r, ArlBlides Lobo: -Ma quando o tri-
cota o non&e de testa da ferro, e por esta
raz3o estoo disposlo a votar pela emenda do
nobre deputado por S. Paulo.
(Continuar-ie-ka.)
TTP. DO DIAR10-RJJ> DAS CHUZAN. U

.VI
1
i

1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EY9P92FCJ_W1BQ6T INGEST_TIME 2013-09-05T04:05:49Z PACKAGE AA00011611_11554
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES