Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11500


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Full Text
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ANNO XLIV. NUMERO 42.
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QUINTA FEIRA 20 DE FEVEREIRO DE 1868.
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P-IBA UEJ'BO E rOHA DA PVIKM.
Pr tres mojes i Minalos"}. .
Par se! ditas dem .........
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ASSlNUMa-Sl am IPlITJimiBVlD SID aaiaiIIPa! DI SMaBQlIai ffEflHUamM 93 SA MISTOS 8393 PIMM?]&!r!l*A!]UN>8,

ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPgAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Margos da Silra ; Aracaty,
o Sr. A. de Limos Braga ; Oara, o Sr. Joaqoim
Jos de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves Pilbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Fran-isco Ta7ares da Costa ;
Baha, oSr. Jos Marlinr AIvs; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ribeiro Gas^ricb
partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Escada e estacos da via frrea at
Aua Preta, lodos os dias.
Iguarass s Goyanna as segundas e sextas feiras
Santo Anto, Grvala Bezerros, Bonito, Carnar,
Allinbo, Garanbnn?, Bioop, S. Bento, Bom Con-
selbo, Agoas Bellas Tacaratt, as tercas felrra,
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
Iogazeira, Flores, Villa Bella, Cabrot, Boa-Vis
la, Murlcnry, Salgoeiro e Ex, as guanas feiras
Serlohero, Rio Pormoso, Tamandarf, una Barrei'
res, Agua Preta e Pimenlelras, as quintas feiras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabhados as iOboras.
Paienda : quintas s 10 horas.
Joi'o do commercio: segundas s i I horas.
Dito de orpbos: tercas e sextas s 10 horas.
PriiieJra rara do civel: lercas e sextas ao meio
da.
Secunda vara do civel : qaartas eiabbadea a
1 ora da tard.
EPHBMKRIDES DO MEZ DE FEVERETRO
I Qoarto rese, as 3 h.. S3 m. e 26 s. da I.
8 La ebeia as 6 h., 4i n. e 50 s. da m.
5 Qaarto ming. as 6 h., ?4 m. e 13 s. da m.
J3 La nova as I i b., 28 m. e 1 s. da m.
-
DAS DA SEMANA.
17 Re|r. S. Pelyeronio b. S. Secundano m.
18. Tere. S. Siraeao b. m. ,S. Prepedigna t.
19 Qnarf. S. C nrado f, S. Gahino b.
20 Quiot. Ss. Ereoterio e Nilo bb.
21 Sext. S. Maxiroiaoob S. Angelada Mericia t.f.
22 Sab S. Margarida de Cortooa f.
23 D. re. (Carnaval) S. Margarida de Cordova.
PREArfAR DE HOJE.
Primeira as 0 oras e 30 m. da tarda.
Segunda as 0 horas 'i minutos da manbi.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fae-
nando nos dias 14 dos roetes Janeiro, marco, wut
julho, selembro e novembro.

PERNKBUCO
REVISTA DIARIA
De 1 a 15 do correte vieran] ao nosso mer-
cado 12,981 saccas com aigodao, e 34,841 saceos
com assocar.
Amanhaa sera' hastiado o estandarte de
Nossa Senhora das Dores, na povoa;ao de Apipo-
eos, coja (esta lera' lugar no domingo. A' noute
desse da queiroar-seba nm lindo fogo de artificio,
apenas acabe o TeDeum.
Em data de i o correte foi nomeado coad-
joctor para a fregoezla de QuipapJ, o padre Ma
noel Theotonio Pereira da Costa.
Para ignal cargo, na freguezh de Nossa Se
nhora do O' de Goyanna, e ero data de 7, foi no-
meado o Rvd. Loiz de Franca 5>ouz.
Em 11 foi noraeado vigario eocommendado
da fregoena de S. Jos de Ingaseira, o padre Jos
Antonio Aires de Brito.
Na roesma data sopra, e para igual cargo,
Toi nomeado o Rm. Serfico Gomes de Albuquer-
qne para a reguena de S. Jos de Piranhas, na
l'arabyba.
F.m 15 foi collado na fregueiia de S. Loaren-
co de Te)acopapo, o padre Maooel Jos de Oiiveira
Reg, em eooseqoenca passou se proviso de
coadjnetor ao paire Joao Serapio da Cruz, qne
tinba sido nomeado vigario eocommendado.
Foi nomeado coadjnetor da fregneiia de Ara-
rana, na Parahyba, o padre Joel Rsdras Lins
Fialbo.
As testemuobas da coacSo do Sr. vigario
Reg foram o Srs. vigario Jos Roberto da Silva
e conego Joaquim Ferreira dos Santos.
Foi nomeado hontera coadjnetor da rregaezia
da Iroperatriz on Serra do Martin?, no Rio-Grande
do Norte, o padre Aoizio de Torres Bandeira.
No impedimento do Sr. tenente-coronel Joa-
quim Jos Silteira, foi designado o Sr. teoente co-
ronel Decio de Aquioo Fonseca para f.uer parle
provisoriamente da junta encarregada do alista-
mento para o exercito.
Foi promovido tenente do Io balalhao de
ariilharia da guarna nacional deste municipio do
Recite o Sr. Joao Licio Marques Jnior.
Foi nomeado 2* tenente do mesmo batalho o
Sr. Tbomaz Fernandes da Cuoha Jnior.
Reassomio o exercicio do jnizo especial do
commercio o Sr. Dr. Tristaa de Alencar Ara-
cipe.
Lotera.A que se acha a' venda
a 55* a beneficio da Santa Casa de Mise-
ricordia que corre sexta-feira 28.
Reparticao da polica.Extracto das partes
do da 19 de fevereiro de 1868.
Foram recolbidos a' casa de deteocao so dia 18
do corrente:
A* ordem do Dr. jnix monieip.il da primeira va-
ra, Jos Joaquim daFonte Goimares, por se achar
-sentenciado a qnatro mezejyje prisao e inulta eor-
respond-nte metade do- felino, a' ordem do
subdelegado da Caponga, Manoel Desiderio Perei-
ra, por sLspeito em criroe de tuno. .
Pela mesroa repaiticao foram remettldos os se-
guiles renuias:
Para o exercito.........1
Para a armada.........i
O chefeda 2" seeco
J. G. de Metifuita.
Passaceiros do vapor Uamanguape, vindo do
Rlo-Forrooso :
Manoel Jos de Luna, Jlo Nunes da Rosa, Jna-
qnin Mauricio de Oliveira, Antonio M. Accioli Ca-
savarro, urna praca e om reernta.
Cshitbrio pubuico :Obituario do dia 18 de fe-
vereiro :
Manoel, Pernambuco, 3 mezes, B ja -vista; t-
tano.
Augusto, Pernambuco, 4 dias, escravo, S. Jos ;
bemorrbagia.
Joao, Pernambnco, 4 mezes, S. Jos ; varilas.
Manoel do Nascimento Marques Vleira, Per-
nambuco, 38 annos, soltelro, Boa-vista ; tubrculos
pulmonares.
Pedro, Pernambuco, 7 me2es, Santo Antonio ;
convolQdes.
Francisca Maria do Carmo, Pernambuco, 30 an-
uos, solteira, S. Jos ; varilas.
Dionisia, Pernambnco, 7 annos, S. Jos ; va-
rila?.
Amaro, Pernambuco, 18 mezes, Boa-vista ; va-
rilas.
Clementina, Pernambuco, 3 1/2 mezes, Boa-vis-
ta ; diarrba.
Aura, Pernambuco, 2 annos, Boa-vista; den-
Ucao.
Joaquim Jos de Sant'Anna, Pernambuco, 23 an-
uos, solleiro, Boa-vista ; apoplexla.
Thereza, frica, 40 annos, solteira, escrava, Re-
cife; ery.-ipela.
Ignacio, frica, 60 annos, escravo, Boa-vista ;
catarrho sufJocante.
CHRON1CA JDICIARIA.
TRIBUNAL DA RELAMI.
SE98A0 EM 18 D3 FEVEREIRO DE 1868.
Presidencia do Eim. Sr. consellieiro Sonza.
As 10 boras da mantisa, presentes os Srs. desem-
barcadores Santiago, Ginrana, Lonrenco Santiago,
Almeida Albuqnerqoe, Molla, Assis, Domingaes da
Silva e Souza Leo, faltando os Srs. desembargado-
res Guerra procurador da corda e Ucba Cavalcaa-
te, abrio-se a sessao.
Passados os feitos deram-sn os segnintes jolga-
mentos:
aggbavo de peticaoAggravanle, Jos da Mol-
la Teixelra Cavalcante; aggravado, o jnizo.Rela-
tor o Sr. destmbargador Almeida Aiboquerqoe,
soriiados os Srs. desembargadores Gilirana e Souza
Leo.Nao se tomou conbecl ment.
recorso ciuint. Reccorrente, o bacharel Ma-
riano Joaquim da Silva; reccorrido, o jnizo.Re-
lator o Sr. desembargad, r Almeida Alboqnerqne,
soriiados os Srs. desembargadores 6itirana, Domin-
gues da Silva e Souza Leo.Deram provi-
niento.
deligencia ciJiE.Ai Sr. desfmbargadcr pro-
moior da jnstlca.Appeilante, Antonio Nunes No-
guelra da Costa; appellado, Vicente Viriato Fer-
reira Nobre. Apdellante, Antonio Francisco de
Souza; appellada, a jnstica. Appellante, Vicente
Ferreira de Cont; appellada, a jnstica. Apnel-
lants, o jnizo; appellado, Andr Elias. Appellan-
te, Pedro Antonio Celestino; appelleda, a jasti-
. Appellante, Antonio Jos dos Santos ; appel-
ido, Jos de Barros Pinto Pereira. Appellante,
Vicente Antonio da Molla; appellada, a josti-
ja- Apne!lame, Manoel Pereira da Silva; appel-
a i' iQsli?a- Appellante, o jnizo; aopellado,
SAntonio Parelra da Cosu. Appellante, Bernardo
into Pereira; appollad, a jastifa. Appellante,
outro appeIlafl0S> Francisco Jos Luciano e
M|ff !St.a!?LAo Sr- carador eralAp-
da Silva S.A'Ve8 da Croz' aPPellad0' ,oa<,uim
leitos91?000'38 dia para Ql8mentos dos segnintes
HEvisTAciviL-Reccorrenl8?j Symporonio Qlyn,.
pi e Albos; reccorrida, D. Lisarda Soares da Cu-
nta. Reccorrente, a cmara municipal de Porto
Alegre; reccerndos, Jos Joaquim dos Santos Pe-
reira e ontros.
APPKLLAgAo civel.Appellante, Manoel Barbosa
da Silva; appellado, tenente coronel Feliciano Joa-
quim dos Santos.
PASSAGEH.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
bargadur Gilirana.Appellacao civel: appellante,
Joao Andr Trixeira Mendes; appellado, Joao
Evangelista do Espirito-Santo. Appellago en-
me: appellante, o juizo; appellado, Raymondo
Alves da Silva.
Do Sr. desembargaier Gitirana ao Sr. desembar-
gador GuerraAppellacao c vH : appellante, Joa
qoim Jovenrio da Silva; appellado, Dr. Cicero
Odn Peregrino da Silva.
Do Sr. desembargador Lonrenco Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Aiboqoerqoe.Appelia-
cOfsciveis: appellante, Manoel Jos da Graca;
appellado, padre Gregorio Mariins. Appellantes,
os herJeircs do comnendador Manoel Figneira de
Paria; appellada, a fazenda. Appellante, a Irman
dada do Espirito-Santo; appellado, Uancel Ca-
mello Pires Faico. Appe.lanta, Luiz Antonio da
Silva; appellada, Joaquina Maria da Concei-
cac. Appellac5es crimes: appellante, Antonio
Damas Correa; appellada. a jnstica. Appellantes,
Antenio Caboeolo e LonreDco, escravo; appellada,
a justica.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis.Appellacao civel: appellante, bacharel
Galdioo Ferreira Gomes; appellado, Antonio Gon-
cabes da Silva.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Domingues da Silva.Appellacao civel: appel-
lante, Francisco Antonio Pereira; appellado?, os
herdeiros de Jos Marinbo Leito de Melle.
Eneerrou-se a sessao a urna hora e meia da
tarde.
Communicados
AL.4UO.4K.
O depntido Ambrosio lachado ao partido prt-
gressista.
As noticias trazldas das Alagoas, pelo ultimo
vapor d'alli vindo, e transcriptas no Diario it Per-
natnbuco, de 10 do corrente. provam o estado de
desespero, a que leern sido levados os amigos mais
dedicados do partido prcgressista naqnella provin
cia, pela fatalisslma admimstraco de Sr. Moreira
de Barros.
Liberal histrico disfareado, irahindo a confian-
oa do protector e amigo, qne concorren para a sua
nomearao, o Sr. Moreira de Barros, sem ter a co-
ragem de desmascarar se de todo, tem felto a mais
lamentavel administracSo, que se pode imaginar
a do hypocrita e traidur, apertado entra o desejo
de conservar a sua farda de presidente e o de dar
toda a xpaoso aos seus odios partidarios.
Cobrindo-se eom o agrado manto da justica e
da imparcialidad, o presidente das Alagoas tem
lancado a confosao e a desordena em todos os pon-
tos da provincia, armando autoridades contra au-
toridades, adversario* contra adversarios. ,
Sem onsar demittlr todo; os nossos amigos, que
oecopam cargos pnblieos, tem procurado desmora.
Usar aqoelles, qne exercem antorldade, invadindo
Ibes os districtos com tropas, a pretexto de recru-
tamento, que tem pesado todo sobre os nossos ami-
gos e seus prenles.
A comarca de Caraaragibe foi invadida por nma
forca de polica sem participado s autoridades
loeaes, e o commandante dessa forca, encarregado
de recrutar por sua conla e risco, princlpiou a
enmprir as suas orden?, prendendo para recrota
o eleitor reesnhecido Jos Thomaz Duarte.
No termo da Iroperatriz o nosso preslirooso ami-
go, tenente-coronel Joaquim Correia da Silva, leve
a infelicidade de disparar urna arma, quando a
aliropava, ferindo uro ami.ro.
O fado foi sabido de todos, a innocencia do dos
so amigo por todos reconhecida.
Mas era preciso um pretexto para se perseguir
o nosso aovgo, qne com sua numerosa familia sem-
pre gosou de Indisputavei influencia naqnella ter-
mo. Assanharam se as iras dos nossos adversarios
polticos contra o tenente coronel Correa, e tal pla-
no de perseguicao contra elle se desenvolveu, que
o nosso amigo perdeu por ti ni a paciencia, e ero.-
punboo as armas para t rar da cadeia da villa da
-Imperatrlz, prenles seus, que acetosamente ti-
nbam sido arrancados do seio de sua familia.
O Sr. de Moreira Barros teve a triste lembranga de
nnmear para delegado da villa da Imperalriz, nm
alteres do corpo de polica, para aoulal-o contra
os progres-islas daquelle termo I D-lbe toda a
forca para reagir contra os fficiaes da guarda na-
cional, e desmcralisar todas as outras autoridades
do partido progressista, que S. Exc. nao tinba an-
da tido a coragem de demittir.
O tenente-eoronel Correa acaba de ser nomeado
commandante do batalbfio n. 10 das Alagoas, pelos
servicos prestados ao governo, e por ser elle urna
da3 pessoas de mais consideraco e estima do lu-
gar.
OSr. Moreira de Barros deve estar agora satisfelto:
ja' tem pretexto de sobra para de nma vez esma
gar ot progresslstas da Imperatrir, entregando
aqnelle importante termo aos seos amigos do pel-
lo, liberaos histrico?, com S. Exc, se que po-
dem elles all formar am partido serio, capaz de
ocenpar o poder.
O que se da' no 1* districto eleitoral, vai aconte-
cendo no segando. S. Exc. vai tambem all arman-
do autoridades contra autoridades, adversarlos
contra adversarlos. Ha ponco foi nomeado coro-
mandante superior do Penedo, o coronel Jos Vi-
cente de Medeiros. S. Exc. nortea para delegado
de polica o Sr. Moreira Ldtoos, Inimigo do coro-
nel Jos Vicente. E' verdade qne S. Exc. Daquelle
districto vai marchando mais desassontbrado, pois
tem se cellocado sob a protecc.ao do Sr. baro de
Giqoia.
N3o sei porque estranba anomala o Sr. barao
de Giqoi, dizendo se progressista, e apoiando na
elelcao geral candidatos progassista?, na provincial
tem apoiado os histricos, a excepcao de um oo
outro progressista, conservando desta sorte, na as-
sembl* provincial, urna constante rlvalldade en-
tre os depulados do 1* e do 2* districto. Sem que-
rer entrar, por ora, na indagaco das razoas, qne
o Sr. baro possa ter para assim obrar, espero que
a verdade venba'mnito breve a apparecer, e entao
sera' devidamenie aquilatado o sen procedimento.
No S* districto, portante, oSr. Moreira de Barro?,
derrotando as suas grandes Influencias do partido
progressista, do Penedo e de Anadia, as quaes
nio sao sympatbicas ao Sr. baro de Giqul, satis-
fax a gloriosa misso, de qne fdra encarregado pe-
los seas amigos e prenles da corte, e ao mesmo
lempo cobre-se com a valiosa proteceo do Sr. ba-
rio.
Corra multo embora em joros o sangae alagoa-
no; seiam processados, perseguidos e at espin-
gardeados aqoelles mesmos, que anda hontem aca-
baen de dar ao governo actual o mais explendido
trlompbo as urnas eleitoraes; mas salve-se a
costa de ludo Isto o presidente hypocrita e deslfal,
que nao se pja de comprar a sua traicao a' costa
da mais vergonbosa subserviencia a' ama familia
da provincia.
O Sr. commendador Alencastro governon a pro-
vincia durante as eleicoes, e conseguio mandar
para a guerra o maior numero de soldados, que
pode dar nma provincia pequea como asJAIigoas.
sem derramar urna s gota do sangue agiaoano,
Mas o Sr. Alencastro foi duramente censurado pelo fem flm. Todos os padre? e expositores rec nne- comidas : nenbuma das verdades moraes qne po-
Sr. depnlado Loorenco de Albnqoerqoe. E' de es-jeem no livramento dos Hebrers urna ligura do ge- dem fazer a huroanldade feliz ah omlinda ; pois
perar que o illosire deputado receba o Sr. Moreira ero humano lvrado da servido do peccado, d?- se ero suas narraces histricas oo em suas le?,
de Barros cem coras de looro, qoando Deas per- balxo da e nducta e pelos mritos de Jetos Chri-D j Moyss nao leve occasiao de rallar na .immortall
rnittr que deixe as plagas alagoana?. La' estao es representado ero M yr-: S. Paulo, na I* aos Co- dade la alma, parece ?odp& la. A^sim, depois de
Tenorios dominando em Quebraognlo, e ludo o ilnthlo, X, J, e eBuinte?, nos abre a porta aco-inoareula seculos, asna legislafoanda ad'israel;
9 a' feico e gesto de Sr. Lourenco de Al- nheci-rmos estes mysterio3. E S. J.io, quando no' '
mais corre
boqoerque.
E' este o e-tado lastimavel a qne se acha redo-
zidaa provincia das Alagoa?. O desespero, a Iota
tncarnicada entre os partidos, o recrutamento como
arma de perseguicao contra os prrgresslstas, e por
flm a revolta, eis a otra nefanda do Sr. Moreira
de Barro?. Sobre a sua cablea caa, porlanto, todo
o sangoe derramado na villa da Iroperatriz, sobre
elle pesero todas as calamidades, deque esta' amea-
cada a mlnba infeliz provincia I
Apocalyyse (XV, 3) oiz qn elle oovlra cant rero
os santos no co o cntico de Ucyss uno de Dtos,
bera nos moslra que o cntico oe Movss ?e deve
considerar como Fnpbeiico do crnico eterno de
Jess Chrislo e dos seos escolhidos. (Pereija).
f, nestas palavras : Depois ttrarei en a minha
mao, tu me vers petas costos, mas 3o peders
tr o meu rosto lbld. XXX It, 23.)
Eschoho. E tu' me vers pelas costas. Por estas
i cosas de eus eoteode Sanio Ag"stioho a Huroani-
Consta oe que esse presidente tresleoeado acaba > dade de Cbristo, na quai a D.vindade ?e fez visivel
de tomaras medida? mais violentas eontra os meas aos borneo?. Orgenes diz que Moyss viu a Dos
amigo?, mandando ealar a Iroprensa progressista, pelas costas emqoaoto viu o qne bavia de succed r tul que se tem passado a asso resuelto desde
o fundamento da le chrisia, e pde-se dzer que
a nao qoe irscou as leis da natureza nao se jalgon
rebaixada ero escrever este ci digo immortal.
O cilado historiador Jos diz em ootra parte o
segointe :
Nao ha nada de mais certo, eserevia elle no
reinado do imperador Tilo, do que os escriptos
t autorsados por nos ; pois que nao estao snjeitos
< a conlestacdes; visto como nao se approva nem
artmltte, se nao aquillo qoe os Prophetas escre-
< veram ha rouitos secul >s. Entre nos nao se en-
contra urna roultido de llvros contradictorics;
temos apenas vinte e dous, que comprehendem
aroeacaodo a todos com priso e corlando-lnes todos
os recursos de defeza.
Fazendo a narraco, qoe acabo de fazer, compro
am dever de lealdade para com os meus amigos
das Alagoas, appellando para o partido progressista
de todo o imperio. Os meas collegas e amigos, de-
potados pelas outras provincias, que avaliem e
aprecien), como puderem, a reacio violenta que se
esta' operando as Alagoas contra o partido pro-
gressista.
Eogenbo Arand, 13 de fevereiro de 186S.
Ambrosio Machado da Cunna t avalcanti.
Polmica religiosa.
XXIII
Diz o Chistao Velho i pag. 31:
< Dos llvros do Pentateuco, somente do Gnesis
se pode inferir alguma cousa de propbetico acer-
ca de Jess Chrlsto, Isto no cap. 28 em que
Jacob vio em sonbos nma escada mysteriosa,
que algnns explicam, dizendo : que esta viso
reprsenla a escada por onde Jess Cbristo des-
cea para vir ao mundo, serviodo Ibe de degros
< os patrtarchas, e no cap. 49, v. 10, em qne diz
i Jacob qne nao se tirara' o sceptro de Jod, nem
< general que proceda da soa coxa, menos que
nio venha aquella que deve ser enviado, d'onde
deduzem os Interpretes a vinda do Misslas. Eis
em todo o Pentateuco o que ba de propbetico
acerca do Salvador.
Como esta' supinamente engaado I Ento no
Pentateuco s ha doas allusSes propbetcas a' viu-
da do Messlas? I Pols bero, o propno Messias
quero vos vai dar nm daquellas terminantes res-
postas que eosturaava dar aes Escribas e Fariseo?,
a quem dina, a propo-ito mesmo de Moyss: t Nao
julgueis que vos hei di aecusar diante de meu pae :
o mesmo Moyss em que tos tenia as esperanzas,
oque vos aecusa. Porque se vos crestas a Moyss,
certamenle me crerieis fotutas a mim, pj'que elle
escreveu de mira. Porun se tos nao dais crdito aos
seus escripias, como daris crdito s mtnhas pala-
vras f (S. Joao. VI, Mi, 46, 47).
Quem de?pldo de prevengo, examinar alterna-
mente es livros de Moyss, ba de raconhecer que
estao elles ebeios de allosSes propbetcas ao foto-
ro Redemptor; e qoaodo ti do isso nao fosse claro,
bastava, para dissipar tedas as duvidas que o dis-
teis* o metmo divino Redemptor neslas palavrai :
Porque elle escreveu de mim.
Cumpre, pols, que, em gloria das glorias pro-
phelicas do Pentateuco, se mostr quaes os luga-
res em que Moyss falln de Jess Cbrislo, para
anda mais convencer ao pnblico da boa f cem
que anda o Christao Velho a Impor se aos nescio;,
como grande sabedor das Escrtptoras I
Prosigamos na qassto. Onde falln Moy da
vlnda do Maslas ? Va' vendo o leitor.
1. falln no Gnesis (III, 13), onde diz com re-
lacao a* serpete : t Eu porei inimisade entre ti e
a mulher: Ella te esmagara' a cabega, t tu Ihe ar-
mars trahiedes ao calcanhar.
Escholio. Os santos padres considerara aqni uraa
expressa predlcao da vinda do Messlas, libertador do
genero humano e vencedor do demonio. Esta ma
Iner qoe ba de esmagar a cabeca da serpete
Mara Santsima, qoe, pelo nascimento de Jess
Cbristo, qnebrou a forca e arrainoa o imperio de
Satanaz. E' porem de notar qoe onde a nossa Vul-
gata, com os exemplares de Santo Ambrosio, de
Santo Agostioho, de S. Gregirio Magno, diz ips,
ella, referindo-se a' mulher, irazeii os setenta,
ips, elle, referindo-se ao fllho da mulher. E as-
sim o liara de seus cdices Santo Iriueo e S. Pe-
dro Cbrysologo e Leo Magno, o que faz ainda
mais evidente que esta passagem urna prophecia
da rinda do Salvador.
i. no cap. XXII, v. 18, onde diz Daos a Abra-
ham : E todas as gentes da trra serio bemditas
naquelle que ha de proceder de li, poi que obedecesle
niinha voz
Eschoho. O sentido verdideiro destas pala vras
que todas as gentes serlam bemditas em Jess
Cbristo, e por Jesas Cbristo, cuja fe e lei profes-
sariam depois da pregacao do Evangelbo. Assim o
explica S. Paulo (lala!. III, 16), dizendo : As pro
messas foram feitas a Abraham e sua sement.
Nao diz : E s suas sementes, como de mullos,
seno de um : E sua sement, que Cbristo.
4.* nesta? palavras de Jacob : Na~o se tirar o
sceptro de Jml, nem general que proceda da sua
eexa, menos que nao venha aquelle que deve ser
enviado. E elle ser a expectoran das gentes.
Escholio. O tceptro exprime o poder soberano
Qoe por isso traduzem os setenta : < Nio faltara'
principe em Jodi. Symmaco: suprema autoridade. E esta ama das mais cla-
ras propbeclas da vinda do Messlas que se encon-
trara as escrlpturas, cot o reconhecem os mes-
mos Jodeos; se bem que, para nio concederem
veri finada em Jess Cbrislo, algnns Ribbinos mo-
dernos vertem a presente clausula assim: < A va-
ra nao se levantara' de cima de Jud ; o qa3 el-
les explieam das desgragas de sua naco e da op-
presso em qne anda boje vivem, da qual espe-
rara ser livres pelo Messias, etc., etc.
5. onde diz a Moyss: Eu Ihes susatare um
propheta semelhante a ti ; e pora na sua bocea as
minhas palavras, e elle Ihes dir tudo o que eu Ihis
mandar.
Eschoho. Em duas coisas se mostroo Jess
Cbristo semelhante a Moyss: em libertar o pavo
da escravidao em que jazta, e em Ibe dar a nova lei.
(Pereira).
6." onde diz a Israel: O Senhor teu Dos te
suscitar um propheta, como tu, da tua nac&o, e
d'entre os leus trmos : a estt ouvtrs (Deuteron
XVIII). ,
Eschoho. Os Jndeos do tempo de Cbristo nio do-
vidaram que este propheta era o Messias (S. Joio,
VL 14). S. Pedro no primeiro sermio que pregou
no templo, dan esta prophecia por verificada em
Jess Cbristo (Act. III, 12). Os padres da igreja o
eoteaderam tambem assim. Tartulliaao no Itvro
contra Marcio; S. Cypriano nos livros contra os
Jodeos: S. Atbanasio no livro II contra os Arianes;
S. Agostinbo nos livros contra Fausto, etc., etc.
7. no xodo (O. XII, 46), nestas palavras : O
cordeiro ha de comerse em cada casa : das suas
carnes nao tiraras vos nada para fra, nem Iht
quebrareis osso algum.
Escholio. t Nao Ibe quebrareis osso algum.
Prophecia do que bavia de praticar-se com Jesas
Cbristo mono, doqiul era figura esse cordeiro pas-
cual de que falla Moyss (5. Joo XIX, 36).
8. nestas palavras (ibld XV, 18): O Senhor
remir elernamtnte, e alm da elernidade.
Eschoho. KalejadaetemidaUa. Hyperbolecom
qne M jyss, proprmicameute prediz o reino de Je-
ss Cbristo sobre os seas escolbtdos por scalos
a Jesas Cbristo e a soa igrrja nos altimos teropos
daSyoagoga.
10; Nesta? palavras dos (ameras : E o Senhor
Ihe diste : Faie, urna sfrpcnte de metal, e poe na
por signal: todo o 711*, .indo ferido, olhar para
ella, viteri, (Naro. XXi, 8.)
Eschoho. Fazt urna serpente d metal.... O Filho
de Dos nos advento no Ktangelbo que e ta ser-
pete levantada por M m* >d* 8U1 exaIla5d S0Dre a cruz- (s- Joa.
III, IV)
II Nestas palavras de Biiaco : En o vera,
mas nao agora ; eu o contemplara, mas nao de
ptrto (Ibid. XXIV.
Esvhoho. u o vera, mas nao agora. tChelo da
uro divino enthnsla-mo, designa Balaio o Messias,
como se d'elle tivesse (diado immediatamenta an-
te?. O que Balao aqsi diz da vista do Messlaa, ve-
riieoo se na pessoa dos Mago?, seos descendentes,
u-! viran e adoraram o Menino Jess no pre-
sepio.
12* Nett'ootras palavras (continuico do me mo
verso) : Nascer urna Estrella de Jacob e levantar-
se ha urna vara de Israel, etc. (Ibd.)
Escholio. Nascera' urna Estrella de Jacob. Ooke
los, Jonatban e oulros Rabbmos conveem cornos
Padres e Expositores Christao? em que por esta Es-
trella de Jacob, designoo Balao o Messlas, o qual
se chama aqui Estrella porque bavia de vir do
Co ; e cbama-se Estrella de Jacob, porque da des-
cendencia de Jacob por David (Nao esqueca que
esta Jacob aquelle mesmo santo Patriarcha, a
quem o Christao Velho chana traanle, e duas ve
zes infame IJ havia de tomar carnn human 1. Da
vinda desta Estrella mystica foi lida por signal a
Erella material que apparecea no Orienta aos
Magos, etc.
Compre ainda advertir que os versas que se so-
guero iromediatameme : &' Jetira os Capilaes de
Moab, e destruir' todos ot fi'.Uos de Seth: E a
Idumi/t ser tua possesso : a heranc'i de Setr ce
der aos seus inimigos: tms Israel obrar valoro-
lamente : De Jacob sahir o Dominador, e arrui-
nar as reliquias da ciiade>, fallam sem duvida
da victorias exteriores, e poderiam conseqaente-
roente servir de argumento contra a applicacio a ,
J sus Cbristo dos versos precedentes da mesroa
prophecia ; mas essas victorias a que al nde a Ba-
laio foram espiritualceme realisadas na primeira
mantfsr-tacio M Jeaua CbristobamDde c pobre ;
assim como se bao de realisar eorporalmeote na
segunda e gloriosa manlftstaco do mesmo Jasas
Chrlsto no flm do mando. Eaire autoridades ju-
daicas, o Targu'm Jonathan Jeruschal v. 17, v j
nma allusio aos nltimos cmbales do reinado de
Deas. As conquistas de David eram preOguraco
dessas victorias foluras.
Ora bem : recordar-se-ba o leitor de que o
Christo Velho dissa com I0J0 o arroja da temen-
dade qui o Pentateuco nao era a mais completa
prophecia a respeito da vinda do Redemptor, e qu
s havia ah duas alusde: ao Messias : mas como
conciliar essa proposicao como as doze citacoes que
arli deixo, extrahidas dos proprlos livros de My
ss T E serio s essas ciMcdes o I ico nico que
prenda o Mosaysmo ao Cbrstianismo 1 ta escre-
veria nm grosso volme sequizesse reunir todas
as passagens do Paotateaeo qae foram reprodazidas
pelos Evangelistas e pelos AposDlo*. Conteotar-
me-bel, porem, em oppor s aleivo-ias do Oirislao
Velho o valioso testemunho do grande Bossuet, que,
na sna demonstraco sobre a unlformidade dos
dous Testamentos, diz, fallando das Epstolas das
Apostlos : cTodas ellas se ajudaro e sustentara
reciprocamente cora uraa forca invencivel. Os ac-
tos dos Apostlos nao fazem mais do que coutinuir
o Evangelbo : as suas Epstolas o sappam de ne-
cessidade ; e para que tudo se aju-t ; os mesmos
actos dos Apostlos (III, 21 ; VII, 32); as Epstolas
os Evangelbo?, a oda passo eslo citando os
amigos livros dos Jodeos: S. Paulo (Rom. X, 5,
19) e os outros Apostlos, nao cessam de allegar o
que disse Moyss, o que elle escreveu, o qoe os Pro-
phetas disserrm e escreveram depois de Moyss.
Jesas Cbristo (Loe. XXIV, 44 (appella para o teste-
munha da Lei de Moyss, dos Propkelas e dos
Psalmos, como testerounhas que depdera toda a
a verdade. (Ibid. 27). Comeca por M jy-s e pelos
Propbrta*, e quando diz aos Jodis (Joan. v. 46,
47> que Moyss escreveu a seu respato, pus por
fundamento o que bavia entre os Jadeos de mais
constante, e os leva me:mo s footes de saos Tra-
dicoes. (Discnrs. da Hist. olvers. pag. 145).
Mais adame estygmatisando os deturpadores das
Eicriptaras, conlini o mesmo Bossaet: Mas
ellas que raparen bem 00 que fazem com todo3 os
seas refolbo?, porque nao ho de escapar a Dcus,
qae imprima as suas Escriptaras am carcter
divino, que se nio destra ; este carcter esta' na
relacao qae teem entre si os doas Testamentes.
Pelo menos nao se diz que todo o antigo Testa-
mento nio estivesse ja' escripto quando appareceu
o novo. Pela relacao que guardara entre si est
claro qae ambos elles sao divinos sobram moti-
vos para a nossa creo?a : ambos teem o mesmo al-
vo; ambos aiirara ao mesmo flm ; sao duas ea-
deias que se I gam naturalmente e sem violencia :
o primeiro Testamento prepara o caminho para a
perfeico que o segundo reallson : um poe os ali-
cerees, o outro levanta o edificio : n'uma paiavra,
o primeiro apona ao looge para aqu.lo que- o ou-
tro deve mostrar realisadj na pleoitude dos lem-
pos (ibid.) (1)
A mesmissima cousa disse Pascal nestas nota-
veis palavras: < No primeiro Testamento se achara
as figuras, no segnndo a realldade ; 00 primeiro,
as promessas, ao segnndo, a realisagio ;00 pri-
meiro as esparancas e os desejos, no segando a
qaietacao do goso. E* sarapre o Messias que na
sua magestosa figura apparece em ambos I No prl
mero, aononciado, promeltido e esperado : no se-
gando, revestido da ossa carne, vivando e conver-
sando com os horneas I Em samma : os dons Tes-
tamentos encerrara Jesas Cbrislo : o amigo, eomo
sua expectacio, o novo como sea modelo, ambo?,
como seu centro I >
A Lei de Moyss, promulgada em nm tempo em
que, segundo a expressio do historiador Jos, a
paiavra Iti era desconhecida s outras oacoes, tem
por base a nuidada de Deas, a liberdade poltica
caracteres qae del la fazem nma lei verdad eir men-
te divina, e qae Ibe assegaram ama duracao peren-
ne. O pequeo numero de verdades metaphysi-
cas qae dado ao boraem. conhecer, nella se acham
o principio do mundo al ajora, e nos qaaes de-
vemos acreditar. E' tal o respeito que.-e tributa
< a esse? livros que aluda nio bouve um temerario
que ensasse tirar, accrescentar ou alterar dalle
a tnoima cousa. Temo-Ios por divinos, assim os
t chamamos, fazemos voto de os observar iaviola-
vilmente, e da roorrer contentes se necessarlo
for, para os manter. (i)
O que assim diziam os Judeus, ha mil e oitocen-
los aonos, a seus adversarios, sem recelo de seren
desmentidos, n-montando a sua historia ao pnnet
pi do mundo, podem dize lo, cora a masma segu-
ranca, d'ento para ci, al 03 nossos dias. (3)
A escuta que Voltaire tentn crear contra o Pen-
tateuco, ja fulminada pilo autor das Cartas de Al
guns Judeus, e pela transcendente phylosopbia de
J. J. Rousseau, boje coca apenas como discpulos
alguns horneas saperficiae?, e cujas opinois nao
podem prevalecer. A Lei Judaica, diz o autor
do Contracto Social, stmpre subsistente, annnncia
boje o grande hornera que a diclou ; e, ao passo
que a orgulbosa pby osophia, ou o ceg espirito de
partido s encoerga nella ara feliz impostor, o ver-
dadero poltico admira era suas institu coas o
grande e poderoso geeio qoe preside a tao dorado-
ras faodacoas ( L II, c. 7 ).
Quanto aos erros pessoaes de Voltaire a respei-
to de Moyss e das suas instltuieoes, acham se por
de mais refutados Um publicista, qae ningaem
qaaliflcara de pbanatico, Benjamn Constaol, foi
obrigado em nossos dias a declarar que pira qual-
quer homem divertir se, com Voltaire, casta de
Eieqnibl ou do G?oesl?, preciso que reona duas
qualidade?, qoe entnstrem este dlvertimento: a
mais profunda ignorancia e a mais deploravel fri-
volidad* t
Sorprehende qoe lord Byroo, o malor sceptico
deste seculo acabas:e por escrever acerca da Biblia
as seguales liabas, que foram encontradas depois
da sna morle : t.Neste augusta Livro esta encer-
rado o my^erio dos mysterios. Ah 1 feiizes entre
todos 03 mortaes aqoelles a quem Deus coocedeu
a graca de cuvir, de Ier e de repetir as oragoes, e
de respeilar as palavras desta Livro I Feiizes
aqoelles que sabem forcar a pona e entrar violen
tmente nos camnbos I Mat melhoi fra que nSo
ticessem nascido se o tinham de Ier para duvidar
ou para desprezar. (4) ( Ang. N;col, )
A Igreja primitiva, diz Bartbolomy, foi tanto
mais brigada a fazer nso, do sea caito e ensinos
dogmticos do Amigo Testamento, qnaoto certo
que alguos sculos se passaram antas qoe fos reunidos em colleecao regular os livros do N Testamento. Todava, era razio da ignoraocia das
iingoas hebraica e caldaica, que era geral na igreja
chnsti nV.quelles terapos, servia-se da tradueco
grega do Aotigo Testamento feita em Alexandria.
Ora, como esta cootinba tambem es livros que de-
pois foram pelos herejes chamados apocrphos, por
qua os Judeus da Palestina, os nao coosideravam
cannicos, pelo fado de nao se a-.harem no canon
judaico, resoltou que os primeiros padres da i- reja
dzeram o mais ampio os) dos chamados apocnpbo?.
1 Mas se certo que a canooicidade destes li-
vros foi contestada por algnns, nao menos certo
que em todos es terapos os Chri>tSos, afora os so-
cn;anos e algons oulros sectarios, foram serapre
unnimes em recoobecer oo Amigo Testameoto
ama authenticidada igual do Movo, que o veio
substituir e continuar. O Amigo Tostamemo con-
tera por tal modo a historia anterior do Novo Tes-
tamento, qne ella absolutamente indispensavel
para se corapreheno'er a nova alliaoca. Jess Chris-
to a ella se refere frequentemente coma base que
cumpre zelar, por qae sobre ella se levantou o edi-
ficio do Cbriuanismo. O Amigo Testamento exer-
i.-;u a mais larga influencia sobre o desenvolviraeo-
lo da Igreja ebristi, e nao obstante seu ponto de
vista judaica, circamscripto e parcial, produzio em
religla e moral tamas e lo grandes coosas, que
seria trabir bistoria e religlo o pretender sup-
primr o catbaloga de seus livros e sepralo do
Novo Testamento.
Ora, vista desta serie de testemnnbos monu-
m8ntae3 em favor da saotidade do Kf7io Testamen-
to : quem hesitar na preferencia entre o Christao
Velho e as gravissimas autoridades qae abi deixo
citadas t
Qaem acreditar, de ora em diaote, qae no Ve-
lho Testamento s ba doas allasoes vinda do
Messirs T Nio admira, qae boavesse urna cabeca,
que conaebesse esse despropsito ; o qae admira
que o livro, oode taes absurdos se escreveram, fos-
se destribuido, e imposto at por autoridades.
(Continuar se ha.)
pende-lo do exercicio de soas foncc5es, e dand
parte do occorrido ao delegado suppleote era
exercicio, propnz a sua necocao. Ao ins-
pector Manoel Rodrigues da Cunha reiierei a ordem
da captara de Fej. A' visia de lo promptas
providencias sera preciso, qae o Sr. Dr. ebefe de
polica abra os oihot da sna polica do interior,
que de da para dia twi se tornando menos cuida*
aosa, e qui( nociva a segu anca publica ? para
que aecusar a polica somanta para lar este
gosto 7
O Sr. Carlos mostroo-se moito satisfeito eom a3
providencias timadas, e nesta occasiao teve a bon-
dade de dirigirme expresses, que me sao mni
lisoDgeiras. O subdelegado deste lio extenso dis-
tncto_ nio tero sopplente?, os qae foram nonea-
dos nao aceluram, v-e obngado, por esla raza,
a exercer tao penoso logar com detrimento de soa
sau le. A actual polica do termo de Ip jura, pela
sua pcsieio e Independencia de carcter nao pre-
cisa fechar os olbos ao crime, ella (era provado
mais de nma vez, que o sabe panir, nao olbaodo
para adiados e nem adversarios polticos; estes
tem encontrado nella toda garanta, o jaizo que
della formara, acredito, que ser bouroso : para
elles appello.
Apuroveito a occasiao para pelir a mlnba de-
misso de subdelegado, sentindo, que esteja au-
sent*o multo distincto delegado de polica o capi-
to Felippe de S e Albuqnerque, instancias de
qaem aceitei dito lugar.
Peco a S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
que nflo se demore em oomear subdelegado para
esta d.Mriclo, qu seja capaz de punir o crime,
onde qoer que elle appareca, e que a nos, sem
di.-tincfo de cor poltica, offereca garanta de
ordem e moderacio. Nao duvidarei vollar i im-
prensa, nao para tratar deste assumpto, que con-
sidero esgotado.mas paraoceupar-me de outro nao
menos importante.
Nio concluirei sem dirigir nm voto de agrade-
cimento ao digno capito do batalbo n. 4T. de
lp juca, Antonio Henriquo de S a Albuqnerque
pela promptido com qus sa prestara a requisico
qae Ihe fiz, no dia 10 do corrente, de am pequeo
numero de praca? da companhla do seu commau-
do para a difQcil e importante captura do designa-
do cu antes desertor Antonio Ferreira da Silja ;
sendo nesta occasiao effleazmente coadjovado pelo
inspector de polica Antonio Fernandes da Vera
Cruz, qae se portara perfeitamente bem.sorprebeu-
deu-me a bisara desta pequeoa forca !
Pstn, senhores redactores, publlcidade a estas
llnhas, qae abrigarn ao sen assigoanta etc.
Eogenbo Saceo, 16 de fevereiro de 1868.
Permmio Francisco de Paula Mesquila.
'-.. UJ
Correspondencias
Senhores redactores.^Leodo os Diarios d Per'
nambuco, que acabet de receber, deparel na Rets'
ta Diaria de 12 do corrente cora ama aecusacao
feita a polica de Nossa Senbora do O' de ipojuca,
a proposito do ferimeoto qae recebera o professor
publico Carlos Jos Dias da Silva.
Subdelegado do districto onde sedera o crime,
do mea dever vir a iroprensa deffender-me das
aecnsacoes, que ma sao injustamente dirigidas: fa-
rei urna simples resenba do qon se passara.
Na noute de 10 do corrente, porta de sua casa
recebera o Sr. Carlos ama puohalada sobre opeite
dimito qae Ihe atirara o Sr. Jos Francisco da
Costa Peij : nao sendo esta preso em fligraote,
porque se evadir, a sna casa fra cercada e pela
maoba varejada com as formalidades legaes. No
da seguirte recebi ama caria do Sr. Carlos em
que me expanba o occorrido, e nesta mesroa occa-
siao e para ignal flm, ebegava o inspector da poli-
ca Joaquim Candido de Oliveira. A* vista do que
me comraoolcava o Sr. Carlos vi, que tinba bavido
negligencia da parte do dito inspector, e depois de
a ter reprevado, exped ordem de priso contra
Peij: ignal ordem exped ao inspector de pocia
Manoel Rodrigues da jnnha.
Doente e em nso de remedios comparec ao la-
gar do delicto, fez se vistoria cora as formalidades
legaes, aflm de ser instaurado o competente pro-
cesso contra Peij : nesta occasiao o Sr. Carlos se
quefxara do dito inopector, e eu nio dnvidei sos-
() Jos, contra Apton, I. i, c 2.
(3) Para preservarem o seu livro da menor cor-
ropeo tiveram os Jadeas ama felicissima lembran-
Ca. Inventarara a Massora, que, cbamaram a seiva
da lei, e que consiste :i. em marcar por meio
de pontos-vogaes todas as palavras, cojo oso amiga-
mente flxava a leitura -,2. em contar todas as
seccoes, livros, captulos, palavras e lettras das pa-
lavras :os aa os 66 eic de cada livro e de lodos
(1) Como isto admiravel e sublime I Quem
onsara' aioda afflrraar, que ba antagonismo e dis-
cordancia entre os oous Testamejitos I Ora qaem
hade oosir I O mesm" bornea), que tem deiurpa
do e falsificado os textos da Escripluras I E am I os livros juatos.
homem dess lem sectarios 1 | (4) Obras de lord Byroo, Magestw 'a.m.
fblicaooes a pedido
Collegio de Santa Genoveva.
OSr. commendador Aotonl) Marques de Amo-
rira acaba de abrir un eollegio da instrueco pri-
maria e secundaria para o sexo mascalioo.
O cidadio, qae loma a si o penoso en'argo da
dirigir a educaco da moeldade ; se se compenetra
de seus deveres; sa poa a na ra em bem satistaier
o nobre flm a que a prope; se nao deixa arreba-
tar por clcalos da Interesses, que vio prejudlcar
a boa direceo qoe a moeldade dave rec-b-.r no?
primeiros passis da sua vida intellectaal e moral ;
torna-sa digao da estima e consideraco publicas.
As qualidades do director da nm collegio sao a
mais essencial mUcio para a sua superioridade.
O nosso comproviuciano Marques de Amorim
bem coohecido oesta provincia e mereeendo sem-
pre de todos a maior consideraco pela delicadeza
e urbaoldade de sea tr-to, fractos da mais primo-
rosa educaco, e por soa variada e brilbanle illus-
traco; rene os dotes neeessaros para bem diri-
gir ocoracao e o espirito das cnan{3s, qua foram
confiadas a seus cuidados.
Esta sem davida a melhor garanta qae os pas
de familia deven procurar para entregarem a ou-
trena a educaco de seus Blhos.
Tomando a si o ensmo de varias disciplinas, por-
que as conhece como mestre, o Sr. Marques de
Amorim procura para as outras as pessoa?, que
sao entre nos reconbecidas como mais habilitadas;
de modo qae os alumnos de sau col egio saiam de-
vidamenie preparados para cursarem os estados
superiores.
Temos robusta convicio de que o Sr. Marques
do Amorim ha-de bem satlsfazer o flm a qae se
propoe ; e qae os pas que Ibe cooflarem a educa-
rlo de seas Sitios nao tero occasiao de arrepen-
dlmento.
Aceite o Sr. Marquas de Amorim os nossos pa-
raban? pela boa deliberado qoe tomou, com a
qual lo boos servicos vai prestar a esta provincia;
e desculpe-nos as expresses qua por ventura pos-
sam ferir a sua modestia, mas que sao a lingua-
gem da mais pura verdade.
Recife, 19 de jeneiro de 1863.
SWca Ramos.
O Sr. Schlosser.
Les fails bien elablis sont la Seule puissance eu
Credit, diz o eminente Guizot.
Porlanto se a excelleneia do metbodo emprega-
do pelo Sr. Schlosser ao tratamento dos callos, e
outras enfermldades dos ps Ja nao fallassem moi-
to alta e poderosamente a seu favor, os factos au-
tnticamente demonstrados por um numero lo
coosideravel de atteslados tanto das sommldades
europea?, como de pessoas notaveis dos difieren-
tes pai'es do velho e novo continente, e entre es-
tes da familia imperial de Brasil, e de pessoas co-
ohecidas nesta capital, sao demals safflcientes para
recommenda-lo a humanidade que no seu syslema
encontrara' nm alivio seguro contra to serios
soffrimentos. O Sr. Schlosser pode ser consultado
era Parnamboco ao b .tul 00 Universo. Trapiche,
Recife.
Medicina domestica.
A medicina nao deve ter segredo. As
faculdades de medicina pubiieam immedia-
tamenle todas as snas descobertas qae po-
dem ser uleis so bomem, e a verdade qae
qaasi lado qae se tem deseoberto de real
valor para a cura das eafermidades humanas
perteace directamente aos facultativos.
O Dr. Ayer seguio o exemplo honrado dos
seus Ilustres predecessores, e patenteoa ao-
publico a sua grande descoberta para a cura
das molestias do peito e da gargaota, e boje
bem conbecidopeitoral de cereja.
Logo que teve a certeza da eficacia do
remedio, e quando vio desapparecer diante
d'elle, como por emquanto'as tosses, bron-
chites, inQamataco de garganta, rouquidSo
tosse ferina ou comprida, angina e todas as
molestias que atacan os orgSos da respira-
c5o, bem como casos obstinados de tubrcu-
los e pbtnisica pulmonar, entendeu qae o
segredo pertencia por direito ao povo.
Se o pevo exigisse a publicagao das fr-
mulas de todos os remedios que se vende,
haveria multo meaos charlatanismo, e o un

> '
-



,

*^





)
/
BUri de tf>crnafctto Quinta felr a SO de Fererelro de 1868.
co monopolio que se poda estabelecer enito
seria aquella da superioridad".
Sija-si tr f\ ii milesi at a saa rijea.
Urna enferinidada local, nie pode ser
curada simplesmeote com um tratameolo
local.
Por exemplo: Nentaama apc-licacSo feita
a parte affecuda, pode radicalmente curar
as bemorrnoidas.
O habito, o cosame do corpo, o qual a
caasa primara da molestia, deve ser mu-
dado.
Para esse fim as plalas assucaradas de:
Bristol, o mais fino alterativo vegetal que
jamis foi composto, justamente a medicina!
que se deve usar.
A ori-ao de ventre qnasi semprc inva*'
riavelmeute caasa immediata desta afilio
tiva uiolr'.-tia.
, O estado normal dos io'eslioos para
logo mu.iado, medante a accio das plalas.
A indigesto e a accao morbosa do ligado,
produz coritipag^o no ventre.
Estes incooimdos s5o promptameote r-
med alos com este poderoso ageute vegetal
os orgos adquinrem para log) a sua acos-
tumada eiasticidade pondo-se em estado de
<% de 243 toneladas, earnmanlaote Gista, eqoi-
pagem JO, a companbia pernamboeao.
Navios tntraioi no dia 19.
eidos a roa Dlreite. desta clode, e os propietarios
dos vebicolosida ^ootocco, resolye modificara
portara da 14 de dezemfero do asno oroiian mi.
Terra Niva-30rtias, brigae lonlez Tatema, de 219 aado, ordaoaodo qae se observe -
looelada?, caoito J,bo W. Tuomu, eqolpagem
3,rga 278 barrica ota bacalbao; a Simp-
son & C.
Terra Nova-36 das, brigae loglet Dante, de 238
toneladas, caoitao Thomas Gardioer, equipagem
it, carga 2380 barricas cao bacallao : a Jobas-
ton Pater & G.
Seguio pan a Bihia.
Samo sakidt no memo da,
Luere portaauei Juft, capito Ju3o de Barros,
carga assucar e outros genen.
Liverpoolbarca icgleza Petrel, capito Mosley,
catf a assucar e algodio.
EDITAES.
oflkal
o 8"gaio'e:
Fiea vedado o transito pela referida roa Direila
de lodos e qaaesqaer vehculos de condaceio* qu
parlirern do largo das Clnco-Pontas e saas mroe-
diacSes, os quaes deYero seguir pela travesea de
S. Joao a sabir na roa Augusta, e desta pelas ras
A banda de msica do bataihao de guarda
nacional deste municipio, sob a direccao de seo
distiucto mestre que tem de fnccooar nos es-
plendidos bailes cima mencionados,* qoal tocar
como introduce do baile ama peca de harmona
que dar' coroeco ao movimento, seguind'o te a !
quadrilha denominad.
A SURPREZA.
A' pecas que tem de ser tacadas doranto as 4
dos .Mariyrios e Horas a sabir 00 pateo do Carmo nones dos bailes, sao novas e escoib,da
Conforrae.-O oficial servindo de secreurlo, Jos
Xaier Faustino Ramos. '
Corlolano Velloso da Sllveira, commndador da or-
den) da Rosa e Coronel cdmmaodadte superior
da goarda nacional do municipio de Serinbaem,
por S. M. o Imperador, a quera Dos guarde, etc.
Paco saber aos alteres Maoo*l da Rxba C*val-
cante Ltns, do batalbae n. 48, Jos trineo da Silva
Sumos e Pedro Velloso de Aiboqojrque, do bataihao
n. 41 da goarda nacional deste municipio, assim
como a todos aquelies que poderem e qnierem la-
espec-
Recife de Pernambuco e seo termo, por
S. M. I. e constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Deus guarde etc.
Faco saoer pelo presente, que no dia 20 d> roez
de fevereiro do anuo praxlmo viedotiro, se ha de
arrematar pir venda a quem miis der em praca
publica deste juizo depois da audiencia respecliva
a decima quina pane do sbralo de tres andares
perfeita saJe. D'esta frma, pois, sao os l^Z^ prtV^i:UW
symptomas e a causa da mileslta, conjunc- rs., e orna casa terrea detaipa, sita no lugar do
tamente removidas e all acaam para seta- Barro, freguesa das a-gad >, c,m 1 porta e 2 ja-
pre i Del,as na '"i". 2 salas, 2 quartos, coxinba f5ra e
filias vao mettidas dentro de vidrnhns c'qu,DU1, sva-,,,,d;i /"? (l*. 8f i0"" vS* Praca
fatias vao meitioas asmro ae viuriOOOS, e psr eiecucao de Jo>6 Antonio Moreira Das, con-
por ISSO COiiServamsa perfeitainente todOS'tra Joaqom J. de Arruda, e na Ulia delanca-
OS Climas, dor que cubra o preco da avaliacao, sers' a rre-
Em tulas as enfermidades agravadas ou'n,:U'5owwpeiopr^o daadjusicagaocom otba-
. tim-olo da le.
O Dr. Trrsto de Alencar Ararme,
a imperial ordem da Rosa, JUH de dire- aer ebegar ao conhecimento dos referidos offliaaes,
tO especial do Commerc'lO desta Cdade do QUe Ro chamados a* comparecer oeste quariei
OU
proveoieoies de um estad.1 impuro di isn-
gue, a balsaparnlda de Bnstol, deve ser
tomada cnnjunciamento cim as pilulas.
: Vndese as pharmacias de A. Gaors
Barbosa & C, J. da G. Bravo & C, M. A.
Barb.isa, P. Maurer de C. e Bartholomen
Protectora das familias
Assbcico brasileira
DE
Seguro mu uo so' re a vida
Approvada por decreto do gwerno
imperial de 13 de junho de 1864.
Gerida pelo Banco Rural e Hypetbecano do
Ro ce Janeiro.

CotnmissSo Cscal.
Yeador, J)s Joa Corameodador, Jeronymo Jis de Mesquita.
Idero, Bnaventura Guncalves R que.
dem, Guiltierme Pinto MagalbSs.
Esta a>8or.a;o Gehoo o anno de 187 com 2931
sob. ripiurf, cr.in um capital subsclpto de ris
4,369:986SV7 ', e c-mverteu en apolires da dlviila
publica ao joro de 6 pur cecto ris 1,162.000^000.
As pessoas qne qurzerem iosertver-.-e oa as^ocia
{So,sao convidadas a dirigirse pessoalmente, ou
por escripto, ou por iolermeiio de quem qner qae
ceja, qu -e aprsente autorisado na agencia dt di-
ta associacio ra do L-vrafne'ito n. 19 1* andar, a
l/atar com o Sr. N. F. de Vidal, que dar' o reg-
lamento da ruerna e tjdas as expiicar;ees de que
caree- rem.
co qus no dia 22 do correte mea rioda-se o praso
marcado para a cobranca a boca do eofre dos im-
postas anouuciad'is pr editaldesla repartt^o de
13 do raex Ando, perteni entes ao exereicio cor- tenova por S. Vjeeote,
rente d-j 1867 a 6i, e que icam sogeitos a multa '
de 6 |. todos os impostos que forera pagos depois
desse 01a.
Mesa do consu'ado provincial 6 de fevereiro de
18C8.
Francisco Amintflas de jarvalho Moura.
lllm. Sr. Joaqnm d'Almeida Pinto.Braga, 2a
de Janeiro de 1868Meu amigo, aqu cheguei
com aigumas melbora<; depois de ter tomado tres
garrafas do sen preparado xar<'pe de fedegoso;
Isto 6 pelo rmr, pirque logo que ch-guei em Lis-
boa, prtoripiei com mais f a tomar o dito xaro
pe, por ennbecer pelo mar que elle me fazia gran
de b>-oe8cio, pois a*ita da graode quantidad-- de
saogue qoe eu boiava pla bocea, vi que me hia
desapart-cendn com rapid<-z, depois que enaltan"!
a tomar o riti xarope, e tao milagroso foi para
minha mnle>tia que hoje me acho de todo resta-
belecido, e at mesreo bastante nnirido, e pnr Isso
pode Vmc. f^xer setente ao publlro o mllagre qne
o seo preparado obrou oa miaba eofermidade.
Sem lempo para mais, soo
De Vme.
Amigo aiteotn venerador e mnito obrigado.
Maocel Jos Goocalve Pereira
E para que chegue ao conhecimento de
j todos mandei fazer o presente edilal que
sera' affixado nos lugares do costume e pu-
.blicado'pela impreosa.
Dado e passado neta cidade do Recife de
Pernambuco, aos 18 de desembro de 1867.
Eu, Mnnoel Sifvin t de Barros l-'alcao, es-
crvo interino a &ob3crevi.
TrisiSo de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, offiial da
imperial Ordem da Rosa, e juiz especial
do commercio nesla cidade do Recife de Arsenal QG #UeiTd G Fer-
Pernambuco e seu termo por Sua Mages- FnitlTllillPr
tade Itoperial e Constitucional o Sr. n nrrtom aJ^', i"", ,..
o. 1 m r\ /-, l'e orflem do lllm. ar. coronel director convida.
PedTO ti. a que Deus Guarde, etc. | se as pessoas qne se qoizerem enea/regar do 'or-
raeo saber aos que o prseme edilal vlrem eraraento de sola para os trabaIhos da offleina de
a-He ooticia tiverem, que no dia 20 d fevereiroieorreeiros, a apr-sentar-se 00 dia 21 do correnle
.10 anno prximo feiuro. se ba de arrematar por:pelai 10 horas da manha. oa sala da directora
venda em praca publica deste juito, um sobrado i com suas proposhs em caria fecha ta declaran-
de dous andares e solio sito no caes do Ramos du neilas o prego porque Ibe convm sorrar cada
com o nura-ro 32 fregueiia de S.nto Autouio,. meio de sola.
tendo no pnn.eiro andar duas salas e seis quarins i Arsenal d- guerra de Pernambuco, em 15 de fe-
e ctisioha tira, no segundo andar tambera duas vereifo do 188.
salas e seis quartos e no sutSo urna sala t costaha; I
00 pavlmeoto terreo oceupado pnr urna prm>a de|-
cacimba meiena, ava-'a
foi PDhorado por muta \j&S'd d Misericordia
dentro do praso de trinta dias, contados da data
do presente adit.l; e se nao o Gzerem sera' Hornea-
do o conseibo de lovestigajjo paia, dos termos do
decretJ o. 3533 de 3C de novembra de 1865, ve-
nflear a-auseucia imr elles commeillda, conforme
as participa{6es oflciaoa dos respectivos comman-
dantas e em observancia a' ordem de S. Exc. o
Sr. pre'idnle da provincia.
QuaMel oo commando superior da gnaroa nacio-
nal de Seriuuaem ... de fevereiro de 1868,
CdTiolano Velloso dr Silveira.
DECLASAGOES.
---------usica tocari
O grande
GALLOFE INPERSAL.
Com toqoes de campas, sinos, extrepidos e re-
bombos da Irovao.
No sanio haver orna pessoa perfeitamente ha-
bilitada para formar os pares e dirigir as quadrt-
Ibas, anm de evitar coofoides.
A entrada e sahida para os mascaras e
tadores pela porta da frente do tbeatro.
O escrlpto'l' para venda dos hiihetes a direi-
U do edificio onde estar' iluminado.
As pessnas qoe se quuerem preveoir de cama-
rotes podero mandar suas encommendas 00 es-
crlpt'Tio do theatro.
PREC03.
Camarotes de 2* ordem, com 8 entradas 10,5100
Duas de 3" dita, com & ditas........... 8A0 0
Entradas............................. j.,^
Senbofas mascaradas, gratis.
AVISOS MARTIMOS
COVIPANHIA PERNAMBUCANA
Do da 4 de marco era d ante, paga-se no es-
cnptorio da companhia aos Srs. accionistas o 3'
dividendo a razio de 100 por accao.
Cousalad provincial-
Pela mesa do consolado provincial se fax pobli-
O asete Martlrjs fara' IciISo por despacho do
lllm. Bf. Dr. jais especial do commercij de deus
moleqoes sendo um de 13 e outro de 11 anoos, os
quaes sero vendidos pelo maior preco.
O lelrio tara' lagar ama Imperial n. SI, onda
bavera' tambera leilao dos pertences de ama pa-
oaria, as 11 boras.
De
LIHO
e movis
escravos
O agente Pootoal vender em leilao um preto
de oago, de meta Idade, ora mulato a oco e sa-
dio. ama mesa elstica de amarelio, camas de ja-
caraoda para casal, orna mobilia de Jacaranda', 1
baiauca para armaxero de assucar ou preosa de
algodio e muios ootros objetos.
Assim como orna negra de idade de 28 anuos,
optirat eogommadeira, perita cosiobeira, doeeira
e bolelra, etc., muito sadia, e mais 30 chapeos do
Chile.
LOJA
BU
RELOJOEIRO
* -
_JbT3S
Ro armazem do dito agente, as H horas do
da, a roa da Cruz o. t2, andar.
SOCIET GENRALE
TransportsmaHtimes a vapeur
PAQUEBOTS PRANCAIS
Al o dia 24.10 i-.rr. ue espera se do sol o va-
por fr^ncez Buirgogne, commaodaule Ronage, o
anal depois da demora do costume seguir' para
. Santa Cruz de.Teoerife,
Gibrallar e .Mars>-lha.
Para condiedes fretes o passageos trata-se na
agencia ra da Cruz n. '.
do Recife.
CGMMEBCiO.
PRAQA DO RECIFE i'J rE FEVEREIRO
DE 1868.
Gatajees 1 fficiaes da junta de corretoros
As3h boras da tarou.
Assucar mascavado porgado americano 3jJ3O0
a erroba.
Assnear rcascavado Canal-33000.
AluodSo de Macei 1* sorte12JQ00 por arroba
posto a bordo.
Algodio de Pernambuco 1* sorte 125U00 a ar-
roba.
Algodio da Parahyba i* sorte1230O, por arroba
posto a bordo (bontem).
J. s de Aqnino Foaseca
Presidente.
Francisco Uamede de Almeida
Secretario
ENGLISH BANK
Of Ki de Jaueiro Limited
Descorita letras da praca taxa a con-
wncionar.
Rece he dinheiro em conta correte e a
praso fixn.
Saca vista ou praso sobre as cades
priQciiaes de Europa, tem agencias na Ba
hia, Btienos-Ayre*. Montevideo, New-York
New-Orleans, e imuie cartas de crdito,
para os mesmos tugares.
largo do Peloormho d. 7,

ALPAWDEGA.
Rendimento do lia 1 a 18........ 278:8193078
Mm> do da 19............... 21:6693111
O eseriniorarlo.
Jos Alfredo de Camino,
alguno qainial morado e c,
liado por 8:0003000, o qoal
execucao de Mills Lnham 4 C. contra a viuva e
herduros de Jos Hygioo de Miraoda. E nao ha-
vendo lanzador que cuhra o preco da avaiiacao a
arrematac.) sera fella pelo preco da adiodicacao
na forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos ruaudei passar o presente que ser
publicado pela impreosa. e affixado no lu-
gar do cosime.
Recife, lo de dezembro de 1867.
Eu Secundioo Eliodoro da Curiha, escre-
venle juramenta lo o escrevi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nasci-
oienio, escrivSo o subscrevi.
Trslo de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe. officiafda
imperial ordem da Rosa, e juiz de direto
espe:ial do commercio, ne>ta cidade do
Recife capital da provincia de Pernambu o
e seu termo, por S. M. Imperial e Cons-
titucional* o Senhor D. Pedro II, a quem
Deus guarde, ec.
Face saber aos que o presente edital virem e
delle milicia liverein, qae do dia 20 de fevereiro
do anno prximo futuro, se ha de arrematar por
veoda a quera mais aer em praca publica de>te
)UI*n.
Urna casa terrea sita na roa Dire.lta com n. 118,
com urna porta e urna jinella de frente, duas salas
e dous quartos, co rajo com cacimba, avahada por dous cootos de r>s.
Uina casa larrea oa irjvessa dos Martyrios com
o n. I. com ama porta e nma aoella de frente Mua oa M
duas peqneoas salas e doos quartos, cosioh* fra | "immn andar do sobrado
pequeo quintal, avallada em ora cont e qaar
300:7883190
Movlmento da alfandega.
Volom.es entrados om fateodais..
com gneros....
"Mames sabidos com fazendag...
* com {eneros....
913
tM
-------362
m
------231
Bescarrevam ho)e SO de fevereiro
Vapor tngltC.hrxitMemereadorias.
Barca fraB-etaProtencalmercadorias.
Jrigue soecn-Piefonadem.
Britoe iotfn-Ber.ale-b'c: lhjo.
Brigoe ingit-x Itlium -M^rn.
Polara he-panhulaPresidentevfofios.
Patacho hespantini Indio-charnue.
Importaco
Brigne ingles BeauU, viudo d Terra Nova,
aaMfesu.a :
^OO bricas baealhio ; a Jnhnston Pat-r & C.
- Patacn., bespanbol Mana Rota, vina de Bar-
erno* n Mlga, maoi'esinu :
400 canas passai, 18 ditas papel, 4 barra vinbo;
aord.*m.
286 pipas, 8 metas e 436 barris vinbo ; a Rabe
8ebmmeiian & ('.
BfiCEBEuORIA DE RENDAS INTI RNAS
6ERAE8
Bmdimeoto 10 dia 1 a 18.......... 27.fiQfiJ099
dem i1j du 19................. f -:~3o26
*:*M3M
. ,. CONSULADO PROVINCIA1
MCdlmento dn dia 1 a 18....... 9*5SO03Pi".
Um do da 19................ 10:4173628
ceuios mil ris.
Um sitio no lugar da Vanea com urna casa de
taipa enhena de Hhas. tendo doas jandlas e urna
pona de frente, tres salas equatro quartos, cosinha
'Ora, c m alguns arvoredos de fructos, com cacim-
ba, Misado di o sino p^rte cercado e parte era
abeit>, avahado em oro como de ris.
As quaes fnram penhoradas por necncSo de Jo
de Azevedo Maia e Silva, contra Francisco Ramos
Maia ootros.
E nao bavendo lanzador qoe cobra o preco das
avaliaco-s a arr^m-tacao sera' feita p lo da adica-
d'3o oa forma da l-|. '
para qae chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente edilal, qoe sera* publiea-
do pela Impreosa e affixado nos logares do cos-
ame.
Recife 10 de dezembro de 1867,-Ea Secondino
tliod-ro da Cunba, eacreveoie juramentado o es-
crevi.
Eu Manoel M^rla Rodrigoes doNascimento.es-
crivac, ^obserxvi '
Tristo dd Alencar Araripe.
O Dr. Jos Rioardo Gomes de Cam'iboT'joli mu-
nocipal e do commercio nesla cidade di Victu-
ri,i>rmo e comarca de Santo Antio, provioda
de Pernambuco, por S. M. Imperial, qoe Deus
enarde etc., etc.
Faco saber aos qne o oreseote ed tar de nove
dus e tres pracas virem, qoe por este juno tem de
ser arrematados a quem mais der e maior lance
ufferecer, no dia 2 de marco vlodouro. a's 10 huras
da manha, na noria de residencia de-t joizn 05
bens que foram penhorados a Jo> Caaleante de
Lcerda Campell.., em eiecucio une Ibe move Ale-
vandre B^zerra de Alboquerqoe Birros, cuio bao
san os Sfgoioti's :
Pela secretaria da S nta Ca>a da Misericordia
do Recife se convida de ordem da Iilma. Junta ad-
mlni.-trativa a todos os proprietanos de predios a
ra da Rod*, edificados em terreno foreiro ou-
ti'ora a' Francisco L-ns Paes Brrelo e boje a
mesma Santa Casa or dnaco que Ibe flzera, para
que no prazo de 30 das venham pagar os foros
que se acnara a dever d ditos lerrenos, sob pena
de se proceder a tal eobraoc/a judicial nente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife. li de fevereiro de 1868.
O escrivo,
^^^^^^ Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa da teencorda
do Recife,
Alllma.junta administrativa da Santa Casa d
Misericordia do Recife manda .fazer publico qu
na slale suassessoes, too dia 20 do correnle pe-
las 4 boras da tarde tem de ser arrematada; a
quem mais vaatagens offereeer pelo lempo de um
a tres anoos as reudas dos predios em seguios
declarados:
Es.ubp.lecimnlos d caridad*..
Ra do Padre Flonano.
Casa terrea n. 17....... 1*63000
Casa t-rrea o. 63.......17i000
Casa terrea o. 43.......169*000
Roa da Concedi.
Casa terrea n 5 .......
Ra larga do Rosario.
Perceiro andar do sobrado n. 24 .
Ra da Moeda.
n. 37
Segundo andar dem.
Fatriitifiio de orpbao*
Ra do Padre Flt nano.
Roa da Cadeia do Recife.
Sobrado de om andar n. 63 .
Ra du Vigario.
Primeiro andar do sobrado u. i7 .
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 104......
Casa terrea n. tttf.......
dem n. 94.........
Sitio o. 5 no Forno da Cal. .
As arremataces sero feitas pelo tempo denos
a tres anoos, devendo os licitantes virem acom-
paBbados de seos fiadores ou munidos dt> caria,-
destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 13 de Janeiro de 1837.
O escrivo,
_ ______ Pedro Rodrigues de Sooza
Pela seeetaria da cmara municipal desta
elda-le se faz publico para conheeimenio d quem
interessar p>s-, que a roe a so pnmelrasessao ordinaria deste anno, no da
19 do correte.
Seretarid da amara
de fevereiro de 1868.
O secretan i,
Francisco Canato da Boa-viagem.
y
2483000
3OI3OOO
963000
90OUO
2:0013000
1813000
1803000
2563000
20(3000
1503001
Para ailha de S.Miguel
arpa* c.im muita brevldade a escuna portugueza
Ohveira, para o resto da carga e passageiros, para
o que tem relente commodos, tratase com Can-
dido AffopsolMoreira, ru% do Apollo n. 22
Para Lisboa
Vai sabir em pooers dias a barca pgrtngueza
JVoca Afonanno, por ter grande parte da .-ua car-
ga prompia, para o restante e passageiros lraia-ss
com Olivar* Ribos de C, largo do Corpo Santo n.
19 ou com o-capito oa praca do commercio.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Navegando costea por vapor.
Portos do sul at Penedo.
O vater i'otenpi, eoromaB'
daoie Pereira, st-gue para os
portos do sul do sua escala
al Penedo no da 29 do cor-
rele pelas S horas da larri.
RM-ebe carga at o dia 28 ;
passageiros, enooromendas e dtobeiro a trele al
as 2 hars da tarde do da da sabida : escripiorlo
00 Forte do Malos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao cosieira por vaper.
Goianna.
O vapor Parahyba, comman-
danto Mnilo. seguir'para o por-
to cima no dia 22 do correte as
9 horas da noite. Recebe carga,
encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, no escriptorlo do Forte do Matos
n. I.
COMPAKIilA PfcKNAMBCANA
Navegaco costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Macao, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapr Pirapama, c mman
danta Torres, srgoira' para os
ponos cima no da 29 do cor-
rente as 5 boras da larde. Recebe
carga al o dia 28 encommendas,
passageiros e dtobeiro a frete at o da da sahida
as 2 boras da tarde, no escripiono do Forte do
Mt>s n. I.
B laberaa a'ra das Crazes a. 4!.
era pequen o* lotes
Cordeiro Siai5es
competentemente autorisado fara' leilao dos gene-
ros, armacao e oteocoa da taberna cima dita
tendo grande sorumeuio de vinhos do Porto, ge-
oebia oe Hollanda, laranja, ser vejas diversas mar-
cas, loucas, licores sonidos, caf e mullos ootros
gneros, os qaaes sero vendidos em pequeos lo-
tes aQm de facilitar a concurrencia, isio
l
as 10 boras em ponto na mesma taberna.
De orna padaria na ra Imperil n. 51 e di-
vidas na importancia de 5:9910510
O agente Martins fara* leiio em om oo mais
lotes a reuenmenio do administrador da massa
fallida de J.to Alvfs de Mjura e por mandado dj
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de ca-
x5es, maceira, teuJedeira, cylmdro americano, ba-
Uncas, Qandres e maig per ["orea da padaria ci-
ma, na mesma occasia sero vendidas a dividas
de dita massa na imo< U03E
As 11 boras do dia.
't.
a ra*
rmmm rmmtym
vapor.
grande chs terrea sita
Augusta n. 41
O agente Pontual, compt-te"nt"mente aolonsado
vender em.ltilao uoia casa terrea sita a roa Au-
gusta n. il, a qual tem 2 graodes salas, 2 gabioe
les, 3 quarlos, corredor indepeude le, quintal mu-
rado e cacimba.
O lello sera' efr-ctua > no armazem do mesmo
geme, a ruada Cruz n. 62, andar, as 11 Ii2
horas. '
O- senhores licitantes poderao examinar a c?.?a
e entanderem se cora o din ageota oo caso de
quererem algora esclarecimeoto a respeitn.
Da taberoa siti a rna do LivrameBlo
Dmtra 9
** Pontual, vndera' era leilao por man-
dado do lllm. Sr. Dr. jt'z especial d commercio,
a taberna sita a' roa do Livramento n. 39, deoo
minadoObservador do Commercio.
Sexta-feira 20 de fevereiro.
Na mesma taberoa sera' eflectuado o leilao as
II horas.
DE
Viclor Grandin
Fnadatadeiado Kecife N.40
O proprieiarlo deste esubeleci-
mento, premiado e..m a medalha
da expnsici.i aniversal de Pars
no aooo do 1883, tem expo to a
teoda un ua loja, om grande
soi tmenlo de relogios para algi-
beira como sejum : ae ooro e
praia, sendo dos melbores fibricantei, de pa en-
tes icgleies, suissos e oriootaes. Tambem tem
orna grande qoaotidade de reiogios para parede,
e que batem boras, ditos para eoibarcac.o>s e para*
cima de mes>, todos e.-its ni. glos sau dos mais
bonitos model *. O mesrci concerta retogios de
todas as quaiiddes existentes, assim como t.im-
b?m concerta chronorcelros de algibeira e marti-
mos : recebe senpre por lo jos os vapores, um
completo sortimeoto de cerrentes e irancelins,
sendo ludo de onro de le e de modelos os mais
modernos, assim como diversos objtctos de tijou-
teria dos mais bonitos e m. Peitorl de cerfja do DrT
Ayer.
PARA molestia do peito.
PARA iriflarnmagao da garganta.
PARA tosse e deflnxo. --------
PARA aogiDa, crotip, crqnelucne.
PARA astliraa e broncliile.
PARA d r de gargaiita.
PARA tsica pulmonar.
i>jmieWL
^ u ur. A., Pereira oo Carmo (medico>
est morando oo sobraden. 12 da ra d
Jjjgi Iroperatriz.
mtmmmm&mm
Chocolate vermicida
DE
Antonio !vse de rastro.
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applcadas em Portugal, como o remedio
prompto e cfficaz para a expuIsSo das lom-
bi igas, que lo graves padecimeutos causaia,
e que quasi vteaj|ire se suppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a quaiqoer
ootro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelhante mal.
Antonio .la Silva Mello, durante fua~ansfn-
cia detxa pleuos p.ideres a seu i wht Duarte Bor-
ges da Silva, para traiar de tud^s osseus negocios,
o na Ma ai-ste aos Srs. M.aiotl Jos Ofiveira Mello'
e Jof Duarte da Silva.
R-cife, 1.1 de f.v.reiro de I68.
Precisa-se de um f..in-iio que enteeda per-
tritamenie df forno, paga-.-h era grnerosidode, na
rna larga duRj.-ano n. 16. .\'a mesma se precisa
de dous trabalnad >res que eotendam pi'rf^ilameo-
te do fabrico, pagando se lambcm com geoerosida-
de os servic.is i|n= <1eseaipenriarero.
-

"
De dividas do expolio d^ L'iiz Antonio Aones Ja-
come, na Impuriawc.a a* 20:43144^2, seodo a
quantia de 2.021,J2fl2 em doas acr,5-s propos-
tas aos referid>s devedjres pndendo nma da
deciso do supremo tnhhnal da jostlca,
Cordeiro Sm5?s
por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de orphaos fa-
ra IpiIS das divisas cima mencionadas ferien-
ceotes^ao expolio de Lmz Ant >oio Annes Jicome,
cuja re.acao esta' em poder do dilo ageuie a esa-
me tendo lugar o Ir-ilan no dia
Sabbado 22 do crrente
as II bora? em ponto no lrg> do Corpo Santo a
porta do predio que oi Associago Commercial.
Na ius di Pires n. 70 precisase de urna
ama forra oa captiva para comprar e conbar.
Ama
Precisa-e singar orna ama forra oo escrava
que compre cosinhe e engomme para casa de pun-
ca familia ; a" ra de S. Francisco u. 64.
Precisa-se de urna ama para o servico de orna
casa de pequen familia; ra do Hosoiclo o. 64.
Precisa >e de um escrevo do 14 a 16 annos
de idade que te.oba pruea de taberna ; na ra
I nperial n. 41.
Flix Peoizoa e seiTolbo" Bras, Vicile de
Antonio e feu hlh > Praacisco, suoditos italianos.
retirara se para Europa.
Preeisa-se da urna ama
Tergo n. 42. 1 andar.
de leite : do pateo do
DE
Ka vega cao costeira por
Rio Formoso.
O vapor Momanguape,
comroaodante Costa, se>
pnira' para o porto ci-
ma no oa 21 do cr rme
as 8 horas da maohit.
Recebe carga, passagei-
ros, enrommeodas e di-
nneiro a frete no escriptorlo do Forte do Matos
a 1.
mnoleipal do Recife, 14
nnos,
<8 aaous.
J22S2* ubra'.id,A8 24 "" Md, w.
I ^WJ' O, Haon-i Joao, crwolo, idade 26
por 1:10040 Manuel, crioolo, idade. 18
por l:*'0. F-l.ppe, crioolo, idade 26 ar
por i-jmm, Cacmiiro, cfer;, io.de ,1 anno?
por i:i 004. Jovioo, cabra, idade 14 aonos, por
W04O00; Espindio, crioolo, Idade 12 annns'rmr
Oo^'MJO. Felicia, crinla, 28 aonos. p.* 9oi 4 00
M.ii, Aogola, de 44 anoos, por 00*000, C smi'
erionln, cora o oome de Li.u, d 22 ai.,*, w,,'
t:uai*. Antonio. rnclatodA Oi nni ,, m>nn
filil & ------. Tk .-.'*-, wr
aui*. Amonio, rocalo de o asnos, por 7i OXiflO
fin* mnl.t. faitlh. itr. ... .. .. v,. '
106:9174-542
oraun i panto
,. 6004,
E para qoe ebrgae ao c.iuhecimenio d- iodos
se maod oos lagares mais publico e publicado pela im-
preosa.
Cidme da Victoria, 18 de ftvereiro de 1868.
Eu Be.iarmio dos Santos Bolcao Filbu, escrivo
iolcrior, escrt-vi.
____i'*< RM*ardo4>ome de Car ralbo.
A cmara municipal desla cnuoe manda pu-
blicar para embecimentOTlos inleres-ados a porta-
ra qoe *e egoe. do Dr. cha-fe de polica de 4 do
correos, que ibe fora remeitida cora Ocio do
mesmo de .goal dala, e pela qoal resolver, aiter,.
dendr. ao que requereram os como.erciaole da ru
nireuad.su anu. 0* ar.KW.rios de *.
los de e. oduccao. qe. aos rti.o. *-rtMeB|Mj qnP "
wat d.. largo das Coco-Punas e suas
eH, fosse vedado o transito pela
mira.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Pela secretarla da Santa Casa da Misericordia do
Recife se convida aos oareot-as dos menoes abano
declarados, para qoe os venham tirar do cill-aio
dos orpbo, visto ja' terem os meamos c .mpletade
a idade de U aoos, como dlspoe o respectiva re-
gulamento.
1 J .se Gomes de Menezes.
2 J aquim litnacio da Cruz Dias.
3 J-snmo Maximiano Ferreira dos Santos.
4 R-roardo Jo de Araojo.
K J .ao Samoel da i/i.ta,
6 Demetrio Nstor Ma -hado Freir.
Secretarla da Sania Casa do Misericordia do
Recife, 14 de fevereiro do 1868.
O escrivo,
Pedro Rodrigos de Sooza.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sol esperado
al o dia 22 do correte um dos
vapores da companbia,o qual de-
pois da demora do costume se-
, gira' para os portos do norte.
Desde |a se recebem passaiteiros e eogaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qoal deyera
ser embarcada o da da soa chegada, eocommen-
das e dioh-iro a frete at ao ala da soa sabida as
2 huras. Previne se aos Srs. passageiros qonsoas
passageos so se recebem nesla agencia roa da
Croz o. 87, primeiro andar, escriptorlo de Anto-
nio Luiz de Oiiveira Azevedo & C.
T1 PRAO PORTO
val sahlr na presente semana o brigue Boa F,
para o resto da carga trata-e com Camino A No^
guaira, na roa do Opolo o. 20
compaa brasileira
DI
Paquetes a vapor
1 E' e s
AVISOS DIVERSOS.
CURSO NOTURNO
DE
L1NGA FRANCEZA
para as pessoas do oimmprcio, qoe'dese-
jam fallar e escrevi esta lingua:
peito pon
Jas Soares ae Azevedo
das 8 s 9 hars fia noite
Dirigir-se I roa Bella n. 37.
FARA
Molestias syphiltticas
TOaE a
Jfm&f0mmk e/e S/ye.
Aloga-se a' familia, o 3 andar da rna esrel-
ta do Resano n. 32; e grande e fresco. Na tbeson-
raria das loteras.
Precisa se de nma ara de leite qoe nao te-
nha Bin; na rna Aognsta o. Ii.
Precisa-se singar nm preto, na roa do Ran-
gel n. 9, dando se Ihe ?4 mensaes.
Da se a premio 1:0004 com bynotheca em
bem de raz nn-u cidade; na ra Nova, Iota da
ferragens o. 31. __________
Precisase de orna ama para eugommar: a
tratar ua roa Nova n. 32, 3 andar.
n
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SU trn..WT? en,ra*> "o d 18.
trormoso-7 boraa, vapor nacional Uanang
ua-
immedia-
referida roa Di-
Paco da cmara mnPiHnal dn Rcife, m sessao
de 12 de f-vereiro je l8M.-Loit J.> P.reira Si-
m5-s, pro presid^Dte.-Piaociseo Canuto da Boa
viagem, secretario.
! seceso.Seretri* da polica de Pernambu-
co, 5 de fevereiro de 1848.
ur. ebefe de polica da provincia, atteodendo
THUATR
S, ISABEL
taireca i aaslica.
Giande baile miscarado
Parisiense
Nos dias, Sabbado, Domingo,
Segn a e Tcga.
0 1o baile lera lnar
SabWe tt t fr-v>reir 188.
O grande sali dn Dansa qne coiajreben
de toda a sala e caita do intatru. acba-se salida-
mnitH construido, affiancando a mais completa se-
g arae*.
8-ra' Hlnmloada a gioroo o mais esplendida-
mant que for possivel.
O alio arha-se nra/neote oroado com qoadros,
e.peihos, vaso< eom frth. .ir ete., sem que para
at o da 28 de fevereiro o vapor
Guar,coinmaodante o primeiro
leme Pedro Hyppnlito Duarte,
, o qoal depois da demora do eos-
lume Katiou pra og porlo4 do sal.
Hecebem-se desale a pasaaeeirus e eogaja-se a
carga qoe o vapor Dsder coodozr a qoal devera'
ser embarcada no dia de soa chegada, encommen-
s e dioheiro a frete at o da da sabida a> 2
boras. Prevme-se aos Srs. passageiros qoe sos*
'aasagens ** recebem oesia agencia rea da
Uni D- K7 scripiorio de Antonio Luiz de Olivei-
r* Ajevedo 4 C.
I*ara o Porto.
Segu em poneos das a barca portogneza Keu
iueneio por ter a maior parle de soa carga prump-
. Para o restante epassagpirjs, para o que ofle
Jie/*',e,,',"tes commodos, trata-se com Ollveica'
"* O., no lafgo do Corpo Sanio n. 19, ou
con o capuao oa Praca do Commercio.
Parto
p*rs referido porto pretende sabir om pis-
uvet brevidade o pataaho poriugu^z Ganhaidi. re-
Wbecarg a frete : a tratar cm Davio F-iretra
.1 ra* du Braai o- 66, 00 a bordo eom o ca-
m
lolIrgi de S. Prio
O barhare alaaoel Barbosa de Araojo S
avisa ao ppblico enue-ral e aos pai-s de 2
seos alomos em pariieelar, qne modou 1
soa resid-ocia para a ra do Homocio, fl
sobrado n. 29 e qoe de boje em oanle "*"
lomara' o seu colifglo a deo<.mioacao de M
b. Pedro. Ooirusun, seieoliflca a seu M
alumnos, la' to interuos, eomo externos I
que. do oa 7 do correlo roez em diante I
comecaram a fooqciooar todas as aulas' fi
do referido e^tabelerinento sob a direc- *
$o d >s mesmos profesores.
Alosa se orna famosa escrava para servico
interno de casa de familia "
B.50.
s
9
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O
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t.
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g.iB'5-5;|
2? 3 B >* r 5
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o. 0 co 0
'I'
< 1 S.r-1
oa roa do Imperador
O ur. G. A. Rapo5o na Cauara (uiedi- tm
ro) ten ai.eri 1 o seo escriptoriuoa roa da '
Cadeia n. B51 andar, onde poda ser
procurado das 9 boras da meabas a's 3
da tarilf, 1
Mm>
IEIL0FS.
Peruram do sitio o. 19 da Ponte d'Ucha, na
aeile do da 31 de jaaeito, om rea.gjo de ouro e
coi Trote n.ui simpes ; seodo o refugio de.-roher
lo, de mnvimeole compensado, e leodo n 1 moslra
dor a seoamte iaseripoio- Julio B uli, Rio de Ja-
neiro : quem o apprt-heoder 00 delle sr.uber noli
ia, pode auigir-ae a ra do Imperad.,r n. 57 pri-
meiro andar, et irada pelo Ca^s de 22 de Novem
oro,.00 oo sitio acuna qoe se recom eo-ar*.
Preeisa-se alugar om prno p,ra seriC3
de familia; a tratar oa roa da Imperaipz o 60.
Precisa-se alogar orna escraa hat.u.iaaa pa-
ra veoder na rna : qnem a tiv*r dirija re a roa
do Imperador o. 15, defroole de S. Francisca
CnVece-se ama criada poriosoera pra casa
di pone familia ou h iraem silitlro: a tratar na
rna d Bim J<>a* n. 4.
.0 que lbereqoerer.raoscommerc.aoie, W.beie-. eate i^W^Tua^d^Vu .JaV.!
LLILAd
Deuas lepes de il a 13 anus
a\
Preeis-se orna ana qoe aiba coxiobar
do largo da Alfandega n. 7 B.
i
Medalha de ODRO, premio de i 6,600 tr.
auiNA
LAROCHE
m


llHJftft I
UXIB FBfilFUGO B PUKTrPICAMTB
.u aot Tinao a uaerai as aoiia
Etpsriinenuda com plano auceesM uo hoapitaea,
a quiua Laroche (ou eilract* completa ae
quina) urna praparacao exrepcional, por aer
privada do amargo 4a quisa. Agrada por eon>rguinte
aa peisoa aa mai> iatoleraoiai a aaa paladarea oa
mais delicados, poia nem muita daca oea aiiita
riscoaa, siidorieuaia IJmpidet cooatanu Eiaprega-
se com muito proilo noa caso de antralala,
ljP'-l>rla, n(inl(l, anrmla. roatla aea
rauHU apaarriitt-, ravalrrenra> armara-
eehloraac So eipeeiGco da raoleitia* (ebria.
QUIM LAROCHE FERBOGIIOSt
Runindo toda a propriedadea do ferro e da quina
EM PAJUZ.
15. ru$ Dreuot.
aiVtiaU ftUtt $Rq. ItlMoT
!/jr eanrrket
5ovaftoa, wniMcoat
'"nmiaM ua dea,
6 ctuat t tout ai
*" -o i>t.io; Lala u
uaia c ,wr -ra-t-a dert. .arop D' FoaGlt.
' '=. P.r. ra. wlaa, ^
A vanda na pharmacia de P. Maurer ,
e G.. em PernamtMjco.
*
:.'--



BaaaaaaVatJaaffaVaffi


1H* i* fra.-fe. ~ o.!*.* ,ei,a M i# F#TOa|r# ^
A Salsaparilha
E AYER.
I*ap,o oura radioal de
***, leers, ehagM.hr.
d* velfcas, HslMaa yphil-
i**8"! OMrrariMs, Enenni-
Saoes da mattere, como re-
tsnfio, neutro doloroio, ulcar-
co do tero, o floree braaee*
A Hemlgia, ConvuUdes, Bry-'
tipelw, EuermHades Cutnea,
borValha, nascidas, ete.
-L^TZ'0^'""' d SALSAPAHILnA, confeeoion-
vaH ^1- ^TEE' "n,a ** *" >hore. depura,
ve. e altcfartoeonlwcldos i medicina; competo se-indo
*m
qae possivel- prodnzir, da inteligencia e
dencia medica dos nossos tempos.
RETOIO DE AYER PAR SEZRS
lufllirel aai febres iaermitfilM, renitente,
febm btlnisas e tercas, mal do fijado,
iuereaenlo do b ee, cegutira. Der ios
ornides e saljiitardes, qaaod sis
cansado pelas
fEBRiSUrERMITINTES, O RISITENTE8
As preparacoes de Dr. Ateb sao rendidas
em todas as Boticas a Drogaras do im-
perio.
,. SEZOES
u maltitas, febres ilermitenles, renilenls
biliosa?, febre prruic osa inlaamatoria,
todas tendo sua ongem na me>ma causa e
Trocam se
as notas do banco do Brasil a das alias filfaee-
Jom desenlo maito rasoavel na praca da loa,
Pendencia n. 21.
Precisase de nm criado bora eepeiro e bo-
"eiro, prefenodo-se que seja astraugeiro, a traUr
oa^roa dos Torres n. 12, l andar.
A
^n(1-^:""IosU,' au India c dos pnncipnea Estados da Europa. lOrn rtifToronlo J* ir.i^ j j F .
a sAWAPAuLHA do AVEu eapecijoien^ -*.,. I 3 a^erenl& de lotensidade, oecessitam
srrsxz ** im^m.
Impureza do Sangue.
cura das m.lcstla* que tem sua origen, na tcrofula, na ,
isocxcesrivodomcreorlooncmqualojuer CUSa acb-SC DOS effluVOS COOtagOSOS
.,,,.. il0 se desprenden! da vegetacSo podre
.-a,ver.ete%7vefd^u:rcro^rOp^id08P>D,aDM <* a" encharcadas. E'
f^J^'ruc?a'poromtfttclu"aPrl'',pi' multa, en- um veneno snbtilissimo .e insedioso qoe se
^^^^"ttTZS^^J^ P* Prtnto e penetra no san-
***>, e ,ow. affceic, do 8Q8. de sorte qoe a molestia s vezes acumu-
m^^^^''a^^"^^^^^^^^i\^^.^^^^^^ oo systema antes de
Ka de apetito, Frnquoza c moka em todo'corpo; Mo i fZer entr-Se
-^^^
a boca; Digcstao fraca e apetito Irregofar; Ventre Inchedo 6 Pe,0S PUimBeS, Opera naS S6.0eS da ffla-
e ^..oacao Irregular; Qonndo atoca o. pulmoo. una tr
Mulada asostrwe a rod;t do. olho, oaando S o etomago
SABSA PAKRILHA de Ayer nSo
remedio secreto, por isso pode ser e re-
ceitada por mdicos consciencioios, que nao
podem receitar remedios, coja composi?3o
desconhecida.
Precisa se comprar um e.-cravo oo urna es-
erava que aaiba coosiobar; fia praca da Indepen-
deos ps. 13-15.
Celebre
POR POUCO TEIHPO EM PERNMBOCO
HOTEL UNIVERSO.
Cliegada do Sr. M. A. Sehlosser,
e JL,f.WML"'"ei,i8 Mu as cfasscs de ca,,os Jinetes, lhVi i
perd, utoiru e todas as eafermidades de ps.
Sem cortar! Sem corter!
.:-s pessoas mais medrosas podem sem^o^oX Santoeste metbodo t, segoro como ^
Fede^oso de f ernambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominado di ftdtgo, e up Rio de Janeiro; O ?r. Scblosser tem a honra de partcioar mui rpsnflinwmonio *. c0nK.
e pro inciai do sol deste imperio pela de (,a "petidas solicitacCes de familias n'eJIa residente iS?eiS SiuS *va!heiros d'esta capiUI qoe, em couaqnn.
SLUIlSl" dO' K" Pe**0M d <"'"5S> crofulo^ .
^arecem frequememento cruppa apelle da eabejaeoutra.
neira sectate : sua intensa irritago no sys-
tema faz encerrar todo o sangue n corpo
excretarlos internos, o Ogado. s
mo sao .rnente aquelles que padec^m da forma. .,Jce^.-P-meS,al"UBS dS W QS OU tdOS elle
ce.itam de proteceo'' ^ amoDtoaaos do sangue tetirado da super-
en cojo sanguocisto i ficie do corpo; eis a causa do pericdo fwo.
ve*hereditario), \ FEBRE cansa(1, nft,a rMrpSn nna^Talai"c'cs ^uepaaecem ae pbtisica pulmonar.
t tubrculo d,i escrfula qae neces.iUm de proteceo W0 amODtOaOOS dO SaOgUO tetirado da SUDer-
eontra oe sene estragos ; todo. aqoe"'_______!____ f":" A--------------
o viruB latete deste Urrivcl flagelli
e.Uo exposto, tanibem a soffrer das
oausa.
PO POUCO TEMPO
Salsaparilha de Ayer
COXIXECIDO
------ f^v, *a o www ** uui/i/i riHS
aqoeUeem cojo fanguo Miste DCie dO COrpO : 8S a CaUSa D9 PERIcDO FUIfl ?
e.Io(c..ve2e,,Wedim,o, | A FEBBE \ ^J,^ rLSTulodo' ^ MJuePadecem de phtiaica pulmnBar.
sivSSxo; StSsii coflDtia teiaL'ou es^asmo
e inconiesta\el, e Bioguem ha que a aesco-
nbeca.
N3o ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforgando-nos por ser til bumanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposic3o dos distirctos m-
dicos, e dos doentes desta e das ootras pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que sao:
orista de gallo, o tiaridmm utilissimutn
ou tiandium elongatum de Schum, e o Ae-
liotropium cufassadium de Mart., pertence
familia das boragineas. Par offerecer a l_
O fedegoso considerado, na therapeoti- syslema, inteirameute novo, o resultado de i nrTiV^ h"
ca pernambucana, cmo orna das plantas Jes a mais comptenles, e se fosse bastante feliz para coSm^
ma.s recommendaveis por suas virtudes cu- desta culta capital, os seus iacaosaveis esforcos para sobre ahir nHna n 3. .afilD?1 da^ exceileDiissimas senboras e c.aJheiros
rattvas, e e aplicado interna e exiernamen- de ser til aos s. m s.emelhaBios seriam suflicientemente reaLTal P 8ertam amPlameQle comp^
te, como calmante do.systema nervoso, na!' O Sr. Scblosser tem a satisfagao de expr perante o nuhlirr, r-r-mr. w
^T^S^^^ZSSS. ^ Crar teM btd0' Mia Dner0Sa ,Sla ^^^^^^^^^-^-^ aPProva^.gera. que o aeu
catarrbs pulmonares, etc., e m geral con-
tra todos os soffrimentos das vas respirato-
rias ; sendo om excellente Unitivo para
i compensados e os seus desejos
esforgo violento para expulsar o veneno a-
travez do outro excretorio chamado pelle ;
f^^^^^^00^S-a^-^ i3" PraC0 C0LSeuea natureza neste segn:
S Sa^rarcL0 t& 7""T "2 ar* ^o?ii?SS do esforC como no primeiro.
Sf yp"Sr S^yjR .- DePis segoe o desmaio e prostragSo que
%SS$^^^*^''>^^ naturalmente succede s grandes agitac5es,
TA3CBEX O .VKI.lZOll AXTI-8YJ>BIX.ITICO
o sangue lcssa oorrnneio e arrebata a victima das farra de
Ss^iiSI. V1>? pioinmioso, porm Inevltavcl e o mal
uno e logo coinbutMo com energiu.
,.,a^re"'Bl11-"? f>r?7"':,r' "em Qoereni!' que se inSra
L> rwncd' 6 InrajU-el para a oura de todo 05 padec
meatos humanos, o que dteemos u (juc a
Salsaparilha de Ayer
ltir'.*or P^prao at liojc descoberta para estas e outran
tempos.
REMEDIO DE AYER PARA SEZOES
InfaUvol aas febres intormittentes, remittoutes,
Pebres Biosas o torcas, mal do figado, in-
cremento do baco, eeguoira. Dor nca
ouvidos e palpitaces, qnando
sao causados pelas
FEBSBS INTEEMITTENTES, Ol EEMITTENTES.
A. preparacoes de Da. Ayf.b nao rendidas em toda u
Boticas e Drogariu do Imperio,
SALSAPARMLHA DE AYER
i'au a etira rauca I de
Escrfulas, ulceras, chagas, feridas velhas,
molestias sypbiliticas, e mercurial, enfer-
midades das mullieres, como reteogao, mens-
tro doloroso, ulcerago do tero, e flores
branejs. A nevralgia, convulges, erysi-
pelas, enfermidades cuiaocas, borbulhas,
nascidas, etc.
O extracto compouo de salsaparrilha, con-
fe-iiona.to pelo Dr. Ayer, uon combina-
gao dos melnores depurativos e alteran-
tes conhecidos medicn:i; composto
segundo gjeis da sciencia, a.-^provado e
receitado pelos primein s mdicos dos Es-
tados-Uaidos, da AiLerici' do Sul, do .Mxi-
co, das Indias, e dos pricipaes estajos da
Europa.
A salsaparrilha de Ayer, especialmente
eficaz na cura das mo eslias que tem sua
origum na escrfula, na infecclo venrea,
no uso excessivo do mercurio ou em qual-
quer impureza do sangue.
Entre todas as molestias que affligem
o genero humano. n"o ha urna mais univer-
sal jj terrivel t\a que a escrfula, por si nao
to desiruiliva, porem a causa principal
de muitas enormidades que nao Ihe sao ge-
ralmenteattribuidas.
urca causa directa da tsica pulmonar
do mal do figado, e esiomago, affecedes do
cerebro.rkeumatismoeaffecees dsri'ns: en-
tre seussympiomashaosseguintes; Falta
de apetite, frajuen e molezi emtodo corpo ;
mo Objiro da bocea, semb'antf plido e incha-
do, s vez-a d'u naalvura tran>parente, ou-
tras vezes carado e amarel'o ao redor da boc-
ea, ; digesia i fraca e apetite irregular,; ven-
tre i adiado e evcuago irregular; quando
ataca os pulmoes urna cor azulada mostra-
se a roda dos o'bos, quindo no estomago
sio avermelhadosxNas pessoas de disposigo
escrofulosa apparecem frequynlementeeri//3-
c na pelle da cabega e outras partes do
coruo; *ao predlspflstas s a/feccDns das pul-
mfies, do figado, dos litis, e (os org3os di-
gestivo eukrino. Portanto, nao sao somen-
te aiunlle sas e turberculcsas da escrfula que neces-
itara de prolec;3o contra os seus esiragos;
todos aquellas m cuio sangue existe o viius
latente deste terrivel flagillo (e as vezes
hereditario) esto ex postas lamiera aso-
lrer das enfermidad^s que elle cau^a.
OiTereceaios a eilas pessoas um abrigo
seguro e um antidoto, efBcaz contra esta
molestia e suas cosequeocias, na
Wal*>aparrllha de Ayer
que opera direciamente sobre o sangue, pu-
rilican o-o e expulsando delle a corrupgo
e o veneno da molestia : penetra todas as
partes e todos os orgaos do corpo humano,
]ivraqdo-S da sui acoj viciada e inspiran-
dj-lhes novo vigor. E' um alio ante pode-
u-i-simopara renovagJo do sangue, ed ao
corpo j eofra juecido pela duenga forga o
eoergia renovadas como as da juventude.
E" TAUEM O MELtIOR A.NTl SYPIUTIO
ONHeao
cura parmanenmeate as peiores f-irmas de
suuphilis e as suas consecuencias. Pouca
necesid*le ha_ de informar o publico do
inestimavel v&lr de um remedio que, como
e-|H, Hvra o sangue dessa corrupgo, arre-
bata a victiaa das garras de urna morte leo*
ta e ignominiosa, porm inevitavel se o
ml nao logo combatido com energa.
Mo pretendemos promulgar, nem quere-
mos que se iorira que este remedio infalli-
vel para a cura de to Jos os padecimenlos hu-
manos, o que dizemos que a
Nalataparrlltia de Ayer
amf/Aor preparo al Ul,j# descorberta
para estas e outras m-lesiias anlogas, que
urna conbinagSo dos alterantes maia efi-
cazes conhecidos, e que temos consciencia
de offerecer ao publico o meihor reatado
e o inatincto do nosso organismo o faz aban-
donar a tentativa at que, recobradas as for-
gas. renova no outro dia a lula desesperada.
E evidente, pois, que qualquer remedio
destinado a curar esta molestia, deve des-
tror este veneno no sangue, ou arroja-lo
fora delie. A preparago que aqu offere-
cemos ao publico, se fr empregada spguu-
do as nossas direc^oes, preenchem estas con-
d'Coes, estimulando os grandes excretorios
internos o figado, o b*go, e os rins a
separar do sangue o veneno oflensivo e ar-
roj-lo do corpo.
Tem-se offerecido mnitos remedios para
^ cura destas molestias, porm ou nao teem
sido btanle efficazes ou teera'produzido ef-
feitos prejudiciars saode em geral.
A quina, ainda que seja o grande recarso,
as vezes produz effeitus desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre^
judicial sade.
Entre os males produzidos por ella se en-
contra diarrhj, dores de cabega, conges-
toescerebraes, vertgeos, mal do figado chro-
nico, incremento do bago, zuni.io nos ouvi-
dos, cegueira, surdez, debrio, somno leihar-
gico, causa tambera dores rheumaticas e
nevralgicas.
O remedio do Dr. Ayer.
P4KA SEZOES
Expulsa o veneno do systema e restilue
Vende-fe na botica franceza de P. Mau-
rer A C. ra Nova n. 2o.
Ha praca da lodepenaoucia d. luja dr
anves, coopra-se ouro, prata e pedras preciosas.
3 uaiberj) se fat qualquer obra de eacomiaenda e
odo e qualquer concert.
PARA '
O rheurnntismo
TOME A
De S. A. I. a Sra. D. Isabel.
Atiesto que S. A. Imperial a Sra, D. Isabel
urou muito satisfeita com a eitracjfo dos
callos, feita pelo Sr. Schlosser.
Palacio Isabel, 28 de Janeiro de 1867.
Dr. Antonio M. Pinheiro,
guarda roupa elfectivo e ayo de S. A. I. o
S--. conde d'Eu.
Do Sr. Rapiista C. F. de Almeida
Certifico que o Sr. Schlosser extrabio-me
nove callos sem dur alguma. Rio, de Ja-
neiro de 17.
Baptista C. F. de Almeida.
Do Dr. Luiz Fortunato de Rrilo.
Atiesto que o Sr. Schlosser euirpou-me
pessoas conhecidas nesta cidade, os quaes ablixo paito:
ATTESTADOS BRASILEIROS.^^p
pericia.
A Jl Itt 9*$ *A
em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintara, plliilas, xa-
rope e vinho.
A JbIRUBEBA urna das substancias me- f
dicamentosasqueperieBcemaoreino vegetal' s d0 Pes com a mais con.-ummada
e entrara na ctasse dos tnicos e desobstru- '
entes, sendo empregada com vanta^em con-
tra as febres intermitentes acompanhadas de
engorgitamento de figado e bago.
Ella tem sido aplicada com incontestavel
proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruag3o difficil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
Rio, 15 de margo da 1867.
Luiz Fortunato de rito.
m O ARROBE VEfiETtL
E muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARROY. Do faciidigeslao, a-
gradavel ao paladar e ao olpbaU-, elle cura
radicalmente, sem ruTcuno, todis as affec-
ges da pelle, impigens, alpo-cas tumores,
ulceras, sarnas degenerarlas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso nas moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodureto dp
potassi Do Sr. Alvares de Souza Coulinbo.
Cerlifi;o que o Sr. S.hlosser extrahio-me
cinco callos com snmma pericia e sem a
menor dor. Corte, 19 de novembro de
1867.
Pedro Alvares de Souza Coutioho.
De S. A. R. o Sr. Duque de Saxe.
S. A. R. o Sr. principe Luiz Augusto de
Saxe Cobourgo e otha, duque de Saxe, por
tcar satisfeito da pericia do Sr. Scblosser na
extracg3o de callos, qoe nelle praticou, as-
sim me manda declara.
Petropolis, 15 de Janeiro de 1838.
Antonio Coslho Fragoso,
capitao-teneate da armada.
Do Sr. r. J. de Andrade Pinlo.
Atiesto que o Sr. Scblosser extrabio-me
alguns callos com perfsiia pericia e sem
dr. Rio, 10 de Janeiro de 1867.
J. C. de Andrade Pinto.
Do Sr. A. Oliveira Moraes.
Certifico que o Sr. Schlosser me exlrahio
sete callos sem eu sentir a mais in-ignifi-
cante dor. Rio, O de feverein de 1867.
J. A. de Oliveira Moraes.
Do Sr. vigario Hilario Florencio de Arabjo.
Certifico qae o Sr. Scblosser extrabio-me
dois callos, e fique muito satisfeito da ope-
raglo. Babia e freguezia do Pilar, 23 de
Janeiro de 1868.
O vigario Hilario Florencio de Araujo.
Do Sr. cnsul de Hambnrgo ua Brbia.
Herr Scblosser hat mir die Huboeraagea
mtt grosser Gechicbkeid andohne Schoerz
beraus geuousmeu.
Babia 29 januar 1868.
Do Sr. Antonio Mara Teixeira.
Certifico que o Sr. Schlosser extrabiO'Fa-
rios callos sem a menor dor e o recomaen-
do aos que S'.ffrem da mesma eufermidade.
Rio, 4'dejulhode 1867.
Antonio Mara Teixeira. v
Do comraendador B. A. Vieira de Meadooca.
Certttco qoe o Sr. Scblosser me extraaio
diversos cal os, sem me haver feito soSrer
a menor dor.
Rio de Janeiro, 7 de Janeiro de 1868.
B. A. Vieira de Mdadooga.
Do Sr. J)hn Morgou, consol de S. M. B.
I certify tbat r. Schlos er extracted from
me several corns in tbe enost saiUfactery
manner audwilhout the siig'itest pain oz
mconvenience Bahia 25 janoary 1868.
John Morgan Ir.
H- B. M. Consutat Bahia.

Pos vereaaffusos para loBhrgaa.
a das uroDrigas e ooiros vermes, seri acarre-
Gasa mobiJkda
Alaea-se n'ama dss priocipaes roas (testa cidade
por 3 a 12 me/es, nm ou dous andares, muilo
aeeiado, com ha mobriia de jararaoda e 1 piano,
e mobiia completa de sala de jamar e quarios: na'
ra da Cadeia-Veina o. 30 cu na estrena do Rosa-
rio n. II se ter informaco.
A!igase osegonlo andar do~sobrad) 50,
da ra das Aguas Yerdes : a ra io Crespo d. 19,
loj.
tar os me .nveoieotes que se tem. dado coro ootras
orepara^Ses Sao de grande aecc vermiciva,
agr*davrfis ao paladar e rumpaliveis com lod s as
idades e complagoBs, variando smente na quan-
tidade.
Alm dos testados cima o Sr. Schlosser possue mais de l.OOtO, que estao disposigao do publico no seu gabitte
H^lTEIi IJUTITERSO
N, 2.-----Ra do Trapiche, salao----N. 2.
% Consultas das 8 be ras da manbaa al s 4 da tarde.
POUCO TEMPO EM PERNAMBUCO.
M3J99Kj}*%4tA. *jwmvmxmik.njBk
DE
Criada
Prerisa-se de nma criada forra oa captiva para
casa de pauca familia, rju sa lia engommar e pa-
ra anlir coro ntna crisne : a tratar na rna do
Hospicio n. 9 oo da CuMa di Rcif- n. 27.
El noo ptri'.-iiiM dH L'.-ii ia, t,rga unte os
poderes pub'tros de Portugal dos interesas portu-
gvezes no Brasil, -ahlj no da 30 de Janeiro, e
esperado aqu todos o das pelo vapor da carreira
de Liverpool, que devia seguir de Lisboa oo dia
31 do mesmo me*.
Sao seus redactores priocipaes os tres ministros
de estado honorarios, os senhures :
Mnde* Leal.
Antonio de Serna.
J -> Silvestre Riheiro.
Tonta mais a redaecio os senhores ;
D. G. Nrgueira Soare, alt fuoccio'tiario do mi-
nisferto dos negocios estraogeiros de P. rtogal.
J. Rjdr-lgaes do Freils,-leat escola poly.
i china do Porto, e redactor em ciefe do Commcr-
co do Porto.
.' se v a importancia qae o novo jornal ba de
vir a ti Cinvidf.roos a colonia porlogaera a concorrer
eom as suas aaMprnioNa para nm peridico que
ha d hjnrar o nome portngr.ez.
Ciu if.ris-spjr anuo. Os portes sai por
con (a da empreza.
Assigaa se na agencia da America roa do Cres-
pj n. 2, iivraru do Si. JosiW.gueira de Souza.
8 ^uro contra fo#o
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & agentes
da companbia Pidelidade, estahelecida no Rio de
laaerro, tomara seguros contra fogo em predios e
mercadirtas, em sen escriplorio ra da Croa nu-
mero 57.
Precis-se de urna pest-fla qne tenha habilita-
e5ss para recebfr dividas fra da praya, e que se-
ja f-ottiiidi no t>o, qj^reudo lomar Cunis da al-
guns tunjos de d.vida- para cjbrar ao sul dei
provincia e Macei : diri|a-sa a tratar com Tasso
Irmos a ra do Amunm n. 35, adverando que
nao se entrara' em ajuste sem que leona flanea
idnea.
M-me! Alves Ferreira & C., na ra da Moe-
da n. S fegubdo andar, lem para vender mu lo su-
perior vioho verde d Bato era barra de quinto,
c:iixg com urna duza de garrafas de vinho dd
Pono superior e barrisinhos com 500 sardiohas de
espiaba muito superior.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra de
Hurta n. i40i
Attenco.
Precisa-se alogar escraws, propnas para ven-
der : a roa Velda n 93.
MM
Precisa se de ama ma qae saiba coslnbar : a
trafr ns ra da cadeia do Recre n. 22.
Aluga-se a ioja to o. 27 a' iua VMjia nj ao-
brado.
XAROPE E SALSA P ARRILHA DO PARA,
O,
DEPURATIVO DO SAA'GUE
USADOS NAS MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGENS,
DORES nHEUMATICAS ECLCEBAS VENREAS
PILULAS AVTI PERIDICAS
Contra as febres intrrniiienles, oa sezocs
O MULUNliU' tem aegao directa sobre os
centros nerv.sos, e por isto faz dormir sera
determinar afflueneia de^sanguo no cerebro
como o opio e substancias simples qoe delle
se extrabem, pelo que o somno tranquillo
e reparador, taima a tosse nas bronchiles,
e modera os accessos de astbma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaquim d'lmeida Pinto.
PHARMACETI O EM PERNAMBUCO.
Raa larga do Rosario N. 10
Junto ao qnartelric p Hela.
OMIBENTOS HE IGJ.HA.
Boa oceasio.
Josepb A. A. Van Halle, fahricinte bordador de
S. M. o Imperador aoDiail, da capella Imperial
do Rio de J metro, fabricante de ornamentos da
igreja do Capitulo patriarcal de Lisboa, etc., etc.
Chegacdo do Rio da Prata e do Rio de Janeiro
e tendo dH seguir brevemento para Pernambuco'
Para' e N.-w York, tem a honra de r-recer a's'
igrejas e a's ordeos religiosas o c mirarlas desta
grande capital, nm magnifico sortimeoto de orna-
mentos sacro*, bordados a ouro e nrata tina im-
portantes bandeiras da Santissima Virgen do' ftn.
lario e da Immacuiada CoBCttc.So, ii.nrameBte
bnrdadas a ouro e prala Cua sobre vdlado e da-
.uasco azul, b.em como ontrus ccnrs ornamenics
completos, os mais bellos qoe trm pparecMo na
America, e que obilveram oa ptiofeiros premios
oas grandes eipesicSes fle Londres, Paris e De-
glea.
Otferece c m condigoes mui vantajosa^, e grande
facmdade n- paga liento.
RA DA ADEIA N. 52, SOBRADO.
Na ra doImperadorT)Tl5,
defronle doS. Francisco, vende-se e segra-
te : folinbas de porta e de algibeira, carti-
Ihas, cartas de a b c, taboadas, cathecismos,
biolias da infancia, nianuscriptos, SimSo de
Nani.ua, piratas, procuragpes bastantes, ro
tnlos e eiiquetis para botica, bilhetes para
caixas de cb, de charutos, .licores, viuhos
e etc., ludo prego mdico.
Cozinheiro
No caes de Santo Amaro n. 18, casa terrea com
oio, precisa se de um eozinbeiro bomem oa ma-
Iher para pouca familia.
T
uaixcif
Na padan'a da roa Direia n. 8i, preeisa-sa de
nmcaixeiro qoe d fiador a sua conducta.
Qr-eparada a'fri por Aunaste Caors,
P1R1I1CEDTIC0 PELA ESCOLA DE PARS E SUSSESSOlt NESTA CIDADE
DE
Arlt!fcs Salsct e . 22 Ra da Cruz N, 22.
Tratamonto puramente vegetal sera mercurio, io'o, ouro, nem outro qualquer
Verdadeiro purificador do sangue sera azougue.
Especial para a cura do tod-is as molestias que u5m sua origera na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubati.-as, syphiliticas, escrupulosas, darthrosas, que
venbatn ellas por hereiiariedade, quer sejam adquendas pelo contado com pessoas infecs
Clonadas dos diversos viros que contaminara o sangue e os humores.
A caraba um remedio prodigioso, usado desdo remetas eras pelos indios
do Brasil, e passaodo seu uso de geragao em gerago, boje, un dos remedios, mai-
coobecidos como prpno para corabaier as molestias mais hediondas, entrando nesae nu-
mero a raorpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha muito terapo eatroa a c-iroba nos formularios como preparago magistral
sob a forma deeleictuarto, ainda boje lembrado nas pbarmacopeas com o nome de seo
celebre autor Joao Alvos Carneiro: n3o ella portanto, remedio novo era desconhecido,
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos immemo-
naes como o mais apropriado para o cura de^e uso oabas e ulceras syphiiilicas srdidas,
e empregedo com.proveiio ivo dasbeoficua de rimpppIca?3o de mullos ouiros agentes
iherapeuticos enrgicas e dpois quoiidiano.t!
Muilos dos nossos mdicos de considerag3o e CDtre elles o muito distincto pra-
tico e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Hoscoso, tem confirmado por meto
de experiencias repetidas, o que diz a fama das benficas propiedades da caroba no
tratameolo das boubas, das diversas formas- sob que a ayphis se aprsenla e muito es-
pecialmente as que tm saa sede na pelle,_e poderiamos relatar algtics casos d data muito
moderoa observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a caroba produzio adiidraveis
effeitos, depois de inuleis e prolongadas applicagaes de salsaparrilha, mercurio, iodo,
ouro e seus preparados, etc., etc.
N3o era possivel que orna planta tao notavel por suas icapreciaveis virtudes
osenpasse a perspicacia e mvestigages dos mais abalisados praticos eur peus, que se ap-
plicam com especialidade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e h'erpeticas, e
I para prova ah e-alo os Srs. Drs. Casanava, Schnrfer, Ricord e outros dando as mais li-
songeiras aformagoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderosissimo para o tratamento das erupgoes cutaue s, seccas ou snppurativas,
darthros de tola a qudtdade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
outras muitas molestias de natureza sypbilitica ou bouba ica.
Por ter-se generalisado muito o uso da Easenca da Caroba que ea pre-
paro e pelas instancias de varii s mdicos que desejam continuar em suas observagoes, de-
libcrei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do ft>ge,
liara n3o prejudicar as propiiedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ha
na minha phamacia sempre e em porgao suficiente para todos os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para que nunca faltem aos senhores
mdicos que qmzerem experimentar t3o precioso agente medicinal. ,
Recife de Peroambuco, 17 de ouluhro de 1866.
AGUSTE CA0RS.
Roa da Cruz n. 22.
Kfg- R)ni:t!elra
Na roado Liipmidur a. 7.), 2" andar, preeba-
s-i de urna criada ;ara engommar em ca'a da poa-
c,i familia.
HOTEL flGJTTdURO
fioa estrella doB-sario a. 23, de-
fronte da roa dasLaraog^iras
Nete bem couhecdoo acreditad buH forna-
ce-se comida p*ra fora por prfcjcmmodo,smib
como se eocontraro diversidades comedorias
a qnal |ucr hora-do da ; nos ddmimros e das san-
tos teoj a maito conhecida mo de vacea das i
horas da man-aa p^r dianle, assim como papas
das hrinias de Mirantio, aramia e das 6 horas
da larde em diinia sorvciea feito das BWlMies
fructas c'opaiz pelo modi:o prego de ZOO rs. o
copo.
O L)r. Joaquim Aoiaj do Sena (medico' te-
side a na Wtiia n. i7.onde pode ser procurado.
Mi
/:

Precisase
de nm trabalhador forro on escravo para nm sitio
oertj desta praga : a tratar Ba ra da Santa Cruz
n. 9.
Advocada,
O baebarel Ernesto Adolpho de Vasconcelos
Chaves lera escritorio na casa de saa residencia
a' ra do Imperad ir n. 50, 1 andar.
- Precisi-se de ama ama de leite, na roa do
Nogoeira n. 43. __________
Ama
Precisa-se de orna ama para o ser vi da ponca
familia ; na ra do Torres p. U. 3 andur.
.
J^E^
Precisase da urna ama para
raa do Trapiche o. 36,3 andar.
oa
Pe;i;a sede orna ama para nma casa de tras
pessoas para fazer o s^rvico e casa, pcs poa-
Cfl : qnem q uzer d'nja-se a ra Velba n. 33.
USA OS FORTUilF"
Aos 4,000^
bilhetes garantidos. "
A'rua do Crespo k. 23 e casas docostcms.
O abaixo >ssigna-1o venden nos sens muito Uto-
es bilhetes garantidos da lotera qoe se acaben tf
extrahir a benecio das familias dos voianuios
da patria os segointcs premios :
N. 5f9 dous quintos rom a sorte de 4:000?.
N. 2448 nm meio com a sorte de 70ojk
F outras muitas series de i00, 40jt e JJL
Os possuidores podem vir reei-ber teas respeti-
vos premio.- sem os doscontos das leis na eas a
Portoni rna do Crespa n.23.
Acnam-se a v-'nda os da 13* parle da iMejrt*
oa Sania Casa da Misericordia, qae se eitmblr*
scxt~-feira 28 do Brrente.
Teco.
Bhete.....60(tt
Meio......3*000
- Quinto.....i200
Em porgao de 100/5 para eima.
Bh'te.....5*500
Meio......5*750
Quinto.....1*100
Manoel Mariins Finia.
Precisa se ce om prata
Cadeia n. 47, foja da e>gcioa
PARA
canoeiro, na roa da
9
HOTEL CEr
RESTARANT A LA CARTE
Entrada geral raa larga do Rosaiio n. 37 e para hmWi&s roa
rstreita do Rosario n. 4 A.
Francisco Garrio- Hermano, propietarios deste grande estabelecimento, tem feito tode o
possivel para satisfazer a sua illostre concurrencia. Os hospedes acharo toda eommodldade de gran
des salas e asseiados qnartos por precos rasoaveis.
Ba sala para lailura de Jornaes naciez^sse estrangeiros; na mesma sala ba um magnifico plae
para recreio.
Cmese mesa redonda a la carte e manda-se i-Mgtmtt.
Os viobos mais fiaos do mercado acham se no esMBp^to.
A' oite ba soavtxe e refrescos, eaf, cha' e cboaaate a toda a bora e magnficos buhares ds
Wtm fm JwertinwaQ.
aJa/iaie/ict
ns e dar iros
TOME A
?ye
Agencia de passapoitt&e
port ras
Clandino do R 'ge Lima, despachante da passa-
portes ponas*, tram-os para deiitrn e fra do
imperio, por cwmi do prego e presteza : na raa
da Praia n. 47, i andar.
AMA
Precisa se do urna ama qna cosinhe perfeKa-
menle, para p< ucas pessoas, e qne eogomm tam-
bera aUuroa ea-t: na roa d* Cadeia a. 4, par
cica'do armazem do Sr. Barroca.
GASA
Alupa.se enm mu tos cummorfos par* r*mis>
na roa da Concordia r. 64, a t bVH esta* em baixo
na taberna : a tratar na ra Jhreita 90, pri-
meiro andar.
Precisa se de um feilrr para trabaHnr esa
orna plaa de capim. em Bebenoe: a tratar na
raa do Qatimado n, 48.


m\
;
Alario te peraa^kaeo Quinta lelra tO AGAZ
Por causa de engrandeoimento
A empreza do gaz desla cidade desejando facilitar geralmeote o oso do gaz na
asas e estabelecimentos particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens: perairiz
I." Urna reduccSo consideravel nos precos dos canos, apparelhos e todos os mate- v Prtcianli0 de ,ioin ,e
riaes precisos para a installacSo desta loz.
2.* O gaz Corneado hoje de extrema pureza e nao offender a' prata, o brome
oa ootro metal differenie, assim come Benham damno poder causar s pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado que seja, tornaodo-se ao mesmo tempo tSo sau-
davel e mais econmico outra qaalqoer luz, ja conhecida, anal, evitar tambem a obs-
trcelo dos canos e tobos dos apparelbos.
3. Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os seuhores. que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessKam simplicidade e economa.
i.* As pessoas que quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qnal se eucarrega da collocaclo de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qaalqoer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo tcb trabalho.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de loz,
obstruccao de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer redamacao que possa baver, ser dirigida ao
escrptoro da empreza roa do Imperador n. 31, atim de ser logo providenciada.
al. BLU9I
Fabricante de ornamentos de Igrejaa
Previne ao respemvel pohiico que madoa o sea estabelecimento, oQtr'ora roa do Imperador D.
ropo para os Brandes irabaibos qoe esla' faiendo e Ir-go qoe o sea novo
estabeleciroeoto esteja convenieniemenie adornado annunciara' por meto da impreosa os Jartigos de
saa fabrica Desta provincia, assim como os recebidos da soa fabrica em Pars.
w: 8 A -Ra do CabagM. 8 A
Os propietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
nm explendido e variado sortimento de joias de ouro ebegadas recentea) ente
da Europa, cojos modelos sao hovos e de bom gosto como sejam: polseiras
om perolas, rubins, esmeraldas e brithantes, brincos da mesma forma, anneis
de pbantasia, proches para retrato, etc., etc., botes de coral rosa para p^ito
de camisa e escoletas cora retractos.
Compra-e e recbese em troca ouro, prata e brilbantes pelo seu en-
trnceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cumbem de fazer concertos
Agostiuho Jos dos-Santos $ C.
m
COLLEGIO DE SANTO AMARB

GRAIDE COSMORAMA
ANDAR TERREO
17 Ra da Imperatriz 17
PROIEIRO ESPECTCULO RE SU A CEASSE
Todos os dias das 6 oras da tarde em diante.
Re ti fe, roa d Trapiche R. o,
Fundado em o anno de 1865;
Director, o professor Jos Franciseo Eibeiro de
Souza.
Com as principaes vistas das cidades de todas as partes do mundo, batalbas, m-o
nomentos celebres e tudo o qoe ha de mais interessante neste genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as collec-
C5es de vistas estas serlo variadas todas as segundasfeiras.
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Poderlo sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
se acbar com todo aceio, dignidad e moralidade.
Cada billete de entrada d direito orna bella prenda, havendo entre ellas mnitas
de subido valor e as menores de quasi igual prego do bilbete de admissao.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HAVANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior qualidade da acreditada fa-
brica de Manoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.
&
AO RESPEITAVEL PUBLICO PERNAMBUCANO
Pede-se attenco,
_ Acaba de chegar as plagas de Pernambuco o attencioso Monro de Veneza, o
qual depois da mais cordeal saudacao a todos os seus presentes e futuros condecidos e
amigos, tem a subida honra de participar-lhe que se acha domiciliado na roa da Impe-
ratriz n. 15, onde dispojando-se dos seus hbitos, turbantes aifango, e tudo mais que
i possa metter medo, passa asseveras que tendo-ke ebegado a sua trra natal a noticia
i i de q e todos os habitantes destabella provincia, eram tesados nos seus mais sagrados
o director do coiiegio de Santo Amaro, no 'nimio de montar sea estabelecimento convenientemente, acaba de faier acquisico do excellente edificio era qne acbava-se lo- pSp?, xar de COmmove-lo to lastimosas queixas. Por consequeocia O Mouro de Veneza,
causada a-Sjciedaie Club do Recife,sa a* roa do Trapiche n 5, para onde mudoo g5; depois de convenientemente adaptado em lisos e costumes, oncr desta cidade. qoer dos
aqu, alumnos pendonistas, meios peociooistas e extern )s ; acbando-se o eslabelecimen-
to prepmdo eom todo o asseio e commodos, e prvido de om escclbido pesscal de pro-
fessores, qoe lecciooaro as seguales disciplinas :
iDstruccao elementar Retbonca e potica. Escripturacao mercantil
Lmgua laliaa Geogra(>hia e historia. Music vocal e instrumental
Franceza Geometriaa Deienbo
Iogleza Phlli.sophi Dansa
A abertora da aula elementar tera' logar no da 7 de janf iro e as demais do dia
3 de fevereiro ero diaote. A iospercSo dos compartan otos do coilegio e os estatuas
d) mesmo, esio a disposi?aodos inte'ressados. Ootro sim, o director tem creado urra
eadeira de eieaho annexa a aula elementar, sem que por este importante e til melbo- ,,
runenlo exija maior indemnisaco. Mr*
O director eropregara* todo o afflnco e cuidado nao s, na parte relativa ao bom p
tralamento e adlaot^mento de seus alumnos, como lambem, na bua ordem e regolarida- '.
do de seo esiabplecimento.
de apresenlar, a qaem convier, urna minuta dos precos dos seus generes de primeira
\. necessidade, os quaesse acham a venda no seu grande armazem* tudo a ra da Impera-
triz n. 15.
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.\zeitonas d'Elvas em latas de 2 garrafas a SCO rs.
Chocolate de differenles marcas, e qaalidades a 600, 800 e I0COO rs. a lata.
Frutas Portuguezas em latas de 1 libra a 500 rs.
Figos verdes lata a 500 rs.
Farinha de milbo.
Ea
Latas com pera, e peregos de 2 libras a 700 rs.
Latas com pao de lo, a 10600 rs.
91
Manteiga logleza a 500, 800 e 1#000, dita de tempero, a 320 rs. a libra.
Senouras lata por 500 rs.
Sal refinado pote 200 rs.
$
T
Tijolo para limpar facas a 100 rs. cada ura,
Toucinho inglez a 400 rs. a libra.
V
Vinagre branco 300 a garrafa e a 500 rs. o litro, e mu tos outros gneros, que
deixa o Mouro de Veneza de especificar por se tornar enfadonho, leudo o devido sor-
timento para satisfazer a seus freguezes; e asseverar que
Quer o pobre, quer o rico
Que em seu armazem entrar,
Nao deixar vez alguma
De comestiveis comprar?
JOIAS

ce
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CONFEITABIA DOS AMZES.
16,Ra da Cruz16.
Ha diariamente neste estabeleeimento um sortimento de doces para cha.
e-lo, bolos inglezes, podios, pastis de differentes qualidades, fiambre etc.
Nwas coaservas e licores, agua de rosas e de flor
de laranja em garrafas
TRABALHOS DE ASSCAR.
PSes-
Assncar candi.
Froctas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilhas de assucar de differentes quali-
dades.
Amendoas confeitadas.
Papis finos com estalo para sortes.
Bombons.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
Pastilhas de caf com leite.
Bombom fundant.
Pastilhas de rosa e lim5o.
Ditas do Oriente pimenta.
Becebem-se encommendas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
jtttares, bailes, baptisados e easamentos, bavende para isso enfeites anlogos, bandejas
com bolinhos tanto de armario como sem ellas, p5es-de-l e outros bollos diferentes en-
fehados sendo o de cor feta com assocar.
0 dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas as armac5es
de papelSo e folba. por armaces de assuca.r coropeteotemenle decovadas. Tasto para a
provincia como para Tora, serlo as eocommendas bem acondicionadas.
.Naste estabelecimento eompra-se pevide de meJancia (milo).
_ N. 2 D m N. 2 D
i^fl^ CIRACAO DE OURO.
ERNESTO & LEOPOLDO
A toja n. 2 D intitulada Coraco de Ouro na roa do Gabug, acha-se d'ora em dame offerecen-
do ao respeitavel pnblico, com especialfdade as pessoas que honrara a moda, os objectos do nltimo gos-
to de Paris per menos SO por cento do qne em outra qaalqoer parte, garantindo-se a qualidade a so-
lide! da obras.
O respeitavel pnblico, avallando o dselo qoe deve tero propietarios de am novo estabeleeimen-
to qne quer progresso em sen negocie, deve chegar inmediatamente ao eoracio de ouro a comprar
aneis com pereitos brilbanles, esmeraldas, rabias e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pele
dtminoto preco de toa, bnocos modernos de onro e coral para menina pelo preco de 2t, maracas de
prata com cabos de mar9m e madreperota, obra de moderno gosto (o qae encontrarlo no coracao de
onro) voltas de ouro com a competente erosiona ricamente enteitada pelo peqneno preco de 121, brin-
cos de om trabalho perfeito por am mdico preco, cassoletas, traneelios, palceiras alnnetes para re-
trato, e outros modelos tudo de alto gosto; aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
menta No artio rosetas tem o Coraco de Ouro om completo e bem variado sortimento de diversos
postos, bntSes para ponbos com diamante, rubios e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja* pelo gosto do desenbo, brincos de forma & delicada moslnna de moca com pingente contendo
esmeraldas, rabins, bridantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para gravata no mesmo gosto, Telo-
nios para senbora cravados de cedras preciosas, ditos para hornero, diversas obras de brilbsnies dt
uuito gosto, crusinhas de rubins, esmeraldas, perolas e brilbaotet, anneis com letras, cachetas a
trvstal e ouro desroberia para retrato (a ingiera) brincos de franja, dtos a imperatrix toda e qual-
qner joia, para se c< I car retratos e otras de cabello, e cetros moitos ebjectos que os pretendemos en-
coctraro no Corceo de Ouro qne se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxando-
le de aqnl mencionar precos ae certos objeelos porque (deseolpem a maneira de fallar) diiendo-se os
preces lalvex algncoi faca mao jone da obra, por ser Uto diminuta quantia a vista do seo valor.
Ka mesma leja coropra-se, e troca-se coro, prata e pedras preciosas, e umbem recbese woow-
tos, por menos do que em outra qnalqner parte, e dao-se obras a amostra com penhor, conservanao-se
o Coracao de Ouro aberto at as 8 boras da noiie.
Qoalquer pesroa qne se dirigir ao Coraco de Caro nao se peder' engaar coro a casa, poli
nota se na sua frente nm corceo pendorado piulado totolo (isto se adven* em eonsequeocia de teitro ja' algomas pessoas engaado com oatra casa I
ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ.
KUA NOVA N, 7.
Continua a ebegar de Paris a esteesubelecimen-
o bom sortimento de calcado escolhido dos melho-
tes fabricantes daqoella grande prac, assim co-
mo grande variedade de qainqollbtrla e de no-
vos btinqcedos para crlaocas, cojo* artlgos m
acham exposios a escolba e vootade dos compra-
dores, como sejam os qae passames a mencionar
e outros moitos. 8
Bolinas para senhoras
So setim branco, doraqne dito, preas de outras
diflferenles cores eoftiUdas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
le nanitas qaalidades bem sorildas.
Brseos de ouro
le Iei a ultima moda dos Campos Elisios e boule-
rards de Paris, para senboras e meoioas.
I.uvas de pellica
Jo verdadeiro fabricante Joovio, brancas, pretas e
le cutras differentes cores.
JLcques
am eseolbido sortimento de leques ie, diversos
iostos e qaalidades.
' I Uimo gosto
Ricos cbapeosinhos de gosto para senboras fei-
ios ao capricho de ama grande modista de Paris.
Perfumarla
loos eitrac'os, banbas, olos, pos de arroz, agua
le cologne,agaa O -ida e saboneles.
Espelhos
le differentes tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toocadores.
Mascaras
chegadas em grande qnaotidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, domios, nariz com oca-
los e barbas.
Caiilnhas de costara
le novos modelos ricamente guarnecidas e com
'indas pec>s de musir.
Delicado presente
As pHulas tegetaes assucaradas
BRISTOL
Nie coDteea ntm talomrlaes nen nrahum outre
mineral.
A grande necess dade e falta de om ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdaie me-
dica ; e por isso, infinito o gosto e prazer
que sentimos, em podermos com toda a con-
fiaoca e seguridade, recommendar as pla-
las regetaes assuearadas de Brls-
tol, como urna excedente medicina purga-
tiva a qnal encerra em si, todas as partes e
mais ingredientes essenciaes, tornaudo-a em
um perfeito, seguro e agradavel catbarlico
de familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composic dessas pilulas, que por ahi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
baver rhimicamenie estrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes qoe
contem o verdadeiro valor medicinal, da-
quellas porgues fibrosas inertes e agreste in-
teiramente destituidas da menor virtude.
Entre esses agentes activos os agredientes
especficos, podemos nomear r podo-
ptiyiu, a qual seguodo a experiencia
tem demonstrado, possue um poder o mais
twlcinhas e cestiabas de se"da e de velludo moito< mais maravillioso possivel sobre as regioes
Importantes para tiraco de meninas passeio
Cbapes de sol de seda
le cres e muito tollos para senboras e meninas.
Bouquets d exposlco
lelicades bouquets de Dores de porcelana com lin-
ios jarros para mesas de salas e santaarios.|
Lunetas
le ac, tartarnga e {bfalo.
Ocnlos
le ac, bfalo e de prata doorada.
* Ricas bengalas
le canna verdadeira com ua-io primorosamente
trabalnados em marfim, compradas na exposico,
Chicotes para passeloj
nuito finos de baleia e cabo de marfim.
. Oleado para mesa
le moito boa qualidade, novos e bellos padrees: e
molto barato de nma peca para cima.
Para toilet
)bjectos de pbantasia muito bellos para toilet .
CoqaeSj
ihegados de novo a ultima moda.
Rices albuns
le vedado e de marroquim para retratos.
Esterescopos
om lindas pbotojzrapbias transparentes.
Estampas
le figuras, paisageos, cidades e de santos.
Roldaras douradas
le diversas larguras para quadros.
Abat-jour
para candieiros e lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com SO ou mais vistas esco-
midas V ventad, muito pitlorwcas. 2
Realijos
pequeo?, de qaatro e seis pegas de mosiee.
itecordions
i concertinas, o qoe ha de melhor neste genero.
Cialolas de rame
le varios pn-c-s e tamanhos para passarinbo.
Botinas para homem
grande sortm eoto bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
le moitos rooaelcis bem sonidos.
Sapatos de tapete
ie charlte, de tapete avelludadus e d i tranca de
Lisboa para horneas, seohoras e meninos.
Botas rustanas
Perneiras e meias perneiras.
Mantas de feltro bonitos padrSes.
ubicles fortes compridos.
Lavas de fio da Escossia.
Cartelrlobas para dioheiro.
Saceos de tapete p ra viagem.
Malas e boleas sortidas.
Ponieiras para charutos e cigarros.'
Cbaroteiras e cigarreiras de palha.
Caximbis de bonitos modelos.
Sravatas prelas e de cores. '
Gordas para violo.
Bengalas para bomens e meninos.
Escovaspara cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar caspas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de lo vas.
Tesoorlobas delicadas para costara.
Caivetes fiaos com tesoorinba.
Meias de fio da Escossia para homem.
Venecianas transparentes para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de Modas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelana.
Objeclcs de porcelana para botar banha.
l'aiheres finos para meninos.
Objeclos de mgica para divertir familias.
PboKgrapbias magijeas.
Slobos de papel para illominaclo no campo.
'Jastinbas de vimes para meninas de escola.
Coixinhas de msica e reajeijos para meninos.
Yetas a gaz para caodieiros e candelabros.
Carrinhos de qoatro rodas para condualr eriaoga
Booecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas eom cortinados para nonecas.
Cabriolis e cavalliobos de madeira com mari-
nismo para meninos de 3 a 8 aonos montarem
Para retratos
calxilbos para colar-se retratos, os quaes sao moi-
to baratos de ama duzia para cima.
Attenco.
Nao sendo possivel meociooar-se aqu todas as
{oatidades de calcado, nem todos os artigos de
luinquilbarias, e moito menos da grande vari
lade de oovos brioqaedos; pede-se ao publico om
passeio a este estabelecimento, certo de que eo-
cootrarlo bastante paciencia para bem escolberem
t qoe desejarem comprar, e precos baratsimos
am virtade de baver em todos es.es artigos grande
juanlidade, e terem sido comprados mesmo na
Suropa pelo dono do dito estabelecimento, arma-
cero do v por, roa Nova n. 7.
mmmMmmmmmmmm
Msica
| Leccicna-se por solfejo e a tocar vario
iostromeatos, daodo-se as l'goes das S
bnras da tarde as 9 da noite : a tratar na
roa Angosta n. 30.
do ligado, atsim como sobre todas as se-
cretes biliosas. Isto do conibitiaco com
o lcptandrln, e mais alguns extractos
vegetaes e drogas altamente valiosas, cons-
umen) e formam urna pilula purgativa, tor-
nndole por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma na-
tureza, que jamis fra apresentado ao pu-
blico. As plalas vegetaes asquea-
radas de Bristol, acbar-se-ho sempre
um remedio promplo, se.uro e euinente-
mente efficaz, para a cura de molestias, taes
como sejam as seguiotes.
Dyspepsia, ou indi- Hydropesia dos mem-
fros ou do corpo,
Affecces do igado.
Ictericia,
Hemorroidas,
.Mu hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
gestao,
Adstringencia, ou..
prisio do ventre
hanitual,
Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite.
Estomago sujo,
Em todas as molestias que denvam a sua
origem da massa do sangue: a salsaparrl-
Iba de Brlstol esse melbor de t< dos os
purifii adores deve ser tomado conjuntamente
com as pilulas, pois que estas duas medi-
cinas, tendo sido expresamente prepararlas
para (b arem de harmona urna com a ou-
tra, quaudo e'inenie assim se fa?. nao nos
resta a menor duvida em dizer, qne no
maior numero dos casos, podernos affiinr;ar
nao s um graude allivio, como tamoem
urna cura prompta e radical, isto, est bem
visto, quando o doente nao se ache n'um
estado muito alai dos recara s humanos.
Acham-se venda nos estabfbcecimentos
de A. Caors Barbosa, Joao da C. Bravo & C.,
P. Maurer & C, M. A. Barbosa, Bartbolo-
meu & C. e em todas as principaes boticas
e lojas de drogas;_____________________
cosa>iio
Precisa-se de uiu cosiobeiro para urna casa da
peqoena familia : a tratar na ra da Aurora n
24, i- andar.____________________________
Attenco.
25-Ra do Livramento-25
Deposito de (amneos e calcados nacionaes da
fabrica da ra do Jarditn n. 19 de Jos Vicente
Gudioho, lano no deposito coa o na fabrica se
apremptam todas as p n oes de raleados mais ba-
rato possivel ; esta fabrica tem todas as machinas
proprias para os calgados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueies que daqoi se urne-
cem___________________________________
Ayer's sarsaparilha cures
all kinds of eruphons, pim-
ples, blotches, boils, tumors,
ulcers, sores, eto
MARTIMOS
ovoe grande deposito e superior carrito de Cardiffna
Babia.
Antonio Gomes des Santos & O, roa Santa Barbara o. 1, eetto habilitados a supprtr di
*r?Ije;m on4tc3 mais raoraveis qoe am oatto qoalquer Seposito, a todoe os navtof a vapor qu
ecmai na^oeiia porto. A eoslnur bhu com Dosagoi Alvsa HstkMa,i
ATTENCO
Carnaval
Na roa estrella do Rosario, sobrado de am andar
n. 35, aloga-se ricos vestoarios bordados a ooro e
a laa, todo muito ero conta ; vslaarios de principe
e domios bordados a velladlobo, todo por muito
barato preco: tem grande sortimento de dminos
de gaoga de todas as cores para alagar a 2*000, e
faz se tambem qoalquer vestoarios qae se qaelra
mandar faier por qaalqoer Ogurioo qae tragam,
todo por preco moito commudo._____________
Criada.
Preei siohar pera doas pessoas : a tratar na ra das
Croua o. ai, X* andar.
fOXTRA FOGO
A companbia Indemmsadora, estabelecida
nesta praga, loma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em ediGcios, mercaduras u mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.____
Os mdhores mdicos do
vatz receitam a salsa parn-
Iha do Dr. Ayer para toda a
qualidade fie molestia que
veem de impurezas no san-
gue%
C4IXEIK0
Precis se de aro calielro de 14 a 16 aooos de
idade, prefenolose dos chegados na pooco e que
d dador a saa conduela ; oa iravessa
de 0n n. 10. se dir' ooea pr*ff's.
da Madre
Ama de eil
Precisa se de orna ama de leite r a Ira
tar oo coraco de ooro o. 2 D, ru
Cahoga'.
GOSiRHEIRO
Na botica da roa larga do Rosario precisa-se de
nm cosioMro forro ou captivo. _______
Atten$o
Joo Leopoldo do Reg Villar declara o publico
e ao commeteio qoe oada deve ao Sr. Jos Gnmes
Villar, nem favores, neo dioheiro e coosa aigoroa,
se dito Sr. Jos G .mes Villar juiga o contrario,
aoooucie por este jornal. ^^
Offerece se urna molber para ser ama para
eosiobar em casa de familia, e respoosabilisa-se
pela conducta : a tratar na roa da Mattlx da Boa-
Vista b. n.
;
*mm



Blarl* de rernaaabaeo Quinta feira lo t Fercrelro de 18C8.
)
ORIAL PEMAM
PARA 1868
conlendo o kalendario do auno, meia folha em branco para cada da,
noYos sig*naes do telegrapho, etc. Obra ndispensave! aosadToga-
dos, negociantes, etc., etc.wK
2(000
LivftARiA mmu
PROTECTORA
DAS
Na ra Direita d. 68, oficina de ou-
rives, compra-s ouro e prata e relogias
velhos de todas as goalidados.
Ama de lette
Precisa-se de nasa ama de leite : a tratar na
ra Nova ?. 32, 3* andar.
AKSOl AfAO BKASIIEIRA
SEGURO
DE
MUTUO SOBRE
APPROVADA
A VIDA
COMPRAS
ron
Decreto do orcrno Imperial de 13 de nabo de 1864
E GER1DA TELO
BANCO RURAL E HYPOTHECARIO
43 por cento
Compra moedas de prata a 43 por
j ceBto o Coracao de Ouro d. 2 D ra do Ca-
bug._______________ _______
Comprase ama masseira qae esteja em bom
estado : na ra do Raogel n. 9.
D>
MI DE JAXEItitO.
Commisso Fiscal.
Commendador,
que.
Com neodador, Guilberrae Pinto de
Ihaes.
Boaventura Goncalves Ro-
Maga-
Veador, Jos Josquim de Lima e Silva So-
briabo.
Commendador, Jeronymo Jos de Mes-
quita.
e risco do morte ser calcalado pela fbella de Moiferraod rari. 3!) do reglameos) :
TABKLL4
de m )rtahdade de Montferraad, calculada para
njiscimentos.
1,000
SOBREVI VE.NTES

SIBREVIVBiNTKS
SiliREVIVESTES
|
te
SOBREVIVEN
TES

SOBREVI
VMTES
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364 7
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393 84
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147 148 93 a
130 131 91 2
115 116 9S i
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76 77
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54 00
44 4S
35 36
28 27
22 23
17 18
V 14
H 10
Cumpra-se um i>reio de meia idade que seja
robustj : na ra do Raogel o. 9._______________
Compra-se
por mais preco que em outra qualqaer parte moe-
das de ouro e prata racionaos e a.-trar peiras : na
roa do Trapiche n. 16, armazem de Adriano, Cas-
tro & C, e roa do Crespo o. 20 loja de Alvaro
Augusto de Almeida.
Esc larecimen tos.
O seguro de sobrevivencia, qoe esta a-socia^o estaheiece-a sob a idea fecunda de tnutuaU-
ande, e om contrato pelo qual a associaco se obliga, mediante urna inania que ella recebe per urna
86 wt '0ra presides annuses, a entregar ao coatnb'Mnte det*a sojjnia, oea quem elle desigoar
couju benenaado um capitel, ou urna reud, do fim do prazo do oaaato, se o segurado, de Iivre esco-
ma do contribuale, vrver al eoto.
Oobjctu, pois, da associacio e a creaeo de capitaes, ea de rencas: por meio de contri-
beicoes fetas de urna vez, ou em prestaces aouuaes (art. 2 do ragulamaotj.)
(9 capital da assuciaco HKm ladoe forma se das coatribuicoes, oe que o Baneo apenas
depositario al que dentro de quioze das improrofaceis as coaverw camin; em aoolices a D vida
Publica Nacional de 6 por cento (na. 6 e 31.)
As operabas, de principio-a tim, esiao sujeius ao exame e venficacao da commisso fiscal
eomposta actualmente do cooiribaloies cima Horneados. (Art. r;| 2o e arts. 27 e 70)
Gs eooiralos de seguro fazee-se por um a vicie e cinco aooos, e podern resciodir-se em lo-
dos oa em -algum, oa alguos dos qoioquenmos intermedios ao prazo final. (Arts. 18 e 19.)
Altes, pororoca Ando o prioieiro quinqoennio so se ataejor cinco anuos cu peles cae fal
IMMB para concluir este qulnquenoie. (Art 17.)
Os contratos podem eflectaar se debaixo das seguales eoadieOes :
1.a Com risco C-i capital e lucros.
.2." Com risco de capital s. *
3.' Com risco de lacros s.
.As-differeoteseonaieoes sobre que asseatem es contratos isdicara e dlstlnguera as difieren-
Wl-sociedades a queos coatriOuinies penencem.
tforroadas assi as sociedad^ cuto numero de contribuintes lllimltdo, sao pcstM-em com-
motaos eapstaes, para e?em diMrrourtos, no m do praio dos rospeetivos contratos pelos feeneticia-
dos^esos seguros viverra at ent>; sendo a divido tos qointioes eita: em #roprco do alai de
cada-con i rale, de soa duracao, e do rooo de morte do^espectivo s.goro.
Osiiutros do contrato cretcem-com o risco sobre que asseniaa:; assim
Os.da primera eoadigao, alm do augmeoto do capital, pla lo a qooti da par tuba j capital e lucros dos contratos, ,eojos seguros fallecern antes da ooca da*
iiqai*('0"S e.v;olliidas. '
Os d* segunda eood^o, alcm da qaella mesma *erba da capitallsacao da entradas do
seos joc( s, teta direito a qoota 4a panilba dos captaes Eos.fi terceir* coBdijo.alra daqoella verba, a todas as cooiio&*s comoinm, tem dir&to
^oota dos iucros (dos ca pitaes nao) dos contraas cojos segoradoi faiiecerem.
^ n, JL?'*a0ad0 1^ B ,ucro r,>altaD,e Perteocera* a pessoa, ou pefsoas, que o contribnin-
W determtar;*oaeDdo elle, sm.toda a duracao do con.rato sabst.tnir o beoefieia,oa beuefle.ados,
por mel do orna declaracao, que a assoc.acao averbara' oa Valice, ou mesmo em su formalidade
per meio da soriptura pooiica, oo disposicao testamentaria, uruiauaaae,
TanOent lj>ra ao cooirUoiute. o.,per de todo, ou s de parte do beneclo : assim eomo Jbe
permutdo concade-lo pleoaroeote, ou s por uso fruco. SeovaJjrdacootnbuico se deverteallsar por prestares annuae*. e o earHribnDle por
morte, ou porosa causa, as uaojwder v.nficar ou completrmelo ao proprlo bueflladS oa I
40aifj>er onir. pesa effaeiaa-1 ou perf-.as, mas sempre em proveiio do tetOv?beneficiado
Os eonu-atoe da seguros da especie indicada convm especulmante ^ """"'
P,uA ^C0Jiaer doUr oai W* funOariim patrlaonio, oa om principio de estabelecimento
a om fiioo, afilbado, oo outro individuo qualqner,.a quem se quewa beneficiar 9,*oe,ec"Ben,
A quem qoiier Itvrar aerecruiamento um filbo, na dade en que o pat'oo a mli, delle pre-
A qaem qaer ftrear para o futoro nm capital ou orna randa, lemendo que a de que goza
guando vigoroso, nao chage qoando a vilbrce, ou a ofermidad*, nao Iba permittir adqoiri la
Qaalqoer dos flus apoutidos pode ser cooseguido, aioda pelas pessoa* menos protesldas da
lortaoa; porae basta^para isso consignar annulmente ama laaoiia em Velaco aos meias nenmu
nos de qoe dispoem. t~"">
Avaiieo pois os cheles de familias nawercsas, qu'-nto Ibes aproveila appiicar suas econo-
miai i sociedades uodadas sob semelbantes bases, quaodo a experiencia lem demooslrado em com-
panhias anal .ga que urna1 imp .sicao annoal rte ioii pr^ot
Compra-se por maior pre?o
que em ootra qnalquer parte moedas de ouro e
prata nacionaes e es'.rangeiras : a' ra do Trapi-
che n. 16, armazem de Adriano, Castro & C, e
ra do Crespo o. 20 B loja de Alvaro Augusto de
Almeida.
Compra-se urna casinha: tratar om
ta typograpbia. -
Compra-se
Sempre por mais do qua em outra parte, prata
e turo de todas as qualidades em moeda : na ra
da Cadeia loja de azulejo n 58.
30 por cento
Paga se porjprata velba, assim como compra-se
ouro em mceda por mais do que eta outra parte
a roa do Crespo n. 19, loja.
Grammatiea portogneza
decima primera edicto
a venda na
Lwraria franceza.
Roa do Crespo d. 9._______________
Superior vinho do Prto,
Vende-ge do escriptorio de Antonio Lolzfde OH
velra Azevedo & C, roa da Cruz n. 57, ^m calxa
de 12 garrafas.
Fariiiha de mandioca
Conforme a qoaldade, vende-se por differentes
precos, mas razoaveis, para acabar : procarar ao
trapiche do Cuoha, ao Porte do Mallos. ^
Almanack de Gotha
para 18680
a venda na
Lwraria franceza
-Ra do Crespo n. 9.
Vapores.
Vende-se em casa de Sau&cers Br.v.btrs & C.
o largo do Corpo Santo a. 11, vaporas patente:
om todos os pertenec-s proprlos para farer move;
es ou quatro machinas para descarocar algoda.
Vende-se um escravo robu>tc ptimo earrei-
roe feitor decampo: na ra do I operador n. 43,
2 andan__________________________
Va^souras do Porto a 3$500
a duzia.
Vendee a' roa do Imperador armazem de Fran-
cisco Jos Lelte.
VENE-SE
Es tziceda paga-se
peMtoncia n. 22.
Prata e ouro
bem : na praca da Ine
Compra-se oure e praia em obras ve-Jbas
oa oraca da Iudepenggscia B, 25.
Multo motor vantagem
Compra o CORAfAO DE OURO o. 2, ra do Ca-
boga', moedas de ouro e traa.
Our
Cosr^ra-se moedas brasileras-e libras estartuas
com bom premio : na ra Neva loja franceza nu-
mero -o. 11.
oedas de ouro e prata
Pags-se por mais do quo em outra quatyier par-
te : aa loja de ourives arco da Conceigo e compra
PUTO e prata >velha e poras preciosas.
ompra-se
por mais preeo que em ou*re qoalquer parte moe.
d&s de ouroe prata nacloni.es e estrangsiras : oa
r&a da Cadeia n. 13, leja de Jos ,uu CcucaWes
Ferreira & (l _______^^_
enraprro-e escraves
-Compram-se, vendem-se e trocam-se cscravos
de ambos os sexo* e de todas as idades : a ra
do Imperad.T n. 77. !<> and>r
de ouro e prata, compram-se por makr preco qoe
em octra parte ; na na fleOmonn. 16-1 andar
Compra-se ous eSc aves que enteooam al-
gnma eoasa doservico de canoeiro, ou qoe tfnba a
aodado -em toarcac*, e tambem compra-.e om dito
que seja regular cosinheiro ; a tratar m ra do
urum n. 711 andar.
a taberna da roa do A'ago n. 6, polo nico moti-
vo de stu dono nao poder coutiauar por encommo-
do de saude, por isso todo o ueRicio se fara' com
quem tenha mnjto ou pou^o dinh^iro.
Vende-ee a taberna da ra de S. Goflealo n.
27, com poucos fundos; a tratar na mesma ra
o. 40.
Voode se o sitio da travessa do Remedio n.
21, na freguezia dos Afogados, no estado em que
se acba ; qaem o pretender enteoda se com o seo
propnetario, ua roa d6 S. Francisco desta cldade
como quem val ra c raa Bella, sobrado o. 10.
Francisco Jos Germami
. |RA NOVA N. 2!,
acaba de reeeber nm lindo e Dagnifico
timento.de oculos, luaeGs, diocbos, do i
timo e mais-aparado gosto da Europa e cr
los de alcance para observarles e par'
martimos.
Esciava peca.
Vndese om lutida escrava de 13 anuos de
idade, propria para preoda de oiva : a tratar na
raa do Imperador n. 432' andar.
4 AfillA BR
Idailrs.
Eta cabeja de 1 criauca de 1 da a 1 aooo
> de 1 a de 1 a 2 anuos
del de 2 a 3 >
i de 1 de 3 a 4
* de 1 > de 4 a 15
i de orna pessoa de 15 a 20
> d a de 20 a 30 >
de de 30 a 40 >
> dn i 6o 40 80
Im o anuos tm i<> aunes
I:iuOimm
90J0iO
86. O.Ki
86i'*iiO0
86o000
86040.0
860*0.10
860*000
9OIUO0O
4.00AO.0
3:0004000
2:900400
2.8-O40H0
2:7004000
2:7004000
2:7004000
2:7..040(0
3:0004000
tin 15 an
9:0004
7:3004
7:2004
7:1004
7:000*
7*0004
7:1004
7:2004
7:5004
EuZOan Em 25 a n
20:0004
17:0004
16:i.04
5:6004
15:3004
15:4004
15:6004
16.0004
18:0004
47:0004
37:000
35:0004
34:000*
33:5004
33:3004
34:0004
37.0004
50:0004!
Compram-Si doas ecravos de meia
idade proprios para oservico de roa; quem
os tiver utrija-se ra do Caldeireiro n.
54, que se lira qnem compra.
Compra-se ou arreoda-s* lerreno proprio pa-
ra eriaeo de gado, oo sen lo distante da praca
mais to qoe tres a qoatro leguas: na Praca do
Commercio o. 10 Ia ao lar.
42 00~
Paga-se por moedas de prata, asim como moe-
das de ouro, paga se mais qoo em qoalquer outra
parte : na roa do Crespo n. 19 loja.
Compra-se urna casa terrea que teoha bons
couimodos e bom quintal, e qoe seja na roa Au
gusta. Concordia oo ootra qoe tal : na roa do
Cabuga lo|* n. 3 A, se dir' quem compra.
Compra-se do.s moradas de casa lerreas no
bairro de Santo Aotonio, as pesseas que pretende-
rem vender dirijam-se a roa Direita o. 3, que se
dir' quem pretende. -
VENDAS
que.
M bB> 't* uus ro.-niUJo que ao,b*uj o ,U"uciou..r, oao ua uiugueip, por peuoeuua
seos reeorios,qoe Dio possawpiar a om futuro meihor e subir algom degraos na escada
M Dio aAihtC?r?^n"1 n5 moeiiJel08"te escondida pelo avaro, qoe permanece Inalteravel
MiofliM ili Q,ra me* *b*itl} d* t0,m* o ibaro tcb"> "">, esooomia o grao de
gBda ale etrmnmbutB m. 1S raa do Llrraaaento
. F. DE VIDAL
Vende-se om negra boa cosioheira e lava-
de|r; a' tratar na roa do padre Floriano n. 71.
oT Pe<'*8 ie madPolo francez cvm 39 varis a
134 : oa ra do Ip.peraoor d. 32.
~ Veoe-se farioha de mtlbo nov a i) ris a
libra, diariamente na roa do Cotnvelto n. Cabriol't.
Vende-se om de quatro rodas p?r preco enm-
modo. Para ver no armazem do caes do Capiba-
ribe jouto a casa do Sr. Reojuk, das 10 as 11 bo-
ras da maonaa.
Barr vazias, pipas tais para de-
pasitadftowl ele
Vendase porcao de casos vasios," no armazem
ao taes do Capibaribe, |ooto a casa do Sr. Ramck
prjima roa da Ponte Vlb. P.ra ver, das 10
a H koraa la naabia o referid* Vmnw.
itUUlil 1HQAI
4 ra do Qactmado a. 8.
Per suas incessantes eDcommenlas tera ultima-
menie recebido variado sbrtimeoto de diffdrentes
otjactos, sera^re de gosto e ultimas modas.
Ella porm usando da Traogueza com qoe sem-
pre se tem distiogoido, contesta que, os precos ac-
toaes nao podem ser to commodos como a' tem-
tos erara, verdade essa que todos reeoubacem e
''penmentam em^qualquer genero que desejam
cemprar ; id la. assim, ella lvala por seus pno-
t+pios de barateiro, contina a s-lo em relacao as
actuaes circumstanci.is. Ao menos em dmparaco
das pequeas alteragSes qoe ha em alguus precos,
epra a belleza e boa quaiidade dos cbjectos so-
guintes :
Bonitas guarnirles pretas para basquinas e ves-
tidos.
Grande e variado sorment) d- traocas pretas
de vidrilbos com plngentes e sera elle?.
Outro dito de ditas brancas conforme as pretas.
Ouiro dito de ditas de cores lambem com vidri
bo, sendo com piugentes e sem elles.
Oatro bello sortiroeuto de galeas e enfeites de
s Ja, direitos e reeo lados, com vidrilbos e sem el
les, e locos de novos e lindos desenos.
Outro soriimento de boiOes prelos o de edres,
todos enfeiiados coro vidrilbos, e algucs com p:n-
gentes, nolaodo-se entre eiles o bom gosto dos mol-
des iotsiramente novos e aqu nunca vistos.
Bonitos e uiodeross pentes dourados.
Bonitos penies de tartaruga obras, modernas e
de apurado gosto.
Oc.iros ditos Igualmente bem feitos, para desem-
baracar.
Ostros tambem de tartaruga para tirar bieh s.
bem assim mu-tos outros objeclos. qoe serao
presentes ao comprador.
Altillos.
A Aguia Branca a rui do Queimado n. 8 acaba
oAACeber atD* Dova C8l,l-c!r4o de albaos para 24
a 200 retratos. Nesse sortimeoto vieram algu-us
que porsoas perfeigOes, riquezas e bom gosto se
tornan, ootaveis a merecedores de serem possoidos
por quem possa, e saiba apreciar to bellas obras.
A prepsito deAiucs
A Agoia Branca tambem recebeu urna pequea
qoantidade de retratos notaveis, cajto caracteres
sao os stguiates :
Familia imperial franceza.
R i e rainba do Portugal.
Imperador e imperatnz da China.
Lamar'ine eAlexandre Dumas.'
Vlcior Hugo, e Tbies.
Washington, J hnson e Lincoln.
Tambem receben
Grande e vanado sorilmeoio d- vistas para ste- i
reoscoposi as qnaes por suas novidades se.ao ap'ra-'
ciadas pelos apaixonados de to-bello instrumento.
Comparecaro, pois-, os Dretendentes qoe sero
bem servidos, na ra do Queimado loja da Aguio
Branha o. 8.
Copes e latas com superior ba lia
A Agola Branca a roa do Queimado n. 8 rece-
ben de oovo oro completo sortimento de perfuma-
rlas Boa?, viodo ero dito sonimentoos copie, lats
e vasos de porcelana doorada coma bem Moheci-
da e apreciada baoba o.
Extractos fieos de agradareis ebeiras
pan ieocas
Vasos com p de arroz e p'lucel.
Dito com dito sem plnce!.
Pinceis soltos para dito.
3ooitas caixinbas lovernisadas, contendo fleas
perfumaras para presentes.
t,oiros de papeilo, porm moi bem arraDjadas
para o me^mo fim.
Outras de vidro, igualmente bonitas.
Extracto de qotnqaloa para a boca, e denles.
Elixir adouuiyco para o msate.
Agua deotrifle.
Banha Japuneza e transparente.
B assim as demais perfumaras de primeira
qoaldade sempJ* eoeomradas em dita loia da
Agota Braooa a raa do Qrmado n 8.
Vende-se aro taroblqoe eom todos seos per-
Veode-se piche ao gaz preprio para
asphalto, calafeto de canoas,
assoalhados, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'asua.
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retaiho, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
oft
Boa occasiao. g
Jallo Cesar Pinto de Oliveira, preten- (w
do multo breva retirar-se para Europa, jj^
veode seu armaz-.cn de fa?endas todas no-
vas e de prometa extraceo p.r serem
quasi to. insl -zas e Oaratis, e que alten-
deudo as dillic.i.'d-.- do camt.io e des-
pachos da alfaodega, faz coou ao compra-
dor aproveitar. O inesnio pede sqoe la-i
passoas de quera credor, icnham a bon- i
dada de qoaoto antes saldarem seus deb- !
tos, o m:iis tardar al fevereirodo correte
anuo.
Continua a mesma li-ioidai;o al vender
o mesmo es;.ibo:ecimiat .
Ra da Imperatriz n. 58. ? tet.
Chitas franeczas de multo hom pana e jjfc
da cores Gxas a 360, 320 e 280 rs. o co- im
vado. Uj
Cuitas ingieras de cores Oas, padiGes ;j^!
franceses a 200 rs. o cova lo. Kg
Percalas com lindos d.-seuhosdet'1'G rs., |joj
boje vende-se a 400 rs. o covado. IM
Uassas fraueczas de cores segaras, que (^ l
ocios padroe-'. chamam orgaDdys, fazena |
Boa a 280 e 2'0 o covado. 3
Cortes de cambraia^le cores com 6 va- S*|
ras a 2500 e de 6 e meia varas a 34000. j|
-Briiliantina d.e flores miudinhas de 7:0 jgE,.
rs. o covado, boje se rende a 560. ^
Filo de seda pr^ta eom fl r-s miuias \\
muiios^nerora 150(0 n cvaSo.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
O proprietarios dc-ste Lem conbecido es-
tabeleciaienlo lem a satitfacao de levar ao
conhecimento do respeitavel pellico que ac-
bam de reeeber pelo ultimo vapor da Euro-
pa um completo sorlimeolo de cbjecto sae
apurado gosto e de iuteira novidsde; [os
quaes estao resolvidos a veoder por pre-
co* moi razoaveis, como sejam :
Lidos cintos com ponas, bordados ve-
drilhos, fa?enda que nao baver quem cod-
teste ser a melitor que ha neste artigo, isto
< na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Leques de madrepcrola, sndalo, marSn',
madeira e osso, ele, com lidos deseobos.
[fnai-G?ces de paEStas,
Riqnissimas guarnices c trancas de finas
palbas de Ilalia, c sem elles, e ouiras com botocs da mesma
paiba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, ciispellinas, ele.
Lindas bobiebas ou cabaags para as IL6-
niuas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
iTesonras.
Finissimas tesouras para unbas, costuras,
cabeliei:eiros e a[faiales, as quaes g rasu-
raos ao comprador a sua boa qusiidade.
Ravalhag.
Superiores navalhas com cabo de tartar.i
ga e mariai as quaes os fabricantes gar I. ii vas.
Lavas de Jonvio, catiiutfa ede seda brac-
eas, pretas e de lindas cores.
B^CKCS.
Grande variedade tanto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
rregacar cabellos, sendo de tartaruga e b-
falo com pedrinhas e fem ellas, ele.
Port licuqiiets.
Muito lindos port bouquets cem cabo e
m;:drep rola, proprios para ca-ameaios, bai-
les etc. ele.
Esci vas
Fil de linbo liso a 750 rs. a vara, ej- m I F ,_,. .._ _..._. ,,-i.pn,. -hane/ ?
borado com ,%rs;'ha a 800 rs. a vara. ffiE! [ mas escovas para roupa, caueilo, efiapeo?,
V-iudo preto de s,'>iperier q;aiiade a j]g^ uonas^ denles e para lircpar pentes.
Abotizatlicrs
Lindas aboloadars para colleles. panbos
e collarinhos.
E9erfamai-i&- f
Finas e de todas a3 qualidodes e dos me-
Ibores perfumistas al o presente confce-

55010 o a" 45000 o coC*io-
Lnyosde cas.
da bonitas cores, que sempre ^ *%5SS?
a 4J'JOO a doz.a, boje se vendem -. H!S I
l-eoQos branco da cissa, Oogiodo I
, proprios para algibeira a 400 e 320 r- ^
I por dazia 44000 e 35500, e chlnezes com k
1 barra a 35506. m,
^"v1' de linho poro p muito Caes a I
900 e UiO rs., e a duzia a 5000 o 65000. ^
Meias para homem ramio eocorpadas SH
aroericas de 6000 rs. a duzia, agora se H
vende a 45500 e o par a 400 rs.
Gravatmhas de seda muito boa fazenda \i
a 500 e 320 rs. cada urna.
..9,';.ries decalcas degaoga franceza a i
15000, e o covado a 320.
Brioi bramo de linho puro a l8QV '
15300 e 15200 a vara. J
Roupa fela nacional.
Paletots escuros de esfraoque, maito
tem feitos a 35000 e 25500.
Ca.cas de easerr.ira a 8*0O0.
Paletots a 125000; roapa falta de no-
mem e de meuinos dd dilfirintes qualida-
des e precos razoaveis.
Oojectos de caodieiros a gaz.
Cao.lieiros a gaz dourados a tfOOO ;
d> erysul a 65000 ; simples sem gi-bo a
35000 e 25500 e lamparinas a I5U00; bo-
cais de diferentes nmeros e dualidades
a SOO. 830 e OOO.
5,000 fhamius em liquidac-So a 320,
400 e 8(0 rs.
Estas conmines garantidas pelos me-
Ihore* fabricantes da Europa, lem a van-
lagem de serem a maior
b que pHa soa boa qoaldade t tempe
aturara e resistero a ama luz rdeme : s
se eodem na raa da Imperairia n. 28,
cada urna a 320, 400 e 500 rs., e por du-
Ma^pni abancenlo de 20 rmr r.enio.
*03.
Collares te Rojer
EletncL^ ma?neticos, contra as convo)-
soes das ere- "^8 e facililar a dentigo das
mesmas. Ja' i ,0 PnbeGdo .'s Prodigios
destes collares anoau ^ qW5 D3 ha qnet*
j duviiie de seos pfficases t.
i te, sendo recebedor deste.
-feitos,.e o Vigilatv
i collares, tem
sempie grande qoanlidade em u
s na loja do Gallo Vigilante, roa
n. 7.
* oQwspo
A AGUIA BBAICA
AO
, f lfifi IfliiSiT,
Antrs mesmo do bello Veado Branco peonar na
mudaoca do S da visioba FRAGATA AMAZONAS,
isto vira lo de frente, visto qoe se lem conservado
de COSTAS, ja a Agni Branca, qoando poosada em
seu nmho, escogiuva o meio ou modo de poder di-
minuir o numero de seos mos fregoezes, ero coi
rol se eoconiraiTj o)ai oom nha de BRISTOL, porm sempre sem proveiio ai-
g;m. Meque agora com o rebolico das tiF.-MNd.
a maior pane de crysttl, Ktt gOES, sebreveio orna lembranca a Aguia Brani
boa qoahdadee .erapera M que a oo ser como inexequfvel, seVia So fe*
n2SrtS",!0M CC,mo a flesccDfrta do XAbOPE DO
BUS1JLE ; issn se elia Aguia Braoca tivesse a li-
berdade de DESIGNAR nqnelles de eus fregoezes
mais vergonhosos para pagar eolio, ella de certo
darla orna companhia completa, qoe por ser a pri-
meira tomara a gloria e renoroe de ENCOl'RACi-
DA, e provavelmeote os de mais romoierciaoes"fa-
rlam outre t dio, e al mesmo o bet'o Veado Bran-
co darla o seu ecntingenie, e assim era breve vera-
mos admravelmente engrossar as fileiras do nosso
brioso exercilo, oo alias aqoelles qoe enjoam com
a fumara d* polvera, correriam apressados a salda*
suas cootas, ealgons baveriam que, voluntariamen-
te oir ouro so cambio de 30 8000 com tanle qoe o re-
cibo de saldo Irte fosse passado com data anterior
a da desigoacio : entretanto, a Agoia coohere qoe
(sso 6 iroposslve e por tamo no deseia qae esse
segredo seja sabido por mais algnem.
Bota rassianas, perneiras o meias perneiras no-
varaente chegadas, da melbor quahdaJe or.o ;emos
visto, no armazem do vapor roa N p 7
LUVAS
Novo sortimenio de Invas de pellica de iovin,
brancas, pretas e de oatras bonitas edres para hc-
mens"e senboras; no armazem do vapor roa Novt
n. 7.
teace, com molto proco oso da-se em coala
raa da Croi escriptorio a SI.
na
mufla 1
Chapeos do Unile
Ha orna grande partida de chap s do Chile, fi-
ara, entrefloos e gr >ssos e quj se vendem por
preco balso, oo escriptorio dos Srs. Majaes Bar-
ros A C, na praca do Corpo Santo.
VNDESE
Saceos eom farinha de mandioca ramio supe-
rior, chegadas oo dia 9 do eonenle pelo vapor
vapor buar, do R.ode Janeiro, asirn como sae-
ros coro fejao braoc do Porto, aloda era moito
bom osiadopei-i bnra'o prece de 25 o sacco : oo
trapiche do barSo do Ltvramenlo, Forte do Mattos
o. 18.

,*-*'


r~,------;
T

I
lario 4c PerMhie Quinte felra *e Fcverelro de 8C8.
h
V
Grande liquidacao
Ni
Lourengo per ira Mendes Guiraaraes, tendo dado balan-
C-o em sua loja de fazeadas iua da lmperatriz n.
72 e 56, fez um grasde abatimento de suas fazen-
das para poder liquidar eom maisbrevidade.
2S0 e
320
Ven-le-se cassas fraocezas a 2i0,
S20 rs. o covado.
Ditas francezas largas a 210, 280,
490 rs. covado.
Ditas ingleias a 160 e 200 rs. o covado.
Utalaku pai'a vestidos a 249 rs. o
covado.
Venirse Rasiabas para nasudos a 240,
180, 32> e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores com flores para vestidos
do s/jobora a 503, 500, 70 e 800 rs. o
covado.
Jbupa feita naci na'.
Vondo-sa pilitots do alpaca pretos e de
sores a 3o H) e 45000.
Ditos pretos da panno a Z$, G# o. 8,5, di-
tos d noia casemira a 35500 e 45, calcas
da cas.;iuira a 55 e >&, coletos de casemira
a 35 3 35500.
Madapol.) a 4 d$0
Vande-se pfcas de raadapolao fino a 45,
55, t 3, 75, 85, e 105.
Pegas de algodaosioho a 45000, 55, 05 e
75000.
iee!iiaeha a 85500.
Vendo n-sowpecas de alg ido de marca F
em 24 jardas, que sao .0 aras, a 85500.
Dito nviiio encnrpado para toalhasde pada-
na p;ir ser muito 4anro a 95000 a pega
Dito mas estreno a G'i e 75 a pega.
C-imuraiss li>as a IjjL
Vride-se cambraias lisas peca a 45,
e70J0.
Brim p rdo a 5^0.
Venta-so brira pardo com toque de mofo
a SOO, 890 e 700.
frito branco de linho a 15280.
Vemle-se britn de Imho para caigas a
14289. MGO0'e2jJ.
Guales de fil de iinho 45500.
Vendo be chales de fi' de Imho a 45500
55 >0). bretanha de Kobo 55 e 65,
J22*t
55,65
Mi-gaaibique com palmas de seda a 400.
V'-nd-M) msamkiue co:o p:i!;oas de
seda para vestidos de senbora a 40) o co-
vad i, pianlasia com lisias-de seda a 15 e
660 o civido, s na 1 ji da Arar?, inussn-
nas de cores para vestidos de senbora,
roaos de meninos a 500 o covado, braman-
te de fino.', bre soba de linho, brim de co-
ras pura caigas e oulras muitas Gaseadas
que atis logo annunciaremos que hoje nao
o fazemos por falta de tempo.
Cir'es de brim para calca a 15.
Vender corles de brim de cores para
caiga a i,% 10400 e25-
ksfo \mpe*rts\ l?,
O pro irietario das tojas kj Arara di ruai
da lm eratriz o. 56 b li dec'ara ao respei
t'u! publico oseas fiegoezes qic er.cum-
ioo tio graodc soriimeoto de domios
i.-, t idas as qoalidades e vestuarios a carac-
para as pessots tjue gestara de divertir-
se pelo carnaval, po:s to-Jos estes arligos
; fi:n de te mez em
dtaato e be esfera que os seus freguezes
hourem com as soas frequeocias alim de
bes comprar bmfeto-s vestuarios ou alaga-
re n, pois o que seafianea grande quaoti-
da le que ex:sie para se escolher, li/do de
iom joslo e prego maia barato possjvel:
ra la hadferatrz ns. 56 e 7.'.
Cutirs para cobertas a 280.
V.'iul'j-se chitas p ra cobertas a 280, 30
8 3jO o o va o.
Laaniih^s a 28f>.
v nde-fl io*tn i ; i;:ir'^ ves-
tidos de si'obdra a 28q e 320 o cova lo.
Coilas adamasca las a 440,
Vende se chitas adamascadas para vestidos
t 40J e liO o covado.
as para bomem a45000.
Vende se meiss para homom a 45, 55, e
Brilhanliiias de cores a 500.
Vende-se brhantinas de cores para ves-
tidos de seDhoras e roupiobas para meninos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
OrganUs braco a 1,000.
d Vende-se organdiz branco muito fino para
'vestidos de senboras a l^f a vara.
Alpacas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de seQhoras e meninas a 720 e 800.
oriKgde ganga a 1400.
Lijuida-se cortes de ganga para caigas
de bomem a 15400 e 15600 o corte.
Bria fi o pa a calsas a 1400,
Vende-se brim muito fino de cores para
caigas de bomem, roupa de meninos a 15400
e 15600 a vara, dita branca de linho para
15280, 15400 e 15600 a vara.
Fid- liholizoa 720.
Vende-se fil de linho liso a 720 a vara,
dito depalminh s a 900 e8O a vara.
Castores para calsas a 20-
Vende-se castores para caigas de bomem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para caigas a 32o e 4oo rs. o co-^
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
HA e clievre a 800
Liquida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nome poil
de chevre a 8oo 9oo e 15 o covado.
Bereja de listas a 24fl.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e ootros ami-
tos artigos que se deixa de mencionar por
falta de tempo, o que b elemente se annun-
ciar para melhorar o preco las fazendas.
Chites escaras a 320
Vende-se chitas fraocezas fioas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algoda de lista fi 200 o covado-
Vende-so algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covado.
Laa p da a OO
Vcnde-se lasinha preta para luto a 400
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
8oo c 15 o co-ado, moria tique a 15 dito
a25.
Cubera de coaita a 2S0OO.
Veode-se c bettas de chi;a a 25 e 55oo,
ditas de damarco a 4o-i rs.
para seab<>ra a 0>. 55 e 35000 a dazia.
Orgaoij decores ; 15000.
Vede-se organdy de cores para vestidos
da sohura e meninos a 400 e 500 rs. o
covado.
PARA O CARNAVAL.
Ao respeitavel publico me cabe a honra
de ol" r-cr um grande srtimeniode domi-
n> e vestuarios carcter de diversas qua-
lidades p-;ra osamad res de laae
divertimento, pois o proprictario 'e&le es-
tabBlfci'oento proaette wnier os seos d-
minos' v>siuaiios mais barato d) que em
uira qu.-ilipiHr p^rte, isto para qiie.tjdos
po.vsaru d^ertisse nos d>as 23, ii e 2j do
correne, tendo can poaco dinheiro.
Esp.rttlas a 50O.
Ve^1e-e. ricos o-sparlhospaiasiniorasa
55 e 65010.
CON'YEM LKR.
Ven e-s.e d niios de alpacas da corr-3
45. D* de lia de cores a il. Dt:s da
cam'watt de cor^s a 35. Daos de :ii' iapoUo
a 3 i c. 15, Ditas de la de lisias de seda a
65 e 85. Ditos de pul dt c'r<>. muito ri-
cfl ;s.s ,5. Bas ile atp a 65 o !>>%. Dit de cambraia branca ffliuito
fina a 45, 55 e Gi. Dts diverb-. ioafl
d coras a 65, 85 iOiO). Ditos de cam-
braia b -rd.^ia a 85, 95 e 105-'00. Dito
dn i;ari i de Cores a 35 e 450QO1, e ontros
de miitas ijualiiaies que dSu se pode men-
cionar.
Wslna hs a carcter 43O00.
Ven e-se ves'uari s a carcter de diversas
quMa les a 4,55,8, 95-105, 205, 255 e
Sb^OJO.
PARA ALUGAR.
A'mra se dminos das qu lidades cima
Bien-'iona as pelo preco de ?, 4, 55^00 e
10 que quea comprar grande
.iJgo35o eocsladlo a 1|{0.
Vende-se algodoss enfestado para leges
e toalbas a 15 a vara, dito pintado a 152jo
a vara.
Alpacas de cores a 64o.
Vende-so alpacas de cores para vestidos
de senhoras a Oio e 72o rs. o covado.
Corles de gazineta a 15'-oo.
Vende-se c -res de gazineta para caiga
15, l2ooe !,;4(.0.
Ca-gas de meia casemira a 35ooo.
Vi-ude-se calcas de meia casemira de co-
ras para borneas a 35, palitots de panuo
prcto a 55 o 05, caigas de caze'.'.ira una a
55 e 65.
NOVIDADE.
Vende-se urna armero propria para qual-
qaer negocio.
" L3as escossesas a 2 -o
Vene-se I3^s escossesas de qoadros para
vesthtos de senioras e de meninas a 28o e
30 O Q|vadt->.
* Lencos do sada a 7oo.
Vende-s lencos de seda de flores a 800
caoa um para acbar urna grande porcSp
que teiuna toa da Impera:riz n. 56 e 72.
La siuhas coa listas d; feeda
Vende-se ISasioaas muito largas com lis-
t,.s de seda a 15 o 800 ra. o covado, ditas
liuas a 5b0 o covado.
Cortes de casemira a 2$.
Vende-se cortas de casemira de cores a
25, 35 e 45. d:x>s 'e rasemira preta p..ra
cagase 35, 45,55, 65 e 85.
SJe. e* a 154.
Vende-se sedas de cores fixas a 15400,
l.j'OO e 25 o ovado, grosdenaple prcto a
15';00, 25 25500, ditos de tedas as ores
a 5 o covado,
Basquins pretos a 145.
Vende-se basqaioas prelas de grosdena-
ple a 145, 165 o 25.
Bramante de algodao e linho, brim de
linho pardo e branco, e nutras mnitas fa-
zendas que se torna i-ufadmho menebnar-
die e muitas qu lidides que avis'.a do com-
prador vera' como a Ar ra vende baraio.
Ca-c.diiras a 25'>00,
Vende-se crtesele casemira para caiga a
25 e 350uO,
Cortes de caseira preta para calca a 35,
35500 e 45.
ijjqtjdaffc de ro ? de casa-
fer^la a 2011OO.
LiqudagSo de cortes de cambraia com
barras de co:es a 2S, 255n0 e 35000,
Grande soriunento de grodenaples preto
rhoreaoiquH peuj, casemira e panos pretos
para o quaresuia.
i-it-Aicr. fjles preto a 15000
eovao.
Vende-se gros lonapies preto a 15200
14500, (5600, 15$.;0, 5OO, 25500. 3:
3 )50(> o cavado. M ireantiqui preto a 255tx
35 e 355<0 o covado. Pao preto para cal-
gas e palituts a Id'lOO, 25, 5500, 35, 45
e 55- Cisemira preta ai 6 0. 2', 25500
e 35OOO o covado. Cortos de casemira preta
enfestada a 35, 35500, 45, 65000 e 8500o
o corle de caiga.
PARA ZO irTERNO
PREPARADOS SUPLES,
Xarope de jurrjbeba garrafa......... f&>oo
Vinhode *56oo
Pillas de vidro......... l56oo
Tintura de 64o
Extracto bydralcoolico dejurubeba 1255oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 25ooo
Xarope 156oo
Plalas vidro... 25000
Oleo de jarabeba vidros.... 84o
Pomada de > pote...... 64o
Emplastro > libra..... 255oo
PARA ZO EXTERNO
A JVRURGB.I.
Esta planta' hoje reconhecida como o mais poderoso tonicc, como am excei
lente desobstruente, e como tal applicada nos engo^gitamentos do figado e bago, na-
hopatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammagoe
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, ua anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparaces ferrugioosas, ainda de grande vantagea
aas anemias, cbloroses, faltas de menstruagSo, leucorrbeias, desarraojos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afiirmam os mais dUinclos mdicos desta cidade, entre os qaaes
podemos citar os Ulnas. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reiradoCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh>'cem aexcellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoh ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicagS".
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jara-
beba. Ovemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje seotiam os doentes de asar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragar|p-se, e que tinham ainda a desvantagem de nc
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo am
medicamento, que poderta produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app:icago, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nao poupamos esforgos, no nos importando o pouco la-
uro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certez
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forein em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagera de escolher as nossas variadas prepa-
ragos, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicago, eji pelacoaplcagc
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparagoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente sol ovis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esto hoje reconecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queirara conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicago de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
am nosse deposito um folheto, ond3 tratamos mais extensamente d'esta planta e doflaf>j
os preparados.
Deposito geral de todos os preparados
Botica e rosarla
34Ra larga do Rozario34
0 cordeiro previdente
Na antiga toja de miodezas a roa do Qoi-
mado o. 16.
Teodo sempre tm vista nao roabar o tempo aos
seus Iregoeiea, com extensos auouacios ; mas
tambero nao qaereodo qae os mesmos Iregoeies
Igoorem o qae de aovo tem elte recebido, por tsso
resamidameoie 6 dir': ebegaodo assim ao co-
abeeiraeoio de todos qae a dita loja do Cordeiro
Prevideote, roa do Qaeimado a. 16, receben o se-
guate :
Boaitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para seoDoras como para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Peales com eafeiles donrados e nao donrados,
Pra mtoinas.
Coques simples eenfeltados, moldes inteiramen-
ta novos.
!! jid papel em caizinbas liso, pautado donra-
d<) e timbrado, e oulros muitos objectos, qae mea-
cioaa-los seria bastante enfadoabo, e que se ven-
de em dita loja de miudeas do Cordeiro Previ-
Jaate, roa do Qaeimado a. 16.
Nao faltam flores,
O Cordeiro Prevideote a roa do Qaeimado n. 16
tem consualemeDle um lindo sortimeoto de n
aas e bonitas flores, por isso quaodo algum ba
Ultdosa joven quier preparar qaalquer eofeite de
bello gusto deve logo lembrar se qae ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Qaeimado n. 16,
aao falu.11 flores.
Para alvejar os denle.
O cordeiro previdente a roa do Qaeimado a. 16
receben do bem conbecido fabricante Joob Gos-
[nell & C. uroa ptima qaalidade de pos para den-
Mes aromalisados com canfora qoe realmente tem
merecido todo cuiceito porque nao s alveja per-
felaoicnte os denles como tambero conserva-os
sempre 00 melhor estado de perfei;o, assim pois
qoira> vir eotaprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qaeimado a. 16
C Janpellaas de seda
Modernas e bocitas eh^pelnas de seda para se-
nbora recebe o Cordeiro Previdente rna do Qoel-
xado n. 16 e por ser pequea a qnantidade re-
ctbidn, quem pretender ama moderna e bonita
cbapelioa deve aprecarse em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Providente a ra do
Queimado a .16.
PONTEIRAS E- CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado a. 16,
tem um bom sortimento de Soas ponteiras par
charutos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para qoe os saus fregaezes nao se Incocn-
modem em romprar charutos em algumas das lo-
jas de cbaroteiros, recebeu tambem om bom sorti-
mento de rios charutos do afamado fabricante
NOVA FAB
Manoel Moreira de Souza
RA NOVA N. 45.
Neste novo estabelec?mento ha nra completo sortimpnto de chapeos para bomet' senhoras
meninos e vende-se por menos prego do que em uutra qualqu.r parte.
Superior panno de algodao da Baha
Vende se no escrlptorio de Aoionij Luir de Oli-
vcl_ra_Azevedo & C., ra da Cruz 0. 57.
Mascaras
Novo sortimento de mascaras de massa, de ara-
rae, de cera e de seda, dminos, nariz com oculos
e barbas, tudo bem sonido e novameuto ehr-ga-
dis ao armatem do vapor ra N >va a. 7, e vea-
dem;se.rcnito em coala de ama duzia para cima.
d8 che^ar os sabonetes de
alcatro
O uso destes sabouttes tem apreseatado os mais
benficos effeltos contra as impigeos, pannos, sar-
na;, tinha, caspa, comlch5es, e todas as demais
molestias de pul*.
Vende-se
U BOTIH E DROfilSl
DE
Bartholomen c.
34Kua larga do Rosa rio -34
Bllfl
65'. '0,
porcSo ter abatmsut'i.
Veslua.ios carcter
Mw*e visiuarios c fa rao,a,
quati.la-iflspe!o proco se.-.. j 44 5*
eI >0: a quam comprar r6*0 $
AVmfm no precn, roa ds lrapt-ratriz o
58 o lt, loja o armazem da Arara.
O q'tae 6 novo a 5O00.
Vende-se peca re madaooto fino de 24
lardas a 54. 6,5, 75. 8, 95 e 10^000, ra
da Imperatri ns. 56 e 72.
Ararj est liquidando
joitss mi odas a 160 e 200 rs. covado,
cassa miudas a tO o ctivado.
6 aode pechi'-ehu.
S: Brancas Anas a 5f 0 rs.
Vende-se lan^inlias brancas com palmas
de cores par vestidos de senboras a 500
i 560, 320 a 800 o covado.
nvencfio de bombas,
na ra Nova n. 30.
s- Cbegoo um sortimento de bombas,
as melhores "que aqui tem vindo, por tirar
igua sera nioguem tocar.
Encanameiitopara7agua, na
ra Nova n. 30.
or Fazem-se ecoocerta-se melhor e mais
barato do que out o quaiquer por ter objec-
tos vindos da Eoropa de coota propria.
"Chegou afinal
A pomada galopean
para enra rpida e completa dos callos daros.
YBNDB SE HA
Botica e drogara
M
Bartholomen dk C.
14Roa larga da Rasarit34
Fio de~algodo piBhia
Vndese ao escrlptorio de AfMrto Loh de Oil-
veira Azevedo & C, roa da Cou t. 07.
Il|i
Yo armazem de fazendas dt
SantsCoelhotrua do Quei
rnado n 19.
Bom e barato
Corte da orgaoay branca muito flna com 10 jar-
das a 93.
Camr.raia branca muito 0aa, peca com 10 jardas
a, 03, 75.83 e 93.
JP*" /recea upada, pejas ic 12 jardas a C, 85
Jiia suissa 80a com 8 vars, a peja por 85.
Dita adamascada pata cortiaaSo, peca com 21
varas a 1:$.
Diu par forro, pe^a com 10 jardas a 33.
'tt da cores finas a 00 rs. o covado.
Dita de cores muito o;;s, a 700 r?. a vara.
lila de linho omito fina a 93 a vara.
Ba'Ses flc, 23 e 30 arcos a 25 e 253,0.
D.tos de 40 e SU ditos, nesRadJS a 43.
D.ios drt mussaiida a i3?;t,0.
f tos de dita, esqble* a K3,
Unos de crochel a 433C0.
Dit s de mu-selioi, ura m^ainai a 33.
Saias b.-Mkdssa 4;3C0.
Fi de lnh 1 com saipiccs a 900 rs. a vara.
Dnu de li no hgo a 720 N. vara.
C,r,l8aenaple preto, bom, a 15800, 3 e 23800 o
covado.
Moriaaticjne soperior a- 22800 o covado.
Tarlaiaaa de todas as rOres a 800 rs. a vara.
Flaoelia de cores a 800 rs. o covado.
-L,maDl9 de ""be com 5 palmos de largara a
1J200 a vara.
Maadapoioes flQOs a 6$, 70,85, 95103 e 125 a
peca.
Putha de algodao, soperior fazenda para saias,
pefa coni 10 vras a 3C0.
Atoalhado adamascado de liabocom 7 h' palmos
de largara a 33 a vara.
Dito dito do algidao a 230C0 a vara.
Aigodaoenfestado eom a mesoja largara a IjJlOO
C bertas d& chita d* raaagem a 256C0.
Ulxas de fusto a 3S0a
Lences de hamburgo de llnbo a 25100.
Ditos-de bramante a 3550O.
E-partilhos finos a 6.
, .^!"1 s de 'a adaicascados para cobrlr mezas a
43500.
Goardanjpos de linho adamascados a 4$ a dozia.
Toalbas de liabo, lisas e alcuchoadas a 115000 a
doi'a.
D tas de algolo felpadas a 125000 a azi.
Lencos de umbrala unos de lSOO, 25, 23300,
33200 e 35600 a doxU. .
Assim cimo.ontras nanitas fareadas qoe se ven-
de por menos qoe em oatra qctalqaer parte, e da-
te amostras de todo.
Portado de Simas ; assim, pois, eacontrarao os
apreciadores om bom sortimento na dita loja do
Grdeirp Providente, roa de Queimado a. 16.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 46.
Nolla acharao os preteadeoles am graade e va-
riado sortimento de perfumaras finas, taalo iogle-
zas como fraocezas, seodo :
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo pbllocome e baboza para dito.
Pos bygiemcos para denles.
Ditos campboradospata ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelcua para ditos.
Snbonetes para mao e barba.
E muitos ootros objeclos que sarao presentes
ao comprador qoe se dirigir a ra do Qaeimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Baa>ieijas pequeaas.
Vendem-se na rua.do,Queimado n. 16. floja do
cordeiroprevidente.
Charutos
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas.
Vendem-ss na loja',doacordeiro;previdente a rna
do Queimado n. 16
Boa tinta para escrever-se.
O Cordsiro Previdente, ra do Queimado n. 16,
acaba de r-ceber nao pequea qnantidade de boa
tinta (Bioc blark), qae sendo io conocida como
nao nectis.-armexplicac5es a tal respeiio, mas
leiubrem-se todos que a mtlhor tinta qoe existe oo
mercado vendo se na I a do Cordeiro Previdente,
ra dj Queimado a. 16.
Port relogios
Um lindo sortimento de-porl relogios ataba de
clieiar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
n. 16.
Trancas de ouro com pinpentes.
O Cordeiro Providente, roa do Qooimado n. 15,
recebeu um lindo sortimento de trancas de ooro
com vidrbos e sem elle?, para enfeites de vesti-
dos e sa esta' vendendo, por pregos bastante m-
dico?.
Cheson ao antigp deposito de Henrjr Forster A
C, ra do Imperador, um carregameuto de gaz d
primeira qualidaoe,o qoal se vende em parteas
i retalho por menos preso do qne em outr* qasl
Tuer parte.
GRINDE UM
RA NOVA N. :.0 E 22
Fabrico e fundiqo de bronz
e oulros metaes, caldeireiro,
latoeiro, e funeiro, situada
na Soedade, f a do Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n. 38, da cidade
do Recife.
DE
BRAGA SAMPMO
Fabricaru-se oeste imprtame estabeleci-
meoto todas as obras concernentes as artei
respectivas como sejam:
Alambiques de todos es tamanbos em
feitios, os mu acreditados aparelbos de
Derosoe com as dimeucfies delioadas dos
fabricados em Fraura.
Fabricam-se avulsas qaaesqoer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor o condeosador, ou esqoenta garapas,
resfriador, serpentioas Dteriores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Ces e qualidades, pelo systema frarjeez oo
americano, simples, de press3o, repuxo, e
com especialidade a estncanos I assim -9p
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas esto | ron ptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornerem pelo ooe sSo conside-
radas hoje as primeira^ bombas conbecidas.
Todas as m; de dos freguezes e a seo capricho.
Exi&tem,sempre promptosno deposito in-
dicado na ra-Nova n. 38, om completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como s3o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei*
ras, escumaderas, cocos, candeias, e muitos
oulros oteriC'lios pruprios para engentaos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agna e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos do
todos os tamaobos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito ss
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
comn todos os ornamentos para militares,
hotoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinbas, eavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de fJandres de todas as
qoalidades, bahs, bacas, bules e outros
otencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, flha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folbas de zinco, estaobo
cm barras e ven?uinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos pira espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
drafas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios coro ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
oljectos prnprio de taes estabelecimeotos.
Seodo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcejo do socio administrador,
Jos Baplista Braga o qnal se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia cte to
importante estabalecimentc isso umaga-
rariia pela sua longa pratica, que tem os se-
nhoi es freguezes de que serao servaos a
contento, com promptidoe preco commo-
do, pelo que os propietarios lhe serao agra-
decidos.
- :~5muii iiwii vamrvKJi.3.
Machinas para descarocar algod5o, do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americ?
E* tal a execuco do macbinismo, que o al-
godao sabe quasi lao per le to como o deb
landeira. Recommenda-se a attengao doi
Srs. agricultores, estas machinas.
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b ES" pj. o. a> ? B 2. o o, o a>
tencio
^eccc'a se urna irsrhlna de f^iertrelc, a qnal sa
ach em fonei.o (iTeitiva. E' ora exceileote
arqoisiQo para qoem qncira encinar a icduairia
de .i-ixf ceiadi', como ha no Para, arnde ;-i por
urna le eoDCtd aonual pelo tempo de 12 ?nno?, ao respectivo em-
pretario para dar rr ais eitenjao a e.-ta industria
psra abastecer aqut- U capital de pene fresco, a
prejo tralo, e para lal Gm moUo se presta a refe-
rida machio?, visto csiar ci llorada as Aaiias,
aonde ba mana abundancia de pene a prt bara-
tsimo, e i'1'1'-' P^ra qm ser transponado frico
com gelo [ara ser vendido tambara barato, e eom
grande lucro, vende-se a dita machina cu ti'ma-sa
Dtna pesst a como socio, entrando coro um p^qoeno
capital, pnra irellvr iuformacoe.s a tratar na roa
do Mundreo n. 99 f-hnca MNde QUINQUINA
FIRGINEUXdeMOITIER
Com Malaga e Pyropliosnhato do ferro.'
Este vinlio foi preconizado por toda a emprensa
medical como sendo o mais poderoso tnico
empegado para curar a Crlorosis. Anemia
Exhanstaqao do sangue. Deposito feral em
Pars, em casa de Lairekcel, pharmaoeutito-
droguisla, rna dos Lombarda, 44.
TEROADEIRO LE ROY
ti lnBBV, DMUnr-Mi4NlB
Bu* d Bolnm, 5i. *. PXRIS.
MOLESTIAS IM) PKITii
Aviso Importante.
Os coicos verdadelros xaropes de bypophosph!
tos de soda, de cal e de trro do Dr. Chorrblll tra
zera a firma qoatro vezes repetida deste sabio me
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica di
pharmaeia Swaon, 13, roa Castiglione, Pars
Acha-se a venda em frascos qnadrados com o no-
me do Dr. Chorchill no vidro. Preco & francos e0
Pars: Com tostruceio
m -ai girraf, ?t, mr* i rolhi pgprt trul
^u Ict e omu iinete, um rotule Imprnio em ima-
rtlw mu Su larcial M oYcnxa wulkc*m.
ir.B.Ktta.
/ j !er*>-Kiima)tira
'/ rWl krtPsrIt.sccIUTd
-OECIN^ o-ud.vM.
axlBio^oza-44
iMlnrato 14*
4MMIU.*
Deoslto oa pnarmaera de r. Maorei-
C. em Pernamhnco.
Joaqoim Jo- Goocalces Beltrao tero caria
vendr no ten escrlptorio na rna do Trapicha
n. 17 :
Brim de afeodao da Babia, mnHo aroprlo para
roooa de erw.
Po de alporto da Babia.
Panno dr aijorio da fabrica do Illm. Sr. eom-
monrtartor Pertroso.
Vinbo do.Pifio, em caixas de nma doria.
Do do dito em barris de dcimo.
Marbioas para descarejar altodao.
Toros de Jacaranda'.
,1 I1EEHH
''

i




i wP
Url le Pei-aaBibneo QuInU felralO de Feverclrc c 8P.
Collares Royer
|a Aaodiaos electrices magaeticos
Dcpaslt) acreditado
toja da aguiir branca raa do Queimado n 8
Apregoar anda os prodigiosos effeitos do<
pitares Royor jnso eosinar ou qaerer
SESfr MfKtadfl". Prqe a famadesua
effleacta tem-se tanlo estendijo, e os sem
Mu resu.tados a tal altura elevado, Z
ELE 6 a pesSOa I" Pr experiencia
projr.a ou por intermedio de seus amigos
6 pirantes, ignore oa desconfe ;a as virtu-
to desses sempre apreciareis collares
A aguia branca porm s gloria de concor-
rer para ana t3o justo fim, se nao por ou-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons-
intemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem coa-
marsalva vidas das crianzas.
Besta ainda que os senhores pas de fa-
milia se facam convencer ,de que convem
nao esperar que as enancas sejam atacadas
ao mal, e por isso necessario ou conve-
niente qae com antecedencia se deite na
enanca um desses collares para assim estar
ella preservada das con v dedes e se contar
G*2
.------*.
PICHINCHAS
Fara principiar o anno de 1868
NA
LOJA E ARMAZEM
DO
*
roa do Crespo n. 9 a, esquioa da roa do Imperador
nnn8 ??!?JH C^Bar pe,10 "por Gmeme> nm variadissimo sortlmecio de fazendas qae dizam-os
pfr r flTnr,ePn,,eD,fS qe totm? me",ore8' de mais BOSlos e navidades <7 encontraran, ero
so encoXrrnaToa0d^Sedam8 '^^ d r6SpeUVe' MlC0' 0i se*Q,Bies ar"cs *
fl
Roa da Imperatriz n. 60
BE
Mt nmim m mn
Riqnisslmos corles de seda de eTes, com lindos
matizes completamente novidade.
Lindissiroos vestidos de cambrala branca bordados
com gosio.
Ricos basqaioes primorosamente bordados, e ulti-
ma moda om Parir.
imitacao
vrd dos rigores da denticao/ UUV" Rl?''ssmas cbapelioas de seda paiha
A aguia branca ra do Queimado n 8' r enfel,adas com moil 0i,,-
continua a receber por todos os vaoores ffi," seolloras> 8en(1<> es de ultima moda
1 HTSa^.* contratado e Li?PS rwunhu .
seda, ultima
ella sempVe P7ova7o7ver' | ^S]Sff^SS\!ZXl'
cos'1"'08 colljres Roye* eletricos" mm-
Novas chapelinas
de iua palba da llala.
A Aguia Branca, a' roa do Queimado n. 8, rece-
beu om povo sorlimento de boniu.- cnap,>linas de
flna palqa da Italia, ornadas com delicada Gore^e
Rape viajado e Paulo Cordelro
A loja do cordeiro providente a" roa do Queima-
cualidades
moda e inteira novidade.
AS' K.S5Te grava,inb8 de Cb0Dy>ccrn-
^nEn^os^emP^r'8'0"08 ab8rtS d"
madreperola.
assim eomo de sndalo
Riqnisslmos vestimeotas de cambr3s primorosa-
mente bordados, com todos es pertences para
creamos se baptlsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 annos.
Mantas de Monde para novas.
Moiriantiqne, grosdeoaple sedas preta, branca
e de cores.
Riqoisslmos cintos, nltima moda.
Ricos endites para senboras e meninas.
Lindissimas cbapelioas de seda e da palha para
meninas.
Riqusimos corles de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos corles de ISa para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Pariz.
Grande deposito de lavas de Jouvin recebo-se por
lodos os vapores grande sortimento.
SUlXEaSuR DE
-,. n AMA i SILVA.

damanba as 8
neste eslabeleci-
di n. 8, recebeu nova remessa
de rap.
dessas
Prego vantajosos
eas miaderjis di grande cslabeleei-
meatt de SD7.a Soares L |rroo.
Ra Nova u. 8.
Tcudem eni groHo e a retaHio.
a umeum mult0 super'ores' mai sorll<3as
Dita em uoveloi, mais inferior a 1#J00 e 18O0
Dita branca em calas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caixas d 16 ditos a 2i0 r.s
Dita branca em ditas du JO ditos xraodos a 560
Dita era carros de 100 urdas a 360 rs. a du?ia:
D.la era carros de"200 jardas a fjOO a riotia.
una em cartees, branca e preta, a 160 r. a dita
dita faS e Cdr6S 6U1 Ca'X1) de duiia' a l300 a
Grampas coro cabes* vidro a 160 rs a dita
Agniheiros pintados a 2i0 rs. a duzia.
Butdes de moediohas doaradas e orateadas nara
pounos, a 14900 a duzia de pares. '
Ditos <5e madrepecola, para camisa, a 500 rs. a
Croza.
Ditos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Caixiobas com soldados de chumbo a lio rs.
Espelbos de mul-iara dourada a t400 a dnzia
Peutos de taco doorado, para coco, a 61 rs. a
dona.
Ditos de lapos lisos, para coco, a 54500 a dnzia.
Ditos diurados, com floras, 2400a dnzia.
Dit. de blalo, multo boas para alisar, a 24300
24400 a dita.
Dodaes amarlos e prateado?, finos, a 240 rs. a
dita.
Clcheles em calxinhas a 640 rs. a dita.
Ditos em candes a 600, e 900 rs. a dita."
Pe^as de fita para coz, larga, com 10 varas, a
500 rs. a pe^a.
Pitas de seda n. i y,, pejas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco branco para ceroolas a 660 rs. a doiia
de pecas.
Las de todas as cores, para bordar, a 64500 a
libra.
Phospboros de cera, em caixiohas, a 360 rs. a
dona.
Duea de pan encerado, sem ebeiro, a 360 rs. a
dnzia de camnbas.
Ditus de cera, em caias grandes de folha, a
14400 a dazia.
Cartilhas da Dontrioa Christaa a 320 rs.
Obreas de colla, em caiiinhas, a 320 e 500 rs.
Sabonetas finos a 800 e 14 a duzia.
Facas e garpbos cabo de osso, fazenda boa, a
24500 a dazia.
Ahumadoras Anas para coletes, cintos com Ave-
las de crysial, e murtas ouiras qo3lidadea, puicei-
ras de coaus, peotes com pedr< para coques, en-
leites para cabega, um completo sortimento de per-
fumarlas de todas as qualjdades, celariobos. can-
deeiros a gaz, (erragens de todas as quaiidades etc.
te.; a roa Nova n. 28.
di'YSmnoC,?S.emra!!' cambr,ias' lss,> mnsselinas, precalias, cbilas e urna infioidsde de objectos^qne
aeuamos de mencionar por se tornar magante.
Isto s na loja do Passo raa do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
AUGUSTO PORTO IC.
11Ra do Queimado11
Receberam em sen estabelecimento um esplendido sorlimento de tapetes, alca-
ifas largas e esleirs para forrar salas, ludo da melhor qualidade e das mais lindas cores.
memo comprarao pelos mesmos presos que cumuram ra QniM..
abenas o descont pudendo assiIfazer melhor sorTmeSo. gl6Z3S' aD,'aDd-se
Tiras bordadas e Babadlnboa
Unera quizer fazer boa compra de tiras
Donadas ou babadinhos, achara um grande
sortimento para escolher e por f refo muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armatem do I>av.3, ra da Impe-
ratriz n 6o, K
Pazeodas para luto na loja do
PaTo
vende-so setim da China com 6 palmos de
argura proprio para vestidos a M o covado
laainhas pretaslisas, alpacas cim listra bran-
ca l\ 16 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicas vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramafeos vara a 8oo rs., me-1 Imperatriz n 60,
ri preto, alpacas e princezas, mais barato
ao queem outra qualquer parte, na loja do
Favo, ra da Imperatriz n. 6o. de F. P.
daSilva.
PECniiVCHA
4^ Em coi tf s de la
Vendem-se superio/es cortes de laa matizaba
coro 15 ct vados, pelo barato prego de 44 o corte
isto na loja e armazem do pavo, roa da Impera-
triz o. 60,
Cambraias largas a 000 e 1^280
a vara.
Vende-se can^braia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
vestido com quatro varas, a lj e 14280 a
vara: na loja e armazem do Pavo, ra da
Vinho tnico nutritivo
DK
. QUINA E CACAO
PGAUD
hMa nova ct,uhiDav*^ena tu, urna h-bida
asas ?grdavel e c. nv, nif-ni- a t< do- os crgantl*
mos, a qoina qoe c uro medh-;,ment tmi-o por
exceilencia, e o cirij quncusiera priotijlo* na-
truivos as.-s recooHwldos.
Elle se emprega erro o roaior sorcesso na rnra
das plidas cores, soffrB e;lim>g>, peda
4* mu, diK.si6-js c.flitull.s.-, atnstruaiofs
dilD.:eis, nc. nc.
Depsit> esrecial ra phar-m:cia e dr garla de
Bariholnomfq & c., a nu i^rpa do R-s.r o n 34.
40 Ct>ffllE4ttCI0
Vende-se orna tavtroa btm afre.-oezd.i, tanto
fnnrtJf'.T' comf,ara *n<\ enrop-oecs
ni rotos e Udos es gneros e seus pniencr ero oro
-stado eirelleole; qoem pretender dirija fe rDa
i Aerrim n. 2, que achara* cero (otro tratar.
~~ Vende-se nroa escrata ronlata de ida^e de
'O annos, boa en^ororoaiieira e uro iirioi-ipua de
cus'ura; a' traiar em Oi.nda, largo de S. Pedro no-
vo, era casa du Paulo J. Gomes.
Vende-se, arreeda-se ou perrooita se nm
srande sitio junto aj povoado de Anr.mvs, com
mniio boas terrenos, e mullas (ivotes frartiferaf.
c.mos-jaro, laraogeiras, jaqoeiras. liucias etc.
quen: o pretender dirjase a' ra Direira u 29. 2
and.r, das dez horas ao meio da.


n
venae->e emgrosto e a r;U!\ i por m fc.
pos do que ero ootra quMquer i -rte. roa- *
tulal ae rlaria feiio com barro iVre, Cil |
franca e preta, areia de inp r. rtroeni
t'>rro, roaos travessas. enssroi-is. pihros
ripas: na roa da Concordia
do sol n. 26.
o que podes verificar violo ver as pessoas que qnizer alcatif.r ou esteirar seus saloes.
Vesu ios de blond com maota, ramo e capella para coiva.
dem de gorgueo boniad-s' pretos oara a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basquines de seda para senhora gosto moderno de 85 a 500.
Colxas de seda, dilas de laa e seda para camas de noivas.
dem de cros e loalhinhas de croch para cadeiras.
dem de foftlo brancas e de cores de o a 100.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20$ a 700.
Idr-m bordados e adamascados para janella de 9 a 200.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
ik Pi"!D0 df.casenii Para cobrir mesas, goardanapos grandes e pequeos, toa-
lhas para m5o de iiobo e de algodao, atoalhado Tranco e pardo, pannos finos prtos e
azues, casemras pretas e de cores, tudo por mdicos preces.
Chape inas modernas para seohora de palha e de crep.
Camisas de linho e dealgodao inglezas e francezts para hornera.
. 're braceo e prelo, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
gros preto e de diversas cores, organdis e cambraias brancas e de cores e laae de mui-
13S (JU31ICJ3UGS.
Saias, toalhas e lencol de linho ricamente bordados.
,r:nD .MJalaS Parf.?iagens gandes e pequeas, chapeos de sol inglezes emuitos outros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e apurar dinheiro.
iiRa do tuelniado11
I^spartilhos.
Vende-ye um grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos: oa loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
Camfslohas a 3#. Cortinado para casKturn es.
mancrmfT'f/n?8. "V*.. amf,r,>ts caroisiohas com Vende-se om grande sortimento dos me-
.SSs^aSS^rr **> *"? Proprosp,r.
to preco de 34 00 ; na loja e arromro de Pavao" m3S e J'Dellas. Pel"S h-rats precos de
ra da iroperaiiii n. 60, > W, 10, \S<1, 206 O 2.^000 o par; da-
P<-chicha em calmitas a 1$600 sd e Trmco de l53 a mitacso de seda, com 8 pal-
Pavo. mn.s lle argu'a. a 40 00 ; colchas decro-
Vende-se urna gradde porcode casimiras sop- C^ dilas de fusla0 brancaS e de cor ; cro-
riores enfestaoas, sendo escoras e alegres prepri3s ches P"oprios p;ira cadeiras, sofs, cadeiras
Cemente bvdraoJico da rocib*r q!id,ide para
edifli-ai;6es 'agna,:a;qies. algerptes, itseniamen-
tos de canos, etc., em barricas grandes, a 12?,
Dito eon mero ou romano a 105.
Eo>percD superior a 5 barrila se fez tima
ronvrensa no preco couf rroe a qu^Midade :
.Nos armazens de Tarso Ir-
mao?.
m
Nos armazens de Ta?

-o IrmJ^s.
6
Grande pechincha de gros-
denaples pretos
kfi
o
dide
Este estabelecimento a rna da Imperatriz d. 70
reeene de sua conta por todos os paquetes franca'
tes diversos objectos da ultima moda de Pariz
como seja bonitos coques lisos e enfeitados, mas
de Srfa, ditas de seda lisas a borladas de todas
as larguras e de superior qualidade, lindos sapa
los de merino, de casemira e ia, toocas de la,
moito bonitos ebapelliohos, babadiobos e ntre-
melos coro Hodos bordados, grvalas de seda pre
U e de cores para homem e senboras; as verda-
deras luvas de Joovio brancas e de cores mono
benitas, carteiras de diversos feries e lmannos,
meias d muito boa jiuahdade, para hornero, se-
otrora** e meninos, nm lindo sorlimento de bicos
esnarlhos, mocadores da Jacaranda' de diversos
lmannos, fita* de veludo, irangas pretas e de co-
res, lindos enfeites para vestidos, cintos de diver-
sas qoalidades mnito bonitos, albuos, abotoadoras
para colletes, lia para bordar de superior quali-
dade, orna infloidade de bonitos bnequedos para
errAOCus, as aminores perfaroarfas de Lubtm, Piver
S Coaurai soeiedade Hygeoica, immencidade de
objectos qoe deito de meociunar para nao se tor-
ear massaote, todo por precos mano con.modos.
historia m ciatos
\ll
Kei da SujBcia
H)8 VOUAIRE.
Vende-se esta excellenle obra por
broenura, oa livrana Eeuoomica rta
n. 1
Na mesma Iivraria tomam-se aasignataras pera
vida de Horacio Nelsono celebre almirante
sogtott4 cada exemplar.__________
li?'-aria encyelopedica
Chegaram a' ii vraria encycinpedica de Jos
Barbos de Mello, roa oVC-oz o. 52, as 8euintes
ras do Or. Cuerno i i : Formular to ou. Guia me-
ijuec.mt'Q a deeeripvu de todos os medi-
camento. S'if*M edigio. I volme de 838 pagi-
Ba.*, nom i94ttoras no texto, encadenado. Pre-
(o S4. Diccionario de medicina popular ero quf
Se awtcrevwn os >yrot>t >ioas, t* causas e o trata
roenij da- molestias o ama lioguaeem accommo-
dada a' lotolligeocia das pessoas estranhas a sel- n-
ei nmdti-a. nreetra edtcio, 3 votomes com -l
iSuras so tedio eaeadaroado. Preco 2Q4.
%aein qalzer aprveltc a occa-
slio.
Vwide-se ama taberna sita aa roa Imperial a.
#. o 08M aiia maidjf^ja localidades o twm aire-
ala ui u^ria p*ra qualaur prineimaote por
J**.B,n** luodjs, e lamlieiD faz-se ce/nri* c m
*o que e acba em moito b m estado : a
!?y;:a; *"? ***** *aeiia-
Pora o c maval
a v^an!Trtwn,*c'r" d8 "waaa analWadeg .
N. 64Kua da Imperatriz-----N. 64.
Kova loja de miudezas e artigos de modas
SILVA & NE VES.

14200 em
Crespo
Os proprietartos deste novo estabelecimento offerecem ao respeitavel ^^
pnhiico desta bella cidade, e do interior um lindo e escolhido sortimento de
miudezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes-
soas nabiltU/Jas a executarem suas encommendas po que houver de mais no-
vidade e gosto, e paramera veoder pelos precos mais rasoaveis do que em
outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
Acabam de receber pelo vapor francez Guente, os segrales bellos
artigos de moda e faatasia.
Luvas de Jouvio para senboras e homens, de todas as cores.
Ltvros para missa com capas de madreperola etc.
Indispeosayeis e boleas de todas as quaiidades,
Coques os mais modernos.
Espartilbos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipure, de seda, (blonds) e de algodSo, de todas as
quaiidades.
Complete sortimento de trancas, fitas, botoes e guarnios de seda
coas vidrirao e sem elle, gravatinhas de seda, e manguiios de lustra bordados B
tudo do ultimo gosto de Paris.
Leques de saodalo aberto do mais apurado trabalno
Agua Florida e tnico oriental de Laman A Komps.
Ricos enfeites e Ruarnices de flores para vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e meninas.
Perfumarias as melbores e mais escolbidas de Lubm, Piver, e Coa-
dray, em ricos e elegantes vasos de poreellana, crystal e prata ingleza.
Meias de algodSo, as mais unas e memores que teem at hoie viudo
ao mercado, para senhoras e bomens.
Chapos de palha da Italia, e a imitacao para meninas.
E om sem numero de artigo, de gosto e fantazia que s a vista
podem ser apreciado.
loja e armazem do Pavo : roa FUNHOS (OM GOLiNHAS.
a 14000 teis.
Vfpde-se orna grande pcrr,o de pannos coro
tzolionas de esguiu de Imbo, coro os mais lioflos
nordados pelo barato prego de 14000 o temo, di-
;os bordados de cor a 640 res, endo grande pe
unmcba pelo prego, na ra da Imperatriz o. 60.
Balees espios.
a 2450.
Cbegsram os mais modernos ba!6es esgnics sen-
do verdaderamente americanos e vendem-se pele
barato nrego de 24500, na I, ja do Pavo ra das
Imperatriz o. 60
Cassas a 94o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res flxas pelo Larato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padrees listrados e de flores, assim como com
palminas miuoas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a Soo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavao ra da
Imperatriz n. 6o
Nafas a sete]patacas.
Veud cr, pelo barato preco de 24240 rs. poden-
do estas saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se Ibe corpo de outra qualquer fazen-
da difireme ; pechincha, oa loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Baldes a -15, 3-Saon e 34
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou baldes de arcos para senbora pelos
baratos precos de t&, 2)J5oo e 34 por haver
grande porc3o, na loja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o,
x Unzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se lanzinbas matisadas, padr5es
modernos e muito bonita pelo barato Dreco
de 240 e 300 rs.
Gravatas a 400
Irm's
Veuoe
na loja do PaTo.
Grosdenaples 16^80
Grosdenaples a 1^800
Grosdenaples a 2J000
GrosdeDaples a 2^200
Grosdenaples a 25500
GiosdeDaples a 2^800
Grosdenaples a 30C0
Grosdenaples a 3&2CO
e un,a uiotiiha ae Jaiaraoua undo j2
8. 7 ffe bjraeo, umsof, icngoios e me^a
1 mesa de aroarelo para j*nlar
rerionila
tendo 20 palmos aberta, as Cinco Pit"ta's"a 12!
Vndese oro mulato para ir. por a^oK de
na rna do Imperador n. 0.
e'igoio
A os agricultores.
Sannd*rs Dratbers & C. aesr.arn de reeebet
do Liverpool vapores de furga de 3 a 4 eavalles
aro todos os pertences, e n:ui prprios para aze-
xem movrr machinas de descargar rlp'dio, po-
dendo cada vapor Ir a ha I bar al com 140 serras,
taiubem servera para enfardar algodo, oo para
otitro qtialqner sprvigo ero qce nsam de trahclbar
Grosdenaples a 3oOO com animaes. Cs mesmos Bmbem tfci a' teda
Neste grande estabehcimento enconlra o n3rbmas, ""ertcanas de 35 a 40 sems.
respeitavel publico um avultado sortimento tSUST^ ^^ so i&t' o CfI^
dos melbores grosdenaples preos tanto I
largos como estreitos, que se veodem muito '
mais barato do que em outra qualquer parte
em rasao de se ter feto urna grande com-
pra antes que augmenwssem os direitos na
alfandega, assim cumo um bonito sortimento
de moireantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
rema e luto, dndose de todas, amostras.
Ifl
Utiri
a son rs.
Vende-se roanteira inaleza Cor a 8C0 rs.a libra :
no Progresso do pateo do Caro o n. 9
Vende-se o engenbo Carreiro, sito na fregne-
na de Seriohem, rooeote e ci.rrenle, c. m safra oa
sem ella, aiba-sn deroarcrdi, do que lem litlos:
e mandat-se levar em casa das excellentis- 00iafa:a terrea na Soledad < D. 19: urna d.cheira'
simas familias, pelos caixeiros, na lua e ar- .iraa da Pa "1, e ura si,1 D0 Co'a*'o a ira*
amera do P.vo, ra da Imperatriz n. 60 ,'" n^ Carmo D' '3-
rs.
GRANDE PECHINCHA
em lanstcha* na loja do Pavo.
Vt-ndem se as mais modernas e remito bonitas lan-
sinhas de orna sror, tendo entre ellas cores moflo
delicadas pelo bai at 1 prego de covado. 360
Ditas de cores dilletentes com palmiobis e
listas, covado....... 400
Ohas matisadas moito lindas, covado. 320
Ditas listadas idem, covado..... 500
Ollas transparentes com listas de seda, co-
vado........... 560
e ootrasmultas quaiidades de lar.sohas de gosto,
qne se esto rec-heodo pnr tod s os vapores, na
loja e arroazem #0 P-vao, ra da Imperatriz n. 60,
Gaz
andar
130500.
a 134500 s na Ra do Vigario n. 9 !
ominos
Vende-se e alugam-se boDitot denins de (Jife-
reot-s qua idades: i,a loja e arroazem do pava a
ra da Imperatriz n. 60, Ce Flix Pereira a
Silva.
*a"" ___ .____mii'jiiin'iiniaawMB
Vendem-se gravatinhas pretas estreitas
da moda pelo haratissimo preco de 400 re. de Ft,,x P-reira da Silva
f ada ama, assim como um grande sortimen-' Bonitas alpacas na loja do Pavo.
to de cores lisas e bordadas, por barato' Ve?'1ese!*! nTlu.n w das alpacas de cores lavradas para vestidos a 14
jjiovu. I o covado. ditas mais a......142S0
bales le renda. Ditas de florinhas a 500 rs. e ... 560
Veadem-se superiores chales preos de D'Us lisa*de ,odas as cores a 640 e 800
iravos tupidos
TffWMB
INJECTIOIl


-,<'
iwMM..kltaiai^w.. FILL
,-r8fcfel
33B8BBBS&\
a qnem capturar e conduzir a' falrica de sabio n*
Afogado, on a roa do Aroorim n. 41, no Recite,
escravo Lniz, pardo, idade 35 annos, o qoal ja' ea
renda, peto barato pre*, de 3M0O re/ca^a g ^XStaKSi "* ^,mPera,r,X"', ^S-^ % W^^TS
ora, assim como ditos de guipure fazen- p,.i d rhvra na hiia rio Pavn madrogwts, de-Poatego plumo, H de novandiMj
da muito superior a 104 e 124000, e om fJ^JSSS^-SiSSk de 17&Xi?tt&S&^
bonito sortimento de capas e retoodas. nma s cor, sendo ma lustroso que a roesra's I roslo Boroe' bem' ramo o o sehor.* e Uazli
da, pelo prego de.......24OOO
Dito mais abaixo, porem com a> cores
moito lindas, covado......IW0
Dito com bsia< de feda a 860 rs.e. 14000
oa lja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da Silva.
Alpaca monslro, covado a 280 rs.
Vendem se alpacas ro n>tro escoras para vestido0, 1
fndo Spalmoi de largon. ene racil.ta rax.M 0'q"10',ed, os"nfi8 *?'* : Jf **
oro vestid coro 8 ovados, a 28J rs. ou a 240 o I SnSu"'V*'8 Q, a>tmf' cr "' ".. '
cerifl. oa loja do Pavo, ra ua Imperaiz n. 60, !nn**> ",hos raDdes e '-. '
,AO HlllSUn QC rtmo il.*Ln.M.
Apptoradaf peta Academia de Mfedscin 4o Psjris
"** rtKrfT .> |>a lJLfii,:. va KLOUO. Oa isl.b. Da TCK^u,*.*?
lf*M*w*m ui RzviiifM Vui-.iriu., di Km-Yerk, s. ii t*rt, (HA.
PIlul cnraiTtou mu eaaiaat fC4u-tkitMmlca Ir iui> etiuvls tvBi|ti3 de terna MRinaaUi tm intu, iu- un w-.:ao ui!uoe, c 40 o* aar*m m
tto dlfcM****. 0 Q l>aliBeu aaf.atOecaM VHotaiiau, j(ru;(.j4,, mtiml.-w, Aiivruu, w it,
i ., cktma, ett. i-hOii. *Sa oe>rceio o praikx um ^et.caca da katf incr-
|f lea* ftn mo.tcv eooiiKui^e i(nsik(a. (rt*m mt 4cptia4*.
I. *. O irtaMi o* am (sipn m iiim o bmu-
mtUm firi. untm Cau>t po. dt piro e de auUMiirid*de du
***0*iwtra0 Plalas #e Klsoeere, dr -w eup un dt
iafarln 4, m tffi^ r,, ^ de.Hw da. UWe4.
Yeade-se oa pharmaciajde P. Maorer C, raa Nova.
O* nssqainhos do Pavas a 16.000
Cfiegou nro elegante s irtiroento dos mais mo-
dernos e mais bem enfeitados cataqaionos de
ernsdenapls preto sendo com siatora e sem ella, e
uniros a imitadlo de jaquetinhas e vendem-se pe-
los baratos pre?o* de 164, 2i 4, x54 e 304 : oa
ioj de P. Pereira da Silva.
Vendem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
12 covados, teodo entre ellas algumas pro-
prias para luto,, pelo barato preco de 24 o
covado, assim oomo sedas lizas de todas as
cores per precos mais commodos que em
outra qualquer parte.
Panno preio a 14600 e 2ooo.
Vende-no panno preto superior <*om seis
palmos de largura proprio para paietots e
calcas pelos baratissimos precos de 146Q0 e
OOO o covado, grande pechincha.
Meias baratas, duzia aooo rs,
Vendem-se duzias de meias de cor escura
send meias de muito mais dinheiro potra
liyuidam-se a 26, por tur al^um toque de
mofo; ditas inglezas cruas muito encorpa-
das a 59 a duzia.
VESTIDOS A 4Cf0.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
camhraia i Tanca com lindas barras bordadas
a 440UO, dits mais finos com as brras bor-
dadas a cor a 51, 64 e 840< 0, ditos de fan-
tazia com Iradas barras e enfoiies de seda a
84 e ti'JOOe.
S moit lindas ss OQvas'poopelinas
que CRemr-m wu lijad Ta-
vio a 5tt.ra.i es vario.
Verodi m-se as mais. Unas poupeUnas cnegadas
oelo o^ii/iv' v!Pr SfOli' IranspafeDtrS e eofritartas
com quadno.ho) mlu.^Pn,lS e c',, *s cores mais
iBOderiias^Como sejam : magenta, solferino, verde,
itrio, re1, azul, caana rt-sa ele. etc., earannpd <
.se qne Dj-sie genero 4 o qae lem vindo de roai?
medirn ao mercajUi. pra vestidos roopas rte
criancaa e vndenlas.pelo baratissiroo pre^o de 500
ris o covado, ndieaajente a loja e armazem du
Pavao, roa ida Impaatm o. 60|jde F. Pereira da
Silva.
pur castigo urna corrente fechada oa cintura e tu
tornroello, do que devera' cooseivar ao menosa
manchas.
Escravo Sgido~
Acba se fgido desde o da 19 do mez prximo
passado o esf ravo do abaixo assignado de nm
de Pelix Pereira da Silva.
Gangas para caigas a 400 rs. o covado.
Vendero-se superiores gangas francezas muito
ene rpadas para caifa* e paiuols, pelo barato pre-
co de 400 rs. n covado, superiores brins de lintio
pardos, trancados e lisos, assim como ditos de co-
res, (renda mrolo soperlir, na luja e armazem
do Pavo, rna da Imperatriz d. 60, de Fehv Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se chita preta insiera lisa a 160 rs. o co-
vado oo a pessa por 64, com 38 covados, ditas com
palmii bas. nih r fazenda, a 20o rs. o cuvadn ou
a pega por 7J500, dita franceza, largas, a 360 rs.
o covado, musselinas pretas a 400 rs. o covado, na
loja e arro-iem do Pavo, rna da Imperatriz u. 60,
de Francisco Pereira da Suva.
Fazendas para lulo na loja do Pavo.
Vendse superior seiiro da Cniga. leudo nma
fazenda toda de l o sem lustro, com 6 pilaos de
largura, qoe facilita fazer-ae om vestido apenas
n m 0 covados a SOO rs......:4*>00
Soi-erinr bomoasioa cum 4 palmos a
14600e..........14^00
Superior cantao sm losim, covado 14t0
Laosiobas lisas, covado 400 e 500
Cassas pretas lisas eom sa'nicis e com
lisias, vara a 500, 560 e 640 e 800
Mosselioas pretas, covado '. 4u
ootras moitas f*?pn armazem do Pavo, oa roa da Imperatriz o. 60, de
Ft-ux Pereira da Silva.
Novidsda em chales a 6(5QOO.
Vend>ro-se o.- mais modernos e mais bonitos
chales a lzbel, sendo de nroa s cor, eom lmda>
rencas da roesroa fareoda, guarnecidas com Don I
tas coolas de aljolr, sendo oeste arf'CO niai-
n-iodern aiv t"in viado e veode-^e pelo barato^
preQ> de 64000, nniramente na loja do Pavo, ro
da Imperatriz n 0, de Peni Perer da Silva.
Cha'es de merm a 24000.
Vende-se hnnuon chuls de meiio a|S2000.
?4afl0, 44 00,54000 e 64C00, na loja e arra-zro
oo Pavo, oa ra dalmpcratri D. 6, do Flix
Pereira da Silva.
beca pequea, cabellos carapinbos, .di rniiohueo,
estatura regular, secco do corpo oo antes magr^
bom eosinheiro, cose de adtate, lem o tornnzefi
de nm dus ps hastunte grosso de ihfun^aii>ma,
ps giandes e largos, bastante ladino e a-tuc oso 8
se inniula forro. Hi t'.da certeza de que e>trjl
00 Recife, onde ja este ve fngido o anno iasMdo;
recoromeDda-se pois as auturidades poiiclaes e ra-
pies de campo a captura e eotrga a so seobog
ome^oo abano assigoaoo oa villa de Ignaras!
ou aos Illms. Srs. Dr. Jos Bernardo Gal'o At-
coforado, no Ca'deireirn, e ao rapnao FYI11 Kras-
cisco de Suor Magalhes no larg do Paraso B,
26. Iguaras-M.7 de fevereiro de'l8b'8.
Jin- Te'ieira da Mona avalrsntf.
i 50^000
Fugio no dia 55 do correte mez de catabro, 4o
engpolo Limoeiro, freguezia da Bacana o estrave
Fraocisco, Curo os seguales sigoaes : car>ra, pes-
co alto, ei-m boro corpo, bonita Agora, cara bexl-
gosa, barba pi ato serrada, eciloma raspar o af-
gode e a peira, cabellos nm tanto mapinhados,
um pnneo gag", ci-m )gomas sicalrizes velhas n
i-hici t as ro-tas, o'oroa pa e n'uro braco, levos
c- misa de algodo da mata,calca e paletr.t de brloa
pardo, cbapeo d baeta preto, leva vara de car-
reiro. qoe e >upocho ter ido seriar praca ci.nnj)
volootarlo ; fm encentrado 00 brjn de Pugoodes,
seguindo por Cauri. Rr-cororoemia se as pessea
eocarregadas do recrutameoto, e as autoridades
ooliciaes, c-m espenMidado as d > Rin Formoso,
Uoa, Agua Prela..-. Bnio e P.rio C.lvo, e a ca-
ira quiqu'-r pe.ssoa a a^prebeotio do dito erra>
vo, ir erorega- o 00 referido engenio, qoe gratii-
ca se ci ro cero natl rus._________________
_ D'-apparecen bon.t- a> 13 do corrent, fp
-ogenho P^rano fregu>ia da Escart, o e>rravj
mol-tii Joaiioim ; sopi5a-se qoe veio pa'S la e>
iiafle dVacie natural, para assen ar pruga e se>
iiar pira o sul. Pede-se ;s soioi loares policat,
s cHpites de o rodo, ou a qn biuer pessea
prebensao do ojio escravo, e leva lo 10 dito en-
enho a seo senhor, f o na roa 00 Imperador n.
77, andar, saa do lado do Caes U noiea-
tro, qae ser' ticompensado.
'.
*-j"


PwW*!Ps
*
Diario de Pernamfeae* tlulnfa lelra tO da Fevrrer de 1868.
LiTTEMTRA.
0 conde de Ouinors
POR
Octavia Penillet
Tf-tnrro
DE
Pinkim Chagas
VOil'MK 2.
(Contimiao)
pressionam. Tem comigo triis attengoes baria recepcio no palacio de Csmpvallon.
ijoanio el! psi prsenle. Pode ser que A marqueza, antes do partir para o campo,
seja em re-iiliado de alguma corobinaco fazia as suaS despedidas ao grupo mais es-
qiif fjzejteai, masduvido. Urna noute des- colhido da sua roda habitual. Ainda que
tas estavamos em caa do general. Ella esse festejo tivesse om carcter quasi de in-
valsava, Camors conceder a sua filha, mi- titridade, organisara-o ella com o gosto e o
nha querida roami, o raro favor de vir sen- requinte que em tudo mostrara. Urna
tar-se-!he ao lado. Aopassar por diante de especie de galera, composta de verdura e
nos vibro-nos ella um o liar que era um flores, ia ter das salas estufa, airave.isan-
rlampago... Se tilhe a charcma. Oaos (do o jardim. Esse sarao foi pungente
aznes pndem ser ferozes ? Parece que sim. condessa de Camors ; a indifferenca de seo
------------------------------r-----------------------,--------------------------------------------------------------------------.-------,---------,
Abl o Sr. Vaulrot? disse elle. En- imagioacio da marquezt. O amor nao lhe
tes dotli (m tres quid os da escoli hespanho-
la, queeram a decorado nica d'esia al*
cova severa e soberba.
A marqueza deixoa-se caliir, como que
exhausta pelo receto, n'uma especie de di-
tio j nio est na Inglaterra? E o que faz bastava ; quera o perigo latDbem, o drama,
agora? a rolupluosidade com o realce do terror.
Procuro urna posicio, Sr. conde, dis- Urna ou duas vez s nos primeirus lempos
se humildemente Vaotrot* qoe, conhecendo levara a temeridade a ponto de sabir do seu
s mil maravillas o seu amigo amo, lia ca- palacio de noite, e voltar antes de romper a I tr7que Gcava'ianto' dVfoRao'^depoir im-
ramenteno franzir do bigodraho os progoos- aurora; mas ti vera de renunciar a esses peltiu com o p duas almofads em que o
ticos de urna tempestada. < | rasgos de audacia, recoohecendo-lbes o pe- conde de Camors ajoelbou meio prostrado
|f, porque nao se appuca a eerralhei- rigo. Eram raras as suas entrevistas noc-' diante d'ella, deitou para traz com ambas as
ro? tornou Camors. O senhor de ames era turnas com o conde, e eram sempre em casa ^os as trancas farUs dos seus cabellos e
nm eorralhPirn milito hihil Tioi-nhr.i nnm An\\n t;>i.. .... .. ..:i. .,__l.;./tn _._j_ ._ __ "*'
aznes pndem ser ferozes ? Parece qoe sim. condessa de Camors ; a indifferenca de seu um serralheiro muito hbil. dOescobria com della. Tioham para esse effeilo combinado debrtcanio-se para o seu aminte
Eu do certo que lhe nao tenbo muito amor, mando tornou-se tio notavel, a sua assidui- facilidade o segredo das mais complicadas o seguinte :Um terreno va^o onde es car- Amas-me boje disse ella '
a minha cruel inimiga: mas, se anda, dade junto da marqueza foi lio persis'ente,. fecbaduras. pinteiros tr>balbaram quando andavam obras! Anda o puro bafejo dos seus lab
Guindo a coadosa de Camors vultou a chegasse a jollrer o que eu tenbo soffrido'a soa ligacao secreta revelouse" dos olhos
Par* e eolrou de ujvo era casa de seu por sua causa... parece-me que teria d della de um modo tio radiante, que a joven
muido, l eucontrou as lacerantes impres- della seohora sentio a dr do desprezo que lbe
soesdo passido, e 3S sombras preoccupa-: Mam, don-lhe muitos beijos. Ciojo votavam de ora modo quasi insopportavel.
5*s do futuro mastrazia emfim comsigo, em e>treito abraco as nossas queridas tilias. Fui-se refugiar na estufa, e, veudo que esla-
aiala que dbailO de urna fornn bera fra- Devoro-lhes as Libas verdes, como outrVa. va s, desatou a chorar. Passado um ins-
>il, urna potentd con-olaco. Salleiada pe- R*lhe comigo, como fa^a d'antese sobrdame, Camors, que a nio va as salas, in-
los'desgistos, e sempre amea;aia por novas tudo seja como d'antes muito amiga da soa
corarn ;oes. leve deVenunciar a amamenUr Mary. .
seu filbo, mas nao o largou nunca, porque j Esta sisuda sanbora, sazonada pela des-
liaba erantes da ama, e q.ieria pelo menos graejt, observara todo, lodo va e nada exa-
que o p-niuenino fosse muito seu amigo.' gerava. Tocara nessa carta nos pontos mais
Bstremecia-o com infinita paixio ; araavao delicados da sitocSo de Camors, e mesmo
porque era seu Gibo e o seu singue e o.dos seus secretos sentimentos, com rigorosa
premiadas toas dores; amava-o porque esactidao.
iielie resida loda a sua esperanca de ven-! Cam-.rs nem estava convertido, nem para
tura bumaja : amava-o porque o achata l caminlnva ; mis seria tarab8m conbecer
lindo como o sol, e na verdade era lindo, j mal 3 verdade humana attribuira esse coraco
porque se pareca como pai e tambem por de hornea ou a outro qualquer sobrenatu-
go ella o amava. ral impassibidade. Se as sombras e im-
Procorava por conseguinte concentrar j pUcaveis theorias que eslavam sendo para
todo o sen corac-So e todos os sus pensa-, Camors a lei da sua existencia podessem
mentos nessa adorada creatura, c nos pri-^num^lnr absolutamente, seriam verdalei-
meiros lempos julou le-lo conseguido. Fi- ras nessa ca-o. As provaces porque paj-
eara ella mesna espantada do socego com sara n55o o tinbam transformado, mas ti-
quese tornara a encontrar com a marqueza nham n'o abalado de cedo. Ja i> pisava
ite Campvalhn, pirque a sua imaginagaoicom a mesma fimeza ocanitilis que Ira-
escotara antecipadamente todas as tristezas cara no seu pl:in. A'asiava-se do seu
que a sua nova existencia devia encarar ; programma, fra compassivo :om umi das
mis quando sano di especie de torpor em i suas victimas, e, como um erro sempre traz
qu? tantos siucessivos padecimentos a ba-| outro C"msigo, depois da ter tido d de
iam raerguIbiiJo, qianJo o habito acalmou.sua esposa, che;ara qnasi a amar seu filbo.
s sensacoes miternaes, o Estas duas fraquezas liaham-se insina io
um pouco a> suas sens^coes
coraco di esposa resusc'bu no coraco da
mi, e nao pJe deixar de sentir de novo
um apaixonado interesse pele sen gracioso
e terrrivel marido.
A viscondessa de T;le viera passsr dons
mozes com sua filha em Paris, depois vol-
tara para o campo A condessa de Camors
escrevia-lbe no principio da segaiote pri-
mavera urna carta que pode dar urna idea
oasiante exacta dos sen imentos da juvenil
enhora nessa poca-e da feico que tomara
a sua vida de familia. Depois de longos
pormenores que diziam respeito saide e
biileza de seu fiho Roberto, accrasventava:
Seu pai continua a ser comigo o que a
m mvio. Poapa-me tod?s o> dissabores
que me pode poupar ; mas evidentemente a
.'atali jade, a que oi'edeceu, persiste debaixo
di mesma forma. Com tudo nao ('esespero
do futuro, minha querida m3i. Desde que
lhe vi os olhos razos de lagrimas, volhu a
ooufiaoca ao meu pobre coraco. Fique
serla, micha qmnda mi, que elle me ha
Je vir a le, amor, anda que n) seja se-
najo por causa d i Glho, que elle, maoso,
vai principiando a amar, sem dar por tal.
Lembra-se, mam, que primeiro essa crean-
Ci riada era pan elle, ou era tanto como
es ; quando o apanbanva no meu eolio, bei-
java-o gravemente mu to flor-do3 labios
Viva mijo se ihor! depois esquivava-se ;
''n boje u a mez, assentei a dala, foi o se-
guinte: Viva $ mea filhiobo... E' muito
bonito I V o progresso ? E sabe emfim,
o que hontera se passoa ? Entro no quar-
to de Roberto, sem fazer bulha, porque es-
tova aborta a porta... e que vejo eu, ma-
m O conde do Camors, com a cabeca
mettida ebaiio do docsl.do berco, e rindo-
sa para essa crcaturnha, que se ra para
eilc. Alfirmo-ihe que se fez cralo ; pedi-
me desculptEslava aberta a porta, disse
eile, eotrei Nao fez mal, respond eu.
. As vezas exquisito este meu marido;
nllrapassa comsigo os limites combinados e
Decessario3. Nao s poldo ; amavel
Ai! n'outros tempos esses favores teriam
cabido as meu coraco com os orva'.hos do
co t Agora chegam a embaracar-me.
tlootem noute por exemplo fou'.ra data!)
sent me, segundo o costume, ao piano de-
pois dejantar ; elle pe-se a 1er um jornal
junto do fogo. Passam as horas a que cos-
tcma sahir. Aqui fico eu muito espantada.
T.anco-lhe om furtivo o'bar entre doushar-
pejos; j nao est a ler, nodorme, scisma
0 jornal traz alguma cousa de novo ?
Nio, nao, nada absolutamente -Outros dous
ou tres harpejos, e entro no quarto de meu
filbo. Deilo-o, adormeco-o, devoro-o com
beijos e volto. Ainda o Sr. conde. E lo-
go, quasi sem tomar o foleto : Recebeu
noticias de sua mi ? O que diz ella ? Es-
te ve com a sua amiga Jauberl ? Leu esla
revista ? Emfim, modos de quem quer
conversar. Outr'ora pagara com o meo
sangue um s destes seres, e dao-m'o ago-
ra quando eu nao sei o que lhe hei de fa-
zer.
Com tad) lembro-me dos conselhos de
minha mi, nao quero apagar este cambian-
te de aurora, tomo lira ares de festejo, ac-
cendo quatro vellas de extraordinario, pro-
curo ser amavel sem ser garrida, porque
ueste caso Seria a garridice um opprobrio,
alo verdade, mam ?Emfim, tagare'Aa-
mos, elle canta urnas duas arias b piano,
eu toco outras duas, elle desafia um trajo-
sinho rnsso que Roberto ^a de vestir para o
anno; depois falla-^e em poltica. Eis-me
encantada. xplica-me a sua situaco na
cmara. > meia noute. Principio a estar
-uGtavoJ.mente silenciosa. O conde levanta-
: Posso-lhe aportar a mo como amigo?
Oh 1 meu Deus, de certoBoas noules,
MariaBoas neutes.
t Sim, mam estou lendo o seu pensa-
mento ; ha nesta siloacao um perigo, mas
a mama indicou-m'o, e parece-me que s
por mim o teria percebido. Nada receie.
Folgarei com os impetos bons que elle tiver.
anima-los-hei tanto quanto me for possivel;
mas nao jolgarel ver logo em semelhantes
symptomas urna seria inclinaco para
o bem e para mim. Vejo aqui na socieda-
de condescendencias que me revoltam. No
meio da minha desgraca conservo-me pura
e altiva ; mas seria para mim mesma um
objeclo de despreso, se me expozesse a ser
para o conde de Camors a satisfaco de um
capricho. Hornera que to baixo cahio nao
se levanta n'um dia. Se elle me chegar a
ter amor, nao lh'o aceitarei seno em pre:
senga de gravissimas provas. Nao cessei
de o amar, e talvez elle o tenha percebido;
mas ba de saber que se esse trate amor
pode despedacar o meu corceo, nio pode
eviia-lo e escuso d dizer a minha mi que
saberei viver e morrer valeotemente, envolta
as minhus vestes de viova.
Ha a oda outros symptomas que meim-
naqtiella alma petriGcada, como as fendas
deum marmore, enessas fendas germina-
vam : verdade qoe eram dous germens
imperceptiveis. A creanca apenas o oceu-
pava alguns minutos cada dia; mas pen-ava
nella, e voltava para casa s vezes um pouco
mais cedo do que de ctslume, atlrahido se-
cretamente pelo serriso desse fresco resti-
nho. A mi J era para elle mais alguma
couia. Os >eus padecimeoios, o seu juvenil
herosmo haviam-n'o impressionado. J a
t nU3 ero certa conta. Descobria-lhe me-
recimeotos. Reparava que era mnrto ins-
truida para sffbora e prodigiosamente para
franceza. Percebia a meia patarra, sabia
muilo e adevinhava o resto. Tiuba emfim
essa mistura de encanto e de solidez que
presta conversar das senhoras de espi-
rito cultivado um incomparavel feitico.
Habituado desde a infancia sua natura)
superioridade, e ao seu rostinbo encantador,
a c 'nsciencia desses nwrecimemos nao lhe
fazia perder a sua singeleza habitual. En-
tregava-se ao trabalho da casa, como se nao
tivesse outra cousa em qae pensar. Havia
certos arranjos que nao deixava entregues
aos criados. Entrava na sala, depois delles
sabirem, com-um espanejador azul o* mo ;
com o es lanejador affagava ao de leve as
mesas, asjardineiras, os contadores ? punha
aqui nmi cadeira, tirava dalli um^sof, met-
tia rama hetes as jarras, tudu isso sallando
e cantando como um passarinho na gfela,
Seu marido diverlia-se s vezes- a segui-la
com a vista nesses trabalhos ligeiros. Ven-
do-a, pensava as princezas de bulados de
opera, reduzidas por algum franstorno, da
sorte, a urna passageira domesticidade, e
que dansam arranjando a casaComo gos-
ta de ver tudo em ordem, Mara thsse-lhe
urna vezA ordem, respondeu ella grave-
mente a belleza moral das cousae Ar-
rastou :i voz nesta palavra cou a e, recelan-
do ter sido pretenciosa, fez-se corada.
Era urna adoravel creatura e jurgamos
que os leitores percebem fcilmente que
ella at chegasse a captivar seu marido.
Ainda qoe nao ti era nem um s instante o
peosamento de lhe sacrificar a paixo que
senboreava a sua vida, certo com tudo
que sua esposa lha agradava como una en-
cantadora amigninha que era.e talvez como
um encantador fructo prohibido que estava
sendo tambem.
Passarara dous ou tres annos sem se ope-
rarem mudancas sensiveis as relaces mu-
tuas dos diversos personagens desta historia-
Foi essa na vi a do conde de Camors a
phase mais brilbante e de certo a mais fe-
liz. O seu casamento duplicara-lhe a ri-
queza ; as suas habis especularles augmen-
taram-n'a. Proporcionara aos seus novos
recursos o luxo da sua casa ; as regiSes
da vida elegante empunhava decididamente
o sceptro. Os seus cavallos e os seus trens
o seu gosto arlistico, o seu falo mesmo dic-
tavam a lei. A sua ligacio com a marqueza
de Campvallon, sem ser proclamada, era
j suspeitada, e com pela va-lhe o prestigio.
Ao mesmo tempo a sua capaeidade de ho-
rnero poltico principiava a revelarse com
esplendor ; tomara a palavra em alguns de-
bates recentes, e o seu maden speech fra
triumpbal.
Era grande essa prosperidade. Masde-
vemos dizer que o conde de Cmors nao a
desfructava sem alguma turbaclo. Dous
pontos negros maculavam o co azul em
que pairava e podiam prenunciar o raio.
Em primeiro lugar a sua vida estava sem-
pre suspensa de um fio. De um dia para o
outro o marquez de Campvallon podia ser
informado dos amores qoe o desbonravam,
ou por algama traico interessada,*ou mes-
mo pelo publico rumor que priocipiaxa a
despertar; se um tal caso se apresentasse
sabia que o general nao o pouparia, e elle
mesmo eslava resolvido a nao defender a
sua vida contra elle. Esta resoluco, for-
malmente decidida no seu pensamento,
servia-lhe de derradeiro argumento para
acalmar a voz da sua consciencia. Todo o
edificio do seu destino esteva por conse-
guinte merc de um acaso muito veros-
mil.
A segunda coosa que lhe dava cuidado
quietou-se ; a condessa vo-o eotrar na es-
tufa com essa rpida vista de cilios das
mulheres que sabem ver sem encarar. Af-
fectou estar examinando as flores dos vasos
e por om esforcode vontade estancou as la-
grimas. Seu marido entn tanto dirigira-se
vagarosamente para ella.
Que soberba camelia! disse a condes-
sa... Cinhece esta variedada?
Muito bem, disse elle, a camelia que
que chora.
Colheu a flor.
Maria, tornou elle, eu nunca fui de
puerilidades; mas esla flor que eu hei de
guardar.
E, veado que ella fitava nelle uns olhos
espantados:
Porque urna flor que eu amo, ac-
crescentou.
Voltaram-se sentido rumor de passos. Era
a marqueza de Campvallon que percorria a
estufa dando o braco a um diplmala estran-
geiro.
Perdo, disse e'la, vim iocommoda-
los! Sempre sou muito desastrada.
E passou.
A condessa de Camors flzera-se de sbi-
to muito vermelba, e seu marido muito pal-
udo. S o diplomata nao mudara de cor
porque nada percebera.
A joven condessa, pretextando urna en-
chaqueca, que o seu aspecto o&o desmenta,
retirou-se quasi immodiatamente dizendo a
seu marido que lhe mandara outra vez a
carmagem.
Poucos instantes depois, a marqueza de
Campvallon, obedecendo a um siga! secreto
de Camors, foi ler co elle ao toucadbr re-
cndito que Ibes lembrara a ambos o ins-
tante mais culpado da 9ua vida. Sentou-se
ao lado com a sua indoVncia altiva.
O que ha de novo ? disse ella.
Porque me anda a vigiar ? tornoo a"
mors. NSo digno do sew carcter.
Ab f orna explicacio-? triste cousa F
a primeira- entre nos; ao menos seja com-
pleta e rbida.
Fallar sooi voz reprimida', mas apaixo-
aada, comes olhos cravados- nope- que rao-
via ligeiraoente, e que se towjia dentro do
setimda borlntra.
Seja siacero, tornou ella;: ewmorou-
se de sua esposa.
O-conde eoeolbeu os hombros
lodigno do- seo carcter,.repitov
Enlo o- qoe signiGcarr* essas tejmnras
com ella ?
Ordenou-meqne a despozasse, no que
a matasse, supponho eu.
Carlota deu s-sobrancelhas um moviaen-
to estranho, quo- elle nao rioj porque-no
olhavam um para o outro: Depois de ama
pausa-
Sua esposa-tem mi, e tem um fiibo;
eu nioguem tenho-!;.. Ouca. meu amigo,
nao me cause cktmes, porque, quanda os
sinto, occorrem-rae pensamenios que a mim
mesmo me horrorisam... E jaque fallamos
nisto, se a ama, diga-m'o antes; conheca-me
bem, sabe que nao tenho ardismesquinbos...
Pois olhel receio tanto as hamilhacoes e as
dores que presinto, que lbe offereco que
lhe restituo a ssa liberdade.. Preflra. essa
dr horrivel, mas pelo menos grande e no-
bre... Crea que nao un* laco que 'he ar-
mo, Olhe para mim ; eu Dio choro muitas
vezes..rEstava innundado de lagrimas o
azul (sombro dos seus clhos...Sim, son
sincera, e se realmente a ama, aproveite este
momento, porque, se o daixa escapar, nunca
mais o encontra.
Camors nao estava de modo algum pre-
parado para semelhaote intimace. A idea-
do romper as suas relaeoes com a marque-
za nunca lbe passra pela mente. Essas.pe-
lacoes pareciam-lhe muito conciliaveis, aom
os sentimentos que sua esposa lhe podia ins-
pirar. Eram a mas pesada culpa ao. pe-
rigo perpetuo da sua vida; mas eraaa tom-
bem da sua vida a commogao, o orguJho, e
a magniGca voluptuosidad^ Sentioium fr-
mito, irritou-se quasi com a idea de perder
om amor que domis a mais lbe distara lio
caro. Cobrio com om olbar ardente esse
bello rosto puro e esaltado como o de um
archanjo militante.
A minha vida pertence-lhe, disse elle.
Como pode pensar em romper lacos taes
como os nossos ? como a pode sobresaltar
ou dar-lbe o mais leve cuidado o meu pro-
cedimento cora outra? Sou para ella o que
a honra e a humanidade me ordenara que
seja, e a ti, a ti amo-te, entendes?
E' sincero ? disse ella.
E' sincero.
Acredito.
Pegou-lbe na mo, e encarou-o por um
instante sem dizer palavra, com o olharse-
mi-velado, o seio palpitante; depois, levan-
tando-sede sbito:
Sabe meu bom amigo, que tenho vi-
sitas ?
Cortejou-o com um sorriso, e sanio do to-*1
cador.
Esta scena comtudo deixra no espirito
de Camors orna impresso desagradavel, e
murmorou Vautrot.
Traante!
E vibrando-lhe esta palavra .insultuosa,
fecbaduras. ; pinteiros tr.balhavam quando andavam obras! Anda o puro bafejo dos seus labios afa-
sei o que V. Exc. quer dizer, no palacio, fiera contiguo aos jardins; o gava o rosto de Camors, quando orna porta
general comprara em outro tempo urna por- ge aDru diente d'elles e o general enlroa.
Cao desse terreno, manlra nelle construir! marqueza e Camors ergueram-se de re-
. urna casita no meio de urna borla, e, com a pello, e paludos, imwoveis ao lado um do
por entre os labios estendidos, enum tom, sua habitual bondade, dra-a por alojamentojooiro, cravaram o'elle os olhos desrairados,
de indwivel despreso, Camors sacudi leve- a ora antigo official inferior chamado Mes- o general parara iu
mente com a ponta do cbicute os hombros nil, que por muito tempo lhe servir de or-
do Vauuot-, e depois afaslou-se tranquilla- .denanca Nesse Mesnil conhava muito o
mente, deixando ir o cavallo a passo. | marquez; inveslra-o de urna esoecie de
Vautrot andava ento effeciivamente scalisaco sobre a parte flore>ta! das suas
procura de urna posico, que fcilmente en-1
contrariase quizesse contentar-se com aquel-
junto da porta ; ao \l-
os estremecer, e lvida paRidez lhe tingira
as fece?. Duranie um minuto o seu olbar
estupefacto e quasi desvairado fiton-se em
Camors; depois levantou cima da cabeca
mas ia passar s rezos dous ou tres dias ao
las qoe aos seus talentos convinham, mas, campo, quando o marquez desejava cbter so-
se bem se lembram, era elle um desies ho- bre algum litigio especial esclarecimenlos
mens, cuja vaidade nao esi em proporcio seguros. A occazio, em qoe essas ausen-
com o seo mrito, e sobretudo daquelles que cas se realisavam, era a que a marqueza de
propiedades. De invern resida em Paris, 03 bracos ^[godidos, e as suas maos encon
andam sempre mais faminlos de gozos do
que de trabalho. Cahira nessa poca em
miseria extrema, c nao era preciso que lb'a
azedassem muito para o impellirem a fazer
o mal, e talrez a commetter um crime Ha
nos nossos dias mais de um exemplo dos
excessos a que pJem ser arrastadas as in-
lelligencias assim, ambiciosas, vidas e im-
potentes. Vautrot, emquanto nao linba cou-
sa melbor, reassumira haviatempt, o papel
hypy'rila que out'ora lbe fora mil; mesmo
na vespera rollara a casi da condessa de La
Roche-Jugan, flzera penitencia dos seus des-
varios pbilosopbicos, porque elle era como
essee saxooios do tempo de Carlos Magno,
qoe pediam o'baptismo tojas as vezes qme
senliam desejo de possuirem urna tnica nu'
va. A condessa de La Roche-Jugan nao ac-
Ibera mal este triste fllln prodigo, mas res-
fnra-se de um modo muilo sensivel, soban'
do-o mais discreto do qoe desejava cerea
de certo assumpto que ella trnha una grande
desejo de profondar. Preocoopavam-n'a en-
to mais do que nunca as retaces que ba-
ria muito tempo suspeitra que exisliam
entre a marqueza de Camp.-alki e o conde
de Camors. Essas relaeoes nao podiam dei-
xar de ser fataes s esperaocas que ella de
looge basera na risvez da marqueza, e na
heranga d> general. O casamento de Camors
ttludira-a por um momento; ios-ella era
destas devetas que sempre suppDera-a peior,
e as suas saspeitas uao tinbam tardado a
despertar. Tentara obter de Vautrot,- que
vivera muito tempo na- iotimidade e seu
sobrinho, esdarecimentos- sobre este miste-
rio, e como Vautrot ti vera vergonha de ib'os
(ter. pozera-9-no meio da ra.
Depois do seu encontra- cora o coate-de
Camors, Vautrot'dirigio-so inmediatamente
para a roa de S-. Domingo*,, e de ah a- urna
hora-a condesade La Koce-Jugan liana-o
gosto- de saber o que elle tambem sabia
ceroa da ligago de Camors com a marque-
za. Ora bem se lembram que elle sabia-tu-
do. Bssa revelaeo, por muito prevista^que
fosso, fulminoo a-condessa de La Rocbe-Jo-
gan, que vio os- seus projsotos materoaes
decididamente derribados para sempre. Ao
sen ti ment amargo dessa decepgo juciou-
se lego nessa alma vil o desejo furioso de se
vingar. E' verdade que fra mal recompen-
sad e esforco anonymo que tentara anoos
antes, para abrir os olhos ao-desgracado- ge-
nerafc porque desde essa poea o general,.a
Campvallon e o conde de Camors escolhiam
para as suas entrevistas nocturnas. Camors,
avisado de fora por um sgnal convenciooa-
do, entrava no cerrado que rodeava a habi-
lago de Mesnil, e de ani saltava para os
jardins do palacio. A marqueza encarrega
va-se em pesma, com terroros que a decra-
vara, de conservar entre aberta urna das peri-
tas de vidrsfU do paricento terreo, o
costume parisiense de serem nos soos os
quart is dos cnados dava a essas entrevistas
audaciosas urna certa segoranca ainda que
sempre muito precaria.
Pelos flus de maio, apresontara-se urna
d'esras occasies, sempre esperadas com
impaciencia d ambo os- lados, e Camors,
peto raeio da noile, penetrava m pequeo
jardim do antigo official in'erior. Guando
dava rotta chave d i grade que e-fechava,
parecen oe ouvir um tkbil rumor atraz da
si. Voltos-se percorre com nma* rpida
vista- d'olftos o sombro espaco que eerca-
va, e, pensando que se engaara, entrou.
Uta instante- depois surgs a sombra 'um
homem no ngulo d'uma das- pilhas d- ta-
beas que se- agglomeravam em diversos
pontos d'esse terreno, a sombra esteve-al-
gosa lempo inwaovel diante das- janellas- do
palacio, e torncu-se a engolphar as trera.
Pfr semana aeguinte, Camors, estanio
urna noite no gromio, pozse a-jogar o whist
com o-general. Notou que o- marquez k
Caropvallon nao prestaba atiendo ao jogo,
e descortinou-lhe- mesmo as fsrces os ves-
tigios d'uma profunda preoceupaco.
Sst' incoromodado, general ? disse-
Ihe eltequando a partida acabou*
NSo..-. nao, aeudiu o general, estou-
apeuas contrariado... Umarixa entre dous
dos meus guardas, .-.no campo..- Mandei
esta manba-Mesnil examinar esta historia.
O geaeral deu algnns passos pela sala, e
voltou Camors qae tomou de parle, para
lhe dizer::
Meo amigo, aioa agora engaai-o, te-
nho realmente no espirito urna preoceupa-
co bastante grave ..- estou at no auge da
afllicco.
Maa-o que ? diese Cantor cojo co-
raco baHa com viotsaera.
- Eo-lbe contare- todo, provaveknente
amanhla... Amanhaa- pela manba-vai l a
casaj nio- verdade?*
Deceno.
Obtigado... Agora rou-me- embora
marqoeza, e o proprio Camors, sem rom- porque serio... serio.. nao estobem...
peren com ella as suas relaces habiluaes,
tinb&nvlhe feito sentir um pteo de desprezo
que lhe ulcerav> o coracoi.
Era necessario-no se expr a um novo
desbarate; incontestavelmeole devia, em
nome da moral, confundir esses cgos e
esses culpados, mas desta vez com provas
taes> que fosse o golpe irresistivel. Mbsmp
forca de pensar nisso, persuadia-se a con-
dessa de La Roche-Jugan que o novo geito,
que os acoatacimentos tomavam, podiarse
tornar outra vez favoravels pretences que
tinbam sido a idea fixa da sua vida. Elimi-
nada a marqueza de Campvallon, desviado
o conde de Camors. devia o general ficar
sosinho no mundo, e era natural suppor que
se voltaria eolio para seu joven prente
conde de La Roche-Jugan, ainda- que nao.
fosse senSo para resompensar a amizado
perspicaz, e-offendida de sua mS. E'veE--
dade que o general, pelas escripturas do can-
samente, dora todos os seus bens a sua esr
posa, raas a condessa de La Roche-Jo^n,
que se esclarecera a esse respeito, na> g-
norava que era elle senhor, omqaanto viva,
dos alienar, de os tirar a sua esposae de
os transmittir a Sigismundo.
A condessa de La ivoche-Jugan Dio. de-
morou o seu pensamento na probabihdade,
rauito verosmil, de um desafio entre o ge-
neral e Camors; conhecemos todos a des-
denhosa intrepidez dasmulberesem materia
de duello. Procurou por consegninte, sem
escrpulo, fazer Vautrot participante da
obra meritoria que tramava; prendeu-o por
algumas dadivas immediatas, por promessas,
e fez-lhe esperar do general urna remunera-
Co consideravel. Vautrot, que ainda senta
nos hombros o chicote de Camors, e que o
malaria com a soa propria mi, se se aire*
vesse a tal, quasi que nem precisava das
excitaces do lucro para se associar s vin-
gancas da sua protectora, e tornar-se inslru-
me to deltas. Resolveu comtudo, j qoe se
lheofferecia ensejo de o fazer, por-se urna
vez por todas a abrigo da miseria, especu-
lando hbilmente cora o segredo de que era
possuidor e com a riqueza immensa do ge-
neral.
Esse segredo j elle 9 entregara condes-
sa de Camors, debaixo da inspiracSo da um
no dia seguinte pela" manhia andava na ave- sentimento diverso, mas Uvera entio as
nida dos campos Elysios a experimentar, mos provas que lhe faltavana agora. Tiuba
um cavallo, e pensava ao mesmo tempo com por conseguinte ne^ssidade de procurar
mau humor no episodio da vespora, quando armas novas e infalliveis; mas, se as rea-
subitamente deu de cara com o seu antigo coes illrcitas que se tratava de desmacarar
secretario Vautrot. Nio o tornara a ver! ainda existiam, Vautrot nio perda a espe-
*X ciosolSue TmSmm Vcan7p- de'de o "da em que esse senhor julgara pra, ranea de oncontrar alguns indicios^ certos
Sllffl^H 'JES^ii! moldete despedir-se de improviso. Os cam-!ajudando-se com oconhec.mento geral^que
vallon tinha joven rival que ella mesmo dente
;X;.^ horas desertes, Uvera outr'ora dos hbitos edas raaneiras
S.l'Siii SK^mrSrS.Tmn. IViotrot nao pode esquivar-se, como talvez do conde de Camors. Foi a essa tarefa que
deixar de perceber certos symptomas mu- Vautrot nopOde esqu
dos, assustava-se s vezes com esses zelos
silenciosos. Receiando exasperar, n'uma
tio lemivel, o mais violento dos sentimentos
feminios, resignara-se a ter com esse cri-
me condescendencias, que repugnavam ao
seu orgulho e talvez tamben ao seu cora-
Cao, porque sua esposa, para quem esse
novo proceder estava sendo inexplicavel,
pe- cebia com tudo a mudaoca e por causa
della soffria. ..,,
N'uma noule do mez de maio de 186...
ais de urna vezfizera, ao encontr do con- se applicou, desde esse momento, ue oa e
de de Camors. Vendo-se reconhecido, pa- de noite, com o malfico ardor do odio e aa
roue comprimentou, comum sorriso tuquie- cubica.
to nos labios. A sua casaca negra no fio, a I A confianca absoluta que o marquez de
sua roupa branca de duridosa alvura rev-! Campvallon restituir a sua mulber e a La-
lavara urna miseria disfarcada, mas profon-1 mors, depois do casamento deste com na-
da. Camors nio reparn nessa partcula-! ra de Tecle, permittiria sam duvida aos aous
ridade, que sem duvida despertara a sua \ amantes supprimirem na sua ntimioaue as
generosdade'natural, e reprimira a indig- complicagoes do mysteno eda^ iwnitiri-
Aperiou-lbe a mo com mais affecto do que
da cosame... Adeus,. meu caro Glho, ac-
crescenlou bruscam68te para esaontler as
lagrimas-que de sbito Iba arraaaram os
olhos.
Dursnte alguns minatos, sentir Camors
um vi?a iaquietagao; mas o adeus amiga-
vel e lente do general tranquillisra-o ple-
namente sobre o que lbe dizia respeito,
aindi que ficou espantado e mesmo impres-
sioconado dolorosameote pela tristeza com-
movida do velho. Coisa estraah% I se ba-
via ueste mundo hornera aquem elle qui-
zessobem, e por ouja causa estivesse prom-
to a saerificar-se era de certo o.homem, a
quem ultrajara taortalmente.
;- Tivera comtudo razio em so inquietar, e
fazii mal em se tranquillisar,. porque o ge-J,
oeral, n'essa noilO estava ja>ioformado da
traico de sua mulber, ou pelo menos esla-
va preparado para com cerlaaa a sabes.. O
que elle ainda gnorava era-o nome de-seu
cmplice, porqu as pesseas que o tinbam
posto ao fado, d'esse acontecimento, haviam
receiado encontrar urna mcredulidade tei-
mosa e absohiU, se nemeassera Camors
Effeciivamente provaval; depois do-que j
se p.ssara, qoe, se esse nome fosse de novo
proferido, o general rocuasse diante d'uma
tal suspea como diante d'uma- impossibi-
lidade monstruosa, qae infaman.quem n'el-
la seqcer pensasse.
Camors esteve no gremio at-a urna hora
da manhia, e dirigiu-se de l p ra a ra
Vanneau. Entro no patato- Campvallon
cora as precaucoes costnmadas, e d"esta vez
acompanba-lo-hemos.
Atravessando o jardim, levantou os olhos
para as janellas do guarto do general, e viu
brilhar apenas detraz das persianas a doce
voz d'uma lampada nocturna. Amarqueaa
esperava-o porta do seu quarto de vestir
que deitava para um hemieyelo exterior
e separado do slo por alguns degraus.
Camors poisou os labios na mo da juve-
nil senhora, e disse-lhe depois algumas pa-
la vras acerca da tristeza preoecupada do ge-
peral. Carlota respondeu que andava scis-
inatico havia dias por causa do mau estado
da sua saude. Esta explicado parecen na-
tural a Camors, que seguiu a marqueza,
atravessando as vastas salas cheias de silen-
cio e de trevas. Carlota levava na mi um
castical, cuja frxa claridade lhe tingia d'es-
tranha pallidez as delicadas feicOes. Quan-
do subiram a larga cscads sonora, o rocar
do vestido nos degrus foi o nico rumor
que trahiu o seu andar lgeiro. Parava de
quando em quando, toda fremente, como
que para saborear melhor a solemnidade
dramtica que osrodeiava: reclinava um
pouco para traz a sua cabeca loira, olhava
para Camors, sorria-se com o seu sorriso
inspirado, punha a mi no coracio como
para dizer: tenho medo. e continuava o
seu camioho.
Cbegaram a alcova da marqueza. Urna
lampada d'alabastro i
traram-se com estrondo.
N'essa terrivel momento, a ma/qaeza de
Campvallon travou do braco a Camors e v-
brou-lhe um olhar profundo, trgico e im-
plicante, que lhe fez horror. Repelio-a
com certa rudeza, crozou os bracos e aspe-
rou.
O general camnhon direito a elle, prt--
mero de vagar. De sbito afogueou-se-lhe'
o rosto n'uma cor purpurea, os labios entre"-'
abrram se-lbe e agitaram-ae para om in--
sol.o sopremo, e avancoo rpidamente e
com a mi levantada; ma?, depois de dar
alguns passos, o velho estacn de cbofre,
pareceu querer amparar-se a alguma cousa,
oscllou, cabio para diante, baSendo cora a
jbega no marmore do fogo, e-rolando no
tapete ficcu estn 1 ido e sem movimento.
Reioou entia- n'esse quarte un sroistro
silencio. Honrpeo-o um grito aoaAado de
Cmors, que ao mesmo tempo corren1 a ajoe-
lliar-se diante do- relbo immovel, palpndo-
le primeiro a mo1 e o coracio depois. Vio
que estava morto. Um tenue Go desangre
corria-lhe na fronte- paluda que o embate de
marmore lacerara ; mas essa ferida era- li'-
geira. Nio fora isso o que o matara; O*
que o matara fra a traico desses dous en'
tes que amava e de quem se julgava amado-.
O seu coracio fra htteralmente despeda-
cado pela violencia da sorpreza, da affilctao-
e do horrer.
Um olhar de Camors- indcou marqwzfi'
de Campvallon que estava viuva. Carleta-
deixou-se cabir no divn;, esconden a cabeca
entre as raaos e desatou-a sofocar.
Camors &jra de p^snooslado ao fog-
d'olhar att nito, absorto nos seus pensa--
mentos. Era-toda a sinceridade da sua al-
ma desejaria despertar esse eadaver, e dar-
jhe a sua viS. Jurara a-si mesmo entre-^
ijar-lh'a sem defsa, se algama vez elle lh'-
pedisse em paga dos bsnaGeios olvidados,
da bonra violada, da araizade (rbida e afi-
inal fra elle coadequem lhedra amorte.
3e nio o assasawra com a-sna propria mi,.
apezar disso allt estava e crime com o seu
hrrido apparato. Preseaeiava-lhe o espec-
:aeoto, sentia-be o ebeiro, respirara-lhe o
oegue.
Um olhar o^oieto da marqueza f-lo re-
cobrar violentamente o oso dides, e aprostmar-se della. Bouve entio
en4re elles um rpido segredar; Camors
esplicou-lbe pressa o quo-devia fazer. De-
vi chamar, dhrer que o general se sentir
da sbito mais doeme, equa, ao entrar no
quarto de sua esposa, sabira fulminado.
Comtudo Cario! vio coro twror qoe era ne-
ce9sario esperar- anda moite antes de cha-
mar os criados, porque davia- dar a Camors
tem?o de fugi?;e tinha entrelaBio de ficar
sosinba com esse cadver l" Htorrorisara-a se-
raelhante idea. Camors tere do della, e de-
oidio-se a sahir do paaaio-petos aposentos
io general, que tinbam porta para a ra.
Logo a marqueza tocou-por muitas vezes
a com moita violencia a campaubia, e Ca--
roors s se retirou quando sentio na escada.
iomor de passos- pre-ipitados.
Os aposentes do general communicaram.)
com os de sua mulher por urna curta .gate-
ra ; segnia-se depois oraiescriptorio, depois
a alcova. Camors atravessou essa alcova-
com sentimontos que nao tenlaramos^des-
erever, e sabio.
Os mdicos,, reconbeeenam que a morte
do general fra. occasionada pela ruptura
d'um vaso do.coraco. D'abi adias.effec-
tuou-se o enterro, e Camors assistio. N'es-
sa mesma noite deixoo Paris, e foi ter
com sua mulher, que na semana precedente
partir para Reuilly-
(ebninuar-se-h,).
taoatfoon
til POICO DE TUDO
Miseria na hvussu. Sio poaco agpad-
veis as noticias da Prussia oriental, dadas
pela 6azeta Nunana. Na cidade de Gueo-
binnen havia morrido quatro pessoa3,
no i4 de Janeiro, do lypbo da-fomeveessa
molestia parecia querer tornaif-se epidmica.
Estabeleceram-se casas de trabalho, oade as
mutaeres podessem ganhar um pequeo sa-
lario- a Gar, e distrbuiam-se pelos mais ne-
cesstados bilhetes de abono para caf e car-
ne. No caminho de ferro de Tiisit om com-
boyo de passageiros ficou preso na nev.
Jornaleiroi chamados para limparem a via
pediram um salario do 12 silbelgroschen
por dia (280 rs.); como a administracin
nio quizesse pagar mais do que 9 silbec-
groseben (210 rs.), os passageiros estirerafl
36 horas no mesmo sitio.
Cartas de Memel, de 2 do corrente, di-
zem que, apeaar das distribuics de ali-
mentos feitas aos pobres, graode a affluen-
cia de necesitados s portas dos padeiros e
dos principaes negociantes, pedindo dinhei-
ro e de comer.
Fomb na aussiA. Segondo o Dia-
rio de Posen, muitas provincias orientaos
e septentrionaes da Russia esli a bracos
com urna fome medenha. Na Finlandia e
no governo de Perne, morre-se litleral-
mente de fome, e a calamtdade torna-se
ainda mais lamentosa por ser acompanhada
pela peste siberiana, que tem destruido qua-
si todo o gado e quasi todos os cavallos dos
desgracados habitantes daquellas provincias.
A falla de cavallos e de bois impeda o col-
uro das trras, e havia probabilidades de nio
poderem ser feitas as sementeiras, e por
coBseguinte proloogar-se ainda muito a fo-
me. ?Tudo o que faz o governo e a cari-
uminava-lhe froaxa-' dade particular para acudir aos que soffrera
mente a sombra magnificencia, as almofa- qnasi nada, comparado com a grandeza da
das esculpidas das paredes, e os pesados calamidade.
resposteiros. A chamma do fogio, jorran-1
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