Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11501


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Full Text
pp
ANNO XL1V. NUMERO 4).
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PAIM A CtPITAI, B IICABES trhlK SE NA FACA rOUlt,
P,r tras jis ltate ..,................ B 6CO0
J>jr $sis (/Km ji ,...... "^VV
Caia atunero a ruis. ..-,'. 24C00
SEXTA FfilRA 21 DE FEVEREIRO BE 1868.
rA*A BRtT0 B FORA DA PHOVIKCIA.
Por tre m* liaatadosl. ...
Por seis ditos dem 4.\. .. \ #\ #...... .
Por aove ditos idea...... .................'
Por amia idea m .. .. [' ['_..................
IMSOo
*7tfOO0
MMMMi am ipianamiBim i mummm u mnala mwMMA di im a tmutos. Mita nHWiM,
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga ; Ceara, o Sr. Joaquim'
Jos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Altes <& Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronyoio da
Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Costa
Babia, o Sr. Jos Martin:: Alves; Rio de Janeiro^
Sr. Jos Ribeiro Gasy.rimu>
Partida dos estapetas.
Oiinda, Cabo. Escada eestagSes da via frrea al
Agua Preta, lodos os dias.
Igoarass s Goyanna as segundas e sextas felras
Santo Aoto, Grvala Bezerros, Bonito, Carear,
Altlnbo, GaraDbun?, Biqoe, S. Bento, Bom Cob-
selBo, Agoas Bellas Tacaran!, as tergas felrra?,
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Iogszeira, Florea, Villa Bella, Cabrot, Boa-Vis-
ta, Murlcnry, Salgueiro e Ex, as guanas feiras
Serlnbem, Rio Pormoso, Tatnandar, Una Barre!-
res, Agua Preta e Pimentelras, as quintas feiras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabnados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juito do commercio : segundas s 11 horas.
JJito de orpbos: tercas e sextas s 10 he ras.
Prfmeira rara do evel:
dia.
Segunda Tara do el val
1 ora da tarde.
tercas e sextas ao meio
: q-artas esabbades a
EPHEMERIDES DO MEZ DE PEVEREIRO
1 Quarto cresc. as 3 b., 23 m. e 26 s. da t
Loa enea as 6 h., 42 m. e 5G s. da m.
o Quarto ming. as 6 h., 24 m. e 13 s. da m.
23 La nova as -II b., 28 m. e 1 s. da m
PARTE OFFWIAL
3=
DAS DA SEMANA.
17 Seg. S. Polyeronio b. S. Seeondiano m.
18. Terg. S. Siraeao b. ro. S. Prepedigna v.
19 Qnart. S. C orado f, S. Gabfno b.
20 Quii. Ss. Elenterio e Nilo bb.
21 Sext. 5. Maximianob S. Angela de Mericia v. f.
22 Sab s Margarida de Cortona f.
23 Dom. (Carnaval) S. Margrid de Cordova.
PREArfAR DE BOJE.
Prlmeira as 2 doras e 6 m. da tarda.
Segunda as 2 horas o 30 minutos da naafcij.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEffiOS.
Para o sol at Alagoas a 14 30; para o
at a Granja a 15 e 30 de cada mex-, para
nando nos das 14 dos metes Janeiro, mareo,
jalho, setembro e novembro.
BOftt)
P#*
C01M..ND0 DE AMIAS.
Quartel general do coinmmilo das ar-
mas de Pernambaco,20 de fevereir
de 1868.
ORDEM DO DIA N. 405.
O brlgadeiro commandante das armas faz publi-
co para os dos esnvenieotes, que a presidencia
commonicoo em offlcio de hontem datado baver
demittido nes-a data o Sr. lente reformado do
exerclto Francisco de Paola Helra L de ajudante do director da colonia militar de Pi-
tnenteiras, e Borneado para sobstitui-lo o Sr. eapi-
tao reformado Rosendo Monleiro de Lima, a quera
o mesmo brlgadeiro determina que qoanto antes
siga para o sea destino.
(Assigoado) Joaquim Jos Goncalves Footes.
Est conforme. Emeliano Ernesto de Mello
Tamborim, ajudante d'ordens encarregado de de
felfee.
EXTERIOR.
ISTiDOK-1 \IIJO*.
MENSAGIM DO PRESIDENTE.
A Ilberdade pessoal e a vida, se sao ataeadas
pela paixo, por prejuixos ou actos arbitrarios dos
qne governam, nao teem seguranza algoma. O fia-
gello do despotismo caminha e desenvolve-se sem-
pre.
O exercieio iolerrompido do sen poder nao ios-
pira seguranga algasia aos seas subditos, porque
nunca podem saber quando o seu braco armado de
novo os ferira'.
Os Estados ainda livres podem sabmetter-se a
todo o momento, porque se a constituigo nao os
profge todos, nao protege oingaem.
O hu manifest e patente dessas leis conferir
aos negros o privilegio da votago, e tirar eerlas
inmunidades a nm grande numero de cidados,
para dar aos negros urna roaioria completa em to-
das as elelfSes dos Estados Uoidcs.
No pensamento de alguos bomens, esta provi-
dencia to importante eomo orna violacio da
constituico, considerada como meio legitimo pa-
ra promover a sua execuco.
Foi sempre falsa moral a qne desculpa am
nial, porque esie dos conduz ao Um qoe deseia-
tnos.
Nao temo* o dtreito de fuer mal, para qae d'ahi
provenha bem; neste caso u Bra mao, como mos
sao os meios qae se empregaram.
A escraridio dos Estados sob a dominacSo dos
npgros, seria aioda pewr do qoe o despotismo mi-
litar qae elles agora solfrem.
Julgava se em tempo que o povo soffreria os ex-
cessos da oppressio militar durante um tempo in-
definido de preferencia a degradarem-se pela sub-
mlsso a raca negra.
Eis porque se Iba tirn a faeoldade da escolba.
O soffragio dos negros foi estabelecldo por am ac-
to do congresso, e por tsso se dea ordem para qoe
aos negros tossem dados privileghs polticos que
eram lirados aos braocos.
Os negros no sal teem dtreito a am governo jas
to e bamaoo, assim como a protecgodas leis para
sua pesiOi e beos.
Se fosse possivel dar-Ibes actualmente nm go-
verno qae ja' Ihes pertencea, e com o qaal elles
padessem resolver os seas negocios a sua vontade,
.eria ainda grave qoestao o saber se deveriamos
conceder-Ibes esse governo, ou se principios de
humanidad-! nao exigiriam qae garantissemos uns
dos outros.
Porm, as aetoaes clicumstancias nao esta
rma queslo paramente especulativa. Nao ba s
idea de dar a raca negra o direito de segover-
nar a s, mas tambem se pretende dar-lhe o di-
reito de goveraar a raca branca, de fazer leis, ds
administrar os Estados de eleger os presidentes e
os membros docoogresso, e de desenvolver ou res-
tringir os destinos futuros de todo o palz.
Sera' conveniente entregar om tal poder em laes
roaos 7
Poocas vezes se tero reOectido bem as qnalida
des particulares que devem distinguir um povo jal-
gado apto para decidir do modo de cooduzir os ne
gocios em am grande Estado.
Deve a raga branca afanarse de possuir essas
qualidades em grao to elevado para esubelecer
to cootioente nm grande systema poltico, e para
icaoter a sua estabilidade durante mais de noven-
la annos, emqaanto que em cada nm i das outras
partes do mundo todas as experiencia; desta or-
dem teem sido mal gradas.
Deduz se, porm, orna demonslraco dos faetos
conhecidos: se se admitiera os argumentos basca-
dos Da evidencia, necessario reconhecer que no
progres das nagoes os negros teem manifestado
menos apndo para o govtrno do que todas as oa-
tras ragas.
Os governos de todo o genero, bascados na au-
sencia de independencia, teem tido sempre oas
suas raaos os melores resaltados; em toda a par-
te, pelo cootrario, onde elles teem sido abandona-
dos as suas proprias aspiragdes mostraram sem-
pre grande (eodencia para de novo vollarem ao
estado de barbaria.
Todava nos Estados do sol o coogresso teotoo
conferir Ibes o d:reito eleitoral. Apenas libertos
da escravidlo para duvidar-se, firmados em
classe de cidado, sabero organisar e regular a
sociedade civil e melhor que os seus antepas-
sados.
Efectivamente os negros do sul nao s 5o lo-
differeotes ao dtreito de propriedade, mas se ain-
da de tal modo gooraates dos negocios pblicos
que o sea voto Dio poderla ter outro effeito seno
o de depositar ama lista qualquer em am lugar
designado para esse effeito.
Eu nao careco de vos lembrar que o exercieio
da libentade eleitoral o mais elevado attriboto
de ora cidado americano, e qae logo que guia-
do pela virtude, pela iotelligencia e pelo patriotis-
mo, assim como tambem por urna justa apreciago
das nossas instltalgdes liberaos, constitue a base
verdadeira de urna forma de governo democrtico,
Isto do um governo do qual o poder soberaao es-
ta' as mos do povo.
Urna conflanga creada artificialmente, nao por
cansa ella mesma, mas s como meio de pronto-
ver o bem estar geral, nao exercera' influencia
benfica seno em razio do carcter elevado do
eleitor e da consciencia qae elle tem dos seas de-
veres.
fia nao quera apresentar consideracoas de di-
nhelro a par da justjga e d) direito; mas as des-
peas qae se ligara a reorganisago, segundo o sys-
tema adoptado pelo congresso, aggravam e que, na
mtnha op^iio, o mal intrnseco da propria reso-
lucao.
O systema tem ja' castado milhoes sera eonta;
c, se se persiste nelle, augmentara' consideravel-
meate o peso dos Impostos, ja' excessivo, para se-
Tem sopportados sem darem lugar a jastas qaei-
xas, e que finalmente reduziro talvez o thesonro
da nagao ao estado da banca rota.
nao no3 iliadamos. E" preciso termos nm nu-
meroso exerclto em effectividade, e provavelmeote
mais de 2.001,000 de dollars por anno para man-
jar a supremaca dos governos negros segando el-
H8.nL^rr esUh.9'8<*o4<>. As fioangas, Essim
despreodida, se foren bem empregadas, f jrma-
rao urna caia de amortzago bastante forte para
pagar toda a divid nacional em menos de qainza
annos.
Em vo se esperava que os negros sonbessem
mant-!r a sua independencia por si mesmos; sem
urna brea militar, nunca Ihes sera' possivel domi-
nar a populaco branca do sul.
Submetto ao juio do congres a questao de sa-
ber se o crdito publico se nao podera' resentir
de um systema como este. Como a nossa divida e
os nossos imraentos Intsresses particulares intl-
numente ligados a ella, nunca de mais a pru-
dencia a respeita de urna poltica qne alterara
ti I vez a confiaoga do mundo do nosso governo.
Esta contlanga nao pode conservar-se senSo locu-
tindo no espirito popular os principios de honra e
da jusiiga e observando com a mais escrupulosa li-
delldade os nossos compromisos.
Qualquer infraego seria le orgnica, se nel-
la se persistfsse por moito lempo, prodozlna inftl-
livelmente receios pela estabilidde das nossas
InstituigSes.
A vioiago habitual das regras proscriptas que
somos obrigados a observar deve uecessariamente
desmoralisar o povo.
Se calcamos aos ps a bandeira dos nossos de-
veres cvicos, perder-se-ha tola a eonOanca, e
abandonar-nos-bemos a todos os excessos da pai-
xao e do inleresse.
Se pomos de parta a constitoigo, jalgar-se-ha
que pooco nos Imporlam as nossas obrigages pa-
ramente pecuniarias. Alm disto se recrabeceraos
agora que a divida nacional foi creada, nao para
guardar na onio os estados eomo contribuimos,
como elles podlara snppor, mas pelo contrario pa-
ra es expulsar e entrega los ao governo dos ne-
gros, o dever moral de pagar parecer' talvez
moito menos claro.
Os grandes loieresses do palz exigem que elles
sejam immediatamente libertados de laes actos.
Um sentmento geral da falta de seguranga, o
recelo das conflse.vSas e o horror que inspira a
supremaca dos negros, paralysam o movimento
dos negocios no sul.
O commercio do snl, que tao vantajoso seria pa-
ra o norte sob a aegao da lei, enfraquece agora e
nao podera' prosperar, seoSo quaodo deixar de es-
tar opprlmido por om poder arbitrario, qae ne-
nbum seguranga offarece as suas operag5es. Este
palz lio rico, o mais rico de mando em recursos
nataraes, sera' completamente anniquillado.
Ootra razo para recoosiderarmos deduzi-la-ha
ocongrosso, semduvida, da recente manifestagao
publica, sobre este assnmpto.
Vivemos em um paz onde a obediencia von-
tade popolarse Impe sempre por si propria, mais
cedo oo mais tarde. Desnecessario pensar em
combate-la, a nao ser pela autoridade legal apoia-
da de urna fsrga preponderante.
Nao lera' e capado vossa attengao que desde o
dia em que o congresso com justiga, e formalmen-
te apresentoo a proposta de govern; r os estados
do sul pela fjrga militar, em vi.-ta do estabeleet-
mento ulterior da supremaca dos negro', a ex-
presso do sentmento geral foi Ibe sempre mais
cu menos contraria.
As sffelgSes desta gerago nio podem desligar-
se das iostiiulgoes dos seus anlepassados.
A determinagio de conservar Intacta a beranga
do governo livre oas suas proprias mos, e de a
transmlitir Umbam intacta sua propria posteri-
dade, lem fnrea de mais para qae possa ser com-
batida com bom resultado.
Todas as paixSes mais fracas se dissiparao pe-
raote o amor da liberdade e da lei, pelo qual o po-
vo americano se distingue cima de lodos os ou-
tros do mundo.
A que>to de saber at qoe pooto o dever do
presideole de preservar, proteger e defeoder a
constituigao, o obriga a marchar em opposigo a
nm acto inconstitucional do congresso, mono se-
rio e muito Importante; muito tenho reffectido
nesta questao, e desejo realmente ebegar a urna
conciuso justa.
Quaudo um acto pnvado, de accordo com as
formas da constitoigo, pela autoridade legislativa
suprema, e regularmente registrado nos estala-
tos pblicos do paz, a resistencia do poder exe-
eutivo, sobretodo nos lempos de grandes efferve-
cencias dos partido?, provocarla ssm duvida, um
conflicto violento entre os partidarios respectivos
dos dous agentes do governo.
Seria simplesroente a guerra civil, e nao se de-
ve recorrer a'guerra civil senao comoolilmore
medio que deva ser applicado ao mais grave de
todos os males. Todo qoanto possa provocar ama
guerra civil, deve ser evitado com todo o coi-
dado.
Um magistrado fiel e consciencloso perdoar
muito a am erro filbo de circamstaocias impre-
vistas, e mesmo alguraa coosa a malignidade per-
versa, antes de por em pergo a paz publica ; e
nao adoptara' providencias de rigor ou outras ca-
pazos de tornaren) necessario o eroprego da forga
emqaanto as" providencias de carcter pacifico
estiverem a sua d.'sposigo on a' dos seas consti-
tuictes.
E' verdade qoe podem dar-se casos em que o
poder execotivo seja obrigado a defeoder os sens
dreilos e maote-los sem se importar com as con-
sequeoclas.
Se o congresso approvar um acto que esteja nao
s em opposigo palpavel com a constitoigo, mas
coja execugo v atacar de um modo irremedia-
vel e Irreparavel a estruetora orgnica do gover-
no, e se nao boover remedio judicial para des-
tralr os prejuizos caasados.nem poder no povo pa-
ra se proteger em auxilio [officUI do delnqueme
eleito ; se por exemplo, o poder legislativo appro-
var um acto", mesmo revestido de todas as formas
legaes, para abolir ama repartlgo neeessaria do
governo, em tal caso o presidente deve assamir
a grande responsabilldade das suas fancgSese sal-
var a vida da nago, coste o qoe costar.
Os actos chamados de reconstraego, comquan-
to sejam tao incoastitucionaes quama possivel, nao
eram, ao qoe se jolgava, da categora daqaelles
qae meociouei em ultimo logar, porm a popla-
gao nao flea inteirameate desarmada do poder da
defeza pessoal.
O povo, nos
se os jaros da divida, sao seis vezes mais ayuna-
das do que o eram ha seta anoos.
A arrecadago e emprego de laes fondos ergem
urna vigilancia rigorosa e urna vigilancia syste
matica. O systema actnal, que nunca foi per-
feto, soffreu ama grande desorganisag > em pre-
juizo do resoltado do projecto de lei relativo aos
empregos pblicos, que quasi destraio a respuasa-
bilidade dos funccionarios. P le o presidente con-
veneer-se inteiramente de qae tal fanccionarlo
capaz oa infiel a' constitoigo.
Ora, segundo a le qne delxo mencionada, e que
elle pie fazer qaeixar-se ao seoado e pedir-lhe
todos j piplra,628 volumeajeom assocar mascavalo e 579
contemplamos a Ierra ditos com dito branco, e deva partir hontem pela
que immensidade de objectos'
as sua
M
aotorisago para dar o lagar a ouiro empregado em. a pro
quem tenha mais conflanga. Se acontece que o se-
nado pessoal oa politicamente hostil ao presi-
dente, natural e mu razoavet qae o faoccioaa
rio espere ver aquella corporago lomar o sea par-
tido, faze lo reintegrar e triumphr assim do seo
soperior immediato. Um fanccionarlo tem outras
probabilidades de Impunidade as revelages acei-
daotaes do prosesso, no modo de investigago, no
segredodo interrogatorio. Nioguem estranhar que
um mo fanccionarlo proceda aluda com maiord.-.s-
assombre, vendo qqe os deliqueotes nao corren o
menor pergo. Estoa plenamente eoveocido de qae
presidente. Influenciado por ama tal legislago,
nao pode enmprir gravs dever de fielmente fazer
execolar as leis, por que ella Iba tira precisamente
o poder de impor aos empregados a rigorosa res-
ponsabilidade qae neeessaria para execogaodas
leis de fazenda. Aconstllolgao coofere ao presiden-
te a autoridade precisa para decidir em lodos os
casos qae posslo dar lugar a demisso.
O acto do congresso declara em resumo qae elle
nao deva acensar seno os empregados qae sup-
pa Indignos de eonflanga. A ednsiitalfo torna-o
nico juiz da aecasagao. Porm o estatuto sopprime
a sua jarisdigao, passa-a tara o senador, e nao Ibe
del xa seno o odioso e por vexes o impraiieavel
dever de ser o perseguidor. O processo deve ser
julgado por am tribunal cojos membros nao s?o
como elles responsavels para com a mgo, mas
formara dous corpos constituidos distioctos, que
pdem considerar a sua ac.-usagao com muito des-
favor.
O senado
exisieaeu de Daos, sao a sin lioguagem a
os povos do universo. Se
qnan'as maravilbas
que varledada I mas que ordem em ludo quanto
a peqoenhez do hornera pode desr.ohrir e compre-
nender f Campos vastissimos, alcatifados de relva,
de llfedhsimas fljresl Rosuues immenos, orna-
oos df troncos e dearvons annosas I Familias
PkS2ro8 e d8 ,ra5; mD'>Dhas elevadissimas
!,',!ff1!;!,rr,!| 1oe raf*m as nuveos; ros
sos ; imm nsos afires, que cohrem aqol e
rele da terra.e por animo o Lomem.qae
all a
o ma
raaobaa para a liba de S. Miguel, quando pelas
ttuas horas da madrugada se descobrio haver fugo
dentro Jo poro em grande quantidade.
Apenas se fez e.sa desceberta, o capillo annon-
cou ao resptciivo dono e consigoatarlo e a' capi-
tana do porto ; procurando, ajudado pelo prauco
que o devia por fra da barra, approxlmar o navio
do caes da Lingota, onde com mais tacllidade po-
desse receber os soccorros de ierra qoe Infeliz-
mente chegaram tarde de mais,
, e to mal deter-
r e mais rematado rrudigio da eriago, e inado--, que o inendio lavroua' voulade, r.onso-
ais evidente de um D^us, qne era todas miodo quasi todo o casco, vista da popolago qoe
ras seannooela as suas creataras. se agglomerou no caes, desde 6 horas da maoba
o.-pois deita Iragoagem muda, posto que at 3 da tarde.
mr n h ma' creidr filla ainila. e basca cba-1 Achava-se em muito bom estado ledo o navio,
ni^ntL lm8m "' Pela santldade da moral, que qa h um anno apenas ebegou dos Estados-Uoi-
ilrtin*M lili 7: pelos exen,P|0S d051ae s0' ?-.ode grades reparos e irocou o nome de
v riosos, pelos confessores no tribooal da peoileo-; Recreto pelo de Parary.
. .**m co0' e Pf'ucipalmente pelos ministros O casco e carga do navio eslavam segaros oo
hm conflrmago desta verdade aqnl valor de 56:600, sendo 27:201' na Coropanbia
absoluto e nao tem molelo algam
coabecido de deciso applicavel a taes casos. O seo
julgameoto nao ple ser previsto, porque nao di-
rigido por qualquer regra. A lei por -rnaalgama
define as cansas qoe pJem motivar ama de-
missao ; irapossivel prever, mesmo por con
jectora de que modo o senado encarara' a eausa.
A natoreza do assnnmpto exclae a loz das provas.
Se ha accosago de iBcapacidade, sobre que provas
se poda ella estabelecer ?...
a fldelldade da consiituigae pode ser compre-
hendida ou desconhecida de mil maneiras e por
bomens de partidos violentos n'oma poca em que
camp a violencia do espirito de partido. Pode
at acontecer que a infldelidade a respeto da cons-
tituigao seja considerada como acto meritorio. Sa
um funecionario i aecosado de ponca probidade,
eomo prova-le T Ser por actos independemos do de-
ver publico, por faetos da vida particular.oa pela re-
putagao geral do Individuo, ou por ama accnsagai
directa de malversajao actoal em nm empreao
publico r
E no Intervallo (do processo) acaso o presidente
expora e sea bom nome eos Interesses da nagao,
delxaodoos em poder de bomens em quera nao
tem coBfianga T Adiara' elle a sua accosago at
que o mal esteja falto, nao pdenlo por Isso evl-
tar-se I Se o seu zelo pelo bem pablico o leva a
prever actos dissimulados, devo acaso proceder
com risco da ser elle proprlo meflido em processo
por delicio de offensa por an dos seas subordi-
nados T
as circamstaocias em qae hoje se acba o paiz
m- ata flve ser sponsavel por qualquer delicio
oDcial. E extremamente diffleil saber at oode
ira' esta responsablidade, no caso de sahir dos li-
mites da consin'co. Porm todos os espiritos
rectos concordaro em qae o presidente deve ser
completamente desligado de tal responsabilidade
desde que a lei pos restriego?s a' sua aegao.
(Continuar-se-ha.)
da palavra.
nTvdaiEp Hr'* 21 de J3Deiro io Correnl"e"anni''oderoni"ora^0:2T0^
vJvIi'.f. *'de'1?. missisnario capocbinho no lou-. 9:2005 na Fidelidade do Rio de Janeiro e 10:0004
*" h Pnfl'g-ros erros e os vicios, em orna companbia de Llsb.
nrni'^rt os povos ao cunuprtmeuto d03 I Avaliam-sa as perdas do navio, carga bagag*os
propnoitfjeveres. de passageiros e da inpolagoemcerca de 30.0i>'.'
bmjo na estagao da va frrea as 2 horas alm das quaotias seguradas.
ah encontrou diversas pessoas das mais I ignora-se a causa do Incendio, que se manlfes-
noiaveis^e respeitaveis desta villa e fregueia, que ton por junto do maslro do traquete.
lorpoyglos ao^ seo paroeho o esp9ravam, bem | Espera se salvar parte do carregamento de mel,
qoe formava o lastro do navio.
como o
sexos,
com enf
femioi
dosos
a villa,
interro
afloia, e
solemo
PEKNAMBUCO
REVISTA DIARIA
estados do norte, eonserva ainda
as suas mos o direito sagrado do voto secreto, e
pode supporse qae, com o lempo elle conseguir
salvar as suas poprlas insli uiges.
Com satisfago acerescento qoe o convite feito
aos nossos constitointes ordinarios oao foi baldado,
e qne a minha conanga na sua sabedoria e no sea
valor nao foi mal applicada.
E' bem sabido que enormes fraudes foram pr-
tlcadas em preiuio do tbesoaro, e qae se adquiri-
rlo fortunas colossaes a' cnsta da fazenda publica.
Esta especie de corrapeio angmenton, augmenta
atada, e se nao diminue eonduzir-nos-ba bem de-
pressa a' urna ruina total e a' vergonha.
Os eredores do osudo e os contribuimos teem
Igual Interesse em qne as financas sejam eonve-
nieotemeote administradas. Nenbama claate esta'
disposta a solrer os desvos do passado, pralicados
em to grande escala. Muitas causas contribuiram
para este vergonho30 estado de coasas. Certos im-
postos sao estabeleeldos por forma tal, qoe fazem
naseer o desejo de lllodir o pagamento. As avalla-
das quanlias qae foncclonari03 ganham pela soa
conveniencia com a fraade, screcarregam o pa-
blico com ama presso, de que mnita gente nao
pode sopportar o paso. E' fra de duvida que o
.despreso das obrigaelSes constitucionaes altamente
eoofessado por alguns bomens enllocados em posi-
gres elevadas e das mairlnflaentes do paiz, muito
tem nfraquecido a moralidade dos subordinados.
Ai despezar dos Estados-Unidos, comprebeadeodo*
Foi determinado ao jniz da paz do segando dis-
. ^ trelo do Rio Formoso, qae assumlsse incontinente
o respectivo exercieio, fra do qual se acnava u
mesmo juiz.
t Igual ordem foi expedida a idntico fanccio-
narlo do segundo distrieto da fregueia de Uoa
bem como ao respectivo subdelegado. '
O Exm. Sr. presidenta da provincia aoteri-
sou o commaodante do destacamento de SaD'o
Amaro de Jaboato a recratar no districto do Pe-
res, de inteligencia com o respectivo subdele-
gado.
O Sr. Laoremino Gomes da Caoba Perera
Bellro fex o donativo de 4002 para as urgencias
do estado, dando assim urna bella copia do sea pa-
triotismo.
Hoje levanta-se a bandeira de Nossa Senhora
das Dores em Apipacos, cuja festividade seta' no
domingo prximo.
Comegam amanhia no Santa Isabel os bailes
mascarados, qae ser i repetidos nos seguales das
do carnaval com a coslamada magnificencia e boa
ordem, qae o Sr. Coimbra sabe ligar e sustentar
em laes funcgSes, como o reconbeee esta cidade
que em todes as suas classes se nao dedigoa d'all
ir desfruelar os prazeres proporcionados por aquel
le entretenimento de variadas sensagSes.
O saloesta' perfaita e ricamente adornado e a
illominagio sendo a giorno, devera' offerecer'sor-
prendente painel a' vista dos expectadores, simu-
lando-Ibes sem duvida ama fhresta movel ilumi-
nada pela irradiago de myriades de estrellas.
A' banda marcial do prfmeiro batalbo de nfan-
taria da guarda nacional esta' incumbida a msica
do salo, cujas pegas sao novas e de apurado
gesto.
Na secretaria de polica acba-se depositada
urna quantia de diohelro encontrada n'um dos
carros da estrada de ferro, espera qoe seo deoo
va' reclama-la.
Na nolte de terga para qaarta-feira, por vol-
ta das dez horas da nolte, dispararan) orna arma
de fogo sobre ama porta da estagio de Afogados
qae foi varada pela respectiva bala. Era orna das
noites anteriores ja se tinha dado am Uro sob as
arvores das visiohangas daqaella estago. Con-
vm, pois, qae a polica nao deixe passar desaper-
cebidos esses symptomas talvez de algam crime.
Ua Eseada nos remetiera o segainte sobre
as missSss all feitas pelo Rvm. frei Fidel:
c Deas falla ao hornera de todo o modo, para o
desviar do erro, e atrai-lo a si. Os cos sao em
si mesmo ama revelago da Divindale, e nma pro
va evidente da existencia do poder, da sabedoria
e da gloria do Todo Poderoso. Milhdas dos astros
qae giram semillando pola immensidade do espago
corpo3 de luz de ama grandeza enorme, e desme-
dida, que so sastentara nos ares, e qae muitas ve-
zes descrevera ama carreira de scalo^, qae vo
de am ponto a outro, e qae voltam sem confuso e
sen desorden),.obedientes a primara voz, e ao
acenomnipotente aquelle, qae os pdz era mov-
meato sao em re.alida-lj ora preg&o solemae da
grande coocurso de povo de ambos os
a venerandas imagens form cooduzidas
iasmodespntando-se a preferencia, e sexo
m aeompanhamento, entoavam sens pie-
eos. Em sea transito da estagio para
o Rvd. missiooario, por muias vez3
do peto nomeroso concurso de povo, qoe
da um de paral, o saadava eomos mais
testemunhos de amor e venerago, aug-
raentaodl sempre, a porporgo que re aproximava
da villa, a sorte qae dos lugares mais apenados o
povo se ojlotovellava. No dia seguate, 2 do anno
crranle,fea o Rvm. direccSes sobre a latada, in-
dispensareis em taes actos, e no dia 23 deu princi-
pio as sois pregag5es, as quaes demonstren ele-
vado talento, e muita eradigo, dontrinando e sen-
sorando os erros mais commons.
Proveo a existencia de Deas de nm modo cla-
ro a intelligivei, a qualquer condigo dos enviles,
confirmando esta demonstrago com exemolosde
ordem prsica, moral e religiosa, e cora os textos
mais positivos e evidentes das sagradas escripturas,
em enjas eitagoes deraonstrou, qne o eonhecimento
dallas Iba era familiar. Continuando sempre em
soas predicas V Surprehender os ouviote?, o seu al-
limo sermo fot dedicado a'Santissima Virgem,
eomo qoe eos gratldo ao xito feliz de todos elles,
o qoe lendo lagar em nm sabbado, dia (qae eomo
se sabe) algrejt o consagren a Mara Santissima,
por ser nelle o em qae a sabedoria Divina desean
gou das obras da creaco, e ser ella o reposo da
Triadade Divina, em eojos prorogativos dous e pre-
vliegios, pareeU esgotar-se, toruna se alm de
propno locante. Neste sermo, porm, frei Fide-
les, elevou-se mallo alm de am orador de tafelo,
e eroigao -, eu o contemplei extasiado, ereodo-o
mesmo msprado, parecendo-me, que se fosse pos-
sivel havertam eoragao catbolico, qae nao pe-fen-
cesse a Mara Santissima, oovlndo-o nessa occa-
slo, Ihe perteocerla.
E'qoe a Sanlissima Virgemme diada.olDguem
Ihe pode resistir oa atraegao deseu culto e vene-1 dido.escravo
rago;p)rm b Rvm. na realidada eslava sublime 11 Pr fgido.
Discprren sobre suas excellencias, tanto na ordem
da creagao, como na da graga e da gloria. Na or-
dem da creago, o ab Otilio, o ante scula crala
tum, Ibe foi hbilmente explicado, na ordem di
graga e da gloria, frei Fidelis tomn se verdaiei-
ramente eloqueote. Terminando suas mls-0!s na
manhaa do 2 de fevereiro corrente, den a bengo
papal em despedida, deixando penhorado lodo um
auditorio de mais de cinco mil pessoas, qae em
tanto se calcula a reuniao dos ltimos da;, peran
te o qul se portou sempre com energa e pruden-
cia, consillando a censura com a amabilidade.
t Foram Immensot os fruens do suas prgagrj85,
enire elies merecem especial mengo os seguales :
perto de daas mil pessoas que se purificaran) di
tribunal da penitencia ; cento e Ires casamentos,
sendo pelo menos um terco da pessoas qu i se
acbam tresmalnadas, parlo de clncoenta baptisados,
sendo que tras adultos recebaran) a imposico dos
leos sagrados.
t Relirando-se finalmente d'aqnl o Rvm. missio-
oario eoroado de bengios e de verdadeiras sym
palhias.
Ao fallecido frai Sebastlao da Virgem, a esse
santo de nosssps dias, deve a freguezia da Escada,
principalmente a sui villa, quanto da apreciaval
tem em sea melborament) moral, e material, a
frei Filelis Mara deve a continuago desse legado
sagrado. O eo o proteja, e derrams sabr elle a
abundancia de suas gragas, para que o consiga.
< Termioaodo Dio davo daixar em olvido, qae
as autoridades policlaes, duraote as missoes, se
porlaram de modo loavavel ; acatando, e respel-
lando o acto, por si e por soas acertadas providen-
cia, sao pois digoas de sinceros elogios e da grati-
do de seas governados. O clero compareceu e foi
assiduo e laborioso oo sen ministerio. Deas o afer-
voro sempre, em seas sagrados deveres para que
preencha sna alta misso. sempre grato comrae-
morar faetos taes, e testemanbar os maravilbosos
effjitos do chrisliaolsmo ; e licito me seja confev
sar, qae se o nosso povo em materia de religio nao
tem a instrueco desejavel, ao menos se nao acba
aesclado dos erros e scismas de qae se achara pos-
saldos, outros mais caitos, qae nos, cajos aivos de
impndade nos locam sen) contaminar, gragas
Diyioa Providencia, que oos lera conservado al
boje, na anidada da t calbolca, oa sa dontrina,
raesrao a despeilo dos poneos, qae por orgulbo, em
nossos dias se tem pretendido arvorar de espiritos
fortes, concitando em vez de fofa impntago, que
almejam, o dlscredfto, indifferentismo se nao des-
prezo, asco, e coraissrago.
c Sirv.ra, Srs."redactores, inserir em seu apre-
ciavel jornal estas toscas linbas de sea assignante
e constante leitor.
Por e.-n oceaslo occorre-nos lembrar s com-
panhias de seguros, cuja sede entre nos ou que
aqui lera agentes, e a' Associagao Commercial, a
creago e susteotago sua casta de ama compa-
nbia de bombeiros, destinada a acudir aos ioeea
dios da cidade, e especialmente aos dos edificios
segaros, a' semeihaoga de ootras cidades, para evi-
tar soffrerem perdas to grandes s pelo deleixo e
ma orgaoisago desses servigos.
Chamamos a attengao dos nossos leitores para
a discripgo da festa do Monleiro, remedida por
ara apreciador.
Lotera.A que se acha a' venda
a 55* a beneficio da Santa Casa de Mise-
ricordia, que corre sexta-feira 28.
Casa de dbtensao. Movimento do da 19
de fevereiro de 1868.
Exlstiam 343, entraram 2, sahiram 2, existen
A saber :
Nacionaes 340, mulberes 4, estraogeiros 43, mu-
Iher I, escravos 52, escravas 3.
Alimentados a custa dos cafres provinciaes 249
Movimento da enfermara do dia 19 ao cor-
reme.
Tiveram balx :
Joo Francisco de Oliveira.
Martinho Gomes Vidal.
Apolinaria Tbereza de Jess.
Teve alta :
Marcos Rezerra de Ara ujo.
Refarticao ba poucia.Extracto das parles
do da 20 de fevereiro de 1868.
Foram recolbidos a' casa de detengio ao dia 10
do correte:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. ehefe de polica, Ma-
noel das Neves de Sooza, como suspeito de ser es-
ervo. A' ordem do subdelegado de S. Jos. Cao-
de l.uiz de Albuquerque Maranbo,
O chefe da 2' secgo
J. G. de Mesquita.
Passageiros do vapor Parahyba, entrado de
Goyanna :
Tenente-coronel Francisco Honorio Rezerra de
Menezas, sua senhora e dous escravos, Manoel Au-
gusto da Silva, Flix C. da Silva Lobo, Antonio
Augusto da Araujo Lima e sua criada, Antonio de
Azevedo Gama, Francisco das Chagas Cordeiro
Campos, Miguel Pessoa de Araujo Tavares, Manoel
Xavier Correa Lima, Joaqoira Carneiro de Mosqui-
ta Mello, Joo Joaquim Ribeiro Campos.
Cbmiteiuo pubuico :Obituario do dia 19 de fe-
vereiro :
Anoa Guilhermioa, Peroambaco, 22 anuo?, sol-
tetra, S. Jos ; phlysica polmonar.
Eduardo, Peroambaco, 4 meies, Santo Antonio;
phtysica.
Antonio Mximo Muniz, Pomambuco, 30 annos,
casado, Santo Antonio; bepatite.
Marianna, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos j va-
rilas.
Joo, Pernambuco, 7 mates, S. Jos ; espasmo.
Mara, Pernambuco, 2S annos, Boa-vista, 6scra-
va ; inflammago do figado.
Manoel, Pernambuco, 30 annos, Boa-vista, escra-
vo ; tubrculos polmonares.
L.andro, Pernambuco, 22 aunos, escravo, S.
Jos; phtysica.
Laureniino, Peroambaco, 4 dias, S. Jos ; es-
pasmo, i
B
Communicados
Polmica religiosa.
XXIV
c J tarda va, brada o Chrutao Velho, que nao
viesse ama citago falsa do Sr. Padre Campos;
elle cita Santo Agostmbo na cidade de Deus, para
provar a existencia do Purgatorio, qoe s vio a
luz do da em tempo de Gregorio I, isto dons
secnlos depols. Aonde, Sr. Padre, fallou Santo
Agosiinbo de Purgator.o, nem ao menos de fogo
purificante T.................................
Algnem .nos pede chamemos a attengao dos
Srs. directores- da eompaobia dos trilhos urbanos
da Aoipucos, para o procedimento pouco conve-
niente de algam dos eondactores dos ireos de pas-
sageiros, afira da evitar-se a repeliglo da scena
qoe se deu na terga-feira a' tarde, na povoago do
Monleiro, em o trem de 4 horas e meia, com om
mogo de ooma Manoel Lniz Gomes Ferreira, a
quera os dous conductores maltr?taram bastant
com palavras, e ao depols expelliodo o do trem,
apezar de apresentar o competente bilhete.
Achando demasiado exquisito o procedimento
desaas seobores, esperamosda empreza, ama re-
presso a' abusos taes.
No da 17 do corrente, do lagar Levad, en-
tre as povoagSes do Monleiro e Aoipacos, foi ferl-
do gravemente com 11 lacadas Manoel Pereira de
Almeida, por. Jos Mooteiro da Silva, qoando a-
quelle o condola -para ser verificada soa identi-
dade por am inspector de quarteirao, par ter sido
encontrado fra de boras e julgado suepeilo.
Inceodiou-se hontem totalmente, dentro do
aneoradoaro da descarga, a barca portogaeza Pa-
rara, de propriedade dos Srs. eommeodador Joo
do Reg Liras, de nossa praea, e Manoel Jos Ma-
chado, da Iba-de S. Miguel.
O navio aehava-se carregado cora d"us casco
com aguardete, 627 ditos eom mel. ISOcooos seceos,
9 saccas com a'godo, 1002 meios de sola, 20 pedral
da amollar, 760 vatts de ondoira, a os de sica-
< Citai o logar onde Santo Agostinbo disse seme-
c Ibante fnvenco. >
Nao ba duvida, o Christao Velho com esta ioti-
mago me collocou entre a espada e a parede I
Um de nos ba de sablr-se mal : oo eu ficarei con-
vencido de falsario, ou o Christao Velho de igno-
rante, e temerario I Pois bem I a passagem de
Santo Agostinho, que passo a transerever ser a
minha sentenga absolutoria e ao mesmo tempo a
senienga condemnaiona do Christao Velho. Altete
bem o leitor, afim de qae possa ser jaix inexora-
vel, e consciencioso de cada um dos dous conten-
dores. Falle Sauto Agostioho :
a Uns soffrem penas temporarias nesta vid) s-
mele, oatros depois da raorte ; e onlros nao s
agora como ento ; mas todava antes do joizo
< final. Ora, aqoelles que soffrem penas tem-
porarias depois da morte oao soffrem as penas
eternas, que se devem seguir ao jnizo final. J
eu disse em outro logar, qae maitos, qae nao sao
perdoados neste mondo, o serio no outro, dei-
xando assim de ser ponidos como sopplieio
eterno. S- temporarias poenas ah in hac vita
tantum, alii post mortem, alii el nunc t tunc>
verum tamen ante judicium illud severissimum
e/M patientnr. Non autem ontnes veniunt in
sempiternas poenas, quae post illni judicium
sunt futura!, qui posi moran sustinenf lempo
rales. Nam quibusdam, quodiin isto non remtt-
t fifur, remttti in futuro saeculo, it esl, ne futuri
t saecult aetemo supplicio punialur, jam svdm di
t ximus. ( Santo Agostioho, Cid. de Daos, L 21,
c cap. 22 ).
Repare-se bem : Santo Agostinho nao se limi-
to a a exprimir as soas proprias coavigSes sobre o
Purgatorio; fot mesmo procurar os fundamentes
desta verdade dogmtica nos Propbetas. Aoalysa
com o criterio de grande inteiprete a seguiote pro
pbecia de Malaquias sobre a-vioda do Precursor do
Messias e. do mesma Me-;ias: Ei-io ah vera
diz o Senbordos Exercitos : e qaem peder an-
da smeote considerar no da da sna viada,
quem pode ter-se oa saa vista ? por que elle
ser como o figo que derrote os metae, e coa
a berva dos lavadeiros : e ser eomo om bornea)
qoe se assenta a f jodr e a refloar'a praia, e elle
purificara os filhos da Lavi, a os retaar eomo o
ooro e como a prata. e elles offerecero sacrifi-
cios ao Senhor em justiga.
K o sacrificio de Judie de Jerosala ser agra-
oavel ao Senbor, como o foram os doe seeakas
passado, e os dos primeiros anocs.
Eolo ebegar-me-hei eu a vos a eiercer o
meo julzo, e eu serei orna lestemanha ve'oz con-
tra os feiiiceiros, e eootra os adollaros, e contra
os perjuro-', e eootra os qae defraudara o jornal
do trabalhador, as vuvas e orpbos, e oppriBMm
os estraogeiros, e nao rae teraerau, diz o Senbor
dos Exercito?.
Por que eu son o Seohor vosso Deas, e nao n
< modo.
c Estas palavras, diz Sanio Agostinho, mostram
t com toda a evidencia que naquelle juizo final
haver para alguns penas purgatorias. Ex k's
i quae dicta sunt, viietur tndentis apparere t
tilo juilicw quasdam quorundam purgatorias poe-
t as futuras, c Que outra cousa se pode entec-
der deslas palavras : c K quem podera anda
t considerar smente no da de sua unda ou quem
podera ter se sua vista T por que elle ser com
t o fogo que dtrrete os melaes e como a keroa ios
latadetros ; ser como, um homem que se assenta.
t a fundir e a refinar a prata, e elle purificar os
filhos de Leti, e os refinar como o ouro e como a
c prata. Isaas ( continua Santo Agostinho)
a disse cousa semelbanle : O Seobor, diz elle,
< far desapparecar as erapurezas dos filhos e das
< de Sio, e purificar o sangue no meto deltes
c pelo fogo do juizo, por nm fogo davorador. a
t Lavaba Dominus sordes filtorum et filiar um Sion
t et sangutnem emundabit de meds eorum spiritu
t judien et spiritu combuslionts.
< Assim ba de sneceder, a meos que se queira
> dizer a porifieago e retioaco dos Olbos de Siso,
ba de consistir na separago delles dos reprobos
c pelo julio final, oa qae a separago e condemoa-
c gao de uns ser a pnrificago de outros, nao vi-
c vendo j mais nanea confundidos. Mas por outro
lado quando o propbeta accrescenta qae Dos pu-
t rificar os filhos da Levi e os reDnarl, eomo se
t refina o ooro e a prata; qoe elles offerecero ho-
t locoslos ao Senhor em justiga, e que o sacrifi-
< ci de Jada e de Jerusalm ser agrdate! ao
i Senbor, declara qae aqoelles q"ue foram par fica-
t dos agradaro a Deas pelos sacrificios de instiga,
< e que assim sero parificados da iojustiga, que
era a cansa de lhe desagradaren) antes. Ora,
t qoando el es mesmos forem purificados sero
t holoeausts de plena e perfelta justiga. Qae po-
deriam nesse estado offerecer da mais gradavel
a Deas do qae a si proprios 1 Mas em ootra oc-
t casio fallarei mais de remanso das penas pur-
gatorias. Verum isla quaesti de purgatortts poe-
c nw, ut diltgentis pertractetur, m tempus aliud
< deferenda est- Eotretaoto cumpre qae se saina
que pelos filhos de Lev, de Jud e de Jerusalm
se deve entender a Igreja de Deus, composta nao
i fomente dos Judeus, mas das outras nagdes ; neo
i a igreja de Deus tal qaal neste lempo de pere-
i grinago, em qoe nos nao podemos dlzer isentos
de peccado sera nos illudirmos e sem fallar
verdade ; mas qaal ser ento, purificada pelo
final, como a rea lavada pelo vento : da mesma
sorte sero justificados pelo fogo aquellos a qoem
essa purificago neeessaria; de modo qae nao
baja iotalmente Dlnguem que cfferega sacrificios
pelos seas peccados. Por quanto lodos os qae
assira sacrificara esio sem duvida em peccados,
e para Ibes cbtero perdo qae offerecem sa-
t eriflcio agradavel a Daus. Omnes emm qui ste
c offerunt, profeelo tn peccalts sunt, pro quibus di-
t mitlendts offerunt, ut cum obtulertnt, acceptum-
que Deo fuertt, tune demittantur.
Parece que o que ah fica, prova exuberamissi-
rnamente qne saibfif temeraria mtimagio que m
fez o Christao Velho, para apresentar logar onde
bonvesse Santo Agostinho tratado do Purgatorio, e
lendo o feilo de modo a nao deixar duvida no ani-
mo mais prevenido, o leitor decidir qual dos dons
contendores anda de melhor boa f e de mao mais
assentada nesta controversia I E para alada mais
confundir a entonada temeridade do Christao Ve-
lho, qae nao sei onde descobrio qne a idea do Pur-
gatorio nasceu com Gregorio I (!), absurdo que se
acredita por que est escripto Da citada pagina, con-
cluir!' esta deraeoitrago, transcreveodo a segua-
te passagem do mesmo Santo Agostinho, cujas con-
vicoes a respeito do dogma do Purgatorio eram to
fundas e radicadas, que, por alma de sua mi San-
ta Monica, dirige suffragios nestas tocantes pala-
vras :
...... Portaoto, Deus de mea corago, qae
sois o meu loavor e a miaba vida, pondo de
< parle tedas as boas obras de minha mal, pelas
quaes alegre vos don gragas, agora vos sopplico
c o perdi de seas peccados, envime pelo remedio
i das vossas cbagas, qoe esteve pendente na Cruz,
c e, sentado vossa mo direita, vos roga por nos.
Sei que minha mi nsou de misericordia, e qae
' de corago perdoon as dividas aos seus devedo-
< res : perdoai-lbe tambem vos a ella, se algnmas
contrahlo para comvosco, depols do lavatorio do
c Baptismo. Perdoai-lbe, Senhor, perdoal-lbe, e
nao eotreiscom ella em juizo. A vossa miseri-
cordla se remonta sobre a vossa jostlga, por qoe
i as vossas palavras sao verdadeiras, e prometies-
< les misericordia aos qoe fossem misericordiosos.
< Vos Ibes destes o poderam-no ser, que teodes pie-
dade d'aquelle com qoem vos compras ter pie-
i dade ; e praticais misericordia com qaem qoerets
c ter misericordia (conf. de S. Ag )
Ainda davidar o Christao Velho, qae Santo
Agostioho adraitiisse como dogma de f caiholica a
existencia do Porgatorio T Nao; qoer-me parecer,
qae, a vista desta exuberante testemunho em fa-
vor de crenca to salutar, o ChrtstSo Velho expel-
lira todas as davidas, on erros em qae labor, nao
s a respeito deste pomo capital, como a respeito
de outros maitos sobra qoe commette as mais de-
ploraveis aberragSas I Oespreze o Christo Velho
os applaasos dos insensatos. Lembre-se, e tenha
dianle dos olhos estas palavras de Sneca: Quai.ii
demencia nao a daqaelle, qne se deslumhra com
os applauso; de ama chusma de ignorantes T
Quinta dementia ejns fst, quem clamores xmperx-
torum hilaran exaudttorto dlmilittunt f
(Continuar se ha.]
FublicacOes a pedido
.-
Festa do Monteiro.
Despontoa emfim, ebeio de gallas ess 16 de fe-
vereiro, almejado de muitos coragSes, visando ca-
da nm suas aspirarles e desejos.
Comegoa e terminou muito bem, sempre festeja-
do e saodado ; e sera' memeravel para esta peque-
a localidade e tambem para muitas pessoas, qae
aqui vieram pro-erar as expaogdes d'alma, qne
os gosos puros sempre despertara.
Acordou a nalureza ao estroodode ama salva da
bombas, annnnciando aos arrabaldes vizinbos e ao
proprio Recita, baver ebegado esse da de consa-
grago e bomenagem, tributadas a Virgem da Coo-
ceigo.
Foi briihante e solemne a festa, e vio-se ah, iaj-
mioentemente respeltado o sentmento de devocao
que muitcs coracoes ainda venerara.
A paJayra do Senhor foi tradazida en Uogaa


m***mm
T"""
mmmmm


__
i

Mario le PemMftbnM Si c vi a letra ll<< Fererelra e 8C8.
rfH
tem eloaseoie e estiro rmpatte por aro oVaso t>a-1 Alea disso ellas ol eafraquecMl % torga
seroso, ja liawtoado a tnampta dasinteressados tunl, co3lo acontece om tods produ'ido eapre, eoovlccio n esplrnos
os coracEhs o fortjlecimeato da seullmeDto reli-
gioso. ,
Sao sempre agradareis as testas rstlgrosas cele
bridas nos airabatdes da bella eapital do Rscite,
mas oaabama temos fisto te_erBttmente con-
corrida e apparatosa. _....
iotelligeote dispostco dos elementos neeessanos
boa ordem do sorteo e a ais trela obser-
-sacia dw devares occorrestes a iquelles que se
regara de miss*-s lio delicadas, fazem a boo
..______^j a* moimusan artmi-
Fica vedado o transito peta referida roa Dlrelta,
gantes mineral > wem tO poeco < am a dia^jk, as quaes deverao segoir pela travess* de
mais leveddrOB Bausea, dorante a'tOa ope- S. J *0 i ssbir na roa Augusta, o desta pelas rnas
racSo fanectonal epor taso mesmose tor- aw Martelos e HorUs a safcr no paleo do Carmo
naTii.aprociaveis para* mulbere*. cranos iS'^TJ.". CtaS-Sl d G,nM **"
e bomens idoSOS. Conforme.O offleial servindo de secretarlo, Jos
Isto ora a-*sampto de vas'a importancia, xwr Faustino Ramos.
sk '"see;
ra
"correram as novenas magnficamente, dirigida a
orchestra pato Sr.Cots* lho, que nc merece elo-
gia somente quaoto so dtsempenbo de soa la-
OSr.Colas distwgulose como autor eexecutor,
merewndojanlcuaies alltnQSas, por sua educa-
rio e trato.
D icis barmooias enchiaro os espieos da peque-
a capella, costosamente decorada, e urna felii
edmutoacao dss voies f> escs e melodiosas de lo-
greo enesnledoras, elevava os espirito e entbu-
siasmavam os corac5es.
No meia eas torrentes de entbDS'asmo, real-
cm essa "Vil clara, extensa e maravnnosa da jo-
ven filtra do llim. Sr. Jorge Vctor Ferreira Lopes.
A este talento arlbteo, excepciorat, _r.reumos o
devide preilo de verdadelra admiraco. Ni con-
templaco do bello 003 agradavtl significar rae
estas eipress5es de alto apreco ; porque terooi de-
ocao pir toda a cultura de Inteligencia qualqser
ana seia a sua forma.
fiem tradundos foram em harmonas os versos
asese eotoavam em louvor da Virgen Mi de
Dos : essas palavras myticas, mavlosos harpej 8
de orna lyra imleota, f*zeodo bonra a coocepcao
felicisima dessa inteligencia, reconbecidameute
superior.
Durante as novenas boave fogo de artllelo nos
intervalos de lindsimas pe$as de msica marcial,
sendo que o que rdea oo da da (esta excedeu
em muito a ei peda ti va.
Em lodo boave oroiadade e foi nmdia encan
lado o 46 de fevereiro. Para uos e comeeo de lira
poema e para ontros a reallsacao de senhos, cojos
ldaes se personificaran! emflm.
O praaer e alegra, s congiatulacSes jubilosas
tappiausos geraes,eustiluem provasda plena sa-
tiffacao de toios.
JMonteiro, 20 de fevereiro de 18GS.
4ag devotas que bao de festejar a
1 i Ingresa Yugen Seahura da Con-
cei^ao erecta aa capella do Mnulsi-
teirtseeaiino det89.
Juia por eleicao.
A Iilma. e-Exroa. Sra D. Clecina, esposi i} Sr.
Anluoio de Sljara Rolin.
Jui por eleicao.
O llim. Sr. Albino Jos da Silva.
Juia por devego.
A Illma.i Eima. Sra. D. Mana, esposa do Sr. Ka
noel Saruns Fiuza.
Juli por devoco.
O lllm.'Sr. Dr. Bento Jo> da Costa Jooior.
Joiras protectores.
As Imas. e Exroas. Sras. :
D. Mana, esposa do llim. Sr. Antonio Jof Rodrt
gnes de soma.
D, Enaila, esposa da llim. Sr. Francisco Iguaeso
Ploio.
D. Pampolioa, esposa dom.Sr. Jcrge Viclor Fer-
ra?Lope?. .
D. lulia, esposa do lllm.'Sr. Dr. Birtholomeo I. de
Souta e Silva.
B. aria, filha do llim. Sr. Francisco Marinho de
Alboqaerque Mello.
D.tfeli.Una, esposa do IHm. Sr. Sebastio Antonio
do Reg Barros.
D. Sopnu espjsi de llim. Sr. BernarJino de Senoa
Poaiual.
B. C'-rooiioa, esposa do llim. Sr. Francisco Mame-
de do Alm>-id3.
B. Rosa, esposa do Illa. Sr. Joaquim da Cosa Ui-
toeiro,
D. Candida, esposa do llim. Sr. Jos Rodrigaes de
Sonta.
B. Mari, esposa do llim. Sr. Joao Caetaoo de
Abren.
B.&aria, esposa do IHm. Sr. Antonio Jos Gomes
do Crrelo.
Juires protectores.
Os Ilims. Srs. :
Jos d Aqolno Fonseca.
Br. Jjao Jo^ Pmto Jacior.
Baro da Soledade.
Jos Camello do Reg Barros.
Isidoro Bastos de Oiiveh'a.
fiennqoe Barle.
Saljrn S-rafi u da Silva.
Luu tioncalves da Silva.
Dr. Jos B-irnardo alvo Alcofnrado Junio?.
Joaqaim Mrunboda GraiCoritia.
Antooio LH7. dos Santos.
Antonio Jos Vielra de Soota.
feocrlva por eleicao.
A Eama. e Exm. Sra. D. Auna, esposa dolila. Sr.
Manoel Jo.- Carneiro.
Escrivo por eleigo.
O llim. SrTlos Joaquim Pereir. _
Escnva por devogo,
A Illma. e Bima. Sra. D. Mana, esposa Sr. Aotouiu da Rocba Accioiy Los.
Escrivo por devocao.
O llim. Sr. Genuino JosTavares.
Tbesooreiro.
O IHm. Sr. Goocalo J,is AtTonso.
Procorador geral.
Illm.-8c. Joaquim de Albuquerque Melle.
Procuradores.
Bs TIIbu. Srs. :
Caciliano rtodrigu"' dos Pasco?.
Nicolao Machado Freir.
Miguel J.is da Mntta.
Manoel de S.uza Gilvo
Antonio Rodrigoes de Souta.
Antonio A^boqoerque Meo.
Saserlano Bandeira.
Angosto F-rrelra Jonior.
Manoel da Cota hibeiro.
Jos Francisco de Almeida Qaeiror. Fonseca.
Mordomos e mordomas.
Todos os frecuentadores do Monteiro.
Mooieirn, 16 de fevereiro de i8i8.
{Assigoado)Fr. Lodgero do Sanllsstmo Noae
de Mara, coadjutor pi-paroebo.
O SANGE.
Todos abena qne urna das necessidades
atis ioaperi. sas da vida conservar o sangue
limpo e puro.
E' taaibem gerslmenie admitUdo qne
graBde s un roa dos males que atacam o bo-
aem provm do estado doentio do sangue.
en este grande pbulo da vi Ja boaiana est
iraco e recusa prebencher as suas fuacf&es
naturaes, oo est ebeio de corrapcSo e so-
krecarreKado de homores e vicios que moitas
yezes rebeotaa na pello em forma de dar-
tros, impiageos, borool&as, nascidas; nao
abasante todos r-econhecerom estes fact->s,
poneos ba que sabem com que facilidade
e p le conservar o saagueseinpre puro e
lapo.
Jffacilirno e est ao alcance de todos.
F simplesmenle preciso tomar o extracto
composto ite saUaparriitia do Dr. Ayer.
Esta aran remedio americano, omr oslo
jiloprimearo chimico do seclo, um tni-
co iccouQparavfl, fortalerendo lodos os r-
elos e expulsando do systema toda a qual-
quer con upvo.
qne todos deven estodar, principiando para
experimentaren, em suas pessoas as grandes
|e incontestaveis virtudes das pilulas assuca-
DEGLABIOOSS.
Ellas v3o mettidas dentro de vidrinhos, e
por isso. conservam-se perfeitamenle em
todos os limas,
Em todas as enfermidades aggravadas ou
provenientes de utn estado impuro do s.n-
gue, a salsaparrilba de Bristul, deve ser
tomada conjunctamente com as pilulas.
Vende-se as pbarmacias de A. Caors
Barbosa &C, J. daC. Bravo &C, M. A
Barbosa, P. Maurer C. e Bartbolomeu
& C.
Prottctoca das familias
Assucuieo brasileira
Segura mu no sovre i vida
Approvada por decreto do gjverno
imperial de (9 de junho de 1864.
Gerida pelo Banca Rural e Hypotbecarto do
Rio ce Janeiro.
'C-rmraissao Oscal.
Veador, 3 js Joajana de Lima e Silva Sobrlnho.
Commeodador, Jerooymo Jus de Mesqnila
lem, Boaveotora Gimcalves R que.
Mem, Goilberme Pinto d Magalbaes.
Esta ai-socrac Ocouu o anno de 18o" com 2vot
sobsrriptores, com um capital snbscipto de res
4,369:986'iB47 ', e cf.nverleu em apolioes da divida
CliOdlo Jos Tbeodoro..............
Francisca Marta Carolina............
F-llciiw> Prtw de Jos............
Mara Benviada Cavalcariti..........
oimltna Llbercina dos Res.........
Dr. Joao de Barres Falco de Albu-
quernae Maranhio...............
Aona Mara da Cunceico.........
Miquillos Sebastiana de Albaqaerqae
921330
K7A330
2305000
39*600
48*000
183X333
32*000
33*332
=
CQNIPANHIA PERNAMBUC&NA
GOaPANHIA PERNAMBCANA
D da 4 de marco em d ante, paga-ee no 41-
cnptorio da companbia aos Srs. accionistas
dividendo a razao de 10* por aecao.
Consolado provincial
Pela mesa do consolado provincial se fax publi-
co quj no dia 22 do corrente mee linda-se o praio
marcado para a cobranca a boca do eofre dos Im-
posls annunciadjs por edita! desta reparti(o de
13 do mei flndo, perleot-entes ao exerciclo cor-
rete de 1867 a 63, e qne licam sogeitos a multa
de 6 *i. todos os impostes qne forem pagos depois
desse da.
Mesa do cjnsu'sdo provincial 6 de fevereiro de
1868.
Francisco Amintflas de Carvalho Moura.
Santa Uasa da Misericordia
do Recife.
ublica ao jofo de 6 por clIo rrs 1,162:000*000
,s l'essoas quequizerem iosertver-se na asocia-
cae, sao convidadas a dirigir-se pessoalmeote, ou
por escript, ou por intermedio de quem quer que
eja, qoe se aprsente auturisado ta agenda da di-
ta associao roa do Livramento n. 19 1* andar, a
t/atarcoro oSr. N. F. de Vidal, que dar' o reg-
lamento da mesma e todas as explicaseis de qee
carece rcm.
Pela secretaria da S.-nta Casa da Misericordia
do Recife se convida de ordem da Iilma. Junta ad-
mini-traiiva a todos os propnetarios de predios a
rna da Rod, edieados em terrena foreiro ou-
ti'ora a' Francisco Lins Paes Brrelo e boje a
mesma Santa Casa pir doacaj que Ibe Giera, para
A'ugueis de eatai i Ohuda.
Severioa Mara de Jess.............
Arcbaojela Mara dos Aojos........
Manoel Jos do Nascimeolo........
Mara Joaquina Ceiar de Mello....
Antonio Nones de Millo..........
J. s Mana Marqoes..............
> 3* jostioo LuU J) de Franca.......
Jos Pereira da Silva.......,.....
Antonio Francico Guimares......
Francisco Pedro Celestino.........
Constan;* Maria do Nascimtnto-...
Aotooia Feleciana................
Ztcanas Gu^des..................
Fl -rencio Js da C-oceigao.......
Jos Urbano Pacheco de'M'llo.....
Manoel Vicente de Moraes JunlGr...-
Genoveva Justina da ConceicAo....
Joaquim Francisco de Panla.......
Aot' nio d.i Cuoha Leal............
Ru9o da Silva Ramos............
Francisco Lui Viraes............
Patrimonio dos orphaos.
Alugoel de casas.
Mara Antonia da Aononciajo....
J>sopba Mara The.:-t na..........
Franc*|inoEleuttrio Ferreira Cbaves
Mai.oe-1 Cyriaco do Nascimeolo.....
Jos (ijocaives do Santos.........
Manoel Maria Caldas Brandao.....
Joan Bernardo do R'go Valeoea....
MaDO'-l Paolino Cesar Loureiro.
Si.
DB
Navegaeo costeira por vapor,
Goianna.
O vaoor Parakgba, eomroan-
dante Mello, segoira* para o por-
to cima no dia 21 do corrente as
9 horas da noite. Recebe carga,
w eneommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, no escriptorio do Forte do Matos
a._____________________
COMPAHIA PERNAMBCANA
DI
Navegacio cosleira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Pirapama, c mman-
dante Torres, seguir' para os
portos fcirr.&oo da 29 do cor-
rente as 5 boras da tarde. Recebe
carga at o dia 58. encommeodas,
43C0 passageiros e dinheiro a frete at o da da sahida
9*000 as 2 horas da tarde, no escriptorio do Forte do
52*WO Mat>s o. 1.
DB
Navegaco costeira per vapor.
Rio Formoso.
O vapor aJiiiaiaBj/uope,
commaodacte Costa, se-
guir' para o porto ci-
ma no dia 21 do corP ote
LOJA
DB
ItEI 12^000
6K*'HJ0
77*000
(30*000
90* 00
63*666
6l*86i
68*000
111*000
4U638
8*000
34*000;
24J466
16051100
5083i
80*000
51*083
166J6C4
754000
i:("o4o5
1V74300
368*150
499*070
n
Vctor Grandin
Roa da fadeia do Recife N. 40
O proprietarlo deate esta beleci-
m da eipnsico universal da Paria
ni aono de 1835, lem ei pato a
venda seitmenlo de reiogios para.aigi-
belra como sejam : e ooro e
praia, sendo dos melbores fabrieantei, da pa tes icgleies, sossos e orisontaeg. Tamben lem
orna grande quantidade de relogios para parede,
e que batem boras, ditos para t rubarcacSes e para
cima de mes, todos estes reltglos sio des mais
bonilos model O roesmo eoncerta relogios de
todas as qualidvdes existentes, assim como lam-
1) m concerta chronometros de algibeira e marti-
mos : recebe serrpre por toios os vapore,8, om
completo sortimento de correles trancelins,
sendo ludo de ooro de iel e de modelos os mais
modernos, aspira como diversos olelos de bijou-
;lerla djsmais bonitos e moderns gostos.
Feitorl de cereja do Dr
Ayer.
PARA molestia do peito.
PaRA inflammaco da garganta.
1
Florencio Jos Mana da Suva.....
1594000
qne no praio de 30 das venbam pagar os foros Siensalidade de educandos no Coltegio dos Oreaos.
que se acharo a devor de ditos terrenos, sob peaa
de se proceder a tal cobrare,* judicial nenie.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia 4o Re-
cife. 14 de fevereiro de 18(38.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sorna.
nueiro a frete no e&cripiorio
n I.
as 8 horas da manbaa. PARA tosse e deduxo.
SSioSSidrS: PARA angina, cronp, coqueluche.
GMMEECO.

PRAGA DO RECIFE 26 DE FEVEREIRO
DE 1868.
As3X twras da tarde.
(Boje)
'Assucar mascavado purgado americano 3*500
Algodo dePernambucof sorte! 1*000 ell*i90
a airoba.
Algodo da Parahyba sorteII*50 e 11*703 a
arroba po Altodno de Macelo sorle-12*000 por arroba
posto a bordo (honiem).
M'ino em $aecas-4** < o sacce (taonlem).
Cambios sobre Londres 90 d/vld., 16X e
i65/a d. p' * C3muio sobre K^mburgo- Jjv 14030 tr/b.,
(nonlemi.
os de Aqoino Fonseca
Presidente.
Francisco Mamede de Almeida
Secretario
ENGLISH BANK
Of Kio de Janeiro Limited
Descoma letras da praca laxa a con-
vencionar.
Recebe dinbeiro em conta corrente e a
praso lixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
prinoii'acs de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imute cartas de crdito,
para os meslos lugares.
Largo do Pelourinbo o. 7,
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1 a 19........ 300:788*190
Wem do dia 29............... 24:83i*73
325:626*923
Movlmento da alfandega.
Voinmes entrados om fatendass..
> com gneros....
Voinmes sabidos com razendas...
com eneros....
119
243
-------3J2
IS
5M
------t8
la pi'alu asgiearadas d Bristol.
Menhu ti remedio calbartico para o oso
ates druidas tem merecido on recebido os
Descarregam hnii- Ji de feverf iro
Vapor lngleiCArj(ioWemercaduras.
Barca franceza Pretmteal merradorias.
Bf igue sueeo Ficforjacaonos e carvao.
Bngue inglezTilinta -b-C'lbao.
Polaca be-paabolaPttsiitKUvioltos.
Patacho bespaobol/ndw-charque.
RECEBEDOR1A l'E HEISUAS iNTtRNAS
GFRAES
ndimeoto do dia t a 19.......... 29:5I9*6?5
dem do da 20____............. :ifi4689
3:7S0f3ll
CONSULADO PROVINCIAL
r\ecdimeoto do dia 1 a 19....... 106:927*j2
dem do dia 20................. 7:660*497
114:588*039
MGYIMENTG UO POETO
Navios mirados no dia 20
Soynna8 boras, vapor brasilairo Parahyba, de
104 (enriadas, commandsote Mello, equipagem
20. carga assocar; a'cumpanbia peroambncaoa.
Rio de J'oalro23 das, brigoe logiez Amice. e
piti J. Smiford, pqnipagem 9, em lastro ; a'
fnomaz J.-ff-rif> C.
Ceara13 das, ttiaie brasileirn Joven Arthtr, de
49 toneladas, eapito Jollo G >ia Silva, quipa
gim 8, carga arroz e Bulbo; a' Antonio Luiz de
O. AleVrdu S C
Terra im va38 mas, brigu Inglez >nnetta, de
ITt tooelaoa-', capnao Aleana e C. Mar-hall.
eqoapagem II, carga 2000 barricas com baea
Ihao -, a' Jubost. a P^ter di C.
Rio de Janeiro 24 oas, barra portogoea Jame
ga, oe 245 toneladas, capitau Juaqulm de O. Cu-
oha, quipappm 17, carga varios gneros; a'
Carvallo & Nogonra.
A'aoio sakiio no memo da,
Cioal-Paiacno mgiez Ella Catharma, capitao
J^hn Rees, carga assacar.
Sauta Casa de Misericordia
do Recie.
Pela secretarla da Santa Casa da Misericordia do
Recife se convida aos parelas dos menores abaiso
declarados, para qne os venham tirar do cjllegio
dos orpbios, visto ja' terem o? mesmos ompletado
a dado de 14 annas, como disp5e o respectivj re-
gulameotp.
1 J-isrGomes de Menezes.
2 Jiaqom Ignacio da Crui Das.
3 Jesom) Maxiroiano Ferreira dos Santos.
4 Bernardo Jos de Araujo.
5 J<>o Samuel da Costa,
6 Dametrio Nesnr Ma'hado Freir.
Secretaria da S na Casa do Misericordia do
Recife, 14 de fevereiro de 1868.
O escrivSo,
_______________Pedro Rodrigues d Sonaa
Santa (Jasa da Miserioordia
do Recife.
Por ordem da Illma. junta administrativa da
Sania Csi da Misericordia do Recife convido a
todos es stncores em segnida declorados para que
venham pagar as quanlias que se acbam a dever,
s >b pena de se proceder judicialmente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 8 de fevereire de 1868.
O escrivSo,
Pedro RoJriQOeg de Scnza.
Foros do engenho Btmfica.
Joi Flix da Cmara Pimental..... 3:0004000
foros de terrenos e sitios tm Olinda.
Herdciros de Antonio J se Teixeira
de Casiro...................... K^WO
Os mesraos...................... 894889
O* mesmos.................... 65S313
Demetrio de Atevedo Amorlm..... 888*|i'6
O m^smo......................... 155*333
Uerdeiri s de Manoel Amonio Carnei-
ro de Gnvelra.................. 415J500
Herdeiros de Manoel Pinto........ 120*.'57
Viova de Anselmo Jos Ferreira... I?*00
Joda Rocha Pilla............... .^'ol
Joaiulm Pereira Ilamis........... ."95^57
O raesroo........................ 5l357
Felippe Dnane Pereira........... 28*1-57
Herdeiros de Antonio Jos Lopes de
Atboquerqoe.................... 12*793
Manoel Rodrigues Lima............ 71*793
Vlova de Ricardo CbrysoUjmo dos
Rps.......................... 130S883
Theodoro Jos da Silva Laceida.... 116S8II
Ur Vicente Gyrillo Marinhe....... WZ4I
J. Jiaqoim de Lima............. 33*750
Manoel Juao de Lima.............. i2
Francisco das Chagas Salgueiro.... 33*395
J.aqnim Pereira fiamos........... 59*253
Viuva de Antonio da Costa Reg
Mooteiro.......................> 36Oa
A mesma.......................... 21*672
Hoideirosde Jo.- Vital Nuoes...... 9ri45"2
Joaquim Aulonio Rodrigues........ 3*599
Juros de eapitaes.
Antonio Jos Victoriano Borges da
Fo^eca......................... 4:828*44*.
Antonio de Jesos eSsza.......... 29J6I8
Aona Mara do O' e Mello......... 3984333
Manoel Pereira Guimares......... 1:198*965
Beroardlno Jo? Serpa............. 3:226*305
Pereira &Goedes................. 87*6fi6
Corooel J.is Bernardo Salgoeiro.... 6344722
Manoel Joaquim da Fonseca Galvio. 568*222
O mesroo.......................... 15-1*238
Francisco Camello Valcacer....... 7025974
Peli* J,.;daC Sta................ 141*872
Joao Nepnmoceoo Paes de Mendonca I7449-8
Ignacio G'iosalves daLaz..,...... 2i9*566
Jo> oaqaim de Almeida Goedes... 215* 6*
Jo* Paeneeo Vielra............. f 42*91
JoivGonealvps Rodrigos Franca.. 6264424
D. Loiza deSonra................. I74HI
Miguel Alves Lima............... 703*1 6
O mesmo.................... .... 1936ll
Manol Caetano Maia............. 140^470
Herteirn* de Maooel Thomaz Rodri-
gues Campell................. 760*107
Hnrdeiros de Ignacio Paulino da
Cooha....................... 2:77-4625
Faculdade de direito
De ordem do Exm Sr. director faeo poblieo
qne de boje em diaote podera' ter logar e paga-
mento da taxa correspondente as matriculas dos
d!fl>renies asnos desta faculdade, assim como qoe
os matrlcalaudos deverdo juottr a petico qun na
forma dos estatntos tem de dirigir ao mesmoExm.
Sr. director, para oi mo lar admiltir a matricula,
ni s o conhecimeoto de haver pag> a taxa, co-
mo a oertidto de approvacao do aon i anterior se
a matricula nao ss referir ao primeiro anno, por-
que em tal caso serao exhibidas as cerilo5a> de
approvacao dos seto preparatorios e a de idade
provando ser maior de 16 ana s. A assigaatara
das matriculas com?cara' no dia 2 de marco as 9
boras da manba.
Secretarla da Faculdade de Dlreilo do Recife 19
de feereiro de 1868.
O secrelari),
Jos H inorio B-zerra de Menezns.
COMPAMHiA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos porios do sol esperado
at o dia 22 do correte um dos
vapores da companbia, o qual de-
pois da demora do costme se-
guir' para os portos do norte.
Desde ja se recebem passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder coodozir a qual devera
ser embarcada os da da sua ehegada, encommen-
das e diubiroa frete at ao da da soa sahida as
2 boras. Previne-se aosSrs. passageiros que snas
passagens s 9 recebera nesta agencia roa da
Crnz n. 57, primeiro andar, escriptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
PARA 0 PORTO-
Vai sahir na presente semana o brlgue Boa F,
para o resto da carga trata-e com Carvalho & No-
t Forte do Matos PARA aslhma 8 brouchile.
PARA d r de garganta.
PARA tsica pulmonar.
0OMPAM1IA BlUSlLEIRi
DB
abaixo ssicuado, lancador da receoedona. -
de rendas alemas geraes desia provincia, tai B<>eira. na roa do Opolo n. 20
scieote aus proprielanos e locatarios dos predios
na traves-a dos Ezpostos, roa Nova, largo da Ma-
triz, roa do Ctboz e larga do Rosario, que tem de
commnar no du 21 do correot-*, o laogaamento do
impost.) pe-s.al, d-' 3 por ceui >, para o que misier
se fii lerem a mao os reccibos, e contratos de
arrendamento dos msmos predios. E para cons-
tar faz o presente.
R^cbddoria de Pernambaco, 20 de fevereiro
de 1868.
O lancador,
Jos Theoicro de Sena.

_____"
EDITaES.
*or ordem do Iilm. Sr Dr. ebefe de polica,
fago fubi ico qne kt s se depositada nesta reparti-
c'> nma qoanna da dinbeiro, a qu;l foi encomr..-
da em om dos w*nn* a e.-lrada de ferro, e hera
entregue a' pessoa $ae misirar ser sea verdadeiro
deao.
Secretaria da polica de Pernambaco, 19 de fe-
vereiro do 1848.
o seere'sria,
Escardo de Barros F. de Laeerda.
_ A cmara tramcipal eu cidade manda pi
J blicar para c- nhecim-nt dos iDteres-adus a porta
JkWOres q ie teem Sld'i OUtorgadOS pilulas na qo te -pgu, do Dr. cb^fa da pnlicia de 8 d.
aBSDCaradas de Bristol, tanto dOS mdicos corrate, que loe fura remettida enm fflcio d
lOBo dis iloentes I m"'tmn de **a*1 dala, e pela qn^l ren.i| vera, alten
Os 8temunhos' teodentes soa *kytolSXV^.k;$^^Tel
4 1.801 perfrita eXimpQSo de toda a at4a de l" de eroduccio. que, *, utn* vebicolo, qoe par
4#fliOSC3oeslrai'b^eoffeilSva t>dSBJS "f*"''1" l"' j1-1 CiBcoPuotas e snas immed
Me as a,Mridade8 me-Jica. i ^e ,ad*d ,r">il ** refe"d'" Dl
O mi iirande meriio segondo esfas leste- p^ da c.m.r. munu-ioai do r.pJ,,, eo > ]ilZl r;rXM"" .
^has, ctmsiste em qu*, ellas nao s lia- *>JJ ^/fr':_* W8-Loiij.> p*rrs_Si- R.rder, o. a-.-* j'.*qoVoa Cswl-
csnide Albnou-rquH.............
Joo rt Cii M-od..i>$a............
i"io Frnthco Tav;r.i.............
f iclao toado da Coacelcio.....
te uun8eam o estomago e os intestinos .m*"*',,r* P" Maooel Alves Cavalcanti........... K^i
Mana doO*...................... 3>40'0
Rosa Maria da CooceQo Cos...... 4398><8
Viuva de "Maooel L-ouardo Sodr... fc15988
Padre Joaqmm Cavalcanti de Aiba-
querqu....................... 3r)"i^87.1
Viuvo de Pedro Ivo Redivivo....... 30i3o5
Tratamento de particulares no hospitat Ptdro II.
Maooel LulxCarvaluo............ IMSS'"
Aoolinario...................... .''i9')3
L-vmo papiio do navios Solferino
e Uruguay................... 103*800
J so dn Barios Acri ly *Waoderlel. .J*I36
Herdeims r*oUstinrto Joio Felii.............. ^1*376
D*elina Borges Dioiz........... *3*l6
Witbold Baezejoxl................ 37*500
Mura Francisca Marlbo de AmorMl. ?i*2U2
Manuel lenari>.................. 984/0
TnomazFefr-ira ra Cunha........
Ber.lo de Araujo Pmtieiro___ ..... J7JKK1
J o Valer..-,m. C ,'i,da 4a Amorrss... 23 160
SevBfino J. Flgoeir.............. 33*9 0
Manopl Ferreira da Paixao.......... l*SO
M.ooel de Ronza Tavar............ 18*3M)
4f Herviros do brirade>ro Qa-par da
Menezes V. 4a Dramuood........ IJ*oO
Letras
Antonio Germana Rigaeira Pinto de
Un............."............... 509*095
*%
Aluausis e catas priencentes aos ettabfheimmtos
4e m> idade.
Varia EuMaqoa do Livramenio 011-
veira...........................
f.iiiiarfi Candn Cort' Cabral.....
ruerna Abalea de Jmos..........
Xians>a Rufina do Livrameato....
F-lil J'd P-rrcira............?....
>^i pote Josri Ferreira...............
Jlometeiio J > ils Saotos.........
Anua Joaqsma Laura...............
lana Oljwfia Bta.....
e>uini
43*80
19o*on
19*000
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3fi*-8<
0*o 0
fOftIOOO
R* 00
1 uvto-
I9l*0r
32*833
O cmselbo de compras do arseml de guerra
precisa comprar o se?uiote :
60 aparelhos de limpeza.
60 boleas de sola para os ditos.
8 resmas de papel cartuxiobo.
As pessoas qne quiterem veoder ditos arligos
apresentem suas propostas oa sala do eonselbo as
11 horas do dia 2 do corrente.
C-nselno de compras do arsenal de guerra, SO
rt f-vereiro rlp (868.
Jos Mario Ildefonso Jacome da Vaga Pessoa e Mello
Coronel presidente..
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico)
esta morando no sobrado n. 12 da ra da
Imperaint.
m m mmmmm& wmm m
Aotonio da Silva Mello, durante roa ausen-
cia dena plenos poleres a seu wroo Duarte Bor-
ges < Silva, para (raiar de todos osseus negocios,
e na Niiaoste aos Srs. Manoel Jos OliveiraMello
e Jos Duarte da Silva.
Recife, 13 de fevereiro de 1868. ^^^^_
Paquetes a vapor
E* espersdo dos portos do norte
at o dia 28 de fevereiro o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente Pedro Hyppolilo Daarte,
o qual depuis da demora do cos-
tme seguir' para os portos do sol.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga que o vapor Doder cooduzr a qual devera'
ser embarcada no dia de sua cliegada, encommen-
ds e dinbeiro a frete at o da da sabida as 2
horas. Previne-se aos 5rs. passafjeiros que snas
passagens s se recebem nesta agencia rna da
Cruz n. 57, escriptorio de Aotonio Luiz de Oh vei
ra Azevedo & C. _
s
THEATRO
DE
6
Lmpreza drainrlica*
Giande baile miscarado
Parisiense
Nos dias, Sabbado^ Domtnqo,
Segn >a e Terga.
1* baile tera logar
Sabba O grande salao de Dansa qoe comprehep-
de toda a sala e caxa do Ibeatro, acba-se slida-
mente construido, affiaogando a mais completa se-
Boranca.
S-ra" illomfnado a gioroo o mais esplendida-
mame qne for possfveL
O salu acba-se ricamente ornado com qoadros,
epelhos, vasos com flores, ele etc., sem qoe para
este rim se t-nba poopado despeza alguma.
A banda da musir do 1* batalbo de guarda
n le-, nal desta municipio, sob a direccao de sea
distioclo mestre qoe tem de funecionar nos ex-
plendidos bailes cima mencionados, a qual tocar
como inlrodncco do baile ama peca de harmona
que dar' cora eco ao movimenjo, segaiodo se a Ia
quadrilha denominada.
.A SURPREZA.
A peps qne tem de ser ucadas dorante as 4
Donas dos bailes, sao novas e escolbidas.
Para dar fim ao baile a banda de msica locara
o grande
GALLOPE IBPKRrUL
Com toques de campas, sinos, extrepidos e re-
bombos de trovo.
No sallao haveri orna pessoa perfeitameote ha-
bilitad para formar os pares e dirigir as quadri-
Ibas, siim de evitar confuides.
A entrada e sabida para os mascaras e espec-
tadores pela porta da frente do tbealro.
O esr.ripio l para venda dos bneles a direl-
ta do ediScio onde estara* iluminado.
As pessoas qoe se qaizerem prevenir de cama-
rote podem mandar soas encommeodas do es-
criptorio do tbeatro.
PREC03.
Camarotes de l ordem, com 8 entradas 10*flf0
Otas de 3' dita, cem 4 ditas........... B0''0
Entradas.............................. 2^0
Seaboras mascaradas, gratis.
AVISOS M1EITIM0S
SOCIET GENRALE
n
Transports maritimes a vapeur
PAfUEBOTS FRANCAIS
Ata o dia 14 no corrto1 espera se do sol o va-
por (rancez BourgoffU, c-immaadaotd Rooage, a
mal depuis da demora do eosiorae seguir' para
6-Boa por S. Vicente, Santa Cros da Tenerife,
Gihriur .Marselba.
Para oondioSes fretes a passagens aU-se aa
agencia roa da Cruz o. 55.
Para o Porto.
Segu om poneos dias a barca portogueza Novo
Silencio por ter a maior part de sua carga promp-
ta, para o restante e passageiros, para o qoe olla-
rece excellentes coromodos, traia-se rom Oliveira'
Fiihos & C, no largo do Corpo Santo n. 19, oo
cod o capitao na Praca do Commercio.
Para~ailha de S. Miguel
segu com muita brevldade a escuna porlugueza
Oliveira, para o resto da carga e passageiros, para
o que tera excelleote comroodos, trata-se com Can
didoAflboso Moreira, rui do Apollo o. 22________
Para Lisboa
Vai salilr cm pooers di's a barca portogoeza
JVoro Jfartanna, por ter grande parte da sua car-
ga prompia, par o restante e passageiros traase
com Oliveira Fiihos A C, largo do Corpo Santo n.
19 ou com o capitao na praga do commercio.
Porto
Para o referido porto pretende sahir com a pm
slvel brevdade o patacho portogaet Garihaldi, re
cebe carca a frele : a tratar com David Ferreira
Baltar, ra do Brom o. 66, oo a bordo com o ca-
pillo__________ _____________
Eio de Janeiro
Para o Bio de Jaoeiro pretende sahir com a m-
xima brevdade possivel a barca nacional Joven
Palmeira : para carga trata se cora os consignata-
rios Marques, Harros & C, no largo do Corpo-
Santo n. 6, 2* andar. ______ _
Para
Segu ero noncos das o palbabole Joven Arlhur,
tem qu3sl lodo o earregameoto eDgajado, para o
resto que Ihe falta traia-se com os coosignatanos
Amonio Loiz d- Oliveira Azevodo & C: ra da
Crus n. 57 primeiro andar.
IEIL-QES.
GOMPANHIA PERNAMBCANA
liBlliAO
Da taberna sita a roa do Livramenio
Dnmero 9
O aa*nle Pontnal, ventera' em leilao por man
dado do llim. Sr. Dr. uz especial d commercio,
a taberna sita a' ra do Livramenlo n. 39, deoo
mioadoObservador do Commercio.
Mil
Na mesma taberna sera' eflectaado o leilo as
11 hora?._____________________________
3_^2_k2^iL5
De om eavallo pan sella gordo e tendo to-
ds os andares
Sabbad 22 do corrente
no largo do Corpo Saoto. as 11 horas, por nter-
vencao do agv-cte Cordelro Sio>8es.
LE AO
De dividas do exootlo de Luir Aotoni Aones Ja-
come, na importancia de 20:4314422, sendo a
quantia de S.02t*25f em doas art5-s propos-
tan aos telendos Onedires pendendu ama da
decisao do sop'cmn inbhnal da justica.
Cordei ro S'mo>s
por mandado do IHm. Sr. Dr. jmz de orphSos fa-
r leilo dae dividas cima meneioaadas venen
eeotes ao espolio d-* Loiz Antonio Anaes Jaeome,
coja relacao esta' a* poder du dito agente a ca
me tendo logar o Inlan no dra
Sahbado 22 do correle
as 11 boras em vqdi no I rg do Corpo Santo a
porta do predio qo foi A'oeia(o Commercial.
AVISOS DIVERSOS."
DB
I ao, S de fevereiro da 1888.
Navcgago costeira por vapor, j
P.irtos do sol at Pinedo.
Ovaid' Votenoi, eemmaB-
danie Perrlr, stgoe para os
pprtns du sni de soa escala!
al Penedu oo da 28 do cor-
rcniepelas 6 hora* da larde.j
VMtm ^Bsta^smaWfm R^cehe carga al l_l :'
lB?*Hf'''aasir., encommenrias ediobi-lro a frete at!
SP*"!(0, as ibaras da tarde do da da eahiJa : escriilorlo]
71*1301 no Foria do Matos o. t. '
CURSO NOTU8NO
DE
L1NGA FRANCEZA
para as pess>as do c nm^rcio, que dese-
jam fallar e escrev^r erta lingaa :
futo roa
dfoa Soarra oe Amvtso
das 8 as 9 hars ta noite
Dirigir-se a ra Bella o. 37.
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Sfe c
ur. G. A. Rapu>o os Caara (med-
n) ina ar.f 111 o seu escriptorio na ra da
Cadeia n. 551* andar, onde pode ser
procurado das 9 boras da manMa a's 3
rta lanif.
%%%.
Precisa-se de urna ama para casa de ponca fa-
milia : na roa da Cadea n. 21.
Precisase de um caixeiro de 12 a 14 anoos,
qne tenha bstanle pralica de molbados e d fiador
a saa conducta : na ra do ftangel a. 73. ____
Off-rece se orna raulber para sndsr aon
meninos ou rosinhar para uma oo dnas pessoas;
a' tratar na roa nova de S. Rita n. 17.
i, ^ _______
Attenco
Precisa-se arrendar nm sitio as segaintes en-
tradas : Joao d Parrn, Joao Fernandos Vier,
Mangoioho, Soledade, Caminho Novo e Etaoci ;
a tratar na ra do Trapich n. 18.
Da-so a premio 1.000* cora hyootbeca em
bem de raiz nn'ta cidade; na roa Nova, Joj do
[errados o. 31. ____________
Precisase de nma ama para eogommar; a
tratar ua rna N 'va n. ?i, 3 andar.
mm^m mmmm mm
lollfgiode s. r* Hl O bacbarel ianoel Barbosa de Araujo
^5 avisa ao publico em eml e sos pai-s de
ES seos alumnos em particular, qne modoo
2 soa residencia para a ra do Hospicio,
sobrado n 29 e que de boje em diante
tomara' o seu rolieglo a deaomioa(3o de
S. Pedro. Outro sim, scieoliOca a seus
alumnos la' t> interuos, como externos
iiue, do Om 7 oo correlo me em diante,
c.n'>ivr;,m a funecionar todas as aolai
do referirla p-iabeleelmeoto sob a direc-
eo d ts mesmos profeKores.
W
n
m
^7*
'
Alosase orna famosa escrava para frrico
interno de casa de familia : na roa do Imperador
o. SO.____________________________________
Aloga-se a' familia, o 3* andar da rna eslrei-
ta do Resano o. 32; e grande e fresco. Na Ineses-
raa das loteras.
"^"Precisase de orna ama de lelte qne nio H-
nna Gibo; na ra Ausssta a. 24.
Precisa se a'ngar nm preto, na roa do Raa-
gel o. 9, dando se Ihe 23* mensaes.
Precisa se fallar com o Sr. Miguel Joaqoim
da Costa, negoeio de importtusia, como ignora-
se sus residencia, pede-se o favor de esegar a esta
ijrpogrsphia. ______
"~0"Sr7jos Goncalves de A'onqoerqae, lBl
om caria oo esenotorie des te Otario.__________
Prerina-se de orna m qaa'*'* raF
hem, e qoe sa ba servir me, preferlndo *e
locoeza : qonm etier oestes casos d:
raa estreita do Rosario o. 14 issst
. *
a-w A
I
iannel Power Janstn Lmp.mks*
Rna da .Senzala Not* d, 42.
aobhcia DA
Fnndif*oae LW Hoor.
Macbinas a ?apordo 4 e 6 e~llos,
Moodas e meias moendat para eagenhc;
relias de ferro coado 8 batido pul eagi-
obo,
Arreos dr> carro para um e doos cavallci.
^elogios e onro patente ingles.
4rados americanos.
Mai-binaspara deftearocar algodo.
Motores para ditos.
Ilacli_ia8 de costara.
ti
mavE 1


_
Urf 4 Pmiatae* **Xi* felra ti 4 Pe ve rer .$.
i* '
A Salsaparilha
X>E AYER.
Xtora a
ou radical de
Eicrofta, tierna, chagu,fer.
IdM TClkM, nuUttiu ypltfi.
ItkM, aeroBriM, Enfcrai-
dad* dM alheres, como i*-
t*?*. anutro dWorow, ulcr-
?*< i* nwm, ftm brancas.
A ITroralgia, CoavuWaf, Eri-
sipelas, Snfermidade* Cutnea,
borbnlhat, nawidas, ete.
wpo.o de salsapabilha, coniecdon- ""IeUis, febres intermitentes, renitente
lo Dr. AYF.Ii, c uma comblnaeo doa mclhorej depura- I kI0SI, febre p6rDC0S* DlammatOri.
W* e alterantes eonUccMoi 4 medicina; compesto mgonda tOliaS tpnio
* W. .deneto, appr^.lo o recoltad polo, pri^eiros
"oadasBatadoj Unido?, qne possive! produzir, da ioteligeocia'e'
dericia medica dos nossos tempos.
REMEDIO DE AYR PARA SEZOES
IMIitI laa feores irerniteataa, reitelw,
febret belitsat e terfas, mi do fijado,
incriaeit do b ce, eegneira. Ber not
vidos e ptiailaces, qnanle sao
cansad pelas
FEBMS WriRIlTIPTES, 00 MWITENTES
As preparacoes de Dr. Ateb s5o Tendidas
em todas as Boticas e Drogaras do im-
perio.
SEZOES
Trocam se
edas exas Hites-
I na praca da tarta.
. America do Sul, do Mxico,
as Indias e doa prioclpaes Estados da Europa.
A SAiSAPAEILHA de AYBK especialmente effleai na
cora das malcsths que ton sua orlgcm na escrfula, na
Infcoeto venrea, no usa owessivo do mercurio ou em qualquer
Impureza do Singue. r
Entre todas na meleslias que afllgcm o genero tamao, nao
ha uma mala universal e terrlvel do que a escrfula; por A
ao ta destructiva, porem n causa principal de multas en
fmnidadea qoe nao lho siio geralmentc nttrlbaidns.
urna causa direeta da tutea pimonar de mal tu
Vado, e estomago, affeerScs do eerebr, lilicumatlsmo
e affeefles dos Slus : entre seos symptomoa lia os segulntee ;
Falta de apetito, Fraqucz.i o maleza em todo corpo; Mi
coelro da boca, aemblanlc plido e laehado, as rezts d'uma
alrura transparente, outras vezes corado e amarclla ao redor
4a boca; Dlgesto fraca e apetito irregalar; Vaatrc hicliada
e evacuaco Irregular; Qanndo ntnca os pulmeei uma oflr
azulada mostrse a roda dos ollios, qanndo no estomago
lio avermelha dos, Kas pessoa de dlsposlciio escrofulosa
apporeeaea ftequentemente eruprfiet na pelle da cabeea e outras
sna origem na mesma causa e
produzindo os mesmos effeitos, porm em
grao difireme de intensidade, necessitam
do mesmo iratamento.
A cansa acba-se dos efluvios contagiosos
que se desprenden) da vegetacSo podre
dos pantanos e das aguas encharcadas. E'
' j um veneno subtilissimo e insidioso que se
'absorve pelos pulmoes e penetra no san-
gne, desorte que a molestia as vezes acumu-
as olas do banco do Brasil
om descont a
90Bd_onia a. 12.
boro eopeiro e bo-
llelro, preferlodo-se que teja eMrangeiro, a traur
Da roa doa Torres t, andar.
A
a-se por muito lempo no systema antes de
fazer sentir-se.
Eete veneno effluvial, que o sangue rece-
be pelos pulmoes, opera as sesOes da ma-
neira seguinte: sua intensa rritaco no sys-
tema faz encerrar todo o sangue no corpo
excretados internos, o figado,
. os
p^esdocorpo;saoPrcdi>p4tasaiof S'?r,l03nr8O'dg?UVO,,eU,rinOS- I'ortroto'PUlm5eS,alffnnHnnn,. n ,Jn. LE
nao sao iomente aquellos que padeeem dos forman ulccrottu
-alguns dos qu^es ou todos elles
e tuberculosa! dn eseivfula que necessitam de proteecas
contra oa sena estragos; todos aquellos em cojo sangue existe
o Tima latente desie torrlvel nagcllo (e s vezes herediiario),
esto ezpostos taiclm a soltrer das ennrmidadas que elle
causa.
Offcrecerao3 a estas pessons um abrigo sejuro e um anti-
doto eficaz contra esta molestia e suas oonscqueucias, ua
Salsaparilha de Ayer
ejuo opas directamente sobre o sangue, purifleando-o e ex-
pulsando dellc a corrupeo c o veneno da molestia: penetra
odas ai partes o todos o orgos do corpo humano, lWrando-
os da. sua necao viei.ida c iospirando-lliea novo Tigor. E'ura
acrn/e poderosiseimo para u reuoa?ao do sangue, c d ao
corpo J4 enfraqueeido pela doenca forra e energa renovada!
como na da juventodo.
TJJCDEM O UTELUOB ANTI-S7rPHZX.IIICO
cura permanenmente as pelores rmas do SYPITH.IS e aa
ynas consequenci:ui. l'oucn necessidadu lin de informar o do.
lico do lnestimavel valor de um remedio que, como este lvra
o saugne dessa corrupto c arrebata a victimo das garras de
urna morte lenta e iguuminiosa, porm lneritavel se o md
nao e logo combatido com energa.
Nao pretendemos promulgar, acra queremos que se inflra
que este remcuo o infalUel para n cura de todos os pcdccl-
nentos humanos, o quo dizemos c que a ^^
Salsaparilha de Ayer
e mefflorpreprnco ata boje desceberta para estas c ontrns
molestia analoiras, que uma combinn5ao dos alternntea
Bais emeazes couliccldo*, e que temos ooiucienclu de otTerectr
ao publico o mellior resultado que posslvel produzir, da
llige.icia e pericia medica dos nossos tempos.
REMEDIO DE AYER PAEA SEZ0E3
Znfali7ol nns fobres iatermittcntes, remitientes,
Febras Biliosas e teros, mal do Afeado, in-
cremento do bajo, eeguoira. Dor nos
ouvdos e palpitacOes, quando
siio causados pelas
FEBBES IOTEEMITTEIvTES, 0 EEMITTENTES.
As preparacoes de Dr. Ayer eio vendidas em todas tu
Uoticas e Drogaras do Imperio.
\ SALSAPARRILIIA DE AYER
/Para a eara raical de
Escrfulas, ulceras, ciegas, feritlas velhas,
molestias syphilitica?, e mercuriacs, enfer-
midades das inuilieres, como rete-c3o, mens-
tro doloroso, ulcerayao do ulero, e flores
brancas. A nevral^ia, ennvulges, crysi-
pelas, enfermidades cutneas, borbulbas,
nascidas, etc.
O extracto composto de salsaparrilha, con-
fecionado pelo Dr. Ayer, nmi corabina-
Co dos melcores depurativos e alteran-
tes conhecidos i medicina; composto
segundo as luis da sciencia, aiprovado e
receitado pelos primein s mdicos dos Es-
tados-Uaidos, da ArjaericT do Sul, do Mxi-
co, das Indias, e.dos principaes estados da
Europa.
A salsaparrilha de Ayer, especialmente
eficaz tyi cura das o origema escrfula, na infeceo venrea,
no aso ejicessivo do mercurio ou em qual-
qiier impereza do sangue.
Entre todas as molestias que ETligcm
o genero humano, no !a uma rnais univer-
sal e tarrivel do que a escrfula, por si nao
to destruitiva, porem a causa principal
de moitas enormidades que nao Ihe sao ge-
Taimente attribuidas.
ucna causa directa da tsica pulmonar
do mal do figad), e estomoqo, ajfeccdes do
cerebro,rheumatismocaffeccoes dosrins: en-
tre seussympiomashaosscguinies; Falta
de apetite, frajueti e moleza emtodo corpo;
mo chairo da bocea, semb'ant" plido e incha-
do, s rafes d'u na alvura transparente, ou-
tras vezes carado e amareo ao redor da boc-
ea, ; Oigesl) frac e apetite irregular,; ven-
tre ischado e evacuagao irregular; quando
ataca os pulmoes urna or azulada mostra-
se a roda dos o tos, quiiido no eslomapo
siio avermelliados, Njs pessoasde disposico
escrofulosa apparecem frequenterneuteerf//;-
cOcs na pelle da cabega e outras partes do
corpo; >5o predispstas s affccccs dospirf-
mb~BS, do figado, dos rins, e dos org5os di-
gestivo enteriao. Portante, nao sao somen-
te aquellos que padectra das f.irraasM/cero-
sas e .turbercalesas da escrfula que neces-
sitam de protec;ao contra osseus estragos;
'todosaqaelles em cuio sangue existe o virus
latente deate ternvel flagdlo (e s vezes
hereditario) estao expostos lambem a so-
ffrer das enfermidades que elle causa.
Ollerecem'is a estas pessoes um abrigo
-seguro e un antidoto elicaz contra esta
molestia e suas cosequencias, na
Malsaparrlla de Ayer
qne opera directamente sobre o sanyue, pu-
rifican lo-o c expulsando dalle a corrupc5o
e o veneno da molestia: penetra todas as
partes e todos os orgaos do corpo buinano,
livrando-os da sua aeco viciada e inspiran-
d>lnes novo vigor. E' um alterante pode-
rosi-sim'para renovac3o do sangue, e d ao
corpo j eofraquecido pela doenga forca e
energa renovadas como as da juventude.
E' TAMBEM
SABSA PARRILHA de Ayer nao
remedio secreto, por isso pode ser e re-
ceilada por mdicos conscienciosos, que nao
podem receitar remedios, coja composicao
desconbecida.
Fedegoso de ^eruarobnco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominac3o de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sal deste imperio pela de
arista de gallo, o tiaridtum utilissimutn
ou tiartdium clonqa'um de Schjpm, e o he-
liotropiuta curassadium de MarL, perteoce
familia das boragioeas.
O fedegoso considerado, na therapeott-
POR POUCO TEMPO Effl PERNAMBUCO
HOTE UNIVERSO.
Gbegada do Sr. M. A. Sehlosser,
Celebre cirnrgio Cberopcdsta da caM imperial do Brasil, o uieo na Earapa e Has AfnerH, e ein
radicalmfate e em peacos momentos todas as elasses do callos, jaanetes, olhos de
perd!, nnheiros e todas as enfermidades de ps.
Sem cortar! gem cortarr
-:.. ... NMI CAUSAR A MAI3 LEVE DR
taras pessoas ma^ medrosas podem sem o menor recelo, ter confianga nesle methodo lia segaro como iaaDinL^i
- de (4B*&^ ttB nXSK'SerS^ f*f G CaVa!herS d'6Sta ^" *#*
ea pernambucana, como orna das plantas ^ POUCO TEMPO
te, como calmante do systema nervoso, na des as mars competentes, e se fosse bastante fe na aPcoS S rUCn d.-S-US ^^08 90b as au!2".ia-
paralysia, asthma, tosse convulsa ou c^ue-. desU cul capital, os seu^ncanwveis S^^ das exce lentsimas senboras e ea vatros
loche, tosses recente* e antigs, suffbeacoes, de ser ntil aos seus semelhanTs seriam suffieie^m^ ^l'Sm amPUmeQle conapensauos e os seus oesejos
&!!&2*>!.?l ?.ea8er_aL^-L_._ ,0 Sr. Sehlosser tem a satisfago de p6r perante o publico, como uma prova directa da approvacao geral qoe o seu
ima nnmpiMCQ lela t% itAsi*H a.* ----. .__,___ ...
quaes abaixo publica:
s5o amontoaaos do sangue retirado da super-
ficie do corpo eis a causa dd rEtuono nuo.
A febre causada pela reaccSo, quando
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja se soperficie, como n'um outro
esforco violento para expulsar o veneno a-
trasez do outro excretorio chamado pelle ;
to pouco cousegue a natureza neste segun-
do esforco como no primeiro.
Depois segu o desmaio e prostraclo qoe
naturalmente succede s grandes gitages,
e o instincto do nosso organismo o faz aban-
donar a tentativa at que, recobradas as tor-
cas.^ renova no outro dia a luta desesperada.
h evidente, pois, que qualquer remedio
destinado a curar esta molestia, deve des-
truir este veneno no sangue, ou arroja-lo
fra delle. A preparacao que aqui offere-
cemos ao publico, se fr empregada segun-
do as nossas direeges, preenchem estas con-
diges, estimulando os grandes excretorios
internos o figado, o bago, e os rins a
separar do faogue o veneno offensivo e ar-
roj-lo do corpo.
Tena-fe offerecido muitos remedios para
a cura destas molestias, porm ou nao leem
sido bastante efficazes ou leem;prGduzido ef-
feitos prejudiciats saude em geral.
A quina, ainda que seja o grande recurso,
s vezes preduz effeitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicial sade.
Entre os males produzidos por ella se en-
costra diarrha, dores de cabega, conges-
toes cerebraes, vertigens, mal do figado chro-
nico, incremento do bago, zuido nos ouvi-
dos, cegueira, surdez, debrio, somno lethar-.
gico, causa tambern dores rheumatics e
nevralgicas.
0 remedio do Dr. Ayer.
PARA SEZOES
Expulsa o veneno do systema e restitue
a sa !e,
Vendo-e na botica franceza de P. Mau-
rer & C. ra Nova n. 23.
ATTESTADOS BRASILEIROS.
P*-
O Sr. Sehlosser tem
tra todos os soffrimentos das vias respirato-rsystema de corar tem obtido, uma numerosa" HsTa"de"a\te7tados^pess^^^
ras; sendo um excellente linitivo para
aquel'es que padecem de phtisica pulmonar.
Sua efficacia contra o ttano ou espasmo
incoatestavel, e ainguem ha que a desco-
nbeca.
iNiio ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcando-nos por ser til bumanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposigo dos distinctos me*
dicos, e dos doenles desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que sao:
A .15 1 l FIJA
em extracto alcoolico, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas, ta-
rop e vinho.
A JURUBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que perteacem ao reino vegetal
e entram ra classe dos tnicos e desobstru-
entes, sendo empregada com vantat-em con-
De S. A. I. a Sra. D. Isabel.
Attesto que S. A. Imperial a Sra. D. Isabel
ficou muito satisfeita com a extrago dos
callos, feita pelo Sr. Sehlosser.
Palacio Isabel, 28 de Janeiro de 1867.
Dr. Antonio M. Pinheiro,
guarda roupa effectivo e ayo de S. A. I. o
Sr. conde d'Eu.
Do Sr. Baptista C. F. de Almeida
Certifico que o Sr. Sehlosser extrahio-me
nove callos sem dor alguma. Rio, de Ja-
neiro de 186?.
Baptista C. F. de Almeida.
Do Dr. Luiz Fortunato de Brito.
- Attesto que o Sr. Sehlosser extirpou-me
tra as'febres" ntennTie^raw^ dos Ps c'm a mais consommada
j p--agi da lodepeadHAia d. aa, ioa dj
iunves, eompra-se ouro, prala e pedras preaiosas,
i lacubera se bl qualii.ji?r obra de eBcommeoda o
cd > e qualquer concert.
PARA
O rheumatismo
TOME A
K.7aa/iaei(f/ia
ae Gasa mobiliada
Alagase n'uraa d?s priocipae-s roas desta cidade
por 3 a 12 mezes, nru ou dous andares, moito
aeeiado, coro boa mobijli de ^caranda e 1 piano,
e mobilia complea da sala de jamar e quartos: ca
ra da Gadeta-Vetta o. 30 ou na eslreita do Rosa-
rio n. 11 se ter laformacao.
engorgitamento de figado e bago.
Ella tem sido aplicada com inconteslavel
proveito contra a anemia ou cbloroso, hy-
dropesia catarrbo da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruago difflcil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
0 AMiBEVEGETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARROY. De acbdigestao, a-
gradavel ao paladar e ao olphato, elle cura
radicalmente, sem mercurio, todas as affec-
ges da pelle, impigens, alporcas tomores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tas rebeldes ao mercurio e ao iodurcto dp
potassia.
Pos vermfugos para lonsbrlgas.
Preparacao a raais segura para a exculso com-
oleta das Urobrigas o ouiros vermes, sem acarre-
lar os iocinveoienles que se tem dado com outras
;>roparacoes Sao de grande acec vc-roiciva,
Igradaveis ao paladar e compativeis c<;iu loJ s as
idadas e comp!eic5es, variando smente na quau-
tidde.
pericia. Rio, 15 de margo da 1867.
Luiz Fortunato de Brito.
Do Sr. Alvares de Sooza Coutinho.
Cerlifi:o que o Sr. Sehlosser extrahio-me
cinco callos com snmma pericia e sem a
menor dcr. Corle, 19 de novembro de
i 807.
Pedro Alvares de Soez* Coutinho.
^ De S. A. R. o Sr. Duque de Saxe.
S. A. R. o Sr. principe Luiz Augusto de
Saxe Cobourgo e otha, duque de Saxe, por
ficar satisfeito da pericia do Sr. Sehlosser na
exlraccao de callos, que nelle praticou, as-
sim me manda declarar.
Petropolis, 15 de Janeiro de 1868.
Antonio Coalho Fragoso,
capilo-teneate da armada.
i
Do Sr. Dr. J. de Andrade Pinto.
Attesto que o Sr. Sehlosser extrahio-me
alguns calios com perfeita pericia e sem
dr. Rio, 10 de Janeiro de 1867.
J. C. de Andrade Pinto.
Do Sr.^A. Oliveira Moraes.
Certifico que o Sr. Sehlosser me extrahio
sete callos sem eu sentir a mais insignifi-
cante dor. Rio, 9 de fevereiro de 1867.
J. A. de Oliveira Moraes.
Do Sr \iario Hilario Florencio de Ar.iujo.
Certifico que o Sr. Sehlosser extrahio-me
dois callos, e fique muito satisfeito da ope-
rago. Baha e freguezia do Pilar, 23 de
Janeiro de 1868.
O vigano Hilario Florencio de Araujo.
Do Sr. cnsul de Hambargo na Babia.
Herr Sehlosser bal mir die Hubneraogeu
mil grosser Gechicbkeid und oboe Schmer%
heraus geuousmeu.
Bahia 29 januar 1868.
Do Sr. Antonia Mara Teixeira.
Certifico queoSr. Sehlosser extrahio va-
rios callos sem a menor dor e o recomtaen-
do aos que soffrem da musma eofermidade.
Rio, 4 de julbode 1867.
Antonio Maria Teixeira.
Do commendador B. A. Vieira de Mendoea.
Certifico que o Sr. Sehlosser me extraaio
diversos calos, sem me haver feito softrer
a menor dor.
Rio de Janeiro, 7 de Janeiro de 186S.
B. A. Vieira de Mendooca.
Do Sr. John Morgou, consol da S. M. B.
I certify that Dr. Schlos-er extractad from
me several corns in the enost saiisfactory
manner audwilhout the slightest paia oz
inconvenience Bahia 25 january 1868.
John Morgan Ir.
H- B. M. Consulat Bahia.
Criada
Pree--a-se de cms cruda forra oa captiva para
casa de pocca familia, tsae saiba engommar e pa-
ra aodar com gma rianca : a trabar na roa do
H isoicio n. 9 ou da Cadeia do Raufa n. 27.
O MELflOR ANTt SYPUILITICO
CNHECIDU
cura perManeemente as peiores f-irmas de
simphilis e as suas consequencias. Pouca
necessidade ha de informar o publico do
lnestimavel valor de ora remedio que, corno
este, lvra o sangue dessa corrupgo, arre-
bata a victiua das garras, de uma morte len-
ta e ignominiosa, porm inevitavel se o
mal oo logo combatido com energa.-
NSo pretendemos promulgar, nem qnere-
mos que se iolira que este remedio inf.dii-
vel para a cun^^Bjps os padecimentos bu-
manos, o qne abemos que a
nala^parrilti e Ayer
kxwlhor preparacao at boje descorberta
para estas e oulra* molestias anlogas, que
4 uma conbinago dos aunantes mais efi-
cizes conhecidos, e que temos conscieocia
de oflececer ao publico o melhor resltado
B>te nove penortiro de L'>ba, orgao unte os
poderes pblicos de Portugal dos tnteresses porlu-
guezes no Brasil, >ahij no da 30 de jineiro, e
esperado aqui todos os das pelo apor da carreira
de Liverpool, que devia seguir de Lisboa no dia
31 Uj mesmo raei.
Sao seus redactores principaes os tres miaistros
de estado honorarios, os seohores :
Hendes Leal.
Antonio de Serpa.
Jos Silvestre Ribeiro.
Contamais a redaeco os senhores ;
D. G. N'gueira Swres, alto funccionarlo do mi-
nisterio dos negocios cstr ingeiros do P, rtoga!.
J. J. R)dri?ues dj l're.tis, leniede esr.oki poly-
tfchioa do Porto, e rcdc;or em chefe do Commer-
cto do Porto.
J se v a*lmportanci qoe o novo jornal b* de
vir a le*.
Onvidsmos a colonia portogneza a concorrer
com as suas assignatnras para ora peridico que
ha de honrar o Dome poriogoe?.
Costa 1$ fortes por anao. Os portes sxi por
con a da empreza.
Assigna-se na ageBCia da America raa do Cres-
po n. 2, livraria do Sr. JosNugueira de Souza.
Spguro coatra bgo
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da compahbia Fidelirtede, estabelecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predios e
marcadorias, emsou escriptorio roa da Crox no-
mero 57.
Precisa-se de"ma pessda que tenha baFlita-
gSes para receber dividas fra da praga, e que se-
ja entendida do foro, qnerendo lomar coma de al-
gans ttulos de dividas para cobrar ao snl <1e.-u
provincia e Macai : diri|i-sa a tratar com Tasso
Irmos a roa do Amonto o. 33, advertindo que
nao se entrara' em ajuste sem que tenha flanea
idnea. ___________________________
M;*noel Alves Ferreira & C, na ra da Moe-
da n. Si segundo andar, tem para vender moito su
p^rior vlnho verde de Ba^to em barrls de qainto,
eaixas com orna duzia de garrafas de vinho do
Porto superior e barrisinhos com S'oO sardinbas de
espinha multo superior. -*
Preeisa-se alogar
dar : ra Velha n
Atengao.
escravas,
93.
proprias para veo-
MHk
Precisase de orna ama que saiba cosinbar : a
Orat'r na raa da cadeia do Recife o. 22.
-
Aioga-sfl a luja do n. 27 a' roa Velha no so-
brado.
^1^
^Preetoa-se orna ama qoe
Do largo da Alfaodega d.71.
Miba coiinhar:
XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PARA,
ou, '
BEPURATIVO O S.\iUB
USADOS NaS MOLESTIAS DE PELLB, IMPIGENS,
DORES RHEUMATICAS EULCERAS VENREAS
PILUJLAS AXTI PniOE9fCAS
Contra as felires intermitciites, ou ezes
O MULUNGU' tem aego-directa sobre os
centros nervosos, e por isto faz dormir sem
determinar affluencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples que delle
se extrahem, pelo que o somno tranquillo
e reparador, calma a tosse as brenchites,
e modera os accessos de aslhma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
ron
Joaquim d'bneida Pinto.
PHARMACEUTI O Eil PERMAMBUCO.
Ra larga do Rosario N. -10
Junto ao qnarteldc p liria.
oMABiivros m mm.
IIoa o'eeasESo.
Joseph A. A. Van Hille, fabnc;nte bordador de
S. M. o Imperador (Jo Brasil, da capella Imperial
do Rio de Jioeiro, fabricauH dn ornamentos da
igreja do Capitulo patriarcal de Lisboa, ele.,fic.
Cliegando do Ro da Prala e do Rio de taftetro.
e tendo da s'uuir brvement3 para Pernatribocoj
Para' e NewYork, t^m a honra da off-reeer a's
Igrejas o a's ordens religiosas e c nfrarias desta
Brande capital, om icasnifie sortimento da orna-
mentos s?cro, bordados a ouro o prata fina, im-
portantes bandeiras da Santssloa Virgem do Rr-
Eario e d Immaeolada Conccicao, inteiram:-r.te
bordadas a ouro e pita fiaa sonre velludo e da-
masco azul, bera com,) outros n.uitcs ornamentos
'oinpletos, os mais bellos que tm apparecido Da
America, e que "obilveratu os primoiros premios
as grandes exposicoas ae Londres, Paris e Bl-
gica.
Offerece c .m condicSes mai vantajosa?, e granie
facltidade n pagamento.
RA DA CADEIA N. 52, SORRADO.
Na ra do Imperado. 15,
defronte de S. Francisco, vencle-se o seguin-
te: folhinhas de porta e do algbeirn, cirti-
lhas, cartas de a h c, taboadas, cathecismos,
biblias da infancia, manuscriptos, Sitnao de
Nantua, paulas, procuragijes bastantes, ro-
tnlos e eiiquetis para botica, bilbetes para
eaixas da cha, de charutos, licre?, vinhos
e etc., ludo preco mdico.
Coziobeiro
No caos de Santo Amaro- n. 18, casa terrea com
soto, precisa se de um cozutieiro bomem ou nu-
Iher para pouca familia.
Alm dos atteslados cima o Sr. Sehlosser possue mais do 10.000. que esto disposigo do publico no sea gabhete
BWTEIi IJIVITERSO
N, 2.--Eua do Trapiche, salao---K 2.
Consultas das 8 becas da mach3a at s 4 da tarde.
POR POUCO TEMPO EM PERNAMBUCO.
DE

Oaxeire
Na padaria dj ra Direita d. 84, preci om caixf-iro qo fladr a sua conduca.
Kt!gf,nsua:deira
Na roa do Imperador n. 73, 2* andar, preeisa-
se de uma criada para eDgommarem cafada peo-
ra familia.
Qreparada a'fri por Auguste Caora
PAIiMACKUTICO PELA ESCOLA DE PARS E SESSESSOR NESTA ClADE
DE
As!st3des SIs&c e *5. S^Hia
. 22 Roa da Cruz N, 22.
A D
mineral.
Precisase
de nm trabajador forro oo escravo para ora sitio
pertj desta praca : a tratar na ra da Santa CrtH
n. 9.
Advocada,
O bacbarel Ernesto Adolpho de Vasconr
Chaves tem escriptorio na casa de sua residencia
a' roa do Imperador n. 50, Io andar..
Ama
Precisa-se de nma ama para o servlco de ponca
familia ; na ra do Torre* o. 14. 3* an.iar.
Precisa se de nma ama para engommar : na
rna do Trapiche o. 36, 3 andar.
":|PARAF
Molestias syphihticas
TOA.E A ,

Tialarncnlo puramente vegelal sem mercurio, io lo, ouro, nem outro qualquer
Vordndeiro purificador do sangne sem azoge.
Especial para a cura do tods as molestias que tem sua origem na impureza do
sanguc.-como sejam as molestias boubatiras, syphiliticas, escrupulosas, clarlhrosa?, qne
venbam ellas por hero tariedade, quer sejam adqueridas, pelo contacto com pessoas iufecs
Clonadas dos diversos viros que contaminara o sangue e os humores.
i A ca!ro!l:i uia remedio prod:gio?o, usado desde remetas eras pelos indios
do Brasil, e passando seu uso de goraco em geracSo, boje, um dns remedios, mai-
conbecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morpha ou elephaatiases, para cujo curativo os nossos saltanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha muit0 te,nP eQlrou a ciroba nos formularios como prepara? magistral
sob a forma deeleictuario, ainda boje lembrado as pharraacopas com o neme de seu
celebre aotorJo3o Alves Carneiro: nao ella perianto, remedio novo nem desconhecMo,
O ungento ae caroba da mesma sorte preconizado desdo tempos immemo-
naes como o mais apropriado para o cura deje uso oubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregsao com proveito ivo dasbeofcua de rimppplica;o de muiios ouis agentes
therapeuticos energici-s e dpois quotidiano.n
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o mnito distincto pra-
tico e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
de experiencias remetidas, o que diz a fuma das benficas propiedades da caroba no
tratarnenlo dis boubas, das diversas formas sob qoe a ayphilis se apresenta e muito es-
pecialmente as que tm sua sede na pelie, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a car-ba produzio admiraveis
effeitos, depois de inuleis e prolongadas applicages de salsaparrilha, mercurio, iodo,
ouro o seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que u:i a planta to notavel por suas inspreciaveis virtudes
escapasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos eur peus, que ?e ap-
plicam com especalidade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para f-roya a!u eiilo os Srs. Drs. Gasanava, Schurfer, Ricord e outros dando as mais li-
songeiros inforraces sobr as propiedades curativas da caraba e preconisando-a como
remedio poderossimo para o tratamento das erupcoes cutane-s, seccas ou suppurativas,
darthros do to la a qualidade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
outras muitos molestias de natureza sypbilitiea ou bonba ica.
Por t^r-se gencralisado muito o uso da fSsscncla da Caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que.deseja/g continuar em suas observagoes, de-
liDerei-me a ter prompta urna quantidade da mesma7ssencia, obtida sem a aeco do fogo,
para Baeprejiidicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em.diante encontrar-se-ha
na mha phamacia sempre e em porreo suffleiente para todoa os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para quo nunca faltem aos senhores
mdicos que quizerem experimentar t5o precioso agente medicinal. .
Recife de Pernambuco, 17 de outubro de 1866.
Acste Caobs.
Ra da Cruz n. 22.
fiua estrella di>t,<>sarit n. 23, dc-
feonts da rea d.isLarangiras
Ne--te bem conhic Jo e acrediudo hotel orne-
ce-se cocida psra fera por precj cammodo, issn*
como se cocontrarao diversidades de eomedorias
a qnal jucr liara do dia ; nos domingos e dias sau-
tos leai a multo conhscida mao da vacca das
horas da manraa iur oante, assim como papas
das firinH3s de M^ranhao, araruu e das 6 horas
da tarde era diaute srbeles falto das melnores
fruc;as Uopaiz pelo modijo preco de 200 rs. o
copo.
O Dr. Jj'.rj-iiin Aiiaj de Sena (medico! re-
side a rna V< i.i.a p. 7. < o'le poda ser proeorado.
I g
r,e i-a sode uma rma para orna casa de lrc$
pss-ias. i 'a ( .-(.r o servijo de casa, pois pou-
co :qi-.eii CfiS DA FORTNF"
Aos 4,000^
BILIIE1ES GARANTIDOS.
A'ra no Crespo n. 23 k casas do costme.
O abaixo ssijnado venden nos seos moito fcli-
zes brinetes garantidos da lotera qoe se acabos de
extrahir a beneeio das familias dos voluntara*
da patria ossegaioles premios :
N. 569 dous quintos com a sjrte de 4:00OJL
I''. 2448 um meio com a sorte de 70o.
E outras moilas sertt s de 100J, 40i e 20^.
Os possDidores podem vir receber sena respecti-
vos premios sem os desenles das leis na casa da
Forto ra do Crespo d. 23..
Acbam-se a venda os da 1S parta da lotera
da Santa Casa da Misericordia, que se extrahir;**
sexU-feira 28 do crreme.
i'reco.
Bilheto.....6008
Meio......3000
Quinto.....1*200
Em porcao do 100^ para cima.
Blibete.....81500
Meio......24750
Quieto. .... 1*100
Manoel Martina Roza.
PARA
Empgens e dartros
TOME A
CENTRAL
RESTAURANT A LA CARTE
Entrada geral raa larga do Rasaiio n. 37 e para familias rna
estreita da Rosario n. 4 4
Francisco Garrido & Hermano, propietarios deste grande e.-tahelecimento, tem feito ,nAa ***
Ama
possivel para satisfaier a sua Ilustra concarrencia. Os hospedes acharo toda.commodidade de gran.- ama paa cosinbar e comprar'
des salas 4 asseiados quartos por precosrasoaveis.
Ha sala para leitara de jornaes nCHBhese estrangeiros; na mesma sala ba ara magnifico plae
para recreio. -*
Cmese a mesa redonda a la carta e manda-se doroicilk
Os vlDtios mal Anos do arcado acbam se oo estabeleclmento.
A' nolte ha gorvete a refrescos, caf, cba' e chocolate a toda a hora e vagnifieos buhares di
aigno para dtveriiKenw. 2*0* w "^-\
AMA
Prec:a-se do uma ama qno coslnha perfeila-
mente, para poucis pessoas, qne engomme tam-
bern aUuxs c;u.-a : na rna da Cadeia d. 4, per
cixa do armazem dn Sr. Barroca.
GASA
Aloga-se com muitos commodos para fimilig,
na ra *a Concordia r. 64, a chava esta' em baixo
oa taberna : a tratar na rita Direita 0. 90, pri-
meiro andar. *
ma
Na roa do Litramento n. 4, preciase da ubi
Precisa-se alagar ama ama, forra 00 captiva,
que compre, coxintie e engomme para casa da n>
s pessoa; na roa da Qrw o. 1S, rreJra-
andar.
1 IllGtVE 1
_ JmW




lari t peroaiihoM cito letra 11 4c Fevcrelro de 1868.
i
_
AGAZ

causa de engrndecimento
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz na
casas e estabeleciiaeotos particulares, offerece desde j as seguiDtes vantagens:
1 Urna redcelo cousideravel nos preces dos caaos, apparelhos e tolos os mate-.S3 PmpJfl"* JJ "STISSm "ni
Tiaes precisos para a installac3o desta luz,
2.a O gaz fornecido hoje de extrema pureza e nao offender a prata, o brooze
ououtro metal difireme, assim como nenham damno poier causar s pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qne seja, tornando-se ao mesmo tempo lo sau-
davel e mais econmico outra qualquer luz, j conaecida, afinal, evitar tamben a obs-
trcelo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ie,etc, etc., sao proprios para os senbores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessitam simpHcidade e economa.
4.* As pessoas que quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega da colloca?5o de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeilo cumprimeoto do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sea trabalho.
5.' A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de loz,
bstruccSo de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forem
jpreeisas para o mesmo concert; qualqaer reclamacSo que possa haver, ser dirigida ao
criptorio da empreza ra do Imperador n. 31, am de ser logo providenciada.
I. IILJM
Fabricante de ornamentos de fgrejas
Previne ao respeitavel pahlco que madou o sea estabelecimento, uatr'ora roa do Imperador n.
N: 8 -Ra do CalingaX. 8 A
Os propietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
utn explendido e variado sortment de joias d ouro ebegadas recentemente
da Europa, cujos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: polseiras
com perolas, rubios, esmeraldas e brilbantes, brincos da mesma forma, anneis
de pbantasia, proches para retrato, etc, etc., botoes de coral rosa para p.-ito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e r.ecebe-se em troca ouro, prata e brilbantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cumbem d fazer concertos
Agostinlio Jos dos Santos # &
lempo para os Brandes traba'lbos qne esta' fazendo e lego qae o sea novo
estabelecimento esteja convenientemente adornado snnoQciara' por mel da imprensa os (irtigos de
sua fabrica nesta provincia, assim como os recibidos da sua fabrica em Pars.
Triumplio da ciencia medica!
ARMAZEM
GRANDE COS9IOHAJIIA
ANDAR TERREO
17 Ra da Imperatriz 17
PRIMEIRO ESPECTCULO DE SUA CUASSE
Todos os dias das 6 oras da tarde em diante.
Com as principaes vistas das cidadesde todas as partes do mundo, batalhas, m-o
numentos celebres e tudo o que ha de mais interessante neste genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as collec-
Ces de vistas estas serao variabas todas as segundas-feiras.
., AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Poderao sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
se acbar com lodo aceio. dignidade e moralidade.
Cada bilbete de entrada d direito orna bella prenda, havendo entre ellas multas
de subido valor e as menores de quasi igual preco do bilbete de admissSo.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HAVANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior qualidade da acreditada fa-
brica de Manoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.
C0LLEG10 DE SANTO I1AB
9
R. 5
Recife, roa da Trapiche n.
Fundado em o anuo de 1865:
OMOUR
AO RESPEITAVEL PUBLICO PERNARIBUCANO
Pede-se attengHo.
Acaba de chegar as plagas de Pernambuco o altencioso Mouro de Veneza, o
o x ri tm i W\q "epois da mais cordeal saudaco a todos os seus presentes e futuros conhecidos e
UireCtOr, O prOieSSOr JOS iranCISCO KlbeirO de JS amigos, tem a subida honra de participar-lhe que se acha domiciliado na ra da Impe-
kLm 3^|ratnz n. 15, onde dtspojando-se dos seus hbitos, turbantes alfango, e tudo mais que
uuu.a. gg possa mettermedo, passa asseverar que tendo-lue ebegado a sua trra natal a noticia
f|lj? O director do coliegio de Santo Amaro, no intaito de montar sen estabelecimento ^sia, direitos, e particularmente nos cobres, no artigo gneros e comestiveis nao p le dei-
convenientemente acaba de tazer acquislcao do excellonte edificio em qae aebava-se lo-^^ xar de commove-lo lo lastimosas qoeixas. Por conseaueocia o Mouro dpiTamh
alisada a-Sociedade Club do Recife.-sita a' roa do Trapiche n. 5, p?ra onde modoo P deDOis de ConvementPmentP aHaniartn m ncA pLt^m^ ^ a i '
sen coliegio. a ewnqae e tnstruccao baseada no rovo sptema especial de premios WM f?. ,- ^ enieotemerjte adaptado em usos e costumes, qaer desta cidade, qoer dos
e punicSes, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como at jg ,u reconailOS arreDaldes, tem despresado OS seus galeoes, e tem a subida honra
aqui, alumnos pendonistas, meios pencionisias e externas; achando-se o estabelecimen- fjM de apresentar, a quem convier, uma minuta dos precos dos seus generes de nriceira
to preparado com todoo asseio e commodos, e prvido de om escoibido pesseal de pro- g necessidade, os quaes se acbam a venda no seu grande armazem tudo a ra da Imoera-
jtriz n. 15. f
f^
essore?, que lecciooarao as seguintes disciplinas
tnstruccao elementar Rethonca e potica.
Lingua latina Geograohia e historia
Francera Geometriaa
Iogleza Pbilcsophi
A abertura da aula elementar tera' logar no da
Escriptoracjo mercantil
Msica vocal e instrumental
Dezenbo
Daosa
7 de Janeiro e as demais do dia
de fevereiro em diaole. A ospeec.ao dos compartimentos do coliegio e os estatales
jg^ dj mesmo, esto a disposico dos ioteressados. Ootro sim, o director tem creado urra |h
^ cadeira de dezenbo annexa a aola elementar, sem que por ese importante e til melno- tfy-
? ramento exija maior intemnisaco. 3
^r ujcmu exija maior indemnisaco. jjga
O director eropregara' todo o alneo e cuidado nao s, na parte relativa ao bom S
Iratamento e adlactamecto de seus alumno?, como tambem, na boa ordem e regniarida- "
de de sen estabelecimento. W^M
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Azeilonas d'Elvas em latas de 2 garrafas a 80 rs.
c
Chocolate de differtntes marcas, e qualidades a 600, 800 e l$C0O rs. a lata.
Frutas Portuguezas em latas de 1 libra a 500 rs.
Figos verdes lata a 500 rs.
Farinha de milho.
Fi
Latas com pera, e pecegos de 2 libras a 700 rs.
Latas com pao de l, a 1$600 rs.
ni
Manteiga Iogleza a 500, 800 e HOOO, dita de tempero, a 320 rs. a ;bra.
Senouras lata por 500 rs.
Sal refluado pote 200 rs.
&
T
Tijolo para limpar facas a 100 rs. cada ora,
Toucinho nglez a 400 rs. a libra.
V
Vinagre branco 300 a garrafa e a 530 rs. o litro, e muitos outros gneros, que
deix o Mouro de Veneza de especificar por se tornar enfadonho, tendo o devido sor-
timen to para satisfazer a seus freguezes; e asseve.ar que
Qaer o pobre quer o rico
Que em seu armazem entrar.
Nao deixar vez alguma
De comestiveis comprar?

de-l,
C0NFEIT4RI4 DOS ANANAZGS.
16,Ra da Cruz16.
Ha diariamente oeste estabelecimento um sortimento de doces para cb.
bolos inglezes, podios, pastis de diferentes qualidades, fiambre etc,
."Vovas conservas e licores
Paes-
DE
e licores, apa de rosas e de flor
de faranja em garrafas
* ASSUe'AR.
Bombons.
Xaropes de diversas qualidades,
Candilados.
Pastilhas de caf com leite.
Bombom fondant.
Pastilhas de rosa e limao.
Ditas do Oriente pimenta.
m
Recebem-se encommendas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
jantares, bailes, baptisados e casamento!, ha ven de para isso enfeues anlogos, bandejas
Bilaios sendo o de cor feita com assucar.
O dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas as armactes
da papelSo e folha, por armacSes de assnca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, serio as encommendas bem acondicionadas,
ftste estabelecimento eompra-se pevide de me>ancia (milo).
TRABALHOS
Assucar candi.
Finetas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilhas de assucar de differentes quali-
dades.
Amendoas confeitadas.
Papis finos com estalo para sor tes.
_ N. 2 D N. 2 D
^^* CORJtCAO DE OURO. ^^@
ERNESTO i LEOPOLDO
A lojan.!D intitolada Corasio de Ouro na roa do Cabng,acba-se d'ora em diante offerecen-
ao ao respeiUvel publico, com especialldade as pessoas qae booram a moda, os objectos do ultimo gos-
to de Pars por menos JO por cento do qae em oatr qualquer parte, aranndo-se a qnalidade e a so-
lideida obras.
O respeitavel publico, avallando o deaejo qae deve ter os propriotaros d6 nm novo estbeleclmen-
ic que quer progrssso em seu negocie, deve chegar immediatamente ao coracSo de oaro a comprar
aneis com perfeitos brilbantes, esmeraldas, rubios e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pek
diminuto preco de 10$, brincosmodernosfle ouro e coral para menina pelo preso de 3J, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola, obra de moderno gosto (o qne encontrarlo no corajo de
ouro) voltas de ouro com a competente craslnna ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 125, brin-
cos de om trabalho perfeito por um mdico preco, casioletas, traneelins, pulceiras alnetes para re-
tratos, e outros modelos tudo de alto gosto; neis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, ftoartito rselas tem o Goraci^de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diverso
gostos, butoes para punhos com diamante, rubios e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja pelo gosto do desenho, brincos de forma da delicada moslnha de moca com pingente contendo
esmeraldas, rubins, britbantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilbantes de
mono gosto, crnsinbas de rnblns, esmeraldas, perolss e brilbantes, anneis com letras, cacoletas de
trystal e ouro desenberta para retrato (a ingleaj brincos de franja, altos a imperatrii toda e qual-
quer joia, para se coliocar relratos e obras de cabello, e outros mnitos ebiectos que os pretendemos en-
contrarlo no Corajo de Ouro qae se conserva com-toda a amabilidade sos concorrenles deiando-
se de aqu mencicntr precos de certos objectos porque (desculpem a maneira detallar) dliendo-s os
preces talvez algnem fa^a mi juno dt obra, por ser to diminuta qnantia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se,etroca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambem recbeseeonoer-
tos, por menos do que em ootra qualqaer parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservando-se
o Coracao de Ooro aberto at as 8 coras da noile.
Qoalqner pesroa qne se dirigir ao Coiaco de Ouro nio se poden' engaar com a casa, pols
nota fe na eoa frente nm coracao pendarado pintado deamarello, alem de outro qae se neta em om
rotulo (sto se adverle em eonseqoencia de terero ja' algumai pessoas engaado com outra casa- |
DO
VAPOR FRANCEZ.
EUA NOVA N, 7.
Continua a ebegar de Pars a este estabelecimen-
to bom sortimento de calcado escolbido dos melho-
res fabricantes daquella grande praca, assim co-
mo grande variedade de quinquiihina e de no-
vos biinqcedos para crlaocas, cujos arligos le
acbam ezpostos a eseolba e vontade dos compra-
dores, como sejam os qae passamos a mencionar
e outros muitos. j
Bolinas para seuhoras
de setim branco, doraqoe dito, preus e de outras
differentes cores enfeiudas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
le maltas qualidades bem sorttdas.
Brseos de oaro
le le a nltima moda dos Campos Elizios e boule-
rards de Paris, para seoboras e meninas.
Lavas de pellica
lo verdadeiro fabricante Joovio, brancas, pretas e
le outras differentes eres.
Leques
om escolbido sortlmenio de leqaes de diversos
pistos e qualidades.
Ultimo gosto
Ricos cbapeosinhos de gosto para senboras fei-
108 ao capricho de uma grande modista de Paris.
Perfumarla
Snos extractos, banhas, leos, pos de arrox, agaa
le cologne, agua Qcida e sabonetes.
Espelbos
le differentes tamaobos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toucadores.
.flagearas
ebegadas em grande quaotidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, dminos, nariz com oce-
los e barbas.
Calillabas de costura
le novos modelos ricamente guarnecidas e com
rindas pecas de musir.
Delicado presente
aoicinhas e cesllBbas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas i passelo.
Cbapos de sol de seda
le cres e mnlto bellos para senboras e meninas.
Bouquets da eiposleo
delicados booqaets de flores de porcelana com lin-
ios jarros para mesas de salas e santuarios.]
Lunetas
le ac, tartaruga e (bafalo.
Oeulos
le ac, bfalo e de prata dourada.
Ricas bengalas
le canna verdadeira com casiao primorosamente
irabalbados em marfim, compradas na exposiQe.
Chicotes para passelo,
nuito Anos de baleia e cabo de matOm.
Oleado para mesa
le multo boa qualidade, noves e bellos padroes: e
muito barato de uma peca para cima.
Para toilet
ibjectos de phantasia muito bellos para teilet.
Coques.;
negados de novo a ultima moda.
Ricos albuns
le vedado e de raarroquim para relratos.
Esterescopos
Mm lindas photographias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
molduras donradas
le diversas larguras para quadros.
bat-jour
para candielros e lanternas de piano.
Cosmoranias
gandes e pequeos com SO ou mais vistas escc-
Ibidas a' vontade, muito piltorescas.
Realijos
pequeos, de quatro e seis pegas de masicc.
Aecordlons
concertin?s, o que ha de melhor neste genero.
Galotas de rame
le varios prFC.cs e tamanhoS para passarinbo.
Botinas para bomem
grande sortin ento bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
le mnitos modelas bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avelludados e di tranca
Lisboa fiara homens, senboras e meninas.
Botas russianas
Peneiras e meias perneiras.
Mantas de feltro uonitos padrdes.
ubicles fortes comprldos.
Luvas de o da Escossia.
artelrinbas para dinbeiro.
Saceos de tapete p..ra viagem.
Malas e boleas sorlidas.
Pooleiras para charutos e cigarros.'
Gbarnteras e cigarreiras de palba.
Caximb)s de bonitos modelos.
Gravatas pretas e de cores.
Cordas para violo.
Bengalas para homens e meninos.
Escovas para cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar csspas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas.
Tesouriabas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesourinha.
Meias de fio da Escossia para bomem.
Venezianas transparentes para janellas.
Qnadros pequeos para retratos.
Pa'res de lindas figuras pequeas de porcelana,
farros mui pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banba.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Phftigraphias magias.
Slobos de papel para lluminaco no campo.
Castinhas de vimes para meninas de escola.
Coiiiobas de msica e reajeijo3 para meninos.
Velas a gas para caodieiros e candelabros.
Carrinbos de qoatro rodas para conduzir crianza
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortioados^iara bonecas.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com mach
nismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Para retratos
calxilbos para colar-se retratos, os qGaes sao mui-
to baratos de nma doza para cima.
AttencSo.
Nao sendo posMvel meocionar-se aqoi todas as
joalidades de calcado, nem todos os artigos de
]uioqnilbarias, e muito menos da grande vane-
lade de novos brinqnedos; pede-se ao publico om
passelo a este estabelecimento, certo de qae en-
contraro bastante paciencia para bem escolberem
o qae desejarem comprar, e precos baratissimos
am virtade de haver em todos estes artigos grande
jusntidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo dono do alto estabelecimento, arma-
tem do vipor, raa Nova n. 7.
llllllififlll
w Msica
Lecciona-se porsolfejo e a tocar varios
i instrumentos, dasdo-se as l'goes das S H
9 horas da tarde as 9 da noite : a ira lar na S
I raa Angosta n. 30.
de
"*^U.
Em tempes moderaos neonata descdbrl-
mento operoa maior revolog3o no modo de
corar atiteriormente em voga do que o
PEITOIUL
DE
AHACAHUITA.
Tanto no tratamento da
Ttsse Crujo Asibma
Thisica Rouquidio Rcfriamentos
Bronebites,
Tosse cotiTiilsa,
Dorts de peito e expectoracSo de sangue.
Como em toda a gr.nde serie de efermi-
dades da garganta, do peito e dos org3os da
respirado, qoe tanto atormentam e fazem
soflrer a humanidade. A maneira antiga de
curar consista geralmente na applicaclo de
vesicatorios, sangras sarjar oo applicar ex-
teriormeete ungentos fortismos compostos
de substancias vesicantes, afim de prodozir
empolhas; cujos differentes modcs de curar
nao faziam enfraquecer e diminuir as forcas
do pobre doente, contribnindo por esta for-
ma de uma maneira mais fcil e certa para
a enfermidade a destruicSo inevitavel de soa
victima ? Qoo differente pols o effeko
admiravel do
TEITOINL DE AXACIHUITA!
Em vez de irritar, mortificar e causar
inauditos soffrimentos ao doente,
calma, modifica e suavisa
a dor, allivia a irri-
tagao, forti-
fica o
corpo e faz com que o systema
desaloje de uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicna da Europa (os
lentes dos colleg os da medicina de Berlim)
testiOcam serem exactas e verdadeiras estas
relacoes analgicas, e alm d'isso a experien-
cia de milbares de pessoas da America Hes-
panbola, as quaes foram curadas com este
maravilboso remedio, sao mais que suffi-
cientes para sustentarem a opjnio do
Peitoral de Anacalinita !
Deve-se n^lar que este remedio se reba
inteirameiite izento de veneno?, tdnto raine-
raes, como vegetaes, em quanto queporm
algons d'esles ltimos, e particularmente
aquelles que sao dados sob a forma Je opio
e acido bydrocianico, formara a base da
maior parte dos xaropes, com os quaes U5o
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A composico de aoacar uita peitoral
acha-se linda e curiosamente engarrafada em
frascos ta medida de cerca de meio qoarti-
lho cada um, e como a dose que se toma
s de uma colher pequea: basia geralmen-
te a applicCco de ura ou dous frascos para
a effectuacSa de qualquer cura.
Aeba-se venda as pharmacias de A.
Caors Barbosa, J. da Conceicao Bravo A C.,
P. Maurer C, M. A. Barbosa & C. e
Bartbolomeu & C. e em todas as principaes
boticas e tojas de drogas.
'COSIXIIEIRO
Precisase du um eoMoUiriru para uma easa da
pequea familia : a tratar na ra da Aurora a
24, 2- andar.__________________________
Aienco.
25-Rua do Livramento-25
Depisito de (amneos e calcados nacionaes da
fabrica da ra do Jardim d. 19 de Jos Vicente
Gcdioho, tanto no deporto coao na fabrica se
apromptatn todas as porc.Ses de calcados mais ba-
rato possivel; esta fabrica tem todas as machinas
proprias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero do freguezes que daqui se forne-
cem
Ayer's sarsaparilha cures
all kinris of eruptwns, ptm-
plef, blotches, boils, tumors,
ulcers, sores, etc
MARTIMOS
CONTRA FOCO
A companbia Indemntsadara, esiabelecida
nesta praca, toma seguros .martimos sobre
navios e seus carregamentes e contra fogo
em edificios, mercaduras e mobilias: na
roa do Vigarion. 4, pavimento terreo.
Os melhores mdicos do
vaiz receitam a salsa pam-
Iha do Dr. Ayer para toda a
qualidade de molestia que
veem de impurezas no san."
gue.
C4IXEIK0
Precisase de nm caixeiro de II a 16 annos de
idade, preferindo-se dos chegados bi pouco e qne
d fiador a saa conducta : na travessa da Madre
de Den n. 10. se dir' qoem precisa.
So?oe grande deposito de superior carv3o de Oardiffna
Babia.
Aalonio Goums dos Santos 4 a, roa Santo Barbara n. 1, esto habilitados supprir **
lOidJm eosstfiBM atis voraveis que em onlo qoaiqaer deposito, a todos os navioi a vapor >
KWssBtoaaUoHrtft a OMimar sesU eom Domingos AItm Matheos,. .
ATTEi\(!iO
Carnaval
Na ras estreita do Rosario, sobrado de nm andar
o. 35, aloga-se ricos vestuarios bordados a oaro e
a la, todo muito em conta; vstaartosMe principe
e dminos bordados a vellodlnbo, tudo por muito
barato preeb; tem grande sortimento de dminos
de ganga de todas as cores para alagar a 2$000, e
faz se tambem qualquer vestuarios qae se qaelra
mandar fazer por qoaiqaer Bgarino que tragan,
lado por preco muito commodo.-
- -
Ama de leite
Precisa e de ama ama de leite t a ira
tar no coracao de oaro n. 2 D, raa do
Caboga".
Criada.
Precisa se de ama criada para engommar e eo-
Jnhsr para dus pessoas : a tratar na roa das
CreiM o. Si, S* andar.
CUSINHCIRO
Na botica da ra larga do Rosario precisa se da
um cosinheiro forro oo captivo.
Offerece se oo, muihar para ser ama pata
cosinbar em casa dtf familia, e respunsubiiiss-se
pela cendneta: a tratar na roa da Matriz da Boa-
Vita n. 27. .__________
Preeiss-se de ama ama
Terco n. 42. 1* andr.
de leite : do patoo do

*

-
Precisase alojar nma ama forra on escrava
qne compre costaba e eneomme para casa de poo*
J ca familia; roa de 8. Frsocsco o. 54,



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HHHH
"-
t
,

Fernaabuco -fea Rfo ti ie pererelro de I88.
PARA fSGS
comiendo o kalendario do aniso, meta folha era branco para cada
noyes signaes do telegTapho, etc. Obra indispensavl aos adv
dos, negociantes, etc., etc.
28000
a-
ummw whum

Na rua Direita d. 68, oficina de oa-
rives, compra-se ouro e prata e relogios
vetbos da todas as qualidades.
Ama deleite
Precisa-se da nma ama de leite
rua Nora d. 32, 3 andar.
a tratar ca
p DR. SfiVIAL.
nnio traUmento e cara rpida e completa das molestia svphtMicas, .erlse-
u, reumattsmo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammafos chronicas do figado
oaco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgjas, ulceras ebronicas, hydropesias, pleuri-
oas, goaorrneas chronicas e em ga: al todas as molestias em que se tenha em vista a na. 2. qQe Z* e de m* Eim-fm,lia dQraDt* o
rilcasaedo systema sanguneo. ,pa ?.?.l0,<",?^5ew em sua c"a- Recife 16 de leve-
O abano asignado fas scieole ao publico e
com especialidade ao corpo do commercio que del-
xoa de ser caixeiro d) Sr. Livio de Sima e Silva,
o qual agradece ao niesmo seohor o bom trata
reiro de 18CS.
Antonio Ferreira da Stlva.
Conslderao^cs gerses
A saude um bem ioapreciavel, cuja importancia e valor s Mi reservado ao na
tomo avafia-lo.
incontestavel que o homem oeste rauoda constantemente, e por todos oslador
tarado por urna infinidad de agentes morbficos se todos tendero, dadas certas edeter-
feadas circumstattcias, a alterar o regatar exorotcio das ftraccoes orgnicas, resuitanbo
*f>se desequilibrio o que se chamameiestia.
A molestia nao mais do que a desvirfciacao das foroas vitaes, occasionada,- d
'jando as nvestigacoes e experiencias os mais nbalisado meatres da scicocia, pea depm-
^aco dos hmaores geraes, consequenea da ac^ao maligna-desses mesmos agentes mora e
eos introtandos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestiva, peto contacto
auneoiato te. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem-sido a partilba da fenraaeidade, e como -fra de duvi-
a eosso ternve Proteo da medicina e-ama moestio hereditaria, ella tem sido obser-
adeem todas asvdades, e debarao de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
Mmfoes robesias, produzndo mutiteeoes, e co?tendo andam flor da idade vidas
PP0C1083S.
Eliminar minores tem s?do desde lempo immeorial o Sm.Mulante da medicina, e os pureati-
esflguramt era pnnieiro lugar para presncher issxyOmeratum-m fim.
.0 Ekaar depurativo piensos soesessos obtidos pelo uso destesatefcjr-jgenie tatitona Aliemanha,comoem 'ro Ac>?r?a a"Cr
branca e Italia, o tornam o eempanheif o inseparavel-de qaasi todos os dnoEtes. Aogustode Aimeid.
S^^?.??!?8'1*'^? acaa dissetB0S^evidas salteragoes doshamores, o 5*.lJ.mPraTse P;jr maior Preco
Escravo fgido.
Desaparecen no dia 6 do correte, do sillo do
Mangnrnbo, o preto de noroe Joaquiro, escravo de
Antonio de Souza Oliveira Mello, iendo os signaos
segurles : alio, secco do corpo, gago, rendido ds
orea verilha, idade de 30 aooos penco mais oa me-
nos, Tj comprado a Manoel Gomes Leal, qin mora
na Casa Forte, para onde se desconfh qae dito es-
Ara v teuha ido : a pessoa que o pegar e o trou-
ter ao sea senbor, sera' bem recompensado, assim
como tambem pro'.esta se de cobrar-se os dias'de
er vico a qupm o acollar.
- Albertu Henschel, subdito allerao, vai a E~-
,opa a negocio seo.
Yapares^
Giaramatiea portagoeza
decima primeira edicco
venda na
Ltvraria fraticeza.
_Rua do Crespo n. 9.
Superior viaho do Frto,
Vende-se no escriptorio de Antonio LohHe OH
Wra Axevedo &C. roa da Crut n. 57, m caixas
de 12 garrafas.
Vende-seem casa deSaunders Brtihtrs 4 C.
o largo do Corpo Santn, lt, vaporas patento;
om todos os pertences proprios para faier mover
es on quatro machinas p:*ra descansar aigod(
Compra-se
por mais pre$o qoe em outra qaalqaer parte moa-
das de oaro e prata Daciooaes e esirangeiras : oa
0I rua do Trapiche n. 16,armazem de AdnanD, Cas-
' Crespo n. 20 loja de Alvaro
Fariuha de mandioca
Conforme a qoalidade, vende-se por diflerentes
prego, mas razoaveis, para acabar : procurar no
irapicbe do Cooha, ao Forte do Mallos. fcS
Almanack de GothT"
para 1868,
a venda na
L-vraria franceza
Raa do Crr-spo n. 9.
Vende-se nm escravo robusto ptimo carrei-
ro e fetor decampo: na rua do I operador n. 43,
aD(lar-
Vsourasdorortoa3r(00
a duzia.
Francisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 2!,
acaba de receber um lindo e magnifico lo
timento de ocalos, lanetos, binocnlo, do o
timo e mais apurado gosto da Europa t ooi
los de alcance para observaces e par
martimos.
i
Vdnde-se a' roa do Imperador armazcm de Fran-
cico Jos Lelte.
outra qoal'iuer parte moedas de onro e
conaes e isiraogeiras : a' na do Trapi-
armazem de Adriano, Castro <& C, e
espo n. 20 B loja de Alvaro Augusto da
i^f0 d systemascaguDeo; PO qae umapratica constante tem feito! Compra-se tima caslub tratar"
que elte e indispensavl nos casos gravissimss para minerar os soffrimentos, pre- ta fcypegrapbia.
ir o deente para medicacoes suoeriores c nss m^n^ ., .., a L- J--~i-------------------------
-em
-rer
.parar o oeente para medicacoes superiores; <
-tnencia do sea uso, conveDienteaente repeto.
oes
menos graves a cura a conse-
As substancias
pertencem
^^SS!^Jiir,mpm,tMiy,ainie' P^o mecanismo natural das-evau-
Coes .lunas, neutraUsa aomesno tempo o virus ayphnitico quan-io este viriem
-SL SL*5""^30, B fXten0,r ebaix9 d6 8aas multiplicadas formas; e previne (au
Sin gl d?sse.ternyel Eeolestia- 'SUJiJ T0' 'St01e> Sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
yengyttoto mais quanto neste estado os tedividuos ignoram comptsmente se ee-
to contaminados por-este ternwel inimgo.
vre
O sabor agradavel d'este Elixir conven a todos os estmagos, a sua accSo
o tubo intestinal suave e benigna, e te .nenhuma forma prodjz aolesas o.
SG-
e-
SSTS r aco,iec8.30 Piante dito Le Hoy, que na sua quaiiade de dras-
ico forte_irrita a mucosa intestina!, e consecutivamente a eroza, resuitendo destees
-ido, muitas vezes, bydropesias, que qaasi empre termina pela m-jrle to doente
00 S,n^-p01s ^P61"311108 ,* o uso deata remedio justifique cabalieente as nos-
as asseve.es, porque sendo um medicaaiento tao simples na su iMNBDoaicio 4
ortica tem oanfirmado sua ulilidade. ^ upos.y-o, i
Caico Jepcs cae Pernaoife&co
Ja botica e rogara
DE
Bartholomeo Companhia.
3-RUA DO ROSARIO 1ARGA34
Compra-se
Sempre por mais do qua em outra parle, prata
cfo de todas a.g qaaiidades em moeda : na rua
a oo
da Cadeia loja de azulejo n 58.
a taberna da roa do Arago n. 6, pelo nica moti-
vo de sen dono nao poder continuar por coccmrac-
do de saude, por isso todo o neRorio se fara' cora
quero tenha muilo ou pruco dioheiro.'
Vende-ee a taberna (la rua de S. Gongalo n.
27, com poucos fundos; a tratar na mesma roa
n. -iO.
Vende se o sitio da travessa d~Remedio n.
-I, na fregoeiia dos Afogados, no estado em que
se acba ; qoem o pretender emenda se com o seo
proprietar'o, na roa de S. Fraocisco desta cidade
cerno quera vai para a roa Bella, sobrado d. 10.
Vende-se piche do gaz proprio para
asfalto, ealalctos de candas,
assonlbado, assim como para rebocar
cisternas, coBnccnrcs d'agsaa,
etc., etc., em grosso : ns fabrica c'o gaz, e
a relallio, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
Em moeda oaga-sa
pendaooia n. 22.
Prata e ouro
bem : na p'raga da Inde-
Escrava peca.
Vonde-se nma latida escrava de
tdade. propria para prenda de noiva
roa do Imperador n. 43-2* andar.
13 annos de
a tratar ca
Cou3pra-?e ouro o praia em otras velbM
na praca da ndepsodsccia c. 22.
Muiio maior vantagem
Comprao CORACO DE OURO n. 2, rua do Ca-
boga moedas de ouro e. praia.
Ouro
ATIENTO DOMABLE,.! PARS!
fKIFflTF^ '5 *q!! queu"UAot 0l ***** aw rau me
-'w i. J. dfntes me eacitvHi :
*f i
Compra-s< moedas brasileiras^ libras esnrlinas
eom bim preoiio': na rua Nova loja franceza ou-
aero n. II.________^^^^^
Moedas de ouro e prata
Paja-ss por mais do qoe -era outra quaquer par-
te : ta loja de ourives arco da Conceicao e compra
onro prata veiha e pdra preciosas.
KI
------ iiv- .*. JBHSS
Bola rnssianas, perni-ir^s e roeias pernsir no-
vamente ebegadas, ta meilmr qoalidade visto, no armaiem do vapor rua Nova c. 7.
A
11
LQJA DO GALLO VIGI-
LANTE RUA DO CRES-
PO N. 7.
Os propietarios deste bem conbecido es-
tnbelemento lem a saiifrcao de levar ao
conhf cme;,to do respeilavel publico que sca-
bam de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa um completo sortimento de objecto sde
apura-io gosto e de inteira novidade; {os
quaes estilo resolvidos a vender por pre-
ces mui razoaveis, como sejam :
Lindos cintos com ponas, bordados ve-
drilhcs, fcienda qoe no baror fi:cm con-
teste ser a melhor que ha neste artigo, sto
s na loja do Gallo Vigilante, rua do Cres'O
n. 7. '
Leques de madreperola, ssndalo, marfim,
madeira e osso, etc., com lindos desechos.
[tnarnredes de palhas,
Riqoissimas guarciyes e trancas de Unas
palhas de Italia, ci m vedrilho, pirgentes a
sem elle.-, e ouiras com botoes da mesma
palba muito propriss para guarcecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinb3s ou esbses para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada quai mais
bonita.
Tcsciras.
M'nissimas lesouras para unbas, costaras,
POf mais preco qoe em ootra qoaiqner parte moe-
das de ouro e prata n?ciooae8 e eftraneeiras na
Zrt^tr -i3, "* de Jos CW!
Rio ntM t a-
rado, tsmei Co-1
bfba, Copliil
Mb todas at [
formasen) ouia-l
i;?5.^C^J''$l* ltf| ^ & ^| $ "'. alaa,
^tSMttHnHsws^^^^Bbls^B^BnBn ey,i,M l*:h0\
MA MAIS O ASHHMI
WP*" pdlralnMoie ejn recat-ids. U-rtmumu,,. Helaxa(4o4o canal Calarrha ma
Perio, umxuac,, cunhd prita-ira a causa virulenta kfeSwMril77mu Zm i*S5"
jcm r.t-^ T,dro* to meu MrpaaTivp no mmooi pmTpaw essa, iZ ZSSV
ituMl A larnsr a d:tr mu Mpu dou para acabar n^ematmmu^mSmSSTmi i
j axiXKi teaumeolo. [Veja-u a +ou;ia axplicaiiva.)
v-,-u. ^0-000 DOENTES CURADOS
d ^tmeidot, tnrui, cha
.3-ttof bs! tt%i,r?- A. "Ilcl* "Ue M "" OTO" bwiu msd-
Gompracu-se, vondem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de tedas as idades a
do Imperador n. 77, l<> ands r.
roa
A raa do Queitnado n. 8.
Por soas incessantes encomroendas lem nllima-
mente recobido variado sbnimeoto de diTereQle*
oljeclcs, sera pre de gosto e ulilmas modas.
Ella porm usando da franqueza com que sem-
pre se tem distinguido, confs?a que, os precos ac-
tuaes nao podem ser lo commodos como a' lem-
pos eram, vfrdade essa que t.'dos reronliecem e
experimentara em qualqoer peero que desojara
coirprar; aioia assim, ella lavada por seus prin-
cipios de barateiro, eontina a -lo ra relaeao a
actuaes circumftancias. Ao menos em c< mpeo*-
cao das pequeas alteracSes que ha em aleuos
pre?o, sopre a belleza e ba qoalidade dos tbkc-
tos segolntes :
onitas guarniQoes pretas para basquinas e ves-
Grande e variado sortimeoto dn traecas pretas
de vidrbos com piogeotes e sem elle.
Oore duo de ditas brancas conforme as pretas
Ouiro dito de ditas de cores laabera com vidri-
r.os, srto com pioreDles e sem f-l!e
Ooiro Oello sortlmento de galdes e enfdtes de
seda, direitos e recciUdos, com vidnllios e sem el-
les, e loeo de oovos e lindos desenbos
Ootro soriimento de boi5ss pretcs e de c6re= I
lodos enfeuados com vidrilhos, e alpncs com dd-
jeote?, notando-se entre elles o bom gosio dos mol-'
de? loteirameote nov03 e aqu nunca vstc
Bonitos e molernss penles dourado*
de8.poradoPgo?d8 *"**" 0fcri' "mderDas e
Novo sortiraenio de lavas de pellica de Joovin,'cab!leiieirns onif.i.iC ,nv-7 V
branca... pre.os e de cuiras bonfiai Ure? par" b5 m; lr-. 'h ,M^i F W"
mens e senhoras; oo armazem do vapor rua Nova i -Ompr^i-r a sua boa quadade.
n. 7. 't'jtvifhn
Taberna
Vende sa urna armaco etn bom loc! na frepce-
zia de Simo Antonio : a tratar na rua Direita
d. 72.
veude-se
um braco de balacea grande, duas conchas e qaa-
iro i) de pesos, ludo em bom estado : qu;m pre-
ci-ar Jinja-se a ru? do Itaogel d. I.
Vende-se
orna armacao moito era coma, propria rara qoa!-
qner negocio : qotin ;reteoier dirija-se a rua Di-
reita o. 37.
Superiores navalhas com cabo de tartaru-
ga e inarflm as quaes os fabricantes earan-
tem.
Moleque venda
Na rua do Livrameoro n. 14 vende se por SOOJ
um Tara o carnaval
Vend^m-^e dou* riqaissimos vestairioj cor pro-
cos commodos : em usa o^ Jlfaiate Camlio, a roa
da Cror. '
armo deiMinn de Hf.e. A, htrpt, ma m^taraimt, cm.peda
moi s a.1,,^, vMr.4i. ftuaore.. t toda, i.doeoca. . oi.nKs pilla* iisri.iiv.i mioba Pammadm a
i't ir^ST A. mcm *"' M *nu* d,'""t0 *
). "f^"*" t0 eoete merearid na upriorMaa 11
Ca ooro a prata, cerepram-se por mlcr preco one
era outra parte ; na rua do Crespo p, 6_{. lQff
Compra-se dous ?scravos que eni80)am"v '
guma coosa doservico de canoeiro, oo que tenh a
aniado em barcaca, e tambem compra-se nm dito
qoe u]t regalar cosinfaero ; a tratar
Brum a. 74 1 aDdar.
na roa do
DE FIGADOS FRESCOS DE MCALHAO
se eia fraKos
e mcio fraKos triangu-
lares, pbarmacia Hoec,
2, rua de Castiglione,
em Paria.
depeiiefcoMuns, toe* cerno o e*m.'. orrala, o phoca, aixa TtolZlT^J*1** eomJoI>
e mesmo ot oleo, ve,ttu,, foram imanados para eubsttuir ^tM^JZJ^ri',P^adcre''
o B.e1l.*o de Terrado.. Estes leo. cTm^^T, "" ?' de *-
As e^ntrmUff **, os oleo, .ardo., d'um cheiro forte, c mais com
i/e. a arrala, o phoca, a lixa, os o'
ibstiluir os vcrdi
mui bajaos, em ^^T^S^^lZ^Z^r'Jf
fresco rio relativamente multo caro, visto que para obtel-os freicoi eifm^i.iLI 9 bacalho
pndevigilancia e ter osmaiores cuidados nosIpropriee lugrade. oe^a 2 ^preJe,erc,r
S. Hogg desde o anno de 1849. Estes oleo. .r. -f SjbTt!?lx SST m*d\.fKI
grangearam pan este nredow medicamento orna fama universal as fnole$iaYtoviZma,J? f
jorVtoMae t^uA., m^eaa de menino,,etc.,e par isso.deram lUg a $2
Compram-s) dous eferavos den
idade proprios para o servico de rua- quem
os ttver dirija-se rua do Caldeireiro n
ai, que se dir qoem compra.
Compra-se ou arr_enda-se terreno proprio m.
ra criacao de gado, nao sendo distante da Dr,A
mais do qoe tres a qoatro legoas: na Praca o
Commercio p. 10 i aolar. a d0
42 OO
^Outros ditos Igualmente bem feitos, para desem-
.Oitros tambem de tartarogvpara tirar bieh-s.
Ebemafsimmuitos ootras objectos que ero
preseotes^ao comprador. q ao
Albuns.
A Agote Branca a rua do Queimsdo n. 8 acaba
de receber nma nova collecgo de albans para 21
a 200 retratos. Nesse sortenlo vieram al"uos
que.por soas perfeicSs, riquexas e boro gfio Je
Z?ntiM}!m e meleceo^ de serem possoidos
por quem possa, e saiba apreciar lo bellas obras.
A proposito deAlfciiBs
A Agola Branca tambem recebeu urna raanena
qoanttdade de retratos notaveis, cojos earaciiS
sao os seguales :
Familia imperial francesa.
Rei e raioha de Portugal.
Imperador e imperstriz da China.
Lamar'Ine eAlexndre Dumas.
Vctor Hogo, eThtes.
WasbiagtoD, J hnsoo e Linelo.
Tamliem refebfa
Grande a variado sortlmento
*.7n k e utIia ecra7i mtela de idade de
2J annos, boa engommadelra e tem priodpiosde
costura; a tratar em Olinda, largo da S.Pedro
novo, em rp.s^ de P.mlo Jos G me*
Pagem
Vende-seura bobitomalatino d) sertio com
la oo ib anuos de idade; e com elcgsnie ligun
mono pror.no pva pjgeai ou ooeiro on para co.
tro qualqujr aarvlco : quera o mviender comprar
dinia-se a loja do Pavj rua da Inperatrii n. 6T
de P.-Pereira daSilva. '
Venderse"
Em casa de F. Pereira da Silva rua da Iin-
peratriz n. 60.
Superior cera de carnauba.
Saceos com goman demaniioca.
Blirhi] ln p-sf.r. U D,ra g0|a-
7ende-se
a eoeftehra da roa do Imperador n. 17, com carros
e cavali''..
B.ssvas.
Luvs de Jonvin, ca ir, urca ede seda brin-
cas, pretas e de lindas cores.
S"eutt's.
Grande variedade tamo para coques c/-mo
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellrs, sendo de lartaroga e b-
falo com pedriobas o -era ellas, ttc.
Port Ronquis.
Mailo lindos pon bouquett com cabo de
madrepprola, proprios para ca-amtntos, bai-'
les etc. etc. /
Esmvss
Finas escovas pararoupa, cabello, chapr-c*
unlias, deoles e para limpar penles.
ithGtua({tir.ns
Llodasaboloadoraspara colieles, punbos
e collat ittu.
Perfil mirlas
nlMJ rde odas as luai'Jades e dos me.
bores peYfuinisl38 M Q prese|jle conbe_
Collares e Hojcr
Ele ricos magnticos, contra as codvo!-
soes das creaocas e facilitar a dentro i
mesmas. Ja tao conhecido Is Sgi
d tes collares anodinos que nao b
duvide de seus efficases eeitos, e o ViSSaS
te, sendo recc-bedor Uestes collares tem
sompre grande quanlidade em deposito, islo
s na loja do Gallo Vigilante, rua do Crespo -
SITIOS
ecfd'jrhP^r fS"^" "?'./*? de *|erir' *Onpie-se entre os outro. eleoe ot. ,.
n J^ Xo ^ cbejro nave e dellea<. e seo gosto de sardinha fresca OT ttl* >
Pag-se por moedas d8 prata, assim como moe
das de ooro, paga se mais qoe em qoalqoer entra
parte: na roa do Crespo n. 19 loja. uira
Compra-se orna casa terrea qoe tenha bons
commodus o bom quintal, e qae seja na rua Au
gosta. Concordia ou oetra que tal: na roa
Cabog loja o. 3 A, se dir* quem compra
do
compra-se duas moradas de casa lerreas~n
balrro de Santo Antonio, as pessias que pretende
rero vender dirijam se a roa lreita o. 3 nne
dir' qcem pretende. que se
Veode-se oo permoh-si posse e
de vistas para ate- rio poj'" "m Sle" V'S'DhaD?,a d0 c6mite:
o*ioeVe5mePM
Comparecam, pois, os ore.enden.es qoe ero ^E Caja-ro' mQlt,s 'roe
pado e apropriato para planUcdes de ortalce e
captm por 1er om riacli) parmaaeme de mn to
boaagaa de bebir e eaoacu^de al para st>%ien-
tar se alsum^s vaccas de lee : a tratar o? corre-
dor do Bispo n. 9.
ora
.VENDAS
Vtadtvte
oa roa Nova a. 25, pbarmacia franceza da
:', fflAURER & C.
-- Vende-se um caraeiro moito marj'o e
gordo, habitoado a carrejar criaocas bas-
tante grande: na rua das Cruzes n 2*0 sp
gopdo andar. ________ -
Barris vazios, pipas e loneis para de-
posito de rael ele,
Vende-se porco de cases vasl." oo armazem
do Cae, do Caplbarlbe. ,ont. aeaa do Sr rS
protima a roa da Ponte Velh; P,ra ver dT 10
w it coras da maooaa oo referido armai
Bnacl'a.T' d Qmmo >J* da Agoi
(opos ralas com snperior baolia
A Agota Branca a roa do Queiraado n, 8 rece-
ben de novo nm completo sornmento de perfuma-
rlas floas, vindo em dito sortimentoos copos, latas
e vasos de porcelana dourada coma bem cobeci-
da e apreciada baoba fina.
Etractes fiaos de agradavels cneires
paraieoess
Vasos com p de arros e pionel.
Duo cem dito sera pincel.
Pinceis sollos para ditos.
Bonitas caliiobas Invernlsadas, contendo floas
perfumaras para presentes.
Oulros de papeUo, porm moi bem arraoladas
para o mesmo hm.
Ootras de vidro, igoalmenle bonita*.
Extracto de qoloqoloa para a boca, e denlas.
Elixir odontalgico para o mesme.
Afaa dentifrlce.
Baoba Japonesa e transparente.
B assim as deroais perfumaras de primeira
qoalidade sempre encontradas em dita lote da
Agaa Branca a roa do Qcmado o 8.
Vender nm alambique com iodos seas per-
teaces, com moflo pooco oso d-se em coate -na
roa da Croz escriptorio n. 5L
Chocolate vermicida
DE
au Ionio Kanes de Castro.
Desde 1857 qoe sao as tabellas vomicioas
apphcadas aaa Porlugal, como o remd o
prompto e elfea* para a expnlsao das lom-
bugas, que 15o graves padecimeotos causam
e que quasi sempre se suppe ellas S
goal.
Este ?rmifugo pftfeme] a quaJouer
nu^PelLSeaagradavel Pa,adar eSp-
p!icac3o s enancas, as qoaes geralmene
sSojna.s atacadas de^semelhapte mal.
eJcn".*.11^/.8 ra,~"oWralr por aigom di
eigna*: Da do Imperador o. SO.
,,7" p*as de nj.dapolo francs com 39 varas a
1J na rua do Imperanor n. 38._______
... Vende-se rartoba de mllho nova a II/) rls a
libra, diariamente oa roa do Cotovello o. 18.
' 0COSTAS0iaeafAeeD,e T" ^ ""' "
sen n,nhn il'*0' Rra,ira. min.?i ? eeollT > modo de poder di-
m nuir o numero de os mos frroew, ,m cojo
nna de BRISTOL, porem sempre sem r.rr.velto ai-
rt'S'Me5oe*"conr o rebolico das nE^IGNA-
(..OES aobreveio nma lemhrsora a Aguia Branca
que a nao ser como tnes.qn.vVi aeria elte t r?
DA e nrni-.g,.r" 6 rPDoa,fl dfl WCOLBACA-
Mar Z I", ?m* 0S de raa,s "BHB'rrfao^aVa.
rnfi^ul tP' e t mrtm> be" Vatio flran-
m. ,T sea,ecnliDeolp" tm *r 'te-
mos aamiravelmeote engrosar as flleiras do nosso
onoso exercito, on alias aqnelles que enjosm coa
a rumaca da pol.'ora, correriam apressade s a saldar
soas codas, e alguns baveriam que, voiontarlarneB-
le otlerecMsem o patrampoto eom 10 por cento em
opro ao cmbio de 30 f 8iOCO eom tanto que o re-
cibo de saldo Ihe fosse pastado eom dala anterior
a da desfgoaco : entretanto, a Agnia eoohere aoe
Isso Impossivtl. e por lamo oto dsf ja one Am
segredo seja sabido por mais algoem.
Saceos eom f.ricba de manduca mano n
r or, cbfgadas oo da 9 do crreme ni, p
os com etjio brancu do Pom,' M?. mo *V}"
bom eaUdTpe., h"ra'o or eco d' xn\em mo,,
tranlche do hlr^n /nt< ^^ 2* sacco : O'J
trapjcDe oo barao do Uvramento, Forte di Mattos
| IU8KH 1


* <-


~jm"
I
Otarlo 4e PerMU*e se&U felra lli Feverelr 4c 48C8.

Grande lquidacao
Ni
Loureago Per ira Meiides Guiraaraes, tendo dado Man-
co em sua loja de fazendas iua da lmperatriz n.
72 e 56,-fez um grande abatimento de suas fazen-
d'is pnra poder liquidar eom mais brevidade.
Vende-se cassa*francazas a 240, 2S0 e
320 rs. o covado.
Dita* frangas largns a 2i0, 280, 320
400 rs. o covado.
Ditas ioglem a 160 a 200 rs. o covado.g
LasiQhas paca vcsti'los a 240 rs. o
covido.
Veade-se ISasintias para vestidos a 240,
280, 32 1 e 490 n. o covado.
Alpacas de cores con flores para vestidos
covado.
R.uprt fcita Bacina).
Veade-se palitots de albaca pretos e de
cores a 3J300 e 45000.
Ditas pretos de panno*a 5$, 6$ e 83, di-
tos de BU casemira a 35500 e 45, calcas
de casemira a 5# e '.&, colotes de casemira
a 3^ e 3^500.
ailapoi-i a K O)i)
Vende-se pecas de madapolo fino a 45,
55, 65, 75, 85, e 105.
Pecas de algodosinho a 45000, 55, 65 e
75000.
PceMucha a 85500.
Vende Ti-se pecas de algjdo de marca F
eco 24 jardas, .que sio '.U varas, a 85500.
Bito miiito encnrpado para toalhas de pada-
ria por ser rauito largo a 95000 a pega.
Hito mais estreito a 6-5 e 75 a pe?a.
Cambraias lisas a 45,
Vndese cambraias lisas peca a 45, 55, 65
e 759)0.
Brira p rdo a 560.
Veade-se brim pardo com toque de mofo
1560, 600 e 700
Brira bianco de linho a I52"*0.
Vende-se brim de Imho para calcas a
15230. I500e25.
Chales de fij de linho 45500.
Vende-ce chales de fi' de Imho a 45500
e 35')0, bretanha de linho 53 e 65,
Mr-carahique ,-0|n palmai de seda a 400.
Vende-se mosafBbkjae cora palmas de
jeja para vestidos do senhora a 40.) o co-
tdo, phantasia com listas de seda a 15 e
80'-o cu vado, s na luj 1 da Arara, mussu-
lii;as de cores para vestidos de sermora,
rttopa de meninos a 500 o covado, braman-
te de !rab<>, hre'aoha de linho, lirim de co-
res para coicas e mitras muitas fazendas
que mais logo annuaciaremos qoc boje u3o
o fazemos por falta do tempo.
Conos de brim para calca a 15.

r
lirilbanlinas de cores a 500.
Vende-se brilbaotioas de cores para ves-
tidos de senhoras e ronpinhas para meninos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
Organs branco a 1,000.
Veade-se orgaodiz branco muito Gno para
vestidos de senboras a K& a ?ara*
Alpacas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos da senboras e meninas a 720 e 800.
Cortes de gaoga a 1400.
Liquida-se corles de ganga para calcas
de homem a 15400 e 15600 o corte.
Bria ti: o para falsas a 1400.
Vende-se brim muito fino de cores para
calcas de homem, roupa de meninos a 15400
e 15600 a vara, dita branca de linho para
15280, 15400 e 15600 a vara.
fi'dft linholizoa 720.
Vende-se fil de linRb liso a 720 a vara,
dito de palmmh'S a 900 e 800 a vara. -
Castores para calsas a 200*
Vende-se castores para calcas de homem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para calcas a 32o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
P01I He dsevrc a 800
Liquida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nomo poil
de chevre a 800 9oo e 15 o covado.
Bereja de lisias a 240.
Vende-se bereja de listas-para vestidos
de senboras a 24o o covado, e ootros mui-
tos artigos que se deixa de mencionar por
folla de tempo, o que deveniente se annun-
ciar par melborar o preco das fazendas.
Chitas escuras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algodan de lista e 200 o covado-
Vende-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covado.
La preta a 500.
Vende-se lasinha prela para loto a 460
e 5oo o covado, alpaca preta a Soo, 64o,
800 e 15 o covado, moria' tique a 15> dito
a 25.
Coberta-< e fefta a 20060.
Vende-se cobertas de chita a 25 e 255oo,
ditas de damasco a 4oo-> rs.
Atgorfo encestado a lgM&.
Ven-Je-se algedoes enfestado para lences
5 V
Vende-e cortes de brim de cores para'* toalhas a 15 a vara, dito pintado a 102ao
;ai;a a I-;;, 15i"0e25. ja vara.
ivifto ininAHAnfA Alpacas de cores a 64o.
f isa 1BMIWBU Vende-se alpacas de cores para vestidos
O pro mimo das tojas do Arara da ra d/seell0ras ap4o e 72o rs. 0lCOvado.
da m eratiiz n. 50 e 72 declara ao respei
lave! pul tico c seas freguezes que encom-
Beodoa mu grande sorlimento de dminos
de todas as qualidades e vestuarios a carc-
ter para as poaso?,s qiiogostafa d3 divertir-
se pelo cwoava, po:s lodos estes artigos
evem estar proai;,tos do fira ii te mez em
liante e |ue espera que 0; seus freguezes
borren, com as suas frequeocias am de
Ihes comprar bca.fVtos vestuarios ou aluga-
rem, pois o que se afiance grande quanti-
dade que existo };ar se escolher, todo fie
oom gusto e preco mais barato possivet:
roa >ia frbaeratrh ns. 50 e "-'.
Ciiitas para coherUs a 280.
Vende-se chitas para cobertas a 260, 320 32 cova,dn;
e 300 o cjva ;o.
la tiiiihss a 280.
Vetjde-se Unzinhas estampadas para ves-
tidos de s (ib :ra a 28() e 3.9 o covado.
Coilas adamasca las a 440.
Vende se chitas adamascad as para vestidos
i 4O0 c lU) o cov..(lo.
Meras para homem a 4500.1
Vndese meias para bomem a 45, 55, e
para senhora a 0?. 55 e .35000 a duzia.
Organ !y de cores a &{$ '.
Vendc-se organdy de coftt para vestidos
da senhora e meninos a 4-0 e 500 rs. o
rova-io.
Cortes de gazineta a 15ooo.
Vende-se c >rtes de gaziheta para calca a
15, li2ooel54oo.
Ca-cas de meia casemira a 35ooo.
Vtiide-se caigas de meia casemira de co-
ras para borneas a 35, palitots de panno
preto a 55 e 8,?, caicas de cazeoiira tina a
55 e 65.
NOVIDADE.
Vende-se urna armegao propria para qual-
quer negocio.
Laas escossesas a 2-0
Vende-se laas escossesas de quadros para
vestidos de senhoras e de meninas a 28o e
PARA O CARNAVAL
Ao respettavel publico me cabe a loara
o off n c r ora lento de domi-
no e v.-.uarios,. carcter de diversas'qw^
1 os amad-res deste importante
divertim 1, :s o propietario 'esle es-
tbil 1 te vender os seus d-
minos e vettuarios ma":s barato do que cm
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se lencos de seda de flores a 800
cana um para ac-ibar urna grande porco
que tem na ra da Impera:riz n. 50 e 72.
La siuii;'.s com listas de seda
Vende-se laasinbzs muito largas com lis-
tas de seda a 15 o 80 rs. o covado, ditas
finas a SbO'o covado.
Cortes de casemira a 2|.
Vende-se cortes de casemira de cores a
23, 35 e 45, ditos de casemira preta para
calcas e 35, 45, 55, 65 e 85.
Seas de c-c-i a 15430.
Vende-se sedas de cores fixas a 15400,
15600 e 25 o ovado, grosdenaple preto a
15C0O, 25 25500, ditos de tedas as cores
[ 25 o covado,
Basquias pretos a 145.
Ve:;de-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 145, 165 e 205.
Bramante do algodo e linho, ,brim de
linho pardo e branco, e oulras militas fa-
zendas que se torna enfadonho mencionar-
Ibe e muitas qu- lidades que avista Co com-
prador vera' como a Arara vendo barato.
Casemiras a 25000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
oulra qulquer prt,', isto para q-io todos! 2# o 35000,
poisan diverts; > n s da i 23, 24 e 25 do .Cortes de casemira preta para calca a 35,
crrenle, asado c->-n pouco dinheiro.
Esportillos a 5-;
Vev'c-sa ricos espai tilos para senhoras a
85 e G5DC0.
CON"E\l LER.
Ven^e-se domin? de alpaoa do cores
45- Dtos de 15a decores a 4>. Ditos de
3500 e 45.
I4 braSa a 25000.
Liquidago de cortes de cambraia com
batas do co.es a 25, 25500 e 35000.
Grande sorlimento de gro-denaples preto
moreantique preto, casenjira e panos pretos
s a 35 Ditos de madapolo; P" o qnajuaa.
e i,;. Ditos de ii de 'islas s seda a
65 e 85- Ditos de pit' d, che*, re muito ri
eos 85 e IO. Dos da alpaca adamasiada?
a 65 6 84. DOos de camb.-.ii. branca muito
fina a 45, 55 e 0>. Ditos de verbolinas
de cores a G5, 85 e iQOOO. Ditos de cam-
braia bordada a 85, 5V0 00. Ditos
de ganga de Gores a 35 e 45000, e outros
do muitas qoaliiades que n3u se pda men-
cionar.
Vpstaarias a carseter 49^00.
Vea e-se vestuari s a carcter de diversas
qoalida les a 4, 30, 85, 95 105, 20,?, 255 e
3050DO.
PARA ALGA.
Alaga se dminos das 00 lidades cima
menciona ias pelo pr&co de"25, 4^. 55000 e
65000, sendo nue quem compiar grande
porcao ter abtiment.
Vestuarios carcter
Aluga-se vistuarios dracter de mollas
qnalidades pelo preco .uinle2#. 41. 55
e 65011O: a quem comprar porco faz se
abatimento no preco, ra da lmperatriz n.
ob e 7, loja e armazem da irara.
ftirosUeaapIes preto a 150C0
o covado.
Vende-se grosdenaples preto a 15200,
15400, 15600, 15800, 25000, 25500. 35
3500 o covado. MoreaDtique preto a 25500
35 e 35500 o covado. Pao preto para cal-
Cas e palitots a 15600, 25, 25500, 35, 45
e 55- Casemira preta a !-6O, 25, 255C0
e 35000 o covado. Cortes de casemira pftta
enfestada a 35, 35500, 45, 65000 e 850O0
o corte de calca.
O qne doto a 55000.
Vende-se pecas de mada palio fino de 24
jardas a 55, 65, 75, 85, 95IS05OOO, ra
da lmperatriz ns. 56 e 72.
Arara est liquidando I
chitas miadas a 160 e 200 rs. o covado,
:assas miudas a 2A0j^) covado.
Glande .pechhicha.
Saias bordadas para seaora a 35500.45,
65000.
Laas brancas finas a 5CO rs.
Veode-se lanziahas brancas com peinas
1 de cores para vestidos do senhoras a 500
i 560, 720 e 800 o covado.
PARA UZO INTERNO
PREPABABOS SIMPLES,
Xarope de jurabeba garrafa......... l^ooo
Vinhode 156oo
Pillas de vidro......... *i>6oo
Tintura de, 1 64o
Extracto hydralconlico dejnrnbeba 1255oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jnrubeba ferruginoso garrafa. 25oo
Xarope 156oo
Pilulas > vidro.,. 25000
Oleo de jurabeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 255oo
PARA UZO EXTERNO
A JCJRUBEBle
Esta plantaje boje reconbecida como o mais poderoso tnico, como um exces
lente desobstrnente, e como tal applicada nos engo"gitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas cora anazarchas, as inflammaces
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeossos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glaodulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparaces ferragioosas, ainda de grande vantagem
uas anemias, chleroses, faltas de menstruac5o, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta Gidade, entre os quaes
podemos citar os Ulnas. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem aexcellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoh ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacS'".'
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jaro-
beba, trvemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoja sontiam os doentes do usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um-
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havernaos convenientemente
8studado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bera conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folbas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appicaco, tendo alm Visto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicSo possive; para o que nao poupamo3 esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.'
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvol cara
de qualque dos soflamemos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantigem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor Ihe pode convir, j. pela fcil appicaco, e ja pela complicaco
das molestias, idide, sexo, qu ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente solevis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a appicaco d nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos a."
mos preparados,
Deposite geral de todos os preparadas
Ballca c drogara
34Ra larga do Rozario34
0 cordeiro providente
Na aetiga loja de miodezas a ra do Quei-1
mado n. 16.
Tmo sempre *m vi*u to roolar o leopo ao*
seas tregeles, eom exuasos aonuncios ;
tambem nao qaereado qae o mesmos Iregoex*
Igoorem o qae de no?o tem elle recebldo, por tsso
resamid'ameoit dir': chegaodo assim ao ce-
nbecimeoio de lodos qae a dita loja do Cerdeiro
Providente, raa do Qaetmado n. 16, receben o se-
guate : .
Boaitas e doradoras ligas de pellica para meia?,
lauto para senhoras como para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Penies com enleiles dourados e nao dourados,
pira naeulnas.
Coques simples centellados,moldes Inteiramen-
t-J BO0>.
Bom papel em ealxinbas Uso, pautado doora-
do e timbrado, e outros muilos objeclos, que men-
cioua-los serla bastante enfadolbo, e que se ven-
do em dita loja de miudeas do Cordeiro Previ-
de ti te roa do Queimado n. 16.
Na faltam flores,
O Cordeiro Providente a roa do Queimado b. 16
tem cunstaoteiaeole um liado sorlimento de fl
as e bonitas flores, por tsso quando algum* ba.
biiidosa joven quiter preparar qoalquer enfeite de
bailo gosto deve logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Providente, a ra do Queimado n. 16,
nao falu ra flores.
fara alv/ejar os dentes.
O cordeiro providente a rna do Queimado d. 16
recebeu do bem conhecido fabricante Jonb Gos-
Inell & C orna ptima qaalidadede pos para den-
'tes aromatisados com canfora aue realmente tem
merecido todo conceito porque nao s al veja per-
feilaujente os dentes como tambem conserva-o?
sempre no melbor estado de perfeico, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qneimado n. 16
Chapellnas de seda
Modernas e bocitas ebapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente raa do Quei-
mado n. 16 e por ser p. quena a qoantldade re-
cebida, quera pretender orna moderna e bonita
chapelioa deve aprecar-se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a ra do
Queimado n .16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 16,
tem um bom sertimento de Anas ponteiras para
charolo?, sendo lisas e com flgoras em alto rele-
vo ; e para que os seus fregueies nao se Inconr-
m dem em comprar charutos em algomas das to-
jas de cbaroteiros, receben tambem um bom sorli-
mento de finos charutos do afamado fabricante
Furlado de Simas; assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sorlimento na dita loja do
CordeiFO Providente, ra de Queimado n. 16.
A loja do cordeiro previdente
Roa do Queimado n. 16.
Mella acharao os pretenderles um grande e va-
riado sortimento de perfumarlas finas, tanto ingte-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lencos.
Baobas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para dentes.
Ditos campboradospara ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacoles com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Saboneies para mi e barba.
E muilos outros objectos que sero presentes
ao comprador qoo se dirigir a ra do Quelmad
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Baa icijas pequeas.
Vendem-se na rua.do.Queimado n. 16. floja do
cordeiroprevidenle.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja;,docordeiro;previdente a roa
do Queimado n. 16
Boa tinta para escrever-se.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 16,
acaba de receber nao pequea qoanlidade de boa
tinta (Bine black), que sendo to conhecida como
6 nao nacessano explicacoes a lal respeilo, mas
lembrem-se todos que a melhor tinta que existe no
mercado vende se na Ir ja do Cordeiro Previdente,
ra dj Queimado a. 16.
Port relogios
Um lindo sorlimento da port relogios acaba de
chegar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
n. 16.
Trangas de ouro com pingentes.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado n. 16,
recebeu um lindo sorlimeuto de traumas de ouro
com vidrbos e sem elles, para enfeites de vesti-
dos e se esta* veadendo, por presos bastante mo
dico-.
k
Fabrica e [undi^o de bronz
t outros mttaes, caldeireiro,
laioeiro, e funiltiro, situada
na Soledade, f ua do Prin-
cipe ti. 3, e com deposito na
ra Nova n. 38, da cidade
do Recife,
DE
BRAGA &SAMPAI0
Fabricam-se oeste taponante estabeled-
mento todas as obras concerneotes as artel
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamaabos em
feitios, os mui acreditados aparelbos de
Derosne com as dimentes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesqner pecas des-
apareces, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou equenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qoalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repoxo, e
com especialidade a estancarios 1 assim -rp
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nlo
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo qne sao cons de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricana vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, om completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escomadeiras, cocos, candeias, e muilos
outros ntencios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agna e outres.
Cavithas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a pereic3o.
Vlvulas para tanqoes de baoho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
c>nn todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, aavtas, afmo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e ootros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folbas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos psra espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para .cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e depateDte, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccao do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qne serao servaos a
contento, com promptidSoe preco commo-
do, pelo que os propiietarios lbe sero agra-
decidos.
m
i\L uAfl
Chegou ao aotigo deposito de Henry Forster 6
C, ra do Imperador, um carregamento de gaz dt
(primeira qnalidade,o qual se vende em partidas
i reialho por menos prejo do que em outr" qos
luer psrte.
Manoel Moreira de Souza
RITA NOVA IV. 43.
Nesta novo estabalec'mento ha um completo sortimento de chceos para homens7 senboras e
meninos e venJa-se por menos j)reso dogoe em cutra qualqaer parte.
IE
RA NOVAN. iO E
AS
Superior pnnro deaigoilo da Baha
Vende se no escriptorio de Antonio 'Lulz de Oli-
veira Azevedo i C, ra da Cruz n. 57. -________
Mascaras
Novo sortim8nlo de ma-ciras de massa, de ara-
rao, de cera o de seda, domias, nariz com ocuhs
e barb3S, indo bem surtido e novameato chfgi-
d s ao armazom do vapor ra N>va o. 7, e ven-
dem-se maito em conla do urna duzla para cima.
Lk*.
de chegar os sabonees de
aleatro
O oso destes sabunttes tem apresentado os maif
benficos effeltos contra as impigens, pannos, sar-
tas, tinba, caspa, conilchoes, e todas as demais
molestias de pelh.
Vende-se
M BOTidl E BM6iUi
DE
Ra holomen & C
34-Kaa larga do Bario-34
Nova inveDClo de~bpmbas,
na ra Nova n. 30.
s^- Chegou um sortimento! de bombas,
is melhores que aqui tem vioo, por tirar
agua sem nioguem tocar.
Encanameto para agua, na
ra Nova n. 30.
tsr Fazem-se econcerta-se melhor e mais
barato do que outro qulquer por ter objec-
tos vindos da Europa de conta propria.
A TnNdiO
Ao armazem de fazendas dt
Santus Coelho,rua do Quei
madon 19.
Cambraia branca muito fina, peca oom 10 jardas
&, 65,15.85 a 93.
Chegou aflnaf
*-
A pomada galopean
para cara rpida e completa do callo duros.
VKNDE-SB NA
Botica e drogara
DE
Bartholomen 4k e.
JlRu larga do Roari24
Fio del^do'daBSWa
Vende-se no escriptorio de Antoni Lult de Oii-
veira Asevedo & C, raa ia Croa n. 17.
Bota c barato
Cortos de organdy branca muito Gna com 10 jar-
das a 9.
Camb
a
Dita brinca upada, pecas de 12 arias a
e 9&0O. v v
Diia saissa Boa com 8 varas, a peca por 8.
Dita adamascada paia cortinado, peca oom SO
varas a i?.
Dua para forro, peca <^om 10 jardas a 3$.
Dita d cores Boas aJ50l) rs. o covado.
Dita de cores muito Boas, a 700 r?. a vara.
Dita de lioho multo n a 93 a vara.
BaiSes de 2o' e 30 arcos a 23 e 23b''0.
Ditcs de 40 e 39 ditos, nasgados a 4.
Ditos do raosselida a 43'iOO. '
Ditos de dita, esquios a 53.
Ditos de crochet a 43300.
Dito da mu.selioa, para meninas a 33.
Salas b,r.la4s a 4$00.
Fi de Iiddo com ^ainicos a 900 r?. a vara.
Dito de li ho liso a 720 rs. a vara.
Grosdenaple preto, bom, a 13800, 2 e 23800 o
covado.
Moriantlijne soperior a 23800 o covado.
Tarlaiana da todas as rote a 600 rs. a vara.
Flaoelia de cores a 800 rs. o covado.
Bramante de linho com 5 palmos de largara
1200 a vara.
MaadapolOes fines a 6& 7& 83, 93,1C3 e 123 a
peca.
Piatilha de algodo, superior fazenda para saias,
peca com 10 varas a 300.
Atoalhado adamascado de llnbocom 7 J palmos
de largura a 33 a vara.
Dito dito de algodao a 23000 a vara.
Algodoenfestado com a mesma largura a t 100
a vara.
C bertas de chita de ra" agem a 236C0.
Colzas de fusto 633C0.
Lencoes de hambnrgo de linho a 23400.
Ditos de bramante a 33500.
E-partilhos floosa *
Panos do la adamascados para cobrir mezas a
43500.
Gordaoapos de linbo adamascados a \$ a doria.
Toalhas de linbo, lisas ealcocboadas a 113000 a
dozla.
D tas de algoio felpadas a 123000 a rlnzia.
Lpocos de cmbrala finos de 13800, 23, 23500,
33200 e 33600 a duzla.
Assim como ootras maltas faiendas qae se vea-
de por menos que em outra qualqaer parle, e da-
se amostras de todo.
Machinas para descarocar algodao, do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americ
E' tal a execuQo do machinismo, que o al-
gcd^o sahe quasi to perfeito como o de bo
landeira. Recomaienda-se a attencao dot
Srs. agricultores, estas machinas.
ncao
A'egccia se orna machina de f.tzergelo, a qual se
acha era funei.ao fffeitiva. E' otea excellente
aeqnlafeao para qoem qoeira eoslsar a iudosiria
de peixe pelado, como ha no Para, aonde fie por
urna lei conceda se urna subveoco de 25:0(03
aonua! pelotimio de 12 acno, ao respectivo em-
prezario rara dar mais exteccao a c-.-ta industria
psra abastecer aqueiU capital de peixe freseo, a
preco barato, e para tal Gm molto se presta a refe-
rida machina, visto estar collocad as A'aedas,
acnde ha mntia abLdancla de pwxe a pre^^ bara-
lisMio, e pode pira aqu ser transportado fresco
com gelo para ser vendido tambftttt barato, e eom
grande locro, vende-se a dita machina ou toma-se
urna pessoa com socio, entrando cora um pequeo
espiral, para melhor informacSe?, a tratar na raa
do Mondreo o. 9!) f-hrica de chiojate.
VINde QUINQUINA
Com Malaga e Pyrophosphato de ferro.
Este vinho foi preconizado por toda a emprenst
medical como sendo o mais poderoso tnico
erapregado para curar a Chlorosis, Anemia, e
Exhanstaqao do sangue. Deposito geral, em
Pars, em casa do Laurencel, pharmaceutieo-
drognisla, ra dos Lombards, 4i.
ce
a
CT
O
f
O-p- CBU3
Q.B o,

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B a
3 *^-
E"? 53* o
7 f B P *
MOLESTIAS 00 PUTO
Aviso Importante.
Os nicos verdadelro? xaropes da hypophospbl-
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Churchill tra
tero a firma qoatro vezes repetida deste sabio me
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
Pharmacia Swann, 12, roa Castiglione, Pars
Acha-se a venda em frascos quadrados com o ne-
me do Dr. Cburchitl no vidro. Preco 4 francos eOi
Pars : Com irucco
IRDiDEIRO LE RO
i ion, DotUor-UlddQ
Ru de Seine, Si, A PARI8.
tm cada garrafa, tal, cutre reina o pae el
jo* leva o em tete, un rotulo traprc;;o tn a-
r*U*coa SLto IariaiU m ernnuo nmi.
ITER-MDECIN
PHARMACIEH
4c 100 frjB3t-
bNPrll,cwtctl
M u dt rMca,
aaxlmf,(oa-u
Bator Deoslto na pnarmacia
C. em Pernambooo.
Concalcs
de P. maniti
B?Ilrao tem "para
roa do Trapiche
Joaqalm Jo?e
vendar bo sea escriptoHO na
"'Brim de algodo da Bani*. multo proprio para
ronna de eeravo.
Fio de algodo da cabla.
Panno de algodao da fabrica, do Illm. Sr. eom-
meodador Pedroso.
Viobo do Porto-, em caita de orna daifa.
Dito do dita em barris de dcimo.
Machinas para descarocar lcodo.
Toros H Jacaranda'.
t -
1 mam


Iarlo e Periauboce Sexta felra II de Feverelrc c iSftt.
-


.'

C
Callares Royer
|i Anoihos elctricas magnticos
Depostf aereitltado'
fcafftda aguia branca raa do Queimado n. 8
Apregoar ainda os prodigiosos efeitos dos
ollares Royer j nao ensrnar ou querer
iatroduzir novidaes, porque a fama de sua
efflccia tera-se tanto estendido, e os seus
felizes resultados a tal ?.'tura elevado, que
hoje rara a pessoa que por experiencia
proprta, ou por intermedio de seus amicos
e parentes, ignore ou desconhea as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloria do concor-
rer para ua t!o justo flm, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta ainda que os senbores pais de fa-
milia se facam convencer (de que convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente qoe com antecedencia fce deite na
crianca um desses collares para assim estar
ella preservada das convilccs e so contar
livre dos rigores da dentlco.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contralado e Liudsimas gravanhas para senhoras.
Dor isso acha-se olla sempre provida dos ver-1 ^oietuteVa. oSae"1"'"0 Seda' n'"ma
colUres Royer eletricos magne- Coiiarionos, puubos e gravitabas de Cbany, com-
I pela n ividade.
Rlquissimos leqoes de marflm todos abertos

"Para principiar o aano de' 868
Viiiho tnico nutritivo
I>E
QUINA EC&CAO
DS
HA
LOJA E ARMAZEM
raa do Crespo n. 9 A, esquina da raa do imperador
Acaba de rbegar pelo vapor Guunne, ara variadisslmo soriimento de fazeodss que dizsm os
nossos correspondentes qoe forana as melbores, as de mais gostos e navidades que eneootrarara em
Pariz, e por isso mullo recomroeudamos a apreciado do respailare! publico, os seguales arUgcs que
s encontrarlo na loja do Passo.
Rlquissimos cortes de seda de core?, com lindos
matir.es completamente novidade.
Lindissimos vestidos de cambrala branca bordados
com gosto.
Ricos basqane?,.primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir.
Riquissimas cbapelioas de seda, palba a Imitaco
e enfeliadas com muito gosto.
Coques para senboras, sendo estes de ultima moda
em Parir.
dadeiros
ticos.
Novas chapelinas
de Coa palba da Italia.
A Agaia Branca, a' ra do Queimado o. 8, rece-
ben oro novo sortimento de bonitas cnapelinas de
Una palha da liada, ornadas com delicadas flores, e
eomo sempre a Aguia Branca as vene por pregos
commodos.
Rap Viajad e Paulo Cordelro
A loja do r rdeiro previdente a' roa do Queima-
Si o. 8, recebeu nova remessa dessas cualidades
e rap. _________
Frecos vantajosos
ns miudezas do grande estabeleci-
ffleuto de Souza Soares k [rmo.
Ra MoTa n. 28.
/cadena em grosao e a reialho.
Linhas novelios, muito superiores, libras surtidas
a 2*200 e 2A50O.
Dua em nvelos, mais inferior a ISOO e I800
a dita.
Dita branca em cairas de 60 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, cairas de 16 ditos a 2i0 rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos prandes a 560.
Dita em earros de 100 tardas a 360 rs. a do;ia*
Dita em carros de 200 jardas a 1,3200 a dalla.
Dita em carlSes, branca e preta, a 160 rs. a dita.
. Rozetas de cores em canas de duzia, a 12500 a
dita.
Grampas com caneca de vidro a 160 rs. a dita.
AgDibeiros pintados a 2i0 rs. a duzia.
BoiSes de moedinbas donradas e praleadas, para
punhos, a 13900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 300 rs. a
groza.
Ditos de osso, para caica, a 240 rs. a dita.
Caixinhas com soldados de chumbo a 120 rs.
Espetaos de moldura dourada a I JiOO a duzia.
Pentes de lago donrado, para coco, a 61 rs. a
dtnia.
Ditos de lacos lisos, para coco, a ."3500 a duzia.
Ditos dourados, com Odres, 23400 a duzia.
Ditos do blalo, multo boos para alisar, a 25300
2*400 a dita.
Dedaes amarlos e prateado?, fleos, a 240 rs. a
dita.
Clcheles em eaixtahas a 640 rs. a dita.
Ditos em cartdes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fila para coz, larga, com 10 varas, a
80O rs. a peca.
Pitas de seda n. 1 Va. pecas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco branco para ceroalas a 563 rs. a duzia
de pegas.
Laas de todas as cOres, para bordar, a 63500 a
libra.
Pbospboros de cera, em caixinhas, a 360 rs. a
duzia.
Ditos de pin encerado, sem cheiro, a 360 rs. a
dnzia de caixinbas.
Ditos de cera, em cairas grandes de folha, a
13400 a duna.
Caminas da Dootrtaa Christaa a 320 rs.
brelas da colla, em cairiohas, a 320 o 500 rs.
Sabonetes Guos a 800 e 13 a duzia.
Facas e garpbos cabo de osso, fazenda boa, a
13500 a doria.
Ahumaduras Anas para ooletes, cintos com flve-
las de crystal, e murtas ootras qualidade?, puleei-
ras de coalas, pentes com pedra* para coques, en-
felea para eabeea, nm completo sortimento de per-
remaras de todas as quali-dades, eolarinhos, can-
deeiros a gaz, ferragens de todas as qoalidades etc.
te.; a raa Nova n. 28.
c de
Rlqoisslmos vestimentas de cambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
creancas se bapllsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 anoos. ,
Mantas de blonda para uoivas.
Moiriantirjne, grosdenaple sedas preta, branca
e de cores.
Riqnisslroos cintos, oltima moda.
Ricos enfeites para senhoras e meninas.
Lindsimas cbapelinas de seda a de palba para
meninas.
Rlquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos cortos de 15a para vestido, novidade.
Chapis de eastor a canotier, oltima moda para a
rapazada em Pariz.
nlumo gosto ejn Parlz ; assim como de sndalo Grande deposito de luvas de Jouvin recebe-se por
madreperola. I todos os vapores grande sortimento.
Casemiras, cambraias, laa?, masselina?, precalias, chitas e ama inftaidde de cbjsctos qoe
deixamos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo roa do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.



il .JL tul
AUGUSTO PORTO 4 C.
11Ra do Queimado11
Receberam em seo estabelecimento um esplendido sortimento de tapetes, alca-
tifas largas e esteiras para forrar salas, ludo da melhor qualidade e das mais lindas cores,
o que podem veiiflcar vindo ver as pessoas que quizer alcatif-r ou esteirar seus saldes.
Vestidos de blond com manta, ramo e capclla para noiva.
dem de gorgoreo bordad' s pretos para a quaresma.
dem de eambraia branca bordados superiores.
Basqnines .de seda para senbora gosto moderno de i8$ a '60$.
Golsas de seda, ditas de laa e seda para camas de noivas.
dem de crox e toalbinbas de croeb para cadeiras.
dem de fustao brancas e de cores de 5& a 10)J.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 205 a 70/1.
Id m bardados e'adainascados para janella de 9 a 20$.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, goardanapos grandes e pequeos, toa-
Ibas para mao de linbo e d azues, casemiras pretas e de cores, tudo por mdicos precos.
Cbope inas modernas para senbora de palba e de crep.
Camisas de lioho e de algodo inglezas e francez?s para homem.
Moir branco e preto, 3edas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
grs preto e de diversas cores, organdis e cambraias brancas e de cores e 15a de moi-
tas quali Jades.
Satas, toalhas e lencol de linho ricamente bordados.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapeos de sol inglezes muitos ontros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e apurar dinheiro.
11Roa do Uuelmado U
Raa da Imperatrii d. 60
E
mm nmtm u smm
SUCCESSOR DE r
v,. n AMA #& SILVA.
n o, a ? Pre,ra da Sllva-tendo dissolvidoamigavelmente a sociedade que tinha com
o sr. Antonio Pereira da Costa Gama na loja e a mazem do Pavao tem resulvido vender
suas razendas muito mati baratas com o fim Je apurar dinheiro, e diminuir o grande de-
posito que tem das mesmas, assim como tem recebido ltimamente urna grande porcao
oe f.zeodas novas, tanto iDglezas como francesas, allemSes e suissas, dando de todas el-
a* amostras deixodoficarpeohor. ou manda as levar em casa das Exmas. familias pe-
los seus caixeiros, estando este eslabelocimento aberto desde as 6 horas damanha as 8
aano,te)e partjclpa as pessoas qi.enegociam em pequea escala, que oeste eslabeleci-
mento comprarSo pelos mesmos precos que cjmpram as casas^ ioglezas, ganhando-se
apenas o descont podendo assim fazer melhor sortimento.
Tira* bordadas
e Rabadinhog
'Quera quizer fazer boa compra de tiras
bordadas ou babadinhos, achar um grande
sortimento para escolher e por pnce muito
mais barato do que cm ontra qualquer parte,
na loja e arjnazea do PavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o,
Fazendaa para lato na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largara proprio para vestidos a 20 o covado,
lazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a i& o covado, cass.is brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que em outra qualquer parte, na loja do
Pav5u, ra da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
Camtfliehas a 3#.
Vendem-se as mais troleroas camisinbas com
manguitos tanto bordados como de preguinbas com
elegantes pnnhos e bonita* abor aduras pelo bara-
to preco de 3*100 ; na loja e armaxem do Pavao,
ra d Imperairii n. 60,
Pchincha em casimiras a i$600 seo
Pjivo.
Vende-se ama gradde porcao de casimiras supe-
PECni^fillA
4#000
Em cortes de !a
Vendem-se supiriotes corles de laa fuatza.''a
com 18 r< vados, pelo barato preco de 45 o corte,
ist na loja e armazem do pavao, ra da Impera-
triz n. 60,
Cambraias largas a iOGO e 1^280
a wra.
Vendo-se eambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
vestido com quatro varas, a 1> e 1^280 a
vara : na loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n 60,
Espartiihos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilhcs dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz o. 60,
Cortinados para casssurn os.
Vende se um grande sortimento dos me-
lbores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos baratos precos. de
93, 103, t>3, 203 e 253000 o par; da-
masco de lia imitaco de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 43 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fustSo brancas e de cor; ero
BUGEAUD
E>ia Duva ri.u turar*'! re: Be em i.ma tbida
ass grsdavel b cmvtni nle a tido> os. *rganis.
mo, a quina qo* um medirmento tooleo por
eicelleccia, e o cara > quo cuD'm piitri,i0i na-
iritivos sssis reconbf i Idos.
Elle se eioprfga crrn o rnaior snrreso na cora
das plidas cores, sefli loj* r,tos do e.'t mago, perda
de appeiiif, digesioes tiEcu.l si?, iicnMrui5e
difflceis, etc. etc.
Deprsiio efierial na phsrmscla e rigsrla de
Barihoinotrfn & C, a nu larca do Rrsirto n. 84.
AO C0SIIIOCI0
Vendo-'e orna taverna tem ifrefBeiad.3, tanto
para a |r>ca, ccao i^sra o malo, e ctm poneos
fundos e t< dos es gerefos e tc-tis prtences erii nm
tslado exrelleole; unen prelinder diri| se ma
f* A:ecngi p. 2, que ai liara" cm qaerr. tratar.
- Vende-se, aireiida-se ou i^rmuila se cm
ramio sitio Junto a.. p>.v iadu dn Ayipncig, c.a
ajor h'n> teirui..-, e ilcitas sivoirs fru feras,
Ci mo sejam, lar;ng-ira-, jaqotira.', iiaenas ele.;
quen; o pretender dirjase *' ra Dirft u 29, 2
urdir, das dez l.uras ao meto da.
wmwmww ww mmw
^3 Vfiide->e eingrosM) e rft-ih; p.>r ioh
~ n-s o que cm ootra qualqurr rarte, ma-
l^ l-rial de llar i ftiio com barro doce, c-'
gf braca e preta, arria do fing r, cimmi'.
>g~ barro, maos trav^ss?, enxameis, eaibros
18 c rpas: lia ra da Gyucudia aimairin
do sol n. 26.
mwmmm
GESSO
Lealdade
Este estabelecimento a roa da Imperatriz n. 70,
recebe de sua coala por todos os paqoetes franc-
tes diversos objectos da oltima moda de Pariz,
eomo seja Donitos coques lisos e enfeitados, Blas
de s?r|a, ditas de seda lisas e bor Jadas de todas
t-s largaras e de superior qualidade, lindos sapa-
los de merino-, de casemira e laa, tacas de laa,
muito bonitos cbapelliobo?, babadiohos e ntre-
melos com lindos bardados, grvalas de seda pre-
ta e de cores para bomem e soboras; as verda-
deras lavas de Jouvin brancas e de cores multo
bonitas, eartelras de diversos fetios e lmannos,
meias de muito boa qualidade, para homem, se-
nhoras e meninos, nm lindo sortimento de bieos,
tspariilhos, toucadores ds Jacaranda' de diversos
Unannos, Otas de veludo, trancas pretas e de co-
res, lindos enfeites para vestidos, cintos de diver-
sas qoalidades muito bonitos, albons, abotoadoras
para colletes, la para bordar de superior quall
dade, ama inQuidade de bonitos briequedos para
enancas, as melbores perfumarlas de Lnbim, Plver
Cooaral sociedade Hygenica, immencidade de
obfeetos qae deno de mencionar para nao se tor-
ear massante, todo por precos mullo cou.modos.
HST0RI4 DE C4HL0S
XII
Rei da Suecia
POR VOLTAIRE.
Vende-se esta exeeilente obra por
brochura, o a llvraria Econmica roa
*.%
Na mesraa llvraria tomam-se asslgoataras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
ingle* a U cada exemplar.
Livaria eneyelopedica
Cbegaram livrana encycinpediea de Jos
Barbosa de Mello, roa da Ooi o. 02, as seoiotes
coras do Dr. Cberoovlz : Formulario ou Guia me-
i te*, qoe cuntem a deseripcao de todos os medi-
eolw. Zitima tiqoo. t volume de 838 pagi-
a",com B4tf*oras no testo, encaderoado. Pie-
jo o#. Dtetionarto de medicina popular em qoe
se oescrevem us Tmptomas, as cansas e o trata
meo! j da> molestias n'oma llngaaeem accommo-
dkda a' ioillig*ocia da psnas eiranbas a seleo-
eia med. a. Ttroetra edifSo, 3 volumes com 2il
Aloras oo letio eoeaderoado. Prego 203.
ntoi alcor aproveite a occa-
lio.
VdGde-'e orna taberna mu ua roa Imperial n.
M3, cm oma das melbores localidades e nem afra-
Caeuda prepra para qual.joer priueioiante per
fcr P.OC.S fondas, e Umliem faz-se oeorli coto
a almacio ooo se arha em nono b m estado : a
peoa qe pretender dirjase a Ojema qae acba-
ra soa yma traur.
Pora o crng.val
-^.a- *b,ra5 fe vpehwrios.
8orilfriio rte nafraras d dinraas oonlMl^M
rnaatteiaoalNU^
13900 em
do Crespo
N. 64-----fina da Imperatriz-----N. 64.
Nova loja de miudezas e artigos de modas
DE
SILVA & NEVES.
Os proprietarios deste novo estabelecimento offerecem ao respeitavel poblico desta bella cidade, e do interior um lindo e escolhido soriimeoto de (|||
miudezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Enropa, pes-
soas habilitadas a execotarem suas encommendas no qae bouver de mais no-
vidade e gosto, e Rarantem vender pelos precos mais rasoaveis do que em
Hj|j outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
Acabara de receber pelo vapor francez Guienne, os segniotes bellos
arigos de moda e fantasa.
Luvas de Jouvin para senhoras e bomens, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
iBdispensaveis e boleas de tolas as qualidades.
Coques os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rencas de Guipure, de seda, (blonds) e de algodo, de todas as
qoalidades.
Completo sortimento de trancas, Blas, botoes e goarnicSes de seda
com vidrilho e sem elle, gravatinbas de seda, e mar-iguiios de lustro bordados
todo do ultimo gosto de Pars.
Leqnes de sndalo aberto do mais apurado trabalho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Rios enfeites e guarnicoes de flores para vestido e cabe$a.
Calcado para senboras e meninas.
Perfumaras as melbores e mais escolbidas de Lubm, Piver, e Coa-
dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prata ingle. 0|?
Meias de algnd3o, as mais finas e melbores qoe teem at boje vindo ^M
ao mercado, para senhoras e homeos.
Chapeos de palba da Italia, e a imitacSo para meninas.
E om sem Damero de artigo, de gosto e faotazia trae b a vista
podem ser apreciado.
vcuub-so uujb itrauue purcau oe casimiras sune- i. i "j .
riores enfestaoas, sendo escoras e alegres proprias cbes PropriOS para cadeiras, sofas, cadeiras
par caicas, poietots, eoletes e roupas para meni- de balanco, para cobrir presentes, etc. etc.:
na loja e ai mazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60,
Grande pechincha de gros-
denaples pretos
na loja do PavSo.
Grosdenaplcs i 16280
Grosdenaples a l 8G0
Grosdenaples a 24000
GrosdeDaples a 2#200
Grosdenaples a 2)5500
Grosdenaples a 2800
Grosdenaples a 350GO
Grosdenaples a 3(5200
GrosdeDaples a 3(5500
Neste grande estabelecimento encontra o
respeitavel publico um avuliado sortimento
dos melbores grosdenaples pretos tanto
largos como estreitos, que se vendem muito
mais barato do qoe em outra qualquer parte
em rasSo de se ter feto urna grande com-
pra antes que augmentassem os direilos na
alfandega, a^sim como um bonito sortimento
de moireaotiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
reiira e luto, dando-se de todas, amostras,
e mandam-?e levar em casa das excellentis-
simas familia?, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60
GRANEE fECHIiNOHA
em laostnhaa na loja do PaTo.
Vendem se as mais modernas e moito bonitas lan-
sinbasde urna sror, tendo entre ellas cores mtio
delicadas pelo baiato preco de covado. 360
Ditas de cores differeoles com palmiobas e
" listas, covado.......
Ditas mattsadas muito linda?, covado. .
Ditas listadas idem, covado.....
Ditas transparentes coro listas de seda, co-
vado...........
e ootras multas qnal'dades de lansinbas de gosto,
que se esto rec-beodo por tod s os vapores, na
loja e armazem do Pavao, ruada Imperatriz n. 60,
de Flix Pereira da Silva
Bonitas alpacas na loja do Pav3o.
Vende-se um eiegaote sortimento das mais un-
to de cores hsas e bordadas, por barato 3S a|pscas de cores lavradas para vestidos a <
preC0< o covado, ditas mais a......iA2i'0
Chales de renda. | Ditas de florlnbas a 300 rs. e
Vendem-se superiores chales pretos de ^Jja*. -- JJ -.^
renda, pelo barato preco de 34ROO rs. cada ^ aVFei Pereira da silva.
nos pelo baratsimo preco de i800 o covado ou
a 2800 o corte de calca, grande pecbmeba na
loja e armazem do Pavao : ra da Imperatriz n. 60,
PUNHOS COM GOLINHAS.
a i000 reis.
Vende-se ama grande porcao de pannos com
goliobas de esgalo de lioho, com os mais lidos
bordados pelo barato preco de IjOOO o terco, di-
tos bordados de cor a 640 reis, sendo grande pe
cbincba pelo prego, na ra da Imperatriz o. 60.
Balees espios.
a 25500.
Cbegarato os mais moderos baloes esgaios seD-
do verdaderamente americanos e vendem-se pelo
barato preco de 25500, na lija do Pavo raa das
Imperatriz n. 60 .
Cassas a S 4o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res llxas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padres listxados e de flores, assim como com
palminas miuoas proprias para meninos a
3oo rs. o covado oo a 5oo rs. a vara : pe-
ehincba na leja e armazem do Pavo roa da
Imperatriz n. 6o
salas a scte]paiacas.
Vendem-se bonitas sai^s econmicas de
cor, pelo barato preco fie 25240 rs. poden-
do estas saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se Ihe corpo de outra qualquer fazen-
da difireme; peehincha, na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
BalSes a 25, 305oo e 30
Vendem-se om grande sortimento de cri-
nolinas oo baloes de arcos para senbora pelos
baratos precos de ~ft, 2jooo e 3(5 por ha ver
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
vao, roa da Imperatriz n. 6o,
Lanzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se lanzinbas matisadas, padres
modernos e muito bonitas pelo barato preco
de 240 e 300 rs.
Grvalas a 400 rs.
Vendem-se gravatinhas pretas estreitas
da moda pelo haratissimo preco de 400 rs.
cada ama, assim como um grande sortimen-
Cemento bydraoco da melbcr qualidade para
edificacoes n'agoa, tasques, algerotes, asseniameB-
tos de cano?, eir., em barricas grandes, a 12-9,
Dito cerrtrum ooromai" a 10$.
fcm porcao superior a 51 barricas se faz oma
d'nVreuca no preco conforme a qo'r-tidado :
Nos armazens de Tarso li-
maos.
I
Nos armazens de Tasso Irroars.
GBDS DSFERPO
para jardius, porteiras, ele.
Kssni'niiizesile Tasso Irmns
Veiiae se nm mobilia uc jararaoita nodo IS
cadeiras, t de braco, om sof, 4 n ncoios e nasa
redonda e mais i mesa de amarello para jnolar
Undo 20 p.lmos aberta, as Cinco Portas n. 120. _
Cahriol't.
Vende-se um do quatro rodas aif preco ceta-
modo. Para ver no arma7em do c*es do Cp'ba-
ribe junto a casa do Sr. ilaai k, das !0 s 11 to-
ras da manbaa.
Baaaaaa^w .... i sr-
Avs agricultores*
Saunders Bratbers & C. aeanaro de rerebei
de Liverpool vapores de forra de 3 a 4 ravalloe
com lodos os pertence?, e moi proprus paia laie-
iem movr machinas de descare car 3l^do, po-
dendo cada vapor trabalbar al com 140 serras,
tambero server. para enfardar a!grd?o, od para
ouiro qoalquer servico em qoe osaix ce trabalbar
com animaes. Os meamos tamben) tAm a' vcuda
machinas americanas de 3o a 40 sena.
Os priiteodenies dirijam-se so largo do Corpa-
Santo n. ti.
inn
400
320
oOO
500
I
a $m rs.
Vende-se manteira ingle?a flor a 800 rs. a libra :
no Progresso do pateo do Carno n. 9
Vende-se o engenho Caneco, sito na frrgoe-
zia de Seriobi'm, moenie e correrte, & m satr on
sem elU, a< base demarcado, do que tem litu'o;
urna casa terrea na Soledad < n. 19 : urna cochelm
na ra da Paz n. 1, e um sillo co Coroelro : a tra-
tar do pateo do Carmo n. 15._________________
1^500.
Gaz a 135500 s na Ra do V'gario o.Qf
andar
I>0 IIi nos
Vende se e alngam--e bonitos dnrin* de riiftit-
rent^s qoa idades: na loia e armazem d<> Pavi,., a
roa da imperatriz n. CO, de Flix Pereira a
Silva.
Escravos fgidos
m
800
l D.
INJEGTION
Hjlrle (IklItvM *re>'rHtt, itaMuiauM muc* M pMttoam tuat m<-A. (Ene a iiiiimi aaLIHaw Uit'a..i txrj. m, w
4 HMBM I|JIW< BMMta. !.
PILDLAS de 6LANCARD
,o wDoarrt m amo isiL-re*.
Appro-vedas pala Academia da Medeeina de Paiit
HTtiuu- ru nuu manen mi *e-nrraraM*
nnmnm rs mosm^t r rin- Kt~i-:- > spdfM> IJaiverfait d* NrwYrk. sa. ** rurit, <|(t.
tltm f*1tnln nr-Ttirtir V tcmtOt raioo-bulMicia t mr. Hwo'.l* eiKUtit, n
iiiiiiHi dt rrflo im'Wijuc. aAor, de on pequeoo oame, dei amim m
m.mrftm 4i(ettta. Gauadv at proprlrdidn do tono e do rseaeI )> conea pmti-
fJoenu as aBVntoea Chlnroiietu, Bxcrotulataz, luttrcnltu, CmuriHi, n feaimtii,
amnerrka. ntrait, Oc; *ntirs. efiss offerecem te pnrtlco an> emeaostw 11 tu.
ra auidlfiar eafulliaicow (ynpfearicaf. fruta* tm itkif.
H. B. O ndiiNM) da lrre aspare sa anmCa om nedlea-
Ma MM. MMuaM. Gmb* oran it pareu a o aaOMBcldad* dea
ardladalraa fniata* dt Blaaear. dae -m em aaua aaO* *
lina*! iiemii ai!. ni npnt.....li i|i.....ii'i" 'irri
laten Bere -aa miaiat da* Uludufai,
praaareaeUai
TolatM daaat
Veade-se 01 paara|tKade P. Maurer c* C, roa Nova.
,. Pav*.
ora, assim como ditos de goipore fazen-
da muito snperior a 10) e 12$000, e um
bonito sortimento de capas e retondas.
Os cas?, qni ii hos do Pava* a 16.000
Cbegoa om elegante s irtiroento dos mais mo-
derno* e mais bem enfeitados cataqalobos de
grosdeoapls preto sendo com sin tora e sem ella, e
eotros a imllaco de jaqnelinhas e vendem-se pe-
los baratos prei;o< de 1H5, 2( t, 25* e 304 : na
loj. e armazem do Pavo roa da Imperatrit n, 60,
de P. Pereira da Silva.
Vendem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
12 co vados, tendo entre ellas alpumas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 20 o
covado, assim oumo sedas lizas de todas as
cores per precos mais commodos qae em
OOtra qualquer parte.
l'anno preto a 1*91600 c 2<3ooo.
Vende-se panno preto superior rom seis
palmos de largura proprio para paletots e
calcas pelos baratsimos precos de 1^600 e
2#00O o covado, grande pechincba.
Meias baratas, dozia 2fiooo rs.
Vendem-se dozias de meias de cor escora
sendo meias de moito mais dinheiro porm
IiquMam-se a 25, por ter algom toque de
mofo; ditas inglezas croas muito encorpa-
das a 55 a dozia..
VESTID03 A 450C0.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
eambraia t ranea com lindas barras bordada}
_ 43000, dit >s mais finos com as brras bor-
dadas a edr a 55. 65 e 850i'0, ditos de fan-
tazia com lidas barras o enfeites de seda a
85 e 105000.
gi nuil* lindas as nvas"ppelinas
oe chejtar-m paras loja do Pa
vo a 500 rs. o cavado.
Vemdem-se as mais lindas ponpellnas chegadas
pelo oliliB wpor. mdi\o ifanspirentes e eofeitadas
eom quadriihos mmdiobea e co as cores mais
edernaa eomo sejatn : mageota, solerino, verde,
Itrio, rfixo, atol, capna e rr sa etc. etc., garanting >
ge a,oe ueste genero o qne tem tindo de mais
moderno ao mercado, para vnstidog t roupa* de
ensaca* e vendem-se pelo baratsimo prefo d>- 600
ale o covado, nicamente na lo|a e armazem do
PavSo, ro t*a Imperatriz n. Wj.de P. Peraira da
Sirva.
Poil de Chvre na loja do Pav5o.
Vende se o mais moderno pot deChvie largo, de
oma s cor, sendo mais lustroso qne a mesm s
da, pelo preco de..... 2000
Dito mais aballo, porem com as cores
multo lindas, eovado......'*!>?
Dito com lisia-" de ;eda a 889 rs. e. t000
na Inja do Pavo, roa da lmperatru n. 60, de F-
lix Pereira'da Silva.
Alpaca monstro. covado a 280 rs.
Vendem-se alpacas me nstro escuras pira vestido',
tendo 5 palmos de largura, ooe facilita fazer-se
oro vestido com 8 nados, a 280 rs. ou a 2*210 o
eorte. na loja do Pavo, raa da loperauit o. bO,
de Pella Pereira da Silva.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
Vendem-se superiores gangas francezas muito
ene rpadas para caljas e palitots, pelo barato pre-
co de 400 rs. o covado, superiores brins de I robu
pardos, trancados e lisos, aspiro come ditcs de co-
res, fazenda rou'lo snperior, na loja e armazem
do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, da Feliv Perei-
ra da Suva.
Chitas pretas a 160 rs. o eovado.
Vende-se cbita preta inirleza lisa a 160 r?. o eo-
vado oo a pessa-por 6, eom 38 covados, dnas coro
palmn has. melhor f.aeoda, a 0 rs. o covado ou
a peca por 7500, dita franceza, largas, a 360 rs.
0 covado, mnsselinas pretas a 400 rs. o covado, na
loja e aimzem do Pavao, roa da Imperatriz n. 60,
de Franci.-fo Pereira da Silva.
Fazendas para loto na loja do PavSo. -
Vend-se superior setim da Chlea. feudo oma
fazenda toda de la e sem Instro, com 6 pm.os a>
largura, qoe facilita fater-ae om vesudo apenas
coro 6 eovaoos a 200 rs. -.-; "*MU
Soperior bomnasioa com palmos a
ijeooe.......- \*f.rZ
Superior cantao sem lastro, covado l*i 0
Laosinbas Usas, cavado 400 e ouu
Pulsas relas i"1 eom sa'pieca e eom
listas, vara a 500, 660 e 640 e ... 800
Mospelicasarelas, covado..... 4o0
ootras maltas fazenda proprias para Into, na loja e
armazem io Pavio, ua raa da Imperatrit a. 0, de
Flix Pereira da Silva. ,
Noviddu em chalet a 65000.
Vendem-te os roaia mooeroos e mais bonito
ebaes lz>bel, sendo.de oma 6 cor, eom linda-
rendas da mtsma fazenda, guarnecidas com bnni
tas comas de aijifret, sendo ueste arlgn o mai>
modera > one tfiu lodo e vndese pelo barit-
prec> de 6000, nnicaroont* n loja do Pavio, raa
da Imperaniz n. 60, de Peni Pereira da Silva.
Chales de merino a 250<0.
Venrte.p bmin< ebalf de mnr tfcWiO, 4fi 00,5*i00 e 65000. na toja *!%'""
do Pavo. na ma da Impsiairte d. W ce reui
1 Pereira da Silva.
GIUTIFA-SE
a qaem capturar e condozir a' fat rica de sabao M
Afugado, oo a ra do Amoriro o. 41, na Recite, a.
escravo Loiz, pardo, idade 35 aonos, o qoal ja' era
principio detteanno foi preso por fogidu, e de nov
evadi se da n madnipada de Domlcgo oliirco, 24 de noven/oro;
cojo escravo fogio vestiudo a roopa do oso, deai
gooo de litras, co*luma embreagar-e, negar
proprio Bnme, e bem romo o do senlior, e trazi
por castigo urna corrente fechada na cintura e s*
tornozello, do que devera' conservar ao menos ai
manchas.
- Escravo fngido
Acha-se fgido desde o da 19 do met proxiaje
passado o egrravo do abaixo asMgoado de noma
Joaqoim, tendo os sinae?^ segaroles : idude 35 aa-
bos punco mal oo menos, cor vermeiha, be a
grande, elhos grandes e amonecidi-s, feaMo, ea-
beca pequea, caoehos rarapinb, dirmioboeo,
estatura regular, secco do corpo oo aDies magra,
bom cosinheiro, cose de altatate, tem o loro-re
de om Jos pes Pastante grosso de ibe-oniaii>na,
ps grandes e largo, bastante ladtoo e atiuc oso
se iniiiula forro. H t>da certeza de qoe e.-ieja
no Bt-cife, onde ja esteve fgido o son pasrado ;
reeororoenda.se pots as aotoi idades poiiciaes eca-
pites de campo a captara e entrega a s^u senhor
ome?no abano assignaoona vilia de iguara>s
ou aos Illms. Srs. Dr. Jos Brrnardo Gaho Al-
coforado, no Ca'deireiro, e ao capiiao Peb Fran-
cisco de Soura Magolbes no largo d<> Paralto B.
16. IgoaraSf 7 te feereiro de >868.
Jjf Te-xeira da Mona Cvalcaotl.
150^000
Fogio do dia 55 do rorrea mez de ootobro, da
engeobo Limoelro, fregnezia da E>cada o e'trava
Francisco, cm os seguiotes slgaaes : cabra, poa-
co alto, com boro eorpo, bonita Itnra, rara bexi-
gosa, barba pr oto serrada, entuma raspar o ht
gode e a peira, cabellos nm tanto orapinbadMi,
om pooco gago, cim ^Igumas slrstrixes velhas da
rbicite as costas, o'oma pa e n'um braco, **o
omisa de al*rcri5o da mata.raUja e piletoi de briol
pardo, cbapo dn baeta preto, leva, vara de ear-
relro, qoe e lauoobo ter Ido seriar praea eema
volunt.no ; fot encontrado do brj.< de Pogondes,
segoindo por Carin. Recommeada se as pesseas
encarreg.das do r-crniameoto, e r'f"*"
noliciaes, ca especiaHdada as do Bu. Frmese,
fo* Atoa Preta. >. Beolo e Prto Cl.o, e t on-
"HaCr P"^a a .PraW.c*o d. dito escrv
ir enreda-o io referido sogeoho, que gratit*
ca'se com eernjB^rM*;____________________
^^~De^8p^reren bentm 13 do correte, do
,or*oho P-raizo frgn;tia da Esrada, o esrrava
mulato Joqo'm ; fu^-Se-se que velo *ara eita el-
.lae d'oofie natural, para ampiar prca e se-
uo.r P' o <,D|- P^de-se auiori-anes palela,
aos eapitfies de e*md<, ou a qo loja pestoa a
aurehensao do dito escravo, e Itva I n rtilo eu-
venho a >fO senhor, o ca io O'i imperadoi II.
77, I* andar, aHa do lado oo Caes Si e> noven*,
tro, qoe tila' tecooipeBsado.

IttEliH 1



Diario de Ptrnambnco Sexta lelra i i de Ferereird fe 1868.

LITEtuTM.
0 conde de Camors
POR
Octavio Feniliet
Trau({5o
DE
I'inheiro Chagas
volvmk 2.
(Continuaban)
XI
" Urna das mais do.-e;seasacis desle man-
da a do hornera que se I vra das pban-
tasticasgarras de um pasadelo, e que. a)
despertar com a fronte banhida de glida
soor, d entre si que luto fji sonbo. Essa
impreto tent;o-a dealguma forma o con-
de de Camors quando acor.ioa, no da se-
gatate di sua chegada a Reuilly, e que ao
abrir os olhos, vio o sol nanhar a folhagem
da cambiantes de luz, e ouvio debaixo da
lanella o riso fre>co c argen'.ho de sea fi-
lho. E com tu lo elle bm sbia que nSo
sonhara ; mas a sua a'mi, prostrada pela
borrivel teasoda* $uasjCommoce> recen-
tSj enconirava ua momento de treguas, e
;rosava-se com plena satis'ac'o da tranquil-
liiade nova que o rodeiava. Vestio-se como
que a pressa, e desceu ao jardim ; seu fiho
veio a correr. Camars beijou o com urna
ternura que llie nao ora habitual, e, debru-
;anlo-3e pira elle, fallou-lhe era vozbaixa,
azeado-Ihe pergunijs acerca de sua mi e
dos seus brinquj los, n'um tom singular de
docura e de tristeza ; depois deu-lbe lber-
dadeecomecou a passeiar vagaros mate,
respirando o ar da mandil e examinando
as folbas e as flores com extraordinario in-
teresse. De quando em quando o seu peito
oppresso deixava escapar um suspiro pro-
fundo e sacudido, e passava a mo pela
fronte como que para apagar importunas
imagens.
Seotou-se n'um dosses bancos de buxo
exquisitamente aparado, que povoavam o
jardim moda antig e chamou de novo seu
tiloo ; teve-o entre os joelhos, interrogan-
do-o ainda a meia voz, como fizera j. de-
pois puxou-o para si e teve-o estreitamente
abracado, como que para inocolar no seu
proprto coracao a innocencia e a tranquilli-
' dade do coracao dacreaoca,
A-condessa de Camors surprehendeu o
nessa expanso, e flcou muda de espanto.
Seu marido logo se levantou e estendendo-
Ifce a mio :
Como o educa bem! disse elle. Agra-
decc-Ihe... ba de ser digno da mi e da
a va.
Impressionara-a tanto o som doce da sua
voz, que respondeu, baibuciando com em-
baraco:
E digno do pai tambera, pens ea.
De mim disse Camors, cojos labios ti-
veram um leve e convalso tremor. Pobre
creanca, espero que nao.
E afastou-se rpidamente.
A condessa de Camors e a viscondessa de
T:le tinham sabido oa vespera de madru
ada da ruarte d i general. A noute o con-
de, quaadj cliegara, nao lhej fallara em
semelhanie cousa, e elles asm por sombras
le tinliam feito a miaima allusSo. No dia
seguate e nos das immediatos, conservaram
a mesraa reserva. Ainda que estivessem
longe de suspeitar as circumstancias fataes,
que toraavam essa lembranca 15) pungitiva
liara o conde de Camors, achavam natural
que o ferisse profundamente urna catastro-
rjhe lao sbita e que Ibe agitass, Ibe lur-
basse a coasciencia ; mas Gcaram espantadas
de verem que essa impresso se prolongava
de dia para dia a punto de tomar a appa-
rencia de um sentmiaio perdurarel. Che-
garam a acreditar qie rebentra entre
marqueza e elle, lalvez por occasio da
morte do general, algu na procelta que hou-
vesse alrouxado os lacos que os uniam.
Urna viagem de vinte e quatro boras, que
emprehendeu nns quuze dias depois de
sua chegada, appareceu-lhena verdade de-
baixo de um aspa-H) justamente suspeito:
maso seu prometo regresso, a predleeco
desusada, que o releve em Keuilly todo o
vero, foram para ella felizes symptomas.
Estava singularmente triste, pensativo e de
urna inaco contraria a todos os seus hbitos.
Dava sosiobo longos passeios a p; algamas
vezes levava seu filbo comsigo. Mostrava
a sua mulher umis tentativas de tmida ter-
nura ; e esse enleio n'um bombn assm
era tocante.
Mana, disse-lhe elle urna vez, j que
lao linda fada, descreva com a sua varinha
branca um circulo em torno de Reuilly, e
transforme-o n'uma iloa no meio do Ocano.
O conde diz isso, porque sabe nadar,
respondeu ella rindo e meneiando a ca-
beca.
Mas o coracao da juvenil senbora estava
inundado dej.blo.
lia lempos a esta parte que rae andas
sempre a dar beijos, lindinha, disse-lhe a
viscondessa de Tecle. A mim deveras
. qae ludo isso se dirige ?
Miaba adorada mam, responden ella
abracando-a outra vez, certifico lhe que elle
anda-me fazendo a corte, nem mais nem
;menos., e mara tambem, nao repara?
Elisa reparava effectivameate. as suas
conversacas com ella, Camors estava pro-
curando sempre as recordaces do passado
que lhe fdra commum ; dir-se-hia que a
esse passado quera encadear a sua nova
existencia, olvidar o resto e pedir tcita-
mente aos outros que o olvidassem tam-
be m.
Nao era sem algum reeoa qae essas daas
encantadoras raulhcres se eatregavam as
saas esperarlas. Lembravam-se que esta-
vamem presenc de um ente temlvel. Nao
percebiam to sbita metamorphose, porque
Ibe nao conbeciam a causa primordial. Re-
ceavam algum capricho passageiro, que em
breve lhes restituira, se por elle se deixas-
sem lograr, toda a sua desgraca com a dig-
nidade perdida. Nao era so a ellas que
esta singular transformado impressionara.
Des Rameures fallava nisso. Os camponezes
dos arredores, sentrado na linguagem do
conde o que quer que era novo, e como
que um lave cambiante de enternecida hu-
manidade, diziam que nos outros annos se
mostrava polido, mas que nesse anno se
mostrava bondoso. As cousas inanimadas,
os bosques, os campos, o co podiam pres-
tarle a mesma bommagem, porque os
encarava e estudava com urna benvola cu-
riosidade que at ento nunca lhes fizera a
honra de lhes mostrar.
A verdade e que ama tarbacao profunda,
o salteiara e uaojo deixava j. Mais de urna
vez, antes dessa poca, a sua alma, as suas
dbntrinas e o seu orgnlho baviam recebido
profundos golpes; n5o rJcixara por isso de
continuar o seu ciminho depois de cada nho cousa qne m* preoda neste manJo...'
Jerrota, coma um 1:5) ferida mis nlo ven- V guardar sos mulher.
fido. Cilcmfo aas pesilas as crencas
Irioraes que peiam o vulg >, r33rvara com
ludo a honra como um limite ioviolavel
E ron de cert-i, responden Camorti
L >go sah o da sala e do palacio em se-
gaila. Dirigio-se a p a estaco do caminho
depois, debai.w do i-mperio das paxOesj de ferro, enessa mesma ponte ebegoo a
dijsera entre si que'-a honra p^r fio de
cont3s era mera convencao como ludo mais,
epissara adianle ; mas logo, logo encon-
trara o crirn*, toora-lbe comas mos, sen-
.tira-lbe o horror c recuarta
i Repeia ora teiio os pnn;ipios que o
cadeammto nos seus designios; tato vira- diaote dalle, e ligani)-se com essl pefie
vam contra ella al o bem. Assim osea guic5a mysteriosa liabam fako nascer na
procedimenlo nodecurs) (l)s ltimos rae- seu espirito sospeitas aiterrad-ius. Nem
zes, a sui attimde exquisiti, o affeeto dovo um minuto s imaginou que a marqoeza ti-
qae pareca ter a seu filbo e a sua esposa, vesso tomado a seu cargo vingar-se ; mas a
a sua terna assiduidade junto dalla, passa-! marqueza dissara, e logo isso lhe lembroo,
vam a ser apenas a premeditado hypocrita' que n5o faltariam mSos para commetterem
de nm novo enme, que j ia preparando o crimo. Era rica bastante para encontrar
oe Ciraors fizer a gamas compras a Pars, masara parase disfarcar. ;am sicari(, e 0 sicar0 poda estar a d0us
e sua mi acompanbara-a. Haviam-se l de-] -Mis o que haviam de fazer ? Como era;passos da victima.
Renilly. Um successo terriv I o esperava,
pranle a sua "auseacla fra a condessa
morado tres dias. Nessa mesma tarde tinham'possivel avila commun debaixo do imoe-
voltado. Q janio Camors chegoa, era j al- rio de taas pensam^ntos ? Que prsenle! que
simsm) o qne seria urna s);iedado huma-
na que oul os nj t'vesse. As simples
verdades qa) menosprezara appareciam-lhe
nos?u eiplanlor tran pillo ; alnlaas n3o
disiinguiacUramaote, nem procurava dar-
Ibes um uoTie, p>rm mergulhia-s3 com
secretas delicias ni sua sacra penumbra e
na sua doce paz, pedia-as a) puro corajo
de s:u fi'ho, ao puro amar de sua juvenil
esposa, aos magres quolidianos da nature-
za, s harmonas dos cos e lalvez, no mais
recndito dos seu? pensamanlo3, a Deus.
No m;io das suas aspirag5es para urna
vida renovada, hesitava c:m tado. Surgia-
lbe na phaotasia a imagera da marqueza de
.Campvallon. Amava-a ainda vagaaieate ;
| mas sobre ludo nao a pidia abanlonarssm
urai especie de ovardia. gilavam-n'o
j confusos ter ores. Depois d.; ter faito tati-
to mal, ser-loe bia permttido fazer bem e
rdesfraetar tranquillamente os jbilos que
'entrevia ? Os Iiqs qua ao passado- o pren
diam, a sua fatal amante, o espectro desse
velho lar^ariam a sua preza ? e accrescent-
remas nos, consentira 3 Providencia em se-
raelhante impunidade? Nao queremos
abusar ligeiramente, como frequentts vezes
succade, de sa palavra Providencia, nem fa-
zer pairar sobre o con le de Camors a araea-
ca de algnm castigo sobrenatural; a Pro-
videncia nao interven! nos acootecimeutos
humanos seo3o pela lgica das leis eternas,
e n3) outra cousa sa> a saorc5o dessas
leis, mas isso basta para que todos a te-
mam.
Nos fins do mez de agosto-, Camors foi
segundo o costume, para a capital do de-
partamento, afira de toma:- parte nos tra-
balbos da junta geral. Acabada a- sesso,
foi visitar a marqueza de CampveMon autes
de voltar para Reuilly. No decurso do es-
to mostrara-secom ella um tinao negligen-
te e s raras vezes apparecera ero Camp-
vallon, como as conveniencias exigan. A
marqueza quiz que elle ficasse para jantar,
apezar de nao ter hospedes em casa1;-in-
sisti com tanta seduccao, qae elle cedeu,
senlinlo com lado l no sen foro iotirao-
que fazia mal. Nunca se encontrava com
ella sem profunda turbaco. A presenta
de Carlota avivava-lbe terriveis recordaces-,.
mas tambem lhe avivava a imagem de ter-
riveis delirios. Nunca estivera to bella:-
as vestes Intuosas ennobrecam anda mais-
a sua linguila gentileza ; empallideciam-lbe
a frente, davam realce ao fogo sombro d)
seu olhar. Assemelhavam-n'a a una joven
rainha trgica, ou a urna nagem allegorica
da noute.
Depois de jantar, veio um reomento em
que a reserva, que estava sendo o caracte-
rstico das suas relagoes, foi olvidada. Ca-
mors cahio de novo aos ps da joven mar-
queza. cravou nos olhos delta os seos olhos,
cobrio-'he de beijos as deslumbrante? mos.
Traba a marqueza modos estFanbos nessa
tarde. Olhava para elle com enaltada ter-
nura, entornando-lbe as veas muito de
proposito os ph Uros mais ardentes da pal-
xao ; depois fjgia Ibe, e dos olhos salla vam-
Ibe lagrimas como punbos ; sbito, por um
desses movimentos de maiza fascinadora que
ibe eram babiluaes, enleiou com os saus
cabellos sua a cabeca do seu amante, e
fallan ln-lfce de mansinbo, sombra desse
veo perfumado :
Podamos ser to fe-uz.es! disse ella.
E n5o o somos ? disse Camors.
Nao... eu pelo menos nSo o son...
porque tu nao s todo mea como sou toda
tua... Parece-me isto mais duro ainda,
agora que me vejo livre... Se tu tambera
tivesses ficado livre .. Quando peas) em
tal... ou se podesse se-lo ainda... On !
seria o paraizo 1
Bem sabe que o nao sou... e nesse
caso para que falla em semelhante cousa ?
Ella chegou-se ainda mais e antes com o
sopro do seu bafejo do que com a voz :
E impossivel, dize ?
= Como bavia de ser possivel ? pergun-
tou elle.
Carlota nao respondeu; mas responden
por ella o seu olhar fixo, acariciador e
cruel.
Falle, p:co-lbe, murmurou Camors.
Nao me disseste, oh nunca o olvidei,
que seriamos unidos por lacos a tado supe-
riores. .. que o mundo e as sus leis para
nos nao existiriam, qoe n5o reconheceria-
mos o bem e o mal seno debaixo da forma
da nossa ventura o da nossa desgraca ?...
Ora bem vs que dSo somos felizes, e se
poiessemosse-loemfim... Escuta... bas-
tantes vezes Disto...Os seus labios toca-
ram na face de Camors, e o murmurio das
suas ultimas palavras confundio-se com os
seus beijos.
Camors repellio-acom rudaza, e erguea-
se n'um impeto :
Carlota, isso urna experiencia a que
me sujeita, espero eu... mas, ou seja ou
nao seja, nao torne a dizer nunca seme-
lhante cousa... nunca, emende ?
Ella endireilou-se tambem sbitamente:
Ab! como a ama I exclamou. Sim,
ama-a. E' a ella s qae ama bem o sei...
bem o sinto, e eu nao sou j se nao o misero
objecto da sua compaixo, ou dos seus ca-
prichos I Pois bem, volte para junto della 1
v guarda-la, porque lhe juro que essa
mulher corre perigos mortaes.
Camors sorrio-se com irona altiva.
Confle-me os seus projectos, disse
unnain levad) a tanto, parguntan io talvez a(lanoite. Achou que o recebiam de um futuro I A imaginago vagava toa nesle mal
modo constrangido, mas, no estado de espi- de horrores.
rito era que vinha, nao fez maior reparo, i No da seginte Camors n3o pie dexar
Ora o que se passra fra o segainte: A de reparar nos modos singulares que ellas
condessa de Camors, duraote a sna estada tinham em
(Continuar-se-fia.)
CM POCCO DE TODO
' pa das modas e pela bizarra do vestuario ;
sesdo o fasto e e desejrf de agradar aos ho-
rneo detestados por Deus", terna-se isto, oo
templo urna verdadeira injuria para elle,
que all reside pessoalmente no sen tbrooo
de misericordia para receber as adoracbes e
supolioas dos fiis.
O Papa recomnaeoda as mulheres qae
obedecam tradico, que quer que ellas
v3o veladas greja, e acreseenta: tQue
ellas comprehendwi bwn o alcance d'e.-la
recommendacao. que nSo deve ser Iludida
| fazendo do vea um novo ornamento para a
i cabeca.
Pfo pequeos.A pequenez do p das
era Pars, fora, segn!o o seu co^,'o se.^ZS^Z'^i^^ tT2&Zl2tttt
comprmentar sua tia, a condessa de La Ro- visita marqueza de Campvallon, e attnbuiu' t, S* a7aSi erarte nm na
che Jogan. Sempre as suas relacoes tinham a frieza eo embarafo das duas senboras a esse' t' "manho da enfe midff do am ve
sido um pouco frias. Nem os seus genios.nem incidente. Nao lhe deu isso grande cridado, I sexo enfermidade do amavel
as suas religias se casavam bem ; mas a porque estava disposto a restituir-lbe por i o merjmpntg nm rlistinrthr, do onntilP
condessa do Camors contentava-se de. nao esse lado plenissima seguranca. Depois deLf SSS^^wSSl^^a^
gostar de sua tia, e a condessa de La R .che-reflectir muito toda a noite, resolver rom-"m VJ enmato eoS Oi
Jugao oliava sua sobrinba. Acbau boa oc- per para sempre a sua ligado com twr-HS ^%fi&toE mato
cazi3)de Wo provar, e nao a perdeu. De-queza. Tinha escrupuh de provocar seme- If^ J?8" SSL^tSSJ^
pois da morte do general, n3o se tinham Ha rale ruptura, mas a marqueza de Camp- ETSJ^52 ST* fiS ff'
ainda encoatrado. Este acontec ment, cuja! vallon pwpovcion^TZ?^ ^SeTJ J ^
fra tuna.
Ojtros dizem que certa imperatriz, qoc
culpa cabiaem gran le partea condessa de La' tavel. A idea criminosa qne ella ousara1
Rocbe-Jugao, nao fizera sen3o exa3pera-la. i confiar-lbe.era sem duvida apenas um fingi-
Virrase o feilico contra o feiticeiro. A mor- meato para o submetter a urna experiencia,
te sbita do marquez de Campvallon, de-'pelo menos assm o jolgava; mas oaslava
truira finalmeota as suas ultimas esperanzas,! que urna taf idea se formulas* em palavras
as que jalgava poder bazear oa colera e no'para justificar a qaebra dos lafos que os
isolamento do velho. Desde eolio devora-1 oniam. Emqaanlo ? palavras volelas e
vam-n'a surdamente amas furias de megera amoacloraa, que o ciume arrancara mar-
assestadas contra seu sobrioho e contra a'queza, nao lhe davam a e'le cuida Jo, ainda
marqueza. Soubera, por lh'o> dizer Vautrot, que d quando em qaando essa lembraoga
que o conde de Camors estiva m quarto da o peturbasse.
marquea de Campvallon nessa noite em
que o general soecumbira. Sobre esse fon-
do verdadeiro n3o recetara levantar as mais
Comludo havia aonos qae n3o sen-lia o
coracao 13o desfogada. O rompimento
dessa funesta uoio pareca que Ibe rest-
odiosas sopposicoes, e Voutrot qo tambem ra, juntamente com a liberdade, como OMP
como etla, or ccaseguira salisfazer era o| urna especie de mocidatte ede virtude. A>>'
(toseja de viagaoca, nem a-cubica, a)odra-a dou qua si todo o dia a bros* e a passeiar m, perfeitaniBnle ^^^ 0 p HB ^
elle ; ealao teociona mata-la ?
Se poder, disse a marqueza, esten-
dendo o magnifico braco como que para
empanhar ama arma.
O qae. ? com as suas proprias m3os ?
M3os... nlo faltara.
- Est oeste momento to formosa,
acudi Camors, qne estou a arder em dese-
jos de cahir de novo a seos ps. Basta que
nessa piedosa empreza. Algons rzunores
sitiistros, ix>tralmente exhalados desse foco,
soarara- nessa mesma poca no mundo1 pa-
risiense. Camors e a marqueza de Camp-
vallon, desc fiando de que segunda ve^U-
nbam sido tratridos pela condessa de La W>-
che-Jogan, barran rompido com ella, e a
beata, iodo procurara marquezav percebera
que esta- Ibe negara, affronta qne ainda &
ulcerara* mais.
Estava ainda entogue a toda a violencia
desses sentimento, qoando receea a visita
da condeesa' de Camors. ATectoa tomar a
morle do general para- texto da coaversacao,
derramoo algumis legrimas sobre o-seo ve-
lho amigo^ e, travaodb-das mos oVsoa so-
brinba n'um impelo de ternura:
Mioba> pobre pequea, disse-lhe ella,
tambem choro o sao* (estine ; por^pe vai
ser agora mais- infeliz: do qoe tem sido; se
possivel.
I Nao r>peroebo, minha senbora,- sfcsse
Idamente a juvenil coodessa.
Se me--n3o pereeberjJae?hor, aconto a
sLj Rocbe-Jogan-cora iriaeve loque de ae-
dume, e depois de breve pausa: (Juca, mi-
nha querida menina, techo de camprir oa
dever de conocieneia... sma senbora to ho-
nesta raereckxmelhor serte..*e sua ra3 qae
tambem anda iludida... Esse homem era
capaz de engaar Deus Rosso Senhor. Si.Ao
qpedbvo, em.noraede minha familia, peder-
i lies perda a ambas.
Repito-lbe minia senbora, que d3
a percebo.
E' impossivel, mioba^ filba. Ora va>t
mos, pois sroi serio, Bo-descootia de coa
sa dgmnaf
- Minha senhora, disse a eondessa de
Camors, nfic-descondo-e coas-a alguma pite
que tuda sei.
Ah f tornou seecamente a condessa (to
La Roche-togan, se assim j nao tenbe
que objectar; mas aesse caso vejo qne ba
jpessoas, cuja consciencia.se ac:ommoda f-
cilmente com os mais- estranhos aconteoi-
mentos.
Era o que eu, dizto comigo, miaba
senbora, quando ainda- agora a ouvia, re3-
poadeu a joven eondessa tevantando-se.
Como quizar, minba querida; mas=ea
por seu i-ateresse que-folto; ficaria at com
remorsos de me-nao e&primir mais clara-
mente. Conhcco mea- sobrinho melbcr do
que a raanina o conhece, e conheco a entra
tambem .. Pode- dizer o qoe qoizer, mas
olbe que nao sabe ludo, entende... C-ge-
neral morrea bem de repente... agosa. che-
goa a sua vez, preciso ter muia caulella
comsigo.
Ohf minha senhora, exclamoo a joven
condessa, qae se fez horrivelmente paluda,
nunca mais a torno a visitar.
Sabio immediatamente, correa a casa, en-
controu sua mai, e repetio-lhe as palavras
que acabava de ouvir. Sua mai procurou
socega-la ; mas ella mesma eslava, aterrada.
Dirigio-se logo a casa da condessa de La
Roche-Jugan. Supplicou-lbe qoe tivesse d
della, qae retratasse to abomiaaveis pala-
vras, oa que se explicasse maie claramente.
Deu-lbe a entender que, se fosse necesario,
communicaria tu lo a Camors.e qae era mui-
to provavel que elle viess pedir ama satis-
faco a seu primo Sigismundo. A condessa
de La Roche-Jugan ficou toda assustada e
julgou que o mais seguro era destruir com-
pletamente a reputaco de Camors aos olhos
da viscondessa de Tecle. Contou-lbe ludo
o qoe Vaotrot Iba dissera, supprimindo, j
se v, o papel que ella representara. Mis-
turando as calumnias com as verdades, re
dobrando ao mesmo tempo a drocura mysti-
ca das suas pbrases, as caricias e as lagri-
mas, conseguio dar condessa de Tecle orna
idea tal do carcter de Camors que nao bou-
ve sopposico nem appranhensoes qae a po-
bre mulher desde esse momento nao tivesse
por legitimas. A condessa de La Roche-I li-
gan ofTereceu-se a enviar-lhe Vaotrot para
que ella mesma o interrogasse. A viscon-
dessa de Tecle, affectando ama incredulida-
de e urna tranquillidade que nao ti:-.lia, re-
cusoa e reliroa-se.
Yoltando para casa de sua filha, procu-
rou illudi'la acerca das impress5es qae tra-
pe 1 o nomo n3o perca, teve* a pouca felici-
dade de vir ao mundo, ahi por mi! e cem
aonos A. C. com os ps lorSos ou aleija-
dos-, e por isso obrigou o imperador a pu-
blicar um e lito mandando adoptar a for-
ma do p da rmparatriz como modelo de
bailesa, e obrigaodo os paes tortura dos
ps das criaocas, na conformidadfe- do pa-
dro imperial.
Anda ha urna erceira versSo oa os
Cains cor^m desta maneira: o imperador
Le-yuh ((KH da era ebrist) estava am
da divertiodo se no seu> palacio quan )y de
repente lhe occorreu memoria que elle
com o filbo-
Depois de jantar, j- comecava -a C3bir a
Doite, mas nsite clira e pura, propoz elle
desabito condessa ua- passeio a sos oo
bosque. Fallou-lhe n'um sitio que oextasiara
uva lempo n'uma noite semelhante, e que
agradara, disse elle rindo, s suaspredilec-
ces romnticas. Nao deixoa de ficar espan-
tado; vendo a repugnancia de sua esposa, o
sentimenlo de inquietaco qee se Ibe pintou
nss feicies, e o rpido olhar que se crazou
tom ouro olhar de sua mi. EfffectivameD-
te urna mesma ida^ e ama ra bomvel,
aecudira ao espirito dessas detg-raradas- se-
nboras:
Bstavam ainda debaixo da impressao re-
cente de um abalo qae as fizera qoasi doudas,
e a inesperada proposta de Camsrs, idho
contraria ac* seus habites, a hora,, a noite,
o p'sscio tir>bam-lbe agitado de sbito -
mente as imegens sinistras de que lb'a po- ^
voara a condessa de LaRwbe-Juganj Miria;
cornt-jeiv coa r.m ar de resolucaO, que um:
c-rcumstancia' tao simplesparecia es5ir mui-
to longe de exigir, preparoa-se immediaU-
menie,. e depois seguiu siti marido para to-
ra de asa,' deixando seu cuidado da viscondessa de-Tecle. meos
precisaram apenas de atreverssar o jardim
para entrarem as maltas, que ficavam-con-
tiguas habitaoao, e que se iam unir ao lon-
ge com as fWrestas, de que-e conde de-<-a-
mora ficra seno proprieUrio por ocaio
da morte do coode de Tecla;
A intorrs de Camors, eonvidando sua
mulher para esse passeio a so*, fra confiar-
me a determkvacao decisiva que tomara, en-
tregar-lbe- emfim sem resea-O sea coresSo
e a sua vida, e saborear na-seiO'da soliio
o ineffavelprazer das suas prjmeiras exparu
soes de ventura. Surpreheadtdo ao veta
distraeco glacial eom que sua esposa cor*
responda >joviaRdide aftoetuosa da sos
linguagem, reiobrou de esforcos para le?r
a palestra ao tom da intimidade e da can
dencia. Parando de vez era. quando para
Ibe fazer admirar algum effeito de luz. as
clareiras, dirigir-lhe algumas-pergantas cer-|
ca da sua> recente viagem a Pars, e das pes-
soas que visitara. Mara noraeou Catbarina
Jaubert, e-outras pessoas;. depois, aba*u>
do a voz involuntaria meato profeno o ame
da condessa de La Rocbe-Jbgan.
Ess;:-. visita, disse Camors, que se
podia dispensar de ter feito. Esqueoi-me
de a avisar que tinha vompido as reiacjes
com miiba.tia.
Porque ? disse e5Ja timidamenie,
Parque e urna mulaer miseravel, res-
pondeu Camors. Qaando nos ambos, ac-
crescentou ella, rindo, eslvermos em.melbo-
res termos ara cora o oatro, hei de dizer-lhe
bonitas cousas cere i dessa senbora hei de
lhe contar tudo... tudo, enteade?"
Mavia tanta naturalidade e bavia. mesmo
tanta bondade no tom- com que ello pronun-
cila-estas palavras, que-a condessa sentio o
coraco mais alliviado do pesa que Ih'o op-
pTknia. Prestoii-secom menos repugnancia
i graciosa familialidade desea marido, e aos
geiros incidentes do passeio. Pouco a-pou-
oo dissipa vam-se os pnantasmas no seu es
pirito, e prncipiava a dizer entre s que fVa
ludribio de um sonho rau e de. ama veeda.-
deira demencia, quando urna mudanca sin-
gular as maneiras de s u marido velo des-
pertar de aovo todos os seas terroras, Ca-
mors passra pela sua vez a estar distrahido.
e visivelmente preoceupado por alguma coa
sa de gravidade. J nao fallava senao com
esforco, responda poucas palavras, scisma-
va, depois parava de chofre para relancear
os olhos em torno de si, coma crianca que
tem medo.
Estes estranhos modos, t3o diversos da sua
attituie precedente, ainia mais assustaram
a joven senhora, por estarem arabos ento
na parte mais deserta e mais recndita do
bosque.
Havia entre os pensamentos que os sal-
teiavam ama extraordinaria paridade. No
momento em que a condessa de Camors tre-
ma de susto junto de seu marido, trema
elle de receio por ella. Parecia-lhe que eram
seguidos. Por muitas vezes jalgra ouvir na
espessura um estalar de ramaria, am ran-
iconcubina favorita.
Mandou-a debrar e zgertar o p exacta-
ente como un? arco, de modo que se p~-
recesse com urna meia la, O feitio agrados
maito aos cortezaos, que 2m se fartaram-
de gabar a invengo, e para1 logo a man--
davam seguir em casa s suat-fmilias. As-
sim pegn a moda.-
Aaparecem ainda mais acamas versos;
mas as- qoe ficam espostas sao as mais cu-
riosas- e dignas de recordar-se. A ope
rago efe Kgar e comprimir os ps ao pon-
to que o China o fazsm para pareftr bem
e no rigor da moda, ama opsracito terri-
vel, afffictrva e dolorosa.
Nao ha- crianca algoma qae neo chore
bastantes- lagrimas, de baixo este- cruel
e deshumano evstnme qoe acaba pela com-
ple a mortfficaeao e ruina dos >os. Mas
se o rigor da toilette chin assim c- pede e
nao ba multar etogante, sem' atractiva sem
isto!
Conta-seo'oaso de um cavalheirode Can-
tb que, temi se lhe pergontado*qal a
irazo porque assim martyrisava os ps de
ama filha qne.tioba, responda: ? evte livesse eo>ps grande, ningem a-qoe-
a e bastava^iss* para nnne fazer bem ca-
samento 111 cosa isto porros por,:o.
Um cont do- tutal.Ha* ponco3* d^as
orna pobre viava viu-se obrtgada a.3zer
ama viagem, deisaado entregue aos-cuida-
dos de alguas-cardeeos vsichossean fetbo
orneo, um ter.ro-menino de dois anuos* qoe
fa^a nica alegra do lar, a oaica e riaon-
ha-esperanca da sua iriste mae-e que fisava
maito doente.-. M parta depois de-mui-
to baver reccmmeoooado o sea querido- fi-
lbo. Durante-ansua ausencia- a doenoa da
criancinha aggravoa-se. E ell^a'pobre-me
[como tinha fioM de voltar- Diia-ibe o
corac3o, os preseatimentos, a-voz intima
que falla no peito- de todas as maes, qoe
seo filbo estova prximo a mor-rer. Cbe-
gou emfim^na noite de natal na mesma
noite em qse toda a cbristandse em. dan-
cas e folgares^ festejava o nasGimeote de
Christo, essoufcro menino quenascera em
um presepio de Belem. Ao entrar em
casa, encontrando todos os rosto; banbados
em lagrimas no ousa intarrogar as pes-
soas a quomicaullara seu iibc."=. E .
Jorge?-perguntea ella com anciedade.
Mostraram-lhe- o bergozinho. Precipita-se
sobre eHe, e vsea filbo comas m5os pos-
tas, embralhado no sea peqaeao suda-
rio, liham enfeitado dc-fiares. das flores
puras da.innocencia o seabercoziohe. Era
cruel a desesperado da. pobrs- e aflicta
m3e. Julgoa-se que ficaria lotxa de dor.
Arrascaram-a de junto deleito do seu filho,
depsto, de manhs, quando icigaram que
Ibe tivesse acalmado a- dor, os visinbos
voteram a casa della*. Es o que se tin-
ha. passado: Vendo-so- s, a mae havia-se
diwgido de novo ao er?o, afoslra as cor-
biaas. de mansinho e- vira seu filho, o seu
Iqaerido Jorge que briocava com as flores-
de- soa fnebre coj, com os eofeitos de
sua tanicazinba mortaacia.Bjm dia, min-
ba mao, disse ello: Oh como te demoras-
te ausente; eu soffiria tanto... mas. esta
noite tive am sonho e o meu sofrimento
cessou. Vi ea sonhos um lindo menino
brincando com os pastores; chegaei-me a
elle que me disse:Jorge, toa mae nio
tarda, toma, aqu tens flores para festejar
a sua volts. Depois o menino adormeceu
sobre as pal-has de sua mangectoira, e eu...
acordei. A ditosa m5e ra e cborava ao
mesmo tempo, abracava o toraava a aora-
cir sea filho. Qaando os. visinhos volta-
ram o contemplaram aqoelle doce qnadro
disseram todos a urna voz:Foi am mila-
gro da noite do natal.
sua linguagem.
Partiram ambas na segrate noite, occul-
. tando urna a outra o desvairamento e afflic-
me confesse que me quiz experimentar, ou^o em'que estavam mergulbadas; mas cos-
zia, mas nao o conseguio; a alteracSo fas ger de folhas, e emfim nm ruido de passos
suas feicoes desmenta muito sensivfilmentea abafados; iaterrompia-se o ruido quando
que durante um minuto esteve louca.
A marqueza sorrio-se com um sorriso
feroz.
Ah tem medo,.meu ami|o I disse
ella framente; depois, tornando a levantar
a voz. que vibrava rooquejanie : E tem
razao, porque nem en estou louca, nem
quiz fazer ama experiencia., estou zelosa...
trabida... e hei dme vingar I Enio
vejo difficuldades possiveis, porque n3o te-
turnadas havia tanto tempo a sentir e a sof-
frer o mesmo, encontraram-se tcitamente
elles paravam, e recomecava quando se tor-
navam a por a caminho. Houveum instante
em que imaginoa qne vira a sombra de um
hornera passar rpidamente por traz delies
d'um arvoredo para ouro. Occorrera-lhe
primeiro a idea de qne seria algum cacador
.Cvtastrophe.E' bem doorosa a que se
veri ficou ha pouco nos Estados-Unidos, no
caminho de ferro de Rulfalo a Cleveland.
Corra um trem a toda a velocdade, desen-
carrilbou-se e cahio em um barranco de 40
ps de altura. A machina pegou fogo aos
wogoes, e como elles iam fechados, amitos
passageiros morreram queimados. C'ontam-
se Gi morios e uns 209 feridos, mutilado?
e cora queimadura. Post> que nos Esta-
dos-Unidos nao se faca mu-.to caso de taes
tragedias, esta causn geral consternaco, e
as fochas americanas ve ebeias de relacoe
dos funeraes das victima da to borrivel ca-
ta sirophe.
Gatasthophe. Houve Bmma?Dte em
Slantes ( Franca) urna aposa que teve os
tristes resolados, que as seguinW liohas,
extrabidas do Diario do Havre; se lem :
c ytiarta-eira um camponez chamado
Fonchet aposto eom o seu amigo* Daragon,
que feria passer sobre o Sena gelado sm
grande carro ebeio1 de feno.
c O earro paro no meio do rio. Vinte
e oito pessoas foram anudar o carreifeiro.
De repente ombon urna dae-rodas
n'uma caridade que- ftormava o gelo,. oavio--
se um grande estrepito, e as vinte e'oito
pessoas f ram enguSdas pelas aguas do lie.
OsSrs-..Burdet Plnagnes e Hollcticor-
reram logo em seu socoorro. Esies alfevi-
dos marinheirosoonsegairam salvarsnove
pessoas.
Entre as vctimas-centa-se o mairrde*
Porcheville.
Foram sncontrados- os- cadveres dei--
tos esses infelaes.
Este accidaote '.lancoamais viva coca*
tercacao em Manes.
3xrcRicNci\s mnujomatiSM". O Moni'
tcnr> (francez) da* a seguate noticia acerca
das experiencias, Ss-itas em Paris>d'um novo
processo de illuminacao:
* Assisiimos ;'.s primeiras- experiencias
de iihiminacSo qceos Srs. Tfes*ier doMo-
tbay eMarecbal tizaram--na pre^moncipal.
As e::lamaces da multido que acaso ti-
nha remido no logar da experiencia eram
sufijc-reate tesiemcabo do saccesso destas
primeiras tentativas.-
t Ae taz obtida diffre effaotvamenta da
4o gaz, tanto qoaato esta ifne da dos
lampees fumosos das testas- officiaes de
1835. E' ama luz para e brama qae per-
mita eram jornal a 25 pessoas? e qve dei-
xa distinguir as gredacoes mais- sobtis da
cor dos estofos.
> C -processo dos-Srs. Tessiere-J\ferechal
consisto a combusao complea>do gaz de
illuminacao ordinar! pelo esigenis. Um
cylmdrosinbo de magoesiam> iaterpesto no
meio o jacto em combusto toroa-sa assm
luminoso, e fornece urna qaantidade de luz
que o pbotometro injoou ser SO vezes maior
que a que produziria* em coadsfoes ordina-
rias, e gaa de illumiaaoao.
0 meio descobelo pelo Ss. Tesser pa-
ra a obiencSo do oxigonio faz. coaii qae o seu
custo- nao passe do 72 cntimos, metro cu-
bico.
c A'-qnesto ecoaomica resame-se as se- -
guntes cifras: 3 metros cabicos de gaz^de
illuminacao e 4 metros cbicos de.oxigenio>
valendo 8 ir. 99 csj*.., dao,. segundo as ox*
perienetas photometricas jvfeitas, a mesma..
quantidade de tonque ISO metros cabieos
de gaz ordinario, cujo valor, 54 fr. E^.
com igual luz, uzoa eoonoca de 45 fr.lt)
cenii.
t,Dando-s9 doseoato imperfeico aata-
ral dos primeires appare^jes, nao seriexa-
gensdo esperar que, gastand-se meses de
melado, ser possivel illsminar tres oa qua-
tro .vezes mais. s.

as mesmas reflexbes, nos mesmos racioci- de contrabando; mas n3o podia concilia-la
nios, e nos mesmos terrores. Recordavam [ com a persistencia qne esse vulto mostrava
a existenci>toda de Camors, todas as soas'em seguidos. Xcabou por nao duvidar de
faltas, e, sintUramente illumnadas pelo re- que alguem os espiava, e quem os podia es-
flexo da acc5o monstruosa que lhe era im- piar ? As ameacas repetidas da marqueza de
putada, todas essas faltas tomavam ara ca- Xampvallon contra a vida da condessa do
racter criminoso, qae se espaotavamde nao Camors,o carcter apaixonado einfrene dessa,
ter logo conheeido. Descobriam nexo e--en-' mulher, tinham-se apresentado sgbjiaRjente
Noves cakokaks..Cartas de Roma r fflr-
mam qae alm do principe Luciano H a-
parte e do arcebispo de Pariz, serlo no-
meados cardeaes no consistorio de marco
os Bispos de Orleans e o de Poitiers. Dos
22 barretes eardinalicios vagos sero pr-
vidos no referido consistorio 15, sendo en-
tre outros no meados o arcebispo de Val ha-
dolid, e o nuncio em Hespanha. O arcebis-
po de Valencir e os nuncios em Franca e
Austria ser3o comeados cardeaes no con-
sistorio de S. Pedro.
A IRREVERNCIA NOS TEMPLOS. DZ Uma
folba de Pariz que ama carta do Papa ao
cardeal vigario assignala tres chagas qpe
actualmente corroem a cidade de Roma: a
blasphemia, a inobservancia dos dias santos
e o pouco respeit para com a casa de Deus.
E' especialmente s mulheres qne S. S.
attribue a irreverencia nos templos. tCoada-
na-s e pouco com a modestia necessaria ao sea j
sexo, diz Pi IX, o esforcarem-se por altrahir
as altepe&es era todas as partes, pela pom
. Um livro DiVv BAiNiiA victobia.-Todas a^
folhas estrangeras tecem os matones elogios-
ao livro que-a ranba de Inglaterra.acaba de
publicar intitulado Folhas do meu diaiio.
O peridico de Stadrid Las Nxe.dad&.dia
e copia o seguiote-:
< Vamos dar aas ou tres passageas. das
Folhas, afim-dequeos nossos-leitores. vejara
de que maneira tao simples, expriaao- a rai-
nha Victoria as suas impresses:
< Castelb de Dummond. ti de-sc-lem-
bro.Alberto levantou-se s 5,hocas da ma-
nba para ir caca de gamos.
Iodos os montanhszes (higbla&ders) ao
servicn de lord Willaugbby estavam forma-
dos oo pateo, commandados pelo filho
mais velho do lord e pelo coronel Brumond.
Passei, acompanhada da doqoeza de Nos
folk e delady Wlaagbby, por entre as fi-,
leiras desta vistosa tropa, e mostraram-oos
uma espada que liaba servido na batajha
de Banvekburil.
c Pooco antes das tres boras tive a dita
de ver regressar Alberto ; vinha quelmado
do sol e mu lo caneado. Tinha matado am
gamo ; porm disse que Ibe costea muito
acabar com a vida do animal.
f Casto.lo de Blair, quinta-feira l de se-
tembro,Pouco antes das cinco horas, sahi
com Alberto passeio n'um pbaetonte. Qoe
formosa vista I Que natoreza to agreste I
Que perspectivas to variadas e to novas
para mim 1
Depois de ter percorrido o valla de
Glen-Til, atravessmos um bosque que cos-
tea o rio Gurry, o achmo-nos n'uma plani-
cie deliciosa.
< Que dia to feliz 1 Nada iguala as bel-
lezas da natureza. Quanla felicidade encon-
tramos na sua contemplaro I Alberto per-
manece por muito lempo em xtasis ,
Herdou de seu pai o enthusiasmo por estes
espectculos. >
< A mulher que isto escreve oceupa um
dos primeiros tbronos do mundo.
TYP. 00 DIARIO-Rl'A DAS CRUZES N 44"
I
y
>
;"*-


i


Full Text
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