Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11502


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Full Text
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JINNO XL1V. NUMERO 44.

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320
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SABBADO 22 DE FEVEREIRO DE 1868.
PAUA BEIVTBO POMA IA PROVIIVCH,
Par Im Metes abantaJosJ. ,..........r.....**i
Por seis ditos dem
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ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexaadrmo de Ltraa ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga ; Osar, o Sr. Joaqnlm
Jos de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Altes <& Pilhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Aiagoas, o Sr. Frao-lseo Tawes da Costa ;
Baha, o Sr. Jos Mariior Alv*s; Rio da Janeiro,
Sr. Jos Ribeiro Gas.,sriobo
partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Escada eestagoes da vi frrea al
Agua Preta, lodos os dias.
iRuarass s Goyanna as segundas e sextas forras
Santo AntSo, Grvala Bezerros, fioaito, Caruar,
Altlnbo, Garanhnns, Biqoe, S. Benlo, Bom Con-
seloo. Aguas Bellas Tacaran}, as rergas efrra?,
Pao d'Alho, Nazaretb, Llmoeiro, Brejo, Pesqoeira
Iogjzeira, Flores, Villa Bella, Ca/wot, Boa-Vis
la, Murlcury, Salgueirp e Ex, as qnarias eiras
Serlnhera, Rio Formoso, Tamandar-, Una Barrei-
res, Agna Preta e Pimenteiras, ms fintas feiras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES PA CAPITAL.
Tribunal do eommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabhados as 10 horas.
Fazenda : qninlas s 10 horas.
Joito do commercio : segundas s II horas.
Dito de orpbaos: tergas e sextas s fO trt ras.
PrJfneira Tara do cive/ Jerpas a sosias ao meio
da.
Segaada rm do ciTel : guaras ejabbades a
1 ora da tardo.
BPMMERIDES DO MEZ DE FEVEREI80
f Qaarto eres*, as 3 h.. 2? m. n 26 s. da t
8 Loa ebeia as 6 h., 4 ira. e 5G ?. da ra.
15 Qaarto ming. as 6 h.. 24 ib. e 13 s. da a.
23 La nova as II b., 28 m. e 1 s. da ni.
DAS DA SEMANA.
17 S*>g. 5. Polyeronio b. S. Serandiano m.
18. Ten;. 8. Simeao b. ro. S. Prepedhjna t.
19 Quart. S. C nrado f, S. Gabiao >.
20 Quint. Ss. Eleaterio e Nilo l.t>.
21 Sext. 9. SaxJiDianob S. ngel* de Merieia T. f.
25 Sab 3. Margarida de Cortona f.
23 m. (Carnaval) S. Margahd de Cordera.
PREAjfAR DE HOJE.
Primeira as 2 aoras e '-> i m. dawd.
Segunda as 3 horas 18 minutos ta mantir.
PARTIDA DOS VAPORES C09TEIR08.
Para o sal at Aiagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 15 30 de cada mex; pan far*
nando nos dias 14 dos mezes Janeiro, marco, i
julno, setembro e novembro.
PARTE OFTIilIAL
COMMA.NDO SUPERIOR DE SERINH.VEM
QuuUl de couiiu-nJi) superior da guarda nacio-
nal de Serinhriii. mi 17 de f-'v.reir de IStiS.
Paco saber aos alferes Manoel da R .cha Caval-
cante Lios, do batMhSo n. 49, Jos Innea da Sil-
va Santos e Pedro Velloso de Albuioerque, do ba-
talhao o. 43 da guarda nacional deste municipio,
asiin como a' tudos aqoelles que poderem n qoi-
zerem fazer ebegar ao oonbeclmento dos referidos
ofJBciaes, que sao chamados a* comparecer neste
qaartel dentro do praio de 30 dias, contados da
dala do presente ediul; e senao o Ozerem sera'
Borneado o cooselbo da investigaQao pira, aos ter-
mos do 'ecretn o. 3533 de 23 de noveabro de
1863, verificar a ausencia por elles eommettida,
conforme as pirtieipacSes (ffieiaes dos respectivos
conmandaotes, e era observancia ordero de S.
Exc o Sr. presidente da pr> vin.-ia.
(Assignado) Coriolano Velloso da Stlveira.
EXTERIOR.
jEMTADOS-UNIDOS.
mersagim 00 tresidunte.
O poder absoluto de demiiso e om poder enor-
me para se conttar mesmo a um magistrado eleilo
pelo suffragio do povo lteiro, ao >|ual da smente
tem de dar eontas das seus actos. Sern duvida al-
suma este poder pode trans)rmar-se em abuso, e
foi o que acontecen ttlves em diversas pocas da
aossa historia. Se.e jalgar que seria desejavel e
constitocional liraita-lo por forma tal qoe o prest
dente naoseja mais do qne om interprete ordina-
rio eom relacao aos oatros agentes da autorldade
publica, seria necesslrio pelo menos que Ibe fosse
permlttido proceder nesta qaalidade parante un
trlbanal real, independente dos partidos polticos,
prompto a examinar o valor i esda causa que se
apresentar, armado da todos os meios de Instruc-
cao a obrigado a decidir em virtud de regras es-
tabelecidas. Ficariam assim garantidos a seguran-
za do accosador de boa f e os direltos da parte
adversa. Fall naturalmente cora todo o respeiio
devido ao senado actual, porm nao me parece que
um corpo legislativo possa ser constituido Dor for-
ma tal que ihe sejam contadas taes funegoes.
O bosso governo nao admitte a theorla de qne
es empregos pblicos sao propriedade d'aqnlles
qae os exercem. Estes empregos sao confiados
tnicamente a prel do bem publico, ou por lempo
fixo ou palo tempo necessario para a boa gerencia;
porm em geral a sua durago tem por limites a
vontade do poder qoe dispoe desses empregos, que
representa a maioria conectiva, e qoe exprime a
vontada do povo A eooservacao de om so fuoc-
clonarle mo poda causar grandes prejaizos ao io-
teresse do publico. O perigo para o servjco publi-
co nao provm di facnldade de demittir, provm
sim da facoldade de nomear. Por Islo os autores
da constitoicao nao tragaram limitas ao direito da
demissao, dando eemtodo ao senado o direito de
rejeitar todas as nomeagBes que na sua opinio te-
nham sido indevldameote feltas. Com ponca re-
flaxo, todas as pessoa3 qoe tenbam a pello a feli-
cidad do seo paiz, se convencero de que o me-
Ibor camloho a seguir tomar a con>tltuigao por
(rula, marchar no camloho tragado pelos fundado-
res da renublica, e obedeeer ans precedentes qoe
se toraaro sagrados pelo respeit) dos nossos emi-
nentes predecessores.
A situago presente das nossas Qnangas e da nos-
ei circulago monetaria reclama a vossa seria ai-
lango. A proporgo era que o numerario de um
paiz deve estar com o valor total do producto an-
imal posto era cir;ulago, urna questc, a res-
peito da quai o economistas praticos nio esto de
accordo. A legislago nesta parte nao pie exer-
cer vigilancia. Tudo se dicie pelas leis Irrevoga
veis que em todos os potitos regolam as relagoes
commerciaes.
A lei do pedido a da produegao tSo infallivel
como a qus regala as mares do Oceaoo. Effecli-
vamente o numerario tem o sen flaxo e o sao re-
fluxo em lodo o mundo cimmerciai. No comego
da rebellio a circulago das notas no nosso paiz
nao se elevava a mais de 200,000:000 dollars. Ho-
jo a circulago das notas nacionaes e das que sao
reconhecidas eomo padrao legal approxlmada-
mente de dollars 700.000.-000 Emquanto alguns
pretendem que este toial dee ser augmentado,
susteolam outros que urna reduego absoluta-
mente necessaria para interesse do paiz.
Em preseoca desta diversidade de opinides bom
seria assegurar o valor real do nosso papel moeda
emitiido, comparado com a circulago metallica.
Para se conseguir este flm vejamos qual a porgo
de ouro ou de prata que poderiamos comprar por
meio dos nossos 700,000:000 (dollars) de pape!
moeda actnalmeote em circulago. Provavelmen-
te nao sena mais do qne a monde desta ultima
quantia ; o que mostra que, qoando se compare a
nossa eirculagao em papel com o ouro ra prata,
o sen valor commercial limitado a 350,000:000
dollars.
Este facto importante prova que o governo de-
ver, apenas o permitiam os principios de urna
boa economa poltica, adeptar providencias para
que os possuidores de taes notas a das notas na-
cionaes as convertam, sem perda da tempo, em
especies ou valores equivalentes.
Estas providencias nao produziro necessaria-
mente urna reduego do nosso papel de circulago.
No amianto Isto depender da lei do pedido a da
prodoego. Tambera nao devemos esquecer-nos
de que, convertendo em especias tnetallicas ou va-
lores equivalentes o padro legal a as notas, o va-
lor actual das especies snbir as mos dos pos-
suidores at a concorreocia de cento por cento.
A legislagao destinada para sa conseguir um re-
sultado to ntil reclamada por conslderagSes de
grande interesse publico. A constituigo embele-
ca qoe o mdium de circulago de paiz deve ser
uniforme em qualiJade a em valor. Na poca da
sua creacao o paiz tinba sabido da guerra da re-
volagao, a sofTria aioda as consequancias da abun-
dancia a depreciago do papel que ento circulava.
-Os noBJeos entendidos dessa poca desejavam
proteger a sua posteridade contra a repetigo de
males, de qoe eiies mesmos tiubam sido victimas.
Pensando no estabelecimento de um mdium de
cireulaco, deram ao congresso o poder de man-
dar cubar moeda e de regular o valor della. Ao
mesmo tempo prohiba s que os estados tomassem
por padro ouira cousa que nao fosse o ouro a a
prata. A situago anormal da nossa actual circu-
lago est em contradiego palpavel com a que de
principio se leve em vista.
Esta rircolafo abraga :
!. O papel dos bancos nacionaes receido em
pagamento de todos es direilos as caixas do esta-
do, probrbida a Importaeao;
.* 'O papel padre eraittldo pelos Estados-Uoi-
dos, o qual, segundo a le, deve ser recebldo em
pagamento de todas as dividas%ntre particulares,
atsim como de todo os direitos devidos ao gover-
no, exceptaanlo-se a importago:
3.' A moeda de ouro e de prata.
Todava, em resoltado do nosso systema Iwn-
eeiro actual, o numerario arrecadado pelo gover-
no Sea reservado para o pagamento de ama so
elasse dos credores do estado, que, posuidores
dos seus ttulos, recebem lodos os semestres os
8eus jaros em moeda 4o ibes.an.ro nacional. Por
isso estes ltimos esiSo collocidos em m poslgo,
o que tonda a foruncar as radas dos que preten-
dem depreciar as obrigagoas da nago.
ij -n Jo se trata do pagamento de suas dividas,
a b a f do governo deve ser mantida inviolavel-
mente. Porm, cora quanto pneeda com Adeuda-
de para com os possuidores de mulos qae empres-
taran) o sea diobeiro para salvares a integridade
da nnio, deve elle todava tratar cora boa f^s
grandes raassas de povo qoe, depois de silvarem
a uoio das mos da revelta, supportam agofa o
peso dos impostos, adra de que o governo possa
satisfazer os seus compromissos. Nao ha motivo
que possa satisfazer o povo emquanto es que nos
defendem em trra e nos protegem no mar, os in-
vlidos cobertos de fondas recibidas em servigo
do paiz, os em pregados dos diversos empregos do
estado, os marliimos, os artistas qoe trabalham
nos arsenaes do paiz, os negociantes e lavradires
nao recebereJ era pagamento da divida eonlrahl
da para com elles seno om papel depreciado, em-
quauto potra elasse dos seus eoncidadcs, que nao
tara mais merecimento, paga om ouro ou prata.
A igualdad, a exacta jusiiga, reelamam que os
eredores do goveru sejam pagos em valores uni-
formes. Ora, isto nao pode rcalisar-se sem que a
eirculagao volte ao padro estabelecido pela eoos-
tilalga Por este meio fremes dessppareeer urna
disl'ncgao que pode, se Islo nao aeonteceu j,
crear nm prejuizo qoe se enraisar, desenvolver
do-se depois, com grande prejuizo do nosso crdi-
to nacional. A possibiiidade de que a no3sa eircu-
lagao corresponda ao padro constitucional pode
demonstrarse por alguns fados deduzidos da nos-
sa estilstica con.raereial.
A prodoego dos melaes preciosos nos Estados-
Unidos desde 1840 al 1857 (inclusive), elevouse
a 579,000:000 dollars ; de 1858 a 1860 a..........
137,500.000; de 1811 a 1867 a 457,500:000. Es-
tes productos desde 1840 formara a lotalidade de
1.174,000 000. A I ttlidade das especies cuaba-
das desde 1840 at 1857 (ticlnsive; de..........
439,000:003; desde 1858 at 1860, de 123,003:000;
de 1861 at 1837, de 3lO 000:000. Total do pro-
docto monetario desde 1849, 374.030:000. Desde
1849 at 1857 (inclusive), a somma liquida das
exportagS* de especies eleva-se a 27,000:000
desde 1858 at 1860 a 148,000.000; desde 1861
at 1867 a 32,000:0%. Total liquido das expor-
tagess desde 1849, 741,000:000. Esles algarismos
apresentam um excedente dos productos sobre as
exporlagSes de 433,000:<00.
Ha na caixa do thesonro 111,000:000 em nume-
rario, pouco mais de 40,000:000 em circulago na
corle do Pacifico e alguns milho-s em notas do
banco nacional e outras, ao todo 160,060.000. Is-
to contando as especies existentes ao paiz antes do
1849, d 300,000:000 nao camprehendidos na ex-
porugo, a que, por censeguinte, ficam no paiz.
Sao estes fados imputantes, e que raosiram quan-
to urna eirculagao Inferior pode substituir comple-
tamente o numerario cunhado, obngando o a sa-
hir da eirculagao enire as raassas deste ou d'aqael-
le genero qoe se exportera como simples artigo
da commercio a vai eogrossar a capital ra metano
nos palzes estrangeiros. Estes factos provam a
necessfdade de rrtirar o nosso papel moeda, allm
de que o ouro e a prata girem no commercio, e
aGm da se crear um pidido qae possa reler entre
nos os productos do nosso solo to rico em ouro,
em quaotldade suraciaote para as neee-sidides da
eirculagao. Nao de presumir que baja urna eir-
enlago normal emquanto o governo, continuando
a emitlir papel nao resgatavel, puzer em eircula-
gao moeda depreciada, sem embargo dos productos
da nossa aropra euobagsm, que se elevam a
874,000:000 desde 1849.
Somes agora estranhos ao numerario que foi
destinado para nosso oso e proveito. O speeimen
dos metaos preclasos, cunhados com o emblema
nacional, raras vezes e apenas como objecto de
curlosidade se eneontra. Se o papel depredado
deve contiooar a alimentar a cireniagao perma-
nente do paiz, dentro eo pouco a nossa moeda
nao ser seno um artigo de commercio e de esoe-
culagao, o que fari encarecer tudo o que indis-
pensavel ao bem estar do povo.
Seria urna economa beu entendida sopprlmir
as nossas offlcioas de moeda, ponpar assim na-
go a despeza de taes estabelecimentos, e deixar
exportar os nossos metaes preciosos era barra.
Todava ebegada a occasiao era qne os bancos
nacionaes e do governo seo obrigados a adoptar
providendas efflcazes, e a fazer todas as csmnlna-
gjs necessarias para que os pagamentos em espa-
des se fagam o mais breve e o mais praticamente
possivel. Felto Isso, pelo governo e pelos bancos,
todas as notas, todo o papel eralttido por nm valor
nominal inferior a 20 dollars devero ser exclui-
dos, por urna lei, da eirculagao, adra de que o
publico possa ter o proveito e a cemraodidade da
circulago monetaria em ouro e em prata, a qual
para todos os negocios e transagdes adquirir um
valor noihrme no paiz e fra delle.
Todos os individuos proprietaries ou industriaes,
Iodos os hamens emflm qae qaerem conservar o
qoe possaem honestamente, ou alcangarem o que
honestamente ganbarara, tdam um interesse direc-
to em raanterem nra mdium constante de circula-
go, um mdium real e substancial nao sojeito a
! oscillar vontade das opinloes, a elevarse, a bai-
lar segundo a especulago, mas pelo contrario a
conservarse (Irme e certo. Urna circulago de-
sordenada nm dos pefores inconvenientes polti-
cos. Mina ella pela base as virtudes necessarias
para a conservagio do systema social, e augmenta
os lucros destruidores da felicfdade publica. E'
urna guerra contra a industria, contra a frogalida-
de e contra a economa. E' o alimento das ms
sogjesto'es, da dissipaeo e da especulaco.
Um dos nossos mais eminentes estadistas afflr-
mou que de todas as InvengQes destinadas para II-
ludir as elasses laboriosas, nenbuma tem tanto al-
cance eomo a qae Ibes oflerece a iliuso do papel
moeda. E' o mais seguro mel de fertilisar o san-
gne do rico pelo suor do pobre. A tyranoia sys-
temtica, i oppresso, os impostos exeessivos, to-
das estas cousas pesara llgelramente na3 raassas,
era comparago da ama cireulagio fraudulenta e
de roanos commettidos sombra do papel moeda
depreciado.
A historia do nesso paiz tem registrado para
nossa instruegae multas tendencias desmoralisado-
ras, injusticias a actos de oppresso inioleravel,
resoltado de urna circulago de mo papel, autori-
sada pela le ou sustentada pelo governo. E' nm
dos expedientes mais efflcazes em tempo de paz ou
de guerra, de expanso ou de reaegao, o que con-
siste em faxer passar todos .os melaes preciosos das
mos da grande massa do povo para as de alguns
que os amonloam secretamente, a os guardara em
cofres sellados, emquanto que o povo Oca sojeilo a
todos os inconvenientes, a todos os sacrificios, a
toda a desmerallsage proveniente do aso de am
papel moeda depreciado e sem valor.
(Continuarse ha.)
D ARIO DE PERNAWBPCO
No dia 18 de jmeiro, hoave ama explosi na
machiaa da desearogar algodao, da propriedade de
Antonio Ayres Brando, na cidade de Laraugeiras,
causando pequeos estragos.
No termo do Lagarto, Manoel Francisco Ca-
boclo, no acto de ser preso para rscruta, apunha-
lon a Joo Francisco Homero, e dea um tiro em
Jos Nones, morreado aquella immediatamente, e
Ocando este a morte.
Foi opturado, na Boa-vist, o criminoso Jollo
Barbosa Fetosa, autor de urna mora em 1866,
oessa localidad?.
Lemos no Jornal de Sergtpe:
c Dea-se na cidade de Propna om assassinato
Etla marcado o da ii de margo vindoaro
para a fnstallagaoda unta qualiBcadora da fregue-
zia da Luz, em Pao d'Albo.
Acha-se vedado-o transito de vehculos e aoi-
maes, pelas ras do Sebo a Rosario, em coose-
quencla de se ir preceder ao calearanno do-largo
da Santa Cruz.
Se cbfgar boje o vapor 4re*, dos portos do
sol do Imperio, desinhuiremos amauba o nosso
numero de segunda-feira.
Amanba deve ter lugar ara eclipse do sol,
annollsr para esta provincia. SegeadM os clenlos
feiioe oo observatorio astmnomico do Rio da Ja-
praticado por Diego Martins Fontes ni pessoa do neiro, dv elle reallsr-se assim :
i^_ii_ o^M.'. >__.i___.i *__-. --.- o,^.>.. Winluiril rilfltinl.iiillh.-..^.. f\
infeliz Emilio Cavalcaoti do Nascimenlo Simoes.
O facto dea-se em pleno da.
< Consta que grande indisposigo bavia entre
Primeiro contacto is ahora?, EOraloulos e 30 sa
gundo da manha, sendo a irnpresso aos 23
graos e 50 minlos, eeBlado; do posto culminante
aquellas individuos. Diogo no mesmo di fra ag- do verilea! do sol para ote na margem direita.
gredido dnis Vetes por Emilio Cavalcanti. Da pri
meira pode prevenir-se aquella lerrivel desfecho,
apezr de ter o aggresrer e sen companbelro Ja-
cinbo Aureliano de Oliveira desoarregando no as-
sassiuo moitas cacetadas, pela intervengo de um
Inspector de qoarteiro.
Diogo recolnau-se i sua casa, mas Emilio Ca-
valcanti leve a lofelieidade de nao se dominar, e
voltaodo novos insultos e ameagas receben um
tiro, que Iba Uroa a existencia depois da 6 horas
de agona.
i A aatoridade local trata do processo e da cap-
tura ao criminoso apezar dos paqueos recursos
da locahdade em relago a targa publica : o Sr,
Dr. chafa da polica interino empenba-se como de
seo dever para que ella se reallse, send) que as
circnmstincias de facto, por mais importantes que
paregam aos que no interesse do criminoso apre-
ciam-n'as como justificativas, nao podrSo enervar
a aegio da auloridade que sem oulro interrssa que
o da jusiiga, foriifica-se diante dessas barreiras
oppostas pela protecgo mais ou menos jastiflcada.
ALAGOAS.
Acha se fiaalmeote desassombrada a popula-
gao da provincia, pols que dispersaram-se os gru-
pos armados existentes na villa da Imperatriz, en-
tregndole seo chafe o lenle coronel Joaqnlm
da Silva Corre i, que, depois de ser apresentado ao
presidente da provincia, foi remettido para aquel-
la villa, afim de ser processado.
Bis o offlelo da aatoridade, i quem elle se en-
Iregoa :
t liim. e Exm. Sr.Acenso o reeebimento do
offlcio reservado de V. Exc. de 9 do crrante, or-
denando me que reuulsse a f*rga que podesse e
seguisse para a Imperatriz em auxilio das qoe ja
esta vara l por parte do governo, e empeobando os
meas esforgjs, procarassse por termo a's desagra-
daveis sceoas que alli estavam se praticaado, mo-
vidas pelos revoltosos
< Em vista disto tendo ja reunido cerca de 300
borneas, no dia 10 tomei a deliberado, antes de
lazer marchar esta gente, de ir at o lugar onde
se achassem os revoltosos a vr se consegua del-
tas deporem as armas, entregando-sa os cabegas a
prisao
i Chegando a's proximidades da povagao de
CiruaruziQho, nao sem algnma difflcaldade por
estarem alli as foreas revoltosas acampadas, pode
avistar-me com o tenante-coronel Joaquim da Sil-
va i.orri : fazeodo-lhe indiciosas ponderages,
disse Ibe que tinha ordeos para marchar contra el-
le com as torgas que podesse reunir; accreseentei
qae todo o mea interesse era qae fosse termina-
da essa queseo de modo que nao corresse mais
saogoe humano, que se compenetras* do erro em
que tinha cabido a depozessa as armas.
< Com efleilo, compenetrandu-se elle do seu er-
ro, immediatameote assegurou-me qua depunha as
armas, e logo que dispersasse a sua gente, se me
apresentariaria para se recolber a' pr.so, o qoe
teve logar no dia 13. No dia 13 Irouxe-o para o
meu engenbo, dlstricto da Soledade, d'onde parti-
mos bontam, viudo ebegar a esta cidade a's 7 ho-
ras da noute.
c A essa mesma bora recolbeu-se o referido te-
oente-coronel ao Quarlel Militar a's ordens de V.
Exc, e tudo isto levo ao coobecimento de V. Exc.
como ma compre.
t Dos guarde a V. EvcMaeei, 18 de fe-ve-
reiro de 1863.Illm. e Exm. Sr. Dr. Antonio M.-
reira de Barros, mu dign presidente da provin-
cia. Antonio Corr* Lima, delegado de polica
do termo do Passo.
Foram presos, como implicados nesse movl-
mento, os Srs.: Manoel Gregorio da Silva Lamos,
Jos Gomes da Silveira a Manoel Parera di Silva.
AQm de melhor intelrar os leitores do quan-
to bouve na provincia, e do como se aeaboo o rao-
vimento, damos em seguida diversos irecbos do
Jornal Alagoano :
,10 de fevereiro.
< Segn 1) as ultimas notlc'as, os desordeiros da
Imperatriz sahodo no dia 5 do sitioVarzea-Graa-
de,onde se acham bomisiados, saqoearam e ron-
baram a caa do negociante Targino Revoledo de
Oliveira Franco.
- 11-
S. Exc. acaba de nomear commaodante em
chefe das torgas, que vo operar no centro da pro-
vincia, o Sr. baro de Gequi, commandante su-
perior da guarda nacional 4a Aiagoas e S. Miguel. >
t No povoado Cabea de torco, onde se acbava
urna pequea forga do governo ao mando do capi-
to de guardas nacionaes Francisco Xavier Gue-
des, os desordeiros alacaram essa forga oa manha
do dia 10, e sem grande esforgo foram repellidos,
fagindo em completa debandada.
Da forga do governo marren um homem, o
inspector de qoarteiro do logar, e fioaram oito fe-
ridos, sendo qualro grave a qaatro levemente.
< Dos desordeiros morreram dons bomens a fi-
earam feridos alguns.
i A forga do governo tomoa aos desordeiros am
barril de plvora, algam chambo, pegas de fazen-
da, inteiras e a retalho, a roupa taita, objectos tu-
dos roubikdos na villa da Imperatriz.
13
Hontem, as 5 horas da tarde, segulo para a
Imperatriz, a forga sob o mando do Sr. baro do
Gaqui. >
O presidente da provincia encontrou muito
boa disposigo, em todas aa elasses da populaga,
para sntToear o movimoato.
PEBrUmBUCO
Mxima phase s i i horas, 51 minlos e 36 se-
gundos. O disco da la estara' sobra o dlse di
sol, do qual se ver smente ura annel luminoso
de designa I largura, lendo 21 segundos oa parte
mais estrella do lado do norte, indo alarganlo e
por ambos os lados al o pooto diametral opposto
do lado do sal, onde lera' 1 minulo e 411 segundo*
de largura.
Latltade do arsenal 8 graos, 3 minutos e 30 se-
gundos.
O Sr. Carlos Jos Das da Silva envia-nos o
segolnte sjbrt o attentado que o ia victimando :
Li orna noticia ara sua eonceituada Revista do
19 do corrate, dada por um individuo que feliz-
mente nao ceuhego, na qual di a entender que eu
offeodi o pudor do trtsloucado Jos Francisco da
Cos Pe Nao commetti tal cousa, nao estou
co.-turoado a eoromette-la, e gragas a Dos, nao
techo precedentes mo*.
< A formo que nao commetli at o presente ne-
nbuma offenra a ninguem, e qoalquer outro, que
nao eu, que a tal respeito, otfendesse a Feljd, serla
tirar agua am ama fonte seeea.
O mea verdugo, e.-ta sendo processado pelo
subdelegado do i* dittrido de Ipojoca. paranlo,
reeolba-se a' eadela, nao ande fgido, porque se
tiver razio, Ibe bao de dar, a ento podero aquel-
los qae te commovem da vlrtude do crocodilo, pu-
blicar mens erres; certo de qo, espero em Dos
estar cima de Feljs tt comitantt caterva. >
Iistelii.A que seacba a venda
a 55.* a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia, que corre sexta-feira 28.
RBFAJmgAO da olicia.Extracto das parles
do da X ide fevereiro de 1868.
Forana, recolhidos a' casa de detengan no dia 20
do correle:
A' orderu do Illm. Sr. Dr. chefa de policia, Pan-
lino Rispo de Azevedo, como criminoso de morte, no
termo do Bonito; Manoel e Luir, eseravos de An-
tonio Rodrigues dos Sanios, por fgidos; a' ordeno
do subdelegado do Recite, Petar M. Leil, ioglez, a'
requlsigo do respectivo cnsul; a' ordeno do Santo
Aotoaio, Mara das Dores, por embriaguez; a' or-
deno do de S. Jos, Manoel Feroandes de Gouvela
Cantoso, para correegao; e Joao, escravo de Adria-
no di Castro, para averiguagoas em crime de rou-
bo; a' orden do da Magdalena, Ignacio Francuco
de Lima, para correegao.
O chefe da 2" secgo
J. G. de Uesquita.
Passageiro3 entrados do Penedo no vapor
Giquui:
Dr- Aoreliaao Antonio Ribeiro di Silva, vicario
Manoel Lose* Rodrigues, Pedro Maooel da Silva
e seu criado, Dr. Terbotno Birbosa Nogueira,
ThemiMaches Gongalves de Andrado, Verissimo da
Silva Piebeiro, Caadido Jos de Mocra Jnior, Joa-
qnlm Jss Gomes, Antonio dos Santos Oliveira,
Manoel Martins da Gunba.
Casa de DBTENgXo. Movlmeoto do dia 20
de fevereiro de 1868.
Existiam 3i3, entraram 9, sahiram 5, existem
347.
A saber :
NacioDaes 242, molberes4, estrangeiros 44, mu-
Iher 1, eseravos 54, escravas 2, total 347.
Alimentados a custa dos cafres provindaes 2.'2
Movimento da enfermara do dia 21 ao cor-
rente.
Tiveram balxa :
Jos Gomes da Oliveira, anlmia.
Ladislao Jos Moreira, bronchite.
Maria E. Vicente de Oliveira.
Cxmiterio pubuico :Obituario do dia 20 de fe-
vereiro :
Maria da Coneeigc, Pernambnco, 40 anno?, ca-
sada, S. Jos; varilas.
Francisca Maria do Nascimento, Pernambueo,
30 anno?, solteira. Santo Antonio; parto.
Joao Bento de Camino, Pernambnco, 33 annos,
solteira. Boa Vista; bexiga?.
Francelina, Pernamboco, 5 mezes, Boa-Vista;
desynteria.
i
Da Sergipe e Aiagoas chegou hontem o vapor
Ipojuca da companbla Pernambacaoa, trazeudo
jornaes do Aracaj al 5 a da Maeei at 20 do
corrate.
Bis o qae dalles eolbemos.
SBBGIPI.
O presidenta da provincia fizera ana viagem
eldade de Lsrangeiras, afim de alli promover a
acquisigao prempta de voluntarios e reeraias.
_ O Sr. Joaquim da Silva Cardoso, delegado de
polica de Itabaiana, offerecen 200$ para as despe-
na da g'aerra.
REVISTA DIARIA
Foi dssignado o da 15 da margo prximo
para a rennlo da iunfa de 4ualiflcago da paro
ebla do Pogo, visto nao ter sido a mesma ios talla
da no da competente.
Poi mandado recolber a' tbesonraria provin-
cial a qoanlia de 1:000#000, que achava-se depo-
sitada na caixa llial; a qual fot doada por s. M. o
Imperador, em sua visita a esta provincia, nm
melhoramento da agaa potavel na cidaa da Vic-
toria.
Termina boje o praso para recepcao dos im-
postas provinciaes sem multa.
Tendo sido demiltido de ajudanle do director
da colonia de Pimenteiras, o Sr. teneo'.* Francisco
de Paula Meira Lima, foi para o mesmo cargo no-
meado o Sr. cupilao Rozendo Mon'.eiro de Lima.
I J reassnmlo o Sr. tenent.e coronel Joaqnlm
Jos da Silveira, o exereiclo d.a dlrecgio do alista-
meato para o exercilo.
CfiRONIGA JUDICURIA.
TBIllDXAL 90 COSI1IIEBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 20 DE
FEVEREIRO DE 1868.
FBBSIDKNCIA DO KXM. SR. DESE.MBARCADOR
AHSELMO FRANCISCO PKRETTI.
As dex horas da manha, reuDidos os Srs. de-
potados ^ Rosa, Basto, Miranda Leal e baro de
Cruaogjr, o Exm. Sr. presidente abri a sesso.
Llda, foi approvada a acta da sesso de 17.
EXPBDIEXTB.
Offlcio ao Exm. Sr. presidente da provincia, da-
lado de 17 do andante, eoramnalcando S. Exc.
o Sr. presidente do tribunal, que de accordo eom
sua ioformago de 6 do mesmo mez, a na confor-
midade do deereto n. 2711 de 19 de dezembro de
1860, resolver, per proviso de 13, declarar
consumida nesta eldade a companbia Northern
Assuranee.Inteirado, e que se flzesse a publica-
gao do estylo.
Offlcio do conservador do commercio da provin-
cia do Rio Grande do Norte firmado em 10 do
corrente, acensando o reeebimento do offlcio que
Ibe dirigir o Sr. secretarlo deste tribunal em 16
de Janeiro ultimo, aeompanbado de dez ejempla-
res da tabella da 3 de dexembro do anno prximo
passada, a dizendo nave-las distribuido aos dille-
rentes junes monieipies a do commercio de dita
provineia.Iatetrado.
Feram distribuidos aos Srs. denotados afim de
rubrcalos os seenintes livros :Copiador de Cu-
nta Irmos & C.Diarlo de Amorim Irmos.
dem de Bastos Irmos.Copiador de Joo Carlos
Bastes de Oliveira*
Assigaou se a earta patente de commeretante
matrienlado concedida a Jos Joiqoim de Paria
Machado.
DBSPACHOS.
Requerimanto de Mello Oliveira, saccessores
de Mallo, Guimares & C, pedindo o registro de
sea contrato social, a juntando, em eumprimento
do despacho de 17 do crvente, o diitrato social
d'aquella extincta firma.Registre-se.
Dita de Francisco Ferreira da Silva e Amonio
Lula Bapsta, era que pedem o registro da-papel
de arrendamento da casa a estabelecimento de ta-
berna n. 1 roa da Santa Cruz, mostrando baver
sido cumprida a exigencia de despacho umbem
de 17 do corrente.Vista ao Sr. des>imbargador
fiscal.
Dito de Manoel Rodrigues da Silva Filho, pedin-
do o registro da sua nomeago d por Manoel Rodrigues da Silva.Registre-se.
Diio de William G. Feoo^iiy, socio da exiincta
firmo fallida de Sootball Mellors & C, que leudo
e-ta ohtido ifaltagAo plena de teos credbres da con-
lormidade com a enneurdata que com elles fisera,
e havendo elle snpplicaote p.-.o a lodosa quaotia
pela i|uil se obrigou como eoraprovava>con> o do-
cumento junto, aebanda >e por isso inplidtameate
rehabilitado para poder coromerclar, visto a con-
cordata homologada rehabilitar o fallido como
expresso no aviso a. 311 de 10 de Janeiro da 1863
fundado no parecer do cooselbo de estado, vioha
da reqnerer qae, aotuada soa petigo se (ulgasse
por seoienga a rebabililago do supplicanw Ao-
toado-, pelo offlcial fsnas Torres, dse vista so
Sr. desembargador fiscal.
Dito de Bariholoseu i C, qoe tendo arrendado
por escripiura pablica a casa da roa larga do Ro-
sario n. 36 conforme con-ta da copla, qae junio
ofTarecem, pedias qoe para maior validade fosse
registrada neste superior trlbanal.-Regstrese.
Dito de Manoel Firaandes da Costa & C, para
Ihes ser ngl-trado a contrato de continuagao de
sua sociedade o qotl junto ofierecem.Vista ao
Sr. de*emhargador fiscal.
Dito de Gomes de Manos Irmos, coouiercian-
tes matriculados, a presentando a registro a no-
raeago que fizeram de Jos f ehppe de Sonta para
caixeiro de sua casa commercial sita roa larga
do Rosario b. 24.Volte a petigo eom a docu-
mento, sellado oo competente valor.
Dito de Aotoaio Valentino da Silva Barroca, pe-
dindo o registro da nomeago que Diera de sea fi-
lho Jos Rodrigues da Silva Barroea, para caixei-
ro de sua casa commercial.Reglstre-se.
Dito da Joaqoim Francisco do Espirito-Santo e
Manoel Lniz dos Sanios, em que pedem a registro
do seo contrato social, e mostrando eom o addita-
menio ora feito nelle fiear enmprido o despacho de
10 do corrente__Registre-se.
Replica de Joaqnlm Francisco da Crnz, Albino
Jote da Crnz, Manoel Ferreira Barbosa e Antoolo
de Paiva Ferreira, dizendo qne Ibes parece terem
procedido oV eooformidade com a 2.* parte do ar-
tigo 307 do cdigo do commercio, visto como fize-
ram um novo contrato a aquella que sobmette-
rara a apreeiacio do meritissimo tribunal, espe-
rando, por unto, qoe sejt admittllo a registra
conforme j foi pedido.Nao tem logar o que re-
qnerero os supptieaoies por quanto o eontrato qoe
juntara oo seoo o primitivo modfleado, pois
se tora novo contrato, teriam os sapplleaoles nelle
mencionado o capital de cada socio e pago o sello
respectivo.
Com ioformago do Sr. desembargador fiscal.
Reqoerimeoto de Jos Joaqaim de Parias Mo-
chado, pedindo earta de matricula de commereian-
te.Como reqoer.
Nada mais havendo a despachar-se, o Exm. Sr.
presidenta encerroa a sesso s 11 horas e mela
da manha.
SESSAO JUDICIARIA EM 20 DE FEVEREIRO DE
1868.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERBTTI.
Secretario, Julio Gmtnarats.
A's oaze horas e meia da manha deelaroa-se
aberta a sesso estando reunidos os Srs. desem-
bargadores Silva GuimarSes e Res e Silva, e os
Srs. deputados Rosa, Raslo, Miranda Leal e baro
de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da precedente
sesso.
ACORDAO ASSIGNADO.
Appellantes o Dr. Manoel de Flgoeiroa Faria e
ootros, appellado o Dr. Gabriel Soares Raposo da
Cmara.
JULGAMRNTO.
Juzo especial do commercio.Appellante Do-
mingos da Silva Campos, appellada D. Aona Jos-
pha Pe eir dos Santo;.Jotres os Srs. Silva Gui-
mares, Reis e Silva, Ro;a e Miranda Leal.Foi
julgada a desistencia por accordo, sendo voto ven-
cido o Sr. desembargador Goimares.
Appellaota o coronel Jos Pedro Velloso da Sil-
veira, appellado o Dr. Angelo Henriques da Silva,
lutor dos orpbaos filhos de Francisco Caroeirp da
Silva.Adiado a pedido de am dessenhores depu-
tados.
PASSAOENS.
Do Sr. desembaritador Silva Goimares ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Embrgame o corador do demente Lniz Manoel
Brag>, embargados Joo Mendes Pereira e ou-
tro?.
DISTRIBUigOES.
Appellaota Horados J. Caonao, appellados os
caradores tiseaes da massa fallida de Flix Sauva-
ge & CO sr. desemnargador Silva GuimarSes
apresentou este feito para ser novamente distri-
buido, por nao estar na casa o relator respectivo, o
Sr. desembargador Accioli, e ser tuspeito o Sr. des-
embargador Reis e Silva. E o Exm. Sr. presiden-
te disinbuio-o ao Sr. desembargador Silva Guima-
res.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva:
Appellantes Rabe Scbmeitau di C, appellados os
administradores da massa fallida de Amorim, Fri-
goso, Santos & C Embargante o administrador
da massa fallida de Pedro da Silva Reg, embarga-
do Maooel Jos de Sooza Carneiro.Appeilante
Roque Ferreira da Costa, appellados Block & lr-
mo. -
Ao Sr. desembargador Silva Guimares :
Appellantes os administradores da massa fallida
de Seve Filhos & G, appellados Kilson Tritura
c\C
ACGRAVOS.
Jaizo especial do commercio.Aggravante o Dr.
procurador fiscal da fazenda nacional, aggravado o
administrador da massa fallida de Rostrun Rooker
&C.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Joizo especial do commercio.Aggravante Anto-
nio Valentim da Silva Barroca, aggravado o admi-
nistrador da massa fallida de Sebastls Jos da
Silva.
Nada mais bosve e eneerroQ-se a sesso a ama
bora a am qaarto da tarde.
Communicados
Polmica religiosa.
XXV
< Sobre o divorcio diz o Chnttao Vtlho : tA
lei aotiga permilte repudiar a esposa cora tanto
que Ihe d caria de repudio. Jess Cbrfslo disse
qoe o Boraem Bao poda separar o que Deas
ajantouu (Malb. c. 19, v. G.) A lei antiga (oi por-
tanto derogada.
c O qae dava carta de repudio a sua mulber po-
da casar'com ouira ; assim como a mulber re-
pudiada poda passar a segundas nupcias. Jess
Chnsto, porm, disse : Tado o que larga sua
mulber, e casa eom ouira commette adulterio.
(Luc. c. 16, v. 18.) Jssus Cbristo aboli o repu-
dio e s consente na separagao quoad toruna por
motivo fornlcago. (Mat. c 5, v. 32.)
Esla objecgo conta nada menos, qae mil e seis-
eatos annos de idade t Nao sem grand'j funda-
mento a suspaila, que tenbb sempra manifes-
tado de que nesta controversia o CArtsll/ Vtlho a
guiara pelo sinistro claro da seita rjarcionisla I
Mareio bavia felto, no segundo scalo da era
ehrista, a mesma objeegao, qaa. agora renova o
Chnstdo Velho ; e para que nao r.este a menor du-
vida no espirito do leitor, aqrji val a objeegao de
Marcio,
liaoo:
com a competente respost de Tertp.1-
Mas o Chnsto prohibe o divorcio, dizendo :
Todo u j'ir/> que repudia tu a mulher, r tmi
ouira por eiposa, Cutnmelli adulterio. Todo a-
quellt que desposa aquella tf.te seu marido repu-
dtou, commette igutmeUi* ad-ulleno.
Para impedir pois o divorcio deelara Ilegal- a
< matrimonio celebrado com a mulber repudiada.
No DeuteroBomio, pelo contrario, Mojada ^r-
ralite o divorcio obstas palavras : Se um ko~
mem toma urna mulher, a possue, i depois por
atguma injtdeliade itlm Ihe inspira desgoslo, fa-
rn' um tsvipo de repudio, e entregando o as
c mos de sua mulher, a despedir de sua casa.'
Vete como sa contradizera a lei a o Evangelbo,
Moyss e Cfrrfslo I
!
c Sem duvida I Mas porque t, Marcio, no-
admittes o Evaogelbo da me.-ma verdade nem do
mesmo Cbristo, em que Deus Horaem, probibiodo
o divorcio, resolva a pre>ente difflculdade. < Moy-
ss. diz Jess Christo, vos permtttto o divorcio por
causa da dnrtza do vosso coruc&o ; mas no prin-
cipio nio era assim. Aquelle que ereou o macho e
a fintea lies havia iitit : Sent dous em urna s>
carne ; nao separe o homem pon o que Deus unto.
Cora esta resposia saocciooou J->us ihn.sto a le da
Moyss seu servo, e reslituio a' sua p:eza primi-
tiva a lostttuigo do Creador, e-amo sea Cbristo.
Mas, pois que necessario convencer-te pelas Es-
erlpturas que t admilles, cc4locar-me-bei no tea
terreno e adopto o lea Corislo. Nao mais prova-
vel qae, probibiodo elle o divorcio em nome do-
Pal, que foi o primeiro que cnioo homem e a mu-
lher, aotes josulicasse do qae abolisse a lal da
Moyss T Se o leu Cnristo ensioa urna d. utriaa
contraria a' do Creador e a* de Moyas, nao o>
mea Cbristo, e sera' mea Cbristo, se ea provar a>
sua eooformidade com a lei de Moyss e a d.
Creador. Sustento, pois, qoe a soa probibigo do-
divorcio oo seoo condicional, Isio para o-
eaao de om mando repudiar soa mulher, para ca-
sar com ootra. < Todo aquelle que repudiar ma
mulher e casar com outro, diz Jess Cbristo, com
metiera' adultiri*. Todo oqueelle que desposar a
mulher repudiada commetti igualmente adulterio,
t sempre o mesmo motivo porque nao permita o
repudio para desposar outra mulber. Porque des-
posar urna mulber inicuamente repudiada, e qoe,
por coosegoiote, anda esta' ligada a seo marido, i
ser adultero. De feilo, todo o matrimonie, qoe oo
diisoivido legtimamente, subsiste. Casar, quando
o matrimonio sobsisle, ser adultero. Se Cbristo
prohibi coodieiooalBsente repudiar a mulber, nao
o probiblo absolutamente. Urna probibigo que oo
absoluta, permute n'calras circunstancias, isto ,
qaaodoo motivo da prehibigo tem desapparecido.
Isto posto, nao ba nada que contrari a doutrina da
Moyss, cojo preceito o Cbristo conserva em par-
te, mas nao direi que confirme integralmente.
2-*
c Nao seja porm islo assim : o lea Christo pro-
hibe absolutamente o divorcio, mas com que direito
disl as l o matrimonio, ja recusando unir o ho-
mem e a mulh-r, ja' exclulndo do sacromento do
baplismo a da Eucbamtla os dcos esposos, a me-
aos que por am pacto reciproco coospirem contra
os tractos do matrimonio, como contra o mesmu
Creador ? Ora bem I Mas dize-me : qoe far o
marido qoando a mulber prevaricar T Guarda-U-
ha ? Mas o ton apostlo, como sabes, nao permita
unir ama molber pullota aos membros de Christo.
Por conseguioie, o repudio, quaado justo, acha uai
defensor em Jess Chnsto, pois que confirma a lei
de Moys< que permute o divorcio pela mesma ra-
zo com que o meu Deus o faz, isto se a mo-
lber sa torna culpada de adulterio. Perqoanto
lei j no Evangelho deS. Matbos : t Todo aquelle,
que deijn sua mulher fra do caso de adulterio, a
leva ao adulterio, e o que esposa a mulher repu-
diada i adultero.
Aleta disio, fra do caso do adultero, o Creador
nSo separa nonca o que ella mesmo uolo. Hija,
vista esta declarago de Muyaos : O homem que
faz videncia virgem a tomar por esposa, sem,
poder jamis repudia la em todos os das de su*
ctda. Ora, se o matrimonio cootrabido por violen-
cia subsiste, por torga e com maiona de razo sub-
siste o matrimonio voluotario, segundo aquella
orculo propbetico. Mo dtsprezes a mulher da
tua mocidude. Teos, pois, um Christo que por toda
a parte e de bom grado segu os passos do Crea-
dor, qoer autoriae, qur prohiba o divorcio. Por
mais quo tergiverses e torgas a razo s cousas,
teos oo Cbristo do Creador um prolector do matri-
monio, ou ella maoteoha o casamento, prohibi Jo
o divorcio, ou permita a separagao para dissolver
nm matrimonio manchado. Eovergooba-te portan-
to, da nao unir aquellas que o teu mesmo Cnristo-
uni. Eovergonha-le aieda mais de os desunir
fra do caso em que o teu mesmo Cbristo quiz-
desuni-los.
S 4.
i D'oode tirn Jess Christo essa probibigo T
Qaal o lira 7 Importa demonstra lo para que se-
torne mais patente e manifest, qoe elle nao qois
destruir a lei de Moyss, probibiodode Improviso
o divorcio ; pois que essa probibigo, em vez da
apparecer inesperada, tinha as soas raizes as re-
cordagfias do Precursor. Herodes, em despres
a' lei de Moyss, quo nao permiltia o caa-
menlo entre ennbados, seno qoando o irmio>
morresse sem Ribos, para que o sobreviveote dsse
posteridade ao defunto, tinha desposado a' viova
de seu irrno, a' qaal deixra elle ama (Iba. Joo
Baptisla Ibe exprobrou enrgicamente to nefando*
locesio, pelo qoe foi posto a ferros, e pouco depois-
degollado. Jetas Christo, despertando a memoria,
de Joo e de sua morte, applicava a lerodes o styg-
ma dos casaraentos i.lenos e do adulterio. Deca-
rava adaltero a'qaelle mesmo qoe desposava urna,
mulber repudiada por seu marido, afim de me bor
censurar a impiedade da Rarodes que desposara
urna mulber repudiada, tanto pela morte, como-
pelo divorcio, e da qnal seu mando honrara ama
liba,uoiio illagitin, qaaodo menos por esta
raa* ; que alm disto a desposava para obedecer
aos inslioctos da paixio, a nao aos conselbos da
lei -, sacrificando por flm ao prophela defensor da.
mesma lei.
!*
Nesta diseusslo lenbo anda em mea abono, a
palavra do mo rico qoe sa lastima no fundo dos
infernos, e do pobre que repousa no seio de Abra-
ho. Na verdade, si attender-sa soraente laura
parecer' baver falta de ligago com o qoe pre-
cede, mas examloada no sen bm, ella se prenda a
historia de Joo, indignamente sacrificado, e de
Herodes, seu cobarde assassino ; nos representan-
do assim o fim ultima de ambosura em tormen-
tese o outro as delicias da paz, afim de qae
carrasco oavisse logo deste mundo : KUts '* ***
Moyss e os prophelas : oagam-os.
t Mas, torceodo as Escriptora?, Marcio qoer qu
os julios do Creador, sapplicios, ou refrigerios as
lofernos, aguarden aquellas que osedeceratp a le
a os piophelas, ao >asso qoe o solo e as portas a
eo nao sejam outra causa, seno o seu Dos a o
seu Cbristo. Nos Ihe responderemos com o texto
da Escripiura, qae Ibe deslumhra os olbos quando
distingue o inferno do seio de Abrabao, onde resi-
da o pobre : Urna cousa, com tffetto, sao os infer-
nos cuta cousa, pens eu. i o seio de Abrahao.
Alem de que teria levantado os olhos o mo rico,
a nao ser pira o eo, e do foodo dos abysmo8,
atravsdeumi immensa distancia da elevacao e>
de nrofundeza T A mais vulgar sabedoria, que te-
nba ouvido tallar dos Campos Elyseos pode con-
cluir que ba um lugar determinado chamado seio
de Abrabo, para reeeber as almas de seas filhos,
e por consequencia as das naguas; visto que della
aena sajeer t am grande povo desiiqado a qc-
ET~


:~ ------_


Mari 4H remit* Mhb4o de Fevereiro ie 1868.
T

JWg*
"
capar lugar m
saa familia, em virioi* dessa mes-' rT desvit-los disse. O escripto
X
tna cora qae o P.triarcha oreditou na palavra
du Dos ; pove Hvre fiar obligarles pensado do figMR da circumnsa.
era pois ama permissio que ',ientttse os Jodias de
p*cad, ma? H(rami>i^s tolerancia par evitar
maior nal. Myysa,r'-pI.cceiien4a mm mostrav
Ef esU a regate qoe chamamos seio de Abrahio...claramente que an',aj reprovava do que ai.provava
i nao aioda o to, pelo menos mals elevad seas divorcios Qua rt exprthrafto potiut quam
que os internos, e ministra i Unas dos justos c arprobatw rtpuitii apparti. (Santo AgolMo de
reriferio do r.poaso. al que a eoasummagao dos, tono con^ug., c. g}
ecolo complete pela pleoltude da reeompeusa a. Nao fallen Jess Chrlste do mesmo seotido qoo-
retnrrerco universal. Eutao apparecerio as bea-Ido disse aos Fariseos qo seu legislador Moy> *
titndes celestes que Marciio reivindica para o seo ',oha sido impedido
Dos como si nao uvessem sido solemnemente pro- compelo delles?
idas pelo Creador. E aqui porq'ne, dt Araos,
o Christo eleva do co os degraos desea throoo,
Om de estabe'eeeroi seas escolatdos nessas man-
ses ternas canudas por las Qnem vos a%-
mimar o dia da frrm marcha nos caaitioj d justica, que d obsequio
Ao Dr. juiz de direito
Ass.
O Dr. Luiz Gonzaga de Brito Goerra.borrou
de divorcie nao empregado, segund a phrase do jnriscon-
" solio inglez Blackston.
Portaoto ea n5o davido, que V. S. teja
que (oi e quo ser o que tem sido ; mo
sempre :' s duvido de sua regenerado ;
esla impossivel, sem qae se opere u mi-
lagro.
Haja vista o qae est sendo publicado
contra Y. S. no Comi Natiltnse, folua o-
fcialdo Rio Grande do Norte, pelo capitlo
Hermenegildo desde o o. 234 de 17 de no-
vembro ae 1867.
Nessa longa serie de arligos bem elabora-
dos, assignados e ainda dSo refutados acha-
ra V. S. a paga do altribulo perverso, que
a faier esta coneesso pela
(Continuar-se-ha.)
do
Protectora das familias
Associaco brasileira
**' DR
Segura mano sotre i vina
Approvada por decreto do governo
imperial de i 3 de junho de 1864.
Gerida pelo Banco Rural e Hypethecano do
Rio de Janeiro.
Commisso Oscal.
Veador, J-.s Jba'qulm de Lima o Silva Sobriob.0.
Commendador, Jerooymo JosA de MesqoiU.
dem, Boaventura Goncalves Roque.
dem, Goil&erme Pinto e MagalhSes.
averiado, e abomina a injustic'ae'iniquidade f a ra V. a paga ao auriDUW perverso, que Esta assoaacao.flchou o aooo de 1867 coto 2931
Si o Creadorpromelle ama babuago ettrua, e Abol ao dito tenente emprestOU ; e S n5o invoco, snbserlptores, com um capiial obserl^to de rls
siosdegraos ao rto rio preparados por aqu>iie ODr. Luiz Gonzaga de BrUoGoerra.borroo as ultimas perversidades de V. S. contra ^f^inro LTZT ,era po]'il lllU'iik'
qae anauncia a Abrabao ama posterldade la) no- ''zl lln .. ,.K(J n Qfi ,1 Id1 elle norane em Darle fazem ohiprtn Ia nma p.ob por ceoto rl8 l'MMWX.
como as estrellas do firmamento, o que as pag.nas00 seu smense n. 20 6 21 de,ene, porque em pane luzera oojeeio ae ama As pMgoa qoequiaerem inscrever-se na associa-
do o ; porqoe raao, alm SetembrO ultimo, com uma correspondencia queslao civel, que SUbmetleu sabedor cao, sao cotfvldadas a dirigir se pegsoalmete, oo,
a que deu o nome de Re&olucao necessaria, I do veoerando tribunal da relami, a qaem por escripto, ou por intermedio de quem quer que
smente com o fim de alhviar se da podri-. nao devo prevenir. | [^l^/gl^f^r^mSu uVmIt^
do, que o torna asqueroso, lancandn sobre | Mas V. S. que sempre ha de ser o Loiz UMar cura 0 gr. n. f. de Vidal, que dar- o reg'o-
o meu amigo Jiao Soares de Macelo, defer os Gonzaga passado, presente e futuro, para- umento da me.>ma e todas as'explicares do que
que recommeadam aquelle juz ao despresr se u5o desmentir, e na impossibtlidade de caree-rem.
bem entendido. I refutar as publicac/es Grmadas pelo capitSo
Quando o conseguisse, tteria o sol ronda- Hermenegildo, atira-se sobreest com toda a
do seu curso, as estrellas teriam trecado sua
meros a,
ja' orna promessa
desia prome.-~a uo me sena permiltido crer qae
o selo de Abrabao ama habitaco passagelra pa-
ra as alnas Deis, one comer a imagem do (ulu-
la, especie de ooviciado do juno felit ou inelu T
Elle vos advertira lambem a vos oatros hereges,
uD^aanto vivei sobre a ierra, que Moy;s eos
propoeas pregaa a unidada da Creador, a unida-
4o do seu Christo, e que, dupla seotenca do castl
fo caca da salvaco eieroa, esi as roaos de um
* e mesmo Beos, que mata v que vivifica.
t Fbulas que sao ludo isso 1 La do alio do
co O'Dosso Dos nos ordena que nao e?cutemo>
nem a aftyss nem aos propttetts, masao Cbns-
to : onri o.
I 6.
Teosrazao, Martlao, porque a' os Apostlos ha-
Tiam eciao saQoientemele ouvidc a Mov?s e aos
prophea*; vi-io que elles nao segalram a Jess
Consto, seuao porque acrediiavam em Moys e
as prophftaj. Tena Pedro exclaraido sem pream-
balo- E's o Cnristo, si nao tivesse aprsodido
acocea de Moy:? e dos prtpheta,os oofeos qaa
baviain assignalado a viuda do Redumptor fui uro f
A dcil dos Apostlos ineTeceu pois tr ccofir-
mada nofbabur pela vjz ctloie qae Ibes ordenoo
ouvisstm quelle que elles iinhaoi reconbecido,
etangelisando a paz, annimciandu a fehcidaae, pfo-
tullendo uma kahitat-Ci) tterna, e preparando os
dtgrios do co. E-las palavras, por.D, profundas
nos infernos: Ella la' teem Hpysis e ot proplie-
tas : oucam-es, retumbaram nos ouvidos daquet-
les qae uo crUm absoluumeot% ou pouco aere-
ditavauj oos supplicios que Moyts e os pr rielas
annunclam, depuis da mirle, au orgnlho dos rices
e as delicias dos mundanos; suppliciu< decretados
pelo ice-ru D.o; que derruba os poderosa do
seu tkroM, e ntlle tolloc o indigente, que hvnnta
do tnchc-gao da misen i. Por consequeocia, si as
duas decUrajis, posto que diffireutes, sao con-
dicuas dj Creador, nao devemos concluir dtlia- a
di-renca entre o l'.Uri-ue o Creador, mas sim a
difereo{a p ot.jccto".
Atelaqui TerluiliaDO.
XXVI.
Si.
KxamlBarei aloda no seu contsxto, m s^ldita-
mento aoqae Oca expo-to, a passagMn que ob-
jecioda presente coutreversia : toda lu pouca
oara nma rato cercada de trevas.
c Os Fariseos se approxim ram de Jsu< e IhP
pergun'.araro para teoia-lo : i Si era Ir.ito a cala
ara despedir sua mulher e devorriar-se d lia,
< por qnalqoer causa que fos>e t '{Quacunque ex
causa] >ai Ibes responde : Kao lestes que do
principio o Creador s formou um hornero e ama
SHilher, e disse Ibes. O homem deixar*' sen pai
sua oii para asir-se a sua mulher, e ero dons
m ama mesma carne T Assim elles ja' nao sao
dous. roas sim urna .- caroe. Nao separe o bemem
que Dos uni. >
t Porque pois, replicarum os "Fariseos, manda-
va Moyses dar js mulberes lifcello de repudio e
desped-las"?
Elle o (ai, responde o Salvador, por causa da
dureza do vosso corago ; mes no principio nSo
ra asiln?. Qusnto a mim. vas digo qae o que des-
dedir sua uiuiter, sem ser p>r cau?a de intldeda
de e desposar outra, cramete adnlterio ; o qae
-desposar a repudiada commelte o mesmo crim-:
E' essenrizl nao esqnecer ^ue, segundo o texto
l propria le: dos Judeos (Oeoteroo, XXIV. t), em
bomm s poda repudiar saa mulher, I deseo
fcrisse oella-/(?Mina torpee-ft), expresto que-n
hebreo ? se empregava para ngo'fiear ama to
nergonhosa, qae o sentido em que Jesns Cnnsio
tambero empregoo, e que serla inieiramente soper-
flua, siMoyss tivesse tlda istenclo de permirtir o
divorcio por todas as especies de motivo, e sem
qnerer determlnarlhe orna-causa suttleleole. En-
tre os Jadeos se bavia tornado quasi corotnum o
pernicioso abaso daquelle expressn, pela dema-
siada latltode que se dave a saa signilcacao. O
povo, exaltado pelo exemplo dos grandes, a qaem
segu do tacto melhor vastarte quaoto mais laca
a saa mural deil;-, se eetregara a lo desanimada
Ifeenea, em materia de divorcio, que provocava
constantemente as reelamacSes dos sabios. 'Per
gvntalsme, dizia Malaquiasfcap. II, 14) em nom
o SeDh"rrptrau noo*opnra os veiSMtacrifi
dot 1 E' forque o Eterno deu tesl'manho entre ti
e mulher i lu pubefUtiie, a qual tu drspretas-
te: sendo qve esta era a tva companheira e a mu-
lkfr ia m 4 Ao dftpr'ies a mutntr que recbate na tua
mocidade.
E-ia mesma expressio de margem, no lempo
de Iferodes a grandes debates, cua cansa era sem
prea mesma, isto a #M*otDt;ao moral, que se ba
fia introdunrto no corpo da n,- cao dissolnclo aknns csatelas, amigos na desordem, pr ^caravana
- descnipar, fnreando o eentfdo da palavra hebrea
Itertwth 4nk famoso HiHl, pal dos FwrHeos, sostentava qae am
marido nona o direito do-de?pertir sua momer por
qaalqner espacie de mottvo, por al* frivo-
lo. Scbammai ensinava pelo a niraro que os ma-
tMos s pidiMn repudiar oae mulberes por cansa
de artnlt' rio
Sis aqu o motivo qoe -tosa os Fariseos per
* Tootarem a laMI Cbrlsi*. i era permitido a<|oal-
quer repartir sua rao'her e dvorciar-se della, pr
~4ualqu*r motivo, que foste.
Jesns Curist-cuino ja se^isee, cometa por lrn>s
explicar a le pMmliiv, rcnoaundo-seioeiitrtco
domainmonio: Des records qoe n > principio oreara
Bensnm homem-e ama muH)*f, e qae os amra lio
entre tapien le pete matrimanlo, qae flearam sendo
dons n'ama > rne : mennido isto, reaova, em
-rirtnde de sua dwina aotoridade, a prodibiedodo
divorcio, e resumo o matrimoaio i saa primitiva
dignidad, toroaodii-o iRdissotovel: Nao separe
o uomero o qoe Oeao uni >
Kafiadpi os Fariseos com fia perempioria coo-
dtmncao, qoe os ffia ooor^nHio e as traca,1
replicarara a Josas Cfirlst qae Moyses tioha per-
mittido o divorcir, 4ado o libelc de repodio; ao
^ae responden o MVtre Divido : Moyses vo.lo
peroifut > per cansa da dureza do-vesso coraco ;
tnas-a i principio nao era assfm
Depols, vjJtaodo i tjnestao qae prisnelro t'Bbsai
-elles ropnsto, e sobre a qual anda senao hara
Cdruio prooaociado diremaroeotn, saber: Si
A permitlldo pesa le de-IJ >yss despedir a esposa
por qn.iliji.flr cau-a qoe f qoe os divida, dbendo aes p>tidarioe da opiaiao
taca, sosieotada na ssnola te Hillel, Fariseos, qae na oeeasio o teoiavam) qoe, segan-
do a iellra da propria lei, nao permittido despedir
a eposa seoo no eao de InBdelidade (Jeateroo.
XXIV, f,); e assim refala a faina ioterpretacio dos
Fariseos; deeldiodo qoe a peroisso do divorcio
o tem logar na lei de Uoyses seaao no aso de
iofldeiidaie da espos. J, o tinba -axolicado-co seo
sermm do monte (8. nfmb V, 31), dando o sen ver-
daeire sentido i le de Moy*s.
3.*
O escripto de repudio era nma stmpUs tolerancia
da parte de Hoy>s{ toleraacia tai que, no dlzer
do santo Esto, nao fseetava os Jadeos d peccaao
diente de Oeos; fomente os iceatava tas pena
tnmiK.rae, impostas aoc que violavam o preceito
dadrtelUale roojugal.
Saoto Agostinho diz que a le de Moy opti'eer qae era contra sua it-neio qae o nomero
deixeva sua molber; pois s perrae Bem dp'so egenpro de divorcio a saa molber, antes
de de- ped la, era com o Uro de dar ao >'omem lempo
para refleeir oo grande mal qa fazia em deixar sua
ffiolti-r; e i nodi lo assim de execotar am deig-
lo qne d ordinario era soff erido por om mo
ment <\- mo hnmor, eo e cillera : Vt m dtsst-
tvm nnim'is praeceps hbetli conteripttone refrac-
tu abstmeret, et qutd mal rsset toirem dmtttere
eogiinret. (S Agoit., t. 9, ontra Faustum e L. de
bno eonptq. e.H).
O hbftto devia ser escripto peamlo dos doatores,
acere>e>-Dl< Sanio Ag stiebo : devjam elles fater
sentir aos marMos o crioie que iam commetter em
npndiar soas molnerat, e ao mesmo tempo procu-
(I) Hervuth iabr, lateral mente : uditat
w De ordem do III n. Sr. Dr. chafe de polica,
heo publico, par cdhhaclmeoto de quem ioteres-
sar pessa, que-pelo subdelegado do orlmeiro dl-
trictoda fregueiia da Boa-Vista, (oran eaptarados,
como fgidos e recolhidos a casa de. deteoco, os
escravos de noraes Tbeodoro, B'nMIcto e Margan-
da, perteoceates o primelro a Elisiario Jos de
Aguiar, o segundo a Francisco Gimes Tabosa, resi-
dente na Gloria do Guia do termo de Pao d'Albo,
o tercelro a Manoel Barroso.
Quem, pois, se julgar coa direito aos mesmos
escravos dever reclmalos n'esta repartieio, ma-
nido de doca mentes comprobatorios do sea do-
minio. |
Secretaria de polieia de Peroambaco, 21 de fe-
ver eiro de 1838.O secretario, Eloardo de Barros
Falcao de Laeerda. _______________
Por ordem do lllra. Sr. Ur. ebee da.polieh,
faco publ.co qae aena-se depositada nesla reparti-
eio uma.iaantia de dioheiro, a qutl (Ji encontra-
da em am dos wagoas da estrada de tarro, e sera'
sotregoe a pe>soa qae rastrar ser su verJadairo
don?.
Secretarla da polica de Pernambui, 19 de fe-
verelro de 1I6S.
O secretario,
EJaardo de Barros Palca de Laeerda.
snjan
puncos.
Cam arles de i' ordem, com S entradas 10J0 0
Disde3dlta, com i ditas. 8J0C0
Eatralas..........! 1*009
Seobgrae mascaradas gratis.
AVISOS MARTIMOS
dsposic3o e as montanhas se poderiam di-
zor aplanadas.
As persegaicoes, que lbe tem feitn, s bo-
je me prj)iUem que lbe d uma ligeira
resposta; boje que depois de 5 annosde crueis
soiri'iuieiiHis aquella victima procura o inte-
gro tribunal da relac5o, por se ver comple-
tamente roubida em nome da lei.
E' por haver ainda no Brasil magistrados
como o Dr. Luiz Goniaga, que um memoro
da seita Withefleld, escrevendo na gazeta
americana Christion Avcate and Journal,
disse o seguinte:
Os magistrados solemnemente jura-
mentados poremem forras as his, muitas
vezes fecham os o'bos e recebem peitas.
Ninguem ousa por em forc^t ? lei, e bomem
neohum poda, mesro quando qaizesse, fa-
z-lo : tao fraco o priucipio da moral no
governo do Brasil.
Concedo que assim seja smente m As?,
onde uma sen tenga o mais que poda cuslar
um cava I lo.
O juiz Luiz, emprestando-]he'int'ns5es que
em si s cabem, acredita haver mea amigo
premeditado contra sna existencia, por juN
ga-lo rico de ms intences. e que, assim
tendo-se mostrado tantos respeitos, sobe-
java-lhe opportuniiade, para realisar um tal
projecto.
E *t onde pode efeejar a petulancia de
um vil calumniador, a quem ja em i864eu
como proraoor daqaclla comarca, ttn um
maRifesto ao publico, apoeliidei de canalla
miseravelea oulro collega, fainlo-os res-
ponsaveis pela morte, que se meaguardava,
guando vultase do Rio deJaneiru!
Desejaria que o Dr. Gonzaga me respon-
desse:
Q.iem foi Francisco Galdine de Brito
Guerra, que matou a propria mulher, e,
sendo esta, prima de V. S., quem foi que
mnndou entregar aquelle na cadeia a quan-
tia de 800(51000, para das n?3os do preso
passar as do juiz ou delegado, que logo o
deixou fuir para sempre ?
Pelo nome j v V. S., que em sua fa-
milia, que e encoatram as^assinos; assim
como que bem justos forara os receios do
seu e.x-promotor.
Disse V. S. que o tenente Joao Soares era
bem conhecido ; porua fattoo accrescentr,
quo nlocomo o juiz, cuja disida ie pessoal
j de^enerou em orgulUO e fatuidade, ins-
pirando-se das aeces indignas e perversas;
porque o egosmo encapotado, mostrn-
dose frao que ftao por dentfo.
Kntao aprefjoa-se muito knparcial, muito
josto emsuas detisSes, sempre favoraveis a
Jo5o berdeiro, como se v no Natalense n. 104
de i8<13e por isso esforca-se por aogmeo-
tar-lhe o monte partivel, valeodo-se do car-
go de juiz, qoalquer que sej o recurso, que
Ihe soba conciuso!!
O Sr. Or. Gonzaga, que s sabe glorifi-
car o vioto e que para a tirlude s tem o in-
sulto, o odio, despreso e a persegu fio,
n3o pode contar o seu cynismo, e en tao em
|utna das panes de mt&mktf&d necessaria,
confessa, que em grao Je recurso proaofi-
cioo quelle meo amigo porcime de dam-
uo, requerimeoto do tal Fonseca: esse
processo que teve dous despachos de d5o
pronuoeia, s ante o Dr. Gonzaga poderia
vingar, apezar de ter sido o seu objeclo um
acto possessorio entre heros confinantes, a
respeilo -de quem b3o tem lagar a aceito
criminal 18 deselembro de t*330 e regulamentoo.
4318 de SO de janeir Bello trecho de saa correspoudencia
aioda o seguinte:
* Chamando contes minhas ac?es;
coosideraoe no que tenho sido e no qne
son ; oo qae flz e no qeeago, tenho eoofian-
ga ea Providencia de qa continuare! a ser
o que sou e que ainda-sea o que fem meu
sysieaia de proceder.
Aprecindolo. gosto este trocailho de
que san que fui, pergenio mais:
Cerno oi ter ao poder ecosioha deV.S.
ama escrava do finado Penciaoo Barbalho,
desde aoe V. s. ^oocloio como juiz de or-
pb5os o -espectiajo Dvenusio T
Ouem fui que mandoa fozilar o caboclo
Jos Francisco no Caico, emendo appeilato;
quem aoimoa a trepa, que n5 tivesse medo
pois era umaexecuc3o jadiciana ; e depois
quem obteve do carce.-eiro uma ce* ti dio
falsa, em como Jos Francisco linba morride
debexigas na cadera?
Essa honra com que V. S. se procara or-
nar maneira da gralba entre os pavoe*,
a mesma de que falln Gaume : ama osteo-
tacio oublica, que se paga, de si, o segredo
da solido, correodo pela estrada das mais
vis inclinacoes: om fumo qae turva a ca-
beca, sem purificar o coraco: um tao rui-
do, um nao sel que tao inconstante, como
as vertigens das turbas ; ama divindade im-
potente, qu V. 8. adora sera pro'eitf, ou
despreza sem castigo; poisraoo cousoiade
om s infortunio da vida.
i." Porque V. S. trocando o dever de
jaiz pela missSo de advngado, sempre que,
profere uma sentenca, j se tornou um ente
nengosissimo, um inimigo publico, ou antes
um verdadeiro monstro na sociedade se-
gundo a phrasa do o nselheiro Basles.
0 Porgue, abusando do cargo, para des-
furia, de que o dotou Satauaz, e entSe con-
ESTATISTICA C' BIOSA.
Quem sonbaiia da importaocia
'fcatfr'
DEGLAB60U.
de uma
serva aquelle ctdadSo s>b a press3odeum W*U estat,e!ecida com o fim nico de
processo por crime e eleicio, e crime in fabricar UflQ Pagante para o uso geral do
alancsv-ei, dizem qoe para innutilisa-lo P^o, e com que voz de magoa fallamos
como Io jniz de paz I seuinles algansmos do sofrimento e da dor
OSr. Dr. Gmza'ga tem-se torna.lo um'que combatida diariamente por nma cousa
brbaro, at para com 13o distinelo cid3d5o,;t0' mn9,glVflcaot T fJa ua P|lD,a .
est.mavel por anas quafidades, respeitaye! I a O Dr. Ayer, de Lowell, nos Estados-Uni-
dor sua ntelligencia; e fe tornar para com! dos fab"M '" seu laboratorio ctenla gro-
todos, que nao o quizerem acompanhar na'sas P.r ?,a das suas P!a,Jas catharticas du-
viagem de sua prevaricacao, porque em aoa,ranle l:'do aDD0-,st0 Mezesseis vidrmhos
opinio, como j disse um antigo; cas leis Por minu -0aJdaosod^T Pc" eguodo:
humanas sao (cas d'araaha. que s cacara portante, mais de 86:0(0 pessoas tnmam
mosoas 4 v i estas pilulas todos os das, ou 2.580:000
Aqu termino por ora: o mais ficar para Por mez Facte este outra vez.
Recife. 21 de fevereiro de 1888.
Manoel Januario Bezerra Montenegro.
i'ublicagoes a pedido
Ai8?a,s.
H Sr. lfpaiid'i Ambrosio Machado,
constituido leal di-feibor dos sedi-
tiisas da Impcratriz
No cormuaicadi) do Sr. deputado Ambrozlo H-
chalo, pablicado hnaiem no Diario de Pernambu
co, lem su exitres de apjixonadas contra o dis-
tinto Sr. Moreira da Barro-', digno presidente das
AlagOVa,
E nao .' isto.
S. Eic. mostra-se to Ital para cora os seas mi-
Ris da IcDiieratriz e ju^tlOca por um modo lo in-
slito o procdimeoto repretiansivel rrlminoso
1o chefe dos sediciosos ioaqaiin Correa da Silva,
rjne at no dese.rocoa no juno que linU*mos de
ser o Sr. deputado Alebrono Machado decidida or-
relro, e (M-i'Miiempnie tucapaz de jusi licar
aquella acto de duplcada toacura por ser pralica
do agora mesmo, quando o governo de S. M. I. e
a naco ioteira e.-tao emppnhados em trimnpnar
na luta externa em qae te acham compromeltidus
os noj'os tirios e o nosso fuiuro.
Todava conilnaamos a formar do Sr. deputado
Ambrotto Machdo o mesmo juico, e al confia-
mo qoe S, Exc. adiar a dicassSo de certas l>
plcndesea commnnicado para tempo opportuno.
H .t''it-mus antes ao delegado do governo as
AUiross pa>a snfTjcar de momento es-es iostinc-
tos sediciosos quo a boa raiao condemna : empe-
nriomo nos mesmo era qoe ?e restabelega all a
nrdem o m^is breve possrvel cora o trimpho das
forras do governj.
T anqailise-se o Sr. depatalo Ambrorio Micha-
do nos seoiimeatos polticos do digno Sr. Bario
de Giqnia.
Oxaia qns ootros podessem ser tao coherentes
em gerjs actos.
O Sr. barao, prlmeiro qae todo, presa maito os
itinbatos de hooradez e de juM*c ao mnt\ os
qnaes adorniram -emore o seo bello caraeler.
R' hnmem, poda enganar-se com certas- aprecia-
cSes ; mas do fnado de sea coraco rcspiram
sempre intencSes nonres.
O Sr. Amhrotio Machado esta mal Informado
dos acooiecimantos de saa provincia, e ignora al
qae ponto o Exra. Sr Morelra le Bairos um sido
leal para om o governo de qaem delegado, e
jostieeiro para com todos lodsiioctaoente.
Heclfe, 20 da Teverelro de 1868.
Um pregressista.
__-_.___
N3,. poiemos deixar de dar pablioidade a des-
hamanidade e'f.ilta de caridade de certos medios
e boticar es, a o que mais admira, ser era ama
capital comoesla.
Eis o caso :
Sendo bontem a mela hora da noite pooco mais
oq menos erido oelo puahal do assa;sino, o capi-
llo Antonio da Paula Cav.ilcanii de Aimeid, no
botal Bordem: raa do Rosario Larga, diriglnm-se
varios m co; acadmicos e cairas pessoas amigos
da victima a pocara de mdicos, e chamaado elle*.
os Srs. Drs Ferreir Aves, Ernesto lavare*, Gasa
Nova e Pinto, est'S fiets ao juramento que prestaran
forara promptos em ebesar a snas varandas, e di-
terem qae aquella hora n'm sahiara de saas casas,
pelo qae oopaderam esses amigos deixar de di-
zerem aigomas verdades croas aos referidos seabo-
res doatores, aBm de qae as cosenhaodo em snas
eonsciencias de ontra vex possam sabir a qoalquer
hora qae sejsm chamados. O mesmo se dea com
os Srs. boticarios Bartholomeo, Pinto, Joaqnira Mar-
tina da Crot e Soares, qoe nao qaiteram abrir snas
boticas, dizando aas qae nao tiobara qaem fosse
abr las, e oatros qae os cachelros nao estavum era
casa, e a do Sr. Brtholomeo, em cuja calcada se
acnava o ferido cabido, qae o patrio nio e-ia^a em
casa.
E* orna taita de humanidad?, deslelxo de qnem
qoer que iem obrigaclo de far^r estes earctaUvos
senhores comprir soas obrtgacSas.
Aprnveitando o enejo como amigos da victima
o podemos deiiar de reoder a merecida homeoa-
gera aoslilm. Srs. Drs. 8armento Pnho e Pltaoga,
pela promptido com qoe se prestaran) qnande fo-
ram chamados ( as 2 horas da madrugada ) e pela
pericia com que trataran) sen amigo, e ao Sr. Craz
Sanios, qae sera apresentar obstacalos como os
sens eompaotialros cima citados, abri na botica,
a avfoo com presteza i recolta qne Me foi presen-
tada. O pulHico avalle o procedimento desbumano
da qae I le*, e o des les.
Rscife 14 de fevereiro ae 868.
Algaoe amigos da victima.
(*) Cabe-roe o dever de identificar ao poblleo,
qn, o commnnicado falto fiar alguem i Revista
Diaria, de b tem, obra o facto que e den no
M.inteiro ao partir o trera da va frrea sn Apipo-
eos para o R-olfe pelas 4 n meia horas tirde de
tt-rca-fpira desia semana, iot-xacto e eontiadltorio,
eaodo para notar qae o eommanieaote ni* narras-
ee o faeto, propondo-se a penas a detrabir o proce-
dimento dos conoactores desse trem pelo ^ne tam-
Bem oes parecem demasiado exquisito:o laclo
o seeomte :
ra moco de nomo Manoel Loiz Gomes Ferrefra,
qtiz por f jt< enhcar no mesmo narro em qoe,
vmfta ama familia, a qual vendo, oo oonneeenin as
doentes que Duscara atlivio todos os das na
peruia medica de um bomem I!
Um bomem em ;uj. 8 hombros pesa uma
responsabitidade tal deve ser sempre, como
neste caso de urna iotelligencia da pri-
meira ordem e de um carcter elevadissimo.
COMERCIO.

PRAGA DO REGIFE 21 DE FEVEREIRO
DE I8C8.
As 3,'i horas da tarde.
(Hoje)
Assucar mascavado da Macei-3J180 e 3J52O0 a
arrob pesio a bordo.
Algodo de Peroambaco I* sorteI1J0O0 a arroba.
Algodo daParabyba I* surtell30t> por arroba
pu-D a bordo.
Cambios sobre Londres 90 d/v ln}( d., por
15030.
Camoio sobre Li*boa-90 d/v 17'^' d. por 1000
pigavel em snbtranos.
Frea de as*ucar da Uaarapes para Liverpool em
lastro. 25/ e 5'/, (hooiem).
Freie de a godo de Guarapes para Liverpool3/4
d. por libra 5% (huotem).
/os de Aqniao Fonseca
Prasidente.
Francisco Mamede de Altneida
Secretario
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Descorita letras da praca ta&a a con-
venc ooar.
Recebe dioheiro em conta correte e a
praso ftxo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes de Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buetios-Ayres, Montevideo, New-York
e New-rleans, e imitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Petourinho o. 7.
ALFANDEGA.
Rendimento do lia i a 2........
dem do di 21...............
:

323:<52*926
10:1231018
345:749*941
Movlmento da alfandega.
Volaroes entrados om farendass..
comgaaeros....
Tolnraes sabidos com f a tandas...
> > com eneros....
83
176
m
61
1038
------1099
Bescarregam hoje 22 do fevereiro
Polaca hespaohola Venlvretavinbos.
Polaca bapanbola_Pr(/#ntvlnhos.
Brigoe inglez2,Mfiia -Lu-lhao.
REUSBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES
ftendimeoto o dia 1 a 20.......... 30:7564314
dem do dia 21................. 2:5735
33:34)2659
CONSULADO PROVINCIAL
RecdlEaento do da 1 a 20....... 114:5884039
idsm dodiazl................ 8:2i4359l
CO\PANHIA PERNAMBUCANA
Do da 4 de marco em d ante, paga-se no es-
critorio da companbia aos Srs. accionistas o 3'
dividendo a razao de 101 por acco.
O abaixo assigoado, lancador da recebedoria
da rendas Internas geraes desta provincia, lat
scienta aos propietarios e locatario; dos predios
da traves?a dos Expostos, roa Niva, largo Oa Ma-
triz, raa do C'bog c larga do Rosario, que tem de
continuar no dia 21 do corrente, o Iojanmeaio do
imposto pessoal, de 3 por centi, para o que misier
se f*x lerem a mi os recelos, e contratos de
arrendamer.it) dos mesmos predios. E para coas-
lar faz o ['rsente.
Ricebedoria de Peroambaco, 20 de fevereiro
de 1868.
O lancador,
J'Si Theodcro de Sena.
O conseibo da compras do arsenl de guerra
precisa comprar u segninte :
60 sparelbos de limpezi.
60 boleas de sola para os ditos.
8 resmas de papel cartoxiobo.
As pessoas qoe quuerern vender ditos artigos
apresentem toas propostas na sala do conselho as
11 horas do dia 22 do correnta.
Consetoo de comuras do arsenal de gaerra, 20
de fevereiro de 1868.
Jos alaria Ildefonso acorn da Veiga Pessoa e Mello
Coronel presdeme.
Tribunal do comnicrcio
Por esla secretaiia se faz publico qoa nesta dala
f )i ioscripto na matricula dos ccmmerciaoies o Sr.
J s Joaqoim de Faria Machado, cidado porloguex,
estabelecido nesta cidade com loja de hiendas es-
trangairas em gr>so e a mamo.
Secretaria do tribunal do cenjmercio, 20 de fe-
vereiro de 1868.
O official-rosior,
Julio Guimares.
SOCIET GENRALE
DE
Transportsmaritimes a vapeur
PAQUEBOTS FRANCAIS
Al o dia 24 por fr.-.ncez Boureogne, ic utiuiaadaota Bonage, o
qual depois da demora do costume seguir' para
Geciva por S. Vieeole, Sania Cruz da Tenerife,
Glbraltar e .Harselba.
P agencia roa da Cruz o. 55.
PRI\0 PORTO-
Vai sabir na presenta sem/.pa o brigue Boa Fe,
para o rpsto da carga tratare com Camino & No-
guaira, na ma do Opolo n. 20
" mmm Btusiinii
Obras publicas.
Pela reparlicao das obras poblieas se daelara
qoe lando de fazer se o calcameoto do pateo da
Santa Crai Bca vedado o transito de vehicalos
e animaes pela raa do Sabo e parte da do Rosa-
rlo.
Repartilo das obras pablicas, 20 de fevereiro
de 1868.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.

12!:832J6U
MOYIMEITQ DO PQBTO
Natto entrado no isa 18.
Penado por Macei 20 hora* do ultimo porto,
vapor brasileiro Gtqttid, de 223 toneladas eom-
mandante Atevedo, equipagem 23, carga algo-
dio ; a companbia Peroambticana.
JVuw saludos no mesmo dta.
Rio de Janeiro paiacto nacional .4rau;o, cap
tao Teives, eqaipaeem 23 ; carga assuiar.
Qbservacao.
SnsDenderam do lamwlo prra Babia o brigue
Inglez Henrmtta, capitoo Mart-bill; com a a>e>ma
carga qaa Irooxe de Terra-Nev.
dem para o Rio Grande do Norte, brigne in-
glez Annie capito J. Stratford ; com o mesmo
lastro qoe troaxe do Rio de Janeiro.
Correio geral.
Pela administrado do correio desta cidade, se
fz publica, qaa em virtude da cjnvencao poalal
celebrada pelos goveroos braslleiru e francez, sa-
rao expedidas malas para a Europa no dia 29 as 6
horas da tarde pelo vapor francez Guyenut. As
carias serio recebidas al as 2 horas antes da que
fr marcada para a da sabida do vapor, e os jor-
naes at 3 horas antes.
AdmDistracSo do Correio de Peroambaco, 21 de
fevereiro de 1868.
O admini-irad >r,
______________Domingos dos Passos Miranda.
Consolado provincial
Pela mesado consolado provincial se faz publi-
co qas no dia 22 do crreme mez iinda-se o prazo
marcado para a cobraoca a boca do cofre dos im-
postas anaunciadi's por edal desta repartido de
13 do mez ftndo, pertententes ao exarcicio cr-
rante da 1867 a fiS, e qae fleam jugeitos a malta
de 6 #|. todus os iropostos que forera pagos depois
desse da.
Mesa do consolado provincial 6 de fevereiro de
1868.
Francisco Aminifias de Carvatho Moura.
Cmara municipal
Pela coatadoria municipal desta cidade se faz
Daclieo quesn receee a bocea do cofre, em loJo
este maxe at o Um de marco prximo, o irooosto
municipal sobre casas de negocio, e aqa elles qoe
nao pagaren) incerrem as penas e disposicoas do
art. 32 do regulamenlo n. 361 de 15 de ianho de
1844.
Conudoria manieipal do Recife 10 de fevereiro
de 186a
O centador,
Caetano Sil veno da Silva,
Sania Casa da misericordia do
Reelfe.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Kecifese oovlda aos proprietano de predio
e sitios foretros a patrimonio dos orphos a' car-
go desta Santa Casa, para que traiein de pagar os
foros que se acham a dever, e cajos conhecimen-
los eslo em poder do procoralor Hercolano Ole-
gario Ribeiro Castro, a quem sa poderao dirigir na
ra da Goneeigao o. 3.
Secretarle da Santa Casa do Misericordia do Re-
cife 15 de fovereiro de 1868.
O escrivao,.
Pedro Rodrigues da Soaza.
PK

Paquetes a vapor
E' e-|itTsdo dos portos do norte
at o da 28 de fevereiro o vapor
Guill, commandanle o primeiro
tenente Pedro Hyppolilo Duarte,
o qnal depuis da demora do cos-
ame seguir' para os portos do sal.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qoe o vapor poder cooduzr a qual devera*
ser embarcada no dia de sna ebegada, encomroen-
dis e dinhelro a frete at o dia da sahlda at 2
horas. Prevme-se aos Srs. pa3geiros qoe suas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Grnz n. 57, escripiorio de Antonio Luiz de Olivel-
r Azevedo & C.
CCItIPANHITPERKTIBCA"
Navegaco costeira por Tapor,
Goianna.
O vainr Parakybe^ comman-
danle Mello, seguir' pira o por-
to aduano dia 22 do correte as
9 horas da noite,. Recebe carga,
ensommenda'',, passageiros e di-
nbeiro a frete, no escripiorio do Fon* do Malos
C(3MPANHlr\ BRASILEIRA
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sol esperado
at o dia 22 do correte um dos
vapores da coropanhia.o qual de-
pois da demora do costme se-
guir' para os portos do norte.
Desde ja se recebem passayeiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condnzir a qoal dever
ser embarcada na da da sua chegada, eocommen-
das e (lah-in> a frete at ao la da sua sabida as
2 horas. Previne-se aosSrs. passageiros que suas
passagens s se recebem hfsO agencia ra da
Cruz n. 57, rjrlmeiro andar, escriptorlo de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedn & C_____________
GQMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegando costeira -por vapor,
Portos do sol al Penedo.
O varar Potenqi, comman-
dame Pereira, segu para os
portos do sul de soa escala
at Penedo no dia 29 do cor-
rele pelas S horas da larde.
Recebe carga al o dia 28 ;
passageiros, encommendas e dioheiro frete at
as 2 rwras da tarde do da da sabida : escripiorio
UForte do Matos d. 1. _______________
" COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Navegaco eoslt-ira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vaper Piropama, c mman-
danta Torres, seguir' para os
portos i cima no dia 29 do cor-
rente as o horas da larde. Recebo
cama al o dia 28. encommendas,
passageiros e dioheiro a (rete at o dia da anida-
as 2 horas da tarde, oo escripiorio do Forte do
Mat>s o. 1.
Para o Porto.
Segu em poneos das a barca portogoeza Novo
SUencio por ter a maior parte de saa carga promp-
la, para o reslanle e passageiros, para o qoe ofe-
rece excelleotes commodos, trata-sa com Ollvelra'
Filbos & C, no largo do Corpo Santo n. 19, oo
cora o capito na Praca do Commercio.
Para ailha de S.Miguel
segna com muita brevidade a escuna porlugueza
Oliveira, para o resto da carea e passageiros, para
o que iam excdeme commodos, trata-sa coa Can-
dido Affonso Moreira, rna do Apollo n. 22________
Para Lisboa
THBATfiO
DE
*=HS"
EDITAES.
iDleooes dewe moco, padio-no para ame elle nao
vitan all; mas elle oavisdo taes palanas, repelllo
Por ordem do Iilm. Sr Dr. chefe de poHel,
faco foblico aue aona-se depositada nesta raparit-
eao orna qaantia de diobelre, a qual foi encontra-
da em nm dos wagons na estrada de ferro, e sera
entregue a* pessoa qoe tntstrar ser seo verdadeiro
dono.
Secretaria da polica de Peroambaco, 19 de fe-
vereiro de 1068.
o seere'ark),
Edaardo de Barres P. de Laeerda.
abafar-se de odios propriosealbeiis, sempre fl0**"'
que de V.S. se reclama mtii u -... ^lt>
lituio
reclama justica, j se cons-
oflagello da comarca, o icngio do
crime, a calatuidade da Duocencia, na phrase
de Saoto Ag ttiobo.
3. Porque, estjfaecendo-se at de qoe ba
um Oeus, a qaem aVir i xactas comas, j se
poz ao despreso po.hlico, relectiodo mul-
to dezar sobre aquellas, qae o conservara
A cmara roowcipal desta eldade manda pu
bliear para eoubeclmanto dos loteressados a porta-
rla qoe e egue. do Dr. ebrfe de polica da 5 do
corrente, que lbe fora remei.-ida con nfflcio do
duendo que embarcat por firvja aioda qae mor-1 mesmo de igual data, e pela qoal reenlvera, alten-
resse. So esta eircumstencia aggrsvava a estrada Jwdo ao qoe requereram os commerciaotes da ra
dessd passagelro no irrn i porm nos propomos na '< p'reita desu capital, e os proprielanos de veincu-
qualidade de conductores, a p rsuadi-io em termos 'os de eoodoccao, que, aos ditos vehculos, qoe par-
raoi comedid s, qoe poda Ir em outrotarro, ao qne lisem do largo das Cinco-Puntas e snas immedia-
nio ceden, eolio distemos-loa que neste caso nio C**3! 'osse vedado o transito pela reforida rna Di-
pjdia embarcar, como de facto nio ettnareofl ; por rel,a-
iba dar logo ora ataque, dos qoe lbe eo tama dar;' P*C<> da cmara municipal do R-cife, em sessao
ooi como dave saber 9 communicaote eese mogo I deL12 de fevereiro de 1868.Loiz J Pereira Si-
soffre da ge tta, I tooet, prftresldeote.Pranciseo Canuto da Boa-
Emjwia do que, nem honve troca de ptlarras! "Bem, (retarlo.
nem to ponco mao tratameeto, como! aceao.Secretaria da polica de Pernanabu-
monte dit o ommnnlcanle : seode isto **_* ie fevereiro de 1868.
que verda^eiramente se den.
Horisonte Brasilefro.
Fiea vacado o transito pela referMa roa Direita,
de lodos e qoaequer vehicoloa oe coodnceio, qoe
partlrem do ,'argo das Cieco-Ponlas toas imme-
diacoas, os qoact deverto >gn>r pela travassa de
(*) Aqoi mpsnco coovra qoe declaremos qae de" 8. Joio a sabir n.t roa Aogosta, e desta pelas roas
mos a noticia ,}u^ se refere este apedido ttl qua1 dos Martyrios e HoTtat a sabir oo pateo do Carm<>
no-I daram e sem fnoda lancao, a raetiflcico qoe n'elle e fax em nada abeoiotamen- Pedro Francelmo Goi^-aries.
te noa toca. | Conforme.O offlcial str vindo de secretarlo. Joto
A Redacgao. < Xavier Faosiino Ramos.
dramtica.
Grande baile muscarado
Parisiense
Nos dios, Sabbado, Dominqoy
Segunda e Te>ca.
1* baile ter logar
Sabbado 22 de fevmira de 4868-
0 grande salo da Dinsaque eomprebeode
toda a sala e caixa do theatro, acba-se slidamen-
te eoBstroido, afflaocagdo a mals completa sega-
ra ec.
Sera' Iluminado a giorco o mals esplndida-
mente qae fr possivel.
O salo ana se ricamente ornado eom qoidros,
espelhes, vasos com flores, etc., etc. sem que para
este fim se tenha pnnpado despeza alguna.
A banda de msica do 1* baiaibio de guarda
oaciooal desta mnnleipia, sob a direccio de sen
dlstmcto mestre qae tem de foocciooar nr s ex
pl Ddidos b'iles cima mencionados, a qoal tocar
como ioirodoi-cao do baile orna paga de ttarmonia
que dar' eomeeo 10 moviment, segoludo-se a i"
quadnlha denominada
ASDRPREZA. "._
A* pegas qne tem de (er tocadas dorante as 4
ooites dos bailes, sio novas e etjolbidas.
Para dar flra ao batte a banda de msica locar
graode
GALLOTE INFERNAL.
Com toques de campas, sinos, extrepioe e re-
bombos da IrovJo.
No sali baver nma pessoa perfeitamente ha-
bilitada para formar ot pares-e dirigir as qoadri-
loat. aflm de evitar eoofozoes.
A entrada e sabida para et matearas e espec-
fdoretn pela porta da f'eote do ihe^tro.
O eseriptorio para veoda dot buhetes" a direi
U a> -difl -ioonde e-tara' illomiuado.
as peasnas qne se qo zerem prevenir n\v cama-
rotes poaem mandar suas encommendas no scrlp-
tena i tbealro.
Vai sabir em pooers dis a barca portogneza
Noca Uananna, por ter grande parte da soa car-
ga prompta, para o restante e passageiros trata-se
cora Oliveira Filrns A C, largo do Corpo Santo D-
19 ou com o capito na praga do commercio.
Porto
Para o referido porto pretende sabir com a pos-
sivel brevidade o patacho portugus Gatibaldi, re-
cebe carga a freie : a tratar com David Ferrelra-
BaUar, ruado Bram n. 66, ou a bordo com o ca-
p ao.________^_ ___^________
Rio de Janeiro
Para o Rio da Janeiro pretende sabir com a ma-
iimi brevidade possivel a barca nacional Joven
Patmeira : para cama irata se com et consignata-
rios Alargues, i'airo & C, no largo do Corpo-
Santo n. 6,2* andar.

Far
Segu em poneos das o palbabete Jectn Arlhitr,
tem qoasl todo o rarregamenlo engajado, para o
resto qoe lbe falta trata-se com os consignatarios
Antonio Lmz de Oliveira Azevedo & C: ra da
Cruz n. 57 pnmeiro andar.
LEI un.
De am avallo para sella gordo e tendo to-
dos os andares
HOaffB
no largo do Corpo Sanio, as f I horas, por inler
VengSo do agente Corderro Simoes.________
at
LE!' AO
De dividas do expolio de Luiz Antonio Aunes Ja-
come, na Iroporitncia da 20:43I4JS, sendo
quantM da il2.0Ba253 em duas act*"s P'opos-
las aos referidos devedoreb pendendo uma da
deciso do supremo inbhnal da jasea.
Cordero Smoes
per mandado do Illm. Sr. Dr. joiz de orphot ta-
ra lailn das dividas cima nenciooadas parlen-
cenes ao expolio da Luij Antonio Annea Jacoote
eofa relacao esta' em podt-r do dito agente a em
me teBdo logar o lailn no di____
as II horas em ponto oo l-rgo do Corpo Santo a
porta do predio qne foi Atsociacio CommerclaL
V
I
metm |


Mirto rMM.fceo ftabbado ie Ferereir. i* (?.
>*
>
.\
AVISOS DIVERSOS.
A Salsaparilha
J AYER.
3?mra n ora radical de
kerofala, uleerai, chag-a*, fer-
/ dl volha, Melntiu yph- '
/// itieM, marenriaei, Enfermi-
dade. daa uuBures, orno re-
tan? ao, mea. tro eloroi*, ulctr-
aoao do nttro, e flore* branca.
ama conbmaga'o dos alterantes mais efi-
cazes conhecidos, e que temos coDSCieocia
de ofleracer ao publico o melhor resltado
qae possivel produzir, da inteligencia e
dericia medica dos nossos tempos.
REMEDIO DE AYER PARA SEZES
lafallirel as febres ireraiteates, reaitenlM,
febrs belious e tercas, mal de igada,
inereauta do bita, ce|Bfira. Dar oes
eavidM c palpitares, quando s
cantado pelas
RERES ISrERHrKKTES, OU RSITENTIS
Trocom se
as notas do banco do Brasil a das calas Mita-
don descont modo rasoavel na praca da iodo,
pendencia n. ti. ^^^
Paaelaa-sa de am arlado bom ccpelro bo-
llelro, preferiodo-se qne ej estrangeiro, a tratar
na roa dos Torres o. 12, i andar.

SEZOES
em
A Nevralgia, Coavnhdet, Erj- periO.
slpalai, BnfennHadei Cutnea,
borbulhaj, naieidas, ete.
o <-rtmrk> fhmpoio de- saisapariliia, confeccin. BMletas, febres Intermitentes, rrnitenl's
do pelo Dn. ATKlf. i umr.fomblnn5o do, raelhore. depura- blJOSJ?, ffbre perniciosa iuflaiUllftri
roo e alterante, eonliecidoa medicina; competo segundo (nJaa laan """"""l"*
* IcU da selenr, npprov.rto e receltado pelot primelro. ludf IcDaO 80a Ongeril Da meSIBa CSUSa e
medico, doa Estados Unido, da America do Sdl, do Hexfco, prOdUZndO OS meSUJOS effeitOS DOrAm f>m
da. India, do, prloe.pae, Eetado. d, Europa. | ario flfc,^ ^ ^^ ^J
do~ nresmo tratamento.
A causa acha-se dos effluvios contagiosos
que se desprendem da vegetagao podre
di
SABSA PAHRILHA de Ayer b3o
remedio secreto, por isso pode ser e re- j
ceitada por mdicos conscieot.oos, que n5o
itaElffi^till***^^^11^"* rceitar remedies, coja composigao
s as Boticas e Drogarias do m- desconhecda.
POR POUCO TEPO EM PERNAMBUCO
HOTEL UNIVERSO.
Ghegada do Sr. M. A. Schlosser,
r
los pantanos e das aguas encharcadas. E'
um veneno sobtilissimo e iosedioso que se
absorve pelos palmos e penetra no san-
A SALSAI*AI!ILHA de AYE1I i especialmente eOeaz na
ira das molestias que tem sna origvm na escrfula, na
infecco venrea, no use exeesslro do mercurio ou em quakiner
inpurnza do Singue.
Entre toaas as molestia, que affllgem o genero humano, nao
ha urna mais universal c terrivel do que a escrfula ; por ai
ao t:o destructiva, porem i a cnusn principnl de multa en-
ormidades que n.lo Ihc alie feralmente nttrlbaM..
urna causa directa da ttrea pultmonar do mol do
ligado, e estomago, uffeecoc* do terebro, llheumatlim,
e affettte* do Itin: entro seos symptomas ha os aegulntes
FaRa e apetito, Fraqaera e molcaa em iodo corpo;
cheiro da aoea, aemblante pMido e lachado, s teae
alvura transparente, outras reies corado e amarello ao lc
da boca; _Dlgeto Iraca e apetito Irregular; Venlre inchado 06 pl0S pulm5e8, Opera DaS SCSeS da ma-
^=K^rr^rjrASr r:c i "1" zT,;r s;';m" irr"a550 001-
ao avermelha dos, as peasoaa de dl.posioao esorefulosa l Ul encCrrar tOJO O SangUO DO COTpO
apparecemfrequentementeer.lpfaMnaJWHedacbefncoBtros ;DOS eXTretariOS InlemOS. 0 fiffado OS
partes do corpo ao predispostaa afectes dos pulmta,do rinS O nancrpae. n hton n M|nm,B 1 "*
fiado, de. W.e dos orgSos digestivos e uterinos. Porlato r P ,, iI)aC0' estmago 6 OS
-=.oalo tomento aquclles que padecen Ais forma. leo-oan, PulmcS,algUBS dOS qU^OS OU tOdOS elleS
i
fedegoso de i'eniambuco
A planta, conbecicra ntrenos sob a de-
nominacSo tftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sui deste i&jperio pela de
arista de gallo^ o tiaridmm utiliumutn
ou tiridium elonoaitm de Sebum, e o he-
liotropium curanadfum de Mart., pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca pernambocana, como ama das plantas
Celebro elrif*OwiHl.|, da usa Lperlal dt fisl, o Bnico nlmp e uilaeri^ qae ttn
nuhulmeule e empeos innmeBtos ttdn as classeg de caHos, joanetes, olbes de
peri, uaheirs c (odas as eafermidades de ps.
.... Sem cortar!
teH n NEII CAUSAR A MAIS LEVE DB
t?*as pe*soas mais medrosas podem sem o menor receioj ter
pes.
Sem cortar!
conQanca oeste methodo 15o segoro como iofollivel..
POB POICO TEMPO
mais recommendaveis por saas virtudes cu-1 para ofrecer a soa proflssao, e ^z saber a todos aiip snfrrAr rio calino ;,.,,., i ,, W
rativas. e appUcado.iater.na e exlernamen- systema, inteirament? novo, o resultado diZViol pS& muos ano'os qU6r eDftr'BldaJa ** *"' *"""
te, como calmante do systema nerroso/na des as mais competentes, e se fosse bastante feliz para conseguir
idd dos ps, que o k
e o fructo de seus estudoa sob as autorida-
e U,bercUUSa da escrfula- que neces.iUm de protoevao 8aO amOOtOaiJOS dO SaDRUC retirado da SUBer-
**r*^^***~+*P5Z ficie docorpo; eis a causa dd periodo nuo.
o virus latente de.te terrivel Sagrilo (e s veae. hereditario)
e causa.
A febre causada pela reaccSo, quando
,o sangue abandona os excretorios intefnos
*"r,kW soperOcie, como n'um outro
K;iinnii*iiiii ai* w- esforco violento para expulsar o veneno a-
aisap*iha de Ayer ,ra?ez do outro excretorio chamado pelle ;
Mo^eK^ ..ao Pfaco consegue a natnreza nestesegun-
todas as partes11 todos o orgios do corpo humano, Mirando- I "O CSforCO COmO 00 primeirO.
os da aua accao rielada c mspirando-lhcs novo vigor. K'um IVninit J... *
alterante poderosissimo para a rcaovaeao do aafl|oe, c d ao i ^CpOIS SegUe O OeSmaiO 6 prOStracSO GUe
SK&fc *d0CBa fors*e energla renov8dM naturalmente succede s grandes agitacbes,
taxsem o mmn axtisii-iiizitico G ,Dslincto *> Dsso organismo o faz aban-
coxBEcu>of ,aonar tentativa at que, recobradas as for-
ara permanenmente a. peioros forma, de SYPHILTS e at ^ re,,0va 00 OUtrO da a luO desesperada.
t?25!!2E!!!!!!3' ^""^"""'^''adeiaformaropub. E evidente, pois, rjoe aualnuer remedio
Leo do iuestimavel valor de um remedio que, como este, flvra J j /so o san-H dessa corrupcfio e arrebata a victima das garra de : OeStlOaaO a COTat 6Sta molestia. deVe lftS-
uma morte lenta c Ignominiosa, porm inevitarel se o mal ir,,;,. ..__. ,
nao c logo combatido com energa. iruir este veneno no sangue, ou arroia-lo
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se inflra ffVa flflip 1 nmnirwn n o.,; (/.._
qae este remedio Infalivel para a cura de todos os padeci- ,Ura a1*- A preparBCaO que aqUI Otfere-
oemos ao publico, se fr empregada segn-
alieutos humano.-, o |Ue d.zi'iiiuii c que a
Salsnpaa'ilka de Ayer
a melhor prenaraco at hoje descaberla para estas e ontra.
molestias anloga., que i urna comblna;ao dos alterantes
mais efflcazes conhecidos, e que temes consciencia de offerecer
M publico o melhor resallado que possivel produzir, da
inteligencia e pericia medica des uosses tempos.
/
EJIEDIO DE A1B PARA SEZES
Infallvol sao febeos intermittentes, remittontea,
Febros Biliosas e terea, mal do Astado, in-
cremento do baco, cegueira. D6r nos
ouyidos e palpitaces, quando
sao causado3 pelaa
FEBRES INTEBMITTENTES, OU REMITTENTES.
As proparat^es de Dr. Aticu so veudidas em todjj %$
Boticas e Drogaiiaa do Imperio.
SALSAPARRILIIA DE AYER
Tara a cura ratitcal de
Escrfulas, ulceras, chagas, feridas velhas,
molestias sjpbilitica?, e mercuriacs, enfer-
midarles das mulheres, como retencao, mons-
tro doloroso, olceraco do ulero, e flores
brancas. A nevralgia, cnnvulc5es, erysi-
pelas, enfermidades cutneas, borbulhas,
nascidas, etc.
O extracto compoto de salsaparrilha, con-
feiionado pelo Dr. Ayer, c um combina-
cao dos nielaores depurativos e -alteran-
tes conhecidos medicina; composto
segundo s leis da scicncia, approvado e
reccitado pelos primeir- s mdicos dos Es-
tados-Uaidos, da Aoieric-i do Sul, do Mxi-
co, das Indias, e dos principaes estados da
Europa.
A salsaparrilha de Ayer, especialmente
eficaz na cura cas mo estias que tem sua
origcm na escrfula, na infeceo venrea,
no uso excessivo do mercurio ou em qual-
i cpier impureza do sangue.
Entre todas as molestias que aflligem
o genero humano, nlo ha urna mais univer-
sal- e terrivel do que a escrfula, por si nao
t55o desiruiliva, porem a causa principal
de muitas enormidades que nao Ihe sao ge-
ramente attribuid??.
~ urna causa directa- da tsica pulmonar
do mal do flgado, c estomago, affeccoes do
cerebro, rheuimtismo e affecedes dos rins: en-
tre seus symptomas ha os seguintes; Falta
de apetite, fraaueea e moleza emtodo corpo;
mo cheiro da bocea, semb ante plido e incha-
do, s vezes d'u na alvura transparente, ou-
tras vezes crado e amarelo ao redor da boc-
ea, ; digestao fraca c apetite irregular,; ven-
tre lachado e evacuaco irregular; quando
ataca os pulmSes urna cor azulada mostra-
se a roda dos o'feo?,'quindo no estomago
sao avermolhados, as pessoasde disposicao
escrofulosa apparecem frequenlementecrw/j-
fdes na pelle da cabeca e entras partes do
corpo; tao predispstas ksaffeicdes dospt-
moes, do fig.ido, dos rins, e dos orgos di-
gestivo e uterino. Portanto, d3o s5o somen-
te aquftllesque padecem das fiirroast/fce/'o-
sas e turberculcsas da mero fula que neces-
sitamdo Drotecjao contra os seus estrados;
todos aquelles em cujo sanguo existe o virus
latente d4e lerr.vel flagelo (e s vezes
hereditario) estn espostos tambem a so-
ffrer ds enfe.rmidad"s que elle causa.
Offerecemus a eilas pessoas um abrigo
seguro e um antidoto efBcaz contra-esta
molestia e suas cosequencias, na
Ssl-apaiTalha de Ayer
que opera directamente sobre o sangue, pu-
Tificando-o e expulsando delle a corrupgo
c o veneno da molestia : penetra todas as
partes e todos os orgos do corpo humano,
livrando-os da sm accSo viciada e inspiran-
d>lbes novo vigor. E' um alterante pode-
rosissimo para renovagSo do sangue, e d ao
corpo ji enfraquecido peta doenca forga e
energa renovadas como as da juventude.
E TAMBEM O MELHOR ANTt SYPHILITIGO
CONHECIDU
cura rermanenmente as peiores formas de
simpili!. e as suas coivsequencias. Pouca
necessidade t.a de informar o publico do
inestimavel varr de um remedio que, como
este, lvra o ean^e dessa corrupfo, arre-
bata a victi na das gorras de urna morte len-
ta e ignominiosa, portea inevitavel se o
oal 05o logo combatido oom energa.
N5o pretendemos ^romulgir, nem qnera-
inos que se inlira que estremelo infalli-
vel para-a cora do todos os padeciaawtos ha-
manos, o que dizemos que a
ftalsaparrilha de Ayer
a melhor preparacao at boje descorberta
para estas e outras ntoleetias anloga, que
do as nossas direccoes, preenebem esus con-
dicOes, estimulando os grandes excretorios
i internos o figado, o baco, e os rins a
separar do sangue o veneno offensivo e ar-
roj-lo do corpo.
Tem-se offerecido moitos remedios para
a cura destas molestias, porm ou nao teem
sido bastante eflicazes ou leem'produzido ef-
feitos prejdiciats saode em geral.
A quina, ainda que seja o grande recurso,
s vezes prodoz effeitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicial sade.
Eutre osmalesproduzidos por ella se en-
contra diarrha, dores de cabeca, conges-
toes cerebraes, vertigens, mal do Ggado chro-
nico, incremenlo do bago, zuido nos ouvi-
dos, cegueira, surdez, delirio, somno lethar-
gico, causa tambem dores rheumaticas e
nevralgicas.
O remedio do Dr. Ayer.
PARA SEZOES
Expulsa o veneno do systenia e restitue
a sale,
Vende-se na botica franceza de P. Mau-
rer & C. ra Nova n. 25.
"para-
O rheumatismo
TOME A
rS7aJaaeeitia
ae iS&ter*
Gasa mobiJiada
Alaga-se u'nii d:-s principaes ras desla cidade
per 3 a 12 roezes, uro ou tJous andares, milito
aceiado, coro lia mobilia, de jacaraud e 1 piano,
e mobilia cmplela de sala de jamar e guarios: na
roa da Cadeia-Velha d. 30 ou na estrella do Rosa-
rio n. tt se ter inforroago.
Criada"
Pre.i-a-se de urna criada forra on captiva para
casa de pouca familia, quo saiba'engommar e pa-
ra aDdar com urna criunca-: a tratar na roa do
Hospicii n. 9 ou d^ fhdeia do Recifa n. 27.
Jt A
liste noro perin.iii-o de Lisbja, orgau ante os
poderes pblicos de Portugal des tnleresses i-ortu-
guezes no Brasil, .-ahij no da 30 de Janeiro, e
esperarlo aqu todos os das pelo vapor da carreira
de Liverpool, que dsvia seguir de Lisboa no da
31 do niesmo ice/.
Sao seus redactores principaes os tres ministros
de estado honorarios, os seubores :
* M.-mde* Leal.
Antonio de Serpa.
Jos Silvestre Ribeiro.
Contn mais a redaccao os seobores ;
D. G. Nrgueira Sosres, alto funecioaario do mi-'
nisterlo dos negocios estrangeiros de P. rtogal.
J. i. Rodrigos de FreiUs, lente de escola poly-
techina do Porto, e rcdacwr em chefe do Commer-
cw do Porto.
J se v a mportaacia qna o novo jornal ba de
v-ir a ter.
Convidamos a colonia portuguesa a concorrer
com suas assigoaturas para um peridico que
ha de honrar o nume portugus.
uosta l fortes por ann). Os portes sao por
conta da erorreza.
Ass%8ase na agencia da America ma- dn Cres-
po n. 2, livr.ria ao Sr. Jos (iieir^ de Souza.
Seguro contra fogo
Antnnlo Lulz de Oliveira Azevedo & C., agentns
da cocopauhia Fidclidadc, eslabelecida no I'
Janeiro, tomam seguras contra fogo era predios e
mercadorias, emseu e^criptorio roa a Cruz nu-
mero 57.
Precisa.se do ama uesfi que teoha babilit-
c5es para receber dividas fra da prac-t, e que se-
ja entendida no fflro, qaarendo tomar c,onta de al-
guns ttulos de d.vidas para cobrar ao sul dea*
provincia e Macei : dirija-se a tratar coro Tasso
Irmaos a ma do Amoriro n. 35, advertindo que
nao se entrara' era ajuste sem que techa flanea
idnea.______________________________________
Msnoel Alves Ferreira & C, na ra da Moe-
da n. 5 segando aodar, tem para vender ma'to su-
perior vloho verde de Ba-lo em barrls de quinto,
fjaixss com nma dmla de arraf> > vlntw do
Porto superior e barrisinbos com 5.K) sardinbas de
espioha ntoito superior.
...
Atteiico.'
Precisa-se alngar escravas, proprias para ven-
der : a ra Velba n. 93. *w "
fias; sendo um excelleote Unitivo para
aquelles que padecem de pbtisica pulmonar.
Sua eficacia contra o ttano ou espasmo
ncontestavel, e ninguem ha que a deseo-
nheca. -
Nao ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforgando-nos por ser til bumanida-
de sobredora, preparamos o que abaixo indi
camos, pondo a disposicao dos distinctos m-
dicos, e dos doenles desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que s5o:
l JURJBEBiI
em extracto afcoolfco, emplas-
tro, oleo, tintura, punas, xa-
rope e viuho.
A JURBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que pertencem ao reino vegetal
e eniram na classe dos tnicos e desobstrn-
entes, sendo empregada com vantagem con-
tra as febres intermitentes acompanhadas de
engorgitamento de ligado e bago.
Ella tem sido aplicada com ncontestavel
proveito contra a anemia ou colorse, hy-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruagao dtfficil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
O AIMIEVE6ETAL
E* muito superior aos xaropes de CUISI-
NIEU, e deLARRQY. De facdigeslao, a-
gradavel ao paladar e ao olphat, elle cura
radicalmente, sem mercurio, todas as affec-
ges da pelle, impigens, alpccos tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodureto de
polassi.
Pos vermfugos para lombrlgas.
Itreparacao a mais segura para a expulso com-
pleta das Umhrigas e outros vermes, sem acarre-
tar os inconvenientes que se tem dado com outras
preparacoes. Sao de grande aecc vermiciva,
agradavdis ao paladar e corapativeis com tod s as
idades e compteicoes, variando smente ni quan-
tidade.
t a j pro a a,recta aa approvago geral que o I
tustanos de pessoas conhecidas nesta cidade, os quaes abaixo publica:
I^P-ATTESTADOS BRASILEIROS.^^
DeS.A.I.aSra.D.Isahel.
Attesto que S. A. Imperial a Sra. D. Isabel
ficou muito satisfeita com a extrago dos
callos, fcita pelo Sr. Schlosser.
Palacio Isabel, 28 de Janeiro de I8G7.
Dr. Antonio M. Pinheiro,
guarda roupa effectivo e ayo de S. A. I. o
Sr. conde d'Eu.
Do Sr. Baptista C F. de Almeida
Certifico que o Sr. Schlosser extrahio-me
nove callos sera dur alguma. Rio, de Ja-
neiro de i8r>7.
Baptista C. F. de Almeida.
Do Dr. Lui Fortunato de Brito.
Attesto que o Sr. Schlosser extirpeu-me
os callos dos ps com a mais consummada
pericia. Rio, *5 de margo da 1867.
Luiz Fortunato de Brito.
Do Sr. Alvares de Souza Coulinho.
Certio que o Sr. Schlosser extrahio-me
cinco callos com sumira pericia e sem a
menor dcr. Corte, 19 de novembro de
1807.
Pedro Alvares de Souza Coutinho.


De S. A. R. o Sr. Duque de Saxe.
S. A. R. o Sr. principe Luiz Augusto de
Saxe Cobourgo e Gotha, duque de Saxe, por
ficar salisfeito da pericia do Sr. Schlosser na
exlracgao de callos, que nelle praticou, as-
sim ni; manda declarar.
Petropolis, 45 de Janeiro de 1868.
Antonio Coelho Fragoso,
capilo-tenente da armada.
Do Sr. Dr. J. de Aodrade Pinto.
Attesto que o Sr. Schlosser extrahio-me
alguns callos com perfaita pericia e sem
dr. Rio, 10 de Janeiro de 1867.
J. C. de Aodrade Pinto.
Do Sr. A. Oliveira Moraes.
Certifico que o Sr. Schlosser me extrahlo
sete Callos sem eu sentir a mais insignifi-
cante dor. Rio, 9 de fevereiro de 1867.
J. A. de Oliveira Moraes.
Do Sr \i^ario Hilario Florencio de Ar.iujo.
Certifico que o Sr. Schlosser extrahio-me
dois callos, e fique muito satisfeito da ope-
rago. Baha e freguezia do Pilar, 23 de
Janeiro de 1868.
O vigario Hilario Florencio de Araujo.

, Do Sr. cnsul de Hamburgo na Bibia.
Herr Schlosser hat mir die llubneraogeu
mit grosser Gechichkeid undolvne Schmerz
heraus geuousmeu.
Babia 29 januar 1868.
Do Sr. Aotonio MiriaTeixetra.
Certifico que oSr. Schlosser extrado Ti-
rios callos sem a menor dor e o recoflMon-
do aos qae soflfrem da mesma eaferniklade.
Pio, idcjulbode 1867.
Antonio MiriaTeixeira.
Do commendador B. A. Vieira de Mendooga.
Certifico que oSr. Schlosser me extras
diversos callos, sem me haver feito soflrer
a menor dor.
Rio de Janeiro, 7 de Janeiro de 1868.
B. A. Vieira de Mendooga.
Do Sr. J.hn Morgou, consol de S. M. B.'
I certify that Dr. Schlosser extractad from
me several corns in the enost satisfactory
manner audwilhout the slig'itest pain ot
inconvenience Baha 25 january 1868.
John Morgau Ir.
H. B. M. Consulat Babia.

Alm dos attesldos cima o Sr. Schlosser possue mais de 10.000, que esto disposicao do publico no scu gabinete
HOTEEi DUriTfiRSO
2.-----Ra do Trapiche, salao-----N. 2.
N,


Consultas das 8 heras da manha al s 4 da tarde.
POR POUCO TEMPO EM PERNAMBUCO.
XAROPK DE SALSA PARRILHA DO PARA,
oo,
DEPURATIVO DO SA\CCE
USADOS NaS MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGENS,
D0KES RHECMATICAS EULCERAS VENREAS
PILULAS A1TI PERIDICAS
Contra as febres intprmitenles, on seies
saiat?2 0)3 suniiHai
O MULUNUU' tem aegao directa sobre os
ceiros nervosos, e por isto faz dormir sem
determinar alflueneia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples que delle
se extrahem, pelo que o somno tranquillo
e reparador, calma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de asthma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEOICAMENTOS SAO PREPAn.VDOS
POR
Joaqun d'lncida Pinto.
PHARMACEUTI O EM PERNAMBUCO,
Roa larga do Rosario N. 10
Junto ao qnarteHe p liria.
ESSEMCIA COLVCESTTRADA
Qreparada a'fro por Angoste Oaors.
.KSACEUTICO PELi ESCOLA DE P.tRIS E SSSESSOR NESTA CID;

EBgf.nsmadelr.i
Na rna do loiperador n. 73, 2' aodar, precisa-
S de nma criada para eDgommar ero ca-a da poi-
ca familia.
O Dr. Jojqnim Anto de Sena (medico)
side a roa Velba n. i7, onde pode ser procor
re-
rocurado.
P1IARBAC
CIDADE
DE
ArJstlcs stalssct e P. s H. 22 Ra da Cruz 22.
mineral.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, lodo, ouro, nem outro qualquei
1.MEM0S tH IGMJA.
Boa oceaslo.
Josph A. A. Van HOI, fabriejote br,rd3dir de
S. M. o Imperador flo Brasil, da capella Imperia
do Rio de Jinelro, fabricante de ornamentos da
igreja do Capitulo patriarcal de Lisboa, etc., etc.
Chegando do Rio da Prata e do Rio de Janeiro,
o lendi de sguir br.'veroenta para Pernambuco|
Pa a' e New-York, t:'m a honra de off-recer a's
tgrejas e a's ordens rr-llglosss e contrarias desla
sranne capital, uro magnifico sortimenio do orna-
mentos sacro, bordadas onro e nraia flna, im-
portantes handeras da Santissima Virgem do Rn-
itrio o da Imraacnlada CouceirSo, InteirameBte
bordadas a ooro e prata fina bre velludo da-
masco azul, tura como cairos niuitos ornamentos
completos, os mais bellos qne tem apparceido na
Am/rica, o que ob Iverara os priraeirog premios
as grandes expesicoes de Londres, Pars e Bl-
gica.
OffTfce c m condiqoas mui vantaJosas, o grande
aciiif*ade n pacavelo.
RA DA CADEIA N. 52, SOBRADO.
la roa doImperado7ii J5,
defronte de S. Francisco, vende-se o seguin-
te: folhinhas de porta e de algibeira", c^rti-
llias, cartas de a b c, tabeadas, cathecismos,
biblias da infancia, manuscriplos, SimSo de
Nantua, pautas, procuragi3s bastantes, r-
tulos e etiquetis para botica, bilhetes para
caixas de cha, de charutos, licores, vinhos
e etc., ludo prego mdico.
Goziaiieire
No caes de Santo Amaro n. 18, casa terrea com
sota o, precisa se de od cozinbeiro nomen on mu-
Iber para pousa familia.
Precisase
de am trabaihador forro on escravo para um sitio
perto desta priga : a tratar na ra da Santa Crui
a. 9.
Verdadeiro purificador do sangoe sem azougue.
E-pecial para a cura detud.is as molestias que tm sua origem na impureza do
sangue, como sepm as molestias bnubaticas, syphiliticas, escropulosas, darlhrosas, que
venham ellas por here lilariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas infecs
Clonadas dos diversos viros que contaminam o sangue e os humores.
a d A *ar,*a U1D remedio prodgioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passando sen uso' de geragao em gerag5o, hoje, urh dos remedios, mai-
conhecidos como prpno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse no-
mero a morpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a i
caroba como remedio especifico.
Ha muito tempo entrou a caroca nos formularios corno preparagao magistral!
sob a forma deeleictuMrio, ainda hoje lembrado as pbarmacopas com o nome de eu'
celebre autor Joao Alves Cameiro: n3o ella portanto, remedio novo nem desconhecido,
O ungento ae caroba da mesma sorte preconizado desde tempos immemo-
rtaes como o mais apropriado para o cura dee uso oubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregedo com proveito ivo dasbeoficua de rimppplica^ao de muilos ouiros agentes
lerapeuticos enrgicos e dpois quotidiano.r
Muilos dos nossos medias de considorago e entre elles o muito distincto pra-
tieo e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
de experiencias repetidas, o que diz a fama das benficas propiedades da caroba no
tratamenio das boubas, das diversas formas sob que a ayphilis se presenta e muito es-
pecialmente as que tm sna s le na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a caroba produzio adiniraveis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacSes de salsaparrilha, mercurio, iodo,
ouro e seus, preparados, etc., etc.
Nao era possivel que u *a planta tilo notavel por suas inapreciaveis virtudes
escapasse a perspicacia e investigaces dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pcam com especialidade ao estado e tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para prova ahi eno os Srs. Drs. Casaoava, Schorfer, Ricord e outros dando as mais li-
songoiras informagoes sobre as propriedades carativas da caroba e preconisando-a corno
remedio poderosissimo para o tratamento das e'rupgoes cutneas, seccas ou suppurativas,
darthros de toda a qualidade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
outras muitas molestias de natureza syphilitica ou bonbatica.
Por ter-se generalisado mnito o uso da i^ssencla da Caroba que eu pre-
paro e pilas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observagbes, de-
liberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma esseneia, obtidaem a acgo do fogo,-)
para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ba
na minha phamacia sempre e em porgSo suficiente para todos os pedidos a esseneia con-
centrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para qus nunca faltem aos senhores
mdicos que quizerem experimentar to precioso agente medicinal. ;
Recife de Pernambuco, 17 de outubro de 1866.
Acgste Caors.
Roa da Cruz n. 22.
Advocacia.
O bacbnrel Ernesto Adolpho de Va?conellos
Chaves tem escriptorio Da casa de sna residencia
a' ma do Imperador d. 50, 1 andar.
brado.
Aluga-se a tuja do o. 27 a' ra Veiha no so-
V1&
Precisa-se nma ama que saiba eoxinbar
no largo da Arfamlega n. 7 B.
- Oesappareceu a 18 do corrente o menino de
9 tO naos de id*de, de cor branca, cabellos loa-
ros, com sardas ne roste e ama marca de fogo na
barriga, o qual *)aa eoabecido pelo nomo de S,-
**.' f0?* delle *r Uva* ra to Bram
teqd[a de ferrelro.
Precisa se de orna ama para eagoamar : na
roa do Trapiche n. 36,3* aodar.
|PARA
Molestias syphiliticas
TO.V.E A
J/aa/iairt&fa e/e Sfyef
Precisa-se de nm caixeiro de 12 a 14 aoaos
qne tenba bastante pratica demolhados ed.d iador
a soa conduca ; a tu da Raofa^n, ff.
Aos 4,000^
BILHEIES GARANTIDOS.
A'roa no Crespo n. 23 e c/sas do costme.
O abaixo asignado vendr nos seus muito feli-
ze* bilhciesearanudos da lotera que se acaben d
extraliir a beneficio das familias dos voluntario
da patria osst-puintes premios : .
N. 5i9 dous quintos com a sorte de 4:000#.
N. 2448 um meio com a sorte de 700,J.
E outras muitas sortes do 1005, 40 e 20,J.
Os possoidores podem vir reetber seas respecti-
vos premios sem os dnscontos das leis na casa da
FrtuDi rna do Crespo p. 23..
Acara-se a venda os da lo parte da lotera
da Sauia Casa da Misericordia, que se extrahlra'
stxt-feira 28 do corrente.
i'rtgo.
Bilhele. .... 63009
Meio......35000
Qnlnlo.....12()0
Em porgao de 100^ para cima.
BllDc-te.....3o!K)
Meio......liim
Quinto. .... 11C0
_____________________ilanoel Martins Fioza.
PARA
Empigens e dar iros
TOME A
Precisase de urna ama que cosinba perfeita-
mnte, para pencas pessoas, e que e gomane tam-
bem alguma consa : na ra da Caeia n. 4, por
cica do armazero rin %r. Birroc. -
* RESTAURANT A LA CARTE
Estrada geral roa larga do ftosatio n. 37 e para familias roa
estreita de Rosario b. 4 A.
Francisco Garrido 4 Hermano, proprletarios' deste grande estabeleciraenlo tem relio todo o
possivel para satisfazer a soa lllostre concurrencia. Os hospeden achari-j toda cormodidade de gran-
des salas e asseiadns quarlos por precos rasoaveis.
Ha salapara leTtara ||ornaes naci==ssse estrangeiros; vk msm sa!a na nm magnlflc plano
Aafa ror.raio.
recreo.
.
Come-se a mesa redonda a la carte e mandarse a 4or hac
n. ...-i. m.i. iui. a* ~...j, ..hnn. .. _. .Li anos,
Os virtoa mla.8oos do mercado acbam se no est*- ipimnnn
,aAnS^-r rCfreM0S? ^^^-co.ateUahorae^nifJeos buhares d.
Na ma do Livramento n. 4, precisi-se de umi
ama paia cosinhar e comprar.
Ama
Precifa-? alazar urna ama, forra oa captiva,
que compro, coiinhe e engommepara casa de ama
s pessoa: na ma da Cruz n. 13, primeiro
andar.
Atfeneo
o
Precha-se arrendar om sitio as seguimos en-
tradas : Jao de Parros, Joio Femaades Vieira,
Manguinho, Soledade, Caminho Novo eElaneia;
a tratar na roa do Trapiche d. 18.
Da'-ae a premio 1:0005 cora hyootlieca em
bem'de Miz n^Ma cidade; na roa Nova, l.ja d
jerragens o. 31. ______ ___
Precisa se de urna ama pira eogommar ;~a
tratar na ra 4 n. 32, 3* andar.
|g Collegio de S. Pfd-o |
ft& O bacharel V.anoel Barbosa de Arsqjo tgt
ffi avisa ao publico em geral e acs paes de S
3 seus alumnos em particular, qne maon jjjjy
gg soa residencia para a ra do Hos^ici", M
_5 sobrado n. 29 e que de hoje em diaoje ;
S tomara* o sea colleglo a denominacao de |K
S. Pedro. Outro sim, scientiflea a sens Ut
_ alomnos, taMo Interoos, como extprnos 5
I qae, do da 7 do corrento mei em dlante. 35
(E comrcaram a fuoceionar todas as aulas ttg
do referido esubelecimento sob a dlrec-j
:o dos mesmos profe*nre?.
Aluga-se ama famosa escrava para'servco
interno de casa de familia i nn roa do Imperador
featWr -
I HafiE^I


jaWHHH



4
Vitarlo de pcrnambnc Sabbad 9t 4e Fererelro de 1868.

A GAZ
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz na
. 9

cuas e estabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens: 3 n m da Imperi,rtI n. 3.
i.* Urna reducto coosideravel nos precos dos canos, apparelhos e todos os mate-
riaes precisos para a installac3o desta luz.
2.* O gaz fornecido hoje de extrema pureza e nao offeoder a prata, o broBze
oa outro metal differente, assim coma nenhum damao poder causar as pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qoe seja, tornando-se ao mesmo tempo to sau-
davel e mais econmico outra qnalqner luz, j conhecida.aQnal, evitar tambem a obs-
trcelo dos canos e tubos dos apparelhos.
3.' Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
te, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessttam simplicidade e economa.
4.4 As pessoas que quzerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se a em-
preza, a qual se eacarrega da collocacjio de todos os apparelhos, canos, etc* tomando toda
a responsabilidade pelo perfeilo cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
pelo teu trabalho. .
5. A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qualquer falt de luz,
obrtruccab de canos etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco que possa haver, ser dirigida ao
eecriptorio da empreza raa do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
Por causa de engrandecimento
J. BLUM
Fabricante de ornamentos de Igrejaa
Previne ao respeitavel pnhlico qoe raudou o sea estabelecimento, ootr'ora raa do Imperador n.
Precisando de atgnm lempo para os grandes trabalbos qoe esta' (azendo e logo qoe o sea novo
estabelecimento esteja convenientemente adornado aonaociara' por mel da imprensa os |arligo de
sna fabrica nesta provincia, assim como os recebidos da sua fabrica em Pars.
ARMAZEM
toa eonsertatio de rosse cabelle usai do

DO
o.

gB4M"K&
I
w: S a -Ra do CabngM. S A
Os proprietario9 deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimento de joias de ouro chegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao novos e de.bom gosto como sejam: pulsaras
com perolas, rubios, esmeraldas e brilbantes, brincos da mesma forma, anneis
de phantasia, proebes para retrato, etc, etc., botes de coral rosa para pito
de camisa e cazoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras.
Tambem se en-

cnmbem de fazerconcertos
Agostinlio Jos dos Santos # C.

GBAxfDE COSMORIM1
ANDAR TERREO
17 Ra da Imperatriz 17
PRI9IEIRO ESPECTCULO DE SITA CLASSE
Todos t)s dias das 6 horas da tarde em diante.
Com as principaes vistas das cidadesde todas as partes do mondo, batalbas, m-o
numentos celebres e tudo o que ba de mais interessante neste genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as collec-
coes de vistas estas sero variadas todas as segundas-feiras.
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Podero sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
acbar com todo aceio. dignidade e moralidade.
Cada bilhete de entrada d direito urna bella prenda, havendo entre ellas moitas
de subido valor e as menores de quasi igual preco do bilbete de admisslo.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HAVANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior qualidade da acreditada fa
brica de iManoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.


W
^j
C0LLEG10 DE SANTO AMR
do Trapiche R. 5,
o anno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
Souza.
N.
o
Recifc, raa
Fundado em
O director do collegio de Santo Amaro, no intuito de moDtar sen estabelecimento
convenientemente, acaba de tazer acquislcio do excellente edificio em qoe achava-se lo-
causada a-Sociedade Club do Reclfe,sita a' ra do Trapiche n. 5, para onde mndon g=
seu collegio. A eiucar.no e instruccao baseada no novo systema especial de premios g
e pnnicoes, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como at
aqui, alumnos pendonistas, roeios pendonistas e externas; achando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commodo?, e prvido de um escolbido pessoal de pro-
fessores, que leccionarao as segolntes disciplinas :
Instrocco elementar Rethcrica e potica. Escriptaracao mercantil
Lingua latina Geographia e historia Msica vocal e instrumental
Fraoceza Geometra Dezenho
> loglfza Philcsoiihi Dansa
A abertura da aula elementar tera' locar no da 7 de Janeiro e as demais do dia
3 de fevereiro em diante. A iospercao dos comparmfptos do collegio e os estatut&s
di mesmo, esto a disposicao dos interessados. Outro sim, o director tem creado urna
cadelrade dezenho annexa a aula elementar, sem que por este importante e til melho-
ramento exija maior indemnisaco.
O director empregara' todo o affinco e cuidado nao s, na parte relativa ao bom
tratamento e adlaotamento de sens alumnos, como tambero, na boa ordtm e reguiarida-
de de sea estabelecimento.
* jTSv.^- <^Vf^' -=y/t fPVjS 1"^l.-.lC"^*"=W^*^,
mmkmwmmm%
-S3
1
0 RESPEITAVEL PUBLICO PERfMBUCANO
Pede-se attenco.

Acaba de chegar as plagas de Pernambuco o attencioso Mouro de Veneza, p
qual depois da mais cordeal saudac3o a todos os seus presentes-e futuros conbecidos
amigos, tem a subida honra de parlicipar-lhe que se acha domiciliado na ra da Impe-
ratriz n. 15, onde dispojando-se dos seus hbitos, turbantes aifange, e tudo mais que
possa metter medo, passa asseverar que teodo-lne chegado a sua ttrra natal a noticia
de que todos os habitantes desta bella provincia, eram lesados nos seus mais sagrados
direitos, e particularmente nos cobres, no artigo gneros e comestiveis, n5o piedei-
xar de commove-lo to lastimosas qoeixas. Por consequeocia o Mouro de Veneza,
depois de convenientemente adaptado em usos e costumes, qaer desta cidade, quer dos
seus mais recnditos arrebaldes, tem despresado os seus galees, e tem a subida honra
de apresentar, a quem convier, urna minuta dos precos dos seus generes de primeira
necessidade, os quaesse acham a venda no seu grande armazem, tudo a ra da Impera-
jtriz n. 15.
A
Azeitonas d'Elvas em latas de 2 garrafas a 8?0 rs.
c
Chocolate de diferentes marcas, e qualidades a 600, 800 e lC00 rs. a lata.
Sil
1 libra a 500 rs.
C0NFEITABI4 DOS MNAZES.
16,Ra da Cruz16.
Ha diariamente ueste estabelecimento um sortimento de doces para cb.
de-l, bolos Dglezes, podios, pastis de differentes qualidades, fiambre etc.
Novas conservas e licores, agua de rosas e de flor
de laranja em garrofas
TRABALHOS DE ASSUCAR.
Paes-
Assucar candi.
Frnctas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Fattilnas de assucar de differentes quali-
dades.
Aaendoas coofeitadas.
Papis finos com estalo para sortes.
Bombona.
Xaropes de diversas qualidades.
Gandilados.
Pastilbas de caf com le'tte.
Bombom fondant.
Pastilbas de rosa e limo.
Ditas do llortelaa pimenta.
Recebem-se encommendas de trabalhos proprios de pastelara para grandes
jamares, bailes, baptisados e casamentos, bavende para isso enfehes anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armacSo como sem ellas, pJes-de-l e ontros ferilos differentes en-
feiU4os sendo o de cor feta com assucar.
O dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas *s armacoes
de papelSo e folha. por armacoes de assnca.r aoropetentemente decoradas. Taelo para a
provincia como para fra, serio as encommendas bem acondicionadas.
Jfosle estabelecimento eompra-se pevide de me'aceia (milo).
Frutas Portuguezas em latas de
Figos verdes lata a 500 rs.
Farinha de milho.
Latas com pera, e pe? egos de 2 libras a 700 rs.
Latas com pao de l, a 1600 rs.
H
Manteiga Iogleza a 500, 800 e

Senouras lata por 500 rs.
Sal refinado pote 200 rs.
14000,
H
T
dita de tempero, a 320 rs. a l'.bra.
Tjolo para limpar facas a 100 rs. cada um,
Toucinho inglez a 400rs. a libra.
V
Vinagre branco 300 a garrafa e a 530 rs. o litro, e muitos outros genero?, que
deixa o Mouro de Veneza de especificar por se tornar enfadonho, tendo o devido sor-
timento para satisfazera seus freguezes; e asseve.ar que
Quer o pobre, quer o rico
Que em seu armazem entrar.
Nao deixar vez alguma
De comestiveis comprar!
N. 2 D m h.- 2 D
COBACAO DE OURO. ^jfe@
ERNESTO i LEOPOLDO
A toja n. 2 D mimiada Gora$io de Oar na ru do Cabng, acha-se d'ora em dame offerecen-
do ao respeitavel poblieo.coiB especlalidade as pessoas que bonram a moda, os objectos do nUimo gos-
to de Pars per menos 20 por ciento do qoe em outra qualquer parte, garanndo-se a qualidade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel publico, avahando o desojo que deve ter os proprmtarlos de um novo estabelecimen-
to qoe quer progresso em sea negocii?, deve chegar inmediatamente ao coradlo de ooro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rofcins e perolas, verdadeitas em agarras modernas, pek
diminuto preco de 10,1, brincos modernos de oaro e coral para menina pelo preco de 3, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola, obra de moderno gosto (o qoe encontrarlo no coracno de
onro) voltas de ouro com a competente erusintu ricamente eofeitada pelo pequeo preco de 12#, brin-
cos de nm trabalbo perfeito por um mdico preco, cassoletas, traneelins, pulceiras alflnetes para re-
tratos, outros modelos todo de alto gosto; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento. No rtico rosea tem o Coraco de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butSes para ponbos com diamante, rubins e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo seu va-
lor ja' pelo gosto do desenlio, brincos de forma da delicada moslnha de moca com pingente contendo
esmeralda?, rnbins, brilbantes, perolas, o gesto snblime, alfinete para grvala no mesmo gosto, reo-
slos para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para hornern, diversas obras de brilbantes d*
omito gosto, crusinbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, anneis com letras, cacolelas de
crystal e onro descocerla para retrato (a inglesa) brincos de franja, ditos a imperatrix toda e qual-
quer joia, para se cl car retratos e obras de cabello, e outros muitos ebjectos que os pretendentes en-
contrarlo no Coracso de Ooro qne se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes delzando-
se de aqui mencionar precos de eertos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dlzendo-se os
precos talvet algneo faca mo juno da obra, por ser tao diminuta qnantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se concer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com pcnbor, conservando-se
o Coraco de Ouro alierto al as 6 coras da noile.
Qnalqner pesroa qoe se dirigir ao Coracio de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pott
ota se ua ana frente nm corcao pendurado pintado deamarello, alem de outro qne se nota era nm
rotulo (lato se adverle em eonseqoeoem de tertrn ja' aigomai pessoas engaado com outra casa: |
YAPOR FRANCEZ.
*RTJA NOVA N. 7.
Continua a cuegar de Pars este estabelecimen-
to bom sortimento de calcado escolhido dos melb-
res fabricantes daquella grande praca, assim co-
mo grande variedade de quinqullbina e de no-
vos biinqcedos para crianzas, cojos artigos se
acham expoitos a escolha e vootade dos compra-
dores, como se)am os que passamos a mencionar
e outros maitos. i
Botinas para seahoras
ie setim branco, duraqoe dito, pretaa e de outras
iiflereotes cores enftiUdas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
4e multas qualidades bem sortldas.
Brseos de onro
ie le a nltima moda dos Campos Elizios e boule-
fards de Pars, para seoboraa e meninas.
Lavas de pe I lea
lo verdadeiro fabricante Jouvin, brancas, pretas e
le outras diuerenles cOres.
Leques
om escolbldo sortimento de leques de dn
zostos e qualidades.
I Itlmo gosto
Ricos cbapeosiohos de gosto para senboras fei-
ios ao capricho de urna grande modista de Paris.
Perfumarla
Inos extractos, banbas, olos, pos de arroz, agoa
le cologne, agua fle "ida e sabonetes.
Eapelhos
le differentes tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toocadores.
mascaras
ebegadas em grande quantidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, dminos, narix com ocn-
los e barbas.
Caixliihas de eostnra
le novos modelos ricamente guarnecidas e com
indas pecas de msica.
Delicado presente
Dolcinha8 e cesttBbas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas a passeo.
Chapeos de sol de seda
le cores e molto bellos para senhoras e meninas.
Bonqnets d exposieo
lelicades bonquets de flores de porcelana com lin-
dos jarres para mesas de salas e santuarios.|
Lonetas
le ac, tartaruga e (bfalo.
O culos
le ac, bfalo e de prata doorada.
Ricas bengalas
le canna verdadeira com casto primorosamente
'.rabalbados em maiflm, compradas na exposicae.
Chicotes para passeio,
nuito finos de balis e cabo de marfim,
Oleado para mesa
le multo boa qualidadp, noves e bellos padrSes: e
multo barato de nma peca para eima.
Para tollet
)bjectos de pbantasia mnito bellos para tcilet.
Coques..
ibegados de novo a ultima moda.
Rices albans
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
som lindas pbotographias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e dio santos;
Molduras douradas
le diversas larguras para qoadros.
bat-jour
para candielros e lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos cora 50 ou mais vistas esco-
ladas a' vontade, muito pittorescas.
Rcalijos
pequeos,-de quatro e seis pacas de mnsics.
Aecordlons
i concertinas, o que ha de melbor neste genero.
Galotas de rame
le varios pregos-e lmannos para passarinho.
'Botinas para hornera
grande sortin ento bem escolbido em Paris.
Botinas para meninos
le muitos modelas bem sonidos.
Sapatos de tapete
de charlte, de tapete avelludados e de tfanca di
Lisboa para h imen*, senboras e meninos.
Botas russianas
Perneiras e meias perneiras.
MantaSide feltro bonitos padrSes.
Jbicotes fortes oeropridos.
Lnvas de tij da Escossia.
Gartelrinnas para dinbeiro.
Saceos de tapete pata vugem.
Malas e boleas sortidas.
Ponteiras para charutos e cigarro5.'
Cbaroteirase cigarreras de palha.
Caximbjs de bonitos modelos.
Gravatas pretas e de cores.
Gordas para violo.
Bengalas para homens 6 meninos.
Escovaspara ctibello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar caspas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de lnvas.
Tesourinbas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesourinha.
Meias de fio da E-ccssia para bomem.
Venezlanas transparentes para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana,
farros mui pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar bausa.
Talberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Phot graphias magias.
Slobos de papel para illominacao no campo.
Casimbas de vimes para meninas de e?cola.
Coixiohas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gax para candielros e candelabros.
Carrinhos de quatro rodas para condozir enanca
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Serbos e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com mactf
nismo para meninos de 3 a 8 annos montare
Para retratos
calxilhos para colar-se retratos, os qoaes sao mul-
lo baratos de urna dozt'a para cima.
Attenco.
NSo sendo possivel menclonar-se aqui todas as
joalidades de calcado, nem todos os artigos de
loioquilbarlas, e muito menos da grinde vari-
Jade de novos brinquedos; pede-se ao publico nm
pssefo a este estabelecimento, certo de que en-
contrarlo bastante paciencia para bem eseolberem
o que desejarem comprar, e precos baratissimos
am virtnde de baver em todos esies artigos grande
quantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo dono do dito estabelecimento, arm-
cem do vipor, ra Nova n. 7.
Elle um preventivo segaro e certo con-
tra a calvice,
Elle da e restaura forca e sanidade a pelle
da cabeca,
Elle de prompto faz cessar a queda pre-
matura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos en
qnalqaer forma ou posc3<> que se deseje,
n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Ello conserva a pelle e]o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa,
Elle previne os cabelles de se lornarem
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de
frescura refrigerante e agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, gor-
durento gq pegadico.
Elle nfiu deixa o menor ebeiro desagra-
da ve I,
Elle o melbor artigo para os cabellos
das crianzas.
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservacao e arranjo dos ca-
bellos des senhoras.
Elle o nico artigo proprio para o pen-
leado dos cabellos e barbas dos senbores,
Nenbum teucador de senhora se pode
considerar como completo sem o
TNICO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformo-
sea o
__________CABELLO.__________
COSIMIIEIRO
Precisase de um eosinbeiro para nma easa de
pequea familia : a tratar na ra da Aurora a
34, 2- andar.____________________________^
Attenco.
25-Rua do Liviamento-25
Deposito de tamancos e calcados nacionaes da
fabrica da ra do Jardn! n. 19 de Jos Vicente
Godinho, tanto no deposito coao na fabrica se
apromplam todas as portoes de ^aleados mais ba-
rato possivel ; esta fabrica tem todas as machinas
proprias para es calcados ja bem acreditados pela
grande numero de fregnezes que daqui se forne-
cem______________________^__
Atjer's sarsaparilha cures
all kimis of eruptions, pim-
ple/, blotches, bous, tumors,
ulcers, sores, etc
SoYoe grande deposito de superior carv&o de Cardiffna
Babia.
latos Gome dos Santos O, roa Santa Barbara i. i, estio habilitado! a aopprir d
rasfsgm condooes mais favorateU q*e em oaooqoaiqoer deposito, a todo* os navios vapor qn
twoiiMullirona ? eootnor soaU tom Domfoi AItm Mathas^
MARTIMOS
E
rOATRA FOGO
A companhia Indemoisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
am ediQcios, mercaduras e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento lerreo.
Os mlhores mdicos do
vaiz receitam a salsaparn-
Iha do Dr. Ayer para toda a
qualidade de molestia que
veem de impurezas no san-
que.

Ama de leite M
Precisa se de iitua arr.a de leite r a tra g
^ tar no coraco ce ouro n. i D, ra do _^
}$ C;.bu^^
y_i botica da roa larga d) Rosario precisa se de
um cosinheiro forro ou captivo. _____
Offerece se unja muiher para ser ama para
cosinhar em casa de familia, e respoosabilisa-se
pela cendneta : a tratar na roa da Mtriz da Boa-
Vista c. 27.
Ama
Precisa-se alogar nma ama forra ou escrava
qoe compre cosinbe e enomme para casa de pen-
ca familia: a' ra de S. Francisco o. 54._______
LOJA
DE
Itl.LO.IOJB.IKO
Msica
Lecc!ona-se por solfejo e a tocar varios
instromeatos, daodo-se as es das o
horas da tarde as 9 da noite : a tratar na
ra Angosta o. 30.
ATIENDO
Carnaval
Na rna estrella do Rosario, sobrado de nm andar
n. 35, alugVse ricos vestuarios bordados a ouro e
a la, todo muito em coota; vstuarlos de principe
e domin. bordados a velludinbo, tudo por muito
barato preco: tem grande sortimento de dminos
de ganga de todas as cores para alegar a 2$000, e
fas se tambem qoalquer vestuarios que se qnelra
mandar fazer por qoalqoer flgurino que tragam,
tudo por preco mnito coromodo.
Criada.
Precisa se de ama criada para engommar e co-
sinhar para doas pessoas : a tratar na ra i**
Cruei n. SI, andar. '
DE
Victor Grandin
Ra da ladeia do Recife N. 40
O proprietario deste estabeleci-
mento, premiade com a medalha
da exposieo universal de Paris
no tino de 1855, tem expoito a
venda cm sua loja, um grande
sottimento de reiogios para algi-
beira como sejam : de ooro e
praia, sendo dos mlhores fabricantes, de pa'en-
les icglezes, soissos e orisontaes. Tambem tem
urna grande quantidade de reloglos para parr.de,
e qne batem horas, ditos para erabarcacSes e para
cima de mes>, todos estes relogios sao dos mais
bonitos model f. O mesmo concerta relogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bem concerta chronomelros de algibeira e marti-
mos : recebe serrpre por tolos os vapores, om
completo sortimento de correles e trancelias
eodo todo de onro de le e de modelos os rows
modernos, assim como diversos objectos de his-
teria dos mais bonitos e modernos gostos.____
Precisa se_fallar com o Sr. Miguel Jo?quim
da Costa, negocio de importancia, e como ituora-
se soa residencia, pede-se o favor de che$tr a esta
typograshla.
Precisa-se de urna ara que lave e eogomme
bem, e qoe sa ba servir mesa, preferindo-se sor-
iegela : quem estiver nestes casos dirlja-ie *
ra estreita do Rosario o. H, hotel. ^_
Samuel Power Jolnatoi 4lio?*lUa
Roa da Senzala Non n. **
AMHCUJ>1
Fundido de Lv '
Machinas a vapor de 4 / civa o*.
Moendas e meias moldas para engento,
Tanas de ferro cr-do e batido para enge-
nho, ___
Arreios d*> carro para nm e dous cavtllo.
flelogioi de ooro patente inglez.
arados americanos.
v.chinaspara descarocar algodio.
Motores para ditos.
Uacbinae de costara.
/
*-


i
Ti
Marte 4e Periuiboe* sabfcado de Feverelro fe 1M8.
*
V%r
"'
I
r
/

n
PARA fSGS
cerniendo o kalendario do auno, meia folha em braiico para cada dia,
noves signaes do telegrapho,
dos, negociantes, etc., etc^!?
etc. Obra indispensavel aos a
TOffa-
28000


USMM,
ummt& mmmzh



Irogrmma da fe^ta do glo-
rioso S, Benedicto, festeja-
do na igreja do Senlior
Bom Jess dos Martyrios
desta eidade.
Sabbado, 21 do correle, ao recio dia, subirV ao
sr diversas gyrandolaa de logo, era segutta das
quaes tocara' a msica do 9* batalbao de infantaria
diversas pegas de sea repertorio, annuueiando se
assim ser a espera da festa de mesmo glorioso.
A's 11 toras d > dia 23 ectrara' a (esta, orando no
Evaoflelno o dis'.locto precadoc o Sr. padre iue>tra
Antonio de Albaqaerqe HeHo, no fim -da qual sa-
bir*' ao ar ura balao mutticeTes. A orcbestr di-'
rgida pelo Sr. professor A IRibeiro e regida pete Sr. 'professor Marcelino. Gieto
tiDeiroliima. A' ooite h*vera' ssrroo, pregando |
o mesno Rvm. Sr- Mello, em sagclraento do qtiat
secatura' a latainba e snbira' de novo um oulro
bate, une aouuaciar' <3 final dainesma festa. A
lilnaeinaQao do exterior do tempto feita expen-
saso rtno Severin* Fraocisro Jos Lit'.u, que
nao tern poapado despezas para mais aori-
SWMa-la.
Desslrio F. Mures,
Secretario da cemrois-sao.
Na rui Direita n. 63, officioa de qu-
rives, compra-se oaro e prata e relogios
velhos de todas as ana I i dadas.
Precisa-se
ra Nova n.
Ama deleite
eite
de urna ama de
32, 3* andar.
a tratar na
Na ff?.cft tts. Independencia n. 33, loja de
oaTives, compra-s;. oaro, prata e pedraspreciosas,
e lamben se faz eaalqaer ofcra de ncoiaoienda t
odo e qualquer concert. ___________
(Mfurece-se nmi crifSJa portueoea>para casa
de poucn familia ou tro rae ni solleiro:'* tratar aa
ra dfllBjrfl ;Jvsu* o. 4.
Os callos dosps.
fia vera' no mnudo cousa re ais desagradavel do
qee este horrivel soffrimento a qae esta' sojerte o
Itomem que deira crescer nos dedos dos ps essas
excrescencias do carne, que em vez de chamarse
callos deveria chamar-se os algores dos pos ?
Aquello que snpporta este soffrimento, cansado por
tal molestia, neobana lelicidade pode acbar na
trra*, nem mesmo o supremo goto da ttberdade I
Coadertrnado a nao sar.tr, soffre a prlvaco dos pas-
setos na eidade, no campo; de ludo, e alada mes-
mo da sra rendtz-ttus de amor, onde elle nao pdde
ir! Beixa obrigacoes suas, das quaes o resaltado
sena a satisfacen da suas amblcSes, oo o soccotre
a's suas precisSes I Perde a rrataullidade de es-
prrito; pois qae debaixo sempre (a rafluencia fatal
desse mal, nao sooha, nS pensa mais do qae des-
efobaracar-sa dessa dr I
Nao tem mais ums E-mi so 'irste mando,-porque
ssa inflaescia cootlaoa de d&r atroz dos Mm tem
ama lutJaeocia directa sobre o carcter do hornera,
e fax do mais dcil, do mais amavel e -paciente,
um lyrMQO cruel, am ero, ura Humero insuppor-
tavel para todos qae o rodetam I Qoawtos vinca-!
los e rotacods de amisade eo devvra sea quebra a
este mal, que se nao prev se nao depois que se
sent sua cruel teflueocrg. 1 Sera' preciso que
d pravas do que acabo fie avaugar 5 Havera' al-
guers, qa'e ao tauos um vez era sua vida nao te-
aba recebido a coudencia de ama raulher'!
fois bem; lerabra-rae a mim Mr conbecido orna
creatura, a' qal Dea* Iba !i*h ^roigaisado todo
para ser feitz neste mondo: botHaa,^Hff"^^^^t^Si^'0kHUW
queza; nada aitava* tste aojo de eus ; eatrelan- ^OPaaorrto
te, um da eu acel-a banbadau lagrimase ped-'
a causa da sua
Vapores
O abaixo assignado faz sciente ao publico e
eom especialidade ao corpo do commercio que dei-
xou de ser caisetri do Sr. Livio de Sooza e Silva,
o qnal agradece ao mesmo senhor o bom trata-
ment qae teve e de sua Kxraa. familia dorante o
tempo que estove em sua casa, Recite 16 de feve-
reiro de 1868.
Antonio Ferreira 4a Silva-
Alberto Henscbet, subdito allemo, vai a Eu
ro?a a negecio sen. ^^^^^^^
Grammaliea porluiiurr?.
decima primeira edicto
venda na
tL-rana franceza.
Ra o Crespo o. #_____________
Attencao.
O abaixo assigoaSo socio i-'ffectivo de Monta Po
Tortaf uez desta eidade, vera publica e espontanea-
meato toaniestar a sna gratido a directora do
mesmo Monte ia, pelos proptos soccorros que
semore Itte presteu durasie a sna molestia, assim
como, cora pwiicalaridade os mesmos agradec-
meatos aos Srs. Jos Aires Lina loio Feroan-
des da Silva 'Sveira; o primetro digno tbesor>
reiro e o "* come procorador peia presteza com
cgradecido.
Joaqmm Carvafco de 'Maura. _
Miiho ovo em saccas-grandes 3300 'ea
da tlfandega e
Na ro o BarinoieraBU o. S, alagam-se
vestaarioa para o carnaval por barato pregj.
?be com iasxaneia para diter-rae
tristeza e de seos s<*Trnneous:-eu mari, disse
me ella, nao me ama mais, en bem o sei-----Sem- arraazeaseTsso lamaos, eaes
pre de roae fcumor ao p 4 m:i, elle me tyram-f ra do Ai
aisa, ralha-me, e^ela oais eciaeca cause encole-
risa-se tato qae me lat sofirr martyrios. Elle
Alogase am sitio perto desta praca a^in; i detesu bem o vujo ; orai luJo i~u aida ae-
coroe nm hornera se otfeTece para tortor qae tm j rn se saema sobre ralos 90 poasse si colera e
pratica de DUutacSes : a tratar aa rea das Cisco-i seus c>Ne!os,.-.. .pur uo.j liihinb*.....qoe
Poetas n "71. umbeaa supporta os effaMss de seu ranoor o de sea
Escravo

Ra padarla da ra Direita o. 84, precisase ala-
gar am eseravo ainda que niofoteotta do serviga.
Pdrderam*e. uks oeolos cora aros de ourc,
na direceo do Recite ao Mjoieiro : qu^m as tivsr
aobado qaerendo pee-os eu Qqpiraado n. 1.______^
Roga-se ao Sr. Jojqolra Rlcein da Ajieiar
Montarroins, o obsequio de asparecer na raa-dos
Hres n. 13. a nepetto da hytwtbeca feita un '693a
da rna de Sania Ra n. 88.___________________
Ama de ieite.
Precisa se de urna ami de leita : na rut daa-
deia d) Recife n. i, 2 andar, por ima do apma-
em oftr. Barroot.
H
II n
"Na-ra* de Santa Isabel n.7, alugam sr. rouars
para mascaras, dowins, etc., etc^ tanto pira bti-
Je'Como-para passtii), e pnr todo o prego.
Precisase de'jm a ama para ceziobar, cooi-
prar e lavar para pequea familia : na ra C
Cadeia n. 13, secundo audar.
5S O r. G. A. ftapoM oa Cmara (med- S
^ ro) tem abertooseu escripioriona ra da __[
\_t Cadeia n. 33i* andar, eoe pode er Om
procurado das 9 horas da manha a's 3 "'
da tarde. ^^
G4BN.4V4L
COMPRAS
desordeatdo espirito I Uota^eJIe, que em se atr*
va a faar-lbe, 4)oje Z2ga-e a poulo de lie b-
ter I 0! aetes a more que -semeibaate existen-
cia I
E a pobre-sanhora aoampacQoa com entidas Oa-1 Anetwtn de AleBeida.
grim-as *eus-tf{sies latoeoes..
IMootei saber a causa de^ta mudanza de carcter
de seu aaaridu, qae e uofcecia lo aCavel e *cu-
dos, .provoquei-ihe wa MplicacM, ceosorei-o
bastante, eis aqu o que elle la respoadeu :
Compwr-se
porimes prefo ^ce em ootra qaalqeer parte wae
as roa dorapicue-a. 16, armazera de Adriino,-Cas-
tro & C,, e ra do Crespo n. 20 taja de Alvaro
Cemaprrse por aiaior preco
qae-em outra jaalqaer parte moeas de oirra e
prta-saciorjaes-e esiraa^eiras : a* inja do Trepi-
ebe-c. 1G, armivzem de Adriano, Castro :S 'C-, e
Te^^nt^oMlMib^ HtSSttuir sap-T_a_j___T,SV0 20 B ****da A,wo A8usW de
portar qoedea qae mefo(iao>etf''ias de a>eus
Precwa-se de ama ama para
coilia : na roa da CaVi n. 21.
sa de ponca fa-
Precisa-se de urna ama de l!te qne nao te-
nba fllbo;-oa ra Aqgnua n. V*.
Proisa-se tingar nm pretg, ea ra do Ran-
go! n. 9, dando se-lbe bji mensaas.
Peitoal de cereja do Dr.
Ajer.
PaRA moeeia do peito-
PAIA inflaiBina?ao da garganta.
i>AA tosse defluxo.
PARA angin3, croup, coquelucbe.
PARA astbma brocdile.
PARA dor de garganta.
PARA tsica pulmonar.
Qr. A.S, Pewira do Carmo (medieo) ^
3 est -morando no satirado n. li da rna da i^I
*fc Imperuriz.
Antonio da Silva Mello, duaote Ma aosen-
eiadeixa plenos poderes a feu irmo Duarte Bor-
^9 da Silva, fara tratar de todos oaseos negocios,
na falta drste aos Srs. Manoel Jos Oliveira Mello
i Jos Duarte da Silva.
Recife. 13 de fevereiro de 1868.
Medalha de ORO. premio de 16,600 fr
auiNA
LAROCHE
UXIB febrfugo b fortificante
SDfSBiOil *M T1IIOI I XASSMI O QC1IIA
Experimwtad coai pleno successe nas hoipiUes,
quina Laroche (ou estraeta rontplrt* de
fa) umt prepara(M excepcional, por ser
privada do amarge da qaina. Agrada por eonieguinte
as soas as mais intolerantes e aos paladares os
mais delicados, pois nem multo dece nem somto
viscosa ndodeumalimpide consume. Emprega-
se com muito prrreito nos clsos de triBt>.
dmisel. erall, f*l mm
MMHMreite, (naleMeieM drmara-
iinaiirnf '" especifico das molestias febris.
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA
nindo todas as propriedades ^^1^ U,B-
M, rae Droiut. &* ~-^W^
*VtO ?09 SRS. MEU.C08.
3ra catarrlvt, Ittm
co-fehielf, irriiotm
nervina! KM ** trmf
chJM udt ai iocntm
_ do ,iie; baU u> deeaU
uni* colht rrhdt! de^ xarooe D* FoaUW?.
Bl. CMAJaui tu Pam, rw viviMat, #.
ma*s ibumBreti e impNiuen6a., que a!(um teeipo
me dJUioara, eu a&:u, ii(0, uto mal borri'.'el
que ti.**--i a cora rc;s a todos d6Ceabeoida e
para ki:d espaciosas.
Se^eairo era minba eaea.-oMQha usK-.er langa-se
a' a.ita,-eabraca me: esta erau(;ao outr'ora agra-
davel, o seo.p to delicado, qoe toca no meo, mo-
luQUriamante____qua augmento da afliccao na
para um passeio, ao Ifteatro, soniwos motivos de fif2s
e de Mm8m pjis qae 'u c possol^.- Se meo
lbicjo. t>m ara, chejra-se para ma,aborrece *x>
seus pistos e soas can'-ia!
B qaereis sab-r a causa de tantas miserias, 4c
tantos oe^osios, de (autos sofriraented; era liic,
de lodo este "desespero?.-...^* os ealics 1 !.,...
Dos o (eftujda, meu araio. oe seraeluacta mar-
tyrio; aat#s a peste que oos rouba ijgo, que a:
vida coa a', lormenlo.
t
AIoe Oompce- ta ty()Qgrap4ag.
Compra-se
Serapre por mais do qus em outra parte, praia
e ucro de todas-as qualiddes em moeda : na ira
oa Cattia loja-do azulejo 38.
Em oeda oaca-se
ponarM-r.'ia n. 5L
e curo
bem S na pra^a
J. Ferr Ira Wlela, pbotographo da casa jmpe-
rial e premiado as duas ultimas exposiedes de
1834, co"lina a tirar rel'alos por todos os syc-
temas photograp&icos na sua anliga Cifflcina a' rsa
do Cabug o 48, -n'-rwla pelo pateo da matriz
CAfiTOSS DE Vt'lTA
sem e menor retoque de lapls ou de naukin a 9^
aduzia.
Grande sorlimeBto de caixiohas, qoadro-, cas-
solebs-e alQoetes de ooro para retratos..
Cbama se a aliento do publico para os retratos
expostes oo salo de orlar cabellos do Sr. Jos
Eicardo Coelho o na itvraria do Sr, Nogueira ae
lana,
Rogarse amigavekoente a' pessG, que dgne-
se entregar os livros se&wntes seu dono na roa
estrella do Rosario n. 35 segundo andar : o 6" to-
mo co diccjqeano das scieoelas philosopbicas, as
Confidencias por Lamartine, em francez, e o resu-
mo d8 loiiea do Sr. Barbe, eas poriognez, compf n-
dlo depluiosopbia pelo Sr. Bard, e o corso de
P.-yi'.bolngia por Garnier, G3 .qaaes livros foram
levados pela mesma pessoa da ra do Viga-
rio n 16 sepuado andar, oo .da 19 do cor-
rele, s 3 oras da larde, sem .qe* estivesse em
casa a pessoa a qoeo per (encera taes livros ; se
oao for assim, declarar se-ba o nomo por extenso
da espirituosa pessoa.
Adornos salientes e esqaecdos sebre a fesla do
MuDtro.
O bnloo dos catigaes do altar, a pialara do
forro da igreja, a estante da? Tertias a novidade
da trina, a grandeza do fogo.'a falla ue furnia ne
mesmo.
MOA
orPORGET
Precisa-se de nma de boa conducta, para o ser-
vido de duas pessoas: na ra d'Aguas Verdes n.
i 70, Io andar.______________
I Fogio no dia 18 do orreni, o preto crioulo
Alexaodre, com o? signa-s se^tciotes : ror fala, ida*
i de 2i anuos, estatura baixa, tem ama bellda em
,uro olbo e quaodo falla mais apressado gagoej,
ievoo veslldn calca de brlm pardo e camisa de mi-
dapoio, (em sido visto as immediacda da Capun-
ga, P. nte d'Uchoa e Passagem da Magdalena : ro-
ca-se a quem o pegar de o levar a roa do Apollo
o. 20, qoe se graiiflear.
Fraoclsco Garrido, subdito haspanbol, retira-
se para Mantatid". _________________
ttenpao
Preclsa.se arreodar om sitio oas argioies estra-
das Joio de Barros, Joo Feroodes Vielra, Man
goiobo, Soledad. Caminbo vrrro e Estancia : a
tratar na roa do Trapiche d. 18.
Campra-se oaro e praia em obres velbaa
ua oraca da [nd*gendi:c:a,s. 22.____________
Mmo motor vanftgem
Campea o CORAJAO DE.OCRO n..2,roa do Ca-.
ibapa', aaaedas de ouro e prata.__________
Snperior viuhe d Port
Vende-se no escriptorio de Antonio Lulzjdo OH
velra Azevedo & C, roa da Cruz n. 57. ,-em caltas
de 14 garralas. _______________________
Farinha de mandioca
Conforme a qoaHdade, vende-se por differeoles
presos, mas razoaveis, para acabar : procurar no
trapiche do Caoba, ao Forte do Mattos. _______
Almanack de Gotha
para 1868a
a venda na
Ltvraria franceza
Roa do Crespo n. '9.
*3s
Venfio-etn-otsa de SauRden iSrothers & C
a lartoth Corpo Santn. H, vaporas pateater
om rodos os prrtences proprios para fa:er move
es ou quatM machinas para descarocar algodki


Vasseuras do Porto a 3^000
a, duzia.
Venfle-se a' roa do Imperador armazem de Fran-
cisco Jc Lelte.
VENUE-SE
a taberna da roa do Arago o. 6, pelo usico moti-
vo de-seu dono nao poder continuar por encomrao-
do oVsaude, por isso todo o negocio se fara' com
quemtbba motto ou pouco dinhi'iro.__________
Vende-ee a taberna da rea de S.'Goscalo n-
27, com poucos andos; a tratar na mesma rna
n. H)._________________________
Veode-so-e sitio da travessa do Remedio n.
21, na (reguezta dos Afogados., no estado em que
seaeba ; quem o pretender ectenda se com o seu
prprietano, oa ra de S. Francisco desta eidade
como quem vai para a ra Bella, sobrado o. 10.
igserava peca.
Vecde-se uia latida werava de 13 aeoos d
idade, propria para preoda deooiva : a tratar na
rus do Imperador d. 432'acdar.

Compra-sa moedas-)rsileiras.8 lepras esterlinas.
ftr.tn bom t>t< oj j : na ra .Nova loja francesa ou-
mero n. H,_______________________________
Moedas de oiir) e pratk
Pegase por mais do js emootra qualquer par-
te :a loja oejurives a reo da Coneeic'o e compra
oura e prata veJhi e p : as preciosas.
oiiipra-se
r*or mais prer^o que em ontra qualquer parte moe
das de ouro e praia Qconaep e estrangetras : na
rmt da Cadeia o. 13, ioja de Jos Lnjz Cosalves
^^rreira A C.
CftflipraMi-seesci'avs
Coapram-se, vendem-se e troerm-se eseravos
de atnios os sexos e de todas as idads : a roa
do Imperador n. 77, laod?r.
de ooro e prat, compraro-se por maicr preco qoe
em ouira parte ; na roa do Crespn. 16 1- andar
' Comprs-se dous eseravos que emendara at_
gua cousa do servido de caooeiro, oo que lenha g
andado em barcaca, e tambera compra-se om dito
que geja regnlar cosinbeiro ; a traiar na rna do
Brum n, 74 1 andar. _______
C'KnprarQ-S'i dous eseravos de meia
idade proprios para o servido de roa; quem
os tiver dirija-se roa do Cldeireiro n.
5 i, que se dir qoem compra.
Compra-se ou arreoda-se terreno proprio pa-
ra criacao de gJdo, nao sendo distante da praca
mais do que tres a quatro legnas: na Prafa do
Commercio n. 10 1 andar.___________
42 0(0
Pag-se por moedas de prata, assim como moe-
das de ouro, paga se mais qua em qualquer outra
parte : na rna do Crespo n. 19 loja.
Compra-se urna casa terrea que teoba bons
commodos e bom quintal, e que geja na roa Au-
gusta, Concordia ou outra que tal : na roa do
Cahuga loja p. 3 A, se dir' qoem compra.
Comprase duas moradas de casa terreas ne
balrro de Santo Antonio, as pessoas que pretende-
ren) vender dirljatnse a roa Orelia n. 3, que se
dir' quem pretende.
VENDAS
A rux do Queisado n. 8.
P mecKerecebido vanado sOitMoenio de difereoles
ii J-ctv. sempre de gesto e oblatas modas.
Ella porm usando da fran-ioeza com que sem-
pre se tem distiogcldo, coBfe?a que, os preces ac-
tuaes sao podem ser lo commodos como a' lem-
pos ex*m, verdade eaaa que todos reconbecem e
da Ist> experMDeatam em qualquer genero que desejam
comprar; anda asr-iro, ella le-vada por seos prin-
cipios de barateiro, continua a salo em reiaeao as
arioaes ctrcomtaoci3S. Ao menns era &-reuaosa-
i.'ito das pequeas -alteragoes <]us ha em al.uns
prego?, acore a belleza e boa qualidado dos objec-
i tos seifiir.es :
Bonitas.guamiec prctas par basquinas e ves-
tidos.
Grande ariado ftartimento A* trancas pre3s
-Ce vidrilhor om plogentes e sera eles.
Ootro dito da ditas brancas conforme as prelas.
Ootro dito de ditas de ores tambera com vid:-
ss, sendo com pi agentes e sem ellos.
Outro bello sortiroeno de galoes e enfellesde
seda, diroitcs o recortados, com vidnios e sem ol-
les.-e leCoi de ovos e lindos deseobos-
Oalro sortiawoio de borges pretos e de cores,
todosenfeitadoseom vidrilho?, e algsos com pn-
peate?, notando-se entre ell o bom gosto dos mol-
des iatetrameote evos e aqcl nunca vmos.
Boaitos e moderass pentes dourados.
Booitos pentes de tariaiuga obras, modernas e
de apurado gusto. '
9utros.itos igualmente bem eito?, pare desem-
barazar.
Outros tambera de tartaruga para tirar Isichos.
bem asaim maltes oatros objestos que sero
pretenies ao oroprador,
AltMllS.
A Aguia Branca a ra do 'jueimarto n. 8 acaba
de receber amaoova collec^o de albaos para 24
a 200 retratos. Sesse sorUmeolo vieram alguos
que por . goslo se
tornam nota veis e merecedores de serem possuidos
por quem possa, e saiba apreciar lo bellas obras.
A prepsito deAibais
A Aguia Brauca lambem resebeu urna pequea
quanudade de retratos nolaveis, cojo caracteres
sao os seguietes :.
Familia imperial fianceza.
Rei e rainba de Portugal.
Imperador e imperatni da Cnna.
Lamaplne e Alexaodre Dumas.
Vctor Hugo, e Tbies.
Wasbtcgton, J hason e Lincoln.
Tambeiu receben
Grande e variado sortimenio de vistas para ste-
reoscoposl as quaes por suas novidades sero apre-
ciadas pelos apaixooados de lio bello enlretimento
Comparecam, pois, os pretendenles que sero
bem servidos, na ra do Qaeimado loja da Aguio
Branca n. 8.
Copes e lata? com snperior banha
A Agnia Branca a roa do Qoeimado n. 8 rece-
ben de novo om completo sonimento de perfuma-
rlas Boas, viodo em dito sorliineoto os copos, latas
e vasos de porcelana dourada eom a bem conbeci-
da e apreciada banha fina.
Eitractus fiaos de agradaveSs eberos
pan iencos
Vjsos com p de arroz e pincel.'
Dito com dito sem pincel.
Pinceis sollos para ditos.
Bonitas calimbas lovernisadas, contendo ficas
perfumaras para presentes.
Onlros de papel lo, porm mui bem arrancadas
para o mesmo Coi.
Ontras de vidro, igualmente bonita.7.
Extracto de quinquina para a boca, e denles.
Elixir odootalgfro para o mesme.
Agua denpfrice.
Banha Japooeza e transparente;
E assim as demats perfnmarias de primeira
qoalidade sempre encontradas lera dita loja da
Agoia Branca a ra do Quinado n. 8.
Francisco Jos Germami
JRUA NOVA N. 21,
acaba da receber um lindo e magnifico eo
timenio de ocnlos, lnnetos, binculo, do o
timo e mais apurado gosto da Europa o oc
los de alcance para observarles e par <
maritimos.
PICHE

-
Vende-se piche do gaz proprio para
asphalto, calafeto de canda.;,
assoalhados, assim como para rebocar
cisternas, cuBdnctores d'agua,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retaiho, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador!_____
Botas russianas, pernefras e meias pernsira3 no-
vamente ebegadas, ta m^ltior qualidade ooe temos
visto, no armazem do vapor ta\ Nova n. 7.
Novo sortimeoio de luvas do pellica de Jocvin,
brancas, pretxa e de ouiras bonitas cores para ho-
raens e senhoras; no armazem do vapor ra Nova
Taberna
Vende se urna armajao em bom loe>
de Santo Aoi.nu : a Vatar
pa fregu-
ra Direita
Veude-se
uo? hrs<;) de balan?a grano'e, dnas conchas e caa-
tro a i pesos, todo em bom estilo : quem pre-
cisar dk-tja-se a ra >Jo Raugel n. I.
Veude-se
ama arnKujHO muito era conts, proprla para qual-
quer re;r?>fio : qoem pretender diri]a-e a rui Di-
reila o. ^._________________________________
ttoleque YZh&n
Xj roa doi.'vramento n. 14 vende se por 900J
ucn exseiitale moleqoinho de 1 i naos.______
_Faa o carnaval
Y*T"!jmse doas nqi'issimos vestuarios por pre-
cos e;jmuiodos : -em casa ao alfaia'.eCamiilo, a ra
paCror.____________'______
fagem
Vende-se ura honka mulatinlio d3 saro cem
15 ou 16 anuos de idade; e com e'eganle figura
moo prc+rlo para pagen oo copeiro ou para ou-
tro qualquer servic : quera a pretender comprar
dirije-se a loja do Pavj rea da Iraperatriz n. 60,
de F. Pereira da Silva. ____________
"Vender
Em casa de F. Pereira da Suva ra da Ira-
peratriz n. 60.
Superior cara oe carnauba.
Eaccos c ni gomma de mandioca,
gacho de pescada para eola.
SITIOS
Vende-se om carneiro muito manso e
gordo, babMoido a carregar criao?as. bas-
tante grande: t? roa da? Qruzes n. 20, w-
gundo andar.
Barra vaiis, pipas e toneis para de-
posita de mel ele.
Vende-se poroao de cascos vasios, oo armazem
do Caes do Capibaribe, (ooto a casa do Sr. Rampk
prxima > roa da Ponte Velba. Para ver, das l
8J il lri I aiaobl do rvferldo armaiem.
Vende-se ou permota-s? a posse e bemteitorias
de tres siims no Arraial ua visiuhn;a do ceme
rio io Poco ejm casas de (aipa e bstanles arvo-
redos de boa qaalidade como larangeiras. jaquel-
ras, mangoeiras, cajoeiros e omitas outras frue-
teira0, e alera disso com bastante terreno d'socu-
nado e apropriado para plantacdes de crialice e
apim por ter um riacb-1 permiaente da mu to
boaagoa de bebir e eapacidade at para sosten-
tar se algum^s vaccas de lete : a tratar 03 corre-
dor do blspo n. 9.
"Chocolate vermicida
DE
ARtooie Kanes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas era Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulso das lom-
biigas, que to graves padecimeotos causara,
e que quasi sempre se suppe ellas a ori-
gen).
Este virmifugo preferivel a qualquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plica(3o s criancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelliante mal.
.......---------------- -
Vende-se um alambique com to^os iaus per-
lesees, eom moilo pouco uso d-se em cona : oa
roa da Cruz escriptorio o. Si.

LOJA DO" GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
O propietarios deslo bem -conbecido es-
tabelecirnento tem a sati>fac?io de levar ao
conhecimento do respeitavel publico que aca-
bara de receber pelo ultimo vapor pa um completo sortimen'.o de cbjtcio se
apurado t;osto e de iuteira novidade; [os
quaes eslo vsolvidos a vender por -pie-
5os mui razoaveis, como sejam :
Lindos cintos com ponas, bordados ve-
drilhis, fazenda qae nao haver quem con-
teste ser a mclnor que ha neste artigo, isio
s na loja do Galio Vigilante, ra do Cresf o .
n.7.
Legues de raadreperola, sndalo, marGm,
raadeira e osso, etc., com lindos desanos.
[<-u:ss-ii2v's de palkas,
Riquissimas guaroices e trancas de finos
palhas de Italia, cum vedrilbo, ptngentes e
sera elles. e outras com botots da mesma
palha muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinlias ou cabcSes para as-me-
ninas traerem us bracos, cada qul mais
bonita.
iTeflonras.
Finissimas tesouras para un as, cosluraSj
cabseiieiros e a'aiates, as quaes g p.
raos ao comprador a sua boa qualidade.
ShvaJhns.
Supetinres navalhaa com cabo de tartarn*
ga e ma.'fltn as quaes os-fabricantes garn-
tela.
ILnras.j
Luvas de Jotivin, camurea e de seda bran-
cas, pretas e de liadas cures.
Pcnte.
Grande variedade tamo para ccqties corro
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e b-
falo com pedriohas e sem ellas, tic.
Port Boaquels.
Muito lindos port bouquels com cabo de
maiirep rola, proprios para ca.-amelos, bai-
les etc. etc.
Escovas
Finasescovas pararoupa, cabello, chapeos,
uohas, denles e para limpar pentes.
Ahotnaturrs
Lirxlasabolua juras para col.letes, punhos
e collarinuos,
Pcrunaaria
Finas e de todas as quaiidades e dos me-
Ihores perfumistas ai o presente conhe-
cidos.
Collares _Eletncos magnticos, contra as CODVul-
sos das creancas e facilitar a dentigo das
me>mas. Ja tao conbecido Us prodigios
destes collares anodiuos que nao ha quem
duvidede seus eflicases eieitos,-e o Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, tem
sempre grande qnantMade em deposito, isto
so na loja do Galio Vigilante, ra do Cres o



VEMDE-SE
Saceos eom farinha de mandioca qioio supe-
rior, chpgadas no da 9 do correte pelo vaSor
vapor Guar, do Rio de Janeiro, assim como sac-
coa com eijo branco do Porta, ainda em moho
born estado pelo barato prego de 2 0 sacco : no
trapicha do baro do Livramento, Forte do Malbs
o. 15.
Veade-se
Na roa larga do Rosarlo n. 33, prlmeiro an'ar
defronte do hotel Trovador, tnm para alugar do
mieos de velndo e de seda de cores e brancas
e gosto Chinas, tambera se vendem os mesmos
Vende-se nma eol'eecSo do Diario d Per'
\ nambueo. encaernada, 1863, 1861 e 1863: na
' roa do Caboga', 18.
urna batanea iugleza muito postante prnpria para
aimazem de a-socar ou ootro qualquer estabeleci-
mento em rooito bom estado, assim como saceos
vastos proprios para ensacar cer.i ou ouiro qual-
qoer tbjecto : na rna do V gario n. 26.
Colla superior
Vende e n escn'pnrio de Antonio Lo:z de Oii-
veiraAif vedo & C. : roa da Groz o. 57.
II rz^g iins Irancezes de couro de lastre a
6# : oa roa do Imperador n. 38.
Vende-se orna casa eom 6 jaoellas de fren-
te, 3 salas e 7 qoartos. cosinba e diversos pe"s de
frucleiras, na Pedra Holl, em trras do engeoho
Djus Irmaos : a tratar na praca da Boa vista nu-
mero 9
liba de 8. Miguel"
Latas rom sarxi-sas e carne d porco exctente
pet seo por c>mmodo precia de 280 e 3tiPQ
0 monrii de Veoea
Ra da Imperatriz n. S5.
Cbrgoa da lirias
Morcilhas, lingiicas e torresmos.
Veode-sn oa roa do Vigarion. 14 e na roa da
Madre de Dos o. 36, affiaoea-sea excelleole qua-
lidade e por prec > commodo.
Vende se om eicellento fogio de ferro ame-
ricaoo e om poueo aso: roa do Cabug, 18-
.-


'
U*io 4e VeuMAlN ~ fcafefeadq lt 4c Fererelro de 18C8.
4


Grande liquidaco
m
MARI.
Lourngo per. ira Menes Guimares, tendo dado balan-
do em 8ua loja de fazendas ra da lmperatriz n.
72 e 56, fez um grande abatimento de suas fazen-
das para poder liquidar eom n\ais brevidade.
Vende-se cassas raocazis a 2i0, 280 e
120 rs. o covado.
Ditas fransezas largas a 240, 280, 320
400 rs. o covado.
Ditas ingle'.as a 160 e 200 rs. o covado. t
Lasiiibas para vestidos a 240 rs. o;
coy ido.
Vende-se lasinhas para vestidos a 240,
180, 32.) e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores co-n flores para vestidos
de soohora a 500, 560, 720 e 800 rs, o
covado.
Rcnpa feila nac na'.
Vende-se pxiitots de alpaca pretos e de
cores a 30500 e 45000.
Ditos pretos de panno a 50, G0 e 80, di-
tos de meia casemira a 30500 e 40, calcas
de casemira a 50 e t0, coletos de casemira
a 30 e 3500.
Madapoln a 4 0())
Vende-se pecas de madapolao fino a 40,
50, 60, 70, 80, e 100.
Pegas de algodosiho a 40000, 50, 60 e
74000.
Pcebincha a 80500.
Vendem-se pecas de algodo de marca F
em 24 jardas, qoe sao O varas, a 80509.
Dito milito ecnrpado para toalhas de pada-
ria par ser raoito largo a 90000 a peca.
Dito mais estreito a 65 e 70 a peca.
Cmbralas lisas a 40.
Venden cambraias lisas pepa a 40, 50, 60
6 70OX).
Brim p rdo a 8*50.
Vende-se brim pardo com toque de mofo
a 560, 600 e 700
Brim brinco de linho a I02SO.
Vende-se brim'de linho para calcas a
l#$0. 6OO6 20.
C;al?s de fil de linho 45500.
Vende se chales de fi' da linho a 40500
e 5$'XX>, breanha de linho o1! e 60,
Muparabijoe com palmas de seda a 400.
Brilhantiiias de cares a 500.
Vende-se brhantinas de cores para ves-
tidos de senhoras e roupinbas para meninos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
Organdis braneo a 1,000.
Vende-se organdiz branco muito fino para
vestidos de senhoras alja vara.
Alpacas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de senhoras e meninas a 720 e 800.
Cortes de gaga a 1400.
Liqaida-se corles de ganga para calcas
de homem a 10400 e 10600 o corte.
Brin t.:o pa Vende-se brim muito fino di cores para
calpas de homem, roupa de meninos a 10400
e 10600 a vara, dita branca de linbo para
10280, 10400 e 10600 a vara.
Fi'd' linholizoa 720.
Vende-se fil de linho liso a 720 a vara,
dito de palminhs a 900 e 800 a vara.
Gastares para calss a 2()0-
Vende-se castores para calpas de homem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para calpas a 32o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
Poil de chevre a 800
Liquida-se esta nova fazenda para resti-
dos de senhoras e meninas por nome poi"
de chevre a 8oo 9oo elfo covado.
Bereja de listas a 240.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e ootros mui-
tos artigos que se deixa de mencionar por
falla de tempo, o que bevemente se annun-
ciar para melhorar o preco ias fazendas.
Chitas escoras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algod> de lista 200 o covado
Vende-se a!godao*de lisia propro para
Vende-se mosambiqoe com palmas" de rouPa de es?ravos a 2 res o covado.
eda para vestidos de senhora a 40) o co-
rado, pbanUsia com listas de seda a 10 e
800 o covado, s na lr*j i da Arara, mussu-
tinH3 de cores para vestidos de senhora.
roupa de meninos a 500 o covado, braman- a 20.
La preta a o)-
Vende-se lasinha preta para luto a 460
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
8oo e 10 o colado, moriaitique a 10, dito
te de linh<, hre aiha de linho, brim de co-
res para colpas e oulras nanitas fazendas
que mais logo annuuciaremos que hoje nao
o 'azemos por falta de tempo.
Cortes de brim para catpa a 10.
Vende-e cortes de brim de cores para
etica a 1", IMOo20.
A*iso portante
O proprietsrio das lojas do Arara da ra
da lmperatriz n. 56 e 72 dec'ara ao respe!
tavcl publico c seos freguezes que encom-
mendoo um grande sortimento de dminos
de todas as qualidades e vestaarios a carc-
ter para as pessow qnegostam de divertir-j
M pelo carnaval, pois tolos estes artigos
devem es! proraptos do fim di; le mez em i
diante e que espora que o sgus freguezes I
boarem cot a* saas frequenejas afim de'
Ibes comprar bemfetos vestuarios ou aloga-
rem, pois o que se afaaca grande quanti-i
dale que existe para se escoher, rodo bom gosto e preco mais barato possivel:
ra da ratriz ds. u e Ti!.
Chitas para cohertas a 280.
Vende-se chitas para cohertas a 280, 3-20
e 360 o ova 'o.
Laminaas a 580.
Vende-se lanzinhas eslampadas para ves-
tidos de senhora a 23q e 3-20 o covado.
Chitas adamscalas a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
a iO e 440 o covado.
Mcias para homem a 4#00").
Vende se meias para homem a 40, 50, e
pera senhora a 6?, S0 e 35000 a duzia.
Organdy do cores a 40000.
Vende-se organdy de coros para vestidos
do senhora e meninos a 400 e 500 rs. o
covado.
PIBA O CARNAVAL.
Ao raspettavel pubBce me cabe a honra
de off r.'c-r um grande stortiiaente de domi-
08 e vestuarios r de diversas qua-
lidades p,.ra os amad res deste importa; te
divert manto, pois o propriejario d'este es-
labejecioiento peomette vender os seos d-
minos e wsiuarios ma;s*barato do que em
entra qoalqtier parte, isto para que todos
po'sam divertisso ros das 23, 24 e 23 do
correrte, efl'd i co n popco dinhiiro.
Eso-irti! >os a 50000.
Veade-sa ricos esoartilbos para sanhorasa
50 e 6.J0G0.
'co\;em les.
VOnde-se d mala de alpacas de cores
40. Bitas de la do cores a 4-1. Ditos da
eambrai i de cores a 30 Ditas de madapolao
a 3? e 4.5. Ditos do la de listas de sida;
60 e,S0. Ditos c. put! d; c'.cvv milito ri
-eos 8:5 e 100. Ditos de alpaca adamascadas
a 60 o 80. Ditos do cambraia branca muito
.fina a 4i, 50 e 60. Ditos de verboiinas
de co-es a 65, 80 e 100003. Ditos de cam-
braia bordada a 80, 90 e 1O0OO. Ditos
de gan^a de cores a 30 e 50000, e outros
de muitas qoaliiades que n3o se pode men-
cionar.
Yf stoarios a caracler 4$O0O.
Ven.1e-se vestuar; s a carcter de diversas
qnalidaJes a 4, U, 80, 90 100, 200, 250 e
300000,
PARA ALUGA?..
Aluga se dminos das qu lidades cima
menciona las pelo preco de 2J, 40, 50OOO e
60COO, sendo que quem comprar grande
porga ter abatimento.
Vestuarios caracte^.
Aloga^se vistuarios carcter de muilas
qsslrdades pelo preco sauite80, 40, 50
e 60000: a qu^m comprar porco faz se
abatimento no preco, ra da lmperatriz n.
j6 e 72, loja e armazem da Arara.
Cchevta* de c'ila a 2g000.
Vende-so cobeitas do chita a 20 e 205oo,
ditas de damasco a 4ooJ rs.
&i%oi\o cuSestao a 1#000,
Venie-se algodoes enfeslado para lenges
c toalhas a 10 a vara, dito pintado a 102oo
a vara.
Alpacas de cores a 64o.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhoras a 04o e 72o rs. o covado.
Cortes de gazineta a 10ooo.
Vende-se c >rles de gazinata para calca a
10,152ooe 104oo.
Ca-cas de meia casemira a 30ooo.
Vende-se cairas .de meia casemira de co-
ras para bomens a 30, palitots de panno
preto a 50 e 6J, caigas de cazaiira tica a
50 e 60.
NOVIDADE. '
Vende-se urna armecao propria para qual-
quer- negocio.
L3asescossesas a 2 -o
Vende-se laas escossesas de quadros para
vestidos de senhoras e de meninas a 28o e
32o o covado.
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se lencos de seda de flores a 8oo
caoa um para acabar urna grande porcSo
que tem na ra da Impera:ris n. 56 e 72.
La siuh.is com listas d seda
Vende-se lasinhas muito largas com lis-
tas de seda a 10 e SOrs. o covado, ditas
linas a 5oO o covado.
Cortes de casemira a 2.
Vende-se cortes de casemira de cores a
20, 30* e 40, ditos de casemira preta p.ra
caifas e 30, 40, 50, 60 e 80.
Sedas de e jes a IS-I-OO.
Vende-se sedas de cores fixas a 10400,
10'iOO e 20 o covado, grosdenaple preto a
10600, 20 20300, ditos de tedas as cores
a 20 o covado,
Basqnhs pretos a 140.
Vende-se basquinas prelas de grosdena-
ple a 140, 160 e 200.
Bramante do algodo e linho, brim de
linho pardo e branco, e oulras Emitas 1a-
zendas que se torna enfadonho mencionar-
Ule e muilas qu lidades que avisla do com-
prador vera' como a Arara vende barato.
Casemiras a 20000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
20 e 30000,
Cortes de casemira preta para calca a 30,
305OOe40. l ^
Li de cortes de cam-
braia a 20000.
Liquidaco de cortes de cambraia com
barras de cores a 2, 20500 e 30000.
Grande sortimento de gro-denaples preto
moreaniique preto, casemira e panos pretos
para o quaresma.
Orosdeuaples preto a 10000
o covado.
Vende-se grosdenaples preto a 10200,
10400, 10600, 10800, 20UOO, 20500. 30
3500 o covado. Moreantique preto a 20500
30 e 30500 o covado. Pao preto para cal-
gas e palitots a 10600,20, 20500, 30, 40
e 50. Casemira preta a 1*600, 20, 20500
e 30000 o covado. Cortes de casemira preta
enfestada a 30, 30500, 40, 60000 e 8^000
o corte de caiga.
^OUjjffg
1.
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurabeba garrafa.........
IJtooo
Vinbde l)>6oo
Pilulas de vidro......... *#6oo
Tintura de > > 64o
Extracto hydralconlico do jurubebas i205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jarubeba ferruginoso garrafa. 2(5ooo
Xarope 106oo
Pilulas > > vidro... 20ooo
Oleo de jurabeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JUftUBEBJU
Esta plantar hoje reconhecida como o raais poderoso tnico, como um exce
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammaces
subseqnentes as febres iniermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e bdomen, nos tumores glandulosos, ua anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacoes errugiaosas, ainda de grande vantagea
as anemias, chloroses, faltas de menstruag5o, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicaSj e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os qnaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este' po-
deroso medicamento sobre os demais at hob conhecidos para todos os casos citados
tanto que todos os das fazem d'elle applicacav.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazeudo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes do usar dos preparados empricos d'elle o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea applicaco, teodoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o qu nao poopamos torcos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soflamemos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applcados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vanUgem de escoher as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil appcago, e ja pela comulicacao
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas s3o -feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que come-
taos estSo hoje reconbecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queirara conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuiraos gratuitamente
em nosse deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos it >
mos preparados.
Deposite geral de todos es preparados
Botica e drogairSa
34Ra larga do Rozario34
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miadezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre m vista nao roabar o tempo aos
seas fregaezes, eom extensos annuocios ; roas
tambero nao querendo qoe os mismos (regnexes-
igoorem o qae.de novo tem elle recebldo, por isso
resumidamente dir': chegando assim ao co-
hecimento de todos qoe a dtu loja do Cordeiro
Previdente, roa do Queimado a. 16, reeebea o se-
guate :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meia?,
tanto para senboras como para meninas.
Loques de diversos e modernos gastos.
Peotescomenfeitesdoarados e nao doorados,
para meninas.
Coques simples centellados,moldes Inteiramen-
te novos.
Hjid papel em ealxiobas liso, pautado doora-
do e timbrado, e ootros maitos objectos, qoe men-
ciona-los seria bastante enfadonbo, e qoe se ven-
de em dita loja de miudezas do Cordeiro Provi-
dente, ra do Queimado n. 16.
Nao faltam flores,
O Cordeiro Providente a roa do Qoeimado 16
tem oaslaoiemente om lindo sortimento de fi
uis e bonitas flores, por isso quando algum ba.
buidas joven qaizer preparar qaalqoer enteite de
bdlo gosto dtve logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Providente, a roa do Queimado n. 16,
nao faltam lores.
Para alvejar os denles.
O cordeiro previdente a rna do Qoeimado n. 16
receben do bem condecido fabricante Jonh Gos-
|nell & C. ama ptima qoalidade de pos para den-
'tes aromaiisado* com canfora qne realmente tem
merecido todo conceito porque nao s alveja per-
feitamente os denles como tambera conserva-os
seropre no melbor estado- de perfelcao, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, rna do Qneimado n. 16
cbapellaMdeseda
Modernas e bonitas ehapelinas de seda para se-
nhora recebeu o Cordeiro Previdente ra do Qoei-
n- ,6 o por ser peqoeoa a qoantldade re-
cebiaa, quem pretender ama moderna e bonita
ehapelina deve aprecar-se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a ra do
Queimado n .16.
PO.N'TEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Providente, rna do Qoeimado n. 16,
tem om bom sortimento de Anas ponteiras par:
charutos, sendo lisas e eom flgoras em alto rele-
vo ; e para que os seus freguezes nao se incom-
modem em comprar cbarnlos em algomas das to-
jas de charnteiros, receben tambera om bom sorti-
mento de finos charutos do afamado fabricante
Furtado de Simas ; assim, pois, encontrarao os
apreciadores um bom sortimento Da dita loja do
Curdeiro Previdente, roa de Queimado n. 16.
A loja do cordeiro presidente
Kua do Queimado n. 16.
Nella achanto os pretndenos om grande e va-
riado sortimento de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lencos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oleo phllocome e baboza para dito.
Pos bygiemcos para dentes.
Ditos camphorados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Sabonetas para roo e barba.
E moitos outros objectos qne serao presentes
ao comprador que se dirigir a roa do Qoeimado
o. 16, loja do cordeiro previdente.
Ban-eijas pequeas.
Vendem-se na rua.do^Queimado u. 16. floja do
cordeiroiprevidente.
Charutos
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas/
Vendem-se na loja^doJcordeinT previdente a rna
do Qoeimado n. 16
Boa tinta para escrever-se,
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 16,
acaba de rrceber nao pequpna qaantidade de boa
tinta (Bine black), que sendo lao conbecida como
nao nacessario explicacoes a tal r?speito, mas
lembrem-se todos que a melbor Una qoe existe no
Fabrica e fundico de Vronz
t outros mttaes, cotdeireiro,
latoeiro, e funileiro, siUtda
no Soledade, ra do Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n. 38, do cidade
do Recite.
de "**
BRAGA &SAMPAI0
Fabricam-se oeste importante estabeleci-
mento todas as obras concernedes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparemos de
Derosne com as dimeegoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avutsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilaiador, ratifica-
dor e condensador, ou equenta garapas,
resfriader, serpeDtiDas Dteriores.
Fabricam-se bombas do todas as dimen-
C6es e qoalidades, pelo systema francez oo
americano, simples, de press3o, repoxo, e
com especialidade a estanca ros 1 auim -p
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas estao promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sities, garantindo-se n2o
s sua durac5o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o conside-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam a.vonta-
de dos freguezes e a sen capricho.
Existem sempre proroptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como s5o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e maitos
outros otencips preprios para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agua e outivs.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se todo quanto diz respeito as
obras de latSo torneadas e polidas com toda
a perfecao.
Vlvulas para tanques de baoho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, tavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flaodres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas dp cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folhas de zinco, estanho
em barras e ver^ruinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dra^as, diamantes para cortar vidros, cadi-
obos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre .e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
Port relogios
mercado vndese na Inja do Cordeiro Previdente, feitas sob a direccao do socio administrador,
i Jos Baptista Braga o qual se acba de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pralica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servaos a
conteni, com promptido c preco commo-
do, pelo que os propietarios lhe serio agra-
decidos.
NOVA FABR
Om lindo sortimento de port relogios ataba de
ebegar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
n. 16.
Trancas de ouro com pingentes.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado n. 16,
receben um lindo sortimento de trancas de onro
com vidrilbos e sera elles, para enfeiles de vesti-
dos e so esta' vendendo, por precos baslante ma-
dicpj. _________
m gaz m
i Chegon ao antigo deposito de Henry Forster
j C, ra do Imperador, um carregamento de gaz di
primeira qualidade.o qual se veude em partidas*
t retalbo por menos preco do qoe em oatr* qu;.!
j laer parte.
DE
Manoel Moreira de Souza
RA nova m. 4.
mninn^eS!ln070 es,be,8C?m9nto ba om completo sortimento de chaos para bornen* senhoras e
meninos e vende-se por menos preso do qoe emoutra qaalqoer parte scaLoras e
Superior p-ono de algodo da Baha
Vende se no esenptorio.de Antonij 'Luiz de Oli-
velra Azevedo C, roa da Croz n. 57.
Mascaras
Novo sortimento de mascaras de raassa, de ra-
me, de cera e de seda, dminos, nariz cora ocolos
e barbas, todo bem sonido e novameuto chcea-
das ao armazem do v-.pbr rna Niva o. 7, e veo-
dera-se mnito em cotila da orna duzia para cima.
de chafar os sabonetes de
alcaMo
O aso destes sabonetes tem apresentadoos mai?
benficos effeltos contra as iropigens, pannos, sar-
nas, tinha, caspa. comlcbSes, e todas as demais
molestias de poli'.
.. Vende-se
HA BOTIM E DBOfilRIA
DE
Bartholeniem de C
34Kua larga do Bosario-34
O que doto a 55000.
Vende-se pecas de madaDolao fino de 24
lardas a 5#, 60, 70, 80, 90 e 100000, ra
da lmperatriz ns. 56 e 72.
Arara est liquidando
S! m'Qas a160 e20f:rs. o covado,
cassas miudas a 240 o covado.
j G'-ande pechincha.
a 6X)0 3S Para 8fcLora a *m' W,
Um brancas -finas a 5C0 rs.
a 8 lanzinhas brancas com palmas
ooo, 720 e 800 o covado.
va mvencao de bombas,
na ra Nova n. 30.
ssr Chegou um sortimento de bombas,
as melbores que aqui tem vindo, por tirar
agua sem niogaem tocar.
Encanameto para agua, na
ra Nova n. 30.
tsr- Fazem-se e concerta-se melbor e mais
barato do que outio qualquer por ter objec-
tos vindos da Europa de conta propria.
Ciegoulfinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callos daros.
IVBNDK-SB NA
Botica e drogara
DI
Eartholomen A c.
24Roa larga 4 Rosario34
Fio de algodo'da Bihia
Vende-se no eseriptorio de Antonio Loi de Ol-
veua Azered & C, roa da Cruz b. 7.
No armazem de'fazendas dt
SantosCoelho,rua do Quei
madon 19.
! 15cni e barato
Corte de organdy branca muito fina com 10 ar-
das a 9J. '
Cambraia branca muito fina, peca com 10 ardas
a-'. 1^5, 7i,8i3e93.
! alnrtUti l*SM' Pe5as Je 12 Jarja3 a eSi 8"5
Dita saissaflna cera 8 var.\s, a pega por 85.
Dita adamascada para cortinado, peca com 20
varas aljl.
Dita para forro, pega com 10 jardas a 33.
ita de cores Goas a 300 rs. o covado.
Dita de cores minio fluas, a 700 r?. a vara.
Dila de linbo muito fina a 93 a vara.
BalSes-de 23 e 30 arcos a 23 e 23*10.
Dilts de 40 e 30 ditos, nesgados a 43.
D.tos de mussellda a>43500.
D.tos de dita, esqolos a i3.
Ditos de crochet a 433C0
DUm de museliB^, ur meninas a 33.
h^ias borladas a VB, 0.
Fh de linho com saipicog a 900 rs. a vara.
Dito de libo liso a 720 rs. a vara.
n rJ)SfleDapl pret0 bom. a 5S00, U e 23800 o
CO v3Q(>#
MorUntique superior a 23800 o covado.
larlatana de todas as corea a 800 rs. a vara,
i'lanelia de cores a-800 rs. o covado.
iJ^maDte de "nno CotD 5 Pilme de largura
i|ww a vara.
MaadipalCes fios a 6j, 7#, 83, 9f, 103 e 123 a
pega.
Platllba de algodao, superior fazenda para saias,
pefa com 10 varas a 3!00. "
Atoalhado adamascado de linbo com 7 W palmos
de largura a 33 a vara.
Dito dito de algodSo a 23000 a vara.
Algodaoenfestado com a mesma largura a l100
3 vars.
C.bertas de chita de ravagem a 23600.'
UHas de fusto a 63300.
LeocSes de bamborgo de linbo a 23100.
Ditos de bramante a 335C0.
E uxmn S d6 iai a(1niascados para cobrir metas a
Guardanapos de linbo adamascados a i$ a duzia.
Toalbas de linbo, lisas ealcocboadas a 113000 a
duzia.
D tas de algodo felpadas a 123000 a duzia.
Lencos de cambraia finos de 13800, 23, 23200,
33200 e 33600 a duzU. '
Assim como nutras maltas fazendas que se ven-
de por menos que em outra qaalqoer paite, e da-
se aaoslras de todo.
GRUNDE
RA NOVA N. 10 E 22
VINde QUINQUINA
FERRUGINEUXdeMOITIER
Com Malaga e Pyrophosphato de ferro.
Este vinlio foi preconizado por toda a emprensa
medical como sendo o ma3 poderoso tnico
empregado para curar a Cui.onosis, Anemia a
Exiunstacao do sangue. Deposito geral em
Paris, em casa de Lauhencei., pliarmaceutito-
drognisla. ra dos Lombarda, 44.
Machinas para descarocar algodo. do mt
hbr autor que tem apparecido na Americr
E' tal a execueSo do macbinismo, que o al-
godo sahe quasi to perfeito como o de bo
landeira. Recomraenda-se a attenco doi
Srs. agricultores, estas machinas.
TERQADEIRO LE ROY
dt (lemiBET, Dotur-Miifin
Bu* do 8ein,
PAHJ8.
FUI

H- O =. O
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la cada garrafa, Tai, entra a roiha i papal
que lera o meu (inetc, um rotulo Unnreito ni
rtlwcom S*iz,o laeiatu. M 07mr. ruieu.
if-B. Rn!.
lent' sr-imtl^irt
4r 00 (raccoai.
kr Part, ectltval
a 80 4U> it Tttta,
M tnaxiio^ou-w
i bstlrjeutfl c 4
Bttor ittetaU.3
Deoslto na pnarmaeia
C. em Pernambnco.
de P. Maursr d
MOLESTIAS DO PE1T0
Aviso Importante.
Os nicos verdadelro3 xaropes de hypophosplil
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Cbarcbill tra-
zem a firma qnatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
Pharmacia Swano, 12, roa Castigiione, Paris.
Acba-se a venda em frascos quadrados com o no-
me do Dr. Cbnrcbill no vidro. Preco 4 francos eOi
Paris: Com instrueco
Joaqnlm Jos Goncalces Beltrao tem par
vender no seu eseriptorio na ra do Trapicha
n. 17:
Brim de algod.'o da Babia, multo proprio para
roupa deescravo.
Fio de algodo da Babia.
Panno de aipodo da fabrica do Illm. Sr. com-
mendaflor Prdrnsn.
Vinbo do Porto, era caixas de ama duzia.
Dito do dito em barris de dcimo.
Marhinas para dPfcaroQar alsodao.
Toros de Jacaranda'. ^^^^^
Livrar encyelopedica
Crvsraram a' livraria encyelopedica de Jos
Barbosa de Mello, roa da Croz n. 82, as s*okiteB
obras do Dr. Chemovfz : Formulario on Guia me-
dica, que contm a descripcSo de todos os medi-
camentos. Stima cifo. I volme de 838 pagi-
na?, com 194 flgoras no texto, encadernado. Pre-
co 64. Dtecionarto de mediana popular en qne
se descrevero os symetotna?, as caosas e o- trftta
ment das molestias o'oma liogoaaem accommo-
dadaa' intelligcia das'pessoas eslranbas cien-
cia medica. Tereeira edicao, 3 volamos com 231
Bloras no texto encadernado. Preet 36$.
Para o carnaval
Mascaras fe vestuarios.
Sortimento de mancaras de diversas qnalidades
e vestuarios de diversos feitios : armazem n. 60,
ra da Cadeia do Recite.
X)
T<


Il. 4. *.ru6.t. a.lb.do dc r.
j

I
I)
I

Collares Royer
9a InodiiM elctricos magnticos
Deposito acreditado
fofeda agaia branca roa do Queimado o 8
Jte^ "" ,s Puosos effeitos dos
ollares Royer j nao eosinar ou ouerer
ratroduzrr navidades, porque a fama desua
efflcacia tem-se tanto esteftdido, e os seas
fel.zes resultados a tal aJtura elevado, qae
hoje rara e a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
8 parentes, ignore ou desconfe ;a as virtu-
des desses sempre asreciaveis collares
Royer.
A agra branca poria sa glora de concor-
rer para um t3o justo fim, se nao por ou-
ro modo ao meaos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
coUaretfalgneticos, que bera se podem cba
marsalva vidas das crianzas.
Resta anda que os senhoroa pas de fa-
milia se facam conveocer ide que conven
nao esperar que as oriancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que cora antecedencia se deite na .
enanca um desses collares para assim estar iRicos basqaJnes, primorosamente bordados, e
ella preservada das convaleces e se coatar' ma moda etn parir*
livre dos rigores da dentico. i R' A agaia branca ra do Queimado n 8' r Com muit0 gosto-
contina a receber por todos os vapores I ZkT seBhoras. ndo estes de ultima moda
D0rnisTaraql1f,t.?Iad8 qU6 ha C0ntrat3d ffflS "*" para senbora*
por isso acna-se ella sempre provida ios ver- ?colares il" 'irno e seda, ultima
Ma do tropo A. i a, esqnloa da ra do imperador
i
<. a tbei" Del vPr Gutentu, am variadisslmo sortimento de fazenda j qoe dizetnos
nossos correspondeotes qoe foram as memores, as de mais gostos e novidades qoe encontraran! em
wri. e por uso muito reeommendamos a apreciado do respeitavel pabllco, os seguales trtigcs irte
s encontratao na loja do-Passo. B e H
Para principiar o auno de 1868
NA
LOJA E ARMAZEM
DO ^

A JE tr &
Raa da Imperatrii 60
m* num u mu
Riqnissimos corte3 de sed de eOre.% com lindos
matires completamente novidade.
Lindsimos vestidos de cambrala branca bordados
com gosto.
dadeiros colhres Royer eletricos magne-
ticos*
Novas chapelinas
de fina palha da Italia.
A Agula Branca, a ra do Qaeimado n. 8, rece-
ben um novo sortimento de bonita chapelinas de
ua pama da liada, ornadas com delicadas Dore"! e
como sempre a Aguia Branca as vende por creeos
commodos. *
Rap Viajado e Paulo Cordlro
A Iota do curdelro previdente a' ra do Qoeima-
do d. 8 recaben nova reme-sa desdas qualidades
06 rsp.
rrecos vantajosos
D3s madezas do grande estabeleci--
meato de Snza Soat es k |rmo.
Roa No Ya u. 28.0
Veadeui ein grosso e a realho.
Lionas novellos, muito superiores, libras surtidas
a 2*200 e 2,5500.
Dita era nvelos, mais inferior a 14300 e 14800
a dita.
Dita branca em eaizas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caixas de 16 ditos a 2i0 rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos grandes a 560
Dita em carros de 100 jardas a 360 rs. a daia:
Dita em carros de 200 jardas a 14200 a dozia.
Dita em earloes, branca e preta, a 160 r*. a dita
Rozetas de cores em cana de duzia, a 13500 a"
^ moda e inteira novidade.
OollarinhSs, ponaos e gravatinbas de Chuny. com-
pleta novidade. '
Riqnissimos leqnes de marflm todos abertns e de
ultimo gosto em Pariz ; assim como de sandaio
madreperola.
Riqnissimos vestimentas de cmbralas primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
creaocas se bapitsar. -
Ricos vestuarios de core, tedos completos para
meninos de 8 a 4 annos.
Mantas de bloode para nofvas.
Moirlantique, grosdenaple sedas preta, branca
e de cores.
Riquissiroos cintos, nltima moda.
Rices enfeites.para senboras e meninas.
Lfndissimas cbapelinas de seda e da palha para
meninas.
Riquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Modos cortes de laa para veslido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
^ rapasiada em Parlz.
Grande deposito de luvas de Jonvin recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
SUCCESSOR DE
p, AMA Sr Anffin w" d?^lv'tnd0 dissoividoamigavelmentea sociedade que tinha com
sms'hTn mEL? ChSUt Gama afil0ja,e a'maZem d0 Pav3 tem volvido vender
ositam??iT t0 maU barat-S C0DQ fim de aParar dinheiro' diminuir o grande de-
TtoXJt!^"',,^^"1** ^ande porcSo
!!a,J ?Dr ,n8'eZKS COm fraac5". al|emes e suissas, dando de todas el-
aMlrasdeixaDdoflcarpenhor. ou manda as levar era casa das Fxrrm familips no-
los seos catxeiros, estando ote estabelecimenio aberto desde as G Loras damwb a 8
da D0.ta>e p .gpessoasqtenegoeiim em pequea escala, -- ltJfl
mentocomprarao pelos mesmos preces que ompram na3 casas^
apenas o descont podendo assim fazer melhor sortimento.
Tlraa
qne
mgleza
neste esiabeleci-
ganhando-se
^-ir.mn.CH!'f'm'l^' cambraa''ISa?' mossf-lina?, precalias, chitas e urna inflnidide de cbieelos qne
deuamos de mencionar por se tornar magante. c o vjo 4
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.

E
dita.
Grampas cora cabeca de vidro a 160 rs. a dia.
Agolheiros pintados a 2i0 r. a duzia.
BoiSes de moedinhas douradas e prateadas para
puuho?, a 14900 a dutia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a
groza.
Ditos de osso, para ealca, a 2i0 rs. a dita.
Caixinhas com soldados de chumbo a 120 rs.
Espelbos de multara dourada a 14400 a duzia.
Pentes de laco donrado, para coco, a 64 rs. a
ulllis.
Ditos de lagos lisos, para eoc, a 35500 a duzia.
Drtos doorados, com flores, 25400 a duzia.
Ditos de bfalo, mullo bous para alisar, a 24300
2S&00 a da. '
Dedaes amarlos e prateados, finos, a 240 rs. a
Q1M.
Colcbetes era caixinhas a 640 rs. a dita.
Ditos em candes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para coz, larga, com 10 varas, a
500 rs. a peca.
us de soda n. 1 % pecas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadago branco para ceroulas a 560 rs. a dntia
de pegas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 64500 a
libra.
Pnospnoros de cera, em eaiiiobas, a 360 rs. a
duzia.
Ditos de pan encerado, sem ebelro, a 360 rs. a
duzia de caixinbas.
Ditos de cera, em caixas grandes de folha. a
14*00 a dnzia.
Qartiibas da outrina Cbristia a 320 rs.
brelas de colla, em caixinhas, a 320 e 500 rs.
Sabonetes finos a 800 e 14 a dnzla.
Facas e garphos cabo de osso, fazenda boa. a
24500 a duzia.
Ahumaduras finas para coietes, cintos com Ave-
las de crystal, e murtas ontras quadades, pulcei-
ras de costas, pentes cora pedra para coques, en-
fetes para caoega{ um completo sortimento de per-
fumarias de todas as qualtf ades, eolarioboa. can-
deeiros a gaz, ferragens de todas as qualidades etc.
etc.; a roa N..va n. 28.
BISOKIA W G4KL0S
XII
Kei da Suecia
POR VOLTAIRE.
Vende-se esta excedente obra por
brochara, na livraha Econmica rna
O. 2.


'
AUGUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Recebcram em sen estabelecimento um esplendido sortimento de taeres.
las e estfliras nara fnrrar ealao liiftn A* mnlh^. ..i:.i i, j______ ir ...
alca-





tifas largas e esleirs para forrar salas, ludo da melbor qualidade e das mais lindas cores
o que podem venficar yindo ver as pessoas que quizer alcatifa.ou esteirar seus salces.
vestidos de blond com manta, ramo e capella para coiva.
dem de gorgur3o bordad- s pretos para a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basquines de seda para senhora gosto moderno de 8(? a 50!.
Colxas de seda, ditas de 15a e seda para camas de noivas.
dem de crox e toalhinbas de croch para cadeiras.
dem de fustlo brancas e de cores de 5$ a 100.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20$ a 70$.
dem bordados e adamascados para janella de 9 a 20#.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para cobiir mesas, goardanapos grandes e pequeos, toa-
ibas para m3o de ltnho e de algodao, atoalbado tranco e pardo, pannos fices pretos e
azues, casemiras preas e de cores, tudo por mdicos precos.
Ghapeinas modernas para senhora de palha e de crep.
Camisas de linho e de algodSo inglezas e francezis para hornera.
Moir branco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
grs preto e de diversas cores, organdis e cambraias brancas e de cores e las de mul-
tas qualidades.
Saias, toalhas e lencol de linho ricamente bordados.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapeos de sol inglezes e muitos outros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e apurar dinheiro.
11Roa do tuelmado11
bordada* e Babndlnhof
Quera quizer fazer boa compra de tiras
bordadas oo babadibos, achara om grande
sortimento psra escolher e por preco mnito
mais barato do que em oulra qualquor parte,
na loja e armazem do Pav5o, ra da Impe-
ratnz n 6o,
Fazendas para luto na lola o
PavSo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura propt io para vestidos a 2<5 o covado,
tazinhas. pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a M o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a 56o rs. ditas fraacezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que era outra qualquer parte, na leja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 6o, de F. P.
; daSva.
Camlslchas a 3g.
Vendem-se as mais modernas camisinbss com
manguitos tanto bordados corno de preguinbas com
elegantes punhos e bonitas abotaduras pelo bara-
j to prego de 34'!00 ; na loja e armazem do Pavo.
1 ra da Imperatriz a. 60,
pichincha em casimiras a l600o
Pavo.
Vende-se ama gradde porcao de casimiras sopo-
rtares entestada?, sendo escoras e alegres preprias
PECHINCHi
4$000
Em cortes de la

Vendem- com 15 ci vados, pelo barato prego de 44 o corte,
isto Da loja e armazem do pavo, ra da lmpora-
triz d. 60,
Cambraias largas a 1000 e 128Q
a vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer se um
vestido com quatro varas, a U e 1I280 a
vara : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n 60,
Espartllhos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos : na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinados para cassinm os.
Vndese om grande sortimento dos mc-
lbores cortinados bordados, proprios para
camas e jar.ellas, pelos baratos precos de
9,3, 105. 15,5, 205 e 25,5000 o par; da-
masco de lia imltaco de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 45 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fust3o brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
Yinho tnico nutritivo
QUINA ECACAO
BGAUD
EMa nova combinaba re' oe em orna fcbrda
?sas agradavel e cc no?, a quina qoe um medirmemo tonho por
excelencia, e o cara*, que cunim printbios na-
irmvos a.^as reconherldos.
Lf!i?S em'rr8 crm o maior sorcesso na cora
aas plidas cores, KHilmertos do eM mago, perda
K;.lfe ***** MSr#-
fSZ.LT'1^ r,a P"*"' "mgarla de
T 40 COSiMEtCIO
Vende-e urna Isverca bem aireeoeada, ftnto
E&L. 'ri3' ccn") ,,ra ma'0' e Proeos
fundos e dos os gneros e Sf os periecces em un
estado excellenle; quem prftender dirija se a' iua
"o Aerriro n. 2, que achara' ci ra qui m tratar.
Veodc-se, airenda^e cu [ernuilase cm
grande sitio jcnio ao povoado de Apipuccs, enm
cnoo boD? lerrfnos, p imitas aivous frurlifrras,
c mo sejam, larargurs, jaqorIras, Hoelras ele.'-
quen: o pretender dirija >o roa Direia n 29, 2*
andir, das dez horas ao meiu da.
m^MMw mm mi
Venne-s-e em grosso e a r^t illtu por a>a
nrs rio qoe em (aira qur,lqu>r [arte, ma-
i branca e preta, arela oe BdgT, cimenio.
barro, maos trjvssas, enimeis. raihros
e lipas: na ra da Concc-rdia arroaztm
dosol n. 26.

Cemento bydrauliro da rre'b'ir qnlidade rara
edifleagdes Dagoa.tatqoef, algerotes, asseuiaffiea.
tos de canop, etc., em barricas grandes, a 14,
Dit,- con n cm ou romsr a I('5.
Km porfi superior a ,-; barrica se faz urna
dinerenja do pnco coiffcrme a qnantidade :
Nos armazens de Tarso Ir-
maos.




Nos armszens de Tasso Irmaos.
GBD S DE FERPO
para jardios, perteiras, eic.
mi armazens de Tasso roaos
para caigas, poietots, coletea e ronpas para meni-, de balanco, para cobrir pref entes, etc. etc.:
rjs,ssr5rya?'sss s'?aalr^nea6roraazemdoPav3'rua da lm^


1*500 em
do Crespo
Na mesma livraria tomam-se asslgoatnras para
aviia de Horacio Nelsono celebra almirante
angiez a i* cada ezemplar.
N. 64-----Ra da Imperatriz-N. 64.
Keva loja de mindezas e artigos de modas
DE
SILVA & NEVES.

Lealdade
Roa da Imperatriz d. 70.
O proprietario deste estabelocimeoto tem a hon-
ra de levar ao conhecimeoto do respeltavel publica
qat acaba de rebeber pelo oilimo vapor om gran-
de e varladj soriimeoto de artigos de gosto e fao-
tailas, como sejam :
Cotos
Reqoissimos cintos com pontas e sem ellas, en-
feitados com vidrilbos, tanto pret03 como de co-
res.
Panbos
Lindissimos punhos com olliobat bordadas em
fino panao, assim cerno Oaissimos eatremeios e
babadiubos.
Thesouras
As perfeitas tbesonras de poro ajo para nabas e
costuras, bem como caivetes de cabo de marflm
e mareparola, garante-se a qualidade.
Peo tes
Um gran le e variado ; anmenlo de pentes para
coco e tambem para alisar, sendo de borracha,
ttarfim e btalo.
Escovas
tinas escovas para fcto, oabas. deotes e cabel-
lo de lodos os tamaobos a i varios prejos.
Lavas
As verdadelras luvas de Joavio e Do de escocia,
branca, de cores e pretas.
Perfumaras
Dos roelboTes perfumi-us que tem appareeido,
cono sejam : Sociedade Hvgeoiea, Piver, Lubim e
Coadrai. comestique ranil<-8 e pequeous.
Espelbos
Coa os melbores vipr.is que posslvel, de qua
dro, calza e tocadores de tolos os tamanbos.
Coques
Lisos e enfeitados com muilo gcslo.
Lecies
***' de sndalo d* moito bom gosto, os me
era qM l9tB ,IBdo n68te geBero
.. Eofeittg para vestido
h VfaBe e *ar,do soruroeoto tfe Ota de sar
**n/an L 6 '?'d. rnca de seda. I< e
EiK!LknM* ,dooo meoewnal*. mas,
^be?e!:PeBMVe,, ,,ura' Ptato loHle
^ende-se
2X da rM i01*'<" com carro.
?s ProPretarios deste novo estabelecimento ofiferecem ao respeitavel
publico desta bella cidade/ e do interior um lindo e escolhido sortimento de
miudezas e artigos de modas, concorrendo para isto o trem na Europa, pes-
soas habilitadas a executrem suas encommeadas no que bouver de mais no-
vidade e gosto, e garanten vender pelos precos mais rasoaveis do que em
outra qualquer parte apar de manaras delicadas e sinceras.
Acabam de receber pelo vapor francez Guienne, os seguintes bellos
art'gos de moda e fantasa.
Lavas de Jouvin para senhoras e bomens, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
Indispensaveis e boleas de todas as qualidades,
Coqnes os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipare, de seda, (btonds) e de algodo, de todas as
qnalidades.
Completo sortimento de trancas, Otas, botSes e guarnirles de seda IB
com vidrilho e sem elle, gravatinhas de seda, e maagniios de lastro bordados WM
tudo do ultimo gosto de Paris.
Leqaes de sndalo aberto do mais apurado trabalho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos enfeites e gaarnic5es de flores para vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e meninas.
Perfumaras as melhores e mais escolhidas de Labra, Piver, e Con- H
dray, era ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prata iogleza. Meias de algodo, as mais finas e melhores que teem at hoje vindo @
ao mercado, para senhoras e bomens.
Chapeos de palha da Italia, e a imitacSo para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto e fantazia qoe s a vista
podem ser apreciado.
loja e armazem do Pavo: ra da Imperatriz d. SO.
PUNHOS COM GOLINHAS.
a 1JOO0 res.
Vende-se orna graDde porgao de punbos com
golirrbas de esgnlao de liobo, com os mais lindo.
bordados pelo barato preco de 1^000 o terno, di-
tes bordados de cor a 640 reis, sendo grande pe
cBincba pelo preco, na ra da Imperatriz d. 60.
Baldes esgoios.
a 25500.
Cbegaram os mais moderos balSes esgnios sen-
do verdaderamente americanos e vendem-se pele
barato preco de 25Q0, na leja do Pavo raa das
Imperatriz o. 60
Cassas alto rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res tlxas pelo tralo preco de 240 rs, o co-
vadOj^ ditas francezas fazenda muito fina com
padrees listrados e de flor es, assim como com
palmitias miadas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavo rna da
Imperatriz n. 6o
Halas a setefpatacas.
Vendem-se bonitas saias econmicas de
cor, pelo barato preco de 25240 rs. poden-
do estas saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se he corpo de outr qualquer fazen-
da difireme { pechincha, na loja e arma-
zem do Pav3o, roa da Imperatriz n. 60.
BalSes a 25, 35oo e 35
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou bales de arcos para senhora pelos
baratos presos de 25, 25ooo e 35 por haver
grande pdrco, na loja e armazem do Pa-
v3o, raa da Imperatriz n. 6o,
Lanzmbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se laozinhas matisadas, padres
modernos e muito bonitas pelo barato preco
de 240 e 300 rs.
Gravatas a 400 rs.
C abri l-1.
Vende-se om de quatro rodas p*r preco ernn-
modo. Para ver n<) armaren) do caes do Cpiba-
be junto a casa do Sr. llamj k, das 10 as 11 te-
ras da manbaa.

na loja do Pa?io.
25800
35500
Saunders Brathers C. acarara de recebei
de Liverpool vapores do torca da 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, e mui proprios para iaie-
tem mover machinas de desearofsr al^-do, po
dendo c?da vapor trabalbarat com I iO sorras,
tannbem servera para enfardar algodo, ou para
outro qoalqoer servico em qce usam de trabUbar
com animaes. Os mesmos tambem tem a* venda
machinas americanas de 35 a 40 sems.
Os prteodenies dirijam-se ao largo do Corpo-
Santo n. 11.
SANTEIGA
a Soo rs.
Grosdenaples 15280
Grosdenaples a 15800
Grosdenaples a 25000
Grosdenaples a 25200
Grosdenaples a 25500
Grosdenaples a
Grosdenaples a 350CO
Grosdecaples a 35200
Grosdenaples a
Neste grande estabelecimento encontra o
respeitavel publico um avultado sortimento
dos melhores grosdenaples preos tanto
largos como estreitos, que se vendem muito no Propresso do pateo do Carao n. 9
mais barato do que em outra qualquer parte
em raso de se ter feito urna grande com-
pra antes qoe augmentassem os direilos na
alfandega, assim como am bonito sortimento
de moireantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
remia e luto, daodo-se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60
GRANDE PECHINCHA
em lanslnbas na loja do Pavo.
Vendem se as mais modernas e muito bonitas lan-
sinhas de nma scr.tendo entre ellas cores mnito
Vende-se manteira iogleza flor a 800 rs.a libra :
Vende-se o engenho Caroeiro, sito na fregoe-
ila de Serlnbem, moente o crreme, com safra oa
sem ella, aeaa-se demarcado, do quo tero titu'os;
orna casa terrea Da Soledaii id. )!': orna cocheira
na ra da Paz n. I, e nm sitio co'Curdeiro : a tra-
tar no pateo do Carmo o. lo.
Gaz
andar
I3J60D.'
13^500 s na Ra do Vigario n. 9 l*
Dminos
delicadas pelo baialj prego de covado. 360
Ditas de cores differentes com palminbas e
i listas, covado....... 400
Ditas matisadas mnito lindas, covado. 320
Ditas listadas dem, covado..... SOO
Ditas transp;.rentes com listas de seda, co-
vado........... 560
e ontras multas qualidades de lansinhas de gosto, I
que se esto rec-hendo por tod s os vapores, na
loja e armazem do Pavo, ruada Imperatriz n. 60,
Vndesee alngaro-se bonitos dminos de diffe-
rentes qua idades : na loja e armazem d l'avo, a
roa da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira a
Silva.
scruvos fgidos
GRATIFICASE

Vendem-Sd gravatinbas pretas estreitas loja e armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, quem capturar e conduzir a' fabrica de sabo na
da moda pelo haratissimo preco de 400 rs. de Fe)l1 P^eira da Silva Afogado, oo a roa do Amonm n. 41, no Recite,
cada nma aRsim enmn nm oranrlp nrtimAn. I Bonitas alpacas na loja do Pavo. escravo Luiz, pardo, idade 35 annos, o qnal ja' en
ETlwi.B^^^SrrJThS' vdfl* om Asn "ortlmento das mais lin- P>P' deste anno foipreso porfug.do, ede nova
io ae cores usas e Doraaaas, por oarato das alpscas de Cl,res Umdis para Vestldog, ,5
preOO< o covado, ditas mais a....... l#zM)
Chales de renda. | Ditas de Oorlohas a 500 rs. e 560
Vendem-se superiores chales pretos de D-tasiisade todas as cores a 640 e soo
1 ra da Imperatriz u.
renda, pelo'barato preco de 35500 rsgjada E :'0j
um, assim como ditos de guipure razen-
INJECTI0BR1
ruerno iBiauMu
*m Uen i

.
m imuau tte*.*c hm
PILLAS de BLABCABD
,ao leonarro oa rraao ihai.t*i.
Approvadas pela Academia de Medecina de Parts
_ ttmnts* rao wiu tnitii rm t*-rii
naMiAaaaaot bosvitaI db inunci., d ikloica, d* ielauba, pa iaatwu,avcJ
Mtmmii tnwu ui xvexif oit Univtrfai d Stm-Yerk. 1858. a d* PtrU, tlH.
KM Pflulaa cavomtfa lina eiaada ret'.oo-tuliamlca c am* teouUluta exceuha, u
(TiiUfOi da lerein' lnillprurp. m tabor, da go icjucio io!ume, c de a** tinunc cj
3it dlinttro. Goiando dat prupriprtsde do Iopo e do 9uEMot Ua enanca arkaci- -
cata na* illeccoat CUtrotiau, Btn-ofulnii, tuttrculMai, Cmrnn, m fcajiniaH,
luirii], imtmi*, ele. cefin, ctai oJ.~retta ae pratico anta stenlcaca das auto i
i para utodifictr a* conj'iiuiciir? t^.r^tsiitat, [ratU oa dtM'.iiuLa.
If- B. O Mdarst* c> furo tesara o lente om wa'lca-
vaveaaatl iu flala aa aiaacara, ieve -*e xitur asu au a
enn i
munu. Cato pro m mam a te uUnnrlted* mu
ra, teve -*e a
ral* rcaeilva aetu Ora, *Vt rearoduiid, fae tcaeba u arta
imkhm a aat raala rala. B*ra -aa ainaar aaa fabnlataata.
YeBde-se na pbarmacia^de P. Manrer & C, ra Nova.
da muito superior a 100 e !2000, e um
bonito sortimento-de capas e retondas.
Os casaqninhos do Pavo a 16.000
Cbegou om elegante sortimento dos mais mo-
dernos e mais bem enfeitados eaiaquinbos de
prosdenapls preto sendo com siotura-n sem ella, o
outros a aiHaco de jaquetiobas e vendem-se pe-
los baratos presos de !6*t, 2t &, 2.5^ 9 30$ : na
loj e armazem do Pavo roa da Imperalrii d, 60,
de P. Pereira da Silva.
Vpndem-se boitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
i eo vados, tendo entre ellas al pumas pro-
prias psra luto, pelo barato preco de 2 o
covado, assim oomo sedas lizas de todas as
cores per precos mais commods que em
outra qualquer parte.
Panno preto a 1($600 e 20ooo.
Vende-se panno preto superior palmos de largara proprio para paletots e
calcas pelos baratissirnos precos de 16600 e
20000 o covado, grande pechincba.
Meias baratas, duzia 2ooo rs.
Vendem-se dezias de meias de cor escura
sendo meias de mnito mais dinheiro porm
liqoidam-se a 25, por ter algam toqae de
mofo; ditas inglezas croas muito encorpa-
das a SjJ a duzia.
VESTIDOS A 4*?0C0.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
cambraia branca com lindas barras bordadas
a 4)0000, ditos mais finos com as brras bor-
dadas a cor a 5<, 6,5 e 8>00, ditos de fan-
tazia com lindas barras e enfeites de seda a
8(5 e ltfOOO.
S moiU liadas aa aovas'poapclinas
qoe cbegaram para a loja do Pa-
vo a 500 rs. o covado.
Vemdem-se as mais lindas ponpetinas (negadas
pelo ultimo vapor, sendo transparentes e eofeitadas
com quadrinhos mludinbos e coa as cores mais
modernas como sejam : magenta, solferino, verde,
iy rio, rOio, azul, cinna e res a etc. etc., garaotindo
se qoe neste genero 6 o qne tem nodo de mais
moderno ao mercado, para vestidos e ronpas de
enancas e vendem-se pelo baratissimo preco de 500
ris o covado, oaicameote na loja e armazem do
Pavo, rna |dS Imperatriz e. .eOftde F. Pereira da
Silva.
60, ae Fflix Pereira da Silva.
Poil de Cbvre na loja do Pav3o.
Vende se o mais moderno pon deChvre largo, de
nma s cor, sendo mais lustroso que a mesma se
da, pelo preco de ,......2000
Dito mais abano, porem com as cores
muito lindas, covado......I3'i00
Dito com lista de teda a 860 rs. e. I000
na leja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da Silva.
Alpaca monstro, covado a 280 rs.
Vendem se alpaeas mi nstro escoras pira vestidos,
tendo 5 palmos de largura, oe facilita fazer-se
om veslido com 8 mvadus, a 280 rs. ou a 2J240 o
corte, na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Pflix Perfira da Silva.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
Vendem-se superiores gangas francezas muito
enc< rpadas para calcas e palltots, pelo barato pre-
co de 400 rs. o covado, superiores brins de buho
pardos, trancados e Usos, assim como ditos de co-
rea, hienda ma'to superior, na loja e armazem
do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, Feliv Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se chita preta ingleza lisa a 160 rs. o co-
vado 00 a pessa por 65, com 38 covado, ditas com
palmo has. melhor hienda, a 200 rs. o covado oa
a peca por 74500, dita franceza, largas, a 360 rs.
o covado, mnsselioas pretas a 400 rs. o covado, na
loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz o. 60,
de Francisco Pereira da Silva.
Fazendas para loto na loja do PavSo.
Vende-se sopenor setim da China, sendo orna
fazenda toda de la e sem lustro, coto 6 palmos de
largor, qoe facilita, fazer-sa om veslido apenas
com 6 covanos a'OOrs......ifoQO
ui'Prinr bomoasina com 4 palmos a
Ir5600..........IJBOO
Superior c-ntan sem lustro, covado 1C0
Laosiobas lisas, ovado 400 e 800
Cassas preta* lisas eom sa'piccs e cem
listas, vara a SOO, 06O e 640 e ... 800
ilnsselmas pretas, covado..... 400
outras omitas hzenda proprias para loto, na loja e
armazem do Pavo, Da roa da Imperatriz a. 60, de
Feliz Pereira da Silva.
Novidade em chales a 6000.
Vendem-se os mais modernos e mais bonitos
chales Iz'bel, sendo de nma ajaeor, com lindas
rendas da mesma fazenda, guarnecidas com bool
las cocas de aijofres, sendo aeste artigo o mais
moderno o t-m viodo e veade-se pelo barato
preci de 6*000, nicamente aa loja do PavJo, rna
da Imperan iz n. 60, d.- Peni Pereira da Silva.
Chales de merino a 2000.
Vende-se nonuos chales de merino a| 2000,
2,5500, 4* 00,54000 e 6VJ00, na loja e armzero
do Pavao, oa ra da Imperatrra n. 00, de Feliz
Pereira da Silva.
evadise da mesma fabrica, onde trabalhava, oa
madrugada de Domingo ultimo, 24 de novembro;
cojo eacravo fogie vestmdo a roopa do oso, deal
poiio de listras, costuroa embreagar-se, negar
proprio Borne, e bem como o do senhor, e trazia
por castigo urna correte fechada n cintura e no
tornozelio, do que devera* consetvar ao menos ai
manchas.
Escravo fgido
Achr.-se fogido desde o da 19 do mez prozima
passado o escravo do abaizo assigoado de nome
Joaqoim, tendo os sigoaes segnmles : idade 25 an-
nos pnuco ms|s ou menos, edr verme iba, bocea
grande, olhos grandes e amortecidos, baba o, ca-
beca pequea, cabellos carapinkos, dorminboco,
estatura regular, secco do corpo cu antes magro*
bom eosinheiro, cose de alfatatej tem o tnrnozePa
de um dos ps bastante grosso de rrmu aiismo,
ps grandes e largo", bastante ladino e astuc oso a
se imitla forro. II1 toda certeza de que esteja
no Recife, onde j esteve fgido o anno passado :
recomcoenda-se pois as autoridades poliriaes e ea-
pitaes de campo a captura e entrega a seo seor-or
omesno abaixo asslgnaoo na villa de Igoarassi
oa aos Illms. Sr*. Dr. Jos Bernardo Galvio Al-
coforado, no Caldeireiro, e ao capnao Peln Fran-
cisco de Sonza Magalhes 00 largo do Paraizo n.
26. Iguaras.- 7 de fevereiro de 1868.
Jos Tetxelra da Motta Gapalean ti.
J50^000
Pogio no dia 95 do correte mez de oolobro, do
engeoho Limoeiro, fregu6zia da Escada o escravo
Francisco, com os seguimos slgnaes : cabra, poa-
co alto, com bom corpo, bonita Agora, cara bexi-
gosa, barba pooeo serrada, costnma raspar o bi-
gode e a petra, cabellos om tanto caraplnbadof,
om pooeo gago, ce m algunas slealriies velbas de
chicote oas cosas, n'oma p e o'um braco, levea
camisa de algodio da mata, calca e, paletot de briol
pardo, cbapo de baeta preto, leva varadHear-
relro, qoe e sopoobo ter Ido sentar praca coi
voluntarlo ; fol encontrado do tir^j de Kugunde,
segnlndo por Carirl. Recommeoda se as pessoas
encartegadas do recrutamento, e as autoridades
policlaes, enm especia lidade as do Rio Formse,
Una, Aros Preta, f. Beoto e Porto divo, e a ou-
tra qaalqoer pessoa a apprehencao do dito escra-
vo, ir eDirega- do referido engento, que gratiO-
ca se cem 1504000
Escravo tagido.
Desapparecen no dia 6 do enrrente, do sitio do
Mangolnho, o pretn de norrn Joaqoim, escravo da
Antonio de Souza Oliveira Helio, tendo os signana
segointes : alto, secco do corpo, gago, rendido do
nm* verilba, idade de 30 annos p oro rrais 00 me-
os, foi comprado a tlaooel G<>mes Leal, qae mora
na Caa Fort", para onde se oescot < que dito ts-
erav teuba ido : a pessoa que o pegar e o trou-
ter ao sea senhur, sera' bem recompensado, asim
como tambem proiesta-se de cobrar-se os das da
servico a quem o acollar.


asssiBiiiaii^H
*
Diarlo de Pemail>nco Sabbado 9t de Fererelro de 1868.

V
-
LITTEMTOM.
0 conde de aniors
I'*
Octavio Fruillet
Tra*lfCio
PE
pinheiro Chaun
vomimk 2.
(Conlinuagao)
garaeste, mais dignos seriamos nm do outro, i Um da a marqaeza de idio-se a aterro-
porqu a mira julgarasn-me capaz de ocom- ga-lo. Andavam ambos a passeiar na quinta:
Donra os joelhos, ajoelha e pensa
Longo gemido a solidan fendeu;
Tolda-se o espag do urna bruna densa
ergnen-a. e apertanio-a ao peito, disse-lhe dea mais cuidado marqueza toi a ocksi-
eiu vo/ baixa: dade a que se entregou. Despedia-se della
Mas no verdade que cunease lem- noite ranito cedo. Daniel disse marque-
broa de cummetter semelante crime? xa que o conde oo traba I ha va, e qae levavaj E a toa paluda desmaiou no co.
E, vendo-a sacudir a cabeg, com urna es- ama grande parte da noite a passeiar no quar-
pecie de triste indciso: to. Ao tnesmo tempo a sua saude alterava-
E que se lerabrasse, continuou amar- se visivelmente.
XI
Nao queria inquietar a sua joven esposa,
cbamando-lhe a atteng > para esse espectro
q-ie julgava sent a .'eu (alo, mas nao po-
da couitudo occallar-Ibe urna ag.lago, que
se traduzia m mo'iraentos cada um dos
quaes fazia brotar interpretares to falsas e
to crueis.
Maria, disse-lhe elle, andemos um
pouco mais depressa, rogo-lhe. Sinlo-me
com fri.
Appre-s.uo passo e resolveu-?e a voltar
para casa pela estrada que eslava semeada
de habilages.
Qnando se aproximaram da ourella do
b isqoe, aioda que Ibe parecesse continuar a
oavir os rumores que o tinbau inquietado,
tranquiliisouse, recobr.a algura desafeo,
e um pouco envergncelo do seu pnico,
fez paiar a conde sa diante do sitio que u-
uham vid io ver. Era um muro de rochas,
oi:a dominava a profunda excavado de urna
mina de gred, abandonado havia milito lem-
po ; os arbustos de pliansticas formas a
coroarem o pincaro do r.xhedo, as fibras ve-
gclaes pendente!, as Leras sombras a lca-
li 'areni Ibe as faces rugosas, aatvurada pe-
dra, os vagos rellesos que scimillavam no
charco > enibaixo cstoguado no fundo do
vrtice, tuJj isso apreseotova nessa noite
laminosa um espectculo de selvageaa bel-
leza. .
ila?ia pm torno da mina de greda eseq-
brosidades de terreno o fojos de urzes espi-
onlas que obrigavam a um longo rodeio
qoem quena passar dos bosques para a es-
trada prxima; mas, atravessalos sobre a
parte mais estreita da excavarlo, dous tron-
cos de arvores atados e meio aplainados per-
mitliaai a passagem directa, proporcionando
ao mesmo tempo quelles que se arrisca-
vara por e;se camiuho ensejo de observarem
esse romntico sitio do modo mais comple-
to e mais pittoresco. A condessa de Ga-
mors nao couhecia essa especie de ponte que
seu marido mandara arraDjar muito recen-
temente.
Depois de alguns minutos de conterapla-
go, vendo-o apontar-lbe para os dous tron-
cos de arvores :
E' preciso passar por alli ? disse ella
com voz rpida.
Se nao ten medo, responden Camors;
e demais, eu aqui estoo,
Vio-a hesitar, e pareceu-llie to estranba
a sua pallidez, que os raios da la, baten-
do-lbe em cheio n i face, punham anda mais
em relevo, que nao pode deix-ir de Ibe di-
zer:
Julgava-a ms resoluta
Maria vencen as suas hesitacoes, e poz o
p na ponte pengosa. Involuntariamente,
emquanto ia avangando com precaugito, vol-
tava, de quando em quaudo, a cabega para
traZj e isso embargava- he o andar. De s-
bito vaciln. Camors correu a segura-la,
e, na perturbadlo natural desso momento,
ljngou-Iue a mo quasi com violencia. A
infeliz senhora soltou um grito dilacerante,
fez um gesto como para se debater, repel-
lio-o, e, carrend loucamente pela ponte
fra, voltou para traz, e toi-se de novo in-
ternar na floresta. Camors, espantado e
assustado. nao sabendo o que se passava,
seguio-a pressa, ncontrou-a a dous pas-
sos da ponle, encostada pnmeira arvore
que se Ibe deparara, virada para elle, ater-
rada, mis ameagadora, e ao velo aproximar-
se :
Covarde, disse-he ella.
Camors encarava-a quasi desvairado.quan-
ao ouvio um rumor de passos precipitados;
urna senhora sahira de sbito da espessura
da floresta; era a viscondessa de Tecle, vera
a correr desordenada, offegante, travou da
nio de sua filba, e erguendo-se diante delle:
Ambas juntas, ao menos, bradou.
Camors percebeu tudo, emfim. Abafou-
se-lheum grito na garganta. Apertou con-
vulsamente a fronte com ambas as raaos,
depois, deixando cahir os bragos com deses-
pero : i-i
Ento, disse elle com voz sorda, jut-
gam-me um assassinol... E nesse caso,
coatinuou batendo o p no chao com sbi-
ta violencia, que esto ahi a fazer ?... FO-
jam, fujam de diante de mim.
Loocas de terror, obedeceram-lbe. f u-
giram ; a mai arrastou a filba a passos lar-
gos, e Camors v.o-as desapparecer as pro-
fundizas da noite.
Elle deixou-se ficar, immovel, nesse set-
vagem sitio, deixando voar as horas, sena que
lhes soubesse a conta. Ora passeiara de um
lado para o outro, no estreito espago que o
separava da ponte e do abysmo; ora, paran-
do de chofre, com os olbos baixos e nxos,
pareca to immovel e to inerte como
o tronco de arvore a que se encostava. be
ha, como esperamos, m5o divina que pese
em justa balanza as nossas dores de um la-
do e as nossas fallas do oatro, de certo qae
esse momento foi levado em conta a esse
homem.
XII
No dia segointe, de manh5a, andava a,
marqueza de Campvallon passeando a berra
de am vasto lago de forma circular, que UM
ornava a parte inferior da quinta, e cujos
reflexos metlicos se entre divisavam por
entre as arvores. Pisseiava a roda do lago,
devagar, com a fronte pendida, arcastando
na areia o seu longo vestido de lacto, e como
que escoltada por dous grandes cysnes de
alvura deslumrante, que, parecendo esperar
da sua mao algum alimento, andavam assi-
duamente ao sea lado, ao longo da margem.
isubito Camors apparecen diante della. ul-
gra nao o tornar a ver; levanten a cabeca,
e poison vivamente a mo no corceo.
Sim, sou en, disse elle. D-ma a sua
mo.
Ella obedecea-lhe.
Tinha razo, Carlota, continoou; lagos
como os nossos nao se quebrara. Occor-
reu-me a idea de o fazer... Era urna covar-
dia que boje lamento, e de que fui bem pu-
nido, Comtudo, peco-lhe quemaperdoe.
Carlota levou^o brandamente, a alguns
passos de distancia, para a sombra das ar-
vores que cingiam o largo, ajoelbou diante
delle com a saa theatral gentileza, e, cra-
vando em Camors os olhos hmidos de la-
grimas, cobro-lhe as mos de beijos. Elle
Meu amigo, disse-lhe ella, bem vejo
que me occolta alguma cousa. Soflre... o
qae lem ?
No tenho nada.
Pe;o-ihe...
Nao tenho nada, repetio elle com mais
torga.
Tem sandade de seu filho?
Nao tenhsaudades de ninguem.
Depois de dar alguns passos em silencio :
Pensar ea, tornou elle sbitamente,
que ba neste mando ama pessoa qae me
zera em tudo isso pensara, mas essa ha- chamoo covarde, porque essa palavra est-
mlhac3o, ainda que podesse descer a sup- me sempre soando aos onvidos, qae me
metter.
Den-Ibe o brago. e contou-lhe concisamen-
te, passeiando, as scenas dessa noite. Dis-
se-lhe que nao vollra para ca-a, e que es-
lava decidido tt nunca mais l por o p.
Tal tora eilectivameote o resultado das
suas dolorosas meditages. Procurar dar
urna explicago a quem to mortalmsnte c
ultrajara, abrir-Ibes o fundo do seu corago,
dizer lhes que o pensamento crimiaoso, de
que o aecusavam, repellira-o elle da vespe-
ra com horror, quando algaem Ih'o propo-
E a ooile prestes o negror condensa,
Um grite horrivel pelo ar correa ;
Ougamos nos essa agona immensa.
Que a la paluda se sumi do co.
porta-la, seria intil. Como podia elle es-
perar vencer com palavras urna descoofianca,
capaz de dar origem a (aes suspeilas? Adi-
vinhava-lhe confusamente a origem, e per-
cebia que era incuravel essa desconianga,
envenenada pelas recordages do passado.
O senilmente do irreparavel, o orgalbo re-
calcitrante e a indignago produzida pela in-
justiga, s Ihe tincara mostrada am refugio
possivel, aquelle a qoe se arrojara.
A cindessa de Camors e a viscondessa de
Tecle nao sonberam seno pela voz publica
e pelos criados, que o conde estava residio-
do n'uma casa de campo que alugara a pou-
ca distancia da quinta de Campvallon. De-
puis de terescriplo de? cariis, e de as ler
qneimado todas, resolvra-se a guardar si-
lencio absoluto. Por algum tempo aodaram
ellas tremendo que Iheslirasseo tildo. Com
effeito, pensou nisso; mas entendeu que era
ama especie de vinganga, e elle l3o se que-
ra vingar.
Essa separago dos dous esposos, que
proclamava em alta vez as relages do conde
de Camors com a marqueza de Campvallon,
produzio sensago no mundo parisiense, on-
de nao lardou a ser conhecida. uespertou
de novo, todos se lembram disso, as mais
estranhas atoardas. Camors leve conhecimen-
to dellas, e desprezou-as. O seu orgulhq,
que estava exasperado por urna brava irri-
tado, ufanou-se em desprezor a opiniSo pu-
blica, prometiendo tambem a si mesmo sub-
joga-la fcilmente. Camors sabia que nao
ba situago que o mundo n5o acceite, quan-
do quem a irapoe lem dinheiro e audacia.
A datar dessa poca, voltou enrgicamen-
te sua vida habitual, aos >eus pensamentos
de futuro A marqueza de Campvallon, ini-
ciada em todos'os seus projectos, desenvol-
via-os accrescentando-os com os della, e am-
bos trataram de organisar as suas duas exis-
tencias, que de ahi em diante deviam ficar
eternamente confundidas. A riqueza pessoal
de Camors, junta com a da marqueza, nao
tragava limite algum aos caprichos que Ibe
podiam seduzir a imaginago. Continua-
ran! a habitar separadamente em Pars, mas
no salao da marqueza ambos reinariam; os
seus dous prestigios l res^iandeceriam jun-
tos, e o transformara n'um centro social de
soberana influencia. A marqueza exerceria,
com o esplendor do sea [espirito e da sua
formosura, um triumphal imperio sobre o
mundo das letras, da poltica e cas artes ;
Camors alli acharia meios de acgo; que nao
podiam deixar de accelerar os altos destinos
a qae o chamavam a sua ambigo e o ssu
tlenlo. Era, emfim, a vida, que lhe appa-
rucra, na origem das suas relages, como
orna especie de ideal da ventura terrestre,
a vida de duas creaturas humanas, que se
levantara cima da turba, e reparten orgu-
Ibosamente entre si todas as volupias da
ierra, os delirios, as paixes e os gozos do
espirito, as satistag5es do orgulho e as com-
moges do poder. O esplendor de urna
vida tal seria a vinganga de Camors, e for-
garia qoelles que tinham ousado menos-
preza-lo a arrependerem-se amargamente.
O lucto, ainda tao recente da marqueza,
obrigava-os comtado a adlarem a realisagao
desse devanei), no caso de nao quererem
ferir com demasiada violencia a consciencia
publica. Sentiram isso mesmo, e resolve-
chamon covarde, e qae procuncioa esssa
palavra convencida da sua verdade... e que
ba de sempre conservar esssa conviego...
Se fosse um hornera, estavam j as nossas
contas saldadas! mas ama mulher!
Depois d'esta sbita exploso calou-se.
Mas o que quer I o qae deseja ? disse
a marqueza com exaltsclo febril. Qaer qae
lhe v dizer a verdade?... dizr-lte que o
homem, qae ella tinha na conta de assassi-
no, queria pelo contrario detondel a contra
mim ?... que a ama, eqaemeodeia? Se
isso o que deseja, falle... Quasi que me
sinto capaz de fizer j o que digo, taoto
esta vida est sendo impossivel.
Nao me ultrage tambem, disse elle
vivamente. Expulse-ae, se isso lhe apraz,
mas esteja certa que a amo ainda e sempre ...
O meu orgulho veite sangoe... nada mais-.
E dou-lbe a minha palavra qoe se me fuesse
a affronta de me ir justificar, nanea mais
tornara a ver nem ama nem outra... Abra-
ca-rae.
Apertou-a ao corago, e Carlota socegou
por algumas horas.
Entretanto Camors va-se obligado a sa-
bir da casa que alugra, porque o senborio
vinba morar para ella. Estava ento- pr-
ximo o meiado de dezembro, e era poresse
tempe que a raarqaeza tinha costara-e de
voltar para Pariz. Propoz a Camors4 vir
elle morar para qu'rati durante os poneos
das que anda tinbam de passar no campo.
Elle aceitou ; mas quando ella lhe faftra
em Pariz :
Porque baxenos de ir to cedo ? res*
pondeu elle. Nao estarnos bem aqui ?
Pouco depois lenrbroo-rae ella que esta'
va prxima a abrir-se a sessao da cmara.
Camors pretextou saa sande que senta
deteriorada, dizia eHer e qsjiz demittir-se da
deputaclo. A' torga de rogativas conseguu
Carlota que se contentasse- em pedir algum
tempo de licenca
Ma, disse elle, vou condeanal-a, mi
nba querida, a tima triste existencia.
Comtigo, respondou ella, em toda a
parle sou feliz, e tudo me basta para o ser.
NSo era verdade; feliz nao era, roas ama-
va-o, e era-lhe muito dedicada. Nao havia
sotlrimenl.s a que se- nao resignas se, nao
havia? sacr.ficios que nao estivesse prompta
a fazer, sendo por ee.. Desde esse mo-
mento, a perspectiva da radiosa existencia,
da soberana mundana, qne tanto devaneara,
em qce julgra tocar com a mo, fugio-lbe
para sempre. Comecava a presentir nm
futuro sorabrio de solidlo, de renunciamen-
te, de lagrimas secretas; mas junte d'elle
era a propria dr um jubilo.
Todos sabemos com que rapidez-- passa a
vida para quelles que sem distnaec se
embalara n'algum desgosto profundo. Sao
longos os dias, mas a sua sequeocia r-
pida o como que insensivel. Foi assim
que os mezes primeiros, depoi as estac5es,
destisanam para a manqpcza e para camors
com urna monotona, qpe nem Ibes deixara
rastos no pensamente. As suas-relacSes
quotidianas tinham nm carcter sovariavel;
da parle do conde urna cortezia ffia, e a
maior das vezes silenciosa, da- parte da
marqueza urna ternura- attenta, o urna dor
reprimida. Todos osdiassahiam a-passevara
cavallo,.ambos vestidos de pretoj sytnpatbi-
i- Por onde vagas pensativa e bella
i Candida estrella que nos cos eu vi t
Porque me deixas vaguear perdida
Sem luz, sem vida; sem amor, sem ti.
Amei-le, amei-te com minha alma toda;
Chamam-me dooda, porque eu nao menli !
Ah nao me d^ixes vaguear perdida
Sem luz, sera vida; sem amor, sem ti.
__Desee da espbera onde meditas presa;
Mmba tristeza vai matar-me aqui;
Ab nao me deixes vaguear perdida,
Sem luz, sem vida; sem amor, sem ti.
desejar e f-iz-se por meio de velas de cebo.
Em compensago a nme-en-scene excel-
ente. Em neobuma parte se fazem lo bem
as scenas mgicas. Sorama total, o estran-
gero acha em Osaka excellenles passa lem-
pos.
Familias reinantes.Darnte o anao de
do bolso e offrecen saa sagosta, esposa,
que lang.u mo delta com vivacidade.
O iQieress da obra crescia e as peri-
pecias multipiigavam se, sando cada vez
mais commoventes.
Tolos os qae se achavam no camarote
imperial prestavam a maior atteugo.
c A imperatriz abservou que a saa com-
187, as familias reinantes da Europa toram mogo s1 communicra.ao imperador. Mais
De te buscar o meu amor nao cang',
Diz-me a esperanga que te nao perdi;
Ah nao me deixes vaguear perdida,
Sem luz, sem vida ; sem amor, sem ti.
__Vem, que eu te guardo um paraizo n'alma
Ventera calma que no co colhi;
Ah I nao me deixes vaguear perdida
Sem luz, sem vida; sem amor, sem ti.
Sou teu archanjo, era minhas azas d'ooro
Guardo um thesouro, que a ninguem ced ;
Ah vem toma-lo e enriquecer de goso.
Astro formoso, que nos cos eu vi.
Foi tudo nm sonho delirante, immenso,
Nuvem de iosencp que passou-ne n'alma!
Eras tu anesma, que a chorar, sem calma,
Buscavas o astro que felizsoo cu.
A mo de otn anjo conduzio teu passo...
Tens no regago o teu amor ditoso,
Nao ha mais echo a solugar qaeixoaov
Nem la paluda a fugir do co.
UaiNflGO M RA-CA CAVALLAR. COBta
o Cotmos que, em 1830, era tal a abun-
dancia de cavallos- na ilba de Maraj, ba-
nbada pelo Amazonas, que u-ao presisente da
provincia e da cidade no Pax, de accoro
com una casa comraercia dessa cidade,
raandou matar a maior pirte laqueles ani-
maes para lhes vender as peires, cujo valor
era de tre* mil e quatrocentos ?*is por cada
ama, ao passo qae o cavallb vivo-j valia mil
e oi lenta res.
Da raorts destes qswdrupedea resu'tou
!oma iofecgo da atmosphera devida- putre-
iftcgo das carnes abandonadas sobre o solo.
Para puriSoar o ar, as- aatoridaes man-
aram iocendiar a lha da-Maraj; Este in-
cendio fez perecer todos- os oavaltes que
ainda restavans em vida.
Dalli em dame, apezar de todas as ten-
taSvas que sa fizeram, nenboraa rag?caval-
lar pode rep?odUir-se na indicada' ilha,
one esses anioaes morrem de urna pra-
lysiados membros posteriores, conhecida
naqpelle paiz sob o nome de quebra banda.
augmentadas com onze individuos, a saber,
quatro principes e sete princezas. Cele-
brarara-se dous iratiimonios regios, o do
re da Grecia com urna gr-duqueza, sobri-
nba do imperador Alexandre. e o do irmo
do rei dos belgas com a princeza Mana de
Hohenzellerii-Sihmarigen.
Ha na Europa trinta e oito soberanos :
tres imoeraderes, o sulto, o papa, dez reis,
duas rainhas. seis gr-duques, cinco duques
e dez principes.
O mais vel no dos reis o pa Ir santo:
segue-e-lhe o rei da Prussia.
ESQCDRA9 ESTRANGEIRAS. A RUSSa C00-
ta actualmente til navios no Bltico, arma-
dos com 492 canhes e que represeatam
urna torga total de 22,600 cavallos; ealm
disso 18 transportes de vela, adstriclos aos
portos de Cnnstadt, Sweaborg e Revel.
A esqoadra conragada compoe-se de duas
fragatas, tres bateras flucteantes, dez moni-
tores de urna torre e outro de duas torres.
Alm disso a Russia est em ajusle com os
Estados-Unidos para a acquisigo de seis
navios couraga los, e nos arsenaes da Newa
tem em construego seis corvetas cooraga-
das dous monitores ds daas torres e varias
canhoneiras. O resto da esqoadra russa
eomp-se exclusivamente de navios 'e va
por,-seis naos, oito fragaas, doze corvetas,
sete elippers, duas canhoneiras, dous trans
portea e varias chalupas canboneiras. Tobs-
estes navios sao de hlice.
A Pmssi'a tem 87 navios armados cora
oi7 canMfo, representando orna torga de
de 8,78 cavallos A confederago dever
elevar o offectivo das saas torgas;couragadas
dezeseis corvetas, oito avisos, res trans-
portes, vinrs- e' duas chalupas cuohoneiras
de vapor, dous navio de artilhena e cinco
navios de exe?3cio.
A esquadra hollaodeaa tem act-jalmente
55 navios de ?apor, entre elles G grandes
fragatas e varios couragados, que represen-
tara urna torga letal d' #0,504 cavallbs. A
jesqoadra de velas- compoe-se de 70 navios.
Total 104 navios d guaira armados com
t,i72 bocas de fsgo.
ram-sea viajar durante alguns mezes antes cos pe|a sua formosara e pela soa tristeza.
de voltarem a Paris. O tempo que se passou
em combinages de futuro, e em preparativos
de viagem, foi para a marqueza de Camp-
vallon a quadra mais suave da sua vida. Go-
sava-se emfim em toda a sua plenitude dessa
intimidado por tanto tempo perturbada, e
cujo encanto era realmente immenso, porque
o seu amante, como que para Ibe fazer es-
quecer o momento em que a abandonara,
prodigalisava a um tempo os mil recursos
graciosos do seu espirito, e as efusSes de
urna ternura exaltada. Ao mesmo tempo
e rodeados pela gente do campo d'aro res-
peito em qae algara terror entrava.
No principio do. invern segninto a Mar-
queza de Campvallon leve muito serios cui-
dados. Ainda que Camors nanea sa quei-
xasse, era evideate que a suasande ia peio-
rando cada vez mais. As faces negras ti
nham-se rovestklo u'uma leva-cor de bistre,
de urna cor quasi argilosa. A marqueza,
sera ie dizer nada, mandvu chimar o sea
mediB a Paris. Camors mostroa algum
descontentamente quando avio, mas nres-
engolphou-se nos seus estudos particulares, t0u-ie consulta cora a sua pohdez hab
assim como nos seas projectos' commuos
com um ?rdor, um fogo, cujo reflexolhe es-
plenda na fronte e nos olhos, e dava um
realce vivido sua varonil belleza.
Succedia-lhe muitas vezes, depois do se
despedir da marqaeza noite, estar a tra-
babar no seu quarto at muito tarde, e s
vezes at pela manha. Urna noite, pouco
tempo antes do dia em quetencionavam par-
tir, o criado particular do conde, que dor-
ma por baixo da alcova de seu amo, sentio
um barulho qae lhe deu cuidado. Subi
pressa, e encontrn Camors estendido sem
sentidos ao p da sua mesa de trabalho. Es-
se criado, chamado Daniel, e em quem o
conde de Camors depositava toda a conan-
ga, consagrava-lhe esse aflecto singular que
as naturezas fortes inspiram muitas vezes aos
seus inferiores. Mandou chamar a marque-
za de Campvallon, que veio immediatamen-
Camors, que recobrara os sentidos, mas
tual. O medico reconhaceu os symptomas
MDvode ExporcAR as C03SAS:Uma-de-
putaeSo de trezeatos servos ebegoa a S Pe-
tersbnrgo e sollteitou urna' audiencia-do
imperador de tedas as Russias.
Saa Magestade- admittio-a na sua pre:en-
ga, e perguutou-lbe o que dwejava. A-de-
putao responden que nao compreheclja
o edito da emancipagao, e pedio que lb'o
expioassem. Ectwdiam nna-que no pna
de dons anuos teriam a sua plena liberdade-,
ootres consideravsra-se livre^desde o-dia
em qne o ukase tinha sido publicado, co
a uaica condigo depagarem a-seus antigos
araos- sessenta rabias no prkaeiro anno-a
trinta*rublos no Era do segando. N'ucaa
palavra, dever-se-biam considarar livres ou
serva?'
Oimperador Ibes perguntco : Sabis ler?
Algaus disseram qne sim : ro, respon-
dern os outrosv
Lestes o mea edito ? p?rguntou ^e-
xanroaos que sabiam ler.
Sim, real 3eobor, porm nao o eom-
p roben demos.
Pos bem, Formem direita quelles
quesabemler* e esquerda- quelles qae
nao sa bem.
E vos, disse o imperador, dirigindo-
se a estes, ceno foi que vas> exphca?am a
miaba ordem T
Saiba Vossa Magestade que nada
comprehendemos das explicagoes que se
nos fizeram.
Muito bem; muito bem. A vossa
natural espertesa ha de ajudar-me para vos
ftaaer enmprehender o objecto de que se tra-
ta. Ola, guardas, applvcai urna boa dose do
ichicote aqalles que salem ler I
Esta ordem foi immadiatameate executa-
A serra da AKasfNiwQoas todas as
n9?5es da Europa maoiaraonamiss5easeieB-
tificase militares para? acorapanharera-as
pevpeeas da guerra, da Ayssinia e esto-
darera os caracteres desta estranba, eo-
resaante e activa espedlcao;
Iaitando o exempio dalo- pela Pruse-ia;
a Franga, a Italia, a Rnssia ea Turqua en-
viam rep-esentantes s ardentes planicies
da Etbiopra para do (pastel general ingle
que n-t pe duvida era'admiUireoinmissces
jomaJistas estrangoiros, observarem o
deserjvolvimeoto das operagea railitares o
scienWioas.
A Alleroaob, aim a'offlcse, mandn
homer de sciencia de-^grane- repatags
para esodare todos as-ppobtnras de mo-
do que passa pianear-se? urna eapedico que-
de um'nwoeira solida ecorapeta exp'o~
rar un .paiz, boje quas? desconbecklo, po-
rm qt encerra grandes riquMM aturaes
e curiosidades notabilisaimas, e que as an-
tigs cimsagea representeu ua> raagnifico
papel,
un instante, e assomar se-lbe-hia ama la-
grima aos olhos,
< A lagrima resvalou pelas faces do ebefa
do estado, e a imperatriz apresso,u-se a en-
tregar o lenco de cassa a seu esposo.
c A sua belleza, diz o seu retratista,
ao mesmo tempo bespanhola e ingleza.
c A sua idade nao se advinha, e s o Af-
manak in.ptrial que se atreve a dizer que
tem trinta annos.
Bondosa em extremo, nao ha ninguom
mais indulgente do qae ello para com todo
o mundo.
Conta-se que em um concert dado no
pago se esqueceu de felicitar ura artista, e
depois disse-lhe, emendando o descuido :
Posto que eu nao lhe dissesse nada,
nao ju'g:ie que passou desapercebido. O eu
talento sempre digno de attengo.
t O artista soltou ama exclamgao de ru~
de franqueza.
A imperatriz nao s nao se enfadou,
mas at referi s suas mais intimas amigas
aquella ventura com deliciosos commenta-
rios.
< Todos os actos da sua vida provara a
singeleza do sen carcter e a grande eleva-
go dos seus pensamentos.
* Conta-se que no seu esplendido gnar-
da-roupa ha ama pega, fra da moda, sauite
usada e desborda.
Nunca faz oso della, mas leva-a para
toda a parte para ende vai.
E'algum tasman? E' alguma re!4>
qnia ?
Nao. Pepa, disse un da a impe--
ratriz a orna das suas damas, qae quera
imitilisar aquella pega; quero conservar
isto, porqoe o tinha vestido qaaodo elle me
vro pela pnmeira vez.
Enorme mjblicidadk.r*v anno 500 aca-
ba de fincrT publicaram-sa em' Inglaterra
4:144escriptos. que, seguedb o Rooteelter,
se subdivden do segrate modo:
Brocharas elivros religiosas. 840*;- vros
para a infancia, 535 ; romances, 4-tO*; an-
nuarios, 25^', l'rvros de viagem edetopo-
graphia, 242 ; livro! de educaco e de-ph-
losophia ingleza, 210 ; lvros de tbeologia
europea e-classica e tradueges, W6-; bieto-
ria e biographia. 193"; obraa polticas- e
qoestes #)' dia, 143 ; poesas e- pegas- do
theatro, 150; scieneia, historia natural, ete.,
f:i8; medicina e eirurgia, 12H; direrto,
101; commercio. 63; lvros llastrados, B*
vros de Natal, 62 ; artes, architeetara, etaV
53; marioha; arta militar, engecbaria, 52 ;.
diversos sem classifieago, 352.
^..^?!?*?"*.!* ministraram s victimas urnas vinte oa
Vapi ikcet>iado. U6l> daspacho de
Cbarlst8vm, datado de 25" di dezembro do
anno fiado, aaraoncia fpoe o vaper Raleigh,
indo de Nava-York para NavaOrleans,
foi desSruido peto fogok 20 milhas ao lar-
go da metrapobe carei'isiana. rebo-
cador receben e levou-a Cberlstown de-
^oito pessoaa que peeram fegir do navio
em caanamaa Receiava-se que tivesem
morrho-ireae-pessoas (inclusive Pfr. Marsb-
man, oapitao do vapon)* Ignorava se alm
diste qaal tivesse sido a sarta de naais vinte
e quatro pessoas. Tiham-n's visto na
cha lepa -oii sobre fragraentos o navio.
Ura outrtv telegrarama aecrescenta o ss-
guicte :
Koi salva' urna seguada chalupa coe-
tendol; pessoas. O.numero total das que
se achavan a bordo era do 4& At agosa
salv-araia-se trinta e ama. Das outras rcer-
ream^oito, mas igeara-se a que foi feito de
seis..
c Foi no dia 24,. ao meto-dia, que o Ha-
ai^Aseincendiou.
As perdas ainda no> sao bem condeci-
das; mas calcuteniTse enai 4.00.--0J deilars
em parte seguros. S. o-navio valia ..
7S.O0O dollars. Pertencia Atlantic Coasl
MaU-Coinpany.
nhos de Yichy, algumas. precaugoes hygier
nicas, e socego absoluto de espirito. Quan-
do a marqaeza quiz propr a Camors essa
viagem necessaria a Yichy. Camors neo-
lheu os hombros sam responder.
(Contina)*

L'H POLCO DE TUDO

E' do Sr. Victoriano Pateares este poesa:
S0M.ANDO
E' maito tarde e solitario todo,
Como que a morte a creago tolheu;
O vento dorme no ocano mudo,
E a la pal I ida estacn no co.
te.
que eslava ainda muito paludo, passeiava no somante ao longe nma brancura leva,
quarto quanJo ella entrn. Parecen con- Como de nuvem que do ar deacau,
trariado de a ver, e zangou-se muito com o Sacode trmula o seu ser de neye
criado pelo seu zelo intempestivo. Tivera a' la pallida que tsiacon no cao.
simplesmente, disse elle, urna dessas vert-1 .
gens a que era sujeito. A marqueza de Camp- Treme, vacilla. e se aproxima lenta,
valloa retirou-se pouco depois, supplican-jraz do pbantasma o funerario veo ;
do-lhe que se nao entregasse aojaabalho Como que busca se abragar sedenta
com tanto excesso. A' la pallida qae estacn no co.
Quando no dia segointe elle foi a casa della, .
nse espanten Carlota do abatimento qoe,Et:lt que paira na Sebdipnia.
a sua pbysionomia revelava, e que attribuia Fro sudario o retal varrea,
ao abalo forte que nessa noite sofitos mas E va am si de con o qu^esmaia
quando lhe falln na prxima partida, ficou]
espantada e mesmo assuslada com a sna
resposta.
Ser bol differirmos isso, pego-lhe,
disse elle, nao me sinto em estado de viajar.
Foi correndo o tempo. Nao tornou a fa-
zer a mais leve alluso viagem. Estava
sombro, silencioso, e glacial. O ardor ac-
tivo e como que febril, que assomra at
ah a saa vida, a saa lingaagem, e o seu
olhar a pagara-sede sbito. O ymptomaque
A' loa pallida que eitacou no ceo.
Vejo-a Qae formas de mulher 1 to bella,
Nao pbantasma que do mar se erguea.
Fita no espago o sea olhar de estrella,
E a loa pallida avangon no co.
Despe do eolio o chrystalino manto;
Rasga-se a nuvem do mystero seu,
Brilba em seus seios um collar de prantei
E a loa pallida suspirn no 0)0,
ministraran) s victimas
quarenta chicotadas.
E vos, disse o imperador fraego
ignorante da deputago, iris assentar praga
no exercito por espago de tres annos, e alli
ensinar-vos-hemos a ler.
E, dito isto, nm capito lhes inscreveu
os nomes n'um registro e conduzio as novas
reerntas ao prximo quartel, onde lhes ves-
tirn a farda da guarda imperial para irem
ao campo do exercicio.
Os theatros no JAFO. Extrahimos de
urna correspondencia os segrales promeno-
res acerca dos theatros no Japo :
Em Osaka, capital, abondam os thea-
tros, chegando a baver cinco s n'uma roa1 i
as salas em geral sao muito largas e edifi-
cadas no gosto das earopeias. Representa-
se nelias de dia e qnasi teda a noate ; os
espectadores comem, bebem e fumam den-
tro da tala do espectculo ; alm disso ca-
da theatro tem rauilos restaurante?, onde
se encentra tudo o que se deseja e a toda
a hora. As mulberes vo ao theatro ves-
tidas com todo o luxo de qae podem dis-
por; os actores e atrizes apresentam-se
em scena com ricos costumes.
Muitas vezes os espectadores femininos
commovem-se tanto com as situages dos
dramas ou comedias, que do largas as la-
grimas e aos solugos. As representages
athleticas sao muito estimada', e em parte
alguma se apresentam to perfeitas.
Dorante os entreactos, a sala invadida
por vendilhes que nos atordoam os ouvidos
apregoando os gneros que vendem.
Os applausos sao muito ruidosos. De-
pois de cada acto ha grande movimento na
sala, todas ?s creangas sobem ao palco e in-
trodnzem-se nos bastidores; os actores tra-
tam-as com urna grande benevolencia.
A iltaminac'o das salas deixa muito a
A iMPEnATBt- dos esancszes.Rep?een-
ta-a do m ido seguinie um dos mais distinc-
tos chronistas dos. salos francezes :
Nasceu-sob o tormoso co da Andaluzia
como urna das suas mais bellas leres, e os
seus retrates aboadam tanto na Hespanha
como era Franga.
t Podemos dar aos que cenhecem as
qualidades da sua alma alguns dados mais
para poderem avaliar as suas privilegiadas
prendas maraes.
Dbil nervosa, durante as epidemias
que amarguraram a Franga, e especialmente
a cidade de Amens, foi paia os enfermos,
sobretudo para os cholencos, urna heroica
irraa da caridade.
< Quando o a'tentado de Orsini poz a
sua vida em perigo, ferida em ujaolho, e
obrigada, apesar disso, a assisiir a urna re-
presentago no theatro da Opera, teve valor
para nao levar o lenco aos o'bos, receiando
que o publico julgasse que ella eborava.
Mas esta mulher, forte na prosenga do pe-
rigo, tem lagrimas para todos os infortunios,
sent meatos compassiv s para todos os des-
gracados, censlos para tedas as afflicges.
c E' tal a sua sensibilidade que al achara
ceo no seu corago as dores que o poeta
finge.
t Urna noite assistia representago do
drama Lajie faitpeur. Visivelmente com-
movida, havia levado muitas vezes aos olhos
um microscpico pocklet handker que tinha
na mo.
Casamento esesmhum*. Segando an-
naiucia o Iiernucional, celebrau-se em>
^robsdorf, no palaaio do condadeOhanv
[>ord o caamento de S. A, I. Fernando,
grao-duque de Toscana, com S. A. K. Alix'*
prineeza de Parma. SS. AA. II., agranda-
faaaa Maria AntoneQi e o archiduque car-
loa Salvador,, com sua mulher, assha como
ps archiduques Luis e Joo, principes da
T< seana, tiniam-se dirigido a Frcaadorf pa-
ra assistir seremoraa nupcial qo* fai-cele-
breda por monsenhor Falcioel, nuncio de
suo santidad.
A duquesa de' Berry tambera se toaba di-
rigido a Frohsdorf para assisiir ao casa-
mento de sua neta. Os augustos toi#os par-
tirara em sazuida para a sua residaocia de
Satzburgo (Austria).
Populado de mihn.O ullia recen-
saamento da popolago de Berln aleva a po-
puacao fixa a 083:673 habitaos a-popu-
la rao luctufiBle a 2;060. as pessoas revesti-
das de carcter diplomtico a 3i, e os mi--
lres a 16:308, o que prefaz 0 total de
702:437 almas, .-. u v
Em tSl; Berlioeontava WUi hab-
tantes, e era 1864 era a populaco de ......
0^2:379, Heuve portante ns periodo de
i 861 a 1804 ura augmento da 84:808 pes-
soas, e no de 1864 a 1867 ura da 7U:0S8-v
o que d, nos seia annos, um augmento aa-
nual de 25:811 habitantes e total de-------
154:860. .
ma corwssisKsvoLiNTAPiA.Um jornal
francez eonia o segrate caso raui curioso :
Augusto D.... eFlix A%... sao doia
mancebos que fcabitam com, seus paos, la-
vradoras n urna coromuna dos arredores de*
Pariz.
Feliot estava em vespera de conirar- ea
lacos do matrimonio com urna jo'n. don-
zella d'aquetta lo-calidada; Augusto de*a
servir-lha do padrinbo.
Ha poucos dias entraram na enteja a vi-
rara-ha deserta; urna idea singular [Ibes
passou pela mente, e inmediatamente.puze-
ram-na era pratica.
Falix entrou no ccnfissionato,. toaau o
locar destinado ao sacerdote, ao passa qne
Angosto ajoelhava, simulando am peaiteute,
e oil-os conversando em coisas qoe certa-
mente nada tinham de religiosas.
N'este comeno3 entrava na egraja a not-
va de Flix. Aproximou-se do confissiona-
rio, junto do qoal ajoelbou, esperando, na
attidude de urna pessoa qua aedit^ qua o
falso penitente se afastassa para tomarle o
lugar.
O caso pareceu extremamente wastoso
aos dous mancebos. Augusto nao tardou a
levantar-se dos ps do confessor, aJastando--
se com um ar compungido; a jov substi-
tu u-o no tribunal da confisso, bem longe
de suppr que aquello que ia oavil-a fosse
o seu uturo esposo.
Decorreram dez minutos. Segunda pa-
rece, o confessor nSo gostou de os** a
penitente, porque saiu furioso do confissjo-
nario, lancon-lne em rosto, com parases in-
juriosas, as faltas cuja confisso acabava de
ouvr, e, lhe declarou que tudo estava aca-
bado entre elles. ,. .
A pohcia, informada d'estes factos, man-
dou processar Augusto e Flix aecusados
de praticarem actos escandalosos n'nma
egreja, profanando os segrodos do confes-
sionario.
Direitos no algodAo. Um telegramma
Visto o iLteresse crescente do papel de Nova-York, ^fSl!r
qae deserapenhava ama das actrizes era toa ama lo. que ise rapta do raiposteaco-
vidente qae nao ba^tava o fino tecido de nsito do algodo de 1868, fixa o restabe-
Alenson lecimeato deste imposto depois do mesmo
O imperador, que observava sem dizer' anno e reduz o direito sobre os algodoes es-
uma palavra aquella scena muda, retorca o tangeiros para o anno que termina om
bigode com o seu sorriso habitual, e por abril de 1869.______________
fim, nao sem certa malicia, tirou o seu lenco i "typ. du uiawu-wja AS grozes \%
*
'
-


4.,ii,.


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