Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11517


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Full Text
ANNO XL1V. NUMERO 59.

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PAMA A CAPITAL S LIC.1BE CSDE B VAO TAttA P0TV,
por tre o; fiatides ..,.............. fi
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Por ni na* Jera <
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6,5000
12,5000
240O0
320
OUARTA FEIRA .11 DEMARCO DE 1868.
MA BEKTBO B (OH! DA PROVINCIA.
Per tre neui aiiaitaJos :. .- r.- >. .. .. rv V ii .
Par seis ditos idea
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ENCARREGAD03 DA SBSCRIPgAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaiy,
o Sr. A. de Lamos Braga; Gar, o Sr. Joaquim
Jos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa: Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Costa ;
Babia, o Sr. Jos Martinr A ivas; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ribeiro Gasvaricbe
Partida dos estafetas.
0|inda, Cabo. Escada e estafes da Tia frrea at
Agua Preta, lodos os das.
Igaarass s GoyanBa Das segundas e sex'as feiras
Santo Anto, Grvala Bezerros, Bonito, Caroar,
Aitlnho, Garanbnns, Biqne, S. Benio, Bom Coa-
selho, Agnas Bellas Tacarat, as tergas felrras
Pao d'Alho, Nazareih, Limoeiro, Brfjo, Pesqueira'
Iogazeira, Flores, Villa Bella, Cabrofc, Boa-Vis-
ta, Murlcury, Salgoeiro e Ex, as guanas feiras
f'ttaeira rara do cireJ; larcas a sextas ao nreio
da.
afonda rara do civel : qaartas osabbadea a
1 oora da tarde.
BMEMERIBES DO HEZ DE MARCO
J Qnarto cresa a. 1 b.. 5&a>. e 21 a. da tn.
8 Loa cbeia as 8 h., 92 a, e 52 s. da t.
le Quarto ming. as O b., 36 i, e 9 s. da m.
24 La nova as 3 b., 6 m. e 40 s. da m.
31 Quarto cresc. as 9 b., 32 rn. e 22 s. da m.
Serlnhen, Rio Forrooto, Tamandat*, Una Barrei-
res, Agua Preta e Pimenleiras, na> crealas feiras.
Tribunal do enmmercio: segundas e qatatas.
Relacao: tercas esabbados as 10 boras.
Fazenda : quintas s 10 oras.
Juizo do commercio : secundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 be ras.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Francisca Romana viuva.
10 Terca. Ss. Drothoveo e Athalo abb.
11 Qoarta. Ss. Caddido e leralio mo.
12 Quinta. S.Gregorio dontor da igreja.
13 Sexta. S. Eufrasia v. m, S. Rogerio f. ab.
14 Sabbado. S. Mathilde ratoba da Allemaoba.
15 Domiogo. S. Henrique re de Dada. -.
PREArfAR DE HOJE.
Primeira as 3 aoras e 42 m. da tarda.
Segunda h 4 boras e S minutos da matthix
PARTIDA DOS VAPORES COsTEJJUJS.
Para o sal at Alagoaa a 14 a 30; para o aorta-
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Fae-
nando nos dias 14 dos mezes Janeiro, marco, aaJa
julho, setembro a novembro-
EXTERIOR.
EMTADOS-l'.\inOM.
Mensagrm do presidente.
(Conlluuago.)
As condiedes das nossas operaeci's floanceiras e
do nosso systema de receita, esto oispostas e pie
menle explicadas no rotatorio bem redigido e
instructivo do ministro da fazeoda.
Em 30 de janbo de 1866 a divida publica eleva-
va-se a 2.783.415.879 doJIars. Em 30 de junbo ul
timo era de 2.6J2.199.215 dollars, aecusando urna
diminuigo de dollars 91.220.664. Durante o anoo
econmico, qoe aeabon em 30 de janho do 1867, a
recelta fol de 409 634.010 dollars e a despeza de
Jt5.729.129 dollars, dando nm excedente de...
143.904880 dillars. Calculase que a receita para
o anoe econmico que acaba em 30 de janho de
1868 sera' de4l7.15i.928 dollars. A despeza chega
ra' a' sornma de 393.269.200 dollars, deixaodo um
saldo de 23.892.702 dollars. Para o anno economi
o que acaba em 30 de jnnho de 1869, calcuia-se
a recelta era 381.000 000 dollars, e despeza em...
371000.000. Excedente : 9.OO3.O0O dollars em fa-
vor do governo. .
E' seriamente chamada a alleogo do coogresso
para a neeessidade de urna reviso completa do
nosso systema de receita. Asleis sobre os nossos
rendlmentos internos e sobre o nosso systema de
imporlacao, deverlam ser combinadas de modo que
pagassem maior imposto os artigos de axos e me-
nor os obJECtos necassanos para a vida, conforme
nm governo que-administrasse com economa que
julgasse conveniente. Deste.modo, o imposto dal-
larla de onerar indevidamente as peqaenas fortu-
nas. Niasuem flearia de lo lo isento, e lodos con-
tribuiran), na medida respectiva dos seus meios
para os encargos do estado.
Una modificagio do systema do rendimento in-
terno, por meiode ama larga redcelo do numero
dos artigas agora sujeitos aos direilos, seria segui-
da de nm resultado igualmente vantajoso para os
cidadaos e para o.overno. Tornarla aexecucao da
lei menos custosa e mais certa; removera os obs-
tculos 4 industria ; diminuira a tentago de Ilu-
dir a Id; diminuira os casos de vlolaco ede frau-
de; ioroam a soa eiecago menos inquisitorial,
e reduxiria multo o numero dos colectores de im-
postas, cojo numero extraordinario urna ereaco
do actual systema. Sena necessario levar a refor-
ma e a economa a todos os ramos do servico pu-
blico, aflm de se podereuL reduzr as despezas do
governo; e alliviar o pov do poso dos impostos.
aseria emflm neeessano restabelecer urna creulago
monetaria normal, e observar, como cousa sagra-
da, a boa f publica a respete da divida nacional.
O cumpriraento destes imprtanles resultados,
acompaobando a rostauracao da Uoio, segundo os
principios da coostituigao, inspirara dentro e fra
do paz, a confiiDca na oitabilidade das nossas ins-
titiiicOas, e traria para a naci a prospend.de, a
paz o o bem estar.
Os relatorios do aini;-'ro interino da guerra dao
a conhecer os trabados do exercito e muiUs re-
parliOJS deste miBislerio. O effeclivo militar era
em 30 de setembro de 56 315 bomens. A lotalidade
das despeas com o exercito de 77.124.707 dollars,
comprebendendo-se nesta sorama o saldo do dficit
do anno anterior, qoe se eleva a 13 000.090.
O pagamentos do tbesouro para o sirvico m li-
tar, desde 1 de Janeiro al 29 de oulubro de 1887,
quer dizer, durante olto mezes, elevaram-se a
109,' 00,807 dollars. As despezas dos estabelecimen-
tos militares, assim como o effectivo do exercito,
seo actual mele tres vezes mus avalladas do que
o erara era lempo de paz. Ao mesrao tempo o exe-
cutivo tem 8 poder de accrescentar milhoas a' des-
peza, por um augment) do exercito al o mximo
concedido pela jei.
O relaton i mu extenso do ministro do reino i\
alguns pormenores iuteressautes, relativamente a
diversas seccSes do servico publico neste miois-
terio.
A attitude amea^adora de algaous tribus gaer-
reiras de iudios que habitara o paiz, entre os nos
Ork e Platte, assim como urna porco do territorio
de Dacotas, tomn Indispeosavel a presenca all de
um forte contingente militar.
Os indios, com motivj real ou Imaginario, com-
metierais actos de violencia barbara cootra inmi-
grados, e al em alguns esiabeleciraentos da fron-
teira. Porm evitouse a guerra geral.graQas Pro-
videncia. Nos termos do acto de 20 de junbo de
1867, alguns commissarlos forano investidos de ple-
nos poleres para resolveren todas as difficoidades
existentes, facerem tratados com os bandos descon-
tentes e escoiberem para elles territorios reserva-
dos longe das estradas frequentadas, entre o Mis-
sissipee o Pacifico.
r Procederam sera demora a' execogo das con-
vencops; porm anda nao Qzeram rotatorio ofn-
cal. de urna importancia vital que os nossos
territorios loogiquos stejam ao abrigo das insur-
regoas indias, e que a consrucclo do caminti) de
ierro do Pacifleo, que de interesse nacional, nao
possa ser interrumpida por tribus hostis. listes
nns, bem como os ioteresses matertaes e melhora-
mento moral e inteKectual dos Indios, pdem fcil
mente alcan;ar-se, concentrando estes em pontos
do paiz um pouco afastado?, para sea aso exclusi-
vo, e sobreludo collocando-os em pontos afastados
das grandes vas de comraanicaco, ao abrigo dos
obstculos que possam encontrar em esiabeleci-
mentos de brancos. Desde o comeco da segunda
sesso legislativa do 39.* coogresso, foram cons-
truidas 510 mi,has de vn na linba principal e ra-
tBflcacSos do caminbo de ferro do Pacifico.
A ilnba da parte de Ornaba avanca rpidamente
pe'a base oriental das mobtanhas roebeas. Ao mes-
mo lempo, o flu da litiba da o tima secQo do ea-
toinho construido na Calif >rnia, cuja recepeo foi
eita pelo governo no dia ti de outobro ultimo,
dista apeo 11 milbas do come de Sierra Ne-
vada.
A notare! energa das companbias da'-nos a cer-
teza de que dentro em pouco Acara' concluida a li-
nba que val do Sacramento a Omaha. Durtnte o
anno Gnaueeiro foram postos a' venda 7,041,114
acres de terrenos pblicos. A receita em dinbeiro
proveniente das vendas e dos direitos exeederam
-500,000 dollars a qaantia reahsada durante o anno
precedente.
A quantla paga para as pensoes comprehendeu-
de os desembteos de 18,619,856 dollars. A lista
teve ato augmento de 36,482 nomes. O numero to-
tal das pensoes, em 30 de julho ultimo, era da
155,464.
No anno que aeabon em 30 de setembro de 1867
forana apresenudos 11,655 patentes e desenbos.
Nesta data taiancoJo crdito de fundos das pa-
tentes era 2S8.607 dollars.
Do relatorio do secretario da marioba se v qoe
temos sea esuaadras actualmente e bem emprega
das, sob o commaado de ebefes babeis, para prole-
gerem as pesioas o bens dos cidadaos americanos,
para manterem a dignldade e o poder do governo,
para faveaNarea o commercio e os interesses dos
nossos companbelros em todas as partes do mundo.
De 238 navios, qne compoe a marioba actual dos
Esiadcs-Unidos, 56 armados e S70 boceas de (ogo,
azem o servico de esquadra. Durante o anno, o
numero de navios em commissao teve urna dimi-
nuisao de 11 Ha 13 de menos em servico de es-
enadra, do qua bavia uo relatorio precedente.
Muitos navios se estavam construindo qaindo
acaban a guerra. Comquaoto o congresso votasse
urna quantia para elles se acabarem, o ministerio
da mariBh auspendea o trabalnos dos navios >
vapor, aflm de reallsar contratos para obter machi-
nas (ellas em e.-ubelecimeotos particulares.
A lotalidade das despezas do ministerio da mari-
nba, no anoo floancetro que acaboa em 30 de ja-
nho de 1867, foi de 31,034,011 dollars.^No forara
empregados ou pedidos fundos, de3de que lermi-
non a guerra, para eoastrnecio e reparacio de na-
vios, para machinas a vapor e para ontras despe
zas especlaes, por isso que- os fundos existentes
foram mais que snfflcientes para estas diversas des-
pezas. Alera dista cumpre dizer em honra do mi-
nisterio, qoe independentemanle de nao pedir
quantia alguma para as especialidades cima men-
cionadas ouraoie os dous ltimos anuos, o ministro
da marinha, de aecordo com urna lei de 1 de maio
de 1820, convidou o ministro da fazenda para in-
cluir nos fondos de excedentes a quantia de ... .
65,000,000 que representa a totaiidade da receita
produzida pela venda dos navios e artigos de gaer-
ra, e do remaoescente de quantias anteriormente
concedidas.
U relatorio do director geral dos correios apre-
sentam de nm modo favoravel a stnacao da repar-
llcao dos correios e do serviQj postal. Chama a at-
tencao do congresso para as suas recomoendaedes
praicas. A receila desta repartijSo, no anno que
tindou em 30 de junbo de 1867, comprebendendo-
se nella as quantias especiaes para o servico de
tena e de mar, e para as malas Ifvres, elevon-se a
19,978,693 dollars. A despeza foi de 19.235,483
dollars, deixando nra bataneo de 743,210 dollars
em favor desta reprtalo para o anno corrate.
O augmento da reedita postal 00 aDoo de 1867,
comparado com o de 1866, de 850.040 dollars. O
augmento de receita proveniente da venda dos sel-
los e sobrescriptos com sello di 783.401 dollars.
O augmento de despeza em1867 foi deyido p'ioci-
palmente ao desenvolvimiento do servico de trra e
de mar pelas malas.
Durante o annj ultimo novas convengo as pos-
taes foram ratificadas e trocadas com o reino un
do da Gra-Bretaoha, Blgica, Neerlaoda, Suissa,
Coafederacio allem do norte, Italia e com o go-
verno colonial de Hong-Kong. Estas convence
muito diminuiram a taxa dos direitos do crralo
por trra e por mar.
O relatorio do commissario de agricultura apr-
senla de um modo cooscio a siioa?ao, as necessi-
dades, os progressos, de um modo mu digno da
solicliade do congresso. Etpoa elle todos os resul-
tados ob'.iio?, durante o anno a que se refere.
(Contina).
PERNAM8UC0
REVISTA DIARIA
A assembia provincial bontem fonecionou com
27 deputados, sob a presidencia do Sr. Augusto
Leao. '
Lida e approvada a acta do antecedente, o Sr. 1*
secretario dea eonta do segaiote expediente :
t Uo offlcio do secretario do governo, remetien-
do o oreamento e bahoco da receita e despeza da
cmara municipal de Nazareth.A' commissao de
oreamento mnnicipal.
1 Ontro do mesmo, transmittiodo 35 exempla-
res do relatorio do inspector da ibesonraria provin-
cial, outro; tantos do balanco do exerclcio prximo
Godo, e bem assim do baiancete do primelro se-
mestre do exercicio correte e do oreamento do
vindoure.A' d.-lrlbuir-se.
c Outro do mesmo, transmittindo por copia a
portara de 27 de fevereiro nlfmo, que abre um
crdito suoplementar na importancia de..........
10:7619160, para occorrer as despezas do artigo
44 do oreamento vigente.A' conmisso de fazen-
da e oreamento.
Outro do mesmo, remetiendo as informacSes pe
di las sobre o producto de imposto de 25.0 por
cabana de gado vacenm, no triennto ultimo. A'
quero fez a requisicao.
Urna petico de Estevo Jos Paes Barreto,
pediodo que seja transferida para a freguezla do
Gabo a parte do terrena do seu engenho Santo Es-
levo, que pertenee a de Maribeca, ou para estaba
qne perieuce aquella. A' commissao de estatis-
tica.
c Outra de Uarcelino Jos Lopes, pedlndo defe
rmenlo para seus reqaerimentos submeltidaso
auno passado a apreciado desta assembia. A'
commissao de pelicSas.
c Outra dos empregados da tbesouraria provin-
cial, pediodo a derogaco do art. 6 da lei n. 708
de 8 de malo do auno passado.- A' commisso de
legislacov
Foram approvados os seguinte pareceres:
c Um da eoranisso de pet^Ses, indeferindo a
pelicao de Martloho Jos Gomes de Oliveira, arre
matante do imposto das medidas que serven) no
municipio de Pao d'Alho, pedindo um abate da
quarta parle da qnamia porque contratoa a co-
brauca deste imposto.
< Outro da mssma commissao, declarando que
deixa de dar seu parecer sobraa petfcao da irman-
dade de Nossa Senhora do Rosario dos bemees
pretos, erecta na o pella dessa invocaco na villa
de Iguarass, pirque ja' fol satisfeiia esta pretan-
cao pela lei n. 745 da 1867.
< Oulro da mesma commissao, indeferindo a pe-
tico do professor publico de instruccio pnmaria
Mauoel Parelra da Silva, que pede seis mezes de
licenca, com seus vencimentos para tratar de sua
sade.
c Outros da commissao de constituico e pode-
res, acerca dds proje:tos de leis do anno passado,
nao sanecionados pelo Exm. presidente da provin-
cia, mandando que sejam novamente submettldos
a deliberado da assembia as seguales resolu-
c5es: a que concede a Manoel Joaqun) do Reg e
Albnqaerque e de Antonio da Silva Gusmo, nm
prazo para o pagamento da quantie, pala qual
responsavel o ex-thesoureiro da repart cao das
obras publeas Jos Marcelino Alves da Foneeci;
e Joaquim Jos da Costa, arrematante das barrei-
ras de Maoguinho o Capunga, a indemnlsaco de
20 por eento, pelos prejaizos que soffrea no trien-
nio de 1860 a 1866 ; a Joa Hyppoliio de Metra
Lima, a indemnisacap de 4:118^003 pelos prejol
sos que soffrea de 1,067 bragas do Impedramento
de diversos pontos da estrada da Victoria ; a J0S0
Aaastacio Camello Pessoa Jnior, arrematante do
imposto de 2500 sobre o gado morto para esn-
sumo do municipio de Pao d'Alho, ama moratoria
para pagameeto sera juros da quantia que deve a
fazenda provincial; a Tootnax Joao da Carvalbo e
Albuqoerqoe, arrematante dos impostos muoici-
paes de Pao d'Alho, o abate da sexta parte do va-
lor porque arrematoa os meamos impostos, nos an-
uos de 1863 a 1866, e o qoe crea orna eadeira de
francex para o sexo femimao nesta capital, e ama
de latim na cidade de Garuar. *
Em segaida foram approvadas as redactes dos
artigos addltivos as posturas das cmaras municl-
paes de Goyanna e desta cidade.
Paseando a ordem do dia, foi approvado em ter-
ceira dkcussao*o projecto n. 118 do anoo passado,
que dispensa do imposto da decima o edificio em
qne foncciona a Assoclacao Commercial Baneflcen-
te desta cidade.
Approvoa mais em primeira discuasao o projec-
to n. 27 de 1864, que autonsa a cmara municipal
de S. Bento, a contratar a edifieacao de ama casa
de mercado com Joaquim Jos Pacbeco do Amaral
Reg.
Entrando em primeira discasso o projecto n.
20 do anno passaJo; que antorisa o governo a des-
pender a quantia de 15:CC09 com o comeco da edi-
Ocicaio d mairii da (regaeiia di Gloria de GoiU",
fallaram sobre elle o Sr. Silva Ramos propoodi o
adiamanto do projecto por oito dia?, o Sr. Mara-
nbo em favor do referido projecto, oppondo-se ao
adlamento, e bem assim o Sr. Soares Braodo.
sendo afina) approvado o projecto, e o requerimeo-
lo d adiameoto regeitado.
Apreciando em primeira discasso o projecto n.
23 de 1856, que crea nesta provincia nm banco
agrcola bypothecario, foi elle adiado, a reqoeri-
mento do Sr. Gaspar Drnmraond, at qne seja
reimpresso com os pareceres que tem dado diver-
sas commissoa8, a que foi submettido, se a caso
eiistem taes pareceres.
Dada a hora o Sr. presidente levanta a sessio,
designan lo para a ordem do da de boje alm das
materias ja' dadas, a 1 discasso dos projectos ns.
65, 82 e 112 de 1864. 32 e 49 de 1867, e as pos-
turas addicionaes da Villa-Bella.
Tendj sido exonerado de mordomo do laza-
reto do Pina, a seu pedido o Sr. Jos Leopoldo da
Silva, foi nomeado para o substituir o Sr. Francis-
co Jos Virisslmo Machado.
Por portara do presidenta da provincia, fo-
ram comeados professores de iostraegao primaria,
em vista do resallado do ultimo concurso :
De Cimbres, Eleuterio Roberto Tavares do Espi-
rito Santo ;
Da Santa Cruz, Mansal Jordio de Vascon-
celos
De Io.gaz-.sira, los Monlz Teixeira Guimares -,
Da Cabrob, Joao Hermenegildo Xavier de
Salles;
Do Altinho, Manoel Sezino de Alboquerque Ma-
ranhao;
De Uuique, Aureliaao Augusto de Vascon-
celos ;
Da Serra Branca, Antonio Palladelpno Perelra
Dutra ;
Do Saeeo, Antonio Gomes Ferreira Leito ;
De S. Jos de Iigjzaira, Deocleciano Ferreira
dos Santos ;
De uaranhuns, Chrlstovlo de Barros Gomes
Porto.
Funccionon bontem o tribunal do jary, com
48 joizes de facto.
Foi sobmettido a juramento o reo Pompeo, es
cravo do Sr. Jos Pereira de Miranda Cunba, pro-
nunciado por crime da ronbo ; sendo seu defensor
o Sr. Dr. Francisco Leopoldioo de Gusmao Lobo.
O conseibo de julgameuto compoz-se dos se-
nbores:
Jos Pedro das Neves. .
Joo da Cuoha Soares Galmiraes.
Alexaodra Correia da Silva.
Ismael Cesar Duarte Ribeiro.
Ignacio Jos de Paula.

-

Aoa taclo Alexandrino de Salle?.
Jos Rodrigues Pereira.
Jos Luiz Ntlte de Mandones.
Antonio Rodrigos de Albnquerqae.
Dr. Silvio Tarqoinio Villas-Boas.
Joao Caro airo Monteiro da S. Santos.
Ismael Amavel Ganes da Silva.
No lugrr Salgadinho, perlenceote ao 2dis-
trido da freguezia da Boa-vista Jiesta cidade,.o
dia 8 do correte as 4 boras da farde, fol assasii-
nado o portugus Jos- Lopes de Oliveira, por seu
geirro Antonio Francisco de Aguiar, com um tiro
de carabina.
O assasstno logrn evadir-se.
Para directores do Club Parnambncano, no
corrale auno, foram eleitjs 03 senbores :
Dr. Joo OH Silva Ramos.
Francisco Ignacio Pinto.
Felippe P. Needban.
Dr Joao Toom da Silva.
Dr. Jos Bento da Cunba Figueiredo Jnior.
Henrique Sltepple.
Francisco Joo de Barros.
Mi noel Teixeira Bastos.
Antonio Machado Annes da Silva.
Dr. Francisco Amyatas de Carvalbo Moura.
Henrique A. Toser.
Ha nesta cidade familias que passim as maio-
res penurias, a ponto dos pobres filbinbos soffre-
rem das visceras por falta de alimento ; resolve-
mos erguer, embora fraca, nossa dbil vo*, e a to-
dos aquellos que ss dizem compasslvos, dirigimos
nm pedido.
Existe entre nos rauita nclinaeao para o bene-
flclo, mais neTn sempre o soccorro dado de nm
modo conveniente, seguro, e necessario.
Ha pedales de saclaqoe de porta em porta
esmolandofazem da mendicidade offlcio, com de-
trimento de nossa sociedade, sendo muitos deiles
menos careeedores de que outros que, por enver-
goohados morrem da foma ou de molestia, ou bus-
cara eomo linitivo o suicidio.
Nao basta que bajam alguns leitos em um hospi-
tal para algans pobres, um collegio em que se rea-
nem poucos orpbaos e orphas, nm hospicio em
que os pobresinbos engaitados encontram abrigo.
E' preciso mais alguma cousa, preciso que aca-
ridade, essa Alba dilecta de Consto, busque o infe-
liz qoe lula com a adversldade ; que tire o deses-
pero da alma do suicida ; que anime o que deses-
pera ; qne estenda a mo ao pobre honrado; que
sustenta a virgem quo fraqueja, que ampare o or-
pbaoque chora; que encongue o pranto do ajBicto;
que barre o caminho do crime; qae transforme
em senda do trabaloo o caminbo do vicio ; que
realise emflm o preceito do Evangelho Amal-vos
uns aos o otros.
Nada nos contentemos cora a candada offlcial
nao nos contentemos com a creacao de bospitaes,
asyles e hospicios, nem todos qnerem ser mendigos,
nem & todos podem chegar os hospicios. Por mul-
to que as adminUtraces caidem, ha sempre
infelizes a quem nm soccorro em tempo, urna man
pode salvar I
Para Isso os monte-plos, as calxas de soccorro, e
mais que ludo as contrarias de caridade.
Bastam alguns vintn?, para que milhares de
criancas escapem a morte, e digam as Irmas de
caridade e todas essas associacoes benefleentes qne
existem na Europa as centenas de desgracas que
evitara, os milhares de infelizes qne salvara.
As senboras mas qae ningaem podem nesse sen-
tido muito fazer, tornem-se anjos de caridade, co-
so devem ser anjos de bondade e belleza. A boa-
dada do coracao lambem nma belleza, e belleza
que nao murcba.qoe nao transitoria 1
Ja podemos tr como na Europa, como no Rio
lgumas dessas sociedades benefleentes. Homens,
mulheres, criancas, todos concorrero com o qae
poderem, com dinbeiro, cora objectos, todo pode
servir, todo seja aceito.
Bosqaem-se os infelizes qae meregim soccorro,
e sejam soccorrldos.
Os membros da sociedade tornem-se agentes da
caridade, sejam a polica do bem, procurem os in-
felizes como individuos a quem se deve valer, e
muita desgraca se evitar, muita miseria ser re-
mediada, muito crime mesmo evitado I
Que as senboras esmolem para as familias po-
bres, qae envergonbadas mas nao viciadas, mor-
rem 4 fome por nao se atreverem a pedir, qae to-
los se empenbem por alliviar as dores alucias, para
salvar a vida de seas semelhaates.
A caridade i infinita, e a miseria tamaa tal,
qne por muito que se faga, muito bar por fazer.
Nada de jactancia, nada de vaidade, que a cari-
dade se faga sem estrepito, qne a djreita d sem
que a esquerda veja, mas que a caridade seja ef-
ficaz.
Pernambucaoas \ mostrai que nao estaes i quem
das senhoras carldasas qae oroam outras cldades
e paizes; Patricial I E todos vs a quem a huma-
mdade nm lago de amor e fraternidade, ant-yos.
Haja nm ncleo, o paaia ser' acii.
** HoJ9 > eompaohia dramtica do Santa Isabel
lava, a sceoa nm lindo e variad espectaenlo, em
coja composigo entra o drama em tres actos do
S. viseonde de Alarida Garret-Fri un de
Scuza.
Fre Lniz de Souza, sabem-nc- os nossos leitores,
i um ebefe d'obras da liiierator dramtica porta-
imeza. O Sr. Girret, daoJo-o a* luz, moslrou a'
taocidade qua se dedica a's letras q*al a vereda a
seguir para chegar ao foco de inz, qae irradia a
grandeza e a belleza da verdadera litteratura dra-
mtica, tao sagrilegamenie offandida "aqu, assim
como la, por urna pleiade de microscpicos asiros
opacos.
Frei Lniz de Souza tem sido estudado e desean-
do, e tem-se conservado sempre a' cima da critica,
por mais severa que ella seja, principalmente no
qne diz respailo a litteratura.
A dos nao cabe, pois, fazer nm estudo desse
drama : tarefa superior de que so se devem oe-
cnpar os Iliteratos dignos desse nome.
A companhia dramtica do Sania Isabel eontm
em sea seio alguns artistas bons e um eximio, que
podem com o seu peso artstico, fazer subir a con-
cha da batanea em qae se acbam algnmas nulida-
des que lb formtm a sombra do quadro.
Frei Luiz de Souza um drama de torga e de
difcil execncao.
A pezar disso cromos qae osen desempenho sera*
bom, nao obstante tuver mais de um ponto escuro
aa lista dos artistas que nelle tomara parte.
A Sra. Brochado entra nesse drama como es-
(rante, e, segundo nos ioformam, nao de saa
parte qoe se deva ternera escuridi.
O Sr. Joaquim Augusto desempeoha o papel de
Fre Luiz. Os precedentes desse dlstincto artista e
sea nome bastante conbecido no mando dramtico,
nos lavam a' afirmar com plena coavlcgio, que
esse papel seca' eomprebeudido e execuiado por
elle, eom a meslrta e profiscieocia com que o fo-
raa eslre nos, o do Peloliqueiro e o de Mauricio
eunand. ^
Alm desse drama sobem ao palco : a sceoa
Peno e fogo, e a chistosa comeJia do Sr. Joaquim
Augusto de OliveiraOlko vivo.
O espectculo pois atrabente e recommendamo-
lo ao nosso publico.
as lacias de nm sonrio estranh),
Diz o vate do Senbor :
> Eo vi nm povo rebaoho,
' Sem aprisco e sem pastor:
"Eram soldados escravo,
Fugiado a' face dos bravos
Q le sopravam do Aquilao ;
Era uuirebaoho sem dono....
E eu vi levantar-se nm throno
Junto as portas de Assnmpgao.
Cidade dos dictadores,.
Cann, folga e dqrma. Em Qm I...
Tu ves cahir aos clangores
Do brasileiro elarira.
Saatindo o ferro no peito,
Saltaras oda do lailo
Km gnt;s de insensatez;
. "V-Rir nos-aeaws do leu pranto;
B o Imperador com seu manto
Cubrir' tua nudez.
el fe, Paulo, eseravo de Anoa Mara Ramos Pinbei-
ro, a reqoerlmento desta. A' ordem do de S. Jos,
Peiiciaoa Mara da Concelgo, Anoa Mara e Anoa
Joaquina do Sacramento-, todas para corree;jo.
O chele a 2* secgo
XG.de Mezquita.
Cbhiterio pbuico.Obituario do da 9 de maree-
de 1868.
Joo Antonio Arantes, Portugal, Si anaos, Reci-
fe ; bepalte.
Manoel, Pernambuco-, 11 mezes, Poco da Panel-'
la t espasmo.
Jos Lupes de Oliveira, Portugal, 50 annos, casa-
do, Boa-vista ; ferimentoe.
Jos Ribeiro Guimares, Babia, 40 anaos, casado.
Boa-vista; tobereolos poimooares.
Antonio JoadJnimLamos, Pernambuco, 38 annos,
solteiro, Santo Antonia, iufhmraicio interior.
Manoel Ferreira dos Santos, Pernambuco-, 60
asnos, casado, B ja-vista; febre pernicsa.
CKROMQ JUD1G14RU.
TRIBD^.lL I>0 COTItIRRCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DB 9 DE
MARGO DE 1868.
PRESIDENCIA. DO EXM. SR. DESEMBARCADO
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
s dez boras da manbaa, rennldos os Srs. de-
putados Rosa, Bast, Miranda Leal e baro de
Crnaogy, S. Exe. o Sr. presidente declarou aberta
a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso de 5 com
a declarago, que, o requer ment de Lopes S Pe-
reira, de Lopes & Paiva.
EXPEDIENTE.
Offlcio do* presidente e secretario da junta dos
corretores, de 7 do correte, euviaado o boletim
commercial da sanana prxima Onda.Ao ar-
chivo.
Presente o liv'ro de registro da correspondencia
offlcial foi achado regularmente escriturado de o.
75 a 79.
DESPACHOS.
Reqoerlmento de Ugo Von Bartelles, cidadao
americano, e Manoel Marques de Abren Porto,
quo lando dissolvido a sociedade qua girava sob a
firma deVon Bartelles & c, estabelecida no ar-
mazam o. 14 da ra do Trapiche Novo para forne-
eimento de navios, preesam, que seja, na forma
da lei, registrado o distrato que jumara.Vista ao
Sr. desemb?rgador fiscal.
Dito de Jos Alves da Silva Guimares pedindo
para que se mande registrar o documento, que
jauta, do qual consta baver elle sido nomeado li-
quidaiario da sociedadeSilva Guimares ct C,
de qae commaoditario, nomeago esta feta de
aceordo entre os socios gerentas e os credores da
mesma sociedade, sem prejulzo do carcter do
commanditario que elle snpplicante conserva.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Nada mais se offerecendo despacho, foi por s-
Exc, encerrada a sesso s 11 boras e meia do
dia.
Rompendo as nuvens sombras,
Ao clarear do fuzil,
Fulge o glado de Caxias,
Que vae salvar o Brasil
A gloria tem seus ruidos :
Sao aocias, gritos, rugidos
Que vem de iooge.... escutae I..
E' do inimigo a arrogancia,
E' o espectro de Francia,
E* o despotismo qae cae 1
Esta outra fM proferida sabbado 9 no mesmo
theatro pelo Sr. V. Palhares:
Qera ruge ? E' o povo, a lava
Que se arroja do vulco.
A nodoa que negrejava
Ja nao nodoa, Uoro.
Das sombras de um pesad-lo
Rcurge o Antea mais bello
Com seu garbo varonil;
E o mundo verse ba forgado
A repetir espantado;
E o Brasil sempre Brasil !


O Brasil um mundo novo.
A inociiada explosao.
S Deus amonlha um povo
No esquife de urna nago.
Q jando se tem por diadema
A estrella o'alva suprema
Calcam-se as nuvens aos ps,
Que Dsns quem toca a alvorada
Da gloria pred stinada
A espada dos Josns.
Os pampas gemem I Qaem passa
Na correrla infernal ?
E' o cndor que os traspassa -
Co'a baudeira imperial I
E' Caxias, a gloria,
E' o soldadovictoria
Qae val vingar a nagio,
Gravando a ponta de gladio
O brasileiro paladio
Sobre o peilo de Assumpgo.
Hossanas I Vence o direit) f
Vai o tyraono cabir.
Qaem tem corago no peito,
Tem labio para applaodir.
Somos todos brastlelros;
Corram liyres, altaneiros,
Os gritos^o corago.
O povo o primelro atbleta ;
O povo o melhor poeta ;
Sendo Homero 6 Salomo.
Lista dos estadattteV qae fizeram actos no
dia 10 do corrente:
3' anno.
Francisco Antonio Sarment, approvado plena-
mente.
4* anno.
Agesilo Pereira da Silva, approvado plenamente.
Lista dos estudantes chamados a ex ame de
rbetorica no dia 7 do corrente :,
Plenamente.....8
Simplesmente.... 3
Reprorados..... 1
12
Lista dos estudantes chamados a exame e
philosopbia no da 9 do corrente :
Plenamente..... 9
Simplesmente.... 3 p
5
__Lotera.A qae se acba a venda
a 57* a beneficio da matriz de Santo Amaro
de Jaboatao, que corre sexta-feira 13.
Passageiro do blata brasileiro Profcfor, vin-
do da Babia : ....
Alfredo Gongalves da costa Lima.
Rbfartiqao da polica.Extracto das partes
do da 7, 8 e 9 de marco do 4888. -
Foram reeolhidos a' ca.sa*e detengao no dia 9
A* ordem do Illm. s5r. Dr. chefe de polica, Jos,
eseravo de Manoel. Cabral da Silva, como suspeito
te andar tugido. A' ordem do subdelegado do Re-
SESSAO JUDICIARIA EM 9 DE MARCO DE
1868.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Guimares.
A's onzo boras e meia da manbaa o Exm. Sr.
presidente declarou aberta a sesso estando pre-
sentes os Srs. desembargadores Gilirana, Silva
Goimares e Reis e Silva, e os Sr?. deputados
Rosa, Basto, Miranda L:al e baro de Crnangy.
Lida, foi approvada a aela da precedente
sesso.
I escrivao Albnquerqae registrn o ultimo pro-
testo de letra sob o n. 1587 a 3 do presente mez ;
e o esi-rivo Alves de Brilo a 5 do mesmo mez sob
o n. 15lo.
ULGAMBNTOS.
lulzo municipal e do comme'cio do Ico.Em-
bargantes autores appellados Monteiro Filbo & C,
embargado reo appellante Tnomaz jarte de Aqu-
no.Joizes os Srs. Gilirana, Silva Gaimaraes, Ro-
sa e Miranda Leal.Ratificada a deciso da preli-
minar, recebaran) se os embargos, sendo voto ven-
eldo o Sr. Rosa ; e enlrando-se no merecimenlo
da cansa, rrJenou-sa nma deligenaia contra o vo-
to do Sr. Miranda Leal.
Juizo special do commercio.Embargante reo
appellante o viseonde de taassuna, embargados
autores appellados os administradores da massa
fallida de Joaquim Jos Silveira.JaUes os Srs.
Silva Guimares, Reis e Silva, Miraoda Leal e ba-
ro de Cruaugy.Despresaram-se os embargos.
Juizo municipal e do commercio de Maranguape.
Embargos nfringentes.-Embargante o curador
do demente Luiz Mauosl Braga, embargados Joo
Meodes Pereira e outros berdeiros de Jos Pereira
Jaclntho.Juizes os Srs. Silva Guimares, Reis e
Silva, Rosa e Basto.Manden se devolver os au-
tos ao juiz a que afim de observar o disposto no
artigo 587 do reglamento n. 737 de 25 de novem-
bro de 1810.
Juizo especial do commercio.Embargante reo
appellado Lniz Alves Vilella, boje o cnsul porlu-
guez, embargado autor appellante Jos Antonio
Moreira Dias, curador de Antonio Jos Dias.Jui-
zes os Srs. Silva Guimares, Reis e Silva, Rosa e
Miranda Leal.-Deapresaram-sa os embargos.
Appellaoies os administradores da massa fallida
da Seve Filbos & C, appellados Soutbali Mellors
4 CAdiada a pedido de um dos Srs. deputados.
PASSACENS.
Do Sr. desembargada Reis e Silva ao Sr. de-
sembargador Silva Guimares: appellante Fran-
cisco Muniz Pontos, appellalo Antonio Jos Bote-
ibo.Appellaoies Estevo Jos da Molta e outro,
appellado Domingos Alves Matheus.
DISTRIBDICOBS.
Ao Sr. desembargador Silva Goimares : appel-
lames Abren & Veras, appellado W. G. Fennelly.
Ao Sr. desembargador Res e Silva : appellaoies
os administradores da massa fallida de Pedro da
Silva Reg, appellada D. Marianna Viuva Zinotti.
A8GMV0S.
Juizo especial do commercio.Aggravante Jos
Gorgean, aggravado Jos Martios da Cuaba.O
Exm. Sr. presidente negou provimento.
Juizo especial do commercio.Aggravanles Bar-
roca & Castro em liqaidago, aggravado o admi-
nistrador da massa fallida de Sebastio Jos da
SlWa-
O Sr. desembargador Reis e Silva negoa provi-
mento.
Nada mais bonve e eocerron-se a sesso a orna
bora da tarde.
C1H1RA MUNICIPAL DO RECIPE
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 15 DE
JANEIRO DE 1868.
Presidencia do Sr. Ptreira Simoes.
Presentes os Srs. Aquino Fonceca, Gustavo do
Reg, Silva do Brasil, Barros Reg, Santos, Dr.
Pitanga, Dr. Miranda o Dr. Villas Boas, abrlo-se a
sesso.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
Leu-seo seguida
EXPEDIENTE .'
Urna peticlo dos empreteiros dos trilbos urba-
nos, com despacho da presidencia mandando in-
formar, na qual declaran qne jnlgando indispeo-
savel mudar a estago que actualmente existe e
fazer nma ponte qne sendo em linba recta, remo
va qualqner recelo e sinlstro, que por ventara se
possa dar na actual ponte, que alias est eita eosa
a segaranga, que compalivel com a forma qoe
tem, emora tennan de axer o sacrificio, de novas
e avalladas despezas. requeren) a S. Exe. qne se>
digne mandar suprimir a actual praga do capim,
alterando para esse firo a planta da cidade eom
audiencia da cmara, e aforar o terreno aos snp-
pilcantes, para que nelle levantara a estago, vista
qae o anico que se presta a urna ponte em liana
recta.A commissao de polica e de petigoes,
ouvido o eogeafaeiro.
Outro do Drijoix de di/eito da l. vara, Dr. Joao
Antonio de Araojo Freitas Hinriqes, pedindo a
pagamento da qaantia de 456UU, importancia d
cusas que vencen no exercicio do mesmo cargo
Qae te passaise mandado.
Outro do jaiz de paz do- 3 anno do 2 dstrfeto-
da freguezia dos Affogados, Antonio Caldas da Sil-
va, commuulcando baver terminado o tempo da
seu exercicio, o que declara, afim de que o sea
immediato assuma o mesmo exercicio no crreme
anno.Que se respondesse, qua pssj a Jarisdi-
go ao juiz da paz do 4. anoo a quem compete, a
que se acba juramentado.
Outro do sabdelegado da freguezia da Vanea
Hermenegildo Eduardo do- Reg Monteiro, parteei
pando haver em 13 do correla entrado no exer-
cicio de subdelegado da mesma freguezia.IaUi-
rada.
Outro do'advogado, declarando qae a rpplicanaV
diversa que fez a le ea. imporiaucia das mallas
do jury, qne pertenciaoa a cmara municipal era
eompeosago do pagamento das custas que feto
por seus cofres, e sem que Ibe dasse eompensago.
como fez com a monicipalidade da corte, e era de
eqoidade, nao previne a obrigago imposta pela,
lei, qoe est em vigor, e qua se nao pode conside-
rar come revogado por ladugo. E assim cabe
somante a cmara representar ao poder legislativo,
para que a exima deste oou, visto que a rato>
era qne se fondava, e qua nenbuma relagolem.
com as attnbaigoes municipaes, o que Ibe assigne
renda, cujo producto satisfaga dito onus, parecen-
do Ihe preferivel insistir na primeira parte.Que
o advogado em vista do seu parecer, formullasse
a represeotago.
Outro do administrador do canutarlo publico,
coramnoicando qua as casas da residencia do ca-
pello e porteiro acham-se bastantemente desmoro-
nadas, de modo que j aqueiles empregados se re-
ceiam de nanita-las, pelo qae necessario quanlo
antes concerta-las atira de nao se arrolnarem in~
teiramenie com a prxima cb*gada do Invern.
A) engenbeiro para que va examinar, e oree a
despeza.
Oulro do eogenheiro cordeador, informando na-
da ter qoe oppr sobre a preteoco da Jos Rufino
da Rocha da levantar um pequeo lelhero no fun-
do de seu terreno, sito a ra da Concordia.Coa-
cedea-se. .
Ontro do mesmo, remeneado o orgamento re-
considerado da obra do muro de eneoslo a fazer-se
na estrada de matadouro da Cabanga na importan-
cia de 6:1004000.Que se pozesse em praga para
a primeira sesso.
Outro do mesmo, remetiendo lambam o orea-
mento dos reparos e apetfelgoameuto que precisa
o cemiierio da freguezia de Jaboatio.Igual reto-
Incao.
Ostro do mesma, informando o reqoerimeato de
Joo Machado Soares, para edificar urna casa de
pedra e cal dentro do sen sitio no Arraial, fregue-
zia do Pogo, arredada da estrada.Uoncadeo-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que peda
Joaqaim Antonio de Araojo, locatario da loja n. 31
da ra da Cadeia, para substituir por novas aa
soleiras das portas da dita loja ; declara nada ter
que oppor a concesso pedida, urna vez que colio-
que as novas soleiras da nivel com o cardo da
casa que existe no mesmo correr.Conceden se.
Oulro do mesmo, informando nao baver incon-
veniente em que Joaquim Antonio Pereira, faga
come pede, cornija, llmpe a frente e os oitoes de
sen sobrado n. 4. da ra da Matriz, bem coma
co Hoque um cano na parede do mesmo sobrado.
Concedeu-se.
Oatro do mesmr. Informando o requerimento
do commendador Manoel da Silva Santos, em qua
pede licenga para reparar e rebocar, tanto a fren-
te, eomo o oito de seu sobrado a. 87 da ra im-
perial ; diz qae nada tem a oppr a pretango ao>
suppl cante.Concedeu-se.
Outro do mesmo, Informando sobre o que pede
Thomaz de Carvalbo Soares Brando, arrematante
do calgaaaento e ponta da estrada do cemiierio
publico, no qual paua as duas pnmeiras presta-
ges do seu contrato: cumpre Ibe dizer qae o dito
arrematante ja eiecatou os dous tercos das obras
de coDformidade com a planta e orgamento, e em
vista das clausulas da seu contrato, est no caso
de receber as mesmas presiagoes.Mandn se pa-
gar.
Outro do mesmo, informando o requarlmento da
Manoel Anselmo Correa de Figueiredo, arrematan-
te da obra do muro do cemiierio da freguezia da
Varxea, a qaal estando ce ocluida, pede se manda
pagar a ultima prestagao; tem a dizer que ceno
o que allega o supplicante, as obras eslo coaelui"
das e execaladas de cooformidada com as clausn*
las do seu contrato, pelo qua parece-lbe estar ao
caso de receber a ultima prestagao.-Diz mais
eogenheiro que o pondo de ferro, qoe compete a
cmara mandar asseniar, anda nao est prompto.
e pelo que Iba informou o procurador, o mestre
ferreiro cou da^eotregab no fim do correata
mez.Mandn se pagar a prestagao pedida obri-
gmdo-se o arrematante a asseniar o porto qoando
estivesse elle prompto.
Ouiro do fiscal da freguezia do Recite, commu-
nicando baver procedido a cinco corridas sanitarias
com o facultativo Jos Antonio Marques, nos dias
19 e 20 de novembro, 8,10 e 11 de dazembro l-
timos, peda a cmara que se digne mandar pagar
o mesmo facultativo a quantia de 30000Que o
eontador passasse mandado.
Outro do fiscal da freguezia de Santo Antonio,
dizendo que tendo feito toda a diligencia para qae
sejam cumpridos com restncgo os artigos das pos-
turas muuicipaes, e as dehberagdes approvadas
pela cmara, deseja qoe a meima cmara se digna
declarar-lbe se os earrelros, ou conductores de car-
ros e carracas, qne eolram nena cidade, viudos dos
engenbos, e de qae trata o artigo 18 do titulo 9.
das postoras de 30 de janho de 1849, estao tambera
eomprehendidos as uisposicoes do artigo 1. da
postara addicional de 18 de julho de 1855, e artigo
1.* do regulameoto policial de 4 de agosto do ahu-
mo anno.A' commissao de polica.
Oatro do mesmo, informando o requerimento da
Bernardino Antonio Pereira Bastos, qne pede li-
cenga para fazer com que o cano, que tem a casa,
de que locatario na roa Dimita, e di expedrgo
as aguas da ebuva qne se accumulam no quintal da
mesma casa, v despejar no aqueducto que vem do
pateo do Carmo, e qua pari9nceaie a cmara i
declara que em vista do determinado no artigo X*
do litlo 3. das posturas de 30 de anno de 184?,
soppoe poder ser o sapplieanie deferido.Conce-
leu-se com a condigi|0 de collocar o supplicante ra-
los na entrada e sabida.
Oatro do mesmo, trazendo ao conbeclmento
cmara, que estaado de corrida, aflm de ven
se i estavam ateridos os pesos, balangas e medi-
das cerno determina o artigo 2. do titnlo 11 das
costuras de 30 de jacho de 1849, entrou na taber-
na n. 8 rna dd Santo Amaro, pertencente a Do-
mingos Jos da Caoba, aEm de verificaros seas
pesos, medidas e balaceas, e aoi o cao encontrn,
e sim o eaixalro Joaqaim de Soma Azevedo Peres,
i qaem pedio qne apresentisse o bilbete de aten-
ga o, mas elle apresentou alguns pesos, e nao o bi-
lbete por oio astar em casa o patro, pelo qne na
fula verificar a exactido da aterigao.



!


*
?t
toario de pernambuco QoarU 'ira 11 de Mareo de 1868.

Km seguida disse ao diio caixeiro qn 'Ih Qzesse pelas artms i ranariaes sobra as
80 reis de vioho, Qm de reeoDhscer a medida,

*
a
qair o mesmo hzer era um copo de vtdro. e pa-
gando elle fiscal aette, paoderoa lo que oio poda
Tender se n*o por medida aerida, e que por Uso
elava do caso de ser mltalo, se assim cooll-
Aconteceo, poim, que o dito copo Ihe cahisse
da mi e se quebrasse, fertado-o no dedo porgar
da mo dlreia. Qaaolo esle (acto se dea, passoo
o caixeiro citado a iosulta-lo, declarando que nao
sabiria da venda m qoe loe pagasse o copo, qa
por acaso se havia quebrad:1, como tal insulto fd^se
praticado'em occasiao em que se achala camprio
do os deveres de seu eraprego, prendea o refendj
caixeiro a erdem do Dr. chafe de polica, e (oi elle
recolbiio a casa de ddanc.o.
Posto em discusso o Sr. Gastado do Reg pede
a palam, e fallando sobre a materia ; u;z que o
facto do tlscal pedir 80 reis de vioho, eo caixeiro
lh'ofTBT dado em ota copo, nao motivo para spr
multado, pois, nao ha postara que ordene aferico
de medidas para 80 res.
OSr. Dr. Pilraga pfde apalavra.e combale o
pen?ameala do Sr. Gustavo do l\*>; declarando que
o copo nao medida, e como tai nao se p5de por
elle vender liquido algum.
Nao baveqdo quem mus fallasse acerca da ma-
teria, resolva a cmara por m Bear lotolrada.
A commisso de polica des o seauiuto parecer,
qoe Toi ap;Tnvail'->, mandando se effl-.iar a> Em.
presidenta da provincia cora, .o mesmo parecer por
copla :
A commis^ao de polica a qaem ni presente o
offlcio do Kxm. presidente da proviucia de 28 d
sovembro prximo passado, em que recommenda
qo se faca ifl-cf.vu o paz>roeoto da qaautia d
4:580*fX)0 ao perorata da cncpsohia das trilbos
urbanos em vista da segunda parte da primeira
eondico do contrato feto coas os empreiteiros ios
referidos trilho., de parecer que se cumpra, vis
lo lerem os m^sms empreileiros irnlln.
t Ose'va, porm, que este pagamento nSo pode
actoalmente ^er 1f.no pelos cofres rounicipaes, ero
Tista da exiqotdade dos recursos de que dispoe o
mesmo cofre, o t Isso que leudo etrl eaixa a quan-
lia de viole oito a viole nove ontos de reis, eetao
elles injertos a) pagamento das obras contratada
com diverjo arrematantes, e a otitras auionsadas,
e em na de contrato, qae absorvem nao s es>e
fundo de reserva, como excedero, Bcando o restante
dependente de arrec-daco do aouo floaoceiro, pelo
qoe eotende a comroisso qoe se deve solicitar do
mesmo Bxm. Sr. presidente, que se digne mandar
fazer effjciivo o p eiaes na furma da segunda parte da primeira con-
dico do coo;rato addilivo que diz esta quantia
era paga era qaairo prestac5?s pelos cofres muni-
cipaes e m raso de insufflciancia destes, pela trie
sooraria proviucialque daier rebaver 'aqueHes
o competente embobo.
A cmara, pnrro, resolver como parecer me
lbor e fr de juMica.
Pac da cmara municipal, 8 de Janeiro de
1858Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Feliciano J -aquiro dos Santos
Daspecoararo sa a petic5?s de Antrao Joaqoim
de Vaseoncellos & C, Albino Jos Ferreira d* Cu-
nbaAbel da Rocha Pereir, Beroaraiuo Jo< da
Silva Barbosa & Sooza, Pranciscn Jos de Araojo,
Francis?o Aoiomo das Cnagas, Francisco Antonia
de Miranda, Francisco Gomes de Ouveira Gomia-
res & Sooza, Gregorio Ferreira de Miranda, Dr.
Graciliano de Paula Batista, Joaquira Aut-ralo Car-
nwro da Cuiha Miranda, Isidoro Bastos 4 C, los
Eostaqulo Fenandes Gama, Jas lgeacio Pereira
da R-.cba, J s Antonio Morelra Das J'"e Fernan-
des Torres Si C, J.^ Mariano de Aibuquerque, Jo-
Jes Bertl, Juo Siraiva da Aranj< Galvo, bacharel
Jeronymo Salgado de Castro Accioly, Joaquira da
Silva Reg, Jiaquim Pereira de Sooza, Jos Cardoso
da Silva, Minoel Jns Carneiro Pinto, Manoel Car-
pinteiro da Silva, Mnnel Cuelbo Pmbelro, Mantel
Anselmo Correa de P'gnelredo, Manoel Aniones
Yillaea, Manoel Joaqoim Rodrigues da Sonza, R>-
mo do Reg Birros, Thomaz da Carvalho Braodo
Sobriaho, Valdevino Ribeiro da Silva, Vicente falo
da Costa Monteiro e levantoo-se a sessao.
Eu Francisco Canuto d Boavtagem, secretario a
sobscrevi. Pereira Simpes, prpreidente. Dr.
Pianga.Dr. Miranda.Santos.Reg.Dr. T.
Villas-Boas.Fonceca__Silva do BraML
bordas Ivagens de edoeacao que lio bam acolbida fal a punwra
do deipuu do Paragaay. Os 8rs. Palbares eaea- Tez que fol publicada. _
dsmieo Gi>imaraas Joaior, poetas bam coMiidos do Esta aova edxo muito superior a'precedente,
nosso publico, ao.lermmar o acto, recitaran em potsqoe todos 03 artigos receberaai ella maior
saadajao primeira nagao da America do Sol o desenvolvneclo, e outros novos loe form aceres-
Brasil daas poesas brlatotet pelo patriotismo, ceDtados.
de que estavam angidas e oela elavacao do e3tylo. I Em vez do 106 paginas qae contioha o primelro
Na noe seguioie, o Sr. Cilmbra, emprezano do volme da 136 que cooiinba o segundo, a nova
Saot Isabel, festejan a nossa nova victoria com ura edigio contera 301 paginas no prlmoiro volme e
lindo espectculo. Brilhantemeole llluminado, o fi no segundo, o qua a toroa quasi qoairo vezes
ihealro deiiava ver qoe tudo era praier e festa. malor que a primeia, pois qae as novas pagina*
*o subir o panno, Exc. o Sr. Bario de Villa- sao matores que as outras.
'talla, presidente da proviucia ergoea vivas a naci S a parla religiosa, que faltava ioteiramente na
brasileira, so Imperador e sua augusta familia, ao primeira edico, oecopa na presente 2i pagiaas.
ezercito e a armada. O* espectadores acompanha- Neil se explica tuda a doutrina o a igreja assim
ram S. Exc. n'esies vivas com grande euthusia e a cou,paoba dramtica c&ntou em presenca da lio com clareza e preeisio.
JPublicac5es a pedido
YIII14TKO.
Pela segunda vez, na noile de. abbado, 7 do por
reole, subi i cena no nosso tbeatro de Santa Isa
bel o Pelolirjueiro eemposicao dramtica de
l'aulin Menoier. Parto de ama imagioacao ardn
te e fundido no cidfobo de om espirito Indagador
das coosas soeia*s ete formoso drama tao rico d<
lances cheios de inieresse, revela ama d'esas co
riosas peripecias, qae oascera da sociedade e se
desenvolvaos nos seus mysterins. Se Meooler foi
lio feliz na formacio d'esse lindo boqoet Iliterario,
nao o fol oen-is em ter encontrado na scens bra
sileira nra artista intelligente, que com lana fide-
lidade Ibe interpreta-sa e realisas salfmbanco, que com taoto cuidado creara oo seu
espirito.
Com {(Tito ha aienma eoasa a desejar no desem-
penbo do papel de Francisco Beaojolai;, de qoe se
encarrega o Sr. Joaquim Augasto 1 Ceriamenie
qoe nao :
Qnem no correr do I.* acto, nao v n'este gran-
de artista o verdadeiro saitimbacco.o ebarlaio das
pracas, qoe, por meio de artimauha?, que Ibe sao
familiares, procura lavar o povo ignorante a acra
ditar em orna sciancia, em qoe elle proprlo nao
er T Aqoelies modos bruscos, aqoelle fallar i re
eipitado e aqoelle olhsr vivo e rpido nao co-r
pletam a encarnaco do typo t Se lao eattoeote
o Sr. Joaqoim Aogosto na parle cmica do perso
nagem, sera dnvida sublime e perfeilo na parte
essencia!mete drarr-atlca. Deixemo-lo atravessar
o 2. aclo, arrancando a cada instante bravos e pal
mas em bomenageo aos looros e ao diadema de
loz, qae das mSos do aojo das glorias teco racabidu
DO templo das artes. Acorapanhemo-lo ao 3.* acto,
onde seu rosto falla com viva expressao dos senti
menios, qoe Ihe tomolinam n'alma. vnrante a lei-
tora d'essa carta qoe Ihe dn qce H-leoa sua
Iba! Vejamo-lo chorar, come s nm pal [oda cho-
rar, qamde aonsclencia Ihe ordena qoe peca per-
di a fliha qoe elle abandonara. El lo no 4* acto.
Com o rosto tusado pelo 6cn"rimento, o artista nos
deixa ver Besojolais, qae rpidamente deioba, por
qne soa lllh stiTra. Quania arle e ae mesmo lem-
po qoanta v-rdade na'eceoa da lagrima, que deixa
cabir oas maos da p >bre moca e na scens da ab-
oegacio scbiime com que Beanjolais, para ver feliz
a soa Helena, declara que esla sao soa Siria ?
Fallecern nos empaco e forcas para f.llarmos das
ionomaras bellezas e perfeicflas arlistiea, oe oes-
te pape, exibe o grande artista bra- ileiro. Possnin-
do ama voz clara e insinuante, cuja tobVxio ella
abe apropnsr exuressao de todos usen timen
los ; pisaodo o paleo eom a firmeza de meslre, de-
butando no rosto os poemas do coraco, e possolo
do tamben a erunicao, qa aige a arte, a qne se
dedica^ o Sr. Joaquina Aogosto acioaimeole o
grande luteiro da sc-na bra-iielra. Repensando j
a frente a sombra do iromarcesciveis looros, pode
filar eerto de qne. as paginas ienmorredooras da
historia, o en oome a par do de Joiio Caetano, o
Taima brasileirosera Iaseripto pela mi firme da
critica jodielo-a ; e qaaodo as geraed^s viodooras
proeorarem ler os eiuglos de cada om, as ionra
das fulhas dos anoaes das glorias a< listicas eoeoalra
rio esse don? nomes em circulo laminoso, formado
par Mas aaltvras :
< Tnio moM'ni nullumpar tlogium.
Soflra-Dos o 'suncio artista qoe, de mistara eom
os repetidos e eipooianeos applaasos, qoe eom tan-
ta jnstica lera mere:ido do publico d'ueta cidade,
ibe enviemos os aosos eordiaes emboras.
Fallem s tambem dos deraais artistas, qoe to-
maran) parte oo draofr. A Sra. Vellol, oo papel
de coadessa de Vareauts, Ormou em nosso espirito
o e.nceito vasujoso de que gota. E" ama ariittg
ioteliigeote e ooobecedora do palco. as aceas
animadas h< o ve-se ce m vehemencia 6 etorexa na
dieco. Agredn baslaole.'
O Sr. Tlr. roaz Espm a ( conde da Vrennos ) Uo
oobecldo de nosso publica e por elle serapre fes-
tejado, Imprimi fio typo, qae le fot c. tifia do, toda
a oebreza e dlgnidade, de qae fiavia royster.
Trabalhoo, como sempre, com maila arle e mallo
a contento de publico.
DarmanihiT* fui nos dado pelo Sr. Cont Rocha,
<|De, com quanto trvesse poneo qne faier n'ess pa-
pel, mitren qqe om artista de talento e estado.
Os mais artistas manilveram se na ahnfa das
anas forcas e todos pareciam mais animados pelas
aromas inspiradoras do nenio de Joaqoim Aogos-
Jo. K forja, porm. coofeasar qne HSownte os Sra.
oTbonm.Couto tertot fenrn etpSffves, ijoe
sais de perto acomp?Dbaram se *tregigantea
w !?* tonora- A netta fie sainado fol nma
jone chela.
O enihusiasmo-pelo n^gne artrsia velo yontarse
JO praier de qoe a publico eslava animado pela
iraia Bottcla Se mata om grande irlnesobs galbo
(Bgie do moaareba brasilairo o bymno nacional.
Em seguida, o acadmico Tobas Mcnezes recitoa
urna linda poesa, aoaluga ao brithante fallo de'
armas, que derramara a a-egria em iodos os co
racS-s, poesa sublime pela riqueza de pegamen-
tos e patriotismo, e qua foi acolhlda com aquella en-
ihusls^mo, que sempre depertam no auditorio as
ceraposxcoe* d'e.-.se Sitio dilecto das musas.
O drama, qua sa represeowu fol o Loeco por
amor, no qual o Sr. Joaqoim Augusto mosirou
aioda nma vez qoantas jolas d* subido preco amen-
loa nos seus cofres d'arte. Ha no 3. aclo ama
scena em qie esta artista, que fi*b papel da Mau-
ricio, enloqa-ce ; e tal a oatnralidade cora que a
deseropenha que os espectadores tambera eoloqoe-
cem da eotnustasrao pela brilbanta titcucaoU'esse
trabalho oitB'ilimo.
O Sr. Tnomaz desempeobou mai snti-factoria-
raecta c papel de Pereira, papel de summa impor-
tancia.
Seria injnstija se nio fizessemos o=oecial roen^So
da bra. Clelra na parta de Loiza. \\ oa arlista
de graode mrito e urnas das boas, porm p. ticas
damas centraes, oaa tem e paiz. Traoaihoa beai,
Quanla dor e tffl ceo no grito, qua llie escapa
u'atma, qoando conhece que iba roubarara o Olbo T
Nao ha tanta verdade na amargura que exorime,
quanto relata ao ir mi a morte do ratania ? C ra-
llona a Sra. Clelia a estudar qu' ba de om da li-
soogear se da boa repniaco que tao merecidamen-
ta val a.iq -irin io na espiobosa seoda qoe e*ti trl-
Ibaudo. O espectculo d'e.-ta noile foi pooco coo-
corrido ; o que n5o admira, visto como a populjcao
acnava-se diirahida para diff-reotes logares, eolre-
gu" ao seu legitimo entbnsiasoo.
Na qiaria feira II d*i correle, sobe a sceoa o
grande drama do Sr. Viseoode de Almeida Garrett,
Prel Lmz de Sraza ero que eslrear a Sra.
Carolioa Brochado. Bsla c - urna h.t-ratura, tem tarto mere imenio e no
ineadl qua o tbeatro allemao ja a possue. Acredi-
tamos que o seu desempeabo ser bom, pois que os
papis estao bam e-tuJaJus e o sceoario prepafado
cora pompa e esm-ro
B.
Voto de gratido ao mrito.
Ach-se eolre nOs o Sr. Ur. Gollbarme Naegeli,
mlico oculista, o qual acaba da com toda a peri-
cia de soa arte, praiicar a operacao no estrabismo
da nvnhri Biba Mara Laopuliiraa Candida do Nas-
eimenio, com seta anooi de idade, a qual se acba
va sufrendo gravemeote de to terrivel enfermi-
dada na cinco aanos ; porm, qae eocootrando no
Sr. Dr. Goilherme ara anj) satrador, hoja esta'
completamente reslabelecida sera ijae >.oa*ra o me-
nor locomraodo, era da molestia qoe taoto a mor-
licava, oem coasequeocias d operacao ; a qual
sendo como foi falta gratuitamente com tanta del
cadez< e sci-racia, nao pdde por ceru traier o me-
nor locommodo iqoem a ella se sogaita.
Publicando estas liabas, ni -eniu em vi-tas se
nJo lazer ciohecedor ao publico e especialmente
aos qae s iTrerem da to veehadora roolatlia, qae
procuran >o ao Sr. Dr. Gnibtrm*, uella eocontra-
ro hitivo para seas males.
Desculpe-me o Sr. Dr. Guilherroe Naegeli, se as
michas palavras o ferirem em sna modest'a e sos-
cepiibilidaaa, pois, se eo sirvo-roa da coprensa
para iallardesse aclo do Sr. Dr. Guilherme por
coohecer qne casos lo imponautes como este, nao
devera ser votados ao olvido e sim publicados, daa
dase por e-ta meio om fcil camiooopara o alivio
dos que sollrera e desejam mloorar seas sol i-
meotos.
Aceite o Sr. Dr. Gallberma miabas palavras co-
,mo um lid signal do mea cierno reconn-cimeu-
uo do bem qae acaba de faaar a esta inojceat
crinci.
Camtda do Carmo no Recita, 6 de marco de
1868.
ManoH Joaquim do Nascmento.
Oleo piro medicinal de fig*d de baca-
lli.il, deLammaa & Kemp.
A opiniio unnime dos mdicos de. lodos os pai-
zes, e que o o eo de ficado de bacalbao, e o reme-
dio mis poderoso que al agora se deacobrio para
as enfermidaaes dos puimeas e da garganta. O fai
lecido Su B-mjamio Brodie, dizia : c Qoando tudu
o mais iouui, este salva a airado a vida do doea-
le ; porm oeve ser paro. Eolre os typos mais
fleos d'sia geoa.-o, sobresalte por sua oureza o oleo
de ligad de bacalbao, de Lammao i Kerap, ela-
borado cora os Sgagos sios dos penes apaobados
de fresco, e coja consarvaco em todos os panes be
garante.
Na Amrica do Sal, oas Aotilbas, Meneo e Aas
tralla, elle li io como artigo de primeira classe, e
oa loglaterra oode recent-mente foi inlrodnzido, se
o considera superior a iodos os mais leos de liga
do de bacaihao, qne exf-tem oo mercado. Para los
se, pneumona, pleuresa, pthysica, broncbiles. Ira
chiles, afferco do Hitado e debilidade g-ral, cese
qae realmente o medicamento mais mil, de que
a materia medica se pode mostrar ofaos. Eacoo-
ira-se a' venda em lodos es priocipaes e.-t.bulen-
meuios de drogas.
Pthvsica palmooar.
IV
Grande parle dos casos de pmy-ica pulmonar
tem sua origem n'nra simples dfioxa e resfriado,
qae ao principio parece tao Insignificante qae nio
fol an-ndido e ;6 depois de deseovotver nma Irri
taca o ebronica dos orgaos de resplraco, qoe se
lembroo de tomar algum remedio.
Depois de arranjar-se primeiramente no syele
ma difflcil, se nio impossivel cura lo, por isso lo-
go "que sents qa>lqoer dlsposigio de pinysica, to-
mai algum remedio que acalme a irruaco e pro-
mova a expeetoracao.
B oio conbecemos remedio oenhora qne preen-
oba esta fino ti, bem como o Peitoral de Careja
do Dr. Ayer. t simples, agradavel ao paladar e
e ID caz.
Nesla qaadra de modaneas repentinas do tempn,
nioguem deve estar sem nm frasco em casa. E'
por xcellencia om remedio easei-e, qoasl qae
tofaltivel na coqueluche, na aogina, bronebire, as-
ihma e qoalquer ooira affacco da garganta on
peito.
Protectora das familias
Os Sfnkoree de tngrnho oo demais pesoas resl-
dfeott-s lora da capnat qne qotterem fazar algum
seguro cesta associacio, podero escrever utas
carta especial ao sen correspondente nesta cidade,
amansando a elle a eBactaar o seguro oa segaros,
declarando na antorisaco o nomr da pessoa on
pes?oas qne qurzerem segurar. Mu e por de
nascimenio de cada om do*segurados, e a quantia
annuai qne qotzerrn despender por rada seguro.
As demais formalidades que deverio segoir-se se-
rao explicadas verbalmeote aos respectivos senhe-
res correspondentes, entregando a elles o regula-
meoto da associacao.
Um seguro de capital: 2005000
res por anno por 2. anuos,
com faculdade de poder li-
quidar p ir qainqueriins; im-
portar3o as despezas te ges-
ta, por cada seguro, e qne
sa pagam a vista ris.....54^00*
Da tfiesma forma qae o prece-
dente, seado de 400,9000 por
a^ao ris........... i dem dem idem de 50OOO por
aaoo reis........... 6^>6500
E-tas uve qoaoltu de ttpttat de getUo e.tao
de conformidade com e an. 62 do regulameota
Qoerendn o eoairibniDte pagar a mais das despe-
zas rl gesteo, a arimeira annualtdae poderla ef-
lectoar-lD'o conforme o art. 13 do regalamento.
Agencia de Pcrsambaco o. 19 raa do Llvra-
tBeato.
N. F. ie Vidal.
PublioaoSo luterana.
A MOCA PERFEITA
Acba u impressa a segaoda edieie dastt afira
O autor submelleu sua obra ao exsm- e censu-
ra do Exm. e Hvm. Sr. Vigano capituUr desta
diocese, e lcV8 a hoora de recebar deile a seprate
caria obre a doutrlaa e mrito da mesma.
Hlm. Sr ......
c Cora a carta datada de 17 do correle, a qaa
respoudo, recebi os dons volamos da Moga Perfei-
ta obra por V. 3. composta pira a edusaco de
nossas javens patricias.
f pHde-rae V. S. que examinando cuidadosamen-
te a masava obra, nio s Iba aommoniqae o qua
nella encontrar dittna de eorreccio, qu ir aa parte
Cap. 7. Da fellcidade.Cp/dM!h9s de ama mi i SO ditos e 20 nulos maaleiga, l calxa perfuma-
a soa fllba sobre a felicdiae. Conselhos de um rhs; a H. do Oliveirt.
P ai-
Cap. 8. Quadides qoe as mocas devem e^er-
cll.r e defemjS^aa devem evitar. Conselhos de
urna md.rraha a sua afllhada.Primeiro cnselho.
(l)a vaidada da osleotaco e da imperiinencia.)
Segundo conelho. (Da franqieta, da rectido, da
mentira.) Terceiro eonseioo. (Da pacieneia, da
mullldan e da colera.)
Cap. 9.* Regras de conduca tiradas da escripia-
ra anta.
8ECQA0 TBRQBIRA.
Deverea e virtudes das moineres na igreja.
Cap. 1.* Nacess.dade da rellgle.
Cap. 2.' Da verdadeira religiao. Palicidade
da quera a professa. Desgraca de quem a des-
preza.
C.p. 3 Das verdades qae daveroos erer.
Cp. i.* Do mysierlo da Sanilssima Trindade.
Cap. 5.* Dacieagao, obra aiinbaida a primeira
pessoa Divina.
" Cap. 6. ystama adoptado por Deas para a re-
oeracao do liomeui. \ t f
Cap. 7." Da rederopcao, obra attrltalda a segaa-
d pesraa Divina.
Cip. 8.* Fropbacias sobre o Salvador.
Cap. &.* As propbeoias relatcas ao Messias
eamprera-se todas na M9s&a de Jess Cori-iu.
parecer soore o mereciraento da mesma obra.
< Apreciando deviJameole o sentiiriento e as
vistas de V. S. a este respailo, z dore cuidado o
exima pedido, oo obstante as oecipacres qneTJe
zam sobre mim, e creio poder aasgarar-lba que
nada encontre, quar na pane religiosa quer na
moral, que otfanda os priucipios tuodarasoiaes da
moral qaer na religiosa, se cao umbim ti o meu i Cap. li1. Ootras provas da divradae de Jasas
doutrina ebrsta, da moral evanglica e da educa- Cap. lo- D >s uovissimoi do hoaiem.
gao religiosa.
< Uo mea entender, esta obra preroebe bam o
flm para que destinada, eusinando pravamente
os deyeres que as mocas lera de eumprir e as vir-
tudes qae dev-oaf' exercilar, quer na familia como
binas, como irmas.como esposas,como mils, como
amas cu sebbors, qaer na sociedade civil e reli-
giosa.
t Accresce mais qua no ponto de vista religioso,
V. S. oo sa lirciiou a explicar ibes simpesuaeote
os deveras que nos sao impostos pela nossa fe-, pro-
cureu tambara tsclarace-las sobre a verdadeira
religiao qae felizmente profassamjs, occupaulo-se
extensa nenie era provar a Dtvindade de Jasas
Cbristo que sem coairadicco a base faadamea-
tal da mesma religiSo.
c U-- exeraplos que V. S. refere da influencia da
mulhar sobre a moraliiada da familia e do Estado
sao Qi verdada bellos e b;ra escolbidos.
Nao menos importantes e eBcaies sao sera du-
vida os rasgos da herosmo que na mesma obra se
referem, praticados por esse sexo na apparencia
lio frgil a oa realidade lio fone. Rasgas de amor
filial, da amor conjugal, de amor maierml, de amor
do prximo, de amor da patria, rasgos em flm d*e
amor divin tudo sublime, ludo encanta nasta
obra da edacaco.
E para qae nada falliese na Moqa Perfeita,
segue-se depois da lado i.-o a vida oe Nossa Sa-
nbora qae iacontesiavelmeate o modelo de todas
as virtudes.
c Nao tanho noticia de obra alguna que seja
mais apropriada para a edacacao das mojas do q ie
a que V. S. submelleu ao meu exame, e me con-
vengo de qua ella prodozra' grandes Deas no inte-
rior das familias.
Felicitando a V. S. pelo relevante servigo qne
acaba de prestar a' educagao de oossas patricias,
fgo votos para qaa cootiaae a occopar-se coro
obras de edneagao religiosa, como a presenta, qae
formando excellentes ma>s de familias, mono coa-
tribuirn para o progressa moral e religioso de
nosso pair.
Hecife, 31 de Janeiro de 18C8.
De V. S.
Amigo Affet. e Obngm. C.
Deo Dr. Joaquim Francisco de Parias
Artigos de que se cornea a liga Perfeita.
TMUI
Cap. 1*. CreacSo da moiber.Quela da moiher
pelo peccado Degradagra e oppresso da mulhar
nlre os povos aotigos e modernos.
Cap. 2'. Rebabiiitagao da mulhar pelo christia-
nismo.Doutrlaa do J/sos Consto e dos Apostlos
a rtspeito da mulher e do csame oto.O doitma da
incarutgo e da divina malernidade de Mana.O
myslario da uniao de Jasus Consto com a Igreja.
U sacramento do matrimonio.
Cip. 3*. Destino e rabeen da roulber.Deslino e
roiss.o da familia.Q (adro da familia cbnsta.
Cap. i*. Regenerago da familia pelo chrit-tiaort
mo : lulluencia da mulhar sobre a moralidaleda
familia e do estado.
Cap. 5". Bxemplos notaveis da influencia da mu-
Iher sobre a moralidad da familia e do estado.
E-tabeiecimeota do chrisliaolsmo no imperio ro-
mano pela intlaeocia de Sania Helena e de sua fl-
lba Sania Con-lancia.-Estab'lecimento do cbns
tianismo em Pranga pela inOaencia da ralnha S
Cluldes.Eslabeleoimenio do chrislianismo em
rl-spaoha pela iuQueoia das duas raiobas luel-
goada e Rigonda.fislabalecimeoto do curisliaois-
rai na Gra-Brelanba pela Influencia da raraba S.
Benoa.Esubeleeiraeoto do cttrisliaoismo na Di-
namarca pela influencia da rainba Santa E araa
Cra versa j da Polonia e de grande parle da Hungra
ao Cirislianismo pela inQueocia das raiobas Sania
Dombrowka e Sania AdelayJe.Reforma ios cos-
anles na Escossla pela laflueocia da retaba Sania
Hargarida.
Cap. 6*. Rasgos de herosmo praticados por mu
Itrares.Rasgos da amor filial. (Tareucia sustenta
occullamente na pnsao a sua mi com o lelie da
seos peilos.Madamesella de Sumbreuel bebe nm
copo de saogue bomauo para salvar a vida da seu
pai.Ruin deixa ata pait e seas deuzes para se-
guir a Noem saa mi por afflaidade.)Rasgos de
amor conjugal. (A prioceza Sybilla morra para
alvar a vida da seu marido.As muraares da
Wlosperg carregam seus maridos aos hombros para
salvar-Ibes as vidas.Madama Lifjrt metle sa oa
oadeia para fazer delU fugir seu marido.Eponina
decide-se a morrer a fume para oo sobraviar a
sen marido.)-Rasgos de amor maternal. (Una
Florentina expin se a ser devorada por am leo
para salvar seu Albo.Madama de Savign priva-
se no leito da morte da telicidade de ver sua fllha
para nao eommooicar Ihe o mal qae a fazia mor-
rer).Rasgos de amor do prximo. (Saola Paula
priva seus Si bus de grande paila de saa riqueza
para acudir as necesstdades dos pobres.Santa
Melania renuncia aos prateres do casamento e da
riqueza para soccorrer aos neces-itados) Rasgos
de amor da patria. (Eslbar expde se a p rder a
norda e a vida para salvar sens considadaos.Ve
tuna la-jga-se aos ps do filbo rebalde para obler
deile a saivago oe Roma.Eduviges rainba da
Polonia, sacrifica as affeigdes de sea corago ao
engradecimento de sua patria).Ra-gos de amor
divino. (Santa Mara Magialeoa deixa o mundo e
seus prazeres para seguir a Consto. Saola Cune-
nades, Imperainz da Allemaoba conserva a v|r-
giodade on casamento e reouocia aos prazeres e
graodezas do muodo para se consagrar toda a
Deas.Santa Ignez renaac a aos prazeres do casa-
mento e morre martyr aos treza anuos pan eoo-
aervar se virgem por amor de JesosCnristo).
Cap. 7.a A Sauu Virgem modelo de ludas as
virtudes.Na-clraento da Saata Virgem. -Apre
eatago da Santa V.rgem.A Santa Virgem do
lmplo.A Santa Virgem orpbla.Despo-o.rio da
Sania Virgem Annnncaeao da Santa Virgem.
?isitago da Santa Virgem a Sraia Isabel__as-
oimeoto do menino Jeso*.Adara'gle dos mago-,
Panficago da Srata Virgem Fgida da Santa
Virgem para o Egypto.R-iresso da tabla Fami-
lia a Nazaretb.A Sania Virgem durante a pre-
gagors de Jasas.A Santa Virgem durante a pai-
xo da Jess.A Sania Virgem depoie da raerte
de Jess.
tomo n
SBCQAO raiHURA.
Deveres e virtudes das molheres na familia.
Cap. 1.* Crigem da famills seos beneflcios.
Papel do hornera na familia.Papel da moiber.
Papel do menino.Retrato moral da molhar.
Cap. 2.* Dever a das monas na casa paterna.
Deveres para cero Daos.Daveres para om seos
pas.Daveres para com sea iraiis.De veres
para com os criados de seas pas.Devore: para
eom seas raestral e mestras.
Cap. 3. D-reres das moci oa eaa prapria.
Preparado para a casamento -Relaxfiss obre a
cai-P ente.Deveres da esposa para cora n esposo.
Dovere* da mal para eom oe liBos, D-vares da
ana para' nm es criado-. Deteree da daa de
easa. Mi-sao da mai A economa inteliigaate.
Da ordem nos peMafent'W, as palavras e as an-
ees.D emprea *' tempn.
Deveres vt>Me* as uiuiaere no monda.
Cap. 1.* O mondo e seos nerigos.
Cap. t li entrada ao BiiNl!).
Cao. 3 Das aawsad-. i
Cap Da mmlnzli a o pwv.
Up. 5 a desojo de agradar.
Cap. Ba peiiaez.
C*p. ie. Das deveres religiosos do cbrislo.
Cap. 17. Dos peccados cooirarias aos iros pri-
meiros mandameuios da Deus.
Cap. 18. Dasseie f.rates de peceaios e das vir-
tadas que Ibes sio Contrarias.
Cap. 19. l>as virtudes ibeologaes e das virtudes
moraes.
Cap. 20. Da piedada e da religio.
Cip. 21. D> eolio que se da' a Mara Sanlissima,
aos sanio-, a* reliquias e as imagens.
Cap. 22. Dos uteies que Daus esiabeleceu para
santiflcar-nos da graga, da orago, aos sacramen-
tos.
Cap. 23. Das fastas e dos santos lempos do
anuo criso e dos ritos e ceremonias do culto di-
viuo.
Tal a obra qaa acaba da ser publicada.
Ella acba-sa a veoda oo esenplono do Correio
di Reeiferoa do Imperador o. 79 pnmeiro an-
dar, a prego da ajMOO rs. os dous exemplares, en-
cad-raago simples, e a 'J> rs. encaderaagu su-
perior.
Para facilitar a todas as familias a leilora dos
importantes preceitos da educagao moral e religio-
sa que cvmpSa o segundo volume da.JKoca Perfeita,
4-venie-se este separado do primeira ao prego de
2ol(',encadernac:io simples, e 3^0,0 encaderna-
gao superier.
Chnsto.
Cap. li. Mais pravas da divinJide de Jasus
Chnsto. _
Cap. 1*. Doutrraa de Jasas Consto.
Cap. 1J. Da ijstiiloagjo,' obra aliriboida
ceia pessoa Diuioa.
Cap. 11. Da igreja.
a ter
1 dita lalas; a S:bmint de C.
.1 dita fumo picado ; a J. U B )urgard.
1 dita dito ; a Madeiros A Aotunes..
10 ditas velas slerinas ; k Viceole Ferreira da
Costa & C.
1 dita sabonetas; a Caslodio Jos Alves Guima-
ries.
1 dita caiga jo ; a Cbristovao Ferreira Campos.
230 gigos btalas ; a Taomaz da Aqaiao Fon-
seca & C
1 barril tinta de imprimir ; a Jos de Vascon-
cellos.
1 dito vlnbo, li sacaos cevala; a H. Lsidso.
REGEBEDUH1A DE RENDAS ISKRNaS
GRRAES
ftendimento do dia 2 a 9........... 2t:801ol8
idem do da 10................... 5:48iAl77
30:283*69.
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimeoto do da 2 a 9.....
dem do dia 10.
42:1542292
4:419*817
46:571*1(9
naviMsirf jd posto
fiamos entrados no dia 10.
Rio Grande do Sol30 da", escona hol'andeza
lideos, de 134 tonelada*, capitao A. R. Wmiers,
equipagem 8, carga 10177 arrobas de carne ; a
Mtia Si Emento Santo.
Liverpool indias, brigas nornasoense Capella,
de 277 looel.das, cautao G. Huberi, o impagem
9. carga carvao ; a Toomaz Jefferiea & C.
Baha13 dias, blata braaileiro Protector, de 86
toneladas, eapto Joaquim Liu-ij. Penoa, i|ai-
pajera 6, carga varios gneros; a Jos Mara
Palmeira.
Buenoj-Ayres 23 dias, barca bremense Pyrmond,
de 280 t' u-lala*, capitn Bucbase, equipagsm
8, em lastro; a Amonm Inso.
Genova -52 das, polaca Italiana Sara, de 21 9 to-
neladas, cap'to Exmaouel Solari, equipagem
11, carga 100 barricas da fanona da trigo e
eotros gneros; a Joaquim Jn- Gongalves Balto.
Bihia-i das, birca ingleza R. II, de 423 tone la-
ca*, camto J. Rae, qoipagara II, carga assn-
car; a Rabe Scbomntau & C. Veio recebar agua
e seguio rara Greeno. k.
JVuciej stihids no mesmo da.
AracatyHiaie brasiieiro Novo Invencivel. capitn
Jos Antonio de Figoeiredo, carga oidarentes
gneros.
Rio da PrataPatacho hespanhol Indio, capito Pa-
ses, carga as-ucr e agoardeole.
Rio de Jineiro Patacho noruega Favorita, capitSo
J. A. Back, carga vinho e ouiros gneros.
Observacao.
Fospendeo do lama'io o urigne inglez Nena, ca-
pliao Jeiikras; com a mesma carga que truuxa de
Terrs Nova.
mesma Santa Casa por doaco qne Ibe Azora, para
que no praxo de 30 das vanbam pagar os foros
que se acnam a dever de ditos terrenos, sob pena
de se proceder a tai cobraogs jodela I mente.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do Re-
cite. 14 de fevereiro de 1868.
O eserlvo,
________________Pedro Rodrigues de Sonza.
Santa Casa da Misericordia
do Reeife.
Por ordem da Illma. junta administrativa da
Saala Casi da Misericordia do Recite cunvido a
todos os senbores em seguida deeloraaos para que
venbam pagar as quantias qne se achara a oever,
sob pena de se proceder judicialmente.
Secretarla da Saola C eife, 8 de fevereire do 1868.
O escrivao,
Pedro Rodri mes de Souza.
Forte do enguio Henifica.
Foros de terrenos e sitios em Olinia.
Herdoiros de Antonio Jus Teiiaua
de Castro......................
Os mesmos......................
Os mesmos......................
Demetrio de Azevedo Amorira.....
O mesmo.........................
Hardeircs da Manoel Antonio Carnei-
ro da Ouvelra...... ..........
Herdeiros de Manoel Pinto........
Viava de Aoselo.o J..* FcrreifA...
Jos da Rosha Pula...............
Joaquim Pereira Hamis........,'..
Q mesmo........................
Felippe Daarte Pereara.... ........
Herdeiros de Auumio Jus Lopes de
Albaquerqne....................
Manoel Rodrigues Lima............
Viuva de Ricardo Cbrysoitomo dos
Reis............................
Tbeodoro Jo< da Silva Laceida....
Dr. Vicente Gyrillo Marinho.......
Jos Joaquim da Lima.............
Manoel Joo de Lima...............
Francisco das Cnagas halgueiro....
Joaqoim Pereira Ramos...........
Viuva de Antonio da Costa Rogo
Monteiro........................
A mesma..........................
Herdeiros de Jos Vital Nunes......
COMMEECO.
PttACA DO RECIPE 10 DE MARQO DV 1868.
As3> boras da tarde.
(Hoje)
Cambios sobre Londres90 d/v, 18X d. por
10OO
Camuio sobre Pars90 */' 323 rs. por franco
Frete de aigodSo d^aqui para Liverpool7/i d. por
t e !!*/ (beoiem).
Jos de Aqaino Fooseca
Presidente.
-Francisco Mamade de Almeida
Secretario
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Descoota letras da praga taxa a con-
venc uar.
Recebe doheiro em corita correte e a
praso ixo.
Saca vista oa praso sobre as cidades
prrncipaes de Europa, tem agencias oa Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleaus, e imute cartas de crdito,
] para os meemos lugares,
Largo do Pelouriabo a. 7^
Novo Banco de Pernambuco
em iquMac-ri,
Os senbores accionistas podem rec.ber o
4o dividendo de 4 0[0 do capital, devendo
entregar as aeces para se inulilisarem,
das 10 boras ao meio dia,
ALFANDEGA.
Rudimento do da 2 a 9........... lM:895|8Si
dem do dia 10................. 25:105*793
17ft:IOI677
Movlmeoto da al/andega.
Volames entrados ora fateadass..
> a com gneros....
Volamos sabidos com faseadas.'..
* i com gneros....
341
------341
67
2C9
------336
De*carr*eam boje 11 de marco
Barca francesaPrrtifianomerradorias.
Briuue ingiBSura'i Ann- fariaba de trigo.
BriKae inKln-Lufanuaca bao.
Brigne inglesJurabacaihao.
Barca portuguesa Comante 17/lagedo.
Barca portugaezaPtor de S. Simoferro.
mporta$So.
Patacho ingles Luan, vtndo de Terra-Nova,
maoifeslutt:
300 barricas bacalbao ; a Jeanston Paler & t.
Briqoe ingiat Jura, vinao de Terra-Nova,
manifeslou :
3760 barricas bacalbao ; a orJem.
Barca francesa Vedianu, viada do Havre,
manifa.Htoa:
19 canas e 1 barril objectos de cobre dorado,
passenuntena, cbapoi, agalbas, papel, obras de
raadeira e tecidos da algodo ; a Lopes & Oli-
ve! ra.
3 calas ferragens; a Joaquim Farreira d'Arau-
jo Guimara.es.
4 anas pipil, mereadoria e ferrageo?; a Jos Al-
ves da Silva Guimaraec.
6 ditas lecidos de la e de algodao, chapos; a
Adriano Castro i C
6 ditas umuquiibarias, esperaos, papel e mereea-
ra ; a Ju.- LaizG>oeal?es Ferreira & C.
Tdius daaoos; a Manoel Horeira de Sonta.
1 diu oDjecios para selleiro ; a Dorxiagos Jos
Ferreira.
i ditas fumo, coon de lastre, ocales e perfuma-
ras ; a A. Rooerio 4 Pilbos.
1 dila teeidos de laa ; a Farreira S Mitbeaa.
f ditas papel, 40 barris e 40 meiv maoielga
a J. M. da Rosa & Filbo.
70 barra e 30 meios raantsiga ; a Lals Jo^ da
Go>u JLoorim & C
2 calas marceara ; a Prente Vianna C.
3 ditas dit D.P. Wild.
2 ditas calcado, 2 ditas quraquilbarias; a Linden
Weydmaa k C
i anas buidas e chapeos, a Silva & Cardase.
X ditas lacillos de lioho; a C^rneln & Nucueira.
1 dua ditos de algodao ; a fl. Wramer.
I ana penie-, 1 da vernal, 80 barrls e 75
meios maoieiga ; a ordam
<000 gigos bataUs, 109 ditos cerveja ; 17 bar -
Dea; porcelana, 16 ditos e 3 cans droga, 180
barr* cemento, W ditos e 106 meios manieiga,
40 cana* qaeij.is, 1 rlilu cooro de lucir, 1 dita
caieaio, 10 a,lM fitas, chapeos, movea e lecldos
de laa ; a E. A. Borle A C
II dius vidros, paulas, filas, marroquios e cha-
peos ; a Monteiro & Irmao.
6 ditas e 14 barra drogas ; a Barrholomi-n C.
1 brr>ea e 16 calas (juca e vidrus; a Duarie
Peraira & C.
i na cristal;* A. Cimillo de Hollaada.
4 ditas orajjM; a Maooel Alv-s Barbosa.
I diu rta^o; a Gnri-tiaoi Irma >.
t ditas ercHans ; a Meoa&rfl MrRIer ft C.
7 iiu e 1 diu papel: a Caadino Alten* Sodr da
Mus.
| dtta tMlles de algodao ; a Jete F. Lopes.
ditas H'vraa e papel; a knttaear /Jjj C.
10 fj.u- papel, 1 euibralnj aeaaeUas 5 Yon
3 farows bilas ; a Piolo de Lamia.
4 narria viobe ; a Louis VerBeL
26?O0O
594889
6oA31S
8^8*106
155*333
4IW50O
U057
15*100
324161
89*257
595257
28*157
12*792
72*795
1364883
1104811
lH*14t
3:*:o
44*435
33*595
5V*53
363-203
21*672
9li*502
EDITAES.
O Dr. Tristo de Alenear Araripe, official da Im-
perial ordem da Rosa, juis de dir6ito especial do
commenio, nesta cidade do ecife de Prrnam-
boco e seu termo, por Sua M-c-stade Imperial
e coostilaeional o Sr. D. Pedro II, a qaem Den*
cu arde, etc.
Fago saber pelo presente, em como o requer
meato de Jos Antonio Moreira Dias, se acba abor-
ta a (allencia do comuerciacte Joaquira Jote do
Arroda, peU sentenca do theor sesointe .'
Bra vista da petigo a fl. duas e u.-t (.cacao pro
dunda em juizo, declaro abert* a fallrnia do com
murciante Joaqnira Jo< da Arruda, cuja data ieal
fe contara' do dia 29 de Janeiro ultimo. Noraeio
curador ti-cai o credor soopUcaote, e marco o dia
II do correte mes para qoeteoha lugar a reuniao
dos credores qne devem nomear depositario, dis
pensada a opposirjao dos sello?, por estarem arres-
tados os bens do fallido 00 seu estabelacimeolo,
piibliqaese a falleocia por edilae?, pro-iga-se nos
termos da arrecadace, pagua a raassa all da as
costas.
Reeife, 7 de margo da 1868.Trlslo de Alenear
Araripe.
B por forca desla miaba sentenca, o respectivo
escrivao que e-t sud-crevi-u f-7. passar o presente
edital, palo qoal e seu Iheor sao convocados lodo*
os crednres do referida fallido para que reunidos
lodos em micha presenca 00 indicado 01a pelas 11
horas da manha, na sala das audiencia", se pro-
ceda a non>eacao de depositario, qoe receba e
guarde os bens da referida raassa fallida.
B para que ebegne ao coubeetment de todos
mandei faier o presente edil! qoe sera' afiliado
nos lugares do cosame e publicado pala im-
preasa.
Dada e pausarla nesta cidarie do Reeife de Per-
aambur.o, aos 10 de mareo de 1868.
En Maooel Sihiao de Barros Palcao, escrivao
interino o subacrevi.
Trtsto de Alenear Araripe.
Juros < cafitaes.
Antonio Jo. Victoriano Borges da
Fonseca.....................^... 4. f
Antonio de Jess e Sonsa.......... 29*618
Anea Mara do O' e Mallo......... 3(85133
Manoel Pereira Guiccares......... 1:198*96
Bernardino Jos Serpa............. 3:226*305
Pereira &Goedes................. 87fi*66(>
Corooel Jos Bernardo Salgoeiro.... 634*722
Manoel Joaquim da Fooseca Galvao. 568*222
O mesmo.......................... 155*238
Francisco Camello Valcaeer....... 702*974
Felii Jo*daC"Sta................ 141*572
Joo Neporaoceoo Paes de Mtradouca 174*968
Ignacio Gnncalves da Lur......... 2i9*566
Jo: Joaquim de Almetda Guedes... 2l5*i6G
Jos Pacueco Vieira............... 642*916
Joo Goocalves Rodrigues Franca.. 626*424
D. LnisadeSooia................. 178*611
Miguel Alves Lima............... 703*i>6
0 mesmo......................... 193*611
Manoel Caetaao Maia............. 346*470
Herdeiros de Maooel Tlioraai Rodri-
gues Campello................. 760*107
Herdeiros de Ignacio Panlino a
Cuoha........................ 2:770*625
Maooel Alves Cavalcanti........... 7C*072
Mara do o'...................... 33O40G0
Viuva de Manoel Leonardo Sodr... 152*088
Padre Joaqoim Cavalcanti de Albu-
querque........................ 305*875
Viuvo de Pedro lvo Redivivo....... 30i*555
SH
DECLARARES.
siaata Casa da miterleordla do
Reeife.
Pela secretaria da Sania tasa da Misericordia
do Kecife se cjor'.da aos propnetarios de predios
e sitios fretros ao patria onio dos crphos a' car-
go desla Santa Casa, para que traleai de pagar os
foros qae se acbam a dever, e cujos coohecimen-
tosesioem poder do procorarlor Hercolano Ole-
gario Ribeiro Castro, a qaem se poderao dirigir oa
raa da Conceico o. 3.
Secreune da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite 15 da fevereiro de 1868,
0 escrivie,
_____________Pedro Rodrigues |a anaaa.
Gomara municipal
Pela eoBtadoria municipal desta cidade se fas
paclico que se recece a bocea do cofte, em lo Jo
esta mas e al o (ira Ja marco prximo, o imso>tu
municipal sobre casas de negocio, e aqoelles qae
nao pagarem incorrens as penas e dlsposi(5as do
art. 32 do regulamente n. 301 de 15 de junbo de
1844.
Gontadorla municipal do Reeife 10 de fevereiro
de 1868.
O contador,
Caetsno Silveno da Silva.
Santa Uasa da Misericorda
do Reeife,
Alllma.junta administrativa da Sania Casa da
disericordia do Reeife maoda faser publico qua
oa salade suassesses. no dia 12 do correte pe-
as 4 boras da tarde tem de ser arrematadas a
juem mais vaougen s offerecer pelo lempo de nm
a tres anuos as rendas dos predios em seguras
declarados:
Estabclccimentas 4e candarte.
Roa do Padre Flonano.
Gasa terrea n. 17.......1R6JO00
Casa tarrea n. 63.......174*008
Gasa tarrea n. 43. ....... 169,000
Raa larga do Rosario.
Terceii o andar do sobrado n. 24 .
Ra da Moeda.
Primelro andar do sobrado o. 37 .
Segando andar dem. ....
PalriiBAB* de erphos
Roa do Padre Flonano.
Rna do Vigano.
Primeiro andar do sobrada n. 17 .
Raa do Pilar.
Casa terrea n. 484.....
Cana larrwa n. 99......
dem o. 94. ...... .
Sitio n. 5 00 Pomo da Cal. .
As arrematacoes sarao feitas pelo lempo de na
a tres aooos, devendo as lieiuotes virora acom-
panriados de seas fiadores ou manidos k. oartas
destae.
Secretaria da Santa C".sa da Misericordia do
Reeife 18 de Janeiro de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues e Sonta
301*000
96*100
96*000
181*000
160*000
25b*oii0
201*1100
45U*(MX
Santa Uasa da Misericordia
do Reeife.
Pela seoretana da S nta Ca-a da Misericordia
do Reife se convida de ordem Oa Illma. jarata ad-
mnirAraUTa a tallos os proprietarias de ^reelns a
raa da Rad<, nMeirdos m terreno forelro-tra-
tr'ora *' Francisco Llni Paea Brrelo e boje a
Irafamenfo de particulares no hospital Pedro II.
Maooel Lolz Carvalho............ 12*250
Apolinario....................... 3*933
Layina capito dos navios Solferino
e Uruguay................... 103*500
Joo de Barios Accioly Waoderlef. 29*936
Herdeiros de Bernardo Jos Arantes. 110*310
FelisberCo Joo Felii.............. 5*376
Umbelina Borges Diniz........... 23*i
Wiihold Raetejnii................ 37*500
Mara Francisca Marlbo de Amorim. 2i*rt(0
Maooel leoacio.................. 96*4(0
Thomaz Ferr- ir?, da Cuoha........ 25*200
Beoio de Araujo Pinheiro..... ..... I*00
Joao Valeriano Cu'r,a de Amonm... 23*168
Severino Jo- Figoeira.............. 33*9 O
Manoel Ferreira da Paiao.......... 10*500
Maooel de Sooza Tavares........... 18*360
Muria Igoacia de Vascoocellos...... 57*600
Herdeiros do bri^adeiro Ga-par de
Menezes V. de Drumuiood........ 12*000
Letras.
Antonio Germano Rigoeira Pinto de
Souia............................. 809*093-
Alugueis ie casas perlencentes aos estabt-letimentos
decatidade.
Mara Bustiqoia do Livramenlo Ol
veira............................. 43*500
Eduardo Ciaodio Coni Cabral..... 121*000
Thereza Abadeea de Jesas.......... 17*000
AiDaoasia Rufina do Livramenio.... 9*4(10
Feliz Jos Ferreia................. 316*^82
Vi ente Jos Ferreira............... 60*01,0
Hamelerio J s nS Sanios.......... 200*000
Auna Joaquina Laura............... 45*000
Mana Olyropii Bapiista............. 19*580
Jasuino Coostante Rodrigues........ 19**000
Vicente unesSerra................ 32*833
Herdeiros de Auna Joaquina Caval-
canti de Albuquerqua............. 558*720
Joo da Cruz Mendonca............ 152*250
Joo Francisco Tavires............. 28*)40
Veoce?to Ignaelo da Concedi..... 7l*l30
Claudio Ju.^ Tbeodoro.............. 92* 30
Francisca Mana Carolina............ 57*330
Feliciano Prime de J-sus............ 230*000
Mara Benvinda Cavalcanti.......... 39*600
Ulmdina Libreme dos Reis......... 48*000
Dr. Joo de Barros Falco de Albu-
querqae Maranho............... 183*333
Anna Mara da Cooceicao ......... 32*000
Miquilraa Sebastiana de Albnqaerqae 53*332
Alaguis de casas de Oltuda.
Severina Mara de Jesas..........
Arcbanjela Mara do Aojos........
Manoel Jos do Naiieimenio........
Mara Joajolna Cazar de Mallo....
Aulonio iNones de Mello...........
Jus Mana Marques..............
Justino Luiz Jos de Franca.......
Jos Pereira oa Silva.............
Amonio Francisco Guimares......
Francisco Pedro Celestino.........
Grastauca Maria do Nascrjwnio.... '
Antooia Feteciana................
Zacaras Guedes..................
Florencio Jus da Cunceicao.......
Jos Urbano Pacheco de M-llo.....
Manoal Vicente de Moraes Jnior...
Genoveva Justina da Cuoceico....
Joaquim Francisco de Paula.......
Rufino da Silva Ramos............
Francisco Loiz Vires............
Patrimonio dos orpkSos.
Alugoel de casas.
Mara Antonia da Aonunciago....
Josopha Mana Tneotuoia..........
FraucelraoEleoteno Ferreira Chaves
Maooel Ciraco do Nascimeoto.....
J.w Goocalves dos Santos.........
Maooel Maria Caldas Braodo.....
Joao Bernardo do Rago VaieBca.. .
M.400k| Paulino Cesar Loureifo.....
itensatiiade de educandos nfi Collegu ios OaiJMNf.
Furencio Jote Marta da Sirva..... # t*O
8aata Casa de Jtfisencurdia
do Kecie.
Pela secretaria da Santa Casa da Mieerordia do
Reeife se convida aos prenles dos meaoei abano
declarados, para qne os veabam tirar o eoMeio
dos orpnio, visie ja* terem o mesmos epastado
a idadade 1* ana*, como diapo* a> teaffeanio re-
golmeoia
1 J i> Gomes de Menetes.
J J aquim loacio da Gru Dias. x
3 Jesoiao M*T>miaae Ferreira dos8aM*t.
4 Bernardo Jo- de Araujo.
6 Joo Samoel da OMa,
6 Bemeino Nstor Mr.-hado Preim.
7 Carlos Aoan-io de Araojn.
ecreiaria da Sama Cae. do MrtetriH flo
Reeife, 14 de everetrade ftM.
0-mspMm,'
redrt Rodrigua da 8oaia.
12*000
6K*ii00
77*080
60*000
90*. 00
,63*666
61*866
68*000
111*000
44*638
8*000
34*000
4*466
43*00
9*000
82*01*0
151*733
35*tJ66
166*000
50*834
80*000
21*083
106*664
"76*008
l:i<75*5:5
147*300
368*458
499*070
i
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_ 1


_
Mari* i &trm*mhme*-(kuri* fclra 11 i liarlo de 18*8.
>
's
apresenlar soas pro
quaes deverJo ter a
inta Gasa da Misericordia
do Eecife.
A lllma. junta administrativa da Santa Casa da
iflserirordia do Reelfe, manda faier seienie
, un lateressar, que os bees pertenceMes a ea-
ella dei S. dos Praieres, nao f os doados pelo
lestre da Campo Prandsco Barreto de Meoeies,
:omo os posteriormente adquiridos cora diverses
ontj pies, na falta de eamprimento dos qnaes
em de passar aos herdeiros do instituidor, e com
a extingo dastos a mesma Santa Cas, nao po-
dem ser alienados debaixo de qaalqaer pretext,
tob pooa de serem annoliadas tau iransacc*.
Secretarla da Santa Casa da Mniricordia de
Recite, 8 de feVereire de 868.
O-escrivao,
Pedro RedriguesdeSonia.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A Iilma. jacta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, na sala de soas sessSes,
pelas quatro horas da tarde do dia 12 do corrate,
recebe propostas para o fornecimento de gneros
qoe bouverem de ser consammidos era todos os
estabelec i i-entos pios a sea cargo, tanto nesta ci-
dade c.uij na de Olinda, nos metes de abril a
jocho.
Manteiga francea libras.
Caf ea> grao, idem
Cna preto, dem.
Silo hyssoo, dem.
Assocar retinado i* sorte, idem.
Dito dito 2* sorte, idem.
Dito em torro, idem.
Arroz do Maraotio, idem.
Toocinbo de Lisboa, idem.
Bacalttao, dem.
Pelxs fresco, Idem.
Tapioca, dem.
Aietna, idem.
Sabo amartillo, idem.
Fumo do rl\ idem.
Vellas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, i Ir-ni.
Viobo nato de Lisboa, garrafa.
Dito braaco, idem.
Vinagre, idem.
Azeite doce, idem.
Agurdente, dem.
Aiete de carrapalo, idem.
Farinba de mandioca, alqaeire.
Fejo mutittnho, idem.
Sil, dem.
Ceblas, cento.
Farello, sacco.
Batatas, arrobas.
Crne vrde, libras.
O* cnocc motes devero
postas em carta fechada, as
ordem estabelecida no presente annancio.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Ra-
die, 7 de marco de 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Santa Casa de Misericordia
do Recife,
A IUoia. unta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do R-:cife, na sala de soas sessdes,
pelas quatro horas da jarie di dia 12 do correte,
recebe propostas para o f:roecimento dos medica'
raentos que bouverem do sercoesummidos na bo-
tica do hospital Podro II, nos aiezes da abril a
junho.
Banha Je porco, libra.
Salsa parrilba, idem.
Cera braica em grummo, idem.
Oeo de araendoas, toj-le-, idem.
Gomma arbica t" sorte, idem,
Lintraga a p, idem.
rostas de veado ce, idem.
Flor de sabugo, idem.
Flor Je tilia, idem.
Rsiz de afleia, idem.
C -vadlnha, idvm.
Serpp-tans, idea.
Sas^afraz, idem.
G mima arbica em p, idem.
Quina e:u catea, idem.
Acido atet'co, idem.
Barban-* Qo, dem.
Oleo de lioBflC, dem.
Oleo de Ogaco ffe nacalbo, vidros.
Purga;.t s de La Roy, garrafas.
Pos do R ge, vidros.
Agua de colonia, idem.
Papel de en>brulhe, resmas.
Alcool a 36, eaoadas.
Oleo de vermfugo, vidros.
Li r de Labrniioe, carrafa?.
Muslarda, libra.
Musgo i.-laodico, idem.
Qjioa em po, i lero.
Uieo de baiipni, idem.
Cavad .i, idem.
Ctvsntas de cubebac, vidros.
Colla tj flndres, libras.
Pilulas Blaocard, caixa.
TtMaeia, enea.
Manna, libras.
Figade de enxofre, idem.
Aua ra, idem.
Agn m.'t-zi, garrafas.
luduretj de cbumbo, otjas.
Assucar candi, libra.
Mssa caustica, idem.
Esseneia de flores de larangeiras. onea.
Algalias, dazias.
Gramina, libras.
DulcaiDira, idem.
Gnaiaeo rs>urado, dem.
Ameixa?, tem.
Acid.i <'trico, Idem.
Floro s d b irrageos, id-32>.
Plores do rosa?, ideta.
TociUgo, dem.
Sdd-.', dem.
Pasietaiis, idem.
Esponjas, idem.
Sueco de grosellas, garrafas.
Pioceis de cabello Uno, duii?.
Oleo de cupaiva, vidros.
Amoniaco liquido, libras.
Oleo de perico, idem.
Suspensorios para e?crotos, duias.
Estrado nogueiras, onjas.
Chloroformio, libra.
Camphora, idem.
Pao campfcba rasurado, idem.
Gal has. idem.
Extracto de ghnciaoa, idem.
Calomelanos a vapor, idem.
Solaceo de ptrmanganat de pclass, vidres.
Ceidor o menor, libras.
Vino do Corvtsat, garrafas.
Aua destilada, idem.
Precipitado rubro, libra.
Arsnico braoto em p, dem.
ATvaiado de chombo, idem.
Saoo amidalioo, dem.
Opodeldoc, vidros.
Carbonato de magnesia, libras.
Macella, idem.
Raz da Cnina, Idem.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 7 da marjo de 18S8.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
No da It crrante mez pelas 4 boras e
meia da tarde lera.' lagar a porta da casa da resi-
dencia do Dr. juiz municipal e provedor snpplente
em ejercicio, do termo de Olinda, a praga por
veeda da casa terrea sita na mesma cidade, no
pateo te S. Pedro Apostlo de n. S, a qnal faz
quina para a ra de Matbias Perreira, a qaem
malor laoco offerecer sjbre a qaaatia da 4004000
por quanto foi avaliadaT_________________
Qaarla-feira 11 do correte, fiada a audien,"
cia do Sr. Dr. juiz municipal da 1* vara, sera
vendido em praca publica os segoiotes escravos :
Macarlo, crioalo, 13 anuos, por l:i)3J, Tereacio,
crioalo, 15 annos, or 1:0005, EJuvirges, c ioula,
1S anr>3s, por 1:500* e Jmoui, crioula, cozn-ira
e eogommadelra, por 1:200}, a ultima pra;a.
?T
PAR4 0 P08T0 P^ Salsciparrilha de Ayer.
Seguecomap7ssivelbrevTdade,Po;ersues,! No armzem^oS IgUa a^aTa Cruz ^IMino. de novo atteO> do pabll-'
ra eogajad, o brlgue portuguez Vniclo : firi 6?, andar, as 11 hora seawto dara est9 remedio meviiavel, CO-
Uva
carga e~p'assageoros trata s com os consignatarios '
Ttnmazde Aquino Fouseca & C, ra do Vigaro
n. 19. 1* andar.
Para
De escravos
THEATR0
l ISAB
trapreza dramtica.
Quarta-feira 11 de marco.
Estra da Sr.* Carolina Augus'a Brechado
Sobe a scena e drama classico em 3 actos ori-
ginal portuguez do Sr, vlsconde de Almeida Gar-
rette
FRE luiz de souza.
Perssnagens. Os senbores.
Manoel (fre Luiz de Sonta). j. Augusto.
O Romeiro...... Themaz.
Telmo Paes.......Brochado.
Fre Jorge Continho. Gomes.
Miranda........Gulmares.
O Sr. Converso Gil.
O prior de BemSca.....Barreto.
D. Magdalena de Vilbena. Sr.' M. Velluti.
D. Maria de Noronha. Sr. Carolina.
Dorolbea........ N. N.
Frades, criados etc.
A scena passa-se em Almada no anuo de 1613.
O vestuario a carcter e a scena da capella de
Nossa Senbora da Piedad?, e croada com lodo o
esmere. w
Segu pela Sr.* Maria Velluti a chistosa scena
Ierro e fogo.
D flm ao espectculo a comedia em nm act=,
ornada de msica, original do Sr. Joaqulm Au-
gusto de Ouveira
Olao tvo
Companlih de sejpro contra peneiras
nisolhos.
Persooagens. Os senbores.
Crnelio Agapito Valverda. Brochado.
Silveira........ p. GaimarSes
Dr. Augusto....... Pedro.
D. Luiza........ Carolina.
Lisboaactualidade.
Comecara' as 8 hora?.
AVISOS MBITIMOS


DAS
Messageries imperiales
Ata o dia 13 docorrota mez esperase da Eu-
ropa o vapor fraocez Estramadure, o qual depols
da demora do costume seguir para Babia e Rio
de Janeiro.
Para condico", fretes e passagens trata-se na
agencia roa do Trapiche n. 9. ________
COBPASDU BilVSILiBA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos pottos do tw\ espe-
rado at o dia 23 do eorrenle
o vapor Sinfj Cruz, com-
mandante Waddington, o
qnal d:jpois da demora do
costume seguir' para os por
tos do norte.
Desdo |a se recebem passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dsver
ter embarcada ne da da sua chegada, encomruen-
d-3 e diiihiroa frete at ao rila da sua sabida as
2 horas. Previne-se aosSrs. passageiros quesuas
passagens s se recebem cesta agencia ra dv.
Cruz n. 57, pricneiro sudar, escriptorio de Anto-
nio Luiz de Olivara Azevedo 4 C.
Paquetes a vapor
Dos portos do norte esperado
at o da 24 do correte o vapor
Cruzeito do Sul' comroandante
Alcuforado, o qual depois d3 de-
mora do costume seguir' pr.ra
os portos u sul.
Recehem-se desdo j passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qnal devera'
ser embarcada no dia do sua chegada, encomreea-
das e tfiobeuro a fete at o dia da sabida, as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros q'ue suas
passagens s se recehera nesta agencia roa da
Cru' n.^7, andar,-eseriptoro de Aatonio Luiz
de Olivelra Azcvedo & C.
Santa (Jasa de Misericordia
do Recife. "
A I'lma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, na sala de suas sesses,
pelan quatro horaa da larde do dia 12 do correte,
recebe propostas para fornecimento de pao e bola-
cha que houvtrem' de consumir oc estabelecimen-
tos pos a' seu caxfo, tanto desta cidade como de
Oitoda, nos.mezesfls abril a junbo.
Saota Casa de Misericordia do Recife, 7 de mar-
co de 1868. /, .
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Seoza.
Companhia americana $ brasileira de
paquetes a v.ipo!*.
At o da 16 do ^orrenta esmerado de N6W-
Yoik por S. Tf.-o.aaz e Para' um dos vapores da
coBoanhi?, o qual depols da demora do costume
seguir" para os portes do so1, para fretes e pas
sagens trota se com os agentes Hanry Forster &
C, roa do Trapiche n. 8.___________________
DE
Navegaco costeira por Yaper,
Rio Formoso.
O vapor Mamanguape,
comroandante Costa, se-
guir' para o porto ci-
ma no dia 11 de margo
as 11 boras da mantisa.
Reeebe carga, passagei-
ros, encomroendas e di-
nneiro a freie no esuipiorio do Forte do Matos
n. i.
CORREI9 CI2R.-I-.
Pela adraioistraco do crrelo desta cidade se
at publico, qe e,m viriode d eonvengao postal
celebrada pelos governoi brasileiro e francez, sere
expedidas mlas para Europa ao dra lo do correo-
te, pelo vapor ioglez Oiu-ida.
As carus sero recebidas at 1 horas antes da
qw for marcada para a sabida do vapor, e os jor-
naes at 3 boras antes.
Admioistraco do crrelo de "Pernambaco 9 de
argo d 8ft8.-0 administrador, Domiogos dos
Paste* Miranda. "
. Ni di* il desta met, fiada a audiencia do
juizoda provedorn sa arremtttrao apreta Laiza,
escrava de Paula Joaquina de alto, oais um ca-
vallo, aprehendido com bem do evento.
nhecido por toda parte pelo nome de ex
tracto composto di salsaoarrilha do Dr.
Ay er; esle nome fi-lbe dado, n5o por ser
a salsa sea ingrediente principa', mas por-
que este nome geralmnte conbecido e d
e urna armacao, urna idea ciara do medicamento e os seus
. *flBt PonUjel, vender' em leilo um escr*- TBOS.
Segu em poneos das o palhabete Joven Arlhur, ao JJ ano de Hade, 1 dito de 40, urna mu- A raiz da salsaparrilha dos tpicos C-
meme ^n^^n.^^^no^n^^on^. nhecda Hffl dos ^^ a,terantes ,
cimento. qne possaimes, porem os mdicos lodos sa-J
Quinta feira 12 do crreme. bem que ha oufros to bons como ella, e cereja d0 Dr Ayer cura U)',os stes Padeci_
Aongirama a' ra da Cma n. 6i, an- qae 6m combinaco com a salsa sao rruito raBtos 1aasi sem e*cepc5o, e.rare o la-
mis efficazes do qua qaalqoer droga pode a", nos paizes onde conbecido, que n5o
tem qnasl todo o earregamento engaj
j resto qae Ibe falta tratase com os consignatarios
; Antonio Lniz de Oliveira Azevedo & C : ruada
Crnzn. 57 orimeiro andar.
COMPNHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos de norte espera-
do ateo dia 15 do correle o
vapor Paran, commandanto
o capllao de fragata Antonio Ji
de Santa Rarbara, o qoal de-
pois da demorado costume se-
guir' para os port's do sol.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se a>
carga que o vapor ooder conduzir a qosl devera
ser embarcada no dia de sua ebegada, encommeo-
dcs e dinhoiro a frete at o dia da sabida as 2
boras. Previoe-se aos Srs. passageiros qoe soas
passageos s se recebem nesta agencia roa da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Olives-
Ara zevedo & C._____________.
Para Lisboa
O brigoe porlagaez Bella Figueirense, capitao J.
C. de Carvalho Sobriobo, vai sabir com brevidade
por ler parle da carga eogajada, e para o resto e
passageiros trata-se com E. R. Rabello, roa do
trapiche n. *4, segQodo andar. .
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto segu em poneos dias o
veleiro e bem conbecido brigue Adelatde por ter
o seu earregamento quasi completo, e para o pou
co qoe Ibo falta e escravos a frete, traase com
o consignatario Joaquina Jos Oongalves Beltro,
roa do Trapiche n. 17;_____________________
GOMPANHA PEttNAMBUCANA
DE
Navegago costeira por vapor.
Penedo e Aracaj, Macei e escalas.
O vaper VoUngi, commaa-
dante Pereira, seguir' para
os portos arima no dia li do
eo'rente as 8 boras da iarde.
Recebe carga, al o dia 13 ;
causa, tem saa origem o predominio exten-
so e fatal ue ama molestia qae manir os
seus estragdos com Dameros e assombrosos
casos na estatistica da mortaodade. Por-
tado o dever de todos procurar o alivio
mais corlo e mais prompto que podem en-
centrar para a cura de qalquer symptoma
oa principio desta terrivel molestia; bem
como todos oe males qae podem conduzir
a ella, como tosses, resfriados, defluxos,
dor de garganta e de bronciles; qualquer
rouquidSo deve ser tratada inamediatamenle.
A experiencia mostra qua o peitoral ds
dar, as 11 boras.
de
ser por si s; portento, este composto de 'enha numerosos exemplos de curas feitas
salsa, labaga, stilliagia, madragm, etc., Por. eI e' ^
possoe rauito mais poder sobre as eafermi- i. As Preparacoes do Dr. Ayer s3o prepara-
dades do que aoalqaer dessas drogas s. das com especial atleoeao ao clima dos tro-
E' precizo notar que m* umiprepo. Picos, e teio modtficacoes importantes sobre
racM secreta, pois a frmala de sua prepa- as 3,,e *3a f?llas Para oulros P'Hze.s- .,
O agente Pestaa firi leiiio por e-mu e risco raC3o lera sido publicada muitas v^zes o Porlifnto deve-se nolar cora mutto cuida-
oe qoem nerteocer de 40 barris eostetros e meios s,ihmeUida tu unta'! rt hyoiono mihlica dos, para que nal baja engao, que 01 re-
com raanielga francea, 10 -ditos com maotelga e"'a as JanH8 ae nyg'eM publica, d^ n nrrtnaradas I
iogieza desembarcados ha poneos dias e 7 gigos mostrando exactamente as drogas que en-;m
com champaga*, no di* cima mencimado ne tram na sua composiclo e o seu modus fa-
armMem_^]_Aondi, as 11 boras da'aanhaa. ciendi. A grande Tantagem de remedios
De rnaaleiga ingleza, fraiieeza e
elia m nagne
Quinta-feira 12 do corre-nte.
LEliO
desta qualidade fcilmente percebida; o
medios do Dr. Ayer, preparados para
o Brasil, trazem rotulo e direccSo mi-
nuciosr na lingua portugueza. Portanto
convem notar com muito cuidado qae o ro-
medico sabe exactamente o qae est recei- i0'0 ou envoltorio de ca(la frasco traz na
t?.ndo e os resultados que se devem espe- frente noine do remedio descrip$Ia do
rar, e o doente saoe o que est tomando, o seu "S0 na l,Dgua Porlu8ueza
que n5o acontece com a maior parte dos es- Deve-se recusar todo e qualquer frasco
i hnrrf. rlltl i oanco nouraMi. ^ ... \_. nn que for offerecido com rotlo ero ioglez o
1 borra de ferro, secretaria de amarello. Planeos que por api se apregoara no em- ^ 8,1(liin
1 crteira, 1 mesa, 2 mocbos, 3 cadeiras e P"* Je preparares med.cinaes como as JJ n^^ojht impnKJ em nm o. adoo
1 repanimento de escriptorio. Sexta-feira i 3 de marco as 11 horas iTef..d!.ma'es ^e re.sultam d- uso de fio IS?, "
DE
10 accoes da companhia do Beberibe.
10 ditas da caixa filial do banco do Brasil.
pool.
remedios secretos que tem quasi sempreL- oico deP0Slt0 xm Direita n, 15.
por base alguma droga perigosa, cemo seja
em
O agente Pinto fara'leiio por aotorlsaco dos .
administradores da massa fallida de Joaqnim J.s Ke^cur,0> sentCO, etC
da Silveira, dos objectas acimA mencionados per-' extracta composto de salsaparrilba do
tenceotes a dita massa e ezistrntes no s'goado Dr. Ayer especialmente efficaz na cura das
Vende-se na botica franceza de P. Maorer
A C na Nova n. 25.
dioheiro a frete at as 2 hiras da tarde do di*
da sabida : esori(,iorlo do Forte do Malos n. 1.
Para o referido porlo pretende sabir com a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez Garibaldi, re-
cebe carga a frete : a tratar cora David Ferrelra
Bailar, ra do Brum n. 66, ou a bordo com o ca-
pllao.
tfedegoso de f eniambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
oso, e no Bio de Janeiro
I deste imperio pela de
thos/ernpingeos^'VaVnaTwm^cho^T or>T deJalh^ t'aridtum utilitiimum
res. rbeumasmo, pstulas, e toda qoa i- ?a taridium elonaa'um de Schom, oAc-
dade de erupcoes, etc., eem qua.que? im- l^S17Z7lZ '" ^^^
O agente Poniual competentemente autorlsado poreza do sangne, pois opera directamente, ? \w. iZ5t .k___*
ndera' em letiio urna ean terrea na :ua da sobre o sar.gue e as seerecoes, purificando-1 u lGe9l0 e considerado, na tnerapenti-
- salas 3 grandes os e exoiilsando o venene, e livrando-os da!03 Peroambucana, como urna das plantas
amata! murado e ap(l5A Xi^, n=nM.ihJ -;n- tus recommeodaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, orno calmante do systema nervoso, na
indar do sobrado da ra do Trapiche n. 33 (en- molestias que tem sua origem na escrfula, A Planta conhec
rada pela ra do Torres) onde se eflectuara o na infeceo svnhili.ira em tr.das a eiiaTfnr nm!naCao de ftdeg
leilao as 11 boras do da cima dito. Ha '"'430 .sypouitica em tofias M aas lor- / -J,
---------------,----------------------- mas, ulceras, chags, mal do figado, dar- j '"as (Jao Asu
LlLlO
De deas casas terreas.
age
vend
Sania Croi n. 70, com dnas
quartos, cosinba fora e grande qu,,u
cacimba, urna dita na ra do Mondego d. 63 com aca0 viciada mspira-lbes novo vigor e no-
duas salas,dous qurtos cslnba fora, qoiotal e.vas forcas.
,Pxf 5"harr dV^TdT'do dil cac,mb' ,<*/, am.b8S a^cas83 terreai PrPri0-! SALSAPARRILHA DS AYER
Sexta felra 13 do correte.
No armaiem do dito agente, a roa da Cruz n
62, t* andar, as 11 horas. Os Srs. licitantes po
derao eiamiuir as casis.
paralysia, 3sihma, tosse convulsa ou ceqae-
Para Lisboa
Segu sem demora a barca portugueza Constante
111, por le grande parte da sua carpa prouipta,
para o reste e pasag'iros trata-se com Oveira Fi-
los & C, larfw do Corpo-Santo n. 19, ou com o
capitn, na prsca docommercio.
Lisboa
Para Lisboa pretendo sahir com a mxima bre-
viiade possivel o briuue portugaez Addaide, por
ter parte da carga engajada, para a qu falta e
passageiros trata-se com oe consignatarios Mar-
ques, Barros C, no largo do Lorpo SmtJ o. 6,
segundo andar, ou com o capito a bordo.
fOT* -, : --,--f.

LEIL-9ES
.- -tfe-.
li ni hiciio de faz ;ii.is e ma-
de7as
A 11 do corrate.
O agente Oliveira f->ra' leilSo por conta e risco
de cu ein pertencer do melhore mais varalo sor-
timeuto de titeedaa e miudezas proprias do mer-
cado para liq ajenio, eoasitlinde em chitas I .gtetas e france-
za*, riscados e riscidinbos, musselioas, baei?s,
baetoes efurrios, hamburgos, piedles, ia de qua-
dros, aljjn's diversos, madapolSes, cseas e
moreaniique, pannos da Costa, cobertores de la e
Je algoJo, tlufrtnt"?, castores, bros braucos, es-
cures e de core3 de lioho e de 311(0130, gangas,
briibanlioas, easslnetas, alpaca, duraques, fus-
i5js, merino^, velludos e velbutiuas, estopas, bra
mants, aargeliaas, palitM, casacas e sobrecaa-
cas de panno o casemira, pannos fios azues e
prefjs, casemiras pretas e de cores em pegas e
cortes, chales da cassa, looquim, merino e de
gorguro e de chit, maulas de seda e de rkzp,
soetuns de linhovca.(hs fetan, los pretos, camisas
de oambraia e de fl lo Ihas do linho, cobertas
boorous, cortos do Ia e vestidos, ch*le., Uflata-
uas, manteletes, capas escora*, vestidos de l e
de seda para meninos, mantelete--, atoalbado de
Imito, bretanbas, damascos, planillas e fd-is as
mais (.izeDdas que coostitue orna luja completa-
mente sorlida, sendo as miudezas em tal quanti-
dade lomo diversidade que apenas se menciona
calcado, botinas e sa ii5js de bezerro, de tranc;,
e entras qoalidades p'*ra h-imcm e mentos, Mas
diversas, retroz, galoes, bico^, traouas, botoe-,
ocolos, harmnicas, chicote?, buhas para eoser.e
marcar, pentes di- marfim, de tartaruga e outro?,
escova?, flvelas para cinto e ootros mistares, se-
da para bordar, carlfiras de algib8ira, corss,
eolheres de metal, galoe?, pensas de ac, colxet",
camisas de meia, ciapeos di) sal, do GhiH, de Ma-
nlih?, de feltro, de IS, de palne e de castor, b-
nets, ramos de flrjs, grvalas, chapelinha, en,
feiles, lovas de pshica, de seda e de algodo, tin-
ta ara', banhs e leos de cheiro, meas croas, de
seda e de algodao, papel, carni^s e peilos de li-
nbo, ferrageos e monos outros artigos que c:nsti-
tuem ama bem sortil* lr>]a de miudezas.
no *b
as 10 boras da manha, no armazem assas conhe-
cido, a' ra do Trapiche n. 38.
C0MPANH4A PERNAMBUCANA
DE
Rayegaco cssieira per vaper,
Goianna.
O vaoor Parahyba, comman-
daute Mello, segoira' para o por*
to cima ao dia 14 do corrate as
9 boras da notte. Recebe carga,
encommeadas, passageiros e di-
nbeiro a freie, no escriptorio do Forte do Malos
n. 1.
COMPANH1A PERNAMBUCANA

flavegaco costeira por vapor.
Parabyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Ipojuca, commandan-
t Mantos, seguir para os por
tos cima no di* 14 do cnente
as 3 boras da tarde. Recebe car-
ga at o dia 13 as 3 boras da
tarde encomioendas, passageiros e diabeiro a
(rete at as J boras da tarde do da Oa sabida:
escriptorio 00 Forte do Matos n. 1.
Da um guarda loucia de amarillo nuasl novo,
orna rawa elasuos, um rebelo de paredft, om r>'
de consolos de Jacaranda* com pedra a Lui XV,
um tualbele com podra e espelh", urna rica ma-
china de costura em perfelto estado, doas pares
de jarros para enfeite de sala, Ojus paras de lan-
teroas, cadeiras novas e osadas, marqueses, apa-
relbos de jantar, ditos para almoco, marquezas,
clices, copos e outros muitot objectos bem como
um faqueiro com lodos os seus pcrttnces.
HMG
0 agente Martina tara' leilo dos objActos ci-
ma meoionados do armaiem da ra do Impera-
dor n. 16, as 11 boras do da, sem reserva de
preco.
De livros do ireito
Segunda feira 1G demarco
O 'gMQtrf Pinto avara' a lailn uiu mo n..so e
masniUo sortimento da expositores para facul-
dade de direit).
', sem duvida, o mais poderoso renovador Y"?3 ', co- ulsa C8q0e"
' dosanguo, conhecida a medicina, p.is 0 '^ losses recente? e antigs, saffocaC6es,
catarrnos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os sofrimenlos.das vias respirato-
rias ; sendo nm excelleate unitivo pafa
jnico remedio de qua se tem tirado vanta-
wens permanentes no trstamento da syphilis
e escrfula.
De todas as molestias que affli?em o ho-
mem, talvez nao haja tima que infunda tan-
to terror, nem nma que seja 15o inexoravel
'e horrorosa nos seos eslragos como a sy-
philis, mal syphihtico ou mal venreo.
E' provavel quo esla molestia tenha exis-
tido desde os teapos mais remotos da bis-:
aqueles que padecem de phtiiica pulmoaar.
Saa eficacia contra o ttano ou espasmo
iocontestavel, e ninguem ha que a desco-
nheca.
Mo ignorando nos o quo acabamos de d-
zer, e esfurcando-nos por ser til humanida-
ilo soffredora,preparamos o que abaixo indi-
j camos, pondo a disposicao dos distirctos me-
contrario.
Segunda Valenus.a calvicie e as ulceras
aotoroj :
breos, Belime, Ftirrer, JjoffroT, Oadot, Mon-
tcsqoieu, de Haislre, Taparelli, L'^cr.in;;*, Coraos
Jur!-, m>1c-Ulv. o.-i.i.-.i. s-.vi-iv, Birtinld, & M cara dfi llhenu-s. de que falla Tcito, t,i-
lombi,iUo, aceiave; Rjftroo, Taiers, Vcniu-!ram causadas pela syphilis. Ha prava po-
r, Kiober, W;-tt"i, Wheatoo, Mdr, Birgier,'siliva puo existi 800aonos pelo menos an-!
Phiilpps, BJtard, Paoftta Belia, Roee4 T.-ebut en, jes ,je Colombo.
Lobw, Liz T.iueira, Ordenacda. do iieln >, Mass,
PardssDS. ivire, Cbaatoa-; Laferrtere, Maca-
re', Bastit, Goercee Soeuil etc.
Annunciar-se ha Blleriormante o las*r do Isi-
lio, e a disinbuico do catnalogo com?.elo.
G. de Salicito diz que existi em Millao
em 1209.
Petrtis de Argelato falta della na Boln ha
em li"0, e llypocrales e Cleso pOem fra
em exi-r-Acto nienoeo, emplas-
tvo, o!er*. pllnla, xa-
rop c riuito.
A JUIiUBEA ama das substancias me-
_ I dicam-f:ntesas que pertencem ao reino vegetal
Mb_M ntBHi I
"' : I de devida saa antigoidade ; porem certo
e eniram na elasse dos tnicos e dsobstru-
entes, sondo empregada com vfnta.'emcon-
tra asfebres intermitontes acumpanhadas de
engorgitamento de figado e baco.
]ila tem sido a;l:f,;da c n'iucontestavei
que boje ate era todo o mundo, e que proveto conlra.a anen a ou ch[ h
- a""^-> Atiencao ao aviso
excitnr a menstruaco diicil, resultante da
E impossivel achar oatra molestia .queimesiaa aQemia uU cll!oce.
de tal mancira alectc toda a economa e ____
Prevloe se ao publico quer desta eidade, quer
de entra qualquer, que nao f'C tran-aerS 1 a;;im,i que >p\ areca S( b taotaS formas, e S.tsque
com Manoel Joaquim Goelho, acerca da beranca 0 bomern di) tantas maneiras diversas,
qne Ihe cvube pelo fallecimenio de toa irmSa Al.'- > ,__k;i, _:_.._ /, :,, ,u ,; 1^
raadBa Adelaida Coelho Perreira, casada que foi A syphilis primaria e nuit eoDheCtda,l
com Manoel da Guaba Guimaries F.rrtira, res- porem a secundaria ou COOStltUCInal toma
0 ARROBE VOTAL
E* maito superior aos xaropes de CUISI-
ER, e deLARROY. De faci'digeslao, a-
den:e no reino de Portoeal, por is-o quo essa he- formas difieren tes que o primeiro sympto- PRdavel ao [adar e ao blpbatc, elle cura
ranea esia* sujeha ao debito do abaixo usHgQado e m3 dee despertar em todos crios "cuida- raaicalmente, sem mercurio, tod.is as affec-
itros ewdorce. a^ j ces da pello, fmpigens, alpo-cas tumores,
Os symptomas premonitorios mais com-1 afan, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
muns sao: languidez, abatimento moral e eoriiuto. E sobre tudo poderoso as moles-
pbysico, falta de appetite, ioBomua, olhos llas repeldes aomercaro o ao iodurto d<
pesados, dores rheatualicas, particu:armen-iPotassw*
te de nonte, paliidez, tonteiras de cabeca,
magreza, dores noctaroas e s vezes peque-
as erupcoes com fehre ; depois vem os
Oflarece-se orna mofa p^ra ama lie tima
ca-a da pouca l.-imili.i: ua ra da Sra!la-Veiha
o. m.____
Na roa do Qoeimado n. 22, loja, precisa-se
fatlar com o Sr. Thoinaz R.'.-;'k, a' negocio.
Precisa-se de om caueiro qo-1 ana pratica
d*> moibadns : n rns Anqueta n. I
i\a r>i.. -slfo'l.i ao It isarlo, soDTadO i 0 1
andar n. 35, pr^eisa-se alogai trn moleque do 12
a li anrws : queu u vor pode vir contratar.
Precisa se de nm Rizeiro para taberna, qne
tenba pratica e d im da .sja conducta : a tra-
tar na ra Impariil n. 139.
verdadeiros, irrilaeao na garganta scompa-
uhada de leve febre, dores as juntas,
queda d s Cbellos erupcoes, darlbros, tu-
mores nos ossos, ulceras, manchas na pello,
Tlores de cabera (as dores sibilticas silo
menos fortes durante odia, geraltuenio co-
laspe<'$ao doaarsenal de manaba. imecaai a angraentar ao por do sol), sordez,
Faz-se pobbco qoe4teommis>ao de pontos eza- maiin-m* v.nnirlr np rnividos
minando, na forma dctaejainida no rrglameuto tam-TO! malignos, ZU! wo ilCSOJViaos.
anneo ao decreto p. l,32i de 8 de fewreiro del As erujicoes f-yphihiicas sao do militas
185, o casco, machina, (.-.ld?ira=. aoparelho, mas- especies, Cimo eru,C<3es" escamosas, eruii-
treaco, veame, amarras e coras de tapor Ca-itffa ulcerosas, l upcGS pustulosas e erup-
maraytbe, da compauina Vi;;il nte, achou todts 5 ,.. 1. r.kp..a fi7fia(lo nhir os
esesl.|'),ctosemesia'o de podar o vapor coat-, Ca? Da PtIie a* caDe''a Idze'1U0 "mr os
nnar no servico de rebeque, em que se em- cabellos.
pref*. Qoando a syphilis ataca a membrana mu-
Iosp?cc5o do arsenal de raarinha de Pernimbu-!CnSa dd nariz e da garganta requer atteocSo
co, 9 Ue margo de 1863.
O inspector,
H A Barbosa de Almc-i la.

ma
Em continuag5o.
De 20 cavllos.
O agente Marlins fara' TetiSo em continascSo de
20 cavados quasi todos com andares e em boas
carnes.
Quinta-feira 12 do crrante.
No armazem do Sa', as 11 horas do dia.
Precisa-se da orna ama para comprar e cos-
afear : na ra* das Liran^eiras n. 26, Io andar.
ofectora da* familias
Ajsociaca brateira
DE
Seguro mutuo sobre a vida
Approvadi por decreto do govtrnu imperial
de 13 de junho dH8*4
Gerida pelo Banco Rural e Hypotb.ec3rio do
Ria de Janeiro.
CeilalISSAO FISCAL.
^Veador, Jos jeqaum de Lima e Silva Sobrioho.
Gommenitador Jeronymo Jo.- de Mosquita.
tem Boa'ventura Gongalvs Roque.
dem Goilherme Pinto de Magalhas.
Esta asseciaco fecbou o anuo de 1867 coro
2,931 snhscriuiors, com om capital subscripto de
reis 4,369:9863470, e convertu em apolices da
divida'publica ao joro de 6 porct-Bto ris......
1,162:0005000. As pessoas que quizerem inscre
verse na assocmgao, sao convidadas a dirigir si-
pessoalmente, 00 por e?cripto, oa por intermedio
de quem quer qae seja, que se aprsente auioris-
do na sgeoria di dita assocugso ra do Livrarnen-
to n. Id priaieiro an lar, a tratar com- o Sr. N, F.
de Vidal, qoe dar' o regalaoieuto da mesma e
todas as eipllcaco~s de qtia ctiree-OM._______
iL-raediata, pois os estiagos sao rpidos e
irreparaveis; comeca incbando e inllamiBan-
do as partes, seguindo-se a ulceracao que
Vn: 'fagos paraSomhrlga*.
Preparaeao a u .,: exoolsan com-
rlgaseooirri; -rmes, sem acarre-
*i jeime venientes ;ju se tem ilado'eom ontras
}5 9 Sao ': prJbde aceie vermiciva,
. lavis ao paladar e comoaliveis com tod s as
9*8 compl varisodo stiment3 na qnan-
lidade.
XAROPE 1)E SALSA P ARR1LHA DO PARA,
00
DEPURATIVO ?jV SAIGUB
USADOS N.'.S MOLESTIAS DF. PE
DORF.S niIEUMATICAS EULCEltASTENERRAS
PIIITIAS AKTS PK'UODICAS
Ciinlra asfebres inter.r-c .."s, ou aezes
aaii'>i?_ ios irwiiBfir
O MULUNGU' tem accao directa sobre os
centros nervosos, e por isto fz dormir sem
determinar afflaeneia de sarrgue no eerebro
como o opio esubstaocias. ripies quedelle
se extrahem, pelo qoe o somno tranquillo
s vezes estende se at os osso's do nariz e e reparador, calma a tosse as bronchiles,
e modera os accessos de asinina e de tosse
convulsa.
TODOS EST:3 MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
TOR
EKII.AO
O ageau Pontual vtndera' am leilo por man
dado do iilm. Sr. Or. jais dos feltos 4 fatena,
larynge; entao se pe de a vnz ; causa tos-
se, causa a formarlo de tubrculos e fez
estragos ilmitaveis em todas as parles do
corpo. Sa todas compreliende'ssem bem o
alcasce deste terrivel flagelio, ningnem te-
na um momento de sec^go emquaatQ o
mal nao fosse estirpado do systema. Offerecemos hoje um abrigo seguro e
urna cara eme z de toda a qualidade de mo-
lestia syphilitica na
Salsaparrilna do Dr. Ayer.
Para asse^urar urna cura permanente es-
te remedio deve ser lomado com regulan
dade e constaocia, observando escrupulosa-
mente as direcces que acompannara cada
frasco em portuguez, e ao mesmo lempo
deve-se evitar escessos de todas as quali-
dades.
Carece tambem especial attenco o
Peioral de cereja
Do Dr.Ayer
para cura radical e certa de todas as mo-
lestias do pe-to e garganta, -tos&e, consti-
pacoes, bronchiles, astbtaa, definios, roa
quido, coqeuluc e angina e dipheria.
A graDde fama que tem graegeado este
remedio devida s admiraveis curas da ti-
UlUb fCrnamullCiliiO. sica pulmunar, molesta esta t5o penosa e
A partida do mez de marco ter logar fatal em suas coystquencias, que aquellas
na noite do dia 24. Que 85 atacados dos primeiros sympiomas
devem sor tratados o mais cedo possivel,
e o prioieiro remedio qoe se applica deve
ser efficaz, pois nSo ha tempo de fazer ex-
periencia. As pessoas atacadas da tisica
geralmema fazm poaco caso de sea mal,
at que seja tarde para cural-o ; cesta,
mais do qae em qaalqaer oatra oatra
Atiencao
Rea da Trapicha n. 2S A, venda pjr atacado a
a realho leite condenoido, ostras laggosta par
mecas do qae es oatta, parte.
Joaqnim d'lmeida Pmto.
PHAKMACETI O EM PEFWAMBTJCO.
Roa largando Rosario N. 10
O Dr. A. S, Perira do Carmo '(medico)
esi mudando no sobrado n. 12 da roa da
Tmpprr.tri7!.
Advocacia
i O bacbarel Balliioo de Mraes Pinbeiro
I tem escriptorio de advocscia a raa ostrei-
5 ta do Rosario n. 17, primeiro andar, das |
I 9 horas da manha n 3 da tarde.
Precisa-se de l;0.Oj0 a premio de 1 1/i
pelo tempo de 12 meia, daado-se por garanta 2
upimos escravos, qu^io q'"' hw esle nejocio
aununcie por este Diario p-ra ser prrrnrado.
Azevedo & Irm.o
ua do QueimadonJSt
VEDEM
Telbados de (erro (talvaoundoa.
Caneos de chumbo de ledas as srossoras.
Bacas esiaobadas de tudos os Umanbos.
Tbesonras para encrespar babados de todas ae
trossoras.
Salitre reinado de Londres.
Bren e enxofre.
Zlnco em folha.
Moinhos para rerraagio de todos os timanho ao

ntPIGENS,
rnFBlVFir



ftlarlo _e pernambce Quarta leirft 11 e Har^o de 1868.

ILLUMINACAO
A GAZ.
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o aso do gaz na
osas e estabelecimentos particulares, offerece desde j as segaiotes vantagens:
1. Urna redaccio consideravel nos presos dos caaos, apparelhos e todos os mate-
riaes precisos para a installago desta luz,
2.* O gaz forecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
ououtro metal differente, assim. come oenbaiu damao poier causar s pinturas, quadros.
rname-tos, papel de forro mais delicado que seja, toraando-se ao mesmo tempo Uto sau-
davel mais econmico outra qualquer luz, j conbecida, anal, evitar tambem a obs-
trcelo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
w, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem luso e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa.
4.a As pessoas que quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se i em-
presa, a qual se encarrega da collocac5o de todos os apparelbos, canos,etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qaalqoer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sea trabalho.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstruco de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pegas novas que forera
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco que possa haver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
COLLEGIO DE SANTO AMARO
N. Recife, raa di Trapiche w. o,
Fundado em o anuo de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
Souza.
O director do collegio de Santo Amaro, no intuito de montar sea estabelecimento
convenientemente, acaba de fazer acquislcio do excellente edificio era qne acbava-se lo-
calizada aSocledade Club do Recite,sita a' ra do Trapiche n. o, para onde modoa
sea collegio. A eiucaeae e instruido baseada no novo systema especial de premios
e punicSes, sendo totalmente abolido o castigo manual. Conilooa a receber como al
aqu, alumnos pendonistas, meios pendonistas e externas; acbando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commodos, e prvido de um escolbido pessoal de pro-
(essores, qne leccionaro as segoloies disciplinas :
lnstruccao elementar Retborica e potica.
LiDgaa launa Geograpbia e historia
Franceza Geometriaa
> Iogleza Philcsophi
A abertura da anla elementar tera' lagar no dia 7 de Janeiro e as demais do dia
3 de fevereiro em diaote. A insperco dos compartimentos do collegio e os estatutos
d > mesmo, esli a disposicao dos interessados. Ootro sim, o director tem creado urna
cadeira de dezenbo annexa a aula elementar, sm que por osle importante e til melbo-
ramento exija maior indemnisagao.
O director empregara' todo o afflnco e cnidado nao s, na parte relativa ar bom
tratamento e adlanumento de seus alumnos, como tambem, na boa ordem e regolarida-
de de en estabelecimento.
Escriptaracao mercantil
Msica vocal e instrumental
Dezenbo
Da usa
3_W5_ $ 82S (&ZS _2_3 @9M-i_aBw.
TAHA DOS MM

16,Ra da Cruz16.
Ha diariamente neste estabelecimento um sortimento de doces para cha.
de-l, bolos Dglezes, podios, pastis de dilerentes qualidades, fiambre etc.
Novas conservas e licores, agua de rosas e de flor
de larafija em garrafas
TRABALHOS DE ASSUG'AR.
Pes-
Assocar candi.
Fmctas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilhas de assucar de dilerentes qaali-
dades.
Arnendoas confeitadas.
Papis finos com estalo para sortes.
Bombons.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
Pastilbas de caf com leite.
Bombom fondant.
Pastilhas de rosa e limo.
Ditas do HortelSa pimenla.
Recebem-se encommendas de trabalhos proprios de pastelaria para grandes
jamares, bailes, baptisados e casamentos, havendo para isso enfeiies anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armago como sem ellas, paes-de-l e outros bellos differentes en-
feitados sendo o de cor feta com assucar.
O dono deste esiabelecimento tem resolvido substituir as bandejas as armaces
de papelo e Liba, por armsces de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, sero as encommendas bem acondicionadas.
Neste estabelecimento compra-se pevide de meiancia (milo).
Precisase alegar urna escrava para o seivi
qo de casa na ra Nova n. 52, primeiro andar.
1 Fernlra Viel, photograpbo da casa Impe-
rial e premiado as duas ultimas exposic5es de
185 temas r,hol:grapbicos na sua aniiga (China a' raa
do Cabug a. 18, tnirada pela pateo da matriz
CAitTES DE VISITA
sem o menor retoque de iapis ou de natkia a 9$
a duzia.
Grande sortimento de caixiohas, quadros, cas-
soletas e alfinetes de ooro para retratos.
Chama-se a atienco do pnblico para os retratos
apostes no salo de corlar cabellos do 8r. Jos
Ricardo Ccolho e na livraiia do Sr. Ncgueira oe
Santa.
Msica
Precisa se de nma ama para casa de ponca fa-
milia ; na roa da fiadeia n. 21, loje.
A o publico
JiTendo chepado a' barra do porto desta cidade
do Natal no dia 12 de fevereirojiroiimo passado a
barca lugleza n Vetrugie, caplto James Lyaf!,
procedente de Liverpool, com carregameoto de fa-
lcadas, diversas mercaderas e 100 toneladas de
carvao, aconieceu que sem tomar o pratico da bar-
ra, accommeileu a mesma, e encalbando em ama
caiida de ari, fez avaria grossa. Q tempo era bo-
nanzoso, e o navio pedia sem risco slgum esperar
o praco fra da barra. E para qne senielrianle
sloistro nao peze sobre o abalxo assignado, patro-
mr deste porto e primeiro pratico da barra, crea-
sionando ao mesmo tempo descrdito a' barra, faco
a prseme putlicagso, que vai por mira assig-
nada.
Cidade do Natal. 4 de marco de 1868.- Jos
Dias PimeBta, praticomr._______________
Alaga se o segundo e tercelro andares da
casa da roa da Madre de Deus : as cbaves para
ver, esto no armazem do Sr. Pones Guimares, e
traia-se na rna do Livramento d, 6, [.rimeiro
anear.
AMA
Precisase de nma qne tenba boa conducta, par
o serv'o de duas pessoas : na raa das Aguas Ver-
des n. % 2 andar.______________
Preeisa-se de um criado bom copelro e bo-
lie'rro, preferindo-se que seja estraogeiro, a tratar
na ni dos Torres n. 12, 1* andar.
Jos Mara Pedrozo de Lima, faz scienle ao
publico, especialmente ao respeitavel eorpodocem-
toereto, que nao deve Bada a ningoero, e aqnelle
qne se julgar credor apresentara snas comas le-
gas* so prazo de tres dias qne ser salsfeilo.
Barita 9 de marco Preeisa-se de um moleqoe de 13 para 14 an-
uos, para o servico de um botel: na rna larga do
Basarlo n. 44, botel de Bordeaos.
les Sis negociantes de madeira.
O abaixo assignado precisa contratar
varias travs, tergas, linhas-flexa?, pilastras
eespigSestudo de madeira de qualidade in-
dicada de 14 a 75 palmos de comprimento;
apessoa qne a isto te propazer nio se dn-
vidarf fazer-se algnm adianta ment, dando
coobecimento na roa das Cruzw n. 51 s-
criptorio de
Antonio C. M. Temporal
Lecciona-se por solfejo e a tocar varios
instrameatos, dacdo-se as 1 goes das 5
boras da larde as 9 da noite : a tratar na
roa Augusta n. 30.
e?!3ffil
SSUk '
Precisase da urna ama para cosinhar : tratase
a ra da Cadeia n. 34, segundo eterceiro andar.
Seguro contra *fogo
Antonio Luiz de Oliveira Azevedb & C, agentes
da compaobiaMdeliiiade, estabelecida no Rio de
Janeiro, lomam seguros contra foso em predios e
mercaderas, em sea esrriptorio raa aa Craz nu-
mero S7.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e en-
gommar, forra cu escrava, para casa de pouca fa-
milia : a tratar na ra da Cruz n. 63, segundo
andar.
piiii wm wmmmmm
;| O bacbarel Joao Gonjaives da Silva JSS
-* Mootarroyof, madeu o sea escriptorio de ||B
JjR advogacia para a' roa do Imperador n. j
Vg 10, onde^pode ser prororado das 9 boras 21
fli da maobaa as 3 da tarde, e fra destas
Jg| boras na casa de sua rtsidencia no Corre-
2gS dor do Bispo n. 9.
Da-so a quaniia de duzenlos mil iis, sobre
penbor de orna escrava; a tratar na roa do padre
Floriana n. 71._____________________^_
HOTEL D'AGIA D'ORO
23 Kua estreita do Rosario 23
Confronte a roa das Lar^ngeirss.
Jos Pelippe Marlios participa ao respeitavel
publico e aos seos nmeros:s fregoezes, que ni sea
estabelecimento sempre se encontrar variadas co-
midas promplas a qualquer bora e vinbos de diffe-
rentes qualidades, tudo por pregos rasoaveis; aos
domingos e das santos, bavera a mais bem (eita
mao de vaeca ;s 4 boras da manbaa, e outros pe-
nseos como sejam, papa de farinba do Maranbio e
de aramia etc. as 7 boras, asslm como sorvete as
6,4' da urde, e as mais baras ta finetas, pelo
man r,arto do qne em outra qualqaer parte, prego
de 260.
Ainda se aluga.
Um qoarte no primeiro andar da casa de ba-
aos do Recife, com varanda para a roa da Crnz.
Ama
Precisa-fe de nma ama para casa de ponca fami
ia : na roa de S. Francisco n. 84
Ama de leite
Na roa do Aragao o. 10. segundo andar, preci-
sa-se de nma boa ama de leite, livre, oo eterava :
paga-se bem agradando.____________________
Arreoda-se um silfo grande no Jacar, com
easa de pedra e eal, onitas frocteiras, e baiza para
apira : a tratar com o solicitador Barroso, raa da
Concordia n. 34,
GRANDE LIQOIDAQUO
EAZ
OMOURODEVENEZA
15 ra da Imperatriz 15.
ARMAZEM
Attendendo s urgentissimas necessidades em que se acba o imperio da Santa
Crnz, de mandar foreas para o snl, o Monro de Yeneza, patriota como acaba de offe-
recer-se como voluntario da patria, afim de n3o passar pelo dissabor de ser arbitraria-
mente disignado para o servico da guerra, como esses guardas nacionaes rebeldes, e por
isso tendo elle de segnir brevemente para o Paraguay, approveita o ensejo de se despe-
dir dos seus numerosos amigos e freguezes, e ao mesmo tempo para Ihes lembrar que
esia a occasiao mais favoravel de todas as pessoas sortirem suas dispensas, pois a mo-
dicidade dos preces dos gneros existentes no armazem do Monro de Yeneza convida a
todos fazerem o mais briibante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Admirem todos os precos seguintef, cheguem, vej3o e comprem, e depois con-
fessem que t urna rpida retirada, poderla ser a causa dos seguintes gneros serem
vendidos por estes precos, a saber:
Azeitonas de Elvas latas de 3 garrafas a 800 rs.
Ameixas francezas em latas cartSes e boctas.
Assafates do Porto, temo de 10 por 10)5500.
Arroz do Maranhao.
Albos a 80 reis o molho.
Absintho verdadeiro a i#800 a garrafa.
Balaios em grande quantidade para diversos misteres, como sejam : guarda rou-
pa, costareiras fi uteiras, e muito proprios para compras.
Concervas inglezes a 900 rs. o frasco.
dem para peixe e pimenta a 400 rs.
Ostras, latas grandes a UiOO.
Vassooras americanas a 400 rs. cada urna.
bal refinado em potes de vidro a 400 rs.
Biscoitosinglezes, perola, crakoel. captans, arrovrote e ootras marcas a 1,5400.
Latas com po-de-l torrado a 1 debis estmagos.
Senooras a 640 rs. a lata.
DOCES
De goiaba fino em latas de 4 Ib. por 20200, b grande quantidade de caixes para
diversos precos.
Melocotones excellente dece hespanhol em latas de 2 Ib. por 800 rs cada nma.
Marmelada em latas Va libra 1, 1 l/t e 2 a 803 rs. a libra.
Frutas de Lisboa em doce a 500 rs. a lata.
Ervilbas portuguezas e francezas.
Farelo de Lisboa a 60000 o sacco.
Fariuha de milbo branco a 5C0 rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva a 200 rs. a libra.
Farinha de araruta a 400 rs. a libra e gomma 160.
Graxaem latas para sapatos a J00 a duzia.
Chocolate verdadeiro de Cuba a 1*200 a libra.
YINHOS
Grande quantidade de vinbos engarrafados Malvazia verdadeiro a 20000 a-garra
fa. Lagrimas do Douro, Feitoria de Chamtegue, Cames, Abrantes e outras muitas mar-
cas para diversos precos em pipas, do Porto, Menezes e Chamisso, a 800 rs. a garrafa
Muscatel de Selubal, ob 1 que piDga! digna do maior apreco, e com preferencia para o
bello sexo, Figueira superior a 560 rs. a garrafa deste genero todos dizem ser bom, mas
desenganem-se que o verdadeiro so b oo activo Mouro de Veoeza raa da lmperatriz
n. 15, isto com pequeas excepcoes, vinho branco proprio para missa a 640 rs-
a garrafa, tambem temos de Lisboa era pipas a 50O rs. a garrafa e 30500 a caada, di-
raoalguns collegas que o Mouro de Veneza, barateiro como se annuncia, venda o vinho
caro, mas que elle serio como nao deixa de dormir de noite para andar as roltas com
as pipas peiandoas de misturas nossivas,
LICORES FRANCEZES
o que ha de mais estomacal e delicso como sejam creme d'ouro, de amendoa, de alptr-
che, de netUo, pecego, moraDgos, ortelam, pimenta e Moka, destas marcas custam de
urnas 10500 e de outras 20000 a garrafa.
MANTEIGAS
Ingleza superior a 10200,10000e800 rs. a librada qne vende o Mouro por
10200 custa 1500 em outra parte.
Presuntos seceos de Ilamburgo superior a 640 rs. a libra.
Linguicas e lombos preparados no Archipelago, acoriano em latas de 5 libras por
30300, mas bom.
Tijolo para limparfacar, emp a 100rs. a libra.
Figos em caixoes de 8 libras por 20500, ha muito qae no os h ta bons.
Pastas em carios 10000 rs. cada um.
Yelas de spermacete, de carnauba e composico a.
CHARUTOS DE HAVANA
O Mouro de Vneta, declara a seus freguezes que acaba de receber por interme-
dio decutra casa soperiores charutos da ftbrica de Manoel de la Salla, denominados Regala
Britanoica. em caixas de 50 por 50OCO rs. cida orna, o Mouro declara em tempo que n2o
venfle aos freguezes. ____
SEGURO.
martimos
E
\
ERNESTO & LEOPOLDO
A loja n. 2 D intitulada Corceo de Oaro na roa do Cabng, acha-se d'ora em dame offerecen-
do ao respeitavel publico, com especialidade as pesaoas que honrara a moda, os objectos do ultimo gos-
io de Paris por menos 20 por cenlo do que em outra qualqaer parte, garantiodo-se a quadade e a sc-
lidez da ebras.
O respeitavel publico, avahando o desejo que deve ter os proprietarios de um novo estabelecimen-
lo que quer propresso em sen negocie, deve ebegar inmediatamente ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos briibante*, esmeraldas, rubios e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pel(
diminuto preco de 104, brincos modernos de onro e coral para menina pelo proco de 3, maracas de
prata com cabos de majfim e madreperola, obra de moderno gosto (o que encontraro no corceo de
ourc) vollas de euro com a competente crasnha ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12, brin-
cos de um trabalho perfeito por um modicc pre^o, cassoletas, traneelins, pulceiras aloetee para re-
trato?, e corros modelos tudo de alto gosto; aneis proprios para botar cabello e firma, ditopara casa-
mento. No artigo roseras tem o Coracao de Ouro um completo e bem varisdo sortimento de diversos
gostos, butOes para punbos com diamante, rubios esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja' pelo gosto do desenho, brincos de forma da delicada moslnsa de moca com pingente contendo
esmeraldas, robras, brilbantes, perolas, o gesto sublime, al Cuete para grvala no mesmo gosto, relo-
;io8 para senhora cravados da pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
unito gosto, crusinbas de rnbins, esmeraldas, perolas e brilhantes, anneis com letras, cazoletas ae
erjtal e ouro descocerla para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperalrii toda e qoai-
quor joia, para se cclmoar retratos e obras de cabello, e ontros maitos 6bjectos que os p re te o de ates en-
contraro no Coracso de Onro qm se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes delxando-
se de aqu mencionrr precos decenos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se os
preces lalvez algneni faca mo joizo da obra, por ser tao diminuta quaniia a vista de seo valor.
Na mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese concer-
t?, por menos do que em outra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-se
o Coracao de Ouro alieno at as 8 horas da noile.
Qualquer pesroa que se dirigir ao Coracao de Caro cao se peder' engaar com 3 casa, pois
notase na sua frente um coracio pendnrado pintado deamarelloa!em de outro qne se nota ji on
rotulo (isto se adven em consequencra de tertrn ja* algunas pessoas eeganado com ootra casa-
HOTEL CENTRAL
RESTAURANT A LA CARTE
Entrada geral roa larga do Josa i i B. 37 e pata familias rna
'estreita dfr Rosario n. 4 A.
Francisco Garrido 4 Hermano, proprleUrios deste grande esiabelecimento, tem teito todo o
possivel para satisfazer a sua illoslre oonourrenea. Os hospedes acharo toda commodldade de gran-
des salas e asseiados qoartos por precos rasoavete.
Ha sala para leitara de jornaes nacicaasse estrangeiros; na mesma sala ha om magnifico plae
para recreio.
Come se a mesa redonda a la carte e manda-se i domicilios.
Os vinbos mais finos do mercado acbam se no estabelecimento.
A'noite ha aorvele e refrescos, caf, cha' e chocolate a toda' a bora e magnficos bilbares dt
cu.igno para divertlmento.
iS O abaixo assignado faz sciente a quem inte-
ressar, qne lando morrido qoasl repentioamente
n'esta cidade sea filbo Francisco de Paola Figueira
de Saboya, e nao podendo saber-se qual o montante
de snas dividas passivas, convinda por isto aos que
se joigarem credores a aposentar por sj, ou seas
procuradores. oas cocas legalisadas no praio de
90 das da dala d'esie, para serem pagas pelo espo-
lio do mesmo seo filbo.
Sobral, 17 de everaira de 1868.
Jns Sadoya.
AI Bf a-te
O tercelro andar do cobrado a roa do Amorim
o. 37, com grande solio e commodos ,wra familia :
a tratar no armazem de mesmo.
Joqnlm Antonio da Silva! faz publico, que
perdeo no da 7 do correle, ires letras de sen ac-
ceiie, e saccadag pelo Sr. Francisco Alves Monteiro
lunior, em 20 de fevereiro prximo passado, aos
pmo de 4, 8 e 12 mezei, sondo a primeira de
i I9J000. a segonla de 118*960, a tereelra 118*900.
as qaaei Ocam de neobum effeiio, visto que oesu
data aceeiief novas letras da mesma importancia
ao dito 8r. Monteiro Jun or.
Recife 9 de marco de 1868. ^Bl
no
VAPOR FRANCEZ.
RA NOVA N, 7.
Contlnna a ebegar de Paris aesteestabeleclmen-
10 bom sortimento de calcado escolbido dos melbo-
res fabricantes daquella grande praca, assim co-
mo grande, varledade de qninqullharla e de no-
vos brinqcedos para enancas, cojos artlgos se
achara expostos a escolha e vootade dos compra-
dores, como sejam os qae passamos a mencionar
e outros coitos. i
Botinas para senhora
de setim branco, duraque dilo, prelas e de oulras
differentes cores enfeiudas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
la muitas qualidades bem sorlldas.
Briacos de onro
ia lei a oltima moda dos Campos Blizios e boole-
rards de Paris, para senboras e meninas.
Lavas de pellica
lo verdadeiro fabricante Jouvin, brancas, pretas e
le outras-dirlerenles eres.
Loques
om escolbido sortimento de leqaes de diversos
(OStOS e qualidades.
Ultimo gosto
Ricos chapeosiobos de gosio para senboras tai-
ios ao capricho de urna grande modista de Paris.
Perfumarla
loo? extractos, baohas, olos, pos de arroz, agna
le cologne, agaa florida e s a bonetes.
Efcjielhos
la differentes tamaohos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos loucadores.
tara enfeitar bandeijas
Papel arrendado de differenies larguras e p-
droes muito bonitos para enfeitar bandeijas de
bolo e eaixinhas de dOce e de confeitos.
cal&lnhas de costura
le novos modelos ricamente gnarnecidas e com
lindas pecas de musir.
Delicado presente
ooicinbas e cestisbas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
chapeos de sol de seda
le cores e muito bellos para senhoras e meninas.
Bouqnets da exposieSo
lelkadcs booquets de flores de porcelana com li-
los jarros para mesas de salas e santuarios.!
Lunetas
le ac, tartaruga e {bfalo.
Oculos
de ac, bfalo e de prata doorada.
Ricas bengalas
le canna verdadeira com casiao primorosamente
trabalbados em marfim, compradas na exposigao.
Chicotes para passeloj
nuito fiaos de baleia e cabo de marfim.
Oteado para mesa
le multo boa qualidade, novos e bellos padrSes: e
muito barato de nma peca para cima.
Para tollet
)L'jeetos de phantasia muilo bellos para tollet.
Ceques.
shegados de novo a ultima moda.
Ricos albuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
com lindas pboiographias transparentes.
Estampas '
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
Rolduras donradas
le diversas larguras para quadros.
Abat-jour
para candielros e lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
Ibidas a' vontade, muito piltorescas.
Realijos
pequeos, de quatro e seis pecas de msica.
Aecordlons
i concertinas, o que ba de melbor neste genero.
Galotas de rame
le varios precos e lamanhos para passarinbo.
Botinas para homem
grai.de sortlnento bem escolbido em Pars.
Botinas para meninos
le maitos modelas bem sonidos.
Sapatos de tapete
Je charlte, de tapete avelludados-e di tranca
Lisboa para hornen, senboras e meninos.
Botas russlanas
Perneiras e meias perneiras.
Mantas de feltro bonitos padrees.
Chicotes fortes comprdos.
Lavas de fij da Escossia.
Cartelrinbas para dinbeirc.
Saceos de tapete p.-.ra viagetD.
talas e boleas sortidas.
Ponieiras para charutos e cigarros.
Cbarnteirase cigarrelras de paibs.
Casiiclns de bonitos modelos.
Grvalas frotas e de cores,
uordas para violo.
Bengalas para bumens e meninos.
Escovaspara cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfira para tirar caspas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas.
resourinbas delicadas para costara.
Caivetes fiaos com tesourinha.
Meias de fio da Eseossia para homem. ^
Venezianas transpareales oara janellas. *
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas te porcelana.
Jarros moi pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banha.
Taiberes finos para meninos.
Objetos de mgica para divertir familias.
Photcgrapbias magias.
Globos de papel para illuminacao no campo.
Caslinbas de vlmespara meninas de escola.
Goixinhas de maalca e reajeijos para meninos.
Velas a gaz para candielro3 e candelabros.
Carrlnhos de quatro rodas para cenduzlr crianc
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bereos e camas-com cortinados para bonecas.
Cabriolets e cavallinhos de madeira com machf-
nismo para meninos de 3 a 8 anuos montarem
Para retratos
calxilhos para eolar-se retratos, os quaes sao mui-
lo baratos de nma doz para cima.
Attengao.
' Nao sendo possivel menclonar-se aqoi todas as
jnalidades e calcado, nem todos os artigos de
jninqailbarlas, e moito menos da grtnde vari
lade de novos brinqnedos: pede-se ao pabiieo um
psseio a este eslabelecimenlo, ceno de que en-
contraro bastante paciencia para bem escolborem
9 qae desejarem comprar, e precos baratissimos
em vrtude de haver em todos es:es artlgos grande
quantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo doao do dito estabelecimento, arm-
tem do vipor, raa Nova n. 7.
Na raa~Direita n. 68, officioa de oa-
rives, compra-se ouro e prata e relogias
velbos de todas as qoalidsdos^__________
CONTRA FOCO
A companhia Indemoisadora, estabelecidt
?esta praca, toma segaros martimos sobrt
navios e seus carregamentos e contra foge
om edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Librassleilinasem ooro
Vendem-se no escriptorio de Oliveira Filhos &
C largo do Carpo Santo n. 19.
h
Ama
Prec!a-$e de ama
Crespo n. 23, L ja.
de leite
de leite : na raa do
ama

Precisa-se de ama escrava oo forra que saiba
eozinbar oo engommar : na roa da loperarli n.
45, ^ andar.
Precisa-se de ama ama para servico inlern0
e externo : no becco dos Copiares n, 1,
M noel Alves Perreira A C na ra da aloe-
da n. S segando andar, lem para vender mato su-
perior vinbo verde de Basto em barris de qninlo,
caixas com ama duzia de garrafas de vinbo do
Porlo superior e barrisinbos com 500 sardiohas de
espiaba moito superior.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se ooro, prata e pedras preciosas,
tambem se faz qualqaer obra de ncommenda e
odo e qualquer concert.
LOJA
M
RELOJOEIRO
M
Vctor Grandin
Pa da Cadeia do Recite N. 40
O proprietarlo deste esiabeleci-
mento, premiado com a medalba
da expnsico universal de Paria
no anno de 185, tem expotto a
venda em sna loja, um grande
sortimento de reiogios para algi-
beira como sejam : de ouro e
prata, sendo dos melbores fabricantes, de paten-
tes inglezes, saissos e orisooiaes. Tambem teca
urna grande quantidade de reiogios para parede,
e que balem horas, ditos para embarcares e para,
cima de mes;, todos estes reiogios sao dos mais
bonitas model s. O mesmo eoncerta reiogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bem roncera cbronomelros de algibelra e marti-
mos : recebe sempre por tolos os vapores, no*
completo sortimeolo de correles e irtncellns,
sendo ludo de ooro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objtctos de bijoo-
teria dos mais bonitos e modernos gostos.
ltenlo
Na rna estreita do Rosarlo sobrado de om andar
d. 35 avisase a lodos os senhores armadores que
quizerem flores para enfeltes de igrejas, fesldes,
palmas ara altares e andores, rosas, capelias, ar-
cos para santos, ramos para domingos de ramos, o
qoe ludo tem para veoder-se e aprempla-se toda
encommeuda que *e qneira de Sores para enfeitar
aodores e para saiGtes de anjos de procisso, en-
feita-c capacetes e peitos para aojos, rosas e sip6
de flores ludo com presteza e barateza, aprompta-
se toda encomihenda de flores para fra tanto de
panno como de papel, capellas para nolvas e meni-
nas, bouquets para noivas de flores naturaes e para
enfeitar bolos, ditos de cera e de papel e patino;
na mesma casa preparam-.se bandeijas de bolos de
lodo o gesto para csamenos e bailes, com fitas
bordadas a ouro e lelreiros proprios, bordam-se
fitas para siotos de maceas e de senboras a ooro,
enfeitase vellas para baptisados e cose-se vestidos
pretos p>ra a quaresma a Sgurioos ao goslo de seas
donos._________________________
A pessoa que se offe-ece para cebrancas
nesta cidade oo fra delia, dirija-se a ra do Impe-
rador n. 81 armazem.
Atteac&o
Forne se comida com aceio e promptidlo; a tra-
tar naroadaF^oi^oiinao. 36.___________^^
60$ de gratificaco
Contina a estar fgido o escravo Maneel, que
representa ter de idade 40 annes, com os sigoaes>
seguales : baixo, peroas arqueadas para fra,
tem o rmc/i esquerdo amputado sb.-.iso do coto-
vello tres pollegadas, cosiuma fazer tj lo com urna
so mo, e presume-se que esleja em aigoma ciara:
d-se a gratificaco cima a quem o pegar e en-
tregar no eogenho Macauaco, freguezia da Escada,
oa na roa da Senzalla-oova n. 33.
Lava-se e eogomma se com perfei3o : na
roa do Aragao leja n. 1, casa de faoiieiro, defron-
te do sobrado graude, p .t preco muito commodo,
camisas a ttfJ rs, calcas a *i iO rs., coele a 80
rs., seroulas a 40 rs. e palitot a 32 r.
Aloga-se o primeiro audar do sobrado da ra
de Santa Hita o. 25, com commodos para familia :
a tralar no segando andar do mesmo.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
Indo servico de urna casa de pouca familia : a ira-
lar na ra da Soledade n. 3i.
Trocam se
as olas do banco do Brasil e das caixas Altees-
dom descont muito rasoavel na praca da lnc-,
oendeneia n. 2?.
mwmmmmm mmmm
O ur. G. A. Raposo da Careara (med- S*S
co) tem abertoo seu escriptorio na roa da
Cadeia n. oa1* andar, onde pode ser
procurado das 9 horas da manbaa a's 3
iia tarde.
" Urna pes.va nat.ililada e cora pratica, iffere.
ce-se para cotrar dividas nesta cidada e fra delta
e da' liiDca na ra do padre Flonaoo o. 71.
Santa Genoveva.
E-la esiabelecimeuto fuGrciona desde
!m da i do corrente na casa n. ti da ra
gal do Hospicio.
fjr. Seu director, Antonio Marques da Amo-
SIS ri_, offerece o a seos amigos e a todas
| as pessoas qoe o queirara honrar .ccm a
a sau conflanca. Sao professores os se-
iSa guintes senhores :
los Ildefonso de Melloleilura, cali-
grapbia, principios geraes de gram-
rnalica naciona', cathecismo e prln
cipios elementares de arilbmelica.
Major Solvador Heonque de Albuquer-
i quesyniaie e analyse grammalical
i djs clas-icos porlupuezes e desenvul-
vlmento das operares de arithmetiea.
: Bacbarel Benedicto RaymandJ da Suva
latlm.
O director occopa as cadeiras de francez
e de inskz.
ConenftJoaqaim Piolo de Campos -rhe-
inca.
Dr. J^aquim Pires Machado Porteila
gengraphia e pbi'osophia.
Casimiro Francisco Godinbo de Assis
geometra.
O subprefeitodo collegio
de direito Mauricio
reir da Silva.
o 2* ano'sia
Francisco Fer-
Ama
Precisa se de orna ama para casa de ponca futni-
,ia : na ra da Moeda n. 39, primeiro aodar.
Trabalhador.
Precisa se de trabajadores : na rna da Fl;ren-
llaa n. 20, fabrica de cerveja. ___________
"Medidor de "terrenos.
Francisco Paulino Cabral, achando se habilitado
a levantar plantas cora o relevo do terreno por
meio do curvas de nivel, calenlar as suas super-
ficies, fazer nivelamentos, computar a cubati.ra de
qualquer projecio ; tambem se proropiiBca a faier
qualqaer prrjecto de cana, e sea orCamento; as
pessoas qoe qoizerem ulinsar-se de seus7prestma
lenham a bondarte de dlrlgir-se a iravessa da Ma-
dre de Deas n. 8, armazem do Sr. Jo Rodrigues
de Carvalho.
IXEIRO
Precisa-se fallar.
Na roa da Craz o. 54, era D. Ledavina Amelia
Sampaio. natural dacidede do Porto, a qual velo
para aqni ba 13 ana s p inca mais oa meaos a bor-
do da barca Sacramento, se Ihe deseja fallar a
negocio de sea inters-e, oa aoaaacle a saa(_ora-
da para ser procurada.
Precisa se de om eaixelro qae qaelra
mallo : a' roa do Livramrnto n. 6.
ir para
CBI4D0
Precisa- alagar om escravo para o servioo de-
orna casa de homem sulteiro a tratar na loja de
Aodrai- S A?u \ ra do Crespo.n. 8.
Moleque
Na roa da Cadeia n. 46 preeisa se de alegar om
moleqoe.'

/

'-




frlu-fe de FPftMbaco-Qart iclra il narco de 18t8.

-----
ESSESrCIA CONCENTRADA
DE '
CAROBA
Qreparada a'frio por Auguste Caors,
FDARHACEUTICO PELA ESCOLA DE PARS E SDSSESSOR NESTA CIDADE
DE
Arlstldes Saissct e Sorna
N. 22 Ra da Cruz X, 22.
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outr qaalqaei
mineral.
Verdadeiro parificador do sangae sem atougne.
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua origem na imporeza do
sangae, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escropulosas, darlbrosas, que
venhatn ellas por here Jitariedade, qaer sejam adqueridas pelo tontacto com pessoas infecs
cionadas dos diversos viros que contaminam o sangue e os humores.
A earoba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passaado seu uso de geracSo em gerac3o, 9 boje, um dos remedios, mai-
conbccidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morpha ou elephantiases, para cajo curativo os nossos sertanejos consideram a
earoba como remedio especifico.
Ha mato tempo entroa a caroba nos formularios como preparado magistral
a*ob a forma de eleictuario, anda hoje lembrado as pbarmacopas com o nome de seu
celebre autor Jlo Akes Carneiro: nao ella portanto, remedio novo nem desconhecido,
O ungento de earoba da mesma sorte preconisado desde lempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o cora deje uso oubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregedo com proveito ivo dasbeofrcoa de rimppplica;ao de muilos ouiros agentes
therapeatcos enrgicos e dpois quotidiano.tl
Haitos dos nossos mdicos de considerac5o e entre elles o maito distincto pra-
tioo e observador o Sr.-Dr. Pedro le Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
e experiencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da earoba no
trtamenlo das boubas, das diversas formes sob que a yphilis se aprsente e muito es-
pecialmente as que tm &aa sedea pelte, e poderiamosrelatar alguns casos de data muito
moderna observados peto mesmo Sr. Dr. Moscoso em fue a earoba produzio dmiraveis
effeitos, depois de notis e prolongadas applicaces de salsaparribt, mercurio, iodo,
ouro e^eus preparados, etc., etc.
Nao era possivel qae una planta tSo notwel por suas ioapreciiveis virtudes
escaptsse a perspicacia e invostigacoes dos mais a'baisados praticos europeas, qoe se ap-
lican com especialidade ae estudo e tratamento das molestias syptiiliticas e berpeticas, e
para prova ah estad os Srs. Drs. Cssanava, SchuiTer, Ricord e outros dando as mais H-
songeiras informacoes sobre as propriedades curativas da earoba e precenisando-a como
remedio poderosissimo psra o tratamento das erepces cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de toda qulidade, eczemas, ulceras de diversas nfcarezas, tamores osseos, e
cetras muitasmolestias de natureta sypbilitica cu neobalica.
Por ter-se geaerasado muito o so da Gaseaba da Caroba que ea pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos quodesejam continuar em seas observacoes, de-
iberei-rae a ter prompta urna qcantidade da mesma essencia, obtidasem a aeco de fogo,
para nao prejadicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-h
na minha phamacia sempre eem porcSosomciente para todos os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, c o ungento da mesma planta, para que nuoco. faltem acs-senhores
mdicos que quizerem expgriraentar to-precioso agente'medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 deoctubro de 1886.
Auguste -Caors.
Ru da Cruz n. 22. ;
!\uirni'.'ulj e medidla!
t>RF PARADO P-"R
Lanman & Ktmp,
para phthisca
e toda a qulida-
de de doeneas
-querseja na gar-
ganta, peito ou
bofes.
Exprs s-
mente esclhido
dos melbores fi-1
gados dos quacs*
se extrahe o oleo
no Banco da Ter-
ra Nova purifica-
do chimicalmen-
te, e suas valua-
veis proprieda-
des conservadas
com todo o cui-
dado, em todo
o frasco se ga-
rante perfeita-
mente poro.
Este oleo tem
sido snbmettido
a um exame
muito severo, pelo chimico de mais talento,
do governo hespanhol em Cuba e foi pro-
nur nciadod nteoelle a cor
maior porcao de iodina
do qcc outro qualquer oleo, que elle tem
examinado.
Indino na poder salvador
era todo o ol quolle no qual ootftm a maior porcao d'es-
t* iovaluavel propriedade o nico meio
para corar todas as doeneas de
garganta, peito, bofes, figado,
tbistee, broochitea.asthoDa
oatharro, tosse, res*
friamenlos, etc.
Uns poucos frascos d carnes *o muite
Aluga-se
o prfltaeiro t-odar e solo da cas da roa do Amo-
nta d. 10 : a tratar na raa do Trapiche o. 28 pn-
meiro andar.
Precisa-se de um eriado
ras n. ti, hoteL
CRUDO
na roa das Larangei-
O Dr. Joaquira Aio de Souza, medi-
co. pJe ser procurado na roa Velha n.
27, onde reide.
Aviso
O abaxo assignado f publico qae veodea ao
or. Antonio Das de AlmeiJaa armacao da ra das
Crnies o. 41.
Recite, 10 de marco de 1868.
Francisco Jos Loii Ribelro.
Precisa se da um amassador de nadara : na
roa do Llmnieoto n. 32. ,
Ao depois da audiencia do Sr. juiz de psz da
ireguena de 8. Jos do da 15 do correte, vo em
praca seis eadeiras de amirello, urna mesa redonda
de Jacaranda, urna dita de louro com gaveta, urna
manga de vidro tom casiical, cujos beus foram pe-
nnorados a Francisco Jos de Abren, para paga
"k0!? ** Wecn5* QQ9 contra o mesmo encami-
nna Francisco Joaquim Pinto Guimares, cojas
editaes esto em poder do portelro Serra Grande.
Precisa-se de ama ama para comprar e coti-
iraar para casa de peuca familia : a' ra do bar-
tbolomeu u. 49.
T~ Um bomem cem um cavallo be cfferece a
wdo servio de urna padaria, de que tem pratica,
para os arrabaldes da cidade, sustentando iba o
cavallo Tara' qialqucr negocio : a tratar na roa
Direita o. 129.
AS4
tAloga-se a cwa terrea n. i d roa do Principe
regueiia da 8oa-Vi.-ta, com 2 salas, 3 quanos
couuoa, quiMal e cacimba ; a tratar m ra No-
va ti. 3.
Aviso
Arrende-se um grande sillo no logr Boa-VIsfem
o qoal oi do fallecido Porlella, proprio para ter
maero aueeia clama a vista ft 'H vionr a LaCi*S ,eIa oa P|aotacao de Kraodicca, melao,
J Mnf,!L f !' L- ^ I melancHs ou caolm, a>m dos co^e.ros e canoeros
Nenlima OUtro artigo conbe- que tem; os pretenderesdirijaia se a roa oOres-
J. VIGNES
N. 55 RAQOLMPERADOR N. 55.
Os ptannos desta antiga labrica sito boje asss conheidos para qoe seja neces-
sario insi tir sobre sua supe/uridade, vatagense garantas gue oierecem aos compra-
dores, qualidades estas incontestaveis, que elles tem definitivamente conquistado s'ibre
todos os que tem apparecido nes a praga; possuindo um teclsdo e machintsmo queofce-
decem todas as vantades e caprichos das pianistas, sem nuuca falhar, por serem fa-
bricados de proposito e.t r se fe ito ultima meo te meinoramentos importantissimos para
o clima deste paiz; quanlo as vezes sao melodiosas e flautadas epor isso muito agra-
daveis aos< uvidos Fazem-se conforme as encomiaendas. tanto nosta fabrica como na do Sr. Blon-
del, de Paris, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre pre-
miados em todas as expos ces.
No nesm') estabelecioienlo se achara sempre um explendido e variado soriimea-
to de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos epianos haraso-
nicos, sendo tudo vendido por procos commodos e razoaveis.
~ ^.?:.7' ma
SOFFRIMENTOS D'ESTORiAGO, CONSTiPApAO
Cura em poucos das pelo Cbvo DE BEttOC em p ou em paslillias.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essa*affeceseato d-
sipadas rpidamente pelas PEROLAS D'ETH^ftiD'CLEKTAS.
ANECIA., A PALLIDEZ e os soffrimentos que iecessitam do
emprogo dos enuginosos 6o sempre combatidos com o melhor resultado
pelas PILULAS D vallet. Cada I'ilula tem iucravado o nome VllLEI.
.
PO DE ROG. Basta dissolver um frasco d'este p em meio
garrafa d'agua para ce obtir una limonada agradavel que purga sem f-
zer clicas.
VINHO DE QUNIUFJ1 poucos cuja composicSo c garantida constante, urna das melhores pre-
paraOcs de qumino, sem aceao notavel sobre os convalescentes, dande-
lhes forcas c apressando volta a saude. Cura as febres antigs que re-
sistao ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEX1GA. A maior parle d'estas moles-
tias, cerno as sciaticas, lombagos, catarros, e todas as dores nervosas eiP
gsral sao curadas pelas perolas de essencia de therebemtina d
Dr. Clertan. 0 professor Trousseau era seu Tratado de VterapeiMca acon-
selha as para serem tomadas na occasiao do jantar, na dse de 4 12.
OLEO DE FIGADO DE BACALHO DE BERTH-
Garantido puro e de primeira qulidade, um dos poucos aprovados pela
Academia de medicina.
AVISO- Todcs
estes medicamentos foram aprovados pela Academia
imperial de tnedicina de Paris.
Rt-Jndro.
Balir...
Im Parts,
DorosciiEux;
Ttfconpii.
Hassi et C\
BEPOSITO
U FREBX, 19, rn Jaro
Herhakh 4 Pernamtuco. Hadbb t O.
1 Ceara.....Hadheb et C*.
todo o corpo.
cido neraedicina ousciencia, da tanto nu-
trimento ao systema e encomendando quasi
nada o estomago.
As'pessoas cuja rganisacSo tem sio des-
truida pelas affec^oes das
ESCOFULAS OU REUMATISMO
e todqs aquellas cuja digesto se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
0 le* He fiyado e baealbiro
DE
LANMAN Si KEMP.
Se que des^jam v*r-se livres e isempas
e enfermkades.
Acba-se e venda aos estabetecimentc* de
A. Caors Barbosa, <*o J. daC. Bravo & C.
P. Maorer &C, M. A. Barbosa, Bartfeolo-
meu & C. e em todas as priecipaes ios de
perfumaras e boticas.
3*=2!rclaa ommtlesk.
A medicina nao deve ter segrede. As
faculdades de medicina pablicam inamedia-
tameate todas as snas descoberias que po-
dem ser uteis ao bomem, e a verdada que
quast tudo que se tem descoberto de real
valor para a cure das enfermidades-humanas
penenoe directamente aos facultativos.
O Dr. Ayer sguo o es.emplo hoerado dos
seus alastres predecessores, e patenteou ac
publico a sua grande descoberta pera a cura
das molestias do peito e da garganta, e boje
bera conhecidopeiiowil de cefeja.
Lago que *eve a certeza da efleacia do
remedio, e quando vio desapparecer diante
d'elle,^omo per emq^aio as tosses, broo-
cbites, JoflHmffiacao de garganta, rouquid5o
tosse ferina oo cemprita, andina e todas a
molestias que atcameos orgos-da respira-
Cao, beai como casos obstinados de tubrcu-
los e pbi&istca pulmonar, enteadeu que oA
segredo perteacia por direito ac povo.
Se e pevo exigtsse a publicaco das fr-
mulg de todes os remedios que se vender.^ndeBct :-!
ha versa muito menos oaarlatanisEo, e o ni-
co monopolio que se poda establecer ent
seria aquello da siiperioridade.
l"0_ Pr*ne)ro antfar oa^asa amrella o. 18.
Precisa-se de ira a ama^de leiie~seta~filhos :
a- !T*tar aple Preeisa-e de urna atoa BOMMWta aodar
coai urna cnaaca^ ua ra to padre Fiortana d. Tt.
COMPRAS
Ceeipra-se
Seaipre'Mr mais*-que em Kra parte,tirata
e ouro de-todas as qtwKidades eo aioeda : ca ra
o a madeja Joja de ailej3 o 58.
de ourtf e prata
Paga-se por mai-s-do que emeclra quatrqaer par-
te : na'eja de ourives arco da Congeio e compra
wiro-e prala vetfra e pt-dras preciosas.
"Comprara-se dousescravos de meia
dade proprios para o servico de roa; quem pa"..ma
os >trver dirija-se ra do Gaidefreiro
5 i, que se dir quem compra.
4 AGJIA Umi
K roa do Qacimado a. 8.
Por suas iocessaotes eDCommfndis tem clma-
tneote recebldo variado sbrdmeuto de differeotes
orjocto?, ?emi.re de Rosto e ultimas modas.
Ella porm usando da franqueza com que sem-
pre se tem diuiogoido, confe*a qar.os precos c-
tuaes cao podtm ser to commpdos como a' lem-
pos eram, verdade essa que todos reeocbeceni i
etperimeoiam em qualquer genero qae desejam
eoteprar; ainia asMu, ella levada por seus prin-
cipios de barateiro, contina a s-lo em relacao as
acluaes circunstancias. Ao meaos em cempenss-
cao das pequeas' alterares que na em alguos
precos, supre a belleza e boa qulidade dos cbjec
tos seg niales :
Bonitas guarnieses prelas para basquinas e ves-
tidos.
Grande e variado sortimento de trancas preta
de vidrilhos com plogentes e sem elle?.
Outro dito de dilas brancas conforme as pretas.
Outro dito de ditas de cores lambem com vdri-
Ibos, sendo eom piogenles e sem tiles.
Outro bello sortimeiito de galoes e enftles de
fda, direitos e recortados, com v'rilhos e sem ti-
les, e todos de novos e lindos deseobos.
Outro sortimento de botoes ere los de core-,
todos eofeitados com vidrilhos, e algunsxcm pin-
gentes, notando-se entre elles o born gosto dos mol-
des ioteiramente novos e aqu nuces vistes.
Bonitos e tuodernss nenies dourados.
Bjoitos penies da tartaruga obras, modernas e
de apnrado gosto.
Outros ditos Igualmente beta feltcs, para ftesem-
baracar.
Cairos tambera de tartaruga para tirar bien s.
E bem assim muitos outros objectos que seao
presentes ao comprador.
AtlMHS.
A Aguia Branca a un do Q'aeimado a. 8 acaba
de receber urna ova collocco de albons para i
a 200 retratos. Nesse sortiaieo'to vicram alguos
que por suas perteicSes, riquews e bom gestse
toroam nota veis e merecedores de sxrem possoidos
por quera -possa, e saiba aprestar to bellas obras.
k proposite c Altmos
A Au Branca tarnterareceheu urna pequea
i|uantide de reliotos'netaveis, cojo caracteres
sao os siguiles :
Pamila imperial trncela.
Ke e rainba de Pertigal.
ItD^erador e iaiperatru da China.
l.r.aiarKne eAlexa&dre Duo.a.-.
Vctor Hogo, e'Tfctss.
'Washingioo, J^hns-an e Lincoln.
Tambe ni recebe o
Grande a variado sortimento da vistas p'-ra ste-
Teoscoposl as qtraes p^r suas novidaoes seto apre-
ciadas petos apafconado?. de to bello eoiretimento
Comparecro, pois, os pretendentes qoe sero
bem servidos,a ra do Queimado leja da Agoio
Branca n. '8.
Copos eiala* com superior iia lia
A Aguia'Sranca a ra do Queimado n. 8 re.ee-
beu de^aova om completo sortimeoio e perfuma-
rlas finas, viudo em dito soriimenio os copos, latas
efvasos d porcelana douraa com a bem conheci-
da e apreciada bauba Qua.
Extracios finos de agradavels cheiras
par? ieucos
Vascs com p de arroz e pincel.
Dito com dito sera pincel.
Tioceissollos para dito?.
Ijoaas e-aixiohas iovernisadas, conlendo fitas
peamarias; para presentes.
Ostros de papello, p,irm moi ttm airanjadas
S RATA G OURO
mmpmm-se moedas
cota Kaito maior vantrigem
O bem conhecido CGRAQA DE URO n.?D,
?ca do Cabog, compra toda e qualquer ruoeda de
prata e curo, pagando mat do qoe outra qualquer
^tftej venhan aeseoBaBarem-se : -eperamos.
C*S3prai3 Comprars-eo, vnddm-se e trocam-se e3cravos
te smlios os-sexos e de todas as ides : a ra
i*3 imperadoco. 77, 1" ad r.
lili
odo ntalpico.para o mera?.
Agua den tifice.
Banha &\ icneza e transparente.
E assim ts demais perfiu,ari s de primeira
'Qualidadn s >mpre encontradas ^ec dita itja da
Agoia Branci a ra do Qcemido n. 8.
mm
Lealdade
gua da Iirperah-is d. 70.
O proprielario deste estbelecimetito tem a hrn-
ra de levaj ao connecimeoto dore^ce!tave^ publico
que acaba de re eber pelo ultimo vapor um gran-
de e variada sonimeoto de aitigos de gesto e au-
taslas, como sejam :
Cotos
Requisslmos eintos com ponas e sera ella, ea-
eiados com vidrcs, unte pretoi cemo de co-
res.
Punhos
Licdlssimos punhos com goliiabas bordadas em
fino panno, assim c. mo flnisslmos eotretaelos j
babadinhos.
Thesouras
Ai perteitas thesouras de puro ac para unbas e
costuras, bem como caivetes de cabo e aurfim
e madreperola, garante se a qulidade.
Feotes
Um gran le e variado sortimento de pentes para,
coco e lambem para alisar, sendo de borracha,
matura e buf-le.
Escovas
Finas escovas para (acto, unbas. denles-oafci-
lo de todos os umanbos e de varios pr>$os.
tovas
As verdadeiras luvas de Jouvin e flo de escoca,
branca, de cores o pretas.
Perfumaras
>' Dos me here? reifumists que tem apparecido,
como sejam : Sociedade Hygenlca, Piver, Lubiui
Cuadral, comesitque srandes e pequeos.
Espelhos
Com os melhores vidros que posstve!, de qua-
dio, caixa e locadores de lodos os lamaubos.
Coques
Lisos e enfeilados com omito gosto.
Le eres
Lecres de sndalo de muito bom gosto. os tes
lbores qae lem vindo oeste genero.
Enfet*s para vestido-
Um g'aode e variado sortimento de fia de sir-
ja e seda lisa e lavradas, trancas de seda, la e
algodn de tod.-s as larguras e outros minies arii-
gos qoe se tornar/ entadonbo meociooa lo?, masi
que solodispensaveis a-formaf o perfeilo toillo
do bello sexo.


|4r^

\
el
Julio Osar Pino de Oveira, ue-
gociaute matricjlado, preiendeoio
brevemente lenr.Tse para Europa,
vende Sfii esub^lecimenio do fazeo-
das ingltzas e fraccezas; e pedp a
.q'iell3s pescas de quera cred-r,
ttoham a bondade n saldarem suas ,^..
coola?, visto que fazeudas veuaiiias ,y r
com llliailtados prasos, ceriamente --
vai nabiaf, daeoeor.tro aos iue- :f?:\
n sses de stu acreditado e tabtltci- &>
tLento.
Este belo estaholecimenlo, monta &~-\
do u'uro dos meibors \oce", rca'if S?;/
f ',Wf^ vantsgens a quem se quizer estabtle- S
; '' Ctr, (orque nlo f est bem surtido ff-?^
de faz'ndas, quasi (odas ioglezas e '.'
batatas, como especialmente o arma (si^
;;* zi ir, teai commodidad^s tara se mo- (? \
4u/-. rsr dentro do mesmoestabeiecimento. .-- ;
*;';S; Contina a mesma Itqoidacao : na /*'.-*-*
^% ra da Imperatriz n. 18. ^j
\m, Chitas a 00 rs. o covado. ,'
.^^ E-t.is ctitas iogleias, com padroes ?:j'
- franrezes >. do moilo boa panuo, km .--: -,
(jBK* a vantagem de ra> di-botarem e pro- %'&&
prias para c servico de cas-a
vende o covado a 2G0 rs.
Cassas ateezis a 320 rs. o coada. 0*%
Estas cassas, a que todos chamara '
rrgaoiiy?, tm os mais lindos des-e-
Dbus e de cores (xas-, e e ituie. n
fV
SO 99


de onroe prita, ccmpr?m-5e por roaier<)reco que
|d outra pan-a; na ra deCrespo u. t -i- andar.
14
* '=* .-
^Jgp
A mu,
(JUereoe-je para ama usa preta eserava, a quar
sabe coziafcar-e zer do-,:jgomraa Mpama coa-
s, e pode capear na ft, para 6;I, para casa ^studan cu ce r/oesa familia :
a tratar na n;a V-lha n. *, segondn aadar.
Precisase de OH
leile e
seja sidia : na ra da Imperatriz n. 48 ou S2, leja
de fazendas.

fREPAUQES FESREAS-iSGSlSs:
r-PR0ViDM pila acar.rjia sB rt-icist
DE BRIN DU BISSON
rkraiwsfo, IctrnJe ii!a cstaia da tt&si i fv
O oineate professor TnorjesBMT, na ahtXM ediilo de tea Tratad A Thera-
ptutica 0 Materia medica, reconliece que os ferruginosa* sknples sio bovim
vezea ice-ficaies para curar as molestias que teem por caus o empobrecpcuW
do sangae. Kuitos mdicos doe mais distiocios auribuem esse e o xito auf.-jeir,
r/esM prepar*goc-s, de munyaiicse, que se acha na sangne, cos tem recocbacidt
os chimico os mais peritos, sempre intimamente unido com ferro.
V pois, prestar-se um vfi-dadsiro servico aot S"* Medkos, ocbasur-ce sua atleacia
sobre a* preparaefie seguintes.
T lUrflt VnUtfMWa caa-a, ajradavel, subalit-jiedo co vantagem
i> eeo&oaia as aguas miacraes Terrugiuosas.
2* Plalas e Xarope k ieareto de ferro c de mangaoese Mmm
2 esoteodo cada ama cace centigramos de isdnreto de ferca manganico indicadas
perticnlarmevie as molesta lyupbacas, eserefuiosas, e za cbaniadas cas
erosas taberenloMJ. %
Io Mm it beuto de ferro t de maniese) ^tfSSSFtSZ
t in de carbonato frreo Eangaaieo j 2?P2fi2in
keniar sus das* praparaeSes di es malbores rwaltados.
0 *hrii n nutoa sesejanda ebur a sdbealo completa de fukliee sssfice t
ea e valor de saa Breparaceas, prerlno qae Ut ae pfte frataiUiBeaie a su
,Nc,rigewlo-M;
He ftntmhu, a se* agenta geni, Msrnrer O, r**ruunooa, raa Revi.
UeCalka de OO, premio de 16j600fr.[
Em moeaa nsga-se
Prata e
bem
ouro
: ca praca
da Inde-
Compea-se onro e praia om
aa oraca da Independencia a. 22.
ebras velhas
Compra-se ara prelo dt meia idade : a tra-
tr_na ra da Imperatriz leja n, 20.___________
Compra-'.e um papgae contraeito qee seja
bonito : ra da Cruz o. 13 armazem.
Compra se-nm violo em bom estado ": c;sa
e padre Azeveda, caes do Ranos.
Compra-se orna boa cas? terrea com grande
commodos para falimla. porm, ma^roas do bairro proprios, e quem Uver para vender deixe cartadei-
diadj com as iniciaos R. F. : na kavessa da ra
do-Rosarlo Estreita, p.vdari? n. 2 A.
. G6mpra.se nrareloglo de onro com a cadea
lambem de curo, em perfeito eslea trata -se oa
raa de S&ata Hita, sobrado o. 3.
Sirop du
BrFORGET
al
I I I I 1 I I i
ilXHa febrfugo e fortificante1
sdperks ios vimos lARati bi odira
Experimental* com pieno uccesso nos hospitaes,
a quina Larootse (ou extracto roa,pela del
qaintt) umi preparafi excepcional, por ser
privada do amarga d quina. Adrada por conseguinte
as pessoas ai mais intolerantes e aos paladares os
mais delicados, poi nem milito doce nem muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emprea-
se com muiw proveito lvjs casos de u dyapesela, ncvrattla, anemia, faatla aeni
eanaa, apparentr, eanvaleseeneaa demar.i-
e cbloroae. E o espenico das molestias febri
QUINA UfiOCKE FERRUGINOSA
lUuaiado todas ai propriedades do ferro e da quina.
EM PARIZ, S^S&~* m
1S. ru Drouot. 5^=|a2g62
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Qira ciuarrhoi, ihh
coqueluche*, irrUacm
nervotae iat doi eran
cliiot e toiat ai doentm
do peao; basta ao doeais
urna coltie rchdea deste xarope IV Fosen.
Dr. iHiui.i em Paris. raa Vivleaaa, te,
Pari3, 36, Rna Vivlcnne .D
>HABIEmdecinspcal
AS JCMFERMIDAL-4S OtS SEXUAES, AS AFR&
- OITAyEAS. E A VTERAgOES DO SAK6U5.
" ad,0O0eurdumpmaanx
ptatulo, kerpes, $rn
comixoet, eertmonia, fc
ercoM.otetosu dotarunui
virut, $ alurofam 4o ta
fue (Xarope vegetal sem surcario). enpauatiaa.
vecetaea Btmto* MinrHiis tomio-*"<.
por SMaans, segnindo o traetamento Depurativo ,-
mpregado as mesmas mbleitias.
Este XaropaCitraetoSaBii
de CUABLE. cara inig"
lamente qulquerptroc.-a?
relaxaeao, debilidad, i
gira Imente o fluxoi $ orm
trancae das molbere. Esta injeecao benigna ts>
raga- cora Xarope da Citraeto di Perro.
mida., faada q ae ara ssa tras jea.
? Ccmpram-se libras esteriinas
ladependeacia os. 13 e 13.
na praca da
i
i
B
ijt
::-
asas
,'-'
m
\'
!
n i
jS..as.?. M
Grarid3u7ii3zem e tin-
tes 57 ladicamentos etc.
Una q Imperador o. 22.
Prodo ttot cbimicos e plarrris-
ceicos t is -suis empreados eu
oeditiua.
Tiutas j wra todo o gcero e jI-
tura e pai'a ttnturaria.
Producies iadastriaes e rii
para flores, como botoes de rea
e modelos era gesso para imitar
frustas e passsros com c compe-
tente deseitbo.
Producto e chiraicos e iuastri.-'es
para photograpia, tinluraria, pis-
tura, pyroitxiiia etc.
Montado tfn graede escala e sqo-
prido direetevoeote de Par?, Lon-
dres, Hambu.-go, Auvers e Lisboa
pode oSerecer productos de plena
ofi^nca e saisfazjr qualquer en-
comcienda a jrosso trato e a reta-
lho e por prego couimodo.
los afnigzens de Tarso Ir-
maos.
rovado a
Vellndo preto, o mais sope-
r ir qoe i;a no mercado,
covado a....... .
Perealles d qae ha ne>ta fazenda, co-
vado..........
Fil preio d seda, com Ae-
res, proprio para fe*, ca-
vado..........
Palll ts d- ganga rrancea',
r opa nacional, muito Lira
f'iics.........
Palilols e flpar. branca",
_ muiio ico.--, rada om 4a e
Calcas de casimira da cores
e prelas 10$ e.....
i'alitots de casimira muia
lina 1O.-O1O e......
Chalos prtU oo fi; da seda,
baldados.........
Ditos^de agodij ere tondas
K'OOr......
Frascos
30
C20CC
*450|
I5C00
3.50CO
ioCO
SOGO
: ?
:.
IfstOOQ
oaju e u'rar-BO-

WS, doas Rotrenlas .
GravtiDhas de seda, eslrelti-
nba?, de cires, urna. .
'rih& Toalhas de nbo poro para
W*- n f,-'-'10'0^ barra encarnada
, Li ilhant oe asetinada com
^ajsR "f minda, o covado. .
Objeotos de candieiros a
CandielrlDhos amtncancs de
bom ti.achioismo ....
mm d
ra
Centro de mundo legante,
Mova n. <6,
V^nde-e oba' perola, byson e preto de sapericr
qulidade. ebegado pelo alumo por.
Vende ee pmaioa escrava de 23 annoos com
sea lindo liirjo efe 9 a-nnos de idade, orna dita com
habilidades, idade 24 aonos, nm tocito mulato de
3 annoi e um dtto pau todo o servijo por 600.
Hi travssa do Carao n. 1.
Vndese om boi aaanso por preco com-
a Katar na padaria da dipunga.
Ketroz do Porto
e primeira qnalldde, de rdres a '33*0JO a li-
e preto da mesma qoalidade a 32UMX' a libra
do escrlptorio de J. A. Morir Da, ra da Cru
0.80, 1 audr._________________
Vndese doas escravos, sendo am de idade
18 a 19 nnos, e, outro de 14 a 15 : na loia da rea
do Qaeimado n. ?.
iljaj
N33 armazeos de Tasso Irmios.
j? ro
para jardius, porteiras, etc.
Has apinazeos d fassi) rmos
a 8oo rs,
Vende-se jaanteiga iogleza flor a 80 ts. libra :
ao Progresso do paleo do Carmo n. 9
'PEIXE~SECCOTOF"
Chegram muito ovas Miraguayas, e vende-se
sa ra da Praia c. 74.

as
Ricos
co
gas] &*
70OO
35 00
25(00

odiciros a gt, dou-
rados 1000 e de cryst.|
Lamparines americanas cada
uma..........
Candieiros do su-pent3o pa-
ra raelode [salla oa de ea-
Ubeleelmeaws, obra mu;-
Io "*'''.....20JCOI) jfs
^aWacaodooecOcaaBioa-^
Estas cbamics, quasi todas de

' '' '
. pera, dere.-iairem a uma luz arden
ii. !" s'ra Mie com facilidade sa re- v
/ benie.o, desia superior qulidade >-.
fre) se vendem na roa da Imperatriz, ar-
,. -.4, maztm n. 28, a 3ij, oa e 5C0 is. e .
, -, a grosso- coa abatlmento de 13 por P
;.^, corto.
Bocaes de differentes onmeros e
qoalidade 1,50 0, 800 e 500 r?. M
CoDcerta-se candieiros a gaz e mais ^f>i
Z$ ol |-i lis ae vioros e purceiaua, can- fik
Doce.
Na roa do CoJoroiz o. 8, (Forte do Mallos) ka
constan-mente um grande sortiraentD de doce de
diversas qualidades, m latas e caiiSes, prepno
para negocioe por prego muito commodo.
Urro^a.
Veade-se orna qnasi nnva : trata-se com o dono
na roa da Impertirte o. 40. loja.
iu'SlV,G
PLUS OH
COPAHU
POMADA ANTIHERPETICA
Ostra i aaa mffeef&U cutnea e eomimoea.
Pli!LAS VEGET/8 DEPURATIVAS
aav CbaMe, cada frasee ral laustasio i te
Farinlia de mandioca a
granel
Vende-se por commodo preco a'bordo do navio
Quatro ltmaos, em frente ao trapiche Bara> do Li-
vrameuio: a tralar com o eapiio a b>rdo ou com
Fraga & Rocha, defrooie da gaarda da alfan-
dega. ________-
MCH!l\4SDKC0STUR4
Em casa de Tbeo. Jnst, no caes da Alfandega
Velha, vendem se superiores machinas de costura !
daacr>ditaria fabrica dos Srs. Plauer BrauQsdordi
C. de Naw-York, por precos razoaveis.
VEMM-SE
om escravo pardo, de 23 aooos de idade, postaote,
bonita Bgora e muito sadio, bom cfflcial de marci-
oeiro e carapioa, proprio para eogeobo, o motivo
de se vender por nao querer servir ao senhor :
a tratar na roa estrena do Rosario a. 31, ar-
mazem.
Vndese om bom c n**nho perlo desta cida-
de. com muitas ierras, e da melhor predoer-o, e
ptima maltas : a tratar na roa Nava n. 58.
Vi-ode-se orna amarco proprla para oaal-
urinaria Aa p* l ao" e>,,^'*e'anlef oa roa eslreiu do Rosario,
n ".."? rBaCU fle *' 80,flr travesa do Queimado : a traur OS pjegiaa ra,
Coqueiros 500 ris e ou-
tras fr-ucteiras
No sitio do Abrigo da estrada da Olinda. unto a
ponte dos Arrumbados.
Aguaraz
Vende-se no escripi.rio de J. A. Moreira Das
roa da Croz o. 50, andar.
Para acabar
Vaquetas proprlas para cobrlr carros e para
gaarda chava, vendem Ferreira & Maineus, na roa
da Cadeia do Reeife n. 04.
'9 C, em Peruambuco.
i loja 4e mladeza de M.ia & lQvUdJ.
Liados cortes de od&
Acabara de chpgar a toja do Alvaro, roa do
Crespo o. 20 B. liados corles de seda protos e de
cores, assim corro sedas lisas de linda* rres.
Vndese ara barro ras:0, qaem o qaizerver
Pes (e arvoredes p, de Adres
Vende-se ps ds ceqoefros :' '00 ris, e de nai-
rr.eiras iroperiaes, sapous, sapot.s, larar.ia cravo e
de ootras qualidades, rnmaes de ledas as ooal:da-
des, plobeiras, liraeiras. abacates, ccotcca, cora-
Cao bambarola, birimb, cidras. Baos de rodas as
qualidades, ubua. goiaba de todas as qoeJidad"
mii n- j;De| ?P "fo. caoella da india,
mS^hnia! .n/* ,amariad'J. bcopary. e oatra
21**. "5'" IUd0 por mail0 derainoio pr.co, e
Oem .coodici.nado, como nao possivei enconir.r-
se laelbor. Tambtm faz publico qua recebera da
llattbuigo, um variado sortimento de batatas de
dalias, e queja' se ai baza plantadas em varos e al-
gamas com fl-es; e estas tambera se venJem por
muito diminuto irer^o, asstmacomo taaibeto leiu
entras qualidades de pe)s da flores, tudo oo sitio do
Abrigo oa esirjda neva de Olinda, jualo a poaie
dos Arrombados.
Joaquim Jos Goocaices Belrao tem para
vender ao seu escripforio na ra do Trapiche
o. 17 :
Brim de algodao da Baha, mallo proprio para
roupa de%escravo.
Fio de algodao da Babia.
Panno de, algodo da fabrica do Illm. Sr. CosQ-
meadador Pedrosd.
Vinbo do Porto, em eaixas de orna duzia.
Dito do dito em barris de dcimo.
Macbioa para desearocar algodo.
Toros de Jacaranda'.
'
Vendase a 8* parte do serado de
3 andares e so.Io da rui da Imperatriz n.
9*1 a tratar na raa de Imperador n. 27.
Vende-se a armaeao de orna Uberoa em
d.ri,.ge roa de Saoto Amaro coeheira do Paoli- od.Io bom el ado cora egiMo e eand eVo d' o-e
oo eq30to ao preco na rna d3 Crespo n. 16 i- .> .eos alencilios, e^loto o -S"; .'S
m"- 1 iwiel n. 1 o i, a tratar oa mdaaa roa n. 15. m
\ vm. r



larlo *e FercMaetv--Qnaria lelra 11 de Harce de 1868,
Grande liqnidaeo
MI
ARARA.
Lourengo Per ira leudes Guimaraes, tendo dado balan-
do em sua loja de foseadas ra da lmperatriz n.
72 e 56, fez um grande abatimento de suas idea-
das pira poder liquidar eom mais brevidade.
230 e
Yeade-se cassas rancezis a 240,
320 18. O Covado.
Ditas fraoceza largas a 210, 280, 320
490 rs. o covado.
Ditas ingleias a 100 e 200 rs. o covado.
Laasihba para vestidos a 240 rs.
cavado.
Vende-se lisinhas para vestidos a 240,
580, 12 e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores cora flores para vestidos
de sooaora a 500, 560, 720 e 800 rs, o
covado.
Roopa feita nac >na'.
Veode-se p-litots de alpaca pretos e de
ores a 35300 e 4SO0O.
Ditos pret.s de panno a 5|, 6# e8$, di-
tos de mm cnemira a 3So00 e 4#, calcas
de casemira a 59 e Qfi, coletes de casemira
a 3$ e 353O0.
adapoloa 4"Q0)
Vende-se p(?as de madapoln fino a 4(5,
5, 6^ 73, 83, e 105.
Pecas de algodosinho a 40000, 50, 60 e
70000.-
PeeMncha a 80500.
Vendem-se pecas dealg)d5o de marca F
em 24 jarda, que sa"o 10 varas, a 80509.
Dito milito encorpado para toalhas de pada-
ria por ser rauito larsjo a 90000 a peca
Dito mais estreito a 60 e 70 a peca.
Cambraias lisas a 40.
Vende se cam!>raias lisas peca a 40, 50, 60
9 70030.
Brira p^do a 560.
Vea le-se brim pardo com toque de mofo
a 560, 600 e 700.
Brim branco de linho a 15280.
Vende-se brim de linho para calcas a
.10280. 1600 e 20.
Coales de fil de linho 45500.
Vende chales de fi' delinbo a 40500
f; 54 KX), bretanba de linho 50 e 60,
Mocai.biqu9%com palmas de seda a 400.
Vende-se musambique com palmas de
eia para vestidos de senbora a 400 o co-
rado, phantasia com listas de seda a 15 e
Brilhantiyas de cures a lf.
Vende-se brigantinas de cores para vas-'
tidos de senboras e reupin&as para n:euinosj
a 500 o covado, ditas branc a 500.
Orgindis branco a 1,000.
Vende-se orgaodiz braceo muio fioo para
vestidos de senboras a i# a vara.
Alpacas adamscalas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de senboras e meninas a 720 e 800.
(!rtes de ganga a 1400.
Li^uida-se corles de ganga para calcas
de hornera a 10400 e 10600 o corte.
Bria to pan calsas a 1400.
Vende-se brim muito tino de cores para
calcas de homem,roopa de meninos a 10400
e 15600 a vara, dita branca de linho para
10280, 10400 e 10600 a vara.
Fi d* lino lima 720.
Vende-se fil de linbo liso a 720 a vara,
dito de palcninh'S a 900 e 800 a vara.
Castores para calsas a 200-
Vende-se castores para calcas de homem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para calcas a 3o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
Pil de chevie a 800
Liquida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nome poil
de cbevre a 8oo 9oo e 10 o cuvado.
Be re ja de lisias a 240.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e ostros raui-
tos artigos que se deia de mencionar por
falta de lempo, o que deveniente se annun-
ciar para memorar o preco >ias fazendas.
Chitas escuras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algi.dide lista e 200o covado*
Vende-se algodSo de lisia proprio para
roupa de escravos a 2oo res o covado.
La prela a 500
Vcnde-se lasinha preta para luto a 460
800 o Cttvado, sna luj da Arara, mussu-e 5oo o covado, alpaca pela a 5oo, 64o,
ibas de cores para vestidos de seabora, 8oo e 10 o co\ado, moria .hqae a 10, dito
roo de meninos a 500 o covado, braman- a 20
te de Bobo, bre'a-iha de linho, brim de co-
res para calcas e oulras rauitas fazendas
que mais logo annuuciaremos qoe hoje nao
o fazemns por falta de tempo.
Corles de brim para calca a 10.
Vende-ye corle? de brim de cores para e toalbas a 10 a vara, dito pintado a
U,10400 e20.
Cvbsria* de eblta a 23000.
Vende-se c iberias de cbia a 20 e 203oo,
ditas de damasco a 4oo-> rs.
A'sodo efestado a !$&?>.
Venile-se algodes entestado para lences
1ao
calca a
a vara.
Alpacas de cores a 64o.
Aviso importante Vende-se alpacas de cores para vestidos
O propietario das lojas do Arara da ra I d1 "**"** a 6? e lio r3" _vado-
da I>u. eralii o. 50 e 11 declara ao respei
tavel publico e seus frego&zes que eocora-
iBGu ou um grande sorlimei.to de dminos!
\% todas as qualidades e vestuarios a carac-
ser para s'pessoas quegostim de divertir-1
is pelo carnaval, pois lo ios estes artigos
Corles de gazineta a 10oco.
Vende-se c tries de gazioeta para calca a
10, -i (oo e 104oo.
Ca-cas de meia casemira a 30ooo.
Vende-se calcas de meia casemira de co-
ras pira borneas a 30, palitots de panno
devem estar promptos do fim de te mez em Preto 3 ^*H> ca'as de caze,'ira lia
diante e que esoera que os seus freguezes: '*& e ^*
honre m com as suas frequeocias afim de
ibes comprar bemfeitos vestuarios ou alnga-
rem, pois o que se afianca grande quanti-
dade que existe para se escolher, todo de
born gosio preco mais narato possivel:
ra ta lmperatriz ns. 5o e 72.
Chitas para cohertas a 28.0.
Venderse chitas p;ra cobertas a 280, 320
6 360 o cova o.
Lasn^hss a 280.
Vende-se lanzraaas estampadas para ves-
ddos de seobora a 28() e 30 o covado.
Coilas adamasca ias a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
a 400 e 440 o covado.
Meias para homem a 40000.
Vende se meias para honvun a 40, 50, e
ara seuhora a 65. 80 e 30000 a duzia.
Organiy de cores a 40000.
Ver>de-se organdy de cores para vestidos
do senhora e meninos a 400 e 500 rs. o
cova Jo.
Espartilhos a 50OOO.
Vende-=e ricos espartilhos para senboras a
50 e 60OCO.
O qae boto a 55000.
Vende-se pecas de m^danolSo fino de 24
.jardas a 50, 60, 70, 80, 90 e 100000, raa
da lmperatriz ns. 56 e 72.
Ar^ra es liquidando
cbitas miadas a 160 e 200 rs. o covado,
cassas miudas a 240 o covado.
6,ande per-hincha.
Saias bordadas para seuuora a 30500,40,
60000.
Lans brancas finas a 5C0 rs.
Vende-se laminhas brancas com palmas
de cores para vestidos de senhoras a 500
560, 720 e 800 o covado.
Liquidar de cortes de cam-
nala a 20000.
Liquid3c5o de cortes de cambraia com
narras de ores a 25, 20500 e 35000.
Grande sortimento de grodenaples preto
moreaniique preto, casemira e panos psetos
para o quaresma.
NOVIDADE.
Vende-se ama armeco propria para qoal-
quer negocio.
Las escossesas a 2?o
Vende-se las escossesas de qoadros psra
vestidos do senhoras e de meninas a 28o e
32o o covado.
Lencos do seda a 7oo.
Vende-se lencos de seda de flores a 8oo
caoa um para acabar urna grande porcao
que lera na ra da Impera:riz n. 56 e 11.
La siohis com listas di seda
Ven lc-se laasinhas muio largas com lis-
tas de seda a 15 e 800 rs. o covado, ditas
finas a 5i.O o covado.
Cortes de casemira a 2$.
Vende-se cortas de casemira de cores a
25, 35 e 40, ditos de casemira preta para
calcase 30, 45, 55, 60 e 85.
Sedas de ere a 194QO.
Vende-se sedas de cores fkas a 10400,
10600 e 20 o covado, grosdenaple preto a
10r.OO, 20 20500, ditos de tedas as cores
a 20 o covado,
Basquins pretos a 140.
Veode-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 150, 160e 205.
Bramante de algodo e linho, brim de
linho pardo e branco, e oulras militas fa-
zendas que se torna enfadunho mencisnar-
lbe e muitas qur.lidades qua avista do com-
prador ver* comoaAnra vende barato.
Casemira s a 20000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
20 e 30000,
Cortes de casemira preta para calca a 30,
30500 e 40.
Cirosdeuaplcs preto a 10OOO
e covado.
Vende-se grosdenaples preto a 10200,
10400, 10600, 108uO, 2OO, 20500. 35
30500 o covado. Moreantique preto a 20500
30 e 35500 o covado. Pao preto para eal-
as e palitots a 10600, 20, 20500, 30, 40
e 50. Casemira preta a 1 6.0, 2 ?, 205CO
e-30000 o covado. Corts de casemira preta
en/estyda a 30, 30500, 40, 60000 e 80OO
o corte de calca.
esees
PARA UZO INTERNO
PREPATtADOS SIMPLES,
Xarope de jarnbeba garrafa......... 10ooo
Vinhode m 106oo
Pilulas de vidro......... 106oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico dejurubeba 1205oo
PREPARABOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferroginoso garrafa. 20ooo
Xarope 106oo
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro > libra..... 205oo
PABA UZO EXTERNO
A JTUIUJBElB&e
Esta plaalo hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como nm
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e bago, na
bepatites propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, as inflammacoe
jubseqnentes as febres imermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparaces ferruginosas, anda de grande vantageHS
as anemias, chloroses, faltas de menstruaco, leueorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distiuctos mdicos desta cidade, entre os qnaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira doCarmo, FirmoXa"er, Silva etc. Todos elles reconh'cem aexcellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoo ronbecidos para todos os casos citados,
tanto qne todos os dias fazem d'elle applicacSr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnrn-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de asar dos prapa-ados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham anda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficno nm
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverrrios convenientamente
estudado a jorubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta era suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appcacao, teadoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfoico possivel, para o que n5o poupamos esforcos, nao nos importando o pouco la-
cro qae possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles olferecem a-garanta, de que se pode encontrar a prorapta e infallivol enra
de qualque dos soffrimentos^que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as. nossas variadas prepa-
races, aquella que mclhor Ihe pode convir, j pela fcil applicagso, e j pela complicacao
das molestias, idide, sexo, oa ainda natureza de cada injiividao.
As nossas preparaces farraginosas sao feitas de forma que se tornara complata-
mente soluveis nos, suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro qae como
taes esto hoje reconhecidos.
Para aquellos qae mais minuciosamente qnairam conheder as propriedades da
jnrabeba, e saberem a appUcacaQ de nossos preparados, dastribuimos gVatnitamente
em nosso deposito um folheto.oide tfatamos mais extensamente d'esta planta e dos arft*
nos preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botica c drogara
34Hua larga do Rozario34

0 coriro previdente
Na antiga loja de miudezas a roa do Quai-
mado n.l6.
Tendo setnpre em vista nao roncar o tempo aos
seas iregaeies, com exitosos aoooocios ; mas
tambera nao quereado qae os mesmos frgaeies
igoorem o qae de aovo tem elle recebldo, por Isso
resaandametfte o dir': ebegaado assim ao co-
nbecimeoto de todos-qae a dita leja do Cordeiro
Previdente, roa do Qneimado n. 16, recebea o se-
guite :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meia?,
tanto para ssnhorascomo para meninas:.
Lques de diversos e modernos gostos.
Peuii com enfeites doarades e nao doarados,
para mciuoas.
Coques simples eenfeltados, moldes Inteir&men-
te notos.
Bom papel em calxvnbas Uso, pintado doora-
do e tirtbrado, e ostros muitos objeotos, qne meo-
elona-los seria bstante aofadonho, e qne se ven-
de em dita loja de miudezas do Cordelro Provi-
dente, ra do Queimado n. 10.
IWo faltam flores,
O Cordeiro Previdente a roa do Queimado n. 16
tem constantemente Om lindo sortlmenlo de fi
as e bonitas flores, por teso qnando algam ba.
bilWosa joven quizer prep-srar qqalqner enfeite de
bello gosto deve logo lembrac.se qae ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a raa do Queimado n. 16,
nao falum flores.
Para alrejar os dentes.
O cordeiro previdente a raa do Queimado n. 16
recebea do bem coabecido (abricaale Jonh Gos-
1 nell & C. ama ptima qnalidade de pos para den-
otes aromalisados cora canfora qne realmente tem
merecido todo concelto porque nao so alveja per-
feilamente os dentes como tambera conserva-os
sempre no melbor estado de perfeigao, assim pols
qaeiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, ra do Qneimado n. 16
Chapelinas de seda
Modernas e bocius chapelinas de seda para se-
nhora recebea o Cordeiro Previdente raa do Qnei-
mado n. 16 e por ser pequea a quantidade re-
cebida, quera pretender urna moderna e bonita
ebapelioa deve aprecar-se em mandar compra-la
em dita leja do Cordeiro Previdente a roa do
Queimado d.16.
PONTETRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, raa do Queimado o. 16,
tem nm bom sortimento de Unas ponteiras para
caratos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seus freguezes nao se Incom-
modem em comprar charutos em algaroas das to-
jas de charateiros, recebea tambera nm bom sorti-
mento ds tinos charutos do afamado fabricante
Furtado de Simas; assim, pois, encontraran os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdenie, ra de Queimado n. 16.
A lojt do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
Nella acharo os pretendentes om grande e va-
riado sortimento de perfumaras finas, tanto ingle-
tas como francezas, sendo:
Finos extractos para lencos.
Baohas e pomadas para cabellos.
Oio philocome e baboza para dito.
Pos hygienicos para dentes.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Sabonetas para mao e barba.
E muitos ootros objectos que serao presentes
ao comprador qae ge dirigir raa do Qaelmado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Banleijas pequeas.
Vendem-se na rua.do.Quaimado n. 16. Jloja do
cordeiro^prevideott.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas."
Vendem-se na loja.do^cordeiro'previdente a roa
do Queimado n. 16
Boa tinta para escrever-se.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado n. 16,
acaba de rceber nao pequea quantidade de boa
tinta (Bine black), que sendo to conhecida como
nao necesano explicacSes a tal respeito, mas
lerobrera-se todos que a melbor tinta que exi-te no
mercado vende se na Inja do Cordeiro Previdente,
ra do Queimado d. 16.
Port relogios
. Via lindo sortimento de port relogios araba de
cbt'gar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
n. 16.
Trancas de ouro com pingentes.
O Cordeiro Providente, ra do Queimado n. 16,
recebeu ura lindo sortim'nto de trancas de ouro
cora vidriihos e sem elle5, para enfeites de vesti-
dos e se esta' vendeodo, por presos bastante m-
dico?.
i Gbegon ao antigo deposito de Honry Forsier. fi
I rna do Imperador, nm campamento de gas di
primeira qualidade.o qoal se vende em partidas
aretalbo por menos prejo do que em oulr qn?l
iaer parte.
Hanoel Moreira de Souza
f
RA XOVA K. 4S.
Neste novo es!?belec!mpnlo hi nm completo sortimento de chneos para homens, senhoras
meninos e vende-se por menos prego do que em outra qualqoer parte.
D
I
il
Vinhoionico nutritivo
DE
QUINA E CACAO
BUGAUD
sta nova cembinaco renne em urna bebida
tasas agradavel e conveni>oteja todo- os organis
rao", a quina qoe nm medicamento tonieo por
excelencia, e o cacao que cjnim principios na-
tritivos asss reconbecldos.
Eile se emorega eom e maior snecesso na cora
das pulidas cores, sorTrimeoto do estomago, perda
de appetite, dlgesiies dtfflcaltcsas, meaitraacdes
ifDeeis, eic. ele.
Deposito especial na pbarmacla e drogara de
Bartholomeu & C, raa larga do Rosario n. 34.
SITIOS
Vende-se on permutase a posse e bemfetorias
ri llmJttm V -Arralal na visiobanca do cemite
rrt. Io com casas d8 U,P* e b*sintes arvo-
redos de boa qualidade como larangelras, jaquel-
teir'af X^ C,JQeros a mDts 0Dlr 'rQC"
mS .d!F cotD bSUole terreno Jesocn-
cPanim oartPrnanmPSr\Plan,a5es de '^
Loja das 6 portas em fren-
te ao Livramento.
Cbitas francezas escaras e claras pelo baratsi-
mo preco de 80 rs. o corado a ellas qae se esto
ICflDdDuO*
de che/jar os sabonetes de
alcatrSo
O uso destes sabonetes tem apresentado os mai
benficos effeltos contra as irnpigens, pannos, sar-
nas, tioha, ci.spa, comlchSes, e todas as* demais
molestias de pelh.
Vende-se
M BOTICA E DROGRU
DE
Bartholomen de C
34!5aa larga do Rosario-34
Chocolate vermicida
DE
AfitoD* Kanes de Castro,
Desde 1857 qne sao as tabellas vomicidas
apphcadas em Portugal, como o remedio
prompto o eficaz para a expulsa das lom-
biigas, qne 5o graves padecimentos cansam,
e que quasi sempre se sappe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a' qoalqner
outro pelo sea agradavel paladar e fcil ap-
plicagao s enancas, as qoaes feralmente
s5o mais atacadas de semejhante mal.
Chegou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callos daros.
IVKHDI SI NA
Botica e drogara
Bartholomen A C.
34Roa larga o Rssirio34
Aos agricultores.
Saanders Bralbers & C aeanam de recebe)
de Liverpool vapores de forca de 3 a 4 eavalios
cora todos os pertences, e moi proprios para faie
tem mover machinas de descarocar algedo, po
dendo cada vapor traba I har at com 1&0 serras,
tambera servera para enfardar algodo, on para
outro qoalqaer sersico em qae usam de trabalbar
com iniroaes. Os mesmos tambera tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 sorras.
Os pretendentes dirijam-se to largo do Corpo-
Santo su 11.
Fabrica e (undxco de bronz
e outros nutacs, caldeireiro,
laioeiro, e /"wntleiro, situada
na Soliade, ra do Prin-
cipe n. 3, c com deposito no
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA SAMPAIO
Fabricam-se neste importante estabeleci-
raento todas as obras concementes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os lmannos em
feitios, os moi acreditados aparelbos de
Derosne com as dimerjc5es delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-S8 avolsas qnaesqner pecas des-
aparelbos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, on e?quenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Coes e qnalidades, pelo systema francez oo
americano, simples, de press3o, repoxo,
com especialidade o estanca rios \atim-v
nominadas pelo enorme volme de agna
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das qoaes algomas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n2o
so sua durarlo como a grande quantidade
de agoa qoe fomecem pelo qoe sao conside-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a sen capricho.
Exitem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, nm completosor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos moaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros otenc'lios proprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafnzos
para rodas de agua e ootres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta.se todo qnanto diz respeito as
obras de lati torneadas e polidas com toda
a perfeico.
Vlvulas para tanques de baDbo, torneira
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, Eavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flaodres de todas as
qnalidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folbas de cobre e la-
to, tubos de chombo para encanamentos do
todas as dimences, fulhas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lances e barras do
chumbo, vidros finos p:ra espelbos, de co-
res, bordados, e opacos,, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelccimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcc3o do socio administrador,
Jos Baplista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de t5o
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servaos a
contento, om promptida'oe preco commo-
do, pelo que os propietarios lbe seroagra-
decidos.
Vapores,
Vende-sncm casa de Sautders Brothers 4 C
o largo ciCorpoSantn. 11/vaporas patentes
om todos es pertencos proprios para laaer mover
eson (inatr.i machinas para descarogar algodio
RA NOVA N. i.0 E 22
No armazem de fazendas di
SantosCoelho}rua do Quei
madon 19.
Uom e barato
Cortes da orgody branca muito fina com 10 ar-
das a 9.
Cambraia branca maito Boa, peca com 10 jardas
aM,-6#, 7*,8,5e9J. '
Dita br;nca upada, pecas te 12 jardas a 0$, 8^
e 9^000.
Dita saissa Ona com 8 nm, a peca por 8J.
Dila adamascada pata cortinado, pefa com 2G
varis a U$. *
Dita para forro, peca rom 10 jardas a 3.
Dita de cSrej Qnas a 500 rs. o covado.
Dita de cores miyo finas, a 700 rs. a vara.
Lila de lioho muito Boa a 95 a vara.
BalSes de 23 e 30 arcos a 25 e 235:10.
Dkos d9 40 e SO ditos, nesgados a 45-
Ditos de masculla a 45W0.
Ditns de dita, esquios a S.
Ditos de crochet a 45300.
Dit's de muselina, para meninas a 35-
Saias bordadts a 4SSC0.
Fil de linho-eom salpleos .a 900 rs. a-vara.
Dito de liiho liso a 720 rs. a vara.
Grosdenaple preto, bom, a 15800, 20 e 25S00 o
covado.
Moriantiqoe superior a 25800 o covado.
Tarlaiaoa de todas as cores a S00 rs. a vara.
Flanelia de cores a 800 rs. o covado.
Bramante de linho com 5?almos de largura
19200 a vara.
Maadapotoes finos a 69, 70, 85,95,105 e 125 a
peca.
Platilha de algodo, superior fazend para saias,
peca com 10 varas a 3>00.
Atoalhado adamascado de linho com 7 y( palmos
de largura a 35 a vara.
Dito dito de algodo a 25000 a vara.
Algodoeofssudo com a mesma largura a 10100
a vara.
Cobertas de chita de rawagem a 25600.
Colxas de fustp a 55300.
Lencoes de bamburgo de linho a 25400.
Ditos de bramante a 35300.
Espartilhos finos a 50.
Panes de la adamascados para cobrlr mezas a
45500. ^
Gaardaoapos da linbo adamascados a 4f a dozla.
Toalhas de linbo, lisas ealcochoadas a 115000 a
duzia.
Ditas de algodo felpadas a 125000 a duzft.
Lencos de cambraia Unos de 15800, 25, 25500,
35200 e 3J60O a diuu.
Assim como oulras muitis faiendas que u ven-
de por.menos que em outra qaalqaar parte, p da-
se amostras da todo.
Francisco Jos (ferma&n
[RIJA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e ms-pifico so?
tiiucnto de ocolos, lunetos, binculos, do oi
timo e mais apnrado gosto da Europa 0 cc
los de alcance para observares e par e
maritimos.
Machinas para descarocar algodSo. do mi
Ihor autor que tem apparecido na Ameriw
E' tal a execucao do machinismo, que o al-
godo sahe quasi to perfito como o de bo
laodeira. Rccomaenda-se a attcnco do
-Srs. agricultores, estas machinas.
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- E.o 9
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1 O.

Vassouras do Forto a 3^000
a duzia.
Veode-se a' roa do Imperador armazem de Fran-
cisco Jus Lelte.
Continua.
Veode-se, arrenda se on permutare o sitio per-
todo povoado Apipucos, eom grande terreno : os
pretendentes dlnjamse raa Direila n. 29, se-
gando andar das 10 da macha ao mel dia.
VINdequinquina
FERRGINUXdeMfllTIER
Com Malaga e Pyropliosphato de ferro;
E3tc vinho foi preconizado portada a empreas,
medical como sendo o mais poderoso tnica
empregado para curar a Chlorosis. Anemia
ExnANSTAQAO do sangue. Deposo geral em
Paris.'em casa de Lalrencel, pliarmaceatieo-
droguista, ra dos Lombarda, 44.
Deosito na pnarmacia deP.Manrsr
. em Pernambnco.
Vende-se piche ao gaz proprio para
asphafto, ealafetos de candas,
assoalttados, assim como para rebocar
cisternas, condnetores d'agna,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retalbo, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
BOTAS
Bola rnssianas, perneiras e meias pemeiras no>
vamente chegadas, da melhor qualidade que temos
visto, no armazem do vapor raa Nova n. 7.
LUVAS
Novo sortimento de lavas de pellica de Jonvfn,
brancas, pretas e de oulras bonitas cores para bo-
mens e senboras; no armazem do vapor raa Nova
a. 7.
Era casa de Theo. Jnst, no caes da Alfandega
Velha, vende se :
Cerveja Bass em botijas.
Caf soperior do Ueara'.
Minteiga fresca em latas de 1 e 2 libras.
\
Milbo novo 'em'ssccas grandes a 3800 nos
armzens de Tasso Irmos, caes da alfandega e
roa do Amorim n. 38.


-
Diaria > reriaubDco Qnuria letra 11 de Hareo ce S5b.
\>

<
i


N
*
A' ra Nova n28.
Sonza Soares & Irraao, veodem pelos
diflcicatcs precos,
Phosphorus de cera, em camuas da pap-l, qua-
lidade moito superior, a Wi) rs..a 'loria.
Ditos encerados, rouito, bom i O) rs.
Ditos de cera, ero ranas d l .la., a 2*C00 re
Ditos do gaz a 25800 a groza.
Lionas novellos, em libras snilidas, a 2*700.
Dita* era caitas de SO novellos, a 720 rs.
Ditas em eatxas de 16 novellos de marcar a
30$ rs.
Doiias de canoas trancos e pr.-ios, a O rs.
Ditas de carriles de liaba branca e de cores, a
460 rs.
D-tas de carreteis de lioha brancada 200 jardas,
a 1*400.
Diias de pares de rorctas de dres, a 2*CO0.
Ditas de brinco a baio, a l500.
Ditas de grampas entenadas, s-u-ti-la*, a 200 rs.
llassos de ditos te caratos, a 700 rs.
ibtos daos liros a 5.0 rs.
Aguiceiros pinta-Ios a 283 rs. a duzia.
Pares da buio^s da moi diutus para puahas, a
dozia a 2*200.
Groias de botSes de roadreperola para carniza, a
640 rs.
Dlias de dito de ao para m!c, a 300 rs.
Canas c-M-sol-t ios Je efiorato a 160 rs.
BsptIbos de moldura domada a 1*830 a dazia.
Dozias de "pentes de laco dourados e lisos, a
* .
D tas di dito cera prdras moito lindos, a 32*.
Dilas de ditos com llores e lisos e outros amitos
modellos por pregos commodos.
Dedaes amareis e prateados, finos, a 280 rs. a
dozfa.
Clcheles em caras a 5(89 rs. a duzia.
Pitas de eos sortijas a 6(0 rs. a pees.
Ditas o. 1 1|3 de setim cora aove metros a 300
rs. a pega.
Pessas de cadasso para serooias a 700 rs. a
tata)
Leas de cores para bsrdar a 7*oOD rs.
Obreias de coila era caixas a 40 rs. a duzia.
Pacas e garphos cab de osso a 2*800 rs. a
do:la.
fe- Cont'nnam a ter granle sorlimento decanielros
a gaz, perfumaras, enfeites para caber;, objectos
para escriptorio, eic.
A' ra Kova n. 28.
3
E>3
res do Crespo n. 9 A, esquina da raa do Imperador
Acaba de chegar pelo vapor Gueme, ora variadissimo sorlimeuto de fazendas qae dizt.ni os
Kossos correspondente qae foram as melbore, as de mais gostos e Dovidades que encontraran! era
Pariz. e por Uso muitxreoemmendaaios a apreeiacao do respeitavel publico, es seguihies artigos que
s eneootraro na loja do Passo.
RlrjnUsImos corles de seda de c5res, eom liados
maties coBipletameote novidade.
Lindsimos vestidos de caobraia branca bordados
com gosio.
Ricos basqolnes, primorosamente bordados, e olti-
ma moda era Parir.
Riqoisimas chapelioas de seda, palba a imitaeio
e enfeltadas cora multo gosto.
Coquos para senboras, seudo estes de Ditima moda
em Pariz.
Llndissimas gravatjohas para senboras.
Lindos colare e voltas de v| Irilno e S6da, ultima
moda e iuleira novidade.
Collarinhos, puubos e gravatinhas de Coony, com-
pleta novidade.
Riqnissitnos leques de mar8m todos abertos e do
ultimo oslo em Pariz ; assim como de sndalo
madreperola.
Riqoissimos vestimentas de cambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertettees para
creancas se bsptisar.
Ricos vestuarios da cores, todos completos para
meaiaos.de 2 a i anuos.
Mantas de blonda para noivas.
Moirlaniiquo, grosdeaaple sedas prea, branca
e de cores.
Riqulssimos cintos, uitirr.a moda.
Ricos eufeites para senboras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e palha para
meninas.
P.lquissiraos cortes de fantasa para vestidos de se-
ahora.
Liados cortes de lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, uiraa moda para a
rapasiada era Pariz.
Grande deposito de lavas de Jonvin recebe-se por
lodos os vapores grande sorlimento.
LOJA DO GALLO
LANTE RA DO CRES-
Osproprietaritfs deste liera conhecido es-
tabeleciaieiiio lera a satisfacao de levar ao
conbecimeato do respeitavel poblico qee aca-
ban de receber pelo oltirao vapor da Euro-
pa om completo snrtirneno de objeeto sde
aparado gosto e de ieteira novidatie; [05
qaaes esto resolvidos a vender por pre-
50 mai razoaveis, como sejam :
Lindos cintos com pontas, bordados ve-
drilhos, fazenda que nao hiver quero con-
teste ser a melhor que ha neste artigo, isto
s na toja do Gallo Vigilante, ra de Crespo
1. 7.
Leques de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., com lindos desenbos.
narn'cSes de patitas,
Brqnissim&s guarnieres e trancas de finas
palhas de Italia, com vedrilho, piBgen-tes c
sem el les e outras com botoes da mesma
palba muito a roprias para guarnecer vesti-
dos, chapelliflas, etc.
Liadas bolsinhas ou caases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
(Tesonras.
Finissimas tesouras para unbas, costaras,
eabelleiieiros e alfaiates, as quaes garant-
moa ao comprador a sua boa quadade.
X'.vallias.
Superiores navnlhas com cabo de tartaru-
ga e marfim as quaes os fabricantes garan-
tem.
iww ,|
Lavas de Jowiu, camorca e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Pentes.
Grande variedade tanto para coqoes como
para alisar>cabeHos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tarta raga e b-
falo com pedrinhas e sem ellas, etc.
1 Fort Bouquets.
Moito lindos port boaquets com cabo de
madreperola, proprios para calamentos, bai-
les etc. etc.
Eseovas
Finasescovas pararoupa, cabello, chapeos,
snhas, dentes e para limpar pentes.
AhouadHrr s
Lindas abotaaduras para colletes, punbos
e collarinhos.
Perfumarlas
Finas e de todas as qualidades e dos me-
mores perfumistas at o presente eouhe-
cidos.
Collares ae Rsyer
Eletrtcos magnticos, contra as convul-
s9es das creancas e facilitar a denticao das
Sesmas. Ja tao conhecido 'og prodigios
destes collares anodinos que nao ba quem
vida de seus efficases effeitos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tem
sempre grande quantidade em deposito, isto
o na loja do Gallo Vigilante, raa do Crespo
A fabrica de refinar assucar
Na lagar O propr"Urio deste impof laote e bem montado
eiUtMieomeoto teodo abs>l la neees>ida<)e de re-
Mrar-se tiara Portugal, ondo vsi tratar de so* sao-
te, re'Otveu -xpor dito eslabelecimeoto ao cooear-
o'daqaellas pessois que o pretenderem comprar,
wliante todas as irrformaiSis pnssiveis aserca do
ovimeot> ds maebtoas e fabrico do as'ucar ro Bioirtradas pek> proprietario, garaotmdo es-
te o per Mi j lado de .tuda epteernente ao mesmo esiabelecitneotx O macni-
Bwmo da rb'lfa movido por a!iia e a vapor, e
P Anceii>aar em termo* a retinar 2*0 arrobas
U as-oi-ar pOf dk. A #ra*ide8 vnl^-os qae o
?rinurio oflorece coma certa* aos pr-leadsotas
foero ?^r previstas por lodos que Jacarera com
Pws, na oeewisMade de qo ge refeote esta
rovint 4, om estobierirooto til orem e
Til o lacro que se aafere, i p/oporco Que mu
'**"* tenha de faorclooar regalarmenle, de 15
I 3 por coio livre de todas as detonas; a tratar
m cies M de hoteabroarmaz-m o. 380.________
Veode-s arreas de rneial principe para ir i
aval 1 os e un earro am-rtcaoo coro arretos de poo-
etoo, proprio jara andar do m--'J todo por
pac* kauo do eaud Capiaant d. 80.
Tesde ae 1J vidracas proprias para venda rn
jtaruaer esUbateelmsDto; no paleo do Terco n, 30.
Casemfras, cambraias, tas, mnsseHnas, precalias, chitas e urna InCnidade de objectos qne
deixamos de mencionar por se lomar macante.
Isto s na loja do Passo raa do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
AUGUSTO PORTO l C.
11Ra do Queimado11
Ileceberam em seu ustabelecimento um eplendido sonimeoto de tapetes, atea- i
PICHINCHAS
Para principiar o anno de 1868
HA
KA
LOJA E AltMAZRM
do <~
P
Boa da Impei-atriz u. GO
SE
m mmtu m
SUCtESSOR DE
un
AMA 4: SILVA.
relix Pereira da Silva. teDdo dissolvkloamigavelmfnte a sociodade que tinha com
0 br. Antonio Pereira da Costa Gama na loja e a-mazem do l'avao tera resolvido vender
suas tazeoaas muito mau baratas com o Om le aparar dmheiro, e diminuir o grande de-
posito que tera- das mesmas, assim como tem recebido ultiD>araente urna grande porcao
ae tazeodss navas, tanto mglezas como, francesas, allemiea e saissas, dando de tudas el-
las atacstras deiaodo ficarpenhor. oo manda as levar em casa das Exmas. familias pe-
los senscaixeiros, estando este estabelecimento aborto desde as 6 horas da manha as 8
aa noite, e tparticipa as pessoas qr.e negociara em pequea escala, que neste estaiieleci-
meoto compra/So pelosmesmos precos que campram as casas' nglezas, canbaido-se
apenas o descont podendo assim fazer melor sortimento.
Tfrai bordadas e fSabadinbos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas on babadinbos, achara um grande
sortimento para escolher e por prego muito
mais barato do qne em ontra qualquer parte,
na loja e armazem do Pav5o, ra da Impe-
ratriz n. 6o,
FaaEendsts para luto na !a do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 ocovado,
iSazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Usas e
com s-dpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagen-s vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que em otrtra qualquer parte, na loja do
Pavo, ra da fmperatriz n. o, de F, P.
daSilva.
Catntslabas a 3$.
Ven>m-se as taais moiertras caroisit*?s com
tifas largas e esleirs para forrar salas, tudo da melhor qualidade a da$ mais lindascores, "JJKfpUabo'
oqnie podem veiiGcar vin-to ver as pessos3que quizer alcatifar oj esteirar seus saloes.
Testidos de blond com manta, ramo e capella para coiva.
dem de gorgurSo bordados pretos para a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basqnioes de seda para senbora gosto moderno de 185 a 500.
Colxas de seda, dilas de lae seda para camas de noivas.
dem de cox e loalbinhas de croch para cadeiras.
dem de fostao brancas a de cores de S5 a 105-
Cortinados bordados e adamascados para cama de 205 a 705.
dem bordados e adamascados para janella de 9 a 205.
Tapetes grandes e pequeos para sof a portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, guardanspos grandes e peqcems, toa-
Ibas para rr5o de Hobo e do al^'edao, atoamado tranco a pardo, pannos finos pretos e
aznes, casemras pretas e de cores, tudo por mdicos precos.
Chape mas modernas para senbora de palba e de crep.
Camisas de linbo e de algodo inglezas a tranceos para hor.om.
Moir branco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para t quaresma.
grs preto e de diversas cores, organdis e cambraias brencas e de cores e Isas de mul-
tas qual i da des.
Saias, oalbas e lencol de linho ricamente bordedos.
Malas para viagens grandes a pequeas, chapeos da sol ingiezes emaitos outros
sriigos todos vendidos por baratos preoos, pois s sedeseja agradar e apurar dinheiro..
ilRoa do aeimardoii
e boDitas afcoloaduras pplo bara-
to pre^o de 'i ICO ; na luja armaxem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60,
Pechiuclia,eiD casiieras a 1^600 s<
Pavao.
Vende-se ma gradde iperco de casimiras sapa-
riores snfestaflas, seodo^scoras e
para calces, polelots, citetes e roopes

PEfiniNGHA
Esn crtfs de laa
Vendnm-se snr.rriores corles de !5a matizada
com 15 vados, pelo barato rreco de 43 o crO3,
isto na loja e aimazem do pavo, roa da Impera-
triz n. $0,
Cambraias togas a lOOO e 1jr280
a vra.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmas de largnra, que facilita fazer-se um
vestido com qtiatro varas, a 15 o 15280 a
vara : na loja e armazem do PavSo, roa da
Imperatriz n 60,
Ks?ar?hn.
Vende-re um grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz o. 60,
Cortfnad^N para cassuien < Vende se um grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janella?, pf>l"S b-ratos precos de
95, 105". 155, 205 e 255000 o par; da-
masco de la imitac5o de se-la, com 8 pal
Attencao.
85-Rua do Liviamento-25
Deposito de lamaocos e lalfad.s ruciinnes da
fabrica da ra do Jardim n. 19 de J.s Vicente
G diobo, Unto no deposito coa o Jn iatrica se
aprompurn t(>dag ti porrea de alead; s rcais ba-
rato pOiivei; esta (abrir Imb toJa- as macbiaaa
pruprias para os calcados ja bem acrpr.itsdos r lo
prande numero de regoezes que d^ti se forc-
cera
k&bl ?ower Joas'oo a\lompsaila
Ra da Seuzala Nov^ n. 42.
AGl"r:C!A DA
FaotS^Sode I.ow &&er.
Vachinas a vapor do 4 e 6 cavadlos,
Moeodas a meias moanas aj;a engeaho
raoa de ferro coado e b'aUdfi para engo-
Vrreins d*' carro para om edo*- cavilUi.
"tos de o-.ro pat'ere :..
Irados ireericanos.
ir.aspard descarOyi!'^' '
Motores para ditos.
^hinw de costn. '___________
oiiares iojer
jjo Adi1iis elf.clrtcos in;>?H"(icas
Regio*!!; aerrdudo
L\a da guia branca ra do Queiiral n. 8
Apregoar aintla os p.-odigioMis eiitrfos dos
Jolares Rover ja n5o ensmar i>n qtjfrer
Biroduzir ovidades, porque a !;iaadesna
efflcacia tem-se tanto estendijo, e os seus
elizes resultados a lal aliura elevado, qne
aoje rara a pessoa qne por exneneneii
uiopria, ou por intermedio de seus amigos
i f renles, ignore ou desconbo.;; as virtu-
des desdes sempre apreciaveis collares
Royer.
A agaia branca porm sa gloria de ce acor-
rer para um tao ju.sto fim, se t^iio por eu-
ro modo ao menos por ter sempre, e cone-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que lera se podem cha
marsalva vidas das criarlas.
Resta ainda que os senboras pas de fa-*
milia se facan convencer .de qoe convem
ao esperar que as ciiaccas sejam atacadas
lo mal, e por isso necessario ou c^uvo-
aienla qne com antecedencia se deite na
ciiaLfa um desses collares para assim estar
DO
Para-o tratameatoe cura rpida e completa das molestia sypbiliticas, ,eris--
n, rheumatkmo, bobas, gota, debiidade do estomago, infamm&fes ebronicas do figado
<3aco, dores sciaticas, cepialalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, bydropesias, pleuri-
4as, gonorrheas chronicas-o em ge. al todas as molestias em que seteBba-em vista apu-
'icaco do systema sangui-aeo.
CousSderaces geraes
A sauda um beu; :n aprecia ve!, cuja importancia e valor s est reservado ao ect
mo o avalta-o.
incontestavel qne o homem neste mundo constantemente, e por todos oslador
(tacado por aa infnidade de agentes morbficos qoe todos tndem, dadas certas e deter-
oiaadas eircoffistancias, a alterar o regular exercieio-das funeces orgnicas, resultanbc
Hs.se desequilibrio o que sa chamamolestia.
A molestia nao meis de que a desvirtuaco das forcas vitaos, occasionada,- d ]
cundo as investlgacoes e experiencias dos mais abali&adc mestres de sciencia, pela depm-
*acjk> dos humores geraes, oonsequencia da accao maligna desses mesmos agentes mora e
ices introduzido3 no organismo pelo acto da respiracao, >ela va digestiva, pelo contacto
mediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
'z qse esse terrivel Proteo da medicina urna molestia bereditaria, ella tem sido obser-
vada -em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
fistituices robustas, prodoEindo mutiiaces, e cortande ainda em flor da idade vidas
-preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar a massa geral doi
iomores tem sido desde tempo immemotial o fim constante da medicina, e os purgati-
'os figosam em prineiro lugar para preeneber esse ie&iterattm ou fim.
O Elixir depurativo do Op. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: o
mmepsos successos obtidos pelo aso deste salutar agente tanto na Allemanba, como em
ranea e Italia, o tornam o companbeiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s altaracoes dos humores, c
tlixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamente na sypbs, erisy-
)6bs, rbeomatismos, bobas, gota, debiidade do estomago, iaflammayoes ebronicas di
Igado e caco, dores sciaticas, cephalatgias, nevralgias, ulceras ebronicas, bydropesias,
)eori6ias, gonorrbeas ebronicas etc. e em geral em todas as molestias era qae se tenbi
m vista a purificico do systema sanguneo; pois que urna pratioa constante tem feito
'er que elle iudi6peasavei nos casos gravissimos para minorar os sofirimentos, pre-
>arar o doente para medicacoes superiores ; e n&s menos graves a cura a conse-
roencia do seo oso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composiro do Elixir depurattc do Dr. Savia
ertencem todas excluivameut ao reino vegetal, e grande catbegoria das substan-
i?s depurativas e ausypbilicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
usmo, eliminando os principios nocivos saode, pelo mecanismo natural das evau-
ices alvinas, neutralisa ao nesioo tempo o virus sypbilitico quando este virjem
em feito erupcao no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tau>
>em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acn ella anda no
tado de entubado, isto sem se ter manifestado, sob formas externas: beneficio
amanso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignorara completamente se es-
o contaminados por este terrivel immigo.
O sabor agradave d'este //a:ir convem a todos os estmagos, a soa aeco so-
>re o tubo intestinal suave e benigna, e de neuhuma forma produz molestias med-
amentM, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
tco forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
do, multas vezas, bydropesias, que quasi sempre terminara pela morte do doente.
A?8im pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
as aaoveraces, porque sendo um medicamento tao simples na sua composicSo, a
em onfirmao sua utilidade.
fnico depoalto em Peraambpxc
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA3*

tfwoegraade d^wtoesapemr carvo da (iffdffns
Batea.
Antotw Gcmm d*s Santo* di C, roa Sauu Barbara n. 1, eolio habftitaos t sopprtr ifi\
amo* a oadicoee ouiis lavarveis que em oatko qualquer deposite, a iodo* os navios a vapor qc
t&rm Baonaii* porto. A contratar aesu eom Dosuogos Aitea Mttens^l
Imperatriz
PNHOS COM GOLl?raAS.
a 1*000 res.
Vende-se urna -grande por?ao de punhos com
pclinftas de esgotse de lloho, com os mais *mdo
boi Jados pelo barato preco de t^OOO o lerno, di-
tos 'bordados de wr a 640 reis, sendo grande pe
cii.cclia pelo pre^o, na roa da Imperatriz o-<0.
Baloes c^uios.
a ZIMO.
Cbegaram es-mais moderos balSes egotos sen-
do verdadeiranenie americanos e vendeai-se pel
barato pwa de 2#00, na leja do Pavo roa das
iaiperairiz o. 0.
assasa 94o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cansas inglezas de co-
res fixas pelo barato preco de 240 rs, o ao-
vado, ditas francezas fazeoda muito fina cora
padrees listrados a de flores, assim como cora
palminas muidas propr-ias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. i vara : pe-
cbiotlia ot loja e arraaaera do Pavo ra da
Impera tris n. 6o
BalSes a 2>, 3^5oo e 3^
Vendata-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou baldes de arcos para senbora pelos
baratos preeos de 2#, 2poo e 3 por baver
grande porcSo, na loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 6o,
Lnzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendera-se lanzinbas alisadas, padnoes
modernos e muito bonitas pelo barato preco
da 240 o 300 rs.
bales de renda.
Vendera-se superiores cbales pretos de
renda, pelo barato preco de 3500 rs. cada
ora, assim como ditos de guipure fazen-
da muito snperior a 10;j e 120000, a un
bonito sortimento de capas e retondas.
0 easaqtabos do Pava a 16.000
Cnpgou um elegante sortimento dos mais mo-
dernos e mais bem enditados eaiaquintios de
grosdeoapls prelo sendo com stoiora e sem ella, e
oulrcs a imltacao de jaqueliohas e vendt-m-se pe-
los baratos pr;o de lt, 2r, 2S e 304 oa
oji e armazem do Pavo ruada Imperatriz o, 60,
de F. Pereira da Silva.
Vendera-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
12 covados, tendo entre etias algurnas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 25 o
covado, assim oorao sedas lizas de todas as
cores per precos mais commodos que em
outra qualquer parte.
Panno preto a 15600 a 2iJooo.
Vende-se panno preto superior <*om seis
palmos de largura proprio para paletots e
calcas pelos baratissimos precos d\3 i;>600 e
20000 o covado, grande pecbincha.
Meias baratas, duzia 2ooo rs.
Veodem-se dozias de meias de cor escura
sendo meias de muito mais dinbeiro porm
liquidam-se a 25, por ter algum toque de
mofo; ditas inglezas cruas muito eocorpa-
das a 55 a doza.
Sao liuitlidas as navaspoupelinas
que chegaram pan a loja do Pa-
vo a &00 rs. o covado.
Vemdem-se as ais bodas poupelinas coeftadas
pelo uiiiruo vapor,aeneo trinspareotea e eofeitadas
com quadrinhos miudiohos e coa as cores mais
modernas como sejam : magenta, solferino, verde,
lyrio, rfixo, azul, canoa e rosa ele. etc., garanliodo
se qoe neste genero o qne tem vindo de mais
moderno ao mercado, para vestidos t reopas de
enancas e veudem-se pelo baralissimo preco de 500
ris o covado, nicamente na loja e armazem do
Pao, roa fcda Imperatriz o. 60jde F. Pereira da
SHva.
Grande per.Mneba
dros-de-naple pretn a 15500 reis o covado
U6 aa loja do Pavo.
se vende grosde-oaple preto, moito boa fazeoda
para vestidos ; na ![ e arm.'zem do Pavo, ra
la Imperatriz o. 6", de Feliz Pereira da Silva.
AlodiTBisimos
Cbales de cacbimira a id, iUe 20^000.
na lJa do Pavo
ebegaram os mais m^doroos chulea de verdadeira
o^ebemira, com os oadioe mais delicadas, e seodn.
malt" grandes, vcndeoOo-se pelos baratos precos
de tOf, isa iOaO. S Da ln)a e armnieai do
Pavo, raa da Imperatriz o. 00, de Felii Pereira
da Silva.
mos de larg.ua, a 43 00 ; co.cbas de ero-; g,^ deS ^ *'" CDlar
cb; das efustso brancas e ce cor; ^^SS ^tiia^o 8
os t>$ va;-ores
quantntratado e
sso scha-se ella sempre provida des ver-
eiros coll'.res Royer eletricos magn-
ticos.
25555E JR PP"~ P^a cadeiras, sofs, cadeiras ^g ; =
m para meai-;de balanco, para cobrir presentes, etc. etc,:! r* ,ianli ia P ninl
nos pelo fcaraiissimo preco de i#w o covado on' na loja e armazem do Pavio, ra da lmpe-. '
a *-860 o corle de rica, graode pecbncba na ratriz n 60 *""'
toja e armazem do Paveo: ra da Imperatriz a. ti, i ^ i i t i iadei
Grande pecnmcna de gros-
deuaples pretos
na luja do 1'avr.o.
Grosdeoaples 1280
Grosdenaples a 1^800
(irosdeoaples a 25000
rosdenaples a 2(?200
Grcsdenaples a 25500
Grosdenaples a 2)5800
Grcsdenaples a 35000
Grosdenaples a 352C0
Grosdeoaples a 35aOO
Neste grande estabeUcimento encontra o
respeitavel publico om avultado sortimeuio
dos melbores grosdenaples pretos tanto
largos como es'.reitus, que se vendem muito
mais barato do que em outra qualquer parle
em rasao de se ter feito urna grande com-
pra antes que augmenussem os direilos na
alfandega, assim cuino um bonito sortimento
de moireantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
resma e luto, dando-se de todas, amostras,
e mandaoi-se levar em casa das excelientis-
simas familid, pelos caixeiros, na loja e ar-
eiiiCQto
Cemento hydraolico da melhtr qualidade para
ediiicaces n'agoa,lauques, algerotes, ^^seaiameo-
tos de canos, etc., em barricas gr-n es, a i2,
I>ao conraam ooromn' a 105.
tira porgao sup-nor a 51 trrica se faz ama
df.-renca oo preco conforme a qtuotid*-ie :
Dalias de Hamfuirgo !.e"
outms flores
N- sitio do At-rigo da esirada de Olicda, junto a
pomo dos Arrorrbados.
4^a
bravos ttinaos
GRiTIFirA-SE
a qum capturar e conducir a' fahriea de sabio c
Afogado, oo a roa do Amorta o. 41, no fterife, o
escravo Luiz, pardo, Idade 35 anuos, u qual ja' so
principio deste auno foi preso por fugid,., e d bov
evadise da mesma fabrica, cede lr?bslrava, ni
mazem do Pav>, ra da IraP'eratri,J n. 60 ^^XP^^T^t'^XS
GRANDE FECHINCHA
em lanslanbaa aa loja do Pavo.
Vendem se as mais modernase moito booilas lao-
sinbas de urna s 360
ChiUs froceas f erdaieiras a 489
4toaovse bitaa franreras verdadeiau comboni-
lnea#4a escores, pelo baralissmo /* de 480
#s.aad|, sendo fazeeda Que sempre se venden
ftr tatis dinbetro; na leja e armaiem do wto,
riw oa loiperatriz n. 80, de Flix Pereira da 81 va.
delicadas pelo haiat prega de covado.
Ditas de cores differeotes com palminbas e
e listas, covado....... 400
Dilas malisadas moito lindas, covado. 320
Ditas listadas dem, covado..... 500
Ditas transparentes com lisias de seda, co-
vado........... 560
e oolras multas qoalidades de laos'nrus de gosto,
qne se esto rec-beudo por tod s os vapores, na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Feliz Pereira da Silva.
Bonitas alpacas na loja do Pavo.
Veode-se um elegante sortimento das mais lin-
das alpacas de cures lavradas para vestidos a M
o covado, dita* mais a......HitO
Ditas de fjorlnhas a 500 rs. e 560
Ditas lisas de lodaa as cores a 40 e 800
na loja e armvem do Pavo, roa da Imperatriz o.
60, de Flix Pereira da Silva.
Poil de Chvre na loja do Pav5o.
Veode se o m i- moderno poil de Chvre largo, de
orna .- cor, sendo mais lustroso -jue a mesma se-
da, pelo prego de...... 2*000
Dito mais ahaixo, porem com as cores
moito lindas, covado......S100
Dito com lisia-de seda a 860 rs.e. 1000
oa loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da S'fta.
Alpaca monstro, covado a 280 rs.
Vendem seaipicas m< n.-troescura para veslMos,
teodo 5 palmos de largura, qoe facilita fazer-se
om vestido com 8 novaous, a 280 rs. ou a 240 o
eorle, na loja do I'- va o, roa a Imperatriz a. 60,
de Feliz Perora da Silva.
Gangas para eticas a 400 rs. o covado.
Veodem-se superiores gaogas francezas muito
encorpadag para clr,a*e palilols, pelo barato jre-
(o de 400 rs. o covado, superiores bros de lioho
pardos, trancados e lisos, assim como ditos de co-
res, fazeoda mu>to superior, oa loja e armazem
do Pavo, roa da Imperatriz a. 60, de Feliv Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se cbna prea ingleza lisa a 160 rs. o co-
vado oo a pessa por (i, com 38 covados, ditas com
palmabas, m^lhir f v oda, a 200 rs. o covado on
apega por 7J500, dita fraoceza, largas, a 360 rs.
o covado, mus*eiina pretas 400 rs. o covado, na
loja e armazem 1o Pavao, roa a Imperatriz o. 60,
de Francisco Pereira da 8Hv.
Fazendas para lato na loja do Pavo.
Vende-se superior setim da China, irodo ama
fazeoda toda de Id e sem lustro, cam 0 pilaos de
largora, que faeibl fazer-se om vestido apenas
com 6 cova-ios a 'iOO rs......iaiKiO
Snperior bomoasina com 4 palmos a
i600e..........4*800
Superior caoio sem lastro, covado 1*200
Laosiobas lisas, covado 400 e 600
Cassas pretas Usas enm sa'picos e eom
listas, vara a 500,560 e 1401 ... 800
Mosselioas pretas covado ..... 4o0
outras moius fazeoda proprias para loto, na loja e
armaiem d<> Pavi>, na roa da Imperatriz o. 60, de
Feliz Pereira da Silva.
Novidade em cbales a frJiOOO.
Vendem-.-M os mais moderos e mais bonitos
cbales lzbrl, nodo de ama s cor, com badas
rendes 4a aii-snu fazeoda, goarnecidas com bool
tas coolas de aijofres, sendo oe-ls ardi o mais
: podo de listras, costuma embreagar-se, negar
i proprio aome, e bem como o do seobor, e fazii
por castigo orna corrente fechada o cintura e qi
toroozcllc, do que devora' conservar ao menos aa
minchas.
1 No da 29 de fevereiro do corrente i uno, fu-
gio di ra de S. Bento da cidadu d- o toda, o es-
cravo Exequi.1, cnoulo, de 55 a 30 jdo:-s do ida-
de, etatura regular, rtf,rgsdo, edr bem prtia, ca-
beca redonda ; irajava camisa de aig>,dao e ealea
prtta : costoma, quando f.'ge, aoar conversando
dorante o da oas tabernas, e a' ooiie recblbe se b
leihelros abertos, cu peortravejs, ou a caaa em
construeco, oo a octr>s qoaesquer lugares ende
se pos.-a abrigar : qoem o apprebeoder qoelra le-
va-lo aquella cldade (de Oiioda) roa de S. Beato,
losado Dr. Drommond, oo a'ra d Florentina
o. 28 desta cidade o Recife, onde sera' bem re-
compensado.
I
Escravo fngido
Acha-se fogido desde o dia 19 do mpz prximo
passado o escravo do abatxo assigBado de nome
Joaqaim, leudo os signaos segumles : id^de 26 ao-
nos pooco mais ou menos, cor vermelh, I .cea
graode, olhos graodes e amortecidos, barrio, ca-
beca pequeoa, cabellos earapiobos, d rmicb.ico,
estatura regular, secco do corpo oo antes roagr,
bom cosmteiro, cose de allaiate, tem o tornozee
de um dus ps bastaote grosso de ibeotnatisnit,
ps graudes e largo-, bastante ladino e a- me oso"e
se intitula forro. H toda certeza de qne e-teja
oo Ittcife, onde ja esteve (ogido o anno passade*
reccmmenda-se pois as autoridades ponriaes e ca-
pites de campo a caplora e entrega a seo seobor
omesuo abana assignado na vil'a de Ignarass1i
ou aos Illms. Sr. Dr. Jos Bernardo Gil'io Mi-
coforado, oo Catdeirelro, e ao capno Feliz Fran-
cisco de Soaza Magalbes no largo do Paralio n
26. Iguaras.- 7 de fevereiro de 1868.
Jos Teixelra da Motta Cavalcanti.
proc de 6*000, nnieamenle na leja ds Pavo, raa
da Imperaint n 60, de Peiiz Peree* da Silva.
Cbales de merina a dT0 Vende-se bnnuos cbales de menee a UOW,
W50O, 4* O, 5*1100 e a*", a toja e wavm
do Pavao, na ra. da leaperaWl B.rat, ,4e FeMx
Pereira da S"
J500000
Pogio do dia 25 do rorrete mez de onlnbro, do
eegenho Limoeiro, fregoezia da Escaria o estrave
Fraocisco, com os seguioies slgoaes : cabra, pon-
co alto, com bom corpo, bonita flgura, cara lev-
gosa, barba ponto serrada, coaioma raspar o bi-
gode e a peira, cabellos um taolo rsrapinbadoa,
em pouco gago, cem algomas slratrizes velhas d
ebreote Das cosas, o'oma p e n'om br*<;o, levo*
camisa de algodio da mata, calca e paletnt de briol
pardo, chapeo de baeta preto, leva vara de car-
relro, que e suponho ter ido seriar praca eovao
voluntario ; foi encontrado no brejn de Foeondes
segulndo por Carirl. Reeommenda se as pessoa
encarregadas do recrotamento, e as animidades
poiMStaes, com especialidade as do Ri Fornoso,
Uoa, Agua Preta, .*. Beoto e Porto C.lvo, e a oo>
tra qoalqni-r pessoa a apprebencio do dito escra-
vo, ir enirega-'o no referido eogeobo, qoe gratis-
ca se cea 160*000.
Ko ou O 14 de everewo wi> prio per
nome Hdooel, mas coobecido oa ra ir Piaohj
por ser do tenao, om as seguioies Mgoaes : es-
tatura regular, corpulento, cabera afumUda e
calva, taiba serrada, atgans cabello^ brsoces,
desdeoudo e com marcas de beimas o narra,
olbos peqoenos, orna peroa com as vh M,caroca-
das, aodar vagaroso, cosioma aonar rom as calcas
reg eada, e a liagoa de fra; quero o prendar
leve-o ao subdelegado da Boa-Vista.
Paglo do logar Joretna, termo do Brpio da
moderno o im viode e vende-se pelo barate Madre teu, o escravo Fiel, eriool*. d H ani
de Idade, eom os signaes segninte* : psiatura nrf-
x, mies e ps pequeuos, ama cicairl' no >iato da
lado e^uerd >, proveniente de ddf de dente, o na-
riz gro*- s autoridades polteian on a' qoem o fv reheMeb
ieva-io a' roa nova de Santa Rita n. la, prtmeira
aodar, qoe sera' generosamente reeumpeusado,
IllGlVE |





s
lff* 4e rcrmh**~ Haarta felra 11 de Marea de I8P8
LITTEMTM.
Atea de A'o.
PC* MANOEL LBITE MACHAD").
Ca t3o sou crijko, nem ao meaos littera-
lo. Sou um pobre hornera, milito turnete
a Deas, muito aramia do proxi no e com
}Tai Je quala para os poetas, desde llora- observacos ao Ilustra" sabio, porra, ele
Se me er.outraren na ras, esttico c; E'notavel o a'oolroamonto da sua3 opi-
A primara pacian eiru Subscripta ao AgoS'ioh^ da M ice lo, se estivessera os no 0 OSa.110 do etner- Parece que estos doas

Sr.Al.vindre Hereulano acarea do casament)
civil. O Sr. Mnoel Mica ido nao tolera o
casamento seao iaciri!.
Nooqaar civil por modo algame la-
ana o de 182 i ni poca em que elle publi-
cou osea pibim
PS LISTES MACHADOS
00
menta do fundo da alan que o grande his-' o nemao do bom senso.
loriador ande assira transviado das crencas. Consta-me que alguas critico achJo io-
E'-Jjbfw vor-ra? obrigad) a fazer traduzivel a epigraphe appCcadi pelo poeta
a serie di artigos em que nos conta a sua
vida minuciosamente, sera oceultar-nos o
que senta quanio (diz elle) t anlava eu
indotu patymneoci, abrera-sa pira
obsorver u-a a) outro. E no meio mm
immensidadjs, amoao, mu ura tomo
f iras, a sonm do rocabalo, ama for-
moas na gruta de Maca >, nao pensera que qjeslojs relig! os*, embira diversas. Mis Ignez de Castro gosando o perfume das ber-! Nstas par
espero anpparieo da ura enorme engn >n, j Ifie disse o Sr. Gomes de Freitas : ivmbas, mas que a fortuna nao deixa durar jsoffrer jeju:
por cusa da divindada qu3 da ve appare-i Sabe:, ilustre luzeirodi Luzitaaa elmulo, porque em vista de certas noticias mente. Uisse
tpediUbuiido, como dizera qie e.-tevo Gi- jiiioes contra a3 do Sr. A. Itorculaoo, em divagando palas campias, como a bella do topo di serra.
jragens nto poiia mau bospele
jura do poesit Recebi-o digna-
qu3 dave app3re-i sane:, o iusire luzeiro ui jjuztma e i mono, porque em vista de certas noticias mente, isse a naturaza que puzesse a mesa,
cer debaixo delto. E mim. je declarar que, mais procurando a verdadeldo que tanto amava e de cujoamor vivia tlojpha mais deliciosa qae o falerno do ralbo
No genero mulher, fallando commercial- a achasias, e:c. feliz. > J Horacio,
dente, nSo admiti a vulgaridide. A mu-' N3o mesara possivel deixar cb aproxi-
lier que avivar o fugo nestas cinzas, que'mar osdous Ilustres escriptores lio seae-
. maior forlum
re de tanta magnitude, Ahio impo caris- recbalo das mos de V. Ex, com orna
ta e adora o Daas verdad-uro. caria que vale ara diplomt, cora ama recom-
Quando a alma deset destas aluras e rol- raeodaco que urna sa?rac3o. A mu do
ve ao p da civilisacSo*. leva comsigj ans Sr. Castro Alvos nao podia tar mais feliz
pensaraentos sublimes que do mais biixo re-! intarito na vida luterana. Abre os olhos
montam sua nascenca, pela masraa lei que
'az subir ao nivel primitivo a agua derivada
Segn ia
Rio dd Janeiro 9 da fevereiro de ISSS.t,
Exm. Sr.E hoi e grandj fortuaa co-'.
nhe:er ura poala. melbor e
! feliz, t
As Cinco Ctiagas
a epigraphe
primoroso trabalbo.
Bam di o Sr. Machado que a falta de
bons traductores tem accelerado a decaden-

dessF A Tijaca esneroa-so m lospitiliada.

C'justituem a mioba exquisita iadividuali- lijantes as ideas, na pereza das intencoes
dade, oloser de cario urna mulher trivial, e al no florid) estyio
Ha de ter injontestavol direito a um de D3qui a duzentos anno3, sealgaem tlver icia da nossa religio l
'!ous objeciivos da minba escolba, levados a curiosiJaie de apalpir-me( encontrar-raa- A biographia do poeta
::mbos ao superllivo I i ha fri como ura naco da nnrniore dida em cinco artigos, cada
LinJissima ou horreodissima Os dissibores, quioio affactam deveras o
Dave ser aquella M3ria Joaquina Doro-1 corado, regelarao sangue, e eu hei dedes-
!ha, a celebre Mafilia Dirco, Tbomn An- gostar-me profundamente quando vir ne-
tonio Goiizaga, de quem elle dis.-e
A miaba bella Marilia
Tem de seu um bom t'jo?o:iro ;
IN'aO, doce Alco, frmalo
Do busca lo
.Metal louro :
E' ito d'uas alvos denles.
E' feito de uns olos bellos,
De ornas faces graciosas,
De crespos, finos cabellos ;
4S de cutras grac.is maiores
Que a oalureza lbe dtn :
Bens que alem sobre a erra,
E que icm valor no co.
Na falta desta. s pde.fascinar-me ontra,
quem Gabriel Pereira de Castro, no oita-
v) caito da sua bcllissiaia Uilissa, appli-
.00 esta chava :
Tem negra cor, cabello retorcido,
Fuodidos olos, testa abreviada,
E do beico o bigode sabe compri 'o,
No largo queixo a barba tosqueada,
Grosso e rombo o nariz, e denegrido,
Dj sulcos pn.fan ssimos lavrada
A triste face, o de verrugas cheia,
Qoe a menor fealdaie era ser feia.
gajo pela posteridade o grande meriloda
meu predilecto escriptor, cujo nome oje
to vejerado 1
E cont cora isso,
A severa critica do secuto XXI dir com
justa razo. Ahxaodre Herculano foi o
por elle di vi-
um com seu
titulo, Ei3 ahi a explicac9o do titulo geral,
que os zoilos nSo querem traduzir. Ter-
mina o limo com urna serie de cartas de
Elmamo a Belisa e de Belisa a Elmamo, as
quaes revelara a mais furibunda paixao em
dous volme?, que desojam uoir-se em urna
so eacadernaca^.
Aqu com bastante pezar sou obrigado
pela conscienca a censurar oSr. Manoe
queimmortalisou Bocage.
Parece-me que nisso foi dominado pela
rerdada.
E' versfade que para assegdrar t5o teroAS-
epstolas, o seuaome debaptismo, simples,
seria pouco eopbonico. Oprimeiro appel-
lido era iaapplicavel em am amor aioda
baseadb em esperanzas. O'uilirao traza
idea da destruigo, nao pida servir ali.
O filustre escriptor vencerra-todas as diffi
caidades assignando-se, nicamente os
saas epstolas amatorias,Manoe! Poeta.
Japkbk
Ceci taera cela. J se v qoo o meo
xtasi s podia ser em frente da babiaco
de um poeu, e a minha ambicio nao podia
ser oulra seno SDalysar-he a physionoma,
apezardo desgosto que provra quisisem-
pre de semelbante analyse.
Qual o ardenle admirador das obras de
um poeta que nSo soffre uraa desagradavel
impreso, quando se aproxima pela vez
primeira do seu idolo e lbe sabe um ho-
rnera, com o nariz no meio da cara, por
LaixO delle a bo:ca e am Gibo de cada lado ?
a Nao parece poeta 1 a exclamacao na-
tural!... Erabora. Eu sou louco pelos
poetas e nao podia escapar-me a leilura da
Arca de No, cujo autor men conbecido
aotigo por ter publicado em 1838 um vo-
lume de versos com o titulo A Lyra Geme-
dora. M.mel Lcite Machado n3o pasta pela
primeira vez nos relvosos campos da litte-
ratura. Fareja-os ha muitos" annos e ali
tei engordado a sua repntaco, como autor
romances e chapeos de sol I
lia uin dcimo da seclo; mais anno, me-
nos aano, j dizia o poeta sua musa :
Que vers de fronte erguida
Ao mal acontecer bem,
E aobera acontecer mal,
E ao mal o mal tambem.
Muito mal e muito bem, muito bem e
muito mal, disse o vate urna verdade eter-
na, que ficar gravada na memoria de todo
quelle que a puder entender.
Captivou me urna poesa desse primeiro
livro intitulada o Caminhante. Parece que
o poeta eocontrou utd sujuio no caminho
quem dirigi os sus attenciosos cucapri-
mentos, sendo correspondido como era de
esperar ;
Depois, travando conversaco a respeito
de*cerla Eulina, que talvezojeitor no co-
uheca, expedio assira as suas ordens :
Dize-lhe que triste vivo
Era fuula maginaoio ;
De) captiveiro. captivo
Sem achar con-olcao.
Um critico rigoroso encontrara nestes
qualro versos a prxima inrtapo, para n5o
izer plagio, desU outra quadra, muito
amiga:
Indo eu por a jai aboixo,
Tocando no meu baudolim,
Em procura do mea bem
C por certas coosas.
Eu qieno sou criticocomo j tive a
honra de declcrarclassificaria repugnante
absurdo uraa accosafo desta ordem.
Continuemos:
' Corre, corre, caminhante,
Por esse bosque foimoso,
E traz uolicias de Eulina
A este amante desditoso.
Dez annos decorreram, sem que o tarde
caminhaate vollasse com a resposta 1!
Imaginemos que tormentos tersoffrido
a potica alma do terco amador de Eu-
lina i
Esqueceu Ihe, como era natural, o nome
da sua amada ; mas ficaram-lbe ainda fluc-
tuando no cerebro urnas vagas recordacoes
do passaio. O infeliz poeta, chorando ha
dez annos, morrena affogado em um dilu-
vio de prantos, se n5o tivesse a laminosa
idea de recolhe-se Arca de No.
E' de l que elle, embocando a bosina,
grita anda l para o centro das florestas :
Cerr, corre, ceminhante.
Por esse bosque formoso,
E traz fagueiras noticias
A este amante desditoso.
hornera mais fel z do seu lempo, ignora- Leite Michdo, por servir-se do anagrama,
te e simples, goson de extraordinario pres-
tigio, e foi considerado o maior vulto lute-
rano do seu paiz.
Moje est provado que deven tado aos
consejos que sacram Jubre el e os seus
dons Ilustres compatriotas-Francisco Gorses
de Freias e Manosl Leiie Jachado, e e3o'
residintes no Rio de Janeiro'.
Sao muitos os pootos de sontacto entre
estes doas Ilustres mestres e Alexandre
Herculano.
Ambos expatriados. Ambos- amantes
apaixonados da humanidade.
Arabos apostlos e martyres dcsiencia
de Esculapio.
Ambos escriptores fecundos e adeairaveis.
Urna nica distiocco separa estes dous I
vultos, Gomes de Fre tas nao poeto-por
que nao tem lempo. Leite Machado e-poe-
ta serapre, e sem o sentir omitas vezes. Nao
resisto tentado de transcrever, como pro-
va, parle de um poemeto publicado ora
1858 na Lyra Geraedora, sob o titulo Lats
de Amor, repelido agora ua Arca de No
com a epigraphe Cupido.
Tem essa notavel parlicnlaridade as poe-J
sias de Leite Machado,
Nao ha titulo que nao sirva para todas f
Suspendamos por um ponco as citacbes
poticas. Yoltaremos, se necessario fr;
mas mister que avallemos o Sr. Manoel
Leite Machado cerno prozador distinctissi-
mo, como profando philosopho.
CUPIDO
Qae poder, porventura
Poder resistir,
Seu amor tentar ferir
Com meiguice e brandura I
Quiz Cupido esculpir
Suas vigorosas leis,
Lbe trouxeram papis
Eolito se poz a rir !...
Mas Meando offendido
Ura da Ilustre companha
Com gentileza e manba
Intarrogou a Capido :
Heim !... Vos escarnecis I
Que taes sero as leis,
Nao ca\>em era papis
Sero assim crueis ?!...
Basta. Nao ha maior motivo de desva-
necimeuto para um esenptor do que lorr
nar-se ebefe de urna escola, e essa glori-
oinguem a contestar ao Sr. Leite Macbado ti
A feriilidade de imaginaco, a purezada
linguagem, a riqueza do metro e a facili-
dade da rima sao aqui qualidades to dis-
linctas, que nao podiam deixar de produair
o desejo da imitaco. O mais feliz imita-
dor do grande modelo creio que seria Co-
mes de Freitas, se tivesse lempo.
Brrelo Bastos sem duvida, o raais
saliente discpulo da brilbaotc escola. Ap-
proximemos os dous enormes vultos.
c At que Deus veto era meio auxilio para
ficar bom primeiro do espinhaco e depois
da cabecaGomes de Freita.
< Meu Deus o que seria de cqie, a nao
ser a vossa Divina Misericordia 1.... Tive
ento a lembranca de tapar o nariz com fa-
las de tabaco camphoradas, e vaoci as taes
fumacas=Leite Machado.
c E' cerlo, porm, que agumas vezes
acordava com a cama a arder e meu corpo
a doer-me, por isso vou declarar para au-
xiliar a qualquer que lenba esla sorte ou
destino fora do regular ; si, que depois
de meditar resolv fjer um sobretu Jo. geral
que me sarvia de camisa quando me ia
deilar, a qual s a bocea e nariz deixava
descoberto para respirar 1 ele.
t Mas attendam, vvias vezes este sobre-
ludo nocturno o molbei e seqnei primeiro
em composico de pedra hume ou aluminia
agaa e gomma arbica etc. Gomes de
Freitas.
Estava eu julgando, pois, j esgotado
todos os recursos dos meus sanhudos per-
seguidores, quando me sinto abrasado pelas
costas com um geoero novo de fumacas I
Pareca a quentura de urna caldeira de va-
por que tinba am respiradouro pela parede
viznba. Abandonei o meu jamar no meio
de um fogo abrasador !... Nesse dia seo
dores horriveis no corpo e pensei mesmo de
ficar paralytico!.. No outro da, as mesmas
horas, l sent a mesma quentura.
Ento tomei um avental molhado, e
deitei-o pelas costas, podendo ento resistir
ao perigo, que era smente, quando as vol-
tava para o lado da parede do vizinho "
Deas nao me liaba abandonado Leite Ma-
cbado. >
F.si provada a minha asserco.
Citar mais seria prejudicar um estabele-
cimento pi, a qae o Sr. Machado applica
o producto da primeira edico da Arca de
No. Deixemos apparecer a edico vigsi-
ma ; nao toquemos na arca, a nao ser le-
vemente, de modo qae a anciedade do publi-
co despert, em vez de esmorecer.
O Sr. Leite Macbado mimosea-nos com
a sua biographia, obra curiosissima e digna
do Ilustre sebrinho de seu tio Manoel Alves.
A bi nos falla das suas drimeiras tenta-
tivas Iliterarias e do dgj^Rhasiasmo com
que se agarrou penna desde que vio o seu
primeiro drama, o Triumpho de Cambes,
CaK-"AS DOS UTTERAT09- MS BE AbEKCA.1l E
MACHAib'O DE ASS1S SOSAe O POETA-- CASTRO
ALW4S.
Primeira.
Illm.Sr. Alachado de Assis. Tijaca, 48'de
fevereiro de 18t>t-
Recebi nontera a visita deum poeta.
OBiode Janeiro- nSo-o eonhece anda-;
muito breve o na rJeconbecer o Brasil. Bem
eoteodido,. fallo do Brasil qii sent; do co-
raco e nO'do resto.-
OSr. Caslro-Alve^hospededesta grarv-j
de cidader de atgans dias apeaos. Vai a S.
Paulo concloiro curso-que eiicetou em Olin-
da<
Nasceu na-Babia, a .patria- do to bellos
talemos:
Alhenas brasileira que nao eaesa de pro-
d-azir estadistas, oradores, poetas e guerrei-
ffOS.
Podia accresceotar qae lilao de nm me-
dico illustrei Mas para que ? A.geaeatogia
eos poetas comeca com seu .primeiro poema.
E. que pergamtohos vatom estes seUados por
Deus ?.'
O Sr. Castro Alves trouxe-me- urna carta
do Dr. Fernandas da Cunta,.um .dos pont-
fices da tribuna orasileira. Digo-pontfice,
porque nos caracteres- dessa tempera, o ta-
lento urna regiao, a palavra un sacerdo-
cio.
Que jobito para-mi! Recebar Cicero que
vinha a presentar Horacio, a etoqueocia con-
duziulo oela maa a poesa,, ama gloria es-
plendida mostrandoaonorizootS"da patria"
irradiacao-.de urna lmpida aurora!
Mas tanabem quanto, nessa tostante, de-
plorei minha pobresa, que nao permittio
dar a to caros hospedes regio agazalho. Ca-
reca ae ser Hugo ou-Lmanme- os poetas
oradores,.para proparar Sse baequete da
intelligencia.
Sa ac-menos tivosse nesse momento jnnto
de mima pleiade rica de jovens escriptores,.
qual pertencem, o senhor, o-Dr. Pinheiro
Guimares, Bacayuva, Muaiu,.Joaquim Ser^
ra, Varella, Rozendo Muniz. e tantos outros!..
Ei'.ire estes porque nao tombrarei o nomo
de Leonel de Menear, a qoem o destino fez
ave de arribaces na trra natal. Em htie-
raiura nao ha suspeico ? todos nos, que
nascemos envseu regaro, nao somos da mes
na familia ?
Mas todos, o vento da. contrariedade os
tem desfclhado por ahi- como flores do urna
breve primavera.
Um lea. da penna espada para defanier a
patria. Alguns tGm as.asas cristaoas pela
indiffeOQca; outros, como doaradas borbo
Ella sabia que o joren escriptor vioha do
norte, oade a natureza tropical se espeoeja
em largos de luz diaphana, e orvalhada de
esplendores abaniona-se lasciva como urai
odalisca s caricias do poeta.
Eatao a natureza flamioense que tambara,
quando qrfer, tem daqueilas impudencias ce-
lestes, fez-se casia e veodou-se'comas alvas
roupageus das nuvdns. A chova a bornfou
de aljofares; as navoas delgadas lesvalivam
palas encostas como as fimbrias da branca
luoica rocaginte de urna rirgem christ.
Foi assim, a sorrir entre o ntidos veos,
oom recato de don'.ella, qne a Tijuca re-
cebeu nosso poeta.
O Sr. Castro Alves lembrava^se, como o
senhor e a'gaas poocos amigos, de- uraa an-
ti^uidade de minha vida, que outrora escre-
vra parao theatro/ Avahando sobre me-
dida minha experiencia neste ramo- diflkil
da lilteraturaj dasejou lr-me ura drama,
primicia de seu talento.
Essa produeco passou pelas prova* pu-
blicas j era scena competente para julga-ia;
A- Baha applaudiacora jubitos de i a as-
cenco da nova estrella de seu- firmamanto.-
Depois de tai brabante maobstacSo, duvi-
da* de si, nao modestia uoicameoie, res--
peito aVsantidade de-sua missao-de poeta.
&jn-zaga, o li:uto do drama que temos
em breves bons. O assumpto,- oolhido na
tentativa revolucionaria de Maas, grande
manaocial de poesia histrica aiiwla- tao pou
co explorado, foi enriquecldo-pele-amor com
episodios de vivo interesse.
O Sr. Castro Alves iam disciprio'de Vic-
lor Hugcv na architectupa do drama;-como
ao colorido da idea. &< poema perteoee
mesma escola do ideal; e-esryto ten* es-los-
mos toques brhbanies.
Imitar Vctor Hago s'-dado s taleftt-
gencias de prfmer. O Tisiaao da lifierata-
re-possue umapalheta quoemmo do co-
lorista medilo- mal prodo* borrbea^- 6*
moldes ousadosdesua frassw como oa-de
Jienevenuto Cttttoi; se o metal nao fer de
'superior aoac, em vez di estatuas ss*em
pabbticbios.
No obsiante,..so3 essa imi-acao de am-
awdeto subliui8 despunta nodracna urna tos-
pirayo original, .qae mais tarde-ha de Ser-5
mar a iodivideaaade Iliteraria do autor.
Paiprta em sua obra o poderoso sentimos
lo da nacionaUdade, essa Ua* da patria,.
quo faz os grandes poetas, com os seu#
grandes cid adis.
Nao se adnwre de assimillar eu o cidalo-
e o poeta, dua*etiiades que no espirito de
muitos audam. kiteramente doseacontracbas.
Onetdado o poeta do direito o da Justina,
O' poeta o ci esta. Mas deste delleilo a cu!p.uo foi do
escriptor; foi. da idade. Que poeta aos vio-
to-auuos hj-iem essa prodigalidad sobetba
de sua iiiiagiAago, que sa destrama sobre-a.
uttureza, e a. inunda ?
A mocida uraa sublime impacienta.
atote della. a vida se dilata,. e parece4he
que nao ten para vive-la mais que um ns-
tame. Pois os labios na taca da vida, cheia
.transbordar de amor, de poesia, de glo^
na, e quizera estanca-la de um, sorvo.
> A sobriedade vena com os annos; vir-
tude de talento vi ni. Mas entrado na vida,,
o hornera, aprenda a poopar sua alma. Um
dia quando o Sr. Castro Al*es reler o Gen-
zaga, estou.conveacido que. elle ha de achar
um drama esbocado, em cada, personagem
desse diama.
Olbosseveros.talvez eaxerguera na.obra
pejuenos senev
Marta, achau-o em si. torcas para enga-
ar o goveroador em um transe de supre-
ma angustia, parecer ialguos menos.aman-
te, menos mulher, do que devora. A ac-
co dirigida ama oj entra vez pelo-acciden-
ta material antes do.que pela revoAucao in-
tima do coraco terl na opinio dw realis-
tas, a naturalidade uodema.
A prosa consume a parte mais tonga do' approvado pelo conservatorio pramatico 11
soberbo volume de 103 paginas denomina- Estes pontos de admirado pertencem-me
doArca de No.
e naereceriam a approvaco do padre Jos,entre os doas ocanos, o ocano
letas pi-esas da teia. da aranha, se debatem L:3r1S.S3_esseldeat)!.l0n ^?.%.:??.d-!?I
conua a realidaie d urna prosso que lhes
tolhe o vo.
Finalmente estava eu na Tijlba.
O Sr. conhce osu montanuaencantadora.
A natureza a collocoa duas leguas da cor-
te, como um ninho para as almas causadas
de poasar ao. chao.
Aqu tado puro e sao O corporbanha-
se em aguas cristalinas, como o espirito na
limpidoz deste co azul.
Respira-se larga, nato smente os ares
finos qae vgoram o aopro da vida, porai
aquehe balito celeste do Creador, que bafe-
jou o mundo recera nascido. S nos erffl03
em que nao cahiram. ainda as fezes da civi-
lisago, a trra conserva essa divindade do
berco.
Elevando-se a estas eminencias, o homem
approxima-se de Deus. A Tijaca um es-
cabello entre o pantano e a nuvsm, entre a
trra e o co. O coraco que sobe por este
genuflexerio para se proslrar aos ps do Om-
nipotente, conta tres degros: em cada um
del les, urna contrieco. <
No alio da Boavista, qaaodo se descorti-
na longe, serpejando pela varzea, a grande
cidade reptil, onde as paixes rastejam; a
alma que se havia etrophiado nesse loco do
materialismo, sentem-se homem. Em baixo
era urna ambigo; em cima ama contempla-
cao
Transposto esse primeiro estadio, alm
para as bandas da Gavia, ha nm lagar que
chamam Fiio Chineza. *Iste nomelembra-
lbe naturalmente am sonho oriental pintado
em papel de arroz. E' ama tela sublime,
urna decoraco magnifica deste inimitavel
scenario fluminense. Dir-se-hia qae Deus
eniregoa algum de seus archanjos o pincel
de Apelles, e mandou-lhe encher aquelle pan-
no de horizonte. Entlo o boraem sente-se
religioso.
Finalmente chega-se ao pico da Tijuca o
ponto culminante da sorra, que fica do lado
opposlo, Dahi os olhos deslumhrados vm
a trra, como ama vasia ilha a sabmergir-ee
xo desses louvores o estro, a expontaneidade,
o impeto. No riro and.rem separadas
estas doas qualidades da poesia : a forma e
o estro. Os verdaderos poetas 3o osqoe
tm ambas. V-se'tyie o Sr. Caslro Alves
as possue; veste as suas ideas com roupas
floas e trabalhadas. O receto de cabrr em
em beao Cipito o. Os seus prlmeiros cao- daffeito nSo o levar a cahir flo deffeito con-
los oBtem o applausode um mestre trario? Nao me parece qaa Ihe naja acora-
Mas se tato me enthusiasma, oulra caos tecido isso ; mas indicolhe'o mal para qae
ha que comraove e confunda, a extrema /iua d'elle. E*possivel que orna segunda
confiaoca de V. Ex. nos meus prestimos lit- toitura dos seus versos me indicasse algans
terarios. conflanca que ao mesmo lempo senas facis de remediar; confesso que os
um motivo de orgulho para raim. De orgu- D3,) percebi do meio de tantos bellezas,
lho, repito, e to intil fra dissimular es-' o drama, esse li-o attentamente, depois
la irapreso, qoo arrojado saria ver ms de oSvi-lo, li-o e reli-o, a no*et bem se era
palavras de V. Exc. mais do que uraa am-
raaco generosa.
A tarefa da critica precisa destes para-
bens; to ardua da praticar, j pelos e3-
a nesessidade de o apreciar, se o encanto da
obra, que me demorava os olhos em eada
pagina do voinw.
O poeta explica o dramatorgo. Reapare*
tados queexiga, ja palas lulas que impOe,:Mm no drama as qualidades do Verso ; as
que a palavra eloquente de um cueto mui-!m9laOQoras enchera o periodo ; seuie-se de-
tas vaz^s necessana para reavivar as torcas \ qainao em quando o arrojo da ode. Sopho-
exhausta e reerguer o animo abatido.
Confesso francamente que, ene miado o?
meus ensaios de critica, fui movido pala idt
de contribuir com alguma cousa para a re-
form do gosto, que seta perdemto e effe>
tivamenle se pe deu. Meus limitadissimos
esforfos nao podiam impedir o tremeodo
desastre, Corao impedi-lo se, por oraa in-
cles pede as asas a Pyndaro. Parece' ao
poeta que o tablado pequeo; rompe o
cu da tona e arroja-se ao-espado livre e awsl.
Esta exuberancia, que V. Ex., com justa
razo attrrboe idade, concordo qae o poe-
ta ha de reprimi-la com os annos. Ento
consegrar separar completomeote a lingua
lyrica da lingua dramtica,' eodomutto

fluencia irresistivel, o mal vinba de lera, e qae devemo esperar temos prova e fianca
se imounha ao espirito Iliterario d) paiz, ;na ao que no d boje.
ainda- mal formado e quasi sem conscieacia
de si'7 Era diBcl plantar a leis do g-^sto,
onde se havia estabelejido unw sombra de
liiteratura, sera atonto era ideal, falseada e
frivola, mal imitada e mal copiad-a. Nem o*
Estreaudo no tbeatro com ua- assumpto
hisiorvo, e asswnpto de uraa revoluc/o io-
feliz, o Sr. Caslro Alves consulto a ndole
do seu genio potico. Precisava de'Sguras
i^ue o lempo houvesse consagrado -, as da
esforeosdosqu), eomo V. Exc. sabm ex- inconideocia tinhanv alera disso a aureola
primir senstmenlo?e ideas nalingea que nos
legaram los mestre elassicos, era esses
pudera n oppor um dique torrente inva-
jsura. Se a saOeiloria popular nao mente,
a-universidadda doeo$a podia darnvs al-
gara a? consolacSo; mas aobera triste con-
'sttlago quaudo eo se antolha o remedio ao
mal.
Se a magniUkte' da tarca era de assesa-
brar esptntos mato robustos, outro risco
havia, e a este j cao era a intelligencia cae
se expunba, era o saracter. Com;reheoe
Y. Exe. que, onde a-critica oo instituidla
fornoada e assentada, a analyse Srtteraria ton
de luetar contra esse eutranbado amor pa*
lernai.qete dos n?3os fllhos-ae mais bel'
las enancas do mundo. No raro se originam
odios onde erai nalura'vlravarera-se affectos.
Desfigaram-se os internos da crtea; a:tri-
bue-se inveja o que vem-da iet-oarciali-
dade ; aharca-^eantipaibrao que eooscien-
cia. Fesse este, porm,- o -nico obstculo,
eston C0BvencB> que eHfe nao pesaaria no
animo (toquen poe cima do interesse pes-
soal o interesse perpetuo da sociedades por-
que a boa fama1 das musaso tambera.
Cangados-deooivirera chaawr bell a poe-
sia, os noves atbeaienses resolveram hani-la
a repblica*- 0> elemento -potico ft-hoje
wa tropero -ae saceesso de-unta obra. Apo-
seataram a'imagao. Ac-musas, qqej
estavam apeadas- ds temp'osv foraretiai-
beia apeadas dos lwos. A poesia dos~seo-
tidos veto sentaif-se-. no sanotuario, eaeskn
gesseralisos-se Qae enorme Alph nao seria-precis^des-
viar do seu curse< para limpait este presepe
dej Augia*.?:
Eu bem sei- que no Brasil corao fra
Ha no drama Gonzoga exuberancia de pe- de^to, severos -espiritos protesto com O'tra-
piritoem que ella sa reflecte? Muitas vezes
) nao sorprenden, seu pensamecto fazer a,
critica de urna Sor, de urna, estrella, de
urna aurora. Seo deixasse, croio qae se elle
langaria corrigir o trabalbo- do supremo
artista. Na somos hornees debalde: Deus
nos deu urna alma, urna individualidade.
Depois da leitura de sou drama, e Sr.
Castro Altes recitoa-me algumas poesas- A
cascatade Paulo Affos$o, as duas ilhas ea
visao d&s morios, nao cedem s excellencias
da lingua portuguesa neste genero. Ouca*
as o senhor que saba o segredo desse metro
natural, dessa rima suave e opulenta.
Nesta capital da civllisaco brasileira qae
o tambem da nossa indiSerenca, pouco
apreflb tem o verdadero mrito, quando se
apresenta modestamente. Comtudo, dei-
xar que passasse por aqui ignorado edesa-
percebido o joven poeta bahiano (pra mais
qae urna descortezo. Nao Ihe parece t
J am poela o saudou pela impreosa; po-
rm nao basta a saudaQo : preciso abriN
Ihe o tbeatro, o jornalismo, a sociedade, para
qae a flor desse talento cheio de seiva se
expanda s auras da publicidade.
Para Virgilio do joven Dante naste invlo
caminho da vida litteraria, lembrei-me do
senhor. Nenham tem os mesmos ttulos.
Para apreseatar ao publico Ilumnense o
poeta bahiano necessario nao so ter foro
de cidade na imprensa da corle, como baver
nascido nesle bello valle do Goanabara, qae
ainda espera sea cantor.
Seu melhor titulo, porem, outro. O
Sr.foi o nico de nossos moderaos escripto-
res qae se dedicou cultura dessa difficil
sciencia, que se chama a critica. Urna por-
co do talento que recebeu da natureza, em
vez de approveita-lo em creacSes proprias,
nao duvidou applica-lo a formar o gosto e
deseovolver a litteratura patria.
Do Sr. pois, ao primeiro critico brasileiro,
confio a brilhante vosaco litteraria qae se
do mar e
baibo e a lico contra esses estados de cou-
sas; mas lal afeico geral da situarla-ao
ooaecar a-tarda, d. secuto., Ms sempre
ba de triumpbar vida intelligente. Bas&a
qae se trabalna seta treg>a^ Pela Biaba
|parte, estava e est- cima dae-minha pos-
ses similhante papel, mas eoeotendia ven-
teado,adoptando a bella definico de-poe-
ta que V.. Ex. d em sua-carta.que ba
para o cilado toarle e be-Ha- deveres- im-
prescripveis, e que quando urna tenden-
cia do espirito oimpelto paaa certa ordem
de actividade, sua obriga^o prestar esse
servico s letraa.
Em todo o Gasa nao Uva imitadoros. Ti-
ve um antecessor Ilustre,-, apto para e?te
arduo mister, erudito e profundo,, que te-
ria proseguido no camiabo das suas es-
tras, se a imaginaco possante e vivaz, nao
Ihe estivesse reclamando as creaeSas que
depois nos dea. Ser graciso acaEossenlar
que alLudo a V. Ex. ?
Escolhendo-me para- Virgilio do joven
Dante que nos vem a patria de Moema,
impbem'e V. Ex. am dever, coto-rasponsa-
bilidade seria grande se a propria carta de
V.Ex, nao houvesse aberto aoneophyto as
portas da. mais vasta, publicidade. A ana-
lyse pode agora esmerilbar nos.escriptos do
-poeta bellezas e descuidos. O.principal tro?
halho esto feito.
Procurei o poeta cujo nome navia sido
ligada ao meu ; a- com a natural anxiedede
que nos produz, a noticia de um talento ro-
busta, pedi-lhe que iBe tesse o seu drama
os seus versos
Nao tive. orno.V. Ex.., a fortnna de os
ouvir dianta de ura magnifico panorama
Nao se rasgavam horisontes dlante de mim;
nao tinha os ps nessa formosa Tijuca, que
Y. Ex. chama ura. escabello entre a novem
e o pantano. Eu estava no pantano. Em tor-
no de c's agitava-se a vida tunyiltuosa da
cidade. Nao era o ruido das paixoes nem
dos imeresses; os interesses. a as paixes
tinham passad a vara toncara: eslava
moa no carnaval.
No meio desse tumulto abrimos um oasis
de solido.
Ouvi o Gonzaga e algumas poesas
Y. Ex. j sabe o que o drama e o que
sao os versos, j os apreciou comsigo, j
resuma a sua opinio. Esta carta, desti-
nada a ser lida pelo publico contera as im
presses que recebi com a leitura dos es
criptos do poeta.
Nao podiam ser melhores as impressoes.
Acbei urna vocaco litteraria, cheia de vida
e robustez, deixando antever as magnifi-
cencias do presente as promessas do futuro.
Achei um poeta original. O mal da nossa
poesia contempornea ser copista,no
dizer, as ideas e as imagens.Copia-las
annullar-se. A musa do Sr. Castro Alves
tem feico propria. Se se adirinha que a
sua escola a de Vctor Hugo, nao por-
que o copie servilmente, mas porque urna
ndole irma levou-a proferir o poeta dos
drienlaes ao poeta das Mediiaeoes, Nao
lbe aprazem cortamente as tintas brandas
e desmaiadas da elega; quer ames as cores
vivas e os tragos vigorosos da ode.
Como o poeta que tomou por mestre, oSr.
Cas^o Alves canta simultneamente o que
.grandioso e o que dedicado, mas com igual
do martyrio; Que melbor assumpto' para
excitar a piedade? A>tentativa abortada d#
urna revoluto qae tmha por fim consagrar
a nossa independencia merece do Brasil de
hoja aquella veneracao que as racas hvres-
devem aos seos Spartaous. O insaccesso
fe-les criminseos; a villora te-los-bia feita
Washingtotis. Condemuou'-os1 ajastieato-*
gal; rehabilitabas a Justina- histrica.
Ccaensar estas-ideas em unja abra dra--
matica, transportar para a seena a tragedia
poltica dos incortfidentes, tai foi a objei-ta
do Sr. Castro Alves, e ne-st pode esque-
cer que, 3 o intmtaera nobre,- o-sammet-
timeuto era grave. O talen'do paeta sa-
l^rou a djfficuldade; com urna sagacidade,
que eu admiro em to verdes-annos, ratou
a historia ea arte por modo qae nem'aquel-
to pode acsasar de infiel, nem-esta de co-
pista. Os que, como V. ExGj- oonhecem
esta alliauca bao de avahar essa primeiro
merecimento do dranaa do Sp; Castro Al-
VCIv
A escolba ie Gonzaja pora profogonisla
foi ceriamente inspirada ao poeta pete- cir-
cunstancia do- seus legendarios amores,
de que historia aquelh famosa MarUia
de Dirco. Mcino creio que fossesessa
circutoatancia. Do processo resulta que o
cantor de Marilia era tido por chefe da cons-
piraeao- em attec?ao aos seus talentos e let-
tras. A pruler.oia com qiae se hcovades-
viou da sua cabeca a peca capital. Tira-
den ts,, esse era a inspirador e o-agitador;
servio- conjurado com orna aotivrdade
rara;. era mais um conspirador do dia -que
da ocito. A jusoa o esceibeu paraba tor-
ca. Por tado isto-ficou o seo nomo ligado
ao da-tentaiiva de Bfioas.
Os amores de Gonzaga traziam natnral-
menta-ao tbeatro o elementa emioiao, .e-de
um Unce-easavam-se em scena a tradico po
litica e a .tradico potica, o coracao do ho-
rnelo a alma do cidado.. A-xircumstancia
foi bem aproveilacla-., pelo aator;. e proto-
o- drama sem desmentir a
sua dupla qualidade de amante e de patri-
la ; casa ao mesmo ideal os seas dona stsnto-
melos Quando Mara Jhe-propoe a fuga,
no terceiro acto, o-poeta neo-hesite em-re
peilir- esse recurso .apezflr da ser imiainente
sua.perda. J into a resotoefo expira;
para. a& ambique?,, se elle as houresse, a
es-peranca era nu'ia;.raas atada, era tenapo
de camprir o dever. Gon2aga praferoe-
goir. a.lico do valbo Horacio Coraeiliano ;
entre- o coraco e o dever a. alternativa
dolorosa. Gonzaga sausfas. o devar e con-
sola- o corago. Nem a patria nem a amante
podara lancar-lb& nada em rosto..
O.Sr. Castro Alves hoa^e-se com a mes-
iua.arle era relajo aos outros eonioiados.
Para avahar um.drama histrico nao se po-
de deixar de recorrer historia; supprimir
esta condico expr-ss ciltica, a mj\
opteoder o poala.
Quem v o Tiradentos- do drama, nao rar.
conueco logo aquelle conjurador impacieat.e
e activo, nebremento estuvado, que tado.
arrisca e emprehende,. qpe confia mais.que.
todos no si&cesso da. causa, e paga embao.
as demasas, do sea carcter com a morte
na torca e a proanaca do cadavir?- E:
Claudio, o doce poela, nao o vemos tocto
all, gaihofeiro e generoso, fazendo da. cois
pirarlo urna tosa, e da liberdade uraa da-
ma, gamenbo no perigo, caminhandp para a
morte com o riso nos labios, como aquelles
emigrados do. Terror ? Nao lbe. rola j na
cabeca a idea do SDicidio que pralicou mais
tardp,. quando a expectativa do. patbulo lbe
despertou a fibra de Cato, casando-se com
a marte, j que se nao podia casac com a li-
berdade t Nao aquelle o denuaciaote Sil-f
verio,, aquelle o Alvarenga, aquelle o padre>
Carlos? Em tudo isto, xle louvar a cons>
ciencia litteraria do autor.. A historia as
suas mos nao foi am pretexto ; nao quiz
profanar as figuras do passado, dando-mea
feicSes caprichosas. Apenas empregou aqjuel
la exageraco artstica, necessaria ao theatra,
onde os caracteres precisam de relevo, onde
mister concentrar em pequeo espaco to-
dos os traeos de urna individualidade, todos
os caracteres de urna poca oa de am acon-
tecimento.
Concordo que a accao parece s vezes
desenrolver-se pelo accidenta material. Mas
esses rarissimos casos sao compensados pela
influencia do principio contrario em toda a
peca.
O vigor dos caracteres pedia o vigor da
aeco; ella vigorosa e interessanle em to-
do o livro; pathetioa no ultimo acto. Os
derradeiros adeoses de Gonzaga e Marta ex-
citara naturalmente a piedade, e uns bellos
versos fechara este drama, que pode canter
as incertezas de um talento juvenil, mas que
com certeza ama invejavel estra.
revejoo, .com unto vigor,J. de Aj-incav | ioepiraco e melaodo idntico; a pompa das
(ContnMa-se-ftfl)
TY e. PO PURIO-RA das grtjzes n w.
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I IIEGIVEI


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