Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11505


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Full Text



.

/
>
ANNO XL1V. NUMERO 47,
PABA A CAPITAL E LLttABKS AUE K XlO PAOA POBIB.
Par tre mtm llhlh^....................t 6?c00
Por sets ditos Mein......,. ?....... l2000
Por im auna dem...............-,....... 24(j00
Cada numera aruisi................ tf320
QUARTA FEIRA 2fi M FfiVEBElfiO DE 1868.
PIBA BENTBO E JTOBA DA FBOT**CIA.
Pr lr.metes laataJos > .. .- -,-i <, .-. ,. fi #
Por is ditos idea ir...............................
Per nave ditos lim.................................
Par Rn inno idtia ^H
.
CJ788
17#00f


assimuhbi un n>nani\jnai d nmmpf tnst id rnB^ia f b.iimi>a\ un iom tinnrosa bus ipawpiRiiimiiros.
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio AlezaBdnno de Lima ;
Natal, o Sr. Aotoolo Marques da Silva; Aracaty,
o Sr. A. de Lernos Braga ; Cear, o Sr. Joaqaim
Jos de Oliveira; Para, o Srs. Gerardo Antonio
Altes & Filhos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tarares da Costa ;
Baha, o Sr. Jos Martin; Alves; Rio de Janeiro,
Sr. Josa Ribeiro Gas .arinho
partida dos estapetas.
Oiinda, Cabo. Escada eeslacoes da Tia frrea at
Agua Prela, iodos os das.
Iguarass s Goyanna as segundas e seitas fairas
Santo Anto, Grvala Bezerros, Bonito, Caroar,
Altinbo, Garanboo?, Biqoe, S. Bento, Bom Con-
selbo. Aguas Bellas Tacaraf, as tercas feirras,
Pao d'Alho, Nazareib, Limoeiro, Brejo, Fesqaeira,
Ingszeira, Plores, Villa Bella, Cabroc, Boa-Vis-
ta, Murlcury, Salguis e Ex.nas guaras /iras
SerlDhem, Rio Pormoso, Tamandar, Una Barre-
rcs, Agua Preta e Pimeotelras, as qalntas (efras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do eommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Faxenda : quintas s 10 boras.
doiio do eommercio : segundas is If boras.
Dito de urpbos: tercas e sextas as 10 boras.
Priwira vara do ciral: tercas e sextas ao meio
da.
Sagrada vara do el val : qnanas eiabbades a
i ora da tarde.
EPHEMERIBES DO MEZ DE FEVEREIRO
1 Qnarto cree*, as 3 h.. 53 m. a 26 s. da t.
8 Loa cheia s 6 h.T t n. a 5C s. da m.
15 Quarto ming. as 6 h., 24 ro. e 13 s. da m.
23 La nova as 11 b., 28 m. e 1 s. da m.
DAS DA SEMANA.

2i Seg. S. Mathia?, ap S. Sergio ro.
25 Tere. Ss. Clandino e Dioccoro, mm.
26. Qoarl.deCwu.) S. Torajtio are., S. Iffsr,
27 Quint. 8. Leandro, are. de Seiiha.
28 SexL S. Romao ab.. S. Agosta*)*.
29 Sab. S. Romao ab, S. Tbrmaz de Cora.
1 Dos. 9. Adnio m., S. Rozando m.. S. Albino.
PRBArfAR DE BOJE.
Primefra as 6 ooraa e 6 m. da aBafraV
Segunda ai 6 hora; e 30 miamos da larda.
PARTIDA DOS VAPORES COfeTEBlOI.
Para o wi at Alagoas a 14 30para o norw
as a Granja a 12 30 de eada me*; para Fax*
tundo nos das 14 dos mesas janeir, Barco, aaa
jalao, setembro novembro.
EXTERIOR.
Tujnlj 2 de ferrreire de 1868.
Sendo informado que o transporte Altee val par-
tir cora destioo a esse porto, uroei a resolocao de
escrever-lbe algomas linbas, dando Ibe noticias des-
te acampamento e do qae ha ebegado ao mea do
minio em retaceo aos negocios da guerra
Dorante o periodo do un. Qodo conservaram-se
as eonsas n aotigo estado de immobilldade, espe
rando e, segando dlzem, o contingente de doos mil
bomens, que nos annunclaram ds-a corte, am de
emprehender-se urna op ra$ao contra as posirees
infmigas; por qnaoto sem este cooeorso seria te-
meridade levar-te a eo*eiio qaalqner movimento, at-
ienta a natureza das forlifleaces all existentes ; e
oem asslm o termos necessldade de conservar
nosso exereilo disseminado em diversos pontos.para
goardarraos as poiicis ora oceopadas, que foram
conquistadascom tantos sacrificios e ineommodos,po-
sices que ama vez abandonadas, sem a possibili-
dada de um triumpbo em o novo combale, multo
concorrer para que o inimigo consiga melhorar o
estado di penarla a qne se acba rednzldo.
Segondo nos, esse combate ser sobre as trln-
ebeiras de Hamaiti, oa ontro qaalqner ponto val-
neravel, p9r meio do qual se possa estreitar a ares
boje oceupada pelo inimigo, alo de melhormente
flear elle sitiado e privado de todos os recursos, de-
vendo nessa oecasiao operar lambem a esqaadra,
toreando a passagem do rio coro os eocooracados
Brasil, Tamandar Rio Grande do Sul e Para ;
sendo que estes missio de sondarem o eanal e verificaren) os obst-
culos que por ventura possam existir, para que
aqnelles nao sejam sacrificados.
Segundo cairos, ser o contingente destribuido
entre os eorpos e batalbes, e ama forca de 3.000
a 4,000 bomens traosper o ro Paraguay em Tayi,
co destino ao Cbaco, procurando deste modo in-
terceptar as eommaaieacfos do inimigo por aquello
ponto, oa Iba offereeer Data.tu, vLto como cons-
ton-nos qne Lopes bavia mandado para aili orna
forca superior a 3,000 bomens, com o Oto da im-
pedir que Ibes fossemos obstar os seus planos por
aquello lado.
NSo sel qnal da* versdes offerecer melhores fun-
d?meotos ; mas, em vista da attitude qae se man-
esta, nutro lisongeiras esperanzas e inclinme a
erer que brevemente teremos novidade ; por quis-
to cbegiram os trao-portes A/ic, ltapicur e Ja-
guaribe trazendo parte do contingente esperado ; e
o oarqnez de Caxlas regresson boje da esqnadra,
para onde bavia ido bontem conferenciar, segondo
me informan), com o vicealmirante b>ro de la-
Jiama, acerca dessa projeetada operacao, e da po-
sicSo que deveria tomar a esqnadra em taes casos.
Duero, nio sel tambem se coa faodamanto, que
a lotalidade dosgofflciaes de marinba se tem pro-
nunciado contra a passagem do rio em frente ao
forte de H imait, pretextando ser aqoelle ponto in-
vulneravel, e qae de alto e bom som, apontando
^.para o logar, deelaram sobro o coovez dos navios,
face da soa seldadesca, all est o nosso tmulo,
Bao de vemos procura-lo II
Ser isio verdade ? nao o crelo; mrmente qoan-
do vemos, qne compendo-se essa offlcialidade de
militares lio distinctos, que mais de urna vez bao
derramado o sen sangoe em defeza da patria, pre-
tendaos boje recoar ante essa passagem, qaando j
supportaram abobadas de metraiba I Anda nao
acredito na veracdade da noticia, per que todos sa-
ben e nos attestado pelos fados, que destinndo-
se os eocouracados a vencerem obstacolos, taes
orno os que oTerece a fortaleza em que.-lao, nao
era possivel que to briosa gente procuraste esta-
belecer a auarehia eBtre a sua eorporacio, poster-
gando assim o sagrado juramento qne prestaran t
E finalmente nao del crdito ao boato qne vaga
de bocea em bocea, de que a mancha bavia pro-
testado contra a passagem j referida ; e qae por
conseguinte estara o vice-almiraote na contingen-
cia de tomar a dianteira nesse movlmtnto; por que
o bario de lnbama, com aquella energa que o
dlstineue, nio dejarla passar desapereebldo um
tacto de tal ordem, deixando de sujeitar ao rigor
da le os autores de semelhanteatlettado.
Sd o| exercito oeve accommetter o inimigo e
transpor as snas trincheirassem ter outra ooura-
caqne nao sfja o peito da sua soldadesca, cum-
prlndo-lbe ao mesmo tempo fazer toda especie de
sacrificios para debellar o inimigo eommum ; e nio
obstante elles, anda nio merecen as atieoQoes e
galardes que tem auferido a esqnadra.
Segu oeste vapor para a provincia do Rio Gran-
de do Sul o nosso distinclo e muito bravo general
visconde de Porto-Alegre, que (endo-se aggravado
os seos padecimentes, pedio e obteve licencia, aflm
de tratarse delles.
O Exm. Sr. visconde de Porto-Alegre depois de
um periodo superior a dous annos do servico de
campanba foi toreado a deixar-nos.impellido por cir-
camstancias tio imperiosas, que a aio serem ellas,
julgamos que S. Exc. nao nos abandonarla ; por
quanto innmeras vezes den provas da sua abne-
gicSo, do sen patriotismo, e afTrontou todos os pe-
Tlgos, sem outro Interesse que nio fosse servir ao
sen psiz, vingando. anda mesmo com o risco de
sua vida as s(Tremas laocadas pelo inimigo.
Por lodo esse tempo serv em o exercito sob o
commando do nobre general, e se na qaalidade de
en empregado tive oecasiao de eonbeeer o valor e
coragem que o distfoguia, tambem pao deixei de
verificar que alm destes predicados tornavam-se
salientes tantos outros que anda o faziam sobresa-
blr aos seus companheiros no ibeatro da goerra.
Era assim que vamos o visconde investigar to-
do, percorrendo ora os acampamentos, ora os dep-
sitos, ora os pontos avaocdas, ora os bospitaes,
para que os doenies fossem convenientemente me
dicados,e ora finalmente entregndose a outros
servicos Inherentes ao seu cargo com tanta solici-
tarle e zelo, que urna so voz nao se ergnia contra
elle, por que o general tambem sabia barmonlsar
as interesses da justica eequidade com a marcha
regalar do servico pabllco.
Veio substituir o visconde de Porto-Alegre em
o commando desie 2. corpo de exercito o Exm.
Sr. general Argollo, devendo substituir a este em
o commando do 1 corpo, o Exm. Sr. general Vic-
ferina.
Qoalquer dos nomeados rene em si predicados
e quaiidades importantes : e, com qnanto seja o
primeiro a recoobeeer em o general Argollo gran-
de mereclmenio, lodavia devo dizer-lbe que este
bonto offerece-oos boje serios recelos, porqne o
inimigo sabe que nao encontrar mais aqui o va-
lente soldado qne fez Ibe pagar com mnlta nsnra
A sua ousadia do dia 3 de novembro passado.
Manifestando-roe a jear a um e desprestigiar -outro; por isso qae a
proposicao ennujclada est na consciencla de to-
dos, e nao tenho a felieldade de ser amigo on ini-
migo de neohum dolas, apenas procuro restabele-
cer a verdade dos factos com toda a liberdade,
embra esteja convencido de que nao agrado a es-
te ouqaelle.
O visconde de Porto-Alegre deixoa este acampa-
mento oa raanhaa do dia 31 do mez passado, indo
mmf era a L'goaPires, tendo assnmldo o
terior o general Argollo.
OTnadiYVJi com,Dnde o general Porto-Alegre
f fw dem d0 di 1e eTsegu :
exrSto m Teiial ^commaDdo ^ 2-# corP de
dan to TJnV' ?? de e'ro le l68.-Or-
^eonde dePr^aT0 '"te-goeral reformado
wconae de Porto-Alegre, ao deixar o commando
do 2. corpo de exercito, em conseqoencla de ter,
por doente, oblido icenca do Exm. Sr. marecbal
do exercito marqaez de Caxlas, commandanle em
ebefe de todas as torcas brasilelras, e interino dos
exercitos adiados, para retirar-ss para o Brasil, e
ao empessar dalle ao Exm. Sr. marecbal de campo
Alexandre Gomes db Argoll" Ferro, nomead j pa-
ra o soDstituir em ordem do da n. 185, do mes-
mo commando em ebefe ; compre com o indeeli-
navel e grato dever de agradecer cordialmente aos
Srs. commaodantes de divisdes, brigadas e cornos,
cbefjs de repartieses, e, em geral, a todos os mais
oflciaes e pracas deste exercito a coadjuvace que
Ibe prestaram, eoncorrendo efBcazmeote para o
bom deseropenho dos arduos deveres, que Ibe
eram Inherentes.
< Vendo-se, pois, forjado a separar-se de tio
distincto exercito, que em todis as fadlgas e pro-
vagues por que tem passado sempre se achou na
aliura de soa grandiosa missio, adqoirlndo para s)
ricano, na corte, offerecen de novo ao governo im-
perial os seos senrigos para nma mediagao entre
os belllgerantes.
- Fol mandado tirar addido ao archivo militar,
at concluir os trabalbos de qne est inenmbido,
Bolos os qoaes dever seguir para o exereito em
operacSes, o 1* tenente do corpo da eogenbeiros
Edoardo Jos de Moraes.
Pelo ministerio da guerra foi expedido o se-
guate aviso, em 24 do pastado.
< S-nhor. Accusando reeebido o oIB:iode Vos-
sa Alteza, datad j de 21 do corrente, no quil Vossa
Alteza em razio da necessidade que tem de demo-
rar se algaos mezes em PMropolis, solicita urna 11-
ceuca e anlorisagao deste ministerio, para passar
o exercicio d artilbar.'a e presidente da eommlssao de melbora-
mento do material do exercito qae Vossa Alteza
tam exercido com tanto zelo e dedieacio, ao coro-
nel^do estado-malor do artilharia Luiz Guilherme
e para a pairia tantos das d-i gloria qoantas fo- j Volf, a quem compete a substituirlo como offlcial
i vezes em que leve a fortuna de medir se mais graduado da arma, qne se aeha na corle; ca-
cera o inimigo; mostrando a soa grande superio-
ridade em disciplina, moralidad* e valor, como at-
iesta m a gloriosa reo digan da Urugnayana, as he-
roicas jornadas de Corot e Curupaity, os bridan-
tes combates do Estero Rojas, e, a muito memora- Cunta Parnagu.A Sua Alteza
vel victoria de 3 de novembro em Tuyuty ; sent do exereilo conde d'Ea.
mais profondo pezar por
be-me declarar em resposta a Vossa Alteza, qae
nesta data sao concedidos a Vossa Alteza tres me-
zes de licenca e a antorisaco solicitada.
Dos guarde a Vossa Alteza.-J^o Listoza da
o Sr, marecbal
o mais profundo pezar por nio poder compart
Ibar a ana sorte al a terminacao da guerra que
sustentamos em defeza da mais justa das cansas,
contra um inimigo por demais traicoeiro e iolqao.
O lenente-general reformado ufana se, porcm,
qae seas bravos cmara das nao desmentirlo ja-
mis o honroso renome que lm adquirido por lio
acrysoladas virtudes.
c Aceite, pois, 2.* corpo de exercito o sentido
adsns do sea velho general, qae no retiro a que
se acolhe nunca esqueeer qne leve a honra de o
commaodar. >
Ao embarque de S. Exe. acompanhoa um name-
rosssimo concurso de cvallelros, composto da
efbcialidade e mais empregados aqui existentes.
Em o semblante de todos se raanifeslava o senil-
mente de que se achavam possodos pela separacio
do sea digoo ebefe. O nobre general nio pdde a
seu turno soffjcar o seollmento que tambem o do-
mtnava so deixar os seos companheiros de fadl-
gas, privacoes e de glora, e el lo correspondendo
as lagrimas que Ibe derramavam em a sua despe-
dida.
Agora qne Ibe dai conta do faci mais importan-
te que occorreu em o decurso do mez ultimo., jul-
go tambem coavemente menclonar-lbe nma noti-
cia que por aqui grassa, visto ter ella analoga
com esse mesmo faci.
Corre como corto que o Exm. Sr. visconde de
Porto Alegre eonlinnaria a prestar os sens vali-
sissimos servicos na presente campanba, se por-
ventora visse retribuida a sna lealdade, ainda que
para Isso fosse mister toda a especie de sacrificios,! tena ae observago.
Sob o titulo Qnestao de dwke'tro, foi publica-
do um folbeto, tratando da aeluahdade flnancetra.
O jornal francez de caricaturas Bataelan-
que se publica na edrte, trooxe, em nm dos uni-
mos nmeros, urna estampa em qne figura o Sr.
marquez de Caxias debaixo de grande chova,
e alegrando se por que ella vem estriar o sen ar-
dor belllcoso nesia guerra til
O cambio sobra Londres flcou a 13 1/1 papel
de segunda ordem, nio querendo o de primeira
aceitar essa cotacio.
A alfandega renden at 17 do correnle....
1,033:561*234.
Lemos no Jornal do Commercto :
< O Sr. Pitoln, agente da companbia das Forges
et Chantiers de ia Mediterrneo, leve a honra de
offereeer a S. M. o Imperador, por parte da dita
companbia, o modelo do eneooracado Brasil, que
Su Magesude se dignonaceitar.
< Esta bella amostra de construccio naval que
esteve na exposicio universal de Paria, onde me-
recen a attencio geral, ebegou bonlem a bordo do
vapor Gui-nnc.
Lemos no Parahvbano de 15 do corrente :
Nestes ltimos das tem chovido por modo ex-
cesslvo : e por Isso perdidas devemos considerar
as plantacoes de feljio. Em compeosacao, podemos
asseverar que a eolbeita de mllbo e arroz ser
abundante.
BABIA.
Os navios procedentes de Montevideo e Bue-
nos-Ayres, estavm sendo sngeltos a urna guaren-
at mesmo o da soa propria existencia, aflm de
cbagar ao termo da goerra, porque eslava possui-
do da necessidade que linbamos de desafTrontar as
aggressSes e injurias irrogadas pelo dictador L-
pez nacao brasilera, de qnem era elle seu dedi-
cado e legitimo flibo, e qae por eonseguinte os
seos soffrimentos nio o levaran a dar semelhaote
passo, esquecendo to sagrados deveres, cujo con-
primenio bavia mais de urna vez dado provas as
mais exboberantes de leva-Ios a effeito.
Semelbante noticia, porm, tero sido impugna-
da por aquellos que nao acreditam que o nobre
marquez jamis deixaria de reconbecer em o vis
conde de Porto Alegre o seu mereetmento real e
um dos seos melhores eollaboradores.
O estado sanitario do exercito parece ter sido
alterado dorante o decurso do mez passado ; por
isso que infornaram-ne que o numero dos doentes
em todos os nossos hospitaes bavia excedido de
onxe mil.
Se assim jnlgo ter concorrido para isso a mu-
danza de atmospbera por que lemos passado nlli-
m a mente.
A cholera tem recrudescilo um pouco depois da
ebegada dos transportes de que j Ibe fallei; e a
maiorla dos aeommettides compon se dos soldados
por elles conduzldos ; todava nio Um feto gran-
de numero de victimas, e a nossa gente contina
animada.
Soobe hoje, que bavando partido dessa corte
Na comarca de lbeos um genro e nm filho
de Maneel Francisco Dunda feriram gravemente,
em 26 de Janeiro, a Andr Flix Ribeiro.
Segnodo o Jornal da Baha, o governo Impe-
rial comprou, por 90:000* o vapor Lusitania, qoe
perlencia i nma companbia do Porto, para servir
de transporte de guerra.
Lemos anda nesse Jornal:
< Alm das noticias qne bontem demos, encon-
tramos nos jornaes mais estas :
t Deviam realisar-se no dia 6 os faneraes do Dr.
Marcos Paz.
< Consta qae nma forte partida de revoluciona-
rios do Rosario penetrara na provincia, saqueando
algomas estancias de Pergamino.
< Corra o falso rnmor do assasnalo de Ta-
boada.
< Segundo o calculo publicado pelo Nacional
jolga-se, que o numero de victimas que tem feto
o cholera na proviasia de Bueuos-Ayres excede a
30,000.
No Rosarlo houve alguns casos violentos da
epidemia.
O estado sanitario do Salto era o mais stisfae-
otrio possivel. >
O cambio regolava : sobre Londres 15 e 15
1/4 d., sobre Pars 630 rs., sebre Portugal 230 /..
ALRGOAS.
Por portara da presidencia da provincia, foi
addiaaa para 20 de abril prximo, a reooio da
PEBNAMBUCO
1,700 recrutas oa soldados em destino a este cam- [assembla provincial.
po, em os transportes mencionado?, ebegaram | Jo se cbavam na capital, de volla da Impe-
aqui apenas 1,200 dos ditos soldados, sendo que ratriz, a forca que para all bavia narebado as or-
os demais tinham adoecido e morrido de um til' dos do Sr. bario de Gequia.
flagello e outras molestias; e qos o transporte j
Sania Cruz fdra lio acommetlido. qoe ficou priva-
do de continoar a sua viagem, nao leudo por Isso
ebegado a este porto eom os outros.
Coolaraunne qoe no dia 31 do passado o nosso
eximio bario do Trioropho consegolo armar ama
cilada ao inimigo pelos lados de S. Solano, faxeado
trfnta e tantos morios e 16 prlsioneiros, sendo esta
toda a gente que o Inim'go tinba fra das suas for-
tiflcacSes n'aqnella oecasiao.
Nio ba dovida alguma que o nosso bario o
hornera da poca.
Nio tenho tempo para mais.
DIARIO DE PEnNAMBHCO
Cbegou bontem pela manhia, dos portos do sal
do imperio, o vapor braslleiro Paran, trazendo
jornaes da edrte al 18, da Babia, at 22 e de Ala-
gcas at 24 do corrente mez. fiis o que eolbemos:
BIO DE JANEIRO.
Do Rio da Prata eBiroo, no da 17, o trans-
porte Altee, que deixou no Rio Grande do Sul o Sr.
visconde de Porto-Alegre. Nio trooxe felbas na
mala de Montevideo, de onde sabio a 10 ; mas, por.
cartas consta nao baver all nenbuma noticia de
interesse.
S. M. o Imperador, acompanhado dos seas
semanarius, asslsiio no dia 17 aos exames de geo-
metra do:, aprendaos do arsenal de marinha e vi-
sitou todas as offleinas do mesmo arsenal. Embar-
cando depois na sua galeota, segulo Sua Magostada
para a liba das Cobras, onde visitn o dique Impe-
rial, os monitores em construccio, as serrarlas a
vapor e as obras bydraolicas da nova cabrea, e
dalli foi a bordo do monitor Ptauhy a ao asylo
provisorio de Invlidos, na ArmacAo.
Por decreto n. 4075 de 13 do passado foi pro-
mulgada a declara^ioasslgoada em Berna aos 7 de
sftemhro de 1867 por parle d > Brasil e da Soissa,
para firmar .o sentlo'o a modo de execoio do art.
9 da convenci consular celebrada entre os dous
paizes em 27 de Janeiro de 1861.
No dia 17 procedeu-se elegi de depuiados
provinciass do Rio de Janeiro.
Era conbecido o resollado total do 3" dlstricto,
pelo qoal foram eleitos os Srs.* Drs. Marinbo da
Cooba, Manoel Jacintbo Negoeira da Gama, L. J.
de Mello Mallos, ftf. do Valladio Pimental. F. J.
de S)uza Lopes, J. Monteiro da Luz, A. A. Ribeiro
de Almeida, Ernesto A. Pereira, L. J. Duque-Es-
trada Telxeira, J. Amorim Carro e A. J. Goncal-
ves Bastos, brigadeiro'Casirioto, Tbeopbilo das No-
ves Leio, L. H. Vieira Soato e Pau'o J. M. Rocha.
Dizia-se que tinba sido concedida demisso
ao presidente da provincia do Rio de Janeiro, Dr.
Esperidiao, sendo nomeado para o substituir o Dr.
Edoardo Pindabyba de Mallos.
Constava ter fallecido, no hospital de Cor-
rientes, em 31 de Janeiro, de febre paludosa, o ea-
pitao de fragata Coimbra, commandanle do eoeoa-
racado Silvado.
Segunde o Diario do Poto, o ministro amo-
REVISTA DIARIA
No dia 22 do correte por volta de 11 a lt2 ho-
ras da manha, falleeeu a' bordo do vapor Paran
fondeado no porto da B ihia, o Exm. Sr. cooselbel-
ro Antonio oelho de S e Albnquerque.
Apenas cbegou a' trra essa triste noticia, o
Exm. presidente daquella provincia mandn dar
a salva, que a calhegoria do Ilustre finado denan-
dava, a a fortaleza do mar incumbida desse mis-
ter salvou de X em X de hora at a sabida do
paquete. As reparlgSes publicas foram fechadas e
orno que um veo de tristeza cobrio a cldade de
.Salvador da Babia.
O cadver do conselheiro S e Albnquerque foi
devidanenie embalsamado pelo Sr. Dr. Adriano
6ordllbo, lente da facnldade de medicina, que em-
pregn o novo systema de embalsmenlo. Depois
dessa operacao, foi elle encerrado n'am caixio de
zinco e asslm trazido a' este porto.
A familia do.(Ilustre finado e moitos de seus nu-
merosos amigos, que se dlriglram ao vapor Paran
bontem s 8 boras da manha, em busca de
abraca-io, passaram pela dolorosa e esmagadora
deeepcio de eqconira-lo ja' cadver I A sceoa in-
tima de ddr que se passoa entio indescriptivel.
Qaando tudo tbesorria na vida, depois de cui-
tosos tratalbos empregados para alcaocar a bella
posigao que occopava, e contando apenas 41 annos
de vida, foi o conselheiro S a Albuquerque arran-
cado, aos bragos que se presavam em estreita-lo,
pela fatdica mi da morie I
Era filbo desta provincia, que elle amava com
caricia, e a' qnem por varias vezes representou
na cmara temporaria a ltimamente representa-
va na vitalicia. Foi presidente, a nessa qualidade
dirigi com prudencia os pblicos negocios das
provincias do Para', Maranho, Ceara', Parabyba e
Babia. Era membro do actual ministerio, cuja pas-
ta de eslrangeiros garlo por mais de dois annos
com salisfacio de seus amigos polticos e at de
seus adversarios.
O conselbeiro S e Albuquerque deixa um vaeuo
no eoracao de sua respeitavel familia a no mundo
poltico, onde elle sempre se deslingnio.
Hoje deve ter logar a trasladado do sen cad-
ver de bordo para o cemiterto publico, sahindo
d'all s 6 boras da maafcia m galeota imperial
Os sens amigos e pareles, que se reunirem no ar-
seo I de marinha, formaro o prestito fnebre que
deve acompanaa-lo at sua oltlma morada. O ca-
dver sera' ieevado na galeota at a rampa do
caes da Anrora, prximo a foodicao dos Srs. Siar
4 C, a d'abl aera' cooduzido a' mao al o cemi-
terio.
A S. Exm. familia ap resentamos nossos sentidos
psame?, bem como a' uossos comprovincianos,
qoe perdem na pessoa do conselbeiro Si' a Alba-
qaerqoe um bo amigo a irmao.
Hoje, qoarta-fe ra, o da em que a igreja
principia a commeaoracio da paixio do Redemp-
tor da humanldade, desses qoarenta memoraveis
das, deoiro de cujo lapso tantos e tio prodigiosos
milagros preseneiou a trra, dentro de cojo ciclo
conclolo Jess Chrislo soa divina missio liberta-
dora. A Igreja nerte dia disbrue a cioza symboli-
saira que, lembraodo ao bomeni seu principio e
seu tiro, prepara-o para entrar parificado no taber-
nculo do co.
Em todas as matrlzes e cenventos raz-se a dlstrl-
bulgao desse symboln, precedendo-o nina esta.
A madrugada de bontem \A como a do da
anterior, (estejada pelo deus das tempestades cora
as magnificencias do s?o reino. Chavas abundan-
tes, relmpagos e trovfles torilsimo?, nada faltn
para completar a grande do assombroso espec-
tculo qne se deu as reiriSes athmosohericas. Ha
bem lempo qne sobre o Recite nio .-a desatam com
tanta violencia, com estampidos tio fjrtes, as cor-
rentes que encadeiam nos espacos atbmospberlcos
os geni. das tempestades. A' jul>ar pelos ioter-
val los de lempo bavidos entre o c'arear dos relm-
pagos e o ronco dos trovSes, algum raio deve ter
cabido peno desta cidade. Sa assim aconleceu, em
breve sabe-lo-bemos.
O vapor Paran irouxe para a nosa pra$
105:912A190 apara os do noria do imperio .
31-908*000.
A mala, qoe o vapor Paran, deve eonduzlr
para o noria da impere ser fechada boje, s 3
horas da larda, na administrado do crrelo.
De orna carta do Havre, escripia para a cor-
te, extrabio o Jornal do Comntercio o segainte, que
deve Int-ressar aos plantadores de algodao :
< A opinio a respeito do algodio leude a modi-
ficar-so profandameot. Os precos baviam descido
s cotacfcs exeepeiooalments baixa*, qoe s ti-
nham sido vistas em annos muito abundantes, an-
tes da guerra civil da America.
t Estes precos desenvolveram grande consumo
na Europa, a os negocios apresentara graude acti-
vldade.
t Tlnha-se exagerado a Importancia da colheila
actoal da Amrica, qae pouco exceder' a .
2.000,000 da fardos, em vaz de ser de 2.500,000 a
3.000.C00 como se snpuoha. Alem de que os pre-
qos arluaes sao ruinosos para os plantadores ame-
ricanos, com es salarios que tem de pagar aos
pretos, nada Ora para o plantador em muias (a-
zendas. Todo oa avisos do sul pintam um triste
quadro da miseria a desorgaoisacao dos Eslados
algodoelros. Vai baver modsnea de genero de cul-
tura em mullos terrenos em que se planlava algc-
dao, e nos qoe centionarem a produzir este gene-
ro receia-sa qoe os trabalbos preparatorios nao
possam ser concluidos em tempo opporlono. A
prxima colheila, pois, asta' gravemente compro-
mettida.
E' crenga geral aqui que, urna vez qua se ti-
ver reeebido a grande porfo de algodo na safra
actual, que est em viagem, os pracos altos se sus-
lenlarflo. E' esta a opimio daqneiles que lm urna
lenga experiencia do genero, e esla opinio ba-
scada em factos positivos.
Lotera.A qne seacha a venda
a 55.* a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia, que corre sexta-feira 28.
Passagelros entrados do Rio de Janeiro e es-
calas no vapor Paran :
Jos Francisco Gracalve?, alfares Marcelino Jo-
s de Campos, ex praca Francisco Padre-, J^s Fer-
nandos de Liar, Njvelino Feiipp, Barooe Ra-
phaele Guiseppe, Maratn Guiseppe, Nicola Spi-
nello Guiseppe. Rago Geovam, D. Parpetna Feliel-
dade de Almeida, Luiz Caelaoo Pereira de Gaima
ries, Jos Idelfonso de Sonta Ramo?, Roberto S-
binuno de Barro, alteres R.'dolpho Candido Ro-
drigue?, Ventara Jos da Costa, capitio J.iaquim
Loiz Pereira Lima, conselheiro Antraie C. de S
Albuquerque, Felippe de S Alboquerqoe, Dr. Vic-
torino de S Albuquerque, Lourenco de S Albu-
querque, Dr. Cunha Beltrn, ex praja Antonio Jo-
s SroSas, 14 pracas a 6 sentenciados, Jeronymo
He'mes, D Joaqaina Rosa da ttnceicio, Antonio
Joqoim Birges, Salvador Borges Barros e seu es-
cravo Francisco; Alfredo A Ivs M.itheus, Dr. Jo3
de Cerqneira Lima, Luiz Antonio Viauna, Jos An-
nio F. Bastos, Adolpho Carlos Sanxas, Antonio de
Sonza e S, Antonio Pereira Baracoa, Manoel S.
Ferreira Bastos, A. Deloocb, Augusto Colombfer,
Pedro Pacifico Barros Bezerra, E. Ranos Bezerra,
Antonio Teixeira Albnquerque, Paulo Jos da Cos-
ta Araup, Manoel Martins Fernandos, Joi Aotooio
Daarte, Rita Mirla dos Prazeres, Francisco Morei-
ra da Cosa, Miguel Jos Soares, Antonio Francisco
de Moura, Jote Valentira da Mecios, Pedro GoncU-
ves Torres, Johamis Wolters, Jos Francisco Coe-
Ibo da Paz, Manriclo Abai?, Henrique da Conha
Rodrigues, Aotooio Francisco Mala, Joaqoim Aiv-s
Rodrigues, Alefandre Maria da Fouseca, W. W.
Robilliada, G. W. Wucbere?, Dr. Miguel Felicio,
Joao Augusta de Mendonca, Jos Portella, Jos Joa-
qoim de Oliveira, Mme. Malanie Sehosser, Grego
Mlcbe, Theotoolo Jos de Fraila, Jos Taixeira
Pinto, David Edoardo Chrispfm, 5 eriados pertin-
eentes ao Sr. conselbeiro S Albaqnerqce, duas
escravas a entregar Jesuina e Ain.
Segnem para o norte :
Ex imperial marinbeiro, Rodolpbo M. Falca\ 5
pracas, 1 ex praca, 1 preso e 1 praca que o acom-
panha, 2' tenente Maniel Thomaz Gordelro, 11 ex
pracw, Rosa de Jesos, Jos Luiz de Oliveira, Dr.
Felippe Honorato da Conha, Antonio Gomes Fer-
reira, 4 ex pracas, Maooel Maria da Conceicio, Jo-
s Pires da Moraes, Macano Baptista Corre), Jos
Antonio Pereira.
boletn eoromerelal da semana Bada.Ao archivo.
Acs Srs. depotados foram distribuidos os ;egoin-
les livros: Copiador de Raba Srtraettan & C-
Copiador de Jos Victorino de Iteseode ir C.
llera dos mesmos.
Apreseotando se o livro do registro da corres-
pondencia offlcial, achoo se em ordem a escriptu-
raci3 att'ngindo a nnmerago de 53 > 71.
DESFACHOS.
RaqnerimeDto de Joaquim Ferreira de Aranjo
Guimaraes, idade de 39 annos, natural da provin-
cia do Miobo, reino da Portugal, morador a ra
do Livramento desta eidada n. 41, a estabelecido
oom leja de farragens mesma ra n. 53, qae es-
tando uas eondieoes exigidas pelo art. 6 do cdi-
go commercial, como comprovava coro o attestado
que juotava do commerciantes I. P. Johoston &
C, Joaquim Martins da Cruz a Anloaio Antunes
Lobo, pedia que se Ibe passasse carta de matricu-
la.Vista ao Sr. desembargador flseal.
Diio da direccio do Novo Banco, em liquidacSo,
qae tendo deixado de ser seus eaixairos Aolooh
Henrique Mafra e Maooel Igoaeio de Torres Ban-
deira, pedia qae no registro ae sais respectivas
n >me*c.5es se ti:esse a nneessaria declaracao, para
que nio flgarem mais como eaixairos della.Co-
mo reqoer.
Dito da Bsrnardlno Lopes de Oliveira e Francis-
co de Paula Mlndello, para Ihes mandar registrar
o distrato, qne joolam da Orma extincta de Olivei-
ra, Mmdel o A CVista ao Sr. desembargador
Oscat.
Dito de Franeiseo de Panla Mialello, pediodo o
registro do cont-an social qua junta.Vista ao
Sr. dtsembargador ri-cal.
Dito de Joaqulm Ferreira de Aranjo Guimaraes
e Antonio de Sonza Neves, para regi seu contrato social sob a firma de Ferreira Gaima-
res <& CVista ao Sr. desembargador flseal.
Dito de Jos Antonio Ribeiro a Joao Martins Va-
gas, para o mesmo lim quanto ao contrato de sna
socedade commereiai sub a razio Viegas & Ribei-
ro.Vista ao Sr. desembargador flseal.
Dito de Bento Augusto da Silva, certldio de soa
nomeacao de caixeiro do coromerciante Jos Joa-
qulm de Farias Machado.Como ra juer.
Dito do mesmo, para certiflear-se-lhe se Jos
Joaqulm de Farias Machado commercianle ma-
triculado.Como reqner.
Dito de Jos Joaqulm da Farla Machado, offere-
cendo a' registro a nomeagio de caixeiro de sua
casa commercial conferida a Bento Augusto da
Silva.Registre-SP.
Dito de Antonio Beroarde Vaz de Carvalbo, para
certificar-se-lbe se apreseolcu a' registro a escrip-
tura de arrendamemo do armazem alfand gado silo
no caes do Forte do Mattos n. 1, a bem assim se
elle supplicante prestou juramento e assignou ter-
mo de fiel depositario, como arrendatario a admi-
nistrador do sobrediio armazem.Como reqoer
Com informacao do Sr. desembargador Qscal.
De Francisco Ferreira d silva a Antonio Loiz
Baplista, registro do papel de arrendamento da
casa e estae Ieciment de taberna sito a' roa da
Sania Cruz n. l!Registre-sa o cont-alo a a pro-
curasao, poblicando-se integralmente o referido
contrato para eonbeeimento do commereio, paga
pelo supplicante a onbliracan.
De Manoel Fernandos da Cruz & C, registro do
contrato qae joolam da continaacAo de sua soce-
dade.Registre-se, fieaodo registro da procu-
racao.
Sendo conclusos os aotos de rehabilitarlo de
William G. Fennelly, o tribunal concedeu-a.
Nada mais bavendo a despacharse, o Exm. Sr.
presidente encerrou a sessao s il boras e meia
da manha.
Communieados
CHitOUCA JLDICIARF.4.
TBIBVIf Al DO COM5IERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE ?4 DF
AUIA uA o pE^EREIR0 DE 186g
PRESIDENCIA DO BXM. SR. DESESIIIAROADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As dez horas da manha, reunidos os Srs. de-
putados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de
Cruangy, o Exm. Sr. presidente abri a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sesso de 20.
IXPBBIBNTS.
Offlcio do secretario do tribunal do comnercio
da Bahia, cora dala de 23 do correte, accusando
o recebmento da offlcio qoe Ihe dirigi Jo Sr. e
cretarlo deste tribunal em 30 de Janeiro ultimo
acompanhado da lista dos commerciantes matricu-
lados nos tres ltimos mezes do anuo prximo pas-
sado luteirado.
Offlcio do Dr. jutz municipal do termo de Seri-
nhiem, Armada de 4 do correte, acensando reee-
bido o de 23 de Janeiro prximo fiodo que Ibe fdra
inderessado pelo dito Sr. secretario eobnodo um
exemplar da tabella da 3 de dezembro, que subs-
tituto a de 6 de Jolho de 1863.IntelTado,
Oficio do presidente e secretario da junta dos
eorretor.es, datado da 22 do crrante enviando o
SESSAO JUDICIARIA EM 24 DE FEVEREIRO DE
1868.
PRESIDENCIA DO EXM. 8R. DESEMBARGADOR
A. F. PERBTTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
A's onza horas e meia da manha o Exm. Sr.
pressidente declarou aberta a sessao estando pre-
seutes os Srs. desembargadores Gilirana, Silva
Guimaraes e Rais e Silva, e os Srs. depuiados Ro-
sa, Basto, Miranda Leal a bario de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da precedente
sesso.
O escrivao Albuquerque remettea pelo seu es-
creventeo livro do registro dos protestos de letras,
e o ult.mo registro sob o n. 1577 a 18 do corren
te mez.
O escrivio Alves de Brito registrn o nllimo
protesto de letra sob o 1510 a 2 do prsenle mez.
Foram lidos dou< cilicios de 18 do presente mez
do Exm. Sr. c nselbairojpresidenta da relaco des
guando o Sr. desembargada Gitlrana, para rever
o felto entre parte?, embargantes Monteiro Filho
& C, embargado Thomaz Duarte de A iiiiuo: a o
Sr. desembargador Sonza Leio para offlciar como
juiz do feto em qua sao, appellaotes e appellalos
a vi uva a berdeiros de Manoel Goncalves da Silva,
appellante e appellada D. Claudina Sinborinba
Viefra de Carvalbo.
Foi tambem lido o calcio datado de boje, do es-
crivio Albuquerque, eommooicando acbar-se an
nojado pelo fallecimenlo de sna tia a sogra. E o
Exm. presidente, tomando era consideragao estar
o dito escrivio de semana nos protestos da letra,
mandn desanoja-lo.
ACOROAO ASS1GNAD0.
Appellante Domingos da Silva Campos, appslla-
da D. Anua Josepba Pereira dos Santos.
JULGAMINTO.
Juizo especial do eommercio.Embargante ap-
pellante exeeotado o coronel Jos Pedro Velloso da
Silveira, embargado, appellado, exequente o hacha
re Angelo enrlquas da Silva, tutor dos orphios
filhos de Francisco Carneiro da Silva, joizes os
Srs. Silva Guiarles, Res e Silva, Rosa e Baslo.
Despresaram-se os embargos.
PROVIDINCIA
Estando ausenta o Sr. desembargador Accloly,
juiz ceno, e tendo-se declarado impedido o Sr. de-
sembargador Res a Silva, o Sr. desembargador
Silva Guimaraes apresentou-se em mesa, pedindo
providencia para o andamento legal, o feito entre
partes, appellante o capitio Ruano Ferreira da
Silva, appallado Jos Rodrigues Perein. E o Exm.
Sr. presidente offlclon ao Exm. Sr. conselheiro pre-
sidente da relaco, reqalsltando a deslgoacao de
juix revisor.
PASSAQKNS.
Do Sr. desembargador Silva Gaimaraes ao Sr.
desembargador Gitlrana: embargantes Monteiro
Filho & C, embargado Thomaz Daarte de Aqomo.
Do sr. desembargador Silva .Guimaraes ao Sr.
desembargador Res e Silva: appeliaoleo adminis-
trador da massa fallida de Seve, Filbos & C, ap-
pellados Hilson Frillon & CAppellante Jos An-
tonio Moreira Das, appallado o cnsul portuguez.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. desen-
bargador Silva Gaimaraes : appellante o visconde
de Suassuna, appel'ados osadmitiistradores da mas-
sa fallida de Joaquim Jos Silveira.
DISTRIBl'ICOES.
Ao Sr. desembargador Keis e Silva : appellaotes
Mallo, Lobo & C, ?ppelladosos administradores da
massa fallida de Amorin, Fragoso, Santos & C.
ACGRAVO.
Jalzo especial do connercio.Aggravante An-
tonio Valentn da Silva Barroca, aggravado o admi-
nistrador da massa fallida de Sebastio Jos da
Silva.
O Sr. desembargador Res e Silva negoa provi-
menlo.
Nada mais houve e encerroa-se a sessao a nma
dora da larde.
Polmica religiosa.
XXIX.
i i.
Cum ergo peisectrMnnl interrogantes eutnyere-
xtt, se, et dixtt m : Qwi sine peccato est nestrim,
pnmut m tltam laftdem mittat. E como alies
perseveravara em fazer-lbeperganlas, ergueu-se Je-
ss e Ibes disse : O ana de vos outros esta' sea
peccado, seja o primeiro ; que a apedreje.
Assim, pois, perseveravaro, porque nao compra-
hendiam bem o qoe Cbristo escrever na ierra-,
eu ante dissimulavam axaminar-se a si mesnos.
Apartan, pois, cora elle, para qoe responda expl-
citamente, a pergunta capciosa que Ibe faziam, Jnl-
gaodo qoe Cbristo nao poderla sabir-se bem do di-
lemma, que Ihe apreseouvam ; porque oa otleo-
dera a le, se absolvessa a adultera, ou cffmderi*
a sin cosiumada misericordia, si- a condemoasse-
Qai sinrpeceato est. >qaeesu' sem peccado.
Segando o grego, lera estas palavras duas aignifi-
cacoes. Vma, o qos Impeecavel, qual soraente
Dos, os bemaveniorados -r outra, o que carees
de peccado. E assim se loma aqnt o que a essa
respeito diz Jsus : Vos, Escribas,, tendea com-
en euido peccado iguae?, oa ante; maiorea do qoe
esta adultera, como vos atiesta vossa coosciencla,
para a qoal prudente a modestamente vos remet-
i. Poriaoto, nao losislaes tia rgida a importuna-
mente pela condamnacio deste adaltera ; antes
conseij da vossos crim-s, eonapadecel-vos della,
a perdoai-lrte. eomo peccadores- que sois, a ella
peccadora; como reos, a ella r ; como dignes
lambem de pameo, a ella digna da ser ponida ; da
ouira sorie, si condemnarde deveis por igual
condemoar-vos; si queris apedroja la, com maior
razio deveis ser apedrejados, oa antes queimados.
Vede agora a prndoocia de Consto : nao nega
aos Escribas qoe a adultera r de mora, a desta
modo nao otJende, e antes defendeSa le ; aceres-
canta, porm, que elles nao deviam instar com
tanta pertinacia pela morle della ; mas antes con-
doer-se, e dalla conpidecer-se ; elles que exie-
riornente flDgiam lana sanlidade en presenca do
povo, emquaolo que, interiormente, conscios da
maiores crimes, qoeriam ser perdoados por Dos
e pelos bomens, coja clemencia e perdi implora-
vam. Assim diz Santo Agoslinho : Ouvistes'!
cumpra-se a tei; apedrejese a adultera ; mas,
porveniora ha da a lei ser comprida nella por
aqoeilas que lambem eslo no caso de ser puni-
dos T > K aos qua de permeio se tinham collocado,
Jess nao dlsse :n3o se apedrejepara que nao
parecesse que elle laliava coatra a lei; mas ausen-
ta-se, como se dissesseapedreje se purquanto
nao .velo perder o qne traba achado, mas procu-
rar o qae estiva perdido. Qual, pois, soa respos-
ta ? C'"' sine peccato est vestrm, prior in ilam
lopidem mittat. O' respoita de sabedoria I de qua
modo Ui Chrislo que elles enlrassem em si ? Ca-
luraniavam os outros, e nao se examinavam inte-
riormente a si mesmos I Ouvi Santo Ambrosio na
Epstola 76 : qne coosa tio d.vfna quanto esta
sentenca de Jess: qua pona os pechados o qoe
isento de peccados ? Qui sine peccato est. Pois
como sorTrers o vingaoor do crirae albeio, a de-
fensor do preprlo ? Por ventara, nao se condemna
mais o que condemna em outro aquillo mesmo qua
elle cotnmetten t Dirs: de.-ta modo, Chrislo pa-
rece aqui ioverter o nso do juizo e o rigor dos trt-
bunaes ; vislo como, se se disser ao juiz : Qui si-
ne peccalo est primus reum damnat; o que
iseoio dj. peccado seja o primeiro a condemnar o
reo, ninguem sa atrever' a condemna-le; u r-
qoanto todos, por isso que sao bomens, sao traeos
e peccadores. Respondo qua Corista nao pronun-
ciava essa senisnea contra os joizes, e sim contra
os Escribas, que como particulares, e por um zelo
particular querlam que Jess cbamasse a si o jol-
gamenlo da adultera, e a coodeojsse segundo a
le : ao qoe Jasns com razio se nega (porque vie-
ra salvar os peccadores, e cao eoodcmna los) e os
recriminava, como si dissesse : Si a vos, nao
sendo juizes, assalia lio grande prazer e desejo do
punir esle adulterii, usarpai vos mesmos seu jul-
gamonto, e apedrejai esta adultera, se que sois
tio purose sanios, qua nao tenhais commetlido
adulterirFnera algum ontro crima. > Porquanlo si
estes Escribas fossem juizes a condemnassem, se-
gundo a le', a adultera, Jess de modo algum a II-
vrara, nem a absolvera da merecida pena im-
posta pela lei. E'certo que ao juiz compele con-
demnar o reo, anda qua se conbeca reo do mes-
mo ou da igual crine ; porra lambem cerlo, que
indeceot) que o mesmo juiz, si se conbecn reo,
condemna a ootro reo do mesmo crioe. Pelo qae
Chrislo tcitamente adverte aqui os juizes, que
leobam vida innocente, e por esle modo se tornen
dignos da condemnar os criminosos, para que o
povo nao clama contra elles, dizendo : Si con-
demnas a esle, condemna por igual a ti mesmo. *
Si hunc damnas, damna partter teipsum.
Moralmenie ensina aqu Chrislo que aquella que
querjnlgar e condemnar os crines albeios, deve
antes julgar os sens. S. Gregorio (no lv. 4* nos
Morales cap. XXIII) diz : f Aquella que nio julga
prinero a si, nao sabe o qoe rectanente julga nos
outros. E si or acaso conhece, por ouvir dizer, o
qoe deve julgar cono cousa recia ; con tudo nao
pode rectanente juigar os nerecineotjs albeios
aquella, a qnen a eonsciencia da innocencia pro-
pria nio da' regra alguna de juiganento. >
Daqol ven, pois, que a algons que procoravam
sorpreode-lo, iocilaodo a punir a adultera, Jess
responde : Qui sine peccalo est vestrum pnmut in
Mam lapidem mittat. Puis queriam elles punir os
peccados alneios, e deixar impunes os sens. Pelo
qoe sao chamados ao interior de sua couscieneia,
para que corrijam primeiro os proprtos, e entao re-
prehendan! os vicios albeios. Islo sigoiQcam aqnel-
les proverbios osados entre o povo. Tua prius r-
ela vieta cmdito: poda primeiro tua vinba,
o qne qner dizer : c nao te eotromettas nos nego-
cios de outro > In tuum tpstus smum prior tas-
pue : t cospe primeiro sobre tan propno seo.
In aliems vilns sumuslynces, et in nostris talpm :
c vemos os dtenos albeio< com olbos de lycce, a
os nossos com olbos de toupelra. Aliorum medi-
cut, ipse utcenbus scates : < medico dos outros,
estas ebeio de ulceras. Medice, tibi tpsi tntdicus
esto, si s medico cura a ti mesmo.
B|.
Et tterum se inclmans, scribebat in trra : E
tomando a abalxar-se, escrevia na ierra. Nio
s para que ellas de novo se envergonbassen, co-
no para dar logar aos Escribas, se retirarem ho-
nestamente, c Sim, diz S. Jeronyno, no Iiv. 2* con-
tra Pelag o : Como juiz-clementlssimo dea lugar
a que elles envergonhados se ausentassem. E
Beda diz : vollando o rosto para outra parte,
Ibes deu liberdade para sahirem ; pois previra
que elles perturbados com sua resposta, sahiriam
logo, e nao eslariam nais a Ibe fazer perguntas.
I 3.
Audientes autem unus post unum exibant, inci-
pientes semoribus : etireman, sit solus Jess, et
multer in midi stans. Mas elles, ouviado-o, fo-
ram sablndo um a nm, sendo os mais velbos os
primeiros : e fieoa s Jess, e a mulher que sta-
va no meio em pe.
Audientes : onvindo > : alguns cdices gregos
accrescentam : Et conscientta redarguti: e
argidos pela eonsciencia o rabe ajnnta : Cum
autem auiisstnt hoc, ex eo inteligentes ignomi-
nia), cmperunl earr: \ tendo elles ouvido Isto, e
corapreheaden'o a ignominia que d'abi Ihes pro-
vinba, comegaram. a aahlr: i porqQe, pouco cons-




i v.; a*****
bu Qar <* Mr M e Fevereiro de 1866.
ciostostiSe env0< unes;*
porque qotTww-condemsrt- unv* adatteTa, sendo
lies pTotfrtos niieros ou peiores qvrea*olt*JS,
i
PuWicatftes a pedido
Porqruow tihtM pnffcria, e, .dieurnwn senleo-
a justa >e poderia fenr & offender a lies mes-
mu*o mal o qi'.e a qoaesquer outros.
, pois, se rever*.* \ dlt'er, que' 'enroe Ninguem pode dizer quando
o, de sorte qP, como lOcoeDte preso lem h ^ l8|X,renl0 qae oi
roaros cuiros pecadores! booae aa ____ ___ fii j.
du: porfe,
ino?, moli
tQuero
peccao..
couderonar os cutroa per dores
Agoslinbe (ira Epif ola B4 Petro)
oovlda esu menea o Snior, o propr.o mando
eeve premie, pcdlado i !'***
!fl3ellda4e do leito coojogal por Ha rta*e. -
TOorisado, em vez de vteganea, Implorara para ella
*15n: sabia. Com a p.-oprta retirada,
-dit Santo Agust.nhe, eoofessaram se res da iguaea
crimes: e. posto qne feriaos pelo zdi da jasu?a,
acnao*o-se reos -se retiraran!,
Ole paro mediciail de fija i o de "brala*, de
Llaman 4 kci p.
corado com o oleo de ligado 4o bacalbo.
Elle iempre produz alivio. Ainda mesmo a-
qoelles ja desengaados, vivario muito mais
lempoe com meos dores com o olee,
do que sea elle. Com quaolo existam Irmu-
raeraveis artigos espinosos, do mesmo
Dome, com lado pode-ae lcaocar o legitimo,
elle merece a couliauca que nelle se deposita,
Pendo ao qae t^quereram os comroerdietes 6a roa
Direita desta -capital, e os proprietarws de ventea
los de eeedaeco, qae, aos ditos vehculos, qae par
ttsseevda largo das Cinco-Pontas e Miaa ImmeaVa-
;5>s fcsM sedado o transito peta retejida raa Di-
re',
si -n ***?* cmara municipal do Recite, em gesslo
Ul UM'.u de |t ae (evereiro 4e 1868.Loii Jos Pereira Si-
oao poae ser \ mjtirt prs.presidente.Francisco Gauwto da Boa-

tem daas qualidaaes *e!le, brance e negro,
porm tsenbnm deltes contemma-gota d'on-
tra crasa qae ne st-j i o Huido wicador e
curativo extrabtde-do ligados reseos e saos
da melbor escolta de peixe.
mes e seguros. As pessoas qae sotfrem de
affecees vralmoriares on do Bgado, aeftarao
n'elle ui auxiliar seguro e om remedio ; o-
deroso e tificaz Acua-sa a venda em lodas
as priacipaes boticas e lojas de drogas,
Tosses, de3 jxos e resfra-
mentas.
Neste clima hmido e de snmraa impnr-
tanc a ter toda precancao ; qnalquer tosse,
por leve que seja, pode prouuzir gravsi-
mos resultados.
Nao descuiden do mais leve iacomraodo
dos orgos de respiracSo.
O melbor- remedio que conhecemos o
peitural de cereja do l>r. Ayer, para toda
qualidade de molestia de peito on da gar-
ganta ; nm calmante e ao mesmo tempo
-expectorante; cura com certeza as tosses
mais obstinadas, acalma as irrilaeojs da gar-
ganta e da grande alivio aos tsicos ja em
grao avanzado da mole tia.
o remedio que olerece lodas as garan-
tas neeessarias. fabricado per um babil
medico e cbimio, e sustenta ama repuiaco
alta, ha perto de 30 aonos, nos paizes piis
adamados du mundo.
innocente e ao mesmo tempo efficacissi
mo, operando como por encanto so&re qul-
qaer tosse, deOaxo, rouqaido, astbma ou
broncbiie.

i
COMMEBCId.

aSeffiVw'cwiito f* dialte'n'o revelar! qaer oeste paiz, qtier oo estrangeiro.
e ceosorar seas crines qae estavam occul-
t. Incipientes smiw ibusi seodo primeiros.1 Estes velM tinhan enveltiectdo em
pecrals, e-tava lovuierados em acc5es mss
semeliiaqtes a aqattes velhns jciies adolteros tjue,
contra to< o direk?, coodemi.rm Stuaan 4oo-
cente#co rede adulterio /Daniel 13(. Portento,
os velnos forana os priraeiru* a sabir; ou p*rqu^
elles proprles tte".ism ma'ores criraes, por i** que
vlveram mais tempo, dlt Santo Acobresio. ou por-
qae mais priMfe-nies toraw os primeiros que cobj-
prebead-ratn a for^a d semenci.-E operto
drc- -Os o*s elb veram os pnmeros qoe
pereeberam forci, o iu.i0c.biida4e d resposta,
qae elles n poma c6urar, cow dm< pern-
eares para rnten la; yet isso forim os primeires
a'T^tlrar se. ...
Rcmimf: idus CtH Apost< hs ti <'*a r"P 1
cujas tr.tttb erml'Wattr tant: *leo s-Jesas
coip os Apostlos, e o pavo, e a i-ih-ir qne eslava
no meio em p. Como se v, Sof, s, eiclne
' tio suente os EnaritU"! os qoaes lusistwin cmi
Jess p dous, diz Saitu An^snohi.,a mtaria e a miseri-
cordia : ceno q-m : abussu* ab,*m inoemU, p o
abysmo da nii>t'<'* da aoulinra luvoeava o apysmo
da misarlcoidia de Carlsio; e poi i^so alta nao
fiigif, porque <:o:id speriiBeataiio a graca de
Cristo, e dclte e.-pe ava aiada eiaiur?
8 *'
Erigrn* antrm se Jesut. rfiari* ': JW'"-, hoi un
omt tu tw*iT Nenw (t omiemnarcf Entao
rgueodo-se Jt-sus, di!>srt-.be : alumer, onde f sin
s qoe te acoosavan^ ? oinofm t^ condeonuou ?
Santo Ambrosio l : Nema eapii/iiif mm^aarn
le apedrej u ?
Ericen*se: frpoendo-e Na verdade, como
6i Sanio Ajtnstioho, levantaodo-se, lanQou sobre
ella olhos de clemencia Aquelle, qo-'.-com a lingua
la fisi'ca, r^peilira seas iciiroigos.
Dixtt' e*, Uuher: Primeiramer4e par qae ella
seubtsse que elle Ihe liona retirado os aecusadores,
e assim ronhecesse por si sesma o beneficio, e e
hemfeltor; e, arrepentida Ihe pernee perdso de sen
crime. Em sedando logar, para cta-olni-la mais
Jifemeci, visto seos acrasadores fiaverero aban-
donado a aecusaco, e se terem retirado, como que
esconfiados da tqotdade de sua causa.
<
j5.
Qute dixii: Nemo, Domine: dtxit autem esus;
tiec peccare, espoedeu ella : Ningacm, Senhor: Eo
lo di.-se Jrsus: *Xem en 'ao ponen te condemna-
rei. Vai, e nao peques mais*. Nrm en te con-
nares: Como sedis'esse: smente en que son
isento de lodo o peccado, e por Deas constituido
juii de todos os b roens, poderia com direito coa-
demnar te; porm nao o qoero; porque na > vrm
julg-ir o muodo, e sim salva lo. S. JoSo cap. 111
v. i7, qoe diz a.-sim : A'oM wiiI Dms Ftlum
suum m v.utiium, utjudicet snuwlum, sed ut */
vetur mutidus per tpsum; porque Dsus nao enviou
sea Fiiho ao mundo, para coodemnar o amado,
mas para que o mundo sija salvo por elle*. Assim
o interpreta Saoto Agostiubo. Santo Ambrosio na
Epstola 76 Jit: Attendei, como elle regaloasoa
propria seit-ing4, de modo que os Jadeos nao Ibe
podiam fater acca^acao algama sobr a absoivijio
oe.-ta malbtr,aotes voltanam sobre i a aecusaco,
casoqultessem queitar-se.
Cerlameote Chrleto a maada enrbora; nao a
absolve, porque Ibe falttu qoem a aecusass". e Bao
porque tivesse i Ha urovado soa innocencia. Dd que
se quelxailara, pois, aquelles qoe forso os pnmei
ros a disljstir da perseguido do*erime, e da eieco-
{o da p- na ? Certamenie Cnrlsto com e>ta> pala
vras absolve a aduliera, nao s no loro da praca,
perante o povo, co;no tambera no foro do Cu, i lo
, no da conscieoca, perante Deus, como se ino-tra
no qie segu : Val (porque ta te perdj os p-c
cados^ e oio peques mais*. Cooio si diss ra: rfaj
qaasl certa, de que ea te perddo ctea adulterio. Do
mesmo modo que, condoendo-se da Magdalena Ibe
bavia dito Vale wpacej v.-i-te em pan. (Lac,
cap. VII v. 5:>). Mis Consto nao diz isto publica-
mente; porui falla Iba s, para que os Pharlseas
nao teoham do qoe accasarem no. Pelo qae Cnris-
to iDlenormeote tospiroa a esta adultera a 1er dos
ceceados, e o acto de contracto; e depols a ella
contrlcta e penitente, perdoou-lbo os peccados,
assim como perdooa a culpa jonctamente com a
peoa. Como Redemotir nao condeoioa, dii Santo
Ambrosio; (Epstola 58) como Autor da vida corri-
ge, e com Funte lava.
Eotbymio diz: E--a bastante para castiga-la urna
tal publicidad?, e a vergonba de um tal sapplieio
em preseora de tantos acosadores, moito princi-
palmente sabendo Consto que ella estava de cora-
gao arrepeolidaa. Assim pensam Toledo, Jan-
sem. Frase., Lanas e cairos.
Jam amplis noli peccare. Segnndo o grego,
qoizCnnsto dizer: Agora nao peques najus*. Se-
gando o rabe : Vai e nao volies maisao peeea
do, como a purea quj, depois de lavada, volts para
a lama, e o cao para a iamodicie*. (Petri i. v.
H). Como si anda dissara Chnsto : Porque
este modo a toa ingrst'do te arrastar a maiores
peccados, que mancharlo toa alma; e si agora nao
tens jaizes, no d;a de Jalz > eo mesmo sere o lea,
e te coDdemnarei so sopplieio e a morte eler-
a*. Oavi Santo Ajastiobo: .Vm tsare, o qnn signifi-a istof Ta, Senhor, proteges
os peccado? tao ha t*.. Attendei ao que se se
gue : Vai e nal peques mais. Portaoto, o Senhor
condemnuo nao a aauliKra, pirra o peccado; por-
jue si t-lie fosse protector dos peccados, dlria : nen
u te condemnaru: Vai, uve como qmzeret, ceita
demtnna absotvigao. Ao qoe Bia accresceo-
ta: como elle misericordioso, e compasslvo
relaxa os pecados passados; como justo, e ama
a justica, prohibe qae ella condone a pecear.
{Continuor-se-ha.)
iaifcenj, secretario.
i." seceo.Secretaria da polica te Pernamba-
eo, 5 de fevereiro de 1868.
Fica vedado e transito pela referida roa DireiU,
de todos e qaaesruer vehculos partirem do largo das Ciaco-Pentas e suas imme-
dia(Ss s quaes devera o seg-j.r pela travesa de
S. Joao a sabir na rna Aagesta, e desta pelas mas
dos Martyros e lionas a samir oo pateo do- Carao
e d'aM pelas mas da Campea do Carmo e Nova.
Pe4r Fraucetino Gaimares.
toflforrae.'O oficial setviudo de aeewiario, Ijs
Xamr Faustino Ramo?.
'Santa Casa da Misericorditfl
do Recife.
Por ordem da tilma, junta administrativa da
Santa .* da Misericordia do Recite convido a
todos os senhores em seguida declorartos para qae
venbam pagar as quantias qoe se acbam a dever,
sob pena Ae se proceder judicialmente.
Secretarla da Santa C>a de Misericordia do Re-
cite, 8 le fevereire de 1868.
O aserivo,
Pedro Rodriqoes de Scuza.
Furos do engenho Bemfica.
Jos Flix da Cmara Psente!..... 3:000000
Foros de terrenos e sitios un Olinda.
Herdeiro de Antonio Jos Teixeira
, de Castro...................... 5634000
Os mesmos...................... S9A889
O mesmos...................... 63WI3
Demetrio de Azevedo Amorim..... 8884101'
O msmo......................... 155^333
R^nleins de Manoel Antonio Caraei-
r de Olivelra.................
Be ordem do IHm. Sr. Dr. ebefe de polica
aeo publico, para coohecimeote d*e uem iaterc- ,
sarpassa, que pelo subdelegado do orlmeiro dis- Herdeiros de Haooel Pint..
O.S6U effolto trieta fregaeirta Boa-Vista, foram captorado, .**'* d% Anh5el0m,0 Jos Ferreira...
a c'sa de dWacio. m '*. da Rha Pitta...............
1 Pereira Ramos...........
smo*.....*.., .*.......^
Agaiar, egudo a Fraucisco ft.uws Tbasa, tel- IPflIpP? Dairw.Prwira.......
dente na floria do Go.ta do termo de Pao d'Alho, Berdeiro de Antonio Josltfpes de
eo hrfeeiro a lam-el Barrot.
'Jlrtjitt OS 1UUCU1VU __ N[
" dos
para aliviar e corar a tosse aaais obstinada, como fugidos reeoihidos .
ii> carriarlpirarofliitA nasm/aart ,u'"'
o V8raaaeir>.meute pasmoso, wssuores aot ta rt ceBlei 0 prmelro a Aislarlo fos de o mesm
turn >s cessam geralmente, depois de sena-
ver tomado arguoiatfgarra'fi.s d'elie. O doen-
te adquire cirnes e farreas, gragas .ao sea be- *
nJM,a. Es,raSatSa4jijeLsar^jssifjsssssftrsW?VSStfSCvU
e segros. As pessoas qae soffrem de D,1o de documentos comprobatorios do sea do-
minio.
Secretaria de polica ce Perarboco, 21 de fe-,
vereiro de 1868.O secretario, Eduardu de Barros
Falco deticerda.
4I5500
304i57
i?500
344161
594457
59447
28*157
PRACA DO REC1FE 45 DE FEVEREIRO
DE 1868.
As3X horas da larde.
(Raje)
Assacar rosseavado americano34^83 por arroba.
Camhio sobro Li-boa-90 d/v 15 J' d., IS^ d. e
I3/ d. por 1400J (bontera e hojej.
Prete ae algod.So d'aqui para Liverpool5/ d., e
d. por 5/. (booteo ).
Jos de Aquico FoBseca
Presidente.
Francisco Mamede de Almeida
Secretario

3A

ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Descorita letras da praca tasa a con-
venci nar.
Recebe dinbeiro em conta corrento e a
praso lixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes de Europa, tem agencias na Ba-
ha, Baenos-Ayres, Montevideo, New1-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7.
ALFANDEGA.
ftendimentc do lia i a 24........ 366:3314o K
dem do dta23............... S0:01659t
Rei*-............
Por ordem do lilro. Sr. Dr. cbefe4; polici,
fajo publ en que acha-se depositada nesta* repart-
Cao um* quaiilia de dinbeiro, a qnal fjl eo-oUra-
da em em dos wag ios da estrada de ferro, n sera'; ^
anlregite a p&MM que mostrar ser s-u vardadeiro
dono.
Seentiria da pDllcia de Fernambcreo, 19 de fe-
veretro de t868.
O secrela/i".
Eduardo de Barros Falcaj de Lacerda.
Tuaodoro Jos da Silva Lacerda------
Ur Vicenle Gyrillo Marlnbo.......
J.i Joaquim Lima.............
M^noel Joo de Lima..............
Francisco da> Cintas balgaeir.o-...
J.iaquiai Perrir;v Ramos...........
Viu-va de Antonio.da Costa Reg
Mooteiro........- -..............
mesa*..................y.........
Herdeiros de Jo? Vital Nunes......
Joaqun Auionio Rudrjgnaa........
Juros de capttzes.
Jos Victoriano Borges da
Q Dr. Trist5o de Alencar Aranpe, official da
124794,
724795
136S883
11648JI
1^5241
334750
44M35
36420o
4<>7i
9ti432
34"99
------------
a f ral Gnedes A Miranda, en]} activo e passtvo
declarara estar liquidado. !
I O contrato-de Jos Luis de Mello e Loorenco Ri-
beire da Caoba Oltveira, astabeiecMos aesu ruada
com loja de fazendas, sob anrma d Mello & Olt-
veira, e o capital de 46:0004000 para o.qual entra
o soflo Obvefra com 30:0004 d' o socio Mello ceta
16:0004.
O contrato de Manoel Laiz dos Sanios e Joaqoim
Francisco do Espirito Saoto, eslabelecidos nesta
eldade com negocio de massames, sob a firma de
Manoel Luiz dos Santos & C, eom o capital de
40:i 6'4 forneeidos por aoDos em pules iguaes.
Secretarla do tribunal do commercio de Pernam-
boco, 22 de tevereiro de 1868.
O oficial naior.
__________________ Julio Gaimares.
Fisealissc da fregaezix de SaBto
ArIob.o Kecife
O abaixo ssigoado faz publico a qnem inters-
sar os oficios e pesiaras da Wm. eamare, que-veo-
transerlptos aop detiene conpede aos barcacelros
qoe vendem ral quinte das de prazo para que se
preparem e depois no allegaera ignorancia para o
i-umprimentodas referidas posturas, sendo o prazo
cittdo da data deste. "
Reerfe, S6 de fevereiro de 1868.
O fl C*etaoo Pmto de Vera.
Secretarla da cmara municipal do Recite, 44 de
agesto de 1864.
illm. Sr.Em resoosu ao seo oficio de 13 do
e*rreBte, dmittdo a Rima, esmera municrpal, rela-
livaniente ao lugar onde devera ancenr as barca-
cas conductoras de cal para e*ta cidade, visto
abar-se cenado de caes lodos aqoelles ende as
mesmas esiacirnavam, commuoico a V. S. de or-
dem da lllma. cmara, qae os donos das ditas bar-
racas podem vender o sea genero |nnl3-4s rampas
dos mencionados ew em tanto que se conserven
flPttdnm
Antonio .
Fonseca......................... 4:8284445
Antonio de Jess e S>ou.......... 29a6l8
imperial ordem da _Rosa,_e juirde_direito fCSf^UJ^^Z: iSBB
espeoial do oomiueruio, nesta cidade do j "*"""" ""-
Recife capital da provincia de Pernambu u Bernardino Jos Serpa.........
o.
M. Imperial e Cons-
D. Pedro II, a qaem
e seu termo, por
titucional o Senhor
Deus guarde, e..
Faco saber aos que o presente eital vlrem e
de lie aoticia liverera que por este |uizo, pendem
uns autos de execuco de seoteo;* por maulado
etecuuvo do Dr. Joaquiro de Ajoa Foos^ca con-
tra Laiz Francisco de Barros Refp. E fndose
feti peuhora em dinbeiro perleocenie ao ex-ciia-
do fura pelo solicitador Rodolpho Joo Barata de
Almeida procurador do exequente teito o requer-
ment do the-r s< g-unto :
Anno do Pasctmento de Nosso Senhor Jesas
Cbnsto de 1868, aos 20 das'do mezde tevereiro do
dito anno na cidade do Raci e de Pernambaco, em
publica audiencia que aos tenos e panes d Dr. jutz especial do commercio Tristao de Alencar
Ararip--, uella pao solicitador Rodolpbo Joa>B la de Almeida procurador qae raostrou ser do ex--
queole o Dr. Joaqulm de Aquino Fonseca, lora dito
que accasava a peohora fella era dinbeiro pert-n
cenie ao exeeutado Loiz Franciso de Barros Reg
e rejuereu que fieasse assignados os seto dias a
peohora e dez aos credores lacertos passando se
edilaes; o que convido pelo juit bouve a peobora
por frita e aecosada, e os seis dias da le por con-
signados, e os dez aos credores mearlos do qae r.
este auiluameoio exlrabido do protocollo das au
dienci.s a qaejantel o mandado e termo de penbo
ra e procuraco do exequente que segu.
Eu Manoel Mana Rodrigues do Nascimenlo, cs-
crivo o es' revi.
Em virlude do mea despacho o escrivo tez pas-
sar o presente pelo quai chamo, cito e bei por in-
timados os credores ineerlos do dito ejecutado pa-
ra que compaream,nesle Juizo dentro do dito praso
afim de all^g nein o que fr de justiga.
para qae cbegtie ao conbecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela imprensa e atusado no lu-
gar do costume.
Recife, 22 de fevereiro de 1867.
Eu Secundino Eliodoro da Cunha, escre-
vente juramenta lo o escrevi. s
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nasci-
aenio, escrivo o subterevi.
Tristao de Alencar Araripe.

3S6:3<8417
Movlmento da aWandega.
Volames entrados om faieodats..
> com gneros....
Voiames sabidos com fazendas...
* com gneros....
Correspondencias
Smkors reductores Bem contra as mlubas ia
leotdca veobo anda por t-s'a vez ofeupar a atten-
o do pubi.ee-, a quej. o Sr. Maaoel J da Cos-
a Pereira lem querido faaer crer o sea acto ms-
qainbo e Indiscreto, quando em soa pnbiieaco de
nontem, no sea cooceiiaado jornal, tratando de um
pequeo aconlecimento ftavido na pujoaao do
Monteiro ca larde de t-rc .-fera 19 do cor-nH,
procura josiiOiar-se invocand) o lestemunho de
algumas peasoas, qae 0 Sr. Pereira, em desaUnho
4alvex de ideas, teve ainda a in isenco de publi-
car seo* nuces sem previo coos-sso deltas, oea
anioriaacio, acto fie qae o terna resyonsavel per
cante as mesmas peesoas.
As pessoas que o fir. Pereira aprsenla como
testomoobas sao as m^roae que eu invoo, seodo
para ncur-se qae a que vio o faeto qne oi o Sr.
Francisco de Paula Q.ielrcx Fonseca, concorde
m jusi.cr-me; lurquaoto asseverou-me aoe
o ^ue en avia publicado era a vardade, que
Srs. Antonio Jos Vislra de ^uza e Ago.-tinbo
?erreira Jnior, la* nao e?tiveram, bem como lA
nao e&ieve o mesmo Sr. Pereira, e neonnm eoobe-
cie,n|o podiam ter da verdade do faci, e qnanto
as ooiras daas pessoas Mrao como Vme. sesmo
dizinformadas de tal oceorreneia.
Cenclue-se do que se tem dito, qae s por espi-
rito de maledicencia, or discrepancia de seatimen
tos, farla o Sr. Perora desviar-se do Justo e do ho-
nesto, alftando-se aos idiotas, de qaem qaer ser o
rgao de seos reprobados teilos.
E* pois para lamentar qoe na presente qaadra
ero qoe lod s e ma-caram, veoha o Sr Maaoel
Jos da Costa Pereira iesmascarar se. pote at en-
15o nao me p-r monicados, mas agora vejo que e Sr. Pereira rsfd
tnuiip cenheadt.
Prom-tto, seonorps redactores, d 0I0 vir mais
a sceoj, anda que o amor, o sr. Pereira, qoelra,
como tez o 8r. Gomes Perreira, por terca jasliUcar-
ar-se.
De Yac, moiti venerador e criado
...- t '; o $orito*tt Bratileiro.
Jlecte, 26 da tevtreiro ce rt8.
------ 14
7
125
------132
Descarregam hoit 26 de fevereiro
Barca ooruegaeoseCebraiarinba de trigo.
Hiate americanoJolm fisediversos gneros.
Polaca hespanhola- Venluietavinbos.
Barca (rancezaProvencalmereadorias.
Impota Vapor brasileiro Paran, vindo dos portes do
sol do imperio, maoitesioa o segniate :
i 18 rolos fumo ; a J. P. da Silva ovaes.
34 ditos dito ; a A. L. de Oliveira Azevedo
o? C
Eocommendas.
1 vo'ume ao cospltal Pedro il, 1 a Chaix & Gis-
-ier, 1 a Tn. jus, 1 a Tbomaz de A quino Fouseca
i C 1 a Maua A C, l ao Dr. Ignacio Joaqoim dx
Souta Leio, 1 a Manoel Francisco da Costa & C,
3 a Manuel Cardoso da Silva. 1 a Jleoriqae Gomer
de Oliveira, 1 ao conego Jo- qauu Ferreira dos
Santos.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS
GERAES
andimeuto '.o di a 1 a 24.......... 40:& dem do da 25................ 68-4*81
41:198499o
CONSOLADO PROVINCIAL
Recdimento do diaiatt....... 136:8814107
dem do da 18................ 8:7874613
1 1
139:6684752
MOYIlfiESTO 1)0 POETO
Batios tnirados ao da 24.
Por tos do tul 0 das, vapor brasileiro Paran, de
850 toneladas commandaote o capital de fragata
&acU Brbara, eqopagam 63 crga differenles
gneros j a Antonio L. de O. Aievedo 4 C.
New York34 dias, biale americaai Jukn Roze,
e tt3 toneladas, capno Houell, equipagem 7.
carga diderenus eneros; a Heuiy Forsler
4C.
Hahor Graee (m Terfa^N)J3)35 dias, barca
logleza Fkelwmg, de 24P lonelada., capilo Bi-
chare l^arey, eqaipagem 14, carga 3349 barri-
cas cum riaeaihao; a SaWoder Broibers C.
fluvioe subidos ne mrstio da.
CearHiatB rasiieiru Dous talaos, capilo Bol-
miro Baptista de S.uia, carga diSereotes ge
eros.
Macer -Brigue loglez W. W. Lord, eapiuo W.
M. Leed, em lastro.
Liverpool-Vapor oglez ^aaoa, capilo R. Elle?,
carga algodo.
Obsernaoo.
Bospeodeo do Umarao para Alloa Biy, lugar
ingiei Lochloe, capito Boeg, com a iceama earaa
qoe trente de Newcastie.
___DECLABAGOES.
Faeolde de Direilo
De ordem do Etm. Sr. director annnncio qne
do da 27 do correte em diante cometario a ter
eiercicio as aulas preparatorias visto estarem
coocluidos os cooeertos das respectivas salas.
Secretaria da Facoidido de Direito ) Recite
24 de tevereiro de 1868.
O secret-ro,
Joe Hmorio B. de Menezes.
Santa Casa da nterlcordla Ao
ReeMe.
'Pela tecrelaria da Santa Casa da Miserleordia
do Recitase cinvtda aos proprietatios de predios
e sinos teretros ao patria ooio dos orpnaos a' car-
go desia Santa Casa, para qae trates de pagar os
foros que se aeh>m a dever, e cujos conbecimen-
toe esiao em poder do procurador Harculano Ole-
gario Ribeiro Castro, a qaem se podero dirigir na
roa da Conceic 1 n. 3.
Secretarle da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite lo da fevereiro de 1868.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooza. .
Pereira &Guede&.................
Coronel Jo.- Beroardo Salgueir(.
MauoeJ Joaquim da Foustca Galvo.
O mesmo..........................
Francisco Camello Valcaear.......
Flix Jos daC'SU................
Jo.j Nepomcceno Paes de Mendonca
I?nacio Goocalves da Lu/.........
Jo.- Joaqun de Almeida Gaedje...
Jo- Pacae.'.o Vieira...............
Joo Goocalves Rjdrigaes Franga..
D. Luiza de Souza..................
Miguel Alves Lima...............
0 mesmo....................c,...
Manoel Caetaao Maia.............
Herdeiros de Manoel Tbomaz Rodil-
goes Campello.................
Herdeiros de Ignacio Paulino da
Cunba........................
Manoel Alves Civalcanli...........
Maria do O"......................
Rosa Mara da Cooce^o Costa.....
Viuva de Manoel Leonardo Sodr...
Padre Joaquim Cavalcanti de Alba-
qaerque........................
Viuvo de Pedro lvo Redivivo.......
3:22*4305
874>''6
6343.722
SG84222
t|238
7024071
1U4372
17449^8
2194556
2154 6rt
6424916
62B4424
17H46H
7034C6
193J6I1
46*47u
7G0407
2:77?4625
7C 4072
330AOO
4394888
1524088
3054875
3014555
Tratamento de particufires no hospital Pedro II.
CUlO
34933
Maooel Luiz Carvalbo............
Apolinar i >.......................
Layme capito, dos navios Solferino
e Uruguay...................
Joo de Barios Acci.ly Wanderlei.
Herdeiros de Beroardo Jos Arantes.
Felisberto Joo Feliz..............
Urnbaoa Borges Dioiz...........
Withold Raezejnxi.................
Mara Francisca Marino de Amorim.
Manoel Ignacio..................
Tooraaz Ferr-ira da Cunba........
Beolo de Araujo Pinheiro...........
Joo Valeriano Ci-rva de Amorim...
Sevedoo Jo- Plgneira..............
Manoel Ferreira da Pa-ixo..........
Maooel de Souza Tvars...........
Maria Igoacia de Vasconeeilos..^...
Herdeiros do bri^adeiro Gaspar de
Menezes V. de Drammond........
Antonio Germano
Sou:a..........
Letras
Rigueira Pinto da
1034500
3*4936
1105310
54376
234160
37550o
2I4IV 0
984f0
234200
134000
235160
3349 0
10430i
1843C0
074600
II4OOO
5094095
se ftsitj iis 1
RelacJo das cartas registradas existentes na ad-
mrolstracio do correio desta cidade,para os Srs.
abaixo declarados.
D. Feliciana Mar a da Cooeeco. Virmlno dos
Santos Vieira, Francisco Defino da Silva, Dr. Joa-
qoim Jos de Campos, Joaquim Augusto Ribeiro
de Soaza, Joa Gaudeocio da Silva, Joao Manoel
Pootnal. Jos Germana Mmgab-sira Jnior. D. Ma-
rianna Ribeiro da Lapa, Moretea & Dmo, Dr. Pe-
dro Francelino Gaimares a Saiuttiano L. Tbe-
Borlo. _______^^^^.^__
CORREIO GERAL
Relacio das cartas registradas viodas do snl pelo
vapor fardad, para os Srs. aballo declarados :
Antonio Jos Rodrigues de Sooza, Antonio de
Moora Rohm, baroneza de Cimbres, conde da B a-
Vista, Joaqoim Milet Marios, J.iaqnim Ramos da
Silva Moreira Xirooeiro), Joaqoim de Souza e Sil-
va Cunha, Joo Rodolpbo de Miranda.
s
THEATRO
DE
Oompnnhia do Bebeibe
A directora da com parida do Beber i be
previne a qnem inleressar possa, fue em
conseqnencia das obrs da nova liaba de en-
canamento, irSo podem transitar Tenientes
do cercado do engenho Djus lrmaos ao acu-
de do Prata.
Escri^torio da companbia, 22 de feverei-
ro de 1868.
O secretan,
Dr. Prxedes Gomes de S. PiUnga.
~" COKPANHIA PERNAMCAIA ~
Do da 4 de marco em d ante, paga-se no es-
critorio da companbia aos Srs. -accionistas o 3*
dividendo a razio de 104 por accao.
EDITAES.
>- A eamara municipal desta cidade manda pn
bllear para coobeelm*nto dos interessados a porta-
rla qae *e ^egae, do Dt. ebete de polica de S do
correte, qoe ihe tara remedida com offlcio do
mesmo de Igual data, e pela goal resolver, alten-
Obras publicas.
Pela repartilo das obras poblicas se declara
qae teodo de User se o cal carnelo do pateo da
Sania Cruz Oca vedado o transitu de vehculos
e animaes pela roa do Sebo a parte da do Rosa-
rio.
Rer.artigo das obras publicas, SO de fevereire
de 1868.
O sacre tarto,
Feliciano Rodrigues da Suva.
Correio geruU
Pela adfflinisirago do crrelo desta cidade, se
faz publict, qae em virlude da c jeveacao posul
celebrada pelos govuroos brasileiro e fraocer, se-
rio expedidas malas para a Europa no lia 19 as 6
horas da tarde pelo vapor franeez Gmyenue. As
carias sero receidas n as t horas antes da qoe
for marrada para a da sabida do vapor, e os for-
naes at 3 horas ante*.
AdmiDitraco do Correio de Pernambaco, 21 de
tevereiro de 1868.
O administrador,
Domingos doatiPa&fj Miranda.
Cmara municipal
Pela contadura municipal desta cidade se faz
paccoquesa rerece a bocea do cofre, em l#Jo
este met e al o Om de arco prximo, o imposto
municipal sobre casas de negocio, e aqaelle que
nao oagarem inn jrero as p^nas e disposico-s do
art. 3 do regojamento o. 361 de 18 de Janbo de
1841.
ConMdona municipal do Recife 10 de fevereiro
d 1868.
O contador,
Caetano 811 veno da Silva.
Alugiteis de casas pertencentes aos estabilecimeutos
detaiidade.
Maria Eostaqoia do Livrameolo Oli-
veira............................ 434500
Eduardo C audio Corre' Cabral..... 1204000
Tberez Abadesa de Jess.......... 174000
Amana.-ia RoQna do Livramenla.... U44"0
Flix J.is Ferreira................. 3164^82
Vi ente Jos Ferreira............... 6040"-0
Hemeterio J s d-s Santos.......... 2004000
Anna J.i- Mara Oly- ;ia Baptisu............. 194580
Jesaioo Coustaote Bodrigaes........ 49^4000
Vieeate MooesSerra................ 324833
Herdeiros de Anoa J-aquina Caval-
canti do Albuquerqae.............. 5585720
Joo da Croa M-odonca............ 15:4:3"
Joo Frauciaeo Tavrr6............. 240
Venceslao Ignaelo da Conceico..... 715130
Ciaudu J^ Tro od.ro............ 924 30
Francisca Mana Carolina............ 574330
Feliciano Primo de J-sus............ 1304000
Maria Benviada Cavalcanti.......... 394600
Ol'ndina Libercina dos Reis......... 48400
Dr. Joo de Barros Falco de Albu-
querque Maraoho............... 1835333
Anna Mara da Cfoceicio ......... d3|M0O
Miqailina Seba: nana de Aibuquerqne 534332
Alaguis de casas de Ohuda.
Saverioa Mana de Jasus............. 125000
Arcbanjela Maria dos Aojos........ 684''00
Manoel Jos do Nascimento.....;.. 775000
Mana Joaquina Cetar de Melle----- 604000
Aotoolo Npnes de Meli >.......... 904 (Hi
J se Mana Marques.............. 634666
Justmo Luiz Jis de Franca....... 6!48do
Jos Pereira da Silva............. 684000
Amonio Franci-co Guimares...... 1114000
Francisco Pndro Cele-Hc-......... 415638
Coastanca Maria do Nascirnt-nto.... 840 0
Anlonia peleeiana................ 344000
Zoarias Goedes.................. 244ih6
Florencio J...- da C nceicSo......^ 4 ia-OO
Jos Urbano Pacheco de Mello..... 94000
Maooel Vicente da Moraas Janl. r... 824iH'0
enoveva Jolina da Cooceico.... 13*2733
Joaqoim Pranclseo de Paula....... 354fi66
Aobnio da Caoba Leal............ 55*ij
RaBoi da Silva Ramos............ J604080
Francisco Laiz Vires............ 50583*
Patrimonio das orphaot.
Alugoel de casas.
Mara Antonia da Aunoociacao.... 804000
iosopha Mana Tbeofr*ia,......... SI50S3
FranceluMEleuterio Ferreira Cbaves 1W56*
MaBoel Cynaeo do Nascimento..... 754000
J* BC/ives dos Santos......... !: Manoel Maria Caldas Braodo..... 1475300
Jo.i Bernardo do Rego Vai-uca.... 3684*50
SaoofJ Paulino Cesar Lo're.ir....... 4994070
ensalidade de educandos no Collegio dos Orn'.anj.
Florencio Jos Mana da Su va..... 1595000
Tribunal do commercio.
Por esta secretaria se faz poblico que flram re-
gistrados :
O contrato social de Man 4 C., eelebrado na
Capital do Imperio entre o haro de Mana' e diver
o commandltarios, estabelecidos nesia Idad* com
caixa filial, seodo o capital social destinado a' apa-
raees bancarias, de vmte mil contos de rei divi-
dido em eem mil gmobS-'s de duzentos mil res, e
a sna durac'o de cinco ann.
O eonlraio de Prneln> Daarle PlnloVieiiae
Antonio Duaria Machado, establecido* neu cida-
de i.b a firma de Pranci-c Doarie Pinto Vieira 4
C, enm n capital de 5 Wn4i02. para o qoal eot-a
o socio Vieira com 5:20443 2 em fxnrtas. m fda
e dividas, e o scem Duarie eom 20040HO em di-
nbeiro, di vendo dita sociedade durar 3 aano.
O dislrato da socldad de Amonio Alves Pache-
co e Jo- PVaalseo Vieira de M-llo, disoHrendo*a
8rma de Aatonm Alves Parhem & C, cuja liqui-
dacao fica a cargo do ex-sociu Paeoeea.
0 disirat-i da sociedade de Francisco Gaedas de
Araoje AotoBto Pereira de Miranda, dlssolvendo
estas sempre disembaracodas.
Deas guarde a V. S.litro.Sr.....
Francisco Cannti da Boa-vlagem,
Secretario.
Secretaria da cmara municipal do Recite, 29 de
roaio de 1867.
IHm. Sr.Tendo a Itlma. cmara mooietpal em
sesso desta data e a reqnertmento de nm de sen?
membros, resoltldoqoe se reeommendas e a V. S.
a execuco do art. 2* do lit. II das pesiaras de 30
de jonho de 1849, quanta aos vendedores de cal
que ndo tenham medida legal por onde vendara, e
oeiu lio pooco afferem, isto coh maoifesta lo'rac
qao do qne dlsp5 aquello citado artigo, pelo qne
(umpre a "V. S. fazer-lhes aviso nao s em propria
pessoa, seno tambero pelo jornal, marcnrto-lbes-
om prar.o para satlsfcao desse dever, imposio pela
lei, /indo o qval proceder contra os infractores
com as penas da mesma lei.
Deas guarde a V. S.Illm. Sr. fiscal da fregoe
zia de...
Francisco CaDOto da Boa-viagem,
Secretarlo.
Poslora de 30 de jonho de 1849.
titulo xi.
Da polica dos mercados, casas de negocios e por
tos de enrharqoe.
Art; 2.* Todos os qae venderem geoeros on fa-
zendas de qnalqier nainreza que sej?, qae deve-
rem ser medidos ou pesados, serio obngados a ler
todas as medidas e pesos aff-ridos dentro do anno
Boancelro, o que se pratieara' nos mezes de oa;a-
bro a detembro: sendo igualmente obrigados a re-
vi-o nos mezes de abril a qobo; sendo, perm,
os pesos de acougue, s-ro revistos de tres em tres
mezes : os cntraveDt'jres pela telta de all icio
pagaro 14 de mola porcada urna medida 00 peso
af-rl-lo, e 14 W cada urna medida 00 peso que
nao tiver siao revp-to. Se, porm, as medidas 00
fesos, antes en depois de afferidos oa revistos, se
arharem falsificados, pagara'o infractor o triplo da
multa cima declarada no priraeiro caso por rada
nma medida na peso falsificado, e sr.flrera' seis dias
de priseo. Na roesroa pena de 24 incorrera* por
cada peso oa medida o afleridor que IT.-nr pesos e
iedidas com menos do marcado no padro da c-
mara, ou oesar-se a prover logo a affensio qne
Ihe for pedida on delxar de a documentar.
Regulamento para as affericoes de balancas, pesos
e m-dulas do municipio do Recife, approvado
pela l"i provincial n. 371 de 8 de ianno de 1852
art. 17.
Art. 8.* Aqaelles qne venderem pelas roas e
mercados da cidade, gneros, lquidos, ou seceos,
como sejam : azeite, rnel, leite, fejio, milbo, ar-
roz, etc., pa?aro de afiericfo de cada medida, de
qoe nsarem, 320 rs.
Inual altenrjo paga rao os canoetros e barcacei-
ros qoe retjfharera cal, sal e outros gneros.
Art. 9-.* Os qae veaderem lquidos em barris on
ancoras, sero obrigados a irazer afferidas essas
vasilhas, marcamo sobre o texto de cada vasilbao
qae ella e capaz de conter singularmente, e nao o
par ; e pigaro de afterico por cada caada
10 rs._____________________________________
Pea admini.-lra^o do correio desta cidade
se tez publico qae hoja (26) pelas 3 horas da larde
fecbar-se-huas malas para os portos de norte que o
vapor brasileiro Paran lem de.cooduzir : osj.r-
naes receber se-bo al meio da e as cartas seao
sobmeiiidas a registro at-1 hora.
Cirrelo de Pernambuco, 26 de tevereiro de
1863. _________________________________
Santa Casa de Miseric rda
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reerfe se convida aos prenles dos menorfs abaixo
declarados, para qae os venbam tirar do collegio
dos orpbaos, visto ja' terem os mesmos completado
a idade de liannas, como dispe o Tespectivo re-
galamento.
1 Jjs Gomes de Meneres.
2 J raqaim Ignacio da Craz Dias.
3 Jesuino Maximiano Ferreira dos Santos.
4 Beroa*do Jos de Araujo.
3 Joo Samuel da Co*ta,
6 Bemejrio Nstor Machado Freir.
Secretarla da Sama Casa do Misericordia do
Recite, 14 de tevereiro de 1868.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
r.pnrcz. draoidica.
O emnrezario "i- Hierro tomando parte na
justa i!or da Etm.* fimiha d> fia.*d 1 Sr. conse-
iteiro Sa' e A baqueraue, Km r olvidosuspender
os trabalhos por tres das. ~ *"
Ni lem por Isso logar o epeciaco!p anonada-
do para sabhadn 19 do crente.
AIS0S 1UEITIMQS
DAS
Messageries Imperiales
At o dia de margo espera se ios portos do
sol o vapor franeez Guienne c immandante A. de
la N o qoal depois da demora do cosame se-
guir' para Bordeus tocando em DA ir (dre) e
Lisboa.
Para conducees, fretes e patsgeas trata se na
ageucia ra do Trapicne 0.9.

Compinhia ainericsna ebrasileira d
paquetes a vapor.
Al o dia 2 da marco operada dos pr ros do
sol o vapor americano itemi/iuc. oqnal d-pois da
demora do oiume seguir' para New York to-
cando no Para' e S. Tbomaz. Pan fretes e passa-
Kens traia-se com os agentes Henry Forster & C,
ra du Trapiche n. 8.
.
Para
.
Segas ero poneos das o palhabote Jacen Arthur,
tero qoasl todo o carregameuto engajado, para o
resto qne Ihe falta trata-se com os consigoaiarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevudo & C : rna da
Crot n. 57 pnmeiro andar.___________________
Eio deJaoeiro
Para o Rio de Janeiro pretendo sabir com a m-
xima brevidade possivel a barca nacional Joven
Palmara : para carga trata se com os consignata-
rios Marques, barros & C, no largo do Corpo-^-
Santo o. 6,2* andar._________________________
mnmK mwxmmm
m
costeif per Yaper.
Rio Forraoso.
O vapor ilamanguapc,
commaodatte Costa, se-
goira' para o porto ci-
ma no da 26 do co> rente-
as il horas da maoba.
Recebe carga, passagei-
ros, eocommendas p di-
nueiru a frea no asenplorio do Forte do Matos
n. 1.
Navegacao
(MAMi.V BR.VSILERA
N
Paquetes

Santa Uasa da Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Ca.-a da Misericordia
do Recife se convida de ordem da Rima, jauta ad-
mioistrattva a todos os proprietarios de predios a
ra da Red*, edificados em terreno foreiro oo-
ti'ora a' Francisco L'us Paes Brrelo e boje a
mesma Santa Casa pir doacao que Ihe flzera, para
que no prazo da 39 dfs venbam pagar os foros
que se acharo a dever de ditos terrenos, sob pepa
de se proceder a tal cobranca judicialmente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite. J4 de tevereiro de 1868.
O escrivJo,
Pedro Rodrigues de Souza.
^anta Casa da teencorda
do Recife,
A (Urna, junta administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Recife manda fazer publico qu
aa salado suas sesses, loo dia 10 do corrate pe-.
las 4 horas da tarda tem de ser arrematada: a
juem mais vanlageas oftereeer pelo tempo de um
a iros anuos as reudas dos predios em seguida
declarados:
EsLaJilecimentos de cariiiade.
Ra do Padre Fioriano.
Gasa terrea n. 17.......1864000
Casa t-rraa a. 63. 174*000
Casa terrea n. 43.......169otO
Ra a Conceleo.
Casa terrea n. 5........2484000
Ra larga do Rosarlo.
a vapor
E' esperado dos portos do norte
at o dia 28 de tevereiro o vapor
Guar, coriimai;d..uie o pnmeiro
tenente Pedro lyppolfto Doarte,
o qnal depois da demora do cos-
tme seKDira' par os porios do sal.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qoe o vapor peder conuzr a qual devera'
ser embarcada o dia-de soa ebegada, encommen-
dss e diohelro a (rete at o da da sabida as t
horas. Prevme-se aos Srs. passsgeiros qne suas
oassageos s se recebem nesta agencia roa da
Cruz n. 67, escriptorio de Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo & C. ______
GOMPANHirPEBNAMBUCIA
Navegago costeira por vapor.
Portos do sul al Pendo.
O vm er i'otenoi, eommaa-
dante Pereira, segu para os
portos do sol de toa escala
>t Peoedo no dia 29 do cr-
vente pelas i horas da larde.
Recebe carga at o dia 18.;
passageiros, eocommendas e dinnetro a (rete al
as 2 turas da tarde do da da satttda : escritorio
J Forte do Matos o. L_______________________
Para ailha de S. Miguel
segu com muita brevidade a escuna portagona
Uhveira, para o resto da carea e passageiros, para
o que tem excedente com modos, trata-se eom Gan-
dido Aflboso Moreira, rn> do Apollo n. 22 _____
COMPANHIA PEBNAMBCAN""
DB
Xavegacio costeira per vapar.
Parabyba, Natal, Mico, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Pirapama, cmman-
daste Torres, seguir' para 06
portos rrima 00 da 29 do cor-
rete as 8 horas da larde. Recebe
carga al 4a 28. epcommeoda,
passagains a dinbeiro a frete at o du
asi boras da tarde, 00 escriptorio
Matos 0. 1.
3014001)
laas
Terceiro andar do obrado a. 24
Raa da Moeda.
Pnmeiro andar do sobrado n. 37 9^4* 00
Segando aadar dem...... 96O0O
PatrimBia de or
Rua,do Padre Flonaoo.
Rna da Cadala do Recite.
Sobrado de um andar o. 63 2:0015000
Ra do Vigario.
Prlmeiro andar do sobrado o. 27 1814000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 104......1804000
Casa terrea o. 99.......236401 x.'
dem a. 94.........1014000
uio ?. 6 ao Forno da Cal. 1504001
As arremataras sero feitas pelo tempo de ou
a tres aooos, deveodo os licitantes virara acum-
paubadas de seas fiadores oa munidos dt, cartas
destes.
Secretarla da Santa Cisa da Misericordia de
Ktfe 1-3 de Janeiro de 1867.
0 escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza 1
da sabida
do Forte do
Para o Rio tirando duAol
Segne evm brevidade o biteue bra^leiro
przo, capilo Jos Rodrigues de Almnd?,
alguma carga a frete : a lrai*r no
Amorim.Irmos roa a Cruz n. i.
Sm--
receM
escriptorio de

Para Lisboa
Vai sabir em pooers dis a barca portngaaea
JTta Jfinonfifl, por ter graod parte da sna car-
ga prempta, Pr* restante e passageiros Iraia-n
com Oliveira Fubns & C, largo do Corno Santo a.
19 oa com o capilo na^praca do commercio.
Porto
Para o referido porto pretende sabir eem pos.
tlvfll brevidade o patacho purtugntz Gmiibaldi, re-
cebe carga a frete : a tratar com David Perreira
Bailar, ra do Bram u. 66, ou bordo com o ca-
pillo.

.
P*


*

,

!
i r 4
V .- '

i .'
%
/
ILEGVEL



B^B^W^H

IflIlSS.
LEILOA
portagoez Joaqun* Francisco da Silva Coelao.
IIOJE
Hl2Tnie Mif'i'snar** ,e" V* tor.saco do
m'i,^n.iB, de P->HI. do. obj*cto cima
menciona*, na travesa do arsenal de
"." I horas da maoba.
guerra
LEILAO
Mo %u mo'equesde fl a 13 anuos
ni0 *c8B?M,rUls ,ri*' ieilao Pr despactto do
lina. 6r. Dr. juiz espacial do eommercio de doos
molfqies seDJo om os qaaes sera? Tendidos pelo ruaior preco
O Jetiio lera' loigar na iravessa do arsenal de
guerra o... as 11 horas da maobaa.
Salsaparrilha de Ayer.
Chamamos de dovo a attenco do publi-
co sensato dar este remedio inevitavel, co-
nhecido por toda parte pelo nome do' ex-
tracto competi da salsaparrilha do Dr.
Ayer; este nome foi-Ibe dado, nao por ser
a salsa seu iogrediente principal, mas or-
qoe este nome geralmente cohhecido e d
urna idea clara do medicamento e os seus
usos.
A nh da salsaparrilha dos tpicos co-
nhecida como uio dos melares alterantes
qne possoimos, porem os mdicos ledos sa-
ben qne ha o o tros t3o bons como ella, e
que em combinacao com a salsa so rruito
mais efficazes do qtw qualquer droga pode
ser por si s ; portanto, este compesto de
dade e constancia, observando escropulosa-
mente as direccoes que acompanbam cada
frasco em portoguez, e ao mesmo lempo
deve-se evitar excessos di odas as quali-
dades. O.
Carece tambem especial a t tenca o o
Peitoral de ce reja
Do Dr. Ayer
para cura radical e evita de todas as mo-
lestias do peito e garganta, to-ss*, conti
paeoas, bronchiles, asthoja, deQuxos, roa
quido, coqeulacue angina e dipheria.
A grande fama que tem grangeado este
remedio devida s admiraveis curas da ti-
iea pulmonar, moiesia esta tao penosa e
fatal em soas coasequeocris* qoe aqoeMei
LfrJA
RfiLOJOfilRO
Do casco, apparelno <. salvados do earreamr-nio da
oarca poriogiwa Parary incendiada oeste pono
no da 20 do eorr*ui*.
Sabbado, 2 da correle.
O agenta Postar competentemente autorisado
lara leilo_ a renoerimento de Aojtasto Borges Ca-
bral, esp tao da barca pcrfognsri Pmrorg, pjr Jes-
pacbo do Iilm. Sr. coo-ol de Portagal, em presenta
de un empregado da alfantoga e por eoota e risco
de quera perlencer, dos objectos siguite; :
O casco e parle do apparelho da dita barca no
estado em que se acha msrgulhada no fondo do
ancoradonro Jnoto ao caes da Liogoeta, com Indo
quaoto po3sa etisiir a seu bordo.
Diversos volumus pnrtancenles ao carregamento
da referida barca, qo forara salvados por occasiio
do slnlstro e S" acham artoalmente depositados no
trapicbe do Pelounoho, eonstaolo do segutnte
Pipas, meias pipas e barra de 3 e 3 com niel,
barricas e saceos com assucar, meiosde sola, pipas
com agurdente e mais objectos qoe conslaro do
inventario que sera* patente no acto do leilo.
Em seguida venderse-ta o veame, msame,
cordosgero, vergas e nuls pos, amarras, ancora?,
cabrestante, gali;nheiro?, lancha, bote e mais ob-
jectos perlenceotes a* mencionada barca qne se
acham recolhidos no trapicho do Caoba.
O leilo principiara' as 10 horas da maobaa, m
frenlo ao tedibcis da Associacao Gommerciai para a sobre O salgue e as ecrecoes mrifi
venda do casco da barca, em seguida os objectos ns P ntmulnAn n r.nn pDr'ncana,
da carga no trapiche do Peloorinbo, analmente o? S f exPulsand? venen* hvrando-OS da
accao viciada inspira-lhes novo vigor e no-
vas torcas.
salsa, labaca. stilliegia, madrag ira, etc., 'que sao atacados dos"primt;ir#9 sympiomas
possue muito mais poder sobre as enfermi- deven) ser tratados o mais cedo possivel,
dades do que qoalquer dessas drogas so. |e prioieiro remedio que se applica deve
E' precizo notar que nao urna prepo- ser efficaz, pois nao ha tempo de faier *-
racao secreta, pois a formula de sua prepa- perieteia. As pessoas atacadas da tisica,
rac3o tem sido publicada muitas vezes e(geralmeotefazam pooco taso de seu mal,
submettida s juntas de hygiene publioa, at que seja tarde para cural-o ; oesta,'
mostrando exactamente as drogas qne 6n [mais do que m qejequer outr'outr
tram na sua composico e o se-j modus fa ; c usa, tem sua origem o predominio exten-
ciendi. A grande vantagem de remedios' so e fatal de urna molestia que mostra os
desta qaalidade faeilmente percebida; o seus estragos com innmeros e assombrosos
medico sabe exactamente o que est recei- casos na estaUstica d* mortaodade. Por-
tando e os resoltados que se devem espe- tasto o dever de todos proenrar o alivio
rar, e o doente sae o que est tomando, o malscerto e mais prompto que poden en-J
que nao acontece com a maior parte dos es- contrar para a cura de qulquer symptoma
pecicos que por ahi se apregoam; no em- oa principio desta terrivel molestia; bem
prego de prepararles medicinaes como as1 como todos os males qoe podem conduzir
que o doutor confecciona, evita-se ata sem "
numero de males que resultam do oso de
remedios secretos que tem quasi sempre
por base alguma droga perigosa, cemo sej?
mercurio, arsnico, etc.
O extracto comporto de salsaparrilha do
Dr. Ayer especialmente efficaz o cura das
molestias que tem sua origem na escrfula,
na iofeecao syphiliiica em todas s suas or-
mas, ulceras, chagas, mal do fijado, dar-
thros, empingens, sarna, comiclies, tumo-
res, rheumatismo, pstulas, e toda qua.i-
dade de erupces, etc., e em qualquer im-
pureza do sangoe, pois opera directamente
Vctor Grandin
M. 40 Raadaradeiado Hecife N,40
O proprielarlo desie ealabeleci-
SfffM, ment, premiado cora a medalha
BL da expnsieao universal e Pari
no aono de 1855, tem ex*0!lo a
venda > m ua loja, un grand.
soitimenio de r.-logios pan algi-
beira como sejim : de ouro e
?shl\\? mlhores .n"f S 0,sso orisontaes. Tambero tem
CimTdrmf .Tf*0Hm rwi tmbirmGea e pm
todisaSniiA4n,?mo MMeria relogios de!
kan ronr?r?i l "'antea, ass.ro como tara
om roncera Cbrooommrna rto .i.ik.i__________
mos : receba
pompUn
Fcd^gosa d> Pemamlmeo I A
A pfanu, conbecida entre nds sob a de- /*
SABSA PARBILHA
sempre por tolos os vapores, om
sortimeoto o* crranle* e r.nceW
tpl h ? ''> diversos ebjtcios de biion
terladosma, bonitos e moderno*agosta,. J
Precisa-se do nma"
bem, e i
loguera
-maquelave e encame
T"e wi ba servir mes, preferrirdo se por-
qo-ir, mtyfr Dfl,tes ea dirlia-sa
ro NTeita do los*i D. 1 i, hotel.
bradoAl**'$e '"^ D' 27 *'rQ* Velha no
so-
Scgr.. e Am.\ da Oird/
.fl' ?r"e,, *~* convtdaios lodos os Ira.-, da
rirl^* ^t?*0 *Amor *a Ordam a eompare-
'TJ '* bf m61 "nooro na casa de suas
'? "I e lralrse mesma sociedade.
~>J'A.2?>7^^m^.
nonaC3o difideg^, e o"l'd"jier Iweio^So' Zr'Z\u *'"
e pro incias-do sal deste itoer Deia de l rel0' Pr ,sso P^e *er e re-
orista de gallo, o taridnuTutit&imum I CW?d* p0r ttedcos consceDcoso8, que nao
outtartdium elonoatum de Scbum, eoA-'P0*m receitar remedios, coja composico
ttotropium curoisadtum de iMart., iwteoce I descembecida.
a familia das boragioeas.
O fedegoso coniiderado, na therapeoti-
ca pernambocana, como orna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
miras, e e applicado interna e exlernamen-
le. como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou ceqne-
lucne tosses recente? e amigas, soffocac&es,
cntarrhos polmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffnmentos das vias respirato-
rias ; sendo nm excellente unitivo para
aquel es qne padecem de phtiica pulmoaar.
Mia efficacia contra o ttano ou espasmo
mcontestavel, e nioguem ha que a deseo-
o beca.
ftao ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcande-nos por ser utl humanida-
de soffredoTa, preparamos o qoe abaixo indi-
camos, ppndo a disposic5o dos distinctos me
tocos, e dos doentes desta e das ontras pro-
vincias deste imperio
que sio:
nossas prepararles.
, depols da au-
diencia do Dr. jnit de ausentes e orphaos. vio a
K2Sri,",'|lceBle i0 a,ad0 AQ,onitf
objeetos do navio no trapiche do Gunha.
AVISOS DIVERSOS.
CURSO NOTRNO
DE
L1NGUA FRANCESA
para as pessoas do commercio,
jam fallar e escrever eMa lingua
FEITO pon
ilos Soarrs ae AzTcdo
das 8 as 9 hars da noite
Dirigir-se ra Bella n. 37.
O barao de Gaararanes e seas irmaos convidara
aos seos amigos, parent-'s e roai pessoas de sua*
relacoes para as-islirem ao ontrro do seu presado
ir roso, o eon?elheiro Antonio Coelho de Sa' e Albu-
qoerque, que lera' loRar boje as 8 horas da ma-
nbaa uo cemilerio publico.
As pessoas qne qoiierm fazer a carilade de
acompanhar os res! s mortaeg do Onado, deposita-
dos a bordo do vapor Paran, devero schar se no
arsenal de marinh boje s 6 horas da raanhaa, eu
s 7 horas na rampa da fuudico do Siarr em
Santo Amaro.
SALSAPARRILHA DE AYER
, sem duvida, o mais poderoso renovador
do sanguo, conbecida a medicina, pois o
nico remedio de que se tem tirado vanta-
gens permanentes no tratamento da syphilis
e escrfula.
De todas as molestias que affligem o ho-
que dese-'mem, lalvez n5o naja urna que infunda tan-
to terror, nem nma que seja to inexoravd
' e horrorosa nos seus estragos como a sy-
pliilis, mal syphilitico ou mal venreo.
E' piovavel que esta molestia tenha exis-
tido desde os tempos mais remotos da his-
toria, entre os jdeu?, gregos e romanos,
porem alguns aotores pensam qne foi in-
troduzida Da Europa da America depois de
Coiombo; porem ha provas positivas do
contrario.
Segundo Valenus, a calvicie e as ulceras
na cara de Tiberius, de que falla Tcito, fo-
ram causadas pela syphilis. Ha prova po-
sitiva pue existi 80annos pelo menos an-
tes de Coiombo.
G. de Salicito diz que existi em Mllo
em 1209.
a ella, como tosses. resfriados, defluxos,
dor de garganta e de bronchiles; qualquer
rouqaidao deve ser tratada inmediatamente.
A experiencia mostra que o peiioral de
cereja do Dr. Ayer cora todos estes padeci-
mentos quasi sem excepcSo, e raro o lu-
gar, nos paizes onde conbecido, qoe nao
tenha numerosos exemplos de curas reitars-
por elle.
As preparares do Dr. Ayer sao prepara-
das com especial atteocio au clima dos tro-
picos, e tem modifleacoes importantes sobre 'd*7'*,ie"vl>,''os d*C)'u Vaieme, Bsmardo Jos
as que sao feitas para outros paizes. I Cosu!dienta SS-nSii !f i*i W* n"? da
Portanto deveJe nolar com'muito ^-^ ^^^^^^Z^
aos, para que na.i baja engao, que os re- _!.?. s' a8radecetn cordaimente
medios do Dr. Ayer, preparados para
o Brasil, trazem rotulo e direccSo
. a todos os
seu^ amigos e prenles e cara pebsaas que assistl-
ram ao lunera I feit, n igreja do C*rroo por sua
mi presada esposa, nnra. firia, eniiada e irma n Se-
nucosr na l.ngua portugueza. Portanto raona da s.ia R-g0 Valen" Sim,i Sa si
convem notar com muito cuidado que o ro-
tulo ou envoltorio de cad frasco traz na
frute o nome do remedio e descripc^o do
seu uso na lingua portugueza Na.
Deve-se recusar todo e qualquer frasco:
que for offerecido com rotulo em in-rlez e'm7',:,,'"*?, "n 0!n ""S?" pm casa de fa
A JUBUBEBi
em extracto alcootieo, emplas-
tro, ole, tintura, plalas, xa-
rope e vinho.
A JUR3EBA urna das substancias me-
dicamentosas que perlencem ao reino vegetal
e entram na classe dos tnicos e desobstru-
entes, sendo empregada com vantagem con-
tra asfebres intermitentes acompanbadas de
engorgitamento de figado e baco.
Ella tem sido aplicada eofl incontestavel
proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a tn&nstruac3o difficil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
Fugio rfo engerrhu fjmbnrr.l na fregueaia da
Eseada, o mu tato Sevennn, idade 00 taoos peuco
mais oo menos, alio, secco, lendo um dos olbo*
qoasi lenntilisado, de pr.-SDroir que rsleja em
omads*perni# nwis grossa d>> qiM a onira no
lele de nm ferro qu se t tempo e que coro eMe fugo. Estere sosenle por
mullos anuos na comarca do Lirooelro oiwe pas-
sava por forro e tfe soppor qne par la'se Mves^e
relindo. Pede-** loe, as oiori*ades do lorar
qa o faca aprehender aviwndo so mo seobor
Jos Pereira P. Arauj no mesmo earenho ou so
Hecire < raras* deseo- correspondHBe ia roa d*
Crnz e. Si Brono Alves B. da SUva.
3 ffi S 8 S
5" S o o o- o> 2. j5' 2;
BtJoS Bi<* ?> a
& S cr.a _ a
3
o,B2 5 a2^fl
a
en
ailur'
- 2 s s
* o g
I-bO = c
pa*!!0
5'0_ 5 os
Precisa-se de um mol>-q
que nao teoha impresso em um dogladoe :a,Da d Crpsp n"3' l0|a-
do rotulo o nome do agente geral para o 'd-se .KVews"MiaSdoJ8"0 '
Velba n. 8l.
. O ARROBE VEGETAL
E muito superior aos xaropes de CUISI-'
NIER, e de LARROY. De faciidigestao a-|
gradavel ao paladar e ao olpbato, elle cura
do correa m.r,".Y* smTSpiTsJfcemV."^! r2d,caI,raenfe, sem mercurio, todas as arTec-
soas o obs,qnio de assisnr as roissas qun toem de!*?68 a Pelle' "Dplgens, alpo^cas tumores,
ser Ollas na mesma igreja. no
passamento, qalnta-feira 87 s G
lias rebeldes
potassia
Q
OJ

rsifiB-
"*3a cr- JT -^
D 2 B 9
h3 8 I o B a~*
S 2 S
S ? 5* **
* 8 2- s B" *
>
S
B

_ o a
2
o<5
D S rm n
Sf S P a
nssas qiiH toem de ^Y"0 ua Vcnc> ""pigcns, aipo^cas tumores,
stimo dia do seu i ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
i/J horas da ma- corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
ao mercurio e ao iodurelo e
imperio do Brasil.
Uoico deposito ra Direita n,
Vende-se na botica franceza de P. Maurer
& C ra Nova n. 25.
15.
Precisa-se arrendar um sitio c.;ro proporcSe
para grandes nlanlacoes, se apradar ao t>retond e nao se dolida dar algum diaJvslro a vista : a
ratar na rna de S. Gocgalo n. 36.
para"
Empigens e dartros
TOME A
aoraitif/fa (/e J^6
a traiar na ra
Pos vermfugos para loinbrigas.
Preparaco a mais seora para a expulsa om-
i pleta das Urohrigas e outros vermes, sera acarre
i lar os inconvenientes que se tem dado com ouiras
jaiiegio (le gaola Genoveva preparares Sao de grande aecc vermiciva
Aatonio Marques lo Amorim leot a honra de a8r''dav',,s ao Pandar e oropativeis com tod s as
o.
o
O
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3 *"=>
9 m a ^
o a t0 cr
CL2 R m
as a Z.
Wn -
s- as ^-gr
v> o; as,
; *
avisar ao publico que do da 2 d marco em
e earao a be i tas as matricolas das aulas do rol-
IT^VT16 > o* Hjspieio
(casa n. a, sob o Ululo de Santa Genoveva pa
, educagao primaria n secundaria do sex, rnas.-n-
!imo, desde j. (ffereie dito estab.I-cimento as
pessoas que o ju'iarem dlDo de soa conflaoca.
Diaheiro perdido
O abaixo asonado
Jahosto al o aterro
perdea do Santo Amiro de
dos Afogadus, urna carteir
coDi-ndoemdinhein 2 4005800 as notas s culn-
15 de 1U0, icciusive om re;ago de generos'e vm
carta ; a dita earteira nao t-m ijvro :
que achoa quereodo rostitui-la nde
Rosario largo d. Sd que ser
sado.
____Hemelerio Anrellano Ferreira Carvalho.
Dase o a C:033 a premio deTpor cento~ao
me?, so^re hypatheca em aijium predio drt muito
tmior valor : a pessoa qoe assim eonvier o n^oo-
co sirva-sa annunciar sua morada e hora para sir
procurada.
8
a pessoa
em a ruado
bem recompen-
D. Josepha de Mello Mar'nbo de Souza,
agradece asp ssnas que se dignaram aeom-
panhar ao cemiterio publico os restos mor-
taes de seu presado esposs Luiz Jos Rodri-
gues de Souza, e convila a todos os paren-
tes e amigos seus e do finado para assisti-
rem ao memento e as missas que por sua
alma se celebrado no sahbado 29 do cor-
rale rja igreja da Ordem Terceira de Nossa
Setihora do Carmo, pelas 8 horas da ma-
aba.
BBEi
Precisa-so de urna que tenha boa candada para
o servico do dus pessoas : na ra das Aguas Ver-
oes n. 70, 2o andar.
Aula de mstruccjio prima-
ria e secundaria
Gl5ri'n.b34.ta deid9 dU 3 d corrento a'roa da
Amague leitt). ~~
Prscisa-sa de ana ama que tenba bora leite e
sejai sadia : na ra da Imperalrii n. 48 oo Si, loja
de azendas. '
Petrus de Argelato falla della na Rolonha
em 1470, e Hypocrates e Gleso pem fura
de duvida sua antiguidade ; porem certo
que boje existe em todo o mundo, e qne
mais de um terco do genero humano soffre
della.
E' impossivel achar outra molestia que
de tal maneira atfecte toda a economa e
que J-pj-areca seb tantas formas, e ataque
o bomem de tantas maoeiras diversas.
A syphis primaria nuito conbecida,
porem a secundaria ou constitucional toma
formas differentes que o primeiro sympto-
ma deve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os symptomas premonitorios mais com-
muns sao: languidez, abatimento moral e
pbysico, falta de appetite, insomnia, olhos
pesados, dores rheumaticas, particularmen-
te de noute, pallidez, tooteiras de caheca,
magreza, dores nocturnas e s vezes peque-
as erupgoes com febre ; depois vem os
verdadeiros, irrilacao na garganta acompa-
nhada de leve febre, dores as juntas,
queda d"s cabellos erupgoes, darthros, tu-
mores nos ossos, ulceras, maocbas na pelle,
dores de cabeca (as dores syphiliticas sao
menos fortes durante o dia, geralmente co-
mecam a augmentar ao por do sol), surdez,
tumores malignos, zuido nos ouvidos.
As erupgoes syphiliticas sao de muitas
especies, como erupces escamosas, erup-
goes ulcerosas, erupgoes pustalosas e erap-
g5o na pelle da cabega fazendo cahir os
cabellos.
Quando a syphilis faca a membrana mu-
cosa do nariz e da garganta re'quer atteogSo
inmediata, pois os estragos sao rpidos e
irreparaveis jcomega i ochando e inflamman-
do as partes, seguindo-so a ulcerago que
s vezes estende se at os ossos do nariz e
larynge; ento se pe de a voz; causa tos-
se, causa a formacSo de tubrculos e fez
estragos illimitaveis em todas as parles do
corpo. Se todas comprebendessem beof o
alcance deste terrivel flagello, ninguem te-
na um momento de secego emquanto o
mal nao fosse estirpado do systema.
Offerecemos boje um abrigo seijuro o
urna cura ecz de toda a qualidade de mo-
lestia syphiliiica na
Salsaparrila do Dr. Ayer.
Para assegurar urna cura permanente es-
te remedio deve ser tomado com regulari
Vyei.
U-?
-Jmmmmmm
u ur. u. A. haposo aa L^iara (medi-
coji ten aberto o seu escripiorio na ra da
33 Ladea d. 35! andar, ende poda ser
gg. procurado das 9 horas da m*nha a's 3
jS5 da tarde.
mkm

tencao
Oabsixoassignada pedo aos seos amigos e aos
do fallecido s:\i lio J>aquira Francisco d.. Silva
Coelbo. para assisttrem a missa do 7 dia quinta,
reir 27 ao correte na igreja do Espiriio Saoto-
pelas 6 horas da maoha.
ni^m Al1'iii"!''_J1,3"1''*"" da 5"iva Coelho.
Aluga-se oo compra se agra.;and.i ura
toe de 12 a 14 nones : nuem tiver iliria.sa
orna casa na Caponga, que tenha do Trapiche n. 3, 1- andar! J
commod.s para grande familia : a tratar > na roa ----- ____ .______________
D- 15- O Dr. Jo'qaim AmSo^de Sena "(medico
idades e compleigoes, variando smente
lidade.
na quau
Precisa-3e de
mole-
a ra
e bo'
tratar
Precisa-se de nm criado boro copeiro
lieiro, preferiodo-se que seja estrr.rjgeiro, a
na ra dos Torres n. 12, andar.
j O t)r. A. S, Pereira do Carmo (mediC'j) _
^J est morando no sobraden. 12 da ra da i^
Imperstriz.
m m mmmmm wmm mi
Antonio da Silva Meilo, dori>nte tina ausen-
cia deixa plenos poderes a seu irro^ Duarte Bor-
ges da Silva, para Irstar de todos os seus negocios,
e na falta diste aos Srs. Manotl Jos Oliveira Mello
e Jos Duarte da Silva.
Recife, 13 de fevereiro de 1868.
Offerece se urna mulher para ser ama para
cosinhar c-m casa de familia, e respocsabils.-:-.e
Pela cendneta : a tratar na rea da Matriz da Boa-
Vista n. 27.
side a roa VeUia n. i7, onde pode
|PAR.\
ser
re-
procurado.
Molestias syphiliticas
tove a
yet.
Ama
Precisa-se alocar orna ama forra on escrava
que compre cosiobe e eneomme para casa de pou-
ca familia; a' rna de S. Francisco ?. 54.
PEUIIIO
Ao actual jan da confrarla de Santa Rita de
Cassia, pedimos era nome da mesma Santa, que
d posse a mesa eleita no anno psssado, visto de
lazer-se nova el6eo em maio vindooro, lembrn-
do a Vmc. que assim flea nma mesa eleita sem pos-
-e somente devido ao seu arbitrio. Se o pretexlo
as contas, arranje isso como puder e nao se im-
pone com o logro que levou o nesso canello de
quairo mezes de ordenado; um recibo ai hc subs-
litue osaa falta.
Pa.se quinto anles a direccSo a nova mesa e co-
nhega ao menos o quanio prejudicial a oa con-
tinuara.) e deixe que a imagern Ihe perde os seus
bons serviQus e nos Ihe diremos:a trra Ihe sej
levepuis o que la: podemos dtsejar na bora
extrema.
Pedimos anda qne nao encaiaore o irraao the-
soureiro interino, como succedeu com o effectlvo
sobre certas assigoaturas no livro d......eol-'n-
de?Seass'm succeder estamos dispostos a nma
cena consa que o jaiz de capellas abismara'; isso
promeitem os
Meninos mesarlo'.
Advocada,
O bacharel Eroesio Adolpho de Vafeonceiioa
Chaves tem escritorio na casa de sua resideucia
a rna do imperad jr n. 50, 1 andar.
Na ra do Imp"erador1rj7l5,"
defronte de S. Francisco, vende-se o seguin-
te: folhinhas de porta e do algibeira, carti-
Ibas, carias de a b c, laboadas, catbeeismos,
biblias da infancia, manuscriptos, Siraao de
Nanlca, pautas, procuragijes bastantes, ro-
tlos e etiquetas para botica, bilhetes para
caixas de cb, de charutos, licores, vinhos
e etc., ludo prego mdico.
XAROPE E SALSA PARR1LHA DO PARA.
ou,
DEPURATIVO 1> S.IOCE
USADOS AS MOLESTIAS DE PELLI!, IMPIGENS,
DORES HHF.MATICAS EULCERAS VENREAS
PILVLAS A2VTI PEKIOUICAS
Conlra asfebres intermilcnles, ou seioes
n JLmWA ID'i IBWHJNNI
O MULNGU* tem aegao directa sobre os
centres nervosos, e por islo faz dormir sem
determinar adluencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples quedelle
se extrahern, pelo que o somno tranquillo
e reparador, olma a tosse as bronchiles,
e modera os accessos de asthma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaqun d'Incida Pinto.
PHARMACETI.O EM PRNaMBTJCO,
Ba larga do Kosarie N. JO
Junio ao quartehle p Icia.
Os melIwres mdicos do
vaiz receitam a salsa parn-
Iha do Dr. Ayer para toda a
qualidade re molestia que
veem de impurezas no san-
gue,
Medalha de ODRO, premio de 16,600 fr.
GtUINA
ELIXIR FEBfilFUGO B F0RT1F1CANTB
SCPEBiOR iOS VI.1U0S I IAB8PIS DI QDIRA
Experimont.ida com pleno sucoesso nos hospitaes,
a quina Laroche (ou extracta complet* de
liilnii) urna preparar. excepcional, por ser
privada do amargo da quina. Agrada por conseguintc
as pessoas as mais intolerantes e aos paiadares os
mais delicados, pois ncm i muilo doce ncm muito
fiscosa, ssndodeuma limpidez constante. Emprega-
se com muito proveito nos casos de cutralgin,
'i<-i>.pchi, neiralgla, anemia, fnstln *eu>
raima apparente, eanvalc^rcnrox demora-
da e clilorosr. E o especifico das molestias febris.
DUINA LAROCHE FERRUGINOSA
Reunindo todas as propriedades do ferro c da quina.
EM PAR1Z, ^35"* ,
18. ru Drouot. <-^'aj
_A_VI80 AOS SRS. MDICOS.
i Cara ca'.arrho$, uttm
coqueiuclKi, irritafim
r.ervoiai tai doi brtn-
chiot e todas as doenfstt
I do pcilo; basta ao doenta
"n h(!f" dee xlrPe O' Fobcet.
|fi!iiop du
E>-:
Precisa se de urna ama de leiTe
gnaa n. 2i, na ra Aq
Precia-se ta urna cruda porlugueiu para
engomnisr e coser : a tratar na ra da Aurora
n. 40.
O Tribuno
Contioaa e?ta pablieacao, aperando agora fa
te-lo com regniaridade.
A inopreosa poliilea em nosso pal?; eweee de
ser apoiada ; e pjrtanto p.Qo o concurso de todjs
os verdadeiros amibos as librdades poblicas.
Os n?. 1, 2, 3 e 4 esto a vna a ra dj Rosa-
rio estni'a u. 12, lypographia Cominerclal, e a
rna dj Rangel-n. 2, loja de tharolos.
Aluga-se urna escrava de excellente conduc-
ta qu* faz os serig is de urna casa de familia ox-
lerno e iatarno : n ra da matriz da Boa-vista n.
86, Io andar.
lllil
Grande atmazem de tin
tas medicamentos etc.
Raa do aperador n, 22.
Productos chimicos e pharma-
mrtis empregados
om
Precisa-se alocar nma ama forra on captiva
que compre, cosiohe eengcmme para casa de urna
t pessoa : na ra da Cruz n. 13, primeiro aodar.
Precisa-se de ama araa furra
on esorava, qne
saiba cozohar para casa de pouca familia : a tra-
tar na ra da Cruz n. 63, armazem ou segundo
andar.
S ceticos os
Hjg medicina.
SI Tintas para todo o genero de pin-
Wk tnra e para tinturaria.
gg$ Productos industriaes e tintas
i; ;; para flores, como botoes de flores
sgg e modelos em gesso para imitar
l fmetas e passaros com o compe-
^ tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
0 para photographia, tinturara, pin-
gg tora, pyrotecnia etc.
rgs Montado em grande escala e sup-
| prido directamente de Paris, Lon-
* dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
i pode offerecer productos de plena
31 confianga e satisfazjr qualqner en-
g eommenda a grosso trato e a rta-
la lho e por prego commodo.
flr. CUBU em Prix. rea VlTleaa*, M.
BifMm PECIAL
B4S EWtaMlliJDAS DES SKXUAES, AS AFFtS
1^. F. A 7TEHAC0ES DO SANGU3.
J 30,000 curasdai, imvinania,
- 3.3 Pu">.',at htifts. lanta.
. comunal, cri-noiiia, J-
. Hk n ,er"^>'iosa*doianj\M
_aei^a*^aBStAsfm vtr.u, e allerafou 4o sa
fue Uarope vegetal ss-n mercurio). e>arat*;.--
veseti-.e- a*io ixi;*** tooio-se d-
por semana, .seguindo o tian'.snieuio Dtuuraliva '
emprendo as mesmas molcslias.
3^H Estc Xa.-opCitri;
^8 'l0 ^'AflLH. ura iuM8
lamen:cqual(;usr*):ir? "ir,
- rtaxacao, e debilidad, i
a iguimcina os fluxot t orm
'ancflj das uiulhercs. Esta injeccsobnicni
Breja-se toa o Iaropo de Curado !: Ferro.
nca.rrtiie,, P^Kadi que- aa cura oa tr*a dia
POMADA ANTIHERPS7K
Ontra: as c//iecoc cutama
:a
eov/dmm.
Pl^JLAS VEGSTACIS DEP'JflATIVAt
* b' ***&, cada f.-o val Mfiuaakae ttftW
nwair,.
Azevedo Irmao
ua do Queimadon.%%
VENDEN
Telhado? de ferro galvanitados.
Caonos de rhumbo di t>das as grodaras.
Bacas estanhadss de todos os tamanhos.
Thesouras para encre.-par bubdos de todas a?
grossuras.
Salitre refinado do Londres.
Bren e enxofre.
Zineo em foMia.
Moinbos para refloagao de lodos os timanhos.
MARTIMO'
E
CONTRA FUGO
A companhia Indemmsadora, estabelecida
prafa, toma seguros marilirxos sobre
navios e seus carregamentcs e contra fogo
em edificios, mercaduras e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
nesta
O SR. SCHLOSSER
CHEROPEDISTA
DA CASA UI.*EBrL BO BRASIL,
pode ser consultado por pouco tempo em
Pernambuco, no hotel
do
UNIVERSO
Trapiche. Recife
SALO NUMERO l.
CALLO!!
Sao produzjdos por varias causas: ,, ,; T
i." Pela compressio exercida por um calcado estreito e principalmente por um curio.
3 QSo^meias rto\l? aioimXm?mSif?' Sl ^ SK^ de nm Ca,Cad mx[0 *rande' circomstancia em que joga-se maito com os ps.
8 vmwM tuo s"u'm recorrem a urna nava^&a de barba ou tbesoura corlam superficialmente o callo, ou empregam cidos
p, POREM QAES OS RESULTADOS ?
f_elo simples tacto de corlar-se a excrescencia toma maiores proporcSes, torna
" ou emplastados. Os cidos, por outra parte prod'uzem i
por muito tempo ; este fado, porm, n5o autorisa a idea 4u
descreo ^der, sohrerir, e S s^SSTu S5^&Z^^ UaZ^T^^S de^S
n c o wi ^ara curar radicalmente um callo necessario extrahir-1 be a raz
O SB. SCHLOSSER
AUTOR
DE VARIAS OBRAS SOBRE AS ENFEf.AlirADES DCS TES,
pode ser consultado em Pernambuco no hotel
do
UNIVERSO
Trapicbe, Recife
SALAO NUMERO 2.

ILEGV


-.
c 188.

ILLUMINACAO
A GAZ.
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz na
Casas e estabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens:
1. Urna redacco consideravel nos precos dos canos, apparelhos e todos os mate-
rites precisos para a installacao desta lnz,
2. O gaz foroecido hoje de extrema pureza e n5o ofender a prata, o bronze
on outro metal differenle, assim coma nenbum damno poder causar s pinturas, qnadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qoe seja, tornando-se ao mesmo tempo to sau-
divel e mais econmico a ontra qualquer luz, j conhecida, anal, evitar tambem a obs-
trcelo dos canos e tubos dos apparelhos.
3.* Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem lmo e elegancia, como para
os que neoessttam simplicidade e economa.
4.* As pessoas qoe quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qoal se encarrega da collocao de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qaalquer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo .seu trabaIbo.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstruccao de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
Por causa de engrandecimento
I. 1ILOI
Fabricante de ornamentos e Igrejas
Previne ao respeitavel pnhlico qae madou o seu eslabelecimento, oatr'ora ra do Imperador n
23 para a roa da Imperatriz n. 3.
Precisando de algara tempo para os grandes trabalbas que esia' fazendo e lego qoe o sea novo
estabelecimento esteja eonvenieoiemente adornado annanciara' por mel da imprensa os [artigos de
sua fabrica nesta provincia, assim como os receuidos da soa fabrica em Pars.
GRANDE UQOIDACAO
EAZ
DE VENEZA
15 ra da Impera triz 15.
i

M. 8 i -Ra do Canng. 8 A
Os proprietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimeDto de joias de ouro ebegadas recentemente
da Eoropa, cojos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubins, esmeraldas e brilbantes, brincos da mesma forma, anneis
de phantasia, proches para retrato, etc., etc., botes de coral rosa para peito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilbantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cumbem de fazer concertos
Agostiuho Jos dos Santos $ &

l

COLLEGI
N. o
DE SANTO kUm
Recife, roa di Trapiche n. 5,
Fundado em o anno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de |f
Souza.
i
O director do eollegio de Santo Amaro, no intoito de montar sen estabelecimento e^s-5
convenientemente, acaba de farer acquislgao do excellente edificio em que achava-se lo- C5t
causada aSociedade Club do Recife,sita a* rna do Trapiche n. o, para ende mudoa jK&
sea eollegio. A educado e mstructfio baseada no novo systema especial de premios W/pj
e punigoes, sendo totalceme abolido o castigo manual. Contlnoa a receher romo at 5?j
aqui, alumnos pencioiiistas, mefos penciooistas e externos ; achaodo-se o estabelecimen- fj^jS
to preparado com todo o asseio e commodo?, e prvido de om escolbido pesseal de pro-
fassores, que leccionarao as seeoiot"s disciplinas :
Instroceao elementar Rethenca e potica. Eseriptnrago mercantil
Lirgua latina Ger>gra:ibia e historia Msica vocal e instrumental
|gfi9 Franceza Gpomflriaa D<>zeoho /
PgEJ Ingleza Philesophi Dansa {})
ME9 A abertura da an!a elemfntar tera' logar no da 7 de jannro e as derxais do dia (;j\\--
$5S "* ^ fevereiro em diante. A nspergao dos compartimentos do collegio e os estatutos (?}
jsgj d) mesmo, eslo a disposigSo dos interessados. Ootro sim, o director tem creado urna
Ms cadeira de dezonbo annexa a aula elementar, sem qoe por este importante e til melbo-
1993, ramelo exija maior indemnisuco.
O director empregara' todo o affinco e cnidado nao s, na parte relativa ac bom
trataroento e adlaoumento de seos alumnos, cemo tambem, ua boa ordem e regularida- S'"vi
de de sen esta be leciroento. &S
Attendendo s urgentissimas necessidades em que se acba o imperio da Santa
Cruz, de mandar Torcas para o sal, o Mouro de Veneza, patriota como acaba de offe-
recer-se como voluntario da patria, afim de nao passar pelo dissabor de ser arbitraria-
mente disignado para o servico da guerra, como esses guardas nacionaes rebeldes, e por
isso tendo elle de segnir brevemente para o Paraguay, approveita o ensejo de se despe-
dir dos seus numerosos amigos e freguezes, e ao mesmo tempo para Ibes ltmbrar que
esta a occasiSo mais favoravel de todas as pessoas surtirem suas dispensas, pois a mo-
dicidade dos precos dos gneros existentes no a'rmazem do Mouro de Veneza convida a
todos fazerem o mais briibante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Admirem todos os precos segointes, cheguem, vej5o e comprem, e depois con-
fessem que s urna rpida retirada, poderia ser a causa dos seguintes gneros serm
vendidos por estes precos, a saber:
A
Azeitonas d'Elvas em latas de 2 garrafas a 890 rs.
c
Chocolate de differentes marcas, e qualidades a 600, 800 e 1#. CO rs. a lata.
F


Frutas Portuguezas em latas de 1 libra a 500 rs.
Figos verdes lata a 500 rs.
Farinba de milbo.
Mi
Latas com pera, e pefegos de 2 libras a
Latas com p3o de l, a i#600 rs.
M
Manteiga Iugleza a 500, 800 e 1^000, dita de tempero, a 3i0 rs. a libra.
700 rs.
Senouras l=ta por 5^0 rs.
Sal refinado pote 200 rs.
s
T
Tijolo para limpar facas a 100 rs. cada ora,
Toucinbe nglez a 400 rs. a libra.
V
Vinagre branro 300 a garrafa e a 530 rs. o litro, e muitos cutres gneros, que
deixa o Mouro de Veneza de especificar por se tornar enfadonho, tendo o devido sor-
timento para salisfazer a seus freguezes; e asseverar que
Quer o pobre, quer o rico
Que em seu annazem entrar.
Nao deixar vez alguma
De comestiveis comprar?
?c-
m
m


ERNESTO & LEOPOLDO
A loja n. 2 D intitulada Goraco de Oaro na ra do Cabog, acha-se d'ora em diante offerecen-
do ao respeitavel publico, com especialldade as pessoas que taonram a moda, os objectos do ultimo gos-
to de Paris per menos 20 por ceato do que em oatra qualquer parle, garantmdo-se a qnadade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel publico, avaliando o dsejo que deve ter os proprietarios de nm novo estabelecimen-
to que quer progresso em sen negocio, deve ehegar immediatamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubios e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pele
diminuto preco de fOJ, brincos modernos de onro e coral para menina pelo preco de 35, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola, obra fle moderno gosto (o que encontrarlo no coracao de
ouro) voltas de ouro com a competente crislnna ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 12$,* brin-
cos de nm trabalbo perfeito por uro mdico prego, cassoletas, tranealins, puleeiras alcetes para re- Caximbjs de bonitos modelos',
tratos, e ontros modeles todo de alto gosto ; aneis preprios para botar cabello e Qrma, dito para casa-
mento. No artieo roseas tem o Corago de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butSes para ponbos com diamante, rubins e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja pelo gosto do derecho, brincos de forma da delicada mosrana de moga com pingente contendo
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ-
.EUA NOVA N, 7. V
Continua a ehegar de Pars i esleestabelecimen-
to bom sortimento de calcado escolbido dos melbo-
es fabricantes daquella grande praga, assim co-
mo grande variedade de qoinqullbirla e de no-
vos biioqcedos para crlaDcas, cojos artigos le
acham expostos a escolha e vontade dos compra-
dores, como sejam os que pausamos a mencionar
e outros muiles.
Botinas para senhoras
le setim branco, duraqne dito, pretas e de outras
iifferentes cores eofeiudas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
le muilas qu?.lidades bem sorlidas.
Briacos de oaro
i lei a ultima moda dos Campos Elizios e boule-
rards de Paris, para senboras e meninas.
jLnTas de pe I lea
lo verdadeiro fabricante Joovin, brancas, pretas e
ie outras differentes cores.
Leqnes
om escolbido ortimeolo de leqoes de diversos
gostos e qualidades.
Ultimo gosto
Ricos cbapeosiohos de gosto para senboras fei-
tos ao capricho de nma grande modista de Pars.
Perfumarla
Anos extractos, hachas, olos, pos de arror, agua
te cologne, agua Senda e saboneles.
Espellios
Je differentes tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toucadores.
Mascaras
ebegadas em grande quantidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, dminos, nariz com oca-
Ios e barbas.
Calxinhas de costura
ie novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pegas de mosica.
Delicado presente
bolombas e cestiBbas de seda e de velludo mnito
importantes para brago de meninas passeio.
Chapos de sol de seda
ie cres e muito bellos para senboras e meninas.
Bouqnets k exposico
leiieadcs booquets de flores de porcelaoa com lin-
ios jarres para mesas de salas e santuario!.)
Lunetas
ie ago, tarlaruga e [bfalo.
Oculos
le ago, bfalo e de prata dourada.
Ricas bengalas
le cacna verdadeira com castao primorosamente
trabalbados em marfim, compradas na exposigc.
Chicotes para passeioj
uuin finos de haleia e cabo de marfim.
Oleado para mesa
le roofto boa qualidade, novos e bellos padrSes: e
muito barato de nma pega para cima.
Para toilet
objectos de phantasia mnito bellos para toilet.
Ceques.
ebegados de novo a ultima moda.
Ricos albuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
:om lindas pholnprapbias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
Molduras douradas
le diversas larguras para qoadros.
Abat-jour
para cacdielros e lanteroas de piaoo.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 ou mais vistas escc-
Ibidas a' ventad, muito pittorescas.
Healjos
pequeos, de qcatro e seis pagas de musicc.
Aecordions
i concertinas, o que ba de melhor oeste genero.
Galotas de rame
le varios pr> c s e tamaohos para passariobc.
Botinas para homem
grande sortlcento bem_ escolhido em Paris.
Botinas para mentaos
le muitos modeles bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avelludados e d3 trs
Lisboa para hornees, seoboras e meninos.
Betas russianas
Perneiras e raeias peroeiras.
Manas de feltro bonitos padroes.
Chicotes fortes compridos.
Lavas de fio da Escossia.
Cartelriohas para dinbeiro.
Saceos de tapete p ra viagem.
Mal^s e belgas sortidas.
Ponieiras para charutos e cigarre.'
Cbaroteirase cigarreiras de palha.
?
esmeraldas, rubins, brilhantes, porcias, o gesto sublime, alcete para gravata no mesmo gosto, relo- Escovas nara dente"
trios nara ssntinr pro-xno/lo nj.. ^.^, *,., ... i.______i-I___ .u___a. i.."iu.. .. j. c.sluv*s para ciernes.
ios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilhantes de
unito gosto, erusinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhantes, anneis com letras, cagoletas de
?rystal e ouro descoberta para retrato (a icgleza) brincos de franja, ditos a imperatriz toda e qual-
quer jola, pa se cijliocar retratos e obras de cabello, e ontros muitos ebjectos que os pretendentes en
cectrarao no Corago de Ouro que se conserva cem teda a amabilidade aos concorrentes deixando-
a oe aqni menciccir pregos ce certos objectos perqu (desculpem a maneira detallar) dizendo-s os
preges talvez agoen faga mo jaizo da obra, por ser to diminuta qnantia a vista do seu valor.
Ka mesma lc;a compra-se, e troc2-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se concer-
tos, por trenos do q ie em ontra qcilquer parte, e do-se obras a amostra com penhor, conservando-se
o Coragao de Ouro a l.-erlo al as 8 horas da noiie.
Qualquer pesroa que se dirigir ao Coragao de Onro nao se peder'engaar com 3 casa, pois
ola se ua sos frente nm coragao pendurado pintado deamarello, alem de outro que se cota em nm
'otu;o (isto se adverle em consequencia de te.'trn ja'algumas pessoas engaado com ontra casa- |
Grvalas pretas e de cores.
Coreas para violo.
Bengalas para bomens e meninos.
Escovaspara cabello.
CONFEITABIA DOS ANANAZES.
16,Ra da Cruz-16.
Ha diariamente neste stabeleeimento nm sortimento de doces para cha.
de-l, bolos iDglezes, podios, pastis de differentes qualidades, fiambre etc.
Novas conservas e licores, agua de rosas e de flor
de laranja em garrafas
TRABALHOS DE ASSUGAR
' Assncar candi.
Frnctas seccas e crystalisadas.
* Ditas em calda.
r Patilhas de assncar de differentes quali-
dades.
Amendoas confltadas.
Papis finos com estalo para sortes.
Paes-
Bombons.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
Pastilhas de caf com leite.
Bombom fondant.
Pastilhas de rosa e limSo.
Ditas do Hortelaa pimenta.
Recebem-se encommendas de trabalhos proprios de pastelaria para grandes
jamares, bailes, baptisados e casamentes, bavends para isso enfeijes anlogos, bandejas
com bolirjhos tanto de armagSo como sem ellas, p5es-de-l e outros bollos differentes en-
feitados sendo o de cor feita,com assncar.
i do.no.desle e8iabelecimento tem resolvido sabsttuir cas bandejas as armares
de papelo e folba, por armacoes de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, serSo as eDcommendas bem acondicionadas.
Neste estabelecimento eompra-se pevide de me'ancia (mioloj.
HOTEL CENTRAL
RESTAURANT A LA CARTE
Entrada {eral ra larga do Rosario o. 37 e para familias roa
rstreita do Rosario n. 4 A.
Francisco Garrido & Hermano, proprietarios deste grande estabelecimento, tem feito toda o
pessivei para satisfacer a sua Ilustre concurrencia. Os bospedes acnaro toda eommodidade de gran-
des salas e asseiados quartos por pregos rasoaveis.
Ha sala para leitura de jornaes nacicrasse estrangeiros; na mesma sala ba um magnifico piano
para recreio.
Cmese a mesa redonda a la carte e manda-se domicilios.
Os vichos mais fios do mercado acharo se no estabelecimento.
A' nolte ba sorvete e refrescos, caf, cba' e chocolate a toda a hora e magnficos buhares dt
mogno para divertimento.
PARA^
rheumatismo
TOME A
O
fyer
Seguro contra fogo
Antonio Lulz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da compaobia Fidelidade, estabelecida oo Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predios e
mercaderas, em sen escriptorio roa da Cruz nu-
mero 57.
Msnoel Alves Ferreira A C, na roa da Moe-
da n. 5 seguodo andar, tem para vender mn'io so
perior vlobo verde de Basto em barrls de quinto,
C3iids com nma dosis de garrafas de vinbo do
Porto superior e barrisiobos com 500 sardinbas de
espinha-mnito superior.
Arrenda se nm peqoeno sitio com boa casa
de rooradla e cacimba de eicelleote agaa de be-
ber, mnito em conta, na Capunga rna da Venta-
ra : trata-se com o Dr. Anio na roa Velhi, de
manba at as 9 horas e de tarde das 3 em diao-
, on na mesma Capunga ra das Crionias o. 45,
a qualquer ora de da.
Este nova peridico de Lisboa,, orgao ante os
poderes publtcos de Portugal des tnteresses portu-
I guezes no Brasil, sabia no dia 30 de Janeiro, e
esperado aqui todos os dias pelo vapor da carreira
I de Liverpool, que devia segnir de Lisboa no dia
31 do mesmo mez.
Sao seus redactores principaes os tres ministros
de estado honorarios, os senbores:
Mendes Leal.
Antonio de Serpa.
Jos Silvestre Ribeiro.
Conta mais a redaegio os seBbores ;
D. G. Nogueira Soares, alto foncclonario do mi-
nisterio dos negocios estrangeiros de Prrtogal.
J. J. Rodrigues de Freltas, lente de escola poly-
techina do Porto, e redactor em ebefe do Commer-
co do Porto.
J se v a importancia qae o novo jornal ba de
vir a ter.
Convidamos a colonia portogneza a concorrer
com as suas assigoatnras para um peridico qoe
ba de honrar o nome portogaez.
Casta i j fortes por anno. Os portes sao por
conta da empreza.
Assigaa se na agencia da America roa do Cres
po o. I, lirraria do Sr. Jos N'ogaeira de Souza.
Pentes de marfim para tirar caspas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luras.
Tesoorfnbas delicadas para costara.
Caivetes finos com tesonrinba.
Meias de fio da Escossia para hornero.
Venezlanas traosparentes para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mu pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banba.
Taiberes fieos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbct< grapbias msaijeas.
Globos de papel para illuminagao no campo.
Castiobas de vimes para meninas de escola.
Coiziabas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gaz para caodieiros e candelabros.
Carrinbos de quatro rodas para conduzlr crianga
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bergos e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com machf-
nismo para meninos de 3 a 8 annos mont?.rem
Para retratos
calxilhos para colar-se retratos, os quaes sao mni-
to baratos de ama dozta para cima.
Attenco.
Nao sendo pos? i ve I mencionar-se aqui todas as
calidades de calgado, nem todos os artigos de
uinquilbarlas, e multo menos da gr.-.ntie varie-
dade de novos brinqaedos; pede-se ao publico om
psseio a este estabelecimento, certo de qoe en-
contrarlo bastante paciencia para bem escolberem
o qae desejarem comprar, e precos baratissimos
im virtade de baver em todos es'.es artigos grande
quantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo doao do dita estabelecimento, arma-
wm do vipor, rna Nova n. 7.
XvfrinteAU e encina!
PREPARADO POR
Lanman & Ktntp,
para pLthisica
e toda a qualida-
de de doencas
quer seja na gar-
ganta, peito ou
bofes.
Expressa-
menle escolbido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrahe o oleo
no Baoco da Ter-
ra Nova purifica-
do chimicalrnen-
te, e suas valua-
reis proprieda-
des conservadas
com todo o cui-
dado, em todo
o frasco se ga-
rante perfeita-
mente poro.
Este oleo tem
sido snbmettido
a um exame
muito severo, pelo chimico de mais talento,
do governo bespanbol em Cuba e foi pro-
nunciado por elle a comer
maior porrao de iodina
do qne ouro qualquer oleo, qoe elle tem
examinado.
iudiuo um poder salvador
em todo o ol o de figado de bacalho, e ca-
quelle no qual contm a maior porc5o d'es-
ta invaluavel propriedade o nico meio
para corar todas as doencas de
garpanta, peito, bofes, figado,
tbislca, bronchitea, asthrra
catharro, tosse, res-
friameDtos, etc.
Uns poucos frascos d carnes ao mnito
magro que seja, clarea a vista, e vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo conhe-
cido na medicina ou sciencia, d tanto nu-
trimento ao systema e encommodatido quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacSo tem sido des-
truida pelas afleccoes das
ESCOFULAS OU REUMATISMO
e todas aquellas cuja digesto se acba com-
pletamente desarranjada, devem tomar
0 oleo de fiyailn de bacalbo
DE
LANMAN dt KEMP-
Se que desejam ver-se livres e isemptas
de enfermidades.
Acba-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors Barbosa, de J. da G. Bravo & C,
P. Maurcr & C, M. A. BarDosa, Bartholo-
meu & C. e em todas as principaes iojas de
perfumaras e boticas.
Medicina domestica.
A medicina nao deve ter segredo. As
faculdades de medicina publicam immedia-
tamente todas as snas descobertas que po-
dem ser uteis ao bomeua, e a verdade que
quasi ludo que se tem descoberto de real
vlor para a cura das enfermidades humanas
perience directamente aos facultativos.
O Dr. Ayer seguio o exemplo honrado dos
seas ilustres predecessores, e patenteou ao
publico a sua grande descoberta para a cura
das molestias do peito e da garganta, e hojo
bem conhecidopeioral decereja.
Logo que teve a certeza da efficacia do
remedio, e quando vio desapparecer diante
d'elle, como por emquanio as tosses, bron-
cb'tes, inflmiagilo de garganta, rouquido
tosse ferina ou compriia, angina e todas as
molestias que ataeam os orgtos da respira-
go, bem o-mo casos obstinados de tubrcu-
los e pbtisica pulmonar, entendeu que o
segredo pertencia por direito ao povo.
Se o pevo exigisse a publicado das fr-
mulas de todos os remedios que se vende,
haveria muito menos charlatanismo, e o ni-
co monopolio que se podia estabelecer eotSo
seria aquelle da superioridade.
25-Rua do Livramento-25
Deposito de taraancos e calcados nacionaes da
fabrica da ra do Jardim n. 19 de Jos Vicenta
G 'dicho, tanto no deposito como oa fabrica sa
apromptam todas as porgues de calcados mais ba-
rato possivel ; esta fabrica-tem todas as machinas
proprhs para os calgados ja bem arredilados pelo
grande numero de freguezes que daqui se forne-
cem
Aycr's sarsaparitha cures
all kinrfs of eruphons, pim-
pla, blotches, bous, tumors,
ulcers, sores, ele
Msica
Lecciona-se porsolfejo e a tocar varios
instromeatos, dando-se as ligoes das S
horas da tarde as 9 da noi(e : a tratar na
rna Aognsta n. 30.
A quem precisar
Offerece-se urna Fe:soa habilitada para lecclonar
dentro ou fra desta cidade primeiras lettras, lin-
gua nacional, arithrceca al proporgoes, francez e
mnsica com applicag.lo a varios iostrameotos :
quem precisar pode diriiir-se a' rea da Cadeia do
Recife o. 29, qoe achara' com quem tratar._______
Urbain d'Angles, subdito francez, re-
tira-se para a Europa.
x.ioga-se a casa o. 71 d roa Velha : a tra-
tar oa ra do Cabuga o. 7, 1* aodar.
MU

Precisa-se de orna de boa conduca, para o ser-
vigo de duas pessoas : na ra d'Agcas Verdes n.
70, 2 andar._____________________.^_
Escravo
Na padarla da roa Direlta o. 8i, precisase ala-
gar ora escravo aloda qoe nSo enipoda do servica
Costa que alguem espera no prximo vapor
do sol a approvago de orna proposta para reall-
sar-se a permuta da easa sita na rna do Queimado
o. 2, esquina do pateo do Llvramento, perteoceo-
te a ordem de S. Beato ; mas certos do zelo e dedi-
cago do Exm. Sr. D. abbade aos ioteresses e en-
grandecimento da mesma ordem, confiamos nao
cenclaira' semelbanle transaegio, visto como exis-
ten) em seo poder outras de mnito maior vanta-
gem para a ordem e para o estado, eolre as quaes
ama de 4( :000000em apolices do governo, outra
de dous sobrados qoe reodem 3:000000 aonoaes,
e qualquer das deroais de superior valor a de qoe
sclicitou-se a approvago do ministro qoe tudo
ignora.
Um qoe sabe.
Trocara se
1u notas do banco do Brasil e das calas filiaes-
dom descont mnito rasoavel na praca da roda,
oeodeneia o. n.
J. Ferr rial e premiado as duas ultimas exposigdes de
I86d, contina a tirar refatos por todos os sys-
temas photograpbicos na soaaotiga cfllcioa a' roa
do Cabog n. 18, entrada pelo pateo da matriz
CartOes de visita
sem o menor retoque de lapis oo de nackin a 9
a dozia.
Grande sortimeotn de caixiohas, qoadros, cas-
soletas e alfioetes de ooro para retratos.
Cbama se a attengSo do publico para os retratos
expostes no sali de cortar cabellos do Sr. Jos
Ricardo Coelbo e na iivraria do Sr. N.gueira ae
Sjoza.____________^^^^^^^
"O'Moaro de Veneza
Precisa-se de om caixeiro com pratica.
escrava para ser vigo
na roa do Imnnrador
Alosase orna famosa
loteroo do casa de familia :
n. 80.

>'?Preeisa-se de nma molher para o servico de ca-
ita de homem solteiro; na roa oo Raogel n. 3.




V
tan 4* PoMMMlmc* -~ deFererefr*
MEMORIAL
conlendo o kalendario do a
PARA
dotcs signaes do telegrapho, etc.
dos, negociantes, etc^, etc.
18G8
folha ein branco para cada da,
Obra indispensavel aosadvoga
28000
immm mmmu


ESSEWCIA CONCENTRADA
DE
lateral.
C4ROBA
Ureparada a fro por Auguste Caors,
nURUGHITIGO PEU ESCOLA DE PiRIS E SISSESSOR NESTA CIDADE
DE
Arlstldcs Salssc e J. Snnm
M. 22 Roa da Cruz N. 22.
Tratadlo paramente vegelaUem mercurio, iodo, oaro, nem oatro qaalqaer
Verdadeiro pariflcador do sangue sem azougae
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua oricem na imnnrm n
ttngue, como sejam as molestias boubaticas, wphililcaZ escronulo iXI?
SSS.S.T hereJilariedade> 1* seja SqaStKSS o Sf in?eS
turnadas dos diversos viros qtje contaminara o sangue os hamore" P
do Brasil, VpSoTo ^T^r^^^f ftE WiSS "2?
k Muit tico -e observada o Sr. Br. Pedro de Athayde Lobo Hoecoso, ten ?on0 mJo n0 Zm
*, oxpenenc.as repelida., o que diz a fam das beticas propiedades da carobauo
Sen': daS b0ubas' das di,ws" f,',rfflas >b 1e a ypbi is ^ presenta emuit' es-
pecialmente as que temsoa sda pella, epoderiamoc relatar al^anf asS de dato SaUo
X2.M ;bservados pe!o mesmo Sr- Dr. Hoscoso em *. NSo era. possivel que urna planto lio notavel por ssas inapreoiaveis rintadM
^capasse a-persp.cac.ai e investiWoes dos mais abajados preticos ZZll que 4"ao
plicam con, especia l.dade ao estado e tratamento das-molestias syubiliticas eh'eZi^ P
para prova b, estao os Srs. Drs. Casanavc, Scborfar, Iiicord /ou ros dando"s Sli
congeiras tnformacoes sobre as prnpriededes coraitas da car.^a c pr^o andta ir o
remedio poderosissino para o tratamento das erantes cotoue,., secci r^s wuraS
Jartbros de toda a qeahdade, eczemas, ulceras de"diversas oafareza labores o52^ p
-outras murtas molestias de natoreza sypbKitica oubouba:ica. 088e8S' e
Por ter-se generalisado muito o uso da SSssencia da Caraba me en r.
fZJ SiS^ de "** mdicos que descara continuar em sL ^semcST
nbr9 5n ni vPr083pta UlUS ?B** <* mesoia essencia, obtida sem a accao dofoo
Ea miXPnhJUnd'Car 3S PrPrwdd* medicamentos; e d'ora em diante SrSSBl
Sn t t m Ka Sempre eem p0T<* sufficjen'e para tod^os pedidos a esseccialon
2 ^,Tr0ba' e ,,8ueal da mesn,a P,3n!a Para qe "oca faltem aosse Jes
mdicos-gue qu.zerera experimentar to precioso gente medicinal sensores
Recife de Pernambuco, 17 de outubro de 1866.
Ra da-Groz n. 22. lcete Cxons.
Na ra Direita n. 68, officina de oa-
rives, compra-se ouro e prata e reiogios j
velbos de todas as qualidades. _____
Ka praja da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se onro, prat e pedras preciosas,
( tambem se faz qoalq'ier obra de escommenda e
wlo e qoalquer concert.
Peitorl de cerfja do Dr.
Ayer.
PARA molestia do peito.
PaRA ioflammacao da garganta.
I PARA tosse e defluxo.
PARA angina, eroup, coqueluche.
PARA asthma e broncbite.
PARA dor de garganta.
PARA tisica pulmonar.
%m
Precisa-s de urna ama para casa de poaca fa-
milia : Da roa da Gadea n. 21.
CASA DA Z.
os 4,000,?
BILHE1KS GARANTIDOS.
A' rca do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado vendea nns seas moito feli-
les-bilhetesRaranlidos da lotera que e acaboo de
extrahir a benecio das familias dos voluntarios
da patria ossrgaintes premios:
N. 569 dus quintos com a sorte de 4:000.
N. 2446 nm rneio coiu a sor( de 700.
E ontras rouitas sortes de 1005, 40 e 20.
Os possaidores podem vir receber eus respecti-
vos precios sem os defcoutos das leis na casa da
Fortunf rna do Crespo n. 23..
Acnem-se a venda os da 15" parte da lotera
da Santa Casa da Misericordia, que se extratitra'
sextifejra 28 do corante. ,
reco.
Bilbete.....63000
Meio......35000
Qolnlo.....l200
Em porco de 400 para cima.
Billete.....5J500
Meio......2750
Qud-.o. .... tfiiOO i
______ Mannfll Mariiog FraJf.
Appareceu *a ctrcarto um5*,ta caxita e orna poltra lerdada: -quem a
ells tiver lrelta procure no dita eogeido que
dando os signaes -e a marca cs ferros Ibes seroi
itretons tur Lu?, Ignacio ?,* Aodrade Lwa.
43 0|0
de premie.
Se di pela praia em moeda de 100 para cima
na praca da lo dependencia n. 2.
PR4TTF0R0
compram-se muedas
com muito maior vaoUigem
O bem conhecirio CORAf;.A0 DE OURO n. 2 D
roa do GabuR, compra toda e qualqoer njoeda de'
prata e onro, pa?ando maisdo que outra qualquer
; vcnbam desenganarem-se : esperamos.
Vapores.
Vende-se em casa de Saaoders (Brothtrs & C
o largo do Corpo Santo a. H, vapores patente;
om todos os pertences proprios para faier move;
>s ou quatro machinas para descarojar algodac
Francisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 2!,
acaba de reeeber nm lindo e mc-gnifico n
timento de oculos, lanetos. binocnlos, do c
timo e mais apurado gosto da Eoropa e oc:
Iog de^lcance para observacoes e para .
martimos.
Grammatiea porlagneza
decima primeira edicco
a venda ca
Ltvraria franceza.
Ra do Crespo d. 9.
. ^recisa-se de urna crtda para cozmbar, en-
commar e lavar, para ca estrangeira : na ruado
Trapiche n. 8, segcodo andar.
Superior viuho do Pfrto.
.-S0*3'*?"?0 f,"iPtPrio rte Antonio Lolzlde Oli
SiSSSa.^;roa da Grui D- 7 *-*-
Fariuhade mandio"caT~
nr^0^! I qcall(,.i,d9. ande-se por differentes
precos, mas razoaveis, para acabar : procurar no
trapiche do Cunha, ao Forte do Mallos.
Vassouras do Porto a 3$000
a duzi.a.
cJXUnt d 'mperad'dr arm"em de FraD'
TflA UMIT"
Vende-se piche do gaz proprio para
asphalo, oliffelos de candas,
assoalhados, assim como para rebocar
cisternas, conductores d*agn,i,
etc.. etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retalho, no arniazem da Bolla marea,
trayessado Imperador.
ompra-8e
por mt:s prego qoe ero outra jualqnjr pae moe-
das de ouro o prata nacioaaes e estriDgelras : na
. rna de Trapiche o. It, armatem de Adnaao, Cas-
tro 4C,a rna do Crespo n. 2S loja de Alvaro
Augusto ds Almeida.
^ompra-S por maior preco
qoe em eatra qualquer parte moedas de onro e
prata nacionaes e letrangeiros :** ra do Trapi-
che n. 1. armazem de Adriano, -Castro & C e
roa do Crespo n. 20 t loja de Alvaro Auguoto de
Almeija.
Coespra-se unsa casinba: tratar ees
ta lypograpbia._____________
Compra-se
Sempre por mais do qua em outra parte prata
, e ouro de toda* as qualidades em moea : na roa
oa Cadcia loja e azulej j o 58.
Prata e ouro
bem : na praca da Iode-
Pira o tratamento e cora rpida e completa das molestia svnhi ticas pr a-
2HSS22!r T; febilidaii8 ? -ame"- **2s^toX&
OFLZ, T's- "P'wWp.MiralgiM, ulceras ckronieae, hydropeian, pleuri.
SESSElSSSir *"'todas as mo'e9tUs em que seteoha ^
..'''. considera coes geracs
arme oVSV ^ 1Gapreciavel> ceJa importaiKia e valor s est resemdo ao ens
A molestia n5o maic do qae a desvirtaac5o 4as forcas vitaos inlMiii ili a
2D 'ac5o dos favores geraes, conseqaencia da acco maligna desses mesaos agentes Sa e
ZSTicmetcgmsm pelact0 da respira **la via S^ISSS-
. A 2?!3 '"fe,izn,ente tea sido a partilha da humaoidade, e como fra de davi-
ST*lZT~t Prk med'CDtaffla mo,estia ** ella tom 2 obTr-
22?^ 6 feba'f de S?2 3S Suas ftrnU6 t0 variadas. enfraqneceSo
Ssas produzmlo mutilacoes, e cortando aioda em flor da idide vidas
Eliminar da ^onomia esses principios deleterios e mirificar a maa peral dr>.
SSU^Jt de6de,tempo immemorSl fim ^^nte S Se11 fo/nSgaS
f oa figura em primero lugar para preenener eese desiteratum ou fim P g
O Eltxir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre tndm- m
itunensos saccessos obidos pelo aso destesalrtaraaSe tontenAitoiS?SJ'
"^ SSJ'o0rSTrber T^ ^^VSES?'m m Por mais rreCo qne em n.ra qMlqaer p
irr lf \r m*(**t*J ac!ma d,ssemos, devidas s alteracoes dos hamores, o das de ooro e Pla wciooae*. eSg^ras na*
Sf ^f d0 D[A.6ev,a,.Pd5 ser empregado vantajosamento na ypni erisr- La da Cte? *'i3' ,oja de Jos m'cIU"
A ^'T05' -b?-baS' g0U, dlIidade d0 estomag i^ammaC5y?hrnicS de
Igado .* baco, dores sciaticas. cephalalgias, nevralgias, alceras ebronicas hydropesias
prearisus, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que aeteSa
im vista apurifieacao do systema sanguneo; pois que omapratica constante tem feito
rer que eJIe indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doeote para medicaces superiores; e na8 menos graves a cura a conse-
jraencia d sea uso, convenientemente repetido. -
As substancias que entrara na composiclo do Elixir depurativo do Dr Sevia
*rtencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande catbegoria das substan-
cias depurativas e antisyphihicas; assim, ao passo que este remedio depura o orea-
O* alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este viriem
*m feito erupeo no exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previne ta o
n os estragos dessa terrivel mplestia, qnando por ventura se ache ella anda no
mwoo ae encubado, isto sem ss ter manifestado sob formas externas: beneficio
menso, tanto mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es-
*o contaminados por este terrivel inimigo.
, .Babor gradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accao so-
Iam,to ,ntatiQa, e saave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medir
So fcrtAa''rr'mo ac0Dtece ao Purgare (lito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
Z mniiV a macosa wte8t,nal' e consecutivamente a seroza, resultando deste e
TS!Z-S' hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
u aaMvPr^7iPc0l^esperamo8 1 mo desle remedio |Dstiflqae cabalmente as nos-
Wtica ttKSr^M^S ^w 8unPl8 m a composifSo, a
Em moeda D<->ga-se
pccdencia n. 28.
Compra-so ouro e praia em obras veJt
aa praca da Icdepeeercia a. 22.
O uro
Compra-ee ranedas brasilelras e libras esterlinas
com bom premio : na ra Nova loja franceza Da-
mero n. f|. __^_
Moedas de ouro "prata
Pagase por mais do que em outra qualquer oar
te : na loja de oorlves arco da Conceico e compra
ooro e prata velh* e pedras preciosas.
Cuinpra-se
Compram-se escraves
Compram-se, vendem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de todas as Idades -a rna
do Imperador p. 77, lOandr.
fi
de ocro e prata, compram-se por maicr preco nne
ero outra parte ; na ra do Crespo n. 16-1- anriVr
r,nZ,C"jCDl'r:!,-6 d0QS.tscraves a"e enteudam a
guma coasado ser viCo de canoelro.ou que tenhaa
andado em barca?, e tambem compra-se am dito
K."775f,..Sf,,,,ros a,rat" ~S
Compram-S3 dous e?cravos de meia
idade proprios para o servico de ra; quem
os tiver dirija-se roa do Caldeireiro n
51, qae se dir quem coaipra.
Na raa Direila n. 30 "~
CompM-se diubelro de.cjtre a 4 por cento de
4 faa do Qicimado n, 8.
Por suas iucesssotes enoomrcfnilas tem ultima-
mete recebido variado Sbrtimfenie de d.ffereotes
otyectes, seare de gusto e ultimas modas
Ella porm usando da franqueza com qDe sem-
taes nao podem ser taocommodos como a* ttm-
.eHa.ra* ,Wrdade fSSa ^ t"*eonlieeeine
eiperrmeDttoi em qoakmer s^ero qae dewian i
waprar ; a.oda asMm, ella levada por seus w,o-
Ipios de barate.ro, CElina a f-kt em relaeao as
ac.uaes creumstancias. Ao menos o^goa"
cao das piqueas alteracOes qae ba em alcona
SSSf d'oK bell" C ba "Ua,dade d0S ^S
hdos.DUaS*'Jari"5eS PMta8*,r* basquinas e ves-
de vidrilh* com pinceoies e sem elles.
Sa rt!. t !J."asi'ra')ca!i conforme as pretas.
thl .J de d"asde<''-es tambem com ven-
inos, sendo -com pinpewes e sem elles.
JS9SH sorVn",al? B ?at*s enfeltes de
S.\,!2* reCorladcs' cnm vidnlos e sem el-
les tocos de novo.s e lindos deseobos.
J*ro sontroenlR de bcoes pretos e de cores
todo* enfeitados com vidrilbos, a alguos com d n^'
tfusssren,re bom *s e
des lotoirameM novos e aqu nunca netos.
Bootos e utodeross pentes doorado".
d.53a*iar,arBa otras- mdrnas p
bancal dU08 leu*lmeDte ^u eHos, para desem-
Jfms'ambem lartaroga para tirar biches,
liberaa*iirn muKos outrosobjectos que sero
presentes aa comprador. 4
Altana,
i/rifh13 BraDeaa ru' d0 Qaefmado n. 8 acaba
d-receber ama nova collecco de albons para 24
a 200 retratos. .Nee sort.meoto vieran alguos
que por suas perfei^es, <,oeia. e bom Rofo se
toroam notave.s e merecedores de serem possoidos
por qu*m possa, e jaiba apreciar to bellas obras
A prepsito de jllbuos
A Agola Branca tambem recebeu nma peanena
'"os^aies :e'rat0S D8t3Ve' CjS Caracleresj
Familia imperial franceza.
Re e rainha de Portugal.
Imperador e imperatm da China.
LamarUne eAlexandre Dama
Vctor Hugo, e Thies.
Washington, J hnsen e Lincoln.
Tambem receben
Grande e variado sortimento de vistas para ste-
reoscoposl as qaaes por saas novldades sero apre-
ciada pelos apaisonados de to bello eotretimento
Comparecaro, poif, os pretendentes que lero
g servido?, na ra do Qaeimado loja da Agoio
Copos e Jalas com superior banha
A Agaia Branca a roa do Queimado n. 8 rece-
ben de novo om completo sortimento de perfuma-
rlas finas, vindoem dito sortimento os copo, iau
e vasos de porcelana dourada coma bem conbec'
da e apreciada baoba fina.
Extractos finos de agradareis ebeiros
paMieocos
Vjsos com p de arroz e pincel.
Dito cem dito sem pincel.
Pinceis sollos para sitos.
Bonitas caixinbas Invernisadas, cociendo finas
perfumaras para presentes.
Oolros de papello, porm moi bem arraojadas
para o mesmo fi,a. '
Ootras de vidro, Igualmente bonita?.
Extracto de quinquioa para a boca, e denles.
Elixir odontaigico p<>ra o ne-me.
Agua dentifrice.
Banha Japoneza e Iraospareole.
E assim as demais perfamarias de primeira
qualidade sempre encontradas Jera dita kja da
Agnia Branca a ra do Qi>mad> n. 8.
Bota.- rubianas, perneiras e radas peroefras no-
varaente chegadas, da melhr.r qoalida aoe temoi
visto, no armazeta.do vapor ra Nova o. 7.
Novo sortimento de uvas de peluca ft jjr,vj.
brancas, pretos e de ontrss bon:ias cores ^a.-a fco'
I mens e senboras no armazem de vapoc roa Nova
Taberna
O prnprietarios desle l fabelecittento lera a satfr&f confrP"id-> es-
conlncimento do respeilavp n bam de receber pelo ullir Publico que sca-
pa um completo sertin ao var da Eiiro-
apurado gosto e de en: rfe tajelo sde
qaaes eslo resolvid- iD,eira novijade; ;os
CJsmui razoaveis, cr S a vecde.- por pre-
Liodos cintos cor mo seJam '
drilb s, fazenda r J p0.nta,_s' bordados ve-
leste ser a raelhr 'De ,ia'' hner' quem con-
s na lo a do.G ,',' ,T'e, a ne3,e arl'g. so
n-7< dio Vigilante, ra do Cresro
Lequesde ,
madeira e o ,cffia(lrepero!a, sndalo, marfim,
H-r Jlm: T 1Dd0S asenos.
Palhas deTl20a,rB,e8, e,lraDfas de m
Pain a n%l ; r3S COm bot5es da mesma
Lindas bolsinbas ou eabases para as m*.
-. Tcooairas.
Vender urca armaCao em bom local na fregu.
a de Satu Antonio : a tratar na ra Direila
Vende-se utna eolfeccao il Otario fi?
namlmco. frrcHernada, 1863, i86i e lmn
rna .lo ahuc^ 18.
Vende-seT
Em cisa de F. Pereira da Silva ra d Im-
peratriz n. 60.
superior cera oe carnauba.
aces ein gomma de mandioca.
Homo scaj.i p,ra B0|a<

ITIOS
Vende-se ou pencota-s* a p.>=e e bemfe
de tres sinos no Arraial na visinhonfa do ctm'ite
no do Peco com casas de laipa e baMaotes arvo-
redo do loa_ qualidade como laraoge.ras, jaauei-
na. mangueiras, Cajuiros e maltas outras fruc-
teira, e a.em disso cora bastante terreno desocu-
pado e apro-pr.ado para plantajes de crtice e
M??oP0rAr ?m riach0 P1Cente de na to
boaagUa de beb-r e oaeidada at para sotn
Ciiocolate vermicida
OE
Antonio Wenes de Castro.
Desde 857 que s5o as tabellas vomcda<
applicadas era Portugal, como o remedio
prompto e efficar para a expulsao das lora-
bngas, que iao graves padecimentos causara
gem! qU3Sl empr6 6e SDpp5e el,as a or:
rtn;nenV,rmfug0 Preferivel a qaalquer
DliS/n Ve agradnVeI Paladar '*?
sao mi 5 SW' as 0Daes Belmente
saojiaja^adas^dejetnelbante mal.
i-,,.VUd8"S8 um ,lWfl com todos seos'ner-
ni d rT mQ"? p,,aw 0Sli d-se eD coola : a
ra da Cruz escripiorio n. 51.
-os ;o comprador a sua boa Sade.
e IVaTalbas.
Supeuores navalbas com cabo de tar......
^^rfioiasquaeBosfabSntTs^S:
Lraras.|
Pfr- cas lrl<*! l7inr mma ede sedibnn-
cas, pretas e de lindas cores.
r lencs.
brande variedade tamo para cro-ics enrrn
para a!,sar cahe||,s c a b[arb ~=J
So conrnCM e,'LS' end0 de ,a;,<4a ePL -
t-io com pednribas e sem ellas, etc.
* I"? booqaeu com cabo de
^dlPe?c.',rPnOSparaCa,ar-cn,os'bai-
r. Kscovas
JilTTnTlPan r|,a'C3be,!o' ^^eos,
u.nas, dentes e para limpar penles.
^feo(ua(!nir;s
.SS.lM)msparacollcle'^''li<
Perfumarlas
lhor5aSnperf6 -daS as- 1aaIidades e dos me-
cidos. Perfumislas at o -presente conbe-
Collares me=mt T^r e fac'ilar a d">Mo das
me mas ja e tao conliociJo Vs prodigios
de tes collares anodinos que nao E om
duvoe de seus eflicases eleitos, e o VigS
te. sendo recebeJor desics collares tem
sempre grande quanlidade em deposilo. isto
so na loja do Gallo Vigilante, ra do Cre^
rjs~n"'!"''c^BS "wenes de *Hro
W na ra do Imperador d. 32.
de j.-ue i
a 8oo rs.
Vende-se manteira ingleza flor a 800 rs. a ibra
na Progresso do pateo do Carao d. 9
, liba d 8. Miguel'
pet.-ca por commodo preco de 2580 e 3JSIQ
0 monro de Fetn
Ra da Imperalriz d. o.
Vende-se om moleque pega, bonita figura de 11
annos, offl.ua! de sapatelro e que saoe engoomar
roupa. caiar, pintar e eotende de servico de rn
peiro e de tuto o mais concemente ao domi'co
mr" M UQ,a "Sa: a FQa S- Go!lo"Dn-
cambio.
globos de vidro ramio bonitos de diverso* lma-
nnos, laclo para caodieir >s de gaz earbjoico como
de gaz liquido, e cbamias para caodieiros de gaz
liquido, per precos mais baratos do qoe em outra
Compra se om oeqoeoo sitio oa orna a * d Imperalriz n. 6. loia de
com bom quintal e prefere-se ama oa outra eoasa |nnca-______________
Ve^,^lCd?se:lQe0-JS,'n03CaeSdaAif^'a
Cervej Bass em botijas.
Caf superior do Ceara'.
Manteiga fresca eo latas de 1 e 2 libras
MACHIlAS DE COSTURA
v ik1 Ca8a.de Teo- Jos' no a Alfandega
veina, vendem se superiores machinas de costara '
n iCr fbrica dos Srs. Planer Brannsorf &
u de Waw York, por preco* razoaveis.
Milho novo'ero saccas graoies a 3500 nos
arraazens de Tasso Irmios, caes da alfandega e
Chegoa das libas
Morcillias, linguicas o torreamos.
?,If' ,Ua>,d0 V^'toc 14 e oa roa da
I dace e nor^r "" iiT'^^ callente qaa
iiaaae e por pr.gj rommorto.
PASTA e XAROPE de NAF de ARABIA
E DELANfiREnviEB
Ca fS 2nicos Pe'10" pprovados pelo, profes-
en .* Facultad do Medicina de Franca, e por
00 Mdicos ja Ho pitaes de Parir, os quaes certi-
ta:ao tanto a sua uperioridade obre todos os
ouiros peitoraes como sua poderosa efficacia contra
os Ilcfluxo, Grlppa, Irrica^dc e as Aftel-
f do pello o da garganta.
RACAHOUT DES RABES
BE DELAIVCREKIEB
, L'nico alimento approvado pela Academia de Me-
dicina de Parii. Elle reslabelece as pessoas nBe
solTrom de Ealomago e dos lntr>tinr,N| fon
lece as enancas e as pessoaa debilitdas, alm
aisso em virtude de sua propiedade annl. ptica
lie o niolhor preservaTO das Febrea amaraO.
Cala frasco e cada caixinha destas nrenartci
B,!,.!._ 26, em Parir (Cuidado com as Lili ac^H
^f^Memtodas a9 pharmacias do Braril |
roa do Amorfa o. 35.
A venda na pbarmacia de P. Maorer i
o C., em Pernambnco.
s'\
IIEGVEI


-Zr
Blario PenuUMt *uan Itlra jrv#ra)lr* 4e W8.
3-

V
/
Grande liquidadlo
MA
Lourongo Per ira Mendes Guiraares, tendo dado balan-
do em sua loja de fazeadas ra da Imperatria n.
72 e 56, fez um grande abatimento de suas iazen-
das para poder liquidar eommaistrevidade.
ftOUWffl

f
Veado-se cseas francas a 210, 280 e
320 rs. o covado.
Dita< fratesas largas a 240, 280, 320
iuO rs. o covado.
Ditas iogleias a i GO 8 200 rs. o covado.
asiaha* para vestidos a 240 rs. o'i
covado.
Vende-se lasinbas para vestidos a 240,
S80, 32J e 400 rs. o covado.
Alpacas da cores com dores para vestido
de soobora a 500, SGO, 720 e 800 rs. o
covado*
Roupa frita nae\ nal.
Vende-se oalilots da alpaca pretos e de
cores a 30300 e 4-3003.
Ditos pret'-s de panno a '>$. 65 e 8)5, di-
tos de meia casemira a 3$!>90 e 45, calcas
de casemira a 5$ 9 >0, cole'.es de casemira
a 35t e 35300.
Uadapolo a 4 fti>
Vende-se p"cas do mad-ipolao fioo a 45,
55. 0$, 75, 8,5, e 105.
Pecas da algodosinho a 45000, i>5, 65 e
70000.
r-MjTslocha a 85300.
Vendea-sa pecas de alg)3o de marca F
em 24 jardas, qne sao *0 varas, a 85503.
Dito milito eoc/ rpado para toalhas de pada-
ria por ser nitrito lar^o a .95000 a peca.
Dito mais estrello a 65 e 75 a peca.
Cambraias lisas a 45.
Vende-se cambraias lisas peca a 45, 55, 65
e70D0.
Brim p rdo a 560.
Vncese brira pardo com toque de mofo
a 560, 60J e "00
Brioo branca de linho a 15280.
Veol-se brim de linbo para calcas a
IJ280, If5600e25.
Chales de fil de linho 45500.
Vende-se chales de fi' de linho a 45500
a 60000, hreanha de linbo 55 e 65,
Hufambique com palmas de seda a 400.
Vende-se musaaiUiqtie com pilmas de
seda para vestidos de senhora a 400 o co-
rado, phanlasia cea listas de seda a 15 e
800 o cavado, s nj 1< j 1 da Arara, mossu-
nas de cores para vestidos do senhora,
roopa de meninos a 500 o covado, braman-
te de linho, bre aiba de linbo, brim de co-
res para calcas o o.ilras multas fazeadas
pie iiis loga aaauuciaremos qoc hoja nao
o fosemos por falta de lempo.
Cortes de brim
para calca a 15.
Brhaaliuas do cares a 506.
Vende-se brhaotinas de cores para ves-
tidos de senhoras e roupinbas para meninos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
Organd branco a 1,000.
Vende-se organdiz branco mnito fino para
vestidos de senboras a i& a vara.
Alpacas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de senhoras e meninas a 720 e 800.
Curtes de ganga a 1400.
Liquida-se corles de ganga para calcas
de bomem a I400 e 15600 o corle.
Brin li o pa a calsas a 1400.
Veode-se brim mnito fino de cores para
calcas de bomem, roopa de meninos a 15400
e 15600 a vara, dila branca de linho para
15280, 15400 e 15600 a vara.
fri o I' linho lizoa 720.
Veode-se fil de linbo liso a 720 a vara,
dito de palminhis a 900 e 800 a vara.
Castores para calsas a 200*
Vende-se castores para calcas de homem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para calcas a 32o e 4oo rs. o ca-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
ro I fi che v re a 800
Liquidarse esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nome poil
de chevre a 800 9oo e 15 o covado.
Bcreja de lisias a 240.
Veode-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e outros mui-
tos artigos que se deixa de mencionar por
falta de tempo, o que brevemente se annun-
ciar para melhorar t> preco das fazendas.
Chitas escuras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algail) de lista e 200 o covae-
Vende-se algodo de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covado.
Laa preta a 500-
Vende-se lasinha preta para luto a 460
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
800 e 15 o colado, moriarjtique a 15, dito
a25.
cteraa* e c^a a 2#000.
Vende-se cjbeitas de chita a 25 e 20300,
ditas de damasco a 4ooj rs.
Afgotio enfesasSo a iQt).
enfestado


alca a
Ven le-se algcdes enfestado para lencoes
-se corles do brgTdo"cores paraU toalhas a 15 a vara, dito pintado a lttao
15, J54Oe25. avara- .. c.n
Alpacas de cores a 64o.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senboras a 64o e 72o rs. o covado.
Cortes de gazineta a 15aoo.
Vende-se c res de gazineta para calca a
15, l2ooe 154oo.
Ca-cas da meia casemira a 35>oo.
Vendo-se calcas de meia casemira de co-
ras para bonicos a 35, palitots de panno
preto a 55 e6*, calcas de cazenira tina a
55 e 65-
NOVIDADE.
Vende-se urna armero propria para qoal-
quer negocio.
Laas escossesas a 2?o
Vende-se las escossesas do quadros para
Aviao imaortaate
O proprielarto das lojas do Arara da ra
da Imperatriz n. 56 e 72 dec-ara ao respei-
avel 1 ublico e seas fregoezes que eocom-
ajendoo um grande st-rtimento de dominas
de todas as quaiidadese vestuarios a carc-
ter para as passoas qaegostim de divertir-
se pelo carnaval, pois oos estes artigos
davem estar promptos do fi;n de te mez em
diante o ;ue esfera que o< seos fregoezes
bonrem com as suas frecuencias aim de
ib.es comprar bemetos vestuarios ou aluga- j
"em, pbis o qne se aflaea 6 grande quanti-j
dado que existe para se esculher, ludo dej
bora gosto e prega mais t arato possivel:
ra r.iiiz ns. 56 e 7.
Chitas para cohortes a 280.
Vende-se chitas para coberlas a 280, 320
a 300 o c iva a.
1 PARA Z INTERNO
PRSPARADOS SUPLES,
Xarope de jurubeba garrafa___.."... liJooo
Vinhode 156oo
Pilulas de vidro......... **&><>
Tintura de > 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba 1255oo
PREPARADOS CftMI'OSTOS.
Vinho de jnrubeba ferruginoso garrafa. 25ooo
Xarope 156oo
Pilulas 9 tidro... 25000
Oleo de jurubeba vidros.... 6*0
Pomada de > pote...... 61o
Emplastro > libra..... 255oo
PARA UZO EXTERNO
A JlTJBUBEllJaa
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excei
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propiamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeossos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e bdomen, nos tumores glaodulosos, ua anazareba, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagea
aas anemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta Gidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at non ^onhocidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacSf.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnru-
Deba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecar a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes do usar dos preparados 8mpi;icos d'elle, o
aaais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvaitagem de nc
ser calculada a dose conveniente a apolicar-se, o que torna muitas vezes improficno um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverraos convenientemente
astudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para beca ccrahecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appiicacSo, tendo alm d'islo procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pooco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se podo encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffrimontos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applieados
tendo alm d'isso, medico ou doante a vantagem de oscolher as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor he pode convir, j pela fcil applicacao, e j pela compiieacao
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque-prOcuramos os compostos de ferro que como
taes esto hoje reconhecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeha, e saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
sm nosse deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos an^
mos preparados.
Deposite geral de todos os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
Lawiahss a S^:.
Vende-se lanzmhas estmpalas para ves-
t .'os do senhora a 28q e 320 o cavado.
Chitas adama-ca las a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
1 4'j e 440 o covsdo.
Reas para borneo) a 4500).
Vende se meias para homem a 45, 55, e
para senhora a 05, S5 e 35000 a duzia.
Organdy de cores a 45000.
Vende-se organdy de cores para vestidos
1? sea i ira e meninos a 400 e 500 rs. o
covaJo.
P\RAOCARfAVAL
Ao respejtapel publico me cabe a Lonra
do off.r. c r um grande scrtiaiento de dmi-
nos e vestuarios carcter d diversas qua-
dades para os amad rts deste importante
dtvertimento, pois o proprieiario d'este es-
taoolecimento prometa vender os seus d-
minos a vestuarios mais barato do que em
oulra qualquer pafte, isto para que todos
possam divertisse nos dias 23, 4 e 25 Jo
crreme, tendo esm potice dinheiro.
Espiriibos a 55000.
Vende-se ricos espartihos para senhoras a
55 e 650L0.
CONVEM LER.
Vende-se dminos da alpacas de cores
\ 3. Sites de a de cores a 45. Ditos de
cambraia de cores a 35- Ditos de madapolo
a 35 e 45. Ditos da 1.1a de listas de seda a
tf5 e 85. Ditos de pui ds chevre rauito ri-
os 8d e tuab-Ditos de alpaca adamascadas
a 65 e 85. Ditos de cimbraia branca muito
lina a 45, 55 e 6J. Ditos da verbolinas
de cores a 65, 85 e -.05003. Ditos de cam-
braia bordada a 8, 95 e 1O50OO. Ditos
de gaa de coros a 35 e 45000, e outros
de muitas qualida les que nao se pode men-
cionar.
Veslaarias a carcter 4$000.'
Vende-se vestuarK s a carcter de diversas
qualidadcs a i, 5,5,85, 95 I0|, 205, 255 e
30^000.
PAR.\ ALU6AR.
.hgass dminos das qndidades cima
mjttMas pelo preco de 25,45, 50000 e
OedO, sendo que quam comprar grande
pon; abatimento.
Ve. La : ios carcter.
Aloga-se vistuarios a carcter de muilas
logdaes pelo preco sojaialaH, 45, 55
e 6s50O: a quaoa comprar porcao faz se
abatimento no preco, roa da Imperatriz n.
56 e 72, ioja e armazom da Arara.
vestidos de senhoras e de meninas a 28o e
3o o covado.
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se lencos de seda de flores a 800
caoa um para acabar urna grande porcao
que tem na 1 ua da lmpcra:riz n. 56 e 72.
La siuhas com lisias d-; seda
Vende-se ISasinhas muito largas com lis-
tas de seda a 15 e 800 rs. o covado, ditas
finas a 5t0 o covado.
Cortes de casemira a 2$.
Vende-se cortes de casemira da cores a
25, 35 e 45, ditos de casemira preta para
calcas e 35, 45, 55, 65 e 85.
Sedas de cores a 1*4.
Vende-se sedas de cores fixas a 15400,
15600 e 25 o covado, grosdenaple preto a
10600, 25 25500, ditos de tedas as cores
a 25 o covado,
Basquios pretos a 145.
Vende-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 145, 165 e 205.
Bramante de algodao e linho, brim de
linho pardo e branco, e outras muitas fa-
zendas que se torna enfadonho mencionar-
me e muitas qualidades que avista do com-
prador vera' como a Arara vende barato.
Casemiras a 25000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
25 e 35000,
Cortes de casemira preta para calca a 35,
35500 e 45.
Uqut&ico de corles de cam-
braia a 25000. .
Liquidaco de cortes de cambraia com
narras de cores a 25, 25500 e 35000,
Grande sortimenlo de g^denaples preto
moreaniiqne prelo, casemira e panos pretos
para o quaresma.
Ca'ostiea ipics prelo a 150CO
o covado.
Vende-se grosdenaples preto a 10200,
10400, 15600, 10800, 20000, 20500. 35
35500 o covado. Moreaotique preto a 20500
30 e 35500 o covado. Pao preto para cal-
Cas e palitots a 10600, 25, 25500, 35, 40
e 50. Casemira preta a !6O, i*, 20500
e 30000 o covado. Cortes de casemira preta
enfestada a 35, 30500, 40, 60000 e 80000
o corte de calca.
O qne doto a 50000.
Vende-se pecas de madapolJo fino de 24
jardas a 55, 65, 70, 80, 90 e 100000, ra
da Imperatriz ns. 56 e 72.
Arara est liquidando
chitas miudas a 160 e 200 rs. o covado,
cassas miudas a 240 o covado.
6 ande pechiucaa.
Saias bordadas para seora a 30500,40,
a 60000.
Laas brancas finas a 5G0 rs.
Vende-se lanzinhas brancas com palmas
de cores para vestidos de senhoras a 500
560, 720 e 800 o covado.
0 eordeiro providente
Na antiga loja de miudeaas a roa do Qu*
mado B. 16.
Tendo sempra mb vista alo roobar o tmipo aos
sea* fregoezes, coa etteusos aonaaeos ; roas
tirobem nao quenado que os mesmos fregueies
igoorem o que de aovo lem elle recebido, por issp
resaotdaaeoie dir': ebegaodo assiro ao co-
nhecimento de todos que a dita loja do Cerdetro
Presdeme, roa do Queiaado a. 16, receban o ae-
ptote :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senboras como para meninas.
Leques de diversos e moernss gostos.
Feotes com enfeites dourados e nao donrados,
para menioas.
Coques simples eentenados,moldes integramen-
te OJVOS.
Bora papet em catxtnhas liso, pautado donra-
do e timbrado, e outros muitos objectos, que meo-
ciona-los seria bastante entadonbo, e qoe se ven-
de em dita loja de miudeas do Cordelro Previ-
Jeme, ra do Queimado n. 16.
Nao Caltam flores,
O Cordelro Previdente a roa do Qneimado n. 16
tem constantemente um liado sortlmento de D
as e bonitas flores, por isso qoando algum ba.
bMidfsa joven quiser preparar qualquer eateite de
bed.lo gosto deve logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Queimado n. 16,
ao faltam flores.
Para alrejar os denles.
O cordelro previdente a ra do Queimado D. 16
receben do bem coobecido fabricante Jonb Gos-
I nell & C ama ptima qoalidade de pos para den-
'tes aromatisados com canfora qne realmente tem
merecido todo concelto porque nao s alveja per-
feitameote os denles como tambem conserva-os
sempre no melbor estado de perfeigao, assim pois
qoetram Tlr comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qaeimdo a. 16
t hapellnas de seda
Modernas e bonitas chapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente roa do Quei-
mado n. 16 e por ser pequea a qoantidade re-
cebida, quem pretender ama moderna e bonita
chapelina deve aprecar-se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a roa do
Queimado n .16.
PONTE1RAS E CHARUTOS.
O Cordelro Prevideate, roa do Qneimado o. 16,
tem um bom sortimento de Boas pooleiras para
charutos, sendo lisas e.com figuras em ajto rele-
vo ; e para que os seos fregoezes nao se incom-
modem em comprar charutos eu) algumas das o
jas de ebarnieiros, receben tambem om bom sorti
meuto de fios charutos do afamado fabricante
Purtado de Simas ; assim, pois, eneonlrarao os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Prevideate, ra de Queimado o. 16.
A loja do cordeiro prcvideesle
Ra do Queimado n. 16.
Mella acbarao os pretendeotes um grande e va-
riado sortimento de perfumarlas tinas, tanto ingle-
xas como francezas, seado :
Fiaos extractos para lencos.
Rachas e pomadas para cabellos.
Oio pbilocome e baboza para dito.
Ps bygienicos para denles.
Ditos camphorades para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacoies com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Saboaetes para mao e barba.
E moitos outros objectos que serio presentes
ao comprador qoe se dirigir a roa do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Bamleijas pequeaas.
Vendem-se na ruaado.Qaeimado o. 16. floja do
cordiroprevidenttt.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-sa ea loja;docordeiro;previdente a ra
do Queimado o. 16
Boa tinta para escrever-se.
O Cordeiro Previoente, ra do Queiniado a. 16,
acaba de receber nao pequea qoaoliilade de boa
Unta (Bine black), qoe sendo tao conbpcida como
nao necessario explicacoes a tal rnspeito, mas
lembrem-se todos que a melbor unta que exi9te no
mercado vende se oa l Ja do Cordeiro Previdente,
ra do Queimado n. 16.
Port relogios
Um lindo sortimento de port relogios ataba de
cbenar ao Cordeiro Providente, ra do Queimado
u. 16.
Trancas de onro com pingentes.
O Cordeiro Previd-nte, roa do Qoeimado n. i 5,
recebpu om lindo sortimento de trancas de onro
com vidrbos e sem elle?, para enfeites de vesti-
dos e se esta' vendendo, por pregos baslante m-
dicos.
bren*
retro,
Manoel Moreira de Souza
RA NOVA X. 4&.
Nesle novo estabeleciraento ha nm completo sortimento de chceos para homens, senhoras
meninos e vende-se por meaos prejo do qae em outra qualquer parte.
Superior pseno de algodo da Baha
Vende se no escriptorio de Antonio !Luiz de Oli-
velra Azevedo & C, ra da Cruz n. 7._________
Mascaras
Novo sortimento de mascaras de mass, de ra-
me, de cera e de seda, dminos, nariz com ocolos
e barbas, ludo bem sonido e novameoto ebega-
das ao armazem do vapor roa N >va o. 7, e ven-
dem-se mnito em conta de urna duzia para cima.
de che^ar os sabonetes de
alcatro
O aso destes sabonetes tem apresentado os mais
benficos effeltos contra as impigens, pannos, sar-
oa, tioba, caspa, comlcbdes, e todas as demais
molestias de pe I1.
Yende-se
II BOTICA E DMGVM.4
DE
Barlholomen k C
34Hua larga do Rosario34
Chegou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callos duros.
(VBBDB-SK NA
Botica e drogara
DI
Barlholomen A C.
34Roa larga do Rosario3 i
Fio de algodao daBaMa
Veode-se no escriptorio de Antonio Loix de 0i-
veira Axevedo & C, roa da Crnz n. 57.
Vende-se o engenho Carneiro, sito na fregae-
Ifa de SeriDbaem, mocte e correte, com safra on
sem ella, acba se demarcado, do qae tem ttulos";
orna casa terrea na Soledad i a. 19 : nma coebeira
na ra da Paz n. 1, e ura sitio co Cordelro: a tra-
tar no pateo do Carmo o. 15.
Vende-se o sitio da travessa do Remedio n.
21, na tregueiia dos Afogados, do estado em qae
se acba ; quem o pretender emenda se com o seo
proprletario, na roa de S. Francisco desta cidade
como quem vai para a roa Bella, sobrado b. 10.
tteac&o
Veode-se nma excellente vacea de leite: na
Ponte de cboa, sitio da vjut Carroll.
No armazem de fazendas dt
SantosCoelhOyrua do Quei
mado n 19.
e baralo
Cortes de crgandy branca rauito fioa com 10 jar-
das a 9J.
Cambraia branca muito fina, peca com 10 jardas
a,6, 75.85 e 95.
Dita bruca tapada, peas e 12 jardas a C?J, 83
e 9j>00e.
Dita saissa fioa com 8 varas, a peca por 8$.
Dita adamascada para cortinaio, peca com 20
varas a I25.
Dita para forro, pega com 10 jardas a 3.
D.ta de cores finas a 500 rs. o covado.
Dita do cores muito floas, a 700 rs. a vara.
Mita de iiuh 1 mallo fioa a 95 a vara.
BalSes da 25' e 30 arcos a 23 e 25500.
Ditos de 40 e 50 ditas, nesgados a 45-
Ditos de musselida a 45500.
Ditos de dita, esqaios a 55.
Ditos de crochet a 45300.
Ditos de muselioa, para msoina3 a 35.
Saias bcrJadas a 4;5C0.
Fil de linho com sainicos a 900 r?. a vara.
Dito de linho liso a 720 rs. a vara.
Grosoenaple preto, bom, a 15800, 2 e 258OO o
covado.
Moriantiqne soperior a 23800 o covado.
Tarlataoa de todas as cores a 800 rs. a vara.
Flanella de cores a 800 rs. o covado.
Bramante de lioho com 5 palmos de largara a
1*200 a vara.
Haadapeloes finos a 69, 79, 85, 95,105 e 125 a
peca.
Platilba de algodo, superior fazenda para saias,
peca com 10 varas a 300.
Atoalbado adamascado de linho com 7 .4' palmos
de largura a 35 a vara.
Dito dito de algodlo a 25000 a vara.
Algodoenfestado com i mesma largara a IJJ10Q
a vara.
Cbertas de chita de ramagem a 2560O.
Colzas de fusto a 55500.
Lengoes de bamburgo de linbo a 2i00.
Ditos de bramante a 355C0.
E-parlilbos finos a 5J,.
Paaos de laa adamascados para cobrlr mezas a
45500.
Goardanapos de linho adamascados a i$ a dnzia.
Toalhas de linbo, lisas ealcocboadas a 115000 a
dozla.
Ditas de algoio felpadas a 125O00 a dozla.
Lencos de cambraia finos de 15800, 25, 23500,
35200 e 35600 a dnzU.
Assim como outras maltas fazendas qoe se ven-
de por meaos que em outra qaalqaer parte, e di
se amostras ds tudo.
Chsgou ao antigo deposito de Henry Fcrster &
1, ra do imperador, nm carregamento de gaz d
primeira qualidade.o qual se vende em partidas
t retalho por menos prego do que em outr" quil
loor paite.
RA NOVA N. -0 E 22
Fabrica e [undigo de bn
c outros mttaes, cttldeii
iatoeiro, e funileiro, situada
na Soleda.de, ra do Prtti-
cipe n. 3, e com depasito lia
ra Nova n. 38, da cidade
do Recif6~^
DE
BRAGA SAMPAIO
Fabricam-se neste impoctante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artea
respectivas como sojam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os Biui acreditados aparelbos de
Derosne com ais dimeoces delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas qnaesqner pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, rasca-
dor e condensador, on esqnefita garapas,
resfriador, serpentinas iDteriores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
C6es e qoalidades, pele systema francez ou
americano, simples, de press5o, repnxo, e
com especialidade a estncanos 1 assim-tp
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bambas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se d5o
s sua dorac2o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo qne sao conside-
radas hoje as primeiras bombas condecidas.
Todas as mais obras se fabricam venta-
de dos fregoezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a preces rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utencilios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para temes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanlo diz respeito as
obras de latSo torneadas e polidas com toda
a perleigo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
boes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de landres de todas as
qualidades, baris, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para eDgenbos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
lao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folhas de zinco, estanho
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos para espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, c outros para vi-
drafas, dramantes para cortar vidros, cadi-
Dhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarres, trra podre e outros iDumeros
objectos preprio de taes eslabelecimeotos.
Sendo todas as otiras inspeccionadas e
feitas sob a direccao do socio administrador,
Jos Baplisra Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
randa pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qne serao servaos a
contento, com promptidoe preco comaao-
do, pelo que os propiietarios lhe serao agra-
decidos.
VINoE QUINQUINA
URRUCINEUXdeMOITIER
Com Malaga o Pyropliosphato de ferro.
Este vinho foi preconizado por toda a emprensa
medical como s&ndo o mais poderoso tnico
empregado para curar a Chlorosis, Anemia
Exiianstaqao do sangue. Deposiio geral em
Paris, em casa de Lai-rbncel, pharmaceutito
droiruisla. ra dos Lombards, 44.
Machinas-para descarocar algodao. do mt
Ihor autor que tem apparecido na AmeriM
E' tal a execucao do m.ichinismo, que o al-
godo sahe quasi tao perfeito como o de bo
landeira. Recommenda-se a attengo do.'
Srs. agricultores, estas machinas.
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PT T|
>.". I
Brim de alfrodo da Babia, mnito proprio para
roupa de escravo.
Fio de algodao da Baha.
Panno de algodao da fabrica do Illa. Sr. com-
menddor Pedrose.
Vinbo do Porto, em caixas de nma duzia-
Dito do dito em barris de dcimo.
Machinas para descarocar aleodio.
Toros de Jacaranda'.
MOLESTIAS DO PE1T0
Aviso Importante.
Os aicos verdadelros xaropes de bypophospbl-
tos de soda, de cal e de ierro do Dr. Cbnrchill tra-
jera a firma qaatro vezes repelida deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pbarmacia Swann, It, ra CastiglioBe, Paris.
Acha-se a venda em frascos qnadradea com o no-
me do Dr. Cborchill ao vidro. Preco 4 francos eOi
Paris: Com Instruccin
VERDADEIRO LE RGT
i* tie.iBi?, DofUur-MUKlB
Ru d* Soino, 51, A PARS.
Kib e*da garrifa, ti!, eatra a rolha c o papU azal
qu leTi a bku tete, am rotulo Impreua em imi-
rtilecoa Sclm Iutmil m cotiko iui;:i.
rf H.B. Rems4-
DOCTE'JR-MDECiri
PHARMACIEN
te SCO frincoi -
brcParli.ictltaT*)
a 60 ai de Titta.
M Euxlma.g-:.;.i m
Saifilienlot Ja
Balar euni.*
Deoslto na pDarmaca
C. em Pernarohnco._____
Joaquim Jos Goncalces
vender no sea escriptorio na
a. 17 :
de P. Manrer d
Beltrao tem para
ra do Trapiche
Livraria encyeJopedica
Chegaram a' livraria eoycinaedlea de Jos
Barbosa de Mello, roa da Cre n 32, as seeointes
obras do Dr. Chernovli: Formulario on Guux m.
dtca, qne contera a dVserfpcao da lodos rw medi-
camentos. Seima edi(f volme de 838 pagi-
nas, com i 94 flenras o texto, encadernado. Pre-
co 63. Otccionar* de nedutna popular em qoe
se descrevem os symptomas, as cansas e o trat
ment das mol"" n'aniil liDgoen> accommo-
dada a* intel/'*encia das Pp?soas estranbas a gclen-
cia medica. Tfcexra edtcSo, 3 volornes com 231
fijoras po teilo encadernado. Preco 203.
Vende-se
om> t>a'aoca Inglea muio possanie propria para
a,inazem de a'sncar oa ootro qaalqaer esttbelecl-
pento em mnito bom estado, assim como saceos
ivasios nropriog para ensacar cera' oa oturo qual-
quer cbjecto: na ra do Yigario n. 26.
,
mw-r
mmmm
r-v
ajam


vr
Y


larla 4c PmutaM Qnarta fetra de itorerefr* 4c 1868.
c
Collares Royer
A ladinas elctrico magaelicos
Deposita aeretlUado
laja da. iguia branca raa do Queimado n. 8
Apregoar anda os prodigiosos effeitos dos
yOilar* Royer ja uao en&inar ou querer
Btradastr nowdades, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto esteodtdo, e os seas
(Bailes resultados a tal ahora elevado, que
boje rara e a -pessoa qae por experiencia
propna, ou por intermedio de seus amigos
8 parentes, ignore ou desconbeja as virtu-
des deeses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aga branca porm sa gloria de concor-
rer para uro tao justo im, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter serapre, e cons-
tatmente um completo sortimento desees
ollares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senbores pais de fa-
milia se acam convencer {de que convem
nao esperar que as criancas sojain atacadas
do mal, e por isso Ocessario o conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianea um desses collares para assim estar
ella preservada das convilcoes e se contar
vre dos rigores da dentic3o.
A agoia branca i roa do Queimado n. 8
continua a receber por todos ps vapores
francezes aquantidade que ha contratado e, -
por isso acha-se ella sempre prvida dos ver- iLDds colares e voitas de vtiriibo e
dadeiros colhres Royer .eletrjcos macne-< moda e lDtelra >>*id ticos. 8
Novas chapelinas
de fina palka da Italia.
A Agfia Branca, a ra do Queimado o. 8, rece-
ben am.novo sortlmenio de booitas cnapelinas de
fina palla da Italia, urnadascoa delicadas ores e
eorao sempre a Agaia Branca as vende por oreos
eomroodos. v
Rap Viajada e Paulo CordeSr
A loja do curdeiro providente a' roa do Quelroa-
de rap.________
Pre^s vantajosos
is Kiudezas do grande esta beleci-
ffienlo de Saza Sea res |rmo.
Rita Mora n. 28.
Ven de m en grosso e a refalho.
Lmhas novellos, muito superiores, libjaspartidas
i 2*200 e 2*500.
Dita em nvelos, mals inferior a 1*500 e 1*800
a dita.
Dita branca em cajx.3s de O nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caixas de (6 ditos a 2*0 rs.
Dita branca em ditas de lOditos grandes a 560.
Dita en carros da 100 jardas a 360 rs. a duzia-
Dita em carros de 200 jardas a 1*200 a dozia.
Dita em carie?, branca e pela, a ICO rs. a dita.
Roietas de cures em caisa* do duzia, a 1*500 a
dHa,
(rampas com cabe? de vidro a 160 rs. a dita,
Agulheirus piolados a 2*0 rs. a duzia.
Botdes da moedinrtas douradas e praleadas, para
pochos, a ?*G0 a dotia de pares.
Ditos de madrtperoia, para camisa, a 500 rs, a
groza.
Ditos de osso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Caixiohas com soldados e chombo a 120 ts.
Espetaos de maldura doerada a I*i00 a dtzia.
Puntes de laco dourado, para coco, a 6* rs. a
llana.
Ditos de laces Usos, para coco, a 5*500 a duzia.
Ditos donrados, com P5rs, 2*400 a duzia.
Ditos de btalo, mullo boos para alisar, a 2*300
Dedaes aatarelos e preteadot, finos, a 340 rs. a
dita.
Colchetes em caixiohas a 640 rs. a dita.
Ditos em candes s 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para coz, larga, com (0 varas, a
500 rs. a peca.
Pitas do seda n. 1 /* pecas com 8 varas, a 260
ts. a dita.
Cadaco branco para ceroulas a 560 rs. a duzia
de pecas.
Las de todas as c'res, para bordar, a 6*500 a
fibra.
Pbospborcs de cera, em caixinbas, a 360 rs. a
dnzia. %
Ditos de pao encerado, sem chelro, a 360 rs. *
dona de cawiohas.
Ditos -de cera, em caixas grandes de folha, a
1*400 a dona.
Carlilbas da Ooutrina Christa a 320 rs.
Obreas de coila, em caixinfcss, a 320 e 500 rs.
Sabonetas fios a 800 e 1* a duzia.
Facas e garpbos cabo de osso, fazenda boa, a
2*500 a duzia.
Abotoaduras finas para enteles, cintos com Ave-
las oe erystal, a muflas nutras qnalidades, puleei-
tas de encas, nenies com pedras para coques, en-
faites para eabeea, um completo sortimento de per-
tomarlas de todas as qoalidafas. celariobos, can-
deeiros a gaz, ferragens de (odas as qualidadestc
Me.; a roa Nova o. 28.

Para principiar o anuo de 1868
LOJA E ARMAZEM
DO
t^

1C
raa do Crespo n. 9 A, coquina da ra do Imperador
Acaba da chegar pelo vapor Gutentu, um variaissimo sortimenle de fazendas qae ditera os
nossos correspondenles qae (oram as melhores, as de mais goslos e novidades que encomiara em
fan, e por isso mnilo recommendamoz a apreciaco do respeitvel pabiieo, os seguales amaos que
so eocootrarao na loja do Passo.
Riqnissimos cortes de seda de cores, com lindos
matizas completamente novidade.
Lindlssimos vestidos de cambrai branca bordados
coro gosto. ^
Ricos basquinas, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir.
Riqoissimas ohapelinas de seda, palha a Iroitaeao
enfeltadas com muito gosto.
^Jro'pa"?" Se0bWaS' 9,nd0 Mtes de nllinj moda
R?-.8*1?8 ravatiobas para senbora.
nltlma
GollariBhos, punbos e gravatinbas de Cbony, com-
pleta novidade.
Rlqaissimos leqaes de marBra todos abertos e de
ultimo gosto em Pars ; assim como de sndalo
madreperola.
Riqnissimos vestimentas de cambraias priraoresa-
mente bordados, com todos es perlences para
creaogas se baptlsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 annns.
Mantas de bloode para noiv?.s.
Moiriantiqoe, grosdeaaple ^edas preta, branca
e de cores.
O
Riqulssfmos cintos, nltima moda.
Ricos enfeites para senboras e meninas.
Lindissimas cbapeiinas de seda e de palha para
meninas.
Rlqaissimos cortea de fantasa para vestidos dest-
nhora.
Lindos cortes d lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ullima moda para a
raj.asiada em Pariz.
Grande deposito de lavas de Joavin recebe-se por
todos os vapores grande sortimento.
Casemiras, cambraias, lias, mnssahnas, precaas, chitas e urna infinidade de obieclos qae
aeixamos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
E ESTEIKAS


AUGUSTO PORTO & C.
-Ra do Queimado11
-


A J& M &
Raa da Imperatriz d. 60
K


Beceberam en seu estabeleciraento ub esplendido sortimento de tapetes, alca-'
55 *!*& Mlas- lud0 d* oualidade e das mais lindases,! S^S^!S^TJBSa
SUCLESSOa DE wv^"m
' r n AMA dfe Sll4VA.
o Sr Antnl SLrra J. pL?,'^ *m}\lio nigave!meDle a sociedade qoe tioba com
L,f'D QrTT.d- ChSU Gama nao,0ja e a:ma,em d0 Pav3 ten resolvido vender
dS tiTJlT!0" bar3taS C0ID flm le aPurar d,nheir0' e ^Mr o grande de-
Sff ,L emd3Sme!ma^,aSSimcomotem recebido aUimamente orna grande porcao
las af^riT88;?11? 1D8 lS Cm fraRCzas> aIIem3es e suissas, dando de todas el-
nl ?,t ^ deixat.do Qcar peohor. oa manda as levar em casa das Exmas. familias"pe-
,e>'eSland0 es,e eslayeciBie,,1(' a"er"> esle as 6 horas damanbaa as8
JS?' paHicipa as pessoas qce negociam em pequea escala, que neste estabeleci-
r.n?0^prara0pel5STmo?P^os apenas o descont podendo assim fazer melhor sortimento.
Tlrw bordadas e Babadinbos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas ou babadinbos, achara um grande
sortimento para escolher e por preco muito
mats barato do que em outra qualquer parte,
loja e armazem do Pav5o, ra da Impe-
ratrii n 6o,
Fazendas para luto na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2(5 o covado,
laziohas prelas lisas, alpacas com listra bran-
ca a id o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a >6o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do qneera outra qoalquer parte, na loja do
Pavao, roa da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
Camelabas a 3g.
Vendem-se as mais modernas camisinh-'S cem


o que podem verificar vindo ver as pessoas qoe quizer alcatif.r ou esteirar seus sales.
Ye8ti.l08 de blond com manta, ramo e oapella para toiva.
dem de gorgarao bordad<,8 pretos para a quaresma.
dem de cambraii branca bordados superiores.
Basquines de seda para senbora gosio moderno de iS# a 50jJ.
Colxas de seda, ditas de laa e seda para camas de noivas.
dem de crox e loalhinbas de croch para cadeiras.
Idew de fusilo brancas e de cores de 50 a 100.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 205 a 70#
dem bordados e adamascados para jacella de 9 a 20.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para eobrir mesas, goardanapos grandes pequeeos, toa-
inas para m5o de liobo e de algodo, aloalbado trauco e pardo, parews Onos retos e
azues, casemiras Dretas e decores, tndo por mdicos precos.
Chape iras modernas para senbora de palha e de crep.
Camisas de linho e de algodao Bglezas e francezas para hornera.
Moir branco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a -quaresma.
gres preto e de diversas cores, organdm e cambraias bnmeas e de ores e ISse de mul-
tas qualidades.
Saias, toalbas e teBcol de linbe ricamente bordados.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapeos de sol ing4ezes emuftos outres
arogos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e apopar dinbeiro.
11Ra O tnelmado H
;,
I
. elegantes paohos e bonitas abotoaduras pelo bara
' to preco de 3#'>00 ; na loja e armaiem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60,
fetMntha era casimiras a 1606 so o
Pava.
Vende-se nma gradde porcio de casimiras sope-
PECHINCH4
4^000
Em cortes de la
Vendem-se superiores cortes de la matizada
eom 15 c< vados, pelo barato prego de 4 o corte,
i?to na loja e armazem do pavao, ra da Impera-
triz o. 60,
Cambraias largas a iOOO e 1280
a vara.
Vende-se camhraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer se um
vestido com quatro varas, a lj e i280 a
vara : na loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz n 60,
Espar tubos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilhi'S dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinados para cassmen os.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos baratos precos de
90, 10,5, 150, 200 e 25,5000 o par; da-
masco de la imitacao de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 45 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fust5o brancas e de cor; ero-
Vicho toaico nuti ih'yo
QUINA E CACAO
DB
BGEAUD
E.-u nuva coabicai,'j io. l-. i o. umabibida
a.'ss agradavel e crovtnieoie udo os filo!-
mo, a qoina qoe um medip.sroento toni o por
excellencia, e o car/j que coctiu prittipias na-
trilivos as.-s recccherldos.
Elle se emprega com o osior succf-s?o na rnra
das plidas eflres, (oOrfiiienlot do t-.-t.mago, perda
de appetilf, dlgestoes cifllcuIltSi.', meusifuaids
difficeis, ele. etc.
Deposito especial na pliarmscia e drogara de
Banholhonifu ^ C. rm isra 11 R sno n. 36.
HO COMML'BCI!)
Vende-se nma tavfroa bttu alreiuerads, tanto
para a praga, cen.o para onaic, ec fondos e udos es secero e seos i>> rkcei en oro
estado ixcelleote; qnem preltorier dirija se :.' roa
<*a A'ecrim p. t, que arhara' ct m qni rn tratar.
Veot-se, arrenda se ou permortaie en
erande sitio junto ao povedo dp A|i|"cis. cr.m
cnoilo brns terrenos, e moiias arvaea twiikm,
c,mo sejam, laranjfi ira?, jaqoiir?s ire'ias. ele. ;
quenc o pretender dinja-.'e a' roa Dirtia n. 29, i'
aodir, das dez boras ao meio da.
wmMwm wm mmmm
fc2 Veo i --e < in K .-.-u i- .. ir i h r r c AS
nos do que em mira qua!qu-r -i!" n i- '^
lerlal de('laria feitn cr-m narro d. re, cal JV
I branca e preta, arria TJe fir-(( r, clmi n'c. barro, roaos traviesas, em*|neia, caibros
[ e rias: na ra da CuDcortir. arroai^m
t do sol n. 26.
mm
":,:'
.::-
Tiores eofestdas, sendo escoras e alegres proprias f^88 proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
para caifas, poletots, cotetes e roopas para raen- de balanco, para cobrir presentes, etc. etc,:
yt$ti}2> ba",iS5'mo Preco 18 i*00 o covado bo na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
a 2*800 o corto de calca, grande pectiincba na r,.r n r.n *
loja e armaz-'m do rvS( ^ roa d Imppratriz n. 60,'J^"'* u' .. .
(irande pecnmclia de gros-
historia m mm
m
Rei da Saeta
.
POR VOLTAFRE.
Vende-se eta axceltente obra por
brochara, na iivraria Econmica roa
o. 1
Na mesoa iivraria tomam-sa asslgnataras para
avida de Horacio Nelsono celebre almiraste
Ngle* a t cada exemplac
t*20 em
do Crepo

Lealdade
Raa da Imperatriz d. 70.
O proprletariq desie estabelecimenio tem a hon-
ra de levar ao oofteeimenio dorespeltavel pobllco
qoe acaba de re-eber pelo ultimo vapor oa> gran-
de e arlad sonimeoto de artigos de gosto e fan-
tasa?, como sejam:
CtOS
Reqasimos cintos com ponas e sem ellas, en-
tenados eom vidrttbos, tinte pratos como de co-
f.
fQBhos
Lindissiaaos paohos cum golliohae bordadas a
4so panno, assim como Uoissitcss ntremelos e
rbabadinbos.
Tbeeonras
As perfeitas thesoaras de puro seo para uobis e
ostoras, uem como rai(es de cabo de marfira
nudreperola,4arcBte-se a qualidade.
Feote
Uro gran le e variado cortiaento de peales para
or e tarobem jara alisar, seolo de borracba,
martlin e batato.
Escoras
Frtae esovas para facto, nabas, denles e cabel-
la de tudas os lama aftas e dx vares precos.
MM
M rdadelras lavas de Joavin e o de socia,
ranea de cores e prejag.
Perfumaras
Dos meibores perfum^us qire tero appareeido
dio ejam : S.eedade Hvgeaiea, Piver, Labim e'
Oo*rji. eomefrtiqiM randr-s e peqoenos.
Espelbos
Cosa os meiaoret vmrs qae possive, de ii0, caixa e tocadores d- todos os lmannos.
Coques
Lisos e eofeitado: c m mcrito gosto.
Lftcres
Iteres de Finale de muito hom gotto, os me
Mores qae tem viodo neMe genero:
fiufeifcs pira vestido
8a graode e vamd'i i-ertiroenia' tfe lia de str-
)a seda lisa e lavradas, trancas de seda, la e
algodo de lod s as Isrgira^ e ontros maitos arti-
gos qoe1 se toreara' eQaJoBrio meaaioaa los, mas.
4 >o fodipensaveu a formar o perfeito Wille
lAiaellp aesv.
N. 64-----Bsa da Imperatriz-----H. 64.
Rova loja ^e miadteas e artigo* de sodas
SILVA & NEVES.
Os preprietarios -deste novo estabe'ecimento offerecem ao reepeitarel W
jgjg ffjblico desta bella cidade, e do interior um Kndo e escomido sortimento de $|
^w miodezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes- ^g
>>& s9as "Militadas a executarem suas encommendas no que houver de mais no-'
^Sf vidade e gosto, e garanlem vender pelos precos mais r'asoaveis do qne em
WSj o1" qualqner parte apar de manerras delicadas e sinceres.
PNHOS COM GOLINHAS.
a *000 res.
Vende-se ama grande porcao de punbos com
golinbas de esflao de linho, com os mais lindo;
Bordados pelo harato preco de 1J000 o ierno, di-
tos bordados de cor a i0 re?, sendo grande pe
hincha peto preco, na roa da Imperatriz n. 60.
Baleos esguios.
a 2300.
Cbegaram os mais modernos ba+Ses esgnins sen-
do verdaderramente americanos e vendem-se ^elc
baraio prego de JSOO, na leja do Pavo raa das
Imperatriz n. 60
Cassas a 4o rs. s o pavo.
Veodem-se bonitas cassas inglezas de co-
res tiras pelo poroto preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
\ padrees Ustrados e de flores, assim como com
parmiaas miadas proprias para meanos a
H 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. i vara : pe-
1 chincha na leja e armazem do Pavao rna da
Imperatriz n. 6o
. Malas a setefpa tacas.
Veodem-se bonitas saias econmicas de
er, pelo barato preco de 24240 rs. poden-
Ido estas saias servir at para vestidos, fa-
!zendo-se lhe corpo de outra qualquw azen-
da-diBerente:; [.ech'iHSua, na loja -e arma-
zem do Pavio, roa da imperatriz n. 60.
Haloes a U, 80500 3#
Vendem-sc um grande sortimento de cri-
nolinas oo baldes de arcos para sendera pelos
baratos precos de t&, 20oo e 30 por ha ver
grande poroso, na loja e armazem do Pa-
va, raa da imperatriz n. 6o,
LSnzinbas de cor a 240 e 300rs.
Vendem-se lanzinhas matisadas, padrSes
modernos e muito bonitas pelo barato preco
de S40 e 300 rs.
Urcraas a 400


Acabam de receber pelo vapor francez Guienne, es segoiotee bellos
^g artigos de moda e fantasa.
Lavas de Joavin para senboras e homeos, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
iBdispensaveis e boleas de tortas as qnalidades,
Coqoes os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipore, de seda, (blondo) e de algoso, de tois as
q&stidades.
Complete sortimeoto de trancas, fitas, betes e goarnicSes de seda
^g com vidrilbo e sem elle, gravatinhas de seda, e manguitos de lastro bordsdos
* tndo do ultimo gosto de Pars.
Leqaes de sndalo aberto do mais aparado trabalho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos enfeites e Raaroicoes de iores para vestido e cabeca.
Calcado para senboras e meninas.
Perfumaras as melhores e mais escolhidas de Lubm, Piver, e Cos-
aray, em ricos e elegantes vasos de porceHana, crystal e prata iogleza.
Meias de algodSo, as mais finas e memores queteem at fcoje vindo ^
ao mercado, para senboras e homens.
Chapeos de palha da Italia, e a imitacSo para meninas.
^ E um sem numero de artigo, de gosto e faotaaa que s a vista
S3g podem ser apreciado
fc&e>
rs.
Vendem-se gravalinbafi pretas estreitas
da moda pelo baratissimo preco de 400 rs.
teoiciit
Cemento bvdraulico da meibsr qnalidade paffi
edificagoes n agna,taeqnes, altero;e.-, ssepiamoo-
tos de cano?, etc., em barricas pr.-tdes,a 15,
Dito commum ou remane a l(}&.
h.m porcao superior a 5 trrica* se fas nns
d-fferenc no prn;o copf rme a quhnlidaue :
Nos armazens de Taiso Ir-
inaos.
6ESS6
Nas armazens de Tasso Irm^s.
GBADS DS FERPO
para jardius, perteiras, ele.
Nos armazens Ivoios
A os agrien llores.
Sannders Brathers & C. aranrm de retebei
de Liverpool vapores de torga d o a 4 ca val tos
com todos o? pertences, o tioi proprios para tsze-
xem movfr macbinas de decvr<;ar aiprdo, po
deudo cada vapor trabalbar at eom lio surras,
tambem servis para enfardar al^cdao, oo para
ouiro qnalqner servido em qce osam de irabalba:
com animaes. Os mesmes tarobem tm a* venda
machinas araericanas de 35 a 10 perras.
Os prebndenles dirijam-se ao larpo do Corno-
Santo u. H.
Esoravos 'ugidos
a qnem capturar e cundozir a' fabrica de sabio rs.
denaples pretos
na loja do Pavao.
Grosdenaples 1280
Grosdenaples a 1,5800
Grosdenaples a 2^000
Grosdenaples a 2200
Grosdenaples a 25500
Grosdenaples a 2?)'800
Grosdenaples a 35000
Grosdenaples a 35200
Grosdenaples a 35500 f rQa do
Neste grande estabeltctmento encootra o eseravoLate, pardo, dade 33 Bn*.... qoalT
respeilavel publico nm avnltado sortimento principio deste anoo foi preso per fgido, e de nov*
dos melhores grosdenaples preOS tanto evadise da mesma fabrica, tori? i!.ilial!ava, u
lardos como estreitus, que se veudem muito roadrBRd omino oUtao, u d coveRbra
.-. i H CUJ eacravo ugie veslindo a tooua uu so.eai
ma*s barato do que em outra qualquer parte g0do de listras; cosioraa eabrta."*e, n'gar
proprio oome, e bem como o do seiibi r, e tratil
por castigo ama corrente fechada o cintura e bc
tornozello, do que devera' coseivar ac nienoa ai
manchas.
Escravo fngido
Acbase fegido desde o da 19 do roez proxitce
passado o escravo do abaixo assicnado de nome
Joaqnim, tendo os signaes sepuioiPs : irtade 25 ao-
em rasSo de se ter feto ama grande com
pra antes qne augmentassem os direilos na
alfandega, assim como um bonito sortimento
de moireaotiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
retma e luto, daodo-se de todas, amostras,
e mandani-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60 ^fnK^l^aJ11'1""' c,r 2T"e, bcc.c'
grande, olhos grandes e aniorteciri'., babeo, ea-
S

garai-ir^MH
PILULA
CABO

Culla superior
Yen velr Azevedo 6 C : raa da jroz a. 87.
,#.< asoflavr oc czszo ih*ltka^mx
Apprevada* pela Academia de Medecina da Parir
mmtrtinL0nemrnAts b fksftea, Dj eKLewA, o* iri.mib, di iaafu,SK.]
Mlmftii lumias t, Btnmlfoit Cnmtrynit ds fta-Tork, <8Sa, i s P*rU, im*.
SAtt PSoIm cnvMTMa* ron -tata raHu>-tx*rmc* ir wm notan aeetttra, um
mrtwjfvm de kto inatcravcii. atn i.iisr, de ib ^M]acno votme, de aa ainiii m
*nim (Vcentooi. Gitsadc 4at propriede^es 4o tono t do r^acaioi aUm eoaif prisd-
patKGtt* na* tffeca Ctlarctcu, k->cTcf-Maat, luU/mttMtu, Cutuu, m mmttrrkm,
ImurrlM, miumia, cae.; rua, m nBVreceB adt praeof aau Bedieafai CU IMil i
i pata aaodiev a eae>tiiH>ees ifppiftai, fratm dtitiiulai.
S. B. O iMtorttt a lnn> nara m itumt n wdlei-
W UM, Irftuma. Cuno pro de puta '* nanoridi^f tt
MUAM .vuaus BtoBenra, dws hm. ,.** n-w. cu*
*rea *** vr*. Drr.^*d^Mitr*MtaKtie>- C-
VoBde-so na.pharmicia,. cada orna, assim como um grande sortimen-
to do cores lisas e bordadas, por barato
preco*
Charles de renda.
Veadem-se superiores chales pretas de
renda, pelo barato preco de 35500 rs. cada
um, tssim como ditos de guipure fazen-
da muito snpencr a 105 e 125000, 4 um
bonito cor tmente de capas e retondas.
Os r.aaquHlioo do Pareo a 16.UC0
Cbego om eleganie sortimento dos mais mo-
dernos e mals bem enfeitados caiaqomtios de
prosdenapta preto seado com sintora e sem eiia, e
outros a imitacao de jaiinetinha.s e veodem-se pe-
toe baratos precos de i, l, Vtt e MI : na
do*e aroiaetro do Pavao raa da Imperatriz o, 60,
de P. Pereira da Silva.
V^ndem-ee bonitas sedas decores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-ice um bom vestido com 10 oa
12 eovados, eodo entre ellas afumas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 25 o
covado, assim oomo sedas lizas de cores per preces mais commodos 06 em
outra qualquer parte.
Panno preto a 1560# e 25ooo.
Vende-se panno preto superior 'om seis
palmos de largara proprio para paletots e
calcas pelos baratissimos preeos de 15600 e
2*W00 o oowdo, grande pecbincha.
Meias baratas, duzia 25ooo rs.
Vendem-se dozias de meias de cor escara
sendo meias de muito mais dinneiro porm
bqwdom-se a 25, por ter algum toque de
mof; ditas inglezas cruas muito eocorpa-
das a 55 a dazia.
VE6TIB03 A 450C0.
Veodem-se bonitos roes de vestidos de
omhraia branca com lindas barras bordadas
a 44000, ditos mais finos com as brras bor-
dadas a cor a 55, 65 e 8|00, ditos de fan-
tasa eom lidas barras e enfeites de seda a
m e 1 ta uuit' lindas so novaspoopelinas
qof ehepir^m para a loja do Pa-
vao a SI0 rs. o covado.
Temdem-se as mais liadas poapelinas enejadas
palo nliituo vapor, sendo transparentes e enfiladas
eom aaadrnhos niodiobos e com as cores mais
modernas orno sejam : magenta, solferino, verde,
ijrio.roxa, S20', enra e MM etc. ele., garaaiind.i
n qae oeae genero o que lea vindo de mais
noderao ao mercado, pea es(idoa roopas tancas e vendem-se pelo baraiissj.mo prego de 500
I-4is o covado, Dnieameofe pa toja e armazem do
fct&V *1 laPwa,rtl[ *'WH*r, Perara da
Silva,
GRANDE PECHINCHA
m laagtobaa na loja do Pavao.
Vendem se as mais moderpas e moito bonitas lan-
siohas de urna s cor, tendo entre ellas cores moito
delicadas pelo baialu preco de covado. 3C0
DKas de cores diffrenles com palmiohas e
" listas, covado....... 400
Ditas matisadas mnito lindas, covado. 320
D*as listadas dem, covado..... 500
Ditas transparentes com listas de seda, co-
vado........... 560
e ootras multas qnalidades de Isnsmbas de gosto,
qoe se esio rec-beodo por tod s os vapores, na
loja e armazem do Pavo, ruada Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira da Silva.
Bonitas alpacas na loja do Pavo.
Vende-se nm elegante sortimento das mais lia-
das alpacas de cores lavradas para vestidos a i J
o covado, ditas mais a.....
Ditas de flcrlnbas a 500 r?. e 560
Ditas lisa de todas as cores a 640 e 800
n* loja e armazem do Pavo, roa da imperatriz a.
60, de Flix Pereira da Silva.
(Poil de Chvre na loja do Pavo.
Vende se o mais moderno pon deCbvre largo, de
omaso cor, sendo mais lustroso qae a mesma s
da, pelo prfeo de.......2000
Dito mais ahaixo, porem com a? cores
moito lindas, covado......15i00
Dito eom lista- de seda a 860 rs. e. 1JO00
na loja do Pavao, raa da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da Silva.
Alpaca monstro, covado a 280 rs.
Vendem-se alpacas mi nslro escuna para vestido?,
tendo palmos de largara, qoe facilita fazr-se
om vestido cem 8 cavadas, a 280 re. ou a 2240 o i
corte, na loja do Pavo, ra da Imperatriz, n. 60,
de Pelix Pernira da Silva.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
VeBdem-se superiores gangas fraacetas moito
ene rpadas para cMcas e palitots, pelo barato pre-
co de 400 rs. a ovado, superiores bros de bafea
pardos, Mangados e lisos, assim como.ditos de co-
ree, fazenda moUo superior, na loja e armazem
do Pavo, roa da Imperatriz'n. 60, j Feliv Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se chita preta lupleza lisa a (60 rs. o co-
vado 00 a pessa por $, com 38 covades, ditas cum
palmn tas. mplhnr fazenda, a 200 rs. o covado ou
a peca por 7300, dita franceza, largas, a 360 rs.
o cuvado, mueselinas pretas a 400 rs. e covado, na
loja e aim-.rem 4o Pavo, roa da Imperatriz o. 60,
48 Francisco Pereira da Silva,
Fazendas para luto na loja do Pavao.
Vend-se sopt-nor setim da Cbloa, sendo ama
fazenda toda de la e sem lustro, cm 6 palitos de
largara, qoe facilita fazer-se om vestido apenas
com 0 cavados a 300 rs......00
RffjDMHnf bounasma cora 4 palmos a
45600e..........JHX)
Superior canio sm Instrn, covado 12C0
Laosinnas lisas, ovado 400 a 600
Cassas prelas im om sa'pteos e eom
listas, vara a 500, 560 e 640 e ... 800
Uosselioas preta.-, covado..... 400
oulras n.oitas farenda proprias para loto, na loja e
.rmazem do Pa<<>, na roa da Imperatriz 0. 60, de
Flix Pereira da Silva.
Novidade em chal s a 6/1000.
Vendem-se os mais modernos e mais bonitos
chales Izxbrl, sendo de orna s cor, com lindas
reodas da mesma faienda, guarnecidas com boat
tas conias de aij< fres, sendo oeste artigo o mais
moderno n" t-m vindo e veade-se pelo barato
prre 1 de 60n0, n ni carne rite oa loja do Pavo, ra
da Imperatriz o. 60, de Peux P, reir da Silva.
Chales de merm a 24000.
Vende-se boniins chales de seriad a| 21000,
fiilO, i OO.SfiOO e fl000, na loja e arom-a^
do Pavo, na "* d Imperatrtx fijBO, 10 FaUx
Pereira da Silva.
beca pequea, cabellos carapinhos, d"rmiuhoco>
estatura regalar, 6ecco do corpo ca antes magro,
bom eosiobeiro, cose de allaiale^ tem o tornozefo
de om dos ps bstanle grosso de- rhenmatismo,
ps g'andes e largos, bstanle ladino e aune oso e
se iiiiimla forro. 11 i tuda certeza de que enteja
no Reclfe, onde j esteve fgido o anoo passado :
recoromenda-se pois as autoridades policiaes eca-
pitaes de campo a captara e entrega a seu senber
omesno abaifo asslgoauo na villa de Igcarass
ou aos Illms. Srs. Dr Jos B-roardo Gaho Al-
ce-forado, no Ca'deireiro, e ao cspiiio Flix Fran-
cisco de Suora Magalhes no largo do Paraizo n.
26. Igoaras. 7 de fevereiro de 1868.
lote Tenelra d^ Mo'ia Cavalcanti.
J50$0GO
Fogio no dia 25 do correte mez de coiobro, do
engenbo Limoeiro, freguezia da Efcata o estrave
1 olq 1 Francisco, com os segiiinies slgoaes : cabra, pon-
r.n co alw c"m Dom corpo, bonita figura, cara bexi-
gesa, barba piuco serrada, cesturos raspar o bl-
gode e a peira, cabellos um tanto orapinbados,
am pooco gago, eco lgomas slcatrizes velbas da
chicote nas coilas, n'ama p e n'uro braco, levoo.
camisa de algoiiao da mata,talca e paleto! de brim
pardo, chapeo de baeta pret?, lev vara de car-
relro, qne e snpooho ter ido sei lar piara como
voluntario ; foi encontrada no orejo de Fugondes,
segulndo por Carirl. Rvcotnmeoda se as pessoas
encarregadas do recrutamento, e as aotoridades
policiaes, c-m especialidade as do Rio Formoso,
lio, 4gua Preta,.. Bento e Porto Calvo, e a en-
tra qualquer pessoa a apprehtoco do dito escra-
vc, ir enirega-io no referido eBgtLho, qne gralifl-
ca se ci-m 150,5000
150#000
Pelos don estraves fgMoa.
Fogio do engenbo Sete Ranch s, no 01a 16 de fe-
vere ro deste anoo. o cabra Loiz Ignacio, aliara
regular, cheio do corpo, exmalm*do, olhoa peque-
os, nariz afiliado, cara bexizos?, perna.- grossa,
bem feto de ps, anda meie cen-unda, cabellos de
negro mas mel solt*, anda eom es fes cm lauto
para deBtro, falla grossa ; km om ealemDo na pa'
e>qoerda, nenies limados, cb.-raa te Luiz mas o
tratara por Ignacio, qoe pide a mar dH nome ; le-
von loriadas 3 caigas de brim par o, 2paleios e O
camisas, roopa esta do seubor e que pode troca-la
por lhe Bear grande. Roga-se, pois, a lodos os ca-
olines de camoo co qoaJquer pessoa que o possa .
aprehender, levar no dito engenbo Seie Ranchos,
qu reeebera' 75(:0O.
O cabra deMe eoeenho saaic com nm csvailo la-
zo com eaogalha ; o dito estrado ft | comprade
e-ts praca Sr. Ani nin J.>e Vieira de >nnza
30(
Na aile de 7 de fevereiro de-to nao, (ngio do
Porto de Guararapes o rscravo Maooel, qoe costa-
ma accreseentar Maooel Seveiiuo, cnoalo, com
30annos de iJade, porm representa ter menos,
cor vfrmelba, cabellos carapinbados, ponca bar-
ba, rosto comprido, qoeixo Gao, nariz um ponte
afilado, albos vivos, Ma aproada e qnaudo qutr
rouoa a falla, altura menos que regular, ponca 6-
gora, penas om tanto cross., pis? ponco firme
por ter cravos nos p, bastante ladino, costama
olear por cima qoaado falla eom algqem, ba des-
cootianca qae procara ^sseotar prac e por isso o
abaixo assigoado pede aos li ros. Srs. recitado-
res qne tenharo todo roldado roorrr.ent<* os da Pa-
rvbihae M^maognape aflra de ser garantida soa
proprieaade e aes Srs. capitses decam.10 (ff'-rece
500j se pagarem o dito seo escravo e a rnirega-
rem rn Goararapes 00 cidadjj do Natal a seas
txoeoradores a socios, e nesta pnga aos Srs. UM-
veira Fnbos di C. qae alem de pagar sera' rece-
nheeido.
Fabriclo G. Pedroea.

i ILEGVEL
-


^*
M__
-------
Diarlo e Pernjmfcueo (cuarta felra 1A de ffefrer Je i88.
AGRIGLRRA

Industria Assticarelra
0 CONCRtCtPR.
Pelo Sr. conde d'Adhemar.
(Aonales du Guie Civil).
Todos conhecem a hita imada desde a
invengo rio assucar de baterraba, entre a
Droducg3o assueareira do continente e a de
nossos estabelecimenios de alera mar. A
b3terrba, fi'ha do silo metrpoli! nn, teve
por si todos os fjvores da legislago. As
leis fiscaas da maa .'airia relativas aos assu-
cres, fetas ei\ a particpalo das colonias,
as mas das vezes Ibes e ara desfavoraves.
Este nuodo leonino de proceder, cau.ou
cortamente minas consideraveis as ilhas,
mas entretanto nople aniquillar a canoa,
dotada de urna v.talidaJe maior do que po-
deram suppor seus adversarios. Comtado,
deve-se recouhe;er que se a beterraba sou-
be tomar orna posigo vantajosa ao abrigo
de urna legislago parcial, ella tambem
mostrou era susdesenvolvimentossuccdssi-
vi s um espato de ordem e de progresso, que
de ordinario Uta faltado sua infeliz rival.
E' verdaJe que as duras provancasa qoe ella
estava sugeita, dcitavam-iho pouco azo para
nielhoramenio.?. Os assucires das colmas
bronqueados cora barro fizam sombra re-
fioaria metropolitana ; direilos exagerados
de alfand-ga occaswiaram a ruina desta ira
penante industria e o aniquillamento do
capital considtravel que nella se achava
empenhaio. Mais t-nle, a caima leve de
debater-e contra as diffi mida les da m3o
d'obra, procedentes da aholig > da escravi-
dao, e ainda b. je nao esto completamente
resolvilas. Empobrecida, atornientida, des-
pojada, ella vio se redusda em seus dias
mausa viver nicamente dos processos tradi-
cionaes de fabrico do padre Labat, que con-
sisem em evaporar ecozer omcco a ogo nu,
em uui systema de cinco caideiras hemis-
pbericas Tal era, e ainda em mufs
Jugares o qoe se chamava urna fabrici de
asssucar co oniaf.
Mas as exigencias da Iota tornaram-se
urgentes. Fez-se ensaics de mehoratnen-
tos que levaram esta concluso, que para
so aadar com seguranza no caminho da
resistencia e do progresso convinba dispnr
grandes meios de aegao, coja realisago
no era possivel seno pela associaco de
varios plantadores. Grupou-se por tanto
ura certo numero de habilacoes ao redor
de um centro commum, ao lado de todos
0.5 aparelhos aperfeigoados, que o trabalbo
da beterraba liolia feitJ imaginar. A fa-
brica eslava creada!
A fabiica foi sera duvida um progresso
oa qualidade, e raesmo na quantidade do
producto, mas urna decepego no ponto de
vista ecoaomr.o das coionias. O habitante
(i) nao tira vanlagem alguma sensivel des-
ta nova situaco. O industrioso iniciador,
e o capital da creaco fornecido pelo conti-
nente, ab-:orve n a maior parte dos lucros.
Qjan io o progresso tem lugar de um fal-
to, sera passar pela apur^co de um aper-
feigoamento gradual e rtflectido, flea-se ex-
posto a maior parte do tempo a errar o cami-
nho ou a ir clra do lira. Fica-se muito pre-
oceupado com a belleza do produelo e pou-
co com a sorte do proprietario d > solo. O
bom exilo, pJe-se dize-lo, gra.;as a esta
deslindo, nao foi duvido3o; fabricou-se
bello assucar, \> bello, que houva necessi-
dade de Ihe dissimular a perfeigo tritu-
rando-a, cora receio de que elle se asse-
melbasse aos acucares refinados do conti-
nente. Mas o habitante, engaado por sua
parte as esperarlas que tinha fundado na
fabrica, vo'.lou pouco pouco do seu en
t'iusiasmo por este systema, que logo ao
principio o seduzira. Como quer qoe os
resultados economices nao corresDondessem
sua expeclago, e!le tratou ainda de pro
cuiar com anceade ontro cam:nho de sal-
vago, menos engaoso e sobretodo mais
remunerador, quando o concrector fez sua
entrada no mundo industrioso.
Esta apparigo, como se pode conceber
dapos da succinta exposgo que acabamos
de fazer da ^tuago, gitou vi?amente as
Antilbas, onde se Gzeram os pritneiros en-
saos. A' medida que os resultados obii-
dos se multiplicara edivulgam, a eraogao,
lnnge de diminuir, augmenta de dia em dia.
E' porque, repetimo-lo, varios interesses
(1) Os fcancezes chamam habitante
quem possue um dominio ou habitago em
aiguma colonia ou centro agrcola ; vem a
ser o nosso morador ou lavrador de eoge-
nho.
esto em opposigo : a fabrica que nao ca-
rainba sem um material considerare! e um
fabrico imroenso, s em proveito do Indus-
trioso e do caytulisia;o habitante que
prodoz com prejuizo com as caideiras do
padre Labat, ou qae expirado pe'a fa-
brica;a beterraba em sua qualidade de
inimiga natural da cjnna, emlim o recem-
vindo, o concrector, que tambem quer sua
estagao outra, como o indica em G a figu-
ra n. I.
O caldo, incitado pela hclraacJo do trait,
desee, pois," lentamente de um pequeo ca-
nal ao seguinte, e de baca em bacia. Aju-
da-se, quando se pode, sua marcha por mel
de urna p de madeira raterica, com a qual
se pode estender uniformemente o liquido
sobre toda a superficie do trait, e impedir o
parte da s >l, cora loda a pretengo de Mes-, caldo novo de passar sobre a superficie assu-
sias da industria assucareira colonial. i carada do caldo amigo.
Naturalmente a fabrica teme o concrector; O caldo, chegaio oltim estagSo. deve
o h.ibitante arruinado, perdido no caminho marcar no aremetro de Baum, de 2 a 30"
em ^ue as circumstancias o deyiaram pelo de concentragao.
contrario, deseja-lhe o triumpho; e a be-, O orno sobre que repousa o trait do
torraba que acredita no progresso, pois mesmo cumprimeoto Seu fogo situado
que ao progresso que ella deve em parta na direccSo da correDte do apparelho, e a
a sua ba sorle, rcela que o concrector chamin era sentido contrario, do lado em
soja urna grande fortuna para sna rival, que est a sabida do caldojcondensado.
coja riqueza saccharina nao poderia aitingir. | Como se ?, inieiramente diverso do
M s o que o concrector? .systema do padre Labat, que com o risco de
Muitas noticias ten ja apparecido a seu expor seu producto caramelsago, colloca
tespeto, e sobre o systema de fabricado,'o fogSo na caldera de cosionar, e faz subir
a que elle da lugar. Segundo nos vem as in-a correte de calor e de umaga em sentido
formagoes de urna ou outra das partes inte- contrario ao do andamento do caldo. N5
ressadas, encontramos duvida, critici ou fa- systema de Mr. Fryer, a correte do foglo
vor. dirigida no mesmo sentido, de modo que a
Vamos tratar de esclarecer a qoesto,| temperatura mais elevada e a fonte do calor
abrindo-nos um trdho em linha recta, por se achara visinbas do compartimento em que
FOLHETIM
D. BRANCA DE LANZA
KECOmiXES. DA CORTE DE FELIPPE II
Komaacc histrico original
[ Por E. Fetio de Mendoza.
PARTE I
RcdempeSo por amor
LIVBO IV
O SENTENCIAOO A MORTK.
CAPITULO XIII.
(Continuago do n. 46.)
Algumas fartas.
QCARTA CARTA
Da princeza de Eboli a Antonio Prez.
Pinto
Senbor Prez. Envio-vos esta carta
porLozia. a nica aya de confianga que o
rigor do rei permit que me acompanhas-
se. N5o sei qaal ser a vossa sorte nem
qual ser a minba, pois que demasiadamen-
te conhecemos Felippe II. E' moito pos-
sivel qoe se esqoega de nos e que
apodregamos nos nossos respectivos encer-
ros, se bem que no vosso car'cere vos n5o
faltem os cuidados da vossa familia.
O rei mostra-se mais cruel comigo do
que comvosco, sem duvida porque me julga
mais culpada, e nao permiti aos meos pa>
rentes que venham ver-me, contentando-se
-em Ibes dizer que me fez condozir aqui em
castigo da influencia que exercia sobre vos
para que vos n3o reconciliareis com Ma-
theus Vasquez (1), esse vosso subordinado
que tomou a seu cargo viogar a morte de!
Escobedo, n3o sendo nem seu prente nem'
ainda sequer seu amigo, Ah 1 sempre este j
malfadado negocio de Escobedo sahindo|
superficie como os corpos em decomposigo
dof que morrem afogados I Prev jo que
vos vai trazer muitas desgrasas esse proces-!
so, porque se me figura qoe Felippe II \
busca nelle o pretexto para se viogar de
/YO Histrico.
mel destas aspirages diergentes.
Priraeiro que tudo. sendo o concretor um
instrumento bastante simples, podemos des-
creve-o sjm o socc-rro de um numero
consideravel de figuras; elle tem por flm,
como o seu nome o indica, condensar, em
ura i todo, solido e firme, a materia sac-
charina do callo assucaralo'da canna, sem
desperdicio nenhum.
Para resolrer este problema, Mr. Fryer,
inventor do processo, modificou singular-
j mente os apparelhos de evaporagSo do caldo
desde logo, e depois os de cozimento ou
de reduego.
Como se v, ha duas phases bem distrac-
tas em seu modo do operar: a evaporagSo e
a condensago. Vamos descrev-los sue-
cesslvamente.
A evapong) nlo tem lugar em caideiras
profundas, maneira do padre Labat, nem
nos?pparelhos mais aperfeigoados das fabri-
cas ; mas simplesmenle em urna grande su-
perficie, cmo as salinas. Tem-se dado o
nome de trnit a esta superficie (em inglez
fray, recipien'.e, chato, especie de labo-
leiro).
Paremos n'este primeiro orgo do sys-
tema.
O trait n3o mais do que urna longa
caldeira chala de I m, 8) de largura, e de
um compnmento que tem variado. Depois
daremos a razo disto.
Naturalmente esta caldeira nao com-
posta de cma s pega, mas resulta de una
serie de chapas de ferro, todas da mesma
extens3o, e da qual urna das dimenses de
1 33, e a outra nao difiere da propria lar-
gura da caldeira.
Cada chapa forma separadamente urna ba-
cia rectangular com suas quatro bordas. As
duas bordas oppostas, pelas quaes cada ba-
cii deve ser ligada por um encavilbamenlo
conveniente s duas bacas contiguas, s3o
mais altas do que as do circulo lateral do
trait. Ellas leem (f ,08 de relevo, no em-
tanto que os oulros dous lados s leem
(y*,OC). Poder-se-hia mesmo dar-lhe urna
altura menor.
Ainda mais, cada bacia ou estagao snb
dividida em seis canaes paralellos largura
do trait, por cinco diaphragmas ou traves-
sas de folha de ferro (i. i. .. fig. I), tendo
igualmente, como o recinto da caldeira,
O'"/ 6 de relevo.
Entretanto estes diaphragmas deixam )i-
vre a passagem de nm canal ao outro por
urna de suas extremidades, mas de modo
que a comraunicago tenha lugar ora es-
querra, ora direita, como a figura mostra
O trait colloca-se em seu lugar pela re-
unio de algumas das bacas precedentes
E' collocido sobre seu forn\ sendo inclinado
no sentido de comprimento, por meio de
ura declive de 0,n,035 pouco mais ou me-
nos por metro crreme, a partir do fogSo.
A parte do trait que fica mais elevada, cons-
titue sua cabega ou entrada, e a parte mais
baixa sua sabida.
O caldo, conduzido estaco ou bacia do
alto, obrgado a electuar um andamento
em forma de lago, para chegar estagao ex-
trem i. Mas de urna bacia outra os rebor-
dos de juncturaobstariam a tua carreira, se
para transpr esse obstculo nao se tvesse
feto, em um dos lados maiores do trait,
aberturas guarnecidas de goteiras semi-cir-
culares de cobre, que estabelecem no exte
rior do apparelho a communieag3o de urna
wm
o caldo mais necessita, para subir um grao
areometrico, de urna quantidade maior de
evaporado do que os suecos ulteriores cada
vez mais graduados.
O figo alimentado com o bagago, qne
\ n3o outra cousa sen3o a parte lenhosa da
canoa, de qoe se extrahio o sueco da moen-
da. O poder calorfico di bagaco deve ser
avahado em 4,330 unidades. V-se, pois,
que elle mais elevado que o da lenha, e
igual ao da turfa mediana. Isto resulta do
assucar que elle ainda contm, e que a
moenda nao Ihe pode tirar. Por isso o ba-
gago amplamente sufficiente para a evapo-
rago completa do sueco da canna, e sua
redocc3o em assucar. Mais para diante tor-
naremos evidente este facto importante.
Para que o caldo ebegua regularmente
30' no tira de sua carreira atravez os mean-
dros do trait, indispensavel que o com-
primento desse trait, e a inlensidade do fugo
sejam regulados de modo qne esse obteoba
esse resultado, no tempo empregado para a
rerificacao da viagem.
E' evidentemente esta condig3o comple-
xa da obra, que se devem attribuir as apal-
padellas,em que andaram os inventores para
fixarem as diraenses definitivas da superfi-
cie de evaporagao, o tamanho da grelha do
fog3o, e as proporges do proprio aparelho
de concentragao.
O trait. ao principio construido com snte
eitages, constitnindo um comprimento letal
de 7xI,3om=9,45, foi depois elevado *
dez e ebegar-se-ha a quinze, limite que adap-
taremos para nossas explicagoes ulteriores,
com o que ficar o trait com um compri-
mento de 20m,23, e ama canalisagSo em zig-
zag de 162 metros de extens3o percorrida,
sem contar o supplemento das goteiras da
junctura.
Seja como for, supporemos desde j que
o calilo, depois de ter completado sua car-
reira, chega, attingindo a ultima estag3o
do trait, ao grao areometrico desejado de
28 a 30 de coocentragSo' Desde ent3o elle
est adequado para a condensago. Vasa-se
no apparelho em que essa evaporagao deve
ter lugar.
Caberia talvez aqu descrever esse orgSo
cssencial do systema ; mas antes de encetar
esta descripgao, c indispensavel dar um lance
d'olhos sobre as disposiges da cbajnin,
d'onde se lira o calor necessario conden-
sago. *
Conhece-se j o lugar oceupado pela cha-
min, de cima para baixo, das superficies de
evaporagao.
A chamin de folha de ferro, sua base
serve de apoio a urna cmara cylindrica tam-
bera de folha de ferro, cuja disposigo inte-
rior inieiramente especial. A chapa que
forma oslo da cmara crivada de buracos
circulares; ella pousa immediatameote sobre
o tubo horizontal, que conslile o prolonga-
mento do forno alm do trait de evaporagao,
e d passagem fumaga. Urna outra chapa
crivada de buracos, correspondentes pri-
meira, collocada como praleleira 0m,50
ou 0,'V>o pouco mais ou menos abaixo da
coberta da cmara. Aos buracos corres-
pondentes das duas chapas esto ligadas ver-
ticalmente tubos abertos as extremidades,
d modo que o recinto em que elles estSo
collocados representa muito bem urna cal-
deira tubular de vapor, que estivesse collo-
cada verticalmente.
Estes tubos, vista a disposigo das cousas,
vos, dando sua vinganga a cor de orna
severa justiga. J tendes presenciado as
alternativas porque este negoc'o tem passa-
do ha um auno. Tudo nelle anmalo,
irregular e incomprehensivel e nao me ad-
mirareiDeus me lvre disso I que araanhaa
ou outro da vos conduzam a um castello
ou vos entreguem ioqnisig3o para que vos
ioflijam um terrivel castigo.
Meu amigo, a nossa queda j irrepa-
ravel... Dizem-me que o rei mandou re-
colher os vossos papis; e se viram entre
elles alguns que a vossa mpreviso possa
ter deixado, nem vos nem eu tornaremos a
gosar da nossa liberdade.
t Que irriso da sorte I qae madanga tao
horrivel 1
Conhego o carcter do rei e receio que
n3o nos perde nunca. Temo que tenia
sabido o que jamis devia saber e figura-se-
me que a delago parti da aya de D. Bran-
ca de Lanuza, a quem julguei muito nossa
affeigoada, tomando-a ao meu servigo, e
que vos quizestes que fosse a guarda de
vossa irm3a. Ab 1 se ts minhas suspeitas
s3o certas, que Deus nos salve, porque Fe-
ippe II ha de vingar-se de nos horrivel-
mente.
* Trabalhai, meu amigo, por vos e por
mim, mais por vos, porque a vossa causa e
peior que a minha, e nlo esquegais na sua
desgraga a quem 'deveras vos dedica urna
amizade leaLAnna de Mendoza.
QUINTA CARTA
De Boque ao duque de Alba
Fuente de Cantos
Meu muito poderoso e nobre senhor e
amo. Hoje tomei posse do cargo com que
V. Exc. se servio honrar-me em retnbui-
go do ultimo servigo que prestei a V. Exc.
no negocio do Corsario Negro.
Prostrado humillemente aos ps de
V. Exc. agradego todas as snas mercs e
lisongeio-me muito ao considerar que V.
Exc. me aprecia isso qoe valho, pois que
nao me eoganei julgando-me muito capaz
de administrar esta bella propriedade da
Extremadura.
Segoinio os desejos de V. Exc. oceu-
po-me muito pouco de mulheres, e tendo-
me desembaragado de Maria, minha cumpli-
ce, difcil ser que alguma outra torne a
ouvir-rae urna phrase de amor.
c Sube com sentmento que S. M. des-
terrou Y. Exc. depois da minba sabida de
Madrid, e por este povo 4Cham-se os nimos
levantados contra a injustiga do rei com V.
Exc. e ainda que, supponho, a causa seja o
negocio do Corsario, pelas desaffeigoes que
tem proporcionado a S M. goardo-me mui-
to bem de o dizer a pessoa alguma.
Creio, sem embrgo, que valis muito,
meu nobre senhor, para que o rei vos con-
serve per muito tempo longe da sua graga,
e se pensaes qae de alguma cousa possa
servir-vos, sou sempre o vosso criado, que
humildemente vos beija os ps. Roque
Cernada.
SEXTA CARTA
Da Joo de Lanuza a Branca.
< Minha querida irma. Deus nos d a
todos resiguagSo e valor.
c Recebi a tua triste e desconsoladora
carta e j nao ha remedio... A vinganga
de Felippe II cahir sobre o nobre D. Fer-
nando de aples sem que nioguem, alm
de Deas, possa evita-lo...
Valor, minha irmaa. Dos b3o quer
que sejamos felizes; e agora que eu poda
se-lo com Constanga que le escreveu ha
algaras dias, dizendo-te que o nosso casa-
mento se verificaratenho o pesar de saber
o tea cruel deslino, e o deslino mais horri-
vel ainda que espera o nobre D. Fernando.
Ah 1 Deas o qaer I
Apeaas recebemos as tuas cartas, nos-
sa mai apressou-se a emprehender viagem
em nossa companbia com o lim de nos dei-
tarmos aos ps do rei e supplicar-lhe que
concedesse a vida a D. Fernando, pois que
j eu Ihe tinha referido toda a sua historia
e o tea amor por tao completo cavalheiro;
mas pouco antes de chegar a Avila voltou
se a carruagem qae nos condozia, e tanto
nossa m como eu sahimos feridos da queda.
Isto nos impeda do coucorrer-mos a sal-
poem em temmunicacio o canal horisontal
da fumaga ao abir do forno com a coberta
da cmara, e pela coberta com a chamin da!
sabida.
Elles s5o as Micas aberturas, por onde a
correte superfina de fomaca e de ar queme
do fogo de evaporagao pode achar sabida,
como a cbamma e os productos da combus-
tS'j na caldeira tubullar, com a differenga po-
r que em vez de estarem cheios de agua
como na caldeira de vapor, os espacos da
cmara comprehendidos entre os tubos, en-
cerrara o ar que deve aquecer.
Seu todo forma urna verdadeira estufa, e
constitue a fonte de calor, d'onde se lira o
ar quente necessario condensago.
Para effectuar-se este trasiego, basta de-
terminar urna corrente por entre o feixe tu-
bular da estufa. Para esle effeto, faz-se
urna abertura as paredes verticaes da ca-
| mar, para deixar penetrar nella o ar exterior
e urna outra em sentido opposto para deixar
' sabir este mesmo ar, logo que estiver aque-
; cido com o contacto dos tobos verticaes. E'
' por meio de um ventilador aspirante, que o
chamamento do ar quente tem lugar por esta
ultima abertura, como se vai ver na descri-
, gao do apparelho de condensago em qoe
paramos.
O apparelho de condensago se compoe
primeramente de um recipiente cylindrico
' de metal, outr'ora cobre, boje ferro.
E' o que os inventores chamam cylindro.
Elle est deitado como urna urna caldeira de
'vapor, mas levemente inclinado de diaote
'para traz, afim de que o caldo condnsalo,
(que elle deve receber, tenda a descer len-
tameote de urna extremidade outra.
Um eixo motel, pascando pelo centro dos
dous circuios extremos que terminam o cy-
lindro, munido de palhetas com a forma
de tympanos de colher tt. (Fig. 2).
Todas as noticias sobre o concretor apre-
sentara o cylindro, movendo-se sobre o eixo.
Isto intil. Para nos o cylindro fixo,
o eixo que gyra imprimindo aos tympanos
sos que o guarnecem, seu movimento de
rotac3o.
Os tympanos tangenciam por ama de suas
extremidades a parede cylindrica do appa-
relho. Era sua marcha, dirigida convenien-
te, elles apanham o xirope que occopa o
fundo do cylindro, levaotara-no, estendendo-
o pouco a pouco por toda a exieoso da su-
perficie, e o langam no centre da rotago,
do lado em que se inclina o apparelho.
Urna machina especial a vapor, da forga
de quatro cavados, d ao etxo do eylindro
um movimento lento, que nao excede a qua-
tro voltas por minuto.
O tyrapaoo, em forma de colher, adoptado
pelos inventores, offerece muita resistencia
rotago. O tympano em espiral nao tem
o mesmo inconveniente, e sua superficie a-
presentando um desenvolvimento maior qoe
a superficie semi cylindrica do tympano de
colher, dara urna bragagem do xarope ainda
mais satisfatona.
A mesma machina a vapor, que imprime
o movimento ao eixo do cylindro, faz mover
igualmente o ventilador de palhetas, quem
est incambida a tarefa de fazer a chamada
de ar quente da estufa tubular.
Este ventilador acba-se situado no alto
do cylindro.
Para estabelecer a communicago entre
o ventilador e a estufa, o cylindro, atravez
do qaal ella tem lugar, atravessado nos
dous circuios limtrofes, e em logar conve-
niente, por dous respiradouros, um dos
quaes, o que est na extremidade da sa-
luda, abre-se sobre o canal de emissSo do
ar quente da estufa tubular, e o outro de-
sembocca em um tambor que precede o cy-
lindro. Este tambor serve para cobrir o
encaixe do fixo, mas ajusta-se ao mesmo
tempo aos labios da garganta aspiraute do
ventilador.
Esle, voltando-se, naturalmente sabi-
da ao ar do tambor e do cylyndro, e por
comeguinte ao ar quente da estufa. O ar
quente, attrahido por este chamamento for-
cado, trna a subir, no sentido contrario ao
da lava descendente do xarope, s superfi-
cies movis dos tympanos, e acaba a evapo-
ragao do caldo espalbado em ama carnada
fina sobre essas superficies, e o coneosa
com rapidez.
O ventilador expolie depois o ar, que as-
piro*- por um tubo que vai dar chamin.
A tiragem da chamin por esse modo de-
terminada pela mesma corrente que Ihe che-
ga desse lado.
A eondensago do caldo no cylindro tem
logar em doze minutos. A evaporagao nos
traits primitivos fazia-se em cinco minutos.
Nao havia, pois, concordancia de tempo en-
varFernando.Procuraalcangar qae Felippe II
demore a execugao da sentenga e talvez tu-
do se possa arraojar ainda.
< A ferida de nossa m3i nao grave nem
a minha tao pouco, mas impede-nos de coo-
tinaarmos a marcha.
Roga a Deus nos alivie com brevidade,
e faze por conseguir o que te disse.
Hoje escrevo delidaraente ao pai para
que faga tambem todo o possivel para salvar
O po!-,re D. Fernando.
< Envia-lhe as minhas lembraDcas, bem
como as de Constanga, e o co te d a forga
e resignago que falta te fazem para soffrer
a tua sorte.
t TeuJoSo.
STIMA CARTA
Do mesmo mesma
c Minha querida irma Loovado seja
Deas e exaltado o seu poder I
< Recebemos a tua carta em que nos
participas a inesperada alterago que bouve
na tua sorte. e pouco nos faltou para nos
tornarmos bucos de contentamente
< Com que U. Fernando de aples
primo de Felippe II, irmao do imperador
da Allemanha e rei eleito da Hungra e da
Bohemia ? Com que a predieco da feiti-
ceira cumprio-se T Vais ser rainba ? Ah
bem o mereces, minha Branca ; s digna
de cingir a tua fronte com urna corda real
e de empregar o teu bom corago e o leu
talento em beneficio de um povo :
c S escurece a nossa alegra o sentmen-
to de que vais separar-te do nosso lado ;
mas este sen ti meato nao pode competir com
a nossa felicidade.
t Ah 1 quanto feliz sers unida j a esse
homem t o nobre e to bom, que tanto
estremeces Qual nao ser a toa satisfago
vendo que os sacrificios da tua vida foram
to bem recompensados I Oh I certamente
que julgars sonhar quaudo comparares a
la situago presente com aquella em que
eslavas ha alguns dias!
Mysterios impenetraveis de Dos 1
Quem poder jabais comprehende-los at
que se revelem, como suc-edea agora ?
tre a marcha do "nit ea do cylindro, o qn
era um grave iDConvPn-pole para a conti-
nuidade do fabrico. O inventores cuida
ram era faze-lo desapparectf jela dminui-
go do coprimento do cjlmYe e pelon-
gamente simultaneo do trait.
Quando se julga que a operacao da con-
densago est acabada, abre-se um scoadou-
ro B (Fig. 2) feito na extremidade inferior
do cylindro, de lado da IncliDago do appare
lho, e o caldo condensado se esci lenta-
mente por esta abertura. El'e receido
em urna calha movediga, por meio da qual
destribuem-no em wagoes, que por sua vez
servem para conduzi-lo s barricas de expe-
digo. onde o derramara em caada fina.
O caldo condensado, endurece prompta-
mente. NSo deixa gottejar nenhum vesti-
gio de xarope.
Acabamos de descrever o concretor em
suas tres partes essenciaes. Tem-se com-
prehendido a funego de cada urna d'cllas,
desde a entrada do caldo no trait at a sa-
bida do assucar condensado do cylindro.
Ain la nos resta, porem, mencionar algumas
particularidades accessorias.
Em primeiro logar, o caldo na sabida
da moenda nao vae directamente sobre as
superficies de evaporagao; sofire urna de-
purago inevitavel por meio da cal, em re-
cipientes que precedem o trait. Nao des-
creveremos esta depurago que pode ter lo-
gar por meio do vapor ou fogo n. Ella
consiste de m*is em um simples embebi-
mento do caldo por urna dissoloco de cal.
A o, erago tem lugar em 85 de tempera-
tura pelo menos. O caldo, filtrado por
urna teia metlica, nao levado ao trait
seoo por intermedio de um reservatorio.
Assim pde-se regular com mais seguran-
ga a alimentagao meihodica do trait.
Quando o caldo tem percorrido loda a
exlenso da superficie evaporatoria, e che-
ga ultima estagao, deve marcar 30 areo-
metricos pouco mais ou menos.
Ento est prompto para a condensa-
go. Mas antes de dirig -Jo para o cylin-
dro, c conveniente encerra-lo em urna
calha ou reservatorio intermedio, onde
elle s chega atravessando urna teia met-
lica, sobre a qual deixa todas as impure-
zas. Da calha intermedia, o caldo, com
tanto que tenha a graduago dse jada,
finalmente introdusido no cylindro por um
tubo disposto para esse fim, e pela aber-
tura lateral A de alimentagao do aparelho.
(fig-2).
E' pois, conveniente ter o nivel d'esta
abertura abaixo da calha e o da calha abai-
xo do trait.
Quando por descuido o caldo, depois
de ter completado sua carreira, nao es-
tiver sofijcientemente graduado, ser pre-
ciso submetle-io orna segunda evapora-
cao. Ento, em lugar de o fazer descer
do reservatorio intermediario para o cylin-
dro, tira-se por meio de urna bomba, que
se faz mover vontade com a pequea ma-
quina vapor dos tympanos, e eleva-se-o
para urna bacia superior situada cima do
trait. D'abi deita-se na estagao mais
conveniente ao grao de concentragao que
elle ainda deve adquirir.
Com os primeiros traits de sete eslages,
muitas vezes era-se obrigdo a esta Msa
manobra; com as novas caideiras de dez es-
tages e ainda melhor de quinze, n$o se d
mais o mesmo inconveniente. Pde-se at
dispensar o reservatorio intermedio, e va-
sar o caldo directamente no cylndro.
Mas esta represa do ealdo nao era o ni-
co desarranjo qae os traits de pequeo al-
cance occasionavam ao fabrico. Tornavam
diili :il a destriboigo conveniente do calor
as diversas regios do systema. Por isso
as primeiras experiencias do concretor nao
sabia do cylindro seno urna materia negra
muito semelbante ao alcairo. A tempera-
tura do ar quente, que servia condensago,
era elevada de mais; lterava o assucar.
Isto provinha da pouca extenso do trait,qpe
deixa va a corrente fumvora chegar em cha-
ma chamin, e aquecer de mais o ar da
estufa tubular. Sabe-se com effeito que o
assucar se carameiisa a i5" centgradas.
Cocotudo quando elle est hmido, e o
caso de que se trata, pode supportar du-
rante o curso da evaporagao, sem soBrer
esta alterago, urna temperatura mais ele-
vada mesmo que 130; mas, para andar com
segoraoga, convm evitar estes limites es-|
cabrosos> e ficar n'um meio termo mais mo-
derado e mais seguro, como 90 ou 1G0
graos.
E rigo otferecem em urna marcha rpida; mas
em um. fabrico lento, poderam apresentar
i o inconveniente de prodnzlr malta glucosa;
j porque tambem se sabe que quando urna
'soluclo assucarada mactida por nwito
lempo em orna temperatura prxima ebul-
lico. perde pooto a pouco a propriedade
de crystalisar.
V-se pelo que precede que a quesio
das temperaturas ollerece difficoldadee se-
rias no fabrico do assucar. O concrector
nao est i sen lo d'el I as. E' mesmo esta
dependencia que elle deve as apalpadellas,
alias inherentes a loda a invenco neva, em
que tem andado desde o principio.
Diremos algumas palavras sobre materia
to delicada; nas, para faze-lo com algum
bom exilo, indispensavel antes de todo
dar a chave do fabrico do assucar da canoa.
Ella consiste na seguinte analyse, qoe tan-
to mais preciosa para nos que nos permit-
a-a chegar, de melo preciso, s concluses
do presente artigo.

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V
^
(Continuar-te- ha.)
* Constanga gosa com a tua felicidade
tanto como com a propria, e ella e nossa
mi te pedem que nao demores a tua via-
da aqu antes de partiros para Buda, como
nos dizes, pois desejam abracar-te a ti e ao
meu. novo prente. Vem breve; Eu j
eslou bom e sahirei a esperar-te com Cons-
tanga duas ou tres leguas Sora da povoagao,
para te receber dignamente como rainh da
Hungra e da Bohemia. Nossa mi, ainda
qoe j (ora de todo o perigo, acha-se ainda
no le to, e por isso nao podemos ir bas-
car-te a Madrid e agradecer a Felippe t que
tambem se mostrou para com o seu novo
prente.
Tive o maior sentmento sabeodo da
priso de Antonio Prez e da princeza
de Eboli, pois por muito que conhega os
abusos que praticaram, sao meus semeltnn-
les. Constanga, como podes suppor, cho-
rou por seuirrao,- mas trate i de a convencer
que a sua priso nao durar muito e que
quando formos a Madrid fallaremos ao rei
om favor de Antonio.
Vem breve, querida Branca. Espera-
mos-te com os bragos abortos,, bem como
a teu nobre esposo o bere de Bodas.
TeaJoao.
01TAVA CARIA
De Branca d sua familia.
c Meus queridos pas e irmos Neste
momento, regressamos, meu esposo e eu,
da catbedrai onde foi eoroado solemnemen-
te como rei da Hungra e da Bohemia.
c Um correio particular vos levar esta,
meus amados pais e irmos. Apresso-me
a eommunicar-vos to fausta nova n'um
momento que tenho lvre, pois qae boje
um da completissimo de festa e dentro de
ama hora ser a recepg3o cfficial qual as-
sistir toda a nobreza dos dous reinos uni-
dos, e depos os pobres, que segundo cos-
tume na cooag3o dos reis.teem direito a
receber da propria m.o do monareba certa
escola em recordago da celebre santa rai-
nha de Hungra Isabel.
c Quizera que',tivesseis estado todos aqui
para que pariici^asseis da nossa felicidade
LITTERaTDBA.
O c*FHtcisMO.Tendo um cora d'Alda
encontrado om dos seus paroehianos que
nunca ia igreja, apezar de ter mais de ses-
senta annos, perguntou-lhe se nao lia o cili-
cio divino em sua casa.
Qoem eu respondeu o rustico, con
quer Vme. que eu o lea, se eu nao sei o
a 6-c.t"
ApostOj diz o cora, que tuaSo sabe*
quera te creou.
E' verdade qae me nao lembra, aceres-
centou elle; e isto fellar-lhe com. toda -
franqueza.
Passando naquella occasiao orna,
crianga, oh pequeo I gritn oscura, dize-
me quem te creou ?
Foi Deus, responde o rapaz:
Ento nao vergonhoso, acrescentou- o-
ecclesiastco, que urna crianga de cinco an-
nos saiba dizer quem o creou, quaodo um
homem de tua idade [ignora I
Ora, isso nao admira, Sr.fpadre, replicn
o camponez, pois elle anda bontem nas-
ceo, para assim dizer, e eu j c estou ha
muito tempo como Vmc. sabe.
O nisGRETO*^Certo individuo levava> a
nm ponto tal a sua diseripoo,. qae dizia a
um dos seus amigos; quando consagro o
meu affecto a urna senhora, fago-o de mo-
do qae ella o nao perceba.
e alegra; ou ao menos poder-vos enviar
urna descripgao exacta das ceremonias e re-
gosijos pblicos; mas nao sendo isto pos-
sivel por hoje, limitar-me-hei a pedir-vos-
outra vez, meus bons e queridos pais, a.
bengo qae j me concedestes solemnemen-
te, e a vos, meus irmos, as vossas ora-
ges para que seja feliz e possa sempre
acunselbar a mea esposo o mais acertado e
prudente- para sua gloria e felicidad do
seas povos.
To;as as ras da dovoagao esto adorna-
das do tapetes e picas sedas, e os galharde-
tes e grinaldas de-flores se agtam em todos
os pontos. As msicas elevam aos ares as
suas harmonas e os pfanos e demais ias-
truoaentos guefreros ceolribuen cornos
seus blicos sons para qae a alegra seja
geni. Toda a povoagao danga e ri, e atos
proprios hebreas, dos. quaes ba aqa um
grande numero, com o fim sem duvida de
se congragarem cera o sea novo soberano,
erganisaram exquisitas dancas e contribuem
para a alegra que a todos anima.
c O palacio de Buda parece todo de o uro
pelo luxo com qneest decorado e pelos-mil
e mil uniformes e trajes bordados a oare
dos cortezos e titulares do imperio, que
vieram cora o imperador Rodolfo II honrar
a ceremonia e render preito e homenagem
ao sea. novo rei.
Pela minha parle posso dizer-vos. que
Fernando causn nos seus povos urna inv
penlo mnito favoravel, e que todos Ihe
promettem grande somma de felicidades
sob o seu dominio.
Quoira o co que assim seja, e quo en,
feliz com meu esposo, o veja caouinbar sem-
pre para a gloria, que elle aspira e que eu
| tanto Ihe desejo.
c Adeus, meus bons e queridos pais e ir-
mos. A hora da recepgo apioxima-se e
nao posso demorar-me mais.
c Nao esquegais a vossa Branca.
E aqui terminamos esta collecgo epislo-
i lar para descangarmos algumas horas e pro-
seguirmos a nossa tarefa.(Cowtinnor^se-ha).
XYP. OQ DIAH10-KUA DAS CftQZJS&Il'M~
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