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Diario de Pernambuco ( Tuesday, March 10, 1868 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11516

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, March 10, 1868

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11516

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11516

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, March 10, 1868

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11516

Full Text
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Pit ira
Por teii
Pr oa iui> iJera
tit uner arulse
6000
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24j$C00
320
TER^l FEIRA 10 DE MARCO DE 1868.
PABj* BWT0 B FOB.4 OA PROVINCIA.
Pr (res meses adiintados
Par seis ditas lies :
Por aove di tes idea ..
Per aa um idea m
;.-' r..

0
r.- t



* 6J7M
-. tS|50*
sejftto
mi *7JQQf
Asmu-ti m fmummm asaaaimaa* mmm ******* a>a imue* & wamu eivs NUNnfuiii
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPgAO.
Parabyb*. o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
o Sr. A. de Lomos Braga ; Guar, o Sr. Joaqaim
Jos de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves oz Filbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Casta; Aiagoas, o Sr. Francisco Tavares da Costa
Baha, o Sr. Js Martior Alves; Rio de Janeiro'
br. Jos Ribeiro Gasvariobo
partida dos estafetas.
Onnda, Cabo. Escada e estacdes da via frrea at
Agua Preta, iodos os das.
Ignarass s Goyanoa oas segundas e sextas felras
Santo Aniio, Grvala Bezerros, B.ooito, Caroar,
Altlndo, Garanbons, Biqoe, S. Beato, Bom Con-
selijo, Agaas Bellas Tacaratti, oas tercas fejrra-
Pao d Alho, Nazareib, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Iogazeira, Flores, Villa Bella, Cabrofc, Boa-Vis-
ta, Murlcory, Salguis e Ex, oas guanas fejras
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. ^^I'J^'1 ,MW ,Ml*ldM *
, ,*. , BPHB1ER1BES DO MEZ DE MARCO
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relagso: lergas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juio do commercio : segundas s 11 horas.
Dito de orpbos: tercas e sextas s 10 horas.
2 Qoarto cresc. a 1 b.. 56 m. e *l s.*da ai.
8 Laa beia as 5 b., 92 m. e 5* s. da t.
16 Quario ming. as 0 b., 36 ro. e & s. da m.
24 La nova as 3 b., 6 m. e 40 s. da m.
31 Qaarto cresc. as 9 h., 32 m. e 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Francisca Romana viova.
10 Terca. Ss. Drctboveo e Athalo abb.
11 Quaria. Ss. Caddido e Heralio mm.
12 Quinta. S.Gregorio dontor da Igreja.
13 Sella. S. Eufrasia v. m, S. Rogerio f. atr.
14 Sabbado. S. Malhilde raioba da Allemanb*.
115 Domingo. S. Henrique rei de Dacia.
PREArfAR DE HOJE.
Prmeira as 3 oras e 42 m. da tarda.
Segunda as 4 horas 6 minutos da manhia.
* PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Aiagoas a 14 a 30; para o:
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fae-
nando nos dias 14 dos mexes Janeiro, margo, i
jnlho, setembro a novembro.
PARTE OFFICIAL

Ministerio da Fazenda.
DKCBJtTO K. 4,015 BK 22 DS FKVKRRIRO DS 1858.
fiegula a emeessao dos terrina de mannha, dos
reservados nasmarqtnt dos ros e dos decreta-
dos natural cu artificialmente.
Visto o art. 51 14 da le de 15 de novembro de
1831; 3" da de 12 de ootabro de 1833; 37 2* da
de 3 de ootabro de 1834; II S 7* da da 27 de se-
tembro de 1850; 3i 33 e 38 da de 26 de setem-
bro de 1867, relativo a' cooaesso de terreos de
marmita e ootros de dominio publico, de accresci-
dos oatural ou artificialmente e para aterros oa
obras particulares sobre o mar, ros oavegaveis e
das bracos;
Reconnecendo quaoio importante semelhante
coocesso, a qoal, alem de conferir direnos de
propriedade aos concessionarlos, loma os diios ter-
reos productivos e favorece, com o augmento das
povoacoes, o das rendas publicas;
Atteodeodo a' oecessidade de regular a forma
da mesina concessao no ioteresse, oo so do domi-
nio nacional e privado, como no da defesa militar,
allnhament e regalaridade dos caes e dificawes,
servido publica, navegado e bom estado dos por-
to!, rbs navegaveis e seos bracos;
Tendo ouvido o psre-.er das secces reunidas de
jzenda e de marinha e guerra do cooselhoo de es-
tado ; e osando da faccldade que me coofere o art.
102 12 da coosiiiui(o;
Hei porbem decretar o seguate:
Art. 1. A conce.sso directa ou era ha?ta publi-
ca dos ierren-* ds marinea, dos reservados para
a servido publica as margeos dos ros navega-
veis e de que se fazeni os navegaveis e dos accres-
cidos natural ou artificialmente, aos ditos ter-
renos, regular-se-ba pelas di;posices du presente
decreto.
1.* Sao terrenos de mannAa todos os que, ba-
nnados pelas aguas do mar ou dos ros navegaveis,
vao al a' distancia de lo bragas craVfciras (33 me-
tros) para a parte de trra, contadas desde o ponto
a que chega o preamar medio.
Este ponte refere-se ao estado do lugar do tempo
da execoco da le de lo de novembro de 1831,
art. 51 l 14 (lostruccdes de 14 de oovembro de
1832 arl. *).
2o Sio terrenos reservados para a servido
publica as ma-gens dos ros oavegaveis e de que
se fazem os navegaveis, lodos os qoe, banhados
pelas agaas dos ditos ros, fra do alcance das
mares, vo at a' distancia de 7 bragas craveiras
(15,4 metros) para a parte de trra, cootadas des-
de o ponto moli das encheotes ordioarias (lei o.
1,507 de 26 de setembro de 1867, art. ,'i.').
3." Sao terreos accrescidos todos os que na-
tural ou arliQclaJmente se liverem formado oa for-
maren] alem do ponte determinado oos ^ 1* e 2'
para a parte do mar oa das aguas dos nos. (Res.
de Coos. de 31 de jaaeiro de 1852 e lei a. 1,114
de 27 de setembro de 1860, art. 11 T).
% 4.* O limite que separa o dominio martimo
do domioio lluvial para o efTelto de medirem-se e
demarcarem se 15 ou 7 bragas, cooforme os terre-
nos esliverem, deotro oa fra do alcaoce das ma-
ros, sera* indicado pelo ponto onda as aguas del-
xarem de ser salgadas de um modo seasivel, oa
nao oouver depsitos mariobos, ou qualqaer oalro
tacto geolgico que prove a acga poderosa do
mar.
o.' Ao ministro da fazenda oa eorte e provia-
cu do Rio de Jaaeiro, ouvido o muisterlo da ma-
rinha e aos presideotes oas provincias, ouvidas as
capitanas dos porto-, e com approvag;io do minis-
tro da fazenda, compete tizar o referido ilmiie, fi-
cando todava salvos os direitos de terceiro.
Art. 2. Os requeriraentos para coocesso de ter-
renos accrescidos, natural ou artiSeiaimenle, oa
para aterros e quaesquer obras particulares sobre
o mar, rios oavegiveis e seos bragos (leis de 12
de ootabro de 1833, art. 3.\ o. 1,114 de 27 de se-
tembro de 1860, art. 11 7 e n. 1,507 de 26 de se-
tembro de 1867, art. 39), sero dirigidos oa corle
-ao ministro da fazenda, e oas provioclas aos presi-
dentes, por Intermedio das cmaras muaicipaes
dos respectivos districtos.
.1.* Os pretndanles io.-trairD os seas requer-
meatos, alem dos litlos e docameoiis que enten-
derem a bem de seus inleresses, com a planta de-
monstrativa da extenso e confrootago dos terre-
nos ou dos atorros ou obras que teocioaaram fazer,
especideaodo a sua natuieza e o modo e praso de
leva-Ios a effeito.
2. As referidas plantas deverao ser tragadas
na escala de 1,200, os delalhes de 1,100, e os par-
ts e cortes de 1,50, refsriolo se ao metro, e bem
assim indicar os planos e projectos de obras
publicas geraes, proviociaes e muaicipaes, na lo-
cahdade.
Art. 3. As cmaras municipaes, logo que forem
apreaentados os reqaerimentos, examioa-los-hio,
especialmente sob o ponto de vista do alinhamanto
e regalaridade dos caes e edlficages da servido e
logradouros pblicos, ou de ootros interesses mu-
nicipaes, Informando circamstaociadamenle a tal
respeito ao mioktro da fazeoda na corte, e aos
presideotes oas proviacias, e emittiodo a sua opi-
nlo sobre a possibilidade e vaotageos da con-
cessa.
Paragrapbo ooieo._ As cmaras municipaes te-
o mallo em atteogio os planos e projectos de
obras geraes, proviociaes e muaicipaes ou logra-
dooros pblicos estabelecidos, oa que seja conve-
niente esubeleeer, na localidade.
Art. 4. O ministro da fazenda na corte e pro-
vincia do Rio de Jaoeiro, e os presidentes as do-
mis provincias, reqoisltaro, estes a' respectiva
capitaoia do porto, e aquello ao ministerio da ma-
rinha a declarado de que trata o art. 13 do regu-
lameolo de 19 de malo de 1846, a bem da navega-
cao e bom lado dos portos e dos esUbelecimeo-
tos navaes e dos ros oavegaveis e seus bragos, ou-
vindo tambem o ministro da guerra, ou a prmei-
ra autoridade militar as provincias, no Ioteresse
da defesa do imperio, qoaodo os terreos estiva-
retn simados e os atierros e obras tlverem de fazer-
se as proximidades das fortalezas e estabelecl-
mentos militares.
Art 8-' Ouvda as autoridades de que tratam
os artigos antecedentes, e informados os requer-
meatos com audiencia aflaal dos procuradores Os-
eaos pelas repartieses de fazeoda, a cajo cargo se
acharen) os proprios naeionaes, o ministro da fa-
zeoda na corle e provincia do Rio de Janeiro, ou-
vido o tribunal do thesouro nacional, e os presi-
dentes oas demais provincias, podero, segundo a
localidade e as circumsiancias, conceder ou nao
os terrenos e aterros como-eotenderem convenien-
te, observando, porem, no caso de resolverem con-
cedemos, as regras sobre as prefsrencias estabele-
cidas no art. 16, impondo as condigdes que pare-
cerem vantajosas para aproveitamento dos ter-
renos, mas deixando sempre salvo o prejuizo de
terceiro.
Paragrapbo nico. Sendo o terreno pretendido
por maii de um individuo, que nio tenba a sea
lavor o direilo de preferencia garantido pelo arl.
16, ou dado o caso de perda do mesmo direito na
forma do art. 18, o dominio til do terreno sera'
(posto em hasta publica, nos termos do arL 3i 37
daJei n. 1,507 de 26 de setsmbro de 1867, peran-
te o tribunal do thesooro nacional da corte e pro-
^ a' ^l0 0 Janelro tbesoorarias de a-
zenda na demais provincias.
* Li.i! ?e"b>da a conessio, proceder-se-ha
. *n! IalU?ao. d0! ,err08 crescidos on
5LI2Lq *l!Zm de oecQP^ atorros e ob-as
correado as desunas por jauta pretendentes,
e devendo atieoderss na avallagao, a favor dos
que as hoaverem feito oa emprebenderem as bem-
aitorias e aos aterros e obras qoe leoham dado oa
derem maior valer aos terreos, aQm de se marcar
o foro no? termos da legislago em vigor.
Arl. 7.' Concluida a medigo e avaliacio, de
que trata o artigo loteeedeote, a secretaria da fa-
zenda e as secretarias das tbesoorarias, preceJeo-
do deliberagao superior, expedirlo os ltalos de
concessao, deveodo ser assigoados estes pelo mi-
nistro da fazeodi na corte e provincia do Klo de
Jaoeiro, e pelos presideotes oas dem:is provin-
cias.
Arl. 8.' As plantas, a que se refere o art. 2* se-
rio archivadas as repanigSes do thasoaro e toe-
souranas de fazeoda a qua perteocerem es nego-
cios relativos aos proprios naeionaes, langando-se
nos livros respectivos a data da coocesso e do ti-
tulo, o oome do concessionario, e os esclarecimen-
tos oecessarios para a toJo lempo se veriflear a
extenso dos terrenos e soas coofrootacSis, oa a
do i aterros e obras coocedidas.
1. Asall-ragoas propostas oas informagSas
das autoridades e repariig5es, seodo approvadas, e
as que tiverem lugar quaodo se resolver deQaiti-
vameote sobre a concessao, sero indicadas as
puntas polos eogeoheiros das mesmas reparti-
goes. r
2.* As partes ioteressadas polero, indepen-
deute de reqaerimanlo, extrahir copia das referi-
das plantas, para o que Ibes sero franqueadas as
reparligoas de fazenda, sob a responsabilldade dos
empreados, que tiverem cargo da gaarda-las.
As disposigoss dos artigos precedeotes
_ Ari. 9.'
sao exteusivas aos reqaerimeotos:'
1.* Para cooces^ao de terreos propriamaute da
marinha (art. 1* l'),que nao se acharem compre-
heodidos oo districto do muaicipio da c6 te ;
2.' Par* coocesso de terrenos sitaados na zona
da servido publica dos rios navegaveis, e de que
se fazem os navegaveis (art. 1 % 2)
Art. lo. Os aforamentos da tarreaos de marinha
compreheodidos no districto da cdrle, e do mao-
gue vizinbo a Cidade Nova (lei de 3 de ootabro de
JoJ*, art. 37 2') continuaro a ser feitos pela
lllma. cmara muaicipal da corte, e submettidos
approvago do mioistro da fazeoda, o qoal, a
respeito dos terrenos de raannfta, ouvira" previi-
raeote o mioistro da goerra, quaodo se derem as
circuastaocias da parte Dual do art. 4, e o da ma-
rinha, para os effeito* do art. 13 do regulamento
de 19 de maio de 1846, sanio necessirlo.
I.* As plantas dos terrenqs da mannha e do
mangue, exhibidas na cooformldade do art. 2* J
! e II, sero archivadas do tnesouro oa repart-
gao a cujo cargo estiverem os proprios naeionaes.
% 2.* Os titalos de aforameato dos referidos ter
reoo3 contioaarSo a ser expedidos pela lllma. c-
mara municipal.
Art. 11. A prmeira transferencia dos terrenos
oe marinha, oa oas naargens dos nos, ou accresci-
dos, situados na c6ne, que se tiver de effectoar
depois da publicago do prsenle decreto, por lit-
lo dependente de lieeoga do senhorio direto, sera"
precedida de apreseatagto da planta, de qae tra-
ta o art. 2, por occasio de requererse a referida
llcenga.
Paragrapbo nico. Effeclaaodo-se" a transferea-
ca por tltalo tostamentario, on successivo, oa oa-
tro, que ao depeadade lieeoga do senhorio direc-
to, os terrenos nao sero avarbados em nome de
quera os houver adquirido, sem a exhibigo da re-
ferida planta.
Art. 12. As disposigSes leste decreto, na parte
relativa aos que emprebnderem alerros e obras
sobre o mar, ros navegaveis e seus brag >., com-
prehendem 03 que, tendo coocesso legitima para
os ditos aterros e obras, qaizerem fazer aso dalla
depois da sua puolicago.
Paragrapbo uoico. as conces5es feitas sem
oous de foro, guardar-se-ho as clausulas respec-
tivas.
Art. 13. As companhias oa emprezarios singula-
res ou collectivos, de obras publicas geraes, pro-
viociaes oa mautclpaes, de oavegago oa quaes-
quer outros que liverem obtido coocesso de ter
reoos de maroha oa as margeos dos rios oa ac-
crescidos e alerros, tcam obrigados -no prazo de
seis mezes, cooiados da data da publicago deste
decreto, a apreseotar a cmara muoicipal do dis-
tricto, para sertransmittida ao ministro da fazenda
na i-Orie, e aos presidentes de provincias, a planta
dos terrenos de qne se acbam de posse, com as
precisas declarages da extenso e cosfrontagoas
na forma do art. 2.*
Paragrapbo uoico. A disposigo deste artigo
exteosiva s concessSes qae d'ora em diaute se fl-
zerenj as referidas companhias oa emprezarios,
coolando-sa o prazo de seis mezis da dan da pu-
cioeal na cflrte e provincia do Rio de Jaaeiro, e das
ihesoararias as demais provincias.
Art. 16. Tem preferencia a concessao dos terre-
nos de marinha e ootros a qae se refere o prsen-
le decreto :
1. as sua* respectivas testadas e frentes os
qae ah tiverem esubelecimanio de soa proprie-
dade, como trapiches, armazeos e outros seme-
Ibaotes, dependentes de franco embarque e desem-
barque ;
2.* as mesmas cireamstancias os posseiros, na
sapposigo de Ibes perlencerem os terreos e l'aze-
rem pane de soas fuendas, sitios ou oulras pro-
priedades contiguas;
3/ Os que tiverem arrendado ou aforado os ter-
renos, como parte de sua propriedade, em coocur
reacia com os arreodatarios ou foreiros, atada que
estes teoham bemfoit iras;
4 Os posseiros de terreos contiguos a trras
devolutas, havendo bemfeilorias.
Paragrapbo nico. Se a forma do litoral do mar
ou raargem do rio, por sua curvatura oa oatra cir-
cumstaocia, nao permitiir qua a coocesso sej da
extenso correspondente testada oa frente? pode-
ra' conceder se o terreno proporciooalmeote aos
confinantes, ou reservar se para uso commum dos
mesmos cooBaaDtes ou para logradooro publico,
como fflr mais convoieote.
Art. 17. A prefereocia de que trata o artigo pre-
cedeate nao lera' lagar a respeito dos terreos de
mannha, oa as margeas dos rios ou accrescidos
nao oceupados oa pessdidos, quaodo esti verem coa-
ligaos a' estrada, rui oa outro caminao de servido
publica.
Paragrapbo ooico. Em igualdade de circums-
taoeias sero preferidos os proprietarlos dos terre-
nos fronteiros que pegarem do lado de trra com a
mesma estrada, ra ou caminbo publico.
ArL 18. Resol ve-se a preferencia pela perda do
direito, dado o prazo do arl. 14, sera reclamagio,
opposigio oa protesto, parante a autoridade adrai-
oisirativa competate, salva bavendo leliglo sobre
a propriedade, servido oa posse.
Art. 19. Ao qaesioes sobre propriedade, servi-
do e posse, alo la qae resultantes da na ture'.a de
local, ou fuadadas em concessSes aoterores, sao
da compatencia exclusiva dos trlbuaaes.
i,* O mioistro da fazeoda oa corte e provincia
do Rio de Janeiro, e os presidentes as demais pro-
vincias, nao obstante qualqaer letiglo, faro demar-
car competentemente o ponto de onde se devem
contar as 15 bragas, que constituem a zona da
marinha, ou as 7 bragas da servido publica as
margeos dos rios, mas suspenderte a coocesso oa
a expedigo do ltalo at deciso Qnal parante os
tribunaes.
2. A msdigo e demarcago dos terrenas de
manaba e outros de que trata o presente decreto,
da attribuigo exclusiva da autoridade adminis-
trativa. Nanbuma davida ou opposigo qae occor-
rer entre os coacessionanos, posseiros oa preten-
dentes, e qaaesqaer peesoas, que por serera conii
nantes, ou por qaa'qaer outro motivo, queiram
obstar, podera' impedir on suspender a diligencia
da medigo e demarcago, nem mesmo quando se
aprsente despacho de qualqaer autoridade, que
nao seja do ministro da fazeoda na corte e provin-
cia do Rio de Jaaeiro, e dos presidentes as de
mais provincias, Qcando salvos os direitos de pro
prledade particular, nos termos deste artigo.
3. As quastes a que se refere este artigo, po-
derao ser julgadas pela autoridade indiciara, alada
depois da coocesso oa expedigo do titulo. O mi-
nistro da fazeoda e os presideotes de provincias,
decidido o letigio, resolverlo como fr de justiga
sobre a concessao, declarando-a de nenhum efTaito,
quando esta providencia deva ter lagarera vista do
julgado dos tribunaes sobre a qaesto de proprie-
dade, servido ou posse.
Art. 20. As capilaoias d)3 potos e as cmaras
muaicipaes, estas na lrma de soas posturas e
aquellas na do sen regulamento, nao consentlro
quaesquer ceuslrucgoes, aterros e obras sobre o
mar, rios navegaveis e seas bragos, ou sobre os
terrenos do uomioio publico, de que trata o presen
te decreto, sem coocesso ou contra o modo e con-
digdds autorisadas as liceogas das cmaras muai-
cipaes e declaragSas das eapitanias dos portos, fa-
zeodo-se logo effectivas contra os transgressores as
penas de multa e demoligo' das obras, commlna-
das no mesmo regalameato e postaras.
Z icarias de Goes e Vascoacellos, do mea conse-
ibo, senador do imperio, presidente do conseibo de
miaistros, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da fazeoda e presidente do tribunal do iba
souro nacional, assim o tenba entendido e faca
executar.
paloar a abundancia sobre a vasta superficie do
paiz e reallsar as generosas promessas qne o slo
garante eom a sua Inexgotavel lecaodidade, de
lodo ponto urgente que se Ihe proporeionem os
meios de vlr aos mercados com a mais prompta e
menos dispendiosa celeridade, eoodicao priueira
e inevitavel de sopprimir as desvaotagens que af-
fligem os centros looginquos de produce*). Em
um paiz de saperdeie vastissima, quasi lodo veo-
cer as dlstaocias. Veoha a locomogao rpida e f-
cil approsimar os prodactos dos mercados, o pro-
ductor do capitalista e o valor da trra Impftr-se-
ba ao capital eomo urna garanta efflcaz do seu em-
prego. E nem se emenda que, no meio das graves
difflculdades que esloa affligir o paiz, ete om
assumpto que pode sem inconveniente ser adiado
para lempos mais calmos.
O exempio da grande confaderact, que se as-
santa magestosa ao norte do contioenie americano,
nos deve fortalecer para ledos 03 commettlmentos
qae impondo leves sacrBcios ao present, prepa-
rara e conduzem importantes beneficios no fo-
toro.
Palacio do Rio de Jaoeiro, em 22 de feverelrc de
i -exe-cutiv-osTra ^VlTSS^^lX^i'
Vasconcellos.
qae se tiverem coocedido 03 terrenos e aterros.
Art. 14. A repartigo de fazeoda a cojo cargo
estiverem os proprios oaeionaes depois de ouvidas
as autoridades competentes, oa conformidade dos
arts. 4* e 10, iotimaro passoalmente, seodo possi-
val, e por edital de trila dias, os posseiros confi-
nantes e outros lotressados, para deotro de om
prazo, que podera' ser prorogado, reciamarem pe-
rante o mioistro da fazeoda na corte e provincia
do Rio de Janeiro, e os presidentes as demais
provincia, o que enienderem a bera de seus direi-
tos, sob pena de perda da preferencia garantida
pelo art. 16.
l, Os posseiros cooflaantes e outros nteres-
saaos poderao, nao obstante a'disposigo deste arti-
go, oppr-se coocesso, declarando os motivos e
exbibiodo os precisos documentos perante as c-
maras municipaes, e at o Bm do prazo marcado,
peraote os presidentes de provincias e o mioistro
da fazeoda.
2.a Pica especialmente reeoramendado s c-
maras manicipaes, capitanas dos portos, repart-
goas de fazendas e oulras autoridades, por occasio
da remessa dos requer raemos aukndade supe-
rior, informaren] ao ministro da fazenda e aos pre-
sideotes das provincias sobre os let'gios de qae ti-
verem coobeeimento, pendentes de deciso do po-
der judicial entre os presideotes e os posseiros,
connuautes oa quaesqaer lotressados a respeito
da propriedade, servido ou posse nos terrenos e
suas bemfeltorlas, nos aterros e qoaesqaer ou-
lras obras, ou de direitos resultantes da naiureza
do local.
Art. 15. Sio da competencia exclasiva da jurls-
digo administrativa as questdes :
' i." Sobre a validado da concessao em relago
a's formalidades do presente decreto, interpretago
do titulo e cumprimento das condlgSes impostas
pela admioistraglo aos concessionarlos ;
2.a Sobre o direito de prefei enca a' concessao,
garantido aos posseiros e ootros confrontantes dos
terrenos (arls, 16, 17 e 18);
3.' Sobre a avallacio dos terreno?, feita par ar-
bitros, para o pagameoto de loro (inslrnccoes de
14 de novembro de 1832, art 10).
1.* As questSes de que tratam os os. 1.* e 2.*
deste artigo serio decididas pelo mioistro da fa-
zeoda na corte e provincia do Rio de Janeiro, e as
demais provincias pelos presidentes com recurso
para o conseibo de estada (Regiment de 5 de te-
vereiro de 1842, arts. 45 e 48 e avise da 14 de u-
neiro de 1860.)
2.* As questoas de que trata o n. 3.* serio de-
cididas pelo ministro da fazenda na corte e provin-
cia do Rio de Janeiro, e pelas thesoorarias as de-
mais provincias, com recurso para o mesmo miois-
tro, e deste para o conseibo de estado, nos termos
do paragrapbo anterior.
SI 3. As dellberagoes do ministro da fazenda e
dos presidentes, nos casos dos f 1* e 2*. sero pre-
cedlias de audiencia 4o tribunal do tnesouro na-
DiAKlO DE PERNAMBCO
A Companhia Pernambiieana de Naf egao Costei-
ra por Vapor.
O paiz est atravessando nm grave periodo. Urna
guerra externa que se tem prolongado alera de to-
da expectativa, e que nos tem castado tantos e
inestimaveis sacrificios, veio suscitar todas as
torgas productoras urna verdadeira crise, que est
reclamando os mais desvelados cuidados dos que
se ioteressam pela prosperidade nacional. Caucas
accumuladas pelo lempo, que-eram apenas modifi-
cadas em seas efteitos pelos beneficios de urna pa*
duradoura, sentiram-se aggravadas ao contacto das
exigencias da guerra que milhelros de bragos vi-
gorosos deixam levar a paragens inhspitas em
desafronta da digmdade nacional vilmente ultra-
jada.
Um concurso de elrcomsUnclas inevltaveis nao
cessou ainda de pedir ao pala a renovacao cons-
tante de sacrificios, que todas as energias naeio-
naes tem pago com dedlcagao patritica. O resto
sabe-se. A agricultura abi esta' prostrada, todas
as industrias tocaram ao mximo deslenlo ; a vi-
taiidade nacional esta' atropbiada. Por este estado
di cousas oingoem o responsavel.
A culpa nao de nenbam partido.
cima dos motivos de diversio poltica, pairis
causas geraes e permanentes qae s o tempo, ama
experiencia bem condazda e esforgos sinceramen-
te patriticos podem atteouar em seus effeitos al
faze-Us desapparecer. O problema econmico nao
pode esperar soiucto se nao de um patriotismo es-
clarecido, que se applique perseverantemente a fo-
mentar por todos os meios predJcaveJs o desenvol-
vimento reUectido da industria agrcola, esta mao
de todas as industrias, e com ella e por amor del-
U o alargamento de todos os ramos subsidiarlos
que tendam a facllitar-lhe os meios de transporte,
a demanda de seus productos, a justa estima de
seus ioapreciaveis valores. E' sim a agricultura
a Industria por excellenc.a ; a soa prosperidade
esta' vinculada a actividade nacional em seos va-
rios modos e em suas mil formas de desenvolv-
mente.
Mas, para qae a explorajlo da torra consiga es-
Em lata com a guerra civil que ameagava dls-
solver a uoio, a grande confederago nao deixou
um s momento de estimular e remunerar a loi-
cialiva particular em ludo qaauto tenda a esirei-
tar as relagSes Industriaos, nao descontinuando os
subsidios votados at ento, premiando com sen-
ges de lodo genero o espirito de empreza, e co-
rando assim com emp6nbo infuigavel ao desen-
volvmento das graodes fontes de receita.
As difflcaidades do presente nao devem fazer
deslembrir os Interasses do futuro ; antes bem
acenselbado.qua diante das exigencias que a hon-
ra nacional no> Impde, se volva a mais*seria atten-
t*3 para lodosos inleresses de que depende o fu-
turo econmico do paiz.
Nenbura dos assumptos qae esto na tela da
discs^o ardent" do jornalismo, se aviataja era
importancia ao grave problema da emancipago da
industria agrcola. E! para aqu qae devem con-
vergir 03 esforgos poteotes dos que se votara siuce-
ramete causa publica.
Estas reflexoes nos oeeorrem ao sor-nos presen-
te o ultimo relatorio de urna empresa que, gragas
a urna zelosa e inlelligente dlreecao, tem conse-
guido levantarse do estfdo da abatimen'o em
qua a vimos arrastar ama existencia de sacrificios,
pereceado a' zona ezteosisslma de seis provincias
a facilidade de locomogao segura, comraoda e pou
eo dispendiosa, e assegurando pela observancia
(tamal dos seas contractos a estreiteza de rea-
ges commerclaes, entre porlos e mercados que
algans se nao visitavam e outros continuavam as
saas trocas com extrema dikuldade, e por islo
mesmo em escalla resomidissima. Seate-se desde
ja' que aos referimos Companhia Peraambucana
ds navegago costelra, cujos Importantes servigos
ao commercio desia provincia, e das provoclas li-
raitrophes, sao altestados pelo desenvolvimento
proressivo da cifra de producto! que viajara no
poro dos seas excellentes vapores, entre as pro-
vincias da zona de sua navegago, e pelo numero de
passageiros queordioariamenle se aproveilamdesle
meio fcil Imo de traosporte. P;rmsoos que se seja
eotanJido nos negocios da provincia em que a
compaabla tem a saa sJe, e de qae tem o nome,
concebese facllmeote que a navegago costeira,
que ella empreheodeu e tem maalido com sacrifi-
cio dos capilass qae ple congregar, abri s
rendas publicas urna nova e copiosa fonte, ao com-
mercio relagoos al ah nao tentadas, a' ag-icuhura
o meio de transportar a um mercado activo e de
grande consumo, prodactos qie at entilo se mo-
viam eom extrema leotido, cora aflictiva iocerte-
xa e com pouca seguraoga. Os dados estalsticos
qae possaimos, babiluam-dos at a aflrmar, qae
a navegago costeira por vapor, trai hoje em du
ao mercado de Pernambaco, productos que, aotes
do estabelecimento da comoanhia, procuravam sa-
bidas jara outros mercados. V-se por este simples
phenomeno econmico qae a Compaabla Pernara
bacana, um auxiliar poderoso das rendas pro-
viociaes.
A's vistas geraes que temos exprimid), iremos
juntando refleiSes pralfeai qae devem coavidr a
attengo da patritica assembla da provincia para
este imprtame assumpto, urna vez qua a Companhia
Pernambucaoa, nao podando ainda prescindir
do concurso das provincias, qao se comprebeadem
na zona de saa navegago, e osrjgada a soilicitar
novos favores qae a babilfem a estender o sea
carso, manter as communic-agas qae tem aberto,
explorar novas fontes de riqueza publica e offere-
cer assim a' agricultura e ao commercio todas as
vantagens de urna empreza regalar de locomogao.
Como todas as de oavegago por vapor, nao po-
de a Companbia Pernambaona manter-se sem
subsidios. O Imperio nao tem neubuma a' qae nao
vote snbveagdes, e aales a Companhia Peruana-
bueana a que se mosira menos favorecida. O rea-
leo do ministro da agricultura pda este facto fra
de duvida ; e o qaadro comparativo qae publica-
remos das varias subveoges, concedidas s dife-
rentes liabas de vapores na costa e ros do impe-
rio, vira' oscurecer qae a Companbia Peraambu-
cana ainda boje a tenos subvencionada.
Sabe-se, entretanto, que o estado precario desta
importante empresa, nao permtttio durante annos
qae se repart sse aos accionistas um s dividendo,
viudo Ihe d'abi om pronunciado desconceito qoe,
sem estudar as causas de decadencia, a expunbam
s vistas do publico como urna empresa sem futu-
ro prorapl, como um estril sacrificio do capital
empregado. Aiada hoje, a empresa nao se orgalba
ae nao de^aanunciar um estado prospero que, em
ao (aturo remolo, pode compensar os saciidcios do
capital patrioticaoseoie applicado a' exploragao que
o fio da compaiaba.. Razo de sobra para que
ae estendam esta empresa os favores de que go-
sam entras em conllg5es mais vantajosas para o
cap taL
Os compromissos da companhia nao estao por
nenhom modo acabados.
Aotes ella os tem estendido 00a vanlagam para
a DAvegaca qoe aa propOz* O augmento Laces-
same do material, a ediflr.agao de armazeos de de-
posito qoa esto a recaber a cebarla, estes e oo-
tros tantos meihoraraeotos que convidam a con-
correncia e assegaram um exacto curaprimemo
das obrlgigSss qae se impdz, to sMo os inces-
santes disvel03 da direcgo que de parte dos ac-
cioobtas tem eacontrado urna coadjovago patri-
ticamente desinteressada. Habilitada com dons
novos vapores, que nada deixam a despjir em so-
lidez, capaeidade, e taes sao o Potenyi e o Giqui,
a empreza espera ainda dous vapores, destinados
aos porlos de pequeo calado, demandando com o
peso de 300 toneladas inglezas ou 14:00) arrobas,
6 1/2 ps d'agna.
Estes e ootros melboramento?, quo o servco
regular da companhia attesta, nao podem repoa-
sar oa ooica esperanga do augnunlo progressivo
de suas rendas. Sao a realisago do augmento do
capital e a conlinuago dos suosidios qae tem ani-
mado a empresa a estas medidas que a vo habili-
tar a estender a saa liaba e realisar todos 03 pro-
gressis ds qae fuscepuvel a sua navegago. As
novas ccmmuaicagoss at aqu abertas activida-
de commercial e as que de futuro se abrirem, nao
podem por nenhum mode compensar os sacrifi-
cios qua cuslam. Os hbitos nao se creara em ai-
gamas viagea?. Esta tem a srte de (odas as ex-
ploragdes -, o seu comego sempre custoso e de-
sanimador.
Par mais imponente e altamente cvilisador qae
parega e seja o espectculo do primeiro vapor que
entra urna pequea barra, at ahi apenas povoada
de frageis e imparfeitas embarcac:s, ao se pen-
se que aquelle grande instrumento de locomogao
desga para os mercados com todos os productos
qae pedem traosporte. Traz alguas, e isto am
progresso., E' ama experiencia, e esta experien-
cia am aunando feliz.
Sente-se por aqol qae, explorando novos porlos,
augmentando e aperfeigoando o seu material, a
companhia nao poda ter a intengo de ver em
praso breve compensado os seos sacrificios, resta-
belecido o equilibrio de saa despeza eom a recelia.
Ella nao podia e nao deve esperar senao qae a pro-
vincia, cujos inleresses proraove, Ibe leve em liona
de coma o desinteresse com qae se poe servigo de
seo futuro. Ha despezas productivas como as ha
improductivas. Na catbegorla d'aquellas, deve ser
comprebendida a que possa fazer a provincia com
orna empreza qae pde em clrcalaco annual den-
tro em sua praga, nm valor excedente 11 mil
cont.


PERNAMBCO
REVISTA DIARIA
A assembla provincial nontem funecionoo com
21 depoudos, sob a presidencia do Sr. Angosto
Leao.
Lida e approvada a acia da antecedente, o Sr.
primeiro secretario dea coma do seguate expe-
dieme :
c Urna peliglo de Manoel Pereira da Silva, pro
fassor publico de Inslrucgo primaria da povoago
d'Alliaoga, pedindo a concessao de 6 mezes de li-
eeoga com os vencimeotos.A' commisso de pe-
liges.
f Oalro de Joaquina Clemente dos Santos, aju-
dante do porteiro da assembla, pedindo para ser
nomeado para o lugar de porteiro da mesma re-
partigo, que tem de vagar com a aposeotadoria
do actual serveolaario. A' commisso de po-
lica.
< Um parecer da commisso de ioirucgo pu-
blica, que foi approvado, acerca do projecto n. 43
do anoo passado, qae crea mais duas cadeiras de
inslrucgo primaria para o sexo masculiao, urna
aa barra de Serinbtm e oatra nopovoadc|de Santo
Amaro da mesma freguezia, declarando qua o re-
ferido projecto est as condignas de ser aceito.
Sao considerados objectos de deliberagao e mao
dado imprimir doas projectos, ambos assigoados
pelos Srs. Tavora e Cicero, am creando duas ca-
deiras de instrocge primaria, urna para o sexo
mascollo na povoagio de Uaa e outra para o sexo
famiolno na povoago de Pelroliaa; e outro trans-
fenndo para a povoago de Petrolioa a cadeira do
sexo mascolioo, removida desla povoago para a
villa de Sama Mara da Boa-vista pelo arl. 32 da
lei o. 598 de 1864.
E' em seguida approvado um reqaerimento dos
Srs. Beliro e Andr Cavalcante, pediodo qae por
intermedio da presidencia se pegam com urgencia
ao dirtcior das obras publicas luformagoes acerca
do estado de aodamento das obras do agude coo
tratadas eom o coronel Ferraz de Azevedo, para a
canaiisago d'agaa potavel na cidade da Vic-
toria.
Passando a orden) do dia, foi approvada em 2'
discrfsso a emenda apresentada ao art. 2 das pos-
taras da cmara municipal da cidade de Goy-
anna.
Continuando em Ia discasso o projecto n. 43 do
anoo passado, adiado em orna das sessoes anterio
res, creando duas cadeiras para o sexo feminino
aa barra de Serinbem e em Santo Amaro, foi ap
provado.
Approvou mais am reqaerimento do Sr. Arrni-
nio Tavares, mandando qae o projecto n. 33 do
anoo passado, que manda pagar a Joao Joaqa m de
Siquelra Varejo a gratificago qae vencen por ter
exercido o logar de secretario da repartigo das
obras publicas va a respectiva commisso, depois
de baver contra o projecto fallado o Sr. Goncalves
da Silva.
Eotrando em Ia discasso o projecto n. 30 de
1865, que autorisa o governo a contratar com o
bacbarel Manoel da Costa Honorato a factura do
diccionario Histrico, eslatistico e lopographlco da
provincia, foi regeitado ; e approvado um requer-
memo do Sr. Gaspar de Drommond pedindo o
adiamento por 48 boras da 2a discuso do projec-
to n. 19 de 1860, qne eleva a catbegoria de cidade
a villa da Escada.
Sobmeitendo-se finalmente a discusso o regula-
meato do cemilerio da villa do Cabo, verificou-se
nao baver casa e levantou-se a sesso.
A ordem do dia para boje : continaago da
anterior e mais a 3a discusso dos projectos n. 99
e 118 de 1867, Ia dos de ns. 23 de 1856, 27 de 1864
e 20 do aono passado.
Poi bontem julgado pelo tribunal do jury, a
cujasessao compareceram 47 juizes de facto, o reo
LooreogoJustinlano Nery, pronunciado em crime
de fur lo, que foi defendido pelo Sr. Dr. Luiz Emyg
dio Rodrigues Vianna.
O conselbe de julgamento compoz.se dos Srs. :
Jos Luiz Nelto de Mendonga.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Antonio Dias da Silva Cardeal.
Dr. Antonio Ferreira Marlias Rifeeiro.
Joo Cameiro Monietro da Silva Santos.
Manoel Javencio Bezerra de Meoezes.
Antonio Rufino de Aodrade Lana.
Ignacio Josd Pan la.
Jos Francisco Pires.
Virgilio Jj daMoita.
Ana-tacio Alexaodrino de Salle.
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
O reo foi condemnado a i annos e mel det
gales.
A barca Parary acba-se prxima *' barreta,
para onde foi transferida depois de esgotado o res-
pectivo casco com grande cu*to.
A Cear tcater works cowjxmy obteve do
governo imperial pelo ministerio da agricultura a
competente autorlsago para funecionar.
Informam-nn?, que com a publicago feita pelo
consulado provincial das alteragS's no langameoto-
dos diferentes impostos no correnta anuo da 1867
a 1868, vo apparecendo especuladores, que, coas
abaso da iguorancia da varios contribointes, d'es-
tes exigem ama certa somma para faze-los Isen-
ur do imposto ; o qual ftguram cousa aova e
accrescida.
E' preciso, pols, que taes pessoas de nimia
creduldade se premuni centra taes agentes, e
nquem sabendo .qua inda ha de oovo, seno a re-
ferida publicago para sciencia dos rateressados
as alteragois qae se deram, sem que porem ella
invalide ou ataque Iseogoas obtida,
-- Era sigoal de sealimento pela desastrosa mor-
te do general Flores resolveram os consoles das
differentes nagSes, residentes n'esta cidade, a to-
mar lucio por tres dias.
Desde bontem, pois, conservaran] os respectivos
pavilhoes em funeral, as casas consolares, e oa-
lro tanto, zeram as fortalezas do Brura e Buraco,
o brigoe barca Jfawarac, bera como diffsrenies
cavos naeionaes ancorados ns porto.
t Fallecen e Sr. Dr. Venceslao Marques da
Cruz, em resaltado da qada que dea, e da qual
ja demos nolicia.
Soccurobio hooiem o Sr. Jos Ribeiro Gni-
mares, feitor conferente da alfaadega d'esta ci-
dade a' amigos padecimenios.
Hontera mesmo leve logar 0 sea sahiraeoto da
matriz da Boa-vista para o cemilerio publico, ondd
foi dado a sepultara.
Amanha da' a empreza dramtica do Santa
Isabel o Fr. Luiz de Souza, estreando no mesmo
a Sra. D. Carolina Augusta Brochad.
A importancia do drama do conselheiro Garrett,
e o bom desempenbo que deve ter pela eseolhida
compaohia dramtica do nosso Santa Isabel pro-
meta um bello serie aos amaoles do tbeairo.
O vapor Cruzeiro do Sul eonduzo, diasta pro-
vincia para as do norte do imperio, 22:6234100,
sendo : para Parahyba 9:0005000. para o Ceara
400J00, para o Maranho 12:6235100 e para o
Para 60O0OO.
Na noticia que demos no nosso numero de
sexta feira, sobre o propietario da casa m que
morou o infeliz Momeiro, onde se l Justino Jos
de Souza Campos, deve ler sa Justino Pereira da
Faria.
Dando logar em nossas columnas i commu-
nicago abaixo, fazemo-lo eom sammo prazer, e
nos associaraos quelles qne assim se congratulara
com o Sr. Felippe Needham, digno cbtfi da im-
portante ca^a commercial de oossa praga dos Srs.
Sannders Brothers C, sempre amigo e sempra
dedicado a causa do Brasil, onde vive ha moitos
annos, e onde escolheu a compaoheira dos seus
dias :
t Logo qae chegou ao conhecimeoto do Sr. Pe-
iippe Needhao, di6no presidente da Associagio
Commercial Beoeficenle, a noticia do glorioso feio
d'armas, alcangado pelo exercilo e armada impe-
rios, forgando o passo da Humait e tomando a
bayoneta o redacto Estabelceimentt, sob o mando
immediato do nobre marqaaz de Caxias, manifes-
tando pezar por nao poder associar sa ao orpo do-
commercio, em suas roanifesiagoes enthmiastlcas,
por ler Qcado oesso da em sua casa de campo, no
poyoadode Beberibe; immediatimente sabio aquel-
le seubor a commooicar a noticia as pessoas do
lugar ; e, resolvendo demonstrar o sea jubilo per
modo qae Ihe sammameate honroso, mandoa
distribuir na manba do da seguale, ao povo da-
qaella povoago e da de Apipucos, carne, pao e vi-
nbo em grande aba dancia, reuoindo cm ua casa,
alera das pessoas nolavels do lugar, ontras qoe,
tiratas pelos sentim-ntos qae domioavam aqos le
distiacto cavalleiro, o 7ieram brindar; e elle, con-
gratulando-so com lodos os Brasileiros, e dando
a todos vivos barabeas pelo triampbo alcangado^
briodoa ao sora de estrepi.osas salvas do gyrando-
las de fogaelesao exercito e armadas Iraperiaes
e ao distiacto geoe al o nobre marqaez de Caxias
a' quem se deve to immorredoura gloria ; brin-
des estes que erara correspondidos com verdadei-
ro emhasiasmo, transbordando de todos os sem-
blantes a mais espontanea alegra.
t A' noite de sabbado, no oia e na coite de do-
mingo boave naqaella povoago a mais eothusiasti-
ca expanso de amor patrioiico, tendo bavido illa-
minago nos dons das, quer nts casas dos naeio-
naes, qoer as casas do eslrangeiros.Um nego-
came brasileiro.
Vollou domiogo a tarde do Peredo e Aiagoas.
o vapor Potenat da Compaohia Pernambucaoa, ape-
nas trazendo jornaes de Maeei de 7 do cor-
rente.
Foi grande o enlbusiasmo era toda a capital, pe-
las ultimas noticias viodas do exercito, percorren-
do as ras urna banda de msica, acompaobada
por grande parte da popolago.
Evadiram-se da cada da capital, oa madrugada
de 6 do correte, tres sentenciado-, qae camprUn
senteags, por meio de um arrombamenlo qae pra-
ticaram no forro da pri-o.
Dorante a administragio do Exm. Sr. Moreira
de Barros, presidente da provincia, tem sido re-
medidos para a corte : 125 voluntarios da patria,
80 guardas designados, 373 recraiaa para a arma-
da e exercito, e 26 libertos para este, ro todo 604
individuos da provincia.
No domiogo a nolte anda pereorreram as
ras desta cidade, duas bandas de msica, aeom-
panbadas de grande parte da popolago, que er-
gua enthnsiaslieos vivas.
A llluminago repetio-se em grande numero de
casas particulares, e nos edificios pblicos.
Domingo bonve espectculo em grande gala
no Santa Isabel. A concurrencia foi dimlnataem
contriposigo de sabbado qae foi immensa. O Sr.
Tobas Brrelo recitou urna linda e enthusiastica
poesa ; na vespera tiobam improvisado e recitado
igualmente lindas poesas patriticas os Srs. Vic-
toriano Palhares e Guimares Jnior.
Chegou sabbado do sul, no vapor Cnaetroto
Sul, o actor o Sr. Graga, que ja' conhecido o
nosso publico.
Pedem nos qae fagamos lembrada a* ana
seubora da Villa do Cabo qae seja mais humana
para com os seus eseravos. Segundo nos infor-
mam urna crianga, por sna infelieldade captiva,
que essa senbora tem allugada em sua casa vic-
tima de continuados maos tratos, e a soa visl-
nbanga ja tem os ouvidos,attordoados pelo bater
das pancadas sobre a miseranda crianga e pele
seas dilacerantes gritos.
Lista dos estudantes chamados a exame da
rbetorica ao da 3 do corrente :
Plenamente.....2
Simpl'esraenie.... 7
Reprevado.....3
IX


Mario c Pet&affi** TerajA letra 10 *c Mareo de 1868.

r
_ Lisia dos estoiantes chamados a tama
rbetorica 0 dia 4 do coaote
Plenamente .. . .
Siraplesmenle. "
Replicado..... ^
..
de
12
L'sla dos estadantes chamados a exame de
moarauia uo dia 6 do correte:
Plenamente..... *
Siaiplesmente. 8
Reprovados.....3

_ molerla.A qae se acha i venda i
a 57* a beneficio da matriz de Santo Amaro
ie Jaboaiao, que corre saxta-feira 18.
No da 8 do corrate (orara lidos ais ma-
res da capital os seguiotes pruatamas :
i Uenunciacao.
Mlnervino Beierra o Vatcoocellos, com Fran-
cisca ideibranda do Reg.
Jos Francisca Maniz, cora H;rcJana Mina da
Silva. I
Joaquina Camello de Sanl'Aana, com Joaquina
llana da CooceiQo. .
Elias AveliU) de Barros, com Booa francisca
V'Lolt GJQClves da Races, coui Rosa Ame-
Ka de Fiaueiredo Seabra.
Severuuo Amaneo Late, cero Mina da Loncei-
toOiivrira Casia.
*joiqaim Xavier Cavileante de Albuqaerque,
com Autonia Sliria dos l?raar*s.
joa* Mantos da Silva V.liel, com Filismina
Ame.ia da Coaeeicao Rapcso. <
a dijniraciacao.
Jos Aotonlo Goocalvcs, com Claudina Amelia
4 lledeiros.
3* dssunciacao.
Antotio Pedro da Holl, com Mara Estrella
Vicente Vrelra.d Silva Leal, com Antonia Ma-
ri da Jeius. .
Jas Ferreira di Silva, com Paula Ansmas dos
"oo'de Dsns Ctraeiro da Silva, cm Fabiana
Francisca Allanse. .
Silvano Jos de Sant'Anna, coa Paula Mana da
Manoel Francisco de Barros, com Mara Mag
4*F?anei*ro da Costa ArruJa e Bill, vinvo de
Igua.ii Mara dos Praieres Arrula, quer mostrar-
se kW*. _ a >.
Jacioibo Jes de Aadrade,com Jepba da Ro-
cba Pereira.
Oleario Jos de Saua, cora Antonia Jerocyma
deOiiv-ia
Autonio francisco de Assls, com Paula do Es-
piruo Sato de Ar-aio Gondlm.
Joa. Ferreira Manas Rtbeiro, cora Mina Oo
Carino rVheiro da Silva.
Franeflino Oiyawiio P-reira de Oliverra, com
Francisca da Cala R'-g > Lima.
Mara Josa de Jasas, Pernambaco, 65 ai nos e '
sada, Santo Antonio ; ascile.
Jallo Gilumbier, Frao^a, o unos ca-ao. Boa-
vista ; congenio cerebral.
Jeaqoim Vicente da C#ita Torres, Reclle ; l mem s.
Rosa, Peroambuco, 22 anoo?, escrava, Boa-vista;
Vai i'las.
Jos, Peroambuco, JO anno:, escravo, Boa-vista:
queda.
Luis Cabral Saporite, Pernambaco, 23 annos
solleiro, Sanio Antonio; bexigas.
Aoastacia, Pornambaco, 10 metes, Recite ; con
I vul5es.
8
Jos Theodorc Pereira, Pernambaco, 23 annos ;
bydropesia.
Benedicu, frica, 95 auuos, solteira, Boa \ista ;
bylropesia.
Joo Manoel Pinto Chaves, Pernambuco, Per
nambaco, 74 annos, casado, Santo Antonio ; gas
trlie.
Manoel, Pernambaco, Boa-vista ; espasmo.
orpos estranbos eahidos nibeiigal Dase naia gla psrnambacana, temse dalo extraer^ da cor-
nual 7 pos estranbos pila arelara, como acaba de praticar
fluro- talo aqilllo q-ie. poneo (reqaente e o Dr. Cacolino, a corno )i' Drailoa-ie b ana:s ;
lonco eommum : e a ffaeco que (ai n objaeio da ja' parque m mdicos qae ejastitum a cirargla
ima operasao sendo rara, cimo sen davida a pefaamoacaua, se tem praticaio a taina, nao* pJr
O oda da atjalias ou de Dada$JS da algilias dentro qae nao saibira qua o metbido garal .esseeicolbi
di bexiga, que remltado sampre (orimio, loroa- do na exiraego da algalia da Sr. LiupWdo :t
a por isso mesmo ;ari a opsracao.
Por onde ja \ sa, qao, quar seja era Paris oa
ia Balgica oa earfagUtirra, eic, sendo rans os
asos Je doautes qaaiv.isis da algalias na bexiga,
aio poaVru ser cramuns as oparaciis qua laas ca-
usraciam^m. E tanto ajsim, qua o;n operador
>ode passar mallos aoao.< sera ler oceasio em saa
lioica, quer particular q er pubHee, de pratictr
A?sim se eupriraiol). lavoca o Sr. Tv>ra o \n-
tfrassa pabilo ora tola a caterva du; trai reiooi
de reforma, descobrio a raaravilhasa incgnita de
instruir as plaous, os irraciotaes e os miuaraes I
Sao davldaremo3 nada do ea profnn&BTMruti
1 assim escrlvendoo Sr. Tavora tem anda a
is, oaros qua la' e.ta laram depois de for-j aoimoodade de dar aos saos trabalnos a muor pu
biadiie p>ssibet, afi.n de q*$ po por qua aqoi ba mdicos, uasqia (orara formados
era ~
raadUTa serem dignos la' ra)~tno de receberem
ara grao; que esladaram com os Caulmons e Ci-
valas, a nada ignorarem a respeito das molestias
urinarias.
Sabe o Cabrion, por ventara, a raiao por que al
gamas oparaedas 4a talba tem sido aqu praticadas

il naturaia da oparacao. por (alta da doeoi3s qae pira o flm da extrabir-se corpos estranbos da e-
"(Iram da algalias oa da corpos estraubos na be-, xlga T Ni) teriam os cirurgides empregado as pin-
v|;,a_ | gas pala urelbra antes qua prattea-sem a lalha, e
Do'qai resalla, qie mesmo os mais celebres dpe- j isso torgados por eircamsiaocias --spaciaes. Com)
-adores leobira apreseduJo scieocia, eala um fallar assim am Cabrio, sem certeza dis poasas,
oor saa parta, apaas un.djui, tres, qaatro, cinco sem consciencia mesmo de sua ignorauciae da sua
CHROXICA JUDICIARIA.
TRlill^tL DA RBLA?iO.
SKSSAO EM 7 D3 MARCO *E 1838.
Presidencia do Eim Sr. caaselaeifo Suaia.
As 10 horas da mannaa, presantes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Guerra procurado.-
da cora, Loureoco Saoliago.-Almaida Altiuqoer
que, Mola, Assis, Domiogucs da Silva e Souz
Leso, abno-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os segaintes jaiga-
meatos:
appella^Xo. civel.Appellantes, os herieiro>
de Tboma de Aqoao'onseca Jnior; appellado,
o commodador Tnomai de Aqutna Fooseea.
As>ignou-se dia para juigamauas dos segninte>
(eitos :
APrtLLAgiJES CRrsre Anpellantes, os h^rdeiros
oo cj'iiuieuJailjr Manoel de Flgiieira Paria ; ap-
pellada, a Nzenda nacional. Apyelianu, Pedro
Vieira Juniur; appelUdo Aoiooio Matoel de Ja-
sas. ppeliauia, Jis Mirilo> Vieira^ apoalUd i,
bitcharel Maaoel Hioriqua Cirdim. Acallanta,
parir Ji' Pasno da Silv* Mootefro; aypeliad.,
Atitooio Aodre CvImU) Aitiuquerque. Apaeri-
lante, H-liofioro Aacio Rgel; appallado, Joo
Feroaoiio da Cruz.
ap>ellaces crimes.Appallafite, o promotor ;
appe.iado, Manoel JoaqunM .reir. Appellante, o
juw; a fuellado, Jos Vicente Ferreira.
deligekcia CKiMB Com visia ao Sr. deserobar-
gador proui' t>r da )a-tca.Aftpellaol, Aatont"
Foneira do Nn:lraenlo; app^iiada, ajusfea. Ap
penante, Aoiuoio da Araujo Baringue -, ppellad*.
a jusilla. Appeliajle, Joaquim Jo-6 H ariques da
Suva; aipellada, a jusii(-. Appeiuaie, Padr.^
Vieira-Jourar; appeliaoo, Aatjoio Vieira Ua:ha-
do. Appellaute, Antonio flj'irL'ues Crri Leal ;
aupetiado, Maooel Aenlcio Birrelo. Appeilanip,
D. 4!*iia FraoclCa de K-ilo; appllado, Joo No-
guera de Lima. Appeilanl", o promoiur; auuelia-;
lo, Vicente Ferreira dos Aojos. Appellante,
asos, no longo dStfir da ama viia cirurg'ea ; e
ao esses casos que.colhidos nos anoaos por aqael-
'es qua se dispam a (azerem u na obra oa am
tratado, oniiuiem essa cifra apreseulala pelo
Cuarto t.
aadacial
Sa nao se tivesse exlrahido era Pernambuco cor-
pos estranbos pela n'etbn, diria o Cabrhn:* iae
gante I Que s sabe praticar a taina para extrabtr
os corpss eatranbos da baxiga! Mas orno se ex-
As-iin, Mr. Ferrier, Velpeaa. Tyrell, Rom, Da- traha pela urethra corpos esiranbos caOidos na be-
ouurlo, Nelaioo, Marcier, Caudmml, e o propno XtgaJit elle: isso urna operajao easigoifi^ante,
Iiviale e onifus,njio acitara de apre3ntar, c- que nem erara,era difflcil, n^m dehcaJil Qaal-
a qual por suapirte.un pequeo namaroMe Uz- qaerc/iar/uao a poda tilve praticar!
t >s de extraeco de algalias da baxiga pe i nretbr Vala-le Daus I.......
.orapartivamsnta, ooie-se bem, ai na,raj'o de ou
ira ordem de operagU"*, qaa cada nm d-lles, tenhi
oratlcado. E por qu? Por qae as cansas martil-
las, qua nao depeodem da uatnreza, mas sim do
Q.i) 6 asss delicada a operacio praticala pelo
Br. Garolioo, na pessoa do Sr. Leopoldo, e:ta' na
consciencia da loios os pralieos qua nio ignorara
,ccasb, do descuido, e da circunstancias raras, nSo!suas dlffliulda les. O qas n5o dissa o Diario, ,
judera deixar da dar raros ttaitos, a qae sa ligam qaa ella saja mortal,-isia foi aietva do Cabran :
'aros recursos pela arle. Accresoe qae raridale ao contraro, elle disse que o m^tbodoempregado
tirahara relativa a espacie, ao geaero las moles- .pelo Dr. CaroHno, era o qae lirava o doeoie de
tas, aos maios fie comba;-las, e ais satos. Nis passar pelo risco de vida inherente a' lalha.
eneres a= upraco;s sr.o rueuos dilB^ats e os ca- K nao delicada a operario que consiste em
-os mais frequBotes que nos mraens : o qaa de- introluttr um (erro na bexiga pela urethra, e nella
-ido a fli'orc-ctfa ua extansao, e capacidad}, da apaottar ura pedazo de algalia n. 6, de mais de
urelbra entre os dous saxos. (quatro pollegadas de extensao, que nao da' som
Po-le-sa reeuir oos aonaes da sr.ieocla, no cor- aigaa pelo lastrumeDt:; e com a ctrcom noria
rer da muius annos, em urna vasta populacao ca-'de nao se poder demorar a manobra por mais da
*o* de corpns e>trjnnos na baxiga, sendo a maior (cinco a seis minlos, sob pena de causar ao lente
aarte oroecidos por tnullieres. Portanlo, se nassos 'graves conseaoennas, comu 6de observaeao? Nao
nmeros encootralos oo- ansies da cirurgia se la- e delicada urna operajao, que s pode ser praticada
AOVEBTE*aA.
Na tolidade dos doentes exUlem 208 ; seco, 116
bonien-, 92 molieres.
Foraro trisitartas as enfermaras :
As 6 i.i, 7,7, 1|2, li2,S li2, 6 ifl,pelo Dr.
Ramos.
As II 1|2.10 i2, 11, pelo Dr. Sarment.
Palleceram :
Adalino J '- da Silva, bexigas.
Josepha Mara do.Espirito-Sant, tubrculos palmo-
nares.
Jos Valerio, tubrculos pulrr.ocares.
RPABTCAoraAfouciA.Kxiracto das partes
lo dia 7, 8 e 9 de marcu de 1866.
Forano recomidos a' casa de detencao ao dia 6
Ao correle :
A' eraem do SBbdeVgadn do Recite, Padre Ce-
lestino Beierra, por embriagnex, Joaqun), eseravo
de Lqi. Antosio G->neaives Penaa a America, es
travo de Antonio Eolaito Mnotvirc, a requertoisn-
lo dos ren respe-tivos sei.bore. A' ordeB do
Dbdelegaao de Sanio Aatunio, .^aeanas, ese:,iv
ala > Morefra da Silva, a re^uerimeBlo de.-te.
A' ordem do do S. Jo.*, Pedro Augaslo HtUies,
A' ordem d4 subdelegado do F.ecife, Galao
Manoel &* Cisla e ldoro Jos Socio, por briga,
Hanoel Riduliaoo da Cruz o Roque-Jos Franni--
co, para eorrecea<>, e bem as.-im o-bespaobol En
sabio Arqueira, a reqaisicaal> consaJ respectivo.
A' ordtoi do da Ba-vista, Felippe, escravo de
Aisxaodre de tal, .por fgida.
8
A' ordem do subdelegado da Santa Ac'.onio, Jou
BipiHa oelho, Rapttael Loar.aoco Izis o Cypri-
annn, escravo de Joquim Jos da Silva, toaos por
Um-
Por ecu mesma roparticao fot remetlido boje 9
oeorrenle, 1 reernta para a armada.
O che.fe da 2" ssrcao
J. G. ie desquita.
Passageiros do vapor Po/no<,indsde?enftdo
4 port' mi-rmedios :
W. G Weocbero, Joo Btosteimaa e saa se-
bora, Aoa-tact. Pires de Aln.eida, Franciscair-
mia i do iNa rHBento Jalnbo, J >s Guedes Nou*i-
a, Eogemo Britar, Sabios Al ves Fe sa, Manafla
JBIOoa de Paria* J-is G me!ves da Salva.
Passageiroe do v*pur Cruzeiro de SuUabidoa
jara o enre :
Capitn Francisco Fernandos de Lima e tras
rjca\ \>r. Cae taro Aives de Sooza Filgoelras,
staa mai, 3 fimos 7 esrravov > i eumpsokeira, lia
jaoel io>qnm F. Goiaaraes, to*4 Carvaiho Pimto-
ask, ** S. P., Cbnstion S embr< B, Dirolha Prliz,
Maonei J .agina) FernaBdes, Mmoel Gomes de Mel-
lo, Omito Aogutto de Carvaibo Sa rno, t tfericio
4oaias Pedro* e seas fitao?, Jo> igaaeio da Silva
Jftort", Joaqmm Boaventora da Mello, Len CiU-
an.
Caa db srturcao. Movlmeato do da #
le ureo de 1868.
Bxi-iiam 342, autraram 3, eabiram i, existen
3il
A saber :
WaeiQoes 233, mnlheres 3, estraagoiros 47, mn-
aW 1, escratos 63, escrava 3, t..i 3*2.
liiBooiadiM a casta dos cofres pruviueiaes 248
jaovimeato da eefermaria do da 9 aa eor-
leato.
Tiversm aa!x> :
Isidoro G)ines de S ; deftaio.
aaoel Autonio de Moora ; indiga'to.
Lotiann J. do Espirito sanio ; Ideo.
AsMnaio, arrie-ano hvre; broncbte.
Tivfrana a'ia :
Aatnawo Jo- do Maseimenta.
Sommg -s Jos da Silva,
olranai-" J - de S^oi'Anaa.
Mariinh" 6nies Vidal
CBWTtaw PWJico,Otuoario do dia 7 de marco
itm
J. Vairio, Peraambueo, tauoos, vlave, Boa-
thu ; ioawraJu8 imlmonares.
t)r. Jo.d Wttceslao Mames da
juito; appalUd.\Joaquira Francisco da Costa. Ap-
pelanta, o juno; anuellad , Pairo Caetano Ba-
latiaa. Appellaole, Francisco Aloxandrino d'Ara
jo; appellada, a jusuca. Appellaot-.T.J. dos Pra-
aeres: appeilada, a jastica. AppalUute, o uito ;
appllado, Antonio Candido de Olivera. AppeKan-
te, Bernardo Prato Pereira; appallado.o juito. Ap-
peilanle, o juio; appelUdo, Joo da CosU Ne
ves. Appellaoie. Abiooiq Bareosa de Soou Mello;
appellada, a jusltca. Appellaute, Francisco das
Cnagas dos Aojo?, appellada. a jostica. Appellan-
te, o juno ; apjelUdo,'Paolu Fraocisco de Arau
|o. Appellaoie, o jouo; appeliado, Cesarlo Plubei-
ro de Figueirlo. Appellaoie, Maouel Joaqoira de
Sant'Anna; apiolada, a jostica. Appeiiente, Ma
uuel Cieta-utiao d. C-pinto Sanl) , appellada, a
lustica. AppoUante, o jjii ; appeiladia, Anauoio
Ser aura Al ves. Appellante, Manoel de Mallos Mata;
appeiu-.u, a iaspea. Appeliaata, Jos Alv.-.s da
Silva; appellada, a asnea. AppeiUnies, Joo Bao-
usa Gomes e outros; appellada, a jostra. Appel-
ame, laoadade Ca.-tro Oon. auus; appellada,
a jUMica. Appelten'.e, o jutxo; appeilado, Estaus-
tau Jo 6 Fe reir. Aopeilaute, o jnito; appailadoi
FraocifCo Antonio oreoo. Appellante, Manoel
E'i-ui-n i Bia4 appeHada, a jttsnca- Appeilaoie,
Jo; Ljuacio de Aluetda; appelUda,a jusltca. Ap
peliante, o juno; appllado, Alexandre Ferreira da
Suva. Appellanw, o juio; appeiludo, Joo Bar-
iboiomea. AppeWaaie, o jnio; appllado, Joo
Garios dos Santos.
DiLiSCU civax.AoSr. dessmbargador proco.-,
raour a cui..Appellate, a Sauta Cisa da^ Mi-
ricordia; appllado, Antonio Pouies da Suva;
Guimares. AppeiUnie, Luiz Frer: de Audrade j
appellada, a falcada.
PASSAGBM.
Do Sr. desembargadur Luurencra Santiago aa Sr.
desembargader Aimeida AfDuqoerqueAppalla
r-.-. cuales: appel>aole, o jaizo; appllado, J.iao
la KocOa Lyra. Appellante, Fraocisco Jj;G Ui-
gur; appeiiada, a |u>tna. Appe'UvAo civel: ap-
pellante, Maoeal Igoaeio da Silvi. Teixelra ; appl-
lado, Aut jiilo Peieira de i'artas
Do r. deseobargador Gu-rra ao Sr. desembar
gador Lourenco Saoti^gu. Appellaefiesciveis: ap-
pellante, Salvador de Siquuira Cavalcan-; appel-
Udo, Juiqeiffi~Sal ador Pessea de Stqueira Cual
cania. Appeiiaue, uur.-e iq.i Sevenaoo de Sooza ;
ppellados, Jos Ferreira de Mal o a outros.
Ao Sr. dasembargador A'meida ibuqter-
qae.Appelraflio civel: appeiuuies, os herdeiru.-
ia Pao iijo da Si va Miadello; appellada, a Sania
Casa da Misericordia.
Do Sr. deserabargador Aloteida Albcqnerque ao
Sr. desembargadur Molta.Ap^eiiacoe civeis : ap
pellan-e, Jjaouiiu SimphroDta Alfonso de Mello;
appllado, acharel Mauoel Ftraaiuo de Mello. Ap
peliaute, a irmaodada do Espiritu-Saulo; appella-
dr, Mantel Cauoillo Pires Patato. Appellante, Pa-
tricio to* da CosU Lima; appelUdo,aftajtiio
Antonio Aiicioli Los.
Do Sr. deebargador Domisagaes daSilvaao Sr.
desemaaTgador Sou/a Leo.Appellaoao cntoe :
appellaule, o prono, t t ; apyUado, Norberto Jos
du Rege. Appeilacu civel: appelianle, Dr. Joa-
quim AntonioCaroeiro da Cuaba Miranda; appai-
ud, D. Maria-Gauaier.
Do Sr. oes^-oiOarga i'T Sonta.Leo ao Sr. deaom-
b.rgador SaBUago.Appella$es erlmes : appel-
lame, o pruiL-otor; appelUdo, Antonio Fraaei.-co
de Almeiua. Appellaoie, Jo; do-Casiro uiivtira e
oliva ; appellada, a jusuca. Aapellacao civel: ap
peliaaie, Ufluto Al'.e.- da daz; aj-pcllado, Joaqoaa
]u Silva Costa.
Ao meio var era coou a espeuialtdada dos casos, a natureza
Us operabas pratieadas enreada am dalles, saas
ounstqaoo'as, e a di;reBja dos sexos, ver-sa-ha
a c fra diminuir consideravtlmeuie, e constituir se
a fallida raridale. Eis a tarao porque Mr. Ferer-
;omo diz Velpaau era sna obra de operarlas, ape-
nas *m SQ1 viJa cirurgica, pola tirar de urna be
nga ura fragmento da seuia, cara un instrenaa,
to eaaapado-irefoad; e M-. Tyreii, tamoam ci-
rargls nouvel, cousegulo apanhir ura fragmanu
a cxtrahi-lo com a pt;a da Woiss.
Mullos indios qnsiara ido a Paris, de ia tara
rollad i s-am ounoa larera visto pralicar no vivo
i osses nauveis Cfrcrgioas, maso os espactalistas
a extricgo de longas algalias ou sales corpos,
asiranb.'S, QUa ni) sejam a padra, qaer pela are '
ihra.quar ptla telba. Por qaa ? por^aa essas opa
raedas sao ia-as, por qua raros sao os casos, q
-e oife'eoi n me^mo uos hospttaes, qaando meaos
se os espera.
Mas, para exeinplo em uossa ierra? Cirurgioas dos hospiteas,
praticoa, mdicos da ierra 1 dizei cada ara por sua
vez e iotas r-noldos... quaatos casos teodes vis-
to de algaiaas quebradas lia t> s_m, de curp js es-
tranbos na'bexigaf Dizei com franqueza, a fa e
dapols da estar largamente dilatada a urethra ; e
qae era caso de estreitamento, primelro qua d se
a dilataco, que geralmeste necessita de quioze e
vate dias, como succedea ao Sr. Leopoldo, resul-
la, ja adraerenc.as da algalia com a baxiga sa as
saz loaga para nao raoer-se f icilmente ; j io-
crustago calcrea qued grossora aocirpoes-
tranho, ao ponto de impedir a sabida, apelar de
Sobrada, como soeceJda jCiviale?
(janas vezas a.ao sodreu rauito*rnais dores Ta-
bre e hemorragias o Sr. Leopoldo, (elle qne o diga
a Dios os seas amigos e prenles I) as pesqui-
sas e dilataco *s do que mesmo qaando [de ser
agarrada a argaia, partida e lirada 1 Hivera'
oparacao qae reclame mais dexlreza,mais delicade-
ia e mais (.Tilica T
Qaautas vezes nao tero violo no bico do instru-
oaaoto pedacos da mocosa da bexiga, se mao
ioaxperierKe eosa peaeira-la na praiica da litho-
tricia ou da extraeco de corpos stranbos t!
Visto , poriaolo, qae o Cabrion do Jornal do
Recifo, iendo o Felippe nao o comprehandu : e foi
por isla, qne elle, s o a intuito de burlar o publieo
(que difcil de er burlado) transcrevea ese p<-
daco te franctz tirado do Felippe, com o lira de
desmerecer ama operacio, que honra a quem a
contnroiit# ampia 'discutido I B-maventnrados
sao os pobres de espirito, porqae d'elles o reio)
dos cos I
Se a substancia orno fica*ft), a forma nao
esu' *aauem d'el^a ; a poniuaco, no o 111 -io qaa
aproelamos, nao tem exp-esslo aiguma : as virgu-
las sao come qae aliradas a esmo. Assim vd-se
msla phraseSe digne reproiuztr etlat duat pe-
cas, nosu jornalurna virgu a separan!) o com
plmenlono ju;ornafda oraco a que perten
ce, sem que sa d irausposicao alguraa, cooservau-
do, peio contrario, a phrase a sua ordem natural.
Sa porveotura se oisses.eSa digoe reproduiir, no
sea jornal, estas duas pacas, eoio cabana a sepa-
HcSo do complemento, para raosrar a tr*o;posl-
?o ; o quo anda assim muitos coslumam dis-
pensar.
Qaaolo diz mais abaixoPi(0 oulrosim, a V. S
que eleanda se observa a ma' appIL-acij da vir-
gula danois de oulro son. Poler-se-nia admutir
esta virgula; se por veutara bouvasse outra ua pa
larra pep, para iadicar aiola qae 03 compl-jraea-
taid) verbopoalo vio na ordem lgica ou
natural das ideas
Em qoaoto era alguns lagares emprega, coma se
vio, o Sr. Tavora virgulas de-n:ca-.sana3, era ca-
iras deixa de fazel-o cora prejoiz) da recta pmtua-
c^io, como on pona seguateufan de que teimn
a maior publiciiale cpmam provocar ele.
Nesta caso se nao dave presera nr da virgula na
palavra pubhadaU, erabara veaba acmjunccii
o, que dispausa virgula quauio seemprega na
ultima palavra de urna sarie da substantivos con'l
nuados que consliiaem o suj^ite* ou aunbalo cra-
noslo da urna orara etc. No caso vaneata o > ba
por ventura duas oracoas bem di.-lmcus pela larga
de seus verbosveoham e possam 7-Nas pala
vras do flm da mesma phrasecouvenienta e am-
pia dtscusso nao onveai empregar virgula, na
conformidade do qua Qca dito.
Permilta-nos o Sr. Tavora qua vamos tamb'.m
fizsado estas ligeiras observadas grammaticae ,
ma vez que elie appella lo francameute para a
ootaio puuuca, qaaolo aprsenla a sua obra, pa
diolo at couvenienta e ampia discaasao.
Eslamo-, poi3, nos j.is:os limites do sea pro-
gramma, e permuta Dau qao as nossas breves
consideracoas possam aproveiur Iba cm algumo
cousa, como desrjamos.
Couliuuaremus.
habis corpus, bascas e visitas criminaos em seos
d imtcilias e oos seas navios; sr edietor e poder
deoaociar em caasa proprl, possair estabeleei-
mentas de impressio, gravara, lithograobis, etc.;
mflm relativamente aos consoles e^traogeiros no
Urisil, saa uomeaQo, faucr6es, prerogalivas etc.,
e aos cnsules brastleiros em paizes e-trang-iros;
ao cofpo diplomtico; actos pblicos de Portugal
anda subsistentes, e appiicavels no Brasilqoan-
lo aos seus limitas, tratados. f.ooveoc5es coosula-
res, lelagdes reciprocas eatre os e>tados, meios
amigaveis, e coercitivos aiop ados entre clles para
obler a reparacao ou sati-dijao dj qaalqaer leso,
ouofaosa; nenlralidade, beiligcrautes, bioquelos,
presos, pnsioneiros, asyio, refugio, hnba de res-
peito, naufragio, salvado*, pirauna, corsario,
abertura dos patios do Brasil, capitana dos portoa
el:. etc.; alm da outroa muitos artigos importan-
tes___Tamb'ro encanara' um epilogo do que ap-
plicavel ao Brasiieiro fura do imperio.
Esta obra cjaMaira' ura voiume em 8* (bro-
cDalj) provjvelm?nte da carca 3oit paginas, e ore-
ve-oeate sera' publicada.
Com o seu auxilia os e=lraneiros na Brasil po-
derao obler a ulilidade de sci-.-nu:ar-i logo a
sua chegdadas leis dese paza aeQ respeito,
quaes os seas arenos e deveres, em ama palavra
como bao de regalar suas aspiraces e segoe?,
etc.
O prego da aesigaatura de dax mil ris (105)
pagave a recepg) d. mesma obra. apois da pe-
blicagi) dalla sara" eocer.aa a asignatura, e
vealer-a ba por maior prego.
N. B.Oi Srs. as-igo^oias das duas ooiras
obras PreleccSei de Uitetto Internacional e at
Diplomacia do mes oo autar-j' publicadasre-
ceberao a da qae aiima st traa, sem lais retri-
Ouigao da que ja' nouverem p:'g>, coafoirae o res-
pectivo prospecto delias.
ie vossacropna eonsclencia, se taes operagO-s praiicoo, por sel rara, ifflail e delicada T
E dizei anda :-qoan '
Oonimuuicados

i
4) Cabrion da Jornal do Reeife, ignorante, como
re*siou-se, nae prauca da u> urga, o intuito sem
dunda de dar-so a importancia a tosta da aiheia-
uosh-Io, tem-se cansliloidu nm f asoso palreiro, ai
decidir do lodo, saa lujas a boticas, com as tragas
de oaa verda* en o Iroso: orna das provas dessa
aspete de mooooaaoia -e>se commooicado pubii-
cauo per elle no da 7 do torrente, acerca da rara,
diffleli.aa delicada i-p-r-ga qu- era rao feliz axrto
pratiera o Sr. Mr. Caruiao Franeaaca de Um*
Sanios, na pessoa da Sr. Leopul Jo Jota da Costa
Araoj-a, e de que mu acerzaoaroxaie t occopra
a fteista Ovtrta na Diario c temamssuco de 4
ate marco eurrrote.
E' crrio taue apuiiio contra o que a prapria con-
seieoeaa se r.-.volu da saupre at re.-uiaao o atro-
pello da razio, os disparale, c a inverso dos (ac-
tos. A luz maas vczcs damnifica aos que ja tem
curta a vista.
Si ano da, ero meas sonras ebegar a deaeebrtr o
Co6> tea do Jornal io trefe, quebrando iba aa pre-
suba que as enmart oreUiat iba pr*-n le a masca-
ra, vera u publico quea o daniobo qae e n as-
a'tos cousUute.-, eualra repuU(Oas i>;u, rji madas,
teau cresccr a chegar a altura que a mveja Iba
atayota. Bem se v qoe, confessaodo ella ser am
rHai llao. ou.-a ero publico apreciar operages aa
oraem densa praucada ao Sr. Leopoldo, s por lar
recurrido a na aoior fraocex (o Dr. Felippe), a
quem aoaa reloatxa, consioeraui -a o gmii uaais
propno da ser por elle coBipreheuaido, qusiadu
curto qua assa obrauna das naia moderna s
pode estar ao M.-acee da veriadeiros pralieos.
Axsim, a Olorta i Pernambuco, lio e.-cropjl'&o
em dar noiirias scieoittias, snuam fundara nao
sondo, nodeve descera responder aos coaspibus
uue Ibe acaba de dar o Co*rum do Jy.ru J do Reei-
fe ; Oero li-i poueo o deve fater o Sr. Dr. Cro-
liBO em oefeza da uperagao que fura as-al.ada par
lio peqoeoioaaggressor.Dessa Urefa quero eu en-
earngar-me, combauude a um colleaa, que se iu-
irodut as dbras de uta Uvro, mais para r<.d lo do
qne para eMeudjfc
E vejamus, Onarta, que a opemgopralicada no
Sr. L-i-poi-J Dem rara, nem difAcii, nem delica
Cruz, Rio de (Une qu- oa rara, por qae tem-se coileociuna-
Janeiro, 3f auoi, oltairo, Santo Aulcaio ; pbly-1 do nos aonaes da scleicia en irgica um grande no
fies pnlBoaar. '' varo de opera9ei da extraefao aela oretbra da
a jai sao raras ou nao 1... H dizei a
las oper;des da taina teades pralieado ou visto
em Ues-casos pralicar-se na provincia, com o Qm
de extrabire algalias da hpxiga r.....-.........
Loga o Difl'-io de Pernambuco, quando disse que
* operagao atontada pelo Sr. Dr. Carollno no fcr.
Leopardo era rara, disse amis pura verdade.
* a '
Vamos i faciltdade da operagao e o eraprego da
talba. 1 ,
Diz a Cahrion do Jornal do Reafe, que Civule
com queiu elle lonomr-a sobre aexiracgo de cor-
pos estranh'S da b-xiga pela arelara (mentira 1)
ausaca Ibe fallara na alha com rvl'gao a taes car-
pos estraoOos inirodu'idos pela oreinra : queren-
do dizer, que a uiha jamis dave ser empregada
-ora o flm da extrabir-se oa bexiga corpos enra-
saos in'.roduzd-js pela urelbra I
Poi* bem,ou ma,traruo contrario : voa mos-
trar que se lem rmpreltalo a lalha, mesmo em
Franca, para esse flaa. E cito j o propno Civiale
(loe-, cu. p. 99).- Dtz Crvuie : Por duas vezes, ba
aiituus aono-, orattcou-sa a operagao da tarta eji
um dos hospuaes de Par para ex rahinse sonda*
que apenas euvaa poucos dias na bexiga ; l-ve-
sa mullo irabaibo amas enc-ulrar e as agarra*
cim as pinc'-s. (Si atarlo camiaho pala ulna, la-
ve-se com ludo dtffleoldade em se achar a sonda e
exirab I.como nao darse difBculdade procuran-
do-a p U urethra,para p ir esU ser eitrahida);s-nlo
certa que a operagao, (contiuiii Civule; durou lon-
go tempa (I)
E qoauao Civiali nio tivesse naoca fa'lado na
talba. o havia faito Ronx, o havia feto M'. Luiz,
por id-la cada um por sua vez pralieado, e o caa-
taqueada <>e algalias cabidas oa bexiga, e qae ba-
viam causado lal refngo da oarmas e taes dores,
a punto da os lavaiam lugo a lal proceder (B-bo-
tbeca do maduro pralico, lom. 3, pag. 31.) C'lrei
anda Veipaaa nca, lom. 4% p.g. 5*3). z es-^e celebre cirargiao-
tratando dos corpos eslrannos lotrotazidos n r-e
xiga. pela urethra: ...Mas acontecemuitat vezes
que se obligado arecorrer a tuina. Opafado por
lal matuodo, em coosequencla da urna souda eoe-
trada e cabida ua anlevespera o* boxiza, um daen
le de Roux suc -umoio no geiimo dia. Os d eates de
Mrs. Vijuane, Medile, sujeitos a lalha, aoconir*
nu foram peiteiumeme cura-ios, Dapuyirin ta
o a praticar meo vezes a (alba, e Beclar-l urna
vez, par cansa rt* um talgenaro da accidenta. No
cato (coniir-* Veloeau) de So ser possiv/l extra
ktr di btstqa coraos esl'anhoi por meto das p*n
cas ja meticiomtd'is. ser precito recorrer a cus \
lotomia, (que i u ruina) *
L go u eraprego da iiba, se nao hoja em da
o roeinodo geral, nao oeixa de ser oecessano e
mesmo indiapeosave', qoaolo a bexiga e a ure-
ibra nao supporiareui as piucas, quando as reten
edes de oarmas-tormarem-sepengosas, comu dera-
se no caso do celebre Ronx, citado pelo celebre Yet
pei-n,
E o propno Cimle vio-se ama vez, alm de oa-
tras, em ditfcaldades para exlrabir um pedaco de
vela de c-r. que bavu cnidaqa bexga de am
bomem, ao tratar-.se de uma blennorrbagia. A v-l.i
de cera ja* as.-aa mcrostada, resistindo a' passagam
oo culo-ua bcx:g-a,-foi abandonada por vanas vete-
pelo operador, para ser em outra oecasiao ostaa-
gada a partida, nnraeirn qae fuste lirada. (Civule,
tratado ie cffeccae calculosa, pag. 9i).
O que se oueme de tudu isso? Q ie a extrac-
gao ae algalias, de aoadas, da velas a da outros
corpos estrannos da bexiga, e duli il; fue oem
todos poda ser meatrab i a pela areibra ; qae em
mullo raso a (alba torna se inoupensave; qae o
.(al Cubrwn, ea censura qae fez ao Diario, alo son-
he ) que dissa 1
Urna algalia na beiiga pode dar a morta, ae nao
nouver quema saibaefirariirpelaarelbra;mormeo-
ltbavenioeslreit.rDeuiJO--t),quaocao uaeut pa a
pecetsidade de diiaugao a' luorusujo, on a forma-
gao de pedras. qua con-litua uma suna compliea-
gao ; sa a beaiga reagiooo coaira o corpo estrasbo
turnar se irriUia, que obrevenbam fortes flora.-,
ibOamui^cao, reteoco de onrinas, eiaor eonsguio
(a a nece.-eidade de ser aoanlo antes extrantdo, o
tiiia. por que teta dado louiiaa vates a mora.
D.fJkil anda a aaperagao praticada pe" Sr. Dr.
Carolmo aa pessoa 4o Sr. Leopoldo, pj. qun diz
Fahre emana grande obrajntiiuladaSebltotltee*
domtduoputico, Utm.3* pag-18, no ar*igoProo-
aocttaM-acerca dos corpos elTanhos da aexiga,
eutrod iidoS pela o-e'.b a.
Diz Fabre : -Lria lal accidenta aprsenla duas
sorles de gravidade, nata primitiva e qua depende
dos avmplomas mais ou sanee gravea que determ
oa, a da* difficaldaaes de ana ettracgol*
Qaa prova por ventora contra a diCoV.aldade?
de uma tal operagao, o ler Ci vale rX'.ramdo da be-
xiga da ua ti orneas, nm pedaeo de barmetro qoe
iio.1 oito eealimeuoa de eoraprimeaiiu? Po* do
qoe Civiala era auas da fater, coao/ue-se para a
(icnidade geral 1 \o contrario: a dtfikalf'da so-
pres^be mais, qaando lerto que nm Civiale
sana capaz, aera qoe o doaula llBsa paasada por
torturas e pela morle, de conseguir aemeiank re-
sallada.
B vejamos o ana diz Condmout, autor citado por
Felippe a pag. afiO acerca de exiraoeiu das corpos
giraub >s da Uei'ga pela nratJM.
i Eitoi manobras, da e$ aVora* sor feitos com
atinja elicairS'i e prudenrta ellas tugem um
iestresa d mi s. que o hah.t faz udquerw, eit
Ja' pois taiub-m o Cuarto* do Jaraal do Reo*
f$, qne nao lave ratio em fertr a ejroigia paruaa-
nucaua; faao4a duae que elU sd io licava a pa-
racao da laioaja* por qaa nio si na eirorgia
..eroaabucana qae indi -ada a lalha. no nasos da
aorpos etlraobas da bexiga; ja' per qoe aa airar-
Poi-, porque nm aut* diz-qae ba corpos flaxi-
veis, que podem ser dobrados na bexiga, oatros
daros e resistentes, outros esphencos. que servem
de ncleo aos clculos, oa rgidos, qae s devern
ser extrabidos no sentido da longura o qua
consta do tal francez ple-se ri'ah eoacluir para
provar-se, que a t-xtraego de algalias na bexiga,
sem qaa seja por meio da talba, mediante pingas,
coasa da fcil exeeogo I...
Pols bem, passare a ciar tambera nm pedagrr
era francez, que prova a contrario do lira a qaa se
propoz o Cabrton. Diz Felippe, (/ pag. i3):
t Pour extraire les corps ailoogs flaxibles pettf se servir du iithoclasw a craa bris ; m re
cherches sont ua pea encertaines a cause des sen-
satious moa>ses transmt>es par la rencontre de
la pioca et du corps etrarteer. E o qaa quer
dizer rtfc/Vercies encffrfat'ns 1 Qaer dizer pesqunas
iocerus, sem xito ceno, qae podem fatigar in-
tilmente ao doenle. ILogo, sem qne se teoha
mo rauita pratica e mano delicada, nao se conse-
guir' agarrar em ama bega nm pedago de alga
lia para se a extrahir. E o propno Feppe que
confesa que a manobra incerta por cansa dan
da pinga com o corpa esuaoho. Emnm, a quels
do carpos estranhos na bexiga da lo alta irapor
tancia, que nao carece ser medico ou clrurniflo
par a coroprehendar. E quaoto a Paroambnco.
os casos que nelle lem-se apreseatado e seus re-
sultados fallara assaz alta para provarem a verdade
do qaanto temos dito. S o desoeito e a ignoran-
cia, que cegara mais do qaa nm paohado de ca
laogad i aos olbos danoelles que j sotTrera da vi,
u, paderao, oo plano de ama igoorancia e-iupeo-ia,
contestar o qae nio necessita de Una deuiunsira-
gao para ser assaz comprebeudidu
A somnmbula.
Correspomiencias
Srs. redactores.O medico illasirado, que nos
livra dos soiT.imenios e pengosas eofermidades,
coii qua do atormenta s nussa frgil mlureza,
pode ser eun.-ilerado um instrnmeulo da d.vtudaJo
para o proiougameoto denussos das eespargimau-
lo de alguin regosijo na no sa pobre e uiesquiub.
exisleucu. A rus devera cerumente ser dirigi-
das em primeiro lugar as nossas acgas de gragas ;
mas o segoudu lugar em nosso profualo recouna-
ciraeuto compela ue dtreila a esse horario da scien-
cia, que velando sobre os livras a a proluadauo
as causas das eofarmidades, as cmbala, as des-
troe, as aunlquiiu.
Victima dos solViraentos qne tao perfeilampnta
descreVeu o Diario de Pernambuco era sua Revista
Diana de 4 do currante, uve a ln>piragaa feliz oe
cuamar em mea suecurro a pericia, ja' lo expen-
raenuda e recanb-cioa em mu-tos caso-, du lira.
Sr. Dr. Carolina Francisco de Lima Santos; e es-
ie dislmclo cav.lbeiro, honra da prutisso qua to
nobremente exerce, correspondeu plenamente a
miubas esperaugas, coucluiuJu com a maior faiici-
dade uma operagao qaa ma aterrara*o espinio e
quema dizum goralmaole ser grandemente diffl-
cii e de Coasaqueacias mais oa menos pengo.-as.
U prazer que uve qa-ndo me vi sai vj a livre de
um padecimauto que lauto rafia.a sobre o meo es-
la.lo rau'al, s poda igualar-sa a uieosi-ale da
grallao. de que me acnei animado, e que sralo Be-
ca^sidade de expaodir de molo que o publico en-
tre ao seu apreciameota.
CjiHOr. O. Ciriiiii ora os effjita? da a-
coie : eslemuudo icheia de conipens.gdes, e nu
da admirar qua, depois do tnumpho qua oaieve
e qua certamuuie o di-tragua como operador, Ihe
appar-ga algumas drssai seus bervadas cora o ii n
le uuaiai lne a' |usu e legilima sttisfago. Mas
deipreze a guerra de emboveda, e colba os (ruc-
io-, qap Iha proporcioaa sua oobre prosso ner-
eida com recouuecida pericia e cora maufesta pro-
bidade.
A voz do reconheeiraento, qae parte do intimo
do corago, basiaota poleros, para abafar qual-
quer -lutru seotifflenio uspirado pela propoio o
pela m vunude.
Acoeae o Sr. Dr. Carolina estas rainhas pala-
vras como bameaagera siucera prestada a seu alio
raerecimento.
Bscile, 9 de margo da 1868.
Leopoldo Jos da Cosa Araajo.
Asna (I Florldi de laapray e
Laauin.
Nao difflraltoso distinguir se.a se inora do de-
licado e reuuado gosto, pela qualilaje d s perfu-
mes de que geralmanie usa. T/ulo as -en or s da
moda como as senOinias da am,-nci cao al e do
sul, do urna iodisputavel preierencii a*Agua de
Florida de Junay e .anian,em lugar e -jual-
quT um uulro perfuma paia o tengo; e le ua-sa
afarrado ao mesmo para mais de Viota ;na-s a'
esta parla, a' cu-la do iatairo e com jo lo aaodona
do Extracto da Labio, assitn cora> de mu lo- ou*"
tros perfumes e essancias europeas, mais o i m-
uos agrad>veis mas em nenbum cio tai aiomlu-
cas e de propriedades lao suaveis o refrigerantes.
As nossas proprias-Bldales, sao boje as primal-
ras a' justificar a ajanada seoieaga passada pelo
publico da americi do sul, em favor uesta requis-
siaoa esseocia Oral, a qual veg-ta e se propaga
p-lo mundo iuteiro altiva e sem rival, adquinndo
coutiouadamenia novos triumpbos.
-CQMMERCIO.
O projecto do Sr. tJirec.or Fraok'in lavara
refernanlo a iasirucca publica.
Someado e Sr. FrankaTavora director geral da
tasiracgo pablica em li de fevereiro do ano
passada', a27 de margo di mesmo aprasenuva um
projacto reformando a insirugao publica, iato e,
no curto espig ida paaco miis de ara m-z de exer-
cicia n'esie importante ingar, tepdo pa a ella en
irado inl->irauieaie Jiospeda nos seas negocios, sem
o miairao coohecimento de quaiquer rama d
asina publico, sem a exhihigo de ttulos que ><
racommaadassem para o exarcicio de semelbaoie
cargo, que nade' uraa m-trncgo vanada e nao
valgar em qaem o deve oceupar, alera de cert
ciMisideracao passaal, cena entena e nao, qua s
pede dar a loaga pratica de faueges da uma ordena
superior I
Esta lacoosidarago com que o Sr. Tavora iace
toa a saa carreira, cooQrmaada o desfavaravel
ceoaeiio e mas aoi en-ragas que expooiaaaameaie
nraerioa no a.aiaio pu meo, eco geni, a sua fur.-.s-
tt mmeago, aunaneoa aiada que aeriam mais
instas do qae era possivel iraagtoar as c-m-eqaao
cas de sua direccao; o qae cerlamanla se tena dado,
esta oa eonseiencia de lodo o mundo.
Cim effailo, s Jt ama cabega qae careee de
scosu pa lera germinar a idea de querer empreen
dar a informa em ao lio imoorunte ra aa do ser
-igo pabiii.-o, como a ia-trjcgo publica, a Um
de um mez de exercitia em sua direcgo; tampo
esta lOsulBcteouj at para uma provena.a le aura
das leu qq iba diz a re.-p-uo, quaato mais para
lubiliul u a retormal a f -raireuuto o Sr. Tavora,
presumindo assas de si,julgoasa apto para U
zel; e, apreseouno o seu proiecta recumraen-
loa-o a todu o mundo, a fiaa de que nao bouvesse
qaem sobra a faca da ierra d-ua-sa deapreear
Ua superior prodigio do engeo&o uumano 1 A um
Uu franco appello qoe faz elle para a upinio pu-
blica, com aqaella fj. ga de expresso qe parece
convencer da importancia da sua obra, oslo qae
se ibe corresponda. S'jjesia eanfuraidade que
ora eapreceodemos entrar, como couber em nos>as
forgag, ein u ua ancaciago do prujacia de reforma
do Sr. Tavora, quer a respeito da sea faodo, qaer
me pruuuuemos em u i'S, quaado per aceteos traumas d'e->U materia,
digna por ceno de uuaa sena aualyse, a que nos
oso bav.aui dado lugar mais argentes ocsapa
ges.
Apraciaojoa primeiramenle o offleio com que
elle suitcita redaegao do Diario de Pernambuco
aio s a pabiicaca> das. uas duas jareas {> pruj-c
W e a circular dirigida aos delegados Iliterarios
sobre o raesmoj, como laaroam o sea juizo sobre o
P'Ojecpo.
Demos aqtu a iuirega d'esia terceira ucea qua
nao someuus as mais, pela sua especial origina-
lidad?.
Remello a V. S. a mclusa elrealaa, qae r/estt
dala dirijo aos ddlegadoa liiieranas da pruuncia.
eoujunctaaaeuta com um projeclo da reforma a
lotlrucgao publica, e f.go-o para soliciur a V. S.
que em bem da instrncgo e para par;it ci-nneci-
mealo de que-n que. qua sa inlerossa palo aalfeo-
rauaenlo das ciaste*, a uigoe prudozir estas duaa
pegu ae seu coaeeituado aorual, a oa de que le-
un.roa a maiir pabiieldade e passam provocar
eonveoi-nte e ampia dis-u-so.
Pega oairo sim, a V. & que airva-se emittlr
ao mearan ajornai u sea esclarecido juiao sobre a>
P'ojMi-to de qua acabo de (aliar, ale a
Allantemos um poaco para o melQoramenlo ia
MN
%>era aaa mata banal e vasio de aende do
qaa isto? Nao ana o Sr. Tavora qae, laudo o-
tofcUBii vo ciases ama sigaittcagao vaga, nao
Uio o-ar '-lie sera i'g tura resific:a9 que daer
awaae completa a ideaT.
PBAgA DO RECIFE 9 DE MARCO DE 1868.
As 3 )i boras da laroe.
(iloje)
Cambios sobre Londresyi) d/v 18 e 18^ d. por
ISOO.
Jos de Aqaico Fosseca
Prustdeote.
Francisco Mamede de Almeida
Secretario
ENGLISH BANK
Of Kio de Jaueiro Limited
Descoma letras da praca taxa a con-
venciooar.
Recebe dtaheiro em conta correrte e a
pra so 6x0.
Saca vista ou praso sobre as cidades
princi|iaes de Europa, tem ageawag oa Ba-
ia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-rleaQS, e imitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do PelouriDo a. 7.
Novo Banco de pernambuco
em liquidars.
Os senhores accionistas pudem recaber o
i divi-ieudo de 4 0^0 do capiul, deveodo
eutregar as acedes para se iuutilisarem,
das 10 horas ao meio dia,
rublicavots a pedido
Tubrculos uolnnuares.
M
O primeiro symptoma dos tubrculos nos
pulinos ou qaaljuer oulro desarranjo deste
orgii) causa losse, porm muitas veies
lao leve que nem desparta a atteuco do
dnente, pin tamo, de primeira imp'ir tan-
cia a todos examinar a rigem de quaiquer
to8>e que lenbam. por mais leve que seja.
Examine lo^o u seu carcter, veja se >eca
e acompannjda de respirado cura e difli-
cil, veja se o semolante comega a toinar-se
plido e se a tos se vem setnpre de manli.i,
se sunte de tarde uut pouco de f-jbre, pois
se acumpaniwda destes siitnaes, tenba cer-
tera de que o principio da firmado dos
tubrculos. Ha diversas formas de losses,
puma a gasirica, bepaiica, nervosa, ete; po-
r u, comquanio oenouma dallas pareca com
a da ptttmsica, tolas sao perigo-as e devem
ser traalas mueiatamente, e para o tra-
tatneuto de tod is as quaddades de tos-o nao
O'Qbecemos reme Id mais efficaz do que o
Ptniorul de unja do Dr. Aijt, que boje
mu io recenaecido em todo o mundo.
Qaaiquer delluvi ou con.stipacio, por
mais leve que seja, nao deve ser descuidado,
pois poden resaltar graves consequeocias.
A maior parte doj casos inveterados de
tubercun>5 pulmonares, pitlisica, etc tem
por principio um simules respirado de de-
iiuio, consiipaca uu Trio que so apaobou
por um ioaunte de noite, deiiado seu trata-
ment aUum lempo a que era lar le.
O remedio que recommendamos simples
e a; aicame de iodos neste clima de mu-
dancaa repentiuas do tampo, deve esur as
m is de todo o uomem qae estima a saa
sade.
Prospecto
as lujas das roas do Crespa os. le*, e do
Imoerador na. 71. 73 a 79 tuoscrev-se para a
obra sob o mala do i'odigo dos ettraugeiro no
Brasil, pela Dr. Aotuoia a Vascooceilo aleoeie
de Orutoaaond, coulaudo por ordem aiuhabeirca,
am resuma e com basiaotea notas toda a legislarj
patria coaceroeolo ao estaiaia ue-.auii, a real del
les, aos sea* casamentas o tubos aascidos uo Bra-
sil, as saa* beraocas ; ajSOciav5os aoa seas pasa-
portes, a dos contratos, (actos lcitos leUQeoio-,
impo-to* ; exereieao da advocacia, medicma, ma-
Kisle io superior, direccao de collegios, frequencia
a matricula as facaldade, escola -uulitar, acade-
mia de marioba, e.ll-gio Pedro II, direltos religi
so, direiio v, ou ladividuai's (de ampia lber,
dude, seguranc,* mawfeiiacaa do peasum^nto por
p-ttaoras etcriptis imprn**. de propneKade, in-
dustria, Iscamoci), ordemnicd m saeis; prafl>-
to em cunveuu-, roeoeBcios eeclet>ia>iicoa, servleo
no eaerelio e aa armada, eomm-reio em grujan e
reuma,lujas; navu^asao daca&jiagem, em(Mr-
eai,5dt; bm cama acarea da na oteijoalidade,
bospaialidade, n ec*; baolmento, reesp rta(iJtdeoortaco, inler-
najo, ezlradicio, pootco da cumas, obteoco oa
HnndimetHo do
dem, ao da 9.
ALFANDEGA.
dia2 a7...........
H7:a83*l^
J7;.ii470!-
l"J:89S#88i
Movlmento da alandega.
Voiames entrados om fuenda.-s..
> > com gneros....
Volaroes sabidos com (atendas...
> i cora gneros....
M
37S
------473
28
46
------71
Descarregam boje 10 de marco
Barca portug ezaPlor de S. Simomercaderas.
Barca ponui{ueiaConjunte /// -pedra.
Unaue ponogueiBfilri FiornSdem.
Brigue loeleJura na' aihao.
BriKiie injiletSarah Ana- (arioba de trigOv
Sumaca bespaboa-Am-iftie Doloreosvienes.
Importaf&o.
PaUeho braslleiro Quatro Irmfos, vindo fla Rio
de Janeiro, mimilesl a -i-g' ia > :
7100 al raeires ae unuba de m -nlioca ; a Ai-
lonio Loit de Olivcira Aievedo & C
vapor bras leiro Potengt, viudo de Penedo e
Alagdis, maoife-iou o.-o.U'uie :
7 saecas algudu; a Manoel Joaqriim R beiro.
71 ditas dita; a Francisco ae Paula AnJrade.
9z anas dim; a 1. J. G ni; vves Beltrao.
9 i ditas dito ; a Alvaro Augusto de Almeida.
104 coaros salgado.; a ordem.
10 latas oleo de ricino; a Jos Targtno Fialho.
Bngue ingle Saraa Ann, viuJo de .New Toik
maoile-tou o s-gumie :
2300 barricas (arioba de trigo-, a Pbi.ps Bro-
tbers & C. _
RcCEBEDORlA DE RENDAS INTERNAS
OKRAJDi
Rendimento do dia 2 a 7............ ld:R739W
dem do d9.................... 7:9*7/83*
2i:8013l6
CONSULADO PROVINCIAL
rteedimento do da 2 a 7........ 3!:28oV<06
dem do da 9................. 10:8*S80
MOYitlfiSTO 03 PBTO
y avos entrados no dia 8.
Penedo e nonos n-t-rruedios dia, vapor nacio-
nal Potengt, ie 313 lunelada, eommaudanle J.
1. Pereira, eqaipagem 30, carga algodao; a com-
panbia Peroambueana.
Ri < Formoso-9 oras, vapor nacional Mamangua-
pe, de 243 (aoeladas &jmraandanie Cosa, wjui-
pag-'m 19; a companbia Pernambaeaua.
Rio de 1 neiro18 oas, pauebo brasiieuu Quatro
Irmaos, de 223 luoeadas, eapilio Manoel oa Cas-
tro, eqaipagem 10, carga 4030 aluueiras de f-ri-
nna de mand oca ; a Antomo L. de O. Atevedo
& C.
Terra Nova30 das, brigae iuglez Jara, de 230
tooeadas. capillo R. Searle, eauipagem 13, or-
ga 37d barricas ern bacaibao; a ordem.
Nuvios saludos no mesmo di.
Rio Grande du SulBngneescona nacional Carne,
cauto io- M. de Aunea,carga assoear.
RiouViaaaedo .>nlBngue brasiieiro SorarfM,
eapilio J jso Doramgos de Almeida, carga a-
suaar.
Portas do o -rtcVapor brasiieiro Cruzeiro io 9ul,
commaodante Aieoforado.
Navws entraiot a dia 9.
Montevideo29 das, brig>.e b"paonul Lpenlo, de
I7d luueadaa,eapilio u-nMerabell, e^uip-geui
10, em la.-tro; a ordem.
Mrai-vioo30 dias, brliue Doraegoense Dan, de
179 luneladas, eaplio H iberg, equlp.ge 9, na
ltiro; a ordem.
Terra Nova-33 das, patacho ingle Lula, do i
loueiad". capttao Tb> mas Ryan, nqnipagt-a 9r
carga 3100 barricas com baeaihlo: a Jobustoa
Paler &C
Terra NuaW dial, brign ioglet ntta, de til
toneladas, capuje Juba ienkins, efuipagea 13
>
J\
v
1
mtvn |
Mbba


***** ff **** Terca (eir O de Harct ie (958.
<
?'wft 3840 barricas cora baealbio 5 a Johnstou D. Lolia de Soma,
'atar & C. | Miguel Alves Lima
L-31
Havre-31 da, barca franetia Veredtanna, de 240
toneladas, eapito Choloos, equipagera 12, carga
f z-odas e ootros gneros; a Eioardo Baria
Navio salid no memo ito,
Liverpool -Barca iogleza Fieatmg Cioui, capillo
Arenibald Jobosoo, carga algodo e assocar.
EDITAES.
O Dr. Trlslio da Menear Ararlpa, ojrkial * Im-
perial ordena da Rosa e juii da tireilo especial
do coramarcio desta cidade do Rjc|fe de Per-
nambuco por Sua MigestaSe lapenal e coust-
tucioaal o Sr. D. Pedro II, a quena Dras goar-
de etc.
Fice saber aos que o prsenle edilai virem e
dalla ndicia ttverera, que do di 6 de abril do
correle aono, se n>da arrematir por venda a
quem ans dar e-a praj publica desle juio o se-
guile :
Uta sobrado de d ras anarej e solio silo na ra
Nova 0. 38, load) n> pnraairo andar dna3 salas e
tres qqartos e eotinSa fora, e na segando
daa< salas tres qaarijj, adiaba no sotao
uMda, cacimba propria. avllala por 12:U005,
o qaal fflra paonorado por etecnco de Augusto
Canr* contra D. Anua Ifaria'Mumr.
E nao bateado lanzador que cubra oprecda
avahacoa nrrrast*$io sera'fcita pelo preco da
adjadicagao ni forma 5! a le.
E para que chegua ao conheci ment de tolos
maade passir o pseme qaa sera' publicado pela
ionreosa e afiliado dos lugares do costme.
Ea Maaol Mara Rodrigues do Naseiraento, es-
eri -ao o subscrev.
RecfV, 3 o> marea de 1868.
Lrlsiao de Alenear Araripc.
jpese Santa Casa de Misericordia'
"ew do Recife.
lunik*.* A I",B, "an's administrativa da Sania Casa 4a |
7D407 Misericordia do Recife, na sala de soas seasde?,
9-77.M- *1*8. A"1 oras da jarle dadla 12 do correte,
tfanoe1 Afrs* CaValci........... rfmi rec9'* ProPM Pa o foroectaeilq-#os medica-
1 tf ........... aSffi Tam qa9 oonwera de ser eoasarWdos nt bo-
Mjrla d0 ?JO*WO Mea do hospital Podro II, nos deaftil a
152083 juoho.
BanhadBporco, libra. .
*
Q mesmo.........................
Manoel Casiano Mala.............
Hardeiros de Miomt Thoraa: Rodri-
gues (ampollo.................
Herdelre de Ignacio Paulino da
MBITIMGS
Viuva de MaooeLLeooardo Sodr...
Padre Joaquina Cavalcaoti de Albu-
querque........................
Viuvo de Pedro lvo Redivivo.....,,
Tratamunlo de particulares no hospital
Mauoel Luix Camino..........7T
Apeljqario.......................
Layme capuao dos navios Solferino
e Uruguay...............
Iiao de Barros Actioly Wad'erei'
Hirdeiros de Bernardo Ls Arantes.
i-elisbeto Jo.o Flix..............
Urabelioa Borges Diuiz........;'.
Wiltwld Raeiejoxl................
Mara Francisca Manho de Amorim.
Mauoel Ignacio..................
Tnoinai Ferreira da Cunta!.....'.'.
In milir ; ","""Wi",a ounna........
' auiota i ?e-Q,0,rde Arauj0 p,Dt,tiri)..........*
2-(ifin ia Valerano Co-r,\i de Amonm...
Severioo Jo, Pigueira..............
Manoel Perreira da Paixo..........
Ma noel de Sonta Tavares...........
Mara Igoacia de Vasconcpllos......
Herdeiros do brivadevo Oa Menezei V. de Uruminond........
Antonio Germano
Souta..........
Letras.
Rigueira Pialo de
Peiro 11.1
!U2ot)
3J9331
103<500
110*110
{7(5
23i60
374500
2l'(0
98*400
25*200
12*000
231160
33*9 O
10*50;-
18S3E0
S7*6O
12*000
509*095
awSa
Alugueis de^catas periencentes aos estabilecitnentos
. decaridade.
I Mana Euslaquia do Livramento Oli-
veira.............................
Eduardo Claudio Correa Cabial.....
Tbereza Abadesa de Jesos..........
Amaoasia Rufloa do Livramento....
Flix JosFerreia.................
Vi oie Jos Perreira...............
limeterio J.s d.3 Santos..........
Aona Joaquioa Laura...............
Mana Oiyu^ia Bapiista.............
Santa Casa da SliaerlcordU do
Reelfe.
Pelasecretaria da Santa Casa da Misericordia
do Kaawse ciri aos propri^tanoa de predios
e sitios fretros ao patnaonio do crpbaos a' car-
go a-M Santa Casa, pira que tratem de pagar os Mesnino Coostaote Rodrigues
foros que se acbam a dev.-r, e cujas conflcimen-1 Vicente Wuoes Serra
tosestaoam poder do procurador Herculano Ole-
gario Rbeiro Castro, a quem sa podero dirigir na
ruada Coucei;o v. 3.
Secretario da Santa Casada Misericordia do Re-
cife 13 de fuvereiro de 1368.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Cmara municipal
Pala eoatadana muuicipal desta cidade se faz
pnclicaquesa rececn a bocea do cofie, em tojo
este rn^ze at o lim Ja margo prximo, o imposto
municipal sobre casas de negocio, e aqelles que
nao pa^aram incerrem as peoas e disposigOas do
art. 3 do^regulameoto n. 3&i^io 15 de Juabo de
1844.
Cautadoria municipal do Recife 10 de favereiro
de 18P3.
O contador,
Caelano Silvano da Silva.
Santa
Casa
da
isericords
do Recife,
180*000
17i,',000
16'J>Uti0
301*000
9.-*r,oo
yt3>ouo
181*000
180*000
tSi-M
Ulrna. junta .idministrativa da Santa Casa da
Misericordia do Heda uianda fazer publico qu
Dt salada saaase8SfJes, uo da 5 do correte po-
\M lloras da tarde tam de ser arrejiataaas a
quera cjs vantageu s utfareeer polo lempo de um
a trs aoaos as roa^s do.i preios em sosuids
deca: idos :
EftlaMeciiae>itd 'le earidade.
Rn 1 do Padre Floriano.
Cas't terrea n. 17......
Casa terrea n. 63......
Casa terrea u. 43......
Ra larga Jo Rosario.
Terceiro andar Jo sobraiio n. 24 .
Ra da Moeda.
Pnmelro andar do sobrado n. 37 .
Segundo andar dem......
JPatfimaniG de crpliaes
Roa do Padre Floriano.
lai do Vigario.
:ro andar Uo sobrado n. 27 .
Ra do-Pilar.
Casa terrea n. 104.....
Gasa tarrea a. 99......
dem tj. 94.........201*000
Sitio n. 5 ao Forno da Cal. . 150*000
As arremataeSes s r 1 faitas pelo tempo deuts
a tr3 aaoos, devaodo os licitantes virem acom-
paabadoa da sena fiadores op niaudos db cartas
destos.
Sacreiaria ds^ Santa Casa da Sissricoraia do
Recife 13 de Janeiro de 1867.
O escrivao,
fadro Rodrigues de Souza
Herdeiros de Aotu Joaquina Caval-
cautide Albuquerqua.............
Joao da Croz Moadooca............
Joo Francisco Tavarrs.............
Venceslao iguaclo da Coaceijao.....
CiauJio Jos Tncodore..............
Francisca Mana Carolina............
Fohciaou Pumo de J-sus............
Mara Benvinda Cavalcanti..........
uiindlna Liberciua dos Reis.........
r. Joo de Barros Falco de Albu-
querqne Maranbo...............
Aooa Mara da Ceuceico..........
Miquilioa Seba:tianadeAlbaquerque
Alngueis de casas de Oltuda.
Severina Mana da Jasus.............
Arcaojela Mara dos Anios.J......
Manoel Jos do Naacimeato........
Mirla Joaquina Cezar de Mello....
Auioolo ;Nunes de Mello............
JS Mina Marques..............
Justino Luiz Jus de Fraoja.......
Ju Pereira da Silva.............
Aotooiu Francisco Guimares......
Fraucisco P^dr/) Celestino.........
C.nstanca Mana do Nascimento___
Antonia Feleciana................
Zacaras Guedes...'...............
Floran 10 Jj da Conceico......'.
Jj.- Urbano Pacheco de M-llo.....
Manoel Vicente de Moraes Jnior...
Genoveva Jo^liua da Conceico....
J.jaquim Francisco de Paula.......
Rutlu.) da Silva Ramo?............
Francisco Luiz Vn es............
Patrimonio dos orphaos.
Alugoel de casas.
Mara Antonia da Annonciagao....
Joso| lia Mana Tbeoinuia..........
FraoCfliuoElealeno Ferreira Cbaves
Manoel Cyriaeo do Nascimeoto.....
J Cuogaives dos Saotos.......
Manuel Mara Caldas Brando.....
J ia lJeroar-;o o Reg ValeDQa....
1 Paulino Cesar Loureiro.....
30a*875 Salsa parrilha, dem.
301*555 Cera branca em grummo, idem
Oleo de ameadoas, loglaz, dem.
Gomma arbica l son, idea,
Linhaj em p, Jem.
Ponas de veado w, i4f oj.
Flor de sabugo, dem.
Plor de tilia, dem.
Raz de ltela, dem.
C-vadlnha, dem.
Serpeit, ra, idea?.
Sas-afraz, dem.
. Goaama arbica em p, dem.
Qilr.a em casca, dem.
Afilo actico, dem.
Barbante flao, dem.
ko de liubaga, dem.
Oleo de ligado de Dacalbo, vidroi.
PurgaBtas de Le Roy, garrafas.
Pos de R)g, vidros.
Agua de colonia, dem.
Papel de erobrulho, resmas.
Alcoul a 36a, caadas.
Oleo de vermfugo, vidros.
Licor de Labarraque, garrafas.
Mustarda, libra.
Musgo islndico, dem.
Quina coi p, dem.
uioo de baiiput, dem.
Cavada, dem.
Capsulas da cubeba, vidros.
Colla de flandres, libras.
Piiulas Blancard, caixa.
Triaacm, on;a.
Maona, libras.
Figada deenxofre, dem.
Aaua ra, dem.
Agua iogleza, garrafas.
Iodureto de ebumbo, on^as.
Assucar candi, libra.
Mzssa caustica, dem.
Essencia de flores de larangeiras, oBja.
Algalias, duzas.
Gramma, libras.
Dulcamara, dem.
Guaiaco rasurado, dem.
Amaizas, dem.
Acido ctrico, dem.
Flores de borrageos, idea.
Flores de rosas, dem.
Tuciiago, dem.
S -une, dem.
Paiietaija, dem.
Esponjas, idtm.
Sueco de urosslles, garrafas.
Pineeis de cabello fioo, dfulis.
Oleo de cupaiva, vidros.
Amoniaco liquido, libras.
Oleo de per-icio, idam.
Saspusjrius.para eicrctos, dozlas.
Eztracto de nugueiras, onjas.
Cbioroformio, libra.
Campbora, dem.
Pao campecba raturado, iJem.
Galbas. dem.
Eziracu de genciana, dem.
Calomelanos a vapor, dem.
Somero da permanganaio de potassa, vidres.
Cantaaro menor, libras.
Vinbo da Corvisit, garrafas.
Agua da*lil?.da, dem.
Precipitado rubro, libra.
Arsnico branco em p, dem.
Alvaiacla da ebumbo, dem.
Saao amidalico, dem.
Opodeldos, vidros.
Carbonato de maguesla, libras.
Marella, dem.
Raz da China, Jem.
Secretarla a Santa asa de Misericordia do Re-
cite, 7 de margo e 1808.
O escrivao,
Pedro Ronriguea de Sootfc
~ POJE
as 16 1,2 horas na laterna da ra
B. cU.
~* T lM
da Iuiheratrix
Messageries imperiales
AI30 da 15 do crrante m^z esperase da Ea-
ropa o vapor francei Kstramadure, o qoal depois
da demora da cosame seguir para Baha e Rio
aa JaDairo.
Para oondicS
agencia
K retatho dos gneros, armaco e
otemilios Sa taberaa i' roa da lai-
peratrlz d, 80, pertenr;eate a mas-
CAS4
Aiuga.rei a casa tarrea o."4 da ru do Prineina.
/regaezladaB.a-Visu.eom J ..la.'jR
cotiaba, quintal e cacimba a tratar a rat Njt
n. 3.
Fedegoso de Pernambuco
A planta, coobecida entre nos sob a de-
"sa fallida de joao Jos tos Saatos nomin?c30 de ftdegoso. e no Rio de Janeiro
l\m% p Pro mcias do sul deste imperio pela d
/v-j*-a c;m- orim de 9allo> ttoriimm uilissimun
P.r.. SE $ , dl10 p. *^ *Mm Se Scho, e o A*
cial do commercio Iim! leilo de grande sori- y;roPinm cura^ddium (XQ mv\ pertenc
meoto de gneros novos e de prmeira qualidad familia das boragineas.
oeSViotPs\civon,,dl,s,?!:n!l *tm\ du e.m fed99$0 considerado, na therapeot-
q^r/rSVu/on:. TbTsj;1:;3^^- c >* Jl**
43*500
120*000
17*000
'.-Vil
3I65D82
6U*0U0
200*000
4-^*000
19*380
19?*000
3*8J3
p costeira por
Hio Formoso.
O vapor lamanguape,
coromandaDte Costa, se-
goira' para o porto ci-
ma no oa 11 de margo
as il horas da maoha.
Receba carga, passagel-
r?, encommndas e di-
nbeiro a frete ao osenptorlo do Forte do Malo-
n 1.
Grande
358*720
132*250
28*340
71*130
92*130
57*330
2305000
30*OO
48*000
1834333
32*000
63*332
114000
68*,00
'77*000
G*000
90*000
63*666
61*86j
68*000
111*000
444638
8*0
3i*00
2i*i66
43*00
9*000
52*Oi'O
151*733
33*666
160^000
5083i
CGfllPANHIAPEKNAMBUCANA
DE
RaYegaco cosieira por vapor,
Goianna.
O vaoor Parahyba, eom man-
dante Mello, segnira'para o por*
to cima no rlia 14 do correte as
9 horas da noite. Recebe caiga,
, encommeBdas, passageiros e di-
nheiro a frete, no-escriptoro do fbrte do Matos
n. i.
ebe, tosses recente? e antigs, suffocaces,
catarrhos poltnoDares, efe, e em geral con-
tra todos os sofrimeolos das vas ^espirato-
rias ; sendo ara excelleate unitivo para
H{niJaco de faz^ndas e rain- a1"el!esJ?ue padecem de phtisica pulmonar.
de/as e^Bcac'a contra o ttano ou espasmo
I do crreme. incontestavel, e aioguem ba que a deseo-
UUo3a
Nao ignorando nos o que acabamos de di-
crreme,
a eme 0live,r '*'' 'ei'o por eonu e risco
f,mq^aP6/teneer d0 melhor '* ralo sor-
cZnara^Sle^iu49iaj propras do mer- z,er'e Jorcando-nos por ser til humanida-
STiarj iVKKS.'TiSS tzzfit^T? wabaixo fadi-
molsehoas; baT?s. -amos' Pon,io a disposico dos distinctos me-
PAR4
.._ 0 POSTO
_ Segu .com a possive bravidad?, por :.>r sna es-
tiva engajada, o briguo portosoei Okiao : para
carga e passago'ros trata se curo os consigmtarhs
t, riscados e riscadlobos, mussellnas" bmTs mos> Ponao a disposico dos distiocto* me
baei5es eourelos, bamborgos, picotes, la'de qaa- d,cos e dos doentes desta e das OUtraS pro-
rJt03" dlV9T madapowe*. cassas e encas deste imperio nossas preparaedes
moreantique, pannos da Costa, cobertores de l e que sao V eparasm,
de algolo, elefanje?, castores, brlns branco?, es- __
A JURUREBA
em extracto alcoollco, cmplas-
tro, leo, tintura, plalas, xa-
rope e vinbo.
A JURU3EBA urna das substancias me-
curos e de cores de naAo e de algodio, ganpas,
briioantioas, cassinelas, alpaca--, dura.jues, fas-
ios, morlns, velludos e Veibotmas, estopa, bra
maote.', sargeli.'ia-, palitots, casacas e sobrecasa-
cas de panno e casemira, pannos Anos azues a
prelo, casemiras pretas e de cores em pesas e
cortes, chales da cassa, toaquiro, merm e de
gorgnrao_a de cbilp, maulas e seda e d
Thomar.de Aquino Fonseca
n. 19, ! andar.
!
ara
Mmoi
80*00(1
21*083
160*664
75*010
1:075*3 :'C
1175300
68*450
Segu ero poneos das o palbabote Jocn Arthur,
tem quasl tolo o carregameoto eDuaj:do, para o
resto qna be falta trata-se com os consignaiarios
Antonio Luir, de Olivara Atevedo & C : ra da
Otu n. 57 orinieiro ailar.
Navegaci)
Parahyba, Natal,
vapor.

COMPANHlA PEHNAMBUCANA
M
costeira po?
Maco, Aracaty, Cear
c^rac.
O vapor Ipojuca, commandan-
to Martin^, seguir para os por-
tos acicna ni) da 14 do correte
as 3 horas da la re. Recebecsr-
ga at da 13 as 3 horas da
lame, eaetumntnJas^ passageiros e ilinheiro a
frote at as 2 tu,ris da tarda do dia da sahida:
escriptorlo no Furie do Halos n. 1.
coebios de linho, caigas f^tae, ls preto "camisas d,campntcrsasque pertencem ao reioo vegetal
de cambraia e de do, to ihas do iBho,' cobenas e eniram na cias?e dos tnicos e desobstrn-
l-"'.1^!^!-'8'-^'^3 a fle i*o.'entes, sendo empregada com vantatrem con-
boorou>, cortes de laa e vestidos, chale. urlata- Ira "
& C, ruado Vigario I 1S Manteletes, capas escura', vestidos dn la e
de seda para meninos, mantelete', atoalbado de
linh", breiauha% damasco-, planinas e udis as
mais tiendas qai coustilue nma loja completa-
meca sortida, sendo as unudeas era tal quanti-
dade -orco diversiJade quo apenas se meuciona
ralcaa,', bottaaa e sa istg -s de bezerro, de tranca
e eutras qnalidades para humem a nieolno, fiias
diversas, retroz, galoi", bi:-o--, trauma-, tjotoas,
oculoc, ti urnoiiicas, ebicijles, liubas para eosor e
marcar, pmtes de marra, de tartaruga e antro?
escova-, fivelas para cinto e outros misten^, so-
da pan bordar, carliras de algibeira, eotie?
co'hcres de metal, cale', pu las i!-', am cn'xpiai' ,
camisas de meia,'chapeo' de SJ|, SI Cnih M' ^^ 3 Paladaf e a0 0,Phato elle *
nib,de feuv, de la, de p.iiba e de castor, b> "dicalmente, sem mercurio, todas as affec-
net=, ramos eit,s lavas de p^iiica de sda e de algodo, in- ulceras, sarnas degeneradas escrfulas p<
U azul, bandas a oleo de eheir., mias croas, .la mrhnln V" ni, tTwin ^ cscro,ulas' ,es_
seda e de algoda-, papel, camisas e pellos de li- p.orDut,'.L ^Obre tudo poderosonas moles-
nbo, ferrageas e muitos outros srtlgos que e.n-ti-
tu-.iu urna bem rortida loja do miud^zas.
Coarta f*ira II dn corrette
as 10 horas da manh, u> arojaieaj asss conhe-
cido, a' roa do Tiapicue n. 38.
asfebres intermitentes ncjmpanhadas da
engorgitamento de figado e bafo.
Ella tem sido aplicada com incontestavel
proveito contra a anemia ou colorse, hi-
dropesa catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruafao difficil, resultante da
mesma anemia ou cblose.
. 0 ARROBE YESETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e de LARROY. De faci'digestao, a-
DC
Paquetes
iJ!
Ivi
tas rebeldes
potassi*.
ao mercur;o e ao iodureto d?
----------...... 499*070
Meitsalidadc de educandos no Coltegio dos Orphaos.
Florencio Jote Mana da Suva..... 159*000
fi
U-isa d-i
Misenc
ordia
do Recife
Sarita Casa Lde Miseric rdia
do "Kecifa
Pela secretarla da Santa Casa da Misericordia do
Recife se convida aos prenles dos menores abaixo
declarado?, para que os venham lirar do ollegio
dus orpno.s visto ja' tnrem es mesmos completado
a idade de 14 annjs, como dlspe o respectivo re-
gulamenio.
1 Jos Gomos da Menezes.
2 Jiaqnim Ignacio da Cru Das.
3 J>saino Miximiano Ferreira dos Santos.
4 Bernardo Jc de Araujo.
5 J o Samiif-l da Costa,
6 Demetrio Nstor Machado Freir.
7 Carlos A3a-:o da Araujo.
Secretaria da Sania Casa do Misericordia do
Recife, 14 de fevereiro de 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Pela secretaria da S.-nla Casa da Miserlcordis
do Recife se cooviija de ordena da liima. Junta ad-
ministrativa a todo? os prop: ielarios do predios a
ra da Rod-', edificados ero terreno foreiro ou-
tr'ora a' Francisco L'cs Paes Brrelo e boje a
mesma Santa Casa pjr doacao que Ihe lizera, para
que no prazo da 30 ia veuham papar os foros
que sa acoam a dc-ver de ditos lerreuos, sob pena
de se proeeder a tal .-obratifa judicialmenie.
Socretana ix Sania Casa da Misericordia do Re-
cife. ii deteveretro de 1868.
O cscrvSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa da Misericordia
do Recife..
Por ordem da Illma. junta administrativa da
Sasta Casi da Misericordia do Recife convida a
todos os seuhores em seguida declorados para que
venham pagar as quaatias que se acaam a dever,
sjb pona de se proceder judicialmente.
Secretarla'da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 8 de everelre de 1868.
O cscrivSn,
Peiro Rodri drs de Souza.
Foros do engenho Bemfica.
Foros de terrenos e sitios e.m U.inla.
Hardoiros de Antonio Jis Teixeira
de Castro...................... 26''5000
Os mesmos...................... 595889
Os mesmos...................... S5MI3
Demetrio da Azevedo Amorim..... 81-8,5106
O meSTio......................... 1353J3
Herdeir, s da Manoel Antonio Caraei-
ro de Oiivelra................. 4155500
Herdeiros de Manoel Pinto........ 13PJ257
SfladRaha-PmaJiFerr5ra-'' S^S? ^*^i^o^^rf^^~^^'iSl^~^ito ^^rc^r
Jiibl dada como na de Olnda, nos mezes de abril a
5!3.>7 jooho.
Santa asa da Misericordia
do Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fater scieote i.
quera ioteressar, qoe os beus pertencenias i ca-
pella de iN. S. dos Prazerqs, nao s os doados pe o
Mestre de Campo Francisco Rarreto de Menezes,
como os posteriormente adquiridos com tifones
onos pos, na falla de cumprimenlo des quvs
tem de passar aos herdeiros do instiluider, e com
a extiocao destes mesma Santa Casa, n3o po-
dara ser. alienados debaixo do qoalquer pretexto,
sob pena de screm aonolladas laes iransacr,5is.
Secretarla da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 23 de btaraia de 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.

Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A Lima, junta admlaistrativa da Santa fiis" de
Misericordia do Recife, na sala do suas sessoas,
pelas guaira horas da larda do rila 12 do crrante,
receba prnpusias para fornecimento de pso e bola-
cha que houverem da consumir os estab^leciroeo-
'"S pijs a' sea cargo, tanto desta cidada como de
Olioda, nos meies do abril a junho.
Santa Casa de Misencoruia do Recife, 7 dj mar-
co do 1368.
O e?crivo,
______^________Pedro Rodrigues de Souza.
C-nsseSho de compras navaesT
O couaelho manda faier pnDIico, que tootrata no
ia I i o correle mer. sdb as condiccoes da os-
lylo e a vista da propestas entregues at as 11 ho-
ras da mrniaa, o fLrnecjmanto ne ;.rrox do Mara-
nho, agurdenlo de 20 graos.ararnta, bolacha, caf
em grao, chi i.ys o, came verde, farinha de mm-
dioca da i.trj, lenha, roaetoiga Injlez, pao, sabS.-
icuclolio de L-sbua, velas stearlnas e vijgre do'
Lisboa, para comple'to forneciineoto de viveros, die-
tas e uuiios cbjectos de contamino dos navios da
armada e i-.-iab:lecimeotos de marrana no trin"s-
tre pnxmo vmdouro de atril a juefco, era censa-
qoeacia da nao ter isso feito a 5, tamOem do cor-
rente me?, conjuiiciamenti.cora oulros obitet"
pela exig.-acia de pre$os, que julgon subidas.
Sala (ia= sessSes do conseibo do cjropras n.avne-
9 de erro da I86S.-O secmario, Alejandre R'
drlgnes dus Aojos.
l'ltREIO CESS4L.
Pul 1 adraioistrigo do crrelo desta cidade se
4av*ubliso, que e:n virtud da convengo postal
celebrad pelos governos brasileiro e francet, torio
expedidas malas tiara Enrona do cia lo do corre-
le, pelo vapor ingle: Onetda.
As carurscrao receDidas al 2 horas antes da
qna for mamada para a sabida ao vapor, e os jor-
uai.-s at 3 oras aule?.
Admraisiracao do corrtlo de Pernambuco 9 do
margo de 1868.O administrador, Domingos dos
Passos Miran ja.
vapor
Dos portos do norte espesa-
do al o da 15 do corrprrte o
vapor Poi-AB, rom man
q eapitip de fragata Antonio J.
ie S--i':'' Hirbara, o qnal de-
pois da demorado co:tume so-
gira' para os Dorios do snl.
Recebsra-se desde ja p.'v-aijpiros e engaja-se^
carga qoe o vapor oofier condn?r a qual devera'
ser embarcada no dia do sua ebegada, 1 ncommen-
dts-e dinbelro frote al dia da sabida as S
boras. Prevme-se aos Srs. passageiros quo snas
passagena s se recebera Bosta agencia ma da
Crfls n. 57, escHptorlo de Antonio Luiz do Olivei-
Ara levo.io & C.
.< nri guarda loofa de amarino quasl novo,
orna rrrsa lastici, um rblegio da Datada, nm par
de cngolos da jacaranl ora podra a Lata XV,
nm toalhete com piJra e flspjii', urna rica ma-
china do costura era perfato eiiaio, dous pa'es
d>' jarros paraenfeit-i de *aia, dra-i paras de lan-
teroas, catiras novas e usadas, marqueio?", apa-
relii'- de jamar, ditos para alraoc-i, marquezas,
cauce?, copas o ou'.ros muitn objetos bem como
um fqueiro cooa-todos os seus pertences.
Q i-rta-feira 11 do crrante.
Pos Ts?mlfnSas para !on!fl-Iga.
! Preptrscao a rams segura para a expolso com-
plela das Umbras a ontros verme, sem acarro-
j so jennconvenlentes que se tem dado cora entras
prepararles. Sao da grande accSc vermir-iva
agr.davjis a0 paladar e compativvjs com tod s as
idades a compleic5?s, variando bmonte na quau-
Para Lisboa
^ O brgoo portegoez Bella Figveirense, capitUo J.
C. da Carvalha Sobrlnb", vai sabir com brevidada
po-- ier parto da carga "ng-ijada, e para o resto o
passageiros iraU--e era E. 11. Ruello, ra do
trapiche q. 44, segundo andar.
Rio de Janeiro.
Para o Indicado porto segua em poneos das o
vlelo e bem conhecido bngua Adelaide p>r ter!
o seu carregameoto qa isi camph to, p ira o
Wqno lliefaiti o isn:,v s a fr-l-. Ir:
o coosignaiari.) oaquim los Gongalvea Uclirio.'
ra do Trapiche o. 17.
^ "-
~
\L
DE
4^
%m
sai
O ageota Mariins fara" le
ma men;.nados do annaia-
dor n. 16, as 11 horas do
pi, 50.
Oacnla Pontusl v^n^rr-,'PT| leilSo por raen-
dtdo do lllro. Sr. Dr. jais eos feims da fazena,
uro rcoleqne do Idade de 16 asaos d nomo G-!s-
par o o preto Podro Gama da dado 35 a 40 aunes.
Quiutt f-'ira 12 d; correte.
No a ramera do dito agente a! roa da Crnr n.
C, 1*andar, as tlhoras.
"
r- '
SOfflP*
i i.
^Nir!3CNA
Navegogdo costeira por vapor.
Penedo e Aracaj. Macelo o p-c.!fs."
Ovaier Po/i'nsi, eonrmaa-
dame Pereira, seguir.* p?ra
os portos cima no illa li do
crente as S horas da iarde.
Recebo carga at o dia 13 ;
THEATRO
DE
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A iHma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, na sala de suas ses-Ses,
pelas quatro horas da tarde do dia 15 do crreme,
recebe propostas para o fornecimento de gneros
que houverem de ser coosummldos em todos os
Joaquira Pereira liamos...........
O mesmo.........................
Felippe Duarto Pereira____.......
Herdeiros do Antonio Jos Lopes de
Aibuquerque....................
Manoel Rodrigues Lira*............
Vluva de Ricardo Chrysonomo dos
Res............................
Theodoro Jo< da Silva Lseerd....'
Dr. Viceota Gyrillo Miriuho.......
Jos Jjaqoira de Lima.............
Manoel Joo de Lima..............
Fraocisco das Cuabas Salgueiro....
Jpaquim Poreira Ramos...........
Viuva de Antonio da Costa Reg
Mootro.......................
A mesma..........................
Herdeiros de Jos Vital Nones......
Juros de capitaes.
Antonio Jos Victoriano Borges da
Fonseca......................... 4:828o
Antonio de Jess e Sraza.......... 29a6i8
Aona Mara do O'a Mello......... .3984333
Manoel Pereira Guimares......... 1:1984965
Brnardlno Jos Serpa............. 3:Jfi4305
Pereira & Goedes..-............... 8764666
Coronel Jjs Bernardo Salgueiro.JL. 6344722
Manoel Joaqulm da Fouseca Gaivo. 5684X22
Omasajo.......................... 1344118
Frattsco Camello Valcacer....... 702*7i
Flix Jo? daC su................ 1114872
Joo Neoomoceno Paes de Mendooca 1744968
Igoacio GoDcarves da Lur......... 2i9|566
Ja- Joaqoim de Aimelda Guedes... 2154166
JoaPaoooco Vielra....M......... 6424916
Jeio Goocalves Rodrigos Prniea.. G26424
5943o7 Mantelga frar.cera libras.
2817 Cytf em grao, dem
Cna prelo, dem.
124792 Dito byson, dem.
724795 Assncar refinado 1 sorte, idem.
Dito dito 2* sorte, idem.
1364883 Dito em torro, dem.
1164811 Arroi do Maraobo, idem.
184-41 Toucioho de Lisboa, idom.
334730 Bacalhio, dem. -
444435 Pelxe fresco, dem.
334395 Tapioca, dem.
594253 A'etria, dem.
Sabo amarello, idem.
364203 Fumo do rio, dem.
I4H72 Vallas defama Aba, dem.
964502 Ditas stearlnas, idum.
Vmho tinto d Lisboa, garrafa.
Dito branco, ideo.
Vinagre, dem.
Azelte doce, idem.
1 Agurdente, idtm.
Ateile de carrapalo, dem.
Fanoba de mandioca, alqueire.
Fei|so molatiubo, idem.
S.l, dem..
Ceblas, eenlo.
Farelle, sacco.
Batatas, arrobas.
, Carne verde, libras.
Os concurrentes devero apresentar soas pro
postas em carta faenada, as quaes devero ter a
ordem esiabeieelda no presenta aonuncio.
Secretaria da, Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 7 de marco de 1868.
O oscrivn,
Pedro Rodrgaos de Souza.
dloheiro a
da sabida :
psssarr^iros, eneoramendas e
treta t as 2 horas da tarje do dj?.
eseriplorlo do Forte do Matos n. 1.
A

Para o referido porto pretco-le sabii com a pis
sivel brevidada o palach.o p> ruguez Garibaldi, re-
cebe carga a frete : a tratar com David Ferreira
Baltar, ra do Bram n. 66, ou a iordo oai o ca-
p (o.
Ji
Deescmvi* e urna armagdo.
O agonfo Po'nfaal, vofedera' era leilSo ura escra
do de -M una s de ilude, 1 dito de 40, urna mu-
iailnha de8 a 9 annos e utj arraaQao da amarel-
lo envidrar?, propria pira qj.ilraer estbale-
cimento.
Ornuf-ira 12 do crrente.
No sen annazem a' ra da Cruz n. 62, i3 an-
dar, as 11 horas.
XAROPE DE SALSA PARRILFIA DO PARA.
J>EPU3iATIV 2>?> SALGUE
USADOS AS MOLESTIAS I)E PELLK, IMPIGENS,
DORES RtiEUMATlCAS EULCERAS VENREAS
PiaiUfcAS AXTI PSaiOBIIdJAS
Cnnira as febres int^rtuitentes, on seioes
u iUUl,LiN(jU tera aceito directa sobre os
. ceiros nervosos, e por isto faz dormir sera
determinar aflluenna de sangoe ao cerebro
-i:m dos objectos ao- como o opio e substancias simples querlplle
o'd,da S e/elT f ^T' "5 ^ Sm l'^<>
e reparador, calma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de asthma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaquim d'lmeida Pinto.
PHARMACEUTI O EM PEItNAMRUCO.
Ra larga do Rosario. N. 10
_________Junto ao rraErleiiie rolieia.
No dia 12 dn correnta m~zliej_ir4 horas o
?"*?* UJ ra' "l?*r :' t'ona -casa d.i resi-
dencia do Dr. juz municipal e pro ved* supplenta
' '' '' t->:-mo d- Oilnds, a peca por
veada da casa trrea sila na rae^ma cidade, no
pal o di S. . dro Aposi lo d n. 2, a qun ft'
oina para a roa de Mmhiao Ferreira, a qn-m
alor lauco offerecer obre a qaajlia da WOiJU
porqunnt! f.i avaada.

Pfecha-se ar on engommar : na ra da Iraperath n.
2* u I
r
Qo uta f^.ra 11 do correte, fin'da a ludien-
m do Sr. Dr. jais moolcipal da 2* vara, sera*
v.nudo em praca publica os segalntfs es ravos
Macarlo, erioalo, 15 aanoS, mr 1:20)5, T-reacio*
Segunda feira 16 de marco
O igeote Pinto lavara' a leilo ura naojer-tsg o crioolo, i.' snoos, por 1:0034, Elovls.c ioaa'
mairniflciv sortiment-j da expositores para a facul 13 anuo, por l::0l)4 a irai,eroilt cizallara'
i.ade de direito. jo eogommadeira, por 1:2004, a u mt praot
Esptra sa a conenrrencia do? Srs. Acadmico', v, da 11 R4T~t ,xr~- ,rT"
a quam oeste Imiao proporcioia-se a occas a, d ',lw aoqnirir por preco rnra.isslm chras novas, : to?Stiln7T*M? P?U ***"'
causadas'das ma,s modernas edades, primorosa- ---* .'9'imna da M-il., mais um ca>
nante encadernadas, sobrcsjindo os aegolojea
Para Lisboa
fcrapreza drainetica.
QU'irta-feira 11 de margo.
Estra da ir. Carolina Au guala Brochado
Sobe a seena o drama, classieo em 3 actos or
ginai p.rtuguez do Sr, visconde de Almeida Gar-
Segae sem demora a barc portoguea Constante
III, por ter grande parte di *ua carga prompta,
para o resto e pas-agiros tra-so com Ollveira Fi-
Ihos & C, largn d i Carpo-Santo n. 19, ou com o
capito, na praca docommatcio.
Lisboa
relte
fre luiz de souza.
Persooagaos. Os sintieras.
Manoel (fre Luiz de Soaza). . Augusto.
O Romeiro.......Thomaa.
Telmo Paea.......Brochado.
Fre Jorge Coutiuho. C .mes.
"Miraadi........Gnlmaraes.
O Sr. Converso.....Gil.
O prior de Bemfica. ." Brrelo.
D. Magdalena de Vilbena. Sr." M. Velloti.
D. Mana de Noronba. 8r. Carolina.
Dorutnea........N. N.
Frades, criados etc.
A seeoa passa se em Almada no anao de 1613.
O vestuario o a carcter e a scena da capella de
Nossa Senhora da Piedade, e ornada com todo o
esmerOj_
Segu"|la Sr. Maria Velloti a chistosa scena
Ierro e fogo.
D flrn ao espectculo a comedia em nm act=>,
ornada de mnsic?, original do Sr. Jiaqulm Au-
gusto de Ollveira
Olho vivo
Gompanbia de segoro coatra peseiras
insolaos.
Personsgens. Oa senbores.
Cornelio Agapilo Valverda. Brochado.
Silveira..... P. Guimaries
Dr. Augusto....... p*dro.
D, Lu"........ Carolina.
Lisboa-iclnalidade.
Coaojara* as 9 horas.
Para Lisboa prateode sahir cora a mxima bra-
vi lade possive o brlgue portugoez aelaide, por
ter parla da carga engajada, para a tjua falta e
passageiros trata-se com os consignatarios Mar-
ques, Barros & C, nj largo do Corpo Santa n. 6,
segundo andar, ou com o eapitao a bordo.
iwai LEIi:QIS
fi
autores
Abfans, Ballme, Ferrar, J.iaffroy, Oadot, Moa-
tfsqoiflu. de Miistrn, Tapar|li, Lagr.nn?", Corpas
Jurls, M k-ldey. Ortolan, S:vigny, B-.rtauld, Co-
|ODjb3i,Hsllo. Maeniavei. Rgroa, T'iiers, Ventu-
ra, Kluber, Wittel, Wh-;aion, Andr, Brgiar,
Pblllpps, B-u'iard, Faostin H;iie, Rossi, Trehai-en,
Lobao, Ltt Tdixaira, Ordeoncis do Hein', Miss,
PaMessus. i'ivire, Cabaoto-; LJarriere, Maca-
re, Basliat, Coorcelle Seneuil etc.
__Annunciar-seh clhriorm^nte o lugarddlei-
lao, e a distribuigo do catnalogo comp do.
Be nma tendedeira de amarello, nina maceira,
orna batanea grande com pesos, urna dita pe-
quea, ama armacao, forno, telheiro, encaca-
meato de gaz, rosto dos utenciltos da padana
da roa Imperial o 51
O SReotn Ma tos fira' leil.to por manlado do
lllro. Sr. Dr. Juiz s-mcial do commercio dos ob-
jectos cima perteicanies a massa fallida de J.o
Alvos de Moura.
Torca feira 10 do correte.
Na-rna Imperal o. 51, aa 11 oras. _____
LllO
De divida* da massa fallida d* Joo
J..s dos 8ntss L'ma, na impor-
tancia d o:1('7.?it)) em letras e
ceola de livro.
C'rleiro Simoes
por mandado do lllra. Sr. r. joiz da dlrelto espe-
cial do commercio lvra' pela seeanda vez a Jel--
lo a dividas activisJa raasS fallida de Joo Ja-
s dos Santos Lima, serviodo da base a oferta
obtlda ao primelro leij^o, isio
ALISOS DIVERSOS.
Precisase da nm criado born copeiro e bo-
lleiro, preferodo-se que saja strangeiro, a tratar
na ra dos Torras n. 12, ! andar.
Aos Srs negociantes de maleira-
O abaixo assignailo precisa contratar
varias travs, tercas, lmbas--lexa, pilastras
e espigos tudo de madeira de quaiidade in-
dicada de i 4 a 75 palmos de comprimeoto ;
a pessoa que a isto su propuzer nao se du-
vidar fazer-se algam adiantamento, dando
conneciment na roa das Crazes n. 51 es-
criptorio de
Antonio G. M. Temporal.
Precisi-se fallan
Na ra da Crnj n. 54, com D. Lednvina Amelia
bampaio, natural dacidede do Pono, a qnil veiu
psra aqu ha 13 ano s p meo mais ou manos a bor
do da barca Sacrimento, se Ibe deeja fallar a
negocio de seu nteres*, oa annaacle a sua mora-
da para ser procurada.
vallo, aprehen ido como bem do evento.
Medidor de terrenos~
Francisco P.-ulioo Cabral, achando se habilitad
a le.vaniar plao!.;s rom o relevo do lerrtrao pac
meiodo curvas da nivel, o calcla* as suas snper-
Ucies, fazer nivelara-rato, computar a cuban.ra da
qoalquer projeoio ; timbara sa promptifiei a faxer
goalqoer pn jacto do casa, e sea orcameun; as
aessoas que ((uizerom utiusar-se de seus pr?stimos
teoham a bandada de dlrigir-se a' travesa da Ma-
dre da Deus n. o, armazem do Sr. Jos Rodrigues
deCarvalho.
000
CKU80
Precisa-S9alugar ara escravo para o servlco de
ama cas de nomsm soltara ; a tratar a loja de
Andrade S Aeg>,ma do Crespo n. 8._____
Hoja Onda a audiencia do Dr. joiz de orpbacs
ir a praca de venda as casas ji aonunciadas da
heranga do Antonio Joaqulm de Mello,
de gra^iGcaco,
Continua a eslar fogida a prtta jrionla de notnn
Maxiiriana, de dada de Si annos, rr fua, olhos
pequeos e fundos, belgos revirados, matura re-
gular e secca do corpo, a qnftem o c stume da
canear, tera muita astucia e labia, tem sido visu
oesta cidadp, o snpnde-aa estar nelia, on ero abam
do1 arrabaldes occulia e que s tala a' ra a" noi-
te oa de da, oom muita canMIa : roga-se a' tortas
as autoridades pollciaes e raoitiea de campo o fa-
vor de a apprahen lerem e eatregarem nesta prca
aos Srs. Ollveira Filho & C. on no eogenho Colle-
,'io, ao uc.ii-au supra. ______
CAIXEIB
Precisase de uti csnelro que qoaira r para o
mallo : a' rn 0o Liyrara-nton. 6. _______
Fo?io da logar Jareraa, tern.o do llrejo da
Madre Dos o eseravo Fiel, criooln, da 25 sanos
ie idide, cora os sigoaes s.'goinfts : estafara o|.
I a, mos e ps pequeos, nraa eicatrii no roato do
lado esqaard >, nroveaieate de dr de deotee, o na-
ris grosso e cabellos carapiobos : pede-se portanto
as autoridades policiaes on a' qaem o apprehender
leva-lo k' ra nova de Santa Rita n. 13, primeir
andar, que sera' generosamente recoopeu82d0,
Arrends--e um sitio grande no Jacar, con
casa de podra e cal, manas frncleiras, e baixa para
*pim : a tratar com o solicitador Barro, roa 4
Concordia n. H.
riim.
-rr
wkWkWkwmkmm


larie
e
-* Tere* felra ! * Marca ILLUMINACAO
A GAZ,
A empresa do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o oso do gaz na
osas e estabelecimentos particulares, offerece desde j as seguiDtes vantageos:
i. Urna redacco consideravel dos presos dos canos, apparelbos e todos os mate-
riaes precisos para a installacao desta luz.
2.* O gaz torneado hoje de extrema pureza e nlo offender a prata, o brooze
oa outro metal difireme, assim come nenbum damao poder causar s pinturas, quadros,
ornamentos, papel de forro mais delicado que seja, tornaado-se ao mesmo tempo to sao-
davel e mais econmico outra qualquer luz, j conbecida, aflnal, evitar tambem a obs-
trcelo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os senbores que preferm luio e elegancia, como para
os qoe necessitam simplicidade e economa.
4.' As pessoas que quizerem enllocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qoal se encarrega da collocacSo de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
iresponsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra1, podem empregar
gaalqcter maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalho.
5.* A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalqeer falta de loz,
obstrneco de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qnalquer reclamacao que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza roa do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
GRANDE LIQ010ACA0
EAZ
O MOURO DE VENEZA
15 ra da Imperatriz 15.
COLLEGIO DE SANTO AMAR9
N. 5 Recifc, roa da Trapiche N. 5,
Fundado em o anuo de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
Souza.
O director do collegio de Santo Amaro, no iotnito de montar sea estabelecimento
convenientemente, acaba de fazer aequislcao do excedente edificio em que acbava-se lo-
ealisada aSociedade Club do Recite,sita a' roa do Trapiche n. 5, para onde mudou
sea collegio. A educarlo e wslrucfao baseada do novo systema especia) de premios
e punicSes, sendo totalmente abolido o castigo manual. Cootlnoa a recebar como at
aqu, alumnos pendonistas, meios pendonistas e externos; achando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commodos, e prvido de nm escolbido pessoal de pro-
(essores, qne lecciouaro as seeuiotes disciplinas :
loslruceo elementar Retborica e potica.
Lingaa latina Geographia e bistoria
Fraoceza Geometriaa
Ingleza Pbilcsophi
A abertura da anla elementar lera' lagar no dia
3 de fevereiro em diante. A iospeceo dos compartimentos do collegio e os estatuas
di mesmo, esto a disposicio dos interesados. Ootro sim, o director tem creado orna
cadeira de dezenbo annexa a aala elementar, sem que por este importante e til mclbo-
ramento exija maior indemnisacao.
O director empregara' todo o affioco e cuidado nao so, na parte relativa ar hora
tratamento e adlanumento de seas alumnos, como tambem, na ba ordem e regularida-
de de seu estabelecimento.
St? (gr *X 23
Escriptoraeao mercantil
Msica vocal e instrumental
Dezenbo
Dansa
7 de Janeiro e as demais do dia
CONFITARA DOS AlfflS
16,Ra da Cruz-16.
Ha diariamente oeste estabelecimento um sortimento de doces para cha.
de-l, bolos inglezes, podios, pastis de differentes qualiJades, fiambre etc.
Novas conservas e licore*, agna de rosas e de flor
de laranja em garrafas
TRABALHOS DE ASSUCAR.
Pes-
Assncar candi.
Fructas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilhas de assucar de differentes quali-
dades.
Amendoas confeiadas.
Papis Daos com estalo para sortes.
Bombos.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
Pastilhas de caf com leite.
Bombom fondant.
Pastilhas de rosa e lm5o.
Ditas do Hortelaa pimenla.
ARMAZEM
Recebem-se encommendas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
janlares, bailes, baptisados e casamentos, havendo para isso enfeiies anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armago como sem ellas, pes-de-l e outros bollos differentes en-
feitados sendo o de cor feia com assucar.
O dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas as armacoes
de papelo e folha, por arorces de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia^como para fra, sero as encommendas bem acondicionadas.
______Neste estabelecimento compra-ge pevide de me'aocia (milo).
' Precisa-se alegar orna escrava para o servi-
$0 de casa na roa Nova n. 52, primeiro andar.
mwom mmmm mmemm
m Msica
H Lecniona-se porsolfejo e a tocar varios f
89 instrumeatos, dando-se as licoes das 5 jgj
Sg horas da tarde as 9 da noite : a tratar na
Sg3 roa Angosta n. 30.
Ti
Attendendo s urgentissimas necessidades em que se acba o imperio da Santa
Cruz, de mandar-forcas para o sol, o Mouro de Veneza, patriota como , acaba de offe-
recer-se como voluntario da patria, afim de n3o passar pelo dissabor de ser arbitraria-
mente disignado para o servico da guerra, como esses guardas nacionaes rebeldes, e por
isso tendo elle de seguir brevemente para o Paraguay, approveita o ensejo de se despe-
dir dosseus numerosos amigos e freguezes, e ao mesmo tempo para Ibes lembrar qne
esia a occasiio mais favoravel de todas as pessoas surtirem suas dispensas, pois a mo-
dicidade dos precos dos gneros existentes no armazem do Mouro de Veneza convida a
todos azerem o mais briihante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Admirem todos os precos seguintes, cheguem, vejao e comprem, e depois con-
fessem que so urna rpida retirada, poderia ser a causa dos seguintes gneros serem
Tendidos por estes precos, a saber: >
Azeitonas de Elvas latas de 2 garrafas a 800 rs.
Ameixas francezasem latas cartees e boctas.
Assafates do Pono, terno de 10 por 100500.
Arroz do Marunbo.
Albos a 80 reis o molbo.
Absintho verdadero a 15800 a garrafa.
Balaios em grande quantidade para diversos misteres, como sejam : guarda rou-
pa, costureiras fruteiras, emuito proprios para compras.
Concervas inglezes a 900 rs. o frasco.
dem para peixe e pimeota a 400 rs.
Otras, latas grandes a 100.
Yassooras americanas a 400 rs. cada urna.
Sal refinado em potes de vidro a 400 rs.
Biscoitosinglezes, perola, crakael, captans, arrovrote e outras marcas a i 400.
Latas com po-de-l torrado a 10500, este biscoito magnifico e proprio para
debis estmagos.
/ Seoouras a 640 rs. a lata.
DOCES
De goiaba fino em latas de 4 Ib. por 20200, h grande quantidade de caixes para
diversos precos.
Melocotones excellente dece heapanhol em latas de 2 Ib. por 800 rs cada orna.
Marmelada em latas /j libra 1, 1 V e 2 a 800 rs. a libra.
Frutas de Lisboa em doce a 500 rs. a lata.
ErvHhas portuguezas e francezas.
Farelo de Lisboa a 60000 o sacco.
Fariuha de milho branco a 5C0 rs. a libra. '
Farinha do Maranh5o 'muito alva a 200 rs. a libra.
Farinba de ararula a 400 rs. a libra e gomma 160.
Graxaem latas para sapatos a 10iOO a duzia.
Chocolate verdadeiro de Cuba a 16200 a libra.
varaos
Grande quantidade de vinhos engarrafados Malvazia verdadeiro a 20000 a garra-
fa. Lagrimas do Djuro, Feitoria de Cbamtegue, Camoss, Abrantes e outras muitas mar-
cas para diverses precos em pipas, do Porto, Menezese Chamisso, a 800 rs. a garrafa
Muscatel de Setubal, oh! que pinga! digna do maior apreco, ecom preferencia para o
bello sexo, Figueira superior a 560 rs. a garrafa deste genero todos dizem ser bom, mas
deseoganem-se que o verdadeiro so b no activo Mouro de Veneza roa da lmperatriz
n. 15, isto , com pequeas excepces, vinho branco proprio para missa a 640 rs*
a garrafa, tambem temos de Lisboa em pipas a 500 rs. a garrafa e 3^500 a caada, di-
raoalguns collegas que o Mouro de Veneza, barateiro como se annuncia, venda o vinho
caro/mas que elle serio como , n5o deixa de dormir de noite para andar as voltascom
as pipas pejandoas de misturas nossiyas,
LH.ORES FRANCEZES
o que ha de ma's estomacal e delicioso como sejam creme d'ouro, de amendoa, de alp r-
che, de netto, pecego, morangos,. ortelam, pimenta e Moka, destas marcas custam de
urnas 10500 e de outras 20OOU a garrafa.
MANTEIGAS
Ingleza superior a 10200,10000 e 800 rs_ a librada que vende o Mouro por
10200 cusa 1 '5U0 em outra parte.
Presuntos seceos de Hamburgo superior a 640 rs. a libra.
Linguigas e tombos preparados no Archipelago, acoriano em latas 'de 5 libras por
30300, mas bom.
Tijolo para limpar lacar, em p a 100 rs. a libra.
Figos em caixo'es de 8 libras por 20500, ha rauito qae nao os h to bons.
I'assas em cartes 10000 rs. cada nm.
Velas de spermacete, de carnauba e composigo a.
CHARUTOS DE HAVANA
0 Mouro de Veneza, declara a seus freguezes que acaba de receber por interme-
dio deoutra casa superiores charutos da fabricado Manoel de la Salla, denominados Retalia
Britanoica. em caixas de 50 por 50OCO rs. cida ama, o Mouro declara em tempo que n3o
vende s aos freguezes.
J. Ferrtlra Villel, pbotographo da casa impe-
rial e premiado as das ultimas exposicoes de
1864, coiliDa a tirar retratos por todos os sys-
temas photograpbicos na sua amiga > fli ios a' roa
do Cabog n. 18, t-nrrada pelo pateo da matriz
CARTES DE VISITA
sem o menor retoque de lapis cu de nankin a 9
a dnzia.
Grande sortimento de caixiobas, quadros, cas-
aletas e alflnetes de ooro para retratos.
Cbama se a attenco do publico para os retratos
piposles no sala de cortar cabellos do Sr. Jos
Ricardo Ccelbo c na livraria do Sr. Ncgnetra ae
Sjaza.
%li^
Precisa se de nmi ama para casa de poaea ra-
nilla ; na raa da Cadeia p. 21, lo)e.___________
3 Na madrugada do da 6 docaraent', forta-
ram (oa talvez qae fogissem) do sitio do Gbora-
menwj n.3, songuo a' pontezinba, d. us qnartos
em boas carnes, ambos velbos e castrados, sendo
no d'elles russo pedrez, oom urna bexiga em feri-
da no sarneia, e outra no espinbaco, tendo a testa
la branca, afavorada, e sendo alguma cousa passei-
ro ; eo sotro alazao, com ama lista branca da
testa, um tanto sellado, bastante ardigo e pooco
passeiro e trabalhador : da'-se boa graiiGcago a
que ti dos mesmos der noticia no sitio supra, oa na
roa E^treita do Rosario n. 3i.
Ao corpo do commercio
As formulas telegraphicas des Srs. R Koowles
& C, de Lisboa, achara-se depositadas em casa do
abaixo assigoado, a' ra da Rdeia do Recite, o.
10, onde poderao ser precoridas lodos os dias
nteis, e no caso de sabidas de paquetes para Eu-
ropa, nos mais dia?.
Loiz Antonio Siqoelra.
.:*
ERNESTO & LEOPOLDO
MM
A o publico
Tendo ebegado a' barra do porto desta cidade
do Natal do dia 12 de fevereiro prximo passado a
barca ingleza Jn Vcrrugie, capitao James LyaH,
proaedente de Liverpool, com carreeameDto de fa-
zenas, diversas mercadorias e 100 toneladas de
carvao, acontecen que sem tomar o pratico da bar-
ra, accommelten a mesma, e encaibando em orna
canoa de ari, fex avaria grossa. Q tempo era feo
naocoso, p o navio pedia sem risco atgam espera>
o pratico fra da barra. .E para qoe sposeinanie
gloistro nao peze sobre o abaixo assigoado, patrao-
ntr deste porto e primeiro pratico da barra, occa
sionando ao mesmo tempo descrdito a' barra, faco
a presente pablicacio, qae vai por mim asig-
nada.
Odade do Natal. 4 de marjo de 1868.-Jos
Dias Pimenta, pratico mor.
Aloga se o segando e tercelro andares da
casa da ra da JJadre de Deas : as chaves para
ver, estao no armazem do Sr. Pontos Galmares, e
irau-se na raa do Livramento n, 6, primeiro
SMtf.
AMA
Precisase de ama qae tenba boa conducta, para
o servio de dnas pessoas: na roa das Aguas Ver-
lesa, % i- andar.
Ama de leite
Ha na do Aragao n. 10, segundo andar, preci-
sa-se de ama boa ama de leite, livre, ou escrava :
pagarse bem agradando.___________________
Jos Maria Pedroxo de Lima, faz sciente ao
yaMieo, especialmente ao respeitavel eorpodocem-
roto, qae nio deve nada a ningaero, e aqneile
qo lolgar credor apresentara suas contas" le-
ma o prazo de tres dias qoe sera satljfeto.
flema 9 de marco de 1868, *
Precia-se de nm maleqae de 13 para lian-
os, para o servico de nm hotel: na roa larga do
Botarle n. 44, hotel de Bordeavz.
Precisase de ama ama para cosinhar : tratase
a ra da Cadeia n. 34, segendo e terceiro andar.
Seguro contra ;fogo
Antonio Loiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da companbia Fidelidad*, eslabelecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predios e
mercadorias, em sea escriptorio roa aa Crox nu-
mero 57.
Precisa-se de ama ama que saiba ozinbar e en-
gommar, forra oa escrava, para casa de penca fa-
milia : a tratar na raa da Cruz n. 63, segando
andar.
m
O bacbarel Joo Gengaives da Silva
Montarroyos, mudcu o sea escriptorio de
advogacia para a' rna do Imperador o.
10, onde pode ser procurado das 9 boras
da roanha as 3 da tarde, e'fra destas
^8 boras na casa de sua residencia no Corre-
xgS dor do Bispj n. 9.
mmMmm mm mzkmmmm
Da-se a quamu de duzeaios mil ris, sobre
penbor de ama escrava; a tratar na ra do padre
Kioriana n. 71._______________
'HOTEL D'AGIA D'OURO
23 Ra estreita do Kosario 23
Contraste a roa das Larangeiras.
Jo- Felippe Hartlos participa ao respeitavel
publico e aos seas nameroses freguezes, qoe di seo
e>tabelectmento sempre se encontrar variadas co-
midas prowptas a qualqoer bora e vinbos >\ diffe-
rentes qualidades, todo por precos rasoaveis; aos
domingos e das santos, uavera a mais bem fea
mo de vacca as 4 boras da maobaa, e ootros pe-
tiscos como sejam, papa de farinba do Maranbao e
de aramia etc. as 7 horas, asstm como sorvete as
6# da tarde, e as anis na/as ba fructas, pelo
mais barato do que em outra qualqoer parte, preco
de 200.
A loja n. i D intitulada Ccracao de Oaro na raa do Cabng, acha-se d'cra em diante offerecen-
do ao respeitavel poblico.com especialidade as pessoas que honram a moda, os objectos do ultimo gos-
to de Pars per menos 20 por ceno do qua em oatra qualquer parte, garantmdo-se a qualidade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel publico, avaliando o desejo qae deve ter os propietarios de atn novo estabelecimen-
to que quer progresso etn sea negocie, deve chegar immedialamento ao corafo de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubios e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pel
diminoto preco de 10#, brincos modernos de oaro e coral para menina p6lo preco de 7>i, maracf da
tratos, e ontros Kodeles tudo de aito gosro ; asis proprios para botar cabello e firma, dito para casa
ment. No arlieo rosetas tem o Coracao de Curo um complo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butCes para puchos com diamante, rubins e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja' pelo gosto do desenlio, brincos de forma da delicada mosinha de moca com piogente contendo
tsmeraldas, rnbin?, brilbantes. perolas, o gesto sublime, aifinete para grvala no mesmo gosto, relo-
?ios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes de
naito gosto, crnsinlias de rubins, esmeraldas, perolas e brilbantes, anneis com letras, cazoletas de
srjftel e ooro dessoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatriz toda e qual-
quer joia, para se cclncar retratos e obras de cabello, e cetros muitos objectos qae os pretendemos en-
:ontrarao no Coracao de Ouro que se conserva eom toda a amabilidade aos concorrentes deiando-
se de aqnl mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de faar) dizendo-se os
preges talvex algueni faca mo juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese conoer-
tos, por menos do qito em outra qualquer parte, e dao-se obras-a amostra eom penbor, conservando-se
o Coracao de Oaro aJ-erlo at as 8 coras da noite.
Qualquer pesioa que se dirigir ao-Corao de Ouro nao te peder'engatar com a casa, pois
nota S6 oa sos frente nm coracao pendurado pialado deamarello, aiem de outro qoe se nota em um
rotulo (isto se adverle em conseqnenca de terern ja' algunas pessoas eeganado com outra casa-
Anda se aluga.
Uta qoarte no primeiro andar da casa de ca-
obos do Recife, eom varanda para a roa da Crnx.
Ama
Precisa-re de urna ama para casa de punca^f aai
lia : na roa de S. Fraocl&co n. 54,
HOTEL CENTRAL
REST4URANT A LA CARTE *
Entrada geral roa larga do Rosario n. 37 e para familias raa
ebtreita do Rosario n. \ A.
Francisco Garrido 4 HermaBO, proprietarios deste grande estabelecimento, tem relio lodo o
possivel para satisfazer a sua Ilustre concurrencia. Os hospedes acbaro toda commodidade de gran-
des salas e asseiados qaartos por precos rasoaveis.
Ha sala para leilora de jornaes naciezasse estrangeiros; na mesma sala ba nm magnifico pisoc
para recreio.
Come se a mesa redonda a la carte e manda-se domicilios.
Os vlohos mais finos do mercado achara se no estabelecimento.
A' noite ba sorvete e refrescos, caf, cha' e chocolate a toda a hora e magniGeos buhares c
tuogno para diverlimenlo.
VAPOR FRANCEZ.
RA NOVA N, 7.
Continua a chegar de Pars aesteestabeleclmen-
10 bom sortimento de calcado escolbido dos melho-
tes fabricantes daquella grande praca, assim co-
mo grande variedade de qoinqoilharia e de no-
vos biinqcedos para crlancas, eojos artlgos se
acham expostos a escolba e vontade dos compra-
dores, como sejam os que passamos a mencionar
e ootros muitos. |
Bolinas para senhoras
Je setim branco, duraque dito, preus e de outras
iiferentes cores eofeiUdas a rigorosa moda.
Botina para meninas
le muitas qnalidades 'bem sortldas.
Brincos de ouro
Je le a nltima moda dos Campos Blizios e boule-
rards de Paris, para senboras e meoinas.
Lavas de pellica
lo verdadeiro fabricante Joovin, brancas, pretas e
Je outras differeotes cores.
I.cque*
om eseolbido sortimento de leques de diversos
tostos e qnalidades.
Ultimo gosto
Ricos chapeosmhos de gosto para senboras fei-
tos ao capricho de orna grande modista de Paris.
Perfumarla
Snos extractos, banhas, olos, ps de arroz, agua
Je cologne, agua Herida e sabonetes.
Espclhos
da differentes lmannos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toocadores.
tara enfeitar bandeijas
Papel arrendado de differentes larguras e pa-
drees moito bonitos para enfeitar bandeijas de
bolo e camuas de doce e de confeitos.
Calilnhas de costara
le novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pegas de msica.
Delicado presente
Bolcinhas e cestiebas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
le cores e molto bellos para senboras e meninas.
Boaqacts d exposlco
Jelieadcs booqaets de flores de porcelana com lin-
ios jarros para mesas de salas e santuarios.)
Lunetas
le ac, tartaruga e (bfalo.
Ocnlos
le ac, bfalo e de prata doorada.
Blcas bengalas
lecanna veidudeira com easto primorosamente
trabajados em marfim, compradas ua exposicao.
Chicotes para passeio;
muito finos de baleia e cabo de marfim.
Oleado para mesa
Je muito boa qualidade, novos e bellos padroes: e
muito barato de nma peca para eima.
I'ara toilet
)bjectos de pbantasia muito bellos para tcllet.
Coques
negados de novo a ultima moda.
Rices albuus
ie velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
ova lindas pholopraphias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidados e de santos.
Holandas donradas
le diversas larguras para quadros.
bat-jour
para candieiros e lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 oa mais vistas esco-
ihidas a' vontade, muito plttorescas.
Keailjos
pequeos, de quatro a seis pagas de msica.
Aecordlons
i concertinas, o que ba de melbor neste genero.
Callas de rame
le varios preces e lamanbos para passarinbo.
Botinas para homem
grande sortin ento bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
le muitos raodel.ss bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avelluJados e da tranca
Lisboa para homen?, senboras e meninos.
Botas russiauas
Pernelras e roeias perneiras.
Mantas de feltro bonitos padroes.
Chicotes fortes compridos.
Lovas de fio da Bscossla.
Cartelrinhas para dinheiro.
Saceos de tapete p-.ra viagem.
Malas e bulcas sortidas.
Ponieiras para charutos e cigarros.
Cbaruteirase cigarreiras de palta.
Caximbjs de bonitos modelos.
Bravatas pretas e de cores.
Gordas para violao.
Bengalas para bomens e meninos.
Sscovaspara cabello.
Escovas para deules.
Peotes.de marfim para tirar caspas.
Pentes de tartaruga de desembaragar.
Abridores de luvas.
resoarinbas delicadas para costura.
Caivetes finos cora tesooritrha.
Meias de fio da Escossia para homem.
Venezianas traospareuies para jaoellas.
Qaadros pequeos para retrates.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelaoa.
Objectos de porcelaoa para botar banha. .
Taineres finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Phctcgraphias maaitcas.
Globos de papel para illuminaco no campe.
Caslinbas de vises para meninas de esema.
Coiiinbas de msica e reajeijos para meninos-
Velas a gax para candieiros e candelabros.
Carrinbos de qustro rodas para c^nduzir criaoca
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bfeos e camas eom cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavaINnbos de madeira com maci.f
nismo para meninos de 3 a 8 anuos montaren)
Para retratos
calxilhos psra colar-se retratos, os quaes sao mui-
to baratos de ama dozia para cima.
Aten fo.
Nao sendo possivel mencionar-se aqni todas as
jnalidades de calcado, nem todos os artigos de
quinquilbarlas, e mullo menos da grande vane-
lade de novos brinqoedos; pedese ao publico um
passeio a este estabelecimento, certo de que eu-
conlraroOastante paciencia para bem escolborem
i) que desejarem comprar, e preco baratsimos
em virtnde de baver em todos es'.es artigos grande
quantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo doo do dito estabelecimento, rma-
teos do vipor, ra Nova n. 7._______^__^
SEGUROS
MARTIMOS
COXTRA FOGO
A companbia Indemmsadora, eslabelecida
nesta praca, toma segaros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias u mobilias: na
roa do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Libras sterlioal em ooro
Veodem-se no escriptorio de Oliveira Filbos &
C largo do Corpo Santo n. 19!___________
je
LOJA

REIiOJOEIItO
B. 40
DE
Vctor Grandin
Roa da Cadeia do Recife N. 40
O proprietarlo deste estabeleci-
mento, premiado com a medalha
da exposicio universal de Paria
no aono de 1855, tem expoito s
venda em sua loja, om grande
soitimento de reiogios para algi-
beira como sejam : de oaro o
praia, sendo dos melhores fabricantes, de paten-
tes inglezes, snissos e orisontaes. Tambem tem
ama grande quantidade de relogios para parede
e que batem boras, ditos para embarcares e para
cima de mes>, todos estes relcgios sio dos inais
bonitos modeLf. O mesmo concerta relogios de
todas as qualldades exrsientes, assim como tam-
bem concerta cbrooomelros de algibeira e marti-
mos : recebe sempre por tolos os vapores, uro
completo sorlimeuto de correles e trancellus,
sendo tudo de ooro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objectos de bijoa-
teria dos mais bonitos e modernos iros tos.
Atteiicio
Na ra estreita do Rosarlo sobrado de um andar
d. 35 avisa-se a todos es senbores armadores qce
qolzerem flores para enfeites de igrejas, festSss,
palmas para aliares e andores, rosas, capellas, ar-
cos para santos, ramos para domingos de ramos, o
qae lado tem para venderse e aprempta-se toda
encommenda qne se queira de flores para enfeitar
andores e para saioles de anjes de procisso, en-
feita-te capacetes e peitos para aojos, rosas e sip6
de flores ludo com presteza e barateza, aprompla-
se toda encommenda de flores para lora'tanto da
panno como de papel, capellas para noiva e meni-
nas, bouquets para noivas de flores naluraes e para
enfeitar bolos, ditos de cera e de papel e panno ;
na mesma casa preparam-.-e bandeijas de bolos da
todo o gesto para casamentos e bailes, cum filas
bordadas a onro e letreiros proprio?, bordam-sa
lilas para sinios de enancas e de senboras a oaro,
eofeita-se vellas para baptisados e cose-se vestidos
pretos pira a quaresma a figurinos a: goslo Je seus
donos.________________________
A pessoa que se offaece para cebraocas
nesta cidade ou (ora delia, dirjase a ra ao Impe-
rador n. 81 armazem.
Atten$o
Forne se comida com acato e promptiSo; a Ira-
tai na raa da Florentina o. 36.
60$ de gratifica cao
Contina a estar fgido o escravo Maneel, qua
representa ter de idade 40 annes, com os signaes
seguintes : baixo, pernas arqueadas para fra,
tem o br;co esqaerdo amputado abano de coto
vello tres pollegadas, costuma fazer lijlo com ama
s r.'.o, e presmese que enteja em alguma olaria:
d-se a gratificado cima a quem o pegar e en-
tregar no engenho Macau?cu, freguezia da E.-cada,
ou na ra da Senzaila-nova n. 38.
Lava-se e engomma se com perf6ic3o : na
ra do Araeo leja o. I, ca.-a de funileiro, defron-
te do sobrado grande, pjr prego muito commodo,
camisas a 12) rs, calcas a 140 rs., collete a 80
rs., seroolas a 40 rs. e paliiot a 32' r..
A'uga-se o primeiro andar do sobrado da raa
de Santa Rita o. 2-5, com commodos para familia :
a tratar no seguudo andar do mesmo.
Preci-a-se de urna ama livre ou escrava para
tndo servido le urna casa da pouca familia : a tra-
tar ca ra da Soledade n. 5't.
Trocam se
MWiMM^EdM
co)
O ot. U. A. Rapaso da Cmara (uiedi-
tem aberto o seo escripiorio na ra da
Cadma n. So1* andar, onde pode ser
procurado das 9 horas da manha a's 3
da tarde.
Urna pessoa nabintada e com pratica, t ffere-
oe-se para cotrar dividas nesta cidade e fra dell?
e da' Banca Da ra do padre Flonano u. 71.
mmm
Na roa Direita n. 68, officioa de oa-
rives, compra-se ouro e prata e relogios
velbos de todas as qoaiidades.
Ama de leite
..asnm wmmim -
lLLI'l-K
DE
Santa Genoveva.
Este estabelecimento funeciooa desde
da 2 do crrante na casa n. 22 da ra
do Hospicio.
i Seu director, Antonio Marques de Amo-
I riro, offerece o a seas amigg e a todas
I as pessoas qae o qoelram honrar cem a
i -au c nlianca. Sao professores es se-
i guiles sr-Dhjres:
[ Juc Ildefonso de Melloleilora, cali-
graphi, principios geraes de gram-
i matica nacional, cattiecismo e priu
clpios elementares de aritbmetira.
Major Salvador Hesrique de Albuqoer-
t quesynuxe e analyse grammatical
j )s classicos portufuezes e desenvol-
. vimento das o'peracoes de aritnmetica.
[ Bacbarel Benedicto Raymando da Siiva
lati.
! O director ocenpa as cadeiras de franrez
e de ineltz.
Coneco Jjaqaim Piolo de Campos rbe- j
rica.
Dr. Jjaqaim Pires Machado Portella
geoerapbia e ph'isophia.
Casimiro Francisco Gjliobo de Assis
geometra.
O subprefeitjdo collegio
de dirit Mauricio
r*ira da Silva.
rv

J

as notas do banco do Brasil e das caijas filiaes-
dom descont muito rasoavel ni praca da lnde,
oeodooeia n. 22.

o 2o aoD'sta
Francisco Fer-
Ama
Precisa sede om ama para casa de pone /ami.-
ia : na ra da Moeda o. 39, primeiro andar.
Precisa-se de urna
Crespo o. 23, leja.
ama de leite : na ra do
" 0 abaixo assignado faz sciente a quem inte-
ressar, qoe tendo morrldo qaasl repentinamente
n'esta cidade sea filbo Francisco de Paula Figueira
de Saboya, e nao podendo saber-se qnal o montante
de snas dividas passivas, conviada por isso aos que
se juigarem credores a apresentsr por s, oa seas
proenridores. suas contas legalisadas no prazo de
90 dias da data d'este, para serem pagas pelo espo-
lio do mesmo sen filbo.
Sobral, 17 de fevereiro de 1868.
J"s Saboya.
Aluga-se
O terceiro andar do sobrado a ra de Aroorim
o. 37, eom grande sotao e commodos para Oailia :
a tratar no armazem do mesmo.
Joaquina Antonio da Silva] fax publico, qoe
perdeu no da 7 do correte, tres letras de sea ae-
cene, e saccadas pelo Sr. Francisco Al ves Monte i ro
'unior, em 29 de fevereiro prximo passado, aos
praros de 4, 8 e 12 mezes, sendo a primeira de
i 19*000, a segunda de 118*960, a terceira 118*900,
as quaes ficam de neobnm effeio, visto qoe nesta
data acceitel novas letras da mesma importancia
ao dito Sr. Mootelro Jnior.
Reeife 9 de marco de 1868.________________
UOI IVA
Perganta-se sanamenie qoem ol o tie bastardo
oa pbaatastico, qae yeodea.nma casa em que ti-
osara partes urnas menores f
A alma do velbo.
Precisa-se de ama ama para servico interno
e externo : no becco dos Copiares n, i,________
Manoel Alves-Forreira & C, na roa da Moe-
da n. 5 segaudo andar, tem para vender mullo su-
perior vioho verde de Basto em barrls de quinto,
caixas eom ama dozia de garrafas de vinbo do
Porto superior e barrsinbos com 500 sardiabas de
espiaba mnito superior.
Na praca da
Independencia n. 33, loja de
oorives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
tambem se fax qualquer obra de encommenda
odo e qualqoer concert.
Mana Guida da Pecha por sea procurador
abaixo assiga^do, fax ver ao publico que Oca sus-
penso e sem etT-.Uo a procurafo passada a D ogo
Jos da Silva Beato, visto nao ter dado exe coci a
e*a effeito.
Una, 4 de marco de 1868.
Manoel dos Santos Bezerra Leite
Procaraar.
Trabalhador.
Precisa se de trabajadores : na roa da Floren-
liua o. 20, fabrica de cerveja.___________
Cempanhia da estrada de ferro da Ba-
bia ao S. Francisco. l\mM3.
Perderam-se ou estra?iaram-se cerifdSs sella-
das de setecentas e nove acedes averbadas no no-
me do Banco de Pernambnco, e dos nmeros se-
guintes :
A saber:
Ns. 88061 a 88305.89903. 89918,88936 a 889 tf,
88631 a 88720, 89962 a 8996, 89471 a 89475,
890II a 89015, 899>2, 89979 a 89932, 86791 a
89820, 89996 a 8997. 887/1 a 8878, 89306 a
89445, 80809 a 89911. 89846 988* 8376 a
88390 89924,89561. 89575, 89913, 88801 a 88810,
89968, 89606 a 89615, 88861 8886o.
70 aeeSes.
Pede-se a qoalqaer pessoa qae as tiver achado,
o favor da as entregar no escritorio do Novo Ban-
co de Pernamboco.
.?! Impoetaate.
Os nicos verdadelros xaropes de bypopboepal-
tos de soda, de eal e de trro do Dr. Cborrbill tra-
tem a firma quatro vates repetida deste sabio me-
dico sobre o sobsertpto a marea de fabrica da
pbarmacia SwaBB, 12, ra Castlgllooe, Parla.
Acha-se a venda em frascos quadrados eom o no-
me do Dr. Cborebill no vtffo. Preco 4 francos edi
Paria : Com instrnecio?
\
>-
ILEGJVEl


Uri m PeP.la.ftfc.M0 Ter$a felra 10 4c Mar?o de 1868.

y
ESSEffGIA CONCENTRADA
DE
CAROBA
Qreparada a'fri por Auguste Caors,
FHAIIMACELTICO PELA ESCOLA DE PARS E SUSSESSOR NESTA CIDADI


DE
mineral.
Arlstldes Salssct e Jf. *uum
K. 22 Roa da Cruz N, 22.
Tratamento paramente vegetal sem mercario, iodo, oaro, nem ootro qaalqaer
Verdadeiro purificador do sangae sem azoogae.
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua origem na impureza do
sangae, como sejam as molestias boubalicas, syphililicas, escropalosas, darthrosas, qne
veobam ellas por hereJitariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas infecs
cionadas dos diversos viros que contaranam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passaodo sen uso de geracSo em geracio, aoje, um dos remedios, mai-
coBhecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse n-
Mero a morpna ou eleptMrntiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha muito tempo entrn a caroba nos formularios como preparacSo magistral
sob a frma de eleictoario, ainda hoje lembcado b pbarmacopas com o nome de sen
celebre aator JoSo Alves Carneiro: n3o ella perianto, remedio novo nem desconbecido,
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
raes cerno o mais apropriado para o cura de|e trso oubas e ulceras syphilicas srdidas,
e empregsdo com proveito ivo dasbeo&cua de rimppplicaflo de muilos ouiros agentes
Iherapeaticos enrgicos e dpois qnotidiwo.t|
Muitos dos nossos mdicos de consMerac5o e entre elles o maito distincto pra-
tiw e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
di experiencias repetidas, o que dit a fama das benficas propriedades da caroba no
tratamento das bonbas, das diversas formas sob que ayphilis se apresenta e muito es-
pecialmente as que tm sna sede na peile, e poderiaaos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesme Sr. Dr. Moscoso en que a caroba produzio admiraveis
effeitos, depois de innteis e prolongadas applicacSes de salsaparrilha, mercurio, iodo,
ouro e seos 'preparados, etc., etc.
Klo era possivel que ama planta tao netavel por suas inapreciaveis virtades
escapisse a perspicacia e investigaces dos mais abalisados praticos europeus, que se ap-
plicaoa com especialidade ao estado e tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para prova ah est5o os Srs. Drs. Gasaoava, Schorfer, Ricord e outros dando as mais li-
songeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderosissimo para o tratamento das-erupcSes cutneas, seccas oa supptirativas,
darthrosde toda a quatidade, eczemas, ulceres de diversas naturezas, tumores osseos, e
otras moitas molestias de natureza syphilitica ou boaba'.ica.
Por tr-se goneralisado muito o uso da Easencia da Caroba qse ea pre-
paroe pelas instancias de varios mdicos que desejam cootieaar em soas observacoes, dc-
liberei-ne a ter prowpta ama qoantidade fia mesma essencia, obtida sem a HfBo do fogo,
para riSo prejudicar rs propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ba
lia miifha phamacia sempre e em porc3o*aficiente para lodos os pedidos a essencia con-
centraba de caroba, e o ungento da mesma planta, pira que nunca faltem aossenhores
medecs que qaizerem experimentar t5o precioso agente'medicinal.
Recife do Peroambaco, 17 dcoutubro de iffB.
Auguste Caors.
Ra ds'Gruzn. 2.
Perfume fnextingalve!,
para o leiifo, lacador e bal.
A MU AFAMADA
AGU DE FL0B1D4
DE
DE
J- VIGNES
N. 55 RADOIMPERADOR N. 55.
Os.jptaanos deste amiga fabrica sao hoje asss cotilleados para que seja neces-
sario insitir sobre sua supe;i( ridade, vatagens e garantas que-offerecem aes compra-
dores, qualidades estas incontestavei-3, que elles tem definitivamente conquistado sjbre
todos os qoclem apparecido nes'a praca; posstiindo-am teclado e macliinismo que obe-
decem todas as vant-ades e caprichos das pa listas, sem nuuca falhar, por serem fa-
bricados de proposito e t r se Idito-ultimameole meliioramentos importantissknos para
-o clima deste paiz; quantoas vozes Eio melodiosas e flautadas -o por isso muito agra-
dareis aostuvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encomiendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blon-
del, de Paris, socio correspondente de ). Vign.es, em cuja capital foram sempre pre-
miados em todas as expo6;coes.
No iiicsmo estabelecimento seacbar sempre-um explendido e variado sortimen-
to de msicas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos barmo-
.nicos, sendo ludo vendido por precoe commodus e razoaveis.
MRRAY & LANHAN
E' o mais delicado e mimoso e ao mesmo
tempo o mais estavel de todos os perfumes,
e encerra em si, no seo maior auge de x-
cellencia, o proprio aroma das verdadeiras
flores, quando ainda na sua florescencia e
fragrancia natural. Como um meio seguro
e rpido allivio contra as dores de cabeca,
nervosidade, debiudade, desmaios, flatos,
assim como contra todas as formas ordina-
rios de acdenles bystericos; de summa
efficacai e nao tem outro que o iguale.
Igualmente, quando destemperada com agua
torna se um dentrificio o mais agradavel e
excellente, dando aos dentes, aquella alvura
e aperolada apparecia to altamente apre-
sada e desejada pelas senhoras.
Como um remedio contra o mo hlito da
bocea, depois de diluida em agua, sum-
mamente excellente, faz remover e neutrali-
zar todas as materias impuras que se criam
roda dos dentes e das gengivas, tornan-
do-as duras, sadias e de urna linda cor en-
carnada. Quanto a delicadeza, riqueza e
permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual; e a sua superiori-
dade sem rival. Ella igualmente torna-se
am meio mu excellente, para fazer remo-
ver de sobre a pelle do rosto, toda a quali-
dade de brotcejas, ebullices, sardas, pan-
nos, manchas, impingens e espinhos. Quan-
do se queira servir d'ella como remedio
para fazer desapparecer qaalquer destes des
guramentos, e que tanto desliara as lindas
feicoes do beKo sexo ; devera-se asa-la em
um e tado de dilluicao, destemperando-a em
um pouco d'agua; porm no tratamento
de qualquer urna espinha, usar-se ha d'eHa
pura em toda a sua torea. Finaimente como
um admiravel meio de communicar as tei-
Coes tiigneiras e paludas, urna pelle raacia
e de urna transparente alvsra, dando-lhe
urna linda cor de rosa: pira um tal fin,
ella leva a palma a todos os perfumes que
i se teem inventado ate hoje, e existe em
f'plesa soberana sem rival. Bem entendido
tuda isto se refere nicamente Agna
de Florida de Hurray fc I-an-
.
As iroitaces que se teem feito na Franca,
Ailemaoha,assim como em muitss outias
partes: sao kiteiraaiente inuteis e iovalio-
sas ; portanto recommeoda se mui especial-
mente s seooras, que tenham toda a pre-
caocao e cuidado, de quando cemprarem,
estejam certas que comprara.
A GBJ.CINA
Mil DE FLOBIBA
DE
Ao publicou
O fallecido coroiel Zeferino da Cuoha Bastos,
tendo comprado o 8r. Blob dj Irmaos amas obras
de oaro do valor de seta eoto3 oiieota e cinco
mil rls a praio, a.-sigooo ama letira deita qao-
lia ; soccadeo, porm, extraviar se a respectiva
Jettra, pelo que assiguou o mesmo Cuoha Bastos
entra leltra de seguoda va e da aesma quaotla ;
e como agora appare^a se cobrando da vluva e her-
deiros ama das lettras, previne-se a qaera parveo-
tura esteja de pos se da outra lettra, apresecti la
no praro de la dias, acontar dapobllcacao do pre-
sente, do conirarto prolesta-se contra seu paga-
mento pelos fundamentos que em tempo oppurtooo
se far3o pblicos.
Aluga-se
0 Primelro andar e soto da casa da roa do Amo-
rim n. 10 : a tratar oa ra do Trapiche o. 28 pri-
meiro andar.
Attencao.
9 ,D*io asssignado comproo ao Sr. Antonio
Pedro de Mello a taberna da roa das Cinco P,mls
o. 86, sem que fosse responsavel por qualquer
transado que baja sobre a mesma taberna.
Recife, Si de fevereiro de 1868.
Joaqoim Ribelro da Cra?.
Alngase ama escrava perfeit eogoiiimadei-
ra, e pratie no servido de ama cr.sa : na ra No-
ta O. 46, segundo andar.
CIUAUO
Preclsa-se deum criado : na ra das Larangei-
ras p. 14, hotel.___________________________
A pessoa que aunancioa dar 3:600 a premio
queira deixar sua morada nesta typcgraphia em
carta feiaada com as iniciaes L. N. D.
Precisa-sa de urna ama para comprar e cosi-
nbar para casa da Juas pessoas: a tratar no !
andar dosobraao n. 19 da roa da Peoba.
--Alugase ama casa nova na Capunga, ra
das Cnoulas n. 7 muito fresca : a tratar na mes-
ma ra n.6.
Criada.
Precisa-se de nma criada portuguea, preferln-
do-se das chegadas ltimamente : na ra do Mun-
do Novo o 72, junto a' eslaco dos trilbos ur-
banos.
A AGIIA BRANCA
A nn do Qocioado r, 8.
Por suas inressantes eoe4Bmfndis tem ltima-
mente recebido variado sbrtimeoto de diferentes
ohj-ctos, sembr de gosto e ultimas modas.
Ella porm usando da frao jotza com que sem-
pre se tem distinguido, contesta quo.es precos ac-
tuaes nao podein ser lo commodos como a' tem-
pos erara, vtrdade essa que tndos reeonhecem t
experimentara, em qualquer genero que desejam
comprar; ainla assim, tila levsda por seus prin-
cipios de barateiro, contina a s-lo em relajao as
actuaes circumstancias. Ao menos em compensa-
ran das pequeas alteragoes que ba em alguns
presos, snpre a belleza e boa qualidde des cbjec
tos segulotes :
Bonitas guarna-oes pretas para basquinas e ves-
tidos.
Grande e variado sorlimento d trancas preta
de vidrilhos com piogentes e sem elles.
Ootro dito de ditas brancas conforme as pretas.
uiro dito de ditas de cores' tambera com vidri-
lhos, sendo eom pingaMes e sem elles.
Ootro bello sorlimeolu de galops e enftites de
seda, direitos e recortados, coro vidrilhos e sem el-
les, e todos de novos e lindos desenhos.
Ootro soniment de botdes i retos e de cores,
todos eofeilados com vidrilhos, e alguns com pln-
gentes, notndose entre elles o bom gesto dos mu
des inteiramente nevos e aqu nunca vistes.
Bonitos e uiodeross pentes doorados.
Bonitos pentes de tartaruga obras, modernas e
de apurado gosto.
Outros ditos igualmente ben feitos, para desem-
baracar.
Oatros tambem de tartaruga para tirar bieh's.
E bem assim muitos ontros objectos que serio
presentes ao comprador.
Albuns.
Ama
Precisase de ama
raa Augusta o. 67.
ama de teite : a tratar na
Precisa-se 4o urna ama para comprar e owlnbar
em casa de Oopem snltalro ; na ra do Queimado
n. 40, lija de fazendas.
'Mi
&
0 4?r. Joa(]ouD Atao Ue Souza, medi-
co, pode ser procurado na roa Velha n.
27, onde remide.
Prtcisase de um caixelro de l a 11 anuos
na rna do Raogei o. 9.
Compra-9e
Sempre por mais da qua em outra parte, prata
e oaro de todas >-s qualidades em moeda : na ra
da Cadeia loja de aiulejo n 58.
A qual preparada smenle pelos ume
proprie'.arios
UHMH & KEMP
BE
L-IORfi.
Atm
S0FFRSK1ENT0S D*EST0!V1 AGO, CONSTIPAQAO-
Cura em poucos dias pelo carvao de bclloc em p ou cm pasllus.
ENXAQUECAS; NEURALGIAS. Ess.isatfcccacs so dis-
sipadas rapi-Jainente pelas perol'as D'ETHER B'CLBSUJ.
ANEMIA, A PALLIDEZ e os snffiimentosque nccessitamdo
emprego dos ferruginosos so sempre coir.batiJos eom o raellior resultado
pelas pilulas de vullet. Cada.J'ilula tem incravaJo o nomeUtUI.
PO DE ROG. Basta dissolver um frasco deste p em meio
prrafo d'agua para se obtjr urna limonada agradavel que purga sem fa-
zer clicas.
VINHO DE QUiNlUM de Labarraque. Esto vinbo, um dos
poucos cuja composii,3o i garantida constante, urna das melhores pre-
pararlos de quinino, sem arc^o notavel sobre os convalcsccntes, dande-
Ihes forcas c apressando a volta a saude. Cura as febres antigs que re-
aftto ao sulfato de ^qiine.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A matar parte d'estas moles-
tias, como as siatica, lombagos, catorros, e todas as dores nervosas em
gcral sao curadas pelas PER0LAS DE ESSENCIA DE THEREBINTINA de
Dr. Clertan. O profissor Trousscau em seu Tratado de tlieropeutica acon-
sclha as para serem tomadas na occasiao do jantar, na dse de i 12.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH
Carantido puro e de primeira quadade, um dos poucos aprovad&s pela
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovados pela Academia
im?rial de mediana de Paris.
Ko-Janeirc.
Em Paria,
DaroscireiiE;
Tesdoapu.
Ihssa et C-.
. DEPOSITO
L. FBERE, 10, raa Jacob
Heiulimi
Peruambuco.
Ccara. . .
Mukek et C.
aataa et C.
Offerece-se para ama ama preta escrava, a anal
sale co7,lnnre fazer doce, eogomma algama cou-
sa, e pode c mprar na ra, para o que cuito
fiel, pan casad estodanie ou de poaca familia :
a tratar na ra Velha n.-'SO, segundo andar. "*
Deseja-se (llar com o S'r. Js Vicente Ne-
ve de Angej e da freguezla de S Thotr a Ca-
nelas, filbo d .J aqulm Marques Neves de An-
gejo, e Joaon 0,.uiiocas da CnncelQo, da fre-
gueiia de Caoellas, comarca de Cotarejo, em Por-
tugal, seus prenles assisleotes a ra do Livra-
mento n. 32, i#lt> para sen t)ene6clo.
Prscisa se de orna ama qne teuha booi leite e
sfja sadia : na ra da Imperatriz n.'48 ou 52, |;ja
de fazen-ias.
Moedas de ouro e prata
Pagase por mais do que em outra qualquer par-
te : na loja de ourives arco da Conceico a compra
ouro e prata velba e pedras preciosas.
Compram-se doas e-cravos demeia
idade proprios para o servico de ra; quem
os tiver dirija-se ra o Cadeireiro n.
51, que se dir quem compra,
PRATA E OT
compram-se muedas
cora muito autor vantagem
O bem coohecido Ct R^CA DE OURO d. 2 D,
ra do Cabugi, compra toda e qualquer moeda de
prata e ouro, pagando mais do que outra qualquer
parte; venham desengaarem-sa : esperamos.
(DpraiG-se tscraves
Compram-se, vendem-se a trocam-se escravos
de ambos os sexos e de todas as idades : a ra
do Imperador n. 77, i andtr.
A Aguia Branca a raa do Queimado n. 8 acaba
de receher ama nova collecco de aibons para 24
a 200 retratos. Nesse sortimeoto vieram alguos
que porsnas perfeiedes, riquezas e bom gobio se
loroam notaveis e merecedores de serem possnidos
por quem possa, o saiba apreciar tSo bellas obras.
A proposite de Albuns
A Agola Branca tambem recebeu nma pequea
quantidade de retratos notaveis, cojos caracteres
sao os segoietes :
Familia imperial f'aoceza.
Rei a rainba de Portugal.
Imperador e imperatnz da China.
LaiDar'ine eAlexandre Dumas.
Vctor Hugo, eTbies.
Wasbiogtoo, J hoson e Linele.
Tameui receheu
Grande e variado sorlimtnlo de vistas para ste-
reoscoposl as qnaes por suas Dovidades seio apre-
ciatfas pelos apaixonados de to bello eotretimenti'
Conjpre?am, pois, es pretndeme qu8 sero
bem servidos, ua ra do Queimado loja da Aguio
Braoca o. 8.
(pos e latas com superior lia;:ha
A Aguia Branca a roa do Queimado n. 8 rece-
bea de novo om completo sorttmento Ce perfuma-
| ras finas, vindo em dito soriimenio os copos, latas
|' e|vasos de porcelana dourada rom a bem cenheci-
0 da e apreciada baoha liua.
g- Extractos Onos de agradavels cheiros
pan icoces
Vasos com p de arrot a pincel.
Dito cem dito seru pincel.
Piocensollos para ditos.
Bonitas caixinhas invernis^das, contendo Gcas
perfumarlas para presentes.
(otros de papllo, pjrai mei bem zrraDjadas
para o me=mo fim.
Elixir odnDtai(!ico p:ra o me-mc.
Agua deotifrice.
Baoba Japcneza e transparente.
E assim as deioais perfumaras de primeira
qnalidade sempre encontradas em dita lija da
Agoia Branca a ra do Quinado n. 8.
de ooro e prata, compram-se por maior pre^o que
em outra parte ; na roa do Crespn. 16 i- andar.
Em moeda naga-se
peodencla n. .
Prata e ouro
bem : na praca
da Inda-
mwmwmnwM
S O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) g
v^ est morando no obrado n.-i 2 da raa da C%
Imperatrk-
Vf
Advocacia
G bcbarel Balbino de Horaes Pinheiro
tem escriptorio de advoocia a ra sirei-
ta do Botarlo n. 17, primeiro andar, das
9 horas da maohaa as 3 da larde.
Aviso
Arrenda-se nm grande sillo no lugar Boa-Viagern.
o qual foi do fallecido Portella, proprio para ter
vacas de leite oa planlaclo de maodioea, melao,
mel3n.yas oa capfm, alm dos coqaeiros e cajueros
que tem; os pretendentes dirijam se a rna" do Cres
po primeiri andar da casa amareila p. 18.
Precisase de ama ama fomento para andar
com umacriarjQT; na ruaflo padre Floriana n. 71.
Compra-se ouro a praia era obras velhas
ua praca da Independencia B. 22. _______
Comprase ore preto de meia idade : a tra-
tar na ra da Imperatriz loja n, 20.
Compra-se om papagai coo'.raeitj que seja
bonito : raa da Cru a. 13 armarem.
Compra-se dmheiro do cobre a seis por centfc
de cambio : na ra Direiu n. 30.
% Compra-se ca aluga;se urna casa Terrea com
quintal e poco Das segalntes ras : S. Sosalo,
Santa Crm, roa Velba o Soledade : a traUT na iaa
Augusta o. 43.
Compra-se um violo em bom estado : a' cjsi
do padre Aievedo, caes do Ramos.
Alt
Compra-se ama boa cas? terrea cem grande
cemmodos para falinala, porrr-, que seja em algo-
mas ruts do bairro da Boa-Vista, e sendo em chaos
proprios, a qcem tiver para vender deixe carta fei
chad.i com as Iniciaes H. P. : na travMta da rna
do Rosario Estreita, p-daria o. 2 A. m
i *****
Grande a*mazem de tin-
tas medicamentos etc.
{na do Imperador n, 22.
Productos chirnicos e pharma-
ceuticos os mais empreados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Producios industries e fictas
para flores, como botoes do Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o cocii'e-
'< tente desenho.
S6 Productos chirnicos e induslriaes
H para pbotographia, tinluraria, pin- %
gj| tura, pyrotecnia etc. i
MoDtado em grande escala e sup-
S prido directamente de Paris, Lon- |s
dres, Hambnrgo, Anvers e Lisboa s
pode offerecer producas te plena
I conS3nca e satisfewr qualquer en-
| eommenda a grosso trato e a rea-
*s lho 3 por pre.50 commodo.
Lealdade
Ra da Ivperafric n. 70.
O proprlelario deste estabelecimeoto tem a hen-
ra de levar ao conhecimento dorespeitavel poblieo
que acaba de re eber pelo ultimo vsp. r nm gran-
de a variad j sonimento de aitigos de gosto e fan-
tasas, cerno sejam :
Ci ntos
Reqoissimos cintos com ponas e sem ellas, en-
feitados com vidrilhos, Uut9 prelo cerno de co-
res.
Puohos
Liodlssimcs puohos com gollinhas bordadas em
Bno panno, assim amo Bnissimos ntremelos u
bbadinhos.
Tliesouras
Av perfeius thesooras de pnro ac para unhas a
costuras, bem como caivetes de cabo de marfitn
e madreperola, garante se a qualidde.
Feotes
Um gran le e variado sortimento de pentes para
cor e uiut.Mo para alisar, sendo de borracha,
maifim a bfalo.
Escovas
Finas escovas paralado, onbas. dentes a cabel-
lo de t.dos os tamaobos a de varios presos.
Loas
As verdadeiras lavas de Jcuvin e fio de escocia,
branca, de cores e cretas.
Perfumaras
Dos me hores perfumistas que tem apparecido,
como sejam : Sociedade Hygeolca, Piver, Lattim e
Cjudrt. comesttqae grandes e pequeos.
Espelhos
Com os melkiores vidros qae possivel, de qaa
dro, caixa e locadores de todos os tamaobos.
Coques
Lisos e asfaltados coro muito gosto.
Leer es
Lecres de sndalo de muito bom gosto, os me-
lhores que tero viudo nesta genero.
Eufeitcs para vestido
Um graede o vanado sortimenio de fita de s;r-
ja e seda lisa e lavradas, trancas de seda, laa o
algodo de tod.s as larguras outros muitos rti-
cos que se tornara* eutadonho menciona los, mast
que sao todi.'pensavris a formar o perleito toiite
do bello sexo.
ilf* ' V>"f>a ?*M**!5 ?****/ V***/
^S^Cs)0QB ,
Jnlio Cesar Pin'o de Oliveira, ne-
gociante matriculado, pretendeodo
; brevemi-n'.e reiirv.r se para Europa,
ffg$2 vprjde seu eslabileciroento de faxen-
^s^i das ingleas e franceas; e pede a 5^*
8fe tqoellas pesnas de qaem credor, g}^"
^P ttoharo a hondada d saldarem suaS ^-^
|5j conlas, visto que fazendas vendidas ^.,4':?
^ ai na bia f, de encontr aos inte- v
^S fesses de sea acreditado etlabeleci- '- .".
;.-'',) menU. ^'i
~& E"le be' e:-,flrie|ec''Df,,'(,i monta- ^g^
'ip\ do u'nra d:s meiiinres locaes, rea da .^p--'
j*x lmperatrii-n. 28, off-?rece numerosas vjf&
^3S vsntagens a quem se qniter eslabele- ^^!
-11. cr lorqna n.io i esta bem surtido ''
'::".v-.' it f;i?.inda, quasi todas inglotas'e -'
baratas, c;>roo especialmente o arma f*^j
*rV*j ?rD. ,e" eomniodidades (ara so mo- v^.*
SltfS rar '"tro du mcsmofstabelecimenlo. <2S
Cantil.i a mesma iiquii,;"i-j : ca
ra da Imperatrz d. 28.
Chitas a 200 rs. ocovaJo.
Estas ebrUs ogUzas, com padres
fraoci'ies e du mnllj buGQ panno, tem
"-' a vantagem du ia> di-botarem e pro-
^e) prias para c servico de casa, so se
-s^ veDlle covado a 200 rs. @gi*
py^- Css fiaccens a 320 rs. o covado. 5f=::
;\.^ Estas cassas, a qae todos chamara ";
'''-i' crS*ndy*, trro os mais indos dse- v
;<-v5 nb.is e de cores fixas, e se vende o t'&$
5g^ covado a...... . $30 ^
m
"'*
W tt\
Velludo preto, o mais sepe-
rlor que La no mercado,
cavado a ........
eoco ||
'M
-.o
J^COO ^g

3!0CO Mta
45300 '--->"
8C00 ^
l000 *';.
19*000 I
SjOOQ ,
Nos armazens da Tarso ir-
miio?.
GSSO
Nis armazens de Ta.-so Irmaos.
PREPRiCOES FEBBEAS-.UHGiHCu
AFPROVADAS li.k ACaD.8lfM ti KHD1CPU
DB BRIN DU BUISSON
Uu!B-.too, iJtrsji; arla scad'si ie Iirtkiu i* tua
O
O emitiente professor TueSSBAO, na oltiraa edicla d sen Tratada A* Thtre-
peutiea e Matara txedica, reconhece que os ferruginosos siaiple sJo nia.its
veies mefbeares par curu aa molestia* qne teem por caos empobrec nenio
do MBgue. Hunos mdicos dos mais distinctos attribuem essp m o exi'.o ametteit,
n ess&s preparacc-s, do tnanganut, que se acia no sangue, corno o tro recni.6Cd<
OS cbimicos os mai peritos, swr.pre intimamente unido com o ferro. '
I" ru, prestar-seura verdadeiro servico aos S"' Medtcoa, oohamiMe su tteacao
sobre * preparacoes seguiniea.
) PV? Cr ?S manSaipOS d,nd0 >meditmente nma agua, taMt,
rt lUafl UUUU,4BiU pa, agradavel, aubstituadocow vaatagei
* aeonoraia as agua* micerae* ferruginosas.
P Fililas e Xarope de iednreic de ferro e de manganese insitera?es
eostendo cada nma einco centigramo da iodireto de ferro manganico indicada
p*rt ere** aberclosa. w
kim de lactalo de ferro t de rnaaganesc) ^t^SSfrst
i9 Polis de wrlwato rreo mvmw ) Z^S^^!Z
ttamr stas tulas prapamoot* * * aafchore resaludo.
O aV Bor.n % BaisM desejand ob*.r a aurbesfo oomplata da (raslea mtdk
asteado or n** vrprao9ts, anviu qtf Ha as pos gratarumjofr s> *m
*M1*'0*>. dihgeno-s;
m Pwmamttu, asa tgeau gtral, Mamm 43*, atimsapi1, na Mav&
niimiinnmiiin

Angela Maximiana Colombies, seos fllhos a fi
Ihas, Angosto Colombfer, Antonio Firmino Da-
moni, e Jos Antonio de Miranda, agradecen) cor-
dialmenle a todos os seus prenles a amigos que
se dignaran) acomp^nbarao cemiterio publico os
restos mortaes de sea presado esposo, pal, irmar,
tio a sogro Jales Colambier, e de novo os convi-
dara para assislir a roissa do stimo dia qae tera'
logar na matriz do Saotlssimo Sacramento de San-
to Antonio, na qoarla-feira 11 do correnta, pelas
7 horas da manbaa a desde ja se confessam som-
mamente penhuradus por este acto de caridade.
_MBBHtJBBMBHpBaaB
BaBBBBBBSBThSBKB^afssM&aBaF
Acbaodo-se domiciliado em casa dos Srs. Oli-
veira Filbos C. praca do corpo Sacio n. 19, para
se arromar am mego porlognez de 23 anuos de
idade, a de Dome Angosto Francisco dos Santos,
vindo ltimamente de L sboa ; e tendo-se o mwmo
aoseotado desoe o da 25 do mez passado, sem que
delle se ter noticia, roga-se a qoalqoer pessoa qoe
possa informar algama cousa a seo respailo, o fa-
vor de dirigir se aos mesmos Srs. Oliveira Fllhos
& C, qne anuo sgrsdecerso.
Precisa-se de l:00$000a premio de "l/i
pelo tempo de 12 meia-, daado-se por garanta i
ptimos escravos, qoetn qaiier fazer este negocio
snnnncie por esle Diario para ser prororado.
Precisase de ama ama de leite sem fllhos :
iniar jame da mitri de S. Jos, caga n. 103.
VENDAS
raa
Centro do mnn Nora n. 46.
Vende-se cha' perola, hysen e preto de supericr
qoalidade. chegado pelo oltjmo.vapor._________
Atteneo
Roa 60 Trapiche d. 26 A vende por atacado a
a retalho leite coodnjado, oustras e laggosta por
mena* do qie em oolra parlw. ______
GBADiS DE FERFO
para jardius, porteiras, ele.
K8armazcDs a 800 rs,
Vende-se manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra
no Prograssu do pateo do Carmo n. 9
*) Percallcs de cores, o melhor
^K) j>:v) vado..........
&g. Fil preio de seda, com flj-
t*v& re' Proprio para vf'os, cj-
^x v*do..........
!,.-/ PalUjt da panga francezi,
rnupa nacional, muiij htm
feitos..........
Palitoti de alpaca blanca,
muito tinos, cada um 4-3 e
Caigas de ca-imir?. de cores
e ore tas 105 e.....
Pahtcts (I- casimira muila
_ lina IO5OO c......
Cbales preti 00 fi: de seda,
bordados........
Ditos Me a'godo erctJudas
10*000 e........
Frascos d'agaa de tirar no-
;: s doas gordurentas ....
'. -; Gravatinhas de seda, estreiti-
''~J$ ribas, de cores, uma. .
Toali.as de lnho poio para
'Z rjsto, com barra encarnada
linihant oa asciinada com
^c.K fir miuja, o covado. .
$* Objectos de caneiros a gaz.
'-:-:"?( Candieiiiuhn? americanos de ^(y
>;$ D5ni machinismo .... 35 00 ."^
'^=/ Ricos .ndiciros a g*/, dou-
g[g rados 10i0;;0 e da crystal 75000 ^f%
Lamparines americanas cada
"nina..........2JC00 ^ './-.'
Caadieiros de su^pensao pa-
ra uieiode ,salla oa d<- es> "^Si-
tabelecimegtos, obra mui- Vi
lo asseiada.....20J000
Liquidlo de 3000 cbrx,ir.';s 320 ';
iOOJftOrs.
E?tas cbamins', qoasi todas de V-:V
r ery-tal, garaotidas pelos melhores fa- g^
bricantes daEuroia, lem a V30ta- ^S-lx
f gem, pela sua boa qoalidade e tem- *'':
pera, de resLtirem a nma luz arden- *
15000
5500 Sffig

m *

m
:*&
PEIXE SECCO
Cnegram n.oito novas Maguayas, e vende-se
oa ra da Praia d. 74.
Doce.
Na raa do Codorniz n. 8, (Forte do Mallos) ka
consiaot'mente um grande sortimento d? doce de
diversas qualidades, tm latas e caiiSes. proprio
para negocio e por preco muito commodo.
Vende e uuia Ooa ecrv v ti aonoos com
sea lindo rilho de 9 aonos de tie, ama dita com
habilidades, Idade 2& annos, om ,'iooito mulato de
20 annot e am dito para todo o servico por 6OO5.
Na travsssa do Carmo n. i.______________
^" Vende-se nm bei manso por prego eom
a tratar na padiria da Capaoga
"Ketroz do Porto
De primeira qoalidade, de eflres a 33$0J0 a ii
bra e preU da mesma qualidde a 325001 a libra,
o escriptorio de J. A. Morir Dias, roa da Craz
n.0, 1 andar. ____________ "
Vende-se deas estraves, sendo om de idade
18 a 19 aonos, e outro de 14 a 15 : na loja da raa
do Queimado o. 5^_______________________
Carrosa.
Vende-se nma qoasi nova : tratase com o dono
na roa da Imperatrz n. 40, loja.
Continua,
Vende-se, srrenda-se 00 permnta-se o sitio per-
tpdo povoado Apipos, com grande lerrem : os
pretendentes dinjam-se a raa Direita o. 29, se-
, guodo aodar das 10 da miona ao meio dia.
IM4CUIi48DEC0SflJBA
Em casa de Tueo. Jast, no caes da Aifandegs
Velha, vendem-se superiores machinas de costura
daacrnditad fabrica dos Srs. Pianer Branasdorf ;
C. de Naw York, por precos razoavsls.
Coqueiros 500 ris e ou-
tras frueteiras
No sitio do Abrigo da estrada de Olinda, junto a
ponte dos Arrumbados.
Aguaraz
Vende se no eseriptorio de J. A. Morsira Dias
rea da Croz n. 50, 1* andar. ______
Para acabar
Vaquetas proprla para eobrir carros e para
guarda cbnva, vendem Ferreira & Matbeus, na roa
da Cadeia do Reeife n. 62.
Lindos cortes de sedar
Acaban de chegar a loja do Alvaro, rna do
Crespo n, 20 B. lindos cortes de seda pretos e de
cores, assim como sedas lisas de lindas cflrss.
Vende-se om barro rasso, qaem o qaizer ver
dirija-se roa da Santo Amaro coebeira do Poli-
no, equaoto ao pnco na ra do Crespo n. i6 1*
andar.
.;. le, sem quo com facili-.sil.i ser- >-.-:
mi* brut-'in, esta superior qualidde so '^
zffld se vcndtra na roa da Imperatrz, ar- (W-
, matea n. 28, a 3*>, 400 e SCO rs. e &>
fe-fji a grusso com a^atimeoto de 13 por ffmf
jgr\ Bocaes de differentes nnraeros e !^S
& r;;^ Cooceita-secdOdieiros agaz e mais 'ter*
l?'w otjectos de vidros e porcelana, fican- ^^
du com Sf-poranca e solidez.
- '$>. ?'-t?>--A *-.'' t'*t> K^
mmmmmmmmm
ps (t arvore Vende-se res de peqoeiros a' 500 ris, e de pal-
melras iraperiaes, sapetas, sapot s, laranja cmvo e
de outras qualidades, rumaes de todas as qoaiida-
des, plotieirs, hmeiras, ab-cat?, condec'a, cora-
Cao, bambarola, blrimbi, cidras, figos de ledas as
qoalidades, bn>, goiaba de todas as qualidades,
cacao, oiti cor, ODb, araca' de todas as qoaiida'
des, jaboticaba, jeoepapo, grosela, canella da India,
jambo,pos de cedro, tamarindo, bjcopary, a ootras
- froctas todo por moito demiooto preco. e
ais
m acondicionado, como nao possivel enconrr"-
melhor. Tambtm faz publico que recebera de
Hambuigo, om variado sortimento debatis de
ddlus, e que ja" se acharo planudas em vazos e a-
gomas com flores; e estas tambem se endem por
mono diminoto prrjo, assim como Uaibero em
(Otras qualidades de pos de flores, tudo 00 sitio do
Abiigo na estrada nova de Olinda, tanto a ponte
dos Atrombados.
Joaquim Jos Goncalces Delirio tem para
vender no seu escripkrio na raa do Trapiche
n. 17 :
Brim de algodo da Babia, mallo proprio para
roopa de escravo.
Fio de algodo da Baha.
Panno de algodo da fabrica do Ilion. Sr. eoa-
mendador Pedroso.
Vlnbo do Porto, em caixas de ama dazia.
Dito do dito em bsrris de dcimo.
Machinas para descarojar aleodo. '
Toros de Jacaranda'.
Wnde-se a 8a parte do sobrado de
3 andares e so.So da ra da Imperalriz n,
53: tratar na roa de Imperador n. 27.
Vende-se armaco de nma tiherna em
maito bom estado com reglsto e candieiro de gas
e seas ntencilios, e faz-se todo o n-gocio ; na roa
Imperial o. 163, a tratar na mesma roa o. W.




91 arto de Pern
ae Terca felra lo de Har de 1868.



1
Grande
Lourenco Per ira Meiides Guimares, tendo dado batan-
eo em sua loja de fazendas ra da Imperativa n.
72 e 56, fez um grande abatimento desuas fazeu-
das para poder liquidar eommaisbrevidade,
francezas a %\0, 280 e
Ysnde-sc cassas
tiO rs. o covado.
Ditas frangas largas a 240, 280, 320
400 rs. o covado.
Ditas ioglem a 160 a 200 rs. o covado.
Lasinhas pira vestidas a 240 rs. o'
caragp.
Vende-se llasinbas para vestidos a 240,
180, S2 e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores cona flores para vestidos
de sonhora a 500, GO, 720 e 800 rs. o
covado.
Roupa feita nac nal.
Vende-se p.ditots de alpaca pretos e de
cores a 333')0 e 45000.
Ditos pretos de panno a S& G# e 8.5, di-
tos de meia ca de casemira a 50 e o#, coletes Se casemira
a 3J e 30500.
Hadaprifr) a 4 QO)
Yen1e-se p-^cas de madapolo Qqo a 4$,
50, 6,5, 70, 85, e i00.
Pegas de algodosiahoa 40000, 50, 60 e
70000.
Pecblncha a 80500.
Vendem-se pecas de alg ido de marca F
oa 24 jardas, que sao -O varas, a 8(5500.
Dito muito eucnrpado para toalhas de pada-
ria pnr ser muito largo a 90000 a peca.
Dito mais estreito a 60 e 70 a pega.
Cambraias li^as a 40.
Vende-se cambraias lisas peca a 40, 50, 60
0 7Q0O.
Brim p rdo aSGO.
Vende-se brim pardo com toque de mofo
* 560, 600 e 700.
Brim branco de linho a 15280.
Vende-se brim de lmbo para caifas a
14B80. I6 e 20.
Piales de fil de linho 40500.
Vende-se chales de fi! de linho a 40500
e 50000, bretanha de linho 50 e 60,
Mozambique com palmas de seda a 400.
V^nde-se musambique com palmas de
teda para vestidos de senhora a 40o o co-
rado, phantasia com lis-tas de seda a 10 e
Brilhaatiuas de cares a 500.
Vende-se brigantinas decoros para ves-
tidos de seohoras e reopinfcas para meninos
a 500 o covado, ditaa0rancis a 500.
Orgamlis bramo a 1,000.
Vende-se organdiz branco muito fino para
vestidos de senhoras al5a vara.
Alpacas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos dft-senhoras e meninas a 720 e 800.
Cortes de gaog a 1400.
Li^oida-se cortes de ganga para calcas
de homem a 10400 e 10600 o corle.
Bi-iu tii opa a calsas a 1400.
Vende-se brim muito fino de cores para
caigas de homem, roopa de meninos a 10400
e 13600 a vara, dita branca de linho para
10280, 10400 e 10600 a vara.
ri o il'. lindo liza a' 720.
Vende-se fil de linho liso a 720 a vara,
dito de palminhss a 900 e 8(iO a vara.
Gastares para calcas a 2|}().
Vende-se castores para calcas de homem
e de meninos a 2oo e 24o o colado, brim
de cores para calcas a 3o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
Poil de chme a 809
Liquida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nomo poil
de chevre a 8oo 9oo e 10 o covado,
Berejade listas a 24.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e outros ami-
tos artigos que se deixi de mencionar por
falla de lempo, o que brevemente se annun-
ciar para memorar o preco nac fazendas.
Chitas escores a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algodaode lisia e 200 o covado*
Vende-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo res o covado.
Laa prela a o!)Q.
Vende-se lasinha preta para loto a 460
800 o cavado, s na loj i da Arara, mussu- e 5>o o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
iinas de cores para vestidos de senhora,'8oo e 10 o covado, mora tique a 10, dilo
raspa de meninos a 500 o covado, braman- a 20.
te de linh, bre-anha de linho, brim de co-
res para caigas e outras muitas fazendas
que mais logo annuuriaremos quo boje nao ^ ditas de damasco a 4ooj
o ficemos por falta de tempo. Aigod e.fcsta
Cortes de brim para caiga a 10.
Caberlas de hlis a 2$000.
Vende-se cuberas de chita a 20 e 0500,
rs.
o'a iooo.
Vende-se algodoes enfosludo para lences
Vende-se corles de brim de cores para ,6 toalhas a 10 a vara, dito pintado a 10oo
caiga a 10,10400 e 20.
Aviso importante
O proorieUrio das lojas do Arara da ra
da Imjeratr n. 56 o 72 declara ao respei
avcl publico e seus freguezes que encom-
mendou um grande soriimento de dminos
ter para as pessoas qiiognsim de divertir-
te Dlo carnaval, pms to ios estes artigos
a vara.
Alpacas de crc3 a 6io.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhoras a 64o e 72o rs. o covado.
Cortes de gazioela a 10oco.
Ven de-se c rtes de gazineta para caiga a
10,162oo e 104oo.
C-gas de meia casemira a 30ooo.
Vt-nde-se calcas de meia casemira de co-
ras para homens a 30, pa litote de panno


dovem estar promptos do fim de-te mez em fjret0 a 5# e 6$> caigas de caze:nira tina a
50 e60.
NOVIDADE.
Vende-so urna armegao propria para qoal-
quer negocio.
Las escossesas a 2o
Vende-se las escossesas de qoadros para
vestidos do sentioras e de meninas a 28o e
3o o covado.
Lengos de seda a 7oo.
Vende-se lengos de seda de flores a 8oo
caoa um para acbar urna grande porcao
que tem na ra da Imperarriz n. 56 e 72.
La siuhas com listaste seda
Vende-se lasinhas muito largas com lis-
tas de seda, a 10 e 800 rs. o covado, ditas
finas a 5t>0 o covado.
Cortes de eafsemira a 23.
Vende-se cortes de casemira de cores a
20, 30 e 40, ditos de casemira preta para
caigas e 30, 40, 50, 60 e 80.
Sedas de ere Vende-se sedas de cores fixas a 40400,
10600 e 20 o (ovado, grosdenaple preto a
10UOO, 20 20500, ditos de tedas as cores
a 20 o covado,
Basquios pretos a 140.
Vende-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 140, 160 e 200.
Bramante de algodao e linho, brim de
linho p^rdo e brauco, e oulras muitas fa-
zendas que se torna enfadooho mencienar-
lhe e muitas quididades que avista do com-
prador vera' como a Arira vende barato.
Casemiras a 20000;
Vende-se cortes de casemira para caiga a
20 e 30000,
Cortes de casemira preta para calca a 30,
305OOe40.
GrosdenapSes preto a 10OCO
o covado.
Vende-se grosdenaples preto a 10200
10400,' 10600, 108.0, 2U00, 20500. 30
350o o covado. MoreaDtique preto a 20500
33 e 30500 o covado. Pao preto para cal-
gas e palitots a 10600, 20, 20500, 30, 40
e 50. Casemira preta al 6 0, 25, 205CO
e W-000 o covado. Cortes de casemira preta I
enfestada a 30, 30500, 40, 60000 e 80COO
djanle e que espera que os seus freguezes
ttODfera com as suas frequencias afim de
ihes comprar bem fe* tos vestuarios ou aluga-
rem, pois o que se Canga grande quanli-
dale que existe para se escolher, tedo de
bom gos!o e prego mais rarato possivel:
ra da (mperatrk ns. 56 e 72.
Chitas para cohertas a 280.
Vendeve chitas pira cobertas a 280, 320
s 360 o aova o. .
LaT/inhns a 280.
Vende-se lanzmoas estampadas para ves-
tidos de senhora a 28o e 30 covado.
Coilas adamascarlas a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
i 40o e 4i0 o covado.
Meias para horem a 40000.
Vende-se meias para homem a 40, 50, e
para senhora a 61 50 e 30000 a duzia.
Organdy de cores a 40000.
Vende-sy organdy de core* para vestidos
de senhora e meninos a 4o0 e 500 rs. o
covado.
Espartilhos a 50OCO.
Vende-^e ricos espartilhos para sentioras a
50 e 60010.
O qoe novo a 55000.
Vende-se pegas de midaoolSo fino de 24
jardas a 50,60, 70. 80, 90 e 100000, roa
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Ar:,ra est liquidando
chitas miudas a 160 e 200 rs. o covado,
cassas miudas a 240 o covado.
6aade pechincha.
Saias bordadas para stu'uora a 30500,40,
60000.
Lans brancas finas a SCO rs.
Vende-se laminhas brancas com palmas
de cores para vestidos de senhoras a 500
560, 720 e 800 o covado.
PARA UZO INTERNO
PREPARADO* SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... 10ooo
Vinhode ir>6oo
Pilulas de vidro.......;. "106oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico dejarabeba 1205oo
PREPARADOS COMP0STOS.
Vinho de jnrubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope > 106oo
Pillas > vidro... 20ooo
Oleo de jumbeba vidros----- 64o
Pomada de pote......- 6io
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
Esta plaalaj hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como nm exesj
lente desobstroente, e como tal applicadi nos engorgitameutos do figado e bago, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammagoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruago, leucorraeias, desarranjos atnicos do esto-
cicgo, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmara os mais distioctos mdicos desta Gidade, entre os qnaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aqnino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos ellas reconhecem a excellencia d'est po-
deroso medicamento sobre os deraais at hoh ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicagav.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jara-
heba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazondo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doontes da usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente, a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s oram apresentados depois de haverrnos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedados
medicamentosas d'esta planta era snas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien'
ea appcago, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeigSo possivel, para o que nao poupamos esforgos, nao nos importando o porteo la-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, quo deixamos innumerados, se forem era tempo applicados
lendo alm d'isso, medico ou doente a vaotagera de escolher as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor he pode convir, j. pela fcil applicago, e ja pela complicaco
das molestias, Idido, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparages ferruginosas sao feitas da forma quo se tornara completa-
mente soiuveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos da ferro que como
taes estSo hoje recoubecidos.
Para aqueiles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedado3 da
jnrubeba, e saberem a applicago da nossos preparados, destribuimos gratuitamente
smnosse deposito um folheto. onda tratamos mais oxlosamonta d'esta plaaia e dos a**
sos preparados,
Deposita gsral de todos os preparados
BoSea c <3s>ogarSa
34Ra larga do Rozario34
O coydeiro previente
Na antiga loja de miudexas a roa do Quei
mado n. 16.
Teado sempre em vista nao roabar o tempo aos
sens fregoezes, com extensos aiooocios ; roas
tamben) nao quereudo que os mesmos fteguezes
ignorara o que de novo tem elle recebido, por Isso
resamidameoie e dir': obelando assim ao co-
nbeeimento de todos que a dtta loja do Cordelro
Providente, ra do Queimado a. 16. recebeu o se-
guate :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senhoras como para meninas.
Leques do diversos e modernos gostos.
Penias com enfeites dourados o nao doarados,
para muninas.
Coques simples eenfeltados,moldes Inteiramen-
te novos.
Bom papel em calxinhas liso, pautado donra-
do e tinlbraao, e.outroa moilos objecios, qne men-
ciooa-IOs seria bastante enfadonbo, e que se ven-
de em dita loja de miadezas do Cordelro Previ-
denlo, ra do Qaeimado n. 16.
Nao faltam flores,
O Cordeiro Previdente a roa do Queimado n. 1G
tem consianteraeule um lindo sonimento de
as e bonitas" (lores, por isso quando algama ha.
bilidosa jovaa quizer preparar qualquer enTeite ae
bello gosto dev$ logo lernbrar se que ha dita loja
do Cordairo Previdente, a ra do Quaimado n. 16,
nao faltam flores.
Para alvejar os dente.
O cordairo previdente a rna do Queimado n. 16
receben do bem coohecido fabricante Jonh Gos-
I nell & C. urna ptima qnalidade de pos para den-
otes aromatisados com canfora qne realmente tem
merecido todo cooceito porque nao s alveja per-
fectamente os denles orno tambem conserva-os
sempre no melbor estado de perfeicao, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesraa leja
do Cordeiro Previdente, ra do Qneimado o. 16
Chapellnas de seda
Modernas o bonitas cbapelinas de seda para se-
nhora recebeu o Cordeiro Previdente ra do Quei-
mado a. 16 e por ser pequea a quantidade re-
ceblda,.quem pretender nma moderna e bonita
chapeJioa deve aprvear -8 era maodar compra-la
em dita loja do Cordeiro Providente a ra do
Queimado o .16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordelro Previdente, roa do Queimado d. 16,
tem nm bom sortimento de Boas ponteiras para
charutos, sendo lisas e com figuras em alto rela-
vo ; e para que os seus freguezes nao se Incom-
modem era comprar charutos em algumas das lo
jas de charnieiros, receben tambem nm bom sorti-
mento de finos charutos do afamado fabricante
Furtado de Simas ; assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdente, ra de Queimado n. 16.
A loj4 do cordelro prevideale
Ra do Queimado d. 16.
Nella acharo os pretendentes nm grande e va-
riado sortimento de perfumarlas finas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lengos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos hygiemcos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata iusleza o fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Sabonetas para m.lo e barba.
E muitos outros objectos que serao presentes
ao comprador que se dirigir a ra do Queimado
n. 16, loja do cordelro previdente.
Baneijas peqaenas.
Vendemse na rua.do^Queimado n. 16. (Jloja
cordeiroiprovidente.
Charo, tos
da acreditada fabrica de Jos Furtado
Simas.
Vendem-se na lojaodocordeiro previdente a ra
do Queimado n. 16
Boa tinta para escrever-se.
O Cordeiro Previdente, rna do Queimado n. 16,
acaba de receber nao peqnena quantidade de boa
(tota (Bloc blafk), qoe sendo tao conbeeida como
nio necesfan.j explicacSes a tal respeito, mas
lembrem-se lodos que a melbor tinta que exista no
mercado venda se na loja do Cordeiro Previdente,
ra dj Queimado n. 16.
Port reoslos
Iif|xal$faco de cortes de cam-
bra la a 25000.
Liquid.cSo de cortes de cambraia com
Carras de cores a 241, 2t00 e 35000.
Grande sortimento de grodenaples preto
moreamiqne preto, casemira e panes pretos I o corte de caifa,
para o quaresma.
NOVA FABRICA
m


Manoel Moreira de Souza
RIJA NOTA M. 45.
-
Neste novo estabelecfmento ha nm completo sortimento de chaos para borneo? senhoras e
meninos o vende-se por meaos preso do que em outra qaalquir parte.
Fabrica e fundico de btonx
e outros mtUus, caldeireiro,
laioeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra 4o Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n. 38, da cidade
do Recife,
DE
BMGA SJIMPJIIO
Fabncam-se neste importante estabe'eci-
mento todas as obras concernentes as artel
respettivas como sejam:
Alambiques e todos t tsmanhos em
feilios, os mu acreditados aparelbos d-a
Derosne com as dimcngCes delicadas doi
fabricados em Franca.
Fabricm-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelhos, como sejam o dilatador, ratika-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qualidades, pelo systema france ou
americano, simples, de presso, repoia, e
com especiaiidade a estanca os 1 assim -tp
nominadas pelo enorme volume de agua
queabsorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algomas estao promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garaotindo-se nao
so sua durac3o cerno a grande quantidade
de agua que fornecem pelo qne s3o conside-
radas boje as primeiras bombas tonhecWas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 33, um completosor-
mento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como s5o alambiques,
serpentinas, laxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e rooitos
outros utenc'lios preprios para engenbos,
como sejam mancaes de brooze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavhas, machos para lemes, pregosde
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto dia respeito as
obras de lat5o torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeiriuhas, eavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
I ampies p?ra ?,n para engenho?, folha
de flandres em caixa?, folhas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as ditrencoos, folhas de zinco, e?tanho
em barras e verguinba, lancees e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, deco-
res, bordados, e opacos, e oulros para ?i-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhs ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o! jectos proprio de taes estabelecimeotos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSO do socio administrador,
Jos Baplista Braga o qual so acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de ta"o
Ura lindo sortimento de porTrelogos ataba de importante est"belecimente, isso urna ga-
ranta pela sna longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes do que serao servioos a
contento, com promptidao e preco commo-
do, pelo que os propiietarics lhe seilo agra-
decidos.
Vapores,
Vend-seem r?sa do Satisders Brothers 4 C
o larpo do Corpo Sntoa. II, vaporas patbntej
om todos os pertences jfroprlos para ftzer mover
^" qna|ro-aachinas para descarocar algodo
d(
de
chepar ao Cordairo Previdente, roa do Queimado
n. 16.
Trancas de ouro com pingentes.
O Cordelro Previdente, ra do Queimado n. 15,
recebeu um lodo sortimento de trancas de ouro
com vidrilhos e sem elles, para enfeites de vesti-
dos e se esta' vendendo, por precos bastante m-
dico*.
' ma
^ hago ao antigo deposito de Ilenry Forster &
, ra do Imperador, um carregaroento de gaz ds
primeira qualfdade,o qual se vende em partidas
\ retalbo por monos preco do qus en? outr* qul
ust parte.
K A7AI2
RA NOVA N. iO E 22
de che^arossabonetesde
alcatrao
O uso destes sabonetes tem apresentado os mais
benficos effeitos contra as impigens, pannos, sar-
nas, tioha, caspa, comlehSes, e todas as domis
molestias de pelh.
Vende-se *
A BOTWA E BKN1RIA
DE
Bar tho ornen <& c
341^ larga do Rosario--34
Chocolate vermicida
v
Ykio tnico nutritivo
1)8
QUINS E CACAO
BGAUD
Esta nova eonbiDaco rene em orna bebida
ss agrudavel e eonvpni''nte a todos os organis
Oos, a quina qoe om medicamento tnico por
excelencia, e o cacao queconim principios na
tritivos utit reconbecldos.
Elle se empresa enm o malor soccesso na cora
das plidas corea, sorTrlmentoi do estomago, perda
ppi-tp, digesUes dirBcQiiisas, meostraaedes
difflceis, Pie. etc. *
J.E" m*nrfl M Pharmacia e rogarla de
BarihoionMB 4 C, a f a larga do Rosario a. 34.
SITIOS
Vende-se on permutase a posss e bemfeitorias
i 'res *"ios no Arnlal na visiobanca do cemite-
rio do Poqo com easas de talpa e bastantes arvo-
redo de boa qnalidade como laraogeiras, jaqnel-
ras, mangaeiras, cajueiros e muitas outras frue-
teira, e alem disso com bastante ttrreno desoca-
?aDmennPrr?f,radPr* P'an,a5eS d6 "toliCe 8
boSsonP9^ Lk00 r,eh0 Debatiente de mato
M'eg2f.mb.,.r caoac,did9 < P"a sosten-
Loja das 6 portas em fren-
te ao Livramento.
Chitas franceas escuras e claras palo baratas!-
roo prego de 280 rs. o covado a ellas que se estao
acabando.
DE
Antonio Sanes de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsao das lom-
brigas, que tao graves padecimentos causam,
e que quasi sempre se suppe ella a ori-
gem.
Este virmifugo preferlvel a qualquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicac5o s enancas, as quaes geralmente
s5o mais atacadas de semelbante mal.
Chegou afinal
A pomada galopean i
para cura rpida e completa dos calloa duro.
{VBNDR SI NA
Botica e drogara
DI.
Bartholomeot eft C.
3MRoa larga do Rosario34
'No armazem de fazendas dt
Santos. Coelho, ra do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Cortes da organdy bfaaca muito fina com 10 ar-
das a 9,-3.
Camnraia branca moitofina, peca com 10 ardas
a 5, 63, 73,85 e 93.
Dita brinca upada, pecas id 12 jardas a G$, 83
6 yjjuuo.
Diia suissa fina com 8 varas, a pega por 83.
Dita adamascada paia ccrlinado, peca com 20
varasal?3. *
Dita para forro, pega cem 10 jardas a 33.
Dta da cSra3 finas a 300 rs. o covado.
Aos agricultores.
Saunders Bratbers & C. acaaam de recebei
de Liverpool vapores de torca de 3 a i eavallo;
com todos os pertences, e moi proprios para faie
tem mover machinas de descarocar algedao, po
dendo cada vapor Jrabalhar at. com 140 sorras,
tambem serven para enlardar atfodo, on para
outro qualquer servico era qoe nsam de trabalbar
com animaes. Os mesmos tambem tm a' venda
machinas amerfeinas de 36 a 40 sarras.
OspwieDdeatM dirijam-se 10 largo do Corpc-
Dita de cores muito finas, a 700 rs. a vara.
I'ita de linho moito Ooa a 93 a vara.
falSes de 2a e SO arces a 23 e 23500.
ius de 40 e 30 ditos, nesgados a 43.
D.tos de rausselida a 43500.
Ditos de dita, esquios a '3-
Ditos de crochel a 43300.
Ditos de muselina, para meninas a 33.
Salas bordadas a 4j;aC0.
Fi' de lioho com saipicos a 900 rs. a vara.
Dito de li to liso a 720 rs. a vara.
Grosdenaple preto, bom, a 13800, 2 e 23800 o
covado.
Moriantlqne superior a 2380 o covado.
Tarlaiara de todas as cflre a 800 rs. a vara.
Flanella de cores a 800 rs. o coVado.
Bramante de Huno com S palmos de lareara a
1)>200 a vara.
Maadapoloes fines a 6#, 7&, 83, 93,103 e 123 a
peca.
Platilha dealRodao, superior-fazenda para saias,
peca com 10 varas a 3 200.
Atoalbado adamascado de linho com 7 }{ palmos
de largura a 33 a vara.
Dito dito de algodao a 23000 a vara.
Algodoenfestado com a mesma largura a iSlOO
a vara. .
Cuberas de chita da ramagem a 23600.
Colxas de fusiao a 53500.
Leocoes de bamborgo de lioho a 23100.
Ditos de bramante a 33500.
Espartilhos finos a 58.
Panes de la adamascados para cobrlr mezas a
Guardosnos de linho adamascados a i a dozia.
Toalbas de lindo, lisas ealcocboadas a 113000 a
dozla. i
D tas de aleo 15o felpudas a 123000 a duzia.
Lencos de cambraia finos de 13800, 23, 23500
33200 e 33600 a dozle. *
ssim como outras muitas fazendas que se ven-
de por menos que em ato qanlqaer parle, e. di-
ae amostras de lado.
Machinas para descarocar algodo. do nu
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a execuc2o do machinismo, que o al-
godao sane quasi tao pereito.como o debo
landeira. Eecommenda-se a attenco doi
Srs. agricultores, estas machinas.
e-s'i'g
og.
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rs
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o
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i O
Francisco Jos (ennaan
T.UA NOVA N. 21,
acaba do rceeberjm lindo ems^aificoa'??
tinento de oc!os,lunctos, binculos, do al
timo e mais apurado gosto da Europa a ocg
los de alcance para observacoss e par* a
maiitimoa.
VINd^UINQUINA
FERRUGiNEUXtleMOITIE R
Com Malaga e Pyrnpliosphato de ferro;
fcsie vinlio ro preconizado por toda a emprnu4
medica! como sendo o mais poderoso tnico
empregado para curar a Chlorosis, Anemu
fcxiiANSTAgao do sangue. Deposito geral em
Pars, em casa de Laursncsl, pharraaceutito-
drogyista, ra dos Lombards, 4*.
c
Deosto na pnarmacia deP. Maare;
em Peroamhofio.
Vassouras do Forto a 3,?000
a duzia.
yende-se a' rna do Imperador armazem de Fran-
cisco Jos Lene.
Para a semana santa
Esta" i venda Horas para a semana santa rlei-
menwencadeinadas, "Ripansos eofflcioda Seohora
das Dores: k* roa do Imperador n. 15, deronte
de S. Francisco.

Vende-se piche do gaz proprio para
aspL.to, ealsfctoa de candas,
asoalhadoa, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agua,
etc., etc., em grosso: ns fabrica do gaz, o
a retalbo, bo armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador. __
BOTT
Bota russianas, penetras e meias pernera no-
vamente obegadas, da melhor qnalidade que temos
visto, no armazem do vapor roa Nova n. 7.
LUYAS
Novo sortimento de Invas de pellica da Joavtn,
brancas, pretis e de ooiras bonitas cores para ho-
mens e senboras; no armazem o^npor rna Nova
P-7.________________
Em sa de Theo. Jost, no caes da Alfandeea
Velha, v*de se :
Cervezas* em botijas.
Cafd opwior do Cesra'.
MantsU fresca em las de 1 e 2 libras.
r.Zun? novo 'em saccas grandes a 3do nos
armazees de Tasso lrmaos, casa da alUodeta a
roa do Amorim n. 35. ^
.*
i.
.


Diarla de Pernanbueo lerca lelra lO de Marco de I86.
.


t>
K ra Nova n. 28.
Soma Soares & ii-mio, vendis pelos
differeates precos. *
Phospboros de cera, era caixiobasde papel qua-
lidade trailo saperior, a 400 rs. a linra.
Ditos encerados, raaiio, bous a 40) rs.
puo de era, em ranas de folha, a 2CG rs.
Ditos do gaz a 25800 a groza.
Liabas novellos, ero libras surtidas, a 2700
Ditat em caixas de 50 novellos, a 750 rs.
Duas em calas de 10 oovellos de marcara
30* rs.
Duzias de carices trancos e pretos, a 10 rs.
Duas de carrteis de liaba branca e de core?, a
460 rs.
D'tas de carretel de liaba branca de 2C0 arda,
alJWO. .
Ditas de pares de roletas de cores, a 25GO0.
Ditas de brujeo a balao, a 15500.
Ditas de grarnpasiifeiUdas, sortija?, a 200 rs.
Massos de ditas de caracs, a 70 rs.
Ditos ditos luo-, a 5 0 rs.
Aglbeiros pilalos a 8i) rs. a duzia.
Pare do bit5s de mj.'diuhis para pannos, a
niia a 2$200.
Gru e bjles de madreperoia pea carniza, a
640 rs.
Ditas de dito de ac para caira, a 30) rs.
Canas con sol 1a ios de clui'Ob. a 160 rs.
EspMh;s de multara dourada a l890 a duzia.
Dnzias de peales da laco dourados e lisos, a
6 rs.
D tas de dito cjm pedras muito linios, a 325-
Ditas de ditos com llores e lisos e outros muitos
modellos por precos cjinroodos.
Dedaes aaiareos o praieado*, fiaos, a 280 rs. a
daiia.
Clcheles em raxas a 900 rs. a duzia.
Fitas de ros sonidas a til 0 rs. a peca.
Dita* d. 1 1|2 de setim c >ui nove metros a 300
rs. a pega.
.Pessas de cadasso p-ra seroolas a 700 rs. a
dona.
Laas de cores para b lbreias de coila em caixas a 400 rs. a duzia.
Pacas c rjarpbos cabj de osso a 5800 rs. a
dQiia.
fe CoatiDtiam a ter granle sorii.n-oto dseaoielros
a gaz, perfumaras, eofeltes pira cabega, objectos
para escrlptono, etc.
A' ra Nova n. 28.
----------------------
Gx2
*
&m
raa do Crespo b. 9 A, esquina da ra do Imperador
Acaba de chegar pelo vapor duerme, um variadissimo sortimento de fazendss qne diie-m OS
oossos correspondentes qoe foram as meibores, as de mais gostos e novidades que eocoutraram ffl
Panz, e -ir isso muito recommeadamos a spreciacao do respeitavel publico, os seguitstes arttgos que
s eocoDtraro na toja do Passo.
Riqoisslmos vestimentas de cambraia* primorosa-
mente bordados, cotn todos os perteoces para
creaocas se baptisar.
Ricos vestnarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 anoos.
Mantas de bloode para ooivas.
Moiriantique, grosdenaple sedas preia, branca
e de cores.
Riqoisslmos cintos, ollima moda.
Riecs en frites pnra senboras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e de palba para
meninas.
Riqusimos cortes de faatasia para vestidos de se-
nhora.
Lindos cortes de lia para vestido, novidade.
Chapos de castor a canotier, ultima muda para a
rapasiada em Pariz.
Grande deposito de lavas de Joavio recebe-se por
todos os vapores grande sor lmenlo.
PICMCH
rara principiar o auno de 1808
NA
LOJA E AHMAZEM
no
PflI
II
nn
Riqnisslmos cortes de seda de cores, com lindos
matices completameole novidade.
Lindissiroos vestidos de cambrata branca bordados
com gosto.
Ricos basqulnes, primorosamente bordados, e lti-
ma moda em Parir.
Riqoissimas cbapelinas de seda, palha a imitacao
e enfeltadas com muito gosto.
Coques para senboras, sendo estes de ultima moda
ein Pariz.
Dndissimas gravatinhas para senboras.
Lindos colares e voiias de vilrilbo e seda, ultima
moda e inteira novidade.
Collariobos, puubos e gravatinhas de Chupy, com-
pleta novidade.
Riqaissiroos leqaes de marfira todos abortos e de
ultimo posto em Pariz ; assim como de sndalo
madreperoia.
Casemiras, cambraias, 15a?, musselinas, precalias, chitas e uma lnHd2de de objectos qae
adiarnos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na toja do Passo raa do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
AUGUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Receberam em sen estabelecimento un esplendido sortimento de tapetes, alca-

tifas largas e esleirs para forrar salas, ludo da melhor qualidade e das mais lindas jares, SX2fTt,!0'0 **presoinh3S com
Raa da Iiperatriz u. GO
DE
SCCESSOR DE
AMA Flix Pereira da Silva tendo dissolvidoamigavelmpntea sociedade que tinha com
o Sr. Antonio Pereira da Costa Gama na loja e a mazem do Pava tem resolvido vender
suas fazendas muito mai baratas com o fim le aparar dwbtiro, e diminuir o grande de-
posto que tem das mesmas, assim como tem recebido ultiaaraenie orna grande porco
d* fazendas tovas, tanto inglezas como francezas, allemSes e snissas, Jando de todas c-
as amostras deixando Qcarpeohor. oa manda as levar em casa dasTxaias. familias pe-
los seuscaixeiros, estando este eslabolecimento abeito desle as 6 horas da manba as 8
dauoiie, e participa; as pessoas qeenegociam em pequea escala, que neste estabeleci-
mento cotnprarao pelos mesmos pregos que cjmpram na3 casas^ inglezas, gauharjdo-se
apenas o descont podondo assim fazer melbor sortimento.
Tira bordadas e Babadlnhos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas oa babadinbos, achara um grande
sortimento para escolher e por |.-reco muito
tnais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n 6o, -
Fazendas para luto na loja o
Pavao
Vende-se setim da China com"6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2(5 o covado,
lSazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1|5 o covado, cassas brancas com listras
pretas a oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s;ilpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do qoeem outra qaalqoer parte, na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
Camisiuhas a 3#.
Vendem-se as mais modernas camsinbos com
Atencao.
25-Rua do LwameDto-25
Depcsil de UmaoM e calcados naeiinra da
fabrica da ra do Jardn, n. 19 do s Vicente
(>'doho, tanto no depo-ito cono na fabrica se
iprempisni todas s pette i'e raleados mais ba-
rato powivet ; esta fabrica Un bula* a- rLtrbinas
proprias para o:> edeados y* bem acreditados tifio
Brande numero de pe%atitt que daqui e ace-
sen


LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os propietarios desle bem conbecido es-
tabeieci liento tem a sati.^cao de levar ao
conb^cimeoto do respeitavel publico que aca-
bara de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa om completo sortimento de objecto sde
aparado gosto e de intei-a novidade; [os
quaes estao resolvidos a vender por pre-
C)s mu razoaveis, como sejam :
odos cintos com pontas, bordados ve-
drtlbis, faenda qae nao lnver quem con-
teste ser a melbor que ba oeste artigo, isto
s na lo,a do Gallo Vigilaote, ra do Crespo
D. 7.
Leques de madreperoia, sndalo, marflm,
madeira e osso, etc., com lindos desenbos.
narnH's de palhas,
Biquissimasguare-,-oes etrancas definas
palbas de Italia, onm sedritho, ptogetvtes e
sem elle-, e mitras com bntoes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas boUinbas oa caoases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
jTe0iiras.
Finissimas tesn ras para unbas, costuras,
cabelleireiro8 e a-fahiles, as quaes g ranii-
mos ao comprador a sua boa qualidade.
,Vivalh;is.
Superiores navalbas com cabo de tartaru-
ga e marfim as quaes os fabricantes garan-
ten.
Lavas, i
Lavas de Jouvin, camarca e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Feotes.
Grande variedade tanto para coqnes como
para alisar cabellas e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e b-
falo com pedrinbas e sem ellas, etc.
Prl Houquets.
Muito lindos port bouqu-jt- com cabo de
madrepi'rola, proprios para caamentos, bai-
les etc. etc.
fiSseovas
Pinas escoias para roupa, cabello, chapeos,
unbas, denles e para limpar pentes.
AhotuariiiivN
Lindas aboluaduras para colletes, panhos
e collariobos.
Perfumarlas
Tinas e de todas as qualidades e dos me-
ibores perfumistas at o presente conbe-
cidos.
Collares de Royer
Betmcos magnticos, contra as codvuI
sbVs das cranlas e facilitar a dentifo das
mermas. Ja tao conhecido 'es prodigios
destes collares anodinos que nSo ba quem
davide de seas effloases elTeitis, e o Vigilao-
te, sendo recebedor destes collares, ten>
sempre grande quantidade em deposito, isto
84 na loja do Gallo Vigilante, raa do Crespo
n. 7.

o que podem verificar liodo ver as pessoas que quizer alcatif'r ou esteirar seus sales.
Vestidos de blond com manta, ramo e capella para ttoiva.
dem de gorguro bordad' s pretos para a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basqnines de seda para senhora gosto moderno de 18(5 a 50)?.
Coixas de seda, dilas de 13a e seda para camas de noivas.
dem de crox e toalhinhas de croch para cadeiras.
dem de fustao brancas e de cores de o& a 100.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20$ a 700.
dem bardados e adamascados para janella de 9 a 0.
Tapetes urandes e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, guardanapos grandes e pequeos, toa-
lbas para mao de Hubo e de algodao, atoalbado i raneo e pardo, pannos finos pretos e
azues, casemiras cretas e de cores, tudo por mdicos presos.
Chape inas modernas para senhora de palha e de crep.
Camisas de linbo e dealgodo inglezas e francezas para homem.
Moir branco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
grs preto e de diversas cores, organdis e cambratas brancas e de cores e laas de mili-
tas qualidades.
Saias, toalhas e lencol de linho ricamente bordados.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapeos de sol inglezes e muitos outros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e apurar dinbeiro.
11Roa do uaelmadoH
abolladuras pelo bara
to preco de 3)')00 ; na loja e armete do Pavao,
ra da Imperatriz o. 60,
Pechiucita eui casimiras a 1600 so o
Pavo.
Vende-se urna gradde porco de casimiras supe-
riores enfeslaoas, arado escuras e alegres proprias .
para caifas, poletots, colotes e roupas para menl-de bataneo, para cobrir presentes, etc. eC,:
nos^ieio baratisMtno preco de lbOO o covado on: na loja earruazom do Pavo, ra da Impe-
a 800 o corle de calca, grande pecbincha na; r.qriz n 60
loja e armazera do Pavo: raa da Imperatriz n. 60,! r\ \ i i -i
PNH08 COM GOLhNHAS. 01811(16 lfC7CUa Q fiTOS"
a I000 res. -.
denaples pretos
4,^00
Em crti1 de la
Vend(oi.se superiores cortes de lea niati7da
com lo ct vados, pelo barato preco de 4 o ciSrte,
isto oa loja e armazem do pavo, ra da Impera-
triz n. 60,
Cambraias largas a 15000 e lj280
a vara.
Vende-se cambraia transparente coro cito
palmos de largara, que facilita fazer-se um
vestido com auatro varas, a lj e 10280 a
vara : na loja e srmaiem do Pav3o, ra da
Imperatriz n 60,
Esparttlhos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos : na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinados para easfinien os.
Vende-se um grande sortimento dos me-
ibores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, peles b rat"8 precos de
94, 105, 130, 200 e 250000 o par; da-
masco de la imitacao de se-la, com 8 pal-
mos de largor*, a 40 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fustao brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
VENDE-SE
A iabrica de refinar assucar
no lagar do Hoatelrd.
O prooretano desta importante e bem montado
Fiatoteeuaeoto lend atenta necefeidade de re-
tkar- nara Portugal, ondn ai tratar de sua saa-
4e, re'olveo t-xpor dito eslabeleciaieoto ao concar-
M aiipejlai pessoas qoe o pretend^rem comprar,
mediante todas as informaos possiveis acerca do
nwnn#oto das maebinas e fawieo do assncar qat
aeriomioistrada pelo proprietario, garantmdo e*-
ta perfblu t.-tido de tud> qaanto relativo e
eooeern''nte-eo mesmo fSlabelecitnentD. O marbi-
mmo da lb-ica rrDvido por agaa e a vapor
Peo* Mceonir em teft-Mii a refinar 240 arrobas
de as^acar t-or da. A* araudes vaolagos que o
pripri^tariu tff-refe come ce i tan aos pre tended**
podem er previstas pir todo qae joigar^m crin
preeisi*, da oecessldad de qrjt se recente psra
provioia de oa estahnieclm-nto de tai ordem e
?hv *** s* "kf, oruporjo qoe dtia
Mnea huta de foncci^car reaolarment, de *S
L.wrDvre Ce x':,it* as *P'4r '"ur
J5 Novehro armazem b.M,
awallos e um earru am- Tir*n ...L iLTi- .-_
ceas,
pre^o barato
earr,. am- ricano e4>m arrfiip de w>a-
arowu cara M(, Do mtltoll ^ ^
oo caes *, Ctplbirlto. fc1
-.17 J.?d.*.'8K i1 *'dr*?:,s Pr9tiu para venda eu
fa.W.er MubeletimBBio} oo pateo do Terco n. 30.
DO
Iftlt. ^EiVIAI,.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias sypbiliticas, ;eris-e-
ti, rheumatismo, bebas, gota, debilidade do estomago, infiamma$5es chronicas do flgade
ibaco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias,Ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
-iis, gonorrheas chronicas e em ge: al todas as molestias em q-ue se teaha em vista a pu-
'Scaco do systema sanguneo.
Conslderaees geracs
A saud um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ae ent
armo o avalia-lo.
incontestavel que o homem oeste mundo constantemente, e por todos os lado/
lacado por uma infinidade de agentes morbficos que todos tendero* dadas certas e deter-
ainadas circumslancias, a alterar o regular exercicio das funeces orgnicas, resultante
Mu desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada,- d
{undo as ipvestigaces e experiencias dos mais abalisado meslres da sciencia, pala depm-
ac5o dos humores geraes, consequencia da aeco maligna desses mesmos agentes mora e
icos introduztdos no organismo pelo acto da respiraco, pela via digestiva, pelo contacte
nmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
ia que esse terrivel Proteo da medicina uma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
ada- em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas t3o variadas, enfraquecendf
onstituicSes robosias, produzindo mutilacoes, e corlando ainda em flor da idade vida*
/reciosas. T
EUminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
tumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
'os flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: w
inmensos successos obtidos pelo uso desle salutar agente tanto na Allemanha, como ea
ranea e Italia, o tornam o companbeiro inseparavel dequasi todos os doeotes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, c
ilisir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamente na syphilis, erisy
las, rheumatismos, bobas, gola, debilidade do estomago, iaflammages chronicas dt
tgado e baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias,
ileurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
m vista a purficaco do systema sanguneo; pois que urna pratica constaste tem feitt
'Vt que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
larar o doente para medicaeoes superiores ; e as menos graves a cura i a eonse-
raeDcia do sen uso, convenientemente repelido.
As substancias que entraui na composico do Elixir depurativa do Dr. SevU
ertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande calhegoria das snbstan-
ias depurativas e antisypbiiiucas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
osmo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das ayan-
cos alvinas, neutral isa ao mesmo tempo o virus sypbtlitico quando este virjem
em feito erupcao bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tan
>em os estragos dess terrivel molestia, quando por ventura se acn ea ainda nt
lado de encubaco, isto , sem se ter manifestado sob formas externas: beneficii
omenso, tanto mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es-
o contaminados por esta terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua acelo so-
re o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molertias msdt-
timmosos, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de (tras-
teo forte irrita a mocosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando desfee es
do, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte >lo doente.
Assim pois esperamos que o uso Ueste remedio justifique cabalmente as nos-
as asseveraces, porque sendo um medicamento tao simples na sua composico, s
ou oonfirmaUo sua ulilidade.
Ualeo deposito ent Pernamboco
Na iwtica e drogara
DI
Barthotomeo Companhia.
3-RA DO ROSARIO LARGA3*
Sovoe grande deposito d 5uperior carv3o de Cardifiia
KoflM
ABUmloGom^rJosSMlo.4 ft. ra. Saou ^^^^\jW
intea-n macM dm atMMvns que em oahj qualqaer depo^.!^ taSj. i w ^
A niimtar bwu coa Bootiafloa Alv._ ""
VeOde-se urna grande poreao de punbos com
gohnlias de esgnio de linbo, com os mais lindos
cordados pelo barato preco de I000 o teroo, di-
tos bordados de cor a 640 res, sendo grande pe
ebincba pelo prego, na roa Imperatriz n. 60.
Buies eseiiios.
a 24300.
Cbegaram os mais modernos baldes esgnios sen-
do verdaderamente americanos a vendem-se pelo
barato nreco de 2o00, na leja do Pavao raa da;
Imperatrix o. 60
Cassas a 94o rs. s o pavo.
\endem-se bonitas cassas inglezas de co-
res tizas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padres listrados e de flores, assim como com
palmillas muoas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
cbicia na loja e armazem do Pavao ra da
Imperatiiz n. 6o
Ba!5es a 20, 3iJ3oo e 30
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou balees de arcos para senhora pelos
baratos precos de 20, 205oo e 30 por haver
grande porco, na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 6o,
L3nzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se lanzinhas maiisadas, padrSes
modernos e muito bonitas pelo barato preco
de 240 e 300 rs.
i bales de renda.
Veodem-se superiores chales pretos de
renda, pelo barato preco de 3500 rs. cada
am, assim como ditos de guipure fazen-
da muito snperior a 106 e 120000, e um
bonitesortimeuto de capas e rotondas.
0 easaqujubos do Pavo a 16.(1(10
Cbegou um elegante sortimento dos mais mo-
dernos e mais bem eofeltados eataqninhos de
piisleoapls preto sendo com siotara e sem ella,e
outros a Imitacao de jaqnetinhas e vendun-se pe-
los baratos pregos de (6, 2 i, 2o e 30 : na
loj e r-rarf m do Pavo ruada Imperatriz n, 60,
de P. Pereira da Silva.
V^ndem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um boto vestido com 10 ou
12 covados, tendo entre ellas algumas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 20 o
covado, assim oomo sedas lizas de todas as
cores per precos mais commodos qoe em
outra qualquer parte.
Panno preto a 10600 e 20ooo.
Vende-se panno preto superior com* seis
palmos de largura proprio para paletots e
calcas pelos baratissimos precos de 10600 e
20000 o covado, grande pechincha.
Meias baratas, duzia 20000 rs.
Vendem-se dnzias de meias de cor escura
sendo meias de muito mais dinbeiro porm
iiyui.iasQ-se a 20, por ter algum toque de
mofo; ditas inglezas cruas muito encorpa-
das a 50 a dozia,
Sao iiiuil > liadas as novas ponpelinas
que ehegaram para a loja do Pa-
vo a 500 rs. o cavado.
Vemdem-se as mais lindas ponpelinas etiegadas
pelo ultimo vapor, seade transparentes e enfeltadas
eom quadrinhos anadinos e coro as eflres mais
modernas como sejam : msgenta, solferino, verde,
lyrio.rxo, a.ui, cunta eresa etc. etc., garantindo
se qae%este genero o qae tem viudo de mais
moderno ao mercado, para vestidos t rcopas de
crianzase veudemsepelo baratsimo preco dt-500
res e novado, onlcameote na loja e artoaiem do
Pavao, roa (da Imperaun n. C0.de F. Peraira d
Silva.
Grande pechincha
ros-de-naple preto a 10500 res o covado
oa loja do iavo.
se ende grosde-oaple preu, moito boa taienda
para veaudus ; oa loja e arnmem do Pavao, roa
'a lmperatm o. 6". dePeHx Pereira da Silva.
Modrrnhsimos
Iha'es de cacbimira a 100, 125 e 200000.
a loja do ravio
cbfgaram es mais m<>deroi>g obales de werdjdeira
e>ebee*do
muito tr4e, vaortendo-se pelos baratos precos
de tOa, 164 e I0OOO. S oa lija e armazem do
Pavao, ra da Imperatriz o. 00, de Flix Pereira
Oa Alo.
2,5800
na loja do Pato.
Grosdenaples 10280
Grosdenaples a 10800
lirosdeoaples a 20000
Grosdenaples a 20200
Grosdenaples a 20500
Grosdenaples a
Grosdenaples a 30000
Grosdeorples a 30200
Grosdcuaples a 30500
Neste grande estabeltcimento encontra o
respeitavel publico om avultado sortimento
dos meibores grosdenaples pretos tanto
largos como estreitos, qim se vendem muilo
mais barato do qne em oulra qualquer parte
em raso de se ter feito uma grande com-
pra antes qoe augmeniassem os direilos na
alfandega, assim cuino um bonito sortimento
de moireaotiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazenoas proprias para a qua-
resma e luto, dando-se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz. n. 60
GRANDS FBHINOHA
em lanslobaa na leja do Pavo.
Vendem so a> mais modernas e muil<> bonitas lan-
sinbas de urna s corando entre ellas cores moio
360
amoel Powp Johnston k toui|aahU
Tina da vnzala Nova n. 44.
aob:c;> da
F.3d-?aocs>e Lo Sioer,
Vfachinas a vapor de 4 e 6 cavaHoa.
vitendase meias moendas pai a envenno-
is de Ierro coa.: o ualid'o para enge-
nbo,
Arreios d carro para um e dovis cavaflH,
veiofjios do o.iro patente ingiez.
Vrateaaaiericanosi.
Machinas para descarcear aigodi.
Vlijiores para ditos.
Machinas d costura.
Dola es' Koyer
i.u fiodises elelrices hiucUcos
freposato ao^edatado
Loja da agaia branca ra do Oteimado n. 8
Apregoar aioiia os prodigiosos eifeilos dos
ollares Royer ja nao enamar mi querer
laroduzir novidades, porque a f:-madesa
efflcacia tem-se tanto csit-ndi.o, f ..s seus
'euzes resuliadoU a lal altura elevado, que
'oje rara a pessoa que por experiencia
ropria, ou por intermedio de seus amigos
i prenles, ignore ou desconhe-a as virtu-
des -*desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A agnia branca porm se gloria da concor-
er para um tao jumo fim, se r.r.o por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente om completo sorumente desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas tas enancas.
Resta anda que os senbores pais de fa-
milia se faran convencer -de que convem
i lio esperar que as criancas .ejara atacadas
j lo mal, e por isso necessario ou conve-
! aienle qoe com antecedencia se deite na
I crianza um desses collares para assim estar
i alia preservada das conv Ifoes e se contar
i livre dos rigores da denticao.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
contina a receber por todns os vaporas
francezes a qoantidade que ba contrafado e
i por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
I dadeiros collares Royer eletricos magn-
ticos.
te me oto
Cemento liydrauMco da melhcr qoalidade para
edi(l''.agis n'aeoa,lauque*, stgterdfw, assemamen-
tos de cilio., me,, t-ru harneasyr-noes,a I2,
Ditn coir.ninm ou romano a QJL
Km poreao superior a 3' ii.rrica? se far non
d Ifi-renQa no preco conf rrae a qQaotifade :
Dalir,s de HaiiiT)urgo I e"
outrr s flores
No sitio do At.rifto da estrada de Oiioda, junto a
prne dt-s Arromnados.
fcsentvos ukk<^
delicadas pelo batato piejo ? envado.
Ditas de cores diferentes com palmmbas e
e listas, eovado....... 400
Ditas mallsadas muito lindas, covado. 320
Duas listadas dem, covado..... 500
Ditas trasparentes com listas de seda, co-
vado........... S60
o outras maltas finalidades de lans nbas de gosto,
qae se estao lee hundo por lod s os vapores, na
loja e armazem da Pavo, ruada,Imperairiz n. 60,
de Flix Pereira da Silva
Bonitas alpacas na loja do Pavo.
Vndese um .! yaote jpriimeoto das mais lin-
das alpacas de core lavradas para vttsdus a 15
o covado, ditas ruai> a......152*0
Ditas de Oorlnhas a 500 rs. e . 3IS0
D na loja e amaseo da Pavao, raa da mperatrii d.
60, de Flix Porpira da Silva.
Poil de Cbvre na loja do Pavo.
Vende se o mais moderno pmi dehvre largo, de
ama s cor, sendo mais lustroso que a mema se-
da, pelo preso de.......21000
Dito mais ataixo, porem com as cores
muito lindas, covado......15400
Dito com lista de teda a F00 rs. e. . i000
na loja do Paijo, ra da Imperatriz n. GO, de F-
lix Pereira da Silva.
Alpaca menstro, covado a ?80 rs.
Vendem se alpacas m> nMreeseuras p*ra esl|iios,
tendo o palmos de largora, ene facilita fazer-se i
om vestido com 8 eotatfu* a 200 rs. oo a 25240 o
corto, na luja do P*vio, ra da Imperatriz n. 60,'
de Pellx Perora da Silva.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
Vendem-se sopertefM psopa- franei-zas mnito
ene- rpadas para cir is e palitol?, pelo barato pre-
co de 400 rs. o covad >, superiores bros de bobo
pardos, transados e lisos, assim cumo dilcs de co-
res, (azeoda mo'to superiur, na loja e armazem
do Pavo, ra da Imperatrix n. 60, a Peliv Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 180 rs. o covado.
Vende-se cbita preia inplwa lisa a lO rs. o co-
vado on a pe palmiibas, mplhr fiz- a pega por 74300, dita franceza, largas, a 360 rs.
o eovado, mossehoas pretas a 400 rs. o covado, na
loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz o. 60,
de Francisco Pereira da Silva.
Fazendas para luto na loja do Pavo.
Vendase superior setim da Cnioa, aeudo uma
faxenda toda de la e sem lustro, cun 0 pln.os de
largura, que facilita fazer-ae om vestido af'"*
com 6 covados a 200 rs......-folio
bomuasina cotn palmos a
IffOO
lisia
500
GRlTIFA-SE
a qaem capturar e conduzir a' fabrica de sabSont
A fugado, oo a ra do Amonro n. 41, no Refe,
eseravo Lolx, p:-rdo, Idade 3S anoos, < qual ja' eo
principio .-'' ;inno fui preso por fugidu, e de oov*
evadiii-se da mesma fabrica, onde trabalhava, ni
madrugada de Domingo ultimo, 24 de novembro;
cujo escravo fogin vesimdo a roupn do oso, de ai
gndo de listras, costuma embreagar-se, negar
proprio Home, e bem como o do senbor, e trazi
por castigo urna corrent* fechada na cintura e n
tornotelio, do que devera' conseivar ao menos ai
mancbas.
No da 29 de fevereiro do correte icno, fa-
gio di ra de S. Beoto da cidada *e u inda, o es-
cravo Exequul, cnoulo, de 23 a 30 nnis de Wa-
de, estatura regalar, rfocado, cor bem preia, ca-
beca redunda ; trajava camisa de alg> dao calca
prrta : cost una, quando i -ge, ao'ar coorersandA
durante oda oas laoernas, e a' noite recolbe se a
i-.- hi-ir s ;!,, .,c) ou pen'travris, on a casas em
eonstrorco, oo a outros qnaesquer logares ondv
se pus.-a abrigar : qoem o apprrbender quelr le-
va-lo aquella cidade (de Oiinda) ra de S. Bento,
casa do Dr. Drummund, ou a' ra da Floivntiua
d. 28 de.-ta cidade ao Recife, onde sera' bem re-
cumpensado.
Escravo fogido
Acba se fogido desde o dia 19 do mez prximo
passado o < srravo do abaixo assignado de neme
Joaqnim, tcodn os signaes seguiutes : iflde 25 ao-
nos pi uro mal" oa menos, cor vermeih*, bi cea
grande, olhos crandes e amortecidos, bat-o, ca-
bera pequea, cabellos rarapiobos, di inunhoco,
estatura regn'ar, secco do corpooo antes magro,
bom cosiotieiro, eose de aliatate, lem o toroozefe
de om d ps grandes e largos, bastante ladino e asme oso
se intiinla forro. Hj toda certeza de qne este}
no Hecife, oode ja esteve fgido o M passado*;
recointneo4a-8e pois as autoridades iioiinaes e ca-
pitaes de campo a captara e entrega a ski senher
omesao abanto assigoaoo na vdu de Igoarass
ou aos Illms. Srs. Dr. Jos Bernardo Gni>ao A)-
coforado, no Caidelrelro, e ao capno Peiix KraBr
cisco de Sun? Magalbes no largo d Paraizo -
26. Iguaras.- 7 d* fevereiro de 1068.
Jos Teixelra da Mona cavalcanlf.
Chitas fraieczas vprdaeirasa 48(r
rio
ndem-'fl aitts fraofezas vedadelras com b^n,.
*^ tes eare Btwrm, *' 80"* pr<*6t> <^ *>
t4h waOUj ftaif- faaeta qoe sempre se venda
sur 0)fe Oaaetro; oa loja e arnaiem do Pavao,
ra. a laatratrit 0> *>de Fe,ix pre'fa da SI va. [Pereira da Suva.
>upnor
I5600e.......
Superior cantao sem lastro, covade .
Lansiobas lisas, ovado 400 . .
Casas preia liai e*im sa'picos e eom
listas, vara a 300,6 e 640 e ... 809
Uasselinas pretas, covado..... 400
outras mottas fazenia proprias para lato, na loja e
arnmem do Pava >, ea roa da Imperatru o. 60, de
Felis Pereira da Silva.
Novidade em chata a 64000.
Vendem-se os mais modernos e mais bonitos
ebales hube!, sendo de orna s eor, com lindas
readas da aesma toteada, goaraeridas eom bool
tas coatas de aiiulr-, sendo este arl'go o mais
moderno ane tem viodo e vende-se pelo barato
preco de 65000, onieamentH aa loja do Pavo, roa
da Imperaint n. 60, de 'x Pereira tfa Silva.
Chales de merm a 2HVH).
Vende-se homm eftale de awrm a 25000,
25, 45 Oo 35-100 65000, na kija arm>ze0
do Pavo, na rna| di Iraperatrii a.,60, ,de Felis
J 50^000
Fugio no da 25 do rorrent mer. de rotnbro, de
engeebo Limoeiro, fregnezia da Escada o estrave
Francisco, com os seguintes signaes : cabra, pes-
co alto, c< gosa, barba pi oto serrada, costnma raspar o W-
gode e a peira, cabellos om tacto carapiobadoq,
um pooco gago, & m lgomas slrainxes vt-lhas d
miente as costas, n'oma pa e n'urn beaco, leon
omisa de algodao da mata, caifa e paleto! de bria
pardo, chapeo de baeta prelo, levi vara de ear-
relro, qne , e suponhe ler ido sear prafa com*
v.-iun ri ; foi eoeontradn oo brejnde Fugnodes
seguiodo por Carlrl. Recommenda se as pessoas
fucarregadas do recruiamento, e as animidades
noiiciaes, ci m especialidade as do Rio Formse,
Coa, Ago Preia, >. Bento e Portu Clvo, e a os-
tra qualquer pessoa a apprebeofao do dito ei-cra-
vi-, ir enrega-'.n no referido eageobo. qoe sraufl-
ea se com 1505000.
Lirsd|.| iii-ceu ou i.U 29 do eugeiiho Paris^,
frpgoeya d E-cada, o escravo mualo J.quijj-
soppSe se que velo para esia cidade de ende na-
tural, para Irahalhar em alguma padaria lar nrafa e seguir para o sol. P-de se aa antorl-
tiartes pociaes, capiles oe campo oo qo-lqoer
pessoa a apprebensio de dito eserav.i, e l^va lo a
dito eageobo a sea senbor, oa a ra di. Imperados*
o. 77,1' andar, sala ao lado do Caes 22 de BoveaV
bro, qae sera' recompensado.
Fajio no da 14 de 'evereiro on preto pe
neme Mneel, mas conbecido na rus por Piaobf
por ser do sertio, erm os segaintes vigraes: ee
tarara regalar, corpol-nto, cabees afomlada s
calva, taba serrada, alguns cabelle* braoe^t,
des*>Btado eco marcas de bexiras s. nsrta,
olhos seqoenos, orna perna coro as vetas encarnes,
das,andar vagaroso, conuroa ao^ar 'om as ealesf
reg cada, o a fhf oa de fra; nesa o pr.ntet
leve-o ae tobd- legado da Bua-Vista.
I


-------
Diarlo de Ptrnambuco Ter^a letra lO de Marco de 1868.
urrauTORA.

-.
>
A beiradomir
(Coocluso)
Apparentemer.te cousa alguma baria sofT i -
do alterado n'aquella casa. A mi de Julio
conservava-se lacraros, e a pobre Virginia,
sem que era seu mido manifostisso mudan-
ca, eslava visivelroonte mais paluda, e o cir-
culo eni lomo da palpobra inferior lornra-
se mais profundo e mais escuro.
As sua- ittio queiamam, e urnas rselas
s vezas de cor vivissima Ibe afogueavain as
laces. Fallava, porm, o o roesmo desem-
barace e mosirava-se por assim dizer tran-
qoilla as horas que passava em ua-coui-
panhia.
Julio escreveu famila, de um dos por-
tosqoe tinha chegalo. A sua caria vinba
cheiade promessas de um prximo jegres-
so..
Foi omiagradavel sorpresa aquella nova
inesperada. Quando nn commumearam es-
n noticia, entregaram-nn lamhem urn bi-
Iheie que Julio me dirigir, invocando de
novo loda a rninaa amzade em favor de sua
mi e ir/na i.
Eu mesmo me sent mais alegre, e acre-
. ditei na proxirai realisac5o d'aqoelU pro-
messa almej.vla.
No dia seguinle fui de manha visitar as
u33 senbo as. Encontrei a mi de Julio
mais trisle, e sin lha cem um ceiti ar de
contenHinento interior que me assuslou.
Eslava de urna palli lez marmrea. As
mos geladas, e as faces parecala iucendi-
as.
Virgi ia pstiva toda vestida de branc, e
linha una linda rosa escarias' presa enlre
os cabellos asseiinados e negros. Nunca a
tinba visto com lana elegancia, e por assim
dizer esluda lo esm-ro.
Trajava tiab tualmenK) com urna si.nplici-
da le modesta, roas n'e-ta dia preparra-se
como se fosse para utfl3 foneco.
Fui casualmente encoslar-mjcom Virginia,
a urna das janellas qne eiiavain para o jar-
dim Terminada a conversa se o inleresse
em que nos trabamos eoipenhado, quu vo!-
lar a senlar-me no sof. Virginia segurou-
me ligeiramente no braco e me disse baixi-
ubo:
f)emore-se. Teoso que ibe dizer.
Obedec.
Eila conlinuou:
Sa a que solfro muito, no verdade,
meu amigo? Ten'io dezeseste annos, e vivo
entre as amarguras de um presente angus-
tioso e a expectativa sombra de ura futuro
inoerto e carregado. Minha mi est idosa,
e vergada ao peso ele desgostos perennes e
de emocoes terriveis; mea irraao, com aquel-
la sen genio avenloreiro, guiado por orna
for^a es:ranha e irresislive! a que nao pode
nem sabe resistir, ser victima por fim da
propria fascioacSo que o arrasta. Sonhei
que mirreu ha oilo d as em um naufragio
sobre urna costa deserta do ocano. Vio,
desfigurado e ancioso, eslenderme as mos
supplicratcs, e pejir-n is, com as lagrimas
nos oaos, que o fosseraos encontrar o mais
breve possivel no mondo de paz em que
agora habita. Eu, parto boje... conlinuou
cl'a com nma pequea relicencia; e quero
dizer-lhe adeus.
E apertou-me a mo com toda a efuso de
sua alma.
Galculem o estado de assombro em qoe
me deixaram estas palavras lo dolorosas
e repastadas de urna unco de verdade que
fazia estremecer.
J'rocurei desviar-lhe o pensamento desta
fnebre idea. Disse-lbe queessa visao nao
passava de urna chimera gerada em seu ce-
rebro febril. Aconselbei-a a.que nao des-
cresse da vida nem da Providencia, em quem
todos os infalizes achavam conforto para as
suas dores e lenitivo para as mais pungen-
tes bribulaces.
Quando acabei de fjllar, sorro-se angli-
camente eproseguio:
Bem vejo que me Da) compreliende.
E' orna felicidade talvez para o senhor. Nao
importa. Tome esta rosa. Guarde-a como
a reliquia de urna affeico sautn, a memoria
de um ente desventurado que ene mtrou um
instante no caminho de sua vida, mas que
se vio forcado a abandonar em breve, por-
que essa ente nao pertencia trra. Sao on-
zq horas da nrmba, em seudo urna da tar-
de rezo pela minha alma 1
E s3parou-se de mim bruscamente.
Quiz aventurar ainda algumas palavras, e
acbei-a j ao lado de sua mi, conversando
com ella carinhosamente.
Urna forca irresi.-tivel me prenda aquella
casa. Intentei sihir e nao pude. Esperei.
Ao meio-dia Virginia disse que precsava
repousar um pouco, e que em sendo urna ho-
ra a acordassem.
Dirigio-se para a sua alcova e deitou-se.
Fiquei conversando na sala com a mi de
Julio. Entend, como era natural, nao de-
ver dizer-lhe cousa alguma relativamente
singutar e fatal revelac) que me havia feito
sua Giba. Conversamos em assumptos es-
tranhos, e devo coofassar que a pobre se-
nhora estava mais animada com a promessa
que I lio fazia seu filho.
Pouco depois de urna hora da tarde foratr
acordar Virginia. A criada veio dizer que
ella estava com o somno muito pesado e que
nao quera fallar.
A mi licoa um pouco assustada e correo
ao quarto. Poucos momentos depois ou-
vi um grito desesperador. Precipitei-me na
alcova. A prophecia estava cumprida: a
desventurada moca estava mora.
Julio morrea no da prefixo, victima de
um naufragio. Sua pobre mai penou ainda
na trra orando a Deus pela alma de seas
dous filbos, e reverdecendo com lagrimas a
grinalda de perpetuas enlaciada nos bracos
da cruz de sua sepultura.
am os cooselbos sem papel, por que s nao
pedero fazer agora ? Di r roe neis qoe esla-
va anda o mundo pouco po ido e pouco poli-'
lico. Mais puiiiico do que agora.
A primeira naca}, ou a prmera loguaj
que soube ler eescrever, foi a dos beoreus.
Primeiro se governram por familias, depois
em repblica, depois em monarebia, uhima-
tneale om reinos: e em iodos esles estados
nao acharis tra-a, nem papel em seus con-
selhos.
Ghamava o principe diante de s os de seu
conseibo: propunha a materia, ouva ospi-
recres, res)lvia o que se havia de fazer:
nomeava a pessoa que o Imia de executar
e acabava-se o conselho. No era bom es-
ty!o este, Sr. Mundo?
Agora eaareis mais empapelado, mas nem
por isso mais bem aconselhado.
E' verdids que juolo s pessoas reaes ha-
va naquelle tempo dous offlciaes de peona :
e quaes eram? um historiador e om secreta-
rio. Tira-se do 2o livro dos res, caps. 8,
10 e 17, onde se referem os oSkaes de que
se compunba a casa real, e se noma entre
elles Josapbat conTCntans e Sarayas Scri-
ba.
E porque eram o historiador e o secreta-
rio os dous oflhios de peflna ? iscretissima-
raenle o ordenaran) assim,porque o escrever
foi montado para remadio da ausencia e da
memoria. O secretario escrevia as cartas
para os ausentes, e o hi.noriador escrevia as
memorias para os futuros Por isso geral-
mente as historias sagradas s aebamos li-
vros e epiaolas: os livros para os vindou-
ros. as epis!olas-para os auzentes.
Tambem o escrever se fez para remedio
dos mudos, como a:onteceu a Zicarias, pai
do Batista, que sendo consultado sobre o
nome do filho, e nao tendo lingua para o de-
clarar, pediu a pena. Sj os conselheiros fo-
ro mudos e os res surdos ento era neces-
sario o papel; mas, se os conselheiros fal-
e os r< is ouvera, para que *%5o lanos
ais? Nao me hor ouvr um conselheiro
01 POUCO DR TUDO
A noiva.E' do Sr. Femando Leal a se-
gumte traduccao da bella bailada deMillevoye,
desse titulo:
Tarde; negreja a olareira;
a ave emud'-ce; soidSo,
do sin >, a vez derradeira,
chega toque da oraco.
No meio da mata escara
ando, ao acaso, a vagar,
sem acertar o caminho,
e mal 0050, ahi, ssinbo,
do meu cavado o trotar.
Es que vejo, aqoi bem junto,
. joven pastora assomar...
1 Porqual vereda, pergunto,
t posso irier ao meu solar?
t 0hai aquella avelleira;
all ebegado; volvei
t esqoerda. E' moca a pastora ;
tena a voz fresca e sonora...
Golbi as redeas; parei.
Mas ta pastera, a taes horas
onde raes ?.,. To negro o cu I...
Detem-te nm poaco... Ond emoras ?
Irei comiigo... Valeu? '
Debiixp dessa avelleira.
vem sem^r-te jooto a mim ;
descansaren a teu lado,
depois de haver amarrado
as rodees do men rossim.

' Oh 1 n5o ; que sou desposada :
Caso-me de hoje a oilo das...
E s miabas furtoo. maguada.
as mbs pequeas, macias,
* Airpgbre L*za!... disse ella.
Que penal... digoeu Pois bem!...
Sere dos teus, minha bella ;
e ao teu noivado, capella,
por Deus 1 que bei de vir tambem..
Que peoa I... digo eu. Pois bem!...
Sere dos teus, minha bella;
e ao teu noivado, capelli,
por Deus qne hei de vir lambem..;.
compreheodiJa, da soluc5o da muilas objeccSas que possam apparecer, e que eu
questoo.*, qoe se aodavam debateodo sem re- mesmo me aotecipo em apeeseotar aqu,
sulla lo, e finalmente umi verdadeira res- > Em ras3o do temp) decorrid > uesde a
laurceo da historia d'aqueila epoci. morte da Colombo, ha falta absoluta de te>-
ik'#- ,e?t0 rel'8'so. aquelle traba- temuohas oceulares e de milagros compro-
iho ro para t ireji urna restiiuieo im- vados."
portMte, duendo evidente a superioridade Falta de am principio de culto, e por
?M!!v hhi a a Prot,dencia tutelar e a conseguinte, de fama de santidade.
wcunai Jaae do seu espirito vivificador; e | t Impossiblidada de produzir o testemu-
jmons-iranio de um modo incontestavel nho do bispo dadiocese do apresen lado, re-
qae o descobrnent An -----*- : -
um
T
branco?, mai anda as modancas nlefiorJ
devidas destocacSo das graoulacoes e
produjo dos vacuos. Foi Davaine qoe
estabelecea a analoga destej movimentos
com os dos amibes, especie de infusorios
de ama orgamsacSo mai simples, classifica-
dos per Muller no genero proteo ( prstcnu
diffltuns) e caracterisados pela instabilidade
da sua forma.
Feita a descrpco dos movimentos ami-

lam
papa
qjuefalla e responde qne ler um papel mu-
do, que nio sabe responder? E qnantoscon-
selheiros houveram de dizer depalavra.o
que se nao attrevem a dizer e firmar por
escripto? Eoire a bocea do consulado e o
ouvido do rei passa a verdade com seguran-
za : e nem todos lm liberdade e constancia
para fiar o seu voto das riscas, e dos riscos
de um papel. Nao fallo em que a tinta com
ser preta pode tingir o papel de muilas c
res, e a penna, de qualquer ave que seja,
loda nasceu da carne e sangue.
fotrojuzir papel e tinta (ao menos tanto
papel e laota lint-) nos c mselhos e nos tri-
bunaes, Pul traca de fazer o tempo curta, e
os reqaerimentos largos, e de se acabar
primeiro a paciencia e a wda, que os nego-
cios. O maior exemplo que ba desta expe-
riencia em todas as historias o da execu-
gao deste mesmo conselho, em que estamos.
A execuco deste conselho foi a morte do
Christo; e cousa que parece, excede toda
a fe (se o nao disseram os evangelistas) con-
siderar o muito que se fez, e o pouco lem-
po que se gasiou nesta execuco. Foi Chris-
to preso sdofe horas da nnite, e crucifica-
do s doze do dia. E que se fez, ou que se f01ECT(> DE cuwN.SACio.-Em segu.da
A h.u- 9 BV lav,Hn n P^IlCamOS
Supplico vossa santidide que. em-
quanto espera pela mencionada memoria,
especi.lmente destinada a cembater aquellas
e outras objecc5es, se digaedeitar urna vista
d'o'uos sobre as seguintes consid ;racoes
cerc de urna causa que pole dizer-se nica
e sem precedentes na igreja.
A causa de Christovo Colombo ver-
Vmue; que beis de lamentar-me!...
Eu.. lamentar-te?..tOh I que simf
Meu corado j de ooiro,
qne vo separar de mim!..
Ai triste 1 Porque inda vivo,
se a vida me lccruel ?...
Chorei-lhea dr compassivo,
o afastei-me pensativo,
deixaudo a passj o corcel.
Le3l a promessa, es volto,
ao luzir o oitavo dia ;
singela cruzinba d'ooro,
de mimo noiva trazia.
Onde acbar Liza, a pastora ?
pergunto aum bom ermito.
i Bem perto de vds, responde ;
bem peno de vos I Mas onde?*..
Nochoquepizais: na chao.'...
Fernando Leab.
Terminada a minha narrativa, levantrno-
sos, e as bellas seohoras qne me baviam
pedido nma historia beirado mar, enxu-
garam as lagrimas que este trisle episodio
ibes bavia arrancado.
><
A tunta eo papel.
PELO PADRE ANTONIO VIEIRA.
Sermo da sexta-feira da quaresma pregado
na capella real, armo de 186.
Das ba que tenho para mim que a tinta
e 0 papel s daas pecas, ou escusadas oa
quasi escusadas em am conselho. E porque
isto parece querer condemnar o mundo nao
hei de argumentar ao mundo, seno coa-
sigo mesmo. Qual mais antigo o conselhe
ou o papel ?
Pois assim como naquelle tempo e fazi-
uo fez nesias doze horas ? Foi levado o
Senhor a quatro tribunaes mni distinctos, e
a am delles duas vezes; ajuotaram-se e fi-
zeram-se dous conselhos; apresentaram-se
em duas parles as aecusacoes; ttraram-se
lies inquirieses de testemunbas ; ex pedio se
a causa incidente, e perdao de Barrabs; de-
ram-se dous libellos contra Christo; tze-
ram-se arrazoados por parte do reo e por
parte dos autores ; allegarara-se leis, deram-
se vistas, houve replicase treplicas, repre-
seotaram-se duas comedias, orna de Christo
propbeia.comos olhos tapados.outra de Chris-
to rcio comsceptro e cort>3; foi tres vezes des-
pide e ires vestido; cinco vezes perguntado e
examinado ; duas vezes sentenciado ; duas
mostrado ao povo ; ferido e affroatido tan-
tas vezes com as maos, tantas com a onna,
cinco mil e tantas com os ajootes ; preve-
niram-se de langas, espadas, facbos, lanter-
nas, cordas, columna, azorrague, varas, ca-
das; urna roupa branca, outra de purpura;
cannas, espinhos, cruz, cravos, fel, vinigre,
myrrba,esponja, ttulos com letras hebraicas,
gregase latinas nao escriptas.'senao em ta-
Ihadas, como se mostram hoje em Boma;
ladroes, que accompanhassem ao Senhor;
cruzes para os mesmos ladroes, Cyrioo que
ajudassea levar a sua; pregou Christo tres
vezes, urna a Cayphaz, "outra a Pilatos, ou-
tra as (Ibas de Jerusalem. Finalmente, ca-
li indo e levantando foi evado ao Calvario e
crucificado nelle. E que tudo isto se obras-
se em doze horas 1 E que ainda dessas doze
horas sobejassem tres para descanco dos mi-
nistros, que foram as ultimas da madrugada?
Grave caso I
E como foi possivel, que todas essas cou-
sas, tantas, to diversas, e de tantas depen-
dencias se obrassem e se pudessem obrar
na brevidade de to poucas horas, e mus,
sendo a metade dellas de noite ? Tu lo foi
possivel e tudo se fez, porque em todos es-
tes cooselbos, em lodos estes tribunaes, em
1 odas estas r< solucoes e execuces nao en-
trou papel nem tinta.
Se tudo isto se boovera de fazer com as
lardancas, com as dilaces, com o; vagares,
com as ceremonias, que envolve quahjner
papel, anda boje no estava remido o gene-
ro humanoS quatro palavras se escreve-
ram na morie de Christo, e foram as do titu-
lo da cruze logo houve sobre ellas embar-
gos, requeriraentos, alterares, teimas, des-
contntamenos; e se Plalos Dio dissera re-
solutamente, que se nao havia de escrever
maisquoi scripsi, scripsi, o cso era de
appellacao para Cesar, que estava em Bonn,
dali a qoinhentas leguas, e demanda bavia na
meia regra para muitos. annos.
At Christo leve sua conveniencia em
ao haver papel e tinta na sna execuco,
porque ao menos nao pagoa custas.
a carta que o arcebispo de 3or-
deus, o cardeal Dmete, airigiu ao papa
Pi IX, pedindo que se instaure o processo
para a canoaisaco do descobridor do Novo
Mundo, o celebre genovez Christovo Co-
lombo :
Santssmo padre.Compatriota e con
temporneo do mu veoeravel cura de Ars,
tive a fortuna de defender a sua causa, pe-
rante a sagrada congregado dos ritos.
Tambem tive a honra de assistir ao
acto da recente bealificacao de Germana
Cousio, que durante a sua vida edificou
singularmente os habitantes do paiz limitro-
pbe do mea arcebispado,. e uni-me do cora-
co aos que dispensaram as honras proprias
da igreja aquella pobre to generoso, o
mendigo Bento Labre, cuja santa memoria se
conserva no Artois.
Seja-me permittido hoje chamar a at-
tenco de vossa santidade para um bomem
celebre e providencial, que dedicou toda, a
sua vida ao descobriraento de um novo
mundo, ara ah estabelecer o imperio de
Jess Christo.

sentaco, e em todos os graus de sua jerar-
cas, tomou, debaixo da sua proteceo, a
pessoa e a idea de Christovo Colombo,
Da-lhe hospitalidade, aixilio o pro-
teceo publica; prestou-lhe a sua poderoso
intervencao e soccorros materiaes, emqum-
to os sabios mais eminenles do mundo en-
to conbecido, emquanto a corte e a junta
dos cosmographos, despresavam o que sua dadeiramVoTe MMpekMiL
pou.-a fe chama va sonhos do louco.
t Os primeiros e maiores protectores do
Ilustre geoovez perlaociam todos igreja;
eram religiosos de S. Francisco, de S. Do-
mingos. Um bi po, am arcebispo, um car-
deal, o nuncio de sua santidada e proprio
pontifica, todos lhe deram amparo e pro.
teceo.
Tres papas fomentaram e abeocoaram
successivaraente os seus immortaes traba-
ihos.
J oo ha a menor duvda acerca da effi-
caz coopraco que a igreja prestou ao des
cobrimento do continente, d'onde tecm de-
vivado para a sciencia vantagens incalcula-
veis. Sua aeco directa e benfica naquelle
traoscender.tavel acontecimento, aprsenla
urna epopa magnifica e am moivo de pro-
funda edifhaoao. Nada mais dramtico,
nada causa mais commoco do que aeguir os
passos d'aquelle bomem predesfinado.
Nenhum carcter histrico aprsenla,
nem urna vocaco mais determinada, nem
um intuito mais apostlico.
t O descobrimento do novo mundo nao
era o nico objecto dos esforcos de Christo-
vo Colombo, nem to pouco era esse o-pon-
to culminante das suas ambicoes. Para elle
aquelle de,cobrimento s representava um
tmespalbar por trras desconbecidas o
Tudo, o h)mem, a obra, o cnnho que
lhe imprimi a Providencia, o triumpho, que
obteve, a ingratido dos homens para com
elle, a usurpaco da sua legitima gloria que
se verificou depois da sua morte, essa mesma
morte, e at a sua sepultura, talo foi ex-
cepcienal na vida de Colombo.
Por pouco que qualquer profunde o
assumpto, logo se convence que o descobri-
meuto do novo mundo n5o poda de nenhum
modo ser obra da um geographo qualquer;
era preciso que fosse alguem chamado la de
cima para levar cabo urna empreza de tanta
magnitude.
t Todava, a idea de Colombo foi era-
mente sua; foi filha da sua propria resolu-
Co, que s pela Providencia Iba poda ser
inspirada; e a nao ser elle, niogoem. abso-
lutamente niogoem, pedera te-la posto em
execuco.
A historia de Christovo Colombo a
de om bomem excepcional, que de modo
nenhum pode julgar-se pelas regras do cri-
terio commum.
Seguinlo o exemplo da Providencia, o
papa dispensou-lbe favores excepciomes..
Nunca nenoum secular roeebeu de Bo-
ma tantas demonstracoes- de confianca e ca
rioho. Colombo era casado, pai de fami-
lias ; grande almirante, viee-rei, e, nao obs-
Avida de Christovo Colombo, escripia
pelo conde Boselly de Morgues sob os aus-
picios de vossa santidade, veio deseobrir
pela primeira vez o coraco evanglico, o
zelo infaligavel d'aquelle inspirado eogenho,
que teve na trra a nobre misso de ora
verdadeiro nuncio de saivac3o.
Antes do conde de Boselly, oingnem
tinha ainda tratado, so o aspecto catbolico,
nem do descobriraent0 do novo mondo,
nem das evangil.cas virtudes do sea mara-
vilhoso iniciador. Por urna estranha- siogu-
laridade, s escriplores anti-catholicos se
baviam oceupado com a biographia do vir-
tuoso navegante; e as suas versoes eivadas
de parcialidade, vendo na sua belleza moral,
pura cxpresso do seu acrisolado calholicis-
rao, um obstculo invensivel, e de que ao
mesmo tempo nao podiam deixar dB fallar,
apresentaram suas virtudes como um mixto
de devoco, astucia, orgolho ejraqueza. A
escola racionalista, nao satisfeita com o ae-
gar-lbe a puresa das suas virtudes, pratao-
do-o de certo mido como um homem am-
bicioso e dissimulado, teve a ousadta de
attriboir-lhe defeitos e vicios, que nem
sequer ebegaram ao conhecimento dos seus
contemporneos.
. c To atroz calumnia, divulgada pela im-
prensa e acceita sem exame pela maior par-
te das sociedades e corporacoes scientificas,
prevalecen na opinio. D*este modo a igre-
ja ficou completamente esbuloada da sua ini-
ciativa e de toda a parte que lhe coube
ii'uma empresa que foi, todava, obra ex-
clusivamente sua.
nome do nosso Divino Bedemptor, e fazer unte sso, a corta de'Roaii7uiris",u-o a
que as mais remotas nacoes podessem vir considerar-se como legado aataral da santa
um da adorar o sagrado tmulo do Salva-
dor; esperando por este modo franquear o
camiabo, e por meio das riquezas dos
paizes recem-descobertos remir o santo se-
pulchro.
Santssimo padre, o homem destinado
por Deus para por o aotigo mundo em re-
laco eom o novo, era oa verdade digno da
sua misso providencial. Por isso a Pro-
videncia o cobriu sempre com seu manto
protector. A existencia de Cdombo tem
um canbo especial. N'ella se vem man-
festos e caracterisades o sobrenatural e ma-
r vilhoso aosilio da virtude divina, que Deus
d aos fortes, e a perseveraoca q,ue infnnde
no animo dos- predestinados.
Colombo foi paciente, mto austere c
misericordiojor ninguem soobe como elle,
araticer a hunadade, a obedieacia, a resig-
aaco e o perdi das offensas.
Ninguem foi mais generoso do que elle
com os pobres e os prisioneros;. Colombe
assistia aos enfermos e curava-os- pelas suae
proprias mos.
A ultima cari que escreveu fbi um acto
de caridade ; nelia o descubridor do novo
mondo implora o perdao para dois condem
nados morte.
Tudo quantosoffreu da parte dos ho-
mens pode attnbair-se ao se amor pelo
Bedemptor, e pratica fiel dos-seus man-
da mantos.
Por ser amigo dos pobres, dos peque-
os, dos fracos. viu-se o immorialnavegante
perseguido,, odiado e calumniado.
O'Orgulbo dos nobres nao lie perdoou
nunca* a proteco que sempre disuensou aos
indios, fazendo d'elles christos, qne baviam
de achar na igreja um apoio contra a tyram-
nia dos seus oppressores.
Cte seus mais encarnicados e acrrimos
inimigos "foram alguns dos seas subordina-
dos^ qpe- a sua vigilancia nao daix-ava entre-
garemrse ao roubo,. pilhagem e-raiis extre-
s as novas trras onde proclamo u a luz
do Evangelbo.
Antes de apresentar a ninguem o seu
projecto de descobrimeato, Cbrieiovo Co-
lombo havia pedilo e obtido venia da san-
ta s.
Inoocencio VIH foi um dos-qjie mais o
protegaram; o interesse e amizade que
consagrava ao celebre navegante,, pode ver-
se ainda as inscripces que ornara o seu
tmulo na baslica de S. Pedro em- Boma.
Um dos eus- successores, nocontente
com dispeosar-lhe o titulo dequerido -
Iho (dileciumfiliim), dechrou-ocom-
pletamente digno(utique digmiiry da alta
misso que a Providencia o tinha chamado a
desempenhr.
Por urna simples reclamacao de Colom-
bo, o papa'publicou-a-famosa bulla da-aon-
cesso Hespanha ? e,.em resultado de urna
iodcaco sua, o mesmo pontfice tracxiu a
celebre linha divisoria de um a outro polo,
que nao deixava a p issibilidade de litigio
algura.
Veja-se, pois> santo padre, a predileeco
.excepcional que a santa-s teve pela obra
!do descobrimento, e pelo seu inspirado
albor.
mos a que os seus perversos- designios os
levavam. Mas o- grande homem perdoou-
Ihes sempre; c > leve palavras de paz e mi-
sericordia pira com os mariuceiros rebeldes
que quizeram attentar contra a-sua vida.
Assim que shegou ao cumulo dos seus
desejos,. o descobrimento de-novo ranndo,
Calombo esqueceu tudo, e foi para os ex-re-
beldes ura pai carinhoso; sonstituo-se seu
advogado, implorando para elles a compaixo
e indulgencia da: corte.
Todos os actos da so vida fo admira-
vsis e apresenlam om exemplo de piedade.
As virtales daquelle servo de Deus, sa>
fc3o sublimes, chegam nagio lo elevada
sjue hesitamM em empegar a palavra virtU'
f de, to prodigilisada hojej para caracterizar
os actos do insigne geaovea, que foram para
os seus contemporneos, um objecto de edi-
Qcaco.
Necessita-se de ootro termo para ipiali-
ficar dignamente a sua superioridade moral
e religiosa.
Ha j dez anaos, santo padre, que a
historia de Colombo Gorre pelo mundo tra-
duzda em varios idiomas.
Porm, a fim de que a verdade sobre-
..................................'pujasse mentira, quiz vossa saatidadeco-
Terrivel flagello do mundo foi sempre o nhecer o verdadeiro carcter d'aquelle gran-
papel; mas hoje mais cruel que nnn:a. A de acontecimento, am dos mais memoraveis
orgem e nome do papel foi tomado das cas-' da historia.
cas das arvores, que em laiim se chamara| Na conformidade das vossas indicacoes,
papyrus porque aquellas cascas foram o a rehabili taco do grande navegante de va
primeiro papel em que os bsmeos escre- ser escripia por ama penna imparcial, qpe
viam ao principio; depois deram em curtir | apresentasse os fados com a inflexibilidade
palles, e se facilitou muito a escrptura com e juslica da historia,
o uso dos pergamiahos, ltimamente se in-! f0 para a miDna patria urna grande
Vfintnn a nraoa t\n ninol Ha nna hniJ? nao. t____ ___s._-_. _ . r_____a:______:.
SrruAgXo acoNOMicA. Sobre isso d. o
T'emps :
Besulta do relatorio de Mr. Magne,. so-
bre a situacao econmica do imperio, que
em 1870 a totalidade da-despeza feita da
parcella da receila chegaria,se se nao esta-
Delecesse a ordem, cifra de 1:229 milhoes,
apezar do constante augmento de irnposios,
e-no obstanto^tantos emprestimos e outros
recursos adquiridos sem fiscalsaco. Eno-
te-se bem. que at agora s'se trata dasgre-
eauces que precisi adoplar em tempo de
paz; que seria}, se urna falsa apreciaca-da
poltica geral, um conflicto-diplomtico ou
ama intriga qualquer, nos precipitasse- em
urna guerra?"
E'" evidente-que se nao pode -consentir
qpe as despezas augmentem at a papoella
de 1:229 mimes, e que -preciso minora-la
por meio de urna consolidaco parcial.
D'aqui procede a necesdade do erapres-
timo. Devide aos 440 milhoes que Mr. Mag-
|ae vai pedir ao crdito, as despezas ficam
inferiores a 800 milhoes,. o addicionando-se
outros fundos indispensveis, avanee-se o
que se quizer, mas havemos de encontrar-
nos sempre-diante de urna divida lluetuante
de 1:000 milhoes.
Hontem nos colloiamos debaixo do
se ago-
phenomeno da
mtussucjpcao n esles glbulos, observado
por diversos micrographos. Ete estudo
de muita importancia, porqu8 faz adoptar
novas ideas a respeito da estroctora da-
quelles glbulos. Admittindo-se que a mas-
sa do glbulo est encarcerada por urna
membrana bstanle densa que a limite
difficil concaber que, vista dos observado-
res, granulos solidos possam atravessar esta
membrana e penetrar no interior da cellula.
Por esta razio que Scbultz nao besita em
considerar os glbulos como cellulas sem
membrana, isto , constituidos somente pelo
protoplasma eovolvenlo o ncleo.
A' vista desias difiieuldades surgem amas
poucas de questes que indispensaverl re-
solver. SerJo todos os glbulos brancos
igualmente constituidos ? Os globolos |do
protoplasma nao representarlo um estado
transitorio ? Os glbulos brancos, que n5o
sao dolados de movimentos amiboides, te-
ro estatura ig ial dos que lm este movi-
mento ?
Segundo Becklinghausen, Havem e He-
oeque estadaram os movimentos amiboides
as cabulas do rauco, de qoe do os dese-
nhos. Entre estes elementos, ba algons
qup, pela aeco do acido actico, nao apre-
sentim a reaeco caracteriatica dos leucocy-
tas. Pde-se, pois, deduzir desta observa-
Co, que os movimentos amiboides existem
nao somente nos glbulos brancos do moco,
mas tambem as cellulas epitbiiaes nueJea-
res, espbcricas ou ovaes, ainda norae e p-
lidis, qua se observara n'este bomor, ao
passo quefaltam as cellulas epitbiiaes cy-
liadrios ou cubicas completamente forma-
das.
Huxley e Koker observaram estes movi-
mentos no tecido conjuncivo dos aaknaes
Bferiores, o que tem sido observado por ea-
tr-os micrographos.
Em quanto s roadancas de forma obser-
vada nos glbulos vermelhos dos animaes-
superiores, difilc.il considera-los como mo-
vimentos amiboides verdadeiros. A neces-
sidade para observar este3 pheaomenos de
elevar a temperatura a am grao mu supe-
rior ao do estado nornal, deve fazer concluir
urna acfao de outra ordm.
As rewiPicApES. ae roma.D'uma cor-
respondencia de Boma poblkada por um
jornal italiano traoscrevemos seguinte
trecho r
O cardeal AntoneHi as suas conversa-
Ces papjicnlares manifesta a sa firme con-
vieco sobre a inminencia de ua guerra.
Diz soa eminencia cpie as grandes obras de
defeza, que os franceses- esto levantando,
nao sao por modo algom destinadas a col-
locarem Roma ao abrigo de ama surpreza
da Garibcldi, mas sim a preparal-a contra
um ataque do exercilo regular itaJiano.
Na guerra que breve ha de estalar, dis-
se sua eminencia, o exercito fraocez bater-
se-ba to somente contra a Italia, em qnanto
que as nossas tropas tomaro sobre- si a ta-
refa de conservarem em respeito- a popola-
Co romaoak.
O imperador Napeleo retireu todas as
suas sympathias oaidade ilaKaoa no dia
em qoe fez a descoberta do tratado secreto
assignado por Bisraarck. e Rataazt.
ventoa a praga do papel de que hdj*f usa-
mos.
De maneira qne, se bem advertimos, foi o
papel materia de escre er a iovenc5o de
esfollar . Com o primeiro papel esfolla-
vam-se as arvores; com o segundo esfolla-
vam se os animaos; com ojde hoje esfollam-
se os homens. Oh I quanto papel se podra
eosadernar com as pelles, que o mesmo pa-
pel tem despido t
bonra, santssimo padre, que vos dignasseis
confiar to importante trabalbo a um escri-
ptor francez.
e A obra escripia por ordem de vossa
santidade presin um grande servico, tanto
sociedade como ao catboheismo.
A scienca e a eradico Ibe sao devedo-
ras da reparacao de alguns esquecimentos
involuntarios, e de muitas ommissoes pre-
meditadas da recficagode datase circams
tancias at agora mal coobecidas ou mal
A opinio tem tido tempo sofficiente
para firmar-se e reproduzir-se. Esta opiniao
teo-la visto expressada unnimemente pelos,
catholicos de todas as nacoes. Personageos.
de 4odas as classes, seculares, ecclasiaslicos,
doutores religiosos, chefes de communidades
monsticas, bispos, arcebispos, e at raem-
bros do sacro collegio, nao poderam deixar
de reconbecer o seu carcter de santidade
naquelle perfeilo discpulo do Evangelbo.
Como ; rcebispo que soa, de ama igreja
ligada por to aportados lagos com a do no-
vo mundo, e que conta na soa esphera me-
tropolitana o bispado das Antilhas francezas;
estando a sede episcopal que oceupo, to
prxima da Hespanha, com cuja igreja tem
importantes e numerosas relaces; alm
d'isso sendo eu o primeiro membro do epis-
copado que tive a henra de fazer ama apre-
jciaco solemne da vida de Christovo Colom-
bo, considero como um imperioso dever
depositar aos ps de vossa santidade a ex-
pressao do voto de grande numero de fiis
de todas as radicos e pertencendo a todas
as classes da sociedade.
* *
N dissimulo as difiieuldades que bei
de encontrar ao tratar de obter de vossa
santidade a aatorisaco para apresen'^
coDgregaco dos ritos a causa de Crfiristo?3o
Colombo.
1 Vina memoria eip/Xial responder as
ponto de- vista de beilo ideal; suppunha-
mos, come o ministro, qpe a prog?esso na
receila nao diminue, e que nenhum inci-
dente exigir sacrificios imprevistos nos
dous annos que osto para d correr. Mas
ser possivel tomar parte ua coafianca qoe
tem Mr.. Magne a esta- respeito. Sem invo-
car mesmo o aspecto- da gnerra, nao vemos
nos- j surgir novos gastos ? Uta* emprsti-
to de- 4t0 milhoes.effactivos, na razao de
perto de 68 darla em resultado a inscrip-
cao nogrande livro, pelo menos, de 20 mi-
lhoes
A intervenf-lo do governo na ilquida-
Qao mexicana terminar certamente- com a
creaco de um capital, cajo juro resultar
em beneficio dos portadores de ebrigacoes,
e o projecto para a coocluso dos caminbos
vicinaes dar efectivamente om resultado
anlogo. Por outro lado, parece-nos impra<
dente contar com a extinco indefinida das
receitas, por isso que boje tem ebegado a uns
limites de que difflcilmente passarSo, a nao
occorrer alguma mudanca radical de sys-
tema.
Em ama palavra, o relatorio de Mr.
Magne poe em relevo urna situacao, pe-
rante a qual a opiniao publica tem direito
de agitar-se. Debaixo do ponto de vista po-
ltico, produzem-se conseqnencias, a respeito
das quaes convem insistir; mas boje falta-
nos o espaco, e, por ootro lado, entendemos
que os fados fallara com bastante elequeu
cia.
Movimentos amib^des, observados par-
ticularmente sangoe. Warthon Jones
foi o pringo que descreveu os movimentos
6 * mudancas, de forma, qne se podem
produzir nos glbulos brancos do sangue da
raa no campo do microscopio. Os mesmos
pbenomenos foram estudados, pela primeira
vez no sangoe human, por Davaine, que
iadicou nao s as expansoes des globolos
A legio hespankola.Segando esers-
vem de Boma Nuzione de Florenca,.falla-
se de urna legio, pie-se est organisando
no visinho reino, exclusivaraeEte composta
de caballeros hespaahoes, do mesmo modo
que o regiment de zuavos papalinos com-
posto tao somente de condes, marquezese
duques da Franca e Blgica.
A respeito d'esta legio hespaobola corre
emBoraaum boato, que, a^ser fundado,
deve Dteressar nao pouco ao governo ita-
liano. Dizia-se ltimamente na cidade dos
papas que D. IzabeH declarou a soa iatea-
Co de organisar esta legio, do mesmo mo-
do qte o goveruc. francez crganisou a soa
legio d'Antibes,. formando completamente
com soldados do excercito hespanhol^ cujo
tempo de servico- as Aleires do eaercito
ser coutado como se fra feito sob a ban-
dei.ia de Sua Magestade catolica.
A legio hespanbola ter. mais a seguate
vaiitagem, de que nao gosa a legi*d!AjHi-
bes; iodos os postos e promoces obtidas
as fileiras do exercito papalino serSo reco-
nbecidas e confirmadas pelo governo hespa-
ahol, logo que os legionarios fore ceadmit-
lidos as fileiras do exercito hespanbol de-
pois de terom completado o sea lempo de
servico nos, estados da igreja.
Se acaso, diz a Nazicne, os fervorosos ca-
tholicos kuluzem a ninba Izabol a dar si-
mdhante passo, estou persuadido que a le-
gio hespanbola e os- navios,, qoe a trans-
portaren!, podero soffrer tuna desagrada-
ve! desteita no costo caminho que vae de
Barcelona a Civita Vecchia. A mencionada
correspondencia diz que Roma parece om
tmulo posto qoe seja agora a poca carna-
valesca : os theatros esto desertes, e pou-
cos estrangeiras se v.e,
IlldminacJ& em paius.Pars llall'*
minado por 21:000 bicos de gaz qoe opa*
somem anoailmente 1 i0,000:000 de metaos
cbicos de gaz.
Anedqcta.Francisco, Antonia !..
Senhor?...
Procurem a miaba escova daa unhas,
que nao acbo.
Os servos correm a execular a ordem de
seu amo, d'alli a momentos volta o Fran-
cisco de estova em ponbo.
=* Aqu est, senhor meo amo; agora
vou dizer a Antonia que escusa de a pro-.
curar.
Nao facas tal, estopido, nao reparas
que se ella, como tu, tambem a achar, fi-
carei com duas escova:. em vez de ama, U
Palacio da exposico.O paficlo da ex-
posico de Paris, foi veodido, para ser de-
molido, por 1.100:000 francos.
Caminho de ferro.O grande caminho
de ferro, qce ha de por em communicacjiQ
os Estados Unidos com o Mar Pacifico, ficr
em 1870 berto at S, Francisco da Cali-
fornia.

i
1
l^

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T?P. DO PWBI0-BU4 DAS CRUZEa N Vk.


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* *