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Diario de Pernambuco ( Monday, March 09, 1868 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11515

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, March 09, 1868

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11515

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/11515

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, March 09, 1868

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:11515

Full Text

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ANN0XL1V. NMR 57.
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PARA 4 CAPITAL K Lt&ABES NIKE ^t KAO
fjr tr '! fiiattiJ)} .
Pjr seis d/tas idin .
Por a-A aun iiem
Cada erfl arla* ,

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6CdO
12,5000
24^000
320
SEGUNDA FEIRA 9 DE MARgO DE 1868*
-^_ '- 4 w
PABA NNTBO E VOM DA PROVIKCIA.
Per trs metes aiiaitailea'.- .,.-:. T .. ,. . . -p 6479$
Par acia ditos dem ,.............................,. 11450*
Par nev titee idea................................. M0259
Par auna idas OS............................ S74OO0
4\s80diB*eii un iaanAuraiia j> naa&aiPama ta ihjidi!* m&wbik&idii s>3 mulua* & 9um ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandnno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Sifta ; Aracaty,
o Sr. A. de Leraos Braga ; Ceara, o Sr. Joaquim
los da Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Amonio
Aires 4 Pilos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, ftSr. Frao-lco Tavares da Costa ;
Baha, o Sr. Josa Manioc Alvas ; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ubeiro Gs,*rkto
partida dos estapetas.
Oiinda, Cabo. Escada e estacos da ria frrea at
Agua Preta, lodos os das.
Iguarass s Goyanna as segundas e sextas feiras
Santo Anto, Grvala Bezerros, Bonito, Carnar
Altinbo, Garanhnns, Biqoe, S. Bento, Bom Con-
seloo. Aguas Bellas Tacaran}, as tercas felrra,
Pao d Albo, Nazarelb, Limoeiro, Bfcjo, Pesqueira
Ingszeira, Flores, Villa Bella, Cabrofc, Boa-Vis-
ta, Morlcury, Salgueiro e Ex, as qnarias feiras
Serlobem, Rio Formoso, Tamaodar, Una Barra!-
I res, Agna Prela e Pimeoielras, asqnintas feiras.
AUDIENCIAS DOS TRBUNAJS DA CAPITAL.
Tribunal do comroereio: secundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s iOboras.
Fazenda : qnintas s 10 horas.
Juizo do coromercio : segundas s 11 hora?.
Dito de orpbos: tercat e sextas s 10 boraa.
PriTielra vara do cral: tercas a sextas ao mel
da.
Segunda vara do clral : qaartas esabbades a
1 Dora da tarda.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO
2 Quarto cresc. a 1 h.. 56 ro. e 21 s. da m.
6 Lna ebeia as 5 h., 9'2 m. e 52 s. da t.
18 Quarto ming. as 0 h., 36 m. e 9 s. da m.
" ni, e 40 s. da m.
32 m. e 22 s. da m.
24 La nova as 3 b., 6 ni, e 40 s. da ro.
31 Quarto creso, as 9 b-,
DAS DA SEMANA.
9 Segonda. S. Francisca Romana vinva.
10 Terca. Ss. Drciboveo e Atnalo abb.
11 Quarta. Ss. Caddido e Heraho rara.
12 Quima. S.Gregorio dootar da igreja.
13 Sexta. S. Eufrasia v. m S. Rcgeric f. ab.
14 Sabbado. S. Matbflde raioba da Allemanba.
15 Domingo. S. Henriqne rei de Dacia.
PREArfAR DE HOJK.
Prfmeira as 3 uoras e 42 m. da urda.
Segunda ss 4 horas t 6 minlos da BJlHi
PARTIDA DOS VAPORES COTEffiOB.
Para o sol at Alagoas a 14 a 30; para o ora
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; pan Fot*
nando nos dias 14 dos mezas Janeiro, mareo, i
jalbo, setmbro a novembro.

PARTE OFFIuM
MIJISTEItl D.%. 114RI1HV
NOTICIAS DA ESQUADRA.
Commando em chele da torca naval di Brasil,
em operagoas contra o governo do Paraguiv. Bir-
do do vapor Brasil, no port Eisiario, 14 de feve-
reiro de 1368.liira. e Exm. SrHoutem noite,
debaixo de lempo chavoso, escoro e vento variavel,
como eo preVir edesejava, effactuaram os monito-
res Para, Alagoas e Rio Grande, a- ordaos do capi-
to de mar e guerra Delphira de Cirvalho, com-
mandante da 1* divisao desta eaqaara, sua bri-
Ibanle e aodaciosa passagem por sob as bateras de
Curopaiiy.
Na minha erdera do dia de boje e as participa-
{OiSotBciaes que jamas leobo a boira da offare-
c6r a V. Etc. em proprio original, minuciosamen-
te se descrevera.este bello feno, que mais urna
gloria para a nova raariDha de guerra.
Congratulo-me com V. Exc. por este i aportante
motivo, e mais orna vez rogo a V. Etc. se digoe
baijar a augusta mo de S. M. o Imperador em m sa
uome e no dos meus subordinados por to ocrosa-
jo triompbo das armas do imperio.
Deas guarde a V. Etc.Uno. e Eim. Sr. canse-
heiro Dr. Alfonso Celso de Assis Figoeiredo, mi-
nistro e secretario de e.tido dos negocios da irn-
riohs.Bario de Iobauma, eommandante em ebefe.
Commando em chefe da forga naval do Brasil
ni operages contra o goveroo do Paraguay, bor-
do do vapir Brasil, no porto Elisiario, 14 da feve-
reira de 1868.
OROEM DO DIA N. 115.
E' com o maior prazer que anouacio 'squadra
do meu commando o bnlmnte feito por urna
parte della praticado na nolta de bootam.
A 12 do correte ordeoei ao Sr. capilao de rnir
guerra Delm Carlos da Carvalho, que acompa-
ubado dos Srs. pratios 1* tenante Femando Etch-
baroe, 2* teneole de cammis-o B,rnardioo Gusta-
vino e Maooet Prefume, se dingissi a Curoz, all
tomasse ocammaolo dos monitores Para, Rio-
Gran'- e AJagoat, para cada um dos qutes desti-
nara um dos ditos praticos, e depois de aooitecar
forcasse a tolo o transe a passagem de Curopaity.
O Sr. capilo de mar e guerra Carvalh >, procu-
raodo dar toteira exeeucp miaba ordem, suspeo-
den, e poz sa em marcha s 8 horas e 30 mlutos
da note daquelle dia ; a morostdade, porm, do
movlmento dos monitores e algoas desarranjos uo
machiosm; obngaram o a dar fondo, nao .-o por-
que clareava o temp, e seria oresaotido pelo ini-
migo, como porque era inli-p-in-avel remediar
laes a 'arias. Nesta occasiai navegando a;uis abai-
xo, o Alagoas abalroou o Yptranga, qaa loe atlrou
com a cbamio ai con vez. O dia 1) f j todo em-
pregado em de novo prompt Q :ar os monitores, o
i|ue se cooseguio, apazar do mino ojio tamp que
bouve.
Pouco depoisde esenrecer, com mi tempo ain
da, e vento variayel, poz-se de novo em moviman-
lo a esquadriloa de monitores. E'am pouco mais
de 8e meia horas da ooue quando as balaras de
Curopaity, meno lories boje pir cart do qaa a 15
da agosto, nem por Isso, porm, manos Motivis,
yTiia cootan alada vime ou rain i>a(as, entre
lias qualro de 63, sganlo unaounenaue decla-
ram os passados, romperam vivlssimo fogo, acom-
panhado de feroi vozerii, sobre nossis galhardos
camaradas dos mioitores. O digno e brioso Sr. cha-
fe de iviso Alvtm, comiuaodante da 2* grande
dlviso, e chitada estado-maior da esqaadra, nao
fez esperar a resposta : os bravj3 da ('. iru'ii, que
aohelam poder partilhar dis trabilhos da heroica
a resignada 1' granle dmso, vieraraom prompto
auxilio dos mioitores; seus ba;n dirigidos fagos
qoast Gzeram calar o ioimigo.
A's 9 horas e 30 minu'.os prximamente dava
ando junto ao navio alaiiraote o Alagis, pouco
Jepois o Para, e cerca das 11 ho~as o Rio Grande.
Este navio se atrazra, porqua alravessando-se-lhe
na proa um grande camilole, tava de parar para
sata-lo a machado, Isto debaito de vivo fogo do ioi-
migo, qie consegu i empregar-lha eotSo, sem qae
pirm, Ihe causasse damao, duis balas de 63 na
c juraca de K. B. .
Estava assim effactuada a passagem sem perdas
de vidas, e sem aranas.
A bravura e totelligencla qaa nasta ocasiaj
dssaovolveram os Srs. capito de mar e goerra
Delom Carlos de Cirvalb >, eommandante da 1* di-
visao, 1" leneotes Cu>todio Jos de Mallo, comman
daole oPar, Joaquim Antonio Cordovii Maurity,
) Alagoas, e Autsuio Jiaqiira, commindaote do
Jlio Qranit, e dos Srs. Fernando Etcbaroe, Barnar-
dioo Gustavioo e Miaoel Prefuma, tai conhecidos
na esqnadra cono hooians dedicados e emprehsn-
dadores de acroas honrosas ao pavilho do Brasil,
merecem o mais pomposo elogio man, ou ames a
a gralido da pait, que superior a tudo quao'.o
eo possa dizer. As guarniedes, quasi em sua gene-
ralidade novas, destes navios portaram-se com co-
ngna e saogue fro, e recabaran pir isso maus
pzrabeos e elogios.
S. Etc. o Sr. chafa deiivisao Alvim receba t>m-
bam maos agradecan iotas e louvores pela parto
activa qae tonou oaos oa pronptidca(i dos mo-
nitores, como na coadjava;o qua prestau sua
brllhiate passagem.
Da todo vau toformar ao goveroo imperial com
a devida claraza a imparcialidad. Receba tambero
o Sr. capito-laneote Helvecio de Sooza Pimental,
eommandante do Heroal, meus louvores pala
promptido com que nos assignalou, segundo as
ordena que Iba dei, a approximaco dos navios
medida que transpuoham ellas as baterias ioimi-
gas. A aatiedade em qae estivn de ver nossos
compaoheiros salvos dos pangos a qae vionim ex-
postos realza este servijo.
finalmente S. Etc. oSr. ebefe Alvim loava em
enea nome lodos aquellas Srs. ofB-.iaes oa pravas
qae nos navios sob saas inmediatas ordeos coad-
juvaram activamente este ser vico. Nos a ssea lamen-
tos da todas as prayas elogiadas se tirio as devi-
das notas.Baro de Inbauma, commandaote em
ebefe.
domando da 1* divisao da es jaidra encoara-
cada em operado js contra n governo do Paraguay.
Bordo do monitor Alagoas no Porto Elisiario,
(3 da fevarelro de 1888.Illm. e Etm. Sr.
Determinando V- Etc. a subida at esta esqnadra
dos mioitorei Para, Alagoas e flio-Grand, qua se
acnavam em Curuzu', e digaaodo-se eocarregar-m
da,direcc5o dejle servigo, part hontem daqui pelo
Chaco s 7 boras da manba, s 11 ebeguel ao Ca-
rato' e trate! de pdr os ditos monitores as con-
dicas mais protavels de forcar com raotagem a
passagem do Ca opaity, e s 8 horas e 45 mioutos
da noite tentamos a pa.-sagem ; mas logo ao seguir
racoobecemoj nao se dever proseguir sem arriscar-
mo nos a algco acooteclraento lameoiavel, pois
nanea nos foi posiral dar aos monitores a conve-
oiante direccio, derido isto ao mal qoe saas machi-
vas fnoccionavam. Forcado por esta contrariedade,
edi e dei novamente fon lo.
Hoje, porm, depols d mandar examinar as ma-
chinas e remediar da melbor forma os defeitos ael-
las encontrados, s 8 horas da noite fli suspenler
todos, e colbcaado.se o Alagoas, oade me acbavi.
na vangaarda, o Pard no centro e o Rio Granle na
retaguarda, seguimos aguas cima a pdrmos em
pratca a passagem por Carapalty.
Logo ao seguirmos, conbecemos nao estar o ni-
migo desprevenido, pois de didarentes pontos da
inargem sua attenQo fo chamada por grande nn-
njero de fogaetes da signaos como daba aotes o#v
denado aos commasdaniss para qae mandassem
an^ar 1 toda a forja, logo que fossemos presenli-
dis pelo inimlgo, assim fez se, e apazar do vivo fo-
go que sobre nos diriga o inimigo, ni veraos,
gracis a Omiipoleocia Divina, a lamentar caso al-
gara funesto, nam mesmo 9offreram os monitores
avarlas qoe msrecara attenjao, porquaatofoi s no
Rio Grande que pegaram dnas balas.
Prximo da 13 horas aqii aneorel, e poaeo de-
pois o mesmo Bzeram es ootros.
Junto encontrara* V. Etc. as partes originaos
qae acabam da dar-me os respectivos comman-
dantes, pelas quaes V. Etc. se dignar' tomar co
nhe-imento do mais qna tambera occorreu, deven
do deelarar a' V. Etc. qua concordo com o que
nelias consta.
Sobre o comportamiento dos comroandantes e
mais guirniro -s s tenhi a informar a V. Exc. que
o ti?i com extrema satisfago, que continuaos a
bem servir a patria e a lornarem-se d'ella seas O-
Ibos ijuTid)-. V. Etc. melhir os coahece e sabe
Ibes faztr ju^tica.
Ma permittira' V. Etc. a honra de felicita -lo mais
esta vez*pela fortuoa que aompanbou a etecujo
das sabias ordens que recebi da V. Etc.
D -os guarde a' V. EicVel/im Carlos de Car-
talho, capito de mar e guarra, eommandante da
primeira divisao.
Bordo do monitor Alagoas, no porto Elisiario, 13
dafivereiro de 1863.--Iilm. Sr.)ebaixo das vls-
ts e presenca de V. S. suspenden boj, as 8 horas
da ooit, o monitor do mea commando, e sob as
Indicac5tf3 do praticj Fernando Etchbarne segaio
agaas cima, adra de jautamente com os outros
monitores forcar as barrancas e fortaleza de Cu-
rupalty. As 8 horas e 25 minlos estava pela prdi
do primajro oavio da vangaarda da s-gunda grande
divisao, e ja' o inimigo cbamava a attenco dos
seus com nma exteusa linha de fogaeles de slg-
naes, dirgindo em seguida sus (iros sobre este
monitor.
As 8 hiras e 40 rainal s montava a ponta sa-
jante do Chaco que flea era fronte ao mais forte
reducto do inimigo, sua artilharia era sobre nos
dascarregada, porm os projectis passavam por ci-
ma da t irre do convs, pala proa e pela popa, nun-
ca conseguiodo acertar-nos um s.
As 9 horas e 3. mloatos achava se em frente i
altima batera do inimigo, cuja artilbaria foi-nos
disparada sem pnduzir o seu etfsito.
As 9 oras e i-5 minutos dava fundo pela proa
do navio almirante.
O navio portou-se e goverooa bam.
O bom comporlamento e activiJide da guarni-
r3o durante o paseo fol por V. S. observado.
Daus guarde a' V. S.Illm. Sr. Dalflm Cirios
de Camino, capitio da mar e guerra, eommandan-
te da divisao avaocida la e-qualra.Joaquina An-
tonio Cordovil Mluruy, primeiro leaeote eomman-
dante.
Illm. Sr.H'ji as 9 luras da noite deram os
Brasiuiros miis ama prava da qae sao capizes das
miiores emprezas, ptrquinti em urna noile mano
escura, em navios da pouca marcha, como sao este
e os outros dous m )Bitoras Alagoas e /lie Grande,
fcroamos sob o commando de V. S. a forticaca
ioimiga de Cirupiuy, qat, apezar de desmoraiisa-
do depols do dia 15 da agi-io, dea s'gail^la vida,
anda quando o primairo navio, o Alagoas, em que
ia V. S.. se zuind i este e depois o Rio Qranie, esta
va a alguaH distancia da meaetonada fo tiQcacae,
atiraado o iaim'go (ogaetes em diversos pontos
d'ella, sem davida como sigaal da sabida dos
navios.
Logo que fui descobrindo o principio da ensea-
di, que forma a fortid^aco, comecou o inimlgo a
fazor fogo viv de artilbaria sobre este navio, ja'
tendo com a mesmi forca atirado sobre o Alagoas;
porm os tiros feitos em ama noite a-cara e estan-
do o inimigo debiixi d) grande imprasso, vendo
da parte de seas adversirios tanta audana, firam
mal dingid)s quaoio a' elovaco, pir isso que to
dos alies passaram porcina do navio.
Apezar do grande numero de tiros, seguio esta
aavio sempre avante a comprir i sua misso, e
nao leodo encontrado entra ve algara cooseguio dar
fuado as 10 boras ao lado do Brasil, ja' se achanlo
fuodeado o minitor qaa coidozo V. S.
Durante a passagem a guaroi^o portoa-se como
verdad-iros ciiados, qua vendo a honra do seu
paiz oUsudida s desejira vinga la.
O pratico Bernardino Gustavino, qae diriga esta
navio, o fez maravilhosameots. Qianto ao sea
comprtamelo nada te ah a dizer miis, porqaaato
o paiz inleiro ja' coahece o pralieo do vapor Ama-
zonas no combate naval da Riacraello, e pratico
qae at hoja sa tem conservado no sea posto de
honra.
Nao boave avirii algnma a lamentar no pe--
soa!, nem tamb^m no material, pe!o qae congrttu-
lo-rae com V. S.
Deas guarde a V. S.lilao. Sr. Deltdm Carlos da
Cirvalbo, capilao de mar e guerra e eommandante
da primeira divisao da esquadra.
Bordo do monitor Par, no porto Elisiario, 13
de tevereiro de 1863.Custodio Jos de Mello, pri-
meiro tenaaia eommandante.
Bordo do monitor Rio Granle no porto Elisiario>
13 da feverero de 1868.Illm. Sr.Tenho a hon-
ra deeommunicar a V. S. as circunstancias mais
notaveis da passagem do navio do meu commando
pelas bateras de Curopaiiy, effactuada na noile da
boje sob as immedutas ordens de V. S.
A's 8 horas e 25 minutos suspend da Curuzi
segal agaas cima pala popa do monitor Para,
conforme V. S. me bavia ordenado.
Poaco abaixo da primeira batera inimiga tomn
o navio ama grande guiada para B B, na qual
metteu a proa sobre a barranca, apezar de ter eu
mandado opportunamente parar a machina de E B,
ao passo qae a de B B faneclonava a toda a forci.
Cintinaando a seguir agaas cima, foi este na-
vio envolvido por nma dessas ilhas actaantes, a
que chamam vulgarmentecamalotes,ano nao
ma foi possivel evitar e obrigoa me a parar a ma
china e al a andar para traz, am de desembara-
car-me de tamanho obstculo.
As baleras nlnoigas nao eessaram de atlrar so-
re este navio mas s consegairam acertar-medaas
alas, sendo ama no costado e a oalra oa torre, a
E B, qae Qzeram mssa no costado de 1 i|i polle-
gada, e na torre de 1 poliagada.
Tando chegado ao alcance uiil das bateras inl-
migas, a's9 boras e 30 minutos, s Qqaeiirad'ella
a's 11 horas.
A' obscuridada da noite e ao pequeo vulto qne
representa este navio se deve attribair nicamente
o faeto de s Ihe baverem pegado duas balas, sendo
esta a primeira rea qne entre, oi se experimenta
ram na guerra estes navios, dotado parece-me
qae deven prestar maitos servidos.
O pratico Manoel Prefama, o primeiro machinis-
la Jobo Sidderl, o segundo macbalsia Joio Macha-
do Nones, o mestM Angosto de Soasa Gulmares e
em geral todas as pracas da goarnlcao sao todos
dignos de elogios pelo saogue fri com qae se por-
taran diants das contrariedades qne deparavamos
e que tiveraos de vencer.
E' todo qae me compra participar a V. S., e
desde ja' peco licenca para felicita-lo nesta occasio
pelo bom xito da expedicio qoe V. S. t&o digna-
mente dirigi.
Deas guarde a V. 8.I lo. Sr. Dalflm Cario de
Carvalho, capito de mar e goerra e eommandante
da primeira divisao da esquadra em operacas con-
tra o Paraguay.Antonio Joaquim, primeiro tenan-
te cotsnaadaue.
EXTERIOR.
Esquadra eneouracada, 14 de fevarelro de 1868.
Val sahlr um transporte e apenas tenho tempo
de annunciar que ja sa achara acjoi entre s os
ires moo lores Para', Alagos e Rut uranie, que
devera fazer pana da divisao de avaocada cima
de Humail, segundo foi publicado em ordem do
dia do commando em cb:fa da esquadra. Hontem
a noite forearam ellas a batera de Carupaily com
feliz xito. Peias 8 horas e 30 mioutos da noite
suspenden o Alagoas, onde se achava o chefe Del-
pblm, seguio se em distancia o Para e mnito de-
pois o Rio Grande : o primeiro eommandado
pelo 1* tenente Maariiy, o segando pelo 1* teen
le Custidio de Mella s o lerceiro palo ! tenente
Antonio Joaquim.
Navegavam os tras navios i vontade, com ins-
truccSes porm de nao sa exporem ao fogo do inK
migo. L>go qae o Alagoas passoa a vanguarda da
2 grande divio, os Paraguayos Qzeram signil
com fugeles do ar,recoobecendo toda a Ihhi da
barranca : forana presentidos, e consegotatements
o inimigo preparau-sa em seas postas e rompen
o fogo logo qae o primeiro veneeu a poma de Cu-
rupaity.
A esquadra de madeira protegen a ptssagera
eotreteodo na fogo viv para a batera, emposta
da 6 a 8 pegas de calibres diversos, sendo o miior
da 68.
A corveta Ypiranja, ao mando do capltptenan
te Francisco Jos de Freilas, mo$o reeoffheci la-
menta dstincio a todos os respeiios, adiantoa-se
at a ponta de Curopaity e fez contra aquella for-
taleza 116 liros emquaoto nassaram os monitores.
O inimigo respood 'u com i[ tiros sobre os dous
primeiros, o Alagois e o Para, e 52 sobre o ler-
ceiro, qaa passoa meta hora depois em razio de
ter bavido nm paqueni desonserio na occasio de
suspender.
Da todas as balas enviadas contra os monitores
s duas tocaram o Rio Grande, nao Ibe faienlo
avaria nenharaa, pois apenas de leve o feriram.
Os outros nada soffreram.
As 11 horas e 30 mioutos dea fundo em frente
ao Porlo Elisario o ultimo dos encoarartados, tan-
do Ihe tocado duas balas da 30, ama na face plana
da torra e oulra pela amura de E B., qae fez urna
m laudo completamente a chapa I Os outros passa-
ram inclumes.
A curiosidade movea-me a 'visitar boje esses
monitores, e relveme o constructor, encontrei d-
tenos palpave s e mallo imporuates, e admiro que
anda hoje se miodem para o tbeatro de opera-'
toas, morraeoie quando se trata de ama empreza
o tTi -, 11 e arriscada, navios to incompletos I I
Sa o almirante f miu algam plano sobre a pas-
sagem do Humana condado nos tres monitores,
boje se v forcado a modiflca-lo completamente 1
Os navios goveroam mailo mal: do guiadas
de 10 a 15 bracas : a marcha inferior ; a machi-
na, muito ruidosa, denuncia o navio em grande
distancia ; impossivel sorprender deste modo o
inimigo I I no da 12, quando o Para experimen-
tava em Caraaity, desgoveroon e abalroou o
transporta D. Francisca, causanio-lhe ara rombo
na proa; quando a noiti teotaram subir, Rio-
Grande desgoveraando abalroou o Alagoas, e final-
mente este parando a machina para qae os ouuos
gubassem distancia, atravessoa a correnteza do
rio e nao foi possivel p lo a emioho, de sorte qie
cabio sobre a pri do vapor Ypiranga e perdau o
canudo I a primeira tentativa foi infeliz I
Na sganla houve malor cuidado, e aiada assim
os navios goimrim de margem a reargem.am das
razdas porque o inimlgo preseotio o movlment) :
o Rio Grande abicoa no barranco do Chaco, e con
segaiodo safar vio-se depois a bracos com um ca-
malote atravesado na pro i, o que o deleva ni
margem, e sendo obrigado a aidar com a machi-
na para tras o inimigo aproveitoa o easejo e o al-
vejou a gosto.
Sao estes os navios que vieram da proposit) pa-
ra se tentar a pissagam do Humail f sao estes
os navios de constroeco forte, em que nma bala
de 30 descooca inteiramente urna cbapa 1 porque
razo na casamata do pratico ha somante um se-
teira qua olba em frente e nao se abriram ootras
lataraes,oara se c;nbecer a tempo a guiada do
navio T porqua motivo coiiocarara a vlvula da se-
garanca lo sxposta aos eslilbacos ? porque moti-
vo as Draglas das escolilhas sao de madeira e a
sala da torre lio alta e sem forro solido de ferro ?
Em concluso, com taes navios o qoe de bom se
podera' tentar en H amana' ? sendo talvez preciso
que vo amarrados oo costado de oulro navio
maior ? Si os tres monitores em construccao sao
feitos pelo mesmo modelo, oala se adianiara' em
esperar por elles I I
Moaterido, 21 de ferereiro de 1868.
O Estado Oriental esta' passando por orna rae Jo-
ola eme, e sob a tmpresso das sceoas as mais
horrorosas que ihe escrero, aproveiUndo o trans-
porte Marcio Dios, qna acaba de chegar do tbea-
tro da goerra.
Dasla vez sao lio tmportantas as noticias desta
capital, qaa Julgo dever principiar pela narracao
dallas.
O blancos enlenderam qae liaba ehegado a op-
portaoidade de por em campo a reaccio, e acabara
de praticar um acto, que, embora digno dos auto-
res da malanga de Quinteros, nao deixon comtudo
de exacerbar os espiraos e indigaar a lodos, naci-
aaes e estrangeiros.
Para seguir ordem chronologica, exporei pri-
meiro os fados que precedaram a bornvel caias-
trophs qae boje enlata' a sociedade oriental.
Tanda entregue a administraco do paia no dia
15, como meocionei, ao presidente" Bo senado D.
Pedro Varella, preparava se o general Flores a par-
tir para a campan! a, am de, mais com ana pala-
vra e sea exemplo, do que com meios coercitivos,
desarmar algans bandos qae a (raziam em alvo-
rolo.
Disposto a nao continuar a dirigir os destinos de
soa patria, embora eleito, e a imitar os mais bel-
los typos republicanos, retirndose a' vida priva-
da, a muito custo ceden s instancias de seus
amigos, qae lbe representaran! a necessidade
de sua permanencia no poder, para c .nsolidar
a organisaco da repblica, e firmar em bases
solidas a existencia do partido que liaba arrancado
do exilio, e llvrado da persegoigo da borneas into-
lerantes.
Anda assim, retirando-se da capital, onde de-
va realisar-se a eleica, provava nao s o seo
desinteresse, como deixava completa ltberdade ao
corpo legislativo para exereer este Importante acto.
D. Pedro Varella, occopando a alta'posico que
lbe eompetia como presidente do senado, oo no-
meoa ministerio, enearregtndo as pastas aos res-
pectivos offlciaes maiores, D. Bernab Magarioos,
D. P. Ellaari, D. Osear Ordeaaiu, D. J. M. de
Nava.
No dia 19 pela miaba receben o general Flores
e os ministros depostos ama carta com a asigna-
tura falsa doSr. Varella, pedindo-lhes qae compa-
recessem naqaelle mesmo da no forte, oa casa do
governo, e qaando para alli se diriga o general
com O. Alberto Flanginl, ex ministro de estrangei-
ros, D. Antonio Marques, ex-ministro da fazenda, e
o Sr. Erriscat, (ol o carro assaltado por qualro as
sassinos, que mataram o eocheiro e o general a
puntilladas, feriram os Srs. Flaagioi e Erriseat le-,
vemente, e rasgaram a roupa ao Sr. Marques,
k Parece incYel q4 um to mandilo atleqfttlo
se podeue realisar em pleno da em ama capital
como esta 1
Fait) isto, fugiram os assassinos. Espalhadia
noticia, o espanto e a eslopefaccao dommoo todos
os espirito?. Apnoveitando esta moment) de pni-
co, quarenta a cncoeni blanca, capitanead is pelo
sexagenario D. BdrntTdo Berro, qae estiva pre-
sidiado a repblica quando Flores proc'.amou a
revoluco, avanearam para odilo forte, e fcilmen-
te se apoderaram dalle, depois de ama lata em
que fol mono o eommandante da guarda, e mortor
e feridos alguna soldados.
Esia ataque foi exacutado ao brado d morras
aos colorados, aos Brasileiros e a' allian;a, e de
eii'O ao Paraguay.
Pasuda, porem, a primeira imoressio, e reco-
nhacida em toda a sua gravidade o crime coramet-
tido*, os grupos de colorados e da forfa armada
prioeiptaram a reaoir-se e a assumir urna posicao,
qne impz log) respeito aos autores do atieotado,
demonsiraudo-lhes que, se bera combinado tora o
golpe de mo, mu contrarios eram os resultados
qae delle lirariam.
ftAS3asloato do general Flores caasoa ama in-
dignado geral, e dentro de pouco tempo a autori-
dade reconheceu que tioba meios de punir esses
execraveis actores.
O povo principalmente ficon em om estado da
palxo, de exciuco fabril, qua impossivel des-
crever, e s pedia vinginc.i em altos gritos.
Dous dos assassinos focara ira te di aumente pre-
sos, inquiridos e fuzllados incontinente.
Os conspiradores que se apoderaram do forte,
alli mesmo cercados, foram quasi todos agarrados
a lirados ptra a ra.
D. Bernardo Berro faz ties ravelacas qaando
foi interroga lo, e o plano qua indicou era to hor-
roroso, qae o povo nao esperou mais pormeaores,
e o acabau*a tiros e punhalidas, deitando-o em
postas, sera que as autorilides tivessem torris pa-
ra coate lo. (Jra lho deste aneio sucamblo da
mesma mauelra.
Os nzilamentos coitinuarara dapois de um pro-
casso summario, e a' hora era qne Iba escrevo ja'
se elevara as victimas a mais da 180, orno coosla
mesmo da parle official datada de Paotanoz, onde
o general Caraba-Jo acaba de dar a 2* edico de
Quinteros.
Os colorados esto senhores da cidad?. Reaoi-
ram-se lodos e juraram raorte e exterminio ao par-
tido blnnso. Aquellas mesmos qua eslavo dissi-
dantas, equeUzeram opposic^o a'admiaislrar^ao
moderada do general, apresetaram-se ao goveroo,
e segurara para o campaoba a balar algumas par-
tidas.
Os homens que se mancharam com a nodoa de
singue de Quinteros, que prepararan) a terrlvel
guerra que tantas vidas e tantos malas tem feito,
Incitaos j o Paraguay, que depois conceberam o
borrivsl plano das mutis eorao meio de acabar
com seos adversarios, embora saonfleando cente-
nares de innocentes, completaran] a seria da suas
iniquidades com o negro feito do dia 19 da teve-
reiro.
Q alterara elles celebrar em nma festa de san-
gue e de exterminio o 3" aniversario do dlaem
qae o general salvoa a sua patria das coosequeu-
ciis tune-lis da sltaacao que haviam creado. Pa-
gramssim ao here a tolerancia qne sempre te-
va. para com ellas, nao vendo di atete de siselo
Orieetae, quando podia esqaecer-se desta circums-
tela, lembrando qae sempre o persegoiram, e a
seu partido, exaodo-o e o obr'gando a sarvir no
estrangeiro.
Na minha correspondencia de 28 de Janeiro ul-
timo, lastimando que os partidos polticos no Bra-
sil se envoWessem em ama luta iulerna presente-
mente, procurel demonstrar a necessidade de que
os Brasileiros se eonservassem anido?, aBra de ap-
plicar tilosos seus esforcos a' destruido de nm
inimioo qua ni) se cansa "de provocar-nos mimigis
por toda a parle.
Os fados euo Infelizmente Justificando rainhas
previsas. A noticia de nossa desunio, de nosso
desaoimo, danissa pobreza, do males.ar geral da
populado e da opposigo ao governo, veio aqui
percutir com muila exagerago e fazer nascer as
esparangis do partido blanco, que julgoa asado o
momento da apoderar-se da basa essencial de
nossas operaedes.
Baletlns levlados com boatos qua nao se devlam
propalar oestes momentos suprem is, embora fi;-
sem verdadairos, opposi{3o exagerada, situago dif-
Qcil pialada de firma a fazer crer que e-taraos em
bancarrota e perdidos, toduestes dalos servlram
para animar esperanzas e aeonselhar allantados
como o que acabamos de presenciar.
Padi e pe;o anda trgoas aos partidos. A luta
em que estamos empeuhados tem assumido nm
carcter moi grave. E' nma guerra de ragas, in-
terrompida, e que nao se pode concluir sem o pre-
dominio da nma dallas, se a eivllisago nao vier
em nosso auxilio.
De vemos aceita la no terreno em qaa a collocam
nossos adversarios, sob pena de sermos esmagados
pelo numero, se conseguirn) entender se, e como
somos os mais ricos, a presa toroa-se tentadora.
Cale-se por algara lempo a opposigo. D esta
prova de patriotismo e de bom sraso. Sajamos
primeiro Brasileiros eraquanto tivormos inimigos
qae combater, e depois recordmonos qaa somos
conservadores, liberaes oa progressistas.
Nos podemos e devemos vencer, cusftf o que
cuttar. Alada cedo para fazer o processo aos
culpados. Cooetaaraos a guerra; nao coilemos
seoao della, e no da segnfnte ao da victoria cha-
memos a contas os -que nao enmpriram com eu
dever, antes delte e durante sua marcha.
Todas as estacos estrangeiras desembarcaran!
forgas para guarnecer a alfandega e bancos.
O cadver do geBsral H embalsamado, e ha de
ser boje condazido ao cemileno com toda a solem-
oldade, teudo governo decretado as maiores
honras fanebres aqui em pratlca.
A nova administraco eslreoa em clrcamstan-
cas tao extraordinarias com nma energa que Ihe
Os departamentos da repblica foram constitui-
dos em tres grandes seeges milatarea :
- A 1-' secgo comprebende o Salto, Paysand,
Taquaremb, Durasno, Colonia e oriano, sob o
commanda do general D. Francisco Carabado ;
A 2' secgo comprehende Minas, Maldonado e
Serr Largo, sob o com nando do general D. Ma-
noel Carbaial;
- A 3.* secgio comprehende Canelones, Florida e
S. Jos, sob o commando do general D. Goyo Sua-
ret.
Sao todos tres borneas de aegao, e lomaram ama
parle muita activa na revoluco qae levou ao po-
dar o partido colorado.
Toda a repblica foi alm disso proclmala em
estado de sitio, e demlltidos lodos os olciaes do
etercto qae perteacem ao partido blanco.
Estas e outras medidas arbitrarias, exigidas pa-
la siluaco anmala do paiz, vio sendo reeebldas
e postas em eiecugio com enlbusiasmo.
Em atteaco aos servigos do general Flores foi
nomeado seu Irmo D. Manos! Flores eommandan-
te geral da campaoba, o qae concentra em saas
maos todo o poder militar.
No malo desta agitago chegea-nos a noticia,
tratida pelo Maralio Dias, de que os tres peque-
os monitores tinham effactaado sem risco algam
a passagem de Curupaity.
Urna carta que recebi da esquadra me ratera est
ta lacio, qoe em ootra ocoa9io seria aqu maj
aorectado, do seguinte modo :
Hoolem i nolta 13X os tres monitores Qze-
ram a passagem do Carupaily, e foram to felizes,
qaa neote q > G/mit Ibtou duas bal o
! couraga. Era quasi impossivel distinguiros na-
I vios antes dalles se destacaren) s da margeos.
A passagem de Humail, cssa operagao que,
se forraos felizes, dar om grande nome a oossa
marioba, e talvez nm pr rapto desenlace a guerra,
val ser emprebaodida por todo este mez.
c Sao destinados a ella o Babia, Barros) e T-
mandar e os tres maniiore3, cooperaudo os ontros
enconragalos na aego.
A nossa sorte dependa do estado do tio. Pre-
sentemente elle se acha crescldo, e como na bai-
lante as correntes estavam em sua maior lensio,
de crer que agora haj agua por sobre o seio
dellas.
c O numero de boceas de figo nao assombra,
apezar de grandissimo e seren todas da grande
calibre.
t Parece que se forraos bem succedidos nasta oc-
casio, o marquez levar um ataque as mncbelras
a ver se termina com a festa.
Dans queira qaa possamos galgar as taes cor*
rentes; porqua entq, teremos goerra para ponco
tempo.i
O qua dirao agora os agentes paraguayos no ex
tenor, e os pesimistas aqui e no Brasil, qua atur-
rla vara estar nssa esqnadra encouragada encorra-
lada cima de Curopaity ?
Por onde pnderam subir impunemente navios
qaa andavam tres milbas, bem poderam passar,
qaando Ihas coovefiba, os que vierem agua abaixo
marchando det milbas por hora I
Assim sao todas as coasas 1
Pardea o Imperio na pessoa do general Flores
nm amigo sincero, que conheeia nossas inlengss
e nos fatia jnstiga, dominando com rara sagaelda-
de os preeonceitis enraizados na maioria de seas
compatriotas.
Elle comprehen'deu pprfetamente que soa patria
nao pode viver feliz a independentemenle sem o
apcio do Brasil, cojo interesse consiste %m fortale-
cer esta independencia, em lugar da ataca la.
Quem o snbstitair I D. Pedro Varella, em ca-
jas mSos se acha provisoriamente o goveroo, nao
lera prestigio nem servigos qua legitimem a sua
eleigo.
Caixeiro anda ha 6 annos em ama casa da ne-
gocio, e boje gerente de um banco, nao tam loma-
do parta activa na poltica, e apenas agora seu no-
me apresenlado.
Era minba opinio todas as probabilidades se
reunem agora em favor da D. Heitor Varella, cujo
nome gosa de bem merecida popularidade.
Sera' elle eleita?
Seguir a poltica moderada a de bom senso do
general?
SSo problemas do fotnro, coja solugio importa
mais ao Brasil do qoe a orgaoisago de um minis-
terio.
Ultima bora.Acaba de ser nomeado o novo mi-
nisterio oriental do segninte modo :
D. Heitor Varella, ministro das relages exterio-
res e do governo.
D. Jos Candido Bustamante, ministro da guerra
e marlaba.
D. Emelerlo Regonaga, ministro da fateoda.
O enterro do cadver do general Flores flcou
adiado, por nao estar concluido o processo de em-
balgamento.
INTERIOR
RIO DE TA^CinO
26 de fe ven-i ro.
Por decretos de 31 de dezembro ultimo :
Fot aulorisado o ministro e secretarlo de estado
dos negocios da gu-rra para applicar s despezas
cora diversas rubricas do exercicio da 1865 a
186 a quanua de 16,129:33 ij>843, trada das so-
braste outras verbas pertenceotes ao mesmo exer-
cicioT
Fol ant)rsado o mesmo ministro e secretario de
estado para applicar as despezas com diversas ru-
bricas do exercico de 186o a 1867 a quanlia de...
1,21,1:3835070, lirada das sobras de outras verbis
perlencenies ao me3mo exerccio.
Foi aototHado o crdito extraordinario dj.....
13,800:3'i2J7oi para as d -spezas do miuistdno da
guerra no exercicio de 1836 a 187.
-27-
Entrou hontem do R:o da Prata o transporte
Mmcilio Dias cora folhas at 21 do correle.
No dia 19 ura attentado atroz, como anda nao
havia outro registrado nos lo ensanguentados an-
naes do Estado Oriental, foi perpetrado na cidade
do Montevideo. Tragoeiramenta altrahldo casa
do governo por nm falso convite, o general Flores,
quando aeudia ao supposto chamado, foi assaltado
na ra por um bando de assassinos qoe, depois
de raaiarem o eocheiro qua o conduiia, ihe arran-
caran) a vida. Diz a Tribuna que onze panhala-
das receben o illustre general qae tantas vezes af-
fwotara a morte nos campos de batalba. .
lam coa) elle oa carruagem os seus antigos tav
nstros Fiangini e Manaes a o Sr. Errecurt. O
primeiro e ultimo ficaram feridos.
Logo apoz, um bando de cerca de 30 bomans
commandados pelo ex governador Berro, accora-
maiteu a casa do governo, e no primeiro impelo
cooseguio apoderar-se della. Os conspiradores,
oorm contavam com o nnico batalbao de linha
que havla em Montevideo, e este conservou-se fiel
aos seos deveres. Assim nao tardaro elles a ver-
se cercados e olhldos a mo, e alli maitos prin-
cipiando pos Barro, pagaram a tralco com as vidas.
A conspirago era do partido blanco, e contra
os membros dalle se desencadearam, pois, as iras
populares, de que muitos foram victimas.
Diz-se que o plano dos conspiradores era assas-
sinarem no mesmi dia todos os chefes polticos
dos diversos departamentos e apoderarem-se as-
sim dos pontos importantes. O governo, porem
expedio immediatamente aviso e ordens em tides
os sentidos, dividindo logo a repblica em tres dis
irictos militares, eonfiando o commando delies ao
general D. Francisco Caraballo, eoronei D. Manoel
Carbajal e general D. Gregorio Suarez, todos co-
nhecidos pela soa energa, todos bomens de nao
dar qoarlel ao Inimigo.
O primeiro sabio logo a campo contra nos 100
revoltosos que andavam peno da capital, e encon-
trndolos, nao s os dispersou mais matin quasi
todos, escapando o eabecilba Mendoza com dous
companheiros. -. _.._.*
O governo da repblica achase provisoriamen-
te em mos do presidenta do senado Vrela, em-
quanto se nao elege governador, o WWftW-
sa no ! de marco. Hojve-se elle eom resolugao
6 A^dfffereotes pailas qae estavam confiadas aos
respectivos offlciaes maiores foram logo providas,
nomeando-se ministro do governo e de esirangei-
ros D. Heilor F. Vrela, da guerra e marioha D.
Jos Caodldo Bustamante e da fatenda D. Emeie-
ro Reganagi.
Cnamou-se a qaarteis a guarda nacional, arma-
ram-se3 eidados qae inspirav.m canfiaoga, dos
arredores vieram algnmas fornecidas, e o goveroa-
dor linha assim em armas nos 4,000 bomens,
larga muito safflciente para seguranga da cidade.
Dos navios de guerra estrangeiros tambem dasem
barcoa algama tropa para guardar a alfandega e
os bancos.
Ns departamentos prximos da capital organi-
savam-se forgas para batar os revoltosos onde qoer
que appareoessem ; das outros mais distantes an-
da nao bavia noticia,*, O fio telegraphico tinba si
do cortado.
Assim lerido na pessoa da sea coate,
colorado parece tr jurado o exterminio dos blan-
cos. Por nm decreto foram riscados da lista da
exercito .todos os offlciaes desta parcialidad, a
actos miis viulentos sa tinham pralicado, e conti-
nuarla m talvez a praticar.
lia correspondencia de MonteviJ), qne em ou-
tro lugar publicamos, encontrarn os lanares mais.
alguos pormenores sobre estes tristes acontec-
melos.
a theairo da guerra, d'oode temos datas ata
13, ven-nos a grata nova de baverem os nossos
tres monitores ca nonta de 12 para, 13 passado
Curupaity, iocorporando se a esqnadra dos encoa-
ragados em haverem soffrldo avaria algama. Ape-
nas o Rio Grande, tendo-se-lhe atravessado na
proa urna porgan de plantas qui o obrlgaram a
parar algum tempo, levou dnas balas de 68. ama
na torre e oulra uo Casco, mas nao Ihe cansaran,
darano. Os monilores passaram encostados ao>
Chaco, e coofundlndo-se o seu vulto cora as arve-
res da margem, mal podiam ser psreebidos pelos
paraguayos.
Possa esle ensaio ser om f-l'z presagio para a
passagem do Hamaft qae brevemente ia ser ten-
tada, manifestando toda a marioba a maior con-
finga no resultado. Segundo carias da esqnadra,
at ao dia 23 o passo seria forgado, tazando e>
exercito ao mesmo tempo nma demonstrando con-
tra as bateras de trra.
De Buenos-Ayres nao ha noticia da importancia.
O general Pialo traba se visto obrigado a aban-
donar o Peni, da cuja presidencia se apoderon o
general Canseco. Prado Qcava em Valparaso.
As qoatro canbeneiras de vapor que acabam da
chegar para a marioba imperial foram a ella in-
corporadas com os seguiotas oomes:
Henrique Dias, Filippe Cxmarao, Vidal de Ne-
gretros e Vieira.
Duas destas canboneiras vio estacionar no Alto
Uruguay e outras duas no Amazonas.
O vapor Luztama, comprado pelo ministerio da
marlnha para o servigo da transpon?, foi denomi-
nado Bonifacio, em coramemorago do bravo eom-
mandante do Bebtribe, morto oa passagem do
Cuevas.
O Sr. Moitet, estabclecido com casa de dar di-
nbeiro sobre penhores, na ra do Hospicio n. 224,
escapou anle-honiem. das 7 para 8 horas da nau-
ta, da ser assassinado por dous indivldnos, qne
foram encontrados aqualla hora no interior da
mesma casa.
O plano concebido pelos daus malteitores era
mitar o Sr. Moitet, e dapois rouba lo, e nao fol
levado a effelto por ter sido avisada com antece-
dencia a polica, que postando seas agentes na
casa e imme lin.o i?, iogrou burlar-itn o criminoso
intento e prend-los.
- 28
Por decreto de 22 do eorreute foram approados
os estatutos da sociedade brasileira de seguro mu-
tuo sobre vida, denomicada Bemfeitora.
Foram nomeados para o commando interine das
canboneiras Fernandes Vieira, Vidal de Negrtiros,
Felippe Cmara o e Henrique ias, respectivamente-
08 1M teneutes Antonio Macbado Dias, Pedro Jos
Alves, Manoel Lopes da Croz, I-ioo Jos da
Rocha.
Para commandar interinamente o transporte Bt-
nifacio, de que eommandante effeetfvo o 1* r-
ente Manoel de Moora Cirne, fol nomeado o i*
leoente Jos Gregorio Alfonso Lima.
Foram contratados para servirem como i" cirur-
gi5as de commisso na esquadra em operagoes, os
Dr.-. J .ao Joaquim Pizarro, Pedro Autran da Malta
Aibuquerque, Aotenor Augusto Ribeiro Guimares
e Luiz Antonio Pienlznauer.
29
S. M. o Imperador, acorapanhado dos seas se-
manarios e dos Srs. ministro da goerra e sea cffl-
clal da gabloeta majar aroaral.cirorgiao mor Pon-
tes, director das obras militares e sea ajadante,
visiloa bonlem o asyio de invlidos da Iha de Bom-
Jess, onde demorou-s9 das 7 1|2 boras da ma-
nha at aomeio dia.
Desta localidade escrevem em data de 18 do
correnta ao Mercantil de Petropolis :
Tenbo a noticiar-lho nm fatal aconteeimento:
ao rio Parabyba laogou-se a esposa de Jos da
Porto Veltio, homem laborioso, honrado e bem
aceito de todos.
< Ha tres dias qae o fado se den, e o cadver da
suicida n> appareceu anda a tona d'agna.
Nao sei dizer-lbe que motivo levou aquella in-
feliz a por termo a vida ; certo qae ha qnatro
annos, por desarranjos da fortuna de sea marido,
a infeliz estivera lonea, e talvez qae agora ama
rpetigao daquelie seu estado induzira a to de-
sastrosa resolugao.
i A autordade tomou conheciment) do faeto, e
prosegne as averiguagoes a respeito.
i Tambem no dia 12 do crreme, om peao e es-
cravo do Sr. Joo Borges Damasceno, ao passar
por nm rio, em frente venda do Barro Branco,
sem fizer caso da encbanle nem das prevenrSes
qne Ihe faziam para que nao vadeasse o rio, tei-
mou em alravessa-lo, e mellando se corrate
com o cavallo, foi victima de sna arrojada temeri-
dade. >
Ante-hontem, as 10 boras da noile, atiron se do
caes das Marlnbas ao mar nm individuo de cor
branca que alli eslava sentado em ama pedra.
Urna praga de urbanos qoe presencioo o facto-
foi chamar o Sr. capito Marques, o qaal dea log
providencias aflm de proeorar-se o individoo on
seo cadver, nao sendo porm encontrado um nem
outro al bontem de larde.
Honiem a' larde tambem snleidoa se eom ama
dse de stryebnina Joo de Fontes Soares Palna-
res, socio e caixa da casa commercial de Miguel
Miarla Ferreira Oroellas. Attrlbue-se este aelo te
toncara a erabaragos pecuniarios do tallecido. Ten-
do sabido da casa em qae era socio eslava hospeda-
do na roa das Villas n. 47.
O cadver fei remedido para o respectivo depo-
sito, onde se deve proceder a ntopsia.
! de margo.
Por decretos de 27 de feverero fiodo, foiam to-
rneados membros do conseibo director da instruc-
co primaria e secundaria do municipio da corte o>
Dr. Antonio Flix Martios, fre Cimillo do Monser-
rate, Dr. Joaqaim Manoel de Macedo e o coneg
Jos Joaqaim da Fonceea Lima.
Por decretos de 29 do masma met:
Foi nomeado cavalleiro da ordem de Christo a
cap tao-tenenle Salastiano Caelaoo dos Santos, por
ter sido o portador da earta de ratiOcago, por par-
te do presidente da Bolivia, do tratado de amzade,
limites, commercio, ete.
Foi nomeado cavalleiro da ordem da nos,
atlengio a servigos prestados em relacso>t."/*
eom o Par>gaay, Maaoel Cavalcanti de Albnqaer-
qFi concedida a medalba de Wanda elust aa
imperial marlnbelro Jao More.r. dos Passos por
ter salvado o seo camarada Jos Atalaia, qaa na
bordo do vapor Siloado cabio ao no.
Foi nomeado cavalleiro da ordem de S. Beato de
Avlz, o capito de engenheiros Franusco Xavec
Lopes de Araojo.
Fez-se merc do frodefldalgo cavalleiro da casa
imperial ao Dr. Clan alo Velho da Motta Maia.
Concedease dispensa do lapso de tempo a Ma-
nee! Antonio de Sonza, aflm de poder tirar dipl r?-
e commendador da ordem da Ros ^Mt
Foram concedlda as sec"'
i oa.rtitlorTlco9 prestados na a-.uies peasSes por ser-
' *' uerri :



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Marte cVcnuMm^ egaaa lelra de Marea de 1868.
HO A 1UTA.
Em Montevideo (orara publicidas es segua-
les documentas:
Ao poto.
Orieotaes.0 libertador di reaebtiea oriental,
o esclarecida cidalio Venaecia Peres.aoata d*
camr o?s ras de Montevideo, cobardemente asas
sinado palos vardugot, eojas mos (oram mincha-
das pea carnificina (eltagein da Quinteros.
X
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exemplo dejim erlrne lio Infame a lo fcarbaro.
t A reacio M*cA manchan o do da boie*coni
uome; pj.'m o povo da glorio-
Motevjueo, ao racolber_ em seos
l3r.
pitr
A D. Carila Pimenta di Silva Pinto, viava do
il.'ares kMffatadodo enrollo e qapilao de comm =
lio do &$,* eorf de voluntarias da patria,lat Jo-
qaim da,Silta Pjn'o, fafleciJo de mo!e3tii adqnirt-
ea ero campana, %2508iJ mensses, wm p-rejei
ao meio'Wldo QOe Ihe comp.ur.
A D. Deolioda de Campos a Oliveira Nette, lova
4o leneote do f> regimeoio de eatallana ligera e
asito de commissio Francisco Luecia de Ollvelra
INelio, MJeci4o da molestia adquirida em campa-
aba, 39*000 mensaes sam pre julio do malo sold
que Iba competir.
A D Leopoldina Aogasta Owrio de Lima, viava t esse aiteoudo
do alfares di Batallara de llnb e capitto de eom- sa tradiccio de
Btisso do 49.* corpo de voiaounos da patria, Albi- bracos o cadver inaniau-lo da Venancio Flore*,
ao Josiioiaoo B.rbosa de Lima morto em coose- suffjcou a resolegao qu'a inieatava fizer triompbar
30 de maio daaouo passado, 41*000 meosaes, sen sa caflla de aasassioos.
prejolio do meio sold que Iho competir. Cidadosl Se bsra temos que chorar a parda
Aos soldados : do 8.* batalho de infaotana, JoSode uma vida preeioo, e derrftmr lagrimas sobre
Aodr do Nascimenta ; do <5." corpo de volunta- ora tmulo pira sempre querido, caba-ma a satis-
rie*4a patria, Guilbermino Frandco de Almeida ; far;ao de anuuaar ao povo qae a, revolucio tai
inmediatamente tuflucada e que o imperio da au
torafcde nao deixuu da existir ura memento.
Putera l>s> nao basta,
t B" preciso que tu,io momeo!) suprimo os que
nqoerein expjr-se a ser traicaetra'nauta as>a.-.i-
Dados, ou a ver soas finus o e povo em masia, aculara a rodear a primeara auio-
ridade dop.l?, para ajula-lo a alDcar.a urdem e
traaquilu lale publica. M mt-.vidu, 19 da feve-
relro da 1563. Pedro Vrela
Ministerio da guerra a niarinha.Montevideo,
19 de fevereiro de tC.
Sdo um dotar do goverao da repblica, Qel
ijlferprote neste momelo dos sentlmanljs do povo
orieuui, boarara memoria do grande cldadao, bri-
gadero general O. Venaoio l':ors-;, qu* em uome
do partido colralo. Dav.a fecjnqalslarg seas di-
reitos o llb rdide, o que, cou uma aba gnca lu
ramete, exampiar, acabava de abr, para a sua
na urca era e institucional, entregando Un legal-
mente consumido o alio polar puolira .jas a revj-
'uci* depgsitoo em suas maja, o goveruo accorda
e derret:
. i*. Tributemsa ao brigaJeiro general D. Vj-
naneio F.Ores as hojras fuucbres qua pela lei cor-'
raspn le aj raais alto magistrado da repblica.
t 2J. UdsJe a priiiuinagij d|la decreto -i o
raoicento de sna trasladar.*, o seu corpo jera' col-
lcalo em un capslli arded*, qae sera' ga-trda-
J i por toaos os gjueraa o co;o-.is da repblica,
i-Xisteute-s na casual.
3o. O corp sara* depositado na gr^j matrii
aarsiu di*. Sj conviiidoi para o enterro todas
as corpjr^grjjs do estado, cjtj diploiaalioq e os
memros m. sssinb a legislativa,
i". Pelo commando geral jls armas se dar'
ordem para que forme UJa a guaruigio da capital
e a guarda nacional.
5". A bai-.ria do forte S1as salvara* dequar-
to em qaartj da hora, datando disparar 21 tiros
na oceaiao de depositar-;e o cadver.
6. Por espaigo de oito olas estaro a meio pi
as biudeiras de todos os eslljeleciratntos e oBci-
as pabliCfS, convidando S", por inlrm-dio do mi-
nisieno dos e-irangeirc-% ao> ageui :s diplomticos
l.e eon.-ulare.- para, Jssuciarem sa a' ette ultimo trt-
boto d? respailo a' memoria do grande cidado,
cujajierda a patria laineoti.
1*. So crralterio da capital se levantara' um
Panten espacial para dar de.-cn*o no spu seio aos
restos queridos do general CL Venancio F.fes.
8*. li,exercito d repubca e toaos os empre-
gados civis tomaro luto pjr espago de 15 dia.
$'. commuoiqae-se, etc. Vrela. Bernab
MoQat a,os.>
t Ministerio da guerra e maricilta.Montevideo,
!9 de letereiro de 1861
t Ofsejando o goveroo da repblica premiar de-
vidamenta o nobre comportamento dus miiare-i
qie neste dia de pruva^-au e lulo pa>a a patria dos
orieoiaes, cumpriram oignarufDte am teu dover,
combiieodo com energa a revolee.".,; dos asaa>si-
nos di rarne cid. dao D. Venancio inores; o go-
terno accorda a decreta:
i#. Piuiuuve au poatu d leuente-corcQcil effac
tlvo o aargeit|p-iiir U. Agoslmh Al ecua.
2'. Protiove ao grao de im. uu-corcutl eHec-
livo o sor^euij u_ur \)_ Ejuji-jj Os va.
3o. Conceda um accasso a lodos os ofBclaas do
batallio Couslitnjcao.
4. Cjuced igualmente nu occesso a todos os
ofBclaes qua estavaa do quartel da ariilbarla.
St Caucede aua paga exiracrdinana sera ac-
ce^so a' [Tupa que compoe o Ofib Daia.t.o ; asslm
como a qua urmasa no Uta de boje o corpa da ar-
tilhari3.
6*. Promve ao poto de teoente coronel tfffc-
tivu o &rgeato mor D. Pedro P. Solano.
Cjmwuaique-se, etc.Vrela.B.-rnab H-
gannos.
alia litarlo da gasrra e marinha.Uonteviio,
19 de fevereiro de ifc6i.
C ii.-M- raudo que os cheas a cfQ:iaes perten-
centes ao funesto partido blanco, i.ao nao corrido,
como da sta dever lae-lo, a rodear a oaioridade
con?titocional nos momentos da-eooBicio por que
passau a capital, o que importa completa so'.taaa-
riedade ao faci criminoso execuiadu com toda a
premednavo a aleivosia por t <- mesmo partido
na illustre pessoa da brigadctto general 1). Venan-
cio Fire, o presidente do senado ero exerclcio do
poder txecuilvo, em conseino de ministros, resolve
e decreta:
Art 1*. A contar desla data ficam eompleta-
mmie dados com baixa e elimiuados na lista min-
iar todos os cuetes e offlciaes periencentes ao cita-
do partido.
Au. i". Comniunique-se, publique sa e regis-
trase no litro competente Podro Vrela.Ber-
nb Magarioos.Piudrncio Elaan.0car Ude-
ina.Jj> Mara de Nata.
Miuistrrio a guerra a marioba.Montevideo,
19 do levereiro de 1868.
c Em pre-auja das ctrcomlancias extraerdina-
ria, njanctiadas pelo ^aogue Jo iliustre geaefal
Flores, assasuinado cobaroem me por borueus du
partido orunco, o governu retuive e itrela :
Art. I, Cuovucar-se immedtatameute a guarda
nacional da capital.
Art 2. Os ebefes de sens respectivos bata-
ibts, com os tfflciaes que posuam actuatmeute,
avisaro aos cidao.aos que compem os seus bata-
U.Sas, para que, stm escusa nenuuma e sob as mais
severas penas, se apresentem nes seus refOeciivos
qaarteis.
Art. 3*. Commnniqne se ao commandante g-
neral das armas para us devidos efleitos.P. V-
rela.Bernab Magannos__P. '.aun.0c.r Of
dtina.J. M. de Nava.
t Ministerio da guerra a mannba.-Montevideo,
19 de fevemrj de lUuS.
t Em prseos* " circumslaocias exlraordina-
rias p. r que tratessa o pan, o goveroo ba resol-
vido o decreta :
Art. i. Declarase em estado da sitio o terri-
torio da repn lica.
Art 24 CummQniqaa se, publique-se, etc.
Vareu.-Baruati Magannus.P. Elauri.-OsCr
Ord. moa.-J. M. de Nava.
Ministerio da guerra e marinha.MjDletlio,
Nos annaes de nossa aliada historia nao ha' ala suicida nao appireceu aiuda i tona d'agua.
Sabio para Pecnambuco, no (ka 55, o brigna
Do Ptty do.Aiferes escretee em dala da 18
do passado ao .Mercantil de Petropoli
* Tenbo a noticiar-Ihe a "
o rio Parabyba Unciese
Porto Velho, bomem laborioso, honrado e bam
jpjpjto da todos.
H i ira das que e faci se den, a o cadater
uTu *. e,l,,*I*^*ri0f9 compntiBooi.> popular, cuj balanna Oliteir, Frailesco Jos O. Tosa, Mi?bele pa8Pala^^!oel
, iS?f?e"V ta ,"WI"W1 ^ettrap-.tajismin.fes. Pruta, procop.a tosa'de Jasas.- Hanriqu Jas de f"^//" scc
,ne^A85K ^S.?V:T^""1^^ :^^-" SUleU^aArtiar P. Monteire; Ao'ic.eto Jo d?c,K ?
e do 34 ii", Mauoal Vraaoisca da PaUao, todos
feridos em Combat*1, 400 rs. diarios a cada um.
Decla-ou- que a pens&o concedida ao moico
Germioiano da Sooxa F*cbic d -va ser considera-
da perieucenta ao masico do 9.* corpo da tolun-
larios da pfclna G-rminiaoo Pactieco de Soma.
- Jtar cartas impenaes da mesaa dala foram no-
Meados: .
Alcxandre Cpuclo, diroctor e chefe de divtsao
no ministerio du uogocios e.-lraugeiroj do reina da
Italia, eomsjt'udalor da ordem da Rosa.
Cvai*efro Nicuia Jes Marquis de Santssilia, cha-
fe de secc,o do mesmo ininisteno, tlilJtal da dita
ordem. ,
Conde Dao'el ft,a;c i, ctiffa de sec;ao do mesmo'
ministerio, olBcia: oa diia oraem-
Luix Mijioin, secretaria do mlmj minisierlo, ca-
talleiro da din oidem.
Fol naturalismo o subdito porlagas ManoeWo-
Pereira da Silva.
Por portaras de 27 de feteniro for.rn nomea-
dos subsiitats do< memios do couselbo director
de iusiru cao ptimana e secundaria do municipio
4a edite:
Bacb-rel Manoel Fraociseo Correa.
Bacharel Tueopliilo ds Netas Leo.
Di. J-.-O Luo Sjares de Almeida.
Per decretos de 19 e 22 de ferereiro :
' "o exonerado o bacbarel Fi:jio de Albnqnerqu?
Dinu, do lugtr e si gando promotor publico da
cine, por a.-un o hiver podido.
Form d aciios :
O bicnarel A:t a3 Acerico de UwHo, para o
lugar da aeguodo prouiJi-r pabuca da corte.
O Cjpito Jj: Bu-e ro de S^ur.a, major ajudantn
deordsusoo commando sap-..ior da guarda nacio-
nal da muutcip.o da E:Uncia, di provincia de Sr-
gyps.
Pedro Firmoo da Costa e tnsale. Jjaqaim Leite
Farreira Toleuiiuo, taiyuei ajaitatas da ord^ns do
cammando superior a guard nicional ds muni-
cipios de Snun, i'unc e Misericordia, da provin-
cia da PaxaliyT)--.
Aurelio Autuuio Marinh) Cessr, capiio secreta-
rlo geral do ia-mj cummanlo supfrior.
. Alauoel Genial da Mello, capio quartel-mestre
do dito commaro so^erior.
Capilo Dr. Faasiu .X.miQaolo Mira de Vascoo
cellos.
O majer Francisco UVbioo Pe>0> Montenegro,
leneoie-corouel commaodaule do batalho da re
serva n. 4 da g arda nacional da provincia do
Osar.
Foram reforma-Jos :
Coacedeo-se a M'guel Joaquim Pereira, capitao
reformado da guarda nacional da provincia do Cea-
r, melboramento de reforma no pota e major.
Por decretos de hoja foram :
Jomeado in.-pectir da thesooraria e f-izeuda da
provincia de S. Paulo, o contador ds mesma repar-
I550 Jo- Xivier da Aievedo Marqoe< :
Exonerado do lugar de ifflcul da secretaria da
Ihesourana de fajeada da provincia do Am:-zooas
por as-lm o baver pedid-.', Btarique Barbosa de
Aatorim.
Por decreto de 22 d > passado f ,i ccocedia
eompauma Crd toafer koi fcs conipant;, l/mifi, a
necessart oun^aco para lancciouar.
A respeilo da noiicla que demos hontera de ter-
sa suicidado Joo de Fooles Suares Palhares, eom
onicam nos da secrelana de polica o seguinte:
Suicidou so hontein com veneno, que ?e acre-
dita ser siryehoin, J-oao de Fonles Soares Paiba-
res.brasileiro, de 20 aunos de idade, morador a
rna uas Violas u. 47, socio do srmaeos da moltra-
dos da rntsata ra o. 41.
t Palaaits d-clara em cartas qae delxon em po-
der de seu primo Manoel Jos Soares o motivo que
imi.--.ino aquella f.cto de dessspafo,
a polica proceue a averiguados?.
Nos traopirt^s Anno, S. Paulo, Alte, Gilgo,
llapicuru' e Isabel >egu:ram benum comdesliuo 88
nossaa furca em oper:{5;3 na Paraguay, 1,118
pracas do exercito e 100 da arreada.
O enibarque til ctaon-se no areo! de manaba,
as 7 hi.r.s da msobaa, em presenta de sua magos-
tado o Iaiperador, acompanbado dos seus semana-
lios e dos enhores n.inislros da marinha e da
jroerra, ajudaaie-general e quartel-meslre do txer
tito.
D AMO DE PERNAMBUCO
lUeil, 27 de marco de 1868.
O Brasil aiuda Brasil 1 Moroo a Monte Case-
ros, tao recebar Mumayii. A ra^a titanea que
doroo a Irona e foriiticua os meiubros ao sol do
Ypiranga oo poda por certo encoutrafobstaculo
algam na estrada abeila per Deus para oseaea
nalcbar locissaule.
A i-S'iuadra orgou a pass^gem do Humayl; c
eiereiiu tiirrea a D-yooaia o redacto paraguay;
Casias eD=im or..ua os Maccbubens dtsse tre-
endo comtiaie.
A U bora as muralbas eosangueoladas de
Aasnmpcao rolarao por (erra ao fragt r da ar til lia-
ra brasileira, e Lopes tremer espavurido ercauo
de o som fatal das irombtlas de Josu.
Aiuda beiii I Anda bem, que esse faclo.o mais
palpitante possivul da O'ca e de direito vam dar
na uesmeoildo solemne a grandioso ao indiffeeu-
ti.-mo que distillava glido e repaguania de al-
fnns cara^des prssiutisias.
Com que direito se pode descrer de ama naci
nova,de um povo cuju paisado a epopela do -aor,
de uu pai cuja iradic^o assumbra o pensador que
conieinpiaado absorta as maga.gceacias desses
tempes idus p-e', uor indar sao, as magnificencias
ios lempos por vu 'i
A Prutideocia as vexes severa em seos desig-
nios; o porqua dc.-sas lea flolurosas qae lu
curvar a canega da bomem. Mas onda esta o di-
reiio esta umbem a decito dessa potencia
snprema.
A successio dos nossos triamphes na guerra do
SBl, infeiz, fiialmeule a longo terxpo interrompi
da, va aora eoniinuar coostaate, Becessari,
IntrcMis, eumo sempre o devera lar sido, aospria-
rtnjii da nosto diroiio a da no.-sa digaiade.
- O nVasil 'lio ri-p iu.-ara mai-t un moaaento se
ner nos pampas assassious; Canas a cabes* do
rjrareo qu la se move sofreg de gloria.
Has eircamtaucias em que se ac.va a goarra
Mira o Paiagaay, era difflc.l del-ru iow o certo
a bora eiu que o exercito a armada detiam
nrrestrar o laoce de um scommUiaDenlodlctdt-
o; boje porA qne essa diflScol lada enorme fbi
investida e vctici., claro, de pnmeira inlolsaa
Mal era o resonado glorioso qae uguar Ja esses
mis genios prcrtfctores e susuntacufe* loque-
MaMavefe da mlHridada nacional.
H-'j-, pois. oUiasit, justamente orenlhoso, le-
ania-te 4 aiiura da sua grantexa, e laoca aos
juatro venios uma saod.Hca. triumptiai, a ode oe
gratmo cun que apoihtos oterotsmo aaqaelles de
eos tf.r. s que lavam com sea saonne as oodDas'de
nen patllno trahisoeiramente cunpiao.e qae cata
desuas vidas puiitm a corda do Imperio a maf
embaciaoa pelo lia lio da cotarfia.
O povo paga ao povo int/uto devido de Irmo
fara ir mi.
flaiia ais IipIIo, n-a mais grandioso, e 1
Dtanto nata mais naiunil
i o Bi.mI mi-tro ests da p, de cabrea des-
*iberu, alirando fl res mormurando canucos
armada e ao ex-rcuo nacional.
Caxias e Dalfini sofl- Jpja ao capitolio da
tratido pubiie.
\ao sel Mxer-ine qae moiivo lavou aquella in-
feliz a por termo a vida; cario que ha qaatro
anoos, por destrraojos da fortooa da sea marido,
a lofeiu estitera loaca, a talvez qne agora ama
repeusaa d'aqaella seu estado a laduzra a lio
desastrosa resolucio.
1 A autoridade toman cooheclmenta do (acto, a
prosegue as averiguares a respetla.
t Tambera 00 da H do correute, um peao e
escrata da Sr. Joaa Borgjs Oamasceoo, ao passar
por um no, em freuta a ven la do Barro Braoco,
sem faiar caso da eoaheote aem das prnangoas
que Iba auam para qoe nio vadeaste o na, le-
moa em alraves3a-lo, e meitsolo-se i oarr ou
com o cav|lo, 01 victima da sua arrojada teajeri-
dada.
S, PAUt-O.
No dia 21 do passado eorner;aram a fanecio-
nar regalarmeata os Meas de pa?sage ros da os-
irada da ferro entre a capital e Saulo. O treru
de carga teriam livre transito do dia t em dtaa
te, bateado esperaos 1 d* flear reslahelecilo o fa-
fego al Jaudtaby no di* i'de margo prximo fu
lora
Ypirnnga traascreve do Iris Bminalense o
seguate: -
Ni ooite de 10 do corrate de-abju sobre es-
ti cidade um chara lo eepio-i, duranta cinco
boras, que onoBinaoil e ribelra do Liva-ps
tochenra de tal sorle, qae inundaran! as casas
zdjacentes.
c A'guns moradores da roa do Lava pe abm-
donaram as casas qa-lti hora masoao, muitas
hartas fiearam comtlilamente destruidas e desaba-
rara aigua3 muros.
As eneburradas qq9 desclaro rna-baixo fi-
liara il asirep 10 qae parBciam uma verda'dai.-a
cachoeira; na ra do Riachuelo chegoa ella a en-
trar em alguraas casas -, erarlm, fji u-na das mais
copiosas chavas qae leo esta caJe presea-
ciaao.
BABIA.
Teva la^sr, no dia Io do correle, a absrtara
solemne di asamblea pruyiucial, caa mesa adrni-
listrativa con assira coinposta : Joia Dantas pre-
sidente, Gji;narfi95 e Dirtonnd secretarios.
S?guira para a corta a corveta de guerra ame-
ricana nuron.
S-uiia-se grani-i falta 8e tronos miajas na
c.ipil'l, pela qa-il ja' se data 4 e 5 por calo de
premio.
Foi nomeado direct,r dos inlio3 9e Pedra
Braoc?, o padre Mauoel da II cha P.tia
' O cambio regutav.i-: sobra Landres 15 3|8 a
la 1|2 ; sobra Pan; 613 r>. ; sobre Himburgo
IJlOya e sobre Partagal 230 /*
SERGIPE.
Come;ararn, no da z8 do passado, as sessSes
preparatorias da assembla provincial, coja mesa
provisoria ticou assim organi.-ada : presidente Dr.
Or. J s Fiel, secretarlos bario da Estancia e An-
tonio Alvos de Gonva Lima.
ALAGOAS.
Tendo seguido para acorte cam liceoca o
Dr. Jos Joaqaim de O.iveira e Silva, chefe de po-
lica da provincia, foi designado para servir lote
rlnamenie esse cargo, a ja se achava em exercicio,
o juli de direiio dt capital Dr. Slterio Fernaades
de Arai'jo Jorge,
Acbava-se na porto o brigae eseana de gaer
ra brasileiro Tonelero.
O baia e Jejal, corrmandante dan 1nci>
expediciouaiias a' villa aa imperatris, offereceu
para as de.-p-zas da guerra 739J090 era que Ira
portaran) os seus vencimenios a oe dos offlciaes
qae o acoropanharam.
Leraos 00 Jornal Alogoano :
< Na Quite de 23 di mez passado, no sitio Jaa
dia, distnco de Muriry, por occatio do brloque-
Jo do carnaval, dou-se om graoda disturbio, re-
sultando deile a morca de Ostolino Jos Virginio a
alguos fenmentos grabes em Antonio Qointioo de
Aievtdo e Fioreocio Altes da Silva, qaa f-raro
loo presos bflm coma Antonio Jos de Santa
Anaa.
t Os cnminasoS' esto seodo devldamente pro
cessados pela autoridade comp-teote.
< Ao c)olie:in:ento de algumas aaloridades de
Pono Calvo chegaram os boatos, de certo infun-
dadas, de que Vicenta Farreira de Paula reuna
gente parlo de Jacuip?.
Ao presdeme da provincia o delegado de po
licia suppleola de Porta Calvu cominuoicoa corra-
rcm all taes Lois, com se v de oQhle <|ue
abano pub leamos.
Oatras autoridades de Porto Caito tambdfe Q-
zeram igual commuDieaji) ao D.'. chefe da po-
lica.
. Exe. offiiioa ao majar Correa Llm*, dele-
gado do Passo.qae, timando conbecimanlo do lac-
lo dsse as ueeessarias provideccas no sentido de
despersar agente qaa par tentara Vicente de Pau-
la eslivesse reumudo.
Como se % do\ffl;ia f>o mujor Corre L'ma,
que tambera publicara js, nao ha (unlamema para
taes boatos.
t lliaa. e Kxm. Sr. Teaho a honra de camina
alear a V. Exe. qae nesta dala prohib ao coramer-
ca a sabida aa plvora de U tilla era coasaquen
ca oe eoostar-me qae baviam s;d. vendidos qaa
iro barris sem saber-se o motiva que levaram ede
apparecerem boatos de acbar-se V'Ceote Perreira
da Paul, perto de Jaculpe, alliciaodo sediciosos.
Lavando esta pa-so qae del au eonbecimenie de
V. Exe. aguardo as det.eriBiQiC.aes dessa presiden-
cia a respait >.
Daas guarde a V. Exe.
t Daiegacia deforlo Caito, 18 da fetereiro de
I808.
liim. e Exe. Sr. Dr. Antonio Moreira de Bar
------1----------------:---------x ------------
1poto se aura pmeoleiro a tomar parte da Carvalha Jacior, Bernardo deSwta Franco Ja- dT^t
aa faeecao que Iba agradavc|. 1 aior) riqee.K/Vk Jttawr, Pedro Telmo Vasques edes'
I percorreraa logo a Pereira, Eduardo Jasd lUGraca, Josa Joaqviro Ita-
. Joaquim
Barroso de Carvalho.
sumada ao ar e am esialaodo asais bombas,cor-
respon iiaoa aos Uros. rapiM^^Bnetea qaa no
mir estouravam por Igual monto, senda s.llos
dos navios surtes 00 porta, cojai tergas e lopes
embao lairados, offareciam a mak bella vista a
quera contemplava tal painel.
Casas consulares"fiasieiram es sus patilhees,
bem como os estabslecimentos publfco3 acarara o
nacional, eonsagraodo assim a tict na fcrasilelra Praoc'e ra escravo, Coi
na jornada de 19 de fetereiro ; e facturara
as reparti pabeas, a? foram EuiraarS ^JFA*lffX&
'puedas Por quas. todas os astabelacimealos B. Coelbo, Ma'a .el Pedro de Ti eode Franca F
C0Krclonaran, os graps e as bandas U^^^^^^i^^^
ma.ica a' percorrer as ruis da cplaie acompa^ha- [ criados, Le^v7d7. de Carvama e ura escrava
0-3S per naroeroso concurso de poto e llluminidas Jas Antooio G. Nato e um e crat*' Luiz P d
Me; =2.seTta^loao de ver a tJ8Sa- sSsS
ahi Americana reflimr nis atruas confundidas 'fjfiva^^me^ravo?F?tl% SSS&^mT
da B^beriU) a C.p.hariba essas m-1 fagos com que va iioSl P? Kliandw d rnha fltmn, i
ftXSS*+m pn^o. .t en-\&^^V^L^^^^k
cheole extraordmarfi^ara ella tffliWf e o enlha- de Lima Francisco Piral rartaihi \Alin
m'!n trWifc Si *, ^n,rl,,Pbrt11 B,i ul G^Sar Qa3riaj da S,lva- Arapmiopbio B. Freir de
'eta^L rAo,r^S^L^ J,",ai Cirvai" um crud0> ***** PodraG.mes S.lva,
jrjrtienu se resp.rata om arami da sublima amor : Angelo Pires Ramos, seu ir.uao Eduardo e ura e*
patritico comoquenijuille ,0:0 ludo era luz I ;cravo, Benjamn A. F Banda.ra G-roa Fraocez
no anueio friternal que a ,qal Ihe enva este e ura escravo, Jo, M.rcelra* de Saaza, Luu Fer-
pyva J-OTavps. rejra de ijarnpos xrreo ;1U prlma e UH1 crla(l
Foi bella Jal magnliea a fista : mas a grandeza Marcoliuu F. Manas, Jos AntenlS Machado""
do faila detnaedava todo esse eatnas.asmo, toda Jo, da O ivir.a Silva, Francisco Padro da Curta
OTia-profUf da mies, da Aires e de vitas, qae MdrKra, siaooel V. da Costa Moreira e um escra-
sao as expresas sinearas da coracao qae palpita vo> Tranquilino Jase II. Fernandas, Jo- Barbosa de
fremeata plan glor as da patria. Mjr;es AJe|1[ia 0 D A p fi p
Siodamos Pernambaco, saalamjs o Brasil, san- -
damos o I opera tur, saulamji o exercita e arma-
da, oas pessaas d^seus chefs, -palo bnlho daisas
vicioiia", qae o sol de 19 do feverero illamiaou, e
que o mundo mteiro ha de contemplar com exuse,
porque na vardade sao digaas de am puva gigan-
te, sao dianas do Brasil I
Fuacciaoava sabbido a assembla provincial,
cuja sesso liuhi apenas sido abena, quaodo en-
irou para as galleras do respectiva edillcio uro
19 de fevereiro da I8a8.
O governo da repubfoa, dase jando Honrar os
manas do luslre e benemrito enaral . Veoao-
elu Flores, Mmenla atsassinado pelos terdugos de
Uuiuiero, tu resoivira a decreta :
Art !. Nomear commaadaoie geral das ar-
m.s o cidado D. Maooel FidreB.
t Art, 2. Commumque-se, publiqrje-se, etc.P.
Vrela. -D roa be Hgannos. PmienoJoEUuri
Osear Gi.Jraoa.J. N. de Nata.
Mioisten da goarra e marinha.Moatetido,
U da fevereiro da 1808.
En pre-eosa da eiuia perpetrado cobarde
ir-ena pel.is h-meas de Qainieros 00 b^aemerito
bngadeirj geueral D, Veuibcio Flores, assasloa
dofl.Js Das raas de Monttid , o goverco, oj
con8eihode minitro?, remite e daertta :
Ail. Io. NoHiear-se um conse lia de goerra es-
pecial para qaa proceda inm^aiatamenta ao jal-
g.raeiuo, de confumidads com a lef, dos crimina-
so- que faram eDC/ratradosboja com &rm;S na man,
eneabecaodo e l-mandu parte no sangrento molira
iniciado com o infama assassioaio du
nerai D. Venancio F.Ores.
-Wmfls } rnaps do snl do lnperia, p^ln Cr%
Pi * segumtes dalas : eOrte 1*. Bslurl
Mr?*S**2 -ao,e-
9 e An-g'-a- 6 do coi.
Alen- du - damos sob as
Mmltrr e Interior, tis o que ni
Aba jiiiLais:
"fcrffaiParf#e|fciJ|,
'" **6es*mos
mastre ge
' Art- * Nomear-se para eomior o dito cnsa-
.?s siguimea pessoas :,general u. Pedro de
seiiiia, cufouel U. Felipoe F^aga 0.carona Amos-
vu.^ rtos D- Jo''0 Veat0 Castro, D.Jos C
Buiamony, D. Autunio Mana Marqnes a D. Bar-
iiiolumea Qaiutros. #
8BT.
Corria ter sido exonerado, san prtfido. de
reordemo da casa Imperial o Sr desembargdor
Miaeira senda Horneado para as** cargo n Sr.
JtYcolan Antonio Nigneira Valle da Gama.
O camlil regelava' sobre L.ndres tS */i a
R d. per 1.WW0 '
O- subahos'{J|en1.r5i-se a 153480.
Fictvam i carga para Perumbao : brigues
TVafofor e <- l ros, dignissimo pretidenle da provincia.-O dele-
gado bupplenif, Francisco da Rocba Wanderley.
Iilm. e Exm. Sr.AQlrrja a V. Exe. qae ja se
acha reeolbtau o teaente-corunel Joaquim da Suva
1-on i,na casa da cmara da vi Hada l.operairir,con-
forme me ordeoon V. Eic.,e no dar a razao de mi
nba demora ; aim do perder om da de viagem,
por causa justa, acontaceu ter candado o estallo
em que vrana, o que dea lugar a passar em cas
aQm da me pieviuir de'oQiro cavado; blo m-smo
mandei duer a V. Etc pelo major Corts, quaado
voit-ju, assim como eonduzr daodo ordem do psi-
so a dous raaos daquelie lapeoie-coronel, que o
tiuham aconipaobado at aqdl, o que nao z por
nao us enaontrar mais neste piola. Tendo ebega
do honlem da Imperatn?, onde ma foi enlregae o
o IB co de V. Exe. do qul me ordena para dar as
providencias no saolido de serem -nrpersos os se-
diciusos que coosta estar reamado-fcenle de Pau
la, pello ae Jacuipe, n que - ata coosla pe:o otU
co de V. Exe e sendo etacio darei as protideo
etas qae a mea alcance eslwer, dando de ludo eco
la a V. Exe. a qaera D. us guarde.
Deiegaaa ae polica do termo da tilla do Pas
se o Gamaragiba no eogenbo S Salvador 25 de
fevereiro de 1868.
< Ulna, a Exm. Sr. Antonia Moreira de Barros,
ouito digoissimo presidente da provincia das Ala-
coas.-Antonio Garrea Lima, delegado do termo do
PaSSO.
PEKNAABUCO
REVISTA DIARIA
Des protege.a auna do Brasil.
A eansa da eitui^(ao e do bem direlto qae este
imperio sustenta nos campos do Paraguay, mais
ama vti sa (ot Valer pea lgica da tietona mais
a.-sigoalada.
U pa.oUsma de Hamaii.qae se inirometiia en
tudas os colalos como uma impossrnlidade vita
para scluco da victoria brasileira, aesvaneiea se
como ama sombra ta a loirepi Jez dos nossas mt-
noneiros, qaa a esta bora ja'domioam Assampco,
para onca eguena um respeiiatel eorpe do exer-
cito.
OiBombata da dia 19 de fetr*1ro, em qae a
Bossa marmha frea o p>sso de Haraaila, spkuI-i-
di uvanle at j T.-.yi, e um3 c.lumoa do ex-rcuo
de trra, ao mando do propno marques de Casias,
aVaueou toare 6 fiaaco esqaerdo fla Romana, to-
mando ao loimigo p .sigoas importables, orna
pagina de iodelevel gloria para o pal?, e nma res-
po?ta aquelles que uo.a amesqaiohavam ba pessoa<
do n 'Si.a Koaerai em ciirfa, cajo vigor o pericia abi
sa manife: um copiosamente.
Bu ci-iaie abundan lo oestes senUMeotes pa-
triuiicos, qne ludo o fi.asilelro abriga no cora(ao,'
exudou ao d-.-rramar.se a noticia Oeste feio j a as
pruvas mais exabarniei foram para logo dadas em
tDaufrsuydds varla-, e qae casceram de om im-
pulso opoauoaii e noiSMo.
As runa da cjdade regorgilitam de DOpulaco,
ntreoenae nm w^g ^ fle g^, fviaa rapo pitrloiicj frmalo pelos empregadas da al
faodega, acoenpanhados por uma baada de msica,
e, pediudo veuia aa prasideoie daqaela orpora-
io, levaoLiu eutiu-Uaticus vivas que oram cor-
respondido: phSeneiieameotp.
O depulado o Sr. Dr. llamas, blenlo a palavra,
pivi'er.o,. um discar-.o taJo de ccuiaa, a do qaal
n-s-aitita o eqthu-Usmo qae o da.niu .va, e t rali-
ooa ergaeado novos vivas.
O Sr. presidente da assembla felicitou enlao a
provincia pela;- boas noticias, e, aps novos vivas
por ello levantados e bnlnntemente respondidos,
dea por Dados os trabalhos.
A corpraejia toda dirigi sa em seguida a pala-
cio, com o Sea presidenta a testa, a eomprimeata-
rem o Eira, pri-.-itenia da provtocia, e fez Iht. car-
tejo e (rapo qae a fol victonar das empegados da
;iifai)d--ga. *
Em regisija pelas noticias sapra, os empr -
gados do arsenal da guerra liluraiuarara afrenta
do edicio, collocaajo em maio delta, em nm rico
e elegaute doce!, o retrato da S. M. o Impera-
dor. As "ij% boras da uoule, aps eaiQusia.>ucos
vivas a faiuuia imperial, ao mar juez de C a victoria alcaogada, a baula da msica do i' bata-
lho de iiifauui.a da guarda nacional locou o
h y tu 1 oaciouai.
Ao .1 v-.is d.-s', os mesmos empregado, prece-
didos da tiauda do msica referida, percorreram as
ras da cidade.
A's o ! boras da larde de bootem, precipi-
toa-se a ra, do sobrado o. 3 da nu do Imperador,
onde mora o Sr. deserabargador Francisco Damto-
gues da Silva, o Sr. Dr. Jo Weaceslo Marques
da Cruz, naioral da carie, |uis da direiio aval'
so. E-sa saohor cti-i jo da Europa nu vapor tran-
eez Peno, eoosnmmido p r uma ptoystca pu-mo-
oar, que sa Ihe aggravoa na Suissa ouoe esleve.
Trodo passado o dia na po*oaco do Monttiro,
u'ab tul tu a tarde, dallando- e, depois de despi-
do ; e, quaodo a familia do Sr. deemoargador Da-
mingues juigava-u dar.orado, vio-o euirar em bra-
cos da aigomas passoas jua o apanharara na
ra.
seu mal angm-. nlu se cam a quedi, e sappoa se
qas pouco pajera viver.
Fol approvada por S. Etc. o Sr. presidente
da provine* a deslgn^cao, que o Sr. eoa'Ul n'Aus-
trta fez do Sr. Unco K-liar para sub^t'lal-lo na ga-
randa do respettita consulado, durante sua viagem
e estada aa Eur ja.
Foi recalhida, no dia 7 de fetereiro ultimo,
aos cofres da ilus.uraria na ra?enla desta provin-
cia a importancia -.o liuOjlOSO; donativo feto pelo
Sr. Dr. Jao Antonia da aoaza Ba irao de Araujo
Pereira, para oceorrer as urgencias do estado na
guerra, qaa susieia cootra o Paraguay.
A oosigoa^o de taes actos para nos am grato
dever; e se os registramos em 0"Ssas pagloas, o
fazemos para perpetaar ore.-pectivo merecimeota
pela vulgarisacao, a qae leu tiles jus inai.-pnlavel
da parla da imprensa.
A' bordo do Cruzeiro viera para esta pro-
vincia e achara-se recoiOdos nu qaart-l do II.spi
co os pnsioueiros de guerra capilo Joo Mmeos
Romero, a os alfares Pedro Escobar e Daraiogos
Lar a, todos paraguayos.
Suicidou-se a bardo do Cruzero do Sul, as 4
boras da m a nina de 7, a vista ue.-ia i.idade, o Sr.
Joaquim Vieenta da Casta laquea, qou tiuaa aa
Babia para aqu. Era moco moda, e vioha matri-
cularle no quarto anuo oa Facolaade de Dlreila,
cojo corso frequeolara eom approveilamenta at o
lercelro em 8. Paulo. Ditera nos qae a cansa
desse suicidio forira os coaltnuos desnoaios qua o
atormenuvam, e suppor-sa o infeliz moco vluuraa
da falalidade.
O ar. Aatooio Afjoso Ferreira foi nomeado,
por portara da prasidarjxra, agenta lalerlao do
crrelo 00 mar.
Acerca da compaohia lyrica do Sr. Jos
Aval, cai.oniram33 o seguiaie no Jornuf da
Baha:
Carta do Sr. Jj Amii, recebida pelo ultimo
paquete da Europa, diz que elle coa la va eranar-
car-se em Marcaba al o di; 15 de margo, e que
ja liunaouiiivameuteesciipturadoa prima dona
Iulia Tambara', o teaor Laaalru Cay, e o baixo
Giovam Scoian, e todos fanam paria da campa-
urna do theatro da Barcalooa. Paia* o resto da
Companuia estavam adiaoiadas as negoclagoes com
o ai listas.
Cousia-oos que o Sr. Amat maodara proposlas
So bantooo Banelti, que ja esteta na Babia, e
acitaiuienie aca a ao H10 da Prali.
O vapor Cruzeiro d Sut truuxe para a nossa
praya as segoinio aoautias para os Sr3:
Aiaonua Irmgjs........... 13U.'JU,5000
J.,- da Si|vaL"yj- C... 1IW. liuuU
Pereira Uarneirya C...... 7i :8diA30U
Ta*olrmos............. 8a:UD AUUO
Jos F. Taboca, Toomaz F. Reg Muaz, Jos Ja-
nuatio de Carvalho e um criada, Francisco F. Al-
vos da Silva, Antonio J. V. Casia, Auunia Aligaste
da Silva e um criado, Jos Joaquua Das Ferroira,
M'guel Z-faria da Aguiar, Joo Fiarealiao L. Bar-
roso, Joao S.ui Bitiancouri, Josa Elias R. CoeuV,
Fraucicco Jos da Silva Porta e um esenvo. Aure-
lia Poacio Silveira, Antmla LoatcngJ T. Marquis,
Jaaquira J^s de Faria, Autoiiia A. A. Montairo,
Pauio Jaaquim Telles, Thoma Baby, tres escravaa
aeniregr, dous cajetes e treza pravas-inva-
lidas.
Saguam para o norte :
Jao Mana la Sauza Croz Vieira, mijar Carlos
Magno da Suva, Francisco Ladisl) T. Aicaalara e
sua fatailia, Jo.- Francisco de Souzi, Juno Machi-
da do O.iveira, Jo.~ a-tnllu-Urauca da Crui, al-
ua Jos Antonia Salvador, Uteneale Ruiiao Laiz
Tavares, madama Del 'ferry, Joio Paula Borda, padre Maximiana Fobro-
nio Esmeralda, Caeuuo Je,- da Aoreu, sua senlio-
ra e ires lilaos, 2 caales, 21 ex prajas lava-
liJas.
Casa oe obtexcao. Mavlraaalo do da G
de man;o da 1868.
Exisiiam o3D, eoiraram, sablram 5, exlstem
339.
A sabar :
NacioDaes 234, mulhereso, estrang^Iros 43, mn-
Iher 1, escravos 53, escravas 3, tota! 339.
Alimentados a cu-la dos Cutres proviuciaes 217
Mavimento da enfermara do da, 7 ao cor-
rente.
Ti vera m alta :
Joo Jos Silurnlaa.
Laiz do- Sautos.
Ckhiterio pubuioo.Obitaario do dia 6 de marco
de 1868.
Joaqmm da Sam'Anna Manleiro, Pernambaco,
65 anuos, casado, Racife; asphyxia por sub
merso.
Josepba Mara do Espirito-Saato, Pernambaco.
4t anuos, solleira, Bja-vista ; lunerculas pulmo-
nares.
Autooio, Pernambaco, SO anaos, solteiro, Boa-
vista; bydropesia.
Adelina Jos da Silva, Pernambaco 15 anuas,
solteiro, Bia-vista ; bexigas.
Luopou-ina da Silva Pimentel, Peroambuco, 18
anno casada, Recite ; tubrculos pa>mooares.
>) alaria, Peuambuco, 1 mezes, Boa-vista ; cou-
toHes.
Anionia, Pernimbuco, 60 anuas, solleira, esera-
va.Baa visia ; gastro bepaM*.
Lourenro, frica, 60 anuos, escraro, Boa-Ti.-U ;
gastro hepaiue.
Jas, Pernambaco, 13 anno?, Boa-vista -, aneu-
risma.
Jos Ratina Maclel Monteira, Peroambuco, 45
anuos, solleiro, Boa tisia ; febre cerebral.
Englisb B'.nk of R! de Ja-
neiro I.L;atcJ.
Capital do Bau:o eui. ..
500,000 actes de & 20 tf i.000,000
dem realisado.......... 500,000
Fundo de reserva........ 45,233
BaLA.NCET OA CAIXA K1LIAL EM l'EHSAMflL'Ca, EU
29 Di FttEtlBIBO DE l8l)8.
Activo.
Letras descontadas . 809.9i8#700
Garantas e valores deposi-
tados............... 337:1905610
Mobia etc. do Banco..... 9:698{ftoo
Letras receber........ 100:0005000
Empresiimo e coatas cau-
ciona las............. 47:0000510
Diversas conlas........ 189:463)5 80
Caba................. 263:441,5930
1,757:143606o
Passiro.
Conlas cor-
ren lessim-
ples. .. 162:14741730
Depsitos
praso fixo,
com aviso
e por le-
tras.... 1.109:3300500
1SC8.
J:63Uii6J
o0 OJ
40u00o
200*VU0
OoVJJJ
trouaa aiuda este
Ttulos em caucSo e depo-
sito.........
Diversas coalas..
'---------------1,^71:478^230
337:190SI0
148:5743191
S. E. O. 1,757:2430060
Pernambaca, 6 de marco de 1868.
F. B. Bloxhim, Mantger.
Joseph S. Limbley, Accoantant.
Fubiicaces a pedido
Acrstico.
i .se Duaria das Nee....
FortnaloRioeiru Bastos..
Joo dos Santas Vieira....
Jos6S.de Sa Estevas.....
Mauoel da Suva Uauduuga
Para a pmviucia du norte
jpar 14:tOOKWa
T bate uiais eaAa vapor, para P-rosmbaco 6
Paranyoa, 6X);U0i'#000 em lUjeJa papol para as
taesoarias , laioasa.
Oeserl'/o dos protestos Jos* Mariaao esla de
aeuiaua: a rila *e Santo A-mire o. t I% eleieio da Ll de Sania (Jicilia, pobKea.
da oo harto de uulut fera deram se osseaintes
eugaoo!-: ,mB j| ,1-fiyaa por dVogftd .-busa do
Sr. Dr J.sda ilta R*uv-S i.a-so, Sr. Or. Jobo da .^ SUfDaiameo"ie peobarados para cao o com
,1! n Kdmj*''O du e3-rr.5i psr dt-tM^ao Uidoro miD(lanle do mesitio wpor O Sr- M*NiOifpelas or-
ae unveira Lpbo, i L bojo iogAf att murduma-. alm da Uma.
?matel, iugeooa, l s saota
K-roosa fiar do Jardim de Dos,
> tea p;ito qae seda, acanta,
ce a di zem os adoran-res t"u> :
aae a tea pei'.o essa tlir 6mgella
t"atra com raimo ese dora eeleste,
> ta virlude, essa llar 1*0 bella. -
p. G. V. JuDlur.
4
QOs abaiio assigoados, passafieiras do vapor 7po>
PftA^A 00 RECIPE 7 DE MARCO DE
\s> bcns da taruo.
Haje)
Fete de a goJao diPar^rjjba para Literpool1 d.
por liara e o8/.
Jjs de Aquioo Foaseca
Presidente.
^Francisco Mamede de Almeida
Secretario
ENGLISI BANK
Of Kio de Jaueiro Limited
Desconta letras da prafa taxa a con-
encionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
praso liso.
Saca vista ou praso sobre as cidades
princi|iaes de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Ouenos-Ayres, Montevideo, New-York
e .New-urleans, e imiue cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourtobo a. 7.
Novo Banco de Pernambuco
em liquidaco.
Os seabores accionistas >udem rec.ber o
4o dividendo de 4 00 do capital, de vendo
entregar as acc5as para se iQulilisarem,
das lu boras au meio dia,
lmporta$&o.
Vapor brasileiro Cruzeiro do Sul, tlnda dos per
los do sul du imoerio, maufrsioo :
109 saceos farinba ; a Antonio L. de Oliteira
Al evado & C.
20 latas tumo *, a Joo Francisco de Souza.
Eucommeu.ias.
1 tolume a Joaijuim Beroarno dos Res, 3 a hi
Nogue.ra da Souza, 4 a Joau W. de Mednrus, 3 i
Ji-se hall Gaugalves Ferreira & C., 9 a E A. Dor-
le Si C, i a Adamson HuWie & C, a J s Bar
ba-a de Mello, 1 > H Bruad, 3 a Tu. Simoo, I a
Pereira Caroeiro 4 C, i a D. Luu d6 S wta da
Silteira, S a Juaquiru da Almeida Piolo, t a M Pura-
ter &C\, la Praoeisco A. de Crtamo Muur*, i
a A tzandrina Tnereta de Jess, 2 ao conseiOairo
Sa' e Aibuquerqae, 1 a Jos Joaqmm Mon'.eiro, i a
La 1 na car i C
HuCEuEUOItlA DE RENDAS INTERNAS
EHAKS
rlendineuto o dia 2 a 6............ 16:6094860
dem to au 7..................... 2-4*065
16:873,f98i
rlecdltsento do
uem do oa 7.
CONSULADO PROVINCIAL
du2 a 6.

30:6f4OI8
771*788
uainm
a B.a.
'a. 0. Juviu Barn-ta R-sas eniroda-be
lo 6r. Mao el Angoste de Mt-oezes Ca:ta.
tLoterla -A rjue seacba a venda
a %T a benerleiu di mar z du Santo Amaro
to Jaboatao, que corre sjiia-feira 13.
Numerar dos bilhet da luiena tf74offere-
cWas pelo resperUvo tbesiareiro, para auiilie uas
lespHia da fn^rra.
BilheteiBS. 1137 a 146.
PantaRairos do vapor brasileiro Cruzeiro ao
Sul, iodo dos pntios do ol:
llalor Manoel Porfrri de CasirO ^ran)o, capitio
J Inapto Ribsiro roma, capilo J,.au Aulunto
tratado a mmu; dispepsabao-ibtt lodos os cuida
o< e ail-racdas da que suseep'lirel am dlslineto
eat.lbero e digno corjucandanle, teem per meio
da impreosa MitniQear-Ibe a sua gralidao par lo
bullo tratam ol >, e (.or a saa dispusigaa es seus
fracos servicos e amisade.
ao Sr. immediaio nao -ao menos gratas par
igna'es nat.-ros. 0
A bardo do vapor Iboiuex, em C de mareo de
1858.
Smoliclo Cohiba da Relente, Josa l'SHH ,-i. .
des#irro, Aona-ta Gorg-i, Viceni ; er-
rer* 6imes, Mauoel Vieete de M^ainiei, Anto-
nio Saiaioa do M ote, Autooio Coelhn M. ta Pause-
ca. Arcelioo Gvadino d Qaeirot, J g M<4M8 fe-
da Sla"Pe..g a, u-ot-m* Praaairo Unaela tt>etfHreira de Vatcoat-elios, J>aa Gu&laerio f reir e
de Lima, eipito J .o Maibena R m*, nlferra Pd- jSouia, Placa da Pmno Pessca, Jja.iuia Lope de
dre gsobar, dito Ojaingos Lar, Migal J. lUbeiro Alcntara Btlbar, Fraociseo Aotonio de Oliteira
PiCt DO EC1FE
EM 7 c uar^o de 188
AS 3 BORAS DA TAROK
REVISTA E11 %NAI
"jGambius.Kff,-ctuaiaui->e saque aoies da eb
gada do vapor do sul a 16 i/l. 16 1/i 8 l6 *f* "
por U seodo o taial de $t 90 OO,
AlcoDS.wVfi>:.;ru.# ,, ,| i-Vfujinbaco de'rls
10A500, iuatiftO, 10^8i>0 1I0J0 e 11**00 a arro-
ba ; o de M4I. posio a bordo, a i2i0i)U i e o aa
Faratiyba a I >00J. ,-. u>
A8SUCAB-Veu.ieu-?e O branco d3JO s #
a arruDa. o .-omeous de 3170 a 3AboO, u mal-
vado purgado da 3a 0> 3#60i, e o bruta a
2fiS9 a Canal, e da 3o00 a 3*100 por o amen-
Acardbntb.Vendea-se a 7S a pipa.
O.OHUS Os sewos e salgados venderan-se a
300 i .s por libra.
Abroz.-O pilado da Iodia vendeu-se a 4*900
arroba o do Maraohaa a 3*0J a oua.
Aihit oes.Vendeu-se u de Lisboa a >700
Bacajio.Bm atacad veodeo-se a 17*00por
Iwrritn, a rt-iibu e IS* a 18*.
^Batatas.Vendern se a *50 arroba.
joLACHiwHAS.V^nde i-SK f>*000a barriiiunrB.
Caft-laem de 6*000 a 7*900 a arruea.
Pacbeco MfOdes, Francisco
, Antonio Alberto de Souza
Agujar, Maaoel de Barres, Jos Baltbasar Perreira
seo Baltbasir Ferreira Faro PlIho.An-
. co. e Audrade, Pedro Je Gongaltee
dos Santos, Antonio Pereira de Abren e um ei ira- }*VS''! F(![0^I!,ormao(!,) AlveS "i?0"' FrHt*
vo, Joaqaiui Vicente da Coila Taques, c&udtdVX. tanca i.^!S,d,ArauJ iauor- Francisco Cons-
R.bello, Caelaoo Gaspar Pe>iaoa, J.s d Costa u>su'
Mallos, cooselbeiro Antonia P. Sama P.langa, Ao- i m.a,:_. ,'! "^T.
UnioF. Saua Braga, Beoigoo Dantas de Brlli, . raeuc!,i Pr eiceU^ana Jo secub.
Manoel B. Damas, Francisco Camino dos Passos, nD,IUlu remedft qoe tenha reebiJo
om Oiho e um escravo, Doraioio- lt. Galraaries, ma'* e'os ?e "0l,.,s PWS, como seja a Sal-
Josa T. Villas-bis, Jasen Pri.-k, H.rctilano M. Prriloa de Bnstol. BKm sido approvada
F. Franca. Miguel Di Mpav ae "'. cinefflnncs, por mais de
e pelos doutores.
mil peridicos prlucipaes ; e pelos doutore, chi-
micas, e escriptans mdicos te todos os palies.
Faz quiaze aunos que loda a facaldade medica de
Bfale, deu om testemunho unabloe, de soasint*-
timaveis virtudes curativas, espermentadAs do-
rante a longa pratica da sua proflssn. Qoarenia
malhos distincta, aomicllialas em diferentes po-
voaedas da e=laJo de NcW-Yailc, eosteaiaram oos
com (un outro le.-te.nQuho uin manes t-mphstico e
snmmaaieme lisaojeiro ; t; dostle l'o cicco oita-
vas panes di mais escolh la da profls>o, ttm
contestada secs mentas, debaua da responsabili-
zada de suas assigaaturas, sua.' curas de esr-refa-
la, cancros, tumores e tola a casiavde mvletlas
erupitvais e u,c.tjs:ss, uan.- 'oro esqoecidas era
quiota a li gn nzleza fur liJve falla I-. Em
u-na paUtra elUs i; a si!a escripias em t.dos es
liomas moa-!rn;s, e c;,ucada, a aJrdfaro de todo
e inunda eiviiua-Ja. A-ba-se a vea-ia-etfl t.das as
prlucipaes lojis de drogas.
Tiberc u
Os prioaipaes syaptamas da l)r.;i;aa de labor-
alos n.-s pul o*, ^):
Uma tjsse secca quaodo se levanta d3 maoba ;.
respiraba curta, diuaiuilasa e rpida quaodo se
faz eiercicio.
Pallida extraerdinaria, moilea nos mnscuk)3,
em'grecimeuta e u tolo o carpo, d likaidade em
fazer estarc, qaer pbysica qaer tn<>ulal.
Estes syupi-jms pdara caniinuar por.muita
lempa se.a augijiuiar-sa o mal: parea oedjo ou
ur-ie apparaecij.) sigues do seu pragresso : o
pul>0 se lomar mus rpido, asutir-sc-ba fro pe-
la espnliaga da maulija e da tarde, seguido por
faore. 'abi era Jume o doente passa a nuile In-
quieta, to>.-e sirca e Irritante tjjas as vezes qaa
se vira na cama.
Neste pneseiro periodo da tsica lubercolosa os
puloies uoui ja mai ou meaos dos depsitos
tuoereu loses.
A iraosiya do prirueiro 'o seguoda periodo des-
lt mole^ua em alans v^garoa e aorois visitel,
em outrus tapida evidente. No segunda pe-
riodo a lusse nu^'u-nia se na fregueucia e na vio-
tuua, e esps-.toragao mais abunJaula e mui-
tas vezes caoim peruanas uad.as de saugue. O
Ira, a ten c, iniomuia, uor de noite, sao mais
oi.wt!-, e a febre beetica mostrase claramente.
O semolaote plido de mauba, e de larde tor-
na-se carada.
O lercelro periodo simplesmsete o segunda
gradualmente augmentada. -'. .
A sevendaoe, a rapuiaz dos syrcplomas e o pro-
greso da molestia o.llerem muito em diflrenles
casos, e dependas da con^tituiga di pessoa e do
clima, lempo, etc. liu aigons a marcha gra-
dual, .-tu di* e cura pouca lenes, compaobado
da uuniia, a uor, etc., e o doente anda us lti-
mos das mesira-se chela de coragem e esperanza.
Em cairos, e pela raaior pane, a marclia desta
terrivel molestia rpida e daloresi e a lula mor-
a! eoire a esparan^t a o desespero ro .aira a seve-
ndada da daeac e o SulTiamento da d-aeoie.
Bm todos o tres periodos, nao Goanecemos re-
medio melbor do t-i.: u Peiloral de cereja do Dr.
Ayer, se ir tamadu a teiupo, a cura quasi Cer-
ta, e inc-ino quinda a morie praiima elle miti-
ga a dr e ailivia o saifri Lento.
Uma tosse -por mi< nve que seja perigosa e
deve ier iraiaoa un u-diaiameule antes que lome
asseota sobre os pulmds; ier.ua sempre em casa
ura pouco d-ste Peiloral r-s que acompanoam cada Irasco.
Se a moie>iia eta ja rauuo adiantada procure
lomar o Peiloral tebaixo da direc^o de um medi-
ca entendido. OSserv*uJ>.i ao iu-sino lempo loda
a cntela p;ssival, qacuia dieta e ao lempo.
//
.r
II
I'
' .Su'
i


I

ILEGiVEl



Sltrtaie


I
-
Cha.dem de 3*<50O a 3*dO0 a 1
CtRvi/AVenden se da 5
zia de garrafas.
Louga.A iogle
por cetto da prs
Mawigjl-Vi
l*too a libra.
Massas.Vi
Prrsunto.
Qt-Kuos. Qi
cada oaa. a
pr di-
era 379
rleza da 1*|?0 a
** Wa800n. adiu.
* 91509 a caixa.
am-se a 16* a ta.
araengos Tenderam-se a JW0
- 72*795
*?r!rMy^
refunda letra O ie Harco Ja 1958,
o do Mediterrneo a 0 n..
TowjiHia-.Yndtu-s o de Lisboa a li*500 a
arrala.
VmAQRg.~Vendeu-se o de Portugal a 149*000
a pipa.
jimios. Oj de Lisboa renderara-se de 249*00 Anieaio de Jess e Souza
a 160* a pipi e os de uatros pautada 2-50*000 a Aoaa Mua do O' e Helio
1362833
1165811
18*241
33*790
44543S
33*595
5il*253
36520o
21*672'
96*502
ITOOS MAMTIMOS
d"a- l Msooel Pereira Guimares......
DBSco!rrflf>-0 rebate de letras regalen de 8 a 10
por ceaio ao aono. | Baroardioo Joi Serpa.
Frutes Para Liverpool carregando aqai i/8 d. i Poreita & ~
por libra 5 / vapor pej algode 7/3 d. por ii- Corenel J.
tira 5 /, em navio <\ vla ; carreganlo oa Para-! Mauoel Joaquina da Eooseca Galvo.
byba 1 d^por liera 5 % moavi 4* vela.
Manoel Rodrigues Lima............
Yiova da Ricardo CbrysosKmo doa
neis............................
Theodoro Jos da Silva Laeerda
Dr Vicenta Gyrillo Marin.......
J Joaquim de Lima.............
Manoel Joao de Lima..............
Francisco das Cbagas Salgueiro....
Jjaquim Pereira Rasaos...........
Viuva de Antonio da Costa Reg
Monteiro........................
A mesma..........................
Herdeiros de Jos YilafNuoes......
Juros de copiaes. DA^
AotoDio Jos Victoriano Burgos da lr
Ponseea......................... 4:828*443 M0SS
Mfm
_
enes Imperiales
Ateo dia 18 do crrate rnei espera se da Ea-
i- 5963 rop* Vpor ff*0CaZ Eslramaiure, o qaal dapols
'_____ fl demora do costme seguir P*ra Babia e Rio,,,,
de Jaoeiro.
E
:,j*Mg,jia
i O mesmo
Francisco Camello Valcaeer.......
DO POETO

1
Navios fntraios no dia 7.
Riode Janeiro e Baha3 olas e 20 hora; vap*r
bratiieiro Crmciro do Std, do 1117 toneladas,
cosmandama Alof arado, equipagem 64, carga
difieren tes gneros; a A. L. da O.ieira Azove-
etC
568,5-222 .
153,5238 !
702*974
Flix Jps da Costa................ 141*572
j Joo IvenomoceoD Paes de Meodonca 17459*8
1 Ignacio Goncalves da Los.........
i Jos Joaqtnu de Atmeida Goedes...
I Jos Paeheco Visira...............
1 Joo Gaocalves Rodrigaes Franca..
D. Luna deS*)U/a.................
Miguel Alves Lima...............
i O mesmo...........,..*..........
Manoel Cela00 Miia.
17459*8
2 i 9*566
2i55'6
6*25916
556*414
17*5611
703*>>66
193*611
46^470
SalSuprrilha d8 AyftP. |e)osMemsuaorigem o^predominio extea-
Chamaiaos.de novo a altaneSo do nuhli-80 e atal de "^ mo'<*l- quemd*ra '
ue ama teodedeira de amarello, urna mseaira, fn sona-4 .iJI o.k irni. c-^ ;-*.. ^..-T.
OOMI batanea grande com pesos, orna dita o* 2 . * f'
nena, orna armaco, torno, telheiro, encana- D"CIUO por toda
P*to de gaz, resto ios atencios da pagana tracto composto <
n/",In?erU1 n-'81 [ Ay er; esfi nome foilhe ddo""nSri or maiscerto e.mais prompto qae podera ea-
jectos cima perteacMtes a massa foiilda d IM J06 este nomo feralmente ct^nbecido e ria oa PnnciP desla ternvel molestia; bem
Aives de Mura. urna idea clara do medicamento e os seas com todo*os males J36 Podem condazir
Terca fei{a 10 do correte. siA." a ella, cmo tosses, resfriados, defluxos,
A raz da salsaparrilba dos tpicos co-'do'' <* garganta e de broDChites"; qualquer
Narna Imperial o. 51, as 11 horas!
III i A Decida como um dos np.lhores alterantes rouiaidiodeveser tratada immediataiaente.
LaUlL l" qae possuimos, porem es mdicos lodos sa- A exPeriencia raostra que o pitoral da
De divida* da ra^si fallida d^ Joo betn *He ha oulros l3l) bns como ella, e Mr^* d0 Dr.- Ayer cura todos estes padeci-
ese dos SJntns lima na itantip- que em coaiDmacao com a salsa s5o iruito;ment03 ^aa.M sm cepco, e raro e o la-
ni H icilfcA 1 1 P m3S eBcazes do Ia* I^W droga rde *ar D0S Pa,zes on,ie ^wbeei), qoa n5o
laaea ds ft;i6716ft em letras e ser por s 6 portanto, este coabosto de leDha DUmer's exemplos do coras feitas
salsa, Iabaca, tWn$,
cenia flelivr.
'C'trdeiro Simes
rOlPAHlU PSRlUtiBGfilM v* andado do iii. Sr. Dr. lois de direito esp3- dadeVdp"qae ^alque7'de"ssas IroTas
^L
-28 dia., b.rca infera Qarxom, de ^CmS^ ****" ^"' 7ai'A7
ffa5ruf,?ia5.MP-?A^ '
BiHjmore40 da?, uri^ue ingles Sira4 Aun, de
Cunta.
Rieladas, eap.to H. Martins, equlpagem 8, Mara do '
Manoel Alves Cavalcantj...........
carga 2,?00 barricas coni farleba de triga e ou
tros geo-ros; a Ptupqs Broitirs & C.
Navios sabidos no mesmo da.
Viuva de Manoel Leonardo Sodr...
Padre Joaqnim Cavaleanti de Alba-
2:77ei56!5
70*072
3305000
152*088
305*873
301*565
il-Brigoo ioglt-z Luztama, capltao R. W. ViuvuT Pa'd'm Vm rA."^.......
Purtcnes, carga algodao. u aa r6(3ro 1?0 K9dtvlVi).......
LiverpoolBrlaue bamborgaei Dr. Rozmiartkte. t,...-._ j *.------',------7
' W. Ho.hr. cargagatgodao.______ l^L^XT'. Z ^T' ^250
Rio Formoso.
O vapor Mmanguctft,
s dos jSaotos L-mi, serviado da b.se
cbtlda tjo prlmelro leil'io, isto
Terea-ffira 10 Jo corrente
madrgra, etc.,
possp* majto mais poder sobra as eafermi-'
s.
epa-
i offVrn focM-Mereta, pois a formla desua'prepa-
rac5o tem sido publicada umitas vezes e
-Hr.u Cosan ie. k u r i u,'cu'0 u ouuuiomu* as juniHs ae nygiene puDl ca
raiTaVr-ao ?T "& '" *"" ."*''^ ^ rU*' EDIAS.
Aooliaario.
Layme capiio dos navios Solferino
I e Uruguay...................
'Joo de Barros Accioly Waoderlei.
Aodr Dias de Araujo, ofllcial da imperial ordera SS tSptu^ Ji Arante8*
da R>sa, cjmmaadaan lopenor da guarda na- uSn"? rT^ '"...........
eionaldos municipios da Saoto Anto o Escada, w?ih'l iWrfi ...........
porSua Magestade o Imperador a quem D.-us u"u'5r?*e^J0i-'1"V/:-
guarde, etc. -- Mana ! rancaca Martba de Amorim.
Faco saber ao Sr. alferes da ir cotapaobia do 't"". ES;'h*,' r"":.........
batalbio n. 24 doste municipio Fraka de Gusmao I L\?ffi S*^?1"........
U,bo..asSim como a t,dos dqo.lle. que podereo, I j0lTov,or* no'c- ?
e quizeraor (azer ebe^ar ao coobecimeoto do refe- i Severlna L^Aanf,,,
rido ofauft que elle chamado comparecer oeste ManoTFerre.raTpi^
qaartel dentra do pra da ,0 dias contado da \"! f"dTa, ..........
data do pMsente aaitsi, e se nio o ier serano-1 u ,! if!f?. vJ V,........
m al>o c^osHihi rte inveciigacao, delarm>ado 'Hertiron^riyTBCrl08'",V
pelo deereto n. 3,035 de 13 ddTuavembro de 1S65, .. .e.I.ro? i ^adeiro Gaspar de
aflm de venfiear a ausencia por elle commetnda,
conforme a participado do respectivo commandan-
te do bateiho lena a este commaulo superior
Qoarfel do e-JAOiaado superiw da guarda na- o* ermano R,8Uel" O de
ciooal dos Donicipios da Santo Anto e Escada, 2
de marco de 1853.
Andr Das de Araujo.
li'ifii de Amorim...

mu
3*933
103*500
25936
110*310
5*3|t
235i6u
37550o
21*600
984P0
255 200
12*000
235160
33*9 0
10*5(Ki
185360
57^600
12*000
509*093
gira' para o porto ci-
ma no dia 11 de Orneo
as 11 boras da manba.
Recebe carga, passagei-
ros, encommendas e dt-
oueiro a (reienu escnulorio do Forte do Matos
Q. 1.
CQMPANHIA PERNAMbUCANA
DE
Navegaco costeira por vapor,
Goianna.
O va or Parahyba, cemman-
dante Mello, eguira* para o por*
to aclaa po dia 14 do corrate as
9 horas da noite. Recebe carga,
encommendas, passageiros e di-
nbeiro a (rete, no eseriptorio do Forte do Matos
PAS4 0 POHTO
Segoe com a possivel brevidad'-, por ter s na^s-
liva engajada, o brigoe portugue Vniao : para
rarga e passageiros trata se com os consignatarios
Thamazde Aquino Fonseca & C, roa do Vigario
a. 19, 1* andar.
-'., ,.t
LEILA0
A rtala des gneros, arma cao
Hteflr-.ilrM por elle.
^As preparacoe do Dr. Ayer slo prepara-
das com especial atlencao aodliia dos tro-
picos, e tem modificacoes importante* aobre
las qae s3o feitas para outros paizi
Porlanto deve-se nolar com muito cuida-
submettida s juntas de bygiene purca/^s. Plaque nao baja engao, que os re-
' medios do Dr. Aye-, preparados para
na soa composico e o se tooos fa>! Brasl> tr*zera rot, e direccSo nti-v
ciendi. A graada vaotagem de remedios Duclosr Da 1,D?.a portogoea. PorUnt
, desta qaaiidada Calatete percebida ; o f,nvem mXiTt cm mu,l cujda(l0 Q^e o re-
e medico sabe exactamente o que ;** recei- 5 envoIto" de "da ffasco. t"*"
' t?ndoe os resultados que se deven espe- fri nle 10qf? doremedl e dwcr,P< J *
eu liso a lir.gua portuguezi
Deve-se recusar todo e qualquer frasca
que for offerecido com rotalo era ingtez o
que Do teaba impresso em um do JadoO
que o doutor'confeccioa, evita-se ara semido rot.uloJ nome to atote geral para e
nPrloar^nU i ia. r 6 dooot saDe *m esla tomando, o
? ftii 5. a! PePl5Ble7e dc ma8* qae n5o acontece com a maior parte dos es-
sa fallida de Joao Jos dOJ Santos pecifleos que por ahi se apregoara ; no em-
^Ba prego de prepararles mediemaes como as
Cordeiro SimSss
por mandado do Mm. Sr. Dr. joz de direito e?p- namero de males que resultara do uso de ?V0 ao Bras"-
mln.nT-T010 ,,fa* ,!Hi0 d *odo oral- remedios secretos que tem auasi semore' U'I1C0 dePoslto rus Direila D> ,3-
zssrssjzz i&ffr,n;A-,& *or base>^ Ai ^aHmSS I^fifftfranceza dep- **
pequeos totes a vootade dos compradores, pelo mercurio, arsnico, etc. " -
qpei espera-s que os Srs. tabeireiros coneorram O extracto- compesto de salsaparrilba do
ara
Alugueis ie casas pertencentes aos estabslecimcntos
de ca idade.
Maria Eustaqnia do Livrameoto Oli-
veira.............................
EJuardo Ciaudio Corri Cabral.....
; Thereza Anad-ea de Jess..........
_, a ... .. Amaoasia Kuflua do Livrmento....
Santa Casa Itceie. Vl eme Jos Ferreira...............
Pe scerotaria da Santa Casa d* Misericordia 'H-raeteno Jos d.s Santos..........
do K;cre se cjnv:a aos propnetarioj de predios A'in.i Jjaquioa Laora...............
esit-o fjr^tros ao patna.mio dos crphos a' car- ,r,**fP*Bautista.............
go desta Santa Casa, pa qn tratem de pagir os
foros qoe se ach-.ni a dever, e cujos conbecimen-
tosestDem poder do procuralor H'rculano Ole-
girio flibeiro Cistro, a queui se podero dirigir na
ra da Cooceic j d. 3.
Secretaria d.i Santa Caada Misericordia do Re-
cjfj lo de evereiro de 1S68.
O escrivo,
Pe3ro Rodrigues d Souza.
Cmara municip
Pela coatadona municipal da.-ta
a i
cidade se faz
pdico quese recoce a jeca do cofte, em toio
este miz o at o m de marco proxim, o im^Oto ', Anna Mara da Cuuceico
maomipal sobre cas .s de negocio, o qaelles que Miquiliua Sebastiana de AlDuqaerque
Jesuloo Coustante Rodrigues........
Vicente Aunes Sorra................
Hsrde:ros de Auna Jjqcina Caval-
canlida Albuqutrque.............
Joao da Cus Mendooca............
Joo Fiancisco Tavar. s.............
Vl-.lJce^lao l^nacjo da Couceico.....
Claudio Jo- Tneodoro..............
I''r.iQcisca MjnaCaroliu?.............
Feliciano Piinso de Jrsus............
Mara BeovjQda Cavalcanti..........
Ulindina Lbercina dos Res.........
Dr. Joo de Uarros Falco de Aibu-
querque Marauho...............
435500
12('*000
17*000
51*100
3I6582
6*OO
200*' 100
45*000
19*580
19:'5O0
3*8J3
Segu ero poneos das o palhabote./otva Artkur,
tem quasl todo o carregameoto engajado, para o
resto que Ihe (alia traase com os consignaiarlo?
Antonio Luir d> Oliveira Azevedo & C : rna da
C'-az o. 37 nnmeiro andar.
CUMPANHlA PhRNAMbCAA
BE
pvegaco eosteira por vapor.
Parahyba, Natal, Maeo, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Iptfuca, comroandan-
te Martins, spguir para os por-
tos cima no dia 14 do crrente
as 5 horas da larde. Recebe car-
ga at o dia 13 as 3 horas da
laroe, eoeummendas, pa?sa?eiros o diobeiro s
(rete al as 2 horas da Urde do dia da sabida :
eseriptorio no Forte do Matos n. 1.
mesmo estabeleennenx<) no dia
Terca feira 10 d) orrenta
as 10 horas era pooto.
escrfula.
m
so.
A o public'^
O fallecido coro3I Z-fern) da Cqoha Bastos
jiras, ulceras, chagis, mal do i?ado, dar- mil r;s a prazo, a sigu-u urna letira desta qaani-
thros, empingeos, sarna, comiclioes, tumo-'f'a; sarcedeu, porm, extraviarse a resprellva
;res, rheuiatisrEO, pstulas, o toda aua i-' 'ra', ."l Te a-?i?"ra o mcsaio Canha Bastos
dde de eropca,, .,., ^J ^\^^JSSS^S^^gX
pureza do sangue, pois opera directamente,deiros ornadas lemas, previne-so a guom porven-
Grande li jui laeo de fazidas e rrB
"deas
A 11 do corrate.,' ^aeco viciada
O agente Oliveira fara' leiio por cocta e risco vas forn
de qoem perteocer do meibor e mais varalo sor- i Vu c\oDnT! ti rn iVn
Umeuto de faieodas e roiudesas proprlas do mer- &AL5Ai'ARKILUA D AYhR
cado para liqaidaco de un completo esiabeleci- t> Senl duvida, o mais poderoso renovador
meato, coosisiindo em elutas iglezas
tas, riscados e ri-cidinSos, mus-
baoies aourelos, bamburgof, picol
dro, algjio.'s ivjrsjs, m rcoreantiqae, pannos da'Costa, cobertores de l e e escrfula,
de algolo, elefanta, castores, bros bancos, es-j De todas as molestias que affligem O bo-
sobre o sangue e as secretes, purificando-',ura estei* de PiSe da oaIra '''". apreseouia
;os e pulsando o veneno, e livrando-os ^\SJ^^^Ziv'^t1&
tnpira-lhes novo Vigor e no- meato pelos fndame >s qao em tempo oppwtcao
se farao pblicos.
lug-S9~
ndar e sotao d rasa da roa do Aroo-
a tratar na ra di, Trapicua n. 28pn-
cures e de cores do linlio e
krilhanlinas, cassinetas, alpar.a--
nao pagareta fnc; rrem uas p as e dlsposi(;5is do
art. 32 do regulamoaiu n. 3l da 15 de laobo de
1844.
Contadoria municipal do ec;fo 10 de fevereiro
do 1868.
O cntador,
Caetano Silveno da Silva.
Santa Casa da Jisericorda
do ilecife,
AUlma.jatta admiaistrativa da Santa Casa d;,
Misericordia do Recife manda fazer publico que |t?"??.!*? -----
*a slale suas sessoss.
Alugxris de casas de Ohuda.
1 Siverina Mana de Jesqs.:............
Aictiaojela Mana dos Aujus........
Manoel Jos do Jasciaieuio........
Mara Joaquiua Cezar de Mello....
Autonio iNyues de Mello...........
Jus Mana Marques..............
Justino Luiz J 's de Ikanca.......
Jos Perrira da SilvaTT..........
Antonio Franci-o Guimares......
Francisco Pedro Celestino.........
i dia 5 do corrente pe-' Aol0Dia ^ieciaia................
de ser arrematadas a peanas Guedes..................
Florencio J -so da'Conceico.......
Jjs Urbano Pacbeco de M'.llo.....
Manoel Vicente de Moraes Jnior...
Genoveva Ju;tina oa Conceico....
Joaquim Francisco de Paula.......
Kubn da Silva Ramos............
Francisco Luiz Vtres............
PtiriBionio dos orp'h'a'os.
0>00 i Aluguel de casas.
,, 9nnn Mara Antonia da Anoanclaco....
301*000 Josopba Mana Theolonia..........
! FrancelinoEleuteno Ferreira Chaves
1863000
1743000
las 4 boras da tarde tem de ser arrematadas a
quem mais vjotageos cTerecer pelo tempo de nm
a tres anuos as roadas aos predios eco seguida
declarados:
KslabeleeitnentQs de caridade.
Ra do Padre Fioriano.
Casa torrea n. 17......
Casa terrea n. 03......
Casa terrea n. 43......
Ra larga do Rosario.
Torcaro andar do sobrado n. 24 .
Roa da Moeda.
Primeira andar do sobrado n. 37 .
Seguudo andar dem......
i'atriicftino de crplios
R'ia do Padre Flonano.
Rui to Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
Cssa terrea n. 104......180*000
Casa terrea n. 99. .....256*000
dem a. 94.........2o 15000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. . 15u*00C
As arrematacoes sarao feitas pelo tempo de um
a tres annos, devenda os licitantes virem acoci-
paabados de sous IkJoros ou munidos dt cartas
destes.
Secretaria da Santa C?sa da Misericordia do
Racifs 13 de Janeiro de 18S7.
O escrivo,
Pedro Rodrigues da Sonza
Santa Uasa da Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa da Miser-lcordi
do Recife se convida de ordem da Rima, janta ad-
miaistrativa a todos os proprietarios de predios a
ra da Roda, edificados em terreno foreira ou-
tr'ora a' Francisco L'ns Paes Brrelo e boje a
mesma Santa Casa par doacao que Ibe izera, para
qoe no praio de 30 dias venbam pagar os foros
qoe se aebam a dever de ditos terrenos, sob pena
de se proeeder a tal cobraoca jadieialnenie.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re*
cite. 14 de (everelro de 1868.
O escrivo, -
Pedro Rodrigues de Souza.
5'8*720
155**50
8*;40
71*130
92* 30
57*330
2.050U0
395(J00
AS00
183A33::
32*000
B3J33
125000
CHS'.00
77.3000
00*000
90*^00
63*066
C08),
68*000
111*000
414638
1000
1000
2i*i66
434 i(K)
9*000
52*0i'0
1314733
33*666
160*OOL
50^83*
PNHIA
E
ISILEIkA
80*000
214083
166*664
764O0O
1:073*326
l74300
368*450
499*070
Mensalidadc d; educandos no Collegio dos Orp>>dos.
Florencio Jo: Maia da Suva..... 15S*000
9]*n00 Manoel Cynaco do Nascimenlo.....
96-iOOO Jos Goncuves dos Santos.........
Manoel Maria Caldas Brando.....
Joo Bernardo do R.'go Valenca....
Manoel Paulino Cesar Looreiro
Paquetes a vapor
Dos portes do norte espera-
do al o dia lo do corrento o
vapor Paran, rommandaote
o capiao de trgala Antonio J.
de Santa Barbara, qoal de-
pols da demorado coilnmeo-
gira' para os partos do sol.
Recebera-se desdo ji passazeiros o enp.ija-se a
;ar,>a que o vapor oodvr condonr a qual d^vers'
ias o diaheiro a freteat o dia da Ablda as 2
horas. Previue-se aos ?rs.
o is, marinos, velludo; a velbutias, esl'jpasj bra
manes. sargeUnas, palitjls, casacas e sobreca-a-
cas de panno 3 easeruira, pannos flno3 azuss o
preto?, casemiras pretas e de oores era pocas e
corles, chales da cassa, ioaqui;n, merm e de
girgurp ede chi!', mauis ce sea e de giz,
cuc.ns de lioJio,caicas f^ita, l; pr-jto-, camisas
de ca nbraia o de fi, to lin_. d linbo,
do fasto, lenro>'l,v,;is:s di seda e Ce
baorous, cortes ds la e vestidos, ctnles
na--, mantelete-, capas oscur', vertidas' di l o
.do ssda para meuiais, mintete-, atoando de
linn, brcianbs, isusco-', plattlaas o iodis r-.s
m^i--zecias qui oasotuo orna loj completa-
taclla sortija, sendo 2: 111 u.lecas em 1 1 q anti-
dada uu.'O diver:i-lj-J3 qao apaas se men-iont
calcado, botn 1; e sawiS is do b izorro, de traoc,
e outras quslidad.es para b->me*n o ibsboo*, fias
ivras, reifo, im!0', bice*, tranca;, bo;6-,
wolo, harmnicas, chicotes, has para cose* e
im-arcar, pfnies de marfi.n, ds tartaruga e
e.-cjva?, livelis para cau e uatros mlstra", se-
da pira Cardar, engiras do algibira, curaos,
coiheres de me: n- de a coHte",
camisas de meta, naps d 1 sol, d > ChiMJ d-.: Mi-
tii'b", 'le feliro, ra la,/h p.u <; ds casisr, tu-
Cosinheiro
Precisa se de um czinheiro e nm criado, pre-
da algofla.-, fiaotras, mem, talvez nao baja urna que infunda tan- Utwj0 s' e'1- e'crav.i : Do botel Pcrnambncano,
to terror, nem ama qne seja lad inexoravel: Di^l^l^lJl^J2:__________________
e horrorosa nos seos estragos como a sy-' At^CCilO
phiUs mal syphHUico ou mal venreo. j o abaix. asssigo.do compren* ao Sr. Antonio
1 L p;ovd\el que esta molestia lenha exi-?- P"1'i de Mello a HUcnr. da roa d*s Cujeo Ponas
lido des le os lempos mais remotos da bis- "8G- ?9ID tona, entre OS judeU", itims p rnmimc |tranacaogae ha ja sobre a mesma taberna.
gregos e romanos, > Ro :?f'l
Para Lisboa
oras, rreviae-se aos srs. pas'stre ros que soasi ,. ~ """, *n" ,. 1 ,. ? '
oassagenss se rec*b-m nem agenciaTn-a da K' ,^^ ^' V ":' '- >*'' "D'
CraTnTs^escrlptoflodeAnton.oTdU deQl.vai- :f'l.'S ^'^h ",r I t ^'"' "L
Ara zevedo A C "zu > h*nnis '3 0,90S d' "'ir-, ::i=ias eraas, da
sedae dealgadSo, papt.1, cam'sss e peitos !e li
nha, frrageos e inulto- ootro? artigas n te can>t
laiiu uma bsm so: ii la luja do n.
Quarlafeira ti do corrente
as 10 horas da mataba-, n> .r u .: u asss cau'!3-
O brigoe p-rtogoez Bella Figueirense, capitao J.
C. de Carvalha Subrinhi, vai sahir com brevidade
por t passageiros trata-se com E. R. R bello, ra do
rapicha n. 44, segando andar.
osetas p 'reni alguns autores pensam qoe fui in-
aigjdo, troduzda na Europa da Amrica depois da
' Coloraba; porem ha provas positivas do
contrario.
Siganda Valenus, a calvicie e as ulceras
na cara de Tiberios, de que falla Tcito, fo-
nal cacadas pela sypiiilis. Ha prova po-
sitiva pus existi 800 annos pelo menos an-
tes de Colombo.
G. de Salici'.o diz que existi em Millao
em 1209.
Petrus de'Argelalo falla della na Boln ha
cm 1470, e Hypociates e Cleo poem fra
de dutida sua antguidade ; porem cerlo
que boje existe em todo o mundo, e que
mais de um terco do genero bumano suUre
deila.
E' impossivel ar.har outra molestia que
de t-.l maneira aT^cte toda a economa o
quo3p;areca sib taatas formas, e taque
o bomem de tantas naneiras diversas.
A syphilis primaria auit) conh-cida.
II delev^rriro e 1SC8.
J aqom Rleiro da Cruz.
Rio de Janeiro,
Para o indicado porto segu em poneos dias o
veieiro e bjm conbecido hrigue Adehnde por ter
o seu carreeamento qaasi completo, e para c p,;u
co que Ibe falla 0. escravos a frete, trata sa cora
o consignatario Jaaquim Jos Goncalves Beltrao.
ra do Trapiche n. 17.
S.inta Jasa da Misericordia
1 do Recife.
Por ordei da Illraa. junta administrativa, da
Saeta Cas Aa Misericordia do Recife convide a
todos os i robores em segoda declorados para qoe
venhamf. ras qusntlas que se acham a dever,
sob pena ai [.proceder judicialmente.
Secretaria da Santa C-**a de Misericordia do Re-
cife, 8 de fetorelre de 1868.
O eseiMvio,
Pelro Rodri mes de Sonta.
Faro doengenko Bemfica.
Foros dt terrenos e'stltos em Olinda.
Herdeiros de Antonio Jos Telxeira
de Lastro....................
15 roesmos......................
l mesmo8......................
tatemo d Azevedo Amorim.....
O mesmo.........................
Herdeiros de Manoel Antonio Carnei-
ro. de Oltfelri..................
Herdeiros de Maaoel Piafo........
Via de A03elase Jas Ferreira...
Jos da Roeba Puta...............
Joaqna Pereira Ramas...........
O nsesmo.........................
Fellppe Dnsrte Pereira.............
Herberos de Aatoaio Jas Lopes 4a
AlDoaMroae***............
863*000
594889
63*313
888*106
155*333
415X500
110*257
12*100
324464
38*137
U*7M
Santa Casa :de Misericordia
do 'Recife.
Pela secretarla da Santa Casa da Misericordia do
Kecire se convida aos prenles dos menores abaixo-
declarados, para que os venbam lirar do collecio
dos orphaos, visto ja' terem os mesmos completado
a idade de Hannss, como dispoe o respectivo re-
fulamenlo.
1 J .s Gomes de Meoezes.
3 Jjaquim Ignacio da Cruz Das.
3 Ji-suino Maximiano Ferreira dos Santos.
4 Br-rnardo Jos de Araujo.
5 Joo Samoel da Cosa,
6 Demetrio Nstor Machado Freir.
7 Carlos Auga*to de Araujo.
Secretaria -da Snta Casa do Misericordia do
Recife, 14 de fevereiro de 1868.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Gasa da Misericordia
do Recife.
A lllma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer sete a
quem inieressar, qae os bees pertencentes i, ca-
pella de N. S. dos Prazeres,.no s os doados pela
Meetre de Campo Praneisco Brrelo de Menezes,
cono es posteriormente adquiridos com diversos
Wns pos, na falta de eampnmento dos quacs
tem da pasear aos herdeiros do instituidor, e com
a extinco desies mesma Santa Casa, nao po-
dem ser alienados debaixo de qualquer pretexto,
sob pena de serem aooolladas laes transarcdss.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 38 de fevereiro de 1868.
, O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Correio geral.
Relacio das cartas registradas existentes oa admi-
nistrarlo do crrelo desta cidade, para os seobo-
res abaixo declarados :
Antonio de Souza e Silva, Franccisco Delfiao da
Silva, Joaqnim Francisco do Espirito Santo (i),
Joaqnim Milet Marins, Joaqnim de Souza e Silva
Canha. Joao Manoel Pontua!, Jos Pereira des Saa-
GOiftPANHIA PEBMBUCAA
CE
Navegaco costeira ver vapor.
Penedo e Aracajt. Macci e. escalas.
O varar l'otenoi, comman-
danie Pereira, segoira' para
os portos cima no dia 14 do
crenle as 5 boras da larde
Recebe carga at o dia 13 ;
passageiros, eneommenda e
dinbeiro a treiu at as 3 hiras da tarde do da
da sabida : eseriptorio do Forte do Matos n. 1.
r!SflM
.
Firmloo Jas da Oliveira mana ro^ar 0 l, na da 9 do emente s 8 biraa da msohSa, no
convento do Carmo, pelo rejoii'i elprno do sea
am'jro o respilavel anciao B.silia Quaresroa Tor-
r.-o, falleriJo no'Rio r.e ] :e r; dj da 9 do mes
ficiro ; e ei nvida aos pareotes o ?.rnij-s d Onado
para as-ilir-m este acia ce rieosochrl-lr nismoe
b;m rerecida cratia 1.
Reeife, -o de marro da 1863.
Aipga se urna escrava permita engo niradet-
ra, p pratii > n 1 servia ce urna casa : na ra Na-
va n. 46, -i-'ii-i.I;( nnd.r.
AiUgam-.-e mus i.-cravas ticetteuua CjiI-
rvj^v^aiSi^
rorB*88dltferentes que a piimeiro symptO- Sanio Aoiaro ao s.bradj junto do cerrltena
na uo-e despertar era todos serios cuida- L>' -
dos.
tteno"i') ao aviso.
Os syai lomas premonilorios mais com-
muns sao: languidez, abatimento moral e
physico, falta de appetite, iosomnia, olhos
pesados, dores rhuraaticas, parlicu'armen-
te de noule, pallidez, lonteiras de cafceca,
rea irmsa, magreza, dores nocturuas cas vezes peque-
casa'a q;:e
Prevne-se ao publico quf de-la cid tile q';r do
ontra qualquer, qua n":o fica transacc'ia nlg
cora Manoel Jaaqtm C ho, acerca da li ranea
que Ihe otaba p>!o f.lh-eimento d)
U^Zt^^;:^?,^ na. arqpcoes com_febre; depois vem" os
si-:e.ite no reino d: v. riura*; por isso qoe es?a:,:- vcrdadeiros, irniacao,na garganta acompa-
rac^a esia^fleiu ao deb:to do abaixo assigaa.o e nhada de leve febre, dores as jaolas,
outros credures. nlie(ja j s cabellos eruporjes, darihros, tu-
-------.....!fJ M'r,?ues dls,n'^ Agniar. mTes B0S 0SS03> n,ccrajl ni2rcb;ls na
Precisa s
lielro, prefeiio
na rn? dos Turres
pele,
de nm crieo bam copeiro e bo- dor^s de cabega (as dores sypl.iliticas sao
'is^u^S"5^0' tt*,ar menosforlesdurante odia, eraimente co-

O Dr. A.S, Pereira do Carmo (medico)
est morando no sobradan. 12 da ra da
Imperatriz.
Para o referido porto pretende sabir com a pis
sive brevidade o patacho porlogoez Gnribaldi, re-
cebe carga-a frete : a tratar com David Ferreira
Baltar, ra do Rrom n. 66, ou a bordo com o ca-
pitao.
Pap Lisboa
Segne sem demor a barc?. portogueza Constan/,;
W, por ter grane parte da sua- carga proropia,-
para o resto e passagAiros trata-se com Oliveira Fi-
Ihos & C, largo do Corpo-Saoto b. 18^ ou com o
capitao, na praga do commeiclo.
Lisboa
Para Lisboa pretende sahir com a max'ma bre-
vidade possivel o brigoe portogaez Adtlaide. or
ter parte da carga engajada, para a que falla e
passageiros trata-se com os consignatarios Mar-
ques, Barros & C.,j)o largo do Corpo Sinta n. 6
segundo andar, ou com o eapitao a bordo.
m
m\
f!
: :v:-'-
mecaai a augmentar ao t r do sol), surdez,
tum res malignos, zuido nes ouvidos.
As era;coes s-yphiliticas sao de muilas
especies, como eruoces escamosas, erup-
Q3s ulcerosas, erupces pustulosas e erup-
C5o na pele da cabega fazendo cabir os
cabellos.
Quando a syphilis alaca a membrana mu-
^ cosa do nariz e da garganta requer attengo
g ircmediata, pois os estiagos sao rpidos e
ji irreparaveis; cometa inchando e inflamman-
*** do as partes, seguindo-se a ulcerado que
as vezes esttnda-se at os ossos do nariz e
larynge; ento se pe de a voz; causa tos-
se, causa a formafo de tubrculos e fez
Arrenda-senm grande sitio no lugar Baa-Viagem pctra/rfis illimilavpK pm tnrlas a? nsriP"! dn
o qoal fol do fallecido Portella, proprio para ter ;esira80S "l'mnaveiS em toaas as panes 00
vacas de leite ou planiaco de mandioca, melao, I corP- Se lodas COmprebeodessetB bem O
nelanejas ou capim, aim dos coqueiros e cajueros alcance deste terrivel flagello, ninguem te-
que tem;os prctendeiuea dirija sa a-rqaido Cres- ra um momeotO de sec^go emquantO 0
Precisare d0 ua cr;^! i : ua ra das Larangei-
ras o. li, h.l I.
Eu abaixo h, procurador bastante da
D- Auna M;ra ".i :- -, .J -i ro qae nlnfuem faca
negocio com urna I tra Ta corre por ahCacaita
peladla sonh ra e saca-i; |, r Joo dos Santos
: r.'ira e ind.-sada p:.r J, Antonio Ribeiro, ata
que se veriSona a procedencia real, di c la htra no
valor de 1:995* vencivel cm 7 de juoho deste
auno.
tlecif-.', 5 do marca de 1868.
_______Antouio-Jaaquim Morera Sam aio.
Apesgo qae aanuncloudar3:6)0* a premia
qoeira deixar sua mroi.i nsti typ.graphia em
carta fiMxala aoos as iniciaos L. N. D.
Precisa-se da urna aun para comprar e cosi-
nbar para rasa de .1uas pfssoa: : a tratar no Ia
andar da sobrado* n. l'J 'a ra da Peuha.
dvocacia
O bacharel B3lbloa de Moraes Pinheiro
tem eseriptorio de advocacia a ra estrel-
la do Risario n. 17, primeiro anar, das
9 norasjis manha as 3 da tarde.
Aviso
po primeiro andar da casa amareila n. 18.
Precis-ss de uoaa ama s Trente-para andar
com urna criacc; na ru do padre Fioriana n. 71.
LEIUES.
De livros de ireito
Mfl
O agente Pinto levara' a leiio um nameroso t
mapoiBco sortimento de expositores para a facul
dade de iireito.
Espera se a concurrencia dos Srs. Acadmicos
a quem oeste leiio proporcioaa-ae a occas>o de'
adquirir por prego baraiisslm a ebras novas, nun
ca utadat.ldts mais modernas Jactes, primorosa-
mente encadenadas, sobresanando os segulctes
autores:
breos, BeHme, Ferrer, Jonffroy, Oudot, Mon-
tesqaien, de Maistre, Taparellt, Lagrange, Corpas
Jarls, MaJceldey, Ortolan, Savigoy, Bertaald, Co-
lombei, Helio, Taaentave, Rogreo, Taierft Ventu-
ra, Khifrer, Waltel, Wheaion, Aodr, flergier,
Pbllipps, Boitard, Fanslin Helie, Rossi, Trabut eo,
Lobo, Liz Telxeira, Ordenacdes do riap, Mass,
O Sr. Antonio de IWMeves, qneira conipareear Pardessos, Ruire, C>bantous; Lferriere, Mca-
los Andtade.

mmi
a repartido do crrelo asta cidade. a8m a rece-
beroau carta reaisirada ite aocaeto de Terno, e
viada pelo vapor Iraacez Gnj/rnrir.
Angela Maximiaos Colambiez, s^us flthos e fi
Ibas, Augusto Cahrablez, Antonio Firmino Du-
mont, e Jos Antonia de Miranda, agradecem cor-
dialmente a todos os seas parales e amigos que
se dlgnaram acompanhar ao cemlterf poblleo os
restos mortaes de su presado espqao, pal, irmao,
lio o sogr Jales Cjlombfe', e de novo' os convi-
dara para asistir a missa do stimo di* que lera'
lugar na matriz o SinUSsimo Sacramento de San-
to Antonio, na qnarla-f.ira 11 d,> correle, pelas
7 horas da roaobaa e desde ja se confessam som-
mameota paohoradas por este acto d caridade.
__Acbando-se domiciliado em casa dos Srs. Oli-
veira Filbos C. praca do corpo Sanio n. 19, para
se arrumar um moco portugoez de 23 anuos de
idadis e de aome Aagnsu Francisco dos Santos,
vindo ltimamente de L'saoa ; e tendose o mesmo
aosentado desde o da 23 do mez passado, sem qoe
delle se ter noticia, roga-se a qoalquer pessoa que
possa Informar alguma consa a sea respeiio, o fa-
vor de dirffirise- as nsesmes Srs. Oliveira Filaos
& C, que mottP gradecjiKo
mal nao fosse estirpado do systeuia.
Oferecemos hoje um abrigo seguro e
urna cura emez de toda a qualidade de mo-
lestia sypliilitica na
Salsaparrilba do Dr. Ayer.
Para assegurar urna cura permanente es-
te remedio deva%Br tomado com regulari
dade e constancia, observando escrupulosa-
mente as direccoes qae acompanbam cada
frasco em portuguez, e ao mesmo tempo
deve-se evitar excessos da todas as quali-
dades.
Carece tambem especial attencSo o
Aturra S3 orna ca?a nova
das Criou'as n. 7 muito fresca
ma ra n. 5*.
na Capnnga, rna
a tratar na mes-
Criada.
Precisase do orna criada prtugneza, preferin-
do->e das ctipgadas nitimamente : na ra do Mun-
do Novo n 7, junio a' estay'.o das tnlhos ur-
banos.
Precisase de ama
roa Augasta n. 67.
ama de leite
re, Basliat, Coorealle Seasail ala.
Anaoaciar-se-ha clteriormenta o lagar Co lei-
io, e a distriboicio do catnaiofo completo.
a tratar na
# Precisase de urna ama para comprar e cczinbar
em casa de bomem soltelro : na roa do Quelmada
n. 40, toja de fazendas.________________
Aantiga e Sober.'. L.\ Capit.\ sob o
dinct. litul.*.
Seis de Marco tic 1867
convoca sen' digo.*, operar.* a reunirse ero sessao
exiraord.'. so dia 8 do corrente pelas 1L boras
do dia.
Tbelinto Elisio Gr. 3.-.
Secrei.-. adj.-.
O Dr. Juaquim Aoio de Souza, medl-
gg co. pode ser proco rado na ra Velba n.
BR 27, onde re ide.
Peitoral de cereja
Do Dr.Ayer
.- ,.a:* -. j ,a Precisa-se alugar urna casa que teaha
Kf" "^lcal e certa, de4trtdas as mo- d0QS quartos e duas salas, at o proco d*
n,-L J,^. 8VJmt*'A^ C0DSt' 20*0JO "ensaes, e qae seja no bairro da
patees, broncees, astbma, deflasos. roa SaL Anlnnin a nsoi n\
quidao, coqeuluc ie angina e dipharia.
A grande fama qae teta graageado este
remedio devida s admiraveis caras da t-
sica pulmonar, molesta esta t5o penosa e
fatal em suas cossquencias, que aquellos
que sao atacados dos primeiros syraptoma
devem ser tratados o mais cedo possivel,
e o primeiro remedio que se applica deve
ser efficaz, pois nao ba tempo de fazer ex-
periencia
ny de sea mal,
pelo tampo de 12 m-no,oaado-se por-.
opames eaonvos, quena qaizer fazer este
nesta,
no
Santo Antonio ; a pessoa que tiver diriga-
se ra das Cruzes n. 22" andar, qaa
acbar com quem tratar.
Precisa-se aloear ora andar da casa em qoal.
quer roa desta cidade, sendo fresca leudo cotr-
modos parajamllia; a tratar na rni Direila Q.IO&
Prtcisa-se.de nm caixelr-de^SViaaaaai*
a roa do Ranga n. 69.
Ama
As pessoas atacadas da tsica, Offerace-se pira ama ama prcla escrava, a qoal
sabecia*ra.|azer doce,engorara alguna can-
sa, a pode cagarar oa fas, para o que atada*
Bel, para casa de estodaote oa de poaoa familia :
.aoaialareeieltawpMkwrNratila.- {maiB do qaa m aatqder oatra t^\7tff^^^^!ffSSS
ILEGiVH


~>
r*
WM
Piarlo Je peraaabaM - gasi* felfa de Marco e 1868.
.*

GRANDE LIQOIDAQAO
A GAZ
EkZ
A, empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmenla o uso do gM na
casas e estabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens:
1. Urna reducco consideravel dos presos dos caaos, apparelhos e tolos os mate-
riaes precisos para a iustallacao desta luz,
2.* O gaz fornecido boje de extrema pureza e nao offeoder a prata, o bronze
on outro metal differente, assim coma nenbum damno poder causar s pinturas, qoadros.
orrameotos, papel de forro mais delicado qae seja, trnando-se ao mesmo tempo t3o sau-
davel e mais econmico outra qualquer luz, ja contocida, afina!, evitar tambem a obs-
troccio dos canos e tubos dos apparejbos.
3. Os apparelns existentesjeomo lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
xe, etc., etc., sio proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
os que neoessitam simplicidade e economa .
4.* As pessoas que qoizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigfr-se a em-
preza, a qaal se encarrega da collocacao de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeilo cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qaalquer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sen trabalho.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qaalquer falta de luz,
obstruego de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, alim de ser logo providenciada.
OMOURODEVENEZA
15 ra da Impera triz 15.
COLIMO
It
DE SANTO AHAR9
5 Recife, roa
Pandado em
do Trapiche R. 5,
o anno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
Souza.
O director do cnllegio-de Santo Amaro, no intnito de montar sea e&tabeleciment
coBveaientemeote, acaba de (azer acquislgao do excellente edificio em que'acbava-se lo-
calisada aSociedade Club do Recife,sita a' roa do Trapiche n. 5, para onde mudoa
sea collegio. A eiiucafao e iiufruccao baseada no rovo systema especial de premios
e punices, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como at
aqu, alumnos pendonistas, meios pendonistas e externos; acbando-se o estabelecimen-
to preparado com lodo o asseio e comraodos, e prvido de am escolbtdo pessoal de pro-
fesores, que leccioaaro as seguintes disciplinas :
lnstroc;ao elementar Reibonca e potica. Escripturago mercantil
Lingua latina Geographia e historia Msica vocal e instrumental
> Franceza Geomelriaa Dezenbo
Iogleza Philcsophi Daosa
A abertura da anla elementar tera' lagar no dia 7 de Janeiro e as demais do dia
3 de fevereiroem diante. A inspeccao dos compartimentos do collegio e os estatutos
d j mesmo, est o a disposieao dos interessados. Ootro sim, o director rem creado urna
cadeira de dezenbo annexa a aula elementar, sem que por este importante e til malho-
rameoto exija maior indemnisago. 1^=
O director empregara' lodo o afBnco e cuidado nao s, na parte relativa ar bom ?**
tratamento e adiadamente de seos alumno?,como umbem, na boa ordem e regoiarida- ?'%
de de sen estabelecimento. $S
^Gf^tt^Gti&&Gt&i a swa a ^^^3^&&SS^S0S^BR
ITARIA DOS MUS
16,Ra da Cruz16.
Ha diariamente neste estabeleeimeoto am sortimento de doces para cha. Paes-
de-lo, bolos inglezes, podios, pasjeis de differentes qualidades, fiambre etc.
Novas conservas c licores, agua de rosas e de ihr
de laranja em garrafas
TRABALHOS DE ASSUCAR.
&3

Assncar candi,
Fructas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilhas de assucar de differentes quali-
dades.
Amendoas confeitadas.
Papis finos com estalo para sortes.
Bombcqs.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
Paslilbas de caf com leite.
Bombotn fondant.
Pastilhas de rosa e lim5o.
Ditas do Hortelaa pimenta.
i
jantares, bailes, baptisados e casamentes, havendo para isso enfeiies anlogos, bandejas i
com bolinhos tanto de armario como sera ellas, pes-de-l e outros bollos differentes en-
feitados sendo o de cor fela com assucar.
0 dono des te estabelecimonto tem resolvido substituir as bandejas as armacoes
de papelo e fjlba, por armacSes de assuca.r competentemente decoradas,
provincia como para f6ra, sero as eocommendas bem acondicionadas.
Neste estabeleeimeoto compra-se pevide de me'aocia (milo).
Precisase alegar orna escrava para o tertl*
50 de easa na ra Rota n. '2, primeiro andar.
non
Attendendo s uigenlissimas necesidades em que se acba o imperio da Santa
Cruz, de mandar Coreas para o sul, o Mouro da Veneza, patriota como , aeaba de offe-
recer-se como voluntario da patria, afim de nao passar pelo dissabor de ser arbitraria*
mente disignado para o servigo da guerra, como esses guardas naciouaes- rebeldes, e por
isso tendo- elle de seguir brevemente parao Paraguay, approveita o ensejo de se despe-
dir dos seas numerosos amigos e freguezes, e ao mesmo tempo para lhes lembrar que
esta a eccasiao mais favoravel de todas as pessoas surtirem suas dispensas, pois a mo-
dicidade dos precos dos gneros existentes no armazem do Mouro de Veneza convida a
tedas azerem o mais brante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Admirem todos os precos seguintes, cheguem, vejSo e comprem, e depois con-
fessem que 6 urna rpida retirada, poderia ser a causa dos seguintes gneros seren
vendidos por estes precos, a saber:
Azeitonas de El vafe latas de 2 gai rafas a 800 rs.
Ameixas francezas em latas cartee? e KcSUS.
Assafates do Porto, terno da 10 por 100500.
Arroz do Maranho.
Albos a 80 res o molbo.
Absintio verdadeiro a l>800 a garrafa.
Balaios em grande qiuntidade para diversos misteres, como sejam: guarda rou-
pa, costoreiras fruteiras, e n#to proprios para compras.
Concervas inglezes a 900 rs. o frasco. *
dem para peixe e pimenta a 400 rs.
Ostras, latas grandes a iOO.
Vassouras americanas a 400 rs. cada urna.
bal refinado em potes de vidro a 400 rs.
Biscoitos inglezes, perola, crakael, captaos, arrovrote e outras marcas a 1^(400.
Latas com pao-de-i torrado a 40500, este biscoito magnifico e proprio para
debis estmagos.
Senouras a 640 rs. a lata.
DOCES
De goiaba fino em latas de 4 Ib. por 20200, h grande quantidade decaixoes para
diversos precos.
Melocotones excellente dece hispanhol em latas de 2 Ib. por 800 rs cada urna.
Marmelada em latas -/r,libra ^, i V* 2 a 800 rs. a libra.
Ff utas de Lisboa em doce a 500 rs. a lata.
Ervilhas portuguezas e francezas.
Farelo de Lisboa a 60000 o sacco.
Fariaha de milho branco a 5t0 rs. a libra.
Farinha do Maranh5o muitt) alva a 200 rs. a lrbra.
Farnha de araruta a 40O rs. a libra e gomma 160.
Graxa em Latas para sapatos a l-00 a duzia.
Chocolate verdadeiro de Cuba a 1>200 a libra.
V1NH0S
Grande quantidade de vinbos engarrafados Malvazia verdadeiro a 2#000 a garra-
fa. Lagrimas do Djuro, Feitoria de Chamtegoe, Camas, Abrantes e outras muilas mar-
cas para diversos precos em pipas, do Porto, Menezes e Chamisso, a 800 rs. a garrafa
Muscatel deSetubal, oh I que pinga! digna do maior apreco, ecom preferencia para o
bello sexo, Figueira superior a 560 rs. a garrafa deste genero todos dizem ser bom, mas
desenganem-se que o verdadeiro s h no activo Mouro de Veneza ra da lmperatriz
n. 15, isto , com pequeas excepces, vinho branco proprio para missa a 640 rs-
a garrafa, tambem temos de Lisboa em pipas a 500 rs. a garrafa e 30500 a caada, di-
r5oalguns collegas que o Mouro de Venesa, barateiro como se-annuncia, venda o vinho
caro, mas que elle serio como , nao deixa de dormir de noile para andar as vollas com
as pipas peiando-as de misturas nossivas.
LK.0RES FRANCEZES
o que ha de mais estomacal e delicnso como sejam creme d'ouro, de amendoa, de alptr-
che, de netto, pecego, morangos, orlelam, pimenta e Moka, destas marcas custam de
urnas 105OO e de outras 2J00u a garrafa.
MANTEIGAS
Ingleza superior a 10200,10000e800 rs. a librada que vende o Mouro por
10200 cnsta 1: 5U0 em outra parte.
Presuntos seceos de Hamburgo superior a 640 rs. a libra.
Linguicas e lombos preparados no Archipelago, acoriano em latas de 5 libras por
30300, mas bom.
TijOlo para limpar facar, em { a 100rs. a libra.
Figos em caixoes de 8 libras por 20500, ha muito que o5o os h tao bons.
Passas em cartes 10000 rs. cada um.
Velas de spermacete, de carnauba e composico a.
CHARUTOS DE HAVANA
0 Mouro de Vcnea, declara a seos freguezesque acaba de receber por interme-
denominados Retalia
por"
s acs freguezes.
ARMAZEM
YAPO FRANCEZ.
martimos
t, ,. j .i dio deotitra casa superiores charutos da falirka de Manoel de la Salla, di
Recebem-se encommendas de trabalbos proprios de pastelana para grandes Britanrjica. em cais de30 por 5m0 rg7cida Qmj 0 Mouro declara em tempo que nao
Tanto para a
3. Ferr Ira Viela, photographo da casa impe-
rial e premiado as duas nltimas exposieoes de
186<5, coilictlaa tirar refatos i or todos os sys-
temas photographicos na suaanliga oUciaa a' ra
do Cabag n. 18, entrada pelo pateo da matriz
Cartes de wsita
sem o menor retoque de lapis cu de natkin a 9
a tazia.
Grande sortimento de eamnba?, quafro^, cas-
soletas e aISnetes de curo para retratos.
Cbama se a attoocSodo publico para os retratos
exposles no salo de cortar cabellos da Sr. Jos
Ricardo Cceiho e na livraria do Sr. Jcguelra ae
Bkh.
-
1.1
Precisa se de nma ama para casa de pcn;a fa-
milia; na roa da Cajeta n. 21, luja._________
Ka roa do Queimsio n. 23, deseja se fallar
a oegecio de seuioteresse aos berderos do finado
Joo dos Santos Cardo.o.
Na madrugada do da 6 do coraeot?, farta-
ram (oa ulvez que fugissem) do sitio do Ctiora-
menino n. 3, sontiguo a' pontezinba, deus qoarUos
em boas carnes, ambos velbos e castrados, sendo
nm d'elles russo pedrez, oom urna bexiga em fert*
da no sarneia, e oulra no espinhaco, tendo a ttsta
la branca, afamada, e sendo algoma coosa passei-
ro; e o sutro ilstao, coa orna lisia brinca da
testa, nm tanto sellado, bastante ardigoe penco
passeiro e trabalbador : da'-se boa graiiBcaeio a
quen dos inesmos der noticia no sitio supra, oa na
roa E-treiu do Rosario o. 3i.
Maooel Jo:6 Perora Oa tanas conviaa aos pa-
restes e amigos ds fallecido Jjs RuBoo Machi
Monleiro, para assistirem no stimo da de sen
passamento a' nma missa que manda celebrar nt
igr-'ja matriz da Boa-Vista, pelas 7 boras da ma-
ntisa do dia 10 do corrente, pelo eterno repoaso
de *na alma.
A o publico
Teodo ebegado V barra do porto desta cidade
do Natal na da 12 de faverelro prximo passado a
tarea ingleza i Veirugie, capltio lames Lyall
procedente de Liverpool, com carregamento a fa-
zeidas, diversas mercadorias e 100 toneladas da
carvao, aconteeea qoe sem tomar o praUco da bar-
ra, accommetteo a mesma, e encalbando em ama
catwa de ar, fez avaria grossa. Q lempo era bo-
nancoso, e o navio pedia sem risco algom esperar
o pratico fra da barra. E para que semeihaote
slnistro nao pete sobre o abaixo assigoado, patro-
mr deste porto a primeiro pcatico da barra, coca-
sionaado ao mesrn j tempo descrdito a' barra, faco
a presente pablicajo, que val po; mim assig-
aada.
Cidade do Natal. 4 de mareo de 1868.-Jos
Dtas Pimentatlj>ratico rcr.
- Alaga se o segando e tercelro andares da
casa da roa da Madre de Dens : as cbaves para
ver, esto ao armazem de Sr. Poetes Guimares, e
i roa do Livramento o, ff, primeiro
aaatr. _______________________________
isa-se de ama ama de leite sem flihos
da matriz de S. Jos, easa o. 103.
Msica
jjg| Lecciona-se por solfejo e a tocar varios ^
^ instrumeu'.os, dacdo-se as liQoes das p
fes bnras da lardeas 9 da noile : a tratar na S
JSW rna Augusta n. 31). \p.
mmmmmmmmmmwm
Ao corpo do commercio
As formulas telegraph'cas des Srs. R Kocwle
& C, de L'-ba, acbam-se depositadas em casa do
abaixo assignado, W roa da Cadej do Recife, n.
20, ende poderao ser precaradas todos os dias
uteis, e no caso de sabidas de paquetes para Eu
ropa, nes mais das.
____ Luiz Antonio Siquelra.
.. HOTEL Df AGU A D'ORO
Kua estreita do Kosario 23
CnfrBte a roa das Laranieiras.
nnblico a".PflPn9. M",,M par,iclpi ao respeiuvel
l t.K ?J. !eas DQine"c8 freguezes, que ni sea
EKESlt' S6mprf '*'* miadas co-
midas prompfss a qaalqaer bora e vinbos de diffe-
rentes qualidades, iodo por precos rasoaveis; aos
domingos e das santos, bavera a mais bem feita
mao de vacca as & horas da manhaa, e onlros oe-
liscos como sejam, papa de farinba do Maranhao e
de araruta etc. as 7 boras, assim eemo sor veta as
i da tarde/ e cas mais baras ba fructas, pelo
mal* barato do qoe em outra qualquer parte, prego
de 960.
PrerMsedBmaquelnna condocia, para Anda 86 &lllg&,
5TO i.'iL?MM,!: M rnMM A"'w- re no primeiro andar da casa de ba-
dea o. ;0, 3* indar. I Bboe io Recife, com manda para roa da Cruz.
AMA
Mk
Precisase do nma ama pora cosinhar : trata-s?
a rna da Cadeia n. 3i, segundo a terceiro andar.
Moleque
No pateo da matriz de Santo Antonio d. 4 pre-
cisarse de nm moleqoede 14 a 10 anno?.
Seguro contra Ifogo
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da compaubia Fideidade, estabelecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predios e
mercadorias, em sea escriptorio ra aa Craz
mero 57.
nn<
Precisa se de ama ama que saina'cozinbar e en-
gommar, forra ca escrava, para casa de pouca fa-
milia : a tratar na roa da Craz n. 63, segando
andar.
a___
O bacbarel Joo Gonr;aives da Silva
Montarroycs, madea o aja escriptorio de
SE advogacia para a' raa^flo Imperador n.
t 10, onde pode ser procurado das 9 boras
5 da maaba as 3 da larde, e fra destas
JJ5 boras na casa de ua residencia no Coire-
ig dor do Bi*po n. 9.
. ua-se a quaotia de dozenios mil ris,* sobre
penbor de nma escrava; a tratar na rea do padre
Kioriana n. 71.
____ N. 2 D " N. 2 D
J9 COa(AO BE OUK0. ^fe
ERNESTO S LEOPOLDO
A toja n. 2 D intitaiada Corceo de Ouro na ra do Cabug, acba-se d'cra em dame offerecen-
do ao respeitavei publico, com especialldade as pessoas qoe bonram a moda, os objectos do nliimo gos-
to de Pars pe menos 20 por cento do que em outra qualquer parte, garantindo-se a quaiidade e a so-
lidez da ebras.
O respeiiavel pnbHco, avahando o desejo que deve ter os propriotarios de am novo estabelecimen-
lo que quer progresso em sea negocio, deve ebegar immodialamente ao coracao de ouro a comprar
aceis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubius e perolas, verdadeiras em agarras modernas, peh
diminuto preco de 105, brincos modernos de curo e coral para menina palo prego de 35, maracas da
prata com cabos de marfim e madreperola, obra da moderno gosto (o que eaconlraro no coracao de
ouro) vollas de ouro com a competente craslnba ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 124, brin-
cos de nm trabalho perfeito por um modiccNpreco, cassoletas, traneslios, pulceiras alhuates para re-
trato?, e onlros mceles todo de alto gusto ; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento. No artieo rosetas tem o Ccraco de Ouro nm competo e bem variado sortimento de diversos
gustos, butSes para punbos com diamante, rubins e esmeraldas, obras astas importantes Ja' pelo sea va-
lor ja' pelo gosto do desenbo, brincos de forma da delicada moslnba de moca com pingante contendo
esmeraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados e pedras preciosas, ditos para taomem, diversas obras da brilhantes de
amito gusto, crusinhas de rnbins, esmeraldas, parolas e brilhantes, anueis com letras, escoletas de
trystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos da franja, ditos a iroperatrii toda e qaal-
quer joia, para se crliocar retratos e obras de catello, e ontYos muitos ebj6ctos que os prelendentes en-
coDtrarao no Corceo de Ouro que ajwionserva com loda a amabiiidade aos concorrentes delxando-
:e de aqu menciomr precos de cerW^objectos porque (desculpem a roaneira de fallar) dizendo-se os
preces lalvez algueni faca mo joizu da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, a tambem recbese concer-
tos, por mecos do que em outra qualquer parte, a do-se obras a amostra com penner, conservando-se
0 Coracao de Ouro aberto at as 8 boras da noile.
Qaalquer pesfoa que se dirigir ao Ccraco deOnronio se peder'enganaT coro a casa, pois
nota se ua sna frente nm coracao i endurado pintado deamareilo, alem de outro que se nota am nm
rotulo (isto se advert em conseqoencia de terera ja' alguroaapessoas engaado com entra casa-
-^ itfc- ' i
HOTEL CENTRAL
RESTAURAN! A LA CARTE
Entrada geral roa larga do Rosario o. 37 e para familias rna
cstrlfta da Rosario o. 4 A.
Francisco Garrido & Hermano, propietarios deste grande estabeleeimeoto, tem feito toda o
possivel para satisfazer a sna illostre concurrencia. Os hospedes acbaro toda commodidade de gran-
des salas e asseiados qoartos por precos rasoaveis.
Ba sala para leitara de jornaes uactczaase estrangeiros; na mesma sala ba nm magnifico piano
para reereio.
Come se a mesa redonda a la carte e manda-se a domicilios.
Os viobda mais Anos do mercado acbam se no estabeleeimeoto.
A' noite ba sorvate e refrescos, caf, cba' e cbocolate a toda a hora e magnficos biibares di
magno para diverllmento.
Club Pernambucano.
Os senhores socios em atrazo de seos
dbitos qcieiram sohe-Ios at o flm do cor-
rente mez do contrario sero cobrados judi-
cialmente.
Recife 6 de narco de 1868.
O empresario
_________ P. L Layne
Ama de leite
Na rna do Aragao a. 10, segando andar, preci-
sa-aa da orna boa ama da leite, livra. a* asorava :
P'g-se bem agradando.
Attenco.
9
Manoel da Silva Jaeome Pessoa, como ligitimo
administrador de sea casal e de seo albo menor
Pedro, previne a quem possa ioteressar que nin-
guem compre a escrava parda da nome Pulcherla
que sa diz nerteneer ao Sr. Guiierme Joaqnim da
Silva Braga e sobre a qaal tem o snppltcante que
provar e sen direto como administrador de seo
filho. Raelfe, ? de marco de 1868.
Alaga se ama twa casa terrea n. 62 na mal" Uoa, 4 de marco de 1808.
Dreiu dos Af gados : a fallar aa saerisUo da rna-1 Manoel dos Santos Beaarra Leite
.trix daqaalla fregaetia. J Procurador.
kEUA NOVA N, 7.
Continua ebegar de Paris iesteestabeleclmen-
lo bom sortimento de calcado eseolbido dos melbo-
es fabricares daqnella grande prtca, assim co-
mo grande variedade de qainqallbaria e de no-
vos brioqcedos para crlaocas, cojos artigas se
achara exposios a escoiba e voutada dos compra-
dores, eomo sejam os qoe passamos a mencionar
e outros maitos.
Botinas para senhoras
le setim branco, doraque dito, pretas e de outras
iifferentes cores eofeiudas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
la muitas qualidades bem sortldas.
Brincos de onro
-la lai a ultima moda dos Cai&pos Elisios e boule-
tara de Paris, para senboras e meninas.
i,iivas de pellica
lo verdadeiro fabricante Joavio, brancas, pretas e
la outras difiranles eres.
I.eqiies
om eseolbido sortimento de leqaes da diversos
gostos e qualidades.
Vlthno gosto
' Ricos chapeosiobos de gosto para senhoras fei-
tos ao capricho de ama grande modista de Paris.
Perfumarla
Bnos estrados, hachas, olos, pos de arroz, agua
da cologne, agua fltrida e sa bonetes.
Espelhos
de differentes tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos mocadores.
lrara enfeitar bahdeijas
Papel arrendado de differentes largnras e p-
drdes moito bonitos para enfeitar bandeijas de
bolo e caixinbas de doce e de confeitos.
Calslnhas de costura
da novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pecas de msica.
Delicado presente
bolcinhas e cestishas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
le cores e muito bellos para senhoras e meninas.
Bouquets d exposlco
lelieadts bouquets de flores de porcelana com lin-
ios jarros para mesas de salas e santuario!.)
Lunetas
le ac, tartaruga e |bafalo.
Oculos
le ac, bfalo e de prata djurada.
Blcas bengalas
le canna verdadeira com casio primorosamente
trabalbados em marfim, compradas na exposice.
Chicotes para passeio;
amito finos de baleia e cabo de marfim.
. Oleado para mesa
le muito boa quaiidade, noves a bellos padrSes: e
mullo barato de nma peca para eima.
Para toilet
bjectos de pbantasia muito bellos para toilet.
Cques,
sbegados de novo a ultima moda.
Ricos albuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
:oqj lindas pbotographias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
olduras douradas
3e diversas larguras para quadros.
bat-jour
para candiefros a lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
cidas a' vontade, muito piltorescas.
Re. I l Jos
pequeos, de qnatro e seis pecas de msica.
Aecordions
i concertinas, o que ba de melbor neste genero.
Cialolas de rame
le varios pr.ee/ s e t&uianbos para passarinbo.
Botinas para homem
grande sortfn ento bem eseolbido em Paris.
Botines para rae nios
le maitos modelas bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avalluJados e ds tranca de
Lisboa para horneas, senhoras e meninos.
Botas russianas
Perneiras e meias peroeiras.
Mantas de feltro bonitos padrees.
Chicotes fortes- corr pridos.
Lovas de fio da Escossia.
Cartelrinbas para dinbeiro.
Saceos de tapete p-.ra vtagem.
Malas e boleas sertidas.
Pooleiras para charutos e cigarros.
Cbaruteirase cigaireiras de paiba.
Caxmb:s de bonitos modelos.
Gravatas pretas e da cores.
Cordas para violao.
Bengalas para homens e meninos.
Escovaspara cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar caspas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas.
Tesonrinhas delicadas para costara.
Caivetes finos com tesourinba.
Meias de fio da Escossia para homem.
7enezianas transparentes para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcoiana.
Jarros moi pequeos de porcelana.
Objectcs de porcelana para botar banba.
Faiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Photcgrapbias magfca?.
Globos de papel para iliommacSo ne campo.
Casimbas da vlmes para meninas de escola.
Coiziabas de mostea e reajeijos para meninos.
Veias a gaz para candieiros e candelabros.
Carrinbos de quatro rodas para condazir crianca
Bonecas de massa, de cera e de porcelaoa.
Bercos e camas com cortinados para bonecas.
Gabriolets a cavallinbos de roadeira com macLl-
nismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Para retratos
calxilbos para colar-se retratos, os qoaes sao mui-
lo baratos da orna duzia para cima.
AUencao.
Nao sendo possivel menclonar-se iqoi todas as
joalidades de calcado, nem lodos os artigos de
joinquiibarlas, a muito menos da gr.-.nde varie-
dade de novos brinquedos; pede-se ao publico am
passeio a este eslabelecimenlo, ceno de qoe en-
sontrario bastante paciencia para bem escolberem
3 qoe desejarem comprar, e precos baratsimos
im virtade de baver em todos estes arligos grande
quantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo doao do ao eslabelecimenlo, arma-
tem do v.por, rna Nova n. 7.
Na ra Direita "n. 68, officio de oa-
rives, compra-se ouro e prata e relogias
velhos de todas as qnalidades. ***,
Ama de leite
ama de leite : na roa do
COSTRA FOGO
A companba Indemoisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Libras sterHos& em uro
Vendem-se no escriptorio de OliVatra FHhos 4
C largo do Corp3 Santo o. 19._____________
LOJA
DS
RELOJTOJBIRO
ra
Vctor Grandin
Boa da Cadeia do fiecfe N. 46
O proprietarlo deste estabeleei-
meoto, premiada com a medalha
da ezposigao universal de Paris
no anno de 1835, tem exaot lo a
venda em sua leja, am grande
soitimento de relogios para algi-
beira como sejam : de ouro a
praia, sendo dos melhores fabricantes, de paten-
tes inglezes, saissos e orisontaes. Tambem tem
urna grande quantidade de relogios para parede,
e que balem horas, ditos para erabarc.ac.6e3 e para
cima de mes, todos estes relogios sao dos mais
bonitos model . O mesmo coucerta relogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bem concerta ebrooometros da algibera e marti-
mos : recebe sempre por tolos os vapores, nm
completo sortimento de correles e tranceln?,
sendo tudo de ouro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objectos de bijoa-
teria dos mais booitos e modernos gostos.
Atten$io
Na roa estreita do Rosarlo sobrado de om andar
D. 35 avsase a-todos es senhores armadores que
qoizerem flores para enfeites de igrejas, festSes,
palmas para altares e andores, rosas, ca pellas, ar-
cos para santos, ramos para domingos de ramos, o
que todo tem para vender se e aprempta-se toda
cocn:menda que se queira de Sores para enfeitar
andores e para saiotes de aDjcs de proeissao, eo-
feita-se capacetes e pellos para aojos, rosas e sipo
de Dores ludo com presteza e baratez, aprompta-
se todaencomrtenda de flores para fra tanto de
panno como de papel, capellas para nolva- e meni-
nas, bouquets para notvas de flores Diloraes e para
enfeitar bolos, ditos de cera e de papel e panno ;
na mesma casa preparare -se bandeijas de bolos de
todo o gosto para casamentos e bailes, com fitas
bordadas a ouro e letreiros proprios, bordam-se
tilas para sintos de enancas e da seuhoras a ooro,
eofeita-se vellas para baptisados e cose-se vestidos
pretos p.ra a quaresma a figurioos a) gosto de seus
dones.______ __________^^
A pessoa que se offe ece para cobrancas
nesta cidade ou fra deba, dirija-se a roa do Impe-
rador n. 81 armazem.
Attenco
Forne se comida com aceio e promptidao; a tra-
tar ua roa da Florentina c. 36.
60$ de gratifico cao
Contina a estar fgido o e.-cravo Maneel, que
representa ter de lade 10 annts, com os sigaaes
seguintes : baixo, percas arqueadas para fra,
tem o brco esquerdo amputado abaixo do coto-
vello tres pollegadas, co.tuma (azer lijlo com ama
s m3o, a presume-se que esteja em alguma otaria:
d-se a gralitica(o cima a quem o pegar e en-
fregar no engnho Macanaco, freguezia da Escada,
ou na ra da Senzaiia-nova n. 38.
Lava-se e eogomma se com perfeicao : na
ra do Aragao loja a.,1, casa de fuoilero, defroo-
le do sobrado grande, pjr prego muito commodo,
camisas a 123 rs, caigas a 140 rs., collete a 8
rs., seroolas a 10 rs. e palilot a 32 r?.
Aluga-se o t-rimeiro andar do sobrado da ra
de Santa Rita o. 23, com commodos para familia :
a tratar no segaudo andar dj mesmo.
Precisa-se de urna ama livre oa escrava para
trdo ssrvlco je urna casa de pouca familia : a tra-
tar na ra da Soledade n. 38.
Trocam sa.
as notas do banco do Brasil e das caixas filiaes-
dom descont muito rasoavel na praca da lnde,
cendencia n. 29.
O vt. G. A. Raposo da Cuitara (med- %*.
co) tem aberto o sen escriptorio na ra da *
Cadeia n. 58i* andar, onde pode ser
procurado das 9 boras da manhaa a's 3
da tardo.
" Urna pessoa habilitada e cora pratica, cffere*
ce se para cobrar dividas nesta cidade e fra della,
a da' fiauca ua ra do padre Flcrtauo o. 71.
Compra-se
Sempre por mais do qua em outra parle, prata
e caro de todas as qualidades em moeda : na roa
da Cadeia leja de azulejo n 58.
Moedas de ouro e prata
Pagase por mais do que em outra qualquer par-
te : oa loja de ourives arco da Conceigo e compra
curo e prata velha e pedras preciosas.
Comprara-Sd dous e^cravos demeia
iade proprios para o servico de rna; quem
os tiver oirija-se ra do Caldeireiro u.
5 i, qne se dir quem compra.
PRATA E OURO
compram-se moedas
com moito maior vantagem
O bem eonhecido GCRaCA DE OURO o. 2 P,
roa do CaBtag, compra loda e qualquer moeda de
prata e ouro, pagando mais do que outra qaalquer
parte; venbam desenganarem-sa : esperamos.
Compram-se escraves
Compram-se, vendem-se e trocam-se esersvos
de ambos os sexos e de todas as idadas : a roa
do Imperador o. 77, 1 andar.
de ouro e prata, compram-se por maior preco qae
em outra parte ; na ra do Crespn. 16-1" andar.
Preciia-se de ama
Crespo n. 23, loja.
Precisa-se ae nma ama para servico interno
e externo : do becco dos Copiares o, 1,________
llsnoel Alves Ferreira 4 C, ua ra da Moe-
da n. $ segando andar, tem para vender mallo su-
perior vinho verde de Basto em barrts de quinto,
caixas com nma dnzia de garrafas de vinbo do
Porto superior e barrfsiobos com 590 sardiohas de
espmba muito superior.____________________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
trames, compra-se ooro, prata e pedras preciosas,
a tambem se fax qaaiqaar obra de e&commenda
odoa qaalqoer concert.
Mara Guda~da Peaba por sen procurador
abaixo assigaa'to, fai ver ao publieo que ka sus-
penso a sem afeito a procoracao passada a Diogo
Jos da Silva Beato, visto nao ter dado exsaeio a
raen fleito.
Prata e ouro
Em moeda oaga-se bem : na praca da Inde-
pendencia n. 22.
Compra-se ouro e praia em obras velhas
oa Draca da Independice; n.2l
Compra-se om preto de meia idade :
tar na roa da Imneratriz loja ". W-
atra-
Compra-:e um papagaio eonirfeilo qoe sea
bonito : ra da Crn n. 13 armazem;___________
Compra-se dinbeiro de cobre a seis por ecaio
de cambio : na roa Direita n. 30. __^__^
a- Compra-se ou aluga-se ama easa terrea com
quicial e peco n seguintes ras : S. Goncalo,
Santa Cruz, roa Velha e Soledade : a tratar na roa
Augusta n. 43.
Cmprate um vieiao em bom estado : a' casa
do padre Azevedo caes do Ramos.
VENDAS
Centro do mondo elegante, roa
Nova n. 46.
Vende-sa cba' perola, bjson e preto de snperkr
i quaiidade. chegado palo ultimo vapor.
/
i
>



ftlarlo de Per
bneo Sef ----------i--------,------------- -
)
-j.-----------
A'ra Novan. 28.
Soaza Soares & Irmio, ?eadeai pelos
di (Tere tes preces,
Pbospborosde era.wmeaxinnas'tfWMpel qua-
lidade muit superior, a 403 rs. a /luiia.
Ditosencerados, mallo, boos a 40) r?.
Ditos de cera, em canas de folha, a 24(00 r.
Ditos do gai a tfBOO a groza.
Liabas novellos, em libras sortidas, a 270O.
Dilai em caixas de 59 novellos, a 7S0 rs.
Ditas em calas de 16 novellos de marcara
300 rs.
Dailas de cartSes braocos e pretos, a ICO rs.
Ditas de carrllets de liaba branca e de core?, a
160 re
Ditas de carreteis de liaba branca de 200 jardas,
I 12VO0.
Ditas de pares de roletas de cores, a 2A0OO.
Ditas de brinco a balo, a 1500.
Ditas de grampaseofeitadaj, surtida?, a 200 rs.
Massos de ditos de carac?, a 700 is.
Ditos ditos liios, a 500 rs.
Agolbeiros pinados a 280 rs. a drnia.
Pares de bot5ss de moedinbas para puntas, a
dnxia a 2J200.
Qrotas de butOes de madreperola para carniza.
610 rs.
Ditas de dito de ac para ealca, a 306 rs.
Caixas com soldados de chumbo a l So rs.
Espalaos de muldura doarada a iiSjo a dazia.
Daifas de peotes de lago dourados e liaos, a
6$rs.
D tas de dito com pedras multo lindos, a 324.
Ditas de ditos com flores e lisos e oatros muitos
modellos por precos commodos.
Dedaes amarlos e prateados, finos, a 280 rs. a
dazia.
Colchetes em caas a 909 rs. a dazia.
Fitas de cs sortidas a 6(0 rs. a peca.
Ditas n. 1 1|2 de setim com nove metros a 300
rs. a pe??..
Pessas de cadasso para seroolas a 700 rs. a
daila.
. Las de cores para bordar a 74500 rs.
Obreias de colla em caixas a 400 rs. a daila.
Facas e garpbos cabo de osso a 2800 js. a
doiia.
fi Continuam a ter grande sortimento de candlelros
a gi, perfumaras, entalles para cabeca, objeuos
para escriptorlo, ele
A* roa Nova n. 28.
(XI

MINCHAS
Para principiar o anno de 1868
azem
W Crespo n. A, esquina da roa do Imperador
Acaba de ehagar pelo vasor Gutenne, nm variadisslmo sortimento de fazendas qne diiem os
aossos correspondentes qae foram as melnores, as de mais gostos e novidades qae encontraram em
rarix, e por isso moito recoaimendamos a spreciacao do respeitavel publico, os seguales artlgos que
so encontraio na toja do Passo.
Riqaissimos cortes de seda de cores, com lindos
tnatizes completamente novidade.
Lindlssimos vestidos de cambrala branca bordados
com gosto.
Ricos basquinas, primorosamente bordados, e olti-
iua moda em Parix.
Riquissimas cbapelinas de seda, paltfa a imitacio
e entenadas com muito gosto.
Coques para senboras, sendo estes de ultima moda
em Parix.
Lindsimas gravatlnbas para senboras.
Lindos colares e voltas de v| lrilbd e seda, ultima
moda e Inteira novidade.
Collarlnnos, punbos e gravatinbas de Chnny, com-
pleta novidade.
Rlqoissimos leques de marflm todos abertos de
ultimo gosto em Parix ; assim como de sndalo
madreperola.
LOJA E AF
DO
F
SALSA PARRILHA
BII$TOl
Lrgin'ma c origiiial em frase s yrandes.
Riqnisstmos vestimentas da cambraias primorosa-
mente bordados, com lodos es pertences para
cranlas se baptlsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de S a 4 anuos.
Mantas de blonde para noivas.
Hoirlantiqae, grosdeBapIe sedas pre'.a, branca
e de cores.
Fliquissimos cintos, nltima moda.
Ricos eofeites para senboras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e de paiba para
meninas.
Rlquissimos cortes de fantasia para vestidos de se-
nhora.
Lindos cortes de lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Parix.
Grande deposito de luvas de Jouvin recebe-se por
todos os vapores grande sortimento.
Roa da Imperalriz d. 60
HE
nu% num si s.ra
SUCCESSOR DE
AMA . c ellx *ereira da Sllva. tendo dissolvido amiga velmente a sociedade qoe tinha com
o &r. Antonio Pereira da Costa Gama na k>ja e amazem do Pav5o tem resolvido vender
suas fazendas muito mais baratas com o fim ie apurar dinheiro, e diminuir o grande de-
posito qae tem das mesmas, assim como tera recebido ltimamente ama grande porreo
de fazendas novas, tanto inglezas como francezas, allemSes e suissas, dando de todas el-
s amostras donando ficarpenhor. oa manda as levar em casa das Exmas familias pe-
los seas caixeiros, estando este estabelecimento aberto desde as 6 horas da manha as 8
da noite, e participa; aspessoas qne negociara em pequea escala, que neste estabeleci-
mento comprarlo pelos mesmos precos que comprara as casasMoglezas, ganhando-se
apenas o descont podando assim fazer melhor sortimento.
Casemiras, cambraias, lias, musseHnas, precalias, cbitas e urna infloidade de cujelos que
deixamos de mencionar por se tornar magante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
LOJA 00 GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste lem conhecidD es-
tabelecimento tem a satUfacSo de levar ao
conheeimento do respeitavel publico que ac-
bam de receber pete ultimo vapor da Euro-
pa um completo sortimento de objecto sde
apurado gosto e de inteita novidade; [os
quaes estao resolvidos a vender por pre-
cj mui razoaveis, como sejam :
Liados cintos com pontas, bordados ve-
drilbos, fazenda qoe n3o baver quem con-
teste ser a melhor que ha neste artigo, isto
s na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
, Leques de madreperola, sndalo, marfira,
madeira e osso, etc., com lindos desenbos.
4uarnlcdes de palhas,
Riquissimas guarniees e trangas de finas
palhas de Italia, com vedriiho, pingectes e
sera elles. e outras com botoes da mesma
palha muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinbas ou caases para as me-
ninas trazerem nos brages, ca4a qaai mais
bonita.
ITesourag.
Finissimas tesouras para unhas, costuras,
cabelleireiros e alfaiates, as quaes guarni-
mos ao comprador a sua boa qualidade.
Naralhas.
Superiores navalhas com cabo de tartaru-
ga e-marfim as quaes os fabricantes garan-
tem.
Lnvas.i
Luvas de Jouvin, camua ede seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Peales.
Grande variedade tanto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arreglar cabellos, sendo de tartaruga e bu-
falo com pedrinbas e sem ellas, etc.
Pert Ronquis.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madrep rola, proprios para casamentes, bai-
les ete. etc.
Escotas
Finas escovas para roupa, cabello, chapeos,
?abas, denles e para limpar pentes.
Abotaadftras
Lindas aboluaduras para cohetes, punhos
e coilaoQos.
Perfumarlas
Finas e de tod^s as quaiidades e os me-
Ihores perfumistas at .o presente cor.be-
cidos.
Cellares ce Rorer
Eletncos magnticos, contra as coevul-
63S das creaogas e facilitar a dentigo das
mesmas. Ja tao couhecido (os prodigios
destes collares anodinos que n3o ha quem
duvidedesees efficases effeilos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tem
sempre grande quantidade em deposito, isto
s na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
ALCATIFAS E ESTEIRAS
AUGUSTO PORTO 4 C.
11Ra do Queimado11
Receberam em seu estabelecimento um esplendido sortimento de tapetes, alca-
tifas largas e esteiras para forrar salas, ludo da melhor qualidade e das mais lindas cores,
o que podem verificar vindo ver as pessoas que quizer alcatifa ou esteirar seus saldes.
Vestidos de blond com manta, ramo e capella para noiva.
dem de gorguro bordados pretos para a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basquines de seda para senhora gosto moderno de 8& a 50$.
Colxas de seda, dilas de 15a e seda para camas de noivas.
dem de crox e toalhinhas de croch para cadeiras.
dem de fusl5o brancas e de cores de ft a 10$.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20(5 a 70^.
Idam bordados e adamascados para janella de 9 a 20)$.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
Panoos d casemira para cosrir mesas, guardanapos grandes e pequeos, toa-
lhas para mo de lioho e de algodao, atoalbado tranco e pardo, pannos finos pretos e
azues, casemiras preas e de cores, tudo por mdicos pregos.
Chape inas modernas para senhora de palba e de crep.
Camisas de lioho e dealgodo inglezas e franeczas para homem.
Moir branco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
grs preto e de diversas cores, organdis e cambraias brancas e de cores elas de mui-
tas quaiidades.
Saias, toalhas e lencol de linho ricamente bordados.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapeos de sol inglezes e muitos outros
artigos todos vendidos por baratos pregos, pois s se deseja agradar e apurar dinheiro.
11Roa do ftueiniado11
YENDE-SE
A fabrica de refnar assucar
mo lagar do Uontelrd.
O proprietarlo deste importante e bem montado
estabelecimeoto leodo tsiUta necesMsade de re-
lirar-se para Portugal, onde v iratar de soa san-
de, regolfen expor dito estabelecimeoto ao concor-
so daqoellat oessoas qae-o pretenderem comprar,
mediante todas as informabas possiveis acerca do
.roevimenU dis mtebinas e fabrico do asquear que
serio ministradas pelo proprielario, garaotwdo es-
te o perfeiu estado da tudo quanto relativo e
coBceroeore so roesmo estabelecimento. O machi-
cismo da fabrica movido por apaa e a vapor, e
pode fuQccioaar em termos a retinar 240 arrobas
Hsucarpor da. As grandes vantsgsSs que o
proprittano eflorece com certa acs preteodentes
pode* er previstas por todos que julgarem com
proeuo, da necessldade da qot se recante esta
previncli de um estabelecirneulo ae til ordem e
da'bi o lucro que se aofere, proporco que dita
fabrica tenba de faneciooar regularmente, de 25
a 30 por cento livre da todas as despezas!; a tratar
BOcias 22 de Novembro armazsm n. 26.
A^uaraz
Vndese no eseriptorio de J. A. Moreira Das
ra i Crne a. 50, i* andar.
~ Superior cha perla, byssba e preto, chetito
pelo uitln vapor : Veade-sa oo Centro do Mas-
do kgial, ro Non o. 46.
DO
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, ,eris-e-
as, rheumatismo, bObas, gota, debilidade do estomago, infiammaees chronicas do figado
ibaco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri*
lits, gonorrheas croaicas e em ge. al todas as molestias em qae se tenba em vista a pu-
tficago do systema sanguneo.
CoEisidcracOeg ^eracs
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao eas
ermo o ayalia-lo.
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
ttacado por urna infinidade de agentes morbficos que todos tendeni, dadas certas edeter-
uinadas erreumstancias, a alterar o regular exercicio das funegoes orgnicas, resultando
>esse desequilibrio ojpie secbamamolestia.
A molestia n5o mais do que a desvirtuado das forgas vitaes, occasionada^- d
fundo as invostigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
'_ag5q dos humores geraes, consequencia da aegao maligna desses mesmos agentes mora e
icos introdtiztdos no organismo pelo acto da respirag5o, pela via digestiva, pelo contacto
aimediato etc. etc. etc.
Asyphilis infelizmente tem sido a partilna da humanidade, e como fra deduvi-
aqae esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
'ada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas Ufo variadas, enfraquecendo
onstitaigoes robustas, produzindo mutilagoes, e cortando anda em flor da idade vidaa
recicsas.
Eliminar daoconoroia esses principios deleterios, e purificar amassa geral doi
tumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purga-
:og i^iram em primeiro lugar para preencher esse deseralum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: o
mmessos successos obtidos pelo oso deste salutar ageale tanto na Alleroanha, como em
frang* e Italia, o tornara o cempanheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alterages dos humores, c
ixvr depurativo leias, rbeumatisHios, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammages chronicas de
Igado -e bago, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
^earieias, gonorrheas chroaicas etc. e em geral em todas as'molestias em que se tenha
tm vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constaflte tem feito
'er qoe elle indispensavel nos caso6 gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar g doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
roencia do seo uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composigao do Elixir depurativo do Dr. Seva
ertencem todas exclusivamente ao remo vegetal, e grande cathegoria das sabstan-
ias depurativas e aatisyphiliticas; assim, ao passo qoe este remedio depurae orga-
smo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
coes alvinas, neutrltea ao mesmo tempo o virus syphilitico qeando este rirjem.
em feito erupeo eo exterior debaixo de suas multiplicadas formas ; e previne tam
wan os eragos dessa terrivel molestia, qnando por veatura se ache ella anda no
lado de encubac&o, isto , sea se ter manifestado, sob formas externas: beneficio
amenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel Poste Elixir convem a todos os estmagos, a sua aceSo so-
>ra o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
amentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de draa-
ico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultaado deste es
.ado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doeote.
Assimpois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
aMeveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composico, a
em confirmado sua oiidade.
tj0,eo*PMo era Pernambcctf _
Na botica e drogara
DB
Barthoiomeo Companhia.
3-RA DO ROSARIO LARGA-3*
Tlraa bordada* e Babadinhos
Quem quizer razer boa compra de tiras
bordadas on babadinhos, achara um grande
sortimento para escolher e por prego muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do PavSo, ra da Impe-
ratriz n. 6o.
Fazenda para lato na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2)5 o covado,
lazinhasjpretas lisas, alocas com listra bran-
ca a 1 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que era outra qualquer parte, na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 6o, de F. P.
da Silva.
Camlsiahas a 3$.
Vendem-se as mais moeroas cawisinhis com
manguitos tanto bordados como de pregoiohas com
elegantes puobos e bonitas abotoaouras pelo bara-
to prego de 34')00 ; na loja e armsxem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60,
ptcuicba em casimiras a 1$G0 so
PECIIINCH4
4^000
Em corles de lia
Vendem-se superiores cortes de la matizada
com 15 ce vados, pelo barato prego de 4 o corte,
isto na loja e armazem do pavao, roa da lmper&-
itz n. 60,
Cambraias largas a .000 e i280
a vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
vestido com quatro varas, a 45 e 10280 a
vara : na loja e armazem do Pavo, roa da
Imperatriz n. 60,
Espartllhoa.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilbos dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinados para cassuien es.
Vende-* um grande sortimento dos me-
mores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos baratos pregos de
9&, W, 156, 205 e 25,5000 o par; da-
masco de la .imitago de se2a, com 8 pal-
pvxf | mos de largura, a 4(5-00; colchas decro-
vnAa o m, mm l a che ; ditas de fusto brancas e de c6r; cro-
. Vende-se urna gradde porrao de easirairas son- u- j ,. ', .
riores enfcstadas, sendo escuras e alegres proprias Lnes PrPr'OS para cadeiras, solas, cadeiras
para calcas, poletots, coletes e roopas para man- de balango, para cobrir preEenles, etc. etc.:
H0LPcl bara,i9'itno prec de 1*800 o covado ou'na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
a_z*bOOo corte de calca, rode pecbincha na rslriz n. 60
u
Hoyo e grande deposito e superior carvo de Oardiffna
An
otonio Gomas dos Santos 4_ d, roa
irraoje m eocdlcSes maia at?oraveis que em ou
tswaat naoaeuifbrta. A contratar n
Sanu Barbara o. 1, eeto nabttados a supprtr di
~*1qBer deposito, a todos oa aavioe a vapor qw
"Domiogos AItm M&theus^l
loja e armazem do Pavo: ra da Imperatriz n. 60,
P0NHO5 COM GOLLNHAS.
a 1^000 res.
Vende-se nma grande porcao de puchos com
golinbas de esguao de linbo, "com es mais lindos
bordados pelo barato prego de 15000 o terno, di-
tos bordados de tr a 640 rei?, sendo grande pe
chincha peio preco, na ra da Imperatriz n. 60.
Balites esguios.
a 2300.
Cbegaram os mais moderaos Laloes esguios sen-
do verdaderamente americanos e vendem-se pelo
barato prego de 2500, na Irji do Pavo roa das
Imperatriz n. 60.
Cassas a t4o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res txas pelo barato prego de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padroes listrados e de flores, assim como com
palminas miudas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavao ra da
Imperatriz n. 6o
Baldes a 28, 3oo e 35
Vendera-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou bales de arcos para senhora pelos
baratos pregos de 2$, 2#ooo e 3# por haver
grande porgo, na loja e armazem do Pa-
v3o, ra da Imperatriz n. 6o,
L2nzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se lanzinhas matisadas, padrees
modernos e muito bonitas pelo tarato prego
de 240 e 300 rs.
chales de renda.
Vendem-se superiores chales pretos de
renda, pelo barato prego de 3)5500 rs. cada
um, assim como ditos de guipore fazen-
da muito superior a 10 e 12^000, e um
bonito sortimento de capas e retondas.
Os easaqnihos do Pava a 16.000
Cbegoa um elegante sirtimento dos mais reo-
demos e mais bem enditados casaquinlios de
grosdenapls preto sendo com sintora o sem ella.e
outros a imitaco de jaqueliubas e vendt-m-se pe-
los baratos prego? de Ifi^, SOJ, 25* e 30* : na
l'jjie armazem do Pavo ruada Imperatriz n, 60,
de F. Pereira da Silva.
Vendem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
12 covados, tendo entre ellas algumas pro-
prias para luto, pelo barato prego de 2?? o
covado, assim oomo sedas lizas de todas as
cores per pregos mais commodos qoe em
outra qualquer parte.
Panno pr8to Vende-se panno preto superior 'om seis
palmos de largura proprio para paletots e
caigas pelos baratissimos pregos de 1*000 e
2000 o crJdo, grande pechincha.
Meias baratas, duzia 2ooo rs.
Vendem-se duzias de meias de cor escura
sendo meias de raaito mais dinheiro porm
liquidam-se a 2(3, por ter algum toque de
mofo; ditas inglezas cruas muito encorpa-
das a 5(3 a duzia.
Sao muito liadas as navas'poupclinas
qae chegarm para a loja do Pa-
vo a oOOrs. o covado/
Vemdem-se as msis lindas poopelinas enejadas
pelo ultimo vapor, sendo transparentes e eneiudas
com quadrinhos mtodiohos e com as rres mais
modernas como sejam : magenta, solferino, verde,
lyrio, rxo, azul, canna e rosa etc. etc., garaniindj-
se qae neste genero o que tem vindo de mais
moderno ao mercado, para vestidos e roupas de
enancas e vendem-se pelo baratlsslrao preco de 500
ris o covafc nnicamcote na loja e armazem do
Pavao, roa t Imperatriz o. ,60,'^de F. Pereira d
Suva.
Grande pecMncha
Gros-de-naple preto a 15500 res o covado
H na loja do Pavao.
se vende grosde-naple preto, mate boa fazenda
para vestidos; oa loja e armazem ao Pavn, roa
fia Imperatriz n. 60, deFeiis Pereira 1a Silva.
Modernsimos
Chales de cachimira a 103, 1H e 20)5000.
na loja do fav5o
ebegaram os mais modernos chales de verdadeira
cacbemira, com os padroes mais delisadas, e tendo
maito grandes, veDdendo-se pelos baratos oreos
de 200,15* e 20*000. S na loja e armazem do
Paveo, roa da Imperatriz o. 60, de Flix Pereira
da Silvi. '
Grande pechincha de gros-
denaples pretos
na leja do Pato.
Grosdenaples i280
Grosdenaples a l^SOO
(jrosdenapies a 5C00
Grosdenaples a 2;200
Grosdenaples a 25500
- Grosdenaples a 25800
Grosdenaples a 3<5000
Grosdenaples a 3#2CO
Grosdenaples a 35300
Neste grande estabeltcimenlo encoDlra o
respeitavel publico nm avoltado sortimento
dos melhores grosdenaples pretos tanto
largos como estreitos, que se vendem muito
mais barato do que era outra qualquer parte
em raso de se ter feito urna grande com-
pra antes que augmentassem os direilos na
alfandega, ajsim coino om bonito sortimento
de moireantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazeadas proprias para a qua-
retma e luto, dando-se de todas, amostras,
e mandsm-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60
GRANDE PECIIMOIA
era la oslabas na luja do Pa^o.
, Vendem se as mais modernas e moito bonitas lan-
sinhss de urna scr.teudo entre ellas cores mno
360
Chitas francezas verdadeiras a 480
ris
vendem-se cbitas francezas verdaderas com beni-
tos padrQes escuro?, pelo baratlsslmo prefo de 48)
ris o covado, sendo fazenda que sempre se vendeu
por mais dinheiro; na loja e armazem do Pavao,
ra da imperatriz n. 60, de Felii Pereira da Silva.
delicadas pelo batato pre0 de covado.
Ditas de cores diTerentes com palmichas e
n listas, covado....... 100
Dilas matizadas muito linda?, covado. :<20
Ditas listadas dem, covado..... 600
Ditas transparentes com listas de sed?, co-
vado. ....... 5)0
e ootras multas quaiidades de lans:nr>as de posto,
ijoe se estao rec-becdo por tod'S es vapores, na
loja e armazem do Pavao, ruada Imperatriz u. 60,
de Flix Pereira da Silva.
Bonitas alpacas na loja do Pavo.
Vndese um elegante sorcoenlo das mais lin-
das alpacas de ccres lavradas para vestidos a 1*
o covado, dilas msis a......iM)
Ditas de flcrlnhas a 500 r.. e . . 660
Ditas lisas de todas as cores a 640 e . 800
n loja e armazem da Pavao, ra da Imperatriz n.
60, ae Flix Pereira da Silva.
Puil de Chvre na loja do Pavo.
Vende se o maismoderoo poil deChevre largo, de
orna s cor, sendo mais lus'roso que a mestna se-
da, pelo prego de.......2*000
Dito mais abaixo, porem com as cures
moito lindas, covado......1*400
Dito com lista de seda a 00 rs. e. i030
na loja du Pavao, roa da Imperatriz c. 00, de F-
lix Pereira da Silva.
Alpaca monstro, covado a 280 rs.
Vendem se alpacas mi nstroescuras para vestido?,
tendo 5' palmos de largura, que facilila fazer-se
ora vestido com 8 novados, a 580 rs. on a *20 o
corte, na loja do Pavo, ra da Imperatriz o. 60,
de Flix Pereira da Silva.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
Vendem-se superiores gandas francezas muito
enerpadas para calcase palit.it-, pelo barato pre-
go de 400 rs. o covado, superiores tirios de linho'
pardos, trancados e lisos, assim como ditos de co-
res, fazenda muito superior, na loja e armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, ra da Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se cbila preta ingleza lisa a 160 rs. o co-
vado ou a pessapor 6*, com 38 covado*, ditas com
palminbas, melhor faxjpda, a 200 rs. o covado ou
a peca por 7*500, difi franceza, largas, a 360 rs.
o covado, musselioas pretas a 400 rs. o covado, na
loja e aimazem do Pavo, ra da Imperatriz n. O,
de Francisco Pereira da Silva.
fazendas para lulo na loja d? Pavo.
Vand-se superior setm Ja i. eodo orna
fazenda toda de la e sem lustro, com C plaos de
largura, qoe facilita fazer-se nm vestido apenas
com 6 covanos a 100 rs......2*500
Superior bombasina cora 4 palmos a
l*600e..........{ROO
Superior canto sem lustro, covado . i*100
Lansiobas lisas, covado 400 e . . SO
Cassas pretas lisas eom sa'picos e eom
listas, vara a 600, 660 e 640 e 800
MusseHnas pretas, covado..... 400
ootras muitas fazenda proprias para loto, na loja e
armazem do Pavo, oa ra da Imperatriz'o. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Novidade em chales a 6)3000.
Vendem-se os mais modernos e mais bonitos
cbales tzabel, sendo de nma s cor, com lindas
rendas da mesma fazenda, guarnecidas com booi-
ts conlas de aljofres, sendo ne-te rtico o mais
moderno qoe tem vindo e vende-se pelo barate
prec,) de 6*000, nicamente na loja dd'ftvo, raa
da Imperatriz n. 60, do Pe'ix Pereira da Silva.
Chales de merino a 25000.
Vende-se bonitos chales de merino a' 5*000,
3*600, 4*O0o,5*O00 e 6*000, na loja e araazeui
do Pavio, oa roa| da Imperalriz n.,60, 'dff Feliz
Pereira da Silva.
0 grarde-puiilieador do sanguc!
Esta excelKnleadmiravel medicina, pre-
parada de urna maneira a mais scienca
por Lhimicos e droguistas mui doutos e de
uma'WRrucco profumla, tendo tido muitos
annos de experiencia ao par de urna looca o
'abor osa pratica.
A sua composigao nao consiste de um
simples extracto de um s artigo; mas sim,
composia de extractos e im numero d
raizes, hervas, cascas e follas, possuindo to-
das alias sua virtude especial ou poder em
curar as molestias, as quaes teem sede ou
essento, no sngue ou nos humores; e estes
differenies exti actos vegelaes, acbam-;e por
urna tal forma combinados, ponto de con-
servarem em toda a sua forca o curativo es-
pecial de vii tude, qne cada cm de per Si
possue. A raz da planta de salsaparrha,
produztda as Honduras, a que nos osa-
mos nesta preparado, sedo a qualidade
que todos os mdicos mais presam e eslt-
mam.
Na compes'co da^ Salsa parrilba
de 11 ristol enlra mais de 50 por cento
deste concentrado extracte Ella nao en-
cerra em si co sa aiguma, que possa por le-
ve ser perigo.-a ou injuriosa sade ; e tan-
to n'este, como em quasi lodos < s mais fes-
peitos, ella inieimmenie diversa de todas
essas mais preparacoes, as quats debaixo
do rime de salsapsrrilha. sao acondiciona-
das ou postas em garrafas pequeas, stndo
recitada ero doses mui d minulas de ama
coluer de cha p< r cada vez. Nos pelo con-
trario engarrafamos a
Salsa parrilha de Bristol
em frascos prandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidoies, o grande
proveito e vantag. m alcanzados per aquelles
que acondicionara sua preparago em garra-
fas pequeas. Cada um dos fla^cos da nossa
SalsttparrUba de HSrlsJoI contera
a mesma quantidade igual poico comida
naquellas (farra'as pequeas, e alm d'i'so,
pcssue ainda muito mais forca e virtude
medicinal do que aquella, que por ventora
se possa adiar comida dentro de seis garra-
fas de fequeno tamaal.o. Portante mui
natural, que aqueiles que acham occopados
era i reparar e vender as suas producoes era
garrafas pequeas, murmurem e gri'.am
conlra os notsos fiascos grandes ; procla-
mado, que a nossa Salsaparrha de
Itrfsfo! nao rossoe a menor viitude ; po-
rm quao efTectivamenle sao elles postos cm
silencio, quaodo indicamos, ou simplesmen-
le refei imc.-nos para com essas centenares
de certides e tesiemunhos authenticos, po-
ns recibidos de tolas asdasses da socie-
dade, nos quaes plenamente alteslam o por
der curativo e virtudes maraviibosas ta
nossa
S1LS1PBRILBJ DE BIlISTOL
A vantagera de lermos os no&sos proprios
agentes naquelles lugares atnde as difieren-
tes raizes, drogas, hervas e plantas de qoe
secoKoe:n as nossas medicinas, slo pro-
duzidas, que nos habilita exercer aquello
conslan'e cuidado e dtsvelo na minuciosa
escolha; e o que assegura e garante uni-
formidade de exullencia.
Em quanto que por r-utro lado, nos nc
nos poupamos r.em dinheiro, nem dili-
gencias ; aitn de alcatifarlos o meibore
nicamente o melhorde c da nm artigo
ou ingrediente que enlra na sua composi-
gao; pois levados e compendrados oa
mais firme c persuasiva conhacca; que p-
denos afoutameiite dizer aos doenlcs de to-
das as nacSes, e de lodos os paizes, que na
Salsaparrllha de Urlatol possuem
um rettedio mais efficaz e seguro ; do que
nenham oulro, que vos Unha sido offetecido
at boje, e o qual por corto nao lia de inai-
lograr vossas expectativas, na prompia e
effectWa cura das seguidles enfermidades:
Escrfulas,
Chapas antigs,
Ulceras,
Feridas ulcerosas,
Tumores,
Abscessos apostemas,
Eropcoes,
Herpe?,
Eebre'e sezSos,
Salsgero,
impingeos.
Lepra,
Hydropesia,
Oulro sim,
Tinha,
Syohis ou mal ve-
rrero,
Irregularidades do^
sexo feminino,
Nervosidade,
Debilidade geral,
Febres malignas e
biliosas,
Febres inlermitteri-
tes e remiten-
tes.
Ictericia, ele, etc.
achar se-ba, que para o bom
resultado e perfoito curativo de todas aquel-
las e.ie'/midadc'S cima aponalas o aaiab-
tamento da cur, randemenre promovido
e apressurado; usando-se ao mesmo tempo
das nossas mi valiosas plalas veg-
'.ies as'siiearudas de Bristol, to-
madas em doses moderadas ern connecgo
ou conjunclamerAe com a salsaparrha; ellas
fazem remover e expedir grciles quaotida-
des de materias morbficas e huinores vi
dos que se desprendem e livremenw cimi-
lam espalhajos pelo sjstema, isto.cauJdo
pelo uso da salsaparrha; e per consequenl
cia facilila a volta o o exercicio norma-
das opvragoes fuuccionaes.
Altencao.
25-Rua do Liviainento-25
- Deposito de tamancos e calcados nacicnaes da
fabrica da raa do JarJim o. 19 de Jcs Vicente
Gidioto, tanto oo deposito coreo na fabrica se
apremptam todas as poredes de calcados mais ba-
rato postive; esta fabrica tem todas a< machinas
proprias para os calcados ja bem acreditados-pelo
grande numero de freguezes que daqui se torne-
ce m
testtl Fower Jobastos &liempaBha
Ra da eazala Nova n, Vi.
ACBNClA Di
FandlcSodel^ow Hoet*.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavalloa,
Moeodas e meias moendas para engento;
Tanas de ferro coado e batidocars snfie-
nho,
Arreios de carro para nmedons ;a7allci.
^elogios de doro patente ingloz.
irados americanos.

-.:





Harto de
Pernal
fenea segunda felra O de Marco de 1868.
I
Grande li
i
Lourengo Per ira Mondes Guiraaraes, tendo dado balan-
do em sua loja de fazendas ra da lmporatrfe n.
72 e 56, fez um grande abatimento de.sut fazen-
das para poder liquidar eom mais brevidade.
40WEQ
Vende-se cassas francezas a 240, 280 e
J2 rs. o covado.
Ditas franrezas largas a 2i0, 280, 320
WO rs. o cotado.
Ditas inglesas a 160 e 200 rs. o covado. _
Lasinhas pira vestidos a 240 rs. oj
covado.
Vende-so lasinhas para vestidos a 240,
580, 320 o 400 rs. o covado.
Alpacas de creseos flores para vestidos
tosoobora a 500, 560, 70 e 800 rs. o
covado.
Roupa feita nac na'.
Vende-se pditots de alpaca pretos e de
cores a 34500 e 45000.
Ditos pretos de panno a %$, 6^t e 8#, di-
tos de raen ca*eeaira a 3(5300 e i#> calcas
ie casemira a 55 e t;t3, coletes de casemira
a 3,5 e 30500.
Sladapolea 4y0O9
Vende-se p<"C3s d"e madapolSo fino a 40,
5 61, 7t, 80, e W.
Pecas de algodosioho a 40000, 50, 60 e
70000.
SPechlncba a 80500. -
Vendera-se pepas de algodo de marca F
em 24 jardas, qae sSo -O varas, a 80509.
Dito rnuito eocorpado para toalhasde pada-
ria por ser muito largo a 90000 pepa.
Dito mais estreito a 65 e 70 a peca.
Cambraias lisas a 40.
Vende-se cambraias lisas peca a 40, 50,
e 70000'.
Brim p^rdo a 5*50.
Vende-se brira pardo com toque do mofo
i 860, 600 e 700.
Britn branco de linho a 10280.
Vende-se brim de linho para caigas
10230. 1^600e20.
Cbales de fil de linho 4-5500.
Vende-e chales de fil de linho a 40500
9 50000, bretanha de linho 55 e 60,
Mozambique com palmas de seda a 400.
Vende-se musambique com palmas de
ceda para vestidos de senhora a 400 o co-
vado, phantasia com lisias de seda a 10 e
$00 o cavado, s nj loj i da Arara, mussu-
linas de cores para vestidos de senhora,
ronna de meninos a 500 o covado, braman-
te de linho, bre'aclra de linho, brim de co-
res para caifas e oivtras muitas fazendas
BrilhanUias de enes a 500-
Vende-se brigantinas do cores para Ves-
tidos de senhoras e reupiibas para meamos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
Oi'piHis braaeo a t,000.
Vende-se organdiz branco muito fino para
vestidos de senhoras a Ifi a vara.
Alpacas adamascabas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de senhoras e meninas a 720 e 800.
Cartea de ganga a 1400.
Liaaida-se cortes de ganga para calcas
de bomem a 10400 e 10600 o corte.
Biin fico para calsas a 1400,
Vende-se brim muito tino de cores para
calcas de homem,roopa de meninos a 10400
e 10600 a vara, dita branca de linho para
10280, 10400 e 10600 a vara.
Fi;(|:' linho lizo a 720.
Vende-se fil delinbo liso a 720 atara,
dito de palmiDhS a 900 e 800 a vara.
Castores para calsas a 200-
Vende-se castores para calcas de bomem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para caigas a 3o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
Poil de chem a 800
Liquida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nome poil
de chevre a 8oo 9oo e 10 o covado.
B reja de listas a 240.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 2io o covado, e ontros rom-
tos artigos que se deixa de mencionar por
falta de tempo, o que brevemente se annun-
ciar para melhorar o preco das fazendas
Chitas escoras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algodode lista e 200 o cavado-
Vende-se algodo de lisia proprio para
roupa de escravos a 2o reis o covado.
La preta a 500.
Vende-se lasinha preta para luto a rtG0
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 6io,
8oo e 10 o co.ado, mork.-tique a 10, dilo
a 20.
C hera* de ehttn a2*000.
Vende-se caber tas de chita a 2$ e 205oo,

i bnZrt ?AM UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa....... 10ooo
Vinhodo *06oo
Pilulas de vidro....... 06oo
Tintura de 64o
Extracto hydraleoolico de jurubeba 1205oo
PREPjyaABOS .ICOMPOSTOS,
Vinho dejurubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope 106oo
Pilulas > vidro... 20ooo
Ojeo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de > Dote...... 6io
205oo
EXTERNO
?
que mais lo^o anniiuciareraos que hoje nao ditas de damasco a 4oo-> rs.
o fazemps por falta de tempo.
Corles de brim para caifa a 10.
A'sOiSo eeifesla*- a a lg353>.
Vende-se algedes enfeslado para leoces
Vende-se corles de brim de cores para e toalhas a 10 a vara, dito piulado a 10250
cala a 1^,10400 6 20.
Aviso importante
O proprietario das lojas do Arara da ra
a Imjieratriz n. 56 e 7 declara ao respei
tavel publico e seos regoezes que encom-
Beodoo um grande sorlimento de dminos
de todas as quadades e vestuarios a carc-
ter para as pessoas que gostim de divertir-
ce pelo carnaval, pois tolos estes artigos
evem estar prompios do fim de; te mez em
ante e que espera que os seus fregaezes
honrera com as_snas frequencias aGm de
!hes comprar bemfeitos vestuarios ou aluga-
rem, pois o quo se afianca grande quanti-
dade que existe para se escolher, ludo de
hom gosto e preco mais carato possivel:
ra da Imeeratrz ns. 56 e 72.
Chitas para cobertas a 280.
Vende--e chitas para cobertas a 280, 320
i 360 o c jva o.
Laonobas a 280.
Vende-se lanzmdas eslampadas para ves-
tidos de s-mhora a 28q e 320 o covado.
Cuitas adamasca las a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
? 400 e 440 o covado.
Meias para homem a 40000.
Vendo-so meias para homem a 40, 50, e
para senhora a 6?, 50 e 30000 a duzia.
Organdy de cores a 40000.
Vecde-se organdy de cores para vestidos
de seuhora e meninos a 400 e 500 rs.' o
covado.
Espartilhos a 50OCO.
Vende-?e ricos espartilhos para senhoras a
50 e 60OCO.
O qae novo a 50000.
Vende-se pecas de m*daoolo fino de 24
jardas a 50, 60, 70, 80, 90 e 100000, ra
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Arara est liquidando
chitas mindas a 160 e 200 rs. o covado,
eassas miudas a 240 o covado.
6'ande peckincha.
Saias bordadas para seuLora a 30500, 40,
560000. J
Lana brancis fina? a 5GO es.
l'Maminhas brancas com palmas
de cores para vestidos de senhoras a 500
-960, 720 e 800 o covado.
L! braia a 20000/
LiquidacSo de cortes de cambraia com
barras de cores a 25, 20500 e 30000.
Grande sorlimento de grodenaples preto
moreantiqoe preto, casemira e panes pretos
para o quaresma.
a vara.
Alpacas de cores a 64o.
Vende-se alpacas de cores para vestido*
de senhoras a 64o e 72o rs. o covado.
Cortes de gazineta a 10ooo.
Vende-sex rtes de gazioela iara calca a
10, l2ooe I04oo.
Ca-cas de meia casemira a 30ooo.
Vcnde-se cairas de meia casemira de co-
ras para bomens a 30, pahjots de panno
preto a 50 e60, caigas tie cazemira tina a
50 60.
NOVIDADE.
Vendc-sa urna armegao propria para qual-
quer negocio.
Las escossesas a 27o
Vende-se las escossesas de qoadros para
vestidos i senhoras e de meninas a 28o e
32o o covado.
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se lencos de seda de llores a 8oo
caoa um para acbar urna grande porgan
que tem na roa da Impera:riz n. 56 e 72.
Lasiahas eom lisias de seda
Vende-se lasinhas muito largas com lis-
tas de seda a 10 e 800 rs. o covado, ditas
finas a 5 Cortes de casemira a 2$.
Vende-se cortes de casemira de cores a
20, 30 e 40, ditos de casemira preta para
calcas e 30, 40, 50, 60 e 80.
Sedas de core* a 19400.
Vende-se sedas de cores fixas a 10400,
10600 e 20 o covado, grosdenaple preto a
101500, 20 20500, ditos de tedas as cores
a 20 o covado,
Basquins pretos a 140.
Vende-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 140, 160 e 200. v
Bramante de algudo e. linho, brim de
linho pardo e branco, e ouiras muitas fa-
zendas que se torna enfadooho mencionar-
lhe e muitas qualidades que avista do com-
prador vera' como a Ar^ra vende barato.
Casemiras a 20000,
Vende-se cortes de casemira para caiga a
20 e 30000,
Cortes de casemira preta para calca a 30,
30500 e 40.
Cirosdenaples preto a 10OCO
9 corado.
Vende-se grosdenaples preto a IWOO,
10400, 10600, 10810, 20000, 20500. 30
3/5500 o covado. Moreantique preto a 20500
35 e 30500 o covado. Pao preto para cal-
Cas e palitots a 10600, 20, 20500, 30, 40
e 50. Casemira preta a l6C0, 2*, 20500
e 30000 o covado. Cortes de casemira preta
enfestada a 30, 30500, 40, 60000 e 80000
o corte de calca.
a ae > pote..
Emplastro libra.
PARA UZO
Esta planta' hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excei
lente desobstraento, e como tal appHcada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
bepaties propriamente ditas, ou ainda complicadas com ana^archas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou darezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero c abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
iias, erysipellas; e associada as preparaeoos ferruginosas, ainda de grande vantogea
as nemias.^hloroses, faltas de menstruaco, loucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
m?go, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quae
podem os citar os lllras. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos ellas reconhocem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoii roahecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle"applicac<'.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiara os doontes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qne tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, p que torna muitas vezes improfieuo um
medicmento, que podena produzir optfmos resultados.
Os nossos prepados s fCram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propr6dades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose' convenien-
ea app!ic2cao, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maiov grao de
tperfeicao possivel, para o que nao poupamos esforcos, n5o nos importando o ponco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que ellos offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualqne dos soffnraentos, quo deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doonte a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella quo melhor he pode coirvir, j pela fcil applicaco, e j pola cqmplicigo
das molestias, idide, sexo, ou ainda patureza de cada individuo;
As nossas preparacoes ferruginosas "sao feitas da forma quesetornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esto hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minucipsatoente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberera a app!ica;o de fiossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um fometo, onde tratamos ma^soxicnsaoienta d'esta planta e dos o?.4
otos preparados.
Deposita geral de todos os preparados
IBolSca c drogara
34Ra larga do Rozado34
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miodezai a roa do Quei-
mado n. 16.
T5do seopre em vista na roabar o tempo aos
seas Iregaeies, com exteosos aDoanaos j mas
timbara nao querendo qne o* mesmos regoezes
Ignorem o qne de novo tem elle receido, por isso
resumidamente e dir': ehegando assim t* co-
nbeeimento de todos qne a dita leja do Cordeiro
Prevjdente, roa do Queiraado *. 16. recebes o se-
guate :
Bonitas e doradora ligas de pellica para nw!?,
tanto para senioras como para meninas.
Leqnes de diversos e modernos gostos.
Pentes com entetes dburados e nao donrados,
para meninas.
Coqnes simples een(eltados,moles inteirtmen-
te notos.
Bom papel em ealxiuhas liso, puntado donra-
do e timbrado, e outros muitos objectos, qoc men-
dona-Ios seria bastante enfadooho, e que se ven-
de em dita loja de miudeas do Cordairo Provi-
dente, ra do Queiraado n. 16.
Nao faltan florea,
O Cordeiro Preridente a roa do Qoetmado n. 16
Um censtanteraente ura lindo sortinwnto de fi
as e bonitas florea, por Isso quando atgom ha.
bilidosa joven quizer preparar qualqoer enfeite de
bello gosto deve logo lerabrar se qae ba dita Joja
do Cordeiro Prndente,a ra do Queimado n. 10,
aio fallara flores.
Para alrejar os deces.
I O cordeiro providente a roa do QneimHo n. 16
!' receben do bem coabecido fabricante Jonb Gos*
neil & C. nflk ptima qoaiidade de pos para den-
tes aromatisados com canfora qne realmente tem
merecido todo cenceito porqffe nao s alveja per-
feitamente os dentes como tambera conserva-os
sempre no melhor estado d pereico, assim pois
qneiram vir comprar ditos pos na mesroa loja
do Cordeiro Providente, ra do Qaeimado n. 16
Cfaapeliaas de seda
Modernas e bonitas cbapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Providente raa do Quei-
mado o. 16 e por ser ppquena a quaotldade re-
cebida, quera pretender nma moderna e benita
cbapelina deve aprecar se em maodar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a ra do
Queimado n .16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Qaeimado n. 16,
tem um bom sortimeato de finas panuiras para
charutos, sendo 1 i~a3 e cora figuras em alto rele-
vo ; para qne os seos fregaezes cao se locoo>
modem em comprar charolas em algamas das lo*
jas de cbarotelros, rcobeu tamben um bom sorti-
ment de finos charutos do afamado fabricante
Fuado de Simas -, assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdente, roa de Queimado n. 16.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Qoeimado n. 16.
Nella aeharao os pretndeme nm grande e va-
riado sortimento de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, senilo :
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo phllocome e baboza para dito.
Pos hygicnicos para dentes.
. Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Saboneics para mao e barba.
E muitos outros objectos que sero presentes
ao comprador qae se dirigir a roa do Qaeimado
a. 16, loja do cordeiro previdente.
Ban^eijas pequeas.
VenJem-se na rna.do^Queimado n. 16.
cordeiropreviden:e."
Charntos.
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja;doJ,cordeiro'prevldente a roa
do Queimado n. 16
Boa tinta para escrever-se,
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 16,
acaba dertceh'-r nao pequea qoantidade de boa
tinta (Bife blark), qffe sendo lo conhecida como
nao nocessano explicares a tal respeito, mas
lembrem-se todos qne a melhor tinta qne eji.-tn no
morcado vende so na l>]a do Cordeiro Previdente,
ra dj Queimado i. 16.
Port relogios
Um lindo sortimento do port relogios ataba de
cuepar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
n. 16.
Trancas de curo com pntenles.
O Cordeiro Prevd?nt?, raido Queiraado n. 15,
recebeu nm lindo sortimento de trancas de ouro
com vidrilhos e sem elle?, para enfeites de vesti-
dos e se esta' vendeodo, por prejos- bastante m-
dico-.
loja de
' m m m
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster
H, ra do imperador, nm campamento de gu dt
prirneira qualidade.o qoal se vende em partidas
l reialbo por menos prego do qae em outr* qual
iner parte.
-
Fbrica e fundiQo de bronx
o outros metaes, ealdeireiro,
latiro, e fumleiro, situada
na Solcdade, rua do Prin-
* cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n. 38, da cidade
do Recife.
DE
BRAGA &SAMPAI0
Fabricam-se oeste importrote estabeleci-
ment todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mui acreditados apareaos de
Derosne com as rJimencQes delicadas dos
fabricados em'Franca.
Fabricam-so avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esqupta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Ces a qualidades, pelo systema francea ou
americano, simples, de pressSo, repoxo, e
com especiaiidadc a estanca rios! assim -fp
nomnaias pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algnmas esto promptasa
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua dnrafo como a graBde quantidade
de agua que fomecem pelo que sao conside-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam venta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solias, bem constrtdas e
a precos rasoaveis, como s2o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, esenmadeiras, cocos, csndeias, e muitos
outros utenclics preprios para -engenbos,
como sejam mancaos de bronze, parafozos
para rodas de agua e outros.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lati torneadas e polidas com toda
aperfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamaitos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turibules, caldeirinbas, eavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas-de flaodres de todas as
qualidades, bahs, bacias, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampiocs para gaz para engenhos, folha
de flandres cmcaixas, folhas de cobre ela-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinba, langes e barras de
chombo, vidros tinos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para y-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreirO; lavatorios com ba-
cias e jarros, torra podre e outros iDumeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccao do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de t5o
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa platica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servaos a
contento, com promptiaoe preco commo-
do, pelo que os proprietarios lhe sei5o agra-
decidos.__________________________
Vapores,
Vacde-se ero casa do Saniiders Brptbers 4 C.
o lar?o do derpo Santo n. II, vapores patentes
om todos os perfences proprios para fazer mover
es on qnatro machinas nara descarogar algodo
Manoel Moreira de Souza
c RUI KOVA X. 45.
Neste novo estabelecimento ha nra completo sortiraenti fle chapeos para homen, senhorai e
meninos e vende-se por meaos preso do que em outra qualqu-r parte.
de che^ar os sabonetes de
alcatr&o
O aso destes sabonetes tem apfesentado os mais
benficos effeltos contra s impigens, pannos, sar-
nas, tioha, caspa, comichees, e todas as demais
molestias de pelh.
Vende-se
NA BOTICA E DMGlUi
DE
Bartholomen A C
34Kna larga do Rosario34
Vinbo toaico nutritivo
DE
QUINA E CACAO
BUGAUD
_
E-ta nova eembinaeao reone em orna bebida
a>ss agradavel e oaveniente a todos os organis
nos, a qoina qae am medicamento tonleo por
ela, e o cacao que cuotm rioeioios 00-
Uiuvo usas reconheclaos.
ie emprega com- maior soceesso na cora
lldas cores, sonVlnwnto do estomago, perd
ffle^s it. ele" *BeattcfM MnatroisSe
mSS1.V^ ?* Ph"mc' rogarla de
ariaolbomeo & &, xa larga do Rosario n. 34.
SITIOS
Vende-se on permutase a posse e bemfeltorias
de tres sitios no Arralal na visinbanc do eemite-
rio do P050 com casas de tatpa e bastantes arvo-
redos de boa qoalidade como larangeras, jaqoel-
ras, mangaeiras, cajaeiros e mnitas outras frnc-
teira, e alem disso com bastite terreno desocu-
pado e apropriado para,plaotac5es de orlalice e
capim por ter om riacho permanente de mono
boaagoa da bebir e capacldade at para sosten-
tarse algomas vaccu de le te : a tratar 00 corre-
dor do Blspo a. 9.
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nenes de Castro.
Desde 1857 que s3o as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficar. para a expulsSo das lom-
brigas, que 13o graves padecimeotos causam,
e que quasi sempre se suppe ellas a ori-
gem.
Este virmifago preferivel a qualquer
outro pelo sea agradavel paladar e fcil ap-
plicagao s enancas, as qoaesageralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
Chegou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callos duros.
iTOTOK-SB NA
Mica e dragarla
DI
Bartholomen C.
34Roa larga do Rosario34
Loja das 6 pprtss em fren-
te ao Livramento.
Cbita fraoeeias escaras e dars palo baratsi-
mo preco de 280 rs. o covado a ellas que se esto
acabando.
Aos agricultores.
Sannders Brathers & C. acatara de recebet
de Liverpool vapores de forca de 3 a 4 cavalloj
eom todos os pertenees, e moi proprios para bie*
tem mover machinas de desearocar algedSo, po
dendo eada vapor trabalbar at com 140 serras,
tamben serven para enfardar algodo, on para
ootro qnalquer servieo en qne osam de trabalbar
eom aniones. Os mesmos tambem tm a' venda
machinas anerlcanas de 38* a 40 serras.
Os preinnrtjtJii dirijam-se ao largo 4o Gorpo-
Saoto n. ti.
No armazem de fazendas dt
Santos Coelho, ra do Quei-
mado n 19.
Bom e barato
Cortes de organdy branca rauitoflna com 10 ar-
das a 95.
Cambraia branca muito fina, peca com 10 ardas
a3, 65, 73,80 6 95.
Mj|jrt>r.nca upada, pegas de 12 jar jas a C"J, 8$
Dita saissa fina com 8 varis, a pega por 8S.
Dita adamascada pata cortinado, peca com 20
varas a 1?$.
Dita pira forro; pega com 10 Jardas a 3$.
Dita do cores finas a SOO rs. o covado.
Dita de cres moito Boas, a 700 rs. a vara.
Dita de lu.no moito fina a 93 a vara.
BalSes de 25 e 30 arcos a 23 e 23800.
Dites de 40 e 50 ditos, nesgados a 43.
Ditot-de mnsselida a 43500.
Ditos de dita, esqaios a >5.
Ditos de crochet a 43500.
Ditos de mu'selioi, para meninas a 35.
Salas borladas a 435(10.
Pil de linho com salpicos a 900 rs. a vara.
Dito de linho liso a 720 rs. a vara.
Grosdenaple preto, bom, a 13800, 24 e 25800 o
covado.
Moriantiqne soperior a 2J800 o covado.
Tarlataoa de todas as cores a 800 rs. a vara.
Flanelia de cores a 800 rs. o covado.
Bramante de linho com 5 palmos de largara a
$200 a vara.
Maadapoloes finos a 69, 79, 85, 95,105 e 125 a
pega. '
Platilba de algodo, superior fazend para salas,
pega com 10 varas a 300.
Atoalbado adamascado de linho com 7 ,V palmos
de largara a 33 a vara.
Dito dito de algodo a 25000 a vara.
Algodoenfestado con mesma largara a 1 JO
a vara.
Cobertas de chita de ramagem a 25600.
Colxas de fusto a 55500.
LengSes de bamborgo de linho a 25400.
Ditos de bramante a 35500.
Espartilhos finos a $.
Panos de la adamascados para cobrlr metas a
45500.
Gaardaospos de linho adamascados a 4Ja dnila.
Toalhas de linho, lisas e aleocboadas a 115000 a
dozia.
Ditas de algoMo felpadas a 123000 a datla.
Lencos de cambraia finos de 1*800, 25, 25500,
35200 e 35600 a dazla.
Assim como muras maltas telendas qoe se ven-
de por nanos qae en outra qaalqaer parte, e da-
le amostras de todo.
Machinas para desearocar algodSo. do mt
Ihor autor que tem apparecido na America'
E' tal a excucao do macbinisme, que o al-
godo sabe quasi lo perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attenc5o doi
Srs. agricultores, estas machinas.
B
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a> S B G
"g S H
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I X B o
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oo q Q-ca c
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^...:
Francisco Jos Germann
{RA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magnifico 80?
timento de oculos, lunetos, binculos, do ni
timo e mais apurado gosto da Europa o oes
los de alcance para observacoas e par
martimos.
VIH de QUINQUINA
FERRUeiNEUXdeMOITIER
Com Malaga e Pyropliosphato de ferro.'
Este vinho foi preconizado por toda a emprensa
medical como sendo o mais poderoso tnica
empregado para curar a Ciilobohs. Anemia
Exiianstaqao do sangue. Deposito geral em
Pars, em casa de Laurencel, pharrnaceutio-
droguista, ra dos Lombarda, 44.
Deoslto na pnarmaeta de P. Mauro?
C. em Pernambuco.
PICHE
Vassouras do Porto a 3^000
a duzia.
Vende-se a' roa do Imperador armazem de Pran-
cisco Jos Lite.
Para a semana santa
Esta' a venda lloras para a semana saata riet-
meoie eneadernadas, Ripansos e offlcio da Senhora
das Dores : a' roa do lpera dor o. 15, defronte
de S. Fraaeiseo,
Vende-se piche ao gaz proprio para
asphalto, ealafetos de candas,
assoalhadoa, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agna,
etc. etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retalho, do armazem da Bolla amarea,
travessa do Imperador._____________
BOTAS
Bota rossianas, peroeiras e meias perneiras ae-
vameDte chegadas, da melhor qoalidade qae tenes
visto, do armasen do vapor roa Nova n. 7,
.LUVAS
Novo sortimento de lavas de pellica de Josvla
brancas, pretas e de oatras bonitas cores para ao-
mens e senhoras; so armazem do vapor roa Nove
n. 7.
Era casa de Theo. Jnst, ao caes da Alfanden
Velba, vende se :
Cerveja Bass em botijas.
Caf soperior do Ceara'.
Manteiga fresca en latas da 1 e 2 libras.
Milbo novo ren?saccas grandes a 3800 boj
rmateos de Tasso lrmio.% caes da alfanden a
I roa do Amorim n. 3.

ILEGVEL |


BUrU 4i

I
I
\
:
'
l '
flMJg alt mBI .i.-'* - e<, Ta"? -f .
PtrmriwM ida tetra 9 de Marco c i86.
ESSEWCIA CONCENTRADA
Qreparada a'fri por Au#uste Caors,
BAKHACEUT1C0 PEIA ESCOLA DE PARS E SUSSESS0R NISTA CIDADI
DE
Arlstldcs alssct e I. loan
K. 22 Roa da Cruz i\. 22.
H6UMBR4NC4
4 roa do Qacima do n, 8.
suis Incestantes encommendu teto ultlma-
ncebido variado sbrtimenio de dlferentes*
opjtcwli emre de gosto e olllmas modas.
Ella porto osando da franqueza cott que sern-
pre se WtPistiBgoldo, confesi que.arprecos ae-
loaes Dio podem ser lao comnocdos como a' lem-
pos erar, verdade essa que.4 >dos reeonbeeem e
eiperimenfam em qoalquer peero quedesejatn
corrprar; ainla assiro, ella levada por seus prin-
cipios de barateiro, contina a f-lo fmrengo as
aetuaes circom.'taocias. Ao men>s em compensa-
?ao das peqaenas hlteragCes que ha em alpuos
prego?, opre a bell-ia e boa qoalldade des objee-
(os sepuintes :
Bonitas goarni(bts pretas para basquinas e ves-
tidos.
Grande e variado scrtlroento de trancas preta
de vidriihos com progenies e sem elle?.
Onlro dito de ditas brancas conforme as pretas.
Outro dito d ditas de cores Uoibetn com vidri-
ihos, sendo com pippeotes e sem elle?.
Outro bello sortimerto de galdes e enfeltes de
;da, direitos e recortados1, com vldrilbos e sem el-
le?, e todos de noves e lindos deseobas.
Outro sortimento de iioiSes \ retos e
rtodos enfeitados cun vidrilho?, e aleos
Tralamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, oortf, nem oatro qualquer
mineral. i
Verdadeiro purifleador do saDgoe sem azoogoe.
Espacial para a cura de todas as molestias que tm sua origem na impureza do
angue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrupulosas, darlhrosas, que
vooban ellas por hereiitariedade, qoer sejam adqueridas pe'o contacto com pessoas infecs
donadas dos diversos viros que cootamiDam o sangoe e os humores.
A carota om remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil.-e passaado seu oso de gerac5oeai geracSo, hoje, um dos remedios, mai- .
eoobecidos como prpno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu- ente?,notndose entre eiiesobcm posto
mero a morphi oti elephantiases, para cujo olfativo os nossos sertanejos consideram a d" jnteirameote novo? e aqu nonea vistes.
caroba como remedio especifico.
Ha uito tempo entrou a caraba nos formularios como prepararlo magistral
sob a forma de eleictuario, anda hnje lembrado as pharmacopas com o nome de sea i
celebre autor Jo3o Alves Cameiro: n5o ella portaoto, remedio novo nem desconhecido, i
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos rtmemo-
naes. como o mas apropriado para o cura de;e uso oubas e ulceras syphiliticas srdidas.' presentes ao cWpr'dor.
e empregedo com proveito ivo dasbeoficua de rimppp!icav5o de muilos ouiros agentes'
therapeuticos enrgicos e dpois quotidiano.tl
Jallo Gsar Pinto do Olivara, o
rociamo matricalado, pretendeudo
bravemmie retirar-se para Europa,
vende seu estabetecimenio de faaen-
das ingleas e francezas; e ped*e a
aqoettas pessoas de qnem credor,
techaos a bondade da saldarem suas
cootas, ruto que faiendas vendidas
com Ilimitados prasos, certamenU
val na boa fe, deencoDtro aos inte-.?
resses de sen acreditado eaabelecl- ifi&g
menta. f&
j-, Este helo eslibeleeimento, monta- 5
si^tp do ii um dos meibores locaes, ra da
todas
inglesa**'
arma
de faiodaj, quasi
baratas, como fespecialmnie o
k m, ten. cornmodidades para se roo-
\ MrcVn'ira'do mesmopstabelecimento.
Opili i a mesma linoiCacao
flSK;/04 da Imjteuih* n. 28.
i: < hitaf
Ests edita* iogleas, com padides
na
tOO rs. o covado.
BOrrWcs e uiodeross peotes dourados.
Bacilos pmies de uriatupa oLras, moderoas o
de aparado poto.
Ootros liles Igualmente bem feltc, para desem-
b* tacar.
Ostros tambem da tartaroga para tirar bich s.
E bemasiro muitos oatros oijtutos que serao
Albuns.-
A Apuia Branca a iu> do Queimado n. 8 acata
)pg Caftas f aseczas a 320 rs. o cavado. Wi,
W&! E-U ca?a-s. aqaetdochsmam tf^
f5 crpundy?, ira o-mais lindos dse- (&>
^^ nlms e de cores fixa?, e se vende n :-
3g|* ivrvado a......... 3*0
05 Vi-'lado preto, o mais supe-
^tW rijr quo ba no mercado,
*''(?; Covsdo a........
^^ Percslles de core", o rnelhor
**-.-, que ha nesta fazenda, co-
*%ri vado.

Lealdacje
Muitos dos nossos medicr-s de considerago e entre elles o muito distincto pra- de r^ber umanca coiiecco de aibunj para 24 M^J Fil vcio'deda,'cm i-
)servadur o Sr. Dr. Pedro oe Athayde Lobo Hoscoso, tem coodrmado por ineio a 200 retratos. Nesse soitimeoto vieram aigocs :^ re?, proprio para tos, es-
iencias rjetidas, oque diz afama das beneGcss propriedades da caroba no iue Poroas perfeicOes, nqueas e bom poto se ^> vado..........
lores de serra pfsuid03 J^5 PIjIs d paoga Irn
rfciar-to bellas ebras. i/s) roopa nacional, mnitj
tico e observad
de experiencias rjetiuas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no
tratamenlo das boubas. das diversas formas sob que a ayphilis se apreseota e muito es-
pecialmente as que tm sua sede na pele, e poderiamos relatar alguos casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a caroba prodozio admiraveis
effeitos, "depois de inuleis e prolongadas applicacjies de salsaparrilha, mercurio, iodo,
oor e seus preparados, etc., etc.
N5o era posSfvel que oti planta tio notavel por suas ina precia veis virtudes
esespasse a perspicacia e investigacSes dos mais abalisados praticos eur-peus, que se ap-
pitcam com especialidade ao estado e tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para prova ah esto os Srs.Ors. Casanava, Schorfer, Ricord e outros dando as mais l-
songeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderosissimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de tola a qudidade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
ootrasmoit?8 molestias de natureza syphilitica ou bouba ica.
Por tr-se generalisado muito o uso da Esscncia da Caroba que cu pre-; ComPa,eCSm, poi?, os ,
paro e petas instancias de van. s mdicos que desejam continuar em suas observacoes, de- ''em servido?, na ru^ do Qoeimado toja da Auiu
liberei-me a ter prompta uaia quantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do fogo, B"DCa D-8-
para n3o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-s-h! 1'opoS e lala>" CftRI Superior bat ha
na mioha phamacia sempre e em porc5o sufficicnte para todos os pedidos a essencia con-' A Aeuia Br,nra a roa ^ Qoeimado n. 8 rere-
ceotrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para que nunca faltem aos senhore bfQ 1" D0V0.nm com.c'e,a sonrmento de perfoma-
mIjw n.,o ,-m nurw^i s^ .:. . ^tiA^I M * Bae^ vmdoem dito sortlmenioos copo?, latas
eivao? de porcelana oourada coma bem conbeci-
da e apreciada banha fina.
Extractes bos de agradareis ebeiros
timam ootaveis e merecedor
por quem possa, e siba ap
A iir-orosi;o de Al! ds
A Apola IVauca tambem recebeu urna fe^aem
qoantidado de retratos nolaveis, cujos caracteres
sao os seguir.tes :
Pam'lia imperial fiaccea.
Rei e ralDha de Portugal.
Imperador e impertru da China.
Lamartine. eAlexandre Duma?.
Vctor Hago,eTbi.s.
WasbiGgtoD, J-.hosot'e Lincoln-
Tambem receben
Grande e variado sortimento de vistas p>ra ste-
reoscoposi as quaes por ?uas navidades se.o apre-
; ciadas pelos apaixonados de lo bello eotretimento
os


ffledicos que quizereai experimentar to precioso agente medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de ochubro de I8GG.
Acgste Caors.
Rui da Cruz a. 32.
Nos armaiens de Tarsj Ir-
maos.

Nos armazeBS de Tasso Irmos.
GBAB S DE FERPO
para jardins, porteiras, etc.
Nos armazeos iie Tasso rmos
a 800 rs.

Steade-se manleig ogleza Qor a 800 rs.a libra :
no Propr^so do pateo do Canco n. 9
Cemento
Cemento bwdranlieo difleaeoes irapua,tasques, algerotes asseniauen-
ISS D4o coromura co romano a i0.
Em porco superior a U barricas se faz orna
differesca no prego confirme a qoand^de :
~PEXE-SEeC(HGVd
Cbep.-.ram u uito n .vas Miraguayaa, e veaJe-se
aa roa da Praia n. 7fc.
ps c arvoredes e de Adres
Venfle-se pos de coqaeiros a' 500 ris, e de pal-
melras imperiaes, sapcla?, sapol s, laranja cravo e
e outras qualidades, romes de tedas as qualida-
de, pinheira, limeira?, ; ti cat--=. condena, cora-
Cao, bambaroia, blria-bi. cidra?, figes de todas as
qualidades, ub)3, guiaba de todas as qoalidade?,
cacan, oiti-cor, umt, araca' de todas as qdslida-
de?, jab ticaba, jcneptptf, prosel, canella da (ndia,
jambo, [? de cedro, tamarindo, breopary, e oatras
mais tiuctas lodo por muio deminoto prego, e
Oem acondicionado, como-oSo pos?ivel enccnirar-
s" rnelhor. Tamhfm fas pnbco qne recebera de
Hamborgo, um variado si rlimento de batatas de
dalias, e que ja' se acbam plantadas em vanos e al
para icdcgs
.Visos com p de arroz e pince!.
Dito com dito sem pincel.
Pinceis sollos para ditos.
Bonitas cxixinhss Inverolsadas, contecdo finas
perfumaras para presentes.
otros de papiio, pot mui bem arraDjadas
para o mesmo fim.
Elixir odontaipico para oicefme.
Asua dent'fice.
Baoha Japoneza e transparente.
B assim as demais perfuaiarias de primeira
qnalidade sempre encrotradas em dita lija da
Agota Branca a roa do Qsmado d. 8.
Doce.
ceza,
.. bem
f HllOft
Palituti de alpaca branca,
muito Anos, cada om I3 e
Calcas de casimira de cores
e pretas 104 e* . N.
Palilots de casimira nuUa
Una i0*0v;0 e......
Chales preu de fil do seda,
tordados........
*j! Ditos de aJgodj e retJdas
^| ifltOOO e........
f FraM-os d'agua do tirar no-
^g^ doas gordorentas ....
':1^ Gravaiiobas de teda, estreiti-
iS) obas, de cores, una. .
;p Toalhas da lioho paro para
^, rjstu, com barratncarnada
Brrihaotioe asninada com
flor-mioda, o covado. -
ma da Ittprrttriz .- 70.
Oproprlfetario deieestabelecImeB) leo* hon-
ra de levar ao conhecimentodorespetawlplblico
qae acaba de roreber pelo ultimo VApur nm gran
de e variada scriimeoto de artigos de coito e fao-
lasias, como sejam :
Cintos
Requfs?lmo? cantos cora ponas e jera ellas, en-
rollados com vidriibos, Unte preto* como de co-
res.
Punhos
Licdissimos punhos com goliinhas bordadas em
floo panno, assim ctmo Onisslmos ntremelos e
babadinbes.
Tbesouras
As perfeitas thesooras de puro acu para uohss e
eosluras, sena mo caivetes de cabo Ge oailim
e madreperula, garrote se a qualidade.
Peotes
Um granie e variado sortimento do pentes para
cor e tausbem para alisar, sendo de borracha
marfim e bfalo.
Escovss
Finas eseovas p.3ra farto, onha?. denles e cabel-
lo de tjdos os Umanhos e debanos prtgcs.
Lo vas I
A? verdadeiras luvas ds Jcovln e fio de escocia, \
branca, de corte e tsretas.
Perfumaras
Dos me bores perfumistas que tem apparecido,
como H-j.im : Scidade Hygenlca, Piver, Lubim e
Coudr. 1. comestiquo grand.- s e pequeuus.
Espelhos
Cota os meibores vidrus que poeslvel, de qua
iro, caixa e locadores de iodos os lamanhos.
Coques
Lisos e ecfcitaJ. s cm muilo goslo.
Lee; es
Lecres de ssndalj da Eiuito bom goslo, os me
"vfir^ I 'orts ^oe lem vnlo "e';e genero.
35000 Sk] Enfeitts para vestido
Um f andee variado sortimento de fila de st-
seda lisa e lavradas, truncas de seda, la e
|o do tod.s as larguras o outre? muitos aiti-
ros qcp se lomara' en'adonl'.o menciona lo?, roast
que" sao indi.-pensaveis a Lrmar o firfeiu toille,
do billo ?exo.
Para acabar *
Vaquetas prpriis paracobrir carros o par
guarda chova venden. Fereira* Matheus, na rua-
da Cadei do Renfe n. Ci. '
Vndese 12 vidracr proprias para venda oa
qualquer estabelecinaeop; po pateo do Terco n.30.
Lindos (rtes de ^edi~
Acabam de rhfpar a 1 ia do Alvaro, roa do
Crespn. 20 B. lindos corle* de seda pretos e de
core?, assim ccrxo sedas lisas de linda (ores.
Veode-se om burro russo, qaem o qcirer ver
dirl|a-se a roa de Santo Amar.) cochaira Jo Pauli-
no, equauto ao preco na ra do Crespo n. 16 1
andar.
favos fgidos
IV
K^A-SE
*4'0
15C00
w.
4J500
8j000
12^000
m
s
m
55000 l

icoo .5610
ODjectos de candieiros a gaz.
u 00
^i& Caodieiriobns americanos de
w5& bj'n cn'ni5a"' .
*^ Ricos .:iridiiros a gn, dou-
5500 p&
15000
Upliajrea Koyer
6a Ancdiris sSecti-icos magnelicts
De|toUo acreditado
toja da ggoia branca roa rtn'yucimado n. 81
Apregosr aimla os piodigiosos efftritos tos
3oiiares llover j no eosinar 011 querer
a quem e; t irar e cotdaair a' fabrica de fabaotu
Aftgao, cu a ra do Amorta) n. 41, no heeite, <.
c-.-cia\ Li.iz, parfid, idade 3o ,>.s, o qual ja' ta
principio d;-par f.j presp porfojid c de nov
evadise da 1;i.-.-ma fabrica, onde Vabalbava, n:
maiiri{;>d.i do licrr.ingo uifco, 24 de nuvembro,
Cujo csciuvo lufiy v,-i i.im .-, roupa do eso, de*
godo a lisiras, castoma embraaur-se, cj^ar
preprfo eemo, e hem r/mc do "senbor, o traii
por castigo orna corrente frhada na cictora a dc
t?rno7rl|., do que devtta' conservar ao menos a
manchas.
No d:a 29 de ftverelro do crrrepte snoo, fo-
(io di rna de S. Benlo da clda.bi fin Om^a, o es-
cravo Exeqairl, crioulft, de 23 a 30 ;-nnts de Ua-
de, e>ttura regular, n f rg.ido, cor bem prets, ca-
b'ca rtdonla ; irajsva cacpi.-,i de algudo e calija
prtta : cc.-tuna, piando Ugr, ao ar conversando
durante o da as i.-.H-roas, ea' noUe rctolhe se"a
telbelros aberto, cu peo.nav.is, 00 a casas em
ccnsiruccao, co a ootn-s qoa'fs-juer logares onde
fe pcs;a aling;,r : qnem o apprenender quelra le-
va-lo sqor-ila cMiclo (te Oind) roa de S. Benio,
casado Dr. Druuirmn.d, ru a" ra da Flurtiuoa
n. 28 desta cidade o Recife, onde .er*' bem re-
compensado.
Escravo ftigido
Arb so fugio desdf o dia 19 do trsez prnxime
passado o es; ravo do abaixo assignado oe noma
Joaqnin-, leudo ossii-naa? si-gumte? : idde V an-
uos pouco mal? 00 meos, cor verinelha, b; coa
grande, rlhos grandes e amorteridis, ha'io, ca-
beca peqnena, iabebos caranohos, d> rminboeo,
eslatura r<:ular, eco docoipoou antrs n'"gro,
bem coslnheiro, cose de altatat", lem o torin.ieU)
de um dos ps batante grosso de rhenmatismo,
ps grandes e largn?, bastante ladino e aMoccse
se intitula f jrro. H* t ida certeza de qoe enteja
rados iO^OOO e de crystal
^K- Laiuparinas americanas cada
orna. ......
38
nmm
25C00 .-#f
2SJ) Caodieiros de supenso pa- :
s%^ ra meiode salla ou de es-
*) tabeleclmeoto?, obra mai-
1^ to asseiada.....20J000
m>Z ,^' Sp5l 400-WRTrs. gp[
>^a Estas cbamins, qnasi todas de ($k
S$igl cryttal, garantidas pelos meltores fa- ?jg
, b icjntes da Euroia, ipm a vanta-
^
*% emi Pela sna boa qualidade
ttO* l*erai de res! tirtm a urna lu
^S
le
luz
te, sem que com facilidade
e tem- (-:t
fe re- <5t
Na ra do Coorniz n. 8, (Forte do Mallos) ha
CuosiaL.-meniu um grande sortimento de doce de
gumas cem flores; o estas tambem se veoifcm por diversas qualidades, m latas e caixSes, prepno
muito diminut' pre^o, assiro como tambem tem
(otras qualidades de ps de flanes, tudo no sitio do
Abrigo na estrada nova de Olioda, junto a pcBte
dos Arrombados._____________4
Jcaqpira Jos Goncalces Beltrao tem para
vender no sea escriptorio na ra do Trapicbe
o. 17 :
Ciim de algodao da Babia, cuito proprio para
ronpa de escravo.
Fio de algodao da Babia.
Panno de algodao da fabrica do Illm. Sr. com-
mendador Pedroso.
Vrho do'Pdrto, em caixas de urna dozia.
Dito do dito em barris de dcimo.
Mathina? para descaro^ar r.leodo.
. Toros f Jacaranda'.
para negocioe por preco muito ccmmcdo.
Vtnde-se a 6* parte do snhrado de
3 andares e so,ao da roa da Imperatriz n.
53: tratar na ra de Imperador n. 27.
Cera de earnftuba.
Vende-so em porfi cq a retamo ; na ruado
Queimado n. 13, Ia andar.
MCHI^rslECOSlIi
Em casa de Tneo. Josi, no caes da Alfacdeff*
Velha, veodemse superiores machinas de costora
C. de NoW Yoik, por precos ratoaves.
Coqueiros 500 ris e ou-
tras fructeiras
No sitio do Abrigo da estrada de Olinda, junto a
ponte dos A r romeados.
bentem, desta superior qiydidade s '^^
se vendem na rna da Imper-atuz, ar- j^
mazem n. 28, a 340. 4uO e 600 rs. e ^g
*K grosso com a'jaiioienio de 15 por /^~'<
-m c^Dio. 'zmi
^S Bocaes de differentes nnmeros e ~^
^ft qualidade l^OOO, 800 e 500 rs. l&g
:^W CoBcerla-secandieiros a gaz e mais ^S^
?*% 0,i'Ijs le viaros e porcelana, fican-
js-i") do com segorauca e solidez.
^M &H C$?j t^ <>, *. '&, ***
dV -<% u'' .- JtZ\ rfi.i1*; {W?V'
Vaquetas paia cubera d carros, enjuto frescas,
ve.ndem.se na loja das machinas ra da Cadea n.
58 A.
Svuda.
Vende-se Ssvaa muilo nova, chegada
de Lisboa ; na roa Direita n. 30.
agora
Vndese na roa do Imperatriz n. 13,'oma
armaeo proprta para qoalqoer negocio.
propria, ou por intermedio de seus amigos
8 prenles, ignore ou desconhe;a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Koyer.
A aguia tranca porm sa gloria do conoor-
rer para om lao justo fira, se n5o por ou-
coforado, no Ca'd ireirn, e ao capiao Flix Fran-
cisco de Soura Magnihes no larg.. do Faraizo n.
26. Igcaras; 7 n- fevereirode 1868.
Jos Teizelra da Moita Ca^alcanti.
150$00(T '
Fogio no dia 25 do (orrente mez de ontnbrc, de
Dalias de Hfira)urgo I e
outras flores
No sitio do Abrigo da estrada de Ollnda, junto _
pente dos( Arrumbados.
Veode-se arreios de roeial principe para (res
cavaos e om carro am-ricauo om arieios dn pon-
co oso, proprio para andar no mallo; ludo por
preco barato : no caes do Caplbaribe n. 30.

........
JL^cJLk-.
PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 745, A BENEFICIO DAS FAMILIAS DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA, EXTRAHIDA EM 7 DE MARQO DE 1868.
VA-
DOS PREMIOS DA 0V.
a
56:





IW. PRfcoiS.
1 U

* ;
*
N .
11 _i
14
6 _
V
M 3
M
38 m
a
NS. PMHES. NS. PI1EMS. Ns. PREMS..NS. PREMS.|NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS..NS. PREMS. . PREMS^S. PREMS. XS. PREMS US. PREMS. NS. PBEMS..NS. PREM8. i. PREM US. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.NS. PREMS.
240 45 532 10*790 4 1100 4366 1630 4* 1913 45 2138 45 2393 &| 2640 43 2862 45 3083 20*3333 ifr&fcl IS UU .i a. a a-L.
240
40
50
63
64
63
63
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10*
4*
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52
53
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15
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69
69
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24
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36
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41
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63
65
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67
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6
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27
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10*
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40
41
43
47
82
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06
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72
76
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79
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93
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3000
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6
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27
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62
65
66
67
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10
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54
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4
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10*
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4*
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16
20
28
37
40
48
61
70
73
80
82
86
4400
1
3
4
10
12
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91
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20
1T
98
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39
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105
4*
10*
10*
4*
10*
4*
10*
4*
90*
48

4544
46
53
5o
&9
65
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71
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81
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97
99
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1
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11
17
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47
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3
8 -
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35
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67
69
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1
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4* 4766
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93
98
99
5000
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10*
4*
10*
4*
ro modu ao meuos por-ter sempre, econs- ["enho L.moeiro, fregoezia da Etcada o escravo
temete om completo sortimeolo Bmi\l'"^^Z^\Ze,^JfXZl CibTi'^w: .
,, n_________. w j l : co a.tn, em bom corpo, bonlia heur?, cara beii-
collares magnticos, que bem Se podem Cha- gosa, barba penco ferrada, urna ras,ar o bi-
marsalva vidas das criacas. igodoea poin, cabrios um tanto cirspiohidos,
Resta anda que os senhores pas de fa- ;um p0UC **"c,m dornas sbatrizes vtibas de
.Ui. i. facam convencer .de que convem ^S^S^K^J^*
aao esperar que as enancas sejam atacadas pardo;ehipo de nana preto, w vaia de car-
io mal, e por isso necessario ou conve- reiro. qae e, e imumbe ter ido iur praca er.q
diente qce com antecedencia se deite na' v"'ur',:'rn lj} l>fcn>trado no bujide Fugonde
enanca um desses co.larespara assim estar ^^^^^mS^^^ iffi
ella preservada das convaleces e se cootar nniiciae?, a-m e'teoii&V.ie. do ro Formoso,
livre dos rigores da dentico. Una, Agua l'reu, . Rento e P.rto Clvo, e a od-
A aguia branca ra do Queimado n. 8 lra !"li,l'l,,r ^:"a i>prebe.near do dito escn<
xintina a-receber por todos os vapores lt'"^mmim etfc'",h' que fir",lfi'
fraocezes a quantidade que ha contratado e ------ ,; .--------r~7TZ--------r~str
por isso acba-se ella sempre provida dos ver- ihj.J&BK^ tSfiiSBt&i
HdeirOS Collares oyer eleiriCOS magn6-; soppde se que veio para esia ridaOe de onde na-
COS. i toral, para Iralia.har era ilcorna nadara en assen-
; tar praga e seguir para o >ul. Pdese as autort-
jdades poliches, capitaes de campo ou qualquer
| pessoa a apprehensao de dito esrravj, e b va lu ao
iditn eDgenho a seo fenbor, tu ra rio Imperador
| n. 77, Ia andar, sala ao lado do Caes ti de novem-
bro, qoe sera' recorapen.-ado.
Fupio no da 14 de 'evereiro um precTpor
nome M.noel, mas conhecido na rna por Pianhy
por ser do erto, cem os s eguintes signaos : es-
tatura reear, corpulento, cabera afunilada e
calva, ta.ba serrada. alR&ns cabellos braneos,
desdentado e com marcas de bexieas n narw,
vende-se > armacio de nroa t*Lerna tm olbos pequeos, i;ma pfroa com as velas eocaroea-
rouito bom estado com reglsto o candieiro de pai das, andar vagaroso, co.nnma andar com a calcas
e seo* ntencilics, e fai-se todo o n-poeio ; na ra reglada, e a II -pa de fra; quem o prendw
Imperial n. 103, a tratar namesraa roa n. 1*9, I leve-o ao subdelegado da Boa-Vista.
1 mmva



.......


Diarlo de Pernambnco *eanda letra 9 de Har* de 1868.


LiTTEMflM.
0 oarrou. 13'
VII
(Concloslo)
A prxima caria da mysieriosa
correr alus do cwo ; mu era impossivel A outra era raaia alti. Sea ta4be esbelto; Acbo ama looeora seu^lhmte viagem. l5-> eloqaetitemente mostroo o qne, eo qoe-j acentuada, do mesuro modo a voz SO paz,
anhi-lo o uns itgeiro tilbury, porque o e lies i vel liana a na gastad j da pilras-ra e Arriscas m ella as vanugens da urna car- vale a mareosa q.ie moralisa e instrae o^^ a j'mprensa, bi de levaolar-se mais
re;ra e de ana futuro certo. Tai m j povo Sobre os seas direitos e sobre s seas',^ q'uando o corado do piz pulsi mata
velha, e tus irm demasiado moga; sao do.i '
fnylevado a. galope, ialooge! a serena harmona das formas estatuarias.
Amaro cbamoa de novo o sea lilbu/y e Alva e li^eiratneaie desaliada brilhavam-
vtltou para* a cidade. Ibe cora meffivel expresso de docaraos
Apeaas c'iagon can, sahio-the ao ea- oaos bellos, mas ligeiramente amortecidos.

':<
mallier
era un hynuo de amor G de alegra ; ella
agradeca a > seu amado aquellas linhas; pro-
inctiia que s deixaria a carta quando uior-
resse.
Haviara pirn dous parilos que agul-
ram o prawr de Aman F*ria
(jui diia assiui :
t lia dias vi-o passar na roa do Oavidor
eom urna familia. Disseram-me que o se-
uhor va i casar com urna das mogis. Sotfri
l.orriel ueuie ; vai casar, quer dier que a
ama... e esta certea* mau-me
O outro perioJo pode resumir-se a estes
termos:
Qaanto ao pedido qie me faz de que-
rer ver-me, respoudo-lin que n5o lia de
ver-nie nunca ; uunc3, ouvto ? Bista quo
saiba que eu o aaao, raoito oaaisdo que oa
daama-lo a viava Anlunina. l'erca a es-
peraaga de ver-me.
Ests veodo, disse AmiroFaria a Ma -
condes mostrando-llia, a carta, esi lulo
perdido.
Ou I pateta I disse-Jhe M.rcoodes. Tu
nao vs que esta mulber'no diz o qae sen-
te ? Pas a.reduas qae isto seja a espres-
sao exacta de pens-jui-mlo deila ? Acho a
sitnaco excedente para resqiocderes ; trata
bem o periudo do tea casaatenlo e insiste
de novo do desejo da contemplada.
Amaro Faria aceitn ficlraeate este con-
seibo; o sea'espino o predisponlia para
aceita-lo.
No dia siguile urna nova epstola
do fazendeiro da Soledide fui para a caixa
do correio.
Os pontos capitaes da cirta*f rana trata-
dos por mo de mestre. O instracu de
Amaro suppria-le a experiencia.
Qaanto u iva, dizia eile que era exacto
que ia casar-se, e que uitiaralmente a moca
com quem ovio a sui iogoniU amalara
era Antouiaa ; entretanto, se era ctrlo quo
o casamen.0 fam-sa por incinago, oio era
de estraubar que ura novo amor visse subs-
tituir a juelle ; e a propria demora do enlace
era ama preva de que o destino lae prepa-
rava una felicdade maitjr no autor da au-
tora das cartas.
Por tim, Amaro pe lia instantemente para
vela, aliada que fusse um minuto, porque,
dizia e le, qjaeria gaardar na memoria as
feic5es queaetia adorar eteniimente.
A incgnita respondeu, e a carta della
era um composto de expauses e reticeo-
cias, protestos e uegativas.
Marcondes aniraava o abatido e recruta
Amaro Faria, que em mais duas cartas re-
sumi a maior forga de eloquancia de que
podia d:spor
A ultima produzio o desojado effeito. A
rayslerosa correspondente termina va a sua
resposta com estas textuaes palavras.
t Coosinto em que me veja, mas apenas
ntn minuto. Irei coa a miaba criada, an-
tes amiga que criada, em aai carro, no dia
.15, espera-lo na praia do Flamengo, as
sete horas da manhaa. Para que se nao en-
gae, o carro tem o numero 43;ode
um cocheiro que j esteve ao meo servico
Qae te dizia ea ? perguatiu Mircon-
des ao amigo quando este lbe moslrou esta
resposta. Se nao estivesse eu aqui la se
to ia por agua abaixo este rom mee. Mo
caro, dizcm qae a vida um camiolio cheio
de espinhos e flores; se assim, acho to-
lice que um homem d3o apanbe as llores
que encontra.
Desti vez Marcondes pie fazer tranquil-
lamente o discurso ; pirque Amaro Faria,
todo enlregue as eraogoes qae lbe prodnzia
noprocurou atalba-lo.
Emfim, boje sao 13, disse Marcondes;
i 5 o dia marcado. Se f; bonita como
diz, v se f )ges com ella ; o paquete do
Rio da Prata sabe a 23, e a taa fazenda
um quadi ilatero.
Ve que letra fina e que perfume I
Nao tem davida; orna m ilber ele-
gaate. O que eu desejo saber o resulta-
do; no dia 13 vou esperar em tua casa.
Sim.
VIH
Rompeu finalmente o dia 15, aociosa-
aente esperado por Amaro Faria.
O joven fazendeiro perfumoa-see enfei-
tou-se o mais qae pode. Estava adoravel.
Deoois de um ultimo olbar langado ao es-
pelho, Amar Faria sabio, e entrou n'um
tibury.
Tinba calculado o tempo de l chegar ;
mas como todo o namorado, chegou um
quarto de bora antes.
Deixou o tubury a certa distancia, e en-
trou a passar ao longo da praia.
De cada vez qae assomava um carro ao
longe, Amaro Faria sentia-se enfraquecer ;
mas o carro passava e em vez do numero
felizlrazia um 2i5 oa am 523, qae o dei-
xava em profunda tristeza.
Amaro consultava o relogio de minuto a
minuto.
A final assoma ao longe um carro que
anda va vagarosamente como devem andar
os carros qne entrara em taes mysterios.
Ser este ? disse Amaro comsigo.
O carro approximava-se com lentido e
vinha fechado, de maneira que ao passar-
junto de Amaro, esta nao fde ver quem ia
dentro.
Mas apenas passon. Amaro leu o nume-
ro 13.
As letras pareceram-lhe de fogo.
Foi inoofediatamente atraz ; o carro pa-
rou dalli a vinte passos.. Amaro approxi-
moa-se e bateu na portinhola.
A portinhola abrio-se.
Havia dentro duas mulheres; ambas ti-
nham um veo na cabeca, de maneira que
Amaro nao podia distinguir as suas feicoes.
Soa ea I disse elle tmidamente. Pro*
metteu-me que eu a veria...
E dizendo isto dirigia-se alternadamente
para urna e ontra, pois nao sabia qual dol-
as era a mysteriosa correspondente.
Ve-la smente, e irei com a sua ima
gem no mea coraco 1
Urna das mulheres dascobrio o rosto.
Veja disse ella.
Amaro recuou am passo.
Era Antonina, .
A viuva continuou : .
Aqui esto as saas cartas ; lacrea maito.
Como depois de casada nao ser tempo do
arrepenler-me, foi boa o conhecesse agora
mesmo. Adeas.
Fechoa a portinhola e o carro parti.
Amaro ficou algans minutos no mesmo
contra^ jovea Marcondes, com um sorriso A cabeca peqaeni, comb as das deosas dos que represente a suprem i investido?
nos laWos.
esculptores antigs, asseatava com, urna so
Eotao, bonita beraai* de rainh i em sea eolio esplendi.
t' o diabra deixa-me! Os cabellos do un noro escaro, peateaios
Instado par Mrcondes, o fazendeiro da em fr.na de dia tema, erara presos com as
Soledade contou ludo ao amigo, qae o con- voltas de ama ca-'.i qa p ervia de en-
solou como pode, mas sanio de l rindo s fete, e lbe deseca de um i outro lado em
extremos em qne se nao pode prescindir
do amparo constante e carinho d; um jaU

familia. Oja.eu soa apenas um amigo, de-
dicado e leal, mas aioda mudo mo%i e sera
umi posiclo social qaa offareg girantiis a
toda a miaba vontade e gratido qae taa ami-
sade me inspira
gargalbadas.
IX
Amaro vo'toa para a fazenda.
Qianda entrava pelo portodi soledade
foi dz*udo comsigo estas philosophicas pa-
lava : .
Volto ao m9a caf ; semore qie fai
era busca do dascanhecido dei-ma mal ;
agora tranca as porta; e viverei no meio das
minhas plaatages.
A beita do imr
i
O sol atufava-se eotre as nuvens purpu-
rinas do ocano.
O poente assemelhava nm visto incen-
dio
As aguas assombreidas da baliia espraia-
vam-se em zonas ondulantes, tando pai h-
iiarite as trinebeiras das montanhas e a im-
ponente magestade d s serranas.
Ao lunge. maiio ao longe, descobriara-se
a'guns povoados s >'iianos, oa algaraas pe-
(juenis hjrdades alvejan lo entre a verdura
das florestas, oa deoracaula-ae no pendor
das cdlinas, como para aspirar o sopro
acre da 'iragodo mar. ,
Ea coatempla'a exttico da praia erma
este piiael miravilhoso.
As ondas, com seu murmurio eteroo, vi-
ohara urna aps outra e lentamente deseo-
rolar-se pela exteuso do areal, expirando
aos pe> dos fraguedos alcaatilalos, ou des-
(.sendo-se em orlas de espuma.
O ocano a "imagem do iofinito. O abys-
mo evoca o abysra). A immensidade do pe-
go interroga a immensidade do pensanen'o.
v creago ua sua forra i mais sublime caega
a um ponto em que invade os dominios do
mundo aostracto. A'ipassar-n js pela men-
te a idi de Deus, o espirito despede lam-
pejos, como a vaga ferida pelo raio da luz.
O mar na ordem physica a expresso
mas potente di forga e da vida.
E' mais sublime que a natureza imrao-
vel. Prenda-o bamanidade o movimento
e a voz.
Como o corago liamano, lacerado por
insondaveis angastias, as aguas retrahem-se
ou expandera-se, abrindo ^olphes, oa re-
demombando em sorvedoaros.
Na bonanza a forga na ca'raa; na tem-
pestada a forg aa lata. En arabos estes
aspectos o rellexo da grandezi do Creador.
III
Era qaanto os continentes permane:em
eternamente era repouso superficie do
globo ; era quanto as Ibas se alteiam ioa-
balaveis, profundando as raizes as syrtbes
do abysmo ; em quanto as montanhas ss
recorto no horizonte, firmes em suas bases
de granito; o mar move-se eagita-se, la-
menta e ruge, e a uni^i face do plaoe'.a
onde se retrata o co 1
N) emtaato, ouvindo o perpetuo bramido
do aceano o pensamento do homem nao
pode penetrar osegredo de sua ameaga.
Quem vencer por fim oa luta da immo-
bilidade cora o movimento, quando a mo
do Eterno quebrar as leis deste equilibrio
bar moni ;o?
A creigo tem espbynges impenetraveis,
como os monumentos dos povos as theogo-
nias do passado.
IV
Eu cootemplava, pois, absorto, na riba
solitaria da babia, o quadro melanclico de
una tarda de maio, quando o ultimo raio
desolainda iaflamraava o dialema das mon-
tanhas eos veos de um crepsculo lumiuoso
come.avam a envolver trra.
Peosei no problema do destiao da vida.
Perguutet a mira mesmo diante desta ma-
gestade angosta: qaem soraos nos ? qae
misso a nossa ? O homem, instrnmouto
e motor a am tempo da impeaelraveis de-
signios, approxima-se do Creador pela idea
e da creago pelos actos.
Porque quando o espirito devassa as re-
gues confusas do porvir e nos revela muitas
vezes a solugo possivel das transformares
sociaes, a son nos condemna a urna pere-
grinago obscura, e nos naga a forga que
realisa, dando-nos as aspirages audaciosas
do corntaettimento ?
As manifestagoes do talento para setor-
narem realidade no meio de urna gerago,
dependeraodo impulso de sua energa pro-
pria, ou estaro por ventora sujeitas ao
imperio de urna cega fatalidade ?
As sombras da duvida abateram-se sobre
a miaha alma, como as sombras da tarde
pelos desfiladeros da serra.
V
' Porque as grandes intelligencias amam
confiar s aguas as confidencias de seu ge-
nio ?
O ocano o depositario dos segredos
da metade da humanidade.
O Christo foi buscar nos pescadores da
Jadea os propagadores de sua doutriaar As
aguas do Jordao confiou o mesmo Deus a
virlude de purificar da mcala original e de
regenerar o homem pelo sacramento do
baptismo. As ondas tracaram a Colombo o
roteiro do mondo desconlaecido. Faltn,
applicando o vapor navegago, realisou
a communlao dos povos e tornou solidarios
os deslinos das naces. O herdeiro de. S.
Pedro, depositando no seio do Adritico o
seu annel de noivado, consagron as nupcias
eternas da trra com o mar, duas sflberbas
realesas da creago 1
VI
Eogolphado nestas cogitagoes, foi o mea
espirito sorprendido por ama quasi visao
crepuscular.
igeiras oodalacoes at aos hombros.
Gonprimentei-as.
Eram minhas conhecidas, e Uve a honra
da fizer parte de sua digressSo.
Passemos.
A primeira das duas senhwas, cojo perfil
rpidamente esbogmos, era viuva e chama-
va se Emilia-
A ootra era solteira, e tinjia o doce nome
de Anglica.
A noite descia lentamente.
O fragor das ondas pareca" "aogmentir ao
passo que o da se afastava.
A virago era mas fresca e as estrellas
priucipiavam a scintillar com am brilbo mais
vivo encrava las no puro azul do firmamento.
E'-a urna d'essas noites creadas pela natu-
rezi par* as confileaciasda alma. O espi-
rito como qae se abstrahe do presente e pa-
rece qae a memoria se volve toda s doces
reminiscencias do passado.
Era a bora das meigas recordacoes e das
melanclicas saodades.
O inQuxo das sombras crepusculares in-
vadia-nos os doraioios do corago.
Cnegmos a um lugar onde a praia forma-
vi urna especie de eoseada.
Alguns alcantis musgosos, grupados ao
a:aso, se offerecam aqui oossi vista, con-
vidando-nos a um momento de reposo.
Aceita nos gastosos asta inesperada ollera.
Assenboras sentiramse, epara entreter-
mos o tempo e apreciar os encantos da noite,
pediram-me que Ihes contasse urna historia
do mar.
A ced ao seu desejo lo lisongeiramente
manifestado, e tanto estas, como as doas en-
cantadoras meninas, oaviram cora a maior at-
tengo a miaha peqaeaa narrativa.
Ea, pois, comecei:
O mar tem sido constantemente o scena-
no magestoso dos grandes dramas da ba-
manidade. N5o so como roteiro para o des-
cobrimento das ierras e vehculo de a.opro-
ximago para os povos, como servindo de
tbeatro s sanguisedentas balalhas que se
tornaram meraoraveis nos anuaes das na-
ges, elle ura tesleraunlio eterno de qae a
historia nao pode prescindir no interrogato-
rio dos maiores acootecimentos.
O mesmo acontece em relages s felizes,
oa ainda mais vezes trgicas peripecias da
vida intima.
E' am d'estes ltimos episodios qae pego
liceuga para narrar s minhas amavei6 ou-
vintes.
O fado verdadeiro, e a sua recordago
aioda hoje me punge olorosamente a alma
e me confrange o corago.
Julio foi um meu companheiro de estados,
a quem na j aventado me ligoa urna amiza-
de sincera e ama affeigo verdaderamente
fraternal. O sea carcter era sombro, mas
potico. Era orpbo de pai desde muilo
crianga, e s tioha no mundo, alm de sua
rai e irm, dous affectos conbecidos: ao
mar e a mim.
O ocano era o confidente de suas medi-
tagoes silenciosas. Passava das inteiros, me
dizia elle, encostado amurada de am na-
vio, conversando com as ondas e confundido
os seus cora os lamentos profundamente tris-
tes das aguas, ora revoltas pelo vento, ora
espalbadas pela loz placida do luar as mys-
teriosas noites do E jaador. O mar exercia
sobre a soa alma urna facinago fatal. Nao
era s amor, era urna attracgo ioconcebivel
que o cbamava para o abysmo. Represen-
tou um papel lo importante nos destinos
de sua vida, que lhe pareca muitas vezas que
s o mar o podia comprehender.
A mim amava-me com urna candidez de
crianga. Tmha pela minha amizade arrufos
de namorado. Como nao podia conceber
que pessoa alguma me estimasse mais do
que elle n'sta vida, tambem nao quera que
eu partilbasso as minhas afleigoas com ou-
tro nenbum companheiro. Era qoasi nm
brbaro na rudeza de sua nativa intrepidez,
e ao mesmo tempo de urna tal brandura na
doce ingenuidade de seas sentimentos, qae
fazia lembrar os instinctos do le5o e da pom-
ba, consorciando em um eato verdadera-
mente singular e maravillaoso.
Julio contava quando muito vinte e dous
aonos. Perteocia marinha nacional, e ti-
nha j feito algumas viagens de longo curso,
a bordo de navios de guerra, que mais li-
nham concorndo para alimentar este seu go3-
to decidido pela convivencia solitaria do mar.
Resolveu, porm,-estudar, e foi n'essa poca
que mais se estreitaram as nossas relages.
A familia de Julio-compunha-se de sua
velha mi e de urna irra de dezesete annos.
Seu pai morrra de orna bala no campo da
batalba. O lilbo era pois o nico sustenta-
culo d'aqaellas pobres e sympatbicas senho-
ras. A sua fortuna era scassa, apenas Ibes
cheglva para acudiram sem vexarae s pri-
meiras exigencias da vida. Esta trindade,
composta de mi e dos filbos, era digoa de
ser respeilada e apreciada, porquanto vi-
viam emto estrena conformidale, que to-
dos tres representa va m um s desejo e urna
mesma vontade.
Virginia, a irmo de Julio, era am typo
encantador de morena. Seos olhos grandes
e rasgados, de ua negro nrilhante, eram
docemente aveiludados, e urna pronunciada
orla arroxada lbe cingia a palpebra inferior.
Saa bocea era pequea, os labios delgados
e os denles de ama alvura rutilante. Sua
estatara era mediana, e a sua voz de urna
suavidade que deleitava.
Oavindo-a fallar a gente esqaecia-se de si
e de ludo que nos rodeava. Por mais insig-
nificante que fosse a conversa, por mais fri-
volo que parecesse o assumpto, ella dizia
sempre coasas to graciosas e com am tom
to insinoante^que era impossivel sahir de
seu lado, oa interromp-la n'aqaelle gorgear
, e tanto inflao nos destinos dos'agtaclc>
Estados.
t Estes excerptos dio
ET nvsier qtte o cidado esteja ao abrigo
de actos violentos a liberdade individual.
a medida do alcan-
ce d'e#ta grande instttoicSo qae illomina e
encaminaa os povos, sem embargo dos sensw E'mwter que conhega os negocios do
desfairamentos. fslado; ecomo ha de conhece-los com verda-
Exigir da imprensa a mxima perreigao e se a jnapren?a n3o for liv^e? Tivesle
seria ama remtala loucura; o que pie e aca30 conhecimeeto dos fados do Mxico?
deve exigir-se d'ella que saja leal e con- N50. e porque, se.no, porque a imprensa
- Sabo*. me responden elle, que, qneo* scienciosa, que teoia- principios moraas e ng0 livre?
do me decido a urna va gem, a minha deii sociaes, qae mire sempre ao bem; as exal- Carecem os cidados de qne os affei-
berago inabalavel. Parto, porque o meu lago as de uos combate-as a moderago de ^)eDa a03 negocios pblicos.
destino 1 |outros; e assim tuda se equilibra qaando a itsprensa ha de excitar-lhes a curiosi-
o bro, a honra e a loatdade aos principios j^e, depois ha de inpirar-lhes ioteresse,e
s2a a3 normas do jornalismo. Quando as depois o discern ment.
ambiges srdidas, os intereses mesquinbos, SrriucAe da irlanda.Vamos indicar as
Separrao-nos tristes. No sei que fatal
presenlim3nto me fazia eacarar esle passo
como precursor de gran les infortunios.
Fui pan a casa e cogitei se ha veria ainda
algnm meio a tentar para desviar Julio da
seo imprudente de.ignio. Affligt-me com
esta idea a ponto de mais de ama vez as la-
grimas ma rebentirem dos olhos.
Entend que o ultimo recurso a tentar era
unir a sua mi e irma os raaus rogos, e ver-
mos se juntos poderiamos coaseguir o que
me nao quiz acceier isoladamenle. Mancas
esperangis, porra, devo diza-lo, me pro-
mettia esta derradeira e dolorosa tentativa.
A noite fai casa do meu a oigo.
Sua mi e irra estavam lacrimosas e an-
gustiadas. J sabiara de ludo. Esta noti-
cia foi para as pobres senboras como um ai-
nu.ocio patibular. Seus semblantes pezaro-
sos apresentavam o pailido reflexo da dr
interna e de urna tristeza indifiaida. II i
doas dias qne Jalio Ihes havia commaoica-
do esta nova, e at hora era que nos en-
contramos, anda nao haviam ti Jo un ins-
tante de repoaso.
Abra:ei-as e procarei consola-las. Era
impossivel o mea intento I
Farticipei-lhes a deliberago que tomara,
e pedir-Ibes a sua coadjavago no meo era-
penho. Prometieram-m'o, mas sem espe-
ranga nq sea bom xito,
Julio entroa poaco tempo depois de mim.
O seu semblante estava desfigurado, mas
procurava com urna apparencia mentirosa
disfargar a lata interior que se dava em sua
alma.
O que o levara a esta partida inopinada?
Haveria^ alm da razio que nos dava, pri-
meira vista pueril, mas realmente poderosa
para qaem at costamado a observar estas
absolutas imposigoes da natareza sobre os
espiritos impressionaveis, algom outro mo-
tivo oceulto e resrvale?
Creio sinceramente que nao. Mas se o
boave, ficou eteraamente sepltalo no mais
profu ida segredo.
A nossa final tentativa, como era de crer,
nao teve resudado satisfactorio. Joroa-aos
qae era mais fcil deixar-se morrer era urna
c?ma, que desistir ou adiar para mais tarde
est-a deliberago inabalavel.
Resolvemos nao insistir e resignar-nos.
Na raaah seguinte comegarara os prepa-
rativos da partida, pois o navio devia sabir
a barra dentro em quatro dias.
Nao Ihes descreverei as intimas peripecias
d'este drama de lagrimas.
Quatro das depois sabia efectivamente
Julio do nosso porto, deixaodo-nos os cora-
ges est3lando de dr e os olhos banhados
em pranlo.
Era por urna iajde como a de hoje. Saa
mi, sua irm e ea, seguimos com a vista a
branca vela que por fim se perdeu no hori-
zonte como as azas da gaivota qae se esvaem
no volonginquo; e foi ento que mais sen-
timos a saudade d'aquelle apartamento.
Acomroanbei ainda por algum tempo as
duas senboras, e retirei-me para casa fadi-
gado e afilelo.
Continuei a visitar quasi diariamente, por
algum espago de tempo, a familia do mea
amigo. Por mais, porm que fossem os meus
esforgos para suavisar a sua desolago, ero
lodos elles inproficuos, porque eslavo ver-
daderamente inconsolaveis.
A mi de Julio conservava-se n'essa ap-
parente resignaco que se revela era um si-
lencio quasi absoluto. D.r-sc-hia que tinha
medo de fallar, com receio da desviar um
instante o seu pensamento da preoecupago
constante 'dle.
Virginia befinbavae empalfidecia a olhos
vistos. Qjando me va reanimava-se, e con
versava proennndo distrahir sua mi e ti-
rar esse caraij.' de monotona qie ainda a
scena mais pungente necessariamente produz
se indefinidamente colinuada.
Notava eu, porm, qae suas couversage3,
de um certa tempo em diante, io turnando
um certo carcter de mystisismo. Compa-
rava os desgostos qae soffrem ha vida com
os ineffaveis gozos que pos promette ama
vida melhor, e chegava mesmo a dizer que
depois do partida de sea irmo seria ella a
primtir a fazer orna grande viagem.
A triste velha aflligia-sa com estas refle-
x5es da pobre menina, e eu procurava des-
viar a pralica de semelhante assumpto. En-
tramos eato em outro terreno, e procara-
va o melhor qae me era possivel consolar
aquellas almas angustiadas e derramar o bal-
samo da esperanganas fibras d'aqaelles cora-
goes ulcerados pela dr e pela saudade.
Os meus negocios exigiram qae eu me
aaseatasse tambera por quasi dous mezes da
corte. Tomei todas as providencias para
que, emquanio mfr-cservasse distante, lhe
no faltasse cousa alguma, e par ti nao menos
sensibilizado do qae ellas.
Se bem que as preoecupagoes do mea es-
pirito e ogyro das minhas labutages fossem
bastantes para me preocupar continuamente,
a lembraloga d'aquellas duas senhoras no
me sabia da mente, bem como me nao podia
tranqnilisar a incerteza em que todos esta-
vam relativamente ao destino de Julio.
Regressei por fim, depois d'esta long.a
demora, novamente corte. Cheguei ae
noite, e a essa mesma hora fui procurar a fa-
milia do meu amigo.
Eacontrei as duas senhoras. Raras veses
saaio. O circulo de suas relages nao era
demasiado ampio, e ea podia sem davida
considerar-me como a de maior intimidade.
(Continuarse-ha.) .
os rancores facciosa inspram alguns, l es- prDCpaes ideas apresenta las por lord Stan-
to outros que tomara a serio esta institu- [,,, ministro da rainha Victoria no ban-
c\ e altenuam ou evitara os males que qale e Ltristolr acerca da situaclo da Ir-
aquelle3 podem causar. i jan(ja:
Vejamos, porm, como Mr. Tners; baixo de todos os aspectos, disse
aprecia a imprensa, a imprensa que pode ejje tanl0 m0raes como materiaes, a situa-
influr nos destinos dos povos: |c3o daqaelle paiz tem melhorado ha vinte
. c Para satsfazer a urna necessidade sera- a:inos a esta parte, e s falta que baja n'elle
precrescente de. instruego, o espirto mo* conflar,ca e segarqnga, para que os capitaes
derno creou um meio novo de publicidade nglezes concorram Irlanda e a tornem
a imprensa diaria. Carecemos de um livro
o ivo todas os das e feito todos os dias;
que digo?duas vezes por dia, nao por ura
hornera que meditasse trinta annos para fa-
zer, mas por urna mollklo de homens, dis-
tanciados uns dos outros.. que fallem de lu-
do da guerra, da pae,livro diario escripto
sob o influxo dos acootecimentos, vista de
iaformages transmitidas de lod s os pon-
tos do globo, pelo vapor, impresso noite
a vapor, levado de manha pelo vapor, e
que transp5e o espago com a velocidade dos
elementos.
a**
t A Fraaga quer saberquer saber tudo
este o genio do seculo. Dir-se-bia que
o hornera na sua impaciencia de viver, nao
concade aos actos da vi la seno o tempo
necessario para se realisarem : o q ae se fa-
ria n'um auno, quer qae se faga n'ara mez;
o qae se exiga u'um mez ha de fazer-se
n'um dia, n'uma hora.
e Esta impaciencia traduz-se especialmen-
te por duas necessidades imperiosas: a
da locomogo e a da noticia rpida.
t.Marselha distava outr'ora vinte e cinco
dias de Paris, e hoje parece que est muito
distante, a vinte horas quarenta dias se
gastavam na viagam de Nova-York c hoje
j parece longa em nove ou dez dias. Cor-
reio, telegrapbo, tudo deve correr como o
pensamento.
t A trra um ser animado, envolta
n'esta rede de fios, semelbanga dos er-
vos do corpo humauo; como um ser ani-
mado receber instantneamente as impres-
ses de tudo quanto se passa, com a d ffe-
renga. que e3tas impresses ho de comrau-
nicar-se, nao a urna cabega nica, mas a
tantas cabegas quantos sao no mundo os po-
vos civilisados.
< E nao isto eUiito va. Nao: a vista do homem salatar para
o homem, e lorna-o mais humano ; assim
a trra tornar-se-ba mais hospitaleira, mais
habita vel.
t A impreosa apropriou-se d'estes meios
de tudo saber. Fundou e3ses jornaes ma-
ravilhosos, qae sao servidos como os gover-
qos melhor iuformados, que teem ura re-
presentante em todas as cortes, at mesmo
nos campos de batalha.
t E'.assim que o negociante di cidade
sabe o que vai por todo o mundo ; conhece
o estado dos mercados, observa e julga os
goveroos, e, julgando tambem o da sua tr-
ra, aprende a dirigi-lo.
. ....
t Ora vejamos; acaso podis prescindir
do maledico jornal, contra o qual pretendis
premunir-vos ? E' a primeira cousa qn*
exigs de manha, apenas acordis, e nao pa
ra lerdes futilidades qae vos distriam, mas
para vos in.'ormardes dos negocios pblicos,
que se tornaram os vossos negocios parti-
culares.
# *
c Vos queris libertar a palavra para to
dos, com tanto que utem d'ella com mode-
rago.
Com moderago? Tambem eu o que-
ra ; mas o que a moderago? E' a medi-
da justa na critica. E quem o possuidor
d'essa medida?. Para as cousas physicas
temos urna medida, que o metro; mas pa-
ra as cousas moraes, onde est o metro ?
Quem o possue?
Reclamando a moderago, cada um re-
clama-a para si, mas nao em proveito dos
outros.
E' por isto que desejava trazer-vos in-
dulgencia reciproca, que conslitue o verda-
deiro espirito de liberdade.
prospera e rica, como succedeu na Escos-
sia e as colonias mais remotas, onde affluio
o ouro inglez.
t Todava nao deve oceultar-se qne existe
n'aquella ilba urna opinio, que espero no
ser a da maiona, a qual nao satisfaro
cor.cesea que nao envolvam separacao ad-
miois rativa e goveroativa : concessfles em
qae jamis poderemos consentir, sendo ir-
revogavel a uoio da Inglaterra e da Irlanda,
e n'ao podendo ser sacrificada phantasti-
cas tbeorias de nacionalidades. Esta causa
de descontentamento, assim como a qae se
produz da vinda dos agentes provocadores
que sorviram nos exercitos mexicanos du-
rante a ultima guerra, poderlo ser, e assim
o espero, transitorias; mas existem oulras
causas de ndole difireme, que rec'amam
a nossa mais seria attenglo. Alludo, senho-
res, igreja ollicial da Irlanda, e questlo
terr.torial.
Pelo que respeita primeira, seja-me
permittido guardar silencio, pela simples
razio de que deve ser assumpto resorvado
para o parlamento eleito na conformidade
da nova lai eletoral, e qaando chegar essa
occasilo, nunca dever esquecer-se qae ha
na Irlanda urna minora protestante muito
enrgica e muito activa, cujos ntersses bao
de ser tomados em lioha de conta ao mesmo
tempo que os dos catholicos. Quanto
questlo territorial de que tanto se falla, te-
nba-se a franqueza de recooheccr que se
pede urna ceusa, e se quer outra.
Pede-se o abono dos melhoramentos
qne os arrendatarios tenham feito as her-
dades que cultivam ; mas o que se quer na
realidade converter esses mesmos arrenda-
tarios em proprietarios gratuitos, o qae,
prescindindo do que teria de admissivel
este principio, fomentara a calamidade qne
mais ha a temer na Irlanda. Esta calami-
dade consiste na subdivislo at ao infinito
da trra, subdivislo que est muito as
ideas e nos hbitos dos que se querem con-
verter em proprietarios, e do que resaltara
a multiplicarlo das familias, que ficariam
sem subsistencia como succedeu ootr'ora
com as htalas, correndo-se o immenso ris-
co de que a falta de urna colneita deste tu-
brculo occasione, como aconteceu em 1847,
urna fome em que pereceriam, como ento,
centenas de milbares de miseraveis campo-
nezes.
t Tanto no sea inleresse, como no do
paz, os actuaes proprietarios contm a ex-
agetada subdivislo da guerra. Mas os co-
lonos irlandezes, convertidos em proprieta-
rios, mostrara a idea de dividir eotre os
seus lhos e protegidos as pequeas por-
ges de-Ierra, que fariam produzir de novo
na Irlanda milhares de indigentes. Faga-
mos, pois, o que razoave! para garantir aos
colonos os melhoramentos que possuem as
trras, e nao nos deixemos arrastar a con-
cessoos extorquidas pela desordem e pela
ameaga: poltica prudente,e previsora, para
a qnal podemos contar com o apoio, alm
do do povo inglez, de todos os Irlandezes
leaesl 1
ninas passeiavam nesta hora pela riba quasi
deserta.
As tres menioas eram a personificagao
potica das Gragas da fbula sob o aspecto
travesso e descuidoso da innocencia.
Das senhoras, urna, se bem que ainda
moga, no era com tudo to nova como a
sua joven companheiro. O semblante pal-
udo, dava-lhe physionomia verdadeira-
mente meridional orna expresso grave e
pensativa. Trajava com elegancia e caminha-
va com essa indolonte e graciosa morbidez
Julio um dia chegou-SB* a mim e me dis-
logar, olhando sem ver, e copo, impetos de qae -Uto natarl s filhas do sal da America
se
Estoa com
Embarco para Gibraltar
saudades do mar.
Que resolugo esta?
Urna d'aqaellas resoluces qne nao es^
t em meu poder dominar. O abysmo at-'
trahe-me, e eu son forcado a obedecer-lhe.
Eos leus estudos?
Abandono os.
Ea toa familia?
, Confio-l'a e a Deas,
CI POUCO DE TL'DO
A impusnsa.Le-se no Jornal do Com-
mercio de Lisboa:
t Na discusslo suscitada, no corpo legis-
lativo francez, acerca da nova lei de impren-
sa que o governo imperial propoz, Mr.
Thiers, pronuncioo um notavel discurso
defendendo as immanidades do jorna-
lismo.
c Queremos que os lettores conhegam os
tpicos mais essenciaes de to faoso dis-
curso, em que o emioeat orador rancei
Queris que os escriptores, os joroalistas
que no sao eletos do paiz, que se impem
a si proprios a misso que exercem, ja-
mis se affastem d'essa to desejada medida
Permitte-me a expresso : similhante desejo
pueril.
< Sim mister que os escriplores se im-
ponham a si propnos essa misso de repre-
sentarem o verdadeiro pensamento da na-
Sealguem vive em espirito obscuro, soli-
tario no qual germina urna idea verdadei-1
ra, fecunda, til, mister qae a possa pro-
clamar.
c D'aqui resulta evidentemente qce mui-
tas vezes os escriptores sao uns adventicios,
e que um homem que passou toda a saa
vida a dirigir os negocios pblicos, receba
algumas vezes liges de nm rapaz sabido
apenas do collegio, e que lhe ensina o queJ
a Austria, Prussa, a Hespaaha; e esse1
rapaz tambem muitas vezes ensina a virtude
e o desinteresse aos homens que teem de-
dicado a sua vida a sua patria.
c A liberdade urna grande loteria orga-
nisada por Deus; as grandes nages podem
sem receio entrar n'ella, porque se algumas
vezes perdem, muitas mais ganham.
c No haver algum receio para moderar
essa liberdade ?
Ha: a propria liberdade.
c Sejam quaes forem os vossos esforgos
em contrario, a imprensa reprodozir sem-
pre as paixoes do momento.
O qae a impreosa ?
E' a voz da naci.
< N'um paiz onde a palavra livre, a pa-
lavra de todos reunidos aprsenla a voz da
nago. Ora assim orno a voz do homem,
qaando o agita ama paixo enrgica mais
Fbula.Para os rabes nao ha historia
as ruinas; na sua imaginago formam a
morada das fadas e dos genios quando o lo-
gar risonho e animado, e espiritos egno-
mos qaando o aspecto o triste e sombro.
A avareza nao Ihes deixa ver as excavagoes
subterrneas seno os tbesouros qae alli
suppoa escondidos. O sabio europeu, que
deixou a vida tranquilla da sua patria para
ir ao deserto procurar, cusa de mil priva-
goes e. fadigas, algumas paginas perdidas
dos anuaes do genero humano, alguns vesti-
gios do urna civilisago extincta, nao para
elles seno um feiticeiro das mil e urna
noites.
Um rabe, na ilha de Argo pergnntoa a
um sabio viajante inglez, Mr. Hoskins, se
estava contente com os thesoujros que traba
colhtdo ua sua riagem ; depois dirigindo-se
aos rabes que o escutavam coniou-lhes ;
que tendo um dia acompanbado aos iogle-
zes s ruinas de Denderab, qae estes poze-
ram a mo sobre um rico thesouro ; mas o
diabo appareceu-ibes de repente e declaroa-
lhes que nada levariam d'alli sem que pri-
meiro lhe izessem presente de um bom me-
lo para se refrescar; era barato, as os
inglezes ficaram muito embaracados por nao
baver meles as ruinas de Denderab. Pe-
diram ento ao diabo que acceitasse algum
outro presente, ae que elle nao annnia.
Os inglezes, que nao queran perder o the-
souro, enviaram um dos seas a Kenneh
com ordem de comprar o maior mello qne
bouvesse no paiz; trooxeram um enorme
que se apressaram em offerecer ao diabo.
No mesmo instante caba sobre os ingle-
zes urna cuuva d'ouro to abundante, que
foram obrigados a tomar nm barco don-
golah para transportar este thesoaro ao
Egypto. O rabe contava esta fabada com
a consciencia da persuaslo, e anlrmava pela
saa barba e pelo nome sagrado do propheta
a" veracidade da sua narrativa.
Viagem wpebial.-0 Internacional de
Londres, diz que a noticia que tem corri-
do de que o imperador dos francwes ir
visitar onstantinopla em fins de abril oa
principios de maio merece conflrmaclo.
O imperador pagar d este modo a visita que
osulto lhe fez durante a epocha, da ultima
exposigo universal.
"TYP. DQ DWRIQ-RBA DA3 C&VS^ N W,
*
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