Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11529


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Full Text



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ANNO XL1V. NUMERO l.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------,_______________________,____________________________________.
WHA A C-IMTAI. K LltlBES OltBI 8K ttA PACA *!
fw tre mares linlid ...:'.......... B
Por seis ditos M .. t. t. -i. .. .
Par aa idcrn > .. .
4it amere amias .; ^.............
6000
i2000
24AOOO
320
SEXTA FEIRA 27 BE MARCO DE 1868.
PASA DENTBO E VOBA DA PBOYINCIA.
Par tres meiet aiiotalos \ .;*;'... .".'.' .i :." rS. 67lt
Per seis dilaa Uea ..'.............................. lt50f
Por aove ditn Htm ...........,..................... 29*250
Par ua anat le 51....................,.......... 27#0Qt

r
\88Q<&sri\88 mn iPimumsiM m isimiptoito a minDsa taaimiM 93 puma & munos sits mwmibn&midSi
o
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO.
Pirahybs, o Sr. Antonio Alexaodrmo de Lima;
Ch.t' o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaiy,
n s- A .de Lemos Braga ; Ceara o Sr. Joaqulm
j.j de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
,tP, & P,lhoe; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
CoMa: Alagoas, o Sr. Francisco Times da Cosa ;
Baha oSr Jos Harto* Alves; Rio do Janeiro,
M Sr. Jos Ribeiro Gas
srioho
Partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Eseada eestacSes oa va frrea at
Agua Preta, lodos os das.
[aarassd s Goyanna as segundas e sextas taras
Allito Anta o, Grvala Bezerros, Bonito, Caroar,
Saonbo, Garaoboo?, Bigue, s. liento, Bora Coa-
seibo, Agss Bellas Tacaralti, as largas feirra.
Pao d'Alho, Nazareib, Limoelro, firejo, Pesqueira,
Iogazeira, Flores, Villa Bel/a, Cabrot, Boa-Vis-
ta, Murlcury, Salguer,' e Ex, as guanas /airas
Sertnbem, Rio Formoso, Tamandar, Una Barrai-
ros, Agua Prela e Pimenteiras, mis quintas (eiras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabhados as 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juio do eommercio : segundas s 11 horas.
Dito de orpbos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do eivei: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda tara do civel : uartaa etabbadei a
1 ora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO
2 Quarto cresc a 1 h.. 56 o. e 21 s. da rn.
8 La ebeia as 5 b., 92 m. e 52 s. da t.
16 Qnarte ming. as 0 b., 36 m. e s. da es.
24 La nova as 3 b., 6 m. e 40 s. d n>.
31 Quarto crese. as 9 b., 32 ra. e 22 y. da m.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S.s Flix, Fromencio e Domieio mm.
24 Terca. S. Agapio m., S. Lailoo b.
25 Quart. e$ Ananociago de Nossa Senhora.
26 Quinta. S. Ludgero b., S. Braulio ab.
27 Sexta. S. Roberto b, Ss. Lydla e Fileto mm.
28 Sabbado. Ss. Prisco, Marco e Pastor mm.
29 Domiogo da Paixo. S. Berloldo ro.
PREAMAR DE HOJg.
Primeira as 6 ooras e 6 m. da manbia
Segunda as 6 horas 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COsTKIROS.
Para o sui at Alagoas a 14 30; pan o aorta
ate a Granja a 15 e 30 de cada mez-, pan Fea*
nando nos dias 14 dos mezes Janeiro, marco,:
julbo, setenar ro e novembro.
PARTE OFFIIM,
SUXISTERI DA HARI3SI \.
Decreto n. 4,111 de 28 de fevereiro de 1868.
Re.-rganisa o eervigo de fazaada nos corpos de
marinba.
Usando da autorisago conferida pelo art. 5* da
lei n. 1,250 de 8 de julbo de 18i>5, hei por bjm
reorgaoisar o servigo de fazeoda nos corpos de ras-
rioha pela (rma proscripta no regulamento da
presente dta que com este baixa, ass gnado por
Atjonso Jelso de Assls Figoelredo.'do meu conse-
lho, minislro e secretario de estado dos negocios
da marinba, ue assim o lentu entendido e faca
xecotar.
Palacio do Rio de Janeir", etn 29 de fevereiro de
1868 47 da independencia e do imperio.Com a
rubrica de Sua Magosta 1* o Imperador.Alfonso
Celso de Assis Figueiredn.
Regulamento a que se refere o decreto desla data
para reorganisaeo do servteo de fazenda nos
corpos de maunfca.
CAPITULO 1
Disposicio preliminar.
Art. 1.* Fica .'uppnmido o lagar de commissario
nos corpos de matinba, subsisiindo o de tscrlvao
com a denominapJo de official de fazenda, e com
as attriboicoes e deveres do presente regulamento,
pelo qual sera' isualmenU regido o survico de ad-
miDislracao de lazeoda nos referidos corpos.
CAPITULO II
Do commandante.
Art. 2. Compele ao cjrnmandaote ;
1. Autorisar os pedidos e as entregas.
2 Rubricar todos os documentos da despeza
do corpo, depois de conieri-los c>m o livro tos
qoartos.
3. Rubricar todas as notas dos livros de soe-
orros, excepto as relativas a bonos de farda-
mento.
4.'Providenciar para que os paioes eatHatn
sempre prvidos, nao s de municoes de bocea, co-
mo de fardaroeDto e de outros quaesquer objectos
iodlspensaveis ao servico.
5.* Mandar fazer carga no livso de soccorros
pelo respoctivo valor do objeclo recebldo e nao
restituido pjr qoalquer empregado do corpo e si-
multneamente autorisar a despea do mesmo ob-
jeeto.
6.' ZeUr, por tod^s os melos a seu alcance, a
fiel execuclo d?sta reguiadlenio, prohibindo des-
pezas desnecessaria3 e xtravlos de genoios a fa-
zenda.
7. Pedir providencias a' secretaria de estado
sobre as oceurrencias que se derem ao servigo da
tazenda, que nao pssa resolver por deliberajao
propria.
CAPITULO ni
Do segundi commondanle.
Art. 3.* Ao 2.* commandaute incumbe :
!. Examinar, todas as vezes que Jalgar ne-
eessario, o estado daescriptnraco a cargo do o()-
cial de fazenda, para que este a lenba sempre em
da, devendo, oatrosim, obngalo, bem como a j
fiel, ao exacto eumprimeuto de todo o servico que
bes compele.
2.* ,Coohecor do estado efectivo das pracas,
por m o de um livro detalbe aseu cargo.
3-' Examinar frequente.meule o estado das mu-
ni jectos que perteneerem a' fienda nacioui!. dando
conta do reeulUdo ao eommaodaote do corpo.
% 4.* Vigiat para que nao se facam despezas
desoecessanas ou excessivas.
5.* Assiitir ao3 recebioientos e fl^calisar as
entrega?.
6.* Pedir autorisacao ao commaedaots para
mandar fazer concerlo, cuja conveniencia reco-
ahefa necessana.
7.* Verificarse os pesos e medidas sao anaual-
meote aferldos.
8." Impedir que a arrecadacao esteja aberta
fra das horas dadistribuicao.
9." Autorisar a dlstnbuicjio do fardamento e
equipamento que for requisitada pelos comman-
danies de companbias.
10. Dar diariamente ao official de fazenda, por
eraem-escripta, rubricada pelo commandante, o
numero de racoes que se tiver de f jrnecer, nao i
s pracas do corpo, como s qae por ordem supe-
rior se acharem depostalas no quartsl.
11. Assislir ao balaceo que se deve dar roeo-
salmente no paiol dos mantimentos, e provideo-
ciar para que sejam carregadas as sobras que por-
ventura exisiirem.
capitulo rr
Do official de servico.
ArL 4.' O ofilcial de sBrvlco ordenara' a despeza
fi:s objectos qae forem necessarios durante o dia,
a' exceocao da munico de bocea, fardamento, ar-
mamento e equipamento que devem ser distribui-
dos por ordem directa do 2.* commandante.
Conferir' tambem os gneros qne se receberem
no quartel, procedendo de conformidade com o
disposto no art. 17.
capitulo v.
Do official de fazenda.
Art. 5.' O official de fazenda tem a arrecadacao, escripturacao e contabilidae de to-
dos os geoeros da fazenda nacional, pertencentes
ao corpo. Recebe nicamente do commandante on
do sen immediato as ordens relativas a este ser-
vico.
Aleo dissoincumbe ao official de fazenda :
Qaaoto a' escripturacao :
. i. Faier os pedidos, galas de entrega e bi-
lbetes de concert.
2. Escrlptarar o livro mappa e os de soc-
corros.
3.* Passar as guias das pragas qae desUcarem
ou que tiverem balxa.
Qaaoto ao fornecimento :
| i. Receber os jeaeros e dirigir a sua arreca-
dacao.
| Io Forneeer as rtcBss conforme a ordem
que receber do 2. commandante, e assislir a' dls-
triba cao.
| 3. Entregar os gneros que, na forma do pre-
sente regulamento, forem pedidos pelo 2." com-
mandante ou pelo official de servico.
g 4.* Ter todo o cuidado no embarque e desem-
barque do material.
5.* Vigiar alternamente a conducta de sen
fiel, pela qual responsavel.
8 6.' Entregar, mediante a competente aatcn-
saeio do commandante ou do 2.a commandante, asi
objectos pedidos para o servico do qoartel, do?
quaes nao possa ter despeza ; recebando, porm,
cautelas que, no caso de nao serem restituidos
ues objectos, salisfacwB o que flea disposto no
ti 8.* do art. 2.* deste rafolameoto.
Art 6.* O official de fazenda residir
quartel.
capitulo vi.
Do fiel. ^
Art. 7. O flel o guaraa da ariacadacao ; ser
orneado sob proposta do official de fazenda, pelo
befe competente, e por aqoelle conservado em
qnaoto bem servir. Bala' sojeilo a' polica militar
4o carpos, mas nao pode ser empregado em ob-
jeclo albeio ao servico qae Iba especial.
Ar. 8. Compete ao fiel:
g 1.' Ajudar ao official de fixenda no recebi-
xnento e diatriboicao dos genero.
S 1' Pegar, medir oa coatar o objectos qae en-
tregar.
| 3.* Dar parte ao 2* commandante, asslm como
ao oficial de fazenda, dos objectos qae nao entra-
rem na arrecadacio por serem immediatamente
poMos a' disposico de ootres responsavels.
4.* Cuidar no asseio dos paies e conservar
nelles a melbor ordem, para facilitar as entregas e
balando do existente.
Art. 9. O flel nao entregara' objecto algum sem
ordem escrlpta u) diario da despoza, como adiaole
se explica.
Art. 10. O fiis qae forem demittidos do servi-
co h forma do art. 7*. podero receber o resto de
verclmeotos a' vita da attestado d> official de
fazenda pelo qual prove que se acba de.-obngado
de divida.
capitulo vii.
Ua escripturacao.
Art. 11. A escripturacao de fazenda dos corpos
de marinba coostar :
I.* Dos pedidos e guias de condoccao.
Das guias de entrega.
Do diario da despeza.
Do livro mappa.
Dos livros de soccorros.
12. O pedido a peca principal do proces
so de recebimenio. Dave serreligido com a mator
clareza, declarando a especie de genero, e, por ex-
tenso, a quantidade necess.lia, quanfo nao esliver
flxada em tabellas eapeciaes. (Modelo o. 4). Nos
pedidos do mantimentos se indio.ra' apenas o nu-
mero de pragas e o lempo do fornecimento, que
nanea sera' menos de um mez (Modelo n. 2).
Art. 13. Os pedidos e as guias de condoccao sa-
rao lirados de ta!5es conforme o modelo n. 1, e
com o despacho de entrega da iotendencia, segu
rao para a aegao do almoiarilado por onde tiver
de correr o fornecimento.
Art. 14. Ocalcuto d.>s mantimentos sera' feito
na seceo pelo official de fazenda, e revisto pelo
escrivo. Verlticada sua exsctido, passara' cada
um destes empregados a en.'her os dizeres respec-
tivos dos documentos impressos.
Art. 15. Entregues os gneros, o (fflcial de fa-
zenria passara' recibo no pedido, e o escrivo da
ser-gao Ihe dar' a guia da conduccio (modelo a
3), qae sera' tambem assignada pelo almoxarlfe.
Art. 16. Esta goia acompanhara' o genero, e se
ra' entregue na partsl ao official de servigo, o
qual, depois dos exames necessaros, certificara'
nella o recebimeoto
Art. 17. Preencnidas estas formalidades, a guia
considerada documento de reccita do official de fa-
zenda, sen' por este levada ao livro mappa, e
guardada para ser presente com os respectivos ta-
Ios a' contadoria na prestaco de comas.
Ait. 18. O almoxarifes sao obrigidos a forneeer
integralmente os arti.o; designados nos pedidos,
enteodendo*se previamente com os mesmos almo-
xarifes para eete lim o (fficial de Lzenda.
Art. 19. as entregas se adoptara' o mesmo
processo dos pedidos com as seguntes allera-
gofls :
O documonto que tem de aeompanhar o objecto
reraettido dev ser a gula de conducho : o recibo
desla mesmo objecto sera' passado pelo almoxarife
ao official de fazenda. (Modelo n. 5).
Art. 20. No livro diario da despeza lancara* o 2*
commandante a ordem para o moniciamento das
pragas existentes no qoartel, a' visla da tabella
orrespoodeote aodia de que se tratar. Nesta mes-
ma ordem se relacionara' o numero de luzes m-
dispensaveis. (Modelo n. 6).
. Art. 21. Asrdeos de muoiclamento a que se
refere o art. 20, servirao de documento de despeza
na prestago da cocas.
Art. 21 As despezas eventaaes serao feltas rae-
diante autorisago escripia palo official de servigo
no livro diario. (Modelo o. 7).
Sao despezas eventuaes aquellas que no se re-
feri-m a municiamenlo, fardamento, equipamento
e armamento.
Art. 23. No livro mappa sera'- langido diaria-
mele todo quanto se receber oa despender, para
qae o official de faienla possa faciimeato balan-
cear a sua conta.
A despeza denosotimentos, poro, sera' levada
ao dito livro por meio de resuooos de qaiozana.
Bem assim sero laogados os documentos jastiflea-
livos das entregas ao almoxari/ado, cumprindo qae
tal langamento se faga precisamente Da data do
recebimeoto desses documentos.
Art. 24. Em cada eompaohia bavera' um livro
de soccorros. Desle livro constara' o assentamento
da prsga e todas as circomslancias de sua vida
militar.
Art. 25. Havera' igualmente um livro de soe-
corros paraos offlciaes dos corpo?.
Art. 26. E'prohibido raspar ou emendar os li-
vros de soccorros e qaaesquer outros da fazenda
nacional devidamente rubricados.
O engaos ou equvocos que se derem oa es-
cripturacao daqoelles livros, serSo rpparados pelo
proprio ofBcial de fazenda, por meio de notas ru-
bricadas pelo 2* commandante.
capitulo viii.
Rcccbimento e dtstrtbmcao dos gneros.
Art. 27. Os vveres sero examinados pelo ci-
rorgiao do corpo, e rejeitados quando este os de-
clare de ma quahdade.
Art. 28. O official da fazenda, e no seu impedi-
mento o flel, acompanhara' os gneros at ao qoar-
tel. e os apresentara' ao official de servigo, qae,
DO
depois de os conlerir com a guia de coduccoj
certificara' na mesma o recebimento.
Art. 29. A dlstribniga) das racgSes se fara' com
as formalidades recommendadas no regiment pro-
visional.
Nao sendo possivel que o pao dstrlbado a cada
praga tenha o peso da raegao, veriflcar-se-ba se
este exUte no total do fornecimento para cada
rancho.
Art. 30, As especies e qaantidades que constl-
tuem a diaria para cada praga sao as que cons-
tato da tabella A.
Art. 31. Esta tabella podera' ser alterada dos
casos de epidemia, precedendo representagao
do clrurgio, e autorisago do ministro da ma-
rinha.
Art, 32. No m de cada mez se balanceara'
receita dos mantimentos, para dedundo o existen
te, fazerse os pedidos do mez segniote.
Art. 33. O fornecimento de pao e ctroe sera'
feito por vales.
Art. 34. Estes vales asslgnados pelo 2* com-
mandante e pelo official de fazenda, serlo apre-
seniadosmensalmente pelo fornecedor ae comman
danta do corpo.
Dopols de examioados por estes se proceder'
do segunte modo :
O official de fazenda cortara' do livro de talo c
pedido, ao qual designara' o numero total das ra-
c5es recebidasdorante o mez, e peso corres-
pondente. Passara' depois recibo no mesmo pedi-
do, e com este o fornecedor justificara' a conta
que deve apresentar na contadoria de marinba
para baver o seu pagamento.
Na parte do pedido destnalo guia de condoc-
cao a asilgoatora do fornecedor substituir' a do
almoxarife e a do escrivo, o a do ofBcial imme-
diato a do official de servigo.
Art. 35. Pela pagidorla da marinba se continua-
ra' a abonar mensalmente as quaatias necesarias
para oecorrer i compra de pao e earne, quando o
fornecedor nao sopprir estas gneros na forma do
contrato.
Taes qoantias sero guardadas em cofre,, do
qual sero claviclanos o official de fazenda, o 2*
commandante e o commandante
Art. 36. A despeza de verdona sen' levada em
conta pela ordem do moniciamento.
Art. 37. A conta do vendedor com o visto do
eommaodaote, rubrica do sea immediato e appro*
vacao do clrurgio, provara' a despeza qae ae fl-
xer com a compra de pao e carne no caso previs-
to no art. 36, e servir' lambem de documento de
recelta do genero.
ArL 38. O commandante dar' a contadoria da
marinba a informado oecessaria para iodemni
sago da fazenda nacional da differenga entre o
prego do contrato e o da compra realizada.
capitulo IX.
Do fardamento, armamento e equipamento.
Art. 39. O fardamento continuara' a ser dis-
tribuido, de conformidade com as disposicSes
em vigor oos regulamentos dos corpos de ma-
rinba.
Art. 40. Quando se flzer pagaatento da semes-
tres no quariel, ou fra delle, as relacCesres-
pectivas se ootara' sempre com clareza as pegas
que tiverem sido abonadas pjradiantamento, aflm
de qae na occa-ia.i se faga o descont.
Ari. 41. Continuara' avigorara disposigo do
art. 4 do ragulamento e decreto n. 699 de 18 de
setembro de 1850, quanto snppressio da ordem
de despeza do fardamento e armamento.
Art. 42. Das entregas do armamento e equipa-
mento cobrara' o official de fazenda recibos, pas-
sados as reqoisigdes pelos commandantes de com-
panhlas.
Art. 43. Havera' em cada eompanbia, a cargo do
respectivo commandante, um livro de talo para
os pedidos,.segundo o modelo n. 8
Este livro lera' folbas em braoco para os termos
de entrega, pela subslituigao dos commandantes de
companhia.
Art. 4i. Se nessas entregas se conhecer algu-
ma fal'a, sera' islo declarado no termo e no reci-
bo que se passar, dando se de tudo parte a repar-
tigo competente, para despeza do official de l>
zeoda, e indemnisago dos valores pelo competen-
te responsavel.
Art. 45. O official qae tonar o commaodo de
compaohia fica responsavel por todo o que eslava
a cargo de seu antecessor, se no tereco qae ambos
assignarem nao estiverem declaradas as faltas
existentes.
* Art. 46. Os recibes do armamento e equipamen-
to distribuidos sero considerados documentos suf-
icientes da existencia de taes objectos, qaanlo se
proceder a inventa; to no fien de cada anno finan-
ceiro.
Art. 47. Todos os pedidos sero feito? pelo livro'
de talo, com excepgo dos qne tiverem por ob-
jecto a sabsiituigo de arligos extraviados do ar-
mamento ou equipamento.
Ss o extravio se dr por colpa recenbecida da
praga a qnem oertencer o artigo, sera' ella obri-
gada a paga lo por descomo.nos seos sold?, dan-
do-so logo despeza ao official de fazenda.
No caso contrario de perderle o artigo por mo-
tivo justificado, dar-se-ha despeza ao eommao-
daote da eompanbia, e se fara' o pedido de snbs-
lituigo.
capitulo x.
Do vencimento, relacwnamento e dg modo porque
lio de ser pagas as pragas dos corpos de ma
rinha.
Art. 48. Os commandantes, os offlciaes da ar-
mada e das classes a anexas, pertencentes aos cor-
pos da marinha, contiooaro a ser pagos de seos
vencimentos e vaolagens por meio da recibos.
Art. 49. No primeiro dia de cada mez, os cem
mandantes de companhia formaro as relagoos de
mostra das pragas existentes no qoartel, com as
alteracoes hiavidas duranto o mez, e bem assim as
retagds dos sidos e gralifleaedas vencidos no
mez anterior, a qae tenbam direito as pragas de
pret e offlciaes Inferiores.
Art. 50. "Taes relagSes serao enviadas contado-
ra da marinha d'onde destacara' um empregado
para o cerpo, aflm d ahi fazer a conferencia com
os livros de soccorros, devendo verificar oo s a
exactido dos descontos qae se tiverem de fazer s
pragas por abonos de fardamento, oa outro qual
quer motivo legal, mas tambem se as notas foram
laogadas nos asseatamentos com clareza e antben-
(icldade.
As faltas encontradas nos livros serao logo re-
paradas pelo official de fazenda, pelo modo pros-
cripto no art. 28, e as que se reconhecerem as re-
lagdds sero coacertadas tinta encarnada, quan-
do se possa dispensar a organisago de novas re-
lagoes.
Art. 51. Concluida a conferencia, e verificada a
exactido dos abonos, o empregado da contadoria
de marinha, sob sua responsabllidade, pora' as
mesmas folbas e assignara' a nota seguiste :
Confere com os Itos de soccorros e importa na
quantia de (pir extenso) liquida de
....i... (por extenso) de descontos.
Do occorrido dar conta ao contador da ma-
ncha.
Art. 52. As relagoes rubricadas pelo contador
sero remedidas intendencia para ordenar o pa-
gamento, o qual ser feito np quartel pelo pagador
da marinha com as formalidades do estylo para
servigo Idntico a bordo dos navios.
Art. 53. Terminado o pagamento em da e bora
previamente mareado ser cada relaco encerrada,
com declarago das pragas que nao tiverem com-
parecido, as qaaes s sero atleodidas as folhas
do mez segointe.
Art. 54 As pragas que tendo sido relacionadas
alo forem pagas, e entretanto destacarem para os
navios, levaro notada oas suas gulas a data de ai-
timo recebimeoto.
Art. 55. As pragas que estiverem as cireams-
tandas de serem desligadas do servigo sero pagas
immediatamente, a&m de oo haver demora na en-
trega de suas baixas. Neste caso a conferencia da
relago ter lugar na contadoria, seguiado-se o pro-
cesso ordinario.
Disposicoes geraes.
Art. 56. Os inventarios sero feitos em duplca-
la. A primeira va encerrar a conta que Andar.
A segunda, que servir da receita da conta nova,
ser laucada directamente do livro mappa.
Art. 57. Os offlciaes de fazenda cauciooarlo
fazenda nacional a quantia de 305000 mensaes,
deduzidos de suas gratificagoes marcadas na ta-
bella C.
Art. 58. No caso de demisso ou impedimento
do fiel, ser elle substituido por um official in-
ferior do corpo, sob proposta do official de fazeoda,
o qual devera' tratar da subslitnigao definitiva, ten-
do em vista o disposto no art. 10.
Art. 59. As pegas de fardameoto que pertenee-
rem a pragas desertadas, fallecidas, on que tiverem
baixa do servigo, antes do termo de durago das
oseemas pecas, sero vendidas em basta publica,
nos qaarteis, para indemnisago da fazeoda.
Art. 60. Os pedidos dos medicamentos serlo fei
tos por ordem alpbabetlca, assignados pelos cirur-
gioes, rubricados pelo commandante, seguiado-se
o syitema de tildes, estabelecido no presente regu-
lamento.
Art. 61. Servir' ao mesmo tempo de livro de
despeza aqoelle em qne deve o clro-glo Uogar o
reeeltoario diariamente.
Art. 62. Para balancear as suas contas e facili-
tar-Ihe a prestago, tera' ai oda o clrurgio um pe
qaeno livro mappa demonstratiyo da receita e des-
peza.
ArL 63. Se na prestago de coalas oo prazo da
lei, acbar-se trazada a escriptaragao do livro map-
pa, stira' ella posta em dia por nm empregado da
contadoria da marinha, a quera se abonara' 105000
por mez de escripturacao atratada, dedoxldos da
gratificagao goe percebe o clrurgio pelo encargo
da botica.
Esta disposigo extensiva ao official de fazenda
e em geral ao empregado que nos corpos e eompa-
ohias teaba de escriptorar livros, oa qaaesquer ou-
tros dMomeolj de fazenda, sendo a gralificago
reverslvel ao official da contadoria na corte e das
thasouranas as provincias, deduzlda dos venci-
mentos do responsavel por determinago dos cheles
daqneilas reparligSes.
ArL 64. O capelles receberao do official de fa-
zenda, passaodo recibo, todos os objectos relativos
ao exercicio de seu ministerio, e sero responsaveis
por sua comervago.
Art. 65. O mestre do corpo de imperiaes mari-
nheiros continuara' a responder pelo apparelho, ve-
lame e mai* objectos do navio de Instrncgo, e bem
asslm e or todos os escalerps do servigo da forta-
leza de Wlllagaignon e da Boa-Viagem.
Art. 66. Nao se concede ao offloial de fazend
porcentageai a titulo de qaebras.
ArL 67. Quando apparegam gneros deteriora-
dos na arrecadago do eorpo, o commandante, in-
vestigada a eaosa a da delerioragio, participara' a
oceurreocia a aotorldade.compe'.ente, que resolver'
como melbor convier.
Art. 68. Os prejulzos, devldos a pouco zelo oa
arrecadago, aero pagos pelo offlcia! de fazenda e \
pe.o segundo eommaodaote, oavida urna comrais-
sao de peritos nomeada pelo governo.
Art. 69. A intendencia da marinha obrizada a
dar partea secretaria de estado do fardamento e
imis objectos arruinados, que forem entregues pela
arrecadago dos corpos aflm de se proceder na for-
ma do artigo antecedente.
Art. 70. Nao sa podera' abrir a.arrecadgaosem
qoe esteja presente o official de fazeoda ou o seu
fiel.
ArL 71. Fica extincla no corpo da imperiaes
marinheiros a offlcioa de serralhelros, creada pelo
avi-o de 29 de novembro de 1841. O concert do
armamento e mals objectos sa fara' no arsenal de
marinha da corte.
Para realisar os concertos se preceder' do ae
gointe modo :
Na cinema competente sera' apresantado o ob-
jecto a concertar cora billete despichado pelo di-
rector. O mestre da officina dar' recibo ao offi-
cial da fazenda.
Concertado o objecto sera' entregue com decla-
rago feita pelo official de fazenda no bilhete cima
referido, e ne-t occ sio sera' loutilisado pelo
mestre o recibo qoe passara.
Art. 72. Para cada ama das compaohias de
aprendlzas rnarioheiros e do arliflees sera' nomeade
um oflkial de fazenda, eom alirlbaic5js e deveres
anlogos aos qae ficam esubelecidos no presente
regulamento.
As folbas de'pagaraento de tolas a3 corapanhias
sero feltas na forma do art. 27 do decreto e regu-
lameato n. 1.517 de 4 da Janeiro de 1853.
Art. 73. Conlinuaroa ser escriptorados, na for-
ma do aviso de 23 de setembroide 1848, os donati-
vos faltos a capefla d9 Nossa Seobora da Boa-Via-
gem nesta corte, devendo ser reconhecida annual-
mente a applicagao das qaantias recebidas.
Art. 74. Fica suoprimida a escriptarago de que
tratam as instrucg5e3 de 9 de agosto da 1841, e o
decreto n. C99 de 18 de setembro de 1830, deveo-
do o fardameoto das corapanhiss da aprendizes roa-
rinheiro?, na corte, ser supprido pelo almoxarl-
fado.
Art. 75. Ficam revogaias as disposigoes em con-
trario.
Palacio do Rio de Janeiro, em 29 de fevereiro ao
1868. Affonsc- Cejso de A?sis Figneiredo.
otMdoTe AuFiS.
Qaartel general do commando das ar-
mas de peroambnco, 26 de marco
de 1868.
ORDEM DO DIA N. 411.
O brlgadeiro commandaote das armas faz publi-
co para os Ros, que a presidencia communicou em
officio da 2i do correte :
1* Qie por aviso do ministorio da guerra de 12
deste mez, constou ter sido appravada a d^raissao
ao Sr. teneole normado do exercito Francisco
de Paula Meira Lima do lugar da ajudanta do di-
rector da colonia militar de Pimenteiras, e bem
asrim a nomeagao do Sr. capito tambera reforma
do Rozando Monteiro da Lima para substitu lo.
2* Qu tendo sido por portara do ministerio da
agricultura, commercU e ebras publicas d9 13 do
correnta, dispensado da commisso em que se acha
nesta provincia o Sr. capito de estado-maior de
V ciaste Candido Jos Coalho da Moura dever, de
conformidade com a reqoisigo do ministerio da
gaerra de 10 deste mez, regressr qaaoto antes
para a corte, adra de apresentar-se ao Exm. Sr.
tenente-general ajudante-general do exercito.
3* Que por portara de 21 anda* desta mez con-
cedeu tres mezes de lireoga ao Sr. capito reforma
do do exercito Leopoldo Borges Galvq Uchoa, pa-
ra ir a provincia do Rio-Grauda do Norte tratar de
sea particular ioteresse.
(AssigoadoJJoquim Jos Gongalves Fontes.
Est conforme. Emiliano Ernesto de Mello
Tamborino, tenla ajudanta da ordens encarrega-
do do deUlhe.
REVISTA DIARIA
Celebrou se hontem ( 26 ) as solemnes exe-
quias que o Sr. consol do Uruguay coadjuvao por
algons amigos e admiradores do finado general D.
Venancio Flores, mandoa fazer na vasta igreja do
Espirito Santo d.o)|eglo.
O templo ostentava a mesma magnificencia f-
nebre de que se vesta por occasio do funeral do
Exm. conselhelro Si e Albuquerque, tendo apenas
como accrescimo brazoes d'armas, trophos e ban-
dearas, e novos emblemas com dalas commemo-
ratUras e loscripges latinas anlogas ao acto.
Na freote da orna funeraria estava o retrato do
general a oleo e aos lados armas e a baodeira da
Repblica Oriental enlajadas com o pavilbo na-
cional.
A' dlreita lia se-18 de maio de 1808-dia de
seu oascimeoto, e esquerda19 de fevereiro de
1868dia de sea passamento.
as 16 tribunas do templo vlam-se ootras tantas
dalas commemoralivas dos priocipaes faitos de to
conspicuo como virtuoso e valente miliar.
Concorreram ao acto cerca de 400 pessoas de
todas as classes e gerarchlas, entre as quaes o
Exm. presidenta, o commandante das armas, os
consales, algaus deputados e mullos funcionarios
pblicos. as tribunas estlveram diversas fami-
lias.
Reclton a oragao fnebre o Rvd. Lioo do Monte
Carmelio Lona, faxeado resaltar de sea discurso as
eminentes'dualidades e vrtades desse grande bo-
rneo que foi lio nosso amigo.
Igualmente fallaran) os Srs. Victoriano Palhares
e Pesaoa, recitando aquello, alora de um pomposo
e eloqoeote discurso, ama Ijada poesa.
Pea as honras militares orna brigada da nos-
sa guarda nacional
O* navios surta no porto, as tortaleas e os cn-
sules de todos os paites tiveram dorante o dia
os seas respectivos pavilhoes em funeral.
A commisso eocarregada desse acto foi efflcaz-
mente coadjuvada pala presidencia no sentido de
trnalo o mais pomposo possivel ; e ella pede-nos
qoe em seu nome agradegamos as pessoas qoe a
elle concorreram por essa prova da estima dada
um paiz amigo na pessoa de sea fallecido presi-
dente.
Amanhaa daremos a pablicidade o discurso e a
poesa do Sr. Palhares.
Sob proposta do commandante superior da
fcaarda nacional de Santo Aotn, foram designados
os seguales pontos para a reaniio das eompanbias
do batalhao d. 4 : villa da Eseada, para a 1*; en-
genho Alegra, para a 21; eogenho Capoeira Tapa-
da, para a 3*; eogenho f.imoeiVinfto, para a 4";
engenho Caipora, para a 5"; eagenbo Campestre,
para a 6'; engenho Frecheiras, para a 7a; enge-
! nbo Arand. para a 8*.
Para 3* sopplante do delegado de Oiinda foi
nomeado Manoel Dionisio Gomes do Reg.
Foram nomeados, sob propostas dos respecti-
vos commaDdaotes : 6
1* batalho de arlharia,
i* eompanbia.Segundo tenla Antonio de Pi-
nito i! rges.
2i* batalhao de mfantaria.
Qoartel mestre o alferes Joo Romarico de Ata-
vedo Campos secretario Harmogenes Rodrigues
lVreira; porta estandarte Manoel Francisco da
Silva.
! compan'aia.Capito Thoro Joaqnim deO-
veira, teoeole o alferes Jos Dias da Silva, alferes
Manoel de Ar.evedo Campos.
2' dita__Teoente o alferes Joaquim Rodrigues
da Silva, alferes Tiburcio Valeriano da Costa a
Jos Alfonso da Azevedo Campos.
3* dita.Tenle Manoel Feliciano da Silva, al-
feres Antonio Alexandrino Cavaicanlee Fablo Jos
de FIgoeiredo.
4" dita.Tenente Jos Alves da oliveira, alferes
Joo Raptisla da Silva Maia e Manoel Joaquim de
Torres Gallindo.
5* dita.Tenente Joaquim Tboodoro de Rarros
Costa, alferes Prudente Modesto da Cmara e Ju-
vencio Silvino deKreitas.
6" dita.A'feres Joaquim Rufino Alvas e Hsnrt-
que Gomes de Barros e Silva.
7* dita.Alfares Pa Iro Ferreira Lima e Laiz de
Franga da Vera Cruz.
8." dita.Capito o tenla^os Pedro de Olivei-
ra, tenente Manoel Antonio Gomes Jnior, alferes
Antonio Rodrigues Esteves
Si batalhao de infanlaria.
1.' compaDhia.Alferes Avellno Rodrigues da
Silva.
4. ditaCapito o tenente Galdioo Alves Bar-
bosa, lente o alferes Cyriaco Jo? Veloso da Sil-
veira, alferes Antonio Francisco de Assis Pereira.
5.* ditaCapito o tenente Joas Fernandos de
Araujo Saotos.
8." dita. Capit5o o tenente Jos Clemente da
Silva, tenente o a Iferes Antonio Manoel Pereira
Viauna, alferes Jos Paulino Pereira da Cesta.
46.* batalhSo de tnfantaria.
Qaarlel-mestra o alferes Jos Felippede Albu-
querque, seefetirio Ignacio Francseo de Albu-
querque.
5/ eompanbia.Tenante o alfares Antonl Poly-
carpo Callado Jnior.
8.* dita.-Alferes Jlo Francisco dos SaDtos Cal-
lado.
A assambla provincial deixou hontem de
funecionar, por falla de numero suficiente de seus
membros.
Em reunio da accionistas do Novo Banco de
Pernambuco, effeciaada na lerga-feira, foram apre-
ciados os trabalhos da liquidago incumbidos
respectiva directoii?; qua I, com a approvago
dos seus actos, foi votado um honroso agradec-
tenlo.
Nassa mesma reunio foram escolbidos os Srs.
Dr. Jos Bernardo Galvao Alcnforado e eommen-
dadores Joao Iiioaclo do liego M^deiros Domingos
Alfonso Nery Ferreira para proseguirem na den
nitiva liquidago do estabelecimento.
Pdla madrugada do domingo ultimo, na es-
trada de Oiinda, os invlidos da patria Ferraz e
Jos Grande travaram urna briga, da qual resol-
tou ser o primeiro ferldo com seis punhalalss era
diferentes parles do corpo, parecendo no entre-
tanto nao serem graves esses ferimentos ; visto
que o cfJeodide tend) sido recolhdo ao hospital,
delle evadise.
Ooffensor acha-se preso, e a auloridade compe-
tente procede na instruegao do processo.
Pranla a thesouraria provincial vai a pra-
ga no dia 2 da abril preximo, a obra dos reparos
da ooota sobre o rio Jiboato na estrada da villa
da Eseada.
Esto orgados taei reparos na importancia de
1:9805, devendo ser comegados no praiO de quin-
ze das e concluidos dentro de sessenta, contados
ambos os prazos da data da assignatara do con-
trato.
Ante-hontem a empreza dramtica do Santa
Isabel, em satisfaegao do sen contrato, deu a' scena
um novo drama original brasileiro, da peona do
Dr. Clemente Falco de Souza Fllho, que se apraz
em enriquecer a lilleratara palria com as odorfe-
ras Odres qae to mimosas Ihe brotara d'alma.
O novo drama do Dr. Sonta Fiiho nao desmenle
em coasa alguma a reputago Iliteraria do seu au
tor. A llnguagem animada, o colorido da pbrase
variado e barmonioso, as imagons poticas e os
pensameotos earacterisados por urna elegancia e
suavidade de encantar.
Como composigio dramtica tambem saptisfaz o
espirito esse feliz parto daqnella feliz imagioago.
Ha lances nasse drama que sao liollssimo?, ba sce-
nas Intimas de sorprehendente effeitos. As tres
ultimas scenas do primeiro acto, em qoe tem logar
a despedida de Daoiel de Mello, qoe devia partir
como reeruta para a gaerra, e as da entrada e des-
pedida de sen irmo Eduardo, que fra oflerecer se
como seu, substituto, esto nesse caso. Quo dif-
cil nao ao pobre Eduardo d.zer o adeus, talvez
eterno, a sua velha mal, ao seu querido irmo e a
saa loestimavel Angela, coGt-ndo as ligrimas qoe
iba borbulbam no corago, para sorrlr como urna
crlanca T E como o dramaturgo souba urar-se
vantalosameote desse embaraco T
No segundo acto, como bella a scena em que e
Dr. SimSes revella a* Angela, ento mulher de Da
Dial de Mello, o projecto infernal qne sua mente de
libertino forgicara contra a sua Lanra, e em que
aaaalla revolta-sa e exproba Ihe a iua miseravel
afronta I E a scena aae se segae a esse, em que
Daniel obrlga o libertino a dobrar ojoelho ame sua
esposa insultada I E as aoe se Ihe segu^mT A
volta de Eduardo, qoe se Abrir de glorias na ar-
mada brasileira, do memoravel combate naval de
Riachuelo, onde perder a vista; a narracao desse
espantoso feito da nossa armada ; e finalmente a
scena em que" elle conhece que fdra iran do por
dou3 entes qne tanto amava, Angela e Daniel, e,
depois da mais justa espansao da colera, prodozida
pela ingrttido da mulner que adorav e pelo es-
qaecimento do irmo, por quera fizera o sacrificio
de sua vida, cae prosudo esclamaodoespero mi-
aba mal; ao menos essa nao me teca' trabido I
Como lindo e enteroecedor ese* final I
No terceiro acto como sao bonitas as scenas em
oae Kdaardo, apz o roabo da Wha da Angela, lata j
crianza, em qnem pretende vingar o ultraje qoe
receben de sua mi e do irmo que estremeca ? t
E as tres ultimas scenas do quarto e o I limo ac-
to ? I Quanta verdade nao ba naqaellas sitnacdesf
quantas bailesas nao enearram aquellas passagens t
qaauto sent ment oo ba nquel la bumllbago de
Eduardo, aos ps dos algozes da feliciifade qoe tan-
tas vezes sonhara, quando o sen amigo o lente
Soares Ihe falla em Dome de saa mi, cbamando-o
aos deveres de irmo !
Sim; o drama do Dr. Sonza Filho liodo, doas
vezes liodo, cem vezas lindo. Qaer como pega lu-
terana, quer como drama, esta' na altura dos boas
dramas brasileiros.
O enredo bem delineado e prende a attengio
do espectador; os persooagens sao bem desenptos
a earacterisados. Eduardo, oo deixa nada a deso-
jar, um typo bem estadado. C Dr. Sino des, o fa-
cn! esta e attira a ao chao naca ogir com essa
berlino, do qual lirou o oome o drama, tambem
bem estudado. O de D. Luiza revella com toda a
verdade, a mulher cn%odida qae se oceulta soba
mascara da amisade, e, s*guiodo por toda a parte,
como a sombra o corpo, a seu ofiensor, busca aro.
momento asado para eravar as nonas e dilacerar o
coracao do seu algoz. Ha mulbares assim ; sao ta-
pates de chafordar sa na lama e nella vlverem
moito lempo, com tanto que possam n'um bello da
asfixiar nella aquella que as tiver ultrajado !
Qaaoto ao desempenho do drama ba alguma
couta a louvar em uns e a censura n'oalros ar-
tistas.
Eduardo foi desempeorado pelo Sr. Joaquim
Augusto, dizeodo isto, c emos ter dito todo, por-
que esse nome diz mais do que tudo que podara-
mos aqai diter.
O Sr. Simoes achou interpreta fiel no Sr. Tho-
maz.
A Sra. Velloti deu conta do seu papel da Ma-
man i de Mello, mi de David de Mello e de Eduar-
do, com conscieocia.
D. Luiza tambam foi bsra reproduzida pela Sra.
Olalla.
A Sra Camilla, porm, nao nos satisfaz.
Essa senhora falla cora lal presteza qae as ve-
zes engolla (a nao se sngasga I) as palavras; dlr-
sa hia urna locomotiva a correr em marcha acele-
rada sobre os trunos da urna va farrea I
Alm disso parece que prestoa pouca attencao
aos jogos scenicos do drama ; acbamo-la as vezes
como que embaiagada.
No eotanto, situagSes bouva de qae e!h se liroa
bem. Ao monos uro pequeo consollo.
O Sr. Couto Rocha ja se esqueeeu de ama re-
comraeodagao que aqu Ihe fizemos acerca do hor-
roroso deleito de partir as pbrases muitas vezes no
melhor ponto I
Deraais, gritn tanto, sobre tudo no primeiro
acto, gesculou com tal empnase e tamou respira-
gi com lal arruido, que desagradou-nos bas-
taote.
Nao qae desgobiernos do Sr. Rocha ; mas es-
teja esse senhor convencido de que pdese fazer
urna vehemente espan-ao de patriotismo, de amor
bellico, sem incommodar oiouvjdos dos especta-
dores, sem fazeloscrer que vai o tbeatro ser in-
vadido pelo mar, oo qae vai caliir sotre elle al-
gum pedaco do co 1
Corrija o Sr. Couio Rocha esses dafeilos e crea,
qoe ha de agradar.
Notamos qaa rofaram fra de tempo, um pouca
tarde, o> lamber* qae Qevia simular a marcha de
um batalhao para o embarque no primeiro aclo.
E' bom qoe u'oatra occa-iao isso nao acontega.
O espectculo foi em granja galla para solem-
oisar o aniversario do juramento da nossa cons-
tiluico poltica.
Cantn se o hymno nacional anta a effigle de
Sua Magostada o Imperad jr e darm se os vivas
do estyllo.
No dia 25 do crrante foram lidas nis matrl-
zes da capital os seguales proclamas :
1* denunciago.
Amerco Ovidio dos Sante?, com Rosa Alelan*
drina Ferreira dos S tutos.
Cr.ristovo da Barros Goraes Porto, eom Ana
Forrelra dos Saotos.
Andr Alves Ros, com Mana da Coaceigo do
Monte.
Jos Reinaldo de Oliveira, cora Francisca Mara
Celestina.
2a denunciagio.
Felippe das Chagas Ferreira, com Mara Cbris-
liua do Carino.
Luit, escravo de Antonio Eliceo Antones Ferrei-
ra, com Igaacia Joaquina de Mello
Jos Fernandes da Costa, com An-.onla Ferrei-
ra de Jess.
Jos Franeisc Luz de Carvalho, com Nympba
Mara da Conceigo.
Juvencio Antonio do Espirito Santo, com Mana
Augosta da Silvaira.
Augusto Ferreira Muaiz Ribeiro, com Isabel
Candida da Albayde.
Urbano Nuoes Machado Antones, com Itelvna
Augusta des Re Gomas.
Manoel Lourengo Gomes da Silva, com Josapba
Florinda Coelho.
Clemente dos Santos Lineo, com Francisca Ma-
ra da Conceigo.
3* dennnciago.
Joo Evangelista da Silva, com Mara Rosa da
Conceigo Leite.
Umbelino Alexandrioo de Soaza, eom Sennori-
nha Mara da Paixc.
Domingos da Costa Dias, com D. Baranizla Fe-
liciana Pereira da Lyra.
Jos Hermenegildo dos Santos Pina, com D. Aa-
na Paulina Nausea.
Joaqulm Dias- dos Santos, com Jalla da Suva
Ferreira Gomes.
Beato Monteiro da Silva, com Clara dos Aajos
Bitaoconrt.
Passageiros do vapor nacional Cruzeiro do
Sul, sabido para os portos do sal :
Joo Capristaoo da Silva Rosas, Leopoldo Borges
Galvao Uchoa, Henrick Stang, padre Flix Herme-
th do Reg, padre Jos de Scuza Bezerra, Feidel
Felippe, D. Adelaide Candida M. da Silva, 1 Alba e
2 escravos, Jo- Lolz do Reg Liroa, Igoacio Loe-
cas de Souza Rangel, Antonio Ferreira Baiihar So--
brelra. __
Passageiros do vapor nacional juamanguape,
entrado de Goyanna. '
' Francisco Jos da Silva, Jo< Joaqnim Pereira
Campos e 1 Alba, Maaoel Jos da Silva, Joaquim
Jos da Silva.
Passageiros do vapor nacional Gtquia, entra-
do de Peoedo e Macei :
Dr. Francseo Loiz Correa de Andrade e 1 cria-
da, Eugenio Jos Neves de Aadrade, Maaoel Joa-
qnim Teixeira, Tnomax Bilbey, Jos Antonio Viei-
ra, 2 goardas oaciooaes e 3 recrotas.
Rbfartiqao da polica-.Extracto das partes
do da 25 e 26 de marco de 1868.
Foram recolhidos a casa de deteneao no da a ao
A' ordem do Illm. Sr. Dr. ebefa de polica, Jos
Aotoolo Fraga, como sospeiio de ser crimiooso de
mora do termo de Cmaro'. A' ordem do sobde-
lesado de Saoto Antonio, Maaoel Jos do Nasel-
meato, Manoel Ale'.xo Pereira dos Santos, Manoel
Jos Martins e Gailherme, eseravo de Barlolo-
meu Francisco de Seoza, este i qoerimeato do-
respectivo senhor; e aquellos para correceo. A.
ordem do subdelegado de S. Jos, Tbeodoro Fran-
cisco de Almelda, lambem para correego.
2o
A' ordem do subdelegado do Reclfe, Sabino, es-
cravo de Lolz do Reg Barros -, por fgido.
O ebefe da 2* seegao
i. 6. de Uisquita.
a-


Alarlo de FcruMbuc* fte&U felra II e Barco de 1868.
ExUUm 348, entrn!, sahiram 3, exiitem 346.
A 8&D6P l
Wmo*h JJ4, multaeres 2, estragaros 41, mu-
ter i, escravos 60, eseravas 4, tout 346.
Alimentados i casia dos cofres provioelaes 145.
Movimeoto da enfermarla do dia 26 do cor-
rate.
Teve baix :
Sabino, escravo de Gervasio Pire.
Tiveram alia :
Amerlco, e Jos Flix da Piedade.
Imperador os. 71, Ja e 79 subscreva-se para a
obra sob o litlo d Cdigo dos ettrangetros o
Brasil, pele Or, A Moni j de Vaseoocellos Manejes
de Orummon*, eootenda por ordem alphabetioa,
ara resumo e com bastantes notas toda a legislae,o
patria coaeeroente ao eslataio pessoal, e real del*
les, sos seas.casamentas e Blbos nasctdos no Bra-
sil, as saas berancas; assoeiacSes aos seas passa-
portes, actos, contratos, lacios lcitos, testamento,
imposios; exerclcio da advocada, medicina, ma-
gisterio superior, direceo de collegioa, frequencia
e matricula as acuidades, escola militar, acade-
mia de marioha, eullegio Pedro II, direltos religio-
sos, direito* civis, cu individuaos (de ampia lber,
dade, seguranza, maiufe-iac-io do pensamento por
palacras escripias. mprensa, de proprieiade, in-
dustria, locomocdo), ordemnacSo m suris; profls-
sao em convenio, beaecios eecieslaslieos, servico
no exerelto e na armada, commerclo em gro-so e
retalbo, lojas; n.veg-cae de cabotagem, embar
CimOXICA JUDIGIARIA
TRIBUNAL DA RBLACAO
SBSSA0 EM 14 D2 MARQO
FresJitBcia interina 4o Eira. Sr. deseaibirgador caCe<; ber comu acerca da soa nacionalidad?,
Caetsao Saaliaii i bo-pltalidade, habitado, natorallsaco, eolooisa-
i< ia hnHi ii, m.nh.. e Icio; banlmento, reezportacao, deportaco, inler-
harAarL n,fr,^ i ^L016* 0S Srs. ? ese *ac'0i exiradicao, pooicao de critnes, oMeocao oe
. Lourenco Santiago, Alme.da balat Corpus, buscas o visitas criminaos em seas
domicilios e nos seas navios; ser ediclor e poder
em cansa proprfa, possoir estabeleci-
os feitos deram-se os seguintes jalga
"^r-ll M --_ r. w I Brasil, sua nomeacSo, fooccSes, prergaiivas etc.,
AGeiuvo di miCAO.-Aggravante, D. Josepha e aog coosules brasileiros em paites eslraogelros ;
Justina de Jess Gjucalves-, aggravadj, c jai-. ao corpo diplomtico: actos pblicos de Porlugal
zoRelator o Sr. desembargador Soosa Leao, alada'subsisieoles, e pplieaveis no Brasil-qoan-
os Srs. desembargadores Domiogu.es da '10 a9, eas tmim inalados. coovencSes coosula-
. Almeida
Albuquerque, Molla, Domingues da Silva e Souza
Leao, (aliando os Srs. dasembargadores Guerra 3en"oc"r
* B.cflM^."-!8? SeS" i I rentos de impresso, gravara. Iltbograpbi, etc.,
" ernflm relativameoie aos consoles esirangeiros no
MOYIMENTO DO POETO
Novios sahiios no dw 25.
Rio Grande d Sal Palnatnte ingles Eleonor,
capital Luis da Costa Amaro, carga assucar e
agurdente.
Rio de Janeiro Patacho nacional Bom Jess,
aaplto Jos Francisco Praca ; carga assucar e
algodo.
Rio Grande do Sal pelo Rio VltneiroPatacho
nacional Kilo, capitao Maaoel Jos Valente, eer-
ga assucar.
Navios entrados no da 16
GManna8 horas, vapor brasilelro Mamanguape,
de 334 toneladas, ommandaate liello, eqatpa-
gem 17; a'companbla Pernatoboeana.
Penedo por Maceta14 horas, vapor nrciooal Ge-
quid, dt 223 toneladas, eommandante Joaqun
O. Daarte de Aievedo, equipagem 23, carga
vatios gneros ; a' cempaobia Pernambocana.
Nai'6 sah.do no mesmo da.
Porlosdo SalV.por baasilelro Cruzeiro do Sul,
eommandante J. de P. G. Aicoforado.
sortiadrs
Silva e Gmrana.Negoa-se provimenD.
res, leucSes reciprocan entra os eiados, rae ios
As-ignoa-se dia para joif amentos dos segoinles amgaveis, e coercitivos adoptados enlre ellespara
feitos
ArptLLA^Os crvEis. Appellaote, Joao Ferrelra
de Carvalno; appellado, J 6o Felippe da Costa Mello. Appeilaoie, U. Aona Toereta de Jeius;
appellado, Jos Muir da Silva. Appellant*, Joo
Andr Teixeira alendes; appellados, B'njamlra
otiter a reparacao ou salisfaco de qualqaer leso,
ou i-ffdia; neutralldade, belligerantes, bloquelos,
presos, prisioneiros, asylo, refugio, Imha de res-
pelto, naufragio, silvados, piratana, corsaiio,
abertura dos porlos do Brasil, capitana dos porios
ets. ele; alm de outros muilos arligos importan
Pinin Nogoe.ra e ontros. Appellante, Ignacio Luir tes,_Tambem encerrara' ora epilogo do que ap-
de Bnllo Taborda; ai-pellada, a fazenda nacio-
nal.
plicavel i" Brasileiro fora do tmpeiie.
Esta obra constituir' um volume em 8 (bro-
At-PBLLACOBS CBiM.-ApDellanie, Glemeotioo de cha(lo) proVave|msnte de cerca 3.0 pagioas, qoe
lefaor*'">'"; appellado Geraldo, Joaqeim i brevea)euie sera' publicad.
Guilnerme re Mello. Appellante. o joiio; appeila- Coto 0 seQ auli,0 os estrangeiros no Brasil X>o-
Jos, Prancisc GuuQalves de Andrade eoulros. A) dero obler a ulilidade de scieniifljar-ss logo a
peliaole, Cbrislmo Rodrigues cnave*; appellada,'sua cnegi,dadas leis desse paiza seo respello,
JosliCa. Appollanie, Bernardo Pinto Pereira ; quaes os seas appellado, o juno.
PASSAGENS.
Do Sr. desembarga iar Gmrana ao Sr. deserobar-
ffador Guerra.App^llaca* c.vel: appellaote, Mna
Jos das Trevas ; appellado, Antonio Jos Van
na.
Ao Sr. desembargador Lonrongo Santiago.Ap-
pellaces crirr.es: appellaote, Joo Fl6reoeio de
Lima; appeiiada, a jusuca. Appellante, o juizo ;
appellado, Jos Raymundo do Nascimeolo.
Do Sr. desembargada LoarenQO Santiago ao Sr.
iesembargader Almeida Albuquerque.Appeila-
{o crime ; appellaote, Joo Ferreira dos Santos;
appeliada a jnstica.
Do Sr. desembargador Almeida Albaqaerqoe ao
fir. desembargador Moita.Appellac5es civels: ap-
pellane, Francisco Solano da Cruz H beiro; appel
lado, G di fredo Henruju s d- Miranda. Appellao-
te, Uaioel Francisco Daarte ; appellado, o solicita-
dor de residuos, ^poeliaote, Cosme Jos dos
-Santos Callado; appetiado, Justino da Si.va li a-
visla.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
da Assis Appellaci" crime: appellarjte, o jatso;
appellado, Bernarda Mana de Senoa. Appelia(;des
civeis: appellante, D. Jisepba Joaquina Pereira de
Mello ; apiiellado, Ja.- J.iaquim beterra de Mel-
lo. Appeilanie, Dursollno Severiaoo deSouza;
appellado, Jus Ferreira de Mello.
Dj Sr desembargador Domingues daSilva ao Sr.
desembargador Souza L<*o.Appeliardes cieis:
appellante, Francisco Rudoo de Souza; appellado,
Igoacio Alvts Barreira. Appellante, Francisco F-
lix Ginealves; apueilado, Alberl B. Griendy. Ap-
pellante, Candida Amelia de Oliveira Lima; appel-
lados, os herdeiros de Luiz de Franca de Oliveira
Lima.
Ao treio dia encerroo-se a sesso.
Publicares a pedido
como blo de regular soas aspiracSes e acg5e?,
etc.
O preco da assignatora de dez mil ris (105)
pagavel a recepcao da laesma obra. Depois da pe
blicac) della sera* entenada a assignatura, e
venderse ha por maior preco.
N. B.Os Sr.. assigoantes da duas ootras
obras Preleci$es dt Direilo Intet nacional t ae
Diplomacia do mesmo autor-ja' publicadasre
cebro a de que cima se*trata, sem inais rttri
buigo da que ja' houverem pago, cooforme o res-
pectivo prospecto deltas.
Festejos patriticos.
Toda a cdade est em preparativos de fesla, e
actretanto ba ras ain^a que parecem dormir.
A ra da Aurora que laoto se presta A orna illn-
tnin^o brilbante nao cuidoa de saas vestes de
galla ; pedimos por tanto aos sens moradores que
cuidem logo dos fu ton s fesi-j os, e lembramos aos
segnintes seaftores que se Ibe no'nham lesia, pa-
ra o qoai contribuiro de ba vontade lodos os
moradores.
Bominges Alves Matbeas.
Joo Pereira Mouticbo.
Dr. B^rmrdo Pereira do Carmo.
ComiTiendador Joo Piolo de Leroos Jonior.
Illamioaco, srcos de folbas, embandeirameoto
e nm pavilbo para musiea cora tribuna para dis-
cursos o loe-ias, sobrd a ponieinha oa meihor
logar da rao nm realce digno da belleza e dos ri-
cos moradores da roa da Aorora.
Um que est promplo a contribuir.
Declara $io.
A contraria do Senbor Bom Jess da Via-sacra
da igr>ja da Sania Cra?, resit-md^ndo a um artigo
publicado as columnas do Tribuno de 20 do cor-
rente, declara a bain da verdade ser falso o qoe
diz o articulista com relaca a licenca, solicitada
ao Emx. Sr. vigario capitular, para fazer preces
pela paz do imperio.
A contraria nao pedio tal licenca, e se o Bzesse
serta convencida, de que S. Exe. a atendera,
como a lem attendido naquillo que oSo vai de en-
contr ais principios religiosos que a regulara.
O lia) do articmMa nao f lar a 8. Exc. e para Uso larcou mi da coafra ia
4a Sania Croz, porero, poie ftcar convencido do
one S. Exc. e a confraria saboro dar o dovido
aprejo a esse artigo que com estas poucas liabas
respondo em attenco ao publico.
O escrivo da mesma confraria.
Uma palivra aquellas que
padecem de tblsfca
A expeciuracao de mucosdades, tosse (atlgalora
e cont nu'da, pulso pricip lado e pulmes inflam-
mados,. sao symptimas desfavoraveis; porm neto
por is o deveis desesperar, se acaso depositarde
todo a vossa cooBanca ao palmme i o ruis pode
roso e admirav^l entre todos os mals connecidos,
eto o Peilorof de Anacnhuita. Em roilhares de
casas semeiflaoies, os eofsrmos se reslabeleceram
e adquirirn) a sna sade.
As-im como o azeite abranda as ondas do em-
lravi-eido mar, pela mesma forma, este remedio
aplaca e acalma os syroptomas febns que acom-
panhao a loss*, conslipaco, bronchi'es, pleuresa,
aslbma e catan bos. Usai-o, pols, o mals brew
que >-os seja posslvel, e anda mesmo embora que
a enfermldade j teuba faito terriveis progressos,
com ludo isso nlo lenhais medo que j se a dema-
siado tarde para usardes desie grande e impagavel
remedio, o restaurador da vida e satile dos mor-
taes. Feies daquelles que o usam e o gabem
verdadeiramente apreciar.
Doenoa do peito.
Hoja moda descubrir plantas novas de ames
desconbecldos, caljraes sempre de altura pan
distante e inculto. T>m virtudes maravi|aota*!N
dliem os seus descubridores, o abraca oda qualida-
de de mal que ID se o genero be roano de urna
maneira tao so*va e doce que, at os qua nao eslao
doenies, qDrem o ser para serem curados por tio
arBifroso remedio.
Poiu obomsenso do povo qaasi sempre repug-
na semeinante cbarlaUuismo. Todo mondo sabe
que os lempos dos milagros Ja la se (oran ba mul-
los seclos, e boje nao sa cor molestia alguma
enio Iratando-a segundo os prtacipios da soten-
da-
NSn se desprexa to raen me ota a experiencia
4e J,'0# aonos, assios diz o Dr. Ayer, e qoaado
coafeerjoooQ sen grande r*!Ddio para amiestias
4ope'ti e gargant, O KiTOBAl. DB kja, tomao
per ba-e de seos estados a mpenaucu aos sabios
da scienna, qoe team existido desde o lempo da
Hypcocrateg al boje. E o remedio que elle eao-
aegaio prodn>i>, leado por BgMd"Ot principal e
axmeto da casca interior da cewjewa brava,
mooomeato de ui am pao da seteocia sobra o
charlatanismo.
A areo decte remedio sobre qaslqoer toesa,
nronrhii, loOamasado da gartaata oa paMeaf
rpida e efflcaz. -^ "~
(Medual mtm^
Protectora das familias
Os senhores de tngenho oa demats pessoas resi-
dentes fra da capital que qoizerem fazer algum
seguro oesta associaco, podero escrever nma
caria especial ao sea correspondente nesta eidade,
aunrisando a elle a efoctuar o seguro ou seguros,
declarando na aotehsaco o nome da |ie-s a ou
pessoas que quizerein segurar, dala e lugar do
nasamento de cada nm dos segurados, e a quantia
anonal que quizerem despender por cada srguro.
As demats formalidades que devero seguir-se se-
ro explicadas verbalmente aos respectivos seoho
res correspondentes, entregando a tilles o regula-
ment da associaco.
Um seguro de capital: 200^000
ris por 3Dbo pur 2i anuos,
com faculdade de poder li-
quidar pr qu nqueniS ; im-
portar5o as despezas ae ges-
to, por cada seguro, e que
se pagara a vista ris.....2565000
Da mfesma forma que o prece-
dente, sendo de 100)3000 por
auno ris........... i29#00
dem idem idem de 50000 por
anno ris........... 636500
Estas tres qoaolias de despezas de geslao eto
de couformidade com o art. 62 do regulamento.
Querendo o contribuiete pagar a inais das despe-
zas de gestao, a primeira annualidade podarla ef-
leciuar-lb'o conforme o art. 13 do legulamento.
Ageocia de Pernambuco n. 19 roa do Ltvra-
menio.
N. F. de Vidal.
Joao Nepemoceno Paes de Heodonca
Ignaelo Goncalves da Luz.........
Jos Joaquim de Almeida Guedes...
Jos Pacneco Vieira...............
Joao GoocaUes Rodrigues Franca..
D. Luiza de Soma.................
Miguel Alves Lima...............
Q mesmo...........-..............
Hanoel CaeUno Maia.............
Viova a berdeiros de Manoel Cle-
mente de A Imeida Catanho.......
Herdeiros de Ignacio Paulino da
Coaba........................
Manuel Alves Cavalcanti...........
liarla do O'......................
Viava de Manoel Leonardo Sodr...
Padre Joaqmm Cavalcanti de Albu-
querque........................
Viuvo de Pedro lvo Redivivo.......
17459ft8
li9566
2I8#<66
C4U9I6
036,1421
I7*li
T03J>H66
193*611
46*470
7601407
S:77*61B
70^073
330*000
152*088
305*873
301*565
Traiauunto de particulares no hospital Pedro II.
Manoel Luiz Carvalbo............
Apolibario.......................
Layme capitao dos navios Solferino
e Uruguay...................
Joio de Barros Accioly Waoderlel.
Herdeiros de Bernardo Jos Arantes.
FelisberCo Joao Feliz..............
Wllbold Raeiejoxl................
Mara Francisca Marino de Amorim.
Manoel Ignacio...........^......
Ttiomaz Ferreira da Cunta.
O Dr. Trist3o de Alencar Araripe, oficial da
imperial ordem da Rosa, e juiz de direito BeQt'^de'Irau'jpmr^ro'r!!.'
especial do commercio, nesta eidade do Joo Valeriano Co-ra de amorro...
Recife capital da provincia de Pernambuto Severino Jos Ftgoetra..............
e seu termo por S. M. Imperial e Cons-1 ^1 iSS^S^':?- !K
titucional o Seohor D. Pedro U, aquem Mariaignacia de Vasconceiios...... 57*600
12*z80
31933
103*500
29*936
1101310
51376
37*500
2l*6i 0
98*400
25*100
1*1000
234160
3319 0
101500
Herdeiros d brigadeiro Gaspar
Mejjezes V. de Drumiaond.....
de
Letras.
Rigaeira Pinto de
Deus guarde, ec.
Faco saber aos qoe o presente edita) virem, e
della noticia tiverem oue Antonio Pereira de Oli-
veira Ramos, me dirigi por sea advogado orna
pctieo que do iheor forma modo e maneira se-
guile :
liim. Sr. Dr. juiz de direito especial do eom
mercio.Diz Antonio Pereira de Oliveira Ramos,
que Amonio dos Santos de Souza Leao, Ibe deve-
dor de urna letrado seu aceeite, vencida em 24 de
margo de 1-63, de dous cootos e quinhentos mil
tis, alm dos juros eslipolaoos na mesma, por, Thereaa Abadesa de Jesns
roma daqual apenas pagou oito ceios mi! ni-s Amanara Rufina do Livraroeuto....
em 13 de jnnbo de 1863 ; e porqoe a referida le-Flix Jos Ferreira.................
ira esteja prxima de sua prescripeo g'guodo u j Vi'enle Jos Perreira...............
pra/.j que para esse Um a le tem estabelecnlo,; Hemeteho Jos d.-a Santos..........
quer o supplicanle protestar nos termos do artiga | Anna Joaquina Lanra...............
453, piragrapbo 3* do cdigo eommercial, para: Mana Olympi Baptista.............
qoe essa prescrioce se nao realise. Jesuino Cooslante Rodrigues.......
A vista do que requer a V. S. sirva-se mandar. Vicente Aunes Serra
57*600
121000
Antonio Germano
Souia..............:............... 8091095
Alugueis de casas perlencentes aos estabileamentus
decaiidade.
Maria Eoslaquia do Ltvrameoto Oli-
*eira............................. 434300
Eduardo Claudio Correa Cabral..... 1201000
171000
91400
3I64.82
60101,0
2004'00 'lnS!;
Mil illllll ->j
SOIHMEBCIO.
PRA^A DO RECIFE 26 DE MARCO DE 1868.
Ab ''/i boras da tate.
(Hoje)
Algodao de Pernambuco I? sorte10)jO0 e 161200
por arroba.
Cambios sobre Londres90 d/v, 2( /4 d. por 11000
Jos d'Aquino Koaseca
Prasidente.
Francisco Mmele d'Almeida
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta leers da praca taia a con-
vencionar.
Recebe dkmeiro em cont a correte e a
praso xo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleaos, e imilte cartas de crdito,
para os mesmos lagares.
Largo do Pelourinho n. 7.
Novo Banco de Pernambuco
em liquidado.
Os senhores accionistas podern rec9ber o
4o dividendo de 4 0(0 do capital, devendo
entregar as accoes para se inutilisarem,
das 10 boras ao meio dia,
ALFANDEGA.
Randimento do dia 2 a 24.......... 420:4024^07
dem do dia. 26................. 19:8424344
446:2444351
tom-ir por termo o seu pr,.te=lo e iutima-lo ao sop-
plicado por cari., de eduos, na forma da iei e do
eslylo, vi.-to acrwr se aus-nte em lnar incerto e
nao sabido, depots de prestada sobre este ponto a
devida josiiScaco, a cutos termos o sopplicante
requer n:is a V. S. sirva adiuilii-lo, desiguando
da e hora para a ioquinco das testemuohas.
Pede defcnmeoto. E. R. H.Costa Ribeiro. Na
qoal del o s-'guinlo di spacho:
Sun, jostllicaodo a ausencia no d a 16 do cor-
rente mez, depois da audiencia. Reeife, 13 de mar-
co e 1868. -Alcocer Araripe. Por forca do qoal
fura a nusniA p'-lice d'Stnboida ao escrivo desle
l&uo, Maooel Mana Rodrigues do Nascimenlo, o
qoal em observancia do meu referido despacho le
lavrar o seguiute termo de protesto :
Termo d<> protesto.
Aos 3 de marco de I808 oa eidade do Reeife
em meu rartjilo appareceu o supplicante Aul .1110
Pereira d- Uliveira Ramos, por seu advogado or.
Aotoolo Jos da Costa "ibeiro, e disse perante
mim e as lestemnofaas infra assignadas, que redu
iia a protesto o conteodo de sna petieo retro, a
qual offerecia como parle do presente, que fica
sendo, e de com i a-sim o disse e prote-too, lavrei
este termo no qoal depois de lido se flrm >u com
as ditas testemunnas : eu Secundiao Eliodoro da
Cunta, escreveme juraraeoiado o eicre!.
Eu Hmoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, es-
envao o subscrevi : Ant mi Jo.- da Costa Rinei
ro, Mineivioo JefTeron Pereira de Oliveira, Joo
da Costa Reg L E tendo o supplicante prodnzido sujs teslemu-
nhas, sellados e preparados os autos subraai a
ti.iona conclasio e nelles dei e profer a senieuca
do tneor segulnte :
Hei por jusiittcada a ausencia do sopplicado,
qoe maudo se cite por ediios de 30 das na forma
oa forma pedida pagas as cusas ex causa. Reci-
te, 19 de marco de 1868 TrUio de Alencar Ara-
rme.
Por torga da qoal o referido escrivo fez passar
o prsenlo ediai pelj qual di ;i cito, e lu por
Intimado o referido sunplicado Antonio dos Santos
de Souia L- o, para qoe ceaparega nesle juno
dentro A indicado prazo, aOm de llegar o que
fr de ju>lica.
E para que ebegue ao "cotmecimenlo de
todos mande i passar o presante que ser
publicado pela impreasa e aftlxado no lu-
gar do costme.
Reeife, 2i de marco de 1868.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
menlo, escrivo o subterevi.
Tristao de Alencar Araripe.
Herdeiros de Aona Joaquina Caval-
canti de Albuquerque.............
Joo da Crut Mendouga............
Joo Francisco Tavares.............
Venceslao Iguaeio da Conceico.....
Claudio Jos Theodoro.. ..........
Francisca Mana Carolina............
Feliciano Primo de Jess............
Mara Bavioda Cavaleanti..........
Ohndina Libercina dos Reis.........
Dr. Joo de Barros Falco de Albu-
querque Maranho...............
Anna Mara da Conceico ........
MiquiUoa Sebastiana de Albuquerqne
deglai;5es.
Movlmento da alfandega
Volumes entrados ora faiendas........ 42
com gneros......... 244
Nai
Prospecto
Ha* das roas do Crespo as. 2 9, do
------286
Velones sabidos com fatendas........ 64
* com eneros......... 309
373
Descsrregam boje 27 de marco
Barca inglezaInagentmereadorias.
Patacho portuguezMura da Glwiaidem.
Brigue porioguezLata /mereadorias.
Barca iogiezaNeptune earvao.
Barca inglesaCnnstnnce nacalbao.
Patacho iBgleJ^orpe-bacalhao.
PaU'bo ing-lez*Elecira-iaem.
Barca portogaezaPior de S. Simoearvao.
Barca ingleza- Semromis idem
Barca porlogoe^a laudtadiversos gneros.
Imp'tafio.
Patacho ingles Eleclra, viudo de Terra No-
va, m*nifesl"n :
22 'O turneas bacalbo ; a D. C. A C. C. Simp-
son 4C
Barca norneguense Veratvia, viada de Car-
difl. nianiestou :
461 toneladas earvao; a Tbemaz Jeffriee A C.
Escuna brasileira Georgiana, viada de Ma
rsolwo e As', maoitesa :
470 alqueires sal granel; a ordem.
337 saceos farinba de mandioc, 200 ditos ar-
tos 1 a Tao Irmoa.
BJSCEBEDORJA DE RENDAS. INTERNAS
GSRAE5
andimantododla 2 a 2*............JJl:8Mfi64
o tt,m................... l:aJf|Mt
""iuajwr
Santa Gasa da Misericordia
do Reeife.
A lllma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Reeife, manda fazer setenio i
quem inleressar, que os beas pertencenles ea-
pella de IV S. dos Prazeres, nao s os doados pelo
Mestre de Campo Francisco Brrelo de Meoezes,
eomo os posteriormente adquiridos eom diversos
ooos pos, na ruta de cumpnmento dos quaes
em de passar aos berdeiros do instituidor, e c.-m
a extincao deslej i mesma Sania Casa, co po-
dara ser alienados debati de qaalquer pretexto,
sob pena de serem annnlladas laes transaccojs.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reeife, 28 de fevereiro de 1868.
O esciivSo,
Pedro Rodrigues de Sonza.
41lili 100
laiNO
19.'5000
324833
5584720
loliiJO
284-40
714130
924^30
574330
23040110
384600
484000
1834333
34il00
5333
Santa Casa da Misericordia
do Eecife.
2631000
595889
654313
8884106
1554333
4151500
Por ordem da filma, junta administrativa da
Sama Cast da Misericordia do Reeife convido a
todos os senhores em seguida doctorados para qoe
venham pagar as quautias que se acharo a dever,
sob pena de se proceder judicialmente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 8 de fevereire de 1868.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Foros de terrenos e stttos em Olinda.
Herdeiros de Antonio Jos Teixerra
de Castro.....................
Os mesmos.;..............1.....
Os mesmos......................
Demetrio de Azevedo Amorim.....
O mesmo.........................
Herdeiros de Maooel Antonio Caroei-
ro de Oliveira.................
Herdeiros de Maooel Pinto........
Vinva de Anselmo Jos Ferreira...
Jos da Rocha Puta...............
Joaqulm Pereira Ramos...........
Omesmo.........................
FelippB Duarie Pereira.............
Herdeiros de Antonio Jos Lopes de
Albuquerque..........
Manoel Rndrlgaes Lime...'.'..".".'.!!!
Vinva de Ricardo Cbrvsostomo dos
Reis................###i
Theodoro Jos da Silva" Lacerda.!^
Ur Vicente Gyrillo Marinbo.......
Jos Joaqnias de Lima...........
Maooel Joo de Lima..............
Francisco dasCbagas Salgneko.'.'.!
Joaquim Pereira Ramos...........
Viava de Antonio da Costa" Reio
Monteiro......................
A aman....................
Herdeiros de Jos Vital Nones
Alugueis de casas de Oliuda.
Severina Mana de-Jesus............ 124000
Archanjela Maria dos Aojos........ (jkjnhr)
Manoel Jos do Nascimenlo........ 775000
Maria Joaquina Cezar ds Mello.... 05000
Autonio .Nones de Mello........... 90100
Joa Mana Marques.............. 635666
Justino LuU Jos de Frauca....... 65K60
Jos Pereira na Sil va............. C8500o
Aniooio Franci-co Guimares...... 1II50DO
Francisco Pedro Celestino......... 445630
Couslauca Maria do Nascimtnto.... 84008
Antonia Feleciana................ 344'K)0
Zacaras Guedes.................. 245iOO
Florencio Jj* da Conceico....... 434:06
Jos Urbano Pacheco de Mello..... 94000
Manoel Vicente de Moraes Jnior... 535IH'U
Genoveva Justina da Concncao.... 1515733
Joaquim Francisco de Paula....... 355666
Rulioj da Silva Ramos............ I6O40OU
Francisco Luiz Vrres............ o0583i
Patrimonio dos orplios.
Alngoei de casas.
Mara Antonia da Aonunciaco.... 804001
Josopha Marta Tlieomnia.......... 214083
FranceliooEieuleno Ferreira Chaves 1665664
Manoel Cynaco do Nascimente..... 7550 Jos Goncaives dos S~ntos......... 1:* ~:>:> -i
Manuel Maria Caldas Br^ndo..... 147430
JeoBernardo do Reg Vainica.... 3685150
Maooel Paulino Cesar Lonreiro..... 499407o
Minsaltdadc de educandos no Collegio dos Orphans
Florencio Jote Mana da Suva..... 15950U0
Santa Casa da Miaerlcordi 1 da
Reeife.
Pela secretaria da Saota Casa da Misericordia
do Reeife se c incida aos proprietanos de predios
e.sitios forelros ae patrio onio dos orphaos a' car
go desta Sania Casa, para que tratera de pagar os
foros que se achara a dever, e cujos conhecimen-
tos esio em poder do procurador Hercolaoo Ole-
gario Ribelro Castro, a quem se podero dirigir na
roa da Conceico o. 3.
Secretario da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife 15 da fevereiro de 1868.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Sooza.
Santa Casa da Misericordia
do Eecife.
A lllma. junta admioistrativa da Saota Casa da
Misericordia do Reeife a-ada continua a receber
prooostas para o forcecimento de gneros, carne
verde, pao e bolaxa para lodos os esiabelecimento'
a seu cargo desta eidade e de Olinda, assim como
de medicamentos para a botica do hospital Pe-
dro IL
Os contratantes devero presentar s oas proDos
tas em cartas fechadas quinta-feira; 26 do correte
pelas 3 boras da tarde, na sala de suas sessoes.
Secretaria da Saota Casa da Misericordia do Re-
eife, 13 da margo de 1868.
O escrivo,
Pedro Rodrgaos de Souza.
acto da arrematado as soss Sancas 00 compare-
cerem acompaabados dos respectivos adcies.
Secretaria da Santa tosa da Misericordia do
Rscie 23 de narco de 1867.
O escrivo,
' "_______ Pedro Rodrigues de Sooza
Cmara municipal
Pela contadorla monicipal desta eidade se faz
pnclico qoe se recoce a bocea do cofre, em todo
esle mez e al o flm de marco prximo, o Imposto
monicipal sobre casas de negocio, e aqoelles qoe
nao pagaren iocorrem as peaas e disposiedes do
art. 32 do regulamento n. 361 de 15 de junbo de
1844.
Contadorla municipal do Reeife 10 de fevereiro
de 1848.
O contador,
________Caetano Sllveno da SHva.
Santa Casa de Misericordia
do Reeife.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reeife se convida aos pareles dos menores abaixo
declarados, para que os venham tirar do ollegio
dos orpbios, visto ja' terem os mesmos .Completado
a idade de 14 annas, como dispoe o respectivo re-
gulamento.
1 Joo Samnel da Costa,
Secretaria da Santa Cast do Misericordia do
Reeife, 14 da fevereiro de 1868.
, O escrivo,
_______________Pedro Rodrigoes de Sonza.
Por esta repartico e de ordem do Hito. Sr. Dr.
chefe de polica, avisado o Sr. capitao Cbristo-
vo Cavalcante de Hollauda, a requerer, median-
te documentos comprobatorios de dominio legal, a
retirada da casa de deteocSj, do seu escravo cnou-
lo de nome Ignacio, que a' dita casa se acba rec-
ibid*, como fgido.
Secretaria da polica de Pernambuco, 23 de mar-
go de 1868.
O secretario,
Eduardo de Barros Faleo de Lacerda
Por esta secretaria se faz publico para os de-
vidos Dos, qoe foi preso pelo subdelegado da Boa-
vtsta, e se acba recoibido oa casa ae detenco, des-
de o da 7 do correte, como sospeito de estar f-
gido, o prelo Felippe, que dis ser escravo de Tra-
jaoo de tal, morador em Saoto Amaro das Sa-
lo tervallo de 20 mloatos entre a 1* e I* paites.
Desde ji poem ser procurados os slbeles, das
II horas da maoha s 5 da larde, no bo tel da
Europa ; e no da dos especuenios, na ascri ptorio
do Ibeatro.
PREGOS
Camarotes de 1' ordm 121003.
Ditos de 2* dita 151000.
Ditos de 3* dita 101000.
Cada um com 6 entradas.
Cade i ras 34000.
Platea 24000.
Para a 4* ordem Je camarotes te vaoderSo en-
tradas separadas, a 14000 por aessoa.
No caso de o vapor que se espera do sol trater
noticias da tomada de Humana 00 aeabamento da
guerra. Acara' transferido este, espectculo para
quinta-feira 2 de abril.
Santa Casa da Misericordia
do Reeife,
AI lima, junta administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Reeife manda fazer publico qu-
aa sala de suas sessoes. no dia 2 de abril palas
4 boras da tardo tem de ser arrematadas a quem
mais vaotageos offerecer pelo te rapo de um a tres
aanos as rendas dos predios em seguida decla-
rados :
EsUbelecinieBioa de caridade.
Beeee da Car va ba.
Casa terrea n. n....... 1514000
Ro larga do Rosarlo.
Terceiro andar n. 24....... 3004000
Prlmeiro andar d. 26..... 35i40"0
Segundo andar D. 2. .. .... 3o84<>00
Terceiro andar n. 2f .. .* 3005000
Roa do Caboga'.
120J|257;Loian.l......... ... 4194000
I242OO dem a. I B.......... 8134000
3241611 Rm da Calcada.
95257 Casa terrea n. 30. ...... 1764000
Secretaria da polica de Pernambuco, 24 de
marco de 1868.
O secretario,
Eduardo de B. Falco de Lacerda.
correioTjeral
Relacio das cartas registradas viudas do norte
pelo vapor Cruzeiro do Sul, para os seobores
abaixo declarados :
Dr. Asesilo Perera da Silva, Antonio da Cuoha
Soare Golroar*--, eomroendador Antonio Joaquim
de Mello, tenenie-coronel Francisco Camello P. de
Lacerda, hBacio Beato de Loyola. Joauuira Anto-
nio Carneiro, Dr. J<-s Benlo da Conha Figueiredo
Jnior, Jos Patricio de Castro, Mauricio F. Fer-
reira da Silva.
SSW
Itelaco das cartas registradas exigentes na
admioistraco do correio desta eidade, pa-
ra os Srs. abaixo declarados:
D. Anna Baria Machado da S Iva, Aodr Ave-
lino P. reir da Silva, cap lo Alexan ir M.nz da
Fooseca, Adorno J> R idngaes de S >uza, teen
te Clemente Francillo Tavare- (Fernanda, Candido
Xavier de Bnlo, Ur. Felippe Meooa Callado da
Finseca, Henrlque Alencastro Antrao, Joaquim
C'-rrt de Araujo, J0S0 da Croz Paxo, J ao Ma-
noel Pootoal, Jos Antooio Pereira, Jos Joaquim
do Espirito Santo, J Perera dos Santos Aodrade, Moreira & Irmos,
MtfQal Antonio Sactlag) L'S;a, Maooel Daarte
Ferreira Jnior, Manoel Rodrignes Cardoso (Fer-
nando), Dr. Tobias B. de Menezes. _________
Correio geral
Pela administraco do crrelo desta eidade se
faz publico qoe era virtude da coovenco pastal
celebrada petos governos brasileiro e fiaocez, se-
rao expedidas malas para Eurona no dia 3 J do
corn me mez, polo vapor frzocez Extremadurc.
As cmas sero recebidas al 2 horas antes da
que for marcada para a sabida do vapor : e os j t
O'es at 3 horas i8tes.
Administraco a correio de Pernambuco 27
de marro de 1868.
O administrador.
Dominios dis Passos Miranda.
AVISOS M1BITIM0S
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Navegaco costeira por vapor,
Macei. escalas e Perjedo.
O vai or votenoi, cornmnn-
dante Pereira, seguir' para
os portos cima no da 30 do
rorenle as 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 28 ;
passageiros, eocommeodas e
dioheiro a (rete al as 2 furas da tarde do da
da sabida : escripia j o Forte do Matos n. 1.
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 30 do correte mez espera se dos por-
tos do sul o vapor fraocez Esiratnadure, commao-
danle H. de Sjroer, o qoal depois da demora do
costme seguir' para Bordeet locando em Dkar
(Gore) e Lisboa.
Para coodiccH*, frete* e passagens trata-s) na
agencia roa do Trapiche n. 9.
Baha
Recebe carea a fn te eommodo o brigne nacio-
nal Intrpido, para n que trata-se com Baltbar &
Oliveira, a' ra do Viearlo n. 10.
orto
THEATRO
' DE
tiuprcza dramtica.
Sabbado, i8 de marco de 1863.
Represeoiar-se ha o muito acreditado drama em
S actos e 1 prologo
PEDRO-SEM
OKE J l TEVE E AGORA SAO TEM
Persunagens. Actores.
Pedro..................... Sr. J. Augusto.
Lourenco................. < Brochado.
Padre M-nna............... Tnomaz.
fufo Goncaives........... > Barretto.
Manoel Rihelro............ Cont Rocha.
Juiz da Viutena.......... > (Iraca.
S-rapio................. Saota Rosa.
Miihias..................... Guimares.
Andr....................... Gomes.
Mara...................... Sra. Maria Velluti.
Josepha..................... > Camilla.
Mahanoa.................. Clelia.
I Julia.
Thereza.................. Jesnina.
Mai vita.................. Carolina.
Soldados, meinnbos, ecnviados, camponezes
etc.
A aceo passa-se no Porto.
Coraeeara* as 8 horas.
A empresa previne, desde i, qoe no caso de ebe-
gar do sol algom vapor portador de felizes noti-
cias ei nceroenles gaerra do Paraguay, ha es-
pectculo de grande galla, em bomenagem aos
bravos qne lo heroicamente tem defendido os
bros naciooaes.
As pessoas, portanto, que tem encommendado
mneles de camarotes o cadeiras, queiram mandar
busca los para o espectculo no mesmo dia da!
ebegada do vapor.
Para o referido porto pretende sabir com a p-
sivei brevidade o patacno portugus Garibaldi, re-
cebe carga a (rete : a tratar com David Ferreira
Baltar, ra do Bram n. 66, ou a bordo com o ca-
pitao^_________'____________________________
'COK.PAKHIA PERNAMBULANA
DB
Navegaco osteira por vapsr.
Goianna.
O vanar Mamanguape, eomman-
dante Mello, seguir' para o por*
10 cima no dia 28 do correle a
9 horas da noite. Recebe carga,
encommendas, passageiros e di-
oheiro a freto, no escrjptorio do Forte do Matos
n. 1._________________________________
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir rom moita brevidade o patacho
nacional Quatro Jrmans, tendo parte do seo carre-
gamenlo prorapto : para o resto que Irte falta tra-
ta-se com seus coosignatahos Aotonio Luiz Mar-
lias Azevedo & C, no seu escriptono ra da Cruz
n.o7.
Para o Rio de Janei o.
Pretende seeair rom mnila brevidade o brigne
nacional Isabel, tendo parte do sen earreesmento
prom[ to : para o resto qoe loe falla irata-se com
ns seus consignatarios Antonio Luiz d Oliveira
Az-vedo & C, no seu escriptorio a' roa da Cruz
n. 57._____________________ _____
COMPANHIA PERNJiBUCANA
DB
ftavegacao costeira por vapor.
Rio-Forrooso.
O vapor Parafiyn dante M. Costa, seguir' para o
porto cima, no da i de ar>ri>, as
5 horas da madrugada Recebe
carga, encommendas, passagei-
ros e diuDeiroa fute no escriptorio do Forte do
Matos n. I.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BB
Navegaco costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Pirapama, c-mmac-
dante Torres, seguir' para o
portos rcima no da 30 do cor-
rente as 5 horas da tarde. Recebe
carga at o dia 28, encommendas,
passageiros e dioheiro a frete al o dia da sabida
as 2 horas da tarde, no escriptono do Forte do
Matos n. 1. _____^_ ___^.__
m\ o pomo
Pretende sabir maito breve a barca TAMEGA :
quem nella quizer carregar pode entender-se com
Carvalbo A Nogoeira, na ra do Apollo n. 20.
Para Lisboa
Segae sem demora a barca portogaeza Constante
III, por ter grande parte da sua carga prompla,.
para o resto e passageiros trata-se com Oliveira Fi-
mos & C, largo do Corpo-Sanlo n. 19. ou com o
capitao, na praca do commetclo.______________
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto segu ~em poucos das o
veleiro e bem coohecido bngue Adelaide por ter
o seu carregamento qoasi completo, e para o pen-
co qoe Ihe falta e escravos a frete, trata-se com
r eoosignaiario Joaquim Jos Goncaives Beltrc,
dua do Trapiche n. 17.
1364883
116*811
18*211
33*780
44*435
33*59*
69*253
.....
38*305
21*672
96*809
OOAISULABO PROVINCIAL
aenBeato do da I a 13....... 8:438*178
laam ******............... fc*3S*M3 Maooel Joaqnim da FoasecaGarVlo.
103:267*461
Juros deeapitaes.
Amonio Jese Victoriano Borges da
r wBsocx****** av
Anlooio de Jess e Sooza..........
Aooa Mara do O' e Mello.........
Maooel Pereira Guimares.........
Bernardino Josa Serpa.............
Pereira (Guedes.................
Coronel Jus Bernardo Salgoerro....
8 mesmo..........................
Fraocsco Camello Valeaeer.......
FelUJo& da Cesta................
4:828*445
29M1
398*333
l:lft*965
3:2*0
876*6
63U722
568*222
MKJ>t38
70U74
141*572
119*000
151*000
120*600
96S0S0
96*000
171*000
158*000
327*Gl.X)
144*000
200*1108
170*000
97*000
813*000
181*800
59*267 i dem idem n. 32......
28*157 dem o. 34.......
Roa de Moras.
12*792 Loja do sobrado a. 47......
72*7951 RoadaMeda.
Primeiro andar da casa, n. 37 ,
Segundo andar idem.......
Travesea de S. Jese.
Casa terrea n. 6.......
Idea n. 7.......'
Roa da Padre Florlanno.
Casa terrea n. 1'.......,8ffS?
Casa terrea n. 63......*I***S
Casa terrea n. 43.......V0
Roa das Cinco Pont
Casa terrea a. 1M.......
Roa de Sania Terea.
Casa terrea a. 34......
dem Idem n. 37.
Idea idtm n. 5. 0
Raa da Roda.
Casa terrea n. 1......
Me n. 5........
Travesa do Caiaboaco.
Casa torrea a. 1......
Roa do Calabouee. !.__;,_'_
Casa terrea a. W....... 241*000
Roa da Viraeo. ,,,,.
Casa terrea a. tf.-......lfl*0W
Ru da Ce)eia do Hadfo.______
Casa da nm andar n. 23.....83*000
Os preleadeatas devario aprsMntar do acto da
lem a bonra de parieeipar ao respeliap| publico
que pretende dar alcons gbandbs espectculos de
PRESTIOIG1TACA", sendo o primeiro na quaru-
feira l'deabtil, com programma inteirameole
aovo.
PRIMEIRO ESPECTCULO
Quaria-feira, I de abril de 1868.
jprlsaelra parte
!. Oovo Tcbon.
2* O correio.
3. Ocafdogrio-raogal.
4.a Os coelhos indios.
5.# Oavarenlo.
Yeguada parte
i1.* O vidro myslertoso.
2.* A rnetela pbaoiastica.
3.* A pesca niracofaisa.
4. O anoel em perigo.
5.* O coocerio moostro.
Rotre as duas pifies havera' om clarvalio de
20 minuios.
LEILOES.
Dezeseis cavallos
O agente Martins far' leilo de dezeseis caval-
los todos ovos e em boas carnes, proprlos para
earro oa cabriole!, e algons d'elies para sella, por
terem andares
BOJE
aa roa do Sol, ao lado da casa de detenco, a's II
bar aa do dia.
SEGUNDO ESPECTCULO.
Primeira parte
1.* O jrgo da cabra cega.
! o rehjglo voader.
3 O lenco serpele.
4.* O banqoeira.
5. O caai.au d dlabo.
ecnaida parte
1.* O lenco indio.
2.* O arros encantado.
3.* Qaarro-qne s valem am.
4.* Os objectos voadores.
5.* O concert monsiro.
O agente Puntual competentemente a otoando,
vender' em leilo o meltmr e mais bem construi-
do sobrado de dons andares e sole do pato do
Carmo a. 18, irado 40 palmos de frente o 75 de
fuodo (-ende 15 palmos forelro e 25 propri..), con
doas frentes, sendo orna para o pateo do Carmo o
cutra para a ra de S>ata Thereza, tende no prl-
meiro andar 2 gafcinetes, 2 qoattos e doas satos o
dispensa, e no. segonto oe mesaos esmmedosdo
primeiro, no solio 2 Mus, 4 qnarre* e cosiaba.
Orna eccheir, com duas frentes, sendo o ma para
a rea da r"ai com 80 palmo*, e 001ra para a tra-
teesa das Rieres co 70 palmos e eV ditos de fon-
do, tendo ao lado da drta eocheira doas oeia-scoaa
Ifeiteacenifi aesna (terreno foreiro). O Sra

l
1.. -. -
'
4

I --


1
.


-:



5 '


9

' 1 IIKiliH I
1


Mirto i* PtrlMieo Sexta felfa de Harco de ISZ8.
**>
i
licitantes qoeiram examinar os ditos predios e
concorrerem ao lello.
HOJE
o rohrado annunciado bo paleo do Carra o a. 18,
as 11 horas._______________
LIILi DE 10VE1F.
& saber:
1 puono forte,l mobia com 1 sof, 2 cadeiras
da bracos, i de guarmcao.2 de balanco, 2 con-
solos, i mesa "redonda, jarros e vasos para flores,
caudlelro* da gaz, casticaes, 1 excedente machina
de costara em caixinba, 1 mesa de eVriptotlo, i
dita de jamar, l aparador, I boa cama franceza
embutida, i mesa de cabscelra, 8 cadeiras estofa-
das, loaca para almfar e jantar, copos, clices
I lote, trem de costana e muilos ouiros object's
qae eslaro patentes no acto do leillo que lera
logar
Sabbado 28 de marej correte
No sobrado da roa da Concordia n. 9.
Caris Bonoet caanceller do consolado do Fran-
ca, tendo de retirarse desta provincia, fara' leilai
por tutervencSo do agente Pinto, do*, movis e
mals objectos pertenceutes a casa de sua residen-
cia, a' roa da Concordia o. 89, aonde se edectsar
o leilao as 10 horas do dia cima dito.
AVISOS DIVERSOS.
..-..,. ......- _. ,-
Advertencia!
A verdadeira loncaBarbaibos se vende oes-
te deposito do p>ieo do Terco o. 12. Aqoi nao ha
falsieaco, nao acontece assim, porro, as mals
panes que vendem loaca fabricada em oairas offl-
cias, com barro salgado, resultando engrasar e
nao ademar oem mesmo estriar agaa, nao ob-.tanta
venderem por Barbalho : vendem mais em coma e
isto basta para ihodirem a boa f de qnem com-
pra, reges, ignorantes e seco eonhecimento; acon-
tece, pois, queixaremse que no presta sendo Bar-
balho, nao fat boa sgoa I
Cre.io al ser mais aprefe'eoada, bem bruida,
isto bast para espeneuda, pois sendo mais prefei-
la i miis e_pcoata I
AleiU cjoj os traficantes I I A casa acba se
bem sortida de nevo a variareis gostos de quarli
nhas brancas e incarnadas, c-tiformo o barro.
Atengo.
Consla que algoem espera no prximo
yapor do sol a aoprovgr;3o de urna propos-
ta para realisar-se a permuia da casa sita
na ru do Ousimado n. 52, esquina do pa-
teo do LivraierHo, pertencente a ordemde
S. Beato; mas certos do zelo e dedicaejio do
Eso). Sr. D. abbade aos interesses e en-
graudeciaanto da mesma ordem coufiamos
n3o concluir seiccloaute transafo, visto
como existem em seu poder outra de mul-
to maior vantagem para a ordeio e para o
estaco, enire a> quaes urna de 4G;0 )000
em apol;ctS do governo, outra de dor.s so-
brados que renilem 3:O00$O0O annnaes,
e qoaljuer das demaii de superior -valor a
da que soliciten a approvagao di) ministro
que tudo ignora.
Um que sabe.
Pechico ?, que se i! quilla tu a diuhiiiro
B3 Ioja e ancazeai di pava, ra
da loiperatriz u. 60, de Flix Pe-
reira da Sil?, snecessor de Gama
4 Silva.
O proprietario deste importante estabelecimeoto,
tora rasolvido vender tolas as soas lateadas por
preeo mui'.o m*is barato, com o tim de apurar di-
nheiro a diminuir o rande deposito das mosinas ;
de todas da' amostras dtixtulo licr penhor, as-
sira como so mandara levar em casa cas Ex mas.
familias peles seus caixeires, assim como as pos-
teas que negociara ora pequera escala, cesta esta-
belecimeoto encontrara oro grande sortimento
tanto de fazeodas de lei como de pnaotasia, e se
Ibes vender* pelos mesmos costos das casas in-
gleza?, gaubando-se apenas o di.scont).
i
!
P.-eeisvse de urna ama forra cu escrav?, para
er z,:nhar o mais algum servido era casa de pouea
familia : na Ioja n. 45 a esquiar, da ra da Madre
de Dos.____________________.
Irmandade acadmica de N.
Senliora do Bom-Goa^elho
Cmvido a todos os instes, para comparecerem
na conslstwrio desta irmanlade, no dia 27 s 3 ho-
ras da tarde, aflm da incorpirados irmos acompa-
nbar a procisso do Senhor Bom J'su< dos Passos,
qae sabe do convento do Carmo ; accedeado desta
forma ao convite, que nos f j dirigido pela irman-
dade dos Passos, erecta no Gorno-Sanw.
Secretaria da irinandado acadmica, 24 de mar-
co de 1868.
Candido V. da S'ira Freir,
Secretarlo.________
Muga se om prelo pura sitio ou cocheira, ou
mesma venie-se : na ra do Padre Fionano
D. 71. _______
na cidadeda Victoria
DE
Gon^alves Lima & Barreto.
Acaba de abrlr-se na ciade da Victoria (anto
Antao) om hotel no sobrado em que rcoroa o falle-
cido Antoolo Gongalves na ra da Alegra n. 14,
deroote e peno dos curraes de gado.
-Nesta nova estabelecimeoto, cujos propietarios
procurara adquirir a maior frejiueila e crediio
passiveis, acharo os passageiros casa espacosa e
fresca e trataraento compativel com todos os ra
corsos do logar. Alora dua quarlos interiores ha
vera qnartos preparados e dentro do pateo dj es-
tabeiecimeato para os passageiros, que qolierem
estar era maior indep-n lencia.
Orna espacosa coob-ira pan carros e aoimaes
estara sempra provida com capira em abundanci
para es cavallos de carro ou de falla que trouxe-
rem os passageiros.
Precisase de ura ama forra ou escrava, para
comprare cosfnbar : a tratar na ra da Florenti-
na n. 1.
' Precisa-so da ama ama, prefariado se escrava
na roa do Qoei nado n. 35 A, Ioja da Esperanca.
Atteuco
Na litbographia de F. W. Caris, roa da Cadeia
B, 36, aeha-se a veuda o retrato do Exm. S. mar,-
quez de Calias, pelo diminnto pr^go do t*.___
Joo Slra5-s Piroeota, tem jnsto e contratado
armaco e pertences da taberna cita na ra do
Bangel n. 41, pertenceale a Antonio Bogas de
Sooza, quem jolgar com direito a dita armaco,
apresente-ae no praso de tres dias, a eontar da
data d'este. ____ n
~ Sabbado 2* do correte, depois de Onda a
audiencia do Mra. Sr. juix de pax do i dlstricto
da fregueiia da Boa-vista, se ba de arrematar era
praca publica os movis segaiotes : 6 cadeiras, i
marquesa asofatada. 1 Pr de coocolos, l mesa
redonda, i cadeira de ballaoco, todo de madeira
de amarelb, cojos beos foram penhnradoa a Leo-
vegtldo Romualdo da Silva, por execocao de 0<-
mingos Josa da Conba Lty.
8oeiedade gymuastica-
Sio eonvidadat todas as peasoas qae desojaren
perteneer a sociedado gymnasiie, cita oo caes do
Capibaribe a eompareeerem no da 31 a 7 hoaas
e meia da noote na mesma casa ande naveri orna
rennlio geral para a nameaco da directora qo8
tem de tomar conta do eslabelecimeato ijrmnasuco
<|cw te acba quasi eoaclnido.
Attencao
O abaito ass'eoad negociante estabelecido na
capital do Ceara'. previne ao publica qae o Sr.
Francisco Margal Gomes da Silveira, chegado pelo
Cruzetro do Su', daqotlla provincia, onda s a
uliiroa hora se soabe de sna partida, nao pode
vender ts escravos Antonio e Manoel perteocenteg
ao espolio de sea asado pal Maroal Gomes da Sil-
veira, visto. acbar-e devendo o casal deste ao abai-
10 assigaado a quattia de H:(OO qae com juros
e cusas montara a 18:000 era conseqoencla do
que foram arrestados todos os bas da beranga,
excepto os referidos escravos, por baverem sido
oceuitados. Nao sendo pois sutflcieni es os baos
daquelle casal qje ja' foi caademoado em jo izo
competente, para completa pagamento do abaixo
assigaado, protesta este rebaver ditos escravos do
poder de quera indevidameote os comprar ou com
elles fijer qualquar traosacao.
Luix Ribeiro da Caoba.
Fedegoso de Peniambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominadlo de ftdegose, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
orista de gallo, o tiaridtum uilissimum
ou tiaridium elongalum de Schum, e o he-
liotropium carciisackum de Mart., pertouce
familia das boragioeas.
O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca peroambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses rceme? e antigs, suffocaces,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimeotos das vias respirato-
rias ; sendo om excelleote Unitivo para
aquelles que padecem de phtisica pulmonar.
Sua effieacia contra o ttano ou espasmo
ncontestavel, e ninguem ha que a deseo-
oheca.
Nao ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esbrcando-nos por ser til humanida-
de soffredora, preparamos o qoe abaixo indi-
camos, pondo a disposic3o dos distinctos m-
dicos, e dos doentes desta e das ootras pro-
vincias deste imperio nessas preparaces,
que s5o :
Diario do io TOsagenles do Diario do Rio de Janeiro, neata
prafa, aretam, assignataras .e pnbbcar,as para o
mesmo Diario;
crlptorio.
a' tratar na roa da Cruz n. 66re-r
LOJA
os
RELOJOBIRO
eqa exracto alcooSleo, esipSjg-
tro, oleo, Untura, plalas, xa-
rope e vinho.
A JUHU3EBA urna das substancias me-
dicamentosas que perteacem ao reino vegeta!
e emram na classe dos tnicos e desobstru-
entes, sendo emprgda com vantagem con-
tra asfebres intermiientes acampanhadas de
engorgitamento de figado e baco.
Ella tem sido aplicada com incontestavel
provoilo contra a anemia ou chlorose, hy-
dropeia catarrlio da bexiga, e mesmo par
excitar a menstruar-o difficil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
O ARROBnifiETil
Es muiro superior aos xaropes de CUISI-
IIEU, e de LARROY. De fac'ndigesto, a-
cradavel ao paladar e ao olphato, elle cura
radicalmente, sem mercurio, tod.is as affec-
?5es da peP.e, impigens, alporcas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodureto de
potassic.
Pos vermfugos para loss&rigas.
Preparacao a maia segura para a expulsan cora-
pita das Iwrnbrigase outros vermes, sem acarre-
so jeiinconveoienles que se tem dado com outras
preparaces. Sao de grande acjac verraiciva,
agridavais ao paladar e cumpativeis com tod s as
idades e compleicoss, variando smente na quao-
tidade.
XA.ROPE UE SALSA PApiLHA DO PARA.
0
DGP1JRATITO O SALGUE
USADOS NaS MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGENS,
DORES RHEUMATICAS EULCERAS VENREAS
PI LULAS A\TI PERIDICAS
Contra as febres inl*rmitentea, ou sexes
aa3 iD3 rniiiitaiw
O MULUNGU' tem aeco directa sobre os
centros nerv-isos, e por isto faz dormir$eni
determinar afluencia de sangue no cerebro
cpmo o opio e substancias simples que delle
se extrahem, pelo que o somno tranquillo
reparador, calma a tosse as bronebites,
e modera os accessos de astbma e de tosse
convulsa.
T0D03 ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaquim d'lmeida Pinto.
PHARMACEUTI o EM PERNAMBCO,
Ra larya do Rosario N. 10
J.-'.lo a qnarteldc polica.
tina
Na roa estreiU da Rosario n. 20, 2* andar, pre-
cisa-se de um i ama qae compra e cosinbe para
urna pessoa.
lioleeiro
Precisase de um h ileelro que tenha boa can
duela e seja Bel, pref^rlnda-se estraogeiro ou e'
cra^o de poaca idade : na roa das Crutes n. 36,
1 andar._______________________________
Aloga-se urna escrava para cosiohar e en
gomraar em casa de lanilla : quem precisar diri
ja-se em Saato Amaro ao sobrado junta do cemile-
no inglez._________ __^_-__
P. eci-a-so de ama ama para cozinhar e fazer
compras : a tratar na ra da Cadeia do Becife n. 1.
O abaixo assigaado previne ao litas. Sr. Hen
ri-iue Marques da Costa e Santos, qae tendo per
dldo ama ordem sacada da provincia das Alazoas
pelo Sr. Romualdo W. do Val. da qaaoa de ris
otiOJ, para ser apresentada a 28 do correte ao
dee o me hoavsr achado qaerendo ristitat'la pode levar a
ru< Direita n 29, oo a ra da Apollo n. 32. Reci-
te 26 de marco do 1868.
___________A. P. de Sa' Barreta Jattlor.
Precia se de ara forneiro qud entenda per
fritamente do trabalho de padari* e temoero de
foroo : aqaelle que esliver as circomstaocias di-
rija se a roa larga do Rosario n. 16.____________
Vctor Grandin
K. 40 Ra da Cadeia do Kecife N. .
O proprietario deste estabeteci-
mento, premiado com a medalna
da exposigo noiversal de Paris
no anoo de 1835, tem expo:to a
venda em sna leja, om grande
soiumenio de reiouios para alei-
beira como sejam : de ouro e
praia, sendo dos melbores fabricantes, de pa'en
tes icglezesfeslssos e orisontaes. Tambera tem
urna grande quantidade de reloglos para parede,
e qae batem horas, ditos para embarcaedes e para
Cima de mes;-, todos estes relcglos s3o dos mais
bonitos model >. O mesmo concerta relogios de
todas as qoalldades existentes, assim como tam-
ben) conceria dhroeometros de algJbeira e marti-
mos : recebe sempre por toJos os vapores, um
completo sorllmento da correles tranceln?,
sendo tndo do ooro de le e de modelos es mais
modernos,assim como diversos objectos de bijou
terla dos mais bonitos e modernos gostos.
Fogirara na nite~do da 14 para lo do cor-
rente, os escravos peiiencenles a abalxa assigoada,
de nomes e sigoaes segaiotes: Mariano, cabra,
grosso e baixo, com falla de d-.ntes na frente da
parte superior, representa ter SO.aonos pouco
mais ou menos, bsm barbado, usando porm de
bigodes e cavaigoac, e gasta de beber a embna-
g%r-se ; e Benedicto, crionlo, represeotaodo ter 40
anuos, pouca barba, estatura regular, carpo bem
feilo, falta de deotes da parte superior, ps largos
e grossos e roaito ladino. Sopp5e-se que erte ul-
timo lora unir se a orna mulata de norae Maieell-
Ba, escrava tambera da .balito asslguada, que se
acha fqgida desde 14 de nevembro do anno passa-
do, e que j fo annuociada por este jornal. Ro-
ga-se as autoridades policiaes e capitaes de campo
a captura de ditos escravos, e os leve a casa de
sna senhora. abaixo assignad^, roa das Irinchel-
ras n. 4S primeiro andar, que sero betn recom-
pensados.
Recite, 23 de marco de 186*.
Genoveva Corii de Araujo e Albuqoerque.
Arrendase o engenho S. Gaspar sito na frj.-
guezia de ?erinhaem, quasi todo de exctlleotes
v^rzeas da massare pal, com nuraerosts parti-
das a' roda da rnoenda, moito mangues e maltas,
e prexirno ao embarque, alera de outras vaDU-
gens : a tratar a' ra da Aurora n. 26. j
Arreoda-se a propriedade denominada Birra
de Sermbaem sita na freguezia desie.nlU o nome,
a quai tem moitos foros a' perceber e mullos ci>-
qqeiroi i'desfruciar, assim como ofjerece as me-
Ihores proporcoes psra qo!qaer commerci a' re-
lalha por ser em um povoado-bastante frequentd>',
e na rara po3i<.'5o de beira mar e beira-rio ao mes-
mo lempo : a tratar a' roa 6$ Auro'a n. 6.____
atuio assigaado tu""scieate ao Sr. Jos
Th?odoro Garoe-i. qo" ptf 6Ma Diario o charnou a'
rna d^s Auas-Vc'r.i'3 o. 6'0, era referaocia a om
terreno qne o abaixo s-gnado requeren a S*rtt
Casa de Misericordia para aforar, que | le er,'->n-
derse com elle em seu efeilptorta na ra do I-
perador n. 83.
Recie, 6 de margo de 18CS.
Guilherme Jrge da M.-tta.
PVeciM-se augar urna e>orava |-ara c^uiprar
ciinhar Dita casa de fimilia : ca ra larga do
Rosario n. 21.
Ilil :
CONTRA FC30
A companbia Indemmsadara, es'abelecida
nesta prafa, toma seguros martimos sobre
navios e seus oarregamentos e contra fog-o
am edificios, mercadorias e mobias: na
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Pfofeetora das familias
Associiic brasilein
o
DI
Seguro mana sobre a vida
Approvadi por decreto do governo imperial
de 13 de junho de 18 ;4
Gerida pelo Banco Rural e Hypotbecsrio do
Rio de Janeiro.
COM.illSSAO FISCAL.
Veador, Jos Joqatiim d Commendador Jeronymo Jos de Mesquita.
tem BoavenKa Gongalves Br-qua.
dem Gni'herme Pinto de lagalhes.
E-ta associaco fecbou e anno de 18G7 com
2.9St BohAcriptoree, com um capital subscripto de
res 4,369:9805470, o convert em *potice3 da
divida publica ao |uro de 6 por ce ola ri......
1,162:000^000. As pessoas qu-< quizerem inscre-
ver se na associacao, sao convidadas a dirigir si
pessoatmente, ou por escripto, oo por intermedio
de qoera qoer que seja, que se aprsenle autorisa
do na agencia da dita assoeiaco ra do Livrameo-
to n. 19 primeiro solar, a tratar com o Sr. N, P.
4e Vidal, qoe dar' o regulameoto da mesma e
todas as expllcacoes de que carecerem.
rnaodade de Hossa Meabora do
Rosarlo do bairro de Santo
Antonio.
Por ordem da mesa regedora convide a todos os
Irmos desta irmandade a comparecerem a as-
sembla geral domingo 29 do correte as 10 ho-
ras da manbaa.
Henrlqoe Jos Das das Cbagas.
Secretario.
^nnnnnnnnnnnnnnnnnnninnnnnnnnw
l Evangelista Gjois, por si e eus pareutes,
aeradecem as pessoas qae se dignaran) assistir as
exequias bitas a sua mu presada av Josepba
Tuereza de Jesas, e de novo as convida para a
missa do stimo dia qae tera' logar sabbado 28
do eorrenle n 'greja do Espirita Santo, pelas 6
hrt'> <1 mnh5 ___________________^^^^^^^^
^nnnnnnnnnnnnnnnnnnnni nnnnnna
O aDiixo assittnado declara aa respeuavel pa-
bllco e com eseeciatidade ao eorpo da commercio,
qoe nesta data se despedio da casa doSr. Jos J >a-
qolra Gomes Teixeira, o qual pelo prosete vera
agradecer o boa iratameoio qoe leve em sna casa
dorante o lempo qae fot eea ealietro; portanto
aceite este lotvor de reeonh*ctmenio e gratldo,
Reotfe M de marco de 4888.
MaaMl Rodclgnes de Ollwra.
Salsuparrilha de Ayer.
- Cbamamos de novo a aitencJo do publi-
co sensato dar e&te remedio inavitarel, co-
nbecido por toda parte pelo nome de ex-
tracto composto da salsaoarrilfia do Dr.
Ay er; esta nome foi-lhe dado, nao por ser
asa Isa sea /agrediente principal, mas por-
que este nome geralmente connecido e d
urna idea clara do medicamento e os seus
usos.
A raz da salsaparrilha dos tpicos co-
nhecida como um dos melhores alterantes
qoe possuimos, porem os mdicos tod. s sa-
bem que ba ooiros tao bons como ella, e
que em combioacfio com a salsa sao rruito
c i asa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal ae ama molestia que mostra os
seus estragdos com innmeros e assombrosoe
casos na estatistiea da mortaaade. Por-
tanto o dever de todos procurar o alivio
mala certo e mais prompto que podem en-
contrar para a cura de quslquer symptoma
ou principio desta terrrvel molestia; bem
como todos os males que podem cooduzir
a ella, como tosses, resfriados, defluxos,
dor de garganta e de bronchiles; qualqaer
rouquidlo deveser tratada immediatamente.
A experiencia mostra que o peitoral de
cereja do Dr. Ayer cura todos estes padeci-
ment03 quasi sem excepc3o, e raro o lu-
maisefficazes do que qualquer droga pode i f"t D0S paizes onde conbecido, q e nao
ser por si ; porUnto, este composto de l^DQa,.^merosos exemplo3 de curas feitas
por elle.
As preparaces do Dr. Ayer s3o prepara-
das com especial attencao ao clima dos tro-
salsa, labaca, stdliagia, madrag-ra, etc.,
possue muito mais poder sobre as enfermi-
dades do que qualqoer de-sas drogas s.
E' precizo notar quo nao umanrepa- pic08'e tm. mod|ficac5es importantes sobre
raco secreta, pois a formla detua prepa-; aS rlue s3 fe,las Para oa,ros Paizes-
racao tem sido publicada muitas vezes $L Forlanto oeve-se nolar com muito cuida-
submettida s juntas de bygiene publica dos'P3" que nan baja engao, que os re-
mostrando exactamente as drogas que en- medJos ..do Dr- Avler Preparados para
tram na sua composico e o seu modus fu-
o Dr.
Brasil, trazem
rotulo e dire"cc3o mi-
ciendi. A grande vantagem de remedios MCI0Sr na lin?aa portugueza. Portanto
desta qualidade fcilmente percebida ; o ;Convem notar co.m muit0 cubado que o ro-
Elle e um preventivo seguro e certo con-
tra a cal vico,
Elle d e restaura forca e sanidade a pelle
da cabera,
Elle de prompto faz cessar a queda pre-
matura des cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos, ,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualqaer forma ou posicio que se desoje,
n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Ello conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa, ,
Elle previne' os cabelles de se tornaren)
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de
frescura refrigerante e agradaveV .
Elle nao demasiadamente oleoso, ,gor-
durento n pegadico. "\
Elle nao deixa o menor ebeiro desagra-
davel,
Elle o melbor artigo para os cabell
das crianzas,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservado e arranjo dos ca-
bellos des senhoras.
Elle o onico artigo proprio para o peo-
teado dos cabellos e barbas dos senbores,
Nenbum teucador de seobora se pode
considerar como completo sem o
TNICO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformo-
aaa o
CABELLO.
medico sabe exactamente o que est recei-
tando e os resultados que se devem espe-
rar, e_o doente saoeo que esta lomano, o
que nao acontece com a maior parte dos es-
pecficos que por abi se apregoam ; no em-
prego de preparaces medicinaes como as
que o doutor confecc ona, evita-se um sem
numero de males que resultam do uso de
remedios secretos que tem quasi sempre
por base alguma droga perigosa, amo sej?
mercurio, arsnico, etc.
O extracto comporto de salsaparrilha do
Di-. Ayer especalmente efficaz na cura das
molestias que tem sua origera na escrfula,
na infeceo sypbjliiica em todas as suas for-
mas, idearas, chagas, mal do fijado, dar-
tbros, empingens, sarna, comidios, tumo-
res, rheumaiismo, pstulas, e toda qoa i-
dade de erupces, etc., e em qualquer im-
pureza do sangue, pois opera directiirente
sobre o sangue e as secreces, pariiieando-
os e expulsando o veneno, e litrando-os da
acc3o viciada inspira-Ibes novo vigor c no-
vas -forgas.
SALSAPARRILHA DE AYER
, sem duvida, o mais poderoso renovador
do sangao, conhecida a medicina, pois o
nico remedio de qua sa tem tirado vait:;-
gens permanentes na tratamento da sypbilis
e escrfula.
De todas as molestias que afigem o bo-
mem, lalvez au baja urna que infunda tan-
to terror, nem orna que seja tao inaxoravel
e horrorosa eos seus estragos como a sy-
pitilis, mal syphilitico ou mal venreo.
E' piovavei que esta molestia tenha esis-
lido desde os temos mais remotos da his-
toria, entre os jadeos, gregos e romanos,
i) rem alguns autores pensam qne foi in-
troduzida na Europa da America depois de
Coiomho; porem ba provas positivas do
contrario.
Sigunda Valerios, a calvicie e a ulceras
na cara de Tiberius, d. que falla Tcito, fo-
ram caucadas pela sypbit*. Ha prova po-
sitiva pue ex;stio 80annos pelo monos an-
tes de Coloa.bo.
G. de Sacito diz que existi cm Mlllao
em 1209.
Pdtius de Argelalo falla delb na Bolonba
em 1470, e Uypuc ates e Gteso pem lora
de duvida sua aniipnidade ; porm certo
que hoje existe em todo o mundo, o que
oais de um terco do genero bumano Mure
deila.
E' impossivel achar outra molestia que
de tal maneira afnete toda a economia e
que J>pi'areca s o homem de tantas maneiras diversas.
A syphilis primaria nuito conhecida,
porem a secundaria ou constucional toma
formas differentes que o primeiro sympto-
ma deve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os symptomas premonitorios mais com-
muns sao: languidez, abatimento moral e
physico, falta de ppetite, insomnia, olhos
pesados, dores rheumaticas, particularmen-
te de noote, pallidez, tocteiras de cabeca,
magreza, dores nocturnas e s vezes peque-
as erupces com febre ; depois vetu os
verdadeiros, irritacao na pargania acompa-
nhada de leve febre, dores as jutas,
queda d- s cabellos erupces, darthros, tu-'
mores nos ossos, cceras, mancbas na pelle,
dores de cabeca (as dores syphiliticas s3o
menos fortes durante odia, geralmente co-
megam a augmentar ao por do sol), surdez,
tum res malignos, zuido nes ouvidos.
As erupgoes syphiliticas sao de muilas
especies, cuino erujces eseamosas, erup-
ces ulcerosas, erupces pustulosas e erop-
03o na pelle da cabeca fazeado cahir os
cabellos.
Quando a syphilis alaca a membrana mu-
cosa do nariz e da garganta requer atten?3o
immediata, pois os estragos s3o rpidos e
irreparaveis; cometa ochando e infiamman-
do as partes, seguindo-se a ulceracSo que
s vezes esttnde-se at os ossos do nariz o5
larynge; ento se perde a voz; causa fez-
se, causa a formago de tubrculos e st
estragos illimitaveis em todas as parles do
corpo. Se todos comprebeodessem bem o
alcance deste terrivel flagello, ninguem te-
na um moment" de secego emquanto o
mal nao fosse estirpado do systema.
Offorecemos hoje um abrigo seguro e
urna cura effcc iz de toda a qualidade de mo-
lestia sypbilitica na
Salsaparrilha do Dr. Ayer.
Para assexurar urna cura permanente es-
lejremedio deve ser tomado com regulari
dade e constancia, observando escrupulosa-
mente as direcces qoe acompanham cada
frasco em portuguez, e ao mesmo lempo
deve-se evitar excessos de todas as quali-
dades.
Carece tambera, especial attencao o
Deve-je recusar todo e qoalqner frasca
que for offerecido com rotlo ero inglez
que n3o teuba impresso em om dos ladeo
do rotulo o nome do agente geral para o
imperio do Brasil. ]
Uoico deposito ra Direita n, 15.
Vende-se na botica franceza de P. Maorer
& C ra Nova n. 25.
Irmandade do Senhor Bom
Jess das Portas.
Por ordem d a mesa regedora convido pe) pre-
sente a ans igreja da Madre de Daos, sexta feira 27 as hora*
e meia da lard?, para incorporados irmos acompa-
nbar a procisso do Seobor Bom "Jaso* dos Passos,
qoe tera de sahir do conveotJ do Carmo pan o
Corpo-Santo, para o qoe lomos convidados.
Recite, 21 de mar? > de 1868.
Mantel Morelra Campos,
_________________EscrivSo.
Precisa se da nma ama sement para coai-
nkar para pouca lamilla : na p aja da Bja-vUta,
bctioa n. 6.________________
Un pessoa habilitada a com praUe,ofJare-
ae-se para cobrar dividas* da' an;a: na ra do
Padre Floriano n. 71.
=r^
tolo ou envoltorio de cada frasco traz na
frrnteonome do remedio e descripc3o do'
seu uso na lingua portugueza.
Na rna da Cadeia d ik^ife a. SO, presisa-se da
nma ama psra cosinhar.
OTECTORA
DAS
DE
SEGIB0 MUTUO SOBRE A VIDA
APPR*DVADA-
ron
ecreo to Govera-D Im;-eral E GERIDA PELO
BANCO RURAL E HYPOTECARO
D3

li ejl.-g..
-^.'ow mis sao tiscal
Commendador, Boavenlura Gongalves Ro-
que.
Com .iendador, Guilherme Pinto de Maga-
"iiies.
Joaquim de Lima e Silva So-
Jcronyuo Jos de Mes-
Veador, Jos
briLo.
Commendador,
quila,
o risco de morte ser calculado pela t'-bdla d> Ifotferraad tart. 39 do regalamenti):
Wi|IIA
'Al
de mortalidade-de Montferraud, calculad para 1,000
nasciraentos.
Peitoral de cerja
Do Dr. Ayer
para cura radical e certa de todas as mo-
lestias do paito e garganta, tosse, consti-
par, 5es, bronchiles, asthana, deQnxos, roa-
qaidao, coqeulucne angina e dipheria.
A grande fama que tem graogeado este
remedio devida s admirareis -coras da t-
sica pulmonar, molesta esta tao penosa e
fatal em soas cowsuqaencias, que aquelles
que sao atacados dos primeiros symptomas
derem ser tratados o mais eedo possivel,
e o primeiro remedio qoe se applica deve
ser efficaz, pois oao ba (ampo de fazer ex-
periencia. As pessoas atacadas da tsica,
geralmente tazara dodco caso de sea mal,
at que soja tarde para cnral-o ; nesta,
ims do que em qualqner entra outra [
JOaREVVEMEi
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SOBItEVI VESTES
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3 4
353
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243
229
214
437 7
427 73
4 8 74
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398 7li
38/ 77
376 78
364 7
351 80
-27 337 8
314 .31187
3 0 308 8
2 i 393 8'j
378 85
263 8"
2i8 87
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17
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20C
183
166
I4f-
131
ltf
101
89
77
66
5
45
36
27
23
li-
li
10
SOBREVI-
VEN ES
8
6
i
3
?
1
6
Esclarecimientos.
O seguro de sobrevivencia, qne esta associacao eslabelcea sob a idas faeonda de miluali-
dnde, nn.- euinrato p'-lj qnal a associaeao se obriga, mediante nina qnaolia qu3 ella recebe ptor urna
s vi-z, ou em prestares auauae, a entrenar o contnbuinle ritf.sa tomma, iu a <;ii-u elle de?hnar
como beneliciado um capiUI, ou Uiua renda, uo fin do praij dj cutate, so o segurado, de livre 6:co-
a do coumbuinle, viver at eniao.
O objecto, pois, da assoclago e a cre3;".o da capitses, e a de ren-l-.s; por maio de contri-
bui^Ses feitas de uina ver, ou em presttcOei annoaes (irt. 2o Jo re{.'ulam,;Dto.)
capital da assuciaco illiiu tadne f ruja 9 das eontrlbWfSe*-, o que o Banco apenas
ispo.Mtario at qua dentro de qoiore das tmprorogaveis as Movera nicamente sai spelieej d D.tida.
Publica NaciODal de 6 por sent farto. 6o e 3l.j >
As opcra$5es, do principio a tira, eMao snje-itas ao eiacia e verificacao d coumisio fiscal,
cumposta actoalraente dos contribointes acuna norceados. (Art. Io g 2o e art?. 57 e 70)
O contratos do seguro (uzem-se por uto a vtote e cco auqos, e podem rescindirse ero le-
dos ca em sIucd, ou algua* dos quioquenmo intermedios ao prazo liu .i. (Aits. 18 e 19.)
Antes, porm, de Ando o primeiro quinquenuio t se tato pr cinco atnos ou pelos qne al-
tarem para concluir este quinquenoio. (Art. 17.J
Os contratos podem effectuar se debaixo das feguintes coBdl5es :
1.* I', ra risco de capital e lacros.
2.* Com risco de caui!*l s.
3.* Com risco de lucros s.
As diferentes coaaieo's sobre qae assen'.am os contratos indicara e distingoem as difieren]
tes sociedades a qoe os contribuimos pertencem.
Formadas assim as sociedades, cajo numero de contribuintes lllimitado, sao pestos em com-
mom os capitaes, para serem diftriDuidos, no Bm do praio dos rospeclivos couiratos, pelos beaedcia-
Jos cajos seguros viverem at ento ; sendo adiviso dos qoiuhoes feta em proporc.ao do vat-jr de
cada contrato, de sua duracao, e do meo de morte do respectivo s Os lucros do contrato crescem com o risco sobre que asseniam ; assisi :
Os da primeira condicao, alin do augtceDlo do capital, pela composico o joro, tem direi-
to a qncta da paitilba do capital e lucros dos contratos, cojos seguros fallecerem antes da poca das
liquidarles escolbidas. ....
Os da segunda condicao, al'm da qnella mesma verba dv capitalbarao da entradas e dos
sens jares, tem dircilo a quou da partilba dos capitaes (dos lacros oo) du$ contratos cojos segarados
fallecerem.
E os da tereeira enodico, alera daqaelia verba, a todas as condiefes commam, tem direito i
qaot dos lucros (dos capitaes nao) dos contratos cajos segurados fallecerem.
A appllcaco do capital e lacro resultante pertencera' a peoa, oa pe.'soas, qoa o contribaia
te determinar ; podendo elle, em toda a durago do contrato sabsiltuir o Denesiado, oa beaefl-idos
por mel de ama declarado, qae a associa$o averbara" na apjlice, oa mesmo sem essa formalidada
oor meio da escriatura puuiica, oa disposicao testamentaria,
Tambera livre ao eooir.buiote dispor de todo, ou s de parte do beneficio ; assim con Ibe
permiltldo eoncede-lo pleQameote, oa s por oso froio.
Se o valor da coatribuico se dever realisar por prestaces annaaes, e o contribuate por
morte oa por oatra causa, as nao pader verificar oo completar, licito ao propri,) beneficiado, na a
uaalaer eatr pessoa, etTectaa-ia ou perfaze las. mas sempre em proveilo do primitivo beneciado.
Os contratos de segaros da especie indicada eonvem especialmente :
A qnem qasrdot^r upa ulna oa fuudar nm patrimonio, oa um principio de eslabelecimeato
a nm Albo aflihado, < u outro Individuo quabiaer, a qaem se queira beneficiar;
A quem qaizer livrar de recraiameoto am filbo, na idade em qne o pal oo a mai, delle pre-
cise mai ^ ^ ^^ ^arj ^ Mnro nm capital oa ama renda, temendo que a de qae goza
uando vigoroso, naocbpgaa qaando a vilbece, oa a enfermidads, nao Ibe perraiiiiradi|oiri la.
Qualquer dos flos apootados pode ser consegrado, anda pelas pessoas meos protegidas da
fortnaa; porque basta para isso consigoar annuilmente ama luantia em relami aos meios pecooj*-
rios e l'^r|(,i^epu*ig og ej,efes je familias nauerosas, qa*ntojlhes aproveita applicar soas ecoo-
mias a sociedades fundadas sob semelbaotes bases, quando a experiencia tem demonstrado em com-
panbias anlogas qne urna Imposleo annual de tOOfi prodnz :
i
um.
Em cabeca de 1 erianca de l'dia a 1 anno
de 1 de 1 a 2 annos
de 1 > de 2 a 3 >
del i de 3 a 4 >
de 1 i de 4 a 15 >
de nma pessoa de 15 a 20
de de 20 a 30
i* > de 30 a 40 >
de d 40 s 60
Ein anuos fciu 10 aunes. Lru 15 ao
>
>
>
>
>
I:iu040.mi
900*000
861 OKJ
860*000
8614000
8600 0
861*010
860*000
9004000
4:00040-0
3:000*000
2:900*000
2:8!KJ*000
2:70ti*C00
2:700*0011
2:7dU*'i00
2:7m)*OoO
3:000*000
9:000*
7:300*
7:O*
7:100*
7:000 a
7.000*
7:100*
7:200*
7:500*
Eu20au Em2a
20:
17:000*
16;lo04
15:500*
15:500*
15:400*
13:600*
16.000*
18:000*
47:000*
37:000*
35:000*
34:000*
33:501'*
33:300*
34.100*
37D0U*
.tO:i Bm vista dos resultados qae se acaban, de mencionar a*o ha BinsaeiB, por pequeos que
sejam eus recursos, que nao possa aspirar a o aiaro melnor e 8abr alguns degraos na foseada
sua vez se estende e multiplica at o infinito.
cenca 4e rernaM*n n. %9 ra do U-ramate

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I wnnee I
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"*
V
V

fclarlo ele peraralmeo -- Sexta felrm 19 4c Harco 4c 18C8.
---- .
ESSENGIA COMCEUTRADA
CAROBA
Qreparada a'fri por Augusto Caors,
PHUUGKl'TICO PELA ESCOLA DE PiRIS E SUSSESSOR NESTA CIDADE
DE
mineral.
Arlstides Salsa ct e dr. Soum
N. 22 Ra da Cruz N. [22.
Tratameoto puramente vegetal sem mercario, iodo, ouro, nena oatro qaalqaei
Verdadeiro parificador do sangae sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua origem na impureza de
eaogue, como sejam as molestias boubatioas, syphiliticas, escropulosas, darthrosas, que
venbam ellas por here iitariedade, quer sejara adqueridas pelo contacto com pessoas infec
cionadas dos diversos viros que contaminam o sangue e os humores.
A caroba utn remedio prodigioso, usado desde remotas eras polos indios
do Brasil, e passando sea oso de geracjio em geracao, boje, um dos remedios, mai-
condecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse no-
mero a morpba ou elephaotiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha moito tempo entrou a caroba nos formularios como preparacSo magistral
*ob a forma de eleictuario, anda boje lembrado as pbarmacopas com o nome de seo
celebre autor Jo5o Alves Caroeiro: nao ella portanto, remedio novo nem desconhecidb,
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o cura deje uso oubas e ulceras sypbiliticas srdidas.
e empregede com proveito ivo dasbeoficua de rimppplicacjto de mallos ouiros agentes
therapeuticos enrgicos e dpois quotidiano.t)
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o BOB distincto pra-
two e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
tratameoto das boubas, das diversas formas sob que a ayphilis se apresenta e muito es-
pecialmente as que tm sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a caroba produzio admiraveis
effeitos, depots de inoleis e prolongadas applicacies de salsaparrilha, mercurio, iodo,
ouro e seus preparados, etc., etc.
N5o era possivel que urna planta tao notavel por suas inapreciaveis virtudes
escapasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialidade ao estudo e tratameoto das molestias sypbiliticas e herpeticas, e
para prova ah esi5o os Srs. Drs. Casaoava, Schurfer, Ricord e outros dando as mais 1-
songeiras ioformaces sobre as propriedades corativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderosissimo para o tratameoto das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas,
dartbros de toda a qualidade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
outras muitas molestias de natureza syphilitica ou bonbatica.
Por ter-se generalizado muito o uso da Essencia da Caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observacoes, de-
librenme a ter prompta urna quaoiidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do fogo,
para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ha
na minha phamacia sempre e em porc3o sufficiente para todos os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e o uoguento da mesma planta, para que nunca faltem aos senhores
mdicos que quizerem experimentar tao precioso agente medicinal.
Recife de Pernarabuco, 17 de oulubro de 1866.
Acgste Caors.
Roa da Cruz n. 22.
GRANDE LIQOIDAQAO
EAZ
0 MOMO DE VENEZA
15 rua da Imperatriz 15.
Attendendo s urgentissimas necesidades em que se acba o imperio da Santa
Cruz, de mandar forjas para o sol, o Mouro de Veneza, patriota como acaba de offe-
recer-se como voluntario da patria, afim de nao passar pelo dissabor de ser arbitraria-
mente disignado para o servico da guerra, como esses guardas nacionaes rebeldes, e por
isso tendo elle de seguir brevemente para o Paraguay, approveita o ensejo de se despe-
dir dos seus numerosos amigos e freguezes, ao mesmo tempo para Ihes lembrar que,
esta a cecatilo mais favoravel de todas as pessoas surtirem suas dispensas, pois a mo- g X^V^YpISi ISSE
dicidade dos precos dos gneros existentes no armazem do Mouro de Veneza convida a e oatros moitos.
ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ.
;kua nova ir, 7.
Continua a ebegar de Pars esteestabelecimen-
to bom sortimento de calcado escolhido ios melho-
les fabricantes daqoella grande praca, assim co-
mo grande varledade de quioqallbarla e de no-
vos brinqtedos para crlaDcas, cojos artigos se
LAFECT
todos fazerem o mais briibante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Admirem todos os precos seguintes, cheguem, vejio e comprem, e depois con-
fessem que f urna rpida retirada, poderia ser a causa dos seguintes gneros serem
vendidos por estes precos, a saber:
Azeitonas de El vas latas de 2 garrafas a 800 rs.
Ameixas francezas em latas cartoes e boetas.
Assafates do Pono, terno de tO por 100500.
Arroz do Maranh5o.
Albos a 80 reis o molbo.
Absiotho verdadeiro a 1(51800 a garrafa.
Balaios em grande quantidade para diversos misteres, como sejam : guarda rou-
pa, costareiras fruieiras, e muito proprios para compras.
Concervas inglezes a 900 rs. o frasco.
dem para peixe e pimenta a 400 rs.
Ostras, latas grandes a li00.
Vassooras americanas a 40O rs. cada urna.
sal reinado em potes de vidro a 400 rs.
Biscoitosinglezes, perola, crakoel. captaos, arrovrote e outras marcas a 10400.
Latas com po-de-l torrado a IfllaOO, este biscoito magnifico e proprio para
debis estmagos.
Senouras a 640 rs. a lata.
DOCES
De goiaba fino em latas de 4 Ib. por 20200, b grande quantidade de caixes para
diversos precos.
Melocotones excellente dsce hespanhol em latas do 2 Ib. por 800 rs cada urna.
Marmelada em latas / libra 1, 1 */ e 2 a 800 rs. a libra.
Frutas de Lisboa em doce a 500 rs. a lata.
Ervilhas portuguezas e francezas.
Farelo de Lisboa a 60000 o sacce.'
Fariaba de milho branco a SCO rs. a libra.
Farinba do Maraoblo muito alva a 200 rs. a libra.
Farinba de araruta a 400 rs. a libra e gomma 160.
Graxa em latas para rapatos a 10100 a duzia.
Chocolate verdadeiro de Cuba a U2u0 a libra.
V1NHOS
Grande quantidade de vinbos engarrafados Malvazia verdadeiro a 20000 a garra-
fa, Lagrimas do D Miro, Feitoria de Cbamtegue, Camoas, Abrantes e outras muitas mar-
cas para divers s precos em pipas, do Porto, Menezes e Cbamisso, a 800 rs. a garrafa
Muscatel de Setubal, obt que pinga! c digna domaior aprego, e com preferencia para o
bello sexo, Figueira superior a 560 rs. a garrafa deste genero todos dizem ser bom, mas
desenganem-se que o verdadeiro so b oo activo Mouro de Veneza roa da Imperatriz
n. 15, isto com pequeas excepcoes, vinbo braoco proprio para missa a 640 rs-
a garrafa, tambem temos de Lisboa em pipas a 50O rs. a garrafa e 3500 a caoada, di-
o alguns collegas que o Mouro de Veneza, barateiro como s annuncia, venda o vinbo
caro, mas que elle serio como nao deixa de dormir denoite para andar as t/oltascom
as pipas pejaodo-as de misturas nossivas,
LILORES FRANCEZES
Approyado em Franca, Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laf- o que ha de mais estomacal e delicioso orno sejam creme d'ouro, de amendoa, de alptr
ectenr s autorisado, mui superior os xaropes de Cuisinier, de Larrey e de salsa-1 che, de nelUo, pecego, morangos, orlelam, pimeota eMoka, destas marcas custam de
urnas .10500 e de outras 2000o a garrafa.
parrilha.De fcil digestao, agradavel ao paladar, e ao olfato, elle cura radicalmente
sem mercurio, as affeces da pelle, Impigeus, alporcas, tumores, ul-
ceras, sarna degenerada, eseorbnto, e os accidentes provindos dos partos,
da idale critica, e da acrimonia hereditaria dos humores.
O arrobe especialmente recommendado contra as doencas syphiliticas recen-
tes, inveteradas ou rebeldes o mercurio e ao iodoreto de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFECTEUR, em casa do Dr. G1RARDATJ
DESAINTGERVAIS, rua Richer, 12, Paris.
Depsitos em Pernambuco.P. Maurer A C rea Nova n. 25, e J. M. da
Cruz Correa.
ILLU.
NACAO
A GAZ.
MANTEIGAS
Ingleza superior a 10200,10000e800 rs. a librada que vndelo Mouro por
10200 cusa 1 uo em ouira parte.
Presuntos seceos de Ilamburgo superior a 640 rs. a libra.
Linguicas e lombos preparados no Archipelago, acoriano em latas de 5 libras por
30300, mas bom.
Tijolo para limpar lacar, em p a 100 rs. a libra.
Figos em caixo^s de 8 libras por 25300, ha muito qae nao os h to bons.
Pascas em carlees 10000 rs. cada um.
Velas de spermacete, de carnauba e coropnsc3o a.
CHARUTOS DE HAVANA
O Mouro de Veneza, declara a seus freguezes que acaba de rece'ier por interme-
dio deoutra casa superiores charutos da fabrica de Manoel de la Salla, denominados Regalia
Britanoica. em caixas de 50 por 50000 rs. cida ama, o Mouro declara em tempo que nao
vende t aos freguezes.
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz na
tasas e estabelecimentos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens:
i. Urna redneco consideravel nos precos dos canos, apparelhos e todos os mate-
riaes precisos para a insiallacSo desta luz.
2.' O gaz fornecido hoje de exirema pureza e n3o offender a prata, o bronze
otioatro metal differente, assim como nenbura damno poier causar s pinturas, quadros.
urnamentos, papel de forro mai? delicado que seja, tornando-se ao mesmo tempo t5o sau-
davel e mais econmico ouira qualquer luz, j conhecida, aQnal, evitar tambem a obs-
ircjao dos canos e tubos dos appareibos.
3.* Os appareibos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
xe, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessiiam simplicidades economa.
4.* As pessoas que quizerem enllocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em- d
preza, a qual se encarrega da collocacao de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda"! te. A .. "- i?f r"S& f? .e.sl?eca,,d*dfl as P""8 w* b0Qram a moda, os objectos do ultimo gos.
ikF^
a responsabilidade pelo perfeilo cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalho.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstrueco de canos, etc., deveudo o consumidor pagar someftte as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reelamacao que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza rua do Imperador n. 31, aiui de ser logo providenciada.
mmMmmmmmmsmmmm
COLLEGIO DE SANIO AMAHi
R. 5 Recife, Fu d Trapiche n. 8,
Pandado em o anno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Eibeiro de
Souza.
iS!!ri-d0. co',e^0,de Samo Aro"f>. no intuito de montar seo estabelecimento ^
conven etemeote acaba de fazer acquislcio do excelente ed.Bcio ero que acbava.e lo-
21JL!t7Sl /e -'Ub d Rec,fp.-Si,a o Trapiche d 5, para onde modoa 11
8"c*8' eif ufT!9 e ""r"ffSo baseada do oovo sjwtema especial de premios &&
LJfi &. r 'f .m"D,e ?b0l'd0 "m0 man0al- nUBB a reCeber at =
fn. rTi^f138' ios P600'01^^ eneros ; achando-se o enubelecimeo-
\J/~ nL??t0- ,Me, f C"niodnii, e nrovido de um fscolb.do pessoal de pro-
ressore, qne leeoonarao &s seeoiotes disciplinas : K '
Jnslrnceao elementar Relbor-ca e potica. Ecriptnra?ao mercantil
Lingoa hiina Geojrrar.hia e historia Msica vocal e instrument!
Franceza Geometriaa Dezenbo
Ingleza Phllcfopni Dansa
i a* t abertora da aula elementar tea' logar no dia 7 de Janeiro e as dais, do dia
-. m'.Treir?*em 1019- A il>:P''',5*o dos coroDariiro*otos do collegio eTs estatutes
MiiBir^n-.8. u* d,spo"cao dos interessaos. Ootro sim. o director tero creado orna
^^^nffi"' ^0e Pr e8!e "" e ul" mel"
trxtoZ!^it,"!?AMo-0*!Bnca e eaid,a "o s, na parte relativa ao bom
*L S^r *rtlD|!\nie-n?-S? s!s ateaaps como tambem, na boa ordem e regoiarida-
N. 2 D ^ N. 2 D<
C&RACJlO DE OUKOa <*&$
ERNESTO & LEOPOLDO
A loja d. 2 D intitulada Goracao de Oaro na rua do Cabng, acba-se d'ora em diante offereceo
m" iTflO -pe ave pab,!^'coin especialidade as pessoas que bonram a moda, os objectos do ultimo gos
lidez da"obPer men0S t>T CeDt d qae em alra qualquer parle arantindo-se a qualidade e a sc-
ia r^SDeilavel Publico, avaliando o desojo qne deve ter os propietarios de nm novo estabelecimen-
,n0icPmS. I Dr*res>.fn: sen negoci, deve ebegar imroediatamente ao coracao de onro a comprar
iminX ,rl es.n.lltian,e3 esnieraldas, rubios e perolas, verdadeiras eoi agarras modernas, pek
rr=*/JJl l **' bnDCOS modernos de ouro e coral para meninaxelo preco de 3*, maracas de
rn\ ,Z marfim e madreperola, obra de moderno gost (o que encoBtrarao no coracSo de
rr d nm ih.i0hUro ^ a ccmP3lente crusinha ricamente onfeitada pelo pequeo preco de 12*,' brm*
train9 [L alho perfeto por um mdico preco, cassoletas, traneelins, pulceiras alGuetes para re-
rnertn I! n^0"6108 ,udo e alto gosto; aneis proprios para botar cabello e Arma, dito para easa-
mm h\l?xal b teD Corao de Curo nm completo e bem variado sortimento de diversos
inr S-'n-i ^a p.UDhos com diamante, rubins e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo seo va-
VXm g^L0 desenbo, brincos de forma da delicada maoslnha de moca com piogente contendo
?irTnarfclr hnr, br"aDtfs. Perc'as, o gjsto snblime, alEnete para grvala no mesmo gosto, ralo-
mit InJn "do de pedras preciosas, ditos para Homero, diversas obras de brilhantes de
v.tair-1[Jf1 nhls de rubDS' awaldat, perolas e bridantes, anoeis com letras, cazoletas de
nnr ini S-M'!berto para relra, (a i"t,eM> briDCOS de racJa ,tos a mperatrii toda e qual-
rrniriri Jr r<-,,,0far. tratos e obras de cabello, e outros mnitos ebjectos que os pretendemos en-
TL l,ni mara?i' de Uuro *'ne 8e conserva curo toda a amabilidade aos concorrentes deliando-
Kcr. l/S nin.w" P"S08 de certos objectos porque (desculpero a maneira de fallar) dizendo-s* os
preces tai vez aigoetri faca mo juizo da obra, por ser to diminuta qoantia a vista do seu valor.
m n, S?5- '* cempra-se, e troca-se ouro, prata o pedras preciosas, e tambem recebe-se concer-
o!nr-lTn! 21'! ?? ??,ra 2nalnw ParIe' dao-se obras a amostra com penbor, conservando-se
o Loracao de (Juro sbe.to at as 8 boras da noile.
nna -^'"'S^V<,D* S6 ^ S C,on^ de 0nro dSo se Podera' engaar com a csa, pois
u tn'n /^a-,a0ID COrac2 Pe.ndrad0 HO'ado deamarelio, alem deoutro que se nota fi un
roteo (isto se advert em consequencia de terern ja* algomas pesscaa engaado com ouira casa-
?v^
* ??y eslabolepimeDlo.
m
Na roa. das Cinco-Pontas n. 73, precisa se de
orna ama para o servico de urna easa de ponea
UtoUH. ^^^ '
Qoem precisar de orna prsia para o servico
interno e exierno de ama casa, dirija se a' roa do
WaKWiran. 1.
Precisa se de orna ama qne saiba coziobar e
tozer comprjs : do Corrdor do Bispo o. 23._____
Pfecisa-se de urna ama p*ra o servico de
ama casa : na rua do Aragao d. 27.
Laorindo Bemardino de Senna^Leite ecm-
proa taberna sita ao puteo da Peoba n. 6, per-
trocete i Beroardtoo Jos Joaqoiro dos Sastos;
flowm m jaig^r c im dtreito a mesma, appareca no
liraau da tres das.
P'*eisa se da om ciiteiro qae leoB pratiea
e ttnerea e d conheimto sna eondoctt a
uaur aa roa das Cinco-Ponus a. *2
mmwmm
Troeam se
as notas do banco do Brasil e das
Jom descont moito rasoavel
"andancia n. (Ji
caixas Cuses-
na praca da Indi,
.S~. A"Bua*-8e ou -Xceiieoi muu oa Caiiuoia,
em terreno alto a margem do rio, com grande ral
sa e tomo, coieiras, estriarla, rasa de fetor e
ouiras mai, duas cacimba a'ajjoa de beber com
bomnrs e baoheiros de cboqoe e cbovlscn. iardim
i de p+rtra e cal com resorbo d'igua no ceniro va-
sos e figuras, baixa de caalm para snsuoiar aus-
tro cavilos/pomar a todas as qoalidades de
fracias ele.: trata sa na roa larga do Rosario n
20.
Precisa-se de ama ama de iji condona para
o servie-j de casa de bomem solteiro; no paleo da
Ribelra.
boa fnnZ, ?. Kama forra es"avade I. -Antonio Seraflm da Silva fleando com a loja
'""}^c'* pa ra C0Bhap Para "" de familia, de joias da roa do Cabog n. H, qoe glrava sob a
d? A,r. X l prlaie,ro andar on Da raa irmt de Seraflm & Irmao, est resolvido a vender
suas jolas de coro e prata mais barato do qae em
ootra qualquer parte, na mesma loja tem condeco-
rarles e Olas para todas as ordens militar.
as obras do forte do Mattos anda se aeei-
laro algoas pedreiros boas, e serventes que sejam
&1M
Preeisa-se de orna ama forra oo caplva, que co- ,
zinbe e faca compras, para casa de pouca familia : i Uat)i"tlaJore8-
na roa da Concordia, sobrado o. 26.
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico)
esta morando do sobrado o. 12 da roa da
'SUropoiatriz.
Na rua Imperial n. 26 precisa-se de
pretas para vender bolo.
Botinas para n canoras
de setim branco, doraque dilo, pretas e de outras
3iferenies cores eofeiUdas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
la muitas qoalidades bem sortldas.
Brincos de onro
le lai a ultima moda dos Campos Blizios e boule-
rards de Paris, para seoboras e meoioas.
.uvas de pellica
lo verdadeiro fabricante Joovio, brancas, pretas e
te outras dfferentes cores.
Leques
om escolhido sortimento de leques de diversos
gostos e qualidades.
Ultimo gosto
Ricos cbapeosiobos de gosto para seoboras hi-
los ao capricho'de ama grande modista de Paris.
Perfumarla
Unos extractos, baohas, olos, pos de arror, agua
de cologne,agoa Acida e sabonetes.
Espelhos
de dfferentes tamanhos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos mocadores.
tara enfeitar bandeijas
Papel arreodado de dfferentes largaras e pe
drdes mnito bonitos para enfeitar bandeijas d-
bolo e caixinhas de doce e de confeitos.
Calxluhas de costura
de novos modelos ricameote guarnecidas e com
lindas pecas de msica.
Delicado presente
bolombas e cestlnbas de seda e de velludo muito
Importantes para braco de meoioas passeio.
Chapos de sol de seda
de cores e muito bellos para senhoras e meoioas.
Bouquets da exposlcao
delicados bouquets de flores de porcelana com lia-
dos jarros para mesas de salas e santuarios.
Lunetas
le ac, tartaruga e ^bfalo.
Oculos
de ac, bfalo e de prata donrada.
Ricas bengalas
de canna verdadeira com casto primorosamente
trabalbados em marflm, compradas oa exposijo.
Chicotes para passeio
multo Anos de balea e cabo de marGm.
Oleado para mesa
de multo boa qualidade, noves e bellos padrCcs: e
multe barato de nma peca para eima.
Para toilet
objectos de pbantasia muito bellos para toilet.
Coques,
ebegados de novo a ultima moda.
Rices albuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
om lindas pbotograpbias transparentes.
Ustampas
de figuras, paisagens, cidade e de santos.
Mol duras douradas
de diversas larguras para quadros.
Abat-Jour
para candielros e lanternas de piano.
Co^smoramas
graodes e peqoenos com 50 oo mais vistas esoo-
Ibidas a' vontade, multo pittorescas.
Realijos
pequeos, de quatro e seis pagas de msica.
Aecordions
i concertinas, o qne ha de melbor oeste genero.
Callas de rame
le varios pregos e tamanhos para passarinho.
Botinas para bomem
grande sortin ento bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
de mnitos modelos bem sonidos.
Sapatos de tapete
de charlte, de tapeta avelludados e d? tranca de
Lisboa para homen-, seoboras e meninos.
Botas russianas
Perneiras e meias perneiras.
Manas de feltro bonitos padres.
Chicles fortes coropridos.
Lavas de fi da Escossia.
Cartelrinhas para diubeiro.
Saceos de tapete p. ra viagem.
Malas e belgas sortldas.
Pon:eiras para charutos e cigarros/
Charuteirase cigarrelras de palha.
Caximbis de bonitos modelos.
Grvalas pretas e de cores.
Cordas para violao.
Bengalas para bornese meoiaos.
Escovaspara cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marflm para tirar etapas.
Pentes de tartaruga de desembaragar.'
Abridores de luras.
Tasonrinhas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesourioha.
Meias de fio da Escossia para bomem.
VeoeziaDas traospareules para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelana.
Objectcs de porcelana para botar banha.
Taiheres finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbctcgraphlas mgicas.
Globos de papel para lluminacao no campo. _
Castinbas de vimes para meoioas de escola. *
Coixiabas de moslca e reajeijos para meoipos.
Velas a gaz para candielros e candelabros.
Garranos de quatro rodas para coodazir cri3oga
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com maclf-
nismo para meninos de 3 a 8 annos monlarem
Para retratos
calxilhos para colar-se retratos, os quaes sao mul-
to baratos de orna doz para cima.
AtteDCo.
Nao sendo possivel menciooar-se aqol todas as
cualidades de calcado, nem todos os artigos de
juinquilharias, e moito menos da g'rnde vare-
dade de novos brioqoedos: pede-se ao publico om
passeio a este estabelecimento, certo de que en-
eootrario bastante paciencia para bem escolberem
o qoe desejarem comprar, e preco baratissimos
im virtode de baver em todos es:es artigos graode
qoantidade, e- terem sido comprados mesmo na
Suropa pelo deoo do ait estabelecimealo, arma-
tem do vipor, rua Nova n. 7. _________
45Eua Direita45.
Para a pocba aetal a melbor peeWaeba.
Bcrsegaios para seoboras 31, 32, 33, 34. 3*500
dem para meoioas. ..... J 34000
dem fraocezes, inglezes, hespanhes e
braislelro para bomem. .... 5400O
Sapatos de looa para borneo .... 2* 00
dem inglezes.........4J0001
dem de borracha para senhoras. 1*000
dem aveludados e encouragados 1*300
Cbineloes do Porto ......1*800-
Exitem oeste estabelecimento onvcompleto sor-
timento de calcados finos e mvito moderaos, qa
se veode em coota.
__________SRna Direite45
Offerece-seum hornero portogoez j*' de idide
para feitor de sitio, por ter bastite pratica de
nona e jardim: a tratar na roa do LivraoeQio a
O*.
Faz-se qualquer encommeodade caaos vidra-
dos e sem ser vidrado, por menos victe por eento
do que em ootra qualquer parte; oos Remedios
oleria do Oiliselro, junto a pootesioba.
lUBi
Um ptimo armazem bem Udrilbado de peira do
Lisboa com a frente para o mar na raa Nova da,
lirio U R',a' ,r4Ur COm "a ProPrie_
inf^minm mins
y ur. i. A. Raposo da Cmara (medi-
co) tem aberto o seo escriptorio oa raa da
Cadeta n. 531 andar, onde pode ser
procurado das 9 boras da manha a's 3
da tarde.
40 ZUAVO BRASIL
Kua Sapatari nacional.
Neste estabelecimento se eoconlrara' constante-
mente cm graode sortimento de calgado nacional,
tanto para bomero, para senbora e meoioos, em
porcao e a retalbo, o mais barato possivel e tam-
bem e_recebe eocommendas.
Precisa se de om menioo portngoez ou mesmo
brasileiro, daorfo fiador idooio cora algoma pratica
de taberoa: a* roa das Cloc Pootos o. VL isto
com urgencia.
wmmmmmmmmmmm
Msica
^ Lecciona-se porsolfejo e a tocar vario? 83
| instrumeutos, d?ndo-se as ligSes das 5 tgt
S boras da tarde as 9 da ooite : a tratar na !
Si rua Augusta n. 30. Sf
Precisa-se de urna ama qae cozlohe e engom-
me perfpitamente, para casa de poaea fmilia.
preferiodjpse escrava : oa iravessa da Madre de
Des n. 18._________
Irmandade do Senlior Bom
Jess dos Passos do Cor-
po-Santo.
Em nome da mesa regedora, convido pelo pre-
sente a todos 03 ir'mos, para acompanhar a vene-
randa imagem do Senbor e procisso solemoe no
dia sexta feira 27 do correte as 4 horas da tarde,
do convento de Nossa Senbora do Carmo para o
Corpo Santo.
Recife, 21 de marco de 1868.
Manoel Isidorojde Ollveira Lobo
Escrivo.
AJoga-se a loja do sobrado daTOa do Caes
da Deteocao n. 3, junto a' fabrica do gas,tem tr^s
qaarto", quintal, coiioba e cacimba, por 16J000
meosaeg, incluido neste prego agoa de beber qae
tambero tem dentro: a tratar oa mesmo so-
brado. ^^^^
Precisa-se de um criado para comprar e ser-
vico de casa : ao collegio da Conceico, roa dos
Coelhosn. 28.- *
Libra sforiMt, em aro
Vo4em-w oo escriptorio e Oliwira Pilboe &
C largo do Corp j Saoto o. <.
Aluga m o sobrado de om andar, bastante
(r-fseo, oo beeco da BosoAa o. I : as petsoai OM ,io da Passagem D.
prelsoderem dtrljam se a rna Oireita o. 3. 1 naacbaa.
Na trves>a dos Expo9tos o. 18 1" andar, la-
va-ge e engomma-8e com asstio promptido.
Roubaram
da eseada da casa o. Si do rua do Brom nm pllo
mude de pao; a quem d'elle der noticia se gra-
tificara'. .
Miooel Alves Ferreira & C, na rua da Mol-
da n. 5 segundo andar, lem para vender mato so-
perior viuo verde de Basto em barrls de quinto,
caixas com orna duzia de garrafas de vinbo do
furto superior e barrisinbos com CO sardiobas de
esoinba moito superior.
A ttengo.
Na roa da Peoba o, 23, 2 aodar, precisa-se de
de orna ama qje leoba bastaote e bom ieite.
Offerece se nnia"
eoiobar; na roa do
o. 23.
Jos Heoriqoe da Silva precisa de om cria
do : a Iraiar oa roa estrena do Rosario o 2, pri-
meiro aodar, da 10 as 3 horas da tarde, on oo si
40, das 4 da tarde as 9 da
ib de boa coodoeta para
Bjob Jess das Crioolas
Na rua Direita d. 68, officiua de ou-
rives, compra-se ouro e prata e relogbs
velbos de todas as qualidades.
Medidor de terrenos.
Francisco Paulino Cabra), achando-se habilitado
a levantar plantas com o relevq do terreoo por
mel do curvas de nivel, e calcular as soas soper
fines, fazer oivelaroeotos, compotar a cabati.ra de
qualquer projecto ; tambem se promptifica a fazer
quslqoer projecto de easa, e seo oreamenio; as
pessoas qoe quizerem utnsar-se de seos prwtiroos
teobam a hondada de dlrigir-se a' trvessa da Ma-
dre de Deas o. 5, armazem do Sr. iah Rodrigues
de Carvalbo.
Seguro contra fogo
Antonio Lniz de Ollveira Azevedo & C, agentes
da eompanhia Fideiidade, estabeleclda do Rio de
Janeiro, iomam seguros contra foso em predios e
mercadorlas, em seo escrpwio roa aa Croa nu-
mero 37.
Precm-se logar ama casa com bom quin-
tal na Boa Vista, va om sliL perto da cidade, e
tambero servir" distante se fflr parto dos trilhos
rnanos; da'-se algom dioheiro vista : a tratar
na roa do Crespo o. 2, loja.
P Contioua-se a foroecer slm-co e jantar para
fora : a rua estrella do Rosario sobrado n. 33.
Aluga-se
a salla da frente do primeiro andar do sobrado o.
10 da rua do Rangei, propria para caxeiros oa es-
criptorio: a tratar na taberna por baixo do-
mes mo.
mMm
DO
Divino Espirito Santo.
Da ordem da mesa regedora coovido a todos os
irmaos, para que oa sexta feira peles 3 boras da
larde se reunam no consistorio da irmaodade,
afim de incorporados irmos acompanbar a procis-
sao do Snbor dos Passos, cara a qual bouve con-
vite dd respectiva irmandade.
Manoel Goncalves Agr,
______ Escrivo.
Veneravelordem terceirde
Nossa Senhora do Car-
mo do Kecife-
De ordem da mesa regedora, convido aos nossos
carissimos Irmo?, cemparecerem em o nosso
iorio, paramentados com seas habito., sexta-
feira 7 do con ente pelas 3 horas da tarde, para
incorpralos acompaobarem a procisso do Se-
nhor Hora Jess dos Passos.
Secretaria, 23 de marco de 1868.
O seeretario,
Francisco Jos dos Passos Guirtaraes.
Aviso
O abaixo assignado, cojstando-lhe que sna mu-
Iher pretende vender ou trocar o en^enho Terra-
prela, perteocente ao casal, sem nenhuma nter-
vencao sua, a pretexto de que fci o mesmo abaixo
assigoado declarado prodigo por stntenc*, avisa a
quem internar que a mesma seotenca acba-se
suspensa por appellacao, sendo Bulla de pleco di-
reito qual juer transaceao desta natureza por ella
feita, como u abaixo asslgoado demonstrara' em
joizo, proiftaodo desde ja' contra a venda oq tro-
ca em qnesio.
Recife, 23 de margo de 1868.
____________lAlexandre Correa de Crasto.
Precisase de urna ama que saiba coslohar e
fazer o mais servico de casa de pequeoa familia :
na rua das Cruzes em Saoto Antonio o. 41, se-
gando andar.
Precisase d'oma ama para c servico interno
d'oma casa de pooca familia, paga se bem, agra-
dando; a'trvessa na rua do Amorim o. 41, se-
gundo andar____________________________
Precisa se de ama ama, para tratar de um
doeote tora da eidada : no pateo do Paraizo o. 10
Irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos do Cor-
po-Santo.
Em nome da mesa regedora caaido a todos os
Srs. Rvds. sacerdotes para que se digoem acompa-
nbar a procissao do Senbor dos Passos, do conven-
to do Carmo para.o Corpo-S^nto, no da sexta feira
27 do orreote. as 4 boras da larde. .Recife, 24
de marco de 1868.
Manoel Izidoro de Ollveira Lobo,
Escrivo.
O eapito Loiz Pereira de Parlas faz
SCieoie a todos os s>os devedores qoe
esta data cassoa tolos os poderes que
tmba Amonio de Barros Brrelo para
recebar seos dbitos, pelo q"e t>do
acuelle qoe pagar ao prediio eo ex-
procurador fira ebrigado a atifazer de
novo.
No da 13 do rorrete, fogio ao eogeobo O-
teirio. fregozia d* Victoria, om escravo de no-
roe Rallo, rflr preta. altor regolar, tem falta de
om dente oa d >as oa frente, os |) om tanto apa-
Ibetadii.-, bastante retbonco, sabio com ama pita
oos p* 6 carreiro; rogare taoto s autoridades
pollciaes como a>s capiiaes de campo a captara do
dito escravo e eosdoxa ao me-nao engeobo, qoe
ser geperosaniinte gr^nfl-adr>.
Precisase de 1:000* 2-U0l*uuu a Pernio,
daniio se boa garanta : a tratar na ruada Assomo-
ean o. *"



K

- h

49.
frecisa-se ae oro cosmOeiro, eom BrebreD*
ca escravo: ca rua do Raoget n. 9.
MUTILADO

-1



i
I
iai-1 le erflaihuco eita Ie)>* f de Marco de
18C8.
*%>%*%
DE

J. VIGNES
N. 55 RUADOIMPERADOR N. 55.
0 plantos desta antiga fabrica sao hoje asss conhwidbs tara que seia ecas-
H
; RETRITOS
J. terriira Villela, pbolographo da casa Impe-
rial e premiado nis dos olnmas eiposigSes de
I866, coiiiiia a iirar retratos por todos os sis-
temas photogaapbicos na sua antiga officiaa a' roa
So CabuR n. 18, entrada pelo pateo da matriz.
Sario insMfr sobre sua superioridade, vafitagens e garantas que ofrereceia ara wmDw" tJl&TLZiT0' *m poree,,M e em Ulc Cm
dores, qualidades eslas incontestaveis, que elles tem defioitivatoente conquistado sjbre
todos os quetem apparecido nesia praca ; possoindo um teclado e machinismo que obe-
decem todas as vantades e caprichos das pianistas, sem nuuca falhar, por serem fa-
bricados de proposito e terse feto ultimameole melhoraruentos importantissimos Dara
o clima tteste paz; qoanto as vows sao melodiosas e flautadas epor isso muito acra-
daveis tos envios dos apreciadores. *
Fazem-se conforme as encommendas. tanto oesta fabrica como na do Sr Blon-
de Paris, socio correspondente de J. Vigiles, em cuja capital foram sempre pre-
miados em todas as ex posees. v
No oesmo estaberecimento se achara sea^re um exphmdido e variado soriimen-
lo de mosteas dos melhores autores da Europa, stmeomo harmnicos e pianos harmo.
picos, sendo tulo venlido.por procos comroodos e razoav'rs.
4 AGUA BRANCA
A na 4o Qaeimado 8.
Por saas incess.ntes eoeommeodas tem ltima-
mente receido variado sbrtimento de dirTerenies
pii %em*T* de os!o e olilmas modas.
ana porm usando da franqueza com que sem-
pre se lem distinguido, confesra que, os precos ac-
iu.es nao podem ser Uo commodos como a' tem-
)s eram, verdade essa que todos reconbecem e
rcieDcia medica
16,Bw da Cruz16.
Ha diariamente ueste estabeleeimeoto um sortimento de doces para cha
de-l, bolos iBglezes, podins, pastis de differeates qualidades, fiambre etc.
Novas ce*servas c licore*, aga de rasas e de flor
de toranja en carrafas
YRABALHOS DE ASSUCAR.
PSes-
Retratos em papel,
Hetrausjsarte-album e
Retratos em cartdes de visUa a 900 a datla.
Ha ti modelos diversos de candes de lazo brls*
tul, porcelana, doorados e Uhographados para col-
larem se os retratos, cartdes de visita a escolba
da pessoa que se retrata, sem por Isto baver aug-
mento de preco.
Tem nm variado sortimento de caitlDbas, passe*
par-touts e moldaras pretas e douradas,
de alSoetes simples, e de alfioetes com folhagens
e cravacoes com pe d ras preciosas, assim como
caisoletas de o oro e vidro para collocaremse re-
tratos. As jetas sao de oaro de lei.
Para liquidar -se vende-se
a 2*000 a dozia de lindas e perfeitas vistas slereos
copicas de qoasi todos os palies da Europa, as-im
como vendem-se excelleotes sterecscopos por ba-
rato preco.
Chamase a alteocSodo publico para os retratos
eitos na nossa photographla e expostos na livrarla
econmica do Sr. Nognelra de Sania, ra do
Crespo; na sala de cortar cabellos do Sr. Jos
Ricardo Coelbo, roa Nova ? na casa de baonos,
w> pateo do Carmo e na nossa galera a roa de
Cabopa'o. 18.
Julio Cesar Pinte de Oliveira, ne-
gocame matriculado, pretenderlo
brevemente retirar-te para Koropa, vende seu estabelecimemo de fmu- ggg
das ingieras e fraoceas; e pede a ?^S?
iqoellas pessoas de qaem credor, >*$
teubam a ttondade de saldarem suas i?S
g. cootas, visto que faiendas vendidas 82
experimeotam em qoalqoer gnero' qaVdneim I & m ill*a,l,,.JosJ P'*; ceriameote ^
comprar; amia assim, ella levada por seus pr,o- $&& Wl Da b fe- de encOD,ro *os 'nI- S^
clpios de baraleiro, coniinda a s-lo em relaeo as1' "ses **" **'***** "il-1-i-
?f,U1AS.ClrCua)>UqciiS- Ao nBenos em mpensa.
llti D81Uenas Hera5es que ba em alguos
WeoSfe?* be"e" 8 ba QUa"dade d0S ^C"
(i|jBoniias gu**rnlc5es pretas para basquinas e ves-

deGTMr.dihne0V*rild? sor,ia,eDll> <* trancas preta
de Tidrilbos com plngentes e sem elles.
w d" de d"*s raneas conforme as pretas.
UQiro dito de ditas de cores tambera com vidrl-
n ao.eoro PDeentes e sem elles.
ai.0 h? l0 80rtlmeoto de galdes e enfeites de
il. ,,rei,os e recorudos, com vidrilhos e sem el-
es, e iodos de novos e lindos desenos,
i "atro,sorl'nitode botoes prelos e de cores,
waoa eofeitados com vidrilhos, e algiins cora pn-
tente?, notndose entre elles o boro goslo dos mol-
des loteirameole oovos e aqu nunca vistos.
Bonitos e luodernss peoles dourado?.
Bonitos pentes de tartaruga obras, modernas e
de apurado gosto.
Outros dltoa Igualmente bem feitos, para desem-
barazar.
&'
45 resses de seu acreditado
$3 meni-,
^^ Esle bailo elablecmeolo, manta- 3^ !
ji^j, do n'om dos melhores locae?, ra da 5^^ '
M^ Iraperatrii p. 28, orTrrrce oumerosas %& '
S vantagens a quem se quier estbele- y* i
^g r, porque nao t est bem surtido (^a
de fatendas, quasi (oas ioglezas e Sjpv
baratas, como especialmente o arma B%
rere, lem commodidades para se mo- QSS
v rar dentro do mesmoestabelecimenio. )^^
s^ Cuniir* a mesma liquidscu: na 2^
rna da Imperalrii n. 28. ^^
Chitas a 200 rs. o covado. f?|
Estas chitas ingiera?, com padr5es *^^
^S|( trancezes e de mnito bou panno, tera 9C.
^W a vaoiagem de nao dhbjtarem e pro- s
.:^w Prias para c servico de casa, s se S
B vende o covado a 200 rs.
^rj|> Casias fraoceas a 320 rs. o corado. H
'f) Estas cassas, a que lodos chamam g)s
Assucar candi.
Frnctas seccas e 'orystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilhas de assecar de diforentes quali-
dades.
Amendoas confitadas.
Papis finos cem estalo para sortes.
Rombons.
Xarepes de diversas qaalidades.
Candilados.
Pastilnas de caf com leite.
Bombem fondant.
Pastilhas de rosa e limSo.
Ditas do Hortelaa pimenta.
Recebeo-se encommendas de trabalhos proprios de pastelaria tpara grandes'
jantares, bailes, baptisados-e casamentos, hacend para isso enfeites aaarogos, badeas
com bohnbos tsato de armado como sem ellas,p5es-de-l e oatros bollos -fferentes ea-
'itados sendo o de cor fetua eom assucar.
O dorw deste estebelecimento tem resolvi substitmr as bandejas as armares
de papelo e folha, por anaaces de assuca.r competentemente decoradas. Tatto para
provincia como para fra, sero as eoeommeodas bem acondicionadas.
Neste estabeleomeDto compra-se pevide-de meiaocia &2
XAROPE
vegetal americano1
ESPECIALIOADE
PE
Bartholoiceti de Cenpanhla.
Para a enra certa das tosses antigs e recento?,
tatmbos pojmoear, astbma, tosse convulsa, ca.
arrhos broocoies e em geral contra lodos os sof-
trimentos dasvias respiratorias.
Precisa-sealngar um escravo para o servi-
o do carneo-en um sitio muito -perlo desia ctda-
deou mesmoom_molequejjiara da Rodan. S4.
- Samo a tez, e vende-?e na livrariTEncyclo-
pedica de'Jos Barbosa de Bello, roa da Cruz o.
o2, a obra seg FOIILUIIO
00
SHA MEDICA
iS!
A loja de A. M. Rolim, raa do Qaeimado n. 31, acafta de rceeber de Pars es
fazeofes abano meocionada?, qire a niogutm p^r ceno deissrio de agraxar, alenlas s *
exceifjates qualidmie? e elegancia das mesmas, saber : *
BASQUINAS EPEPLNS, inconleslavei.oenie o mriber que tem ^iodo ao nosso-Ss
mercaeo. ^
RICOS CORTES DE SEFUS de cores e/preto? com listas e patea*
DITOS DK GURGL'RAOPRETO, faz^nda moitissimo bca.
BRILHANTES VESTIDOS para halie bardados a pfala.
DELICADOS VESTIDOS OR CAMBrtAA enm rudiBh de cores e pe.minhas
AS MEL-HORS PERCALES E ORGA'NDIS de padrees lit,dos e aieda nao vistos. C
A mesma loja receben tambera pan horntioo os segoietes objectos:
SOBHECaSACAS de panno 600 preta, .por om dos eaeHiores alaiates de Paris.
PALETOVi de panno Gao preto e de essemira mesclaa.
GOLLETES de pequiaa-a de casemira.
m
que contJi a deseripcaooe todos os-roedrcamentos,
soas dses, e as molestias em que sao emeregados;
as aguas mioeraes; as plaas medictnaes indge-
nas do Brasil ; os symptsmas e o trata-aeoto resu-
mido das molestias ; lodas as formlas do novo
cdigo ptavraaceaiico, assim como a escolba das
methor^s'formolas osades na praxe medica, e mol-
tas inslryp^des uiels
Felo De Cliernwiz
Oid* *i$ao, eonsWeravelmenie eograentada, e
reformada seenndo oeevo cdigo pharmaceuirco
trao<-tde I8GG, adopdo como pfcarmacopa le-
gal 00 Brasil ;
um volme de 972 paginas, com numerosas BgS
ras BOteto, pre?o 7$ -encaderoado.
0n4fas obrs do !)r. Cberuoviz
A' venda oa mesma livraria
Diccionario pulap
tercrirn *cd>rao, mono aogmentada, 3 volme
cora S-Jt^gras intercaladas bo leste, contendo ae
tolo t,84 paginas. Pars, 18fi2.-4>feSo 20J0O0
Histeria natural recreativa
lira vulome, elegantemetta encaderoado, em 8-
17o paginas, emu i5i-figoras intercaladas no l
10. Pan*, t8G2.-Preco 4.
Modo de conkecer a idade do
le
RESTARANT A LA CARTE
Entrada feral raa larga do Rosario n. 37 e para fam&as rsa
estrata do Hosario n. \ A.
Este vasto e-acreditado estabeieciraento sem envida oque oTereoe ciaicres veafaceot por en
presos modieos e pjr-ti-.rmar o cenlrri-em cujo raio so ada tu asestares dos ctibos de fero
oaes Vip.te e d:i>s de novt-mbro e o Ibeatro.
Os hospedes wharo toda commodidade de grandes -alas e asseiados quario?.
Ha sala para lettura de jornaes. nacieres ) escraogeiros: na mesca na um 3BCficG alaK-
para recreio. r
Ha urna c-;.ira-sala para jamares parlicolare?.
Come se a mesa redonda a la carie e raanda-se domicilios.
Os viohosnais Boas do mercado achara se no eitafcelecimeDto.
A' nolte ba eorvele e refrescos, caf, cha'e enoeoiale a loda a hor. ra masnt-Gcos bilha-
de m^gno eera divertimenlo. "
Falla se 80aDboJ,-francez, italiano e ingles.
Preco 15600.
caballo
Fraoe^o Ferreira de, Olivoira Bonlo
-subdito braaleiro, vai ao Rio da Prala.
res
Maior,
Oatros tambem de tartaruga para tirar bichos.
bem a>sim mnitos ontros objectos que serao
proseles ao comprador.
Albuss.
A.Agnia Branca a rna do Queimado n. 8 acaba
Ceber Dma nova colleccao a albuos para 24
a 200 retratos. Nesse sortimento vieram alguos
qne poroas perfeigOes, nquatas e bom gosto se
tornara notaveis e merecedores de serem possoidos
por qoem possa, e iba apreciar lao bellas obras.
A proposito de Albuos
A Agola Branca tambem recebeu ama pequea
qnantidade de retratos notaveis, cojos caracteres
sao os seguinies :
Familia imperial francea.
Rei e raiona de Portugal.
Imperador e imperstru da China.
Lamartine eAleaodre Dumas.
Vctor Rogo, e Tnies.
Washiostoo, J hnson e Lincoln.
Tamben recebe a
Grande e variado soriimtnio de vis.as^m ste-
reoscoposi as quaes por suas novidafies stsiao apre-
ciadas pelo apauonados e lo beUo reiimeoto
Coopiregaro, poi?, os pretndate* que sero
hem -servidos, ua ra -do Qaeimado tea da Aeoio
Brenca n. 8.
tiopos e latas com su^eriof bao'ha
A Agoia Braoca a-ra do Queimado n. 8,rew-
beu de novo om completo sortimento de perfuma-
rte Boas, viodo em dito sortimento os copo?, tatas
e.vasos de porcelaoa dourada com a bem condeci-
da e apreciada baoba fina..
?Sitract68 sos de agradavers ebeiros
para ienras
Vjsos com p de arroz e pincel.
Dito cem dito-sem pincel.
Piuceis sollos para ditos.
Bonitas cainjahas Invernisadas, contendo Ocas
perfumaras para presentes.
Oolros de eapello, porm mol bem afranjadas
para o masoioOm.
Elixir odntKaigico para o ojesme.
Agua deotlnce.
Baoba Japooea e trao?orente.
E assim as demais perfumaras
qualidade sempre encontradas era
Agoia Branca a ra do Qeemado n. 8.
fletes arlificiaes prfeico d'arte.
A Agola Braoca a ra do Queim?do n. 8 acaba
de receoer novo soriimento- de Boas flores arnfl-
ciaes coja pericia d'arte se oobece na perlada
imilaeao da flor orvalhada.
Nesse bello sortimento aeharo os apreciadores
do bom, delicadas rosas e ramos para enftiies de
senhorss, chapeos etc. etc.
Bonitas torrentes de cabellos com traajuets dou-
rada*.
Vendero-se oa loja da Aguia Branca a ra do
Qaeimado n 8.
0 &M
h0
1*000
35000 m
45'00 )0;
8C00
3M
de primeira
dita loja da
^S crgandy?, tem os mais liados dse- Wg nhoi e de cores Bxa?, e se vende o '
" covado a .........
Velludo preto, o mais supe-
rior que ha ne mercado,
covado a........e$00O fV
Percalles de core?, o melbor
que ha nesta fazeoda, co-
vado..........
Fil preto de seda, com Ai-
res, proprlo para veos, ca-
vado..........
Palitots de gaoga frsnceza,
roopa nacional, muito bem
w feitos ........
f|g| Palitots de alpaca braoca,
^ muito Bnos, cada um 49 e
Calcas de casimira de cores
e relas 10 e.....
falitcts de casimira rruiu
Boa 109000 e......125000 QM
Cnales preto de fil de seda, (Sfg
bordados........ioJOOO Sffi
vgj, Ditos de aigodo e retoudas SSj
a O00O e........3000 $m
Frascos d'agua de lirar no-
doas gordoreotas ....
Gravatinhas de seda, tstrei'.i-
j ubas, de cores, urna. .
mS Toalhas de linho poro para
Si rosto,com barraeocarnada 1000 S&L
?**. Brllhantine asetinada com Sjg
^fa 6r miuda> covado. 5ti0
^a Objectos de candieiros a gaz. Vm
Candieirinhns americanos de ^:'
bom roachinismo .... 35 00 Sg|
Ricos j^ndiPiros a g-.r, don- Q|P
03 rados tOfiOOO o de crystal
'*%& Laroparinas americanas cada
Sg nma..........
S||fr) Gandieiros de suspensao pa-
ra meiode ,-salla ou de es-
tabelecimealo?, obia mu-
gj~ to asseiada.....
0% L-quirtago de 5000 chamios"-il20
t^.% 40(1-500 rs.
^1 E;tas chamin?, quasi todas de (it^
^g) cry-tal, garantidas pelos meibores (I- ft
7*600 m
m>
aacoo <5m
20*000 -.^
\p^ b icntes da Europa, tem a vasta-
3^ Kern' Pela 'ua o; qualidade e tera-
aSPs pera- deresi ilrem a urna loz arden-
3*?S\ le i'"a 1|lft com facilidada
se re-
bentero, desta superior qualidade s -
y\ se veodera na roa da Impeniriz, ar- S^!
^g) mazem n. 28, a 32>, 4f>e SOO rs. e S.:
*gg a 8rJ*so com abatimemo de iS por r^s
4$ C'%.'- I ^
Bucaes de differentes numeres e ^^
qoaiidade 1*000, 800 e 500 rs. v ?':
Conceria secandieiros a caz e mais v ?
i* $ 'icrtjs de vldros e porcelana, fican- ffig
- -J do com seguranga e solidez. &
oedas de ouro e prata
Pagase por mais do que em ootra .nalquer par-
te : na loja de ourives arco da Concedo e compra
ooro e jirata ,veiha e pdra preciosas.
MedaJhade 0U10, premio de 16,600 fr.
OLUIIMA
P A K RETRATOS
Preesa-se de nma ama para cozinbar e engoro Na psosograhii* Vu,lgla, a ra do Cabnca"
mar psra doas pessoas ; prefere^f uma rnulber eoroniram-e os segutntrs i
de idade : a roa do Padre Florianojn. 68._____ ( Do Exm. Sr. roarquez de Casias, comandante
Jrmandade de NosSaho-e"f E,r"2rSrp^^^^ ...
ra Mai dos fornen?, ^^%aiSS^St^^L^%lSS?.
^1** icrrGn Ai MAva /3 J D *lc8->lm,raate, vlouJe re-IuOaiima, com-
lid l5icjd Ua JlidQjft UO ( mudante da es-^adra brasileira-em operacoes oj
DfiAfi i Paraeuy-
-LfUO' >J general Flores, presidente da repblica do
Se ordem do Illm. Sr. joir, oovldo a nossos iLruKUav traigoeiraraer.te assassioado em 19 do
no consistorio pw> proumo passada.
ehaotslmos irmot a se reanirem
da iemaodade sexta feira 27 do correte s 3 ho-
ras a torde, para incorporados accapsobirniu- a
proei^o do *enhor Bom Jess dos Passos, da
con*'*:o do Carmo para a matriz do Corpo Santo,
para o que fumes convidados pela respectiva ir-
mandada.
Consistorio, 23 de margo de 1868.
Oescrivo, '
Joagnicii Xavier Vieira L'go.
Fugie no da 18 de margo di fn-goeiia de
laquareiiaga ocnooio fula de oooie SeDasiio ida-
de 8 para 20 auno', cabellos carapraho, oibos
regulares, nariz chato, noce regular tendo os boi-
5os bastaate grossos, pernas compridas e ps apa-
nieladas ; levan eamla 4 algodozinbo e ealca de
trim de qaadroj quaudo anda nm pouco cor-
covado; de propriedade di Iiima. Sra. 1). Mjria
Joaquina de Jess, tem sioo visto na gsrapeira
4a Coora-lleoioo. Fugio com vistas de soutar pra-
5a tolantano : roga se a* todas as pessoas e auto-
ridades policia'S e cipites de campo o favor d"
apueheode-lo e enirega-lo na Estrada Nova, ero
casa do Sr. Feencijeo Pedro da Costa, ou na ra da
imperatriz n. 33, quq tera' bem recompensa lo.
Escravo fagido.
No dia 8 de fevereiro pasoado figio do Monteiro
O preto Florencio, representa tr 23 anoo?, alto.
magro, pooea barba, e (era falta dedeot^s, por te-
reco apo*recn3 >: Os quioze das andn rarregando
agua docnafariz de 8 Gongato, oa Boa-Vist, e
-coosta que tem pernotiado oo< Co-ibos; quera o
pegar lev^-o a' ra Carneiro & Aogoeira, que sera' gratificado.
AMA
Precisa-ce da orna ama para coiinhar e raai
servigo de um casa de pooea ramilla : na ra da
Cadea do R*eifa o. 29. 2* andar.
Vestem-se aoj >s para procisso com todo o os-
mero, vestuarios feitos de novo, e por prego raroa-
vel.- na praga da ladependeneia n. 37 e 39, se di-
r a senhora que os veste.
IrmaBdade da* Almas do Corpo
Sanio. ,
Por brdera da mesa regadora convido a todos os
oosos caros irmos a comparecer oa igrejatfo Cor-
po Sanio no dia iexia-feira 27 do correte as 2 e
meia horas |da tarde, afleo de em c<,rporago irroos
aeompaubar a procisso do Seohor Bjm Jsos dos
Passos na trasladago do c onventa de Nossa Se-
nbora do Carmo para a matru do Corpo Santo
para o que tomos coovidado?.
Rceie, 22 Je margo de 18C8.
Manoel Mireira Cimpfl,
Escrivo.
ATA G OUO
compram-se moedas
cem rniiio maior vaotagem
<5 bem coahecido C(jaCA DE OURO d. 2 D
ruado Cabuga, compra toda e qualquer moeda de'
prata e ouro, papando mais do que ootra qualquer
paug venhara aeseuganarerase : eneramos.
CoBijfaBi-se escravos
Compram-se, vendem-se e trocam-se e3cravo?
oe ambo os sexo* e de todas as idades : a ra
du Imperador n. 77, jo andar.
, m
de oaro e prata, compram-se por malcr preco que
?ra uutra paria ; na ra do Crespn. 16 j- aDdar
Prata e ouro
Em moeda nfga-se bem : na praca da Inde-
pendencia n. 22.

Ka praga da Independencia n. 33, Loja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
tambem se si qnalqaer obra do Bncomrascda e
ido e qoalqoer concert.__________________
Preclsa-'se de urna ama para casa deduae
pencas:-a tratar na ra de S. Francisco n. 18.
Atten(?ao
Fogio da easa de seo penhor, na estrada de Be-
lem, o moleqoe Aleixo, de 15 anaos de idade, ba"-
Unt oreto, olhos grandes, be-gos grossos testa fir-
mando meta loa, levando ve>tldo camisa de pala,
toara, com bolsos, de ooadrinhos eoeaoardos, cal-
ca parda velha, rota no ji.elbo e cbapo de palna de
caroaoba. E a segunda vax qoe faue e descoDfla-
M qoe e?le)a neste Cdade 00 em s-os arrebaldes :
pedeseaooemo eoroutrsr o teve oa psirada de
Joao de Barros em ca?a da im. Viscood.s.a de
G .jf.no on na encr ,xiib*da de Mm oa venda de
Aodr AIvm Gana qoe sera recpmpenaado genero-
Precisa-se
o. 20.
COZINHEIRO
de nm na raa da Cadeia do Recie
Compra-se ouro e praia em obras verbas
na nraa da Icdeppn"rci3 c. 22.
Coe?pra-.-e um pejueoo sino pcri> da cidade
ou me^mo urna casa terrea que seja na Boa-Vlsta e'
cora boro quintal : a tratar na ra da Impertir
n. 39, primeiro andar. 1*
comprFsT
l\a rna do Aaorim n. 33, orna escrava que al-
ha engoinmar p rmer hem. ^
Sempre per ma>s do que em-ontra parte, prata
e ouro de todas as qualidades em moeda na roa
da Caaeia, kja do azulejo o. 58.
elxir febrfugo b foktificantb
UPKaiofl ios yuhos 1 jAP.orEs di odina
Exp6rimentada.com pleno tuccesso nos hespiues,
a quina Laroche (ou eitract* compleU d
quina) uma preparacio excepcional, por ser
privada do amargo da quina. Agrada por conseguinte
as pessoas as mais intolerantes e aos paladares os
ais delicados, pois nem muito doce ncm muito
viscosa, sendo de uma limpidez constante. Emprea-
se com muito proyeito nos casos de gastralgia,
dTaprpria, neuralgia, anemia, faatio seni
c-suxo aaBarente, oonvuli-.rnira. demora-
da* e chloroMc. E o especifico das molestias febris.
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA
Renuindo todas as propiedades do ferro e da quina.
EM PAP.IZ, ^~<5^ t
5. ru Drouot. <$z^=s&&g
AVISO AOS SRS. ME0IC08.
Cura caiarrhoi, uuut
coquehtcSet, irrufm
MrVNU tai doi bron-
chiot e todui et deenfm
do ptilo; bata ao doent
un.a cun-: rchdt-a de-te -.arope y FORCET.
Or. CHlBUeis Parir, roa llraae, .
ar3,.3S. m.v. Viaeeo9.c&
AS KM: aKIHAlui 1>1S SEXUA't, AS AFFTC-
M rvTA \ y S, F, -.TSRAgotS DO SASaE.
ftH 80-6{* cs .ipiieeM,
Ui<*2 ,'"ia't"' bfrP'*- tsrnt,
v"tI c""'i*>M.rijn(wiia,->
^rcoM.tHctotM dotangj4\
ii. t uitcrtcois do ta%.
(Aarepi 1 rfllal -" mercurio). epura(vfc
"a"5 BAaHM m.u:ui u>buo-m ot
--.- Mcasa, -1 ,inio o'trartame'jto Ptfwraiivo :
-.vi:, j-.at mesma molestias.
M3 Este laropeCitrst'sdsm'
de UAf.E, cura ie^.
n.-iCLtequalquerpurjc "i;
eiaxacai), e. debilidae, i
igualseite os fluxoi 1 fioru
- 1$ as i.- ihern. E u r,jc;so beaijnt
>io; d-tr tes a Xirope de Cttraelo de Perra,
BwrwoMu, Pomada qat t ctr* im jBa
POWADA AISiTIhEHPETICA
Caatrt as afftc(ne cuunea cettisett.
FIL?JLAS VEGETA5S DEPjURATIVA>
te fe' Ckaa. tia fraco vtJ atoaitias mm.
Vende-se saccas com milbo mallo nnvo, epor
barato prego : a ra do Queimado o. i I prl
m O (I f
nmcro
lea a
S
- Peca fl.martapolio francez. boa fa-
-. .'
H n la, a 7^00; lo- de s ea preto?, t
Em lempos modernos neohum descobri-
mento operou maior revolado no modo carar anteriormente em voga do que o
RMIU
DK
AHACAHUITA
Tanto no tratamenlo da
Tesse Crupo Aslfama
TtiUica Houqnido Rffriaineuto
Bronebite?,
Tosse convulsa,
Dores de peito t eipectoracio de sangue.
Como em toda a graide serie de enfermi-
dades da garganta, do peito e dos orgSos da
respirarlo, que tanto atormentara e fazem
soffrer a humanidade. A maneira antiga de
curar consista geralmcnte na applicacao de
vesicatorios, sangras sarjar ou applicsr ex-
teriormet-ae ungentos furtiMiros compostos
de substancias \esicabtes, alitn de produzr
empolhas; cujos di Aerea tes modos de curar
nao faziam enfraquecer e diminuir as forcas
do pobre doeoie, contribuindo por esta for-
ma de urna maneira miis fcil certa para
a eofermidade a destroifSo inevitavel de sua
victima? Quao diffeieule pols o effeito
admiravel do
PEIT0R4L DE AXAC4l.lj.TA!
Em vez de irritar, mortifiar e causar
inauditos soffrmentos ao doeote,
calma, modifica e suavisa
a dor, alijvia a irri-
tavao, forti-
fica o
corpo e faz com que o systema- -
desaloje de uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
meibores votos em medicina da Europa (os
lentes dos coliegos da medicina de Berlim)
tcsuflcam.sereoa exactas e verdadeiras estas
relacoes analgicas, e alm d'isso a experien-
cia de milba es do pessoas da America Hes-
panbola, as qiiaes foram curadas com este
maravilboio remedio, sao mais que siifii-
cieules para sustentaren) a opjniao do
Pcitoral rJe nacaliiiila!
Deve-se n-itar que este remedio-se -chs
inteiramenle izento de;venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanio que porta
algnns deses ltimos, e particularmente
aqel!es qu sao dados sob a forma de opio
e anuo hydrncinnico, formara a base da
maior par.e dos xaropes, com os nuses lao
fcilmente se engaa a credulidad do pu-
blico. A composicao de anscar-oita pe lora!
acha-se linda e curiosamente engarrafada em
frascos da medida de cerca de mcio quarti-
II10 cada um, e como a dose que se loma e
so de uma coier peqoeoa: baMa geralm^n-
le a applicaco de uro ou dns frascos M^a
a eltecluacao ce qualquer cura
Acha-se venda cas plarmaciasde Aus
Caora Barbosa, J. da Conceii^o tev0 C
P. Maurc-r & C, M. A. Barbosa & C. e
Barth Jomea &u e em todas as prmeipaes
boticas e lojas de drogas.
t>aia a loa conserraco de vosso fibello
i:sai
'io tiirc^ vapor dt gorapa
1
Pe-
La vi i.'
n.
ra
U
sida ctm barra a o.
Atinunciaoi-se smenln e.-tes arli-
m,
3*. Rn-8, perene ri-almeute .-o de precos
>*!?* Cl mmodos e pri pilos paia a aetua- \ %
dade, e aqnMle que qnierse admirar S :'
*p% appareca a' ria d.iQuimado n. 17, .
fgQ loja de Carlos JoE de Medeiros.
Venflp.'o
Trocosmiudo
nnti? do the-u.-o do i$ e ]j: na
roa do lrepott. 10 ptiuieir.. anL-r.
Veoae-fe nota ca>a uj piiocipiona rna do
Monteiro n 40, ponto alio, iqnaHos, eoitnba fr*,
teiraeo n.> futido cun asseot.\ coriedcr uo olto
r-nm varanda de f, rro e porlao de dito, lelbdro
para pirro, quarto para preto, chiqoeiro para p*l-
linnas, murado, com lauque, cacimba com booiba
jui'jts], coro SOOrnaiffloa de coiD^rineoto e 70 de'
r:-nto, cana em 2( no fundo, sabida para u rio
Oun arveredos de fruclos, criaos proprio?, ntntei-'
ros p-.r* boTlaltce : uuem o pretender 'dirijs-sc
'ua da I-nperatriz u. G!, a tratar cem Custodio
M.ntel G neake^.
rellica preta, braceas e (;o (ores
h.mrns e seobcras.
Cortes d- seda, des?Dhos inkiraaente oovos e co-
res mono bi Ditas e variadas.
Poi ce cbevre lo de cores as mais modernas.
Lqnes e madreperoia, ra.rBm e :and^lo q l ni-
ts paisipens. '
Faieods pira a qnarrsi&a
Um.completo sortimento da eotpur ., gresdena-
po.'es, sedas lavradas e moriannque*
Cbapefinas preus c je cures bem emitidas e o
mnoiOgo&to,
Enfeites prelos e da cares para cabeca da teohor?
os a.:s modernos e s mples que" lem viodo ao
Bosso mercado.
Cbapjs da massa franesaes moito snperlrts ,<
ci pa a,ta e mais baixa, coofurme o Koala do frH.
gMi e a ollima moda em vr
5 Ra do Crespa8

fi >e rm srcgo e a retalho <"
i telhas lijlos de alvcnarla bat a ido '
uparntnlo, largos ee.'lreilos tudu ue
. barro cute, p-lo mesoio preco ;,;-jy
se v,:nJfi n-.s oi3ria,. Da ru. tfa (.
.-.j rorcia Ermatem du Sj| n. 2o.

A ljjl
Vndese sapatos de tranca para hmeos c te-
ohora* a l : na bem cooheeida loj.i de miude#as
*i rna da Cadeia n. 50 A, parede-meia ao Sr.
Ca nipos.
Aloga-se nma escrava para coiinar e nm-
prar e mais slgorn servico de orna casa : qaem
pretender, va' a' ra DireCa n. 127, tatema, ou a'
roa das Awnas Verde* n. 127, cobrado.
O abiixo assignado, lancador da recebedorla de
rendas internas aeraes Uesu provmeia, tendo de
cootion.r o lancaroeoto o Imposto pessoal de 3
oor eeoto, previon aos moradores das ras da Guia
e Apollo, que tenham promptos os recibos 00 papel
de arrendronlos, para a'vista d'elles poder-se
enecioar o mesmo laogameoto.
Reoebedona de Pernamboco, 23 de margo de
1868.
Jos Jerooyaio de Soora Umoeiro.
Precisa-e de orna ama secca para servico de
orna pessoa : na roa de Horta3 n. 77.
Preeisa-se'de ama onbeira em cau de
oma familia esirpgeir : na rna do Imperador n.
79,.eguodo andar.
T Vender gaz em latas, mais barato do qoe
em ootra qua'qoer oarte t na ra da Viraco nu-
mern 37. v
Veode-se a especial baoba de faier nascer o
cabellos, em lata* de 1**0. cojo efTeito ja mu lo
expenmentadu de muna< pessoas, at ja lem ido
transportada para lora da provincia, assim como
nm aaroye esuecial de corar pbiysica, broochlie e
qualquer molestia no peito: no corredor do Bi Um corte de vestido-
Cede-so pelo casto t3 l/ eovados de seda preta
para om vestido por ter coceado de encojomenda
de Pan, faienda de mais para dous vestidos eou
fajenda lare, de posto a' ollima moda e de moito
boa qualidade; a tratar na ra Nova n. 7, l aodar.
Uontina
Vende-sp, arrenda se 00 permota-se o sitio per-
tc-do povoado apipovos : qu-m t reiender dirija se
a raa Direa 0. 29, 2 andar, daa lu horas ao meio
da.
PAfA e XAROPE de NAF de ARABIA
DE l>EL,*.!Vf.IU;XlEU
S4o oe nnicos aeitoras approvadoj peles pro fes
sores da Facultad de Medicina de Franca, e por
50 Mdicos dos Ho pitaes de Pariz, os quaes certi-
ficaio tanto a sua superioridade sobre todos os
Outros peitoraes cmo sua poderosa cfficacia contra
os Ueffiuxo, Cri|.psv, Irrita^ea c as ABTel-
fea do pelo o Ja farganla.
BACAHODT DES RABES
BE Bf:i.\ftREMlH
nice alimento approvadu pela Academia de Me-
dicin dH P.iriz. Elle restabelece as pessoas qoe
fcofreni de Eatomago e dos Inirmlnoai forta-
lece as criancas e as pessoas debilitadas, al.-m
3sso em vlrtnde d soa propiedade annlrpiicu
he o melfior preservativo das I brea antaralta
e (yphslde.
Cu a frasco s cada caixinha destas preparacoes
'ei'o tempre Otilio e a firma Delangrenier, rja
iKithelit, M, em Paria (Cuidado com as Sl.Hi a-6e
[Depositarios em todas a. pharmaciaa do Brasil.
E11 ca-s de Toeo.
Velb.
5^0S?U4
Jj-r, no eses da Alfa
ga
reodem-so superiores machinas de ee'c'ara
dsaerediud fatirlca dos Srs. Pua^r U-anu^dorf V
C. do i\'tfW-Y-;ik, por prerjos raioav. i-.
Fura cigarro?.
Novo sortimeuti Je Or,s (idas crvalbadas.
O CiMeiro Prevideote a ra do Q'ifimado n. l
receben novo Boriimento de fj>res liuas, seodo de-
licadas rosas % ramos proprios para coques, eofei-
i-s de chatios ele. etc. Os pretendentes compare-
C-tm em dita loja do Cc/deiro Presidente a raa do
Qaeimado tO.
Corrtnlcs on esdeias de cabellos para relogios.
Ni loja.do Cordeiro Previdenie a ra du Qoeima,
do n. 16 v. ndem se bonitas correles de cabello
com paseador drursdo para re'ogic?.
Barrrtes (riens on carpofas deafo5.
Vendem-se na loja do Cordeiro Prevideole, a
ru do Qoeima do n. JJ3.,
Miias pretas par> padre. 1 BrD\ de ah?odo da Babia, moito proprio cara
Vendem se na loja do Cordeiro yrevdenie a raa ro?fa de escravo.
Na roa do Cvlorott o. 8 (P,,rte do Malta,) ha o
ferdadsiro papel de Imbo Uno em resmas, assim
etoodtloTeadoedealajjo, maia Larau do iiua
tm oulra qualquer tiaiic.
seVadaT"
Vcnde-se sevaJa muuo nova a 4500 a arroba :
oa,rua Direila o. 30.
Joaqun) J.- Goa^alces Brltro (em para
vender-nu seu escriptorio na ra do Trancha
do Queimado n. 16.
Vende-se orna escrava de 40 auoo, p-pda,
boa cosinheira. engommadeira e lav^deir, pref-iro
se qaA seja para e> ma I ; Na ra do Di ota u. ,
V^uoe-e, trocaxj por predios nerfa pr^cs,
por apolnea ao p.iverno, rn letras ftarantidas
nnaenho Goiab-'ira, jomo a K Amaro de Jaboalo
d'apoo, ci m boas maltas, vadeos sniririesles e
r.ma dellas renad com ago, boas obras e ca^a
d vivenda de podra : a tratar na rm da Imaera.
un n. 22, 2.'?ndJr. ^
Vndese orna cairirja em bom esiado cois
os preparo* para boj, 00 cavao: a rar na nra-
i. da todepeortencia n. 39.
Docq.
Fio de algodo da Baha
JSSUSS!da fabica d0 ,,,m-Sr-coa"
Vinho do Porto, em caixas de orna daifa,
u .0 uodito em barris do dcimo.
Harntnas para t-,raro,ar alaodo.
toros de Jacaranda*. "
Liados cortes de seda"
Acabara de chafar a loia do Alvaro, ra do
Crespn.20 B. lindos corie< de sada pretos e de
cores, assim como sedas lisas de lindan rres.
A venda na pbarmacia de P. Maorer
e C em PernambDCo.
2^500 e 40500
Chales orio- de rend, pek) preco cima
na Venda-** um* casa
na
roa Ao Rosario da
n. 133,
|ara a quaresni*
Panno preto a lf>60).
Vendrt se bom panno floo preto, pelo baralo pre-
- ,<;o itOO o ..do sendo fureoda qoo. sompre
wa rna do Coioroii o. 8, (Forte do Mallos) ha ^ntiea a ?cOm) ditos mais fiuos para iS JA
cons.aotemente nm gr*bde sortimento de doce de 3*300, 4#. 6* e 6*000, i-i0 oa I. t e armaSl do
diver-as qualidades, em latas e e,ix5ew>ropno i'vao, na nada lroperairi n. 6u, de Fdix P8rei.
para negorioe por pr^n mnilo cemmodoT [ra da Slva.
Libras
V.ude-se om vit-ilo castrado e aordo com 7
arribas, p um boi de rarroca novo e pordo : na
Entrada Nova, sitio da viit< Villa-sece.________
AttencSo
Vende-n doce de ^ih e dn arar em lalus
de cinco libr' hem arranjida, proprio para pre-
sentes : na ra. da Praia n. 61
esterlinas
andaPr0,!e '9 '* d C,6SP D" <6, fitimit9
I metm
Vend-.se nm mniat-nhi de idade de tsTn
PQ3 : najo, do Hospicio n. M.
- Vnde-se limalha de ferro batid j a 400 r a
"ibra; na roa do Brnm n. 61.


L-.

9>lafflo de Pernam!ae sexta felfa 1 de Mareo de 18C8.
-----------__-------------------------------------------------;----------------------------------------1-------------------------------------------------------------------------
-*
Grande exposicao
De fazendas pretas proprias para a quaresma, ra da
lmperatriz ns. 56, e 72 de Louren^o Pereira Mea-
des Guimarftes.
?ano fiao preta a 1)800 o covado.
Vndese pao pre'.o proprio para calcas,
cofetes e palilots WttO. I08UO, 250UD,
20500,,33, 45 e 5 o covado, ra da lm-
peratriz ns 56 e 72.
Grostieaaptcs preto a 15280
o e-avado
( Liqui'laco ).
Liquida-se ama porgan do prosdcnaples
preto oara vestidos de senlioras e meninas
a im ', tiW ', 4*601), 1)580:, 2tf. 25500
e 35JO. Por estes precos s ua loja da
Arara, ra da Iatperalriz ns. 56 e 72.
Oemira prta a 1)5803 o covado.
Vende-se casimira preta muito boa para
Migas a lf)8i>0,*a. 2/5500 e 30000.
M'reauiique preto a 2ti00 o covado.
Veo'ie se more-mliqu^ preto para vestidos
de seubora a 2i0, &m e 3000 o co-
vado.
f!qallaeo de cortes de casia
a 20UOO.-
LUaida-se urna grande porco de cortes
de cassa para ve-ti ios de senhura a 2#000,
25Of 35, 3.5500 e 40.
Alfada em prcas
VenVm-se p gas ra algodo americano
50, 65, 85 e 400u0.
Cascas franeczas a 2i0 o ovado.
Vende-se cas>?.s franeez fins para ves-
tidos de senhora a 21o, 32o, 300 e 4oo rs.
o enva !o.
.**,,
Atoalhado de Itebo a 2,$50) a vara.
Vende-se alolaado de hubo a 25500 e
3(5000 a vara.
Len.;os de linho floos a 7$ a duzia.
Vende-S8 lengos de esguiSo de linho e de
csmbrai'a de linio finos a 75(, 750U e 85
Meias croas para hjmem muito boa3 a
3, 4)5, 55 e 70.
Roupa Cita nacional.
Vende-se palitots de panno fino sobreca-
mas a 420,163, 2)a e 293. ^
Ditos" pretos taques e saceos do casemi-
ra a $, 65 e 83,
Veade-se pduots do alpaca pretos e de
cores a 335.)) e 45000.
Ditos pretos a 35, 3-500 e i-5-
Ditos de meia casemira a 33500 e Mi.
Diios de brim a 25. 2-3500 e 35500. e
militas oolras ebras fritas que se vendem
mais barahs do que em outra qualquer
part.
Co.'etes de casemira a 35 e 35500 cada
um.
Ditos de brim a 15600 e 21
.Egoio de lista a 00 rcis o
covado.
Vende-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo rcis o covado.
Cari**de gtnga a -s400.
Vend-se c< rti's de (ranga para caigas
da hornera a 15400 o iGOO o corte.
atiahus a '10.
Venda-se lanzmbas estampadas para ver-
tidos de senhora a 30, 360 e 400 rs. o
cavado.
Poihlechorea HOCO
Liq lda-ae esta nova rateada para vesti-
das de seahoras e iu-ninas por nome poil
Jo che.re a 15 o covado.
S-ias de fil a 45500.
Vende se clules'do fil de lin>io a 45500
a 50000.
Chales de la a 1^0.^0.
Vende-fe chales de laa de erres a 15.
Ditos de mirin finos a 33, 45, 55 e 63.
Cassas organdys a 32o rs. o covado,
Vende-se cassas organdys a 32o, 36o e
oo rs. o 60 ado.
Alpacas de cores a 5oo.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de seuhuras a 5oo e 72o rs. o covado.
Esparrlbos a 55000.
Vende-"e ricos esp'arliluos para senboras a
53 e 6301-0.
Gande perfiladla.
Saias bordadas para s a 73000.
&.scado -franeez a 240 rcis o co-
vado.
Vende-se riscado franeez para vestidos a
240, 280 e 320 o covado.
Roupa (eita
de todas
as qualidades.
Cortes de casemira a 3.
Vende-se cortes de casemira preta para
caigas de homem 33, 35500, 45, 5$, 63,
75 e 8*000.
Chitas Mearas a 200
Vende-se chita sescnras e claras miudas,
para vestidos a 200 e 2io rs. o cavado.
Arara vende murim preto a 23.
Vende-se murim preto para caigas e pa-
litots a 13,13*00, 23, 20500 e 35 o eva-
do. Alpaca preta a 5oo, 640, 800 o 45ooo
o & vado.
Outras fazendas pretas que servera para a
propria estagSo.
Pichincha com toqne de avawa,
(iousa maitu pouca) ...
Pee s de ninla' > a 5.-000
Vene-se pegas de madapolo com pe-
queo toque de avaria a 53, 60, 75, 85, e
103'00.
Chitas francezas finas a 32o o covado.
Vende-se chitas francez-s finas a 320, 360,
400, 4i0.e 500 rs. o covado.
PecMacba aova
Lengos d1 seda a 800 reis.
Vende-se urna grande p'orgSo de lengos
de seda de coied a 800 e I5O1O cada um.
Agodo enfestario a 4JOOS).
Vende-s algodes entestado para lenges
e toalhas a 15 a vara, e eriirancado a 10230
a vara.
Cambraias Ibas a 50.
^ende-se pegas de cambraias finas lisas a
435CO, 53, 63 e70OOO.
. Cobertores a 1-5600.
Vende-se cobertores de algodao a 10600,
15800 e 25000.
Cuberta* de.eWa a 2gnoO.
Vende-se cibertas de chia a 25 e 205oo.
Organdy de cores a 640.
Vende-se organdy de cores para vestidos!
le senhora e meninos a 610 e 720 rs. o
ovado.
Corte3 de casemira a 20ooo.
Vende-se cortes de casimira para caiga a
13800,25 e 23500.
PARA UZ INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurnbeba garrafa......... jfloob
Vinhode a, 1*600
Pilufas de vidro......... !3>oo
Tintura de 1 lft
Extracto hydralcoolico dojurubebajj 1205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Yinho de jnrubeba ferruginoso garraa. 25ooo
Xarope 1$6<>
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros..,. 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
'mu
K
Organdy de quadros a 5oo rs.
Vende-se organdys de quadros com flores
de cores a 5oo a vara.
Brim da cores para cslcas a 15-8"*.
Vende-se brim de cores para caigas a
I580. 15600 e 25 a vara.
Mpgnlini da c res finas a 500 rs
Ve'ide-se rauguiina muito lina paires
miudinhi'S i>ara vestido- di seuhora e roupa
de meninos a jo rs. o covad;>.
Lan/.inhas de quadrinh-s niiudos a 2:0 rs.
ocova 1 >.
Vende-se lanzinhas de quadrinhos miudos
a 280 rs. o covado.
Alpacas de lista branca.
Vende-se jlpacas de lisia o setenada toda
nnnea pira vestidos de senhora a 10800 e
25 o covado.
La siulins rom lisias d seda
Veude-se iaasinhas para vestidos a 240,
t80, 320 e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores para vestidos a G40 rs. o
covado.
Vende-se alpacas ;e sonhora a 64o e 720 rs. o sovado.
Cortes de cotim para caiga a 10.
Vende-se cortas de cotim para caiga de
homem a 15 e 10200 o corte.
Brim p rdo a 640.
Vende-se brim pardo de linho a 640, 800
10 e#0200,
Grande liquidag5o de corles do cassa a 23.
Liquida-se grande porcio de corles de
cassa para vestidos de leaaori a 23, 30 o
45000.
Chitas para cobertas a 320.
Vende-se chas para cobertas a 320, 360
e 4oo o covado.
Lasiuhas de cores a 280 r is e
covado.
Vende-so ISasinhas de qnadrinhns de cores
para vestidos de senhora a 28<, 32o e 400
rs. o covado, ra da lmperatriz ns. 56 e
72, loja da Arara.
Grvalas pretas.
Vende-se um grande sortimento de grava-
tas pretas e de eores a 30, 5oo, 64o, 800 e
10000.
Dumascos para cobrir pianos a 13400.
Vndese damasco proprio para cobrir
pianos por serem de duas larguras a 104oo
Vende-se caigas de casimira preta a 50, e ^00 o covado.
60 e 85000. tintas francezas usas a 240 rs.
Ditas de casimira de cor a 50, 60000 e o eovatlo.
80COO. Vende-se urna grande porgo de chitas
lestes Lrancos fino* Esta plantar hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como nal exces
lente dosobstruente", e como tal applicada nos engorgitamontos do figado e bago, na-
hepatites prepriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as infiammages
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glanduiosos, ua anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparagSes ferragioosas, ainda de grande vantagem
nss anemias, chloroses, fallas de menstruago, leucorreias, desarranjos atnicos do esto-
mrgo, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distioctos mlicos desta cidade, entre os qnacs
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarmonto. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a escalloncia d'este po-
deroso medicamento 'soDre os demais ato ho.'i ronhesidos para todos os casos citados,
tanto que todos es dias fazem d'elle applicagr.
Apresentaudo aos mdicos e ao publico em freral diversos preparados da jnro-
beba, tivemos por fira generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doontes do usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvaitagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que terna muitas vezes improficuo em
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de baverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas pira bera conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em as raizes, folha3 fructas ou bagas, e a dose convenieiv
ea appcago, teadoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfoigo possivel, pasa o que nao poupamos esforgos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar. ,
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles olTerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos.soffnmeotos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
rages, aquella que melhor Ihe pode convir, j. pela fcil applicago, e j pela complicago
das molestias, idido, soso, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparages ferruginosas sao feilas do forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porquo procuramos os compostos de ferro que como
taes esto noje reconbecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiraru conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicago de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nossQ deposito um folbeto, onde tratamos mais oxteasameute d'esta planta e dos at>~
mos preparados,
Deposito geral de todos os preparados
ISoSca c drogara
34Ra larga do Ilozario-31
O cordeiro previdente
Na antiga loja de miodezas a roa do Quei-
mado d. 16. ,
Essa antig e bem conhecida iqi de mlu3eiis a
roa do Quelmado n. 16, acoa-se reeentemente pro-
vida do roaitos e differentes ohjectos de gs'
l novidade, asslm como esta" Igualmente sorilda ae
piados os argos qae propriameote oertencem a
miadeas, pelo qae o Cordeiro Prevldeote espera
I da saa boa e constante fregaezia, a eootuiiiaao de
sfa valiosa protecao, nao olvidando elle oa iosepa-
ravel mansidio, jnnto a condescendencia e'agrado
dajjoe oso bons pastore; assim, pols, compat e-
cam os.velbos e novos fregaezes qae serio silis-
Yeitos a contento.
Votos e boaltos enfelles pretos
para basqoines e vestidos pretos d- senboras e me
nina?, sendo gnarnfcdes pretas com vidrlbos, trao-
(as lambem pretas e com vidritbos, sortidas de de-
ferentes Urgnras e gostes, com plogenles e sem
elles.
Botoes correspondentes aos eoteites cima ditos.
utro sortimento
de traigas e boioes as meemas circamstancias
porm de dlfferentes cores. E como a' bem sa-
bido e conbecido, todo se veBde por prec.es com-
modos.
Uua do Queimado n. 16.
0 Cordeiro previ lente receben e con*
tinna a receber
Rap Paulo Cordeiro e Viajado, dito Gasse, floo,
. meio grosso e grosso. Tambem vende o de Meu-
jron.
Xova remessa
dos engranados passarinbos de metal qaa cantara e
nao comem, a' loja do Cordeiro Previdente a' ra
do Qjeimado b. 16, receben nova remessa desses
engranados passartobosda metal que cntame nao
cmem, os quaes servem bellamente para dlverti-
mento de crianzas, e por custarem a 500 serao in-
dispensavelmenje comprados por todos, Da ra do
Qadmado loja do Cordeiro Previdenie b. 16.
Alhnns baratos
o Cordeiro Previdente a* ra do Queimado n. 16,
esta' vendendo baratamente a'bnns pira 50 retra-
tos, isso por terem pequeos dgitos no dourado :
os apreciadores do barato con parecam quanto an-
tes oa loja do Cordeiro Providente, a' roa do Quei-
mado n. 16. .
Bonita? cestIracas eotn frneas
de cera
vendem-se bonitas cestinims com (ractas de cera,
moi proprias para coteites dd sala, e por soas ga-
lantpnas o pereicoes sao baratissimas a 500 e
JjSOOD, os prirtende'iti>s as achiro pai-tntes na loia
do Cordeiro Prevideol*, a' roa de Queimado d. 16.
ft.a de Tlvas e boa't-js cores oa-
ra bordar
vende sa na rn do Quelmado i. 16, loja do Cor-
deiro Previdente
ilillll
Grande atmazem de tn-
tas medicamentos etc.
Roa do Inperader 22. -
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados era
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tara e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de Aeres
o modelos em gesso para imitar
fructas e pasearos com 'o compe-
tente desenho.
Productos chimicos o indastriaes
para photographia. nlnraria, pin-
tura, pirotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paxis, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
conQanga e satisfaz^ qualqaer en-
comraenda a grosso irto e a reta*
lho e por prego commodo.
m\
n i o
^
m
Cbegon ao antigo deposito de Henry Forster fi
G., ra do Imperador, um carregamento de gas di
primeira qnalldade,o qoal se vende em partidas
\ relbo por meos prego do quem outr* qual
^asr pirte. __
RA NOVA N. 0 E 22
BU FABBIC
DE CHFEOS
Machinas para descarogar algodSo. do mt
lhor. autor que tem apparecido ua Ameriw
E' tal a execugo do machinismo, que o al-
godao sahequasi to perteito como o de bu
landeira. Recommenda-se a attengao do'i
Srs. agricultores, estas machinas.
re .a
a
a
o B
O Er-
en
Manoel Moreira de Souza
RA NOTA W. 4.
Neste novo estabeleclmento ha nm comDleto sortimento de chapeos para borneas, senboras e
meninos e veude-se por meaos prego do qae em oatra qualqaer parte.
Vende-S3 lengos brancos finos com bico a
U, W e 65.
Colariohos de papel a 500 rs. a duzia.
Vende-se co^rinhos de panel a 5oo re. a
dnzia.
Selas de edres a 1#280.
Vende se sedas de cores para vestidos de
senhora a 102eO, IjJBO el$800 o co-
vdo.
Grosdenaples de cores para vestidos a 2$
o covado.
uvum
MENQAO DE HONRA
Vende-se em fraseos
DE FIGDOS FRESCOS BE BACALHO i0 r^ trun*
Urea, pharmacia Hoce,
a, iwi de Caagllone,
em Paria.
liliMq
As eontrft?fte, ee leos pmr^ttn, d'ora chairoleKe, e mais composlc8e foitas com oleot
de penes comrauns. ues como o uqua!o, arrala, o phoea.a Hjm, o oteot do, a~madoret prtcadorc,
e mes.no o oleo vegetaei, foram imaginados para substituir os rrdadrlro. oleo, le flaW
fr^.eo. dr llclh-o de Terr.-No*. Estes leM communs ou seos >ueeedaeWrto
obtidos na Industria pur precos mui bajos, em quanto qoe os verdadeiros oleo de asado de bacalhie
fresco sio relativameme multo caro, vis que para obtel-os /retro, e um mistura, cumpre exercer
U. Hogg desde o anno de 1849. Estes leo. ..r.. de atae.lhsw de Terr..Ko de Bol.
grangearam para este orecww nMdloament ama fama tTeml as moletliai do peilo, a, afcSl
tXTofulotutkmptotca,, a magma do, mtno,,mc,t por io,derain lagar a ndru e eeette
imitafoea. .-i
*?* Tv *,e f*."*" *?"? ** cr de palbe, o seo cbelro suae e delicado, e seo gasto de sardinha frese
O RKLATORIO favoravti do chefe dos trabaUos chjrmicoe da FACDI nanp rtR uwnirrmk
PARS condu. como gue O oleo or de oalka ie^HooTel^mu^ie^ SS^!i5
ripio sMt.TM mal do que o, oleo, pardo, ado prstate alaum do* inconveniente
repara n'ette, quanto ao ckeiro e labor.
A. WciaW ee ena todaa mn pharsnarlno del Fi aanm e le
que te
de che^arossabonetesde
alcatrfio
O nso destes sabonetes (em apresentado os mafs
benficos effeltos contra as impigens, pannos, sar-
nas, tinha, caspa, comichOes, e todas as demais
molestias de pelh.
(Vende-se
M BOTICA E DR0G.RU
DE
Bartholemea & C
34Kua larga do Rosario34
4
Veode-se oa roa Nova n. 25, poarmaciarancea do
a maurer mi
Chocolate vermicida
DE
Antonio Rio es de Castro,
Desde 1857 qne sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efiQcar para a expulsa"o das lom-
biigas, que t3o graves padecimeotos causam,
e qae quasi-sempre se snppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifago e prefervel a qualquer
ontro pelo sea agradavel paladar e fcil ap-
plicago s cnangas, as qoaes geralmente
sio mais atacadas de semelbante mal.
Chegou afinal
A pomada galopean
para cura rpida e completa dos callo daro*.
VIICDsV Kk
Botica e drogara
a
Bartbelonen k C.
tiRna larga 4o Raaario14
Aos agricultores.
Sannders Brathers & C earan de recebei
da Liverpool vapores de torga de 3 a 4 cavalloi
com todos os perteoces, e mui proprios para faie
lem mover machinas de descaroear algodo, po
deido cada vapor irabalhar at cora 140 serras,
tambera servera para enfardar algodo, oo para
ootro qoalqoer servlco em qoe osara de trabalbar
cora nimaes. Os mesmos tambera tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 sorras.
Os pretendentes dirijan- ao larfo A Corpo-
Santo n. ii.
No armazem de fazendas dt
SantosCoelho,rua do Quei
madon 19.
llosa e barato
Cortas de organdy branca muito fina com 10 jar-
das a 9.
Cambraia branca moitoflna, peca com 10 jardas
3^,63,75,85 6 95.
Dita brinca tapada, pegas de 12 jardas a CJ>, 8
e 9JJO0O.
Hila suissa fina com 8 taras, a pega por 8V
Dita adamascada pata cortinado, peca com 20
vara< a i?.
Dita para forro, pega rom 10 jardas a 3.
Dita de cores tinas a 500 rs. o covado.
Dita ds cores multo finas, a 700 rs. a vara.
Dita de linho moito Boa a 95 a vara.
Baldes de 25 e 30 arcos a 25 e 25500.
Ditos de 40 e 50 dilos, seseados a 45.
Ditos de roossellda a 45500.
Ditos de dita, esquios a 55.
Ditos de crochel a 45500.
Ditos de mufselina, oara meninaj a 35-
Salas bordadas a 4500.
Fil de lioho com sleteos a 900 r?. a vara.
Dito de Ii .to liso a 720 rs. a vara.
Grosaenaple preto, bom, a 15800, 20 e 25800 o
covado.
Moriantloe superior a 25800 o covado.
Tarlataua de todas as cores a 800 rs. a vara.
Fiaoela de edres a 800 rs. o covado.
Bramante de linbo com 5 palmos de largura a
1*200 a vara.
Maadapoloes fiaos a,65,7, 85,95,105 e 125 a
peca.
Platilba de algodo, superior fazenda para saias,
pega coro 10 varas a 39100.
Atoalhado adamascado de llnbocom 7 > palmos
de largura a 35 vara.
Dito dito de algodao a 25000 a vara.
Algodoenfestado com a mesma largara a lylOO
a vara.
Cobertas de chita de rawagem a 25600.
Codas de fusto a 65500.
LeocSes de bambnrgo de lioho a 25400.
Ditos de bramante a 35500.
Espartubos fiaos a 69.
Panos da la adamascados para cobrir mezas a
45500.
Goardaoapos Ae linho adamascados a 4J a dnzta.
Toalhas de linho, lisas ealcochoadas a 115000 a
dozla.
Ditas de algodao felpudas a 125000 a dotla.
Lengos de eambraa finos de 15800, 25, 25800,
35200 35600 adazl>.
Asslm como outras multas titeadas qae se ven-
de por menos qoe era otra qualqaer parte, i da-
se amostras de todo.
Ib
s| 25. o
3gBC
? S i B,c E
a crg-o,
5 cj rr. &
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V' O. a; tS
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ES s?-
a;( os
" B P
B-S-
Chales a 2^000 e 7#000
madapolo fino
Cales pretos proprios para a qoaresma, e que
por ter grande porgo se vende de 8Jt a 2t000
Pessas de madapolo fioo de 105 a. 7^000
Andar depressa, porque pecbnehas desta ordem.
acaham-se logo; ra larga a> Rosario n.22, leja
do Vianna.
os armazens de Tarso Ir-
maos.
gesso .
Nos armazens de Taso b-mioa.
6BADS M FERPO
para jardios, porteiras, etc.
Nos armazeos de Tasso Irmos
IHAENTE1G4
a So rs.
Vende-se manteiga inglesa flor a 800 rs. a libra :
no Progresso do pateo do Carmo n. 9
Vinho tnico nutritivo
QUINA E CACAO
ns
BUGEAUD
E-ta nova cembinacao rene em nma bebida
assas agradavel e conveniente a todos os organis
mos, a qnloa qoe om medicamento tnico por
excedencia, e o cacao qne euoira principios no
tntivos asss reconbecidos.
Elle se emorega cora o maior soeceaso oa cara
das plidas edres, soffrlmeetos do estomago, perda
de appete, dlgestdes difflcultcsas, menstruacoes
difiBce, te ale.
Deposito especial na pharmacia e drogara de
Baribolbomeo & C., i roa larga do Roeario n. 34.
Raa da lmperatriz d. 70.
O proprietario deste estabelecimeoto tem a hon-
ra de levar ao conhecimeoto do respellavel publico
que acaba de rebeber pelo ultimo vapor um gran-
de e variad) sortimento de artigos de goslo e fan-
tasas, como sejam :
Giotos
Reqnissimos cintos com ponas e tem ellas, en-
[.tados com vidrilbos, tanto pretos como de co-
res.
Punhos
Lii-dissimos punbos com golnhas bordadas era
tino panno, assim cemo Qnissimos ntremelos 9
babadinhos.
Thcsouras
A^ porfeitas tbesouras de puro ac para uubas e
costuras, bem cemo caivetes de cabo de marfim
e madreperola, garante-se a qualidade.
Feotes
Um grande e variado sortimento de pentes para
coco e lambem para alisar, ;endo de borracha,
marfim e bfalo.
Escovas
Finas escovas para facto, cntia;. deotes e cabel-
de todos os tamanhos e de varios prrQos.
Lqvis
s verdaderas luvas de Joovin e fio de escocia,
branca, de cores e gretas.
Perumarias
Dos malhores perfumistas que tem apparecido,
como sejam : Sociedade Hygeolca, Piver, Lubim a
Gi.-uJr.il. comestique grandes e pegenos.
Espelhos
Com os meibores vidros que possivel, de qaa-
dio, calza e tocadores da todos os lmannos.
Coques
Lisos e enfeitados com muilo gosto.
Lecres
Lcres de faodalo de multo bom gosto, os me-
ibores que tem viudo nesie genero.
EofeiUs para vestido
Um gande e vanado sortimento da Ota de ssr-
ja e seda lisa e iavradas, trancas do seda, la e
algodao de todas as largura e ouiros mnitos arti-
tos que se toreara' entadonho mencinalos, mas
que sao indirpesavtis a formar o perfeito toille
do bello seso.__________
Yapares,
Vende-S6em casa de 3aocders 'Bmtbers i C
o largo do Corpo Santo b. II, vaporas patentas
om todos os pertences proprios para faier m
es ou quatro machinas para descarogar alg -
o Jos Gormann
JRA NOVA N. 21,
acaba de receber cm lindo e magnifico io:
timento de ocelos, Innetos, binocoloi, do ni
timo e mais apurado gesto da Europa e ees
ios de alcance para observaces e par
martimos.
VINde QUINQUINA
FERRUGINEUXdeMOITIER
Com Malaga e Pyrophosphato de ferr.'
Este vinho foi prcoonizado por toda a emprensa
medical como sendo o mais poderoso toaice
empregado para curar a Chlorosis, Anemia
Exhansta;ao do sanoue. Deposito geral em
Pars, em casa de Laurencel, pharmaceutieo*
droguista, ra dos Lombards, 44.
Deosito na puarmacia de P. Maurer
C. em Pemambuco.
VeDde-se piche do gaz proprio para
aspbalto, eafafefos de candas,
aiisoalbatlog, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agua,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retalho, no armazem da Bolla amareila,
travessa do Imperador.
Botas rossianas, perneiras e meias pemeiras bo-
varoente ebegadas, da melhor qoalidade qoe temos
visto, no armazem do vapor roa Nova o. 7.
LUVAS
Novo sortimento de tovas de pellica de Joovt,
brancas, pretas e de ootras bonitas cores para te-
meos e senboras; no armatem do vapor roa Novo
o. 7.
Em casa de Tbeo. Jnst, no caes da Alfandega
Velba, vende-se :
Cerveja Basa em botijas.
Caf superior do Cesra'.
Manteiga fresca em latas de 1 e libras.
"^- Vende-se a otlava parte do sobrado de tres
andares e sotan da rna da lmperatriz n. 53 : a tra-
lar na rna do Imperador d. 87.
Cemento
Cernelo bydraolico da metan- qoalldade para
ediAcaedes nagua,tanques, algerotes, asseeiimen-
tos de canos, etc., en barricas graodes, a ISf
Dito cemmum oa romano a 10#.
Ym poroso superior a & barricas o fai;
dlfforeoea no preco conforoM a qoantidade
V
*\

V
I niGim 1
,,----- .*m*. *





m*

ftlsrlo de Penuupbuec exta telra 13 de Marea ie ISa
A1 ra Nova n. 28.
Soma Soares A Irmo, vcadem pelos
differculcs precos.
Phosphoros de cor, em calimbas de papel, qua-
idade cuito superior, a 400 rs. a daiia.
Ditos encerados, luuilo, boas a 40U rs.
Dito* l ten, ees canas de folba, a 24G0O rs.
Ditos do gas 24*60 a groza.
Liabas aoveilos, em libras sortidas, a 24700
Ditas em caltas de SO novellos, a 750 rs
Ditas em calas do 16 novellos de marcar a
309 rs.
Dozias de carl5es braocos pretos, a lO rs.
Ditas de carritetsde liaba branca e de cores, a
460 rs.
Ditas de carrete! de lioha branca de SCO jardas,
a #4O0.
Dita de pares de roznas de cores, a 24000.
Ditas de brinco a balo, a l500.
Ditas de gra-opa enfeudas, s-utidas, a 200 rs.
Massos de ditos de earacs, a 700 rs.
Unos ditos lites, a SCO rs.
Aguibeiros pialados a 280 rs. a duzia.
Pares de b>t5es de matambas para pachos, a
duzia a 2*200.
Grozas de botoes de madreperola para carniza, a
40 rs.
Ditas de dito de ac psra cales, a 300 rs.
Gamas coai solJ* ios de chumbo a 160 rs.
Espetaos de muUnra dourada a 14800 a dazia.
Dozias de peotes de la?o doarados e lisos, a
6* rs.
D tas de dte eum pedras milito linios, a 32J.
Dias de dito cog flores e lisos e oulros mullos
modellos por precos commodos.
Dedaes amarlos o prateado. Anos, a 580 rs. a
Iota.
Clcheles em casas a 00 rs. a duzla.
Fitas de eos sortidas a c( 0 rs. a peca.
Ditas o. 1 12 de setim coca nove metros a 300
rs. a peca.
Pessas deeadasso psra seroolas a 700 rs. a
dona.
Las le edres para bardar a 75500 rs.
lihreias de coila em caixas a 4U rs. a duzla.
Facas e garpaus cabo de osso a 2*800 rs. a
doiia.
Gootinatm a ter grande sortimento de eandielros
a gaz, perfomarias, enlejes para caneca, objeetos
para escriplono, ele.
A' roa Xova n. 28.
5
PBCHINCH.
Para principiar o auno de 1868"
tu
LOJA E ARMAZEM
DO
N
rna do Crespo n. a, esquina da roa de imperador
nossos pnr^!^6831" p6,l v*or Qhwwm^ am variadissimo sortlmento de fazends que dizom os
Para nr i.P,A D-?* qUe f0ram me,nores. d "ais gostos e novidades qne encontraran em
s encon^rarna loj/oTaTr S 8preCa5 d X^^6[ pUb"C' 8 Se8,h,es M,lg0S e
RmQSrL^r,10.9 de seda de cores.com lindos
mants completamente novidade.
Lindlssimos vestidos de cambrala branca bordados
coco gosio.
Ricos basijnioes, primorosamente bordados, o nlti-
ma moda em Parz.
Ri2QnVXSr. a^!naS dfl S6da' P*"1 imtS5<>
e entenadas com muito gosto.
Coques para senhoras, sendo estes de ultima moda
6m rarir.
Llodisslmas gravatinhas para senhoras.
n,uCOI?res- e V0,us d9 '',r'ra8 e s^a, ultima
moda e ioteira novidade.
Collarinoos puuhos e gravatinhas de Chuny, ecm-
plea oovidade.
Rlquissirros leqnes de marfim todos abertos e de
ultimo gosto em Parlz; assim como de sndalo
adreperola.
Riquissimos vestimentas de cambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
creancas se bsptlsar.
Ricos vestuarios de cores, lodos completos para
meninos de 2 a 4 annos.
Mantas de blonde para noivss.
Hoiriantiqae, grosdesaple sedas preta, branca
e de cores.
Riquissimos cintos, ultima moda.
Ricos eufeites para senhoras e meninas.
Llodissimas cfaapelinas de seda e de palha1 para-
meninas.
Riquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nbora.
Liados cortes de Isa para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapaslada em Pariz.
Grande deposito de luvas de Joovin recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
Pifa
Roa da Isperatrz d. QO
hu% nutu m mn
SUtESSOR DE ~ wmrwmr
p r d i GAMA jfe SILVA.
o Qr i!, re,ra d5 Sil, tendo dissolvido amigavelmente a sociedade que tioha com
mm faS' ?""* a ?Sla GaDaa naJojae a,mazem do PavSo tem resolvido vender
nnm!a Tto mm barataS COm fim le aPnrar d,nbeiro' diminuir o grande de-
K^^ urna grande porclo
andas novas, tanto inglezas como francezas, allemes e suissas, dando de todas Vi-
di nm!!iCXe,r^' eSland eSt6 eslabe,ecimenlo aberto desle as 6 horas da
mn f-??"l.c,J?.a...ai?!??M qt,e Degcl3m em Pequeoa escala, qne
Casemlras, cambraias, liak, mnsselinas, precaas, chitas e nraa Inflnidde de obiectos (jae
izamos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo roa do Crespo n. 7 esquina da dolmperador.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
O? proprietarios deste bera conhecido es-
tabelecimente-tem a salisfacSo de levar a
conh^ciroento do respeitavel publico que aca-
bam de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa um completo sortimento de objecto sde
apurado gosto e de ioteira novidade; [os
quaes esto resolvidos a vender por pre-
C3 mu razoaveis, como sejam :
Lindos cintos cor pontas, bordados ve-
drilh-is, fazenda que n5o h3ver qoem con-
teste ser a melhor que ha neste artigo, isto
s na io,a do Gallo Vigilante, ra do Crespo
D. 7.
Lequcs de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, ele, com lindos desenos.
unara'ccs de palhas,
Riqiissrmas guaroigoes e trancas de finas
palhas de Italia, cm ve Irilho, pingentes e
sera elles, e outras com botoes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinfaas ou caases para as me-
ninas trazerm nos bracos, cada qual mais
bonita.
iTesotiraa.
Finissimas tesouras para unbas, costuras,
belleii eiros e alfaiaies, as qnaes giraaii-
mos ao comprador a sua boa quaidade.
.Vivalh-.s.
Superiores navalhas com cabo de tartaru-
ga e marfim as quaes os fabricantes garan-
ten).
mpmm.1
Lavas de Jouvin, camurca e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Ventea.
Grande variedade tanto para coqoes como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregcar cabellos, sendo de tartaruga e ba-
falo com pedriohas e sem ellas, etc.
Part Ronquis.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madrep'Tola, proprios para caaameotos, bai-
les etc. etc.
Escoras'
Finasscovas pararoupa, cabello, chapeos,
onhas, deotes e para limpar peotes.
AbotBa4nr?s
Modas aboluaduras para colletes, pnnbos
e collarinbos.
Perfoaiarlas
Finas e do todas as qualidades e dos me-
Ibores perfauistas at o presente conde-
cidos.
Cellares de Royer
Eletricos magnticos, contra as coovul-
soes das creaDcas e facilitar a denticao das
meslas. Ja tao conhecido os prodigios
destes collares anodinos qae oSo ba quem
davide de seus effieases effeitos, e o Vigilan-
te, seorto recebedor destes collares, tem
sempre grande quanfidade em deposito, isto
s na loja do Gallo Vigilante, roa do Crespo
D. /.

AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do ueimad11
Receberam em sea estabelecimento om esplendido sortimento de tapetes, alca-
tifas largas e esleirs para forrar salas, ludo da rnebor quaidade e das mais lindas cores,
o que podem verificar vinrio ver as pessoas que quizer alcatifo ou esteirar seus saldes.
Vestidos de blond com manta, ramo e capella para coiva.
dem de gorguro bordades pretos para a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basquraes de seda para senhora gosto moderno de 8& a 50$.
Colxas de seda, ditas de iaa e seda para camas de noivas.
dem de crox e toalbiobas de creci para cadeiras.
dem de fusiSo brancas e de efires de M a !0#.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20$ a 70#.
ld^m bordados e adamascados para janella de 9 a 20)J.
Tapetes grandes epequenospara sof e portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, guardanapos grandes e pequeos, toa-
lnas para mo de Mofeo e d azues, casemiras rmas e de cores, tudo por mdicos precos.
Chape inas modernas para seobora de palha e de crep.
Caaiisas de linho e de algodo inglesas e francezps para bomem.
Moir branco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a qaaresma.
grs preto e de diversas cores, organdis e cambpaias brancas e de cores e laas de umi-
tas qualidades.
Saias, toalhas e lencol de Hnbo ricamente bordados.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapeos de sol inglezes e muitos outros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e aparar dibeiro.
14Roa do Qiseiinado11
trasdeixandoficarpenhor. ou manda as levar em casa das Exmas. familias pe-
desde as 6 horas da manh5a as 8
r.queoa escala, qae neste- estabeleci-
mento comprado pelos mesmos precos qae compram as casas^ inglezas canhando-se
apenas o descont podendo assim fazer melhor sonidnto. ,ngiezas> gannanao se
Tiras bordadas e Babadlnhos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas on babadinhos, achara um grande
sortimento para escolher e por preco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do PavJo, ra da Impe-
ratriz n 6o,
Fazendas para Ino na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
argura proprio para vestidos a 2,5 o covado,
llazinhas,pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qoalquer parte, na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. Co, de F. P.
da Silva.

Camtslnbas a 3.
VecdetMe as mais modernas camisinhas com
manguitos tanto bordados coreo de preroiohas com
alegantes puohos e bonitas boleadoras pelo bara-
to pre?o de 3J1O0 ; na loja e armaiem do Pavo,
ra da Imperatrii n. 60,
Pechiuelia era casimiras a 'GOO s6o
Pavao.
Vende-se ama gradde porcao de casimiras supe-
PECHINCH.I
4^000
Era cortes de la
Vendem-se superiores corles de 13a matizada
com lo c< vados, pelo barato preco de 4 o corte,
isto na loja e armazem do pavlo, ra da Impera-
trii o. 60,
Cambraias largas a 4060 e 10280
a vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se am
vestido com qualro varas, a 1$ e I280 a
vara : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n 60,
Espartllhos.
Vende-e am grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinados para casgmeu'os.
Vende se om grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janelltffc, pelos b ratos precos de
9,5, 10, m, 205 e 255000 o par; da-
masco de la imitado de seda, com 8 pal-
mos de largara, a 45 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fusto brancas e de cor: ero-
Collares Boyer
9a Aoodifitis ekclrreos maeiielicw
Bcposlto) acreditado
Wja da aguia branca ra do Queimado o. 8
Apregoar anda os piodigiosos efToiios id
^ollares Royer j n5o onsinar ou querer
atroduzir novidades, porque a fama o0 sua
eficacia tem-se tanto estendido, e os seus
febzes resaltados a tal altura elevado, qae -
ooje rara a pessea que por experiencia"
propria, ou por intermedio de seus amigos
9 parentes, ignore oa desconbeca a3 virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
A aguia branca porm se gloria de coucor-
er para am tao juslo fim, se nao por oa-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
intemente am completo sonimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas ds crianfas.
Resta anda que os senhores pais de fe-
fflilia se facam convencer deque convem
aao esperar que as enancas sejam atacadas
Jo mal, e por isso necessario on conva*
Qienie que com antecedencia se deite na
criacca um desses collares para assim estar
ella preservada das convi Icoes e se contar
livre dos rigores da denticao.
A aguia branca rna do Queimado n. 8
cntinia a receber por todos os vaporee
'rancezes a qoantidade que ba contratado e
por isso acha-se ella serap e provida des ver-
ladeH-08 collares Ruyer eletricos magne-
icos.
STI4S mnm
Aviso Importante.
Os onicos verdadelros xaropes de liypopbosphi-
tos de ssda, de cal e de ferro do br. Chorrhn) tra-
tera a Arma qnairn vezes reprtida desie aabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pbarmacia Swanu, 12, ra Castlgiiooe, Pars.
Acha-3e a venda em frascos qnadrados com o co-
mo do Dr. Cborchill no vidro. Preco 4 francos eOi
Paris : Com insirnccSo"
lera de carnauba
Vf nde-so f era de carnauba : a rna do Qaeimado
n. 13 primeiro aodar.
Escravos fgidos"
60^ de gratifico cao
Contina a estar tosido o escravo Mantel, qae
representa ter de idade 40 aonos, com os tignaei
segulnies : bailo, percas arqueadas (ara fra,
tem o 6rco esqu^rdo ampnmdo abano do cmo-
rieres entestadas, sendo escuras e alegres proprias c e proprios para cadeiras, sofas, cadeiras vf"o_ires polesaoas, eounma fazer t-j lo erro otea
para calcas, poletols,cleies e roupas para meni-l de balanco, para cobrir presentes, etc. etC,: !^mao, e 'w*UD"'?->e queesleja .m niguma nlana:
aliMo"^'?0 pec ?e ,500ocovado ta loja e armazem do Pavlo, ra' da'lmpe- frV-Vno'enh m'^'
a 2A800 o corte de calca, raode pecbmeba na ralri? n fifi g enP,'nr.u Haca
leja e armazem do Pvao : ra da Imperatriz n. 60. '
PIl\'Hnn rnu cnnvnic
TENDESE
A fabrica de refinar assucar
No lugar do ootelrd.
O propietario deste importante e bem montado
astabelecimeoto tendo absoluta necessidade de re-
rar-se para Portngal, onde vai tratar de ana san-
de, re.'olven expor dito eslabeleeimeoto ao cooenr-
so aqoellas pessoas qne o pretenderem comprar,
mediaoln ledw as informa^5 possiveis acerca do
movimeot i das macucas e fabrico do assnear que
serio ministradas peto proprieiario, garantindo es-
te o perfetJ estado de todo quanto relativo e
cooeernente ao mesmo estabelecimento. O machi-
oisoio da fabrica movido por agua e a vapor, e
pode fooceinoar era termos retinar 240 arrobas
de assucar por da. As grandes vaoiageos ue o
proprieiario onVrece como certas aos preteodeotes
podem ser previstas por todos qne joigarem cem
wcuo, da steceuidade de qae M recente esta
provincia de tm estabeleciment ae (al ordem e
4a'h4 e tuero que sa anfere, properfti qoe dita
abnea ioha de fuaoelonar regularmente, de 25
*t>or toiohvr*deu*ai as dwp*s; a tratar
******J*J, iViBbe arnojem %6.
Gwal de cabriolet,
a da Imperatrlt n. 41, nrimeiro andan
i multo boa a barato.
~ Yende se oni"cavallo~para cabriolet, BBilo
mato f ordo j oa roa do R|el o. 9.
PaTa o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, ,eris-e-
u, rheamatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces chronicas do figade
ibaco, dres sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
ias, gooorrheas chronicas e em ge. al todas as molestias em q-ae setenha em vista apu-
iScacao do systema sanguneo.
t'ousJHcraccs geraea
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao em
armo o avalia-lo.
incontest8vel que o bomem neste mundo constantemente, e por todos os lador
tacado por ama infinidade de agentes morbficos qoe todos tendem, dadas certas e deter-
oinadas circomstancias, a alterar o regular exercicio das funecoes orgnicas, resultanbc
esse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada,- d
ando as investigacoes e experiencias dos mais abasado mestres da sciencia, pela depm-
'ac3o dos humores geraes, consequencia da aeco maligna desses mesmos agentes mora e
icos introduztdos no organismo pelo acto da respirac5o, pela va digestiva, pelo contacto
mmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da hamanidade, e como fra de duvi-
ia que esse terrivel Proteo da mtjdicina ama molestia hereditaria, ella tem 6ido obser-
ada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
onstituicoes robustas, prodazindo matilacoes, e cortando ainda em flor a idade vidas
jreciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral doi
tamores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, 6 os purgati-
m figoram em primeiro lagar para preeneber esae desiteralum ou fim.
O EUmr depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todes: os
aaaensos soccessos obtidos pelo aso deste salutar agenie tanto oa Allemanba, como esa
tanca e Italia, o tornam o companbeiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, de vidas s alteraces dos humores, o
taar depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
lelas, rbeamatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammaces chronicas de
Igado e baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras enionicas, hydropesias,
Weurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qae se tenh?
m vista a parihcscSo do systema saagaineo; pois que ama pratica constante tem feito
er qae etle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soflrimentos, pre-
jarar o doente para medlcacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
raeocia do sea uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composico do Elixir depurativo do Dr. Seria
jerteocem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das sabstan-
as depurativas e antisyphiliticai; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
lismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo nalarai das evau-
coes alvinas, neatralisa ao mesmo tempo o virus syphilitioo qnando este virjem.
em feito erupcio ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
>em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
tstado de encubaco, tsto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficie
amenso, tanto mais quanto neste estado os individuos igneram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua actjSo so-
re o tubo intestinal suave e benigna, e de nennuma forma prodz molestias medi-
tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua quaidade de dras-
tco forte irrita a mucosa intestinal, e onsecutivajDente a seroza, resultando deste ea
ido, maitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente. Suva.
Assimpois esperamos que o uso desi remedio jusfique cabalmente as no | Grande pechincha
u asseveraces, porque sendo um medicamento tao simples na sua composipSo, i Gros-de-naple preto a 1(5600 res o covado
PKHOS COM GOLINHAS.
a 1^000 res.
Vndese orna grande porcao de punbos com
gfilmlias de esgciao de llnho, com os mais lindos
hordsdps pelo barato preco de l000 o terno, di-
tos bordados de cor a 640 res, sendo grande pe-
. cbincba pelo preco, oa ra da Imperatrii n. 60.
Baldes espatos.
a Uj.
Gbegaram os mais moderuos baloes esguios sen-
do verdadeiramente amencauos e veodem-se pelo
barato oreco de 2500, na lt ja do Pavo roa das
imperatriz o. 60
Cassas a 94o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res lixas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padrees listrados e de flores, assim como com
palminas miudas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a Soo rs. a vara : pe-
chincha na luja e armazem do Pavao rna da
Imperatriz n. 6o
Baldes a 2, 3;5o c 3
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou baloes de arcos para senhora pelos
baratos precos de 2$, 2j5oo e 35 por baver
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
vlo, roa da Imperatriz n. 6o,
LSozinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se laozinhas matisadas, padrSes
modernos e muito bonitas pelo barato preco
de 240 e 300 rs.
Cbales de renda.
Vendem-se superiores chales pretos de
renda, pelo barato preco de 30500 rs. cada
um, assim como ditos de guipare fazen-
da muito snperior a 10 e 1200, e um
bonito sortimento de capas e retondas.
Os casaqaiiihos do Pavo a 16.000
Cbegou om elegante sortimento dos mais mo-
lernos e mais bem eofeitados cataqainbos de
cros'lenapls preto sendo com siotora e sem ene, e
cetros a 'mitaco de j.iqueitnhas e vendem-se pe-
los baratos preeos de 16, 2c, 231 e 30} : na
lojie armazem do Pavo roa da Imperatriz n, 60,
de F. Pereira da Silva.
Vendem-se bonitas sedas de cores para
vestidos,tendo largura de chita franceza qae
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
12 covados, tendo entre ellas algumas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 25 o
covado, assim oomo sedas lizas de todas as
corea, per precos mais commodos- que em
outra qualquer parte.
Panno preto a 1)5600 e 2iJooo.
Vende-se panno preto superior r-om seis
palmos de largura- proprio para paletots e
calcas pelos baratissimos precos de 1600 e
2^000 o covado, grande pechincha.
Meias baratas, duzia 24ooo rs.
Vendem-se dozias de meias de cor escora
sendo metas de muito mais dinheiro porm
liqaidam-se a 2& por ter algum toque de
mofo; ditas inglezas croas muito eocorpa-
das a 55 a duzia.
Sao muito liadas as aovas ponpelinas
qne chegaram para a loja do Pa-
vo a 50 rs. o eovado.*
Vemdem-se as mais lindas poopelinas ebegadas
pelo ollimo vapor, sendo transparentes e entenadas
com quadrinhos mlodiubos e com as coree mais
modernas como sejam : magenta, solferino, verde,
lyrio.rfixo, aznl, canna e rosa etc. etc., garantndo-
se qne neste genero o qae tem vindo de mais
moderno ao mercado, para vestidos e roopas de
enancas e vendem-se pelo.baralissimo preco de 500
ris o covado, nicamente na loja e armazem do
Pavao, ras di Imperatriz n. .Ofide P. Pereira di
on n* ro* da .SenaiU-roa n. 3K.
ma a quem o pesar e en-
gsnQo, freeuezla da Escada,
Grande pechincha de gros-
denaplesj) retos
ua loja do PaTo.
Grosdenaples l280
Grosdenaples a 15800
(Jrosdenaples a 250OO
GrosdeDaples a 25200
Grosdenaples a 25500
Grosdenaples a 25800
Grosdenaples a 35000
Grosdenaples a 35200
Grosdenaples a 35500
Neste grande estabelecimento encootra o
respeitavel publico am avultado sortimento
dos melhores grosdenaples pretos tanto
largos como estratos, que se vendem muito !e' *??' Cbel,01s Bm u,Dl "lapiob-ides,
em rasio de se ter feito urna grande com- e*misa de algodo da mata, talca e paietot de bria
pra antes qoe augmentasen) os direilos na '
alfandega, a&sira como um bonito sortimento
de moirtantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
retma e luto, daudo-se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excellentls-
Pu(i no da uo crreme o eseravo de no-
me Manee!, cor cabra, ld?de 24 annos, eslatnra al-
ta, elbrs vivos e regulares, c>beca pe nena, dentes
alies e perfeims e rosto ogio de lubaiaooa, termo da villa do Pilar, pro-
vincia da Parahyba do Norte, pernenlo a Aodri
Avelioo Rodrigues de Pdiva ; cooMa ler se dirigido
para e.-ta c.dade do Recife ; ropa s? por lano a
qnalqotr cidadao a apprehenco do mesmo esna-
vo, pelo qoe se 1 florece boa gratifica! ao l-vando-o
ao logur Iiabaimna, ou nesla cidade o ra do
Queiaado n. 23, loja de Lzendas.
J
Fogio no dia 23 do correte mer de colnbro, de
engenho Limoeiro, fregneiia da E^carJa o astravo
Francisco, com os seguinles slgnaes : rar.ra, pon-
co alto, cem boro corpo, bonlia figura, cari b6zi-
gosa, barba ponen serrada, cosiuma raspar o bi-
pardo, chapeo de baela preto," leva vaia de car-
reiro, que e snpoobo ter ido stDiar pr^ra c;mo
volunlsrio ; foi encontrado no brijn de Fu'gundes
seguindo por Carirl. Reeomraenda se as pessoas
encarregadas do recrotameoto, e as autoridades
policiaes, coa especialidade as do Rio Formoso,
Una, Agua Prela, >. Rento e Porto C-lvo, e a oa-
* raivpirn a sr """ 90,,('"er essoa a acprebeceao do dito esrra-
simas wmiljas, pelos caixeiros, na >oja ear- vo, ir en-regs-in no referido ebgenbo, que cratifi.
mazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60 ca se com i.101000.________
50^000 de- gratificaeo
Contina a estar fugld- a preta crinou de noflM
Maraona de ilade de 3i aonn?, de cor fula olbo
teqoenos e fundos, beigos revirad s, de estatura
regular, e seeca do corpo, a qual lem o cosime do
canear, tem mnita astucia e labia, lem sido vista
nesia cidade, e suppoe-se estar ndla 00 em al-
gom dos arrabaldes occclla, e quo s saia ra a'
ooite, en de dia cora raoila cautela. Ro das as autoridades policiaes o capltes d camp-j o
1 fai-or de aprehende la e enlrrga-la nesta praca aos
Srs. Olivira Filho & C, 00 no engenho C.ilcgio
ao seo proprieiario, de qoem rectbcrj a graiiflca-
co sui ra.
GRANDE PECHINCHA"
eni lanslabaa na loja do Pavo.
Vendem se a^ mais modernas e muito bonlias lan-
sinhas de orna scdr, tendo entre ellas cores moito
360
400
320
500
06O
em confirmado sua nhdade.
nico deposito ena' Pernambuco
Na botica e drogara
Bartkotomeo Companhia*
S4-R8A DO ROSARIO LARGA*-
^
---------
vovoegrande deposkde superior carvao de Cardiif aa
Antonio Gomas dos Snsts di G, rna Santa Barbara n.. i, esUo habilitados a auwM-tr t
artlOjO' eondtcies maa lavoMfoia qo* em ontt j qruiqoer deposito, a todo* oa navios a vapor qne
tem naowiJa porto. A eoomur nesu com Domingos Airas Mathen>.,|
m na loja do PavSo.
se vende grosdo-naple preto, moito boa 'aterida
para veados ; oa loja e armazem do Pa-e, roa
da Imperatriz n. 60, de Feliz Pereira da Silva.
IfrierMasns
Cbales te cachimira a I0|, 124 e 204000.
na leja do Pavo
chegaram os mais moderaos chales de verdadeira
cachemira, com os padrSes mais delicadas e >eodn
mello grande, veodendo-se pelos baratos precos
de 10, 19# e 1OJ0O. S na leja e arajatem do
Pavin, roa da knperatris n. 60, de Feiu Pereira
da SU vi.
Chita feaaeeias terMeiras a 4&
rfs
vendemos oMm ktoaou verdadeira om boni-
lo padresr, pelo baratlsttae preso de 489
ris o covado, sendo faiendaque sempre se vendwi
por mais dinheiro; na loja e armaiem do Pavao,
roa di imperatrte n. 60, de Flix Pereira da Silva.
delicadas pelo barato prejo de covado. .
Ditas decores diferentes com palmiobas e
e listas, covado.......
Ditas matisadas moito lindas, covado. .
Ditas listadas dem, covado.....
Ditas transparentes com listas de seda, co-
vadj...........
e outras maltas qoalidades de lans'nhas de gosto,
qne se esto r.Jc beodo por todns os vapores, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60,
de Fclix Pereira da Silva.
Bonitastalpacas na loja do Pavo.
Vndese um elegante sortimento das mMs lin-
das alpacas de cores lavradas para vestidos a 14
o covado, ditas mais a......12M)
Ditas de Bcrlnhas a 600 rs. e 6fiO
Ditas lisas de todas as cores a 640 e .. 800
na leja e armorem de Pavo, roa da Imperatriz n.
60, oe Flix Pereira da Silva.
Poil de Chvre na loja do Pav5o.
Vende se o mais moderno pon de Chvre largo, de
orna s cor, sendo mais lustroso que a mesma se-
da, pelo preco de.......SjOOO
Dito mais ahaixo, porem com as cores
multo lindas, covado......12400
Dito com listas de seda a 60 rs.e. i000
na I'ja do Pavo, roa da lmperalrit n. 60, de F-
lix Pereira da Silva.
Alpaca monstro, covado a ?80 rs.
Vendem se alpacas menstro escuras para vestidos,
tendo o palmos de largura, qoe facilita fazer-se
om vestido com 8 covados, a 280 rs. oa a 2240 o
corte, na loja do Pavo, roa da Imperairiz o. 60,
de Flix Pereira da Silva.
Gangas para caigas a 400 rs. o covado.
Vendem-se superiores gangas francesas moito
encorpadas para cMcas e palitots, pelo barato pre-
co de 400 rs. o covado, saperiores brins de llnbo
pardos, trancados e lisos, assm como ditos de co-
res, fazenda mo>to superior, na loja e armazem
do Pavo, roa da imperatriz n. 60, de Feliv Perei-
ra da-Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se cbita preta ingleza Usa a 160 rs. o e o
vado oa a pessa por f<, com 38 cavados, ditas com
palmlubas, roetbiir fazenda, a 200 rs. o covado oa
a pega por 74500, dita franceza, largas, a 360 rs.
.0 covado, masselinas pretas a 400 rs. o covado, na
loja e armazem de Flix Pereira da Silva.
Fazendas para hito na loja do Pavao.
Vende-se superior setim da Cbioa, sendo ama
fazenda toda de l e sem Icsiro, com 6 pala os de
largura, qoe facilita*fazer-se om vestido apenss
com 6 covados a'OOrs. ...... 24500
Superior bombasina com i palmos a
14600o.........., I4S00
Superior canlo sem lustro, covado 14200
Laosinbas lisas, cavado 400 o ... 500
Cassas pretas lisas eom salpicos e eotn
listas, vara a 506, 560 e 640* ... 806
Mnsselinas pretas, covado ..... loo
outras moiUa fazenda proprias para luto, na loja e
armaiem do Pavo, na roa da Imperatriz 0. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Novidade em chales a 6J000.
Vendem-se os mais modernos e mais bonitos
cbales Iza bel, sendo de urna s cer, com lindas
rendas da mesma fazenda, guarnecidas eom bont
tas comas de aijofres, sendo ueste artigo o mais
moderno a"* tero vindo e vende-se pelo barato
pt*co de 64000, micamente na loja do Pavao, roa
da Imperatria> n. 60, de Peiix Pereira da Silva.
Chales da mermo a- 24000.
Vend-se bonitos cbales de merm a 24600,
24500, 44.0o,54000 e 64009, na loja armazem
do Pavo, na rtj da loperaott .n.i0,!lde Fetlx
Pereira da Silva.
5(M0OO-
Fogio do engenho Llmoiro, freguezia da Esca-
da.no da 14 de fevereiro do correte anco, o es-
eravo Nieriao, crioo'o, idade 25 annns, c m os
egoinies slgraes : altura regular, bom corpo, bea
preio, oem feito de pernas e ps, rendido, pnuea
barba, tendo nm talbo no qoelxo (Meto*rio rom a
mesma, rlcatrizes velhas do chicote na* c-"Stas<
rogase s antorldades policiaes e a' ootra qoal-
qoer pessna que o encontr, eotrega-Io n 1 referida
Ingar, qoe lera' a gratificado de cdc euta m
ris.
Fugio do sbalxt assigoado, o eseravo de ne-
me Siivino, cor fot, gordo e possante, idade de
20 a 23 annos, sabe ler e eferever, e por Uso tor-
na-se moito ladino e \ie engaar pausando por
orro, leven raca de casrmlra e esmisa de >a>ls;
prde se a qa^m o enconirar e as sotoridane qato
o qneiram levar ao hotel de Franca, a' roa d Tra-
piche na cidaie da Parahyba aos Srs Victorino
Pereira Haia di C, que sera' generosamente gra-
Dr. Joaqolm da Silva OeUio.
fru.iu u c;civu Jua j e aigurui iiiimii J. ao
Mon gro e bastante calvo, tem falla de deotes e tem aa
junta da mo direlta marca de doos sedenhos,
qne botn ba penco lempo e ainda deve ter a n 5b
rochada: quem o pegar leve o no vlvpiro do Ma-
nir, ra Imperial, que sera' bem recompensado.
Fogio de casa de seo senhor a parda Maris da
25 annos de idade, de estatura buz, bem chela de
corpo, testa estrena e cabellos carapiobados mu-a)
erescidos; qoaodo falla e qoer rir aporta os he
eos ; levou vestidos de chitas de cores claras, e am
chales de la com barra de cores vivas, dominan lo
o encamado. Anda embrolbada n etiaie passandn
ama parte por debaizo do brieo. D-cooB< > que
ella est acontada, e ja se deram procidencias pa-
ra se proceder eom todo o rigor da li contra que*
a hoover horoislado ; qoem p/der dar n^triag a
mesma ea a spprebender, dlri]a-se ao largo de
Corpo Santo n. 19, qw recebar boa alvforas.
Attencao.
Do Cald*relro, fregoeiia de Foco da Panel la, fo-
gio 00 dis 29 de fe vreiro ollimo, oro pardinhn #
noroe Manol, de 16 a 18 ioms de Idade, esiaiora
alza, chelo do corpo, cabellos earspinhados, te-la
estrena, soda as ponas dos ps e parees eoxeat
d nma perna; lem o oarttarribitado e com a'go-
sas espinhss. Le'oo vestid* tamisa atol de risea-
diohn, caifas pan*a< e booets eom pa a de oleado s>
boio.-s de metal. DesconSa-se qoe ja mndara de
trajo e soda ia roopa branca e chai < de f^lii
esabsdo; eosinma freqoenar a r-ir* de S. Jn-,
ssjdt tem sido visto, e o basrtv da Boa-vista. fcV -
Ibo de Olinda onde talvet teabs apparecido. Pro-
teiu-see proesflef-sena enro iodo .1 rigor da tm
contra qoem o boover aceotide \ loformem, oa le-
vem-no ao largo do Corpo Sanio n. 19, andar
qoe se gratificar generesameme.
1 iulBL I

--.-,


I
'

/
Ur! ie ftrnanbaw) Sexta felr I* At Mlf* de 1868

LITCERaTORi.
O ClHEllMXTE DE XrOER?U.
POB
II. Conscicncr.
IV
{Connwic'io )
= Entao penleste o leu Jugar era casa
do Sr. Verbord ? Dize-me, pelo amor de i phael, rao posso deisar te s.
Dos, o que assira te aflige, para que eu
te possa ajudar ou an meaos aras lar.
*> Cousolar-me ? E' imposslvel.' .0
erro que me ferio o corarlo deu-me golpe
moru. Toda a esiieranca est perdida !
Mas, ainda assim, as consolacSes de
;m anigo.. -
Hi segredos que o homem develevcr
comsigo para o tumul o.
Francisco eaadevu por uin instinto e
iim sorrir imprcepti'el lhe eslisou nos
labios.
Ah ea ja o suspeitava disse elle.
Com effeito esse triste pezar, esso profun-
d suspiro I Conlnc or experiencia pro-
jttia esse doloroso mal I Mas, meu amigo.
A Bolsa ja se abrie nao posso dekir
de U ir. Ve n esmigo, Rapfael; peco-te
que jantes priraeiro que ludo, e depois
irs a te-upo para o escriptorio.
Nao rollo nytfao meu escriptorio l -
disse Banis.
" Como pois IrtflQDoiaste ao tea lu-
gar?
Nao, mas a mesma coosa.
En tal disposico de espirito, Ra-
e/ precio
ter coragem. Voltemos cidade, acompa-
n!io-te ao teu quarlo e depois de ter passa-
do pela Bolsa iei buscar-te ; iremos pa>-
seiar e conversaremos at que a ta deses-
peraco sa acalme ura pouco. Iret dizer
ao Sr. Verboord que ests muito incbmrho-
dado da cabeca e por iss nao vais ao es-
criptorio. Por esta forma a toa ausen:ia,
boje ao menos, n causar admirado.
Raphael nao responpeu.
Oorigas-me a fallar a Bolsa 1 per-
guntou Walput. Nao importa, o Sr. Spelt,
qm esoerava alli enconirar-me, tome a
ininba falta como quizar, roas eu que
nao te deixo.
Raphael levantou-se, dizendo :
leve perder-se toda a esperance, s porque Per mim o mesmo, mas tu e que
urna ouvein negra appi'ece no firmament? por miuha causa n5o de ves e*por-te a des-
gostos : vamos, acompanho-te.
Passaram por'detraz de um bosque de
_ jegra app
l Vamos, derrama no coraco do tea atoigo
urna pane da la ma/oa. Para que inten-
tas occultar-me urna cousa que eu sei lia
isnto lempo? Fel cilade...
Val casar-sel... disse Raphael sus-
pirando.
0i 1 cos, casar-se ? E com quem.
~ flom Alfredo Dorneval.
ttis isso 6 verdide '.' O casamento ja
est decidido ?
Irrogavelmente I
Ocaixeiro viajante empaliiieceu ; tomou
Bjoks pelo brac edisse-lhe :
Agora comprehendo a tua dr. E' nm
martyrio horrivel receber assim u:na des-
illoso mortal Mas tu talvez te engaes.
K>se cisamento nao passa lalvez de um pro-
::io.
FelicidaJa e>UP contente, acceita este
casanonto com praf* I murmurou o cai-
seir cm irona amarga-
= EHa contente ? disse Francisco ; ella
lao jven. pura o singla ? Nao se trabe
assim um primeiro amor !
Oh I calla-te, que me despedaces o co-
raco l disse o mancebo. Engaoei-me.
Cegou-me jo orgulho N) seu doce sor-
rir, no* seus amigavais aperios de mo
uilguei ver testemuibos da affeicao, e a
extrema bandada de seus piis para comigo
reorcaram me esta idea. Oh i ella nao po-
da duvi lar da minha temeraria ,espe-
ranca I E val casar-se ; este casamento
deve matar-me I... Sea pai deu-ine a no-
vidade convencido de que rae causava tam-
bara muito prazer; e 6 ella propria que se
reserva para me dizer o nome do noivo,
para que eu toma parte na sua alegra; no
seu tnumpbo... Pobre louco 1 Sonbava
amor, ventara, um futuro ; via ao longe
dosenrohr-se a meas olhos um parauo-; e
por fim despert com a alma ulcerada, o
desespero do coraco e o tmulo aberto a
meus ps !...
Francisco Walpat conduzio o seu amigo
para junto de um ban:o efe-lo sentir.
Vanos, Raphael, disso elle, socega um
pOaco e fallemos C3mo bomens rasoaveis.
Supponhaaos que esse cas-mento se effec-
tua ; mas urna ferida, por dolorosa que seja
cura-se pouco a pouco. Tu ests uovo. re-
ignar-t-ba$, e vira lempa em que nem
mesma penses neste golpe da sorte.
Nunca, nunca! murmnroj Raphael
cora voz roo. Para mim acaboa o soce-
go, a esperan e toda a ventura possivel. A
minha vida esl aaniquillada!
Raphael, essas ideas sao prnpna3_da
desesperacao ; mas o tempo, novas alleices
e os cuidados do commercio ho de curar
essa enfermidade moral.
O meo coraco jamis poder abrigar
oulro amor e o commercio ser para mim
objejto de odio. Era por ella que eu dese-
java vir a ser rico, a Qm de que nao i'^esse
Nao tanto assim, mam3; eu devo Quanto estimo sabir de casa n'e^ta
ler-me assustado e chorado cm sonhos, por- occasio para ter o goslo de acompanbar-te.
que acordei muito atemorisada, e agra mes- Fomos companheiras de coll gio e sempre
mo anda oo posso dominar a inqbietacSo Bcamos amigas. E-dou certa que,teris pra-
zer sabendo as minbas ventaras. Sabe que
vou casar tola Francisco Walput. Que te
parece ?
Tambera en vou casar, respondeu Fe-
licidade.
Pois tambem vaes casar? Que feliz
nova t Quanto o amavel Banks dever estar
que arrepeader-so do seu amor por mim
e mesmo para a compensar do que tila hou-
vesse de sacriGcar-me. Agora para quem
trabalharei ? Para mim ? Com que fim ?
J nao tenho ambices. Falia-me a cora-
gem. Tudo se me toma indifferente. S
me resta partir paaa ir desfaeeeadj e mor-
1er longe della I
Como I exclamou Walput, Pois qne-
res deixar Antuerpia? Qua loucura Nao
nao, amanilla j leras forca contra a deses-
perado e mesmo dominars essa fatal ten
taco.
E' preciso, meu amigo, disse Raphael,
que tambem sejas rasoavel. Pois ea hei
de poder ver entrar em casa de meu patro
a Alfredo Dorneval fiem sentir ciume at a
desesperado ? Terei do- estar aqui yendo
decorrer nm a nm os dias que raediarem
at hora em que elle condusir Felicidade
ao altar ? E' possivel que eu fique pre
senciando os preparativos da minha desgra-
cj, e a espera do da em que todos os que
qoe me roieiam bao de regosijar-se com um
a;onlecimnto que me faz odiar a vida?
Nao Sero isso mil golpes para o meu co-
rago ? E' um sacrificio superior as mi-
nbas forjas I
Walput meneou a cabeca descoronado e
suspirando Ibe disse :
- Pobre Banks 1 Qualquer que seja a
razio que te faz considerar 15o desgrasado,
pareie-me, todava, que vs as cousas mais
tristemente do que deveras. Se boje ests
indiferente a qualqer consolado, amanba
talvez encares o teu estado com mais luci-
dez e socego de espirito, e estou mesmo
convencido de que nao executars o teu
plano de deixar Antuerpia.
Masreplicoa Raphaelquando mes-
rao eu mudasse de resoluclo, ha circums-
tancies qu me forriam a retirar-me : o
Sr. Verboord tem sido sempre generoso
para comigo; sua esposa consolou minha
mi no sea leito de morte. Se um desva-
rio me levou a esquecer o reconhecimento
que Ibes devia, forcoso evitar qualquer
occasio em que m'o d a conhecer. E'
possivel que depois do casamento Alfredo
venha habitar em casa do Sr. Verboord.
Poderei eu serrir como seu cmeiro, rece-
bar ordens saas ? Qaando mesmo renun-
ciasse ao meu lagar antes dessa poca, dei-
xaria por esse motivo de a encontrar todos
os dias em ama rica carraagem ao lado da-
qnelle qae me roaboa a laz da minha alma?
E quem sabe se eu revelara, sena querer,
a ousada esperanca qae nutria 1 Isto seria
urna vargonha pangeote para as almas ge-
nerosas dos meus bemfetores 1...
Walput consulioa o relogio e dissa-lhe
com ternura ;
lilazes e eniraram na gran le avenida. Ra-
phael caminhava cabisbaxo. Walput lo-
mou-lhe o b-aco e disse Ibe:
Nao temos pressa,. Riphael : eu nao
gastarei na Bolsa mais de'um quarto de hc-
ra. Estou mu lo iadigoad', ferve-me o
sangue I
Contra mim ? perguntou Banks sur-
prehendido.
t_ Nao ; contra Felicidade e seus pas
O'seu proceder para corntigo reprehensi-
vel e cruel Pois recebe-se no seio da fa-
milia om mancebo bello e sensivel como iu;
d-se Me liherdade de fallar com urna me-
nina ; fz-se-lhe, por assim dizer, propicio
casejo de nut ir ama isongeira espera *ca,
e mais tarte, parque um ricasso ihe vem
offerrcer a sua mo, sacrifioa-se o desgraca-
doambco e despedact-se-lhe a alma
desapedadameate !... No teu lugar, a
miaba vmganca serta um ompleto des>
preso.
Esla sabida de Walput nao era lalvez
seno urna i,dignado simulada cm que
elle intentava despertar no corarlo macera-
do do seu amigo um sedimento de despei-
to e de colera, na idea de que era esta a
melhor arma contra a sua desesperado.
Raphael olbou para elle com triste sor-
ris-e respondeu-ihe,:
Ella ainda urna simples cranla,
Francisco, e nunca suspeitou que eu sen-
lisse por ella ou della esperasse otitra cou-
si que nao fosse a amizade. Seus pais
igualmente pela sua muita bondade nuoca
nolaram o que se passava no meu coraQo
Portanto, contra quem me hei de voliar ?
Quem o culpado ? Se alguem tem. que
reprehender-se. sou eu a mim mesmo I
Francisco reaovou ainda a sua teniativa,
mas Raphael, absorto nos seus dolorosos
pensauentos, pareca nao o ouvir, olhando
sempre para o chao.
Em quanto carainhavam pela avenida
solitaria nao notaram que naquella direc-
Cao vinha a grande trote um .calecbe deseo-
berlo tirado por duas horsas ioglezas.
Nao ouvindo elles o rodar sobre a areia
solta, a pessoa. que goaiava o trem gritou-
Ihes com toda a forca para que se afasias-
sem.
Deram um salto para o lado, e quando
a carruagem passava com a rapidez do re-
lmpago, envolvendo-a em urna nuvem de
p, buviram a palavra descuidados pronun-
ciada em um tora de zombaria.
Alfredo Dorneval! exclaaou o cai-
xeiro viajante encolerisado.
Oh 1 o que ea previra exclamou
Raphael sentindo um calefrio. Olha, alli
tens o f ilaro 1 E' o que- rae aconleceria
muitas vezes. E ella... ella vira asseitada
aolado delle/... Nao... Dao...para
longe 1 E' preciso que entre mim e ella
baja um mondo I
Walput tomou a mo de Raphael e bal-
buciou: .
Vamos, infeliz amigo, pode elle vottM
por aqui; retiremos-nos !
E desappareceram ea ama vereda, por
detraz de um espesso bosque de lilazes flo-
ridos.
No dia seguinte cedo Felicidade eslava
de p junto jaoella do seu quaito, com a
cabeca inclinada sobre o peito e o olhar fi-
xo no cao^ Sobmersa em profunda medi-
I taco, permanecea por muito tempo immo-
vel como urna estatua, sem que o menor
gesto denuncasse as emocoes que se lhe de-
batiam no coraco.
Sua mi, qoe entrara, hwia um instante,
no quarto, contemplla sorrindo e mene-
ando a cabeca, como quem sabia a causa de
aquella dstraec, e aproximando-se da ja
nella disse-lbe:
Ora vamos, miaba filba, nao podes dis-
f arcar...
Felicidade assustou-se e ficeu tremendo,
mas reconhecendo que era sua mi que lhe
fallara, disse suspirando, em quanto que le-
ve rubor Ibe coloria as faces:
O' minha queriia mi, como meas-
sustou '
D'esta vez sua m fiton-a com admiracSo
e pergantou-lhe:
D'onde procede esse susto, "minha fi-
lha? Quejazo ha para teres raedo? ,
NSo, sei, minha mi, balbucioa com
ar triste. Estava absorvida nos meus pen-
samentos qaaio a sua voz me surpreben-
dea e estremec como se me senlisse amea-
Cada de algum perigo.
que me perse^
Mas a fliiFo qae sonbaste t
- Nao sei dize-lo, mas supponbo que fi-
rara coosis horri-eis... Prece-rae, toda-
va, que urna voz mysteriosa mormurou to-
da a noite aos meus ouvidos: Renuncia a
esse casamento, que ha-de fazer-te infeliz I
Ore nao est m essa creancice! ex- contente! Esloa certa de que flear meio
clamou a Sra. Verboord. Em todo o caso, doado de alegra.
sabes que os sonbos devem sempre lomar-! Disse-me mea pai que ello ficara por
se no sentido contraria ? Portanto, isso quer tal forma sorpreso e alegre?, que 5o te've
dizer que tu sers muito feliz, e ninguem o forca para dizer urna palavra quando lhe de-
poder davidar.. jram a noticia.
O qnesepasson coajmigo, minhami, i Est, portanto, doente por effeito de
estranho e inexplicavel... Este casameo- alegra?
to causa-lbe, assim coma a mea pai, tanto' Mas sabes que est doente? pergon-
prazer, que euno poderia dovidar das suas tou Felicidade. Mea pai convidara-o e elle
vantagens e, todava, assusta-me 1 j nao veio, encarregando o Sr. Wainut de d-
Ideias de creanca ; eu comprehendo zer a meu pai que a sua falla errmotivada
isso, replicou a Sra. Verboord. Olha, Feli-' por ama sbita enxaquea.
cidade, antes de chegar o dia do mea casa-' E' verdade, disse a filha do espacieiro
ment com teu pai. Uve occasio de me cer- e por causa d'isso esteve raeo pai a ponto
tincar do carcter delle. Amavamos-noscom de zangar-se e qaasi a adiar o meu casa-
uma aTeico extraordinaria e o raeu mais ar-' ment. E' o caso que, tendo meu pai con-
dente desejo era ver-me unida a elle para' vidado Francisco Walput e sua mi para v-
sempre. Pois, cora todo isto, quando mea'rem tomar o caf comnosco, pelo que tinha-
pai me annuocioa que eu a casar com o Sr. mos aberto urna garrafa do nosso melhor
Verboord, iijuei por tal forma surprehen- vmao, ora da Bolsa foi Walpol dizer a
dida com esta novidade, qae me puz a tre- nieu pai que Ibe era impossivel comparecer,
raer como urna folba verde. Fui fechar-me porque o sea amigo Raphael Banks estava
no meu quarto e chorei todo esse da. Con- muito doeate e eveci3 dos seus servidos,
siderava-ine feliz, e, comtudo, tioba nao sei | Cus! exclamou Felicidade aterrada,
que receio e chorara. E* o mesmo qroe soc- eslar Raphael muito doente ?
cede comtigo. Nao. E' tfW da commoco. Ko
Felicidade suspirn. te inquietes, miaba- amrga; boje dever
Explica-se perfeilamente, continooo a achar-se melhor. Primeramente meu pai
Sra. Verboord. Urna menina vive com maj zangou-se muito cem Francisco por fazer
minasimplicidade infmtrl, amorosa, afa-'adiar a nossa festinba, mas afinal em alten-
gre, descuidada e sem a menor ideia de res-, c^o muifa estima que tem por Baoks. des-
ponsablidade. Cbega 3 idade de pensar que; culpou todo e fixou a reanimo para depois
para a maior pare o casamenlo nm esteio; de amanba.
apressadamonte d ntlro lad i da prafa, ej
lancmdo-se ao ptBCOc0dLncia, disse-lhe :
Com que ento, mxrba sobrioba, vais
casar com o teu de ba tanto escolhido T
Bem o conheco. E' om tello mancebo, e
de ama familia honesta e de boa reputaco
Isto j bastava para ea o estmar; mas, alm
de tudo, son amiga de sua mi desde muito
N'este moaMlA orna mulher tdosa veio j perdido o bom senso? N30 posso, oo devo
credo f U30 Sao mexericos de visiohs".
E, quaado bontem mea pai Ibe dase
que iacisar-me, elle cabio repentinamente
doente, e lo perigoso, qae Francisco Wal-
put se vio obligado a velar toda a noule
junto do sea leito I
Hauve ento momentos de silencio. A.
Sra. Verboord fallava comstgo mesma, pare-
lempo. Teu pai parlicipoo-m'o bontem e cendo agitada por urna grande indrgnacSo.
va logo na primeira diligencia, Vem com- Esforcoa se, todava, por se tfanqulhsar, e,
go tua casa, porque tenho moito que le sentande-se ao lado de saa filba, continen,
dizer. mas em tom severo:
Vou j, querida ta, dissa tocia em- Nao : a i mea espirito repugna acrer-
baracada. dilar tal desvario. Raphael, que nos consi-
* Mas qae tem esta menina exclamou deravamos um mancebo dedicado e reco-
a velba admirada. To joven e j to triste I nhecido, e cojo carcter serio, modesto e
Lucia tomou sua lii pelo braco e levou-a respertoso, nos inspirava Ilimitada confian-
para o outro lado da praca, mas, virando-se p.a ... Raphael esqaeceria at tal ponto o
para Felicidade, vio qoe esla lhe pedia si- qUe nos femos feito em seo beneficio f Pois
lencio i seu respeito Lucia fez-lbe um Uo s onsou erauer seus olhos para a fitba
signal affirmalivo e desappareceu com sua unca de jen pairo, mas at se alreveu a
ta. i divulgar to louca idea ? Elle ultrajar assim
Felicidade, absorvida era tristes refle-! a nos, que Ibe temos feito lanto bem !.....
xes, segnio o eu caminbe-, mas a passoa ii30 n0 possivel! Um coracSo como o-
vacllantes. Nosabia o quebavia de acre-'9eu no se converte assim em ingratidao t
dilar. Beceiava convencer-se da veracidade! Felicidade, cem os olhos trasbordando de
da revelaco que acabara de ouvir, mas o es- Fagrimas, iraplorava perdi para Raphael,
pirito, esclarecendo-se-lbe pouco a poaco,
deu-)be a final a eoovicco, e quando che-
gou igreja j seus olbos transbordavam de
lagrimas; todaNia o respeito ao lugar den-
Ihe forca para c nter as demonstrares da
sua commoco. A)odhoo-se, abri o livro
de missa e fez esforcos- por orar; mos por
mais qoe q^izesse-elevar seas pensaraentos
a Deus, no-podia deisar de pensar no que
Lucia lhe disaera De- tiempos a tempes o
soar da camproba junio ao attar vinha dev
perta-la da sua profunda meditaco e ento
diligenciava acompanbar o-sacerdote na ora-
Co, mas as palabras da sua amiga nao ces-
savam de soar-lbe aos oav'dos.
L N'esse momelo passou-Hae pela vista len-t
;tamenle lodo o lempo decor?ido da sua mo
ii>lspensavel e por isso suspira pela poca' N3o comprebendo-,- murmurou Feli- cidade, como se asscenas eshvessem repre-
emqueum marido da sua es^lha venha wlade pensa*iva, como tal noticia podase
dar-lhe um nome e urna posicao na socie-' produzir em Raphael es commoco.
dade; mas, caagado o momento appetecido, I Ora essa I Um casamento d'estes
olha com mgoa tudo oque vai/seV obriga-Qiodo se ten amado em segredo dnran-
da a deixar: saa singela alegria, sua lber-te annos, sem mesmo ousar proferir urna
dade, a casa que a vio nascer, seu^pais ex- palavra que o deouocie, at sem esperan-
tremosos... Alm dristo, o incgnito fu- cas, e que de repente o pai d'aquella que
turo ateraorisa-a, os novos deveres de espo- se ama diz : Seja feliz; dou-lne a mo
sa e de mi a que se submette. a vida com de minha nica ti urna responsabilidade pessoal e maitas ou- Felicidade olhoa para a AHm do especieiro
tras reftVses d'esta na4ureza, inquietam o como admirada. Esteve po?- um momenio
seu esoirito. Mis, filha, acontece isto-a te-
das, o que-no impede qoe sejamos fezes e
agradecamos depois a Deus a sua bDfdade
para comnosco.
Felicidade, ainda assim, nao parecen Scar
completamente convencida.
Nao me acreditas ? perguoton a Sra.
Verboord. Espera .alguns dias e vers.
O queme diz sem-dovida a verda-
calada e depois diese-lhe:
Ms de qaem fallas tu, Lacia?'
Ora essal De-qaem fallo? DeBaacks.
A pobre rapaiiga curvou a-cabeca para
nao deixar ver o rubor qae Ibe assomra
s faces.
Que quer isso-dizer? aonlinuou La-
cia.
Ea-apenas vi o-meu futuro espaso
murmaranio cuna voz inielligivei:
O* mam, ixo seja ero** para com
ele f
A Sra. Verboord, somo sese-eperasse as
saas- reflexoes urna sbita raod8a, disse-
Ihe- sorrindo :
Ora bem ; supponhamos q te dsse-
raiDuma verdade. Ctae importaneia te de-
ve merecer urna loucura de Rapbiel? Se
elle occasionou a si proprio urna dacepc5o,
a culpa sus; nao temos de qae nos afli-
gir por isso. Tu casar-;: Bete- sahir
de nossa oaa e dentro era pouco tempo nao
lhe restar do seu desvario mais doqueo
arrependinwnto de ha ver assim fallado- aos
seus develes.
(Conrm*ar-te-ken)-
de.respoodeu Felicidade .todava com rea- urna vez. disse [Felicidade suspirando
Pois nao com Raphal que vaes ca-
sar ?
Nao, Lucia, '- com Alfredo Dorne-
val, o f:4bo do rico negociante da praca
Cao a mim, no se d exactamente o mesmo
caso. A miaba querida mi Seve bstanle tem-
po para apreciaro carcter de men pai e ha-
via muito que desejava a sua unio. Hootera'
ainda eu era urna crianca que nao pensara, grande.
sequer em cousas d'esta importancia... Oj Estarei a sonbar ou acordada, mur-
Sr. Dorneval seguramente um mancebo-mnrou Lucia posswda da maior surpreza.
E que significa isso. minha filha? Pa-> d'esta tristeza.
amavel, roas eu que apenas o vi urna vea...
Mas o bastante, visto que d'esses
poucos instantes nasceu era vossos coraces
urna reciproca aTeico.
Felicidade meneou negativamente a ca-
beca.
Que capriebo esso? exclamou a Sra.
Verboord em tom de acrimonia. Para que
oceultar que foste sensivel s demonstrares
do amor tmido de Alfredo?
Assim o suppoz mama; balbuciou Feli-
cidade.-
E agora?
Agora parece-me que jamis o pode-
rei amar; e, nao sei emotivo porque, quan-
do pens n'elle, o meu coraco se aperta!
A Sra. Verbo >rd laocou sobre sua filba
ura olhar de eofado.
O' minha querida mi, nao se zangue
commigo I E' loucura minha, nj assim?
Sou talvez injusta. Isto ha-de passar. Mas
poderei pedir-lhe um favor?
Vamos, falla.
Serei obrigada a deixar to sbita-
mente meu bom pai e a minha querida mi?
Esla penosa soparaco sem duvida a causa
da minha tristeza e dos mens reeeios Sop-
plica-lhe, pois, que interceda com meu pai
para que este casamento se demore .anda.
Oxal que este meu pedido a mo afflija; se-
ro alguns mezes, algumas semanas, o tem-
po preciso para que eu me habitu ideia
de a deixar!
A Sra. Verboord, conmovida por este tes-
teraunho de amor filial, respondeu com do
Cura.
Visto que to ardentemente o desejas,
minha filha, aconselharei a tea pai que nao
apresse o*ci5amento, ainda que sei ln ser
desagradavel o ouvir fallar de adiamento.
Nao disse elle que obtivera do Sr. Dorneval
ura grande obsequio ? E', pois, claro que,
se este insstir, teu pai nao ousar contra-
ria-lo; e tu, Felicidade, nao querers des-
goslar teu pai.
De cerlo qae nao mam.
Ento se elle insistir...
N'esse caso, submetter-me-hei sua
vontade.
Mas sem te lastimares.
Sim, mam; mas, em todo o caso,
empenhe-se para obter ama dilaclo.
Farei o qae poder, mioha filba. Ago-
ra consola-te; repelle essas ideias qae te
inquietara. Olba, toma os teus bordados e
talvez encontres n'isso distrajo.
Mam, disse Felicidade, en tiraba von-
tade de ir igreja; sinlo necessidade' de
orar. Espero assim socegar e alliviar-me
rece que tens algum soflrimento
Ah mam, disse tristemente Felici-
dade, estou abatida e debaixo da influencia
de urna ioexplicavel melancola!
Assentemos-nos, minha filha; euj
devera ter-te amatado... Diz-me, a noite
foi-te desagradavel porque dormiste pouco
nao verdade ?
Passei-a qasi toda em sonhos, mam.
E' natural e acho toda a razio para; is-
so. Sonbaste com o tea feliz casamento;
julgaste-te em preparativos de noivado, ador-
nada e toncada comas tuas joias^etalvez
mesmo no altar ao lado do teo noivo I
Sim, mioha mi, responden ella sus-
pirando, sonhei creio que com tudo isso, e.
qae a via, e a meu pai e ao Sr. Dorneval,
e ainda outras pessoas, mas nd me resta
mais do que urna recordaco vaga e confu-
sa.
Vai, pois, igreja, minha filha. Effec-
tvamenle a oraco o meio mais_ efficaz
para restabelecer o socego nos coraces agi-
tados.
Felicidade poz um chales pelas costas, to-
mou o livro de missa e ia para sabir quando
urna idea sbitamente a deleve.
Mam, disse ella, o Sr, Banks estar
no escriptorio?
Nao sei, responden a Sra. Verboord.
Os escriptorios devem ainda estar fechados,
por ser muito cedo.
Ser a sna doenca de gravidade I
Nao. Urna enxaqueca poaco val;
molestia de um dia. Se, porm, elle nao
vier ao escriptorio, mandaremos algaem sa-
ber dasuasaade.
Al logo, muta, disse Felicidade
sahindo com um aspcto pensativo.
Alfredo Dorneval? Ah I. agora comprehendo
eu a enfermidade do pobre Rapbael I Certa
mente morrer.
- Morrer ? repetiu Felicidade. Nao Lu-
cia, elle at se regosijou com a noticia do
meu calamento.
Pacemos um. poaco aqui na praca,
dise Lucia. Eu estou aturdida, tenh i um
grande zumbido nos ouvido; tal a impres-
so que me csusoa essa noticia I
Dirgiu-se com a sua amiga para um lado
mais retirado da praca e com tom coramo
vido perguntou 5he:
Esse casamento est irrevogavelmente-
decidido ?
Est.
Admiro o socego de. espirito com que
assim m'o dizes.
Mea pai acreditou que vai n'isso a
mioha ventura, e eu nao poderia ir contra a
sua vontade.
Mas d'essa forma dars um golpe
mortal em Raphael, que te amava to- ar-
dentemente, que nao. va no muodo seno
a ti, em quem tWa toda a sua esperan-
ca e a quem consagrava toda a sua vida.
Em nome do cu, Luca, nao me re-
pitas isso; balbuciou Felicidade commovida.
Fazesme estremecer! Que Raphael era
bem meu amigo e que para me obsequiar
poria as maos no fogo, d'isto tenho a cer-
teza. Mas isso qae imaginas nao pode ser;
seguramente te encanas l
- E' possivel que me falles sinceramente?
exclamou Lucia. Devo, pois fazer-te coa-
vencer de que Raphael te ama com todas as
forcas de sua alma ? E tu nao tens por elle
amor ? Pois bem, vouprovar-te o que te dis-
se. Man pai tinha t predleco pelo bello
aspecto, nobreza de carcter e inteligencia
de Raphael, que resolver casar-me com
elle. Admiras-te, nao assim ? Pois
urna verdade. Chaou-o a nossa casa e of-
ferecea lhe a minha mo. Raphael nao tem
nada de seu, posto tenha as maiores aspira-
Ces de vir a ser rico, segando o meu e o
ten pai teem visto; recebendo-me por es-
posa, teria obtido om capital mai3 que sof-
ficiente para poder realisar a soa ambico.
Alm d'isso, parece-me que em mim nao te
ra urna mulher feia. Portanto, esse casa-
mento deveria ser para elle urna fortuna
acceitavel. Pois, com todo isso, sabers
que elle a recusou positivamente.
Recusou ? disse Felicidade pensativa.
E' verdade. E sabes o motivo ? Elle
disse a Valput, que j advinhra isso mes-
mo, qae o motivo era porque tinba arrei-
gado no coraco outro amor to forte, que
lhe fazia recusar todas as rqaezas da trra.
E quem seria o objecto desse amor? Os
seus olhos nao t'o tm denunciado mil ve-
zes ? Alm de que nao ha a menor tavida,
porque o disse Francisco Valpat.
Felicidade eava profufldamenle commo-
vida. Nao podia crer o que ouvia ; porm
esta revelaco oto lhe era tada desagrada-
vel, porque, absorvida em teu pensamento,
am 8orriso se lhe deslisava nos labios.
Lucia continuoa eom ar de compaixlo:
Pobre Bancks, qne lo generosamente
sentadas n'uma tala mgica. Lerabrou-se
perfectamente dos titas,- dos momentos mes-
mo em que Rapbael se achara- ua sua pre-
sencas de todas as suas palavras, do mais
ligeiro sorrir, do vacillar da sa voz e do
builho'do seu olhar. Era, pois, verdade que
o mancebo lb'o occul&ra, e agora ella ia ca-
sar-sel A simples noticia o tinba> feito cahir
doente e elle morreri* lalvez pepque a ama-
ra r
& ests reflexoes sentio-se estremecer e
foi-lhe precwo revestir-se de toda a sua co-
ragem para Dio se debdbar em lagrimas. O
que-sobretodo a impressionava era nina voz
que interiormente lhe dizia: E-te, Felici-
dade-, lambeavo amas!- Mas el!suffooou
es-a-voz e diligenciou por* convencerle de
qae- isso era urna illaso de seu espirito agi-
tado.
N5o obstante, a voz pc-rseguia-a oomo um
pesadelo.
Por ultimo-eonvencea-socom a maior ago-
na de qoe a voz mysteriosa lhe /epetia a
pungente verdade.
3 toquis successivos da carapacha an-
nuDciaram qae o padre eslava eommu-
nho.
Felicidade inclinou a cabeca. e bateu tres
vezes no peit, mas por muito arderle e sin-
ceramente que elevasse o espirito a Deus,
sempre orna "figura humana* vinha pouco a
pouco confundir-se na sua> adoraco, e quan-
do o padre desceu do altar- estava ella pe-
dindoaDeus- que tivesse-compaxao ese
rgnasse proteger o pobre- Raphael.
Felicidade levantou-se e sabio da igreja.
Na ra caminhava de cabeca baixa Parecia-
Ihe que a vista dos que passavam a fazia co-
rar de pejo; receiava qoe-lhe descobrissem
no rosto a causa da sua commoco ; tudo a
assustava, os bomens e at os edificios; nao
previa coosolaco e coaorto seno no cora-
co de sua boa mi.
Cbegando a casa, nao en:ontrou sua mi [dos.
na sala do jantar. Deixou-se cahir sobre urna
cadeira, poz as mosdianle dos olbos e co-
mecou a chorar copiosamente. Conservra-
se coasolando assim o seu coraco atormen-
tado quando urna voz terna lhe disse:
Tu choras, Felicidade-?
Ouvindo isto, abracou-se a sua mi e dis-
se-lho entre snspiros:
-m & minha querida mi, ajude-me, con-
solo-me I Sua filha muito de-gracada!
Desgracada I exclamou a Sra. Ver-
boord. J esqueceste as reflexoes que te
iz esla manlia ? Isso ha-de passar. Sssas
coramoces e esses temores sao proprios
de qaasi todas as meninas quando se acbaram
prximas do casamento.
Nao, mioha mi, no isso. E: um
segredo bem triste que me revelarais...
Entao confiarme esse importante se-
gredo.
Felicidade ia comecar a fallar, mas apenas
murmurou algumas palavras .inintelligiveis.
Vamos, minha filha, quero ouvir, disse
a mi com um sorrir de incredaalidade.
Nao rae atrevo, minha mi; veja como
en tremo Receio que me sallie ; mas as-
seguro-lhe que at boje ignorei tudo...
Mas explica-te, Felicidade ; isso pare-
ce-me um enigma.
Felicidade esteve por um momento ca-
lada como qaem reuna toda a sua coragem,
e depois continuou com voz (irme :
Eu estou innocente; mas aonde po-
derei aacpntrar coosolaco para a minha m-
goa merapr do que no benvolo coraco de
minha mi ? Eston ceita de que vou cansar-
Ihe sorpreza e lalvez mesmo pesar ... Sai-
ba que a repentina doerca de Raphael pro-
vm da tristeza, da affliccio ...
Est bem ; mas qae mgoa essa de
Raphael ?
0M POICO DE TDD
Charivarf Um director de- uracafe
aoncerto est/! seu gabinete;
Entra urna cantora, chegad' ha poacoa
Pars e que solicita a honra- de cantar no
seu estabeleciaouto.
Qaal a-soa voz? diz o director.
Canto como contralto, respondeu ase-
Ijs'rtadora:
Trouxe comigo a aria d'Araeee da Sem-
racais e eston prompla a eaata-la com
aeompanhamento de orchestra^.
O-director pega na partitiwa, examina-
de-nm a outro aetremo e eoArega-a can-
tora, dizeado com autoridade:
ImposiveKseohora as mrohas msicas
ss>francezas, cacea decifraro-a sua mmi-
ca italiana !
Um capito de bombeiree- frento-d*.
sna.companhia aesbtia ao enterro de um seos-bomens. Comecou assim. orna or3?d
fuaebre.
Meus amigos, como aaaera, sernos-
quesi todos mcr-laes..
E depois de bem sentidas parases sobre-
o saracter do finado, acabou o seu discurso'
cora este grito de enthusiasma:
Juremos sobre esta campa .enlre abar
fa. que nos aeompanharemos todos, un*
apes ootros, nossa ultima morada e que-o
o!limo que mc*rer ir sosin'JO.

Um negro comparece aete o juiz. Bed-
ge- em Jeffersoo Darket:
Oque que o trouxa-priso ?,per-
gootou o juiz.
Foram dois policeraea.
Entende,.porm nao foi por ealwta-
guez ?
Sim, enhor ; estaxuna ambos- bobar
= Urna crianca de dannos desappare-
ceu ; prociiram-n'a e por fim encoatranaaa-
n'a em o fim do jardim j.cobrira com larra
os pos e parte das percas e all fea da p
serio, mraovel:
Qua fases ah, menino?'
Plantei-me para crescer.
-V ,.
F... qua nao tinha mais altara qae
urna bota, dizia :
Se quizesse enlrar na gsarda...
Sim na guarda... roupa,.acudi um
engrajado que o ouvira.
A paixo que tem por mim, minha
mi, a cansa de todo.
A Sra. Verboord deu urna gargalhada,
mas o ar supplicante com que soa filha a
encarava de mos postas caasou-lbe pena e
disse-lhe com brandura :
Vamos, minha filba, disseram-te isso
para se divertirem comtigo.
O* mam, nao escarneca I continuou
Felicidade com tom solemne. Pela sua ter-
nura para com a soa nica filha, supplico
qae me acredite ; isto a verdade.
A Sra. Verboord, qne comecava a acredi-
Quera te
Ao passar por delronte da casa do Sr.
O qae te torna melanclica a esta hora, Spett, Lacia appareci'a porta, e vendo Fe-
minha filha, a fadiga. Eu eston cem de! licidade correu para ella ? ornado diwe- nada, Felicidade ? O teu cofaco nao se
que os teas soahos foram agradaveis. | lhe; Icommove com os sottrnoentos delle ?
contribuio para a minha felicidade e de Wal- tar, empallidecen sorprendida, e, tomando a
pal! Que sorte o espera no mando! Urna mo de s ha, dis
vida de tristeza e desesperaco, sem duvida
de pouca daraco, porque elle nao resistir
a urna paixlo desta ordem. Tu ainda o po-
des salvar. Teas pais adoram-te; nao re-
sistirlo a las supplicas e lagrimas. Oh!
qae ea nao possa livra-lo deste terrivel golpe
e retrboir-lbe o servico que elle to desin-
teressadamente nos prestoa l... Nao dizes
Enganaram-to, Felicidade
disse isso ?
Foi Lucia Spelt.
= E que razoes tem ella para o saber ?
= Seo pai quera qae eMa casasse com
Raphael, o qae este recosoa por ter outra
paixo, e confessou a Francisco Walput que
era a mim que amava...
Qne cousas incriveis me dizes! excla-
mou a Sra. Verboord,. Raphael poder W
Ldngevidade ixTEU-fcCTUAU Os jomaes.
inglezes ap'resentam os seguales exemplos.
de longevidade uitellectual:
Lord Etdon, qae morreu cora 8 annoa
do idade, conservou, at os ltimos momear
los de vida, o uso das suas raras facalda*
des intellectuaes.
Lord Kengon gozou de igual prerogaitva
at aos 70 annas de idade.
Lord Stowel at aos 90.
Lord Maosfield, celebre jorisconsuito,
t aos !> annos.
Poucos das antes, da sna morte oufio sua
sobrioha perguntar a urna pessoa, qae esta-
va presente, a sigaificaco da palasra pse-
phianasa, que ella vira na celebre- obra de
Burk sobre a revoluto franceza*
Respenderam-lbe que tal palawa era um
erro de mprensa, e que eslasa alli, eta
lagar de sophismala.
Nd tal, disse o veteo, a palavj
psephinasa est bem escripta t e cilou ento
de cor nma passagem de Demosthenes. em
apoio ao que dizia.
O Dr. Johnson morrea, aos 75 annos.
Cbaocer conservou al aos 72 annos, toda
saa iotelgencia.
C. Coker na idade de 82 anuos,, revia e
pnnha em ordem os seus numerosas traba-
Ibos para os publicar.
Sir Isaac Newtoa publicon a lerceira edi-
Cao do seu livro Principia cora um novo
prefacio, quando tinha 83 anuos.
Gosse corapoa o seu celebre Te Deara
aos 78 anuos.
Waller o seu magnifico poema : w-
sage de la ruine de l'Empire Ture aos w
annos, ,j.j. j.
Titien exerceu a sua arte atea idade de
96 annos. A
Benjamim West at aos79.
Comberland, bispo de 8 *"g.
criticava magistralmente o Copc TesUmeat
de Wilkin, aos 83 annos.
Haendel apparecea pela primeira ve em
publico quando linha 75 annos.
Emfim lord Lyndhnrst tinha 90 anuos
auando p'ronunciou um discurso qae pren-
deu a altenco ecaplivoa por mais de urna
hora um numeroso auditorio.
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fVP. PO biahlO-RA DA8 CRUZES N. M


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